Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11377


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Full Text
II !I ...... II lili -
-;' JI.II.N. "Y-
,- lV^* -II .....I
ANNO XLIII. NUMERO 220.
PAB.1 A CANTIL E LL61BES 0>1>* ME NAO PAOA POSTE,
Per tres ezM idiaoUd.,. J|.....# t ..... 64000
Portis titos Hen.. .1 rt .J % .! .. -.1 .i .1 -.) .1 .. 2.J000
Per aui idea., .i ., ., #1 #J ., ,, g q ^ v> ,-,-, .- \ 24000
aJa meri valso .} ...... .' v 320
DE
QUARTA FEIRA 25 DE SETEMBRO DE 1867.
rA*A BITOBO E FOBA VA PROVINCIA. /
Por tres mfliei adiutiiM.. r.\ bjt ,. ,.,;.,. ,. -..:. -i. !T ,. 6750
Pr seisditM dem. ................................ IW500
Por noTe ditos idem...............^ ># #" \ ,.',',...... 20)5250
Per u une idea., ra................, i# ,. \\ \\ .. 270000
OBaDasa iffl ipuRmiBwiD 09 naiiMPDi&a idi manun vsiiiiaiatD a>i itm uhjids otos i?iD?MiiriiiaiiD3.
ENCARREGADOS DA SBSCRIPgAO.
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandriao de Lio;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty,
oSr. A. de Lemos Braga; Cear, '8r. Joaquim
os de Oliveira ; Para, os Srs. Gertrlo Antonio
Alves & Pilhes ; Amazonas, o Sr. Jeronyrao da
Costa; Alagoas,o Sr. Pranisno Tarares da Costa;
Babia, o Sr. Jos Martlns Aires: Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Ribeiro Gasparinbo.
PARTIDA OOS -TAPBTAS.
Olinda, Cabo, Escada e estachas da va terrea at
Asna Preta, todos os dis.
Igoarass e Goyaona as segunda? e sextas feiras.
Santo Anto, Grvala, Bozerros, Bonito, Caruar,
Altinbo, Garaabuos, Buique, S. Bento, Bora Con-
seibo, Aguas Bellas e TacaraU, aas tercas-feiras.
Pao d'Albo, Nazareth, Limoeiro, Breio, Pesqueira,
tegazeira, Plores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Oarieury,Salgaeiro e Ex, as quartas feiras
Serfnhaem, Rio Pormoso, Taoandar, UtMh Bar-
reros, Agua Preta e Pimeoteiras, as quintas
tetras.
AUDIENCIAS DOS TRIBDNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio: segundas e quintas
Relaco : tercas e saBados is 10 oras.
Pazenda : qaintas as 10 horas.
Julzo do commereio : segundas as 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primelra rara do clvel :
dia.
Segunda vara do eivel
1 acra da tarde.
tere as e sextas ao meic
: quartas e sabbades
EPHBMERIDES DO HEZ DE SETEMDUO
5 Quarto cresc. as 8 h. e 39 ra. da t.
13 La ebeia as 9 h. e 41 m. da t.
21 Quarto ming. ao& 17 m. da w.
27 La nova as 8 b. e SO m. da t.
DAS DA SEMANA.
33 Segnnda. S. Lino p. m., S. Tecla r. m.
S4 Ter?a. S. Tyrso m., S. Gsraido b. m.
35 Quarla. S. Jostioa r. n>., S. Senador m.
ib Quinta. S. Cleofjs, S. Pirmioo b.
-7 Sexta. S-. Cosme e Damiao irs. mm.
38 Sabbado. S. Wenceslao duque monge.
2f Domingo. S. Miguel Arcoanjo, S. Plcito.
i PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 11 boras e 42 m. da maraa.
Segunda as 12 boras a 6minotos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEROS.
P?ra o snl at Alagoas a 14 e 30; para o nort
at a Granja a 15 e 30 de cada mex; para Fer-
nando nos das 14 dos mezes Janeiro, marco, mam
Julbo, setembro novembro.
* Mrr^fWiriTnf I f Se os proclamas d5o foram aiada daqui difficuldade deve dar por solvida e nao oa- ''''f mi0i3T vir cs?allos aa cecheir de Ve-
PARTE 0FFIGIA.L remeuidi.ea~di.penw. bemeomo iseUra quaiquer. Apesara mandadode casa- ~K G^[rol^ T
OVERXO DO BI9PADO.
SEDE VACANTE.
Expedleite do dia 17 de selerabro de 1867.
Circular aos vigarios da diocese.Tendo-
se dado, a pezar dos meus reiterados eyfor-
<;os, extraordinaria demora na remessa dos
vasos que contera o noto oleo sagrado, qae
no corrente anno ecclesiastico lera de ser-
lo os oabentes de aprezentarem certidn de ment, eipedido por haver o nubente ex-
bptismo, aflm de que n3o haja embaraco purgado o impedimento opposto por esta oa
algum a esse calamento. aquella pessoa, deve V. Rvma. exigir pro-
Espero que V. Rvma. me d parte logo clamas das naturalidades de ambos os nu-
que pelas suas diligencias e pelo seu zeio bentes, se elles sao moradores e n5o natu-
bouver conseguido effeituar esse casamento.
Dito ao mesmo.Em resposta ao seu offi
raes da sua freguezia. deve exigir o consenso
paterno, e todas as de mais formalidades,
ci de 6 do prximo passado lenbo a dizer-, como se nao existisse tal mandado de casa
!be que pode V. Rvma. assUtir ao castmento ment.
do sentenciado que V. Rvma. diz ttr ido da
vir para se
administrarem os Sacramentos provincia da Parahyba para esse prezidio,
Voltando porm materia do ofii;io a que
respondo, conhecendo eu pela sua narrado
sua familia, duendo, que era para sab r com ell
como refere Cometi O-ar a folbas o que nunca
fez, voltando os cavados tarde ou no dia seguiole.
Considerando, que na noite dd 6 de agosto por
cerca de 6 horas, foram dous cavallos sem boleelro
para a fazenda do Garca, onde mor? o acensado
Castro Rabello, e por ordem d'este, como declara-
ram Cornelio Cesar, Joao Igoacio de Azevedo e as
pessoas que levaram os cavallos.
Considerando, que interrogado o aecusado Castro
Rabello, sobre quem sahira no carro n'essa noite e
com que boleeiro, nada respoadeu, guardando obs
fra qoem fechara a portinbola do careo, e se po-
zera a gritar nao consinto, na) consfnto, pas
Sinlo a apitar, e sem oppr a menor resistencia ao
arrebalamento de Soares.
Considerando, qne o fart) de vir o dito Joao
Coelbo munido de apilo nao revela se nao, qaa isso
fra premeditado para por esse mel affisttr de si
a responsabilidade do acto praticado.
Considerando, que a notersidoo dito Joao Coe-
Iho um dos autores do alternado, nao poderla dei-
xar de oppr seria e efflcaz resistencia no acto de
agarraren! Soares, e quando baviam por all pes-
soas, que viram-o, e que podenam ajadadss por
elle, fazer com que se nao coosummassse o crime
Considerando, que da parte dos acensados Cas-
tinada reticencia sob pretexto de que eram amigos tro Rabello eSampaio Vianna e Castro Guimares
...Id. apresentou a licenca j/passada que' V. Rvma, po procedeu com maheia e,--^ $gB?SP: ^^^To^^^
Considerando, que entre os aecusados referido,
homens de iotelligencia e recursos conhecidos, dis
a
cha finalmente a catbedral abasticida de; pelo vigano da ctdade do Pilar; licenca de sim por simplicidade, postoque tndesculpa- mesmo aecusado, que nao poda permitnr, que de

novo oleo sagrado, elbe recommendo que
sem demora proveja a sua parochia de no-
vos santos leos, afim de que n5o se conti-
ne mais a uzar dos amigos, como manda
a constitujcSo diocesana.
Mci positivamente recommendo a V.
Rvma. que empregue toda a vigilancia, afim
de que na sua freguezia sejam rearmados
os santos leos, e se conserven com toda a
'limpeza e aceio, nao so as capellas curadas,
como naquellas igrejas ou capellas onde
ostume conserva-Ios para commodidade dos
povos que habitam longe da matriz.
E para que com facilida le sejam prvi-
dos na cathedral o vasos qae vierem dessa
paroebia, devera elles ser de metal; e sen-
do de vidro, deve acaixa que oscontem ter
as separacoes para os tres vasos, de modo
que nao haja receio de que se quebrem.
Do zelo de V. Rvma. espero todo o coi-
dado na limpeza e prompta reforma dos leos
sagrados, de modo a abastecer a sua paro-
chia, seguodo as prescripces das citadas
constitoices diocesanas.
Deus Guarde a V. Rvma.Conego Joa-
quina Ferreira dos Santos, encarregado do
goveroo do bispado.
Rvmd. Sr. vigario da freguezia de....
Oflicio ao Dr. chefe de polica desta pro-
" 5iftmArcse recetefda-o^fficiP_de. j^do
corrente, em que V. S. me participa haver
reassumido nessa mesma dala o exercicio
do cargo de chefe de polica desta provincia,
em viriude do que resolveu a cmara dos
Srs. deputados. e foi declarado prosiden-
cia pelo ministerio da Justina em aviso de 6
, J do crreme.
-* Prevaleco-me da opportunidade para re-
tirar a V. S. os protestos da minba eslima e
consideraco, e significar ignalmente que
me achara sempre disposto a prestar-me a
quantofr a ben do servido publico, do par-
ticular de V. S., a quem Deus Guarde.
18
Oflicio ao Exm. presidente desta provincia.
Tenho a honra de passar s mitos de V.
Exc, para que se digne transmittir ao go-
* verno imperial, o rejuerimeoto que o Rv.
vigario de S. Miguel do Taip dirige a Sua
Magestade o Imperador, e bem assim a in-
ormacao que dei no requerimento :
dirigida.
Cumpre-me declarar que com os dois men-
cionados requerimentos rae nao foi entregue
documento algum dos que e mesmo Ryd.
vigario menciona no requerimento dirigido
a Sua Magestade Imperial.
Dito ao V capello do Prezidio de Fer-
nando. Respondiendo ao que V. Rvma. me
reprezenta em oflicio de 6 do prximo pas-
sado, que me foi entregue juntamente cora
outro da mesma data e sobre cujo contedo
* j deliberei, deve V.' Rvma. entender-se com
* o commaodante desse prezidio, afim de que
elle obrigue o guarda nocional Belarmino
Rodrigues de Barros a reparar o mal que
eausuu a menor, a quem oflendeu.
que o mesmo sentenciado se nao servio em
razao da presteza com que leve de seguir
para esse prezidio.
Sendo-me aqui apresenlados dois reque-
rimentos dos sentenciados Antonio Cardozo
dosPassose Avelino Ferreira Lopes, osquaes
pretendem casar com nubentes naturaes des-
se mesmo prezidio, autoriso a V. Rvma. para
effectuar o casamento dos referidos nuben-
tes, depois de proceder s avenguaces pres-
critas pela vigararia capitular no oflicio do
Io de juuho de 1805, que lhe remetti por
copia juntamente como meu oflicio de 11
de maio do corrente anno.
Envi os requerimentos a que me refiro
competen .erneule despachados, afim de qae
sejam entregues s parles.
' 19
Oflicio ao vigario da freguezia de.Tenho
vel, absteoho-me de fazer-lhe OUtras refle- j sua casa onde reside cora sua familia, sabisse quera
xes es-erando Que eslea de SObreaviso Qoerquer que fosse para extravagancias, nao dan- j pondo de ampios meios havia accordo e eslavam
afim'de n5o ser de novo sorprendido. d0 assiQ) sah,di ao fim para que qQer,a ,al e,,ro,lllbililldos para levar a elTiUo lao arroiada em-
INTERIOR
Baha.
DE
SENTENQA DO DR. CHKFK DK fOLldK NO PROCESSO
JOAO SOARBS.
Vistos estes autos etc.
Considerando, que na noite de 6 do mez de agos-
to, prximo Ando, as 0 e meia horas, mais ou me-
nos, Joao Soares de Oliveira, estando ja conversar
com Joao Coelbo de Oliveira, no logar do Accioly,
freguezia de S. Pedro d'esta cidade, fra agarrado
por algaos individuos, mettido dentro de um carro
qoe por ali algures de proposito se acbava, amor-
dazado, vendado e levado para a casa deserta, co-
ntienda por casa do Moinho, na fazenda Garca,
na fazenda
presente o seu oflicio de8do corrente, em i "?"'" acensado Francisco Jnstiniano de
j i .j ,, i Castro Itabe lo, onde lhe foram appicadas as tor-
que me declara ter assisttdo ao casamento lara?> deque 'fa|la 0 JDlerragalor^ d8 fl. e corpo
de Francisco Emygdio Leite com L.., nao de delicio a Q. pondo-se lhe algemas de lerros nos
obstante a falla de proclamas da naturalidade pulsos, anginhos nos dedos polegares de ambas as
da nubente, os qaaes soube depois terem
sido impedidos por M.
E diz V. Rvm, que assim procedeu por
obedecer a um mandado que lhe foi apre-
sentado pelo nubente, em que eu lhe orde-
nava que procedesse a? casamento do mesmo
com a referida L...
Na posso detxar d'"."estraohar o modo
simples ou leviano por que Y.
enos, cordas na cabeca e as pernas
Considerando, que daodo-se orna busca na casa
referida do Moinho. na fazenda Garca, anda ali se
acbaram alguns indicios do crime, como cordas,
velas e phnspnoros, quando a casa de ba omito se
achava deshabitada, segundo referem os moradores
da visinhanca a Os. fls.
Considerando, qne apenas se dera o tacto desde
logo a opiaiao pobl ca proclamara autores do delic-
io os seetsstdjs prfsos Ffat?ei?co-io_-UQiaoo d' Cas
gg tro Rabello, corameodador Franeisco de Sampaio
i., onmon I Vianna, negociante Joaquim de Castro Guiroares e
houve, pretenndo todas as formulas, somen- coWador d0 banco da Babia Joo Coelbo de Ol-
te porque use lhe apresentou um mandado veira.
de casamento. V. Rvma. devia saber que Considerando, que tanto os aecusados Francisco
um mandado de casamento jamis isenla o I lZiX^T^X^I'S^;.
parocho de proceder s diligencias do estylo, de bA ^^ uartMH ^ado 0 refar,do joao Saa
visto coa o mandado e 4eotar pe se-
acha disfeito tal ou lal obstculo, e que por
conseguirle pode o parocho casar os nu-
bentes. E o parocho deve casa-los, se aliun-
de nao bou ver < utro embaraco, se [os pro-
clamas estiverem corridos oas freguezias
em que se devem correr, se houver o con-
senso paterno, etc., etc.
O mandado de c isamento a que V. Rvma.
se sccorre declaraba bem expressamente
que era expedido visto haver o reterido
Francisco Emygdio justificado ter vindo da
sua trra natal de menor idade, e por con-
segrante solleiro livre e dese.npedido. De-
via pois V. Rvma. exigir proclamas da nalu-
ralidade da nubente, e di freguezia do Aca-
ry, onde o nubente residir por 4 ana os. O
casamento esl valido, pois a falta de procla-
mas nao iovolve oallidade de matrimonio;
porm a precipitaco de V. Rvma. inutilisou
o impedimento opposto a esse casamenio, e
poda ter consequeheias ainda peiores.
E porque sej bastante frequente passa-
rem-se mandados de c isamento em viriude
de anteriores' justificares, ou depois de ex-
purgado qualquer impedimento qua tenha
surgido por occasio da publicado dos pro-
clamas, de novo advirto a V. Rvma. que
deve lr no mandado de casamento a causa
porque elle foi expedido, e somente essa
FOLHETIM
D. BRINCA DE IANZA
ECRORDAQOES D V CORTE DE FELIPPK II
Romance histrico original
Por E. Fejo de Mendoza.
re*Tf9"Olrveira, e cogitavaa nos melos de faier
descobrir quem era o antor do furto ou roubo, sac-
cedido no banco da Babia em dezembro do anno
prximo fiado, como declararan) em sans interro-
gatorios de fls. a fls. --
Considerando, que o acensado Castro Rabillo era
seu interrogatorio a folhas, declarou qoe nao hesi-
tara empregar os melus violentos, de que falla
Soares em seu ioterrogalorlo de folhas, si tanto fos-
se preciso, para descobrir o indicado roubo ou fur-
to do Banco.
Considerando, qaa em oes) do acensado Sam-
paio Vianaa se reuniam es aecuaados ..(astro Ra-
bello e Castro Guinures para s CMDDinarem so-
bre os meios de descobrir o dito fbobo.
Considerando, qoe os sopra referfKw acensados
sempre tiveram, corao idea flxa e iemulavei, que
fra o paciente J jo Soares o autor ou cumplice do
furto ou roobo do banco, como se'colligo de seus
interrogatorios e dos meios, que empregavam para
ver se elle se denunciava, dando dinhairos sobre
penhores, para o que empregra o aecusado Castro
Goimares varias pessoas, dando-Ibes oas para
isso e p-ra o que convidara o negociante Vicente
Rodrigues Pinto, como elle declarara era suas per-
guntas de folbas e depolmento de folba.
Considerando, que na noite de 6 de agosto em
que uvera lugar o fado, o aecusado Castro Rabello
sahira de sua casa, e ali nao dormir, assim como,
que n'esse dia o acensado Castro Gulmares viera
a cidade, sabiodo noite de sua casa, calcada do
Bomflra, e que estlvera em casa do acensado Sam-
paio Vianna, para combinaren as providencias a
tomar contra o paciente Joo Soares de Oliveira,
corao declan no Interrogatorio a fls.
Considerando, que o aecusado Castro Rabello
coslumava de julho.em diante at a noite do tacto
PARTE I
Redemp?5o por amor
LIVRO III
TBAICO.
(Coutinuaco do n. 220.)
CAPITULO II.
Projectos de vinganga.
Qaando o duque de Alba se apresentou
princeza de Eboli, achou esta sentada n'um
sof, paluda e convulsa.
O velho guerreiro adeviohou que o es-
peraba ama terwel noticia, mas forte ainda
parx lutar^Bera'- nesmo, aproximouse
de D. Atina a' saudou em silencio.
Oh 1 mea Deas 1 lhe disse esta, sen-
tai-ros, daqae, sentai-vos, e descolpai-me
o receber-vos de "maneira tSo pouco affec-
tuosa... Estu irritada e n5o posso con-
ter a colera qne me domina.
N5o tenho porqae vos desculpar ;
mas... dizei-me, viste Rranca ?
Vi, duque.
E allaste-lhe ?
Estive mais de urna hora com ella.
E qae vos disse ?
Nao vo-lo diz a minba colera ? nao
adevinhais qne a miaba ernbaixada foi
inotil ?
Com que fui despresado ? disse
princeza.
- Oh 1 despresado, meo amigo, como
nunca o foi o homem mais digno de des-
preso.
Senhora.....
Ouvi-me... Rranca de Lanuza regei-
ta a vossa mo, porque diz que sois, velho e
porque ama outro.
O duque empalideceu de colera. Suble-
vou-se todo o sea orgalho ouvindo aquellas
palavras, e os ciumes transtornaram-no
completamente.
para que quera
e nem qnem era o bolieelro, e isso quando se Ibe
Impntava a autora do delicio ; pelo que era de sua
honra, se eslava innocente, dar explicaedes sobre
o fado,-por qne a verdade nao se occullaquando
nao deshonra a quem a profere ou nao importa a
cooQsso de um crime.
Considerando, que ainda o aecusado Castro Ra-
bello interrogado sobre o lugar em que dormir,
declara, qne o fhera era ca a de seu irmo Augus-
to Joaquim de Castro Rabello, e qoe d'ahi fora pela
manba para a casa de sua sogra a viuva Uzel, o
qoe nao verdade, segando declara a mal de seu
Irmao Augusto, (interrogatorio de fli. ) e sua so-
gra ; (interrogatorio de fls. ) pois que esta disse,
qoe dormir em sua casa, vindo ja' tard, e depois
de meia noite.
Considerando, que tal coutradlccjio, se parte do
aecusado Castro Rabello, revela o crime, que pro-
curara occoltar ; pois que de outra forma nao po-
de ter ella exDcacao acceitavel, mormenf, quan^
do entre a sabida de sua casa e o recolhlmento a'
casa de sua >ogra para dormir ja' tarde, deu-so a
circnmstancia de ter sido justamente n'e;sas horas,
que se praticou o fado, que tivera lugar com Joo
Soares.
Considerando, que o fado de nao voltar o acen-
sado Castro Rabel e para sua casa na noite do fac-
i nao revela se nao, que elle tivera conhecimento
qae sua casa fra cercada e receiava ser preso pelo
almelado prallcado contra Scares.
Considerando, qua o paciente J o Soares, era
seu interrogatorio a fl. declara, que pela voi reco-
nheceu o aecusado Castro Rabello como om dos
seus persegoiddj-e, accreseenUaK-Goe elle prs-
prio se dro a conhecer lhe, dizendo-lhe, que se
acbava em poier d'elle Castro Rabello.
Considerando, que os fados referidos pelo pa-
ciente Joo Soarc a' proposit do que lhe [iterara
no Moinho, conjcidem pereftamente com a propos-
ta, que o aecusado Castro Rabello Cuera a polica
Ipara empregar esse meto reprovado e criminoso
.contra Soares jpra confessar o furto ou ronbo do
banco, e fOra pila mesma polica repetdo ( nter-
rpatojia do mesmo'Castro Rabello a Os.) __
Considerando, qne s os tres acensados Sampaio
Via^ina, (Jastro Rebello e C>lro Guimares, na
qualidade de ex -directores do banco da Baha d'eo-
tre os noves, de que se corapunha a direccSo, fo-
ram os que tomaran) a peito empregar quaesqoer
meios contra Soares para descobrir o furto ou rou-
bo do banco, por Ih'o alinbulrem.e sobre o qoe
nao descansaran), como coafessaiara em suas res-
postas oetta repwligo (interrogatorio de.s. fs.fs.).
Coosdraodo, que segundo reerem as testemu-
nhas defs. U. ara casa Qo aecusado Sampaio .Vian-
oa foram vistos cordas, algem* e aoginhos, instru-
mentos, com que se pratic.ua o delicio.
Considerando, que a todos os actos presidio ac
tordo e comhinacao previa entre os tres aceusados
Casiro Rebello, Castco Guimares e Sampaio Vian-
na, pois que consianlemnte se reuniam oa Pieda-
do em casa de Sampaio Vianna para confereocla-
rem a respeito, procurando meios da nao serena
coohecldos, o que desoecessario, quaode i) se
trata de praticar crmes ou actos reprovalos.
Considerando, quaolo ao aecusado loi-i Coelho
de O.iveira, qus ella (dta quem so etcarregara de
fazer-se eacoatrado com Joao Soare?, e que da fae-
to assim acontecer na nono do delicio, indo es-
perar, que ella sahisse e acompaando o al as
proximidades, ODde estava o carro, em que foi mol-
tido Joo Soares e levado pira a casa do Moinho.
Coosilerando, que eutre Joio Coelho de Oliveira
e Joao Soares ni) haviam estreitas relacoes fle
amisade, e que antas as tintura alterado depois do
successo do banco, tornando a reatvlas
premeditado.
Coi sderando, qu^ pelo interrogatorio de f. se
venflea, qne o proprlo Coelho, depois da empurrar
as pernas de Jjo Soare para daot^o do carro,
para o aS Wstoria
pleiade
arrojada
preza.
Considerando, que esse fado se prende inmedia-
tamente ao do forto ou roubo do banco da B\hia,
por cujo descobrimento lanto se inieressavam os
es-directores acensados ja' referidos.
Considerando, que o faci criminoso se deu na
referida casa do Moinbo, que dependencia da de
um dos aecusados, e onde ninguem se atrevera a
corxmetter tal delicio sem accordo ou consent'men-
t seu.
Considerando, qae das torturas e violencias com-
mettidas c*ntra Joa Soares de Oliveira resullaram
os -ferimeotos e offensas pbysicas, de que falla o
corpo de dellcto de f.
Considerando, que esses ferimenos produziram
no paciente Joo Soares de Oliveira, grave incom-
modo defcaude e inhabilitacao de servido por mais
de trale dia-, como s venfleoo do ultimo exame
de samdade de f feito no da 10 do correlo mez,
isto trinta e tres das depois do corpo de delicio
de f, pelo qual flcou patenta, que o paciente Joao
Soares ainaa nao esta' completamente restabeleci-
do dos incommodos, que siffreu.
E' este seenndo volme simultneamente dio
verdadeiro'albnm por suas estampa3, orna enci-
clopedia de Pars pelo complexo de esiulos qoe
ue.ls ba, e ama guia pranca elementar pelos da-
tos noticioso- que otlerece.
Com effeilo os conbecimentos necessarios ao via-
jantes, todas as indicac5as praticas precisas ao es -
traogeiro, acham se ah de ama maneira completa,
e clarificadas lao meldicamente' qoe este vol-
me lorna-sa indispensavel a quem quizer conhecer
aquella grande capital, tanto em sua physlonomia
intima, corao oa exterior.
Amanim reuoe se o Inslitato Arcbeologico
e Geoeraphico Peroarabucano em sessao ordina-
ria.
No satbalo prximo encerra se o recebi-
mento do debita proveniente de imposto3, rela-
tivos ao anno fiado de 18561867, cuja cobranza
correr d'ahi por diaote pelo jnlzo da fatenda com
a multa de 9 por cenlo sobre a imposigo nao sa-
tisfeita.
Na povoicao do Monteiro, no erando sbralo
em (renta da sucio dos trilbos urbanos acba-se
aberto um vasto hotel com todas as accommoda-
?5fs desej^vels em um estabelaciment desta m-
tu eza.
Alm de dispdr de propor(3es para receber
pessoas de ambos os sexes, teodo qnartos para
Isto devi lamente mobiliados com assefo e todo o
conforto, o regimem e o servico nelle observados
sao em ludo igoaes acs dos botei: francezes.
Este estabe!e:imento, pois. satisfaz na estago
presente a orna nece.'sidade da nossa popalic'io.
qoe all vai encontrar o confu lo de urna boa mesa
rennido ao refrigerio do bantio, para o anal te
bobeiro especial, ao entretenimento do bilbar e
ao sybarilismo do caf.
Foi nomeado alferes porta-bandeira do 8o ba-
talh.io da g urda oadional deste municipio o Sr.
Justino Miguel da- Cosa, tendo sido privado do
mesmo"posio o Sr. Cicero de Sonta Lelo, qne rao
acceitara a nomeacao.
Da Diarto da Bahia transcrevemos esta poe-
sa do Sr. F Moniz Rarrelo, dirigida ao Sr. com-
nnS 12 f ? fln,a,eD,r' qQa d0 2S? Lvirt, mendador Abllio Cesar Borges. diredor do pr.cci-
nt,,aQ,sconsla ~*M? SSS2!,4i2f Pal estabeleciraento de educaco daquella provin-
ZL A rJaVl uCaT* K"aTli,lL "> -J Ds de pedarft slo bem conheci-
niano de Casiro Rebello, Francisco de Sampaio J .. reo .
.
Vianna, Joaquim de Castro Guimares e cobrador
do baneo da Babia Joo Cielho de Oliveira, foram
os vrdadeiros autores dos ferimeotos graves e
offensas pbysicas f.-ltas no paciente Joo Soares de
Oliveira, os pronuncio como ocursos no art 205
do cdigo criminal e snjeltoa a pri.;o e a livra-
meto. "~ .i -, -.
O escrivao lance os nomto-dosjnjjip rol dos' Mais urna agrcslo, desmaiada Oor.
culpados, recommendando-o* Oa priso, etD~qafrS&" .
acbam, faca as Intimaras necessafias, e remeta o Pobre, a3. pwa^omo^su^ajma,
processo ao escrivao do ju y no praso legal para
proseguir nos devidos termos; e pagoem os rus
as cosas na forma da le.
Quauu ao ru preso Antonio Rezeodo da Silva,
julgo improcedente o processo, visto nada cooslar
contra elle, que justifique a pronuncia ; pelo qne
mando, qne se passe em seu favor alvara' de sol-
tura, e por tal nao esiiver preso, e nesia parte pa-
gue a munleipalidade as costas, e se facam as pre-
cisas Intima', O.'s.
Da nona aorora de seiembro ao lume
Desiro, alegre, o canto do costme
Da uaocidade ao ioelyto Mentor, Hj
E, para ornar-lhe a magestosa frente,
Do grato coraco tiro e da mente
Qae a tantas toma rf.i bou dad* a palma,
Do velho bardo a homeoagem '
.'"
Aceite-a elle, e longos aunos viva
A bem da puria, que depde altiva,
No sea ensino cada vez mais f.

Ei lo de novo no seu posto : gracas
Ao Santo Meslre, ao Sanbor Dos I
A' do Gymnasw veoluro.-a grei 1
Canlem-u'u lodos em sonoro metro :
)

Profalcas
Compre, finalmente, declarar, que nao pude fi-' Do seu governo Iliterario o scepiro
Ei-lo reassume o suspirado Re.
oalisar o processo no praso marcado na le, em
razo das muilas diligencias, que lve de proceder
em viriude da importancia e gravidade do atienta-
do, como todo consta dos mesnaos autos e altela a
aecessidade, nao meos importante, que liona de
acudir a oulros afazeres do carg qua occopo. Hci
p T publicada em ao do escrivao.
Bahia, 16 de selembro de 1867.Caetano Vicen-
te de Almeida Galeo.
(Jordal da Bahia j.
PEHNAMBUCO
REVISTA DIARIA
Pelo Eslremadure recebenvs o segundo e ul
timo volurae do Paris Gv.de, ceja publicara)ja'
noticiamos de outra vez, dando eotao urna repeti
cao do que a obra gigantesca emprerieodida pe-
los Srs. A. Lacrolx, Vertoerk^ioven & C, com a
piatoraco dos escrit:c3 mais n,lavis da
Franca.
Assim, portento, agora apenas resta nos diier
emJespecial, que este volunte o^cupa se da vida
Ada e multiforme da Pars, cuja desciipco,
e aoalyse nada t -m a desear; pois a
raagesie-a, a quem isto fji commettido,
nao negligenciou cou.-a alguma, que (o'.es-aac-
centuar nos menores traeos a physionoraia da capi-
tal do mundo civilisado.
O que perder, ern*sua ausencia, a obra
Dos seus desvelos, j, feliz, recobra
Co'a a sua volta, e mais perfeita est ;
(Jue aprimora-la o principal cu Jado
Foi delle, quudo, de a deixar maguade,
Saudoso o triste, viajou por la'.
II rara a seu dia, que to bello volve,
Qu'em nosses coracoes maguas dissclve
Cu'a sua clara, bemfazeja luz I
Honra, meus jovens, da sceoca ao (Sitio I
Da vossa direceo honra ao caudilho,
Qua a um porvir grande a todos vos con luz!
Abihoseja o eloqoente verbo.
Que vos adoce da existencia o acerbo
feregiioar em peca fatal;
Abilio s-ja, meus gentis romeiros
Das letiras e sciencias altaceiros.
Na marcha, que levis, vosso phanal.
Muito lhe deve a patria, a mocidade ;
Urna e coira lera oelle, nesta idade,
Um estrenuo, incanr.avel campeol
'uma e o'outra, por ambas distinguido,
Iteccba elle o premio merecido
as lides do civismo e da inslrucgao I
Ka, trovador humilde, apenas posso,
Uoindo minba voz ao brado voss,,




Est bem, disse princeza com amarga
irona ; approvo a sinceridade dessa senhora,
que nlo receia despresar-me por ser velho
e que nao teme tambem nem a minba colera
nem o meu poder. Ah 1 princeza, prince-
za... acredito que nos engaamos qoando
pretendemos conquistar esse coradlo por
meio dagretido.. Tanto D. Branca como seu
irm5o, julgaram-se dignos dos- favores que
teem alcancado na corte, e creem sem du-
vida obter o favor de Felippe II e da rai-
nha. S assim me parece que tenha repel-
llo a minlia proposta e que prefira ter-me
por adversario, quando ella nlo pode contar
mais do que com o apoio de seu irmo e
do intrigante Antonio Prez. Pois bem,
ella o quer, cumpra-se o seu destino. Ha
pessoas que por si cavam o abysmo em que
se precipitan), e nao devemos deplora-las.
As minhas s .speitas eram certas ; Branca
ama outro homem, e esse homem nao
outro que o marquez da Galera, o antigo
Corsario Negro. Pois juro vingar-me desse
homem.
Vos, duque ?
Eu.
E como ? Por acaso tencionais ir
Franca, afim de lhe propor algum duelo ?
N5o, senhora. O duque de Alba n5o
Ento como tencionais obter a vossa
vinganoa ?
Tenho oulros meios.
Outros ?
Si, e permitli-me que .guarde se-
gredo, at que possa dizer-vos: prince-
za, j estou vingado.
Ah I responden a princeza, exhalan-
do um suspiro, ditoso de vos que podis^
vingar-vos, e contais com meios para fazer
sentir aos vossos inimigos todo o peso do
vosso odio. Ah qualquer cousa dada para
poder estar em vosso lugar.
E quem vo-lo impede ?
A carta que Branca possue ; n5o vo-lo
disse j por otras vezes? r0
Sim, mas essa carta juro deposita-la
em vossas ruaos.
A princeza estremeceu de alegra.
Tencionais arrancar essa carta
Branca ?
Vou.
Logo certo que a tem ?
_?- Certissimo.
E como vos apoderareis dell**
se
Branca, como de suppor, a guardE* e
O. Pedro estremeceu levemente, mas con- pode bater-se com um pirata, com am ban-
eve-se. ldido destinado a ser presa do verdugo.
conservar como se fra um thesouro^?
Os thesouros tambem se roubam^.
E' certo, mas nao qaando andan)t|oni
a pessoa.
TraoqaiH'isai-vos, D. Anua, e conftai
em mim, proseguio o duque, levando t;mao
ao peito ; juro-vos pela minba honra Awzer-
vos essa carta e deste modo a minba/, vin-
ganca ser mais completa. cbrV*.
Oh lao completa, que. nao podis
imaginar qual ser o seu termo, poc4jai.de
posse dessa carta, eu destruird todtO->po-
der desses altivos e orgulhosos aragoneses.
Muito aborrecis esses jovens.
Ah 1.proseguio D, Arma com urna
energa quasi selvagem, se tivesseis vindo
comigo terieis, visto de que sao capazos
esses altivos nobres. Nem as minhas re
minhas supplicas, p rque soppliqnei, duque,
cousa alguma pode fazer-lbes mudar de
opinio. E depois o riso sarcastico que
brilhava no3 lahios de Branca, que empre-
gava na saa lingaagem palavras de duplica-
do sentido, com as quaes pretenda Uncir-
me em rosto a minha amizade a Felippe II...
Ab 1 callemo-nos, callemo-nos, nao posso
esquecer aquella scena, e se muito aborre-
ca essa mulher, muito mus a aborrego
agora-
Bem, princeza, bem, disse o duqne
con cruel alegra vendo D. Anna 15o dis-
posta a'secandaf os seus terriveis planos,
bem. Vos comprehendeis-me como eu vos
comprehendo, e j est dito, servir-nos-
hemos mutuamente.
__ Sim, sim, vinguemo-os. -
De accordo ; mas necessario faze-lo
com placidez, porque apezar de todo o nos-
so poder. Antonio Prez ainda poderoso, e
temos qrjf tutar cot elle.
E qae vos importa ?
Nada ; mas aprudencia exige algumas
precaucSes. Pele mais podis apreciar se
eu hei de ter medo do favorito.
Assim o ciiH, e por isso sou da vossa
opinilo, e como prova disso, estou que ac-
eitareis a idea 'que acaba de cruzar pela
minba imaginac.
Saibamo-la, princeza.
Antonio Prez nosso
i
zesse ao casamento de Constanca com Joo
de Lanuza; nao comprehendeis que Anto-
nio Prez, por muito que tenha perdido no
conceitodo S. M. ainda bastante poderoso
se nao para nos vencer, ao menos para nos
fazer a maior guerra ? Como se oceulta ao
vosso claro talento que apezar de tudo o
mais poderoso dos nossos inimigos, e que
vencido ou inutilisado este, os outros nem
ainda se atreteriara a nomear-nos ?
Sim, tudo isso certo, mas o meu
orgulho nlo permitte unir-me com um ho-
mem da sua classe.
E que vos importa ? exclamou a prin-
ceza com a sua cynica audacia. Quando no
meo da um combate vos achais sem espada,
acaso, repellis a do ultimo dos vossos sol-
dados que acbais a vossos ps ? Aqu a
questo de defeza e vingan?a, e para con-
segair isto todos os instrumentos s3o bons.
Antonio s um instrumento; sirvamo-nos
della, e depois deipresemo lo, affastando-o
para longe de nos, se assim vos parecer
conveniente.*
O duque, que empalidecer durante a
sua conversa com a princeza, sorrio-se com
certa ferocidade que desdizia da sua nobre
pessoa, e disse a D. Anna depois de breve
silencio :
Em verdade, seahora, que ignorava
tudo o que valis para a intriga, e felicit-
me muito mais era reconhecer to boas
disposices, porque pertenceis minba es-
Chamemos
A nosso lado, senbori ?
Sim, duquMim-
O orgulboso ootre fez um gesto de des- cola.
to a np Ligo sois da minha opioiao ?
gS_'Qualqoer causa prefiriria a alliar-me
com Antonio Pereza disse a D. Anna. E
um homem que detesto, e cuja mo jure
nao tornar a estreitar. Qne falta no faz An-
tonio Pere* ? -
Nao o comprehendeis ? exclamou a
princeza, que naqoelle momento seotia m\t
^vmShn promessas, nem as a necessidade de qae o secretario oppo-
Sim, senhora, estou convencido.
' Acceitais fjs servic^j de2 Aatonio
Prez? V
Acceito-os, mas com xtauP conaifo.
Eu nao lhe bei de fallar nem compromet-
ter-me em cousa alguma com elle.
Seja, visto que o exigs, Eu sere
quem falle,
Nesse caso podis avisa-lo quando
quizerdes; mas occorre-me orna duvida.
Urna duvida ?
Sim princeza. Quem nos responder
pela sua fidelidade ?
O amor que me tem, disse D. Anna
sorriodo-se, e, alm disso, a sua propria
conservaco. Sabei que ba j alguns dias
que me consta que trabalha para renovar a
sua amizade comigo.
Nesse ca>o torno a repetir-ros que
podis avisa-lo.
Pois vou manda-io chamar.
Bem, senhora, responden D. Pedro,
levantando-se. Agora s me resta lem-
brar-vos novamente que nao cedis na mais
pequea cousa com respeito* nossa vin-
ganfa.
- E podis dovida-lo, quando tanto co-
mo vos desejo poder-me vingar ? Mas nao
esquecais a nossa promessa. Confio nella,
e...
Podis confiar, senhora. Estou cos-
tumado a nao faltar nunca minha palavra.
E o duque despedindo-se da princeza,
sabio em directo ao seu palacio, paludo de
colera e de dr, pelo despreso que receera
da irmaa de Lanuza.
D. Anna, no entonto, dirigio-se a urna
secretaria, sorrindo-se maliguatnente, e ti-
rando os obiectos precisos para escrever, fez
urna pequea carta, que mandn entregar
a Antonio Prez por um dos seus cr.ados
de maior coofianca. ,
Naquella carta, a orgulhosa e altiva dama
que tanto despresra o seu amante, roga-
vVlhe que fosse v-la as primeiras horas
do dia seguinte para lhe commumear ligan*
negocios de importancia.
Bem certo que o odio a a vinganca
transtornam a razo, e sao mais fortes q-e
todas as entras pai*^?,
(Continuar se-h'i.)
I MUTILADO






