Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11365


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Full Text
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ANNO XLI. NUMERO 208.
P1,i A S**** E LUBABES O.YDE SE NAO rABA POSTE,
Pr,(rMn4iuU QARTA FEIRA II DE SETEMBRO DE 1867.
FAMA BEMBO E FOBA DA PBOVIXCIA.
P.r tres mmiaOutaiii.. r. rr rr ,. ... ,.- ,. r. ,. r.: ;. r. rr ..
Por seis ditos idea, fr..........
ror seis anos wem. ir..........
Par bot ditos idea.........., ["
Por u uh idea., a ........................^
W7
48,5500
2W250
27*000
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wmmmm m vwxmmw m immmin a>i mwm vmmmb m mma nouniM, ama ipitmiiiMULw
JENGARREGADOS DA SUBSCRIPTO.
Parahyba, o Sr. Antonio Alerandrino de Lima-
Nltal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty'
o Sr. A. do Lomos Braga; Gear, o Sr. Joaqaim'
os de 31iveira; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Aires & Filbes; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Gosta; Alagoas.o Sr. Franeino lavares da Costa;
ahia, o Sr. Jos Martins Alvos; Rio de Janeiro
o Sr. Jos Ribeiro Gasparinbo. '
PARTIDA DOS STAPETAS.
Olinda, Cabo, Eseada o estac5es da va forrea at
Agua Preta, todos os das.
Igaarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Anlo, Grava?., Bezerros, Bonito, Caruar
Altinbo, Garanhans, Baique, S. Bento, Bom Con'
seibo, Aguas Bellas e Taearatd, as tereas-feiras.
Pao d'Albo, Nazaretb, Limoeiro, Brejo, Pesqnelra
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Oarienry, Salgaeiro o Ex, as qaartas feiras I

I Sarinbaem, Rio Formoso, Taoaodar, Una, Bar-
reiros, Agua Preta e Pimenteiras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUXAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommereio : segandas e quintas.
Relaco : tercas e sbados s 10 horas.
Fasenda : qaiotas s 10 horas.
Jalzo do commerc/o : segundas as 11 horas.
Dito de orpbos : toreas o sextas is 10 horas.
Primoirt vara do cvol: tercas o sextas ao molo
dia.
Segunda vara do clvol : quartas e aabbades a
1 bora da tardo.
EPHBafERIDES DG MEZ DE SETEMBRO .,
5 Qoarto cresc. as 8 b. e 39 m. da t.
13 Loa cbeia as 9 b. e 41 m. da t.
24 Quarto ming. aos 17 ro. da m.
27 La nova as 8 b. e 50 m. d t.
------
DAS DA SEMANA.
9 Segonda. 8. Doroibea m., S. Gregorio m
0 Terca. S Nicolao de Tolonno, S. Salvl?.
H Quarta. Ss. Proto e Jacimbo Irs. mm.
2 Quinta. S. Macrobio ro., S. Liborio m.
13 Sexta. S. Anta v., S. Herooides m.
14 Sabbado. S. Materno b., S. Salnsiia v.
15 Domingo. Ss. Nicomedes e Meletlno mm.
*
PARTE OFFICIAL
VERSO DO BIIPADO.
SEDE VACANTE.
Copia de algum dos despachos dados pelo
Bvm. Sr. conego governador do bispado
cm o mez de agosto de 1867.
Francisco Nunes de Paulo, natural de
Olinda e morador nesta cidade, teodo-se
proclamado para casar com Maria Nicacia do, .-- *.. oauu,.uu, uo-ia u a
Espirito Santo, foi impedido por Joaquina cante aproveita-lo, visto ter de fazer a sua
Leocadio de Freitas, pede ser admittido a via ^presentar provas qoe dejtr.uam dito impe- logar.
x
I PREAMAR DE HOJE.
Prlmeira as 11 doras o 42 m. da manha.
Segunda as 12 horas o 6 mnalos da tardo.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o su! at Alagoas a 14 o 30; para o nortr
al a Granja a 15 e 30 de cada mez; para Fer-
nando nos dias 14 Jos mezes Janeiro, marco, majo
juino, setembro e novembro.
gnezia o Rvd. Antonio do Monte e Silva,
pede Ihe passe provisSo.Por determinarlo
do Exm. Sr. bispo D. Maooel de Medeiros
foi prohibido aos R -ds. paro ;hos fazer oo-
naeaco de coadjactores, cabendo-lhes t5o
somonte propor este ou aqaelle sacerdote,
aQm de que o ordinario o nomeie se jalgar
conteniente.
Felippe Correa de Aragao, do Rio Grande
do Norte, pedindo dispensa de proclamas,
visto ter de faer urna viagem.Tendo esta
semana um dia santificado, de va o supplt-
dimeoto.utpado com o impedimento su
bam conclusao.
O mesmo, dizenio que nao existindo ter
Rita Maria da Gonceicao pedindo provisao
por tres annos para se celebrar missa em '
,seu oratorio privado.Nao pode ter lugar!
mo de impedimento em fre^uazia aiguoaa a concessio da provisao. Permiti quese
desta cidade nem na de Olinda, e sim um; celebre urna miss? no oratorio privado do
aviso do Exin yigario capitular prohihiodo o! suppltcante no dia de Nossa Senhora da Gon-
casamento do supplicante co.n Maria Nicacia ceigo, ou outro do seu oi ti vario.
pede ser admittido dar suas prnvas em
contrario.Seja intimado e impedienta Joa-
quim Leocadio.para comparecer neste juizo,
aflm de renovar o impedimento opposto ao
supplicante.
O mesm, presentando termo de desis-
tencia do irapediente Joaquim Leocadio de
Freitas.-O Rym. vigarioda Boa-Vista infor-
me que f Ihe merece a declarar que faz
Joaquim Leocadio de desistir do impedi-
mento que havja opposto.
Adelmo Claudico Durte e Anna Amelia
1 uarte pedem .dispensa de proclamas para
sccasarm ha provincia da* Alagoas donde
sao natoraes e moradores.Havendo na
prxima semana um dia santificado, nao
tem lugar dispensa que requerem.
Antonio Domingos-de Almeida^Pogas no"
achando nos livros da mitriz de Santo Anto-
nio o [lancameoto do seu casamento, como
pro va com ,certido junta, e conservando
om seu poder a cerlidSo dj sacerdote que
assistio ao seu recebimento, requer que
mande avista della abrir o competente as-
sento.Conformando-me cora a ioformacao
do Rvd. parocho de santo Antonio, autoriso
ao mesmo Rvd. par-ocho para, avista da cer-
iidao inclusa, lanpr no livro competente o
assento de casamento do supplicante.
Antonio Das do Nascimento, nao achando
a ccrtidao de seu oaptismo na matriz de
S. Jos, camo prora com o documento do
vigario, pede ser admitxido a justificar que
nasceu em oulujro de 18*1.Recorra o
supplicante freguezia de Santo Antonio
desta cidade, qual pertencia o territorio da
fregnezia de S. Jos no tempo era que teve
lugar o baptismo do mesmo supplicante.
Alexandrina Maria da ConceicSo, natural
da ilha do Itamaraca, tendo desde a iafancia
morado em Iguarass," e ha. quatro annos
nesta cidade e desejando casir-se com Mar-
celiino Fraocisco Borgs, pede dispensa dos
proclamas deliamarac.Certificado o Rvd.
parocho de que a nubente veio do lugar da
sua naluralidade com dous annos deidade,
julgo desnece8sarios os proclamas de natu-
ralidade da mesma nubente.
Rvd. Beato de Barros Mendoza vigario
do Inga ;endo nomeade coadjutor da sua fre-
FOLBETIM
D. BRINCA DE LiNZi
RECOiDACES DA CORTE DE FELIPPE II
Romanee historie original
Por E, Fejo de Mendoza.

PARTE I
Redmp^So por amor
LIVRO l-
os DOUS FAVORITOS.
(Continuado do n. 206.)
CAPITULO VI;
Um soccorro inesperado.
Effectivamente era Branca, resplandecen-
te deja ven lude e de formosura, Iluminada
por um fulgurante raio. de sol, que a cir-
tundaya de urna brilhante aureola.
Trajava urna veste de velludo roxo bor-
dada de ouro e por cima outra de seda
branca com guamiles de perolas. Ao pes-
coco brilhava-lhe um rico collar de dia-
mantes.
Antonio ficon mudo de assombro, con-
templando a arrogante figura da sua antiga
promettida. Nunca lhe parecer t5o for-
mosa, e a dizer a verdade, nunca como en-
lo hrilhra tanto a magestosa belleza da
rmaa de Lanuza. ,
No entanlo Branca, sem fazer caso da
sorpreza do sea anligo amante, estreiton
teroamente G estanca contra o sen concSo,
o tomando-a nos bracoi, como poderia fa-
zer com um menino recem-nascido, sentou-
a Prez, de p, contemplava as doas damas
sem dizer ama palavra, com gesto sombro
e contrariado.
Aquello silencio nlo poda prolongar-se
por muito tempo. Branca, por fim, excla-
aou olhando Antonio Prez com fra e alti-
va tranquillidade:
Senhor Antonio Prez, don g'r^as ao
co porque me permittio categar a tempo de
evitr a esta pobre creatura o maior dos sa-
crificios que pode exigir-se d urna mu'her,
u a vos um novo crime, cujas conseqnencias
tal vez fossem mui terrivis.
Quintiliano da Luz, morador em Nossa Se-
nhera do O' de JTraip, tendo construido
urna casioha de oracao defronte da sua re-
sidencia, pede provisao para se celebrar o
Santo Sacrificio da Missa e diversas festivi-
dades.O Rvd. parocho infornje circums'
tanciadamente declarando se oratorio ou
capella publica.
Antonio da Silva Lemos tendo corrido
proclamas para casar, com Maria Innocencia
da Silva, pede dispensa do lapso do tempo I
dos mesmos proclamas.Dispenso o lapso
de tempo para podere a receber-se em ma-
trimonio independente de novos proclamas.
Bacharel Antonio Manoel de Arag5o e
Mello, natural da fregaezia de Bananeiras,
n5o achando certidao de baptismo, pede para
justificar que nasceu em 1 de fevereiro de
18 i 9, e foi baptisado em maio do dito anno.
Declare que certidao apresentou quando
teve de matricular-se na academia em que
recebeu o grao de bacharel.
Angelo Miguel do Sacramento pedindo
licenca para qualquer religioso baptisar o
filho do supplicante.Declare o nome do
religioso a quem pretende convidar para
Ministro desse Sacramento.
Fraocisco do Reg Duarte, desejando ca-
sar com M..., e tendo sido impedido por seu
pai que lhe nlo den permisso, como prova
com o impedimento junto, aprsenla al vara
de suprimento de idade, e pede que, avista
delle. fiquo de nenhum effeito o im,>edi-
mento.O Rvd. parocho fa^a r.onhe;er ao
pai do supplicante o alvar de supprimento
de conseotim -nto, passado pela autoridade
competente e s deixar de reaiisar o ca-
samento se o pai do supplicante aggravar
para a relaclo; no qual caso ser cassada a
licenca pelo juiz de orpaos.
O mesmo.Urna vez que a licenca obtida
Celo supplicante nao foi cassada pela auto-
ridade competente, pode o Rvd. parocho
proceder desas'sombra lamente ao casamento
do sjpplicante' com M....
Levindo da Costa Menezes, natural de Tra-
cuohaem, tendo corrido proclamas para se
casar com Thereza Emilia Borges Ucha, e
existindo ha onze amos um impedimento
opposto por Eugenia da Cnnha Cordeiro
('segundo diz o Rvd. parocho de Tracu-
nbaem) o supplicante pede que se passe
mandando para que seja ella citada como
de direito. Passe mandado de commissao
para o Rvm. cura da cathedral mandar citar
a irapediente, que, como diz o Rvd. parocho
mora em Beberibe, afina de, perante o mes-
mo Rvm. cura ou perante este jnizo sus-
tentar o impedimento.
M. tendo dous filbes de R. e tendo-os
feito baptisar na fregawia de Santo Anto-
nio com os nomes de M. e R., pede que,
nsta d >s {documentos juntos lhe mande
abrir hoyo assento como legitimados por ter
o suppliaote casado com a dita R.O Rvd.
parocho de Santo Antonio avista da certidao
de casamento do supplicante com a mullier
de quem teve anteriormente os filhos que
meociooa, faca margem dos respectivos'
assentos de baptismo a nota de legitimados
pelo subsequeute matrimonio do mesmo
supplicante com a referida R. -
Irmandade de Nossa Senhora da Concei-
C'o dos Montes na freguezia de Agoa Preta e
mais moradores do mesmo povoado, pedem
que seja ordenado aquello Rvd. parocho qne
informe as duas peticoes que apresentam,
visto nio ter elle querido prestar-se a esse
pedido.O Rvd parocho de Ai?oa Preta in-
forme circumstaociadameote sobre o que se
allega neste requerimento, devendo remet-
ter a informacao juntamente com o re jucri-
mento e documentos no prazo mais breve
que fbr possivel.
Jos Baptista Braga, tendo prestado a
flanea dos banhos de Antonio Joaquim Mo-
reira de Sampaio, natural de Portugal, pede
a exonerado da Manca, avista do documento
junto que apresenta Diga o Rvd. escrivao
da cmara ecclesiastica.
O mesmo.A vista da informaejo seja
I exonerado da flanea que prestou.
, Joao Hermano Conmino pediodo licenca
I para sua filha Josepha, meoor, de 11 annos,
servir de madrinha de um filho de Josepha
da Gonceicao ua freguezia da Varzea.O
Rvd. parodio da Varzea me informe sobre a
aptid5o d supplioada, e se apezar de ter
I ponca idade est ella suficientemente ins-
truida na doutrina, e tem o ncessario dis-
cernimento para servir de madrinha neste
acto.
,' O mesmo.A' vista da iaformac'o conce-
do a licenca requerida.
Jos Candido de Azedo, pedindo dispensa
, rio lapoo de lempo, e para cffocluar o 8eu
i casamento em oratorio privado. Dispenso o
. lapso de tempo, e podem receber-se em
oratorio privado precedendo a competente
licenca do reverendo parocha.
O Rvd. Manoel Francisco Pereira coadjuto
do Bonito requerendo nova provisao.Jun-
te a provisao antiga e a proposta recente do
reverendo parocho.
Rvd. Manoel Cordeiro da Cruz vigario de
Patos sendo oblido do Exm. vigario capitu-
lar urna licenca de tres mezes, e n5o tendo
ainda usado della, vera pedir permisso pa-
ra entrar no gozo da mesma.Concedo que
o reverendo supplicante entre actualmente
no gozo da licenca que obteve do Exm. viga-
Como !
Senhor Antonio Prez, proseguio
Branca, nao me interrompa, ao menos por
cortt/.ia. Sede delicado, j que nao sois
nobre. Esta pobre menina qae estreito nos
meos bracos convu'sa e chorosa, vossa
irmSa a quem deverieis proteger o servir
de pai. Porque a tyrannisais e vos trans-
formis em seu terdugo ?
Senhora, tendes concluido ?
Conclu. Respondei.
Constinca urna louca, cuja felicidade
desejo. Propoaho-lbe um casamento qoe
ha de fazer a sua felicidade, e nega-se a
obedecer-me.
A sua felicidade ? Ah 1 Se desojis
a sua felicidade, deixaw casar com Joao de
Laouza. Ignoris, por acaso, que ama?
Nao, mas o seu enlace com vosso ir-
mo impossivel, porque nao sou eu s
quem offereceu a D. Pedro Fajardo a mo
de Constanca, mas sim o rei. J vedes que
impossivel nao obedecer.
0. rei, dizeis ?
Sim, senhora.
Ah 1 pois se nao mais que isso, eu
^os. asseguro conseguir de S. M. que revo-
ge a sua palavra.
Vos, senhora ?
Duvidais por acaso.
Ob I oao, cortamente ; mas nao posso
nem o devo consentir.
E porque ?
Por causas que vos peco permutis
qoe me reserve.
N5o admiti essa desculpa.
Euto...
Ouvi-me. AnSei muilas leguas para
qu me oucais. Teoho esperado esta con-
ferencia na dous annos, e s a tenho, sendo
para mim lao dolorosa, pela felicidade da
minha afilhada, desta menina querida a
quem tanto amo. Vim pwa conseguir que
Constanca seja ditosa, e estou disposta, pRra
obter isto, a dirigir-vos as maiores sup-
plica?.
Eu sou a nica pessoa que tem direito
sobre minha irnta, responden framente o
secretario.
E' verdade, mas por isso mesmo n5o
podis abusar desse direito. Todo o direito
abusivo deixa de ser direito. "Alera de qoe
eu tambem o tenho, e em nome do nosso
passadi), vos supplico, Prez, qni oio vio-
lentis Constanca.
rio capitular, urna vez que della ainda se
nao utilisou.
Rvd. Camillo de Mendonca Furtado, viga-
rio collado na freguezia de S. Miguel de
Taip, pedindo para continuar no gozo da
licenca, qne obteve do governo imperial,
quando vigario de Campia Grande.Conti-
na em vigor a licenca obtida pelo reveren-
do suppliicaDte.
Cosma Elvira de Araujo, natural da fre-
guesa de Iguarass, n3o tendo sido encon-(
trado nos livros da matriz o competente as-
sento, apresenta alguns documentos, e pede
que se mande abrir o competente assento.
Passe mandado de commissSo para o
Rvd. vigario de Iguarass tomar os docu-
mentos das testemunhas, o que far gratui-
tamente, urna vez qu9 tenha certeza de ser
a justiricaote pobre, como allega.
Francisco Lopes Cardim, tendo de casar-se
nesta cidade do Recife, onde mora, pede dis-
pensa dos proclamas do Rio de Janeiro on-
de esteve por espaco de quatro annos.
Justifique ter vindo do Rio de Janeiro, sol-
teiro, livre e desempedido.
O mesmo, allegando que nao poie fazer
desp.-za com a justificaco. Informe o Rvd.
parocho sobre a pobresa que allega o sup-
plicante.
O mesmo.A' vista da informacao do Rvd.
parocho de S. Jos, dispenso o supplicaote,
de satisfazer os emolumentos da cmara ec-
clesiastica ; e sendo este autoado, justifique
e faca com vista.
Hercuteno Cesar Ottoni, natural da pro-
vincia de Minas Gerae?, desejando casar-se
com M... natural desta cidade, pede para
justificar seu estado de solteiro, livre e des-
empedido por n5o ter tempo de apresentar
proclamas, e que a justificado lhe seja to-
mada nesta cidade, e nio em Olinda.Nao
tem logar.
O mesmo replicando.Nao tem lugar a
justifleaco que pretende o supplicante a
menos que me aprsente documentos au-
thenlicos que provera que sah>o da sua pro-
vincia natal, solteiro, livre e desempedido, e
que teve o consenso paterno.
patria Antotllo dos Santos de Medeiros Agniar, o
teneote do 30* tambem "de volanunos Joao Pereira
os Uuva forres Galliodo, qm terminaram as II-
cenfas que obliveram para tratameoto desaiile
nesta provincia.
Pac ontro sim saber, qe hontem apreseotaram-
se peste quartel general rindo dacd:ts, os Srs. ca-
ptao de cavallaria commisslonado major Jos Joa-
quim Colbo, e capito do-H batalbo de ll'ao-
taria Hanoei Jjaqoim Bailo, qae fjram postos a
disposlco da presidencia desta provincia, aqaelle
por aviso de 29 de jalfco, o este de 29 de agosto
ros e nao tiverem outro rend ment alm do pro-
veniente do sen emprego.
3. Os offlciaes do exercito e armada em ol-
itciividade de servico, iqaarlelados ou embarca-
Era nome-do passado, senhora ?
Porqueros admiris?
E sois vos, Branca deLanuza, quem
se atreve a invocar esse passado ?
Porque nao?
Ah I proseguio Antonio Prez, sor-
rindo-se sarcasticameate, regeito essa re-
cordaco nos vossos labios, porque sem du-
vida tendes esque^ido que feristeis a minha
dignidade e o meu orgulho.
Eu 1 Estis lonco!
Sim, vos. Nao me dirigiste urna car-
ta insultante que ainda conservo t
A irmaa de Lanuza crou de colera, e
depois de um momento de silencio, disse
ao seu falso amante :
Senhor secretario, supplico-vos que
n5o fallemos de certas cousas, u5o por mim,
mas sim por vos. Nao me obrigueis a que
compare a minha conducta com a vossa, os
meus soffriraentos com os vossos prazeres, a
minha: resignaco com o vosso desespero, o
meo desinteresse com a vossa ambicio. Nao
fallemos de successos passados, porque nao
s5o elles a causa da minha vinda. Nao
queirais que, obrigada por vos, julgue o
vosso passado e a maneira traicoeira e falsa
com que rompesteis aquelles lagos; nao
queirais que faca urna relaco de todos
aquelles su cessos, comecando pela vossa
egosta conducta, quando deixaste sos, para
vir a Madrid, as cinzas ainda quentes de
vossa mal, e continu a vosea biographia at
ao momento em qoes por urnacasualidade
providencial, foi a minhas mios urna caria
que nunca devia ir. Como I Chega a tan-
to a vossa impudencia que queris tornar-
los a victima, arrojando sobre a minha
fronte toda a mancha qoe desde aquello ins-
tante cobre a vossa ? Ah! nao me obrigueis
a fallar... Advirto-vos que j nio sou
aquella menina terna e simples que estreme-
ca menor ameaca, mais pequea vio-
lencia, nao; hoje sou forte, forte como vos,
decidida como vos e orgulhosa como vos.
Hoje fallare!, e fallarei muito alto, mais qae
vos, e boje conseguir i a ser escotada e...
talvez vmgada, Sr. Antonio Prez.
O secretario empallideceu. A firmeza e
gravidade da sua antiga amante impressio-
oaram-n'o Vio-se sugeito aquella molher
pela malfadada carta, e raordendo os labios
de colera porque se via vencido, atreveu-se
nSo obstante a defenderle e a resistir at
( ultima trincheira,
CMiMO CAS AR1S.
(Juartel general do eoonaido das armas de Per-
nambueo na cidade do Recife, 10 de setembro
do 1867.
. ORDEM DO. DA N. 370.
O brlaideiro comrmndaote das armas faz saber
"-iiHf"*?* m Snt r.nmranianlfl;, ana saido-
du tonstoa de orde-n do dia da Secretaria do estado
dos oegaiios dagaerra de 2S de agosto ultimo, sob
n. 573, ogoveroo imperial honva por bem resolver
em-aviso de 17 do citado mez, qae os Srs. otBclaes
dos corpos de voluntarlos da patria e da gaarda
nacional quando obtivessem honras de1 postos do
exercilo, fossem logo dispaosado; do servigo do
mtsmo exercilo, a menos que se acba^sem no poso
do Henea, porque ento a dispensa seria dada Bo-
da a liceoQa.
Em cousequencia, pois, desta resolugp, determi-
na o mesmo brigadeiro cojmraaodaate das armas,
que se coosldi-re dispensado do servido do corpo
n. 30 de volnntarus da pitria o Sr. alferes Fran-
cisco Pereira da Cunha, que se acba oesu provin-
cia, e a qoem o mesmo governo couferio as honras
de alfares do exercituT-
Sio tambem dispensados do servio i, mediante a
dlsposicao do aviso circular de 17 de agosto all-'
rao, os Srs. alfares do 6* corpo de voluntarios da
unimos; bem como a 8, o Sr. alferes do stimo
bataibo de Infaotaria commlssionado lente Je-
suloo Oeocleciano de Sima Brano, qae obteve li-
cenca para tratar de sua saiide.
(Assigaado) -Joaquim Jos Gon(tlvts Fontes.
Esta conformeEmiliano Ernesto de Mello
lamoortm, tenente-aiadante de ordens ncarrega-
do do detalbe.
INTERIOR
RIO DE JA vi; IHO
EntSo, senhora, disse irm3a de La-
nuza com accento convulsivo, que vieste
buscar a minha casa ? que queris ?
Qoe nao seja sacrificada a minha an-
illada, lhe responded Branca com mais do-
gura.
O secretario pareceu vacillar por um mo-
mento, mas ceg pela colera, disse por
fim:
Senhora. o rei o quer, e minha irmaa
casar com D. Pedro Fajardo.
Oh I minha madrinha, nao me aban-
dones exclaraou a pobre menina arrojan-
do-se nos bracos de Branca.
NSo, minha filha, lhe disse e>ta levan-
tndole do lugar em que eslava seotaia ;
tranquilisa-te, pois que no casars como
marquez de Velez.
E quem poder impedi-lo se eu o
mando ? disse Prez j transtornado pela
cholera.
Quera ? respondeu Branca.
Sim, senhora, quem ?
En.
O secretario deu um passo, porque aquel-
lo eu era urna terrivel ameaca, e nao pode
deixar de lhe inspirar medo.
Confuodido e envergonhado, nao pode
resistir ao severo oluar da sua antiga aman-
te, e baixoo a cabega empalli iocendo de
colera.
A nobre irmaa de Lanuza, sempre gene-
rosa, ainda com os seus maiores inimigos,
camprebendeu toda a vantagem da sua sita-
i glo, e nSo quiz abusar della. Teve lastima
I daqoelle hornera, que matara a sua alma e
| os seus seniimentos ante a ara da sua am-
.bico e sede de riqueza, e teve d delle, por
"que lhe parecen que naquelle momento de-
S via soffrer um combate horrivel, urna
prova dolorosissima.
Impellida, pois, pelo seu nobre carcter,
olhoo por um momento o acobardado secre-
tario e depois Constanca- Julgou que nao
devia abandonar a pobre menina indefeza
tyranaica autoridade de seu irm3o, que sem
duvida a sacrificara sua ambicio, mas
tambem peosou que o seu anligo amante se
comprometiera com Felippe II, o qual por
\ sua vez empenhra a soa'real palavra. Con-
sideroo, pois, que n3o devia aterrar Anto-
nio mais do que tinba que o affligir com a
soa decisSo de salvar Constaoca, e depois de
um momento de silencio, ranea, proco-

