Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11366


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Full Text
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ANNO XUH. NUMERO 209.
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Por.tfMDieiMaJioUM.,. |. ... ...... 64000
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ssairt!-3a am pubaumbkbq ijd ia(BaicpiKDiii(D i ntODift
*.,,i.,: QpjjvTA FEIRA 12 DE SETEMBRO DE 1867.
[ FAA;.B5|TO e voba da provincia.
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IENCAHREGA0OS DA SUBSCRIPTO.
Ptrahyb, o Sr. Antonio Alexandrino de Urna;
Natal, o Sr. Antonio Marqo.es da Silva ; Aracaiy,
o Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. Joaquim
os de Oliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Al ves & Filhes; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas.o Sr. Frandoo Tavares da Costa:
tahia, o Sr. Jos Martina Aires; Rio de Janeiro
e Sr. Jos Ribelro Gasparlnbo.
PARTIDA DOS BSTAFBTAS. I Seriohera, Rio Farinoso, Tamandar, Una, Bar-
Olinda, Cabo, Escada e estagoes da via (errea at I reros, Agua Preta e Pinwnteiras, as quintas
Agua Preta, iodos os dias. feiras.
Igaarass eGoyanna as segundas e sextas feiras. I aiiniRvrriS nns TRlRTTlf aro. na rAPTTAi,
Santo Anto, Gravati, Bezerros, Bonito, Caroar,''
Altabo, Garantaos, Buique, S. Beato, Bom Con-
selho, Agaas Bellas e Tacarat, as tergas-feiras.
Pao d'Albo, .N'azaretb, Limoeiro, Brejo, l'ejqueira
ogazeira, Plores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Oarieury,Salgoeiro e Ex, as qoartas feiras
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Belaco : tercas e sbados s 10 horas.
Fazenda: quintas as 10 horas.
Jnlzo do commercio ; segundas as 11 horas.
Dito de orphos : ter&s e sextas a 10 horas.
Primeira rara do civei: terpas e sextas ao melol
dia.
Segunda rara do civel : quartas e.sabbades a
1 non a tarde.
EPHEMERIDES DO VEZ DE SETEMBRO
5 Qaarto cresc. as 8 b. e 39 m. da t.
13 Loa ebeia as 9 h. e 41 m. da t.
21 Quarto ming. aos 17 m. da m.
27 Loa nova as 8 b. e 50 m. d I.
PARTE OFFICIAL
DAS DA SEMANA.
9 Segunda. 8. Doroibea m., S. Gregorio nj.
10 Terga. S Nicolao de Tolentino, S. Salvlo rov
1 Qnarta. Ss. Prolo e Jtcinibo Ir, mm.
11 Quinta. S. Macrofetoa., S. L.bor ro.
13 sexta. S. Anta v.,* Heronides m.
I* Sabbado. S. Materno b., S. Salnslia v.
15 Domingo. Ss. Nicomedes e Meletiao mm.

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1 i
i
I PREAMAR DE HOJE.
[Primefra as 1 horas e 18 m. da tarda.
Segnnda as I horat a 43 minutos da maahia.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
j
Para o snl at Alagqaa a 14 e 30; para o nortn
at a Granja a 15 e 30 de cada mex; para Fer-
nando nos dias 14 dos metes Janeiro, marco, nuiu
jalbo, setembro e novembro.
1 i--------- !
COBNDO DAS ARM1S.
Quarltl general da eomrnando das armas de Per-
narabneo bi eidade do Recife, 11 de setembro
de 1867.
ORDEM DO DIA N. 377.
O b riga de r o comm andan te das armas faz
publico para os devidos fins, que a presi-
dencia declarou em cilicio datado de bontem
haver o governo imperial, por aviso do mi-
nisterio da guerra de 16 de agosto ultimo,
:ipprovado a permissio concedida ao Sr. te-
nente do 2o batalho de infantaria Manoel
Anselmo Pereira Guimares para esperar
nesta provincia, decisao do mesmo governo,
acerca da licenga de 8 mezes que pedio, pa-
ra continuar no tratamento de sua saude;
e um offlcio de 9 do correte, qm' por por-
tara do citado ministerio de 28 de agosto
Qndo, se concedeu ao Sr. capito reformado
de exercito, Jos Marcolino de Arago, li-
cen?a para residir nesta provincia.
Assignado) Joaquim Jos Gongilves Fontts.
Esta conformeEmiliano Ernesto de Mello
Tamborn, tenecte-ajudauta de ordeos encarrega-
do do detaibe.
DUBIO DE PEENAMBCO
Hontem s II boras da manhaa cbegoa da Ea-
ropa o vapor francez Estremadure, com datas :
de Hamburgo 20, de Londres 23, de Paris 24 e de
Lisboa 29 do psssado.
m ecriptor russo, descrevendo a situacao
acloal da Europa, compara-a a um hornera ataca-
do de febre iotermitteote ; e assim : oem toda a
.medicina das conferencias, das entrevistas dos mo
narcas, e dos bellos projectos de desarmamenio,
lem podido obstar a que se renovera os peridi-
cos syroptomas desta febr goerreira. O pulso do
doente, qne a bolsa Dalle irregular ;
A liogua da imprensa, incerta e contraditoria.
Ainda que os orgos officiaes esemi-ofBciaes Lgam
todos os esforeos para tranquillsarem a opiniio pu-
blica, assegurando-a do amor que ns seu* gover-
nos teem a paz ; ningoem pode negar um facto
evidente : todo o mundo se arma.
Os governos aa Europa em lugar de seguirem o
antigo dctame : Si vis pacem, pira bello; io-
yertem-o e e preparan -a para a guerra, que dese-
jam, oo veem inevitave, por meio de continuados
protestos pacficos.
Nao ba actualmente quem nao acredite na ine-
vitabllidade da guerra entra a Fraopa e a Prnssia;
no qne nao coocordam todos sobre o momento
em que ella rebentara'.
A opioiSo 6 os desejos na Russia sao que, sendo
inevitave guerra, seria para desejar que se de-
clarasse, com a malor brevidade posslvel; pois a
-Russia esta' anciosa pela guerra do Oriente apezar
de severa llpaoqoe receben na Crimea.
A Europa nao esta' s ameapada de urna guer-
ra entre a Franca e a Prussia, pois segundo se
acredita e se deseja na Russia, apezar das torgas
de Omer-Pacbi em Creta, e do entbusiasmo com
que algumas potencias festejaram o s'ulto, os Sla-
vosderam as raaos aos grcgos, e a iosorrelco da
Bulgaria ba de crescer, porque os seos dlreitos
sao incompativeis com o djmlnio ottomano. a ra-
ca slava porm ao ameapa s a Turqua, mas
juntamente a Austria.
Alera destas duas ha a questao italiana que an-
da nao esia' resolvida ; segundo a opiniao do es-
criptor ja' citado podem-se formar Iegi5e, enviar
generaos a Roma, roas iropossivel cortar o vdo
irresisiivel de vinte e quatro milbSes de italianos
para a sua capital natural, sera a qual nao pode
baver na Italia uoidade, nem verdadeiro poder.
Esta opinlo, que de proposito citamos, parece
confirmar a noticia de que a Rossla e a Prassia,
seno por sympabla, certamente por conveniencia
poltica, animara e protegem o partido de acpo ita-
liano em sna novsima eropreza sobre Roma, e
explicara' provavelraeote a recente alliaopa entre
o gabinete Ratazzi e a esquerda da cmara ; re-
venando juntamente o resentimento qne o governo
de Florenpa, ha pouco raanifesiou ao governo fran-
::er pelo aea procedimento em Roma relativamente
legiao de Antibes.
Na actual situarlo da Europa a alliaopa da Ita-
lia reqoestada por cada um dos dous adversa-
rios, e a Italia inclinar se-ha para aquella qne a
secnndar no complemento da sua unidade.
FOLHETIH
D. BRANCA DE LANZA
RECORDAgOES DA CORTE DE FELIPPE II
Romance histrico original
Por E. Fejo de Mendoza.
PARTE I
Rcdemp^o por amor
LIVEO II
OS DOCS FAVORITOS.
(Continuaco do n. 208.)
CAPITULO VII.
Grandes acontecimentos.
Dous mezes tinbam passado desde a
chegada de Branca e Jlo a Madrid, e du-
rante este tempo deram-se grandes suc-
<;essos.
Com assombro e escndalo da cfirte, o
casamento de Gocstanca com o marques de
Velez. fra defiendo a pedido da princeza
de boli, e D. Pedro Fajardo fra a Por-
tugal sugeitar os revoltosos.
O rei acolhera muito: bem Joao e' Branca,
corneando aquella mooteiro-mr, e prodi:
galisando a esta todas as attences possiveis.
Foi assim que, come succede em taes casos,
os dous irmaos foram considerados em mui-
to pela alta sociedade, tornando-se at em
moda as cores que preferiam para as soas
vestes.
Branca, formosa e nova nos sales aristo-
crticos, era o idolo dos mas distinctos ca-
valheiros, com certa inveja da princeza e
de Antonio Prez que, sugeitados pela Im-
prudente carta, tinbam qoe devorar a sua
colera e consentir que Constaba visse e
fallasse todos os das ao seu promettio.
Os dous jovens.que se amayam com o
mais elevado carinbo, eram Uto felizej qoe
Depois das tropas fraaeezas terem evacuado
Roma, eolrou ao servico do governo pontiBcio
urna legiao de voluntarios' alistados em Franca.
O governo francez para isso deu baixa, ou licen^a
soldados, e at os nacassarios otSeiaes franeezes
se inscreveram para o commando d'e;se corpo.
Podia considerar-se urna especie de interven^o
mais do qne indirecta do governo france*.
,0 imperador Napoleo qoerendo proteger o san
to padre, nao deseja tambera que o reino da Italia
se torne mallo poderoso. Depois das batalhas de
Magenta e Solferino, prefera qe a/Italia se orga-
nisasse em confederadlo, antes que aspirasse
unidade : mas o povo italiaoo iodyptndente, e se-
nhor de si, nao satisfez os desejos do Imperador
Napoleo.
Qualqaer que fosse porm o motivo oceolto a
legiao ranceza de Roma deserta va numerosamente.
O governo francez, qualqoer qae fose o seu mo-
vel incgnito, recorrea a um j bem sabido acto
polUico: um general Irancez, chete de orna di-
viso militar, foi inspeccionar a dita legiao em
Roma, e na revista diriglo-lbe ama allocncao em
termos idnticos aos que poderia empregar com
com ama diviso do exercito francez.
Este aeto qne se tradozia por orna IntervenQio
directa ferio a sasceptibiudade do gabinete italia-
no qne pedio explicacoes ao governo trancez, pro-
testando com palavras e com obras a sua determi-
naco em camprir a convenjao de setembro.
Isto sabido, e sabida Igualmente a troca de
explicaces que hoave entre os gabinetes de Fio-
renga e de Pars. D'ah resaltoa declararem-se
todos Innocentes; mas ama carta escripta pelo
marechl Niel ministro da guerra de Franca, ao
ommandant'i da mencionada legiao em Roma,
prova que o gabinete francez nio e-.tava, cora rela-
co a Italia, tao poro como era saas declaracdes se
tem osteotado.
Esta carta, agora publicada pelo jornal Le Mon-
de, chegoa a ser dada em ordem do dia a' dita le-
giao :
t paris 21 de Junho: Teoho flxa a mais
seria attenco da legiao romana para que eu po-
desse ignorar os factos graves que desde algum
tempo abi se verificara. Como se explicara' essa
desercao, nao ja' individual, mas conectiva qae
ameaca a completa dlssolacao desse corpo?
< O soldado nada tem a dar as trooas da mil
patria. Elle abi eommandado por officiaes fran-
eezes, com ama conveniente colloeac5o no exereito
francez; serve urna causa respeitavel voluntaria-
mente tem diante delle aqalllo qae sempre foi esti-
mulo para e soldado francezara inimigo acora-
bater, ora perjgo a affrootar;e portanto elle
deserta vergohosamenle da banleira qae livre-
mente escolBer, e cedeado a conselhos culpaveis
abandona os seus cheles, para seguir miseraveis
nlrigoistas estrangeiros.
< Nao odeseulpam saudades da patria; elle sabe
qne assim qae entrar era Franca, remanido para
um corpo disciplinar em Atrtca, onde permanecer
at que expire o aeu tempo de servida mitilar. De-
ploro este estado de cousas porqae ama nodoa
para o noss) exercito.
Na carta do marechal Niel, l-se nnis o seguinte
periodo muito frisante :
O governo do imperador e o dj santo padre
esperara muito da vossa dedcalo; contara com a
attitude, cora a lioguagem, e com o espirito militar
da ofB.-ialidade. Em todas as classes de legiao,
considerar-me-hei feliz em recommendar ao impe-
rador todos aqnelles que se tormrera notnves pelo
seu bom proceder. Sei que de veis apreseolar-me
o sargento Oonssoiot edoas dessus soldados; exa-
minare! os seus ttulos com'milita part(culari-
dade. .'
Direi, caro coronel, legiao qae o governo
tem a vista ti xa oella, e que eu soffro muito por
lujo quinto oflusque a bandeira desse corpo. Eu
confundo-a com oscorpos do nosso exercito fran-
cz, etc. i
Era vista desta missivg,que depois Je publicada,
nao foi desmentid? a soa aatenticidade, ejam os
nossos le lores como se negam, ou p'retendem
colorir, de governo para governo (actos desta
ordem.
Estes documentos vem esclarecer moito certos
ponto? que a primeira vista pareciara, inexplica-
veis: taes sao a visita do general Cugia, ministro
da guerra na Italia, a Berlim;a aoimaco que a
imprensa rassa presta as aspirarles da halia para
Roma; os boatos de urna alttanga da Prussia com
a Italia;o precedente desta alllanca contra a Aus-
tria; e floalmente, o facto tal rez pooco importan-
te, da nao visita de el-rel Vctor Emmanoel a
Paris.
O embaixador da Italia em Pars o Sr. Nigra foi
chamado a Florenca, e dizla se que seria substitui-
do, mas a Opintone aonancia j o regresso imme-
dialo daquelle diplmala ao sea posto; esperando
a mencionada [olha qae elle far dissipar qaalquer
nuvem de dissentimenlo que atada possa existir
entre a Frang e a Italia, relativamente a extracta
nao aspiravam a maior felicidade ; mas Bran-
ca velava por elles, por isso que nao igoo-
rava quantos inimigos tinbam.
Postas assim as cousas, deu-se um baile
do p^co para obsequiar o duque de Alba,
que vencer os QameDgos, e este baile rau-
dou completamente o aspecto das cousas.
Jo3o e Branca assisttram a elle e Qzeram
sem querer oem tal esperar, dnas grandes
conquistas de amor; Branca, a do poderoso
duque de Alba, e Jo5o, a da princeza de
Eooli.
D. Pedro Alvarez de Toledo, chamado o
gr-duque de Alba pelas suas grandes vic-
torias, era distinelo, nobre e dos mais im-
portantes da corte de Fetippe II.
Aocio de sesseota anaos, aioda conser-
vava grande parte do vigor da juvenlude, e
dotado de um coragao rdeme e enthusiasta,
desenvolveram-se-Ihe naquella idade preten-
des amorosas. Eolbusiasmado com a guer-
ra, para que nascera, e adquirinlo neila a
justa fama de distincto general e de campeo
valente e esorcado, n5o se oceupava cousa
alguma com a galantaria nem com mulberes.
Chamava^hes, rindo:se, bnecas de movj-
mento a que se d corda e das quaes os
homens teem o fraco na sua coquetera e
vaidade. Mas vendo e fallando a Branca
mudou de opiniao, e namorou-se perdida-
mente della, com essa paxao exclusivista e
enthusiasta qae s compreendida pelos
rapazes e pelos velhos. Pelos primeiros por
que ao sahir da infancia veem o mundo cor
jrderbsa, e julgamachir as mnlheres anjos,
fazendo do amor um paraso sobre a trra;
pelos segundos, porque comprebendendo
que a vida de illuses se lhes escapa, e que
0 invern das suas c5as gela o sangue das
jovnes, se impr.essionara com o delirio com
que o naufrago abraca o madeiro salvador
fue o ba de conduzir desejada praia.
1 O duque de Alba o5o se limitou a s$r
om amaote tmido pois que, homem de
execocao da convencao de setembro. E sempre
bene.
Attriboe-se ao ministro da Prassia em Florenca
a inveneao de ama Liga dos neutros, de qae ba
dias se tem fallado, e qae, sogaado se diz, o Sr.
Ratazzi trabalha para realisar junto das cortes de
Londres e de Vlanna.
A Presse diz qae os enviados italianos j recebe*
ram instrncedes neste sentido, e qae a Aastrla, a
Inglaterra e a Italia, segando a opiaio do S-. Ra-
tazzi, f se devem unir e alliar para garantir a sua
neatralidade, e para locallsar a gaerra no easo
< de sobrevirem acontecimentos as margeos do
< Rheno.
Afflanca-se qne o general Henabrea o encarre-
gado de dar cumprimento a essa mlssSo, qae tem
por tira ara aceordo cora Londres e com Vienna.
uiz a Preste qae a visita do Sr. Cogia, mioisiro
da guerra italiano a Berln teria por Qm observar
a natnreza das relajos qae exlstem entre a Fran-
ja e a Prassia, e de empregar, no caso de um rom-
pimento, todos os meios qae se jalgarera conve-
nientes, para apenar os lagos de allianga entre
Berln e Florenca.
Por oatro lado o principe de Mettoroicn recebea
do imperador d'Austria a ordem do Toso de oaro,
durante a visita do imperador Napoleo aSalzbarg,
e esta raerc considerada favoravelmeole em re-
lago a urna alliaoca aastro-franceza. Esta distinc-
c3o foi considerada como ama recompensa dos
srvicos prestados em Franga pelo embaixador
d'Austria, mas parte da imprema qaer all ver
ligada, as graves circumstanclas em qae se actia
a Europa, ama idea favoravel aquella ailianga.
O principe de Metternich partidario declarado
das intimas relages entre a Austria e a Franga; a
sea galardo foi considerado como ama prova de
sympibla dogoverao austraco a respeito da Fran-
ca; sendo Ihe confirida aquella ordem nao spelos
seos servigos mas pelas Ideas qae representa.
No dia 19 de agosto encerroa-se em Florenca o
parlamento Italiano, devendo reuntr-se no principio
de novembro.
O governo italiano vai realisar sem perda de
tempo a operago financeira sobre os bens ecle-
sisticos, preferindo o capital nacional.
Desmente-se a noticia dada pelos jornaes austra-
cos do casamento do principe Humberto com urna
gra-duquaza da Russia.
A cbolera-morbus na Italia tem tomado graa-
de miyemeuto com os calores qae hoave entre os
dias 10 e 33 de agosto, em Roma morriam diaria-
mente ornas 40 pessoas; depois da morte da ratona
Mara Tbereza, e de um de seas filnos de tenra
idade; falleu tambem a princeza Colonna e ama de
saas ulnas. Em Paiermo no dia 10 houve 405
casos de cholera sendo mortaes 3SH I A cidade de
Paiermo est quasi deserta. Depois da peste de
Milo, nao ha memoria de semelbante ctlamidade
na Italia. ,
Parece que o general Garibaldl renunciara
digresso que contava fazer Umbra e qae re-
gressara a Caprera, desistindo de saas tentativas
actuaos contra Roma.
' Os imperadores (rancezes partiram de Salz-,
burgo no dia z3 de agosto de maoba, e eotraram
em Paris no dia 24 de tarde.
Dizem de Salzburgo que se conrmava o intimo
aceordo enlre os dous imperadores sobre todas as
questoes, mas accreseentamqae esta harmona nao
lem Qm algum ofiensivo.
O imperador Napoleo fez ao Sr. de Beast o
mais distincto acolhimenio, conversando mokas
vezes com elle intima e detldamente.
As populages acclaraavam o imperador Napo-
leo, e i iraperatriz Eugenia, por toda a parle onde
elles Sppareciam.
Aleuns jornaes austracos, nao considerara agora
cpportuna nma allianga aastro-franceza, porque
as aciuaes circunstancias, provocada suspeitas
e susceptibilidades que poderiam comproraetter a
paz da Europa. Qando se verifique a existencia
da allianga entre os governos de Berln e de S.
Pelersburgo, achar-se-bia ento a Europa na ne*
cessidade de tomar urna attitude seria na deflensa
dos seus tnteresses ameacados, e a allianga aus-
tr.i-franceza teria toda a razo de ser; raas podeo-
do realisar-se a suspeita da allianga rassa-pras-
siana, esta entrevista de Salzburgo, orno a do
sulio a Vieaoa, formara o preliminar estrenando
as aOlnidades das tres potencias, para o caso em
que esta allianga se torne urna necessidade para a
seguranga da Europa.
Os jornaes prassiauos porm declarara qae urna
allianga entre a franga e a Anstria, anda mesmo
quando seja siraplesmenie defendida produzir
urna contra allianga.
O Imperador Napoleo prope-se a resolver Im-
portantes quesies Interiores, segnindo porm o
mesmo sy.-teraa centrallsador, em objeetos que
poderiam ficar para a Iniciativa local.
O Moniteur publica ama carta do Imperador, ao
ministro do interior, marquez de La Valette, em
qae se declara qae o governo vai tomar a inlciati
va as qoestdes interiores, comegaodo pela recom-
mendago de Imprimir o mais activo impulso aos
trabalbos de viago, de modo qae a rede dos cami-
nbos viccinaes se leve ao complemento com toda
a promptldo posslvel.
O Imperador Invoca o concurso dos conselhos
muoicipaes e dos conselhos geraes, mas invoca-os
como dons auxiliares, poit) qoe auxiliares princi-
paes do governo nesta obra de impulso aos melho-
rameatos, mais especialmente da agricultura.
O imperador provoca as dehb9ragSes destas as-
sembtas locaes sobre os objeetos que mais direc
lamente '
Victoria, ralnha boido em 27gnrnig5es das amigas provincia
prossianas, 17 no Hanover, 16 no Schile^g-Hols-
tein, 7 no Hese eleitoral, 3 em Nafsaa e 1 em
pranctort, perteocendo 44,840 homeos s provn J
ro dos pobres e dos opprimldos,
do reino-anido da Gra-Bretanha e Irlanda.To-
dos os individuos qae Vossa Magestade mencionoa
oa sua carta vos vo ser enviados, taes como-Wor-
mozd-Rassam, Cameron o lodos os ootros Ea-
ropeas.
Na minba bamllde posigio nada valbo para
me dirigir a Vossa Magestade, porqae ea sendo
devera interessa las ; mas para Isso qoiz om ignorante Elbiope, s espero qae V. M. me
escrever-lhes ara programma, dar-Ibes ama gaia perdoe miabas faltas. Aqnelles qoe flz aprisionar,
na carta que dirige ao ministro La Valette, bem | tlnbam-nos bumilhado e rajariado, mas Deus >u-
corao na nota era que o me-mo ministro rediglo doa-me ; e ea fllhu de nma das mais humildes ma-
por ordem de Napoleo III. Ihres de Israel, pnde readqairir o qae meas ao-
tis a carta do imperador : tepassados perdern) :devia-lhes perdoar. V. M.
i>r. mioistro, vos sabis a importaocia qae ea sabe de certo qae o povo da Etbiopia igaorante e
ligo a prompta conclaso das nossas vas de com- ceg, e ea pego a V. M. que me perdoe o qae
municagao. Considero-as um dos mais efflcazes tenho feito e qne continu em correspondencia c-
melos de augmentar a torga e a riqueza da Frao- migo. Acooselhai-me, mas nao me censareis rai-
ga, pois o numero e o bom estado dos caminaos
sao por toda a parte urna das provas mais se-
garas do adiaotament da elvilisagao des povos.
J dei instraegoes ao ministro das obras
publicas para que continua o estado e prepare
a coocesso de novas linhas frreas. Elle deve ao
mesrao tempo procurar os meios de melborar os
caoaes e a navegago dos ros, contrapeso modera-
dor do monopolio doscamlohos de ferro.
Mas nao devem llmitar-se a isso os nossos es-
foreos. O ioquento agrcola tem evideaciado que a
rede completa dos camiabos viccinaes ama coa-
t igoessencial d prosperidade do paiz e do bem
estar das popalages raraes, que to dedicadas se
rae teem sempre mostrado.
Preocciipado da realisago deste projecto tinha-
vos encarregado de eslaJar, de aceordo com o mi-
nistro da fazeoa, um complexo de medidas que
nos babilitasse a poder terminar em dez anuos a
rede dos eaminbos viccinaes, pelo trplice concurso
do municipio, dos departamentos e do estado. Alm
disso, desejaoio facilitar aos municipios o meio de
aba, coja magestade Deas glorificoo, ~e a
dea abundancia de sabedoria.
., *.J^,ada 22 de iaoeiro de 1858 (29 de Janeiro
de 1866, nossa era)__Tbeodoro,
Como se sabe o rei nao enraprio a saa promes-
sa, mandoa effectivamente soltar os presos, mas no
da em qae deviam partir para a Europa, man-
dou-os novamente encarcerar, e a 15 de abril se-
grate o rei da Abyssinia escreveu a raioba Victo-
ria, que resolver guardar Hormuzd-Rassan para
o consultar sobre a exienso da nossa amizade ;
(Sic)
Resposta da raioba Victoria.
Victoria pela graga de Deas etc. a Tbeodoro
rei da Abyssinia, a quera enva moito saodar. Vos-
sa Magestade deve saber qae o dever sagrado dos
soberanos enmprirem escrupulosamente-os trata-
dos que tenbara feito, e qae as pessoas dos embai-
xadores, taes como nosso servo Rassao, e os qae
o acompanbam, sao entre todas as nages civilisa-
das lnvariavelmente sagradas. Estamos admirados
da hesitagao de Vossa Magestade e convidamos
tomar parte na despeza, condo vos a que prepa- V. Magestade, a provar ao mundo que comprehen-
reis a creago de urna caita especial destinada a; de perfectamente a sna posigio entre os soberanos,
adiaotar-lhes os foodos necessarios, por empres-
limos a jaro razoavel e reembolsaveis a loogo
prazo.
Approvo a nota qae rae dirigiste e os prin-
cipios em qae se baseia. Mas como, antes de apre-
seota-los ao poder legislativo para definitiva reso-
lugao, ha maitas qnesles importantes a profun-
dar, rogovos qae preparis elementos de informa-
gio completos e precisos. As dellberages dos con-
selhos municipaes devero ser evidentemente o
ponto de partida deste trabaibo. Mas des-jo qae
nesse estado qae se vai eraprehender tornera nma
parte larga os raembros das assemblas departa-
mentaes, cuj > patriotismo, dedicagio e coocurso
ea sel qae nao me faltar.
t Do vosso esclarecido zelo e eoergica aotivida-
de espero qae se leve rpidamente ao Qm este io-
quento administrativo, para se apre-entar ao corpo
legislativo, na saa prxima sesso, nm projecto de
le que assegure a execQgo da obra que de cora-
gio luteoto realisar.
Desde 1830 tem sido inalteravel a 'amisade
entre a Franga e a Inglaterra, e os dous paites ma-
nifestara %4 vez mais tendencias de vlveiem em
barmniaTKlItica entre si, e com relago a' qaes-
toes ioteroaciooaes. Tendo-se compreheudido mu-
tuaraente recoohecera qae a saa ideatidade de vis-
las imprime as quesloes a direcgo mais conve-
niente para se resolverem segundo os lcitos inte-
resses do ajeio-dia e occidente da Europa.
Nao se tem com tulo apagado arada entre elles
ama certa eraalacaO ; neohum daquelies povos sof-
fre de bora animo qualquer desiqaiiibrio enlre si
da influencia poltica era da preponderancia con-
mercial, onde arabos elles estendera a sua acuo.
Agora, por exeraplo, havendo a Franga aonexa-
do mais algumas provincia? do imperio anamita a's
soas anteriores possesses da C:chmcbioa, lavra
ja urna certa inqaietagao na loglaterra mordiente
entre a classe commercial, que ja esta' orgadisan-
do meetings para descotir sobre a importancia
co nmercial que vai dar a' Franga o augmento das
saas possesses no imperio de Anam. Ao mesmo
tempo trata-se na Inglaterra de estabelecer am ca-
bo de Falraout a Gibraltar, e d'abi a Malta ;'e a
idea de receber os despacbos de Alexandria sem
oecessidade de recorrer a via de Marselha acc-
Ibida naquelle paiz com excessivo alvorogo. Que-
rera por todo o modo cortar a dependencia da
Franga.
Nao ba mais noticias dos prisioneiros iogleze*
na Abyssinia, que confirmen] as que nos trouxe o
ultimo paquete, mas o Times publica os segaiotes
documentos qoe sao bastante cariosos e illucidam
a qaesto entre o rei Tneodoro e a raioba Vinera:
i Carta do re Tneodoro a' ralnha Victoria :
c Em nome do Padre, do Filho e do Espirito
Santo.Amem. Do servo de Nosso Senbor, Filho
e que nao deseja olvidar os deveres Interaacioaaes,
que incumbe a todos os soberanos cumprirera
< V. M. pode estar certo qae nos attribuimos ao
nao conhe:imento qae V. M. tenhs tido da priso
de Rassam e seos companheiros, esse lastimoso
cas de novo anntxadas. Como ensaio vo armar*
12 batalbes com o novo fusil qne dispara grana-
das, Inventado por Dreysse. O adarme o mesmo
qne o da arma de agulba, mas o effeito do tiro *
bornvel.
Bade possne actualmente 24 mil fasis de agu-
lba e dois railbes de cartuxos, foroecidos pela
Prussia, mas pagos pelo governo badense. O Wur-
temberg recebea triota mil fasis de agalha com
milbo e meio de cartuxos... Na prxima prima-
vera os estados do sol da Allemanba tero promp-
tos disposigo do rei da Prussia, ebefe da guerra
da coofederago do norte censo e vinte mil borneas
armados, equipados e exercitados a' prussiana.
No dia 31 de agosto devia-se proceder na Alle-
manba do Norte a' elelco ds representantes a'
coofederago. Veremos se triarophar por ella a
opiniao do predominio prassiano, alias j efectiva-
mente tstabelecido pelos convenios postaes, adua-
nemos e militares entre o governo prossiaooe di-
versos estados. ->
Dtz-se qae o movimento eleitoral se aprsenla
al!i animado.
O governo de S. Petersborgo informou o cn-
sul geral da Austria de que todos os subditos aus-
tracos qae aioda estao presos, oa em capiiveiro na
Russia por haverem tomado parte na ultima in-
surreigao polaca, sero postos em liberdade, e en-
tregues as autoridades austracas da frontera.
Dizem de Oreroburgo que a concluso da paz I
com os estados da Asia central nao pode ter lugar
antes da chegada do general Kiuffmann, governa-
dor de Turkestan. >
O emprestimo rosso parece estar quasi preenchi-1
do; alguns jornaes (rancezes acooselbavam, que ,
se nao auxiliasse em Franga aquella operago fi-1
nanceira rassa; mas o capital nio tem patria ; al-
flrma-se que s em Paris se tem subscripto com
mais de 291,229 obrigages. Algumas tem se ven-
didas com dois por cento de lacro.
Corre o boato de ter havido novos movimeu-
grande vootade, se apresentou a Branca e maneceu fri e impassivel, vendo era D.
a via todos os dias e Ihe fallara de amor com Anna smente a amante do rei.
elevada linguagem. Branca tolerava, nao' Joao ama va a pureza de Constanza tanto
sem trabalho, os seus galanteios e apenas o como a sua formosura, e a proceza de Eboli
attendia, verdadeiramente apaixonada como nao achou mais que tidillerenca no galhar-
estava pelo Corsario Negro. Fazendo da- do monteiro-mr. Ento o que era um
quelle amor a historia ea illuso da sua | amoroso capricho transformou-se n'uma pai-
vida, comprebeadia que para ella nao navia xo plirenetica, que foi conhecida de toda
mais niaguem que Fernando. a corte.
As almas fortes e os corajes bem for-j Por conseguinte as murmuraces succe-
taados choram eresistem no primero des-' deram-se urnas s oulras, e Antonio Prez
engao, a primeira illuso da infancia des-! ouvio-as como todo o mundo, e nao pode
vanecida ; raas ab.! quando teem acariciado deixar de pedir explicabas princeza, mas
urna segunda esperanza, mais vehemente' ella nem mesmo se desculpoo, e tratou o seo
talvez que a primeira, a sua irrealisacSo po- antigo amante com to desdenhosa indiffe-
deria causar-lhes atea morte. Branca, que renga, que enlouquecendo-o de raiva e de
amou Prez com o seu enlhusiasmo de. zelos, pois mais que a sua ambicio amava
creanca, chorou com acerbas lagrimas a de- (D. Anna, eocheu-a de offensas e de insinua-
cepeo do seu amante, e s a dignidade, o ces, e jurou vingar-se. Esta conducta le-
orgulho, e sobre tudo o tempo, que tudo vou a princeza a prohibir ao secretario a
mitiga, conseguirn) cara-la da sua dr ; entrada em sua casa, e o amante oSendido,
mas ao amor de Prez sceedeo o de Fer- comprehendendo que estava perdido se n5
nando, e a esta sua segunda p'aito, mais' obtinha um alliado poderoso, decidio-se a
pbrenetica e vehemente que a primeira,' implorar por sua vez a protocolo de Joo
consagrara completamente a sua esperanza, de Lanoza.
e; perder esta seria talvez perder a vida> Effectivamente, Antonio Prez, odiado
Branca, no entanto, nSo duvidava. Con- pelo duque de Alba, aborrecido pela nobreza
fiava no amor do Corsario, .porque Ihe era e perseguido pelo filho de Escobedo, que
necessario, porque nao podia ser bom nem ajudado de Matheus Vasqecz continuava a
grande sem ea. Alm.disso, tiqha provas 'ccusa-lo do assassinato de seu pai, a3to li-
tio certas, tao verdadeiras do amor daqeL- nba outro escudo que nao fosse a princeta,
le homem, que do Ihe era licito duvidar. [que tanto po-a influir em seu favor com o
A paixo ou amor que senta a princeza rei, e esta proteceo conhecia tambera que
de Eboii por Jo3o, eraem tudo difireme. (me ia faltando, -pois que D. Anna se conver-
D. Anna de Mendoza, amada cegamente Jera em sua inimiga amando JoSo de La-
pelo rei, que Ihe piraba todos os dias aoslnuza.
ps o sceptro e a cora, acreditava que para Assim, pois, em t5o critica posiy5o, e nSo
ella cousa alguma era impossivel, e que as podeodo voltar os olbos para nenhuma par-
seus caprichosos desejos deviam ser te, lambrou-se do companheiro da sua ia-
acatados por todo o mundo. Yendo JoSo fanci que, tanto podia ent3o na corte, eem-
de Lanuzs sentio um vehemente- desejo; pregando todo o seu talento chegou a oflV
de ser amada por elle, e para o conseguir recer-lhe a mo de CinsUnca, sem parecer
deitou mso-de toda a sua graciosa e irre-lqoe Ih'a offerecta obrigado pelos acontec-
sistivel sedccJo. Ma3 Jo3o da Laouza per-' memos.
tos na frontelra russo bntgara.
E' inegavel a victoria de Omer Pacba em Creta:
tacto, fiad entregara a V. M. os artigos da nossa os despachos de origem grega procurara apenas
amizade, e esperamos que Rassam Cameron e os | attenuar-lhe o alcance. Da propria iiha de Creta
outros servos, serao postos em liberdade, e assim se aonancia, que as man importantes povoagoas
l de V. M. com todo o aflecto. se haviam rendido aquella general. O aiistamen-
to grego, qoe tem sido o elemento mantenedor da .
insurreigo tem de abandonar a iiha regressando i
Grecia.
Mil e quatrocento* d'estes voluntarios embar-
cando em urna fragata franceza, e n'uma canbo-
neiro russa, voltarara sua patria ; e alguns na-
vios franeezes continan transportando a Grecia i
pessoas de Uaodia que momentaojmenle se que-
rem esquivar ao poder do vencedor; mas nao sa >
condrma o boato do protesto de Omer Paeb e do :
almirante ottomano, contra este acto dos navios-
franeezes, pois nao o consideraran) violago do
bloqueio.
Annonci-se que o navio de guerra prussiano
mandado para Creta nao leva outra mlsso mais
do qae receber a bordo os abditos prassiauos qaa ;
furem obrigados a fugir; assegura-se qae a mari-
nha real italiana assjciando-se s de oatras na-
ges enviara egaalraeate a Canda navios para
cumprir tambera urna obra de buraantdade reco-
lli-ndo os individuo! qae desejera sabir da ilba.
O vapor Arcadion atacado pulas turcos as
aguas de Crea, foi queiraado e meitido a piqu
pela propria equipagem.
Logo que regressou a Constantinopla o snlto,
declarou ao grau-vizir a determinago em que es-
tava de proteger imparcialmente todos os seus sub-
ditos, qualquer qae seja o seu culto. Esta senti- l
menio, disse o sulto, o cumprimento de nma
divida sagrada, depois do acoihimsoto que recebi [
dos governos, e povos estraogelros. A miaba,
sollicitude permanecer' constantemente viva era
favor do progresso da instruego publica, da ex-
Carta de lord Stamley ao rei Theodoro
Ordenou me a raina mtnba soberana que faga
sabera V. M. que esperava ja ter sabido que os pri-
sioneiros a respelto dos quaes S.-M. vos escreveu
a data de & de ootabro altirao, tiobam ja sido li-
bertos e eoviados por Massaoaras, e que os pre-
sentes all chegados de Inglaterra para a troca, ti-
vessem ja sido transportados para a Abyssinia. A
rainha sents que V. M. nao tenba accedido a seas
desejos, e antes procuraste meios de se apoderar
dos pros entes, qae vos foram eoviados somonte pa-
ra depois da entrega dos presos.
Em atieng a isto, a rainba nao pode ja es-
t crever a V. M., mas ordenou me que escrevesse,
t abra de vos fizer sclenie de qae ama vez que
c V. M. falioa ao estipulado, ja' maodoa ordem
< para qae os presentes voltera a' Europa no pra-
so de ires mezes, se acaso os presos nao estlve-
rem em liberdade, at esse tempo.
< A rainba prohibe aos seos agentes o raaote-
t rem mais correspondencia a esse respelto. S M.
deseja que os presos Ihe sejara entregues, e de-
t soja tambem que V. M. seja aconselbado a ac-
< ceder a isto, antes de esquecer e por de lado a
< amisade que a rainba apezar de tudo esta' dis-
< posta ainda a manter, com Vossa Magestade.
Tendo assim cumpriio as ordens de S. M. a
c rainha, minha soberana; tenho a hoora de a-
< presentar meus respettos a Vossa Magestade.
< Vosso siucero amigo
t Stanley. >
A correspondencia entre o re da Abyssinia e a
rainha Victoria dodou, e como Theodoro a nada
atteodeu, diz-se que se mandou urna esquadra in-
glez para aquellas paragens.
Teve lugar ao da i.'i de agosto a sesso de
abertura do conseibo federal da Allemanba do
Norte. Eotre os projectos de le aposentados era
nome da presidencia federal, ootara-sa os que di-
zem respeito a' renovago da liga das alfandegas
(Zollvereign, e a' convengo postal em toda a
Atleroanha; e o projecto do orgaraento federal. O
con selho federal adoptou provisoriamente o pro-
ecto de regulamenlo e eaviou*o a ama comraissao
composta dos Srs. Deibrm k, Friesen, e Bertrn,
que devera apresentar um relatorio antes da sua
adopgo definitiva.
O conselho federal encarregou o cooselbeiro da
legagao Bucber, da redaegao das actas. A pres
teoso das vas de commuoicago, de ama boa. |
organisago, do nosso exercito, e do deseovolvi-
meoto no nosso crdito. >
No dia 19 de agosto celebrou-sa em Coajtanti-
nopla nm grande concelho presidido pelo sultio. i
Vo partir 7,000 bomens para a frooleira de Ser-
via, cujos armamentos inquietara o governo otto- i
mano.
O possivel e ja iniciado melhoraraeato da sort*
dos christos no imperio: um carta constitucio- .
nal e concassis rasoaveis as dlffereates oacoaa-
ildades.
O presideute Jobosou dos Estad >s Unidos de-
mittio o ex-ministro da guerra ; e envion-lhe os i
segoiotes documentos :
Washington o de agosto. Ao Sr. Bdroni, M.
---------,b
Joo de Lanoza tinna muitos motivos para
aborrecer Antonio. A' parte a infame con-
ducta com Branca, o secretario demons-
trara era todas as occasies uns sentimentos
to oppostos aos do joven, que este nao po-
dia deixar de sentir por elle urna antipathia
irresistivel e incapaz de ser vencida por
cousa alguma. Mas Joo nao era rancoroso;
a sua nobre alma nao poda alimentar por
muito tempo a recordarlo das offensas re-
cetadas e; d sposto a perdoar, julgava-se
feliz por poder entender a mo ao seu ini-
migo, mais pequea satisfaco que este
Ihe dsse. E depois, Joo amava muito
Censtanca. O seo matrimonio era quasi
impossivel se a elle se oppunba Antonio P-
rez, e Constanca era precisamente o penbor
de amizade qoe ihe offerecia o orgullioso,
e, segundo pareca, arrependido favorito.
Joo, pois, acceitou ecreu na nova amizade
de Antonio, e decidido a servi-lo Ihe offe-
receu com toda a grandeza da sua alma con-
tribuir a sustenta-lo no poder. O secretario
acceitou o seu offerecimento e respirou.
Prximo a perder o favor da princeza, ad-
quiri o de Joo de Lanoza; e se bem, fosse
certo, que o segundo nao tinha com o rao*
narcha tanta influencia como a primeira,
tambem e certo que O. Anna de Mendoza
camiubava sobre um abysmo, e qualquer
dia urna intriga corteza a desmascararia e
arrojara do seu pedestal. A proteceo do
monteiro-mr nao seria to efficaz, to po-
derosa, mas era mais segura e eslavel, e o
secretario era excessiramenle astuto para o
nao compreheoder assim e nao trabalhar
para a adquirir.
Entretanto D. Anna de Mendoza comecava
a compreheoder que todos os seus esforeos
para se fazer amar de Jo8o seriam infruc*
toosos ; e para cumulo do seu desprazer,
nao tardou em saber que o secretario se
reconciliara com o irmo de Branca. Esta
ceoonciliaslo, que pareen urna alliaoca me
ditada conira si, acabou de a elouquecer. e ',
decidio-se a lutar com todos que pretendes- i
sem obscurecer a sua dominaco.
A este fim recorru ao duque de Alba, j
que amava Branca, e Ihe propoz empregar,
todo o seu valiraeoto para conseguir que a '
joven Ihe dsse a sua mo, sempre qoe
elle trabalhasse com Felippe II para derro-.'
car o velho poder de Antonio Prez e o ,
oascente de Joo de Lanuza.
D. Pedro Alvarez de Toledo nao accedeu
de muito boa vontade s pretences da prii-
ceza, nao sO porqae jolgava poder conseguir
sem a sua ajuda a mo de Braoca, mas tam-
bem porque no seu altivo e quasi fero ca-
rcter Ihe pareca urna indignidade tomar
parte em intrigas raulheris : mas I>. Anna
tinha taleato e urna eloquencia persuasiva e
irresistivel. Taes e tantas foram as razoes
que deu ao duque em apoio da sua idea,
que se nao conseguio convence-lo, ao me-
nos o obrigou por cortezia a admittir 05
seus offerecimentos.
Nao era o duque de Alba hornera capaz
de faltar a urna promessa feila, e embora
trabalhasse por conta alheia, tambem servia
os seus nteresss ; e decidido a servir a
princeza, comecou a estudar o terreno para
vencer Antonio Prez e Joo de Lanuza..
Alm disso j sabemos que aborreca o pri-
mero e olhava com mos olhos a rpida
elevaco do segando, de maneira que tudo
contribuio afazer-lnescceitar a ilhanca que
Ibe proponha a recelosa D. Anna.
O borisonte, pois, ia-se oarregando de
nuvens, e a tempesfade podia rebenlar de
um momento para outrfi. Se isto suc-
cedia, se o raio chegava spllar-se quem
seria abrasado na sua carreira? Quaes
seriam as victimas do seu furor.
(Conthmar-st-hn.)
mmm



