Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11371


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Full Text
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ANNO XUII. NUMERO 214. *


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di^f 9 >4 ARTA FEIRA 18 DE SETEMBRO DE 1867.


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A00iifti!8i asn ipintmiBiKD na laiamPDM m wwm mmmmsi m juma iraiiiirat, oma ipaGiPiaOTAiaGfc
|E!fCARREGADOS DA 8UBSCRIPCAO.
Parahy ba, o Sr. Antonio Alexandnno do Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;Aracaty,
oSr. A.de Lomos Braga; Cear, o Sr. Joaqun)
os de Oliveira; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Aires & Pilhes ; Amazonas, o Sr. Jeronyrao da
Costa; Alagoas,o Sr. Praneino lavares da Costa;
Baha, o Sr. Jos Martina Airas; Rio de Janeiro,)
e Sr. los Blbeiro Gasparmbo.
PARTIDA DOS STAPETAS'
Olinda, Cabo, Escada e estac5es da via frrea at
Agua Preta, todos os das.
If oarass e Goyaoqa as segundas e sextas feiras.
Santo Anto, Gravis, Bezerros, Bonito, CaruariS,
Altinbo, Garanbuus, Baiqne, S. Beato, Bom Con-
seibo, Aguas Bailas e Tacaratd, as lorcas-felras.
Pi d'Albo, Nazaretb, Limoelro, Brejo, Pesqaeira,
lagazeira, Flore, Villa Baila, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Ourieury.Salgueiro e Ex, as quartas feiras
[Serinhieni, Rio Pormoso, Tamandar, Una, Bar-1 Primeira vara do ciTeJ: tercas e sextas ao mel
reiras, Agua Preu Pimanteiras, as quintas! dia.
fejras. ,if I Segunda rara do el ra
AUDIENCIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL de-
Tribunal do commereio : segundas e quintas.
Relami : tercas e sbados s 10 horas.
Paseada: quintas s f0 horas.
Jalzo do commereio : segundas as 11 horas..
Dito da orpbos : terca e sextas ia 10 horas.
qnartas e sabbadea a
EPHEMERIDES DO MEZ DE SETEMBRO
S Qqarto erase, as H h. e 39 m. da t.
13 La ebeia as 9 h. e 41 m. da (.
21 Quarto ming. aos 17 m. da m.
27 La nova as 8 b. e 80 m. da t.
DAS DA SEMANA.


W4*> :

PREAKAR DE HOJE.
Primeira as 6 oras e 6 m. da manhia.
/ Segunda as 6 boras a 30 minlos da
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o stl at Alagoas a 14 e 30; para o nart*
I at a Granja a 15 e 30 de cada mez; para Per-
'j Segunda. Ss. Coradlo e Cyprlano mo.
17 Terca. As Cbagas de S. Fraocisco de Assls.
J*0*"3- S- J5e de Cuperoo f., S. Sopbia.
(19 Quinta. S. Jannarlo b. m., S." Nilo b. m.
iO Sexta. S. Eoslaquio m., S. Prisco m, \ .
2 sabbado. S. Mmeos ap.,s. Junas prof I nando nosdias 14 dos metes Janeiro, margo, nal1'
tr uomlngo. S. Maorieio m., S. Saatloo b. J Julbo, setembro e novembro.
__________________________,________________________..___________________________________________________________________________ -
PARTE OFFICIAL
OVERflO DO BI9PAD.
SEDE VACANTE.
i) Esm. e Rvm. Sr. internuncio.Apos-
toHco acaba de autorisar o Rvm. Sr. conego
governador do bispado sm data de 4 do cor-
rete, para dispensar os ora lores constantes
da relami abaixo transcripta as impedimen-
tos de afiaidade licita em primeiro grao igual
da liona lateral e do secundo grao attiogente
-ao primeiro de consaogainidade da linha la-
teral.
Estas peticOes podem ser procuradas na
secretaria da bispado no palacio da Sole-
dade.
LISTA DAS DESPENSAS
Garlos de Fre tas Costa Jnior e Francisca
Mara das Cbagas.
Jos Rodrigues do Nascimento e Maria Go-
mes de Oliveira.
Maooel Goncalves de Mello e Joanna Maria
da Conceicio.
Antonio Honorio de Azeredo e Joanna
Bsptista de Oliveira.
Bartbolomen do Reg Barros e Neomisia
Maria da Rocha.
Sebastio Jorge de Pontes e Francolina Ma-
ra da Concoif3o.
Antonio Vaz Santo e Francisca Maria de
Souza.
Benedicto do Reg Leite e Getrudes Maria
da Conceicio. I
Manoel Francisco Bezerra e Joaona Maria
da Conceico.
Francisco Pereira d Oliveira e Rosa Ma-
ra da Cooceo. ,
Severiano Francisco dos Santos e Ama
Maria da Conceico.
Manoel Prudencio dos Santos e Maria Paula
Joo Joaquim de Sant'Anna 0 Angelina
Maria da Paxao.
Manoel Filicio da Silva e Francisca Maria
-da ConceicSo.
Ricardo Soares R^pozo da Cmara e Cor-
dolioa Tertuliana de Oliveira.
Domingos Ramos da Silva e Aguda Fran-
cisca dos Santos.
Manoel de Moura Pianno e Alexandra Ma-
ria da Conceico.
Manoel Germano Reg e Maria Anna de S.
Pedro.
Josquim Francisco de Si jueira e Maria
Fregenia.
Antonio Barboza da Silva e Isabel Barboza
da Silva.
Aotooio Geraldo Gorgonio e Jos Maria
da Conceico.
Pedro Jacob do Nascimento e Maria Leo-
cadia da Cooceicao.
Evaristo Antonio dos Santos e Bernardina
Maria.
Salustiaoo Severiano Ferreira e Joaquina
Maria da Conceic3o.
PEHNAMBUCO
REVISTA DIARIA.
Em alinelo a diversos pedidos que nos diri-
gen), cora re laca o a' festa do LivrameoO e exlen-
so a todas as outras festividades gases, cnopre-
nos dizer, qae tena aquella corrido muito mais
irilbanie, se nao fosse o [amulo escandaloso, qae
nos corredores do templo Qzeram os grupos de me-
ninos que invadiram a igreja, s parecendo qae
cora o fim de perturbar toda a ordem necessarla
o indispensavel a' celebradlo do culto divino I
E sobio to alto o escndalo, qae pessoas, que
estiveram na mesma tribuna com o Eira. Sr. bispo
do Ceara', ditem que S. Exc. Rvma. aill gio se tan-
to com esse barnlbo, qae, na occasio em qae o
orador sagrado, Ezm. monsenbor Pinto de Cam-
pos, discorna maglstralmente sobre o caito das
.
FOLHETIM

D. BRANCA DE LANZA
reco&daqOes da coitre de felippe ii
Romance histrico original
Por E. Fetjo de Mendoza.
--------
PARTE I
neempfio por afril-
LIVBO fl
"
OS DOS FAVORITOS.
CAPITULO IX.
Um amante espreaado.
(Coot'muacao do n. 213.)


Esta sustentou aquelle oltaac com orna
fnaldade terrivel para o enamorado Prez,
qaedepois de um momento "de silencio dis-
sc a priaceza com voz afogada :
Senhora, vim para vos dizer que ape-
zar detaJo,pezar:d8 vossas perfidias,
amo-yos como sempre^oique a minha sor-
te assim o qlier. 'o -pensis jamis qne
Joo de Lanuza vos corresponda, pois ha
mi: i tos aonos que o promettido esposo de
minha irona, e nao posso faltar minha
palavra.
E.qu queris dizer com isso ?
_ Desengaoar-vos, princeza.
,-E assim que me recommendais o
vosso amor ?
Sim, porque vos amo a meu pezar...
porque vos aborreco e n5o posso esquecer-
vos; porque sois urna necessidade da mi-
nha vida, e quizera romper o meu co-
racSo, para qe'naVJ.b'atesse pelo vosso....
hr l nio leade? aprehendido, Anna, que
imagens, qaU descer para o corpa da igreja, afim
de melbor ouvir o discurso.
A' vista do exposto, e a' vista do q ie se v em
todas as testas com escndalo de todos, campr
qae os eaearregados dellas nio consintam a en-
trada de criaocas tio malcriadas no templo, onde
todo o respeiio poaco, e onde se nao devem pre-
senciar (actos desta ordem.
O professor da 1* cadeira da fregaeiia de S.
Jos d*sta capital, Liberato Tiuurtioo de Miranda
Maclel, a doze deste mar, offereceu para coadjuvar
as despetas da guerra cinco por ceato de sao or-
denado, a contar do primeiro de oulubro. em qaan-
10 dorar a mesma guerra.
Foi por acto da presidencia mandado equipa-
rar os vencimeotos do proiessor poblieo da 3* ca-
deira de S-Jos, Fes Paes da Silva Pereira,
aos vencimentos dos demais profetsores desta ca
pilal.
O professor pnblico da Capunga, o Sr. Belar-
mino Guedes Aleotorado offerecea 5 por cento dos
respectivos vencimentos para as despena da guer-
ra, em qaanto esta durar.
Fol antorisado o juiz da Irmandade de N. S.
do O' de Poota di Pddras, Flix Pereira Simas, pa
ra despender com as obras da respectiva igreja
al om conio de ris.
Por forca de sollcitacao da directora da as
sociaco commerclal, autorisoa S. Exc. o Sr. pre-
sidente da previncia a coilocacao de i lampedes
a gaz no correr dogradeamento qae (ecba o ateo
do edificio em qae ella fuocciona.
Acbass convocada para o dia 1 de oalabro
a 5* eessao judiciaria do Jury desta oapltal. sob a
presidencia do 9r.Dr.jalz de direilo da 1 vara
criminal Joo Antonio de Aranjo Freitas Heori-
qaes.
Ha terapos chamamos a attenco da poHda
para ama offlcioa de marcenara da rna das Trin-
chelras, que comeca os seus trabalbos de maitella-
cao das 9 oa iO boras da noite em dame; e as-
sim vai at de madrugada com grave encotamodo
da vizinbanca. Como o abaso n)o cessa, pedimos
de novo a quera competir, qae faca cessar a fadiga
desle operario nocturno, qae de dia passa em doce
repooso para pela fresea da noite encommodar o
prximo. :
Na Esperanca,.6 Corrientes, leem-se os se-
gaintes trecbos em urna correspondencia do ejer-
cito, eom referencia ao assalto dado pelos para-
guayos ao comboy sabido de Tuyoty para
Cae no dia 11 da agosto p. passado.
O camioao que ba a segair de Tayaty para
Tayu-Cu val qaasi aempre contoroaado os reduc-
tos avaocados dos paraguayos, de modo qae soas
guardas esto tambem qaasi sempre a falla. As-
sim, podem elles coniar as pessoas* que aCoDpa-
oham o comboy, ama a ama, bem com ludo
qoaoto delta faz parte ;......
< O caminho cheio da tortuosidades e ladeado
por um estero e por om palmar mol danso ; e por
este ordenou o official que diriga a forca em pro-
teceo no comboy, qne se taternasse o mais possi-
vel o mesmo, afim de sua (orga formar em guerri-
Iba no camiob, e assim poder protgelo al que
ebegasse tropas em auxilio.........
Conbecendo os paraguayos que de prompto]
vlria maior torga, orlaram ai cangas e deixaram
sollos os aoimaes, rompendo ao mesmo tempo e
inutilisando tud j qaanto encootraram nos carros;
mas (arara distrahidos dessa tareta pelo regiment
n. 12 de cavallaria brasileira; a qual sahlndo de
Tuyuty a* crreira, levou-os a poma de lasca at
ao alcance do fogo de seus caoboes,
O paraguayos mandaram novas forcis de ca-
vallaria e inmolara, porque do acampamento
brasileiro sablram a trole as infaniarias e o regi-
ment d cavallaria n. 13, qae aeadiram em soc-
corro do 12, e recbassaram os paraguavos para
suas trlncheiras, n-tomaado-lbes qaasi 'todas as
carretas e carros, matando ibes mais de cem e fa
zendo-lhes 12 pnsioneiros.........
O viseonde de Porto-Alegre, qne acudi de
promptd ao lagr, expedio nm ajadante ao marquez
de Uaxia3, e coaservou todo o. exereito em armas
at o mel dia, disposto a atacar as forllficacSas
que tinba em frente, se o exereito de TuyCu el-
fectuasse algum movimenlo para aquello ponto.
A cavallaria brasileira, segundo me assegnra-
ram os Srs. Coll y Arteaga, qae desde principio
assistiram a lado, poriou-se com admiravel bizar-
ra.
E' cerlo que 4 maior parte do qae ia nos car-
que os espas de Lpez dos assediam por todos os
lados; pois o assalto foi preparado, sem davida al-
guma, para arrebatar o dinbeiro qoa. divla segair
da pagadoria. De certo, se fosae s para o combolo
de vveres, esperaran) um da ara qae, como den-
se a 10, estivesse tolla a cavalhada.e boiada
t Naqaelle da II doria seguir tambem ama oa
mais carretas, qae condonara dinbeiro para o exer-
eito brasileiro, porm Acarara para o da seguiole.
Da mesma folba tradasimos o seguate :
( Examinemos o que era a cidade de Corrientes
antes da guerra.
< Simples mente ama cidde de 10 a 12 mil al
mas, que tinba por todo negocio o transito de al
gurnas mercad crias do paraguay, e por toda a for
tuna o Cbaco para explora-lo, vindo-lba dabt al
gomas obras. |
Com relaeao ao aspeeto histrico, offereee ama
das mais bellas paginas da liberdade americana;
mus Corrientes parece vlver muito mais de recor.-
dacSes do qae de esperaoeas, como dtsse Tasso
Di memoria nudursi pinche di speme.
< Desde o momelo em que os alliados passaram
o Paran, Corrientes tornou-se forcoaamente a base
das operacois do exereito respectivo ; leve bospi-
taes, depsitos, arsenaes, etc. etc.; e mais que isso,
wo afluir para si o commereio e convarter-se em
emporio do exereito.
-vio passa urna cidade por semelhaqte. transa-
e o caplto Joaqnlm Jacorae I
ros foi destrai Jo, e que os paraguayos levaram as
malas e os bols; porm qaanto as carretas, at
miaba sabida de Tuyoty, s faltavam duas ; a
respeo das malheres e particulares prlsiooeiros
nao ba quem diga ler visto os paraguayos leva-Ios.
E' mais provavel que estejam hoje em Tayu-Cu,
pois, peno do Passo Canoas, encontrei duas horas
depois muitas pessoas e alguna cargeiros, que ba-
viam escapado da refrega.
- c Em tu Jo que se passou.o que vejo claramente
edes sem que a fortuna publica augmente; e ne
gar qae o commereio de Corrientes teoba ereseido
mais do decuplo sera nm absurdo, visto que a al-
fa ndega destaxidade nanea apresentouo resultado
actual.
< O termo medio da populacio brasileira pode
fizarse em sete mil almas; e estas gastando doas
patacoes por dia, tem-se um total de li mil pata-
coes diarlos.
Por onde passam estes I i mil patacoes se nao
pelo commereio, e quem gosa-lbe os beneficios se
nio a popuiacao ?
< Desde quanlo Corrientes possue tanto oiro,
como agora, se nao depois que o Brasil tem derra-
mado aqai os seus tbesouros ?
< Os nossos adiados .tem trazido e continuara a
trazer para aqu sometas fabulosas'; e a riqueza
publica tem progredido' de tal modo, qae niaguem
duvidara' tfesla verdad.
Faileceu no sabbado a' tarda, de ama apo-
plexia fu tai 1 nao te, o Sr. bichare! .Manoel Cassiano
de Oliveira LJo, quando passaiava as proximi-
dades da fabrica db gaz. ........
ToJOl Em consequencla',de achar-se Impedido o Sr.
Dr. Francisco de Carvalbo Soares Brandio, esta'
no exerclcio de joiz de orpbos o Sr. Dr. Cicero
OJon Peregrino da Silva. .....
Pedem-nbs que chamemos a aueneS) da anto-
ridade competente para ama sacia de moloques,
que iogam diariamente na ra da Saudade e largo
do Hospicio, com grave iocommsdo da vislnbanea,
pelo alarido que elles ftzem......'
A Sra. D. Clara Olympia de Luna Freir,
protessora publica da 3* cadeira da fregaezia do
Recite, offerecea hoolem 5 /. sobre seas venci-
mentos, para as urgencias do estado.
Chegou boniem o vapor costeiro Pirapama,
dos partos do norte de sua escala. Por elle rece-
bemos noticias do Piauby at 20 do passado, do
Ceara' at 10, do Rio Grande at 12 e daParaby-
ba at 16 do correte. Eis o que colbemos :
Nosso correspondente do Piauhy escreve-nes o
segrate :
1 Pelo ultimo oorreio nao Ibe escrevi, do qne
Ibe peco desculpa ; seos leiiores nada perderam
cpm minha synalepba, porque nenbama noticia im-
prtame tinba para Iransmillir-lbe. O desasir do
vapor Urussuhy, que l esta' eocalbado na cora
da Aurora, teve logar depois da sabida do cr-
relo.
< Depois de 8 annos de muito bons servicos, es-
ta' quasi perdido aquelle excedente barco. O Pa-
ranagu, que segaio promptamehte com soccorro,
ainda nao voltou, e por islo Ignoramos e que ter-
se hla conseguido. E' opinlo geral que s poder
ser tirado aos pedacos, para ser' de novo montado,
para o qqe tem metos a ferrarla all mmente esta-
belecida pela companhta nesta capital. A machi-
na excedente e deve sem davida ser proveitada
porque ja temos a caldeira qae fra eucommendda
para substituir a que existia, muito deseoda.
1 Por todo met de setembro contamos com a
ebegada do tercelro vapor, que ja' esta' de viagem
da Inglaterra. Vira' bem a tempo para soppnr a
falta do Urussuhy.
< No dia 1 de setembro deve abrir-se a assem
bla provincial, se comparecer o numero legal de
depotados, o qae muitos davidam.
t A provincia continua em paz.
No da 4 do eorrente encerraram-se os Irabalhos
da assembla provincial do Cear.
Dorante o mez passado, renden a allandega.......
90:6&iOI8 ; e vieram ao mercado da capital 2643
saccas de algodao.
Falleceram o 2 escriptorario da alfandega Ange-
pbrenetica a minha paixao, que cega,
louca, impetuosa como se fra urna torren-
te, cega como o furaco que tudo auniquiia?
k que me conduz ? Nao o sei, nao o quero
saber. Ja vo-lo disse: amo-vos a' meu pe-
zar. Qoizera aborrecer-ves, vingar-me de
vos, fazer-vos desapparecer... mas nao
posso. A minha alma clama pela vossa, o
meu corago despedaca-se na vossa ausen-
cia... o vosso amor a minha vida, e...
maldigo-o no entapio... que mais queris,
senhora ?
D. Anna ficou pensativa e marmurou
quasi em vozbaisa:l
. Ob estis lonco, Antonio Pere.4.
Nao sabis o que dteis..
Perdoai-me, prosegulo o favorito, es-
quecendo j toda a sea colera por aquelle
amor, que era a nica e verdadeia paixSo
de toda a sua vida, perdoai-me... se disse
ao re algumi coosa que podesse offender-
vosj acreditai-BW,,esqoecei otb te La-
nuza, amai-me como d'antes e sejamos ami-
gos. Defendmosnos mutuamente, e procu-
remos vencer toda essa orgnftosa aristo-
cracia, qae nos despreza porque nos tem
medo... Vivamos um para o outro e...
Callai-vos, respondau D. Anna ioter-
rompendo o secretario cor om gesto Be
desdem; callai-vos. Prez ; iosultaste-me e
nao posso j amar-vos.
Oh I perdi, Aana, perdi 1
Retirai-vos. Mais do qae devera vos
tenho ouvido. E como conservis a chave
da porta falsa, dai-m'a, pois, queja tos nio
pertence.
Auna 1 tornon a exclamar o secre-
tario. "
Dai-me essa chave, repeli a ^inceza
com urna tenacidade fria e ioexoravel.
Antonio Prez lanr^ou um rugido da co
lera ao ver a inuiilidade dos seos rogos, e
olhou a sua amante com olbos devoradores,
1 ( --i. hRM<>
_
Nio, lbo disse convulsivamente, nao
vo-la doo, nao quero dar-vo-la.
Nesse caso cpnserva-la-beis como um
ladrao, e eu impedirei que entris aqu mu-
dando a fechada ra e ainda mesmo a porta.
Queris dizer que me declaris a
guerra ?
Vos o queris. Veremos quem perde
mais.
Ah I gritn o secretario, amarrotando
com colera o sen chapeo de velludo negro,
guerra queris porque me julgais vencido ;
mas eu declaro-vo-la mortal, borrivel, im-
placavel. Veremos quem vence. Ainda
Talho muito, ainda posso muito, e juro-vos
pela salvacSo da minha alma, que Lanuza ha
de aborrecer-vos tanto como tos abor-
recis a mim.
; Ide-vos, ideaos, gritn D Anna, ide-
tos ou farei com que vos ponham fra.
Pois sim, retiro-me, mas j qae me
atiris a lava, levanto-a.
Guerra at morte accrescentou de
Eboli, levantiodo-s..... \
Guerra I responden o secretario, pon-
do o chapeo, e san indo do gabinete pela mes-
ma porta porque sahra Felippe II.
D. Anna ficou s, e por um momento
permanecen mmovel, contemplando o sitio
por onde desapparecera o secretario. De-
pois apoiou o seu torneado braco as mol-
es almofadas do sof, e ioclioou a cabera,
ficando pensativa.
____L: CAPITULO X.
Seis cartas.
No dia segninte aquelle em que O. Anna
foi para Valsain, Branca trajando um casaco
de veyudo azul, adornado com pelles, com
os cabellos seguros por urna coifa bordada,
eos ps apoiados nos anteparos da chamin
do seu gabinete, tinha na sua frente orna
pequea mesa de cedro, em co da qual se
lo Rodrlgoes Samico
Pequeo, do Grato.
Ja se acba funecionando o eollegio das orpbaas,
sob a dlreecao das Irmas de candade.
No sitio do Lamoiro, da freguezia do Grato, vive
um casal de macrobios, qae parecen) "continuar
oeste maodo por algum esquecimento. jipo Soa-
res conta 115 janeiros e Mara Soares. ina consor-
te 116. J
Ambos go'zam de todas as faculdales iotellec-
tuaes. Joo Soares todas as semanas vai do La-
rneiro ap Crato, qoe dista urna legua, esmolar a ca-
ridad* publica, voltaodo depois de ler adquirido al-
gumas provi'es.
Houve em Tamboril ura disturbio entre pragas
de polica e a populadlo, sabiodo feridos gravemen-
te Antonio Ferreira Lima e Joo Sampara.
A varila lavrata eom iateocidade no quartelro
S. Gregorio, do districio de Siup.
No da 31 do passado, no sitio Triodade, do Pe-
reiro, foi gravemente e.-faqoeado o lente Jos M.
de Queiroz por Francisco Liberato de Lima, dando
motivo ao crime ama altercaeao por cobranza de
dizimo.
Foram curapliees do offensor, om sea irmio de
norae Manoel e saTpropria mi que nicamente foi
capturada.
Lemos no Cearense :
No lugar Carapuca, termo de Jaguaribe-merim

---------
1864.
186o.
18
924515
-_-_
deu-se um facto muito horroroso.
c Joo Vctor, levado pela s nsaalidade, preten-
den violentar a Maria Nicacia, na occasio em que
o mando della havia sabido : mas encontrando a
sua ferocidade a mais heroica resistencia da parle
de Maria Nicacia, o malvado descarregou-lhe tres
facadas a qae losiaataneamente saccumbio. Des-
esperado como o tigre a quem fugio a presa, ac-
commeite a tres innocentes ensuciaras Olbos de
sua victima e esfaquea-as, succambindo ama dellas
logo depois.
f A fera fol presa esta' sendo processada.
c Em S Ped o de Ibiaptoa deo-se um desses
tactos horrorosos que revolu co a bumaoidade. Jo
sepha Gomes da Silva dea a luz a una crlanca do
sexefemlaino, e ignoramos, se para encobrir-alga-
ma falta, ou se smeo.a por espirito de malvadeza
e perversidade, o que exacto que ella matn a
iunoceote crianeioba, atiraado-a em ama caverna
onde depois foi encontrada.
* Essa mal desnaturada e barbara acha-se presa
e val responder pela su*a perversidaae.
Na Lig* de Fra, di-tricio policial da Barra
do Macaco, por occasio do inspector de quartelro
Manoel Ferreira da Costa, ir prender o criminoso
Thomaz Fernandos do Rgo, em casa de Rapbael
Preira, dea aquelle um Uro sobre a escolla, qqe
nio (ende emprego, servio todava para facilitar
sua escpula : perseguido de novo pela mesma es-
coila e cercada a casa de Antonio Guedes, onde se
refugiara, cootioura a resistir a prlsao; desfe-
chando depois nm tiro de pistola sobre o pello do
referido inspector, qoe momentos depois suecum-
bio.
< Logrou o criminoso ainda escapar-se nela co-
barda, das pessoas que compunbam a diligencia.
Procedeu-se ao auto do corpo de delicio, e
trata-se do processo, e prlsao do enminoso e mais
de um seu irmo, co-ro 00 crime.
A presidencia da provincia do ttlo Grande, at-
lendendo a exposico do inspector da thesoararia
de fazeoda, mandn emprestar aos cofres geraes
30:0002000 da tfcesouraria provincial, alira de oc-
correr a tuelie ao pagamento de
gentes.
Conclnio-se em Toaros no dia It do passado, a
eleico d juizes de paz e vereadores, em comple-
ta paz.
Foi nomeado delegado da capital o Dr. Menel
dpi Santos da Ponseca Lias.
No dia 7 do eorrente teve lugar um esplendido
baile,'dado por diversas pessoas da capital, em so-
lamoisaco- da independencia nacional.
Ao. chegarea alii as noticias do tbeatro da guer-
ra, sobre a pa-sagem de Curnpaity, percorrea as
as da capital urna banda de msica, accompa-
opada por grande numero do pessoas qae eotoa-
vam entbusiasticos vivas.
As rendas provineiaes do Para tem lido o
augmento seguiole, por annos e quinquenios :
185i. 197:759*143
1853. 405:761*969
1854. 490:452*634
1855-. 306:977*931
1636 340.297*510
3. quinquenio ,I60:|12S96
A capilal desaa' provincia; tem 402 clsas de
sobrado, 3149 terreas, 77 telheiros, 1 irajlche e
23 edlfletos pblicos iocW i ve 11 templos ; nos
quaes babitam 30.000 almas.
Dentro do recinto da cidade existem : 88 arma-
zeos, 119 lejas de fazndas, 15 ditas de mludezas,
17 ditas ambulante?, 6 ditas de joias, 6 ditas de
ferragens, 3 ditas e HVrVy 1 dita de sigrieiro,
2 ditas de armador, 2 ditas de chapeos de sol, 8
ditas de fuolleiro, i ditas de charutos, 4 ditas de
marcineria, 17 ditas de alfaile, 17 ditas de sapa-
teiro, 1 dita de vender bilhetesr>45 tabernas, 1
fabrica de licores, 1 dita de cnocolat-), 64 talhos
de carne, 6 buhares, 3 botis, 11 botequin, 18
casas de paslo, 1 offlciaa de machinas, 1 engenho
de pilar arroz, 1 fabrica de gaz.
Reunio-sa bontem em conferencia ordinaria
o Iastituto Filial dos advogados sob a presiden.
ca do Sr. Dr. Aleoforado e cora assisteoeia dos
Srs. coaselbeini Jos liento, Ferreira Auuiar, Fon-
seca, Souza Reis, J. J. Campos, Gasnso Libo, Joa-
quim Portella, Joo Tbom, Canha Figaeiredo J-
nior, Juvencio Aguiar, Piolo Pessoa, Pernambuco
e Paula Penna. *
Nao havendo expediente, submetlesa a discos
sao o pedido de exoneraco do Sr. Paula PenBa
carg' de thasoareiro. Depois de conside-
res de algaos membros qae fazem sentir ao
Paula Penna a importancia dos servigos que
o instituto tem esperar de seu zelo, como cooli-
nuaco aos que ibe tem ja prestado, nao aceita a
exoaeraco.
Li se ama proposta para membros effectivos Ar-
madas pelos Srs. cooselbeiros Jjs Bsnto, Agaiar ,
e Fooseca, e outra para membro honorario offe-! m*ra dos Sr. aepnwdoi commuoicada a presidec-
Arrada, Manoel M#rtios Ferreira, Antonio Xavier
de Paiva, Jos Gimes, Joaquim Gome?, Severino
Gaedes Alcanforado, Antonio Ferreira Tneles-
toro, Jos Mires Licou, Joaqn.m Alvlm. de Muura,
Oedro Goocalves da C'ioha, Autopio P.oto Mo-
reira, Jos Corao Moreira, eommeodador Fran-
cisco Alves Souza Carvalho, Juilloe Fernandes, Joa-
quim Mana Pestaa, sua senhora e 1 criada, Fran-
cisco J. Gulmares, Manoel Mosquita Basios, Jos
Francisco Oliveira, Jos Luiz, do Reg Lima, Joa-
quim Evicio Cavalcante, Raymondp Neato, Fraa-
celino Joaqaim Oliveira, Agaez iMootaoc, Fran-
cisco Alueida Braga, Auiooio Das P-nlo, Jos Bj-
nevenle da Cista, Manoel Antonio Pires, Antonio
Rodrigues da Cosa, Miguel Ruback, Samuel
Wil.
CilllOMCl JmCliRU.
TBIBWAli IM> COTIVIRRCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA BE 16 BE
SETEMBRO DB 1867.
PRESIDENCIA DO KX3I. SB. DESEMIURGADOR
ANSELMO FRANCISCO PBBBTTI.
As dez horas da manha estando reuoidos os
Srs. deputa-Jos Rosa, Basto e Miranda Leal, fal-
tando com participaco o Sr. depotado soppleole
Sa-Leitao, o Exm. Sr. presidente declarou aberla
a sesso.
Lida, foi approvada a acta da ses*o antece-
deote, com a seguiole declaraco-rO/ie os Sr?.
deputado Basto e supplente S Leiao s volaram
a favor de Manoel Jos dos Sanios e nao de" Tbeo-
doro Simn.
BXFEDIENTR.
Offlclo do Dr. Peliato Heariqae de Almeida,
com dala de 14 do anante, scientfleando ter
reassomido o exerciclo do cargo de ehefe de poli-
ca da provincia era virlade da resolocao da ca-
1.-
quinquenio
1857.
1858.
1859.
1860.
1861.
2.* quinquenio
1862.
1863.
recida pelos deas primeiro?.
Ouve se um proposta do Sr. Joo Thom qae a
justifica, reclamando o voto do instituto sobre a
queslo resolvtda pela samara temporaria sobre
as inmunidades da deputados reconbecidas no
chele de polica desta provincia, depois de lar-
ga discussio. em que lomara parte, alem do autor
da proposta os Srs. Aguiar, Gusmao Lobo, conse-
Ibeiro Jos Beoto, Souza Res e Pinto Pessoa, e
oll'erecidas outras propostas sobra o assumpio, vo-
tarse por ama iadicaci do Sr. Dr. Agolar qae fol
mandada a commisso competente para interpdr o
seo pareeer, que ser a ba-e da discusso.
O Sr. Gusmao Cobo reclama pela conveniencia
da publicarlo doa-p>ogramma3 dado a discosso,
a o Sr. presidente assegura que val providenciar
no sentido d reclauuco
Sendo a ora longammie adlanlada, levanta-se
a conferencia as 5 horas da tarde.
latera. A gue se acha venda
a 38* a beneficio das familias dos volunta-
rios da patria, que corre sabbado 21.
Nio podendo ter logar o leilo dos objeclos
salvados da corveta bespanhola Isabel, annunelado
para boje, Oca transferido para o dia 29 do cor-
rente, que se effeetnra' a,s boras e no lugar ja' in-
dicados.
A loja do Passo a' ra d Crespo n. 7 A, re-
ceben um lindo e variado sortimento de crtes de
vestidos de la indiana com lisiras de sada.
despezas ur- Reparticao da polica. Extracto da parte \
^o dia 17 de setembro.
Foram recolbtdos casa de delengo no dia 16
do correte.
A' ordem do subdelegado da Boa,-Vist>, Romo,
escravo de Emilia de M->raes Ferreira, a requer
ment deste.
A' ordem do do Peres, Luciano, escravo de Ma-
ria de Moraes Cisneiro, por enme de ferimentos
leves.
O ebefe da 2' seceo,
J. G. de Mesqwta.
Passagtros do vap6r nacional Pirapama,
vindo Maranho e escalas :
Dr. Jos A. Rodrigues de Lima, sua seahora e 2
criados, Francisco Pothier, Joseph Brizern Anto-
nio Sabino da Cjsta, Vilell.ldo S. D. Padilha, D.
Josepba Henriqaeta de C. Silva, 3 filbas e 1 escra-
va, Francisco Jos Pacheco de Medeiros, Joo An-
tonio Telxeira Mendes, Jos Francisco de Oliveira,
Jos Lourenop Araojo, Antonio iacanha, Vicente
Ferreira Frederico, Joo Panto Chaves, Raymundo
Francisco Ramos, Joo Agostinbo Sa' Pereira, Her-
1,741:249*187 mano Numeger, Geraldo Joaquim Goillberme,
273:633*916 Laurentino Fernandes Souza, Aogolo da Silva, Joa-
290:206*217 quim Guilberme, Bernardino Lima F., Amaro Bar-
341:149*305 relio e 2 pequeos, Julio Cesar, sua seohora e 1
677:297*915 criada, Joo Carlos de Souza, Francisco Frazo de
469:647^553 Barros, Manoel Francisco, Julio Carlos Waoderley,
Emulo Herculano Barbalho, Fraocisco Tbeoph lo
2,051:934*906 de Rigoefra. Joaquim Ignacio Poreira Jnior, An-
477:346*401 tonio Jo.' da Silva Brasil, Antonio Beoto de Mo-
555:050*669 raes, Francisco Tavares Pessoa, Joaqoim Gomes


