Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11370


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Full Text
-
ANNO XLIII. NUMERO 213. ^o^mo^
"r

\S
V
TERCA

8au&BA8 am manDiiBi bd ikoqi&iepif^ieukd di m&B&iffl
IENGARREADOS DA SUBSCRIPTO.
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;Araca(y,
o Sr. A. de Lemas Braga; Cear, o Sr. Joaquim
os de Oliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Al ves & Filhes; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Aiagoas.o Sr. franeind Tatass da Costa;
Baha, o Sr. Jos Martin AlveS;, Pao de laro,
o Sr. Jos aibelro Gasparinno. t |
PARTIDA DOS S*f AFETAS.
Olinda, Cabo, Espada e estafes da va frrea at
Agna Preta, todos os das. -i
Igoarass e Goyanna as segundas e.sextas reirs.
Santo Anto, Gravan, Bezerros, Bonito, Garuar,
Altinho, Garaobuns, Buique, S. liento, Bom Con-
' selho, Aguas Bellas e Tacarai, as tereas-feiras.
Pao d'Alho, Naxaretb, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazelra, Florea, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-:
ta, Ourieury.Salgoeiro e Eu, as guaras /eiras i
Sertnbiero, Rio Pormoso, Tamanflar, Una, Bar-
reiros, Agua Preta e Pmentelras, as quintas
felras.
AUDIENCIAS DOS TWBNARS DA CAPfTA..
Tribunal do commercio : segundas e quimas.
Rela;o : torgas e sbados s 10 horas.
Fazenda: qn/oras s 10 horas.
Jaleo do commercio ; segundas as II horas.
Dito de orphos: tercv e sextas s 10 horas.


PABA KIW0 E FOBA DA PROT1WCSA.
Par tres mm tianUde... r. nr. r; ,., ,.,
PwswsiHMMeii.iT>............. e>
Por me ditos idm.........A.......,
Psr iBunside.. zn .. .. ..,........
i f I" fT" .
* '......
..^ .. M
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naiaD m imm mmtos, ans aaMaiMirD8
I7#00O

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mi


a vara do ire: tercas e sextas ao meto
Segnnda rara do el re : qoartas e sabbades a
1 hora da tarde. V
EPHEMERIDES DO MEZ DE SETESBRO
5 Qartocresc. as 8 fe'39 m. da t. _
13 Loa cheia as 9 h. ftfn. da t.
QKo ming. aos IJm. d* n>.
i7Luinovaas8b.e5rm.dat. i
DAS DA SEilANA.
16 Sej-onda. Ss. Cornelia e Cyprlano mnj.
17 l erca. As Cbagas de S. Fraacisco de Asis.
q S" f" *6 d ? ^Perlino h SodWs-
in Pu,n'-& Jw,0,r, bl m S- Ni' b- ni-
iO Sexta. & Eustaquio m., S. Prisco m..
1 Sabbado.. S. Matheos ap., S. Joas prof.
12 Domingo. S. Maaricio m., S. SanVino bl

I PSe&MARDEHOJE.
/Primeira as i eras e 30 a. da tarde.
Segunda as 4 bar e 3* minutos da njanhaa.
PARTIDA DC-3 VAPORES COsTZIROS.
Para o sal at Alagoas a 14 e 30; para o non
at a Granja a i&9 30 de cada mes; para Fer-
nando nos das 14 dos merzes Janeiro, marco, maiu
I julho, setembro e novembro.
DIABIO DE PERNAWBUGO
Cbegoo domingo de New York, pelo Para, o va-
por americano South-America, sendo portador de
jornaes, d'alli al 22 do passado, e d'aqui at 6 do
crreme.
Nada adiantam as noticias dos Estados-Uaidos,
s que recebemos pelo vapor francez, por via de
Lisboa.
AMAZONAS.
Tendo pedido sua exeoeracio o Sr. Dr. An-
gnsto Elisio de Castro Fonseca, fol nomeado para
oxereer interinamente o cargo da caefe da polica
o.Sr. r. Miguel Augusto de Figueiredo, juiz mu-
nicipal da capital.
o da 12 do passado o Exm. presdeme da
provincia seguio eco riagem para Tabatinga, adra
de examinar as orullcacoes da fronlelra.
Teve lugar no da 10 o assentamento a pri-
meira pedra do monumento commemorativo aa
abertura do rio Amazonas.
PARA.
Durante o mez de agosto renden a alfaadega
da capital 3ol.97n&9l3, e a recebedoria de rendas
2:505,8700;
Tendo sido eleita no dia 24, entrn em exer-
cicio a 2o, a nova direccao da praca do commer-
cio, que ncou assim composta: Maooel Antonio
-Pimenta Bueno, presidente ; Guiiberme Brambeer,
vice-dito ; Jos Joaquim Saraiva de Miranda e An-
tonio Soares Pinheiro, secretarios; Jacqaes Gaensly,
tnesoureiro; Francisco Gaudencio da Costa, For-
tunato Al vas de Souza, Gualter Joi Kibeiro e Bjq-
lo Ribetlo de A adrada, directores^
Lemos no Diarto do Gro-Para :
t Chegaram houtem (3) esta capital tres nu-
fragos do byate francez Jeune Adlle, que vioha
de Caeona para esta provincia, e depois de 35 das
de viagem, naufragou na altara de Ciliares, ba-
tendo em urna pedra na noile de 31 do mez pr-
ximo lindo. Os oesmos as.-eguram terem morrido
todos os ruis tripulantes do navio, inclusivo o
rnestre, e dizem tsrem-se elles salvado era ma
montaria, sendo depols de 3 das soccorridos pela
gente de ara barco de Miraje, que os recolbeu e
os conduzo este pwrto.
Nosso correspondente do Para nos escrere
em 6 do correte, acerca da importante festa da
abertura do Amazonas :
i Cora quaoto tenba plena coosciencia da peqae-
nbez d ts rainhas babiiilacdes para escriptor publl-
c >, todava desejando corresponder confianza e
pedido de Vracs, animo-me aventurar algomas no-
ticias e informaedes sobre e graode faci do dia
nestas vastas plagas amazooienses.
Narrar-lbes-bei com a aaior fldelidade, embo-
ra com singeleta, tudo quaolo por este extenso
valle-do Amazonas fr occorreudo a respeilo das
feslasqua se preparara para solamnisar, e crame-
morar a abertara do no-raar a livre oavegago das
erobarcacesaiercantes de todas as nagoes amigas,
era o faustoso dia 7 de setembro, de gloriosa re-
cordaco histrica para todos os corado as verdalei-
-ramente brasileiros.
Narrar-lheshei desapaixonadamente, e desdi-
do de urevenc-Ois polticas pariidarias, todo quaa-
lo fr observaado seraslhante respeito, desde a
cidade de Belra, capital desta magislosa provin-
cia do Grao Para al Manos, capital da nascenie
provincia do Atnatooas ; e da mesma f'ma nou-
ciar-lhes-hei o que por ioforma^oes me constar da
Oamet, Saotarra, e Obidos. aonde tambem alga-
mas fastas, e demonstragCns de regocijo publico se
preparara por semelbanta motivo.
< Pelo progrmala da presidencia desta provin-
cia podero Vracs. avalar a medida, e grandea das
estas por parle do goveroo.
O programan do iheorteguinte :
t No da 7 de setembro de 1867, ser annuncia-
do o anniversario da independencia do imperio e
a inauguracao da abertura dos ros Amazonas, To-
cantins, Tapajs, Ma.deira e rio Na^ro, ordenada
pelo decreto o. 3749 da 7 de dezambro de 1866,
pelas salvas do eslylo.
t a's 8 horas em ponto S. Esc. o Sr. presidente
da provincia com os funccionarlos pblicos e raais
cidados nacionaes e estrangelros que para isto fo-
rera_ convidados, dirgir-se-ha catoedral, onde se-
ra' iraraediatamente cantado o Tk-Deum em aeco
te gracas pelo anoirersario de to faustoso aconte-
cimenlo.
t Pind o Te-Dium, as tropas que existirem na
capital, postadas em parada, depos das solemni-
dades do ostylo, desfllarao era frente da palacio e
em seguida toavera' cortejo as efflgies de S. M. Ira-
periaes.
Terminado o cortejo, S. Exc. com todo o se-
! qnito se dirigir' lmmedlatamente para a corveta
Nwterohy, em qae se embarcara', fazendo-a seguir
' at a ilba Talonea e d'abi rio cima at a de Cu-
lijaba, aguas do Tocantins e Amazooa, onde man-
| dar' dar fundo; e fazend signa! a's embarcares
'nacionaes e estrangeiras qae a acompanbarem,
i coovidaadO para virem a sea bordo os respectivos
commandantes e raais otBciaes proceder' a leiiu-
Ira do decreto n. 3,749 de 7 de dezembro de 1886,
nodo o que em nome de Sua Magesiade-o Impera-
dor declarara' abarlo os rios Amazonas, Tocands,
Tapajos, Madeira e Negro a' uavegacao mercante
das naces amigas, Otando o mesmo Exm. Sr. au-
' torlsado para, nessa occaslo someole, permitllr a's
1 embarcaefies de gaerra que asslstlrem a festivida-
de. a'- naregacao dos nos das provincias-do Para' e
Amazonas, dentro dos limites marcados no decreto,
c Proceder-se-ba immediatamente a bnc, io das
aguas pelo Rvd. vigario geral e goveraador do
bispado, sendo esta soleroaidade saddada com os
viras a salvas do estylo e msicas.
c Terminada a ceremonia religiosa, S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, depois de-fazer pir
algum tempo navegar a Nielerohy e mais navios
agua acia, dar' ordem para o regresso a' capital
da provincia, sendo durante a viagem servido om
jamar a lo.ias a- pessois qua sa acharem a bordo,
c Sendo de' presumir que a ebegada de S. Exc. e
de toda a comitiva a esta cidade seja tarde, Acara'
para a nolta segainte o baile qae deve ter lagar
em palacio.
c as qoltes de 7, 8 e 9 lavara' llarana;Io nos
tres paviitio.'s do largo de palacio, em seos qiatro
la-los e diagooaes, com pandas de msica, termi-
nando na nitiraa nolte os festejos daquelle ola, du-
plamente memoravel ao Brasil, 'com am fago de
artificio no mesmo largo.
i Secretaria da presidencia da' proviocia do Pa-
ra', m o Io de setembro de 1867.Domingos Soa-
res Ferreira Penna, secreiario Interino.
< Aleji destas demonstradlas de regosijo publico
oulros mais (eremos occasio Ai gosar, e admirar.
A compaphla do^mazonas, e a praca do com-
mercio desta capital solemniso este aeto-com dous
magnficos arcos de triumpho. O di primoira esta'
levantado na extremidade do seu extenso trapiche
sobro o rio Gaajara' era cima da sua pona de des-
embarque. E' de gosto muito elegante, e nada tem
a inv. jar ao qae de raelbor se possa inventar oes-
te genero la pelo relho mondo. O da segunda eri-
gido em frente da casaba praca, manos sumptuo-
so, verdade, mas tambem sera' sorpreadenta e
maravilhoso.
i As frentes do palacio do governo,' do palacete
da polica, dos quarleis dos dais saulhes provi-
sorios, do corpo da polica provincial^ dos arse-
naes de guerra, e da marraba, das residencias de
quasi lodos os cnsules, das casas dos particula-
res mais abastados, e as embarcares de guerra,
e as mercantes, surtas no porto, ostentaran) llumi-
nacSas mais ou menos brilbantea e vistosas.
< Tudo e todos emfm se disputara a' porSa tor
nar este festtm publico o mais solemne e deslum-
brante, que ser possa.
' Para o jamar offl :isl que tem de ser dado por
parte do governo, a' borde da corveta Nictkeroy,
ainanb 7 de etembro a magestosa e impanenle
tuina de Maraj, ao vistar-se a foz do colossal rio
Tocautias, etio convidadas qoatrocentas pessoas
das mais gradas da capital, e para o baile no pala
ci da presidencia em a ooiie de 8 esiam expedi-
dos mil convites. Tado da' demonstrabas de que
a ovocito publica sera' digna do objecto, e de quem
a proporciona,
Os gastos para o jamar e baile, correm (sem
limitaco de quautia) por coma do tliesouro publi-
co nacional, a os da iilumioaco do largo de pala-
cio, e do fogo de vista no mesmo largo para a norte
da 9, por coma do thesouro provincial, para cjo
lira forara entregues, por ordem da.presidencia a'
cmara municipal vate cootos do res.
< Calculara os mais entendidos, que o movmen-
to da (undos nesia cidade por motivo de seraelhan-
te festa deve or^.ar em erca da oitocentos contos
de res.
t Tem concorrido do interior da provincia nsi-
tos dos sens habitantes, que veem assislir aos dl-
ver.-os actos desta grandiosa nianlfeslaco de rigo-
zij > e coDteutamf oto pubtio. Os vaporas da com-
panhia do Amazonas tem trazido passageiros aos
Ceios de Carnet/, Santarem, Obidos, Manaos, Gu-
raoa, Mraie-Alegre, Breves, Muan, Macapa, etc.
t Auie-hontera chegou a este porto a eanhoneira
de guerra Ibicuhy, cujo commaodame o digno
eaplto da fragata Jos da Costa Azevedo, prece-
dente do Manaos; vem assistir s /'estas, e azer
parte da esquadrilh nacional', qde tem de honrar
o acto solemne da -abertura do Amazonas.
O auto da abertura do rio-tiar, oa do tniii-
3
FOLHETIM
firratuo da America, esta' (arralo em excedente
pergamlnho eom bella lettra calligrapbiea, e sera'
assignado na baha do Maraj amaob, tal vez pela
relia das 4 oa 5 horas da tarde, em distancia on-
de as aguas 4o Tocanlins se misturara cora as
piucas, qae Iba. manda' como tributo o gigante
Amazonas pelos funs oa cabaos doS Breves, Ta-
japur, Jubur, Atara, Limlo e Macacos.
Veem, pois, Vmos. deste enunciado, que o
nda; para prenchi-
d raesjia reparti-
ra de rendas in-
a thesonrarla de
s Vigas dos prali
Ifandega e da r
ta cidade.
ntaram-se ao concurso doas pretendentas,
minadores os Srs.:
Arcbaojo Mindello, em grammatica da
Vaso
daquelle, como acredita anda muita gente boa, e
nao sei mesmo se o piponrio ministro, qae refe/eo-
doa o regularaento fiscal, que estatua rgras e
providencias acarpa da Ijrre^ navegagao e commer-
cio pelo Amazonas. Promet'to'ltie desde j/ remet-
ter no prximo paqaete ara artigo sobre este as-
umpto, qua Coi escripio, ha aunos, nao maitos, por
um medico desta capital, que ainda hoja aqui vi-
re. Esse artigo tem sido publicado -fe Impresso enj,
diversas partes;*talvez nao seja deseertado u&-
ihe abl publicidada nejo seu multo lldo e acredita-
do Diario.
t A companhla do gaz faz grandes intere3ses (th8,ouraria" ii^ci3
nesu con uoctuca. E' e.la quera Seencarregou da ;KC
aconal.
Vicente Ferreira de siqaeira Varejo, em
Amazonas o trbatario do'Tocanms, e nao asta ormogfijbia da mesma lingu.
" itoolo Wltruvlo Pinto Baadeira e Accioli
'ooeellos, esa arilbmetica e suas applicacoes
mercio,. com espeoialidade a reduegao da
ftajps e medidas, descomos. Jaros e iheorias
bfos e suas. applicac.o'es.
fw, transferido para depois d'amanhaa'o coo-
curSo'd habilitacao para a cadeira da philosophia
o GjfmDasio.
Igualmente traosfarip-se para o segdiote dia
concurso as cadeiras vagas de iostruccao elemen-
tar do sexo masculino. ,
No dia A9 do correte procede-se peraola a
Dcial a arrematacS) dos reparos
Isabal, oreados em 34:650^000;
oa fachada dd mesmo pal'clo, nS?cos~da com.-.,^ \TmmoT "*" r' Seriohem 0F?ada
paohia do Amazonas, e Praca do commercio, e as
freotes de multas casas particulares. Mais logo
dir-lhe-hai quanlo percebeu ella porosas servaos,
iodos os industrlaes desta capital,* ha tres pa-
ra qaatro rneies, nao tem tido aaos a medir, para
todo genero de eocomraenfHe servaos. Os fani- \ ^
leiros, diz-se, que tem fabricado oilo mil linternas c
para luminarias, e asim tudo o mais.
< O eolbasiasmo grande; as esperanzas de
engrandeoimento futuro para esta rica e v?-u re-
gia i por via desta nova medida, ha tamo tempo..
reclamada, sao iocalcalaveis no peosar !de muia Rorprindentes,, que axuslam aos, espectadores,
gente, qu se er de multo.saber; para mira po- H de ser um bello seraq.esga ooite. ,
rero, talrez por ser miope, oo vejo eaa. tudo isiq No dia 22. do corrale celebra i junta do
seno urna ficcao legal. Daqui a cincoebta oa cem Haspitl Pirtoguez o r20 anuiversario da iustitai-
aoaos, quando o valle do Amazonas estiver mais cao dasse po estabelcmenlo, haveodo'tnissa so-
povoadoreoto sim, se ha de autrlr bons prove- lemoe as 11 hora-, erateaj ev.in?elbo prega o re-
tos desta medida ; por ora tado ttlusao, engao vareado fre Jjaqnim do,Kspirilo Sauto.
oaficc&o. N'alguma das minhas segaiotes missvas | Depois da,raissa segue-s,e ojanta'r aos eafermos,
ea me explicarei melhor, e demonstrarei a verda ,o qual deve ser srvido pelo regedor e raordomo'.
de, ou o que meltior conviria, qua o governo Qtes- As 4 e meia abrir-se ha > leilio dos objectos of
: -.Iieva araaoha a scaoa a empreza do Sania
Isabel hpj variado espectculo, no qual sobresabe
o drama e.,3 actosSimao o Tanoitro -, que pela
primeir rw Saqui representado.
Coraposi(5o original do.sr. J. II imano, nio p-
peqtir da sua procadeoeia ; e por certo era
suas piletas dramticas nao fica a quera dos mar-
tyres a Germnica, do Vtnte e Nov?, do Miguel o
Tometro,a a'-ouirps, qae lera sabido il'aqaella pea-
na, qae to bera sabe tracar esses effalto" scenieos
D. BRANCA DE LANZA
RECORDAQrJES DA CORTE DE FtLIPPE II
Romance urstoi-ico original
Por E. Fejo de Mendoza.
PARTE I
Redemp^o por amor
LIVBO JJ
OS DOUS FAVORITOS.
CAPITULO VIII.
Urna alliada fiel.
(Corttinoaco do n. 2W.).
Obrigada, senhor, exclamon D. AOna,
satisfeia com aqoelle cumprimenlo, obri-
gada. Com que, po&o dizr ao duque que
o seu desejo ser salisfeito ?-
* Seguramente que sim.
E que dineis seaiod ?* pedisse
outra graca ? /- w i i*t^
Outra ?
Sim,.:sep!ior.
Dizi.a 011', muito confiavas na minha
condafflSeficia, mas que terias adeviahado
os mea^pejos de te servir.
g'j posso tambem coatar com ella ?
Se me fr possivel,concerjida.
Pois bem, desejaria que Branca
de Lanuza fosse nomeada dama de bonor da
ranba, com o que farieis tambem um ob-
sequio ao duque e urna nova honra a Jlo
de Lanuza, que tao disposto se acha aser-
vir-vos.
E' verdade, ms impossivel, porque
ja sabes qae minba esposa escolhe os seus
criados.
Supplico-vo-b eu, erJcarecidanente.
N5o pode ser.
D. Auna nao-se dea por vencida, e cos-
tumala a conseguir do seu regio amante
concesses de maior importancia que a so-
licitla agora, Qngio entr'rtecer-se cotn a
se na actualidade.
t A cat|jedral achA-sa primorosamente adorna-
da para a festas regiosis do dia 7. A msica do
Te Deum aova, de grandeueiecu^ao, e composi-
ct do profassor Kaulfuss ; e o aoompaobaaienlo''
a* orgao. x u
< U presdeme da provincia o Exm. Sr. de Li-
mare, lera sabido desenvolver omita aciividade na
sua adrainistracao, e ao mesmo tempo tem std> se-
cundada por parre dos habitantes desta capital cora
bastante lulueocia, anima?ao e boos desejos, no
que toca ao ojjacto dos presentes festejos.- Alm
disto S. Exc. mostra tioo governativo, moderado,
sensato, corlez, e emtremo delicado; Incapaz de
fazer mal, e so a?pira ao bem; o que ea chamo
um bom hornera. Quaoto aos partidos tem sabido
collocar-se bem, isto po crelo asiles, fazenda,
juslica completa a lodos, e ho se embarazando
com o pesamenio poltico de quera quer que seja;
e por forma alguraa descobrlodo a saa opio.io po-
ltica a' pessoa alguma. Todos Iba guardara muito
respeto, e estima. Nao inspirado por ulicos,
ferelos em beneficio do mesmo hospital.
. O estabeleclarento coose/var-se-na aberto ateas
!) horas da abite, tocan lo. to Ja a tardo e noile urna
banda 4e msica.
As 7 horas camar-se-ha urna lalainha, qae sera'
o encarmenlo da parte religiosa di (ejta. .
No logar CmMe, doMrmo de'G'araobuns,
eendo perseguido por jiraa escolta, Maaoal Claaan-
te Cabral assassinou a ama das pracas e ferio gra-
vemdate ao inspector daquarteiro qua adera-
maudava, logrando eradlr-se nessa occasio. Pe-
lumsnte i8 horas depois foi preso as proximida-
des dp'lugar do delicio.
r*?edera-nos que chamemos a attencSo de
queme)mpete para um preto relho, conhecido por
lifcra, qua passea pelas roas da cidade em es-
tado quasi natural.
No vapor tmericaao South America, vieram
dos E-uados-Uuidos Di immigranles, cera destino
ao Rio de Janeiro:
Seglo no domlogo, a bordo do vjpor Ipoju
ou conseibo privado : decide sirapre por delj>ra: I Pa- Para i^ara' o Exm.. e Rrm. Sr. Luis, bis-
* ._ .-.7 1 po essa provincia.
o sua, e com san coosciencia. Tem feto ruco
brar a' autunia le publica a sua rerdadelra e le-
gitima (urea, to desacreditada, e estragada ltima-
mente por lioajens levianos e inexperieotes.
. t As noticias animadoras sobre o tbeatro da
guerra no Paraguay, de que foi portador o vapor
americano Norih- .Jmerica, que
tem, aograeotarara vivamente.
tBUusmo pu blio,
A
ira. D. Claudna Naa do O' Sanios,
proessera publica da primeira caieira do Recife-,
oftereceu boolem o por cento de seu.-. vencimentos
ptira as urgencias ao e6lado. .
. Reane-se hoje as dnas horas da tarda insti-
aqui chegou hon- tato dos advogados na sala do jary.
8'rllLnt 'la^ ~ Pedem-nos que recorameo.lems aos sensores
, eqcarrogados do calQaraento da'cidade a preforen-
,'Amc'*^?ft.^l>'aiho-?*'> inicia desse melhorameolo pobllcopara o becco Lar-
corpo de, polica provincial deliberan acrescentar | rQa Caa"|a ao g da A o;|0_
por seneUiaatp mottvo todas estas demoosluges .hllro"0, ae ^^^ es8a preferencia porque
de contentamente e regosijo .publico,, cora tnai? \ftM nm afAnAn nI||(1 llft, fc e alfa J(sso 0
um baile apparaloso, que ha de ter logar a ex-
pensas suas nos saldes do Cassino Paracnse em a
noita de 16 do correol*.
Sirva por agora, esta minha mlssira como de
prembulo oa exordio, a' descnpcdo das festas, de
que cima Iha leoho fallado, e das qaaes ihe dafei
noticia mais oircumsianciadamenle lalfez em o
pruxlmo paquete, do meiado do mez. >
i i
PEkMMBUCO
. REVISTA DIARIA-
Comecou hontem o concurso qae se procede
faa-se ura grande ttausito por all
estado do boc^o -o-heior possivel.
Hoje tem lugar a festwidade de S. Francisco
das Chaga?, de.qua.ja'. aqui demos noticia m or-
dem terceira de S. Francisco, que para isso.acha-
se adrnuda com apurado .bom goste, riqueza e
simplicidade.
-* Ame-hoolem festejaram os irmaoj de Njssa
Senhora do Lirramenlo sua padroeira com pompa
e brllhaotismo.
Os moradores do largo illamarrn s'oas casas
a noile das resperas n dia da festa, .tccenJ-ndu se
pela primeira vaz aillumioafo particular que por
meio de combustores d-s gaz sobra columnas da
ferro, cotrataram' cora a companhia do gaz os re
feridos moradores.
negativa do rei, e fez com a qabega um gra-
cioso gesto de desgosto. ;..,.. s
Ah f exclamou ; nao espera va certa-
mente que me causasseis desprazer, seubor ;
mas...
Vamos, Anna, deixemos essa nomea-
Ciopara outro dia. Depois pensarei. j
<** Ferdoai-me, mas agora digo-vos que
d5o pode ser por isso que prometti a D.;
Pedro de Toledo um despacho de dama de
bonor para a su amada, e nao quero faltar
minha palavra.
. Mas nao sabes que minha esposa
que escolhe as pessoas do sen servieo, 6que
ea me costumei a ser iniilTerenie a essa
escolha? .
Pois por isso mesmo nao deve etfra-
nliar que urna vez Ihe imponais urna cama-
rista. Altn disso este desejo do duque de
Alijp tem pqr Om captar as sympathias de
Branca de Lanuza.
E porque nao pede elle isso ? < ,
Porque julgoo que a mim d5o o ne-
garieis e nao quer tirar-me esta occasio de
de^r-vos urna nova/grapa, replicou a prjn-
ceza, olhando o rei voluptuosamente.
Felippe II, que apezar do seu carcter se
senta transtornado quando D. Anna o olha-
va daquella maneira, colheu as.suas mos e
depositou oellas um ardente beijo.
Qae. exigente s, querida Ihe disse o
rei j venciddo, ters tambem essanomeacSo
mas nao tornes a pedir-rae outra que eu
nao te possa conceder directamente.
[> Anna, satisfeita do seu triampho, es-
treitou ternamente as m5os do rei,' que m-
quelle mnajento e contra tudo o que esf -
rava a princeza, se levantou pSra se retirar.
Qae4ide-vs j ? perguntou admirada.
you,tenho que.trabalhar muito, m .i-
t, e j demasiadamente tarde. Se tivesse
viudo mais- cedo.-, mas ji-t^o-disse^os. ne-
gocios do estado n5o-admitiera espra.
Ah sempr os negocios primeiro que
4-: Qaasi sempre ; mas em compensaco
"este desgosf preparo-te orna sorpresa. '
E que sorpresa ?
-D'iT
Amanhaa s oito ho'as vira Santoyo D. Anna olhOu-0 com despresa, e apro-
para te acotnpanhar a Valsain. Eu sabirei! aimou-s d'etle, depois .de o reconhecer.
para o Pradoe d'alli,meireireunic comtigo.J Vos aqui! Ihe disse cjrn desdem;
Em Valsain passaremos a sos tres formosos como entraste ? a que vieste ?
dia* de amor, longeda corte e dos negocios. .' A convenc'er-me da vossa deslealdade,
Urna nuvem de desgostes passou pelos '
olbos da princeza ao onrir estas palavras,
porque tres dias ausente de Madrid, sem
'senhora.
~ Ah vejo que tenhoprecisao de des-
pedir o feitor, ou de determinar que nio
pdr ver Joo, era sem duvida um terrivef vos deixe entrar neste pavthao
tormento, muito mais quando n5o ignorava Engauais*vos, "senhora, pespondeu o
a paixo do monteiro-mr pela irma de secretario, palltdo de ira, eita ch.ive da por
Antonio Prez. Mas conheceu que tinha
qoecingir-se s clrcumstanias, e fazeqdo
um violento esforco, procurou sorrir-se.
Ah disse ao rei, cerlamente que cjm
esse projecto me fareis urna verdadeira sor-
presa,, porque, estar seguro, senhor, que
nem ainda aqu vys recebo iraa juilla.
EPrque ?_________
A murmuracSo tio insidiosa que
de ludo tira part lo; mas eu vos prometi
esquecer tudo durante esses tres dais, i
Roeris dizeriqoe ^accedis? m
Com toda a miaba alma. Podieis 4a-
vMa-lo, senhor ?
N3o. -
. E mujto mais quando espero que San-
toyo me traga os despachos.
Sim, u procurar! convencer a rai-
uha, se se opposer, para o conseguir ; eem
quanlo ao outro cousa correte, ere-
co-te, pois, os dous despachos.
E, depois destas palavras, que fizeram es-
tremecer de alegra a princeza, o re t.omou
as suas mos, beijou-as apsixonadamente, e
sabio da sala pela porta principal.
D. Auna acompanhou-o at da casa. 1
Depois, pensativa e grave, tornpu' ltala
em que estivera com o rei,e, recaanctoi den
om pequeo grito.
Um homem uWmutinin n
GAPITU|l#S' ';.
Um amant M&io. uia
Sentado na mesma 'odeidP'i qu-esU-
vera a princeza, colrico e Iracaodo, e via
Antonio Pew.
".3df!S3U9
O aspecto do largo era lindissimo,
A noite da festa quelmou-se nm lindo fogo de
ansicio. i en i
f Tendo seguido para o Rio de Janeiro eom l-
esoca, adra de tratar dos ioteresses das loteras o
Sr. Thesoureiro Antonio Jos Rodrigues de Souza,
fleon o sobstltulndo interinamente o seu irmo o
Sr. Jos Rodriguss de Soma.
Desejando pftr os nossos leitores ao fado de
lodos os documentos relatiros Qoesto que se de-
bate pelas armas do Paragnay, damos em seguida
urna nota do ministro norte americano residente
na Assampco, o Sr. Washbarn, que reprodozi-
raos do Siglo :
O ministro dos Estados Unidos no Paragnay,
*- ^xc- Sr- marqaez de Castas, general em
chele do ejercito alijado.
.' LegCo dos Estados-Unidos, em AssompcSo,
19 de marco de 1867.
Senhor._A nota de V. Bac. com data de 12
do crreme, era resposta a do a balso assiRoado
datada de II, na qual por motivos oue expSe, V.
Exc. disse qae as potencias alliadas nao tomaram
anda em consideraoo a questao sobre qae o mes-
mo afcaixo assignado lave a honra de chamar a
vossa attencao...................................
so de urna dolorosa sympalhia, o' Ara dos aconta-
cimentos que nu pod conjurar.
O abano assignado aproreita esta occasio
para offerecer a V. Etc. a seguranca de saa dis-
tmeta considerado.
Charles A. Vfashbwn.
LnierU.A'que se acha-u venda
a 38a a beneficio das familias dos volunta-
rios da patria, jue corre sabbado 2*.

x ? s? h i n a m o
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: : 1 o
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. ! : 1 s
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o i O!
Masculino.
Feminino
I
1
i V. Exc deve estar plenamente convencido
deste faci, qae ao offerecer a sua mediado para
chegar-se a cessacao das-toostiliaades apire os po-
deres alijados e o Paraguay, os Estados Unidos
nao tivaram outro movel que o louvav.-l desejo
de servir s partes compromettidas na Iota e de
satisfazer a generosa necassldade da paz que a to-
dos interessa. V. Exc. acceita a mediago offere-
cida, cora orna condico, que em primeiro lu-
gar renuBdaco do presidente do Paraguayas
suas fooccdes e sua retirada do Paraguay.
Jamis por certo teriam os Estados-Unidos
oll-recido saa mediago sob seraalbanla base, por-
que sua conducta esta neste priacipio fundamen-
tal, que toda a aaco tem o direito incontestavel
i usar da forma de governo qe escolheu, a que
todo ,o poder legitimo dimana do coosentimento
dos goverpados.
Neabuma polancia estrangaira tam o direilo
de moSr a ara pqvo vlzinho independeate, ora
governo que nSo seja da escolha dasse povo, e co-
mo o poyo paraguayo nao tenba mostrad inteoco
de trocar a saa forma da governo, nem.de eolio-
car a saa frpta outro magistrado supremo qua
nao seja o qua actualmente o goyerna, os Estados-
Unidos, de accardo com isto, na sua poltica tra
dicional, oo podara olhar favoravetoxeote o trata-
do da alliaoga, em virtud da qual as tres poten-
cas se obrigara reciprocamente a impor ao povo
paragoayo outra aloridade dlllareote da que'ac-
tu.linate lera.
'* Os poderes alisados pelo que resolta a nota
de -; Exp. estad resolvidos a continuar cora a
guerra al que o presidente actual da reoublica
do Paraguay, Francisco Solano Lpez, legalmente
eleito seja deposto" e expulso do paiz. Porra ela
coodico anteclpada de mediago, to evidenle-
mente contraria a lodo o principio de goveroo po-
pular, qae o. abaixo assignado er curaprir com
um dever para'cora o seu governo protestando
Cintra ella, porque por certo nunca poJeria su-
peitar o goveroo dos EstaJos-Ualdos, qae'Sff'opp*.-
zes-e sua proposta de mediago semelnaue ne-
gativa.
O abaixo assignado de opiniao qae V. Etc.
acharia orna condigo dssas-Inslita, se, trocados
os papis, fo.-so o presidentLopezb que pedirse,
da preferencia a toda a mediago, que o Impera-
dor do Brasil b.ixas-e do throao e o presidenta
Mitre de sua cadeira presidencial.
Da que modo uraa tal prelioco, era respost
mediacio de uraa uaclo amiga e neutra, seria
acolbida pelo governo dos Eslados-U ndos ou de
Sua Magestade o I nyarador do Brasil ?
O abaixo assigaado deixa conslderacSo de
V. Esc.
t Callocados nessa poigio os alliados, allegan-
do que nenbuma mediago pode ter logar era-
quamo uraa das partes beilgeranles nao tinha
deixado de existir politicamente, tornara impossi-
val toda a solugo pacifica, qualquer que ella seja,
na questo peadente, e esta gae;ra deve continuar
at qae urna destas mesmas partes, desda o gene
1.C
Masculino.

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Masculino.