'' ...... i i nw m ni i

14c Setembro ele 1867.
liara da guerra.Senbor. Gravee i armas. Por' teda a parte (notier da Getzeta e : Consta-nos que ba bastan
is folhas do gabinete de Madrid) se aprese i- flava de que algum individuo
s aatoridades os facciosos arreWmdbVe de naetonalidade duvidosa, se
eonsi lbe que peca a saa demltaio do oiuisteri. da~ van s aatoridades os facciosos arre^mdoVe de naetonalidade duvidosa, r
erra Audrew Johnson, presidenta (ios .Estados- Lcoutritos I Um aova bando daseoberto enrUia!*, iadastrla. Julga-se que as
Unidos. Moqlroyfoi batido pela, guarda elvil, perdendo % ao Porta
MDpnsedesean-
Idem, 6 de agosto. Ao Sr. Andrea ""t
presidente dos EUdos.Ualdd.-Seiitror "R*'
o oficio, no qual me declara ae '1*6,"? !a.e"
racSes publicas o obrlgaB a PP'*"'?? V^J,V
ca a miaba demis.ia lo ministerio da gaerra.
Em resposta dero declarar, qoevaves consiqera-
coes pnbhcas me obrlgam a centmaar dirigilo o
ministerio da gaerra at a prxima reuulSo do
congresso Stanton, ministro da guerra
_ Mxico consta que Juaret Itera publicar
nma proclamacao concodendo a vida todos os
offlciars do exercito Imperial mas os generaes
de divijo flcam menos a seto anos de prisao;
#s geoeraes de brigada a seis ; os coronis a cin-
co, os majares a qualro ; e os capitaes e ora.
O presidente Juaret em lacla entre Profiri Dias
e o Sr. Lerda de Tejada, tacaneara nos bracos
desie ultimo. O prlmelro representa a modera-
ci, e o seguindo a violencia..
Jnaret entrn no Maneo 10 da 13 de agosto e
publlcou orna proclamado moderada;
Toda a repblica esta sobmeHda a Jaarei.
Acerca da Hespaoba, e doa nllimos acon-
tecimentos no reino, nos escreve nosso correspon-
dente em Lisboa o segmte :
H muito que se presenta' a proilmiade de
orna insorrelcio no viiinbo reino. O *yatema op-
presslvo all adoptado, em v proenrava abafar
as mafo.-*40es4u partida liberal. A tanto chv
gon esta previso, qOe slgamaVtottias de Pana e
mortos, 3 ferldos a varios prlsloneirns. Esteban-
Mo-flntia levantado fundos" pblicos e soltado pre-
sos.
< E' fra de davida, porm, que as tropas do
governo foram derrotadas perto d Zaragoca, fl-
cando morto o general Man se de Zudiga, qua as
cnamaidava. Per de Haesca as tropas do gover-
no tambera foram batidas, apeiar dos insurgentes
Acareo) com un ebefe ferido e ontro morto.
Perto de Sallegas nouve, no di Si, o0**6,
entre as tropa reaes e un gaernlba que 101 ba-
tida. Um Irmo do Noy de Las Barraquetes tinba-
se apresentado ao governo de Barcelona.
O reencontr das tropas da ralnha ao manoo
do general-Manso de Zamga eom as faeces reuni-
das de Herrad dMorriones com toreada t:aw
bomens U uito-renbidO O feaeral-Mans tinba
230 cacadort da batalBSo de Ciudad Rodrigo e 50
cavallos del-rel. Atacou os revoltosos, e depols
de 5 horas de fog-V, deWojbu-o a* bayoneta, car-
regando" ao mesmo lempo a cavallaria, que ctaegou
at as casas da povoa^io ( Lyrioi de Marcnello)
Os sublevados retrogradaran! para Jaca, tendo per-
dido 50 mortos, entro os qaaes tres offlciaes, mul-
los ferldos e algnns prlsioneiros.
a columna qoe os persegtaia perdeu o lB8ral
Manso, cujovead'ver fdi redltiido por seo Bino;
um capito e um tenante ferldos,' 13 soldados mor-
ios e um enda.
-i-*j da 24-sabtram de Madrid combois levan-
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA.
de B;usellas a anouaoUvam sem Ib erra/ am do para CMaluria, (pelo cammbo de ferro) uns asi
dia. As autoridades-por toda abarte tomavam
precaocds militares. DescooQavam d'uoa parte
de exercito, a paree* qoe-as provincias. da Ara-
gao Valencia e Galaiunba os sublevados augmen
tavam, piar-das.ttopas mandadas contra ellos.
t Na HdspaBBa-a revolujao nao se limita a
simples nwlaocost de ;ujinisiros. O vicio extst*
Da edrte, Ojomioa4a porfaoastas influencias, m-
compav i ja agora cam a tiberdade.
c Em Portugal, dli'am esenptor contemp/wapep*
as ravoln^Ba'acabaraa porqoa a'corda segu o
caminho ampio e desaffrontado da llberdade. Aqu,
m vea da caoba da artbilbarta, o paco dos res
gaardido pelos cor*|ojs dos partuguees. se *
raiuha de Hspao*rrsa nao desprender aa mag-
ntica obediencia tpe-a deslumbre a revoloeSo na
da trlumpti^r, quem satre se'elbrono, defeniiiao
a cnsta de lmannos esforcos a do tanto sanue
liberal, oo flaara' aovolvido as minas, na ora
tremenda das represalias popnlares I
t Um jornal de Paru, paoco affeigoado. a causa
da revolnco, estava informada de que a tentativa
fue evia t^r lugar di da 16 em Hespaoba,w^a
abortase, porque os mimbro-, do ceatro em Bru-
xellas toioiram omi res>>tacao diffsrente, resoiu-
gao a ultima hora, qua oo nove tempo da trins-
mitlir a.,s ebffS'daslin-adoj no inierlor para o
MOHMOdo das torcas que se insorglssem. O mesmo
jornal afema qtte o general Brim de se conserva-
va na Blgica, e qae nao viria a Hsspauha senao
depois qoe os saus amigos tlvessm urna praca
forte. Parece mais provsvel que Brim se acha na
Hespanba. '
t As folbs mltiitrlaos de Hespanha, dppois ae
mullas pruclamacdS e ameacae ao poo, davaoiicbou lugosubre Sarogoja.
nnicamente como certa, nos primelros dias, a exis-| Est aoticia nao eom tudo garantida, porOm
iii bornes de tropas. Na capital reinava grande
agitacao, e era duvidoso. que o governo podesse
d'all dlstrahir mais tropas sera grawperigo.
fia serias ratas para o erer, da a Gtrowu,
jornal- francez, que algunscorpos do eierolto hao
davlr a tomar parte' ne movimenw, nesse oaso a
revo'ta tornar-se-bia gerai.
-.fia qoasi lodos os bandos,- qoe militam no
norte da Hespanha, esto incorporados carabwei-
ros qoe se utiiram aoslnsurgontes. .
O governj eontiuuava a atolhar as pnsojs,
tentando do.nia.ar a slimcao peto terror.
O 8*. Mado, ex-ministrO da fatenda, foi preso
em Zaraui onde swva a banhds, e levado para
Madrid.
< Os operarios de Barcelona, onde ha M a 30
mil, fagiram das fabricas, e sahem da eldade sem
que o governaeor eapu&o-ganeral possa dele los.
Cam se bandos de 400 e 500 ooerarios bem ar-
mados, que marebam em direccSo de Gerona.
- O general Cootreras, quando entrn em Hes-
panha, levou comslgo todos os carabineiros que
guaraeciam a fmntiira, o sea bando era de ddus
mil hom-iis.
t As noticias de hontem (J7), de cunho ministe-
rial, dao mals algumas gu-^rrlihas dissipadr.*. Di-
se.ii -oJavia as oliimis noticias que o general
Nakenna, capilo-geefal d'Arago, cora tropas
vindas de Madrid, querendo destruir, o' effeito mora
da derrota de Zuoiga, marchara'contra o general
Pierrad. As tropas,porm, que sabiram de Ma-
drid aproveitaram a occaslo, insarreccionarara-se,
uniram->e a Pierrad, e matarlos Nakeaoa. Pier-
rad, refurgad pelas novas'ttopas revenada:-, nnr-
tencia de tres f*cc5es revoloslonarias sob o cora-
mando de ValdricB, no Pamul, em numero de I5
bomens; de 40 era Aylona, provincia de Lrida, a
do levau lamento de Escoda em Viltanuava .y Gel-
tr, sacando para cima de tOmil duros de capitaes
particulares. Nao diziam porm o numero de ho-
mens qoe acoropanhavam aquello caudilbo.
t No da 13 tioam sido cortadas as trabas tela-
grapbicas as mmediacSes de Valencia e na pro-
vincia, de Casta loo.
A 20, ia eogrossando a revolta e como se en-
caminhasse para tomar ura carcter geral.o go-
verno de Hespanha resolven declarar em estado de
sitio todas as pr viudas da monarebia. O bando
shio poucas horas depois da -partida do rei e rai-
nba de Portugal.
Por diversos joiies foram em editos chamados
muito; profasos para comparecerem a responder
por'delicio de coospiraco. Foram approvadas as
medidas adoptadas pelos capites-generaL'S de Ca-
ttlnnha e Arago.
E* claro pois que o proprlo governo de Ma-
drid, apeiar de todas as relicencias offlciaes, de-
clarav.i a insurreicSo geral e obrava segundo as
circnmstancias, tendo o cuidado' de annuneur
proesas das irapas leaes, descrevendo os rebeldes
em fuga, e a disperso parcial, mas quasl insta
tanea dos Insurreccionados a quera affectava nao
ligar maior importancia, o que era, p->lo menos
contradictorio cora os movlmcntos e operacoes das
tropas da ralnha.
c Interrumpidas as eommuoicac5i5 telegrapmeas
n5o s entre Madrid e Lisboa, mas tambera entre
Madrid e Pars, apenas pelos orgaos da imprensa
ministerial hespanhola havia aqu noticias da m-
surreilo.
Segando essa mais qu suspeita fonte de no-
vidade=, fui dispersado perto de Reos nra bando de
200 borneas que sahira da cidade. Em Lonregat
apresentou.se urna guerrilba s aatoridades, e por
Isso sex-fferceo perdo ao* qae depozessem as ar-
icas em tres dias. O capilo-genera! da Catalunha
dizia em 20 : Em Reus ha iranqnillidade ; no
Priorato dimrauen as guerrllhas. G batalho das
navas esta' encarregado de perseguir o general
Conlreras que se apresentou em Sort. A grri-
ma de Aytona dispersra-se O governador de
Tarragona diz qoe os sublevados fogem diante dos
qne os perseguem, mas aquellas consegoiram cor-
tar as coraraunicagSes entre Gerona e Barcellona.
Ao toesmo lempo o governador de Lrida con-
flrmava a disperso da gaerrilha de Aytona. o
Aragao, eonsiava terera-se concentrado os rebeldes
nos valles de Hecho e Anso,e qoe tambera os ha-
via em outros districtos, para onde tinham mar-
chado tropas.
t O Espaiuol dizia qae os insurgentes do Prio
rato foram balidos em Pabolato, fugindo aos pri-
ueiros tiros. Em Sancta Creusa (Tarragona) tora
batida ootra guerrilba. Em S. Quialino de
diana (Barcellona) entrara urna guerrilba de SO
bomens. Dissolvra se a gaerrilha formada em
Alcanir (Lrida). Em Gaudeza (Torloza) fngio
outra guerrilba assim qne vio a tropa, e esta nao
pode alcaoca la Em Ziragoca n5o havia novida-
de. Em Portus (Pranga, frontelra de Gerona) fo-
ram presas 18 guerrillas do bando derroudo Oo
da 18 em Coti di Pa. O bando de Valonen tora
derrotado, assim como os de Marti e ylav no mon-
te S. Juan, a urna legua da villa de Moni Blaocb.
Mowiones qne commandava outra guetirha, Hna
fgido para franca.
c Segundo aquellas noticias de ongem oficial as
guerrllhas eram cerno a bydra, cujas.cabecas pul-
lula vem mullipilcando-se caa vez mais, de cada
golpe qae tenuva derraba-las.
< O bolelim do segrate dia nao era menos li-
songeiro para os amigos do governo. Na estrada
de Rens a Saln, nma compaobia do regiment de
Toledo tioba batido e dispersado um bando de 40
bomens, s.hldos de Reos, matando-Ibes bomens
e (erlndo 10. Urna companhia do reziojerjto de
Lucbana bat'a no monte de Cao Torrez de Pro-
dalla om bando de faociosos, tomando ne dous
{risioneiros. Urna forca do regiment do la Reyna
alera os bosques de V'ila om bando rebelde, dis
persando-o e tomando -lne algumas armas e ama
bandefra. "
< O governador de Flgueiras dizia entretanto
qne o bando de Pujol fr batido e dispersado no
Ull de Pila Arcos, e ae relngiara em Franca,
< O ministerio da guerra hespanbol no dia 22
annnnclava pomposamente o desbarate em Moot
Blancb de :J0O tidmens commandados por Valdncti,
Marti, Pino a outros, operado por urna columna do
batalho de Alcntara s ordens do major Gu-
tierres.
E' de notar porm qua, por tres vezas se (isba
ja dado aqoelle bando poi derrotado, e cada ves
>e apreseotava nos boletins em maior numero.
< Pelas noticias da 21 as guerriibas de Gerona
davam errantes um matas e florestas da frontel-
ra, acossadas por diversas totumeas. As faeedes
o Alto Arago retiravam-se, assioa que appare-
ciam tropas regolares; as tropas fraacezasda fran-
gir tinham prendido 39 rebeldes, e aprisionado o
rabecilba Morriones.
< Dava-se como Ja' pacificada a provincra de
Haesca. De Laida afflttnawnn qae tora batida a
guerrilba do general Contreras em Aostal do Re,
- que ia fugindo par a Franca. De Valencia an-
r>uuciavam umbem o destroc da guerrilba de
Manielius.
De Barcelona davam a rovolneao por sofocada.
Atienda-se qoe sao as trorabetas do governo
-la Madrid qae failam e qne dio molera a este ra-
pidigsmo iuoerario de... victorias facis.
Nesse mesmo dia consta va por cartas partlca
i; res em Lisboa, que o bando de Pierrad derrro-
i ra as tropas do governo que marebmm a per*
---gui-lo.
Mais boletim : a columna de Granolliers dis
i^rsara o bando dos Yovavy, na parte mais ale
v da do Serrad -e Boy Gracia. Os mocos da es.
cidra de Perelada apanbaram algaaa sublevados' 100 notas falsas
assas verosmil.
t Ha em Lisboa cartas de Saragoca, com data
deU.'dtzenir r$ue se temia alli insurrelcao, por.
que o eff-iito moral' da derrota de Z raiga fra ex-
traerdraarie.
De Bircelooa ha cartas que dizera ter o conde
de Chttter, capltao- general da Catalunha, manda-
po sahir do fJrtncIpado, dentro d 24 horas, as pes-
soas mais conhecldas pelas soas Ideas liberaes.
Urna carta de um offlclal da gaaruleSo de Bar-
celona qnelxa-se de que o exercito nao quer bi-
ter-se, e annnncia qu por isso nao sa derramara-
rauito stu^ue.
trNada se sabe offlcialraeote do general Prim;
Alguns j ornaes francezes recebidos hootem a
nolte, a entre ellas a G\rondt sapponhe qae o ge-
deral esta' na Catalunha, e que marcha com tres
mil homens sobre Barcelona. Outro? crem que
espera occasio de se apresentar na Andalazia, ou
que esta' cruzando as aguas de Coronha.
t Levantarara-se partidos de sublevados em
Despena -Perros, a' estrada de Andalot.la, na pro-
vincia de Salamanca e as imrnedac,5es de Va-
lencia.
c Um jornal de Lisboa, analysando os ltimos
acontecimeotos de Hespanha, e as violencias com
que a mais feroz e desjrotica reaeco os tem pre-
parado, estabelece este principio:
Ao cabo destas scillacSss do throno pseudo,
eonstitueioual, a Hespanha oa sahira* triumphad
te e radiosa para a vida civilizada e popular ;_oa
sera' infallivilmente r'scada da lista das nasoes,
como um opprobrio a civillsaco poltica e so-
cial. >
c A luva mais urna vez laucada pelo governo
bespanbol aquello nobre povo foi levantada. Sera
ebegado o da do triumpho para o povo, oa serio
calcados anda nma vez os seus generosos instlnc-
tos da llberdade pelos estorbos desesperados de
um poder que sent fagir-lha o chao eom o peso
de seus cnaes de lesa civilisago.e de lesa boma-
nidade? I...
Mais algans das, e a cunflagracio revolucio-
naria lera iniciado a soa obra de regeneracao po-
ltica naqueile malfadado paiz, ou se ainda nao
oo i para o povo hespanhol a hora de sua
emaocIpaQSo, novos attentados, novas hecatombes
assombravam, no horror da i-arneficina legal os
proprios carrascos da llberdade.
< E' claro pois qoe a Hespanha joga neste mo-
mento a sua ultima carta.
< Para aquella povo a saa carta de alloma,
pela qual derramou tanto saogae precioso, mas
que as osorpacSes obstinadas da reaeco Ibe tem
rasgado as faces.
t Reconquiste o povo hespanhol o sen lugar na
commanhe europea.
c Punge que essa conquista seja to cruenta;
mas campre-lbe resurgir, e que mais ama gotta
de sangue liberal quando se trata da vida moral
de urna nacao inteirf
< A qnestao para aquello paiz de ser, ou nao
ser.
E' por isso que a revolaco tem sympatbias.
O processo dos oppressores esta' falto ba muito
tempo. >
A saude de saa magestade a raiuha de Por-
tugal continoava a dar serios cuidados, apezar de
ja ter sido vista em actos pblicos.
O governo d presos s emigrados riespaohdes, que. appareceS
sem em Lisboa; tendo sido ja' realisadas algumas
pristes.
F chamado para fazer parle do gabinete, dando-se lbe
a pasta da fazenda.
Descobrlo-se no Porto urna nova fabrica de no-
tas do Banco do Brasil. A' esse respello dlzem os
jornaes de Lisboa:
c Acaba de deseobrir se no Porto que alguns in-
dividuos se davam ao fabrico e passagem de papel
falso do Brasil.
Ha bastantes dias se desconfiava diito. Urna
Ealre os pasta*oros da Europa, vindos hontem
no vapor francs Eslremaiure, acha-se o Exm. e
Iva. Sr. hispo do Ceara', que aqai se demorari
at qoa baja vapor que o conduza a' sna dtocasa
S. Exc. Bvma. velo de Roma pela Hespanha i
Portugal, em caja eapital se demorn por liguas
dias, celebrando missa pontifical no dia 23 do pas- i
sado ;na igrej de S. Lniz re'l d Fraoca, na festl-
vldade desse santo.
" Acha-se residindo na casa dos Rvms. padrea la-
zanstas, aos Coelbos.
Em sesso de boje, do Io.-tituio Archeologico e
Geographico Pernambacaao, deve coneloir-se a lei-
tura da memoria sobr o estabelecimento, -perma-
nencia e extincco dos je-altas oesta provincia, tra-
balhodo illnstrado socio effeetivo'Dr. F. 'M.'Raposo
de Almeida.
Em conseqaeocia de nao baverem tirado as
respectivas patentes, foram privados dos postot de
alteres do batalho n. 45 da gaarda nacional do
municipio.da Agua-pret?, os Srs. Francisco Ala-
xandre Outra e trorentino de Barros liras.
Foi nomaado recrniador nos termos do Rio
Formoso e Barreiros, o Sr.' tenante os8' Fblix da
Silva Lobato.
OSr. Fetlx AlvesBraodo, foi noraeado para
o lugar vago da 2 suppleote do delegado de Ta-
cara t.
Folgamos de registrar aqu mais um acl -, de
patrjotism) no ofTerecimentode S por % do respec-
tivo ordenado, failo palo professor de iustrucgo
primaria do Bonito, o Sr. Eduardo Jos de Santa
Auna, para coadjuvaco das despetas da gaerra.
Para o batalho n. 45 da gaarda nacional de
Agua-preta e Barreiros, foram promovidos a' cap
to o Sr. Jos Lras de Barros e a lente o Sr. Jbo
Paulo Moreira e Temporal1; e nomeados alteres os
Srs. Joao Marinbo de Barros, Maooel Ferr&o d Al
baquerqae e Fraacellno Mendonea de Vasconcellos.
Por terem delxado da prestar juramento em
devido lempo os nooseadoi, e sendo assim consi-
derados vagos os cargos da secando e terceiro sap.
pleatss do juizo municipal d i Rio Formoso, foram
para os mesm.os designados os suppieotes posterio-
res em ordem numrica Joo Aptonio Alves da
Silva,e Tomaz Luiz de Barros. Wanderley.
Subsiste em vigor pesta dioce.se a delibera-
cao aj fluido bi-po D. Uanoal da M.-doiro-, probl-
biudo a numeacao > cuadjuctores aos parochos.
A estes apenas deixou a referida deliberado a
indicia) de qualquar sacerdote i oomeagao do
ordinario, aflu d'este resolver como melhor en
tender.
Em sua pbarmacia especial hom opathlea,
roa Nova n. 43, diitnbae o Sr. Dr. Sthiao gratui-
tamente aos pobres a tacana homeopathtea, cuja
profleaidade esta' verificada e reconbeclda por in-
nmera experiencias.
As pessoas qae fazem aso deste mel preventi-
vo, oa nao sio accommsitidas das bexigas. ou se
o sao as pstalas si desenvolveui beoigoas. -Aldm
disto, aquellas meamos qua ja' foram vaecioadoj,
fazem bem em osar do preservativo borneopathico,
priocipaimente se o foram ha muito tempo, confor-
me pensa e acooselba o mtsmo Sr. Dr. Sabino.
E Marta da Gloria para Pernambuco, e Linda para
o Para', em Lisboa ; Humildade, SegwanQa e
Triumpho para Peraambuco. Amazona e Nova Pal-
mtira para o Para', no Porto.
Saturara : de Lisboa, Beln para o Para' a
21, Aneltca I para o M^raobo a 21, e Constante
para Peraamboco a 27 ; d Parto, Adelaide para o
Para' a 17.
Chegaram as porto : Mara a 15 e Eurtpa a
17 do Maranbio, Ourense a 3 e Sympathia a 26
de Pernambuco.
Lit*r!a. A. qae se acha venda
37a a beneGcio do convento do Garmo
Alfodio. Mareado fraco. Peraambuco, ti.de-maio da 4844 ; preeia*8e pois saber se
. na r|l, e qaahdade t tr. 135.
7a'a-esta 1 Assnear.Sem anlmacio. O de Peraambuco
i tenartt i. 1 de fr. 17 a fr. 27,50.
i Cearoe.Negocios regolares.
. BHmabuco, Migados verdes, de(-ir. 60^0 a
t Rio Grande, salg. verdea, bol de fr. 55 9 fran-
co 56. >
c Algodio.O mercado conserva se penco mais
oa meos ao mesmo estado. As vendas foram em
escala regalar, e nos prlmelro dtas da. quinzsna
bouve algans indicios de maior anlmacio, devido
ao tempe favoravel, ao aspecto mals pacifico da po-
ltica ejtrttgeira, e i barateza do namerano. Es-
tas cirenmstancias reunidas daram logar a alguma
especulteio, mas depols, o tempo tornoo-se varla-
vel, e nSo sendo de lodo satisfactorias as noticias
do continente, a tendencia n'estes dias passados
tem sido ootra vea i balta.
e No decurso (Testa revista os algodoes norte-
americaaos subirara 1/2 d por arratel, mostrando
os possuldores mais firmeza por estarem a fiodar
as entradas da safra velba. Isto actooa favoravel-
m rate sobre os do' Brasil, chamando a aiteocao
tanto dos fabricantes como dos exportadores os
precos comparativamente baixos, mu aprensndo-
se os possuidores em veader, a melbora nao pas-
sou de 1/4 d por arratel, e ltimamente tem havi-
do alguma reaego ; de modo qoe as miohas cota-
o5es flcam com pooca oa neobuma altara^o, salvo
as qualidades da Babia e Santos. Tivemos outra
vez avultadas entradas da India, regulando os pre-
ces a favor -dos compradores.
r*Ay nutfcag soOTe"" COtbelu norts-amertcaua
s passados alguns metes poderam influir tensi-
velmente nos precos Os ornamentos por em quan-
lo variam da don a tresmllbees de saccas.
O mercado de Maocheiter, depois de algnoe
a
do Recife, ine corre abbado 14
O descont rgulava assim as pracas da
Europa :
Baac de Inglaterra... 2 i/2
de Fraoga.....2 1/2
< de Hespanha... 5 */
de Francfort... 2 i/2
t de Hambnrgo.. 2 a 2 l/i
< de Bremen..... 3 */
de Holland..... 2 1/1 *
Os fondos brasileiros eram assioa cotados em
Londres :
Antigos de 5 u86 a 88
4 i/2 0/0-1852-58-60 66 a 68
4 1/2 0/0-1863 65
5 0/(1-1865 74 i/2 a 75
Bonds 100 6 75
Dos jornaes da Europa exlrabimos as seguin-
tes noiinas commerciaas :
t Londres W-f.Youh.
Algodo.Pdinambaco11 arralis,
c Parabyoa 10 i/2 ditos,
c Macelo 11 olios.
< Miranhi 11 l|4 ditas.
Assucar.Pera, brane. 13|6 a 26|6 23|6 a 26|6
lomo 21,6 23| 21|6 > 22|6
Macei e Parabybamascavo i8|6 a 2I| 18| a
21 [6.
Liverpool, 21.Pino Leite A Irmaos.
Algodo.Ha muito ponca alterago a notar
na posicao ou prospectos do mercado desde a nos-
sa revista de 8 do coi rente.
c As traosac;oes diarias regularan] de 10 a
12,000 saccas e em urna occasio sobindo a 15,000
e os presos das melbores classes do dos Estados
Unidos subiram 1/2 d. e do do Brasil % d. por ,
porm esta alta fot da novo perdida as transac-
edes destes ltimos tres dias, pois que o de Pernam-
buco, fair, foi geralmenle vendido de 10 3/4 d. a
10 7)8 d. e da Babia de 9 3)4 d. a 10 d. e a estes
precos abundantemente cfferecido.
O do Maranho qne por algam tempo esteva
fra do mercado tem sido igualmente offaracido a
11 ii2 d. que i[2 d. mals baixo que as colacSas
nomjnaes em 8 do correte, e sem duviJa assumi-
r su valor em proporgo do das outras proce-
dencias e balxara' todava mis.
c O do Macei esla' em boa reqnisicao a 10 X a-
e bollandeiras ti d.
O do itio igualmente mais vendavel de 10 d.
a 10 X. por %.
O dos Eslados-Uoidos constitue a melado total
das vendas e mantera a subida que cima nota-
mos.
O da India esta' depreciado motivado pelas
grandes ctaegadss. O espirito especulativo se des
dias de maio- algum movimento, lornou a cahir em
frouxido. Os leJegrammas da India' sobre fase-
das sio muito desfavoraveis.
t Do regalar de Pernambuco ba poucas parti-
das convenieates o superior de roda da mes-
ma procedencia vale do 13 d a 13 1/2 d, mas ba
pouca procura. O da Parabyba abunda, e tornan
se de venda muito difcil. Foi sofiViveimente pro-
curado o do Rio Grande a 10 3/4 d. Sustenta-se
o do Maranho. No principio d> quinzena reall-
sarem-se vendas avultadas do da Bahia a praca in-
ferior a 10 d. Os algodoes de Macei pf Imeira ios
peceo valem 11 d, roda, e 10 l/i machina. Da-
qoelle ba falla, este ultimo vende-se mais prompta-
menta desde que os possoidores do da Babia se
mostraram mais Armes. A segunda inspeccao co-
ta-sa 10 i/4 d, sendo limitadas as traosacedas, e o
refago 9 d, esta ultima iorte, vento se com diffi-
caldade. Para o algodo branco de Sanios hoove
urna procura soffrivel.
A existencia em Liverpool a 15 do crrante
era de 680,110 saccas, compFebendendo 131,000 do
Brasil, contra 9J2.920 e 108,650 respectivam*ut'
eiij 1866. .xa mesaia data orcava-se em 576.000
saccas a quantidade em viagem, contra 481,000
aono passado.
i Venderam-se de 9 a 21 do crreme inclusive
121,000 saccas, das qaaes 99,000 para consumo,
indurado 7,500de Pernambuco e Parahiba do 9 d
5/8 a 16; 650 do Maranho de 11 d a II 3/4; 4,560
da B.bia e Macei de 9 1/2 a 11 1/2 ; 1,450 do Rio
de 8 1/2 a 10 1/2. Extracta estes algarismos dos
boletins diarios, e devem-se considerar somonte
aproximados.
Assucar.Com urna si excepeo, as minhas
eotaedes flcam sem alteracao, mas continuara a ser
oomluaes, pcis com qaaoto os possuidores em ge-
ral se conservera Armes, as poucas traasocc5as
realisadas desde a miaba ultima revista o foram
por precos cerca de 5 d por 112 arralis mais bai-
xos.
i Os carregamentos a chegar foram ppoeo pro
corados. Algans que se ajustaram de Havana o
Cuba alcancaram precos menos vaotajosos
c No do Brasil nao constam vendas, quer em
deposito quer a ebegar.
< O rendimenlo da colheita da beterraba pro-
mette ebegar ao termo medio dos dous aonos pr-
ximos passados.
Entradrs de assucar broto nos qaatro portns
priocipaes do reino unido at 17 de agosto 367,300
toneladas rtratra 353,100 am 1860; sahidas para
consumo 334,550 toneladas contra 24!,80 tonel
das ; existencia 200,600 toneladas contra 233.950
f O mercado de Liverpool esteva em roaita apa-
thia. As vendas foram as seguintes :
Agosto 8 1,000 saccas de Pernambaco, velho,
relar a 20/.
c Agosto 19 saccas do Maranho e 400 saccas
do Ceara a 20/.
1 Agosto 19 2,800 saccas do Rio Grande.
Agosto 20 4,120 saccas de Pernambuco, regu
lar, a 21/.
Hoja do o seo prlmeiro espectculo concer-
t os irmaos Franco de qoe ja, fallamos oesta Re-
vista.
O espectculo consta do qoe se acha annonciado
no respectivo programma qae vai n'outra parle
deste Diarto.
Depois da exhibico de seo talento diremos al-
guma cousa sobre es -es sympatblcos artistas, no
eotretanto recommendamo-los ao nosso publico,
cuja boa graca desejam elles conquistar. _____
Infurmam-nos que foram hootem appreben-
didas diversas joias de ouro, nm passagelro do
vapor francez, pelos guardas da alfandega.
Ante-bontem o pardo Jos Lopes de tal, tra-
bajador da companhia do Beberibe, tentn assas-
sinaraoSr. Jos Goncalves da Ppreiuncnla, ad-
ministrador das obras da mesma companhia, com
nma faca de pona, no Poco da Paoella ; o que nao
realisou por terem acudido outros companbeiros.
O assassino logrou evadir-se.
No dia 28 do passado, no rio Slbir da fre-
guezla de lpojaca, morreo atogado o molaliobo
Antonio, escravo de Franeisco Lins Paes Bar-
rtto.
RepxbticaS a polica.Extraeto das partes
do dia 11 de setembro.
Feram recolbidos i casa de detencao no dia 10
do correte :
A ordem do subdelegado do Recife, Regina de
Figoeiredo Riboiro, para correceo, Firmo Jos
Mooleiro e Vicente Ferreira de Santa Clara, por
bnga, e Raymnndo, escravo de Jos Lopes Das, a
requenmeolo deste : a ordem do de Santo Anto-
nio, Damio, escravo de Manoel Antonio Goncal-
ves, a reqoslcao deste.
O chefe da 2a seceo,
J. G. de Mesquita.
Casa s betenqao. Movimento da casa de
datenco do da 10 a >tumbro :
Exjstiam'(presas)308, enlraram 5, sahlo.8,
exstem 303. A saber: oaciooaes 211: malberes
6, eslrangeiros 35. mulber i, eseravos 48, es-
eravas 4. Total 305.
Alimentados a costa dos cofres provlnciaes
215.
Passageiros do vapor francez Exlramadure,
vmdos da Europa :
Eduard Metler, Henry Dieraner, Roger Micbel,
Wiel Hdnry, Mara Bowes a sen Albo, Calmeo
Louis, Jacques Botb, Jean Meruer, Labouriao,
j.foi verificada 4 utidade, ou se a desaprch
priafo de qu sa traa se comprehende em
punta approvada pelo presidente da provin-
cia, e neste caso lbe de ve ser eDiada a co-
pia dlla para que possa requerer devida-
mente.Resolveu-se qne verificada a exis-
teacia da desapropriaco pa planta, se for-
neca copla deata ao advogado.
Foi approvado um parecer da commissSo
de sade, no sentido de se conceder licenca
a Maooel Jos de Mendonea para estabelecer
ama casa de serralbeiro no armazem n. 30
do caes do Ramos! Concedeu-se a liceoca.
Foi tambera approvado ootro da commis-
|so 4e peticoes, dizendo nao poder ser at-
tendida a pretencSo de Paulino Rodrigues
de Ol ve ira, em que se propunba fazer a
ltmpeza da cidade, porque a isto est obri-
gado pelo artigo 13 de seu contracto, o ces-
s ion ario da empreza Gambronne, alem d
serem desventajosas as bases offerecidas
pelo mesmo peticionario.Nao tem lugar o
qoer o snpplicaote.
O Sr. Dr. Pitanga pede a palavra, e sen-
do-Ibc concedida apreseota um regulamento
pjra a limpeza da cidade, e bem assim_arn
projecto de posturas para a execncio detle,
e sendo postos ambos em discussao, o seu
autor sustenta as suas ideas na con(ecc3p
d'esse trabalbo.
Os Srs. Pereira Simoes, Gustavo do Reg
e Santos, fallam sobre a materia, e por flm
foi resotvido o seu addiamento sob proposta
do mesmo Sr. Pereira iraes.
Esteve em praga a obra do muro do ce
miterio publico da fregueza da Varze, orn-
eada na quantia de 3:8700000, e foi arre-
matada por Joaquina Duarte de Rezende Me-
go, com o abatimeoto de um por cento, e
fianga do Dr. Amaro Joaquim Fonceqa de
lbuquerque. |
Despacbaram-se as petiedes de Albino Jo-
s Ferreira da Cunba (2), Bento Joaqoim
Gomes, Bernardo Alves Pinheiro, Francisco
Antonio de Mello, Feliciano Marques Vianoa,
Joio Rodrigues Lima, Wilam Daniel Char-
les. Stucbriz, Manoel de S >uza Tavares, Ma-
noel Bezer'ra Affonso, Manoel Aftooio Pereira,
Manoel Rodrigues e Lourenco Francisco
Soares; e levantou-se a sessao.
Eu Francisco Canuto da Boa-viagem se-
cretario a subscrevi.Pereira Simoes pro-
presidente, Santos. Dr. T. Villas-Boas, Dr.
Pitaoga, Reg e Fonceca.
A solidariedade natural, que prende os
patf a seo9 fimos, se por um lado cansa-Ibes
crueis soffrimeotos, por ontro faz s vezes
o en orgnlho e ehthuslasmo. Neste caso
*st a peseoa i quem nos dirigimos.
se 8offreu, se lucton conlra a dor, por-
que o coracio dn um pai nio sabe, nZo pd
e nao deve transigir com esse estoicismo
ingrato e cruel; mas resta-lhe a triste, qu3o
doce consolafao da que aqnefla, cojo passa-
ment deplota. foi urna syothese de todas as
virtudes chriataes.
Sim. Si cedo Jesappareceu do proscenio
do mundo, soube empregar o capital que
lbe emprestara o creadora vida,aman-
do a Deas sobre todas as cousas, e ao pr-
ximo copo si rnesmo.
Sua existencia; rpida como a luz de um
malero neste mundo de illus5es, resumio-se
na magoada estrophe do infeliz genio brasi-
lero :
Meu Deus, Senbor mea Deus, o que ha
no mondo.
Qoe n5o seja soffrer ?
O homem nasce. e vive um s instante,
E soffrer a l mirrer. _______
Publicares a pedido
envolveu durante a semana passada, a quantidaie Jos Francisco da Silva, Luis Antonio dos Santos
anouociada sendo de 9,080 saccas o qoe apenas
deuuueia feita a delegaco da polica daquella ct- fj: excedido s 'las vezes durante, este aono, era-
dade levau a minuciosas iovesligacdes. Ao cabo de qaanio que geralmeote esta quantidade oi rara
muilas pesquisas soub-se com certea que em
Villa Nova de Gaia bavla quem passasse daquelles
popis.'
t Becahiram as suspeitas sobre Antonio Mana
de Carvalho, d Loo, e Francisco Bibeiro, d Fl-,
gueira de Castalio Rodrigo.
PdrnnV'presos e procedeu-se a nma rigorosa
basca ao aposente da casa qne ambos oedupavam,
e sob o emergi encootr^ram-se 3;S0Q$0OO em
notas falsas do ibe&onro do Brasil, sendo, cada ama
de 10 JOOO.
So pararam aqu asindagaeoes polwiaes.
O propitos presos eocaminaraifl a ellas. Decla-
rou nm deites que Uvera mais qaatro codIos que
havia laucado ao rio; e por cansa de palavras que
profenram em resposta as perguotas da autorida-
de flieram-sefcoscas domiciliarias.......
Urna deltas fot em casa. de Sr. Francisco An
tonio GaJlo, morador em Cima dq aturo, a dono de
ama loja de Instrunienios de navegacio. A polica
percorreu toda' a casal''
Por a encontrn sob nma laboa aparafosada
do soamo 48 notas ou cdulas de ld#eoo rs. cada
ama.
f Encontrn s tamben nm trenle! dous vi
dros de tintas e seis laminas de cobre ainda nlo
gravadas. A chapa das notas falsas nie appare
ceu. Contloua-se inventigando-se ba ootras cul-
pados.
U Sr. Galle nega o crime. Infrmamenos que
as Aptas mostravam ter sido feltas na poneo, algu-
mas estavam por assigaar e nao tinham o tallo
parido.
1 O presos disseram qae o Sr. Gallo faiia u
nulas, Antonio Hara de Carvalho da Loui, com-
padre deile ; de Francisco Ribeiro du-se qae (a'
fora pronunciado por mooleiro falso, mas que en-
to se evadir.
mente aproximada.
0 total da existencia no dia 17 do crrante foi
computada em 680,100 saccas contra 938.270 no
nno passado, e em viagem 679:000 contra 514:000
isto mostrando nma redu^cao este anno de 93:000
saccas. Ha em ser 131,000 saccas do Brasil, contra
111:630 em r866. A quantidade lomada para con-
sumo comparada con- a da mesma data o anno
passado mostra uma diminnigu de 20,680 tascas,
e para reexporta cao urna redcelo de 90,000 ditas.
i No todo anda que nao ha nenhuma apparentej ~ rasaageii
melbora a notar, a oplnlio geral dos eommercian-" s",ao Dara
tes e mais favoravel em respello aos tres mais
prximos mezes qne passaram antes de baver en-
tradas de aIgooSo da aova colbeila dos E.-tados-
Uoido-. A colbeiu passada esta' agora sabida a
ter 1,900,000 saccas,o qual foi um Unto menos do
que se baria calculado, e os qne propnelisam o
resultadq da colbeila vindonra ditem que ella ser
csrc de 2,500:000 saccas.
< Borracha.A procura muito limitada e tem
sido abundantemente supprida aos segantes pre-
ces, a saber : fina 2/1, entrefwa a ?/, e cabega
de negro a l/i Va por t>., e sem davida 2/0.j se-
ria aceita pela floa por porco. Os especulares ,ac
Albano, Francisco Freir de Moraes, Domingos E.
Pereira, Joe Maooel Vunaes, Jos, Fernandos Li-
ma, Feroand Engelhard, Joo Goucalves Maga-
lhes. Jos Correa Sampayo, Beroardioo Jos Mon-
teiro, Panlo Jos Gomes, Antouio, Henry Guye, Ju-
let Velas.
Pacsageiros do vapor francez Eeetremadure,
sabidos pora 01 portos do sal:
Antonio Bortjes da Silveira Lobo, Francisco Ber-
nardo de Sonsa, Joo Bley, Joaquim Pedro, da Ro-
cha,. Domingos Fernandos' Grillo, Luii Sartorio,
Jos Martins.
Passageiros do biate brasileiro Sobralance,
Acarac:
Ferreira Gomes, Antonio Rodrigues de An-
drade, Jos Francisco da Silva e J. C. F. d Sa-
bor!.
Jl polinl tiista o seo poder, desee o da 21, /aereado reallsarlam bons precos. 1
Batre, 27.- T. Perrere & C.
CAI1RA1US1C1PAL DO KEC1FE.
6* SESSaO ORDARIA AOS i7 DE JUNBU DE
1867,
PRESIDENCIA DO SR. GUSTAVO pORRCO, CQ,V
TINOAA, LO SR. PBREUBA 3IM5eS.
Presentes os Srs. Dr. Miranda, Santos, Dr.
Villas-Boas e Dr. Pitanga, faltando com caa-
tnaimeBreVreferemrvendr^comprar anda mes- 'ga o Sr. Pinto e sem ella os,Srs. Aquino
mesmo bm pequeo sacrificio'; exportadores oo Fonceca, e STa d Brasil: abrio-se a ses-
rs^sErTSJSErwrasssh' .,oi Uda **a ac!1 da "*-
pequeas, parllcularmente ne do Brasil, anda qoe ceden te.
Escrevendo em poucos dias, e instan-
cias do actual e digno emprezario do Sauta
Isabel, um drama para ser representado na
noite de 7 do crreme, oceultei o meu nome,
n5o s porque com elle nada ganharia o
mesmi drama, como umbem por iue, mo-
destia parle, estava bem longe de sonbar
o bom acolhimento que lbe dea o publico.
Agora, parm, que a bondade deste me
forcou a deixar o incgnito, exigindo, na-
quella noite e na de 8, a presenta do autor
do Tabyra; agradeceodo essa prova de
apreco, venho, com satisfacSo, e em obe-
diencia aos estylos e cortejas usadas entre
autores e actores, significar companbia do
Santa Isabel os ineus agradecimentos pelos
sinceros esforcos feitos para bem executar o
meu drama, e reconbecer publicamente a boa
vontade do digno emprezario, o Sr. Duarte
Coimora, do intelligente ensaiador, o Sr.
Cesar de Lcenla, e do encarregado do guar-
da-roupa, o Sr. Raymuodo, os quaes n5o se
furtaram despezas e trablbo para dar
minba pobre composifo um realce de que
to carecedra.
Aproveito a opportunidade para agrade-
cer os juizos lison^eiros que teem silo pu-
blicados sobre o Tabyra, e bem assim,
para protestar a mais completa docidade e
boa vontade a respito das censuras ja fei-
tas, e que, por ventura, se hajam de fazer-
Ihe ainda.
Recife 10 de setembro de 1867.
Joao Juvencio Ferreira ie Aguiar.
Satisfago .ao publico.
A candado umi das. primeiras virtudes
da creatura; para ella ser completa, pre-
ciso, ser applicada desinteressadamente.
Assim pratic-im aquelles que, em seas ac-
tos bumauitarios nao tem em vistas as glo-
rias e recompensas fofas d'esie mundo.
Neste intuito,- acceitaram os abaiio assig-
nados, a misso honrosa de nomearem com-
misses. nesta cidade, para o Um loavavel de
ageociarem um peculio,, que, va em Lisboa
a coadjuvar a reedificado do edificio Asylo
de MendiciJada, denominado Mana Pia.
Neste sentido, fizara m os abaixo assignados a
escolha 1 d'enlre aquelles de seus compatrio-
tas que mais aptos eliabilitadosjulgar.nl, e
qnatido isto assim acontece, eis que, apparecc
no Diario de Pernambuco n. 208, de. 11 do
correte, um espinto maligno e talvez pre-
tndeme sem merecimeotos, acobertado com
'. fcil e simples assunatura Alguns Portu-
guezes, proclamando e eosinuando ideas
anie-ebristas.
Pois bem ; nos. em nome,; nao de alguns
portugueses, mas sim no daquelles, que nos
honraran com sua confianca e no daque'les
que, como nos peasam, prtstaos contra
taes ideas e convictos de nosso pensamento,
declaramos franca e lealmenie que, na accei-
tacjio de nosso mandato, nao tiveios, nem
temos em vista, mais do que, satisfazer nao
s a confianca em nos depositoda, como tam-
bera e pnncipa'-mente, concorrer directa e
indictamente para fis to humanitarios
NSo nos importando com recompencas
profana^, recommendamos aquelles qne, co-
mo nos pensam, subscrevam aqulllo que
seu coracao Ibes dictar e suas posses lbe
permitiire u, pois assim provaremos que
quando se trata de satisfazer preceilos e
deveres ebristos, nao se tem em vistas se-
nao as recompensas divinas.
Recife 12 de setembro do 1867.
Manoel da Silva Santos.
Jos da Silva Loyo.
Gaspar Antonio Vieira Guimares.
25.'

