Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11375


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Full Text
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ANNO XLIU. NUMERO 218.
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PAB.l A CAPITAL LIU1BGV 02VOB SE NAO PACA POBTE,
Por tres raezfls t'ijiU'ss.,. ^. .-..,......' 6r$000
Par ms Mes Mra... .1 .1 .J .1 ., .. .1 .] H .1 ^ ; .' 424000.
Par bu aaao Uta., .j .j .j o':I -'.l TO rSiVil t 24i00
CaJa uerJTaUi .J ...... ,j.......3 .....; 2 320
SEGUNDA FEIRA 23 DE SETEMDRO DE 1867.
Fin A DEXTBO E EOBA DA PROVINCIA.
Par tres mmadlantato.. '.. r.-, w ,., ,., '. r. ;. r.- 1. r.
Par Mis litas Meo. 1;
Por nate ditos dem...
Por ib ano Mea., .t1 ..
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1ENCARREGADOS DA SUBSGRIPgAO.
Paratay ba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;Aracaty,
o Sr. A. de Leraos Braga; Cear, o Sr. Joaqaim
os de Oliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Aires 4 Filhes ; Amazonas, o Sr. Jerenymo da
Costa; Alafoas.o Sr. Francino lavares da Costa;
Baha, o Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Ribeiro Gasparinbo.
PARTIDA DOS TAPETAS.
Olinda, Cabo, Bscada e estacfos da via frrea at
Agoa Preta, todos os das.
Ignarass e Goyanna as segundas e sextas reirs.
Santo Anto, Gravati, Becerros, Bonito, Carnarti,
Altiabo, Garanhans, Baique, S. Bento, Bom Con-
seibo, Aguas Bellas e Tacarai, as tercas-feiras.
Pao d'Albo, Nazar-etb, Limoeiro, Brejo, Pesqrjeira,
Iagazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Oaricury.Salgaeiro e Ei, as guaras eiras
I Serinhiem, Rio Pormoso, Tanandar, Una, Bar
reiros, Agiia Preta e Pimenteiras, as quintas
fetras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tnbnnal do commereio: segundas e quintas.
Relago : tercas e sbados as 10 horas.
Pasenda: qaiotas as O horas.
Jnizo do commereio : sega odas as 11 horas.
Dito de orphos ; tergts e sextas is 10 horas.
Pri*eira vara do eivel: tercas e sextas ao meio
da.
Segunda vara do elvel : qoarUs e sabbades a
1 hora da urde.
EPHEMERIDES DO MEZ DE SETEMBRO
5 Quarto rese, as 8 h. e 39 m. da t.
13 La ebeia as 9 h. e 41 m. da t.
21 Quartd-ming. aos 17 m. da m.
27 La nota as 8 b. e 50 m. da t.
DAS DA SEMANA.
23 Segunda. S. Lino p. m.. S. Tecla v. m.
24 Terca. S. Tyrso m., S. Garaldo b. m.
2' Qaarta. S. Justina v. m., S. Senador m.
2b Qalnla. S. Cleofas, S. Firroino b.
27 Sexta. Ss. Cosme e Damio irs. mm.
28 Sabbado. S. Wenceslao duque monge.
29 Domingo. S. Miguel Arcbanjo, S. Plcito.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 10 boras e 6 m. da manhia.
Segunda as 10 boras o 30 minutos da tardo.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o sul at Alagoas a 14 o 30; para o non
at a Granja a 15 e 30 de cada mez; para Fer-
nando nosdias 14 dos mezes Janeiro, marco, maio
jalao, setembro e novembro.
IflTERIQR
Qiiem o tributario, o Tocan ti 11 s ou o Amazonas?
Os geographos e viajantes aotigos fascinados,
ou por informales inexactas, ou pela idea do ma-
revilhoso, e gigantesco, tloham considerado o To-
cantms como um dos affiuenies do Amazonas, e
ainda bem moderoamente vive nesa erenca o Sr.
conde de Casteloau, como se pode ver na soa ul-
tima obra ; e assim se peosava at ha mui poneos
graphos, se o Tocantins ser afOaente d) Aaa
zona* I ?
(Extrahido e um escripto do Dr. Francisco da
' Siita Castro.)
PERNAMBUCO
REVISTA DIABIA
As professoras D. Joanoa Justina de Slquei-
. ra Vareao, Porua Justina Baptista da Silveira,
anoos, em que alguns hoewjwyaido, que tem nU R Failsauai Adolpha da Cu*
estudado nosso palz, combateodo urna tal opi- Dh gal|e3> e og professores Beniara.n Constant da
Vice-ministro.
Vice-ministra
Secretario .
nio, tem demonstrado o erro, que a selencia ha
sustentado por longos annos. Rejeitam senjelhante
erro os Srs. Baoa e Araojo Amazona, qae em
nossos das escreverara sobre esta reeio as obras
intituladas Corografa Paraense e Diccionario da
comarca do Alto Amazonas, qut se podero con-
sultar ; e da mesma forma pensa o dlstiocto Pa-
raense o Sr. Dr. Marcos Pereira de Salles, capito
de eogenheiros, que a pouco visitou parte do inte-
rior da nossa provincia, por ordem do governo, em
cuja commissoprestou relevantes servicos, o que
possae precisos e exactos conbecimentos bydogra-
phicos, so~bre o Tocantins. Segando a opiniao des-
te nltimo, que para mim de autoridade, oplnio,
qae fui levada ao cdnbecimenlo do governo impe-
rial em um bem tragado e luminoso relatorio, a
baha de Paqnet, bem como as de Oeiras e Breves,
nao sao mais do que a continuado da baha de
Maraj com um pouco menos de largura, bordada
de innmeras ilbas at a villa de Melgac1, sita na
baha do rnesmo nome.
Ela, que tambem a continuacio da dos Bre-
ves, pelo rumo desudnestevai terminar bifarcaodo
se nos ros Aoap, e Pacaj, que a alimentam com
saas aguas, bem como o rio Aeutipirra e oalros
muitos rueos, que desagaam todos para a mesma
baha. As babias de Paqueta, Oairas e Breves com
urna extensu de mais de setenta milhas pelo ru-
mo de leste a oeste, alm das agoa< da-de Melgaco, Ministra
sao de maisengrossadas pe >s seguintes rios Pra-
cnba, Jambuass,Canatic,Jupura, Pina, Moiua-
ca, Crnica, e muitos riaebos, que do centro da
ilba de Maraj affluem pela margen) septentrional
de Oeiras) Mueajatooa, Panava, Jacuud e muitos
ribeiros, que do continente de Camu, margem
esquerda do Tocantins, surgem pela margem me-
ridional das mesmas baha-.
Entre o rio Carnca e a foz de Melgado, onde
teriniaa a baha dos Breves, eonfluaJe? pequeo rio
Paraualiu ou dos Breves, que depofs de 30 milhas palo rumo de os-noroste se renarte
em dous rios, o dos Macacos, o Jaburii, que qua-
si paraiielameote vio surgir no Amazonas, trontei-
ros pelo romo de sul a norte a Macap. Este rio
dos Breves, bem como o faro ou canal de Tagipu-
r, atada mais estrello do que o pnmeiro, sao os
nicos canaes, que Communicam o rio Amazonas
om abahia.de Maraj, rJcndo a ilha desle Dome
separada do cootinente, comprebendldo entre es
rios Amazonas e Tocantins, pelo ro dos Breves e
Macceos, que a banh?m pelo lado do sudoeste m
ama extenso prximamente de setenta milhas.
O canal de Tagipor, que entra da baha de
Melgado, potreas milhas cima de sua toz. segu
quasi paralelamente ao rio dos Breves e Macaeos,
e vai sahir no Amazonas ornas quarenta milhas
cima da desembocadura dos Macacos, commuoi
cando-se com o rio dos Breves pelo estrello foro
ou canal do Aluna, que vem surgir quasi no rnes-
mo ponto de dipartico deste rio.
Ja se v portaolo, que mui pequea a copia
d'agua que o Amazonas engeila para a baha de
Maraj, alimentada quasi exclusivamente pelos rios,
que cima vo diados, a malor pane dos quaes
tem tres vezes mais largura do qu9 a dos dous no-
meados canaes, Mppoodo arabas reunidos.
Pouco abaxo da baha de Paquet, na altura da
ilha do Goiabal, onde a baha de Maraj, depois de
um curso pelo*rumo de sudoeste, volve a tomar o
rumo de oeste4' a sudoeste,desagua nesta baljia
o caudaloso rio Tocantins por urna bocea de 8,998
tirabas craveiras, ou dez milhas de largura, produ
zinao tal copla d'agua, que bem se pode dizer, que
a baha deste ponto para bjixo at cablr ao ocea-
uo e o proloogmento do mesmo Tocantlas, pois
qae toda ella conserva prximamente aquella lar-
gura de dez milhas al defronte da capital, onde
mais se espaca,crvada por nma plebe de ilbas com
a agglomeraco dos rios Maan, Atua, Aoap, Tu-
cumanduba, Mcj, Guama e Guajira, deTiuentes
firoximos da mesma capital.
Urna simples vista de olbos sobre as posicoes by-
drographieas do Amazonas e Tocantins, separados
um do ouiro por ama zona de ierra de mais de
juarcta leguas de largura, faz recoobecer, que
mui errados teem andado os geographos, que sup-
pdem ser o Tocantins um lllueote do Amazonas;
e nao admira, porque todos elies nao teodo visita-
do o paiz, e atirahidos pelo en husiasmo que Ibes
excita a magest.sa corpulencia do grande rio, nao
hesitara em render-lhe cnltos, empreslando-lbenma
bocea de 60 leguas de largura desde a pona da Ti-
joca al ao cabo do norte, e sacri&caodo-lbe por
vassallo o Tocantins, smente porqae este rio teve
a audacia de arrojar snas aguas na mesma regio
assombrada pelo Amazonas III
Nao... As aguas do Tocaolins correm separa,
damente pela orla meridional da grande ilha de
Joannes ou Maraj, e as do Amazonas banham a
orla septentrional da mesma liba, seco jamis se
' confandirem. E se por affluente de um rio se en,
.ande aqnelle outro que com soas aguas vai en-
jrossar as do pnmeiro, antes o Aroaiona?, qoe
e deve qonsiderar alaente do Tocantios, porque.
pelos dous canaes do Tagipui e Breves elle enva
urua pequea porgo de snas aguas as babias de
Melgado e de Breves, prolonga ment da de Hatajo,
por onde se d,esll3am as aguas do Tocantins. ^
Se mentalmente se u ab.-tracgau da ilha de Ma-
raj, ler-se-ba urna larga e profunda enseada, coja
bocea, oa corda tirada pela ponta da Tijca, e pelo
cabo do norte lera prximamente 60 leguas de ex:
tensao. Peto ramal septentrional da curva eoseati-
ca, Isto pela costa de Macap ao cabo d norte
despeja o Amazonas suas aguas em dlreccio a ba-
ohar esta mesma costa ; e pelo ramal meridional,
isto peta costa da capital at a Tijoca despede o
Tocantins as soas em direccao quasi parallela a do
Amazonas, pois qae o Tocantins correndo sul ao
noria inclina-se para o nordeste desde acidade de
Gameta at a sua foz, em orna extenso de quaren-
a milbas, Bcando os leilos dos dous rios dlstantas
um do outro mais de quarenta leguas na mais cor
ta dlreccap. <
A Uba de Maraj collocando se precisamente en
tre odqris rioinisl^tspaco de 40 leguas, e pro
Cuaba Salles, Flix Paes da Silva Pereira e Anto-
nio Jovino da Fooseca, t( dos da fregnezia de S.
Jos, od-treceram do 1." do mez prozimo em diao-
le 5 % de seas vencimentos para as urgencias do
estado.
A directora do Gabinete Portagaez de Lelta*
ra, elelta para o anno vindoaro, comp5e-se Srs.: Jos Duarle das Neves director, Joio Car'08
Colho da Silva vice-direclor, Guilherme Aagas'o
Rodrigaes Sette e Veris'imo Ferrelra Chaves Ja"
nior secretarios, Jos Nogueira de Souza tbesou-
reiro.
Acaba de er capturado, pelo subdelegado da
villa de Pedras de Fogo, da provincia da Parabyba,
0 criminoso de morte, Joaquim, escravo de Joio
de Mello Azedo, qae a 20 de agosto ultimo, assas-
sinou Manoel Bezefra de Oliveira, na cidade de
Goyanna, em coja cadeia se acha recolhido.
A e jotrara da ordem lerceira de S. Fran-
cisco fez ante-bontem a eleicio da nova mesa ad-
ministrativa para o anno compromissal de 1867
1868, sendo eleltos :
Ministro....... O lllm. Sr. Manoel Pereira
Lemos.
. O Iilm. Sr. Francisco Jos
da Silva Guimares.
.A Exma. Sra. D. Joviaa
Candida de Mello G.
A Exma. Sra. D. Francisca
d'Albuqaerque Silva Costa.
.O lllm. Sr. Francisco Joa-
quim Bibeiro de Brillo.
Syndico.......O lllm. Sr. Gaspar Antonio
Vieira Goimares.
Vigario do caito .O lllm. Sr. Pedro Jjs da
Coca Castello-Braneo.
Mestre dos novicosO lllm. Sr. Francisco da Cos-
Pinbeiro.
Nameracao dos bilhetes da lotera 39a, offa-
recidos pelo tbesoareiro das loteras para auxilio
das despezas da guerra.
Bilbeles ns. 1406 a 1415.
Cinco minutos roubados ao leitor que se dis-
pozer i responder a estas pergantas, de qae ama-
nba daremos por nossa parte as respostas :
Quil o pronome que titular ?
Qual o adverbio de tempo qas serve de ali-
mn lo ?
Qual 1 nota de msica que serve de uniti-
vo ao calor T
Qual a bebida aromtica qae eropregada
como breviatura de pbrase no toeatro T
Qual a foole de luz qae serve para jogar ?
Qaal a nota de msica qae canta de ma-
drugada ? -
Qual o pello de aoimal que anda uas es-
tradas ?
Qual a provincia do Brasil em que as ve-
Ibas preparara flos ? .
Qaif animal bactraceo amphtblo qae
derivativo de um pronome pessoal ?
Qual '
franca 1
Qual o adverbio de lagar que o vento le-
vanta no. vero 1
-1- Qual a fructa do Brasil qae provincia de
Portugal 1
Qaal a letra do alphabeto que nao anda ?
Qual aecusada que nao direta?
Qual a leilra do alphabeto que se acha so-
bre a epiderme ?
Qual a nota de msica qae c herva de que
se laz cha no Bsasjl.t" '
Qual a eaibedral que Ultra de nossos pais ?
Qual a abiiacao ond.e so corla madeira ?
liOleri. A que se acha venda
a 39a a beoeflio da .ireja ,de Nossa Se-
nhora dtfMiJnt^de Olitft'ue corre segun-
da-feira 30 do correte. .
. O esenvao dos preUstos -Jos Mariano, sl
de semana : ra de Santo Amaro o. 10.
Fazem no 1. de ootubro prximo futuro o
sea segundo coacerlo os irmao; Franco, no nosso
Santa Izabel, consta-nos qae dedicado aos Ilus-
trados corpos acadmico e coramercial.
1 De 1 15 do correte vieram ao oos33 merj
cado 1,661 saccas de algodo e 145 saceos de a%.
sacar.
Urna caria dirigida de Pars a ama folha de
Madrid falla de um novo penodieo pariziense que
nao se publicara. Iotilula-se 0 nico, peridico po
silencio. O titulo ndica perfeitamenta o objecto.
O 6'nico nao sabe da scunda'de serwo para pedir
aos seos contemporneos qu se'caiem, soppllcan-
do-lhes que pensem sr^ameole .da < avalancha
de luieretura que val destruir as pouca? tradit^Sas
qae se conservam dos grandes escrlptores fran-
ewes.
< Sim, diz a tal' folha, ebegado o momento de
reclamar silencio. E' ladspjnsav^l uifla "suspen-
o. Se ons deixarem d escrever, outros deixa-
rao de lr, e lodos tero tempo para'pensar. Dem-
se treguas a esta actmdada estril, a este em-
prego vago do nosso tempo efJ4 nossa alinelo.
o r o da Italia, qu* habitante da
cada 'anno o champagne e um cabrito, e os outros
convidados pagariam o resto. Assim coutinuaram
as coasas at a morte de Presin em 1834.
Tocou anto a lord Faroborongh a remessa das
cartas de convite, e desde essa poca o jaotar de
mugens. lem-se arraigado no3 osos, e nao cablra'
to cedo em desaso.
Assistindo a sta (esta annnal, pensam os minis-
tros que celebrara o Ora dos seos trabalhos e o
principio da ferias Imaginarias. Doce mas passa-
geira iiiuso I
Teodo apparecldo na Saboia ama especie de
epidemia, desenvolvida pelo effeito qae prodaz
as casas o calor dos foges cylindrlcos de ferro
(andido, a qae os francezes cbamam poeles.mt. Cla-
rct, dittincto facallativo, analysoo oar de urna sala
aquecido pelps taes fogoss oa calorferos de ferro
fundido ; e achou se-thes quantidade sensivel de
oxydo de carbono ; facto noticiado por mr. Char-
don, babil chjmico, e qae elle nao contesta, porqae
as experiencias feilas por mr. Claret liram todas
as davidas a semelbaote respeilo, mas combate to-
das as deduccoes qae o hbil facultativo delle ti-
rn.
O ferro (andido, como geralmente se sabe, um
carbone de (erro.. Ora se os calorferos de ferro
fundido exoandessem oxydo de carbone, este caso
s podjjpiar-se com a descirDonisacjo dos pro-
pnos cawr.rferos, por coosequeocia, depis de bs-
tanle daov deviam perder o Carbone qae os consti-
tue, e pss-arem neeessariamente do estado de fer-
ro fundido ao de ac, e depois ao de (erro puro,
facto que jamis foi observado no caso em questao.
A presenea do oxydo de carbone deve portaoto
ter outra origem. Nao e, porm, fora de duvida,
segando a opintaotie mr. Chardon, qae a combus-
ta j da poeira na atmosphera, operaado-se na lami-
na de ferro levada a alta temperatura, enira ai
certo ponto na' formaco do oxydo de carbone que
contem o ar aquecido pelos poetes de (erro fun-
dido.
A prodaego, porm, desse gaz toxico devida a
outra causa que nao fol notada por mr. Claret, e
cujo conbecimento muito til aos nossos leitores.
Existe geralmente o maa costume de untar com
grapnite os foges de ferro tundido, afim de dar-
lbe a apparencia de dovos ; esta a Musa prin-
cipal da enloxicacao do ar aquecido pelos poetes.
A grapbite, impropriamente chamadaplombagina,
(mina de chumbo), carbonato puro, coatendo ape-
nas tracas porgues de ferro, esta substancia mista-
i'.iMjg Bu agua, e revestem os logoes com umi
camawPTrrtal preparago; que, quaodo seeca,
adquire pela friccSo um certo bnlbo metallico.
Faeilmonte se comprebende o qae o'aqui resul-
ta : a carnada de carbone, com a eaeandesceocia
da lamias, arde realmente ao ar e t irna-se Inteira-
ments em acido carbnico, o em oxydo de carbo-
no ; d'aqui resultara o mau estar, os enjoo?, as per-
tabacss de caberas, etc. O tempo e o uso fazem
com que os fogo.'s tornem a tomar a cor primiti-
va ; mas infelizmente a ranssta antoja torna a ser
repet.'a. : '^
E' pois multo para desejar que m ariisiis, qn
se dedican tebaicacao dos (ogoia de sala t djt
calorferos economTeos,iratem de fj^Hefr'IBs ma
outra preparar) exterior qQ6 nao cooteoba subs-
tancias que, pela enfcaadescencia das laminas de
ferro, produzam a eotoxica;o do ar almospherico
qae se respira as caas qae elles aquecem.
Um bandido, mui temido por saat fao**oha
por nome Scalaonni, encootrou-se na penco em
B-iodueila,- terrnorio papalino, como cura de Piag-
naao, Vmcenzo Danli, cotufa o qual nutria om rao-
cor de' amiga data. O bandido segurou o padre
pela gola e ordenen the que a si mesmo Veadasse
os olbos, porque lioba saado a su derradeira bbra.
O pobre sacerdote, qae tido. na sua Ierra em
ca ti da muito. tuildo, urou lentamente da algi-
belra um kn^poma para obedecer ordem re-
cetada, por'ir no momento em qae Scalabrini, rae-
njs o esparava' aquella qae devu ser sua victima
accommetiea-o com denodo, armado de orna nava-
Iba que hivia sacado da algibs-ira ao m -smo lempo
qae o leoco branco.toa a gente anda armado de
navalna na Rcmanha, al mesmo os padrese fel-
ino duas feridas profandas as virilbas e outras
oo menos graves.
Debilitado pela penda de sangue, o salteador te-
ve de abandonar a luta corpo a corpo, qae bavia
ira vado com Viuceoz 1 Danti.
Este ulinn 1 retirou-se a loda pressi para ir pre-
venir os gendarmes.
No momento eju que estes chegavam ao toeatro
da luta, Scalabrini: leoMva ligar as suas [endas;
porm ao av.stari os.gendvmes, em vez. defender-
se, descarregou oontca H gendarmes tambes teram fogo e mitiram-no lo-
mediatamente. .
Este salteador era o terror, daquella ierra, bem
como 4e urna parte da provincia de Grosselto, na
Toscaa.; 4
O Sr. Joo E'ydtb ds Carvalho, PorMgoez,
Ido ha Botcof do Rio de Janeiro, offeraoeu genero-
samente a/ Bjueu da aaiversidade de Coirabra
os seguintet 30 passaros do Brasil, a maior parte
dos quaes nao havia n'aquelle estabelecimento :
Orith -jipa-oriolo tropial, ou vira bo*tas~
orllo sapeabaorllo gaaehnapa 'moscas
periquito coiu-sanhassunnu braocoalma de
gatovacar', fa"m(lia dos tacaos sabia Jara a-
geitamboraijiralngarati ob^:goroaili
bacbro,(oa noitebgaviao pombopiea-peise
bu Marajah} pescado/,rassa-vmaolh
Abrea Porto, para correcto ; a' ordem do dj Po-
co, Joanoa Mara da Conceico, para correcto.
O ebefe da segunda secgo, J, Q. de Mesqmta.
Passageiros do vapor Paralaba, vlndos do
Acaracu a portos intermedios :
Luiza Mara Francisca de Oliveira, Raymando
da Costa Spioola, Antonio de Almeida Goimares
Ludgero Braulio Girci, Jos Albino do Nasci-
Medida salotar, por qae nao s Ihts restitaio a
indispensavel liberdade de eonscieocia para que
podessem prudentemente apreciar os exames dos
aspirantes ao bacharelato, o jolgar-los mais eons-
clenciosamente do que o poderlam (azer, sendo
elles proprios preceptores e jalgadores, mais
ainda porque cerceoo o monopolio e convldoa a
competencia das Inbiiitacoes edos talentos, que oo
melo, B-ruardo Cerqueira da Castro Moateiro Tbo-1 Podena,n ser aproveitados no ensioo dessar mate-
raaz Antunes Nunes Monteiro, Jos Tbomaz de O. r'as' descorogoados pela presso de ama immineote
Mello, Jls Jasltno de Oliveira Pinto, JoSo da Cos- "n,e*?a a reprovagio dos seos discpulo,
la Alecrlm. A le, porm, nao po le produzir todos os bene-
uCpm PUBucc-Obitoario do dia 18 de se-1&7gU^SS&SERSlS
Anirino Piro R..rr^ri __- .___. deverlam neeessariamente resultar, por que a am-
Joaqoin Mana Pereira V.aona, Pernambaco, "l0p0li0 D0 eD8,D0 6SU'1 ""***
81 anoos, viuva, Sinto Antonio ; desynteria.
Paula Mana da Conceigo, Pernambuco, 60 an-! iicn linh. dir.m
nos, viava, Recife; febre perniciosa.
de mencionar aqui para n5o me tornar pro-
lixo e enfadonho.
Sendo a erysipela urna molestia que sem
duvida effeito de materia gerada no cor-
po como expoem alguns escriptores de me-
dicina, e em consequencia da fr-bre lanza-
da na pelle, onde produz inlammacao, e
que muitas pessoas, por n5o se terem con-
veninientemente tratado, suecumbem com o
pernicioso uso de que, nos tres dias nao
devem usar de remedio algum, o que faz-
se entender o mal por nao se ter a princi-
pio combatido ; por isso, pois, convenien-
>pwitv uvj oujiuv ca** ouiaitauu- --. 1-
Os preceptores de facto Bcarara sendo os julga- ^ 1^> logo que alguem se sentir atacado
dores de direiio, baolo-se a prefereucia que o pu-1 de tal mal, deve provocar a transpirago
mezes, S. Jos ; be-
Ba-Yista : den-
Custodia, Pernambaco, 12
xigas.
Jos, Pernambaco, 16 mezes,
ligio.
19-
Drsnla Felismina do Espirito Santo, Pernambu-
co, 60 annos, viuva, Recife ; he,morrhagia.
Emiliana doj Santos, Pe/nambuco, 22 aonos,
solteira, Recife; tubrculos pulmonares.
Mana, Pernambaco, 3 mezes, Bi-Vista; ente-
rite.
Raymando, Pernambuco, 18 anoos, escravo, Re-
cite ; Varela.
Sabino, Pernambuco, 6 annos, escravo, Bi-
Visla \ hydropesia.
20-
Rosalina Guedes de Lacerda, Pernambaco, 29
anno, casada, Santo Antonio ; taberculo* pulmo-
nares.
Theodora, Pernambuco, 9 mezes, Ba-Vista ;
bexigas.
Luiza Lolovlca de Fiaoot, Pernambaco, 60 ao-
nos viuva, Bdi-Vista; aneml>.
Luit, Peroambuco, 9 anoos, escravo, Ba-Vista ;
enlerite.
Mara, Pernambuco, Bi-VIsta ; falleceu ao
nascer.
Marco; Severino dos Prazeres, Peroambuco, 9o
anoos, viovo, S. Jos, diarrhea.
Publicacoes a pedido
Sm. Sr. Dr. Joaqium ti api isla Moreira.A co ra-
ncia com que esta' escripto om artigo, publica-
do a pelido no n. 216 do bem conceituado Jornal
do Recife, or alo do qaal se nos teeem elegios
sebre o desefcpecbu da nos^a eslra no ibealro de
Saeta Isabel^a noite de IS do correte, inspirou-
nos o desf jo^e conhecermos quem seria q aator ;
algumas pessoas, a's quaes viemos recommeada-
dos, Qzeram-nos hoje cooslar que devemos a V. S.
esta bonra, senliodo .djhe Bella nao vissemos o seu
rfa V nttifc, "para nos de mullo valor, e por
isso va/nos pedr-lha o favor de consentir em nova
publlcacao, com a sua assignatara.
Apresentamos-nos com eslima. De V. S. mnlto
attenius veneradores criados obrigados. Os ir-
nulos Franco.
"Hotel do Uuiverso, 20 de setembro de 1867.
jrs. Franco. Rara vez o mea nome, obscuro,
tem aspirado a's honras publicas da imprensa,
raaj principalmente em materias d'arte ; nem va-
lor ou merec ment pode elle dar ao artigo, a que
Viles, alludero, na su altenciosa carta, hoja trans-
cr la no Jornaf do Recife.
_j om 00 raao, dictado tal vez peISs recordages
d que ouvi, no seu concert de 12 do corrate,
ap*alo do Santa Isabel, o artigo meu e somante
na 1; e se nao fora b primeiro favor que Vmcs.
om pedem, de fubscrever mea nome em seme-
Ibi ile publicagio, rogar-lbes-hia aa'.es, que se
tV ivessem de tai intento, assim como eliminas-
sai do comego da sua referida carta 1 compe-
ta tia >, qoe nunca pretend, nem pretendo, em
a* impos de msica ; porqaaoto, apenas contesso-
dos baos artistas e de Vmcs, simples aprecia-
e criado. /. B. Moreira.
oa da Saadade, 21 de setembro de 1867.
Os irmaos Frnncos.
a nolle de 12 do correte, extrearam 00 tbea-
Sanla Isabel,os irmaos Guiseppa Franco e
tino Franco, receotemente chegadog da corte
ovincias do sai, onde mereceram sympalbicos
dicados applaosos.
Monista o primeiro, e harpista o segundo,
sentaram-se ao publico Ilustrado da nossa bel-
la capital, sem pomposos annucios ou recomraen-
dages, mas com a modestia qae realga o mrito
ddspretaocloso.
ti, sem duvida, os irmaos Francos, tocaram em
concert tres lindas pegas, de brilhaute effeito, de
apreciavel e utida execogip, sendo: a grande
(anjazia com varagas, sobre os motivos da Som-
nmbula, do Tabaquista Scvamel/i ram capriern
or mal, da opera Traviata, com trechos obrigados
a' |arpa; e finalmente o Canto da Floresta, de sua
posigio, oa qual q violonista Imita com clareza
a prfelgo, o gorgelo de dilferenles passaros do
Br til. __________________
^J o]e, que a maslcl se acha transviada do ver-
de conferir a quem mais coa-
fiaoga Ibes Inspirasse no eosioo das materias pre-
paratorias, a le subordinoa-se aos caprichos do in-
teresse de poucos contra os interesses sociaes, que
ella bavia pretendido garantir.
Recife, 18 de setembro de 1867.
Lysandro.
( Continuar se ha 1
CURA
Espanto/a c Admira ve!
DE UMA CHAOA
CANGROSA ROEDORA
OD
PLIPO NO NARIZ.
dod
in*aolherek dadeiro gosto,! por oparjjtas llgeiras, de brilhj ap-
garca-ibcaq,capica, pau do mato litfUktmm jai soles, como a3 de Offenbach, Adam, etc., etc.;
Dfp |ue, em resultado uecessarK. que ludo oeste
M -ti -r
cicaairae seis beija Qorej,
' IlJiTriToTaaes da lancha do vapor portpgaex- ^ do siga os caprichos da modado furor voluvel
tico. qaeWKtfodTdameDl silvarardem Sita- nameoto, estamos conveaeidos'oVquo.aqoelles,
A concluso dfgoa do exordio .
f A dos, que nao somos escrlptores, como bem
mostrara estas liohas, fcil dar oexeoplo. Nao
leudo mais do que nma pafavra Tumi Wl ha-
veodo sabido do nosso nada senaflMBfi dia,
volvemos immediaiamentaa^lapCIfcrnoicfl-
vm, diiaado, para ns-eomo nara todos os que. Je,
nos rodeam : Catemo-ngs L+J***,^
Resalta de orna eswtisWI'Mwi*
cito do papa coqta 58i J])cj||f djas
sao Hllanos, 106 francezes,.
mes, 6 belgas, 4 irlandzes, 2
paahs, 2 polaco?. Este exercioCi
O exereito inleiro cmppJ-se idll*
mens. omi eafMMtatKVi
E' sabido que, cada amo. alguas dia. aotes
do encerramea'.o do. parlamento inflsz, todos ee
mioisiros de soa magastade britanoica se reaneqt
a
iwJac
rangeiWr,-,fSfc_-
traba^s do rondiM^ptfW> dpe.^cWtactos qae
se reuna qp.&rJjh e?ao^uat cmpareceram 135
de to%>3,os,(paiaBs> 5;, tf
" Sitar woljaldik^?^ jabn 4 11 da noU
undo presentes iW arebiteelo?. FizeMm.se
M brindes.
m Piri rpam prelendesse comprar
es-
MMadjo~a#!to da igreja de Santa
^SWvlaVtela secedade dos ar-
para ser collocado
SdoqoUse ^TlTZ'^wBVwi^Gr^^'^rMX^ as reoordages agradaveis. das dif-
foim JftOalMoa4ftfc a mala Iba de orau'oiS Mldades e harmonns elasslcas dos allemae?, as
^nofoVtoiiDb^?] f!f? 0(lll suaves das operas ?erias e bDfr" de flo-
ggyerno POrtoj^^j^^ ^ m ^ ^^ Doniieltt e de tantos outros maestros,
IX.seos coUegas fl? '"tm a 8|oria ?a Iwlia lvrica> 2*rao a Pree
se eoeer/arem os rncia a eMes accordo?. a es9OT treeSo^, em que a
cadencia sentimental, -o apurado gosto, o bnlbao-
coitectos exposigo aolvec
5mttefc de ParteOil fitaS
" Esta-ob- na varJa^e om,- dos -mais bellos mq* JJ*19-
nameotona esMi!pt'ra?- UO-:
ilsmo 0 a graga, sao a exprelsao, o caracterstico,
do qae ha de raais sublima, elevado o apaixonado
ni boica dos grandes genios 1...... 1
- JQs irmaos Francos, de qae tratamos, exibiram
na noite de 12 do crtente, peraate am publico
coosciencioso e devolado a' bailas arfo, as provas
reaes do seu inequvoco merecimanto; porque, do
princiaio ao Gm do concert, ssmpre foram applaa-
didos o victoriados. O 1
t AlBaago pora e suave, ex presso maviosa e ele-
mudez e faclidade de execago, eis quanto
uvo oessa noite ; especialmenla o violonista,
longaodo-se at a corda oa bocea da enseada eom-1 em Groenwiuvonda sed.V o jautar de mugens.
pletoa a separagao, rodando at perraixtSo das. E" am |antar que velo .ser .opaa'. instiloigo ; ja'
duas.aguas mesmo no ocano. As aguas do Tocan- prete que faz parte integrante do i^owrno.-Ver*-
tas; azuladas e mui crystalins at por defronte flcoa-se no da la i passadd, talvez com -mais an-
da capital, se tornara aqui turvas e pardas, pela musiasmo do que nanea.
msela dos rios Aoap, Muan, Moj, Guama, Gua
jar eorjlYosTqae banhando margeos lodosa?, tra-
zem em suspeoso mor.quanudde de vasa revol-
vida pelas soas precipitadas correles, e assim lar-
vadas, porm'- 'sempre doce?, ebegara a altura da
Viga, as proximidades da ponta de Magoarl, a
A origem deste jaotar a i&gaiole :
Ha Ja muitos annos, sir Roberto Presto, mera-
bro do parlamento p*r Dover, cosiumava convidar
para om jamar Jorge Res, secretario dp primeiro
ministro, na sua c cabaaa de pasca > siaada no
lago Dageoham. 00 condado de Essex. Era gran-
mais oriental do Maraj. Esta ponta ja banbada | de parle coBSista o jantar em peixes, d onde me
por agua salgada, um penco modificada em soa
salsugem tanto pelas do Tocaolins ao sul, como
pelas do Amazonas a noria, de orle qoe se exis-
te alguma mixto os aguas dos dous rios, ella
tem lugar ppr mel das do ocano, vehculo oa
ral, por onde se mi?iurarn todas as
dos nos mais ou menos conenegads
Decidam i vista destas cooslderagQa o'
velo o nome de jaotar de mageus.
Nao tardn qae Pitt viesse a ser ua dos convi-
dados de slr Roberto Prestan, que par mais agra-
dar ao mioistro, madou o lugar Je reuniao traos-
poftando-o para Greenwich.
Breve feceberam convitis ootros membros do
po, e o ntUMCD veio a sar lo consideravel
e decalo quinara o (aturo, Presin diaria
gal.
A s*lSdade resolvea a veotfe lo, mand
frr dh'ro" mo lelo.
V* snTigo dk ?olica : Etir.
le do dia 20 de setembro de 1867.
- Foram racolbidos a casa de deteogao no dia
do correte : .-.,,.,
A'Wdem do subdelegado do Recife, Ha vis,
Scotten, Inglez, a reqaisigio do respectivo consol;
e-Rapbael, Africano livre, para correegao.
A' ordem do de Sioto* Antooio, Demetrio Bezer-
ra dos Santos, para carreego.
A' ordem do de Umbalina de tal, por enme de (erimentos gra-
ves. .0118o '' '* 1
, Jl 1 ,
Fora'reholbldoJ a* ctsa de detengio no diz 20
do correte :
A' ordem do Dr. delegado da capital, Viorote^
escravo da Jos Daarte das iNeves a requeripeat
desle ; a ordem do subdelegado do Recite, AibiJo-
parece lar urna posigio con/rarianie, o arco
equilibrio dbil e; par assim dizef, jorcado,
esentou sobejas provas da grande estado e mu-
abilidade, augmentando,-se-lbe em consequen-
djata, as difflculdades Inherentes a to.delicado
10 caprichoso instramaoto. '
Felismen.te os irmaos Francos voliam anda ao
sali do Santa'Isabel,'e (dr,s-blm buvlr, egubdo
consta, em novas eomposlgoes de gosto e estado
iraoscendente, nessa Vccjsib o" putlico, tera' de
apreciar a reconhecer-O" mrito, o valor artstico
U'os ois'JoveDs BapbiJlanoS.
drioa Mara Avelina, por briga ; a' orderri
uiiuo inulta Aveiiui, uji ""i vn.. r- T- _..r..-
Santo Antouio, Antonio, escravo de A*lW ^e' pariicnlar deslas Materias.
O monopolio ao en*Ico
. .....
.1 n
Per bem da imparcialidade. e. rec(idao. com qae
devem ser jolgados os. exaraps ureparajorjos das
lacoMades de djreijo do Imperio para. evitarem-
se is constantes abo.sos.qap tiabam sabido ao au-
ge 4o escndalo, o gover.00 .iocprnoailbilisou os
professores dos coHegios das artes para o ensioo
Urna creada de servir residente em Pernam
buco e pertencente i Es"* SeBr* Viscondessa
de GoiANNA, foi attacada d'uraa terrivel cha
ga caerosa e roedoraou Polypo no Nariz.
A mesma involvfa a tomara todo a parte in-
feri? do nariz, amea^ando j.'i dstruir tanto a
parte cartilaginosa como o mesmo oso Come-
cou primro por apparecer sob o beic;o supe-
rior e parte da face, estendendo-se por tal
forma e com tal rapidez, que em pouco amea
^ava transformar todo o rosto n'uma enorme
charga viva e asquerosa. Durante todo este
terrivel estado, todos os recursos medicfnae*
qne em taes cazos so u/ao forao abundante-
mente empregadoe, sem que do leve fizeese
parar a mucha lenta e diatraidora de to hor-
rlvel enfermidade, e todos os meios e estarlos
fcrSo baldados, e no em tanto o mal cresca eis
que por milagrosa fortuna da infeliz estando
as corazas neste ponto, se esperimenton pela
vez primeira a
SALSAPARRILHA
DE BRISTOL.
O efFeito produzid, quasi que instantneo
por este inestimavel remedio fol verdadeira-
mente maraTilhoso e sem igual; este grande
porificador do sangue e dos humores do sys
tema, immediatamentu pz um termo mar-
cha disaatroza e fatal da molestia, derramndo-
se e infiltrando so atravs dos tecidos os maig
delicados do corpo, espellindo at ultima
propriedade ou vestigio virulento da molestia,
e dentro d'um curto espaco de tempo produzio
nma
CURA
Completa e Radical.
Este feliz quo admiravel resultado foi obtl
do abenas com o simples uso
D'uiua so tnica (iarrafa!
d'eete incomparavel e inapreciavcl depuratorio,
recommendamos portento \ todos os Doentea
* que procurem obter com o maior cuidado a
nica verdadeira Salsaparrilha de Bristol,
nicamente preparada por
LNMAN & KEMP,
De MI VA YORK,
na certeza de que, todas as mais preparados*
Imitativas nito valem para coraba
--a^| m O aaa1
Ei-vsipeila-
O medicamento quu com mais influencia
e energa tem combatido essa terrivel en-
fermidade, tem sido o xarope alcohlico
de veame.
-Urna escrava da mi do Sr. Francisco Fir-
mine Monteiro, pessoa bem conbecida nesta
(Stdade, achando-se de cama, e com as per-
nas' bastante inchadas, e ebeia de tumores,
tomando p.xarope de veame, acha-s hoje
boa, prestando servidos.
A manado Sr. Jos Francisco Pinto, mo-
rador na ra Direita n. 51, fendo sido ac-
commetiida do mesmo mal, acha-se tambem
boa.
A Sra. D. Seohorlnha Unrtbelina dos San-
tos, moradora ns ru das Calcadas n. 38.
achando-se atacada de erysipella as coxas,
com qutro tumores bastante volumosos, no
estado indolente', que a privava de pr-'se
de p ha multo tempo, com uso do xaro-
pe alcohlico de veame e pitaras purgativas
do mesmo, acha-se restabelecida, e no uso
dos medicamentos 03 tumores terminaran)
pelrsupporacao.
A Sr. D: Rita, morador* na ra de S11V
ta Rita t. s3, primeiro andir,. solfrendo do
mesmo .mal 'ha muitos annos, pois que a
erysipella atacava amiudadamente, depois
que iem tomada esse remedio uunca mais
Ihe dea.
Outros-muitos fados desta ordem deixo
tomando ao principio urna colherinha de
cha do xarope alcohlico de veame dis-
solvido em urna chicara de infasSo de flui-
do sabugueiro quente, adocando-a com mais
assucar, continuando nos tres dias nesse
tralameno, no fim dos quaes usara' doxa-
| rope de veame na forma prescripta no re-
ceitu rio, ttndo todo o cuidado de se aba-
far, atim de soar convenientemente, alm
de conservar o ventre corrente, que conse-
guir tomando urna ou duas ululas purga-
tivas do me.mo veame.
T' dos quantos suecumbem desta molestia
se diz falleceu do erysipella recolhida;
ao contrario, alguns expositores presumem
ser o desenvolvimento da putrefacco no
sangue, tanto que o lugar inflammado que,
ento a sua cor era mcarnada, se troca
em livida ou negra e termina em gangrena,
por essa razo que conveniente o xa-
rope alcohlico Me veame na infusao de
flor de sabugo, para se conseguir resolver
inlammacao, ou pelo menos terminar pela
supporacao, impedindo assim a gangrena.
Os effeitos do xarope alcohlico de vea-
me applicado na flor de sabugo ao doente,
nao s de vanlagem por sua qualidade
diaforeiica, como pela ansi-septica para
impedir a putrefaccao as molestias.
Na erysipella nao deve o enfermo nos
primeiros tres dias usar de comidas e bebi-
das que possam esquentar e inflammar o
sangue.
A comida durante esse tempo deve ser
do reino vegetal, como sag, farinha do Ma-
ranho, pao torrado, bolacha, etc.
r,Anda n5o vi expositor de medicina que
aconselhasse que nos primeiros tres dias de
acommettimentos do mal, nao se usasse de
medicamentos; o que elles repellem sao 03
ungentes, unturas que obstruem mais e
repellem do que promevem a ev, cuaro da
parte; oqueconvm trazer o lugar ataca-
do e bem agasalliado para a transpirago e
defender do ar.
O verdadeiro xarope de veame vende se
na botica da ra Direita n. 88, de Jos da
Rocha Paranhos.
Teuho recebido cartas de algumas pessoas
de outras provincias que me communicam
ter desta cidade sido remettido o meu xa-
rope falsificado, que tem dado resultado ao
descrdito de minha preparaejio, cujo cc-
nhecimento se tem verificado depois dos ef-
feitos que taes remedios apresentava ; as-
sim, pois, tenho a declarar ao publico que
no letreiro que vai pregado na garra'a do
xarope, sempre fui assignado por meu pu-
nho, e daqoi em diante, alm desta assig-
natnra o farei tambem no papel que cobre
a garrafa. Rogo ao mesmo publico que
quando forem assim engaados, tomem tes-
teraunhas, me remettam os rtulos falsifica-
dos e me participem para fazer effectivo o
artigo i67 do conigo criminal do Brasil.
Jos da Rocha Paranhos.