2
Mari de reraambaeo *~ Qaarifl letra 45 d*- Seteinfcro de 1867.

N'om hymno encoromenda-lo a patria e a Dos,
Para que avalle ua bjhiana hist ra
Sea nomo, e (arlos de perenne gloria
Sejam os annos preciosos seas.
Anda por decreto de 14* do corrate W too
meado secretario du command do presidio de tor-
nando de Noronba, logar creado pelo ultimo regu
lamento, o Sr. tenente Clemente Frauctllo Ta-
vares.
Por ser hontem o da nniversar do passa-
mento de S. M. o Sr. D. Pedro I, estiveram com
bandeiras e armas *m faneral as eslac5es publicas
consulados. A furtalea do Brura salvou pela
manha e a tarde, dando'dorante o da am tiro de
10 em 10 minntos.
Acaba de sernos offftada a 2* cardeoeta dos
Hrrrs Parakybanes na campanha do Paraguay,
pelo Sr. Carneiro da Caoba, na qual aprsenla
elle o retrato e biographia de Rufino Marques Ca-
macho.
Tanto a i como a 2" cadernetas actoam-se a ven-
ta na livrarla ecooomica a ra do Crespo n. 2. .
Respostas s pergantas inigmaticas de bon-
lem : _
O pronome qae serve par* esgoto o To-
lano. ... r:
O adverbio de lugar que o5o romea e l-
macbo.
A parte da vestimeota e,ue nacleo de popa-
lacio a Capa-cidade.
A Mira do aifaoetao qae se forma na quairi-
Iba o B-qaadro.
O in-iramentode pesca em qae se preparara
farinha de trigo o Rede-moinbo.
A parte do corpo que estaijao da va lerrea
a Cara-una.
0 wmpero que fortaleza do Rscle o Sal-
pico.
G crustceo de qae as crearlas tlram sons
sopprando o Sen-gaita.
Das vjgaes a que nio saja o O-Iimpo.
O quadiomano que 6 adverbio de terapo o
onorjco.
^JL ftttra do afaetho qae existe no bonete o
6-afta.'
A inflorescencia onde se deita pes secar
a Cacho-eira.
Oatras pergnncas :
Qual o appelido do bomem qne segu a
religlo do calvario ?
Qual o elemente que provincia de Por-
tugal ?
Qoal o reptil que 6 senssco desagrada-
vel ?
Qial o meta! mais escaro que ha T
Q.ial a parte do corpo que os mdicos em-
pregam para t c .a. r peroas e bracos T
J-' .' a parte do navio em que se guarda
farinha e mitbo ele Y
Q :sl a iatergeicj qae animal dom3-
eo ?
Q;al o plemsnto sobre que os paires ce-
lebram a missa ?
Qual o genera) hespaohol qae ex'ste no ba-
ralbo de carias ?
Q.ul a nossa parenta qae titulo hoaorfleo
para as seahoras ?
Lotera. A que se acba venda
a 38* a beneficio da igreja de Nossa Se-
nhora lo Monte de Olinda, que corre segua-
da-feira 30 do correte.
O Sr. capitao Hypolilo da Silva, organisador
da sei\o de voluntnos da patria, rec-lh.use
hon'eui da sua eteursao comarca do Limoeiro,
trooxe eomsigo 18 voluntarios, propriamente ditos,
pois qoe nenhuma das autoridades locaes o pode-
ram auxiliar em to loovavel empeoho, por se
aebarem, urna gravemente eaferma, e outra em
diligencia do jaiso de orphos di:taote da villa.
Louvores ao Sr. capilu Hypolilo. Louvures ao
nes- bom povo em qaem nao arrefeee o amor da
patria, e o bro nacional..
rlBPAivriQAo da polica : Extracto das par-
tes do da i Foram recolhidos' a casa d de'.eocao no da 23
do correle :
A'ordem do subdelegado do Recife, Francisco
Gomes da Silva e i\ao Baptista de Sjuza, para cor-
recto.
O ehefe da 2* seecao,
J,.G. de Mesooit.
Casa di det*#ao. TTovirneflto do -dia 23
de seleii bro. -
Exi^iam fresos 301, entr-iram 2, sahirara 3
exlsiera 300, a saber : nacionaes 29*. mulheres 5,
estraogeiros 37, mulber 1, escravos 50, eseravas 3,
jotaUOQ
Mmemados a custa dos -cofres publicas 201
Passageiros do vapor Potmgi valo do Ara
caj :
Joo Hariins de Ollveira e 1 escravo menor,
Jos Nones Guimares, Auretlano da Nobrega
Vascomeil *, Francisco de Paula Ne-ves, Manool
Jos d- Lima, Jo> Leandro de Olivsira, Ignacio
Jos de Mello, Daniel de Barras e Silva.
Passageiros do vapor Mamanguape, viodo do
Rio Formoso :
Joe Gi roes Ferreira Jnior, S.tero da Silva
Francisco Ferreira de Albuquerqu", Antonio Joa
quira d? Sania Anaa, Baribolomea dos Santos, An-
tonio Marqaes da Cosa Soares, Frederico, Pa
tersoQ.
CIiSOMCi JL'D C1UI4.
VBIL'\Ala 0O Cd91MERIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 2 J Dfc,
SETEMBRO DE 1867.
PBISIDENCJA DO EXM. SR. DCSBUBARGABOR
ANSELMO FRANCISCO PKBBTTI.
As iei horas da raanhaa -no lo reunidos os
Srs. Reputados Rosa, Basto, Miranda Leal e sup-
lenie So LeitSo, as-im como o Sr. dasembargador
fecal, o Exm. Sr. presidente declarou aberta a
sesso.
Lida, foi approvada a acta da sessio antece-
dente rom a seguate corrsccSo.E' Jovem Ar-
tkur o hiate perlonceota a Antonio Luii de Olivei-
ra Atetlo.
EXPEDIENTE.
Offi'io do pre idente e secretaria da anta dos
eorreii r s, Armado de boje, acompaobado do b i-
letim dos presos correntes da pra(a durante a se-
mana prxima passada.Ao archivo.
Ao Sr. depulado Miranda Lel foi distribuido o
livro copiador, e ao Sr. sopplente LeitSo o dia-
rio pertenceuts a Antonio Magalbes da Silva.
DESPACHOS.
Requerimeoto de Pedro Ortiz Camarg?, com-
merciante fallido, socio da extlncta Arma de Ca
margo & Silva, pedindo rehabilitadloAuluado
pelo amanuense Cbccon, qae servir de escrivo,
d si vista ao Sr. dosembargador riscal.
Dito de Antonio Francisco Martias de Miranda
e Jlo da Motta'Boiho, pedindo o registro do pa-
pel de socieJtfde qae fher madeirasVita ao Sr. desembargador fiscal.
Dito de Vieira & C, tambem para registro de
sea contrato social Vista ao Sr. desembargador
fiscal.
Dito de Oliloo Fiocb Romano (aliado da sesso
proxij.a DA!>sad*X pedilo ter oomeado agente de
leil5t.s. -Presuda a Sanca no 'jaito especial do
commercio, volt para se'jasiiar titulo.
Dito de J- Gomes Vrlfr para ser transferido
para a sua casa social os livros- que serviram a
soa firma individual.Como requer.
Somn.ari cntra o administrador do trapiche
alfand-gadoRimos, Jos da Costa Brandao
Cordero.S tuvendo da parte do summariado
eiro de soturna, qae em logar de 2253 aaccis,
Se vem notadas no mppa de fls. 5, devia aar de
88, o iribun! concordando cora o parecer do
desembargador fiscal, Jolga improcedente o sura-
Diario, con>iemna porm o sOmmariado as suatas
ex causa, visto ter dado tugar a ellas.
Autos de rebabilUacao de Manoel Alves Guerra.
Saliste* as exigencias do parecer fiscal.
Continuara adiados para serem jn'galos na 1.a
esso, convidan Jo-se o Sr. desembargador fiscal,
s seguales snmaari : -
De Francisco Ferreira Borges, Joacvlgnaeio Avi-
la, Pinto & Cosa, Reg A Irmo, Jos da Silva
Loyo & C e Joao Perelra Rabello Braga.
Nada mais baveado a despacho, e dada a hora
(11 e 1/2) o Exm. Sr.' presidente eneerrou a
easao.
SESSAO JUDICIARIA 23 EM DE SETEMBRO BE
1867.
PRISIDBNCIA O BXM. SB. DKSlfBABGADOR
A. F. PBRKTT1.
Secretario, Julio Gutmardei.
A'i oue horas e meia da manha estando rea-
idot os Sri. desembargadores Silva Gaimares,
leis Silva Accioli e os Srs. depulados Rosa,
to e 5,r*D(i* Leal o Sr. sopploie Sa Leilo,
f .xo- */ Presidenu declaroa aberu a aesio.
Liaa, foi approvada a acta da sessio antece-
dente.
O escrlvio Albaqaerqae registrn o ultimo pro-
testo de letra a 17 do crrente sob o n. 1414 e o es-
crivao Aires de Brlto a t8 do mesmo met sob o
s. U.
co entrar em liquidadlo.
Recife 28-de agosto de J857.
acoroo'assioAdo.
Appellantes Albino da Silva Laal oatro, appel-
lado Pedro Simio da Silva Braga.
JoloaIirstos.
Jutto especial do- commercio.Effltrargds de
restituicao .de meaores.Brabsrgaotjs (embar-
gantes 3.", app8llants) as menores Manoela e Ig-
net por eo carador, ia litem, embargado, (%xe-
qnente, appel(ado) Miguel Arebinjo de Figueirdo.
!r?Sa6tt'AT^^ Novo Banco de Peraambuco
posta pelo Sr. desembargalor Sila Gairaaries a m liflQltlaCo.
prellmiaar, se se devia on notomar coabee^men i
< lo dos embargos de reftitoicao sem se haver usado O novo banco paga O 19 dividendo de
,d> recarso da embargos ao acorlao, deeidiu-se 5i$000 por acc3o, nos dias uteis, das 10 ho-
;C0IB voto do Exm. Sr. presidente qoe se tomasse ra. ao mej0 jj^
coutseelmento de ditos embai-iros, sendo votos vea- 1(1 A
EM L.Q lUflQAO
com^neulalor
Nv;vo ftauco de Pmmbu(^'iTK,r&,B Seca, pre,^ ,
Para conhecimento doi iniereswdos a di E,'S.c,,eo AotOD0 d SilvaGavaicanti, negociante
JMfo>novo banco dec'ar, quem. partir ^^^^^^Sff.S!SS
do 1. de setembro do COrrente-annO obaOt orooel PtUiciano Joaqalm dos Santos, majar Gus-
! cides os Srs. Galmares e Lial : e rnlatado o feito
peto Sr. d>embargador Accioli.Despresaram-se
' os embargos.
Adiarara-se a. pelido dos Srs. depatidos os se-
guiles feilos :
Appellaoles Simplicio Fortaoato Ferreira e oa-
tro, appellado Thom Lopis de Sena.
Aapellante Tbeodore Chrlstiaosen, appellados
Paion Nasa A C.
Appellaate Jos Perelra do Rotario, appellado
AlexanJr Jos Gofl^aives Ba^Ws.
PASSAGNS.
Da Sr. desembargador Silva Gaimaraes a* Sr.
desembargador Res e Silva.
Appeltante o Dr Jalo Baptista Casauova, appelr
lados os administradores da massa fallida de Ama-
rino, Fragoso, Sanios 4 C.
Appellantes Moreira & Duarte, appellado Paulo
Jos Gomes.
DISTRlBCigAO.
Ao Sr. desembargddur Accioli.
Appellante r D. Anna Fraocelioa da Caoba,
appellado autor Maaoel de C*rra > Ribeiro.
Nada mais boava e enc mela Cora da tarde.-
Communicados
Ko Dtario de 1.4 do correte level ao conheci-
mento do publico o procelimento arbitrario e vio-
lento, que contra mim tiveram o subdelegado da
fregueaa do Limoeiro, Miguel Francisco do Ama-
ral, e 6 recrutador Jeronvmo Cesar de Vascoac^l-
tavo Jos do Reg, r. Jos Carneiro da" Rocha,
ompregada publico Hjoriqu8 de Andrada Bredsro-
de, eanselheiro Dr. Loureneo Trigo ce Looreiro,
emp. pobhco Dr. Luide Carvalho Paes de Aodra-
de, major Lait daCjsu Portocrreiro;eC'v Ma-
noel de Carvalho Paes de Aodrade, commerciante
Ttiomai Garren, proprietario Tbomai de Carvalho
Soares Brandao, erapregado publico Joao Pedro de
Jesns da Malla, artista Rufino Manoel da Crut
, Cousseiro, major Maooel do Hsclmeuio da Coeta
Mouieiro, r. Joaquim Jos da Fonseca, artista
Francisco Mendes Martins, lente Francisco de
, Paula Sa Peixoto, artista Manoel Bracisi_U;o-
Novo nanftn de rfimamnnftft "'o. PrOBrilio os- AoiooioGuedecfit^ioda-
ilUVU UdUOU UCIGluaUlUUlU de, proprietario Antoulo Carneiro da |Cunha, barao
SO Convidados OS Srs. accionistas a re- de Bemtiea, padre Albtoode Carvalho Le^sa, com-
ceberem o primeiro dividendo (em moeda merciaoto Jos>Maru Geraldes, commerciante Juio
correte) de trila por cento do cantal, Ira- M~ Sp!S SL^nVo^l
zendo as aefes para irem sendo anulla- Lemos Duarte, commerciante Manoel Lopes Macha-
das ; nos dias Uteis das 10 horas ao meto do/alteras Manoel Luli de Siqaeira, empregado
da. publico Maooel Caetano apila, empregado publi-
RECEBEDORIA DE SENDAS INTERNAS i c. Bernardo Jos Muns Pereira commerciante
GERA8S Aotonio Basilio do3 Santos, artista Francisco Joa-
Rendimeoto o dia 1 a 13........ l8:793Ari09 quimbos e S.lva, bario do Campo Verde com-
idera do da U.................. 733A118, me.c1ane Man,Gl da S,|va Ba'0?. "j^*, MarDoel
_______.___Jos de Lmos Barros, commerciante L'borlo Viei-
QS48S427!ra ^T"?*0.oaraerciante Manoel da erai Mar-
~rr". tms.
CONSULADO PROVINCIAL
Reedimeoto do dia 1 a 23....... 43:3205332
dem do dia 24............... 2:719*170
4:03W01
ff'
MonaBiiTO m porto
Navtos entradot no dia 23.
Rio de Janeiro e porios intermedios6 dias, vapor
nacional Tocantins, de 730 toneladas, commaa-
danle ocapilao-tenente Jos Haymundo de Paria,
equipagirra oo, carga dlfTerentes gneros-, a An-
tonio L. s O.Aieveli&C.
tos, cercando e varejanlo, sera as formalidades !rj0 de j.,0eiro-26 flias, sumaca hespanhola Nueva
legat-s, a rai.ha c-is, sob o fingido pretexto de Carlota, de 120 loo^adas, capitao Gabriel Pges
prenierera para recruia u. misTi rapa?, menor I y Alsioo, equipagem H.carga lastro: a Carneiro
de 18 annos, fditor de mais de IC escravos, ealeija Pereira.
do do dedo iudex la m -relta. defeito esie que Aack.aod (na Nova H -UanJa) 73 dias, galera in-
o imposibilita para o servigo das arma>; fatendo | g!rtM Warwwk, de 1003 toneladas, capitao Daniel
aiol3 ver, i:ip. u m tivo real de-sa diligencia, reali
sada cura graole apparalo bellico, como se a ir.ioha
casi 03le o receptculo de criminosos, nao f
oatro seaao urna vindicta, qne se quiz contra nira
eXarcer pela partt, qe tomei na rle'.godo feve-'
reiro, em favor da opposlcSo, e um desabafo p^ssoal
de certos iuimlgos encapotados contra pessoas de,
minha familia, a quera a actual itluac&o procura
esmagar lebaixo de suas manoplas de ferro.
Voitanlo pela segunda vez a Imprensa, s tenbo!
em vista chamar a attenco das autoridades supe-
riores obre esses e outros desmandos dos seus
snbalteroos pa^uelia comarca, e jr;u pjl.o n:
dos menciinados ible! !gado o recrutilor, qae s
sedistra^uem por um igaoraocia supina^instinc
ios perversos, e deseofreaaientos partidarias,
As?m 'qae nao ha oa comarca do'Limoelro,
qufl i ignore, qae o faiDi,- .. lo ib lel^ajo Ama
ral um ceg n Iru^euto de alelas paitos, sera
melos de vida, alraocreve que foi, ha ponco lempo,
aecusado de crimss por um dos qaaes esteva na
cadeia, entrando amarrado na villa, e capaz dos
maiores desatinos.
O recrutador Jeronyrao Vasconcellos, conhecldo
OorLol um cavaelelro de triste figura, sem inde-
pencia. verdaleiro proletario, hornera roo a rao-
coroso, que presentemente nao recua a ole o crime
e a imuioralidade per ser pretendeola ao lugar de
contador e partidor da comarca, em cujo cargo por
ella Interinamente exercido, se eeltbrisou em erros
d cuitas, que praticou, sernpre em pft-joizos das
partes.
E esse o homem a. qnera foi incumbid a espl-
nbosa misso de recratar na infeliz comarca do
Limoeiro I......
as circunstancias, difflceis, em que se acha o
pa'iz, a bracos cuanima guerra colossal, que ex-
haure tedas as forjas activas da naco, o g>,verno
deve sor o mais eserupalo-o pos^ivel na escolha e
nomeaeo dos se'os agente-.
E-tou convencido, qui S. Exc o "Sr. presidente
da provincia ignora qoem sejam os icWiviuos, que'
prucuraram erir os ojeos melindres de cilidao
pacifico, hnralo e trabaibador, e que, se os conbe-
cesse, como eu e todas as pessoas honestas da co-
marca, nao os honrara cora a sua confianza, e os
exonerara loglos seas cargos.
Fayo-lhe esta justiga.
O recrutamento um tributo pesado e odieso, que
exige da popularlo; e se a pes o cobnr nao se distinguir pela sua rooraliJade,
independencia, prudencia e im;arcialidade, ento
Me se converte em um v^rJadei-j flagello, mais
horrivel lo que a cnolera-morbus.
Ninguera bem avaha e comprehende, que de
horrores sa pratlca pelo centro da provincia em
maieria.de recrutamuto....
Trnho silo te>iemuuha fcfll c.ta de scenas, que
compuogem oeoraco maisimpedenild a loioacao gersl. v ,. .... \
Na comarca do Limoeiro a persegoico est em entrega-la diflnitivamente no praso de dous
S.nuh, ejuipujeai 33. caro a!g' geaeros; a ordem. Veto refrescar.
Obse vaqao.
Nio boaveram sa Idas.
Fonde.ju no lamaram am brigae bespaahol, mas
nao leve cjmrauuicjgo rom a trra.
Navios entrados no da 24.
Rio-Formos)7){ horas, vapor nacional Maman-
guipe, de3-j7 ioaelada>, cunmandanle Minano
Jos da Costa, eqaipagara 20, carga tijolos; a
agencia Peruambucaua.
Aracaj e portos intermedios4 das, vapor brasi-
ru Potenqt, de 360 toneladas, cumoaandatile Jut>d
Joaquina Kreir, equipagem 39, carga varios
gneros; a agencia Pernambacana.
MoJtevil -36 das, polaca r...-pauholi Santo An-
tmo, iie 155 teaeadaK, r.a(."ta,i J;t juim uratl,
ci|iiiMSem ,earg< 12,5 0 $ 1; cin.e; a' Mau
i y onagueira H jo & C. Veio refrescar e segu
para Havana.
Hambar.o-49 dias, patacho prasslano Eleclree, de
10 toneladas, capitao H. Mejier, equipagem 9,
carga mjrcdorias; a Jos Haria Palmeira.
Navios s lulos no mismo dia.
Pare portos intermediosVapor brasilairo Tocan-
tins, coramandante o capito-teflente Jos Ray-
mundo de Paria.
Terra-NovaPat.cho inglez Harriet, capitao Gilbert
em lastro.
Cabo-VerdeEscuna ingleza /. 0. U., capitao
Tneod >ro Ransoo ; em lastro.
SelubalB^igue noraeguense Fri, capitao L.
Lagseib; em lastro.
Rio de Jaueiro-Vapor americano Cetyof Providence,
capitao Frederico Crole ir; em lastro.
EDITAES.
Perantea cmara municipal deta cidade
estar era praga nos dias z^, 23e"25 do
CGrreate para ser arrematada por queuTpor
menos Bzer a obra do Paco que a mes na
cmara pretende construir para as suas ses-
ses, oreada na quaotia de 1 6:8923886 rs.
aquees que pretenderen! arrematar essa
obra apresentarao suas habilitaQO's pdr es-
cripta afgons dias antes, para*poderem con-
correr a arremataco, sendo obrigado o ar-
rematante aespecialisar a fiant na forma
da lei.
As condi^es s'o as segaintes :
Ia O arrematante sera obrigado a dar
seo auge.
Nao sa falla, nem se rita contra ella, porque o
espirito pub'lco entre nos esta morto.
O partido progressila al possae alguns cidaos
moralifad'S, que podem melhormenie exercer os
cargos da subdelegada e recrutador.
annos, i-onlar de assectamento da pedra
fundamental.
2* A participar o dia em que deve ter lu-
gar a ceremonia do asseMtamento da pedra
para que a cmara presida a esse acto, e
AttodaS.;Exc.J que um mao fuuccionario 6 peor p0sga jazer concorrer as autoridades da pro-
do que a peste, principalmente na qaadra, que | vjnca
* Recife, 14 de setembro de 1867. 3 A receber o valor do seu contracto em
Francisco Barbosa da Silva- 'seis prestares regulares, de m.meira qoe a
ultima seja recebila trinta dias depois da
ser
PublicacSes a pedido
j-'d .entrega diSnitiva, sendo que nenhuma
i
Reconhecendo completamente a veracida-
de dos fados por mim praticados, e mencio-
nados oa quena qne contra mim den o Sr.
aiferes Manoel Duarte Vieira Jnior oeste
juizo, e estando certo de que serei condem-
oado as penas em que encorri, por estar
certo da rectido deste juizo, e pela prova
exuberantemente produzida pelo queixoso,
conessi que eram inteirainente falsas tudas
as imputarles p r mimfeitas ao mesmo Sr ai-
feres Maooel Duarte Vieira Jnior, que com
toda a razSo quiz desagravar-se das ofensas
dirigidas contra sua dignidade. Quantos
amea^as, ojecto especial da queixa, o Sr.
aiferes Duarte deve suppr que eu jamis
me atrevera a po-las em pratica, mas que
sme.ile pretenda atemorisa lo. Certo dos
sentim otos nobres do Sr. aiferes Duarte,
que nao quera' desgranar nm pai de familia,
massmente ter'um justo e complet desa-
grav, pesso-lbe perdo das offensas que Ibe
6z, e espero que se contentar com esta con-
flsso, que me aervir de eterno exemplo.
Recife, 2 desetembDde 187.
Amando Goiofredo Lucas.
GOMMEBCIO.
PRAQA D'RECIFE 24 )& SSTEMBRO
DE 1867.
As 3 a horas da tarde.
Hontem.)
Cambio sobre Loodres~ a/ i a, p0r II.
Hoja)
Cambio sebre Loodres 90 d[v 21 e 0 div 20
7j8 d por lJ000.
Cambia sobre Pars0 d|v 455 e 457, e a vista
460 rs. por franco.
ilvelra.
Prosideota.
Macedo,
Secretario.,
recebida sem que esteja feita a parte do tra-
balho correspo denle, 8bb informado do
engenbeiro da cmara.
4a A encarregar-se da factura e decora-
c5o do Paco que contractaf; sendo okrigdo
a empregar nelle tijollos prepa'ados cuto
agua doce, madeiras e mais objectos de pri-
meira qualidade, devendo entender-se que
aquelles nao especificados no contracto, sub-
entenderse como taes.
5a a edificar o Paco pelo plano aposen-
tado, e no lugar determinado pela cmara,
sob inspeccSo do enaenlieiro cordeador.
6a Exigir que a wmpanhia do gaz faCa o^ mais reuppe ae santiago oava.cantt ue al-
imento para o edificio, damaneiraa7qerqueesua mulher Joanna Tbereza
Sapplentes Dr. Silvio Tarqniolo Villas-boas, Ur.
Anttro Maooel de Medeiros Fartado, coronel Do-
miegos Affonso Nery Fe.rreira, proprietario Flavio
Ferreira Catio, major Manoel dos Santos Nones de
Olivelra, proprietario C'erindo Ferreira Catn, te-
neote-coronl Francisco de Miranda Leal Seve,Dr.
Manuel Joaquim Sllveira, negociante Manoel Jos
da Silva Guimares, r. Antonio Mana Ae Parias
Naves, Dr. Aprigio Justiniano da Silva Guimares,
Dr. Broto Jos *da Costa, proprietario Francisco
RuOno Corroa de Mello, proprietario Manoel Laii
da Veiga, tenente-earouel Antonio Carneiro M-
chado Rio^, desembargador Francisco de Assis Pe-
reir Rocha, artista J ,- Joaquim Ramos e Silva,
Dr. Jo.- dos Santos Nune! de Oliveira, negociante
Luii Jos da Silva Guimares, proprietario Maooel
Antonio T^xelra de-Albaqaerque, Artista Nicolao
Tolentino de Carvalho, Dr. Pedro de AUiayde Lobo
Miwcoso, proprietario Aloxanlra dos S.\utos Barros,
proprleiario Jo Mana Freir Gameiro, Dr Joa-
quim Ferreira Cnave-, bapftad Jos Francisco Li-
vra Pena, artista Cyrino Uolrrgues da Silva Cam-
po-, alfares Francisco Joaquim da Costa Fialha J-
nior, major Francisco Mamas Rspo-o, Dr. JoSo Ja-
veocio Fern-ira de Aguiar, negociante Joaquim
Goocalves Ferreira, n^guciante Jos Martins do
Rio Jnior, capitao Jos P*r!ra Texeira, artista
Jartfno Jof de Sr-aza ;ainpo?,"ar!ista Candido Ro-
aaiioo Tavares de lis lo, commerciaBte Frauclso
Joaqu'rn de M^llo Tavares, proprietario Joaquim
Jos Ferreira da Penha, proprietario Jos Carneiro
da Cunba, artista Jos Laclo do Carmo, artista Ma-
noel Rodrigues do O', Dr. Tnsto de Alencar Ara-
ripe, Vicente de Paula de Olivelra Villas-boas. Dr.
Amaro Joaqalm Fonseca de Albnquerque, despa-
chante J u |uid Claudio Monteiro, capitao Mmoel
do Nascuoento da Silva Bastos, propr.etario Ma
noel Antonio da Silva Rio?, tsente Benjamn) Vi-
raos Dtrtra, Dr. Joo Mara Seve.
E para sr estonrHiado a porta da igrrja matrlr, e pu-
blicado pela '-imp'reDsa.
Recife, 19 de seten bro de 1867.
Eu Francisco de Barros Corroa, escrivo qae o
escrevi.Darlo de Aqaioo Fonseca.
0 br.Tristao de Alencar Araripe, oficial da
imperial ordem da Ro3a e juiz especial
do commercio nesta cidade do Recife de
Pernambuco eseu termo pVs. M. Im-
perial e Constitucional o Srt D. Pedro
II, a quem Deus Guarde, etc., etc.
Faco saber pelo presente, que no da 26 do mez
da setembro do enrrente anno, se ha de arrematar
por venda a quem mais dr, era praca pnblica
deste jotsft dapols-dajudrehcia respectiva, osera-
vo pardo de nome Mareolino, de 25 annos, avahado
por 700J000, o uQal val a praca por execugao de
D. Anna Josefa Perelra dos Santos, c utra D. Ma-
ra Magdalena de Almeida Catanho, e na falta de
laocador que cubra o pre^o da avalia^o, ser a
arremStaoao feita pelo prego daadaaJieac.o com o
batimento da le.
E para qne chegue ao conhecimento de todos
mandei fazer o presente e'iiil que ser affltado
nos Ingares do cosame, e publicado pela im-
prensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 17 de setembro de 1867.
Eu Maooel de Carvalho Paes de Andrade, eseri-
aao o sobscrevi.
Trislao de Alencar Araripe.
O Dr. Paulino Rodrigues Fernandes Chaves
j'.iiz municipal da Ia vara Besta cidade do
Recife de Pernambuco, per Sua Magesta-
de o Imperador que Deus Guarde, etc.
Faco saber aos que a presente carta de
edictos vire e delta noticia tiverem que
oeste oizo, Francisco Goncalves Servina, Joa-
quim Francisco" de Albaquerque Santiago e
suas mulberes encamiunain aceito de hbello
contra Jos de Souza Sanes Braga e sua mu-
lher, e tendo estes pedido vista vieram re-
querendj nos autos para serem citados os
herdeiros da finada Maa Maouella da En-
carn-icao para fallaren) aos termos da auto-
ra nos mesmos autos, o que sendo por mim
defirido rae dirigiram os reos a petico do
theor segointe.
lllm. Sr. Dr. juiz municipal da Ia vara.
Dizem Jos de Sou^a Nunes Braga e sua mu-
lber que na accjJo ordinaria de reivindca-
Co que Ihes propozeram Francisco Goocal-
ves Servina e Joaquim Francisco de Albu-
qnerque Santiago e suas mulhe'-es por este
juizo escrivo Baptista na qudlidade de her-
deiros de Lino Gomes de Souza acerca de
urna casa terrea sita na povoaco dos Afo-
gados e comprada pelos snpplicantes a fa-
lecida Maria Manoela da Encarnado, tillia
do mesmo Lino, preteadera ellas sapplican-
tes chamar autora os herdeiros da dita
vendedora, que sa os mesmos suppbcados
e mais Feliope de Santiago Cavalcanti de-Al-
para ser citado como fot^qnerido a fl, e
pague o justificante as custas.
Recife, i i de setembro de 1867Pau-
lino Rodrigues Fernandes Chaves.
Sada mais se continha eawdtta minha sen-
tenca, em camprimento da qual o esenvao
que esta snbs:rereu fez passar a presente
carta de editos como praso de 30 dias, pelo
theor da qual chamo, cito e hei por citado,
o supplicado ausente Jos Alves Pimentel e
a qnaesquer outros herdeiros da fallecida
Mara Manoela da Encarnado qae por ven-
tura existam e sejam desconhecidos, por todo
o conteudo na peticao supra transcripta.
Pelo que toda e qualquer pessoa, paren -
tes, arxigos e cochecitos dos supplicados
ausentes e desconbecidos lhes poderlo fazer
sciente do que cima flea exposto e de que
fiodo o praso cima referido ri a citacJo
edital acensada em audiencia e se prosegui-
r nos ulteriores termos da cauza s suas re-
velias.
E o porteiro do juizo pablicar e aflhara
a presente no lugar do costume mais pu-
blico.
Dada e passada nesta cidade do Recife de
Pernambuco aos l&de seteabrode 4H67,
Eu Manoel Joaju.ui Baptista, escrivo que
a tubscrevi.
Paulino Rodrigues Fernnrits Chaves.
DECUASOSS.
encanamento para
se prestar as illuminacoes publica e inte-
riores, ficando a cargo da cmara os ppa-
relho3 que devem para isso servir.
7a A prestar Banca idnea corresponden-
te a um terco da obra e mais multa, e & "os da finada vendedora, e baraass.m mais
qual nao ser desembarcada seno depois ^.AlVes Pimtotel que se djz residir na
Lins de Albuquerque, e Anna Mara Linsde
Albuqaerque ambas estas solteirasde maior
idade, irma e aquello irmo do i" suppli-
cado moradores nesta cidade e todos sobri-
qual nao ser deserabaragada
da entrega do edificio.
8a pagar a multa de dez contos de
res no caso de nao cumprimeoto do con-
tracto.
O orcamento acha-se patente na secreta-
ria da me;ma cmara onde qualquer hora
do expeliente pode ser consultado por quem
se quizer propor a arremataco.
Paco da cmara municipal do Recife em
sesso de ti de setembro de 1867. Lmz
Jos Pereira Simoes pro-pf.isidente--Fran-
cisco Canuto da Boavtgem, secretario.
O tenente Decio de Aqooo FoTeea, jais de pai
do distncto da fregoeiia do Santisslmo Sacra-
mento do bairro da Boa Vist.do termo da Ida-
de do Recite de Peroambueo, em vlrtude da
le etc. ... ...
Fago saber qae nSo se tendo procedido na ler-
eeira doraioga do mez A&jineJro, como determloa
a le, a revisio da qaVfmeaefo dos tttotes desta
parochia, o Exm. Sr. preeideo* a provincia desig
ood o dia JO de ontubro ptritmo fatoro para esse
0m ; portaoto, pelo presente on*^R os srs. elei-
tores e sui'pleutes abano declarados, para qae no
snpraciudo dia i* 9 born miohSa compare-
Calxa fllial do banco da Brasil .
#>m Vfrmimu**. ona ft Am i o! I Vm a9 c01"00 f" 5 H J^lnisacaoda.j.iau revisorav w*w <|oe serio moUa
7. dos todos os que deixarem de comparecer sem mo- i
Pe ordem da directora se tai sciente aos Srs. "
provincia das Alagoas, ignorando-se todava
6tugar certo de sua residencia: pelo que
vm os supplicantes requerer V. S que
se digne de admitli-los a justificar a ausen-
cia do ultimo me lugar incerto aflm de ser
citado por carta de editos com o praso do
estillo para o indicado fim, incluindo-se n
mesma caita a citaco de qnaesquer outros
herdeiros da fallecida Mara Manoela da En-
carocio', qae por ventura exstam, e sejam
deHhhecidos, e pissando-se mmdado para
a cifjaeao dos de mais supplicados. Assim,
pois^edem a V. S. defenmento.
Bfcdando proceder *s "rttacijes requeri-
das e na forma requerida 'sob pena de reve-
lh -^'Espero receber merc. Advogado- Dr.
Pereira do Reg.
Cuso reqoer.-Re ife, 6 de setembro ds
187i-i-PBulino Chaves.
Sada mais se continha em dita petico;
depois do que produzindo os supplicantes.
Josute Souza Sones Brega e sua mu her, I
as soas testemunhas justificando a ausencia
do supplicado Jos Alves Pknenlel esubindo
es autos mesma concluso, sellados e pre-
parados, nelles dei a sentenca do theor se-
Pela administrado do correio desta
cidade se faz publico a quem interessar pos-
sa, qie nao se demorando os vapores da
corapanhia messageris imperiales neste por-
to em sea regresso do Rio ie Janeiro, o tem-
po preciso para se fazer a expediejo das ma-
las com direceo a Europa, dando assim la-
gar a que dei\em de ser devidamente pro-
cesssdas, tem resolvido qne d'on em diante
as malas se fe hem s ti horas da tarde do
da anterior ao da chegada dos mesmos va-
pores.
Correio de Pernstabuco 16 de sptembro
de 1867.
O administrador,
Domingos dos Pauses Miranda.
Sania Casa da Bis ricordia do
Recife,
A lllm* jonta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Rcife, na sala de soas sess.5es,
pelas 4 horas da tarde do dia 26 do torrebte, re-
cebe propostas para o forncimento o> earoes ver-
des que bnuverem de consumir os diversos esta-
beleciraentos pios a' sen cargo o trimustre de
outubro a deiemuro deste anno.
Secretarla da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 21 de setembro de 1867.
O escrivo
Pedro Rodrigues de Souza.
Consulado de Portugal
P;lo presente sao chamados os Srs, ere-
dores du ausente snbdito portuguez Joo Ji-
nheiro da Rocha, que teve estabelecimento
de gneros de estiva, ra da Penba n. 33,
para dentro do prazo de 8 dias apres^nta-
rem suas cootas no consulado de Portugal
afira de serem conferidas.
Consulado de Portugal em Pernambuco
aos 19 de setembro de 1867.
O chancellen
Antunes Guimares.
'consolado proTincial
O ebefe da 1* seceo ferviu i j de administrador
do consoiado provincial, faz publico para que ebe-
gue' ao conhecimento de todo? os duvedores de im-
postosdo anno Soanceieo Qa4o de 1866 a 1867.
qae no dia 28 de' setembro vlndouro finda-se o
praio mareado para o rocebimento de seus dbitos
ttcando sojeilos os que n pagarem at aquelle
dia a multa de 9 % e serem executados.
Mesa do consolado provincial 30 de sgosto de
1867.
A. W Pinto Dandeira A. de Vasroocellos
Santa Gasa da Misericurda
do Recife,
A Illma. jauta administrativa da Santa Casa di
Misericordia do Recife manda fazer publico' qu
aa sala de suas sasse-, no dia 26 do correte pe-
las 4 horas da tarde tem de ser arrematadas a
qaem mais vantagens offerecer as rendas dos pre-
dios em segaida declarados :
E&labelecimentas de cai-idude.
Ra do Azeite de Pene.
Sobrado de 2 aadares n. 1. 1.000JOCO
Ra de Mathias Ferreira (Oiinda)
Sobrado n........ 125500D
Ra do Padre Floriano.
Casa terrea n. 49. *. 182*500
Casa terrea o. 47.......168*000
Ra dos Pescadores.
Casa terrea n. 11........ fllfOCO
Roa das Cal^adaj.
dem dem n. 38........158*000
dem n. 36........ 176*io0
Ra larga do Rosario.
Terceiro andar do sobrado o. 24 301*000
Ra da Roda,
dem idera o. 7....... 96*000
PatrimBie de orphaos.
Roa do Pires.
Casa terrea n. 39....... 1212000
Roa da Cacimba.
dem n. 67. .......84*000
rlaa do Rangel
Casa terrea n. 56.......301*000
Ra de S. Goncalo.
Casa terrean.84.......1944000
Rui do Vigario.
Prlmeir andar do sobrado n. 27 181*000
Ra do Pilar.
dem a. 98.........201*000
dem n. 105..........144*000
Idera a. 108.......... 20l*UO0
Casan. 99........." 256*ono
dem n. 94.........201*000
Sitio n. 6 no Forno da Cal. 150*iXh
dem. n. 103......" 144*000
As arremataedes serlo fe-i tas pelo lempo de am
anno, devendo os licitantes virem acompanbados
de seas fiadores oa muaidos de carias destes.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia dp
Recita 19 de setembro de 1867.
O escrivo,
i Pedro Rodrigues de Spnz.
dito de damasco de seda rxa com franja e galio
de relroz amarello c-im o otesmo roto nm -nio o
largara, % alus e brettttoa de Kobo oo braman-
te, sendo 2 com bico e 4 ora habidos, 1 umbella
de damasco de seda completamente ^ujaoecila,
1 paleo de mesmo damasco -gasmecido com a
mesmas franjas, nm veo rico de Jamasco de seda
branca bjrdadn de ouro para a b ieca do sacrario,
om 17 pollegadas de largura e 16 de altara,
aberto oo ceairo vi a hura d 12 poegadas,
eom franjas, sendo itaari-id de gjlo de ouro
floo, 1 dito para o interior do mesmo sacrario, do
seda branca, guarnecido de galn de onro fino,
com Upollegadas de altara 8 l/t de largura,
tambera aberij aoceoiro al a altura de 11 pol-
legadas, 1 to de hombro de damasco braneo de
seda, guarnecido com galao d onro floo, 1 veo
para o docl do trooo de seda bordado a prata
com o competente cordeiro, com 30 1/2 pollegadas-
de comprimento e 23 de largura, 10 colxo de da-
mascjulc laa e sloJo, euc.'.ruado, lendo cada un>
8-patmrs de largara e fl de "airara, 6 pranetioes
ce cedro, 3 arrobas ds moriente, 3 boriwtares sor-
tidos de agita. com folhas de lixa de vldro, e com
dilaa de ermavifcnsz. f-
Nj da 301 *arsent as 11 horas do dia rece-
M>er as propflaf..
Salla do ceneIdo de compras do arsenal do
gnerra, i't de setemiiro de 18l7
Jos Maria Ildefonso Jjcorae di V. P. e Mello.
Coronel direetor.
Prasclsco de Paula Goucalve da Silva.
Se-rr*tario. __
Repartigaoda obms publicas
De ordem do Sr. engnhero, ebefe inte-
rina da reparticSo das obras publicas, se faz-
I publico que o concurso para pteenchimento
das va^as de conducor lera logar no dia
26 de setembro "prtiiimo vinioofo, no pa-
lacio da presidencia, e o de praticanles e
escreventes no dia 27 do mesmo mez.
Os concurrentes serao argidos, as mate-
ras deque tratara os | l., 2.s el' do
art. 10 do regulamenio de 31 de julho de
1866, e que va ahaixo declaradas.
Os re^uerkneBtos para inscripclio dos can-
didatos deverlo ser apresen lados at o dia23,
e podero ser instruidos com quaesquer dj
cumentosou ttulos scioutiticos, que abon
a ca^acidade dos mesmos candidatos.
Secretaria das obras publicas 22 de ago
de 1867.
O secrelario,
Feliciano Rodrigues da Silva.
Materias d'i ci;i.ur.> para con'nctnrcs,
platicantes e escrevontes da rapar ti a o d..5
obraa publicas.
Para conductor"!
llatbematicas elementares;
Algebra at equaedes do grao ;
Trigonometra;
Elementos de geometra analtica e des-
crplvel; d astrou mia ; de arcneteclura e
de resistencia de materiaes.
Conhecimento perfeito do insirmentos
prapbiooB e dos traba-bes de- ulveilamnta
e plantas;
Deseobo linear e de aquaretjs^
Para praticauteV <**
Lingua nacional e franceza ;
accionistas, qne o thesoureiro esta' aotorisado -
pagar o 27* dividendo das arcSes do banco do Bra
sil, inscriptas n'esta cala, a' razo de 12*000
ciO gaarda-livre
Ignao Nanea Correa,
tivo j stifleado.
Eleitores Tenente Dedo de Atweo ooseea, gOMrte:
Dr. Joaqnim de oiiveira Soara, ^rofessor Miguel Estando provado pelos depoimentos das
Archaojo.Mindello, empregado ypflblico Jeronjrmo testemunbas que O reo JOS Alves Pimentel
KriorBSoaLcStK;,^ ^ ? iuar^fsabido- **&>
eommendador ManwlLnii Ylres, teentecoronei:-jae39 passe cartas de elttos por 30 dus
U cooselho de compras do arsenal de guerra
precisa contratar o segointe :
Dtenlos ealbros de primeira qaalldade, 6 da-
lias de lapis de edres, 10 ditas de ditos pretos, 3
camisas de meia de algodo, 38 colberes para so-
pa, 5 ditas para cha, 2 ditas para tirar assocar,
38 facas para mesa, 68 garfos, 1 lavatorio de fer-
ro, 1 gamella grande, 8 hacas de loo;*, 7 chica-
ras, 9 calix, 9 copos para agua, 14 ourlooes de
louga, 26 pralos, 2 ijnarilobas de barro, 104 pares
de metas de algodij, 30 pares de suspensorios de
aigoiio, 25 arroban de plvora grossa para salvas,
1,000 pe-nraeiras de adarme 17, 1 sanlfa simicir-
cular com recortes de damasco e seda encarnada
para bocea de tbrono, tendo frapjas e galio de re-
tro! amarello, com 11 pdttegadas de largara e 10
e 4 pollegadas de dimetro, e seis palmos de al-
tura oo centro, 2 peroas dt cortinas do mesmo da-
masco guarnecido do galo do mesmo Mre, com
10 palmos e 5 pollegadas de txmprlroento e 1!
pollegadas de largura, 1 sanfa do mesmo damas-
e i e franja de galo, tambem slm-cirentar, em 7
pollegadas de largura, para bocea de um mocho
de Mcbnstia, tendo 4 palmos i* dimetro e 2 de
altara no centro, 2 peroas do cortinas do mesmo
damisco; guarnecida com galao de terror ama
relio, com 4 palmos de Comprimento e 7 pelegadas
ci largara, 1 frontal de darossw de seda branca
e encarnada completamente guarnecida com fran-
ja de retrot amarello, com 11 palm is e 1 pollega-
da de comprimento e 4 palmos e 7 pollegadas de
altura, 1 dito dfl damasco de seda rxa, guarneci-
do da mesma franja e galo, tendo o mesmo com-
primento e altara, 1 dito de damasco de seda
braneo, gaarneeldo com galio e fraoja de retroi
amarello cora 11 almos e 2 pollegadas de com-
pruMow, i palmos e poWf*dw do altara, i
Arithmetica. e geometra a duas e tres
dimenses;
Algebra at eqipces do l'fro :
Destnho liner e de aquarella.
Para escievenies.
Lingua nacional, callgrapbia e aritbme-
tica.
Secretaria das obras nubUcjsJ^dejgO^
t de 1867.
O secretario
Felciciano Rodrigues da Silva.
No dia 26 decorrete lera da ser erposto a
arremtenlo pelo Juno do commercio, o escravo-
Marcolino, peohorado por execogo de D. Anna
Josepha Pereira des Santos, na hypotbese de ser
ecr- raeMa Uiianho, emreunio previne se ae pur/lico
que Francisco Thomai do Barros Campelio senbor,
possoidor e prejudieado desse mesmo escravo, ha
protestado peraote o mesmo juizo, de Ihe ser resti-
tuido o seu escravo Marcolino por quem arrema-
ta lo se eomo deve esperar, fdr reformada a res-
peitavel senleaga pelo meretissimo trlbnual do
comciercio, aonde pende ella por appellagao inter-
posta.__________________________
Santa casa da misericordia
do Recite
Pela secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife se faz puolico a qnem inleressar iue o me-
dico do ho-pital dus Lar.aros, hospicio de aliena-
dos e collegio das orphaas, Dr. Ignacio Firmo
Xavier, era virinde do seu contrato frito com a
mesma Santa Casa, da censattas gratis aos po-
bres, sendo no hospital dos Laiar>s em anto-
Amaro as 9 horas da manha, no colirio das or-
phaas em 0 nda as 10 horas e no hespido as 11
horas de todas as tercas eseitas-feiras.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 23 de setembro de 1867.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Sooia.
>i m *'*
THEATRO
DE
EMPKEZACOIMBRA
BE' EFU'.IO DO AGTOR
PEKEGIXO.
Quarta fnra 25 de setembro
Repre^cotar-se-ha ojsempre applaudido myste-
rio em 4 actos e 7 qoadros
6\IM1LG LUZBEL
0 os
MILAGRES DES. ANTONIO
Segue-se pelo Sr. Jordaoi a primjira rep esen-
tagio da scena cmica do ador Cun* Vasqiies
0 SR. JOAIHI SACBMSTi*
ASSiSTLNDO
Aos milag^es deS. Antonio
Dar' fim ao espectculo ama das melhores co-
medias do repertorio. ,
Comecara' as 8 hn-as.
AVISOS MABITIMOS
k
*