Na sesso de 27 do passado foi mandada impri-
mir a redaeco das emendas apresentadas em 1*
discussio a" proposta do orfamento geral do im-
perio, tenia parte de receila flcou assm organi-
sada :
Art. !. O governo flea antorisado para re-
ormar a tarifa das affandegas e os respectivos
regaiamentos na parte qne lhe forem concernentes,
sob as segaloiM bases:
1.* s urifdades da tarifa, sobre as qaaes as
sentaro as taxas, sero as do systema mtrico, I
decretado pela lei n. 159 de 26 de juubo de
lo02. J
t 2.' O despacho por peso sera' extensivo ao
maior numero posslvef de mercadorlas, prefenn-
do-se o peso broto ao peso liqoido.
3.' Sempre que fr possivel, sero rednzi-
das a urna s, tomando-se para isso um termo-
mdio, as qualidades ordinaria, enlre-fina e fina,
em que subdividem se diferentes artitros da ta-
r Ifa.
> 4/ As taxas seo applicadas de modo qoe
abranjam o maior numero de artigos de cada urna
das classes em que se divide a tarifa.
5. Poderao ser elevadas al 20 por cento as
taxas actuaes dos tecldos de seda, porcellanas e
crystaes, fumo de qualquer modo preparado, ma-
deira em obra ou quaesquer objectos de laxo.
t | 1. O governo podera' mandar cobrar em
moeda de ouro pelo valor legal, do 1. de Janeiro
prximo fataro em diante, 15 por cento dos direi-
tos de Importaeo.*
. .1, ** ^ o'oioo pora" em execncJo a nova ta-
rifa a' proporco qoe fr organisando as soas res-
pectivas parte, e depois de fazer as eorrecsSes qoe
a experiencia- aconselhar a submettera' a' approva-
fao do poder legislativo.
Art. 1" Coorar-se-ba de cada pessoa nacio-
nal ou esirangeira que residir no imperio e llvtr
por sua conta casa de babitacao arrendada ou pro-
pria, anda que nelia nao more, am imposto de
3 oor cama tabre a rendimeato locativo aouual
nao Inferior a 480O0O na corle, a 1805&O0 as
capitaes das provincias do Rio de Janeiro, S. Pau-
lo, S. Pedro, Baha, Pernamboco. Maranhao e Pa-
ra, 12OJ00O oas demals cidades e a 61$ nos mais
lugares.
1. O arbitramento do valor locativo, em fal-
la de recebos nao contestados, sera' felto com
aitencao ao local da habitago: do arbitramento
havera' recurso para as thesourarias de faienda, e
destas para o tribunal do tbesoaro nacional.
Nao se comprebendero no valor locativo :
1. Os edificios oa pirte de edificios consagra-
dos exclusivamente a agricultura.
i 2 A parte do predio oceupada por loja, offl-
cina, escriptorlo, ou estabelecimento de industria
ou profisso.
< 2.* Sero isentosdo imposto :
c l. Os membros do corpo diplomtico eslran
geiro.
c 2.a O.. agentes consulares que forem estrangei-
rando conter a sua justa colera, tratou de
se sorrir docemente.
_ Antonio, disse ao secretario, nada de
vingancas entre nos, nada de rancores na
occasio presente. Tratemos esta questSo
como dous antigos amigos. Ys dizeis que
o rei prometteu a D. Pedro Fajardo a mo
de vossa rrmSa ; pois bem, vs4 que pos-
suis todo o favor do rei, estou corta de que
se lhe revellardes a justa opposicSo de
Constanca a esse casamento, ceder s vqs-
sas reflexes I Felippe II nao vos nega nada,
e nao vos negar, acreditai-me, este favor.
Dizei a verdade e... raen irmo e eu lhe
fallaremos. Joao soffreu um largo capti-
veiro para o servir; esteve exposto morte;
portou-se como leal, segundo justificam os
seus proprios inimigos. O rei ha de pre-
miar o seu penar e os seus esforcos ; deci-
di-vos, e eu direi a meu irmo que peca ao
rei como premio a liberdade de Constanca.
Que tem que ver Constanca com as vossas
questes ou com os vossos planos ? Por
acaso nao podis sustenlar-vos no poder
senao com ella ?
Durante estas palavras Antooio reanim-
ra-se algum taoto, pois comecava a crr que
Branca n5o conservara em seu poder a
malfadada carta, por isso que o nao amea-
gra com ella. Foi por isso qae sendo este
temor a causa do seu anniquilamento, logo
que elle desappareceu, a. colera tornou a
rebenlarmais forte que nunca.
Senhora, disse a Branca, olbando-a
fixamente, vejo que apezar de ludo insists
no vosso pedido.
E insistirei, tendo-o como certo.
Mas a minha palavra est dada, e bei
de cumpri-la. J vo lo disse.
E eu peco-vos que" faltis a ella, por
que em vez de vos deshonrardes, demons-
trareis que nao abusis do direito que ten-
des sobre esta pobre menina.
Impossivel, senhora 1
Eu vo-lo supplico, Antonio.
Cansais-vos em v3o:
Branca comprehendeu enl3o que toda a
condescendencia era intil, e decidida a sal-
var a sua afilhada, disse
Desist, Antonio ; nao me obrigueis a
praticar urna infamia. (
Urna infamia, vos!
Sim, uma infamia para vos vencer.
Ah que pensis, senhora !... oo vos
disse j que impossivel ?
4." As pessoas que pagaram o imposto sobre os
venc mentos.
5.* Os pagos episcopaes, os conventos, casas
de misericordia, bospitaes de caridade, recotinien-
tos, estabeiecimeotoa de piedade, beoeicencia oa
instrneco, mantidos pelos cofres pblicos.
Art. 3. O governo flea autorizado para alterar
o sysiojna de arrecada(u do imposto sobre as in-
dustrias o proflssdes, creado pelo g 2. do alvar
de 20 de outubro de 8I2, e outras leis posteriores,
substituiodo-o por om Imposto de qaotidade, qno
sera devido por toda a pessoa nacional ou esirau-
gelra qae exercer no imperio qualquer industria
oa proBsso, arte oo offlcio, nao comprebendido
as iseoefcs estabeleoidas por lei.
O imposto se comporde taxas fitas e de quo-
tas proporcionaos, sendo impostos por forma que
se obtenba a iguaidade do imposto, segando a im-
portancia relativa das industrias e profissdes.
A laxa Bxa lera' por base a natureta e classa
das industrias e proflssoas, e a importancia com-
mercial das pravas e logares em que forem exer-
cidos, ou quanto aos esiabelecimentos industriaos,
o numero de operarios, fornos, alambiques e ou-
tros meios de produeco, e nao exceder' de
2:0005000.
A qaota proporcionar lera por basa o valor lo-
cativo do predio ou local qae servir para o exer-
ciclo da iadustria oa proOssao, oomprebendidos,
quanto aos eslabeiecimeotos indastrlaes, todos os
maios materiaes de produeco, e nao exceder de
20 por cento.
< A laza usa e a quota proporcional poderao
ser applicadas isoladamente em caaos xcepcio-
naes.
c As sociedades anonymas pagaro o imposto na
razo de 1 X por cento dos beneficios qae se dis-
tribalrem aauuaimente aos accionistas.
< as tabellas qoe o governo orgaoisar para a
cobranfi do imposto ficam dependentes da defini-
tiva approvaco do poder legislativo, senoo, porm,
logo postas em execu(o.
1." Ficam isentos do imposto:
c 1. O membros do corpo diplomtico eslran-
geiro.
< 2.* Os agentos consolares estrangakos, semen-
t em relaco aos rendimentos de sn amprego. ,
< 3.* Os funecionarios empregados estependiads
pelo estado, provincias e municipios, no qae res-
paila ao venclmento do emprego.
< 4.a Os lavradores o exploradores de predios
rsticos oa urbanos, quanto a' venda e maaipala-
q.io do3 productos dos mesmos predios, compro-
nendido o fabrico do assacar e agurdente ; e os
criadores em rela;o ao gado das fazendas e seos
productos.
a 3." O individuos das tripolasoes, os artistas,
jorualeiros, operarios e qaaesqtler ontras pessoas
qoe trabalbarem a jornal oa por salario em loja
oa offlcina de pessoa da mesma profisso, on em
casa, leja ou oflcina sem officiciaes ou apren-
dizes.
i 6.* As calxas econmicas, monte-pios e socie-
dades de soccorros mutuos.
* 7. O* fwgeadorW" "
i 8." As casas denominadas de quitandas.
| 2. O ministro da fazenda e os inspectores
das thesourarias, com approva(o do mesmo'mi-
nistro, poderam conceder a remisso total oo par-
cial do imposto, nao s no caso de incendio e ou-
tra circumstancia extraordinaria allendlvel, como
no de peqaenez dos rditos das industrias e pro-
QssOes.
< 3.a Emqoanto nao fr expedido o regula-
memo para a arreeadago deste imposto o gover-
no podera' soja i lar ao de que trata a lei de 21 de
outubro de 1843 art. 10 e regolamento de 15 de
junho de 1844 as industrias e proflssdes actual-
mente iseotas on nao compreheodidas no citado ra-
L'ulamento, guardadas as limilacoes do i.
< A't. 4.a O sello proporcional das letras de
cambio e da trra, escriptos ordem, crditos e
facturas ou contas assignaoas, se regulara' pela
tabella segalnie:
E' essa a vossa ultima resoiuco ?
Sim, senhora.
Pois bem, gritn Branca com violen-
cia pondo as mos sobre a cabeca da pobre
menina; minha fiina, offereci a tua raai mo-
ribunda velar pela tua felicidade, e devo
cumprir a minha promessa.
E dirigindo-se a Prez proseguio :
Agora, Sr. secretario, nao accoseis o
co se vos succeder algum mal, porque j
vedes se tenhotrabalbado para o impedir.
No entaoto, cgo pelo vosso orgulho, joigis
dominar ludo, e desgraciadamente Deus can-
Cou-se de vos tolerar, e o vosso poder va-
cilla... T3o certo como chamar-me Branca
de Lanuza e ser filha da um grande de
Hespanha, se n3o desfazeis o odioso casa-
mento com que pretendis sacrificar miaba
afilhada, mando ao rei a vossa carta que te-
nho em meu poder, dirigida at>. Anna de
Mendoza, princeza de Eboli, e vos parco a
vos e a ella. Nunca o faria para me vpfiga,
como nunca o fiz, e isso sabis vs^^flji's
a felicidade de Constanca est para miman-
tes de todo.
Antonio recuou vivamente assustado. -
Oh! exclamou precipitadamente, seris
capaz de abusar dessa carta ? Isso seria
urna vilania.
J me conhceis, e sabis que sou ca-
par de fazer sempre o que digo e de sus-
tentar o que fago.
Mas isso seria perder-me.
Assim o creto.
E vos, senhora...
Desist e nada recetis.
Ah! -me impossivel. Que dira a
corte ? Tudo est preparado e...
Com isso que nSo tenho cousa al*
guma. Vim de Napolei para impedir o
casamento de minha afilhada Constanga, e
este nSo se effectuar, ainda que vos perca
a vos e princeza de Eboli.
Mas, que hei de fazer ?
J vo-lo disse. Para o mais arranjat-
vos como melhor vos parecer.
E voltando-se para Constanca aceres-
centou : C1, _
Vinde, minha filha. Quero que pas-
seiscoatigo o dia da hoje para que possas
tranquilisar-vos. Vinde.
E sem esperar a resposla da amargurad>
secretario de estado, tomou Consiaoca pela
mo, e sahb com ella do quarto.
{Cmtimictr-S9*ha.)
/
y
::