via um cofrezinho de prata do qual a rica
senhora tirava alguns objectos.
Gonsistiam estes em algumas cartas,
n'um annel de ouro com urnas armas quasi
extinctas, e urna tranca de cabellos negros,
que a joven beijou amorosamente, e depois
collocou ao lado do annel.
Por ultimo, a outro lado do cofre estava,
amarrotada e velha, urna carta, que Branca
olhou com desgosto, mas que guardou cui-
dadosamente.
Aquelle cofre era o sanctuario de Branca,
esse retiro ignorado, em que a mulhef que
ama guarda com religioso respeito todas as
recordaces do seu amor. Para urna digna
alma apaixonada, a cousa mais simples tem
a sua signicaco. Urna flor j murena,
dada pelo seu amado, um annel que elle ar-
rancn dos seos cabellos, e qoe por conse-
quencia passou pelas suas maos, urna tran-
ca, urna carta amorosa.
A joven tinha no seu sanctuario todas es-
tas coasas, dadas por Fernando ; e quando
quera estar a sos com elle em continua
correspondencia, encerrava-se no sea quarto
contemplava o sea thesooro com afanosa
admiraclo, como nm avaro os seus dobr5es,
como um joven poeta o primeiro exemplar
impresso da sua primeira obra.
O amor de Branca arden te, immenso, ali-
mentava-se na ausencia com recordaces
que beijava mil e mil vezes, cobrindo-as de
lagrimas. Depois pareca sentir-se mais
animada, pois que a alma enrgica do Cor-
sario lhe fallava sua ama lingaagem mys-
teriosa em cada um daqoelles objectos ;
mas coosa singular-! entre aquellas recor-
daces do amor mais paro e desinteessado,
conservava Branca ura papel. que odiava>e
despresava, mas.qne era o escudo que po-
da .saWa-!a das intrigas de Prez e da
princeza, porque, ba objectos odiosos que
se guardara com tanto interese cono os
V1- '!"'. "49
de amor, od para vinganca da pessoa a que
perlencem ou para despresar todos os das
quem os facnltou. Com tudo, Branca ti-
nha aquella aborrecida carta separada das
suas recordaces de amor, pois que lhe pa-
reca urna profanarlo uoi-la a alguma cousa
de Fernando, e por isso estava s em um
compartimento da caixa.
Branca tirou e separou lodas as cartas do
Corsario, e passou a le-las com afn.
Julgamos que os nossos leitores se nao
desgostarSo de as conhecer, e vamos tomar
a liberdade de as transcrever.
Ei-las aqui :
PRIMEIRA CARTA.
a A vossa carta, amada Branca, na qaal
me parlecipais ter chegado a Madrid, ani-
moa-me bastante, pois me acho bastante
triste longe de vos.
Nao ha na minha casa um sitio em que
a vossa lembranca nio veofaa minha men-
te, em que vos nJo chame: mas, ai! s o
silencio me responde.
c Na cmara que foi por vos habitada,
tudo est triste, gelado, aterrador, morto
como n'um sepulcro. Gbamo-vos all ; e
nioguem me responde: all 1 onde tantas
vezes ouvi da vossa bocea palavras de amor!
all onde me juraste um amor eterno e
ser para sempre minha!
c Chamo-vos nos jardins desertos, sem
llores nem passaros, oade eu vos conduzia
pelo braco quando vos acha veis enferma.
< Clamo por vos no bosqoezinho de la-
rangeiras, e all me lembro dos primeiros
conseibos de bondade queme deste, quando
com virtuosa energa reprehendis os meas
instinctos vingalivos. E todos estes sitios
continuara modos; estis ausente e cora a
vossa ausencia tornam as minhas horriveis
do vidas... Oh por Deas! eompadecei-
vos de mim son multo desgracado I -?
Fernando.
cia em avis) do ministerio da justica de 6 do mes-
mo mez.Que se aecusasse a recepcSo, abundan-
do-se as mesmas expressOes de coriezania.
Oulcio do presdeme e secretario da junta dos
eorretores, datado de boje, eobriodo o boleiim
commerclal da semana ltimamente fiada.Ao ar-
chivo.
O Sr. deputado supplente Si Leilo communi-
cou nao poder comparecer a sesso de boje,la-
teirado.
Comparecen o Dr.. Beoto Jos da Cista Jnior, e
por si e como procurador dos demais consenbores,
assigaoo termo.de eesponsabilldade pela fiel en-
trega dos gneros' que forera receidos no trapiche
denominado Ramos.
Ao Sr. depotado Miranda Leal fol distribuido o
livro copiador de Tilomas de Aquino Fonseea & C,
sendo distribuido ao Sr. depotado sapplente S
Leito o diarlo pertencente aos mesmo?.
DSSPACUOSi
Reqoerimento do corretor Joo da Cruz Macelo,
offereceodo a registro o conhecimento do importo
de 400*000 que pagara pelo anno financeiro de
1867 a 1868.-Regislre-se.
Dito de Ojilon Fiocb Romano de idade de 25 an-
nos naioril desta cidade e nella residente, pedin-
do ser nomeado g-ote de leiISss desta praja.
Vista ao Sr. desembargador fiscal.
Dito de Antonio Jos dos Reis & C. para se Ibes
registrar o sea contrato de sociedade.Vista ao
Sr. desembargador fiscal.
Dito de Francisco Ferreira de Andrade, pro1
prletaro do patacho Correia, apresenlando a pro-
curacio exigida em despacho de 8 de agosto ulti-
mo aim de Iba ser recolbida a carta de registro
de dito patacho por lelo vendido ao governo im-
perial.Vista ao Sr. desembargador fiscal.
Dito de Amorlm Irmo?, para que se mande a
jauta dos eorretores certiQcar-lbes qual o cambio
sobre Londres no da 2 do mez que corre.Como
requereAi.
Samraario contra Fraocisco Ferreira Borges ad-
ministrador do trapiche Companhia Pernambaca-
ua.- Vista ao Sr. desembargador riscal.
Com Inlormacao do mesmo senbor.
Requerimenio de Joaqaim Moreira da Silva e
Albino da Silva Leal, pedmdo o registro do dis-
trato social da firma de Joaquim Moreira da Silva
i CRegistre-se.
Dito de Souza, Andrade c C requerendo o re-
gistro do contrato de sua nova sociedade.Nio
tem lugar avista do parecer fiscal.
Dito dos mesmrs para registro de seu distrato
social.Nao tem logar avista do parecer fiscal
Nada mais bavendo a despacho, e dada a hora
(11 e i/2) o Exm. Sr. presidente encerrou a
sesso.
SESSAO JUD1CIARIA EM 16 DE SETEMBRO DE
1867.
PRESIDENCIA DO EXM. SB. DESEMBARGADOR
k. T. PERETTI.
Scrfario, Julio Guimaraes.
A's ooze boras e meia da manba estando reu-
nidos os Srs. desembargadores Silva Guimares,
SEGUNDA CARTA.
< Hoje desped com avultadas gratificacoes
quasi todos os meus homens... Quero
obedecer-vos, meu amor. Ne,.pao me di-
gis que me felicito com essa vida de aza-
res. .. Detesto-a, pois que vos, qaal es-
trella brilbanle, qual pbarol salvador, appa-
receste na escuridao do meu caminho e
remiste-me com o vosso. poro amor.
c Detesto a Sicilia, tenho odio a este pa-
lacio encantador, onde tio feliz fui a vosso
lado e onde hoje sou to desditoso. Vendi
as minhas galeras, e s-flquei com urna
que me cooduzir a Franca ao lado do du-
que de Guise.
< Amanilla deixo para sempre este si-
tios, e corro em basca da gloria, que espero
alcancar por vos, mas tenho uns receios ter-
r i veis... Se depois de ter abandonado a
minha carreira de Corsario, depois de dei&ar
por vos a minha vinganca. me enganassais;
se amanha, quando em urna posicaVbonrosa,
com um nomo Ilustre, me apresentar a
reclamar a vossa promessa, vos acho anida
a outro homem... ab! matar-vos-hia e
me matara depois sem duvidar, sem va-
rillar om momento... Mas nao, nio; vos
nio me arrojareis no abysmo do assassioa-
to, da maidicSo de Deus e dos homens.
Sois demasiadamente boa, sincera pura
para me engaar... Oh I perdoai a um
lonco que nao sabe o que diz.
t Amo-vos Unto, adororvos com lao
pbrenetica paix5o, que o mea amor e urna
religiSo, um culto idolatra ; :po#que, qal
aojo de luz, nloduvidaste descer ate este
infeliz, a qaem urna terrrtel viogaDca de-
gradara e convertera em ser reprovaoo pelas
leii.. Ah obligado, obri^dj), obrigado
mil vezes por tanta bondade... De joeluo s
como ama santa vos adora- Fumando.
-.
(Contnmr-M-ha.)

.


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2
.T;;>
ici m ;j\m
M **>*>
Reis e Silva e AccioH -o es Sfs. epatados *M
Basto e.Mirada Wl, UlUoo eoa perticlpacao Sr. snaptaota teteltio, Kxm. Sr. presidente de-
ciaron iberia* sessio.
y da, 1Beprovada i aeu ti assio aotece-
dente
O estsivio Alboqoerqae registrn o ultimo pro-
testo de letra a 14 do o. i* *-
cno Altes da BrMb aeaaaaoaaa* o
i. UM.
JULGAlflNTOS.
Jnio espeeial.-Embariaote empenta appella-
do Joaqoim Fernandes da Bos^ eabariaiJo, em
barganie 3. appellaoie Fraawisco Torres da Gaatt,
ezecotado Aotonlo Peralta da Casu.Jones os
Srs. Goimarie, Rala a Sil, Leal e Basto.-Des-
presaram-se os embargos eoaa o foto do Eim. Sr.
presidente, sendo votos vencidos os Srs. Goima
r3es e Leal.
JuiiJ municipal a do commercio da victoria,
nesta provincia.Appellante autor Maooel Joa-
quim do Reg Albuqaerque, tutor da orpba Alba
de Manoel Goueia Souza, appellado reo Felippe
Benicio Gomes dos Santas.Joizes os Srs. Res e
Silva, Acco, Rosa e Basto.Fol confirmada a
sentenca appelLda. .......
Juno especial.-Embarganles os administrado-
res da massa (aluda de Amorim, Fragoso. Santo*
4 C, embargado Jos AJTea da Silva Galmaraes.
Julies es Srs. Accioll, Guiarse*, Rosa e Basto.
Despresaram-se os embargos, votando o Sr. rio-
sa pela compensaco na rma do artigo 439 do
eodlg) commerclal.
Embargantes as menores Manoela e igoes
por seo curador in litem, embargado Mi-
guel Arebinjo de Figoeirdo.-Adiado a pedido de
nm dos Srs. depotados.
Por nao estar presente o Sr. S Leitio nao fo-
ram propostos os (ellos adiados as precedentes
sessSes entre partes.
Appellante Joo de Siqoeira Ferrao, appellado
Jos Antonio de Almeida Goimaraes.
Appellante? Albino da Silva Leal e oitre, appel-
lado Pedro Simiao a Silva Braga.
Appellante Tbecdore Cbrtstiaasen, appellado
Patn Nash & C.
PASSAOBNS.
Do Sr. desembargador AccioU ao Sr. dewmbar-
gador Silva GulmarSes.
Appellaotes Simplicio Fortaaato Ferreira e ou-
tro, appellarto Thoinfi" Lipes de Sena.
Do Sr. desemaargador Acero ao Sr. desembar-
gador Re? e Silva.
Appellanies Mello, Lobo & C, appellados-os ad-
ministradores da massa fallida da Amefln, Fra-
goso, Santos & C
aisTRiaugoES.
Ao Sr. desembariador Silva Gaimaraes.
Appellante Gabriel Antonio, anpellados os admi-
nistradores da massa (aluda de Siqueira & Pe-
reir.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva.
Appellante Joao Guilberme Bezerra Gaimaraes,
appellaio Joaquira Buirque deSampayo.
AGOBAVOS.
J0U0 especial do commercio.Aggravantes os
curadores fineses da massa fallida de N. O. Bieber
4 G. soccessore?, agravados Amorim IrmJos.
O Exm. Sr. presidente deu provimento em par-
te, e em parte negou. .
Juizo especial.Aggravantes Fraga & Rocha,
aggravadu- J< aqaim Francisco de Alera Jnior t
Joaqoim Francisco de Aiem.
Aggravantaa D. Heoriqaata Simoes da Silva e
Virgilio '* Castro Oliveira, aggravado Jos da
Rocm P.iraaao*.
O Exm. Sr. presidente negou provimento.
Nada roais bouve e euearroe-se a sessao
nma ora da tarde.
Calves di Sirva Pereira; o ijnal & acha c)
locado na sachrisUa. ..arkat ir
.BOIICA.
Contina, esta parte .do eslabelecimeato a
timada a soluccao desta
fot aiada em juizo a
AsaccSes propoitas por
a Costa, testamenteiro de
sasfaaer .os fus. para que .Coi iostmi? faairfctontra Banto Alves da OQffL
cabeado oeste lugaloovar o zelo pericia e se em estado de enhora^feita 00 eogeqhofo Pro^a^ias prendas readltonM
Rea torio apre-ciliado pele seahar
provedor do Hospital Pertaguez de
Beneficencia em penambac>, Bai-
celino Jos (ioncalves da Fonle, a
entregar a admnistraco do roes-
mo hospital, nova junta eleita
para torrente anno e approvado
em7dejnlhodei867.
Sinhores socios do Hospital Portuguez
ie Beneficencia em Pernambuco. Em
enmprimento do que dispoe o 17 do arti-
go 39 dos estatutos que regem este estab-
lecimento, venho perante vos apreseDtar o
rotatorio dos trabalhos da admnistraco que
hoje fioda, cabendo-me aqui dizer-vos que,
motivos imprevistos nos obrigaram a deixar
de cumpiir em sua integra o que dispoe o
artigo t& dos estatutos, pelo que espero nos
desculpareis.
ADMINISTRAgAO DO HOSPITAL,
A admnistraco do estabelecimento cor-
reu com a reiularidade necessaria, pira o
que cooperaram todos os membros da mes-
ma, tendo a lamentar a perda do nosso com-
panheiro Manoel Pedro de Mello, que falle-
cen em v'iHgera para a Europa.
Como ja yosjoidito pelas admioistrae-
passadas, o&rvico que pesa "sobre o pris
meiro becretario muitas vezes a causa de
se lornar irregular o tempo da entrega das
administracSes ; seria conveniente, qne esta
associaco, tomando em consideraco o ex-
porto, procurasse minorar isso a que cha-
marei um mal,
ASSOCIACO.
Nossa assciapSo, ainda se reseote da falla
de patriotismo de nossos coacidadSos resi-
dentes tiesta provincia, pois qoe sendo o na-
mero de socios activos em 31 de dezembre
de t8b5 763, entraram apenas em toio
anno de 1866 85, morreram e ausentar?m-se
desta provincia durante o anno 20, podendo
portanto contamos apenas com o numero
de 828 socios activos, dos quaes alguns dei-
xam de ser pootuaes no pagamento de suas
mensalidades. Para ver se seria possivel
dar oais desenvolvimento acquisico de
socios do hospital, o Sr. Livio de Souza e
Silva membro da junta, apreseoton em ses-
sSo da mesraa, urna proposta a qual affec-
tando artigos dos estatutos, e o ten deu a junta
dever nomear urna commisso, alim de esta-
da-la, nomeando para esse fim, os Srs. Ma-
noel Ribeiro Bastos, Joo Baptista Vieira Ri-
beiro e Joo Licio Marques; os quaes no fim
de alguna tempo deram sea parecer em favor
dessa propost como tudo veris no aooexo
sob n. 1, para coja adopc3o ser convocada
a assemba gera em tempo conveniente, se
assim o entender a nova administrado.
DJREGgAO INTERNA.
Gontin > da raesma forma na regencia in-
terna do estabelecimento o Rvm. Joaquina
Themudo de Lima Merelles, que tem exer-
cido com zelo e actividade as fuacc5es inhe-
rentes ao aeu cargo; assim como, lodos os
empregados que se acoam debaixo de sua
direccao ; havendo-se dispensado um enfer-
meiro, om criado e um feitor, por assim o
entender necessario, ticando o ser vito deste
ultimo a cargo dos escravos do estabeleci-
mento.
ORATORIO.
O oratorio contina a prestar os benefi-
cios a conferios aos enfermos do estabele-
cimento e ao publico; celebraram-se nelle,
as solemnidades, missas e suffragios deter-
minados no regalamento ioterno.
A junta deliberou mandar celebrar missas
nos anoiversarlos dos fallecimentos eos nos*
sos socios benemritos, peto descanco de
suas almas.
Alm das ajfaias existentes ao tomar-moi
conU da admnistraco techo a adiccionar
mais as offertas sagaintes: am cata de pra-
ta pelo Sr. J0S0 Garlos Bastos de Oliveira;
nma caldeirioba de prata potos Srs. Narciso
Jos Nstto e Manoai do Cont Guadas: um
frontal de damasco roxo com galio e raoja
de ouro fino peto Sr. Antonio Jos Fernan-
des, e nm pequeao a i$o oratorio em ver-
ba testamentaria do finado Francisco Gon-
htitmbro ie 1867.
i
H**

cor-. Uesr- fos
aga i .
;da.*lsa. Sr. Antonio
Oaorto.
MaWdasVoo esapregado que a diriga. Em
lagar cooaeteot vetis a cifra de soa reca-
ta e despeaa o resultado da eonta de lacros
e pardas, o qaal lisoageiro para um esta-
belecimento desta ordem.
OFFERTAS.
Peto nosso socio o Sr. Jos Caetano de
Carvalho foi oflhrlada urna estante com h-
vros._______.
Pelo Sr. depotado portaguez J. C. Vieira
de Castro, fram offertados mil exemplares
de seas diseorsos partamentafes, dos quaes
se acbam distribuidos 684, e em ser que
passam nova administrado 316.
Pelo Sr. Antonio Yalelim da Silva Barro-
ca, forarc offertadas dez pecas de imdapo-
jo, que foram applieadas para roupa das
enfermaras.
Pela demonstracSo da contaasmlas
veris qoal a importancia das offertas rece-
bidas durante o anno de 1866, assim como
os nomos dos offertantes, os quaes merecem
nosso eterno reconhec ment.
Os Ilustre senhores, aquem pedimos
para promoverem no -MaranhSo e Babia, a
acqoisicSo de objectos para serem expostos
aqui em nosso leilao de prendas, nos remet-
teram os constantes das notas aqui anoexas
sob ns. 2 e 3, os quaes tendo chegado de-
pots da poca dos leiles, n5o poderam ter
o fim que eram destinados o auno pas-
sado ; pelo que, passam a nova administra-
cao, conjuntamente com outros recebidos
para o mesmo fim; como da- nota n. 4.
Neste acto solemne cabe a junta e a asso-
ciagao em geral, agradecer aos mesaos se-
nhores a dedica^o e disvelo com qoe (fra
d'aqui) desempenharam essa tarefa; e aos
offertantes o reconhecimento pelo pi e ca-
ndoso auxilio que prestaram a este esta-
belecimento.
ANNIVERSARIO.
O anniversario foi solemnisado com a de-
cencia precisa, sendo .a concurrencia dos
visitantes animada tauto no da deste como
no domingo seguinte, emque tiveram lugar j
os leudes das prendas offertadas om favor
do estabelecimento, os quaes produziram
como se .cha n demonstrcae das esmolas,
2:83/J600.
PROPOSTAS.
A directo da real Sociudade Portugueza
do Beneficencia eseseis de Setembro, na
Bahfa pr-epoz em officro qne nos dirigi em
26 de noveibrtr do^nno passatto, a accei-
taejo de reproci iade de soccorros aos so
cios das mesmas ; mas nada deliberamos,
por ser preciso que todos vos tomasseisco-
nhecimento detla, c9;mo veris do annexo/l
sob o. 5.
A sociedade de beneficencia Allemi nesta
cidade sob o titujto Dentscber -HuMfe Ve-
reon propoz em 16 de jaoeiro ^| %1 de
fevereiro est assosiago entrar com orna
cota certa e determinada por aneo, afim de
serem neste estabelecimento trtalos os
doentes a que a mesma, associcSq tiver de
prestar seus soccorros de beneficencia, esti-
pulando-se condices entre ellas ; como nn-
Ihor veris das mesmas propostos sobiu_6
sobre ellas deliberareis em tempo.
BENS SE MOVENTES.
Alm dos escravos ja* existentes qnando
tomamos conta da admnistraco, foi offer-,
tado a este po estabelecimento, pelo aosso
socio o Sr. Jo5o do Reg Lima nma escrava
de nome Felisbella, a qual se acha prestan-
do servicos ao hospital.
Os Srs. Joo Francisco Paredes Porto e
Jos Lopes Aletxo, tendo recolhido1 ao hos-
pital doos escravos para serem tratados, em
seguida os offertaram em compensaco das
despezas por elle.feitas com seus curativos
mais estes escravos dentro em pouco tempo
falleceram.
OBRAS.
Concluio-e o raio do norte, devidindo-se
em quartos para doeutes de primeira classe,
cujo fim tem sido bera preenchido.
Ha grande preciso de concertar a co-
bertada parte antiga do edificio, por se acbar
{.arruinada e assim lambem fazer alguns re-
paros na coberta do oratorio. A pratica
tem mostrado, que se toma necessario pre-
parar accommodaces proprias para alhea-
dos, para o qne talvez se possa approteitar
alguma das casas contiguas ao hospital.
. GALERA DE RETRATOS.
Esta galera se acha enriquecida com os
retratos de mais dous bemfeitores deste po
estabelecimento os Ilms. Srs. J. C. Vieira
de Castro e Francisco Jos Pacheco de Oli-
veira.
LEGADOS.
Em virtnde da disposicSo testamentaria
do fallecido Joaquim da Silva Lopes, man-
damos celebrar nma missa rezada na igreja
da Madre de Daus, no dia de S. Joaquim.
Do legado deixado a este pi estabeleci-
mento pela, mesma verba, nada mais se tem
recetado, alm do mensionado no relatorio
da admnistraco de 1865; isto por nao se
aciiar concluida a liquidaco de seu espolio.
Tambem esto por arrecadar os ligados
feitos a e>te hospital: o de 500,$, pelo fi-
nado Joaqoim Mendes Freir Yianna ; e o
de lo:>,5, pelo fioado Jos Mara Barboza, o
de Antonio Jos,. Rigueira contina em es-
tado letigioso. O de Joo Vieira Lima, adia-
se no mesmolp em que estava a entrega da
administradlo transacta ; com quanto techa-
mos feito as diligencias precisas para con-
seguir-mos a reaiizaco de seu etnbolco ; na-
da conseguimos se nao a esperauca, que nos
ha manifestado o Sr. Dr. Antonio de Mene-
zes de Vasconcellos Drumond, filbo e her-
deiro do finado brigadeiro Gaspar de Me-
nezes de Vascoacellos Drumond, de fazer ef-
fectiva essa realizado.
QESTOES JIMOAES.
Na lide obstinada qne Mathias Lopes da
Costa Maia sustenta caprichosamente contra
este pi estabelecimento, e que esta no co-
nhecimento desta associacio, depois de ter
seguido differeutes tramites, como veris do
documento n. 7 fornecido pelo prestimoso
aosso socio Sr. Manoel Ribeiro Bastos; foi
ltimamente poeta em praca a parte por aquel-
lo penhorada do sitioCajueiro.
Eotndendo por esta occasio, qne o hos-
pital devia ser sanhor da parte em questao
para evitar em futuro maioras embarazos;
adiaotei a .nantia de 4:010^000, importan-
cia do valor da adjudicado, que.pessoal-
mente recom ao deposito' publico, visto
nio existir eotao dinheiro: em caixa nem a
qnantia recomida para asta fim e depositada
pelo nosso socio o Sr. Bernardino Gomes de
Carvalho; por ter sido distrabida para ne-
cesidades do hospital pela admioistrafio
passada Entretanto ainda nSo se acha ul-
s. Srs. Quntelro &
Pinto
no dia da festa
91

maaraai auanas que o
par oaaasiao das mesmas .
RaaatH aos membros da junta
coa awKeacao para obras a an-
niversario ........
O que otfagoo o padre regenta,
prodoaa da venda de fructas a
ootraafaquenu vendas, como da
sua nota..........
Recite, 31 de deiembro de 1866.
O 6crflta\rlo
Jtroiyw Jaafuu Fwu fQlivetrM.
lappa nasolagica e aecralagico 4o Hos
pita I Jortaj;rjez de Beneficencia no
auno de 1866.
I "b"! au
t

LA,/I AM, %
i 1 -t:"
Sil
I 1 '
Abcessso...........
Adonite...........
Alieoaeao mental...
Amelecimesto cere-
bral.............w
Aoaxarca.......... i i
Aoemia...........' |""|Af|| "1 -y---
10 Benaa Alvos dar>ux,eomo m'eihor
veris do docameato n. &
Neste lagar cabadme re'-ommendadarao
vosso reconhecimento a dedicarlo, activida-
de e inters com que o mesmo nosso so-
cio Sr. Manoel Ribeiro Bastos, de to boa
vontadese tem prestado a dar andamento aos
negocios do que se ten encarregado por
parte deste estabelecimento.
MOVMENTOS DAS ENFERMARAS.
Pelo mappa junto, sob n. 9, fornecido pelo
zebso medico deste estabelecimento Dr.
Prxedes Gomes de Souza Pitanga, varis o
movimento dos doentes relativamente ao
anno de 1866. ,
Por esse mappas conbecereis qne o n. dos
dseotes entrados (inclusivo os" existentes no
fim da admiuistracSo passada) fot de 336,dos
qnaes tiveram altus por terem sido curados
261 fallecidos 47existentes no fim do dito
anno 8.
Continuam a ser tratados gratuitamente
os guardas nacionaes doentes dos que esto
aquartelados para servico nesta cidade de
acord com ^offerecimeoto feito ao gorenio
da provincia pelas administracSes .transac-
tas.
MOVIMENrO ECONOM CO.
Pelo bataneo que encontrareis aqui soba. Aaeawrbea........
10, veris que a receita do estabelecimento Angina............. i i
durante o ann de 1866, incluindo o saldo
que passou da admnistraco passada, foi de
30:8450085, ea despeza de 86:7745621,
passando para este anno o saldo de........
4:0700464. Tambem pelo mesmo bataneo
veris qual o estado ouposico desta carido-
sa associaco.
Cabe aqui dizer-vos que devendo ser o
mais forte esteio desta associaco as mensa-
lidades dos socios eos quautitativos pea en-
trada de novos; nenbuma destas verbas-tem
chegado ao. ponto que deviaprter atingi-
do, isto devido ab inlifferentismo de parte
de noss >s compatriotas aqui residentes. Como
veris do mesm? balanco a receita das pri-
meiras foi de 6:883,5, e a dos segundos de
:125.
Felizmente as esmolas e as dadivas com
que a constante caridade dos habitantes des-
ta provincia e mesmo de outras tem auxilia-
do o nosso pi estabelecimento, ho coacor-
rido bastante para a sua suslenlaco.
Para mais regalaridade entend deixar en-
cerrada a escriytoraco do movimonto eco-
nmico do Io de ximo findo, como podereis ver dos livros
competentes cujo resultado :
Entrado, receita.....9:790(5064
Adiantameoto por mim feito. 5:00 5000

14:790*5064
Sahido, despeza. % 14:139/5379
Saldo que passa a admiois- ..
traco. ...... 6605685
-.#01960
2:
5f40J
3:000*000
aneo
*i i\
esiratros. ...
Ferreiros,......
Ferradores......
FbnlleIro.....v
Guarda nacionai.
Lilhoiupbo......
Marcineiro.......
9:3Z5*8Ji .-
PasWfos.
Poareiros. .
Sapateiros...
Ralaadoraa..
SamltieiM..
Forneiro. .
Tra
Violeiro,
Dos 47 fallecidos eram
1.
!
. i.
.
a-
. i.
3
a
4
5
3
3
a
i
i
350
1
Ise
*H!
podam ordlr
Qffem traa a
aiS>taaleaidi(i-,
nio desconfa dos magutraloa a desaorHIa delle?,
*tf
I
16
19
10
47 destas erara :
De 1 a 10 annos
De 11 a 20 >
De 31 a 30
Da 31 a 40
De 41 a 50
De 51 a 60
De 8Lx_ 70
De 71 a 100
>
i
i


0
0
10
17
11
3
l
'
ti
Seado :
47
i

Aotrz ........iiti*
Artberite............. i
Ascite..............
Aslhuja............
Bleoorrbagia.......
Broocblte........... i
Broncbo-pnlmoola..
BiMibas............. i
Babao.............. i
Caocro do penis.'.... i
Ceros venreos... 2
Caria da cnstella.... i
Gerebrite............ up

1 1
g
6 1
|
l
a 2
a fft
6 i
j
3 2
Gestita............ i i l i
1
t
2
2
1
Coto*..,............
Coogesto cerebral.
Contusees /./,,.
Dafttiro...........
Biarrhea............
Blefaotiases do-es-
croto.............
Embarace gstrico..
Eotero-coli{e..'..;i,.:>''<<' :s%^
Erysipela.........., i
Escarlatina......... ~ 3
Escorbuto........... 1
Escrofulide......... i T
Estreitamento da are-
la................. 3 2 (S)
1 1
I
j
1' '
a (V
7 1
2
3
i
3 II
1 int
Pleuresa.
Pulmona
Periostlte. .
Quelmadura
iineumatlsmo.....
, Mr,nhi> a beae^arampao. .. .
,Splenite............
Supressao de trans-
pirado
Sypbilis
Syphllde
Titano................
Toberculos pulmona-
res .......
Ulceras.
Varilas.
Vermes
Dos 336 erara
1.' classe
2. i
3/
4.'
14:790,5064
Finalmente conclnindo, farei menco da
maneira attencosa com que se portaram os
kn'eus dignos cempanheiros, ao3 quaes nesta
solemne occasio me confesso reconhecido
pela franca cooperaco que prestaram ahxi-
liando-me com seus conselhos para ode-
sempenho desta tarefa que me foi por vos
confiada. Pesso-vos iudulgencia pra^ as
fallas que teoha commattido durante a ad-
ministr?co e para as la moas do presente
relatorio. n
Felicito ao Hospital Portuguez de Benefi-
cencia em Pernambuco peta acquizco do
sea novo provedor o Sr. Miguel Jos Alves
e seus companheiros, cujos sentimentos de j Parapigia"
caridade e zelo sao por todos nos conheci- *fio.
dos.
Hospital Portuguez de Beneficencia em
Pernambuco, aos 7 de julbo de 1867.
Marcelino Josit Goncalues da Fonte
Lista das prendas obtillas
fict dos desvalidos existentes no Hospital Par-
tupez de BeoeGcencia em Pernambaco pela
commisso abaiio assigiisda.
1 iiuadro a' aquarela em pao com a- sagrada
Vernica; offdrUdo pela Exma. Sra. D. Natalia
topes Ferreira.
1 grande qaadro a crsyon com Santo Antonio;
idem pela Exma. Sra. D. Joanoa Lopes Ferreira.
1 qoadro a dous crayoD*, representando urna
moga ao sahir do quarto de dormir; idem pela
Exma. Sra. D. Luiza Lopes Ferreira.
i almofada de oasemira branca bordada a froco ;
idem pela Exma. Sra. D. Marianoa Lopes Ferreira.
1 almofada de velado carmesim bordada a cun-
tas brancas ; idem pelas Exmas. Sras. directoras
do collegio de Saut'Aona.
1 toalba de Irlanda, de linbo, com um rico tra-
ba! o de aberto, e renda as ponas ; idem pela
Exma. Sra. D. Hara Joaquina Lisboa Bacellar.
1 palma para mi de Saato ; idem pala Exma.
Sra. D. Mana do Carmo Job dos Santos.
. 1 g ih i de flores de laranja ; idea pela Exma.
Sra. D. Ricarda dos Aojos Moreira.
1 palma com nm passarinbo; Ideal pela Exma.
Sra. D. Rosa d'Oiiveira Santos.
2 Hocos para (Impar penoas; idem pala Exma.
Sra. D. Rosa Pereira Ramos.
1 palma com doos cravos; iiem pela Exma.
Sra. D. Mara Franco de Sa'.
1 quadro para ornatos; idem pela Exma. Sra.
D. Mara Dtela da Silva.
I par de sapatinbos com tacos; idem pela Exma.
Sra. D. Victoria P. Ramos.
1 par de ditos ; Idem. pela Exma. Sra. D. Ray-
os and a dos aojos Goncalves.
1 dito ; idem pela Exma. Sra. D. Adelaide Rosa
da C Soeiro.
1 bouquet de cera; idem pela Exma.Sra. D.
Rita de Cassia da Silva Gomes.
i tapete; Idem pela Exma. Sra. D. Francisca
Mana Franco Sa'.
1 quadro, ponto de pete, representando om
lobo { dem pela Exma. Sra. D. Amelia Augusta
Lima Pinto.
1 leoco de labiryntho em cambrala de liube;
idam pela Duna, Sra. D. Mara Custodia Souza
Fragoso.
i almoda bordada pata toocador ;. idem pela
Exma. Sra. D. Aoaa Amelia Baptista.
1 lenco de labyrlntno em cambrala de linbo ;
dem pela Exma. Sra. D. Apoloma Juiaa da Cruz
Fragoso.
1 leogo de dito dita; dem pela Exma. Sra. D
Francisca Helena Ribeiro Almeida.
1 qoadro pintado d'oleo com nma paisagem :
idem pelo Sr. Autoaio Jos Moreira de Souza.
Maranbo, 5 de outubro de 1866.
. Agostiobo Coeluo Fragoso,
loaqum C.iho Fragoso.
Candida Cesar da Silva Rosas.
Jos Jola Alvas dos Santoa
Aotoo Jos Moreira da Sonsa.
Recabeu se tambem, viada da Babia, urna rica
almofada offerlada pelo Sr. Jos Caetano Ferreira
Espiabeiro.
Pebre beliosa...... .
Pebre p?roiciosa....
Gabre tyduda.......
Febre intermitiente..
Ferida de arma de
fogo..............
Fractura daeoxa....
Foronenlo..........
tiaslnte..............
Gastro latarite......
Gaatro-aepaiite.J...
Gasiro-bepato-sple-
nite.............
Gangrena de escroto
Hematocile..........
Hemorrboydas<.....
Bemophlses.......
Hepalite............
Hpato pulmona...
Hepatosplenlle....... -
Hernia..........,
Hidrocelle... ......
Hydropericardia.,..
Hyrotborax.......
Inte...............
Ictericia............
Laraagite..........
Lariogo-pulmonia...
Lipoota.........
Melieeres......
Mielite ........
Mioengite.......
Upbitalmla......
Orcbte........ 1
1 1
Africanos. .
Brasileiros..
Americano .
Fraucer.
Portuguezes. 39
3
7
1
I
35

Os quaes eram :
47
Solleiros t8
Casados. 14
Viuvos... a


47 cujas profissdes eram as seguales:
Agricultor.....
A laate......
Carpiateiro. .
Caixeiros.....
Gigarreiros. .
Coaureiro ....
Cosinbeiro.....
Macliioista,
Litbograpbo. .
Martimo. .
Mendigo____
Negociantes. .
Padiro. .
Pedreiros. .
Sapaleiro .
_ Traoalhador.,

1
1
1
6
i
3
1
5
t
1
1
47
praticaram
-i
l
Dem nstrac das masas leitas ni Haspkal Pr-
ttaam a> Benefcetoia mi Pcrnimbao, aa aa-
aa de 1866.
Recebido de bemfeitores .,
Ideando Illm. Sr. Fraucisco Jos
Pacheco Oliveira......
dem do Iiim. Sr. Joio Pereira Ra-
bello Braga........
dem do Illm. Sr. Anioaio Lopes
Pereira de Mello......
dem do Illm. Sr. Manoel Joao d'A- '
mora ...... .-'."i'->
dem de om pManiropico ,
1:300*000
1:000*000
*WO
30*660
aowoo
10#O00
J

34 301 261
161 sendo 69 socios pobres
142
32
"



Sendo
336 destes foram:
De 1 a 10 annos
De 11 a
De 31 a
De 31 a
De 41 a
De 31 a
De 61 a
De 71 a
De 81 a
20
30
40
50
60
70
80
100
l
52
134
90
35
15
9
O
0

I
Africanos..... 10
Allemo......
Americano....
Austraco.....
Bras.ieiros
Francezes.....
Hespannol....
Ingles.......
-
.
336

1
1
1
36
2 DS
1
'
Italianos...... I
Portugaazes.. 291


336 dos qnaes eram :
Solleiros.. 249
Casados... 62
Viuvos... 25
"336
Que se djstlogalam por seas profissoas da ma-
Mira seguinte :
Actor......... 1

Agricultores.....
Alfalates........
Bolieiro.........
Ciidereiro.......
3
S
1
\
Canteo.........
Carpjna......... 1
Carplntelres..... I
Carroeelros......^"f
CbapeHeifo...... 1
Caixeiros........ 58
. Cigarreiros...... 6
Costureiros......
Coafeitere...... 1
Criados.......... 3
Cosinbairos...^. 5
------------------ 11 ''
(1 Foi operado.
(2 Foi operado radicalmente.