Attentfao.
Xarope alchoolico de veame, preparado
pelo pharmaceutico Jos da Rocha Paranhos,
estabelecido cora botica na ra Direita n.
88 em Pernambuco.
Este xarope incontestavelmente .supe-
rior a todos osxaropes depurativos, de cuja
composif5o o seu maior elemento a salsa
parrilha. pois que se tem conhecido ser o s
veame mais enrgico para a prompta cofa
das molestias, cuja base essencial depende
da purificacio do sangue ; assim pois se
tem verificado por muitas pessoas que se
acnavam desengaadas, as ques acham-se
hoje restabelecidas com o referido xarope
alchoolico de veame: entretanto que al-
guns, tendo usado do xarope de Curinier,
de Larroy, de salsa parrilha, de saponaria,
oleo de figado de bacalho, e outros agentes
desta ordem nada conseguiram. E' elle de
fcil digestao, agradavel ao paladar e ao ol-
phato. Alguns mdicos desta cidade e da
de Macei o teem recommendado para a cu-
ra das
Impigens, tinha, escrophulas.
Tumores, ulceras, esc Tbuto.
Cancros, sarnas degenerada, fluxo alvo.
Todas essas affeccoes provena de urna cau-
sa interna ; nao ha pois razio alguna em
crer que ellas ;-e podem curar com reme-
dios^extercos. Tambem se presa eve o xa-
rope alchoolico de veame para o tratameqto
das affeccoes do systema nervoso e uhreso,
taes como : \L
Golla, rheurnatismo, paraljsia,
' Dores impotencia, estenlidade. _
Marasmo, hypocondria, emmagrecimento.
O xarope alchoolico de veame e sobre
ludo da maior utrtidade para curar radi-
calmente, e em pouco tempo fheumatis-
mo i 1 ,
Adverte-se :que o verdadeiro xaropevso
se vende nesta cidade na botica cima indi-
cada, do abaixo assignado; e em outra qual
quer parte que s tem annunciado nao 6 da

".<

-t.
'-,'


ILEGIVEL
MUTILATJOf
m-> v*
k



2
O Ja)|aj#|*;dte Permalme? ^^mda fcfrajia ie Setembro de 1867.
mesma composic^o,
4o se respoosabilisa.
r npm o abaiso assign*- p**yfc*-f M,o?ter, de
86 toneladas, capito Joaqokn L. fyacalstfcPen-,
na, eqalpage* 9, carga" tords de miague e fer-
ro velho; ao oesmo capito. *
. 0**?rtoo..
Nao boaveram tbidas.
Navio entrado no da 22.
Sanio Andr41 das, batea hespsnhoU Gajay-
atsT, de.3 nela Jas, capito. O. J*4 Rosen,
equlpagera 16, carga 9710 barricas com Jarinh3
;. di-trigo,; Tiss*freces.
Cear3 das, vap* r americana City of ProvUen-
et, de 787 toneladas, eapilo Frederico Gotk-.T,
eqrtpsgem 13, em lastro ; a ordem.
Navios sakidos no mamo dia.
Rio da Pratapolaca austraca Giussewint Fran
cesca. eapito Antonio Vidorecb, carga assucar
o ootro! gneros.
Rio de Janeiroblate p: rluguez Desanove de Julho,
caiiio Jlo Loureoco, cirga sola e outros ge-
nero..
Liverpool pelo Oari -vapor ioglez Chrysohtr, ca-
pito W. Bestchart, carga algodo.
-i-
w
L-se aa Reforme edicale
A maior preocupado da medico consiste
*m saber se as suas receitas. s5o prepara:
das com dods productos, poisqoe, qoaado
a recata preparada coj>roduetos oferio-
res, o que acontece nao raras veas, osffei-
tos'qae querem alcancar os mdicos, mal-
logram. ou pelo menos, o medicamento nao
exerce a plenitude de sua accSo.
Para evitar este grave incoveniente, os
pbarmaceuiicos devem tratar de empregar
productos bem fabricados, e ento d3o po-
demos fazer melbor, seno assioar-lbes
os productos da casa Lamoureux Geodrot
fabricaotes de productos chymicos em Paris.
Nao somente, a incootestavel superiori-
dade des productos desta casa foi reconoe-
eida por todos, mas ainda a modicidade
dos seus precos os recommenda aos Srs.
pbarmaceotiC'S e droguistas
A casa Lamoureuz e Gendrot conseguio
evitar a contrafaeco, inventando urna cap-
sala que nao se pode imittar, e cuja ex cu-
ran muito difficil, por exigir uto material
moi complicado e cusioso.
Isto mais urna prova da sollicitude dos
sniores Lamourenn e Gendrat para os in-
teresses e seguranea dos Srs. pharmaceqti-
cos e droguistas que, sem duvida, sendo de-
sejosos de empregarem bons productos, nao
deixarao de dirigir-se a esta casa.
hamonrux e Gendre
fabricantes de preiluctos eujmieos, forneeedores da
casa do operador e dos bospitaes de Paris.
Todos ns productos sabiado desta casa sai
da primeira qualidade e fechados por urna
capsuU inimitavel o que os pe era salvo da
contrafaeco.
do
rios a reuniSe dos credores i -ma'ua fallida SeeMiaria da, Santa casa da Misericordia
de Denekcr ** **m<**nbn de 1867.
pridae eaisposicoes dos .*%*. P^ra Bo&Sl5>gwn.'
gutttes do cdigo commercial, sendo que TTTjT'rSTxj------T-^-----~TT^~"
Mfltram redor ser admittido por-pT^ewijJ6f|HtI?aO (la* ODraS DUbllCaS
dor, e este nio tiver podores, especiaes De. orden do Sr. engeoi^iro^ chefe inte-
par-ao acto, nem a procwtclo foderii ser- rio 6* feflarcSo das obaaaj)Jas,ao faz

EDITAES.
cidos i-uros para rea-
ctivos.
cidos pyrogal lieos e
tamnicos.
A tropon'ta, codeina,
dgita'na e todos
os alcalmos vege-
taes.
Bromuretos e odure-
tos.
Sulfate de quinina pu-
ro, valerianato e lo-
dos os saes de qui-
nina.
Pos impalpavei?, etc.,.
Calme! puro, e todos
os saesde mercurio.
Chlorureto de ferro
(puro) neutro.
Carbonatas, sslfatos e
todos os saes de
ferro.
Acetato, bydrochlo-
rato.
Sulfato e todos os saes
de morpuina.
Ferro reduzido pelo
hydrogeneo.
Essencias puras.
Exti actosglyceroia-
dadaapessoa queseja devedora.aosfallUos publico que o concurso para ni
a es, un*mego prcwd*Presenlai%da^g de conductor terT SaRBtdit
por dous diversos credores e caso apresen- 26 de setembro prximo viodoaro no pa-
ternos referidos fallidos, projecto de con- lacio da presidencia, e o denraticntese
cordata serio considerados como adherentes.escreveoteg no dia 27 do mesmo mez.
mesma, os votos daquelles qne nio com-1 Os coecarrentes serSo argidos as mate-
II i.#. 2.* e 3. do
Fabrica, em Paris ra de Paradis (au mas
rais), deposito no.Riu de Janeiro, E. Cheve-
ot, ra do-Carmo.
COMMERCIO.
m
Novo Banco de Pernambuco
Em liqadace.
O novo banco paga o 19* dividendo de
55000 por aei.Tio, dos dias uteis, das 10 ho-
ras ao meio dia.
Calxa Ollal do banco do Brasl|
em i*eraanabuco, aos 26 de ju-
lho de 1869.
De r.rdem da directora se taz selente aos Srs.
accioniMa.-, que o tbesooreiro esta' anlorisado
pagar o 27* dividendo das argots do banco do Bra
sil, inscriptas D'esta cana, a' razo de lfiOO
ciO guarda-livros
[Igoao Nones Correa,
Novo banco de Pernambuco
Para conhecimento dos iuteressados a di-
recc5o do nov banco dec ara que a partir
do 1." de setembro do correute.anno, oban-
o entrar em liquidado.
Recife 28 de agosto de 1867.
EM LIpIDAClO
Novo banco de Pernambuco
Sao convidados os Srs. accionistas-a re-
eberem o primeiro iiivideido (em moed*
orrente) de tribta por cento do capital, tra-
zendo as accoes para irem sendo anuulla-
ias ; nos dias uteis das 10 horas ao meio
iia.
RECBBEDORIA OE RENDAS INTERNAS
GERAfiS.
Reidmeoto do dia 1 a 20........ 25:0104982
dem dodiail.................. 1:031*632
26:0424634
CONSULADO PROVINCIAL
Recdmento do da 1 a 20....... 33:2374239
dem do di l-----............. I:l7d43
34:4144902
Peranle a cmara municipal desta cidade
estar em praca nos das 20, 23 e 25 do
correte para ser arrematada porquempor
menos flzer a obra do Paco que a mes'ua
cmara pretende construir para as suas ses-
soes, oreada na quaatia de 126:892^886 rs.
aqueiles que pretenderem arrematar essa
obra apresentarao suas nabilitaces por es-
cripta aigons dias antes, para poderem con-
correr a arrematado, sendo ebrigado o ar-
rematante aespecialisar aanci. na. forma
da lei.
As condi^oes sao as seguintes :
Ia O arrematante ser obrtgado a dar
cometo a oOra dentro de tres mezes, ea
entrega-la didnitivamente no praso de dous
annos, contar do asseatamento da pedra
fundamental.
2a A participar o dia em que deve ter lu-
gar a-ceremonia do assenta ment da pedra
para qne a cmara presida a es se acto, e
possa fazer concorrer as autoridades da pro-
vincia.
3a A receber o valor do sea contracto em
seis prestares regulares, de raaneira.qaa
ultima seja recebi la trinla dias depois da
entrega dilinitiva, sendo que nenhuraa ser
recebida sem que esteja feila a parte do tra-
balho correspondente, sob informado do
engenbeiro da cmara.
4a A encarregar-se da factura. e decora-
cao do Par;o que contractar, sendo ohrigado
a empregar nelle tijollos preparados com
agua doce, madeiras e mais objectos de pri-
meira qualidade, devendo entender-se que
aqueiles nlo especificados no contracto, sub-
oiitendeu-se como taes.
5a a edificar o P.>c/> pelo plano apresen-
tado, e na lugar determina Jo pela aunara,
50b inspecQ5) do engenbeiro cordeador.
6a Exigir que a companbia do gaz fa^ao
encanamento para o edificio, da maneira a
se prestar .as illuminagoes publica e inte-
riores, ficaodo a cargo da cmara os appa-
relbos que devem para isso servir.
7a A prestar flanea idnea corresponden-
te a um ierro da obra e mais multa, e
qual nao ser desembarazada seno depois
da entrega do edificio.
8a A pagar a multa de dez pontos de
res no caso de nao cumprimento do con-
tracto.
0 orcamento acha-se patente na secreta-
ria da mesma cmara onde qualquer hora
do expeliente pode ser consultado porquem
se quizer propor a arrematacSo.
,Paco da cmara municipal do Recife em
sessao de 11 de setembro de 1867. Loiz
Jos Pereira Simes pro-presidenteFran-
cisco Canuto da Boavigem, secretario.
0 Dr. Tristau de Alencar Araripe, official da
imperial ordem da Rosa, e juiz especial
do commercio nesta cidade do Recife de
Pernambuco e sea termo por S. M. Im-
. perial e Constitucional o Sr. D. Pedro
II, a quem Deus Guarde, etc., etc.
Pa;o .-aij-r pelo prseme, que ao dia SS do mez
de seienibro do corrente anuo, se ba de arrematar
por venda a qnem mais dr, em praca publica
deste julio depois da audiencia r^pectna, o escra-
?ppardo de oorae Marcelino, de 25 aonos, avahado
por 7OO4OOO, u tual val a pra$a por execuQao de
D. Aona Josefa Pereira dos Santos, contra D. Ma-
ra Magdalena de Alarida Catanho, e na falla de
lanzador qne cobra o prego da avaliaco, sera a
arrematacao f-na pelo prego da adjodicacao com o
tbaiimento da le.
E para que ebegue ao conbeeimeoto de todos
mande! faser o presente edita) que sera afiliado
oos lagares do costme, e publicado pela im-
prosa.
1 Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 17 de setembro da 1867.
Eu Manoel de CarvalbirPaes de Aadrade, escri-
o o sobscrevi.
Tristie de Alencar Araripe.
parecerem.
E para que ebegue
todos maodei passar o presente que ser
pubicado pela "imprensa e affixado no lugar
do estylo.
Cidade do Recife de Pernambuco 31 de
jQlho de 1867.
Eu, Secuodino E'iodoro da Canna^ escre-
vente juramentado o escrevi.
Eu, Manoel Mana Rodrigues do Nasci-
mento, escrivioosubscrevi.
Trtsiao da Menear Araripe.
DECLARARES.
Pela administraco do correio desta
cidade se faz publico a quam interessar pos-
sa, que Do se demorando os vapores da
companbia messageries imperiales nesie por
to em seu regresso do Rio de. Janeiro,.o lem-
po preciso para se fazer a expedido das-ma-
las com direcelo a Europa, dando assim,la-
gar a que dei\em de ser devidamenle ,pro-
cessadas, tem resolvido que d'ora em diante
as malas se fe bem s 6 horas da tarde,do
dia auterior ao da ebegada dos mesmo*. va-
pores.
Correio de Pernambuco 16 de setembro
de 1867.
0 administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Gomjttnhia do Beberibe
A directora debta companbia manda pre-
venir aos Srs. capitaes e mes tres- de navios
e a dono* de caonoas, qie do dia 20 do
corrente em diante i ser permettida a. ven-
da d'agua as bicas do Forte da Mallos,
caes da Alfandega, caes de Capibaribe e bica
pr o visoria da ra do Sol para os navios e
cannoas das 11 horas do dia s .3 da tarde,
e das 6 s 8 horas da noite.
0 secretario,
Dr. Prxedes G. de Souza Pitanga.
- rias de que traiam os
ao conhecimento delart. 10 do regulamento de 31 de julho de
1866, e que vaoabaixo declaradas.
. Os rejuecimentos para inscripeo dos can-
didatos deverSo ser apresentados at o dia23,
e poderSo ser instruidos com quaesquer do-
cumentos ou ttulos scientiticos, que abonem
a capacidade dosmesmos candidatos.
Secretaria das obras publicas 22 de agosto
de 1867. *
Osecretario,
.Feliciano Rodrigues da Silva.
Materias do concurso para condoctores,
pralicantes e esaeveotes da repartido das
obraa publicas. .
Para conductor,
Ma thematicas elementares;
Algebrante eqaac5ea do 2.a grao ;.
Trigonometra;
Elementos de geometra analtica e des-
;criptivel; de astronomia ; de archetectura e
de resistencia de materiaes.
Conhecimento perferto dos instrumentos
graphicos e dos trabalhos de nivellameoto
plantas;
Desecho linear e de aquarella.
Para praticaotes
Lingua nacional e franceza;
Arithmetica. e geometra a duas e tres
dimensoes;
Algebra ateequacoes do grao:
Desenho linear e de aquarella.
Para escreventes.
Lingua nacional, callgiaphia e arithme-
tica.
Secretaria das obras publicas 22 de agos-
to de 1867.
0 secretario
_____ Felciciano Rodrigues da Silva.
PRAQA DO RECIFE
ti DE SETE1HBRO lK ISO?.
A'S THIt HUKaS DA TARDE.
Revista seuiaual.
Cambios.Saeeoo se sobre Londres de 21 a 21
1/4 d. or I40U0; sobro P.ins a 455 rs. por fr. e
sobre II.mi>uro a i r. p^|W,(j.8epdo. o
wlof. ,aos.'-slu^.e|)lpaio84 ms*> ^otarf,, de
x lojow, l
Alcodao. Vendeo-se o de Pernambuco de
114500 a 114800 a arroba; e 0 da Parabyba posto
a bordo d* !245u0 a 134000.
Acdabmwtk.Vendea-se de 844000 a 854000
a pipa.
Arroz. -O pilado da India vendeu-se a 34100
a arroba.
Aceite doce.Vendeu-se o de Lisboa a .34800
apio.
Bacalho.Ero atacado vendeo-se a 154900 a
barrica e a reUlho de 164. a 174.
Batatas.Veoderam-se 14500 a arroba.
Bolacuinhas.dem a44"i(K)a barri^aiDha..
Caf.-Vendeu-se de 54200 a 54 0 a-arroba.
Coa.dem de 14800 a 24400 a libra.
Cebveja. A duzla de garrafa* venieu-se de
44500 a 74OOO.
Looqa. A ingiera ordinaria vendeu-se .com
325 por cento d premio sobre a factura.
Ma-nteiga.-Vendeu-se a ingleza de 850 a 880
rs. a libra, e a franeexa a 640 rs.
Masas. V*oderara-se ai 74000 a calxa,.
Oleo de linhaca.Vendeu-se a 250O o salas.
PASSAS.-Idem a 104000 a caixa.
Sbao.Vendeu-se o roglet a 140 rs. a Hbra, e
a 200 rs. o do Mediterrneo.
Tocinho.-Vendeu-se o de Lisboa de 94000 a
942OO a arroba.
Vihagre.Vendeu-se o de Portugal de 834000 a
1104 a pipa.
V1HHO6.-Os de Lisboa venderara-se a 2004 a
pipa, e s de ontros paites a 1804000.
Velas.As decomposicao venderasi-se a 585
res pacote ie 6 velas.
Descotto. O rebate de letras regalea de 6
a 10 por cento ao anno.
Feetes.Par Liverpool,, esTegSBdo. 4* Cetra
1/4 por libra 5 / !>> algodo; carregando aqu
i/ d. por libra a vapor. 7/16 d. */. eqa aaviQ de
ela.
MOYIHSITO 110 POBTO
1 n 1.. 1 11
Navios entrado* no iia U.
Acaracu e non* iot-rnj1ios-12 das, vapor na-
cional Par danteT. dad Melle, equiesgeattl, carga-Se-
renes gneros; a agencia Prnambieaoa.
1. > Grande do .SaU-M.tMas, tuaaca bespaohola
Manon, de 90 toneladas, douao francisco Cas-
al, enlagem 10, carga 57M arrobas de'Car-'
ne ; a Hala di Espirito Sint?.
Dr. Tn-i'j de Alencar Araripe, offlcial da impe-
rial ordem da Rusa e jolt de direito especial do
commercio, nesta eidade do Recife de Pcrnam-
buco por S. Magestada Imperial etc. etc.
Fago saber aos que o presente editai virem e
de lie noticia li veris, que por este juno especial
do commercio penden oos autos de execuQo de
seotenca de Maneel Joaquim Ramos e Silva & Gen-
ro, contra a massa fallida de Pedro da Silva Reg.
E teude-.se feito- peatara es dtoneifo perlea-
ceate ap xeeUdo,.fdra pelo solicitador Jo.> Ja
ciotbo da mi va, procurador dos exeqnefltes jeito o
rquerimnto do segdnte termo :
Aos dexeuove de setembro de mil oito centos e
sessenta e sele, em publica audiencia que aos fei-
los e partes dava o doulor juiz especial do com-
mercio, Trlstao de Aleonar Araripe, nclla pelo so-
licitador Joto Jaciotho da Silva, procurador dos
exequente?, fot acensada a penbora (elta em di-
nbeiro e requerido qne ucassein assignados os seis
das da lei, e dea aes credores Incertos pasendo-
se dilates; o qne oavtdo pelo jui oundou apre-
goar pelo porjxo ,dnaudjtMios, que o fazendo
pa forma do esiylo dra f de ter comparecido o
solicitador Bernardino de Sena Dias,procurador que
mestrou ser- dp administrador da massa fallida de
Pedro da Silva Reg, a por stdjjedira vista ; ter-
mos em qne bou ve o juiz a penbora por feila e ac-
ensada e os seis dias da lei por assignados, e assim
os dez aos credores incertos e a vista por conce-
dida ao qne /et o presente etlrab'do do protoeollo
das audiencias, a qne juofei o mandado e termo
de peohora, proenracao bastante do executado : en
Secuodino Eilodoro da Gunha escrevenle juramen-
tado, o escrevi: en Manad Mara Rodrigues do
Nascimeoto, escrlvo o subscrevl.
Km virtnde do men despacno o escrivio es pas-
far o preseote, pelo tbeor do qual chamo cito e bel
por iotimaeos os credores Incertos do dito exe-
cutado, para qae .comparecanj oesle juno dentro
Piaso,
Santa Lasa Recife. *
A Uloi" juala,,admiiiiira.va da Saou Cv da
Misericordia do BeciN, na ala de suas sessSes,
pe.las 4 boras da Urde do da 26 do corrente, re-
cebe propostas para o foroecimento de carnes ver-
des que nuovereoa de ropsumir os di verso esu
belecimenlos pios a' seu cargo uo trimestre de
outubro a dezembro deste auno.
Secretarla da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 21 de setembro de 1867.
O escrivio
Pedro Rodrigues de Sonta.
Consulado de Portugal
Os Srs. credores massa inveotariada
dos bens do fallecido subdito porluguppXuiz
Alvos Villela coto refloacSo que foi do sua
propriedade, ra das Laraogeiras, etc.;
queiram apresentar suas cumas oo consulado
de Portugal, afltn de serem verificadas.
Consulado de Portugal em Peroatobuco
aos i9 de setembro de 1867.
k O cbanceKen^ \
Autunes. Guimaraes. _
Uonsulado de Portugal
Pelo presente sao chamados os Srs, cre-
dores do ausente subdito portuguez Jo5o y\-
nheiro da Rocha, que teve estabel8Cimento
de gneros de estiva, roa da Penha n. 33,
para dentro do prazo de 8 dias apr^senta-
rem suas cootas no consulado de Portugal
afim de sereai conferidas.
Consulado de Portugal em Pornambuco
aos 19 de setembro de 1867.
O chanceller,
Antunes Guimaraes.
Para a Baha.
Pretende sfgoig com multa brevidad o veleiro
e besa conhecido palhabole Dous Amigo*, tem par-
te de seo ctrregameoto prompto, para o resto
que (be falta trata-se com os seos consignatarios
Antonio LaizdeOUveins Atevedo & C, no sea es
crlptorio roa da Crot n. 57. _____^_
Pretende seguir com ntnU* brevidade
Caixeiro