***
'*1
2L
de
- QoarU felr* lide Seterabro de 1867.
Sello.
eoe rs.
.fcW rs.
W6 rs.
00 rs.
1*000 rs.
Do valor qae oio exceder 200J
: : rr as
, > 600#1t 800*
> 800* 1:000*
asslm por aote, cobraudo-se mala l* poc conio
oa fraeto de cont de rola.
c Fia revotado o aru 1 da lei de 18 de se-
tembr** *8*8, e em viforoarv 12 J1* da lei
dett4Mbro de 1845, oa. porte o sojetta
ao sello proporcin! as latras le cambio eslrau-
gelras.
f Ari. 5." Ao sello propemonal Ocam sujelus
todas as eseripturas, escrtptee e papis qae coat-
verem delegajao, subrogarlo, garanta, declaracio
oa liqaldacao de sommas valores por qaalquer
titulo que seja ; e becn assim os litlos de traos-
misso de oso e goso de bens (amovis, movei e
semoventes, alem dos eomprebeodldos as leis ac-
tualmente em vigor sobre o mesmo Imposto.
c ooico. O recibos de 50* oa de maior valor
paga rao ese, lo delOOrs.
Art. 6.* Os co.eqo.es e mandatos ao portador
oa a pessca determinada, passadoi para serem pa-
gos por banqaeiros na mes na praca em virlude
de comas correales, oa forma do art. 1* % 10* da
lei de 22 de agosto de 1860, pagaro o sello flio
de 200 rs.
t Art. 7.a A tabella da 5* classe do sello propor-
cional extensiva aos ltalos de nomeacSo, qaal
qaer qae seja a soa trma, dos empregados esti-
pendiados pelas corporales de mo-rxoria e
quaesquct sociedades anonyraas.
Art. 8. O goveruo do regulamenlo qae expe-
dir para a arrecadacio do imposto do sello po-
der : *
| 1. elevar as taxas do sello proporciooal,
comuoio qae sao exceda de 2 /
- c 1* Elevar s Uias 4o sello flxo, comtaoto que
nao excedaos a 1:000*.
3.* Snppnmir as isencoes estabelecidas como
jalgar conveniente.
| 1 *'0s dweilos de mercs e ootros compre-
bendidos na tabella da lei de 30 de novembro de
1841, g 33, 40 e 48 sero substituidos pelo sello
propnrc nal, oa forma do presente art. n. 1.
g 2* Os direito de empregos, mercs e ootros
comprebendidos na mesma tabella, f| 8a a 31, 34
a 39, i!, 15 a 47, tabella de 16 de ootobro de
1850, e quaesqoer ootros flxes estbe!ecidos a ti-
tolo de novos direftos as leis em vigor sobre em-
pregos e merced, serio substituidos pelo sello flxo
na forma do i.resente artigo d. 2.
t Art. 9.-* A decima orbaoa Oca elevada a 12
*/> revogadas as disposicSes do art. 11 | 3* n. i
da lei d 28 de setembro de 1853, e ait. 17 2"
da lef do 1 deoutabrode 1886, oa parte relativa
a este imposto.
t i." N .> valor locativo, qae serve de base ao
Impoi-to, compreheoder-se-Da d'ora em dlaote o do
terre:i, anoeio ao predio, qoalqoer que seja a soa
exteo>ao genero de cultura.
A dispoicao deste artigo ser applicada
oo municipio da corte e provincia do Rio de Ja-
neiro a decima da legua, alem da demarcarlo, es-
tabelecida pela lei de 23 de ootobro de' 1832, a
em lodo o imperio a decima addlcioaal das corpa-,
racoes de mo-mona, estabelecida
lei. ew
< 3.* A legal, alem da demarcacao para co-
braaca da dcima, contar-se-ha dos limiltes daV
cidades do Rio de Janeiro e Nylberohy qae forero
demarcados oa formi do decreto n. 409 de 4 de
juabo de 18.
4. A dcima addiciooal, estabelecida pela
lei de 23 de ootobro de 1832, sera' extensiva aos
predios perteaceotes as coopaohias e sociedades
anonyraas, e a qoaesqaer assc cincSes pas, beneB-
ceotes oo religiosas, observada a dispostcSo do
Art 10. A taxa dos escravos sera':
1.a De 10* oa curie.
2.* De 8* as capltaes das provincias do Rio
de Janeiro, Baha, Pernamboo, !*. Panto, S. Pedro,
Maraobao e Para'.
c 3.* De 6* em todas as oatras cidades.
t 4. l)e 4* hfs villas e povoac5es.
5.* No dstncto da legua alem da demarcacao
a laxa sera' de 6*.
i | ooico. Proceder-se-ba a matricula geral dos
escravus, oa forma dos regolameotos que o go-
verno expedir, podendo nelles comminar multa at
200*000.
Ari. II. Ugoverno flca aatorisado para expe
dlr om regalameoio, oniformisando as regras pa-
ra a cobraoca dos acluaes impostos sobre a traos-
misso da propriedade e usufructo de immoveis,
movis e semoventes, por titulo oneroso oa gratui-
to, tnler vivos oo causa mortts, e comprehendendo
ao imposto que os substituir sob a denompaco
transmssao de propruiade :
11." A taxa do oeaocas e legados.
< 2.* A siza dos beos de raiz.
< 3.a A meia siza e sello da venda dos escra-
vos.
4.a Os direitos e sello da venda das embarca-
{oes naciooaes oa eslraogelras.
t fta Os direitos de insmucico e ootros da la
bella annexa a lei de 30 de novembro de 1841,
32, 42, 43 e 4.
< 6.a O sello proporcional dos qainhSes heredi-
tario e h-gados, doac,ias, troca de immoveis e cons-
titoico de emphyteoses oo sob-empbyteases.
I 1.a A arrecadaco do imposto se regalara'
pelas disposicdes qae segoem :
. 1*. A taxa sobre a traosmisso por titulo soc-
cessivo oa testamentario sera' redunda e cobrada
Do municipio da corle :
< Ero liaba recta, na razo do actual sello pro
porcioual.
Entre os coojoges, por testamento, 5 %.
< A irmos, tios i raaos dos pais, e sobrlobos, fi-
los de Irmos, 5 /..
A primos. Albos dos tios, Irmos dos pais, tios
irmos dos avs, e sobriobos netos de irmos,
10 a/..
Entre os demais parentes at o 10a grao co-
udo por direito civil, 15 /?
t Entre os conjuges ab intestado, 15 '/,
i Ealre 'os estraono, 20 /..
c As faerancas nao excedente de 100* flcam ex-
ceploaas oo imposto.
2* Asdoacoes pagaro o imposto :
Em liaba recta, na razo do actual sello pro-
porcional.
< Ealre os conjuges, 2 "/,.
< Entro os collaieraes at o 3a grao inclusive
contado por direito civil, 2 /
Enire collaieraes do 4" grao 3 /
< Entre os mais pareles al o 10a grao, 4 /
< Eulre os estranbos, 6 /
< 3.*A compra e vetada de immoves e actos equi-
valentes cootiuara' a pagar 6 a|..
As permutacoes, quanto aos valores sujeitas
ao sello proporciooal, coolioaaro a pagar l 10
por ceoto.
< 4.a Amortisaeo mediante lieenca de poder
eompeieote pagara', alem dos direitos qae devidos
forem da acquisi^o na forma das disposicdee an-
tecedentes :
Pur titulo gratuito, o I..
Por titulo oneroso, 4 !..
5.* A eoosiliuico de emphyteose oa sob-em-
tbeose pagar' o imposto oa razio do actual sello
porpocioaal, e da jola, se bpover, i *l..
< 6.a Os iropostoe de 8 a 15 *l. sobre as vendas
de embarca^es e actos eqaivalerKes flcam redoli-
dos em todo o caso a 5 l
7.a D imposto da compra e veoda de escravos
e actos equivalentes sera' redolido e cobrado no
municipio da crieaa razio de 2
8.a aeessodeprtviieffoaaotes de realisada
a empreza oa de sea ffectivo goso, excepto no
CSO da le de 28 oe agosto de 1830, pagara' 10 aU-
. s-' .u* arrernatacio, adiocaco e venda em
ieilao, nao sendo de immoveis, escravos oo embar-
cac5es, pagar se-ba 1 -I..
E se os beos perteocerem a massas /aludas 1/t
por cesto.
* 10. Da snbrogajo de baos loalieoavels por
apolices da divida publica se pagar 2 porcento.
m E sendo de bens nao dotaos:por ootros beos 10
por ceoto.
Nos de mais casos se eootiauar a pagar 2 oor
cento. _
i 11. Todos os actos transitivos de immoveis
sujeltos transcrlpco, para qae pqssam valer con-
tra lerceiros, pagars alea dos impostos qae devi-
dos forera J/iO por cento. -,
< | 2.a As transmissSes sujeitas a este imposto
flcam isealas do sello proporciooal.
ArL 12 Fica revogado o art 37 da le de 15
de aovemtoro de 1827
Art. 13. Fieam sospeosas desda a pablieacao
da preseote lei at o fim do exsrcicio respectivo ai
iseoefies de impostos sobra loteras, e adiada do 1.a
de jaoelro de 1868 aleo tira do exercicio de 1868
a 1869 a exfaccao de qaalqoer lotwias geraes Ja
concedidas oa qae o forera depols da preseite lei,
exeepeo das segolotes :
1.* Daqaeliaseajaexvaccaoeobrigatoria.com
oa sem oomero defloldo, Aeepto as concedidas
pelo decreto n. 984 de n de setembro de 1838.
Ia De una ero cada aooo para o patrimonio
do bospiclo de Pedro i, boepiui de misericordia
de S. Joo d'El'nei, Hito aejttrJdade d Macei,
ff,t0 LeKJ.!''c*,nJr dito ae Corvte, Minas.
i >-
O beneftero' das* dhras lolvis qae se extrabi
rem re-zerter para ubeseor*.
Aru 14. Toda* u pessoas que recoberom vqu-
elmeatos dos eofres pabllcos geraes, provfuciaes oa
maiaicipaes, eompreheadtdosos psnsienuta's jubila-
dos e aposentados, flcam aojetos. ao impasto da 3
por ceoto sobre os mesmos vencimeotos, exceptua-
do* ioterteres a 1^00*600
1 Se otrgeeiottt1a porcebereai poreeotageo
oa eroeloaaTaVos, sarao estas, segando as lefceaes
a qae se proceder admiaistraUvaroeots, accama-
ladas aos vencimeotos para a percepeo do im-
posto.
As pensoesdo mel sold e mootepioe os
vencimeatos dos reformados pagaro o Imposto oa
tarJo de i por cento.
< | 1.* Ftcam isenlos do Imposto os veocimeotos
das pracas de pret de trra e mar, dos militares em
campanba e os que se abooam como jornal a ser-
ventes e operarios, e ootros qe nao entrara oa ca-
ibegoria de expregados pabllcos.
S 2" Pala cobraoca do Imposto nao se abona-
r porcontagem s repartieres de arrecadacSo.
Aru 15. Os esiraogeiros podero isoladameote
oa em sociedae, orno os subditos do imperio, re-
querer e obter concesso para a mioeraco, fleau-
do revogadas as dliposicSes que Ibes vedam tal
concesso.
1.a Fica elevado ao duplo o Imposto do art.
33 da le de 28 de outubro de 1848.
S 2.a O prego miaimo de cada braca quadrada
de terreno diamantino anda virgen que se boaver
de arrendir sera de 10 rs.; cootiooaodo o de 5 rs.
estabelecido na lef n. 314 de 28 de outubro de 1848
para os terrenos ja explorados e qae forem de no-
vo arrematados.
< Pica elevada a 8*000 ananaes a taxa da Hceo-
ca dos falseadores e a capftaco mnima de cada
trabalhador.nos contratos de compaobias.
< O governo autorisaio para alterar os, regala
meotos dos terrenos dlamaotioos, flm de melhorar
a arrecadaco e fl$callsaio da respectiva reoda.
t Art. 16. As maltas applicadas s cmaras ma-
nleipaes as leis e regulamentos em vigor faro
parte da recelta geral, *',exeepeo das commlnadas
as leis, regolameotos e postaras maofctpaes.'
Art. 17. Ogoverao flca aatorisado uniformi-
sar as differentes tabellas de eaaolamentos qae se
cobrara para a renda geral, fazendo os additamen-
tos e alteracSes coovemeotes, com taotj qae na ele
vaco das taxas nao exceda o dobro da maior taxa
anualmente estabelecida.
< A nova tabella flca dependente da definitiva
approva5o>do poder legislativo, sendo, porm, logo
posta em execaco.
Aru 18. Os impostos qae al agora se cobra
vam para a renda geral sob o titulo-Peculiares do
municipiocaotinoaro-a ser cobrados para a mes-
ma rauda smeoto no municipio da corte.
Art. 19. A malta sobre os-imposlos que nao
sao pago bocea 'do c^fre nos prazos mareados no
regulamenlo flca -extensiva' a Udas as reodas laa
cadas e elevada a 6 por cento.
< Aru 20. Ogoverao nao poder comminar nos
regolameotos qae expedir para a arrecadaco dos
impostos a qae se refere a preseote lei se no>Has
penas decretadas oas leis que aulorlsaram os re-
pela mesma} faumentos em vigor.
< Nos mesmos regulamentos o governo determi-
nara a forma do processo para a ligoidaco e co-
braoca dos mesmos impostos, e as penas a que fl-
cam sujeilos tanto os particulares como os funecio-
naries e autoridades no caso de nfracco, observa-
da a disposico antecedente.
Art. 21. Contioaam em vigor as disposic5;s
dos gj i. e 2.a d3 art. 11 da lei de 27 de setembro
de 1860 relativas aos impostos addiciooaes sobre a
imponaco e exporiacao, ficando estes ltimos ele
vados a 5 por ceoto, e as do arU 3.a 1.a e 2.a do
decreto n. 2684 de 3 de novembro de 1860.
O aru 9.a passa a ser 22 :
Art. 23, qne o aru 10 da proposla :
1.* Sapprlmam-se as palavras : ficando sen-
t delles o sal estraogeiro.
4.a Accresceote-ss :e dos qae forem arre-
matados para consumo, elevado ao dobro.
6.a Accresceole se :elevado ao dobro.
Us gg 10, 11, 36, 64 e 63 sejam substituidos
pelo seguale :Jmposto da traosmisso de pro-
priedade.
< 18. Accrescente-se : da Babia e Peroam-
buco.
< Depois do 19 accrescente s3:'dita da estra-
da de ferro de Pedro II.
O 26 seja supprimi io.
os 34 e 35 supprimam se as palavras :
e dos municipios das capitaes das provincias qae
os tiverem -e accrescente-se :cando esta dispo-
sico permaoecente.
50. Em lagar de I i diga-se 20.
< 31. Em logtr de 12 diga-se 15.
< Depois du 53 aceresceole se :
< -.. Imposto pessoal.
|.... Dito sobre os veocimeotos ;
j 08. aoppnmam se as palavrasincluido
at ao Bm.
< 73. Accrescente-se : comprebendidas as
multas por infraccao de lei oa regulameoto.
Sapprimam-se as quaatias em que sao oreados
os diversos ltalos de receita.
< ArU 24. E' o art. 11 da proposta.
captulo m,
Dispostgoes geraes.
< Art. 2o. E' o art. 12 d proposta.
(Additivos.)
Aru 26. Cobrar-se-ha pelo estadio das embar-
caco?s nacionaes oa estrangeiras na doca da al-
fandega da corte e conforme a tabella qae o go-
verno orgaaisar ama taxa oo excideote de 2*000
por metro de caes occapado e 200 res por tonela-
da de arqoea(o fra do caes, e pela descarga,
das mercadorias a de 40 res por volume at 50
kilogrammas e mais de 20 reis por dezeoa de ki-
logrammas.
< Pela descarga de bagagem pagar-se ha 100
reis por volme at 5 kilogrammas e 1*000 pelas
qae excederem deste peso.
Esta disposico flca extensiva a qaaesqoer oa-
tras docas que se coostruirem no imperio por coa-
la do estado.
Art. 27. A armazeoagem de agaardeote de
prodaego oaciooal sera cobrada oa razo de 5 jt
dos respectivos direitos por mez de demora, a coo-
tar da dala da entrada para o deposito.
Art. 28. Fiea reservada para aervido pnbll-
ca as margeos dos res oavegaveis e de que se
fazem os oava^avels, fra do alcaoce das mares,
salvas as coocessS* legitimas feitas at a data da
pubircaco da preseote lei, a zooa de seto bragas
cooladas do ponto medio das eaebentes ordinaria
para o iolerior, e o governo aotorisado para con
cede las em' lotes raioaves oa forma das disposl-
c5es sobre os terreos de marioba.
< ArU 29. A taxa das matriculas das (acuidades
de medicina do imperio ser igual a das (acuida-
des de direito.
Art. 30. O governo fica aatorisado para o se-
guate :
a 1.' Alterar os 15 e 16 do arl. 2.a da lei de
22 de agosto de 1860 quanto ao limito das sommas
que se pode depositar, o jure e poca de que elle
se deve contar, podeado admittir o deposito oas
Ibesoorarias de fazeoda. '
2. Faaer ss operaedas de crdito aecessarias
para a execaco do contrato do empresiimo exter-
no de 1839.
3.a Reformar as repartirles poblicas, alteran-
do os qoadros e veocimeotos dos respectivos em-
pregados sobre as seguntes bases :
1.a Dimiouico do pessoal.
i 2.a Rdacco da despeza feita com as mes mas
repartirles.
As reformas qae se effectaarem sero logo
postas effi exeeogo, e em tempo opportuno sub-
mettidas appravaco do poder legislativo.
4.a Reformar o cooselho naval, redazlodo a
tres o oamerO de seas membros, supprlmiade os
lagares de adjuntos, sabstMuiodo por ofBeial da
armada qoaodo vagar am dos lagares occopados
fiifif"?,e por, Hiembros paisaoos, sn-pprimado
h?SS!9 Qm de l' offlcial e d Qm amanuense
da "?'*" d0 "sino conselbo.
PfrJT' ,JMW.tfe 3" rlptorario, deas
de 4.', qoatro de praeaotes. e o de ajudante do
cartorarto da conudoriau **.
6> Alterar id regulameoto da Intendencia da
corte, supprirnlodo om dos Jalares de ajudaote
do lalendeote, as casas da deposito de laateis
reorgaaisaado o conMlbo especial de compras,
seodo incumbidas as faocedes do mesma a empre-
gados da reparticao de marioba.
6.a Rever o regalameoio dos arsenaes, sup-
primiodo nm dos lugares de ajudante da Icspeccao
da corle e o do da Babia, o de am deseobador e o
de eogeobeiro de conslruccoes bydraulicas i> ar-
senal da corte, nao podendo ser empregados no
commaodo ou direcjo das^compaohias de apreo-
dizes artces serao offlcies reformados oo pai-
sanos.
7.a Supprimlr oa redaiir a despeza eom a ca-
sa da arrecadaco do arsenal da corle.
8. Sapprimr o esttbelecimento naval do Ita-
pura, daodo-loe o destino qae for mais conve-
Biente.
i 9.a Modificar os rafOlj^neDlos das capiunias
2
dos porto?, ao sentido de passarem para es rspec-
' lores dos arsenaes das proviotd/a ai a*tr\baic6>s
dos capities dos portos, de accono toa o refala-
ment primitivo, redazindo asApHtatai do* par-
tos secundarios a simples estaofes da soccofroi
navaes, abolindo-se os emolumentos dos emprefa
? -^w---------------"' -----
chamaremos apenas a attengio dos nossos patricios
para m typo nosso, qae oos pertence pela origem.
e |os boora pela oobreza de carcter : Ttbyra,
orad efe da (riba dos Tabayres; o genio
abre, firme, generoso e valeate do blajileiro anda
indigeoa; a maalfestacao postbama da oobreza e
dos a as maltas e os impostos esta6eJecides.eoW* da hberdade da patria, oo j com os arcos e flexas
os mariaheiros de embarcacSes qae nao forem de
longo corso; a passar para a f classe os odeiaos
da armada empregafos as capllanias des portos
das pro vineras, salvo onde boover arsenaes de
consirocco naval, cojos hjspeclores reuoam o
cargo de capillo do porto.
10. Alienar os .navios. desarmados por los-
prestavels, e qae oo forem precisos para quartels
oa depsitos, tanto oa corte como as provincias.
| 8.a Elevar a qaatro o numero de aromos
pensionistas de medicina e cirurgia do hospital de
marioba.
11. Mandar construir seis pbares, sendo am
oa entrada do Para, na passagem dos bancos en-
tre Tijoca e Bragao^a am oa barra de Coogui-
ba, oa travessia da costa de Vasabarris e Smta
Isabel; am na pona de ltapatinba, oo oo morro
do Conseiho, na barra da Babia; um em urna das
libas da barra do norte de Santa Catbarina ; am
oo banco de S. Simo, no Rio Grande do Sal, e
ontro na barra do Jaguaro : revendo o respectivo
regulameoto aflm de augmentar os veoeimestes
dos actaaes pharoleiros, altelas as discoidales
do servico.
11 Pagar ao brlgadeiro Jos da Victoria Soares
de Andrea e a sua irmo D. Luiza Adelaida da Vic-
toria Soares da Andrea a qaaotia d 26:325*, valor
DMPACBOS. I
Reqoerimento de Maooel Goncalves Nones Ma-I Relacao das pessoas da comarca de
ctaado, pediods para se Ib maodar dar por certt- Goyaana "* a Pr wba- respeaivo jairde direito Dr. Francisco Gon-
calves da Rocha, para serem transmiuidas a
bilitaco corarnercial da flrm do.Macbado v San-
tos de que'fazi parte elle suppJcaote.Gomo re-
qoer,
^m*is.85 encarregada de promover nesta
construccao
invalido* da patria na corte.
5ojjooo
bastarda oobreza das cortes, dea as armas porta
guezas o triumpho contra seos ioimigos.
Triste, porea, a condico a que depois se v
reduzido o generoso indio, a qaem na cegaeira de
ama paixo, oppa o general portuguez a mais
terrivel perseguico. O indio, porm, bavia oasci-
do oas ierras da Santa Cruz; o sol americano qae
Ibe crestara a calis dos combates e oas cacadas,
coocervava sempre queote epalnitiole naqueile
nobre coraco os germens de grandeza e pbilantro-
pia, que sao coogenitos do carcter das tribus pri-
mitivas do nosso paiz : e aiuOa o Tabyra, perse-
guido e agrilboado pelo general portuguez, qae o i
bora suprema de um combate formidavel, e q jan-
do as quinas luzilauas estavam prestes a saccom-
bir ao esforco batavo, que, libertado da priso por
competentemente arbitrado a's ierras sitas oa pro- (Jim preto escravo do general, Uoc-se com seos
dos indigioas, mas com todo es=e rigor e aboega- Dito de Maia & Espirito Sapto. para se Ibas cor- PrOTncia*ubscrDC3o Dar a construcc3o ds
ci qooespaatavam o moodo na qoadra ala* vira Mear se se acba oa aio registrada urna letra da om asy/de itmlidM da natria na r/irtp
daopsnpaoeipaiopoliUo. : qoaotMe 2:7*320, aceita por Domio|os da O ahnrl
rfascido ao solo americano, litro coma a ave, Coste Gspiobetro, para cjstaio do paueho naci- -
qae, assaboreaodo-se dos espatos, percorre-os sem nal Bello.Como requerem.
qae niqgoem se Ibe opponba, o-dio da tribu Ta-, Dito de Soasa, Aodrade & a, para se Ibes re-
bayar, era tambem livre, e oa cega obediencia gistrar o sea coqlrato d sociedade. Jante o pro-
as tradic?oes, de saa raga e as lospiracdes de. curador de Joaquim da Silva Castro a procaracio.
seu Tapan, torua-se adiado generoso e fiel dos Dito dos mesmos,registro do sea distrato so-
Portogdexes, e mais de urna vea .o valar desses sial.Junte o proearador de' Joaquim da Silva
borneo?, aja oobreza, exceda as prescrip-c9es da Castro a procaracio.
Nada mais baveodo a despacho, e dada a hora
(li e 1/2) o Exa. Sr. presidente eocerroa a
sessio.
vi ocia de Peroambaco, perleoceotes ao.flqado ma-,
rechai de exereito baro de Cicapava, das quaes o
geveroo imperial laagon mo para estabelecer a
colnoia militar, d Pimeoleiras.
c 13. P.gar a Jsrooymo Jos Tavares a quantia
de 3:6/0*, a que foi coademoada a fazenda nacio-
nal por sentenca do poder jadcml, passada em jal
gado.
t li. Pagar ao curador e escrivo dos Afrkaoos
livres os vencimeotos que Ibes sao- devido des le
termioarem os trabalbos incumbidos a esss era-
pregados.
Aru 31. Ogoveroo flca tambem aatorisado pa-
ta alterar a cunbagem das moedas de prata, coa
servando os valores actaaes, e observando as coa-
dicSes segaiotes : a de 2* tera* o-titulo de 0,900 e
o peso de 25 grammas; de 1* o mesme litlo e
o peso de 12 grammas e meia e as demais o titulo
de 0,835 e peso proporciooal ao que fica marcado
para as de maior v^lor.
c O overho desigoara' a ioscrpeo, dimetro e
metro das aovas moedas de prata.
f Art. 32 A seoboriagem fia moeda qae deve
substituir a de cobrd om pirculaftioppdtsra' ser ele-
vada al 50 a/ ficaodo assim alterado o aru 3a da
lei o. 1,083 de 22 de agosto d 1860.
Para uceorrer a's despezas do fabrico e subs
iituica i da referida moeda fica aberto um crdito
d 2,000:000* nos ejercicios da presente lei, po-
dendo o governo para osle Qm fazer as operac5es
de crdito necessarias.
< Art. 33. Pica elevada a 1:200* o ordenado do
seuretano da reparticao de polica da provinala de
Santa Calhanoa, e reduzida a 400 a respectiva
gratincago.
Ait. 3i. A faculdade ciucedila ao governo
pelo art. 13 da lei o. 1,177 de 9 de setembro de
1862 para o transporte de sobras das rubricas da
le do orcamenio oo poJera' ser osada no que
toca a verbas intactas, oem a respeito daquellas
cujos servaos oo estejam fiados.
* Aru35. Apreseoteleiregera'lambebDoexer-
cicio de 1868 a 1869, exceptuada a disposico rela-
tiva a verba exercicios fiados, catacoosigoa-
co devera' cootiaaar a ser de 200:000* e todas as
mais disposicoes privativas do correte eXercicio.
Aru 36. E' o art. 13 da proposta.
Sala das commissfies, 31 de agosto de 1867.
Bapiista Pereira.Leo Veiloso.t
indios ao meio do combate, desbarata s loirnigo o
vem eom a oaodeira hollandeza, dizer ao sea per-
seguidor, qaea vinganja -do radio sempre
nobreI
Taftpra, ( api carcter ras\|eir<,. porqqet nm
tabayar.
. O Sr. Dr. Agaiar, mostroa aioda urna vez o sea
talento, e a forja de saa imagiaacio. r"
Se o drama oo propna mente histrico, oo
seotido em que se quer lomar essa palavra, so
de deteoco no da 9
julhode 1865, sapprimlodo a'commissao logo que bram-lbe entretanto episodios,, costara.es, e cobe-
reacias, qae podem auioilsr-lhe esse nome.
A llttoratara dramtica festeja este aovo tracto
brotado da soa arvora, nao toado elogias bastantes
para o dramaturgo qne o coacebao_, e paca, a em-
preza qqe o execotou pela respectiva representa-
gao, correspopdenlo assim ao papel de aoimaco
que Ihe cabe, e deque o Sr. Coimbra nao tera
descarado, Justina Ibe seja feita. ~ '
Lotera. A que se aeba venda
a 37* a beneficio do convento' do Carmo
do Recife, que corre abbado i4
Heje, am-iaha e depois, as 5 horas da tar-
de, bavera' nsito boa vaccioa oa casa de resideo-
cia do Dr. Lobo Moscoso, a' roa da Gloria o. 3. As
peisoas qae foram vacoioadas j> pede. 0 niesnj0
Dr. o obsequio da comparecerem, aOra de ees
tender o bebafleio a oatras.
Rrpartica5 da poiicu.Extracto das partes
do dia 10 de setembro.
Foram recolhidos 1 casa
do correle :'
A* ordem do Dr. delegado da capital, Araaro Jos
dos Sauto, como lodiclado em crime de teotatlva
de morte; a ordem do subdelegado de S. Jos,
Aauocio Jos dos Santos, para eorrecco, e Corde-
lioa, escrava de Jerooymo Barrearos ngel, a
re juenmento deste.
ebefe da 2* seeco,
J. G. de esquita.
Casa de DBTENgXo. Movlmenio da casa de
detenco do*dia 9 de setembro :
Existiam (presos)300, entraram 9, sabio 1,
existem 308. A saber; nacionaes 216 : mulheres
6, estrangeiros 35. mulher I, escravos 47, es-
craras 3. Totel 208. .
A,intooailo8 a casi: dos cofres proviaciaes
208.
M viioento da enferm;
do dia 10 de setembro.
Teve baixa : '
Cissiano Jos da Silva.
O pessoal dos enfermos, mendigos e edncao
dos existentes nos estabelecimenios pios a cargo
da Santa Casa da Misericordia desta ciJade o se-
guale at o dia 31 do mez passado :
No hospital Pedro 11 :
Enfermos
Mendigos
Plhas le eufermas
PERNAiMBUCO
REVISTA DIARIA.
Amanbia reuoe-se o Iostiiuto Archeologico
e Geographico Peroambucano em sesso ordi-
naria.
foram nomeados 3a soppleole da subdelega-
da desta freguezia de Saoto Aniooio o Sr. capito
Jos Rodopiauo dos Santos; e Ia suppleate da dele-
gacia de Tacarati o Sr. Mariano Francisco de
Souza.
aaria da
cusa de detenco
ooo
5o*ooo
'8
8
Total 218
A seccio de um corpo de voluntarlos da
patria, que ora or^anisa-se oesta cidade, val em p
promettedor de deseovolv(anlo; pois inieja-se a
sua orgauisaco porum coDtjgenie rio n>* cunsianies ae interiores e slaados do corpo de
polica, qae acompaabaado ao Sr. capito Hypollto
da Silvas foram por ete seohor apreseotados ao
quarlel general para alistaren: se na referida
sec(o.
A vea aurfera de patriotismo aioda se oo
esgotou, e nem se esgotar jamis na ierra das
lradlc5es da honra e do brio nacional.
Como j dissemos, foram nomeados para levan-
tameoio desta seeco pelo Exm. presldeote da pro-
vincia os capites de polica, Maooel Joaquim de
Castro Madeira, e Hypolito da Silva.
O primeiro baveodo dado parte de doeote oo dia
da oomeaco, porm autos de publicada esta em
ordem do da, oo se apreseotoa nem, por tal moti-
vo, ebegou apreseatar o servico da qae foi iocum-
bido; e, portaoto, ao Sr. capilo Hypolito coube a
ardaa porm bourosa tarefa de iniciar a ereacao do
corpo; o que faz com este brilbaote comeci, o qaal
nos vem aioda provar quanto pode o exemplo da
bravura e a cooflaoca em um ebefe.
Devemos crr que esse noclio de bravos eDgros
sara cada dia, e qae mallo breve o capito Hypolito
sua freote dar dos campos de batalha novos
exemplos de valor e disciplina, demonstrando qae
nao se cansa de servir a patria.
Os Srs. Mauoel Teixeira da Motta, Antonio
dos Sabios Vital e Silvestre Rodrigues Pioto foram
oomeados para os logares vagos-de 4a, 5a e 6a sap-
pieotes do jaizo municipal do Rio Formoso.
O exame de habiiitaoo para o coocurso a
cadeira vaga de pnilosopbia do Gymnasio deve ter
lagar ao depois de amaoba, visto ter sido espa-
dado.
Faz hoje beneficio no Santa Isabel o Sr. Tho-
maz Espica, actor da companbia dramtica doSr.
Coimbra, levando scena, aim de doas comedias
condecidas e boas, am drama brasileiro de saa
lavra sob o litlo deOs voluntarios do 11.
Se pelo Ululo licito jalgar do assompto do
drama, preode-se elle essa porco de bravos que
d'aqui sabio eom destioo ao campo da boora ao
Paraguay, leodo por oomero de ordem11.
O Sr. Thomaz om bom actor, desempenba
sempre os seas papis com cousciancia, revelando
estudo e amor a arle. So a face que agora apr-
sente aioda o oo conbecemos, no entanto eremos
que o seo drama ser bom.
Coobeceodo perfeiameoto a scena, oode baaooos
trabalba, e dispondo de intelllgencla, natura] que
o Sr. Tbomaz tenba aproveltado as hcSes de espe-
riencia, e que nio se tenba descuidado de observar
as regras da arte oa composicao 'dessa columna
que ora aprsenla ae publico sob o tituloVolun-
tarlos do 11.
Recommendamos portete o beneficio do Sr. Tbo-
maz ao nosso publico sempre solicito em abracar
os artistas de talento.
Por equivoco foi publicado bontera o cambio
sobre Pars a 445, quando davla ser de 455 rls
por fr. 90 d/v.
De 15 a 31 do passido vieram ao nosso mer-
cado 4,386 saccas de algodo e 306 saceos da
assocar.
Na lista dai pessoas qus sobscreveram para
o empresiimo oaciooal, qae bontem publicamos,
onde se lFrancisco de B. F. B. de Laeerdadeve
ler.se Francisco de Barros Falcio Cavaicaote de
Albuquerque.
Na fabrica de chapos de sol, da raa do
Crespo n. 4, de madame Falque, continuara a ser
entregues os nameros do Arteq*im e Semana llus-
traia, e ah a agencia aatortsada pelos proprie-
terios desses peridicos.
Como ja o tomos dito, o oosso Santa Isabel
vio em saa scena aesses altimos dias o drama
nacional Tabyra, qae, como previamos, foi freoeti-
cameuto applaudido, principalmente na 2a recita,
qne, ebamido o autor a scena, apresentou-se
11
11
22
25
*o
71
97
79
176
66
116
No hospital dos Lazaros
Homens
Mulberes
. Total
No hospital de Alienados :
Horneas
Mu>hor*s
Totel
->a casa dos Expostos :
Educa nd s
Cnancas em amamentaco
fura do estabelecimento
Toul
no collegio dos Orpbos :
Educandos
No colleirio das OYphas :
EJacandas
Passageiros do vapor Cruzeiro do Sut, sahi-
oo para os portos do norte :
Manoel Jo; da Silva Janor, Andr Mara Pi-
nheiro, senador Antonio Marcelino Nuues Goosal-
ves, sua seohora, orna eDliada e doos criados, Luiz
Aoiooio Cordeiro, Miltoo P. Goodrich, Waller
Kos-, Banboloraea Pietro, Francisco Nunes da
Silva, alfares Ignacio Leopoldo de Aibuqaerqae
Maraobao e saa senhora, Alfredo Weber, Basilio
Mendes da Rocha.
CEmTEBio publico. Obituario do dia 7 do
corrente :
Ignacio Jos de Siol'Aona, Pernambuco, 58 anuos,
casado, Boa-Vista, dysenteris.
Claudioa, frica, 45 annos, sollelra, S. Jos; en-
tente.
Cario* peroarabuco, 4 annos, Boa-Viste ; varilas
cooflueotes.
Jovelma, Prnambnco, U mezes. S. Jos; espas-
SBSSAO JUDICIARIA EM 9 DE SETEMBRO DE
1867.
PRISIDENCLA DO EXM. SB. DKSMBARGADOH
A. P. PEBITTI.
Secretario, Julio Gumaraes.
A's onze horas e meia da manbia estando rea-
nidos os Srs. desembargadores Silva Gaimaries,
Reis e Silva e Aeeioli o os Srs. deputados Rosa e
Basto e o Sr. soppleole Sa Letto, faltaodo eom
partielpaco o Sr. Miraoda Leal, o Exm. Sr. pre-
sldeote declarou abena a sessao.
Lida, foi approvada a acta da sessao antece-
dente.
O escrivo Albuquerque registrn o ultimo pro-
testo de letra a 3 do correte sob o o. 148J e o es-
crivo Alves de Brilo Y 6 do preseiite mez sob o
o. 1438.
Mando u-se recolber o respectivo car torio os au-
tos viudos do supremo tribunal de justica, entre
partes.
Recrreme Antonio Jos de Castro, recorrido
Joo Pereira Rabello Braga, liquidante da firma
Braga & Aotuoes.
.Acordaos assigados.
Appellaole executado Sal ador de Siqueir Ca-
valcanii, appellados exeqaentes Sebastian de Car-
valbo da Guaba Albaquerqae e outros.
Embarga ntes Moeda, Medeiros & C, embargado
Maooel Ferreira de Medeiros.
Embarcantes os administradores da massa fall
da de Seva, Ftlbos 4 C, embargado Francisco
Xavier de Oliveira.
Appellaole Daniel Joaquina da Silva Jorge, ap-
pellado Joo Pereira Castalio Branco.
JULG.DIENTO.
Appelianie autor o teneate-eoronel Maooel Joa-
quim do Rego.Aibuqaerq.ie, tutor da orpha filha
de Mauoel de Gouvea Sjuza, appellado reo Felip-
pe Beuicio Gomes dos Santos.Adiado a ped Jo
de am dos Srs depatads.
Esto em poder do Sr. Miraoda Leal e por sso
oo foram propostos os feitos entre partes.
Appellaole Joo de Siqueir Ferrao, appellado
Jos Antonio de Alueida Guimares.
Embargante Joaqaim Feraaades da Rosa, era
bargado Francisco Torres da Costa.
Apnallaates Alhino da Silva Leal e outro, appel
iadp Pedro Siuit? PA8S4GEM.
Do Sr. desembargador Accioll ao Sr. desembar
gador Silva Guimares.
Appeilauto o carador iu liteo das menores Ma
poeia e Igaez, appellado Miguel Arcbanjo de Fi-
gueirdo.
DISTBIBUICAO.
Ao Sr. desembargador Res e Silva.
Appellaole Maooel Aaljoio dos Saatos,
do Jos de Villa Flor.
AGORA VOS.
Do jaizo especial. Agravante Joaqaim da Sil-
va Cosa, aggravado Albino Jos dos Santos.
Aggravaote Antonio Valentim da "Silva Birroca,
tutor d j menores fl tus do fallido Sabastio Jos
da Silva, aggravados os caradores Qscaas da mas-
sa fallida do dito Sebastno.
O Exm. Sr. presidente oegou provimeoto.
Nada mais houve e eoearro-se a sesso
ama bora da larde.
Commendador Antonio Arres Van-
na......
Ttente-coronel Mariaono 'Ramos
de Mendooca..... {j0j,
Dr. Joaquim Franetaco Cavalcn
Lins.........
Jerooymo de Albuquerque Mara-
nhJo........
Antonio Goncalves deAzevedo. .
Jo5o Alves de Carvalho Cesar. .
Antonio Jos de Figueiredo. .
Joao Nunes Pereira da Silva. .
Dr. Francisco Goncalves da Rocha. 5o; ooo
Commendador Antonio Francisco
J Perei"........4o#ooo
GapiSo Augusto Genuino Albu-
qnerque de Gusmao. .
Capilio Jos Eleuterio Ferreira Ra-
bello ..........
Dr. Jos Joaquim Fir,n;no. .* .
Dr. Francisco Tavares da Cunta
Mella.........
Leocadio Jos de Figueiredo! .'
Capillo Antonio PinlMiro de Men-
donca ........
Tenente-coronel Ernesto Justinian-
no da Silva Freir. ....
Custodio deOliveira ^avalcanti. .
Vicente Ferreira da SHva Maia'. .
Joo Ferreira da Silva. .
Pedro de Mello e Silva. I.
Aleres Guilherme Francisco de
Paula Montenegro. .- K 2o^ooo
So^ooo
00^000
Sojooo
5o5ooo
5o5ooo
3oi(ooo
25|Jooo
2o^ooo
2o*ooo
So^ooo
2o*ooo
2o^ooo
2o5ooo
2o?ooo
So^ooo
2o^ooo
appella
em
ao publico, vido sempre de coriosidade, o oosso
illasirado e sympatbico eomprovloclano Dr. J. J.
Ferreira de Agolar Filbo, acoja coneep{o vigo-
rosa e patritica, devido o drama.
Paramente *rasilelro, e temoataado-se as pocas
gloriosas do Brasil colooia. o acama la^a, i, por
asslm dizer o despooiar do Ibeairo brasileiro, a a
condemnaQo ao pessimo sysfema de tradceles,
imitacoe. em am^xti, como o oosso, lo ebtio de
recordares gloriemos e de iradicdes Iwerosas.
Dispensaodo-nos # historiar o'iodj to drama,
mo.
Mara, Pernambuco, Baa-Vsla ; espasmo.
8
Fraocelioa Mara da CooceiQo, Pernambuco, 45
aonos, soeira, Boa-Vista ; eolito.
Mana Rosario, frica, 82 annos, solteira, S Jos ;
bydropesia.
Josepha, Pernambuco, 60 annos, solteira, Boa-Vis
ta ; entonte.
9
Maooel Antonio Maciel, Pernambuco, 25 annos,
soltero.S.Jos; pnlmonite.
Laiz Alves Villela, Portugal, 45 annos, soltelro,
Saoto Aotonio ; conge&lo cerebral.
Jo3o Silverlo do Reg Barros, Pernambuco, 28 an-
nos, soltelro, P050 ; hypertropbla.
Francisco Jos de Mattos, Peraambuco, 43 aonos,
soltelro, S. Jos ; bydropencardia.
Maooel Pereira, Pernambuco, 50 aonos, viuvo, S.
Jos ; pleurisa.
Francolina Jacqoes do Espirito Santo, Pernambu-J
oo. 29 annos, casado, Boa-VlsU ; absorpelo pu-
rulenta.
Alfre lo, Pornambuco, i anuo, Sanio Aotonio ; coo-
vulsSes.
Marta, Peroambaco, i mezes, S. Jos ; varilas.
Maximiaoa, Peroambaco, 3 mezee, S. Jos ; con-
valsos.
Candido, Peroambaco, 3 mezes, Santo Antonio fi
tomor.
Silvina, Parnambaco, 3 mezes, S. Jos ; espasmo
Antonio, Pernambuco, 36 aonos, escravo, Reclfa :
escrofalas.
CHK0MC4 JUDIGURU.
TBIBC^AL BO COMMEBCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE ab
SETEMBRO DE 1367.
PRESIDENCIA DO BUf. 8R. DESEMBARGADOR
' ANSELMO FRANCISCO PBBKTTI.
As dez boras da manbia estaodo reunidos os
Srs. deputados Rosa, Basto e sopplente S Leito,
faltando com causa o Sr. depuiado Miraoda Leal,
S. Ese. a Sr. presldeote declaroa aberta a sessao.
Lida, foi approvada a acta da sessao antece-
dente.
. IXlWKNTi-
Oficio do presideote s secretarlo da jauta dos
corretores. datado de hoje, laotaodo o boletim
commercial da semana prxima nada.Ao ar-
chivo.
O Sr. Dr. Officlal maior trouxe ao couhecimenio
do tribunal a partecipaco que Ihe dirigir o aju-
dante do porteiro Maooel Mada de Caldas Braa-
dio de se achar, por ordam da prssideacia, aqoar-
tallado como offlcial do 9.a baUlbio da guarda na-
ciooal do maoicipia de Olioda.
Aos Srs. deputados foram distribuidos os livros:
Diarlo e copiador de /os dos Santos Vtilaoa ;
dem, dem de Jos Joaqaim da Casia Maia j Uam,
Iflem de Joio Ferreira dos Sanios Soare?.
GAMAKANNKilPL DO HEC1FE.
5a SESSAO ORDINARIA AOS 26 DE JUNH E
1867.
PRESIDENCIA DO SR. PEREIRA SIMES.
PreseDtes os Srs. Aquino Fonceca, Gusta-
vo do Reg, Dr. Pitanga e Dr. Miranda, fal-
tando com causa os Srs. Santos, Pinto e Dr.
Villas-Boas e sem ella o Sr. Silva do Brasil;
abri--e a sesso, e fui lida e approvada a
acta da antecedente.
Leu-se o ^gumtc expediente:
Um officio do Exm presidente da provin-
cia, de 25 do corrente, remetiendo a cma-
ra em soluccSo ao seu olDcio do 5 do mes-
mo, sob n. 31, a copia das modieaces fei-
tas ao contracto, outr'ora celebrado com
Garlos Luiz Gambronne, para o servico da
limpeza da cidade.Ao archivo.
Outro do engenheiro cordeador.intorman-
do sobre o que pede o Dr. Manoel de Bar-
ros Barretlo, no requerimento que devolve,
diz que o peticionario concluio a obra que
conlratou fazer de conformidade com as -cun-
dieses-do seu contracto.Mandou-se pagar.
Oatro do mesmo, informando sob o que
pede Joo Ferreira Villela, no requerimento
junto, diz nada baver que oppor a preten-
do ao peticionario de collocar soleiras novas
no oit5o de sua casa, sita a ra do Cabug
n. 18, urna vez que as eleve altura das so-
leiras das casas da mesma ra ns. 10,8 e .
Goncedeu-se.
Uutrodo mesmo, informando o reqoeri-
mento em qae Joo Rodrigues Lima, pede
para reidifleaf a frente de seu sobrado n. 3
silo ra da Lingueta, declar? que nada ha
que oppor, nma vez que o faca de conformi-
dade com as posturas, guardando o alinba-
mento e nivelamentos das casas vizinhas.
Coocedea-se.
Outro do mesmo, informando sobre o que
Ihe foi determinado por despacho de 21 do
corrente, diz que as soleiras qua o peticiona-
rio Elias Baptista da Silva, pretende collocar
nos sobrados ns. 86 e 88 da roa da Impera-
triz, devem ser postas no mesmo nivel que
as do sobrado que Ihe fica fronteiro do ou-
tro lado da ra do Hospicio, e no qaal se acha
urna botica.Goncedea-se de conformida-
de com a inforuiacao.
Outro do fiscal da freguezia de S. Jos,
communicando que o marchante Belarmino
Alves de Arcba continua a conservar os
pesos e balancas de seas talaos na ribeira
sem aferir, mesmo depois de ter sido j mol-
lado ; consulta a cmara o que deve fazer
em tal caso.Que se respondesse ao fiscal
que faca o termo de infraccao eom formali-
dade para ser levado ajuizo.O Sr. presi-
dente pondera a cmara, que tendo a mesma
mandado ordem ao procurador para entre-
gar ao respectivo solicitador a quantia de
100)J, para coutinuaco das dispezas judi-
eiaes a seu cargo, acontece que a quota se
acba extincta, e tendo se pedido i assembla
autorizado para continuar a dispender pela
mesma verba, nao fora linda concedida, mas
sendo de necessidade qae taes dispezas se
fecam, e nao suffra por isso o andamento dos
processos judiares, intende que a cmara
deve turnar, sob sua responsabilidade, o man-
dar entregar a quantia- pedida.*Assim se
resolveu.
Despacharam-se as pecSw de Francisco
Antonio de Mello, Jos Aniooio Cezar de Li-
ma, Joo do Amaral Rapozo, Jacob Joaquim
da Silva, Jos Francisco Pires, Jo8o Fran-
cisco do Reg Maia, Manoel Joaquim Gomes.
Maaoel Thomaz Pereira, Dr. Maooel de Bar-
ros Barretlo. e levaotou-se a sessio.
Ea Francisco' GajuMo da Boa-viagera se-
cretario a gubscren.He0 pro-presidente,
Santos, Dr. Pitanga, Dr. F. Villas-Boas Dr.
Miranda.
!o0oo
lo.fooo
toooo
10^000
10*00 3
Manoel Vieira Bemardes.
Coronel Bento Jos Ferretea Rabel-
lo.
Major Antonio Francisco Pereira
Jnior.........
Major Arminio Amerito,Tavares da
Cunba Mello. ...'.. lo.^ooo
Alferes Joo Alves Pragana. lojooo
Miguel Pessoa de Araufo Tavares. lo.ooo
Feliciano de Lira Pereira Tavares.
Dr. Manoel Vicente Ribeiro de
Souza.......". .
Capito Bartholomeu Gomes1 de Al-
buquerque....... loiJo o
Manoel Das da Costa. .' loooo
Joaquim CarneirodeMesquita- Mello lo5ooo
Jos Pires Vergueiro. .' lo ooo
Tueodoro Jos Pereira Tavares. lo,ooo
'Ciridido Moreira da Costa. lo'ooo
,Jos da Silva Oliveira. ... lofooo
Vigario Aotonio Pinto de Abreu, fo!ooo
Major Hennque Luiz de Noronha.
Revd. Manoel Jos de Oliveira Re-
g. '.'....
Manoel Gomes Cavalcanti. .
Jorge Clemontino de AJaujo Lima.
Simplicio Jos Pereira .* .
Joaquim Monteiro Guedes Gondim;'
Antonio Guedes Correa Gondim.
Flix Jos Cesar de Vasconcelos.
Antonio Domingues de Souza
Dr. Luiz Goncalves da Silva. .
Tenente Maaoel Moreira da Costa
Passos.........5ooo
Seraphim Alves da Rocha Bastos. S^ooo
Joaquim Jos da Costa. S^ooo
Franclino Ferreira Crespo. 5-ooo
Joo Barboza Gordeiro. 5"ooo
Luiz Francisco David.....5$ooo
Bevd. Antonio Marca lino Cavalcanti
de Albuquerque.....
Revd. Joao Serapiao da Cruz.
Jos Antonio de Souza Costa.
Manoel Tavares de Vasconcelos.
lo 000
lofooo
1 o ooo
19 "000
lofooo
lofooo
lojooo
lo!ooo
85o oo
5ooo
5looo
5Jooo
1:5 O 00
1 ooo


lo5o#ooo
Correspondencias
Senhores Redactores.Eii urna corres-
pondencia de 2 do corrente assignada pelo
Sr. Francisco de Miranda Leal Seve, diz este
senhor que eu Ihe dirigi insultos e aos dig-
nos amigos, depois do que eotre em luda.
Se isso fosse verdade o Sr. Seve e os seus
bons amigos teriam sido cortamente maltra-
tados porque nao seria eu to nescio que os
fosse provocar sem ao menos levar urna
simples bengala.
Mas tal nao foi o meu intuito porque nao
da minha criaco, nem do meu carcter, of-
fender a ninguem por omito inferior que se-
ja a mim; espero ser atacado para ter o di-
reito de represalia, e entSo emprego em mi-
oha defeza lodos os meios possheis e ao
meu alcance.
E como que tendo os senhores con-
sciencia d'isso nao se levantassem contra
m m n'essa occasiSo e pelo contrario me
deixassem entrar em casa d'onde sahi em
paz e salvamento, depois de longa demora ?
Sr. Seve cont essa historia aos seus
amigos, que por complacencia fingiro acre-
ditado porque..,.
E' sabido n'esta cidade que eu fui ra
do Hospicio muito atraz dos meus cunbados
porque nao podendo probibir-lhes isto, pre-
vi que os irmos viriam s raaos, e que era
meu dever separa-los, o que felizmente con-
segu com o soccorro de Vmc, que nesta
occasio mosirou-se pradentissimo, dando
com voz alterada (sem duvida pela emoco),
a satisfaco exigida pelo meu cuobado Anto-
nio da Silva Faria.
At abi Sr. Seve sempre o Uve por cava-
lheiro, nem tudo que reluz oiro, e para
fallar a verdade nuca pensei. que o se"nhor
descesse de sua digoidade ponto de inven-
tar urna historia para justificar-se aos olhos
do publico, que sabe perfectamente, .que o
senhor tem servido de martello as mos de
quem quer servir-se coptra qs seus.
A voz do povo o echo da voz de Deus,
e esta voz o coodemna na soa coosciencia,
preciso pois submetter-se a senteocji que
imparcial e ser mais leal.
Confesse que o senhor ,dexou*se guiar
por um ceg, que cabio n'uiu lamacal d'on-
de Bao pode sabir sen muito incapaz, e
que no seu desesp ro quer agarrar-se comi-
go. Se eu c podesse tirar d'ani, por cari-
dade o mas sem (he dar a mo. Quan-
do involuntariamente iovolvi-me neste ne-
gocio de familia no seio da qual por con-
demnaveL.condescendencia o seohor. derra-
mou a discordia, estova eu emboas relacoes
de amisade com meu cunhado Joo, visita-
va-o a miudo, e tioba os seas filhos na mi-
nb'ula, d'onde ello os tirou porque Uve a
franqueza de censurar a sua conducta injusta
e reprovada, para com os seus irmos, e
tambem publico o notorio que obsequiava
ao senhor, convidando-o sempre para as
partidas em minha casa, e mesmo aiguos
dias antes deste triste acontecimento no
'v
--
LEGIVEL
rararai