Feminino.
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li
8
TOTAL.
7
s.-

Casa de detenAo.
ral em chefa do exarcito at o ultimo soldado aca-bdeteogo d0 da 13 de setemfcro
bem, ou que a outra seja destroi I
O governo dos Etados-Uoiaos- deplorar pro-
fundamente um ou outro desle resallados extre-
mos, e, se offeraceu sua mediago, foi com o filo
de livrar a humanidade de taes resaltados. Po-
rra v devemos resigoarmo-nos e esperar, cora o luteres-
[ Existiam ( presos) 300, existem 300. A saber:
'"naciouacs 208 : muineres i, estrangeiros -i, mu-
Iher 1 eseravos 47, escra?as 3 Total 3QQ.
Alimentados a custa dos cofres prortnciaes
10.
Movimecto da enfensaria da casa de detengao
do da 16 de setembro.
ta falsa, que vs mesma me. entregasteis ha
algm tempo foi que me inlroduzio- aqui
setrf nnuncio do vosso feitor. Emcasaj
e de traz daquelle espelho ouvi toda a con
versifo que tiveste com o rei.
*-De veras? Enio nada tenho que
vos diter. >.
,. -. E verdade, senbori, respondeu o se-
cretario;; con temi com diffiouldade a lem-
pestade que Ihe rugia no peito, tenho que
dar-vos um milhao de agradec meatos pelas
boas ausencias que do mim zeste ao rei.
Antes que vO jera eu a desconceiluada,
loe disse a princeza com urna frialdade ir-
ritante. Trataste de malquistar-rae com
S. M., e tive que destruir as vossas intrigas
eiaseffispeiUiqpe.'tolieii'feito coooeber
rei com os vossos continuos e imprudentes
(aliares, :
Com effeito ; mas para me.'r,eba^a.r a
mim nao tinheis uecessidade de exaltar o
duquedAloa. .. .:."'
Essa resoluco foi uwtto prudente, e
ios que sois tao bom diplomtico, compre-
hendereis o alcance das minhas vbh$,
Sim, rspoadeu Antonio com ^tmr-
gura; sem duvida buscis em D. Pedro de
Toledo o amor e protecejio qae repelljs em
Antonio Prez, a I
Estai6 loiJio ? I
--E'muito possivel, porque me tenho
conrencido que cousa alguma vos interessa
nem a minha honra, nem a minha vida.
Haveisrespailado por acaso a minha?
Eu n3o vos tetbo.calumniado.
N&m eu to.pouco. .iN3o a primei-
rt vaiquerasebeis dtotoiro para que oixei
. i .
vari de modo de pensar. Diga-o que nao
a pensao que vos pagam o rei de Franga e
. Jo5o de Austria.
Prez levantou-se rxo de colera.
T~Seahora, exclamou cora accento con-
vulsivo, regeito as*vossas aecusaces, por
que tendes sido minha cmplice muitas ve-
zes. Sealgumas intrigas se descobrirom,
se poi* certos delictos tivesse de rodar a
minha cabeca, a vossa teria tambem que ser
cortada. Nao teaap seguido os vossos conr
seibos ? u5o lenbflj obedecido s vossas ins-
pira?oes? u|p me tenho curvado at s vos-
ss ameagas ?
, Tudo isso podar valer-vos peraote
um tribunal, mas alo diaale de mim, A
verdade que tendes sido e sois um mi-
nistro concussionario.
Seahora I gritou Antonio Prez.
Cuidado, Sr. Antonio Prez, respon-
den D. Anna com fria ameaga, sentanjo^se
ua cadeira que deixra o seu amanl^ ^ij
dadono que dizeis, porque estis emt rnjpha
casa, e posso fazer-vos sanir delta, 'de urna
maneira ignominiosa. Lembrai,-vos que.o.
horisoute do vosso porvir muito.,obscuro;
que cada dia vos apparecem mais e maiores
toimigos; que o negocio de Escobodo se
complica, gracas actividade e ao estranho
favor que m5o ecculla dispensa a esse Mi-
theu? Vasquez, e que pode muito bem suc-
oeder que o vosso fim seja um cadafalso.
'Retirai-vos, sede prudente, e esquecei e&ta
scena. A vossa.fortuna voila-vbs as cpsias,
e ai de vos se vos. abandona completamente
ADVERTENCIA.
Na totalidade dosdoentes existem 220, senda J46
aomens e 9i mulheres.
Forara visitadas as enfermaras estes dias :
As 7, 7, 6 1|2,11|2, 6 1(2, 6 1|2, 7, pelo Dr..Rft-
mos.
A's 10,10 l\l, 10, 8 1|2, 10, 10, pelo Dr. Sar-
ment.
Falleceram :
Umbelina Mara da Ccnceicao, bexigas.
Rosa Mara do Sacramento, purpura hemorFhegica
Passageiro.* do vapor americano Sou'JtAme-'
rica, vindos de New-York e portos intermedios :
K inard Adour, e 3i>i emigrantes para a porto>
do sul.
Passageiros do vapor Ipojuca, sahidos par o
Acaracie portos lotermedios:
BarSo da Maeejana, sua geotiora, i iha e dous
criados, D. Joanoa Augusto- da Castro Pgales,
Joao Hendes da tlocha e um criado, B. abbada
geral fre ai-noel de S. Caetano Pinto e um criado,
(rei Juviaiano de Santa Gartrndes Barauna, Auto
nio Thoma da Silva, major Thomaz Amonio Ra-
mos f.ivie, Deiarramo Rodrigues de Oliveira C-
mara e sua nuil, Elviro de Souia Cildas, ua se-
nhora o unvi .- inra 11 lenle eoronel Manoel
Lins Cal.lis a um criado, Joo Amonio Cavalcanti,
Trajano ios Cavalcami, Amonio 'erei a da Cu-
nta, Jos Adolpho de Oliv-lra Lima, Germano Cor-
reia Peto, Tafoiao Perera de Castra e ura criado,
II i-uirdu da C. Castro Montairo, J. J. Alves, E-
duardo B, Santiago, ora escravo do desembargadwr
Jos P. da Costa Lucio Ja Rocha, Jos Albano, D
Lu/, bispo do Ceara' e um criado.
Pasageiro sabido no vapor americano Sonlk
America, para os pon os do sai :
Antonio Jos Rodrigues do Souza.
- Movimento da casa da
lodos os actos das vossa vida privada. Cui-
dado, vos digo Umbem ; enraiveco de.zelos
e de colera, e olhai nao me ingue, j que
sou substituido- por Joao de Lanuza, asiiu
como eu substitu oulros maitos.
A princesa esiremeceu,. e duas lagtimas
de colera assomaram aos seus olhos.
OUJ exclamou furiosa, sois um bov
mem deteslavel ; e se no-meu corceo ficasse
alguma recordado do vosso amor, as in-
fames palavras que ha pouco vos ouvi, a
apagariam. Do homem que se atreve a
insultar urna senhora, bem pouco se pjq
esperar.
O secretario baixou a cabeca envengonha-
deeguardou seacio.
D. Anna proseguio :
Se me tendes. amado,, e tendas es-
tado exposto continuamente; a que o rei o
suppozesse o vos perdesse, feF por vos o
nao por mim, porque w vosso amor nao
bavia mais que vaidade, porque tinheis
sempre receio de que vos, suosiiiuisse por
nutro. Buscaste em mim, na a amante,
m^s sim a protectora;. amaste-me porque
era a favorita de Felippe 11, porque a minha
amizade poda elev^r-vos, porque era um
degro para a vossa fortuna. Talvez que
por isto mesma na toabais amado Brauca
de Lanuza ; talvez por isto a teobais des-
presado e esquecido de maneira to indig-
na ; e ainda qua' coohecesseis que valia
muito como mulber/ajulgastes muito pou:
eo para vos despresando o seu cano no.
Mas scabemos com isto. As miebas,
Estas reQxoes alerraram o secrelano de tes nao podem convencer-vos e as mineas
i.j. : _.- ._____i~. ___'.:-_^____ .." -A___._, ... riaanrflflai-ai fin-
estado ; mas a sua colera era maior que o
sea terror, e nao pode conter-so. Lonco
de ira de zelos, pois que a sea pezar
amaya a princeza, mais que nunca a amara,
passou a m5o pela fronte, e d'rssa-ibe cem
urna grosseria to brutal, que,ora f exprs-
sao mais fiel do estado do seu animo ;
Senhora! senbera {,todas as vossas
ameagas cabem tambem; sobre vs, perqu
vos jure n3o me despenliar no abysrao* sem
que me precedis. Tendes ognade^aao
o rei como eu, e m* lada a mioi-per
etipffl '-'- '
aecusacbes vos far5o nr. Despresat-aj. em-
bora, masdeixai-me... tudoacabou qmro
aa, e nao leudes direito ^ge..on-
tas da miaba ondosa. RegBs
Antonio P#fez, q*w esou^Jj&jtena.
como o reo queonve a sua seatftopfcfflutata
quilado de vergffliba, nao pode soQrer- per.
mais tempo o grito da saa alma, e levantou
avista cravaudo os seus olhos, apaiaegados e
ardentes na baila pbysiQQom da princeza.

(Co?i(r **.)
siittn'A 9b OiIiuiiW
^




,- ""
i > fPWl de Peranift&tft f*t* W 11
t Setembro de 1867.

IIT I f
:

[rentes as qnwtoes de1 Wfiaca Carolina Vicencia, qae este imbcil no tempode sob
| Cavalcanle da Albuquerjue, mi ane son ad-
yogado,
Tete baixa.
FraBCueo Antonio a Silva.
TibrttSfaraw de d.- eoHndrd. tal. | T0?aa0' P> opposic Iftisbem. ** rs^ 'maneto saguinte
RnaMgA5 da roucu.-Eiiraou das parles- no.)j o ao seu primo e. amigo ntiaio o Ra- [ dito, que me dmeram-mea
| Cavalcante de Albuqeriioefn qae soasch delgado, "reprehendeu no Individua peta FeBx-Perara da Silva.Radttf mD-
Carneimm'tirimW- *Mth. ~ -K
dos 4i (S 16 da se^mbro.
Foram recolbidoa i casa de deletelo no da 14
do corrente. .^ .. k_
A* ordem do subdelgate te Santo Antonio, Ao
tonto Sevenno Gomes te Silva e Antonio Rufloo turba o foro, extorquiodo as partes
da Silva, por brlga
lo
Nao houve prisSo algoaaa.
O befo te 2* eeecao,
i. G. ie esquita.
cmrrERio potlic*.Obituario do fia 13 d
crreme :
Leonor Idelfonco de Carvalbo Mendonca, Pernam-
boco, 50 annos, casada, Boa-Vista ; ferida no
otero.
Hernesla Hara da Concelco, Pernambneo, 20 an-
nos, casada; deslnteria.
Cantonilba Amelia Caroelro Ltao, Pernambaco, 18
annos, solteira, Reeife; interior.
Rosa Mari* do Sacramento. Parabyba, 24 anoos,
vlova, Boa Vista; bemorbagia.
Manoel, Peroamboco, 3 annos, Santo Antonio; me-
bj'.a Manoel de Macelo, pelas si$-*tUw Frandsco Jos da Costa Ar
e desatinos, que fiado na proteccao de seu suicidar aquella Jesinfeliz rapariga, t da
Pfitno e imig intimo o iaiz municipal, per-1 tmneirage mUformaram-me mm, nao
Este hornera bem coahecido por maitas
pessoas nesta capital, foi cateiro, e depois;
dixem, que fugitivo para aquetle termo, nao
sabemos mesmo por que, advoga com pro-
vis3o da relacao em detrimento de 7 hacha-
reis, qae se achara conectados no foro, como
advogados, em vista do que pede-se provi-
dencia ao excellentissm pfesideote do au-
gusto tribunal da relajo, para que restabe-
lecendo a boa ordem, garanta os diretos
daquelles, que, tendo um sacrificio se acham
resvestdos de um carcter de bacharel.
A maior intriga, que me devota o Sr.
Dr. Jo5o Baptista do Acnaral e Mello, pro-
"8I Peroamboco. s. Jos; aspbexia ao nascer. cede dme baver eo .ceixado delle, como
Hara, .
Maria, Pernambneo, B
parto laborioso.
CStOlGA JWCIARU.
TKIICH 1L VA REIiACAO
SESSAO DB14 Db sETEMBRO DE 1867.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO SOUZA.
juiz municipal respeito do sen inslito pro-
! cedimento ao mui distincto Dr. juiz de di-
reito o. r. Joao Paulo Monteiro de Andra-
dre, na suspencao, opposta ao escrivo Or-
|lando Miqui'ino de Almeida, por Francisca
Carolina Cavalcanti da Albuquerquer nacau-
As 10 oras Ja maunaa, frsenles os Srs. desem- sa de Ladislao Rodolpho de Araujo Osar,
bargadures Samugo, Guirana, Lourenco Santiago,' cuuhado do dito escrivo, depois de uma
Almeida Albuuoerque, Molla, Doroiugues da Silva' deciso do superior tribuna da relacSo, por-
Souu Le>, /aliando os Srs. desembargadores qQe eu, comoVdvogado da diU senhora, n5o
poda mais 'supportar tantas extorcos: e
tambem de me baver eu devotado em fa-
vor do mea amige e prente,-.e major Afon-
(o de Ilollanda de Albuquenjue Maranlio,
homem honesto; cidadao pacifico, e respei-
tador das leis, na perseguica) mTsqaintia e
abjecta que Ibe tem feito este juiz, e'eus
dignos companheiros de jornada, os Ss de-
Guerra procurador da cora, Assis e Ucba Caval
carne, abne-se a sessao.
Pasados os eitos deram-se os seguintes julga-
menius:
acravos di fbticIqAggravante, D. Montea
Loiza Goofalvs Fraoja ; appellado, o julzO.Re
lator o Sr. desembargador Atmeidn Alouquerque,
sorliado> os Sm. desembargadores Lonrenco San-
tiago .. Mola.Nao lomaraw conbecimeoio. Ag-
gravante, Antonio Gario Pereira de Burgos^ aggra-
vado, j jiro-^Relator o Sr. desambargador Souza
moradora no engenho Uanavieira, e a malber
de ;Jo3o Ignacio,, fllba .o portuguerCan-
galba.
Pode de uma ve? estar certo o Sr.'Oe-uti-
nho; que nao estou disposto a sdpjwrtar
suas violencias; pois nem sou o preto Ma-
noel Antonio, nem o Lilao do capito Aoto-
Leoi soruados o Srs. desmb?rgadores Moiu e legados Joao Dias Coutinbo de Araujo Pe-
Domuigoes da Sjiva -Negaram provimento. reir e advogado J-js Miria Cardoso, ja na
acoravo d iNSTnuuBNTO.-Aggravaoie Maooei mveilc3o de crime de resistencia contra o
Z^r'fl^S^^ Pereira Nunes. homem
Srs. drs. moirgadores Motta e Domingues da Sil- j pacifico moralisado, S0C0 do mesmo m-
*.N-garm profmeoij. Jor, no processo, que foi instaurado conira
appkllaqa civBL.-Appeilante, Eduardo H.! Antonio Jos Cabello Jnior, primo do
Braman ; dppelldo, Joao Paulo Carneiro de Souza l macm_ _,~*. "L \L;7 n^
BaDdHra.-iiesp.Vados os embargos. mesmo juiz Amaral, que najhesitouem
APi-ELLAgAucRiMB.AppeiiaBte.ojaizo; appelia- i perseguir u seu proprio primo, j nff cerc
o, Joao k aaisco Moreno.' novo jury. escandaloso do sitio Caboi, determinado pelo
AsMguon se dta pwa julgameoto dos seguintes, delegado Coutinbo coitra a expressa deter-
'SELLAgXo cRiMB.-Appellante, Helena Mana j mioacac>da nossa COBStituigao, cujo sitio
o Eipinio-Santo; appeiiaJa, Mana francisca de (projnedade do referido major; e ja final-
Jeso. mente na prisao do negociante, j referido.
bligencia chime.Ao Sr. desembargador pro
motor da ju>u,a.Appellante, o promotor; appel-
lado, Luit Peioandes ue Bu.bOes. Appetlame, Jos
Antonio Anselmo Morena; appellado, o jaiz.
PASSAGENS
Da Sr. desembargador Saottago ao Sr. desem
bargadi Giiirana.AppellajSes civeis: appella-
t, FLv) '.'Vneira CaiSo; nppllado, Jos da Cosa
Brando Cordoiro. Appeliante, D. Aoa Tfiereaa
de Jesos; appellado, Joi Martins da Silva. Ap-
pellante, Jos Aotonio da Costa e Sa; appdlada,
D. Kitu de CasMa Vieira Cavalcanle.
Da de apparecer.Appellada, Luiza Moreira de
Souza; appellaote, Antooiu Das Martins.
appellaqao cunos. Appellant, Jao Vctor
Correa sieupira; appellado, Jos Raymundo
Corla.'.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador Guerra__AppellaQo civel: appellaute, Ma-
na Joaquina dos Santos Abren; appellado, Manoel
Flix de Oliveira e Silva.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquer-
qoe.Appellago civci: appellaute, o coasul por-
tuguez; appellado, Amonio Alves de Miranda Gui-
mares.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque
ao Sr. desembargador Molla.Appellacdes clveis :
appellaote, o prelo Manoel das Neves; appellada,
Belarmlna Mana dos Heis. Appellaote, Manoel
Gongalves da silva; appellado, o padre Jos Bar-
bosa Meodes Rocha.
Do Sr. desembargador Molla ao Sr. desembarga-
dor Assis.Appellacoes civeis: appellant, Ma-
noel Piolo 'Araujo Filho; appellados, PorlelU &
Braoco. Appnllaue, Valentim Jos de Frenas;
appellado, Maaoel Amonio Torres. Appellant,
Felippe Gomes da Frota; appellado, Francisco
Ferreira de Mello.
Do Sr. desembargador Domingues da Silva ao
Sr. desembargador Uchda Cavalcanle.Appellacoes
civeis : appellant, Manoel Bezerra Guedes; apprl-
lada, Clara Mana do Espirito-Santo. Appeilan-,
Antonio Pinto raldo Moreira Temporal.
Do Sr. desembargador Sonza Leo ao Sr. desem-
gador San'iago. AppellagSes civeis: appellant,
Pedro Marqaes de Alb'yde; appellada, Dellioa
Maria do Rosario. Appellaote, Beato Alves da
Cruz; appellado, Joaquim da Silva Costa. Appel-
laDle, Manoel Jos de Miranda; appellada, fran-
cisca da Silva Freir. Appellaol, Sesi-nando Ser-'
gio dos Sanios; appellado, Vicente Ferreira P.
Calumbi. Appellant, Claudio Dubeaux; appelia
do, barSo do Livramemo. Appellaoles, Adriano
& Castro ; appellados, Belarmino e Antonio. Ap-
pell-go crime: appeiiante, Cosme de Olivara
Huella; appellada, a jastica.
Encerrou-se a sessao a orna hora da tarde.
Publicaooes a pedido
Ao publico.
Bem longe estava, senhores redactores,
de vir boje ocenpar om espaco as colnm-
nas do seu bem conceituado Diario, se para
isto me dlt impellissem os insultos e amea-
fas constantes, que tenho soffrido na comar-
ca de Nazaretb, onde moro com o carcter
de advogado, cujos autores mas pronuncia-
dos sao os Srs. Ors. Joao Baptista do Ama-
ral e Mello, ju'z municpal e de orphfos da-
quelle termo, o delegado, Ju5o Dias Coitinho
de Araujo Ptreira, o advogado Jo Maria
Cardoso para satisfacSo daquelles, que elles
to escandalosamente protegem: e muito
para admirar que estes senhores ao menos
n5o queiram respeitar ao publico, arrancando
e insultando quelle, que caminhande sem-
pre ia senda da moraldad nao 09 teme,
por qualquer lado que se encare.
Faeam o que quizerem, mas certos tam-
bem tlquem, que, sendo elles os nnicos e
verdadeiros responsavels bao de ser repellH rido, grita que desaforo qerer-ee pro :es-
Manoel Pereira Nunes, como recruta, o
qual algemado foi reiuittido para esta capi-
tal, onde apenas foi solt pelas suas justas
isempeoes legaes.
No dia 24 dd julho do corrate anno,
Joaquim Affooco Ferreira, conhecid; uor
Joaquina Viutem, honiem demos inslincfos,
sabido poucos tompos dos carceres, no
carcter de inspector de quarteir5o, acom-
paubado com uma patrulha, vai ter alia nen-
ie o sitio Caboi, cerca as casas de sens'a a,
entra em una dellas, agarra Antn o Jos
de Sant'Anna, e neste acto despara-Ibe um
tiro de pistola queimar roupa, e o traz
bastante ferido para a cadeia daquella cidade.
Foi eot5o, que nessa emergencia i equeri
algumas cousas por parte do offenJido assim
como auto de corpo de deli.-toao delegado,
para que mandasse-o proceder na pessoa do
mesmo, o que foi iasolitaaiente desatteadido
vista e face de todos, mandando-me sacu-
dir noite daquelle mesmo dia o requeri-
raento sem d-spacho; no itrelanto ficou
preso na cadeia o iuliliz pretexto de ser
desertor e agarrado o negjciante Monoel
Pereira Nu-;es para recruta e retnettida al-
gemado para esta capital, tudo por ordem
do delegado Joao Dias Coulinho de Araujo
Pereira, que inflaenaado por 2 espiritos ma-
lignos, ostentava o mais descomunal cynis-
mos em lace de uma pociulaco moralisada;
e desde entt comprehendemos, que a nos-
sa vida, bonra, e propriedade, estavam a
merc dos caprichos de uma auloridade fue
uao sabe dirigir o mando, que (oi-lhe com-
mettido e aind mais vendo-se, que Joaquim
Atlonco Ferreira contiouava sob os auspicios
daquella autoridade na pralca de seus desa-
tinos, cercando ainda casas, e varejando-as
alta noite d- ntro daquella cidade, e seus su-
burbios 1 A intriga do Sr. Dr. J-s Maria
Cardoso para comigo, foi de ter-me elle fe-
rido em urnas razSes, em que eu era advo-'
gado, e repelli-lo eu com a energa, que me
era propna.
A do Sr. Dr. delegado Coutinbo nao sei
mesmo d'onde procedeu, porque entre mim,
e este Sr. nonca bouve desavenca, mas es-
tou certo, que sua intriga para comigo,
para satisfazer aos seus bons amigos. Por
parte do offendido, Antonio Jos de Sant'-
Anna requer examede sanidadeem sua pes-
soa ao Dr. juiz muni-ipal 2o supplente no
dia 26 de agosto prximo fiado, o q-aal se
acbava ainda p -eso, e continuou, at que viu-
do como desertor para esta capital, ra sollo
por incapaz no da 12 do correte.
No da 27 de Agosto, foi despachada a
queixa pelo mesmo juiz, qae eu requer em
faror do offendido contra'o seu barharo e
injusto aggressor, no da 29 do mesmo mez,
vuigarisoo-se a mesma queixa, e neste mes-
mo dia fui considerado procurador na de-
nuncia por parte do -ffendi lo, citadas as les-
temunhas o Dr. promotor publico, e o offen-
sor, para no dia 50 de agosto dar-se come-
to ao processo como se den squalificado o
crime em tentativa de morte; na noite do
da 29do mesmo mez de agosto c'hegoo pre-
cipitadamente o delegado Coutinbo do seo
engenho Caoavieira, que dista daquella cida
de 5 leguas, por ter sido avisado do occor
pOde deirar dt nao ser exacto.
A todas as invectivas, que si me alindera
de ser eu corrido de ter eu deshonestado
uma moca e dever ser processado, e de ser
recrotado, como j haviamos dito, passo
responder pela seguinte maneira (.*. qoe
somente devem ser corrido os Srs. JotoBap-
tista do Amaral e Mello, juiz munijinal do
termo, que, segando dizem, nao larga um
revolver, e um punnal, e o delegado Coati-
nho, por dlzer, que autoridade, muito
bem : 2" que ninguea est tiiais'no*eati3 de
ser recrutado do que os Srs. Joo Baptista do
Amaral e Mello. Jo; Maria C rdoso, e o
Sr, delegado Coulinho com todo os seus mo-
radores e protegidos:^.0 que nunca esho-
nestei a moca alguma, e nem prostitu a ne-
nhuma mulner casada, e isto mesmo diga
Ritinha, afilhada do Sr. Dr. Jas Mari* Car-
Jolo Peneira Moutinho.Rua.da Aoror,
."lia
Joa
m Ignacio Ribeiro Jnior.Praca
Wista. -S
Capunga e
Wgod Jos Barboz;
dos
ei.
lanjo.
nlos Coimbra
Jojqnm Farreira
Gumaraes.
Cidade de Olinda
Angelo Baptista do Nascimeoto.
Antonio Ramos.
LuizJOs Pinto da Costa.
A junla.adminislrativa^jgualmente se pre-
valece da occaiiio para oTicitar toda a des-
culpa daquellas pessoas que achando-se no
caso, e desojando concorrer com o su bolo,
para alivio dos. necessitados enfermos; ios
sem casuafmete omitlidas na distribuic2o
das cartas pediodo donativos para o seu ba-
sar de prendas; e roga-lhes qn" pondo'de
parte esta falta involuntaria, se dignem re-
meter o qae seus piedosos coraces lhes di-
tar ma qualquer membrodas referidas com-
misses; at sabbado 21 do correnta, e no
doso, e i nwlber do preto Manee} Antonio, Uomingo 22-e entregar no meamo hoe-4-
pitaL
A junta administrativa pela sua parle, e
em nome dos seus- compatriotas desvalidos,
que buscan! lenitivo ;' sus soffiimeatos, as
infermarias deste pi insiituto, antee:pa desda
j seus a gra iecimentos, a todas as pessoas,
que se dignarem por qualquer maneira,
oio Manoel GaiSo, nem o professor da Vi- concorrer para abrilhantar o'actual anniver
cenca, e nem tao pouco seas escravos, e
moradores.
A proiecco que presta o Sr. delegado de
polica ao inspector Joaquim Vmtem nao pri-
va que o meu constiturate deixe de, pro-
seguir aa accusagSo contra seu offetsdr.,
Quando uma autoridade persegue, nao ten-
do em vista a Justina e a le necesariamente
dusmora isa-se, como succede aoSr. Dr. Joo
Dias Coutinbo de Arau o Pereira, e ao Sr.
Dr. juiz municipal, Joao Baplista do Amaral e
Mello, que teem sido constantemente der-
rotados em suas mesjuinnas e escandalosas
perse^uicoes, deixando, que se vao radian-
tes de gloriados seus perseguidos: no eutre-
tmto deixa o'Sr. delegado do termo de per-
seguir os criminosos, e iadres de cavallos,
que fermigam por alii.
Isto posto, tambem provoco os referidos
senhores e os desafio para um campo franco
e leal, para qae apparecam, eassumo a res-
ponsabilidad de seas actos'pelan imprensa,
como en agora fajo, e aeceitaudo a Incta,
attirem-me seus fortes golpes contra meu
peita candi e innocente, por que eu repeh
lindo com meu fraoa br co esses e.ineg ed-
dos golpes, farei-lhes nos peitosprofandas cha-
gas, e o qae desejo, e n5o aecitando a
lucia, e vindo com annimo, certo eslou,
que sera o os mesmos senhores, os respon-
saveis.
Tenho dito. Assim peco, Srs. Redacto-
res, a insersSo destas linhas no sea concei-
tuado jornal.
Reeife 14 de setembro de i-67.
Hermes Plinio de B. Cavalcanti
.

dos e r.xhacados com todo O vigof'de qnem sar-se seu inspector do peito, Joaquim Vio-
presa no mais alto grao a honra e a digni-
dade, e prefere uma morte gloriosa uma
vida coberta de iofamia e ebeia de remor-
sos; e desde j para semelhantes insultos
e ameagas, que se me pintad com cores as
mais terriveis, chamo alteraao do governo,
dos meus amigos, parentes e manos.
O Sr. Dr. Joao Baptista do Amaral Mel-
lo, juiz municipal e d rnalos deNaaareth,
nm homem por essencia fhceso, e por de-
mais intrigante, tem posto aqoeHe termo
no maior estado de cbBagraco.
E' om verdadairo ganhador politice, nao
tem cren^a : j foi republicano, liberal, con-
servador e boje liguelro por especulacao;
perseguidor, rancoroso, vegativo e violen-
to ; nao sabemos mesmo, que pbazes tomar
ainda em sua vida, j tem manifesu io, por
onde tem andado o valer de sea bette genio,
a paqueabas de su'atea, e a mais requintada
natoaicancia; e por demais pretencioso,
qner qoe todos o obedecam, so por que
juiz manicipal e de orpbaos.
tem, poem em alarma toda a forca que des-
poem, posta peqntes e rondas por todos
os becos e roas daquella cidade, manda que
corro i conselho dos Srs. jaiz manicipal, e
Jos Maria Cardoso, segando dizem, a mim,
haver se trazia armas, e n3o as trazendo,
mais as posessem para terlugaf fazer-se-
me um processo de armas, defezas, e cotlo-
cars8*aieDa cadeia para regosijo dosl meus
desaffectos, e mesmo porque eu liv a ou-
sada de requerer cootra o santo bomem
Joaquim Vintem, protegido do Sr. delegado;
o certo tambem, que os-Srs. Jo5o Bap-
tista do Amaral e Mello, e Jos Mara Car-
doso, gritando, como aos possessos, pediam
vingnca contra mim; nao tendo lagar este
sinistro plano, s digno de almas misquirihai,
nm segundo foi inventado, de qoe eu havia
desooestado ama mofa, e por Uso ia ser!
processado, e anda este outro nSo tendo lu-
gar; propallou-se um potro por aquella ci-
dade qoe o Sr. delegado Coutinoo dizia, que
me havia recrutar, e mandar-me algemado
Sua intriga para comigo, foi sem dovida com opeiordos recrutas. Has nao "v este
de me no querer sugeilar as anas seottn?as imbcil e ignorante, qoeeu no carcter de
4o Sr\ Sebastii de tarvallu da Conha
e Alboqoerqae
Em rasposta a puhlicvgo as ignada, por
esse senhor no Diario de hoje o que tenho a
dizer que xo discuto pelos jornaes ques-
toe-f que se achara pendente? d -s tribanaos ;
mas sina nos autos. E' perante os juizes a
quem incumbe pezar as razoes em qae-se
bsela o meu direito e decidir se tenho on
nao de rainha parte a juslica, que nessas
queslas reclamo, que quero discusso am-
pia, circunstanciada, e sera limites, qm nao
os do respeito e decoro que nessas discus-
ses se deve guardar. Para os. jornaes, so-
mente recorrem aquellas, que naosejulgam
seguros, ou que nao teem c.jofianca em sua
causa. Eu, gne's a Deus, confio em meu
direito e tenho plena confianca em meus
juizes ; n3o carerjo por tanto de explorar o
terreno da intriga nem de'levantar clamores
hypocritas para ver se assim comsigo o que
nao posso conseguir pelos meios decentes e
regulares da demonstrado e prova da mate-
ria, qoe se tem de julgar.
A proteccSo que se diz. que tenho e alar-
deio uma injuria que se faz ao carcter dos
magistrados que constitoem o meritissimo
tribunal do commercio ; elles porm estio
mu saperiore- increpagSo que dabi resulta.
Eu nunca alardeei protecc^o de juizes ; nem
nunca a tive. Tenho tido duas sentones
contra, ltimamente, uma no foro da escoda
e outra no jaizo especial do commercio nes-
ta cidade: nunca me qneixei Considero as
injustas, mas nao saio do terreno dos autos,
n5o invectivo a ningoem ; uso apenas dos re-
cursos que a le me d e garante.
E's( mente isto, que tenho a dizer com
relaco a publicaco de meu sobrioho, a
quem alias desculpo e soffro com paciencia
e resignado essa offensa. que recebi de sua
nimia c.ndescencia para com meu irmio.
Desla condescendencia previno-lhe,-que-te-
oho prova.
Reeife 16 de setembro de 1867,
Salvador de Siqueira Cavalcanti.
mf -
Hospital portuguez de bene-
ficencia em Prnambuoo
A junta administrativa, faz publ co qu as
commissoes encarregadas de agenciarem do-
nativos para o seu basar de pren las, -qoe
tem de ser exposlo benevolencia do res-
peitavel publico, domingo 22 do crrente,
em cujo dia commemora o 12." anniversario
da installacao do hospital, compoem-sa dos
seguintes senhores:
Recills -"
Bernardino Gomes de CaTvalho.-Rua do
Apollo.
Marcelino Jos Goncalves da Fonta.Ra
da Cadeia.
Maaoel Jos da Cuoha Porto.Ra da
MidredeDeos.
Joaquim Monteiro da Cruz.Ra daCroz.
Antonio Lopes Braga.Ra da Croa.
Santo Antonio
Custodio J)? Alves Guimaries.'-"Esquina
da ra do Crespo.
Manoel Rtoeiro de GattvaBio.Roa dr
Qoeimado.
Jos Joaqoim Alves Ra Noa.
Pedro'Jos da Costa Castello-firanco. **
Ra da Praia.
S. Jos
Jo3o Ferreira da Silva'.-*4taa Direito.
Jo'Jerooymo da Silva; H-Roa Direito.
Joaquim Antones da Silva.Ra Direito,
sano.
Hospital portuguezdflbeoeSceneia 16de
setembro de 1867.;
- A.'i'A. dos Santos Porto,
secretario.
!'-

COMMEBGIO.

Novo Banco de Pernambaco
Km liqndacao.
O novo banco paga o 19* dividendo de
5^000 porjCc^o, os das atis, das 10 ho-
ras ao meio dia.
Caixa filial do bauco do Braslf
em PerauuMbaeo, aos 26 de ju-
lho de 196.'
De ordeftt da dirflclon se \ai denla aos Srs.
accionistas, qoe 6 tbesoareiro esta' autbrisado
pagar o Vi' dividendo das acc5es do banco do Bra
sil, inscriptas n'esta calta, a' razio de 12J0OO.
ciO guard-livro8
;tgnao Nones Correa,
Nuvo ^/inco de Pternambuco
Para conhecfmentd dos interessadqs a rlr-
recc3o do novo banco declara que a" partir
do 1. de setembro do correte anno, o ban-
co entrar em liquidacSo.
Reeife 28 de agosto de 1867.
^"em uqdacao
Novo banco de Pernambaco
Sao convidados os Srs. accionistas a re-
ceberetn o prioteiro divideodo (e r, moeda
corrate) de trinta por cento do capital,
trazendo as aeces para irera sendo annuila-
das ; nos dias atis das 10 horas ao meio
dia.
REGEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES.
Rendimento o dia 1 a 18........ 15-.2O706
dem dodia, 16.................. 3:08**430
18:291^136

- CONSULADO PROVINCIAL
Recdlmenlo do di 1 a 15....... 19:498*48*
dem do di 16................ 6:58Uj845
-

4* A'ecarregar-se da factura decora-
C3odo Paco que corrtractar, sendo obrigado
a empregar -nelle tijollo preparados com
agua-doce, madeirase iais objettos de pri-
meira qualidade,'devendo entender-se que
aquellos nio especificados no contracto, sub-
entenderse como toes.
5* a edificar o Paco pelo plano apresen-
todo, e no logar determinado pela cmara,
sob inspecc3o do engenbeiro cordeador.
6a Eligir qoe a companhia do gaz faca o
encanamenlo para o edificio, da maneira a
se prestar as illumioacoes publica e inte-
riores, ficando a cargo da cmara os appa-
relhos que, devem para isso servir.
7* A prestar Sanca ideoea corresponden-
te a um terco da obra e mais multa, e
quaF nao ser desembarazada seno depois
da entrega do edificio.
8* A pagar a mulla de dez conloa de
r6ia.no caso.de o5o cumprimeoto do con-
tracto.
' O orcamento acha-se patente na secreta-
ria da mesma cmara onde i qualquer hora
do expedieule pode ser consultado porquera
se qoizer propor a arrematacSo.
-Pasedr cmara muatcipal do Reeife em
sessao de 11 de setembro de 1867. Luiz
Jos Pereira Simos pro-presidenteFran-
cisco Canato da Boavigem, secretario..
gar a qae deuem de ser devidameele pro-
cssadas, tem resolrie qBed'^^p-diante
as malas se femem as 6 horas da tarde do
dl aiierior ao da negada, dos meamos va-
pores.
Correio de Pernambaw 46 de se tem bra
de 1867.
Odmafetrador/
DMogbg Os*Passos Miranda.
.




26:0793S9
M0YIMT0 O PORTO
Navtos entrados no dta 15.
Penscola83 da*, patacho americano Maria W.
Norwood, de 477 toneladas, capito 1. R. Wasb-
horn, eqoipagdm 10, carga madeira ; a flenry
Porstr & C. Vet refrescar e segufo para o Rio
de Janeiro.
New-York por s. Tbomai e Para23 dias, senda
6 das do.Qllfmo porto, vapor americano South
America, de 2,085 toneladas, capillo E. L. Tenb-
lepangh, eqnlpagem 75, carga farinba de trigo e
outros gneros; a Henry Porft*r & C.'
Barcelooa49 das, brlgbe bespanhol Vigilante,
de 165 tonelada?, capito Jos Mirarabell, eqai-
pagem lo, carga vinho ; a Rabe Scbaraetau & C.
Novios sahidos no mesmo dia.
Acaracii e portas intermedios Vapor brasileiro
Ipojuca, commandante I 1. Martin3.
Rio de Janeiro e Babia Vapor americano South
America, commandante Teonlepangb.
Navio sahido no dta 16.
Rio da PrataBarca tranceu Prefete Pron, capi-
to Lemaitre, carga carvo de pedra.
Obserraco.
Nao boveram entradas.
E D TA E S.