aveieirc
pa ib a bote portguet Nns Sirte, tois parte de sen
earregamento engajado, para o reato que Ihe falta
trata se cem os sens consignatarios Antonio Lolt
de Oliveira Atevedo & C., no sea escrlplorio roa
da Crot n. 57.
Rio de Janeiro
Pretende sahir com moita brevidade para o In-
dicado porto o veleiro patacho Gloria*, por ter a
maior parte do seo earregamento tratado e para o
resto qoe Ibe falta e escravo afrete trata se com
o consignatario Joaquina Jos Goncalves Beltro'
ra do Trapiche n. 17.
PARA 0 &MC4TY
Segu oestes dias o palhabole Emilia, para ear-
ga e passageiros trata-se .com Jos Sa Leito J-
nior a roa da Madre de Dos arnateo junto a
igreja.
LEILOES.
GORREIO MU
Relacao das cartas registradas viudas do norte
pelo vapor costeiro tParahyba e das existentes
na admluistrsce do crrelo desta. cidade para
os senbores abaixo declarados :
Joaqnim Bernardo de Hendonca, Joaqnim Jos
de Campos, J.auna Mara d> Siya, Joo Antonio
fle Almmda, .W L-uulo Ja Uidm Alaufor, De,
Luiz Eroigdio Rodrigaes'Viaooa, D. Mrria da An-
nuociag, ilK Mn,i. B-nsliota Pereira, Manuel
Lus Gjnclv9S, Rabej|o,& Rrsapi, caprt..^ev, beaerro para.bomem.
rapbim.
THEATRO
EMPKEZA-COIMBRA
BE -EFICIO PO ACTOR
PUitEGUlVO.
Quarta [eir 25 de setembro
Represenlar-se-ha o sempre applandido nsyste-
rio, em 4 actos e 7 quadros
!
GABRIEL ELISBEL
00 os
IIUGRES DE a ANTONIO
Segoe-s* pelo Sr. Jordan a primeira repe>eo-
lac.o da scena cmica do actor Corroa Vaqoes
0 Sil. J0AQU1H SACUKISTAO
ASSIST1N00
Los milagres de S. Antonio
r Dar' iim ao espectculo urna das melbores co-
medias do repertorio.
Combara' a 8 horas.
Consulado provincial
O ebefe da Ia secano servindo de administrador
do consolado provincial, faz publico para qoe ebe-
goe ao eonbeclmeolo de todos os devedores de im-
posto? do anno Onanteiro flato de 186o a 1867,
que no dia 28 de setembro viodonro nnda-se o
prazo marcado para o recebimento de seos dbitos
cando snjeitos os qoe nao pagarem at aqoelle
dia a multa de 9 % eserem execatados.
M 'sa do consolado provincial 30 de agosto de
1867.
' A. W. Pinto Bartaira e A. de Vaseoncellos
O conselho de compras do arsenal de guerra
precisa comprar o seguate
200 catbros, 4 arrobas de cera em velas de meia
libra, 4 libras de goman arbica, 8 libras de gom
ma laca, 6 dmias de lapis Anos, 10,000 pregos cai-
braes, 10,0X1 dito ripares, 4 libras de prego
francezes de urna pollegada, 4 libras de ditos de
orna e meia pollegada.
As pessoas que quizerem vender ditos artigos
aprsentelo,suas propostas na sala do constipo, as
1} horas do dU 24 ao cprreBte.,
Cooselha de compras do arsenal de uc erra 18 de
setambrade 18fi7.--Jas\M>fJa LdefonsQ.; Jebfe .,
da Veiga Psoa de Mello- directur. Francisco ^,
de Paula Goocalves da Silvasecretario.
i
Santa- (Jasa da Misericorda
do Recife,
i^rdit^trnS rWlnM&ffiS^SSK
na sala de soassessoes, no dia 26 do corrente pe-
las 4 doras da tarde tem de ser arrematada;
tem de ser arrematada; a
quem mais vaotagens offereeer as rendas-dos pre
dios em seguida declarados :
EstabelfifJBfcat 4e caridad*.
Roa do Azeite de Pene.
Sobrado de i andares n. I. 1 000O2O
Roa de Malbias Ferreira (Oiinda)
AVISOS MARTIMOS
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
i\avcgaco costeira por vaper,
VlAGENS HE; i LLARES A RlO FOBHOSO.
A compaooiaPeroambneanade
navegaco costeira por vapor,
expedir' regularmente e oesde
ja, para o Rio Formoso at o la-
gar deooroinado Pedra, nm de
Neos vapor-s nos das 1,6. 11,16, 21 e 26, regres-
ando nos das 3, 8, 13,18,23 e 28, Recebe qual-
quer carga, eacomaieadas, passageiros e dinbeiro
a frele. Preco das passagens sem comedorias
A re. 8*000
Aproa. 34000
Eaeootraro cemedorias a burdo .por preco ra-
toavel, es passageiros que assim o desojaren) es
crlptorio no Forte do Matos n. 1.
LE IL A: O
A as do corrate.
O agente Oliveira rara' leilao a rquerimnto do
carador riscal da massa fallida de N. O. Bieber &
C, snecessores, e por mandado do Iilm. Sr. Dr.
juiz especial do commercio desta cidade, de diffe-
reotes mercadorias decoolgnacaoa referida mas-
sa, consistindo oo seguiote : 3 arados, 2 barris al-
catrao, varios moildes e ferros velbos para navios,
U l|l doiias torneiras de ferro, 44 1,2 ditas de
cbunib), 540 ratoeiras, o duzi.-s amaseadores, 9
espremedores de limo, 40 dazias colberes de fer-
ro, 12 serras grandes, 40 dnzias raspaduras para
taooeiro, 34 ditas irados, 22 ditas dito peqaenos,
22 armaces para os ditos, 5 machinas para var-
rer, 7 pee ts cobre para engenbeiro, 1 balanza
grande, <5 eUos, 11 baunQ^spara cartas, 40 ba-
taneas de diversos tamaohos, 21 macbmas para
descarocar mllho, 2 bombas para regar cornos
comneibu es canudos de borrachas, 1 dita para ca-
cimba, 6 moinhos de m i, macblaas para corlar
capim, 7 stereoscopos, 11 galhet^iros de metal, 7
pralos e 4 copos ditos, *3 saceos e 10 cestos de
viagem.Si bocetas de madeira, 6 duzias de luvas
de algodo, 18 ditas frascos para rap, IOS vjs,
2 peQas blcos, 8 relogios de ouro, 12 ditos de pra-
ta, 2i ditos donrados; cadeias de ouro, ditas don-
radas e 0 caitas de coohetes de ac.
Segunda feira 23 do corrente,
as 11 boras da manha, no armazem da casa da
massa indicada, a roa da Cruz do Recite n. 4.
Em coniinuacao do leilo sero vendidas cerc-
de 33 duzias de cognac de qualidade especial, 7 de
ptimo Xeres e 11 de viuho do Rhene, Lnxembor-
gj; assim cerno 600 chapeos-Kj Chili e Uuii caixa
cpnt.endo 350 pares de-bolinas iogl "as de coaro
sortidas em 1-imantos e24'pares Uesapanoesde
Preeisa-se de om caixeiro de 14 a..tf am, e
qoe tenha pratlea da taberna, d flanea de sna
conducta, sendo intelligeoto paga-se bem ; a.trar
na roa do Cotovell n.-49.
Ama
Precisare de nm*?ama, para oaziabar para daas
ade-se
a om senbor donter qoe tem nm
mulatinbo sen escravo de nome Jos, qne sirva-se
mandar batear snas obras de Mfalate na roa do
Padre Floriano n. 44, oo praso de oito dia?, do
contrario serio vendidas para pagamento do feitle.
A ama portugueza que se oflerece por este'
Diario, pode dirigir se a na Imperial n. 1, 3* an-
dar, qoe achara' com quem tratar.
para cas
a tratar na
Precisase de um bem cozlobeiro
de familia, qoe seja forro ou captivo ;
ra do Amorim n. 33, 1* andar.

Prerisa-se de 3004 a premio de nm e malo
por ceoto pelo lempo de oito mezes com seguran-
ca em om ou dous escravos pegas : quem quizar
fazer este negocio deixe carta fechada na ma das.
Crujes o. 13, com as iniciaos 1 F. M.



LE ,40
CASA DA FORTUNA
Aos 6,000$
BlfcHBlES GARANTIDOS.
A' ra do Crispo .n. 13 casa oo costme.
O abaixo assigoado venden nes saos muito feli-
tes biihetes garantidos da lotera qoe se acaboo de
extrabir a beneficio das familias dos voloutarlos
da patria,, os segoiotes premios.:
N. 2760 dous quartos com a sorte de l:2n0J>.
. 2703 dous quartos com a sortede 500}.
E ootras ailas surtes de I00J, 404 e 2e
O possnideres podem vir receber seos respecti-
vos premios sem os descontos ias leis na casa da
Fortuo ma do Crespo n. 23..
Acnam-se a venda os da 1* parte da 1' lotera
da igreja de Nossa Seohora do Monte de Ulioda
(39) que se extrabtra' segunda-fclra 30 do cor-
rente.
Prer0.
Bilbete.....600r)
Meio......34000
Quarlo......15uO
Em porco de 100J para cima.
Biinote.....64590
Mi>io......247W
Quarto.....14375
Manoel Mansos Finta.
Fugio no dta 15 do eorreute om escravo~pTr-
do de nooiH Jj.-, barbado, representa lef 25 an-
nos dy 1 uJe, altura regular, trapalha de c*rpin-
teiro e car>pioa, Isvon um machado e algoma roa-
pa do uso, consta que fui preso em direceo a Po-
d'Albo : roga-se as autoridades qoe remettam pa-
ra esu praga a entregar ao abaixo asignado na
roa da Cadeia Velh* n. 1, qoe ser. pago t< Jo o
trabalbo.
______________ Jos Gonjalves Torres.
A viuva de Francisco Marques Lemos Ri-
beiro aviaa aos credores do seo casal que est
psocedendo a inventario dos poneos L.-us del le pe-
lo ii:i u esevt Sa!!*, afilado rqua-muem d^rverttear
os seas ertdno- p- r.n.te o mesurn juio.
. Qtm precisar bmar 'fell''te"burra pode
dirigirse a travessa do Campo Grande sitio do
frade.
De superior fortuna de trigo.
MOaifl
0 agente Oliveira fara' lee a reqneriroento
do curador fiscal da massa fallida de N. 0. Bieber
& C, snecessore*. e por ulterior mandado denni-
nvo do I no. Sr. Dr. juiz especial do commercio
desta cidade, de 911 barricas de muito conbecida
e apreciada farinba ebegada prximamente de
Trieste, pelo brigoe austraco tGoiseppioai, eapi-
to Antonio Vidowich.
Segooda-feira 23 do correte
as 10 boras da manha em ponto, po_r ter o agen-
te entro Idlo nesse da, no armazem do baro do
Uvrament). silo ao caes do Apollo.


Fazendas
HOJE
23 de selembre.
A. C. de Abren far leilao por iolervenco do
agente Pestaa, de fazendas inglezas e francezas,
bije 23 de setembro as 11 boras da mannaa em
seu armazem ra da Cadeia.
l
,

W.tMIA rERMni'MIU
DE
h.ll
JS*jtoff* c4sleir*;Hf'SSraMT' i
1 Rio formoso.
O vapor Mamutnguape, sahi-
ri para o porto cima as 2
boras da madrugada do ama-
obecer de sabbado (21) < >
[correte mez. Recebe carga,
passageiros e dinbeiro a frote
boj* no Forte do Matos o.fiL
DE
am de legarem o'que. or de Terceiro andar do sobrado o. 24
Ra da Rodo,
do dito
jostica.
E para qoe ebegne ao conhecimento de todos
maodei passar o presente.) qoe aera' publicado obla,
imprenta e affixado no logar da costme,
Recife. 2! de setembro de 1867.
En Secondino Eliodoro da Caoba, escrevente la-
mentado o eterevi. :
En Manoel MarU Rodrigues do Nascimeoto, ai-
crltio o sobscrevi.
. Tristao de Alencar Araripe.
0 Dr. Trisiio de Aleocar Araripo, official d
imperial ordem da Rosa, e juiz de direho
especial do commercio, nesta cidade do
Rrife capital da pronncia de Peroambo' o
e semermo. pon S; M. toperial e C"!-
lituciopai o Seohor D. Pedra II, aqaeai
Dos guarde, erc.. i
Fago saber ao que o presente editai vi-
rem que no dia 25 du prximo futoro mez de
oere abro do correla aono, pelas i L boras
1 da mashaa, ter lugar na sala dos audito-
Sobrado a ........
Roa do Padre Floriano.
Gasa terrea o. 49......
Casa terrea o. 47......
Roa dos Pescadores.
Gasa terrea n. H ...... .
Roa das Calcadas.
Idemidemn. 38.......
Ra larga da Rosario.
dem ideni a. 7
PatrimBi de orihm.
Roa do Prea.
Gasa terrea n. 39......
Roa da Cacimba.
Ideo n. 67.......
dna do Raogel
Casa terrea n. 56......
Roa de Goncato.
1254000
1824500
1684000
21640CO
1594000
3014000
#0#000
'Navegaco costeira per Yaaor. (
Macei e escalas e Peoedo. -
O Tapor Pottngt, cqmmnn
te Pereira, iraptM xt portost
cima no dia 30 do arrete pe-
las 5 horis r tarde, flncebe car-
f at o da 281 passageiros, en-
eommendas e dlobeiro a frote at as 3 horas da
R8. "**: ftrt-- *
.<
' 3
1214000
844000
3014000
1044000
1814000
""T- '^-,
i
B
.
De movis e vinho
A SABER:
Um piano forte, 1 machina de costara, l mobllla
eomposta de nm sof, 1 mesa ovat.e 2 consolos
com |Hdra, 2 cadelras de brae, 2 de balanco e
12 de gnarnico, 1 mobllia de axnarello, 1 fltei-
ro, 2 escarradeiras, 1 candieiFo a gaz, 1 re!ogie
americano, 3 easlicav e manga?, 1 escrio)
nba, 1 cama de ferro, 1 marqaezao, 2 marque-
tas, 2 lavatorios l mesa de jantar, 12 adeiras,
1 cabide, 1 commoda de jacaraod, 1 tollete
cem pedra marmore e espalti j. topos, cauces e
mais accesorios de c;sa de faoiiia, 60 garra-
fas e 4 garrafoes com vinio de caj.
Quiaia-feira 26 de seteabra.
No primeiro andar do sobrado da ra No-
ra n. 52.
Goodrich & Uongh tendo de retirar-se desta
provincia faro leilao p>r loterveogio do ageote
Piolo, dos movis e mais ohjbctjs acuna descrlptos
exiitentes em casa de sua residencia ra Nova n.
51, andar.
.principiara' as 10 boras. __________
i
B
as 11 horas.
Eotebio.
Padre Floriano,
chao
Quialn-feira 26
Pelo asete
Oo sobrado n. 7 roa -do
proprio, rende 7204.
Ideo n. 47 ma da Roda, proprio, rende annnal
mete 8764, e oos (nodos tem r.uma pequea casa
de o. 12 coo frente para a roa dos Patos.
Um sobrado de n 26 na ra .do Arago rende
por anno 7204.
"loa casa terrea de o. 68 de esquina, tem oi-
para a ma da Gloria, rende 3004.
preteodeules queiram examioar coo ante-
Bnea para naqoelle da a' portada antiga As-
icio Coooercial oo Urgo. do. Gorpo Santo se
mar.
60MPANHU PERNAMBUCANA
Navegaco costeira por vapor.
&raujba^NataL Macrj^ Aracaty, Ceara* e
Acaracu.
O vaiw Ph-pokki, oaatMo-}
danle Torres, sahira' paraos por
tg cima no dia 30 do corrale
pelas 6' oras da urde., Recabe
carga at o dia 28; passageiros,
eo6iu.ei e dloheiro a frte at as 3 poris
AUSQS: DIVERSOS.
~,
Casa terrean.84.
Roa dpVigarlo.
Primeiro andar flo sobriurtTa. 27 .
ldeoo.1. RM'*T-:'. 20,4000
dem a. 108..........1444000
dem a. 408...........SOI#0OO
isaa. W.........2864OU0
dem o. 94. t.....2014008
'Sitio a. 8 no Fornb da Cal. UW400
Ideo. o. 105. 14440!
As arremauedes serio Ma per teopo de oo
anno, devendo os licitantes vina acoopaabados
de seas fiadores oo munidos de cartas destes.
da tarde do da da sabida
do Mitos o. 1.
eda Senhr B.m Jess des
Paesw da atm de Crp ^t-
Por ordem di mesa regedora convido a todos os
ossos irmio para eomparecerem seganda feira
23 du oorraae pelas 4 horas da tarde no coosis
torio da irmaadade am de em mesa geral se
eieger a nova mesa que tem de fuocclonar a ir-
maodae para o aneo de 1868.
rstbriodalamand.de 10 d setembro de
O escrivio,
' Jos Joaqqlm d Conba.
,. i -hf,ya 9*m babiliada coo mais de 14 sanos
escriptorio no rorts de eosino publico de laiioldadn, se proioia lecclo-
Aluga-se
Alaga se dous sillos com boas casas para fami-
lia e muito fresco oa Torre : a tratar, ua pauaria
do mesmo logar.
Aluga-se
A padaria da Torre com todos seus ntencilio
at iem dous tornos por barato p.eco : a tratar o*
mesma.
Armazem ou foja
Tra?passa--e um bom armazem proprio mesmo
para loja de fazendas e com coomodo at para
familia econmica, oa roa da Praia : trata-se na
ra da Ma tre de Dos n. 16, luja.
BBBMBKflUHHaWBVBVMBMBH3KflHHHBlB^
U bactlarrl LuiZ RvdlIKUes ViiUic-, aikciIS
Idaiioa de Oliveira Tillares e seos 8lbos,. agrade-
cem cordialmeote a toda as pesgjaa que se dig-
nara m assis.ir ai enterro de sua mal e segra D.
Joaqaina Mara Pereira Vljona, e de novo pedem
a seos amigos e pareles e ,as da finada para as-
sistirem a mlssa do 7" da, que tera' logar terca-
fdira 24 do correte pelas 7 horas da manhaa oa
capella do cemiterio.
"f^nWmmTkmnWmmaamMUmvmmnnykmnnmW
Quem desejar arreudar orna boa bnxt de
capim pode dirigir-se ao largo do Peiouriobo cu-
mero 7._____________________
A abaixo assigoada pede encarecidamente
aos Iiims Srs. inspector ou tbesoureiro da tbeson-
raria geral desta provincia Ine respondaos por
este Diario se sabem, oo dao noticia do seu filho,
alferes Jos Fraoeisco Ribelro, que foi d'aqui no-
meado, em Janeiro de 1857, alferes-sjodante do
corpo de guaroicao para a provincia do jvmatooas,
o qual, desde que foi para dita provincia, delxon
ordem pan dar de seo sold 204000 mensaes, co-
mo ha de constar dos seusrecibsn'essa repattigo
para a abuxo assigoada ; agora accresce qoe a
mesma, desde oovembro de 1863, ultima carta
que possue, nao tem (ido mais noticia, nem mafs
carta delle, pois at esta data elle maodoo-lhe sna
mesada, ans tres mezes pele seguro do correio
desta cidade, e ba quasl qoatro annos, qne se tm
passado, n^nhuraa noticia tem tldo delle dse-
java a mesma, que Ss. Ss. Ibe respundam mesme
por esta folba se acaso rive, esta' oo nio no
mesmo Amazonas; se, depoii desia dala, cooti-
noou a mandar mesadas, ou nao ; e se foraco pa-
gas por essa thesonrana, e at qoaodo ; oa se te-
na madaoea para ootra provincia : pelo qne Ibes
ficar* mono agradecida qnem com verdadeira e
sincera e>tima se assigaa de Ss. Ss. muito reve-
rente e respeitadora
Luiza Marra do Rosario.
Recife; 23 de setembro de 1867. ________
.,. fiocripluracao, cainmeiiial
Urna pessoa om a ortica de mat* d 20 annos
prop5e-se a esenpturar livros por qualquer syste-
ma. Organisa-(is, adianto os atrasados, procede a
baiaofos e fecha os livros por-preces convenci-
nados : qoem precisar deixe carta fechada nesta
typograpbia coo as iniciaes L> 0 ou na travessa da
ma do Vigario n. 1.
Na ma da Cadeia do Recife, laja o. 7, pre-
eisa-.se de uoa molner para ama de servfco inter-
no de casa de ponca familia para eogeooar e tra-
tar de meninos paga-se bem.
Pngio a escrava Lulu, cabra, estaiara regu-
lar, de 28 anooe de idade, pooee oais oa meaos,
tem oe labios corlados de no couce de cavaiw,
olbes mono sbogatbados, sabio coo vestido braa-
co e chales de caseolra encamado i asado :
quem a.pegar a entregara' oa ma da Senxala-ve-
Iba e. 84, que aera' recompensado. ____________
Precisa-se de um caixeiro que O eonnect-
meoto de soa coadocta para tomir coata de ama
taberna por balaoc", eo Apkpueos : a tratar n
nesau logar com Machado.
VV

Veode-se
Bmm n. 6i.
carvao d ferreiro : na ra do
.CftfiWi:
^i I
'"i
0 palhabole Gartbaldi soga* ea pooeos das :
tfatar com o Sr. Quintal oa cosa Tasto Irmos
oRio de Janeiro.
nr esta materia a' roa dos Martyrlos o. 4, prl-
aelroaadaf.______ ______._____
Mtaoel Berjlode Ovflr Brega, tendo de se-
ga Ir pira o Rio Grande do Sol, e pela press* de
soa Tiagem nao podeado se daspedir de todos os
seus amigo, faz pelo presente pediudo-lhes descol-
pa, e offarecendo sea prest ao em qualquer parte
Para o Rio de Janeiro dpve seguir o mais Q" cb- .
breve rwwwvAl- n nalarfin naciritial ValenU Recife, 20 de setembre de 1867.
..LT^f R .L.! \f*l por ProcuraCso de Maoeel Bto da OUtelra
que tem maior parle da *at carga prompta^ Braga>-Lioidas T.to Loareiro.
Par t.W arada lbefalta e escravos a frete -"a, M da Peona n. Veo^Sj P" l**
trataviA pit o respectivo capitlo, oa com coo nerfei^ij por preco raioaT^-^,,_______A
WCOD*iw)arios,Marques Barros 4 C, na "No'colSglTdiTcoMeieio praeisa-se de od
Pra?l do Corpo Santo n. 6 2* andar. bemeo idoso e sem familia para porteiro.
Vfide-w
Vende-sa urna taberna na Ierre coo pouco fon-
do e bem afregaexado : a tratar na padaria de
mesmo lagar.
Boa pinga do Douro,
Chegarao barris de quinto coo poro vlnho do
Douro garantindo se qoe oio tem confeicio alga-
ma a excepeio de om bocadinbo de aguardeote
qoe Ibe buuram para podar resistir a viagem,
oeste genero o melbor que teq viodc a este
mercado, e muito proprio para usar n.s boras da
eomida e veode-se por prejo ea> conta na-loja e
armatehado Pavio rn da, Joderatrs n. ao, de
Gama & Silva. .___________
Veade-se 00 eadeira de braco anda nova :
qaea pretender dinja-se ao pateo d j Croo es-
qoloa da ra ds Hartas o.
sobrado.
2, taberna du meso*
Praclsa-se de ama ama qqe eogoome e Uva,
PU^na, depone* f^onia : a tratar aa pra-
c.lBfeiiltoo.l7,3andar:_ J_
Lrvvse roup. qur de boa a qor de te-
nbora : em S. J.se, ma do Alecrim o. 35.

ILEGIVEL
*
**W


~. ftef4a felra W4c HttembfMm^
Casa para pausar a festa,
Alaga se rrro cas erinrt>ons cmmotfo? no Po-
da Paopll*. ru da Maogu.lra, junto ao coroa 1
Lobo : quera pretender dictja-se a* roa da tapera-
Irla o. SO.
Ama secca.
Precisa-se da orna mulher de boas costme'
para andar con um menioo, prefere sa escrava
nao acotumada a ama : a tratar no secundo an-
dar do sobrado da ruaco Qoeimado n. 46.
Aluga se ora sitio cora excelleotes conJme-
dos para randa familia, cora coielra e porte do
banbo -, no Ifonielro, beceo do Qoiabo : a tratar
na roa Pilar o. 119 at s 9 bofas da manda*
das tras da urda em diante._______
Alaga sa urna escrav perNita cosinheira :
quena pretender dlrrja-se a-roa do Pilar B. W, *
*B**r* -
Samnel Pcwer JohBstci Al&mpanhi
Ra da Senxala Noti n, 42.
AOKNCIA DA
Pandl?8odcl-*w Moer
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos,
M-wndas e meia moerdas p^u*a-engeahf>
Tanas de ferro coado e batido para enge-
nho,
Arreios & carro para omedoas cavallc s.
Retogios de nro patento-inglez.
arados americano*/1 '
Machinas para descarocar algodo.
Motores para dito*.
Machinas de costura.
Mamanhaa.
--''
PASTILHAS
i

JVOVA YORK.
DE COR CHBIRO E SABOR AGRADAVEIS
Infinitamente mais efficazes do que todoi
os mais remedios perigosos enanseabnndos
que existem para a expulso daslombiigas.
Nocausam dores e produzem seu effeito
eem precisar logodepoisde purgante ne-
nhum e toincitaotes em apparencia e deli-
ciosas em gosto, que as criaocas esto
promptasa tomar mais do que marca a re
ceita.
Uteis como um excellenle meio de fazer
remover as obstruccoes do veotre, mesmo
no caso de nao existirem verme algum, af
PA.ST1LHASVERMIFUGAS DE KEMPS SlO promp
tas einfalliveis na sua operaeo e por todos
os respeitos dignas deconfianca e approva-
co de todos os paes de familias. Prepa-
radas nicamente por Lanman & d,
Nova York.
A' venda as drogaras de A. Caors.. Bra-
vo & C. e P. Maurer & C., e em todos o
estabelecimentospharmaceuticos do imperte
Pede-se
a pessoa a qnem perleaeer 3( feixes de nos de
ferro e i barrica coa terragens eom marca L n.
604, chagado d.e LWerpool pelo brigoe foglez
Wllswalm-, a orde> eaetr #f'gir a casa Je
seos consignatarios loo NasWA *, roa do Tra>
piche novo n. 10.
Picisi-se de um servente para a botica da
praca da Boa-Vist n. 32.
Tal
CompaDbia fldeliJade de seguros
martimos "e terrestre*
estabelecida no Rio de Janeiro
AGENTES EM PERNAltBCO
Aotnie Lu de Oliveira Aietedo & C.
Competentemente autorisados pela
directora da companhia de seguros
Fidelidade, tomam seguros de na- ,
vios, mercadorias e predios no seu i
escriptorio roa da Cruz a. i.
Precr?a>se "defin criado e ora porteiro no
collegio do Bim-Conurbo: ai roa da Aarora nu-
mero 50
Nao seteno* atad* fito i ajeniarlo os bens
do casal de hidorio da Fonaaca, casado que foi
com D. Francisca Sabioa de Araujo, nao poda ser
vendido bam alrum dflste casal, e por isso previ-
nese paraqbe otagnem compre o oleqne'lgoa- >**
co que est em poder do cor retar Almeida.
XAROPE
DB CASCAS BE LARANJAS AMAft8*B< J.
ae i. P. Laroze, pharmaeemtleo
em Parto
35 tonos de sBeecssos atiesta ana eficacia.'
come:
tnico excitante, para ajudar as fuac-
coes do estomago, assim como dos intesti-
nos,^ curar as doen^as nervosas,'agudas or
chronlca*. >i
TONicoANTi-NERvoso, para-curar os iacbm-
modos percorsores d doeocas assim evita-
das, e para facilitar a digesto.
anti-periodico, contra os calafriot, calo-
res, eom oo sem intermittencias, e que team
por especficos as substancias amargas; tam-
bero efficaz contra asgastrites e as gas-
tralgias.
tnico reparador, para combater a ex-
haustaco do sangne, dispepsia, anemia, es-
gotamento, inappetencia, fafigor etc.
Deposito em todas as pharmacias e casas
de drogaras no Brasil.
Expedicoes, em casa de J. P. Lazore. rae
ties LWrtP*.fc*; Pars.
Deposito em Pemambaco, pharmari de
n. Marer'& Ci Tfla'Wov* n. 35.
AVISO
100$000 de gratifcalo.
Contina a estar fgido o es-
cravo Sitnio.
Roga-se a todas as autoridades e capltaes de
campo, tanto desta provincia como da das Aiagoas
a appreheoso do dito eseravo, que ogio de casa
de sen seohor uo da SI de jnlbo do correla anoo,
coro os -ipnaes segnintes' de carao Mozambique,
id^da de 40 annos, pooco mais oo menos, alto,
emblantecarregado, oro falla de denles na fren
le. cor fula, com talbos em circulo redondo ao p
das orelDas, sembarba, levott vestido calca de ca
semira oe cor em bom estado, camisa de algodao
branco, chapeo de meia maga novo; este es-
eravo foi comprado "ao Sr. Jos Vieente Undo-
so, morador na provincia das Maznas, por seu
procarador o Sr. 1 } i\m Cavalcanti de Aibu-
qnerqua Melto, morador oo termo de Barreros.
Consta nos que este ercravo Ja foi visto em Sari
obSero, aonde elle ntrltn relacoes de e'oDbeci-
raeiito. GraliBca-se com a quanlia cima a qual
quer petan que o eniregar no Hecife, ra Direlta
numero 30.
4e IB>dlrM, f|iim
hMpttaM de Parto.
ELIXIR DO DB THERMES
fmrald4c
Mpreca*
Paito.
Occom primeiro lncar entre as preparacoas ferroginosas-ai maisqisaltoawis. -*0 Elixir do THEatMEfl empnado diariamente noa kospiUes daPerke gJ* f1"^
H6tel-fHeu fiervijo daaculdade deiedteiBa de Pars). Administra sa com o maior xito as doene a. de M.-nmpca. ***" ~m2~lZ?^%5uwl das mul-
reaie ou corea paluda aora branran, ntmla depon dos hemorrhagias, ou durante as coBraleieanoias de rebres perniciosa, i
nares pelada. Na56nnoafBca contra^o rachltiomo -' *-~3----- *~~-------*--
Time'er emm m ~
na aepois aas nemorrnagias, ou auranie as ooBrawaoanoias-ue iodjo pci-u.urop.
. >_>.., raD o obra poderoamente para es homens cujas forcaseBtameegotada pelos trabalnos
r*m a d*to de unte eeUaerbafce drpoia dcada refre**.
Depeet* eral na pnarmacia, na Reaumur A3* em caas de & OALLOIS, pharmaceetiee do S. Imperador, pkee Vendme, eaa Parta.
ftWpaalto ama rEm*ArIliTCM>, P.MAUMR rO.ioWua Ptarmada#ae "
cnop>pt"\'"-
, abasos de todos os generoe, etc.
DO
Precisa sa de nm ou doos caiselrrs de i2 a
16 annos: ua ra Direita n. 72, armazem flor das
americas.
D-se por aiuguel um moleque para
carregar taboleirc de miudezas no sobrado,
n. 26 da ra do Hospicio.______________
casa.
Alafra-se por anoo ou festa nma casa terrea
sita no Poco da Panella prxima a igreja, que fai
do fallecido Dr. Gimes, com granae quinta! mura-
do e coramodos para familia : a tratar um Leal &
Irmao ra da Cadea da Re-cifa d. 6.________
"~Aoga-se ora itio em Casanga para passar-s*
a fa-ta, ciin exceilentjs commodos, cercado e com
porto da hita, eoebeira e quarto para criado : a
tratar ua ra do Queimado n. 14.
Offeresev aera casa da pouca familia oa
homem soileiro urna am^ portogueza : queui pre
cisar dirjase a ra do Amonm n. II, segundo
andar.
AGUA FLORIDA
ab.ixo asignado, encarregado de fater a
festa dos gloriosos marlyres SS. Cosme e Damio
da viila de Iguariss, declara aos devotos dos
mesmos sanios qu dita festa tora' logar impreta-
rivelmente no da 27 de outubro prximo violn-
ro, o nao no dia 29 de selembro crreme, cooao
ha'via annunciado, era conseqnencia de nao se
ac.har concluido o donramento dos altares da res-
pectiva igreja. no obstante os incaosavels exfor-
os feilos pelo digno vigarli que felitmeote rege
essa igreja, ao juai somante sa deve o estado da
acio e decoro em que ella se acha, manida at da
ricos ornamentos. Villa da Iguarass 19 de se-
lembro de 1867. .,..
Joo Lniz de Almeida Ribeiro.
MURRAY & LANMAN
l&^l::; ^DB. SE VIAL.
Para o tratamento cora rpida e completa das molestias syphiliticas, erisrei
las, rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, infiammacoes chroicas do flgado
e baco, dores sciaticas, cephalalgias, neuralgias, ulceras chronicas, bydrdpesias, pleuri-
sias, gonorrheas chronicas e em ge at todas as molestias em que setenhaem vista apu
rtflcaco do systema sangnineo.
Cou^deraces sras
A saude ura'beminapreciavel, cuja imporUncia e valor s est reservado ao ens
fermo o avalia-lo.
iocoatestavel que o homem oeste mundo e constantemente, e por todos os lador
atacado por urna infinidade de agentes morbificos que todos tenden, dadas certas e deter-
minadas circumstancias, a alterar o reglar xeroinjo fias-f:inr.r?fisnrgnnicift.-resunrinhc
pesse desequilibrio o que se chama molestia.
A molestia nSffmais d que a desvirtuaejo das lorias vitaes, occasionada,-d, I
gundo as inveetigacoes e experiencias dos mais abaleado mes tres da sc'tencia. pela depra-
vado des humores-geraes, conseqnencia da ac?ao maligna desses mscaos!agentes mora e
fieos introdozdo* no organismo pelo acto da respirarlo, pela via digestiva; polo contacto
immedito etc. etc. etc.
A syphilis infelizmente tem sido a partilha da hamanidade, e como fra de duvi-
da queesse terriverProteo da medicina ama molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em:todas as idades, e debaixo de todas as suas formas tao variadas, enfraquecendo
eonstiluices robustas, produzindo mutilaces, e cortando ainda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar d economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral dos
humores tem sido desde lempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos figuram em primeiro higar para preenchei* esse eseratm ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: 08
immensos successos obtdos pelo uso deste salutar agene tanto na Allemanha, como em
Franca e Italia, otornamc oompanheiro inseparavel dequasitodos os doentes.
Sendo as melstas, como cima dssemos, devidas s alteraces dos humores, o
Elixir depurativo do Dr. Sevil pode serempregado ventajosamente na syphilis, erisy-
pelas, rheumalismos, bobas,; gota, debilidade do estomago, inflamraagoes chronicas do
figado e baco, dores scaticas cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias,
pleurisias, gonorrheas chronicas etc. eem geraliem todas as molestias em que se tenha
em vista a porificacao do systema sanguneo; pob'qneiumapratica constante tem fetto
ver que elle indispensavel nos casos gravissiraos para minorar os goffrimentos, e pre-
parar o doente para medicaces superiores; e as menos graves a cura e a conse-
quencia do seu uso, convenientemente repetido.
As substancias que entrara na composiclSo do \Elixir depurativo do Dr. Sevia
pertencem todas exclusivamente ao reino veg^l, e gran -le calhejoria das substan-
;ias depurativas e antisyphiliticas; assim, ao passo que este remedio depara o orga-
nismo, eliminando o principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das eyau-
aces alvinas, neutrarisa ao mesmo tempo o .virus syphHitico quando este virjem.
tem feito erupeo no exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne tam
bem os estragos dessa terrivel molestia, qumdo por ventura se ache ella anda no
estado de encubafo, ito sem se ter manifestado sob formas externas: beneficio
maienso, tanto mais quaato neste estado os individuos ignrrara completamente se es-
So contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradave d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua accao so-
bre o tubo intestinal suave e benigna,.-e de nenhuma forma produz molestias medi-
camentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a sroza, resultando d^ste es
tado, muitas vezes, bydropesias, que qoasi sempre terminara pela morte .lo doente.
Assim pois esperamos que o uso desle remedio justifique cabalmente as nos-
sas asseveracoes, porque sendo um medicamento to simples na sua craposic5o, a
pratica tem confirmado sua ulilidade.
Satis^eito o ioveoeivef Veado B rauco, com as mjraeras attenciosas com que
foi acolhido pelo respeitayel publico desta briosa provincia, a pn|o de que maitos a por
fia desputaram a satisfago de serem os prime iros a comp^arra. era s-u importante arma-
zem, se desvanece era declarar.com toda a lealdade de que capaz, que est c?da ?ez
mais animado, n5o s pelo beoigno aeolhimentQ que .tera recebaO, como pelas torcas de
qoedispe porque, at,hoje>nSb careceu ainda dos'r.'preparados de jurubeba, era do
xarope alcoolico de veame.
O Veado Braaeo, declara a quem ainda o nSo conhece que nao nm
desses bicharocos intrataveis que por ah vivera cora figura hu nana; domesticado no
ameno paiz onde a amavel Ajiiia Branca vio a luz do astro be.nfeitor, elle partidario
desse invejavel agrado e sinceridade que com tanta gravidade se desprende_ do seu
bico encantador.
O Veado Branco, como todo o homem civilsado, ama a sociedade dos
bons, gosta do centro do mundo elegante, usa do tnico de Jayme, para previnir qoei.be
ponham a calva ao sol, vai a companhia des.Bouffes Parisiens'e no meio^to partido de
medame Adelle, elle tambera atira-Uie o seu brido bouquei. ..
Digne-se o beoigno leitor de jurar as palavras sinceras do /sincwfl^^ado
Rra^w. o. venba prnvera siw disraowirJn qoemelhor se pode encontrar jn'rumitabe-
oittiiiUi ii* moinaiios.
A modicidade dos precos, cemparados com a boa qualidade dosrP9BPf e
bom modo com que se recebe os senhores compradores, deve certamaale.-convidar as.
pessoas que ainda nao vieram -nossa casa a lazas parte dos amigos Irfeguaes. do.,nosso