-

Mari* de
freac* Q-ar* feira HieMeabrt 0 M67-
<>
qual o senhor represeotoo e est ainda f e-
prantaodo am papel deploravel, assisti
por con rite sen ao casamento d urna su
eobrinha Da casa da saa residencia, onde
eote-me a soa meza e'bbi'- sua saude.
Avista dvjKpMto'tfa & expressJo da
pora verdad* 4a qual soa escravo e pela
qnal me sacrifico, e>U claro e-prava lo que
ea nunca Uve tengoes de multa-Ios e qae
portante falsa a sua accusacao. que s de
nota mi fe, e perversidad*.
Qaerem vingar-ae de mim por eu nao
commuogar dos mesmos aeatiroeotos, e-p que nao quera uirar com os lobos.
Qnem quizar se-lo vista-lbe a pella que
sempre apparectr' um p*dactnho da orelba.
Ja estoa com algam receio de ser qualiflca-
do, submet'.ido a dosciplina do cbapa de,
sol, depois urna sioagoga de ensataras suas
que trocando a farda nacional pela sua libr
me condemoaria fusil.
E porque este grande odio? que fia ea
parasoffrsr urna aecusacao Ufo-mentirosa?
Ser porque nio tire o mou bonn ao novo
Geslw? Estou no. mea direito, porque so
comprimento as pessoas quem conbeco,
cu quem estimo.'
Declaro que nao o odio qoe me-fez fal-
lar, esta se aliment muito vil, e s tem
cabimenio oaaalntaa-pequonaa; en detesto o
peccado ; mas tenbo-d dopeccador, e por
tanto a inimisade dos mios pode.ser.me
preju licial, porm a-me sempre muito bott-
rosa.
Na sua fofa cotrpoadencia invoca o ?e-
nnor dous sentimeotos que n5o o oraam : a
justica, e o patriotismo. Poda sor jwto
quem quer jringar-se por qualqaer eio ?
K ter patriotismo qaem nao tem feito ne-
nbum sacrificip-pes80a1T *
A sua desculpa amito, nr como tado
que vea do mal. J para ao* faria mal in-
ventar-so urna historia de vulto.ou pbantas-
ma na qual as'?elhas e mesmo as criancas
deste lampo alo aorechtarSO, porqo* ato-se
pegou o pnantasma.
O que com effeito maito difficil. Sr.
Seve deixose de historias, e faga-meoese-
. cial favor de n5o se remorar de mim. pela
razao bem simples que ea nao me oceupo do
senhor era de sm amigo, porque acto que
< nao vale a^ena perder o mea lempo.
Tenho muito que fazer Sr. Seve, e as mi-
nhas horas vagas divirto-me em lr a vida
dos hroes e dos homens Ilustres, e por-
taoto j v que as suas facanhas nio me
interessam.
Monsiur Seve fiottez moi la paix, el allez
vous promener. '
Hyppolito Gadaut.
sepan, procara pretenciosamente transpo le, nao
temealo nahir desastrosamente.
Recife6 da selembro de 1867.
Antonio da Silva Faria.
Pablica#3es a pedido
Senkort* redactorts^-Tanao ba cerca de 3 asos
soffndo de cataraetas, qua augmentando progressi-
vameaie, me coiiocaraoj na dolorosa situacio de
ser eoadutldo perora gois, pois qoe ja nada pedia
ver ; resolv por loformacdes do Illm. Sr. Dr. Joio
*^&5lr!!L,|M,a lD.Sr.,Dr. Cowaade
?* JlJif*1 1ae m8 "minaste os olbos, a
wineunmw por moro de orna operacio podra
oawaraom o restabtlecimento da minha vista,
cania desejava.
mDec)ls8a,,0nci0S0 exaffle> onselhoa-me o
uim.br. Dr. Sa' Pereira qoe me sajeltasse a ope-
n?so, a qaal dfr faeto leve lagar em 15 de jaldo
'proilevt panado eom a asilencia do Illm. Sr. Dr.
Franateo GoncaJves de Koraes qoe promptamente
se prestoo para esse Qm. ^^
Contando 36 aonos de idade, tem qm momento
daqaella operaeo perigotrssima ; mas todos os
eos recalos feram desvanecidos peta aptldio e
certeza do medico hablllsslm, qae ajadado pela
Providencia, coosegalo depois. de sete das de en-
cerr, restituir-me com vista ai seio de miaba fa-
milia 'da sodedade.
Descrever oproceeso e-perfeicao com qoe o Wm.
or. r. Sa Pereira enrabio o mal qoe me roabava
a laz, pertence a ama peona profissioaal; entre-
tanto cumpre-me diter qae darante os seta das de
repoaso determinado para me serem descobertoa
os olhos, neubuma dr de cabeca tenll, ira io-
commodo algam, qae por ventara se podesse attri-
bulr a' operacio por qoe aeabava de passar. De-
pois do periodo de se te- das em qae me fji tirado
o apparelbo qae vedava a claridade, vi perfeita-
meoie todos os objectos qae aw cercavm, e desde
esaa poca at boje, teabo sentido meiboras tlo-
consideraveis e prsgressvas, qae a coatiooar as-
si m, creio qae ebegirei alada a ver de novo, como
se oanca boavessa sohVido lao borrivel mal.
Registrand este fado, qaero iateirar o publico
do quanto pode a seieocia em maos d6 ua medico
taobabilcomo o Illa. Sr. Dr. Cosme "de Sa'Pe-
reira, a qaem devidamente tribato os Aeai loa-
vare?.
Soa sea constante leiftr.
Recife, 10 de setembro de 1867.
Manocl Pereira Marques
achamo-losoffrivel. Os artistas mostraraD>sac-' mmMrwmmimi-m *.*.
abados e ponce segaros dos seas papefs, o qae iBuViil] UTO HO PUbT
tem a-sua principal descarga no poma *mpo, qoe--------------**!* *w vv xuuau
tiveram para estada-Ios.
Mas alada issm* nio desmereceram o conceito a -. B mno$ entrados no di 10.
favoravei, que we dispeosa o nosso publico. E n"_~ _*4"?po_bra8ltolro Adeltno, capitao Jos
forcoso" convir qae se nio fOra a soa boa voatado '
e os esforfos 4o eapreano, nio reria posslvel!
qae em lio poacos das subisse a' sceaa o Vabyra.'
O Sr. Cesar da Lacerda eocarregaada^ta do pa-
pel do protogonist), fea pesar sob sena, hombros