Peranto aeamarri manicipal desta cidade es-
tar' em praea nos dias 12, 14 e 16 do correnle
para ser arrematada por qoem por menos preco
flzer, a obra do concert de qne precisa o maro 9o
oemiierio publico da fregueila de S. Lourenco da
Malla, orgada na quantia de 1:150* aquelles qae
pretenderem arrematar podem comparecer ao paco
municipal bos dias indicados, munidos de flanea
que garanta a arremataco.
Paco da cmara municipal do Reeife i de setem-
bro de 1667.
Laii Jos Pereira Simdes ..
Pro-presidente.
Francisco Canato da Boaviagem
Secrelano.
Perante a cmara municipal desta cidade
estar em praca nos das 20, 23 e 2$ do
corrate para ser arrematada por quem por
menos fizer a obra do Paco que a mesma
cmara pretende construir para as suasees-
ses, oreada na quantia de 126:892,9886 rs.
aquelles qae pretenderem arrematar essa
obra a presentarlo suas babilitac5es por es-
cripta algoDs dias antes, para poderem con-
correr a arremataco, sendo obrigado o ar-
rematante a especiaiisar a fiang i na forma
da lei.
As condicfos sio a* seguintes :
1* O arrematante ser obrigado a dar
comeen a obra dentro de tres mezes, *
entrega-la difinitivamente no praso de dous
annos, contar do aBsentomento da: pedra
fundamental.
2* A participar o diaeiiqoe deva terla-
gar a ceremonia do assentamento da pedra
para que a cmara presida a esse acto, e
posea fazer concorrl"aa antorulades da pro-
vincia.
3* A receber^^nor de-sea contracto em
O Dr. Jacintho Pereira do Reg, juiz mani-
cipal da 2a vara e preparador dos procos-
sos do jury desta comarca do Refcife, por
Sf;lf. o Imperador a tjuem Deas C-aar-
de, etc.
Faco saber qae pelo Dr. Joao Antonio de
Araojo Frettas HeariqueS, juiz de direito da
1* vara criminal desta comarca, me foi com-
municado ter designado o dta 1 de outubro
prximo viniouro, pelas 10 horas da ma-
nhSa. para abrir a quinto ses.*5o ordinaria
do jury, qae trabalhar em dias cobsecuti-
vos, e havendo hoje procedido ao sort
dos 48 jurados qoe tem de servir na mes-
ma sessao, em conformidade do art. 3z8 do
regulamento n. 120 de 31 de Janeiro de
182, forara sortiados e designados os cida-
d5os seguintes:
Freguezia de S. Pedro Gongalves.
Antonio Gongalves Torras.
Miguel Paulo de Souza Rangel.
Oclaviano de Souza Franca.
Freguezia de Santo Antonio.
Miguel Bernardo Quinteiro.
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinto.
Luiz Jernimo Ignacio dos Santos.
Andr Ferreira de Almeida.
Dr. Miguel Jos de |Almeida Pernambaco.
Antonio Jos Lial Res.
Cosme das Tremas Teixeira.
Carlos Joao de Souza Correa.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Manoel Fonceca de Medeiros.
Freguezia de S. Jos.
Jos Augusto de Araujo.
Manoel Elenterio do Reg Barros.
Freguezia da Boa-Vista,
l'rancisco de Paula Pires.
Dr. Caetano Mia de Faria Neves.
Francisco Antonio Ponlual Jnior.
Tbomaz de Carvalho Soares Braodao.
Dr. Joaquim Ferreira Chaves.
Jo3o Tiborcio da Silva Guimares.
Dr. Antonio Francisco Correa de Araujo.
Manoel Antonio Gongalves.
Dr. Antonio Saboia de S LeitSo.
Joo da Silva Farias.
Tnomaz Antonio Maciel Monteiro.
Freguezia de Afogados.
Jo5o Antonio de Araujo.
Jos Marcelino Alves da Fonceca.
Joo do Prado da Cmara Santiago.
Frogoezia do Poco.
Dr. Jo5o Jos Pinto Jnior.
Joaquim Pires Carneiro Monteiro.
Jesuino Ferreira da Silva.
Joao Francisco do Reg Maia.
J >se Theodoro de Sena.
Joaqnim Francisco de Albuquerque Santia-
go.
Jos Domingues Codeceira.
Jos Camello do Reg Barros.
Henriqae de Miranda Henrques. -
Freguezia de S. Lourenco.
Antonio Gongalves dos Santos.
Martinho Felippe dos Reis.
Joo Cavalcanti de Albuquerque.
Jos Duarte de Alboquerque Maranho.
Jos Francisco de Barros Lima.
Freguezia de Muri eca.
Antonio de S e Albuquerque.
Mariano de S e Albuquerque.
Dr. Joaquim El virio de Moraes Carvalho.
Joo Luiz Ribeiro de Farias.
Feliciano Rodrigues da Silva.
A' todos os quaes e cada um de per si,
bem como todos os interessados em geral,
se convida para comparecerem no primeiro
andar da casa que foi cadeia, na sala do jury,
tanto no referido dia o hora, como nos de-
mais dias seguintes em quanto durar a ses-
sao, sob'as penas da lei se fallarem.
E para que caegue a noticia todos, man-
der passar o presente edital, que ser lid;
e afiliado nos lugares' mais pblicos e pu-
blicado peta imprensa, e tambem remetter
iguaes aos respectivos subdelegados para
publica-los e mandarem fazer as ooticages
necessarias aos jurados, aos culpados e as
testemunhas que se acharem em seus dis-
trictos.
Cidade do Reeife, 16 de setembro de 1867.
Eu Joaquim Francisco de Paula Estoves
Clemente esenvao do jury o subscrev
Jacintho Pereira do Reg
'i

DECUHAGSS.

Perante a amara municipal desta cidade estaro
em praca nos dias 11,14 e 17 dff correte, para
serena arrematadas por qoem inalires precos offe-
rcer.'as'iftintes rendas:
Talbos dos acougues pblicos das freguesas de
S. Jos e Boa-Vista.
Imposto de 400 ris por carga de farinba e ouiros
legumes, vencidos nos mercados pblicos das fre-
gueias de S.loS'e Boa-Vista.
tmpWW e 40 ris pofp de coqoefro deprodoc-
co para negocio.
Todas estas vendas serio arrematadas por om
asno; os lalbos de acoague Irio a praca em lotes
de om a' ara.
' Aqwftes qaa prewnaeretn conoorrer a arrema-
taco de taes rendas, deverio apreentar anterior-
mente a ultima praea, as soas flaneas na forma da
lei. para serem julgadas, sem o que nao podero
licitar.
- ft{o da amara maolcipal Recffe, 4 de setem-
bro de 1867.
Lois Jos Pereira SimSes
Pro-presidente.
Prandsco C'doto da Boaviagem.
Secreurio.
Pela administrago do correio desta
Cooselho decompras do arsenal de guerra 16
da setembro de 1867.
O eooselbo precisa comprar 500 bonete de pan-
no, oroprlos para recrotas. O mesmo conselho
prefine qoe recebe as propostas no dia 18 do cor-
rente, as 11 horas do dia, e qae os bonets qoe en-
to cantralar devem flear todos recolhldos ao ar-
senal no praso de S dias. Jos Mara Ildefonso
Jacome da Veiga Pessos de Mello-coronel direc-
tor.Francisco de Paala Goacalves da Sirva_so-
cretario._____ ., .
Consellio de compras navaes.
O censerho promove em 21 do corrente
mez, sob as condicSes do estylo e vista de
propostas recebidas at as 11 horas da ma-
nbaa, a compra dos seguintes objectos do
material da armada, 800 agulhas de looa &
brim, 1 amarra de ferro de 10/8, 6 aicore-
tes para bateles, 50 pegas de lona da Rus-
sia, plvora masca TORRE 9 2 pecas de ta-
pete.
Tambem tj conselho, uo referido dia e
por igual forma,'contracta'o forneoimento
no trimestre proximo'vindouro de outubro
a dezembro dos segints artigos'de farda-
meato :
Para aprend res I artfices:
Bonets do uniforme, bonets do servigo,
bluzas de brim braoco, bluzas de algodao
azul caigas de brim braoco, calcas de algo-
dao azul, carnizas de algdosinho, eoberto-
res de la, colcias de algodo, caigas de
panno azul, colcbes de Itabo cheios de pa-
Iha, frdelas de panno azul, lengos de seda
preta para grvalas, spatoeS feitos no paz,
sac os de guardar roupa e traveceiros de li-
nho cheios de palha.
Para imperiaes m'-riobeiros e aprenijzes
ditos:
Bonets de panno azui, camisas de brim
branco, caigas de algodo azul, carnizas de
algodo azul, caigas de pantio azul, lencos
de seda preta, sapates feitos no paiz e sac-
eos de lona de.matinhagem.
Para fuzileiros navaes:
Bonets de chapa e palla, calcas de brim
branco, caigas de algodio azul, cami-
sas de brim raneo, gravatas de couro de
lastro, polainas de panno preto, sapates-
feitos no paiz, e sobrecasacos de panno azul.
Sala das se?ses do eomwlho de compras
navaes, 10 de setembro'de 1867.
O secretario
________Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Consulado provincial
O ebefe da 1* seceo servindo de admiolslrador
do consulado provincial, faz publico para qae ebe-
gne ao coobeclrneniu de todos os devedores de im-
postas do anno flaaoceiro lilo de 1866 a 1S67,
que no dia 28^ de setembro viodouro fioda-se o
prazo mareado para o recebimento de seus dbitos
beanio sujeilos os que nao pagarem at aquelle
dia a mulla de 9 ;, e surera executados.
Mesa do consulado provincial 30 de agosto de
1867.
A W. Pinto Bandfiira e A. de Vasconcellos
Pelo Joo de orpbaos do termo da cidade de
Olinda, no dia 18 do corrente, lera' lagar a praca
para ser arrematada por venda a' taberna sita na
loja do sobrado de*fateo do Amparo, denominado
P.mf-) da dita cidade, polo valor de 6047iiO, coja
tabsrna pertencn.e ao casal do finado Bsneailc
Jo Daarto Cedrlm, devendo ler lugar a dila pra-
ca a porta-da mesma taberna e para mais facillla-
de dos licitantes podero tambem ser admiltidos a
arrematar por lotes.__________' _________
Santa Casa da Misericorda
do Reeife,
AUIma.janta .idmioistrativa*a Santa Casa de
Misericordia do Reeife manda fazer publico qni
na sala de saassessSes, no^dia 19 do correte pe-
las 4 horas da tarde tem de ser arrematadas a
quem mais vaotageos ofTereeer as reodas dos pre-
dios em seguida declarados :
EsUiiielecimentes 4e caridade.
Ra do Padre Floriano.
Casa terrea o. 49. '.....I82500
Idfem idem n. 17.......186*000
Ra dos Pescadores.
Casaterrean.il.......216JOCO
Ra das Calgadas.
dem idem n. 38........1585000
Ra larga do Rosario.
Terceiro andar do sobrado n. 34 3010C-
Rua da Roda.
dem idem u. 7....... 96|000
Ru4 das Calcada?.
Casa terrean. 36....... 176*000
Ra do Padre Floriano.
Casa terrea n. 47.......168*000
Patrimonio de orphos.
Ra do Sebo.
Casa terrea n. 13.......217*000
Roa do Pires.
dem n. 39.........121*000
Ra da Cacimba.
dem o. 67.........84*000
dea do Rangel
Casa terrea n. 56.......301*000-
Roa de s. Gocalo.
Casa terrea a. 84.......194*000
Roa do Vigario.
Primeiro and ir dd sobrado n. 27 181*000
Roa do Pilar.
,- .- .
"
201*000
144*000
201*000
256*000
201*000
150*000
144*000
e despachos injustos, e uma protecglo,
bem pronunciada, prodlgalisada ao escrivSo
Orlando Miqailino de Almeida e i seus pa-
bacbarel, advogado e capitio nao posso ser
recrutado ?
Por isso muito bem disse o matulo da
Jaaquim Jos LelBfo.-*Raa das Cinco- seis prestaces^julares, de maneira que^ cidade se faz publico a quera intereajar pos
ultima seja rwl 1W
pontas". J olma sej iMUlla Whtf' dias depois da
Boa*Vista entrega di&oitiva, sendo que nenhuma ser
Jos Alves Lima,Praga da Boa^Vista. recebida sem qoeesteja feita a parte do ira-]
Jo5a Francisco Paredes Porto.-r-Roa da, balho corfespoidente, wb informaclodo
Imperatriz. engenheiro da cmara.
sa, qae Dioso demorando os vapores da
companhia massageries imperiales oeste por-1
to em seu regresso do Rio Je Janeiro, o lem-
po preciso para se fazer expedico dasjma-
tas com direccSo a Europa, dando assim lu-
Idem n. 98.
dem n. 105 .
dem n. 108..
Casa n. 99......
Idem o. 94......
Sitio n. o no Forno da Cal.
dem. n. 105.....
As arrematarles serao feitas pelo tempo denm
anno, devendo os licitantes vlrem acompaBhados
de seus dadores ou munidos de cartas desies.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Reeife 12 de seu.abro de 18S7.
O escrivio,
Pedro flodrignes de Souza.
Roa das Cinco Ponas.
Repartilo da^ obras publicas
De ordem do Sr. engenheiro, 'chefe inte-
rino da repartigao das obras publicas, se faz
publico qne o concurso para preenchimento
das vagas de conductor ter lugar no dia
26 de setembro prximo viodouro, no pa-
lacio da presidencia, e o de praticantes e
escreventes no dia 27 do mesmo mez.
Os concurrentes serio argidos as mate-
rias de que tratam os 1.', 2.a e 3.* do
art. 10 do regulamento de 31 de julho de
1866, e que vao abaixo declaradas.
Os requerimeotos para inscripga"o dos can-
didatos devero ser apresentados at o dia23,
e podero ser instruidos com quaesquer do-
cumentos ou ttulos scientificos, que abonera
a capacidade dos mesmos candidatos.
Secretaria das obras publicas 22 de agosto
de 1867.
. Osecretario,
4FelicianO Rodrigues1 da" Silva.
Materias do coocurso para conductores,
praticantes e escreventes da repartigao das
obraa publicas.
Para conductor
Mathematicas elementares ;
Algebra at equages do 2.' grao ;
Trigonometra ;
ElemeDtos de geometra analitiu e des-
criptivel; de asironomia de arehetectura e
d resistencia de materiaes.
i
i

i ..


Tf*
T


ana
aaaaaVaaaaaaaa
Mi
WM
S
*
i
l
i^#.*MlWPJi'rr ffmMflfc* L*.*bMea*r teotMifi

seno lirrttfj- tliLmi
Para praticaotes
Lmgoa nacional e fratieeza ;
Arithnaetica. e geometra a chas e tres
dimensSes;
Algebra at equacSes do f*fro :
Desenb'Uearodo^aqaareH-. -
Pare escrwentes.-
Lingua nacional, callgraphia e arithme-
tica.
Secreter da*obres paWicw22deagos-
to de *867.
0 secretario-
Felciciano Rodrgaos da Silva.
LEILES.
Da armcao, i enera* a pertenece 4taber-
na da roa da Peonasqaiot pare o largo '
HOJE
OafMto Mato* fara' tallo aeaoBttaentb dos
eredores-do aowiote ioaa Piahero' da Racha Mr
amorisa$So do Illm. Sr. consol de Portugal 4 ta-
berna cima, a. U horas dt da. ,.
Tabella da companhia dos tHlhes urbanos, do dios ute
NOMES DAS SSTACJJa.
THEATTtO
DI
s
EMPKEZA-COIMBBA ,
Quarta feira $8 'dk'Mtembro'
A prineira represeotacio do magoiico drama
em 3 actos, lotitutado
SIM40 0 TA^OURO
original do Sr. J. Rimano amor *oa cAeara dra-
mas Vinte Nove, Martyres da Germaula, Miguel
o Toroeiro etc.e qae nesia aava compeli se
smerou na ealbico da verdaaaira aristocracia 4a
Honra e da probidade veaoeaaVs sabordioando a'
virtadea buira aristocracia dos pergamlnbos, no-
doados pelo vala e neja. luVanaufaKa.
Sr. Rayaando.
Tbomat.
Peregrino.
D 30 dcimas en t aba do nrtf.
UOJE
' O atante Pestaa tara leitlo por eonta e risco
de queni pertencer de 30? "OeloMs- com vlnno do
Porte em db oq mal Jotes, no dM atlma menclo-
nadoi II lloras da mantai ao armasen do Ad
des cerrme da alfandaga.
i v --------......i.......i-----------.....<,' *<*'
tta dos Pires..,
Soledade..........
CawluhoNiJvo.,
aUoguinbo.............
Ponte de fJehda.
Parnameirim..........1
laaVAaaa
. eiro...............
onrMro.................
A M- A M A
A M
UKIO
n
12
1.0
P M P M
3.40
3.45
3.4S
3.50
3.55
Volta
P M P M P M N MES DA BSIAg5
5.15
5.10
5.22
5.24
5.30
Volia
Apipocos... *-?..%.
Montelro.....Xi.Sj..
Calderelro......../....
Casa Porte.............
Sant'Anna..........
Parnameirim.....
Jaquelra....
Ponte de Ueboa,
MDgoinbo....
Caminno NotoJ
Soledade......nEJ
Ba dos Pires....
Recite.......Wm
lias ute d^nmMtfnntubf^.
9.30
9.U
9.
U.J5
9.8
9.30
9.33
9.35
9.38
9.*1
9.45
9.48
2.30
Domingos 4 das san\

Sinoao, o taooeiro. ..>4.f
Mrquez de Santa Orne*. M >*
Carlos, conde dos CidaUaM*"
Pedro, contramestre das lanoa-
rias..........
Tbomaz, aprendiz.......
Manoel Mana, agiota.....
Lisboa.
Teixeira.
^amigos do conde
Emilias.
Guiajaries.
FreitM.
Jordn*.
Barreto,
Srr> D. Piteo.
Sr. b. Jewina.
Sr. Preitas.
Vasco.
Silva Leite.
Joo di- Souza.
Amaral. .)
Jos, criado.........
Mana, neta de Simo. .
Margarida, criada de Simio. .
Cm labellio.......
Operarios, aldeos, criados etc.
O 1 e 3* passam-se em. Villa, Nova-de Gaia, e o
2" eni Lisboa.
A segunda represenlaco da chistosa comedia
em 1 acto, ornada de msica, do repertorio do
tbeairo Normal Portugus.
Historia de um vintem.
repre^Dlas pelas Sras. DD Bernardina e Jalla, e
os Srs. C. Je Lirerda e Jordn).
Tf ruinara' o espectculo por pedido de algnosr
frequeniadores, com o omito applaodido entre-acto
cmico desempenhado pela Sf.D. Jesnina e o Sr.
Teixeira.
Os dous infermos
Comecara' as 8 horas.
AVISOS MARTIMOS
De 65 saceos com feijao sortido, 77 canas-!
tras com albos e 1 pipa com vinho.
H04E
OaeeBiiPeaianriaM'ieiiio por conta e risco
de qoem pertencer dos gneros cima menciona-
-oos os qnaes serio Tendidos terer felra 17 do cor-
rente para fechar sem limites, u^armaiem do
Aones defroote da alfandega.
Devela^eaba, rergtis, fierros, cer-
rentes, bol s e m ,s salvados da
barca hespanhla Isabel.
nh^,Modeid,lap?rIe'caPito(la b"ca nespa-
Sanu Rosa, ^Jaeocalhada na liba de Fernando deNoronba,
uJJw Con? aaloris*Co do Sr. fice-consol d
??' ^h ,ntervenfo lo agente Martios por
contaerlscodequempertencer.de ,fa?, cabos,
K'iT' corre'83 e mals pertences salva-
dos de dita barca e em preseoc* do mssmo Sr.
SSSido0" mm* tod"1 Pr*
QoarMsfr 18 do eoitentfc"
b ia ^m"cai d0 CuQba no Frte d0 Ma. >s 11
Huir
De urna pequen**- aeii a-aa.
Qaarta-feira 18 do corrente.
( Oageuwp.owfaViwhto a reqoerimeoto de
Jos Francisco Carneiro e por despach do Illm.
ti' '?" *,p*,a, ""welo, de urna peque-
a casade.conc-rta.la no becco d.. Dlube op tra-
Tm^f^'r 5 l8 omr'ffra "tmanla a
a massa taluda de Nono Mana de Seizas podendo
os pretndanles iram eiamioa-la, o lellio sera" e-
rectaadoas 11 horas do- da cima no escriptorio
do mesmo agenta a* roa da Cruz o. 38. K
{*> Becie para Apipocos..
De Apipueos para o Recife
m(*--
19
TARBC
'
m?mw\h BRAS1LEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
E' esperado dos portos do norte
at o dia 19 de setembro o vapor
Sania Crvz, commandante Gui-
Iherme Waddiogtoo, o qoal de-
pois da demora do costme se-
guir para os portos do sul.
Recebem-se desdi }i pasajiws e engaja-se a
carga qne o vapor poder condoir a qual devera'
ser embarcada no dia de sua ebegada, eocommeo-
das e diobeiro a frete at o dia da sabida a i ho-
ras. Previne-so aos Srs. passageiros que as
pasaagevjs s se recebera nesta agencia roa da
Crm u. 57, escriptjrlo de Aotonlo Luir de Olivei-
ra Azevedo 4 C ,
L0^PANHIAPEc!NMJ3UClNA
DE
Nivcgaco cosieira par vapw.
VUGENS REGULARES A RlO tORMOSO.
A coinpanbiaPcmaoibucaoa de
navea;o costeira por vapor,
expedir regolarmeate e aesde
ja, para o Rio Formlo at o lo
gar denominado Pudra, ora de
nidias 1, O, 11, 16, 21 a 16, regrev
sa ido nos das 3, 8, 13, 18, 23 e 29. Recabe qui^-
qi r carga1, encorameulas, passageiros e dmheiro
a freta. Prego das passageos em comedorlas
A r. 84000
A pri^ 3*000 .
ESncontrarao comedn as a bordo .por prejo ra-
zoavel, os passageiros qae asstm'o desejarem f es
criplu'no no Forte do Matos o. t.'
Approvada_
e Redletma,'
Hotel


3
-
ELIXIR DODE THBRMES
4ppr>a>l pela farnMadr
4e nrrdlclna, rmprrjad. nao
haapitacs de Par.
assimilaveis. O StixiR do IV THERMES empregado diariamente nos hospiUs de Paria e principalmente no
stra se com o maior xito as docnca de eon^uiipeao resultantes da exlutaatcAo lo Magae chlo-
depois das hemorrhagias, ou durante as convalesceneias de Tebres perniciosas, MfToenr*it., e pnlpK.rot-a das mu-
h*Sa2i' -- "os efcaz contra o racbiItis.no c obia poderosamente par~a os' horneas cujts forenTestara"e6gotadas"peios trabahoht^SiS^S!aJ^S!oSS^^
i oma-sc cent deili de orna relbrrlnba depoliv de rada refeire. ~
Deposito geratl na pliarmacia, ra Reaumur 43 e em casa de E. GALLOIS, pharmaceutico do S. M. Imperador, place Vendme, 2, eiaa Paria.
.ep|a> ena PER*.*MBVCO, t. MAURER rO,id toda MPnarmaclas no Brtifl.
etc.



Oe p 4e fer o, serrles- de diversos
lmanos, aa^rtllos. fechadaras e
cacareas estanhadas com ps.
Quarta-felra 18 do correte.
O agento Pinto lara' leilo por conta e risco de
quem pertencer dos objeclos cima mencionados,
as 10 huras do dia cima em seo escriptorio a ra'
da Cruz o. 38.

-1 4
AVISOS DIVERSOS.
MlfUlli BRAS1LEIKA
DE
Paquetes a vapor
Dos portos do sol esperado
at o dia 22 do corrente im dos
vapores da'comjianbia, o nal de-
pois da demora do costone te-
guira' para os portos do norte.
i desde ja passagetros 6 engaja sra
cara que o vapor poder conduztr a qaal devera
ser embarcada no dia de soachegada, eocommen-
dr.s e dinhelro a frete at o dia da sabida as 2
horas. Previna-se aos Srs. passagem qoe saas
passageos s se recebsm nesu agencia roa da
Cruz a. 57, escriptorio de Antonio Lal de Olivel-
ra Aze-do 4 C.
Par
S5gu> com brevidade o brign escuna G.*ac'o
sa, caplfio e pratico Jos Mara Ferrelra, tendo
ja engajada boa parte de sea carregamento ; para
o resto tratasr eom o respeetivj consignatario
Antont-j de Almaida Gomes,.*' roa. da Cruz n
23, primeiro andar.
Para o Rio/de'Janero.
Para o Rio de Janeiro deve seguir o nwis
breve possivel o patacho aacional Valente.
que tem maior parto da sua carga prompta,
Para a qoe ainda lbe falta-eescravos a frete
trata-se com o respectivo capUao, era com
os consignatarios Marques Barros & C.,' na
Praga do Gorpo Santo a. 6 2* andar.
a
DE
Va*e|*cao eoateira. por vapor.
Rio Formoso at o lqgar uefommado-Pedra
Segoe no da 16 da corrente
as 6 horas da tarde o vapor
Banaijtwp, commandante
'Costa, recebe carga, efiepm-
^nreodas.passagelros.e dinbelro
a frete: escriptorio Forte do
Matos
a Baha.
Pretende seguir com too I ta brevidade o yelelro
e bemeonheeitopalhsroote^otj- Arhtgs, te par-
te de seo ci.-regametrro' tftaxktr.o, para o resto
qj. ihe fiUa tratase com'*tw seos chsigntarlos
Antonio tai! deOliteira Atevedo A f, oo sen'es-
criptoAo.TiM daCrm n. if. >Wt,uv aouva-
" '' '.....^ "' i i
<*ra irt*. .m
paihtttte portogMi.4V*M Sor-, te^parte diStt
carrlWgerifo'ffBgaja*, pafM oriMb.w"Hie faftl
t crfn^^^'^* *
----' wn''-iu un m
Pretende safilr toft mnltrbfevtdaa.^jfa o ia
D-se por alugael um meleque para
carregar taboleiro de miudezas no sobrado,
n. 26 da rua do Hospicio.
Hospital Portagiez de beaeGceucia en
Peraambaco.
A joota administralva, em obssrvancia do dis-
posto no art. 102 dos estatuios, comm^mora no
domingo 22 do corrente, o 12* annlversano da
installajao deste po estibelecimento com a pompa
compauvel com ai suas forjas, pela maneira se-
guinte :
As 11 horas do dia celebrar-se-ha em seo oro-
torio mtssa solemne, acompanbada de msica vooal
e instrumental dertgidalpelo digno profassor Cola,
sando orador ao Evaag^lbo a.ms'gne pregador da
capella imperial frei Joaqaim do Espirito Santo.
Urna hora depos de' terminada a festividade re-
ligiosa, ter lugar em mesa commura o jantar aos
enfermos nao impossibi itados, e coaduzido aos
lellos daquelles que o estivsrem, sendo servidos
ptlos Srs. provedor e mordomos, com assisteocia
Rvtn. Sr. regente e do5r. Dr. medico do hospital.
As 4 1|9 horas da tarde dr-se ha 'principio ao
Ifilao do basar de prendas a favor deste benefleo
stabeleciment aehando-se convenientemente dis-
postas as prendaba vista dos expectadores.
Durante este acto, e de qoando em vez, se faro
outir alteradamente oscoloidas pecas de maslca,
devidas a babllidade e obsequiosa expontsneidade
dosiHms. Srs. socios das pbllarroonicas partiiu-
lares, niao Commereiai e Bella Uoio.
As 7 e Ij2 horas da nouta caotar-se-ha no oro-
torio a ladaioha em honra e louvor do nosso pa-
trooo 8. Joo de Deus.
O hospital estar' aberto defde as 9 horra da
manhaa ale as 9 da oont, para ser visitado por
todas as pessoas qoe quiteTera.
De dia e at encerramento 0 esttbeleoimeato
se conservara' na soa entrada a banda de maslca
d i i btalho de infanlaria da guarda nacional
desta cldad-, para tetar a intervallos bellas pro-
docoes a gotto do sea bem conheeido mestre.
Hopiui PoaugMz de bensdeeocia, 16 de se-
tembro de 1867.
A. A. dos Santos Porto,
Secretario.

Hercalino Ge'raldo'deSoim MagalhSes, Adelina
Machado Montenegro, foaqtftm Flix Machado,
Francisco Guilherme Aostreberto Mach^ao, Anf-
aio Rapbael Machado,-Joshia yrgarida Machado,
Jos de Mella AJbuqaerqqe Mooteoegro, HeafuWJ
perpetua dos Saotos Machado, Carlota Leoppldioa
Machado MorjTenegtbVJ'aB Frattclso' Perelr, ma-
rido, Albos, mano, geuro c oras da fiaaMa D. Ar-
hangela Miria de Smti Migulhies, agradecera a
(das as pasabas e a irmaadade do Divao BiptvS-1
Santo Quetaadatnanm aanatiraa efeqotas e aom-
paobaram ao cemiterio publico os restos mertaes
a mesma senbora, e convidim as mesmas-pas-
timo da qn^nffic'eori'r a;Tffl^VW-
no Bsplf ito SaoW'iWfl M* da raaohsajK .m:in ^ ai a ate i
mmmmmmmamm.
Joaqoim Ignacio de Carvalbo Mendogga e w
familia convidara a, seasepai'nterFt anwos para
de gratificando
SFoglo do eufceobo Rai." da fregaejia a Encada
o escravo de nome Berpardo, alto, magro, com
ponco bnco, beiu feito d corpo, bonita Apura, de
Idade 25 annos, costuma n'sa ronaa de algoda
azol listrado e chapeo de feltro oo de doro'; quem
o apprebeoder leve-o ao engenho cima oo a rua
das Croies n. 11, qoe recebera' a gratiucaco aci-
ma. Presnme-se que aoda por esta cidade,
Prpcisa se alujar um sitn da Poote de Ucha
at Sant'Auna : nesta typograpbia. .
Precisa-se de nma pessoa habilitada para
caixeiro oo sociedade era negocie de moTnados :
na roa da Matrl? n. 35, segunda andat.
Quem annunciou vender um estabelecimento de
molhados, dinja-se a roa da Matriz n. 33 segundo
andar.
Dase premio de am e meio por eento com
hypotheca era bens de raiz, a quantia de 1:0005,
pago o premio como se cenvencin;r : a qoem con-
vier delxe carta fechada nesta lypogrrphia com as
Iniciaes L. M. R. V._____________________________
Precisa se de urna ama de leite, forra oo es-
erava ; na rna estreita do Rosario n. 43, segundo
andar.___________ _________ _
Precisa se de dous amassadores que eoteft-
dam prfidamente doservico de pJo e bolacha, e L_je
om forneiro de classe; na rua larga do Rosario'*
o. 16. Na ni asma se oceupam um ou dous canoei
ros forros ou escravos para trabalhar em ccodugo
de matenaes, dos Remedios para esta cidade.
ta AJoga-se a loja o. 9 da rna Direita, e e !
andar, entrada pea rua da Penba : a tratar no
segundo andar. ^^
' Alaga 'Tama boa1 casa no Pojo da~Patiella,
tendo rtellehtes'ijbmooifos' para ptssamefo da
festa, nlem da tmtafem de ser protrma otanho :
a traur na rua o Imperador.o. H3, 1* andar.

Atteaco.
1
Jo5o Godofrado, cabelleirarroj tem o praer de
participar ao respeitavel publico, *>-araijgos e no^
Inerosos freguezes, >iae oassoor o seo estabeleci-
mento da rua jlaruatiO.0 Rosario o. 21 ara a casa
b. 14 da ruado CreSpi, 3. qual acha-se decente-
mente preparada e coro ara grande e .variado sor-
lmenlo de camellos pan he satisfaz"?? aualquer
trabalho tejiente a sua arte ; e>pera, Tiots, a pro-
lecco do respeitavel publico, de seas amigos e
fregueses na coortaaacoo de sua concurrencia, en-
contrando de soa parte agrado, sinceridad e'pres-
*9tay -
--
.
Precisa*s b'vti muBfr'q sirva para com-
prar e co-inhar, ; a tratar na rua da Saudade de-
roote doin. 17. .
**? Goi.-'eope Perrari, sapJiLo italiano, retira te
para Edfpa,'levando em lluro fcanhado de nom Pranrisflo Bobafio.
r
"a
Fogrt nb dia 13-d#"6orreate- negro de nome
Patricio, crioulo, 35 artDns de Idade, ponco mals
ou menos,^-statara balx^ e fraosino, mSos e ps
peqoenos, nao tem dentes na frente j tem barba
serrada com algans- cabello brancas, gagueja
qnaodo falla; levo vestido calca de brim pardo,!
caiLis. 4o Qanella rlscada c nm bon-rt escuro: a
pessoa que o apprehodV e levar a travessa'da
praca d*-haffti n. ti, Recife, se#a' geoerosamefl-
te recompensado.________
- Escravo fugiflo
No da 3 do porrete (agio da casa de sea se-
nhor opreto erielo donme Iztdro, com idade de
28 annos, cornos signaos seguales: estatura re-
galar, errata-dV carpo, cor fula, "falta~de deqte?,
quando anda faz um pequeuo geito em qm dos ps
para dentro, bastante potroso,' Albo do lugar de
Ojo^oce-se
um hiih^m para calxei'o de ngenho com bastan
te pratiea deste serVi^o: qoem'pretender dirij-sa
ao Campo-Verde no quadro do Valerio, que achara
com quem tratar. ..
xSrope"
DK CASCAS DE L'ARANJAS AMARGAS
1.5. Laroze, i>harmcentlco
em Pars
35 annos de saccessos atlestam a saa eflleaeia,
tema:
_ tnico excitante, para ajurtar asfaac-
(joes do estomago, asiro como das iotisti-
nos, e curar as doencas nervosas, agudas ot
chrooicas.
tnico ANn-NERvoso, para corar os incom-
modos percuisores da doencas assim evita-
das, e para facilitar a digesao.
ANTi-PERiowco, contra, os calafrios, calo>
res, cora i>u sem interniiltenc^as, e que teein
por especficos as substancias amargas; tam-
bem efDcaz contra as gastri tes e as gas-
tralgias.
tnico reparador, para combater ex-
haustacao do sangue, dispepsia, anemia, es-
goiam*ntrr', inappetencia, lang.jr etQ.




** se\bo D4 mmu
Para edueaco da sexo mascnllnu
Director Manoel Alves Vianna
O cojlegio da ConceicSo, mudado nltimamenie para o bairro de Santo Aa-
toriio, rua de S. Francisco, casa n. 72, contigua establo central dos t ilhos
urbanos dos Apipacos, conlra a funecionar regularmente, recebendo alnm-
5 nos exteroos e internos, tanto para as aulas primarias, como para todos os
*p$ preparatorios necessarios matricula de qualquer facoMade, sendo os seus
Ss respectivos professores pessoas moralisadas e de um coneito magistral i
gS bem firmado ne^ta cidade.
O director deste novo eollegio contiuuando a empregar toda a solicitude no
desempenho de sen mandato, espera fazer-se mais digno da confianca com
que o v5o honrando os senhores pais de familia, conGando-lhe bondosamente
os seus filnos.
Os estatutos do eollegio, assim como o franco ingresso em todas as saas
dependencias, esto sempre a disposifao de quem possa interessar.
tSS^N^k
I>H. SEVIAL.