BELtlSSlIW[ IMttm
L
CONHECIDO PELO NdME

ti
Estabelecido ra Direita n. 16.
Esquina,da travessa de S. Pedro.
A agua
N. 2 D
COBACO HE
MGrande tuinazem de
tas medicamentos etc.
Boa do Imperador n. 22.
Productos chimicos e pharme-
i centicos os mais empregados em
? medicina.
' Tinta$ para todo o genero de pin-
[ tura e para tinturara.
g$ Productos industriaes e tintas
5 para fiofes, como botes de Aeres
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenho..
Productos chimicos e industriaes
para photograpnia, tinioraria, pin-
k tura, pyrotecnia etc.
S Montado em grande escala e aop-
| prirle directamente de Pars, Lonr
Wt dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
B,pode offerecer productos .de plena
j confianca e satisfazjr qualqaer ea-
Sg tjftiamewa a.groaeo-trat t reta-
[ lbi0^.pt,prco,ooiamodo.
florida de Murray & banmacrj
jlhada como nm artigo de perfume, nt
tem podido ser igualada pelas preparacSes
as mais custosas: conserva seu aroma, co-
mo se formasse parte da prenda a que ella
se applica.
Sua eficacia to delicada, como elegan
tes sao seus multiplicados nsos, qur seja
ampregada como artigo de toucador, qur
ao uso do banbo, ou como suavisador da
pelle, depois que se tenha feito a barba;
para limpar as gengivas ou aromatisar o
hlito.
D snavidade, briiho e elasticidade ai
compleices, depois dse haver lavado; al-
livia a irritaco de erupces ordinarias; faz
iesapparecer o desagradavel aspecto dos
pannos, das sardas, do rosto, rugas e toda a
casta de ebulicoes, e d vigor e frescura
I parte onde quer qoe se applique. Sua effi-
[eiencia e elegancia sao iguaimeat infalli
veis nos casos em que seja preciso applica-
!a como estimulante e antisptico, nos cor>
cursos e assemblas numerosas, as loca-
lidades infeccionadas, na alcova de um en-
fermo, assim como um antidoto encllen-
te para os desmaios causados por cansar/.
on suffocaco. Preparada nicamente por
Lanman & Kemp, Nova York, e a venda per
Caors & Barbosa.
Joo da C. Bravo t 'O


(Jaleo deposito em Peraantferto
Na botica e drogara


A loja ii. 2 D intitulada Corafao de Onro na roa do Cabula, acha-se d'ora em diante offerecea
do ao respeitavel publico eoro especialldade as pessoas que onram > moda os objectos do ultimo gos
to (a Paris)per menos 20 por cenio do que emootra qualquer parte,garantindose a qualidade ea so
O respeitavel publico avaliaDdo o desojo to qne qner progresso em sen negocia deve r.hegar irnmediatamente ao corajio de onro a comprar
anels com perfeitis brilhantas, esmeraldas, robinse perola; verdadeiras eai agarras, modernas pett
diminuto preco de 10 j, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo preco de 3,8., maracas de
prata com cabos oe marfim e madrepcrola obra de moderno gosto (o que o encoetrarao no coragao da
ouro) voltas de ouro com a competente oruslnba ricamente enfeitada pelo pequeo prego de 12*, bna>
cosdeomtrabalho perfeito'por nm mdico preco, cassoletas,tr>oea!ms, pulceira% altinetes para re-
tratos e outros uoelos tndo de alto gosto, aneis proprios para bntar cabello e Arma, dito para casv
ment ho rtico roseta temo Corai> de Ouro nm completos bem vanado sortimento de diversos
costos' butSes para pannos com diamante, rubias e esmeraldas, obra esla importante ja pelo seu va-
lor 'por ao=io ds doseDho, brincos a forma dadelltada moslnha de meca com pmgente contendo es-
meraldas, ruh.ns, brllhantes; parolas, o gW Mime, aiQoeie para grvala no mesmo costo, relc-
eiosnaraspnhnrarravadosdfl pedras preciosas, ditos pira homem, diversas obras de bnlhantes de
t _.. ..Nka n^l^ ,i K~ilh". r.r.i,
DE
naito gosto, nrnsio
Bartkotomeo Companhia.
3i-RUA DO ROSARIO LARGA-*0*
fiPtft

m
mm mmk o\
. da robiDS, -smer-ldas, perolas e brlihawa, aois com letras, cacoletas de
ervstal a ouro desnonerts para ntraxi (a iaglin>.lim*< iV^j-, 'to*. a .mperunie toda e qnat-
quer ioia, para secollcaf retratos e obras de bello, e ffni -iiuito. objecuw que os preiendentes en-
ontraraonoCoracaodeOiiroqaeseBons.irvacomirida a amabilidade a^s coacorrentes deixando-
se de aqu mencionar precos dn renos ohjetos porque (dcscnrpbm a rnanelra de fallar) dtzendo-se O
preco talvei alguem faca mao uno da obrfcpor .er io dimtoota quanlia i vuU o seu valor.
Na mema Ioia rompra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas,e lamt.em recbese concer-
tos, por menos do que em oulra qdalquer part, ,e dio-se obras a lastra com penbor, couservando-se
e Coraco de Ouro alerto at as 8 horas d. noile. -
Ooalauer pessoa 1U9 se dirigir ao Coracao de Ouro nao ss poera engaar com a casa, pois
nota se ua sua freuts nmcraa> pendnraio pntalo de amarelto, alera de oulro que se nota em um
rotulo (isto se aivarte em coaseqneneia de torera ja' algamas pessoas engaado com outra caa.
Para edaenco-ida sexo ntasfiali
Director Manoel Aives Vianna
SJM O collegio da Conceico, mudado nltimamente para o bairro de Santo Al-; *m
f^ionro, ra de S-Francisco, casa n Ti, contigua esheSo central dos ttilhos ,^
urbanos dos Api pucos, contina a fanecionar rfgularm&hte, recebendo alum- ^
bus externos e internos, tanto para asaulas primarias, como -para todos os ^
preparatorios necessarios matricula de qoalqner11facrJldade; sendo os-seos s^
respectivos professores pessoas moralisadas e de um conceito magistral ja ^
bem firmado nesta cdatie. ,.,>
O director deste iov collegio continuando a empregar toda a solicit
.
,$F
taigiuitt
j
Alcatrao <1q ga.
Os fins a qde pode ser epplicado, sao ainda pon
cj coohecidos jio Brasil : na Europa, porm, as
Vanugens do alcatrSo do gal sao bem patentes e
presenciadas. All, empregado como agente pre-
servativo de madeiras, ferro, etc., qoaoio eipostas
a'accao atmospherlca, oo da agua doce oo salgv
ii. B^usld^ ainda como ptesertativo da fcecio
destructiva do copina e-eoiro1o*sJos,aeviti que
a humidade penetre em qualqeer compatimeato.
ftrve, aflnal, nio so eomo veroht pira aaeoras de
navios, cerraotes, aivireogas e barcadas, madeiras
de toBsttaciiat- mis afana, eomo poderoso e ex-
cellente desTnlCtnte.
A' venda por atacado, no escriptorio da embreta-
desempenho de sen mandato," espera fazer-se mais digno da confianca co'm gaj
qoe o vo honrando os senhores pas de familia, confiando-lhe bondosamente m
os seus filhos.

'Os estatutos do collegio, assim como o franco iBgresso em todas as suas XB |
_-_j___^__x_.____j:._,:r.> A* miAin nnssa intorp.ssar. *bs.
ULULAS de BLAFCARD
^o BeosiRO m naao nuunuivn
ApproTidas pela Academia de Medecina de Parix
taiMMiBU rwo whh awu. u6-wm !___'._,
" JfcufPM konrot mi ExpeHfoit Umtrfa de bia-York, 1853, 4F**i, 8SS.
EU1 PUnU envolvidas *ma enid resliio-balsMsici de ma tenuWade *'Vton
iTDUm de ierem lo.IlcraTeU. tem tabtr, de um pequeo volanie, e de "ff^r? "
orga, ^tros. GoModo da. proprled.de, do IM e do j*" %%*
palmeouToa ffeceoe. CUorotitu, EicrofulMa, tukaUo$m, <*"* Y*""**'
amtnorrkt*. anemia, rtc; enSo,, ellas offereecB t. pweoimu aedicae* i auU ater-
reas para modificar a. coulitarcoes lymphaiUtu, frai oa amitiaMf.
n. B. O lodnret de Ierro Impuro .llor.do um medltt-
mento intel, rrlMMe. 6w.o prora da paren do ilhenddto da.
Teraadelras rilla de Blaaeard, deo eilfir ou* a
prata reaedva enoss. trata,aqu reprodo.M,oM.e<*n. interior da um roalo verde. Dere *a*MBDat im OaMei
AcDaan -e aja todas a Pbaraaaelaa.
M.aiiiilii.
aaraaMaaMaa, r*a Jaaaaarta, *. Parix.
BE
Burfa du Buisson
tll'dM Voltil p-epardda por Smffor, i
iO'io himicamenie os vapores qd0' ~
voltalaji aprela atad icaB) do gat
duzinto
em
e sofcfcO
earbeMo,
-pr*ajiffa^"^.*fKOWidcce*iw contrr
a coqueloc|,a pliti>ic*fl todas >3.ole%tlas ebro-
oica dos plmoes
VF.NBl-88 U
BHca -*> drcf
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es d Ponseca.

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Birt toadla
.HeVildiotra por 1*109 em
Ecoaomica *oa-do C^eape-
Vende-s* sta e
TJroekuT*,'H'rt*ia
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Ka esav lrra''totfcm-sB atargoalofm ipara
f-iivlaa-'le-HortUti Helson-o celebra 'alnirSW*
angle a 1 cada exemplar.
.AeJBt^
h't" Aobdi chenar a -este estbieftimento.w aplepdidft.sortmentp de.
^asdnlltooioet;nerfeic5o artstica e *^"tTZ?J^Z
SamvtAwt com rubim, esmeraldas e perolas ^^^'^f
> DaTetrato, anneis, botes de punh, briocos e cass.o.eas com letras, etc.
*-?; etc. Salvas de prta do lBto, faqneiros, pilttemM, .caln de mesa u
recebendo seos-.Tgoa directamente^aEuropa, Pf^MfwlSrS
aS seas Uwm* ^m^.brilbantes^^fl^-enroeprata,page
tambeiBse incuaijem de fater concertaa. w ** u
Yende-se na BoticaFranceza roa Nova n. 25.
J. Tl(S3ffla"; M
IV V^ RITA Illa 1HPHR4Vv **' ^* *****
ma soparioridade. vantugens e garanas que oflere^Mo f^^^S^S"S w
~ne Mlestep deOnnivamene conquistado sobre todos "mWWffimgW^* P
J^$^m^?*^' **"****** *V**m+mt agrada-
F,TedoXtfeaSmi^as, !*rfca tno rleSr.'ffloi.ifel, da Pars, socle
^^^.fZe^a^^nU catial fbrn ^P" premiados em todas as expo&cdes.
.orrespondente de-*. -V^aM.^grJ^^SLJm exle&*iaWdo ^orUnaentoTe msicas doa
m^lZr^kVST^^ +*** tarmoaiws. ^ado ludo mi* poi
preeoa taianvotVja e. raiAWt*.
K
ILEGIVEL


tari* de rermamhmtm egaada felra 93 de Seteaalfcro de 1867.
\




I
i
s.
8
H 3
2.
o
a*ta
PARA UZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurubeba garrafa......... 15ooo
Vinhode Woo
Pillas de vidro......... 06oo
Tintara de 64o
Extracto hydralcoolico de jurubeba 120500
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 2iJooo
Xarope 1i56oo
Pilulas vidro... 20ooo
Oleo de jurubeba vidros.... 64o
Pomada de > pote...... 6'to
Emplastro bra..... 205oo
PARA UZO EXTERNO
A JURUBEBA.
Esta planta' boje reconbecida como o mais poderoso tnico, como um exces
ente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do ligado e baco, na
hepalites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammacoes
snbsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abcessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glandulosos, na auazarcba, as hydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparaces ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, chloroses, faltas de menstruacao, leucorrbeias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais dMinctos mdicos desta cidade, entre os qoaei
podem os citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconh cem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at hoh ronbecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicac3r.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juru-
beba, tivemos por m generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje senliam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle,_o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinbain ainda a desvantagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que terna muitas vezes improficno nm
medicamento, que poderia produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apreseniados depois de haverras convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes. folhas fructas ou bagas, e a dose convenien-
ea app icacSo, tendo alm d'islo procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeicjio possivel, para o que nao poupamos esforcos, nao nos importando o pouco la-
cro que possames tirar
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infalbvel cura
de qualque dos soffnmentos, que dixamos innumerados, se forem em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vantagem de escolber as nossas variadas prepa-
races, aquella que melhor Ibe pode convir, j pela fcil applicaco, ej pela complicaco
das molestias, idide, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparaces ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que como
taes esiao hoje reconbecidos.
Para aquellas que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, o saberem a applicacao de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosse deposito um foleto, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos nv
mos preparados.
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CAROBA
PREPAROAA FRI
POR
AUGUSTE C ORS
Pharmaceatico pela escola de Paris e successor nesta cidade
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PHOTOGRftPHIA
Y1XELH
ROA DO CABGA N. 18, ENTRADA PELO
PATEO DA MATRIZ.
O nosso estabelecimeoto pbotograpbico
est sempre em dia com todos os melbora-
I mentos e progressos que na America du
I Norte, ou na Europa se consegue na arte
photographica, e para alcaucarmos tal fitn
ounca poupamos despezas nem sacrificios,
de sorte que os nossos numerosos fregoezes
podem ter a certeza de que sempre encon-
trarlo em nosso estabelecimento todo quan-
to a arte e a moda offerecer de bom, no
dovo e velho mundo aos amantes da pho-
tographia.
N0V1DADE PHOTOGRAPHICA.
Acabamos de receber todo o necessario
para fazer retratos chamados carle-album.
Este genero de retratos ltimamente in-
ventado na America do Norte, rpidamente
se propagou na Inglaterra e Franca aonde
goza actualmente de todo o favor da moda.
COMPRAS
r
O Dr. a. S, Pereira do Carmo (medico)
est morando no sobrado n. 12 da roa da
Imperatriz.
O Sr. Jos Marques da Costa Soares,
que mora na ra do Vigario, queira vir
esta typographia, a negocio que nao ig-
nora.
Aristide Saisset e J. Soum
22.-----Ra da Cruz-----22.
Tratamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, ooro, nem outro quaJque
mineral.
Verdadeiro parifleador do sangue sem azougue.
Especial para a cora de todas as molestias que tem saa origen) na impureza do
sangue, como sejam as molestias boubaticas, sypbiliticas, escropbulosas, darthrosas, quer
venham ellas por bereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos virus que contaminan) o sangue e os humores.
A caraba um remedio prodigioso, tusado desde remotas eras pelos indios
do Brasil, e passando sea uso de geragao em gerac3o, boje om dos remedios mais co-
nbecidoscomo proprio para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse nomo
ro a morpha ou elepbantiases, para cojo curativo os nossos sertanejos consideran) a
caroba como remedio especifico.
A moito tempo entrn a caroba nos formularios como preparacSo magistral
sob a forma de eleicluario, aioda hoje terebrado as pharmacopas com o nome de sen
celebre autor Joao Alves Carueiro: nao ella portanto remedio novo nem desconhecido.
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde tempos mmemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras sypbiliticas srdidas,
e erxpregado com proveito depois de improficaa applicacSo de moitos outros agentes
iherapeuticos enrgicos e de aso quotidiano.
Muitos dos nossos mdicos de coosideracao e entre elles o moito distincto praco
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Athayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio de ex-
periencias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no trata
ment das boobas, das diversas formas sob que a syphilis se apresenta e maito especial-
mente as que teem sua sede na pelle, e poderiamos relatar alguna casos de data maito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em que a caroba produzio admiraveis
efleitos, depois de matis e prolongadas applicacoes de salsaparrilha, mecurio, iodo, oa-
fo e seas preparados, etc., etc.
NIo era possivel que orna plaota a novel por suas ioappreciaveis virtudes es-
capasse a perspicacia e iovestigacoes dos mais abalisados praticos europeos que se ap-
pheam com especialldade ao esludo e tratamento das molestias syphiliticas'eheroeiicas
e para prova abi esiao os Srs. Drs. Casenave, Scharfer, Ricord e outros dando as mai*
lisongeiras informaces sobre as propriedades curativas da caroba e precooisando-i com/
remedio poderosissimo para o tratamento das erapcoes cutneas, seccas oa suppnrativas
dartbros de todas a qualidade, ecemas, ulceras de diverras Batarezas, tumores, osseos
e outras muitas molestias de natureza syphi tica ou boubatica.
Por ter-se generalisado maito o aso da esacada da caroba qae ea pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos qae desejam continuar em suas observacoes,
deliberei-me a ter prompia ama qaantidade da mesma essencia, obtida sem a aeco do
ogo, para nao prejadicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encon-
trar-se-ha na minba pbarmacia sempre e em porc3o suficiente para todos os pedidos a
#??* C0NCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma plenta para qae nan-
ea faitea aoi Srs. mdicos qae qaizerem esperi mentar tSo precioso agente medicina].
Recie de Pwnamooco, 17 de oatubro de 186.
AaatJSTE Caors.
DepMitt geral e teto niU eeeeeee
Botldca e rogarla
34Roa larga do Rozario34
CLUB 00 RECIFE
A partida do correte mez, ter lugar na
noite de 21.
O secretario,
Joaquim Leocadio Viegas.
Trocara se
as notas do banco do Brasil e das calzas filiaes-
om descont mnito rasoavel, na praca da lnde,
oendencia n. ti.
Da-se a premio de um e meio por cento com
bypolneca em bens de rute, a qoantia de 1:000,3,
pago o premio como se convencin ir : a qaem con-
vier delxe carta (echada nesta typogrrpbia com as
iniciaes L. M. R. V.____________________
Hospital Portngoez de beBeflcencia em
peraamboce.
A juQia administrativa, em obssrvancia do dis-
posto no art. 102 dos estatuios, commemora no
domingo 22 do corrente, o 12* anni versano da
installaco deste po estabelecimento com a pompa
compauvel com as snas (oreas, pela maaeira se-
guile :
As 11 horas do dia celebrar-se-ba em sen oro-
torio mlssa solemne, acompanhada de mnsica vocal
e instrumental dengida pelo digno pro(essor Colas,
sendo orador ao Evangelbo o insigne pagador da
capella imperial frei Joaqaim do Espirita Santo.
Urna bora depois de terminada-a festiridade re-
ligiosa, ter logar em mesa ctmmom o janta> aos
enfermos nao impossibi itados, e condnzido aos
leitos daquelies que o estiverem, sendo, servaos
pelos Srs. provedor e mordomos, com assisuocia
Rvm. Sr. regente e do Sr. Dr. medico do hospital.
As 4 1(2 horas da tarde darse ba principio ao
leilao do basar de prendas a favor deste benefleo
estabelecimento aebando-se convenienteroentd dis-
postas as prendas a vista dos espectadores.
Dorante este acto, e de qoando em vez, se faro
oovir alteradamente escolmdas pegas de mnsica,
devidas a habllidade e obsequiosa ezponuneidade
dos lllms. Srs. socios das philarmonieas particu-
lares, L'oio Commercial e Bella Unio.
As 7 e 1|2 horas da nonte eantar-se-ba no oro-
torio a ladaioba em honra e louvor do nosso pa-
trono 5. Joo de Dens.
O hospital estara' alerto desde as 9 horrs da
manha ate as 9 da nonte, para ser visitado por
todas as pessoas qoe qnizerem.
De da e at o encerraraento do estabelecimento
se conservara' na sua entrada a banda de mnsica
di 1* baiaibo de infamara da guarda nacional
desta cidade, para tocar a intervalos bellas pro-
dnQes a gosto do sen bem coohecido mestre.
Ho'pltal Portogaez de benecencia, 16 de se-
tembro de 1867.
A. A. dos Santos Porto,
m _______________Secretarlo.
Urna pessoa habilitada dispondo de algumas
horas, propde-se a lazer alguna pequea escriptn-
raco merontil, dao-se as precisas inormaces na
loja de lonta n. 26, sita a' r a larga do Rosario.
Residencia e consultorio
Medico cirurgico
DO
Dr. Antonio Daarte
na praca da Boa-Vista n. 21 onde
pode ser procurado a qoalquer bora.
Especialldade
Doencas do peito, e de meninos.
Na pra;a da Independencia n. 33, loja de
ourives, compra-se ouro, prata e pedras preciosas,
e tambero se faz qoalquer obra de encommenda e
todo e qoalquer concert.
A secretaria da polica precisa comprar
as collecfes de leis do imperio e decisoes
do governo relativas aos annos de 1839,
1850, 185*1 e 1852.
A pessoa qae as tiver e qaizer vendej
comprela na referida secretaria s huras
do sea expediente, oa entenda-se com o res-
pectivo secretario, roa da Saudade n. 15.
O official-maior da 1* secc3o
Jos Xavier Faustino Ramos.
O Dr. J. Aolao de Se naco odoo a soa resi-
dencia para a roa do Hospicio esquina da travessa
do Camaro, pode ser procorado para os mysteres
de soa proHssao de medico.
Ama.
Precisa se alagar orna ama, para comprar, cos
nhar e engommar : na roa de S. Francisco n^_54.
O Sr. Eogenio machinisia (az saber ao
poblico qae sa encarrega de qoalqoer obra de en
canamentos, como collocar gaz e concertar tam
bem bombas para collocar e concertar de lodos os
sytemas, como telbados de chapa de ferro, zlnco
e chombo : a residencia do machinista a' roa
Bolla n. 13 oa na roa do Rangel n. 17.
Saques.
oo do Reg Lima, sacca sobre Lisboa e liba
6e S. Miguel: a rna do Apolloj. 4.
Ama de lelte.
Na roa da Cruz do Recife 45, 2* andar, preei-
sa-se de orea ama de leite.
Aluga-se tina pequea casa na rui do Ga-
z-metro, confronte ao pnrlo da fabrica, com quin-
tal e cacimba, preco de 8J por mez.
A prompta ro -se comidas para fra aos sent ores
estudaoies e calzeiros, com todo o aceio e promp-
lido, dando-se looca fina, e se mandando levar
as casas qoe qoizerem comida moito iimpa e bem
felta; na roa estreiu do Rosarlo n. 19, Io andar,
por cima da loja de funileiro. ___________
MIMCA
Leciona-se a solfejo e a tocar varios
instromettos dando se as llcoss particu-
lares em soas proprias casas, das 5 ho-
ras da tarde al as 9 horas da noite: a
tratar na rna Augusta d. 30 oa nesta ly
pnsraphia.
Precisa se de urna ama que saiba engommar
tratar
e coser, para casa de ponca familia;
roa do Amorim n. 33, Ia andar.
na
Precisa-se de om escravo para o servico de
orna pessoa : a tratar na roa do Imperador n 39,
2* andar, entrada pelo becco do bilbar dos arcos.
Atten#lo.
JoSo Godofredo. cabelleireiro, tem o prazer de
participar ao respeitavel poblico, sos amigos e nu-
merosos fregoezes, qoe passou o seo estabeleci-
mento da roa larca ao Rosario n. 21 para a casa
o. 14 da roa do Crespo, a qoal acba-se decente-
mente preparada e com om grande e variado sor-
tmenlo de cabellos para bem sallsfazer qoalqoer
trahalbo tendente a soa arte ; espera, pos, a pro-
teccao do respeitavel poblico, de seos amigos e
fregoezes na continoacao de soa concurrencia, en-
contrando de soa parte agrado, sinceridade e pres-
teza.
O abaixo assignado, antorisalo pela Sr* D.
Anna Hara Honiz, vende a botica da roa do Im-
perador n. 38, para pagamento do aresto feito em
objectos da mesma, por ei*cocio qoe mova a
Sra. D. Mana Rila daiCroz Neves contra o Dr.
Joao Pedro Maduro da Fonseca ; assim como para
pagamento dos mais credores da referida botica,
o qae te fz publico para qaem se jolgar prejudi-
cado com a referida venda, fazer soa reclamacao
no praso de olio dias, am de evitar dovidas sobre
este negocia Recite I* de setembro de 1867.
Antonio de Soou e Silva.
Precisa-se de orna ama : no caes do Apollo n.
7, prefere-se escrava, para cosinhar e comprar.
Joaquim Jos Goncalves
Beltro
RU4 DO TRAPICHE N. 17 Io ANDAR)
Sacca por todos os paquetes sobre o Bancc
io Minho em Braga, sobre os gaiotes loga-
-; em Portugal
aber:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Gol maraes-
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Con^e.
Arcos de Val de Voz.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelicao.
Lamego.
Lagos.
Govilbaa.
Vassal (Valpassos.)
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
Ama.
Qaem precisar de urna criada portogoeza para
todo o servido interno de orna casa, a ezcep^o de
cozioha, viada oltimamenie do Porto, annancie
para ser procorado.
Aloga-se o andar terreo do
do Hospicio esqoioa da travessa
tratar na mesmo sobrado.
Precisa-se de nm caizeiro com pratica de
taberna,.de 12 a 16 annos : na ra do Pego nu-
mero 20.
sobrado da roa
do Carnario: a
mk
Offerece-se orna ama de boa condacta
na raa das Triocbeiras n. 14.
a tratar
Na roa da Aorora casa de n. 70, 2* andar, pre-
cia se de ama eseriva qoe coslnbe bem, agoto
Be e easabde: qoea uver e qaer lugar lir-l-
j-se a referida casa.