l'm lagrima sentida i memorara Ja U!ma. e Kuna.
Pedimos ao IUm. Sr. Antonio Jos Duarte
Coiibra, digno empresario da companhia
dramtica do oosso Santa Isabel, que se
digne ainda uma vez fazer representar o Ta-
byra, drama brasileiro, que muito agradou,
nao s pela importancia do seu assompto,
tomo pelo desempenho de arte, que lbe foi
correspondente; ser por tanto mais um ti-
tulo, que o Sr. Coimbra adquirir a estima
do publico, que conbece seus bons desejos
para coma escbola brasileira, e que procura
anima-la serapre que tenta erguer-secom tao
bellos ensaios.
Certo.de qae o digno emprezario satisfar
nossa espectativa; desde j lbe protesta-
mos o mais sincero agradecimento.
MOFINA.
Pede-se ao lentePREque pega passagem
para a reserva aQm de deisar o lagar ao seu
amigo.
Moc.
L-se na Reforme Bedicale
A maior preocupado do medico consiste
em saber se as suas receitas sao prepara-
Sra. D. Joanna.Am.ilia da Silva, offrecda ao das com bons productos, pois que, qoando
os precos se manteram firmes e a tendencia actual-
mente mais para altlar qoe balsar. Venderam-
se 1120 saccas do a> Pernaamaco a 20/ 4 2^00
do Rio-Graode a 20/6 por quinlal.
Cooros do Bio da. PraU e BrsjkEste gene- -
ro dorante a actual quimena tem esudo em boa por lbe nao ter sido dada a informacao que
reqnisicao e os predos mantem se coa flrmesa. v*rhalmflntfi narlin. de ter sido i Verificada
Dos do Brasil
precos
ba falta e
algans qne vieesflm ao
Leu-se o segainte expediente :
m ojficio do advpgado, declarando njo
ter promovido a desapropriaco que lbe foi
ordenada em outro de 29 de maio passado,
verbalmeote pedio, de ter sido j verificada
a utilidade municipal nos termos dos artigos
5 e *fT*20 da le! protincial d. 29 de 2
IUm. Sr. Josf Dias da Silva.
Sunt lacryma: rerum.
Virgilio
A familia o bergo da nagao, e em seu
teio que o homem faz de alguma sorle a
aprendizagem da sociabilidade.
E' ao lado de nossos pais, ra5is, irmSos e
irmas, que os nossos coragoe se abrem as
.mais generosas iqspiracpes.
' ah que apreodemos a beber com o
leite materno as lics de moral e de justica
abi nos iniciamos neste preceito sublime :
nao facas a outrem o que nao quizeras que
ti fizessem, faz a outrem aquillo que quizares
que ti faga lo.
Pois bem. Penetremos neste bello n-
cleo da sociedade, escola de moralidade e
pretorio de uma magistratura sabiamente
inspirada, e vejamos eomo a dr e a.sauda-
de lanbam o corago de pais e irmaos.
O amor paterno, palavra mgica,,, parece
que cresce. e se augmenta, proporgio que
a adversidade fere o objecto de seu coito.
A natureza., sernpre providente, qniz
assim compensar o soffrimento do filho com
o excessivo amor do pai.
Consulte-se os annaes da historia da pa-
ternidade, e ter-se-ha gravado no marmore
ou no papel a prova desta verdade eterna.
O homem tem vicios, e alemas vezes
ostenta-os i respito de seus semelhantes;
mas com relacS.o seus Albos s tem vir-
tudes.
Segredos da natureza!
A natureza, qaerendo assegurar a conser-
vag2o da especie humana,,gravopprofunda-
mente no coracSo do homem o amor, pa.^
ternal...
Vemos em um mesmo lar dous vultos:
suas posicoes identificadas, tao.1,0 na,, dOr,
como na alegra, annunoiam uoxgraDde fac
too passamento de uma pessoa idolatrada,
Alm, outros igualmenie feridos: pelo seffri-
mento...
Que,grande drama foi este que sepassou
no seio desta familia desolada? E' toda
urna familia que se agrupa-a em torno de
uma sepultura, recordando a memoria de
um eote qoe lbe foi claro, heraoca de lagri-
mas e saudades 1
Respeitemo-la.
Seja-nos porm permittido encarar o mes-
mo faCto sob um poeto menos tristonbo
a receita preparada com productos inferio-
res, o qae acontece nao raras vezes, os effei-
tos que querem alcangar os mdicos, mal-
logram. ou pelo menos, o medicamento nao
exerce a plenitude de sua accao.
Para evitar este grave iucoaveniente, os
pharmaceuiicos devem tratar de empregar
productos bem fabricados, e ento nao po-
demos fazer melhor, seno assinar lhes
os productos da- casa Lamoureux Gendrot
fabricantes de productos chyroicos em Paris.
Nao somente, a incontestavel superiori-
dade des productos desta casa, foi reconne-
cida por todos, mas ainda a modicidade
dos seus precos os recommenda aos Srs.
pbarmaceulic s e droguistas
A casa Lamoureux e Gendrot conseguio
evitar a contrafaeco, inventando urna cap-
sula que nao se pode imiitar, e cuja execu-
go moho diffici!, por exigir um material
mu i complicado e costoso.
Isto mais uma prova da sollicitude dos
senhores Lamourenn e Gendrat para os in-
teresses e seguranga dos Srs. pbarmaceuti-
cos e droguistas que, sem duvida, sendo de-
sejosos de empregarem bons productos, nao
deixaro de dirigir-fe a esta casa.
Lamourux e Beudre
fabricantes de productos chymieos, fornecedorss da
casa do injierador e dos hospitaes de Paris.
Todos os productos sabindo desta casa sao
da primeira qualidade e fechados por urna
capsula inimitavel o que os pe em salvo da
contra faccSo.
cidos yuros para rea-
ctivos.
cidos pyrogallicos e
tamnicos.
A troponia, codeina,
digilina e todos
os alcalpws vege-
taes.
Brpmuretos e odare-
. tos.
Sulfate de quinina pu-
ro, valerianato e to-
dos os saes de qui-
nina.
Pos impaJpaveis, etc.,.
Calornel puro, e todos
os saesde mercurio.
Cblorureo de ferro
(puro) neotro.
Carbonatos, salfatos e
todos os saes de
ferro.
Acetato, bydrochUv
rato.
Sulfato e todos os saes
de morphina.
Ferro reduzido pelo
hydrogeneo.
Essencias pu;as.
Exti actosglycernia-
Fabrica m Paris ra de Paradis Jau mas
rais), deposiio no Rio de Janeiro, E. Cheve-
ot, ra do Carino.
ILEGVELl
.



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e !< Wn it 4c ee
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C0HBO1CI0.
PRA(?A DO RtCIFE H DK SSTEMBWJ
DR- 4017.
As 3 X horas da tarde.
Cambio sobra Lunares W'drr 11 e Jl i(i d.
por i #000.
OUvelra.
Presidente.
Macerto,
Saeraiaeia.,
Nov Banco de Pernambuco
B* liffecio.
O noro banco paga o 9? dividendo da
5)KJG0 por ac5o>, uoa das otis, das 10 ho-
ras ao meio dia.
CaUa filial do banco do Bratlf
e Peraambaco, ao 26 de J al-
abo de 1969.
De ordem da directora se tas lente aos Srs.
accionistas, que o tbesoareiro asta' aotorisado -
pagar o 27* dividendo das acc<5es do banco do Bra
sil, Insrrtptas n'esta calla, a* Mo on-ilfODO.
| ciO eurda-livros
llgoao Nanea Corroa,
Novo tmneo de Pernambuco
Para conhecemsoto dos interessados a di-
rec?5o do novo banco d^araf que !a partir
do 1. de setembro do corroot anno, o ban-
co entrar em liquirftcio.
Recife 2fcJe agosto da 186X
REGEBEDORIA OE RENDAS INTERNAS
Rendimonto do da 1 a 10........
dem do dial!..................
8:671*939
* 009*749
irMms
CONSULADO PROVINCTAfc '
Ratdlmaato aVttte t rO....... 13:0071389
Idea do dhY tt........,...... I:Q.681
^Secrataria das obras publicas 22 de agos-
to dajl067:
O secretario
Felciciano Rodrigues' da'Sirwf.
\rremata#o
No dia U do correte, depois da audi-
encia do juiz municipal da 2a vara, tem de
se arrematar um escr figura, que oom qaanto na valiacao nao se
diga habilidade alguma, rom tollo elle tem
principio de ofllcio de funileiro, e eatenda
alguma cousa de cozinha, o qual vai a praca
por execucS de Jos Pinto MagaTbSes con-
tra D. JoannaMaria flaGraca como teslamen-
teira de.sua m5i, escribo Santos._________
: Hoja 12 do correte as 9 horas do da, pe-
raote o juiz de paz da fregueiia de S. Jjs, se ba
de arrematar rarios mtala pea horados a Miria
MaooelUda Coneel^ao.______________________
, Nc dia 14 do corrate mei pelas 11 horas da
manilla, em praca publica do juizo da orphaos do
termo de Oiiada, se ba de arrematar por venda,
ama casa terrea sita na mesma cidade na roa do
Gabral, eom quintal at a estrada poblica, tendo
ao lado da orasroa casa ua sotio por i:4004, a
ama escrava coa idade de 60 annos por 400^.
"Jizo de orphaos.
No dia 13 do correla depois da audiencia do
Dr. jaiz de orphaos rao novaraeote a praca a par
te da casa n. 27 da roa do Sol correspondente a*
valor de 2:304*260 rs. sobre a avallacio de 5:000*
e a parte da casa terrea n. 35 da rna Velha cor-
respondente a qaantia de 479*. para sana arre-
matadas a quem maH> dar Pr pagamento dos
credoresde Joo Pacheco de Quelroga, sendo aba-
tida a quinta parte d*aqaelles valores visto nao ter
apparecido licitantes na primetra praca, a Bao lia-
vendo lanzadores serao adjudicadas aos moimos
credore.
~0 conselho de eompras do arsenal de guerra
Secretaria da santa casa da misericordia do Re
rife 9 de setembro de 1867.
_____________' Jadro Raspea aerW.
Perante a cmara municipal desla cidade estarlo
em praca nos dias iJ, 14 a 17 da corrate, paf
serem arrematadas por qnem maUras preeos effe-
recer, as segalntes rendas:'
Talhos dos aeoognes pblicos das ffegoetias de
8. Jos a Boa-Vista. )
Imposto de iOO rispor carga delatinfta ooiros,
lgomes, vendidos nos mercados poWicjs da fre-
goetias- de S. Jos e Boa-Vista.
Imposto de 40 res por p de eoqalro defprodne-
copara negocia;
Toda stas teodas serlo arrematadlas por flm
aoao; o* talhos de acougue Irlo pr em lotes
de am a'nm.
Aqnellesqae prete&derem concorrer a arrema-
tacao de (aes rendas, devero apresantar antarlor-
meote a ultima praca, a* toas flangas na forma da
lei, par* serem jalgadas, sem o qu nao podero
licitar.
Paco da cmara municipal do Recife, 4 de setem-
bro de 1867;
Laii Jos Pereira Sirooes
Pro-presidente.
Francisco Canuto daBoavingem.
SeoreiarioP '''
i
L
Santa Casa e
do Recife,
icordia

15:684*071
MOYIMEIITO 110 PORTO
Navio entrada a di* 11 de setembro.
Dordeanx | e portos intermedios 17 das, vapor
franeei Extremadme,,, de 1279 toneladas, com-
mandanie II. da Som-r. erjnipageaa 115, carga
dlfferaotes gneros ; a Tissel Frire.
Navios saludes no memo dta.
AcaracHidte nacional Sobralense, eapilao Anto-
nio G. Perafra, carga diffareBte* gneros ;
I'urtos do snlVapor francez Ettiemadure, cora-
mandante H. de Someiu
EDITAES.
Perante a c mar a municipal desu cidade es-
tara' em prar^a nos dias 12,14 e 16 do correte
para ser arrematada per quera por menos prego
tizer, a obra do concert de que precisa o maro do
cemilerio poblico da fregaezla de S. Loorenco da
Matta, oreada na quantia de 1:150*, aqaelles que
pretenderem arrematar podm comparecer no paco
municipal nos das indicados, manidos de flanea
que garanta a arremataco.
Paco da cmara municipal do Recife 4 de setem-
bro de 1867.
Lmz Jos Pereda Si moes
Pro-presidenle.
Francisco Canato da Bjaviagem
_______________ Secretario.
Perante a cmara municipal desla cidade es-
taro em hasta publica nos das 14, 21 e 28 do cor-
rente mez para serara arrematados pelo lempo de
am anno, por quem mais cnVecer, os impostos
segaintes : capimde planta 770*, 40 rs. gor cada
p de eoqaeiro de prodago para negocio 473*,
aferiQo da pesos e .medidas, sendo o arrematante
obrlgadoa aferir os da raesma cmara sem Indem-
nisac alguma 555*, 500 rs. por cabeca de gado
vaceum 308*, alogueis das casinhas da nbeira
87*. 100 rs. por caneca de gado recoibido no cur
ral 32*, mscales e boceleiras 28*500, 80 rs. por
carga de farinba a legumes 16*, repesa do acpn-
gue 7*300,200 rs. por cabega da gado saioo 6*,
ditooveinuai 1*303 : os preieadeaies podem com-
parecer nos referidos das com seus Qadores habi-
litados na forma da lei.
Pago da cmara municipal de Ollnda 6 de es-
tambro e 1867.
Manoel Deonizlo Gomes do Reg
Pro-presidente.
Marcoliuo Lijas de Araojo
Secretario.
DCL1HA(0SS.
O Illm. Sr. in>pecior da tbesoarana de fa
senda desta provincia manda fazer poblico que lem
ame.do o da 16 ti' setembro prximo vindoaro
para o concurso que se tem de aorir nesta tb son-
raria para preeoonimenlo das vagas de praticantes
exl-tentes nesta repartigo, oa alfaodega e na re-
cebad .na. Os oxames versaro sobre as materias
da que trata o 1* doarl. 1* do decreto n. 3114 de
27 de juoho de 1863, a saber: leitura e analyse
grammatical e orthographia, aritbmetica e suas ap-
pllcacoes ao commercio, com especialidade re-
duego de moedas, pesos e medidas, clcalo de
descont, juros simples e compostos, tbeona de
cambios e suas appcagSes. Os concorrenles de-
vero previamente apresenur seas, reqnerimentos
in-truidos de documentos que provena idade com-
pleta de 18 annos, isencao de pena e colpa, e bom
comportameoto, oa forma do artigo 3 do decreto
u. 2*49 de 14 de marco de 1860.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pernara-
buco em 3 de agosto de 1867. Servindo de offl-
clal-maior,
Manoel Jos Pinto
Repartico da obras publicas
De ordem do Sr. engenbelro, 'chefe inte-
rino da reparticao das obras publicas, se faz
publico que o concurso para preenchimento
das vagas de condacor ter lugar no dia
26 de setembro prximo vindooro, no pa-
lacio da presidencia, e o de praticantes e
oscreventes no dia 27 do mesmo mez.
Os concurrentes sero argidos as mate-
rias de que tratam os 4., 2. e 3. do
art. 10 do reguiamento de 31.de juina de
1866, e que vao abaiso declaradas.
Os requerimentos para inscripclo dos can-
didatos devero empresentados at o dia23,
e poder5o ser instruidos com quaesqaer do-
cumeojios ou ttulos scientificos, qncabonem
a capacidade dos mesmos cadidatos.
Secretaria das obras publicas 22 de agosto
de 1867.
0 secretario,
Feliciano Rodrigues da Silva.
Materias do concurso para conductores,
praticantes e escrevettfes da raoarticao das
obraa publicas.
Para condaetor
Mathematicas elementares.;
Algebra at equacSes do 2. grao ;
Trigonometra ;
Elementos de geometra analtica e.des-
criptivel; da astronoma ; de areheteetora e
de resistencia de materiaes.
Conhecimento perfetto dos instrumentos
graphicos e dos trabamos de niveliamento
e plantas;
Desenlio linear e de aquarella.
Para praticantes
Lingoa naetonal e-fraoeeea-;
Arithmetiea. e^eomatria a dua* e trjs
aimenaea;.
Mgebta"!tts Desenbo- linear e de.aqnatelk.
Para escrevemes.
Lingua nacional, ragrapta: e arjthme-
tica.
precisa comprar o seguate
500 meios de sola.
20 dutlas de taboas de lonco para assoalho, da 10
a 14 polegadas da largara e de 25 a 27 palmos
de comprimento.
2000 pregos de assoalho.
As pessoas, qca qnizerem vender os referidos
objectes, apresentem as sdas propostas na sala da
ecnselbo, a's 11 horas do dia 13 do correte.
Outroslm o conseibo chama a' atiengao o san
annnncio publicado no da 6 do crreme, palo que
diz respeito a ornamento de igreja, o que lam-
ben-, recebera' propostas a mesma occasio.
Conseibo de compras de arsenal de guerra, 9 de
setembro de 1867.
Jos Hara Ildefonso J. da Valga P. e Mello,
Coronel-presidente.
Francisco de Paaia Goncalves da Silva,
__________________Secretario._____________
Santa Gasa da Misericorda
do Recife,
Aillma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico qu
na sala de suas sessoes, no da 1! do crrante pe-
las & horas da tarde tem o ser arrematada: a
qnem mais vantagens offereeer as rendas dos pre-
dios em seguida declarados :
Estabelecimeotes de earidade.
Rna do Padre Ploriano.
Casa terrea n. 49. 182*800
dem idem n. 17.......186*000
Ra dos Pescadores.
Casaterrean.il.......216*0C0
Rna das Calcadas.
dem idem n. 38........158*000
Kua larga do Rosario.
Segundo andar do sobrado n. 24 .
Terceiro andar idem dem .
Rna da Roda.
dem idem u. 7......
Becco do Quiabo.
Casa terrea n. 8.......144*000
Roa das Calcadas.
Casa terrea n. 36....... 176*000
Rna do Padre Floriano.
Casa terrea n. 47....... 168*000
Patrimonio e orphaos.
Ra do Sebo.
Casa terrea n. 13.......217*000
Rna do Pires.
dem n. 39.........121*000
Rna da Cacimba.
dem n. 67.........84*000
. Ra do Pilar.
ua do Rangei
Casa terrea n. 56.......301*000
Rna de s. Goncalo.
Casa terrea n. 84.......194*000
Ra do Vigario.
Primeiro andar do sobrado n. 27 181*000
Ra do Pilar.
Idem u. 98.........201*000
dem n. 105..........144*000
dem n. 108...........201*000
Casa n. 99.........256*000
dem n. 103.........200*000
dem n. 94.........201*000
Sitio n. 5 no Pomo da Cal. 150*000
dem. n. 105......- 144*000
As arrematares sero fe-i tas pelo tempo de nm
anuo, devendo os licitantes virem acompaBbados
da seus fiadores ou munidos de cartas destes.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife 5 de setembro de 1867.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Roa das Cinco Pontas.


300*000
301*000
96*000
Santa Casa da Misericordia do
Recife.
A Illm* jama administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife recebe propostas para for-
necimento de pao e bolacha que bouverem de con-
sumir os diversos estabeleclmentos pios a sen car-
go, tanto dasta cidade como da de Ollnda, quinta-
feira 12 do correte, pelas 4 horas da tarde, na
sala de suas sessdes.
Secretarla da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 10 de setembro de 1867.
A illma. junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Reelfe, contrata cora quem por
meuos prego fuer, o fornecimento de medicamen-
to* de que precisar a botica do hospital Pedro II,
nos metes de outubro a dezembro de 1S67, para o
qpe recebe propostas na sala le suas sessfies, pe-
las1 4 horas-da larde do di ltto corrente.
Medicamentos.
DauuS.
Salsaparrilba contusa.
Bismntb.
Assucar eaadi.
Gomma arafcica.
Oleo de amendoas doces.
Diio4lto paro (agas.
Emplasto coofor'atlvo.
Figadodeenxofre.
Massa caustica.
Agna rafe,
lodoreto de potassa.
Sabngoeiro.
Raz de ltela.
Parlealarla.
Raz de espargo.
Somantas de linho inleiras.
Diusem p.
Husurda IulWra.
Losan-
Rispa de viada.
Caraphora.
Maulla.
Gomma de btala.
Flor de encofre..
Cevada.
Rosas, libra.
Sulpbaio de soda.
Gramma corlada.
Alecrim.
Alfazema.
Caroba.
Tilia.
Man.
Flores de malva.
Amoniaco liquide
Oleo de ricino.
Labarraque francez, garrafa.
Agaa ingleza de Lisboa.
Le Roy vomitorio,
dem porgante.
Pos de Rogt, frasco.
Pastilhas de Kemp, vidros.
Xarope di -Porget.
Dito de pomas de espargo.
PiluUs de Vlele.
Magnezla Henrys.
Xarope peltoral inglez.
Oleo de ermifago.
Dito de figad.0 de bacalho.
Pillas de Alissoo.
Secretaria da Santa Casa-de Misericordia do Re-
cife, 9 de setembro de 1867.
O escrivao,
______________Pedro Rodrigues de Souza.
Pela aJifl.uisiracau do crrelo desta cidade. se
faz publico que em virtuda da convenci postal
celebrada pelos governos brastlelro e fraocezr sa-
rao espedidas malas para Europa no dia 15 do
corrente mez pelo vapor ingles.
As cartas sero recebidas at duas boras antes
da qne for marcada para a sabida do vapor; e os
jornaes at tres horas antes.
Adxinistracao do correio de Pernambuco 7 de
seteabro de 1867.
O administrador,
Domingos dos Passcs Miranda.
encama e bra-
stteira.de paquetes a vapor
" A**'dla 15-do eorrente esperado de .Navr-
ork por S. Thomaz a Para' o vapor americano i
P*W'itoi>riea,- *agair para os portos do s*. para fretes a
PfMatjans trau-se com os agentes Henrv Forsler &
C^raa do Trapiche n. 8.
~mxm\ PE(l\4MBeCAPIa
i" DE
RaTep^o crsleira por Yapor.
Parabyba, Naial, MBo, Araeaty, Ceara' e
Acaracn'.
O vapor Ipojuca, commandan
te Martins segu para os portos
aeJma no dia 14 do corsete pelas
s da tarda. Recebe carga
at orna 13 ao meio dia, pussa-
geiros, encjuimendas ejliohelro frea al as 2
horas da tarde dj dia/fla sabida: escrrptorio no
ww au Miwnttr_________*
Paniti Porto.
Pretende seguir cora multa brevldade. o veleira
palhabtrte pprtagaBZ Niva Sorte, ten parte de sen
carregamento engajado, para o resto que lhe falla
B^se com os seus feoosignatariM Antonio Lulz
eOHtetra Aaevad^jrfc., no sea escriptorio rna
laCrjBjajy^._____i
Para a Baha.
Pretende seguir com multa brevidade o veleiro
e bamxonbecido palbabote Dous amigos, tem par-
te de sen carregameoto prompto, .para o resto
que lhe falta tratase com os seas consignatarios
Antonio Loiz de Ollvira Azavedo 4 C, no sen es-
criptorio rna da Cruz n. 57.
ftn
UHiDq
Sahira' conj omita brevidad para o referido;
porto, por (er maior parte da carca engajada, o ,
pilhabole porluguez Dezenove 4e- Junho para o
resto que loe falta, pode tratar-se com o consigna-
tario David Perreira Baltar, ra do Bram n. 66,
ou cora o capilo a bordo.
Para o Ro~de~Janeiro.
PABA UZO DTERNO
- PREPARADOS SIMPIJS,
Xacope^le urobeba garraa...,_____
Vinho de > >
Plalas de vidrot..........
Tintura de
Extracto hydralcoolico de jurubeba i 20500
PREPARADOS COMPOSTCf*),-,
Vinho de jnrubeba ferruginoso garrafa, 2iJooo
Pilulas > vidro.... 2,fpoo
Oleo de jnrobeba vidros,-., 64o
Pomada de pote...... 6i2
Emplastro, bra..... 2^5oo
PARA UZO EXTERNO
Jl fITRlTBEIlAo
Esta ptanla. hoje reconnecida como o mais poderoso tnico, como um
lente desopstrtjente, e como tal implicada nos engorgitamentos do figado e
bepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as infla
.