15 Eotroo moribud'o.
(6 Fol operado radie
i
. 61
aimoatecom *!(>. do
(? fo[ qparado,#ei* dliat eso.
( I
aleooL
(7) Forana operados radicalmsate, sendo 3 com
alconi e 1 com iodo.
(8) Entrn moribundo.
W Waserifo.
(i Foi osando.
N. B.Dorante o. anno se praticaram quue
operac5es de primeira ordem todas com bom re-
saltado, e crescido numero das de pequea ciror-
gia da mesma forma bem saccedidas.
Reoife 12 de marco de 1867.
Dr. Praxede Gomes de Souza PUana-
-------------i > tnm
qoe s Ibes serve as navas, onde
seas tramas, a-tramar seos enreos.
inwwa naa dlatuaia> vmutnmi
quem at a imprensa arada, cbajaundo sobre ella
o odioso, para desviar dalla as vistas dos magis-
trado?.
Baati-rae, ar.awa Mama tedo ate horror
impraa, porque /fias vaaaaa do Jnlgamenio de
noaa asa troaaatea a1 Impaaan urna proposu a
tres pareceres relativo* a nosa qoestao, mas com
a acoposia adolurada, na dos pareceres que
ainda assim oao raspoaata siaalia, mas que falla-
va carne m livaaa ea vista anvessas allega^des t
E porque o Izeatei* na veaparas do jaUameoto,
qnando ao estafa tora, a aaa> havia lempo de se
ttabeleeer devldamente a qoestlo, e a faxer nova
proposta na conformidade delta, qoando assim sa-
biels que nSo bavia lempo de se vos responder ?
Usar assim da imprensa confiar nos magistra-
dos, oa sorprender a todo* f
Continuemos, pots, mea to, ambos nos com a
mais plana eonOanca aos magistrados, vos todo se-
rapbico e evanglico, at contente e cbeio de sa-
tsfaco com as senteacas qne tendes tido contra,
fleando a bypocrisia para mim, poraae don nm
gemido dorido, e appello para qoea me possa re-
parar a propria lojostioa ; tos ebeio de borror
contra a imprensa, o vmdo sempre a esta fonte
venenosa saciar nao sei que cede que ota deviels
ter, altala a vossa tbeoria; e eu conlinaando a
estima-la e a osar delta am aboso, porque creio
qne assim nao se (alta a cooiaoca em magistrados
um par llvre, onde toda aaeva -A lox da im-
prensa.
Sebasto de Carvalho ia Cunkae Albuquerque.
* Publicaces a pedido
poesa
.
MORTE DE MEU AMIGO O ACADMICO JOAQUIM
FERRAZ O.VLTta
(Recitada na missa do trigessimo dia)
On I nio fol sonho! ea vi... todos o viram
Fri cadverse extender np chao I
Todos choramos de joelhos, tristes.
No sepolchro do irmo f

. ,
a luz da anrora
....
Era to cedo ainda
Mal coniecava a esclarecer-te a vida
Yiajor. neta pisaste a areia santa.
Da trra prornettida I
Inda era cedo 1 a mocidade em festa -
Yinba em tou seio as iliuses abrir;
E tua alma sarria arrebatada
. Nos sonhos do porvir.
Vas ao looge abrirem-sea teusolhos
Herisontes interminos, risonhos ;
A mocte surpr'endeu-te na a!vorada
Descuidado em teus sonhos.
Deixaste-nosp'ra sempre I oh 1 ounca... nunca
Ha de apagar-se esta lembranca triste I...
GOmo nm raio de Deas passaste fulgido,
Como nm raio fugiste.
Oh! nao foi sonho I euvi... todos o viram
Fri caaverse extender no chao I
Todos choramos de joelhos, tristes,
No sepalchro do irmo t
Podas dar patria muita gloria,
Mita luz, mu i os louros sciencia :
Espirito elevadotinhas tado
Virtude, inteligencia!
Com a mente accsa das ideias grandes
Promettias ao povo um defensor:
Dsse-te Deus mais vida sobre a trra.,.
Sobrava-te o valor 1
Eras de teus amigos o thesouro.
Eras o orgulho, a vida de teus-paes t
Hoje de ti s resta urna saudade...
Um tum'lo... naJa mais I...'
Mas d'estes prantos, que da trra sobem
E vo jQutar-se ao teu suirir dos ceas,
Os aa^os forman flores perfumosas
Que vao levar a Deus.
Enviado de Deusbaixaste i trra;
Porem saodoso para o cea surri&te,
E desalaste o too pelo espago...
E subiste... subiste I...
Hospital portuguea de bene-
ficencia em Fernambuco
A jauta administrativa, faz publ co que as
commissoes encarregadas de; agenciarem do-
nativos para o seu tasar de prendas* qoe
tem de eer exposto benevolencia do res-
peitavel publico, domingo $2 do corren te,
em cujo dia commemora o i2." anniversario
da installacao n- hospital, compoem-se dos
seguintes senhores:
Recife
Bernardino Gomes de Carvalbo.-T-Ruado
Apollo.
Marcelino Jos Goncalves da Fonte.Rua>
da Cadeia.
Manoel; Jos da Cuaba Porto.Ra da
Madre de Deus.
Joaquim Montana da Cruz.Ra da Cruz.
Antonio Lopes Braga.Ra da Cruz.
Santo Antonio
Custodio Jos Alves Goimaraes.Esquina
da ra do Crespo.
Manoel Ribeiro de Carvalho.Ra do
Qoeimado.
Jos Joaqoim Alves.Ra Nova.
Pedro Jos da Costa Castello-Brancs.
Ra da Praia.
S. Ji
^Joo Ferreira da Silva.Ra Direita.
"Jos Jeroiiynio da SilvaRa Direta.
Joaquim Antunes da Silva.Ra Direita.
Joaquim Jos. Leitaj.Ra das Cinco-
Pon tas.
Boa-Vista
Jos Alves Lima.Praca da Boa-Vista.
Joo Francisco Paredes Porto.Ra da
Im*S ratriz.
Jo5o Pereira Moutinho.Rua.da Aurora.
Flix Pereira da Silva.Raa da Impe-
ra triz.
Joaquim Ignacio Ribeiro Jnior.Praca
da Boa-Vista.
Capnnga e Passagem
Miguel Jos Barboza Guimaraes.
Francisco Jos da Costa Araajo.
Joaquim Ferreira dos Santos Coimbra
Guimares.
Cidade de Olioda
Angelo Baptista do Nascimento.
Antonio Ramos.
Luiz Jos Pinto da Costa.
A junta administraiva igualmente se pre-
valece da occasio para solicitar toda a des-
culpa daquellas pessoas que acbando-se no
caso, e desojando concorrer com o seu ob.ilo,
para alivio dos necessitados enfermos; fos
sem casualmente omittidas na disiribuico
das cartas pedindo donativos para o seu ba-
sar de prendas ; e roga-lbes que pondo de
parte esta falta involuntaria, se dignem re-
meter o que seus piedosos coracoes Ihes di-
taivm a qualquer membro das referidas com-
missoes ; at sabbado 21 do correte, e ao
domingo 22 a entregar no mesmo hos-
pital.
A junta administrativa pela sna parte, e
em nome dos seas compatriotas desvalidos,
que buscara lenitivo a seus soffrimentos, as
infci mai ias deste pi instituto, antecipa desde
j seus a gra iecimentos, a todas as pessoas-
que se dignarem por qualqaer maneira,
concorrer para abrilbantar o actual anniver-
sario.
Hospital portuguez de beneficencia 16 de
setembro de 1867.
A. A. dos Santos Porto,
secretario.
.
Oh nao foi sonho I eu vi... todos o viram
Levantar-se fulgente na amplidSo.
E curvamos a fronte reverentes
E adoramos o irmio I
Recife 16 de setembro de 1867.
A. A. de Carvalhal.

ta oalvadtr de Skuira Ca-
Yalcaiti.
Condemuando a impreosa como maia de diseu-
tirse quesloejudicues, pela aoaflaoca qoe dizeis
leudes oos magistrados, viaes a impreosa res-
ponder a* minba caru em qoe eu manifestava nos
termos mals-deceoia o meo reseatiaeolo pelo
modo com qua ae laida tratado, depois de vos
ter valido no maor aporto, para me nao pagardes,
e conseguiodo com as vossas falsas e injuriosas
alegacoes, urna senieDCJ, que espero convencer
qne foi contra o direita, e qoe no entinto me inja-
ria em seos fundamentos.
E vlastois todo serapbico, assim eendemnando a
impreosa para esse Qm, e aiada servindo-vos detla
para o mesmo flm, chamndome bypocrita, porque
exprimo a minba ddr pelo modo por qoe me leu-
des tratado, sosa exasperaeio nem rancor.
Julgaes-me por vos, ou aaentaes qoe s vos po-
dis ter resgoaco e f nos trtbaoaes e na justgaT
Onde parecer' que deve kaver mais antes bypo-
crisia, no nado porqae fallei ou no modo porque
recebis at as seotencas contra, no que fallaos at
com satlsfacao iateira, com o mais fraoco riso nos
labios, como se tallassels de cousa que seja fortuna
para vos T
D'oode velo a theoria da Mu da eoaflaoca nos
magisiraios ando a tra o' impassu* s quea-
loes pndenla de decisao T Sao- porvantora as
questes jodiclaes coo.'as que a devem tratar em
agreaa e na treas? ftst rneorta em regra dos
velbaeos qaaharroriaoiaimpreaa^foa da raalor
luz Uoaao, porque lioxrariaia toda a liu i por-




COMMEBCIO.

PRACA DO'RECIFK 17 DE SETEMBRO
DE 1867.
As 3 H bera da urde.
Aigodo lsortS11#8W.por arroba.
Silvelra.
Presidente.
Si,
__
Novo Banco de Pernambuco
fin liqnidaco.
0 novo banco paga o 19 dividendo de
5(J00 poraeco, nosdias uteis, das 10 ho-
ras ao meio dia. |
Calxa flllal Ao Uauct ala Brasil
em Peraambnco, aos 26 de ja-
lho de 186.
De ordem da directora a Uz sclenle aos Srs.
accionistas, qne o tbesonrelro esU' aolorisado -
pagar o 27* dividendo da acedes do banco do Br
sil, inscriptas n'esla caixa, a' razio de 12J0O0.
* ciO Ruaida-livrcs
Iguao Nones Correa,
. .i-
N\>vo banco de Pemamlmoo
Para conhecimento dos interessados a di-
reccao do novo banco declara que a partir
do 1. de setembro do crrante anno, o ban-
co entrar em liquidado.
Recife 28 de agosto de 1867.
EM UQlDACllO
Novo banco de Pernambaco
SSo convidados os Srs. accionistas a re-
ceberem o primeiro divideodo (en moeda
correte) de trinta por cento do capital,
trazendo as acc3es para irem sendo annulla-
das; nos-das uteis das 10 boras ao meio
dia.
REGKBEDORLA DE RENDAS NTER XAS
GERAS.
Rendimento do dia i a 16........ 18:2914136
dem dedil 17.................. 7191162
l*:OiOJ398




,. .H..III.I
aaaaaaBWBBBaaBBaSBSBBsBBBMaaBBBBBBBSSBBl
p
r

sr
WWWR^PiwB^W^Wwfl'f flWrTBsTfA"- war** -WwlwWIPiW BJrVWararaT
Recdi

CNSUL MXHWWJW

wm
UTO 00 POMO
rtli(l lili 1 ilfciimb
flac afra* a U.
Maraolio adri* loKrnwdios-MUiu t i* *,.
ri, vapor braiitlro Pirapama, commaadaale .
AntoitoGo?*!* Torres., jqoipagpm. 34, earga horas, Previ
aigaian oav<^iaat,Ta ttUtopwmAj
am, mitti
BlBft~l!*le n*coo* #WM irwoo, capltn Vi-
eaate Perrera da Costa, carga bacalhio oolroe
feaeros.
Cear-Barc aamaaafau fea***, eaaHao MI-

.
o
m
M
1*
DECLiBiCOIS.

Conseibo de compra*
de setembro de 1867. ...
O eeatibo preda*
do, raprios
de
16
prar 90 booets de po-
p*ra.tecaUii >
prffrmeqoefeeera^ppefoelM M'df4]0ft
reme, as 11 horas do da, que os bonets qoe en-
to cantralar devem Qcaaate** m*m**r*o ar-
senal no praso de 5 \i^J&fUmt*t Heonso
Jacome da Veiga Pessoa de Mellocorone! direc-
tor.Francisco de Paula Gon gal ras da Silva.,
cretario._________________.!
Pelo julaa ie orpaaos do (rato da dade da
Olinda, no da 18 do aqraBsHe, te;*' loga' a prega
para ser arrematada per venda a lanera ka na
loja do sobrado do pateo do Amparo, denominad
Ponto da ^'rrW'ai I"*'" *lr de 604*700, cuja
taberna parteo**. ao casal do loado Benediio
Jos Daarta.Cerlm, deveodo ter logar a dita Pra-
ga porta ila mesma taberaa para mals faciilda-
de dos licitantes pdero tambera ser ad rn latidas a
arrematar pwkxm* >_____________
Pica registrado nesia data o contrato de socle-
dade em commandita, de Jas Somas VlHar 4 C,
WA81U B
na
DE
es
Do porto do en esperado
ate o da do enmate am do
vaporee da eovnpantaia, o qual de-
po da daraori to oastume te-
^r-M&JF*"* P9"0 norU
j-se desde a pssageiros e encaja-sa i
carga que vapor Poder condttflr ti qoal devef a"
ser embaroana no a de soaetiagada, ticeomea-
das e dinbelro frw we o di da saetta a t
V paseagelaos qoe saas
e sa--Jrtcabaar tiesta agepcia roa da
a.7,.rtraj*r^4*AmBlTjrjrx det3!ivel-
ra Aaavaio* ft I
imm
rmmn nmmtwk
bol
Naveg,** Mstcira por Titr.
ato fiio Fttaaoso t o lugar deaoaioado Pwlri
ijwtsSJprss
sarau srssr
merma, poiif BtooeXtnlllr.o
-.* fra*;,escotarlo Forte do
Hatos n. i, ^ ^
Babia.
^T-
Pretende segnir com multa brevidad o veleiro
eteaacci|eqrdBIMbo[e Dous Amigos, tem par-
te de seo carregamento prompto, para o resto
que ibe falta IraU-se com os seos consignatarios
Antonio Lnii deOliveira Aieveo dt C, no seo es-
criptorio roa da Croa n. 57.
....." "' p*jl aa.
d.n'\ vWtPono.
Pretenda tegiir car multa brevidade o veleiro
palhabote portuguez Nova Sorte, ten parte de seo
carregamenm engajado, para o reata, que Ihe falta
trata se cea o seus : consignan*ios Antonio Luiz
de Otlveira Azeveda & d, no saB*ascrlptorio roa
da Groz n.I7.
io de Janeiro
estabelecidos oesta cidade com negocio de fa-
seodas eio gro^o e a retalbo, eom o capital de
91:1574778, para o qaal entra o socio Villar com
47:0611*05 e o eommanditario eom 44:I9&&.
Secretaria do tribunal do eommercio 14 de se-
teubro de 1867.
O offlclal-mator.
Julio Guioajtan. _
I &fnerra

O coo-Hibo da cDmoras -d arsenal
precisa comprar o seguate :
1820 varas de algoiaoianho.
1 baodera brasileira de Alele grande para for-
talett.
1 dita dita de dito pequea.
As pessoas qoe qaizerem vender ditos artigas
apreseatem suss propostas na sala do cooselbo as
11 horas d? dia ti do correte.
Coosslho de compras do arsenal de goena 17
da setembro de 1867. Jos Mara Ildefouso Jaco-
me da Veiga Pessoa de Mello, coronel presidente.
THEATRO
DE
S, ISABEL
EMPKEZA--COIMBBA
Quarta feira 18 de setembro
A r.ri-.i,.ra r-'presentag5o do magoiSco drama
em 3 actos, intitulado
SIM\0 0 TANOEIfiO
ork'ioal do Sr. J. Romano autor dos celebres dra-
masViole Nove, Martyres da Germania, Minuel
o Toroeiro etc..e qoe oesta nova eompo-igo se
esmerou na exibieao da verladeira aristocracia da
nonra e da probidade veoceodo a subordinando a'
virlude a baldfa aristocracia dos pergamlnbos, no-
doados pelo vicio e pela liberiioagem.
PEHSONAGENS.
Sirai, o tanoeiro.......Sr. Raymundo.
Mrquez de Santa Comba. Tbomaz.
Carlos, conde dos Cadafae.-. > Peregrino.
Pedro, cootraniestre das tanoa-
rias..........
Tbomaz, aprendiz. ;.....
Manoel Mara, agiota.....
Vasco. \
HSu. -Wosoeopt
Amaral. ./
Jo', criado........
Mana, nata de Simo.....
Margari la, criada de Simo. .
Um tabelo.......
Operarios, aldeaos, criados etc.
O Io e 3* passam-se em Villa Nova de Giia, e o
2o em Lisboa.
A segunda represeotago da chistosa comedia
em 1 acto, ornad do msica, do repertorio do
ther.ro Normal Portogoer.
Historia de um vintem.
represntala pelas Sras, DD. Bernardina e Julia, e
os Sr?. C. de Lacerda e Jordani.
Tarmiaara' o espectculo por pedido de algons
frequemadores, com o muito applaudide entre-acto
cmico desempeobado pala Sra. D. Jesalna e o Sr
Teixeira.
Os dous infermos
Com.gara' as 8 horas.
Lisboa.
Taixeira.
Sa.Ua Rosa.
Emiliano.
Guimares.
Freilas.
Jordani.
Barreto.
1 D. Falco.
Sr.' Jesuina.
Sr. Fretas.
>
i
i
i
>
>
Sr.
Pretende sabir com multa brevidade para o In-
dicado porto o veleiro patacho Gloria, per ter a
mawr parta de sea carregamento tratado e para o
reste qoe loe falta e escravos a frete trata se com
o coosfgoatario Joaqnim Jos Goncalves Beltro,
roa do Trapiche n. 17._______
PARA O AR4G4TY
Segu oestes dias o palhabote ila, para ear-
ga e pssageiros trata-se com Jos Si Leito J-
nior a raa da Madre de Dos armazem junto a
CO d-PANHFA PErAN^feUCArU
DE
Ifavegxgl easteira pr Yapar, j
Macei e escalas e Penedo.
O vapor Potengt, eommandan-
te Perelra, ;egae para os portos
cima no dia 30 do eorrente pe-
las 5 horas da tarde- Recebe car-
ga at o da.38 ; pssageiros, en-
commeodas e dmheiro a frete at as 3 horas da
urde do dia da sabida : escriptorio no Forte do
Matos n. 1._______________________^__
GOMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegago costea por vapor.
'Parahyba, Natal, Maco, Aracaty, Ceara' e
Acaracu'.
O vapor Pirapama, comman
danta Torres, sahira' para os por-
tos cima oo dia 30 do correte
pelas 5 horas da tarde. Recebe
c?rga at o dia 28; pssageiros,
encotiueu idS o diobairo a frete at as 3 horas
da tarde do dia da sabida : escriptorio oo Forte
do Matos o. 1.
Or.
O palhabote GartbMi segae em poacos das:
a tratar com o Sr. Quintal ou com Tasso Irmes.
LEILOES.
AVISOS MARTIMOS
MPAOHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
E' esperado dos portos do norte
at o dia 19 de setembro o vapor
Santa Crut, commaodante Gui-
Iberrae Waddington, o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para' os portos do sol. '
Recebem-se desde j pssageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir a qaal devera'
ser embarcada oo dia de sua cbegada, encommeo-
s e dinnetra afrete at o dta'da sahida as 2 ho-
ras. Previne-se ao3 Sr*. passagairo*. jji^e .as
pa-.-aR-a- s se recebem nesta .agencia roa da
Grur n. 57, escriptjrlo de Antonio Luiz de Olivei-
ra Asevedo dt C.
C0MPANH1A PEHNAMBUCANA
DI
NiYgaco costeira por vapeF,
Vl\ge>(3 beglares a Rio Formoso.
A compaohiaPeroambocaoade
.navegacio costeira por vapor,
/expedir' regularmente e aesde
| ja, para o Rio Formoso at o lu-
gar denominado Pedra, om.de
oeoi vapor,s nidias l, 6, H, 16, 21 e 26, regres-
saado nos das 3, 8,1118,23 e 23. Recebe qaal-
qoer carga, eocommeodas, passagelfos e dinhairo
a frete. Prego das passageo sem comedor! a*
A r. 8*000
Aproa. 3M00 -
Eacontraraj comedonas a bordpjwr ptca,.ra-
zoavel, es pssageiros. aaaassim o desejarem ^es-
criptorio no Forte do Matos n. 1.
De velas, cabus, Yergas, ferros, cor-
rentes, bot s e mais sbados da
barca nesgando la Isa lie'.
D. Modest da la Parte, capitao da barca hespa-
nbola encalhada oa lina de Femando de Noronha,
fara' leilo com aatorisago do Sr. vice-coosul de
Hespaoba, por intervengo do agente Martins por
conta e risco de qaero pertencer, de vela?, cabos,
vargas, ferros, correles e mais perleoces salva-
dos de dita barca e em presenca do m&smo Sr.
vice cnsul e de am empregado da alfaodega para
esta flm nomeado.
BOJE
No armazem do Cuaba no Forte do Matto, as 11
boras do dia.____________________________
LE 40
Deamapeqnena casi meia agoa.
O agente Pinto fara' l-ilo a requerimeoto de
Jos Praocisco Caroeiro e por despacho do Illm.
Sr. Dr. jale especial do eommercio, de ama peqoe-
oa casa desconcertada no becco do Diqae ou ira-
vessa do M mteiro n. (8 ontr'ora 26, perteneente a
a massa fallida de Naoo Mana de Sellas podendo
os pretendentes iram examioa-la, o leilo sera' ef-
fectuado as II horas do dia cima no escriptorio
do mesmo agente a' roa da Cruz o. 38.

-
Para
ii ni.:
I '
Segu cona arevvdad onartaan aaonaa tGracto
sa, capitao e pratieo losiMartaxa^aroira) Modo
j engajada boa parte do sea carregamento ara
o resto trata-ge com o respectivo eeaslgMiarid
Antonio de Almeida-Gomes, a' ra da Cruz i
ti, prlraeiro andar._______________-
Para o Rio d^ Janeiro.
Para o Rio de Janeiro deve seguir o wa9
breve possival o patacho oaiional Valenit.
qoe tem taaior parte da sus carga prompta,
Para a qoe ainmi \he felts e escravos a frete
ttau-se com o,respectivo capitn on oom
os cooiigaaariog Marques Barros dt C., na
Pra? da- Corpa Santo n. tildar.
De p de-fier*o, serrles de diversos
lamanli .s, m^rt lies, fechadnras e
cacaroUs estanhadas com ps.
HOJE
O agente Pinto fara'leilao por conta e risco de
qoem pertencer dos objectos cima meocienados,
as 10 turas do dia cima em sea escriptorio ama
da Cruz a. 38.
M-.i. t________
m de Paria.
Oecupan
Htel-Dieu (ervico
ELIXIR DO DB THERMES
appiei0.
koapliocs de Parto.
. aaeparaces ferruginosas a mais assimilaveis. O Elixir do D' THERMES empregado diariamente nos hospitaes de Pars e principalmente ao
culdade de Me .epalpitueoM das mu-
abusos de todos os gneros etc.
Paaia ou *rc> paUdas flaose branca, aacnaia depois das hemorrhagias, ou durante as onvalescencias de eores perniciosas, anffoeacoea.'e palpltaeaa das mul-
hsred pajadas, nao menos efficaz contra o rarhitisma o obra poderosamente para os bomens cujas torcas eatam esgotadas pelos trabalbosintdlectues, '
a dau de ama eelbertnna dcpoi de cada refeleae.
geral n pnarmacia, ra Reaumur 43,, em casa de K GALLOIS, pharaiaceutico do S. M. Imperador, place Vendme, 2, eaa Paria.
Bepealte en PEBS/IUBCCO, P. MAURBR r O, e em todas as Phamada ao Brazfl. _________

JL
,j ...... Bfegr^airV-..ih
Preasa-se alagar na roa eatreita do Rosarlo n.
32, 2* andar, ama negrioha de 12 a 13 annos de
tdade.
Precisa-se alagar"um sitio da Ponte de Ucba
at Sant'Anna : nesta tyaographia.____________
Precisa-se de ama pessoa habilitada para
caiieiro oa soeredade em negoel de molbados t
na roa da Matriz n.-35, segando andar.________
Atoga-se a loja n. 9 da roa Direita, e o !
andar, entrada pela roa da Penba : a tratar no
segando andar.
Aluga-se urna boa easa no Poco, ,4a Panella,
teodo excellentes commodos para passamento da
festa, alem da vaotagem de ser prouma ao baobo :
a tratar na roa do Imperador o. 83, i* andar.
AVISOS DIVERSOS.
Gabinete Portuguez de
Leitura
Ceiselho deliberativo
De ordena do Illm. Sr. presidente convocado o
mesmo conselho para serennir emsesse extraor-
dinaria, sexta-feira 20 do eorrente, as 6 1[2 horas
da tarde. _. __ j
1 Sala das sessrJes do conselho dellbsratlvo do
Gabinetepjrttlgoet de Lefora aos 17 d setembro
de 136T. |
. RrmiDo Aatoni Soolo Maior Raposa
____________. ~ ,-ejaiarH,Mi
Hospital Portngnez de beneficencia em
Peraamoaco.
A junta administrativa, em observancia do dis-
posto oo art. 102 dos estatutos, commemora oo
domingo 22 do correte, o 12* aniversario da
installacao deste po estabelecimento com a pompa
compatlvel com as soas frcas, pela fnaoeira se
guite :
As II boras do dia celebrar-se-ba em sea oro-
torio ml.-sa solemne, acompaabada de msica vocal
e instrumenta! derlgidaipelo digno professpr Colas,
sendo orador ao Bvangelbo o insigne pregador da
capaila imperial frei Joaquim do E-pinto Santo.
Urna Oora depois da terminada a feslividade re-
ligiosa, ter logar am mesa commom o jamar aos
enfermos nao impossibi itados, e condurido aos
leltos daqaelles qae o estiverem, sendo servidos
pelos Srs. provedor e mordomos, eom assi^teocia
Hvm. Sr. regente e do Sr. i)r. medico do hospital.
As i 1(2 boras da tarde dar-se ba principio ao
IeHao do basar de prendas a favor deste benfico
estabelecimento achaodo-se convenieatement) dis-
ponas as prendas a vista dos espectadores.
Durante este arto, e de quando em vez, se faro
uvir alteradamente escoladas pecas de masica,
devidas a habllidade e obsequiosa expoot;neidade
dos Hitas. Srs. socios das pbllarmonioas particu-
lares, Uniao Gommercial o Bella Uuiao.
As 7 e 1|2 boras da nauta cantar-se-ha oo oro-
torio a ladalnha em honra e luuvor do nosso pa-
trono 0. Joo de Deus.
O ho-pital estara' aberto desde as 9 horrs da
manba ate as 9 da noale, para ser visitado por
todas as pessoas que quizerem.
De dia e at o encerramento do estabelecimento
se conservara' na sua- entrada a banda da masica
di 1* batalhao de infantaria da guarda jnciooal
desta cidade, para tocar a intervallos bellas pro-
docas a gosto do seu bem conhecido raestre.
. Hipial Portognea de beoecencia, 16 de se-
tembro de 1867.
A. A. dos Saotos Porto,
______7_________Secretarlo.
-- Precisa-se de urna ama do leite : no primei-
ro andar do sobrado d. 40, sito a'' roa larga do
Rosario.
Urna pessoa habilitada dispondo de a guias
horas, propoe-se a tazar algama peqoeoa escnptu-
raco mercantil, dao-se as precisas informagoes Da
loja de looQ o. 2ft, sita a' roa larga do Rosario.
Aluga se o 1* e 2* aodar do sobrado dama
Nova n. 38, junto a ponte da Boa-vista : a tratar
na loja do mesmo apartide.
~ D-se por. aluguel m. moleque para
carregar taboleiro de miudezas no sobrado,
ni 26 da ra do Hospicio.__________
~Cas.
Alaga-se por aano ou fasta ama casa terrea
sita no Poco da Panella prxima a igreja, que fei
do fallecido Dr. Cimas, com grande quinta mura-
do e commodos para familia : a tratar com Leal &
Irmo roa da Cadela do Ke-cife o. 6.
Jos Rlbelro Bastos, subdito portugoz, reti-
rare para tora da provincia._____________
Precisa-se de ama cosiobeira para urna casa
de familia e qne d dador a sua conducta : qaem
se acbar oeslas circumstancias dirija-se a raa lar-
ga do Rosario n. 16, que achara' oom juera tratar.
Na mesm easa aluga-se nm moco para entregar
pao n'ama carrosa.....
j
1
/ AtteqQSo,
ieS Godofredo, cabelleireiro, tem o praxer de
participar ao respeitavei publieo, aos amigos e nu-
merosos freguezes, que passoa o sea estabeleci-
mento da raa larca do Rosario o. 21 para a casa
n. 14 da ruado Crespi, a qual anba-so decente-
mente preparada e com um grande e v>riado sor-
timeolo de cabellos para bem sati.ifaz.r qualquer
trabalho tendente a sua arle ; espera, pols, a pro-
tecco do respeitavei publico, de seos amlgo^ e
freguezes na coctinoacao de sua concurrencia, en-
contrando de sna parte agrado, sinceridade e pres-
teza.


Precisa se de ama mulhar que sirva para com-
rar e cwiahar : a tratar na roa da Saudade de-
ontedo q. 17.______________________________
Ga-eopeFerraro, .subdito italiano, retira ee
fara Europa, levando em sua compaobia sua mu
liir e cunhado de nome Francisco Bonann*.

Off
:erece-se
nm bomem para eaixeiro de engenho com bastan
tepratica deste servigo : qoem pretender dirija-se
ao Campa-Verde oo qaadro do Valerio, que achara
com quam tratar.
XAROPE.
de cascas de laranjas amargas
oe i. p. Laroze, pliarmaceatico
em Pars
3a annos de soccessos attestam a sna efficacia,
coma:
tnico excitante, para ajodar as fanc-
ces do estomago, assim com) dos intesti-
nos, e corar as doencas nervosas, agudas ou
cnronicas.
tnico anti-nervoso, para curar os incom-
modos percursores d8 doencas assim evita-
das, e para facilitar a digesto.
ANTt-PERiQDico, contra os caLafrios, calo-
res, com cu sem interraittencias, e qoe teem
por especficos as substancias amargas; tam-
bem efcaz ctfrttra as gastrite^ e as gas-
tralgias.
tnico reparador, para combater a ex-
haustaco do sangue, dispepsia, anemia, es-
gotamcnto, ioappeteneia, langor etc.
PILULAS be BLABCABD
M nvmtrto aa naaa nxTaiaav
Approvada pela Academia de Medeoina de Parix
______ aroitAii mo Gomuo aaatcai. sa BU fushisw
namCTTaniSHosBosmAs db vsmca, da blgica, da lauda, a miu,arc.|
Menfoii hmrotmi na, Bxpotifo Vniverfai, de Iftw-Tork, US, 14 Ptrit, isa.
Eta PUalu enroiTidis m'nm camad* reriao-biJftuca de urna tenuidade exeestlTa, tna
Tinlajem de ttttm lnaltermveU, mi ,akor, d pequeoo Tolume, cdcui cansara w
orrct digestivos. Corintio daJ proprtedade do Iodo e do SSaaot ella otaveal atUwW I
paloieote Das aJTeCfOai CUoroticat% B*crofulo$*, tutereulotat, Caiuronu, m lMiraaa. I
*yenorrhta, anemia, etc.; enflo), ellas oflerecem sos Bratieot ama BMdTcicifi das mah caer-
gicaj para modificar u coastitaiBes jrmsvUlicoa, (rata, a dmUUtrnm.
N- O MnM* a farro Impura m alasmio um anana
meato infle!, irritante. Corno prora do purera a da auUieneidade das
vcrSadelraa Malas de Manear, ere -aa xifir nos ceno je
rata reactiva e aatsa arma, aqu rcprodiulda qae eichi aa pana
inferior da un rollo verde. Deva -aa emonfiar aa ralsiacaeoa.
ebaari -ae em lodas as Pbarajaetas. PkarmmuvUe, rus fionaparlc. M. farit.
GRANULOS ANTIMONIAES
Da Doctear PAPIL.L.4.UD
Nove modkaoat para euracaS das molestias do coractS, da uthma, do eatarrho, da coquelucia,
da tisica, ate:
GRANULOS
Para a eoracao da anemia,
ANTIMONIO FERREOS
da ehiorocis, da amenorrhea, da nomlapas, narrases, das molestias
acre ftilosas, etc.

GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH
Para a coracao daa molestias, nervosas, das vis digestivas, dypepsias, ate.
VaftANCA. i Pkarmacia de E. MOUSNIER, i Sau]on Chareate-Infrieure).
!Bm Eio-de-Janeiro, Flix faraut, pharmacia, 77, raa Sete Setembro.
Sm Pernambuco, P. maurer et c*, pharmacia, roa Nova.
Em Maceio. FALCO DAS, pharmacia imperial.
j
Yende-se na Botica^Franceza ra Nova n. 25.
Para nmca'nalha petla ate 1er.
Quan 'o o abaixo assigoado guiz ss e^iabelecer,
cora'' da facto se estabeleeea a raa di InperatrU
D. 19, eon o deposito de geoeros a'imeatirli qae
.) delibra o 'U G'if.i'tor, foi anns petlirao Eso. ba-
rao do Livrameato qa^ sea compadre e protec-
, tor, ped Ihe qae o ntrolunsse ao eommercio, e
! derramarse sobre elle saa valiosa protec^ao o qae
o Exrn. Bario se prestou de bei vootade e coat-
i oa a prestarse desjnteressadameote, assim como
I teoa feito e fai a maitos, qae buje vivera rodeado*
Deposito ero todas as paarmacias 6 Casas ;d8 Kraodeas, como sabido e aotorio, latrodazio-
\ rlrno-ariae nn Rrasil se B0 commerC10 dnd8 ea nSj tiaba a rainiraa
fle aroganas no ra^L I relago. tem sustentado, e -ootloaa a sustentar
Expedigoes, em casa de 1. P. Lazore. rae ; meas negocios, quer graodes qaer pequeos, sao
des LioB-St-Paflrl, 2, Pars. \ vistas e sera segaraoca, levado apenas pelo seu
Deposito eaa Pernambuco, pharmacia de bem faz"eJ ?oraao d9 imrer livrar da '^na a
n. Maurer & C ra Nova n. 23.

um pai de familia e pai de um sea afilbado. O
Esm. Baro, para derramar o bem ao seio de urna
familia nao olha a ini-;r-.;--es e nem tSo pouco a
prejulzos: derrama-os somente para Deas o te-
compensar, e como ta maltrapiibo, lnsoleote ca-
j uIIi 1, avancas a espalrur pelos trapiuheiros des-
ta cidade que o Eira. Baro proteje-me, porque
vanugeos do alcatro do gaz sao bem/paleates e en d9inR"an,la de-aluns escravos ,oh,De
presencalas. All, fernpregado como agente pre- i fa nao ,e conhe> sHen? 'e CU5P'ri* na,cara> e.s
servativo de mMairaiverro, ate, qoaaoi expostas,la Jae"8 "'a Verdade de n"-nlia5 ,,,a,4Vr88 ""
Alcatrao do ga.
Os fius a que pode ser applicado, sao ain<1& pou-:
co condecidos no Brasil i na Europa, porm, as
Escola de meninas
Aon Tbeodora Simoas, compeieo! Jilate babi-
lua-li pala directora geral da losiracc 10 publica,
e autorisada pelo Exm. Sr. presidenta da provin-
cia ao emini elemaatar de meainas, seieoti&ea ao
respeitavei publici qae tem abena aaa aula raa
d)s Eto i-tis a. 15, seguadi andar, oade podara'
ser pro-ura la para os mysteres de sua proQsso,
cuio programma : 1er, escrevar e contar, don-
trina chnsta, aritbmetlca, nogois de grammatica
poriu.'ueza, masica vocal, custaras de todi o gene-
ro, comprebeadeado o labyrintb), marca, borda-
dos, e trabalbos de lia. Espera si;isfaier aos pais
de familias que Ibe epoflarem soasflteas_________
Precisa se alagar urna preti para cotiahar
em ama casa de familia ; na ra da Imperatriz
o. 65. ______________________________________
Precisa-se de ama ama que coznha o eo-
gomme ; na ra da Hortas a. 1.
Oaldeireiro
-r. AJoga-se am. sitio, em Catanga para passar-sa- aiero 7.
a festa, com excellentes commodos, cercado a cora
porto de ferro, cocoeira e-faaru para criado : a
tratar na raa do Queimado b. 14.
a aceao atiD pherica, oa da agaa doce ou salga-
da. E* usado, anda como preservativo da ac^ao
deslrnciiva do capim eoatros insectos, e evita que
a bumidade penetre era qualqoar compartimento.
Serve, afloal, n5o s como veru para ancoras de
navios, correntes, alyarengas e barcadas, madeiras
de construego, mas anda como poderoso e ex-
cRente desinfectante.
A' venda por atacado, no escriptorio* fl emprez
do pazo. 31, ra do Imperador, a relalbafomente
no armazem da Bolla-amarella, do Sr. arooymc
Gomes da Fonseca.________. .
Vende-se ara terreno a raa do Progresso,
na freguezia da Boa-vista, com 30 palmos de fren-
te e 380 de fundo, existindi no dito cinco meias
a-joas novas e pera construidas, ama boa cacimba
com multo boa agua, as qpaes reodem 382 meo-
saes; a tratar n ra da Matriz aa Boa-vista na-
Gratis
rraciea-se da um*ea Jjoa uiba trataauda oro* pessoa : a tratar na raa do iaaferador n- 39,
plantaces de capim, preferindo-se portuguez a ai *. entrada pelo beeeo do bilhar dos arcos
lr

trjtar em^ant'Anna com Jrro Veftaaete- Hael)ado j|
iaPa,ea-Mr*erDa ia tra-feaaa d#jma.lB|lr^D'
, com Estanislao Aogasto Machada da Pal.
jlft-t lu
am-secomids parafra aossanhores
estudantes e caixeiros, com lodo o acelo o promp-
tido, dando-i* louca fina, e st mandando levar
as casas qoe qaherm cfell^-aiaMo ilmpa e beari
falta na raa estreita dasRosarlo n. 19, i" andar,
peaaak4|naa^a^eari-''
Afiericao.
^ Alnsra ie o Kike^aafc.iua^acaaco Joa b. 91
sendo a loja a coebeira do mesmo as Ciaeo Pa-
Precisa-se de arra
7, prefere-sa asara
leuTa
i-sa scrava, pa eo
s daTadeira dase, com ba
dos, auialalI iraaii, com cacim
ano aaigaae; oa raa de-Pilar i.
qaem ew trator. & f '
T"
*-*.T
M
es do.,ApoHp D
ar e comprar.
.....
aaaai
tae t ujrv
sobrado da ladeira
M
Kfa'rxoD;
Almanak para o anno de 186 distrlboe-sa na
ra larga-do Rosario a. 34, botica .de Bartholomea
'afeflLI
am eseravo pata "sfirvif de
.3. j;iur
. i ni sa
Precisa se de
- Na raa aftaaVaM 0 4P,
mida para qualqaor casa, garante-se o
jeto t* uaw, -aa-masm- f
fornece-se cr>

ha oovv. i
maior a*t '
;ottuci
a oi*.
4 .
PfeelaB-se tovm aaia4elte forra wm bo t ^^,.8, asi, exeeTlBle ebrl por l#ttKr en)
a tratar aa loj Hwoaao-pe4o arao-da Santo brocaura aa livraria Bconomlea ttra do Crespo
Antoaio. m ^ a. t '
^i^rjnmaaj-prieaalrrf aBdar de strbra- Na mesma Hvraria tomam-se asslgnaturas para
de a ra do Qaeiai*ji a. 4>rr3otaitfMaoatks ixjfiaa-e-aoricr-Nersoa-io celebre almirante
Yaaa^i4a*aiito*-a\*irjaiaa^ aoglw a d eiemplar. .________ ._,
= Erao^.v^eiaui a pramiu de um, e mIp
'i 99? aaawpMa taaaa 4a-alta mexes eova segoran-
MOLESTIAS ill) PEITO
Arriso Importante.
Os aicos rerdadeiros tarops'.de hypopbosphl*
tos de soda, de cal e de ferro do Dr. Gburcbll tra-
tera a firma quatro vetes repetida deste sabio me-
dico sobre o subscriptj e a marca de fabrica da
pharmacia Swann, 12, roa Castiglione, Paris^
Aca"-8..aenala,.raseps. quadradoe mu n
naatePl.-ClBciirl-nB vjjtrp. Prono-4 raacos ea
aria: Oomaastraac -,
Vende-se em casa de P. Maurer & C
o mauto, e apparece, que en nao s te cuspirei na
cara como cortarel de cbicote, para ta nao jul-
gares nobresa do hornera, com vilesa de am cao
como tu niseravel. O Etm. Baro, nao de tua
esteira; talvez elle ja teoba soffrido algum roubo
praticadopor ti, e que ta se has de andar cala-
do, procuras a tua ruina sendo descoberto ; se ta
teas inv. ja, val pedir-lhe perdi, qae a nobresa
ae seu coracao tal que H perdoara ; e cora tea
compo/tameolo .adquirirs os raesmos lavores ;
deix-me viver, qae sou pai de familia teoho al-
gQffla cousa, e urna reputago a perder, uraco le-
gado joato com a educado que pretendo deixar a
meas albos.
Nao megas passoa alguraa, mormente a bomens
de reputado pela jua bitola, a te previno que se
nao queres ver a verdade do qoe te digo nunca
ties o manto esfarrapado cora qae te acobertas.
Tbomaz de Figueire Jo.
Saques.
O.li.s; K4UlWt I: i
JoSo do Reg Lima, sacea sobre Lisboa e liba
de S, Miguel: a.rpa do Apollo n. 4._________
Ama ale lele.
Na ra da Crut 4o Roi.*AI, *t andar.^praai.
ase de una ama de leite.
mu
IWlllliri
Leciona-98 a selffjo e a tocar varo
'MstrnoieMos dando se as llcoas partlcu-
lara em suas prprias casas, daa-.K bPr,
iras da noite ;.. a
Kntfraajbla.
i. 30 (JU nesta ty
pegesraaaadaft
-TJtTpe"
de enslno publica _
Bar ata matara a1 raa ot Uaftath. a. 4)prl| saa. tegoet aeixe arta fecaa.a na ra da*
airo andar. ;1 *VtW --.ilicm] Camas a. 13, aom as loleiaas 1 F. V.
ai toeeKr s^oaaiaea^arjra^saecas : /foMI-iftmi
uy fai Miente aa publico espe-
cfalfnefltwa9reiertav%llrjrrje.'ld omerclo qne
iljaauaaaxaBaftnlniTaOTsTi rtnitihrurwi sito ai roa
S, Goacordia VilS *o Se, AMMif ^681*^
onteiro Labre, desembaragado de oaalgoer. debi-
to oa onns e se alguem se, jaiaar efedor podera
apreseotar saas conta* tiesas* de- 3 iias, qae se-
ri satlsfeito.
Recife 18 de sotetabro de 1867. fJlc,ot a
Antoaio Padroto de-Lima.
Joao Goncalvas da Silva Real avisa ao respeita-
vei publico "e em geral aos sanbores da engenho,
que se acha com ama fabrica de caideireiro na
villa do Cabo, prompto para servir qualquer se-
nhor de engenbo qae seqaizer atilisar do seu di-
minuto prestirao, tanto obras novas, como mesma
concertos. todo por preco corara lo.
f pesiiencia de S. BenetJicio.
Pet presente faz pabileo o abaixo signado
presidente da contraria de S. Baneictj di capitu-
lo da igreja coavento de Siuto Antouio desta cida-
de do Recite, provincia de Peruambcq,' qae no
da domingo 52 do correte, pelas 2 borirs da tar-
de, tara' tugar a beoeio do aovo padrooiro em a
igreja de Santa Rita de Csala desta cidade, e de-
pois aera' conducida pcoeissioualmente pan aquel-
la igreja c invento, e para cajo acto convida a to-
dos aquelies Irmos qae se Jnlgarm com dlreltos
a* grac>9ha:poaeo recebidas'iWla Etttre-Noncia-
tara Apostlica Romana, coraparecerem cora seas
babilos para dito soto, Scando exemptos destes
previlegios os irmaos que se acbam anda no jugo
da eseravido, para'nao menoscabar;as dignidades
dos batltos talares e a corporacao religiosa.
________? Lalt Braga.___________
^Precisa-te da am menino de 12 a 14 annos,
dos ltimos caegados agora; aa roa do Rangel nu-
mero 43, .,|______. :
Criado.
Precisa-se de am criado ; no ootel Joventode,
roa das Laraugeiras n. 14.

LWoVPsso
Km do Crfsso -. 7 A esquina, do
w3 i1(! Imperador
Acaba de receier am'coroDleto sortiraenlo
derla Indiana d' Jindos padroeSi cortes de
lSa toic listras de seda, mNtf'dM- proprto
t)iir tMes e tista, bas(riiin e cwaqoi-
nhos part senhora, Imdas tochas de cam-
braia rft finho'ricamente borrfdas proprias
para baplisados e rjar^'tahet estas merca-
dotias ^ndem-!e por precos fftui resolvis,
i ,'jl>.cojastaDterrjeate.iIuva de peljca branca,
pret e de rores, asim como de seda e fio
i\^fida t^tas dos melhores fabri-
5*nlf iqlrdo Passo roa do Crespo
rf^joa da do Imperador.
I
,./
:*,


:a-
1 "; ^


-
-i'--..

a a1


Xarope de jurubeba garrafa......... l&ooo
Vinhode > 10600
Pdulasde *. ; yldro......... 1*600
Tintura de ^**g^ 64
Extracto hydralcoolico de jorobeba 12*5oo
PREPARADOS COMPOsTOS.
Vinbo de jurubeba ferruginoso garrafa. 2
Xarope > W600
Pilulas vidro... 20ooo
(Meo de jurubeaa vidros.... 64o
Pomada de pote...... 6io
Emplastro libra..... SflSoo
PARA UZO EXTERNO RIMW
A JURUBEBA.
Esta planta' hoje reconbecida como o raais poderoso tnico, como um eices)
te desobstruente, e como tal applicada nos engo-gitamentos do ligado e baco, na-
bepalites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anatarchas, as inflammacoes
gubsequentes as febres intermitentes ou durezas, dos abcessos internos, nos tumores es-
pecialmente do atero e abdomen, nos tomares glaodufosos, na anazarcha^ as bydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparares ferruginosas, ainda de grande vantagem
as aaemias, chloroses, fahas de menstroacao, leucorrneras, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas., e pobreza de sangue, etc. -
O que d'uemos affirmam os mais dMinctos mdicos desta cidade, entre os quaes
podeos citar es Hkm. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fooseca,.Sarment. Seve, Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconh cem aexcelleneia d'este po-
deroso medicamento sobre os dermis at han ronhecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazero d'elle appfaacaV.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral fliversos preparados da juru-
beba, tivemos por m generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at boje semiara os doentes de usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se. e qae tintiam ainda a desva itagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficuo um
medicamento, que podena produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados so foram apreseniados depois de haverraos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conbecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien-
ea app icacao, tendo alm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeicao possivel, p^ra o que nao poopamos esforcos, nao nos importando o pouco lu-
cro que possames tirar
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infallivel cura
de qualque dos soffnmentos, que deixamos innumerados, se forem em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vantgero de escolher as nossas variadas prepa-
rares, aquella que meltaor Ihe pode coovir, j pela fcil applicac3o, e ja pela complicado
das molestias, id de, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparacSes ferruginosas s5o feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que como
:aes esto boje reconbecidos.
Para aquelles que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applicaco de nossos preparados, desiribuimos gratuitamente
em nosse deposito um folueto, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos rtv
mos preparados.
j zem, se desvanece em aectaraTWin ioaa a wawade da.q
] mais animado, nSo spelo benigno acoftimento que tem
quadispoe porque al. aoje nao carece aidda dos preparados de iotabeba, neta do
1 xtj*leoieo wre^PfflBgcoa. uiltaliKSis^sae par asi yivem com figura hawana;
arofeacoolicodevfl
que nio um
, domesiieado no
a amavel Agu* Brama vio a ] do-asfro. bafcrettor, etle partidario
#RT J?lffF"WOWt '***- aWjfloe se desprende oo seo
Xe*?."!*,W0 W todp.ionlw cifiliBidn Jt4 s*eiedade"-tfos
^Mito^ceWWd^m%ia5^nte.rusa do tnico de Jayme, paraprevmir qoelhe
P0^3*'a.Iw.arjoHi' tai QMipatiBia es fli ffn P i......ni i\ iniase de
a*wam* ArJeHe^Hf^-*"*------* "-- _..-.--
' meato 4e*iM4h|dav>- * *' "i^aodicidwfe
bom modo
(nVnfNLaf
Dr. A. S, Pereira do Carmo"(meaTcy
est morando oo sobraden. 12 da raa da
Imperatrlz.
KiKV^W^/1

^e^
GAZEOL
M
DE
Burrin du Buisson
Liquida voltil p'eparada por Smllose, repro-
duzinoo cblmicaaieote es vapores qoe se solan)
em volta do aparelho purificado do gas carbnico,
empregada com o mais segnro suceesso eontrr
a coqueluche, a pbiisica e todas as molestias ebro-
nicas dos pulmes'
VENDE-SE NA
Botica e drogara
DI
llartliolomea St C.
34 Rna larga ds Rosario34
WKS astil
Kesidena eotMisultorid |
OTi
ai .i*
- 'i.'; ,6(1
I
o.- .
_______________________________________________________________


DE
CAROSA
PREPARDAA FRI
POR
AUGUSTE CAORS
Fbarmaceutico pela escola de Pars e successor nesta cidade
M
Aristide Saisset e J. Soum
22.------Raa da Croa------22.
Tratamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, era outro qualque
mineral.
Verdadeiro purifcador do sangue sem azougue.
Especial para a cora de todas as molestias que tem sua ortgem na impureza do
sangue, como sejam as molestias bonbaticas, sypbiliticas, escropbulosas, dartbrosas, quer
tenbam ellas por bereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos viras que contaminam.o sangue e os humores.
A caroba om remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos indio*
do Brasil, e passando seu uso de geraclo em geracao, boje um dos remedios mais co-
nbecidoscomo propno para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse neme
ro a morpba ou elepbantiases, para cojo curativo os nossos sertanejos considerara a
caroba como remedio especifico.
A moito ttrapo entrn a earoba nos formularios como preparado magistral
sob a forma de eleictuario, ainda hoje lembrado as pharmacopas com o nome de ten
celebre autor JoSo Ai ves Garueiro: nao ella portanto remedio novo nem desconhecido.
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde tempos immemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boobas e ulceras sypbiliticas srdidas,
e ea pregado com proveito depois de improficua appiicaco de muitos outros agentes
therapeuticos enrgicos e de uso quotidiano.
Muitos dos nossos mdicos de coosiderac3o e entre elles o multo distincte pratioo
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Atbayde Lobo Moscoso, tea confirmado por meio d ex-
periencias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no trata
ment das boobas. das diversas formas sob que a sypbilis se apresenta a moito especial-
mente as que teem sua sede na palle, e poderiamo* relatar algor casos de data moito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em que a caroba produzio admiraveis
efleitos, depois de inuteis e prolongadas applicacoes de salsaparrilha, mecurio, iodo, ou-
ro e seus preparados, etc., etc.
Nio era possivel que ama planta tie ootavel por suas inappreciaveis virtudes es*
capasse a perspicacra e iDvestigacoes dos mais abalisados praticos europeos, que se ap-
pheam com eepecialldade ao estudo e tratamento das molestias syphiliticas e herpejica
e para prova abi esiao os Srs. Drs. Casenave, Scburfer, Ricord e outros dando as mal'
hsongetras informaces sobre as propriedades curativas da caroba e pieconisando-i caar
remedio poderosissimo para o tratamento das eropcoes cutneas, seecas ou suppuratitas
dartbros de todas a qualidade, acemas, nlceras da diverras b ature zas, ton, oras, ostao*
e outras raalUs molestias de natureza syphiiitica oa boubatica.
Por ter-se generalisado mmto o aso da eticara ala ear*a que ea pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam cootinaar era suas obaarvacoes-
deliberei-me a ter prompta ama quantidade da mesma essencia, obtida sem a accao de
ego, para nio prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encon-
tnir-se-na na miaba pharmacia sempre e em porcSo sufikieote para todos os pedidos a
ESSENCIA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da meso pirata para qaa non
ea faitea aos Srs. mdicos qoe quizerem experimentar to precioso agente medicinal.
Rectfe de Prnamt>uco, 17 de outubro de 1866.
Aioosta Caoas.
ftajtfita feral de taita ni A n apeas
, BaXI 4-Rua rga do RozarK>-34
Compaobia fideliJade de seguros
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro
AGENTES EM PERNAHBUCO
Antonio Luii de Oliveira Azevedo C.
competentemente autonsados pela
directora da compaobia de seguros
Fidelidade, tomam seguros de na-
vios, niercadorias e predios no seu
esenptorio raa da Cruz n l.
BMXSSK&MBM
O Sr. Jos Marques da Costa Soares,
que mora na raa do Vigario, qoeira vir
esta typographia, a negocio que nao ig-
nora
Ti jlo bom e barato para quem
qnlzer edIOear.
Qaem qo'ter comprar bom lijlo d'apna doce
de boa marca mais barato do qoe em oolra qual
qoer pa'te mediante nma ppqnena condico, pode
ter informaedes na rna do Livramento n. 31, se
sondo andar.
Quem sabe preparar sur> el- ?
A casa da roa Nova o. 63 precisa de um bomem
que saiba fabricar sorvete com perfeicao, fai-se
toda a vantagem a qnem qoiier encarregar se des-
se neeocio, dirieindo-se a' mesma casa
Aluga-se a easa terrea da rna do Gazometro
confronte ao porlo da fabrica, com 2 salas, 2
qnartos, cozioba e quintal, prego de li#: a traUr
do mesmo logar._____________________________
Hospital Portugnez de Be-
neficencia emPernam-
buco,
A comroissao encarregada no bairro do Recife
de agenciar donativos para o baiar, em beneficio
deste pioestabelecimento, o qnai deve ter lagar no
dia ti do crreme, a tarde, vem rogar encareci-
damente as pessoas a aoem tila enderecen ci.ru-
lares, o obsequio de mandare entregar nos Inga-
rea abano indicados, aqu i lo com qne se dignarem
concorrer para sorcorro dos lnfeliz>s caridosamon-
te recolbidos aa enfermaras do mesmo bospital.
Reeife 14 de setembro de 1867.
Rna de AdhIIoBernardino Gomes de Carvalbo.
Dita va CrutAntonio Lopes Braga.
Dita d>ta Joaqnim Honteiro da Cruz
Dita da Cadea Marcelino Jos Goncatves da
Poete.
Dita Ja Madre de Dos Manoel Jos da Cnoba
Porto. t j_______^
Msxtmvm
Deseja-se tallar ao Sr. Trajino de Figuetredo
Lima, de S. Jos de Bezerros, e por isso pretnde-
se saber quem seja sen correspondente on procu-
rador, a negocio de inleresso : na ra do Vigario
n. 19, andar._____ \. ,_________^^
Daos ojpBinos para a Earepa
Eotregam-se a orna familia oa pessoa eoobecida
que os qaeira levar a sen coidado para entregar
em Portugal a' sua familia, faz-sa boa vantagem,
podendo dirigir-se a' prsea da Independencia n-
meros 13 e 15.
"IIB DO RECIF
A partida do correte mez, tera lugar na
noite de 21.
O secretario,
Joaqnim Leocadio Viegae.
Trocam se
as notes do banco do Brasil odas calas Aliaos*
dom descont muito rasoavel, na praca 4a lodo,;
oeodencte n. 21.
Medico zirurgieo*-'
i>l Jipa'- r
i f>viiit.aaria Daarte j
na praca da Boa-Vista n. 21 onde
pode ser procurado a quaiquer hora. S
Eepecialldade
Doencas do'twiio^edemeninos. m
anUasWMacflRaVKMal tawiW)aWl^WRtaW^wWR
Joaquim Jos Gon^alves
Bel t rao
RU4 DO TfUPlCUE N. 17 1 ANDAR)
8acca por todos os paquetes sobre o Basco
s sobre os gaintei luga-
lo Minti em Braga,
c em Portugal.
aber:
Lisboa.
Porto.
Valonea.
Guimaraes.
Gotmbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Cotvte.
Arcos de Val de Vs.
Vianna do Castalio.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Viita-Nova de Famellcao.
Lamego.
Lagos.
Covilbaa.
Vassal (Valpassos.)
Hirandella.
Baja.
Bareeilos.



Ka praca da Independencia n. 33, toja de
onrives, cempra-se onro, prata e pedras preciosas,
e tambem se fas qualqoer obra de encommenda e
todo e qualquer concerta_______________
A secretaria da policia precisa comprar
as collecces de leis do imperio e decisoes
do governo relativas aos anuos de 1839,
1850,1851 e1852.
A pessoa que as tiver e quizer vendej
compareca na referida secretaria s horas
do seu expediente, ou entenda-se com o res-
pectivo secretario, ra da Saudade o. 15.
O official-maior da Ia seceso
Jos Xavier Faustino Ramos.
Aluga-se
Um sobrado com graode quintal na ra
do rio do Peco da Panel la, aprazivel logar
para se pastar a teste : a tratar com J. J.
Tasso.
m sino com boa casa de vtvenda, eocbeira,
estribarla, banbeiro. 1 cacimbas, etc., na Craz de
Almas, encruzlbada de Bebenbe : a tratar com
J. J. Tasxo.
O pbarmaeeolico Jos Bitas de Moora. decla-
ra ao respertavel poblieu o com esptciaHoade ao
corno do commercio qne desde o da 13 do cr-
reme dissolveu angaelmente a soeledade qne U-
nha com o Sr. Irioo Coelbo da Silva do estabeie-
eittento de pbarmaeia a* roa os Imfwratrz n, 77,
do qual era o aaooneiaate gerente, f$aa4o a W^t-
go do mesmo Sr. Irlnj a liquidaras da activo e
passivo da mssma sooiedade qoe gyroo sob a Ar-
ma de Moura C Oaooonciante agradece a te-
dos os seus collegas e amigos a eooflanea qne Dal-
le depositaran tele qne se coafetsa eternamente
graw. '
Desde marjo do correte asno esti fsgida a
escrav JnUsa. cabra, o altera regalar, coete
estar em orna casa deste cidade servindo eonw
furra : pede-ae as aoloridadee tetieiaes e aos ea-
pitw de campo aflea de a pegarem lvala a raa
doQoeimado n. 6, qoe serio generosamente re-
C0as>p60Ma06. ^
Precisa se de deas aaaassaores qoe enten
daca peafelteesente alo servico de pi e aetacba, o
asa 1jTDeiro es 1* esaste t na rae larga da Boserio
d. 16. 1U mesan se eecBeas osa oa deas ceaoel
- n- mili ilmm te~eas **I" araeot para trabsnar en esadocao
bypttbees em bSS 2 laVe *aatT i*m, m ,M*~^ W* eU Wda,le-
pageosreanoconoieeenvescioar: a asen asa- Qaem anaoseiea veaotr am estebeJWeieato de
vier deize raru teebade aesta lyaecrrabia cea) as awisdos, airija-se a raa da Matriz a. 38, segando
iBleiaes L M. R. V. landar.
O Dr. J. Anlo de Sena modou a sua resi-
dencia para a ra do Hespido esquina da iravessa
do Carnario, pode ser procurado para os mysteres
de sua protlssao de medico.___________________
CASA DA FORTUNA
Aos 6,000$
BILHE1BS GARANTIDOS.
A' ra do Crespo n. 3 e casas do costme.
O abaizo assignaw seus moito feli-
zes bilbetes garantidos da lotera qoe se acaboo de
extrabir a benettcio do convento do Cirmo do Re-
cife, os t. culotes premios :
N. 298 bilhete Inteiro com a sorte de 1:200$.
X 3184 meio bilbete com a sorte de 500j.
E outras moitas sortes de 100*. 40 Os possoideres podem vir recebar seus respecti-
vos premios .vem os descootos as leis na casa da
Fortnot rna do Crespolo. 23..
Acoam-se a venda os da 48* parle da lotera das
familias dos voluntarios da patria, (38a) que se
eztrabira' sabbado 21 do correte.
Preco.
Bilbete.....6*00d
Meio......3*000
Qearlo. .... MO
Em. porcSo de 100A1 para cima.
Cuete. .. 8*800 .
Meio......**W0
Quarto. .... 1*375
______________lanol MarUns Pinza.
O Sr, .Eogeeio machiosu faz saber ao
publico qoe se encarrega de qualquer obra de en-
eaoamentos, como collocar gaz e concertar tam-
bem bombas para collocar e concertar de todos os
systemas, comotelbadus de ebapa de ferro, zlnco
e cbomho : a tesMencia do macbiointe a ra
Ma b. 13 nn iw tus rtn Rana-'l n. 7.
um* aoja au>a para u> SM
eriaaea de poneos das de *
ascide e incumbir-se de sna romateta
amamenucio : na rna das Crozes D. 9.
ognoitn smiar.
WalaMH tt ttafal alKalal

Ama
Precisase alagar ama ana para comprar, cos-
bar e engommar: na raa de S Francisco o. 54.
Precisase de nma ama de leite, farra oa os-
en** I as raa esirelte do Rosario n. 43, segundo
andar.
Das palavrwfaHUirn' 'tt' iflerc
o se i lindo bouc
o Veaelo
qoe melnor se pode encontrar n'um estabe-
v. siio| no lacji'S oE iruc
arados com a,baa-quUdade des janeroa o
senhores compradores, deve certamenta coavidar as
pessoas que aiaa ifio vieram' nossa casa a lazer parte dos amigos e freguees Ido nosso
*aq r.ii ,u, -1, jo 9iod.BB|r.|, ICClnlfi 1 DH IITM
*ei <-- imlo-h! c.BCLL I oo I IflU AnillAti1r'c
na "
e c- ai .

i np
EGIDO PELO NOME

Estabeleciuo ra Diwita n. 16.
equina da traTcaaa ele S. Peer.,
___
-------



i fm
I I
I *-
/;5JSfc-0
_____
Sr^'
N.2D

.
JOUS


N. 2 D,
~
CORACAO DE OUttO.


le
A loja n. 2 D intitulada Coracao de Onro na roa do Cabngi,acba-se d'ora em diante offereceu
do ao respeitevel poblico com especialidade as pessoas que bonram a moda os objectos do oltimo gos
to (a Pars) per menoa 20 por cerno do que em ostra qualquer parte, garantmdo-se a qualidade e a so
idez da obras. _
O respeitevel poblico avallando o deseje que deve ter o propietario de um aovo estabelecimen-
to que qoer progresso em sea negocie deve ebegar immediatamente ao coracao de onro a comprar
aneis com perfeitos brirhantes, esmeraldas, rubios e perola -, verdadeiras em agarras, modernas pele
diminuto preco de 10*, brincos modernos de ouro e coral para memoa pelo preco de 3*, maracas ds
prata com cabos de marSm e mad repero la obra de moderno gosto (o que o eoconlrario no coracao de
ouro) voltas de ouro com a competente crnsinba ricamente enfeitada pelo pequeo preco de 12*, brm-
cos de um trabalbo perfelto por um mdico preco, cassoletas, traoealkis, pnlceiras, alQnetes para re-
tratos e ostros modelos tndo de alto gosto, aneis proprlos para botar cabello e Arma, dito para casa-
mento, no artifo roseta tem o Corceo de Ouro um completo e bem variado sortimento de diversos
gostos, butdes para ponbos com diamante, rubios e esmeraldas, obra esta importante ja* pelo sen va-
lor ja' por gosto ds deseobo, brincos a forma da delirada maoslnba de moca com piogente contendo es-
meraldas, robins, brilbantes, perolas, o gasto sublime, alBnete para grvate no mesmo gosto, relo-
gios para seobora cravados de pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras de brilbantes de
noito gosto, crnsinhas de rubios, esmeraldas, perolas e brilbantes, aneis com letras, cacoletes de
trystal e ouro descoberte para retrato (a iogleza) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qual-
quer jola, para secoliocar retratos e obras de cabello, e outros muitos objectos que os pretendemos en-
'-ontrarao no Coracao de Ouro que se conserva com toda a amabilidade aos coneorrentes deixando-
se de aqu mencionar precos de cortos objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dizendo-se o
preco tal vez algaem face mao jouo da obra, por ser tio diminuta quantia a viste do sen valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe se coneer-
tos, por menos do qne em outra qualquer parte, e dao-se obras a amostra com peobor, conservande-se
e Coracao de Ouro aberto at as 8 oras da noile.
Qualquer pessoa que se dirigir ao Coracao de Ouro nao se podara' engaar com a casa, pois
note se oa sua frente um coracjlo pendurado pintado de amarelle, alem de outro que se nota em um
rotulo (isto se adverte em consequencia de tereco ja' algnmas pessoas engaado com outra casa.

s:
8 a.Ra do Cafonglata S A
Agostinho Jos dos Santos # C
Acaba de ebegar a este estabeleciment um esplendido sortimento de
joias do ultimo gost->, perfeicao artstica e modeilos enteiramete notos; como
seguem : aderemos com rubim, esmeraldas e perolas nas, pulceiras, broches
para retrato, aunis, botes de punbo, brincos e cassoletas com letras, etc..
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqueiros, paliteiros, cali de mesa t
frocteiras, enjos precos s3o incompetiveis, pois que os proprl taos desta casa,
recebendo seas artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seos freguezes. Compram-se brilbantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se incumbem de fazer concertos.
No armazem de tintas ra do Impera-
dor n. 22, vende se :
Salitre reQoado arroba 6*500
Enxofre arroba 2*800
B*na n. 13 nn i rn
naWsaataaa1
^^^^^^h ssasssi. asaassi' nss^sV asi"
rreciae-ke e <
m Mte a orna cria
5
8
Atten^o.
N. 25 Raa de Livramenfo ff. 2S
Deposito de tamaoeos e calcado nacional da fa-
brica da rna do Jardlm n. 19, de Jo- Vicente Go-
dioho, tanto no deposito eomo nafatmea seapromp-
tam todas as por?oes de calcado o mais barato
possivel, esta fabrica tem todas as machinas pro
priaspara os calcados ja bem acreditados pelo
grande numero de freguezes qne daqui se for-
neeera.
Chocolate vermicida
na
Antonio Nunes de Castro.
Desde 1857 que sao as tabellas vermicidas ap-
plicadas em Portugal, como o remedio prompto e
efflcaz para a ezpalsao das lombrigas, qoe lao gra
ves padeclmanto8 caosam e qne quasi sempre nao
se soppoe ellas a origen.
Este vermfugo preferivel a qoalquer oulre
pelo sen aradavel paladar e faell applicaeio as
enancas qne mais gera.mente sao atacadas de se-
melbante mal.
Deposite especial
34Rna larga do Rosarlo34
Betiea de Bartbolomeu & C
Ama de leite.
Quem precisar de nn ama de leite, dirite-se a
rna do Brum s. 66, armazem, qoe achara com
qnem tratar
Sabonetes de alcatro
Omo dente* saaoaetes tem apreseeteao os mais
benficos eieioe costra as inpiagea% sarasa, ti*
nba, caspa, comlcbdes e todas aa dnate molestias
de pello .
VSNDB-6INA.
Bitica a dregaria
na
Bartbolomrn Cosapanhla.
JlRaa laria *e Reesrie34______
Precisa se de ama ana qoe compre e cozi-
nhe para nma casa de posea familia: as roa aova
de Santa lite n. Si. ________-_________
Qaen precisar"de na eseravo para orlado ou
servieu de campe, aVdS'se ao Corredor do Bispo n.
18; na mesma casa vende-se S basas especial de
teaer nascer CabeHo.
M JMwa-at Q aadsrnrreodo weraJe rsa
do Hospicio esquloa da travessa de Carnario a
tratar ao mesmo sobrado.
SECUROS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companbia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias e mobilias:
aa ra do Vigario n. 4, pavimento terreo
PILUli/tS ti
Xarope vlnho ferruginoso _je
jurubeba coaa pyropboaphio
de ferro.
Cblorose, aoemia, escrfulas, rachiiismo, blennor-
rhagia, leoeorrba febres intarmiientes e ame-
norrha (mensuuacio dolorosa e Irregular)
etc., ote.
Ha muitoqne tiobamosem vista assoclar o frre-
as nossas prrparacoes de jorobeba ; mas levamos
tempo a experimentar qual a preparaco ferrugi-
nosa, qne mais cosvirta ao organismo banano,
vindo por flm a decidir nos pelo pvrophospbal
de ferro, com o qnai podemos prepara r os nossos
xarope e vinbo de Jorobeba ferruginosos.
Temos a observar, porm, que o oso dos medi-
camentos de jumbeba cem o pyropbosphato de
ferro nunca pode occastonar a pbtysica ou pes-
soas anda as mais delicadas, eomo mollas vezes
tem a onecido al a pessoas robustas, qae se bio
servido do mesmo mdicamente preparado com
oairaa substancias ferruginosas, por isso qne o
pfiospboro debaixo da forma de pyropbospbato, e
om meio propbylati-o reconbecido infalllvel con-
tra esta terrlvel affeocio.
As prep^racoes de jambaba, a qne bavemos as-
sociado o pyropbospSalo de ferro, sie moi i>rovei-
tosas so V ueseeo das molestias das senioras,
laesceno a cblorose. anemia eae. -: '. .
Estas molestias manite*um-se con os sympto-
mas sego.nie. :-lte*eomentegeia di
das membranas mucosas, '
magreas,
peile e
incbacio das
faces e das pernas ; excitacio aervou, byslerls-
mo nelaoeolia, deUlktede muscolar, dores Be-
vralf leas, palso mais freqoente do qoe no estado
de sdde, ealor fcbrH, nefle seeca, appatltes de-
pravadas, vmitos, prlOe de ventre, menstrsaca
dolerosa.jrregolar, pon abos*ante, deeestade,
nlia, floru brancas, amenorrbSgia e iafeeuadi-
Bsie estas eepaateeo, aHs Oo erdtnarlam sie
reeoobedde entre nos en cresetdo aassero d se-
nboras, deuppereee so oom o praeate nao das
preperacSes aelna.
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arta letra 19 de Seteatbre de 1467.