COMPANHIA PERNAMBUCANA
DB
\vegaco cosleira per raper.
VlAOENS BEGLARPS A BlO lOHMOSO. .
A comBanttiaPeroa-Bbocanadd
navepaSo costelra^. por^Vaoor,
expedir* re.'ffienie e aesde
para e 10 FoTmoso at o lo-
gar denominado Pfdr, nm de
seas por s nidias I, 6. 11,16. ii e 6 regres-
sando nos das 3, 8, 13,18,23 e 28. Recebe qaal-
er carga eucommenda, passageiros e dinbeiro
a frete. Preco das pa'ssagn* omedenas
A v. 8#000
A prOa. 3,5000
Eoconlrarao comedonas a bordo .por prego ra-
toavel, es passageiros qoe assim o desejarem es-
crlptorio no Forte do Matos n. 1.
"Parao Kio de Janeiro.
Para o Rio de Janeiro deve seguir o mais
breve possivel o patacho nacional Valente.
que lem maior paute da sua carga prompta,
Para a que ainda Ibe falta e escravos a frete
trata-se om o respectivo capitSo, ou com
os consignatarios Marques Barros & C, a
Praca do Corpo Santo n. 6 2o andar.
Jt+r
MUTEM
C\


T
W
Bttt &&&mhnev ~ 4a ta Seits 55 le fletar tte 1867.
C0WANHU PBRNAMBCANA
DE
Navega eistei^ par v>ar.
cai e ccalas e Penado.
O vapor Polengif commandan
tePereira, a gu a para os por tos
cima no dia 30 "do crreme pa-
las 5 oors ds tarde. Recebe car-
p at o da ,23 ; pasag-iro, ea-' gao do Sr. vice cnsul de H^paoba por coala e
Jas e dionefrj a f-et'e at as 3 Jioras da risco da quera pertncer em preseoga do mesmo
le do da da sabida : escriptorio no Porte do Sr. vice coasol e de um empregado da alfio/Jega
para este m uomeado, dos ojelos cima parte
| dos salvados barca bespaabo'a babel
De 93 pipas coa vinbo, 5 neiat ditas a 35 guanos
cora ditaa^ttcaizas cono conservas, 84 barris
com mMIh ens salraours, X3I ditos com ditas
imprensadas, urna lancha, diversas bandeiras,
looa, crcelas e lairib-ireieo.
D. M l.,to da la P*rte f*r*' leilio por autonsa-
r -
GOMPaNHlft PERr^MBUCANA
Navegaco costeira por vapor.
Parahyba, "Natal, Maeo, Aracaty, Geara' e
Acaracu*.
O vapor Pirapama, comman-
dantoTorre', sahira' paraos poy-
es cima oo da 34 do correte
p. las 8 boras da tarde. Recebe
carga at o da 28 ; passagelros,
enciiniieuiMs e diubelra a fres ate as 3 liaras
da tarde do dia da sabida : escriptorio oo Forte
do Matos d. 1. .
lOMPA^BlIlMllElfiA
ML
Paquetes a vapor
i Djs portos do sal espora-
do at o da 8 de catabro o
vapor Paran, commandaote
'o capillo de fragata Santa
Barbara, o qual dtpoi da de-
norado costme seguir' para
os partos du oorte.
Rucebem-se desde.)* pa?(?eiros e eogaja se a
carra qae o vapor bod>T coa ser embarcada oo dia de sua chegada>?nerau>en-
dcs e dinbelro a ftrete at o da da sabida v>*>*"
boras, Pruvine-se aos Srs. passagelros qae sflS-
passagens si se recebara nesta ageacia roa da
Cruz o. 57, escriptorio de Antonio Lu/, de Olivel-
ra Azevedo & G.,
osea
Ibada na Lhade Fernando do Norenba.
Quinla-feira 2 i do correte
as il horas do da no trapiche alfaodegado de Jo-
s daiCoaaav____________- _____________
LuO
Quinta-feira 26 as 11 horas.
Pelo aeente Euzebio.
Do sobrado a. 7 roa -do Padre Pioriaao, chao
proprio, rende 720J.
I-lera o. 47 roa da Roda, proprio, rende annual-
meate 876, e ais uados lera ?.ama pequea casa
de o. 12 com frente para a roa dos Patos.
Ura sobrado de a 26 oa roa jdj Aragio rende
por ana) 7203.
Urna casa terrea de o. 63 de esquina, tem ol-
la o para a ra da Gloria, rende 300 j.
Os aretaudentes quetram examinar com ante-
cedencia para uaqaelle da a' portada amiga As-
soeiagio Comtaercial no largo do Corto Santo se
effactuar.
COMPAA brasileira
DE
PAQEM A VAPOR
Des portos do norte esperado
at-ildia 26 de seleaibro o vapor
Cruzttro do 3vt, commandaote
Al'-oforado, o qual depois da de-
mar do costme seguir' para
os portos do sul.
HecebeMB des.??, passageims e enga'a se a
carga qawpapor poder conduzir a qual devera'
ser f-nbareda no dia de saa chegada, encommen-
as e iD*tero a frea ale o dia da anida as 2 bo-
ras. Pravine-se aos Srs. passageirosi qae as
pacsageos so se recebem nesta agencia roa da
Cruz n. oTjgacript.rio da Autjto Luiz de Oiivei-
ra A2evedc>4 & _______________________
Cer.
O palhabote Ganbaldi segu em poaeos dias :
a tratar com o Sr. Quintal oa eom Tasso Irmos


*
ar
A til IA
DAS ~
Messugeries imperiales
Nj dia 29 ocurrente roez, e^p- rase dos ortos
do:ti! o vapor f._*/. Exlrumt-lure, cominaadaa-
tt H do Sonic.o qui.1 epiis da demora do eos-
tu--ja egaj** p&ra Bordis locando em Dsktr
(G ire) e Usboa.
Pa ;>J, frs'es e passaijeas trata-se na
ageacia raa do Trapkue o. 9.
SjSnaio o contrato faito eatr9 a adralnistra-
<\) i o crrelo fmncaz a a comranhia das Ifa&s*-
geries 'mperlales, os a^ea es desta estio autorisa-
dos a re i SoTi' reeajo'cado pelos corroios de todas as cida-
de-; la Prkaea, Italia, Su'-~a e Blgica.
P.ra coaligoa^ mai rafirmisois trata-se na
agencia ra do Trap che n. 9.
"CMPANglA pTbTmBUCANA
V'negaco costeira por vapor.
Rio Formozo.
O vapor Mwianguipe, com-
mndame Co^la, se^ue para o
porto aiima no da 2(3 do correa-
i le pelas 8 boras da m-nhaa. Ra-
"*& cebe carga, pas?ageiro., eocorn-
-tn r las x
do dia 23
J.neiro a Iret.; ata as 4 b ras da tard
o Fot te o Mitos n. 1.
escriptorio ac
l?.ifflJ.\
:
DE
laveg ca cesteirs por vapor.
Mossur con escalas por Natal.
, No ou 8 Ja outuoro ao meio
MswraS. dia, e^pt-oira' esta compaobia
-a^k. 'n a "s sens f,*0r*s para of! l*or"
-:-J& tos cima. Becrba carga somanta
tVa*'r"iiii'aTiaT at o da 7 eacommenda?, pas-
saga ros e diubciro a frete al as 10 oras da m.a-
nbaa d dia da aahida : escriptorio no Porte do
Matos n. 1.___________^ ______
.ira a BMa.
Pretende srguir com malta brevidade o veleiro
e b m conh-'cido palhabote Daus Antjoi, tem par-
te da seu carregaraaot) prorapto, para o resto
qae ine falutrau-sa com os seas consignatarios
APt-iQio Lal tle0!-"ir< \7-ivedo 5 C, ao sea es-
riptori raa da Cruz n. 57.
j*a.a o Po.j.
Pretende seguir com muita bravidade o veleirc
palbabr.te poriustaer Nova Sirte, te.r. parte de sea
c* regameoto engajado, para u resto que Ihe falta
(rata se ero os seos consignatarios Antonio Luiz
de Oiiveira Azevedo & C, no sea escriptorio raa
da Cru o. 37.
Rio de Janeiro
Pretende sabir com muita brevidade para o Ib
dlcao por'.o o velein patiebo tGloria, por ter a
oo a i-ir partj do sea carregameoio tratado e para o
'resto que Ihe falta e escravos afrete trata -e com
o coqslgBajario Joaqoim Jos Gon^alves Beltro'
roa do Trapiche n. 17. ______________^^
~ PABA 0 ASACATY
S?;ae nenes dias e palhabote Emilia, para ear-
ga = passagelros trata-se com Jos Si Leito Ja-
nior a roa da Madre de Daos armazem Jooto a
igrpja.
BE-' ~"m -gggH
LEILOES.
vinho
A SABER:
Lid piauo forte, t machina de costara, 1 mobllla
compost &$ um sef, l mesa oval- e 2 coosolos
coi p.4ra,2 eadeiras de braco, 2 da aaiaaco e
12 de ga.rBieao, i mobllia de amarello, 1 kei-
ro, 2 e^carradeiras, ,1 caBdiero a gax, 1 reiogi
americano, 3 casttfes e manfras, i escrivanl
aba, t cama de farro, l marqnezo, 2 marque-
Z5, 2 lavatorios, 1 mesa de jntar, 12 -adeiras,
1 cabida, 1 commoda de Jacaranda, 1 toilete
com pedra marmore e espelno, ropos, clices e
maisi accessorlos de nasa de familia, 6^ garra-
fas a 4 arrafSes com vinlo de caj..
Quiaia-feira 26 de setenar..
No priapeiro andar do sobrado da roa.No-
va n. 52.
irtch d H.wgrj tendo de retlrar-sa desta
provincia arto leilio pw Int^rrenjio do agente
Pioio, dos movis e mils objectos cima descrlptos
existentes em casa de saa residencia roa Non n
51. 1- aodar.
Pri K'ipiara' as 10 boras.
LA O
. De fazendas geraes
A 27 do correte.
O agente Oliveira fara' leilao a reqaerimeulo do
-depqsirario da massa fallida de Flix Souvage e
por viffldado do lllm. Sr. Dr. julz espeeial do com-
mercio de>4 ctdade, das fareodas existentes no
armaxemoa ufla massa, consisliado em 46 pegas
de moreantique, Vvecas de sarja, 43 chales de ti-
lo p>e|o, 6 cortes de\cul'eies de seda, 20 de gros-
de napies, 60 pajas sellas de c5res, 24 de tafeta",
39 duzfas camisas de alwdo estampadas, 27 ditas
dius brancas, 22 duzia> woolas de algodao, 21
de chinellas para mulher.lix chapeos de feltro,
28 corpiubos cambraia de difrVfentes qualidadee,,
8 dunas camisag para moln-r, alng^Ias e endita-
das, 5 pe^as laiiobas de cores, 4nditas de alpaca
estampadas, 11 vertidos de la de cares, 1 pega
tecide de seda preta entraado, 3 pea* de case-
miras de cores, 11 pecas ditas dito eoirancadas, i
pega caita franceza, 68 pecas de panno p ApproTa** )M-U (..Undi
>) fniprfcBdo no<
de ra.
panwvaa* peU tmeul&mie
W*lela, eB|>rr(niU moa
PrU.
V
ELIXIR DO DB THERMES
Dcpo.Ita varal na pharmaoai, roa Reaumar 43 e em casa de E. GALLOIS, pharmaceutioa do 8.11. Imperador, placa Vendme, 2, can Paria.
eaaita wa PEnT%Mnr(0, P. MARBR r O, ara todaa aa Pharmadaa ao BraA
DO
DR. EVIAL.
Para o tratamento e cura rpida e completa das molestias syphiliticas, eris-a-A"
Satisfeito o inveocive Veado Branco, com as maneiras attenciosas com qt
foiacolhid pelo respeitavel publico desta briosa prnincia, a ponto de que muitos a por-
I fia desputaram a satisfacSo de serem os prime iros a comprares) em stu importante arma-
zem, se desvanece em declarar com toda a lealdade da que capaz, que est cada vez
raats animado, n5o s pelo berjigno acolbimeoto que tem recebido, como pelas forcas de
que disprje porque at hoje n5o careceu ainda dos preparados de iurubeba, nem do
xarope alcoolieo de veame.
Veado Braaeo, declara a quem ainda o nao conhece que no am
que por ah vivera com figura mi-nana; domesticado no
as, rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, infiammacoes c irnicas do figado A w 9 Vea<
e baco, dores sciaticas, ephalalgias, nevralgias, olcer&s ebronicas, bydropesias, pleuri- i es blc.naroco4 intrataveis ,
sias, gonorrheas chronicaa e em ge al todas as molestias em que se teatia em vista a pu amm.Pm. onae a amavel Aguia Branca vio a luz do astro bemfeilor, elle partidario
rificacao do systema sanguneo. ?esse invejavel agrado e sinceridade que com tanta gravidade se desprende do sea
bico encantador.
O Veado Braaeo, como todo o bornem civilisado, ama a sociedade dos
Coasideraces geraes
A saude am bom inapreciavel, cuja importancia e valor so est reservado ao ens bons, gota do centro do munV eiegnte," asa "Tnico" d'rjavme" MBnrevuTrTu ulrl
fermoo avaha-lo. ponham a calva ao sol, vai a companhia des Bouffes Parisiens
E incontestavelque o homem nesle mando e constantemente, e por todos os lador madame Adelle, elle tarabem atira-lhe o seu lindo bouquei.
e no meio do partido de
Digne-se o benigno leitor de jurar as palavras sinceras do sincero Veado
ditas azul, 43 daziai de euardaoipos, 90 pa\eiots atacado por urna infinidade de agentes morbficos que todos tende., dadas certas e deter-
tVX)^T^ ^'il^u\^^ i n^c"?^^ a to["r regular exercicio das toncas orgnicas, resultanbc Braceo, e venba pmer aV^lisp^alo^u^meThor sTpo^e' eD^^imTfiS
paleta cali ecne^i^IsdH^ cimento de nolhados. V
estampado uso, i mahio, da coser, 4 dunas de]\ A 0,esfia n5 ma,s .< 9ne,a desy,rtuaCao das forgas vitaos, oecasionada,- d, A modicidade dos precos, ermparados com a boa qual'dade dos ceneros e o
un, 12 duzias telenas, 36 dazias de cjic^io gando as investigares e expenenctas dos mais abausado meetres da sciencia, pela deprn-! bora modo com que se recebe os sdahores compradores deve certameate coavidaT as
criareis f) da-1 varjo dos humores geraes, consequrncia da aegao maligna desses mesmos agentes mora e pessoas que ainda n5o vieram nossa casa a fae"
forttd para molher, meninas e
zias camisas de algodo brancas, 77 ditas
10
D armaQjo, registro de gaz, fazendas e raia Jexas i
da laja da ra da.Cadea o. 47, bens pertea- 1 tL.r aiiVnrm O r. Sevial pode
Flores e p(r mandado do llhn. Sr. Dr.
cial, os objetos cima mencijnadjs perte'ncentcs a
referida massa e existentes aa I. ja da ra da Ci-
deia n. 47, one .e c-Hectuaru* o leilao ao meie dia
do da cima dita.
mores, is 1,2 duzTas ditaspVkosde inbo, isTus" I ?coJntroduzido8 no organismo pelo acto da respira^, pela va digestiva, "pelo contacto
dita estampadas, 6 duzlas gracias da seda, 60 pe- lD2D10OiatO etc. etC* etc.
cas de-lencos de seda 7 cada urna, 58 pecas de \v sypbilis infelizmente tem sido a partillia da humanidade, e como fra de duvi-
tariatana amaren a, 12 ditas brancas, 7gravatas da queVtse terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, e'Ia tem sido obser-
i^'^t9^^^X^' ^f^*^"**' 6 ^ d8 SfS? SaS f"r,Dias tSova^^nftlaTe^L.
tafeta- ixo e 2i basquina*: constttuicoes robase, produzmdo mutilagoes, e m&m am em nr da idade vidas
Sexta feira 27 do corrente preciosas. rS ""' '
as lOhjras.ia manha.pj armazem bam conhe-( Eliminar da economa esses principios deletenos, e purificar a massa eeral dos
da Cruz da ** a fflaSia ,QdiCada a rDa ht,raores tem si(1o desde tempo immemori.I o fim constate da medicina, e os purgati-
vos flguram.em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou fim.
OEfixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
immenof" successos obtidos pelo mo deste salutar agen e tanto na Allernanha, como em
Franca aVtalia, o tornam c companlieiro itiseparavel de quasi todos os doentes.
do as mel..lias, como cima dissemos, devida.< s aleraces dos humores, o
ser empregado vantajor-amente na syphilis, erlsy-
ot^a mi-i Mil u le Atafed &Fii>m. Pela3> rheomirismos, bb3s, gota, lebilidade do estomago, inflanmac^es chrenicas do
Sexta-feira 27 de miembro ao maio dia em figado e baco, dores sciaticas, ceplialalgias, nevralgias. ulceras difunteas, hydrope^ias,
ponto. jplenrisias, gonorrheas chronic3S etc. eem geral em todas as molestias em que -e tenha
o agente Pinto fara'leiio a reqaerimento dos em vista.a purific:gao do system:i sanguneo; pois que umapratica constante tem feito
18 Aiteein& i?er qae e"e in ,isPensavcl nos ,;asos gravsimos para rntoorar os solTriment>s, e pre-
rtencent^ P^raro doente para medicaces superiores; e as menos graves a cura a conse-
qnencia do sea uso, convententeuiente repelido.
As substancias que ntrala na composico do 'Flijijk depurativo do Dr. Sevia
perteneem todas exclusivamente *io reino veg-ts, e gn-U cathe/oria dis substan-
cias depurativas e antisyp iliticas; aa^B.^o./passo que e^e remedio depara o orga-
nismo, eliminando os principios nocvo saude, pelo me-inisma natural das evau-
agas alvinas, neutral isa ao mesmo ;teffljBByjrusv)hiiitico- quaoio este virjem.
tem feito erupoao no extrjor d^rraiifJ'HPlBff'rSiiiTtiplicadH forman ; e previne taui
bem os estragos'dess terrivel molestia, qaaado por ventura"W ac8| a ainda no
estado de encubaco, isto sera #e ter maffestad^sob formas externas: beneficio
mmenso, tanto mais quanto neste estado os individuos iga ram completame/ite 6e es-
5o contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os est- magos, a sna ccSo so-
bre o tubo intestinal suave e benigna, tfdenenhuaa forma prodtiz molestias medi-
camentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua'quo I idade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e con&cul'vameate a seroza, resultando deste es
tado, muitas vezes, hydropesias, que quasi sempre terminara pela morte :o doeute.
Assim pois esperamos que o uso,des'.o rtme-lio justifique cabalmente as nos-
sas assevera?5es, porque sendo um medicamenio to simples na sua composico, a
ortica tem confirmado sua ulilidade.
parte dos amigos e freguezes do nosso
BELLISSIMO IRffiaZEW
-
-
ECIDO PELO N ME
Ra
A SABiR :
Urna mobllla de Jacaranda competa de 1 sof, 2
conlo-, ( mea. redonda, 4 eadeiras de braga
e 12 Je guarolcio, 1 cand*!hro, 3 candieiros a
ga, 1 c-ima frsnceza, 1 marqaexa, 2 mesinbas,
1 mesa de jntr, 1 sof', H eadeiras de palhi-
nha, i armario, 1 qoarinheira e ootros obj ct *.
Sabbado 28 de Sftmbro.
Na' roa do Sebo casa n. 24.
O agente Pinto fara' liilio por eoota e risco do
que.n prrteucer dos objectos cima mencionados
existentes na casa da ra do Sebn. 24, as 10 bo-
ras do dia cima dito.
Geograi
neo
nico depos!o
em PerQamfceKc
Institu; Archeol'gice e
Peraambucano
Haver sesso ordinaria qu'rata-feira, 26
do correte setembro, pelas 11 boras da
manha.
ORDEM BO DIA
Relatnos, pareceres e mais trabalhos de
commisses:
Leitura de urna Memoria sobre a authen-
ticidade do lugar chamado Boqueirao, pelo
Sr. padre mestra Lino do Monte Carmello
Luna, socio effectivo do Instituto. ,
Recife, 23 de setembro de 1867.
Jos Soares de Azevedo,
____________Secrctaiio perpetuo.____
Perdeu-se no dia 20 do correte um
anelo de ouro de feitio inglez com sinete
roga-se a quem o acbar (ou achou) no caso
de querer entregar ao seo proprio dono .de-
rijir-seflo pateo do Corpo-Saoto n. 11, que
generosamente ser recompensado.
Sociedade dos artistas Mecha ni eos e
liberaos em peraanbieo. 24 de se-
tembro de 1867.
De ordem do lllm. Sr. director Interino sao con-
vidados todos os Srs. socios a comparecerem no
dia 25 do correte, as 7 boras da tarde, no salo
da mesma sociedade, para assistlrem a sesso ex-
traordinaria, desigoada para esse da?
O secretario interino,
Basilio Barros.
Saques
Antonio de Almeida Gimes*sacca sobre Lisboa,
a' raa da Grqz n. 23, primeiro andar.
N dM 1* de agosto altimo, fogi a esmva
Igoacia, crioala, da 28 aanos da idade, estatura,
bocea e olbos regalares, corpo e nariz bem feitos,
denles perfeitos. e tem um peqaeno lalbo na testa ;
ha Indicios de'qae ella tenha Ido'para a casa do
Sr. Antonio Al fes da Gesta Gooto, conbecido por
Pinga fogo, morador na villa ds Lavra", no Cea-
ti : portanto roga se as autoridades policiaes e
capiues da campo, qae maadem prender a dita
escrava, a leva la ao sea seobor na cidade de Caf
ruaru', Francisco Joaquim de Souza, oa nesta ca-
pital, a ra estrella do Rosario n. 21, a Bodopiaoo
P C. Calamby, que sera' bem recompensado o por-
tador.
A quem iateressar
A arltiTa Inventarame e cabee* do sen cata! com
o Aado Joaqalm Francisco de Alem, faz publico
qu* astil procedeaido iavaniarlo ao referida.casal
pelo jutzo de orphos deite termo, escrivao Faena-
do, pelo qae oio gmente devem os erefioves de
dito casal apraeeatar-Ihe toaa contas dantra do
praso de tres dias, aQm de serem verifleada. das.
criptas no Inventario, como se "habilitarlo oo men-
cionado jaizo, e para que possam seas pagamen-
tos serem atteadidos ne acto da partllhi.
Na botica e drogara
DE
Barthotomeo Companhia.
34-P.UA DO ROSARIO LARGA34
|"4*r
kwisa' <&&{*&$(
Estabelecido ra Direita u. 16.
Esquina da travesea de S. Pcdr.
A loja dJD intitulada Corado de Ouro na roa do Cabog, ach-se d'ora em diante offerecen
do ao respeitavel publico com esperialidade as pessoas que honrara a moda us objectos do ultimo eos
io (a Pars) por menos 20 por cenlo do que em ouira qualqcer parle, carautindo se a qaaliiade e a so
idez da* obras.
O respeitavej publico avallando o desejo qne deve tero proprietario de um novo cstabelecimen-
to que qne.r procresso era sen negjeio deve chapar iimcdiataraeute ao coracao de ouro a comprar
aneis com perfeitos brillianteo,esmeraldas, rabiase perola; verdadeiras eai agarras, modernas uek
diminuto prego de 105, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo prego de 33, maracas de
prata com cabos de marflm e madrepurola obra de modernogosto (o que o encontraro no ccrigao de
MSS4 SE!
memo, no artigo roseta tem o Goraeo de Ouro um complet e bem variado sortimento dar-diversos
costos, buides para ponaos com diamante, roblas e esmeraldas, cura esta importaate ja' pelo sen va-
lor ja' por gosto ds desenbo, brincos a forma da delicada mosltria de moca com piogente comeado es-
meraldas, rubins, brillantes, perolas, o gasto sublime, affa>;to ^ara grvala no me.*mu gosto, reto-
gios para senbora cravados da padras preciosas, ditos para homem, diversas obras de brilbantes de
noito gosto, crasinhas de rubios, esmeraldas, perolas e brilbantes, aneis com letras, cac-.'letas. de
rrystal e ouro descebarla para retrato (a ngleza) brincos de franja, ditos a imperatriie toda e qual-
quer joia, para secoliocar retratos e obras de cabello, e ootros inuit* objectos que os pretndeme* en-
nontrarao no Coragao de Ouro que se conserva com toda a amabilidade aos coacorrontes deixando-
se de aqu mencionar precos de certos objectos porque (desculpem a maueira de fallar) dlzendo-se o
prego talvez alguera faga mo jaizo da obra, por ser to diminuta quautia a vista do seu valor.
Na me-na loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recbese concer-
tos, por menos do que era oatra quslqner parte, e dp-se obras a amostra com panbor, conservando-ss
e Corago de Oaro aberto ata as 8 horas da noile.
Qualqanr pessoa qne se dirigir ao Coragao de Oaro nao se podara' engaar cora a casa, pois
nota se ua saa frente ura coracSo peudurado pialado de amarello, alem de outro qae se-nota em um
rotulo (isto s? aiverte era conseqaencia de terera ja' algumas pessoas engaado com outra casa.