*
i

Para flmrr o s sabsequentes as fabres iaierraitentes ou durezas, nos abeessos internos, ros11
que tem maior parte da sua carga prompla, SJ' rys.,Pe,,a.81 e associada as preparacoes ferrng.nosas, amda de grande
Pzra a que aimfa lhe falta e escravis 'a fete ^^TSS?^^\ J?!? 1*??L leco/rheas^ desarnjos atonicoi
trata-se om:o respectivo oapito,
os consignatarios Marques Barros & C,
Praca. do.Corpp Santo n. 6 .2 andar.
Para
Segu com brevldade o brigue escana cGracio
sa>, capito a praiieo Jo Mara Perreira, tendo
ja eogajada boa parle dj ,-eu car/egamento ; para
o resto trata se com o respectivo cousignatario
Antonio de Almeida Gjmes, a' ra da Cruz n
13, primeiro andar.
Don Mode-to de la Pane, capito da crvela
bespanhola Isabel, cem aotorisagao do Illm. Sr.
vicecnsul de H>spaaha, convida todas as pessoas
mago, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
j 0 que dizemos affirmam os mais.distinctos mdicos desta cidade, entre os quaes
podera os citar os lita. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. SMw4b-
reira do Carao, Firmo Xavier, Silva etc. Todos eltes reconh cem a excellencia 'irtaWjo-
deroso medicamento sobre os demais at hoi? ronhecidos para todos os casoa'dlWRs,
tanto qne todos os dias fazem d'elle applicacSr. *'J
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da jara-
beba, Uvemos por ta genoralisar mais o aso d'este vegetal, fazendo desaparecer a
repugnancia-que at hoje sentiam os doentes de usar do preparados fimpiricos mais das vezes repagBantes a tragarem-se, e que tinhara aind a desva itagem da'ao
ser calculada a dose conveniente a app!icar-se, o que torna muitas vezes improficlo ^tim
medicamento, que podem produzi.r ptimos resultados.
Os nossQs.prepados s foraiapresentados depois de havermos convenientenp
an^l.^5wnft.7^^
sentarem suas proposias em carta fechada, no vi-
ce-oonsulado de Hespanha at o dia 13 do eorren-
te, com as de vidas condfcoes.
LEILOES.
TT
THEATRO
Santa casa da misericordia
do Recife
A Illm* junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife, na sala de suas sesses,
pelas 4 boras da larde do dia ti do corrente, rece-
be propostas para o fornecimento dos gneros qne
bouverem de consumir nos meses de outubro a
dezembro de 1867, os estabeleclmentos a sen
cargo.
Esubelecimentos de earidade.
Manteiga raueeu, libra.
Cat em grao idem.
Cba preto idem.
Cha hysson idem.
Assncar retinado 1* sorte idem.
it dilj 'dita idem.
Dito, em lorrau dem.
Arroa do Msranhio idem.
qasatho idem.
Tapioca idem.
Aletria dem.
Sabo amar-ello-idem.
Fumo do Rio Idem.
Velas de carnauba idem.
Ditas de espermcete dem.
Vinho .de Lisboa, garraa.
Dito brapco idem.
Vinagre de Lisboa dem.
Aceite doce idem.
Dito de carrapato dem.
Farinha de mandioca, alqueire novo.
Peijio mnlatinbo idem.
Ceblas, cento.
Prelo, .-acco.
Agnardanta, branca garraa.
Batata, arroba. wviaam
Sal, alqueire.
Lenha em achas, cento.
Carne verde, libra.
As eropoaias devaaa sar specaes, ji nar0v es-
lahelecimentos de -candada e ja' paca os collegios
dos orphaos.
Rflwmtneji|l-se ios cpncprrentes goa observen
em suas propostas a ordem nps pesos, medidas a
cripios nesteedital.
Nesta secretaria se darle os esclarec mentos d
qna os coooorrentes pfeeaarean, e no aato daiar
remataoie da verte ellas coaaparecar oom sea fia-
dores ou munidos de cartas desies que flea/ao res-
ponsaveirpalo intairo cnmprimsnto dos respectivos
contratos.
EMPKEZ A-COIMBRA
Qui:t i-feira 12 de setembro e 1867
Esprctaenlo eoncerlo
DADO PFLOS IRMOS FRANCO, CONCERTISTAS
DE RABECA E HARPA.
Primeira parte.
A comedia em um acto de Mr. Dumas, traduci-
da livremeote pelo Sr. C. de Lacerda
0 CHALE DE CACHEMIRA
Segunda parte.
Pelos irmaos Pranc-i grandes variacoes de con-
cert sobre nm ihema da opera Sonmbula de Bel-
lini por A. J. Scarameli.
Terceira.narte.
A comedia em nm aeto Intitulada :
Os cabellos de minhamulher
Quarla parte.
Pelos irmaos Franco grande capricho sobre a
opera Traviaa de Verdi, composta pelos mesmos
artistas.
Quinta parte.
O entre acto cmico execatado pela Sra. Jesuioa
e Teixetra, Intitulado:
Os dous infernos
Sexta e ultima parte.
Pelos Irmaos Franco O canto da floresta, capri-
cho pnantastico,, composto pelos mesmos irmaos.
Comecara' as 8 boras!
O resto de bilhetes acbam-se a venda no hotel
do Universo e no da notbeatro.
AilSOS MARTIMOS
COMPAMIA BRASILEIRA
DE
9
PAQUETES A VAPOR
E" esperado dos portos do norte
al o dia 19 da setembro o vapor
Sania Cruz, eommandante Gui-
Jherme_Waddjngton;" o qualTe-
_______. iipoiawlai: demora do costme se-
guir paraos portos do sol.
Recebem-se desde ji paasageiros e engaja-sa, *
carga qne, o vapor podar cqndntir a qual devora'
ser embarcada no dia de.sua chegada, eneomraen-
das e dinhetro afrete at o dia'da s anida as 2 ho-
ras. Previne-se im Srs. passagr-
passagens s se receben nesta ag
Crut n. 557, escriptio d Afttpnjp
ra Azevedo 4 C. .
GOMPANHIA PERNAMBUCAA
DI
Navcgago costeirapor vpiflQr.
Maeei e escalas, Penad e-Aracaju'.
U vapnr Pan e^. nara^i
ponas acuna na dja 14 do cer
rente pelas S Hars 4a tarde. ia>.
cabt carga somente at o dia 13
da : escriptoild po Forte oo
n. I.
De gigos com batatas
HOJE
O agente Pestaa fara' ieiio por coma e' risco
de qa-TD pertencer de porco de gigos com escol-
enles batatas desembarcadas bontem e o leilo le-
ra' logar hoje 12 do correnta as 11 horas da ma-
nhia na porta do armazem do Annes.
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose conveni,
ea applieacjQ, tendo alm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao,,
tperfeicjo ppssivel, para o que nao poupamos esforcos, oao nos importando o poucoj
ero qne possames tirar
Por tanto os que se dignarera recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infalhvel cofa
de qualque dos soffnmentos, que, deixamos innumerados, se forem em tmpo applica^ps
tendo alm d'isso, medico ou doente a vantagem de escolher as nossas variadas prepa-
races, aquella que melhor lhe pode convir, j pela fcil applicaco, ej pela compDcao3o
das molestias, idide, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparacoes ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostoa de ferro que como
taes est5o hoje reconbectdos.
Para aquellas que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
.jurubeba, e saberem a applicaco de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosse deposito um folheto, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos uv -
mos preparados.
Do urna pequena casa (meia agaa).
SEXTA-FEIRA 13 OE SETEMBRO.
O agente t'lnto fara' letlo a requerimento de
Jos Francisco Carneiro e por despacho do Illm.
Sr. Dr. juiz especial do commercio da ^pequea
meia agua n. 26 sita ao bceo do Dqqe ou tra-
vesa do Munteiro, perteucente a massa fallida de
Xuao Mam de Seixas, as H horas do dia cima
dito no escriptorio do refori.'o agente ra da
Crui n. 38.
LE
Jafclf
DE FERRIGxEM
Constando de
Ps de ferro, series de differentes taa-
nnos, martelios e cairelas estanhadas
com ps.
S-xta-feira i5 te setembro.
O agente Pinto tara' letlo por coma e risco de
quem pertencer de um sortimento de ps de ferro,
serrotes, martelios e cacerolas, as 10 horas do da
cima dito em seo escriptorio roa da Cruz n. 38.
De 30 detiinws c Terca-feira 17 do corrente.
O agente Pestaa fara leilo por conta e risco
de qnem pertencer de 30 decimos com vinho do
Porto em um ou mais lotes, no dia cima mencio-
nado as II horas da maaba no armazem da Au-
aes de'ronte da alfandega.
. i j. *^ ij 'fi i i i.j ^.........
Q&.wroade 390 fina* oom 6a -
calho,
Sexta-feira 13 do corrente.
O agente Pestaa fara' Idilio nr eonla e risco
de qnem pertencer de crea de 390 tinas com ex-
cellsaie bacalho marea Jensen & C, as quaes
serao vendidas pele maior prego em nm on mais
lotes: sexta-feira 13 do crreme .as 11 boras da
manbaa no armazem do Srs. Tasso Irmaos largo
da.e^cadiopa da alfandega.,
m
De nata armacad de lo aro nova serve
Hra q'talqaer n-^oeio.
. .NA'. RA DAS CRCZES N. 37. .
Sexta-feira as 11 hacas- em ponto.
Par fnlarveneao do agente Cu-deiro Simdas.
' Maoeel Bento de Olira Braga, Portuguai,
vai a provincia do Rio Grande do Snl.
i



CAROBA
PREPARADAA FRI


ALTiUSTE CAORS
Pharmacentico pela escola de Paris e successor nesta cidade
DE


.
Aristide Saisset e J. Soum
22.------Rna da Cruz------22.
.
.

nem outro qualque
AVISOS DIVERSOS.
- : : '-----'
Diohro a pr^Hiio,
D-se dinfaeiro a premio mdico, sobre
hypo tueca de immoveis, em q ua o tias supe-
riores a nm cont de ris : trata-se no caxr
: d,o ftbeilffo jPQrtocarreiro. .,
Oabaixoassignado eomprou ao Sr. Antonio
: qnpm tifer a JaiBr ahjuma recJamacSo seja
W das.
^- Joto Catfloso.Raato.
Tratamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, onro,
mineral.
Verdadeiro porificador do sangue sem azougae.
Especial para a cura de todas as molestias que tem sna origem na impureza do
sangae, como sejam as molestias boubaticas, syphliticas, escrophulosas, darthresas, qner
venham ellas por hereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos virus que contaminara o sangue e os humores.
A caroba am remedio prodigioso, Jusado desde remotas eras pelos indios
do Brasil, e passando seu uso de geragSo em geraco, boje um dos remedios mais co-
nhecidoscomo propno para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse nume-
ro a morphea oa elephantiases, para cujo curativo os nossos sertanejos consideram a
caroba como remedio especifico.
A mu i to tempo entrn a caroba nos formularios como preparado magistral
sob a forma de eleiclaario, ainda hoje lembrado as pharmacpeas com o nome de sea
celebre autor Jlo Alves Carneiro: nao ella por tanto remedio novo nem desconhecido.
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde lempos immemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras syphliticas srdidas,
e ex pregado com proveito depois de improficua applicaco de muitos outros agentes
therapeuticos enrgicos e de aso quotidiaoo.
Muitos dos nossos mdicos de consideracao e entre elles o muito distincto pratioo
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Athayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio de ex-
periencias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no trata-
ment das boubas, das diversas formas sob que a syphilis se aprsenla e muito especial-
mente as que teem sua sede na pella, e poderiamos relatar alguns casos de data muito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo. em que a caroba prodnzio admiraveis
effeitos, depois de inuteis e prolongadas applicacs de salsaparrilha, mecurio, iodo, oa-
ro e seus preparados, etc., etc.
N3o era possivel que ama planta tas notavel por suas inappreciaveis virtudes es-
capasse a perspicacia e investigares dos mais abalisados praticos europeos, qne se ap-
plicam com especialidade ao estudo e tratamento, das molestias syphliticas e nerpejicas
ejiara prova ah esio os Srs. Drs. Gasenave, Schurfer, Ricord e outros dando as mais
songeiras informaees sobre as-propriedades coraliyas da carpba, e preconisaridor como
remedio poderosesimo para tratamento das erupr;oes bataneas, seccas od-suppurativas,
darthros.de todas.a qualidade, ec'.amas, ulceras dediverras niturezae, tumores, osseos
e outras muitas molestias de natureza syphiiitica ou boubalica.
Por ter-se generajisado muito o uso da essencla 4a caroba, ,qu,e eu nre-
Saro e, pelas instancias de varios mdicos qne desejam continaar em suas observares,
eliberei-me a ter prompU ama qaantidade da mspa essencia, oblida Sem a accSo do
ogo, para nao prejodicar as propriedades medicamentosa^; e d'ora em diant encon-
trar-s4a na rainha pharmacia sojnpre e em porcao sfflcente para todos os, pedias a
ESSENCIA CQNCEm'RADA De CAROBA, e-o, ungento da mesm^ planta par* gue. nan-
ca-fsdlem aos'Srs, medico* qu quixerem espeHneoUr tJ.o preci^sp: ag^ot^^eoal.
Rooi( do Poraamaeo, ** deoatapro afelgop*- ,
DeoU eral de todos raM so apeo*
Botica c drogara
W^Roji f*t? do Roxario34


.-I I- .,.


.-*.;-
Instituto Arckeologic* e Geojranhiw
Haver sessSo ordinaria qainta-teira, 42
do correte .pelas fl hora* da manhaa.
ORDSM DO DA
Relatnos, pareceres e mais trabamos de
commssSes':
Conclusao da Memoria sobre o estabe-
lecimeolo, permanencia e extincc5o dos je-
sutas eni Pernambuco, pelo Sr. Dr. F. M.
Rapozo de Alnieida, socio effectivo do ios
titoto.
Recie, 9 de setembro de 1867.
Jos Soares de Azevedo,
Secretario perpetuo.
PHOTOGRAPHIA
TIEuGIiliL
RA DO CABUSA N. 18, ENTRADA PELO
PATEQ DA MATRIZ.
O nosso estabelecimeoto pbotograpbico
est sempre em dia com todos os metbora-
raentos e progressos qoe na America du
Norte, oo na Europa se consegue na arte
photographica, e para alcaocarmos tal fm
nunca poupamos despezas nem sacrificios,
de sorte que os nossos numerosos freguezes
podem ter a certeza de que sempre encon-
trar-) em nosso estabelecimento todo quao-
lo a arte e a moda offerecer de bom, no
novo e velho mundo aos amantes da pho-
tograpbia.
NOVIDADE PHOTOGRAPHICA.
Acabamos de receber todo o necessario
para fazer retratos chamados carte-album.
Este genero de retratos ltimamente in-
ventado na America do Norte, rapidameote
se propagou na Inglaterra e Franca aonde
goza actualmente de todo o favor da moda.
A car te-a-lum se fas por dozias como os
antigos arldes de visita.
p. Na Inglaterra troearam o nome de carte-
' lbum pelo de reiraio-galeria e os ingleses
usam encaixilbar estes retratos em quadros
especiaes para com elles formar galeras,
com que ornam seus gabinetes. Recebe-
mos orna certa quantidade de taes quadros,
os qaaes cederemos por barato prego aos
nossos freguezes.
. As pessoas que quizerem ver specimens
dos retratos chamados carte-album, j fei-
tos em nossa officina sao convidados a visi-
tar o nosso estabelecimento.
CARTES DE VISITA A 9)5000 A DZIA.
Em consequencia do novo genero de re-
. tratos chamados carte-album, diminuimos
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MK HBMBI
M O Dr. A. S, Pereira do Carmo (medico) \
est morando no sobrado d. 12 da roa da
Impertirte.
-*


Fogo do ar-
No armazn da bola amarella do oiio da se-
cretaria da polica reeebent-se enconmeodas de
fogo do ar para dentro e fora da provlBcia._____
cabelleireiro e
: ra da Cadeia
' P/ecisa-se de official
barbeiro em casa de Gustavo
do Recife n. 51.
annos, e processado nos termos de Flores e
Baique, nao lhe tem sido perarittido res-
ponder ao jury, nico meio de sua defeza,
como lhe faculta a constituicjo do Imperio;
tendo sido requisitado pelos juizes daquellas
comarcas por mais de seis vezes. Ghefe de
numerosa familia, e boje sobrecarregado de
, prejuizos inclusive suas despezas durante o
, o preco dos anligos candes de visita, os f largo esdaco de tempo que tem absorvido, a
Para o excellentissimo mi-
nistro da justica ver.
O abaizo assignado delido -na casa de de- >
tencao desta cidade de Pernambuco ha tres! i | KeSldeilCiaeCOnSUltOriO M
, ao preco de
O^OOO
pela prmeira duzia, sem que por causa
desta diminuirlo de preco, deixemos de es-
merar-nos no nosso trabalho, como sempre
foi nosso costume. Alm disto, continua-
mos a dar os cartees de visita em carines
de luxo, Bristol, on porcelana, dourados ou
lithographados para o que temos orna varie-
dade de 12 modelos, a escolha de qoem se
retratar.
S9" VA GOMO PREVENCO.
Apezar do nosso trabalho ser muito co-
nhecido nesta cidade, aonde trabalbamos a
92 annos, com tudo jHlgamos de nosso de-
ver dizer hoje o seguinte :
Nos retratos fetos em nosso estabeleci-
mento emprega-se toda a cautela para of-
ferecer-se a par da belleza do trabalho, as
melhores condicoes de duracJSo. Doura-
mos e xamos os nossos retratos sem olhar-
mos a economas, e ltimamente para Ibes
podermos dar urna lavagem mais ampia
e segura, contratamos com a companbia de
Bebiribe orna peona d'agaa. Os nossos
cartoes de de visita s5o verdadeiras photo-
graphias, que nao precisao de retoques do
pintor para lhe desfarcarem os defeitos, e
convidamos a qoem quizer a passar sobre
elles urna esponja molhada em agua, ou a
deixa-los mergolhados por espaco de horas
em agua, ou em espirito de vinho: se apre-
sentarem alteracao sero recebidos por nos
e pagos pelo duplo do que tiverem
tado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
systemas photograpbicos at hoje conheci-
dos em photograpbia. O nosso sortimeoto
de caixinlns, quadros, passe-par-taots, e
joias de ouro para a collocacao de retratos
o mais completo, variado e abnndaDte que
existe nesta cidade.
9a Precija-se Ou urna ama ama para ai
**" leite a orna eriaoca de poocoa .das de
SS aascida e mcumbir-se de soa completa
53 amameoiago : na ra das Crazes a. 9,
} spguDdo andar.
e protesta reclamar at ser attendido.
Joo Manoel Frazo.
GAZEOL
DE
Burrin du Buisson
Liqoida voltil preparada por Smlluse, repro-
daiindo chlmicameote os vapores qoe se soltam
em volta do aparelbo parificado do gai carbnico,
empreada com o mais segoro soccesso contrr
a coqueluche, a pbtisica e todas as molestias ebro-
nicas dos pulmoes
VENDE-SE NA
Btica e drogara
DR
Bartholomen k. C.
______34Roa larga do ResarioM______
EL
Vende-se mel: tratar a ina do Apollo n. 4.
Para o
ver,
Precisa-se de ama ama para casa de moco
solteiro : no pateo do Carmo 0. 9. ,
Ama
Frecisa-se alagar ama ama para comprar, cos-
phar e eogomroar: na roa de S Francisco o. 84.
Aft tencao
A viuva do Dr. Jovenclo Alves Rlbeiro da Silva
'fai seieate ao publico desta cidade e dos mais la-
gares da provincia, qoe o engeobo Poolable, de
soa propriedade e de seas Albos orpbos, nenhum
embaraco iem por obrigacSo de'. sea casal para
com a Sr* Feliciana Haria Olympia.
Se- certo que ta senhora iraxia no (dro desta
cidade ama demanda com sea mando por causa
de duas letras no valor de 15:000, a qoal esta'
pendente anda, nao menos certo que acba-se
provado dos aotos que laes letras sao falsas, e o
tiij tonco desta demanda condemna a pretendida
redora, que por certo nao ba de lograr o sen in-
tento : tal a conflanca qoe os tribunaes do paiz
inspiran). Assim, pols, o annonclo da Sr* Feli-
ciana, qoe se Id nesle Diarlo dos das 7 e 10 do
comete, sobre este objecto nao prejadica a pro
jiriedade Pontable ; elle nao mais do que nm
Jesses reenrsos, qae tem sna autora para fazer va-
ler direitos se Dio do qae faiil, como nao se
ignora nesta cidade.__________________
Ordem 3/ de 8. Francisco do
Recie
Por mandado do nosso caro irmSo minis-
tro, convido a todos os nossos carissimos
roaos, a comparecern! em ditaordem no i
dia 16 do correte mez, pelas 4 horas da
tvde para a trasladagSo do Sanssimo Sacra-
mento do convento, para a aossa fgreja,
neocao das imagpns, e vesporas, e no dia 17
pelas 9 horas damanhSa para assistir a fesU
daimpressao das Cbagas deNsso Serfico
padres. Fraoctscde a noite ao Te-Deum.
Besito 10 de setembro de 1887
Joaqun Claad0/Mdnteiro, ,
secretario.
MOFItA
E.vra. Sr. ministro da justica
admirar e provideuciar.
< Hoje a cobica assentoa-se
no logar da eqaidade: o joiz
vende a consciencia no mercado
dos poderosos, como as malbe-
res da Babylonla vendiam a pu-
dicicia, as pracas publicas, aos
qoe passavam diante da luz do
dia. (A. Hbrculano.)
No Despertador, folba da provincia da Para-
hyba, o baebarel Jos Joaquim de Sa' Benevi4es
apparecea qaerendo provar o horroroso proced-
ment qae teve para comigo na qaalidade de jalz.
cus- Sao tantas as mentiras desse calumniador, qoe
cada vez sa envolve mais de lama. Mendax in
uno, mendax in mnibus. Peraqte o mano hon-
rado joiz de direito da comarca, o Dr. Victorino
do Reg Toscano de Brilo, prove a legalldade da
transace qoe Qz com o meo devedor Antonio
Hercolano d'Almeida; tanto assim qae o mesmo
jaiz derrinoa o mnnstro Albo de despeito, da pro-
teccio e do patronato.
Prove exuberantemente, e lenho consciencia
de qae o jaiz de direito Toscano de Brito nao me
fez favor e sim inteira justica ; e se Benevides for-
ln o monstro processo, ( elle forln), segando
voz geral, foi por dever a Barboza, lio do mea de
vedor, a qoantia de liGOOAOOO, e nao podendo pa
gar-lbe, prestoa-se a essa vinganca miseravel, can
sando-me graves prejuizos superiores a 20:000$,
como lbe poderei provar; sendo con: o processo
de estelllonato algans 4:000$; estando onze das
na casa de deteoco para ser remettido para a Pa-
rabyba. O Dr. Benevides cobrio-se de Lama, e,
como nao pode provar o sea acto, apparece peld
ornal mentindo descaradamente, e pegndose e-
telas de aranbas.
Miseravel jniz: vem pelos jornaes de Pernam-
buco provar o qae dissestes n'aqaella correspon-
dencia pelo modo seguinte :
1 .* Qqaes os commerciaotes qoe tiveram nego-
cios comigo, e qae contam tactos de pouca sinceri-
dade.
S.* Se tea stmilis cum smilibus, collega Joao
Fernandos Lima, Jniz municipal de Bananeiras,
me qoiz prender, e por qoe motivo.
3.* Qaaes as letlras de boas Armas qae vend
pela metade de seo valor.
Vem tamben provar por que te retasaste a des-
pachar favoravelmente dnas peiigoes minbas, qnan-
do eram para provar minha Innocencia ; e assim
com me i teste de tres cousasurna ou Ignorancia
oo peita oo Vcoalidade.
Vem provar o contrario do qoe disse o Volun-
tario da Patria > no Diario de 28 de junho do cor-
rente, qaanto a's segaintes pbrases, que moito
folgarei, men charo baebarel, de te ver escoimado
das faltas de qae te aecnsam : < Miseravel,
Negro, Prevaricador, Ignorante, Corrapto, Mal-
vado, Indigno jniz coja vara Bao pode ser mais
respailada por estar coberta de lima .
Se nao vieres pelos jornaes de Pernambuco pro-
var o qae cima pe?o, direi ser exacto todo qoan-
to se tem dito pelos jornaes contra o baebarel Be
nevides; e nao retirare! esta i Mofina i, at qae
Sna Magestade o Sr. D. Pedro II e o Exm. Sr. mi-
nistro da justica reiam, e protidenciem de ma-
netra a flear mloba humilde pessoa desaggravada
das offnsas e dos abasos de aotoridade, pratfeados
pelo jaiz municipal da villa da Independencia na
provincia 4a ParahyLa, o baebarel
JOS' JOIQUM DE SA BEXEVIDES:
pruio a' noite tumulloariameote arrasiado T
O monsiro processo de estelllonato derribado
pelo jaiz de direito?
Os onze das de prisio, e os prejqlzos calcnlados
em mais de 20:0004000 7
O doos despachos indeferldos, negando os neios
de defesa do reo e protegendo a am falsario.
Recife, 23 de agosto da 1867.
Jote Gomes Villar.

O aballo astignada competentemente anto-
nsado para cobrar por meios amigaveis ou indi*
cjaes o qae se dever a empreza do gaz, convida a
lados el davtdores para entregaren ao abaixo as-
aigaaio a iaportancia de soas dividas aflm de evl-
, urea praetsso Judicial. Recife 3 de setembro de
i 1M7.-B. /. Barata de Almeida.
Medico cirurgico
DO
s Dr. Antonio Dearte
a pra^a da Boa-Vista n. 21 onde ao
pode ser procurado a qualqoer hora. !
Especial Idade
8 Doencas do peito, e de meninos. 91
^--K
aabmete medico cirurgico
DO
Dr. Ignacio Alcibiades Yellozo
Pode ser procurado a qaalqaer hora do dia ou
da noite prestando-se aos chamados fora da cida-
de, com toda a promptido. Pratica qualqoer ope-
rario. Da' consultas das 6 as 9 boras da manba :
roa da Imperatriz n. 86.
iua i mveDC,Vfll Veado Branco, comasmaneiras attencosas com que
_oi acolbido pelo respeiUvel publico desta brtosa provincia, a ponto de qoe muttos a por-
fa desputaram a satisraejio de serem os prime iros a comprarem em seu importante arma-
zem, se desvanece em declarar com toda a lealdade de que capaz, qoe est cada vez
mais animado, n5o s pelo benigno acoltymento que tem recebido, como pelas forcas de
qoedispoe porque at hoje n5o careceu anda dos preparados dejurubeba. nem do
larope alcoolico de veame.
O Veado Braaeo, declara a qoem anda o nao conhece qoe no um
desses bicharocos intrataveis que por abi vivem com Agora hunana; domesticado no
ameno paiz onde a amavel^/a Branca vio a luz do astro bemfeitor, elle partidario
desse invejavel agrado e sincerdade que com tanta gravdade se desprende do sea
bico encantador.
Veado Branco, como todo o homem civilsado, ama a socedade dos
bons, gosta do centro do mondo elegante, usa do tnico de Jayme, para previnir qoe lhe
ponham a calva ao sol, vai a companhia des Booffes Parsiens e no meio do partido de
madame Adelle, elle Umbem atira-lhe o seu lindo bouquel.
Digne-se o benigno leitor de jurar as palavras sinceras do sincero Veado
Branco, e venha pro ver a sua dispensa do que melhor se pode encontrar n'um es labe-
cimento de molhados.
A modicidade dos precos, comparados com a boa qualidade dos generos"e o
bom modo com que se recebe os senbores compradores, deve cortamente convidar as
pessoas que anda n3o vieram nossa casa a fazer parte dos amigos e freguezes |do nosso
Lompanbia fldelidade de seguros
martimos e terrestres
estabelectdi oo Rio de Janeiro
AGENTES EM PERNAMBUCO
Antonio Luir, de Oli-eira izewie i C.
competentemente autorisados pela
directora da companhia de seguros
Fidehdade, tomam segoros de na-
,vios, mercadorus e predios no sea
cnptono ra da Crui'n i
O Sr. Jote Marques'da "Costa Soares,
que mora na na do Vigario, queira vir
negocio que nao g-
esla typographia,
ora.
BELLISSIMO ARMAZEM
M O L H A D
Ainda restan algomas codeles das bo-
grapbias de algans poetas e ontros horneo Iids-
tres da provincia de Pernambuco, pelo commen-
dador A. J. de Mello. Tres lomos por 9*. Na
roa Augusta n. 92.________-________________
Flor dos yrogressos.
Este importante estabelecinento acaba de rece-
ber a afamada botacbinba bespaobola denomi-
nada prova e veris o goslo qae acharastntn-
da Inteira raen te nova neste mercado, e o que ha
de mais especial neste genero : somente se encon-
trara no Flor dos Progressos, a' ra do Cabuga'
n. i 8.
CONHECIDO PELO NOME
D>
VEADO BRANCO
Estabeleciuo ra Direita n. 16.
Esquina da traveasa de S. Pedro.

JOIAS
v N. 2D ,
N. 2 Di
CAO HE OURO. -ffcf}
Precisa-se de 300 a premio de um e meio
por cento pelo tempo de oito mezes com segoran-
ca em um ou doos escravos pegas : qoem quizer
fazer este negocio deixe carta fechada na ra das
Crazes n 13, com as iniciaes 1 P. M.
Joaquim Jos Gfongalves
Beltro
RIJA DO TRAPICHE N. 17 Io ANDAR)
Sacea por todos os paquetes sobre o Banco
do Minho em Braga, a sobre os gaintes Iuga-
v em Portugal.
aber:
Lisboa.
Port.
Valonea.
Gol maraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Con4e.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castalio.
Ponte do Lima.
. Villa Real.
Villa-Nova de Famelicio.
Lamego.
Lagos.
Covilbaa.
Vassal (Valpassos.)
Hirandella.
Beja.
Barcellos.______________________________
0 Dr. Joo Baptista Casanova
pode ser procurado a qualqoer hora em
sen consultorio homeopalhico largo da
matriz de S. Antonio n. 2.
No mesmo c >n=uliorio tem senpre grande sor-
tinento de medicamentos dehomeopathia de We-
bere Catellan, tanto em globaios como em tintura,
assim como tem om sortimento de ferros de ci-
rurgia em earteiras e avolsos do afamado Cbar-
rier de Pars._______________________________
Na praca da Independencia n. 33, loja de
ounves, cempra-se ouro, prata e pedras preciosas,
e tamben se faz qaalqaer obra de encommenda e
todo e qoalqoer concert.__________________^
A. secretaria da polica precisa comprar
as collecfSes de leis do imperio e decisSes
do governo relativas aos annos de 1839,
1850,1851 6 1852.
A pessoa que as tiver e quizer vendci
compareca na referida secretaria s boras
do seu expediente, ou entenda-se com o res-
pectivo secretario, roa da Saudade n. 15.
0 official-maior da Ia seceso
________Jos Xavier Faustino Ramos._
Aloga-se o sitio denominado Toque na Torre
confronte a Capooga, a margen do ro, eom com-
modos para duas familias passar a testa, terreno
para planlacoes e pasto para doas vaccas : os pre-
leaentes podem dirieir-se a Torre a tratar com
Joo Carnelro Rodrgaos Campello oo na roa de
Aguas Verdes n. 101
CASA DA FORTUNA
Aos 6,000,9
BILHETES GARANTIDOS.
A' ra do Crespo n. 23 e casas do costme.
O abaizo assignado tendo vendido nos sens moi-
to felizes bilbetes garantidos nn nelo n. 849 con
a sorte d 1:200; un neio n. 336 con a sorte de
800f, e Ostras noitas sones da lotera qne se aca-
bos de extrar a beneficio das familias dos volun-
tarios da patria, convida aos possoideres dos ditos
bilbetes a vlrem receber seos respectivos premios
sem os -descontos das lefs na casa da Fortuni i
rqa do Cre/poln. 23.
Acham-se a venda os da 3* lotera a beneficio do
convenio do Carmo do Recie qoe te exlrahira' a
14 do correte.
Preco.
Bilbete.....6*006
/ Meio......34000
/ Qnarto. .... 1*00
Em porcSo de 100$ para cima.
, Bnete. .... 5*500
i Meio......2*750
, Qoarto. .... 1*378
______ Manoel Martin* Fiuza.
A loja n. 2 D intitulada Coracao de Ouro na ra do Cabog, acba-se d'ora em diante orTereceo
I do ao respeitavel publico com especialidade as pessoas qae bonram a moda os objectos do ultimo gos
to (a Pars) per nenos 20 por cento do qoe em ootra qoalqoer parte, garantindo-se a qaalidade e a so
| idez da obras.
O respeitavel publico avahando o desejo que deve ter o proprietario de om novo estabelecimen-
to qoe quer progresso em sea negocio deve chegar immediatamente ao coracao de ooro a comprar
I aneis com perfeitos brilhantes, esmeraldas, rubios e perola ; verdadeiras em agarras, modernas pelt
diminuto preco de 10*, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo preco de 3*, maracas de
prata com cabos de marfim e madreperola obra de noderno gosto (o qae o encontrarlo no coracao de
ouro) voltas de ouro con a competente crosinba ricamente enfeitada pelo pequeo preco de 12*, brin-
cos de un trabalho perfeito por nn nodicc prego, cassoletas, tranealns, palcelras, alnaetes para re-
tratos e ostros modelos tudo de alto gosto, aneis proprios para butar cabello e firna, dito para casa-
mento, no rtico roseta tem e Coracao de Ouro nm completo e bem variado sortimento de diversos
gostos, butSes para punbos com diamante, rabias e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo seo va-
lor ja' por goslo ds desenbo, brincos a forma da delicada mosltraa de moca com piogente contendo es-
meraldas, robins, brilhantes, perolas, o gesto sublime, alfinete para grvala no mesno gosto, relo-
gios para senhora cravados de pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras de brilhantes de
noito gosto, erosionas de rubins, esmeraldas, perolas e brilhantes, aneis com letras, cazoletas de
crystal e ooro descoberta para retrato (a iogleza) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qual-
quer joia, para secol car retratos e obras de cabello, e oatros muitos objectos qae os pretendemos en-
contraro no Coracao de Ooro qoe se conserva com toda a amabilidade aos coocorrentes deixando-
se de aqol mencionar precos de certos objectos porque (desculpem a maoeira de fallar) dizendo-se o
preco tal vez alguem faca mo joizo da obra, por ser tao diminuta quantia a vista do seo valor.
Na mesna loja conpra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas,e tambera recebe se coneer-
tos, por menos do qoe en ootra qualquer parte, e dao-se obras a anostra com penbor, conservando se
e Coracao de Ouro aberto at as 8 oras da noile.
Qaalqaer pessoa qoe se dirigir ao Coracao de Ooro nao se podera' engaar com a casa, pois
nota se na soa frente om coracao pendarado pintado de amarello, alem de oatro qae se nota em on
rotlo (isto se adverte em consequencia de teren ja' alganas pessoas engaado com ootra casa.
A familia qoe fornecia commedorias par
fora, na rua.ertreita do Rosario n. 21, acba-se mo-
rando na mesma roa sobrado o. 35, onde contina
a fomeeer almoco e jamar com asseio e a preco
con nodo.
Aluga-se
Um sobrado con grande quintal na roa
do rio do Poco da Panella, aprazivel lugar
para se passar a festa : a tratar con J. J.
Tasso.
Um sitio com boa casa de vtvenda, cocbeirar
estribarla, banbeiro. 2 cacimbas, etc., na Cruz de
Almas, encrozilhada de Beberibe : a tratar com
J. J. Tasso.________________________________
Andrade & Reg tem encarregado ao Sr.
Manoel Jos Martins das Neves para cobrar ami-
gavel e judicialmente de seos devedores nesta
prga.
Attemjao
Furtiram na madrugada do dia o do corrente
do sitio onde mora o capito Mieuel de Almeida
Pernambuco em Ponte de Ucbda, doos cavallos
mellados de sigoaes preto, ferrados de novo :
sendo am delles faeca e esqaipador e o oatro am
pouco barregado e andador baizo, pede-se a qoem
os vir os apprehendam e levem ao referido sitio,
ou na cocheira do Sr. Baptista na roa do Impera-
dor gratificaudo se generosamente a qo im os en-
tregan_____________
Fagio do poder do abaizo assignado o escravo
Manoel, preto, crioolo, de idade de 43 a 18 annos,
com falta de deoles, alto e robusto, levon calca e
camisa de algodo branco, cojo escravo fogio em
dezembro de 1861, e consta ter ido para o sertj :
qoem o pegar leve-o a roa da Madre de Deas o.
18, qae sera' bem recompensado.
Antonio Joaquim Goncalves Fraga.
Oculos perdido,
Pede-se a pessoa qoe acboo om par de ocolos
de ooro, no oitao do sobrado amarello, roa do Hos-
picio, a bondade de leva-Ios ao primeiro andar do
mesme sobrado, qae sera' generosamente gratifi-
cado.
Aluga-se
Velba.
nm grande armazem na ponte
a: 8 A-Ruado caboga. a A
Agostiuho Jos dos Santos # C
Acaba de chegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo gosto, perfeicao artstica e modellos enteiramente novos; como
segoem: aderecos com rubm, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anneis, botos de punho, brincos e cassoletas com letras, etc..
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqueiros, paliteiros, calix de mesa c
fructeiras, cujos precos sSo incompetiveis, pois que os propietarios desta casa,
recebendo seus artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seus freguezes. Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se incumbem de fazer concertos.
Joanna Mara da Soledade previne ao publi-
co que nao raga transaeco algama com a casa da
roa do Jardim n. 18. __________
Precisa se alugar ama pretinha propria para
andar com meninos : quem a tiver para alugar
dirija-se a roa oo Rangel n. 7, 2* andar.
Frecisa-se de nm eaizeiro para occopar o
logar de segando em ama padaria e qae tenb co-
nbecimentos deste estabelecimento e tenba as
babilitaco35 necessarlas para preeneber o lagar
de primeiro, por qaalqaer excedente qae possa
baver e qae d Ihdor a sua conJacta : appareca
na ra l>rga do Rosario n. 16 1* andar.
Furto.
No dia 9 do corrate fartaram do prinelro an-
dar do sobrado n. 35 da roa da impsrairiz om
caslical de prata de lei slozelado, com am palmo
de altura, pesando 106 oitavas: qaem o achar
pode restitai-lo a casa cima qae se gratificar
__\ ___ ___ i
No armazem de Untas roa do Impera-
dor n. 22, vende se :
Salitre refinado arroba 6*o00
Enxefre arroba 2*800
AttenQo.
X. 25 Roa do Livrameulo IN. 25
Deposito de lamancos e calcado nacional da fa-
brica da rna do Jardim n. 19, de Jos Vicente Go-
dioho, tanto no deposito como na fabrica seapromp-
tam todas as porcoes de calcado o mais barato
possivel, esta fabrica tem todas as machinas pro
priaspara os calcados ja bem acreditados pelo
grande numero de freguezes qoe daqui se for-
neeem.
Chocolate vermicida-
DE
Antonio Nunes de Castro.
Desde 1857 que sao as tabellas vermicidas ap-
plicadas en Portugal, eono o remedio prompto e
efflcaz para a ezaulsao das iombrigas, que lo gra
ves padeclmentos cansam e qne quasi sempre nao
se soppoa ellas a origen.
Este vermfugo preferivel a qoalqoer outro
pelo seo agradavel paladar e fcil applicaco as
criaqcas que nals geralmente sao atacadas de se-
mejante mal.
Deposito especial
34Roa larga do Rosarlo34
. Botica de Bartholomeu & G.
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seui carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercaduras e mobilias:
na rna do Vigario n. 4, pavimento terreo
Trocam-se
as notas do banco do Brasil e das calzas filiaes-
don descont nuito rasoavel, na praca da Inde,
oeodencia n. 22.
mm^mmmm^m mmmmm
O baebarel IgBacio Diap de Lacerda 3
pode ser procurado para os. misteres da ffi
profisso de advogado a roa do Crespo I
n. 7, 1* andar.
m
Saques.
Joio do Reg Lina saca sobre Lisboa : a roa do
Apollo n. 4. .(-'
mnibus do Caxaog.
Antonio Jos Coelbo Carnelro faz sciente ao pu-
blico, qae do dia 15 do corrate em diante princi-
pia novanente o onnibas de Cazangi a soa car
reir, pariindo do Recife as 4 oras da tarde, vol
(ando as 7 1|2 como de costme.
HISTORIA DE CARLOS
XII
Rei da Suecia
FOR VOLTAIRE.
Vende-se esta ezcellente obra por l*20 en
brochara, na llvraria Econmica roa do Crespo
n. 2.
Na mesma livrarla tomam-se assigoatnras para
avida de Horacio Nelsono celebre almirante
anglez a I* cada ezemplar.____________________
Aluga-se orna escrava moca e robusta para
casa de familia, qoe faz todo o servico ezterno e
interno : qoem precisar procure oo Corredar de
Bispo defronte da casa n. 12.__________^^^^
Vende-se urna casa de molhados, sortida, e
em bom ponto : qoem qaizer aoaaacie sua mo-
rada. ; .. ___________
Precisa-se de um bim eaizeiro para orna ta-
berna para a trra e para o mal, dando fiador a
sua conducta faz-se bom ordenado : a tratar na
ra da Cadeia n. 13, 2* andar.
WtKBSB
Sebasliao Lopes Perreira Goimares deizoa de
ser eaizeiro detde 10 do correte do abaizo assig-
nado.
___________Antonio da Silva Poetes Guimares.
Precisa se de urna ama para casa de pouca
familia, s para o servico interno : na roa Direita
loja n. 47.__________________________________
Precisa-se alugar urna preta captiva que
saibacoziobar e engommar, pagase bem : na rna
Nova, loja junto a igrpja da Gonceicao o. 47.
Precisa-se de urna eogommadeira : na roa
do Imperador n. 73, 2* andar.
Roga-se ao Rvm. Sr. Tbelesphoro de Paolo
Angosto qoe appareca a roa do Quemado n. 35,
loja de miudezas da Boa Pana qoe se lbe desoja
a fallar a negocio de seo lotcreue.
Casa e sitio m Mmmtelro
Aloga-ze a casa e sitio na povoacao do Monteiro,
travesse do Qolabo, moito grande, bastantes com
, nodos, moito fresca, etc- tc, por lempo da festa;
I a tratar no paleo do Peralto n. 10.
Na rna da Uoiao n. 40, precisa-se de nm
bem criado e de ana cosioheira oo cosinbeiro pa-
ra o aervieo de nna peqoena fanilia.
Albino Baptista da Rocha, relo-
joero e donrador, na praca da In-
dependencia n. 12, fax todo e qoal-
qoer concert perteneeote a soa
arle, assin cono amanea o seo
trabalho ; venda reloglos por pre-
eonnodos e compra ooro e
prata em obras "vena.
E' 'con o Sr. Joio Emiliano de Miranda qne
se deven entender oe devedore do abaizo assig-
nado aflm de lbe pagaren o qne de vem a, annos,
visto que o nao qaerem fazer anlgavelmente por
Uso Ibes declara qoe nena data lhe ba entregue
as cobraacas de soa casa da praca da Indepen-
dencia ns. 23 e 25.
Jos Joaqun Barbosa da Silva.
Offerece-se ana ama portQfOeza para casa
de pooca fmula on de bomem solteiro : na roa
da Saadade n. 13, na Boa-vista, em frente ponte
de torro do vapor. -1 ,B
Ama de leite.
Qaem precisar de orna ama de leite, dirija-se a
roa do Brom n. 66, armasen, qae achara' com
qoen tratar.
Os abaizo assigoados coovidan as pessoas
con qoen tem prineiro sontratado a venda de
sortes de trras do sitio de soa propriedade, de-
nominado Agoa-fria, a qoe veoham completar os
seos pagamentos para legali fazerem o embolso das quantias, pelas qaaes con-
veociooaram comprar ditas sortes de ierras, de-
poi8 de qoe realisado, passar-se ha a respectiva es-
criptara, Uto oo praso de 15 das, cootados de
boje. Recife 11 de setembro de 1867-
Pedro de Sooza Tenorio.
yri Marcelina de Soaza Tenorio.
Precisa-se de um meoioo pera eaizeiro de
taberna f raur na roa do Mondego n. 32, u-
berna.
' O abaizo assignado participa ao respeitavel
corpo do eommerclo, e a qoen mais ioteressar
pofsa.qae desde o da 15 do passado delxoa de ser
Precisa-se de ana ana para coziobar en casa eaizeiro dos Srs. Rofiao Lulz do Reg Braga & C
de bomem solteiro, qoe tem pooca familia ; na j Recife 13 de setembro de 1867.
Sabonetas de alcatrao
O oso destes sabonetes ten apresen lado os mais
benficos efieitos contra as impingens, sarnas, ti-
nba, caspa, comicbSes e.todas as demais molestias
de pelle
VKNDK-SB NA
Btica t drogara
M
Bartholeneu A Coaipasihla.
*t-4Uta Urfa s ResarisU
Ama.
roa do Crespo, casa n. 12.
Qaem precisar de orna
roa de Hortas n. 54.
boa aa dirjase a
Armazem.
Precisa-se alagar on armazem para recolber
as: na praca do CorpoSanMB. 13-
~ Aloga-se ass sRio na Capmg Velba .qoen
pretender dirija-se a roa da Cadeia do Recife loja
n. 35, que se dir' qoem ten para alpgar.
Lenidas Tito Loureiro.
Aloga-se um sitio con cocheira e noitas
fructeiras, no Monteiro, neceo do Qolabo, proprlo
para se passar a testa, eqoal tem ezcallentes com-
nodos para grande lanilla ; a tratar na roa do
Pilar n. 112. ...
Manoel Lopes de Alboquerque professor pu-
blico de Pilar de Imaraca', taz ver ao publico
qoe o chamado de igual nome ao seo na roa da
Imperatriz o. 32, nio se omprenendo con elle.
>\