r SOUZA SOARES & IRM&Q
^^rieJ^Hoft do'gfVan(/e c nooo esfaociectrneno
/erragens, gui^u/iana* cindairo
o tqoBjtiamt rija IOVA *. *S
Emfreuteu botica do Dr.iflB
Reeeberam directamente de Nw-York MrUflSeBto deiM
argodio.adod de K, 14, le, 18 strrAp^dg2Bffl&0
se recommendaveis. T,j m* fc^^ ^T*
O proprielarios oarantem por ura$nn5T nUVUGUU UJ1"WII!B1?, u"J tuv rq-
aokado era 4mauo<*um de algodao. Beodo esiasfM uto ifffl?tfj |ie a lem de se-
rem de poocs talme sao marte latis par o trabalnoffl*a**iJidaamais perfeito
posstvet. Arflwcaido-se os preoos seren mais razoaveis^gue^m utra qualquer parte
para
descarocar
-di**.
s pretndante* podern dirigir-se ao r rem nm bom sortimento de objeetes de que tea
ten nos preces.
RlUJUSt
.;.*
PHOTOGRAPHIA
RA DO CABUGA. N. 18, ENTRADA PELO
PATEO DA MATRIZ.
O nosso estabelecimeeto photogrsphico
est sempre em dia coa todos os melbora-
mentos e progressos que oa America do
Norte, ou na Europa se coosegne na arle
photograpbica, e para aIcaocarraos tal fia
Doea poupamos despezas nem sacrificios,
de sorte que os dossos numerosos freguezes
podem tur a certeza de que sempre encon-
traro em dosso estabelecimento iodo qaan-
to a arte e a moda offerecer de boa, no
novo e velbo mando aos amantes da pho-
tograpbia.
NOVIDADE PH0T0GRAPH1CA.
Acabamos de receber todo o necessario
para fazer retratos chamados carte-album.
Este genero de retratos ltimamente in
ra-e
oa em bom suJo qae carregae de 800 a
los: a tratar m roa
e loop 11______
do Imperador ar-
Compram-sc escravos
SIvdo Guilborme de Barros, compra, vende e
roca effecuvameote escravos da ambos os sexos
de todas ai idades : a' roa do Imperador o. 79,
e-rcefto andar,
'Comprase sempre por msls do que emon-
tra qualquer pars, prata brailelra e slrsogeira
(pataces) libras esterlinas, moedas de 94 e 164
portugaeza, de 54, IOS e 204 brasileiras, oncas
on ahtra qaalqner qaalidade de ooro, e se tronara
sedlas do banco do Brasil e calas flliaes de oo-
tras proviocias: na ra da Cadeia do Recife n.
88, loJt de atalajo._______________ .
r
com premio moedas de oaro e de prata nacleaaes
e estrangeiras : oa roa da Cadeia do Recife o. 16
armazern de Adriano, Cistro & C
Compram-se
Pataces
Compram-se pataces bespahdes, portoguetes e
_ brasilelros de conho songo, em casa de AJamson,
ventado na America do Norte, rpidamente HeDry A t# roa do Tf,p,cb6.n0TO n. 40.
se propagou na Inglaterra e Franca aonde
goza actualmente de todo o favor da moda.
A cewte-a-lum se faz por duzias como os
antigos artdes de visita.
Na Inglaterra trocaram o nome de carte-
uuro e prata
Moedas de ouro e prata naeiooaea, estrangeiras
de todos os valores se compram na loja de oon-
ves junio ao arce deNossa Seobora da Conceico,
roa da Cadeia do Recite, assim como ooro e prata
:'.
30
500
M
10
V
320
330,'
20
20
Qaeiraa vir ver o qoe e bom e baratisslmt.
Carreteis de Roba cota 100 jardas a .
Grvalas pretas e de cores moito Unas a
Gaixas de brelas de massa muito novafjA,,
eofladores para espartilbo de cordao e
fita a.............hltok
Carreteis de Roba Alexandre com 400 jar
das a.............
Sabooetes moito fios a 60, 16
Ditos de bolla moito fiaos a 24
Miadas de liaba froxa para bordar a
Varas de cordao para espartilbo a .-..a.c
eotes volteados para regacar caben* e>
meninas a...........*?' '
irascos de macaca' oleo moito bo, a v,,
\botoadoras moiio floas para colletes a .
Cartoa!d*^a9lOaM-dd*cra .
Libra de ara preU sopenor a .... *j>
Iscovas para falo, fazenda boa, a
Varas de franja braoca de linbo para
loalha a.............
Pecas de Wco estreltoeom 20 varas multo
bonito a...........'
Varas de papafina de dlffereotes largu-
ras a 120,160 e..........
ditas de palito bailo a........
Caitas de palitos de seguranea sem en-
ehore a ... ... .......
SboMtes de fanUia a 100,160 e
Grosas de botoes de madrepercla para
camisa a.............
Cartilba de doatrina cbristia a
Latas com superior banba a......
Qaaderoos de papel pequeo soportar a .
Doila de baralbos fraocezes superior
Grnta de pbospboros moito superiores .
C ixs a retalbn do> mesmos .....
Canas de pbospboros de vellinba contendo
500 velllohas moito soperiores a
Reamas de papel almajo moito superior
Resmas de papel panudo superior qaali-
dade .....
fc'VW. dt cidaie
14080
2001
M
60.
24a
500
310
200
20
23000
14.00
->*4o>
160
2*500
31600
Dorias de meias para bomem.....822
Dalias de melas croas moito soperiores 4ouo
VENDAS
Vende-se
as seguintes obras: Poema da Moctdade,
poesas por Pinbeiro Gbagas, 1 volume.
I500; Nevoas matutinas, ditas por Apri-
gio M*nezes, i&; O dever, romance, 1 vo-
lme, 610 rs.; Os trabalhadores do mar,
romance por Vctor Hugo, 3 vulumes por
46; Cancros Suciaes, drama por D. M?ra
ca de chapeos de sol.
lbum pelo de retrato-galera e os ingleses em obra* velhas, brilbaotes. diamantes ese paga
usara encaixiihar estes retratos em qoadros bem.
especiaos para- com elles formar galeras, | "_ Compra-se onro' praia em obras velbas
com que ornam seos gabinetes. Recebe- na praca da lodepen:zcia u. 22.
mos urna certa quantidade de taes quadros,
os quaes cederemos por barato preco aos
nossos freguezes.
As pessoas qae quizerem ver specimens
dos retratos chamados cartealbum, j fe-
tos em nossa officina sao convidados a visi-
tar o nosso estabelecimento.
OARTES DE VISITA A 9)5080 A DCZIA.
Em consequencia do novo genero de re-
tratos chamados carte-album, diminuimos
o preco dos antigos candes de visita, os
quaes de boje em diante ficam reduzidos
ao preco de
9000
pela primeira duzia, sem que por causa
desta diminuicSo de preco, oeixemos de es-
merar-nos no nosso tnbalbo, como sempre
foi nosso costume. Alm disto, continua-
mos a dar os cartOes de visita em carines
de luxo, Britol, ou porcelana, dourados ou
lithograpbados para o que temos urna varie-
dade de 12 modelos, a escolba de quem se
retratar.
%ST VA GOMO PREVENCO.
Appzar do nosso trabalho ser mn'to co-
nbcido nesta cidade, aonde trabalhamos a
*2 annos, com todo joigamos de nosso de-
ver dizer boje o seguinte:
Nos retratos fetos em nosso estabeleci-
mento emprega-se toda a cautela para of-
ferecer-se a par da belleza do trabalbo, as
melhores condic5es de duracao. Doura-
mos e Bxamos os nossos retratos sem olhar-
mos a economas, e ltimamente para Ibes
podermos dar urna lavagem mais ampia
e segura, contratamos com a compaobia de
Bebiribe orna penna d'agua. Os nossos
cartees de de visita s5o verdadeiras photo-
graphas, que n5o precis3o de retoques do
pintor para Ih* desfartarem os defeitos, e
convidamos a qaem quizer a passar sobre
elles urna e-ponja moibada em agua, ou a
deixa-los mergulbados por espaco de horas
em agua, ou em espirito de vmho: se apre-
sentarera alterarlo sero recebidos por nos
e pagos pelo duplo do que tiverem cus-
tado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
systemas pbotograpbicos at boje cunheci-
dos em pbotograpbia. O dosso sortimento
de caninas, quadros, passe-par-tauts, e
joias de ouro para a collocae,5o de retratos
o mais completo, variado e abundante que
existe n*sta cidade.
GRANDE BAZAR '
ra Nova n.20 e 22
Machinas pa a costura do autor Wbeeler
c Wilson, chegadas ltimamente da Ame-
rica; as qnaes pode cozer-se com dous
pespontos, todae qualquer fazenda, eraba-
inhar, frangir, bordar e marcar roupa; todo
com perfeir;2o. S5o t5o simples, que com-
prebende-se fcilmente a maneira do traba
lho e a pessoa temi pratica de coser em ma-
rtinas, pode fazer por da o servico que fa-
cam 3o costareiras.
Cbama-se este estabelecimento a atten-
0o do publico, visto que elle se acha com-
pletamente sonido de objectos de gosto,
como bem Jeques de madreperola e de sao-
Ribeiro. 1 volume, 16600; Joo Diabo,
romance por Paulo Feval, 4 volumes enea-. dalo, fivelas, fitas para cinto, cokes perfo-
dernados, 55 : na ra do Crespo n. 4 fabri- mara e etc,
Aos reverendos vi-
garios,
Vendem-se daas estolas ricas, as melbores que
podem haver nesie genero, sendo orna branca e
ootra prela, por mdico preco : qaem pretender
pode dingir-se a roa das Cruies, sobrado de nm
andar n. 16, a tratar com Antonio Al ves da Pon-
eiL_^_________________________
Vinho fino do Porto en-
garrafado.
Vende-se de mol excedente qaalidade por m-
dico preco em calxas de 12 garrafas: bo arma-
mez de David Perrelra Bailar, roa do Drum o.66.
ttenco,
&
Vendem-se as casas terreas ns. 7 e 9 da rna de
Motoeolnmb, lendo cada ama 2 salas, 3 qnartes,
cozmha fra, cacimba e nm pequeo quintal mo-
rado, em cbos propnos ; a iratar com o agente
Marlios oa roa do Imperador o. 16.___________
Vendo se um e>iaoiecimeoio de molnados
na freguetia de S*nto Antonio, em moito bo Ioc-
lidade, e moito atregaezado para a ierra e malo ;
o motivo da venda porque o dooo se qaer reti-
rar ; quem pretender annonrie por esta folba.
Na ra
na &C.
nova n. 20 e 22. Carneiro ViaD-
Attenco.
Venham
ver
Na roa da Anrora easa de o. 70, 2* andar, pre-
cisa se de urna eserava que eosinoe bem, engm-
ale e enon* : quem Uver qouer alugar diri-
ia-ee a referida, caa.
S&Wt&b
Pracisa-te de urna ama para eogommar : na roa
das Cruies n. 21, 1 >adr- __^__^i
"3"Fogi J do eogeodo Riacho d*s Pedras, o ma-
ito La, idade 17 anans, cor algama cousa as? a,
carxiio* carpinos e rulvoa, olb^s agatados, den-
1M taados, esiaciora baixa, corpo regalar, com
sicatriu novas de cbteote, deve procurar o cami-
n do Rtfe e daqoi para aUmaogoape ondd tm
mai e irmaos forros ; roga-se a captura do dito
tarafo seado coodozido ao dito eogenno ou na
ra do Imperador n. 60, onde se gratificara' bem
IBB^i^^HSHBHBBBBBa
Vende-se na leja de marcineina na Csraboa do
Carme n. 12, palba apparelbada da melber sorte
pira tecer cadeiras e sofs, por preco mais com-
modo do que em ootra qoaiqoer parle.
O melh?r cognac, cutuo raras ve.es vem ao mer-
cado : veode-se oa roa do Traplcbe n. 14, 1 an
dar. Urna caixa (cociendo 12 garrafas) por 204,
e de 5 para cima a 184, dinbeiro a vista.______
Vendem-se varea paridas e sem serem pa-
ridas, um cavallo e um novilho ; ao sitio dos ar-
cos junto a igreja do Remedio.______
na SbTedaae, ra
m
W
do Recife
!\* DE
^URftGA A SA
Faort^itife oeste \tt[>k
meotoitfldft as obras concernentes
respectivas como Miam^ 088 ka' m,
Alambiques de todos os tamanhos em
reilios, os mui acreditados aparelhos
Dsrosne em as lliriiefi^ Wimi^Vds
fabricados em Franca.
FatKicamtS*pulsas quaesejaer fas.d-
.parelhcs, como sejam o dilatador, ratifica-
or e c(>rjQ>Qsadafs-^ 0u#pt. garapa,
100 -tesfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas da todas as dimen-
coas^qoalidades, pelo systema francez ol
americano, simples, :do |rss|) repuxo, e
com ei-peciaiidade a estanca nos assim de-
nominadas ptlo enorme volme de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes algumas esto promptas a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se n3o
s sua dnrac3o como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo ove s3o cons de-
radas buje as primeiras bombas conbecidas.
Todas as m.is obras se fabricam voeU-
de dos freguezes e a seu capricho.
ExUtem sempre promplos no deposito in-
dicado m roa Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos r/osoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartidei-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muilos
eutros uteuc'lios preprios para eDgenbos,
como sejam mancaes de bronze, parafuzos
para rodas de agoa e outKS.
Cavilhas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanhos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se ludo qnanlo diz respeito as
obras de latao torneadas e polidas com toda
a perfecSo.
Vlvulas para tanques de banho, torneiras
de todos os tamanhos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botoes para farda, aparelbos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeirinhas, navetas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folbas de flandres de todas as
qualidades bahs, bacas, bules e outros
uteocilios domsticos.
Lampies para gaz para engenhos, folba
de flandres em caixas, folbas de cobre e la-
tao, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as dimences, folbas de zinco, estanho
em barras e verguinha, lancees e barras de
chumbo, vidros finos para espelbos, de co-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
dra$s, diamantes para cortar vidros, cadi-
nhos ordioarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros nmeros
o jectos proprio de taes eslabelecimeutos.
Sendo todas as onras inspeccionadas e
fetassob a direcelo do socio administiador,
Jos Baptista Braga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de t5o
importante estabelecimente, isso urna ga-
ranta pela sna longa pratica, que tem os se-
nhores freguezes de qoe str5o servid >s a
contento, com promptiuSo e preco commo-
do, pelo que os propiietarios lhe sero agra-
decidos.
JJ 'Ki: 2HrTlfHlA0
Hd dnaiim de fazendas de
SantasCoelho,rua do Quei-
madei 19.
as finissimas a
em brarjeas^trinsparentes finas de 43,
Blid 9* ($&**> > s* e 9*0 a Pefa com f0
,;nr ifld6m branca tapada de 80 e 9^ a peca
com I23avla8,f'TOfifix&irjji
UnadMmailraaceaatmmto larga a 90 z
Adn peca com 8 varas. i
jo/rcniq ooBiroes Mif 40 arcos nesgados para
oa laboras, a 44500.
JIjoo t tem d-So^-e 40 arco com ferrugem a
A"lS!rSlf!5rlai ^M de nrsyiiM.MBWo4 a 50.
RA DO CRESPO N. 7. 9 mm , :L^.P-r^le^^.de*t^.b?,n jC0.DhecfdQ.e?" Mi-a^d mursoiri;a*-nninas a 30 e
Loja do Ga

GR1NDE BAZAR
RA NOVA N. -0 E 22

Seved8.
-

Vende-se sevada moito nova a 34200 a arroba
na ra Direita n. 30.
Compendio Doloroso
Continua a vender-se este precioso livrinbo
na rna do Impera COMPRAS
Moedas de oaro.
Naeionaes e estraogeiras utlm como libras
esterlinas: eampnuwe na roa do Crespo a. 16,
primeiro andar.
Compra-se moedas de oaro de #, 16*, T64
t9# araadarozn-3.
Moedas de prata
nacieoaes, assim como pauedes portagnexes e
taetpanbows, compram-se eom premio : oa roa do
libras esterlinaSr
Comprara se cea bom premio : na pra-a da In
epeadeocta n-tl____________________
Na roa da Apollo, armaren a. 12, eompram-
se loas escravos pret
Vrude-.-e a aiiua;au da casa da ra das
Crozes o. 37, propria para qualquer negocio pois
a casa offerece boos com modos: a tratar namesma
Vende-;eamelado de nm sitio na Torre, eom
casa de vivenda e sotao, de lijlo e cal e mais bem-
feitorias, a margem do rio Capibanoe, eom terre-
no de barro, proprio para os senbores qae teem
olaris, cojo sitio pertencen ao tenente coronel Ma-
noel Clemente de Almeida Catando : qoem se jal-
gar com preferencia apresente-se em oito das, sob
peua de ser reausada a venda com qoaiqoer : a
tratar na rna do Sebo n. 12.
nicvs uimiws PAR4
senhoras
Sao ebegadas pelo ultimo vapor es mais moder-
nas ebapelinas. Unto de palba da Italia como de
seda e crep, as qoaes se veodem mnlto barato :
na roa do Qneimado n. 39. M de 4 portas.
Vndese om lindo bul (foodo de praio)
eom 4 r>-mo8, leme e vela, reparado e piolado de
novo, por preco commodo : para ver a tratar em
Sanio Amaro, fondigao.
Aos agricultores
Banadera Bratbers Si C aeaoam 'de receber
de Liverpool vaoores de forca de 3 a 4 cavallos
com lodos os pertenees, moi propnos para fate-
rem mover machinas de descarocar alg^do, po-
dendo cada vapor trabalbar at eom 140 serras,
tambem servera para enfardar algodao, ou para
oolro qoaiqoer servieo em qae osero de trabalbar
com animaos. Os |m* machinas americaBas de SS a 40 sorras.
O* protendeotes (Urijam-se ao largo do Corpo-
Santo n. 11. ,
Farinha de mandioca supe-
rior.
A tratar com Ta&so Ir mi oa ao trapiche bario
do Livreawato, forte do Mallos^________
Feijao para animaes
Vende-se na rna da Madre de Dos n. 18.
UVAS
Novo soriiment > de luvas de pellica (Jouvin),
chegadas no nltimo vapor francez, ao armazem 6*
vapor na rna Nova n 7.
Loja
DAS
12
bastos
Vaquetas de lustre proprias p:ra cobertas d
carros, muito novas da noelbor qnalldade pos-
sivel : vendem-se por precos razoaveis na roa da
Cadeia t. 86 A. _________________
Atteneao.
Vende-se urna mobilla de Jacaranda' a Luiz XV
juntamente nma de amareilo no mesmo gosto,
sendo estas obras moito solidas e segaras, e por
preco razoavel : na acreditada casa de marcioei-
ria na roa da Gamboa do Carmo n. 12.
P0T4SS41)4 RUSSIA
A 200 rs. a libra,
Gomara te aa loja de otas da eoraclo da oaro
j> l roa do Capota, moedas aacionaos de I0#
Vende-se pof 8004000 ama prew, criooia,
de meia idade, coztoha, lava e eaforama, e moito
bo altaadeira: a tratar aa roa do Bram a. 86,
fnndlcao.
- Veade se par S004 n* P'ota boa qoiiaudei-
ra, beitu figara, aiu, moea : aa roa do rogo a.
9. Na mesma casa na ootras eteravas para veo-
der-ao. > _______
Ftrelaav coam etatoa
Chetaram a roa da kaoeratriz n. 12, loja de
chapeo, ns niiimos ciatos do melaor gosto qae se
vendeos pelo proco de 34 cada em ; eslo se aca-
bando. ......
Yaodo-aeaaK esto aa fregaam dos Afogados
pateo de Nosaa Seunora di Paz 76, eom alguna
(oros de osa proilmas, ende preortos e dtveraoo
arvoredos : a tratar a* roa Aaaota a. 36. das 9
as f oras da manla a das 4 as 6 d Urda.
- Veade-se a casa n, itt da roa Imperial; a
tratar aa roa da Praia B. 29 A.
de moito soperior qaalidade
torio de Olivalra, Filnoa di C,
to a. 19.
vende-se no escrip-
largo do Corpo San-
Veode-se nm preto possaate e moeo : na ra
ra do Rangel n. 9, on troea-se por nm qae soja
cozlobeiro.
Vende-se urna eserava de 20 annos de idade
boa conduca, engommadeira e coilnbeira : na rna
Nova n. 46, 2 andar.
i
A. Herculano
EarleoO Mmge de Clster
2 vol. 8a ntida impresso de Leipsiq.
Is. 43O00
tArttrH inneetm.
Vinho saporir sea caiiae de orna daa o
tem para vender Antonio Luir de Oilteira Azeve-
do & C no seo escrlptorw roa da Cmi n. 5T.
Machinas para descarocar algodao. do me
Ihor autor que tem apparecido oa America'
E' tal a execucao do m^chinismo, que o al-
godao sahe quasi lio perfeito como o de bo-
landeira. Recommenda-se a atteneao dos
Srs. agricultores, estas machinas.
Fabrica
DK
CERVEJANCIOM
De Hennqoe Lciil^n
0 proprietario deste estabelecimento nSo
ponpando esforc-ts nem dinbeiro para agra-
dar ao respeitavel publico e seus numerosos
freguezes acaba de mstallar para commodi-
dade e interesse dos me>mos.
Um deposito | ral na roa da Impera-
irid. 32
Aonde encoatraro sempre nm variado
sortimento qaer em grosso quer em relamo
dos geoeros seguintes :
Cerveja nacional branca e preta.
Vinhos finos e outros de Franca e Alle-
manba.
Ab yntho Suisso.
Kerschenwasser.
Cognac.
Vinagre branco e tinto de superior qua-
lidade, tambem tem deposito de agoa e li-
monada gazoza da fabrica do.Sr. Joles Gros-
jean.
E todo sem differenca no preco qoe se
echou na fabric -
Qualquer ncommenda que fr enviada
ao deposio sera iinm^i'aumente apromp-
tada remettidaaodo ekrtio do comprador.
tabelecimento lendo em vistas a boa vootade
com que t da generosa popu'acS desta bel-
le cidade concorre com a sua Icoadjavaco
para o basar de prendas que costumam es-
tabelecer no dia da commemoracSo do anni-
versario do Hospital Portuguez-.de Benefi-
cencia, cojo producto applicado a bem
daquelles que baldos de recursos, e no leiio
da dor ali procurara memorar seus sofTri-
mentos e aproximando-se o dia dessa gran-
diosa festa por isso apressam-se em avisar
ao respeitavel publico do que ha de mais
moderno em seu estabelecimento, alm dos
quaes tem variedade de outros, que a serem
para um fim to justo os venderam por pre-
cos mui rasoaveis. *)jrjki
Riquissimas caixas com msica contendo
0 necessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Riquissimos livrinhos com capas de tar-
taruga para missa.
Riqusimo lbum com capa de tartaruga.
Porta jotas, dedaes e relogios e oeste gos-
to orna infinidade de objectos.
Vasos, calongas e palliteiros de porcelana.
Bi.ecas qoe cbamam papai e mami.
Finissimos lencos .de cambraias de linbo
com disticos.
laixinhas com perfumaras.
Bengalas de canna com lindos castoes de
marfim. oiv-
Riqussimos enfeites com coques e sem
elle inteiramente nvidade e ultima moda.
Lindissimos cintos para senhoras.
Fivellas lindas de muito gosto.
Lindos port-bouquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentes e bailes.
Riquissimos leques de madreperola.
Lindos leques de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, ultima moda.
Leques de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lin ios pentes de tartaruga, massa e outras
moitas qualidades.
Luvas (lejouvio. inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Ditas de seda.
Meias de seda e algodSo.
Lindas trancas pretas e de cores om ve-
dilrho e sem elle, assim como lindissimas
guarnieses para enfeitar basquines e botoes
1 para os mesmos.
Lindos indispensaveis para meninas das
escolas.
Bengallinhas para meninos.
Suspensorios para meninos.
Lindas touquinhas e sapatinbos ricamen-
te enreitados proprios para baptisados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Moito boas esco-as para dentes, chapos-
roupa, cabellos, unbas e para lmpar pentes.
Superior liabas para crochet.
Agulhas para o mesmo fim.
Lindos agulheiros e dedaes e madrepe-
rola e marfim, assim como de metal.
Lindas guarnices de botoes, para coletos,
ponnos e colennhos.
Ricas capellas para ooivas.
Meias de seda para senhoras.
Superiores thesouras para unhas, costura
e cortar cabello, etc., etc.
Suspensorios de seda para bomem.
Ditos de algodao para homem e meninos.
Finos aderemos pretos para luto.
Grande sortimento e finas perfumaras
dos melhores fabricantes at hoje conhe-
cidos.
Grande sortimento de fitas de todas 1
qualidades.
E muilos outros oDjectos que impossivel
seria menciona-los e que se encontrado na
loja A Vigilante, roa do Crespo n. 7.
KIV4L SEN SEGUNDO
llua do mludezas
DE
Jos Bigodtnho.
Varas de babado bordado do Porto a .
Carretela de reros prelo eom doas oitavas
propticapara maubinaa a .
Pregos franceses de lodos os lmannos a
Grozas de boioes de osso para calca a .
Espelbos doorados muito anos a .
Caitas com liona sopenor para mareara .
Carritels de rteos de todas as cores a .
Frascos d'agoa de Colonia moito soperior a
Frascos de o eo moito fino a
3*300.' 1
Saias bordadas 41 64$.
1. fimbralas admascadas para cortinado a
124 a peca xohf jl/varas.v ^
O dem para forro a 34 a peca com 10 jar-
das. "! -' .
Cambraia de linbo muito fina de 6$ e 94 a
ara
Madapoloes finos de 64, 74, 84, 94,104,
4-14 e 124 a peca.
Plattlba de algodio superior fazenda para
saias a 34200 a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 24600.
Lences de bamburgo fino a 24400.
dem de bramante muito fino a 3400.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
44500.
Guardanapos de linbo adamascados a...
34500a duzia.
Atoalbado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 24 1 wa. i
dem adamascado de linbo com 7 1/2 pal-
mos de largura a 24* a vara.
I Algodao entestado com a mesma largura
a 1411:0 a vara.
dem trancado de algodao a 14600 a vara.
Toalbas alcochoadas de linho lisas a 114
a duzia.
dem de algodao felpudas a 134 e 144
a duzia.
Colchas de fust5o a 64000.
Ketondes de nl prelo a 64.
Chales de fil a 54.
Lencos de cambraia brancos finos a 14800,
24 e 24500 a duzia.
Lencos de cassa finissimos a 34200 e
3460c a duzia.
Fil de linbo liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 14000 a vara.
Grosdeoaples preto bom a 14800 e 2*
o covado.
Morantqoe preto soperior a 24800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 800 rs, a
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 2450O a vara.
dem de linho com 5 palmos a 14200 a
ara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Riquissimos basqoins a 254000.
Assim como outras multas fazendas que
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de tudo,
AGUA FLORIDA
t .-
33X3
200
800
240
200
14000
940
SO
SO
500
Veode-se aol: roa do AaoUofa. 4.
- Na roa da Floreaos a. 14, ojieaa do Sr.
Jos Grogean vendase oro earriobi> amaricado de
qu.tro assento para nm e doas em los.
_
16.
VENDE-SE H
_ Motores americanos aan don cavallos.
Dita dito pan qoatro eaoalloa.
Machina para fceearoeaf algodao de 14,
|S. 20 30,38 e 40 serras, \
Prencas para enfardar algodo laxando os sac-
co oooa 6 palmoa d> OBoaartmeato eom o peso da
150 0 tOO libras, viadas oitimamoad da America
do armazem de Henry Porster di O, 00 ca Pe
dro U n. 2 jante aa tiabvadts Poriagoez.
Duzia de tesooras peqoenas a..... 480
Frasco d'agua para limpar denlos a .
Redes pretas lisas para segurar cabello a
Duzias de peonas de ac mnlto floas a .
Caitas de lioba do gas de 30 no vellos a .
dem de palitos de seguranca a .
Garrafas de agoa Florida verdadoira .
Sallbanos eom estampas para meninos a
Memento da roopa de lavar a.....
Ouzlas de meias Anas para senbora a .
Agulbas franeexas a baio (papel) a. .
Pecas de fitas de la de todas as cores a
Grozas de botoes de porcelana prateados a
Caixas com alflneites trnceles a -
Caixas de 100 eavelopes moito daos a
Resma de papel de pesa braoco Uso a -
Frasco com superior tlata a ?
Pares de botdes de pnabo motto bonitos
Unbas em carlie de 200 jarda* a .
Caixa de superior linha do gaz com 50
novlos 1
Talherea para roeoinod a.......
Uasso eom soperiores grampo a .
Grosas de peonas de ac multo finas ".
Bonets para meninos a........
Pentes com costa de metal a......
Realejos para menos a.......
500
3*1
60
600
20
1408
320
100
440.10
60
(00
160
80
00
24000
HO
80
100
I4OOO
%uu
100
1
No

1 de Li bo 1
Veode-s" a taberna do toteo do Torco o. voadr saa
II, bem afragoaiada e proprta para qialqner prio- da aaal
cipiaote : a tratar na masma. 1104 barril.
do caes da alfandega a. 8 ha para
cal aova, marea TM, caaaad ha
a poriofjaexa reiMo, a preco de
Chocolate de tteabrlere
purgativo de magnesia.
B' o cbocmaie de desbrlero o melhor porgante
at agora coobecido e de grande areiUcao em Pa-
r*, onde tem sido moito apolicado no hospital
Hoiel Diea petos professores Trousseao e Pidoot
com o malhur ie>oltado.
Por aoa accao laxante porga Mm faigar o esto-
mago e 01 intestinos, e aprsente ptimos resolta
do como derivativo, abrovoate, antivereoso, re-
frescante e doaorativo.
Ov>tasil MfMial
34 Urna larga amedWtrla>-34
Botica de RartBoloaetf .
cal to
Yeadd-M a roa do Apollo a 4.
MURRAY & LANMAH
A agua florida de Murray & banmand
jlhada como um artigo de perfume, nao
tem podido ser igualada pelas prepararles
as mais custosas: conserva seu aroma, co-
mo se formasse parte da prenda a que ella
se applica.
Sua eflBcacia t3o delicada, como elegan-
tes sao seus multiplicados osos, qur seja
empregada como artigo de toocador, qur
no uso do banho, 00 como suavisador da
pelle, depois que se tenha feito a barba;
j para limpar as gengivas ou aromatisar o
hlito.
D suavidade, brilho e elasticidade aa
compleces, depois dse haver lavado; al-
livia a irritaco de erupoes ordinarias ; fax
desapparecer o desagradavel aspecto dos
pannos, das sardas, do rosto, rugas e toda a
casta de ebulicoes, e d vigor e frescura
parte onde quer que se applique. Sua efi-
ciencia e elegancia sao igualmente infalli-
veis nos casos em que seja preciso applica-
la como estimulante e antisptico, nos con-
cursos e assemblas numerosas, as loca-
lidades infeccionadas, na alcova de um en-
fermo, assim como um antidoto exceden-
te para os desmaios causados por cansaoo
ou suffocaeSo. Preparada nicamente por
Lanman A Kemp, Nova York, e a venda po
Caors A Barbosa.
Joo da G. Bravo & '3
A' venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo A C. e P. Maorer C., e em todos os
estaJbeledmentospharmaceoticos do imperio
a foja de calcados da roa
to
Teodo de se liquidar
do imperador o. 32 :
Borles ai -s do Medi. ...
Dits de Suser......
Dit SapatoVs de bezerro Sozer.
Boraeooins para meaiaos e saennas
Ditos ditos ditos.
Bortegoios de loatro para
(>oier). ..
SapalOes MeMi.
Biseaoins cordvao.
pLtemarias do fabricaole Lnbln
pw p* meaos pw?o qo em
tf qoaroaer parle.
Botas para aooterta.
Pernoiras guarda lama.
Sapa tos do tranca para meninos. .
Sapatos do cooro de lastre com sahe
para seobora. ......
borneas
e
oa-
1140C
84000
8A600
34 00
34500
2*oce
740^0
7*0f4
8 000
140M
24O0S
**


xa

m*#%*>mw***f+ r-.An*

CINCO P0MT4S N. 86
EANDE auu azem
DAS I


Ao respeitavel publico pernambncaiip pede-se

i
Sempre barato-,]
Ingleza flor a 10, a libra e a Boo rs. sofltWe propriapara tendero *3 rs
dem franceza a 58 n. a libra.
' Cha
De primeira qualidade a 2*8oo e proprio para negocio i06no a libra.
KaVvcoUaa
logkiee pearl, nic-nac, Ovil, crecnel, e outros superiores a ltfieo a lata.
Flf
A 24o reis abra. i
(Mnu \ '
De miloo branco ato* reas a libra, de ararata verdadelra propria para aiimen-
tar criancas a 5oo reis a libra e caxiabaa eoin 4 libras por menos, gomma do MarfnWo
aie.rs.etapioca^gialU.aibrt.^^^^
Superior a 14, a libra.

*.

V
i a
Attenfio
j tiMteiga iagleu



De goiaba em latas a I $5oo em caixa de 4 libras, muito fino a 48oe, em caixoes
de 2 libras 5 i e-MU. ?
FaUe
Em latas a 4ooo reis a libra, sonido em qnalidades.
*! Ostra*
America a 8o rs. a lata.
aldea e Vassonras
Americanas a 8oo reis cada peca.
Toaelaho
De Lisboa a 320 reis a libra.
groante*
Em latas a 6eo rs.


.
I




.' ti;
Refinado em lindos postes por 5oo rs. ,
Rlrahs de Waaser
A Stfooo a garafa.. i
Vcrmouth e Abssatho
A.#5oo a arrafa.
Bltter
A 1 #ooo a garrafa.
De bordeaux superior, Saint Estephe, Saint Julien, Saint Emilie a 7i&ooo a duzia
e 64o rs. a garrafa.
Vlnho
Do Porto fino a i4f?ooo a duzia e i0500 a garrafa e magnifico tamhem em bar-
ril a 8oo a garrafa.
Dnqne do Porto
Adamado e outras marcas a Qoors.a garrafa e lo# a duzia.
vlnho da FIiielra
O que ha de melhor a 40, a caada de Lisboa a 30 e 40 a garrafa.
vinagre


i
i
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa."
Farclle de Lisboa
Saceos com 9o libras a 405oo.
Cerreja
Franceza em gigos de orna dozia a 60.
lagleza
Bass verdadeiraa. .... T. e Victoria e Alssop a 5oa reisa garrafa



INJEGTION BRO
i
- Hruvrmle iBlaUHd c Preserva***, bsMulasMat* nato, que em* tem Mabiun Udiuio. Vi-uu
i prtaetpae. bsea <. (bit* Mmm mL (W aaa*l 4 (
t mmtm hmmmt mujmtm. Ha. ^^
m m miiki. ili a a iiilin
PREPABACOES FRREAS-IAI6AIICAS