Comprase moedas de onro de 10#, 16#, 10#
e 9 > rna da Croz n. 3._________
Moedas de prata
nacieoaes, assim como pataefies portagoezes e
hespanhes, compram-se com premio : oa roa do
Crespo n. 16, primelro andar.
Oompram-sc escravos
Silvino Guilherme de Barros, compra, vende a
roca effectivamente escravos de ambos os sexos
de todas a idades: a' roa do Imperador n. 79,
e-rcelro andar.
Compra se sempre por mais do qae em oa-
tra qoalqoer parte, prata brasileira e estraogelra
(pataedes) libras esterlinas, moedas de 9j e 165.
portugoezas, de 5J>, I0A e 20 brasileiras, oncas-
oo ootra qoalqoer qualidade de ooro, e se trocar
! sedlas do banco do Brasil e caixas flliaes de ou-
tras provincias: na roa da Cadeia do Recife n.
58, luja de azulejo.
Compram-se
com premio maeds de ooro e de prata'nacfenaes
e estrangeiras : na raa da Cadeia do Recita n. 16
armazem de Adriano, Castro & C. .
Pataces
Compram-se patacSes hespanhes, portagoezes
brasileros de conbo antlgo. em casa de Aaamson.
A carle-a-lum se faz por duzias como OS Henry & C, ra do Trapiohe-novon. 40.
antigos artSes de visita.
Na Inglaterra trocaram o nome de carte-
lbum pelo de retrato-galeria e os ingleses
nsam encaixilhar estes retratos em qoadros
especiaos para -com elles formar galeras,
com que ornam seos gabinetes. Recebe-
mos urna certa quantidade de taes quadros,
os quaes cederemos por barato preco aos
nossos freguezes. <
As pessoas que quizerem ver specimens
dos retratos chamados curie-lbum, j fei-
tos em nossa officina s3o convidados a visi-
tar o nosso estabelecimento.
CARTES DE VISITA A 9f50GO A DUZIA.
Em consequencia do novo genero de re-
tratos chamados carte-album, diminuimos
o preco dos antigos cartdes de visita, os
quaes de boje em diante Gcam reduzidos
ao preco de
oooo
pela primeira duzia, sem que por causa
desta dimDuicio de prego, deisemos de es-
merar-nos no nosso trabalbo, como sempre
(oi nosso costume. Alm disto, continua-
mos a dar os cartdes de visita em cartoes
de luxo, Bristol, on porcelana, dourados ou
litbograpbados para o que temos urna varie-
dade de 12 modelos, a escolba de quem se
retratar.
tST VA GOMO PREVENCO.
' Apezar do nosso trabalho ser muito co-
nbecido nesta cidade, annde trabalbamos a
fl annos, com todo joigamos de nosso de-
ver dizer boje o seguinte:
Nos retratos fetos em nosso estabeleci-
mento emprega-se toda a cautela para of-
ferecer-se a par da belleza do trabalbo, as
melbores condices de duracjfo. Doura-
mos e fixamos os nossos retratos sem olhar-
mos a economas, e ltimamente para Ibes
podermos dar orna lavagem mais ampia
e segura, contratamos com a companbia de
Bebiribe nma penna d'agua. Os nossos
cartoes de de visita sao verdadeiras photo-
grapbias, que o5o precis5o de retoques do
pintor para Ib* desfarcarem os deeitos, e
convidamos a quem quizer a passar sobre
elles urna esponja mol bada em agua, ou a
deixa-los mergolbados por espago de horas
em agua, ou em espirito de vinho : se apre-
sentarem alteracao seo recebidos por nos
e pagos pelo duplo do que tiverem cus-
tado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
sysremas pbotograpbicos at boje conbeci-
dos em pbotograpbia. O nosso sortimento
de caixmhas, quadros, passe-par-tauts, e
joias de ouro para a collocaco de retratos
o mais completo, variado e abundante que
existe nesta cidade.
mmmmmm mm mmmmmm
No armazem de tintas roa do Impera- ttg
dor n. 22, vende se : T7;
Salitre reOoado arroba 65500 ^
Euxofre arroba 25800 $
Compra-se oaro e praia em obras velbas ;
na praca da Independencia o. 22.
Compra se urna casa terrea boa e nova, mo-
derna, em boa roa : qoem ver para vender di-
rija-se a botiea na praca da Boa-vista n. 32 on an-
noocie.
libras esterlinas.
Compram-se com bom premio
dependencia n. 22.
na pra-a da lo
Moedas de'ooro.
Nacionaes e estrangeiras assim como libra
esterlinas: campram-se na roa do Crespo n. 16,
primeiro andar.
Attencao.
X. 2 i Roa do Livramento P. 25
Deposito de taraaocos e cicado nacional da fa-
brica da roa do Jardlm n. 19, de Jos Vicente Go-
dinho, tanto no deposito eomo na faorica seapromp
tam todas as porc5*s de calcado o mais barato
possivel, esta fabrica tem todas as machinas pro
prias para os calcados ja bem acreditados pelo
grande numero de freguezes qoe daqoi se for-
necem.
Chocolate vermicida
M
Antonio Nones de Castro.
Desde 1857 qoe sio as tabellas vermicidas ap-
Dlicadas em Portugal, como o remedio prompto e
efficaz para a expolsao das lombrigas, que lo gra
ves padeclmeotos caasam e qae qaasi sempre nao
se soppde ellas a origem.
Este vermfugo preferivel a qoalqoer outro
pelo seo agradavel paladar e fcil applicacao as
criancas que mais gera.mente sao atacadas de se-
melbanta mal.
Deposito especial
34Rna larga do Rosarlo34
Botica de Bartbolomeu & G.
249000
Compra-se na loja de jotas do coracSo de ooro
n. 2 D, roa do Cabaga, moedas nacionaes de 20$
Ouro e prata
Moedas de ooro e prata nacionaes, estrangeiras,
de todos os valores, se compram na loja de ouri-
ves jooto ao arco de Nassa Saohora da Concedi,
rna da Cadeia do Recife, assim como ooro e prata
em obras velbas, brilbaotes, diamantes e ;e paga
bem._________
Comprase
orna negra oa negro qae saiba cozinbar, paga-se-
bem : na ra do Imperador o. 21.
Compra-se am seiim asado : n raa Nova
n. 56, loja.
Vndese
as seguintes obras: Poema da MocidadeT
poesas por Pinhjiro Ghagas, 1 volme.
500; Nevoas matutinas, ditas por Apri-
gioMnezes, 1(5; O dever, romance, 1 vo-
lume, 640 rs.; Os trabalhadores do mar,
romance por Vctor Hugo, 3 volumes por
44; Caucros Sociaes, drama por D. Maria
Ribeiro. 1 volume, 15600 ', Joo Diabor
romance por Paulo Feval, 4 volumes enca-
dernados. 5# : oa ra do Crespo n. 4 fabri-
ca de chapeos de sol.________________
Vende-se orna machina de coser e em bom
estado, propria para casa de familia porque cose
toda e qoalquer costara fina ou grossa : a tratar
na roa do Imperador n. 16.____________________
Vende se nma das mais aotigas e conbecldas
tabernas defronte da estaco das Cinco Poetas n.
144 ; est bem afregoezada tanto para o mato co-
mo para a trra, e o motivo da venda por ter o-
seu dono outra occopacao e nao poder fazer asis-
tencia na dita casa ; barato o alogoel, e tem-
commodos para familia, fazeodo-se este negocio a
dinbeiro e a praso, conforme as condices do pre-
tendente. _____
IMEhS DE LIMIO
do Porto
Vendem-se meias de linho prximamente che-
gadas do Porto : na loja de ferrageos da roa da
Cadeia n. 44.________________________________
Escrava,
Veode-se orna escrava de 24 annos, de boa con-
ducta, sadia e bonita Ognra, a qoal eogcmma, co connha e lava com perfeico : a tratar na roa do
Bruro o. 48, 1* andar, das 7 as 9 horas da ma-
nha e das 4 as 6 da tarde.
_ Veode-se om preto possante e moco : oa ro
roa do Raogel n. 9, oa troca-se por om qoe seja
cozlnheiro.
Altenco.
o
Venham ver
Vende-se na loja de marcineina na Cambo do
Carme n. 12, palna apparelbada da melhor sorte
para tecer cadeiras e sofs, por preco mais com-
modo do qae em ootra qoalqoer parte._______
Viobo superior em caixas
tem para vender Aotonio Loiz
do di C, no seo escriptorlo roa
Attencao
A. Blocb, subdito francez, declara especialmente
ao corpo do commerelo, qoe .visto baver ootro in
dividoo coa o nome igoal ao sea, de hoje em
diante se chamara' A. Bmk, isto sem prejuio da
correspondencia qae possa ter de Fraoca, antes
de ser naqaelle paz conbecida esta 'soa nova re-
S0I050, o qoe protesta fazer na primeira occasio.
Recife 20 de setembro de 1867.____________
Precisase de ama ama qoe cozlnhe e eogom-
me : a tratar na roa de Queimado n. 12, primeiro
andar-
ASM? &
Precisa-se de nma ama para engommar
[das Crozas n. 21, 1* andar.
na raa
Otub Pernambucauo
A partida do mez de ootubro ter Iww
na noite do da 4.
Ama de leite.
Qaem precisar de orna ama de lelte, dirija-se a
roa do Rrom o. 66, armazem, qae achara' com
qoem tratar
Sabonetes de alcatro
O oso destes sabonetes tem apresentado os mais
benrfieos efJeitos contra as impmgens, sarnas, li-
nt, caspa, comiebdes e todas as demais molestias
de pelle
VENDE-SE NA.
B tica e drogara
DE
Bartholomea & Co-ipaohla.
34Roa larga de Rosario34
SEGUROS
Martimos
CONTRA FOGO.
A companbia Indemnisadora, estabeleci-
la nesta praca, toma segaros martimos so-
ore navios e sena carregamentos, e contra
tbgoem edificios, mercadorias emobilias:
oa rna do Vigario n. 4, pavimento terreo
de orna dozia e-
de Oliveira Azeve-
da Croz n. 67.
Vende-se mel
mi
a roa do Apolllo. 4.
Fariha de mandioca supe-
rior.
A tratar com Tasso l do Livramento, forte do Mallos.
Cal de Li boa
No armazem do caes da aifandega a. 5 ha para
vender superior cal nova, marca TU, ebegada h
dias na baria portogoeza ratido, a preco de
105 barril.__________________________
Escravo
Precisa-se alogar am preto oo preta
servico interno e externo de casa de familia
largo do Hospicio casa do propietario Elias
tista frooteira ao pocote._________
Vende-se om axcelleote escravo copeiro, cozi-
oha, e moito geitoso para todo o servico de orna
casa : qaem o pretender podera' diriglr-se a loja
do Passo, rna do Crespo o, 7, esqoioa da do Ira-
perador, qae se dir' o motivo por que vendido.
Carregamemode barres
Esto a' veoda na roa da Concordia, no terreno
defronte do amigo armazem do sol, os maiores e
melbores borros qae tem viodo Pernambnco, os
qaaes se veodem barato : e pede se a's pessoas
que ja' compraram qoe mandem retirar os seos
at ao da 17, do contrario pagarlo 300 rs. diario
pelo sustento.
Chocolate de oeabrlere
purgativo de magnesia.
E' o chocolate de desbriere o melhor purgante
at agora coobecido e de grande aeeltacao em Pa-
rs onde tem sido moito applicado oo hospital
Hotel Dieo pelos professores Troosseao e Ptdooa
com o melhor resoltado.
Por soa accao laxaote porga sem faigar o esto-
mago e os intestinos, e aprsenla ptimos resolta-
dos como don vatlvo, abrovente, aniUvernoso, re-
frescante e deporativo.
Deposito especial
34Ra larga do Rosarlo34
Botica de Bartholomeo C_______
_ Joaqoia de -oott Silva Canoa atea sabr
Porto : ia roa da Croa 18.
Veo e s o estabelecimento da casa n. 28 da
a tratar na roa do CrespeJ roa do Trapiche. Ao comprador se dir, o motivo
Iporqoe m vende.
para
: no
Bap-
Caa en Ciliada
Alaga-se ama boa casa na eldade de Olloda, no
oitlo da treja de S. Pedro, prxima a casa do Sr.
coameodador Joo Pinto de Lemos, a^ote^pV
ra os dmoos silgados
o. 17, loja.
b____~i~___HB~b1


f
Diario e _Hjrna__bneo segunda felra 8 4c Sffcubre de 1867.
------
Ur
Collares Royer
0o Andias elctricas magnticos
Deposita acreditado
loji di iguia branca ra do Queimado o. 8
Apregoar anda os prodigiosos effeitos dos
Collares Royer ja nao ensinar o querer
intreduzir novidades, porque a fama de sua
efflcacia tem-se tanto estendido, e osseus
felizes resultados a tal altura elevado, qae
hoje rara a pessoa que por experiencia
propra, ou por intermedio de seus amigos
e parentes, ignore oa desconbe;a as virtu-
des desses sempre apreciaveis collares
Royer.
A aguia branca porm sa gloria de concor-
rer para una to justo flm, se nao por oo-
tro modo ao menos por ter sempre, e cons-
tantemente um completo sortimento desses
colhres magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das criancas.
Resta anda que os senhores pai de fa-
milia se facam convencer |de qae conven)
nao esperar que as criancas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario on conve-
niente que com antecedencia se deite oa
crianca um desses collares para assim estar
ella preservada das convaleces e se contar
livre dos rigores da dentico.
A agaia branca roa do Qoeimado n. 8
contina a receber por todos os vapores
francezes a quantidade que ba contratado e
por isso acba-se ella sempre provida dos ver-
daderos colhres Royer eletricos magn-
ticos.
Cbapelinas modernas,
enfeites de flores, capellas finas para noivas,
ditas brancas e cor de rosa para meninas,
calzos e ramos de flores finas e botoes de
rosa de diversos lamanbos: na Aguia Bran-
cada ra do Queimado n. 8.
Meias finas para meninos.
A Aguia Branca ra do Queimado n. 8,
recebeu meias mui fioas para meninos, e
est vendendo as de cores a 50OUO duzia,
brancas a 50500 e cruas a GOuO.
Trancas de vidrilhos, brancas e pretas, lar-
gas e estreitas.
A Aguia Branca a ra do Queimado n. 8,
recebeu novo sortimento das trancas cima
ditas, e como sempre vende-as por precos
commodos.
Fitas novas
para cartas de bacbareis e a irxaadade do
Bom Conselho.
A Agola-Branc?, a roa doQueimada o.8, recebeu
novas tilas achamalotadas para ambos os lados,
mu encorpada e toda de seda, com viva o agrada-
ve! cr, e como sempre, vende por prego mallo
rasoavel.
Bonitas bonecas
com rosto de cera, olhos fixos e movedicos,
A agaia branca a ra do gaeiroado n. 8, rece-
ben nm novo sortimento de bellas bonecas com
rosto de cera, olbos Dios e movedicos e como
sempre vende-as por presos commodos, regulando
estes em relacio aos differentes tamanbos de qae
se eompSe o surtimento.
fidiir dentfrica e odontalgico.
A agaia branca a roa do Queimado o. 8, rece-
beu de novo esse apreciavel elixir cujo nso ne-
cessario para eooservaejie das geoglvas e acabar
o mao balito proveniente de denles armiados,
cada (rasco casta 25.
Est ludo remediado em qoanto a lu-
yas de pellica.
Porque a agaia branca por intermedio de om
negociante de nossa praca mandn contratar com
um bom e acreditado fabricante de ditas, para
este Ibe fazer remessas directamente por todos os
vapores, sendo a primeira a que agora acaba de
ebegar. O fabricante promette manda-las sempre
da melhor pellica e na verdade as qoe vieram
dessa vez coo&rmam o sen dizer, e pelos difieren-
tes enfeites qae ellas trazem da' elle mais a conbe-
cer o aparado gosto e perfeicao de soaobra. Res-
ta pois que os boas e constantes freguezes eooti-
naem a favorecer a agaia branca em qoanto ella
vai se livrando dos mos qae com seus fiados a
iam depenaodo.
Camisinbas bordadas para baptizados
A aguia branca a ra do Queimado n 8,
recebeu novo sortimento de camisinbas bor-
dadas, sapalinbos de setim tambem borda-
dos, meias de seda e chapeosinhos de selim
enfeitidos, ludo para baptisados.
Bdlia^inhos coberes de conxas
A aguia branca r na do Queimado n. 8,
recebeu bonitos bahusinhos cobertos de con-
xas, e cestinbas bordadas a froco, objectos
esses de novidade e gosto, [e proprios para
obvias no leilao que ter lugar no hospital
portuguez.
Acabam-se amas echegam ootras, cor-
reales de bo ha
A aguia branca que nao se descuida de sua
boa freguezia, tem constantemente mandado
buscar essas bonitas e modernas correotes
de borracha, que servem nao s para voltas,
como mesmo para outros differentes enfeites
Comparecam pois os pretendentes que
acharo bom sortimento de dilas correles
na loja da aguia branca roa do Queimado n. 8.
Ciatos de marroquim com fivellas de
. aci para meniaos
Vendem-se a ra do Queimado, loja da
aguia branca n. 8.
Flores brancas
Como sabido, a aguia branca esta' constante-
mente a receber flores Unas, portn agora recebeu
nm tambem bello sortimento de ditas, que por snas
singularidades se faz distinguir das ooiras, isso
porque aiem das bonlias rosas camelias, alezan-
dnas e ootras, vieram algomas rosas e ramos
braocos com as folbas tambem brancas, o que Ibes
da' moita greca e as torna de multo gosio, para
enfuites de vestidos de noivas, coques, etc., etc.;
assim tambem ooiros ramos com bem combinadas
flores brancas e cor de rosa, e folbas brancas, o
qoe igualmente Ihes da' gra$ e perfeicao. Em
qoDio, porm, a agola branca, na roa do Quei-
mado o. 8. vende sempre essas flores Boas e ouiros
objectos de (rosto, os seas precos continuara a ser
mdicos e razoaveis. _______
a (!_&__ t_
Este esiabelecimento acaba de receber lindas
cbapelinas para senbora, ricas caiiinbas para cos-
turas, ditas para joias, puntes dourados para coco,
fivelas muito ricas, assim como clotos e pulseiras
da ultima moda de Pars, ntremelos e babadinhos,
bonitos loocadores dourados e de Jacaranda, eape-
Ibos e vetes para senhora, voltas para pescoco, gravali-
nhas, bico de seda, dito de algodo, Ubynniho, e
maitos <>utros objectos de aparado gosto, que se
torna eofadoobo mencionar, tado por precos mai-
to comioodos: a' ra da mperatriz o. '/O, na toja
da Leaiaade.
Aos agricultores.
Saunders Brainers & C. acatara de receber
de Liverpool vaporee de (orea de 3 a 4 cavados
com lodos os perieoees, e mor proprios para fue-
sen mover macbioas de escarcear IgMdo, pe-
dente eada vapor trabalbar at com 140 erras,
tambem serven para enfardar algodo, on para
entro qoalqoer servico em qoe usam de trabalbar
com aoimaee. O- |raesmos tambem lm a' venda
nacumas americanas de 35 a 40 trra.
O* prntendenles dinjamse ao largo de Corpo-
Santo n. il.
^.m m mw*w>
m
o
H
mu
S
Alm do grande sortimento das melhores machinas", americanas para descarrocar
" 22, 25, 30, 35, 40 e 50, neste estabelecimento se
Aiem ao granue sorumeaio u algodo. de 40, 12,14,16, 18, 20, 22, 23, 30, 35, 40 e 50,
encontra mais o seguinte: ****?*
Azeite de espermacete propria para machi-
nas.
Vapores de forca de 3 a 4 cavallos.
Serras avulsas para machinas.
Mancaos e todos os mais pertences para as
mesmas.
Carros de mo para aterro.
Cyliodro para padarias.
Debulhadores para milho.
Arados americanas.
(iirrinhos proprios para armazens.
Moinbos para refinaco.
dem para nvlho.
Escadas de madeira americanas.__________
Gaixas com vidro sorttdos.
de todas as qualidades.
Bombas de japyz. ?>**
dem americanas.
Ferros para engommar a vapor.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de verguinba.
Guarda comidas.
Peneiras d'rame para padarias e refinaces*
Correotes para almanjarra.
Machados e facSes americanos/T x
Barricas com milho branco americano.
GRANDE SORTIMENTO
DE
FAZENDAS BARATAS
NA
LOJA E ARMAZEM
DO
PAVAO
Roa da Imperatri n. 6h
BE
GAMA fc SILVA.
Os proprietarios deste grande estabelecimento acabam de receber da Enropa om
grande "sortimento das melhores fazendas de 15a, linho, algodo eseda, asquaes vendem
por precos baratsimos, afim deapurarem dioheiro, dando de todas ellas amostras,
dcixando flear nm peohor ou mandam-nas levar em casa das Exmas. familias pelos seus
caixeiros, assim como as pessoas que negociam em pequea escala, neste estabelecimen-
to comprarao pelos mesmos precos que se compram as casas inglezas, ganbando-se
apenas o descont.
?_*_
Armazem de kzendas finas para grandes toilette e uso
ordinario para todas as classes.
una M fIM
ra do Crespo n, 9 A. esquina da do Imperador
DE
Custodio Jos Al ves Guimaies.
0 proprietario deste. importante estabelecimento avisa ao respeitavel publico
e aos seus amigos e freguezes que acaba de receber pelo vapor francez Guienne, di-
versos artigos de moda, os quaes sao de completa novidade para este mercado, e apro-
ximndole o dia da commomoracao do anoiversario do Hospital Portuguez, por isso
apressa-se em vir avisa-los do que ha de mais moderno em seu estabelecimento, como
sejam:
Riquissimas chapelinas com coque. Luvas de Jouvin preta, branca e de cores.
Ditas sem elle. I Lindos cortes de laa com barra.
Lindas chapelinas de palha da Italia. (Re-J Riquissimos cortes de transparent dese-
commenda se muito estas chapelinas por se- da para vestido de senhorastambem novt-
JVtS
Novo sortimento de luvas de pellica (Joovin),
chegadas no ultimo vapor francer, ao armaiem
vaporo roa Nova a-7.
rem inteiamente novidade).
Riquissimos cintos de seda, com matamos
ebineza, ultima moda.
Lindas saias de 13 com bordados, propria
para as excellentissimas senhoras trazerem
por cima do baiao, ultima moda em Pars.
Lindos cortes de seda para vestidos.
Moireanlique branco, azul e preto, fazen-
da inteiramente nova.
Grosd-mapoles de todas as cores.
Ditos pretos.
Leques de madreperola.
Ditos todos de sndalos.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, inteiramente novidade e ulti-
ma moda.
Chapeos de sol para senhora.
Ligas de seda p-ra senhora.
Ditas para meninas.
Espartilbos para senbora.
Riquissimos enfeites para senhoras, intei-
ramente novidade.
Bales para senhoras e meninas.
Touqoinhas ricamente enfeitadas.
Coeiros bordados.
Toalbas de labyrintbo muito ricas.
Ricas fronbas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dito.
Rendas, .icos da trra e grades para lencos.
Um rico lencol de labyrintos.
Riquissimas basquinesde seda preta, bor-
dadas com gosto.
dade.
Lindos cortes de 15 com listas de seda.
Riquissimas fivellas para cintos.
Fil de seda e de linbo.
Riquissimas camisinhas para senhora.
Riquissimas saias bordadas.
Punhos e gollinhas para senhora.
Riquissim- s manteletes de cores, inteira-
mente novidade.
Peitos de linho bordados com gosto pro-
prios para camisas de noivos.
Collarinhos de linho lisos e bordados para
homens.
Lindos veos e mantas de blonds.
Riquissimas vestimentas para baptisados
contendo cbapeosinho, sapatinho, meiasinha
e camisioba com lindos bordados.
Riquissimos chales de touqnim.
Grvalas de seda branca para noiva.
Ditas de cambr ia de linho com bordados
as pontas, novidade.
Chapeos de sol de seda com castao de
marfim.
Ditos de outras qualidades.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Chapeos de seda preta para bomem.
Ditos de pbantasia para homem.
Casemira preta muito fina.
Ditas de cores inteiramente novidades.
Cambraias, laas, chitas, madapoloes e ou-
tros muitos objectos.
0 dono deste importantissimo estabelecimento contina noloavavel proposito de
querer vender muito e ganhar pooco, sujeitando-se a tirar em soas mercadonas um lucro
rasoavel, para assim poder melhor agradar aos seus numerosos freguezes.
- ATTENCAO
A1 LOJA DE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO i C
ll---Rua do Queimado11
Angosto Porto A C. acabam de receber da Europa superiores corles de seda de cores para
bailes e casamentos.
Ricos cortes de blond cam manta e tapella para noivas.
Cortinadas bordados para camas de noivas e janellas de 7 a 803 cada om.
Cotias de seda e outras de ia e seda o que ba de melnor para eamas de noivas.
Toalbinhas de croch para cadeiras e sotas, espartilbos a snltana para senhoras, camisinbas
com mangudos bordados e liados encbovaes para baptisados, e baldes de mosselioa e de arcos para
senhoras e meninas.
Lavas de pellica para bomem e senhoras e superiores chapeos de sol de todas as qualidades.
La para vesMos baraiissima bonitos padrSes o covado a 280.
Tapetes grande para sota, ditos para piano, ditos para cama e pequeos para portas e janellas.
Moir branco e preto sjpenor para vestidos de liados desanos, grosdeoaple de todas as cores
seda de qnadrinbos. caartraias brancas de murtas qualidades, ditas de cores e liodas percales.
Basquines de sote preta ultima moda, chales e retoodes de guipare, vndese barato.
Camisas para bomens trncelas e iagletas de linbo e de algodo Ooas e snroulas de linho su-
*** ecapas de borraeba, sobretaes e perneras as melhores h mais e:egantes.
Malas grandes para "ligeos, ditas pequeas e saceos de tapete e couro.
Bramante bnocode 4 largaras a SffSOOa vara, pannos pretos e axoes, casemiras pretas e de
cores ,{J|J5l2JeB|0 ha sempre am completo serlimento de bou fazendas unto para a praca
como para o centro da provincia e superiores objectos proprios para casamentos como sejam capellas,
mantas, vestidos de bJonde e de moir branco, cortinados, colchas, vendeaflo-se nao mais barato
tambem as melhores .
E8teiras e alcatifas para forrar salas.
Il-Kaa do |I-mUU--U
Novo grande deposito de superior carvfto H$ Gwdiffna
Bnfoia.
Antonio Gonw dos Santo & &, rea. Santa Barbara n. 1, ertip habilitados a ttnrir di
oarvio m coodleoes mata fawavet qoe em nabo qnalqner depoatto, a totola navios a vapor qnt
^^ ^rtMnW- Porto. Acomar_-_AcomDoi_i_f_i Alves Mat-ewJ /
As 10 mil varas de cambraias
Covado 300 rs. vara 600 rs.
Stf o pavo
Vendem-se finissim cambraias france-
zas com listras miuda_ e graudas e com
lindos deseobos de fio es e palmas, sendo
todas com as cores mais modernas e mais
lindas que tem viudo ao mercado, pelo ba-
rato preco de 300 rs. o covado ou a 500 a
vara, grande pechincba attendendo a
grande porcSo que tem, sen3o seria para
muito mais dinbeiro : isto na loja e armazem
do Pavao, rna da imperatriz n. 60 de Gama
Silva.
Chales baratos
20, 30500, 60 e 70000.
Vendem-se chales de merino estampados
a 20, ditos lisos a 30500, ditos estampados
finos a 50500, 60, 60500, ditos crepon
com listras de seda a 70500 e 80000,
pechincba : na loja e armazem do Pavao
ron da Imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
Para camas de noivas.
Vende o Pav3o.
Ricos cortinados bordados a 8JOO0,105,165,
20 e 2i> o par ; assim como os mesmos tambem
servem para jaoelias; ditos adamascados a 105 e
125 ; bonitas pegas de cassas adamascadas para o
mesmo effelto; bonitos damascos de lia de urna
e duas larguras, proprios para colchas, assim oo-
mo bonitas colchas de croch : tugu isto se vende
mais barato do qae em antra qnalqner parle, na
loja do Pavao, roa da Imperatri o. 60, de Gama
di Silva.
Organdy a 40OOO.
Vendem-se bonitos cortes de organdy
sendo com listras todas brancas ou com lis-
tras de cores tendo oito varas cada corte,
pelo barato preco de 40, pechincba: na
loja e armazem do Pavao rna da Imperatriz
n. 60 de Guna e Silva.
Atoalhados para meza a 20000, 20500 e
30000.
Vende-se superior atoalbado de linho
adamascado alvo com 8 palmos de largura a
30 a vara; dito adamascado paido a 20500
rs.; dito alvo de algodo a 20000 rs.; dito
trancado alvo, sem ser adamascado a 10600;
guardanapos econmicos pardos a 30 a du-
zia ; ditos alvos a 30500 e 40000: isto na
loja e armazem do Pavao roa da Imperatriz
n. 60 de Gama & Silva.
Casaqninbos de fil.
Vende-se os mais modernos casaqninbos
ou basquinas de fil preto. pelo barato pre-
cjj de 100, chales e retondas de renda preta
na loja e armazem do Pavao ra da Impe-
ratriz n. 60. De Gama & Silva.
Cambraias largas com 8 Palmos de largura a
10 e 1280.
Vende-secambraias largas da Escocia ten-
do 8 palmos de largura que falicita fazer-se
um vestido apenas com 4 varas, pelo bara-
to preco de 10 e 1280 reis a vara pechin-
cba na loja e armazem do Pavao ra da Im-
peran/, n. 60. De G ma & Silva.
Cambraias escocezas tapadas e transparentes.
Vende-se um magnifico sortimento de fi-
nissimas cambraias brancas para vestidos
tendo mais de vara de largura pelos precos
de 100,120, 130, assim como um grande
sortimento de ditas mais abaixo de 40, 50,
60, 70 e 80, garaotindo-se aos comprado-
res que neste genero nao podero comprar
melhor en outra qualquer parte e s na lo-
ja do Pavao roa da Imperatriz n. 60. De
G ma & Silva.
Damascos para colchas a 50, 20500 e 800 rs.
Vende-se o mais superior damasco com
8 palmos de largura proprio para colchas
com os desenhos mais buoitos que tem vin-
do ao mercado com urna s cor e de duas
cores pelo barato preco de 50 o covado, di-
to com 6 palmos de largura a 20500, ditos
de ama s largura a 800 reis, na loja do Pa-
vao roa da Imperatriz n. 60. De Gama &
Silva.
Cassas de urna s cor a 300 rs.
o covado.
Vende-se bonitas cassas de urna cor s.
tendo cor de rosa e asul, cor de lyrio, roxa,
verde e cor de canoa, pelo barato preco de
gOO rs. o covado: na loja e armazem do
Pavao rna da Imperatri- n. 60 de Gama
Silva.
Os casaqoiohos de pavo
a 180, 200, 2506 300.
Cbegaram os mais modernos casaqninbos
ou jaquelas de grs preto. ricamente enfei-
tadas, sendo nos com cintura e outros sol-
tos con orme se usa ltimamente e veudem-se
pelos baratos precos de 180, 200, 25 e
300, na loja e armazem do Pavao, roa da
Imperatriz n. 6. De Gama & Silva.
Sedas largas
A 25 o covado
S oa leja da pavo.
Vendem-se modernsimas sedas com largura
de chita francesa, sendo com padrSes moderaos,
tendo entre ellas cores proprias para quem est de
loto : vende-se pelo barato preco de 25 o covado :
grande pechincba : na loja e armazem do Pavo,
roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Caries braocos
ASOOrs.
Vende-se bonitos corte de cambraia branca eom
bonitas barras bordadas e tendo umbem algons
com bonitas barras de cores; vende se pelo bara-
to preco de {$5, na toja e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
iliacas de cores
A 500 rs.
Chegaram as mais bonitas alpacas de cores para
vestidos com desenlos miudos e graudos, tendo
largura de chita fraoceza, e vende-ee pelo barato
oreco de 800 rs. cada ovado ; grande pecbto
cha* na toja e armaiem do Pavo, roa da Impe-
ratri n. 60, de Gama & Silva.
Bramante a 2g.
Vende-se superior bramante de liobo alvo com
16 palmos de largura, pele barato preco de,2* a
vara na loja e armaiem do Pavo, rna da Impe-
ratrii n. 60, de Gama & Silva.
Algalia avanado
Vende-se iwcas de algodo largo muito eneprna
do, pSe barato precn de 5*500 a peca : na lo,, e
armaiem do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma A Silva-
Vestidos ae iantazia a 60 e 80.
Vendem-se bonites cortes de vestidos de
fantazia com lindas barras e enfeites de seda
pelo baratissimo preco de 60 e 80 na loja
e armazem do Pavao roa da Imperatriz n.
60. De Gama & Silva.
Pannos de linho.
Vende-se superior panno de linho puro
para lences eceroolas a 640, 760 e800
reis, a vara na loja e armazem do Pavao ra
da Imperatriz n. 60. De Gama & Si Iva.
Bramante de linho a 20 20400, 20800 reis
a vara.
Vende-se superior bramante de linho
com 10 palmos de largura proprios para
lences, pelo barato preco de 20, 20400 e
208 jO reis a vara, na loja e armazem do
pavao ra da Imperatriz n. 60. De Gama
& Silva.
Algodosinho entestado a 10 10290 reis a
vara.
Vendem-se superior algodinsinbo ameri-
cano entestado que a largura delle d a lar-
gura do lencol, sendo liso a vara a 10 e sen-
do trancado a 10280 na loja e armazem do
Pavao rna da Imperatriz n. 60. De Gama &
Silva.
Punhos. e golinbas a 10000 o par,
s o Pav3o.
Vende-se nm grande sortimento dos mais
bonitos e modernos punhos com golinhas,
sendo de esgniio de linho bordados a 10000
o par, ricos manguitos com gollinhas de
cambraia tapada e transparente a 20000 o
par, E' pecbincha ; na toja e armazem do
Pavao roa da Imperatriz n 60 de Gama &
Silva.
Calcinhas pera meninas a 640 e
800 ris.
Vende-se calcinbas bordadas para meninas
que andam na escola pelos baratos precos
de 640 e 800 rs., manguitos para as mes-
mas e para senhoras pelos mesmos precos,
na loja do Pav3o roa da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
Baldes de canda.
Vendem-se as mais modernas crinolinas oa ba-
ldes proprios para vestidos de caoda, sendo os
melhores e mais modernos que tem vindo ao mer-
cado e por presos muito razoaveis : na loja e ar-
maiem do Pevo rna da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
L,as transparentes.
Cbegaram as mais modernas barejes on lasl-
nbas 'transparentes com bonitas listas de seda,
vendem-se na Inja e armazem do Pavo roa da
Imperatri o. 60, de Gama & Silva.
Casaquluhos para senhora
Cbegaram os mais modernos casaquiobos on ja-
quetas preas ricamente entenadas sendo com cin-
tura e sem ella, pelos precos mais modicns que em
ontra qualquer parle : se vendem na loja e arma
zem do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Baldes a *gt tfteo e 3&.
Vende-se nm grande sorilmenio de crinolinas
ou baldes de arcos para senhora pelos baratos
pregos de 25, 25300 e 35 Pr ba ver grande por-
rao : na >oja e armazem do Pavo rna da Impera-
triz n. 60. de Gama A Silva.
Madapolo e algodo
Vendem-se superiores pefas de madapolo ten-
do 24 jardas cada urna pelos baratos precos de
65, 65500, 75 e 85, dites francezes hienda muilo
soperier em pegas oo a retalho, algodo mono en-
corpado pecas com 20 jardas a 55900, 65 e 65*00,
diio muilo Qoo qoe serve at para camisas a 85 :
na loja e armaiem do Pavo ra da mperatrii n.
60, de Gama & Silva.
Novidade do Pavo.
Alpacas, a 1280
Cbegaram as mais brillantes alpacas de
seda para vestido, sendo neste genero o mais
bonito qoe tem vindo ao mercado tanto em
novidada de dezenbos como em flores, pois
urna nova fazenda que se confunde perfei-
tamente com seda tendo entre ellas algomas
todas brancas com os mais liodos lavrados
e vendem-se a 1280 reis, o covado, na loja
e armazem do Pavo, ra da Imperatriz n.
60. De Gama & Silva.
As alpacas do Pavo
para vestidos a 10.
Cbegon um grande sortimento das mais
bonitas alpacas lavradas, de cores que se
vendem a 10 o covado, dilas a 800 reis,
ditas Uzas de todas as cores a 640 reis, que
se vendem na loja e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz n. tO. De Gama & Silva.
vestidos brancas
a 40, s o Pavo.
Vendem-se bonitos corles de vestidos de
cambraia branca com bonitas barras tendo
entre elles tambem com barra de cor e ven-
dem-se pelo barato preco de 40 cada um,
na loja e armazem do Pavo. roa da Impe-
ratriz n. 60. De Gama & Silva.
Grande novidade
Vestidos a 60
se na loj i do Patio.
Se vendem os mais ricos cortes de organ-
dy branco com elegantes listas largas, pre
las tendo 10 varas cada corte com os com-
petentes enfeitos para o corpo sendo neste
genero o qoe tem vindo de mais novo ao
mercado, pelo barato preco de 60, s na
loja e armazem do Pavao, roa da Imperatriz
n. 60. De Gama Se Silva.
Chales a Benoiton a 50000 E 60000
na loja do Pavao-
Cbegaram os mais modernos chales Be
noiton, sendo de urna s cor com bonitas
franjas de peineta, e tendo entre elles as
cores mais modernas qoe teem vindo a este
mercado e vendem-se pe" barato preco de
50 e 60060, ditos a Isabella qne supprem
mui o bem os catines e vendem-se pelo
barato preco de 70OUO rs. garantindo-se
que n'este genero o que ha de mais novo
no mercado e muito decentes para qualquer
senhora azar: vendem-se na loja e armazem
do Pav5o, roa da Imperatriz o. 60, de Gama
d- Silva.
CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba am aaccas,
sendo de superior qa-Kdade na loja do r>
v5o, roa da Imperatriz n. 60 Silva.
Fedegoso de Pernambuco
A planta, condecida entre nos sb.a de-
nominarlo de fedegoso, e no Rio de Janeiro
e provincias do sul deste imperio pela de
crista de gallo, o tiaridtum utilissimum
ou tiartdium elonoaltim de Schum, e o /<9-
Hotropium curasadium de Mart:, pertence
familia das boragineas.
O fedegoso considerado, na tberapeoti-
ca pernambucana, como urna das plantas
mais recommendaveis por suas virtudes cu-
rativas, e applicado interna e externamen-
te, como calmante do systema nervoso, na
paraljsia*. asthma, tosse convulsa ou coque-
luche, tosses recentes e amigas, suffocaiOes,
catarrbos pulmonares, etc., e em geral con-
tra todos os soflrimentos das vias respirato-
rias ; sendo um excelleate unitivo para
aquel es que padecem de pbtisica pulmonar.
Sua t-ffieacia contra o ttano ou espasmo
incontestavel, e nieguem ba que a deseo-
nbeca.
.Nao ignorando os o que acabamos de di-
zer, e esforcando-nos por ser til bomanida-
de soffredora, preparamos o que abaixo indi-
camos, pondo a disposico dos distii ctos m-
dicos, e dos.doentea desta e das ootras pro-
vincias deste imperio nossas preparaces,
que s5o:
PILULAS, TINCTRA, XAROPE E VlMIQ
DE FEDEGOSO
loico deposito
Pharmacia de J. A. Pinto, ra larga do
_____________Rosario n. 10._____________
A ttenca o.
i novidade.
Jaqaetinbis pretas, eisaqolnbas de grwdena-
ples para senhoras viadas pelo ultimo vapor da
Europa a 20fi e 255 cada um : a loja da ra de
Crespo n. 17, a ellas antes que se acahem.
Pegas on algodo com pequeo tuque de avaria
a 4> e 45500 a pe;* com 90 jardas.
ATTENCAO
No armazem de fazendas de
Sant mado n 19.
Bom e barato
Cambraia de cores matisadas finissimas a
800 a vara.
dem brancas transparentes finas de 40,
50000, 60, 70, 80 e 90000 a peca com
jardas.
dem branca tapada de 80 e 90 a peca
com 12 jardas.
dem branca franceza muito larga a 90 a
peca com 8 varas.
Baloe de 35 e 40 arcos nesgados para
senhoras, a 40500.
dem de 35 e 40 arcos com ferrogem a
20500.
dem de mursulina nesgados a 50.
dem de crochet a 50.
Idrm de mursnlina para meninas a30e
30500.
Saias bordadas a 50.
Cambraias admascadas para cortinado a
120 a peca com 20 varas.
dem para forro a 30 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de hnho mnito fina de 60 e 90 a
vara.
Madapoloes finos de 60, 70, 80, 90,100,
110 e 120 a peca.
Platilba de algodo superior fazenda para
saias a 30200 a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 20600.
Lences de bamburgo fino a .0400.
dem de bramante muito fino a 30-00.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Guardanapos de linbo adamascados a...
30500 a duzia.
Atnalhado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 20 a vara.
Algodo enfestado com a mesma largura
a 101UO a vara.
dem trancado de algodo a 10600 a vara.
Toalhas alcochoadas de linho usas a 110
a duzia.
dem de algodo felpudas a 130 e 140
a duzia.
Colchas de fusto a 60000.
Retondes de nl preto a 60.
Chales de fil a 50.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
.0 e 20500 a duzia.
Lencos de cassa fimssimos a 30200 e
3060o a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 10000 a vara. .
Grosdenaples preto bom a 10800 e 20
o covado.
Moreantiqoe pretp superior a 20800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 800 rs,
vara.
Bramante de linbo com 10 palmos de lar-
gura a 20500 a vara.
dem de linho com 5 palmos a 10200 a
ara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Riquissimos basqnins a 250000.
Assim como outras moitas fazendas qne
se vende por menos qoe em ontra qnalqner
parte, e d-se amostras de tudo,___________
Fundigo da Aurora
Taizas de (erro cuado, bom sorumeolo e quall-
dade superior.
Yinho fino do Porto en-
garrafado.
Vende-se de mui ezcellente qualidade por me-
dico preco em calxas de 12 garrafas : no irmV
mea de David Ferrelra Bailar, roa do Brum o- 6ft.
Vende-se o encono S. Barlboiorneo, moeni
e correte, silo na fregueiia de Munbeca. a t'e
legoas desta cldade e a orna da e.'tacao lo-: Pra-
xeres, roe com o rio Jaboao, tem imroensas e
ptimas vaneas de massap e de pas, e mallo?
partidos pan abrir a oaor wrie do ,partidos
sao a' marem de rio, e por elle P1e ser iranv
portada toda a eaoa; aiem dlsso tem todas as var.-
tairen- de urna boa proprledade.
Tambem se vende com o eogenho oo separada-
mente alguos fser>vos.
Sobre as eondlcoes de preco e de pagamento se
che-ara' a aeeord raroavel, nroa ves qne se desv-
ia realiaar a veoda : a tratar nesla cidade com
seo proprietario na rna de S. Goocalo o. 39.
Vende-se
nm eacravo de 10 a__o de idade bstanle satfia.
e iotelllgente, proprke pera todo gervico : a tratar
no Recite, roa da Gatoia, casa n. So, 1* andar. jB
Cal de Lisboa ora.
Vende-se a roa do Apollo n. 4,
>