.......... i' > Til



Diaria de pernanboeo Qulufa felra it de etenibro de 1867.
v
*
>
;---------------------
II Mil I VIS
TARA V
SOUZA SOARES 4 IRMAO ,
proprict irios do grande e novo estabelecimento, de miudezas,
ferragens, quinquilharias ecani-ieirosagaz
BA MOVA W. *S
Em frente a botica do ve. Sabino
Beceberam directamente de New-York um sorlimento de machinas para descarocar
algoiao, sendo de 1 i, 14,16,18 e O serras, que pela sua qualidade e perfeico, tornam-
se recommendaveis.
Os proprietarios garantem por om |anno a ceostrucc5o das mesraas, e o bom re-
sultado em descarocamento de algodSo. Sendo estas de um modelo tal, quealm de se-
rem de poaco volume s3o muito facis para o trabalbo, flcando o algodo o mais perfeito
possivel. Atfiancaudo-se os precos serem mais razoaveis que em outra qu ilquer parte.
O pretendentes podem dirigir-se ao referido estabelecimento, qae alm de acha-
rem um bom sorlimento de objectos de que tendente,
teza nos precos.
eaGontrarSo sioceridade e bara-
Dase dinhelro a joros
dia o. 5._______
oa ra da Concor-
Guilberme Braga, subdito americano val para
Europa.
. Comprase sempre por mais do qae em ca-
ira qualquer parle, prata brasileira e esirangeira
(pa(acdes) libras esterlinas, moedas de 92 e 164
portuguesas, de o&, 10 e 20 brasileirss, oncas
oa oatra qualquer qaalidade de oaro, e se trocara
RIVAL SEM SEGUNDO
Ra do Que I ata 4o 4. loja de
mtadezas
di imam
Jos Bigodmho
Varas de babado bordado do Porto a 300
Carretela de relroz preto eom duas oilavas
propiKS para machinas a 600
Pregos francezes de todos os lmannos a 240
Grozas de botSes de osso para calca a .. 200
Espelbos doarados muito finos a .... 1000
Caitas com liaba superior para marcara 240
Carriteis de reteoz de todas as cores a 80
Frascos d'agaa de Colonia muito superior a >00
Frascos de o eo muito fino a...... 300
Duza de tesoaras pequeas a .... 480
Frascos d'agaa para liropar dentes a 500
Redes pretas lisas para segurar cabello a 320
Duzias de peonas de ajo multo Boas a 60
Caixas de lioba do gaz de 30 novellos a 600
dem de palitos de segoranca a SO
Garrafas de agua Florida verdadelra*. i& 00
Syllabarlos eom estampas para meninos a 320
Memento da roopa de lavar a..... 160
Ouzlas de meias Anas para senhora a $2000
Agulbas francezas a bailo (papel) a 60
Pecas de fitas de laa de todas as cores a 00
Grozas de botoes de porcelana prateados a i60
Caizas eom alfineltes trancezes i...... 80
Caias de 100 envelopes multo fiaos a 600
Resma de papel de peso branco liso a 2uO0
Pede-se ao Sr. Manoel Lopes de Albuquerqne 8edulas do banco do Brasil e caixas'flliaes de ou-
i apparecer na ra da Imperatrii o. 32 a negocio tras provincias: ua ra da Cadeia do Recife n.
que nao ignora.
Precisa-se de naga negrinha para o servido
tterno de pequea familia : na roa da Concordia
sasem numero, Junto ao o. 57.___________
' Precisa-s8 alagar um prete escrava : na. roa
ija Roda n. 48 sobrado por sima da venda.
Vicente Cernecekiaro de Francisco, subdito
italiano, val a Europa._______________
58, loja de azulejo.
Ponte de Ucbda at Sanl'Anna precisa-se ala-
gar om sitio; nesta typograpbia.___________
Faidicao de ferro da ra < Brnm ns.
80, 82 e 84
Esta fundilo anda precisa de bons offlciaes
macbmistas, fundidores e serralbeiros.
Altenco
Appareceu no Moodego, ra do Cotovello
n. 16, um carneiro, quem fr o sea dono
dando os sigoaes certos entregar-se-ha; pa-
gando porm a importancia deste annuncio.
O abaixo asslgnado declara ao publico e ao
commercio em geral, que nao vende nem compra
escravos, e nem tem transacao alguma a esse res-
pedo.
___________Maximino da Silva Gusmao.____
Precisa-se de urna criada cesinbeira : na
ra do Imperador n. 73,2* andar._____________
Compram-se
eom premio meedas de onro e de prata naelenaes
eestrangeiras : na roa da Cadeia do Reciten. 16
armazem de Adriano, Castro t C.
VENDAS
Vende se
as seguales obras: Poema da Mocidade,
poesas por Pinheiro Ctagas, 1 volume.
15500; Nevoas matutinas, ditas por Apri-
gioMenezes, i&; O dever, romance, 1 vo-
lume, 640 rs.; Os trabajadores do mar,
romance por Vctor Hago, 3 volumes por
40; Caucros Sociaes, drama por D. Mara
Bibeiro, 1 volume, 10600 ; Joo Diabo,
romance por Paulo Feval, 4 volnmes enea-
dernados, 50 : na ra do Crespo n. 4 fabri-
ca de cbapos de sol.
_)1
Precisa-sede urna ama para lavare engommar ;
na roa do Trapiche n. 36, 2*and?r._________
Criado*. #$
Precisa-se de dous criados : na ra das Laran-
geiras n. 14, hotel Juventnde._____________dfe

Saques.
Antonio de Almeida Gomes saca sobre Lisboa
a roa da Cruz n. 23, audar._____________
UOllDACiO
Vende-se a taberna n. 93 sita na ra das Cinco
Ponas, bem afreguezada para o mat9 e para a tr-
ra, eom commodos para familia ; vende-se para
pagamento de credores : a tratar na mesma roa
n. 71._____
Venciese
um moleque de idade de 17 annos, bem preto e
muito sadio ; excedente peca : a tratar a' roa
do Codorniz n. 2.
Vinho fino do Porto en-
garrafado.
Veode-se de mu excellente qualidade por mo
dieoprecoem caixas de 12 garrafas: no arma-
zem de David Ferreira Bailar, ra do Brum n. 66.
Altenco. Attenco.
6
Lava-se e engomma-se eom muita perfeico
por pregos razoaveis : na roa do Sebo n. 19.
Hotel de Europa
Roga-sea Sr.* D. Antonia Machado oa a quem
as suas vezes flzer que mande retirar deste hotel
suas malas satisfaieodo o que deve, por que do
p/jntrario visto o tempo decorrido sera j vendidas |
.elas formas legaes para o pagamento preciso.
Fogio de eogenho Santa F fregueziade Agua
Preta no dia 23 de agosto prximo passado o es-
cravo de noma Joaquim, de idade 20 annos pouco
mais oa menos, pertencente ao abaixo a?signado,
coa os sigoaes segaintes : cabra,
binaos, baixo, corpo regalar, nariz afilado, pernas
em poaco volteadas para dentro, esta' descerado,
chegon do engenho Pntenla freguezta de Santo
Anto ao dia 2 de setembro correte, d'atai tor-
ttou a fuglr no dia 6 do mesmo, suppdj-se qae pa-
ra o Recife onde elle tem mi, lalvez eom o tira da
asseetar praca como forro : por isso pede se as au-
tnoridades policiaes oa capites de campo que o
preodam e tevem aa seohor no esgeobo cima di-
to ou nesta praca a na da Praia n. 3S, qae sera'
-gratificado._________________
Hanoel Beato de Olivelra Braga tendo de ir
ao sol a seas negocios deixa a gerencia de seos
negocios a seas caiieiros ManejI Archanjo da Sil-
va Amanes e a Lenidas Tito Loareiro, de accordo
eom seus procuradores, em 1 lagar os Srs- Parea-
te Vianna & C, em 2* o Sr. oSj Luiz Goncalves
e em 3*oSr. fBemaz Fernandes da Cunha.
Ama de ieite
Precisa-se de urna ama de Ieite forra e sem 11-
Ibo : t tratar na loja de livros ao p do arco de
Saolo Aotonlo;___________________________
p Aluga-se ama escrava qae sabe fazer ledo
servico de urna casa : na ra da matriz da Bm-
Visa fl. 41, loja.
Venham ver
Vende-se na lo}i de marcineina na Camboa do
Carme n. 12, palba apparelhada da melbor sorte
para tecer cadeiras e sofas, por prego mais com-
modo do que em ootra qoalqaer parte.
Na ra do padre Floriauo, casa n. 67
se vende boas hostias para igreja, e obreias
para escripiorio.
Lingoas
Mbrtlo7c2:Me"*d"v,n^.^Ki>rerlo3 a 240 rs.: oa
roa da Liogoeta o. 1._____
Na serrarla da poale velha vende-se ama
porgao de assoalho de louro de doas palmos de
largara por baratlsstmo prego.
Veude-se ama armagao propria
qaer egoelo, a casa oferece bons
ratar na roa das Cruies n. 37.
para qoal-
commodos: a
Vende se nm mulatiobo de idade de 12 an
nos, linda figura, twm copeiro, habituado ao servigo i
de asa, sem vicios e bem educado : roa do Hos
p>cio defront da casa em que fui o gymnaslo na
,'penltima casa junto ao canal; os pretendentes
podem ir veHo das seis as nove horas da manba,
i en das tres as seis da larde.
Vende-se ama bonita crionla de 19 Tnos,
vtMa do ttatto, bonita figora : na roa do Fogo
n. 9. Na mesma casa fea outros escravos
vender-se.
para
t
COMPRAS
Moedas de ouro.
Racionaos e estrangeiras assim como libras
esterMoas : caupram-se na rna do -Crespo n. 16,
primelro andar.
Compra-ee moedas de ouro de 10$, 16, O
e Moedas e prata
nacwoaes, aesim como pataedes portugoeie e
bespanbes, eompram-se om premio : na roe do
Gf espo n. 16, prlmeiro andar.
Libras esterlinas.
Breu
Venderse bren em barril e a retalbo, muito ba-
rato : no armazem da fcola amarella no oilao da
secrelaria da poiicfa._____________
Vende-se ama aberna em boa locaiidade
para negocio e eom poaces fundos e bem afregue-
zada propria para qualquer principiante : a tratar
an ruada Coocordia n. 12.
Feij&o para animaes
Vecde-se na rna da Madre fle Dos n. 18.
Compram-se rom bom premio
dependencia n. 2. _______
n
na pra-a daJn
Uompi'am-sc escravos
Sitvino Guilherme de Barros, compra, vende e
roca effeclivaoente escravos de ambos os sesos
detodas at.idades: a' ra do Imperador n. 79,
e-rceiro andar. ,
Pataoes
Compram-se patacoes bespanbes, portaguezes e
brasileiros de caobo antigo, em casa de Adamson,
Henry 4 Croa do Trapiche-novon. 40.
24^000
Compra-ee oa loja de joias do coragio de oaro
a. i D, raa do Cabogi, moedas Baciocaes de 20f\ manha.
Absyntho Suisso.
Fariaha superior
Tata para vender Aotonio Luiz de Oliveira Az
vede <& C., no sea -escripiorio, roa da Crez n. 57.
Gal aova de Lisboa
Vendem-se barrs eom superior cal nova de Lis
boa sario, esquina para o paleo do Carmo a. 47, e no
armazem na ra do Apollo n. 80.
Fabrica
PE
CERVEiA NlCIOfM
Be Uenriqoe Leidea
0 proprietario deste estbelecmeirte nSo
poupando esforcas nem diobeir/o para agra-
dar ao respertawi publico e eeus numerosos
freguezes acaba de installar fiara commodi-
dade e ioteresse dos mesmoe.
fin deposite g-ral oa roa da Impera-
triz o. 32
Aoode encoatrarao sempre am variado
sortaento qner ea grosso qner em retalbo
dos gneros segaintes:
Cerveja nacional braoca e prata.
Vaabos finos e ootros de Franca e Alie-
Frasco eom 'superior tinta a.....t 1 0
Pares de botoes de panno muito bonitos 8o
Liabas em carlo de 200 jardas a .. 100
Caixa de superior linba do gaz eom 50
Dovedos ............. 700
Talheres para meninos a....... 240
Masso eom superiores grampos a 30
Grosas de peonas de ac mallo finas a 320
Bonets para meninos a........1 000
Pentes eom costa de metal a......' 400
Realejos para menioos a.......____106
Fabrica e fundigdo de bro'nzes
e outros metaes, caldeireiro,
laioeiro, e funileiro, situada
na Soedade, ra do Prin-
cipe n 3, e eom deposito na
ra Nova n 38, da cidade
do Recife
DE
BRAGA &SAMPAI0
Fabricam-se neste importante estabeleci-
mento todas as obras concernentes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanbos em
feitios, os mui acreditados aparelhos de
Oerosne eom as dimencoes delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas quaesquer pecas des-
apareaos, como sejam o dilatajor, ratifica-
dor e condensador, ou esquenta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen~
ces e qoalidades, pelo systema francez ou
americano, simples, de pressSo, repuxo, e
eom especiadade a estanca ros 1 assim de-
nominadas pelo enorme volume de agua
que absorvem calculada em 160 pipas por
hora, e das quaes algumas esto promptas a
serem experimentadas.
Exstem bombas por este svstema, me-
nores, para regar sitios, garantndo-se nao
s sua duracSo como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo que s5o cons de-
radas boje as prmeiras bombas conhecidas.
Todas as mais obras se fabricam vonta-
de dos freguezes e a sea capricho.
Existem sempre promplos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timeoto de obras solidas, bem construidas e
a presos rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, reparlidei-
ras, escumaderas, cocos, candeias, e muilos
eutros ulenc.'lios preprios para engenhos,
como sejam mancaes de bronze, parafuzos
para rodas de agua e outros.
Cavilhas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanbos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se ludo quanlo diz respeito as
obras de lato torneadas e polidas eom toda
a perfeico.
Vlvulas para tanques de banbo, torneiras
de todos os tamanbos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botoes para farda, aparelbos para barretina,
nmeros, espberas, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldetrinhas, Havtas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folhas de (landres de todas as
qualidades, babs, bacas, bules e outros
utencilos domsticos.
Lampioes para gaz para engenhos, folha
de (landres emcaixas, folhas de cobre e la-
lao, tubos de chumbo para eocaoamentos de
todas as dimencoes, folhas de zinco, estanho
em barras e verguinha, lancees e barras de
chumbo, vidros finos para espelbos, de co-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
dracas, diamantes para cortar vidros, cadi-
nbos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro, lavatorios eom ba-
cas e jarros, trra podre e outros ioumeros
objectos proprio de taes estabelecimeotos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitas sob a direocao do socio administrador,
Jos Baptista Braga o qual se acha de novo
especiajmenle incumbido da gerencia de tao
importante estabelecimente, isso urna ga-
ranta pela sua looga pratica, que tem os se-
obores freguezes de que serSo servidos a
conteato, eom premptidloe preco commo-
do, pelo que os proprietarios lite serao agr-
decides.
Oaro e prata em moeda
Comprase por maior pre^o do qa<* em eutr?
parte : na roa Hova n. 31, loja de ferragens.
vuio e prata
' Hiedas de oaro e prata uacionaes, estrangeiras
d todos oa valorea se compram na loja de oari-
vea junto ao arco de Hossa Sertora da Conceicto,
roa da Cadeia do Recife, asaim como oaro e prata
em obra* velbas, brilhaoles, diamantes e se paga
bem.
Compra-s ouro e praia em obra* velbas :
na praca da Independencia r>. 21 _________
Cumpra-se
cobre, latid a chambo : no armazem dalboa ama-
rilla oo oitoda acretaria a^MaT
Kerscbenwasser.
Cognac
Vinagre branco e tinto de superior qaa-
lidade, tambem tem deposito de agoa e Li-
monada gazoza da fabrica do.Sr. Jales Gros-
jean. < '
E tudo sem diflerenca no preco que se
fechou na fabric
Qoalqaer ncomUMada qae fr en viada
ao deposio ser inmediatamente apromp-
tada remettrdaaodo eicilio do comprador.
O melber cognac, auno raras vszes vem ao mar-
cado : vende-se na roa do Trapiche n. 14, 1* an-
dar. Urna cala (coniendo IS garrafas) por 20&
de 8 para cima a itf, dioosiro a vista.
Grande aimazem de tin-j
tas medicamentos etc.
Roa do Imperador a, 22.
Productos chimicos e pharma-
ceutieosos mais empregados em
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tara e para tinturara.
Productos indostriaes e tintas
para flores, como botoes de Aeres
e modelos em gesso para imitar
fructas e pasearos eom o compe-
tente desenhp.
Productos chimicos e indostriaes
para photographia, tinloraria, pin-
tara, pirotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
pride directamente de Pars, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena
confianca e satisfazer qnalquer en-
eommenda a grosso trato e a reta-
lbo e por preco coramodo.
imiiHiiii
=Vendeseama malatlnha de- idade 17 a 18
annos, bonita ligara, qae por malta preciso qae
saa senhora se diifaz o memo ; qaem preander
dinja-se a roa de Horiai d. 8t v
mmm
No armazem de fazendas de
Santos Cotlho, ra do Quei
madon 19.
i r barato
Q/an">raia de cores matisadas finissimas a
oOO a vara.
*J?earDraDCas transparentes finas de U,
50OOO, 6,j, 7(JI, 8tH e 90000 a peca eom 10
jardas.
Wem branca tapada de 80 e 90 a peca
eom 12 Jardas.
Wem branca franceza muito larga a 90 a
peca eom 8 varas.
Bafes de 35 e 40 arcos nesgados para
senhoras, a 40500.
!?m ^e **5 e 40 arcos eom ferrugem a
20500.
dem de mursulina nesgados a 50.
dem de crochet a U0.
dem de mursulina para meninas a 30 e
30500.
Saias bordadas a 50.
Cambraias admascadas para cortinado a
20 a peca eom 20 varas.
dem para forro a 30 a peca eom 10 jar-
das.
Cambraia de bobo muito fina de 60 e 90 a
vara.
Madapoles finos de 60, 70, 80, 90,100,
110 e.l20apeca.
Platilba de algodSo superior fazenda para
saias a 30200 a peca eom 10 varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 20600.
Lences de hamburgo fino a 20400.
dem de bramante muito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Goardanapos de linho adamascados a...
30500 a duzia.
Atualhado adamascado eom 7 1/2 palmos
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho eom 7 1/2 pal-
mos de largara a 20 a vara.
Algodio enfestado eom a mesma largura
a 10100 a vara.
dem trancado de algodo a 10600 a vara.
Toalhas alcocboadas de linho lisas a 110
a duzia.
dem de algodao felpudas a 130 e 140
a duzia.
Colchas de fustao a 60000.
Betondes de fil preto a 60.
Chales de fil a 50.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
20 e 20500 a daza.
Lencos de cassa finissimos a 30200 e
3060o a duzia.
Fd de linho liso a 800 a vara.
dem eom salpicos a 10000 a vara.
Grosdenaples preto bom a 10800 e 2
o covado.
Morantiqoe preto superior a 20800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 800 rs, a
vara.
Bramante de linho eom 10 palmos de lar-
gara a 20500 a vara.
dem de linho eom 5 palmos a 10200 a
?ara.
dem de linho eom 31/2 palmos a 800 a
vara.
Kiquissimos basquins a 250000.
Assim como outras maitas fazendas que
se vende por menos que em oatra qualquer
parte, e d-se amostras de todo,
Loja do Gallo Vigilante
DE

Eival sem segundo.
Raa do Queimaiio n. 49.
Qner acabar eom as fazendas abaixo
mencionadas.
Oaeiraui vir ver que bom e baralissimo.
labynntbo eom bieo, faz en
Toalhas de
da boa a ........... 3J000
Carreteis de linba eom 100 jardas a 30
Gravatas pretas e de cores maito finas a 500
Caixas de obreias de massa maito novas a 40
ecuadores para esparliibo de cordao e
fita a............, (o
Carreteis de linba Alezandre eom 400 jar-
das a ............... JO
abneles muito finos a 60, 160, 200 e 320
Ditos de bolla multo finos a 240 e 320
diadas de liona froxa para bordar a 20
Varas de cordao para esparliibo a 20
entes volteados para regacar cabello de
meninas a-............ 320
."rseos da macaca' oleo muite fino, a 120
Abotoaduras muito finas para colletes a 500
Carios de liaba branca e de cores a 20
Libra de ara preta superior a..... 100
Sscovas pan tato, fazeuda boa, a 500
Varas de franja branca de linho para
loalbaa............. 100
Pe^as de bico estrello eom 20 varas maito
boaito a.............. j000
Varas de papalina de diffeienles larga-
ras a 120,160 e.......... 200
Caitas de palito balao a ........ 40
Caixas de palitos de segaranca sem.en-
cbofre a............. 60
S.bonetes de familia a 100,160 e ... 240
Grosas de botoes de madreperola para
camisa a............. 500
Cariilba de doolriua ebristaa a 320
Latas eom superior baona a...... 200
Quadernos de papel pequeo superior a 20
Duzia de baralbos francotes superior 25000
Groza de phospboros maito superiores 1>.00
Clxis a retalbo dos mesmos 10
Caixas de phospboros de vellinba cerniendo
500 vellinbas muito superiores a 160
Resmas de papel aimaco maito superior 21500
Resmas de papel pautado superior qaali-
dade ............... 3J600
Dazias de meias para bomem..... 2800
Doxlas de melas croas multa superiores 40u0
a mmm
Este estabelecimeoto acaba de receber lidas
cbapelioas para senhora, ricas calxinbas para cos-
turas, ditas para joias, pentes dourados para coco,
veas maito ricas, assim como cilos e pulseiras
da ultima moda de Pars, entremeios e babadinbos.
bonitos loncadores dourados e de Jacaranda, espe-
lbos escossezes de diversos tamanbos e ricos cai-
vetes para senbora, voltas para pescoco, gravati
nbas, bico de seda, dito de algodo, labynntbo, e
muilos ootros objectos de aparado gosto, qae se
toras eofadonbo mencionar, todo por precos mai-
to commodos: a' roa da Imperatriz a. 70, oa loja
da Lealdade.
0 arrobe vegetal,
muito superior oas zaropes de Cuisinier e
de Lorrey. De fcil digestao, agraavel ao pa-
ladar e ao olphato, elle cura radicalmente,
sem mercurio, todas as affecces da pelle,
impiogens, alporcas, tumore?, ule ras, sarna
degenerada, escrfulas e escorbuto. E' so-
bretodo poderoso as molestias rebeldes ao
mercurio e ao iodoreto de potassio.
nico deposito na pharmacia do Pinto,
ra larga do Bosario n. 10 junto ao quartel
de polica. m
Guimaresi Freitas
BA DO CBESPO N. 7. ,
Os proprietarios deste bem conhecido es-
tabelecimento tendo em vistas a boa vootade
eom que tida generosa populacho desta bel-
le cidade concorre eom a sua fcoadjuvaco
para o basar de prendas que costumam es-
tabelecer no dia da commemoraejo do ani-
versario do Hospital Portuguez de Benefi-
cencia, cojo producto applicado a bem
daquelles que baldos de recursos, e no-leito
da dor ali procuran meiborar seus soffri-
mentos e aprozimando-se o dia dessa. gran-
diosa festa por isso apressam-se em avisar
ao respeitavel publico do que ha de mais
moderno em seo estabelecimento, alm dos
quaes tem variedade de outros, qae a serem
para um fim to justo os venderam por pre-
cos mui rasoaveis.
Biquissimas caixas eom msica contendo
o necessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Biquissimos livrinhos eom capas de tar-
taruga para missa.
Biquissimo lbum eom capa de tartaruga.
Porta joias, dedaes e relogios e ueste gos-
to urna infinidade de objectos.
Vasos, calungas e palliteiros de porcelana.
Bonecas qne chamam papai e mamai.
Finissimos lencos de cambraias de linho
eom disticos.
Caixinhas eom perfumaras.
Bengalas de canna eom lindos castes de
marfim.
Riquissimos eofeites eom coques e sem
elle inteiramente novidade e ultima moda.
Lindissimos cintos para senhoras.
Fivellas lindas de maito gosto.
Lindos port-bouquet eom cabo de madre-
perola proprios para casamentes e bailes.
Biquissimos leques de madreperola.
Lindos leques de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
'dro de seda, ultima moda.
Leques de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lindos pentes de tartaruga, massa e outras
muitas qualidades.
Luvas dejouvin,inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Ditas de seda.
Meias de seda e algodo.
Lindas trancas pretas e de cores om ve-
drilho e sem elle, assim como lindissimas
guarnieses para enfeitar basquines e botoes
para os mesmos.
Lindos indispeosaveis para meninas das
escolas.
Bengallinhas para meninos.
Suspensorios para meninos.
Lindas touqoinhas e sapatinhos ricamen-
te enteitados proprios para baptisados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Muito boas escobas para dentes, chapos-
roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes.
Superior liabas para crochet.
Agulbas para o mesmo fim.
0 cordeiro providente
Na antiga loja de miudejas a ra do Quei-
mado n. 16.
O cordeiro prevideote se afana de ler o seo ap-
pareeimento no sempre memoravel dia 7 de se-
lembro. Elle cumprimenta ao respeitavel pnbico
em geral e a cada am ctdadio em particular. O
cordeiro previente nao se inlromettera' em eslra-
3.8 'beios negocios, resiringindo-se apenas ao
que aiz respeito a mindetas em euja antiga loja n.
da tnJ.n O08""'10 Permanecer' esperando
a^m n ni" va"om Pr<"5es observando elle
c a e aPr1lC(Tma.di m"do, condescenden-
cntrVrfo o,' 0VJdocr<>elroprevidente en-
aStoZLZtf e'!n,leo,es seraPre e "Dstante-
menie completo sorlimento de miodezas fluas oer-
fumarlas, luvas de pellica, objeetos e moda e
5SM 2 T08 mo,los humera los Z lor-
abano vo mencionados, sendo por todos reconbe
cldo a commodidad dos precos:
Alboos de diversos tamanbos e qualidades nara
retratos. ^
Cbaposiobos e sapatiobos para baptisados.
Coques simples e entenados.
Leques de sndalo e outras qualidades.
Voltas de relroz eom cassoletas obra moderna.
Golliohas e pnnbos para senhoras.
Rico de linbo a imilacao de do palz.
Carteiras eom fin*s agulbas.
Modernas cbapelinas e enfeites para senhoras.
Lionas para crochel.
La para, bordar.
Finos espartllbos para senhoras.
Leqaes de diversos gostos a 1J.
O cordeiro prevldente.
A ra do Queimado n. 16.
Vende os seguales oojectos constantes do varia-
do sorlimento abaixo declarado :
Collares eleiricos magnticos contra as convol-
co as.
Bonitas abotuadaras para colletes.
Colarinbos modernos.
' Pinas navalbas cabo de marOm.
Escovas macheotadas e outras qualidades para
roupa, cbapo e cabello.
Bonitas caixas para rap
Tinta aznl e preta para escripia.
Dita preta para marcar roopa.
Finos caivetes para aparar pennas.
Lapis eom canela de osso
Ditos de cores para desenbos.
Bjnitos inteiros de looca e vidro.
Fizas para solo e vollarete.
Borrachas para alar papis e segurar punbos.
Dita para brinqaedo de enancas.-
Bolas de borracha.
Lindos maracaes.
Para offertas n> hospital por-
lagnez.
Bonitas cestinbas eom (roelas de cera, obra de
muita perfeico e bom gosto.
Para corlar moldes e embrolbar fazendas
Vende-se papel pardo folha grande.
Para lastrar calcados.
Vende-se superior graxa econmica.
Vende-se papel para malar moscas.
A loja do cordeiro providente
Ba do Queimado n. 16.
Kella acharo os pretendentes nm grande e va-
riado sorlimento de perfumarlas finas, tanto ingle-
zas como francezas, sendo :
Finos extractos para lencos.
Banhas e pomadas para cabellos.
Oleo pbllocome e baboza para dilo.
P> bygienicos para dentes.
Ditos campboradospara ditos.
Opiata ingleza e franceza para ditos.
Pacotas eom pos de arroz.
Vasos de porcelooa para ditos.
Sabonetes para mo e barba.
E muitos outros objectos qae serao preseates-
ao comprador qae se dirigir a raa do Queimado
o. 16, loja do cordeiro prevideote.
Binlcijas pequeas.
Vendem-se na raa do Queimado n. 16. loja do
cordeiro providente.
Charutos
da acreditada fabrica de Jos Furtado de
Simas.
Vendem-se na loja do cordeiro previdente a roa
do Queimado p. 16
P7I JL1S
\aropec vinho ferruginoso de
jumbeba eom pyrophosphato
de ferro.
Colorse, aoemia, escrfulas, rachitismo, blennor-
rbagia, leueorrba. febres intermitentes e ame-
norrba (menstroaco dolorosa e Irregular)
etc., etc.
Ha muito que tiobamos em vista associar o ferro
as nossas preparaedes de jorubeba ; mas levamos
lempo a experimentar qual a preparaco ferrogi-
humane,
rola
6u.UUJ Fu.u v U.V.U.., ~.~. nosa, que mais conviria ao organismo---------,
Lindos aculheiros e dedaes de madrepe- vindo por fim a decidirnos pelo pvrophosphato
- e marfim, assim como de metal. '"<>. eom o uaal podemos prepara r os nossos
Lindas guamices de botoes, para coletes,
punhos e colerinhos.
Ricas capellas para noivas.
Meias de seda para senhoras. -
Superiores thesouras para unhas, costura
e cortar cabello, etc., etc.
Suspensorios de seda para bomem.
Ditos de algodo para bomem e meninos.
Finos adereces pretos para luto.
Grande sorlimento ae finas perfumaras
dos melhores fabricantes al boje conhe-
cidos.
Grande sortimento de fitas de todas as
qualidades!
E muitos outros oDjectos que impossivel
seria menciona-los e que se encontrarlo na
toja do Vigilante, roa do Crespo n. 7.
GRANDE BAZAR
RA NOVA N. -0 E 22
de ferro, eom o qual podemos prepara
xarope e vinho de jorubeba ferruginosos.
Temos a observar, porm, que o uso dos medi-
camentos de jurubeba eom o pyrophosphato de
Ierro nunca pode occasionar a phtysica as pes-
soas ainda as mais delicada?, como mnitas vezes
tem a ootecido at a pessoas robustas, que se hao
servido do mesmo medicamento preparado eom
outras substancias ferruginosas, por isso que o
pbosphoro debalxo da forma de pyrophosphato,
um meio prophylati.'o reconhecido infallivel con-
tra esta terrivel affeceo.
As preparacoes de jurubeba, a que bavemos as-
sodado o pyrophosphato de ferro, sao mui provei-
tosas no t atamento das molestias das senhoras,
taes como a cblorose, anemia etc.
Estas molestias manifestam-se eom os sympto-
mas segaintes :Descoramento geral da pelle e
das membranas mocosas, magreza, iu<*hacao dzs-
faces e das pernas; excitacio nervosa, bysteris-
mo, melancola, debidade muscular, dores fifi-
vralgicas, pulso mais freqoente do qae no estado
de sade, calor febril, pelle secca, appatites de-
pravados, vmitos, prisao de veotre, menstrnagac
dolorosa. irregular, pouco abundante, descorada,
nulla, flores brancas, amenorrbagia e iafeeand'
dade.
Dste estado espantoso, alias tao ordioariam rie
reconhecido enlre nos tm erescido numero d se-
nhoras, desapparece s eom o prudente nso das
preparac,des cima. .
nico deposito destes medicamentos :
pharmacia de J. A. Pinto, ra larga do Bo-
sario n. 10, em Pernambuco.
Machinas para descarocar algodao. do me
Ihor autor que tem apparecido oa America-
E' tal a execucao do machinisme, que o al-
godao sahe quasi tao perfeito como o de bu-
laodeira. Recommenda-se a attencao dos
Srs. agricultores, estas machinas.

?.$fi

Mm
*' m P
.*
Chocolate le Desbriere
purgativo de magnesia.
E' o chocolate de desbriere o melber purgant*
at agora conhecido e de grande aceita?o em Pa-
rts, onde tem sido maito applicado no hospital
Hotel Diea pelos professores Trousseau e Fidoui
eom o melbor resoltado.
Por saa aeco laxante porga sem fa'igar o esto-
mago e os intestinos, e aprsenla ptimos resalta-
dos como dorivatlvo, abrovente, ansiiveraoao, re-
fresante e deparativo.
* Deposito especial
34Rna larga do Rosarla34
Botica de Bartbolomen & G.
Cal de Li boa
No armaxem do caes da alandega i. 8 ha par
vender superior cal nova, marca TM, ebegada ba
*!.'. *' ,,b*rta ^""B0*" (raimo, a prego de
104 barril._____________________ ^
Cal ele Lisboa iovJT
VBde-ie i ra do Apollo n. 4.
ILEGIVEL
VENDE-SE
Motores americanos para doas oavallot.
Dito dito para qaatro cavallos.
Machinas para descarocar algodo da 14, 18,
18,20 30,35 e 40 serrasf
Prencas para enfardar algodio fazendo 01 sae-
cos C00) P*,BM* d* comprimeeto eom o peso le
150 e 200 libras, viudas uitimamMlo da America
no armazem de Henry Porster no cae Pe-
dro 11 n. 2 junto ao Gabinete FIHsgae.
Na roa do Raogel n. 33 vende-se am escra-
vo de 17 naos, proprio para criado oa boletiro
I preto, de boa estaiora.
GRAiTDE BAZAR
roa Kova n. 20 e 22
Machinas para costora do antor Wheelet
4 Wilson, chegadas ltimamente da Ame-
rica; as quaes pode cozer-se eom doas
pespontos, todae qualquer fazenda, emba-
limar, frangir, bordar e marcar roupa: todo
eom perfeico. S3o t3o simples, que coja
prshende-se fcilmente a maneira do traba-
lho e a pessoa tendo pratica de coser em ma-
romas, pode fazer por dia o servico que fa-
ciam 30 costureiras.
Ghama-se este estabelecimento a atten-'
Co do publico, ?isto qae elle se acha com-
pletamente sortido de objectos de rosto
como bem leques de madreperola e de san'
Wjk flvdts. Utas para cinto, cokes perf*,
Na roa noW D. 20 e 22. Caroeiro yty
cnegadas no n timo vanor fraaen.




frnwnr ,":-"-tl- -.y

Maflo 4c rtrwupftjMf Quista lelra lt de Hetemhrm de 4867.
^""^^^^^ I I I I I fcM .. -I ...... I I I -' llM I ....."
RA DAS CINCO PONAS N.86
AO GRANDE ARSAZM
DAS
Sempre barato'
Hantelga. # .
Ingleza flor a i&, a libra e a 5oo rs. soflrivt e propra para tempero 3 rs
dem franceza a 56o rs. a libra.1
Cha
De primeira qualidade a 2f$8oo e proprio para negocio li!H5oo a libra.
Blscoltos ,
Iglezes pearl, nicnac, oval, cracnel, e utros superiores a l51oo a lata.
FlfOS
A 24o reis a libra.
Gommas
De milbo branco a 4oo reis a libra, de aramia verdadeira prOprta para alimen-
tar crianeas a 5oo reis a libra e cax'mhas com 4 libras por ments, gomma do Marahho
a 16o rs. e tapioca sag a 24o a libra.
Chocolata'
Superior a 1 #, a libra. 8 <
Doces ;
. De-gpiaba em latas a l#5oo em caa d!4 libras, mnito fino a 106o, em catxoes
de 2 libras a 5oo e 32o:
PClXC '
Ei> latas a #bo reis fibra, sortitfo'^m qualidades.
p>
.