m
Para eduea^o da sexo mascnlluo
Director Manoel Alves Vianna
O'collegio da Conceic5o, mudado ltimamente para o bairro de Santo Aa- j
tonio, ra de S. Francisco, casa n. It, contigua estac3o central dos trilhos ||||
urbanos dos Apipucos, contina a funecionar regularmente, recebendo alum- (^&'
nos externos e internos, tanto para as aulas primarias, como para todos os
preparatorios necessarios matricula de qualquer faculdade, sendo os seus
respectivos professores pessoas moralisadas e de um concito magistral j
bem firmado nesta cidade.
O director deste aovo collegio continuando a empregar toda a solicitnde no
desempenho de seu mandato, espera fazer-se mais digno da confianca com
qoe o vo honrando os senbores pas de familia, confiando-]be bondosamente
oa seos lhos.
Ais estatutos do collegio^ assim como o franco Hgresso em todas as soas
dependencias, est3o sempre a disposiejo de quem possa interessar.
Si
W. % A -Ra do CabagM. S A
Agostiho Jos dos Santos # G
Acaba de ebegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo gosto, perfeico artstica e raodellos enteiramentenovos; como
seguem: aderecos com. rubim, esmeraldas e perolas nas, pulceiras, broches
para retrato, aaneis, botoas de punho, brincos e cassoleus eom letras, etc..
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqneiros, paliteiros, calu de mesa i
fructeiras, cajos precos s3o incompetiveis, pois que os proprietarios desta casa,
recebendo seos artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seus freguezes. Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, page
te bem, tambem se ncumbem de faier concertos.
.^Ba ntt iWffin "*~ **"** ^*ndTOn JaffrtiTgnrflPn af?fl*
'*w8 IVVuPW'WWWlQuWl!]!1 ^S
u m
Qae um
elegaute estojo
GXTLWDO
pava
Viagia
120 cadernos de papel branco, pautado, beira dourada, marcado com as inlcises do com-
prador.
2o100 envelopes brancos.
3*100 penas de ago.(arrea langa).
4o1 caisa obrejas de gemina.
51 tlnle-o de vidro com tampa da metal.
6* larieiro dem dem.
7*I pao de lacre.
8 -1 caivete de daas folbas.
9-2 lapis.
10*-2 canttas.
Todos estes objectos reunidos, dentro de ama bonita caixa, feita para este m. costara apenas
RS. 6000
Sociedade Deneficeate dos'
artistas alfaiates emPer-
nambuco4
De ordem da directora da
M
Attencao
Na rpfinagao da rna do tUogel n. 43 precisase
de trabalbadores- para a mesma.
i Frecisa-se de uaa ama pnra cosinbar e la"
rn.cn.. ..in**.' Tar nap5a da Santa |Crox n. 12. Na mesma
. a eoSSaSa ;SK Pequeo c3m pratiea de taberna
salidas aesiSas. as 7 horas da npjta do.dia 26,dQ:
convido a todos os Srs. socios
eorrente, para rennlio da assemWa geral a'ttra'or-
dlnaria, que tem de tratar de aegocios importantes
a mesma sociedade.
Harcolino Joaquim Machado Gaimarts,
Secretario.
> Aiuga-se n'uma exceiiente raa, o lado d
frente de um primeiro andar, com boa sala, gabi-
nete, 2 qaartos, agua e gaz na escada, proprio
para bomem solteiro oa escriptorio, por Z5f> meo-
sae : na roa do Rosario n. 14, se dar' infof-
aaaa
' Alaga se am* canoa de oarreira e ear/ega de
8 a 6 pessoas : quem tlver para alogar Urlja-se ^atiridhT^
aroal.rgadoRosarUa.26.
Escravo fugtfl.
No dia 3 do correla maz horas da nolte, fcgio'de casa de seu seohor na ra
do Mondego 2, o ese-aw Adao, de W annos de
Idade, oom o sgoaes segalotes : cor fula, balxo,
de boa appareocia. pernas am pouco arqueadas,
Pj e mios peqaeois, rosto redondo e agradavel,
tem nma cicatriz e am slgnal preto oa magna di-
rel'a do rosto procurando o lado do olho, falta-lhe
am dente ato cima do lado esaaardo Junto-a ere
sa, bao faHaota e nssva bigade al o da d fu-
Sa. Este escravo loi propriedade do Sr Dr. Ma-
oel Damas Gorreia de Goes, oa villa do Toixeira,
comarcada Parahyba, pancada possivel qae
levoa comsigo am peqaeno bab
5* conro com algunuToapa de sea aso: roga-se,
Precisa se de orna erltda foha oa esran portat, as autoridades e capitaes de campo qae
para o servico da orna casa de poooa taolMa : a; o apprebendam e levem a mencionada casa qaa
tratarse na raa da Desuno n. 17. m racoapsaura' eom geoerosldade.
ILEGIVEL
IvTOTILAD!



a
Mari* de Pernaabnce Quarta letra t* c Sefembro de 1867.

*
V
PARA UZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurubeba garrafa......... ifooo
Vinhode l6oo
Pillas de vidro......... 106oo
Tintura de 64o
Extracto bydralcoolico de jurubeba 12#5oo
PREPARADOS COMPOSTOS.
. Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 2#ooo
Xarope 40600
Pilulas vidro... 2|Jooo
Oleo de jnrabeba vidros.... 64o
Pomada de pote...... Oio
Emplastro libra..... 205oo
PARA UZO EXTERNO
A JfJllUBElS*.
Esta planta boje reconbecida como o mais poderoso tnico, como um excesj
lente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do gado e baco, na-
bepates propriamente ditas, ou anda complicadas com anazarchas, as inflammacoes
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abcessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomeo, nos tumores glandulosos, na anazarcha, as hydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparares ferruginosas, anda de grande vantagem
as anemias, chloroses, faltas de menstruaco, leucorrbeias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas,- e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais distinctos mdicos desta cidade,
podem os citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconh< cem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at hoh ronbecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicacSr.
Apresentaodo aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados dajtff-
beba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desparecer a
repugnancia que at boje sentiam os doentes de usar dos ^re-paradas, spricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragaren?-*,?, e que tinham ainda a desvantagem de nao
_ser calculada a dose 5P.9}Qente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficuo um
"" ~me(iicaS^B?rqtf*"poderia produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de haverraos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a^dose convenien-
ea appicaco, tendoalm d'isto procurado levar os nossos preparados a maior grao de
tperfeicao possivel, para o que n5o poopamos esforeos, nao nos importando o pouco la-
cro que possames tirar
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garantia, de que se pode encontrar a prompta e infallivel cura
de qualque dos soffnmentos, que dtixamos innumerados, se forem em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vantagem de escolher as nossas variadas prepa-
races, aquella que melbor Ihe pode convir, j pela fcil applicaca"o, e j pela complicaco
das molestias, id de, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparares ferruginosas s5o feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que come
taes esto boje reconbecidos.
Para aquelles que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applicaco de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosse deposito um folbeto, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos av
mos preparados.
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O Dr. A. S, Pereira do Carreo (medico)
est morando do sobrado o. 12 da roa da
Impcratriz.
O Sr. Jo* Marques da Costa Soares,
que mora na ra do Vigario, queira vir
esta typograpbia, a negocio que nao ig-
qot.__________________________________
FergQBla innocente.
Pergunia-se >o Sr. M. L. C. M. se ainda nao pa-
gou ao seo ex-caixeiro M. P. P- visto qne este s
entre OS quaes se descnlpa em dizer qae S. S. ainda nao Ibe
pagou.
Um prejadioado por esta demora.
Trocam se
as notas do banco dd^Ras e das caitas Sliaes-
dom descont muito rasoave,""nrpra* 3 Inde.
oendencia n. 22.
Da-se a premio de nra e meio por cento com
bypotbeca em bens de rali, a qoaniia de 1:0005,
pago o premio como se convencin r : a qnem con-
vier delxe caria (ecbada nesla ivpogrrphia com as
in^ciaes L. M. R. V._______________________
OBerecese para casa de ponca familia ou
bomem solteiro urna ama portngneza : qnem pre-
cisar dirjase a ra do Amorim n. 21, segnndo
andar.
Urna pessoa habilitada dispondo de algomas
horas, propoe-se a lazer algnma pequea escritu-
ra cao mercantil, dau-se ss precisas informales na
loja de looca n. 26, sita a' r = a larga do Rosario.
Saques.
Ge
oo do Reg Lima, sacca sobre Lisboa e liba
S. Miguel : a ra do Apollo D. 4.
1MMCA
u DE
CAROBA
PREPARADAA TRIO
POR
AUGUSTE AOR
Pbarmaceutico pela escola de Paris e successor nesta cidade
DI
Aristide Saisset e J. Soum
22.-----Ra da Crna-----22.
Tratamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, nem outro qualque
mineral.
Verdadeiro purificador do sangue sem azougue.
Especial para a cura de todas as molestias que tem sua origen] na impureza do
sangue, como sejam as'molestias boubalicas, syphiliticas, escrophulosas, darthrosas, quer
venbam ellas por bereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos viros que contaminam o sangue e os humores.
A caroba um remedio prodigioso, [usado desde remotas eras pelos indios
do Brasil, e passando seu uso de geracao em geraejio, boje um dos remedios mais co-
nbecidoscomo proprio para rombater as molestias mais hediondas, entrando nesse nume-
ro a morpba ou elephantiases, para cojo curativo os nossos sertanejos consideram a
caroba como remedio especifico.
A muito ttmpo entrn a caroba nos formularios como preparado magistral
sob a forma de eleictuario, ainda hoje lembrado as pharmacopas com o nome de seu
celebre autor Joao Alves Carueiro : nao ella portanto remedio novo nem desconhecido.
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde tempos immemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boobas e ulceras syphiliticas srdidas,
e empregado com proveito depois de improficua applicac3o de muitos outros agentes
therapeuticos enrgicos e de oso quotidiano.
Muitos dos nossos mdicos de considerado e entre elles o muito distincto pratico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Atbayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio de ex-
periencias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no trata
ment das boobas. das diversas formas sob que a syphilis se aprsenla e moito especial-
mente as que teem sua sede na pelle, e poderiamos relatar alguns casos de data muito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em que a caroba produzio admiraveis
effedos, depois de motis e prolongadas applicacoes de salsaparrilha, mecurio, iodo, ou-
ro e seos preparados, etc., etc. .
Nao era possivel que urna planta 15 noUvel por suas inappreciaveifi virtudes es-
apasse a perspicacia einvestigacoes dos mais abalisados praticos europeos, que se ap-
pjicam com especialldade ao esludo e tratamento das molestias syphilicas eherpeiicas
para prova abi esgo os Srs. Drs. Caseoave, Schurfer, Ricord e outros dando as mal'
lisongeiras informacoes sobre as propriedades curativas da caroba e preconisaodo-a com'
remedio poderos.ssimo para o tratamento das erupcoes cutneas, seccas ou suppurativas
dartbros de todas a qualidade, eccemas, ulceras de diverras Baturezas, tumores, osseos
e outras muitas molestias de natureza syphiiitiea oh boubatica
Por ter-se generaiisado muito o uso da esseaela da caroba qae eu pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar em saas observadles,
delibrenme a ter prompta urna qoantidade da mesma essencia, obtida sem a accao do
ogo, para n3o prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encon-
fc^UfUA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma penla para que nun-
d fallan aos Srs. mdicos que quizerem esperimentar o precioso agente medicinal.
Reafe de Parnamboco, i7 de oatobro de 1866.
A008TE (Uoa*.
Detosite geral it Udes ndjd se Mt
Botldca c rogarla
??Roa larga do Rozario34
LeciODa-se a solfejo e a tocar varios
instrumentos dndose as licSas particu-
lares em snas proprias casas, das S ho-
ras da tarde al as 9 horis da noiie : a
tratar na roa Augusta d. 30 otj nesta ly
pncraphia.
Precisa se de urna ama que saiba engommar
e coser, para casa de ponca familia; a iratar na
roa do Amorim n. 33, 1 andar.
Residencia e consultorio B
31edico cirurgico
DO
Dr. Antonio Doarte
m na praca da Boa-Vista n. 21 onde i
pode ser procurado a qualquer hora, i
Especialldade
^ Doencas do peito, e de meninos. I
^fiasAia-HMai[a
Na prac.a da Independencia d. 33, loja de
ourives, compra-se ouro, prata e pedras preciosas,
e tamben) se faz qualquer obra de encoomenda e
todo e qnalqner concertpv__________________
A secretara da polica precisa comprar
as colleccfies de leis do imperio e decises
do-n&fefDa relatlyas aos annos de 1839,
1850,1831 e!852.
A pessoa que as tiver e quizer vendej
comparece Da referida secretaria s horas
do seu expediente, ou entenda-se com o res-
pectivo secretario, ra da Saudade n. 15.
O official-maior da l1 scelo
_______Jos Xavier Faustino Ramos._
0 Dr. J. Anlao de Sena tuudcu a sua resi-
dencia para a ruado Hespido esquina da iravessa
do Camarao, pode ser procurado para os mysteres
de sua prosso de medico.________________
Ama.
Precisa se alngar nma ama, para comprar, cos
uhar e engommar : na roa de S. Francisco n. 54.
O Sr. Eugenio machinista faz saber ao
publico qoe ss encarrega de qualquer obra de en
canamentos, eomo collocar gaz e concertar tam
bem bombas para coliocar e concertar de todos os
systemas, como lelbados de chapa de ferro, zinco
a chumbo : a residencia do machinista a' roa
Bella n. 13 ou na ra do Rangel n. 17.
ATrEMCAOT
Apromptam-se comidas para fra aos senbores
esipdantes e caixeiros, com todo o aceio e promp-
tido, dando-se louca fina, e se mandando levar
as casas que quizerem comida muito iimpa e bem
feta; na ra estreita do Rosarlo n. 19, Ia andar,
por cima da loja de (umieiro.
Atten#io.
Jo3o Godofredo, cabelleireiro, tem o prazer de
participar ao respeitavel publico, so; amigos e nu-
merosos freguezes, que passou o sen estabeleci-
mento da roa larca do Rosario n. 21 para a casa
n. 14 da ra do Crespj, a qual acha-se decente-
mente preparada e com um grande e variado sor-
timento de cabellos para bem satisfazer qualquer
trabalbo tendente a sua arte ; espera, pois, a pro-
tecgo do respeitavel publico, de seus amigos e
freguezes na continna(o de sua concurrencia, en-
contrando de sua parte agrado, sinceridade e pres-
teza.
O abaixo assignado, autqrlsaJo pela Sr" D.
Auna Mana Moni?, vende a botica da ra do Im-
perador n. 38, para pagamento do areslo feilo em
objectos da mesma, por ezecnco qne mova a
Sra. D. Hara Rita da. Cruz Neves contra o Dr.
Joo Pedro Maduro da Fonseca ; assim como para
pagamento dos mais credores da referida botica,
o que se faz publico para quem se jnlgar prejudi-
cado com a referida venda, fazer sua reclamaco
no praso de olto dias, afim de evitar dovidas sobre
este negocio. Recife 19 de setembro de 1867.
Antonio de Souza e Silva.
s
Na ra da Aurora casa de n. 70, 2* andar, pre-
cisa-so de nma escrava que cosinbe bem, engom-
ase e en*abe|: qnem tiver e qnizer alugar dlri-
ja-se a referida casa._________^^^^
Joaqnlm de onza Silva Cucha saca sabr o
Porto : na ra da Cruz a. 18.
Companbia fiddiJade de seguros
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro
AGENTES EM PERNAMBUCO
Antonio Luiz de Oliveira Azevtdo k C.
competentemente autonsados pela
directora da companbia de seguros
Fidelidade, tomam segoros de na-
vios, mercadorias e predios no seu
escrip torio ra da Cruz n. .
ffKMWMSHNM
Urna pessoa habilitada com wats da 14 anoos
de enslno publico de latinldade, se pro[5ea (accio-
nar esta materia a' rna dos Martyrios o. 4, pri-
meiro andar.
Na rna da Penba n. 5, cosltiha-se para fjra
com perfeigo por preco raioavcl.
Joaquim Jos Gon^alves
Beltrao
Rui DO TRAPICHE N. 17 Io ANDAR)
Sacca por todos os paquetes sobre o Banca
lo Minti em Braga, e sobre os gaintei lnga-
; em Portugal,
aber:
Lisboa.
Porto.
Valnca.
Gui maraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do ConAe.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelicao.
Lamego.
Lagos. 4
Coviibaa.
Vassal (Valpassos.)
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
Ama.
Quem precisar de urna criada portuguesa para
todo o ser vico interno de urna casa, a excepto de
cozioha, viuda ltimamente do Porto, annuncie
para ser procurado.
Aluga-se o andar terreo do
do Hospicio esquioa da travessa
Katar no mesmo sobrado.
sobrado da ra
do Camarao : a
Precisa se de um bom cotlnbeiro para casa
de familia, que seja forro ou captivo ; a tratar na
ra do Amorim n. 33, 1* andar._______
Precisa-se alugar orna boa escrava, ea ra
da Concelcao n. 12, oa Boa vista : quem tiver po-
de dirigir-se a dita casa._____________
Precisa-se de dous peqaenos de idade 14 a
16 anoos, sendo um para taberna e outro para
entregar pao na rna : a tratar na rna do Crespo
loja n. 8._________ __
11 jspital da ordem lerceira de S.
Francisca.
No dia da festa do N. S. padre S. Francisco tro-
caram noquarto da nosa iroia O. Igoez, nma
capa de habito de 3* marcada por traz da gola cena
as letras P. B. deixando ficar ama outra capa no-
va : o irmo que ene engao fez pode o ir desta-
zar com o nosse irmao sacbrlsto.
Portogai,
0?Dijilres lorejra retlra-se para
Attenco
A. Blocb, subdito francez, declara especialmente
ao corpo do commercio, que visto haver outro in
dividuo com o nome igual ao seu, de boje em
dame se chamara' A. Blak, islo sem prejuio da
correspondencia qoe possa ter de Franca, antes
de ser naquelle paz conbecida esta sua nova re-
sulucao, o que protesta fazer na primelra occasiao.
Recife 20 de setembro de 1867._____________
Olub Pernambucano
A partida do mez de outubro ter lugar
na noite do dia 4. _________________
GAZEOL
DE
Burrin du Buisson
Liquida voltil preparada por Smlluse, repro-
dozindo cblmicamente os vapores qoe se solum
em volta do aparelbo purificado do gaz carbnico,
empreada com o mais seeoro successo contri-
a coqueluche, a pbtisica e todas as molestias ebro-
nicas dos pulmoes
VBNDE-SK RA
Batica e drogara
ni
Bartholomeu t C.
34~Rna larfa da Bre34
Ama secca.
Pracisa-ie da nma mnlbar de bons costumes
para andar con um menino, prefere-se eserava
oio acostomada a ama : a traur no segundo an-
dar do obrado da roa no Qoaimado 46.
Jo< Haartqua da Silva precisa de no cria-
do : a proenrar u rea eatrelia do Rosarlo o. 2,
das 9 horas do #7> tm dante.
PHOTOGRftPfflA
YlaLELIiA
RTJA DO CABOGA N. 18, ENTRADA PELO
PATEO DA MATRIZ.
0 nosso estabelecimenlo photographico
est sempre em dia com todos os melbora-
mentos e progressos qoe na America du
Norte, ou na Europa se consegue na arle
pbotograpbica, e para alcaocarmos tal fim
nunca poupamos despezas nem sacrificios,
de sorte que os nossos numerosos freguezes
podem ter a certeza de que sempre encon-
trarlo ln nosso estabelecimenlo tudo qaan-
to a arte e a moda oflerecer de bom, no
dovo e velbo mundo aos amantes da pho-
tographia.
NOVIDADE PH0T0GRAPH1CA.
Acabamos de receber todo o necessario
para fazer retratos chamados carte-album.
Esle genero de retratos ltimamente in-
ventado na America do Norte, rpidamente
se propagou na Inglaterra e Franca aonde
goza actualmente de todo o favor da moda.
A certe-a-lum se faz por duzias como os
antigos artes de visita.
Na Inglaterra tfocaram o norae de" carte-
album pelo de retrato-galera e os ingleses
osam encaisbar estes retratos em qoadros
especiaos para com elles formar galeras,
com que ornam seos gabinetes. Recebe-
mos urna certa quantidad de taes qoadros,
os quaes cederemos por barato preco aos
nossos freguezes. ^
As pessoas que quizerem ver specimens
dos retratos chamados curte-lbum, j fei-
tos em nossa officina sao convidados a visi-
tar o nosso estabelecimeoto.
CARTBES DE VISITA A 9(J0(D0 A DZIA.
Em consequeacia do novo genero de re-
tratos chamados carte-album, diminuimos
o preco dos antigos cartes de visita, os
quaes de boje em diante ficam reduzidos
ao prefb de
0>OOO
pela primeira duzia, sem que por causa
desta diminuico de preco, deuemos de es-
merar-nos no nosso trabalbo, como sempre
foi nosso costume. Alm disto, continua-
mos a dar os cartes de visita em cartes
de luxo, Bristol, ou porcelana, dourados ou
litnographados para o que temos urna varie-
dade de 12 modelos, a escolha de quem se
retratar.
tST VA GOMO PREVENCO.
Apezar do nosso trabalho ser muito co-
nbecido nesta cidade, aonde trabatbamos a
fi annos, com tudo jnlgamos de nosso de-
ver dizer hoje o seguinte:
Nos retratos feios em nosso estabeleci-
menlo emprega-se toda a cautela para of-
ferecer-se a par da belleza do trabalbo, as
melhores condicoes de durac5o. Doura-
mos e fixamos os nossos retratos sem olhar-
mos a economas, e ltimamente para Ibes
pdennos dar urna lavagem mais ampia
e segura, contratamos com a companbia de
Bebiribe orna penna d'agua. Os nossos
cartes de de visita sao verdadeiras photo-
graphias, que nao preciso de retoques do
pintor para Ib* desfarcarem os defeitos, e
convidamos a quem quizer a passar sobre
elles urna esponja molbada em agua, ou a
deixa-los mergulbados por espaco de horas
em agua, ou em espirito de vinho : seapre-
sentarem alteraco sero recebidos por nos
e pagos pelo duplo do que tiverem cus-
lado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
systemas photographicos at boje conheci-
dos em pbotograpbia. O nosso sortimeoto
de caixinhas, quadros, passe-par-tauts, e
jeias de ouro para a collocaco de retratos
o mais completo, variado e abundante que
existe nesla cidade.
ffaftKg!BM8!*i
No armazem de tintas ra do Impera- %?
dor n. 22, vende se :
Salitre refinado arroba 6o00 ^
Euxofre arroba 2*800 M
Atten$to.
X. 25 Roa do Livramenlo N. 25
Deposito de tamancos e calcado nacional da fa-
brica da ra do Jardim n. 19, de Jo> Vicente Go-
dioho, tanto no deposito eomo oaiannea seapromp
tam todas as porgues de calcado o mais barato
possivel, esta fabrica tem todas as machinas pro
prias para os calcados ja bem acreditados pelo
grande numero de freguezes qoe daqul se for-
neeem.
Chocolate vermicida
DE .
Antonio Nones de Castro.
Desde 1837 que sao as tabellas vermicidas ap-
plicadas em Portugal, como o remedio prompto e
efflcaz para a ezpolslodas lombrigas, qoe logra
ves padec menlos causam a que quasi sempre nao
se suppoe ellas a origem.
Este vermfugo preferivel a qualquer outro
pelo seu agradavel paladar e fcil appeacao as
chancas que mais gerafmente sao atacadas de se-
melbante mal.
Deposito especial
34Rna larga do Rosarla34
Botica de Bartholomeu & C.
CASA DA FORTUNA
Aos 6,000$
B1LHE1B8 GARANTIDOS.
A roa po Crespo n. 23 e casas do costme.
O abaixo ;ssgna4o vendeu nos sena moito felr-
zes bilheles garantidos da lotera qne se acabou de
extrahir a beneficio das lamillas dos voluntarios
da patria, os stgoioles premios :
N. 9760 dous quartos com a sorte de 1:2004.
A. 2703 dous quartos com a sorte de 300;.
E outras muitas sones de 100,8, 404 e 2o$.
Os possuidores podem vir receber seus respecti-
vos premios sem os deseclos das leis na casa da
Forln: roa do Crespo o. 23..
Acham-se a venda os da Ia parte da 1* lotera
da igreja de Nossa Senhora do Monte de Oliuda
(39') que se extrablra" segunda-feira 30 do cr-
reme.
Preco.
Bilbete.....600d
Meio......34000
Qoarlo. .... 14300
Em porcao de 100$ para cima.
Bllnate.....54300
Meio......24730
Qoarlo.....14375
Manoel Hartins Fiuza.
A vlnva de Francisco Marques Lemos Ri-
beiro avisa aos credores do seu casal qoe est
psocedendo a inventario dos poneos bens delle pe-
lo juizo municipal d< primelra vara e car lorio do
escrivo Santos, aflm de que tratera de verificar
os seus crditos perante o mesmo juizo.
Qoetn precisar" tomar lelte de bqrf^ode
dirigirse a travessa do Campo Gracfle sitio do-
frade.
-Wga-se
Aluga se dous sitios com boas casas para fami-
lia i moito fresco na torre
do mesmo lugar.
a tratar na padaria
Aluga-se
A padaria da Torre com todos seus utencilios-
al lem dous fornos por barato prego : a tratar na
mesma.
Armazem ou loja
Traspassa-se um bom armazem proprio mesmo
para loja de fazendas e com commodo at para-
familia econmica, na roa da Praia : trata-se na
rna da Madre de Dos n. 16, loja.
Quem desejar arrendar urna boa baixa de
capim pode dirigir-se ao largo do Peloorinho nu-
mero 7._______________________'
A abaixo assignada pede encarecidamente
aos lllms Srs. inspector ou thesoureiro da tbesou-
raria geral desta provincia Ibe respondam por
este Diario se sabem, ou do noticia do seu fllho,
alfares Jos Francisco Ribeiro, que foi d'aqui no-
meado, em Janeiro de 1857, alferes-ajudante do
corpo de guarnigao para a provincia do Amazonas,
o qual, desde qoe foi para dita provincia, deixoa
ordem para dar de seu sold 204000 meosaes, co-
mo ha de constar dos seos recibos n'essa reparligo-
para a abmo assignada ; agora accresce que a
mesma, desde novembre de 1863, ultima carta
qoe possue, nao tem tido mais noticia, nem mais
carta delle, pois al esta data elle mau'lou-lhe sua
mesada, uns tres metes pelo seguro do correio
desta cidade, e ba qoasl quatro annos, que se ln>
passado, nenbuma noticia tem tido dalle ; dse-
java a mesma, qua Ss. Ss. Ihe resppndam mesmo-
por esta fjlha se acaso vivo, esia'-'ou nao no
mesmo Amazonas; se, depois desia dala, conli-
nuou a mandar mesadas, ou oo ; e se f jram pa-
gas por essa tbesouraria, e al quaodo ; ou se te-
na mudan? para outra provincia : pelo que lbes>
Octra' mudo agradecida quem com verdadeira a
sincera e.-tima se assigna de Ss. Ss. muito rev*
rente e respeitadora
Luiza Mara do Rosario.
Recife, 23 de siembro de 1867. __________
E>cnptaracao coniLuercial
Urna pessoa com a pratica de mais de 20 annos
prop5e-se a escripturar livros por qualquer syste-
ma. Organisa-os, adiante os atrasados, procede a
baiangos e fecha os livros por precos convenci-
nados : quem precisar deixe carta 'echada nesta
typographia com as toiciaes D D ou na travessa da
ra do Vigario o. 1.
Na roa da Uadea do Recife, teja n. 7, pre-
cisa-se de urna mulner para ama de servigo inter-
no de casa de ponca familia para engommar e tra-
tar de meninos, pagare bnm.
Precisa-se de um caixeiro que a condec-
ment de sua conducta para tomar couta de urna
taberna por balaogo, em Apipucos : a traur no-
mesmu lugar com Machado.
AMA
Ama de leite.
Quem precisar de urna ama de leite, dirija-se a
ra do Brnm n. 66, armazem, qoe achara' com
quem tratar
Sabonetes de alcatro
O uso destes sabonetes tem apresenlado os mais
benficos effei'.os contra as impingens, sarnas, ti-
nba, caspa, comlcbSes e todas as demais molestias
de pelle
VENDE-SE NA
B i tica e drogara
DB
Bartholomeu coaipaahla.
34Ra larga do Rwario34
Precisa-se de urna ama qae engomme e lave,
para urna casa de pouca familia : a tratar na pra-
g> do Corpo Santo o. 17, 3* andar.
No colleuto da Cunceigao precisa se de ute
bomem idoso e sem familia para porteiro._______
XAROPE
DE CASCAS DE LARANJAS AMARGAS
ac ti. P. Laroze, pharmaceutico
em Pars
35 unos de successos attestam a sna efllcacia,
eomo:
tnico excitante, para ajudar as fuuc-
c5es do estomago, assim como dos intesti-
nos, e curar as doencas nervosas, agudas ok
chronicas.
tnico anti-nervoso, para curar os incom-
modos percursores de doencas assim evita-
das, e para facilitar a digesto.
ANTi-PERiODico, contra os calafrios, calo-
res, com ou sem intermiltencias, e que teem
por especficos as substancias amargas; tam-
be m efficaz con ira as gastri tes e as gas-
tralgias.
tnico reparador, para combater a ex-
baustaco do sangue, dispepsia, anemia, es-
gotamento, inappetcncia, langor etc.
Deposito em todas as pharmacias e casas
de drogaras no Brasil.
Expedicoes. em casa de J. P. Lazore. rae
des Lions-St-Paul, 2, Paris.
Deposito em Pernambuco, pharmacia de
n. Maurer A C. ra Nova n. 25.
tannc Power JodusIou ilonipauhia
Ra da Senzala Nova n, 4S.
agencia da
FundicaodeLow Moer
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Miendas e meias moendas para engenta.
Taixas de farro coade e batido para enge-
nho;
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma segaros martimos so-
bre navios e seui carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias e mobilias:
na ra do Vigario n. 4, pavimento terreo
Casa em blinda
Alofa-se nma boa casa na cidade de Olinda, no
ottio da irreja de S. Pedro, proiima a casa do Sr.
commebdador Joo Pinto de Lemos, exeelleole pa-
ra os banbos salgados; a tratar na roa do Crespo
n. 17, loja.
luga-se orna escrava perfeita coslnheira :
quem pretender dirija % a roa do Pilar o. 85, 5.'
andar.
Arreos de carro para um e dous cavallcs.
^elogios de ooro patente inglez.
irados americanos.
MRuinas para descarocar algodo.
Motores para ditos.
Mchinas de costura.
j__Al manhaa.
Precisa-se de um criado boleeiro : no sitio
da Passagem antes- da ponte grande o. 24.
Aluga-se urna casa com proporgoes para mo-
rada e estabelecimenlo de serrara, precisando o
mesmo predio de aig ios concert*, coja obra sera'
levada em couta dos alugaels conforme se con ven-
cionar ; a pessoa que se propozer fazer este nego-
cio dirija-se ao trapiche Ramos, armazem n. 10.
A a de leite
Precisa-se de orna ama que enra bom e bstan-
le JeitejnarnadeSanuRitan^___________
Ama
Precisa-se de nma ama de lelte : na roa do
Queimado o. 49._______________
Casa para passar a festar
Aliga se ama casa com bons coinniodos no Po-
co da Paoella, roa da Manguelra, jauto ao coronel
Lobo : quem pretender dirija-se a' roa da Impera-
triz o. SO.
Precisa-se de om criado para o hotel do
Mooteiro: a tratar na roa do Crespo n. 8, loja.
MUTILADO
i
e
H