Para o tratamento e cura rpida e completa das molestias syphiliticas, eris-9-
las, rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, inflammac5eschronicas do figado
abaco, dores sciaticas, cephalalgias,nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias, pleuri-
sias, gonorrheas chronicas e em ge al todas as molestias em que setenhaem vista apu-
rificacao do systema sanguneo.
Conslderaces eraes
A saude um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao ens
Depos'rto om todas as pharmacias e casas i fermoo avalia-lo.
de drogaras no Brasil. E incontestavel que o homem neste mundo constantemente, e por todos os lador
ExpedicSes, em casa'b 1. P. Lazore. ru atacado por urna infinidade d agentes morbficos que todos tenden, dadas certas e deter-
des Lions-St-PBBl. 2, Pats. minadas circtimstaneias, a alterar o regular exercicio das funecoes orgnicas, resultanbo
Deposito en PernambUiX, pharmacia 'do passe desequilibrio o que se chamamolestia.
n. Jaurer G. rua Nova n. 25.
A molestia nao mais deque a desvirtuado das-forcas vitaes, occasionada,- d,
gondo as investigaces e experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela depm-
AlOallaU (10 ^cl. vacao dos humores geraes, consequencia da acejio maligna desses mesmos agentes mora e
Os nos a qne pode ser appiicado, sio aimia pon- ffcos introduztdos no organismo pelo acto da respirarlo, pela via digestiva, pelo contacto
co conbecidos'no Brasil : na Europa, porm, as .j inmediato etc. etc. etc.
' j pScSa a?,"emprendo como^gS'pre' A lM^ otelumento tem sido a partila da humaDidade, e como fra de duvi-
caica de casemka parda, ifla." blusa da algoio'. servaiWe de- raadeiras, wrrd, etc., qiundo expostas! aa que esse ternvel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido, obser-
azu, do feitiode farda- de^vuinDtario.waada ^adoiajaccao atmospbfri.ca,' o-da a^a doce 'otr'sfthja-' vada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas to variadas, enfraquecendo
visto pea SoladadejaoV) fom m esvjiaarlo qae ja. E' usado aMUa-ctomd' preservativo da c?ao .eonstiluigoos robustas, produzindo muWacoes, e cortaado ainda em flor da idade vidas
veio do sul, Albo de Podras derogo, de sup- destructiva dfl cnorw'e o*ros Insecros, eevltaf qae f,
por que para la tfws iegatdo r'-^orraalo rogase a humidade penetre emjioalqeer corapartlmeoto.
a tods as autQPidaes policlaesl'"qEfp||aH1 de cam- SerV, afloal, nlo'-s'cW vemiz para ancoras'de
po, ou qualquer pessoa qae;j possa. eocuntraiv e' navios, enrrentes, aj.yareggas e barcagas, madeiras
predam e o raandem a seu senbor, na padaria da d*e cobslnicrao, mas ainda como poderoso e ex-
praca da Santa Croz o. 6, que serio beti recom- cellente desiofectaOte.
pensados. ti u A' venda por atacado, no escriptorio da empreza
7'. ,do gazn. 31, rua do Imperador, a retalbo smente
* o rirt*m Bollti-nJjrerra, do Sr. Jerouymo
jiju.
___________________ ."i- -
No dia 16 de abril do corrate anno
om esrato de nome Jos;, preferanlo, m^^ "^11'
baixo, companno peto rosto e palto, I orna cicatriz' "mesiaa roa.e.
em um dos joWhos,c proveniente do um cenca del' -^ JuSZ^L J
cavallo, ama marca de caustico sobre o flBado, pa.' thf JjFtZ W ofllltlliaild
cha pa perna esquerda, tem as costas marcas ,,. -_--j.-.rr ;^_i-- j^ t .. ...4_
de cbicoteVtoca gaita, incuica-sa de -torro, qoaodol'l EsWTlmTIvl romance de Lesage, trada-
era de ontTO seanor fez orna fagida por ans d.'zido por Bocage, venae-?R por 4^ em.bro-
um aaao, e steve aaMotado'noitifaTVerteflte, fre- aurt1,'6,*i? enCadernado : na livraria Econo-
goezla Taqnaretlnga, ond fbl '6reo: quem o-'nca'-'r'6a lo Crespo n. 2 defroote do
apprehender leve-o a sen.seahsf, na rna larga do Tb'ViT
sera
larga
generosamente
arco
R jsario o. 26, andar, qq
recompensado.
a 50000 dfc gwUficaca'o.
No dia 11 do, corrente mez de seletnbro voltando
ura carro do enadho Lucal com 4 oois, e na dor-
mida era estrada nova, no rsbebo dq Sr.SebastiSo,
desapparecea.aa fa preto, grahde e novo, com
ora ferro em cima Sa aaca,a direiu e a esquerda -
quem der noiiei dirjase 1 rua do Imperador n'
28qde sr1receoenslldoomi'5a006.' sop -
ra ao respeitavel ftpbflfu,.a. eorn. egj^aajiaaaft jo-
corpo do cb
*nte dissolv
eoa)qareceremn*lHa(|tBo"7aia'BoiiC()B:vento do
armo, qoarta-felra 18 do corrente, as 8 horas da
h5.#HS
T8u||jiafaji>aHltff .
-i- Preeisa-sede-oma ama da leite : no primei- aBT?iV*
Urna pessoa bablPda $$tXWfM
bd>asr prppSe-se Aw.:f>WJ^M#'
aUli
naJoja t'tSSSSi ^Thf. Jjj^,
de Santo Antonio.
i.ijUld ti
:.
OOPEITO
Aviso inaportaate.
Os aicos verdadeiros xaropes de hypphosDhl"
dico sobre tfTdAWlMft ?^S?"^fnWIfi* di
piaralaa&ifaW, >W roS'Casrigfln'e^'fir
li Acha-se a venda em frascos qnadrados -ctom c-n-
' me do Dr. Cbaroalk>Wi4rd.! Preco 4 francos em
XJSSS^^m^^.....
Desde marco do corrente_anno
Justina, cat
estar em ama casa j^
, forra : pede-se as aotri
lities de carapi.alm
O!
es por
Me.
eeisa-se alagar.
* aftft-f"?
s as*. a CflUes.
ISTORI U CMOS
bal *b '.-ni 1 -^*Mf3
oeii olloai
B tiOO^
r
I
Vende-se esta excellan
"fl,
por, 1*200 em
esta fagida a
alar, consta brw^a/^Tr^fli^ontiji roa do"c"res"po
vindo como D j "'5 '.^', J **
e aos ca- tgimsh^tmtfiiMi/h^ *sfpi*txm pira
tla.aiaa T_vtd^l;la^,
AWletaiJ-Mmaifi1 .
premf "de a ai* e mel
nilft meta coa segaran. L--
s pifln|ra ^nizer
raa.as
Rosario 1. ea em om ta.
t 1S .;
preciosas. .....
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral dos
humores tem sido desde lempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos figurara em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
inmensos successos obtidos pelo, uno deste salutar geme tanto na Allemanha. como em
Franca e Italia, o trname companhetroinseparavel deqoasjtodos os doentes.
Sendo as melestias, como cima dissemos, devidas s alteraces dos humores, o
Elixir depurativa do Dr. Sevial pode ser empregado-vantajosamente na syphilis; erisy-
pelas, .rheumalismos, bobas, gota, debilidade do estomago, inflammac5es chronicas do
figado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras ebronicas, hydropesias,
pKurisias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que #e tenha
em vista a purificaco do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem feito
ver gue elle indispensayel nos casos gravissimos par'a minorar os soffrimontos, e pre-
parar 6 doente para medicaedes superiores.; e has menos graves a cura a conse-
quencia do seu uso, con veuientemeii te repelido.
., As substancias que entrum pa composicao dojffflUcir fcpuratwo do Dr. Sevia
lipertencem todas exclusivamente,ao rino vegetal, e i grande cathegoria das substan-
cias depurativas e antisyptiHiticas; assim, ao .passo qoe esteTomedr depara o orga-
oisrno, eliminando os principios nocivos saude, pelamacanism aataral das evao-
ac6es alyinas, neutralisa ao mesmo tempo o viras syphilitio) rjoanSo este virjem.
tem frito erupcap ao. exterior debaixo de suas multiplicadas formas e previne taui
bem os estragos dessa terrive molestia, quando por ventata s ache!'ella ainda no
estado de euc^bafo, isto sem se ter manifestado sob formas exlernas: beneficio
mm'enso, tajo mais quaato peste estado os iudividuos ignoram completamente se os-
lo; contaminados ppr este terrive inimigoir. c;u
_ .,, O sabor agradavel d'este Elixir caatem a-todos.na1 atrJmagos, a sua ccSo so-
bre q,"tubo,intestinal,4 suave e benigna, a de nenhmai>orott,|pTo4az mtleitiaswedt-
camiifitosasy como acftnece^o pw^aot dita Le Bey, qtM na sua quaidide' da dras-
Scofo/t irqta a mucosa, intestiasi. e consecutivamente a seroza, resultando deste es
;|do", muitas vezes, nydropesjawi ijA^SdpoWWfWni fMttaiea destaa-emedu>^fflqwBaimente s nos-
M^ faYWWW* porgue sendo nmn medioamemo to simples'Aa aua-' ompo^, i
prafica tem confirmado ana lilidade. sop i.ffiu tai'
I I
Calleo deposito en ret**mV***r'u
-osa op'ncQ einslq 1
.JJ0D 3T80 DK _
7T

BaSBPPB*
IV


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*- erra feir ato ^eftro'4feltes

**"
1 . J




i
i
* A
aH
ai

i>*nr*eocf?ef Veado B raneo, com asmaaeiraa atifnciosas com aue-
i acomido pelo respeiuvel publico desta br,osa pirni^? p^de>^toii por-
fia desputaram a satisfago de seren os prime iros a compraren em seu imprtame arma-
zem, sedesvanece em declarar coa toda a lealdade de que capaz, iiae est cada vez
mais amado, Bao spdobetigtacolbimento que tena recebido, como pelas toreas de
qoe distle porque at boje nao careceu aiada dos prejrarados de iorobeba nem do
xarope aleoohco de vtame.
o^, .*> Veado ir raneo, declara a qoem aioda o nib conhece que n5o un
desses bicharocos Jtyfcjlveis que por abi vlvem cambur*, bu iqana; domesticado no
ameno paz onde a nave! Agota Branca vio a luz do astro bemfeitor, elle partidario-
desse invejavel agrado e gnceridade qae comanla grawaade se desprende do sea
Oiw encantador.
Q Veado BMo^^ffle-(edo o homem civilisldb, ama a sociedade dos
nons, gota do centro do mondo elegante, usa do teme* d Jajuae, para prevmir qwme
ponnaiq a cata aosol, vara napanhia des Booffes Parisin* o meio do partido de
madame Adello. ejle tamb^Br^ira-lhe o atfu lindo bouqueVnT* vllTl
Digne-si^^igno eitor de juraf as palavras sincera do sincero Veado
um estabe-
Branco, e venba prover a sua dispensa do queaelbor
cimento de molbados. ,. j|
o^ai s-r.A naodieidadedos preos, comparados c
bom modo com que se recebe os senhores coog>
pessoas que ainda nao veram nossa casa a fmerv*
ZfiOW vT
Tintura de i'. C 4yYS 64o
Extracto hydralcofe de jornbeba i25oo
PREPARADOS COHPOSTOS.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 2iSooo
Xarope 1J600
Pilulas ^ vidro,.,. 20000
Oleo de jnrubeba vidros.... 64o
Pomada de pote...... 6io
Emplastro libra. ___ 25oo
PARA ZO EXTERNO
-*& a A JIJBUBEBA.
i Esta planta'e boje reconhecida como o mais poderoso toi
s Merjcsni i
tnico, como un exces
desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do figado.e baco, na-
lites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammacSes
cruentes as febres intermitentes oa durezas, nos abcessos internos, nos tumores es-
ente do otero e abdomen, nos tumores glanduos zias, erysipellas ; a. associada as preparaees ferruginosas, ainda de (ande vantagem
as anemias, chloroses, faltas de menstruaco, leucorrbeias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos armam os mais distinctos mdicos desta cidade, entre os quaes
podem os citar os films. Srs, Drs. Silva Ramos, Aguino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos ellas peconbcem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at ho } ronhecidos para todos os casos citados,
tantoque todos os dias fazem d'elle applicacav.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da" juro-
beba, tivemus por lira generalisar mais o uso d'este vegetal-, fazendo repugnancia que at hoje sentiam os doeotes de osar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e qoe tinbam ainda a desvantagem de n5o
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que "torna muitas vezes improficno tus
medicamento, que podena produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados so foram apresentados depois de havenaos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien-
ea appcaco, tendoalm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeicao possivel, para o que nao poupamos esforcos, n5o nos importando o pooco la-
cro que possames tirar
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infallivel cura
de qualque dos soffrimentos, que deixamos innumerados, se forem em tempo applicados
tendo alem d'isso, medico ou doente a vantagem de escolher as nossas variadas prepa-
rarles, aquella que melbor Ibe pode convir, j pela fcil applicacjo, e j pela complicado
das molestias, idide, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparacoes ferruginosas s5o feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que como
taes estao hoje reconbecidos."
Para aquelles que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applicagio de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosse deposito um folbeto, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos ov
mos preparados.

:b ro
M BELLISSIMO IRMAII
Mr
OHEaDO P) M
)B a
lares, deve cer
fe dos amigos e
genero* e o
convidar as
es |do nosse
.'<:)



b MbB'b
stabeleci<]o ra Dirita n. 16.
O fir. A. 8, Pertfr do Ctrrao (medico)
esi morando no sobrado a. 12 da roa da y
Imperatriz.
esidencia e consultorio
Medicg. cirurgico
DO
Br. AiltoBle ^narlc
"Rji rrn An "Ruoc-at 5 Napraca da foaA'ista n. 21 onde
I>U|iJU (1U IHllScUii "H pode ser procurado a aualquerbor,

GAZEOL
DE

!
Liquida velaiil p-eparada por Saiiiuse, repro-
flozndo chlrnTcameote os vapores que se soliam
em volta do apare4o porifleado do gat carbnico,
empregada com o mais segaro saccesso contrr
a coqueluche, a patisica e todas as molestias ebro-
nicas dos pulmoes
VSNDE-SB KA
Botica e drogara
DI
Bartholomeu & C
34Roa larga do Rosario34
iNquIot da traTeasa de
. Pedro.



CAEOBA
PREPARADAA FRI



POR


i *

AUftUSTE CAORS
Pharmaceutico pela escola de Paris e successor nesta cidade


DE
Aristide Saisset e J. Soum
22.------Ra da Cruz
Compnbia fidelidade de seguros
martimos e terrestres
eslbelecida no Rio de Janeiro
AGENTES EM PERNAMBUCO
AIonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
competentemente autorisados pela
directora da companhia de seguros
Fidelidade, tomam segoros de na-
vios, mercadorias e predios no sen
escriptorio roa da Cruz n. I.
O Sr. Jos Marques da Costa Soares,
que mora na rna do Vigario, queira vir
esta typographia, a negocio que n3o ig-
nora. _______
Ti jlo bom e barato para quera
quizer edificar.
Qoem quizer comprar bom lijlo d'agaa doce
de bda marca mais barato do que em ootra qual-
qner parte medanle orna pequea condico, pode
ter informacoes na ra do Livramento n. 31, se-
gando andar.
Qaem sabe preparar sorvete ?
A casa da rna Nova o. 65 precisa de um homem
que saiba fabricar sorvete com perfeicao, faz-se
toda a vantagem a qaem quizer encarrejar se des-
se negocio, dirieindo-se a' mesma casa
Especialidad
Doencas da peito, e de meninos.
JoaqumiMse fiofi&alves
Beltro .v
RA m HAPICHB 171o ANDAR)
Sacca por todos os paqnetes sobra o Banco
JoMinho em Braga, sobre os gaintei Inga-
c em Portugal.

aber:
Lisboa.
Porto.
Yalenga.
Gaimaraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Con<1e.
reos do Val de Vi.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famellco,
Lamego.
Lagos.
Covilba.
Vassal (Valpassos.)
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
I
Ii


i






Francisco Bonafina,
se para Europa.
subdito italiano, retira-
Aluga-se a casa terrea da roa do Gazometro
eonronte ao portao da fabrica, com 2 salas, i
qoartos, corintia e quintal, prego de 14,5 : a tratar
no mesmo logar._______________
Manoel de Mello Chumbinho, Portuguez, vai
para o Rio de Janeiro.
-22.

Tratamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, onro, nem ontro (raalaue
mineral. H *
Verdadeiro purificador do sangue sem azougue.
Especial para a cora de todas as molestias qoe tem sua origem na impureza do
sangue, como sejam as molestias boubaticas, sypbiliticas, escropbulosas, darthrosas, quer
venham ellas por hereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos virus que contaminam o sangue e os humores.
A caroba um remedio prodigioso, 'usado desde remotas eras pelos indio
do Brasil, e passando seu uso de geracao em geracao, hoje um dos remedios mais co-
nhecidoscomo proprio para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse nume-
ro a morpha ou elephantiases, para cojo curativo os nossos sertanejos considerara a
caroba como remedio especifico.
A muilo tempo eotrou a caroba nos formularios como preparacSo magistral
sob a forma de eleictuario, ainda hoje lembrado as pharmacopeas com o nome de seu
celebre autor Jo5o Alves Carueiro: nao ella portante remedio novo nem desconhecidb.
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde tempos immemo-
fiaes como o mais apropriado para o curativo das boobas e ulceras sypbiliticas srdidas,
e empregado com proveito depois de improficua applicacSo de muitos oulros agentes
therapeuticos enrgicos e de aso quobdiano.
Muitos dos nossos mdicos de consideraclo e entre elles o muito distincto pratico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Alhayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio de ei-
peneDcias repetidas, o que da a fama das benficas propriedades da carbba no trata
ment das boobas, das diversas formas sob eue a syphilis se apresenta e moito especial*
mente as que teem sua sede na pella, e poderiamos relatar algons casos de data muit
mS!?V^rv2d^ P.^ mesm,0 Sr',Dr- Moscozo em 1ue a roba produzio admiraveis
efeitos, depois de motis e prolongadas applicacoes de salsaparrilha, mecario, iodo, ou-
ro e seos preparados, etc., etc.
Hospital Portugnez de Be-
neficencia emPernam-
buco.
A commissao encarregada no bairro do Recile
de agenciar donativos para o bazar, em beneficio
deste pi estabelecimeuto, o qual deve ter lugar no
da 22 do correle, a tarde, vem rogar encareci-
damente as pessoas a qaem ella enderecen circu-
lares, o obseqoio de mandarem entregar nos luga-
res abano indicados, aquillo com que se dignarem
concorrer para soccorro dos Infelizes caridosaman-
te recolbidos s enfermaras do mesmo hospital.
Recife 1& de setembro de 1867.
Ra de ApolloBeroardino Gomes de Camino.
Dita oa Cruz-Antonio Lopes Braga.
Dita dita Joaqoim Monleiro da Cru.
Dita da Cadeia Marcelino Jos Goncalves da
Fonte.
Dita Ja Madre de Dos Manoel Jos da Cunba
Porto. ________
Deseja-se fallar ao Sr. Trajino de Fignelredo
Lima, de S. Jos de Bezerros, e por Isso pretnde-
se saber qaem seja sea correspondente oa proca-
rador, a negocio do interesse : na raa do yigario
n. 19, andar.
Na praca da Independencia n. 33, loja de
onrives, cempra-se onro, prata e pedras preciosas,
e tambem se faz qaalqaer obra de eacommenda e
todo e qualquer concert.
A secretara da polica precisa comprar
as colleccoes de leis do imperio e decisoes
do governo relativas aos nnos de 1839,
1850, 1851 e1852.
A pessoa que as tiver e quizer vendej
compareca na referida secretaria s horas
do seu expediente, ou entenda-se com o res-
pectivo secretario, rna da Saudade n. 15.
O official-maior da Ia seccSo
Jos Xavier Faustino Ramos.

N. 2 D N. 2 D,
fB^1 CORACAO DE orno, ^jj^l
A loja n. 2 D ibtitnlada Goraco de Ouro na ra do Caboga, acba-se d'ora em diante offerecen
do ao respeitavel publico com especialldade as pessoas que bonram a moda os objectos do ultimo gos
to (a Paris) per menos 20 por cento do que em outr* qualquer parte, garantindo-se a qualidade e a so
idez da obras.
O respeitavel publico avahando o dse jo que deve ter o proprietario de am novo estabelecimen-
to que quer progresso em sea negocio deve chegar immediatamente ao coraco de onro a comprar
aneis com perfeitos briibaotes, esmeraldas, rnbins e perola ; verdadeiras ea agarras, modernas pele
diminuto preco de 104, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo preco de 34, maracas de
prata com cabos de marfim e madreperola obra de moderno gosto (o que o encootraro no coracao de
ouro) voltas de ouro com a competente crusinna ricamente enfeitada pelo pequeo preco de 124, brin-
cos de nm trabalbo perfeito por am mdico preco, cassotetas, tranealras, polceira*, alttoetes para re-
tratos e outros modelos todo de alto gosto, aneis proprios para botar cabello e firma, dito para casa-
mento, no rtico roseta tem o Coracao de Ouro um completo o. bem variado sortimento de diverso
(,'ostos, butCes para punbos com diamante, rubios e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo sea va -
ot ja' por gosto ds dosenno, brincos a forma da delicada moslnba de moca com piogente contendo es-
meraldas, rubias, brilbantes, perolas, o gosto sublime, alfinete para gravata no mesmo gosto, rele
gios para senbora cravados de pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras de brilhantes. ds
noito gosto, crasinhas de rubins, esmeraldas, perolas e brilhantes, aneis com letras, cacoletas de
trystal e ouro descoberta para retrato (a iogleza) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qual-
quer joia, para secoliocar retratos e obras de cabello, e outros muitos objectos que os pretndeme? en-
cootraro no Coracao de Ouro que se conserva com toda a amabilidade aos concorrentes deixando-
se de aqu mencionar precos de certos objectos porque (descolpem a maneira de fallar) dizendo-se o
preco tal vez algaem faga mo juizo da obra, por ser to diminuta quantia a vista do sea valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas,e tambem recebe se concer-
t?, por menos do que em ouira qaalqaer parte, e dao-se obras a amostra com penbor, conservando-;^
e Coracao de Ouro aberto at as 8 oras da noile.
Qualquer pessoa qoe se dirigir ao Coracao de Ouro nao se podera' engaar com a casa, pois
nota se na sua frente am coracao pendnrado pintado de amarello, alem de ontro qae se nota em am
rotlo (isto se adverte em consequeacia de terem ja' algamas pessoas engaado com ootra casa.
'
3 A
Aluga-se
Um sobrado com grande quintal na ra
do rio do Poco da Panella, aprazivel logar
para se pastar a esta : a tratar com J. J.
Tasso. y .
Um sitio com boa casa de vtvenda, coebeira,
estribarla, bsnbelro. 1 cacimba?, etc., na Croz de
Almas, eocrozilbada de Beberibe : a tratar com
J. J. Tasso.
S: S A Ra do Cafong*".
Agostinho Jos dos Santos # C

Furto.

Aluga-se
-
urna casa com grandes commodos para familia,
para passar a festa, na liba do Retiro, ni Passa-
gtro : a tratar na raa da Senzalanova n. 4, refl-
nacao. _______
Doos meBiaos para a Europa
Eotregara-se a urna familia ou pessoa cenbecida
qae os queira levar a sea cuidado para entregar
em Portugal a' raa familia, fat-se boa vantagem,
podendo dirigir-se a' praca da Independencia n-
meros 13 e 15.
CLUB DO RECIFE
!!Sa^JS!!^^ P?r ^s.inappreciavei, virtudes e* Jfiffi. d ""** "* ^ ^ M
i8?I9effi^,llve8tigac?8 ** mais abalisados Pwc europeos, que se ar>
m especialldade ao estudo e tratamento das molestias sTobiiitira, fclrn^
capasse a
plicam eom espectaiiaaae ao estudo e tratamento das molestias sypbi Te hflrnMi,
, e para prava 401 es^ os Sr*. Drs. Casenava, Sctarfer, Ricord e outros dando as ma
hsongeiras ao/ormaces sobre as propriedades curativas da caroba e preconisamio^ com'
remedio poderosissimo para o tratamento das erupc5e cutneas, seccas oa snpparatita
darthros de todas a qualidade, eczemas, alearas da diverras Baturezas, tumores, osseoa
e outras multas molestias de ataraza syphiiica os boabatica.
Por ter-se generalisado muito o aso da eaueaela m earla qae ea pre-
paro e palas instancias de varios mdicos qoe desejam contiBaar em suas observacoes,
deliberei-me a ter prompta ama qaantidade da mesma essencia, obtida sem a accSo do
go, para n5o prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante enco-
Sm.3.08 minha Pbarmaaia sempre e em porcao samesote para tedos os pedidos a
asencIA CONCENTRADA Da CAROBA, e o ungento da mesma pirata para qae non-
ca raiiem aos Srs. mdicos ?oe qpmm esperimaQttB/to precioso agente medicinal.
" RwiedeParaambaco, T d 'qfflrQ de 1866.
23 AGSTE CAORS.
Deposite geral de tita radje! ? apeM
m*tU<* e regarla
o*Roilarga do Rezww3|K- :

'":-.
t "i-
.10
O secretario,
joaquim Leocadio Viagas.
TrQcam-se
asnous do banco do Brasil edas ealxas iliaes-
dom descont muito rasoavel, na praca da Indo,
endencia n. 22.
O 7 off$rce um par de
A qnem Ihe descobrira incgnita-para ob
ter-se lcenca levantando-se. cornija, abrlndo-se
portas, com 10 palmos da iltqra, janellaa de 4 pal-
mos em quadro, Isto m OBM. (rento do casa tar-
rea qoe so tem 13 palmos 4.alnua.siuaaaa a ea-
traa do largo do (o.
' idiiJeia.-..
No dia 9 do correte fartaram do primelro aa
dar do sobrado n. 35 da roa da Zmperatriz am
casttcalde prata de le slnzelado, com nm pala o
de altara, pesando 106 oltavas: qaem o achar
pode restitni-lo a casa cima qae se gratificara
O Dr. J. Aotao de Sena modou a soa resi-
dencia para a roa do Hespido esquina da travessa
do Cmara o, pode ser procurado para os mysteres
de sna prodssao de medico.
CASA DA FORTUNA
Aos 6,000$
BILHE1BS GARANTIDOS.
A' ra do Crespo n. 23 e casas do costdme.
O abaizo sssigoado veodea nos seus maito feli-
zes bilbetes garantidos da lotera que se acabou de
extrabir a beneficio do convento do Cirmo do Re-
cife, os segointes premios:
N. 198 bilhele Inteirocom a sorte de 1:200A-
>. 318i meio bilbete com a sorte de 500a.
E ontras nanitas sortea de 100,}, 40 e 20^.
Os possuidores podem vir receter seus respecti-
vos premios sem os descontos das leis na casa da
Fortunt raa do Craspo;n. 23..
Acham-se a venda os da 48* parte da lotera das
lamillas dos voluntarios da patria, (38a) qoe se
extrabira' sabbado 21 db correte.
Preco.
Bilhele.....6#009
Meio......3*000
Qoarto. ... 11500
Em porcJo 8e'0Q& para cima.
Bilbete. .... 51500
Mel......2#750
Quarto. 1*375
Acaba de chegar a este eslabeleciment um esplendido sortimento de
i joias do ultimo gosto, perfeicao artstica e modellos enteiramente novos; como
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, armis, botoes de punbo, brincos e cassolelas com letras, etc..
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqueiros, paliteiros, calix de mesa t
fructeiras, cujos precos sao incompetiveis, pois que os proprietarios desta casa,
recebendo seus artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seus freguezes. Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se incumbem de fazer concertos.
No armazem de Untas ra do
dor n. 22, vende se :
Salitre refinado arroba 65500
Enxofre arroba 2*800
Atten$o.
W 25 Rna do Livramento N. 25
Deposito de tamancos e calcado nacional da fa-
brica da rna do Jardlm n. 19, de Jos Vicente Go-
dinbo, tanto no deposito eomo na fabrica seapromp-
lam todas as porcoes de calcado o mais barato
possivel, esta fabrica tem todas as machinas pro
prias para os calcados ja bem acreditados pelo
grande numero de freguezes qoe daqui se for-
neeem.
Manoel Martins Fiuza.
O Sr. Eugenio macninista fas saber ao
publico qae se encarrega de qualquer obra de en-
canamentos, eomo col locar gas e concertar tam-
bem bombas para collocar e concertar e todos os
systetnas', comp telbados de chapa de ferro, z(nco
e chqmbo : a residencia domacblnlsta a' rna
Bella n. 13 on na rna do Rangel n. 17.
Chocolate vermicida
Di
Antonio Nones de Castro.
Desde 1857 qoe sio as tabellas vermicidas ap-
pilcadas em Portugal, como o remedio prompto e
efflcaz para a expulsao das lombrigas, qne togra
ves pidecimentos caosam o qoe quasi stmpre nao
se sopp5e ellas a origem.
Este vermfugo preferivel a qualquer outro
palo sea agradavel paladar e fcil applicacio as
criancas que mais geralmente sao atacadas de se-
melhantt) mal.
Deposito especial
34-Rua larga do Rosarlo34
Botica de Bartholomeu &C._____
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
(go em edificios, mercadorias e mobilias:
oa ra do Vigario n. 4, pavimento terreo
T
OSr.Joe
Preclsa-se de orna ama ama para dar
| leite a orna crianca de poneos das da
nascida e incumblr-se de soa completa i
amamentar^o : na roa das Crazes n. 9,
Ama
professor em Ga
da? Flores u. 21 a
Ferieodes Vieira^i?
feE^itaiss
l'andfr.
"eefoomiar;
Ama de leite.
Quem precisar da urna ama de leite, dirija-se a
raa do Bram n. M, armazem, qoe achara' com
qaem tratar
Sabonetes de alcatrao
O aso destes ubonotes tem apresentoao os vais
beaeieos efeitos contra as impingeos, sarnas, li-
ona, caspa, comieboese. todas as demais molestias
da pello
VENDK-SK NA
Bttica e drogara
DI
BartholoMcn & Coiapashla.
Precisase de ama ama qoe compre e cosi-
nbe para ama casa de poaea familia: na ra nova
de Santa Rita n. 31.
Qnem precisar de nm eseravo para criado oa
servicu de campo, dinja-se ae Corredor do Blepo n.
15 ; aa mesma casa vende-sa a banha especial da
fazer naacer cab^lioft. .,.'._
^Stftettedo sobrado da rna
do Carnario: a
Aluga-se _
do HospMo esquina da travessa
-J jnur 8? mesmo sobrado.
PILOjAS .!
Xarope e vinho ferruginoso de
jurubeba eom pjrophosphato
de ferro.
Cblorose, anemia, escrfulas, raehitismo, blennor-
rbagia, leoeorrha. febres intermiteotes d ame-
norrba (menstroacao dolorosa e Irregular)
etc., ele
Ha muito qae Manamos em vista assoclr o ferro
as nossas preparacoes de jurabeba ; mas levamos
tempo a experimentar qual a preparaco ferrugi-
nosa, que mais eonviria ao organismo humano,
vndo porfi a decidir nos pelo pvropbospbato
de ferro, com o qaal podemos prepara r os nossos
xarope e vinho de jornbeba ferruginosos.
Temos a observar, porm, qae o oso dos medi-
camentos de jurubeba eom o pyropbospbato do
ferro ouoca pode occaslonar a phtysica as pes-
soas anda as mais delicadas, como maltas vezes
tem acontecido at a pessoas robustas, qae se bao
servido do mesmo medicamento preparado eom
oolras substancias ferruginosas, por isso qoe o
pbospboro debalxo da forma de pyropbospbato, 4
um meio propnylatteo reconbecldo iofalllvel con-
tra esta terrivel affeceo.
As preparacoes de jornbeba, a qae bavemos as-
sociado o pyropbospbato de ferro, sao mol prove-
tosas no (ratameato das molestias das senhoras,
taes como a cblorose, anemia etc.
Estas molestias manifestam-se com os sympto-
mas segointes :Descoramento geral da pelle e .
das membranas mocosas, magreza, inciacao das
faces e das pernas; excitacao nervosa, bysteris-
mo, melancola, debilidade maseolar, dores ne-
vralgieas, pulso mais frequeme do qoe ao estado
d sade, calor febril, pella sacca,, appatites da-,
pravados, vmitos, priso de venU-e, menstrnacio
dolorosa, irregular, poooo abuodanlo, descorada,
nulla, floraaftbfancas, ameaer.-bafia in/ecundi-
Dsta-ottade eepanteao, aaa tio ordtoariap ate
reconhecido entra na en areseaJo aaro d se-
nhoras, desapparece" s com o prudente nso^, das..
i !
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J.
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1
I -
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V
Clarl* 4c pcraavbaec Ter^a fclra 1 J de Seleiubro de 18to7.
852=:
31%CIfHV$
V^r^t^r^^do^/ide e novo etkbetemmenU
sab-joL /toragf***, quinquharias e can _ Em frente a botica do Dr. Sabina |_
Receberam directamente de New-Yorfcg5Wllgh^53Bffl5 Ptt
argodao, sendo de 12, 14;'W, We'rt'serraMiij^WllpiliiUlUi-VerfcitaQ, wrpajp-
se recommfloUraisi i ^iJTOjMSsflss ^*ta4B*C#B5
O prprietarios garantem por nra auno a construaoao daa mismas, e o bom re-
soltado era descarocamento de algodao. $endo estas Je|nji m$pfk> tal, qifc alm de sq-
rem de pouco volume sao muto facis para o trabalho, ficando o"' algodao o mais perfeito
{tossivel. Affiancaado-se os pregos serem mas ^azpavejsi querAa"putpatqualqoer partf.
Os preteodentea-ptdem dirigjr-se ao referido estabelerirriento, que 'diera de aeha-
Yem um bom sorUwjijtcMjp objectos de que toudentev eflcwtarioisigceridada e\Mra-
seni segpndoiM-1
Uta de Qaelnamo n. 49.
l^Hr^kar '.ei aweidas abaiio
meBcitoadas.
Qaeirua tt w 9 que bom e barilistin)-
labas de_.yVru,tDd coto Mee,aiefi-
3d00
30
500