America a 8oo rs. a lata.
Baldes e Vassonras
Americanas a 8oo reis cada peca.
Touclnh
De Lisboa a 320 reis a libra.
, Tonales
Em latas a 6or*v
ai-
Refinado em lindos postes por* 5ob rs.
Rlrshs de Waner
A 2ooo a garafa.
Verunmh e ibssaiho
A !05oo a farrafa.'
Bltter
A ljjooo agarrafa.
De bordeauxsuperior, Saiot Estepbe,Saint Jurn, Saint Entibea T^oob'auzla
e 64o rs. a garrafa.
VlllljO
Do Porto fino a 1 i,!ooo a duzia e !^*oo a garrafa e magnifico tamhem em bar*
r a 8oo s garrafa.
naque do Porto
Adamado e outras marcas a 9oors.a garrafa e lo a duzia,
vluho da Flguelra
O que ba de melhor a 4-5, a caada de Lisboa a 3-5 e 4-5 a garrafa?'
Vinagre
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa.
Farello de Lisboa
Saceos com 9o libras a 45oo.
Cerveja
Franceza em gigos de urna duzia a 6-5-
. ingleza
Bass verdadeira a. T. e Yictoria e'Alsaop a 5oo reisa
I
I
Ao respeitavel publico pernambHcano pede-se
-Uengo'
Hanteiga ingleza
320, 500, 800 e 1-5 s no armatem se acha vista.
Manteiga franceza
em liras 566 e 640, em barris se farl differenca.
, Bnha de porc
em libras 320 e 380, em porc3o sefar differenca.
Fructas
em calda Pera, Pecego, Rainha Claadi, Alperxe e outras muitas 500 e 640 a lata.
ErvIIha
Portuguezas 640, francezas 900. '
Fumo
em latas do Para e de albaneque, lata i-5 e 15200.
- omina de mllho
em pacotes, dita da trra 100 200 a libra. -
Vlnho ,.
de Bordeaux em caria a duzia 5J, garrafa 500, dito de 8*5 a duzia, 800 a garrafa, dito a
14,5 a duzia, 1,5200 a garrafa, dito do Porto a 8,5, t20, 18JL 24,5, caixas de duzia, assira
como flgaeka caada 3*500 e 4,5, paro J A A Lisboa 2,5800, 30 35500 a qualidade
convida.
Ca
em lata de 5 galoe mais pequeas t Vbntade doooprader,' em grratf.
I -, Alpiste '
140 e-te O a libra, paince a lOOalibra.
^ Azelte
em garrafas a 800 e 1#J":
CHARUTOS ..
em caixa de 50 por 1,5, ditos Delicias, Trovadores e Parisiense em caixas. des 1QQ, ditos
da Expsito caixa 5^, ditos de Regala caixas com 100 20500 'e outras muitas marcas
que s na preenca dos compradores.
, ., jL prezuntos
de lamego embarnl,'ditos de fiambre o melbor que ba no mercado por preco que faz
admirar t!
DOCE DE GOIABA
caixes de 560 fino; ditos de #5uO trae parece marmellada, dito em latas muito fina
qualidade a 1*200.
HOCETAS
com doeeseece i tfa W*
QUEIJOS
do Alentejoem latas chegadopelo vapor neida, ditos Flamengos e Pratos dosmaisnovos
que ha no mercado.
AZEITONAS --,..,.....
de elvas comb'no merCarl^So temos a 10 a lata, ern" barris d Port a 1(5 como nSo ha
melhor.

garrafa
INJECTION BROU
lil
I
*>
i

Em liqindac&.
O proprietario oestes dous eslabelecimen-
tos leudo indita faz'end em' ser e desejando
liquidar para vender mais barato que' 6 pos-
sivel na ra da Imperatriz tojas e armazens
da Arara, ns. 56 e 72.
Roupa feita nacional;
Vende-se ealcas de casimira-'a 5*, 6* e
8#, preta ditas de meia casimira a 13600
e 3*. ditas de brim pardo a 1*600, 25400
e 2*500; ditas brancas de lioho a 3*500,
Urtlrlc IMalttrU c Preserva)*, JSKM uutct que M
:>u pri^rta kMMM rntrni. (Eitt HWWI|M ,. I MI *
i Dcabus mam .'

:---
m v h m m m n ^-' -W ^-^ ''"" -m* '"*
PREPRALES FRREAS-MABGAS1CAS
%
PPR0VAD1S PILA iCADBMIA BB HBDIORA
DE BURIN DU BUISSON
Pkraucnlia, \nmit ptli lata de lekiuj le Fir

Alpacas admascadas para vestWos de senbo-i 1(J e5^. ,tota de casira:ra preta e e co.
ras 500 e 720 rs. res a H; u, 8* e 10*; patots de meia
Vende-se alpacas de assento branco com casimira a 3* 3*500 o 4*: pal'rtots de al-
Ustas e flores lisa e adm&scadas proprias paca de cores e branca a 3*500 e 4*: palitots
para vestidos de senhoras a 500, 720 e 800 de brim de cures a 2*580, 3* e 2* r serou-
rs. o covado ra da Imperatriz lojas da Ara- de algodSosinho de linho a 1*600, 2*,....
ra, ns. 56 e 72. 2*500: ra da Imperatriz lojas da Arara
Ditos 160-0 covado. ns. 56 e 72.
Vndese ditos emretalho9 a 160 rs. o! Organdis de cores a 640 rs. a vara,
covado, ditos em peca a 200 rs. o covado:; Vende-se cassa organdis de cores a 640
retalhos de eaca preta a 120 o covado: re- e 720a vara : talataoa de cores a 800 rs. a
talaos de caca decores a 200, 240, rs. o co- vara: ra da Imperatriz lojas da Arara ns.
vado : retalhos de laasihas a 160, 200 240 56 e 72.
c
O eminente professor Trssseau, na ultima edcJo de seu Tratis dt Thera-
peutita e Materia medica, reconhece qae os ferrigirtOsos simples sSo matas
vwes inefficazes para earar as molestias que teem por causa o npobreciEieoto
do sangue. Muitos mdicos dos mais distinelos attribnem esse m o xito a ausencia,
n'essas preparacSee, o manganese, que se acha no sangne, como o tem reoonbecido
os chimicos os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro. '
E' pois, prestar-senm verdadeiro serv co aos S"' Mdicos, o ehamax-se raa tttencSo
sobre as preparacoes segnintes.
Io PS fAPfflAc manitiniiflC dando immediatamente orna agria, acidulada,
I II iCUCUa UiaugdlilCtto gaZ02a, agradavel, aubsttuiado com vantagera
e eeenomia as aguas mineraes ferruginosas.
2 Pillas e Xarope de ieoreto de ferro e de manganese inalteraveis'
eontendo eada ama cisco centigramos de iodnreto de ferro manganico indicadas ^
particularmente as molestias Tymphaticas, escrofulosas, as cnanudas osa- 'M&
. n lJ$
recetadas especialmente
para a chlorosis, a ane-
mia, a Ieacorrhea, a ame-"
norrhea. A indicacio de
alternar estas duas preparac9es d os memores ressludoa.
O y lorin da Buisson desejando obter a adheoBo completa do publleo medias a
creo, do Ttlor de saas preparacoei, prevme qae elle as pe gratuiUmente a sus
diapoeiot, dingendo-M; ....,
rs. o covado: ra da Imperatriz lojas da
Arara ns. 56 e 72.
Brim pardo transado a 560 rs. a vara.
Vende-se brim pardo com peqneno toque
de mofo a 560, 640 rs. o covado: ra da
Imperatriz lojas ns. 56 e 72.
LSazinhas a 200 o covado.
MadapolSo a 4*000 a peca.
Vende-se pegas de madapolo com 20 va-
ras a 4*, 5*, 6*, 7*, 8* e 10*: ra da
Imperatriz loja da Arara ns. 56 e 72.
Casimira emfestada a 1* o covado.
Vende-se casimira enfestada de duas lar-
PHyficu
Joaquim de Almeida tinto'
Ajurubeba contra o ingorgi
lamento do figado e do bago
Em extracto alcoollco, emplas-
tro, oleo, tintura, pllulaa,
xarope e vlnho ,
A jurubeba 6 ama das substancias medi-
camentosas que pertencem ao reino vege-
tal, e pertence a classe dos tnicos e desobs-
truentes, sendo emprgada com vantagem
contra asfebres intermitentes acompanhadas
de eogo gilamenio de gade e de baco. 01*
tem sido appcada com incontestavel pro-
veito contra a anemia oa chlorose, e hydro-
phesia, catharro da bexiga, e mesmo para
combater a menstruagJo difficil, resultante
da mesma anemia ou chlorose.
Deposilos geraes
Em Pernambuc9, ra larga do Rosario
n. 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
Deurado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs, CascSo & C. Mcei, pharmacia do Sr,
Claudmo, no Havre, pharmacia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, na pharmacia dSr: Feij.
Sedas largas'
A 2J-o covado .
S oa loja 4pavio.
Vendem-se moderoissimas sedas com largara
de cnUa franceza, sendo com padr5es'modernos,
-tendo entre ellas cores proprias para qaem est de
loto : vndese peio barato prejo d* 2ft o covado :
grande pecbmeba : na loja e armazem do Pavo,
raa da Imperatriz ti. 60, de Gama & Silva.
Corles biaacos
ASOOrs.
Vende-se bonitos cortes de cambrala branca com
bonitas barras bordadas e tendo tambem algnns
com bonitas barras de core*; vende se pelo bara-
to preco de 5$, na loja e armazem do PavSo, roa
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Alpacas de cores
A500>rs.
Caegararo a3 man bonitas alpacas d cores para
vesdos com deseosos miados e graados, leudo
largara de chita franceza, e vende-se pelo barato
prego de 300 rs. cada eovado ; grande pecbm-
cba : na toja e armazem do Pavo, roa da Impe-
ratriz n. 60, da Gama & Silva.
Bramante a 2$.
Vende-se soperior bramante de Hnbo alvo com
10 palmos de largura, pelo barato prego de i a
vara : na loja e armazem do Pavo, raa da Impe-
ratriz n. 60, de Gima & Silva.
Algo la avariado
Vende se ppgas de algodo largo moito encorpa-
do, pela barato preco de 54500 a pega : na loja e
armazem do Pavo, raa da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Retalhos
Vndese ama porcao fle retalhos de chitas e ca-
gas pretas, por prego barato, na loja e armaiem do
Pavo, roa da Imperatriz o. 60, de Graa & Silva.
Sedas a 320 rs. o covado
Vende se uto bonito sortlmento de sedas de listas
qae sempre se vanderam por muito mais dinbeiro
e llqoldam-se Dlo baratissimo prego de 3J0 rs. o
covado, s para acabar : na loja e armazem do Pa-
vo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Franciseo Jos Germann
[R'NOVA N. 21,
acaba de receber nm lindo e magnifico^lor-
timento de oculos, lunetos, binculos, do ul-
timo e mais apurado gosto d Europa e oca
los de alcance para observares e, para
martimos1^______________ .
Furidiv&o cPAurora em
Santo Amwro
Completo ortlmento de UixM batidas e fundi-
das, alambiques de todos1 os tatffitbos e fuaos de
ditos, moendjs d todos os taffianbos de superior
qnalidade, rivos e boecas de fornalba, o que todo
se venda por comaodo.prixo,.
Vapfrfs.
Vende-se em casa de Saanders Brothers & C,
o Isrgo do Corno Santo a. 11, vapores patentes
oa todos os pertences proprlos para faxer. mover
es oa qaatro machinas para descarocar aleodo
guras a 1I, 1<$600 e 3,5 o covado panno fi-
Vende-se 15asinhaspara vestidos de se- da Imperatriz lojas (mSSr'vmiA w!*
V
crosas e wbercalosas.
imm de laclato k ferro e ie maipse i
Pihuas de carbonate frreo mangasico
\
o ttrnambucc, a ten agente (ral, Manrer O, pharmaceaticos, ru* Hovt.
""
II i Hl I IIP
MMBll
Veade-se na pharmacia de P. Maurer 4_;c, roa Nova.
nhora a 200, 240,280, 520, 340 e 400 rs.
o covado : na ra da Imperatriz lojas da Ara-
ra n 56 e 72.
Chitas francezas largas a 240 rs. o covado.
Vende-se chitas francezas largas a 240,
280, 320 e 400 rs. o covado: ra da Im-
peratriz lojas da Arara n. 56 e 72.
Mosambique a 400 rs. o covado.
Vende-se mosambique com palmas de se-
das para vestidos de senhoras, a 400 rs, o
covado: evareja de listas para vestidos de
senhoras, a 280,320 rs. o covado.
Sedas escosseza com quadros para vestidos
de senhoras, a 280 320 rs. o covado: ra
I da Imperatriz lojas da Arara os. 56 e 72.
Arara vende as saias 350O.
Vende-se saias bordadas para senhora a
Algodosinho a U e 45 a peca.
Vende-se algodosinho a pecas de 33, 4)5,
5^1, 65 e 75 a peca ra da Imperatriz lojas
da Arara os 56 e 72.
Bramante a 25400 a vara.
Vende-se bramante de tO palmos de lar-
gura a 25400 e 25500 a vara: ra da Im-
peratriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
AlgodSo enfestado a 5 a vara.
Vende-se algodlo enfestado de duas lar-
guras a 15 a vara dito transado 15280 a va-
ra : ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56
e 72.
Cassa franceza a 240 rs. o covado.
Vende-se cassas de cores para vestidos a
210, 280 e 320 o covado, vendes-se cortes
de cambraia decorese com barras a 25500,
Variado sor ti manto de modernos chapeos e chapelinas de seda, de fil e de palba de Italia,
para senbora a menina.
Superiores Mas, bordadinbose entre melos bardados em cambraia tapada s transparente.
Na leja das columnas a roa do Crespn. 13
UE
Antonio Oorreia de Vasconcellos & OompanMa.
355GO, 4ft 65 e 75, saia balao ob crinolinas J* e 3?5.: &6j*3 'jas da Arara> &
de arcos a 25, 25500 35 e 35500: ra da.'mperatnz ns. 56e 72
imperatriz,ojas da Arar, n, 56e72. ^*tf^Lta
As sedas da Arara 15. 'senhora com 14 covados o 35, 35500, 45,
, Vende-se sedas de quadrinhos e com lis- 45300 e 55, vende se cortes de calcas para
tas a 15, 15200, 45600, 15800 e 25, o co-' homem a 800, 15, 15200 e 15600. colari-
vado: popelinas de seda com palmas, saltos nhos de linho para homem 400 5C0, ditos
para senhora a 156C0 e 15800, grosdenaples de papel a 500 rs. a duzia, golinhas para
t de cores a 15800 e 25, dito preloa 15600, senhora a 200 e 320 rs. por estes procos as
15800 e 25; raa da Imperatriz lojas da Ara- lojas e armazens da Arara, ra da Impera-
(rans. 56 o 72. |triz ns. 56 e72.
APliarmacli e.peclil horneo
M patblca do Dr. jabino O.
S L. Pinho.
Cha de 1* sorte para nso das
SR pessoas que se tratam homeopathi-
camente.
M Vende-se em pacotes de libra a.
m 35200 rs.
Ra Nova n. 43.
tal de Lisboa
Ven3e-se no armaiem de David Farreira Bal
Ur roa do Brura n. 66.
Hadcira de slcuplra.
Vendem-se 155 paos de slcapira, qoe se aebam
depositados no estaleiro do Sr. Joaqaim Antonio
Rodrigues, na ra do Brum, onde podem ser exa-
minados pelos pretendentes; a tratar na travessa
da Madre de Dos n. 11.______________________
__Vende-se nm preio possante e mo^o : na roa
ra do Rangel n. 9, on troea-se por nm qoe seja
"cozinheiro.
GRANDE .

aovo DEPOSITO
.

.
ntoqgtweira Braga.
. iij
i
ifdi
i-.O
as-?-
JfiTiMKNTO dod- CIIAiBLE, di PARS
tt
opia-
to, eapjBlis,
eoafetto, Uoho
o estomago per-
dido e nao estou corado ? llsei e atniso (te um grande numero de i.tJiccAOKS pretenden!
curar n 4 as, t atoa ainda-mais doentes..
11% MAIS 20 AMAOS
1., ->lmt estabeledmento se encntearto a.
nic tel^deiras machinas americana, negadas ultima-
" Wlito, a^quaes sl feitas pelo mais-afamado fa-
' HMiiite'cTATBerica, por iso avisa a todas as pea-
fue precisarem cemprat-, 'd" u dirtfir a este
"dcliunio que comprsfto rdMnais perfeitas
genero, assim como mais barato do que em
Wjlr% qualqjr prte, por isso que se recebe' por
s mpiFz'tor milho, e graode swti nenio defer-
i^ens-etoiiiidexas emgwiiix) ea retalho.
' a' Taen de caeo'WaB^o de meio bljncQ a *


-.i *w
knil ob :

Rletllco cp-clBl, conultovoea, 30, ra Vlvlenoe
'AVISO AOS'DBEWTES. T&Vstd? "*-
i 9Ho Mtoa en-
rado, tomei Co-
twha, Copahiba
sob todu ai
formas em opia-
CA
Tendo de se liquidar a loja de calcados da raa
do imperador n.l ^
8)000
800
3t 00
3)500
2)000
Boraeguns de Melll.
Ditos de Saier.......
Ditos de diversos fabricantes. .
SapatSes de beierro Sater.....
Borzeguins para meninos e meninas.
Ditos ditos ditos.......
BorzegoiDs de lastre papa boaens
(3oier)......... 7*000
SapatSes Melli. ..... 7*000
Boriegows cordvao...... 800
Perfumaras do fabricante Lobin e
Plver por menos preco qae em oa-
tra qaarqner parte.
Botas para mootaria.
Perneiras e natda. lama.
Sapa tos de tranca para meninos. I#000
Sapatos de, conro de lastre com salto
para seahore....... ^J000
Defronte do palacio episcopal, casa n. i5,se
vende tm remedio especial para molestia de pal-
mSes, saogae pela boca, tosse aguda, bronenites, e
outras molestias qae atacara o peito; tem este re-
medio feito caras mi!*trres*s; assim como banha
especial para cnar cabello e segurar as falzes,
conservando a. cablea wnpr* fresa* esem caspas
VERDADEIRO LE ROY
i* flsMKIt, BwtMr-MMMta
Ru Id Bin, 51, *. PARS.
. n cada si rra !i, y A. entre i rnfti 11 o ni I i -jil
relWeoiu a -a xo luriiL no mu* j- i,
S$ JV. s. : emet-
tcifd,.vunia rtrri
ir SOfl franroi io-
brP:r..i.acilitel
i'CT dUi j Tijla','
omalini.i.ircii-: f
io b.l.m>-i.t r iu |
Miar 'estonio.
bmi,e,as
i:iiuei:iiiiiali|Herpir>jiicao,
., i;jni;ii.i, a debilidad,
Jgualmi-me os fluxos e floree
muliiercs. Esta injec(ao benigna en
prega-se cora o Xarope de (',r't\cw de Frrro.
Bfinii-r-i. Pomada que a. cura ern tres dita.
POMADA AAITIHERPETICA
Contra: nao ,atjeCQf cutnea*. conuxoee.
PU-ULAS VEGETAES-DEPURATIVAS
'-> B* Cbble, cada fraaco ai locoffloahaiSo da *
amnjqratt; mdicos.
*FE^B Cnr cutarrhoi, tone*
-'.' -jH coqueluche! irrilucel
j yiervoiai mi doi orem-
chioi e toda! a! doencaa
l5.-yAg''f f\ C^EJ o peito; basta ao doeotC
jjij ..:l f .-h.b a Jcsli \,rope Dt-tfiJ'CSX.
f'- :t'-jkLsein Pariz, r Vlvleaue, *M
A venda na pharmacia de P. Maurer 9
e C, em Pernambuco.
m GAZ 6AZ ~
Cbegoa ao amigo deposito de Henry Forster &
C., roa do Imperador, um carregamento de gaz da
primeira qoaltdade.o qoal se vende em partidas
1 retalbo por menos preco do qae e outr- qaal
iuer parte.
1
Eserava.
Vndese ama escrava de 24 annos, bonita fi-
gura, e'ngomma, cose, costaba e lava com perfei-
cao : a tratar na raa do Brum n. 48, 1* andar,
das 7 as 9 horas da manota e das 4- as 6 da tarde.
a Mida explicativa.)
Mxues,
KM O
CITUATO a*
aegtfem
'

40.000 OOENTES CURADOS
libre tnatiaaeM* depurativ d *a{u. As kerp, a man envetara
i !^A.W.lMfrT,S!!ff#*'""more,> W asdoeoca* < i
* to taniit m poneo tenp par tata ,..,r. iimaimM
tmT!!S*%*
oUcj* ate udf gratii m epoalto de
m coates nuMtM Ma aperlortlt Vcnda-se na'rua Nora n. 5, pharmacia franceza de
*ttr* a poiw
BAnatn moni
Aim-AarraoaA.
sssri
p,
MAURER & C,
t^,ra*-
i
.A 3001)00
paletets medele francez
Palet ts casaeos.
Do aperior paino forrados de seda a contento
da pessoaque se dignar fazera Bcommenda
PeIo--26--Osto
Kna Neya
.
26
Atteii$to.
Vende-!e urna raobilia de Jacaranda' a Lniz XV
e juntameste ama d-maraUo no unido gosto,
sendo estas obras aBlt Breco rttoavel: n*' acr6Wlda*rts.t1Ie marcioei-
a'n* roi-dY Camboi oM'Carmo n. 11
mmw^a
Bastes
Vaquetas de lustre proprias-1ra. eobertas di
carros, moito novas e da melhor qoalidade pos-
si vel : vendem-je, por procos raaca-veu na roa da
Cadela r. 86 A. ___________ -
Vende-se urna casa ierre1 md talas,
quartos, cozinba fem eieom naals na oairo qaar-
toque serve para despensa, sotJo, quintal nraraoj,
cacimba, em etilos proprias, 1 na ro* da prala de
Santa Rita n. 58: a uattr n pr?a da Indepen-
dencia ns. 7 e 9.
Bonitas bolecas
con rosto de cera, olhos Oxos e moTedi$os,
A aguia branca a raa do yoeimado n. 8, rece-
ben om novo forltmento de bellas bouecas Com
(rosto de cera, olbos tizos e movedicos e como
sempre vende-as por procos commodos, regulando
estes em relacio aos differentes Uinanbos de qae
se compee o sortiment.
Elixir detfiflriw e riwt^iM.
A nula- bf apea" a roa do Quelmue <>* *^\
bea de novo esse apreciavel elixir cajo nFi ib*
tasar! niratnlseroeio das gOKlra e acif
Deposito na. pharmacia de P. ManTer'e
C. em Pernambuco.__________________
XAROPE DSPUBATIVO
DE CASCA DE LARANJAS AMARGAS
COM IODRETO DE POTASS10
DE
i.p. kLaroze.
phar maceulleo em Paris
0 iodnreto de potassio um verdadeiro al-
terante, um depurador de incontestavel efi-
cacia; combinado com o xarope de casca de
laranjas margas, aturado sem pertubaco
alguma pelos temperamentos os mais fracos,
sem alterar as funecoes do estomago. As do-
se mathematicas que elle contem permittem
aos mdicos de receital-o para todas as com<
pleices, as affeccSes escrofulosas, tubercu-
losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'isso, o agente o
mais pod.-roo contra as doencas rheumaticas.
Deposito em todas as pharmacias e casas de
drogaras no Brasil.
Exyedices, em casa de J. P. Laroze, rae
des Lions-St-Paul, 2, Paris.
A' venda na pharmacia de P. Maurer 4.
C.a, ra Nova n. 25. ______^_
Pars,' 367itaa Vivlenne,
CHABtElOtClNSPcik
A8 E.NFKtlMIDAIMS DES SKXUAES, AS AKKEO
_Cf)K.S ''-fTANEAs. KA .TERAQOES DO SANGUK.
"fx;"?|^9 30,060 curas du impingene,
["' lil piMtutas, aerpes. sarna,
if^"vj}39 comixoee, acrimonia, e al-
il%$t^P'i'4\'\.tl 'e.ri">vicio*'*dosangxm
.^i.'>dSfc;VSb fui [Xarope vv.;u:.| 5.>m) mRrciirio). i>fpnrUT
vegvfaMM UAIViUaM .-.aiM'.i:*!; tomao-^e dou
por seaua. --i Htniln o traciaraento Depurativo: i
em;>rf-{aiio as mc5mas molcslias.
', r.-'ip X aro 1 eCi tracto de ferr
*H,-S -;a '!e r.H \Bl.p. cara immedi.

ilegvelI
-------r-------J----------- ---- 1- 1 11 .11. u_ 11 ir m
mm
^


w
' jiiimi
- --
larlo de leraa*f>Rco Quinla felra lt de Aetembro de 1867.

Cintos pretos
.batirs res. can Trujas itvl
drilMosbraieasejret'is.
4 agota branca, oarua do Ooikw4 o. 8, rae*
d'eies axtferaos dato* deooaUa, con rao
jis de vidrilho braocos a preto; conpareeu,
pois, os .pretendentes, que achuao sortlnentoa
coiieoto.
Collares oyw
f)n Aodiaes flcetricos magnticas
Orp*lto acreditado
Loja da.agaia branca roa do Queimado n 8
Apregoar anda os prodigiosos effeitos dos
CoBares Royer ja nao reinar oa querer
introduzir novidades,' porque a fama de sua
efllcacia tem-se tanto estendido, e os sene
felizes resultados a tal altura elevado, que
boje rara a pessoa que por experiencia
propria, ou por intermedio de seus amigos
e parentes, ignore ou desconhe;a as virtu-
des desses sempre apreciareis collares
Roye*.
A aguia branca porm se gloria de coacor:'
rer para um tSo justo flm, se nao por oa-
tro modo ao menos por ter sempre, e cons-
tantemente um completo sortimento desses nas-
coMires rjMgneticos, que bem se podem cha- Vapores de forca de 3 a '4 cavallos.
marsalva vidas das crianzas.
Resta ainda que os senhores pais de fa-
milia se facam convencer {de que convem
nlo esperar que as criaucas sejam atacadas' Carros de m3o para aterro,
do mal, e por isso necessario ou conve- '"Cylindro para padarias.
nienle que com antecedencia se deite na' Debulhadores para milho.
crianga um desses collares para assim estar! Arados americanas,
ella preservada das convdeles e se contar! trrinhos proprios para arraazens
livre dos rigores da denticao.
A agaia branca a ra do Queimado n. 8
contina a receber por todos os vapores
francezes a quantidade que ha contratado e
por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
daderos eolltree Royer eleiricos magn-
ticos. .
Bolas de borracha
quedos.
agaia
GRANDE SORTIMENTO
BE
FAZE^1 BARATAS
Ttk
LOJA E ARMAZEM
60
Vinbo superior em cairas de nma dada ;
iem para vendar Aoionio Luli de Oliveira Azeve-
do id, no feo escrlptorlo roa da Cruz o. 87.
Alm do grande sortimento das melhores machinas, americanas para descarrocar
Igodlo, de 10,12,14,16, 18, 20, 22, 23, 30,35, 40 e 50, neste estaberecimento se
encoatra mais o segointe: .'flWM
Azeite de espermacete propria para machi-
Serras avulsas para machinas.
Manc5es e todos os mais pertences para as
mesmas.
para forln-
Ioja da
para ma-
loja da
agaia
Vend-em se oa ra do Queimado
branca o. 8.
Carretela de retrox
ehians.
Veodem-se oa roa do Qoeimado
bracea n. 8.
Papel paquete.
Ven Je se oa roa do Queimado loja da aguia
ranea n. 8.
A Aguia Branca ra do Queimado n. 8,
recebeu de novo os seguintes objectos e
est vendendo-as por preco* rasoaveis.
Modernas flvllas.
Modernas fivellas de madreperola. lavra-
das e lisas, guarnecidas com enfeites de
prata duurada, vendem-se na loja d'Aguia
Branca ra do Queimado n. 8.
Lequs
todos de sndalo, outros todos de sndalo
com bonitos desenhos que representara qoa-
tro vista, outros de sndalo e seda, outros
de fdia tambem com desenbos que formam
qoatro vistas; vendem-se na loja d'Aguia
Branca, ra do Queimado n. 8.
Luyas finas
de camursa, brancas e amarellas: vendem-
se na luja da Aguia Brauca ra do Quei-
mado n. 8.
Latas com banba fina
vendem-se na loja da Aguia Branca, ra
do Queimado n 8.
Ghapelinas modernas,
enfeites de flores, capellas finas para noivas,
ditas brancas e cor de rosa para meninas,
caixos e ramos de flores finas e botoes de
rosa de diversos tamanhos: na Aguia Bran-
ca ra do Queimado n. 8.
Meias finas para meninos.
A Aguia Branca ra do Queimado n. 8,
recebeu meias mui finas para meninos, e
est veodendo as de cores a 55000 duzia,
brancas a 50500 e cruas a 650UO.
Trancas de vidrilbos, brancas e pretas, lar-
gas e estreitas.
A Aguia Branca a ra do Queimado n. 8,
recebeu novo sortimento das trancas cima
ditas, e como sempre vende-as por precos
commodos.
Fitas novas
para carias de hachareis e a irmandade do
Bom Conselho.
A Agoia-Braoc?, a ro doQueimada o.8,recebeo
novas Stas achamalotadas para ambos os lados,
mai encorpada e toda de seda, com viva o agrada-
vel cr, e c;-rao sempre, vende por preco multo
rasoavel.
(Mares Koyer magnticos
Medalhas e pulse.ras magnticas.
A Agola Branca recebeu nova remessa dos pro-
vellosos collares Royer magnticos, j sammameo-
te cochecillos para preservar as convolsoes e faci-
litar a deoticio das criaocas.
Com esses atis collares elctricos magnticos
iambem oo pequeas qoamidades de medalbw
e polseiras elctrica? magnticas coja utilidad*
tem sido aproveitada por quem soflre do nervoso
nypocondico, tremoresoas maos etc.
Assim como os collares Royer esto geratmeote
coobecidos e acreditados pelos efflcazes effeitos e
boos resoltados que tem colindo as pessoas que
delles tem usado ; assim tambem ebegaram a ga-
libar to alta reputacao essas apreciareis raedaibas
e polseiras magnticas, orna vez que o oso dells
6r se estendendo a ledos qoe dolas- oecessitem. A
Agola Braoca coo:ina a- receber por todos os va-
pores francezes ama determinada quantidade des-
ses sempre precisos e estimados collares Royer
magoeticos e por isso Oqae oa lembraoca de todos
qoe os acharao constantemente em dita loja da
Agaia Braoca, roa do Queimado o. 8.
MTAS8A Di RtlSSIA
A 200 f s. a libra,
de rauito superior qoaudade : vende se no escrip-
torio de Oliveira, Fiibos.4 C, largo do Corpo San-
to n. 19. ______
ARROZ DS CASCA"
Vende-se. em saceos grandes a 4J500: do ira-
piche do Caoba.
~~^- Vendem-se as partes dos eogeobos Amparo e
Mocot na fregnezia de Santo Anto, sendo a parte
deste de 2fl00J e a daqoelle de 6:000,5000 : a
pessoa qae preteoder dfrija-se a roa da Madre de
Dos n. 14, ou no caes do Ramos o. 14.
Moiohos para reflnacao.
dem para milho.
Escadas de madeira americanas.