APPR9VADAS PILA ACADBHIA DE ItBDICIR*
DE BURIN DU BUISSON
Pkraittfieo, (fale pe* kadeait de M t
*
O eminente profeaaor T*eussBrj, na nltima edicto de sea Tratad* i* Thera-
52*5 *"otr*a aaHat, recoohece que os ferruginoso simples s3o militas
vetea nefictzes para enrar as molestias qne teem por causa o empobrec ment
do saagne. Mu tos mdicos dos mais distinctos attribuem esse m o xito A ausencia,
n essas preparaeoes, do manganese, que se acha no sangoe, como o tem recenhecida
es ehimices os mais peritos,-sempre intimamente unido com o ferro.
E' pois, presta r-se um verdadei r o ser vico aos S"* Mdicos, o ehamar-se ana alten ci
sobre as preparaeoes segnintes.
Io PAs fcrTPflS mflnffllliPJi iinAo immediatamente nma agna, acidulada,
I T ierra UiaUgaUlCO azoia, .g^aye,, substituido com vantagem
C ecenwtua as aguas minerae* ferruginosas.
2 Plalas c Xarope de idnreio de ferro e de manganese inalterayeis
eonten de cada uta cisco centigramos de tatareto de ferro manganico indieadis
ptrculAnneate das molestias lymphaticas, escrofulosas, e as chamadas ce-
erosas e tuberculosas.
.
3U
laoVt,^ U so do armawm se acba visU.
Manteiga franceza
em Horas 560 e 640, em barris se far differenca.
Banhadeporco
em libras 320 e 380, em porcJk w fa*a differenca.
Fructas
em calda Pera, Pecego, Haiaba dandi, Alperxe e ootras maitas 500 e 640 a laU
Brrllhaa
Portugueas 640, francesas 900.
r FBBIO ... .....
em latas do Para e de aHjaneque, lata l e i200. '
CUMaaaa de mllbo
em paeotea, ditidatm06e200*bra.
Vlaho
de Bordeaux em caixaa dutia 5,5, garrafa 500, dito de 8-S a daxia, 800a garrafa, dito a
14# adarit, **200 agarrafa;dito do Porto a 8&, IU, IU. 24&,caixas decuria, assim
como flgueira caada 3500 e 4^ pare- J A A Lisboa 2800, 3J e 3*500 a qualidade
convida.
' Ca
em lata de 8 gala* e mais pequeas a yontade do comprador, em garrafa.
Alpiste
e 16 0 a libra, painco a 100 a libra.
Azeie
em garrafas a 800 el.
CHAJaTOS
em cala de 50 por 14, ditos Delaas, Trovadores e Parieienses em caixas oe 100, ditw
da Exposico caixa 54, ditos de Regala caixas com 100 a 2500 e ootras muttas marcas
que na presenca dos compradores.
PREZUNTOS
delamego em barril, ditosde fiambre o melhor que ha no mercado por prego que faz
adairar I!
DOCE DE GOIABA .,*
caixoes de 560 fino, ditos de 10500 que parece mar mellada, dito em latas muito fina
qualidade a l200.
BOCETAS
coa doce secco a 14 e 20. i
QEIJOS
do Alentejo em latas chegado pelo vapor Oneida, ditos Flamengos e Pratos dos mais noves
que ha no mercado.
AZEITONAS _.____ _____mmm0k
de elvas como no mercado n3o temos a 10 a lata, em barris do Porto a 10 como nao ha
melhor.
FLURMtCU
DB
Germann
acaba de^receber um lindo e magnifleo *
ttttWd^e ausoe, raaetos, binculos, do al-
tino arntit >urado gesto da Europa e ot
]g^^t^*^ e;Pr *
Fundido dAurora em
: Santo Amaro
..i:..
Joaquim de Almeida Pinto
Ajurbeba contra o ingorgi
tamtnto do figado e do bago.
Em extracto alcoolico, emplas-
tro, alea, tintura, plalas,
140
Em liquidacao.
Eoupa feita nacional.
CooptoU swtli
*as, ilwMpiw-Se.tsSesxs snilni. easa>
dos, mooodi* d* todos M.tajunbos de sBHriot
qoaUdade, crlro e boceas do fimilna, o ne ts*
se TBde por eeaaodo-aaav __________
' i ''' % I, lilil IHr.......
mraae a tI
A jorubeba una das snbstaociss medi-
'camentosas que peMencem ao reino vege-
tal, e pertence a classe dos tnicos e desobs-
truentes, sendo empregada com Tautagm
contra as febres intermitentes acompanhadas
de eDgo'gitamen-.o de figado e de baco. Ella
tem sido apphcada com incontestarel pro-
veito contra a anemia ou colorse, e hydro-
phesia, catharro da bexiga, e mesmo para
combater a menstruacao difficil, resultante
da saesma anemia enflorse. \
Depesitosgerses
Em Pernambuco, ra larga do Rosario
a. 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
Deurado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs, Cascao & C Macei, pharmacia do Sr.
Glaudino, no Havre, pharmacia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, na pharmacia do Sr. Feij.
MMM slalaalBasi*
I^Piarmacla especial horneo-;
m pathlca do Br. Aablao O
i.. Plabo.
Cha de Ia sorte para uso das
91 pessoas que se tratara bomeopathi-
ffi carnete,
Vende-se em pacotes de libra a
30200 rs.
Roa Nova Q. 43.
Veode-sesm easa dSaaders Brothers A &,
o largo do Corpo Santo a: 11, vaporas patentes
on todos os perteoces aroprlos para fuer morer
es oq qnatro macsiaaA parA descansar aigodio
VERDADEIRO LE ROT
Ru dsSaitM, 61, A PARS.
mmmmmmmmmmwm
0 eordeiroffeyidente
Na antiga loja de miudezas a ra do Quei-
mado n. 16.
O cordeiro providente se afana de ter o sea ap-
parecimeato ao sempre memoravel dia 7 de se-
tembro. Elle camprimenta ao respeitavel publico
em geral e a cada um cidadio em particular. O
cordeiro providente nao se intromettera' em estra-
nhos e albeios negocios, restrlagindose apenas ao
qne diz respeito a mindezas em cuja antiga loja n.
Vende-se calcas de casimira a 50, 60 e I i5 a raa do Queimado permanecer' esperando
O propietario destes dous estabelecimen-'
tos tendo muita fazenda em ser e desojando
s&TuaVa^
TAmZkTiT*10*" e armaZeD> 30 ditasde brim pari a 10800 2*400 TJt^^fiSSo SSaaTS
Alnacas admavada nara Tflaliam Alpacas admascadas:para vestidos de senho- j e H. pahtotg de casmira preta e de mete completo sorUaaai de miodezas, finas per-
ras ouu e /zu rs. res a 55 q& 8& fl 1Q^ palitots de mea j fumarias, lavas de pellica, objectos de moda e
Vende-se alpacas de assento branco com; casimira a 30, 30500 e 40: palitots de al-' llT^lT^ZZ\Te\ZT%n!\1 qa
listas e flores hsa ^e admascadas propnas ^ paCa de cores e branca a 30500 e 40: palitots' 7STSfOuXSfflSSS SS reeX-
para vestidos de senhoras a 500, 720 e 800 de brim decores a 205OQ. 30 e 20: serou- cido a commodidade dos pregos:
rs. o covado roa da hnperatriz lojas da Ara- de algodosinho de linho a 10600, 20,....
ra, ns. 56e72. 20500: ra da Imperatriz lojas da Arara
Ditos 160 o covado. ns. 56 e 72.
Vende-se ditos em retalhos a 160 rs. o' Organdis de cores a 640 rs; a vara,
covado, ditos em peca a 200 rs. o covado: Vende-se cassa organdis de cores a 640
retalhos de caca preta a 120 o covado: r- e 70a vara: talalana de cores a 80 rs. a
talhos de caca de cores a 200, 240, rs. o co- vara: ra da Imperatriz lojas da Arara ns.
vado: retalhos de ISasinhas a 160, 200 240 56 e 72.
rs. o covado: ra da Imperatriz lojas da
Arara ns. 56 e 72.
Brim pardo transado a 560 rs. a vara.
Vende-se brim pardo com peqneno toque Imperatriz loja da Arara ns. J56 e 72.
de mofo a 560, 640 rs. o covado: ra da
Madapolao a 40000 a peca.
Vende-se pecas de madapollo enm 20 va-
ras a 40, 50, 60, 70, 80 e 400: ra da
J Ints de lclalo de ferro e de BaiMese) %**S*f2Z
4 flalas de carbonato frreo manganico | ZtiTmiSZ
alternar estas dnas preparaeoes di os atemores resultados.
0 ? lorin da Baissen desbando obt*r a adherfo conipleu do pubco medie* a
cerca do valor de ssas preparaeoes, previae ne Ue aa poe gratniumeote a su
dispoaiei, dirigendo-se; _
m
foremambuco, a sea agente geral, Maarer >, puraaentMoe, m Rova. ,
11
Veade-se na pharmicia de P. Maurer 4,C, ra Nova.
ao
Imperatriz lojas ns. 56 e 72.
Laazinhas a 200 o covado.
Veade-se laasinhas para vestidos de se-
nhora a 200, 240, 280, 320, 340 e 400 rs.
o covado: na ra da Imperatriz lojas da Ara-
ra n 56 e72.
Chitas francezas largas a 240 rs. o covado.
Vende-se chitas francezas largas a 240,
280, 320 e 400 rs. o covado: ra da Im-
peratriz lojas da Arara n. 56 e 72.
Mosambique a 400 rs. o covado.
Vende-se mosambique com palmas de se-
das para vestidos de senhoras, a 400 rs. o
covado: e vareja de listas para vestidos de
senhoras, a 280,320 rs. o covado.
Sedas escosseza com quadrospara vestidos
de senhoras, a 280 320 rs. o covado: roa
da Imperatriz lojas da Arara os. 56 e 72.
Arara vende as saias 30500.
Vende-fe saias bordadas para senhora a
Albaas de dlversos'tamanhos e qnalidades para
retratos.
Chaposiobos e sapatiohos para baptisados.
Coques simples e enfeltados.
Leqoes de sndalo e ootras qnalidades.
Voltas de retroz com cassotetas obra moderna.
Gollinbas e panbos para senboras.
Cico de linbo a imitacao de do palz.
Cartelras com finas agalbas.
Modernas cbapelinas e enfelies para senboras.
Liobas para crochel.
Lia para bordar.
Pinos espartilhos para senhoras.
Leques de diversos gostos a l
O cordeiro prevideate.
A ra do Queimado o. 16.
Vende os segolnies oojectos constantes do varia-
Casimira emfestada a 10 o covado.
Vende-se casimira enfestada de duas lar-*
guras a 10; 10600 e 30 o covado panno fi-'doftimeoto abaizo declarado:
nopreto a 10600, 20, 20500, 30 e 407rua' Q0?^."ares e,e,ncos maBnelii:08 con,ra as convo'-
Bonitas abotoadoras para colletts.
da Imperatriz lojas daArara ns. 56 e 72.
Algodosinho a 30 e 40 a peca.
Vende-se algodosinho a pecas de 30, 40,
50, 60 e 70 a peca roa da Imperatriz lojas
da Arara ns 56 e 72.
Bramante a 20OO a vara.
Vende-se bramante de 10 palmos de lar-
gura a 20400 e 20500 a vana: raa da Im-
peratriz lejas da Arara ns. 56 e 72.
Algodao enfestado a 10 a vara.
Vende-se algodo enfestado de duas lar-
guras a 10 a vara dito transado 10280 a va-
ra : ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56
e 72.
Cassa franceza a 240 rs. o covado.
Vende-se cassas de cores para vestidos a
240, 280 e 320 o covado, vendes-se cortes
de cambraia decores e com barras a 20500,
30500,40, 60 e70,saia bafo oo crinolinas;?'51 e 33.00: snas lojas da Arara, ra da
de arcos a 20/20500 30 e 30500: roa da ,n>peratnz ns. i 6 e 72.
Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
J I As sedas da Arara 10.
Cortes de 13a de 14 covados a 30.
Veude-se cortes de laa para vestidos de
senbora com 14 covados o 30, 305UO, 40,
tas a 10, 10200, loOi, ,10800 e 20, o co-
|Vd: gupulinas de seda com palmas saltos
Variada sortimento de modernos chapeos e coapelnas de seda, de fil e de palba de Italia,, para senbora a l06COe 10800, grosdenaples
Vende-se sedaste quadrinhas e com lis- 40300 e 60, vende-se corles de calcas para
heeaM 80f 10, 10200 ir 10600, colari-
nhos de linho para bomem 400 e 5C0, ditos
'-de cores a 10800 e 20, ditopreto a 106JO,
pan ssnborw meaina.
Superiores-tira1, feordadiobos e entre melos bordados em cambraia tapada e transparente 10800 20: tua da Imoeratrz loias da Ara-
-'miaja ^8 coiumMS* roa doCmpen. 13 ras.l6e7:2. y ^^^
1)E '
.Antonicr Gorreia de Vaseoncellos & Oompanhia.
I ''HMjW I'.j-jjuiJi."] '
I
^"' >'
i
." ti
aovo DEPOSITO
'i
i -e6 sgl,.. .iK
. ((jt^1 '-a .
I ... -*jo ib
i aajao-.. H >.
o atxisD
COI o
4 eb t a
carocabiuqiDa
di^piiveira Br^^
a Dlreiian.__fia 1I"! '*'
_ -TrA3To:iim 0)1 oi
^l'....... > *.. <
este estabelecimeoto sfi encontrarto a
i vwqaqgiraa mohnas amftricanas chegadas ultima'
menM, asqmaaiatIWis^lo*^afr.raa*dofa-
bncaute da America, por so avisa a odas as pes-
l^ que paecisarem comprar, de se dirige a este
estabelecimento que comprarlo das mais perfeitas
"^^MWro assim como, mais barato do aue em
qualquer parte, por isso que *e< recebe por
propriaybem come aunes de chumbe e moi-


__
i"'
de'papel a 500 rs. a duzia, golinhas para
senbora a 200 e 320 rs. por estes precos as
lojas e armazens da Arara, ra da Impera-
triz ns. 56^72.
I
______________:______i_____________,_~i
_---------
I Mil
TRA1
801'* 89l
WkWBm&* r G1IABLE, m PAMS
' Me*co-eapeIal, coimuiiaviea, ae, ruii Vlvtoana r
AVISO OS POENTES. ^rmecr^r Mm --*-*.
wv rageos e miudezas em grosso e a,
diilu e nlo esiuu carado? Usei e abus<7,le um grande oomero 'de iNjacCAoaa, aas
curar em i das, t lou anda mais dotcs.
rHA hXis O AV\S
euro radicalmente teaiTecahW*, Cmienoi, Relaxacdo do canal, Colarrko i Uxxgn,
das temin*4ti,mmnp paimir* jiusn wrultnta inllinianiterU 4'
qmu nqi Wi^.-Ae ieraar^ Ar sea retidez douira acabar
|

Na satasca
rada, tomri Cd
beba, Copaaica
s*b tedas as
formas em opi-
lo, caasula,
coafeito, teuhci
o fsioroap) er-
pritiilBa
SANGDB pa
iii i1 ii eietlaaW taO**e cit**to db
**Kmnnmm%m ,**>+9umim>mwMinnk**ma* tommii***nt
( mm Fmrt$,mm*uiim*t tmmCk*M$ i wvro>rr$*Wom4moUs.
i aawtafliAtii pntv
Coiarinbos modernos.
Finas nav^lhas cabo de marfim.
Bscovas macheotadas e outras qnalidades para
ronpa, chapeo e cabello.
Bonitas eaixas para rap.
Tinta ainl e preta para escripta.
Dita preta para marcar roupa.
Pinos caivetes para aparar pennas.
Lapis com caeta de osso
Ditos de cores para desenbos.
Bonitos tinteiros de lonca e vidro.
Pixas para solo e voltarete.
Borrachas para alar papxis e segurar panbos.
Dita para brinquedo de eriancas.
Bolas de borracha.
Lindos maracaes.
Para ollera* ao hospital por-
tagatfto,
Bonitas ceslinbas com (metas de cera, obra de
mulla perfeicao e bom gosto.
Para cortar moldes e eir brolbar fazendas
Vende-se papel nardo folba grande.
Para lustrar calcados.
Vende-se soperior graxa econmica.
Vende-se papel para matar moscas.
A loja da cordeiro preridente
Ra do Queimado o. 16.
Nella achar us preteadentes um grande e va-
riado sorUmeolo de perfumaras finas, tanto ingle-
zas como franceza.*, sendo :
Finos extractas para lengos.
Bandas e pomadas para cabellos. ,
Olee philocoroe e baboza para dito.
Pos hygifnicos para denles.
Ditos camphorados pera ditos.
Opiata iDglera e franeara para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
vasos de porceiona para ditos.
Sabanefes para mSo % barba.
E muitos outros objectos qne sarao presentes
ao comprador que s dirigir a roa do Queimado
o. lo, loja do cordeiro nrevjdente,
Banieijas pequeuas.
Ven*etDe na roa do Queimado n. 16. loja do
cordeiro providente.
Charutos
da acreditada fabrica de Jos Furtado de
Simas. ,.'
Vendem-sa na loja do cordeiro providente a rtl!
l^eimado_n. ii------------p^_-------,-------
Farmha superior
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Am
vedo 4 O, no sea escrlptorfo, roa da Crnz a. 17.
\


%uicuja earr-a. al. itr (JU I.M o .1.-I, nr!(, n-A .-::. ..,(r-.,, ,...,
MUocoa aLui laruiti. k> nnn -a>e.
V H. TUK-
U-^leto*t*f unJ l-tfj
dr hit r.;..,. i-
SrtPjr...,jej|,ffi !
, iia^i itr i si*. I
i oirrii:ii:u,i>2a-i> {
r 4o iwri. c 4,i ,

Facas de ca
.^aiabalanco a hfi
l))tfWUXmrias
4- iK*8
**9m aadnM aa 1*3
> ai a>!Be
.i -.
ha -attni* *
TdJ^M.ni*Noni m B5, pharmaaia^franc^i.dfl -
SE & mmmi
. sccasib ,M1 v.tai ,v >.! bt> at^'' -ahaaV
>iq ,olll:vV uk ta fc i a?
>v
Cimento
Veide-sa eltaant Perlland : no armazem d
Vicente Frraira da Costa & Filbo, roa da Madre
de Dos n. 22,
ARROZ DE CASCA
Vende-se em saceos grandes a 4#500 : no tra-
a>ibo do Canba, -......
Vndenle isftfti dos en
Deposito na pharmacia de P. Maurer t
C. em Pernambuco.
xXrope depurativo
DE CASCA DE LARANJAS AMARGAS
COM IODRBTO DE POTASSIO
DE
af.P. E.aroze.
pbarmacentieo em Pars
Oioduretodepotassio om verdadeiro al-
terante, um depurador de ineontestavel erE-
cacia; combinado com o xarope de casca de
laranjas nmargas, aturado sem pertnbac3o
alguma pelos temperamentos os mais fracos,
sem alterar as Tuncces de estomago. As do-
se- matbematicas que elle contera permtttem
aos mdicos de receital-o para todas as ci tu-
pi eicoes, as affeccesescrofulosas, tubercu-
losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'isso, e o agente o
mais poderoso contra as doeucas rbeumaticas.
Deposito em todas as pharmacias e casas de
drogaras no Brasil.
Expedicoes, em casa de J. P. Laroze, ru6
des Lions-St-Paul, 2, Pars.
A' venda na pharmacia de P. Maurer A.
C.\ ra Nova n. 25.
Pars, 36, Roa Vivienne. 1>
CHABLE MDF.CINSPtCAL
DAS ENFI.KMI1)AI)AS DES SKXUAES, AS AKFEO
COKS t:iTA!VKA<. E A '.TERAgOES PO SANGE.
36.000 curas das imptngpni,
puttulas, herpe, sarna,
comixocB, acrimonia, e al-
ercee*, meioiets do sanguti
. virus, e alltratoes do (a*.
gtte (Xarnpr vo vcgMaea iiamk.s wminn tomao-e doai
por semana, srguiniio o iraclameaiu Deivralivo; 4
fm|ireK;:io n:is iiie.-nias oiuleslias.
Lite XaropeCUractodcrerr
eCHAIII.E; cora immediv
lumeiiie (ualqucr/mroacio,
i elaxacao, r. dclntiaadc,
igualmente os /laxos e flores
trancas st mullierus. sla iojectao heaigoa eav
rega-secoaa o Xarope de Citrncto de FTro.
Uemorroidan, Pomada que as cura em tres das.
POMADA ANTIHERPETICA
Contra; as afficcoes cutnea* e eomxcss.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
CbaMe, cada (rase val ccoapaii> da *m
HJmo.
0 AOS SS8. MDICOS.
"-'.'ti^aKa Cura cawrr/ios lous
' "ty^^3^fl en/otu tat dot bren-
A 11 L~| TB Q chio t odui es doencet
.'^ateAAatn JlmJl do >ciU>; bata ao doeota
....... lili- I'.Insufi-.!^ j.irajwD' Koicet.
- titiis n> Ptrii. roa WlTScaae, aO.
A venda na pharmacia de P. Maurer o
e C, em Pernambuco. ____
GAZ GAZ GAZ ~
Chegon ao antlgo deposito de Henry Forster 4
C, rna do Imperador, am carregamenio de gaz de
primeira qoalidade.o qoal se vende em partidas
t retalbo por menos preco do que em ontr qual
Uner parte.___________________^^
Fedegoso de Pernambaco
A planta conbecid eDtre nos sob a denemioa-
cSo de felegoso, e no Rio de Janeiro e provincias
do snl desie imperio pela de crista de gallo, o
liandium utilissimum 00 ttafidifim elontjatum de
Scbum, e o keiiolrplum carassadium de Man,
perteo familia das bovagineas. > (laaM
O fedtgoso con.-iderado, n iherapetica per-
nambocaoa, como orna das plantas mais recom-
mendaveis por sois virtudes curativas, e appli-
eado interaa e externa mente, como calmante do
.sysiema nervoso, s paralysia, asihma, tost son-
valsaoo coquelucb, e tosses teetnto aaligas,
suffocajocs, oatbarros pnlmooares, etr~, e esferal
conira todos es soffrimentos das atas respira-
torias ; sendo am exeeiiente- oittvv ra tonel-
les que padecen) da pbtisiea pnlmoo?r. Soa eili-
caeia contra 6 ttano en espasmo inrontesta-
vel, e niogoero ha qae o descoobe^a. A'ao ig-
norando nos o qne acabamos de diter, e es-
rorcandonos por ser til -A, bumanidade soffre-
dora, preparamos o qne abaixo jndic.mo?, pop-
do a disposicao dos distinelos -ipedlcos e dos
doeoiee deta-e-des otras proviaoias deste Impe-
rio BOssasprepTscSes, qne sSo '_'jl__
PlLUUS^HAtRA. XAROPE H VINHO
* DEFIDEGOSO.^
- Uaieo Pbarmacia de J. A. Piotj, roa Uigfrt
b ftoi lo : oTn Rosrle o. 10
i; 91
Amparo
Mocot na fregneiia de Samo Arrto, sendo-a parta
deste de i:900# e a daqneHe de 6:000,1000 : a
pssoa que pretender dirrjt-se a rna da Madre de
oeosn. IVconocaes.doua.mos. o. 14.
" NaT^'flrS^Irp'loriaTio, casa n. 67
se vende i>oas hostias para igreja, e obreias
paa escriptorio.
: 9 aa]
+*
Seda a 320 rs. eavaie
Vende-ea-Bia bonito sortl meato le adas de listas
OM samare w veodaram dm a>uUa .m*w4jobeiro
a Hanldam-se pelo baratissimo areo de 350 rj. o
corado 6 para acabar : na loja e araaien doPa-
no, roa da Imperatrli n. 60. de Gma' Iva,
*-
Vaadn-snoa
pXS33,
,H< 'i na Mt .c m M-.inV v,oc *
t
n a? aic
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ILEGIVEL
aaa-aaa-



M*M
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r^tiMk.
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I)
IX

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Aprifotraiiai* os
irtredzir irdles, porque t fama Je san
efilcacia tem-ss tarto esteodido, o* seas
felizes resaltados a tai altor levado, qne
boj* rara i a pessoa "que por experiencia
propria, ou por intermedio de seas amigos
e prenlas, ignore ou descocer as virtu-
des dessea sempre apreciaveis collares
Reyer.
A agoia tranca porm sa gloria de concoT;
rer para oa Uto josto flm, se n3o por ou-
tro modo ao meaos por ter serapre, e coas-
tantamente um completo sortimento desses
collares mgneticos, qne bem se podem cba-
marsalva vidas das criancas.
Rosta anda qae os senhores pats de fa-
milia se facam convencer |de que conven
nao esperar qae as criancas sejara atacadas
do mal, e por isso aecessario oo conve-
niente qae com antecadencia se deite na
criaoca um desses collares para assim estar
ella preservada das convolces e se contar
livre dos rigores da denUcJo
A aguia branca roa do Qneimado n. 8
contina a receber por todos os vapore?
francezes a quantidade que ha contratado e
por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
daderos colhres Royer eletricos magn-
ticos.
Bola de borracha para forln-
qnedos.
Vendem-se oa roa. do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Carretela de rctroz para ma-
chima*.
Vendem-se na roa do Qneimado loja da aguia
branca n. 8.
Papel paquete.
Vende se na ra do Qneimado loja da agnia
ranea a. 8.
A Aguia Branca ra do Qneimado n. 8,
recebeu de novo os seguintes objectos e
est vendando-as por precos rasoaveis.
Modernas fivellas.
Modernas fjvellas de madreperola, lavra-
das e lisas, guarnecidas com enfeites de
prati dourada, vendem-se na loja d'Aguia
Branca ra do Queimado n. 8.
Leques
todos de sndalo, outros todos de saodalo
com bonitos desenbos que representan} qaa-
tro vista, outros de sndalo e seda, outros
de faia tambem com desenbos qae formara
quatro vistas; vendem-se na loja d'Agaia
Branca, ra do Queimado a. 8.
Lavas Anas
de camursa, brancada amarellas: vendem-
se na loja da Aguia Branca roa do Quei-
mado n. 8.
Latas com banba fina
vendem-se na loja da Agaia Branca, roa
do Qneimado n 8.
Chapelinas modernas,
enfeites de flores, capellas finas para noivas,
ditas brancas e cor de rosa para meninas,
calxos e ramos de flores finas e botes de
rosa de diversos lmannos: na Aguia Bran-
ca, ra do Queimado n. 8.
Meias finas para meninos.
A Aguia Branca a ra do Queimado n. 8,
recebeu meias mui finas para meninos, e
esl vendendo as de cores a 50000 duzia,
brancas a 5)5500 e croas a 6(5000.
Trangas de vidrilhos, brancas e pretas, lar-
gas e estreilas.
A Aguia Branca a ruado Qaeimado n. 8,
recebeu novo sortimento das trancas cima
ditas, e como sempre vende-as por precos
commodos.
Fitas novas
para cartas de bacbareis e a irmandade do
Bom Conselbo.
A Agola-Branc?, a roa doQueimade n. 8, receben
novas Atas achamalotadas para ambos os lados,
moi encorpada e toda de seda, com viva o agrada-
vel car, e esmo sempre, vende por prego mallo
rasoavel.
Uollares Royer magnticos
lcdalhas e palseiras magnticas.
A Aguia Branca receben nova remessa dos pro*
vellosos collares Royer magnticos, ja sommamen-
te conbecldos para preservar as coovalses e faci-
litar a denticao das criancas.
Com esses otis collares elctricos magnticos
tambem nao pequeas quanti dadas de medalhae
e palseiras elctricas magnticas caja ntilidade
tem sido aproveitada por quem soflre do nervoso
hypocoudico, tremores as mos etc.
Assim como os collares Royer esto geralmente
conbecidos e acreditados pelos efflcazes efTeiios e
bons resoltados qne tem colbido as pessoas que
delles lem u^ado ; assim tambem cbegaram a ga-
nbar tao alta reputaba o essas apreciaveis medalhas
e palseiras magnticas, ama vez que o aso aellas
r se esteodendo a todos qae deltas necessitem. A
Agola Branca contina a receber por lodos os va-
pores francezes ama determinada qoandade des-
ses sempre precisos e estimados collares Royer
magnticos e por Isso fique na lembranca de todos
qae os acbario constantemente em dita loja da
Agaia Branca, roa do Queimado n. 8.
Benitas boneeas
com rosto de cera, olhos fixos e movedicos,
A agaia branca & ra do yueimado n. a, reca-
bea am novo sortimento de bellas bonecas com
rosto de cera, olhos fitas e movedizos e como
sempre vende-as por presos commodos, regalando
estes em relaco aos dlfferentes tamanbos de qae
se comp5s o sortimento.
Elixir dentfrico e odoutalgico.
A agnia branca a roa do Queimado i. 8, rece-
ben de novo esse apreciavel elixir cojo aso ue-
cessario para conserva gao das gen g I vas e acabar
o mo balito proveniente de dente* armiados,
cada frasco casta ?f.
Este tuda remediado em qnaato a In-
8 t pellica.
Porqoe a agnia branca por intermedio de am
negociante de nossa praca mandan contratar com
om bom e acreditado fabricante de ditas, para
este Ibe fazer remwsas directamente por todos os
vapores, seedoafvitieiraaqao agora acaba de
ebegar. O fabrieaote promeue manda-las sempre
da methor pellica e na verdade aa qae vieran
dessa vez confirmara o seo dizer, e pelos difieren-
tes enfeites qoe ellas trazetn da' elle mais a conbe-
cer o apurado gasto e perfilo de soaobra. Rea-
ta pois qae o* boas constantes Iregaeeee eonti-
naem a favorecer a agota branca em qoanto alia
val so livraede dos raaos qae com seas Dados a
iam depenando.

kO
m:M

**+
Alm do grande sortimento das melhores machinas, americanas para descarrocar
algodao. de 10, li,.14,16,18,20, 22, 23, 30,35, 40 e 50, neste estabelecimento se

Caixas com vidro sortidos.
de todas as qnsHidades.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para engommar a vapor.
Vassonras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de verguinha.
Guarda comidas.
Peneiras d'arame para padarias e refinacoes*
CorreDtes para almanjarra.
Machados e facSes americanos.1^
Barricas com milho branco americano.
encontra mais o segninte:
Azeite de espermacete prepria par* machi-
nas.
Vapores de torca de 3 a 4 cavallos.
Serras valsas pare machina.
Mandes e todos os mais pertences para as
mesmas.
Carros de mao para aterro.
Grlindro para padarias.
Debulhadores para milbo.
Arados americanas.
(Jarrinhos proprios para arraazens.
Moinhos para refioaeo.
dem para mlho.
Escadas de madeira americanas.
GRANDE SORTIMENTO
HlltATA
-*v :
EOJA E ARAZEX
DO

Egowvoe agidos
Ra 4a Iaieratrlz
BE
CrJaMjL <* SILVA

.- y Os proprietarios deste grande estabelecimento acabam de receber da Europa om
grande sortimento das melhores fazendas de lia, linho, algodao e seda, as quaes vendem
por precos baratissimos, afim de apuraran dinheiro, dando de todas ellas amostras,
dcixando ficar am penhor ou mandam-nas levar em casa das Exmas. familias pelos seus
caixeiros, assim como as pessoas que negociam em pequea escala, neste estabelecimen-
to comprarlo pelos mesmos precos qae se compram as casas inglezas, ganhando-se
apenas o descont.
As 10 mil Taras de cambra i as
Covado 300 rs. vara 500 rs.
S pavao
Vendem-se.finissim cambraias france-
zas com listras miuda e grandas e com
lindos desenbos de flo"es e palmas, sendo
todas com as cores mais modernas e mais
lindas que tem vindo ao mercado, pelo ba-
rato preco de 300 rs. o covado on a 500 a
vara, grande pechincha attendendo a
grande porc2o qne tem, sen5o seria para
muito mais dinheiro : isto na loja e armazem
do Pavao, roa da imperatriz n. 60 de Gama
Silva.
Chales baratos
2& 30500, 64 e 74000.
Vendem-se chales de merino estampados
a 20, ditos lisos a 3500, ditas estampados
finos a 54500, 64, 60500, ditos crepon
com listras de seda a 70500 e 80000,
pechincha : na loja e armazem do Pavao
ra da Imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
Para cama de noivas.
Vende o Pavao.
Ricos cortinados bordados a 8*000,10, 16,
Vestidos ae rantazia a 60 e 80.
Vendem-se bonites cortes de vestidos de
fanlazia Com lindas narras e enfeites de seda
pelo baratissimo preco de 60 e 84 na loja
armazem do Pavao roa da Imperatriz n.
60. De Gama & Silva.
Pannos de linho.
Vende-se superior panno de linho puro
para lencdes e ceronlas a 640, 760 e 800
res, a vara na loja e armazem do PavSo ra
da Imperatriz n. 60. He Gama & Silva.
Foglo do eageobo Saq |Wref oeziade Agoa
Prela no da 25 de agosto prximo pastado o es-
era vo de son Joaqmn, de Idade 10 a osos poueo
mala oo afeaos, per Mecate ao. afcalxo a? signado,
aMBfnMS i islam : MkM, eaksllas cara-
Waam, balsa, corpo regalar, nartt aSIado, percas
na pooeo volteadas pa dentro, esu' deseorada,
ehecovdo engenho Pimenta fregueza de Santo
Aotio no dia 5 de setembro eorrente, e d'abi lor-
non a latir ao dia 6 do mesara, sop[-5e-se qne pa-
ra o Recite onde elle tem m, talve c m o flm de
as sentar praca como Cirro : por isso pede se as an-
tboridades polielaes oo capites de campo qne o
prendam e levem ao eotor no enieobo aelma di-
to oo nesta praca a roa da Praia n. qae sera'
granfloadOi H
Coalina (agido aesd* oalli abril o mulato
Joao, de idade de 40 aooos,, pooco mais oo me-
nos, com os signaos seenintes : cor alaraojada
cabellos earapiobos, estatura regular, reforcado do
corpo, penas grossas, Irabalba de mestre de a;so-
car, mestre de pedreiro, sapateiro, multo fu-
mante de cachimbo, sabio com destino a Seri-
nbaem. O abaio assignado roga's aotoridades
polielaes e capules de campo qoa mndeos pren-
der dito mualo elvalo a seo senbor no engenho
Japaratuba, que sera' bem recompensado e por-
tador.
Japaraluba, 38 de jnlbo de 1867.
Jajo Jos Bnarqne.
Escravo fgido.
No da 3 do correte fngio da casa de sea se-
ahor o preto croalo de nome hidro, com Idade de
28 anuos, com os sigoaes segnintes: estatnra re-
gular, chelo do corpo, eor (ola, falta de denles,
qnando anda faz nm pequeo geito em um dos ps
para dentro, bastante potroso, Albo du logar de
Bramante de linho a 24 20400, 24800 reil.Bananelras, da Parabyba. levou camisa branca,
.-.-o calca de casemira parda, orna blosa de algodio
j r u. aml, do feitlo de farda de voluntarlo, tendo sido
Vende-se soperwr bramante de linhO ,jst0 pela Soledadejonto com nm exvoluntarlo que
com 10 palmos de largara proprios para veio do sol, fliho de Pedr de Fogo, de sup-
lences, pelo barato preco de 20, 20400 e Por qne para l tivesse seguido : ponan:o rogase
ARTO re\% a vara na loia e armazpm do; ,od,, >o,o>,',1aes polhaes, capites de cana-
2*ju res a vara, na_ toja e anrazem uo ^ g|M 0 enejar, o
PSv3o ma da Imperatriz n. 60. De Gama pTendara e o mandem a sen senbor, na padaria da
& Silva. praca da Santa Cruz n. 6, que serao b^u recoai-
AlgodSosinho enfestado a 10 10290 reis a Pensados.________________________
vara. No dia 16 de abril do correte Mino 3Io
Vendem-se superior algodSosinho ameri- 0lD escravo de nome Jos, preto, crioji<-, moco,
cano enfestado que a largara dalle d a lar- bai,0coin panD0 pel r08t e w,,' '
gara do lenco!, sendo liso a vara a 10 e sen-
do trancado a 10280 na loja e armazem do
, servem para janelias; ditos adamascados 104 Silva. _....... m 1BD0. esle?e ac0Qlad0 D0 .l.. ln .it.


u
Armazem de fazendas finas para grandes toiletts ^ uso
ordinario para todas as classes,

ib
4
3
-
rma do Crespo n, 1 A. esquina da do Imperador
DE
Custodio Jos.Alves GnimarSes.
O proprietario deste importante estabelecimento avisa ao respeitavel publico
aos seus amigos e freguezes qne acaba de receber pelo vaper francez Guienne, di-
versos artigos de moda, os quaes sao de completa novidade para este mercado, e apro-
ximando-se o dia da commamoracao do anniversario do Hospital Portuguez, por isso
apressa-se em vir avisa-los do que ha de mais moderno em sen estabelecimento, como
sejam:
Riquissimas chapelinas com coque.
Diias sem elle.
Lindas chapelinas de palha da Italia. (Re-
commenda-se muito estas chapelinas por se-
ren intei i ament novidade).
Riquissimos cintos- de seda, com matamos
chineza, ultima moda.
Lindas satas de la com bordados, proprias
para as escellentissimas senboras trazerem
por cima do baiao, ultima moda em Pars.
Lindos cortes de seda para vestidos.
Moireautique branca, azul e preto, fazen-
da inteirameole nova.
Grosd-napole8 de todas as eOres.
Ditos pretos.
Leques de madreperola.
Ditos todos de sndalos.
Ditos de sndalo tendo no centro um qna-
dro de seda, inteiramente novidade e ulti-
ma moda.
Chapeos de sol para senhora.
Ligas de seda pira senhora.
Ditas para meninas.
Espartilbos para senhora.
Riquissimos enfeites para senhoras, intei-
ramente novidade.
Bales para senboras e meninas.
Touquinhas ricamente enfeitadas.
Coeiros bordados.
Toalhas de labyrintho muito ricas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dito.
Rendas, teicos da trra e grades para lencos
Um rico lencol de labyrintos.
Riquissimas basquines de seda preta, bor-
dadas com gosto.
Lnvas de Jouvin preta, branca e de cores.
Lindos cortes de 13a com barra.
Riquissimos cortes de transparent de se-
da para vestido de senhorastambem novi-
dade.
Lindos cortes de 15 com listas de seda.
Riquissimas fivellas para cintos.
Fil de seda e de linho.
Riquissimas camisinhas para senhora.
Riquissimas saias bordadas.
Punbos e gollinhas para senbora.
Riquissimcs manteletes de cOres, inteira-
mente novidade.
Peitos de linho bordados com gosto pro-
prios para camisas de noivos.
Collarinhos de linho lisos e bordados para
homens.
Lindos veos e mantas de blonds.
Riquissimas vestimentas para baptizados
contendo chapeosinho, sapatinho, meiasinha
e camisioha com lindos bordados.
Riquissimos chales de touquim.
Grvalas de seda branca para noiva. _
Ditas de cambr^a de linho com bordados
as pontas, novidade.
Chapeos de sol de seda com caslo de
marBm.
Ditos de oulras qualidades.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Chapeos de seda preta para homem.
Ditos de pbantasia para homem.
Casemira preta muito fina.
Ditas d cores inteiramente novidades,
Cambraias, 13as, chitas* madapoles e ou-
tros muitos objectos.
O dono deste importantissimo estabelecimento contina noloovavel proposito de
querer vender muito e ganhar pouco, sojeitando-se a tirar em soas mercadorias um lucro
rasoavel, para, assim poder melhor agradar aos seus numerosos freguezes.
i2; bonitas pecas de cassas adamascadas para o
mesmo effeito; bonitos damascos de lia de urna
e duas larguras, proprios para eolebas, assim co-
mo bonitas colchas de croch : tugu Isto se vende
mais barato do qoe em antra qualqner parte, oa
loja do Pavao, roa da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Organdy a 4$000.
Vendem-se bonitos cortes de organdy
sendo com listras todas braceas ou com lis-
tras de cores/tendo oito varas cada corte,
pelo baratj preco du 44. pechincha:na
loja e armazem do Pavao ra da Imperatrit
n. 60 de Gama e Silva.
Atoalhados para meza a 20000, 20500 e
30000.
Vende-se superior atoalhado de linho
adamascado alvo com 8 palmos de largura a
30 a vara; dito adamascado pardo a20500
rs.; dito alvo de algodao a 20000 rs.; dito
trancado alvo, sem ser adamascado a 10600;
guardanapos econmicos pardos a 30 a du-
zia ; ditos alvos a 30500 e 40000: isto na
loja e armazem do Pavao ra da Imperatriz
n. 60 de Gama de Silva.
Casaqainhos de fil.
Vende-se os mais modernos casaquinhos
ou basquinas de fij preto. pelo barato pre-
go de 160, chales e retondas de renda preta
na loja e armazem do Pavao ma da Impe-
ratriz n. 60. De Gama dt Silva.
Cambraias largas com 8 Palmos de largura a
14 e 12SO:
Vehd-se cambraias largas da Escocia ten-
do 8 palmos de largura que falicita fazer-se
um vestido apenas com 4 varas, pelo bara-
to preco de 14 e 1280 reis a vara pechin-
cha ia loja e armazem do Pavao ra da Im-
peratiz n. 60. De G ma & Silva.
Cambraias escocezas tapadas e transparentes.
Vende-se um magnifico sortimento de fi-
nissimas cambraias brancas para vestidos
^nfaAo3/8 delargura^ek,3PrC08 ej'eJS^V ditos franceses farenda-mnito
de 104,124, 130, assim como nm grande M5 ein pecas oa a retalbo, algodao omito en-
sortimento de ditas mais abaixo de 44, 54. corpado pegas com 20 jardas a jsoo, 64 e 6*400,
64, 70 e 84, garantindo-se aos comprado-'. dito muito Boo que serve at para camisas a 8$ :
res que neste genero nao podero comprar." i> ? masen do Pavao roa i
Punhos e golinbas a 10000 o par,
s o Pavao.
Vende-se om grande sortimento dos mais
bonitos e modernos punbos com golinhas,
sendo de esguiao de linho bordados a 10000
o par, ricos manguitos com gollinhas de
cambraia tapada e transparente a 20000 o
par, .E' pechincha; na loja e armazem do
Pavao ra da Imperatriz n 60 de Gama &
Silva.
Calcinbas pera meninas a 640 e
800 ris.
Vende-se calcinbas bordadas para meninas
qne andam na escola pelos baratos precos
de 640 e 80Ors., manguitos para as mes-
mas e para, senhoras pelos mesmos precos,
na loja do Pavao roa da Imperatriz n. 60,
de Gama Silva.
Balees de canda,
Vendem-se as mais modernas crinolinas oa ba-
ldes proprios para vestidos de canda, sendo os
melhores e mais modernos qne tem vindo ao mer-
cado e por precos muito razoavels: na loja e ar
mazem do Pavao roa da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma dt Silva.
ivSas trauspareutes.
Cbegaram as mais modernas barejes on laasi-
nbas 'transparentes com bonitas listas de seda,
vendem-se na loja e armazem do Pavao roa da
lmperatrix n. 60, de Gama & Silva.
Casaqiiiuhos para senhora
Chegaram os mais modernos easaquinbos oo ja-
quetas prelas ricamente enfeitadas sendo com cin-
tura e sem ella, pelos presos mais mdicos que em
ontra qualqner parle : se vendem na loja e arma
zem do Pavao roa da Imperatriz o. 60, de Gama
i Silva.
Balees a ^^ioo c3|.
Vende-se nm grande sortimento de crinolinas
on balees de arcos para senhora pelos baratos
presos de ?4, 24S0O e 34 por baver grande por-
gao : na 'oja armazem do Pavo ra da Impera-
triz n. 60, de Gama & Silva.
Hadapelo e algodao
Vendem-se superiores pe?as de madapolo ten-
pelos baratos precos de
melhor em outra qualquer parte e s na lo-
ja do Pavo roa da Imperatriz n. 60. De
G ma & Silva.
Damascos para colchas a 50, 20500 e 800 rs.
Vende-se o mais superior damasco com
8 palmos de largura proprio para colchas' bonito que tem vindo ao mercado tanto em
com os desenhos mais buaitos que tem vin- novidade de dezenhos como em flores, pois
do ao mercado com urna s cor e de duas urna nova fazenda que sa confunde perfei-
da
60, de Gama & Silva.
Novidade do Pavao.
Alpacas, a 1280
Chegaram as mais brilbantes alpacas de
seda para vestido, sendo neste genero ornis
Este estabeleeimeoto acaba de reeeber liadas
chapelioas para seooora, ricas caliinhas pera cos-
turas, das pare joias, pautes doarados para coe,
fivelas muito ricas-, assim como ciatos e palseiras
da clma moda de Pars, ntremelos ebabadinbos,
bonitos tooeadoree dooredos e delaceraaoVeeoo!
lbot escossezes de diversos tamanhos o reos cai-
vetes para senbora,' votos para posee grava-
abas, bico de seda, dito de algodao, laeynntbo, e
muitos outros objectos de aporado gosto, qoe aa
torna eoaeoebo mencionar, tudo por precos mui-
to commodos: a* roa da Imperatriz n. 70, na loja
da Lealdade.
>*
- Vende se osftaralatinbd de idade de 12 an-
uos, linda ligara, bom copeiro, habituado ao servios
da easa, sem vicios a bem educado : roa do Hos-
picio defronte da casa ra que fot o gyonaslo na
penltima easa junto ao canal; os pretendemos
podem ir vello du seis as doto oras da maobaa,
,11 A* (nt m seis da Mf de.
A' LOJA DE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO i C
11Rua do Queimado11
Angosto Porto A G. acabam de reoeber da Europa superiores cortes de seda de cores para
bailas e casamentes.
Ricos cortee de bload com manta e capella para noivas.
Cortinados bordados para camas de noivas e janellas de 7J a 80* cada um.
Colzas de seda e ontras de lia e seda o qoe ha de methor para eamas de noivas.
Toalbiuhas de croch para cadeiras e seras, espartilbos a sultana para senhoras, camlsinbas
com manguitos bordados e lindos encbovaes para baptisados, e baldes de mosselina e de arcos para
senboras e meninas.
Lnvas de pellica para boraem e senhons e superiores chapos de sol de todas as qualidades.
Loa para vestidos baratisslma bonitos padroes o covado a 280.
Tapetes grandes para fofa, ditos para plano, ditos para cama o pequeos para portas e janellas.
Moir branco e preto superior para vestidos de lindes desenhos, grosdenapie de todas as cores
seda, da quadrinkos, cambraias brancas de maltas qualidades, ditas de cores e lindas percates.
Basquines de seda preta ultima moda, chales e retondes de culpare, vende-se barato. |
Camisas para homens francesas e inglezas de linho e de algodao finas e seroulas Je linho su-
periores.
Capas da borracha, sobretodos e perneiras as melhores e mais elegantes.
MaJas grandes para vlagens, ditas pequeas e saceos de tapete e eonro.
Bramante branco de 4 largaras a *#500 a tara, pannos pretos e zoes, casemiras frotas e de
cores tudo bom e barato.
Neste estabeleeimento ha sempre am completo sortlmeato de boas fazeodes tanto para praca
como para o centro da provincia e superiores objectos proprios para casaawutosoeow sejam eapeas,
mantas, vestidos de blondo e de moir branco, eOTtiadoa, colcho, vendoodose ttdo mais barata e
tambem as melhores '
Esteiras e alcatifas para forrar salas.
iiRgu 4* QneliMtUi!