4>' ijoi
a i

.jaej'IMJ O eOt
3KD U1UDP 0
1
-----^-

PHOTOGRAPHM
YIXEsLsLA
v >ii>

rti ':
ullq fcisiinlj
_ -mpi n-s,
boia canoa em bom estado (Jo carregoe d 800 a
t*W lijlos; a utar *i roa do (aparador f-
asxein dsJoqca^AJU,__________
ra bo cabga n. i u, Oompram^sc escravos
PATEO. DA triz. Silvlno Gnifherme de Barros, cbmpra, vende e
O nosso estabelecimeoto pbotograpbko V&ttX&VPiX&^S'&t
esta sempre em da com todos os melhora-ie-rceiro andar
mentos e progressos qoe na America do ^Qmprt.sa sempre por mais^a^em^-
Norte, oa na Europa se consegae na artel traquaiqfler parle, prata. brasileira e estrangeir
photograpbica, e para alcancarmos tal Dm (pataches) libras esterlinas, meedas de 95 e 16*
nunca poupamos despezas nem sacrificiov pw*?fle,8,> a'**,0* 9 20* hrasiieira, cucas
desorte que os nossos numerosos ^wwaSTJhff^
roalhas
da boa a
Csrreteis e liaba com 100 jardas a
Gravatas prela* e de cores mullo Aasca,,
Calas de ojreias de massa maito novas a
en&adores para espartilbo de cor lo e
fita *..............
Cairelis de liaba Alejandre com iOO jar-
das a ............,-
Sabonetes muiltf Snob a 60, 160 *00 t
Ditos de bolla muilo finos a 240 e
Viadas de liona (roa para bor.lar a
Varas de cordo para espartilbo a .
entes volteados para regacar cabello de
meniras a............
Frascos de macaca' oleo muit tlao, a .'
AbouadQnBs."tMltQM para caleta .
Cartdes de linha branca e de cores a .
Libra de ara preta superior a .
Sscovas par tato, rateada boa, a
Varas de franja branca de linbo para :
loalbaa............... 100
Pesas de blco estrelto com 20 varas jhjU
bonito a..........."v. '**"
Varas de papafloa de diferentes largo-
ras
Citas
(0
0
iO
320
IIP
00
na Soledade, ra do Prin-
oMps n 9f'i.x^:,jie/aakito no}
ra Nova n 38 da cidadj
\ s Ao ftecife
BRAGA
1 -llK
rtt
DE
., fb -____ASAIHPWac,
lo\- lab,iW**-se> oeste importante eslabelecir
^JQi^ento todas as Qbras concernantes as artes
. respectivas coreo ejam :
> 'Alambiques de todos os tamanhos em
feitips, os-mat jreditados aparjnQs,de
Dfrosne com as dimencSes delicadas do|
fubricados emJ'raDQa. q ,. j
Fabrcame'"fsas quaesjaer pegas tftsj-
apaVelbus, como s.ejam o dilatador, raquear
dor e coridnstraor, ou es'quenta" garapas,
rsfr^ador, serpepnas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as diraen-
500
para
Sabooeus de familia a 100,160 e .
Grosas de botoes de madreperola
camisa a.............
Carlilha de doouina cbrisia a j .
Latas com superior banha a ..... .
Qaadernos de papel pequeo superior a
Dnzia de baralbos francezes superior
Groza de pbospboros muilo superiores .
Cnxis a retalbo do> mesmos.....
Caixas de pbospboros de vellinha contendo
500 vellinbas mnito superiores a .
Resmas de papel almaco muito superior .
Resmas de papel paulado superior qoali-
dade..........".....
Dozias de meias para bomem
e esfrangeiras
rmazem "
------
,sedulas dbateod Brasil"e'eaxis miau A nn- Poziesdemelas croas molte soperiores .
podem ter a certea de qoe sempre ncon- tras provincia" ua ru" da cdi! "Ttv111 ^''?r' f' "-----------------
traro em nosso estabelecimeato tudoquan- q^.^dnmelo.
to a arte e a moda oBerecer de bom, no
novo e vetho mando aos amantes da pho-
tograpbia.
N0^DSE photocraphica;'
Acabamos de receber todo o necessario
para fawr retratos chamados vaet^-album.
Este genere de retrates ltimamente in-
ventado na America do Norte, rpidamente
se propagoa na Inglaterra e Franca aonde
goza actualmente de todo o favor da moda.
Comprani-xe
co premio meedas de onro e de -pr;ia-iclenes
jiras : na roa A Cadeia do RocJte n. 16
*e Adrlaoo, Cistro & C. *>*iBanjg,
000
Comprase na loja de joias do cora53.Q depuro
O. 2 D, roa do Catmga, woedas naciorraes de 902
A owrte-a-lnm se faz <>or draias eomo-os
antigos arOee de visita.
Na Inglaterra trocaram o nome de cartt-
Patac&s
Compram-se paiacoes bespanhw, portogoees e
lbum pelo de retrato^aleria e os ingleses J?J,e'.^e CDho *oMom casa 4d Adamaen,
usara enca*imar estes retratos em quadros
especiaes para com alies formar galeras,
flenry d, roa do Traprehe-novo n, 40.
60
240
500
320
200
JO
23000
m
160
2*500
3J600
2*800
4fi0u0
mazem de fazendas
es-e qodades, pulo systema francez oi
: r^atoV k
SRm a,fferenles larga' ^.americano, Simples,' d preSs2o, rpatoVfe
AMtaMiaei........ W COm especiaiidade a astticarwsla^smde'-
%fi!fffi SnV- -WMdat pelo enorme volume de afta
inTra *-~f^T '. M fifia etlOrim-VM AftLiiU^x n*m 1i*iA vIaaa wr.%.
Santos
* mado 1
lOralr;
#"i0a4lr
I(j
de
Quei-
do"Gail0 Vigilante
DE
fioimares Freitas
RA DO CRESfQ N. 7.
Os proprietKos deste bem corado'es
raa rcfes mafijadas finissimas a
ra.
-brancas transparentes tinas de 4,
'. M, 7iJ, 84 e 9^000 a peca com 16
jilciLHlft8- u
1. Mem.bianpi tacada;-d> 8* e M a peca
i Iaem branca franceza muilo larga a 94 a
peca com 8 w.
loes de 35 er 40 arcos nesgados para
ocas, a 4^300.
dem de 3a 40 arcos com ferrogem a
50* .Hdiltaiei ol A
em
I


vuro eprata
com que eream seas gabinetes. Recebe-1 Moedas^le ooro e prata ncionaes, eytrrorfras
mos urna certa quantidade, de taes quadros,! de todos os valones s#coropram na loja de ouri-
os quaes cederemos por barat preco aoc ves Jn' o arco de.N^a Senbora da Conceicao,
nossos fregaezes. 8yr..^1 *?<^'*,*rWpo pespontos, todae qualquer fazenda, emba-
As pessoas que quizerem -ver specimens K*'TT"- ^^^ ^ies ^H^.!*-^V?S3fe;ffie
GRANDE BAZAR
ra Nova n.20 e 22
Machinas paa costura do autor Wbeeler
& Wtrson, ebegadas ltimamente da Ame-
rica; oas qoaes pode coeer-se com dons
dos retratos chamados carte-aibum, j fei-
tos em nossa officina sao convidados a visi-
tar o nosso estabelecimento.
CA.RTOES DE VISITA A 9#0GG A'DUZIA.
Em consecuencia do novo genero de re-
tratos chamados cartc-album, dimiaoiaofi
o pneco -dos antiges marides 4e visita, oe
quaes de he je em diaote ficam reduzidee
ao prego de
90OO
pela prkneira dozia, -sem que por causa
Compra-fe onro e praia em
na praea da Independela 2. 22.
VENDAS
Vndese
as segtctes obras: Poema 4a Moadade,
I poesas por Pinheiro Cbagas, 1 volme.
1(5500 ; Nevos matutinas, ditas por Apri-
gioMeneaes, 14;'O dever, romance, i vb-
,lume, 640 rs.; Os Xrabalhadores .do mar,
desta dmnoBicao de preco, deiKomosdees-jr0mance por Victor Hugo, 3 volumes oo
merar-nos no nosso trabalho como sempre, M; Cauc*os Sociaes, drama .por D. Mara
fot aosso coatume. Alem disto, continna R.beiro, i volume, 14600; Joo Diabo,
mos a dar-os cartees de mita1 om cartees romance por Paalo Eeval, 4 volumes enea-
de1 UHHvBristol, oo porcelana, dourados ou -dernados. H$ : na ra do Crespo n. 4 fabri-
ca de chapeas de soL
Aos reverendos vi-
garios.
Vendem-se daas estolas ricas, as leelbores qoe
todera baver.oeste .genero, sendo orna branca e
otra preta, por mdico proco : qaein pretender
pede dirigirle a-roa das Crzes, sobrado de om
adar o. 16, a tratar com Antonio Alves da Fon-
dea.
lithographadGS para oque xemos orna varie-
dadede 13 modelos, a escolha de quem se
retratar.
S3T- VA GOMO *REVENCAC.
Apexar do osso trabalho ser muito co-
nhecido nesta cidade, aonde trabaibamos a
91 anoos, coa ludo joigamos de nosso de-
ver dizer hoje o seguinte:
Nos retratos' fetos em nosso estabeleci-
mento emprega-se toda a cntela para of-
ferecer-se a par da belleza do trabalho, as
melhores condicoes de durag5o. oura-
mos e fixamos os nossos retratos sem olhar-
mos a economas, e ltimamente para lhes
pdennos dar orna lavagem mais ampia
e segura, contratamos com a companbia de me defBavid Ferrgjg J8aiur7 'a do Broa o.|66.
Bebiribe orna peona d'agua. Os nossos
cartes de de visita sSo verdadeiras photo-
grapbias, que nao preciso de retoques do
pintor para Ihe deefarcarem -os defeitos, e
convidamos a qaem quizer a passar sobre
siles urna esponja mol bada em agua, oa a
deixa-los mergulhados por espaeo de horas
com perfeicSo. Sao t3o simples, que com-
prebende-se fcilmente a maneira do traba-
lho e a pessoa tendo pratica de coser em ma-
rhinas, pode fazerpor diaoservico que fa-
ciam 30 costoreiras. H
Cbama-se este estahelecimento a atten-
?5o do publico, visto que elle se acha com-
pletamente sortido de objectos de gosto
como bem leques de madreperola e de sn-
dalo, fivelas, fitas para uto, cokes perfu-
mara-e etc,
Narua nova n. 20 e 22. Carneiro Vian-
na i-e.
" feico.
Venham ver
Veode^e aa loja de marcioeina na Cstnboa do
Carme o. 12, palba apparelbada da meihor sorte
para tecer cadeiras e so/s, por preQo mais com-
modo do que em outra qnalqoer parle.

C\
i
7inho fLw do Porto en-
garrafado.
Vaodo-se de mal encellante qaalidade por mo
dieo preco em caixas de 12 garrafas : bo arma
Atenco.
O melhsr cogaac, comu raras ve-es vem ao mer-
cado : vende-se na roa do Traplcbv o. 14, an-
dar. Urna calja (cooteodo 12 garrafas) por 20A
de 5_para cima a 18#, dinbeiro a vista.
qdeabsorvem calculada em 100 pipas, \>br
bbfa, e das quaes' algums'stao'ptomptas a
serem experimentadas.
Existem bomba* por este sistema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se nao
so 8ua duracSocomo a grande quantidadfe
de agua que fornecem pelo que s5o cons de-
radas hoje as primeiras bombas^conhecdas.
Todas as mais obras" se fabricam vonla-
de dos freguezes e a se,u capricho.
Existem sempre promptos no deposit, in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo eor-
meoto de'bbras solidas, bem consiruida e
a precos rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passdelfas, r^prpei-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e'muitos
eutros utencilios preprios ,para >enge9hos,
como sejam mancaes de. broaze, parafuzos
para rodas de agoa e otres.
Cavilbas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanhos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta^se tudo quanto diz respeaas
obras de latao torneadas e polds com oda
a perfeicSo.
Valvelas para tanqoes de bnho, torneiras
de todos os tamanhos e qualidades, asalm
como todos os ornamentos para militares,
botoes para farda, aparelhos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cometas, alam-
padas turbulos, caldeirinhas, navetas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folhas de flandres de todas as
qualidades, bahs, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
Lampibes para gaz pafa engenhos, folha
de flandres em caixas, folhas de cobre e la-
to, tubos de chumbo para epcanamentos de
todas as dimengoes, folhas d zinco, estaoho
em barras e verguinha, lancoes e barras de
chumbo, vidros Onos para espelbos, de co-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
dracas, diamantes para cortar vidros, cadi-
nhos ordioarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro, lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros inumeros
objectos proprio de taes estabelecjmeolos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitas sob a direccSo do socio administrador,
Jos Baptista Braga o qual se acha de novo
especialmente Incumbido da gerencia de tao
importadle estabelecimente, isso urna ga-
ranta pela sua longa pratica, que tem os se-
nhores freguezes de que serao servidos a
contento, com proraptidSoe preco commo-
do, pelo que os propietarios Ihe sero agra-
decidos.
GRANDE BAZAT^
RA NOVA N. :0 E 22
. -' '
Jdem de murslia nesgados a 54.
Vendem-sejs casas terreas os. 7 e 9 da roa de
Motocoiomb,.endo cada oa 2 salas, 3 qoartee,
cozioba lora, cacimba e um pequeo qaintal ma-
emagua, ou em espirito de vinho: se apre- BSCS ilTZAoTlt ageD,e
sentarem alteraco serSo recebidos por nos
e pagos pelo duplo do que tiverem cos-
tado.
Cotriiousmos a fazer retratos por todos os
systemas pbotographicos at hoje eonheci-
dos em photographia. 0 nosso sortimento
de caiinbas, quadros, pa6se-par4auts, e
joias de aero para a col loca cSo de retratos
o mais completo, variado e abundante que
existe nesta eidade.
Eagomma-se om mniia perfeieao e por prc-
qo mnito commodo ; na roa da Palma a, 17.
Na ra da Aorora Kata de o. 70, 2* andar, pre-
cisa-s6de urna e^cravaque cosiohe bem, engom-
le e easabe : queai tiver quizer alagar diri-
ja-se a referida casa. ______________________
Preekvsede ama ama para eagaumar :
da8T>ates a. 21, aodar.
na roa
B Fogi> do engeobo Riacho dis Pedras, o m-
jalo Luiz, Idade 17 aoo/>s, cor algama cousa assa,
flabellos carapiobos e rolvos, olhjs agatados, den-
us limados, estaetara balxa, eorpo regalar, com
sieairizes novas de chicote, devs procurar o cami-
nbo do Recite daqui para Uamangaape onde tem
mai e irmios farros : roga-se a captura do dito
gScravo sodo condolido ao dito engsono oa na
.ua do Imperador n. 50, onde se gratiflaara' bea
Aloga-se por aooo oa testa ama casa terrea
sita do Poco da Panella prxima a igraja, com
grande qaintal morado e commodos para lamilla :
a traur com Leal & Iroio roa 4a Cadeia do Re-
cua 0.66. ,, i
mu____ ._ 1 -"- 1___

COMPRAS
Moedas de onro.
Nacionaes e estrangeiras assim como
estertmas: eampram-se na roa do Crespo n.
primelro andar.
'167
e
Compn-M atoadas de ouriJaJ*. i$f 10
9* ,arcada Cruz n. 3.
'"-'
Vendo-se um estabelecimento de molbados
na fregueua de-Saoto Antonio, em moito boa loea-
dade, e maito afregaetado para a trra e mato ;
motivo da venda porque o dono se quer reti-
car ; qem pretender annuneie por esta folba.
Vende-se a armario da casa da roa das
Crazes n. 37, propna para qnalqoer negocio pols
a caca offerece bonecoaamodos: a tratar namesma
Vende-se a metade de um sitio na Torre, com
casa de viveoda e eotao, de lijlo e cal e mais bem*
feitortee, a margena dorio Capibaribe, com terre-
no de barro, proprio para os senhores qoe teem
ularia, -cajo sitio pertencea ao teoente coronel Ha-
noel Clemente de Almeida Cataoho : qaem se jal-
gar eora preferencia apresame-se em oito dias, sob
peua de ser reahsada a venda com qaalqoer : a
tratar na roa do Sebo n. 12.
RIC4S BAPELINAS PAKA
senhoras
Sao ebegadas pelo ultimo vapor es mais moder-
nas ebapelinas, tanto de palba da Italia como de
seda e crep, as quaes se vendem multo barato :
.oa roa do Qoeimado n. 39, loja de 4 portas.
Vende se um liado bote (fondo de prato)1
com 4 remos, leme e vela, reparado e pintado de
novo, por preco commodo : para ver e tratar em
Saoto Amaro, funflicio._______________________
Aos agricultores
Saunders Bratbers & C. acabara de receber
de Liverpool vapores da forea de 3 a 4 cavallos
com todos os pertences, e moi proprios para faze-
rem mover machinas de descarooar algedo, po-
dendo cada vapor trabalbar at com 140 serras,
tambera servtm pata enfardar algodo, op para
outro qualquer servico em qoe qsam de trabalbar
com animaos. Os (mesmos tambera lm a* venda
machinas americanas de 35 a 40 ierras.
0* preteodentes dirijam-sa ao largo do Corpo-
Saoto n. ti,
Fffrittha-de mandioca supe-
der.
Vende-se a casa n, 254 da
tratar na rna da Praia n. 29 A.
roa Imperial; a
Vendem-se vaccas paridas e sem serem pa-
ndas, om cavallo om novi|h0 ; no sitio dos ar-
cos unto a igreja do Remedio.
Seveda.
Veoe-se sevada multo nova a 34200 a arroba
na roa Pireila o. 30. '
Compendio Doloroso
Continua a vender-se este prectoso livrinbo:
na rna do Impera ior n. IB. 7
Feijao para animaes~T
Vecde-se oa roa da Madre de Dos n. 18.
UVAS
Novo sorllmeoto da lavas de pellica (Jonvin)
ebegadas no ultimo vapar francer, ao armazem d
vapor na ra Nova n. 7.
A trai
libras do Lira
Moo>s de prata
naciesaes, aaaf o como pataco** por
hespathAw, e^mpram-se com praaiio : wHa
crespa a. if ntm*ro Libras esterlinas,
Compra*.M cota pom premio ; oa pra-a da lo
actatela .a, v
Irmlo fj oo irapicle bario
Wo00*nma prel crloala,
. meia dade, eozmha, lava e eogomma, e moito
boa qultaodelra: a tratar oa roa do Bram o. 1,
fondieat. '
~ama preta bdaqoURdei
. moei: m raa do Fago.
9. Na oMsoaa eaaa ba oolras eacravas para van-
opt-. te
.....
'- VMeporW0#
rs, bonita flguraatta, oh
Chegaram a rna da Iraperatriz o. 12, oja'de
chapaos, os ltimos cintos do melbor gosto qoe se
vendem pelo preco de 31 cada am ; esto te aea-
baidVi
(Grande atmazem de tin-
tas medicamentos etc.
Roa do Imperador d. 22.
Productos chimicos e pharma-
ceuticos os mais empregados em
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tura e para tinturara.
Productos industriaos e tintas
para flores, como botoes de flores
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenho.
Productos chimicos e industriaos
para photographia, traloraria, pin-
tura, pyfotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
pride directamente de Pars, Lon-
dres/Ham burgo, Auvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena
confiauca e satisfazar qualquer en-
commenda a grosso trato e a reta-
lbo por preco commodo. j
wmm mam mmmtmtm
A. Herculano
Garleo O Moage e CHter
vol. 8 ntida impressio de Leipaiq.
Rs. 4^000
LlTrarla pibcci. ,
Viobo soperter em calas d orna dozia e
Machinas para descarocar algodao. do me
Ihor antor que tem apparecido na America"
E' tal a execoc5o do macbinisme, que o al-
godo sahe quasi t3o perfeitb como o de bu-
landeira. Recommenda-se a attenfcao dos
Srs. agricultores, estas machinas.
Fabrica
DE
CERVEJA NCIOXAL
De Heniique Leiden
0 proprietario deste estabelecimento nlo
poupando esforces nem dinbeiro para agra-
dar ao respeitavel publico e seus numerosos
freguezes acaba de 0513113/ para commodi-
dade e interesse dos mesmos. ..
Gm deposito geni na roa da Impera-
triz u. 32
Aonde encontrarlo sempre um variado
sortimento quer em grosso qaer emretalho
dos gneros seguintes:
Ceneja nacional branca e preta.
Vinhos finos e ontros de Franca e Alie*
manha.
Absyntho Suisso.
Kerschenwasser.
Cognac
Vinagre branco e tinto de superior qua-
lidade, tambem tem deposito de agoa e li-
monada gazoza da fabrica do.Sr. Joles Gros-
jean.
E tudo sem difieren ca no preco que se
fecbou na fabric
Qualquer ncommenda que fr enviada
ao depsio ser i inmediatamente apromp-
tada remettidaaodo ekilio do comprador.
# VENDE-SE
tabelecftnento tWdb em vistas a boa'1 Vbotade
com qoe t"da generosa populacSo desta bel-
le cidade coucorre com a sua IcoadjtrVacSb
para o basar de prendas que costumam es-
tablecer no dia da commemoracSq do IrM-
versara drHospital Portoguez de Benefi-
cencia, cojo producto applicado a bem
daquelles que baldos de recursos, e no fefto
da dor ali proenram melbbrar seussoffri-
meotos e aproximando-se o dia dessa gran-
diosa festa por isso apressam-se em avisar
ao respeitavel publico do que ha de mais
moderno em seu estabelecimento, alea) dps
quaes tem variedade de oolros, que serem
para um fim t5o justo os venderam por pre-
Cos mui rasoaveis. "" r-u
Riquissimas caixas com msica contengo
o necessario para costura, proprias para um
delicado presente. -:
Riquissimos livrinhos com capas de tar-
taruga para missa.
Riquissimo lbum com capa d tartaruga.
Porta joias, dedaes e relogios e neste gos-
to orna infinidade de objectos.
Vasos, calnngas e palliteiros de pqrcelana.
Bdnecas qae chamam papai e mamau
Finissimos lencos de cambraias de linhp
com disticos.
Calimbas com perfumaras.
Bengalas de carina com lindos eastoes de
marfim.
Riquissimos eofeites com coques e sem
elle inteiramente muidade e ultima moda.
Lindissimos cintos para senhoras.
Fivellas lindas de moito gosto.
Lindos porl-bouquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentos e bailes.
Riquissimos leques de madreperola.
Lindos leques de sndalos para senbora.
Ditos de sndalos para meninas.
Ditos de sndalo tendo no centro um'qua-
dro de seda, ultima moda.
Leqaes de faias muito lindos.
Ditos de ossos. '>
Lindos pehtes de tariaruga, massa e outras
umitas qualidades.
Luvas dejouvin. inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Ditas de seda.
Meias de seda e algodao.
Lindas trancas pretas e de cores com ve-
dilrho e sem elle, assim como lindissimas
guarnieses para enfettar basquines e botSes
para os mesmos.
Lindos indispensaveis para meninas das
escolas.
Bengallinbas para meninos.
Suspensorios para meninos.
Lindas touquinhas e sapatinhos ricamen-
te enteitados proprios para baptisados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Moito boas estovas para deotes, chapos-
roupa, cabellos, uohas e para limpar pentes.
Superior linbas para crochet.
Agulhas para o mesmo fim.
Lindos agulheiros e dedaes de madrepe-
rola e marfim, assim como de metal.
Lindas guarnices de botoes, para coletes,
ponhos e colerinhos.
Ricas capellas para noivas.
Meias de seda para senhoras.
Superiores thesouras para unhas, costura
e cortar cabello, etc., etc.
Suspensorios de seda para homem.
Ditos de algodao para homem e meninos.
Finos aderecos pretos para luto.
Grande sortimento ae finas perfumaras
dos melhores fabricantes at hoje conhe-
cidos.
Grande sortimento de fitas de todas as
qualidades.
E mnitos outros objectos que impossivel
seria menciona-los e que se encontrar3o na
loja do Vigilante, roa do Crespo n. 7.
m.decrochet a,64.
Id*m de mursolina para meninas a 34 o
3>*50; u
jSa'ias bordadas a "34.
"cambraiacadmascadas para cortinado a
24 a peca com 20 varas.
, Jem para forro a 34 a peca com 10 jar-
das. 0 .
-, Cambraia de linto muito fina de 64 e 94 a
vara. ,...,.
.^Madapoles finos de'6, 74, 84, 94,104,
114 e 12| a peca.
PlatUfaa de algodSo superior fazenda para
saias a 34200 a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 24600.
Lences de bamburgo fino a i4400.
:; Jdem de bramante muito fino a 34200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
44500.
Guardanapos de linbo adamascados a...
34500aduzia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 24 a vara.
dem adamascado de linbo com 7 1/2 pal-
mos de largura a 24 a vara.
Algodao entestado com a mesma largura
a 14it'0 a vara.
dem trancado de algodao a 14600 a vara.
Toalhas alcochoadas de linho lisas a 114
a duzia.
dem de algodao felpudas a 134 e 144
a dozia.
Colchas de fustao a 64000,
ROtondes de ril prelo a 64,
Chale ? ft'^k*: '
Lencos de cambraia brancos finos a 1480o,
24 e 24500 a duzia.
Lencos de cassa finissimos a 34200 e
3460J a dozia.
Fil de linho liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 14000 a vara. -
-Grosdenaples preto bom a 14800 e 24
o covado.
Morantiqoe preto superior a 24800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 800 rs, a
vara. \
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 24500 a vara.
dem de linho com 5 palmos a 14200 a
vara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Riquissimos basquins a 254000.
Assim como outras muitas fazendas que
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de tudo,
PASTIl
VERMFUGAS
RIVAL SEM SEGUNDO
Ra do Qnetmado n 49, loja de
nudezas
DE
Jos Bigodtnho
Varas de babado bordado do Pono a 900
Csrreteis de retrot preto eom daas oitavas
proprics para machinas a .
Pregos francezes de lodos os tamanhos a
Crozas de botoes de osso para calca a .
Espelbos dourados moito anos a .
Caixas com linba snperior para marcar a .
Carriteis de reteot de todas as cores a .
Frascos d'agoa de Coloniamnito superior a
Frascos de o eo muito fino a ......
Dozia de tesouras pequeas a.....
Frascos d'agua para limpar deotes a .
Redes pretas lisas para segurar cabello a
Duzias de peanas da ac moito finas a .
Caixas de linba do gaz de 30 novellos a .
Ideo de pautes de segnranca a .
Garrafas de agua Florida verdadeira
Syllabarios com estamnas nara menino*
Syllabarlos com estampas para meninos
Memento da roapa de lavar a .
I
Dazlas de meias finas para senbora a .
Agulbas francezas a bailo (papel) a .
Pecas de Otas de laa de todas as cores a
Grozas de botoes de porcelana praieados a
Caixas com alfioeitea trnceles a .
Caixas de 100 envelopes moito unos a .
Resma de papel de pese branco lisa
Frasco com superior lista a.....
Pares de botdes de ponbo multo bonitos
Lichas em cartao de 200 jardas a .
Caixa de superior linba do gaz com 50
Boveilos............ 700
Talberes para meninos a....... 340
Masso eom superiores grampos a 30
Grosas de peonas de ac multo linas a 390
Bonets para meninos a........ 11000
Pentes com costa de metal a...... O ^fcf?'
Realejos para me.inos^ a....... ICO SaffigWh.
Chocolate de Oeabrlere
500
240
200
ijooo
240
80
500
500
480
500
3*)
60
600
20
1#000
320
100
4*000
60
00
160
80
00
24000
ICO
80
180
NOVA YORK.
DE COR CHETRO E SABOR AGRADAVE1S
Infinitamente mais efficazes do que todo
os mais remedios perigosos enauseabundos
que existem para a expulsSo daslombrgas.
N5ocausam dores e produzem seu effeito
sem precisar logo depois de porgante ne-
nhum e taoincitantes em apparencia e deli-
ciosas em gosto, que ascriancas esto
promptasa tomar mais do que marca a re
ceita.
Uteis como um exeellehte meio de fazer
remover as obstruccoes do ventre, mesmo
no caso de n3o existirem verme algum, as
PASTILHASVERMIFCGAS DE KEMPS SO promp*
tas einfalliveis na sua operacao e por todo
os respeitos dignas deconfianca e approva-
clo de todos os paes de familias. Prepa-
radas nicamente por Lanman & ,
Nova York.
A' Venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo C. e P. Maurer C, e em todos 08
estabelecimentospharmacenticos do imperio
GRANDE
1 -i
Tendo.de e liquidar a loja de calcados da rna
do Imperado n, 32 :
Boraeguhs U Melll. ... .
Ditos de Soler
ten para vender Antonio Luis de Ollvejra Aze
dpfe C, 00 seo escriptorlo roa da Croffc. gff
daCrn
dolssT"
do palbabote
ve-
Sal
V tratar com Jos de Si LeitoJanior a roa da Madre
de Peot araaieo jaoio a igreja.
Motores americanos para daos avallas.
Dito dito para qoatro cavalloe.
Machinas para descarocar algodao de 14, 16,
18, 20 30, 35 e 40 ierras.
Preaeaa PMSjesj>rfjra^WO httitdo o sac-
eos con 6 piluMs n Wolp imeoto com^^s peso de
i50 e 200 libras, vindas ltimamente da America
no armazem de Heorv Fontr AC, no cata Pe-
dro II n. 2Jauto ao Gabinete Portngoez.
,Cal de Li boa
No armazem do caes da alfandega a. 5 ha para
vender superior cal nova, marca TM, ebegada ba
dias na baria portogueza ratidao, a preco de
10* barril. ,
purgativo de magnesia.
V o chocolate de desbrlera o melbor purgante
at agora eonhecWe e de grande enluci m h-
fns, onda tea sido maito applicado no hospital
Hotel Dleo pelos profeasores Trcasaeau Ptdooi
com p elnor resoltado.
Por stia accao tazante porga sem fatigar o esto-
mago os Intestinos, a aprsenla ptimos resulta
dos como dorivaUvo, abrovente, anitivernoso, re-
frescante e depurativo.
Deposito especial
34-Raa larga do Rosarlo-34
Botica de Bartholomeo C
Cal de Lisboa ?
Vende-se a roa do Apello o. 4.
Ditoa de diversos fabricantes. .
apaveesdebezerro Suzer.....
Borzegoins para meninos e meninas.
Ditos ditos ditos.......
Borzegoins de lastre para borneas
<^-.....
11*000
8*000
80v<>
3* 00
.3*500
240L0
7*0(0
7*0C0
80OO
Borzegoins cord*v*o. ;
Perfumaras do -fabrioas Lobo e
PlTer fror menos prego qoe^sm ou-
tra^targner parte.
Bous M liosas/*.
Perneirasgoarda lama.
Sapitos de trasca par toenlnos. .
Stpatos de eoaro de lustre com salto
para sasbora.......
~" Cal aova ie Lisboa
Veqdem-se bsrns eom superior eal nova de Lis-
ana (* debarcar boje): na roa astreita do Ro-
sario, esqoioa para o pateo do raraw o. 17, e oo
armazem oa roa do Apollo n. 30.______________
Vende-se orna eserava de 20 annos de idade
boa conducta, eagommadeira e cozinheira : oa roa
Nova o. 46, 2* andar.


M

irrV,
^^i
M
"\
^T-
larlo de pernamfeaeo Terca letra-IV de etembr
ibro de 1887.
4***-

RA DAS CINCO P0I(TA$ 06
AO GBANDE ARMAZM


Ingleza flor a
dem franceza
Sempre barato
Waatelga ^
W, aliarae a 5oo soffwd 8 proprja para tempero a 32o rs
a 56o rs. a libra.
VbbZA
Cha
De primeira qoalidade a 28oo e proprio para negocio lCoo a libra.
Blscoltos
loclezes pearl, nic-nac, oval, cracnel, e'ouros superiores a Hit a lata.
0 />f! A 24o res a libra.
-'" .*'""' eommag ,
De milbo branco a 4oo reis a libr, de araruta verdadeira propria para aumen-
tar criancasa 5ooreis libra ecaxinas coa 4.librasRor menos, gomma J"
a 16o rs. e tapioca sag a 24o, a libra.
4
Superior a 10, a libra.
Chocolate



Ao respeitavel publico pernamhncano pede-se
Allengao
Hanteiga ingleza
320ASW, &.!* j no acinaiem se acba vista.
Manteiga franceza
em liDras 560 e 640, em barris se. far differenra.
Banhadeporco
em'libras 320 e 380, em porfo se for differenea.
Fructas
o, Rainba Claudia, Alperxe e outras muitas 500 e 640 a lata,
Ervllhas
Portuguezas 640, trance^ 900.
Fumo
em latas do Para e de ^M^l^n^n^
em pacotes, dita da trra IQQ e 200 a libra.
Vlnho
em calda Pera,

i i

PIURM CU
Joftquim.de Almeida tinto
jurvbtba contra, o ingorgi
tamento do fijado e do bago
Em extracto acoollco, emplas-
tro, oleo, tintara, plala*,
?lfco
Germann
A N. 21,
acaba de receber nm lindo e magniftee Mr
ttoept^ 4 ^ulq$,iaMtos, binoculoi, do ni
$ijpo e jpuftj|arado gesto da Europa e ocn
loadeiilCOTCf^par observares e(para
martimos.______ __________
fUwlvM dt Auroro,, em
Santo Amaro
Con^o sori**^ a .ttjx|,,hU4s e fuad.
das, alambfqaes de lodos Os Umaoho* e fondos da
ditos, moefl-liS de todds os tamsobos de superior
qaalidade, erlvos MM *?*& ., Jderlordearuem caixaa duzia 53, garrafa 500, dito de 8/5 a duzia, 800 a garrafa, dito a xarop* ei
r3egoiabaemlatasaii55ooemcaiM(k*bbras,mujV)finoal(!f8o^,emcatfOes jy a4Q,, fJ200 a garrafa, dio d Porto a 8, 1^,18,5, 20, caixas de oiia, assim A jorobeta e orna das
de 2 librasa 5oo e 32o. ---_____- .-!. mmn/t o rivi ^iMio f
,' .... Pef5* ,., ,
Em latas, a looo res a libra, sortido, em cualidades.
Ostras
America a 800 rs. a lata.
1 m< Baldes e Tassooras
Americanas a 800 reis cada peca.
Touclnho
De Lisboa a 320 res a libra.
Tomates
Em latas a 600 rs.



A loooo a garrafa.
De bordeaux superior, Saint Estepbe, Saint Julien, Saint Emilie a Tooo a ijuzia
e 64o rs. a garrafa.
Vlnho
Refinado em lindos postes por 5oo rs.
Rirsks de viasser
A 2)5ooo a garafa.
' Vcrmouth e
A ,->joo a farrafa.
Bltter
.



substancias med
omo^gTeira caada" SsM TKSS'j iT'sba3t73T^^a.qi^ cametosas que perteucem ao reino vege-
Caz
em lata de 5^aRe^em^s^quenas ^yontade do comprador, em garrafa.
.i .-. ... ,. Alpiste
140MelOal1bra,pamcoal0Oalibrazej^
em garrafas a 800 el*. ^
em.caixa de 50-pop tf, ditos Delicias,Trovadores e Parisienses.em.aaa*,*#4M*s
da ,Exposc5o caxa $k ditos .de RgaTi caixas com 100 a 2^500 e outras muitas marcas
qdWriap^sBnca'doa, compradores.' .......
' PREZUNTOS
deramego em barril, ditos de fiambre o melhor que ha no mercado por precoqoe faz
*"'*r' DOCEDEGOIABA
caiies de 560 fino, ditos de 10500 que parece marmellada.jito em latas muito fina
qualidade a 02OO. ^
BOCETAS
com doce secco a IjJ e,2jj.
Yap&

Vende-seen casa de Saouders Brothers A C
o largo do Gorpo Saow i. 11, vapores patentes
oo todos os pertences proprios para faier mover
es oaquatro macbiBa para descarolar algodic
QUEIJOS
_ n c ... .- .m.AmS om K,_ do Alentejoem latas ebegadopelo vapor Onci'da, ditosFlamengosePratosdosmaisnovos
Do Porto fino a 14ooo a duza a l)55oo a garrafa e magnifico tambem a em bar- ^ D no merCa(i0 r ^ 8
"' AZEITONAS -^ _.^i
de ejvas como no mercado n$o temos alfa lata, em barris do Porto a 14 como n5o ba
m#or.
ril a 8o a garrafa.
i mi que do Porto
Adamado e outras marcas a 9oo rs. a garrafa e lo5 a duzia.
vluho da Flguelra
0 que ha de melbor a W, a caada de Lisboa a 3 .e. 4i&, a garjj^,,.
Vinagre
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa.
Farello de Lisboa
Saceos com 9o libras a 45oo.
Cervela
Franceza em gigos de urna duzia a 6T.
Ingleza







Bass verdadeira a.

*
. T. e Victoria e Alssopa 5oo_.reisa garrafa
i]
NJECTION BRO
I
..

7 : ffimle lolalinal PrnervsH**, tk
a v p-iBoipact bollo < aa. (RxJftr )
kwiM > inl .....a.

io nica que ew n hUu attktfi VeQdMr>
dsA ^he^Bj \ l Bft m^^^^^a ^^~ A^v^i^aei^a^BLBi \ ^^k a^^biB^A ^ih ^^^k
da Arara, ns. 56e72.
Abacas admasradas nara vfislMfx; di spnhn : e 2*50,P ditas brancas de IiqpO.a 34500, coatrarao os preteadeotes serapre e constaote-
Aipacas aamascoas para vestios de senho- 4^ e^. pa,lols de casmFa preta e de Cf). raeDleC01flpleta SOrtmeoto.de ouiiJeia.finas per-


^ m m m m r i.
PREPARACOES FRREAS-MANGAHIC
APPROViDas PILA ACADEMIA DE UBDICIIH
DE BURIN DU BUISSON
rkisaufice, Inri*! stla Acidalia de Itdkiu i Paria
'Idll

0 emloente professor TaeussBAO, na nhima edicto de sea Tratado it Thera-
peuttea e Materia medica, recoahece qae os ferruginosot shnules sSo mnitas
vexes nefficazes para curar as molestias qne teem por causa o empobreei merlo
do sangue. Mnitos mdicos dos mais disiinctos aitribuem esse m o ex'no A ausencia,
n essas preparac5es, do mmganese, que se acha no sangae, como o tem reconLecid
es chimicos os mais perites, sempre inlimamenle unido com o ferro. "
E pois, prestar-seum verdadeiro trrica aos S"* Mdicos, o eoamar-se sua attencSo
sobre as preparaf5es seguinles.
1 PflS filTPS iHalffanicnS d,ndo immediaumente urna agua, acidaladen
i 1W CUCUa UiauganiCU gZ0Mi agradavel, substiiuiado com vantaeem
c eeontmia as aguas mineraes ferruginosas.
2 Piulas c Xarope de iednreto di ferro e de mdnganese inalteraveis
eontendo cada orna caco centigramos de iodureto de ferro manganico indicados
partieolarmenie as molestias Ijmphaticas, escrofulosas, e as chamadas osr-
roaas e tuberculosas.
5 Brar de Iactato de ferro e de marese ^fZZ^Z'
i* Pihua* de earbonalo frreo manganeo j iSaTSSa^
alternar stas duas preparaoBes di ob m'elbores retallados.
O Bmrin dn Buisson deaejaBdo obter a adbeslo completa do publico meCa a
cerca o aalor. de saas preparacCes, previne qae elle as pie ratuitameiwe a sax
disposic., dmgendo^e;,
?. Pernmbuco, a tea agente geral. Marcar O*, pWmaceatcoa, roa Itera.
ib r,in :ii '
;.
ajiumpiiiii a
7ende-se na pharmicia de P. Maurer &C, ra Nova.
i
truentes, sendo em pregada com TanUgem
contra as.febres intermitentes acompanbadas
de engo glamen.o de 6gado e de baco. Ella
tem sido applicada com iocootestavel pro-
veito contra a anemia ou colorse, e hydro-
phesia, catharro da bexiga, e mesmo para
combater a mensiruacao diflicil, resultante
da mesma anemia ou cblorose.
Deptsitos gpraes ,
Em Pernambuco, ra larga do Rosario
n. 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
Deurado, Rio Grande do Sol, em casa dos
Srs, Casco & C, Macelo, pbarmacia do Sr.
Claudino, no Havre, pharmacia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, na pbarmacia do Sr. Feij.
HgPharmacIa especial horneo
m pathlca do Dr. sabino O
Cha de 1* sorte para uso das
H| pessoas que se tratam homeopathi-
I camente.
Vende-se em pacotes de libra a
30200 rs.
Rba Nova o. 43.
MHWEMMW 23 3S&S&
O cordeiro previdente
Na antiga loja de miodezas a ra do Quei-
mado n. 16.
O cordeiro prevideota se ofaea de ter o sea ap-
parecioieDlo ao sempre raemoravel dia 7 de se-
tembro. Elle camprimeata ao re-peitavel pobllco
em geral e a cada ura cidado em particular. O
cordeiro previdente nao se intromeltera' em estra-
0 propnetano Gestes doosestabelecitnen-' KOlina ffttfl TlflOntrll nhos e alheios negocios, restringindo-se apenas ao
tS tendo muita fazenda em ser e desojando ., Y UBt'*u** liquidar para vender mais barato aue dos- >enfle-so calcas de casimira a 5>, 64.6 *J ra do Queimado permaaecera' esperanao
Sivel Da ra da Im leratri? loias p armazpn* 8- Pretis ditas de meia casimira a 1(5600 d,eAtod1os saas *al,os" P'o"cjg!s observando elle
i ojas e armazens nq/jaai,. hrm narin a lfin ^/.nn a,m de saa costumada mansidao, condescenden-
e U tas ae O l parlo a l^JU, 24U0 cia eagraao. Na loja do cordeiro previdente en-
'.
.


ni-)1

Em liquidadlo.
Roupa feita nacional.
VERSA05M9 LE ROY
Rudoie|n, 5, a HAl.