p
Diarlo 4c Peroaaibae* Quarla letra & de Seteuibro de 1867.
*
i
i

,/
\
I1ACHIHAS
PARA
mm
SOUZft SOARES & IRMAQ ,
proprieirios do grande e novo esfa&eiectmno ae mudezas,
ferragens. quinquilharias e cantieiros a gaz
RtAMOYAW W
Em frente a botica do Di*, bamno
Receberam directamente de New-York om wrtiaaento de machinas para descarocar
algodo, sendo de 1*. 14, le, 18 e 20 serras, que pela sua qualidade e perfeicao, lornam-
se recommendaveis. .
Os proprietarios garantem por nm anno a construccao das mesmas, e o pom re-
saltado em descarocamento de algodo. Sendo estas da uro modelo tal, que alem de se-
rem de pouco volume sao muito facis para o trabalno, ficando o algodo o mais perreito
possivel'. Affiancaado-se os precos serem mais razoaveis que em outra qualquer parte.
Os preteodentes podem dirigir-se ao referido estabelecimento, que alm de acba-
rem um bom sortimento de objectos de que tendente, encontrarlo siaceridade e bara-
tera nos precos.
.
A oa
Precisa-so de om ama para casa de pouca la*
mili : a roa da Crot o. 8, i' aadr.__________
Jos Das Braodao. abaiio assignado, faz ver
ao publico qae se despedio da casa do Sr. loaquim
Francisco da Silva Juoior, do dia 31 do correte.
Recite *4 de seiembro de i857.
_______________________Jos Das Brando._____
Offerece-se um caixeiro rom toda prat ca de
uberDa e por bataneo : a tratar na roa das Cat-
eadas o. 2.
Precisa se de ama ama para todo o servic :
tratar na raa da Concordia defronie da casa
p. n._______________________________
"* A criada portogoea viodm ba pouco do Por-
to qae seofferece do Diario para o servio ex
tei nn de ama casa menos a cosioha dirija-se a raa ,
do Amorta n. 33, Ia andar.
Oomprum-sc escravos
Sil vino Gailberme de Barros, compra, vende e
roca effectivamente escravos de ambos os sesos
de todas as idades : a' roa do Imperador n. 79,
e-rceiro andar.
ignscio Bento de Loyola Pilho, ccmvida os sens
pareles e amigos para comparecerem na igreja
do Carmo desta cidade, no da 26 de correte as 6
boras da manha, :fim de oovirera algunas nis-
sas qae man a retar por alma de seo sempre
leiubrado pai, e desde j agradece o intimo d'a-i-
ma a todas as pessoas qae Ibe fkerem esse cari-
oso obsequio.
'Um amigo ao tallecido leneule de milicias Igna-
cio Beato de Locla, manda rezar por sua alma
duas missas, igreja dos religiosos Carmelitas, oo
dia 36 do correte a? 6 112 boras da manha, e
para as oavir sao-convidados a Ksm." familia, p-
renles e amigos do me?mo finado.
Agencia e assap He-e portara*
Claudio do Reg Lima despacbanle pelarepar-
tf^aj da polica de pasajorte o portara, tira-os
para dentro e (ora do imperio, por commodo pro-
ejo e presteza: na-roa da Prata 1* andar n. 47. __
Traspassa-se a chave do sKio com casa asso-
brad>da e boas commodos Dar familia no Cami-
Bbo Novo lado drreita defronie da eslacio dos trl-
Ibos : a tratar nomesmo sitio.____________________
Instructfio elementar para
meninas.
RiM da Cadeia do Recife n. 52, 3o andar.
Jeioioa Mara Pires de Camino, devidamecte
habiKiada pela directora geral da loslroccio pu-
blica e com eleatemente autorizada pelo Ecm. Sr.
presidente da provincia, faz scieote ao publico,
que-tea: aberlo em a casa de sisa residencie urna
aula, cujo programma o seguate :
Leitura.
Caligraphia.
Arythtnetica tbeoriea e pralicameate.
Douirioa Cbrislia.
Gramraalioa auiosal.
Costara.
Lib.ynatho.
Marca.
Bordado de todas as qualidades.
Trabattos de la.
Msica.
Francec.
Acba-se aberlo de i* de cumbre em di me, re-
.cebam-te iot'rnas e externas_______________
Attenco.
Deseneaujinbaram-se daas letras sacadas por
Jos Pereira Santos, e aceitas, orna da quaulia de
9335, por Praucelin j Atfrodizio da Silva Tavares,
em i5 le marco de 1867, a veocer-se a 12 mezes,
e outra por Domingos Carlos de Sabota da qoantia
de 4 cerle uo mesmo praso; as quaes letras, leudo
sido remeUidas no mez de mato do correte an-
no pelo corma do Sobral, nao chegaram ao sen
destino, p<-lo que faz-se o presente aonuucio am
de que ainguem faca negocia com ellas, orna vez
qae tendo sido aceitas outras, sao de nenbum vi-
gor aquellas de que se trata.
Alaga-se om sitio cora excellentes commo-
dos para erande familia, cora coxeira e porto do
banno ; no fdontelro, becco do Quiabo : a tratar
na ra di Pilar n. 112 at s 9 horas da manha
"*' .(-35 T* da larde em diante.
No domiDg7Tfo~TS9tren'e met< desarpa re-
cen de um dos quartos da casav-tfe-ba.nbos no largo
do Carmo, om reloglo de curo patente iUftea^de
n. 43219 : portanto rogase a quem o tiver acnrr>
do de o restituir a sea dono na roa do Qaeimado
Joja de fazendas n. 20, que sera' gratificado.
~Ao bom enteiidedo
Maito bem, meu charo Sr. Lisaodro, maito
bem 111 Acabe com esse monopolio, qne todos
os flihng de Minerva Ibe cantarlo em prosa e ver-
89 : Feliz Laeedemooia, qae gerou tal albo !
Desaforo I Querer om sabio de Alhenas enci-
nar e ao acuar discpulos por cansa desses mo-
nopolistas ;
Fogo ais Thebanos, meo charo Sr. Lisandro,
para que saibam que isto aqu nao Haliarto.
Sois digno de ama epopa e desde j est jun-
tando para esse flm os matsriaes este vosso secre-
ario.
Ph&roabasus.
___________ (Contiouarse-ba.)______
Albino Baptista da H cha, relo-
joeiro e dourador, praca da Iodo-
pendencia n. 12, faz qaalqner con
certo perienceoie a sua arte por
presos mai6 baratos do que em oa-
i_tra qoalqaer parle, e responsabili-,
i-se pelo aeu trabaiho, assim eo- i
mo vende relugios bous e baratos e cimpra obras
de ooro e praia em segunda mo.
' Precisa se de am caixeiro qoe tenba pratica
de molhados : no Progresso do pateo do Carmo nu-
mero 91__________
Precisa-se de uro menioo de 16 a 18 annos
para caixeiro de orna fabrla de charutos e mo-
loados : na roa e* tralla do Rosario n. 11.
P ecisa-se alugar am sitio com boa caa,
rpeteiras e tanque para baobo, oa Capanga a
margena do rio : a tratar nesta typographia.
na i -o
Comprase sempre por mais do qae em ou-
tra qualquer parle, prata brasileira e estrangeira
portuguezas, de 5J, 10A e 20 brasileiras, ongas
oa outra qualquer qaaldade de ooro, e se trocara
sedulas do banco do Brasil e caixas filiaes de oo-
tras provincias : ua roa da adeia do Recife n.
58, luja de atalajo. ________ '
Compram se
com premio meedas de ooro e de prata'naclenaes
e estrangeiras : na roa da Cade i a do Recite u. 16
rmate de Adriano, Castro & C____________
Pataces
Compram-se patac5es hespanhes, poriognezes e
brasilelros d cnnho anligo, em casa de Atam&oo,
Henry k G., ra do Trapiche^iovo n. 40.
Compra-se ouro e praia em obras velbas :
oa traca da Independencia a. 22.
Comprase urna casa terrea boa e nova, mo-
derna, em boa rna : qaem tiver pera vender di-
rija-se a bolita na praca da Boa-vista o. 32 cu au-
nen ce. ^^^^^^^^
"Libras esterlinas.
Comprare se com bem premio : na pra-a da In
dependencia n. 22.___________________________
Moedas de'ouro.
Nacioues e estrangeiras assim como libras
esterlinas : campram-se na raa do Crespo n. 16,
primelre aodar.
24^000
Comprase oa toja de joias do corceo de ouro
n. 2 H, roa do Cabug, moedas nacieoaes de 209
Ouro e prata
Moedas de ouro e prata nacionaes, estrangeiras,
! de todos os valores, se compram na ioja de onn-
i ves unto ao arco de Nossa Sanhora da Conceico,
roa da Cadeia do Recife, assim como ouro e prata
| em obras velbas, brilbaaies, diarr-autes e boajT_____________________________________________
C"rase
ama negra oa negro qae saiba cozinoar, paga-se
' bem : na roa do Imperador o. 21.
Cxupra-se um seiim usado : na ra Nova
n. 56, loja.
Compra se urna secretaria, estaodo em bom
[ estado, e urna salva de prata para 4 oa 5 copos :
! no caes do llam <- o. 10.
Compra-se urna casi terrea em qualquerdus
bairros da capital; a tratar na roa do Pilar n. o1.
'egro de aiela idade.
Comprase sendo da praca oa seus arredores e
portanto cunbecido sem vi -ios e propno para ser-
vvco de sitie: na roa Nova n. 19, andar.
Comprase talim, cuarlateira, canana, espa-
de e mais objectos necessarios a nm offlcial su-
balterno, todos estes objectos em bomaso : a tra-
tar na ra da Qaeimado o. 33 A, loiji da Espe-
ra a<.______________________________^____
Cempra-se
, osa preosa de frrro para espremer: qaem tiver
dirija-sea raa larga do Rosario o. 10.
VENDAS
Vndese
as segaintes obras: Ncvoas matutinas, di-
tas por A prigio Menezes, l&; Caucros So-
ciaes, drama por D. Mara Ribeiro, 1 volu-
me, 15600; Jao Diabo, romance por
Paulo Feval, 4 volames encadernados, 5J:
na ra do Crespo n. 4 fabrica de cbapos
: de sol._____________________________
Veode-se o engeobo S. Bartbolomea, moente
e correte, sito na freguezia de Munbeca, a tres
legoag desta cidade e a nma da estacao dos Pra-
zeres, me com o rio Jaboalo, tem immensas e
ptimas varzeas de massap e de pas, e mullos
; partidos para abrir ; a maior parte dos partidos
: sao a' margem do rio, e por elle pJe ser trans-
' portada toda a cana; alem disso tem todas as van-
! tageos de urna boa proprledade.
Tambem se veode com o engenbo oa separada-
; mente alguos escravos.
Sobre as condedes de preco e de pagamento se
; chegara' a accordo razoavel, ama vez qae se dse-
i a realisar a veoda : a tratar nesta cidade com
sea propietario na roa de S. Goocalo n. 39.
Tarinha de mandioca supe-
rior.
A tratar com Tasso irmo oo oo trapiche baro
do Livramenlo, forte do Manos.________
__Veode-se am preto possante e moco : na ra
rna do Rangel n. 9, oo troca-se por um qae sejs
coziabeiro.
Cal nova.
Veode se cal de Lisboa, a mais aova do merca-
do, e por menos prego do que em oatra qualquer
parte : a' roa estrella do Rosario, ao -rollar para o
pateo do Carmo n. 47, e oa ra do Apollo o. 30.
Terrenos
Aotonio Botelbo Pinto de Mosquita contina a
Vender terrenos no sea sitio do faado, antes de
ebegar em Beberibe, abriodo ama estrada oo raes-
j mo sitio, qae a travessa o rio de Beberibe, segae a
i do encaoameato das aguas qae vo fornecer em
'Olinda; no mesmo sitio achara' com quera tratar,
! nos domingos e das otis, ou no Recife, ra da
! Caddia, loja de fazendas. _
Vende-se arroz pilado das Alagoas, moito
superior : oa roa da Sezala-velba d. 84.________
Venderse
am escravo de 20 annos de Idde, sadio e propno
para todo ser vico : no Recife, raa da Cadeia n. 56,
1 andar.
COMPRAS
Comara-se moedas de ooro de 20J, 16f, 10*
9 a roa da Croz n. 3. ___________
Moedas de prata
DacieaaM, assim como pstaeSes poriugaezes e
feaepipboes, compram-se com preojlo ; o roa do
Crespo B. 16, prloeiro aodar.
Vende-se ama armado de loja da miodezos. sita
oa roa larga do Rosario o. 42 : a tratar oa mosto i
ra n. 38, loja da Aurora.
Veiide-se
Urna excelleote escrav da 23 anoo? de idade,
cose, cosioha e eogomma com per/eicio, bonita
figura, aem vicios oem achaqaes (o qae se afflan-
a): di raa da Uofio 0. W, ? dir' porque se
veods.
ATTENClO j
No armazem de fazendas de
Santos Coelho, ra do Quei
mado n 19.
Bom e barato
Cambraia de cores matisadas finissimas a
800 a vara. ,.
dem brancas transparentes *.?>** "
55000, U, U, U e 9.J000 a peca cuiu v>
jardas.
dem branca tapada de 85 e 93 a peca
com 12 jardas.
dem branca franceza muilo larga a 9> a
peca com 8 varas.
Bal5es de 35 e 40 arcos nesgados para'
senhoras, a 40500.
dem de 35 e 40 arcos com ferrngem a
25500.
dem de mursulina nesgados a 55-
dem de crocbet a 55.
-dem de mursulina para meninas a 35 e
35500.
Saias bordadas a 55.
Cambraias admascadas para cortinado a
125 a peca com 20 varas.
dem para forro a 35 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linbo moito fina de 65 e 95 a
vara.
Madapol5es finos de 65, 75, 85, 95,405,
115 e 125 a peca.
Platilba de algodo superior fazenda pars
saias a 35200 a peca com 10 varas.
Cobertas de cbitas de ramagem a 25600.
Lences de hamburgo fino a 25400.
dem de bramante moito fino a 300.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
45500.
Gnardanapos de linho adamascados a...
35500 a dazia.
Atualbado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 25 a vara.
dem adamascado de linbo com 7 1/2 pal-
mos de largura a 25 a vara.
Algodo entestado com a mesma largura
a 15100 a.vara.
- dem trancado de algodSo a 15600 a vara.
Toalhas alcocboadas de linho lisas a 115
a du-zia.
dem de algodo felpudas a 135 e 145
a duzta.
Colchas de fusto a 65000.
Retundes de i preto a 65.
Chales de fil a 55.
Lencos de cambraia braneos finos a 15800,
25 e 25500 a duzia.
Lencos de cassa fimsstmos a 35200 e
8560'j a duzia.
Fil de qo liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 15000 a vara.
Grosdeoaples preto bom a 15800 e 25
Morantiqoe preto superior a 25800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 800 rs, a
vara.
Bramante de linbo com 10 palmos de lar-
gura a 25500 a vara.
dem de linbo com 5 palmos a 15200 a
vara.
dem de linbo com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Riquissiruos basquios a 255000.
Assim como outras multas fazendas que
se vende por meos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de tudo,
. Fundico da A urora
Taixas de ferro cuado, bom sor timen te e qaal-
dade superior. ___________ _
llioeolate de lleabiriere
purgativo de magnesia.
E* o chocolate de desfariere o meibor porgante
al agora coonecida e de grande aeeitaco em Pa
ris, onde lem sido mno apolicado no hospital
Hotel Diea pelos professores Trousseaa e Pidoui
com o meibor resultado.
Por sua aeco laxante purga sem fa'igar o esto-
mago e os intestinos, e aprsenla ptimos resulta-
dos como dorivailvo, abrovente, aoitiverooso, re-
frescaote e deporatiro.
Deposito especial
34Roa larga do Rosario34
Botica de Bartbolomeu C.
Fabrica e fundico de bronze
e outros metaes, caldeireiro,
laloeiro, efunileiro, situada
na Soledade, iua do Prin-
cipe n 3, e com deposito na
ra Nova n 38 da cidade
do Recife
DE
BRAGA &SAMPAIO
Fabricam-se nete importante estabeleci-
mento todas as obras concernentes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os lamanhos em
feilios, os mui acreditados aparelbos de
Derosne com as dimencoes delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas qoaesquer pecas des-
apareis, como sejam o dilatador, ratifica-
dor e condensador, ou esquenta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
Loja do Gallo Vigilante
DE
Gaimares& Freitas
RA DO CRESPO N. 7.
Os proprietarios deste bem conhecido H
tabelecimento tendo em vistas a boa vonlade
com qoe t ida generosa popu'ac5o desta bel-
eces e qoalidades, pelo systema france ou |e cde ^^ comFaFsua coadjovaco
americano, simples, de pressao, repuxo e para 0 basar de prendas que costumam es-
com especiai.dade a estanca nos l asstm de- \ [iM&xr m dia 3a commemoraco do anni-
notmnadas pelo enorme volume de agua versar0 do u M Porluguez de Benefi-
que absorvem calculada em 100 pipas por em cojo prodacto applicado a bem
ora, e das quaes algunas estao promptas a daquelies que baldos de recursos, e no leito
serem experimentadas. !daMdor a|pr0coram melborar seus soffri-
Existem bombas por este systema, me- meotos e aproximando-se'o dia dessa gran-
' diosa festa por isso apressam-se em avisar
ores, para regar sitios, garantindo-se nao
s sua duracao como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo que s3o cons de-
radas boje as primeiras bombas conbecidas.
Todas as mais obras se fabricam vonla-
de dos freguezes e a seu capricho.
Existem sempre promplos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rosoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartidei-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
outros uteucilios preprios para engenhos,
como sejam mancaes de bronze, parafuzos
para rodas de agoa e potres.
Cavilhas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanbos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo quanto diz respeito as
obras de lato torneadas e polidas com toda
a perfeicao. \
Vlvulas parattanques de banho, lorneiras
de todos os tamanhos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botes para farda, aparelbos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cornetas, atant|_
padas turbulos, caldeirinhas, navetas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folbas de flandres de todas as
qualidades, bahs, bacas, bules e outros
uteucilios domsticos.
Lampies para gaz para engenbos, fulha
de flandres em caixas, folbas de cobre e la-
to, tubos de ebumbo para encanamentos de
todas as dimencoes, folbas de zinco, estanho
em barras e verguinba, lances e barras de
chumbo, vidros finos para espelhos, de co-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
dracas, diamantes para corlar vidros, cadi-
nbos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro. lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros nmeros
o'ijectos propno de taes eslabelecimeutos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitas sob a direccSo do socio administrador,
Jos Baptista Braga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de to
Importante estabelecimente, isso urna ga-
ranta pela sua longa platica, que tem os se-
ohoies freguezes de qoe sero servidos a
contento, com prompliao e preco |commo-
do, pelo que os proprietarios lhe serlo.agra-
decidos.
IIIVAL SE1 SEGUNDO
na do Qnelmado n 49, loja de
mludezas
DE
Jos Bigodmno
Varas de babado bordado do Pono a
Carreteis de retrot preto eom duas oitavas
propt ii s para machinas a
Pregos franceres de todos os tamanbos a
Grotas de boiSes de osso para caiga a .
Espelhos donrados moito Anos a .
ixas com llnba soperior para marcara .
arrite is de reteox de todas as cores a
; Frascos d'agoa de Colonia moito soperior a
Frascos de o eo muitotf oo a......
I Duzia de tesooras pequeas a.....
Frasco d'agoa para hropar dentes a .
-Relies pretas Ifsas para segurar cabello a
' Duzias de peonas de acomuno finas a .
Caixas de linha do ga de 30 novellos a .
I dem de palitos de segnranca as...
Garrafas de agua Florida verdadeira .
Syllabarlos com estampas para meninos a
llmenlo da roopa de lavar a.....
Uurlas de meias floas para seobora a .
Agolhas fraocezas a baio (papel) a .
Pecas de Otas de la de todas as cores a
Grotas de bot5es de porcelana prateados a
Caixas com alfloeiles trnceles a .
Caixas de 100 envelopes maito fios a
Resma de papel de peso braceo liso a -
Frasco com superior tinta a.....
Pares de botSes de ponlio moito bonitos
Linbas em carlo de 200 jardas a".
Caixa de soperior linha do gax com 50
nove, los .............
Tafberes para menloos a.......
Masso com superiores grampos a .
Bonets para mentos a........**25
Peotes com costa de metal a...... *5*J
200
300
240
200
1*000
240
80
EOO
300
4,80
500
320
60
COO
20
1*100
320
too
4*000
60
cOO
160
80
600
2*000
10
80
100
700
240
30
Vinho fino do Porto en-
garrafado.
Vende-se de mu excelleote qualidade por mo-
dieo preco em caixas de 12 garrafas : no arma
mex de David Ferrelra Bailar, roa do Brom o. 66.
Veo e se o estabelecimeDlo da casa o. 28 da
roa do Trapicho. Ao comprador se dir o motivo
porqoe se ende.
MUS DE LIMIO
do Porto
Veodem-se meias de linho prximamente che-
gadas do Porto : oa loja Cadeia o. 44.
Escrava
Vende-se ama escrava de 24 annos, de boa con-
ducta, sadia e bonita Ogara, a qnal eogomma, co-e,
concha e lava com perfeicao : a tratar na roa do
Bruro n. 48, 1 andar, das 7 as 9 horas da ma-
nha e das 4 as 6 da tarde._____________________
Vinbo superier em caixas de orna dozia e
tem para veoder Aotonio Luiz de Oliveira Azeve-
do & C, oo sea escriplorlo ra da Croz o. 57.
Cal de Li boa
No armazem do caes da alfaodega b. 5 ha para
veoder superior cal nova, marca TM, chega
portngueza Graliiao, a preco de
Attenco.
A Borldade.
Jaqoetiohis pretas, casaqoiobas de grosdeoa-
ples para seoboras viadas pelo ultimo vapor da
Eoropa a 20* e 23* cada om : a loja da roa do
Crespo n. 17, aellas antes qae se acabem.
Pecas * a 4* e 4*500 a pega com 10 jardas.
Vende-se
Brom D. 61.
carvo d ferreiro : na raa do
Vende-se
Vende s orna tabaroa na Torre com pouco fun-
do e bem afreguezado : a tratar na padaria do
mesmo logar.
Boa pinga do Douro,
Chegaram barris de quinto com paro inho do
Douro g a rao lindo se qoe Dio tem coufeicao algo-
ma a excepeo de om boeadiobo de agurdente
qae ibe blaram para poder resistir a viagem,
oeste genero o meibor que tem viodc a este
mercado, e moito proprio para osar os boras de
comida e veode-se por preeo em coota oa loja e
armaiem do Pavo roa da Ioperatrii o. 60, de
Gama & Silva._______
A tencao.
Veode se ama mulata, a qa I eogomma, co3e,
coztoha e lava cum perfeicao : a tratar na roa da
Croi o. 21, botica franeeza.
Veode-se am escravo peca, de Idade 24 ao-
009; no largo do Carmo o. i.
Attengo.
V nde-se oa ra das Cinco Pontas n. 82, latas
com 4 libras de doce de goiaba, lino, meibor que
pode baver neste genero ; e tambem aluga se orna
es era va.
.GRANDE
Tendo de se liqnldar a loja de calcados da roa
do imperador 0.32 :
BorzrMii's de Melli...... 1(*00C
Ditos de Suzer....... 8*000
Ditrs de diversos fabricantes. 8*000
Sapatoes de bezerro Suzer..... 3* 00
Borzeguins para meninos e meninas. 3*500
Ditos ditos ditos....... 2*000
Borzeguios de lustre para homens
(uzer)......... 7*000
Sapaldes Melli....... 7*000
Bozeguins cordav)...... 8^000
Perfumarlas do fabricante Lubia e
Piver pir menos prego qae em oa-
tra qoarqaer parle.
Botas para montara.
Peroeiras e goarda tama.
Sapatos de traoca para meninos. 1*000
Sapaios de couro da lustre com sallo
para seobora....... 2*000
i
Grande hiinazem de tin-
tas medicamentos etc.
Roa do Imperador n, 22.
Productos chimicos e pbarma-
ceuticos os mais empregados em
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tura e para tinturara.
Productos industriaos e tintas
para flores, como botoes de flores
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenho.
Productos chimicos e industriaos
para pbotograpbia, tinturara, pin-
as tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
J prid directamente de Pars, Lon-
16 dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
( pode offerecer productos de plena
Sconfanca e satisfaz^r qualquer en- jH
commenda a grosso trato e a reta- i
I lbo e por proco commodo.
mmmm *m-m**m
Carregament de burros r&S
Esto a' veoda oa roa da Concordia, oo terreno
defroote do aoligo armazem do s i|, os maiores e
melbores barros qae tem vindo a Peroimbaco, os
quaes se vendem barato : e pede se a's possoas
que jt'compraram qae mandem retirar os seos
at ao dia 17, do contrario pagara o 303 rs. diarios
pelo sustento._____________________^^____
Veod.'se mel
MEL
a roa do Apollo.o. 4.
ao respeitavel publico do que ha de mais
moderno em seu estabelecimento, alm dos
quaes tem variedade de ontros, qoe a serem
para um fim 13o justo os venderam por pre-
cos mui rasoaveis.
Riqoissimas caixas com msica contendo
o necessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Riquissimos livrinhos com capas de tar-
taruga para missa.
Riquissimo albura com capa de tartaruga.
Porta joias, dedaes e relogios e neste gos-
to nma infinidade de objectos.
Vasos, calnngas e palliteiros de porcelana.
Bi'ecas qne cbamam papai e mamai.
Finissimos lencos de cambraias de linho
meo disticos.
Gaixinhas com perfumaras.
Bengalas de canna com lindos castes de
marfim.
Riquissimos enfeitfs com coques e sem
elle iuteiramente novidade e ultima moda.
Lindissimos cintos para senhoras.
Fivellas lindas de moito gosto.
Lindos port-bouquetcom cabo de madie-
peroTa^oprsjaaa-c^^
Riquissimos leques de madreperolaT -
Lindos leques de sndalos para senhor?
Ditos de sndalos para meninas.
Ditos de sndalo teodo no centro um qua-
dro de seda, ultima moda.
Leques de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lio los peotes de tartaruga, massa e outras
mnitas qualidades.
Luvas iiejouvin. interamehte novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Ditas de seda.
Meias de seda e algodo.
Lindas trancas pretas e de cores om ve-
dilrbo e sem elle, assim como lindissimas
guarnicoes para enfeitar basquines e Lotes
para os mesmos.
Lindos iodispensaveis para meninas das
escolas.
Bengallinhas para meninos.
Suspensorios para meninos.
Lindas touquinhas e sapatinhos ricamen-
te enteitados proprios para baptisados.
Meias de seda para e mesmo Sm.
Muito boas esco"as para dentes, chapos-
roupa, cabellos, unbas e para limpar pentes.
Superior linbas para crocbet.
Agulbas para o mesmo flm.
Lindos agulheiros e dedaes de madrepe-
rola e marfm, assim como de metal.
Lindas guarnicoes de botes, tespara o ole,
punbos e colerinhos.
Ricas capellas para noivas.
Meias de seda para senhoras.
Superiores thesouras para unhas, costura
e cortar cabello, etc., etc.
Suspensorios de seda para bomem.
Ditos de algodo para bomem e meninos;
Finos aderecos pretos para luto.
Grande sortimento ce Anas perfumaras
dos melbores fabricantes at hoje conhe-
cidos.
Grande sortimento de fitas de todas as
qnalidades.
E muitos outros objectos que impossivel
seria menciona-los e que se encontrarlo na
loja do Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Realejos para meninos a
100
GRINDE BAZAR
RA NOVA N. iO B 22

Machinas para descarocar algodo. do me
lhor aotor que tem apparecdo na America*
E' tal a execucao do machinisms, que o al-
godo sahe quasi to perfeitocomo o dbu-
landera. Recommenda-se a attenco dos
Srs. agricultores, estas machinas.
Rival sem segundo.
Roa do tueimano n. 49.
iuer acabar eom as fazendas abaiio
mencionadas.
Qoeiram vir ver qoe bom e barassime.
roalbas de labynntbo com bico, fazen-
com
da boa a .............
Carreteis de liaba com 100 jardas a .
Grvalas pretas e de cores muito Anas a
Caixas de obreias de massa muito dovp.s a
ecuadores para espartilho de cordo e
Uta a...............
Carreteis de liaba Alexandre com 400 jar-
das a ...............
jabonetes moito fios a 60, 160, 200 e
Ditos de bolla muito finos a 240 e
diadas de lioha froxa para bordar a
Varas de cordo para espartilbo a .
entes volteados para regacar cabello de
meninas a............
irascos de macaba' oleo maito fino, a .
Abotoadoras maito boas para coileies a .
Candes de boba braoca e de cores a
Libra de ara preta soperior a.....
Sscovas par tato, fazenda boa, a
Varas de fraoja braoca de linbo para
toalba a ............
Pesas de bico estrello com 20 varas mallo
bonito a...........
Varas de papalina de dlffeientes largu-
ras a 120,160 e '......
Caixas de palito balao a........
Caixas de palitos de segaranca sem en-
cbofre a.............
S.looneles de familia a 100,160 e ... .
Grosas de botoes de madreperola para
camisa a.........^.
Cariilba de doutnna cbnsia *m
Latas com superior banba a......
Quaderno? de papel pequeo superior a
Dutia de baralbos fraocetes superior .
Greta do phosphoros maito superiores .
Cmxis a retalbo do mesmos.....
Caixas de phosphoros de velliaba contendo
500 veliinhas muito superiores a .
Resmas de papel almaco moito soperior 2JS0O
Resmas de papel pautado soperior qtiali-
dade...............3*600
Dozai de meias para bomem.....'{^!2
Duiias de meias croas multo soperiores 4#0u0
3;odo
30
500
40
(0
200
320
320
20
20
320
120
500
20
500
100
1*000
200
40
60
240
500
320
200
20
2*000
IJuOO
10
CASTRO NUNESi
Grammatica nacional.
Sexta edico
itOOO
Lirrafii fraaceu.
GRANDE BAZAR
ra Nova n. 20 e 22
Machinas pa a costura do autor Wheele?
A Wilson, chegadas ltimamente da Ame-
rica; as qua,es pode cozer-se com dous
pespontos, toda e qualquer faionda, emba-
inbar, frangir, bordar e marcar roupa tudo
com perfeicao. Sao tao simples, que com-
prehende-se fcilmente a maueira do traba-
iho e a pessoa tendo pratica de coser em ma-
rbnas, pode fazer por dia o ser vico que fa-
ciam 30 costoreiras.
Chama-se este estabelecimento a atten-
qro do publico, visto que elle se acha com-
pletamente sortido de objectos de gosto,
como bem leques de madreperola e de sn-
dalo, fivelas, fitas para cinto, cokes perfu-
mara e etc,
Na ra nova n. 20 e 22. Carneiro Viae-
na &C.
PASTILHAS
VERMFUGAS
DE KEMP,
NOVA YORK.
DE COR CtlEIRO E SABOR AGRADAVE1S
Infinitamente mais efficazes do que todos
os mais remedios perigosos enauseabundos
que existem para a expulso daslombrigas.
N5o causam dores e produzem seu effeito
sem precisar logo depois de purgante ne-
nhum e toincitantes em apparencia e deli-
ciosas em gosto, que as criancas esto
promptas a tomar mais do que marca a re
ceita.
Uteis como um excellente meio de fazer
remover as obstruccSes do ventre, mesmo
no caso de nao existirem verme algum, as
PASTU.HA8VERH1FUGAS DE KEMPS S30 prOmp
tas einfalliveis na sua operacao e por todos
os respeitos dignas deconfianca e approva-
c5o de todos os paes de familias. Prepa-
radas nicamente por Lanman & d,
Nova York.
A.' venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo 4 C. e P. Maurer & C, e em toos os
estabelecimflntnQWharmaceoticos do imperio
6,
VENDE-SE m
- Motores amencaoos para doos cavallos.
Dito dito para qoatro cavallos.
Machina, para descarocar algodo de 14,
IR 40 30 3o e 40 serras.
Prencas para enfardar algodo faiendo os sar-
eos cor 6 palmos de comprimento cora o peso ae
150 e 200 libras, viudas Diurnamente da America
oo armaiem da Henry Forster & C, no cats Pe-
dro II d. 2 tonto ao Gabinete Portogoez.
" Vende se om molaliobo de idade de 12 an-
os, linda figura, bom copeiro, bsbitaarto ao serveo
de casa, sea vicios e bem educado : ra do xTos-
pelo defrotle da casa em que fi o gyronasio na
i paooltlma eaaa lano ao canal; os pretendjuJtes
podem ir vello das seis as nove horas da msonaa,
i 'a das tras as seis da tarde.
4
I
i


s
4

I
MUTILADO!
*""


Piarlo de peraraba Qnaria cra 1* de eieaibro de 186?.
RA DAS CINCO PON AS N.86
AO GRANDE ARMAZEM
DAS

Sempre baratn
'
Ingleza fldr a l&, a libra e a Seo rs
dem fraoceza a 38 rs. a libra.
H mielga .
. soflrivel e propriapara tempero uw
Cha
r
De primeira qualidade a 2(J8oo e p:oi>ro para negocio 106o* a libra.
Macollo
Inglezes pearl, nicnac, oval, cracnel, e outros superiores a 10loo a lata.
FlgOS
A 24 reis a libra.
(oarnu
De miloo branco a 4oo reis a libra, de araruta verdadeira propria para aumen-
tar cnangas a 5oo reis a libra e caxinhas com 4 libras por meaos, gamma do Maraado
a ,6o rs. e tapioca sag a 24o a libra.
Chocolate
Superior a 1, a libra.
Doces
De guiaba em latas a 45ooem caixa de 4 libras, multo Qno a l$8oo, em caisoes
de 2 libras a 5oo e 32o.
Pelie
E.ii latas a Uooo reis a libra, sortido em qualidades.
Ostras
America a 8oo rs. a lata.
Baldes e Vassouras
Americanas a 8oo reis cada peca.
Toucluho
De Lisboa a 320 reis a libra.
Tomates
Em latas a Goo rs.
al
Refloado em lindos postes por 5oo rs.
Rirsha de Wasser
A 2ooo a garafa.
Vcrsaoath e Abssntho
A 35oo a farrafa.
Bltter
A liSooo agarrafa.
De bordeaux superior, SaiDt Estephe, Saint Julin, Saint Emilie a 7i5ooo a duzia
e 64o rs. a garrafa.
Tlnho
Do Porto Gno a 14ooo a duzia e i05oo a garrafa e magnifico tamhem em bar-
ril i 8co a garrafa.
Daqne do Porto
Adamado e outras marcas a 9oo rs. a garrafa e fo$ a duzia.
Vicho da Fignelra
O que ha de melhor a 40, a caada de Lisboa a 30 e 40 a garrafa.
Vinagre ^>
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a g?.: rafa. ^^'**'
Farello de Lisboa "~~ "*"*""
Saceos com 9o libras a 405oo
Cerreja
Franceza em gigos de un a duzia a 60.
Ingleza
Bass verdadeira a.......T. e Victoria e Alssop a 5oo reisa garrafa

" O
:.
tea luIUUri t -j-.-i.eri>fc, tbtutuuaucM* iuicw 41* cusa ico ueiUiVSD Mtitivo. Yeudt4S
i i-iBr-in!-! bolio do Diosoo. (Eligir ImIhbbm **.(MBBM d B*J*MUJ Futa, en ""
inwat >}. bmkmit fcM, M muL m