Caixas com vidro sortidos.
de todas as qualidades.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para engoramar a vapor.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de verguinha.
Guarda comidas. "**^|9!*r
Peneiras d'arame para padarias e refinaoSes
Correotes para almanjarra.
Machados e facBes americanos.v
Barricas com milho branco americano.
Roa da Imperatrlz n. 6b
AMA < ILYA.
Os propietario^ deste grande estabelecimento acabam re receber da Europa um
grande sortimento dais melhores fazendas de 15a, nho, algodao e seda, astroaes veBdem
por precos baratissimos, afim de aporarem dinheiro, dando de todas ellas amostras,
deixando Bear um penhor ou mandam-nas levar em casa das Exmas. familias pelos seos
caixeiros, assim como as pessoas que rigciam em peqoena escala, neste estabelecimen-
to comprarao pelos mesmos precos qae se compram nas casas inglezas, ganhando-se
apenas o descont.
Escravos fgidos
i
2
Armazem de fazendas finas para grandes toiletts e uso
ordinario para todas as classes.
CaSMriras pretas eafestadas a | 6e.
N.i loja do Pavo vende-se snperlor caseroira
entestada preU para calcas e paletos pelo barato
prego de l#600 o cVado era a 8*800 cada-c rte
de calca, dita tBlfo mais Boa,' covado arfOO
oo o corte a 3J300, ditas rouito finas sem serem
' entestadas a 1*80, 2*000 elSOO cada covado :
na ima a armazm do PaVfio na roa da Imperatriz
o. W de Gama & Sirva.
Espartilhos.
Veodem-se magnficos spartilhs frSoceis
inglezes na loja e armazem do Pavo, oa ra da
Imperatriz n. 0. de Gama & SiiVa.
PANNOS DE 'CAROCHE'.
Vende-se uro grande sortimeoto dos mais boni-
tos pannos de ebrochsy proprios para eadelras, sb-
phs, cadeiras de balango, para almofadas e para
cobrir presentes, e tendero se por precos baratos
DaJ3aJelriDazem lo Pavo, roa da Imperalrir
n. 60, de Gama & Silva.
Tazendas para luto.
Loja a PaYo.
Vende-se selim da Cbina preto sendo orna fa-
zenda rouito leve e sero lustro com 6 palmos de
largura proprio para vestidos e roopas para ho-
rnero pelo barato prego de 2*000 o eovado meri-
no preto enfestado rouito bum a 1*600, superiores
borobazinas pretas a 1*600, 1*800 e ,2*000 rs. o
j covado, soperior canto a 1*200, lanrioba preta
,lisa a 4t0 eSOOrs. o covade, um grande sorti-
mento de alpacas e princezas pretas qoe se ven-
dem mais barato qoe em ootra qualqner parte, na
loja e armazem do Pavo, roa da Imperatriz, o
60,e d Gama & Silva.
As 10 mil varas de cambraias
Covado 300 rs. vara 500 rs.
to o Pavac
Vendem-se finissim cambraias france-
zas com listras miuda,. e graodas e com
lindos desenbos
fto^ooo.
Conttnua andar fgido do poder do abaixo as
signado, desde o dia 12 de marco do corrente anno
o sea escravo pardo claro, de nomo Ciraco, com
os sigoaes segoiotes : representa ter de idade 40
annos, rosto redondo, e uro tanto envergado, olbos
empapocados e fundos, bocea granoe, beleos sros-
sos, barba fechada e roiva, ps e roaos erossos
carnudos, pellos vermalhos e cbellodos, cabelles
crespos e avermelhado, cosloma andar armado de
faro e nma bayoneta n'um pao, go:ta de tomar
cachaca, e qnando fica bebado da para poeta e re-
grisU : rog -se, por unto, as autoridades policraee
e capilies de campo a aprrehen.-ac do mesmo, e
lava-lo a seu senbor o abano asignado, oo en
genbo Pedregolbo, em Nazaretb, qae sera' recom-
pensado com a gratificaco uros.
Jo Ignacio Perreira Torres.
I
ra do Crespo n, 9 A. esquina da do Imperador
DE
Custodio Jos Alves Guimaies.
O proprietario deste importante estabeleciment avisa ao respeitavel publico
e aos seus amigos e freguezes que acaba de receber pelo vapor francez Guienne, di-
versos artigos de moda, os quaes sao de completa novidade para este mercado, e apro-
ximando-se o dia da commemoraco do anniversario do Hospital Portuguez, por isso
apressa-se em vir avisa-los do que ha de mais moderno em seu estabelecimento, como
sejam:
Riquissimaschapelinas com coque. Ltms de Jouvin preta, branca e decores.
Ditas sem elle. I Lindos cortes de la com barra.
Lindas chapelinas de palha da Italia. (Re-S Riquissimos cortes de.traosparent dese-
COmmenda se muito estas chamnu nnr sfi-Irla nara v*tirlri fifi RPnhnrastamhp.m novi-
Vestidos ae rantazia a 6(J e 8S.
Vendem-se bonites cortes de vestidos de
fantazia com lindas barras e enfeites de seda
pelo baratsimo preco de G> e 8* Da loja
e armazem do PavSo ra da Imperatriz a.
60. De Gama 4 Silva.
Pannos de linho.
Vende-se superior panno de linho puro
para lencoes e ceroulas a 640, 700 e 800
res, a vara na loja e armazem do Pav2o ra
da Imperatriz n. 60. De Gama & Silva.,
BM^.i.**.^|Mft.i|100*| Vende-se superior bramante de linho
com 10 palmos de largura proprios para' AVISO
mj^3S&ZS?\ 100^000 de gratifieacao.
patio ra da imperatriz n. 60. De Gama Contina a estar fgido o es
Alg'odsinho enfestado a l| 1,5(290 reis a BftB,. mC!r?V0 *?*2*5*0' .
vara Roga-se a todas as autoridades e capltaes de
vara" campo, tanto desta provincia c%mo da das Alagcas
Vendem-se superior algdosinno ameri-ja apprehensao do dito escravo, qoe fogio de casa
cano encestado que a largura delle d a lar- d"sen whor uo da Ji de jdiho d.i >Nwe anco,
gura do lencol, sendo liso a vara a ie w*ti osAa,:s se*UD,M: de ??- lMmLMoe,
ShUM-tiiiihi ifftrtn t,,;^ .,.. a~ ',<,ade de 40 annos, ponco mais oo menos, alto,
do trancado a i280 na loja e armazem do semblante carregado, com Taita de denles nsfren-
Pavo roa da Imperatriz n. 60. De Gama &.te cor foia, com tainos em renin > io ao
Annuncio.
Contina fgido desde o da 2 de abril o mulato
Joao, de idade de 40 annos,, pouco mais oa me-
nos, com os sgoaes segoiotes : eor alaraojada,
cabellos caraptnbos, estatura regalar, reforeado do
corpo, pernas grossa;, trabalha de mestre de asn-
car, mestre de pedreiro, sapateiro, maleo fu-
mante de cachimbo, sabio com desuno a Seri-
ntiem. O abaiso as-signado roga a's autoridades
irl;ciaes e capitaes de campo qoe tnandem pren-
der dito mulato e lava lo a sea senbor no engenbo
Japarataba, que sera' bem recompensado e por-
JoSo Jo Buarqoe-.
de flo es e palmas, sendo ;paV3 m Tmnoj-airw
todas com as eflres mais modernas emai'-
lindas que tem vindo ao mercado, pelo ba-
rato preco de 300 rs. o covado ou a 00 a
vara, grande pechincba attendendo a
grande porc5o que tem, sen3o seria para
Silva.
Punhos e goinbas a 1^000 o par,
S 0 PV50.
Vende-se om grande sortimento dos mais
bonitos e modernos punhos com golinhas,
sendo de esgui5o de linho bordados a l^'JOO
o par, ras manguitos com gollinbas de
cambraia tapada e transparente a 25000 o
par, E' pechincba; na loja e armazem do
60 de Gama &
Silva.
Calcinhas pera meninas a 640 e
800 ris.
Vende-se calcinbas bordadas para meninas
| que andam na escola pelos baratos precos
Silva.
muito mais dinheiro :isto na loja e armazem: de 640 e 800 rs., manguitos para as mes-
a da imperatriz n. 60 de Gama mas e para senboras pelos mesmes precos,
na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
Chales baratos
2^, 30500, 60 e 7.J000.
Vendem-se chales de merino estampados
de Gama & Silva
Baldes de cauda.
Veodem-se as mais modernas crinolinas oo ba-
ooote de alfaodega. No mesmo sebeado om'bra-
$T"de balaoca proprio para araaiea.
Piano.
Veode-se um bom piano forte de tres corda; a
ir.Ur o roa da Imperatriz o. ,60, loi.
Cifteito
Veode-se cimento Por ti and r no armazem de
Vicente Fareira da Costa & Filoo, roa da Madre
de Dos n. 22,
Venderse
No trapiche Bario do- Livrameoto, oo Forte do Ha-
tos n. 15, costina i-so a vender saceas com farinba
de mandioca aos procos de 3JC00 a 89600, sendo
a deste ultimo prego farinba moito especial, a- Ala
antes qae so acabe._____________________
Gtomma e mandioca
DaiMnrKirrn^ h^ntfla gnmmii de superior
QOjHato/ji'dartra nova por preco ooo-
modo: a roa do Vjgario n. 14, escriptorio
!. andar, ontco possoidor deste artigo.
muito estas chapelinas por se-
rena intei i ament novidade),
Riquissimos cilos de seda, com matamos
chineza, ultima moda.
Lindas saias de l com bordados, propria*
para as excellentissimas senhoras trazerem
por cima do balo, -ultima moda em Pars.
Lindos cortes de seda para vestidos.
Moireaotique branco, azul e preto, fazen-
da inteiramente nova.
Grosdenapoles de todas as cores.
Ditos pretos.
Leques de madreperola.
Ditos todos de sndalos.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, inteiramente novidade e ulti-
ma moda.
Chapeos de sol para seohora.
Ligas de seda p-ra senhora.
Ditas para meninas.
Espartilhos para senhora.
Riquissimos enfeites para senhoras, intei-
ramente novidade.
Balees para senhoras e meninas.
Touquinhas ricamente nfeitadas.
Coeiros bordados.
Toalhas de labyrintho muito* ricas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dito.
Rendas, feicos da trra e gradespara lencos.
Um rico lencol de labyrintos.
' Riquissimas basquines de seda preta, bor-
dadas com gosto.
da para vestido de senhorastambem novi-
dade.
Lindos cortes de 13 com listas de Seda.
Riquissimas fivellas para cintos.
Fil de seda e de linho.
Riquissimas camisinhas para senhora.
Riquissimas saias bordadas.
Punhos e gollinbas para senhora.
Riquissimos manteletes de cores, inteira-
mente novidade.
Peitos de linho bordados com gosto pro-
prios para camisas de noivos.
Collarinhos de linho lisos e bordados para
horneas.
Lindos veos e mantas de blonds.
Riquissimas vestimentas para baptisados
contendo chapeosinho, sapatinho, meiasinha
e camisinha com lindos bordados.
Riquissimos chales de touquim.
Gravatas de seda branca para noiva.
Ditas de cambr ia de linbo com bordados
nas pontas, novidade.
Chapeos de sol de seda com casto de
marfim.
Ditos de outras qualidades.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Chapeos de seda preta para homem.
Ditos de pbantasia para homem.
Casemira preta muito fina.
Ditas de cores inteiramente novidades.
Cambraias, 13as, chitas, madapol5es e ou-
tros muitos objectos.
O dono deste importantissimo estabelecimento contina nolouvavel proposito de
querer vender muito e ganhar pouco, sujeitando-se a tirar em soas mercadorias um lucro
rasoavel, para assim poder melhor agradar aos seus numerosos freguezes.
A- LOJA DE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO i L
ilRua do Queimado11
Angosto Porto dr C. acabara de receber da Europa superiores cortes de seda de cores para
bailes e casamentas.
Ricos cortes de blond com manta e capel'a para noivas.
Cortinados bordados para camas de noivas e jaoellas de 7i i 80# cada um.
Colzas de seda e outras de la e seda o qoe ha de melhor para cimas de noivas.
Toalbiobas de croch para cadeiras e sofs, esoartllbos a soltaoa para senhoras, camisinhas
com manguitos bordados e Modos eocbovaes para baptisados, e baloes de musselina e de arcos para
senhoras e meninas.
Lavas de pellica para homem a seoboras e superiores chapeos de sol de todas as qnadades.
La para vestidos barattsslma bonitos padrSes o covado i 280.
Tapetes grandes para sof, ditos para plano, ditos para cama e pequeos para'portas e janellas.
Moir branco e preto superior para vestidos de lindos desenhos, grosdenaple de todas as cores
Cera de cirianba,
J-i! h. aihnrtlfl, *n !.? naes> 6~ ^a qoadrinbos, cambraias braocas de mditas qoaltdades, ditas de cores e linda* percales.
m M -. k... Bisquines de seda preta oltlraa moda, chafe e retondes de gaipore, vende sepralo.
Camisas para borneas trancaras e ioglezas de lluho e de algodSo Unas e srool*s de linho so
periores.
Capas de borracha, sobretodos e perneiras as melhores e mais elegaotes.
Malas grandes para viagns, ditas pequeas e saceos de tapete e cooro.
Bramante brinco de i largaras a 2JoOO a vara, pannos pretos e zoes, casemiras pretas e de
cores tu do bom barato.
Neste estabelecimento ba sempre um completo sortimento de boas fazendas tanto para a prac*
como para o centrada provinciae superiores objectos proprios par casameritoscomo' sejam capellas,
mantas, vestidos de blonda e de moir branco, cortinados, colchas, veodeudo-se lado mais barato- e
iambem as melhores
Esteiras e alcatifas para forrar salas,'
ii-Ra dQiieiiaad<-il
a 2)5, ditos lisos a 3500, ditos estampados 15t>s proprios para vestidos de caoda, sendo os
finos a 5.5500 OA fiJfOO ditns rrpnnn melhores e mais moderos qae tem viudo ao roer-
r.i a "nYx'naLf com listras de seda a 7d50O e 85000, e maiem do p^vo roa da imperatriz n. 60, de Ga-
pecbmcha : na loja e armazem do Pav5o mi & Silva,
ruu da Imperatriz n. 60 de Gama e Silva. 1,5a transparentes.
Para camas de noivas Cbegaram as mais modernas barejes oo liasi-
Yende o Pavao DDas 'raIlsPareotes com bonitas listas de seda,
R.cos cortinados bordados a 84000, iOJ, IML 2St2 "Sj",* r.rm."*%i P"S "" da
20* e 25# o par ; assim como os mesmos tambero j l1Pg*Aftl?1!?L***^*.
servem para janelias; ditos adamascados a 10,5 e CasaqnlnhOS para senhora
U*; bonitas pecas de cassas adamascadas para o I Cnegararo os mais modernos casaqojcbos oa ja-
mesmo egfeito; bonitos damascos de la de ama QU^s Poetas ricamente entenadas sendo com co-
e doas larguras, proprios para colchas, assim oo- ,ora e sem< e,lat Pelos precos mais mdicos qae em
mo bonitas calchas de croch : tag Isto se vende 'ontra qaa'quer parte : se vendem na loja e arma
mais barato do qae em autra qoalqoer parte, na 'Iem Pavao roa d loaperatriz n. 60, de Gama
loja do Pavao, roa da Tmperatriz o. 60, de Gama '
das orelDs, sem barba, levoo vestido calea de ca-
semira de cor em bom estado, camisa de algodao
branco, chapeo de meia maca novo; este es-
cravo foi comprado ao Sr. Jos Vicente Lindo-
so, morador na provincia das Alagoas, por sen
procurador o Sr. Joaqom Cavalcanii de Albo-
qnerque Mlto, morador no-termo dJ B'rren- .
Consta uos que este ercravo ja fci visto em Serl-
nhSem, aonde elle intretm relaedes de conbeci-
ment. GratiQca-se com a qnautia cima a qual
qner r^essoa qae o entregar no Recife, rna Direlta
numero 30.________'_______^__
100j?000 de-gratificn^oT"
Fugio do eagenbo Raz, da freguezla da Escada
o escravo de nome Bernirdo, alto, magro, com
poncu buco, bem feito do corpo, bonita figura, de
idade de 25 annos, costaroa ozar roopa de algodao
azol listado e chapeo de feltro oo de cooro; quem
o apprebeoder leve-o ao ngenho cima oa a' roa
das Crures n. 11, qae recebera' a gratificaco ci-
ma Previne-fu qoe anda por esta ci-..
No dia 5 do correte aasenton-se o preto
Francisco, escravo, de 22 annos, bonita Agora, aito
e ebeio do corpo : tem um sigoal bem vis vel, fi-
gurando nm meio circulo lago abaixo do olbo es-
qaerdo : levoa vestido ama camina de madapo-
ln fraoceza, calca de brim pardo, chapeo de cooro
e um cobertor de la escaro ainda novo. Foi re-
mettido do logar S. Miguel, da provincia do Cea-
ra' por sea senhor Bernardino Lopes de Amorim
ao Sr. Caroeiro Vanos, e vendido por estes se-
nhores em 29 de agosto rindo : roga-se portanlo a
todas as autoridades policiaes e capiles de campo
a sua appreneno, a entregar ao mesmo Sr. Van-
os, que generosamente se gratificara.
i Silva.
Bulesa 3<2oo e *,
Vende-se am grande srtimento de crinolinas
oa baISfis de arcos para senhora pelos baratos
de Silva.
Organdy a 4^000.
Vendem-se bonitos cortes de orcandy,
sendo xn listras ^ brascas o 35 ^SiSSStSflSUSSjZ
tras de cores tendo oito varas cada corte, triz n. 60, de Gama & silva,
pelo barato preco de 40, pechincba: na Hadapolo e algodSo
loja e armazem do Pavao ra da Imperatriz Vendem-se superiores pegas de madapolo ten-
n fiO dft f,ima a Silva do 24 jardas cada nma pelos baratos precos de
64, 65500, 73 e 8, ditas francezes fazenda moito
superior em pecas oa ? retalho, algodao moito en-
Atoalhados para meza a 2#000, 2^500 e
30000. i corpado pecas com 20 jardas a '8*500, 6* e 6*400,
Vnde-se superior atoalhado de lioho dito muito Bao qae serve at para camisas a 8* :
adamascado alvo com 8 palmos de largura a S '?'* arma,ecm,dj PavSo raa da imperairw n.
U a vara; dito adamascado pardo a 20500,60'de G &.|''VV n -rt
rs.; dito alvo de algodao a 20000 rs.; dito NOVlade dO iftvi&O.
trancado alvo, sem ser adamascado a 10600; i Alpacas, a 1280
guardanapos econmicos pardos a 30 a du- Chegaram as mais brilbaotes alpacas de
zia; ditos alvos a 30500 e 40000: isto na, seda para vestido, sendo neste genero ornis
loja e armazem do Pavo ra da Imperatriz | bonito que tem vindo ao mercado tanto em
novidade de dezenhos como em flores, puis
uma nova fazenda que sd confunde perfei-
. 60 de Gama & Silva.
Casaquinbos de fil.
Vende-se os mais modernos casaqoinhos
ou basquinas de fil preto. pelo barato pre-
co de 160, chales e retondas de renda preta
na loja e aimazem do PavSo ra da Impe-
ratriz n. 60. De Gama & Silva.
Cambraias largas com 8 Palmos de largura a
10 e1280.
Vende-se cambraias largas da Escocia ten-
do 8 palmos de largura que falicita fazer-se
um vestido apenas com -4 varas, pelo bara-
to preco de 10 e 1280 reis a vara pechin-
cba oa loja e armazem do Pavao ra da Im-
peratiz n. 60. De G ima & Silva.
Cambraias escocezas tapadas e transparentes.
Vende-se um magnifico sortimento de fi-
nsimas cambraias braocas para vestidos
tendo mais de vara de largura pelos precos
de 100,120, 130, assim como um grande
sortimento de ditas mais abaixo de 40, 50,
60, 70 e 80, garantindo-se aos comprado-
res que neste genero nao poderlo comprar
melhor en outra qualquer parte e s na lo-
ja do Pavo roa da Imperatriz n. 60. De
G-ma & Silva.
Damascos para colchas a 50," 20500 e 800.r.
Vende-seo mais superior damasco com
8 palmos de largura proprio para colchas
com os desenhos mais buaitos que tem vin-
do ao mercado com uma s cor e de doas
cores pelo barato preco de 50 o covado, di-
to com-6 palmos de largura a 20500, ditos
de uma s largora a 800 reis, na loja do Pa-
. .-fo- ru da Imperatriz n. 60. De Gama Suva.
Cassas de uma s cor a 300 rs.
. o covado.
Veode-s bonitas cassas de nma cor s.
tendo cor de rosa e asul, cor de1 lyrio, roxa,
verde e cor de caon, pelo barato preco de
gOO rs. o covado: na loja e armazem do I
PavSo roa da Impera tria n. 60 de Gama A
Silva.
... 11 -i i
.i
.....
Novo e grande deposito de superior carvao de Cardiffna
Babia.
Antonio Gomes los Sanies & C, roa Santa Barbara n. 1, esto habilitados a snpprlr de
ourvao tas cndicoes mais fvoravels que etn t0 o qoalqoer deportto, a todo* os navios a Yapor ftw
certera naooeiie porto. A contratar nesta com Domingos Alves Matheui.,1
Os casaqoinhos de PaYo
a 180,200, 250e300.
Cbegaram os mais modernos casaquinhos
o Jaquetas de grs preto. ricamente eofei-
tadas, sendtuns com cintura e outros sol-
los con'orme se usa ltimamente e vendem-se
pelos baratos precos de 180, 200, 280, e
30, ha -toja* e'armazem do PavSo, roa da
Imperatriz n. 60. Pe Gama & Silva,
tamente com seda, tendo entre ellas algnmas
todas brancas coro os mais lindos lavrados
e vendem-se a 1280 reis, o covado, na loja
e armazem do Pavao, ra da Imperatriz n.
60. De Gama & Silva.
As alpacas de Pavo
para vestidos a 10.
Chegou um grande sortimento das mais
bonitas alpacas lavradas, de cores que se
vendem a 10 o covado, ditas a 800: reis,
ditas lizas de todas as cores a 640 reis, que
se vendem na loja e armazem de PavSo, ra
da Imperatriz n. 60. De Gama & Silva.
Vestidas brancas
a 40, s o PavSo.
Vendem-se bonitos cortes de vestidos de
cambraia branca com bonitas barras tendo
entre elles tambem com barra de cor e ven-
dem-se pelo barato preco de 40 eada um,
oa loja e armazem do Pavo. ra da Impe-
ratriz n. 60. De Gama & Silva.
Grande novidade
Vestidos a 60'
s na loj i do Patio.
Se vendemos mais ticos cortes de organ-
dy bratfc" com elegantes listas largas, pre
tas tendo 10 varas cada corle com os com-
petentes enfeitos para o corpo sendo neste
genero o qne tem vindo de mais uovo ao
mercado, pelo barato preco de 60, s na-'
loja e armazem do Pavao, roa da Imperatriz
n.60. De Gama 'Silva.
Chales s Benoitoo a 50000 E 60000
na loja do Pavao*
Cbegaram os mais modernos chales Be-
noitoo, sendo de uma s cor com bonitas
franjas1 de pelada, e tendo entre elles. as
cores mais modernas que teem vindo a este
mercado e vendem-se pelo barato preco de
50 e 60060, ditos a Isabella que superem
mnUo bem os carines e vendem-se pelo
barato preco de 70000 rs. garantindo-se
qne n'este genero 6 o que ha de mais novo
no mercado e muito decentes para qualquer
senhora tizar: vendem-se na loja e armazem
do Pavao, roa da Imperatriz n. 60, de Gama
4 Silva.
CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba- em saco,
sendo de superior'.qttlTdd iq leja de Pa-
vao, ra da ImprajrU n. 60/ de Gama &
Silva.
% leo
/O
OOSOOO de gratificaco
Contina ausente da casa do abaix asignado o
mulalioho Raymoodo, desde 23 de agobio de 1866,
com os signucs segoiotes : representa ter i o a 16
annos, corpo regalar, cabellos caxiados, ps bem
feitos, e como signal mais frisante tem o dedo pro-
sime ao pollegar de ama das maos cortado qaasi
pelo p da onba : roga se, portanlo, aos capitaes
de campo e aolorldades policiaes a apprf h^nsao do
me.-ir-o, e leva lo a roa nova de Saeta Rita, casa
de sea senhor
__________Antonio Maria de Araujo.____
Atteiiv&o
Fugio no dia 3 do correte do eng nho Rafe
fregnezia da Escada, o escravo Bernardo, idade 28
annos, crioalo, cora os signaes segnintes : alto,
seco, cabellos caraptnbos, rosto redondo, feiedes
regalares, pooca barba, cor preta, tem orna cica-
triz em am dos calcaohare* qoe se tona visivel,
presome-se estar em Bengalas fregoezia de Li-
mjeiro oo nesta praca : quera o apprebeoder po-
der leva lo a roa das Croles n. 11 oo no engenbo
cima Indicado qoe sera' generosamente recom-
pensado.
Fuglo no dia 29 de agosto do correte anno,
da casa de sea senhor, padre Loiz de Araujo Bar-
bosa, o cabra Paolo, alto, secco, com pera e bigde,
com algamas pintas escaras de bexigas pelo rosto,
cabello carapiobo, lev u vestido camisa de algo-
dao azol e caifa da mesma fazenda, chap) de mi-
oilha velbo oa bonet: rogase as autoridades oo
capite? de campo, oo pessoa do povo a appreben-
sao do dito escravo, qoe sera' bem resompeosado,
levando a' casa d seo senbor, nos Afogados, on
na raa da Praia n. 86.
Escravo frgido
Continua estar fgido desde o dia 20 de jnlho
do corrente anno o escravo Vicente, nacSo Angora,
idade 40 annos, pouco mais oa menos, altara re-
galar, secco do corpo, pernas arqueadas, sendo
uma mais do qoe ootra, bastante ladino, resto com-
pndo, ponca barba, usar camisola de algodiostalva
per cima das caifas, chapeo de feltro pardo, guar-
da sol de seda ja' velbo, tendo ne casio orna
emenda de flandres ; sappoe-se qoe este escravo
'trabalha de dia em algom sitio nos arrabaldes des-
la cidade, e qoe de noite se occnlta em algoma
casa. Protesta-se, pois, contra qnem ti ver acon-
tado dito escravo, coja apprehenso se pede as au-
toridades policiaes, gratiflessdo-se conveniente-
mente na roa da Cadeia do Recite n. 27, soguodo
anir.
No da 4 corrente aoseotoo-se um moleqoe,
crioalo, de nome Joao, cor fula, feiro>s regulares,
Idade de 10 a 11 annos, levando camisa de Tisea-
do encarnado, caifa de ganga axnl e chapeo de
feltro preto redondo : quem o apprebender on del-
le ti ver noticia, dirjase a ra de Santa Rita I.
oa roa do Iperador o. 81.


continua fgida desde o dia II de agosto do cor-
rente anno a escrava crioola de nome Florencia,
de idade de 45 asnos, poooo mais oa tenos, anda
irregalarmeote en consecuencia de nm pe aleija,
do, tem am dedo de ama das mios deteituoso por
cansa de am panarieio, lalla aito e '""J*
torra ; tem sido vista pelas JmmediaciJes da mn-
ra d S.Joe ; jolga -s esur alogaCa ,e on*
can com tito o de forra : qoem a Pja'^ *.?
abmq assignado,ta uo sillo na Torre, qoe ser
g**^^joaqnini_Fransco Franc._
- f agio no dooMDi-o o "l""?2{f 2fi
levoa ferro ne W^ e w P*"^ *
edtame botar e ferro da ^ ^ w dag*.
nir nio se ver, levw alca oaoisa da alco-
Tp adott eTte')a acostomaee a fa.r e tw eido
Sdadon*ra os fados de Santo- Anto; onde le
nascea e cabecldo por Manoel Cear*. Ht-M
aaatnoridadH poliefaes e cantae* de campa qaei
optare e leve^ a ra estrella d osario n. H,
qoe sera' generoamento receopeirtdo.
ilegvelJ {
Xl


**


8
Diarlo de Peraambnco dula (a felra lt de setembro de 1867.
~3r-
ASSEBLl GER4L
ordlnarhts : e esta qnltflcajao flca dependente do i Todas as emenda So ignalmente approvad,
criterio do governo. Gom uti amphtude nao voto menos a do Sr. G Ottonl.flae re|eitada.
GA14RA DOS SEM10RES DKPUTADOS-
SESSAO KM 5 DE AGOSTO DE (867.
PRESIDENCIA DO SI. FARIA ( VICE PRK-l-
DKNTB.)
(Coniinua<.ao.)
Nao foi *>sla a miofta iotenjao, nao pvila -io,
disse-o francamente, e nesle sertido a commis-
so formulou a saa emenda, qae foi aceita pela c-
mara. .
E tendo aioda ama vez externado coto toda a
tranquila o mea pensaroent i, eo nao terei de mo-
do algara Incordio na hila de lealdade e de pro-
bidade poltica obscorccendo o sentido da emenda
maniendo um pensamento reservado.
O Sr. C. Ottoni : O artigo nao esta' redlgi-i
gido convenientemente ; o qae V. Exc diz ose
est la'.
O Sr Ministro da Guerra :-Ja expliqaei eom
tranquera o mea peosamenlo. Nio acompanbarei
o nobre depatado as oatras considerares qne fez '
a respeito da reforma da guarda nacional, por-
gue nio me parece a occasio a mais azada para
isto.
O Sr. C. Ottoni :Acompanbel o illastre mera-
bro da maiona.
O Sr. Ministro da Guerra :Ea nao cenuro,
mas S. Exc. nao tomara' como falta de deferencia
da minba parte nao anticipar um debate qae tera'
o seu lagar oppnrtuno. (Apoiados.)
OSr. G. Ottoni :Comprebendo.
O Sr. Ministro da Guerra : Nessa occasio
nao duvidarei comparecer a' discasso, e terei
umita bunra de anda ama vez aceitar ou oppor-
me alguna couza as considerajoes do nobre de-
butado.
Quantu ao sentido das palavras molnlvlade e mo-
biltsacio, que S. Exc. entendeu serem invertidas
por aura, concorrendo para obscurecer o debate,
ea anda estoa no qae disse, entendo qae a moblli-
dade, por sso mesroo qae ama qualldade, so
pode ser dada por lei; a mobilisajo, porm, qae
como disse, a mobihdade em aejo, nm acto
do governo...
O Sr. C. Ottoni :-E' o contrario.
OSr. Ministro da Gebba :...e era disto
que tratava a proposta do governo. Mobiildade e
ama capacidade, e esta nao depende de arbitrio do
governo, senao da creacio da lei; e-tabelecidas as
regras de orgaoisajo da guarda nacional, no sen-
tido de Ibe dar mais raobilliade, creada aguarda
nacional movel, a qae se referi o nobre deputa-
do, ou daudo-se a guarda nacional actual ama mo-
b'lidade que ella nao tem, a mobilisacao faz-se
mais promptamente de um modo mais conve-
niente.
Portanto, anda permanecendo na intelligencia
que dei as expressSes contestadas, creio que nao
concorri para confundir o debate.
Sao estas as considerabas qae jalgaei necessa- melhantes, quando a honra nacional nao esta' com-
o arbitrio.
Figuremos ama hypothese :
Sopponhamos qae o governo abandona aquella
poltica de paz qae o oobre mioistro me impffpoa
e queea julgo sensata, e qae temos um governo
com velleldades de conquista...
O Sr. Ministbo da Guerra :-Nio apoiado.
O Sr. C. Orr ni :V. Exc. pode affla.njar-me
qae nunca o teremos ? E' urna hypothese que eston
figurando.
Se acontecer, no futaro, termos a desgraja de
ter um governo com velledadesde conqaistar.por
exemplo, a Banda Oriental ou qualqoer nesga de
territorio dos nossos vinobis...
O Sr. Ministro da Guerra :E' pensamento
que nao abriga nenhum homem de estado no nosso
pata.
O Sr. C. Cttoni :V. Exc. pode afflanjar qae
assim sera' sempre T
O Sr Ministro da Guerra : Digo actual-
mente.
O Sr. C Ctt ni :E eo fallo em geral.
Soppoobamos qae um ministerio tenia qaalqaer
desatino de conquista I as circunstancias sero ex-
traordinarias e la' vai a guarda nacional para Cora
do imperio I
Ka, purera quero qae neste caso o corpo legs-
! lativo tenba razo de sobra para puoir a velleida-
| de; desejo que o erro poltico seja nesie caso ag-
'gravado pela illegalidade do uso da forja. Ora,
', votada a n.obilisaco com a amplido do artigo,
da'se ao governo o direito de fazer da guarda na-
cional um exercito conquistadort (Apoiados)
Outro exemplo. Um governo quedeseja firmar-
se na forja publica para dar um golpe de estado
mandara' provocar em provincia urna pequen*
desordera; e, Agorando em peiigo a iotegndade
do Imperio, proclamara' extraordinarias as cir-
camstancias, e tera' a guarda movel a dlsposijao
de sea aceno I
Nao, Sr. presidente, nao posso conceder seme-
lbante cousa.
Mas esta minba resposta ao aparte de ora nobre
deputado fez-mo lembrar ama cootestajo do no-
bre mioistro, a qae nao repliqnei, e aproveitarei a
opportunidade. (Riso.)
Um Sr. Deputado : Ja' estoa arrependido de
ter dado este aparte.
O Sr. C. Ottoni :Extranhou S. Exc. que en
Ihe acooselbasse paz a todo o casto com a nica
excepjo dos casos de honra ; nao, disse S. Exc,
ba outros casos sem ser de honra em que a guerra
ndeclinavel.
Talvez qae a questao seja de palavras; se o no-
bre ministro flgurasse ama hypothese daqoellas
que denlo e desenvolveu-a at o momento em qae
a guerra se tornou Inevitavel, verse-hia qae em
cada um desses casos a bonra. nacional anal exi-
gia a guerra.
Mas a minba idea era qae por qaestSes de inte-
resses, de limites, de iodemnisajoes e outras se-
1 proposta vai eom as emendas approvadas
commissao de redacco.
Vem a' mesa.as seguinies daciarajes de voto :
t Declaramos qae votamos ,ela emenda e dis-
posico transitoria do prcjscto de lei de fixago
de forjas de trra, emenda- designada pelo hon-
rado depntado C. Oitonl.Fellcio do* Santos.
Farnese.
f Declaro que votei contra a emenda qae elevoa
ao obro a somrai laxada para a dispensa do ser-
vio militar.Arago e Moli.
transito das pessoas reas i notis e prejodlciaes, e
qae sobretodo eslo en opposijo com os prlncl
pos de liberalidad, norma de saa marcha adral
nisirativ, decreta :
! t Arv [ Klca desde esta data abolidojj pasa-
porte em todo o territorio da repblica,
l Art 2 Commuulqae-se, ctc-)floancio Flo-
res. .^ r I
Els-abi o qoe'djtf isla
__f coa idea tuncas e cla-
rasT IR
Ser liberal nioj ostentar na oppoiico ama
lingoagem com que se illuda o povo. Imprimir na
aduiinisirago o caoho das suas idea, o pineiro
dente, entremos la materia. V "7 -*X.f*.rec^liLAt? ?* *T* *W*te
Se se tratasse de iniciar nesta casa
O Sr. Tavares Bastds requer preferencia para dever do homem publico levado ao governo. P r
se tratar, antes de qualquer oulra materia, do pro- so qua a misso de ministro nao tarefa oue
ject? qae approva, o decreto qae conceden a Jorge dispense eonvicj5es Armes e opini5es feitas. Se us
Cliristlano Giebert privilegio por dez annos para! nobres ministros nao podem com isto relirem-se
estabelecer na provincia de S. Pedro fabricas era que o paiz Ibes agradecer. Nao deixem correr
que possa preparar o extratum carnu, segando o ioutilmente om tempo qae precioso. (Apoiado*)
processo inventado pelo baro de Liebig. Se continuaren] no poder taduzara por (actos as
Consultada a cmara, resolve pela afirmativa, opioies qae representan).
Entra, portanto, em segunda discussio e passa
rio oppor ao nobre deputado, e o que iolgoel con-
veniente dizer a' cmara para manifestar a opi-
niio do governo a respeito das emendas apresen-
tadasa proposta. (Maito bem.)
O Sr. C. Cttoni :Pouco tenho a dizer, e st bre
um nnieo ponto, o de minha infeliz emenda, con-
demnada por ser minha.
Insisto em que mobilisar quer dizer organisar de
modo que seja movei um corpo de tropas, e raobi-
lidade o faci que resnlla da mobilisacao. De-
balde tenta o nobre ministro da guerra inverter o
sentido dos doos termos; necessidade que resulta
da falsa posijo em qae S.Exc. collocoa-se recnan-
do do seu pnmeiro pedido e sustentando que nao
recuou.
S. Exc. rejeita aAnal a minha emenda, bem que
quando a li maoifestamenle besiton em condemna-'
la, e era isso natural.
OSr. Ministro daGuerra .-Guardava-me psra
dizer guandu fallasse.
O Sr. C. Otto.n'i :Rejeita, disse S. Exc, porqoe
nao raelbora a doutrina do projecto ; singular de-
elaracao, pois a emenda nao se props a modificar
a doutrina.
A emenda de redacco, e o nobre ministro nao
mostrou que a redacjo do pr> jeclo fosse boa, era
disso occopou se.
Mas a queslo tem alcance, porque entende com
grandes interesses do paiz; por isso insisto. S.
Exc e seus doos coliegas declararan) que a cmara
votou a autorisaco para faier a guerra com a
guarda nacional. Or, este pensamento est ca-
rissimo na emenda, e s raaito forjadamente pode
ser enchergado as palavras corpos destacados
qne serao mobilisados.
Portanto, nao Az mais do que redlglr o pensa-
mento do governo, e a rejeijo ou caprichosa, ou
revela o projeclo de obler da cmara mais arbitrio
do que ella pecsa conceder.
A explicaj) do tacto simples : a cmara
inadvertidamente approvou am artigo, cojas pala-
vras dizem mais do que elle tmha em mente, e
mais do que pedir o governo ; e este agora ja nao
quer abrir mo de ama parle do arbitrio.
Pedio a faculdade de mobitisar (v a techoologia
de S. Exc.) os corpos destacados durante a guerra
actual; e a emenda votada concede essa facnldade
para qoaesqoer circumstancias extraordinarias ;
ora, a minba emenda limita-se ao arbitrio, ao que
houve realmente Intenjo de conceder na 2* dis-
cusso. Entrelant), urna observajo do nobre mi-
nistro procedente; disse S. Exc. qae as palavras
mobilisados na forma da lei sao inntels, e en
o reconhejo. Por se ter escripto sero mobili-
sados, accresceutei na forma da lei roas, se
reparasseraos na palavracorpos destacados, a
redacjo seria melhor e a disposijo transitoria de
nenhum mcdo ficaria prejudicada ; entretanto nao
commettere segundo erro, corregindo a emenda e
mandando-o a' mesa. Hilaridade).
Rejeitem embora ; se a maloria quer dar ao go-
verno nao s o arbitrio que pedio, mas o de que se
apodera por um qui pro quo, pode raze-lo ; mas
(em o dever de dizer ao paiz cora clareza qu quan
tidade de arbitrio conceder : tenba a maioria co-
ragem e franqueza.
Vozes da oipo^ijao : Vluito bem I
O Sr. G. Oitoni :------nao votemos palavras
ambignas, nao llludamos o paiz...
O Sr. Tavares Bastos :-Perfeitamente.
O Sr. C. Cttoni :... a difTerenca...
Uma Voz da maioria iE' muito clara.
O Sa. G. Ottoni :... entre o artigo e a emen-
da, qae segundo eta, e de accordo com as pala-
vras dos ralni-tros, a dictadora sobre a guarda na-
cional acabara' com a guerra, e segundo o artigo,
como o querem entender, se estendera' a todos os
casos qae o governo declarar extraordinarios.
Qaerem ampliar assim a dictadora pedida, am-
pliera, mas fajam-o franca e abertamente, mas di-
gam o que do ; e pelo manos esta discussao es-
promeitida, nao precipitemos um desfecho. Dis
cusso diplomtica, mediajo, arbitramento, ap-
pello para a acjo lenta da rato publica nos
dous paites, sao os meios que devemos esgotar,
nao sendo facis era proclamar offendlda a hon
ra nacional. E' esta a poltica de paz de que fal-
lei.
Voltando a emenda, deploro que um btU de in-
deranidade to franco e expresso seja repellido
porque tem peccado original.
O Sr. Ministro da Guerra : Nao apoiado.
O sr. C. Ottoni : -Esta nao esta' ma' aceita o
bil de iodemnidade, e pede a sua maioria que vo-
te coDtra; seria mais franco dizer logo qae o re-
jeiiem pelo.percado original.
O Sn. Ministro da Guerra :Nao apoiado, alu-
da uma vez.
O Sr. C. Cttoni : Esta noite perguntarei ao
mea travesseiro se devo retirar a emenda. (Muito
bem, mullo bem.)
-Nioguem mais pedindo a palavra, e indo se pro
ceder a vutajo, reconhece-se nao baver numero
legal, pelo que o Sr. presidente declara a discos-
sao encerrada, e manda fazer a chamada; e por
ella se veriAca terem-se ausentado os Srs.: Horta
de Araujo, Pamplona, Faria, Gavio Pelxoto, Be-
zerra, Mello Franco, Alvim, Barros Pimentel, Pi-
nbeiro, Ambrosio Machado, Tiberio, Baptista Pe-
reira, Silveira de Souza, Luiz Felippe, baro de
Prados, Corris de Brito, Frederico de Almeida,
Lourenjo de Albuquerque, Rabello, Viriato de
Medeiros, Villabciro, Gassiano, Amerlco Brazilien
se, Assis, Lima e Silva, Olegario, Sodr Perelra,
Souza Andrade, Spinola, Pereira de Brito, Bitten-
court Sampaio, Joo Leite, Gandido Torres Filho,
Soaza Carvalbo, Gama Abren, Pereira da Silva,
Gomes de Caslro, Sinval, Fernandes da Cunha,
Moraes Costa, Mello Cavalcanli, Abelardo de Bri-
to, Souto, Paula Santo.-, Footenelle, Augusto Cha-
ves, baro do Crato, Balfort Daarte, Aragao e
Mello, Americo Lobo, Sizenando Nabnco, Bran-
do, Farnese, Paula Pessoa, Silva Pereira, Bar
bosa de Oliveira, Cesarlo Alvim, Arystldes Lo-
bo, Albuqaerqae Mello, Ernesto Cosa, Araojo
Moreira, Sayao Lobato, Albuqaerqae Barro*, Jan-
sen Pereira, SalJanba Marinho, Dantas e Jos Ave-
lino.
Dada a ordem do dia, levanta-se a sesso as tres
boras e meia da tarde.
SESSAO EM 6 DE AGOSTO DE 1867.
cjirecera' o paiz.
O recurso a' guarda nacional para vingar a hon-
ra da oossa bandeira, uingoem o censaron (apela-
dos da opposijo); nao coosultei nraguem ,
mas creio ser o orgo dos meas amigos offerecendo
e Iniciando o bil de indemniiade que o ministerio
rejeita. ,. ,
Voces da opposicao -.Muito bem i
OSr. Ministro da Guerra : Nao rejeito o
Sa. C. OTroNi:-Naorejeita, mas diz maioria
que vote cootra : uma aceitajo singalar.
Rejeite-o a maioria, entregae a guarda nacional
ao arbitrio do governo todas as vezes que a elle
apronver chamar extraordinarias as circumstan-
cias, mas faja-o de modo que toda a guarda uacio
nal saiba qaal o arbitrio qae a maioria da ao mi-
nisterio nao votemos encapotadamente ; sejamos
francos.
V.zes da opposigto :Muito bem.
O Sa. C Ottom :Disseram-me quando me
sentei: e se tivermos segunda guerra como a ac-
tual, Oca o governo desarmado Y Respond e
nao eslava elle agora desarmado ? (Apoiados). E
nio tem am bil de i^demnxdade unnime nesta c-
mara T -N
Qaerem prevenir casos como o actual I Se pu-
dessemos prever todas^as eventualidades sem com-
prometler a vida ordinaria do psiz, concorreria
para sso com mea voto.
Mas, aconteciroentes cimo os da poca, ecor-
rendo raras vezes na vida das nagoes, nio devem
ser nbjecto de le ordinaria (apoiados); em casos
laes, violar o governo a lei menor mal do que
para lodos os casos qae jalgar extraordinarios dis-
por da guarda nacional.
O Sn. Abauo Vaconcellos :E' possivel dis-
per da guarda nacional sem ser em casos extra-
ordinarios ? Nao comprebeodo assim.
O Sa. C. Ottoni :Nio tenbo a vaidade de fallar
bem, de ser orador... I
Vozs :Extrema na modestia.
O Sa. G. Ottoni :... mas traba uma vaidade,
de qae devo descrer oeste moment", a de fallar
com clareza (apoiados); agora alo fui (eli7, visto
qae o nobre deputado nao me comprebendea.
Repetirei, em respeito ao nobre depatado qua
me dea o aparte, visto qae emende eom o fondo do
mea argumento, se a aul>
a guerra actaal, nao terav vigor .
reoclas fatoras, embora larejam oa sejam extra-' nllima stojso, e approvad.
Presidencia do Sr. Sileiri Lobo.
Aj meio-dia, feita a ebamada e acbando se pre-
sente numero legal de Srs. deputados, o Sr. presi-
dente abri a sesso.
Leu-se e aoprovou-se a acta da sesso antece-
dente.
O Sr. 1 Secretario deu conla do seguinte
expediente.
Aviso do ministerio da fazenda, enviando a de-
monsirajo das remessas de papel moeda feitas
pelas thesourarias da fazenda ao thesouro, por con-
la das subsliiuljdes nos annos de 1864 a 1867.A
quera fez a requlsijo.
Officio do secretarlo do senado, declarands qoe
o senado nao (ie dar seu assentlmento as propo-
sijdes da cmara que determinam que as provin-
cias do Rio de Janeiro e Sergipe daro mais doos
deputados, e as de S. Paulo e Piaohy mais am,
bem como que neohama provincia dar' menos de
doos.Inteirada.
Ootro do mesmo secretario,declarando qae ose-
nado nao pode dar o sea assentlmento a proposi-
jo da cmara que determina qae o depatado da
joma do coramercio, qae acoamnlar qualquer ou- beral
tro ordenado em vlrtude de emprego que exerga, na'
nao podera' perceber por aquella repartijo mal
de metade dos veoelmentos, qae Ibe sao marcados
por lei.Inteirada.
Oatro do m .-smo secretario, declarando qne o se-
nado nao pdde dar o sea assentimento a proposi-
jo qoe dispensa as leis da amortizajao, para que
possa adquirir e possuir bens de raiz, a irraanda-
de de Santo Antonio dos Pobres e outras confra-
rias.Inteirada. -
Outro do mesmo secretario, declarando qae o
senado nao pode dar o sea consentimento a propo-
sijio qae dispensa das leis de amorllzacao a irraan-
dade de Nossa Senbora da Conceijo do Porto das
Ganas da provincia d) Rio de Janeiro e outras.
Inteirada.
Requerimento de Felkardo da Assumpcao Cava
Iheiro, pedindo ser adraittido a' matricula do prl-
meiro anno da faculdade de medicina da corte-
levando-se-lbe em conta os exames feitos no semi-,
nario de S. Paulo__A' commlssSo de instrnejio
publica.
Dito de Emilio Antonio de Castro e Bastos, pe-
diodo ser natnralisado cidadao brasilairo.A' com-
misso de constitoicao e poderes.
Foi a imprimir, para entrar na ordam dos tra-
balbos, o parecer da qointa commissao de orja-
mento, a respeito da proposta do poder execuiivo,
para a abortara de om crdito extraordinario ao
i (erceira, sem debate, o referido projecto.
O Sa. Tavarbs Bastos requer dispensa de in-
tersticio para qae o projecto entre logo em dis-
casso.
Sendo a cmara consaltada, resolve pela afir-
mativa.
Sabmettido o projecto a' terceira discasso, ap-
provado e remettido a' commissao de redacjo.
Entra em discnsso a segainte emenda do sena
do a'proposijo desta cmara sobre passaportes
para paizes estraBgeiros :
O artigo aoico sabstitaa se pelo seguinte :
t A disposijo lo arl. 12 da lei de 3 de dezem-
bro de 1841 i applicavel aos passaportes para fra
do imperio.
O Sa. Tamarbs Bastos : Sr. presidente, pe-
dindo a palavra sobre o projecto em discasso,
nao para oppr-me a' passagem da emenda no
senado. Nestas materias, e uestes,casos, nio po-
dendo alcanjar o melhor, eo ja' me contento
com o que seja menos rolm. Tal o caso de que
se trata.
Mas, Sr. presidente, como opposicionista, descon-
Aado do governo, nio posso delxar de camprir o
meu dever de pergantar ao Bobre ministro da us-
tija o qae pretende fazer ?
O Sa. Ministro da Justija :Aceito a emenda
do senado.
OSa. Tavabes Bastos :A minha difflculdade
nao esta, e sim saber o qae diz a emenda do se-
nado, e o que o nobre ministro fara' com ella ;
e para isto basta-me lr o primitivo projecto e a
emenda.
E' incontestavel qae o governo esta' preparado
para todas as discosssoes, e o nobre ministro vai
ja' dizer-nos o qoe ba de fazer.
Digne-se a cmara primeramente attender ao
pensamento multo razoavel do meu (Ilustre amigo
depotado pelo Rio de Janeiro, o Sr. Pereira da Sil-
va, autor do projecto primitivo.
Dizia esse projecto : .Os passaportes para paizes
estrangeiros sero redigidos pela Iegislaco que vi-
gora soore os passaportes para o interior do paiz,
revogada assim a ultima parte do art. 118 do cdi-
go do processo criminal.
Sabe perfeitamente a cmara qae a legislajo
sobre passaportes para paizes estrangeiros ficoa vi-
gorando tal qaai era desde 1820, com ligeiras alte-
rages, isto toda essa serie de despropsitos (oo
tem oatro aome), qae se aprsenla ahi t>dos os
das, de uo se embarcar nem desembarcar sem
passaporte, pena de malta e de priso at 13 dia?,
sem prestar-se fianja, sem publicar o sea nome
pelos jarnaes, sem obter nma legitlmajo, etc.
Ora, veja V. Exc, Sr. presidente, om paiz como
o Brasil, que tem excellentes -ortos, principalmen-
te o do Rio de Janeiro, que destinado a ser o
porto de transito das grandes navegajdes do mun-
do, dos dous ocanos, das Indias e do Pacifico, ba
de estar com exigencias desta ordem, quando nao
fossem ja' tantos os embarajos qne, mesmo as
suas formalidades legitimas, offerecem as nossas
differentes repartijSes.
Dizia, pois, o projecto do Ilustro Sr. deputado:
< A legislajo quanto a passaportes para o estran
geiro, seja a mesma para o interior. Estaja' II-
nba sido modificada pelo cdigo e pelo regnlamen-
to policial de 1842. Por e?ta legislajo. os nacio-
oaes esto livres de todas as exigencias do decreto
de 1820, tii-ando o passaporte so para os escravos.
Os proprios estrangeiros nessas vlagens do interior
passaram a gozar de certos favores por am decreto
do illustre ministro o Sr. Nabaco de Araojo em
1855. Assim, a facihdade de viajar no interior, se
oo boje satisfactoria, se no o que ba de mais
desejavel, ja' nao lo embarajada.
A applicajo da legislajo para passaportes no
interior aos passaportes para o estrangeiro, como
dispunha o projecto, era, portmto, uma cousa po-
sitiva. Passando o projeclo primitivo, (cavamos
sabeudo o qoe se consegua isto igualAvam-se
os doos gneros de passaportes, os nacionaes fica-
nam isentos tambem nos mesmos casos em qoe o
esto, pelo decreto de 1855, dos passaportes no in-
terior.
Mas os governos deste paiz, liberalissimos ou
nao liberalisMmo, nao gostam de semelbaotas
cousas clara--, e muito mecos que o parlamento
lenha o arrojo de andar a legislar por esta forma.
O nobre ministro da guerra, que era ministro
da justija qnando o actaal seu collega desta repar-
tijo felicitava a pasta dos negocios estrangeiros,
o nobre ministro da guerra, alias digno de todo o
respeito pelo modo porque a cmara o tera visto
proceder, consegrando o que des-ja, sem embara-
zo, sera iocommodo algum, sem irritar a opposi-
jo, e sem impertinencias escusadas, o nobre mi-
nistro da guerra, no senado, sem dnvida com o
mesmo bom modo que o distingue, lerabrou sa de
substituir aquelle projeclo do nobre deputado do
Rio de Janeiro pela segainte emenda: A disposi-
jo, do art. 12 da le de 3 de dezambro de 1841
applicavel aos passaportes para fra do Imperio
Aqni esla o mea ponto de interrogado ao nobre
miotsiro da jusilja : e qae quer i-io dizer ? O art.
12 da le de 3 de dezembro dispde o seguinte:
Nioguem podera' viajar por mar oa por trra
dentro do Imperio sem passaporte, nos casos e pela
manetra que fr determinada nos regulamenlos do
governo.
Creio que nao havia inlerpretajao possivel mes-
mo do genero dessa qae den o nobre ministro so-
bre a mobilisajo da guarda nacional, que eum-iga
definir os termos vagos desse artigo.
Nao soi qoe possa baver cousa mais impruden-
te do que um arbitrio oestas materias. Todava,
mpossivel que o nobre ministro da jostija, lao II-
como pr jva a mobilisajo da guarda naci-
a 1868; cotcluindo,
guite resolujo :
< A assembla geral legislativa resolve
Art. 1. (Como esta* na preposta.)
Art. 2.a (dem.)
Uma Vez:Sem duvlda liberal. (Apoiados.)
O Sa. Tavares Bastos;... possa inventar um
systeraa de passaportes mais iocommodo do que o
actnal. Entretanto, o arbitrio que da-the a emenda,
a autorisajo vaga qae o governo vai obter por
mel delta nao rae pode tranquilizar sem expli-
cajdes do nobre ministro, que precisen] o pensa-
mento do governo, qae tndlqaem o aso que elle fa-
ra' da medida. as dlscassoes do senado o anno
passado, quando disto se tratoo, igoaes escrpulos
foram manifestado por am nobre senador por Ala-
gas.
Mas digo, o nobre ministro da jnstiea, por maior
que seja o sea liberalismo, nio podera' fazer peior
do qae existe. Os costomes deste paiz e as pro-
prias conveniencias polticas do nobre ministro da
jostiga bio de aconselhar S. Exc a consignar no
respectivo regulamento o qae boaver de mais adl-
antado sobre este assurapto.
Qaero crer aisto, e por essa razo qae vota-
rei pela emenda do senado, ama vez qae me traa
qailisem as explicacSes do nobre mioistro, que es-
toa provocando.
Chego, Sr. presidente, a' minba consideracio
final. Quer V. Exc. saber o qae me parece qae
deve ser o proposito dos goveracs sinceramente li-
beraos ?
E' tersm convIcjSes claras e Armes, imitarem
V. Exc. raes-
ooteclmentos po-
responsablida-
se- \ de por ama siluaco com qae oo era rateramen-
te solidario, nao se esqoecera de formular op]nt5es
defiaidamente llberaes, nao fazendo concessio al-
guma s Ilusorias conveniencias do momento, e
. combinando com os seas coljegas em um prograrx-
- ArL I*Pewn revogadas as disposijSesem\m profundamente liberal. Est a diflarenja ca-
cootrario pital entre o gabinete passado e o qne temos 4iao-
c Pajo'da cmara, etc. le de n?. Para aeompaohar a esse gabinete, os
USa. Tavabes Bastos pede qne sejam prsenles! libarles linbam motiv dignos e seno?, qae nao
a' cmara Iodos os documentos relativos a' abena-1 descobro boje.
ra do rio Amazonas, e os (rabaibos preliminares
qae bouverem a'cerca dos impostes qoe se pre-
tende crear, e bem assim, reclama tambem a *pre-
sentajio dos mappas estatistlcos da Imporiajao para
a cmara poder bem discutir e com conbecimento
da causa o augmento de impostos.
ORDEM DO DIA.
Entra em disenssio e ipprovada sem debate
l redaejio da proposta do governo que A xa for-
ja naval para o anno floaneelro de 1868 a 1869.
\Procede-se a' votscao da proposia do governo
autorFsTcjto or somente'p'ara qo\fixa as forjas de torra para o anno Onaneelro
era' vigor era oatras oecor-!de !8S$a 1869, cuja discussao flcou encerrad na
9, e i
\
A obrlgajao de um governo sincero esta:ar-
ticular francamente a su opiniio, nio ceder om
virgol. .
Qaer V. Exc. saber como procede o governo de
nm paiz, qne em multas coasas esta' llfs mais
atrasado do que estamos, eomqaaoto seja 9 no de oma repblica, o nosso vizinha da Banda
.Oriental ? Ea aqal tenbo am decreto desse goysr-
no s^ibre passaportes, qae nada deixa a "wwr
decreto promulgado, depois do convenio de 20 de
feverelro de 18*5, pelo digno general governador
provisorio:
c Montevideo, 24 de fevereiro de 1865.
Qaerendo o governo provlsosio evitar ao livre
* .