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I
r.m rad-i gi.r-ia. >^ rqrf .rfn.i ..4." -i!
qmt (* otlK-.i t ule. :il(l i'.:l .11 ri. .r-*i rv> *,r.n-
rWeaJw,c*L^.i lFi^nt v< Kmcmw ratMl
A" H rfn>.
... W "M-M.
I 4* ti t, ,,. ^ ...
0OCTE0rT-HOc:N ^ g,^ ,-,; 'r;^f
' \ET PHARMACIE -S' '' **'
1^* > 11 ii..
Deposito na pharmacia de P. Maurer
C eai_PeroaiBbaoo^_______________
XAR0PEl)2PUHATIVb
DE RASCA DF. I.ARANMS AMARGAS
COM IODURETO DE P0TASS10
DE
I.P. Laroze.
pharmaceulicu em Paris
O ioduretodepotassio um verdadeiro al-
terante, um depurador de incontestavel efi-
cacia; combinado com o xarope de casca de
laranjas amargas, aturado sem pertubatc
alguma pelos temperamentos os mais fracos,
sem alterar as func?oes do estomago. As do-
se^ mathematicas que elle contem permitteai

ras 500 e 70 rs. Ps ^- u 8& e I0 fit()ts de mea farjas, luvas de neflfea. cbjectos de moda e
Vende-se alpacas :de assentobraoco eom; casimira a U, 35500 e 4J; i-alitots de al- 'SS^^ SS^ SS^ S aosmed,cosde rece.tal-o para todas ascm
ustas e florea lisa e admascadas proprias paCa de cores e branca a 30500 e S palitots ^SXSSsCSS^UV M! rti?.
para vestidpsde senboras a 500, 720 e 800 de brim de cores a 21590, 3(Je2: serou- cido a commodidade dos pregos:
rs. o covado ra da Imperatriz Ioja da Ara-' de algodaosinho de liuho a 1560O 2l I A|buns de diversos uajaobos e qualidades para
'Wel? da Imp6ratrZ l0JaS da 'Ar'ara ^peosinbosesapalinbosparabaptisadl.
Ditos 160 o coy,ado.
Veade-se ditos em retalhos a 160 rs. o! Organdis de cores a 640 rs. a vara,
covado, ditos em peca a 200 rs. o covado: Veode-se cassa organdis de cores? a 640
retalhos de caca preta a 110 o covado: re- e 70 a vara: talatana de cores a 800 rs. a
talbosde caca decores a 200, 240, rs o co- vara: ra da Imperatriz tojas da Arara ns.
vado: retalaosde lasinhas a 160,' 200 240 56 e 72.
rs. o covado: roa da Imperatriz tojas da
Arara ns. 56 e 72.
Brim pardo transado a 560 rs. a vara.
Vende-se brim pardo com-peqneno toque
de mofo a 560, 640 rs. o covado: ra da
Imperatriz lojas ns. 56 e 72.
LSazinbas a 200 o covado.
Venderse lasinhas para vestidos de se-
nbora a 200, 240, 280, 320, 340 e 400 rs.
o covado : na ra da Imperatriz lojas da Ara-
ra n.S6e72.
Chitas jfrancezas largas a 240 rs. o covado.
Vende-se chitas francezas -largas a 240,
280, 320 e 400 rs. o covado: ra da Im-
peratriz lojas da Arara n. 56 e 72.
Mosambique a 400 rs. o covado.
Vende-se mosambique com palmas de se-
das para vestidos de senhoras, a 400 rs. o
covado: e vareja S listas para vestidos de (guras a i( a vara ditolransado 1#280 a va-
senhoras, a 280,320 rs. o covado. ra:! ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56
Sedas escosseza'com quadros para vestidos e 72.
Madapol5o a 40000 a pega.
Vende-se pecas de madapol2o com 20 va-
ras a 45, 5#, W, U, 83 e 100: ra da'
Imperatriz loja da Arara as. 56 e 72.
Casimira emfestada a 10 o covado.
Vndese casimira enfeslada de doas lar-
guras a 10, Jr600 e 30 o covado pannos-
no preto a 10600, 20, 20500, 30 e 40: ra
da Imperatriz lojas daArara ns. 56 e 72.
Algdosinho a .30 e 40 a pega.
Vende-se algdosinho a pecas de 30, 40,
50, 60 e 70 a peca ra da Imperatriz lojas
da Arara ns 56 e 72.
Bramante, a 20iOO a vara.
Vende-se bramante de 10 palmos de lar-
gira a 20400 e 20500 a vara; ra da Im-
peratriz tojas da Arara ns. 5ti e 72.
Algodlo enfestado a 10 a vara.
Vende-se algodo enfestado de duas lar-
Cassa franceza a 240 rs. o covado.
Vende-se cassas dexoje^para vestidos a
240, 280 e 320 o covado,. endes-se cortes
.jar.
de senhoras, a 280 320 rs. o covado: ra
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Arara vende as saias 30500.
Vende-e saias bordadas para senhora a i Je cambraia. decrese pam barras a 20oOO,
30500,40, 60 e70,saia balo ou crinolinas;*' e 30&M): so as tojas da Arara, ra da
de arcos a 20, 20500 U e 30500: roa da Imperatriz ns. 56 e 72
Imperatriz lojas da Ararais. 56 e 72. CoJ^ de 13a de, ovados a 30.
Veude-se corles de laa para vestidos de
As sedas da Arara 10. senhora com 14 covadus o 30, 3^500, 40,
Vende-se sedas de quadrinhos e com lis- 40500 e 50, vndese cortes de calcas para
.tas a 10, 10200, 106O!>, 10800 e-20, o co-, homem a 800, 10, 10200 e 10600. colari-
1 ^^.1 vado: pupelinas de seda com palmas saltos (nhos de linho para hornera 400 e 500, ditos
VamJjsortimanto de moderaos chapeos ecbapelinas de seda de fil e de nalba de Italia 'paraseobora a 10610 e 1^800,grosdenaples jde papel a 500 rs. a duzia, goliQlias para
' de cores a 10800 e 20, dito preto a 106uO, | senhora a 200 e 320 rs. por estes prepos as
10800 e 20: ra da Imperatriz tojas da Ara- tojas e armazens da Arara, ra da Impera.
j.-n'i.ir i e meolaa.
Superiores Ciras, bordadinhose entre mefos bordados em cambraia tapada e transparent.
i^a leja das celomaas a roa do Crespo o. 13
VE
vAntonio Correia de Vascoacellos & Companhia.

*
ra ns. 56 e 72.
. b 5,
-
1
triz ns. 5ft72.

___



Pa x)ECAROCAR algodao
Manoel Be^fa) de Oliveira Braga.
53RMa DlreiU n53


verdadeira
T03
4001 eti.tilasmQ
^yqadsr.j.vu Bi
17jia4-
/
a
"OfOl ti
IJ1 ou -
-

..
estabelecimento se e,^
chinas americanas cheg
-ja-aSo.lei{as elo
Amefiea?1
3Cisarem

bele^W(ftS ,i5B6ffift' iWW perfwta*
Jgftft o, assim como mais barato do que em
fluid/ uertparte, $<* 1*0 que s* receqe por
... oapwia, bem como cannosdff;WBy mpi,-
ragens e mu^^aw^rossJieaielalbe.'; --.b mo-i
Fac s de cabo branco de mefo btBieo',a' H
..limas finas de lados.^aatttlWr^roprias
9*fraD*mo!de^cu)tHfc*#i ot. ^tel wll-^
1
MlaU o *'J
bi ? : .0 t J 3 oiloqA ot mi s-abes.
p*[maft;uMfideos.aoaeu wcl(itt m sangc* p
'to4jK(*ra*bartipr>
11ra t radical,
ls
4


s mr serfvpin
!Ho eatnq tu-
ndo, tomei Cn-
bi-ba, Gopiba
sob todas as
formas em opi-
to, capsulas,
o fstomago
numera de iiijcvao,
!*
u evo radicalmente sem n
'erda seminacs. turando pr
:ino.
IfllCI
curar em 4 das, t estou anda mais doentfrf
UA ai VIS O AWOS
M^X :1ra a causa virulenta iuflammatora d'SKaa deeocat- ttiuaes, ^ '"
"""BA sancb, para parar mu m
ra acbjr .erretcelfi-l^Kpf
"OOEBTrdi CURADOS
do uofmr4&kirpe cu mm
pWMrfavhomoMt, elodas asdoe
(empo par mea! xahofb ii
tlIUI MIMBBABS, aaSBaS' PItDU* DBVtiBAtlVAt e Biisha
ZS&'S&SStS ^3HL (asar.
J_. **il(f'ft**r"**W W^-1"'
jh 02
_ aoheoiATfi elnsmcmiii zsba'.i
: ,i ti s^erb MI' saieid .- '
J^fliiWBHi*

ana
8 .1
Coques simples e enfeltados.
Leqoes de sndalo e. outras qualidades.
Voltas de retroz com cassoletas obra moderna.
Gollinbss e pannos para senhoras.
Bico de linbo a imiaco de do palz.
Carteiras com finas agalbas.
Modernas cbapeliaas e enfekei para senhoras.
Linhas para crochet.
Laa para bordar.
Finos espanilhos para senhoras.
Letjues de diversos go-tos a i
O cordeiro previdente.
A ra do Queimado n. 16.
Venie os seguales oojectos constaates do varia-
do poriim-n'o abaixo declarado :
Coluros eletricos magaetteos contra as conval-
C03S.
Banitas abotaadaras para colletes.
Coiarinbos acodemos.
Finas navalbas cabo de marfira.
E-i'.ivas maobeotadas e outras qualidades para
roupa, nhapo e cabello.
Bonitas caixas para rap
Tinta azul e preta para escripta.
Dita preta para marcar roapa.
Finos caivetes para aparar peana?.
Lipis com canela de osso
Ditos de cores para desenbos.
Bacilos tjoteiros de louea e vidro.
Fixas para solo e voitarete.
Bui rachas para alar papis e segurar pannos.
Dita para prinqaedo de criancas.
Bolas de borracha.
Lindos maracaes.
Para tfferta-* ma hospital por-
tneupz.
Bonitas cestinhas com (rucias de cera, obra de
muila perfeiQo e bom gosto.
Para Corur moldes e en-brnlbar fazendas
Vende-se papsj i.ardorolha grand*.
Para lustrar calcados.
Vende-se superior graxa econmica.
Vende-se papel para matar moscas.
A loja do cordeiro previdente
Ra do Queimado n. 16.
iNella aebarao os pKtendentes um grande e va-
riado sorlimento de perfumaras finas, tanto ingle-
za como ranceza*, sendo :
Finos extractos para lencos.
Banhas e pomadas para cabellos.
Oio philocpme e baboza para dito.
Pos hjgtHHOcs para dente.
Ditos campborados para ditos.
Opiata iBgleza e fraoza para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
vasos de porcelona para ditos,
Sabonetes para mao e barba.
E mnitos outrps objectos qae sero presentes
ao comprador^oe- se dirigir i- f ua do Queimado
o. 16, loja do cordeiro previdente.
6\:h 'eijas pequeas.
Vendem-se na rn do Queimado o. i6. ^loja. do
tordeiro previdente.
Gharetoi
da acreditada fabrica desos. Furtado.dft)
Simas*
Vendem-se na loja de cordeiro previdente a rna
Qoetroado n. 10
f^nnha- superior
reaparaj pzvlar .^qnip ^a daOiiveifa^a ,
lo & C, n s^ escrlptorjp, .r)od^TJr:nt;n. ^trt
pleicoes, as affecces escrofulosas, tubercu-
losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'isse, o agente c
maispoderoso contra as doencas rheumaticas.
Deposito em todas as pbarmacias e casas de
drogaras no Brasil.
Expedifoes, em casa de J. P. Laroze, ru
des Lions-St-Paul, 2, Paris.
A' venda na pharmacia de P. Maurer .
C.1, ra Nova n. 25.
*Faris, aeTH'a- Vivieime.l>"
CttMt$Mt$
-0 i"
Venie-st
Cimento
rlmanln Porlland
Das EtnKKMimnaB UtS SKXl aB8,-as AKFtO
\RA-, k_a .TKRAgOES DO SANGUK.
~ .10,000 curas dai i/'^inyent,
- j:rt7rfn herpts tama,
^U^.f? ":ro**, actmonia, ai-
/ffi,uici"i.(H .r i'i'-t. t d!ti>racne do tan
g+r (Xaiupi- retlt'tal r--ni f^rcuric^i U<>lKirnt>>a
*eiaBM sa:.iui-. ,.4*AbtiAi.H iomao-e doma
por semsna. c-gniWoo trai lamento Depurativo : i
:r;rrr-t!(. -j. insnMa. molestias.
'"'ir:^Vf?fB 8ste Xaiui.Cilraclodeferr
Ll-^ '- .<:iJ.AlU.fc:. curr. immedit,
.1'-.--- !. .'itS t; il I) WaUpt', id'nlt, t
WcaBu.-mitU.-.w&kiJuS igHaliiiMiU) ns Uu-ot l'tO'M
.nieas t maflres. BsiS i.ijecfao benigna ^m^
pregan cig Xaijie de-Citrucio il" Varen.
Uniiorr tres da*
POMADA ANTIHERPETICA
Contra i aas a/feccoc. cutnea e comixot*.
P1LULAS VEGETAES DEPURATIVAS
lo *' Cbsttie. cada -aseo val cconi,htdo d Uk
,; WI8S

I Ir* Uwln
iS. ME3IC08.
flu* caurrltoi Ul$m
coqueluche irritufM
.tnos..i na do troa-
cltios e ndat ai duenca
11 iieiin: beata ao doett
i jur. D" Kobgr.
K-".s.rm Hanz. roa Vlvlenne, B.
A venda na pharmacia de P. Maurer 9
e C em Pernambuco.
G\Z GAZ GAZ ~
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster A
C, ra do Imperador, nm carregamento de gaz de
primeira qualidade.o qual se vende em partidas
i retalbo por menos prejo do qae em oatr* qaal
mer parte.

K
DAS
bastos
i
Vaquetas de lastre proprias p:ra cobertas da
carros, multo novas e da melbor qoalldade pos-
sivel: vendem-se por prejos razoaveis na roa da
Cadea l. 56 A. .,


no armaxem de
DA TBM9V il-'i
oO tb tui ohcKjita
ARROZ D CASCA
Veode-se em saceos grandes a 4*500 : no tra-
piche d Canta. fiwr*. ~ ... r
Moot na rregSetfa tfisSaif
deste. EstaoprompSi 30^
Os palelots de panno forrados de- seda a conten-
to do respeitavel pablico >,btx*q* t
T~ NO -
Pelo^26-Cnstfr
KM NlTI" ^>"-



pessoaqne prtdef' allijans* a
Dos d. 14, oa**o caes o Baes o. i4.
ioi;

jrA eb te*
.nty
i
_______.Un* oiBi fflssarjfi :
Na ra do
se vende boa;
pa:
~-_ ntu ja- tr
onano, casa n.
Veude-se urna mofctlta de 7carannV-a Lulx XV -
a motamente ama de, amaraUo o-olesmo gosto,
W-** t**3 mnUo wi,d** -penras,,* por
PrecrwoaveI: na acrediuda cas* de^narctoeii-
tia na roa da Gamboa do Carmo n. II, ,
Gairfe|trflieBt 4e>|rtrtT~
BsUo-
defronte do antifq
meibores borros
rna da Cocordlt, ao UrrBo
b
ILEGIVEL
ipt(-..
ub oio
. Ol 3i>60 4'
tem vinifo -ftWatiitmco, os
barate : a pede-* as Moas qae
W-V.1B, que maMMD retirar M aos atea
]0^Xr^ f,WTms, dia ,17, dojontrario jugar 40 ra. aartas pela
en-
iq 13 : r)c:
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I II I-I-
^MMflHIMM


t.
tarto de fimatict Terca letra i de ftetembro *e 1867.
I.
*^~
ttbl
(Mares1 Ecfer
# 4isdiis dedriew Mimettets
Dcpoefi acreditad*
Loja da agota branca ra do Queimado n 8
Apreg'wad>)M^ro|^^^ffiftia^^
efflcacia tem-m tente estendiie, e n
felizes resonados a tal altura elntb'ar
boje rara a"|wssoi' qti por experiencia
propria, ou por intermedi de sus amigos
e prenles, ifnore ou desconbe ;a as virtu-
des desses* sempre apreciareis eolares
gulabrancporfim^a gloria de ceor-
rer para un t5o jajto tita, se nao por u-
tro modo ao menos por ter sempre, e cons-
tantemente mu completo sortimento0 desses
collares magnticos, que' bem se podem cha-
marsalva vidas das enancas.
Resta anda qae os senbores pais de fa-
'> '
-------
......
GRANDE SORWMENTO
~n
FAZEVIIIS BARATAS


chinas, americanas para descarrocar
mina se facam "convencer Me que convena Alm do grande sortimento _
nao esperar que as enancas sejam ataadl lgoto,^ 10, l, 14,16, 8,40, 28, 23, 30, 35, 40 e 50, neste estabelecimento se

contrna a receber por; todos os Vapores
francezes a quantidaV que na contratado e
por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
daderos corlires- Royer eletrcos magn-
ticos.
mesmas.
Carros de mo para aterro.
Cylindro para padarias.
Debtilbadbre'par* mimo.
Arados m'ericanas.
.KOI'
I.

Bolas de
para
loja
para
da
Dorracha
quedos.
Vendara se na roa do Queimado
branca o. 8.
Carretela de reros
Htnaa.
Vendem-se na roa do Queimado loja
branca n. 8.
Papel paquete.
Vende se na ra do Queimado !oJa
ranea n. 8.
A Aguia Branca ra do Queimado n. 8,1
recebeu de novo os seguintes objectos e'
est vendendo-as por precos rasoaveis.
Modernas fJvellas.
Modernas Ovellas de madreperola, lavra-
das e lisas, guarnecidas com enfeites de.
prata dourada, vendem-se na loja d'Aguia
Branca ra do Queiiado n. 8.
Leqies
lodos de sndalo, outros lodos de sndalo
com bonitos desenbos qoe representara qoa-
tro vista, outros de sndalo e seda, outros
de faia tambera com desenhos que formam
quatro vistas; vendem-e na luja d'Agflia
Branca, ra do Queimado n. 8.
Luv's finas
de camursa, brancas e amarellas: vendem-
se na loja da guia Branca ra do Quei-
mado n. 8.
Latas com baba fina
vendem-se na loja da Aguia Branca, ra
do Queimado n 8.
Chapelnas modernas,
enfeites de flores, capellas finas para noivas,
ditas brancas e cor de rosa para meninas,
calxos e ramos de flores finas e botoes de
rosa de diversos lamanhos
ca ra do Queimado n. 8.
Meias finas para meninos.
A Aguia Branca ra do Queimado n. 8,
recebeu meias mui finas para meninos, e
est vendendo as de cores a 5J0O duzia,
brancas a 5$500 e cruas a 6|?000.
Trngas de vidrilhos, brancas e pretas, lar-
gas e estrellas.
A Aguia Branca a ra do Queimado o. 8,
recebeu novo sortimento das trancas cima
ditas, e como sempre vende-as por precos
commodos.
Fitas novas
para eartas de hachareis e "irroaadade do
Bom Conselho.
A Agoia-Branc?, a iax doQueimado n.8,receben \
novas rilas achamalotadas para arabos os lados,
mm encorpada e toda de seda, com viva o agrada*
vel cr, e cerno sempre, vende por prego muilo
rasoavel.
(Mares Royer magnticos
Uedalhas e pnlsriras magnticas.
A Aguia Branca receben nova remessa dos pro-
veltosos collares Royer magnticos, ja sommamen-
le conbecldos para preservar as coavulsSes e faci-
litar a deotieio das criancas.
Com esses ntels collares elctricos magnticos
tambem nao pequeas quantidades de medalhas
e pnlseiras elctrica* magntica enja ntilidade'
tem sido aoroveitada por qoem soffre do nervoso
bypocondlco, tremores as mios etc.
Assim como os collares Royer estao gerahnente
conbectdos e acreditados peWs efBcares effeitos e
bons resaltados qae tem colhido as peseoas qoe
delles tem asado ; assim tambem chegaram' a ga-
nbar tJo alta reputadlo essas apreciavels medaihas
e pnlseiras magnticas, ama vez qne :o uso dells
fr se estendndo a todos'qne dallas necessitaffl- A
Agola Branca eontaa a receber por todos os va-
pores Iraneezes urna determinada quntidade des-
ses sempre precisos e estimados collares Royer
magnticos e por Isso fique na lembranca de todos
qae os acbario constantemente em dita loja da
Agola Branca, roa do Queimado n. 8.
Bonitas boneeas
com rosto de cera, olhosfixs moVedioos,
A agnia branca i roa do ganando' n. 8, rece-
ben um novo Mrlimeoio de bellas nonecas com
rosto de cera, olhos flxos e movedieos e como
sempre vende-as por procos commodos, regulando
estes em relacoaos aiffereotes tamanbot de qne
se comeo o sortimento.
El<*ir dentfrico e dontalgice.
A aguia branca a roa do Queimado n. 8, rece-
ben de novo esse apreciavel elixir cajo aso ne-
cessari para conservado das ge'nglvas e acabar
o mo balito proveniente de denles armiados,
cada irasco casta 25.
Este tudo remediado em qnanto a lo-
ras de peluca.
Porque a agola bracea por Intermedio de om
negociante de njssa praca mandn contratar com
om bom e acreditado fabricante de ditas, para
este Ibe fazer remessas directamente por todos os
vapores, sendo a primeira a qne agora acaba de
etiegar. O fabricante promette manda-las sempre
4a melhor pellica e na verdade as qne vieram
desea vet confirman) o sen dlzer, e pelos difieren-
tes enfeites qoe ellis trazem da' elle mais a conbe-
eer o aparado gusto e pertelcSo de sua obra. Res-
ta pois que os bons e constantes fregaetes eontl-
noem-a favorecer. agola branea em qnanto etta
tai se-livrando dos mos qne com stra fiados a
iam depenando.
brla- (arrinhos proprios para armzens.
Moinbos para refinado.
da agaia dem para mlho.
Escadas de madeira americanas.
-

do mal", e por isso necessari oa con ve- eneeatra ais o seguinte:
niente qae com antecedencia se deito na" ^^e de espermaceto propriapim'machH Caixas com vidro sonidos
crianc nm desses collares para assim star/ as- .
ella preservada das convaleces e se contar Vapores de forca de 3 a 4 cavallos,
livre dos rigores da deotlcSo. i Serras avulsas para machinas.
A aguia branca a ri do Queimado n. 8 Mancaos o lodos > os mais perteflcee para* a*
desdas as'quafid^es.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Perros para 'wgnwmar' a tapOr.
Vassoutas americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de vergoinba.
Guarda comidas.
Peneiras d'arame para padarias e refinaces1
Correntes para almanjarra.
Maebadose facees americanos.^
Barricas com milho' tranco americano.
Vendem-se fiuissim cambraias Vance- N0 baratissimo preco de 6.4! e 8^f Da loja
zas comh'stras miuda e graudas e cornil''rmazem do Paylo ra da Impertriz n.
lindoa desenhos de flo'es e palmas, sendo "- De Gama & Slva*
Raa d Impertriz i. 6h
* SILVA.
Os propietarios deate grande eataheleeimento aeabam de receber da Europa om
granoe sortimento das melbores fezendas (e a, lmho, algodSo e seda, as quaes vendem
por precos baratis?imos, afim de apQrarem dinheiro, dando de todas ellas amostras,
dcixando Bear um penhor ou mandam-na8.levar iem casa das Exmas. familias pelos seos
caueiros, assim como as pessoas que negociam em pequea escala, neste estabelecimen-
to comprarao pelos mesmos presos qfle seeoffipram as casas inglezas, ganhando-se
apenas o descont.

As 10 mil varas de cambraias
Covado 30 rs.-vara 500 rs.

_
Vestidos ae tantaz'ia a 6 e 8*.
Vendem-se bonitos cortes do vestidos de
fantazia eom lindas barras e enfeites de seda
todas coto as cores mais modernas e mais
lindas qne temvindo ao mercado, pelo ba-
rato prego de 30t) rs. o covado ou a 500
vara, grande pecbincba aitendendo a
grande porclo que tem, seno seria para
muito mais dinbeiro : isto na loja e* armazem
do Pavso; rba d Mpertriz n. O de Gama
Silva.
Chafes baratos
Z&, 30500, 60 e 70000.
Veadem-se chales de merino estampados
a 20, ditos lisos a 30500, ditos estampados
finos a 50500, 60, 60500, ditos crepon
com listras de seda a 70500 e 80000,
pecbincba : na loja e armazem do Pavao
ru da Impertriz n. 60 de flama e Silva.
Para cama de miivas.
Vende o Pav2o.
Bicos cortinados bordados
Armazem de fzendas finas para grandes toiletts e Uso
ordinario para' todas as classes.
1 i

ra do Crespo n, 9 \. esquina da do Imperador
DE
:

II


M
Pannos de lmho.
Vende-se superior panno de llnho puro
lences e ceroulas a 640, 7C0 800
res, vara na loja e armazem do Pav3o ra
da Impertriz n. 60. De Gama & Silva.'
Bramante de linho a 20 20400, 20800 reis
a tara.
Vede-se superior bramante de linho
com 10 palmos de largura proprios para
lences, pelo barato preco de 20, 20400 e
20890 reis a vara, na loja e armazem do
Pav3o ra da Impertriz n. 60. De Gama
& Silva.
AlgodSosinho enfestado a 10 10290 reis a
vara.
Vendem-se superior algodosinho ameri-
cano enfestado que a largura delle d a lar-
gura do IeDcol, sendo liso a vara a 10 e sen-
do trancado a 10280 na loja e armazem do
!0* e 25#o'par- assim como os memosempav0 ruada Jmperatriz n. 60. De Gama 4
ter ven-, para jacelias; ditos adamascados a 104 ; Silva.
12; bonitas pegas de cassas adamascadas para o
mesmo effelto; bonitos damascos de laa de orna
e doa largaras, proprios para coletas, assim 00-
mo bonitas eolebas de crocit : logu Isto se vende
Stin a 320 rs. o covado
"Tflnd-se un Bon'l srllfeento de sedas de listas
qne.seopre se veoderaro por roaito mais dinheiro
e Rqoldam-se pelo baratlssimo pre^o de 3!* rs o
covado, so n*ra acabv ; loja .earmaaan do Pa-
tio, roa da Imoeralrix o,. 60. de Gama & Silva.
letalkes
Teoa-se oma porcib.de retlbs de chitas e ca-
-as pretas, per preco barato, ns loja e armazem do
yvfe; rna da fmperarrtt n. 60, de Gama & Silva.
Fedegoso deFernamnuco.
. 4 Planta conbecida enire nos sob a depemioa-
do sul dtsie imperio pela de trista de gallo, o
ttandium utiUtstmum en ttaridhivi elonoalum de
Schnm, e o ttelwtroj)tum carastadtum ae Mari.,
perrenre familia das noraginea.
O fedegoso considerado, na (teraputica per-
nambucaoa, como nina das plaas mais rec. m-
mendaTeis por snas virindes cnraiivas, e appli-
1 cado interna e externamente, cqmo calmante do
i sy^tema nervoso, n naralvsia, aslhpia, tesso cuu-
I vula on ccquelucb, e toases recentes e amigas,
suffocacoes, calbarros pulmonares, etc., e em geral
I contra todos os soffrimentos das vas respira-
1 toriasj sendo nm xcelleote unitivo para aquel-
los qne padecem de pblisica palmonar. Saa effi-
caeia contra ttano en espasmo incontesta-
vel, e niogoem ba qae o deicenheg*. Nao ig.
(norando nos o qne acabamos de dizer, e es-
Toreando nos por ser mil hnmanjdada, soffre-
dora,_ preparamos o que abane indicamos, pon-
do a ifposlgao dos dlstinctos mdicos e dos
doentes desta e das ontras provincias deste impe-
rio DQssas preparagoes, ooe sao :
PlLtLAS, TlMUBX, XAROPE E V1NHO
DE FEDEGOSO.
Un le o deposito
Pbarmacia de J. A. Pinto, rna larga do
_____________Rotario n. t* -,
P0T4SSA U RUSSI4
A 200 rs. a libra,
de muito superior qnahdtde : vende-se no esrrip-
torio de Olivelra, Filbos & C, largo do Corpo San-
to 0^19.______- .______
Vende-se om preto possante e mojo : na rn
rna do Rangel n. 9, oa troca-s por nm qne seja
eozlnheiro.
r 1 ;p......!] .11
Eecravos fgidos
1W^
Ponhos e galiabas a 40000 o par,
s o Pavao.
Vende-se cm grande "sortimento dos mais
mais barato do que em aulra qalquer parte, na bonitos e modernos punbos Com golinbas,
& siivaP*V' tai to Imt,eralriI D* ^ dfrGaiD sendo de esgoiaodb linho bordados a 10000
Or Vendem-se bonitos cortes de organdy _
Pendo com listras todas brancas ou com lis-, P^'^3 na loJa e amanan do
tras de cftres tendo oito varas, cada' curto,
pelo barato pre^o de 40,,.,pecbincba: na'
loja e armazem do Pavao ra da tporatriz
o par, ricos manguitos com gollinbas de
cambraia tapada e transparente a 20000 o
n. 60 de Giimae Silva.
Atoalnados para meza a 20000, 20500 e
30000.
Vende-se superior atoalbado de lioho
Pavao^ rna da Impertriz n 60 de Gama &
Srtva.
Galcinhas pera meninas a 640 e
800 ris.
Vende-se calcinbas bordadas para meninas
que andam na escola pelos baratos precos
de 640 e 800 rs., mangnitos para as mes-
mas e para senboras pelos mesmos precos,
Custodio /os Alves Guimaraes.
O proprietario deste importante estabelecimento avisa ao respeitavel pufelico
e aos seus amigos e frguezes que acaba de receber pelo vapor francez Guienne, di1
na Agua Bran-: tersos artigos d moda, os quaes sao de completa novidade para este mercado, e apro-
ximando-se o dia da commemora?3o do anniversario do Hospital Portuguez, por isso
apressa-se em vir avisa-los" do que ha de mais moderno em seu estabelecimento, como
sejam:
Riquissimas chapelinas com coque. Luvas de Jouvin pret, branca e de cores.
Ditas semelle. I Lindos cortes de la com barra.
Lindas chapelinas de palha da Italia. (Re-| Riquiss'rmos cortes de.transparent dese-
commeada-se muilo estas chapelinas por se-ida para vestido de senhoraslambm novi-
adamascado alvo com 8 palmos de largura a .
'30 avara; dito adamascado pardo a 20500 \* jM0 Pav3 rua ^ Impertriz n. 60,
rs.; dito-alvo de algodo a 20000 rs.; dito c
rem inteii ament novidade).
Riquissimos cintos de seda, com matamos
i chineza, ultima moda. Riquissimas fivellas para Cintos
Lindas saias de 15 com bordados, propria
para as excellentssimas senhoras trazerem
por cima do baiao, ultima moda em Paris.
Lindos cortes de seda para vestidos.
Moireantique branco, azul e preto, fazen-
da inteiramente nova.
Grosd^aples de todas as cores.
Ditos pretos.
Leques de madreperoIaJ ,
Ditos todos de sndalos.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, inteiramente novidade e ulti-
ma moda.
Chapeos de-sol para senhora.
Ligas de seda p?ra senhora.
Ditas para meninas.
Espartilbos para senhora.
Riqoissimos enfeites para senhoras, intei-
ramente novidade.
Bales para senhoras e meninas.
Touqninhas ricamente enfeitadas.
Coeiros bordados.
Toaihas de labyrintho multo ricas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos, lencos de dito.
Rendas.lncos da trra e grades para lencos.
Um rico lencol de labyrintos.
Riquissimas basquines de seda preta, bor-
dadas eom gosto.
dade.
Lindos cortes de 15 com listas de seda.