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PREPARARES FERREAS-IAICAHICAS
APPROVADaS ttlk ACADEMIA BB MEDICINA
DE BURIN DU BUISSON
. PkarBKtalic, Utrud fel acdenla de Vicia Iva
0 eminente professor Troussba, na nhima edico de en Tratado de Thera-
peutiea e Materia media. recorjhece que os ferruginosos simples aSo rouias
vezes nefficazes para curar as molestias qne tecm por causa o empobrec siento
io singue. Muitos mdicos dos mais distinctos alfibuem esse m o xito a ansenc,
u'e&sas preparacw, do vumganose, que se acha no sangne, eomo o tem recoufcecide
9s chiraicos os mais peritos, sempre intimamente unido cora o ferro. '
E' pois, prestar-ie um verdadviro servco aos Sr" Mdicos, o caamar-se sua attenoaa
sobre as preparacc-es sepintes.
i''
1
1
dando immediatamente tima agua, aeidalsda,
terreos raangaoicos IM, t8radaveif
econeroia as aguas minerae ferruginosas.
2 Plalas e Xarope de iedurelo de ferro e de maaganese y temis
eontendo cada urna cinco centigramos de iedureto de ferro manganicq indi^d*":
particnlarraenta as molestias Iymphatieas, escrofulosas, e oas chamadas ctz
rosas e tuberculosas.
Nceitadas especialmente
para a chloros, a ane-
mia, a leucorrhea, a ame-
norrhea. A indicacao de
alternar estas duas preparaeSea di os melnores resultados.
O a> lorin du Buisson desfijando obter a adhesSo corapleu do pubtleo mek* t
cerca do valor de saas preparaeSes, previne qte elle as pte gratuitamente a ssa
disposioSe, dingendo-ee;
lie Ptriumbucc, a sen agente geral, Mamrer O, pharaacencoe, re Hcra.
no
Yaaie-se napharmacia de P. Maarer dt,C, ra Nova.
3o flranes de lactato de Ferro e de maaganese
Plalas de carbonato frreo manganico
DEMUiTOOOSTO
Vrivi),S3.5ti!ft?pto & maileraoschapiDs e cbipellnas de seda, de fl! e da palha de Italia,
oan < n'nrieflreaiOa,
Supriores tiras, brdadiobose entre melos birdados em cambrala Upada e transparent.
\\ loja das columas a roa do Crespa o. 13
Aatoaio Gorreia de Vasconcellos & Companla.
Ao respeitavel publico pernambncano pee-se
Atlengao
Baateiga iagleza
320, 500, 800 e 1(5 s no armazem se acha visU.
Manteiga franceza
em liDras 560 e 640, em barris se far differeBca.
Banhd de porco
em libras 320 e 380, em porc3o se far difirela.
Fructas
em calda Pera, Pecego, Rainha Claadia, Alperxe e outras muitas 500 e 640 a lata.
Ervlllias
Portuguezas 640, francezas 900.
Famo
em latas do.Pari e de albaneque, lata i& e 1200.
domnia de mllho
em pacotes, dita da trra 100 e 200 a libra.
Vlubo
de Bordeaux em cana a duzia 53, garrafa 500, dito4e 8,5 a duxia, 800 a garrafa, dito a
ii a dozia, 4(5200 a garrafa, ditodo Porto a 80,120,180, 240, caixas de dazia, assim
como Bgueira caada 30500 e 40, poro J A A Lisboa 20800, 30 e 30500 a qualidade
convida.
Gas
em lata de 5 gales e mais pequeas a ?ontade do comprador, em garrafa.
Alpiste
140 e it-0 a libra, pataco a 100 albfa.
Azcite
em garrafas a 800 e 10.
CHARUTOS
em caixa de 50 por 18, ditos Debelas; Trovadores e Parisienses em caixas de i00r ditos
da ExposifSo caixa 50, ditos de Regala caixas com 100 a 20500 e outras muitas marcas
que s na presenta dos compradores.
PREZUNTOS
de lamego em barril, ditos de fiambre o melhor que ha no mercado por preco que faz
admirar 1!
DOCE DE GOIABA
caixoes de 560 fino, ditos de 10509-qae parece marmellada. dito em latas muito fina
qualidade a 10200.
BOCETAS
com doce secco a 10 e 20.
/ QUEIJOS
do Alentejoem latas chegadopelo vapor Oneida, ditosFlameogosePratosdosmaisnovos
que ha no mercado.
J AZEITONAS __
de elvas como no merca/o n3o temos .a.U a lata, em barris do Porto a 10 comonSo'h
melhor. -
DE
Joaquim de Almeida tinto
Ajurubeba contra o ingorgi
lamento do figado e do bago.
Em extracta aleoollco, emplas-
tro, olee, tintura, puluti,
xarope e rloho
A jnrubeba ama das substancias medi-
camentosas qne pertencem ao reino vege-
tal, e pertence a classe dos tnicos e desobs-
truentes, sendo empregada com vaDtagem
contra as febres intermitentes acompanbadas
de eDgo gitamen.o de flgado e de baco. Ella
tem sido apphcada com incontestavel pro-
veito contra a anemia ou chlorose, e hydro-
phesia, catharro da bexiga, e mesmo para
coffibater a mentruac3o difficil, resultante
da mesma anemia ou chlorose.
Depositas geraes
. Em Pernambuco, ra larga do Rosario
n. 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
Durado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs, Casco &. C, Macei, pharmacia do Sr.
Claudino, do Havre, pliarmacia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, na pharmacia do Sr. Feij.
s Germann
RA NOVA N. 21,
acaba de receber um lindo t magnifico lor-
timento de oculos, Itnetos, binculos, do ni
tfmo etmalMpurade geste da Europa e ocr
los de alcance para observacQes e,para f
maritimos.
Fundipao d*Aurora em
Santo Amaro
Completo fortiiDfitc de taias batidas -9 fonat-
das, alambiques d lodos-M la a a ribos e fundosde
dito, irioeoilis de todws.os tauBioaus de superior
qoalidade, crivos e boceas de loriialba. o fue todo
se veada por commodo preco. _______
Vapores.
Vende-se em easa de Saniders Brothers & C
o larjto do Corpo Santo u. 11, vapores patentes
om todos os perleaces proprios para faier mover
es ou qaatro machinas para, descarejar algodo
^t3*"

I
Em liquidadlo.
O pro(jrietario destes dousestabelecimen-: "Rniint Ai-a na/>Anl
tos tendo moita fazeoda em ser e deseja^do! T7"-YuPa Lt3lld U4tIUIldl.
liquidar para vender mais barato que pos-! _/ ende-se calcas de casimira t a 50. 65
ivnl na rna da imnnratri? lma arm^ona 83, pretas ditas le meia ca-imira a 151)1"
,-------,
80Y0 DEPOSITO
65 e
sivel na roa da Imoeratriz loias e"armazens 8/>' Prelas ditas 1e meia ca-imira a 15600
da Arara, ns. 56 e 72. je 35> ditas ^ br;m Par, a *&M0, 25400
*^-,rssVSffm^^^K^P,^
Vende-se alpacas de assento branco com casimira a 33, 35300 e 45: alitots de al-
hstas e flores lisa e admasca ias propria?1 paCa de cores e branca a 33300 e 45: palitois
para vestidos de senhoras a 500, 70 e 800 je brim decores a 2350O, 35 e 25: serou-
rs. o covado rua da Imperatriz loja da Ara- ie algodosinho da linho a 1360O, 25,....
ra, ns. 56 e 72. 23o: rua da Imperatriz loias da Arara
Ditos 160 o covado. v-v ns. 56 e 72.
Vende-se ditos em retalhos a 160 rs\ Organdis de cores a 640 rs. a vara,
covado, ditos era peca a 200 rs. e covado J Vende-se cassa organdis de cores a 640
retalhos de caga prea a O o covado: re- e 7i0a vara: tdatana de cores a 8;>0 rs. a
talaos de caca decores a 200, 210, rs. o co- 'ira: rua du Imperatriz lojas da Arara ns.
vado: retallos de lasinhas a 160, 200 240 56 e 72.
rs. o covado: rua da lmperatriz lojas da Madapolo a 45000 a peca.
Arara ns. 56 e. 72. Vende-se pecas de madapol5o cf-m 20 va-
Brim pardo transado a 560 rs. a vara, ras a 43, 53, 5, 75, 83 e 105: rua da
Vende se brim pardo com peqneno toque lmperatriz luja di Arara ns. 56 o 72.
de mofo a 560, 640 rs. o covado: rua da
lmperatriz lojas ns. 56 e 72.
LSazinhas a 200 o 'covado.
Vende-se lasinhas para vestidos de se-
nhora a 200, 240, 280, 320, 340 e 400 rs.
o covado : na rua dalmperatria lojas da Ara-
ra n .56 e 72.
Chitas franeezas largas a 240 rs. o covado.
Vende-se chitas francezas largas a 240,
2t*0, 320 e 400 rs. o covado: rua da lm-
peratriz lojas da Arara n. 56 e 72.
Mosambique a 400 rs. o covado.
Vende-se mosambique com palmas de se-
das para vestidos de senhoras, a 400 rs. o
covado: e vareja de listas para vestidos de
senhoras, a 280,320 rs. o covado.
Sedas escusseza com quadros para vestidos
de senhoras, a 280 320 rs. o covado: roa
da lmperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Arara vende as saias 35500.
Vende-: e saias bordadas para senhora a
35500, 45, 65 e75, saia balo ou crinolinas
de arcos a 25, 25500 35 e 33500: rua da
lmperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
As sedas da Arara 1#.
Vende-se sedas de quadrinhos e com lis-
tas a l&, 15200, 15600, 15800 e 25, o co-
vado : pu.M linas de seda com palmas saltos
para senhora a 156(0e 15800, grosdenaples
de cores a 15800 e 25, dito preto a I56i)0,
15800 e 25: rua da lmperatriz lojas da Ara-
ra ns. 56 e 72.
Casimira emfestada a 15 o covado.
Vende-se casimira eiifestada de doas lar-
guras a 13, -45600 e 35 o covado oanno fi-
no preto a 15600, 25, 25500, 35 e 45: rua
da lmperatriz lojas daArara ns. 56 e 72.
Algoda- sinho a 35 e 45 a pega
Vende-se algo ISosinho a pegas de 35, 45,
53, 68 e 75 a pega rua Ja Imt-eratriz lojas
da Arara ts 56 e 72.
Braman lo a 25100 a vara.
VenderseOTam inte de lO palmos de lar-
gura a;25400 e 25300 a vara: rua da Im-
pertriz lujas da Arara ns.. 56 e 72.
Algod3o enfestado a 15 a vara.
Vende-se algodSo enfeslado de duas lar-
guras a t5 a vara ditotransado 15280 a va
ra: rua da lmperatriz lojas da Arara ns. 56
e 7*
Cassa franceza a 240 rs. o covado.
Vende-se cas?as de cores para vestidos a
240, 280 e 320 o covado, vendes-se corles
de cambraia decores e com barras a 25500,
35 e 33500: s as lojas da Arara, rua da
lmperatriz ns. 56 e 72.
Cortes de la de 14 covados a 35.
Veode-se corles delaa para vestidos de
senhora cora 14 covados o 35, 355U0, 4^,
43500 e 55, vende se corles de calcas para
hornera a 800, 15, 15*00 e 15600. cotori-
nhos de linho para bomem400 e5f0,diios
de papel a 500 rs. a duzia, golinhas para
senhora a 200 e 320 rs. por estes pr.egos as
lojas e arraazens da Arara, rua da Impera
tnz ns. 56 e 72.
ggPliariai*el;i epeelal borneo]
2 patulea j Ds*. Sabino O.i
S L. Piula.
9 Cha de Ia sorte para uso das ^
P pessoas que se tratara homeopatbi- |
}H carnate.
S Vende-se em pacotes de libra a
*M 35200 rs.
Rua Nova n. 43.
0 cjrdeiro previ dente
Na antiga Ioja de miudezas a rua de Quei-
mado n. 1*.
O cordeiro previJeote se otaca de ter o sea ar-
parer.iro 0t<> ao sempre munnravel dia 7 de se-
tembro. Elle cumpriroeota ao r.e:peitavel publico
etn geral e a cada um ciaiao em particaiar. O
eordwro previdt-ota nao se introraettera' ero estra-
nhos e alht-ios negocies, restriogiodo-se apenas ao
qae diz respeit) a miadezas em cuja aoliga loja a.
16 a roa do Qucioiado permanecer' esperando
de todos SOM valiosis prolecfdos.observando elle
aitt) de sua eostomada mansidSo, condescendeo-
cia e agrado.
TEHUlMiTO-lE
4. IIUDIKT
Ru ChSin
51, A PAJti.

F.:::->4Ktarr3, i-r,i !(. r,.., ...
. qilf le. U m<<\ i le!'. :..! |Ub lo I..J., ...... .... .-,,
reltoeoni ** toi-4ii.,>fc4iJvr.iV, ,,,,. ,
mmm-r**=r>'--v .
DuCttlirT-W
Deposito na pharmacia
C. em Pernambuco.
v ;
ttatn "*-* -r
s
de P. Maure?
XAROPE OEPU8A?IVO
DE CASCA DE LARANJAS AMARGAS
COM IODURETO DE POTASS10
DE
J P. Laroze.
pbarmaceuliroem Pars
Oioduretodepotassio um verdadeiro al-
terante, um depurador de incontestavel efi-
cacia .combinado com o xarope de casca de
toja do corder previdente eo- i !f am>s ''margas, aturado sera periohago
contraro os pretenaentes sempre e coiistaote- j alguma pelos temperamentos OS mais fracos,
mente completo ortimfnio de miudezas, finas per- sem alterar as funeges du estomago. As do-
tamariat, iuvjs de p. ii.es, o^aetH de moda e se, matbematicas que eHeooBtera permiuea
phat-tisc e outros mnitos qu enumralos se tor-! w,i; j _,^..i____.. /.________
Difia enfiloano, notantlj-.-e entra eltes os que i
abaixo vo mencinalos, sudo por todos reconbe-,
cido a corDmodidade dos precos:
__ ara.ESCAROCARALGODO
Manoel Bento de Oliveira
53-a blrelU .
Neste estabdecimento se encODtrarfio a
verdadeiras machinas americanas chegadas ltima-
mente, as quaes s3o feitas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas que precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecimento que compraro das mais perfeitas
(neste genero, assim como mais barato do que em
outra qualquer parte, por isso que se recebe por
eonta propria, bem orno cannos de chumbo e mj-
anos para moer milhe, a grande sortioMoto de fer-
ragens e miudatai en grosso e a retolhe.
FacHtei^^anco 4a maio briancoa 5
_ duzia. limas finas de todos os Umanh'os proprias
I do trabalbo de escultura.
TI1ATAMENT0 Mff CHA BLE, bPABIS
SIodlooc|>i-.('lul, cwnullafe.i:i6, rua Vlvlenne '
AVISO AOS DOENTES. *&$&!? *PMM "mde ^mW9 *
:if^^Wmm^^um9mJmk^m^SiaaaitmBmammmam Wo e*Km co-
rado, tomei ('.
beba, GoabUu
sob toda ai
furnias em upi>-
tu, capsulas,
confpitos, Unho
o eitomao aer-
d!:!u e. uo estou carado? t'sei e abusi'i de un grande numero de uuaxcaoB, qu rmlmAra
curar em 4 dia, eaton aindn mais doentes.
U4 MAIS O AWOIS
ir caro r-adicalmeote sem recahidas, Corrimentot, RelaxafOo do candi, Ctmrho ds Uaeig,
ardas teminaet, curando prim,ira a causa viaulenta iunammatoria Yescas doeoca lAMaes,
com algiims viros do meo dpdbativo ik> sangce para parar esus affeccoes, eecar n
canal e me tornar a dar sua regido don para acabar mou exeellente xaiofi ao citbato de
r*.**e et miulu injbccao. A cura radical, as Briaroasa para os fluxui kraacw, aegucm
o mesno trataaMnto. {V^a-s* noticia txflicaHv.)
40.000 DOENTES CURADOS
ferdaMr* tratameato depurativo do samue. Ai kerpot ai man tnvetarudu, omipeoM,
prwriioi, nu, ckmgas affecft vonor4, Humores, e toda* udoencas do aaBfM jo curada em poaco Xtmo* ft mea xabopb bbpdbat:vo bo anqbb ateus
BA1BO UTBAAM.BrirdU! PILOU BBPDBATI>A t Dllab* PcMmad AJrrUIABTBOO
Vja-to a mora da iratar-K. A otiela qne m da frati* a detosit V
meato. Bbm excaOeaU nUBsenU eonteai bmkbM mi superioridad* i boa
nlokiiMiNcnie a mm a aareieBUr tanta* atteataee i* vum. ,
{ Mm Pm*. mimlmlH mmr CktMt t wor mrrmmtmtiu.
Vonde-se na roa Nova o. 25, pharmacia franceza de
p, MAURER l C
Alhuns ds diversos t^raanh. s e qualidades para
retratos.
Criaposinhos esapaiiuhii pafa baptisados.
Goqp.es simples e enfunados.
L | -es de.saud.il.> e ouiras qualidades.
Voltas de r8iroz rom easaoletts obra moderna.
Golliobas e panhis para Sflotioras.
Biei da linho a imitacao do do palz.
Cart^iras com Ou-s agulhas.
Modernas cbapelinas e enfeites para senhoras.
Lmbas para crochel
Lia para bordar.
Finos esparultios para senhoras.
Leqa-'s de diversas o-tos a 15.
O cordeiro prcvidenle.
A ro do Quennado n. 16.
Ven le os segojoles opjecto? constautes do varia-
I do sortimsnto abaixo d-clarado :
Collares estrieos magaeti:os contra as convol-
1 cSss.
Bonitjs abotaaflnra? para collet-.s.
C'.'unnnos rr.odernos.
Fioas r. iv ''h s cabo de marQm.
Escjas niacheotidas e ootras qaalidaes para
roupta, chapeo e cabello. -
Botillas cairas yara rap
Tinta atol e preta para e?cripta.
Dita preta para marcar roopa.
Finos caivetes para aparar peonas.
L ipis com canela de osse
Ditos de cor--s para desenhos.
Bonitos tinieiros de louca e vidro.
Fixas para solo e voltarete.
Borrachas para alar pape:s e segarar pnnhos.
Dita para brin^oedo de crianzas.
Bolas de borracha.
L n los maracaes.
Pana cffurtN* o> hospital por-
tUWZi
Bonitas cestinhas com (rucias de cera, obra de
muita perfeico e bom gosto.
Para cortar moldes te> brniharfazendas
Vndese papel pardo folna grande.
Para lostrar calgados.
Vende-se soperior graxa econmica.
Vende-se papel para matar mos:as.
,1 foj-i do cordcSro prCTldcnte
Rua do Queimado o. 1G.
iSella acharo os pretendenbss om grande en-
riado sortiraento de perfrjaiarias finas, tanje-fgle-
ta/ como fraocea?, sendo : *^.^^
Finos extractos para letjcosr
tanhas e pijfflstls-ptFa cabellos.
Oio pbllocome e baboza para dito. .
P4s hygienicos para denles.
Ditos carc horados para ditos.
Opiata ingleza e franceza para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
vasos de porcelona para ditos.
Saboneies para mo e barba.
E muitos outros objectos que serao presentes
ao comprador qne se dirigir a rua do Queimado
n. 16, loja do cordeiro orevideote.
B;m 'eijas pequeans.
Veodem-se na rua do Queimado o. 16. loja do
cordeiro prndenle.
Charutos
da acreditada fabrica de Jos Furtado de
Simas.
Vendem-se na loja do cordeiro prevldent a roa
do Qoeimado n. 1C
Farinha superior
Tem para vender Antonio La vedo Pri
Rua Viv?^ne,
aos mdicos de receitak para todas as a m-
pleicoes, as afTecc5es escrofulosas, tubercu-
losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'isso, o agemte c
mais poderoso contra as doengas rheuraaticas.
Deposito em todas as pharmacias e casas de
drogaras no Brasil.
Exyedicoes, em casa de J. P. Laroze, roe
des Lions-St-Paul, 2, Paris.
A' venda na pharmacia de P. Maarer d.
Cl, rua Nova n. 25.
36.
LLJJBb,
I apa- iiks SEXUAtS. AS Aj^gfi.
''^iiimJiii' .T!rtUi;)S 00 SASfiUl.
'y:i.''i^r'-irzi "' "" '""'i" in-vingent,
-i "/< p/n.., herjirs. tarna,
.._ -.-...-.: oiiiixiii:*. acrimonia, e ai-
Cl .. H Va '''i'e*.'ic>"*"., hno*Ufi*mrm*siU.ja 'init. r ,terncoe*4', ;:--
, ,"' r. ;, .'ni niurcurio). u< iim-:..
"rel'" "*'=" WHUIK tOIDTC-Wdo'si
por sornta. fegniMo (unelrtmento Deputmliw. '
e<: iri-paitu ;i- ni-rrws Bolesiiait
' .'". X.iffi.oCiirctortererK-
( *~ '-. ;-''., ?. i 'CHAHt.K.cnraiB.inedi.
; ente.iuatquttrfiiiroacao,
. ;ibt M -";' 't'-'". -.iiilidudl, *
*&'- ,.s;:....-. s eflom
llancas tia* maiLi-rs. Esw njeccao benigr.a ea.
fregv-'r cetti o X:impe -le Citrnem rfe Ferro.
eisrraMna. foniad qoe s cor em trs da*.
POMADA ANT1HERPETICA
Centra: na? ilecoei cutnea* comixo.
PiLULAS VEGETASS DEPURATIVAS
SRS. UlMl
*-,...

'
1 i "x '
u tornrtu
..na .'(ltr ril^";i ;'">li X..
r- C55/XJBJ.B f.m Pan
U icilO' Tt:u\ j.nll
ii|hi D' KhkgM.
.--.;-. Vllr<*ne, B4
A venda na pharmacia de_
e C, em Pernat
i pharmacia de PtMlTn
lajnjHKoT"
Cinesia
Vende-se cimento Porlland no armazem de
Vicente Ferreira da Go*U & Filho, rua da Madre
de Dos n. 22,
ARROZ DS CASCA
Vende-se em saceos grandes a 4J300 : no ira-
piebe do Cunba._______________________
Vende-se oro Hado bote (fondo de pralo),
com 4 remos, leme e vela, repando e pintado de
ovo, por preco comroado : para ver e tr&Ur em
Santo Amaro, tuBJifiiK ________ :^
bJc-c""
orna parte de trras no engenho Bomflm, doas 1-
goas distante da villa da Escada ; qnem Jjntser
appareca na roa da Roda o. 1, que achara com
qnem tratar.
- Ul GAZ GAZ
Chegon ao antigo deposito de Heory Forster 4
C, rua do Imperador, nm carregamento de gaz d*
primeira qoalidade.o qaal se vende em partidas
a retalho por menos preco do que eo> onir qual
ger parte._______________________________
Sedns a 320 rs. o covade
Veode-se nm bonito sorimento de sedas de listas
qoe sempre se venderam p9r mnito mais dinheiro
e liqoidam-se pelo baratsimo preco de 320 rs o
covado, s para acabar: na loja e armazem do Pa-
vao, roa da lmperatriz n. 60, de Gama & Silva.
ReUilhos
Veode-se orna porcao de retalhos de chitas e ca-
as pretts, por preco barato, na loja e armazem do
avo, roa da lmperatriz n. 60, de Gama 4 Silva.
Loja
DAS
Bastas
Vaquetas de lustre proprias p:ra cobertas dt
carros, muito novas e da melbor qoalidade pet*
slvel : vendem-se por procos razoaveis na roa da
Gadeia l. 6 A.
Atcen$lo.
Vende-sa nma mobtlia de Jacaranda" a Luix XV
e juntamente nma de amarelo no mesmo gosto,
sendo estas obras muito solidas e segaras, e poi
preco razoavel : na acreditada casa de marelnei-
ria na roa da Camboa do Carmo n. 11
lOTlSSFBA RUSSIi
A.200 rs. a libra,
de milite soperior ooalidide : vende-se no eeerii'
torio de Olivalr, nihi t C, largo do Corpo Sat
lo n. 19.
*t*\
-

v.
ILEGIVE
I
MUTILAD



11 -'