~ brasllelro Adeltno, capitao
Bemardes de Souia Unto; em lastro.
_. Oburvacat.
ao hoove entrada.
Srs. redactores.Weatto embira am poacoJar-
de responder a' ama correspondencia qae contra
mim foi publicada no sea Diario do ultimo do rae
prximo pastado ; correspondencia essa asslgnada
por meu \,, e mi-iba mli.
Estou intimamente convencido de qae este acer-
vo de injurias nao pissa de ama seila envenenada
po alguem qae Maqueando a boa f de meu res-
peitavel pai, e de miaba estremosa nai procara
por esse meio desebnceitaar-me ante a Ilustrada
oplnio publica desta cidade, de alguem que nao
tenflo a precisa coragem para atacar-m6 de fren-
te cora o sea proprio nome, procura ferir-me pelas
costas como o salteador mascaraado se cora lo
respeaveis nomes para mim.
E' iijteirameute falsj ludo o que esse individuo
djssesob a Arma de meu pai e mi.
A verdadepde soffrer seas martynos, porm
no dia de sen triumpo, a sua maior victoria,
deitar para sempre inutillsados os seas persegui-
dores.
Passo a fazer a (]*.! narragao do facto.
Em a noite do dia 13 de feverelro do correte
anuo, estando em casa de meo ennhado o Sr. Ga-
dault alui dos acadmicos Candido Valeriano da
Silva Tavares e Maooel Godofr'edo de Alencatro
Autrao, os Srs. Jos Antonio Pinto Serodio, Gus-
tavo Leslazeno Furtado de Mendooga e Candido
Gegorlo dos Santos Siqueira, pessoas todas ellas
de disilnctas qualidades e de consideracio social,
o mea respeitavel pai e minha mai que'tioham ido
visitar a minha irma, esposa do Sr. Gadadnli, de-
pois do cha' eouversoa-se s-bre diversos assump-
toj. Por ama destas digressjs, qae de ordinario
se do em conversacSss familiares velo se a tratar
cao s-de am importante negocio, como tambera
acerca da parte que nelle Uvera meu pal, emfim
sobre ara protesto era sea nome pabl'cado no Oto-
o de Pernambuco de 6 de novembro do anno pr-
ximo passado, por essa occasio dirijti diversas
perguntas a mea respeitavel pai, o qual respoudeu
a todas ellas, fazendo a Sel e compl-la narracao
dos factos; aarrago essa qae ja me havia feil a
das, sendo de notar que miaba extremosa mil
concordoa com ludo o que disse.eotao mea pai,
ta! a forga da verdade. Perguotei em seguida a
meu velho pai se recuiar-se-hia a passar-me am
documento oaquelle teotido, isto, qua contlvesse
iodos aquellos fados, que el!e tiaha dito serem
verdadelros, ao que responden sem o menor coos-
traogimento, qae sim.
Passei-lbe ecto as mos um papel pedindo que
lesso o sea cootedo ; porm, meu pal por falta dos
oceulos disse me qae nao poda l lo ; assim dirig
me a urna das passoas presentes, que all se acha-
vam o Sr. academico Candldj Valeriano da Silva
Freir, solicitando-Ibes, qae flzesso em altas vozes
a leitura do papel para meo pal saber sobre qae
objecto versava, ao qae de boa vontade' prestou-se
o dito mea amigo, parando era cada am dos perio,
dos componentes d'aqaelle mesmo papel, e dirigin-
do a' mea pai as segaintes palavras : t Concor-
da, ser verdade mis Sr. Antonio J>aquim Farta ao
que mea pai respondeu que sim, Prada a leitura,
disse a' mea pai, qae estaodo aquella papel de ac-
cordo com a veraada dos faetjs, e servlndo-me
para documento de defeza, qaando algama pessoa
mal intencionada a meurespeito qaizesse deprimir
d; mioha repatagiSo, o assigoasse, o que elle sem
a menor reflexo e da melbor vontade fez.
Eis o f .co nirrado com toda a Qdelidade.
Como pois extorqui dolorosamenn oa por meio
lamanas impro#riaado mea carcter, e someo-
te dado desse algaem, -aqaetla assignalara ?
Cuino dizer-se que mea pae assigaoo eese papel
sem saber o qae elle eontinba ?
Quera nao enxerg, que somonte alguem qae
tera inleresse em tirar a f de tal documento seja
.o nico capaz de forjar semelbante calumnia; pro-
curando por todos os meios ao -seo aleante inuti-
llsar tao vaiio-so docamento obtldo de mea pae
era presenga de cinco pessoas merecedoras de toda
aconslderagao?
Seriara capazos as pessoas ana se acbavam pre-
sentes naquella oecasiio de se prestare'a'fio Te-
denla farca T
Prestarse bao "a dlzer o contrario ao qae se dea
nessa oecasiio e do que ouvirao da booca d mea
pae, pessoas qae presam a soa repatatoT
IHao, pK certo, porta.nl) v*-se que anda mais
esta vez procaroo fater-se Jogo eom o nome de mea
pae, como se ba fetto por muitos oatos em jaizo.
por estar esse algaem certo de qae a rubrica de
mea pae infuode em mim tal respeito qae nao
chamarla aos tribanaes; por.estar esse Indvlirao
re?sedtjdo por ter sido completamente desmascara-
do o-Sr. Seve na mloha correspondencia domar
prximo passado, por querer essa alga$anuinia
palavra prevenir o jalganaento de ama qestao que
corre pelo jaizo municipal da 2 vara.
S qaem nao eoabecer o mea respeitavel pae,
podera' crer, qae a *o ser a soa assignalara, to
raasse ouira qaaiqaer parte caquella oorrsMo
deacia.
S qaem nio sonber qtao misaraveis 3e>aqoat-^
las assergois podera' fazar a atroz injuria de im-
putar a' peona de meu ps a ausm esse algaem
se agarra como urna taboa h noaWl*
A-^sim, pois,fergosr>(M*a____
doeu-me profundamente dcatrt d'alma, ver a ma
neira miseravel por qae fsaf individuo procoron
evitar de qae Ibe desse atoa*tabal resposta abro-
qaellando suas aalumaias oto lio tespeiiaveis
nomes para cria ; eonfessando qoe se doa-lbe
esta resposta, sdiecrta far"-afender-me aos
olbosdM PsoarqiofeiirtiataBaa), poreoo
lVXtaa* <" Q,"w *****' wsu-m
.ih^m.i8 P"10 ni0 m Jolrii capaz de so-
22S22&2Z3E**'! dignidad* tao
sempre a qaem nio mediad r>:trysae
As vio de mendieidide c Maria Pa i en
Portugal.
Sabem todos e moilo especialmente os Portta4<
zes resideotes nesu provincia,, qae tendotido do-
vorado pelas chammas o asylo deoominad Morie
Pa tralou para logo o goveroo de S. M. Fidelissl-
ma de promover oonattvo, com o m de reediBear
o mesmo asylo, nao se esquecendo de eslender saas
vistas de eooflanga sobre os Portugaeies residentes
o^sta parte do imperio, os qaaes em circamstao-
cas idnticas, leem dado sabidas provas de que
sabem attender pressurosos e solcitos aos seus re-
clamos.
Como Portogaezes qae somos, seja-nos licito per-
guntar o segante : Tera o governo do nosso paiz
tomado na devlda conslderagSo os servlgos qae se
bao prestado, nesse senttdo, com a melhor boa von-
tade ?
Podemos dizer francamente, sem o receia de ier
urna empreza bem difflcil e miladrosa porqnanlo
estranteiro, e alera disto nio conbecondo o typo,
a inOexo ddee e peculiar da voz e ot gasto* lio
slgniflcatlvos do Indio Brasileiro, ser-lne bia sem-
pre embaracoso rpresenta-lo com vantagem. Toda-
va fe quanio esteva erm suas torgas, e o artlsta-
mestre nio sacrOcon ntm devia saoriflear o per-
aonagem. OSr. Peregrino, qae dea nos Araray,
primoa pelo caracterstico, raosirando-nos um typo
Bel do Albo da trra de Ibirapitanga.
Andaram es-Srs. Tftomat, Lisboa, Jordani e D.
Palco.
"Nao deixaramos de fazer especial meaeao da Sr.
Raymando, qae 09 papal de escravo Pedro, oan-
dazio-se mai satisfactoriamente.
Na noite de 8 segoio-se i represenUcao do drama
a de ama linda comedia-nmaornadade msica-
Miguel o Tornero; na qnil tomaran partt a Sra. D.
raleo, os Srs. i*sar e Peregrino. E' desnecessario
(jo digamos qaal foi o sea desempenho, qaando
estt fot eonflado i artistas distlncts qfte skBem sns-
teotar sempre a btm merecida repolabaoy-d pe
gosam. A Sra. D. Palco cantn admiravelmente.
O Sr. Telxaira e D. Jesuina que desempenbaram
Ol daos faftraosreceberara do publico mullos
e repetidos applansos; o que prova asss a conside-
ras*) e estima, am que sao tidos.
a quartt-fela teri logar oteneflcio do artista
Taomax Espinca. O-drama, que offerece ao publi-
co, de soa^pfOKHHavra-e intitula se-Os volnn-
*?"< iolt-'-M $> simples e modesu composj-
jao,mas bninaata pele seu assnmpto, qoe*e pren-
S.e.an8T2rr*aeusJ,a PW,Qoe smtentamos con-
h gqt7, seos protogonlsus que sao o
acadmico e um pescador, collocados em condlgSes
tao differentes, obem no entanto a mesma altara
pelagraadea e reOtlio da patriotismo e abne-
Desejamos am feliz exita ao trabalbo do artista
aotor.
Recite 10 de selembro de 1867.
B.
EDUAES.
a Perante a cmara municipal desta eidade .
Ura' em praga no dias 12, 14 e 16 do rranu
para ser arrematada por- qaem por menos nreco
fcwvaobra^ concert de qae precisa o maro do
verte paWioo da regaezla de S. Lourengo da
Malta, oreada na quaolia de 1:150* -, aqnelles qae
TBieoiniBuj arrematJTpodem comparecer no paco
municipal ao* m indicados, manidos-de flanea
1traota a arrematago. v
rae da-etman mneteipal do Recife 4 de setem-
bro de 1867.
Luiz Jos Pereira Simdes
Pro-presidente. :
Francisco Canato da Boaviagem
i Secretario.
ate a cmara manielpa desta cidade es-
ta poWiea aos das 14,21 e 28 do cor-
sartoem aasiaK^,_auiao .r*, D 40 uu
reote mez para serem artematados pelo tempo de
om auno, por quem ma/s offerecer, os tmpjstos
Wuua* tupiad*ptanU 770#, 40 rs. gor cada
ae eoqaeiro de produgo para negocio 473#,
d pesos e medidas, sendo o arrematante
Moa aferir os da mesma cmara sem Indem-
ptstcto' algama 555fl, 500 rs. por cabega de gado
^ttffl30^ *lQ8aeis das casiofcas da ribeira
S*J rs- porcaDeS de gado recoihido no cur
rmMJXmascatesebocBtelras 28*500,80 rs. por
SS.^'?0* 8 lesuMbS ,t*' re^SJ d0 acon-
#-JOO,2O0 rs. per elbega de gado suino 6*,
Btoevelbnra 1J303 : os pretendentes podem com-
parecer nos referidos dias com seas fiadores habi-
litados na forma da lei.
Paco da cmara municipal de Ollnda 6 de es-i
tambre 1867.
Manoel Deonizio Gomes do Reg
Pro-presi dente.
Mareollno Das de Aranjo
Secretario.
Batalho Ma.
Tapioca Mem. ^^
Aietria dem. *
Sabio ama relio ideas.
Pamo do Rio dem.
Velas de carnauba dem.
Ditas de espermacefe dem.
Vinho de Lisboa, garrafa.
Dito branco dem.
Vinagre de Lisboa dem.
Azeite doce dem.
Dito de carrapato Idea.
Fariaua de mandioca, alqaeire novo.
FetjSo malatinbo ideo.
Ceblas, cento.
Prelo, sacco.
Agurdente branca, garrafa.
Batata, arroba.
Sal, alqueire.
Leona em acbas, cesto.
Carne verde, libra.
As propostae deven ser especlaes, j para os-es-
tabelecimentos de caridade e ja* para os colleglos
dos orphaos. *
Recomraenda-se aos-conoorrantes qae observem
!mJ5" Pr?PUs a ordem nos pesos, medidas e
quaifdades loeadas na rehge dea genWos des-
fiesta secretarla se darao os esclareclmentos de artlsus.
intes precisaren), e>o arte da ar-1 Quinta Mrte
|pwrofonistas de seo drama. Se a inelHgencia pao
loe permWioao monomento filterarlo, sobroa-lbe
oa vootade e a grandeza da concepcao.
Comecara* as 8 horas
Quiuti-feira \% de setembr de 1867
Espectaeala eoncerlo
DADO PPLOS IRMJ.0S FRANCO, C^NCEnTISTAS
DE RABECA E HARPA.
Primeira parte.
da iivr0 i' eB\am ac, de Mr- Dam*s radon-
A Uvremeaa* pele Sr. C de Lacerda
10 CHALE DE CACHEMIRA
! -. _. Segonda parte.
iJta eLp .^c,,ran,les Ic5m de con-
STpo1i?jeSSf **W W-
Terceira parte.
A comedia em um acto intitulada :
Os cabellos de minha mulher
Quarta parte.
Pelos irmos Fraaco grande capricho sobre a
rematagao deverio ellds comparecer com seus da-
dores, oa munidos de cartas destes qae flearao res-
peasaveis pelo inteiro cumprimentodos respectivos
contratos.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cife 9 de selembro de 1867.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Soaza.
Para
da
Kxm. Sr. mln'stro
i a* l"lf ver.
--. r?Pes y'ilar dflclara que a corresponden-
ciado bacharel Beneyides publicada neste Diario
n<)7aB*-*% a niesma quo elle publieeu no Oes
pirraoraa 17 deiaoho na provincia da Parahyba,
a Ajue se^tefere a Mobna publicada desde o dia 2i
do mez prximo paseado, e qoe com *nm> provo-
.ca-o a prpvar o qae jastlca pode Bear certo qoe o Dr. Beoevldes nao
toma a responsabilidade do que disse pelo jornal
em Peruambuca; elle apenas raand<. u trar.screver;
e se Benevides tomasse a responsabilidade eu dira
que a miaba victoria seria eerta. Teab.a.eonfianga
nos caracteres qae distrlbaero jasfic insta cap;tal.
Cont com a jusiiga do Eira. Sr. ministro, pois
ja tenho provado o melbor possivel qae o jaiz mu-
nicipal da villa da Independencia Jos Joaquim de
Sa o Benevides, nao respeilou o an. 129 6 do c-
digo criminal, e est iocorso as penas do referido
cdigo, segando dizem os mestres da le.
Exu). Sr. ministro, V. Exc estar lembrado qae
DCLABi(IS.
mos contestados, qae taes servicos i i ism moro, n ~""?;"". *" c*^ os
cido, naopiniao daqnelle governo, Sem almeno SSSeJ?88',u? aAaBCS"J' vio,oa a ^^^ *
ara obrigadol I lmPer'> mandando evadir a casa docidado Ma-
Em vista pois dessa norma de procedlmento, ul1^^*1-,' M vi"* da Jn^pendeLCia as 7
para com aquellos qae esi5o sempre nromotos a ,rs!"8 "Ira P'en cortejar os pedidos daqnelle govrnor^MariS KSraM" forga armada ? Quefor-
os Portogaezes a presiarem-s! do mesoo^modoSfjMESiff P^350 ^ estelionaP) T Qoe
~ '- -' Jodefeno doas despachos n^gaodo meios de defeza,
protegendo a um falsario 7
Recife 10 de setembro de 1867.
que o leem feito at boje, qaando esse governo's
se prest a reparar oas quantias subscriptas, sem
se importar com os nomes dos qae as sabscrevem,
i s reconhece como servigos dignos de serem re-
compensados aqoelles qae sao prestados junto a
elle T
Nao... e nao ; porque os Portugoezes aqoi resi-
dente?, nao encontrara delicadeza, nem mesmo
sombra de reconheclmeoto naquelle qae, receben-
de um favor, s o aprecia e ihe da' importancia no
espaco de tempo que medta entre a solicitada e a
posse.-
Assim o pensam
., ,.-M ^wu Portugueses.
Recife, 10 de setembro de 1867.
Srs. Redactores.Teuham a bondade de fazer
publicar em o sea conceitaado Diario, as segara-
es lionas, interpretes donamM^ agradecido.
O abaixo a signado, tendo ebegado a' esta capi-
tal, de volta da cidade da Bihia, onde se achava
era iratamento de sua saude, anda nao restabele-
cida, vera ao publuo nao s, maolfestar os seas
sinceros senlimento? de eterna gratido ao mui
distitndo medico J. L. Paterson, residente naquel-
la provincia, pela maoeira delicada, attenciosa e
desinteressada com qae sempre o earoa, e a saa fa-
milia; como laaban fazer potar que.desle qae pria-
cipioa n guerra com o Paraguay, o benemrito Sr.
Dr. Paterson, nao tem querido reeeber remunera-
gao alguma por servigos mdicos prestados a' la*
dos aqaelles qae voltam doeotes da campanba, as-
sim como as suas familias, sem outro perramen-
te qae nio o de ser aiil a" este paiz com 03 seas
favores, alias hem importantes.
Recife 9 de setembro de 1867.
O major Jos Joaquim Coelbo.
THEiTtO
as noote? de 7e 8 do crrante subi a scena,
pela primeira.vez, no nosso theatro de Santa Isa-
bel, um lindo drama, original brasileiro do Sr. Dr.
Aguiar Jnior, e intituladoTo6jyra,-coja acgo
se passa em Pernambueo, nos temos coloniaes,
ao comegar a iovasio hollandeza.
Releve-nos o seu autor a franqaeza, com qae va-
mos emitlir a oossa opiniao respeto do sea tra-
balho, qae, sem duvida algama, tem grande mrito
a luz da litteratara. Sob este ponto de Vista acre-
ditamos que com muita jastiga merece os elogios
de o na critica sensata.
Com effeito; nobrea de pensamento, imageos
urmosas, estylo-fluente, lingaagem simples e cor-
rela, sceoas pela maior parte bem combioadas e
sobretodo fidelldade no deseobo dos persooageos,
sao riquezas espalbadas nessa bella composicao,
parto de om talento robusto e coltivado.
Tabyra, ludio chee da trlbo dos Tabayares e ai-
liado dos Portugoezes, o protogonist* do drama,
e como tal mereceu a mais escrupulosa attengo de
seu autor, gue mostra coobecer bstanle a ndole
e costuraos desses povos semi-barbaros, qae occa-
pavam o Brasil, quaodo om feliz accaso trouxe os
Fortuguezes is saas formosas plagas. Tabyra o
proiotypo do Indio valeifle e orgulboso de saa rag,
e em qaem o Europea eacoatrou um coragao rico
de generosidade, reconheci.raento e herosmo. A
saa iiogaagem toda cooforme aos sentimeotos
que Ihe rebenlam n'alma ; enrgica e incisiva,
qaando^) talor oo a colera Ih'a inspiram : doce e
suave, se a amisade oa o amor tbe fallam ao con-
gio oossa grata poesa, em que se embriaga a mea
te dos povos das terns acaecidas pelo sol do3 tro-
pieos.
Nao certamente trabalho leve e-de-pooca res-
ponsabiiidado eollocar oe. beeea do-tedie brasHeiro
ama lingaagem ponugueza accommodada a qae
Ihe propria, oa qual nao existe o encontr de
coesointes speras; a qae inqaestionavelmeate
devida essa dogora e qaasi msica, qae a cande-
rlsv E' isto ums dtBculdade, qae em grande parte
foi vencida pelo aotor do Tabyra, que pode estar
seguro da Adeudada do typo do sea protogopista.
Istao '
Jos Gomes Villar. '
Interprete do emnereia.
O meretissimo tribunal do oommerciddesta ci-
dade tera de prover am dos lagares de interprete
vago, pelo fallecimento de Joaquim Maviofao C. de
Albuquerqae.
Os interesses do commerelo e os da justiga, qae
raaitas vezes depende da apreolacio dt documen-
tos concebidos em lingua estraahaa' nossa,exigem
qae nesse provimento se attendam principalmente
as babilitagoes do nomeado, para qae nao aconte-
ga qae, a tratarse de linguas estraonas qae nao
sejam o francez e o inglez, nio deixe o docamento
de ser traduzido por nao ttver interprete offlcial
que coah- gi oulras lingaas alem daqaellas duis.
Nao basia mesmo o conbecer de ontiva taes lin-
gaas: a tradaegio de cootas, manifestos, facta
ras, etc., soppde o coobecimento da techoologia do
commercio.
O regulamento dos interpretes exige qae o can-
didato aprsente documento que mostr coheci
ment de lingaas estrangeiras e quaes estas sejam.
Eis abi bem claro o pensamento de qae devera'
ser preferido qaem melhor coohecimeoto tiver dos
idiomas estrangeiros e os conbecer em maior nu-
mero.
Felizmente nao se trata de offlcio oa ennrego
rendoso, cojas vantagens tornera motivo de pre-
ferencia o peso de encargos que sobre si tenbara
os candidatos; consideragao esta a' primeira vista
de multa eqnidade, mas que.tem dado lugar a no
meago de muita gente inhbil para ps lagares
pblicos
Somos francos; nao nos lotromtterlamos no
negocio a fazer as presentes consideragoes, se em
nossa proflsso nao tivessemos neoessidade fre-
quente de auxilio dos Interpretes e se por Isto mes-
mo nao bouvessemos ti Jo occasio de conhecer
que para ta-a lugares se tera nomeado gente inh-
bil, talvez a excepgao de om somonte o Sr. Dr.
Collago.
Isso, porm, foi em oulros lempos. Hoje acredi-
tamos e esperamos que o meretissimo tribunal do
commercio averigua-a' devidaraeota as habilita-
g5es dos candidatos, pois cabe-lhe nomear nao s
pessoa habilitada como a mais habilitada entre os
qae porventan pretendam a nomeage. E' o qoe
esperamos da jusiiga de cada am dstsembros do
tribunal, especialmente da do-sea digno presi-
dente.
-r O conseibo de compras do arsenal de guerra
precisa comprar o seguinte :
500 meios desoa.
20 dnzlas de taboas de loaro para assoalto, He 10
a 1* polegadas de largara e de i a 27 palmos
de comprimeoto.
2000 pregos de assoalbo.
As pessoas, qte qaizerem vender os referidos
objectos, apresentem as suas propostas na sala de
CBselbo, a s 11 horas do dia 13 do oorrente,
Outrosim o eonselbo chama a' attengo o seu
axinuncio poblicadono da 6 lo correte, pelo qae
diz respeito a ornamentos de igreja, do que tam-
bem recebera' propostas na mesma occasio.
Conselho de compras do arsenal de guerra, 9 de
selembro de 1867.
Jos Mara1 Ildefonso J. da Velga P. e Mello,
* Coronel-presidente.
Francisco de Pan! Gongalves da Silva,
Secretario.
182J500
1860000
6#0C0
300000
3010000
960000
144*000
1760000
1680000
COMMEBCIO.
. tambera desenliados com exacttdaa.os
decais persomgens, qoe pela maior parte sio-
Portoguezes cobres pelo valor a fidelldade ao sen
re e is tradicgdes dos seus maiores.
A luz da arte, orgosu eonfessar, o drama tem
ara oa oatro deleito iaevitavel, qaando se ovico
no estado dalla, cojos sagrados s podem ser sorpreo-
., didos depois de algam tempo de pratiaa. Ao Tab-
qae aiaao ser a saa assigalora,.to. riifalu sem davtda o qae commdmmeBte se chama
- escena de effeito ; e as vetes perdem algomas das
anas sitoapaaB e sea bctlbo e eaea|ipeiaTaapai-
Tenlencia dt urna scena oa appari|a4*aBeessa-
rnena poreoaagem, eomo aeeateee- o' acto.
ilalr esla, qae- eando, e o aovo dr^ipaburgo, moco inteligente
vor ,ma. euadioso; to' era breve saas obras occaparadj;
iZSSZt^iP-^'. laurai wW
Abra^do* cadUteaaole eicorcoaadMx a per-
correFesi brJUupU vereda-das, gKj&inMl-
geaeii. Unimos1 as oossasHjal^ ^ tto pflolica
om-hraao*) Itrio, e'eea4stra, ama estra a*i-
flaBtipema-awi 4e> aea esempeaho.
Nie tal ui fual desajanmos qae toase. Algaa)
aji aea aseos exigente t-lo-ha acbada bom; mas ai
PRACA DO RECIFE 10 DE SETEMBRO
DE 1867.
As 3 }i horas da tarde.
Cambio sobre Londres 90.di 21 ea' vista 20
3i4 d. por 10000.
Cambio sobre Pars vista a 460 rs. por fraaco.
Algodio 1 aorta120000 por arroba.
Silvelra.
Presidente.
Macedo,
Secretario-,
Novo Banco de Pernambuco
Em liquidadla.
O novo banco paga o 19* di veteado de
50000 por acc5o, nos dias otis/das 10 ho-
ras ao meio dia.
Cala ailal do banco do Brasil
em Peraambnco, aos 26 d Ja
lao de 186.
De ordem da directora se taz selente aos Srs.
accionistas, qae o tnesooreiro- esta' antorisado-
pagar e 27* dividendo dae acepea da basco do Bra
all, inscriptas n'esta eaixa, a' razio de 120000
eiO goerde-Hvfos
IgnaoNoes Correa,
-
Nuyo )anco de Pernam&uco
Para coflHecimeoto-do8 iateressa'
recelo do novo bate declara que
do l. de seterobra docorredWa
co entrara-em liquidado.
Reotfe 28 de agosto de .6*7.-4*
Santa Casa da Misericorda
do Recife,
Alllma.junta administrativa da Santa Casa dt
Misericordia do Recife manda fazer publico qat
aa sala de suassessoes, no. dia 12 do corrate pe-
las i boras da tarde tem de ser arrematadas a
quera mat3 vaatagens offerecer as rendas dos pre-
dios em seguida declarados :
Estabelecimeales t caridade.
Roa do Padre Ploriano.
Casa terrea o. 49. .^, >. .
dem dem n. 17. > ,
Ra dos Pescadores.
Casa terrea n. 11......,
Ra das Calcadas,
dem dem n. 38.. ... 1580000
Ra larga do Rosario.
Segundo andar do sobrado o. 24 .
Terceiro andar idem dem .
Roa da Roda,
dem idem u. 7 ,.
Becco do Quiabo.
Caa terrea n. 8......
Ra das Calcadas.
Casa terrea n. 36.......
Roa do Padre Floriano."
Casa terrea n. W......
PatrinieBis de orphaos.
Ra do Sebo.
Casa terrea n. 13.......2170000
Ra do Pires.
dem n. 39.........121JO0O
Ra da Cacimba.
dem n. 67.........810000
Rna do Pilar,
rtua do Rangel
Casa terrea n. 56.......3010000
Ra de S. Gongalo.
Casa terrea n. 84.......1940000
Ra do Vigario.
Primeiro andar do sobrado n. 27 1810000
Ra do Pilar.
dem a. 98.........2010000
Idem n. 105..........1440000
dem n. 108...........2010000
&sa n. 99.........2560000
dem n. 103.........3004000
dem n. 94.........2010000
Sitio n. 5 no Porno da Cal. 1500000
dem. n. 105......- 1440000
As arrematacoes sarao feltas pelo tempo de ora
atrao, devendo os licitantes vlrem aeompanhados
de seus fiadores oa manidos de cartas destes.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife 5 de setemhro de 1867.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Roa das Cinco Pomas.
.DKRgDAS CYTERNAS
Readimenio io da Y$Y
OJNS^MfaOlfTOAT'"
Recdimento do dia 1 a 9....... 13:2360770
fda*> atO................ 43Wrr2
-
18?
Santa Casa da Misericordia do
Recife,
A Illm" junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife recebe propostas para for-
necimento de pao e bolacha que houveram de con-
sumir os diversos estabeleclmentos pios a'sea car-
go, tanto dasta cidade como da d Olinda, qamta-
[eir 12 do corrate, pelas 4 horas da tarde, na
sala de saas sessdes.
Secretarla da Sama Casa de Misericordia do Re-
cife 10 de setembro de 1867.
No dia 11 do correle, boda a;audiencia do
jniz de paz do 1* dislricto da fregaezia da Boa-
vista, tem de ser arrematado os alaguis da casa
n. 6 sita na travessa do Veras, avallados por 160
meosaes, pennorados a viava de Feliciano Primo
de Soaza por execugao de Fraocisco Pedro Advin-
cnla. E' ultima praga.
"Tribunal 4o commercio.
Pela secretaria do tribanal do commercio desta
provincia se faz publico qoe Oca registrado o con-
trato social de Joo Toeodoro da .Silva e Joaqnim
Caetano de Carvalbo, establecidos nesta cidade
com padarja, sob a flrma.de Tbedoro & Carvajbo,
eora o capital' de 31OO0. E que foi iseripta no
livro da matricula dos commerciaates a Arma so-
ell de Pedrb Miarer dt C, estabelecida nesta ci-
dade eom easa dedrogas era grosso e pharmacia.
composta dos cidadios francezes Pedro Maurer e
Lua Margot, este domiciliad) m Pars e aquella
nesta cidade.
Seretaria fle tribunal do commfcio de Per-
nambaco <9 tte setembro de 1867.
O oifleial-malor
Jalio Guimaraes.
Perante a cmara aanieipal desta cidade estaro
em praga aos dias 12,14 e 17 do corrente, para
serem arrematadas por qaem maiores precos offe-
recer, as seguiotes readas:
Talbos dos ac.ou.guas pblicos das fregaezias de
S. Jos e Boa-Vista.
Imposto de 100 ris por carga de farioba e ootros
legumes, vendidos nos mercados pblicos das fre-
guezias de S. Jos e Boa-Vista.
Imposto de 40 ris por p de coqueiro de prodc-
elo para negocio.
Todas estas vendas sarao arrematadas por am
anno; os talbos de acougue rao a praga em lotes
de am a' am.
Aqaelles qae pretenderem concorrer a arrema-
tago de taes rendas, devero presentar anterior-
mente a uKima praga, as saas flaneas na forma da
lei, para serem julgadas, sera o qae nio podero
licitar.
Pago da cmara municipal do Recife, 4 de setem-
bro de 1867.
Lniz Jos Pereira SimSes
Pro-presidente.
Francisco Canato da Boaviagem.
_______* Secretario.
Santa Gasa de Misericordia
do Recife.
A Ilima. junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recite, contrata cora qaem por
menos prego flzer, o (orneelmeato de medicamen-
tos de qu precisar a botica do hospital Pedro II,
nos metes de outubro a dezembro de 1S67, para o
que. Tecebe propesias na sala de saas sess5es, pe-
las 4 boras da tarde do dia 12 do corrente.
Medicamentos.
Banba.
Sa isa parri ii.a co lusa.
Bismalh.
Assacar candi.
Gomma arbica.
Oleo-de amendoss doces.
Dito dito paro inglez.
Emplasto coofor'ativo.
Figado de euxofre.
Massa caustica.
Agua raz.
lodoreto de potassa.
Sabugueiro.
Raz de ltela.
Parleatarla.
Raiz de espargo. *
Sementes de linho intelras.'
Ditas em p.
Mustarda inteira.
Losna.
Raspa de viado.
Camphon.
Macella.
Gomma de batata.
Flor deeoxofre.
Cevada.
diosas, libra.
Sulpbato de soda.
Gramraa cortada.
Alecrim.
Alfazema.
Caroba.
Tilia.
Man.
Flores de malva.
Amoniaco liqaldo
Uleo de riciuo.
Labarraque francez, garrafa-
Agua ingleza de Lisboa.
Le Roy vomitorio.
dem purgante.
Pos de Rogt, frasco.
Pastilbas de Kerap, vidros.
Xarope da Forget.
Dito de ponas da espargo.
Piiulas de Vlete.
Magnezia Henrys.
Xarope peitoral inglez.
Oleo de vermfugo.
Dito de figado da bacalho.
Piiulas de Alisson. 4
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re
cife, 9 de setembro de 1867.
O escrivo,
_____ Pedro Rodrigues de Souza.
O entre acto comieo execatado pela Sra. Jesaina
e Teixsira, Intitulado :
Os dous infernos
Sexu e ultima parte.
rh^nhSf* Franeo &eml floresta, capri-
cho phantasUco, composto pelos mesmos irmios
O res,) de bilhetes acbm^^en^ "TLel
dooiverso-enodlatiotheatro.
ATOOS MARTIMOS
COMPANHIA BRASILEIAA
DE
PAQUETES A YAPO
E' esperado dos porto- do norte
at o dia 19 de setembro o trapor
Sania Cruz, coraraandanle Gui-
Iherrae Waddiogton, o qual de-
pois da demora do costme se-
guir para os portos do sal.
Recebem-se desde ji passagelros e enga}a-e a
carga qae o vapor poder eonduzir a quar evera'
ser embarcada no dia de sua chegada, eocomtoen-
das e dmheiro a frete at o dia da sanida -as 1 ho-
ras. Previne-se aos Srs. passageiros ooe, as
passagens s se r'ecebero nesU agencia ftu'! a
erar n. o7, escripurlo de'Antonlo Luizd' plivel-
ra Asevedo 4 C.
Companhia americana e-ba-
sileira de paquetes a vapor
At o da 15 do correte' esperado d jKw-
York por S. Thomaz e Para' o vapor ae:ierio
6ou(A America, o qaal depois da demora doicosia
rae seguir para os portos do sul, para frates
passagens irata-se com os agentes Henry Fotsier,&
C, roa do Trapiche o. 8.
G0WPANH1A PERNAIVIBCAnr
DE
NcLvegago costea por vapor.
Macei e escalas, Penedo e Aracaju'.
O vapor Poteng segne para os
portos cima uo dia 14 do tor-
rente pelas 5 boras da tarde. Re-
cebe carga someote at o dia 13
r ao meio dia ; encommeodas, pas-
sageiros e diobeiro a frete at as 2 boras da tarde
do dia da sabida : escriptorlo no Forte do Matos
0. 1.
TOMBA niMINrha
DE
favegaco cosleira por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Aracaty, Geara* e
Acaraco'.
O vapor Ipojuca, commandan-
te Marilos segu para os portos
cima no dia 14 do correte pelas
5 horas da tarde. ReceBe carga
al odia 13 ao meio dia, passa-
geiro, eac.iuiaiendas e diabeiro a frete at as i
horas da tarde do dia da sabida : escriptorio ao
Forte do Matos n. 1.
mum mu
desta cidade
Pela adminislragao do corrio desta cidade se
faz publico que em virtude da convengo postal
celebrada pelos governos brasileiro e francez, se-
rio espedidas malas para Europa no dia 15 do
corrente mez pelo vapor inglez.
As cartas sero recebidas at doas boras antes
da que for marcada para a sabida do vapor; e os
jornaes at tres horas antes.
Admioistragao do correio de Pernambuco
setembro de 1867.
7 de
O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
THEATRO
s
f
EMPKEZA-COIMBRA
BENEFICIO DO ARTISTA
THOMAZ ANTONIO ESPICA.
Quarta feira 11 de setembro
Depois de urna liada .ouvartura pela orchestra,
tera' .logar a representago do drama em 2 acias,
original brasileiro, produego do beneficiado
O
mmtmm m DEKOUrtfACAO DOS ACTOS.
1 Os doas irmaos. 2 Os marlyres do 11.
Penooagens.
Joao Prxedes, ex negociante. O beneficiado.
Joanoa, saa malher..... D. Jesai na.
Antonio, eatodante do ).. .. ... n
3* anao taioos ** ^Sr.Peregrino.
>,'_------'...Ii Prxedes Ljsoa.
Flaoelsoo.'tyDOgraphoi
Si-verlo daConha.
Santa casa da misericordia (KS!fiSK1 e'vofam'ano* "" *MMt
dO KeCfe | afe i- pUa na predela V&SS6S:
A
Misericordia u nocuo, u.f*f* uo au,B sotsues,
pelas 4 hora* da larde dodlat do corrente, rece-
oe propostas parploroeeimento dos gneros qae
borjverem de consmir nos- metes de outubro a
3L.._l.. A*. IflKt na Dol>h.lonl..M. .
de 1867, os estabeleoimentos a sea
Illm' jaata administrativa da Santa Casa de perio fio qu arte I db Hospicio.
ricordia do Recite, na sala de sais sess6es, Segae.se a chistosa comedia ornada de msica
......." mmk mm mmm
Representada pelos Srs. Lisboa,. Raymundo,
Teixeira^Santa Rosa, D. Jesuina Bernardina
PO"1"- .h./i
Dar'fia ao expectacolo a pedido de moitas
pessoas a comedia
Os dous infernos.
O beneficiadateado eoa altaeiwhlerttaiooosrt
tos briosos des Albos dest* provincla, qae i
teos ae bffereceram para desaggriyr a ara
nacional, teve a feliz Idea de bascar ao centro 4a
daaselasses.dlstiaetaa-seleacta e tadastria-os I
EsUbalecimeaios de caridade.
liga, francesa, libra,
jai grao idea.
Cha preto idem.
A^'rreflntdTl"orle idem.
Di di 2 dita Idem.
1 Dte em lorru idem.
Arroz do Maraabid tten. '
COxHPAIVHIA
DAS
Messageries Imperiales
At o dia 14 do corrente mez espera-^o daaEu-
ropa o vapor francez Estramadure, o qaal depois
da demora do co.-.tume seguir' para ai-Babia e
Rio de Janeiro : para condiegoes-, fretes e passa-
gens'raase na agencia rna do Trapiche n. 9.
Pai-a o Atarte*
Pretende seguir cora nanita brevidade o veleiro
palhabote portuguez Nova Sjrte, leu parte de seu
carregamento engajado, para o resto que Ihe falta
trata se com os seus 'consignatarios Antonio Lniz
de Oilveira Atevedo & C, oo sea escriptorio ra
da Cruz n. 37.___________________
Para a Baha
Pretende seguir com mulla brevidade o veleiro
e bem conhecido palhabote Dous Amigos, t?m par-
le de seu carregamento prompto, para o resto
que Jbe falla tratase com os seus consignatarios
Antonio Luiz deOliveira Azevedo Si C-, uo sea es-
criptorio ra da Cruz n. 57._________________
ffG
flE JANEIRO
Sabira' com muita baevidade para o referido
porto, por ter a maior parte da carga tng>jada. o
palhabote portaguez Dezenote Je Junho ; para o
resto qae Ihe falta, pode tratar-se com o consigna-
tario David Ferreira Bailar, roa do Brum n. 66,
oa cora o capitao a bordo.
"Para o Rio de Janeiro.
Para o Rio de Janeiro deve seguir o mais
breve possivel o patacho nacional Valente.
que tem maior parte da saa carga prompta,
Para a que ainda loe falta e escravos a frete
trata-se com o respectivo capitSo, oa com
os consignatarios Marques Barros 4 C, na
Praga do Gorpo Santo n. 6 2o andar.
Par"
Sigue com brevidade o brigue eseaoa Gracio-
sa., capitao e'pralico Jo- Maria Ferreira, tendo
j epga)ada boa parte de seo carregameoto ; para
o resto tratase com o respectivo consignatario
Aniooio de Almeida Gomes, a" roa da Cnrz n.
23, primeiro andar.
Don Modelo de la Parle,, capitao da corveta
hespanbola Isabel, ceni aotorsagao do Illm. Sr.
vice-consail de Hespanbs, convida todas as pessoas
que tlverem urna emb reacio "com capacidade para
coadntir dsle porto para e d Montevioo, a apre-
senurern sa$ propottas em carta fecwda, no vt-
ce-eonsula te, com as dt vidas eoMigoes.
LEI10ES.
ii i iiiii .; :
o
f,ElLtt>
-------------------------------------------_
P



mm

:: /,.-;: ;