Fil de seda e de linho.
Riquissimas camisinhas para senhora.
Riquissimas saias bordadas.
Punhos e gollinhas para senbora.
Riquissimcs manteletes de cores, inteira-
mente novidade.
Peitos de linho bordados com gosto pro-
prios para camisas de nvos.
Collarinhos de linho lisos e bordados para
homens.
, Lindos veos e mantas de blonds.
Riquissimas vestimentas para' baptisados
contendo chapeosinho, sapatinho, meiasinha
e camisioha com lindos bordados.
Riquissimos chales de topquim.
Grvalas de seda branca para noiva.
Ditas de cambr.ia de linho com bordados
as pontas, novidade.
Chapeos de sol de seda com casto de
marBm.
Ditos de outras qualidades.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Chapeos de seda preta para homem.
Ditos de pbantasia para hmem.
Casemira preta movto fina.
Ditas de cores inteiramente novidades.
Cambraias, las, chitas, mdrJolQes o ou-
tros mu i tos objectos.
O dono deste portantissimo estabelecimento contina nolouvavel proposito de
querer vender multo e ganhat pouco, sojeitando-se a tirar em suas mercadorias um lucro
irasoavl, para assim poder melhor agradar aos seus numerosos frguezes.
Esto siabeleeMBento acaba de receber liadas
canelinas para senhora, ricas alxnhas para coi
tora*, ditas para joias, peales aoursdos para cuc,
flveas muito ricas, assim como cintos e pnlseiras
da ultima moda de Paris, eatremeios e babadinbos.
bonitos toacadores donrados e de Jacaranda, eape-
Ifeoe eseosaetes de diversos tamanbos e rices cai-
vetes para senbora, voltas pera pescoco, gravli
nnas, bico de seda, ditode algodao, labynntbo, e
muitos ootros objectos de apurado gosto, qne se
torna eafadwe mencionar, todo por precos omi-
to commodos cs^fo da tenerau-it a. 70, na loja
da Lealdade.
- Vende se tim'mnlaHnbT'de Wade de l'an-
nos,ilindarflgiiri:boeopeiro, habituado ao servico
picio defronte da casa em que foi o gy ronaslo na
penltima casa jomo ao eanal; o preteodents
podem ir vello das mi i< nove boras da manbaa,
jo das tres as sais da urde.
A' LOJA DE FZENDAS DE AUGUSTO PORTO 4 C*
11Rua do Queimado11
Augusto Porto A C. acaUm de receber da Europa superiores cortes de seda de cores para
bailes e casamentes.
Ricos corles de bload cam manta e capella para noivas.
Cortinadas bordados para camas de noivas e janellas de 1$ a 80 cada um.
Colias de seda e outras de lia e seda o qae ha de melbdr para camas de noivas.
. f-Toalhiobas de croch para cadftiras e sofs, espartilbos a saltana para seutoras, camisinhas
com mangados bordados e lindos enebovaes para baptisados, e baldes de musselina e de arcos para
senboras e meninas. .,.,., .
Lavas de pellica para homem e senhoras e superiores chapeos de sol de todas as qualidades.
Laa para vestidos baratlsslma bonitos padrSes o covado a 280.
Tapetes grandes para sof, ditos para ptano, ditos para cama e pequeos para portas e janellas.
Moir branco e preto superior para vestidos: de lindos desedbos, grosdenaple de todas as cores
seda de quadrinhos, cambraias brancas de muitas qualidades, ditas de cores e liodas percales.
Basquines de seda preta ultima moda, chales e rotondas de guipare, vende-se barato.
Camisas para homens franceas e Inglezas de ltoho e de algedio finas e s"roalas de linho su-
periores. ; ...
- Capas de borracha, sobretodos e perneiras as melbores e mafs elegantes.
Malas grandes para viagens, ditas pequeas e saceos de tapete e couro.
Bramante brancode 4 largaras a 2J500 a vara, pannos pretes e ame, casemlras pretas e de
cores todo bom e barato.
Neste esUbelecimento ba sempre nm completo sortimento de boae-latendas tanto para a praca
como para o centro da provincia e superiores objectos proprios para eaeaaaentos como sejam capailas,
mantas, vestidos de blonde e de moir branco, cortinados, colcha, vendendose todo mais barato e
tmbeos as melbores
Epeiras e aleatias para forrar salas.
trancado alvo, sem ser adamascado a I1600;
guardaoapos econmicos pardos a 3$ a du-
zia ; ditos alvos a 30500 e 45000: isto na
loja e armazem do Pavao rua da Impertriz
n. 60 de Gama & Silva.
Casaquinhos de fil.
Vende-se os mais modernos casaqninhos
ou basquinas de fil preto. pelo barato pre-
co de 16$, chales e retondas de renda preta
na loja e armazem do Pavo rua da Impe-
rtriz n. 60. De Gama & Silva.
Cambraias largas com 8 Palmos de largura a
1.J e 1230.
Vende-se cambraias largas da Escoda ten-
do 8 palmos de largura que faheita fazer-se
om vestido apenas com 4 varas, pelo bara-
to preco de l# e 280 reis a vara pechin-
(ha :ia loja e armazem do Pavo rua dalm-
peratiz n. 60. De G ma Silva.
Cambraias escorzas tapadas e transparentes.
Vende-se um magnifico sortimento de fi-
nissimas cambraias brancas para vestidos
teodo mais de vara de largura pelos precos
de 100, W, W,
Silva.
Baloesde canda,
Vendem se as raa^fcodernas crinolinas oa ba-
les proprios para fsstidos de cauda, sendo os
melbores e mais modernos qne tem viudo ao mer-
cado e por precos muito razoaveis : na loja e ar
mazem do Pavao rna da Impertriz n. 60, de Ga-
ma iS Silva.
jLas transparentes.
Chegaram as mais modernas barejes oa lasi-
nbas 'transparentes com bonitas listas de seda,
vendem-se na loja e armazem do Pavo rna da
Impertriz n. 60, de Gama & Silva.
Casaqninhos para senhora
Chegaram os mais modernos casaquinhos on jar
qnetas pretas ricamente enfeitadas sendo com cin-
tura e sem ella, pelos precos mais mdicos qne em
nutra qualqner parle : se vendem na loja e arma
zem do Pavo rua da Impertriz n. 60, de Gama
& Silva.
Baldes a *< 0*eo e 30.
' 'Vende se nm graude sortimento de crinolinas
ou bal&es de arcos para senhora pelos barato?
prejos de 3$, 5JJ500 e 35 por haver grande por-
gao : na loja e armazem do Pavo roa da Imper-
triz n. 60, de Gama & Silva.
Hadapelo e algodSo
Vendem-se superiores pegas de madapolo ten-
do 24 Jardas cada urna pelos baratos pregos de
65, 65500, 75 e 85, ditas irancezes fazenda mnito
superier em pegas on a retalho, algodao mnitqen-
. Fogio do engenbo Santa F fregu? de Agua
Preta no dia SU de agosto proiime p?'T^n o s-
cravu de neme Joaqoim, de idade 20 a .o
mais oa menos,-pertencente ao abaixo signado,
com os sigues segamies : cabra, ral -,! cara-
binbos, bailo, corpo regqlar, nariz afilad), percas
nm pouco volteadas para dentro, esta' descorado,
ebegoo do engenbo Pimeota freguezfa de Santo
Anto no dia 2 de setembro corrente, .- 'abi ior-
non a fugir no dia 6 do mesmo, snppSe-se qne pa-
ra o Recite onde elle tem mi, talvez am o fin de
a-sentar praca como f rro : por isso pede se a? ;.u-
tboridades, policiaes ou capitaes de campo que o
prendam e levem ao senhor no epgenhc aclaa di-
to oa nesta praga a rua da Praia n. 55, qu? sera'
gratificado. j__________________
Annuneio.
Contina fngide desde o da 2 de abril o mulato
Joo, de idade de 40 annos,, pouco mais on me
nos, com os signaes seguintes : cor alaranjada,.
cabellos carapinbos, estatnra regular, reforgado do
corpo, pernas grnssat, Irabalba de mestre de asa-
car, mestre de pedreiro, sapateiro, multo fn-
msnte de eacbimho, sahio com destino a Seri-
obem. O abaixo assignade roga a's autoridades
policiaes e capiles de campo qoe maodem pren-
der dito mulato e lvalo a seo senbor no engenbo
Japaratoba, que sera' bem recompensado e por-
tador.
Japaratnba, 28 de julbo de 1867.
_ Joo Jo> Bnarqne.
assim como om grande
sortimento de ditas mais abaixo de 4#, S, eorpdo pe^a7wmYo]a7das a 55500765 e 65400,
6$, 7 e 8#, garantindo-se aos comprado- dito maito fino que serve at para camisas a 85 :
res que neste genero nao poder5o comprar J N % *rt*em o Pavo roa da mperatru n.
melhor e;n outra uualquer parte e s' na lo-160'de \^1 &. j lvj r) ~n
ja do PavJo rua da Impertriz n. 60. De iXOViaaQe (10 ravaO.
G ma & Silva. Alpacas, a 1280
Damascos para colchas a 5)5, 2)5500 e 800 rs. j Chegaram as mais brilbaotes alpacas de
Vende-se o mais saperior damasco com seda para vestido, sendo neste genero o mais
8 palmos de largura proprio para colchas bonito que tem Tindo ao mercado tanto em
com os desenhos mais bonitos que tem vita- novidada de dezenhos como em flores, pois
do ao mercado com urna s cor e de duas urna nova fazenda que se confunde perfei
cores pelo barato preco de 5)5 o covado, di-
to com 6 palmos de largura a 20500, ditos
de urna s largura a 800 reis, na loja d Pa-
vao rua da Impertriz n. 60. De Gama &
Silva.
Cassas de urna s cor a 300 rs.
o covado.
Vende-se bonitas cassas de urna cor s.
rendo cor de rosa e asul, verde e cor de canoa, pelo barato preco de
gOO rs. 6 ovado: a. loja e armazem do;
Pavlo rua da Imperatrit o. 60 d Gama i
Silva.
Os casaqninhos do fno
a 18, 20,5, 25,56 30,5.
Chegaram os mais modernos casaquinhos
ou jaquotas de grs preto, ricamente enfei-
tadas, sendo uns com cintura e outros sol-
tos con'orme se usa ltimamente e vendem-se
pelos" baratos precos de 184, 204, 25* e
300, na loja e armazem do Pavo, toa d
Impertriz n. 60. De Gama & Silva.
Sedas largas
A 25 o covado
S na lija 4 pavao.
Vendem-se modernissimas sedas com largura
de chita francesa, sendo eom padroes modernos,
tendo entre ellas cores proprias para uem est de
Into : vende-se pelo barato prego de 25 o covado ;
grande pechineha ; na loja e armazem do Pavo,.
rua da Impertriz n. 60, de Gama & Silva.
Garles areos
ASOOrs.
Vende-se bonitos corte* de eambraia branea com
bonitas barras bordadas e tendo tambem algons
com bonitas barras de cores ; vende se pelo bara-
to preco de 55, na loja e armazem do Pavo, raa
da Impertriz n. 60, de Gama & Silva.
Alpacas de cores
ASOOrs.
Chegaram as mais bonitas alpacas de cores para
vestidos com. desenhos mlndos e grneos, leudo
11-Rna doQnelmado-ll
, -___'.ir -
---.
------

-........"
.....
na
Novo e-groad*' depositod& superior carvo
Bftta.
Antonio Gom* dos Santos & C., roa Santa Barbara n. I, estio MAttalsM aoborir dt
garri em condlcSes mais favoravets qne em otffij qwlqaer deposito, a todo os savioi a vapor qu
fiCtem Bioaelle porta A COBtriMr DesH nm Domingos Alves MatheosJ
largara de chita franceta, vender pelo barato
prcS de'800 rs. cattsi vado t grande-pesliln-
cha : na toja e armazem do Pavo,' roa da,Impe-
rtriz n. 60, de Gama & Silva.
Bramante a 2|.
Vande.se saperior bramante de linho aWo com
id palmos de largura, pelo barato.preco de 25 a
vara na loja e armazem do Pavo, roa da Impe-
rtriai60, de Gama & Silva.
Algalia a variado
Vende-se pecas de algodio largo mnito escoraa-
do, pele barato preco de 85600 a peca : na loja e
armazem do rV> roa dalmperalrii n. 60, de Ga-
ma 6 Silva.
tamente com seda tendo entre ellas algumas
todas brancas com os mais lindos lavrado*
o vendem-se a 1280 reis, o covado, na loja
o armazem do Pavao, roa da Impertriz n.
60. De Gama 4 Silva.
As alpacas do Pavo
para vestidos a 1$.
Chegon um grande sortimento das mais
bonitas alpacas lavradas, de cores que se
fendem a 1,5 o covado, ditas a 800. reis,
ditas las. de. todas as wre^a 60 reis, que
se vendem na loja e armazem do ravao, rua
da Impertriz n. eO. De Gama &. Silva,
vestidos braocea
a 44, s o Pavo.
Vendem-se bonitos corles de vestidos de
eambraia branca com bonitas barras tendo
entre elles tambem com barra, de cor e ven-
dem-se pelo barato preco de 4> cada um,
na loja e armazem do Pavo. rua da Impe-
rtriz n. 60. De Gama & Silva.
Cirande novidade
Vestidos a 64
ae aa leja da Parae.
Se vendemos mais ricos cortes de organ-
dy branco com elegantes listas largas, pre
tas leudo 10 varas cada cr^ com os com-
peten tes enfeitos para.o coflpo sendo, peste
genero o que tem viodo do mais novo ao
mercado, pejo barato preco de 64, so na
loja e armaem do Pavjo, roa da Impertriz
n. 60. De Gama Silva.
Chales a Beooiton a 54000 E 6^000
na loja do Pavao*
Chegaram os mais (podernos chales i Be-
noiton, sendo de urna s cor com bonitas
franjas de pelucia, e tendo entro elles aa
cores mais modernas queteem viodo a-esto
mercado e vendem-se pelo barato preco de
54 e 6)5060, ditos a Isabella qu supprem
mui'o bem os caxins e vendenvse pelo
barato preco de 7i5000 rs. garaatindo-se
qoe n'este gebero o jucha de mafs novo
no mercado e muito decentes pira qalquer
senbora mar: venda-sena loja earmaiem
do Pavio, roe dalmperatrif n. 60, do Gama
& Silva.
CARNAUBA.
Vende-se coca de carnauba em ceas
sendo-de superior qualidade na loja do P*
vio, roa da Impertriz n. ~
SUva.
RomSo, cabra, estatura regular, cabera
grande, cabello carapinho, roto oval com
marcas de espionas, macaes salientes, tendo
sobre a direita urna marca de talbo. t.-lbos
pequeos avermelbados, bocea regular, bons
denles, principio de buco, corpo reforca-
do, mSos e ps pequeos; copeiro, cosi-
nbeiro, e aodava no carro : quem o appre-
hender receber a gratificaclo cima, (evan-
do a casa da viuva Lniz Gomes Ferreira ou
ao abaixo assignado.
Luiz de Moraes Gomes Ferreira.
Ai lenca*
fco^ooo.
Contina andar fgido do poder do abaixo as
signado, desde o dia 12 de margo do. enrrt-nte anno
o sen escravo pardo claro, de nome Cyriaco, com
09 signaes segnintes : representa ter de idsd 40
annos, rosto redondo, e nm tanto envergado, olbos
empapujados e fondos, bocea grande, belfos gros-
sos, barba fechada e roiva, ps e maos erossos e
carnudos, peitos vermeibos e cabelludos, cabellos
crespos e avermelbados, costoma andar armMo d?
faco e nma bayoneta n'nm pao, go:ta de tomar
cachaca, e quaudo flea bebado da para poeta e re-
grista : rog -se, portanto, as antoridades policiaes
e capilies de campo a apprebenrao do mesmo, e
Java-lo i sen senbor o abaixo assignado, no en
gnbo Pedregnlbo, em Nazarelb. que sera' recom
pensado com a gratificaclo cima.
Jos Ignacio Ferreira Torres.
Atten$
Fugi no dia 3 do corrente da engenbo Rail
fregnezi da Escada, o escravo Bernardo, idade 18
aiinos, crionlo, com os signaes segnintes : alto,
seco, citellos arap*nho., rosto redondo, feieSe
regulares, ponca barba, cor preta, tem urna cica-
triz em nm dos calcaobarei que se torna visivel
pre.-ume-se estar em Bengalas fregnezi de Li-
m jeiro oa nesta praga : quera o apprebender po-
dera leva lo a rna das Cruz- s n. 11 on no engenho
cima Indicado qae sera' generosamente recom-
pensado. ______________________
de Gama *
contina fgida desde o dia 12 de agosto do cor
rente anao a escrava crlonla de nome Florencia,
de idade de 45 annos, pouco mais on menos, ante
irregnlarmeote em conseqoencia de nm p ?llf8,
do, tem nm dedo de nma das maos deteitnoso prfr
causa de om panaricio, falla mnito e inlilua-se de
forra ;_ tem sido vista pelas lmmedia;(}es da ribei-
ra de Jos ; jnlga-se estar logada em alguna
casa com tita o de forra : qnem a pegar leve ae
abaixo assignado, em seo sitio na Torre, qae sera'
gratificado.
____________Joaqoim Frapefoco Franco.
AVISO
lOOjiOOO de grtfficaco.
Contina a estar fgido o es
Gravo Simio.
Rpga-se a todas as autoridades e aplies de
campo, tent dsto provincia corno da das Aiagoas
a apprebensio do dito escravo, qoe rapo d "
de sen senbor uo dia de jolbo do correow annu,
com os signaos segninUiS :.de nafi. ^fflbi2
idade d>40 annos, peaco ats J"008;
s^ moSd~^provincl. das Alagoas, par se.
KuVjelo. morador ne termo de Barreiros.
Sonata-nos qne este ercravo J* foi visto em Serl
ntrtem, aonde elle iniretm relaedes de conbeei-
mento. GratiQca-se com a qoantia cima a qoal
mer pessoa qae e estregar no Recite, roa Direita
numero 30.
I

V


.