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larlo de rensamlmc Quarta felra t3 te setembro de
Collares Royer
0a inedia** tketreM magntico
Dcposlt acreditado
L^a da aguia branca.roa do Qiwim
Apre&ear anda e&jpiftligkBOs effi
Collrtroyeri* ufa -^'ntHi^ioa-,.
intreduzir novirjarjes, porque a fama de sua
eficacia tem-se tanto stendiiJo, e os seus
feltzes resoltados tal altura elevado, que
hoja rara a peseoa que por experiencia
propria, oa por intermedio de seas amigos
e parentes, ignore ou desconhe;a as virtu-
des desses seapre a?reciaveis collares
Royer.
A aguia branca porm sa gloria de concor-
rer para um to justo flm, se no por on-
ro modo ao meaos por ter sempre, e cons-
tantemente -udf completa sortimento desses
collares magnticos, que bemse pdd'e,in cha-
mar salva vidas das criancas.,
Resta a-nda qae 04 seaberes pais de fa-
milia se (aftm convencer fde que convem
nao esperar qae as crianzas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario ou. conve-
niente que com antecedencia se deite na
enanca um desses- collares para assim estar
ella preservada das convnlgoes e se contar
Hvre dos rigores da dentigo.
A aguia branca ra de Queimado n. 6
contina a receber por todos os vapores
francezes a quanlidade que ha contratado e
por isso acha-se ella sempre provida dos ver
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Alm do grande sortrmecto das melhores machinas, americanas para descarrocar
algodSo. de 10, li, 14, 16,18,20, 22, 23, 30,35, 40 e 50, neste estabelecimento se
encontra mais o seguinte:
Azeite de espermaceti propria para machi-
nas.
Vapores de forca de 3 a 4 cavallos
Serras avulsas para machinas.
Manc3ese todos os mais pertences para as
mesmas.
Caixas com vidro sortidns.
de-todas as qualidades.
Bombas dejapyz.
dem americanas.
Ferros para engommar a vapor.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de verguinha.
Gnarda comidas.
Peneiras d'arame para padarias e refinacCes*
Cnrrentes para almanjarra.
Machados e faces americanos.^'
Barricas com milho branco americano.
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namm
vifausss
0$
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mfinr
Carros de mo para aterro.
: Cylindro para padarias.
dadeiros colhres Rjyer efetricos magae- JDebulhadoree para milho.
ticos. j Arados tmeriCftnas.
Chapelioas modernas, jCarrinhos proprios para armazens
enfeites de flores, capellas Bnas para noivas,' Moinhos para refinacao.
ditas brancas e cor. de rosa para meninas, dem para m-mo.
calxos e ramos de flores finas e botos de Escadas de madeira americanas.
rosa de diversos tamanhos: na Aguia Bran-
cada roa do Queimado n. S. ,
Mcias finas para meninos.
A Aguia'Branca ra do Queimado n. 6,
receben meias mui fluas para meninos, e
est veudendo as de cores a 50000 duzia,
brancas a 50500 e cruas a 60000.
Trancas de vidrilhos, brancas e pretas, lar-
gas e estreitas.
A Agnia Branca a ra do Queimado 0. 8,
recebeu novo sortimento-das traneas-acima
ditas, e orno sempre vende-as por precos
commods.
Fitas novas
para cartas de hachareis e a irmaedade do
Boa Conselho.
A Agula-Branc?, a ra doQueiroads d.8, receben
novas fitas achamatotadas para amhos os lados,
WFr^wf&^w^ Armazem de fazendas finas para grandes Meta e uso
rasoaveL
Bolitas bandeas
com rosto-de" cera, olhos Usos e movedicos,
A aguia branca a ru do yueimaclo o. 8, rece-
ben um novo- sortimento de bellas bonecas com
rosto de cera, olhos Oos e movedicos e como
sempre veude-as por precos comroodos, regolando
estes em retarlo aos differentes tamanhos de qae
se cotDpSe o sortimento.
ti sii' dentfrica e edaatalgica.
A aguia branca a rna do Qaelraado n. 8, rece- Custodio Jos AlveS Guimaraes.
ceTsar^pa^ejLer*^ O proprietsrio deste importante estabelecimento avisa ao respeitavel publico
omah;.iuo pruveoieate de denles arruinados, e aos seus amigos, e freguezes que acaba de receber pelo vapor francez Gueme, di-
cad* frasco cusa 2,5. I versos artigos de moda, os quaes sao de completa novidade para este mercado, e apro-
Est toda reaediadd- em qi; nta a Ib- ximando-se o dia da comm>:mor vas 8 pellica. apressa-se em vir arisa-los do que ha de mais moderno em sea estabelecimento, como
Porqae a agaia branca por intenaedio de um sej >m :
negocianre de ossa prac waadoa cootratar com Riqufssimas chapelinas eoffl coque. 1 Luvas de Jouvin preta, branca e de cores.
GRANDE SORTftfENTO
DE
FAZfilVlIAS BARITAS
HA
LOJA E ARMAZEM
DO
Fede#oso de Peirarntuco
A planta, conhecida entre nos sob a de-
nominacao do f<.i*goso, e no Rio de Janeiro
e provincias do su I deste imperio pelado
crista de gallo, o tiaridtum ittilissimim
' [ ou tiartdium elonoalum Sfi Scfitm, e o he-
j liotropium curassadium de Mart, pejtence
j familia das boragineas.
bfdtgto oooaiderado, na therapenti-
: ca ^ern-.mbucana, como urna d-is phntas
l mais recommendaveis por suas virtoe cu-
rativas, e applicado interna e exiernamen-
I te, como calmante dosystema nervoso, na
paraljsia, asihma, tosse convulsa 011 esqne-
j loche, tosses reeonte? e anligas, siiff-c-ioes,
.catarrbos pulmonares, etc., eem geral'con-
us proprietarios deste grande estabelecimento acabara de receber da Europa um: !ra todos-os sofirimeotes dos vias resw'rato-
granae sortimento das melhores fazendas de 15a, linho, algodSo eseda, as quaes vendem' rte8 ^^rjo Dm txcel'ente linitivo p^ra
por rjrecos baratisfimos, afim deapurarem dinheiro, dando de todas ellas amostras,'aqueles quepadecemdepfctis:ca ^uim-ear.
deisando ficar um penhor ou mandam-nas levar em casa das Exmas. familias pelos seus j soa eflicaeia contra o ttano on espasmo
caixeiros, assimeomo as pessoas qoenegociam em pequea escala, neste estabeltcimeu- incontestavel, e Bioguera h que a desco-
0 comprarao pelos mesmos prejos qoe se compram as casas inglezas, ganhande-se! Dber;a.
Ra da I&peratrli o. 6b
SE
GAMA & SILVA.
ordinario para Mas as classes.
* 1
rna do Crespo n, 7 A. esquina da do Imperador
DE
Ditas sem elle.
Lindos cortes de la com barra.
um b'"nn e acreditado fabricante de ditas, para \
este the faner remessas directamente por todos os
vapores, sendo a primeira a que agora acaba de Lindas chapelinas de palha da Italia. (Re-' Riquisstmos cortes de transparent dese-
chegar. o fabricante prometie maada-Us sempre- commeoda-se muito estas cbapelinas por se- da para vestido de senhoraslambem novi-
da melhor peluca e oa verdade as qne vieram rem intei 1 menle uovidade)
dessa vei confirmara o sea diier, e pelos ifTeren- Riauissi^nc rinfK Af Sa- nm m9ia,A
tes enfeites qaeetl,s trazem da' elle mais a conhe- n,4u,'nos cintos ae seaa, com maiames
cer o apurado g.-to e perfeigao de soa obra. Res- Cnineza, Ultima moda.
ta pois que os bons e constantes fregnezes conti-1 Lindas saias de la com bordados, proprias
nnem a faoreeer a agnia branca em qoanto ella para as excellent ssimas senhoras trazerem
"mdeSano aSqU9 "" ^ a,Por ** do bal5. W" ^da em Paris.
Camisihas bardadas para baptizados L'Qdos cortes de seda par. vestidos
A agnia branca a ra do Queimado n. 8. jJSSSSL e '
recebeu novo sortimento de camisinbas bor-, *JSSS31 Vi' a
dadas, sapatiabo de setim tambem borda-1 -rosdenapoles de todas as cores,
dos, meias de seda e cbapeosoho* de setim
anfeit.dos, tudo para baptizados
B.id-inlios ceberasd-1 caoxas
A aguia branca rna do Queimado n. 8,
recebeu bonitos baliusinhos coberlos decon-
xas, e ceatinhas bordadas a Troco, objectos.
esses de novidade e gosto, fe proprios para \
offertas no letlao que te'r lugar no hospital
portuguez.
Acabam-se amas fchega 111 otras, c*r
reales de boraha
A agnia branea que no se descuida de sua.
boa freiuezia, tem constintemente mandado)
buscar essas bonitas e m de borracha, que servem no so para voltas,
como mesmo para outros dierentes enfeites
Comoarefam pois os pretendentes qne
achar5o bom sortimento de ditas correntes
na loja da aguia branca ra do Queimado n. 8.
Cutios de marraqaMn eem f vetlas de
ac par* mecios
Vendem-se a ra do Queimado, loja da
aguia branca n. 8.
Flores brancas
Como sabido, a agnia branca esta' constante*
mente a receber flores fioas, porm agora recebtsu
nm tambem bello sortlmpMo o> ditas, que por saas
singularidades se faz distinguir das ourfas, Uso
porque atem das bonitas rusas camelias, alexan-
dnas e ontras, vieram aljamas roras e ramos
brancos com as folbas tambem brancas, o qae Ibes
da' mnita graja e as toroa de muito gosto, para
enfeites de vestidos de noivas, coque", etc., etc.;
assim tambem ootros ramos coro bem combinadas
flores brancas e cor de rosa, e Moas brancas, o
qoe igualmente Ihes di' gragt e perfel?o. Em
qnanto, porm, a agola branca, na roa do Qnei-
mado n. 8, vende sempre tfs** i ires finas e ootros
objectos de irosto, ds seos 'prtyii otinaamlfser
mdicos e raioaveis.
Ditos pretos.
Leques de madreperola.
Ditos todos de sndalos.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seiia, inteiramente novidade e.ulti-
ma moda.
Chapeos de sol para senhora.
Ligas de seda p ra senhora.
Ditas para meninas.
Esparthos para senhora.
Riquissimos enfeites para senhoras, intei-
rameote novidade.
Bales para senhoras e meninas.
Touqoinhas ricamente enfeitadas.
Coeiros bordados.
Toalhas de labyrintho maito ricas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dito.
Reodas, bicos da trra e grades para lencos.
Um rico lengol de labyrintos.
Riqoissimas basquines-de seda preta, bor-
dadas com gosto.
dade.
Lindos cortes de 15 com listas de seda.
Riqoissimas fivellas para cintos.
Fil de seda e de linho.
Riquissimas camisinhas para senhora._
Riquissimas saias bordadas.
Punhos e gollinhas para senhora.
Riquissim s manteletes de cores, inteira-
mente novidade.
Peitos de linho bordados com gosto pro-
prios para camisas de noivos.
Collarinhos de linho lisos e bordados para
homens.
Lindos veos e mantas de blonds.
Riqnissimas vestimentas para baplisados
coDtnndo chapeosiobo, sapatinho, meiasinha
e camisinba com lindos bordados-.
Riquissimos chales de touquim.
Grvalas de seda branca para ooiva.
Ditas de cambria de linho com bordados
as ponas, novidade.
Chapeos de sol de seda com castao de
marfim.
Ditos de outras qualidades.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Chapeos de seda preta para homem.
Ditos de phantasia para homem.
Casemira preta muito fina.
Ditas de cores inteiramente novidades.
Cambraias, ISas, chitas, madapolSes e ou-
tros muitos objectos.
apenas o descont.
As 10 mil varas de cambraias
Covado 300 rs. vara 50t rs.
SO o pavSo
Vendem-se finissim cambraias france-
zas com listras miuda_ e graudas e rom
lindos desenhos de floes e palmas, sendo
todas com as efires mais modernas emais
lindas que tem vindo ao mercado, pelo ba-
rato preco de 3C0 rs. o covado ou a 500 a
vara, grande pechicba attendendo a
grande por530 que tem, seuao seria para
muito mais dinheiro : isto na loja e armazem
do Pavao, ra da imiieratriz n. 60 de Gama
Silva.
Chai*s baratas
* 20, 30500, 60 e 70000.
Vendem-se chales de merino estampados
a 20, ditos lisos a 30500, ditos estampados
finos a 50500,60, 60500,.ditos crepon
com listras de seda a 70500 e 8*000,
pechincha : na loja e armazem do Pavo
ruu da Imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
Pitra eauaa de itoivas.
Vende o Pav5o.
Ricos cortinados bordados 8#O00,10#, 165.
S0 e 25 o par; assim como os cemos tamt-B;
servem psra jaoelias; diU* .damascados a, 10$ e
125; bonitas pegas de cassas adamasciidas para o
mesmo effeito; bonitos aamascos de lia de orna
e duas largaras, proprios para colchas, assim co-
mo bonitas cotebas de croch : tng teto se vende
mais barato do qne em aatra qnalqcer parte, na
loja do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama
01 olT3,
Organdy a 4f00.
Vendem-se bonitos cortes de organdy
sendo com listras todas brarcas ou com lis-
tras de tres tendo oito varas cada tortej
pelo barata prejo de 40,- A 'pecbinchfc: na
loja e armazem do Pavao ra da Imperatriz
n. 60 deG)ma e Silva.
Atoalhados para meza a 20000, 20500 e
30000.
Vende-se superior toalbado de linho
adamascado alvo coas 8 palmes de largura a
30 a vara ; dito adamascado pardo a 20500
rs.; dito alvo de algodo a 20000 rs.; dito
trancado alvo, sem ser adamascado a 10600;
guardanapos econmicos pardos a 30 a du-
zia ; ditos alvos a 30500 e 40000: isto na
loja e armazem do PavSo ra da Imperatriz
n. 60 de Gama & Silva.
Casaquinbos de fil.
Vende-se os mais modernos casaquinbos
ou basquinas de filpreto. pelo barato pre-
co de 160, chales e retondas de renda preta
na loja e ai mazem do Pavo ra da Impe-
ratriz o/. 60. De Gama S Silva.
Cambraias larcas com 8 Palmos de largura a
f 10 e 1280.
Vende-se cambraias largas da Escocia ten-
do 8 palmos de largura que falicila fazer-se
um vestido apenas com 4 var?s, pelo bara-
to preco de 10 e 1280 res a vara pechin-
cha ?ia loja e armazem do PavSo ra da Im-
neraliz n. 60. De G ma & Silva.
Cambraias escocezas tapadas e transparentes.
Vende-se um magnifico sormentu de fi-
nissimas cambraias brancas para vestidos
tendo mais de vara de largura pelos precos
de 100,420, 130, assim como um grande
Nao-ignorando ndso qtfe acabamos-de di-
zer, e esforcande-nv? por ser til humacida-
de soffredora, preparamos o que ah?ixo indi-
camos, pondo a disposicao dos disti; ctos m-
dicos, e dos doenles desta e das < ut* as pro-
vincias deste imperio nossas preparaces,
que sSo:
PILULAS, TINCTURA, XAROPE E VWIO
DE FEDEGObO
l'aice deposita
Pharmacia de J. A. Pinto, ra larga do
Rosario n. 10.
Vestidos ue rantazia a 60 e 80.
Vendem-se bonites cortes de vestidos de
fantazia com lindas barras e enfeites de seda
pelo baratissimo preco de 60 e 80 na loja
e armazem do Pav3o roa da Iaperatriz n.
60. De Gama & Silva.
Pannos de linho.
Vende-se superior panno de linho puro
para lences e ceroulas a 640, 7fc 0 e 800
rois, a vara na loja e armazem do Pavao ra
da Imperatriz n. 60. De Gama & Silva.
Rramante de linho a 20 2^400, 20800 reis Lea do PaSSO
a vara. I 1 11
Vende-se superior bramante de linho Roa do Crespo n. 7 A esquina da dj
com 10 palmos de largura proprios para! Iti>pecador
lences, pelo barato prego de 20, 20400 e ( Acaba de receber um completo sortimento
208:0 reis a vara, na loja e armazem do de la Indiana de lindos padres, coilas de
pavao ra da Imperatriz n. 60. De Gama la com listras de seda; muito ricos, proprios
& Silva. para bailes e visitas, basquinas t saqai-
Algod3osinho entestado a 10 10290 reis a unos para senhora, lindas toalbaVd* c>m-
vara- braia de litibo ricaaiente bord-ias jropi'S
Ven3em-se superior agodaosinho ameri- para baptis;-.(los e para toalfcete estas uierca-
cano entestado que a largura delle di a lar- d'.ras ^er-d^m-ve por peemos mui. w-v; is,
gura de Iencol, snndo liso a vaia a 10 e sen- t( na loja do Passo ra do Crespo a 7 A.
Est* esubelpcimeoio acaba de receber lindas
ehapeHoas para scnbora, ricas caltiobas para cos-
turas, duas para jotas, aantes doorados para coco,
fivelas maito ricas, assim. como cintos e pnlseiras
da nltuoa moda de Pan, eotremeios e babadiohos,
bonitos tocadores dourados e de Jacaranda, espe-
taos e?cosaetes de divenoa tamanhos e reos cai-
vetes para sflohor, voltas para pescoco, gravati-
Bbas, bico le *e-ia, dito de algodo, Uevriatto, e
muitos "Otros otijeetoa de aparado gosto, qoe se
torna eafadoafco mencionar, tao por precos mui-
to cummo* .* a' roa da Imperaz o. 70, aa loja
da Lealdade.
Sannd^n Brathwi>sCi ""* *? T6U>^
e Lier pool vaucres da fJTttde 3 a 4 cavallos
eom toinm er4iMsefi, mui p**fw P" ine-
tem matlaaa de (dewarocanwgedio, po-
dendo cada vapor irabalnar ale com liO\#erras,
tambem aervera para enfardar algodo, oa para
eatro com aoimaes. O oie.-mw umbein ti a.' veada
machinas americanas de 35 a 40 serras.
O" prrteadeotes dirijam-se ao largo do Corpo-
Santo n. ti.
O dono deste importantfsimo estabelecimento contiua nolouvavel proposito de
querer vender muito e gaobar pouco, sujeitando-sea tirar em suas mercaduras um lucro
rasoavel, para assim poder melnor agraiar aos seus numerosos freguezes.
A' LOJA DE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO & C*
11Ra do Queimado11
ABgaW'Rorto & G.acaiiam de receber da Eoropa superiores eortes de"8eadt ores pora
bailes e MsimeMes.
Ricos cortes de Wond eem manta e eapella para noivas.
Cortinados bordados para-camas de noivas e janellas de 70 a 80J cada nm.
Colxas de seda e outras de la e seda o qae ha de melnor para camas de noivas.
Toalbinbas de croch para cadeiras e sof-, espartilbos a sultana para aenboras, camisinhas
com mangrj'tos bordados e lindos encbovaes para baptisados, e baldes de masselina e de arcos para
senboras e meninas.
Luvas de pellica para hornera e senboras e superiores ebapos de sol de todas as qualidades.
La para vestidos baratisslma bonitos padrees o covado a H80.
Japeles grandes para sof, ditos para piano, ditos para cama e pequeos para portas e janellas.
oir branco e preto sjperior para vestidos dellnaos desenos, grosdenaple de todas as cCres
le quadrinhos. cambraias brancas de mnitas qualidade, ditas de cores e lindas percales.
BasqOmes de seda prea ultima moda, cbaies e retondes de aaipure, vndese barato.
Camisas para homens francezas e inglezas de llano e de algodo f oas sroulas de linho sa-
apag le borracha, sobretodos e perneiras as melhores e mais elegantes.
Malas grandes para vijgens, ditas peqoeaas e saceos de tapete e couro.
Br maoe branco de 4 largaras a 10500 a vara, pannos pretos e zoes, casemiras pretas e de
cores ludo'borne bifato. ^.
Nesle estabelecimento ba sempre un> compteto sortimento de boas fazendas tanto para a praca
como para o centro da provincia e saperteres otjectos proprios para casamentas como sejam capellas,
mantas, vestidos de tteode e de mofr branco, cortinados, colchas, vendando-ae todo mais barato a
tambem as melbores
Esleirs e alcatifas para forrar salas.
11-r.Raa I aucHaad*11
do trancado a 15280 na loja e armazem do
Pavo rea da Imperatriz n. 60. De Gam3 &
Silva.
Punhos egolinhas a 10000 o par,
s o Pivo.
Vndese tim grande sortimento dos mais
benitos e modernos punbos com golinbas,
sendo de esgoiSo de linho bordados a 10000
o par, ricos manguitos com gollinhas de
cambraia tapada e transparente a 0000 o
par, E' pecbincha; na loja e armazem do
PavSo ra da Imperatriz n 60 de Gama
Suva.
Calcinbas pera meninas a 640 e
800 ris.
Vende-se calcinitas bordadas para meninas
qne andam na escola pelos baratos precos
de 640 e 800 rs., manguitos para as mes-
mas e para senhoras pelos mesmos precos,
na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60,
de Gama & Si va.
Baldes de randa.
Vendem-se as mais modernas crinolinas on ba-
ldes proprios para vestidos de cauda, sendo >s
mcihures e mais modernos que tem vindo ao mer-
cado e por precos muito razoavpls : na loja e ar
mazem do Pavo ra da Imperatriz n. GO, de Ga-
ma & Silva.
1*5as traosparentes.
Chegaram as mais modernas barejes ou lasl-
nbas transparentes eom bonias listas de seda,
vendem-se na loja e armazem do Pavo ra da
Imperatriz u. 60, de Gama diva.
Casaqniahos para seobora
Chegaram os mais modernos casaquinbos cu ja-
queles pretas ricamente enfeitadas sendo com cin-
tura e sem ella, pelos precos mais mdicos que em
ontra quaiqoer parle : se vendem na loja e arma
zem do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Bales a t#< *ftao e 30.
Vndese nm graude sortimento de crinolinas
on b;>l8 s de arcos para senhora pelos baratos
precos de 20, 20300 e 30 por baver grande por-
c : na >oja e ai mazem do Pavo ra da Impera
tri n. 60, de Gama & Silva.
liad a pola o e algo do
Vendem-se superiores pecas de madapolo ten-
do 24 jardas rada ama pelos baratos precos de
6, 5oO, Ti e 80, ditas francezes fazenda muito
111, eg i> ou a retatho, algodao muio en-
Lu'.as'ipjinvin
Ilaconstrj'.euieiite luvatt,'e p. i,ci -ca,
preta e de cores. a8im aBO de keda Go
da Escossia sendo esta dos melliorei fabri-
cantes, s na loja do Passo ra do Crespo
n. 7. A esquina da do Imperador^_____
t?eiidn>,
6
Vnham ver
Vende-se ca loja de marci;ieitia t^ do
Carme n.12, palha apparelbaja da mai&ur sorle
para tecer cadeiras e sofsj por precd mais roro-
medo do que em outra qualquer parte.
"Escravos fgidos"
superier t .
sortimento de ditas mais abano de 40, 50,' corpado pecas com 20 jardas a Sjisoo, 6 e 60teo,
60, 70 e 80, garaotindose aos Comprado-! dito muito fino qoe serve ?.t para camisas a 8 :
res que neste genero nb podero comprar '|"J fffl,ar?Ja Pavo rQa da MMM**
melhor en outra qualquer parte e s na lo- e P"* -V %V i p .
ja do Pavo ra di imperatriz n. 60. De
G ma & Silva.
Damascos para colchas a 50, 20500 e 800 rs.
Vende-se o mais superior damasco com
Alpacas, a 1280
Chegaram as mais brilbantes alpacas de
seda para vestido, sendo ueste genero o mais
8 palmos de largura proprio para colchas [ bonito que tem vindo ao mercado tanto em
com os desenhos mais buailos que tem vin- novidade de deenbos como em flores, pois
do ao mercado com una s cor e de duas urna nova fazenda que se confunde perfei-
cres pelo barato preco-de 50 o covado, di- tamente com seda tendo entre ellas algumas
.------------------
il ,
JV4S
Novo sortimento de lavas de pellica (Jouvin),
ebegadas no ultimo vapor raocez, ao armuem do
vapor n roa Nova o 7.
Wvl
Novo^egi?ande--depotodesupert(H*T}arvao de Oardiffna
"Babia.
Anconfo Gomes dos Santo & C, roa Santa Barbara 0.1, esli habilitados a suparir de
oarvao m enndleoos mais favoravls qoe en> oon j qoalqner deposito, a todos os navios a vapor qua
cervem oaweJle Porto. A cootratar nest con Domingos AIvm Matheos^l
to com 6 palmos de largura a 20500, ditos
de urna s largura a 800 reis, na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60. De Gama A
Silva.
Cassas de nma s cor a 300 rs.
o covado.
Vende-se bonitas cassas de urna cor s.
tendo cor de rosa e astil, cor de lyrio, roxa,
verde e cor de canoa, pelo barato preco de
gOO rs. o covado: oa loja e armazem do
Pav3o roa da Imperatriz n. 60 de Gama Silva.
Os casaqainliaa e paa
a 180,200, 250 e 300.
Chegaram os mais modernos casaqinhos
00 j iquetas de grs preto. ricamente enfei-
tadas, sendo uos com cintura e outros sol-
tos con rme se usa ltimamente e vendem-se
pelos baratos precos de 180, 200, 250 e
300, na loja e armazem do Pav3o, ra da
Imperatriz n. 60. De Gama & Silva.
Sedas largas
A 54 ocovado
S aa laja dj Pave.
Vendem se modernsimas sedas com largara
de chita franoeza, sendo com padroes modernos,
tendo entre ellas cores proprias para quem est de
lato : vende-se pelo barato preco de 20 o oovado :
grande pecbmeba : na loja e armazem do Pavo,
rna da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
'Cortea araicos
A 800 rs.
Vende-se bonitos corte de cambraia branca eom
bonitas barras bordadas e tendo tambem algons
com twnllas barras de cores ; vndese pelo bara-
to precO de 50, Oa loja e armazem do Pavo, roa
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Alpacas de cores
AtWOrs.
Chegaram as mais bonitas alpacas d cores para
vestidos com desenhos miados e grandos, tendo
largara de enita fraaceza, e vende-e peto barato
prec* de 500 rs. cada covado ; grande pechln
cba na toja e armazem do Pavo, roa da Impe-
ratr S. 60, de Gama & Silva.
BraMante a 2?.
Vende-se superior bramante de linho alvo eom
10 palmos de largara, pelo barato preta de 20 a
vara na loja e armazem do Pavo, ma da Impe-
ratria n. 60, de Gama & Silva.
Algo la a variada
Vndese p'cas de algodo largo moito encerra-
do, pal barato preco de 5J500 a pega : na loja e
armazem do PavSo, roa da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
todas branca? com os mais lidos lavrado
e vendem-se a 1280 reis, o covado, na loja
e armazem do Pavao, ra da Imperatriz n.
60. De Gama & Silva.
Aa alpacas do Pavo
para vertidos a 10.
Chegon um grande sortimento das mais
bonitas alpacas lavradas, de cores que se
vendem a 10 o covado, ditas a 800 reis,
ditas lizas de todas as cores a 640 reis, que
se vendem oa loja e armazem de Pavao, ra
da Imperatriz n. < 0. De Gama & Silva.
Yestides brancos
a 40, s o Pavlo.
Vendem-se bonitos cortes de vestidos de
cambraia branca com bonitas barras tende
entre elles tambem com barra de cor e ven-
dem-se pelo barato preco de 40 eada um,
na loja e armazem do Pavao. ra da Impe-
ratriz n. 60. De Gama A Silva.
Cfeande novidade
Vestidos a-60
si na loj 1 V Pavo.
Se vendem os mais ricos cortes de organ-
dy branco com elegantes listas largas, pre
tas tendo 10 varas cada corte com os com-
petentes enfeitos para o corpo sendo neste
genero o que tem indo de mais novo ao
mercado, pelo barato preco de 60, s na
leja e armazem do PavSo, ra da Imperatriz
o. 60. De Gama vi Silva.
Chales a Benoiton a 50000 E 60000
na loja do Pavlo*
Cbegaram os mais modernos cbalesABe-
Boitoo, sendo de orna s cor com bffiitas
franjas de pelucia, e tendo entre elles as
cores mais modernas que teem vindo a este
mercado e vendem-se peto barato preco de
50 e 60060, ditos a. Isabella que supprem
mui'o bem 09 caxins e vendem-se pelo
FOjjio no dia 5 do corrrnte o molatinho Joo,
de idade 12 asnos, pouco mais ou menos, do casa
dSr. Dr. Anoes, ra do Imperador, levon vestido
camisa de cbita, calca de slgndo azol, rbapo de
feliro preto, copa baita, redondo, andava vendendo
amas toucas em nm flindezinno quadmdc, que in-
do levou ebeio do cerpo, bonita Apura, bem fal-
lante, ar alegre, olhos grandes e pretos, dentes bo-
nitos, coiiumado ir lod Passagem a mandado da familia do Sr. Dr. Annes,
aonde esteve alugado, jniga-se aodar pela Boa-vista
ou pelos suburbios desta cldafle : rogase as auto-
ridades policiaes e a qualquer pes.oa qoe o pegar,
lvalo a ra de Sonta Rila n. 50, qne serio ;cne-
rrisamenie gratificados, on qae derem noticias
deile._____________" _________________
Esc rovo fgido
No da 3 do crreme fuete da casa de seo se-
nhor o preto crioulo de nome hidro, com idade de
28 annos, com os signaes seguinte: t-.-uiura re-
sillar, chelo do corpo, cor fula, falla de dentes,
guando anda faz nm pequeo peito em um dos ts
para dentro, bastaole potroso, filho Ou Ir.g.r e
Baoanelras, da Parabyh, levuu camina hranca,
caira de casimira parda, urna blusa de algodo
azul, de fetio de farda de voluntario, tendo sido
visto pela Soledade,junto com nm exvulunurlo qae
veio do sul, filho de Pe.r s de Fi g de sup-
por que para la nvesre seguido i poriaoto roga-se
a todi as autoridades policlaes, capitaes So cam-
po, on qualquer p^ssoa que o possa encentrar, o
prendara < o maodem a seu seubor, na Badana da
praea da Santa Crnz n. 6, que serlo tetu recom-
DfDsades.
de gratificaco
_,Fogio do engenho Raz, da fregoezia da Escala
o escravo de nome Bernardo, alto, magro, rere
pouco bogo, bem feito de cerpo, boniu C^nra, de
idade 25 aoDo.% co>tnma asar ronpa de algodo
azol listrado e chapeo de feltro ou de couro ; quem
9 apprehender leve o a>engenho aciD.i ou a cita
das Crnzes n. II, qoe reeebera' a g>st>ficaclo ci-
ma. Prsame-te qae anda por esta cidade.
Fugio
no dia 15 de setembro o escravo Izidoro, crioulo,
das Alagoas, idade 20' annos, levoa roopa preta,
de estatura regular e um pouco ful : qaem e
apprHbender sera' gratificado por Joo Fraoci&co
da Silva tSovaes : na travessa da Madre de Deis
Damero 5.
"Atten^ai
Fugio no dia 3 do corrente do etig-nho Rais
ff'guezia da Encada, o escravo Beroardo, idade 21
aonos.crioalo, com os sigoaes seguintes : alte,
seco, cabellos carapnaos, rosto redondo, feicd'es
regolares, ponca barba, er preta, tem urna cica-
triz em nm dos calcaohare- qae se tor?a visiv^l
presome-se estar em Bengalas regnezia de Li
m leiro on nesta praca : qoem o apprehender no
deri leva lo a roa das Croes n. II oa no engenao
aoima. Indicado qae rera' generosamente recom-
pensado. __^________
Fagio no dia 13 do corrente om escravo par-
do de nome Jos, barbado, representa t*r i5an-
nos de idade, allora regular, trabalba de carpi*
teiro e car-pina, levou um machado e alguma ron-
pa do aso, coasta qoe fui preso ero dirercao a P
d'AJho : ruga se as otoridades qae reoettam pa-
ra esta praca a entregar ao abano asignado na
roadaCadeia Velha n. I, qae ser pago todo o
traba I bo.
Jos Googalves Torres.
AVISO
100#000 de gratificado.
Contina a estar fgido o e
cravo Simio.
Roga-se a todas as autoridades capltes de
campo, tanto desta provincia como da das Alagoas
aapprebensao do dito eseravo, qoe foglo de ^casa
de seu senhor o da II de jolbo do correte une,
com os sigoaes semintes : de cao M<'^'t',0^.
idade de 40 annos, poooe ""?; J
aemWazHe cagado. epjto ^*- *"
w ol.^ ttSof crelo redondo ao at
tS.*LS:'"SE K.rM. levrtu ventfdo calca de ca-
barato preco de 70000 rs. garantindo-se
que n'esie genero o que ha de mais novo
do mercado e muito decentes para qualquer
do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, deiGama ^n^Saor a previ-
de Silva.
CARNAUBA.
Vende-se cera do carnauba em saccas,
sendo de superior qoalidade na loja do Pa-
vao, ra da Imperatriz a. 60 de Gama *
Silva.
dai Milaa. sem barba, levfta veWtfo c ica de ca-
Ma (cor em bom estado, amasa de a go*%>
senhora uzar: vendem-se na loja e armazem ^^".J^Jn* K>..&r,4m* Vicente Linda-
aguas, por sen
renrador o Sr. Joaqoim Calcaoti de lbo-
Soerque Multo, morador -no termo de Barrados,
oesu-noe qoe esle arcraTO ji M vtelo en Sef-
Bftem, a*a*!le iotretdm relaces de oaneeV
meoto. GraliBca-ae com a quanlia cima a anal
qoer oessoaque o epiregar aoswcUV, ra threila
numero 30.
EGIVEL




m '
i5S

-
I
I

i.