6
Urlo de Fernanfeac* C titula felra 13 de *eUmbr* de 4M7.
RA DAS CINCO PON AS 881*11
AO GRANDE ARMAZEM> i. ('a
DAS

Mantelga
Itgleiaflr a l/>, a libra e a 5oo rs. soffrivel e propriapara tempero a 3z rs'
dem fraoceza a 56* rs, a libre.
Cha
De primeira qaalidade a 208oo e proprlo para negocio lJ6o a libra.
Btscoitos
-fcglezespearl, nic-nac; wal, cracoel, e oatros superiores a 101 o a lata.
FlgM
A 24oreis a libra.
c ominas
De mHbo branco a 4oo res a libra, de araruta verdadeira propria para alimen-
tar oriancas aoo..rei& a libra ecaxinhas com 4 libras poc menos, gwaaia do Maraobao
a I rs. tapioca sag a .84 a libra:
Chocolate
Sopetop a-M, a4ibra.'-- ,
Docea .
De goiaba em latas a 105oo em caixa de 4 libras, muito fino a IdVoe, am aixoes
de 2 libras a 5oo e 32o.
Pelxe
En latas a looo reisa libra, sortido em qaalidades. i
Ostras I
America a 8oo rs. a lata.
Baldes vaasonras' &
Americanas a 8*o reis cada peca.
Tonel aho
De Lisboa a 320 reis a libra.
Toata***
, Em.lala&, Gneis.
' #al "
: Refinado em lindos postes por Soo rs.
Rtrshs de Wamer
A 2^ooo a garafa.
Vermonth e Abssntho t
A !oo a farrafa*
HMI
A 10000 a garrafa.
De bordeaux superior, Saint Estepne, Saint Julien, Saint EmUitfajjoto. rdozi
eWors; a garrafa.
Tlnho
Do Porto Qao a 44ooo a duzia e !#5oo a garrafa "e magnifico tambera em bar-
ril 2 8*> a garrafa. ',
Ua^nc MNMeiN
Adamado e outras marcas a 9oo rs. a' garrafa- e datf adtriarr.'.
Vinho da Flgneira
O que ba de melbor a 40, a caada de Lisboa .a .30 e 40 Agarrafe > b
vinagre
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa.
Farello de Lisboa
Saceos com 9o libras a. 4J5o. i
Cerveja
Fraoceza em gigos de urna duzia a 60;
Ingleza
Bass verdadeira a. T. e Victoria eAlssop'8)5*)'reisa garrafa

OMORODEVEIZ
Ao respeitavel publico peraambneantf pede-se
AttenQao
Manteiga isgleza
320, 500, 800 e 10 s no armazem se achainristi.
Manteiga franceza
em Horas 560 e 640, em barris se far differenca.
Banha.de poto*
em libras 320 e 380, em porcao se far differenca.
Fructm-'
em calda Pera, Pecgo, Rainba Qaudi, Alperxe e ootnal imitas 500 e 640 a lata.
Ervilhas
Portuguezas 640, francezas 900.
FUMO '
em latas do Para e de alba eque, lata 1$ e 13200.
Comua de mllho
em pacotes, dita da trra 100 e 200 a libra.
;?!*
de Bordeaux em caixa a duzia 55, garrafa 500, dito de 83 a duzia, 800a garrafa, dito a
140 a dozia, 10200 a garrafa, dito do Porto a 80,120,180, 240, caixas de duzia, assim
como flgueira caada 30500 o 40,-^oro J A A Lisboa 20800; 30 e 30500 aqulidade ff0^^^
convida.
ranfum
DE

. i i
admirar 11
DOCE DE 01ABA
caixes de 560 fino, ditos de 105oO que parece marmellada, dito em latas muito fina
qoalidade a 10200.
BOCETAS
com doce secco a 10 e 20.
QEOS
do- Alentejo em latas chegado pelo vapor Oneida, ditos Flamengos e Pratos dos mais noTOB
que ba no mercado.
AZEITONAS
ni ave* -
deelvas como no merodo riSo temos a 10 a lata, em barris do Porto a 10 como n2oa
mlhr.
i i
i
JECTI0N BROU
i Uy itn-nu tufkBtrei ir PratnHm, hinMat
ect principio boticas 4* nade. (Kilfrr i
?* iaiiaii Bke. tMtmra MlEaata. Mt.
muim aue outa seas
-!,<
sa iiiiirn M^Ctf
I
PREPARACOES FRREAS-lilGAIIClf
- APPROVADA*. PELA ACADEMIA BE MEDICINA
DE BURIN D BUISSON
ftiNuctico, lamad* pela iaitaa de fltki de fu*
Joaquim de Almeida tinto
A jurubeba contra o ingorgi
tamento' do fijado e do bago.
Em extracto aleollce, emplas-
tro, oleo, tintura, plala** ,
xrope e Tlahe
A jurubeba nma das-Substancias medi-
.mentosas que petencem ao reino tege
tai, e pertence a classe dos tnicos e desobs-
truentes, sotado empregada com vantagm]
contra as febres ihtermitenies acompanhdas
de engo gitanismo de figado e de bago. Ella
tem sido applicada com incOtatestatel pro-
veito contra a anemia oa chlorose, e hydro-
pbesia, catharro da bexiga, e mesmo pora
combater a menstrua^o difficil, resultante
da aesma anemia ou chlorose. -
^^^Depsil08 geracs
Em Sertambuco, ra larga do Rosario
n. 1 "Rio"de Janeiro, pharmacia do Sr.
Francisco jse liennaan
[RA NOVA N. M,
acaba de receber um lindo e nugniftes aor*
timento de oculos, lnnetos, binocolo, do ul-
timo e mais apurado gesto da Europa oco
los de alcance para obseracoes e;para t
martimos.________________......
Fmdfyao-dAurora em
Santo Amaro,
Completo sortl/nentc de Utxas batlas 4 (faMt-
da?, iramBliaes de todos es lamanho* e fundos dt
ditos, moenis de todos os tamanhos de tupentn
quilidade, crlvos e boceas de foroilba, o que tato
ge veade por comaodo prego.
Vapores.
Vende-se em cas de Saaiders Brothers & C
o largo do Corpo Santo a. 11, vapores ptente*
o lodos os perteoees proprlos para faier moter
es oo quatro maehttiaj fara descansar aliodio
.... Cai
em lata de 5 gales. e mais pequeas a vontade do comprador, om garrafa-
Alpiste
140 i i1' O a libr a, paiao a 100 a libra.
Azelte
em garrafas a 800 e 10.
,.....,,. CHARUTOS'
em caixa d ft^or 10, dit8s*Delicias, rrOWdbrs e Parisienses" em caitas de' TOO, dttos
da Exposico caixa S0,- ditos da- Regala caixas com.100 a 2^500 e outras muitas marcas
qu s na presenca dos compradores*. .
PREZUNTOS
de lamegoembarril, ditos de fiambre O melhor que ha no meadoj*4dfHoABia *uradB. Rio Grande do Sul, em casa dos
^Srs; Gasc9o & C, Maceio, pharmaaa do Sr.
Claud'rno, no Havre, pharmacia de Mr. M-
ricat, em Lisboa, na pbarmacia do Sr. Feij.
fimmBaBamsai
Pharmaela especial homeo-
pathla do Dr. sabino O.
L. Plnho.
Cha de 1* sorte para uso das
pessoas que se tratam homeopathi-
camente.
ndese em pacotes de libra a
302O8rs.
Ra Nova n. 43.
r
Em WquidaQo.

O eminente professor Trossead, na nhima edicSo de sea Tratado dt Tken-
peutiea e Materia medica, reconhece qae os ferruginosos simples slo mnifas
veies ineficazes para curar as molestias que teem por causa o empobrec ment
do sangue. Muitos mdicos dos mais disiinctos attribuem esse m o xito a ausencia,
n'essas prepara?6es, do manganese, que se acha no sangue, como o tem reconaecidj
es chiraices os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro.
E' pois, prestar-se um verdadeiro servco aos Sm Mdicos, c ehamar-se saa atteaco
sobre as preparacSes seguintes.
O proprietaria destes dus estabelecimen-! Pniinn faifo nioinnl
tos tendo moita fazenda em ser e desejndo i v^uPa Ie ta nacional,
liqnidar para vender mais barato que pos-' /endMe calcas de casimira a 50, 60 e
sivel na roa da [mperatriz lojas e armzens 80. pretas ditas de me.a casimira a 10600
da Arara, ns. 66 e 72. ,e 33, ditas de bnm pardo a 10jOO, 23400
,, .-aj. 6 2^500; ditas brancas de linho a 3500,
Alpacas admascadas para vestidos deseaho- u^u pa|lots do ^.^ preta e & JJ
ras 500 e 70 rs. jres 5!> ^ e m. pa|it()ts de meia
Vende-se alpacas de assento branco com casimira a 30, 30500 e 40: palitoU de al-
hstas e flores lisa e atascadas proprias paCa de crese branca a 305OOe4<$: pilitots
para vestidos de senhoras a 500, 70 e 800: de brim decores a 25500, 30 e 2-J: serou-
rs. o covado ra da Iinperatriz lojas da Ara-' de algodaosinlw de linho a 106O, 20,.....
ra, ns. 56 e 72. # ^ 20500: ra da Imperatriz lojas da Arara
Ditos 160 o covado. VI ns. 56 e 72.
Vende-se ditos em retamos'a 160 rs. o Organdis de cores a 640 rs. a vara,
covado, ditos em peca a 200 rs. o covado: i Vende-se cassa organdis de cores a 640
retalhos de caga preta a laO o covado: re- O\720a vara: tala tana de cores a 800 rs. a
tainos de caga decores a 200, 240, rs o co- vara : ra da Imperatriz lojas da Arara ns.
vado : retalhos de lasiohas a 160, 200 2i0 56 e 72.
rs. o covado: ra da Imperatriz lojas da i Madapolaoa 40000a peca.
Arara ns. 56 e 72. Vende-se pecas de madapolao com 20 va-
Brim pardo transado a 360 rs. a vara. (ras a 40, 50, 60, 70, 80 e 100: ra da
Vende-se brim pardo com peqneno toque, 'mperatriz leja da Arara ns. 56 e 72.
de mofo a 560, 6-10 rs. o covado: ra da! Casimira emfestada a 10 o covado.
1'
2
dando immediatamente nma agna, acidnlada,
gazoza, agradavel, subsidiado com vantagem
ierreos mngameos
o eeenemia as aguas mineraes ferruginosas.
Plalas c Xaropc de iodnreto 4 ferro e de manganese inalteraveis
eontendo cada ama cinco centigramos de iodnreto de ferro manganico indicada;}
particularmente as molestias Tympbaticas, escrofulosaa, e as chamadas co
erosas e tuberculosas. a
3 Brames de laetato de (erro e de maiganese
1 Plalas de carbonato frreo manganico
alternar estas duas preparacSes di oa melhores rewlud'oa.
O y Inrin da Buissen desejando ebter a adbeslo completa de pnble tatb a
ceren < valor de ssas preparactes, previne roe ee as p6e fratuitamente a ana
disposiolo, dirigendo-se;
^ Un Pernnwewe, a sen agente geral, Ma*rnr ?, pharmaceutieo, nu Hora.
Ji wm'M]* ;*
0 cordeiii) providente
Na antiga loja de miudezas a ra do Quei-
mado n. 16.
O cordeiro providente se afana de ter o sea ap-
parecimeDto no sempre memoravel dia 7 de se-
torabro. Elle cumprimeota ao re-peitavel publico
em geral e a cada am cidalo em particular. O
cordeiro prndente nao se intromettera' em estra-
nhos e alheios negocios, restrlngindo-se apenas ao
qae diz respeito a miudezas em cuja antiga ioja b.
16 a roa do Queimado permaaecera' esperando
fEftflfEaO LE -ROT
dt tlli.aST, D*tUUr.<.!.tln
Bue doSelne, l, 4 IARI8.
mmmmmt* hmuii i hj
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Eta ri~. safrj, ral. >n!rt i rojji ,vi .^m, tMil |
qur li a in. u tiirt, uu rulule iiSjtrVio'^^j-iVa-
.y r. M>H.
PHARatAClEN J "*'* ">
Deposito na pbarmacia
C. em Pernambnco.
deP.Maurer
XAROPE DEPURATIVO
DE CASCA DB LARANJAS AMARGAS
COM IODURETO DE PTASS10
DE
T.P. Laroze.
phannacentieoem Paris
Oioduretodepotassio um verdadeiro al-
terante, um depurador de incontestavel erfi-
de todo saas valiosas jirotecto^s observando eiie|cacia; combinado com o xarope de casCa de
len;;laraojas margas, aturado sem pertubaco
alera de soa co?t'ima la maosidao,
eia e aerado. Ka loja du cardeiro prevideote en-
coutraro os pretendentes .empre e contante., alguma pelos temperamentos 03 mais fracos,
menie completo sortimento de miudezas, finas per-. sem alterar as unccSes do estomago. As do-
famart, lavas de peicn, objectos de moda e ses mathematicas que elle contera permittem
phattasia e outros-muitos que enumera-tos se tor-! af) me(iicns c rfirpital-n nara tnrlas asrr.m.
naria enladooho. notaado-se entra elles os qae i aos Qemcos ae receiiai-0 para toaas ascom-
abaizo vo mencionados, sendo por todos reconti- pleicoes, as affeccoes escrofulosas, tubercu-
cido a commodidade dos pregos: losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
s e qaalidades para j tentes e terceiros; alm d'isso, o agente o
mais poderoso contra as doencas rheumaticas.
reeeitadas especialmente
para a cklorosis, a ao-
mia, a leucorrbea, a aine-
norrbea. A indicacSo de
l
Vende-se na phirmicia de P. Maarer &C, ra Nova.
Viado sortimsato de aiDleraDS ohapog e chipenas de seda, de fil e da
mne maaina.
Superiores tiras, bordadiohose ntremelos bjrdados em cairbraia tapada e transparent.
. \\\aj\ das columnas a iu;t do Crespa u. 13
1)E
-1
Imperatriz lojas ns. 56 e 72.
LSazinhas a 200 o- covado.
Vende-se lasinhas para vestidos de se-
nbora a 200, 240, 280, 320, 3i0 e 400 rs.
o covado : na roa da Imperatriz lojas da Ara-
ra n 56 e 72.
Chitas francezas largas a 240 rs. o covado.
Vende-se chitas francezas largas a 240,
20, 320 e 400 rs. o covado: ra da Im-
peratriz lojas da Arara n. 56 e 72.
Mcsambique a 4G0 rs. o covado.
Vende-se mosambique com palmas de se-
das para vestidos de senhoras, a 400 rs. o
covado: e vareja de listas para vestidos de
senhora?, a 280,320 rs. o covado.
Sedas escosseza com quadros para vestidos
de senhoras, a 280 320 rs. o covado: ra
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Arara vendeas^aias 3^500.
Vende-; e saias bordadas para senhora a
3)9500, 4)$, 6)9 e7#,saTa bal3o ou cricolinas
de arco^ a 25, 20500-30 e 35500 : ra da
Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
As sedas da Arara 10.
Vende-se sedas de quadrinhos ecom'lis-
tas a 10, 10200, 10600, 10800-e 20, o co-
vado r po;.' linas de >eda com palmas saltos
a de Italia P31"3 sennora a S6C0 e 10800, gcosdenaples
'. de cores a 15800 e 20, dito prclo a 106jo,
10800 e 20: ,rua da Imperatriz. lojas du Ara-
Vende-se
guras a 10, 15600 e 30 o covado panno fi- Coliares eletri
retratos.
Cbaposinhos esapatinhis para baptisado?.
. Coques simples e enteltados.
L>ques de sndalo e outras qualidades.
Voltas do reiroz com eassoletas obra moderna-
ftollinhas e panhos para senhoras.
Bico de linho aimitajao de do palz.
Cartelras com fiats agalhas.
Modernas cbapelinas e enfeites para senhoras.
Llnbas para crochet.
La para bardar.
Pidos espartllhus para senhoras.
Leques de diversos no-tos a 12.
O eordeiro prcTidente.
A ra do Queimado n. 16.
Venin os seguiDtes oojectos constantes do varia-
baixo declarado :
. ..etricos magoetisos contra as couvul-
nopreto a 10600, 20, 20500, 30 e 40 : rua'go^s.
rans. 56 e 72.
da Imperatriz lojas daArara ns. 56 e 72.
Algodosinuo a 30 e 40 a peca.
Vende-se algoJaosiDbo a pegas de 30, 40,
50, 60 e 70 a peca ra da Imperatriz lojas
da Arara ns 56 e 72.
Bramante a 20iOO a vara.
Vende-se brammte de 10 palmos de lar-
gura a 20400 e 20500 a vara: ra da Im-
peratriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
AlgodSo enfestado a 10 a vara.
Vende-se algodo enfestado de duas lar-
guras a 10 a vara dito transado 10280 a va-
ra : ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56
e 72.
Cassa franceza a 240 rs. o covado.
Veade-se cassas de cores para vestidos a
240, 280 e 320 o covado, vendes-se cortes
de cambraia decores e com barras a 20500,
30 e 30500: s as lo>as Imperatriz os. 56 e 72.
Cortes de la de 14 covados a 30.
Vende-se cortes de la para vestidos de
senhora com 14 covados o 30, 30500, 10,
40500 e 50, vende se cortes de calcas para
homem *;8!i0, 10, 1500 e 10600. colari-
nhos de linho para houiem 40O e 5 0, ditos
de papel a 500 rs. a duzia,. gulinhas para
senhora a 200 e 320 rs. por estes precos as
lojas e armzens da Arara, ra da Impera
tnz ns. 66 e-72. Li
AntoniOj]3orreia de Vasconcellos & Gompaniia.

NOVO DEPOSITO
frJ DESCAROCAR ALGODO
Manoel Bento de Oliveira dBraga*
53-Rna DlreMa n.^33
--
IwMnto STcTablE m pmis
*lec-<-lul, coiisultaAe. ao, roa VMena* r
I
rAVfS,0aS BQmS. &s^
H
Neste estabetecimento se 'encostrarlo
verdadeiras maobaus >raericaoas obegadas ultima-
mente, as quaes sao feitas polo mais atoado fa-
bricante (da America, porteoRaviea a. todas as pes-
soas ijae! prociaarem-eomprar, de so dirifir a este
esiabererinaenl) que comprarodas mais.perfeitas
esteegenero, absiro como matfl'barato do que em
outrari|tB2qiieAparte,. poriiaso^ne-se' recebe por
conta pripm, bem'Cimooait)il.cliBbo e moi-
nbos para moer milho, e grande sortimtvito.ieer-.
ragens e miudezas eja.'grse i retalbo.
j* ,:;FpiteMborucaneo de-3ieiftba*BC0 a '0
iaaaziat -Itoas(fins liofftdos w-lamanhos proprias-
do trabaio decaltora. {
0. ni Vllcnne
de toites o* piizes am jtd* naMro *e
eterevem :
lo estoa cu-
rado, tomei Cs-
beba, Copatuba
sob todas as
formas em opia-
ta, capsulas,
confeitos, tmbo
o rstomago per-
Uui nao esuiu carado ? Liei e-ajiuiri de um grude oimero de i.\jkccaub, que pretenden
curar ni da*, e eslou inda mais docnlfs.
U\ M.IS 20 AXXOS
qnf-eorowdicaltlBte sm rtcaaiaei Corrimentot, Relaxando do canal, Catarrho i* 6*ci,
PerdM nwpaei, ca/ando 0(jp!ra*rWUsa virulenta.indaniniatoria d'essas docas sexates,
cmn aign.i,n6 vidfos do meu dkpbatv ro 4a*otJe par paraY essas tffceMs, eteir n
ual t lna:toiiaw-a <4ar saa regid doupara acabar meu exr.-llente xarope ao citato db
ferro et mjuha injeccao. A cura radical, a senboru pa o* uo*/aoaM, ae^uenv
o ucjom traumeata. [V$ja-te a noticia tmpiati,.) ,
40.000 DOENTES CURADOS
Verdadeiro traUmento d*piirtle de saogae. At ktrptt ai mais nuttormmi, tmtpeoet,
prHdat, trirw, ehmarn e ffcf9 RreJ, ha more, e tedia aMeencas ^e aUerto a RMeaa.
de un|H eao candas em ouee lenp* por meu xarope separativo o anove eas
m, miofcM ntcus* prativa e minha Pommad* ati-atRoa
Veja-M a auir de tratarle. A. adieta qne se da gratis oe deposite *e a BneVa-
weatoe. Esae ezcaUeoaa raUsieMe ale coate* ercurid\ isa aaperlorkUde a lea
>ltiiiinw>RM posta ceao ea apresejaUr urnas anesucAes de cara.
*~ "\ I 11 rirjlf- '- '------^A" *---------------------
ataaV
Vcale-^C na ra Nova n. t&, fbaraaaoia frMrceyudt
P, WftUREfiAlC,
Bjitas abotnadnras para colletts.
Coiarinos tEoderDOs.
Finas navalbas cabo de marfim.
I-covs machentaoas e ootras qaalidades para
rousa, chapeo a cabello.
Booitas caixas para rap
Tinta aiul e preta para escripia.
Dita preta para marcar roapa.
Finos caivetes para aparar peonas.
Lapis com canela de osso
Ditos de cores para desenos.
Bonitos Mnteiros de loaca e vidro.
Fisas para solo e voltarete.
Borrachas para atar papis e segurar ponbos.
Dita para brinquedo de enancas.
Bolas de borracha.
Landos maracaes.
Pa?a ollera* o hospital por-
tngnt'E.
Bonitas cestiobas com fructas de cera, obra de
muita perfeigo e bom gosto.
Para corlar moldes e en brnlhar fazendas
Yeadese papel pardo folba grande.
Para lastrar calcados.
Vende-sa soperlor graxa econmica.
Vende-se papel para matar moscas.
A Boj a Ra da Queimado n. 46.
[Sella achario oa pretendentes um grande e va-
riado sortlmeoto de perfumaras finas, tanto ingle-
tas como tranceza*, seado:
Finos extractos para leocos.
Banbas e pomadas para cabellos.
0>o pbilocome e baboza para dito.
P;. hygiewcos pata denles.
Ditos camphorados para ditos.
Opiata ingiera e fraocea para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
Vasos, dt porcelona para ditos.
Sabonetas para mi e barba.
E muitos eotros objectos qae serlo presentes
ao comprador qae se dirigir a rna do QneUoado
n. tt, ioja do cordeiro providente.
Bh eijas ^cqtieas.
Vendetn-se na roa do Qaeimado 16. loja do
cordeiro prevideate.
Charutos
da acreditada fabrica de Jos Fortado de
Sima?.
Vendem-se na loja do cordeiro previdenta a roa
do Qpeimado D; lo
Deposito em todas as pbarmacias e casas de
drogaras no Brasil.
ExpedicSes, em casa de J. P. Laroze, rae
des Lions-St-Paul, 2, Paris.
A' venda na pharmacia de P. Maurer 4.
C.a, ra Nova n. 25.
Paris ~367Roa Vivlenne. P
AS K.\Kll;Mlh.MV\S l/ES SXfAES, AS' AFFbS-
QfiFS CXT.SXT.A^. F. >. -,TERA50ES 1X> SANOUU.
'ff?l?*F12 ^W-fiaras-dearnpnjenj,,
fifli*4l '""idas, herpes, sarna,
a vmixoes, acrimonia, e a-
Icrcoes, riciasas t!'js -i.ii'ji'-i i"inif. e (i11,-raeoe do at;*
| r ;\:u(ipr vesull mi mer.-.urin). Urpum:., .
v.E-ia<". UAiMion MRVenttRa lomao-se do
por semana. M-vtuindn O tractamenlO Depurativo '
fn :ir<--ilniia~ Bnimai molesliss.
^'"IbIBHP!^--^ VsX" Xvir"l'ee>lractodererri
..tj IIAISI.K. cura immedia-
lamenieiiualqBer'pferjofcaO,
tlaurean, a dehilidaue, a
igualmente os fl^xos e floru
Inancas Jas inuJiirre*___F.su injefcjo benigna en
fti-it com o Xaroue de Cilraclo de Ferro.
HomorroliU. Pomada que a cura esa tres das.
POMADA ANTIHErtPETICA
Contra: aas ifeccort evtaneas e cornizo**.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
de dj Cabie. cada .'rasco tai acoapabtdMi tt)
nJmo.
Avisn-AOB sns.41

i .,-i.
%~?\]iT"\':' sS "r", ""'''".' ""
Mt
uu-.* taMtM ii'hiti .t irrt*
Dr. ASi.k ou. Paria, ru
te*
'/uu* r lint"' 'n iftKrn-tU
- aV' HtaUtl I
IVltTMnrt. C3
Farinha superior
Tem para vender Antonio Luiz de Oiivaira Azt
vedo &.G, no esetiptotio, rnaJa Grnz o. 57. .
Chuealo
Vende-se cimento Potllnd : no armazem de
Vicente Ftrreira da. GosU & Filbo, ra da Madre
de Dos,0.23,
ARROZ M CASCA
Vende-se ero sacces gratadas a 4J5 : no tra-
piche do .Cunba.
Vende-se
com
am terreno no Barreira da Boa-Vista
feitorias, em muito boa lacalidade : qaem
ctppfHjiWja ia a roa da Pri n. B4.
bem-
qoizer
Vende se nm lindo bote (fondo de prato),
eom 4 remos, lema e vela, reparado e pintad* de
m^orpos^uaoam94 i pu* w e trataren)
Santo Amaro, A venda na pharmacia de P. Maurer o
e C, em Pernambuco.
Ul GAZ GAZ ~"
Cbegoa ao antigo deposito de Henry Forster &
C, ra do Imperador, nm carregameDto de gaz da
primeira qoalidade,o qual se vende em partidas
t retalbo por menos preco do que em outr qual
ger parte.____________^__^___^___
Sedas a 320 rs. o eovado
Vende-se om bonito sortiraento de sedas de listas
qae sempre se venderam per muito mais dioheiro
e liqaidam-se pelo baralissimo preco de 320 rs. o
covado, s para acabar : na loja e armazem do Pa-
vo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Betalhos
Vende-se ama porcao le retalhos de chitas e ca-
cas pretas, por prego barato, na loja e armazem do
Pavlo, roa da ImperalriE n. 60, de Gama & Silva.
Bastea
aquetas *s lastre i*opras' i*ra cobertas da
carrol, mofto-novase-tla-'iiTelhbr qoaHdade pos-
sivel : vendem-se por precos razoaveis
Cadeia r. 56 A.
;...... f. -*J,.......
na roa da