ILEGVEL



8
Diarlo de Persaarimeo Terca felra 19 de desabro de 1867.
GERAL
CAIMA DOS SEMORES DENTADOS.
SK8SAO BM 16 DB ASOSTOflE 1867.
MBSIDBNCIA DO SB. H&VBUA 1090 i
(Coat papa.$>.)
Ainda podar' o .governo...encontrar repteos
Dar lodos estes encargo ? Quaes gao os meios, as
operagSes de rdito a que o governo pretend re-
e.errer para encontrar esses- fundes* As foaMs
<;r do paiz podiara-produzr alruc capujes estao
exhsostas; as apo I ices, 3 i oda enjilliras a pfVgo
vil, bija pouco podem prodnrir ; b banco do the-
'.ouro ja' aitrahio tudos os opilis disponive
jae se tiobam (astado das transaeghs commer-
cues; pelo meto dos bilhetes do tbesouro fra
de duvlda qne o governo nao podara' aleaogar
mais dinbeiro ; om eroprestmo estrangeiro, o go-
verno Dio pansa, neto deve pensar nissd; e quan-
to mais gastarmos, menos se tornara' possivel essa
operagio; e qoal o meio qae resta T
l*M& Vor : Os imposto*.
O Su. Cahdido IYrres Filho : Os impostos
servem para cobrir o dficit ordinario, mas para
estas desperas extraordinarias qoal o nielo qae
resta ? Sem davlda o engenhoso invento, (cando
e inexgotavel expedient do papel-moeda. fe. esse
? meio, sao essas as operag&ss de crdito tao pre-
conisadas? Se assim preciso qoe o governo
stjj franco, dganos ja' para qne no preparemos
a emigrar; essa medida equivale a de decrotar a
nossa rolna completa.
Parece mesmo, Sr. presidente, que o governo
aj pansa em ootra cousa ) esse expediente sem
duvida o mals simple?, o mais expedito, aquelle
que occorre aos govornos que nao tm nem podem
ler um piano floancelro. O governo faz-nos votar
tilos os das centenas de milbares de cont?, mas
ende esto essas contoi roaraviihososfle MU e urna
Noitesl Esto as fabricas de papel, mas, como o
papel nao fabricado no put, segue-se qae nem
o menos urna industria nacional a qae favo-
recida por esse piano- bem combinado do governo
actual.
Ma, Sr. presidpote, eu eotendo qoe em cirenm
stancias to melindrosas-, os representantes da na-
sao devem dlser a verdate com toda a franqueza
.o paiz. Bie estado de causas insusteotavel;
as nao podemos proseguir por mais tempo ne w
?uerra ; nao 6 so os recursos de dinbeiro que nos
aliarae/ mesmo o recurso de bracos para empu-
char as armas, sao os soldados que comecam a tal-
tar-nos.
Os presidentas das provincias estio achando-se
fra difficuldades insuperavels, estio fazendo im-
mensos esforgos para mandar gente, e a desp-Uo de
lodas as tropelas a violencias a despello das cagadas
filias pelas autoridades policiaes, nao podem con-
aguir os seos desejo?, sao ja' raros os qoe che-
? un aqol. e entre esses mnitos tm Isenges, e
orna grande parte sao horneas invalido?, ineptos
para o servigo das arma;; desconbecer isso.. ne
gar o que esta* patete, o qoe todos sabem.
Todas as provincias, a' excepgo da Babia, ainda
oo conseguirn) nem conseguirn completar o
ontingente que Ibes foi designado pelo decreto
de margo, muitas provincias mesmo ainda esto
atrasadas no contingente, qae Ibes foi marcado
>elos decretos anteriores.
A mina dos baron?tos e condeceragoes esta' nos
pos paroxumos; seo ministerio qoizer baixar a
L.'.-gio, Dosslvfli .gSe aranje alguos homens,
mas pelo prego da tabella em vigor estao mallo
oros. Ea desejiva qne o oobre ministro me dis-
sasse quaotos soldados tem podido obter com esse
iruposto sobre a vaidade, langado sera o consenti-
.nente do corpo legNativo, e qoaoUs arrecadou o
. ;>u oliii'UI da gabioeie enviado em missio espe-
cial a' Babia.
O Sr: Prksidbnte : Lembro ao nobre depu-
rado que a liora da Ia parte da ordera do dia ja'
pausada..
Sa. Candio'o Turbes Filho : Sim, senhor,
:stenoneluudo, Ha mais de um mez que
, uoncia-se sampre a chegada de noticias decis-
s U'j sal, e mudas decepgOas tamos soffrido ; a
;;ociedade publica tem recraiescido ; todos espe-
rara, o mais prospero resaltado dessa lula, pois
muito confiara nos talentos militares e habis pla-
nos do nosso general em chete. <
Oeus permita que a3 noticias qoe se esperar
atisfagaui esia espectativa f se, porm, era vez
f.stas Dolicias no? vier a commuuicagcr da um
revez oa do adiamanto das operagoes, eno sacho-
es, declaro que eo desfallego, nao sera este mi
;isterio nem outro que \c sajn rbuilo"*supertor ero
capacidade.i|ue nos pollera' saiva(r. ^jhemeota as
oages nao ouiirm como os iadividuasi lias teem
urjj destino providencial; eoto S O Providencri-
i oderemos confiar. (Multo bem ; muito-trem.} jit''
A discusso fica aniada pela hora. : ^ R fiT
SEONOA PARTE DA ORDBM DO DA.
lnlerpetla/pes.
Entram em discuss|o as nterpellagoes aonun-
ciadas pelo Sr. Macedo ao Sr. ministro dos neg-
ios estraogfiros oa esso de.10 do torrente.
O Sr^Presidentb :-Tem a paiavra;o Sr. minis-
irp dos negocios eslrangeiroj. fiii
O Sr. Si k Abuqu'erque (ministro de estrangei-
ros.-Silencioj-.-Sr. presidente, uando n mas
o honrado Sr. prtflieir 8eoretrio desla Jcamara
remenea raa copia das nterpellagoes que o mus-
ir deputado representante pelo municipio neniro
havla annanciado neste recinto, relativas ao arma-
mento da ilha de Martina Garca e au tratado de
limites celebrado eotro o imperio a a Bolivia,
oofesso a V. Esc. que me achei em posigao dif-
tcel. t .
Lulei entre o vivo desejo qae lioha de condes-
render com a vontade do nobre deputado, e o meo
dever de ministro de nao coroprometter, em orna
discosso prematura e inconveniente, grandes m-
teresses do paiz.
Venceu, como era natural; o raeu dever de mi-
nistro, e eu respond a cmara dos Srs. depotados
tobre os assumptos anoanciads.
Poucos dias eorreram, Sr. Presidente, e o no-
are deputado, sempre zeloso no cumprimeoto dos
seas deveres, e attento para os grandes ioteresses
da nagio, annuncloa novas interpellagOes ao mi-
uistro dos negocios estrangeiros.
Ea applaudo sinceramente o patriotismo do hon-
do deputado; m?s sinto ao me^mo tempo qoe S.
Exc. anda desta vez nao fosse completamente fe-
liz na e'colba dos assampios qae conslituem as
suas nterpellagoes, por qoanto o primeiro dess_-s
[pendente de negociac5es diplomticas anda nattoternaelonaes, quasi sempre temos tldofalta de
ultimadas a materia do primeiro pooto das michas' diplmalas de merecimento superior, e V. Exc. ba
ultimas InterpellagSes, isto/.a qaestia Max Vop [de recanliacer qoe 3 cansas de grandes calamida-
I Verseo, tambera sobre isto naA poola rsrfander. 'des pnbltcs teetn Sao tfevidas em grande parte a
Senbores, o mea dever de deputado me obnga a Isto...
respeitar as rtsermaue ohonraintsto. mis 0 S* TavaBE astos hwApolado, perfeita-
do qoe nenbom oituo, esta' na catad aneeiar; mente. *
mas, respailando estas reservas, pedlrei licenga
S. Exc. para Dio prescindir tambem do dlreitoqoe
tenbo de failar nesta mesma qoesto; ocaoo sim-
plesmente naquelies pontos em que S. Bac. decla-
rou de certo modo que nao raavia reservas, palo
fado de publicar o< documentos respectivos no san
relatorio : o que e.-ia' panucad nao pide ser re-
servado, e esta, portaniosuelto ao aosso estado^
as nossas apreciagSes e al nossa censara.
Todava, assegoro a S. Exc. que.na qaesiao-Max
Von Versen nao tocarei na quesie1 de direito, qoe
a nica era que se podera' entender que ba re-f
serva, nem procurarei adevinblr e apreciar a mar-
cha qoe pode ter tldo a neato%eao.
Pego, entretanto, a S. Etc. qoe nio acredite qae
soja impertinencia de minha pane, on desejo de
inoommoda-l, o (acto de ler ea repetido ioterpelr
lacSes ao miolslerio dos negocios esirangeiroe.'
fia orna neeessidade dupla destas nterpellagoes.
Primeramente, a impjrUneia das materias nao
precisa de demonstra^io. Em segando lagar, ea
nao sel o meio que nos resta para apreciar om
pouco a nosa poiuic extera, nio se o mel de
estudarmos om pouco a marcha dos negocios di-
plomticos do Brasil, se nio fizermos este anno,
urna on ootra vez, interpellagSes ao ministro dos
negocios estrangeiros, porque, segundo as disposi-
gdes do nosso regiment interno, 'podamos entrar
ampjamente ns dicusso destes assnmptos, na dis-
cussao do orgamento do miDisierio de estraogeiros,
mas a cmara sab?, qoe sem duvida algoma,ja
esta' decretado que nao baja disenssio regular de
orgamento este anno. (Apoiados da opposigo.)
O liberalismo do ministerio actual ja resolvea
que nao se discatissam os orgamenios este anno,
porque nao discussao de orgamento aqaillo qoe
se decreton qae baja.
Urna Ve?:wo foi isto o que nos prometteu
Sr. presidente do conselho.
O Sr. C. Ottoni : Ja roen a corda.
O sr- Macbdo :Nao teodo, portaoto, nos dis-
cuss&o regular da orgamentcs, nao se nos dando,
pois, occasio de apreciar cada ama das sete re-
particoea ministeriaes, nao sei que tenhamos on-
tro meio de estudar a marcha das cousas diplom-
ticas do paiz seco oflerecendo algumas inter-
pellagSas ao nobre ministro dos negocios estran-
geiros.
Declaro, portante, ao honrado mioistro de es-
trangeiros, qae miabas nterpellagoes nio s se
explicara pela importancia dos assumptos de que
tratara, mas ainda pela neeessidade desse recurso
para dlscutir-se a marcha dos nossos negocios di-
plomticos.
E este esludo, senhore?, que sempre importan-
tfssimo, porque grande.; uleresses, e quasi sem-
pre a honra e o deoro nacional se ligara s qaes-
i5es diplomticas de cada paiz, este anno, anda
por esta razo, se tornava muiio iraporiaote, era
mesmo um recurso de coaspiaco, porque senbo-
res, no rido deserto da nossa poltica interna, em
que o paiz tanto sofre, nio era muilo qoe procu- \
rasseroos e desejassemos encontrar um oasis oode
descaosassemos na parte relativa aos negocios es-
trangeiros ; nao era muilo que, afilelos com a si-
tuagao triste, e dire mesmo sinistra, da poltica
interna, procurassemos urna consolagao no bri-
Ihantismo da poltica exterior, nma consolagao na
digoidade nacional, que deve ser sempre sustenta-
da e maotida na boa direegio dos negocios exter-
nos. (Apoiados.)
E ea fui procurar essa co solagao fazendo o es-
tudo do relatorio do honrado ministro de estran-
geiros, estudo sem prevengSes, en o asseguro a S.
Exc, porque realmente quando se trata ou de
guerra, ou de quesiSas estrangeiras, nao pergunto
nunca qual o partido poltico do ministro, e nem
permuto tambem qoe se me pergnoie qual o mea
panido. Nesias quesi5es sei qae o ministerio deve
ser brasil-iro e o deputado tambem. (Apoiados.)
Em das de assustadera crise poltica em Prao-
ga, dizia o Sr. de L.amartiKno parlamento da-
quello paiz : t ^M'
parlamentares, silencio as paixd>s dos partidos,
soccorro prpmpto e efflciente. ab pan.
E', pois, esse o symbolo qu adopto para todas
;-s quest5es inieroaciuuaes.e para toda? as qnes-
io.' i de guerra no meo paiz. (Muilo bem.)
Com estas ideas v o nobre ministro de estran-
geiros que estudei o seu relatorre absoluta mente
sem prevengSes ; mas pego perdi a S. Exc. para
dizer, e o digo com dOr, nao achei nelle a conso-
lagao qae proeurava.
Li com o maior cuidado esse relatorio ; estou
nersuadido que dau-se este auno caso em que mul-
to opporluoamente o njbre ministro dos negocios
estrangeiros podem ter dado idea ampia de um
plano, da um systema de poltica externa, e eu oo
.vi que traosparecesse de todo o relatorio deS. Exc.
idea algnqa sobre essa ponto importante.
Nao vi i.v-j ; mas vi o que nao quizara ter visto,
vi... mansuelude de mais.... vi fraqaeza.... Se V.
Exc. acbar em al^uma de miabas prposig5es a
mais simples palavra que mesmo de leve o iuag.de,
pego-Iba qae me diga immediaiameole para que
eu a retire. Cooliauo: vi 90 relaiorte de S. Exc.
mansuetude de mals, vi hurnlldade evanglica. Nao
achei o que desejava ; achei o que nio quizara en-
contrar.
Assim, pois, o estado do relatorio de S. Exc. nao
me pode coosolar ; nao me den idea alguraa de
om plaoo de poltica externa, e dea-roe provas de
maasuetude exagerada, de tibieza as que-io^s di
plomaticas de qneS. Exc. teve de oceupar-se e de
tratar; dous dtenos multo graves sio esses, e que
eu todava posso e devo explicar por urna ob-er
vago que real e geralraenie conbecida. O no
mam, Sr. presidente, tem sempre os defeitos cor-
respondentes s suas melbores e grandes quali-
dados.
Ninguem ignora quanlo se faz recommendavel
o nobre ministro pela sua perfeita cortezia, e pela
sua amabilidade (apoiados); nloguam ignora o
quanto S. Exc. e modesto; pois bem ; a bumildade
evanglica de que falle*i foi o resultado da amabi-
iiOi.de demasiada; amabilidade que eu admiro
sempre uo bomem, mas que ea nao quizara qae se
abatesse at o extremo que degenera em fraqaeza
naquelle que no raeu paiz tam a seu cargo a pasta
dos negocios estrangeiros.
Eu vi que as quesi js tratadas pelo nobre mi-
nistro havia ou abandono dos assOmptos, oa fra-
qurza na argumeutagio, ou abatimeoto dianle al
O Sa. Macedo :V. Exc. ba de reconhecer qoe,
se'n iiessemos sempre (en digo mpre porque
reconheco que tem bavido excepgSss), se nos tives-
sernos sempre diplmalas to intailigentes e habis
cerno enrgicos, despgibante miss5es nos Esta-
dos Americanos, ctm qem temos tida relag5es
ffleeis, moitas das^aiRmbaracosas questSes se dej
_ riam reiUvido cor
(poiado ), e o nobre ministro v como os seas col-, leiro, e que jamis creare! dlfflentdades aogorar-
'f,8,es** eonlija/ianjJo o seo pjanp.^ ^, no do mea paiz jia poltica atiui ni-,
istro, porm,
do Amazonas
quaes cor-
hes vio it
M occopa s-
reeolvido rom opiiariunidade a sera vexame, de
e muuos*llos sWIrimeot-Wpublicos baviam de ter
sido poupados ao paiz. (Apoiados).
O honrado debutado pelo 4 districto da provin-
cia do Rio da Janeiro, censurando o nobre miois-
tro dos negocios estrangeiros, procurou demonstrar
qne era patente o lax das nossas legagoes oa Eu-
ropa, e accrescenlou que igualmente bouvera luxo
no augmento do numero das legagoes na America.
Eu acompaaho o raeu nobre collega na prmeira
parle das suas censuras; siolo, porm, nao poder
applaadl-lo, nem segoi-lo na snda parte. Estou
tambem convencido de que haexagerada e desne-
cessaria ostentacio de lagacSes diplomticas na Ka-
ropa. Kecoobego que no vejho mundo precisamos
ler na Inglaterra representante babJ ; menos, po-
rm, um verdadetro diplmala, do que um atilado
flnanceiro. ,
O Sh. Viriao de Mbdbiros :Apoiado ; moito
bem.
O Sa. Macbdo :Na Franca temos ama grande
quesio a tratar; a questio do Oyapock; essa deve
acabar om dia, e ento na Inglaterra como oa
Franga s excepcionalmente nos acharemos envol-
vidos era questes diplomticas. Se V. Exc. qui-
zar, concordara' qoe as iomas relacoes de familia,
e outras consideragoes da mesma ordem, exigem
que tenhamos um diplmala de carcter elevado
em Portugal. Mas fra desses tres estados eu digo
a V. Exc. que em minha opiniao nio precisamos
de tanto luto de diplomacia na Europa.
O Sr Tavarbs Uastos :Nunca bouve tanto, e
nanea se pedio tanto dinbeiro para o corpo diplo-
mtico.
O Sr. Macedo :Qaaes sao os grandes assump-
tos que temos de tratar na Europa ? Para mira sio
os qoe se referem ao commercio, colonisagao e de
emigrago espootaoea; pego ao nobre ministro qoe
reconbega a procedencia deste meo argumento ;
para taes assumptos servem, ulilisam os cnsules.
(Apoiados). E' exactamente de bons cnsules, de
boos agentes consulares de que mais precisamos
na Europa, e os nossos diplmalas mai? adestrados
tem o seu lugar mareado dos Estados-Unidos da
America do Norte, no Prata, no Paraguay, as re-
pblicas do Pacifico, as repblicas americanas
emflm.
Eu aleda agora disse que me persuada que me
proponba a fazer a descoberta de om systema de
poltica externa do nobre mioistro, e aioda cont
com essa boa fortuna qae me ba de deparar a apre-
ciagio de algam acto e de algmas palavras de i.
Exc.; accresceotel mais, ainda ba pouco, que a
falta de maoifestagio sobre tal assamuto no realo-
ro do ministerio de eetraogeiros fftra sem do-
vida de vida a' modestia de s. Exc, qae oio se
quz apresentar como creador, como iniciador de
om systema de poltica externa ; mas S. Exc sabe
qae a modestia se atralcoa ; a violeta tambem se
esconda e o perfume que exhala a fai descubrir.
Ea digo que a-modestia de S. Exc. alraigoou se.
O digno ministro no discurso em que respodeu ao
honrado deputado pelo 2' dlstricto da provjoeia do
Rio de Janeiro, procoraodo, nao di< ei soccorrer-se,
porqoe S. Exc. nao precisa de soccorro algom,mas
procoraodo o cooorso da opiwao do nobre; Sr.
visi onda de S. Vicente, lea alguna periodos de om
discurso deste illu>trado senador, portaoto-,. pa-
rece que S. Exc. deisou acreditar que adoptara a3
ideas do oobre vlseonde sobre a nossa diplomacia
e poltica externa, idea, que par om desvaneci-
raeote, nao esto mutto distantes aquellas que le-
nho a honra de estar apresentando.
O oobre visconde pedia qoe se aogmentasse o
numero da nossas legagoes na America ; aemone-
trava a neeessidade do augmento dessas legagoes
pela conveoieacia de estraitarem os lagos de ami-
zade, levando s repobllcas vlzinb'a a conviego
das nossas Ideas e principios liberaes. Eo estoo
portaoto, persuadido que o oobre ministro entran-
do neslas lulas lem o peosameoto da desenvol>e-tas
e de crear um verdadeiro systema de poltica ex-
terna, que alias oao 1 >le ser desenvolvida seao
na America, e qaasi que exclusivamente oa A.me-
rica ; eis ah, poi, uo cooaeco ds systema da po-
ltica exlerna de S. Exe.
Nae- crea o oobre rilnistro qne por esse exclu-
sivismoe pela menor importancia de quast U)*os
os estados americanos, a nossa poltica e-averna
ffereea broporgoes roesqoinhas a menos digoas do
imperio no Brasil ; nao, ou sera* urna polica
simple?, mas grandiosa, e pdese medir a soa ele-
vagn, a sua graodezi...
-Q 8b. /l&ko de fAS)OS :-Petes sacrificios que
nos tpm cosiado a falla de urna verdadeira poltica
naTmettea.
O Sr. Macedo :Diz muito bem o nobte-deputa-
do em seo aparte, e en acerescaato mals : pde-
se medir a sua graadeza pela grandeza de tras,
nao
OSr PwHEieii-.A nav.gatao desees ros nae
esta toda abarta ao commercio*
O Sr. Macem : J*MaS sta' 4o Mileira
O Sr. Pinhbiro :Na tez, apenas.
O Sr. Macbdo :O honrado
diz em sen relatorio que a abertur
eimwm einot acto
red par eontatla^So
maQrfmpl%McM, e
riaitete em ftalrsa-los.
uizera qoe o honrado ministro tlveaae *oQ(la-
ndlaar-me qhe netos sao esses, e que prov-
las se nio de lomaron se tem tomado-, eu
sei e o relator i to diz de qae nainrza sao
e*su providencias; atrio nnirameota aquellas qu^
no art. 3* do decreto de 7 de dezembro se reterera
a' navegacio de rio* cojas margena pertencem a
outros estada* T Seta' algum tratado de limites o
outras qoestes ioaparUntes de que o notore miois-
tro nao fez meogo nem da idea no sea teUtoro ?
E' possivel. __-
Desejava ter pleno conbecimento da materia, se
o nobre ministro lvesse a bondade de explicar,
porque vem-me a' idea no exame da questio mul-
los assumptos : por exemplo, quera sabe se nao
algama oegociagri coma Fraoga ?... porque o
goveroodo Brasil ocenpouse nm pouco seriamente
com a quesio de extradigSo de escravos e deser-
tores qoe fugiara do Par para a Guianna franceza,
e pens qoe a Fraoga deu pouca importancia s
nessas reclamages.
Ora, a abertura do Amazonas, o concurso ranco
de ramios navios aioda facilitara' mais, nao s a
desergio, como a foga de escravos ; pergunto pois
se ba algama cousaja este respeitu ; emflm, dese-
jo qae S. Exc. explique a que medidas se referi e
correm por coma do ministerio dos negocios es-
trangeiras.
E em todo o caso don parabens a S. Exc. pela
miaba descoberta feliz do comeco do desenvolv-
manto da poltica externa, qoe toda liberal, por-
que, senbores, nos os liberaes temos esta (eiicida-
de : nao ba poltica no interior nem no exterior,
nem ha camioho direilo e seguro que se recom-
iende ao paiz e sejam garantas de prospero e
honroso futaro senio a poltica e e caminbo que
oflVrecem as ideas liberis...
Vozbs :Moito bem I
O Sr. Macbdo:... poltica moito liberal no
interior, poltica moito liberal no exterior, eis o que
nos devemos desejar e reclamar.
Estou. porianto saisfeilo com a nossa polica
externa comegada, e mais sat.isfetto ficwia se nao
fosse o regolamenlo de qoe failei ba pouco a a ap-
provacao da tal compaobia d# navegago pelo hon-
rad) ministro da agricultura, qoe relo estar em
opposigo ao-honrado mioistro dos negocios estran-
geiros.
O Sr. Adolpho de Babros :A coropaoha va
viajar em nos que nio estio abertos ao commercio
estranho.
O Su. Macedo :O- principio qae delerminou a
abertura de Amazonas o principio que coodem-
na os privilegios (apoiados), e os favores concedi-
dos a essa companhia importam privilegio.
(Ha diversos apartes.).
Turnar-sa orna medida de to grande importan-
cia, como a abertura do Amazonas, e nao se es-
perar pelos pnmeiros resultados d'ella I... fapo-
dos), oo se adiar a organisagio deeompaohias de
navegago dos ros para depois de um exame das
ceosequencias daqnella navegago franqueada ao
mundo, cousa que se sao comprebende. (Adia-
dos.)
O Sr. C. Ottoni : S ento qne se podia
eoDbecer as necessidades dessa navegago.
O Sr. ALBUQCKftuuB- Mello- : Mas- nao ba o
privilegio que o aobre deputado suppe.
(Ba outros apartes.)
O Sr. Macedo- :. Pareea-mn- que o governo
ira perfeitamenit) J>em oeste assuajpto, se oo tos-
sera os Srs. mrorsiros que. estn em opposigo com
o honrado Sr. mioislro dos negocios estraogeiros.
(Apoiados.)
Termino aqu o qua pretenda dizer sobre o
Amazonas.
Do Pacifico ba ura ponto sobre o quai quizera
ouvir a opiniao do nobre mioistro.
Deu seum faci que nao censuro ; embora nao
aceite urna das rats dadas por S. Exc. para jus-
ulica-io mas desejo tuvir o nobre ministro, por-
que a evenlualidade qua deu occasio ao acto de
3. Esc. provaveluieota se ha de repetir.
Refiro-me ao congresso americano.
O Brasil foi convidado pela llepublicv do Per
para um congresso,. creio que no anno de 1861,
a o Brasil nao accedeu a esse convite. Ultima-
mente, no armo passado. renovou-se o mesmo
convite, e o oobre ministro enlendeu qne alada
nao poda aceita-lo.
S. Sxc, porm,.du como razio nio .Repbli-
ca do Per mas a nos, no seu relatarte,, o segura-
te : que contando ao goveroo que- no eoogresso
americano se tratara da gosr-ra do Paraguay, en-
tender qoe nao eenvinha qne ora miaisiro brasi-
leiro toraasse pacte neile, para-que nao assislisse a
essa discussao.
Senhores, tsta razio pareee qne dewa levar-nos
eouclusao opposta. (Apoiados.)''
Sa. temamos- qne no eoogresso americano- se
.trataste da guerra do Paraguay, deviamos- ter
exiarna.; nao, receie,
portaoto, que ea va comprometer a cauta brasi-
leira nos pontos em que eHa eatende com- a nossa
po!iticb Rio da PralnT^ ''^ *ar
Eu pens que o nobre mioistro nio lera' malte
que fazer quaoto a nossa poltica no Prata e no
Paraguay ; pens que a poltica do Brasil no Rio
da Prata, a poltica justa, a nica conveniente,
poltica liberal ja' esta' fundada ha 39 anuos. In-
sisto oeste pooto, porqoe firme couvtccio mioba
a opposigo liberal nio teria o desgosto de ouvir
sahida do sem ama vdz que, pastando alm da de-
lesa dos ais justificados ioteresses e da principios
ja consagrados, osm au|neniar as difficuldades
com que futa um alliado qua,al boje tem sido
leal ao Basil, e crear oovos embaraoos ao partido
liberal argentino, a qoeta se guerrea at pelas
Mi* ympalhias aa Imperio.. (Apoiados.)
Nao, nio podia ser meo propoitto lofnar mais
embarazosa a pstelo do plesMeoie Mare e do
partido qoe o sostena ; eo oha m mente dts-
que a verdadeira'politica d > Brasil no Rio da Pra- aro ,ssomnl<1 ^Ti,
la es.oa conveugo prel.mioar de i? de agosto ^?^l%tt%S?X
iuimigos que as repblicas l*ni guerrean a
nao .
dlS( usso franca, ampia e digna a todos os respei-
tos da tllustragio de 8. Exc. E' um assumpto pen-
dente, como- ja Uve a honra de declarar nesta
casa, e sua dseussio hoje seria ainda inconve-
niente.
Nio o declare! offlcialmente a cmara dos se-
nbores depotados como fiz da prmeira vez, porque
as nterpellagoes deS; Exc.,'contendo alm do as-
sumpto de que se trata, um ouiro suscepllvel de
discussao eu p'o3erja desta cadeira fazer a cmara
dos senbores dept>dos a deefragio que ella aca-
ba do ouvir, e ao illstre representante pela corte
o pedido de adiarlpar* mais tarde a discussao da
primera parle das suas interpellagdes.
Espero que S. Exc, consultando o seo patrio-
tismo, julgara' procedentes as minhas observagoes
e atteodivel o mea pedido.
Ea nao tenbo a menor duvida, Sr. presidente,
de qae a solugo, ja' muilo adiautada, deste as-
sumpto sera' ^ojibreve completa e tola dlga para
o imperio. Confio robustamente no bom dlreitd
com qua proced e na justieja e llusiragao do ga-
binete de Bertlm. Nesle ramenlo, porm, as con-
veniencias diplomticas acpnseUiam me o adlamen
t > da discossao.
S. Exc. podera' abrir o debate sobre a Segn
da parte das snas ioterpellagSas, e eu iirei sobre
esse assumpto tudo qaant > me parecer de qua'
quer modo podera' auxiliar u saiisfazer o z'o e
u patriotismo do nobre deputado.
O Sr. Macedo (silencio) :Sr. rtJSidente, into
(fai o estado de minha saude nao mi permita fal-
lar de modo qua pudesse tornar-me om pouco dig-
no do honrado ministro a quem dirig as minhas
iaterpellaco'S.
Fiearei muito abaixo de S. Exc. ficando multo
absixodas quesldes de que me von oceupar : sel
bem qae em qualqner ouira occasio me mostra-
rla sempre abatido ; porque realmente a mraba
iraca iotalligencia neo esta' a par de to impor-
tantes asstrmplos ; agora, boje, porm, moito mas
-p .is qae a cmara o v> a mioha saude sofre, e os
sodrimentes qae esloa experimentando, alm de
embaraarme* voz, orgao indispeusavsl a quem
sobe i tribuna, pertuibam tambem nao pouco as
minhas ideas e iaflaera nocivamente sobre a mi-
nha intelligeneia. _
Maa ea oasei apresenjar estas urerpaliacei, e
portaoto nao me dado recnar.
O honrado minislro teve a bondade de renovar
hoje as explcacoes, que ja dra, doamotivos por-
:i;samptos, isto aqnelle que se retere qaeswo I ua lojoria suffrida pete ministro dos estrangeiros
Versen, nao pode admlir neste momento^uuia |^0 ^^,0 0 Brasil; eo que nao admiti, beaba-
res, que'o ministro da estrangeiros do imperio do
Brasil tolere ser injuriado. Cada hornera tem por
o direito de sOffrer e de perdoar ; quaodo, po-
rm, o nomem representa o seu pai, o losolto que
receba nessa qaalldade, insulto que vai ferir o
paiz. (Apoiados). .
Sr. presidente, a neeessidade de um plaoo, de
om systema de poltica externa oio preciso ser
demonstrado ; eu oo sei que bija pan bem-go-
veruado que o oo teoba, e sei ae monos pa-zes
mal governados que o tam. Nio lanbo neeessidade
de convidar o nobre ministro' para passar em re-
vista as potencias europeas ; S. Exc nio encon-
tr ama s qne nao lenha am systema de poltica
externa, e algumas ba que o tem at tradicional.
S. Exc. nao encontrara' fcilmente na America
urna potencia por menos importante que seja que
tambem nio o teoha
Os Estados-Unidos Norte Americanos 'eem um
systema sempre ,mais on menos severamente obser-
vado, mas sempre o mesmo ; as repblicas do Pa-
cifico, as mais pequeas repblicas americanas
adopram 00 adoptara om plano relativo aes nego-
cios exteriores. 8u qoizra. sabsr.. se o honraflo
ministro pansa desta modo, e procedeu conforme
este peosamenio ; do sea relatorio nao se pode con-
cluir cousa alguma, n5 ba nelle urna nica idea
que seja ldltetode orna combinagio poltica ; en
creio, porm. qoe semeHieote silencio tea sua ex-
plicago na modestia de & &%a ; eu, a deipeito
dessa modestia, espero fazer descoberta de om sys-
tema de poUtica externa Iniciado por S. Exc, e
desOebri-lo-hei com a nior satisfgao, porque es-
tar! de accordo com S. Rae.
O grande erre do nosto goveroo cm ral agio po-
lica externa, em relaco aos negocios do exterior,
tem sido, senbores, atnoje o sacrificio da America
a' Europa ; nio se tem pensado seriamente em
crear um systema de poltica externa ne BraMl,
porqoe, sarificando a America a' Europa, nos nao
e podemos ter deseovoivimenlo da poltica externa
aa Europa. (Apoiados). E' s na America qae
.podemos'e devemos ter poltica extensa propia-
mente dita.:
Qae temos nos falte ? V. Exc a sabe : os noesos
diplmales mais hacis emregra la vio lodos para
a Europa. Eu sei qoe mais o patrooato do que
a vontade do goveroo, que coaitas vezes-assim fe-
gula as escolhas p#ra as diversas mlssas; mas
n prodigios creados" pela naluraza, e que separara as | aceitado o convite felto, e mandado o nosso mi-
regiOes onde mais sa deva desenvolver essa politl- Distro, prluclpaimsnie, para assistir a essa discus-
ca, poltica que o honrado ministro pdecrereo- ^^P^aj^ e_neHa explicar ^franca e^pe^Ua-
graodeclda ao oecideoie pelos Aodes, pelo Amazo-
nas ao noria e pelo Prata ao sal; \ saohores, orna
poltica cujo programma simples, nobre e mages-
tos, se podo resumir era poacas palavras : L'-
oerdade de navegago fluvial, desenvolv meato de
todas as nossas relnges eommerciaes, applaaso a
lodo o progresso sem cnmes, respeilo reciproco
dos direilos, jusiiga as negociagoes e enla^ameoto
eslreito de n-lsgdes de a'riisade com essas repbli-
cas, cujas iostitoigoes em muitos poal03 sao ir-
miis das nossas, porque era sarama o Bobre mi-
nistro sabe que a nossa monarchia democrtica.
Senhores, ba um acto do nobre ministro, a eu
chego neste momento a' segunda das minhas in
terpellages; ha um acto do ministerio que parece
aonnncar o comego do desenvolvlraente deste sys-
tema poltico : a abertura do Amazooas.
Creio que a abertura do Amazonas pode o deve
ser urna das bases essenciaes dessa poltica de que
failei. O ministerio tem com razio pedido gabos a
applausos pela abertura do Amazonas : o f0'0'5'8'
no tem querido at faier do dacreto de 7 de de-
zembro de 1866 urna especie de esiuo encamado
capaz de embolar tolas as langas, capaz de desta-
zar loda e qualquer opposiga). .
Nao me parece que o ministerio teoha razao de
querer tanto, mas louvo-o pelo acto qoe praticou1 ;
nao applico ao mioisterio o su: vos non voois da
Virgilio porque nao quero que me dgara que e^tou
fazendo cmprimentos ao mea oobr amigo e hoa-
rado deputado pela provincia das Alagoas e de ou-
tros distiuclos liberaos que nao teem noja issenlj
nesta casa,- a um porque est no senado e a outro
porque foi expedido das urnas.
Pois bem,salvaodo-me em t-olo o caso qualquer
reparo por querer azer comprimeotos, alias bem
justifl-iados, a asses dstiocios cavalhairos, nao ap-
plicare o sic vos non vobis, ates rae llmitare a
dar parabeos ao ministerio, por ter tido a felicldade
de ser o promulgador da semelbanle decreto.
Purera se a aheriora do Amazonas foi toase de
om systema da poltica externa, com essas propor-
ges de qua failei ba poeo, comego por dizer ao
honrado ministre, que o seu pensamento grandioso,
e attribuido a 8. Exc, vtslo.que questio de p-
tica exteroa, esta* um pouco cootrariado por al-
goos de saos collegas.
Nao creio qoe o regalamente fiscal ultiraamente
expedido seja o mam conveniente para o desenvol-
vimeote do commereu do Araa'.ooas.- (Apoiados/
O Sr. Belfobt Duarts :Para isso nao se con-
sultou o conselho de estado I
O Sr. Macbdo :Nio creio qne aquellas.dispo-
sices Sfram as mais dignas da louvor tapoUdos)
oo eotro, porm agora na apreeiago dessa rega-
lameoto, porqua viria fra da proposito a sua dis-
cussaj; digo,eutreUuto, que o regularaeote fiscal
contraria ,nao pouco o pensamento dominante do
decreto de 7 de dezembro da 1866 (Apoiados.)
menie as vistas e a tendencia do Brasil (apoiados),
e desfazer as calumnias que t n sido espalhadas
contra o Brasil em loda a America e tambera oa
toropa. (Apoiados.)
(Trocam-se apartes.)
Assim, pois, oo essa a r&sao aceitavel. Acei-
tavel a outra dada tamoem por S. Exc,, e que
era 1861 ji' lioha servido de justissimo funda-
mento para explicar a nao acettagio do convite a
que rae retiro ; em 1864 o ministro dos negocios;
estraogeiros enteodea muito regularmente que, a
despeito da sua melhor vootada, nio Ihe parecer
juslo e regular acceder ao convite que o imperio
recebera, desde que nao Ihe tintura sido comiau-
oicados a natareza das quest5as ou os assumplos
de que se ia oceupar o congresso ; con eSaiio,
desda que o governo nao tem conbecimento nem
recebe communlcagio dos assamplos de que se
vai tratar em um congresso diplomtico, nao est
obrigado a aceitar o convite para elle, nao deve
masino aceita-te. (Apoiados.)
O Sr. C. Ottoni : Mas nao razio para re-
cusarse peremptorlamente.
0 Sr. Macbdo : De certo : o qua eu digo e
snsteolo qoe em regra 03 eslado nao aceitara se-
melbautes convites sem conbecimento previo das
malarias que se vio discutir, ou que porventara
tenbam de se resolver. E' assim que tm proce-
dido e procedem todos os governos:
BaseaJa nesle fundamento a nao aceitago do
convite para o congresso diplomtico americano,
foi justa; agora/purm, perguot) ao honrado mi-
nisiro : se se-der iiovu convite, e se ella for falto
conforme as coadlgoes diplomticas de que ha pou-
co failei, o governo do Brasil tomara' parte no eoo-
gresso amancaoo Y
Digo a S. Exc. qoe deve tomar (apoiados) : o
Bratil pertenxe a' familia americana (apoiadoiy,
nao pdt, pois. isolar-se da America (apdiado);
vou adinte; anda mesmo daodo-saa l.meataval
bypolhese de coroplicages. e al de guerra; e
haveodo, nao direl suspeit, fnas certeza, dd que
o eoogresso.teoha de disentir taes assamplos, nao
s*ja isso motivo para que o Brasil daixa de to-
mar parte no eoogresso, pelo cootrarib, mande
por i3so mesmo a assembla diplomtica um seu
represeotanie que falle e discuta em seu no me,
que explique a sua poltica e sustente os seus
retios. (Apoiados.)
Esta a pratica que se observa em regra ge-
ral no mundo civllisado, e ora facto incontes-
tavel at, que nao causa qua determine a reti-
rada de um ministro que concorreu a rim con-
gresso diplomtica, o abrir-se inesperadamente
no congresso discussao sobre pontos desfavora-
veis ao eslado representado por esse ministro. (A-
poiados.)
O honrado ministro dos negocios estrangeiros
tem exemplo na historia diplomtica contempora
&$?&! ainroKsra i^^ifMe
quVeWnTeulaTd^^ <#> P31^'h'ff^vffr.t iSR*
nterpellagoes que Uva a honra da offarecer, e *) brasileiros oa maJs habis, la 'aM *'B|mJ?
ra acaba tambem de declarar que, sendo awgmjito Atlntico; e ou* nos temos as grandes questo.s
mente a approvago de umi oaipabhia de navega-
go do Mideira, mbveneiooada pelo goveroo geral
com 96:OtO#, com urna sobveocio da provincia
do Para", favor que pode elevarse a 0-M/*-
O Sr. PiNHEmo:Por or* 4o s O.UUj..
OSr. Macbdo :-Mas pelo^avor conwdWa oela
provincia pode vir a recebar mais at U^W?-
O SR0UiiHSTo da AomcuMBRA :-A subvengao
Ss?MAcSof,-A concedida pelo boobdorni-
nlstro ; pois b, em tpd.o o caso o principio que
determiaou a approvago dessa compannia e a
cocesso de taes favores nao pode ser o prioelpio
qoe determinoa a abertara do Amazonas ao com-
mercio do mondo.
OSr Tavarbs Bastos e outros SHHHeRBa:.-ri
Apoiado. j. .(
O &- Macbdo .Esses favores, imp^riam pi
d Cavonr chamon a alteooo do eoogresso para a
situagio da Italia, ou aotes, para a grande questao
Italiana : presente se acbava o plonipotenciano
d'Austria, a quem o assumpto naturalmente mulo
canirariava ; mas esse diplmala liroiteu-se a de-
clarar qae nio liaba instrueges do governo
para tratar da materia ; e fazendo essa dei
nem por isso se wuron do ooagreseo
dscus>5es, por cerlo que tomop nota do _
e, o que mais, assignou os prbtocorlos, sen
excepgo daqoelle ou daquelles em que o conde
de CavliT 6 ogtros plenipoteneiertes diseorrerao
sobre a situagio da Italia.
Patiattde- ** nof e do Pacifico para o sul, eu
pego Ifcenga ao nobre mhnstro para dizer atguma
cousa soDre + nossa politica no Rio da Prata. Pro-
testo qoe saberel mostrar-me conveniente, aj
de 1898 e no sen desenvclvimento pelos tralados
de 1881 e seguintes.
E? eerio, Sr. presidente, que essa politica nem
samara tem sido bem comprebendida petes nossos
visiones do sul, e per mais de urna vez tm injus-
tamente duvldado da soa signideagio leal s Re-
pblicas Platinas; certo que essa poltica nao
tem tido, como convinba, sostentagio e desenvolv-
meato constante e firme por parte do nosso gover-
no, qae tem o grande deleito de frequentamente
dormir muito : a este somoo frequenle e a nma
indecso repetida e iamentavel se deva a maior
parte das nossas complicaees no Prata.
O Brasil foi, anda, e quem sabe seno ser
objecto de violentas calumnias com relago a' soa
poltica no Prata. Imputa vam-nos, tal vez nos im-
putara, ideas absurdas de absorpgao ou de coniuis-
la; en s encontr nma expiieagio para taes ca-
lumnias e taes erros : qae se confunde o passa-
do com o presente; que se tem confundido o
Brasil colonnial, com o Brasil imperio.
No Brazil coloooial oio podia haver politica bra-
tilelra, bavia sdneata politica poi togueza, e entao
sim bouve lncontestavelmente politlea de absorp-
gao e de conquista, pulinea que fiaron peno de
flous seiulos, tendo sido inaugurada pelo rei D.
Pedro II em 1629, e consnmmada por D. JoioVl
m 18J1 com a iocorporacio da provincia Cis-
platina.
A politica do Brasil no Rio da Prata foi fuodada
em 20 de agosto de 1828, pela coaveogio prelinar,
e suas bases e seus principios deseovolvidos pete
tratado de 1851 e pelos que segulram a esse.
Para nao entrar em longos desenvolvimeDtos,
resamirei : esta poltica, a brasiieira no Rio da
Prata, se basda toda em tres grandes principios :
independencia e integridade do Estado Oriental
e do Paraguayliberdade de commercio e de oa-
vegagio oos grandes rios qae formara o Prata
allianga civijaora', firme e leal cwn a repblica
ACgentioa.
No primeiro dessa; principios est a mais solida
garaotla de paz com a Repblica Argentina, alem
da coosagrago dos direitos indisputaveis de dous
Estados.
Na 9egonda applaode-se a politica de eivilisagio
e progresso que ao mesmo lempo aproveita as re-
pblica Platioas, ao Brasil, ao Paragaay e a to-
dos os povos do mando.
Quanto ao lereeiro prioeiplo, eo asseguro-a V.
Exc. que ae elle fdr observado com leald-ade e
constancia demonstradas por ambos os Estados,
como todo rnduz a esperar, difficilmente podera
darse o caso de guerra internacional naquelies
Estados do sal da America.
Senhores, o desenvolvimente- dessa politica no
Rio da Prata ho^ mais fcil do qoe ounca;
O nbre ministro caba de negociar um tratado de
limites com a Boiivia.
Nao posso acreditar qne nelle se negasse a' Bo-
livia urna porta para o Paraguay ; seria urna k>
jusiiga, seria urna cruelade, porque-a Boliva pra-
eisa da urna sabida para o Ocano Atlntico pelo
Rio da Prata.
Essa porta abena Bolivia completara a poli-
tica pacilk-a e liberal do Brasil no Rio da Praia.
Estou convencido de qae aps a oossa victoria
no Paraguay, as diversas- qoestes a decidir nao
van ser resotvidas pelo peso da espada de Breno.
Tenbo a conviccao de que a AsiFa do secu-
te XIX pesar na batanea da civiHsagio lodos
[aquellas graves assumptos-, decidindo com justiga
as questes relativas ao Paraguay. (Apoiados.)
Uma Vor:Conforme.
O Sn. Magdo:Conforme nao ; a- guerra do
Paraguay nao s guerra de desaffrooia da non-
ra nacional, mais algama cousa : uma grande
goerra civiiisadora (apoiados), que vaV dar a vida-
ao Paraguay....
O Sr. Silva Pereira:Vida tem elle de mais.
OSr Macbdo:A vida do silencio dos tmulos-,
vida do instrumento cgo do senhor qne o domioa
apoiados.)c vUa de quem $0 obedece modo, por-
que nao Iba e dado o direilo da pen.-ar nem de
(aliar... e paremos aqu nao queroexpor-mc>a
reprodnzir a lerobranga ousada pelo nobre pres-i-
deutt do cooseWro. Prosigo a s consideragSes que
eslava produzlndo.
Rferindo-me a um aparte dado cor om nobre
deputado, digo qoe estoa de accordo com os que
pensam que a iotervencao oos oegocios internos
do Eslado Oriaatal oa d qualquer ontra repbli-
ca um erro poltico des mais graves. (Apoiados.)
Eu sei que todas as vetes qna o Brasil tam eler-
vudo ou, Eslado Oriental, o ba (ano por acceder
ao uadido do goveroo daquelie Estado. Has pre-
ciso qua 9 goveroo do- nosso paiz desnvolva em
qaalquer EsUdo urna poliUca ignal aquella que
quererla sampre ver admiltida e desenvolvida no
Brasil.
Pens qua o honrado ministro nio admKtir em
caso algum inlarveooo estrangeira nos Begooios
ioternos do Imperio ; basta esta considerago para
que-Umbem nao quemamos imervangao brasiieira
nos negocios miemos de ouIfo qaalquer Estado.
(Apoiados.)
Mas, Infelizmaate, nao Impossivel que sobre-
veobam arada eventualidades, passagairas sem do-
Vida, que preocupara os gabinetes do Rio de Ja-
neiro e Montewdo, era consequeucia de actos cri-
minosos e da violencias iodividuaes ; este mal se
ba de repetir provaveimeole multas vezes, e em-
quaoto a eivilisagio nao> anegar os eosiurae&e ro
arrefacar os ciumes odenlos de uraa parle das
duas populages visionas. Contra semelbanle mal
devem convergir senos cuidados da parla dos dous
governos. <',
Com franqueza eu me pronuncio era reiagao ao
Brasil; ba providencia* que muito facilitaran! a
remoco de taes inconvenientes ; emito a minha
opioio individual; as fronleiras do sol a influ-
encia de alguos candllhos tem as vezes sido no-
civa, e a acgo da anloridade nao pode ser all
sempre prompta e efBciz. Quer-me parecer qua
a divisio do Rio Grande do Sul em duas provia-
c'ias poderia-offerecer vaotagens apreelaveis.
Ea nio posso completar o qua tmna a dizer so^
bre a nossa poltica ao Rio da Prata sem tocar de
leva oa Uba de Martin Garca.
O honrado ministro declarou que havia sobre a
ilba de Martio Garcia negociagas pendentes ; res-
peilo muito os motivos da reserva de S. Exc; nio
ha, porem, qaesioas p-ndsnles sobre factos con-
summados, e qua ja pertencem historia. (Apoia-
dos.)
Era lodo o caso eu quero correr o risco de mi-
nha Imprudencia : nao rae responda o nobre mi-
nistro} perraitara-ma llzer algumas palavras; ne-
nhum mal bavera' nisso para o paiz. (Apoiados.)
Sr. presidente, eu coleado qae oecessario qoe
eo falle ni quesio da ilha da Mana Garca, para
que no Rio da Prata, oajRepublica Argentina es-
pecialmente, se comprehanda o fim da minha in-
lerpellago e qual era o meu pensamento, porque
eu coohigo as delicadezas da siluagao do Rio da
Prata...
O Sr. Presidente : Pego licanga ao nobre de-
putado para se fazer a leilura de um artigo do re-
giment.
O Sr. 2* Secretario l o segulnte artigo.
Art 137.........Se o ministro declarar que
nao pode responder as ioterpellagss, 00 que ba
oisso loconvenfante, nio S8 admitlira* discussao,
era a ellas se dar' seguftnenlo.
O Sr. Macedj:Eu nao falte na materia da ln-
terpeagio, estou faltando da poltica do Rio da
Prata, e declaro a V. Etc. que nio von discutir
nem interpellar. ...
O Sr- PresidentbQoanto a questao da ilha
de Martn Sarcia, en'nao posso admittir discussao
de qualidade aljama, porque o regiment ex-
O Sr- Macedo : Sr. presdante, V. Exe. pode
tranquilisar-se : eu nao von entrar em apreclagas
que incommodem o Sr. ministro...
O Sr. Prksidbnte:Mas eu son obrigado cum-
prir o regiment.
O Sb. Macbdo:Emflm, eu me submetto s or-
dena de V. Etc. Completarei o meu pensamento
sobre a poltica do Brasil no Rio da Prata, bem
entendido, nao fallando na ilba de Martin Garca ;
asslstio s i mas em toda o caso djzendo que minha convic-
tomon nota do que ouvlo. I ci que essa politica esl tragada em tratados, e
- qoe oesses tratados se estebeieca a liberdade flu-
vial, qoe ba nelles verdadeira garanta dessa liber-
dade, e ea crea, que os e te baragos que se qoelram
crear liberdade flatial, sio contrarios aos trata-,
dos ja estabalecidos., .;
E forea que eo me limite ao qae acabo de duer
todava, eu precisava", era do ria dever ocupir-me
largamente da'queslo da ilha de Martin Garca ;
alera do mais couYinba que ea explicasse todo o
di-
allten^a baviam de explorar o mea pob'e'dlscarso,
e fro -per Jeriam orna palavra que paoVsse ser In-
terpretada em sentido hostil aos governos ajilados
do imperto. -^f .
Eu finalmente, nio contribuirla para que sores-
sem alnd? mais dos sega violentes adversarlos
aqaelles qae ji nio ponco tem soffrido, etieta-
mente porque se ibas faz um- crime da ana allian-
ga eom o Brasil (apoiados) maa V. Exc oio qaer...
nao o eonseote, e eu tenbo obrigacao de aubmet-
tor-me aos desejos de V. Exc. e as uas ordens.
O Sr. C'-fA ds Neves E at porque V.
Exc livra-se da responsabilidade que tomn.
O Sh. Macedo : Sr. presidente, passando des-
ta questio, eu vou para outro ponto, que_ para
mlm muilo d.agradavel. mis d*o qoal nio posso
prescindir, porqae impo'ta camprimeoto de dever.
Eo disse qae o Sr. ministro djs negocios estrao-
geiros, por excesso de amaoilldade, por exeesso
de corten, Uoba-sa portado com botnildade evan-
glica.
Era agora a occasio em que eu pretenda tocar
oa qnestio Von-Vereen, mas o nobre ministro #te-
se qne ha sobre ella oegaciagoes ainda pendente?
e eu, portaoto, ne posso discoti ia ; oo discult-
rei, pois, a qaest8o, Sr. presidente. Quaflo, po-
rm, aos docomentos que o honrado mioistro su-
Jeitou a's nossas observages, ao nosso esludo, ao
nosso exame, a's nossas censuras, e at a" nossa
condemnago ; quanto aos documentos que se
achara irapressos. e juntos ao relalono, eu nao sei
que baja reservas; nio se adrante reserva no qso
nio se deixoo reservado; entretanto ainda assim
en respeilarei, deixarei de parte a questio de di-
reito, para nao expr-me a contrariar o bom an-
damento e feliz solugo das negociagoes que o
honrado ministro declara aioda pendentes. Limi-
tar-me-hei a fazer alguos laves reparos, qne nada
(m com a questao da direito.
Eu pego a 3. Exc que examine, e considere
bem se e toleravel qae o ministre dos negoeios
estraagerros de nma nago independente e livr?,
que se respaila e deve ser respeilada, receba e>
oio repina onra ola cheia de ironas pungentes,
de sarcasmos, e at com uma injuria rwoiiante ;
se toleravel que alie aceite essa nota, e qae.
ainda depois delta, se preste a dar ex-plicages-
amigaveis, amaveis ae-diplmala que semelbante
oota passon f
Tratando desta nota do ministro da Prassia, o-.
Sr. de fkurseo. nao rscordarei as ironas e os
sarcasmos, qae toda a cmara com desgosto co-
ohece : as folrras publicas tm Tratado do assump-
to : o Correto-Mercantil ja' publicou artigos, dis-
cotindo-o o tornando salientes essas sombanas in-
sultuosas : vou limitar me a lembrar a injuria sof-
frida pela nago oa pessoa do seu ministro dos ne-
gocios estrangeiros : o ministro orosStaDo, em sua
famosa oota- da 26 de abril diz: < Prendando o
3r. de Versen, o governo imperial impossibilitava-
Ibe dsampanhar suas obrigaces para com o go-
verno do rei, meu augusto amo, e entregar sem
perda de tempo a' missio do re, em Montevideo.
um despacho, cojo eoolado provavelmente o go-
verno imperial ja nao ignora.
Eis-abi claramente aecusado o mioistto dos ne-
gocios estrangeiros de bavar forpado o sello de um
despacho, para ter conbecimento do oooietiilo des-
te I Qual o ootro modo por qne o goveroo impe-
rial provavelmente conheceria a- materia eo despa-
cho ? Quem pode per era dunda a violencia do
insulto coudo nessas palavras TES- 'ixc. rece-
ben a nota e coolinnou serapre amavel I'
E anda depois desla injuria o honrado-ministro
dea ao miaisiro prussiaoo expika^dts relativas a'
raodiQcago a demora de um lelegramma.r
En nao me prouooho a discutir o merecimento
da redaego das notas do honrado ministro-dos ne-
gocios estrangeuupconsidemrei toda alias per-
feitaraente, adraira^efoienle redigidas; em. uma
dallas, porm, na de 30 de abril, enesairo uma
phrase, ama proposieo, qae nio posso admittir, e
que preflTO reputar simples epro de redazcan.
O Sr. mioistro diz que o nosso represi-ataote em
Berln vai justificar o goverao lmperalpw rei da Prussia. O Brasil nio se justifica f erante
potentado algum da trra. (Apoiados.) aerante se
apreseofa o roo dianle do juiz, perante se apresenu
o escravo diaote'do sentior, parante se aprsenla_o
iofarior dianle do superior ;.o Brasil nao se justi-
fica pranle d rei da Prussia.
Poudo da lado essa preposigo mal cabida e des-
airo.-a, eu vejo que na queato Von-Yarsen o bou
rado ministra ainda foi infeliz na estraga desse
subdito prassiano a' baodeira da Pranga. Da
duas uma : oa o govern> imperial liaba o direito
de fazer prender a Von-Versen, ou nao Ibe assistia
esse direito ; na primeirai bypolhese eedeu, recaou
diaate da reclsmagio fraaceza, entregando o preso
a' bandelra desta nagio; na segunda hypothese,
se uao tiohi o direito da prender .... mas.per-
di; basta qae eu daixa constelado o faci da,en-
trega do pre.-o: ir alea, saria entrar na qiestao
de direito, o o boorado ministro ja disse que ba
negociagoes pendentes.
Deixo a questao Versen; pote que nio me li-
cito discuta la...
A B0I1 va... A cmara val v^r que nio houve-
governo, nem representante do governo que nao se
acbasse uam direilo da nos alirar uma iujuna, ou.
pelo menos de nos. tratar com oslentosa descorte-
zia.
Saneares, examinei cora a maior atlengaa, li
com todo o cuidado nos Uvros e obras cempaten-
tes, notas cbeas. da vigor e energa, protestos ve-
hementes, as mais .graves questes diplomticas
do mundo civilbado, e caofesso que uio acbei nes-
ses documentos hnguagem lio violenta, palavras
tio offjusivas, como encontr em notas e protestos
que nos foram dirigidos em 18ot> e 1867, e que o
Honrado araislro fea ajoDlar ao seu rtlalorio.
A Binivia, por exemplo, bem desagradavel se
moslrou comuosco. O governo deSsa repblica
mandoa pedir aa nosso explicarles sobra o tra-
tado da allianga, porque, dizia, um dos artigas
desse tratado coulm, a respailo de limites, esiipn-
lagio que parece privar a Boliva de territorio,
qae ella jalga possuir na margem direita do Para-
guay.
Esta nota foi publicada era orna gazei 1 da Boli-
va, e o nosso representante junto essa repblica
passou a nota ao governo desta, declarando, em
nomo do governo imperial, que da parte do imperto
ha sempre o maior desejo de resolver co esta re-
publica, do modo o mais amigaoel e o sentido das
convergencias reciprocas dos dous paizes. os as-
sumptos de fronteira e de nivegacao fluvial, etc ;
a cmara vjbem que o encarregado de negocios
do Brasil declara que asseguro em nome do geverno
imperial; eis agora a resposta qua merecau.
< Apreciando devidameote a leal daolaragao de
S. Exc, lera o meu governo o pezar de nao ver
titila "se nao a expressao pessoat dos sent-mentos
amlgaveis que o animara para com esta repblica,
sendo to terminante a explcita o artigo 16 do tra-
tado secreto, etc. Senbores, isto pelo menos nao
6 amavel: o mesmo que se se dissesse ao nosso
encarregado de negocios nio acreditamos no que
dizeis em nome do vosso governo! > Mas esta ra-
bugem, esla desconQanga da Boliva fleam mnlto
longo do que a cmara vai ouvir.
O Per principalmente, e depois delle e com elle
o Chile, mas antes de lodas as repblicas do Paci-
fico, o Per prtesleu contra a guerra do Para-
guay; o protesto de ordem tal,'que o honrado
miuistro o declarou no seu relatorio que o consi-
dera inadmissival na materia e na forma : o hon-
rado mioistro julgou-o bem, jolgou-o perfeiamen-
te, inadmlssivel na materia e na forma ; e pois
que estemos de accordo neste ponto, en nio farei
cttagoes. desse documente, e Jim de azedome, de
injustiga e de violencia de pbrase.
Enlra tanto, esse protesto, inadmlssivel na mate-
ria e na forma, foi recbido t wdade No hon-
rado ministro, e ah tica no archivo da secretaria
dos negocio, estraogeiros, coino iesrauuho ajJra-
qne do governo brasilero I fte.v guardado no ar-
chivo da secretaria dos negocios estraogeiros, e nio
receben resposta algoma I
De dttas, rima : oa esse protesto oio merecia res-
nosta e en'io devia ser devolvido e nio recebido,
ou e a merecia, se dovia t-la, cnmnri-qoe a res-
posta fosse prompta a digna do BrasM. ( Apoia-
Mas ainda vamos diaote. O governo brasileiro,
no meu entender, manteve perfwia neutralidade
oa goerra do Pacifico.
0 5r BmoaT)i.ARTE:rNaj apoiado.
(Coa/iBHar-w-flfl.)
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