!
AS8EBLI GERIL
CAJIMIA DOS SEMIORES DEPUTADOS-
SESSO EM ti DE AG03TO.
l'ijlDENCIA DO SR. FARIA (VICE-PRKSIDENTE.
(Continuago.)
O Sr. Presidente :O nobre depulado
Do pode usar da express5o-falsidade
para com uin seu collega, porque nSf
palavra parlamentar.
O Sr EsperidiAo :Eu desejo ser calmo;
Le de proceder sempre como hornera de
boa eduago, e ^esiou fallaado demodo a
de Peraa atabaco Qaarta felra t& de Heewhro e 1867.
nobre, motivo de lealdade e de justica a qae
nao posso deixar de obedecer; por assim
dizer, um tributo que^ogo, minha posigSo
de homem publico. (Muito bera).
Mas, continuando a levar a cruz ao calva*
rio, a despeito do que hu ponco profer,
nao me possivel deixar de fazer algumas m"em dm&^oTrTvlnci!.
(fi a attteria do reqaeri ment tem ama ni*
immedlala com a poltica da provincia d^H
gas. \
O Sr. CS Ottoni :Certamente.
O Sr. Espiridiao :Estimo multo a appro1
de V, Exc
O Sr. C. Ottoni :Tem lado eom a poltica do*
presidente?, eom as tendencias que ellas Impri
reflexoes sobre o pedido que o nobre de-
puta lo dirigi ao governo afitn de mandar
quanlo antes para a provincia das Alagoas,
um presidente, fosse elle conservador, libe-,
ral, ou progressista, e'nSo sei que mais.
O Sn. '. utto.ni :- Um presidente que
fosse tudo seria melhor.
O Sr. Esperidiao : Acceito a addigo do
nao offender a ninguem, sobretodo estando Ilustre deputado por Minas etn relago ao
no terreno da defera. pedido do autor do requerimento.
Peco, pois, a V. Exc, que se interponha O Sr. C. Ottoni :Gertamente o que
entre mim e o nobre depulado, para evitar cabe na poca prtsente.
apartes da natureza do que acaba de dar...' O Sr. Esperidiao :E' o que cabe no
O Sr. Lourbnco de Albuqerque : E pedido feito; V. Exc. o interpretou p rfei-
eu peco ao nobre deputado qae nao seja tamente bem.
exacto. O Sn. C. Ottoni;E' o que condiz nes-
OSr EsperidiA*:EonSo quero provocar t situago.
scenas desagradaveis. O Sr. Pereira de Burro:N5o condiz
L-se no discurso impresso do nobre tal.
deputado o seguinte trecho: Senhores, o I O Sr. Esperidiao :-O nobre deputado
presidente da provincia das Alagoas fez mais' autor do requerimento, que sectario dos
anda : tendo perdido a confianga da guarda principios e das ideas bellas e aproveitaveis
nacional da capital, tendo perdido a conflanca1 da nobre opposigao, como declarou, ha de
de quasi todos os homens honestos da pro-'' convir que no nosso systema de governo a
viocia das Alagoas (oao apoiados), S. Exc. I existencia dos partidos um tacto por assim
achando-se s, isolado, ordenou etc., etc. dizer necessario. Quando elles nao existis-
Ora, vista desta ultimas expresases, o sem naturalmente entre nos, seria preciso
quasi do nobre deputado como que se obl- inventa-los, porque do choque das opi-
tera, dando lugar a que se possa tomar a nies que provem a excelloncia do systema;
sua asserc5o no sentido absoluto que lhe dei
e em que me conirmam as notas que tenho
do seu discurso fallado.
O nobre depulado havia asseverado que
o expresidente das Alagoas tinba perdido o
conceito e conflanca dos homens honestos
da provincia.
O Sr. Loukenco de Albuqerque :De
quasi todos.
O Sr. EsperidiAo : Pois bem; seja de
quasi lodos os homens honestos da provin-
cia; e tanto, accrescentou o nobre deputado,
que, para que o ex presidente deixando a
provincia po.lesse embarcar sem soffrer al-
guma aoronta, foi preciso o soccorro da mo
poderosa do concunhado do nobre depu-
tado.
Mas, senhores, por quem poderia ser o
ex-presidente amelado de ultraje publico,
ao retirarle da provincia? De quem perdeu
elle o conceito ou confianca ? Seria dos
homens do partido progressist i, que formam
a grande maioria da provincia?
Nao, seguramente. E', portanto, para
esses horens, que vou reiviodicir os foros
de honestos, porque at a ultima hora pres-
taran! elles o mais valioso e proficuo apoio
administradlo do Sr. Alencastre. (Apoia-
dos). Os amigos e parentes do nobre de-
putado, fizeram o mesmo.
O Sr. Ambrosio Machado:Apoiado.
O Sr. Esperidiao :O nobre deputado,
pois, excedeu-se Da offensa qu quiz Iangar
aqui ao ex-presidente das Alagoas, foi alm
dos sens desejos, e offendeu a quem talvz
nao quizera voluntariamente offender,
O Sr. Ambrosio Machado:Apoiado.
0~ Sr. Esperidiao : Senhores, ha um
facto bem significativo nos ltimos dias da
presidencia do Sr. Alencastre: fez elle urna
excursao pela provincia, e em toda a parte
foi recebido com o maior acatamento e res-
peito.
.0 Sn. Ambrosio jachado : Apoiado ;
ite elos proprios conservadores.
O Sr. EsperidiAo:No norte da provin-
cia, onde existe um ncleo poderoso do
partido progressista, o Sr. Alencastre rece-
ben urna completa ovaco ; os homens mais
qoalificados, os chefes das familias mais dis-
tinctas e os propietarios mais abastados das
localidades por onde transitou esmeraram-se
era testamunbar-lbe as maiores attencoes.
O notre deputado, meu collega e amigo,
que se acba agora minha direita foi de
tu.do sto testemonha presencial....
O Sn. Ambrosio Machado:Apoiado.
O Sr. EsperidiAo :-.. ..e o testemunoo
do nobre deputado tem mudo valor....
(Apoiados.)
O Sr. Amiirosio Machado :-0 propno
chefe do partido conservador o Sr. Jaciutho
Paes de Mendiga o foi compnmentar.
O Sr. EsperidiAo:Quaes forana os des-
agrados e desconsiderado em que possa ter
incorrido o Sr. Alencastre ?
S durante o prtcesso da eleic5o de de-
butados e depcis della, em consequencia do
mallogro de tentativas estultas, incorreu o
ex-presi lente no odio de um grupo de indi-
viduos da capital da provincia, na mxima
parte sem quaiicago, que laoga*am em
um pasquina impresso os maiores insultos
nao s coutra o presdeme da provincia, mas
contra todos nos, mesao contra o nobre de-
putado e seos parentes,insultosatrozes.que
envergonbam a provincia, a sua civilisagao e
moralidade. (Apoiados). .
Eu, por exemplo, que sou urna das victi-
mas dessa imprensa da opposigao em minha
provincia, tenho lamentado esse estado de
degradaco; mas declaro a V. Exc Sr.
presidente, que nunca me julguei com tanta
torga para ficar impassivellante o insulto
de laes individuos, que s desprezo e asco
em mim provecam; porque a lama que vem
debaixo nao me alcanga (Apoiados).
O Sr. C. Ottoni :-E a mim, nem a que
vem de cima.
O Sr. EsperidiAo :Tambem a mim.
Considerar o nobre deputado. autor do re-
querimento, como homens honestos da pro-
vincia aqnelles que nos msultavam, que
conspurcavam o saoctuano das familias /
Na vendado de estraohar ao nobre depu-
tado a gloria dessa apreciado; nao lh'a
disputo. ;. ...
Parece-me, pois, Sr. presidente, ter feito
nm protesto solemne contra o que disse o
nobre deputado, porque a maioria numero-
sissima da populado das Alagoas e toda ho-
nesta (apoiados). e, tend ella prestado esti-
ma e acatamento ao ex-presidente da pro-
vincia, nao se pode dizer que S. Exc de-
cahio da coifianga e conceito dos homens
honestos. (Apoiados.)
Passarei, Sr. presidente, a oceupar-me
com mais alguma especialidade da materia
do requerimento; Mas antes disso devo de-
clarar ao nobre deputado que n5o desejo ter
polmicas com elle, d5o s porque sou na-
turalmente avesso a polmicas, como porque
desde a primeira vez que o nobre deputado
fallou, e depois que em resposta a urna sim-
ples rectificagao minha usou gratuitamente
de expressoes que me pareceram moito of-
fensivas, dando-me o direito de dizer que
sempre que puder evitarei qualquer contes-
tacSo com S. Exc.
Impellio-m8 boje vir tribuna "um motivo
dabi que nasce a luz.
Mas o nobre deputado com a sua invoca-
go ao governo, dizendo-lhemandai para
a proviocia quanto antes um presidente, seja
o que for, liberal, progressista ou conserva-
dor, demonstrou a aridez do seu pensa-
mento a este respeito. Para S. Exc. in-
differente a poltica que domine na adminis-
tragao do paiz; mesmo para S. Esc. nao
cousa inadmissivel a confusao e anar-
chia official que inevitalmente se dara,
se um gabinete de certa poltica mandasse
para as provincias presidentes de polticas
diversas, para fazerem l tambem poltica
diversa.
O Sr. Lourenqo de Albuqerque d um
aparte.
O Sr. EsperioiAo :Mas o nobre depu-
tado, que sahio das urnas em virtude dos
suffragios de um partido, quasi desconhece
a existencia desse partido.
O Sr. Lorenco de Albuqerque : O
Sr. Tavares Bastos que lhe responda.
O Sn. Pereira de Brito: Responder a
que?
O Sr. EsperidiAo :Para o nobre depu-
tado a nogo de poltica, cousa vaga e in-
certa, quasi que nao existe em seu espirito,
e a confusao anarchica official lhe convm.
Porm, Sr. presidente, que admiravel in-
differenga! E um scepticismo levado ne-
gagio de tudo I
Nao se pense que esta minha apreciago
destituida de fundamenta, porque, alm
de autorisarem-na as palavras do nobre de-
putado, os seus actos nesta cmara a com-
provam.
S. Exc. affaga a uns e a outros, inverle
os fados e discursa, sem que a tudo ito
presida o mais indeciso pensamento pol-
tico.
O Sn. Lourenqo de Albuqerque:Hei
de mostrar camaxa o que V. Exc
O Sr. EsperidiAo: Elogia em parte a
reaego que se den na provincia, tem pala-
vras doces e agradaveis para os opposicio-
nistas, e censuras acres e injustas, para nao
usar de expressao mais forte, contra os ami-
gos da situago.
S. Exc parece que se encarrejou da ta-
refa ingloria de tndo inve ter e confundir.
NSo vejo, portanto, bruxolear atravs do
que disse o nobre deputado urna s idea,
um pensamento que p.jssa ser qualificado.
Ainda mais: S. Exc. disse opposico:
As vossas ideas sao boas, sao grandiosas ;
mas nao vou para ys. Quer isto dizer:
Estou onde n5o existe idea alguma grandio-
sa e approveiiavel.
O Sr. Louienco de Albuqerque :E'
IraducgSo sua.
O Sr. EsperidiAo :Disse mais : N5o
tenho ambig5o pessoal; sSo-me indifferenles
os interesses polticos da minha provincia, o
governo que a dirija como entender.
A' vista das rpidas reflexoes que tenho
feito sobre as Jpalavras pronunciadas neste
recinto pelo nobre deputado, eu, que emen-
do que todo o homem poltico d o direito
de ser julgado, ser qualificado ; o homem
poltico por assim dizer propriedade pu-
blica, n5o acho um criterio pelo qual possa
julgar o n'ibre depulado em relago poli-
tica gral, como poltica pruvincial; don-
de concluo que S. Exc. um depulado tay-
brido, n5o tem classifica o possivel.
O Sr. Feucio dos Santo :Nao ha pe-
rigo, porque os hyoridos nao tm descen-
dencia.
O Sr. EsperidiAo : Ainda, Sr. presiden-
te, eu teria o direito de fazer urna interroga-
g5o, e era : em nome de que principio, de
que idea, ou de que interesses, foi o nobre
deputado eleilo ? qual o titulo que legitima
a sua eleigo ? Porque na verdade a esse
respeito estou cercado de trovas, mas des-
illudido as minuas convieges anteriores.
Eu considerava a S\ Exc. alliado fiel do
partido progressista, S. E*c. foi eleitocomo
tal, o corpo eleitoral deu-lhe os seus suffra-
gios nessa crenga; encontrando a sua elei-
go certas diflculdades, foram estas afastadas
por intervengo amigavel. Assim, dealgum
modo impuzemos a um amigo leal e dedica-
do, que tinha elementos taes no 2. districto
que se nao apresentasse candidato.
O Sr. Lodrenqj de albuqerque : Cite o
nome.
O Sr. EsperidiAo :O Dr. Eotiqaio liaba no 2.
districto elementos reaes e talvez bastantes para
ser eleito sem grande casto.
O Sr. Tavares Ba^.-s :Apoiado, e t
dislincto Alsgoano. (Apoiados.)
O Sr. Espiridiao : A bem do pulido, a bem da
concordia, impniemos a este amigo o aclo de ab-,
cegaco qae boje to mal retribuido.
O m,. Lourenqo de Albuquercue :[mputeram,
nao eexacio, eu tenho cartas deste moco a qae se
refere.
O Sr. Espiridiao : Ti>dos nos tomos concordes
a esse respeito, e appello para o Ilustre deputado,
mea acbre collega de di-tricto, qqe se senta dos
bancos da opposiclo, para qae declare sa todos
dos nao internemos aflm de qoe o nosso distiuclo
amigo oo se apresentasse candidato.
O Sr. Tavark. Bastos :-E' exaclissirao.
O Sr. Espiridiao :V. Exc. tem raides mais
pariiealires para saber mais disto do que o nobre
depulado, qae pelos seas discursos moslra deseo
nbecer tanto as cousas e os herueus da prcviBCia.
Sr. presidente, eu declarel no cometo do seo
desallnbado discurso qae eslava com prande emba-
rago para entrar o dirigirme neste dtbate ; e, d5o
jalgano o reqaeimento do nobre deputado to
O Sr. EspiiIidia :Por Uso anda voltarei
mesraa ordm tta coosideracSss de qae me tenho
ooeapado, para registrar ama circamstancia que
me la passauo.
O Sr. Alencastre foi nomesdo presidente de
Goyat em 1860, por um m'.nisteri) de que faxia
parte um Alagino moito dittmeto, a quem eu
multa respeito e nos todos consideramos cimo nos-
so chefe. Qaando se iratou da aomeago do Sr.
Aleocasire para as Alagis, estando este nobre
Alagdann, ex-rainisiro e senador do imperio, au-
o favor popalar e at compr
o governo geral, as dolorosas dreui
B^^^P '*'' Nobres esforcM
ti foram desirtaados por
Eu proprlo carregat co
dos actos do Sr. Alencastre
Saltos lanzados contra o presidente da
tllfc quinha'o respeilavel. O mesmo s
a'Sba leus dignos collegas, por dizer-sqSI
Sr. Alencastre era sastentado pela deputago du
Alagoas. As lacrepaco-s foram refutadas de ama
mansira concladentissima, reconheceno o gover-
no imperial a falsidade da aceasacie, qae nao pas*
sara de nm manejo artificioso para desconceituar
o presidente da provincia. (Apoiados.)
Coma pois qae o nobre depotado foi beber
nessa fonte to su apella as allegacdes que aqui re-
prodaio?
A barbaridade e craeldade qae se dizen poi-
cadas no reeratameoto derla o nobre deputado
seote na provincia, foi am dos motivos qas mais prova-las eom factos iocoatestaveis de violencia
aciuoa no meu espmto para presar a miaba al- graves ojustigas.e nao repetindo declamares ca-
besio a essa nomeago o faci de ler sido o presi-
dente indicado j nomeado para i|aal commissSo
pelo ministerio de qae S. Etc. era membro proe-
mioente. -
O Sr. Lourenqo di Albuqerque :Em nome
delle agradego tanta delicadeza.
O Sr. E O Sr. C. Ottoni :On tem de eerto.
O Sn. Lourbnq) de Albuqerque :Nao preci-
so de procuraco ; em nome delle agradego a sua
delicadeza.
O Sr. Espiridiao : Digo sinceramente qae sem-
pre pensei que essa nomeag. lhe fosse agradavel;
e como de facto, enejado o Sr.' Alencastre i pro-
vincia, reiagjs benvolas, amlgaveis, se atibele-
ceiam entre o presidente a o nobre senador, com
o que multo oos compraxemos.
, O Sr. Lourenqo de Albuqubrq : Tratoao
sempre com a deferencia com qae coslama tratar
a lodos.
O Sr. Esperidiao : Nenhuma manifesiacao de
descontentameoto, nenbam acto de opposico se
dea ; pe o contrario, segando as noticias qae rece-
bu da provincia, a indiligencia era perfeita e
cordeal.
O Sr. Lourenqo dk Albuqerque :V. Exc.
nao poda nunca descontenta-lo, sabe disto.
O Sr. Espiridiao : Estou provando que a no-
meaco do Sr. Alencastre nao merecen esse e?tig
ma qae o aobre deputado quiz lancar.
O Sr. Lourenqo di Albuqerque :O* tm-
pora I
0 Sr. Esperidiao : At os ltimos das da ad-
ministracao do Sr. Alencastre poderiam haver pe-
qaenas queius, pequeos reparos, qae se do
mesmo entre amigos, entre aquellos qae vivem
as mais estreitas relagoes -, mas nonca entrevi
symptoma algam qae revetasse essa desapprova-
go spera, severa e injusta qae o nobre diputado
aqai tem manifestado contr* essa admioistraco,
d'oade coaclae que o papel que S. Exc. se tmpoz
neste recinto em relago s Alagoas lodo da tua
livre espontaneidade.
O Sr. Lourenqo de Albuqerque :B sem du-
vida algaaa isso me fax tnuiu bonra.
OSr. EspbridiaS: Farece-me que nao po s>
dar outra explicago ao prosedimento do nobre de-
putado.
Sr. presidente, ama accusaQo posthama a qae
faz o nobre deputado a um alio fanecioaaria deca-
bido do poder, qae boje accasado' por-actos
qae dorante o tsmpo do sea exercicio nanea fo-
ram Increpados.
O Sr. Lourenqo de Albuqerque :Cabido,
nao; descido do poder.
O Sr. EsperidiaS: Nao qaero dizer qae elle
fosse expeludo do poder, elle mesmo se demiltlo.
Para mim a coincidencia de.-la guerra falta pelo
oobre deputado com a demisso do delegado do
goveroo imperial tem ama cor om pouco desagra-
dare!.
Tratan i agora, Sr. presidente, especialmente
dos pontos ae aecusago articulados pelo oobre
deputado conira o ex-presldenta e ootrae pessoas
da mioh provincia, porque, repito, esta materia
se prendi ioteiramente com a do requerimento que
se discute; o pensamento o mesmo.
simples como o seo enoneiado parece indicar,
mas remontando ao e.pirilo e ioteogo do nobre
deputado mts de ama vez manifestados, enieado
O Sr. Lourenqo db AlbuqutoQU*' : Qaero pa
ra mim a oie-ma liberdade.
O Sr. Spbridiao- : Estoo no campo qne \.
Exc. me tragn com os seos discorsos maiores ou
menores; se V. Ec. qarzer ir a'.m esta' as saas
mos.
Recrntamenlo.O nobre depulado forminou ac-
cusagSes acres contra o modo parque se proceden
ao recrutamento n> provincia das Alagoas : Re-
crotamemo brbaro e crael, disse S. Exc, qoe nao
exchtio velhos, invlidos. Albos nicos de maiha-
res viuvas, etc. Como prova, senbores, de/uma
accosago, a qae por minha ves cbamarei brbara
e cruel, a nobre diputado apreseotou am facto tgal
e os clamores adred levantados pelos nossos ioi-
migos commons (apoiados); S. Bic. foi beber nes-
ta fonte impura toda a sua acrimonia, toda a saa
crueza contra o ex-presidente das Alagoas- Vamos
ao facto.
Nos ollimos dias da admia'slrago do Sr. Alen-
castre veio da provincia tambem o ultimo contin-
gente que elle remenea para a nerra ; era mais
que um contingente^ era am orpo organisado de
Irezentas a algumas pragas : constava este corpo
de guardas naciooaes, voluntarios da patrla. e re-
erlas.
Mas disse S. Eic. : O recratament fot iao
brbaro e cruel que nem invlidos e doentes fo
ram isentados, e Moto qae pelo qaarteV-general lo-
ram devolvidas setenta pragas para a provincia
como loeapazes da servigo militar. B* justamen-
te a prova de mais valor qae apreseotoa o nobre
depulado em apoto da sua accosago relativa.ao
reeratameoto.
Mas, senhores, este laclo, qae pode ser perleiVa-
mente explicado, como espero faze-k daqui a pou-
co, nao {trova o que o nobre depatado lew am
mente, poruoe neste corpo de 306. pragas s fo?am
alistados 16 reerutas t
A forga principal era de voluntarios da pah> e
de guardas aacioaaes designados para o sarvigo
da guerra. Ja" v, portanto, V. Exc, Sr. presiden-
te, que o numero dos individaos jalgados iecapa-
zes comprebendeu voluntarios e guardas nacionats.
Mas analyseinos o facto.
Havera' responsabilidade para um presdanle de
provincia oo facto de lerem sidp recambiados pe-
lo quartel-general individuos qae tioham sido ins-
peccionados por mdicos engajados no servigo do
estado, e portanto responsavets ?
O Sr. Lourenqo de Albuqerque : E foram
Inspeccionados ? .
OSr. Speridiao :-Foram. O oobre(diputado
nao pode provar o contrario : a iospecgo foi leita
por mdicos que recebiam estipendios dos co,;es
publico. E' possivel respoosabilisar o presdante
por erros desses mdicos, ou mais exactamente,
por erros de la' e por erros de ca' ?
Seria ama aecusagao ojastissima, qae so revea
o desejo de aggressw sata um s viso de proce-
dencia. ,
Ha nm facto de qae leve conhecimento o presi-
dente da Baha, e qoe no trajecto de Maceio pa-
ra a corte dsseovQlveu-se com grande intensidad*
o sarampo a bordo do paquete em que v,nt)*
corpo. Foram maitos os affectados desta molestia,
e tanto que o digno commandanie, o Sr. lente-
coronel Aguiar, foi obrigado a solicitar do mesmo
presidente socorros de mdicos a raedlcameoios.
sbese que o sarampo, comqaanto nao seja mo-
lestia mortal, acarreta consequencias duradouras
daquelles que delle soffreram ; a sna convalescen-
ga loDga, como neste instante acaba de asseve-
rar nm distincto medico, nosso digoo eollega.
Esta affecgSo pode explicar o procediaoenio aa
jonu de saatfe da c6rte, recusando remetter para
o sal o grande numero de pragas vindas das
Alagoas. Portanto a prova trazida pelo nobre co-
pulado para demonstrar a barbaridade do recra-
tamento aenbnm valor tem.
Igual Tacto se dea comigo. De ordinario eram
devolvidos pele quartel-general gaardas naciooaes,
reerutas e engajalos aa razio de quinxe a "nte
por cento.
Enlretamo o trajecto da capital da provincia pa-
ra a corte de mnalos; nio poda, pois, durante
elle apparecer enfermldade Igual qae atacoa o
cor.no mandado das Alagoas.
Mas desse facto se pie dednzir ama censura
contra o presidente do Rio de Janeiro T nao por
certo ; porque nenr.um desses individaos foi re
meltido senio depois de Inspeccionado por distioc-
tos mdicos como sao os urs. Pimeotel, Rocha e
Frouget, ecji proflciencla e probidade sao do no-
toriedade publica (apoiados.) E' antes de presumir
que os mdicos do corpo de sande em saas inspe-c-
g"es se ad^riojam mais rigorosamente ao regoja-
mentos militares qne excjuem do servigo nm ho-
mem por ler, verln grafa, nm dente de meni. s.
Dahl resoltoa voliarem de 1(0 pragas cerca de zo,
justamette na proporgo das que voltaramto cor-
po das Alagoas.
Jem-se feito grave tojustlg na apreciatao dos
relos relativas ao recrolamento.8 dfsignagao de
guardas naclonaes.
A malevolencia servio-sa disso como arma pol-
tica para redar s admiobiragSss provlnciaes
lumoiosas, cojo fio o nobre depnlado nb pie
nem dave compartilhar, sobretodo se attender que
na administragao do Sr. Alencastre o reeratameo-
to dea am resalalo razoavel em relago as ur-
gencias da causa paplica, sem que se possa con-
siderar txcessivo a desproporcionado com a popu-
lagio da provincia, que tatisfez com bonra o ooas
que sobre ella recabio, assim como sobre todas as
oatras, alada qae fosse para desejar que algomas
provincias contribalssem em maior escala para a
sustemago da guerra.
Urnas tm concoirido mala qae ootrts, nao por
culpa dos governos, cojos esforgos foram em toda
a parle empregados com espirito de Igualdade no
sacrificio, mas qae bao produziram o devido effei-
to por causas que nao cabe agora investigar. Ha
provincias que podlam dar o triplo ou quadruplo
do qae deram ; oatras mais Ingenuas ou mais ar-
dentes em patriotismo,enviaram maiores contin-
gentes. Honra e louvor a estas ultimas I
Foram recrutados durante a administragao do
Sr. Alencastre, que dnrou onze mezes, 382 indivi-
duos, dos quaes se apararan 271, sendo dispen-
sados mais 100, oa por iseogoes legaes ou por in-
capacidad pbysiea. Nao foi, portanto, excessivo o
numero total dos recrutados, a' vista dos esforgos
por toda a parte empregados para satisfacer as ne-
cessidades urgeotissimas da guerra. Como qoali-
Bear de brbaro e crael o recrutamento feito as
Alagoas ? Para se-lo seria preciso considera-lo
superabundante e Injusto, ou como meio de persa-
guigo poltica ; censara esta que o oobre depa-
tado aiuda oo formoloo contra o ex-presidente.
O segando ponto da aecusigo' foi que o Sr.
Alencastre interveio em a'gumas das eie>g5es da
provincia Nesta parte o nobre depatado foi nm
pouco mais commedido; nao disse qae a interven-
go ;fos;e em toda a provincia, mas smeote em
algnrats fregoezias, especialmente as de Santa
Luzia do Norte e Quebrangulo.
Quanto a' eleigo de Santa Luzia do Norte con-
tera a aecusagao os dous artigos e seguiotes : 1,
a detengo ou custodia do Dr. Roberto Calheiros
para nao ir votar na mesma eleigo ; 2*, a priso
de am eleitor guarda nacional designado para o
servigo de guerra. S. Exc. moslra bem at qae
poato ignora o que se passa na prov ocia, o que
nao se lhe pode estranbar pocqae nunca leve oc-
casio para coohecer e estudar os horneas e as
cousas, sobre os quaes lhe cumpria alias estar
bem instruido. Mas S. Exc. deixa que as brisas
It-.e sjaotem as folbas, pouco se importando qae
descoobega o gue devia coobeeer, embora com-
metta erros palmares tratando dos oegoetc da
provincia, qne representa.
Se estivesse bem informado, saberla que resi-
dindo o Dr. Roberto na capital, cade qnalifteado
votante, nao poda ir volar em fregnezia diversa,
cem foi obstade de la ir, quandv a verdade, pelo-
contrario, fi qos o Dr. Roberto Calheiros se acbou
em Santa Luzia dorante a eleigo- primaria, dki-
giado os seas amigos, como estava em seu direito;
mas all nao tioha de votar, e oaoca o Dr. Roberto
to soffrea semellwote coaego -, o q* se dea foi
que faHaado-se da existear.ia de ucaa duplcala, o-
Dr. Roberto foi convidad j pelo ca*fe de polica
para dar algumas expllcag5es a este respailo. Ete-
o que houve prestaodo-se o Dr. Roberto Calheiros
a dar algumas expllcages pedidas com a sinceri-
dade e veracidade qoe o caractensam.
O Sr. Lourbkijo de Aibqubrqur rNao foi foro
gado f
OSr. EspbruhaO': V. Exc nao sabe nada de
que se passoo. .
Prndense um eleitor na vespera da eleigo, e
por erdem do Sr. Alencastre. outra- ioexacttdao
o facto assim e*uosto. Ewstla oa fregaeiia de que
se trata om eleitor designado competeotement-
para- o- servigo da guerra desde data moito antiga,
qae lioba-se sempre recusado ao caraprimento do
seu dever ; appareceodo de publico na-vespera da
eleigo primaria foi preso e recolbilo a quartel por
crdem do sen respeellvo.chefe, sem-que o presi-
denta" da provincia tivesse disso seleacia previa e
jpaito menos o detrminasse com especialidade.
ra, esta' um guarda nacional, porque eleitor,
isento do servigo da guerra, para que fdra desig-
nado oos termos da lei, ao teodo reclamado e ob-
ttdo dispensa desse servigo ? Nao padece duvida
que a le da guarda naciooal oo creou- semelhau-
e isengo ; s oa bypotbese contraria devia a pri-
so ser considerada cono om acto aiteolatorio dos
aireaos daqoelle cidado. Gonveobo- que a priso
aHectuada as proximidades da eleigo tomou um
carcter qoe se poda ler evitado, adiando se para
occasio mais opportuDa; mas no rigor da le nao
foi injusta, nem u'abi naece o motivo-fundado para
censura.
Agora saiba mais > cmara, qae na fregaezia de
Saota Luxia do Norte, cojo eleilowdo sobe a 122
eleitores, um s partido fez t-nlo a estes como os
sopplentss,revestindopor cons-goioede taes fuac-
goes a 2i-i iodifidoos. Nalaralmeote hivera', e oa
realidade ha oo partido adverso qna pleiteoo a elei-
go, oolfos untos individaos com os mesmos re-
quisilo, como se vara' das duplcalas que pondera-
da approvago da cmara. Disso se segu que o-
corpo. eleitoral abraoge grande parte da populago
aetiva da fregaezia ; e sendo assim nao de es-
tranbar qne a designago para o- servigo da guerra
recahisse sobre um oa oatro eleitor ou supplewe
de eleitor. Cosa razo se nao podera' aitriboif o
acto a que ma tenbo referido ao espirito de parti-
do : o oous de to pecoso servigo, como o de
guerra, deve recahir sobre lodos os cidados, que
por expressa disposigo- da let nao estiveremd^lle
isentos.
Era que repousa, portado, a accosago d vio
leocia e manejo eleitoral de que se faz carga ao
ex-presidente das Alagoas ? A priso do eleitor de-
signado lena forga para intimidar o corpo eleitoral
que, em sua maioria se compe dos homens mais
qaallfkados da parochia, dos mais independentes,
dos qae emQra nao podiam ser conslraagidos ao
servigo militar f E* am facto sem sigoiocagio, sem
importancia, que uo prova seno a lata de cum-
primento de deveres da parte de um cidado.
Demais, se o nobre deputado conbecesse melhor
a historia da provincia, havla de tei noticia do que
se passoa em Santa Luzia do Norte, por oceasio
de proceder-se a' eleigo primaria de 1863, em
que houve lata a todo o transe, sendo preciso que
interviesse mo forte para faxer inclinar a victoria
.para o lado do partido qae fleoo seohor do campo
tal era a igualdade de toreas com qae pleitea-
vam. Nao serla boje a priso de am eloitor am
manejo efflcar.
Outra argoigo feita ao Sr. Alencastre : a perda
da conflanga da guarda nacional da cipital, qne
o obrigou a chamar em seu auxilio os indios al-
deados que, segundo disse o nobre depatado, atra-
vessaram a provincia armados da arco e Bexa.e
talvez assim Qxessem o servigo da guarnlgo da
mesma capital.
Sr. presidente, ba as Alagoas diversas aldeas-
de algomas das qoaes tenho per feito conhecimen,
to ; a popolago, porem, qae as habita com o nom-
de indios pouco oa nada se distingue da populae
gao mestiga e mais oa meaos civillsada do interior
da provincia ; o lypo primitivo flesappareceo, e
com elle os hbitos que o oobre depulado lhe quer
conservar. Indio de arco e Qexa pode ser que ea-
contre-se em lugares de qoe oo tenho noticia; pelo;
eom das Alagoas recommendando-lhe qae sa prevena-
se contra a repercassao possivel do mencionado
imento na provincia, e se babilitasse com aaie-
para foraecer-lbe o anxllie de qoe viease
.taaaaaal
dente das Aiagaas, receben^
preparar-Pr* 'r
le, rwnlnaiTtorgas na^
leram- parte os taes indios,
_5ote organlsados, e os gaardas otemnaes qae
ordem sua vieran) da Anadia tendo a' sua freote
o seu distincto coramao iaate superior e graode
numero de offleiaes. Saiba mais a cmara qae o
digoo commandante superior a qae me redro se
Merecer anteriormente para a campanba do sal
eom os offleiaes e pragas que podosse alistar vo-
lonttriamente. e qoe se achava nessa trabalbo,
quaodo receben a ordem para vir destacar oa ca-
pital, iaterrompeodo por esse motivo o alistamento
dos voluntarios, dos qoaes, nao obstante tr inxe om
bom numero eomsigo. A estes ltimos eram dirigi-
das as coogratalacss do presdanle d provincia,
qae o nobre depatado proeurou desiarar. E' a
verdade pora e simples.
Sr. presidente, qaer V. Exc. mais bm prova de
quanto esta' mal informado o oobre depatado acer-
ca dos negocios da provincia qoe representa ? Es-
la' na aecusagao qae articaloa contra o ex-presi-
dente da provincia p las obras do encanamento.
O presidente da provincia, disse o nobre depata-
do, oo atteodia s reclamagdes constante? do en-
genbeiro qae exerea as faoegdes de fiscal desta
obra ; bavtodo o demitiido, den causa a qae a
parte da obra mais importante, o agade, se rom-
pesse por defeito de coasiracgo, qae o mesmo ea-
geobelro ja* tioha notado.
Sr. presideote, esse racto inexacto em ambas
as saas partes, oaoca se dea, e para qoe o agade
se rompessa era mistar, pelo meos, qae elle se
enebesse, e nao poda eneber-se porque nao esta'
anda concluido.
Eairelaoto ama obra feita nos suburbios da
capital, doode o oobr depqtado ba pouco velo,
parecendo natural qoe tivesse a curiosidade de vi-
wta-ia.
Tdobo aqui nm parecer do eDgenbelro Carlos
Clauss, bem coabecido na repartigo das obras pu-
blicas do ministerio da agricultura pelos bons tra-
bamos que tem apreseotado, dando, a respeito do
proeesso por qae a obra daquelle encanameolo se
val coQsiraiado, as melbores ioformac,ois ao pre-
sideote da provincia.
Este parecer de 12 de jalbo prximo passado ;
o agade prognde em sua coastrocgo, de confor-
midad com o plaoo de om engenhetro muito no-
tavel, o Soado coronel Coorado.
V, pois, a cmara que esta aecusagao do nobre
deputado 6lba de pura mveogo, trncio desse
presente pouco gracioso que lhe fizeram, tofor-
mando-o mal.
Que a constrwsgo dessa obra, oa antes a exe-
cugo do contracto respectivo tem lutado coa dif-
tiuldades, como en mesmo o reeoohecl, quando ti-
ve a honra de presidir a provincia das Alagoas, e
tanto qua con egni fazer-se ama modidcaco bj
cooiraeto primitivo para melbor garantir os Inte-
resses da provincia, cousa qoe-alii todos sabes.
Todos esses locoavenienies e embaragos provie-
rao do- modo pouco- cauteloso e deficiente por qoe
se fez o contrato.
0> Sw. Viruto db Mkdriros: Apoiados:
OSa. Esperidiao:i'ui eu quera- obleve do em-
prezano'pelos meus a meu alcance, aproveitando-
me das novas concessoes que Ibe foram tenas pela
assembli provincial, maiores garantas a favor
da boa execug3 da obra a do dispendio dos di-
nheiro pblicos.
O contrato primitivo pouco prendia ao empreza-
rlo. Elle percebia as prestag5ss meusaes ma cadas
no contrato, independente do andamento da obra,
segundo o decurso do lempo, comanlo-que nao in-
lerrorapesse os trabalhos por espago de tres mezes;
mas, come'o cootraclo nao defina em qoe consis-
ta a cooiinoago dos trabalhos, qaalqoer servigo
qoe o empresario levasse a effeito nesse sentido
satisfara a eondigo para receber a prestago res-
pectiva.
O ex-presidente havia de ter encontrado no ar-
chivo da secretaiia a modiaoago muito- importan-
te, feita por mim no contracto primitivo.
O propno emprezario luiou ao prlooipio com
grandes difBcoMades; nao Inspirando a oecessaria
cooQaoga para, conseguir fiad>res idneos, entre-
gou se as mos de verdadeiros usurarios, qae me-
iaate avallada porceotagem e prevalecendo-se das
posigss politroas que oceupavam, foram admittidos
a prestar urna anga to onerosa para aempreza
como iliasona para os cofres pblicos.
O Sr. Lourbnco de Alboquerque:Dlgaqaem
sao esses usurarios.
O Sr. E5peridiao:O que importa Isto t~.
O Sr. LouREngo de Albuqerque:Pode ser
ama aliusao...
O Sr. Esperioia5:-Nao ba alluso algama. Es-
ses homens eram cousiderados tnto nossos ioiml-
4os; boje o nobre depatado nao tem para com
elles- as boas palavras que nos dirige.
U Sn. Lourenqo de albuqerque:Ea respon-
der).
O Sr. Esperidiao:Recoohece sem duvida a
asmara quo osai informado esteve o nobre depu-
lado no desempenho da tarefa qae asilmpoz.de
modo que todos os fados que addazlo coatra a ad-
ministragao do ex-presideate da provincia, com
quem me parece que S. fixe. esleve por algum
lempo em boa inteligencia,, carecem de exacii-
dao.
S. Etc. noconhece bemascousas da provincia^
tem boa f, e levou-se de inforaagoe3- falsas que
lhe foram torneadas.
Tratare! agora dos motivos allegados pelo nobre
deputado para justificar a demisso do inspector da
Hhesourarla provincial, decretada pelo- 2 vice-pre-
sidente, nao s porque a desapprove, como porque
alguma referencia tem a" minha administragao na
provincia das Alagoas.
Disse S. Exc: t O 2a vice-presldente tomaado
conta da administragao da provincia recebeu ama
denuncia contra o nspeetor da tbesooparia provin-
cial por crime de prevancago, a em virtude desta
denuncia a demiUlo, remetiendo para o poder com-
petente lodos os papis para a formago do pro-
eesso.
O nobre deputado toi Inteiramnte inexacto.
O 2o vicepresidente, pessoa a-qnem respeito e
estimo, a cajas relagSes seotiret que fiquem estre-
mecidas por ms saggest5es, assumio a adminis-
tragao da proviucia em um dia, e no seguinte foi
logo substituido pelo 1 vicepresidente; e, as
poncas horas de administragao, horas apenas, o
primeiro acto qoe praticoa, coosistio em fulminar
com ama demisso brosca a om fuoceionario.dis-
tincto I (Apoiados)
O Sa Lourknqo de Alb*qubimjub:Havia nma
deouocia contra esse empreado.
O Sa Esridiao:Nao exacto; ao houve de-
ooncla algama ; S. Exc. eotroa para a adminis-
tragao com o sea jaixo formado, com a Inteagao
firme de proceder desse modo, dando a demisso
pura e simples sem externar faci ou prova que a
lustificasse.
A deouocia foi dada posteriormente a demisso.
O Sr. LouRRNgo as ALauouaRQUR: O nobre de-
potado porque falla assim ? nobre deputado
mesmo empenhou ss com o f vicepresidente para
nao demittir esse empregado, allegando que era
bomem do partido.
O Sr. EspbridiaO:Sr. presidente, pelo qoe te-
nho observado, parece-me qoe o oobre deputado
tem queda para desfigurar as palavras e actos
alheios, e desta forma ha de sempre provocar re-
clamagSes moito enrgicas. E* urna tendencia
moito pronunciada do espirito do nobre depatado
torcer, ludo a seu geito.
Sendo o Dr. Bsofamin nomeado para o cargo
de 2 vice-presidenie da provincia, e flgorando-se
a hypolhese de qoe aeontecesse en,reaMdeen *
administragao', entre ontros assomptos sobre que
conversavamos em intimidade manifestoo-me elle
preveogo contra o inspector da thesourarla ; e en-
lo tambem em intimidada Iba declarel qoe tendo
examinado os boatos qae corrlam a respeito desse
funccionario, nenhnm fundamento havla nelles
deparado para tomar qoalqaer providencia, e qae
isso esperava qae o 2' vice-presideate nio o
~^^sm ^rss&z
uticos, recorreodo a elles os pa tidos para terem
volantes as elriqoss.
E, pois, o facto da orgaobago deumacompa-
nhia dos suppostos indios aldeados neonura reparo
pode provocar, leudse em vista que o presidente
estava para isso autorbado pelo decreto n. 426 de
24 de junho de 1645. Esta medida nao prova falta
de poofiaog da gaarda oaciooal, exprime aotes o
desejo de alliviala do pesado servigo do destaca-
mento qae sobre ella pesa ba terapo, e para que
disto se fique convencido, basta apontar que s para
a guarnigao da capital sao precisas cerca de 360
pragas, na forma dos regalamentos militare.
Fallou-se da viada dobat'lhao da Anadia para a
capital: verdale, mas explica-se. A cmara tem
seleocia do mqvlmenlo sodicioso que se dan em
Pernamhuoo, e felizmente abarloa. O digao presi-
deuU daqaelij provincia offlcloa ao tea eollega
damente descobnr se as imputsgdes feilas a esta
empregado no cumpriraento dos deveres do seu
cargo havia fundamento; nada, porm, colhi qae
me padesse aotorisar a sobmett-lo a proeesso de
responsabilidade on a demilti lo; pelo centrarlo,
convencl-me que elle era am taneelonario muito
intelligente, activo e digno do Ingar qae occapava.
O Sr. Araujo Barros : Apoiado. E' homem
de trabalbo e intelligeucia, predicados, a qae deve
a posigao em que 'se acba. Alm da qae gozoa
sempre da rppulago de empregado honesto. (A-
poiados.)
O Sr. EsreRiDUfi -Saspendl por falta de base
qaalquer procedimenlo contra o .Dr. Mariano, qae
cooservei no sea eaprego, nao devendo ser raen
em destruir empregadss estipendiados, qne consa-
grara a su vlia ao servigo publico, por meras ae*
cosagoes, baldas de pravas, injustas, e mnltas Ve-
zas nasetdas do odio a espirito da vioganga.
O Se. Lourenqo de Albuqerque : Eafim,
wnsegal ao meaos associar o nomt de V. Exe. ao
esse eniD ea 'o, eom a defexa qae est fazendo.
Sr. EsPBRibiAO : -V. Exc tambem aasoelou o
nome ao de>t4 empregado com a aaajtsagao
Ibe tez. A differeogviporm, esli aa oa V.
. accosa Injustimaoi*. m dafendo com Jasli-
ga. Nao me deloaro de hv-lo telto.
O Sr Lourenqo de Albuqerque : Sim, seohor.
O Sr. Espehidiao :Obvo ans observar qae a
eoaveriago qoe tive eom o 2* vice- residente foi
tola confidencial, oo abandono da intimidade. Nao
sei, pois, como o oobre depulado Se apossou do sea
objecto para vir aqai propala-loiem guardar as con-
veniencia?. \
O Sr. Lourenqo de Albuqbbqe : Li se sabia
qae V. Etc. era o prctector della.
O Sa Esperida : -Sou o projctor de lodos os
empregados turas; nio os demitto por prevengSes
e odios pessoaes, qaando para isso itver juris-
diegao.
O Sr. Ambrosio Machado (ao Sr. Lonreneo de
Albnquerque): E V. Exc. tem-se consumido sea
perseRuidor. nao sel a razo porque.
O Sr. Espsridiao :RecommeaaoB d vice-Bre-
sidente que se desBrevenisse...
O Sr. Ambr.sd Machado :-E' acMaogo traba-
Ibador.
O Sr. Correa db Brito :-E qne nao se corva
perante os outros.
O Sa EsPERiDfAfl :.... qae, qnaodo tivesse de-
nuncia de algama malversago, mandasse ouvlr ap
dennnciado e proceder contra elle, se bouvesse ra-
zo. Isto foi um conseibo dado na intimidade,e es-
tranho at qne V. Exc. saiba disto.
Nao posso anda deixar este assumpto. A de-
nuncia foi dada peraote o primeiro vice-presiaNm-
te, o qaal industriado por aquelles qoe o cercavaat
e projectavam a sobverso completa qae se reall-
soo na provincia, restitoio esse fuoceionario ac sea*
emprego, pretendeodo assim jostifiear a revogacao
de todos os actos das adminislragdes anteriores.
Foi om clcalo, mas ao mesmo teropo preparavam
contra esse empregado, qne linba incorrido no odio
de nossos iolmigos commons, ama denanea asslg-
nada por algnos membros do direct to, a que o 1*
vice-presidente, ceg e obediente, se entregara, da
qaal o jaiz de direito, qae nao amigo do dennn-
ciado, deixoo de aceitar, dando-se por sospeito.
Por que assim proceden este magistrado ? Por ear-
to que oo tena delxado da iistaarar o proeesso,
se a deouocia fosse procedente.
Ocoorre mais qae, segundo estoa informado, a
esta celebre denuncia nao acompaohoa documento
algam, entretanto qae os crlmes de responsabilida-
de sao os qoe mais se prestam i prova documen-
tal ; emqoanto s testemaobat apontadts pelos
proprios denunciantes, nico meio de lostraego
do proeesso, vo depoodo peraote o substituto do
juiz de direito em sentido favoravel defeza.
Conelatodo ela parte do meo discurso dlrer
qoe a demisso do Dr. Mariano foi um acto de pre-
veogo, a sna reiotegrago um manejo dos nossos
adversarios, e o seo proeesso orna nova persegal-
co qae bo ha de vingar.
De ama outra aecusagao me eceuparia, se ja nao
fosse refutada por um dos meus collegas de depu-
tago.
Nao devo deixar qoe passe desaperceblda a as-
severago do nobre depatado a qoem respondo, de
qae a provincia esleve sem governo por espi? de
10 oa 11 das, isto aeephala, na phrase do nobre
depatado. O facto de aeephalia ja ata de anteraSo
aoounciado pelo nobre depatado, q*jfl lo disse qae
o 2-vice-presidente tioba vergonlia e bros para
uo tomar cenia da admlmsirago, estando muda-
do da proviosia o 3o vicepresidente, o V* ausente
della com assento nesta cmara, e o J e 6 sem
jorameolo.
Bu lelo, porm, no jornal official aetos do i" vi-
ce presidente, exped ndo ordem sobra diversos as-
somptos, e finalmente passaodo a administragao ao
presidente da cmara da capital esles actos sao
assignados no da 22 de jolbo de 1867, isto bga
depois da chegada do paquete provincia, e nelles-
ailegava o 2 vice-presidente, qae motivos Imperio-
sos, motivos de graode forga para elle, o retioham
em seu eogenbo.
De todo isto dedozo qoao 2 vice-presidente no>
se julgou desairado por ter sido nomeado para o
primeiro lugar da lista dos vice-presidentes da
provincia.
G Sr. Loui5?o de AnB'jQUERQrE :Nem eu
i'-ii tal.
O Sr. Esperidiao :V. Exc disse que era pre-
ciso que elle nao tivesse bro nem vergonba para
tomar conta Ja administragao, porque receben
urna prova de desconfan? do goveroo. Era que
consista essa prova de desconfianga T Em nao ser
promovido a i vice-presidente, aoma se nisto ti-
vesse lagor o accesso por direito, ou a sua nao ob-
servancia importassfl quebra de digoiade.
Mas, senbores podera haver snsceplibilidade to<
exagerada qoe entreveja um desar, urna affronta,
no acto pratieado pelo goveroo ? Vaga o logar de
i* vice presdante de orna provincia^ o governo
preeoebe este lugar, aSrootoo, desairon aos outros
vice presideates Domeados ? Qae tbeoria esta T
Como se diz Isto oo parlamento ? Sao quesiiunco-
lasde amor proprio, tem nenhuma importancia.
O Sr Loubbnqo de Albuquebque.:.Admiro-lhe
o eolbasiasmo.
O Sr. Correa de Brito :E tem mnita razio.
O Sr. Esperidiao : afes hbitos e esta liogua-
gom ijui vo desorganizando o paiz e creaodo
trupegos e difficuldades na marcha dos negocios
pblicos.
Sr. Lourenqo p. Albuqussque :V. Etc.
parece-me evidente algumas veze> I...
O Sr. Ispbridiao tE demais, senhores, o pro-
prio 2* vice-presidenta nunca se julgou desaicado
por oceupar o lugar que tem.
O Sa.. Lourenqo- de Albuqibrque :Nao, s-
nhor. de ceno.
O Sr. Esperidiao" :Nao descabro, pois qie
motivo leva o oobre deputado para exprimir-se do
modo qoe se v oo seo discurso, boje qae foi no-
ajeado para I wce-presidente um magistrado il-
lustrado e probo, que tinba sobre o sea prente a
preferencia de ser um bomem da lei, e qoe alm
disso goza de aeeitago geral oa provlaala; om ho-
mem familiarizado cora a begislago do paiz, que
no e-todo Laminado em qua estava a provincia,
julgou o governo, segaodo peoso, ser o mais apto
para reparar a desordem, a anarchia i facial qoa
alU relaava. Nao ba nisto oeohum desar para o 2>
vice presidente. a
OSr. Correa db Brito :E' om magistrdo
multo digoo. (Aooiadcs.)
OSR. Espiridiao : -Na verdade, as palavras.do.
oobre deputado, quaodo disse qoe era preciso qoe
o 2o vice-presideote nao tivesse brio nem vergoaba,
para tomar conta da administragao, nao teem. sen-
so eommam.
O Sb. Lourenqo de Albuqerque :E' boa qne,
o Sr. tachygrapho escreva estas palavrasnao tem
ganso comunial.
O Sr. EsperidiaS .Senhores, notarei de leva
ama coincidencia : as prlmeiras manifi siagoes do
nobre deputado contra os bomense contra o esta-
do actual das Alagoas, a sua m vootada contra a
admioistrago do Sr. Alencastre, qae me pazece
pagar por culpas albeias, coiocidiram justamente
com a publlcago do acto do goveroo nomean-'o o
vice-Dresidenle para as Alagoas; nao digo qoe urna
cousa provocasse a outra, mas noto a coincidencia,
a acho qae S. Exc, a do querer sojaitar se a in-
terpretags menos favoraveis, meos benvolas,
nao devia nessa occasio abrir as hostilidades con-
tra ceos homens e contra o ex-administrador las
Alagoas. .
u Sa. Lourenqo de Albuqerque :Saa opt
nides ; hei de explicar perfeitamenle isto.
O Sr. Ambrosio Machado -.Seria mais bonito
ter accosado o Sr. Alencastre quando elle s-stevo na
provlocla, antes d eleigo, porque ena ja bavia
os actos do recrutamento.
O Sr Espiridiao :O mea nobre amigo desper-
ton-me ama observaeo que aqol devo eonsignar.
As aecnsagdes fe.tas contra o Sr. Alencastre sao
quasi todas por tactos multo anteriores a' sna de-
misso, algnos. mesmo anterioras a' eleigo ; en-
tretanto, a demora havida em produzlr taes aoca-
sages fax de alguna raanMra desmerecer a cora-
gem do civismo do nobre deputado em <" noJ9
a ama administracao qua ja passoo. Velo lora aa
18 0PSr, Ambrosio Machado :-Aqni se pabllcaram
muito antes da eleigo acasagflos contra o Sr.
Alencastre sobre o receatamea; o nobre depala.
d0Saei2uRWQo db Albuqerque :-NSo disse
nada mas fe algama consa r. compaohia de
Segas nossos. Eu M de faltar, eolio veremos
nnaes slo os Inooceoles. '
q OSR- Prbsioente :-Pego ao nobre depotado que
nio iDterrompa o orador.
O Sr Espirioiao :-0 nebre depotado ango
de referir conversas particulares qae se passaram
no seio da intimidade. E' multo mo gosto.
(ConHnuar-se-ha).,
? '
v.

V.
.1


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TYP. DO DIARIO-RU DAS CRUZES W. 4*.
-^
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