i
Es aqui, Sr. iresideote, o que faz qaeflrssbe o
8B.e quer fazer, e aqtrilto para qae governo.
uando se tem nma donviejio, deve-se correspon-
der a ella franca e solemnemente; assim que
enlendo a misso de tornera poltico. (Apoiados.)
. Mas o qoe sigoujca isto? o que significa esta
poltica do meio termo e das meias palavras em
assnraptos puramente administrativos que nao
abalara a ordem social, porque nioguem me con-
vencer, de qae a' actaal legislajo sobre pas-
saportes que esto ligados os deslios deste
paiz 7
Pois n'uma questao de ordem puramente ad-
ministrativa, um governo qae se diz liberalssimo
nao pode francamente dizer qual a sua opinio ?
Nao deve ella ser a opinio liberal do mando, que
na Inglaterra acaba de riscar da legislajo os pas-
saportes mesmo sem reciprocidade ; que em Fran-
ja, apezar das tentativas revolucionarias, apezar
dos estrangeiros que, illadlodo a vigilancia da po-
lica, vo all conjurar e urdir as trovas tramas
s vezes sanguinarios, tambem aboli os passapor-
tes em favor de certos paizes e expressamente em
favor dos inglezes.
Pois quando os Estados Unidos, quando mais de
um Eslado da Confederajo Germnica ja est dis-
pensando o passaporte, nos bavemos de continuar
com uma legislajo casustica, oa appellar para o
arbitrio de algum governo liberal I Era melhor
que, quando se discuta o projecto no senado, o
nobre ministra da jostija fulroiuasse a emenda,
para que eila nao viesse a' cmara dos deputados ;
ara mais digno, era mais consentarjeocom a n-
dole do partido liberal nao solicitar autorisajoes
desta ordem, indefinidas. Amanbia a n ministerio
conservador... ( conservador, nio : fajo ioslija
aos bomeus eminentes desse partidiwrardos quaes
o autor do projecto ), um-^tlisterio de mas
ideas, am ministerio mofino. am ministerio va-
dlo, qae nao se Importe com estas cousas, ali-
rara' a autorisajo para o lado, nao fara' cousa
alguma.
Es o que eu desejava dizer : voto pela emenda,
porque, emfim, ja' alguma cousa ; peior do qoe
existe nao ba ministerio que possa fazer, creio eo.
V. Exc. sabe que mesmo sem autorisajo legisla-
tiva, ou baseado nessa vaga autorisajo da le de
3 de dezembro, um ministro de um gabinete que
era mais coaservador do qoe liberal, mas qoe era
muitas cousas foi sinceramente liberalissimo, o
illustre mioistro da justija do gabioele Paran', o
Sr. Nabuco, ja' fez duas preciosas coocessoes aos
estrangeiros no decreto de 10 de Janeiro de 1855,
llbrtando-os desses famosos ttulos de residencia,
que exiga o decreto do tempo do rei D. Joo VI,
anda em vigor, e da impossbllidade de viajarem
dentro do paiz sem passaportes aquelles mesmos
que eram aqu coabecides, estabelecidos por mais
de dous annos e casados com Brasileira. Duvido
que o ministerio actaal Aque atrs, ha de ir adian-
to por forja.
Aprovelto a opportunidade para lembrar um fac-
to, que at boje anda nao tive occasio de referir
na tribuna, que bem revela qual e a vanlagem
neste paiz da legislajo de passaportes, e pejo para
Isso a atteojao do nobre ministro.
Ja' nao quero fallar dos factos notorios em va-
rias provincias do imperio, e anda agora recentes,
de conseguirem fallidos e outros criminosos eva-
dirse para o Ro da Prata ou outros Estados; to-
dos os paizes lera a lamentar Iguaes factos, a po-
lica mais prevenida, a poderosa polica franceza
conta muitos fogitivos nos Estados-Unidos. Citarei
ura facto de '186J, qae anda exige at hoje a atien-
Jo vigilante da polica do Imperio.
Alguns dos nobres de; atados eonbeceram pes-
soalmente um emprezario perluguez, um bomem
trabalbador, talvez ura pouco violento, mas certa-
mente um excelleote pai de familia, e at bene-
mrito da provincia de Minas, porque foi all cons-
tructor de nma boa estrada de rodagem ; quero
fallar do infeliz Manoel Pereira. (Apoiados.) Este
individuo, assassinado da maneira a mais barbara,
a mais perversa que a imagmajo humana poss.
conceder, leve por autor do assassioato justamente
o delegado de polica do municipio em qae residi,
um donior, um homem at de muito respeitavel a
respeitada familia.
Este individuo depois do assassinalo, quando a
polica comejava a proceder so auto do processo,
veio ao Rio de Janeiro. Aqui chegando, en que
era advogado pelo lado da aecusajo em nome da
desgrajada viuva, para evitar a fuga que receava,
dirig me ao nobre ministro da justija, enio o Sr.
conselbeiro Slonb : todas as providencias se to
maram, posso assegurar a' cmara.
Drigi-me tambem, de ordem do nobre ministro,
ao meu particular amigo, o digoo ex-chea de po-
lica o Sr. Dr. Andrade Piolo, e todo se prevenio
para evitar a fuga de um ho:a-m. Nj se poda
prender o individuo, os escrpulos nao permetiam
prender uma pessoa cootra quem anda nao havia
prova do crime ; romprebeade-se nestes casos a
abslenjo de aatoridade.
Mas, Sr. presidente, o facto qae eu procarava
impedir a sabida desse individuo em algum navio
de vela oa no paquete francez, que esta va a largar
para a Europa ; e a aatoridade oo dorma. Pois
bem ; depois da sabida do paquete francez. eu fui
procurar o Sr. ministro da justija e disse-lbe que
fra informado qoe o- crirmoiso desapparecera.
Poocas boras depois a polica verilicava o faeto.
Sabe V. Exc. romo o individuo saMo ? Nao foi es-
condido, mas eom passaporte da secretaria dos ne-
gocios estrangeiros....
O Sr. C. Ottoni : Passaporle com o sea no-
mo, e at a secretaria se abri u*am domiogo para
Ih'o dar.
0 Sr. Tavabes Bastos- : Veja V. Exc para
que servem os passaportes L est esse bomem
vivendo muito a sea gosto em Portugal, segundo
me parece, esperando uma opportunidade era que,
depois da absolvijo dos executores desse escan-
dalosisskno assassioato, possa elle tambera affroo-
lar a moralidade publica e alcanjar um verdict de
absolvieo.
Eis-aqui para qae servem os passaportes I Se
para darem am tal resoltado, aotes nao se escreva
nma semelbante Irrisao na lei; abandonemos fran-
camente essas ptes isoteis; sejan os ministros
liberalissiraos dignos dos seus compromissos li-
beraos.
0& passaportes para nada servem ; valia mais
nm projeclo qae os abolisse inteirameute, do qoe
esta meia medida da emenda, que nao resolve a
questao, e deixa lado no vago de uma autorisajo
indefinida. (Apoiados. Muito bem.)
O Sr. Martim Francisco (ministro da justiqa):
Se eu tivesse, Sr. presidente, de entrar em con-
currencia de liberalissimo com o oobre deputado,
creio que fra difflcil i S. Exc poder roobar-me a
primazla nesta materia. Son daqoelles que acre-
ditara com Laboulaye que o partido liberal nio
ama seita estreita e pequea, mas uma igrtja de
ampias proporjoes, onde se receben), sem indagar
as datas, todos aquelles que lm pensamentos li-
beraos. (Apoiados : multo bem.)
O Sr. araujo Barros :E com especial agrado.
O Sr. Ministro da Justiqa :-Posso argumen-
tar com vanlagem neste terreno, porque nem ao
meos pejo indulto ao mea paiz par o mea passa-
quando comecei a comprado ; der o que eram as
institnijSes polticas do pas era liberal, fai-o des-
de academia, continaei se-lo sempre.
Tenbo lutado ao lado do partido liberal as bo-
ras da adversldade, e nem sempre as boras da fe-
lecidade tenho aceito as modiflcajSes, que a for-
tuna maltas vetes imprime aos peasamentos dos
partidos.
Assim, Sr. presidente, embora pareja qae o no-
bre-deputado e aquelles qae o acompaoham que-
rem estabelecer uma especie de chancellara para
distribuir diplomas de liberalismo, tenho a decla-
rar-Ibes com toda a franqoeza, que soa e serei li-
beral a despelto da vontade' de. qaem quer que
am projecto
em relajlo a passaportes, en dira com toda a
fraoqaeza, como acab de declarar o nobre depa-
tado, qae sobretodo os passaportes para o estran-
feiro me parecem completa inatilidade (muitos
apoiados), porqoe, senbores, experiencia tem de-
monstrado qae aquelles individuos que tem passt-
portes mais em regra, livres de qualquer saspei-
tas, sio aquelles justamente que tem a receiar de
os uo tr nestas condijoes isto os erlajuosos
sai os que se preparam perfeilamente para sahlr
de qualquer paiz.
O individuo qae nada tem a temer, muitas ve-
zes sujeto a um descaldo, qae o pode fazer parar
no raalo'da soa vlagem, que o pode expora ser
preso. "
Ea, pois, abando as ideas do nobre depatado
sobre este ponto, e ja digo qae, se se tratasse de
iniciar o projecto aqui oa caman, ea dina : dai absolutamente arbitrio algum ao governo, di-
zei que esto abolidos os passaportes para o estran-
geiro.
Mas agora o que gas a cmara deseja ? A c-
mara deseja sem dnvida ebegar ao sea fira, abolir
com a mator brevidade' possivel essas reslhc(ois
atrasadas, qae nos paizes adiaolados nio existem
mais. Se assim, parece que com essa declarajo
do governo a autorisajo pode ser votada de nm
modo conveniente. Se, por exemplo nos fosse lici-
modiAcar a emenda do senado...
O Sr. Tavares Bastos : Nao podemos modifi-
car a emenda ; oa bavemos de approva-la, ou ba-
vemos de rejaita-la.
O Sr. Ministro da Jus'ija :Diz raaito bem ;
se se rejeitar a emenda, sera' mais difflcaltoso che-
garmos ao nosso Am ; por isso o oobre deputado
coocluio bem, dizendo que, nao podendo ubler lu-
do que deseja, ao menos quer dar uma autorisa-
jo qae vai por em prova os sentimenlos liberaos
do governo. Asseguro que o governo sabir-se-hi
perfeilamente desta experiencia. (Muito bom.)
Asseguro desda ja ao nobre depatado e a cma-
ra qae, looge de ter a d tcasloacada de preten
der modificar o regimeoto dos passaportes para o
tornar mais vexaiorio pelo contrario, tenho a idea
de a tornar o mais liberal qae seja possivel.
Vozes :Multo bem I
o Sr. Ministro da Justija :Sinto mesmo que
a idea venba ja do senado um pouco limitada.
O Sr. Tavares Bastcs da ura aparte.
O Sr. Ministro da justija :Voto pela emenda
do senado, porque entendo que o meio mais rpi-
do, declarando comtudo ao nobre depotado que, se
a cmara me livrasss da responsabllidade, sem
duvida demasiadamente pesada, de tarde elaborar
um projeclo sobre passaportes. se fosse possivel
formula-lo ja, com mais satisfajo aceitara este
trabalbo do que a responsabilidad! qae vai pas-
sar sobre mira.
Mas, ama vez que nao tenho outro remedio se-
oo aceitar essa responsabilidad, promello das-
empenha-la no sentido mais liberal que fr pos-
sivel.
Vozes :Muito bem.
O Sa. Pereira da Silva : Depois da declara-
jo franca e decidida do nobre ministro da justi-
ja, nao posso deixar de votar pela emeoda do se-
nado ; conseguir-se-ha assira vanlagem ; obter-^e-
ba algomprogresso e melboramento. Repeinado a,
conservaremos stata quo (apoiados); isto per-
petuaremos o dominio de nma legislajo vexaloria
e intil acerca da questao dos passaportes.
E' materia grave, seohores, a qua actualmente
discutimos; trau-se da uma medida reclamada
por todos os ioteresses sociaes e polticos, por to-
das as ideas da civlisajo moderna (muito bem),
por essa situajo do mundo, que creou um tal qual
cosmopolitismo entre os cidados de diversos pai-
zes, e os collocoa no maior contacto, pela faculda-
de das communieajoas a pessoas.e relajoes com-
merciaes ; traia-se de urna llberdade civil pratica,
e do que precisamos, pois que liberdades polti-
cas as tamos consonadas bastante.- as nossas ras-
tiluicoes ; faltara aos muito as individuaes, civis e
praticas para o desenvolvmento do paiz.
Traba mionas apprehensdas a respeito da emen-
da approvada pelo senado em substiiuijo ao pro-
jecto qae tive a honra de offerecer a coaslderajo
da cmara na sesso de 1861. Parecia-me que eila
o pelorava, deixando ao governo o que o.corpo le-
gislativo poda resolver por si-..
O Sr. Tavares Bastos :Apoiado.
O Sr. Pereira da Silva :O projecto por mira
apresentado cootiona as disposijoes claras de que
careca a sua idea capital ; vota hoje pela emen-
da do senado no repellir urna inovajoqualquer
e esta nao sera' sempre um progresso, anda que
menos completo do que o do orojeeto primordial ?
Ja que tudo se oo pule alcanjar, consga-se
pelo menos alguma cousa. Quero fiar-me na pala-
vra do nobre mioistro da justija, na declarajo
expressa que fez de que no aso da delegajao que
vai receber para regular esta materia, segair lo-
(eiramenie os principios mais liberaos hoje admi-
tidos por quasi todas as najdes da Europa, por mui-
tos paizos mesmo, que nao gozara dos beneficios do
governo livre e systeraa parlamentar.
Deixe-se aos cldados nacionaes e estrangeiros
plena liberdada de entrar e sabir do imperio ; era-
empec-la, alm de intil al para a boa polica,
importa om despotismo proprio s de owros lem-
pos, que nao dos moderos.
Vozes :Muito bem, mudo bem.
O Sr. Tavares Bastos-:Sr. presidente, ha pou-
cos das acabei de levar ama ligio que me fjcara
em memoria : voo fazer todo o esforjo para dizer
em tom neutro o qoe julgo aiuda necessano res-
ponder ao nobre ministro da justija, porque a c-
mara bera sa recordar de que corro risco de per-
der as rainhas palavras pela inflexo- ou tom de
meu discurso.
O Sr. Ministro da JcsrifA :Nao corre, nen-
bam risco, porqae a medida ulil e hei de votar
por ella.
O Sr. C. Ottoni :Vota porque a origam nao
do nobre deputado, do senado 1
O Sr. Tavares Basto* :Nao vpj S. Exc. na
insistencia das miohas observajoes senao o desejo
de saber o que o gbveruo vai f>zer, e at nao du-
vido corapnraentar aS. Exc pelo final do seu dis-
curso.
Nio impertinencia, nao tenho intenjJo da mo-
lestar ao nobre ministro, porm S. Esc. nao satis-
fez a ratona pergunla.
Este projecto anda ha quasi dous raezes na or^
dera do dia, creio mesmo que ja o anno passado se
deu para a discasso. Ora, o nobre mioistro incoa-
restavelmenta sabe de lodos os negocios da sua ra-
partijo ; de certo qae est perfeitamente informa-
do da legislajo sobre passaportes ; isto ponto de
f e dogma para raim, como o sea liberalismo :
como, pois. quando pergunto o que vai fazer cora
esta medida, S. Exc. nao ma responde ? quando
uma tal autorisajo poda espanlar-me, se nio fos-
se a certeza de que peior do que existe nenaum
ministro podera fazer I
A lei de i de dezembro diz somante o seguate
no sea art. 12: Nmgaem podera viajar dentro
do imperio sem passaporte, nos cases e pela forma
que o governo estabelecer nos seus regulamenlos.
Ora, ficamos incontestavelmente esperando a so-
lacio deste negocio da boa iospirajo do nobra mi-
nistro da jastija on do sea saecessor, porque creio
qae S. Exc nao ser etaroo no ministerio, quem
sabe se d'aqui a bancos dis ja nio exists I (Riso.)
O Sr. Soi'za Carvalho :A iniciativa nao s
dalle, do ministerio.
O Sr. Ministro da Justija .-Nao posso assegu-
rar senao qae, nos limitas da aatorfsajio, hei da
faz-la o mais lib-ral possivel.
O Sr. Tavares Bastos Tomando em conside-
rajio o aparta do nobre depatado por Pernambn-
co, qae nio se pronuncia nestas qaestdes senSo
com perfeita consciencia do que da (apoiados), me
permitlira S. Exc. qne Ibe pondere que nao pro-
clente o motivo qoe invocsu para dispensar urxa
expllcajo positiva do nobre ministro.
O nobre ministro leve tempo sufflclenta (o pro-
jecto est ba muito oa ordem do dia) para enten-
derse com seas coliegas e para dizer-nos o qoe
que vai fazer. (Apoiados.) Sara nova doutrina para
o governo, qae, quando pede ou aceita uma auto-
risajo, nao d
Usada. Deoals, no relatorio do nobre mioistro nio
se falla oisso ; nao temos outro meio de esclarecer-
nos sobre a opiniio do nobre ministro seno o de
interpella-lo agora.
Perdoe-me o nobre ministro da jastiga ; a minba
insistencia razoavel, nio s de opposiclonista;
at nie estoa repettndo mais qae a opinio de al-
guns dos nobres deputados da maioria, qne ha poa-
co deram o exemplo da votar com a opposicio.A
emenda concede nm arbitrio ao governo; pergun-
fc-a (apoiad'o'Fqoe sao ped liceeja para se-lo, e tft.ao governo : Como qoe havels de executar
tem reconbejo sBlioas ou pachas qae possam dis- essa autorisajo T Isto mea direito, e obrigajo
triboir laes diplomas.
O Sa. C. Ottoni :E* am engao ; nos que
fomos demolidos. ,
OSn. Ministbo da Justija :Tambem nio os
Semillo ; tambera eoWodo qne os nobres diputa-
os podem divergir de nos, conservando entretan-
to, oa ao menos estando convictos de qoe conser-
vara os seos peqsameQtos libirie. (Apoiados)
do governo responder (apoiados), tanto mais qoe o
autor do projeclo foi explcito, n&o deixou dovidas,
disse qae a legislajo dos passaportes para fra do
imperio fosse a mesma sobra os passaportes para
dentro do paiz; sto qae positivo, qae resol-
va todas as davidas.
O nobre ministro sabe multo bem destas cousas;
S. Eje, teto perleitimente meditado sobre todo? os
pela cmara. Gbamarel, pois, a altenjio do nobra
ministro par u a desse pontos, afim de qae o eos-1
sidere no sea regatimeolo.
Ha paizes onde ovisto-dos passaportos valem
Ktai009.'?nM A810 -rass <&* o P"" de vida do
actaal ministerio): a exigencia do-visto-de seis
m seis mete, p manto digua de ser abandona-
a imitemos nlsto os oatros paizes. Ea dieo ane
estenda-se o prazo dos-vistos, eomo mel indi-
recto de acabar com o passaporte oa de annulla-lo
Chamo igualmente a altenjSo do nobre ministro
para as formalidades actoaes: dispensa-las o
que elle faria de melbor. '
Mas eu jo qoe a cmara esta' desatienta (oio
apoiados) o nobre ministro nao me respoade es-
tar cerumente rindo da minha Ingennidade e
acreditar que elle tera' tempo de se capar eom
isto. (niso)...
Felizmente temo3 o conselho de estado, e elle
qae val fazer o regulamento; grande fortuna,
n am tempo destes, em qae os nobres ministros
al ja nao teera tempo para llrem os papis das
respectivas secrSas, haver o conselho de estado !
Elle esla' immeosaoiente atarefado, mas la' vira'
um bello da, talvez muitos annos depois de eabir
o actual gabinete, em qae formule o regulamento
dos passaportes.
Sr, presidente, o conseibo de eslado nestas coa-
sas liberal; s o oo nos negocios de maior
Importancia. En espero qua elle formule am rega-
lameato satisfactorio, e raaito estimare! qae o faja
a tempo da poder transmitir as mais remotas ge-
rajSes o nome do nobre mioistro da justija.
O Sr. Martim Francisco (ministro da jostija):
Sr. presidente, o nobre depatado pelas Alagoas
exige o qae nunca se exigi de ministro algom
(moltos apoiados), exige quo para dar a antorisa-
jo de que t'ata a emenda eu desde ja apresento
um projecto de regalamenlo formulado para qoe
elle o examine em todas as saas minuciosidades.
O Sn. Souza Cabvalho :Antes de dada a auto-
risajo.
O Sr. Ministro da Justija :Nasle caso a auto-
risajo perderla a sua natureza.
Ura projecto iniciado por om nobre depatado pe-
lo Rio de Janeiro foi modificado no seaado e voltou
a esla cmara. Cbamado a manifestar a minba
opinio sobre a materia, em relajo a qaal o nobra
depotado pelas Alagoas declarou que o meio mais
rpido qoe temos para ebegar ao Am desojado
justamente approvar a emenda da sanado....
O Sa. Tavares Bastos :Apoiado.
O Sr. Ministro da Justijv:___declarei qua
astava de accordo com o noore deputa lo e que ap-
provo a emenda. Qoer, porm. o nobre depntado
qne eu desde ja' diga com toda a menuciosidade o
que hei de fazer. ( Riso).
Eu smente posso dar ama idea geral do meu
modo de pensar, e qoe desejo abolir todas as res-
triejoes nos passaportes para o estrangeiro, como
sejam maltas, fianjas, annunclos dos jornaes, etc.
A razo a seguinte : entendo que o eslado nao
tem motivo para exercer nma totella cooliaaa em
relajo aos mteresses particulares ; cuidem os ere-
dores de velar para que nao se aosetem os seas
devedores, pois qua esso totella incommoda nada
tem de coramum cora a misso do governo.
Aproveitou-se o nobre deputado da occasio para
reproduzir uma queixa que mais de ama vez tem
manifestado a nobre opposicao, e que innmeras
quesies sejam sujeitas ao'exame do conselho da
estado.
O conselho de estado, Sr. presidente, uo foi crea-
do e no mantldo como pra mola desnecessaria
da edmioistrajo.
Assim, evideote qae, qaaudo em materias ira-
portantes consultamos essa corporajio, em vez de
termos em poaca montaos mteresses pblicos, pelo
coDlrario manifestamos ara cuidado estremecido
por esses mesmos Interesses. Desojamos oavir ama
opinio auiorisada qae nem sempre aceitamos, por
que o nobre depotado ha de ter lido muitas vezes
opims nossas em discordancia com a do conselho
de estado.
Eu acredito, Sr. presidente, que o paiz nao po-
dera' ser devras feliz, nem attiagir ao sea mxi-
mo grao de progresso, se nao qoaodo o nobre de-
putado pelas Alagoas e mais alguna amigos seas de
saa escolba assumirem as rdeas do goverao.
Asseguro a V. Exc. que, apezar da ma' idea qae
o nobre deputado faz do ministerio actual, oo bai
de nessa occasio fazer nma opposijo systematica
como a que o nobre deputado esta' dlsposto a sus-
tentar, por ul forma qoe quando S. Exc, o qua
anda agradejo, procura encarainbar o ministerio
actual e a maioria da cmara na senda do progres-
so e do desenvolvmento, S. Exc sempre acompa-
nba as saas iniengoes benvolas, que, repilo, muito
agradejo, cora alguma? censaras, para nos tornar
pouc agradavel a posijao que nos qoer obrigar o,
tomar.
Eu pois nao quero imlttar o procedimsnto do no-
bre depotido : quando achar que as suas ideas sao
boas, efHcazes para o bera do paiz, deixarel de par-
le as desforras que tenba a tirar, e acompaoharei
o seu carro de triumpbo.
Ja v o nobre depotado que estoa longe de raa-
goar-me eom as reOexoes que continuamente faz
sobre o nosso coraportaraeoto, com i ma' idea que
diz formar do ministerio ; se o nobre deputado pro-
cura contrariar-me, perde os seas esforjos-; sai
comprehender a poswjo do ministerio, e coubejo
que devo revestir-me rln malta paciencia.
Quando aceit-i o dilcil encargo do tomar parte
a-i direcjo do estado, estava resignado a suppor-
tar as Injirstlcas da opposijo e declaro mal ao
nobre deputado que quando S. Exc. acompanhar as
suas rellaxoes com qualquer cansnra, eu, se a ma-
teria parecer importante, hei de volar com a sua
opinio, se a jalgar razoavel, deiaaodo correr por
conta de Sv Exc. os comraeotarios acerbos e as cen-
suras iDjusias. ( Maito bera, muito bem).
Ninguem mais pediado a palavra, e pondo-se a
votos a emenda, approvada.
Entra em discussio o parecer da. commissao da
polica acerca da reforma do regiment, em rela-
jao a's sasMl?s desta cmara.
0-SRi Tavares Basto*:Sr. presidente, trago
aqui um presente da (estas para o ministerio.
(Apoiados. Hilaridade).
OSr. Souza Carvalho :E'um bello presente.
OSr. Tavares Bastos: Realmeato o nobre de-
potado por Pernambuco o considera tal 1
Hoje o anoiversario parlamentar do actual mi-
nisterio : como, pois, deixar de Ibe (azer nm
brinde 1
Sr. presidente, eslou convencido de que as emen-
das substitutivas que vou offerecer ao projecto da
mesa para a reforma do regiment hao de passar
cora o apoio geral da cmara.
OSr. Souza Carvalho :Creio que sim.
O Ss.Tavares Bastos:Talvez nao encontrem
o de alguns nobres deputados que nio attendarem
bem, nem a forma, nem ao fia das minbas emen-
das > mas aquelles que antes de tudo desejam qua
a pro veneraos o tempo, e que economisando s dis-
enso 3es
OSr. Souza Carvalh* :Apoiado.
O' Sr. Tavabes. Bastos:.......obrigaemos os
governos a fazerera alguma cousa de ulil para este
paiz, sem se desculparem com esse pretexto frivolo
da que a opposijo nio os deixa andar, pretexto
qne se ouve invocar todos os das; esses ho de
approvar as emendas que voa propor.
Sio precisas aignmas ligeiras reformas do regi-
ment. Ja' vejo o sorriso brilbar no semblante da
nm dos nutres ministros, o qoe Indica sorle qaa
espera o mea projecto.
Sr. presidenta, sobre esta materia oo tenho enms
promissos com meas illustrados coliegas da oppo-
sijo. Garrego s com esta responsabilidad?. Nio .
faltarao malvolos que digam que ea qaero cons-
tituir o rgimen da rolba on privar as discussoes
da liberdade ampia de que gosara, e ddm a estas
medidas ioterpetrajes absolutamente injustas. Mas
nao rae atemorisa essa Djushga.
Ha muito tempo tenho orna razo capital para
desejar esta reforma; nao coisignei as miohas ideas
em emendas por nio ter'apparecido opportunidade
to feliz. Vou explicir-me.
Estou convencido de qoe o nosso regiment ex*
cellente ; com algamas correegoes alcanearemos o
resaltado de brevidade as dlscassoes ses-oes fe-
candas ; duas coosas qae neste pan *s necesslfa-
des actoaes exigem imperiosamente.
Precisamos de lempo. A cmara sabe qae a*oa
todos os membros do parlamento podem demorar-
se na corte, j pelas grandes distancias, j pe mj-
datca de clima fatal par algans hab Untes dos ex-
iremos do imperio, J* por ootrs conslderj3es que
nao carejo referir. (Apoiados.) *
Entre tanto apenas quatro mezes sao destinados
oara as sessdes, e difflcil conseguir prorogagoes
por mais de 15 a 20 das. Quando le pretende
maior prorogajao nanea se coosegoe reunir na c-
mara dos deputados numero safBcieute par os tra-
bamos.
(ConfiHMarst ka.) ) -
TYP. DO DIARIOR DAS CRUZESfN. M.
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