Bltrle de PerMMbaco ftirta lelra lid etil>r dt 1867.
-
O agenta Pontual competentemente antorisado
fara teilio dos segaintes predios :
Um sobrado de doas andares e solio no balrro
do Recife, beceo do Campello o. 4, cajo rendimen-
to anona! 6241.
Urna casa terrea na fregueiia de S. Jo, roa
dos Copiaras n. 17, que rende anoaalmeote 192.
Urna casa terrea no bairro da Boa-Vista roa da
Afegria n. 22, tendo quintal e cacimba meeira e
coja renda annol 14J.
Urna casa terrea tambem no bairro da Boa-Vista
roa da Conceigao o. 62, cora grande qolntal pun-
tado e no qaal ha urna excedente cacimba e um
telheiro, reodendo animalmente 2I6J.
Um terreno com eem palmos de (rente e eem
de fondo, contendo as (rentes rot do Deslio na
Boa Vista, 5 casinbas de pedra e cal e no fondo 2
de madeira, ama cacimba e deas arvoredos, fican-
do no oito das primevas a roa do Socego e reo-
dendo todas ellas 480,5 por anno.
Um qnadro com 27 casinbas de pedra e cal tam-
bem na Boa-Vista roa do Socego, toas em bem
estado, tendo ao fondo ama latrina de pedra e cal
com esgoto para a mar. O rendimeno destas 27
casiDhas de 1:620* annualmente.
Os pretendeotes podera examinar estes predios
nos lagares indicados e para Informales diri-
jan se a' roa da Croa o. 62,1* andar, onde se e(-
(ectaara' o leiio:
HOJE
Quarta-felra 11 de setembro aa 11 horas.
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o tima pequea casa (raeia agua).
SEXTA-FE1RA 13 DE SETEMBRO.
O agente cinto (ara* leiio a reqoerimento de
Jos Francisco Carneiro e por despacho do 111 m.
Sr. Dr. juiz especial do commercio da pequea
meia agua o. 26 sita ao beco do Dique ou tra-
vessa do Mcnteiro, perteaeente a massa fallida de
Nqoo Hara de Senas, as (1 horas do dia cima
dito no escrlptorio do refer lo agente roa da
Croa o. 38.________________________________________
LEILAO
DE FERRAGEM
Constando de
Pis de ferro, serrotes de differentes tama-
doos, martellos e cacerolas estanbdas
com ps.
S \ia-feira 13 de setembro.
O agente Pinto fara' leiio por conta e risco de
qoem pertencer de um sortlmeoto de pis de f rro,
serrotes, martellos 9 escarolas, as 10 horas do da
Mima dito em sea escriptcrio roa da Craz n. 38.
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Satis'eito o invenctve Veado n raneo, com as maneiras atteneiosas com que
'o acolhido pelo respeitavel publico desta briosa provincia, a ponto de qne mailos a por-
fa desputaram a satisfacao deserem os prime iros a comprarem em sen importante arma-
zem, ee desvanece em declarar com toda a lealdade de que capaz, qoe est, cada vez
mais animado, nao so pelo benigBO acolbimento que tem recebido, como pelas torcas de
qoedispoe porque ate hoje nSo careceu ainda dos preparados.de jarobeba, nem do
xarope alcoolico de veame.
f O Veado Braaeo, declara a qoem ainda. o nao conhece que n3o 6 um
desses bicharocos iatrataveis que por abi vivera com figura humana; domesticado no
ameno paiz onde a amavel Aguia Branca vio a luz do astro bemfeitor, elle partidario
desse invejavel agraao e sinceridade que com tanta gravidade se desprende do seo
bico encantador.
O Veado atranco, como todo o homem civisado, ama a sociedade dos
bons, gosta do centro do mundo elegante, usa do tnico de Jayme. para previnir qoe lhe
! ponbam a calva ao sol, vai a companhia des Booffes Parisiens e no meio do partido de
madame Adelle, elle tambem atira-lbe o seo lindo bouquei.
Digne-se o benigno leitor de jurar as palavras sinceras do sincero Veado
Braaeo, e venha prover a sua dispensa do qoe melbor se pode encontrar n'um estabe-
cimento de molbados.
A modicidade dos precos, comparados com a boa qoalidade dos gneros e o
bom modo com que se recebe os senbores compradores, deve cortamente convidar as
pessoas que ainda nao vieram nossa casa a fazer parte dos amigos e freguezes |do nosso
BELUSSIMO ARMAZEM
MOLHADOS
CONHECIDO PELO NOME
VEADO BRANCO
EstaMecido ra Direita n. 16.
Esquina da iravessa de 8. Pedro.
3HBM9a mus*
>M O Dr. A. S, Pereira do Carmo (medico) J
i est morando no sobrado n. 12 da roa da
Imperatrlz.
Fogo do ar
No arras rem da bola amarella no oitio da se
cretaria da polica recebers-se encommeadas de .
(ego do ar para dentro e (ora da provincia.
.-_ "
AVISOS DIVERSOS.
Instituto Archeologico e Beographieo
PcraambDcano
llavera sessao ordinaria qointa-feira, 12
do corrente .pelas i i horas da manha.
ORDEM DO BU
Relatorios, pareceres e mais trabalhos de
commisses :
Goncluso da Memoria sobre o estabe-
lecimeoto, permanencia e exlinccao dos je-
suitas em Pemambuco, pelo Sr. Dr. F. M.
Bapozo de Almeida, socio effectivo do ios
titulo.
Recife, 9 de setembro ele 1867.
Jos Soares de Azevedo,
Secretario perpetuo.
Qoem tlver acnado orna pulseira de cabello
encastoada em onro, desde a matriz de S. Jos,
Cinco Pontas, rna Direita, pateo do Livramento e
roa da Penba, qneira levar ra dos Agoagainho?
n. 18, qoe ser recompensado generosamente.
Dinheiro premio,
D-se dinheiro a premio mdico, sobre
hypotheca de immoveis, em quanlias supe-
riores a um cont de ris : trata-se no car-
torio do tabelliao Portocarreiro. .
Fabrica
DE
cEhvejA mima
De He nr-ique Leidm
O proprietario deste estabelecimento nao
poupando esforgos nem dinbeiro para agra-
dar ao respeitavel publico e seus numerosos
freguezes acaba de installar para commodi-
dade e interesse dos mesmos.
Um deposito g-ral na roa da Impera-
triz n. 32
Aonde encontrarlo sempre um varrado
sortimento quer em grosso quer em retamo
dos geoeros segointes:
Gerveja nacional branca e preta.
Vinhos finos e ontros de Franca e Alie-
manba.
Ab^yntho Suisso.
Kerschenwasser.
Cognac.
Vinagre branco e tinto de superior qua-
lidade, tambem tem deposito de agoa e li-
monada gazoza da fabrica do.Sr. Jules Gros-
jean.
E tudo sem differenca no prego que se
fecbou na fabric
Qoalquer ncommenda que fr enviada
ao. deposio ser immediatameate apromp-
tada remettidaaodo eicilio do comprador.
Ama.
Precisa se de ama ama para coiinbar em casa
de homem solteiro, que tem ponca familia ; na
roa dj Crespo, casa n. 12._________________________
O abaiio assignado competentemente anto-
risado para cebrar por meios amigaveis ou jndi-
ciaes o qne se dever a empreza do gaz, convida a
todoi os devedores para entregaren) ao abado as-
signado a importancia de suas dividas aflm de evi-
tarem processo judicial. Recife 3 de setembro de
1867.-B. J. Barau de Almeida._________'
Precisa-se de ama rxulher recolblda e de
boos costamos i ara tomar a si o trato de orna me-
nina de 4 annos em casa de nm homem s : para
o ajoste a roa da matria da Boa-vista d. 30, segan-
do andar.
Qoem preolsar de orna"
roa de Hortas n. 5*.
boa ama dirjase a
Armazem.
Precisa-se alagar nm armazem para recolber
fazeodas: na praga do Corpo Santo n. 13.
Alnga-se orna escrava moca e robusta para
casa de familia, qoe (az todo o servico externo e
interno : qar-m precisar procare no Corredar de
Bispo defronte da casa n. 12.
Offereee-se 400OOO a qoem aceitaTo logar
de um goarda nacional designado para o sol :
roa larga do Kosarlo n. 24, loja de onrlves.
Aluga-se para casa de bomem solteiro, urna
preta escrava qoe s^be perfeitamente coslobar,
comprar e fazer todos os mais arranjos de casa e
asaca se a boa conducta : a (aliar na roa da Pe-
nba a. 9 sobrado de 1 andar.______________________
Fogio no domingo e eecravo Maooel, o qoal
levoa /erro no pescoco e na perna, mas nsa de
costme botar o ferro da perna por dentro da cai-
fa para nao se ver, levoa calca e camisa de algo-,
flao, sendo elle ja acostumado a (agir e tero sido
pegado para os lados de Santo Aolio, onde elle
4dsmi* generosamentereiuuDpejuada
Caa e mo m-mmtotom
modos, olio fresci. eS,,,$T!S:
a tratar w paleo do Panito &?*90 "*'
Para o excellentissimo mi-
nistro da Justina ver.
O abaixo assignado detido na casa de de-
tengo desta cidade de Pemambuco ha tres
annos, e processado nos termos de Flores e!
Buique, nao Ibe tem sido permittido res-
ponder ao jury, nico meio de sua defeza,
como lhe faculta a constituido do Imperio;
tendo sido requintado pelos juizes daquellas
comarcas por mais de seis vezes. Chefe de
numerosa familia, e boje sobrecarregado de
prejoizos inclusive suas despezas durante o
largo esdaco de tempo qoe tem absorvido, a
pouca fortuna que de seu trabalno possuia;
e protes'a reclamar at ser attendido.
Jo5o Manoel Frazo.
Precisa-se de official
barbeiro em casa de Gustavo
do Recife n. 51.
cabelieireiro e
: ra da Cadeia
Residencia e consultorio
GAZEOL
DE
Burrin du Buisson
Liquida voltil preparada por Smlluse, repro-
daziodo chhnicameote os vapores qne se soltam
em volta do aparelho purificado do gaz carbnico,
empregada com o mats segnro saccesso contrr
a coqueluche, a phtisica e todas as molestias chro-
nicas dos pulmoes
VBSDE-SB NA
Botica e drogara
DK
Barthol ornen dt C
_____34Rna larga do Rosario34^_____
NEL
Veode-se mel: tratar a rna do Apollo n. 4.
MOFINA
Para o E.\m. S'- ministro da jostica
ver, admirar, e providenciar.
t Hoje a cobiga assentoa-se
no logar da eqaidade: o juiz
vende a ronsciencla no mercado
dos poderosos, como as molbe-
res da Babylonla vendiam a pu-
dicicia, as pracas publicas, aos
que passavam diante da luz do
dia. (A. Herculano.) >
No Despertador, folba da pruvineia da Para-
hyba, o barbarel Jos Joaquira de Sa' Beneviles
apparecea querendo provar o horroroso procedi-
mento qoe teve para comigo na qnalidade de jais.
Sao tantas as mentiras desse calumniador, que
cada vez s envolve mais de lama. Mendax n
uno, mendax in mnibus. Perante o mono hon-
rado juiz de direito da comarca, o Dr. Victorino
do Reg Toscano de Brito, prove a legalidade'da
transage que fiz com o mea devedor Antonio
Hercelano d'Almeida ; tanto assim qne o mesmo
joiz derrhoa o m ostro ilbo dedespeito, da pro-
teccao e do patronato.
Prove exuberantemente, e tenho consciencia
de que o juiz de direito Toscano de Brito nao me
fez favor e sim inteira jastica ; e se Benevides for-
jou o monstro processo, ( elle forjoo). segando
voz geral, foi por dever a Barboza, tio do mea de
vedor, a qoantia de 1:GOOIOOO, e nao podendo pa-
gar-ine, prestou-se a essa vioganca miseravel, can
sdodo-me graves prejoizos superiores a 20:000j,
como Ibe poderel provar; sendo com o processo
de estelllonato algans 4:000,5 ; estando onze das
na casa de deteoco para ser remettido para a Pa-
rahyba. O Dr. Benevides cobrio-se de Lama, e,
como nao pode provar o sea acto, apparece peld
ornal mentindo descaradamente, e pegando se e-
teias de araobas.
Miseravel juiz: vem pelos jornaes de Pernam-
boco provar o qoe dissestes n'aquella correspon-
dencia pelo modo segaiote :
1 .* Qaaes os commerciaotes qoe tiveram nego-
cios comigo, e qoe conlam fados de pouca sinceri-
dade.
i-' Se ten nmil cum stmthbus, collega Joo
Fernandos Lima, juiz municipal de Bananelras,
me qoiz prender, e por qne moUvo.
"3." Qoaes as lettras de boas firmas qoe vend
pela metade de sen valor.
Vem tambem provar por qne le recusaste a des-
pachar favoraveimente doas petiQoes mlohas, qoan-
do eram para provar mlnha innocencia ; e assim
commetteste de tres eonsasnma ou Ignorancia
oo peita oa v Dalidade.
Vem provar o contrario do qoe dlsse o e Volun-
tario da Patria > no Diario de 28 de jnnbo do cor-
rente, qoanto a's segointes phrases, que mnito
folgarei, mea charo bacbarel, de te ver escoimado
das faltas de qoe te acensara : Miseravel,
Negro, Prevaricador, Ignorante, Corrupto, Mal-
vado, Indigno jola coja vara Bao pode ser mais
respeitada por estar coberta de lima .
Se nao vieres pelos jornaes de Peraambnco pro-
var o qne cima pego, direi ser exacto lodo qoan-
to se tem dito pelos jornaes contra o bacbarel Be
nevides; e nao retirare! esta Mofioa at que
Sua Magestade o Sr. D. Pedro II e o Exa. Sr. mi-
nistro da jostica veiam, e providencien] de ma-
neira a flear mlnba humilde pessoa desaggravada
das rtr-nsas e dos abasos de aotoridade, praticados
pelo jqiz municipal da villa da Independencia na
provincia da Parabyba, o bacbarel
JO' JOIQUM DE SA BESEVIDES:
A priso a' noite t tumultuarla mente arrasado 7
O monstro processo de estellicnato derribado
pelo juiz de direito?
Os onze das de prisao. e os prejoizos calculado*
em sais de 50:000^000 7
Os doas despachos indeferldos, negando os meios
de defesa do rao e protegendo a nm falsario.
Recife, 23 de agosto de 1867.
Jet Gomet Villar.
Medico cirurgico
81 D0
Dr. Antonio Daarte
S iNa praga da Boa-Vista o. 21 onde i
! pode ser procurado a qualquer hora. !
Epeclalldade
81 Doencas do peito, e de meninos. S&
H(fipSS--ailMHtt
(iabmete medico cirurgico
M
Dr. Ignacio Alcibiades Vellozo
Pode ser procurado a qualqoer hora do dia oo
da noite prestndose aos ebamados fora da cida-
de, com toda a promptido. Pratica qoalquer ope-
rario. Da' consultas das 6 as 9 horas da manha :
roa da Imperatrlz n. 86.________________________^
Precisa-se de 8001 a premio de um e meio
por cento pelo tempo de oito mezes com seguran-
ca em om ou doas escravos pegas : qoem qaizer
fazer este negocio deixe carta fechada na roa das
Cruzesn 13, com as iniciaos 1 F. M.
Joaquim Jos Goncalves
Beltrao
RA DO TRAPICHE N. 17 Io ANDAR)
Sacca por todos os paquetes sobre o Bancc
lo Minho em Braga, o sobre os gaintes Inga-
em Portugal.
aber:
Lisboa.
Porto.
Valenga.
Guimares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Con<1e.
Arcos de Val de Vi z.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelico.
Lamego.
Lagos.
Covilbaa.
Vassal (Valpassos.)
Mirandella.
Beja.
Barcello?.

Aloga-eo orna caa mano fresca, com 2 sa-
las, 2 alcoas, eooiaha fra, quintal marido, o ca-
cimba: na Capanea, roa daa Crioolas o. 3.
loor prreiiar de ama ama do Wt* sem O-
Iho, lrrjase a roa das Cloc Poutag n, | W, qae
. aobirr cqm qneffl frifir.
O Dr. Joo Bautista Casanova
pode ser procurado a qualqoer hora em
seo consultorio bomeopatbico largo da
matriz de S. Antonio n. 2.
No mesmo c >nsoltorio tem sempre grande sor-
timento de medicamentos de bomeopathia de We-
bere Catellan, tanto em glbulos como em tintura,
I assim como tem nm sortimento de ferros de ci-
rnrgia em carteiras e avulsos do afamado Cbar-
rier de Paris;______________________________________
Na praca da Independencia n. 33, loja de
ourives, cempra-se onro, prata e podras preciosas,
e tambem se faz qoalquer obra de eacommeoda e
todo e qualquer concert. ________________________
A secretaria da polica precisa comprar
as collecces de leis do imperio e decisoes
do governo relativas aos annos de 1839,
1850,1851 e1852.
A pessoa qoe as tiver e quizer vendej
compareca na referida secretaria s horas
do seu expediente, ou entenda-se com o res-
pectivo secretario, rna da Saudade n. 15.
O official-maior da 1* secc3o
Jos Xavier Faustino Ramos.
Arnga-se o sio denominado Toque na Torro
confronte a CapuDga, a margem do rio, eom com-
modos para duas familias passar a festa, terreno
para plantacdes e pasto para doas vaccas: os pre-
tenientespodem dirieir-se a Torre a tratar com
Joo Carneiro Rodrigues Campello oo na roa de
Aguas Verdes n. 102._____________________________
CASA DA FORTUNA
Aos 6,000$
BILHETES GARANTIDOS.
A' ra po Crespo n. 23 e casas do costme.
O abauo assignado tendo vendido nos seas mai-
to felizes bilbetes garantidos nm meto n. 849 com
a sorte de 1:2001; nm meio n. 336 com a sorte de
oOOj, e outras muitas sortes da lotera qoe se aca-
bou de exirar a beneficio das familias dos volun-
tarios da patria, convida aos possaideres dos ditos
bllbetes a virem receber seos respectivos premios
sem os descontos das leis na casa da Fortuoi
rna do Crespoln. 23,
Acham-se a venda os da 3* lotera a beneficio do
convento do Carmo do Recite qoe se eilrahira' a
14 do correte.
Lompanhi fldelidade de segure
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro
ZGENTBS. EM PEUNAMBCO
Antonio Lab de Olireira AMvcdo & C.
competentemente autorisados pela
directona da companhia de seguros
Fldelidade, tomam seguros de na-
vios, mercadorias e predios no seu
Bscriptorio ra da Cruz n. i.
O Sr. Jos Marques da Costa Soares^
que mora na ra do Vigario, queira vir
esta typographia, a negocio que n5o ig-
nora.
Alada restara algomas coilec(5es das boi-
grapbias de aignas poetas e ontros borneas Ilus-
tres da provincia de Pemambuco, pelo eommen-
dador A. I. de Mello. Tres tomos por 9. Na
roa Angosta o. 92.
Flor dos progresos.
Este importante estabelecimento acaba de rece-
ber a afamada bolacblnba bespaohola denomi-
nadaprova e veris o gostoque acharasfazen-
da Inteiramente nova oeste mercado, e o qoe ha
de mais especial oeste genero : (ornete se encon-
trara' no Flor dos Progressos, a' ruadoCaboga'
n. 18.
-------
______ N. 2 D ^ N. 2 Di
|QP* coRicio e orno. **&fl
A loja n. 2 D imitla da Coraco de Ooro na rna do Cabug, acba-se d'ora em diante offerecen
do ao respeitavel publico com especialldade as pessoas que bonram a moda os objectos do nltimo gos
to (a Pars) per menos 20 por cento do qne em ootra qualquer parte, garantmdo-se a qualidade e a so
idez da obras.
O respeitavel pnblico avallando o desejo que deve ter o proprietario de om novo estabelecimen-
to qoe quer progresso em sea negocio deve chegar immediatameote ao coracao de ouro a comprar
aoeis com perfeitos brilbaotes, esmeraldas, rubins e perola; verdaderas em agarras, modernas pek
diminuto prego de 101, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo prego de Ai, maracas de
prata com cabos de marfim emadreperola obra de moderno gosto (o que o encontrarlo no coracio de
ooro) voltas de ouro com a competente crasinba ricamente enfeitada pelo pequeo prego de 121, brin-
cos de nm trabalho perfeilo por om mdico prego, cassoletas, traneilws, palceiras, alneles para re
tratos e ontros modelos lado de alto gosto, aoeis proprios para botar cabello e firma, dito para casa-
mento, no rtico roseta tem e Coracao de Ooro om completo e bem variado sortimento de diversos
goslos, butrjes para ponbos com diamante, rubins e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo sea va-
lor ja' por gosto ds deseobo, brincos a forma da delicada moslnha de moca com piogente contendo es
meraldas, rubins, brilbantes, perolas, o gosto snblime, alfinete para gravata no mesmo gosto, relo-
gios para senbora cravados de pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras de brilbantes de
mnito gosto, erosionas de rubins, esmeraldas, perolas e brilbantes, aneis com letras, cazoletas de
trystal e ouro descoberta. para retrato (a ingleza) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qual-
qoer joia, para secoliocar retratos e obras de cabello, e oatros muitos objectos qae es pretendentes en-
contrario no Coracio de Ouro que se conserva com toda a amabilidade aos concurrentes deixando-
se de aqnl mencionar precos de certos objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dizendo-se
prego talvez alguem faca mo joizo da obra, por ser tao diminuta quantia a vista do sea valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe se concer-
t?, por menos do qne em ootra qualqoer parte, e dao-se obras a amostra com peohor, conservando-so
o Coraco de Ooro aborto at as 8 horas da ooile.
Qualquer pessoa qae se dirigir ao Coraco de Ouro nao se podera' engaar com a casa, pois
nota se na sna frente nm coraco peodurado pintado de amarello, alem de outro que se nota em um
rotlo (isto se adverte em consequencia de terem ja' algomas pessoas engaado com ootra casa.
A familia qoe fornecia curumedorias par
fora, na raa ertreta do Rosario o. 21, acba-se mo-
rando na mesma roa sobrado n. 35, onde contina
a (ornecer almoco o jantar com assoio o a prego-
commodo.
Aluga-se
Um sobrado com grande quintal na rna
do rio do Poco da Panella, aprazivel logar
para se passar a festa : a tratar com J. J.
Tasso.
Um sitio com boa casa de vtvenda, coebeira,
estribarla, banheiro. 2 cacimbas, etc., na Craz de
Almas, eocrutilbada de Beberibe : a tratar cera
J. J. Tasso.
O Dr. Carohno Francisco de Lima
Sanios ?-se obrigado a declarar por este
Diario, que n5o se responsabilisa por qual-
qoer contracto de compra, venda, ou em-
prestimo feito por ontro em seo nome, sem
procurado oo escripta de soa propria letra.
Andrade & Reg tem encarregado ao Sr
Manoel Jos Martins das Noves para cobrar ami-
gavel o judicialmente de seas devedores nesta
praga.
Ama de leite.
Aa roa do Vigario n. 23, terceiro andar, tem-
nma escrava com leite para alogar.
Attenco
Furtaram na madrugad do da 5 do corrente
do sitio onde mora o capito Miauel de Almeida
Pernamboco em Ponte do Uchoi, doas cavallos-
mellados de sigoaes prelo, ferrados de novo :
sendo om delles faeca e esqnipador e o ontro um
poco barregudo e andador baizo, pede-se a qoem
os vir os appreheodam e levem ao referido sitio,
oa na cocheira do Sr. Baptista na ra do Impera-
dor gratificando se generosamente a qoim os en-
tregar.__________________________________
Ordem 3.a de S. Francisco~do
Recife
Por mandado do nosso caro irm5o minis-
tro, convido a todos os nossos carissimos
irmos, a comparecerem em dita ordem no
dia 16 do corrente mez, pelas 4 horas da
tarde para a trasladado do Santissimo Sacra-
mento do convento, para a nossa igreja,
bengao das imagens, e vesporas, e no dia 17
pelas 9 bo as da manbla para assistir a festa
da impressao das Cbagas de Nosso Serfico
padre S. Francisco e a noite ao Te-Deum.
Resife 10 de setembro de 1867.
Joaquira Claudio Monteiro,
secretario.
N: 3 A-Rua do CabugX.
Agostnho Jos dos Santos # G
Acaba de chegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo gosto, perfeicSo artstica e modellos entecamente novos; como
seguem: aderemos com rubina, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anneis, botes de punho, brincos e cassoleUs com letras, etc..
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqueiros, palteiros, calis de mesa c
frocteiras, cujos precos s3o incompetiveis, pois que os propri'tariosdesta casa,
recebendo seus artigo* directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seos fregoezes. Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se incumbem de fazer concertos.
No armazem de tintas rna
dor n. 22, vende se :
Salitre retinado arroba 6o00
Eoxofre' arroba 21800
%& Atten$to.
N. 25 Roa o Livramento ft. 25
Deposito de tamancos e calcado nacional da fa-
brica da roa do Jardim o. 19, de Jos Vicente Go-
dinho, tanto no deposito como na fabrica* se apromp-
tam todas as porroes de calcado o mais barato
possivel, esta fabrica tem todas as machinas pro
pas para os calcados ja bem acreditados pelo
grande numero de fregueres que daqul se for-
necero.__________________
Chocolate vermicida
DE
Antonio Nunes de Castro.
Desde 1887 qne sao as tabellas vermicidas ap-
plicadas em Portugal, como o remedio prompto e
efflcaz para a expolsao das lombrigas, que tiogra
ves padeclmentos causam e que quasi sempre nao
se suppe ellas a origem.
Este vermfugo preferivel a qoalquer outre
pelo seu agradavel paladar e fcil applicacio as
criancas qne mais gera.mente sao atacadas de se-
melbantu mil.
Deposito especial
34-Rua larga do Rosarlo341
Botica de Bartbolomeu & C.
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias e mobilias:
na ra do Vigario n. 4, pavimento terreo
Trocam-se
as notas do banco do Brasil odas calas Bliaes-
dom descont mnito rasoavel, na praca da Indo,
oendonr.ia n. 22.
m O bacnare Ignacio Das oe Lacerda mt
8M pode ser procurado para os misteres da 2
proQssao de advogado a raa do Crespo
n. 7,-1* andar.
rYego.
Slbete.....600d
eio......31000
Qaarto. '. 1*500
Em porco de 100(9 para cima.
Slbete. .... 51500
Meio......21750
Qaarto.....11375
Manoel Martina Fiot.
Na roa da ngoeta o. 43 deseta oe fallar
eom o Sr. Joao Jos de Paiva a negocio qoe nio
ignora, do contrario publicare! anal soja o ne-
gocio.
loja de miadetaa daioa Pama qu se Ibj desej
a fallar a negocio d sea ioioresse.
Saques.
Joio do Rogo Lima saca sobre Lisboa : a raa do
Apollo n. 4.
Na roa da Uoo n. 40, precisa-se de um
bom criado o de ama cosinhelra oo coslnbeiro pa-
ra o servico de orna pequea familia.
^Albino Baptfsta da. Rocha, rolo-
joeiro e doorador, na praca da i-
dependencia 12, a* lodo o qual-
quer concert pertencente a soa
arte, assim como afflanca o sea
trabalho ; vendo reloglos por pre-
eommodos o compra ooro o
'T etn obr'8 TelDM-
com o Sr. Joio Emiliano de Miranda qae
se devem entender os devedores do abaixo assig-
nado aflm de iba pagaren) o qae devem a a anos,
visto qae o nao qoerem faier amigavelmente por
isso Ibes declara qae nesta data Ibe ba entregue
as coetneas de soa eaa da' praga da Indepen-
dencia ns. 23 e 25.
_______________Jos Joaquim Barbosa da Silva.
Boga-se ao Rvm. Sr. Tbeieapboro 4e Paulo O&rece-se ama ama portugueta para cata
Augusto qoe appareca a raa do Qaolmado a. 35, do poaca familia ou de homem solteiro: na roa
da Sao4ade n. 13, DI Boa-vista,
de ferro do vapor.
em freote ponto
mnibus do Caxang.
Antonio Jo.- Coelbo Carneiro fax scieote ao pu-
blico, que do da 15 do correte em diante princi-
pia novamento o mnibus de Catanga a sna car-
reir, partndo do Recife as 4 horas da tarde, rol-
lando as 7 l]i como de costme.
Sabonetes de. alcatrao
O nso destes sabonetes tem apresentado os mais
benficos effeitos contra as impingens, sarnas, II-
nba, caspa, comlcbdes e todas as demais molestias
de pello
VENDE-SB NA
Butica e drogara
M
BartholoaHca & CoMpaahla.
34Raa larfa do Roearia34
Bonitas bo ecas
com rosto de cera, olbos fixos e movedicos,
A agola branca a rna do yueimado o. 8, rece-
ben nm novo sortimento de bellas nonecas com |
rosto1 de edra, olhos fixos o movedicos e como
sempre vende-as por pregas commodos, regalando
estes em relacio aos differentes tamanbos de qne
se compoe o sortimento.
Elixir deatifrici e tdentalgico.
A aguia branca a raa do Qaelmado 8, rece-
ben de novo esse aproeiavo elixir cajo aso 6 ne-
cesario para conservacao tas lemlm o acabar
omofcolito proveniente do deotes arroliados,
cada frasco casta ?f.
Na ra do Raogel n. 6 precisa de urna cos-
nbeira para pequea familia.
Fogio do poder do abaixo assignado o escravo
Manoel, preto, crioulo, de idade de 45 a 48 annos,
com falta de denles, alto e robusto, levoa caiga e
camisa de algodo branco, cojo escravo fogio em
detembro de 1861, e consta ter ido para o serta i :
qoem o pegar leve-o a ra da Madre de Deus n.
18, qne sera' bem recompensado.
______________Antonio Joaquim Gongalves Fraga.
Vefleravel ordem terceira de Nossa Sr>
nhoi a do Carmo >1 Recife
O actual thesoureiro do altar do Senhor Bom
Jess dos Passos desta veneraval ordem, scientifica
ao respeitavel publico e a todos os devotos do
mesmo milagroso senhor, qae no dia 15 do cor-
rente mez comeca o septenario do mesmo senhor,
e a sua festa no domingo 22 do mesmo mez.
a i ii da
contina fgida desde o dia 12 de agosto do cor-
rente aorjo a escrava crioola de nome Florencia,
de idade de 45 annos, poaco mais ou menos, anda
irreguiarmeote em consequencia de um p aleija,
do, tem om dedo de ama das maos deteitaoso par
causa de um panaricio, falla mmto e inlituia-se de
forra ; tem sido vista pelas Immediacoes da rrbei-
ra de S. Jos ; julga-se estar tlugada em alguma
casa com ltalo de forra : qoem a pegar leve so
abaixo assignado, em seu sitio na Torre, que sera'
gratificado.
________________Joaquim Francisco Franco.
Oculos perdido,
Pede-se a pessoa que acaou om par de oculos
de ooro, oo oitio do sobrado amsrell vrua do Hos-
picio, a bondade de leva-Ios ao primelro andar do
mesmo sobrado, qae sera' generosamente gratifi-
cado.
Aloga-se am grande arm zem na pode
Velba.
Precisa-se de urna ama para lavar e engommar
oa raa do Trapiche n. 36, 2* andar._______________
Joaona Mana da Soledade previne ao publi-
co que nao faga transaegao alguma com a casa da
ra do Jardim n. 18. ___________'
Precisa se alagar urna pretinha propria par'
andar com meninos : quem a tlver para alugar
d'rlja-se a rna ao Rangel n. 7, 2* andar.
Precisa-se de am eaixeiro para oceapar o
logar de segando em ama padaria e qae tenba co-
nhecimontos deste estabelecimento e tenba as
habilitabas neeessarias para preeoeber o lagar
de primeiro, por qualqoer excedeos que possa
baver e qoe dallador a' sua conducta: apparega
na raa larga do Rosarlo n. 16 1* andar.
Furto.
No dia 9 do correte furtaram io primelro an-
dar do sobrado n. 35 da roa da Impsrctrlz um
castical de prata de lei almelado, com um palmo
de altara, pesando 106 ollivas: qoem o aohar
podo restHai-lo a casa cima qae se gratificar*.
HISTORIA DE CARLOS
XII
Rei da Suecia
POR VOLTAIRE.
Veade-se esta excellenie obra por 1*200 em
brochora, na llvraria Econmica raa do Crespo
n. 1
Na mesma linaria* tomam-so assignataras para
avida de Horacio Nelsono celebre almirante
aogle a it cada exomplar.
'I
t i


wy' ".<*
11 ..iiiiii ii i
mmm


Diario ae Pernaibnco Quarla Telra 11 *
le Sctcuibro de fS.7.
:
L:
\A
ACHINAS
PARA
asa
SOUZA SOARES t IRMftO
propnei inos do grande e novo estabelecimento de miudezas,
ferragens, quinquiiharias e candieiros a gaz
RA MOTA W. *8
Em frente a botica do Dr. Sabino
Receberam directamente de New-York uaaorlimeoto de machinas para descarocar
algodao, sendo de 12,14,10,18 e 20 serras, que pela sua qualidade eperfeijao, tornam-
se recommeodaveis.
Os proprietarios garantem por um anno a construcco das mesmas, e o bom re-
saltado em descarocameoto de algodao. Sendo estas de um modelo tal, que alm de se5
rem de poco volume s3o rauito facis para o trabalho, flcando o algodo o mais perfeito
possirel. AlBancaido-se os precos serem mais razoaveis que em outra qmlqtier parte.
Os preteodentes podem dirigir-se ao referido estabelecimento, que alera, de acha-
rem um bom sorlimefito de objectos de que tendente, encontrarlo sioceridade e bara-
teza nos precos.