cores pelo barato preco de H o covado, di-
to com 6 palmos de largura a 2)5500, ditos
de urna s largura a 800 reis, na loja do Pa-
vo rua da Imperatriz n. 60. De Gama &
Silva.
Cassas de nma s cor a 300 rs.
o covado.
Vende-se bonitas cassas de urna cor s.
tendo cor de rosa e asul, cor de lyrio, roxa,
verde e cor de caona, peto barato preco de
gOO rs. o covado: na loja earmazem do
PavSo rua da Imperatrit n. 60 de Gama
Silva.
Os casaqainhos de pavo
a 180,200, 2f* e 30^.
Cbegaram os mais modernos casaquinhos
00 jaqoetas de grs preto, ricamente enfei-
tadas, sendo nns com ciotura e outros sol-
tos con'orme sensa ltimamente e vendem-se
pelos baratos precos de 180, 200, 250 e
300, na loja e armazem- do Pavao, roa da
Imperatriz n. 60. De Gama & Suva.
Sedas largas
A 24 o cavado
S oa leja 4 Pavt.
Vendem-se modernlsslmas sedas com largara
de chita franceza, sendo com padr5es oaoderoos,
tendo entre ellas cores proprias para qoem estt-de
luto : vende-se pelo barato preco de U o covado .
ande pechincha : na loja e armaum do Pavao,
roa da Imperatriz u. 0, de Gama & SHva.
Certes brancos
A Man.
Vende-se bonitos corte de cambraia branca com
benitas barras bordadas a tendo tambem signos
com bonitas barras de cores ; vndese Dlo bara-
to preco de 34, na loja e armasen do Pavio,. roa
da Imperaol* 0, de Gama & Silva.
Alpacas de cares
baiio, com panno pelo rosto e peito, orna
esa nm dos joelbos, proveniente de ni <.-,> de
cavado, orna marea de caustico sobre o o^ou, yii-
cha pela perna esquerda, tem as costa? ^cas
O'IO
ae
um atino, e esteve acornado no logar Veri ole, fre-
gnezia Taquaretinga, onde foi preso :< quero 0
apprebeoder leve-o a sen senbor, na roa larga do
Risario n. 26, andar, qne sera' generosamente
recompensado.
50$000 de gratificado.
No da 11 do crreme mez de setembro vo'tando
nm carro do engenho Lucal com 4 boi, c n t dir-
ruida eui estrada nova, no rancho do Sr. Sebtstio,
desappareceu nm boi preto, grande e novo, com
om ferro em cima da anca.a direlta o a es 'arria:
quero der noticia dirija-se a rua d> li pt: ot n.
28 que sera' recompensado com 804000!_____
Attenco
Poglo no dia 1K do correte o negro de nome
Patrelo,crioolo, de 35aenos de idade, pooco mais
oa menos, de estatura baixa e franzino, mos e ps
pequeos, nao tem denles na frente i tem barba
serrada com alguns cabellos branco?, gagoeja
qnando falla, levou vestido calca de brim pardo,
camisa de flaoella rlscada e nm booet esenro : a
pessoa que o apprebeoder e levar a travessa da
pra;a do cbafariz n. 11, Recife, sera' generosamen-
te recompensado. ____ ____
100S
de gratificago
gFaglo do engenbo Raz, da fregueza da E-cada
o escravo de nome Bernardo, alto, magro, com
pouco boco, bex feito de corpo, bonita fignra, de
idade 25 annos, contorna osar ronpa de algodao
azul listrado e chapeo de feltro on de conro ; qnem
o apprebender leve-o ao eogenbo acims ou a rua
das Cruzes n. 11, qoe recebera' a gratificajo acf-
ma. Presume-se que anda por esta cidade.
Romo, cabra, estatura regular, cabeea
grande, cabello carapinho, rosto oval com
marcas de espinhas, macies salientes, tende
sobre a direita urna marca de tal lio, olbes
pequeos avermelbados, bocea regular, bons
denles, principio de buco, corpo reforja-
do, mSos e ps peqoenos ; copeiro, cosi-
nbeiro, e andava no carro : qoem o appre-
liender recebar a gratifleaco cima, levan-
do a casa da vi uva Luiz Gomes Ferreira ou
ao abaixo assignado.
Luiz de Moraes Gomes Ferreira.

1
1
1,1
Noy e grande deposito de superior carvao de Oardiff na
Babia.
Antonio Gomes dos Santos 4 C., roa Santa Barbara a. 1, esto habilitados supprir de
oarrio #m eondicoes mais frroravers qu em ontto qualquer deposito, a todos os navios a vapor qn
eerren ian>Ue porta A contratar nesta com Domingos Alves Matheus.,1
ASOOrs.
Cbegaram as mais bonitas alpacas de cores para
vestidos cosa deseabas miados e grandes, tendo
largara de chita fraoeexa, e veode-ee pelo barato
oraco de 500 rs. cada covado -, graode-pecbin
ba^ na toja e armazem do Pavo, roa da Impe-
ran-* n. W, de Gama di Sva.
Bramante a 2J,
Vende-se superior bramante de llnbo airo com
16 palmos de larfara, pelo barata praca do U *
vara ua loja e armaiem do Pavio, roa da impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silfo.
Algalia variada
Vende-se peca de algodao largo muito encor-
do, pele barato preco de 8*500 a peca : na Urja e
armazem do Pavao, ral di Imperatriz n. 60, de Ga-
ma dt Silva.
tamente eom seda tendo entre ellas argomas
todas brancas com os mais odos lavrados
e vendem-se a 1280 reis, o covado, na loja
e armazem do Pavo, raa da Imperatriz n,
60. De G3ma & Silva.
As alpacas do Pavo
para vestidos a 10.
Chegou nm grande sortimento das mais
bonitas alpacas lavradas, de cores que se
vendem 1 *#> o covado, ditas a '800 reis,
ditas lizas de tydas as cores a 640 reis, qne
se vendem na loja e armazem do Pav5o, rua
da Imperatriz n. oO. De Gama dt Silva,
vestidos brancos
a40,soPav2o.
Vendem-se bonitos cortes de vestidos de
cambraia branca com bonitas barras tendo
entre elle tambem com barra de cor e ven-
dem-se pelo barato preco de 40 cada om,
na loja e armazem do Pavao. ma da Impe-
ratriz n. 60. De Gama Silva.
Grande novidade
Vestidos a 60
se aa leja do Patio.
Se vendemos maia ricos cortes de organ-
dy branco com elegantes listas largas, pre
tas tendo 10 varas cada corte com os com-
petentes enfeitos para o corpo sendo oeste
genero o qne tem vindo de mais novo- ao-
mercado, pelo barate preeo de 6& s na
loja e armazem do Pavo, rna da Imperatriz
n. 60. De Gama & Silva.
Chales a Benoiton a 30000 E 65GOO
na loja do Pavo*
Chegaram os mais modernos chales Be-
noiton, sendo de urna s cor com bonitas 1
franjas de peluda, e tendo entre ellas asi
cores mais modernas que teem rindo a
mercado e vendem-se pelo barato preco de
M e 60060, ditos a Isabella qne supprem
mui'.o bem oe casinos e vndenle pele-
barato prego de 70000 rs. garantindo-se
qoe n'este genero o que ba de mais novo
n aereado e muito decentes para qualqner,
senhora uzar: vendem-se i loja e armazem
do Pavo, rna da Imperatrit n. 60, de Gema
de Silva.
CARNAUBA.
Vende-se cera de carneaba em tacem
sendo de superior qnaltdade na leja do re*
vio, rua da Imperatriz n. 60 de Gama 4
I Sita.
Attenco.
o
ftoffooo.
Contina andar fgido do poder do abaixo as
signado, desde o da 12 de marco do crreme anao
o sea dscravo pardo claro, de nome Cyriace, com
os sigoaes seguales : representa ter de idade 40
annos, roste redondo, e nm tanto envergado, olhos
empapujados e fundos, bocea graooe, beicos gros-
sos, barba fechada e roiva, ps e toaos srossos e
carnudos, peitos vermelbos e cabellados, cabellos
crespos e avermelbados, eosloma andar armado dt
faci e ama bayoneta n'om pi, goeta de tomar
cachaca, e qoaodo flea bebado da para poeta e re-
grista : rog -se, portante, as aotoridades policas
e capites de campo a apprebenso do mesmo,
leva-lo a sea seabor o abano assignado, no en-
genbo Pedregolho, em Nazarelb. qae sera* recom-
pensado eom a gritifieaejio cima.
Jos Ignacio Ferraira Torres.
Atten#o
Fugio no dia 3 do corralo de eogenbo Rafe
fregueza da Eseada, o eseravo Bernardo, idade 28
aonos,crioulo, com os signaos segnintes: alte,
seco, cabellos earaptnbos, rosto redoodo, felcs
regulares, pooca barba, cor preta, tem urna dea-
trii em am dos calcanhsres qae se toro visivel
presame-se estar em Bengalas fregaezia de fa-
ro jeiro oa nesta praca : qoem o apprebeoder po-
dera leva lo a roa das Crozes n. 11 oa 00 engenho
cima Indicado qae sen' generosamente recom-
pensado.
AVISO
lOOfjlOOa de gratifleaco.
Contina a estar fgido o es
crave Simio.
-, Roga-se a todas aa autoridades e espilles de
--,. campo, tanto desta provincia eomo da das A'*o
5 apprebenso do dito escravo, qoe fogla oe casa
j sea senbor no da ti de jaibao eorreo aeoe.
ot aen.s, alto,
na freo-
comas sgnaos segnintes ; de^K2gfw?
id,da de 40 annos, *^J^ semblante carregado, coto *j&2Lfa M al
te, aor tola, com tarbo. *&%*
das orelbas, sem b*,'J?fc^Biisa de algodao
y^aaecorbc w^^" Mt8 .
branco, chapeo de meia n^ ^M L(ndo_
ecamUeMBondc. >J- A| p,,, ,
,0, morador na PWJJSt,,, cavaleaoti de ft.lbo-
procoradoi, *$ M wmo de Barre-ros.
!i^^nMsteercravoJltoi visto em Sert-
%3fffiff^t&"* C0Dbec!-
%%? Cratiflcase com a quairtra cima a qual
Ppe^JSoeoiregar no Recife, rna Direltt
Damero 30.