eaco.
Venderse urna mobillrae Jacaranda' a Loix X?
e lanamente tima de amarillo do mesmo gosto,
endo estas obras maito solidas segara*. por
pre?o raxoavet: na acreditada casa de marclnei-
rfavntrna da Camboa d* Garu n. 11
A 200rs.altta,
de maito soperlor aaaHa|e : vende-se no escn>
torio de Oliveira,.PboaflteC, largo do Corpo Sar
ton.l*V'
*1
v
.
IlLEGVEL
-r^-


wm
lai-IO le Peraanbaeo sefiradji reir t3 de Aetembro de mt.
. /

--

>

- ,
TT-
MACIIIMAS

:'NU
SOUZA SOX&iS 1 IRMAO
proprietirios do grande e no^o^^siabetecfmentodefmud^zas^
ferragens, quinquilharias tcandieirQs a, yaz
Em frente a botica do Dr: Sabino
Receberam directamente de New-York um toriimentn de machinas para descarocar
algQdao, sendo de 12, U,16,18 e SOserr^quepela sua (i^lidadeeperfeigo, toroam-
se tacommeodaveis. .
Os propietarios garantem por om anno a coostruccao das masraas, e o bom re- "J* ,
saludo em descarocamento de algodo. Sendo estas de .um. modela tal.-que alem de se, ffi" Franr7
rem de pouco ?olume s3o muito facis para p trabaluo, Gcando o algodo o mais perfeito Sam-se avoJsas anaesai
possiML Affiancaado-se os precos serem mais razoaveis que em oulra qualquer parte.
Os preteDdentes podem dirigir-se ao referido estabelecimento, que alm deacha
Fabrica e fundico de bronze
t outrosmetacsi caldtireiro%
laioeiro, e funiieiro, situada
naSoledad^ tu* do Prin*
cipe fi % < com deposito na
ra Num.n 38-, da, tidikde.
do fie rife
DE
BRAGA iSAMfAlO
Fabriesm-se ne.*le importante eslabelect-
mento todas as obras concernentes as artes
respectivas come sejam:
Alambiques de todos os lmannos em
feitios, os mu acreditados apareas do
dcKcalas -dos
rem um bom sortimento da objectos de que tendente,
tea nos precos
eocoolraro siaceridade e bar a-
Loja do Gallo Vigilante
DE
GnimaraesA Freilas
RA DO CRESPO N. 7.
Os propietarios deste bem coohecido es-
aparelb dor e condensador, oa esqaenU garapas
Rival sem segundo.
Ra do <|ueimano n. 491
dwr acabar com as fazendas atadlo;" Pei ? le vul"'"e .uc <*":, versarlo do Hospital.Portas iez*le~Ben~efi-
mencionadas. M'ZS^^
joes e qoaiidades, pelo systeraa francez otf frar %"" f "f ^SLfjf8550 d?ta "
americano, simples, de pressao, repuxo, L, ^.^ 6 T" a SUa ^S*
com especialidad esuL g, L, 5SSZ& %%SJZSST&
nominadas pelo enorme volume de agV(m.arA ^ Unmnilnl D_r";lr" L""
*ndss guarni3os de botos, para-coleles,
, bps e colerinhos.
Ricas capellas para noivas.
Meias de seda para senboras.
Snporiores thesouras para unhas, costara
o cortar cabello, etc., etc.
Suspensorios de seda para homem.
Ditos de algodo para hosaeme meninos,
i. pinos aderecos pretos para lato.
, Grande sortimento o Anas perfumaras
dos melbores fabricantes at boje conbe-
cidos.
Grande sortimento de fitas de todas as
qulidades.
E muitos oatros objectos que impossivel
seria me^ciona-los e que se encontrarlo oa
loja do Vigilante, roa do Crespo n. 7.
RIVAL SH' SEGTlM
Ra do Qneimado n 4. loja de
nladezas
DE
Jos Bigodinno
Varis de babado bordado do Porto a 100
Cairelis de retro: preto eom duas oitavas
propru s para machinas a .
Pregos francezes Oe todos os lmannos a
Grozas de botoes de osso para caiga a .
Espelbos dourades maito fios a .
Caitas com Ilnba superior para marcar a .
Carriteis de rteoz de todas as cores a
ROS CBAPELINAS PAiU
snhoras
Sao ebetidas pelo Blttme vapor s mate moder-
nas ebapelinas, tanto de palta da Italia como de
seda e crep, as qoaes- se feodem maito barato :
na roa do Qaatando n. 39, teja de 4 pe.
'. CJISTRO HUMES
orammatica nacional
Sexta edicao
um
Livraria fraseeia.
, vrode-se
i orna parte goas distante da villa da Eacada ; quem quuer
! appareca na roa da Roda n. i, qoe achara" con
1 qoem tratar.
*ff^
/'
W^
'GRANDE BAZAR
ruaNova n.-20'e 22
Machinas pa a costara do autor WbeeJIe
4 Wilson, chegadas ltimamente da Ame-
rica; ii as qoaes pode cozer-se com dom
pespontos, todae qualquer fazenda, emba-
"mhar, fraoRir. bordar e marcar roupa; ttjdp
eom perfeicjio. Slo t3o simples, que com-
prebende-se fcilmente a maneira do traba-
lho e a pessoa teodo pratica de coser em ma-
rtinas, pode fazer por dia o ser vico que. fa-
ciam.30 costoreiras.
Chama-se este estabelecimento a atten-
fio, do publico, visto que elle se acba com-
pletamente sortido de objectos de gosto,
como bem leques de madreperola e de sn-
dalo, fivelas, fitas para cinto, cokes perfo-
maria e etc,
Na ra nova n. 20 e -%i,.r Carneiro Vian-.;
na &C.
31000
30
coe
. 49.
to
o
30
320
-JO
20
Qaeiram rir Ter qne kon e baratissim.
. roabas de labyritbG com bico, (alen-
da boa a .............
Carrete de lloba cora 00 jardas a .
iiravats preta9 e de cores maito Das a
aias de obreias de massa maito novas a
enfladores para espartilbo de cordo e
fita a..... .........
Carretelsde lloba Axandre com 400 jar-
. das a.............. .
Sabooetes maito finos a 60,460, 300 e
Ditos de bolla maito finos a 240 e .
Viadas de linha froxa para bordar a .
Varas de cordo para espartado i i .
eotes volteados pare regacar caL.- menieas a.............
frascos de macaya' oleo mu te fleo, a .
Abotoaduras muito tinas para collic a .
Gandes de liaba branca e da c5re> a .
Ubr de ara preta soperior a.....
Sscovas par* tato, fawnda bua, a ....
Varase de franja branca .de liobo para
to.lba a..............
Pegas de bico estrertocom 20 varas nrtntb
bonito a.............i i^ooo
Varas de papafina de d&eieotes largu^
res a 130,160 e...........
Caixas de palito balao a........
Caixas de palitos de segnranQa sem en-
cttjfre a.............
Sabonetes de familia a 100,160 e ... .
Grosas de boioes de madreperola para
camisa a.............
Carulha de doutriua cbri^ia a .
serem experimentadas.
Existem bombas por
Frascos d'agaa de Colonia maito soperior a
500
.340
200
1*000
240
80
600
Escravos fgidos
hora, edasquaes algumas est3o nromptasa A.nno] .,ovvau..D,vu.iuuiiusut)ciuii
oaquelles que baldos de recursos, e no letio Frascos de o eo maito flno a...... oo
dador ali procurara memorar seus soffri-.iP'1*' datesouras pequeas a
este systema, mo- merjt0g e aproximando-se odia dpssa eran-' Pw50 d'agua para; liinpar denles a .
ores, para regar sitios, garanttndo-se n5odi S J"-a'Ul" *",aea~f S" i Redes pretas lisas para segnrar cabello a
S sua darac3o.como a grande quantidade JiTSS,S kp apressam-se em aVlsar)DuiU8(epeDnasaea501,*ODDail a .
de agua que fornecem pelo que sao cons de-', !?!?!??.? pub,,.COw ?-que .ha f6 fB' ?ixa^de l,Dba d, g8z de M no?el,os a '
radas hoie as nrimpiras hnmhas ronheridas ni0(lerno W seu estabelecimento. alem dos Mem de palitos de segura05a a .
raoas noje as pnmeiras oompas conneciaas. ^ variedado de oatroa oufl t sean, Garrafas de agua Florida verdsdelra .
Todas as mais obras se fabricara voot- J m fi dl.ie;"J^^^J^^^^[^^'nmMa'0^m'^m"K>'*'
de dos freguezes e a seu capricho. ZmS -L J 'enderam.por pre^. Memento da roopa de lavar a .'. .
Existem sempre promptos 00 deposito in- ^VSLsm,.^!?-* 'i ux,.ts demeias DasP5 sehr?
diradnnama Novan m nm rnmnlrtoflor-1 ^"Iuiss,mas caixas com msica COOtendo Agolbas (raneezas a balao papel) a. .
mcaao na ra ova n. d, um completo sor ,,^5^,.^ costara Droorias Dar um de fitas de 1Sa de todas M tres
timento de obras sidas, bem construidas e picado presente ProPrias Paraum GrozasdebotCesdeporcelanaprateados a
c<"'mo s5o alambiques',
i.:iMarirti, repartidei-
. ...' s<" j) ti unas, l;isj. .
1.:-. ni : raudeias,emuitos
soiuutros aleiic'i^ vr- mus para engenhos,
loo!
00
n- 1- -' iumucuo mneiios trnceles a
Hiquisstmas livnnhos cora capas de tar-; Gaixas de 100 enveope
comofejara mancaes do bronze, parafuzos
para rodas de agua e outrts.
100 Cavilhas, machos para 4emes> pregos dc;
[todjs os tamanbos e para o forre' de cobre
de natos.
oqqJ Aprompta-se tudo quanto diz Tespeito as
40' obras de latao. torneadas epolidas com toda
' a perfeicSo.
50" Vlvulas para tanques de banho, torneiras
de todos os tamanhos e qualidades, "sssim
romo todos os ornamentos para militares,
Gaixas com aISneites
. es maito finos a
taruga para, missa. { Resma de papel de peso branco liso a
Riquissimo lbum com capa tartaruga. JriMoeom superior tinta a .... .
Porta n;u AnA*. >nin.;n<, m^* Jl~ > Pares de botoes de ponbo mnito bonitoi
Porta joias dedaeserelogiosenestbgos- Lnhas em cartao de 200 jardas a .
to orna iqtmidade de objectos. i Caixa de superior liaba do gas com 50
Yaios, calungas e palliteiros de porcelana.' m>veioz
480
500
?,:<>
60
600
20
1*000
320
100
4*000
60
;oo
160
80
600
2*1100
i 8(i
100
240
500
320 botoes para farda, aparelhos para barretina,
Latas com1 soperior banha a > 00 Dameros, espheras espadas, cornetas, alara-
GRANDE
n .

Tendo de se liquidar a
do Imperador n. 32 :
Bortegnns de Melli......
Ditus de Saier.......
Dii s de diversos fabricantes. .
Sapa|8es de bezerro Sarer.....
Borzegainspara meninos e merma?.
Ditos ditos ditos.......
Borwgnin8 de lustre para homeos
(Suier).........
Sapatdes Melli.......
Bo-iepoins oordivo......
Perfumari.is do fabricante Lubin e
Piv tra qaarqaer parte.
Botas para montara.
Perneiras e gaarda hma.
Sapatjs de traoga para meninos. .
Sapalos de couro de lastre com salto
para senbora.......
de calcados da rna
1UOO0
84000
840CC
3'00
3SSi>0
2*000
7*oro
7*WK)
81060
1OO0
2*000
Vende e um mulatinhode idade de 12 an-
uos, linda figura, bom copeiro, babituao ao ser.vico
de casa, sem vicios e bem edacado : roa do Hos
picio defronte da casa em que foi o gymnaslo- n
peoaltima casa junto ao canal; os pr"iendeotes
podem ir vello das seis as nove oras da mauftaa,
.Hi das tres as seis da Urde.
Quaderno^ de papel pequeao superior a
Pntia.de, baralbo* Ircti Grora Ce phospor >s uiuito. sUj/Oriotes
;Cdxis a retaib.) d' mesmo3.....
Canas de pbofpberoe< 500 vellinhas,muito-superiores .
Besroas de papel aimaeo muito superior .
Resmas de papel pautado superior quali-
dade...............3*600
Donas de metas par bornea ....
Duzias de meias cruas maito superiores
f.:-padas turbulos, calderrinlias, navetas, almo-
1* f.o-1-farlzes, perfumadores.
M
160
2*300
Obras de folbas de flaadres< de todas as
qoalidades, bahs, bacas, bules e potros
utencilios domsticos.
Lampiespara gaa-. para engenhos, folha
de flandres era carcas, folbas de cobre e la-1
I(ua ta'tobos ^e <^10int") Para encanamentos de
_^_; i todas as dimences, folbas de zinco, estanho
j em barras e verguinha, lancees e barras de
'chumbo, vjdros fino-* pira espelhos, dec6;
da do res, bordados, e opacos, e outros para vi-
dra^as, diamantes para cortar vidros, cadi
Loja do Passo
Roa do Cr* sp n. 7 A esquina
Imperador
Acabado receber um completo sortimento inhos ordinarios e de patente, rea para mol-
de laa Indiana de lindos padrees, cortes de dar- folies para ferreiro, lavatorios com ba-
la com listras de seda muito ricos proprios'Cias e Jarrosterra Pdre e oatros 1D"meros
para bailes e visitas, basquinas e casaqui- olijectos proprio de taes eslabelecimentos.
nhos para senbora, lindas toalhasde cam-' Sendo todas as obr3s inspeccionadas e
braia de linbo ricamente bordadas/proprias fetassob a direccao do socio administrador,
para baptisados e para toaltiete ests merca- Jos BaPlsa Braga o qual se acha de nova
donas vndenle por precos raujf'rasoiveis, especialmente incumbido da gerencia de tao
so na loja do Passo ra do Ccespo n. 7 A. importante estabelecimente, e isso ama ga-
lo vas de iouvins i ranl'a f16'3 soa lonSa Pral,ca> 1ue tem .s se'
, Ha constantemente lavas de pelica branca,! nho,resJjnT*i ^JZ LSCSlI
nrta b ile ecM assim rumo da snda ft fin contento, com prompli'l5oe preQO Jcommo-
cantes, s na loja do Passo ra do Crespo,
n. 7. A esquina da do Imperador.
deeidos.
Veude-se
om boro eseravo e ptima trabaIhador de servfco
de campo ; a tratar oa roa Imperial n. 108.
Attenco.
! Vende-se na ra das Cinco P.m'as n. 82, latas
eom 4 HbrisdedocedeRoiaba.fioo, melhcr que l
pode baver ueste genero e.tambem aloga-se orna}
Bt oecas qoe cbamam papai e mamii.
Finissimos lengos de cambraias de linbo
com disticos. ,
Caixinhas com perfumaras.
Bengalas de canoa com lindos castoes de
marSm.
Biqoissimos enfeif.es com coques e em
elle inteiramente novidade e ultima moda.
Lindissimos cintos para senboras.
Fivellas lindas de moito gosto.
. Lindos pori-bouquet crjm cabo de madre-
perola pcopnos para atameatos a- bailes., : \
Hii|ui3?.imt)S lequesde marli-eperola. i
i I+iodos ;reqoefr de sndalos para senhora. ofj
Ditos de sndalos para meninas.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro oe seda, ultima moda.
Leqaes de fzias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lindos pentes de tartaruga, massa e outras
muitas qualidades.
Lavas dejooyin. inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Ditas de -seda.
Meias de-seda e algodfo.
Lindas trancas pretas e de cores om ve-
700
240
30
320
Talberes para meemos a.......
Masso eom superiores grampog a .
Grosas de peonas de ago muito finas a .
Bonete para meninos a........1^000
Pentes com costa de metal a...... 400
Realejos para mineos a.......
GrDElZR
BA NOVA N. -O E 2*
inunuolo
Cantioa fogido desde O da X de abril o mulato
Joio, de idade de 40 anuos,, poneo mais oo me
nos, com os sigoaes spgoiotes : cor alarar/jada,
cabellos earapiohos, estatura regular, reforjado do
eorpo, nernas grossas, Irabilba de mrstre de a;sa-
car, mestre de pedreiro, sapatev, multo to-
mante de cachimbo,* sabio com drsiioo a Seri-
nhem. C abano assignado roga a's autoridades
'. policiaes e ca>itaes de campo qoe mandem pren-
i der dito mulato e leva lo a sea senbor no eogeobo
Japaratuba, que sera' bem recompensado e por-
, tador.
; Japaratuba, 28 de jolbo de 1867.
_________________Joao Jo^ Boarqoe._____
Eseravo fgido
-No da 3 do crreme logia da casa de sea se-
nbor o preto crioolo de oome Izidro, rom idade da
28 annos, eom os sigoaes segaiotes: estatura re-
gular, chelo do corpo, cor fula, falta de deetf s,
quando anda faz om pequeo caita em um dos ps
para dentro, bastaote potroso, 6 Albo do logar de
anaoelras, da Parabvbi, levua camisa branca,
cal^a de casemira parda, ama blusa de algodo
azul/do feitio de farda de volootarlo, te-'do sido
vista pela Soledade.juot com am eiwuniiUTrt t^ao
vea, do sol, fllno de Pedr s de Fog?, ^- -?-
por que para l tivesse seguido : portauto rogase
a tod as autoridades puiierras, cap't?'. de-"ra-
po, on aoalquer pesioa qoe o possa annea/'n i
prendara e o maodem a seo sennnr, na paitama da
praja da Santa Cruz o. 6, que serao feett rpcnta-
P'-n^ados.
No dia 16 de abril do orrete" uoj ftp
om eseravo de nome lo-k, preto, crfr-uio, moco,
baiao, com panno pelo rosto e peiio; urna eieatrtx
em um dos joeibos, proveniente de nm cooee de
cavallo, ama marca e eaustico sobre o ligado, pa-
cha pda peroa esqoerda, tem oas oataa. mareas
de chicote, toea gaita, iocnlca-se de f; rro, quando
era de ootro seorijr fe', urna fgida por msis de
um aooo, e esleye acontado no lugar Vrteme, fra-
gueiia Taquaretioga, onde fui preso : quem a
apprebeoder leve-o a sen stobor, na roa larga de
R sirio o. 16, 1* andar, que gera' generosamente
recompensado.
' 0
Machinas para descarocar algodo. do me
, lbor autor que tem apparecido na America *
d.lrho e sem elle, ass.m como lmd.ss.mas g ^ a } 5o do ^chinismo, que o al-
guarmeoes para enfe.Ur basquines e botoes od3o 8ahe quasi l5o perleito como o de bu-
landeira. Recommenda-se a attengo dos
I.
para os mesmos.
Lindos indspensaveis para "W^^to'-a^^^^ mmo^
escolas, k
Ben^linhas para meninos.
Suspensorios para meninos.
Lindas touqninbas e sapatinhos ricamen-
te enteitados proprios para baptisados.
Meias de seda para o mesmo fim.
.VENDE-SE
Motores americanos para doas cavallos.
Dito dito para quairo cavallos.
Machinas para descarocar algodo de 14, 16,
18,20 30, 33 e 40 serras.
Preocas para enfardar algodo fazeodo os sac-
MuitO boas escoas para deotes. Chapeos- eos com 6 palmos de comprimeato com o peso de
roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes, ,5 e 20 ''bras. viudas mtimamente da America
Superior linhas para crochet. ma-Pm de Heory Porster & C, oo c
Agullias para o mesmo fim.
dro I? o. 2 junte ao Uabinete Portuguez.
I indos apnlhpirn-i p deten Ap marlrpnp. w Veol8-sfi ua-a cadeira de bra?o aioda oova :
Linaos agumeiros e aeaae ae maarepe- no pale0 d0 ^^^ ejqQD11 l raa de HorUs
e.-c/ava.
I rola e marfim, assim como de metal.
9,1* andar.
de gratifcago
-Foglo d) engenho Raz, da freguezia dafisrada
o eseravo de nome B roardo, alto, magro, cam
pouco bogo, be jj feito de corpo, bonita ligera, da
idade 23 aooos, contorna osar roupa de algodio
azul listrado e chapeo de feltro ou de couro ; quem
o apprebeoder leve o ao engenho aeims na a raa
das C.ruzes d. II, qoe recebera' a gratificado ael-
mi. Presome-se qoe anda por esta cidade.
Fugio
oo dia 15 de setembro o eseravo Izidoro, crioulo,
das Alagoas, idade -0 annos. levou roopa preta,
de estatura regalar e om pouco fula qoem a
apprebeoder sera' gratificado por Joo Fraodseo
da Silva Movaes: na travessa da Madre de Deas
aumtroS.
Atten^lo
Fugio no di 3 do corrente do eng-nho R
freguezia da E-cada, o eseravo Rernardo, idade
aunos, crioolo, com os sigoaes segoinles : alta,
seco, cabellos carap'Dbos, rosto redondo, feic&i
regulares, ponca barba, cor preta, tem ama cica-
triz em am dos calcaohtre. que se toroa visiva!
pre9ume-se estar em Bengalas freguezia de U>
mieiro oo oesta praea : quem o apprebeoder pa
deri leva lo a roa das Croz s o. 11 ou oo engenao
cima Indicado qoe sera' generosamente recom-
pensado.

.
.
58.


DOS PREMIOS DA
48!
PARTE DA LOTERA CONCEDIDA.POR LE PROVLNCIAL N. 605, A BENEFICIO DASFAMIUAS DOS VOLUNTARIOS DA PAlRlA, EXTRAHIDA EM 24 DE SETEMBRO DE 1867.
NS. PREMS. NS. PREMS. RS. PREMS. XS. PREMS.INS. PREMS.INS. PREMS.inS. PREMS. NS. PREMS.
6*
-
2861
64
69
7!
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12
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16
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10*
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ILEGIVEL
MUTILAD
------------ r _______