I
----------,

Attengo.
Administrador ou feitor.
Quem precisar de um rapaz para administrar
engenbo oa qnalqaer servico de enliara, "pois esta
pessoa tem toda pratlca, pois tem sido a soa pro-
fls-o, assim como sabe estilar em qoalqaer ma-
cbiDa, e obriga-se pelo concert qne a dita preci-
sar, concerta bombas de qoalqaer systema ; a pes-
soa que qoizer lancar mo de seus prestimos, nao
s agora isto que declara, como encontrara' boas
qualidades e boa companhia : qaana precisar an-
DQQcie oa dirija-se a ra DireiU n. 47, em carta
fechada com as iniciaos P. C. A.________________
Da-se dinbelro a jaros : na roa da Concor-
dia n. 8.___________________________________
Guilberme Braga, subdito americano vai para
E a ropa.________ .t*.--i
Pede-se ao Sr. Manoel Lopes de lbaqoerque
de apparecer na roa da Imperatriz n. 32 a negocio
qae nao ignora. __________
Precisa se de ama negrmba para o servico
interno de peqaeaa familia : na roa da Concordia
casa sem no mero, jauto ao n. 37.
Precisa-se alagar nm prete escrava : na ra
da Roda n. 48 sobrado por sima da venda.
Luiz Frederico Gely declara que deixou de
ser caixeiro da casa de seos primas os Srs. Ma-
Gompra-se sempre por mais do qae em ou-
tra qoalquer parte, prata brasileira e estrangeira
(patares) libras esterlinas, moedas de 9 e 16
portpgoezas, de 5$, iO e 20* brasileiras, oncas
oa outra qoalqaer qoalidade de ooro, e se trocara
sedulas do banco do Brasil e caixas filiaes de ou-
iras provincias: oa roa da (Jadeia do Recife D.
58, loja de azulejo.
dompra-se
cobre, lati e chambo : ao armazem da boa amz-
reila no oitoda secreuria da polica._________
Comprase om escravo oa escrava; na ra
do Jiotecolomb o. 44.
BIVAL SEU SEGUNDO
Una do tiselmaio a. *, loja de
miudezas
DE
Jos Bigodinno
Varas de babado bordado do Porto a 200
Carreteis de relroz prtto com doas oitavas
propiics para matbioas a 500
Pregos francezes de todcs os lmannos a 240
Crozas de boioes de osso para caiga a 200
Espelbos doarados moito finos a i000
Caixas com linha superior para marcara 240
Carritels de reteoz de todas as cores a 80
Frascos d'agua de Colonia muito superior a 500
Frascos de o eo muito floo a...... 500
Duzla de tesouras pequeas a..... 480
Frascos d'agua para liropar denles a 600
Redes pretas lisas para segurar cabello a 32u
Duzias de peanas de ac muito finas 60
Caixas de lioba do gaz de 30 novellos a COO
dem de palitos de seguranza a 20
Garrafas de agua Florida verdadeira li'W
Syllabarlos com estampas para meninos a 320
Memento da roupa de lavar a : ICO
Duzias de meias Anas para senhora a 000
Agnlhas francezas a balo (papel) a 60
Pecas de fitas de la de todas as cores a i 00
Grozas de boioes de porcelana praleados a i60
Caixas com alflneites trapcezes a 80
Caixas de 100 envelopes moito finos a 600
Resma de papel de peso branco liso a 2C90
Frasco com superior tinta a..... 10
Pares de botCes de ponbo* muito bonitos 80
Liabas em carto de 200 jardas a 100
Caixa de superior linba do gaz com 50
noveiios ............. 700
Talberes para meninos a....... 240
Masso com superiores grampos a 36
Grosas de peonas de ago muito finas a 320
Bonets para meninos a........IJOOO
Pentes com costa de metal a...... 400
Realejos para meninos a....... 100
ATTENCiO
/Vo armazem de fazendas de
Santos[Coelho, ra do Quei
mado'h 19.
Bom e barato
Cambraia de cores matisadas finissimas a
800 a vara.
dem brancas transparentes finas de 4
.5*K)0, U, 70, 80 e 90000 a peca com 10
jardas.
dem branca tapada de 80 e 90 a peca
com 12 jardas.
dem branca franceza muito larga a 90 a
peca com 8 varas.
Baloes de 35 e 40 arcos nesgados para
senhoras, a 40500.
dem de 35 e 40 arcos com ferrogem a
20500.
Mem de mursulina nesgados a 50.
dem de crochet a 80.
Idtm de mursolina para meninas a 30 e
,snn
VENDAS
Venderse
noel & C., desde o dia 6 do crreme
dece multo as atlencSes qoe os mesmos senbores
tiveram com elle, e o bom tratamento qae Ibe de-
ram durante 9 anoos qoe esteve em soa casa.
Vicente Cernecekiaro de Francisco,
italiano, vai a Europa.
Ponte de L'cba al Sani'Aona precisa-se alu-
gar om sitio ; uesta typograpbia.
FaHiiieo de ferro da roa do Brnm ns.
80, 82 e 84
sta fundicao ainda precisa de bons offlciaes
machinistas, fundidores e serralbeiros.
Aenco
5
Appareceu no Mondego, ra do Cotovello
n. 16, om carneiro, quem for o seu dono
dando os signaes certos entregar-se-ha; pa-
gando pormaimportanciadeste annuncio.
Aos annuncios pubhcaaos nos Diarios de 9
10 e 12 do mez passado, assigoados por D. Mara
Candida da Silva Lima, berdeira do finado Delfloo
Uoncatves Pereira Lima, acerca do extravio de
ans ltalos no valor de 100#, para que ningaem se
jalgae com direito a elles nem faga transaccao al-
gorra com os mesmos, responde-se qae tendo tal-
leotdo aquella Delfloo Gongalves Pereira Lima j
estando fallido, aos administradores da respectiva
massa era qnecampria tomar providencias a res-
peito de qualquer extravio de litlos qoe par ven
tura succedesse e nao a annnocfante ; tanto mais
lumto esses ltalos deviam ter sido mencionados
'ao inventario do fallecido. Se pois appareceftm
os referidos \itolos qoe se diz foram extraviados
oa perdidos devem ser entregues aos administra-
dores da massa e nao a annmaciaole.
Alguos credores.
Ju.-Luiz Aives ViHeia, coroiaimenie auradece.
a totas as pessoas qae assistiram e acompaona-i
rara o enterro de -eea presado primo Luiz Alves i
Vilell e de novo os convida para assistlr as mis-i
sas do 7* da qae lera' lugir na igreja do Espirito
Sanio pebs 6 horas da manfcaa do da 11 do cor
rente, quarta eira, pelo qae -maito grato ser.
U........* MMawnii
O abalxo assignado declara ao publico e ao
commercio em geral, que nao vende nom ompra
escravos, e nem tem transado algoma a esse ras-
pe lo.
_________Maximino da Silva Gasmo._____
Precisa-se de orna criada coswbelra : aa
roa domperador n. 73,2* andar.
om moleqoe de idade de 17 annos, bem preto e
muito sadio ; excellente peca : a tratar a' roa
do Codoroiz o. i.
Defroote do palacio episcopal, casa n. 15, se
mez, e agr- vende um remedio especial para molestia de pul-
moes, saogoe pela boca, tosse aguda, bronebites, e
outras molestias qae atacam o peito; tem este re-
medio frito coras milagrosas; assim como banba
subdito especial para criar cabellos e segurar as raizes
. conservando a caneca spropre fresca e sene caspas'
A 3O#U0O
Paletets modelo francez
Pa!et ts cosacos
I De superior panoo forrados de seda a contento
da pessoa qae se digoar hzer a eocommeoda
Pelo26Custo
Hoa N*va
_________26_________
Atten$o.
Vende-se urna mobilia de Jacaranda' a Loiz XV
e juntamente ama de amarello no mesmo gosto,
sendo estas obras moito solidas e segaras, e por
prego razoavel : na acreditada casa de marcinei-
ria na roa da Gamboa do Carmo n. 12.
Vioho superier em caixas de orna duzia
temi para veoder Antonio Lai de Oliveira Azeve-
qo & Gg no seo escriptorlo roa da Croz n. 57.
Viiiho fino do Porto en-
garrafado.
Vfode-se de moi excellente qoalidade por mo
dice preco em caixas de li garrafas : no arma-
ten de David Ferrelra Bailar, roa do Brem n. 66.
tfenco.
o
Venkam ver
Vende-se oa kj de marcineina sa Gamboa do
Carme o. 12, paloa apparelbada da melbor sorle
para tecer cadeiras e so ras, por preco mais com-
raodo do que em ootra qoalquer parte.
Na ra do padre Floriano, casa n. 67
se vende boas hostias para igreja, e obreias
para esenptono. .----------_________^^ bel5es para ^^ apareihos para barretina,
LiflQOOS nmeros, espheras, espadas, cometas, alam-
Fabrica e [undico 'de bronzes
e outros metaest caldeireiro,
laioeiro, e funileiro, situada
na Soledade, ra do Prin-
cipe n. 3, e com deposito na
ra Nova n 38, da cidade
do Recife
DE
BRAGA &SAMPAI0
Fabricam-se neste importante estabeleci-
mento todas as obras concernentes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanhos em
feilios, os mu acreditados aparelbos de
Derosne com as dimences delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas quaesquer pecas des-
apareaos, como sejam o dilatador, ratifica-
dor e condensador, ou esquema garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
ces e quadades, pelo systema francez ou
americano, simples, de press5o, repuxo, e
com especiaiidade a estanca rios 1 assim de-
nominadas pelo enorme volume de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
bora, e das quaes algumas est5o promptas a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se n5o
s sua durac3o como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo que s2o cons de-
radas boje as primeiras bombas conhecidas.
Todas as mais obras se fabricam vonta-
de dos freguezes e a seu capricho.
Existem sempre promptos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartidei-
ras, escutnadeiras, cocos, candelas, e muilos
eutros utencios preprios para engenhos,
como sejam mancaos de bronze, parafuzos
para rodas de agua e outros.
Cavilhas, machos para temes, pregos de
todos os tamanbos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo quanto diz respelto as
obras de lati torneadas e polrdas com toda
a perfeicao.
Vlvulas para tanques de banho, torneiras
de-todos os tamanhos e quadades, assim
cerno todos os ornamentos para militares,
30500.
Saias bordadas a 50.
Cambraias admascadas para cortinado a
120 a peca com 20 varas.
dem para forro a 30 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linh muito fina de 60 e 90 a
vara.
Madapoles finos de 60, 70, 80, 90,100,
*I0 atada peca.
Platilha de algodSo superior fazenda para
saias a 30200 a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 20600.
Lences de bambnrgo fino a 20400.
dem de bramante muito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Guardanapos de lioho adamascados a...
30500 a duzia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmos
de largara a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 20 a vara.
AlgodSo entestado com a mesma largura
a 10100 a vara.
dem trancado de algodao a 10600a vara.
Toalhas alcochoadas de linho lisas a 110
a duzia.
dem de algodSo felpudas a 130 e 140
a duzia.
Colchas de fustao a 60000.
Retondes de tilo preto a 60.
Chales de fil a 50.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
20 e 20500 a dazia.
Lencos de cassa fimssimos a 30200 e
306Ou a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara.
dem cora salpicos a 10000 a vara.
Grosdenaples preto bom a 10800 e 20
o covado.
Loja do Gallo Vigilante
DE
Gaimares& Freitas
RA DO CRESPO N. 7.
Os proprietarios deste bem conhecido es-
tabelecimento tendo em vistas a boa vonude
com que toda generosa populacho desta bel-
le cidade concorre com a sua [coadjovaco
para o basar de prendas que costumam es-
tabelecer no dia da commemoraco do ani-
versario do Hospital Portuguez de Benefi-
cencia, cojo producto applicado a bem
daquelles qoe baldos de recursos, e no leito
da dor ali procuram melhorar seus soffri-
mentos e aproximando-se o dia dessa gran-
diosa festa por isso apressam-se em avisar
ao respeitavel publico do que ha de mais
moderno em seu estabelecimento, alm dos
quaes tem variedade de outros, que a serem
para um fim 15o justo os venderam por pre-
cos mui rasoaveis.
Riquissimas caixas com msica contendo
o necessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Riquissimo8 livrinhos com capas de tar-
taruga para missa.
Riquissimo albnm com capa de tartaruga.
Porta joias, dedaes e relogios e neste gos-
to orna infinidade de objectos.
Vasos, calungas e palliteiros de porcelana.
Bonecas qne chamara papai e mamai.
Finissimos lencos de cambraias de linho
com disticos.
Caixinhas com perfumaras.
Bengalas de canoa com lindos castoes de
marfim.
Riquissimos eofeites com coques e sem
elle inteiramente novidade e ultima moda.
Lindissimos cintos para senhoras.
Fivellas lindas de moito gosto.
Lindos porl-bouquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentos e bailes.
Riquissimos leques de madreperola.
Lindos leques de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
UriMi*. pretosoperior aWoco- *?*ttA
coocervadas vlnd*s de Entre-ries a 240 rs.
ra da Lipgoeta n. 1.
-1
Precisa sede ama ama para lavareogommar ;
na ma do Trapiete 36, 2* andar.
Criado). ~~^
Precisa-se de doas criados : na ra gelras o. 14, batel Juventade. ._
Naques.
Antonio de Ametda Gomes saca sobre Lisboa
a roa da Cruz a. 23, 1* aadar.
COMPRAS
Moedas de ouro.
Nacionaes e estrangeiras assim como libras
esterlinas: eampram-se oa roa do Crespo o. 16,
.primeiro andar.
Compra-so oiM de ooro de 20$, Mfj IJ
e 'A a roa da Croz o. 3.
^a serrarla da poote velba vende-se orna
porcao de assoaibe de looro de doas palmos de
largara por barallssimo preco.
Vende-se ama armacao propria para qual-
qoer negocio, a casa offerece bons commodos : a
ratar na roa das Crozes o. 37.
padas turbulos, caldoirinbas, navetas, almo-
a -farizes, perfumadores.
Obras de ful has de fiaodr.es de todas as
quadades, balis, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
Lampioes para gaz para engenhos, folha
de flandres em caixas, fottias de cobre e la-
to, tubos de chumbo para eocanamentos de
oa das !res as seis da tarde.
Veode-se urna boniu crioola de 19 annos,
vinda de matto, bonita Agora: na roa do Fogo
o. 9. Na mesma casa ba outros escravos
veoder-se.
para
Moedas de prata
naciaoaes, assim cemo pataedes poriugaeze* e
nespashes, compram-se com premio : na roa do
Crespo n. 16, primeiro andar.
libras esterlinas,.
Comprara se com bom premio : na pr*-* da la
dependencia n. 22.
Oompram-sc escravos
Sil vino Guilherme de Barros, compra, vende e
roca efectivamente escravos de ambos os sexos
de todas aj tdades: a' roa do Imperador a. 79,
e>reeiro andar.__________._______________
Pataces
Compram-se paiacoes bespanbes, portogaezes e
brasHeiros de cnnlio aotigo, em casa de Alamsoo,
Heary A C, ma doTrapicbe-novon. 40.
24^000
Vende se om moiatmbo de idade de 12 an- todas as dimences, folhas de zioco, estanho
nos, irada Ogara, ton copeiro.tabitoaoaoservicolem barras e vpramnha larw^na a barras o
de casa, sem vicise bem educado: ruado flos |T "1 -V iai>eoe8,,e Barras de
pido defroote da casa em que foi o gymoaslo na lchamb. v'drOS finos psra espelhos, de C-
peooltlrna casa jomo ao canal; os pretendemos ires bordados, eSpacOS, 6 OUlros para vi-
podem i vello das seis as nove tiaras damanba, dragas, diamantes para corlar vidros, cadi-
nhos ordinarios e-de patente, rea para mol-
dar, folies para ferrero, lavatorios oom ba-
cas e jarros, trra podre e outros nmeros
objectos proprio de taes estabelecimentos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitassob a direccSo do socio administrador,
Jos Baptist Braga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de tao
importante estabelecimente, isso urna ga-
ranta pela sua longa pratica, que tem os se-
nhores freguezes de qoe sero servidos a
contento, com promptidaoe proco commo-
do, pelo que os proprietarios Ibe sero agra-
decidos.
Veode-se orna casa terrea com 2 salas,
qoartos, corintia fra, e com mais um ouiro qaar-
toqoe serve para despensa, soUo, qnintal muraao,
cacimba, em chaos propries, na ma da prala de
Gaa Rita n. 58 : a tratar na praca da Indepen-
dencia ns. 7 e9. ._________
Gomma de mandioca
Desembarcou hontem gomma de superior
qoalidade, j da safra nova por preco com-
modo: ra do Vigario n. 14, escriptorio
1. aadar, nico possuidor deste artigo.
Escrava.
Vende-se ama escrava de 2i annos, bonita fl-
gara,engomma,cose, cosmna e lava com perfei-
cao : a tratar na roa do Bram n. 48, 1* andar
da 7 as 9 wraa da manbaa e das 4 as 6 da tarde.'
Vende-se orna taberna em boa localidade
para negocio e com poneos fondos e bem afregue
zada (woprla para qoalqaer prloclplame : a tratar
an roa da Copcordia n. 11
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 800 rs, a
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 2^500 a vara.
dem de linho com 5 palmos a 1#200 a
vara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Riquissimos basquins a 23,5000.
Assim como outras muitas fazendas que
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e u-se amostras de todo.
Rival sem segundo.
Roa do Quelmano n. 49.
tyier acabar com as fazendas abaiio
mencionadas.
Qieiram vir ver o qoe bom e baralissimo.
com bico, fazen-
3*000
30
300
40
GRANDE
Ccrapra-se oa loja de joias do coracSo de ooro
n. 2 D, roa do Cabogj, moedas nacionaes de 20*
Ouro e prata em moeda
Compra-se por maior preco do qoe em ootra
parte : na roa Nova n. 31, leja de ferrageo3.
vuro.e prata
Moedas de ooro prata acfooaes, straogefras
de todos os valores se comprara na loja de oori-
ves junio ao areo de Nossa Senhora da Conceicao,
roa da Cadeia do Recife, assim como ouro e prata
em obra* velbas, brilbaoles, diamaots e se paga
bem.___________
Compra-se ooro e praia tm Sras velbas:
oa oraca da IodepeodeecU a 13.
Cmpram-se
oonx premio meadas da ooro e de prata naclenaes
e estrangeiras : na roa da Cadeia do Recife o. 16
aroaxem de Adriano, Cistro & C.
V
5
Tendo de se liquidar a loja de calcados da roa
do Imperador o. 32 :
Bonegahs de Medi. ..... 11*000
Ditos de Sazer. ..... 8*000
Dte de diversos fabricantes. 8*000
Sapaidee de bezerro Sazer...... 3*00
Borzegams para meninos a meoiiu. 3*600
Ditos ditos ditos. ....... *000
Borzegoins de lastre para tionens
(Sazer). ........ 7*000
SapalSes Melli...... 7*000
Borzegnins cariavao. .. ..." .' 8*000
Pariamarias do fabricante Labia e
Plver por menos preco que ea oa-
tra qaarqaer parle.
Bous para montarla.
Pernelras e guarda lama.
Sapatos de traeca para meolnos. 1*000
Sapatos de cooro de lostre nota Salto
pera senhora. ?\. 3*000
Feijao para animaes
Vende-se na roa da Madre de Dos n. 18.
Grande armazem "de tin-i
8" tas medicamentos etc.
Roa do Imperador i. 22.
Productos chimicoe e pharma-
ceutco oa mais empregados em
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tura e para tictoraria.
Productos iodustriaes e tintas
para flores, como botoes de flores
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaroa com o compe-
tente desenho.
Productos chmicos e industriaes
para photographia, tinluraria, pin-
tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
prido directamente de Paris, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers o Lisboa
pode offerecer productos de plena
confianca e satisfazur qualquer en-
commenda a grosso trato o a reta-
| loo o por preco commodo.
wmmmmmmumm
Vndeseorna malatioba de Idade 17 a 18
ennos, bonita Agora, qae por molla precsao qae
ssrtSffss.TB'"tmm"
10
80
320
^20
20
20
320
120
500
20
100
500
100
200
40
60
240
oOO
320
200
20
2*000
1*00
l
160
2*500
Te-albas de labynotho
da boa a .....
Carreteis de linha com 100 jardas a .
Grvalas pretas e de edres moito floas a
Caixas de obreias de massa moito novas a
eofladores para espartilho de cordo e
fita a...............
Carreteis de linha Alexandre com 00 jar-
das a............ .
Sabonetes maito fiaos a 60, 160, 200
Ditos de bolla maito fiaos a 240 e .
Viadas de linha froxa para bordar a .
Varas de cordo para espartilho a .
ente volteados para regalar cabello de
meninas a............
frascos de macaca' oleo maito fino, a .
Abotoadoras muito finas para colletes a .
Candes de boba branca e de cores a .
Libra de ara preta superior a.....
scovas para fato, fazeuda boa, a .
Varas de fraoja bracea de liobo para
toalba a..............
Pe^as de bico estrello com 20 varas maito
bonito a..............j*0O0
Varas de papafiua de dlffeienies largu-
ras a 120,160 e..........
Caixas de palito balb a........
Caixas de palitos de segoraoQa sem en-
cbofre a.............
S.bonetes de familia a 100, 160 e ... .
Grosas de botoes de madreperola para
camisa a ...........
Cartilba de doctrina ebrista a .
Latas com superior baoha a......
Qaaderoos de papel pequeo superior a .
Dazia de baralbos francezes soperior .
Groza de pbospboros moito superiores .
C-ixas a retalbo doA mesmos.....
Caixas de pbospboros de velllaba contendo
500 velliohas milito soperiores a .
Resmas de papel almaco moito soperior .
Resmas de papel paatado soperior qoali-
dade ............... 3J600
Duzias de meias para homem.....2*800
Dozias de meias croas muito soperiores i*0u0
AlgAOJDftlDg
Este estabelecimeolo acaba de reeeber lindas
chapelinas para senhora, ricas calxinbas para cos-
turas, ditas para joias, pentes doarados para coco,
flveas moito rieas, assim como cintos e pnlseiras
da ultima moda de Paris, ntremelos ebabadinhos.
bonitos tooeadores doarados e de Jacaranda, espe-
lbos escossezes de diversos tamanhos e ricos cai-
vetes para senhora, rollas para pescoco, grava ti
nbas, bico de seda, dito de algodo, labyrintbo, e
moitos ootros objectos de aparado gosto, qae se
torna enfadonbo mencionar, lado por precos moi-
to commodos: a" roa da Imperatriz n. 70, na loja
da Lealdade.________^^^^^
0 arrobe vegetal,
muito superior oas xaropes de Cuisinier e
de Lorrey. De fcil dipestao, agraavel ao pa-
ladar e ao olpbato, elle cura radicalmente,
sem irercurio, todas as ffecc5es da pelle,
impingeos, alporcas, tumore?, ule ras, sarna
degenerada, escrfulas e escorbuto. E' so-
bretodo poderoso as molestias rebeldes ao
mercurio e ao iodoreto de potassio.
nico deposito na pbarmacia do Pinto,
ra larga do Rosario n, JO janto ao quartel
de polica.
Cal de LlTioa
No armazem do caes da alfandega n. o ha para
moler soperior cal nova, marca TM. ebegada ba
a ponugueza Uratidao, a preco de
Leques de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lindos pentes de tartaruga, massa e outras
muitas quadades.
Luvas de jouvin. inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Ditas de seda.
Meias de seda e algodSo.
Lindas trancas pretas e de cores cjm ve-
drilbo e sem elle, assim como lindissimas
guarnices para enfetlar basquines e botoes
para os mesmos.
Lindos indispensaveis para meninas das
escolas.
Rengallinhas para meninos.
Suspensorios para meninos.
Lindas touquinbas e sapatinhos ricamen-
te enleitados proprios para baptisados.
Meias de seda para o mesmo m.
Muito boas escovas para dentes, cbapos-
roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes.
Superior liabas para crochet.
Agulbas para o mesmo fim.
Lindos agulheiros e dedaes de madrepe-
rola e marGm, assim como de metal.
Lindas guarairoes de botoes, para colotes,
punhos e colerinhos.
Ricas capellas para noivas.
Metas de seda para senhoras.
Superiores thesouras para unhas, costura
e cortar cabello, etc., etc.
Suspensorios de seda para nomem.
Ditos de algodSo para homem e meninos.
Finos aderecos pretos para luto.
Grande eortimento de finas perfumaras
dos melbores fabricantes at hoje conhe-
cidos.
Grande sortimento de fitas de todas as
quadades.
E muitos outros objectos que impossivel
seria menciona-los e que se encontrarlo na
loja 4o Vigilante, ra do Crespo n. 7.
GRNDTBtZnR
RA NOVA N. :0 B 22
0 cordeiro providente
Na antiga loja de miudezas a ra do Quei-
mado n. 16.
O cordeiro previdente se ofaaa de ter o sea ap-
parecimecio no sempre memoravel da 7 de se-
temtiro. Ella curoprimeota ao re-peitaael publico
era geral e a cada om cidado em particular. O
cordeiro previdente nao se intromeitera' em estra-
nnos o alheios negocios, restrlngindo-se apenas ao
que diz respeito a miudezas em cuja amiga loja o.
io a roa do Qaeimado permanecer" esperaoao
ta7 saas '"os" protecedes observaodo elle
ta Pac.ra0HCOvUa?adaJtna08d0' eondescendea.
coairari *Na.l0J?d0 wdeiro previdente ea-
^3. ,s Preten "*' sortiraenio de miudezas, finas per-
fomarlas, lovas de pellica, objectos da moda e
S TU*, TCS raui,os W entera-Ios se tor
oaria enfadonbo, notando-se entre elles os qae
abano vo mencionados, sendo por todos reconhe-
cido a commodidade dos precos:
Albons de diversos lmannos e quadades oara
retratos. v
Cbaposiobos e sapaiiobos | ara baptisadof.
Coques simples e enfeltados.
Leqoes de saadalo e ooiras qoalidades.
Voius de relroz com cassoletas obra moderna.
Oroliiohas e poobos para senhoras.
Bico de linbo a imitaco de do palz.
wtelras com fins agulbas.
Modernas cbapelinas e enfeites para senhoras.
Linhas para crochel.
LSa para bordar.
Finos esparlllhos para seoboras.
Leqoes du diversos gostos a 1*.
O cordeiro prevldeute.
A roa do Queimado n. 16.
Vende os segaiotes oojectos consume do varia-
do soriimen;o abaixo declarado :
Collares elelricos magnticos contra as eonral.
c5ss.
Bonitas abotoadnras para colletes.
Coiarlnbos modernos.
Finas navalbas cabo de marfim.
Escovas macbeotadas e oatras qoalidaes para
roupa, chapeo e cabello.
Bonitas caixas para rap.
Tinta azul e preta para escripia. .
Dita preta para marcar roapa.
Fiaos caivetes para aparar peonas.
Lapis com canela de osso
Ditos de cores para desenhos.
Bonitos Wnteiros de looga o vidro.
Fixas para solo e voltarete. ,
Borrachas para aur papis e segurar ponb^r.
. Dita para brinqaedo de crianzas.
Bolas de borracha.
Lindos maracaes.
Para o fierras no hospital por-
tfllgllfZ.
Bonitas cestinhas com froctas de cera, obra de
muita perfeicao e bom gosto.
Para corlar moldes e embrulbar fazendas.
Vende-se papel pardo folha grande.
Para lustrar calcados.
Vende-se soperior graxa econmica.
Vende-se papel para matar mosca?.
A loja do cordeiro previdente
Ra do Queimado n. 16.
."Sella acharo os pretendemos um grande e va-
riado sortimento de perfumaras unas, lano ingle-
zas como francezas, seBdo:
Finos extractos para lencos.
Banbas e pomadas para cabellos.
Oleo pbilocome e baboza para dito.
Pos bygienicos para dente?.
Olios campborados para ditos.
Opiata ingleza e fraoceza para dito?.
Pacotes com pos de arroz.
Vasos de porcelona para ditos.
Sabonetas para mi e barba.
E muitos outros objectos qoe sero presentes
ao comprador qae se dirigir a roa do Queimado
n. 16, loja do cordeiro previdente.
Baoi'eijas pequeaas.
Vendem-se na roa do Queimado o. 16. leja do
cordeiro previdente.
Charutos
da acreditada fabrica de Jos Furtado
, Sima?.
Vendem-se na loja do cordeiro previdente a roa
do Qoeiraado o. 16____________
PILUCAS
\aropee vlntio ferruginoso de
jnrnbeba com pyrophosphato
de ferro.
Cblorose, aaemia, escrfulas, racbitismo, Llennor-
rbagia, leoeorrba. febres intermitentes a ame-
norrba (menslruaco duiorosa a irregular)
etc., ele.
Ha maito que tiobamosem vista associar c ierro
as nos-as preparacoes de jorobaba ; mas levamos
tempo a experimentar qual a preparc.ao ferrugi-
nosa, qoe mais conviria ao organismo bemano,
vindo por fim a decidir nos pelo pvropho-rpbato
de ferro, com o qoal podemos prepara r os qjssos
xarope e vinbo de jorobeba ferruginosos.
Temos a observar, porm, que o uso dos medi-
camentos de jorobeba com o pyropbesph&'.o de
ferro nunca pode occasionar a pbiysica as pes-
soas ainda as mais delicada;, como maltas vezes
tem a ontecido at-a pessoas robnsta?, qoe se t-.no
servido do mesmo medicameoto preparado com
outras sobstaoeias ferragioosas, por isso qoe o
pbosphoro debalxo da lrma de pyropbcspbalo,
om mel propbylati-o reconoecido infaliivel con-
tra esta terrivel affeccao.
As preparacoes de jurnbeba, a qne havemos as-
sociado o pyropbospbato de ferro, sao moi provei-
tosas no tratamento das molestias das secboras,
taes como a cblorose, anemia etc.
Estas molestias manifestam-se com os y o plo-
mas segnintes :De.-coramento geral da pelle t
das membranas mocosas, magreza, in'-bacao d; S
faces a das pernas ; excilacao nervosa, bysteris-
mo, melancola, debldade muscular, dores ce-
vralgicas, pulso mais frequente do qae no estado
de sade, calor fabril, pelle secca, appatites de-
pravados, vmitos, prisao de veolre, meostroaco
dolorosa, irregalar, poaco ahondante, descorada,
nolla, flores brancas, amenorrbagia e infecundi-
dad?. .
Dsie estado espantoso, alias o ordinarias uio
reconbecido entre nos em erescido numero d se-
nhoras, desapparece s com o prodente^nsc das
preparares cima.
- nico deposito destes medicamentos:
pbarmacia de J. A. Pinto, ra larga do Ro-
sario n. 10, em Pernambuco.
de
Machinas para descarocar algodao. do me
Ihor autor que tem apparecido na America*
E' tal a execuc5o do macbinisme, que o al-
godSo sahe quasi tao perfeito como o de ba-
landeira. Recommenda-se a attenclo dos
Srs. agricultores, estas machina-.
Chocolate de
Desbrlere
purgativo de magnesia.
E' o chocolate de desbriere o melbor purgaot
ate agora conhecido e de grande aceitaco em Pa-
na ende lera sido moito applicado no hospital
Hotel Dleo pelos professores Troasseaa e Pidoax
com o melbor resoltado.
mlS Qa *T laxante Pr*a sein f^fgar o esto-
%XL1 VDte&lms> e i" ptimos resolta
dos como donvauvo, abrvente, amUvernoso. re-
frescante e deparativo.
GRANDE BAZAR
ra Nova n. 20 e 22
Deposito especial
34Ra larga de Rosario 34
Botica de Bartbolomeu & G.
10* barril.
Cal de UsboaTnoTaT
Veode-se a roa do Apollo o. 4.
VENDE-SE
T^Sf0"8 *n,erlcanos P"" doas cavallof.
pito dito para qoatro cavallos.
i ab^*s,S*r,^e8Carof W* ** w
18, 30, 35 e 40 serras.
Prencas para enfardar algodo filando oa ae-
$& ** P*,m08 d oovrmenlo com 6 peao de
150 e 200 libras, viadas ltimamente da America
no armazem de Hanry Forster & C, do cae Pf
dro u n. i Jante ao Gabinete Porlugoez.________
Na roa do Raagel n. 33 vende-se um escra-
vo de 17 annos, proprio para criado on boleeiro
preto, de boa estatura.
Machinas para costura do autor Wbeeler
* WliS0D> ciegadas ultmamente da Ame-
rica ; as quaes pode cozer-se com don.;
pespontos, toda e qualquer fazenda, emba-
inhar, frangir, bordar e marcar roupa; tudo
com perfeicao. S3o to simples, que com-
prehende-se fcilmente a maneira do traba-
lbo e a pessoa tendo pratica de coser em ma-
rbinas, pode fazer por dta o servico que fa-
ciam 3o costoreiras.
Cbama-se este estabelecimento a aiten-
c5o do publico, visto qoe elle se acha conv.
pletamnte sonido de objectos de gosto'
como bem leques de madreptrola e de san
dalo, fivelas. fitas pan ciato, eokes perfnw
mtria 9te, -,
Na ra nova a. 20 o 22, Carneiro Yiat
Ha &C.
LUYAS
Novo son i meato de
chegadas no oitimo vapoi'Traacex."ao armiai
vapor Brw .Nova p,r
lavas e pellica (JonvinE
-T
WP



lirrmii
M
^^^HBHBIMBBBHii^HHHfl


Urlo 4c Pernfc Qnarfa leira 11 de eiembro de 1867.
RA DAS CINCO PUNTAS N.86
AO GRANDE ARMAZEM
DAS
Sempre barato;
0M0UR0D