8
ASSEULfiV GERiL
PU^ i? Tastan -ii^ftsv* fiHwftJE^^ m

CMARA DOS SRMMRES OEPUT4DIS.
SBSS'XO EM 16 DS AGOSTO DE i8o7.
PilliSIDENGIA DO SU. MLVB1RA LOS O.
(Gooitouaca).)
Se. Macbdo :Nao esto a da aceordo coca oj
m?u lllu-tre amigo ueste poni ; ou peuso que o
g.overoo brasilero maoieve a neutralida-ie devid
nessa guerra, e peosando daste modo de,vo estar na
p >i(o a ujis agradase! par* S. Etc. o nobre mi-
nistro de s negocios eslraBg*iros.
lias o qua eu nao patso ilmiuir que o nobre
ministro r e do Coila a violencia da injuria que vou ler,
injuria que eu provo a qu*kjur dos oobras debu-
tados da maioria que venha po-la era duvida.
Os goveroos do Chile e do Per m-otertaram con-
tra o que Ibes parecen da par'* Brasil violagao
a neotralidade m guerra entre as repblicas do
Pacifico e a Hespaob, e isso por fundamentos qae
nao importa lembrar, e qae alias nio considero
auitavet*. r .
Oiga a cmara a segolnte parte de na periodo
desse protesto que se acta no relaiono do nenrado
mi Di.Uro :
t Nao bastava ter assegarado como o Ex. Sr.
es a. Aserie*, e da independencia ^ empasta dos nefoetoswrfwretros do eopatx,
'?.J?a L., .1 ld'4S1 %2&W'Jt"lH ^TO"r*ttJ>0 j-vexcesso de amabll.dadee
rof senda a 2 e .i^*"T*3I08SI5SK?I >Pr de lado sarcasmos e
houve troca on ceseai da
Momeicit desserio-mar e da al-1 Neste istmio o governo rvtou para
| oca misado especial, e esta, celeorou
amisada,Hatos. navetft).f
cuM oaMMradicctaSAojrMai espe
Te. qnrnao rnjarnrTeTrr id rdTlslro slne tois
. territorio no meto de;a nacas. (Muito bem. Huito bero.)
unas aavldis e da tintas preteocSesoopostasY (O orador felicitado e comprlmenudo por va-
j oisse : coasta-me que o tratado bom e jos- nos Sr. deputados.)
; saja mesan excelleoteao melbo"*rsivAi_al
quasldo nao essa; a qu
observada a disposlgio di
tiiolcao do Imperio, e el
sustento que o honrado ral
lo do corpo legislativo;
stqV se foi Jo nao foi
I 8bar, larda coos
sasflblo qa nao foi;
Jstr#hsarp3w ora direi-
sustents- qus*% snreote o
ssivel, a I 0 Sr. Si % Albuqij
ros. Attapcao:
jote embancado
seniantfBelo muo
(ministro de estran-
Idente, aiato-me seria-
a pfsponder ao illustre re-
ipia neutro. S. Exc. bavia
navegaco
guos dos
Volve
(frcente
mereio ne axlradiego eele
rio e a Bolivia, e, justo para .
J2xc no nessas medidas alguns sr
de ama poltica anjericaoa
4eU*ronfcecldoa
rado aire o Imp
cora n twfcrao, S.
mas felites
UUIIIM
alado
e ax-
tempo
a cmara dos senhores
Hibelro de Andrada, antecessor de S. Exc, servio
i asegurar ao encarregado dos negocios do Pera,
em n >u de 30 de agost., e ao do Chile verbalmeo-
te em 21 e 28 do mesmo mez, que o goveroo impe-
rial cumpria com o mal; rigoroso cuidado os deve-
res da sua neotraHdada : era necesario que dsse
a f x.inplo de honrar saas promessas, cumprinito-as
si cti-ameole,e qae a pralica euroa atitude c infor-
mes com ss suas palavras dsse a estas o valor de
qua at agora carece.
Esta nota conectiva termina anda com ama
am?aca que eu nao preciso nem quero lar; em
mi caso ama ameaga ; mas em todo caso a amea-
?a flea a quem do insulto, que acabei de lembrar.
Pois bem, senhores, a resposta do honrado minis-
tro dos negocios estraogeiros ainda amavel !
AlndiS. Exc.achaexplicaQo a dar, e apenas no Ora
da sua resposta fat ura esLrco potente e dix : O
j.overno di sua magelade nao reconhece que baja
motivo para semelhante proteto, mas nao hesita
nm declara lo recebido, Sfj'tqual f>r a IntencSo que
dictoo as ultimas palavras da nota qae o cootem.
Stnhores, eu entendo qae a cortezia diplomtica
nao impoe ao ministro dos negocios estrangeiros
de qoalquer estado a obrlgajao de receber notas
^nveaeoadascom insultos da ordem da qae apon-
lek floiai bem I as palavras qae li, ba pouco iri-
XiJas a um homem qoaiquer que se eslimasse, se-
riam por lie tomadas na coota de violenta injuria,
e en nao sei qae, dirigidas a om governo, sejam
meaos graves, e mecos revoltantes 1 por tanto
incontestavel que o h orado ministro devia, neste
".aso ao menov.sacridcar om pouco a sua amabili-
Ia4e e zeUr tois e melhor o respeito devido ao
imparic do Brasil, por que o offeodido nao a pes-
-o-i do honrado ministro, o offeodido a nacao bra
sllafa Pv
O Sb. Bblmbt Dfartb :Apotado.
O Sb. Mackdo : Tambera o hoorado ministro
Uve ama pequea qnesto com a legaeo hespa-
ahola nena corte, e ahi o menos S. Exc. mostrou-
se om pouco mMs enrgico.
Acho que S. Exc. foi oeste ponto quasi perfelta-
mente bem ; mas que infelicidade I faltn Ihe o
quasi. O honrado mioistro expoz-se a que o dlplo-
mata hespanbol o Informasse do que se passava
iqal no porto do Rio de Janeiro, e que S. Exc.
gaorava !
Que infelieldade I na anica questo em que S.
Etc. mostrou alguraa energa, leou om quinao do
ministro hespaabol t
S. Exc queixoa-se da demora do- navios hespa-
Dhei no porto do Rio de J ,oeiro, muito alm do
tempo indispensavel i cooclusao dos reparos de
que careca. O mioistro hespanbol responden a
S Exc. :-t Nao sao I V. Exc. so engaa 1 Al-
Kuns desses navios ja partiram II > O diplmala
uespaohol sabia mais a que se passava no oosso
(orto, do que o governj imperial I
Poupo ao hoorado mioistro o desgosto de ouvir-
mo 1er oas cotas respectivas o que se refere a este
pjntO.
Seobores, todo quaoto acabo de dter prova que
se por veolura o hoorado mioistro leve a felieldade
de conseguir negociar cora a Bolivia u tratado
di limites, que oos assegoram ser o mais jasto, e
o mais conveniente para ambos os panes, o qoa
acredito com o maior prazer; se por ventura S.
Exc. teve a felicidade de convencer as repblicas
do Per, da Bilivia e do Chile de qoe a neutrali-
dade ua guerra do Pacifico foi perfeitamente man-
ida pelo Brasil, nao menos corto que esse3 resul-
tados, e se quiter qae esses troapnos diplomti-
cos, nao podem fuer esquecer a debllidade com
qae S. Exc. ustentou em diversas questdes os di-
reitos e o pundonor do imperio, e a amabllidade
extrema tornada em hamildaJe evanglica com qae
soffrea sarcjsmos, e iojurias, de que se resente o
imperio.
Ah I e antes fosse so isso I astas S. Exc. peeeas-
se .- por fraco, e nao Uvesse a desgranada Idea de
.e parecer com os saos collegas do ministerio na
mais lamentavei disposigao. S. Exc. qoiz por for
ga assemelbar-se aoa seos compaobeiros do gabi-
nete no empenho maldito de offeader a constitu-
taico do imperio. Cada u u dos Inorados minis-
tros por saa coma e risco tem dado golpes mortaes
na c n.-tituigao do imperio, S. Exc. quiz tambera
descarregar nella o sea golpe, e por que oo llque
esta proposigao sem prova, eu a vou demonstrar.
Na questao dos subsidios a governos estrangei-
ros o hoorado mioistro deixoa em esqoeclmeoto
um preeeito eoostitacioaal at hoje sempre obser-
vado no Brasil. >
O hoorado mioistro dos dix no sea relatorio qoe
c governo brasileiro conceden subsidios ao gover-
no oriental, mas en oo sei que approvagio desse
subsidio fosse pedida cmara dos senhores depo-
!idos.
O Sn. Belfort Duarte :Anotado.
O Sa. Macbdo :Se o nobre ministro raa disser
que ja foi approvada essa despeza, en direi sim
senhor, exacto; mas a explicago so esta em
cm discarso do nobre min stro.
S. Exc. disseaqal:essas'despezas nao classifi-
cadaa j passaram, e passaram cooforme a nalo-
reza do sea nome, sem classiflcagio; essas despezas
r.aoelassifkadas nao sao ootra coosa se nao o paga-
mento dos subsidios ao governo oriental. Han isso
a satisfacao do preeeito constitucional ?
Qaem foi qae permmio ao governo occnltar o
verdadeiro nome ea natnreza destas despezasquan-
do devia vir pedir ao corpo legislativo a approva
oo de taes desperas ? E' esta a verdadeira don-
trina do 8.* do art'go 102 da constitateo do im-
parto f Asprovar despezas nao especificaddas o
mesmo qae approvar subsidios concedidos a go-
verno estraogeiro honrado ministro certante-
te oo satisfaz o preeeito coasUtocional.
O S 8.* do artigo 102 da constitaicao do imperio
foi vtetima de S, Etc. Esta mesmo paragrapbo
dispo? qae s em caso de guerra se possam reali-
sar tratados de limites sem approvaco do corpo
legislativo. Esse paragrapbo dispoe qae os trata-
dos de limites sejam, antes de raettficados, appro-
vados pelo corpo legislativo.
Estaremos em caso de guerra com a Bolivia ?
Creio qoe o honrado ministro nao pode dixer qae
sim. *
Como se eoleode eniaj a ratGca;ao do corpo
legislativo ? O nobre ministro no sea discarso ja
nos dlsse que o tratado estava ratificado por S. M.
o Imperador do Brasil e pelo governo da BMivia.
A troca da ratificaco a ultima cousa, alm
deila nada mais ba; e ento quande tudo estiver
consumando qae o honrado ministro vira' pedir a
approvago do corpo legislativo T E' assim que se
emende a doutrlna do 18 do art. 102 da constltai-
gao 1 Nao da cario. E' porque nesse % 8* do mes-
mo artigo se Idm as palavras :* se os tratados con-
cluidos em tempo de paz envolverem cessao oh (ro-
ca ie territorio io imperio, efe.
E qaem fot me amortsoa o honrado ministro pa-
ra jolgar a deeidir sobra semelhante materia Y
Quem o autorisou a resolver deflnitivameme qne
na a houve cesslo on treta de urriterio ? Eslou
promato a acreditar qae nao houve troca ou cessao
de territorio: mas quem foi qae dea aobotrado
ministro o direi lo para jalgar definitivamente, em
Jugar da cmara, qoe nao houve troca os cessao de
territorio?
Pois a noasa qoeilio de limites com a Bolivia
nova e da malor slmpllcidade ? Nao, por certo; e
o cobre miaiotro maamo disse aqal no sea primeiro
discarso : urna questao secular. E S. Exc. teve
rao assim se azprlmindo.
A questo da limites coma Bolivia comecoa
com as outras das possessoas hespinuolas com as
poriogaezas, pela exeougao Immediatamente nter-
rompida e pela indiligencia do tratado de Madrid
de 1790, do qnal ss copln aliona qne dissera ser
demarcadora no tratado de S. Ildefonso em ,1777,
S. Exc. sabe mallo melbor do qae en as dovidas
os embaracos qae sempre se offereceram a' In-
teligencia e execacao do tratado de 1777 ; sabe
qae ainda depols da regenerieo poltica dos domi
corpo legislativo qoe pode em ta'es casos decidir
se ha ou nao ha iroca oo cessao de territorio.
O honrado mini-tro cTjndeu, pois, aioda ama
vez a eonstitnicao do Imperio, e oo aou eu que
entendo asssim o artigi constiiocuos!; esta ioter-
pretago acba-se clara e brilbantemeote exposta no
Diario Consttfucional Brnsiltiro do multo (Ilustra-
do Sr. visconde de S. Viceote.
Ma, senhires, quimportara estas infraccoes da
constiiuigao na actualidade, e para.o raioistrio ac-
tual ? A quea fados semelhantes ainda cusam
so'presa? Sfrti ridfcoto, serta *i expor-me a al-
gama zombaria lembraf-me ande dixer agora, por
exemplo, qae a nligiio da le deve ser para o go-
verno, o que o sentimento do pudor deve ser para
adonzella; e serla aindamis ridiculo.lembrar
que a pr raeira lotracgo di cooslitoico, como a
primeira Infracgio das leis do podor, o primeiro
passo na escarpa de u o precipicio, em en]) fondo
esta a vergonha da familia oa o aviltameoto da
acao. (Apoidos; muito bem).
-Todo lito seria ndicolo oa actualidade, e mala
ridiculoi anda recordar aquella proposico simples
e magnifica de lord Chatam no parlamenio brianni-
co, proposito que tjdos os grandes crticos consi-
dera sublime e igual ao qv'tl mourut de Racioa:
o lospirado orador inglez traa combatido victorio-
samente urna medida poltica proposta pelo minis-
terio, bavia j' accomulado mil argamentos que a
t >rnavara tnsasteotavel pensou em dar-lbe o ultimo
e Irresistivel golpe, paosoa em matar de urna vez
a idea que c&mbatera. e exclamoa : t Senhores, eu
pens que-Lstono legal. E houve qoemacbas-
se asi* proposiglo sobtime...... nos estamos mais
a Todava eu digo aos oobres mioistros estas of-
ensas repelidas da coosttulco ao sempre gr,
ves; oa actualidade, porm em que estamos,
creiam Sb. EExc, sao gravissmas.
Aqu tem cabimeoto responder ao nobre ministro
aDo8c* gUea Pwcl-o pagar-lhe.
O Sn. C. Ottoni :-Hi muilo qae sabio do salo.
uw. acedo : Mas nao Importa : 03 nobres
mioistros esiao presente, e a resposta qne voo dar
ao nobre ministro da jastiga me leva a assompto
tao grave, lao serio, que anda por isto mesmo qual-
quer dos oobres mioistros pode acudir a' discusso
por elle.
Pego perdo se o assompto da que agora me
vou oceupar oo tem mulla relaco com a materia
das inierpellagfias que apresentei, mas tem multa
relago com as ofensas da consutnigao que denun-
cie!, e as qaaes esta' iocarso o ojbre mioistro dos
negocios estrangeiros. Sobretodo a assompto da
maior importaoca que vou chegar : devo ser on
hoDOCiadHbella camaraterpellag5es sobre dois
assamptos* delerminador,^" a cmara acaba de
oovrn/isc.urs extenso, ampio, sobre orna mal-
tldao de ssnmpfcs qoe nao estavam em discusso,
alguns dos quaes reservados e de debate inconve-
IVA** ,fl u
ui tfvWdo, Sr. pfsdente, para responder s
seguintes interpellagoas :
l'.Em qae estado se aeha a questo Max Yon
Versea ; se se obegoo a' solugo completa dessa
questao em Beriiro; qaal .'o essa solagao.
2.a Se pelo ministerio dos negocios eslraogel
ros foram tomadas algumas providencias oo reali-
sadoa actos Importante?, relativos ao decreto de 7
de dezembro Je 1306, e qaaes sao urnas qu ou-
tras. >
Eis, Sr. presidente, os assuinptos a qae rigorosa-
mente eu era obrigado a responder, o para oja
exclusiva discusso irouxe os oecessarloa docu-
mentos.
Eotretanto, to grande defereocia merece para
mimo nobre depatado, qoe eu peco licenca a V.
Exc. para acompanba-lo, seno em todos os va-
ralos assumplos do sea discarso ao menos oa-
quedes de que tonel apontamnotos, e coja discos-
sao nao for prejudicial aos lateresses do paiz.
Mas, Sr. presidente, antas de entrar oesta dis-
cusso, com *que a cmara dos Srs. depatados de
certo nao cootava, V. Exc. me permlttira' qae eu
faca om pedido muito lostaora ao nobre deputado
pelo municipio neutro.
Sr. presidente, do correr da preseote sesso le-
gislativa diferentes actos do ministerio dos nego-
cios estrangeiros foram vivamente e&tygmatisados
por alguns illuslres deputado* da honrada minora.
A cortezia e o respailo a que esses Illuslres repre-
sentantes da nagao tinham direito da mioha parte
lmpuxeram-me o dever de vir a esta cmara ex-
plicar e defender esses actos.
Era a primeira vez que eu na qaalidade de mi-
nistro pedia a' cmara dos Srs. depatados alguns
e des
DS DOV
rolvsr
.yobre depu-'Interesaos ser
notnns IiS **$J** '* em Com zlo e c
out*, euamoi em peaYsUe eordo, porque eu PafaVeoez
B\tMf2SoSf Wl'a." ctela el"
,r?^fc!*oUd*'>i BOsaa polit.cateressrfl da na
. '!XrM3J.0,BreS,S.*"l,rCtnos nocadevemlesqNI
de.ier^sqoecldos, coatfMMado ao mesmo tempo o
mpano-a estrenar cada vez mais as suas benevo-
ApottS?"" 6 BMIS reU?58S COm ,:E9rP3-
Nao ha'iwpaipatftiaada'a.ira eam polticas:
essa deslocagao, pw*, aue o nobrTJeputa., del
sejaria ver reaitsada, passaudo da Eoma* tura a
America os nossot dipiemstas mas experimentados,
oao pode ser ta* n um da. Iremos pouco a pouco!
(MllO Don*/
E nem teoho noMsidade de despender maltas
palavras para demostrar qoe sao sinceros os meas
desejos de ver cultivadas com esmero estrellas re-
lagesda amiside e^tre p imperio e as repblicas
americanas, porque as censuras qae nesta cmara
alguns illustres opposiciooistas me drigiram ha
aiguos das, por causa do estabelecimeoio de lega-
55es ordinarias e de algumas misadas especiaos as
epublicas sal americanas com a* quaes conufla-
mos, sao provas cabaes dos maus seotimeotos e das
miobas ideas. (Apoiados.)
Pallando da abertura do Amazonas, disse o ao-
ore deputado:
Agraieco ao goveroo esse grande passo qae
deu no caminho da civiUsaco e do progresso :
mas >. Exc. teve o caldado de accresceotar : t De-
vo parar aqoi, at mesmo para oo parecer que
dasejo fazer comprimeotos aos meos illuslres col-
legas do opposicao. >
(Ha um aparte do lado da opposigao.;
Taivez ea oo compreheodesse bem o nobre de-
patado. ..
Vozbs : Perfeitaraente.
O sb. MunsTao di Etraxgbibos :-Continuan-
do a expdr o seu pensamentu, S. Exc. deu a en-
tender que bem pouca parle a poltica actual teve
nesse acio patritico, porque foi elle exclusivamen-
te devido aos seos amigos, que o baviam conce-
bido, esiudado, discutido e demonstrado, de ma-
neira a nao poder recuar-se, a aoa necessidada.
dar cooBeeimeblo official
deputados.
ParaoEjaador o goveroo aovioa orna mis sao
a desenvol- ordinaria, confiada a om eacarregado de negocios,
a teoho grandes raides para esperar qoe os oosso*
romovldos oaqaella repblica
for a la-
la qoe
hesita em declara-lo recebido, sela qnal
o8c2t8d*0a *>> im% "WWJ*
tery*^ MM> **s **"*"* *
!?&*ESHr'5' *W^??pelie homa-
!2^ka^''Qlsfa-alM.a adlfolda-
EnT^r*4* *oarra. (Moilas apoiados, multo
o goveroo ooowoa am agente de aVL .- ... ,.
Sao grandes all os nossos lo- fw.,' *JL""?0AS : ^'o bem, aceita-se s
Cao e commafeto, alm daquel- U^La **" ^A^la*;.)
i.ilMartn nslnmam eslabelecer PAr^r. "^"- HirtOS SS. OEP0TADO5 DA 0P-
civiisados costumam
tre si.
Eniaodeu o goveroo qoa. as ooasas rilagdes de
arrasad? com ot Estados aidos da Colombia rae-
ama resposta ao no
vi do.
Quando fallei pela primeira vez nesta casa, apo-
sentando InlerpellagSes ao nobre ministro da just-
ga, ea avaocei urna proposigao, da qnal nao me
arrepeodo; ea disse: Veadem-se gracas;en
ceosare o goveroo, porqae dava o espectculo da
venda das gragas. Declaro, Sr. presidente, que
nao me arrpenlo das censuras que flr.
Sei que estadistas e escrlptores de grande neme
le combatido a instiiuigo das gragas ni) ffloaar-
chias coostilocionaes; seria f*cu reprodmir at a
melhor argamentago apresentada nesse santido,
por qoe foics nos sabemos qae se elncldoa com-
pletemeote este pooto e discassio relativa n c-
mara da Blgica em 1831; sei qoe o honrado pre-
sidente do conselho reputa as gragas om tributo
langado sobre a vaidade bumaoa ; sei que as gra-
gas para qae meregam aprego precsam oo ter
prego ; mas o qae oo sei, qae baja paiz, que
naja monarchla coosttuciooai em que, ama vez
estabelecida esta iostituico, admita qua o goveroo
a desacreaite, admita qae o goveroo qaaslqaea
iouiilise pelo seu discreduo.
O ootavel escriptor do systema representativo
da Blgica, Wanderpeeroboon parece que oosadi-
viohava, parece que escrevia para os dizendo so-
bre esta mesma materia :
c Ha instJtuigSss qae assemelham se a certos
arrotos, qae perdem a pnreza das suas aguas a'
medida qae se a fasta m das suas origeos.i Ea
creio qae os oobres mioistros afaslara taoto das
sua ongem a loslltuigo das gragas oo Brasil, qae
nao sei mesmo se havera' to cedo meios de reno-
var a parata das aguas deste arroio.
O Sb. Presidente:Mas V. Exc. permita qae
ea observe qae nao vejo relago alguraa entre a
iosliloigao das gragas e a materia das ioterpella-
gdes. V. Exc. mesmo classiflcou o objeclo das in-
terpellagojs : a que vem, pois, esta discosso?
O Sr. Macbdo :Eu digo a V. Exc : eu tralava
das offeosas tenas a' coasiitoico do Imperio.....
OSb. Pbesidbkte :Mas aqu oas interpellag5es
oo esta' isto.
O Sb. Macbdo :Ea devo
bre mioistro da justica.
O Sa. Presidente :_No acho a occas'o apro-
prlada para esta resposta.
O Sr. Macedo:Eu sioto qoe V. Exc. tem ra-
zao; mas urna observaco curiosa I E' que V.
Exc. tem razo e eu tambem tenho : V. Etc. a
tem firmando-se oo regiment da casa, e eu tam-
bem a teoho, porque preciso fallar, e os sbitos
encerrameotoi de discusso t jo me tolhldo a pa-
lavra.
Um Sb. Deputado:Nao tem havldo rlha.
O Sb. Macbdo:... encerramse as disenssSas
iucessantemeale com urna brevidade extraordina-
ria. (Nao apoiados.)
Um Sr. Deputadj:Por nao baver qaem qaeira
fallar.
O Sr. Macedo:Apenas ama vez eoteodemos
nio dever fallar, foi na discusso dos crditos para
o ministerio da guerra....
Ea digo a V. Exc, Sr. presidente, era gravissi-
ma a questo qae ea devia tratar: important-
simo assompto poltico, em que por vezes se tem
tocado, e deve ser aprofuodado : convem ao go-
veroo, coovem a todo paiz a discusso e que eu
ia laogar-me : en fui provocado pelo nobre minis-
tro da jastiga, qaaodo, ae censurar o goveroo pela
venda das gragas, avaocei proposigao que motivou
a seguate pergunu de S. Exc: i vos, homem de
ordem, ameacaf-oos com o desmmbrameos do
Imperio ? ea preciso diier cousas muito serlas,
preciso annuociar perigos de qae me arreeeio; de-
claro a V. Eic qae entendo qoe a poca exige de
todos os moita lealdade e muila fiaaqueza; digo
3ne tempo de dizer grandes verdades; pego in-
ulgencia ou pego qne me seja permittido fallar.
Ba fui provocado pelo hoorado mioisiro da jus-
tica nada meos j qae para isto, para ea dizer ae
linda recelo do desmembramento do Imperio; ea
quera dizer a S. Exc. qoo tenho recelo. Declaro a
V. Exc. qae precisava fallar deste ponto, porque
entendo qae pocha de lealdade de franqueza,
que tempo de dixer todo; mas se V. Exc nio
permitte, ento vou me sentar.
O Sr. Tavarbs Bastos:Nao; o nobre presiden-
te condescender'.
0 Sn. Presidente:V Exc mesmo impz til
mesmo a le, formulon as suas interpellagdes.
O Sr. Macbdo:Qae bei de fazer ? snbmetlo-
mo as discossSes polticas esto acabadas; mas
ea alada espero achar occasio de dizer o qne
pretenda. Obedeeo a V. Etc.. sujeito-me ao regi-
ment da casa, e... e taivez... ao movimento de
compaixio de V. Exc pelo meo mi estado de
saode.
Vozbs:Nao parece.
O Sr. Jos Avelwo:- Al a- saa vox melhorou.
OSr macedo:-Melnorou? acba-a melbor ago-
ra?
O Sa. Josi Avelino:Sera dvida; melbor, mais
agradaveI.
O Sr. Macbdo:rola ea pensel qae nao enloava
para V. Exc (Hilaniade.)
Sr. prest jeme, voo por termo a' miaba multo
desaliobavada falla agradeceodo extremamente ao
nobre ministro dos negocios estrangeiros a booda-
de coa qne me ou vio.
O Sr.Cobrbu das Nevbs:E' natural mIIa.
O Sa. Macbdo:S. Esc foi sam duvida incom-
modado por mim com diversas observagoes menos
agradareis, qae uve de fazer, o nao mantlestou o
menor desairado. Se foi alguma vea pouco attea-
closo para com S. Exc, peco-lhe perdi.
Entreunto, e eooclaiodo, ea insisto em dizer e
sustentar qae n3o se admitte hypothese em qoe
am ministro dos negocios estrangeiros esqaeca os
irellos qae tem o goveroo de qae faz parle, o Es*
lio que representa a %n tratao com respeilo e
coosidaracio pelos mioistros acreditados na sna
corte e pelos diversos governos, e digo, repito e
sustento mais qae o mais perfelto cavallelro eleva-
momentos da saa baoevola allengo e do sea pre-1 Era esse, creio, qae S. Exc. o disse, o casq de sic
vos non vobts....
Sr. pre.-ideote, maniendo a posse dominio em
que e.-taros da gloria desse ateo, eu declaro, toda
va, ao nobre deputado qoe eu e os meus honra-
dos collegas oo fazemos questao de preceden-
cia (apoiados) nessas medidas de ioteresse ge-
ral ( muitos apoiados). sejamos todos Brasileiros,
e seja o goveroo tambem brasileiro. ( Repetidos
apoiadoe.)
O Sr. Macedo : o meo peo same uta nao era
esse.
O Sb. Ministro db Estrangeiros : Foi o que
compreheadi, e, entre pareoihesis, direi que os
collegas do nobre depotado sabem qoe aesta casa
sempre aompaobei aqoelles que pugoavam pelo
deseovolvimeoto da oavegaco e commerclo do
Amazonas (apoiados); o mesmo nobre deputado, a
quem S. Exc. aliadlo, sabe disso.
O oobre deputado ceosorou ao meu (Ilustre col-
lega mioistro da agricultura, por ter approvado
o contrato da companhia de oavegago do rio
Madeira, dizendo que contrariara as vistas do go-
verno em relago a navegaco e commercio do
Amazooas.
O Sr. Macedo : Que contrariara o pnneipio
que determiooo a abortara do Aamooas.
O Sr. Ministro db Estrangsiros : Sr. pre-
sidente, n) se dea am privilegio exclusivo de
oavegago a ninguem (apoiados) ; para que se
torne pratica e effkaz a oavegago do Madeira e
se desenvolva o commercio das margeos do Ama-
zooas foi que o goveroo conceden a sobveoeao de-
cretada pela cmara dos Srs. deputados. (Muitos
apoiados.)
E note a cmara qae o projecto promovido
pela opposigao referia-se someoie ao rio Madei-
ra, e que ao xelo do goveroo que deve o paiz
urna exteogo maior oas liabas de oavegago
prescrlptas para a aogo e gyro dessa empreza.
(Apoiados.)
Creio mesmo qoe esta subveogo foi proposta
e sustentada pelos illuslres representantes da op-
posigao (apeados), creio qoe at o lliustre depu-
tado pela provincia das Alagoas foi quem promo-
veu essa medida como grarnle auxiliar da oavega-
go e commercio daqielle rio; portanto, sa-alguma
censura pode merecer ess* acto, ella, antes de
chegar ao governo, deve pasear pelos Qoo^es, depu-
tados qoe a defenderam (apoiados), e naste caso
chegara' ao gabioete actoal muito gasta e debilita-
da. (Apoiados.)
Um Sr. Dkputado : O oobre depatado pelas
Alagoas oo a defeodeo.
_0 Sr. Ministro de Estrangeihos : Creio, mas
oao afflrmo, que o projecto era assigoado tambem
por S. Exc.
Uma Voz : Pelo Sr, Tilo, Baiol e outros.
O Sr. Ministro ds Estrangeiros: Agora pego
cmara que me permuta entrar na materia das
InterpellagSes. O meo pedido necessaro, alta-
lo o curso que a discusso tem Udo.
O iliustre representante pelo municipio neutro
perguotou as suas ioterpellages qae actos impor-
tantes baviam sido praticados pelo ministro dos
negocios estrangeiros, em relago abertura do
Amazonas, de accordo com a promessa feila no seo
relatorio.
NoVelatoro que offereci ao parlamento disse
que o decreto de 7 de dezembro, devia ser segaido
de orna sene de actos importantes, dos quaes nns
sao da competencia do ministerio dos negocios es-
trangeiros.
Disse o qae de fcil comprebeDso,.eqae o
goveroo tem procurado reaiisar da maueira mais
uni e sensata; mas S. Exc. entende qae o tempo
decorrido at boje ji de mais para que esses actos
nao sejam aioda coohecidos.
Sr. presidente, tratando se de eitabelecer e re-
gular a navegaco e commerclo do Amazonas, e
de eslabelecer e regalar a navegago e commer-
cio com os nossos visinbos, em relago a' aber-
tura daquelle rio, o qae nos aconselhava o bom
senso ?
Aconselhava nos que antes de pedirmos aos nos-
sos visinbos proleceo e favores para a nossa oa-
vegago e commercio em aguas e porlos de saa
soberana, nos lhes offereoessemos a prova de
oossa sioceridade ( apoiados) em actos offlciaes
que tornasse bem palete o espirito liberal do go-
verno do imperio em assumptos de navega$ao e
commercio (Muitos apoiados.)
Era, pois, lgica, alm de sensato, que as medi-
das regalameotares, que tinham de tornar pralieos
a navegago e o commercio por nos franqueados
bandeira mercante de todas as nagoes, preoedessem
as convengOas e aceordos qoe temos de celebrar
com os nossos vlsiohos para eslabelecer e regalar
as navegagdes nos seos ros e o commerclo nos
seas porlos. (Muitos apoiados.)
rol assim qoe praticou o governo imperial, pu-
blicando o regulameoto de 31 de julbo do correte
aono. '\h' -
Neste regolameoto esto expostos os principios
liberaes do goveroo relativamente a navegaco e
ao commercio, para qae foram convidadas as oa-
gdes do mando.
Esto, pois, boje assentadas as bases das futuras
convengdes que procuraremos celebrar com os nos-
sos visinbos. (Apoiados.)
Era precho qoe o goveroo dissesse antes de
todo :
Eis o qae estamos promptos a dar-vos; neces-
saro qoe nos concedaos favores equivalentes (a-
poiados.) ,
Al eolio as futuras eonveocoes nao teriam
base. Deu-as o decreto de 31 de julho. (Apoia-
dos. )
O Sr. Tavabbs Bastos :V. Exc. di-me lleenca
para um aparte ?
O Sr. Ministro db Estsanobiros :Pois nao.
O Sa. Tavarbs Bastos :Eataodo tora do salo
cooMou-me que V. Exc se referir a minba Inter-
vengo no projecto para subvencionar a companbia
de navegaco do Madeira; nio exacto; pelo con-
trario, del parecer contra elle
O Sa, Ministro db Estraiwbuws :Bem; pego
descnlpa ao nobre depotado desse engao, to obs-
tante nao haver ea alarmado o (acto; em todo
caso, porm, a medida foi do corpo legislativo,
e defendida por depatados da opposigao. ( Apoia-
dos.)
Mas, ia en dixendo: por ventora o governo ac-
toal deixarla passar loteiramente perdido para o
paiz o tempo decorrido eolre o decreto de 7 de
deaembro a o do 31 de julbo ? Nao, Sr. preii-
Para a negociacao dessas convengdes de nave-
gago e commereis com os nossos visinbos tinta-
mos necessidada de agentes diplomticos qae as
coso tempo para explicar e defeo 1er actos meas.
E cumoriado esse dever de polidet ea repo.isa-
va tranquillo na crensa de que o meo procedimen-
to, bem looge de ser censurado pela hoorada op-
posigao, sena por ella agradecido, e em todo o ca-
so explicado como ama prova loeqovoca do prego
qae don aos illustres representantes da minora.
Assim, porm, nao acooteceu, Sr. presidenta, e
ea uve o pezar de ver a minba conducta severa-
mente censurada por alguns honrados opposicio-
oistas. Imputou-se me a falta, creio mesmo qae se
qaaiifieoa de crime, de baver roabado malto lem-
po a' cmara dos Srs. depatados.
E' possival qae boj i a iliustre opposigao, desco-
nhecendo a importancia dos assumptos de qae voa
oecapar-me, provocado pelo nobre deputado pela
corle, eoteoda do mesmo modo, e diga qae o tem-
po despendido na prseme discusso foi em para
perda para o paiz ; se assim acontecer, ea espero
qae o Ilustre representante pelo municipio neutro,
generoso como tomara' para si a responsabilida-
de do tempo gasto no presente debate.
O Sn. C. Ottoni :Sa nega a opportanidade da
discusso, V. Ezc. nao tem razo.
O Su. Ministro de Esibangeiros : Apenas
respond aos Pobres deputados. (Muitos apoiados.)
O sr. Buarque : E fez V. Exc muito bem
em dar-lnes resposta cabal. (Apeados.)
O Sr. Maceoo : Euou prompto a lomar a res-
poosabilidide de meas actos.
Sr. Ministro de Estrangbhos :O nobre da
pqlado ao comegar o sea discurso manitestoa de
sejos de condescender com o meu pedido em rela-
go ao assompto Versan ; ms sua memoria oesta
vez Iba foi inri ', e elle, promptamente esqaecen-
do-se da saa promessa, discuti como Ihe aprouve
essa questo.
O Sr. Macedo :Qoestio de direito*
O Sr. MinijTR) db Estrangbikos :Essa dis-
tinegaj nao altera a natureza do assumpto. Eu ba-
via declarado a' cmara dos Srs. deputados que
esse assumpto nao estiva terminado, e que o go-
veroo reputava a sua discusso por ora ioconve-
nieote, embora tenba motivos plausiveis para espe-
rar ama solago digna do g>verao e do paiz.
(Muitos apoiados.) Admiltiodo, porm, como facto
ja' consammado a discassio doassamply por parle
do nobre deputado, permiila-me S. Ezc. qua ea Ihe
dirija orna quaixa qu me parece justificada e pro-
cedente. >
S. Kzc. devassando todo quaoto se acha va es
cripto com referencia ao assompto, revelou a' c-
mara dos Srs. depatados smenle aquillo que iha
parecen poder ser mal interpretado em retago ao
mioistro dos negocios estrangeiros, deixaodo em
silencio o qae devle ter palenteado por lealdi.de
de representante da naco e como brasileiro (mui-
tos apoiados), isto leu a' cmara smente as pa-
lavras do agente diplomtico da Prassla, nao men-
cionando a resposta que o ministro de estraogeiros
de sea paiz deu a esse ageote diplomtico.
E' realmente coostrangida a minba posigo, Sr.
presidente, porque desde que ped ao nobre depa-
tado reservas nesta discusso, ea prescrevi-as para
mim mesmo. e o exemplo de liberdade de tribuna
qoe acaOa da dar o oobre deputado nao pode d.-s-
obrgar-me do dever que cootrabl. E o que fazer
oesta situsgo ? Nao ba outra liaba de conducta.
Ser fiel ao meu dever e pedir a cmara dos Srs. de-
putados que lance saa vistas atteotas para o meu
relatorio, daas paginas adame daquella em que se
acba a sota da legaeo prassiaoa, 11 la pelo oobre
deputado. No lugar qu iodico vera' a cmara do
Srs. depatados qae a digaldade do mioistro dos
oegoeios estraogeiros, qae asiumptos desia or-
dem a digoidade do sea paiz, (oi resguardada e
defendida com zelo e patriotismo. (Muitos apoia-
dos.)
O Sr. Correa de Brito :Depois ditem qae de-
fendem a honra nacional I (Apoiados.)
O Sr Macboo (com vehemeocia) :Delendo a
honra nacional como entendo, e nao pego liceoga
a V. Exc para o fazer.
O Sr. Correa db Brito (com vehemencia; :
Nem ea preciso pedl-la a V. Exc para defender a
honra do mea paiz, como dignamente deve ser de-
fendida.
(Ha ainda outros apartes ; o Sr. presidente recla-
ma ordem.)
O Sr. Ministro db Estranhbiros : Nao posso
lr a minba nota, mas pego a' cmara que_ a lea, e
veja como foi, nao direi desleal, mas pouco justo
para comigo e para com o sea paiz o nobre depu-
tado.
Voses :Muito bem I
O Sr. Ministro db Estrangbiros :Mas disse
S. Exc : Se fiz am discurso to longo, tocando
em todos os pontos do relatorio do ministerio des
negocios estraogeiros, a razio porqae nio tenho
occasio de disentir nesta casa, visto que a rolua,
qaaodo menos se espera, tranca as portas da dis-
cusso !
Sr. presidente, V. Exc. sabe que dlscuiem-se
francamente nesta casa todas as qoestoes polticas
sob qualquer pretexto (apoiados); qoe a mesma li-
berdade de discusso ba as propostas de torgas
de Ierra e mar (apoiados); qua siguas dos orea-
memos admitiera discosso geral (apoiados); que
a resposta a' falla do throno foi amplssima. (Apo a-
dos.) Essa extenso, pois, e essa grande varledade
de assumptos que o nobre-deputado dea aosea
discurso foram sem justificagao, sobretodo a pro-
posito das presentes interpellagoes qae tem objecto
determinado e positivo. (Mallos apoiados.)
Uma Voz :Nos orgameotos tambem f
O Sr. Ministro de Estrangbiros :No orca-
meoto do imperio admitte-se tambem discusso so-
bre todos os negocios do pala.
O Sa. Macbdo :Tomo nota, i orna promessa.
(Ha outros apartes.)
VucBs :Oocam 1 oseaos 1
Outras :-0 nobre ministro nao interrumpen a
opposigao.
O Sr. Ministro de Estrangbiros :O nobre de-
putado dsejiodo que o governo do seo paiz tivesse
ora plano de poltica exterior sempre nnlforme e
atil, foi procara-lo no mea relatorio, e nao encon-
traado-o, declaroo qae era isso para entristecer
Se S. Exc. pretenda encontrar no mea relatorio
am plano de poltica exterior bem combinado, de
proporges regulare* e interramente novo, era de
difcil satisfacao o sea desojo. A sna indagagao e
a saa censura foram tardas, porqae planos de po-
ltica exterior nessas condlgoes nao se tragarn em
om dia, nem se desenvolvis em mezes...
Voxbs : -Maito bem I .
O Sr. Ministro db E>TRANtiKiaos :S. Exc. ren-
gando para o norte as suas vistas enxergm oa foz
de Amazonas o decreto de 7 de dezembro fran-
queando a* bandeira mercante de Ddas as nr,6?s celebrassera.
reciamo maiu/uio*do, a procurando aual-las
O desforolv-las, eavUa para la am etatej espe-
cial, Spdada. M Sr. cooselbeiro Aaaastwia. Os
oos.^os iraudjs de limites e de aavagaeio rosados
em 1853, nao foram rarificados pelo Coflgrwso
branadino, seavdavida por am erro de aprecia-
cao dos lacios, e os iovaresses qoe eolio procura-
mos aiteuder Bxistem na actualidade, a saa satis-
fgo boje atis urgente arada paht beoetreto do
imperio e daquella repblica; mas, como saba o
oobre depaudo, a repblica de Nova Granada
acha-se em revolntto, *eodo actualmente Impossi-
vel a viagen pelo fio Magdalena, cuja entrada per-
manece bloqaeada, havendo al torpedos aa foz e
em ootres pontos do rio.
Por esse motivo o Sr. consalhelro Azamboja an-
da oo pode chegar ao sea de.-tiao : aproveitar',
porm, a primeira opportomdade para sejnlr em
sua viagem e apreseetar ao goveroo daqoetle paiz
as suas ered-noiaes. a saa demora, portanto,
caucada por motivo iuteirameote estranho a vonla-
de do goveroo.
S. Exc. referiodo-se ao eoogresso americano,
dissa que o goveroo ao pratieara acto de ama
poltica verdadeirameote americana, daixando de
enviar plenipotenciario a am congresso oude ba-
viam de ser discutidos interesaos referentes ao con-
tinente americano.
O que ea poderla responder ao nobre depatado
acha-se exposto oo mea relatorio, aonde coosigoei
largamente todos os motivos qae aconselharam o
mea procediaaento, inclusive aquella que, no pen-
sar do oobre depatado, justifica completamente o
gabinete de 1861 de haver procedido como o ac-
lUn'c Nao vejo, pofs, motivo para censura.
O Sn. Macbd : -O qae combat foi os motivos
q"ne v. Exc, apreseotoa; oo aceito essts mo-
tivos.
O Sr. Ministro db Estrangbiros :O oobre de-
putado maaifestou desejos de que, se no futuro li-
vesseraos convite para outro eoogresso americano.
o Brasil aoftaodj enviasse plenipotenciario seu
para i ornar parte nos debates e aas resolugoes.
Nao vej ibcoo veniente nisso, antes emendo qoe
assim devemes fazer, dadas certas eircumslaoeus
que hoja se oo dio, e que desejariamos qae sem-
pre existissem.
OSr. Macbdo : EntSo estamos de accordo.
O Sb. Ministro db Estrangbuuw :S Exc, no
cor-er de seu discarso, procuroa occapar a aneo-
gao da cmara com observagues em relago a ilba
de Martim Garca.
Sr. presidente, oo censuro o nobre depotado,
pele cootrarl} louvo o patriotismo rfos represen-
tantes da nago, que trazsm para o seio do par-
lamento a discusso de assumptos dessa impor-
taoca.
Mas o goveroo seole-se embarazado para eoirar
em semelhante debate, e eu ja' o declare em ouV
cio ao oobre seohor primeiro secretario desta c-
mara.
O Sr. C Ottoni : Nioguem o cootestoa.
O Sr. Ministro db Estrancbiros :Permitlira',
pois a samara dos senhores depotados que eu nao
saia das reservas que me proscrevi em tal as
sucnpio, fieaudo entretanto certo o nobre depotado
de que o goveroo sera' solicito em defender com
empenho os legtimos ioteresses do imperio.
O Sr. Macbdo:Simo nao ter podido fallar na
questo; sena agradavol ao ministerio-.
O Sr. Ministro db Estrangbiros : Sr. presi-
dente, o nobre depatado fez tambem uma c-ra-ura
ao mioisiro dos egocios estraogeiros, por ter oa
redaccao de ama nota espedida a legaeo impe-
rial na Prossia dito ao chele dessa legaeo, que.
instruido pelos- documeotos que Ibe erara enva
dos, podesse justificar o procedmenlo do goveroo-
do Brasil per ante o governo de su magestade o
re da Prussia.
As p lavras justificar peranle parecern) a 9.
Eac. pouco dignas, porqae ellas sao mais propia-
mente appilcadas para exprtmirem as relacoes do-
ropara com o Juiz do interior para com o supe-
rior, do eseravo- para com o senhor.
Eu creio, Sr. presidente,, qoe o oobre depatado.
foi extremamente escrupuloso'e severo na sua cen-
sara.
A palavra justificar tambem se emprega no sen-
tido de tornar patente a utico, direito qae se
allega. E quauto a palavra permite sem que contes-
te o seu uso as relagdes que S. Bxc mencionoo,
peco-lbe liceoga, todava, para dizer-lbe qoe, no
sentido em que foi empregada na nota alludlda,
nao pude cooter idea oSeosiva da digoidade do im-
perio.
A redaccao diplomtica nao tem razo para re-
pelil la dos seus archivos.
O Sb Macbdo : Nao a primeira vea ejoe
oa cmara se protesta contra o uso dessa e*>
presso.
O Sr. Ministro di Estrangbiros : Isto prova
qua a expres O Sil Macedo :Ea quero errar com qaem as-
signalou-a como mal applicada ; foi o Sr. Antonio
Carlos Bibeiro de Andrada Machado o Silva..
O Sr. Ministro de Estiianseiaos :Nao contes-
to o facto, mas oo creio qoe o protesto desse il-
iustre Brasileiro fosse iradazido em le ie pa-
ramento contra a palavra da qoe se trai-. (Apoia-
dos.)
Sr. presidente, o nobre depatado mais de uma
vez, no correr do seo discurso, disse qoe o actoal
mioistro dos negocios estrangeiros, em qu S Exc.
por saa nimia bondade reconbeca alias qaalida-
des estima vais, possulaemgrio muito elevado ama
qaalidade qae algumas vezes prejodieeva o pres-
tigio e a digoidade do imperio oa discosso de al-
guns assumptos diplomticos.
Essa qualidade le por S. Exc. qaalificada de
mansuetude, quasi degenerando em hamildade
evanglica -, e como provas da soa assergo ceeo-
cioooa, alm da mioha conducta na questo Ver-
sen, a maneira naneo enrgica pela qaal eu me
havia portado para com os representantes do Chile
e do Peni, quando estes seobores, reclamando a
execago da neotralidade garantida pelo Imperio
na guerra iravada entre a liespanba e as repbli-
cas do Pacifico, drigiram ao mioistro dos neg
cios estrangeiros orna nota desrespeitosa e amea-
galora.
Sr. presidente, en nao posso, em relago ao fac-
to de qae se trata, deiaar de fazer ao oobre depa-
tado a mesma oaeixa qae ja Qz quando disent a
parte do sea discurso oeecernente ao official prns-
siano Versen. S. Exc. aioda desta vex foi pouco
jasto para com o mioistro dos negocios estrangei-
ros do seo pali; e a eamara vera' se eu teoho
ou nao razo qualificaodo de injusto ao nobre de*
potado.
Ea nao reclamarla, Sr. presidente, contra esse
proeedimento de S. Exc, se se tratasse someote
da pessoa do mioisiro dos negocios estrangeiros;
mas, como V. Exc, sabe, e en ja o disse de ootra
vez, em certas assumptos diplomticos a pessoa
particular do mioistro desapparece intelramente,
dando logar exclusivo e completo ao sen carcter
official.
S. Exc lea as palavras da nota collectiva dos
Srs. Vigil e Btest Gana, encarregados dos negocios
do Per e de Chile, relativamente a neotralidade
a que cima aliad! ; censurando a mansaetude
do ministro de estrangeiros, vio n mioha respos-
ta, qae elle tambem leo, pouea gnldade e ne-
nbum xelo pela honra do paiz.
E porqae nio dea o nobre depatado as palavras
da minba nota o obvio, o verdadeiro sentido que
ellas devem ter ?
O 6r. MmiSTROBgK Estr>!gei
dense, o ministro dos negocio. Sogerrcs denlo
rindo que os agentes diplomticadoMnVcSs
amigas fosseo tao iojustos as reeiatat
^.?,.' fls,DCer,,,a,l9 lealdade doTropeo,"
profesando firmemente 'dontrlaa de qne a honra
e digoidade do seo pan oao adaatttemVsem enr-
gico protesto, manifesiagdss tao poaco attenciosu
e mraerecldas, oao trepidan em aceitar todas as
conseqaenclas que podessem resallar das suas pa-
lavras, de sentido claro, embota potldas.
Eu aeeilara, emoome oVinen'paii, at m-smo
a guerra, su porveotura essa calaraidada foase ln-
dispeosavel para salar a digoidade d* imperio.
(Apoiados, maito bem.)
O nobre depatado pelo municipio neairb, mos-
trando desejos, e eu creio os atacaros, de re o ae-
toal ministro dos negocios estrangeiros nao acom-
paobasse os seus collegas as repetidas e flagran-
tes vlolagos da constitoigo, asseverou, entretanto,
qoe ea trlibara o mesmo eamtnhoal precipltar-me
oo abysmo dessas violacoesw
Qoe ratfies, que provas iavocoa 8. Exc para de-
monstrar a sua ibese ?
S. Exc. disse qae o governo, celebrando nm tra-
tado de limites com a Bolovia, nio devia permt-
tir que fosse raufleadoaites de ser sobmettido a'
apreciagao do parlamento, para obter deste a sna
approvago e citou em apoto da soa assercao o S
8 do art. 102 da constitaico.
Oque diz, por, esse artigo ? Es o sen texto ?
Fazer tratados de alliaoca offensiva e defeosi-
va, de subsidio ecommerclo, t levndoos, depofs
de concluidos, ao conheermeoto da assembla ge-
ral, quaodo o Ioteresse e a segoraoea do estado
o permiitirem. Se os tratados concluidos em lem-
po de paz envolverem t cessao oa troca de territo-
rio do imperio oo de possessoes a qoe o imperto
tenha direito, oo sero ratificados sem lerem sido
approvados pela assembla geral.
Eis, Sr. presidente, a nica bypotbese em qae
a approvago di poder legislativo deve preceder a
ractiQeaco dos tratados (apoiados); se, por, es-
ses tratados oao envolvere cessao ou permuta de
territorio, a raotifleago de pleno direito do po-
der que a di, e s depois de concluidas esas ne-
goeiagoes serio levadas ao conhraaento da assem-
bla geral. (Apoiados.)
Esta dootrioa tem o sea assento te verdadeira
iotelllgeocia da coostiloico do Imperio, e pode in-
vocar os precedentes em pocas differentes. Ik-
poialos.)
O nobre depatado, qae deve ser, e guarda vi-
gilante da coo'titoico do Imperio, nao pode dei-
xar de defender a inlegridade e Independencia dos
poderes consttlncionaesi
Se, pois, o governo, contra as prescripefles da
constitoigo, submettsse approvago previa da
assemblt geral os tratados de limites oas coodi-
goes desse que foi celebrado com a Bolivia, concor-
reria para que o poder legislativo, sahiodo da sua
espbera constitucional, inradisse e absorvesse o po-
der exeeotivn,
O Sk. J. s Bonifacio di am aparte.
O Sr. Ministro de Estrancrib/,s :Eu sei que
V. Exc. susieota doutrioa diHarente, mas nao obs-
tante a aotoridade ioeootestada de sna opinio- eo
nao posso renunciar a doutrlna qu tenho em cen-
ia de constitucional.
Foi, portanto, pelo profundo respeilo qoe o go-
verno tem s disposlgies constitacioaaes, que ea
nao trooie- ao corpo legislativo, para a saa appro-
vago previa, o Iratado- de limitas eom a Bolivia
Outro exemplo de violagao da constitoigo peto
mioisiro dos oegcios estrangeiros encontrn-:
S. Exc. no subsidio de guerra concedido pelo go-
verno imperial repblica Oriental'do Uruguay,
sem approvago do parlamento ?
O Sr. Macbdo :Nao-disse isto.
O Sr. Ministro db Estrangbiros r Creio que
nao eslou engaado. V. Exc. perguntou : Quem
dea direito ao goveroo para esconder ao parlamen-
to o acto qoe elle havia praticado de subvencionar
a repblica Oriental do Uruguay t Porque nao
troaxe o goveroo ao corpo legislativo esse acto pa-
ra ser approvado por eile f >
Sr. presidente,, oa eonstltaicao, qpe aqai est,
oao eocoatro dlsposigJo qae importe essa approva-
go no sentido e no lempo em qae o nobre depa-
tado a soppoa necessaria. Que meto tloha eo mais-
solemne, mais respelloso, mais digno da assembla
geral para lavar ao coohecimenlo (fio palavras da
constituigo) esse acao praticado pelo goveroo den-
tro da mesma constMoigao do que- o relatorio que
II parante esta cmara T
Sincerameote coafetso a Y. Ek; qoe ea d5c ti-
oba mioha disposjgao outro caeio mais nobre e
de malor poblicidade.
Sr. presidente, maito natural qae algaos tpi-
cos do discarso do oobre dopotado oo tenham si-
do por mim tomados em eooshleragio, apeaar do
sincero desejo que tinba de aeooapanhar a S. Exc.
em todos os poatos do seu-discurso. Diferentes-
motivos concorrer am para isso.
O paiz tinba direito a esla iqstica, se ao nobre
depnlado parecesse qne ella nio era devida ao
ministro qae representa o imperio as suas rea-
e5es com os paizes estraogeiros, (Apoiados.)
Ea lerei algamas dessas palavras da nota conec-
tiva, e tambem a minba resposta.
c O goveroo do Brasil, dlsserrm os referidos re-
presentantes diplomticos do Per e do Chile, rs-
eonnecea e declaroa < qae a tolerancia de abasos
semelbantes equivaleria perroittir-se qae os porlos
do Imperio servissem eos beligerantes de base da
opperagoes. Depois deste protesto, a tolerancia
seria complicidade, e diversa por conseguate a
questao.
Agora permllta a cmara qne ea leia a respos-
ta qne. del. Ei-la : _.
c Os Srs. Vlgll e Blot Gama protest contra o
qae Ibes parece ama violagao da neotralidade do
Brasil.
O governo de Saa Magestade nio reconhece
qae baja motivo para sementante protesto, mas oao
k reserva que antes da disaussao eu me havia
Imposto acerca de certos assumptos; o coastrangl-
meoto que nooca pode abandonar o meo espirito,
jalgando fra de razo, o pouco cabida a discosso
ea terreo estranho s mlerpellacdes ; a falla de
documentos, qae en (erra traiido, se o debate lio
ampio sobre assumptos que nenbbama affioidade
tinham com aqoelles anauneiados nio fosse para
mlm urna verdadeira sorpreza,e aioda outros mo-
tivos ffaram com qae eu nao desse ao mea discur-
so as dimeosSes qoa Ihe tragara em condlgoes
mais regimentaes a discurso do sobre depotado.
Espero, porm, descnlpa da benevolencia do ilius-
tre representante pela corte, e peeo & eamara dos
Srs. deputados qoe me permllta por termo aqai ao
eu discurso (Muito bem, multo bem I)
O Sr. Presidente :Tem a palavra o Sr. lava-
res Bastos.
O Sr. Tavabbs Bastos :Cedo da palavra.
Ningoem mais a pedindo, a Sr. presidente de-
clara a discosso encerrada.
Dada a ordem do dia, levanta-se a sesso a*s \
horas da tarde.
_
SESSO EM 17 DE AGOSTO.
presidencia do sr. silveira lobo.
As 11 3[i, fe!ia a chamada e acbando se pre-
sente numero legal dos Srs. deputados, o Sr. pre-
sidente abri a sesso, sendo lida e approvada a ac
ta da anterior.
O Sn. 1 Secretario dea coota de segointe
EXFBDIBNM '.
Um offlcio do ministerio do imperio, declarando,
em resposta ao desta cmara, em une se commu-
nica a deliberago tomada pela mesma eamara, da
lonvar-se e applaodlr-sa'o herosmo e patriotismo
da torca em operagoes ao sol da provincia de Ma-
te-grosso, ao mando do major de eqmmtssao ios
Toomaz Goocalvei. qae se dea conoecimento da
mesma deliberago ao presidente da referida pro-
vincia, para es fins convenientes.Inleirada.
Outro do masmo ministerio, enviando a copia do
offlcio em qae a cmara municipal da capital da
provincia do Rio de Janeiro pede solacio da soa
represeniago a'cerca do recuamento do gradll do
palacete de S. Domingos.A' commlssie de obras
publicas.
Outro do Sr. Jos Antonio 3e Magalbies Casiro,
mambro da commisso de exams da legislacio de
exerclto, offereceodo 24 exemplares-lmpressos de
sen voto am separado ae projecto do cdigo penal
militar orgauisado pela sopradita commisso de
qae membro. -Recebdos com agrado, e remei-
(idos a commisso de marinba e guerra.
Um reqoerlmenlo de Gil Brax da Silveira, alfa-
rea, commissiooado ente, reclamando o direito
qae Ibe assiste por ana autiguidade.A' mesma
oomaiissao.
dem-se, e sio approvados sem debate, o ee-
guiles pareceres : ;
(C*ti*%ir-se-ha)

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4r


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TYP. DO DIARIO -HU DA CRUZES N. i.


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