M

8
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sui
**M
DlarU de Peraaaibaea Mtgumtk telra 3 de etenibro de 1867.
ASSEBLV GER\L
CAH4RA D6S SNIORES DEPUTADOS-
SESSO EM 9 DE AGOSTO DE 1867.
PRESIDENCIA DO SR. HIVIBA LOBO.
(Contouicio.)
Arigo. Todo o projecto dejadera previa-
meote discutido do se o de commisi s, que tero
mineadas para es.-e llro. A commissai aprtseo-
dra' un remarlo circumstancado di t >da a ma-
teria, roaduiud rom o su parecer e-peciat sobre
o asiU'npio.
c Artigo. A cmara oomeara' ama commis-o
especial de sete mt-mbros pira cxarxioar difleren-
tes projecis da le qus fctra subaeitilos a' apre-
lacao da cas.nJrarja Machadj.
O Sa. C. Ottoni ( pela ordem ) : Peco a V.
Eic. que consulte a cmara se me permitte reti-
rar as mnhas emendas.
O Sr. Presidente : Jaleo nao poder satisfa-
cer o nobre depntat'o, vlslo qoe as soas emendas
loram remettidas a' commissao de polica que as
refundi em uro parecer.
O Sr. L. Ottoni : Se as miabas emeo-us s-
tao rtfjnlidas e nao se achara ero discasao orno
as aprsente! cinjJQcuroecte co d o parecer, esU
pr.juJcado o meu requenmeoio; mas eoteruia
que o parecer estava em dlcosso com as emen-
das, e par is.-o p*-dl para retira-las.
Nao fago, |.orm, queslio diss>, flqaem certos o?
oalores qoe viarem a' tribuna, que eu nao tenAo
em sudas na mesa, nada preponb.0.
O Sr. Ratisbona : Sr. precenle, su o pri-
meiro a apuUudir a iospiracao qae tiveram os
boorados ciHeg^s, que tomar a m p?rte oo presente
iT'jjesto, p.rqae estou convencido que o.seu fim
sproveitar quanto fr possivel o tempo na presente
sesso.
O Sr. Toscano os Bruto : E sempre.
O Sr. Rati bona : Redro-me a' presente ses-
sao, porque nuoca lalvez o parlamento pesie pau
f.i cnamado a preeocher lio ardua misso, e a de
crtUr medidas irais importantes como na actuall-
dade.. (Apoiados.)
Sendu este, como ditia, Sr. presideote, o pensa
ment do projecto, aproveitar o tempo, eu o ap-
piuio, sentindo todava nao acompanbar aos
meus honrados collegas no expediente que aiopU-
rao pira reforma do nosso regiment-
Sr. presideite, o regiment ns assemblaa pol-
tica?, ou antes esie complexo de dispo-icoes dest-
nalas a regular as praucas pulamentares, de
summa importancia, porqm nada menos importa
do que a appcacio e desenvolvimenlo de princi-
pios consttucioras, e por isso deve baver t>da a
madurez* e toda a prudencia sempre que se Ira
tar de estabelecer urna innovacao a este res-
peito. (Apoiadts.)
Enteodo, Sr. presidente, que as medidas lem
bradas por algnns Ce meus illusires collegas, e
que firam refundidas pela nobre commissao de
polici, nao s nao preeuchem o Qm que se tem
uro vista (apoiados), como estabelerem precedentes
contrarios a's [.raneas parlamentara-
Sr. presiente, o elemento mais effleax e impor-
tante no parlamento a palavra (apdados). liber-
dade da tnboDa, regulada pela moraltdaie e con-
veniencias publicas.
O Sr. Toscano de Britj : Enlao a disposlgao
da rolba ma.
O Sr. Ratisbona: O aparte do nobre deputado
nao deslre u que estou dlzendo.
Repito, o unionv limite tragado a' berdade da
palavra, a' expresso do peusamento na tribuna
poltica, a moratidade, sao as conveniencias pu-
blicas...
O Sr. Horta de Araujo: E a hora marcada pe-
lo regiment ?
O Sr. Rati-bona:a liraiticao de tempo das
sessdd e-u' ua natureza dos parlamentes, ama
orma de regular o trabalho, mas o circulo estrel-
lo tragado ao orador para dentro delle limitarse
exclusivamente na raanifestacao de seus pensamec-
tos e idea?, urna restricto mamfesta a* liberda-
de da palavra.
O Sr. Fialho:E que s depende do esludo da
materia.
(Ha outros apartes.)
OSr. Ratsima:Vejo que a idea tem muito
apoio na cmara ; mas, perguoto, em que razo de
ulilidade se baseam os nobres deputados para es-
tabelecerem esta innovagao ?
O ?a. Toscano de Brito:Esses sao os que fal-
lam pouco.
O Sr. Ratisbona: O melhor regiment que
deputado deve observar a sua propria conscien-
cia. obeJecendo s suas inspiragoes, consultando
os intenses pblicos, e nao abusando da palavra.
(Apoiados.)
OSr. Silveira db Souza:Nesse caso nao ha
necessidade de le, basta a oasclencia de cae
um.
(Ha ootros apartes.)
O Sa. Ratisbona: -Os nobres deputados que me
interrompeo foram procurar exemplos nos Esta-
dos-Unidos, e modelaram-j pelas disposigees que
regalara os debates no coogresso americaoo
Ora, como all um deputado deve ter ama hora
fomente para fallar, segue-se qae o exemplo
maito bom e que devemos adopta-lo ?
Nes e.caso, os nobres deputados devam ser mais
coherentes, mais consequentes, devjm adoptar to-
do o systema, todo o rgimen interno daquella as
sembl; la, quando se qur proceder a alguma
volago.o presidente toca a campainba, manda fe
cbar as portas do respectivo edificio e procurar os
deputados que nao se encoatram no salao: e _
por ventura o deputado falta sero motivo justifica-
do, sem attestado de medico, manda se por um
carro a' sua disposlgio at que o resolvam a voltar
para os seus trabamos.
OSr. Correia dasNeves:Eoto d.se c
aos deputados ?
O Sr. Rati bona: ao, senhor ; a despeza
custa do meinbro do congresso.
Mas estas praticas americana?, praticas pelas
qaaes admiro de ver tantas tendencias entre nos,
nao se coadunara cora o nosso carador nem com
as nossas insiiluigdes polticas.
Uma Voz:E' ama repblica.
O Sr. iatibona:Nem sempre as repblicas
sao os goveraos mais liberaes. (Apoiados.)
Mas, Sr. presidente, a razio deste (acto muito
clara ; no congresso americano as discassoas de
principios sao rarsslmas, e as questdes de confi-
aoga nunca tem razo de ser ; segundo a cousti-
tuigo americana, a responsabiltdade dos actos
polticos e administrativos recabe sobre o ebefe do
governo, os ministros nao teem responsabilidada
alguma ; por conseguinte nunca se do discas
y5es polticas com interesse, o congresso nao pie
derrobar ministerios, os ministros nao se tiram do
congresso.
O nosso parlamento, porem, tem ama natureza
maito diversa do congresso americano, qae entre-
ga-se nnicamente s discossoes de interesses ge-
raes, em relago a' nnidade poliliea da Confedera-
cao e negocios exteriores, porque lado mais per-
tence aos Estados.
Mas, se queremos exemplos, vamos procura-Ios
na Inglaterra, Derco do ystema representativo :
vejamos quaes sao as formlas qae regalara os tra-
baihos do parlamento inglez: ha assnmptos na-
quelle parlamento, assim como entre nos, que exi-
gem uma exposigo longa e minuciosa dns nego-
cios pblicos, ja por parte do governo, que teem
seus oradores, como das opposigoes.
Anda ltimamente, um ministro inglez, parece-
me que o Sr. Gladstone, ievoa horas e horas, em
mais de duas sess5es, fazendo a exposicao de mo-
tivos do sea orgamenlo. Estas sao as praticas que
nos ;ervem, e que se adaptan) a' nossa forma de
governo.
Portant), suppor que entre nos duas horas se-
jam sufflcientes muitas vezes a um ministro para
defenderle das aecusacoes qae pessam ser irroga-
das a' reparlico que dirige, suppor o impossi-
vel.
O Sr. Corre i a das Neves:Acbo qae demais;
e nao se prohibe que falle mais de urna vez.
O Sr. Ratisbona:Se os ministros podem fallar
quando qaizerem, se a innovagao lembrada nao
comprebende os ministros, ento mais ama razio
para a combater e para que nao passe.
O Sr. Corrbia das Neves:Nao sao exceptua-
dos quanto ao tempo, mas podem fallar mais do
uma vez.
O Sr. Ratisbona:>nto sera' obrigado o mi-
nistro constantemente a vir a tribuna fazer am
discurso para defenderse da accasagao do deputa-
do A, fazer entro para responder ao discurso do
deputado B, a anda outro para satisfacer as per-
guntas do deputaao C, ele.; o resoltado sera' pro
iongar-se a discussao por muito mais tempo e a ex-
periencia o ha de provar.
O S Correia das Neves:O ministro aobe a*
>na apando jnlga conveniente, como agora.
I Nao bi, Sr. presidente, per mais que se escode o
projecto, ootro alcance na medida qae se pretende
i adoptar.
! O Sr. Correia das Neves: O qae se pretende
. nio abusarse da palavra. '
1 O Sr. Ratisbona: Abl esta' o nobre depotado
fallando no abuso da palavra; qaem qae abusa
da palavra ? H
O Sr. Horta de Araujo: Os que gastio intil-
mente o tempo.
O Sn Rati'bona: -Nio sou dos menos habitua-
dos a oceupar a tribuna..
O Su Correia das Neves:Nao me reflro a
nioguem.
| O Sr. Ratisbona:Nem ea presami que se re-
; ferisse a mim.
Mai este anno entend qae nio devia lomar
parte as diseadas, nao porque nao pndesse lam-
! bem prestar algum servigo na discusso das ma-
. tertas sujeitas ao conbecimento da casa, mas por-
que Tit na cmara pessoas muito mais habilitadas
que ea (maitos nio apeados), mais capazes de
discutirem os negocios pblicos e de esclarece los
(maitos nao apoiados); e por isso enteodi qae se-
ria mais til oavir com atteogio as dlscossOes e
prestar mea veto, segando a natureza e objecto de
assampto qae se discutisse, do qae estar occapan-
do a tribuna.
Plt para mim ama especie de regiment, o do
silencio, nio podendo dizer mais e nem melbor qae
os oatros.
Assim, poi, nio son sospeito como dos mais af-
fectados da molestia chamada lagarelce oo pru-
lis, como a classiflcou o nobre deputado por Ser-
gype ; ao contrario, son dos que entrando oesta
casa formam o proposito de nio abasar da pa-
lavr.
Esse limite a liberdade da tribuna nio pode ser
decretado por le, e quanto ao abaso da palavra, s
a mo do tempo e o progresso das Ideas devam cor-
rigi-lo.
O qe acho ioadmissivel que se venba escre-
ver no regiment um limite as fancgQes de uma
ass?mbla poltica. No actual regiment nio ha
limite a hberdade da tribuna.
O Sr. Correa das Neves :Liberdada para s
fallar rama duzia.
OSr. Ratisbona :O encerramento da discnsso
depois de uma materia completamente dilucidada
nao nm lmite a essa liberdade.
Uizem os oobres deputados qae nao ha astump-
tos que em duas horas nao se possa disentir.
Ja ponderc |ue assuroptos ha que por sua na-
tureza demandara nio s longos estados, como nao
podem ser exposto3 cora essa celeridade que que-
rem os nobres depotados.
E depols o dora da palavra nao foi dado a todos
com a mesma clareza. Vos qae tendes a palavra
fcil e o talento synthetico, vos que tendes a habi-
hdade de resumir o vosso pensamento e Jesenha-la
em um pequeo qoadro, nio vos sentiris prejud-
eados com a reforma do regiment ; mas vos oa-
tros cajo talento mais analylico e mais minucioso,
coja palavra mais pausada e difflcil, ficai cor-
tos que nio expenderis nem metade de vossas
Has.
Pergaoto, donde vem, a excepgao que os nobres
deoutados querem estabelecer a favor dos ministros
qae devem estar neste reciato ao mestno p de
igualdadn e liberdade para discutir ?
O Sr. Horta de Araujj :Nao se estabelece fa
vor para os ministros.
O Sr. Ratisb)na :E' possivel que o ministro
da fazenda que tenha de expor os variados assump-
los da sua administragao, oo se tenha de defen-
der, responda em duas horas a todos os argumen-
tos e arguicoes era relagio s materias da fazen-
da ? O ministerio da agricultura nao esl no mes-
mo caso ?
Dizem os nobres depotados qoe o ministro, po-
dendo fallar qaaotas vezes quizer, pode igualmente
dividir o sea discurso em vez de fallar dorante i
ou o iioras consecutivas. Isso seria contra todas
as regras; trabalbos desta natureza nio podem ser
divididos.
Eu receio muito os precedentes, recelo anda'
mais o inslincto de imitago qae se va desenvol-
vendo em nosso paiz. Se os nobres deputados que-
rem boje coarchr a liberdade de trboaa marcan-
do duas horas ao orador, isto tragar um circulo
de ferro dentro do qoal condemnado a gyrar, ama-
nha tambera pederemos e> ere ver o segrate :
Art. I.* Neobum jornalista podera escrever ar-
tigo de fundo que exceda a primeira columna do
seu jornal.
O Sr. Correa das Neaes :Ea nio sou obriga-
do a ler joruaes como sou obrigado a ouvir orado-
res aqui.
O Sr. Ratisbona : Art. 2., ningaera podera'
publicar um livro que tenha mais de 100 paginas.
( Ora I Ora I )
O direito da tribuna e da imprensa igual ; o
pensamento se mamfesta na tribuna, na imprensa,
em toda a parta onde um paiz livre.
Sr. presidente, permuta me V. Exc. dizer qae
nunca suppuz que se pretendesse seriamente essa
reforma.
O Sr. C. Ottoni :Algum tempo soppuz o con-
trario, hoje nao.
O Sr. Ratisbona :Desde o momento era que se
obriga um deputado a restringir a manifestagio do
seu peosamenta dorante om curto periodo de tem-
po, tem-se creado am limite a liberdade do pensa-
mento. Seria melbor que seguissemo3, como disse
em principio, as praticas dos govornos mais ex-
perimentados e esclarecidos no rgimen represen-
tativo.
A Franga nos s-us dias glorioso?, da restaura-
g5o at a dymnaslia de Julbo, nio nos aprsenla
semelhanies novidade?. A soa tribuoa foi sempre
livre, lio livre como a sua raprensa, como era o
pensamento francez nessa poca. A Blgica que
nos pode ministrar modelos neste assumpto, a Bl-
gica aonde se legisla, por assim dizer, todos os
das com precsSo e clareza, a Blgica cujo gover-
no toma em consideragio todas as necessidades pu-
blicas para prov las, nio aprsenla igualmente
uma Innovagao desta ordem.
Tambera entre nos depois de qaarenta annos de
sy.-tema representativo, s agora qae se leve esta
lembranga ?
Era summa, Sr. presidente, eu voto contra o pro-
jecto, p:r que vejo nelle nma restriego absurda
contra a liberdade da tribuna.
O Sr. C. Ottoni ;-Poucas observagSas tenho
necessidade de offerecer a consideragao da cmara;
desejo apenas motivar a retirada das mnhas emen-
das, e mea voto contra todo o que esta' em dis-
cusso. Os fados provam que se a maioria qner
reformar o regiment, a opposigio nao deve pres-
tar-I he sea concarso, visto qae tem-se tornado evi-
dente que, emquaoto durar o cabos poltico que
esta' adulteran'do a nossa forma de governo.....
O Sr. Hokta be Araujo :-Abi vem a poltica
para a reforma do regiment...
OSr. C. Oitni :.... qnalquer reforma s
servir' para restringir os limites da minora, pre-
jodicar a discusso, e impedir qae o paiz leona ver-
dadeiro coohecimeoto do como sao tratados seos
interesses.
Toda a reforma sera' Iludida pela sem cerimo-
nia ministerial, impedindo as vozes da opposigio,
viciando os debates, como tem sido viciados estes
ltimos das. Falla om da opposigio: se Ihe respon-
dessem no mesmodebate.o orador abi estarla, repli-
cara, navera di.-cusso. Par* qae nao a baja in-
ventario esta tctica ; olngaem responde, cae o
debate, votase ; brese depois ootra discusso;
aecumulam-se as respostas, estando un dos censo-
res ausentes, oatros dlslrahidos ; e os qae atien-
den) nio estando inscriptos nio (em o direito de
pedir a palavra para responder. Triumpho parla-
mentar ageitado I lstn, perdoem-me, ridiculo.
0 autor desta tctica, o Sr. ministro da marinba,
protegido por ella, vem a' tribuna, coola as glorias
de sua administragao, accomola algarismos que nao
dar lempo para se exammarem, toraa-se depois de
enthoslasmos intempestivos, (az explosdes de pa-
triotismos fra de proposito, ergue castellos como
D. Quichote, e dernba-os offegante. Tomam quan-
los apontamentos qnizerera; a rolba ah vem ; os
sophismas, as argucias, os arrotos de vaidade la'
vio todos sem commentario para os Annaes. Para
disentir com esta lealdade todos os regtmenios ser-
vera, e tolos sao indiferentes.
Na discusso das forcas de trra aoalysei
os liberalismos do ministerio : e responden-
do o Sr. ministro da guerra S parte do
mea discurso, qae se referi sua adminis-
tragao, accrescentou qae parte poltica ou-
trem respondera.
Ficaodo eu assim obrigado a esperar, por
mais de um modo se me fez saber que o
butrem era o Sr. ministro da marinha.
O nobre ministro sabe que eu em boa f
o eslava esperando : e qae a ninguem mais
esperara, nem poda esperar ; ninguem
O Sb. C. Orrom : N5o estou engana-
0 : o nobre ministro sabe e sabia qae ea
aba a convicio, e o sea procedimento
torisou-a. Pedio i palabra: ctaegoa a
leva>ptar-se e abrir a soa pasta de papis ;
trocorx depois um olnar e algunas patarras
em vozwaia com o sea collega da guerra e
cedeu-llxe a tribuna.
Quano S. Exc. se calou, o Sr. ministro
da marinha eslava presente, e n5o fallou ;
e logo depois de outro discurso pedio-se o
enctrramrito. D.-noncio ao paiz este pro-
cedimento irregular do ministerio, que so-
pbisma as dscussoes.
No present-debate socceder o raesmo :
o nobre ministro fallou e nao quer nuoca
que eu lhe socceda na tribuna; ba de vir
o eocerramento. ,
Ora com taes ministros, com tal marcha
de debates para qtle reformar reqaerimen-
tos ? \
Sabbado houve sceoa melhor ; leantou-
se alguem, disse uma niultidao depiusas
a qae n5o darei respostas, e no meio-dellas
encaixou meia daua de insultos, e qoestes
pessoaes, revivendo assuraptos vel^w, 'e
P'ocedendo com a licenga de quera sale
qae me nao de vedar de responderle.
E vedi. Pois se o ministerio pode tan-
to contra quem ousa contrarii-lo, que mais
qaer ? deixemo-nos de reformas, ou ara-as
a maioria. Eu nao concorrerei.
O Sr. PaBsiDENrE : Peco ao nobre de-
putado que se cija materia em discusso.
O Sr. G. Ottoni : Eu itenho notado
que V. Ex. sempre que est nessa cadeira
e ea fallo me julga fra da ordem...
e desabrida que
O Sr. Presidente : Appello para a
consciencia de V. Exc.
O Sr. C. Ottoni : E eu respondo qae
estoa completamente-na ordem, que hei de
continuar no qaeia dizendo, que nada re-
tiro, qaenadt omiti. Se V. Exc. me m-
puzer silencio, sujeitar-me-bei por falta de
recurso ; mas, nada tenbo que dizer senao
o que eslava dizendo, e sao os motivos por
que voto contra a reforma do regiment.
Sophismandoa poltica tortuoso de 12 de
maio, e os ministerios hybridos que ella
tem produzido, disseram aqui e no senado,
que teye a culpa das extravagancias de 12
de maio um senador que devo e quero de-
fender da imputacJSo. Esta Ibe foi dirigida
formalmente a 26 de abril de ISo6 (sen
ultimo discurso nos Annaes, sera que at
all fosse bomem de tribuna), por um dos
membros da combinado inconstitucional do
Sr. marquez de Olinda.
N5o respond eoto, porque pretenda" fa-
ze-lo o mesmo aecusado : mas tendo-ih'o ve-
dado as suas molestias, e passaado-se tantos
mezes, mal psnsava eu em reviver tal ques-
to. Entretanto aproveitam-se do ineu si-
lencio e das tcticas que me tem vedado e
ho de vedar as replicas para, dando ere-
dito a mesquinbos enredos poli lieos, des-
vainar a opinio. Qaem tem tantos recur-
sos, empregue-os para melhor Qm, que nao
faltar tempo para nada.
Passei hoje por outro logro no gosto do
esperto Sr. ministro da marinha : pedio-me
S. Exc. que nao lhe djse apartes e eu an-
nui pedindo a palavra para responder ; mas
j fui intimado que nao se me d a palavra.
Hei de te-la algum da; mas em quanto
nao a tenho, v venlo o publico com que
deslealdade o ministerio manda aecusar-me,
insultar-me, injuriar-me e emprega esperte-
zas para que eu nao responda.
Tenho anda mais motivos para votar con-
tra a reforma; que ella nio evita outros
abusos da maioria e do ministerio. Ha al
guns annos, e especialmente depois do ne
fasto 12 de maio de 1865, introduzio-se um
abuso, que nao pode continuar. Sempre
que um ministro teme a luz dos debates
recrota aqui seus amigos para que saiam,
e nao ha casa. Nos sabbados, porque a op-
posico tem mais alguma liberdade, porque
pode insiallar um debate poltico... nio ha
casa de ordinario.
Ha das se disse no senado que um sena-
dor, j na sua cadeira, recebeu om bilhele
ministerial nestes termos : Por motivo de
servico publico, tomemos hoje suelo.
Se a maioria quer reformar os abusos, ba
de abdicar este direito que usurpou de fa-
zer que nio baja sessao.
O Sn. Bezerra Cavalcanti : Essa mo-
da parte de 1864 em que V. Exc. era
maioria.
O Sr. C. Ottoni : Nio sei se parte de
1864 ; sei qae ea nanea 6z parede para
quedeixasse de ha ver sesso da cmara.
O Sn. Bezerra Cavalcanti : Quei-
xei-medesse abuso. Meus discursos esli
nos Annaes.
O Sr. G. Ottoni : Se, como parece,
querem conservar a regra de nio abrir as
discusses sem a presenca de sessenta e dous
deputados, regra qae facilita ao ministerio
o meio de trancar os debate quando sio
mais necessaros, tudo o mais illusio e
decepcao. Voto'contra tado.
O Sr. Jos Bonifacio faz algumas consi-
dreacSes.
- Vem mesa, lido, apoiado, e entra em
discusso, o seguinte rquerimento:
Requeiro que sejam remettidas com-
missao de polica todas as emendas para
dar o sou parecer.
< Sala das sessoes, 19 de agosto de 1867.
Jos Bonifacio.
Suscita-se uma questio de ordem sobre
se na discusso do rquerimento pode-se
tratar em geral da reforma do regiment.
O Sr. Presidenib decide que nio, que
s se podera tratar do que fr necessario
para se resolver se o adiamento deve pas-
sar ou nio, lendo o Sr. 4' secretario o res-
pectivo artigo do regiment.
O Sr. G. Ottoni pede a palavra pela or-
dem a respeito da ordem do dia da seguinte
sessio.
discSd^^^^^ ^VJZT3Zo7:ZZX!
nha dasegundapara a primeira parte da a!.humilde orador b5Snl Sf^inr- S?*?-.?! J,?0_J?"^,!?.5?
ordem do da ; St Exc. o Sr. vice-presidente
que estava na mesa, a quem ped o obse-
quio de dizer-rae se o crdito da marinha
estava designado para a primeira parle da
ordem do dia, nio se digooa responder-me, saras'qe^rfiTeraTo^obrrSois^X
fhSSJ. pTo slre^ma?3( byp Pois das explicares que ped acerca de al-
Iheitcamente. Ped.a eu com todo o respeito guns actos da sua administracio. esperava
- se V. Exc. j tem escrito a ordem do oue o nobre ministro da marinha. com a
humilde orador qae occopa aaitencoda
cmara.
O Sr. Ministro da Marinha :Nao houve
aspereza em mnhas palavras.
O Sr. GanndoTorres:Depois ascen-
da, peco o favor de dizer-me se collocoa na gravidade que deve caracterlsar um'homem
primeira parte o crdito da marinha. Des-
pacho faga a sua reclamagio hypolheli-
camenle.
pro'
O Sr. Lima Duarte : Tado
gresso I
O Sr. G. Ottoni : S. Exc. qae sinto
nio estar presente para pela segunda vez
agradecer-lhe, nio sei se estava no sea di-
reito...
O Sr. Esperumao : Estou presente.
O Sr. C. Ottoni : ... mas de certo
foi de uma dureza, crueldade mesmo, para
comigo, que me confundi (Apoiados)
Estava a ordem do dia j escripia, como
depois s! vio ; custava pouco responder-me;
pedi at com bunoUdade, mas S. Exc. foi
inexoravelr /
Quera agorarepelir o pedido ; mas te-
nho ruedo; estou escarmentado com oiodefe-
rimento do sabbado; e assim v a observa-
go bypotuelicamente.
Se o crdito nao est na segunda parle
da ordem do dia, requeiro que para ella
seja passado: porque passado da segunda
para a primeira parte, acanhou-se a discus-
so e dar em resultado nico privar-me de
reclamar contra os insultos e injurias que
me foram lancados : isso o que pretende
o Sr. ministro da marinha.
O Sr. PrejIoente : A ordem do dia
j est escripia no livro respectivo, e o cre-
ditest na primeira parte.
; O Sr. C. Ottoni : Essa nio a ques-
to: se V. Exc. atiende ao meu rqueri-
mento, est em tempo de defer-lo.
O Sr. Presidente : O pedido do no-
bre deputado ser altendido em outro dia.
O \Sr. G. Ottoni : E ante3 disso vira a
rolba. Se o pedido fundado, nio vejo
qoal fosse a diOiculdade de mudar a ordem
do da,; quer-se, pois, negar-me defeza.
O Sn. Presidente ; Agora, o pos-
sivel.
O Sr. C. OrroNi : 8ujeito-me, porque
nio tenbo recurso ; mas tico sattsfeito qae
estas poucas palavras vio para os Annaes,
assim como outros protestos que irei lavran-
do. Mandara insultar-me, e corum os de-
bates para que eu nio responda : tem me-
do da discusso; fogem : o paiz aprecia
tudo isto.
O Sn. Esperidio (pela ordem): Sr.
presidente, devo dar urna explicagio justifi-
cando a deliberado que profer no sabbado
era relacao ao pedido do nobre deputado
porMmas-Geraes.
S. Exc. interpellou a presidencia da ca
mar, como boje fez, perguatando em qae
parte da ordem do dia se achava a discus-
sio do crdito do mraisterio da marinha..
O Sr. G. Ottoni : Ped o favor de me
dizer.
O Sr. Esperidio : ... respond a S.
Exc. que s o podia saber depois de publi-
cada a ordem do dia, pois que era da at-
tribuigio da mesa orgaoisar e publicar a or-
iera do dia da sesso seguinte (apoiados) ;
masque nao obstante fiesse S. Exc. qual
quer pedido ou rquerimento, segundo en-
tendesse, para ser tomado era consideragao.
["Era esse o sentido da palavrahypothetica-
r^ente, que erajreguei.
' O Sr. C. Ottoni : Agralego a expli-
cago.
O Sr. Esperidio : Como o nobr.; de-
putado fizesse a redaraag) que acaba de
repetir, declarei a S. E.xj. que a ordera do
dia j estava escripia e assignada no livro
competente, nao podendo por isso atinde-
lo, e que a distribuigo das materias de qae
se corapunha a ordem do dia dos nossos
trabalbos era feita segundo a importancia e
urgencia de cada uma dellas, e ajuioda
mesa quando nao houvesse anteriormente
solicitago de qualquer deputado, approva-
da pela cmara. (Apoiados.)
O Sr. *. uttoni : Nao se tratava de
conveniencia pessoal; obrigado pela e*ph-
cagio, que nada explica.
Dada a ordem do dia, levanta-se a sesso
s tres horas e meia da tarde.
que representa o governo do paiz, assomin-
doa attitude que lhe compete como membro
do poder executivo, sobre o qual pesa a mais
ampia responsabilidade, esperava que dando
um exemplo de moderacio que deve ser
sobretudo obrigatoria para os homens que
dirigem a nao do Estado, refutasse as cen-
saras qae fiz e explicasse as razoes de con-
veniencia publica que determinaram os seus
actos.
o Sk. ratisbonaT-o flm"capi'tai7rproTectoqoe|mais directamente era indicado na explica-
> de poicia refundi, em vista das gao do o utrera responder do Sr. ministro
emendas qae lhe foram apresentad'as, sem dnvi-
da poopar o tempo, mas o resaludo aera' negati-
vo, alem do inconveniente Je coaroUr a llberda-
edua palavra.
da guerra.
O Sr. Ministro
engaado.
da Marinha : Est
O Sr. Presidente diz que dar a palavra
ao nobre deputado em occasiio opportuna.
Ninguem mais pedindo a palavra, e indo
procedBr-se a votagio do rquerimento, re-
conbece-se nao haver numero legal, pelo que
o Sr. presidente declara a discusso encer-
rada.
O Sr. Presidente : Tem a palavra pela
ordem o Sr. C. Ottoni.
O Sr. C. Ottoni (pela ordem): Sr.
presidente, foi sempre estylo nesta casa (ap-
pello para os Annaes e para os deputados
veteranos) quando uma discusso se alarga,
sobre tudo em materia de conanga no mi-
nisterio, como, a presente reservar-se para
a segunda partrdl ordem do da (apoiados)
e os assuraptos mais passageiros, uns qae
nio provocam discossio, ootros qae pde-
se presumir nao a provocaro, ou que cada
orador occapar a iribuoa por pouco lempo,
esses foram sempre reservados para a pri
SESSO EM 20 DE AGOSTO.
presidencia do sr silveira lobo.
Ao meio-dia, teta a chamada e achando-
se presente numero legal dos Sis. deputados,
o Sr. presidente abri a sesso.
Leu-se e approvou-se a acta da sessio an-
tecedente.
O Sr. 2 secretario deu conta do seguinte.
expediente
Quatro officios do secretario do senado,
declarando que constou ao seoado que Sua
Magestade o Imperador coasente na resolu-
gio da assembla geral, que approva diver-
sas penses.Inteirada.
Dois do mesmo secretario, declarando que
o sanado adoptou, e vai dirigir a sanegio
imperial as resoluges que approvam diver-
sas penses.Ioteirada:
Foram approva las diversas redaeges, qae
cencedem penses e licengas para matricula
de estudantes.
PRItiEIrU PARTE DA ORDEM DO DIA.
Ejtram successivameute em discusso, e
sao approvadas sem debate, as redaeges
dos projectos sobre penses, matricula de
estudantes e oaturalisages, que foram a im-
primir na ultima sessio.
Procede-se votagio do rquerimento de
adiamento, offerecido pelo Sr. Jos Bonifa-
cio ao parecer sobre a reforma do regimen-
t, cuja discusso ficra encerrada na ultima
sessio, e rejeitado.
Continua a 2* discusso do art. 1* da pro-
posta do governo abrindo um crdito extra-
ordinario ao min emenda apoiada.
O Sr. Candido Torres :Sr. presidente,
debaixo do infla io de seolimentos muitos
extraordinarios que subo tribuna nesta oc-
casiio. Eu cedera este lugar a um honra-
do colleja que maito melhor do que eu res-
ponden ao nobre ministro da marinba.se
nio setratasse de uma questio pessoal mas,
trataao-se de defesa propria, eu nio po-i realizar as ejonomias- de qoe carecemos."
deria/incumbir dessa tarefa ao nobre deputa-1 O Sr. Pedro LeitAo:E' por isso que
Qaal nao fji, porm, Sr presidente, o
meu espanto quando vi.o nobre ministro
comegar a sua resposta com ar iracundo, to-
mado de um calor infantil, no lom arrogan-
te de um mestre severo que quer castigar
a um seu discpulo por um acto de iosubor-
dinacio !
St;. presidente, o nobre ministro come-
gou por dizer que eu me tinba sahido mal
da tarefa a que me tinha proposto.
Este verdict do nobre ministro fulminou-
me. Ea julgava que a S. Exc. incumba jus-
tificar os seus actos e'deixar que os outros
osjulgassem; mas o nobre ministro arvo-
rou-se em juiz do pleito em que figurava
como parte, e como mestre austero nem ao
menos levoa em conta a minha quaudade de
principiante, qae apenas comega a balbuciar
o a be. nao quiz relevar a minha fraqueza
e puno-me com uma reprovagio sem appel-
lo nem aggravo, dizendo qoe eu me sahi
mal na miniia aecusago; se Dem que S. Exc.
acrescentasse que eu rev ara a ingenuidade
de principiante e de opposicionista inexper-
to. Nao sere eu que venha contestar essa
opinio de S. Exc. em relagio a mim.
Mas devo sempre notar que o nobre mi-
nisjro era o menos competente para expres-
sa-la; S. Exc, que passou do simples lu-
gar de inspector de thesooraria de uma ci-
dadezinba de provincia, ("Ora l ora !) ao ele-
vado rargo de ministro de estado. (Uecla-
mages.) Se verdade que soa deputado
inexperiente, porque tenho apenas o tiroci-
nio de duas legislaturas em uma assembla
provincial, taabem fra de duvida queS.
Exc. nio provecto administrador nem es-
tadista.
Qual foi o longo tirocinio administrativo
de S. Exc. ? Nio me consta que o nobre mi-
nistro tivesse exercido nem se quer uma
presidencia de provincia. Sou inexperiente,
nio o neg; mas S. Exc. nio era mais tra-
quejado ca administracio do Estado quando
lhe coube a pasta que boje oceupa.
O Sn. Ministro da Marimha :Isto V. Exc.
disse quando qualificou-me de bisooho, ao
que corresponde a palavrainexperiente,
de que me serv.
O Sr. Candido Torres Filho: E' assim
que se formara os grandes estadistas era nos-
so paiz. A este respeito referirei o trecho
de uma carta que da Europa escreveu um
Ilustre Brasileiro, publicada ha poocos das
em um dos ornaes desta capita"
Esse eminente Brasileiro, viajando na Es-
cossia, ficou maravilhado ao ver os progres-
sos extraordinarios da agricultura e das di-
versas industrias naquelle paiz.
Absorto na contemplac^o de obras to ad-
miraveis, esse bomem distincto, escrevendo
a um amigo seu, dizia muito judiciosamen-
te: Se uma sabia economa e um gover-
no Ilustrado pu lorio neste paiz Uk> estril,
para o qual a oatureza foi lio escassa, ope-
rar taes milagres, o que nio se conseguira
no Brasil se infelizmente nao houvesse l tan-
tos exames de estadistas >
Na verdade, Sr. presidente, forga con-
fessar que, se nos faltam homens praticos
em outras profisses, estadistas temos de
sobra, temo-Ios at para exportar, Ao con-
trario do que aconteceu oo imperio da Aus-
tria, potencia da primeira ordem na Europa,
que conta em seu seio 36,000,000 de habi-
tantes, que foi obrigada a recorrer a um
paiz estrangeiro para encontrar um estadista
como o conde de Beost, que coliocou fren-
te do seu governo, e no Brasil abundam por
tal forma que de cada canto se v surgir um
ministro quando menos se espera.
(Ha diversos apartes).
O n'fbre ministro, Sr. presidente, para
refutar a aecnsagio que Ibe dirig de esban-
jador, fez aqui hontem o seu proprio pane-
gyrico, procarou provar com um sem nume-
ro de papis que aqui trouxe que ninguem o
tinha igualado no zelo, no tioo e economa
com qae resolve os negocios de sua reparti-
gio, S. Exc, fallando d mil bares de contra-
tos em qae ningaem tocou, pretendeu mos-
trar que erara superiores a tudo quanto se
tem feito at hoje, que eram o non plus ul-
tra da sabedorta administrativa.
Nio pretendo acompanbar o nobre depu-
tado na analyse que fez, Dio s porque no
meu primeiro discurso nio Oquei nesses
contratos como porque nio dispondo dos da
dos, dos milhares de documentos officiaes
que o nobre ministro tem sua disposigio,
impossiv?! me seria esgrimir-me com S.
Exc. nesse terreno. Vou, pois, circumscre-
ver a minha replica aos assnmptos de que
era meu discurso oceupei-me e oppr as
respostas de S. Exc. s mnhas censaras.
S. Exc. nio destruio um s dos pontos da
mioha argumentacio. Em rpido esbogo,
fazendo a sintbese da nossa argumentado,
espero demonstra-lo.
Fallei em primeiro. lugar da encommenda
dos encouragados. Eu disse que, possuin-
do o Brasil j 63 vasos armados e tendo no
tbeatro das operages bellicas cerca de 40,
nio eram necessarios novos navios para ter-
minar aquella luta : e que demais os nossos
apuros inanceiros e a economa que exigem
nao comportavam esse augmento do material
fluctuante da armada.
Nesta parte, Sr. presidente, estou de ac-
cordo com muitos eminentes estadistas nos-
sos, parlamentares desta mesma cmara,
que muitas vezes teem dito que sobretudo
oas repartiges da marinha e guerra que de-
viam convergir os esforco do governo para
do pjor Minas; foi com o mais profundo pe-
zar que deixei deassentir sua tao justa re-
chanclo.
Sr. C. Ottoni :Obrigado. Nao re-
conbeco que fallasse melhor. Agradego as
suas palavros.
O Sr. Candido Torres Fimo:Sr. presi-
meira parte da ordem do dia. (Apoados) dente, foi com a mais viva sorpresa que oovi
nio temos nem armada nem exercito.
O Sr. Candido Torres :Eu disse e pro-
curei provar tarabem pela natureza das ope-
rages qae all se esli praticando que nio
era necessaria para o bom xito da guerra
uma armada muito poderosa. S. Exc. res-
pondeu dizendo qae mandara construir os
novos encouragados, porqoe de um momtn
outros navios. Mas S. Exc. nio (emonstrou
a necessidade de conservar nma armada mais
poderosa do qoe a que temos, nem que esst
despeza era indispensavel.
E, como foi o nobre ministro mesmo que
me disse que esbanjar gasiar mais do in-
dispensavel, emendo qoe esta qualificagio
Ibe cabe.
O vapor Pira j A respeito desle vapor
eu disse que o prego da sua acquisigo fra
excessivo; porque a m de ser pequeo, nio
se prestava oavegago fluvial. Para provar
esta opiDio eu trouxe uma pega official, o
reatorio do presidente de Sergipe, acompa-
do da opinio de pessoas aulorisadas daquel-
la proviocia, que tiveram occasio de obser-
var que esse vapor n3o se prestava nave-
gagio a cargo da companhia a que perten-
ceu.
O nobre ministro, respondendo-me nesta
parte, nada accrescentou ao que expoz no
seu primeiro discurso. Disse simplesmente
que nio tinba conhecimento desse reatorio;
mas, anda mesmo que o conbecesse, isso
nio bastara para demove-lo do proposito
em que eslava, pois aioda assim teria reali-
sado a compra do vapor. S. Exc. nio fez
mais do que repetir aquillo que anterior-
mente tinha dito, insistindo em dar mais
crdito ao auto de exame dos peritos feito
na Babia do qoe opinio do presidente de
Sergipe.
A questio, pois, tica no mesmo p; S.
Exc. nio destruio aquella opiniio, portanlo,
s o futuro podera mostrar se esse vapor se
pode prestar navegagao dos pequeos
ros e lagas a que o destina o nobre mi-
nistro da marinha. O qae verdade. e S.
Exc. nao pode negar que em Sergipe nio
se prestou a esse fim.
Transportes Werneck e Vassimon. Eu
disse em relago a esses dous transportes,
que, comquanto o prego de sua compra nio
fosse excessivo, todava, sendo elles mal
construidos, sendo dous cascos de navios
inutilisados em Inglaterra, elles nao podem
prestar grande servigo, sao navios frageis e
de pequea duragio: por conseguinte, nestas
condiges, o seu custo era extraordinario.
O nobre roioistro, responendo-me, deu-
me em parte razio neste ponto. Sua Exc.
disse que um dos transportes nao era bom>
nio tinha satisfeilo, e proceda mesmo a um
ioquerito para saber se tinha sido feito com
casco de navio velho.
Eu quando affirmei esse facto que me
consta va, esperava melhores inormages do
nobre ministro, visto que nio me posso ba-
sear em dados officiaes como os com que
joga S. Exc.
A respeito do outro transporte, o Vassi-
mon, S. Exc. contentouseemasseverarque
era muito bom, que elle tinha satisfeito
completamente, mas nio demonstrou com
documentos esta soa proposigio ,* S. Exc.
oppz a sua affirmagio's miohas contesta-
goes, deixou as eousas no mesmo p...
O Sr ministro da marinha :A informa-
eao que dei foi baseada no parecer dos pro-
fesslonaes.
O Sr. Candido Torres :Mas esse pare-
cer nao foi exhibido, S. Exc. offereceu-nos
como prova a sua palavra, e que importa
dar por provado o que est em questio.
Fornecimento de madeiras. Censurei
esse acto do nobre ministro, porque entend
que a quantidade de madeiras contratadas
era superior s nossas necessidades; depois
sobretudo das novas constraeges que se
tm feito, nio r odia dizer-se qoe eram ne-
cessarias madeiras era to vasta escala, e
que nossos aporos inanceiros nao comporta-
vara esse grande empate de dinheiro, espe-
rava que S. Exc. me provasse que em breve
teriamos necessidade de augmento da es-
quadra.
S. Exc. na sua resposta nada provou, eon-
tentou-se com dizer que todas as nages que
tm preteoges a ser potencias militares ou
martimas (o que alias oo se verifica a nosso
respeito) entendem conveniente ter em seus
arsenaes grandes depsitos de madeiras.
visto que as madeiras novas nao servem para
construego : necessario que estejam algum
tempo nos depsitos para sorem aproveita-
das mais tarde.
Vcrgonieas de pinho.Ea, assim como o
nobre deputado por Minas, censuramos o no-
bre ministro, porque S.- Exc, contra o pare-
cer da inspecgo do arsenal, tinba comprado
esses materiaes, que todos disseram nao se-
rem necessarios na occas'o, nada disse
quanto ao prego por que S. Exc. tinha rea-
lisado a compra, isto nao vem ao oso ; eu
disse que nio eram necessarios esses mate-
riaes, e o qae desnecessario, por qaalquer
prego, sempre caro.
Outro facto a que alludi foi a ordem que
o nobre ministro expedio para a Baha-para
se contractar o fornecimento de madeiras
com o bacharel Aogusto I. al.
Eu disse que S. Exc. nao poda estar ha-
bilitado para -onhecer da necessidade que
aquelle arsenal podia ter de novas madeiras,
muito menos quem era que offerecia mais
vantagens, e qual era o prego das differenles
madeiras naquelle mercado..
Acho estranha essa nova theora de des-
centralisagio administrativa de se mandar
contractar daqui madeiras da Babia com in-
dividuo determinado e por prego estipulado,
e nessa pane S. Exc. nio fez mais do que
confessar solemnemente o pouco criterio
com que tinha. procedido. S. Exc. disse-
nos que era verdade qae tinha dado essa
ordem, porque tinha ti 3o in'ormages de
que o arsenal estava mal supprido pelo res-
pectivo forneceder e ser necessario contrac-
tar com outro; nesta hypothese indicara
aquelle, oras que tinba sido mal informado,
que nio se davam taes fallas da parle do
fornecedor para com o arsenal.
S. Exc. mostrou com isto quanto fcil
em dar crdito a iformages vagas quando
se trata de um sorv co semelhante.
E' tambera estranbavel, Sr. presidente, a
theoria administrativa da escola liberal do
nobre ministro. Pois quando todos os libe-
raos sinceros, entre os quaes esto os con-
servadores, tendo sua frente^o Sr. visconde
Ce Uruguay, clamam pela descentralisago
administrativa, pedindo que passe para o go-
verno provincial a solugio de muitos nego-
cios pouco importantes, notavel que o no-
bre ministro com a sua escola liberal procu-
re estend-la at tirar aos presidentes das
provincias a attribuigio de contratarem as
madeiras de qae carecerem, estabelecendo
uma tutela vexatoria al para oegocios desta
ordem.
(Continuar se ka.) .
TYP. DO DIAR10-UU DAS CRZES N. 44.
J
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%
l.
'

v
r-
i


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