Mantelga
iDgleza or a I*, a libra e a 5oo rs. soffrivel e, propria para tempero 32 rs
dem franceza a 56o rs. a libra.
Cha -,-
De primeira qualidade a 2-J8oo e proprio para negocio i6ob a libra.
Biscoltos
loglezes pearl, nic-nac, oval, cracnel, e outros superiores a ldtoo a lata.
FlgOS
A 24o reis a libra.
ominas
De milbo branco a 4oo reis a libra, de arar uta verdadeira propria para alimen-
tar crianzas a 5oo reis a libra e eaxiahas com 4 libras por menos, gomma do Maranbao
a 16o rs. e tapioca sag a 24o a libra.
. ,,. ChoeoljU
Superior a 10, a libra. j
Doees
De goiaba em latas a l5oo em caixa de 4 libras, muito fino a 1^3m, em caixoes
de 2 libras a 5oo e 32o.
Em latas a Iooo reis a libra, sortidu era qaalidades.
* Ostras
America a 8oo rs. a lata.
Baldes e Tassonras
Americanas a 8oo reis cada peca.
Toucinjio
De Lisboa a 320 reis a libra.
Tomates
Em latas a 6oo rs.
al
Refinado em lindos postes por Soo rs.
Rlrsks de Wasser
A 2^000 a garafa.
vcrmonth e Abssatho
A I$5oo a farrafa.
Bltter
A l^ooo agarrafa.
De bordeaux superior, Saint Estepbe,Saint Julien, Saint Emilie a 7$ooo a duzia
e 84o rs. a garrafa.
' vinho
Do Porto uno a 14ooo a duzia e 105oo a garrafa e magnifico Umiiejn em bar-
ril a Poo a garrafa.
Duque do Porto
Adamado e outras marcas a 9oo rs. a garrafa e lo a duzia.
vlubo da Flguelra
O que ha de melbor a 40, a caada de Lisboa a 30 a 40 a garrafa.
Ylaagre
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa.
Fsrello de Lisboa
Saceos com 9o libras a 405oo.
CerTeja
Franceza em gigos de urna dozia a 60.
lngl^za
Bass verdadeira a......T. e Victoria e Alssop a 5oo reisa garrafa

i
INJECTION BRO

; Hjflrnle iBfaUlTct rreacrvaatia, 35Slull 11 ica que otra
a principan boUca aiuaV (Kxlftt a taavacaa* wi (M aM a
m
aidim. Veude-ai
I

%
m
m-MMM'.M.
PREPARARES FRREAS-MAHGANICA5
APPROVADAS PILA ACADEMIA D2 MEMClltA
DE. BURIN D BUISSON
tknucMtb, ktmit pela Academia da luBciaa de Fu
O eminente professor TaetBSBAO, na nhima edicto da sen Tratad* de Thera-
P*ttt? e Materia medica, recenhece que os ferruginosos simples sSo mnilas
vezei ineificazes para curar as molestias qne teem por causa o empobrec ment
do sangne. Mui'.os mdicos dos mais distinctos attribuem esse m o xito ausencia,
n essas preparacoes, do manganese, qne se aeha no sangne, como o tem recoabecide
es chinacos os mais peritos, sempre intimamente unido com o farro. '
E' pois, prestar-se nm verdadeiro servco aos S"' Mdicos, o cuamar-se sua attencao
sobre as preparacScs seguintes.
1 PS P.PPPS nianffanipS iando mmeiatamente nina agua, acidulada,
I IOS lCriCOS UiailgaUICUi |azoza) lgradavei, ,Ubsttumdo com vantarem
O economa as aguas mineraes ferruginosas.
2 Plalas c Xarope de iedureio k ferro c de manganese inatteraveis
rateado cada urna cinco centigramos de tatareto de ferro manganico indicadsa
particularmente) as molestias Tympoaticas, escrofulosas, e cas chamadas os2-
rosas e tuberculosas. s.
J Brifcs de lclalo k ferro e de snese I XSfSSSBSS
i Ptalas de carbonato frreo manganico j ?TSl?Z
alternar estas duas preparaedee di o* memores resaltados.
c **,Burin dn Buisson desejando obtrr a adheslo compleU do publico mcClza a
cerca do valor d stias preparaedes, prevhve que elle as p6e fratuitaraente a ama
disposic*, dingeodo-se; ...
fc merntmhue, a sea agante gtral, Mawr t>, phanrncwticoi, na fca

nnn
Veade-se na pharmacia.de P. Maurer &JC, ra Nova.
*
Ao respeitavel publico pernambneano pede-ee
Attengo
Maoteiga ingleza
320, 500,800 e 10 s no armazem se acha viste.
Manteiga franceza
em Horas 560 e 640, em barris se far differeoca.
Banha de porco
em libras 320 e 380, em porgo se far differenca.
Fructas
em calda Pera, Pecego, Rainha Qaudiay Alperxe e outras muites 500 e 640 a late.
n. Ervilhas
Portuguezas 640, francezas 900.
Fajsio
em latas do Para e de albaneque, lata 10 e 10200.
,. de mil he
em pacotes, dita da trra 100 e 200 a libra.
vinho
de Bordeaux em caixa a duzia 50. garrafa 500, dito de 80 a duita, 800 a garrafa, dito a
140 a duzia, 10200 a garrafa, dito do Porto a 80,120,180, 240, caixas de duzia, assim
como Ageita caada, 30500 e, 4& puro J A A Lisboa 20800, 30 e 30500 a qualidadB
convida.
fias*
em late de 5 galSes e niaispequenas a vontade do comprador, em garris.,
^ ...... Alpiste
140 e i 0,a libra, punco.a 100alibra.
Azelte
em garrafas a 800 e 10.
CHARUTOS
em cana de 50 por 10, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em.caxas de 100, ditos
da Exposicao caixa 50, ditos de Regala, caixas com 100 a 20500 o outras umitas marcas
que s na presenta dos compradores.
PREZUNTOS
delamego em barril, ditos de fiambre ,o melbor que ha no mercado por preco que faz
admirar 11
DOCE DE GOIABA
caixoes de 560 fino, ditos de 10500 que parece marmellada, dito em lates muito fina
qualidade a 02OO.
BOCETAS
com doce secco a 10 e 20.
l. QUEUOS
do Alentejoem latas chegadopelo vapor Onelda, ditosFlamengosePwtosdo&maisnovos
qye ba no mercado.
AZEITONAS _.
de elvas como no mercado nao temos
melhor.
PH4MIGI.4
a 10 a lata, em barris do Porto a 10 como nao ba
Em liquidado.
O propietario d estes dous estabeleeimen-1
tos tendo muita fazeoda em ser e desejando
liquidar para vender mais barato que pos-'
sivel na ra da Imperatriz lejas e armazens
da Arara, ns. 56 e 72.
Alpacas admascadas para vestidos de senho-
ras 500 e 7zO rs.
Vende-se alpacas de assento branco com
Roupa feita nacional.
Vende-se calcas de casimira a 50, 60 e
80, pretas ditas de meia casimira a 10600
DE
Joaquim e Almeida tinto
Ajurubeba contra o ingorgi
tamento do fajado e do bago
Esa extracto alcoolleo, emplas-
tro, oleo, tintara, plalas,
xarope e vloho
A j urubeba urna das substancias medi-
camentosas que pertencem ae reino "vege-
tal, e pertence a classe dos tnicos e desobs-
truentes, sendo empregada com vaotagem
contra as febres intermitentes acompanbadas
de engo'gitemenio de figado e de baco. Ella
tem sido apphcada com incontestevel pro-
veito contra a anemia ou.chlorose, e hydro-
phesia, catbarro da bexiga, e mesmo para
combater a mensiruaco difcil, resultante
da mesma anemia oo chlorose.
eptsilos {raes
Em Pernambuco, ra larga do Rosario
n. 10, Rio de Janeiro, pbarmacia do Sr.
D&urado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs, Cselo & C, Macei, pbarmacia do Sr.
Claudino, no Havre, pbarmacia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, na pbarmacia do Sr. Feij.
Sedas largas
A ti ocovado
S oa leja i) pava o.
Veudem-se moderuis^lmas sedas com largura
de edita franceza, sendo com padrdes moderos,
tendo entra ellas cores proprias para qaem est de
lato : vende-se pelo barato preco da 2 o covado :
grande pecbmeba : na loja e armazem do Pavao,
roa da Imperatriz n. 60, de Gama Silva.
Cortee branco*
ASOOrs.
Vende-se bonitos corles de cambraia branca com
bonitas barras bordadas e tendo tamben) algons
com bonitas barras.de cores ; vende-se pelo bara-
to preco de 5, na loja e armazem do Pavo, roa
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Alpacas e cores
A 390-rs.
Cbegaram su mais bonitas alpaeas de cores para
vestidos com desenlias miados e graados, tendo
largara de chita franceza, e vende-se pelo barato
preco de 500 rs. cada ovado ; grande pecbin-
cba : na toja e armazem do Pavo, roa da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Bramante a 2$.
Vende-se superior bramante de linho alvo com
Francisco Jos Germann
KAtOVA N. 21,
acaba de receber um lindo e nwgnifleo aor
tmente de ocolos, lnnetos, binculos, do ni'
timo ejnais aparado gosto da Europa e ocn
los de alcance para-observacSes e,para t
maritimes.
Fundfy&o d*Aurora em
Santo Amaro
Completo sortlmento da taixas batidas e fundi-
das, alambiques de todos os lamanhos e fondos da
ditos, moradis de todos os lmannos de superior
qualidade, erlvos boceas de fornalba. o que tade
se vead por comaaodo preco.
Aos agricultores
Saunders Brotbers & C. acabara de receber de
rpool vapores de forcx de 3 a 4 eavallos com
3 os pertences e moi proprios para fazer mo-
ver machinas de' descarocar algodao, podendo ca-
da vpor trabalbar al com 440 sorras, tambem
servem para enfardar algodao oa para oolro qual-
quer servco ero qae nsam trabalbar com animats.
O mesmos tambea ton a venda machidas ame-
ricanas de 35 a 40 nerras : os pretendenles diri-
am-se ao largo do Coryo Santo-n. II.
Vapores.
Vende-se em casa de Satnders Brothers & C.,
o largo do Gorpo Santo n. 11, vapores patentes
om todos os pertences proprios para faier mover
es on austro maehiaas para descarriar algodao
VERDADEIRO LE ROY
* T, DMtMr-MMMla
Ru d 5ln, A, A PAJU8.
1 e U ditas de hr'im nario a 1A600 2/1400 ,e p8mos de larKara Pel barat0 Pre5 de.2* a
1 n arZ j, i P a i- u oh-aa vara : n loJa e armazem do Pavo, ra da Impe-
e 2d00; ditas brancas de lmbo a 30500, ratriz n. 60, de Gama & Silva.
;4e5#: palitots de casimira preta e de.co-| AlffoSo avariadd
:res a 5&, 6#, 8)J e 40l; palitots de meiai Vndese pecas de algodao largo omito encorpa-
- casimira a 30, 3500 e 40: palitots de al- do, pele barato preco de 5(500 a peca : na loja e
listas e Dores lisa e admascadas proprias .paca de cores e branca a 30500 e 40* palitots "mazem do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Ga-
para vestidos de senhoras a 500, 720 e 800. de brim decores a 2500, 30 e 20: serou- '
rs. o covado ra da Imperatriz lojas da Ara- de algodosinho de linho a 10600, 20,___
ra, ns. 56 e 72. 20500: ra da Imperatriz lojas da Arara
Ditos, 160 o covado. ns. 56 e 72.
Vende-se ditos em.reialhos a 160 rs. o Organdis de cores a 640 rs. a vara,
covado, ditos em peca a 200 rs. o covado: | Vende-se cassa organdis de cores a 640
retalbos de caca preta a 120 o covado: re- e 720a vara : talatana de cores a 800 rs. a
talhos de caca de corea a 200, 240, rs. o co- vara: ra da Imperatriz lojas da Arara ns. iiqaidamse pelo baratissimopre50.de
vado: retalbos de 15asinbas a 160, 200 240 56 e 72. cvado' para acabar: DA lia e armaze
rs. o covado r ra da Imperatriz lojas da
Arara ns. 56 e 72.
Brim pardo transado a 560 rs. a vara.
Vende-se brim pardo com peqneno toque
de mofo a 560, 640 rs. o covado: ra da
Imperatriz lojas ns. 56 e 72.
Laazinbas a 200 o covado.
MadapolSo a 40000 a peca.
Vende-se pecas de madapolo com 20 va-
ras a 40, 50, 60, 70, 80 e 100: ra da
Imperatriz loja da Arara ns. 56 e 72.
Casimira emfestada a 10 o covado.
Vende-se casimira entestada de doas lar-
guras a 10, 10600 e 30 o covado panno fi-
no preto a 10600, 20, 20500, 30 e 40: ra
*^fK!*n&&?da impwa,riz ioias aaArara ns- 8e 7a-
o covado: na ra da Imperalria lojas da Ara-
largas a 240 rs. o covado. da Arara os 56 e 72.
ra n 56 e 72.
Chitas francezas
Vende-se chitas francezas largas a 240,
280, 320 e 400 rs. o covado: ra da Im-
peratriz lojas da Arara n. 56 e 72.
Mosambique a 400 rs. o covado.
Vende-se mosambique com palmas de se-
das para vestidos de senhoras, a 400 rs. o
covado: e vareja de listas para vestidos de
senhoras, a 280,320 rs. o covado.
- Sedas escosseza com quadros para vestidos
de senhoras, a 280 320 rs. o covado: roa
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e.72.
Arara vende as saias 30500.
Vend-fe saias bordadas para senhora a
ma & Silva.
Retalhos
Vende-se ama porco de retalbos de chitas e ca-
cas pretas, por prego barato, na loja e armazem do
Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Sedas a 320 rs. o covado
Vndese um bonito sortlmento de sedas de listas
que sempre se vendern) par maito mais dinbeiro
320 rs. o
armazem do Pa-
vo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Aviso agradavel.
Soaza loares IrmSo.
Raa Nova n. 28.
Vendem :
Lindas mnito superiores em novellos sortida a
200 e 2o0J a libra.
Dita mais inferior a 10200 e 10500.
Dita do gaz, preta, branca e de cores, em cai-
xas de 40 novellos, 800 reis.
Algod5osinho a 30 e 40 a peca. lt em caixas de 50 novel,os' branca' a 7
Vende-se algodSosinho apegas de 30, 40, Dita em caixas de 10 novellos grandes, a 540
50, 60 e 70 a peca ra da Imperatriz lojas reis.
tm caa gurafa, iw, tre relht e o pape! aro?
que lc*a wru tiple, um rotule inpresM *m mi-
NllO CO O SII.IO iMrUL M COTMKO nkXCU.
lf.fi. -1 emrt-
ttodeiiiiia Irltra
< iiie Iraaru* o-
kreParit.KcilaTel
a 80 das de ? .<
aomaxj.iK.j(iij
46 abslimrntn e do
iMMaata

Deposito na pbarmacia de-P. Maure1
C. em Pernambuco.
XAROPE DEPURATIVO
DE CASCA DE LARANJAS AMARGAS
COM IODURETO DE POTASSIO
DE
p. aLaroze.
pbarmaceatleo em Pars.
O iodureto de potassio um verdadeiro al-
terante, um depurador de incontestavel efi-
cacia; combinado com o xarope de casca de
laranjas amargas, aturado sem pertubaejo
alguma pelos temperamentos os mais fracos,
sem alterar as funecoes do estomago. As do-
ses malhematicas que elle contem permittem
aos mdicos de receital-o para todas as cem-
pleices, as affecces escrofulosas, tubercu-
losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'isso, o agente o
mais poderoso contra as doencas rheumaticas.
Deposito em todas as pharmacias e casas de
drogaras no Brasil.
Expedicoes, em casa de J. P. Laroze, ru
des Lions-St-Panl, 2, Paris.
A' venda na pharmacia de P. Maurer 4.
Cl, ra Nova n. 25.
Bramanle a 20*00 a vara.
Vende-se brammte de 10 palmos de lar-
gura a 20400 e 20500 a vara: ra da Im-
peratriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Algodao enfestado a 10 a vara.
Vende-se algodao enfestado de duas lar-
guras a 0a.vara dito transado 10280 a va-
ra : ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56
e72.
Cassa franceza a 240 rs. o covado.
Vende-se cassas de cores para vestidos a
240, 280 e 320 o covado, vendes-se cortes
de cambraia decores e com barras a 20500,
30500,40,60 ef.Vairbalo'oucrrOl'inas;^ e 30900-" s as lojas da*Arara, ra da
de arcos a 20, 20500 30 e 30500: ra da ImPeratnz ns. 56 e 72.
em candes, a 160 reis a
200 jardas, a 10200
Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
As sedas da Arara 10.
Cortes de 15a de 14 covados a 30.
Vende-se cortes de laa para vestidos de
senhora com 14 covados o 30, 30500, 40,



bm cS *,df ^Liinant0 de moderaos cnaP0S e chapellaas de seda, de al e de paiha de Italia,
Saperiores tirai, bordadinbose entre melos bordados em cambraia Upada e transparent.
!\a leja das columnas a raa de Crespo 1. 13
DE
Antonio Oorreia de Vasconcellos & CompanMa.
&0V0 DEPOSITO

Yende-se sedas de quadrinhos e com lis-; 40500 e 50, vende se cortes de calcas para
tas a 10, 10200, 10600,10800 e 20, o co^homem a 800, 10, 10OO e 10600. colari-
vado: pupelinas de seda com palmas saltos nhos de linho para homem 400 e 5C0, ditos
para senhora a I06CO e 10800, grosdenaples de papel a 500. rs. a duzia, golinhas para
de cores a 10800 e 20, dito preto a 10600,' senhora a 200 e 320 rs. por estes precos as
10800 e 20: ra da Imperatriz lejas da Ara- lojas e armazens da Arara, ra da Impera-
ra ns. 56 e 72. jtriz ns. 56 e72.
PrjA iHSCAROCAR ALGODAO
Manoel, Bento de Oliveira Braga.
53Raa Direltfa n.-53
Neste estabeleeimen to se encontrarSo a
verdadeiras machinas americanas chegadas ultima-
iWStfft- as quaes s5o feita* {Jeto mais afamado, fa-
bricante dafAfnericay por sso-ava rtodas. s pes-
fl&as'que precisarem comprer; de se dirigir a este
estabelecimeato fae comptarSp dasjnais perfeitas
joeete genero, assim cerno mail barato' do qne em
outra qualquer parto, por. isse que se recebe por
oonta propria, bem como cannos de chumbo e moi-
nhos, p*ra'of ambo,- 9 grande SQrtimento (de er-
"-is e miudezas em grossq e a reUibo.
Facas, de cabo hrarii|.4e.meiobalaco.a./,0
a duzia. Iiaa6.ua*. 4e: todos, os-tamaobo proprias
do trabafeodeosctAuj-a.
TRATAMENTOior C1IABLE, H PARISl
!Ue AVISOiOS. O0CNTES. SiSffaiSc^S" --*
Rio eitoa cu-
rado, tome! Cu-
beta, Copahiba
tob toda* a
formasen) opia-
to, captla,
eoaeito, Uoi
diilu e u4o estou curad'o? Lsei e atusci de um grande mm. jf iw/ir.r.AW.^^rafin&ii
j^urar em 4 dtaa, estoa anda nyis doentes. wmy***, u* pmawieai
qtif enro radicalmente sem recabidas, Cprrieientet, tlaxacdo do eanat Catmrht 4t Uaiaa
Peraatimin, curando prievslra a cansa virulenta Sa^nXrtawtiT
ou alfiintr *in do bmu vaiMnfp -f^ameva, ar. Mraa mu.'
canal e Loe tornar a gvsna.reg^.dM daujgra acabar meu excellnte xabop
rko tt miiiha immtx*t A ora radical, m bnhoam oara oa fluzo
4Q.Q00. OOENTES CURADOS
r*^' "Sto' '^L-*^ a^S^Vmtr'*'' -?!l^e*-!-e-t? iiiflammatara d'essas doeocaa exaae,
affeeeee, tKear M
xabopb ao cixiut* oa
para oa nuxof braaeo, aeguca
i
mea iarotb bipckativo leaimn _
M.^Boa MiMiRAU. ataau Htouca bwbiiatxa minaa ommad ahti-ata
i.
VQdOrie ni rui Nova a. 25, pharmacia franceza de
P, MAURER & C.
arrsry--
Dita branca e preta,
duzia.
Dita de Alexandre, carros
a duzia.
Dita em carros, com 80 jardas, a 360 reis a
dazia.
A.-uIhas de fondo doarado muito finas, caixa a
220 reis.
Ditas inglezas, sortidas, milhelro 700 res.
Grairpas com cabera de vidro, dozia a 160
reis.
Ditas liras e crespas, mago 30 e 60 reis.
Colxete em caixinhas, duzia G10 reis.
Dito em cartSes, dazia 600 e 900 res.
Espoletas verdadeiras, B B, caixa 100 reis.
AlQnetes em cartas grandes a 140 reis.
Ditos em cartas menores, 100 res.
Ditos em caixas com aeia libra, 320 reis.
Botoes de madreperola para camisa, grosa 460
e SQOreis.
Ditos de osso para calca, grosa 200 reis.
Ditos de louca, grosa 160 e 220 reis.
Ditos de moedinba para pnaos, a 10600 reis
a daiia,
Pentes para alizar, dazia 10100, 20200 e 30000
reis.
Dito; maito saperiores para bixos, dazia 20000
reis.
Ditos para cc, dazia 10500, 10500, 20400 e
30400 reis..
Pbosforos de cera maito superiores, dazia de
eaixinbas 320 reis.
Baralbos (raocezes muito fiaos, 200 reis.
Ditos portogaezei maito boas a 120 e 160 reis.
Espelbos em qaadro dourado a 120.
Trancas liza* e de caracol, peca a 40 50 e 60
reis.
Fita de lia pan debrum, vara 100 reis.
Dita de algodao branca, peca 240 reis.
Dita de linho, peca 40 reis.
L5a de todas, as cores para bordar, libra 60000
reis.
Garante-se cinceridade e baraiisslmos precos
RA fcVA' N. 28.
a
MPtaarnacia especial horneo-.
na tilica do Or. utablno O.
fc. Pinto.
Cha de i* sorte jfara oso das
pessoas que se tratam bomeopathi-
camente.
. Vende-se em pacotes de libra a
30200 rs.
Ra Nova n- 43.
Pars, 36, Rna Vivienne. 1>
DAS K.NFKKMIDAIIAS DES SE.\LAS, AS AFF&
COK^ nJTABW*, F. .TERAgOESDO BANGUI.
M.000 curas das im)inaent
nittuh, keqies. tama.
comtxof. acrimonia, e a
/er.coe,mct'ojias ilosanax
_ _tlu, t alleriifoet do alte
g-e (Xaiope fe-ulul -p.ii mercurio). Oc|turalivs
v.-Selne. HKXOH >i!.\s:n.%;;s tomao-se doM
por semana, seguuirfo o tractamento Depurativo : i
empreado na-^ nie-mas mul^slia.
E*le XarupeCitraclodefeiTO
de t'.HI.E. cura immedia-
lamen te qualquer^uraccoo,
relaxafao, t debilidad, *
igualmente os /laxos e flort
brancas das mullieres. Esta iii}eccao benigna em-
>rega-se com o Xarope de Crncto de Ferro.
Bemrrid, l'omada que as cura am ireatUaa,
POMADA ANTIHERPETICA
Contra.- as affeccoet cutnea eomixoa.
PILULAS VEGSTAES DEPURATIVAS
.4 Cbaiblc. cada rasc tai accoasab*'' 4a tm
Ukta*.
AVISO AOS SRS. filEOICOS.
Cura eatarrjioi, iones
COijueluchtt rrtlufU
nervosai tas dos bron-
cios lodos os doenc
lo pal; basta mi doeota
Urna colhe rchdea dste xarope y KokBT.
fir. CU1BU em Paria, m tlilcue, .
A venda na pharmacia
e C, em Pernambuco.
m GAZ 6AZ ~
Cbegoa ao antigo deposito de Henry Forster 4
C, roa do Imperador, um carregamento de gaz i
primeira qaalldade.o qaal se vende em partidas
reulna por mano preco do qae em ootr* qaal
iner parte.
Farinlia superior
Tem para tender Antonio Lat de Oliveira Am
vedo & CL, no sea escriptorio, roa da Crnz n. 57.
ORGET
de P. Maurer p
Vende-se ama eaia na powco du Barro,
com moitos commodos,- do lado do rio, proprio
para passar a (asta : a-lratar na-Mravessa do Ca-
rioca n. 1 (caes do Ramos).
CaL dt Lisboa
Veele-se no armazem de David Ferreira Bal
tar roa do Brom n. 66.____________________
Hadclra de pin.
Vendem-se 45 paos do slcopra, qae so acbanr
depositados no-esurtoiro do Sr. Joaqoim Antonio
Rodrigues, na roa do Brom, onde podn sor-on-
minados pelos pretendemos; a tratar na travessa
da Madre de Dos n. 11. ______.__
^endo-so an. ^Vff<^ ;-n? J [..I^lS^g^Sateg *
ttM
Vaquetas do lastre proprias para eobertas da
carros, mnito novas o da melbor qnalldade fos>
sirel i veodem-se por procos razoaveis na randa
OadeU B. 56 A.
Breu
roa do Rangel n
coilnUlro.
^^IVLI^T^^^"^iom da

/i
1*



Ir *
_
Har# letra 41 4 fteteuabro 4e 4867.
"^ i -..
!

--
Cintos pretos
e de otras cares, cam franjas de y
drilbes bracees CBrehs.
A aguia branca, na roa do Queimado b. 8, reca-
ben d'eses modernos cintos de ponas, oo fran-
jas de Tldrilnb braceos e pretos: comnareeem,
pois, o pretendeotes, que acnarao sorUmejUo a
contento.
(Mares Boyer
O Anediaes electrices Magnetices
Deposito acreditado
Loja da agaia branca ra do Queimado 8
Apregoar ainda os prodigiosos effeito dos
Collares Royer j nao ensinar oa querer
introducir aovidades, porqae a fama de sea
efflcacia tem-se tanto estenddo, e os seus
felaes resaltados a tal altara elevado, que
boje rara a pessoa que por experiencia
propria, oa por intermedio de seas amigos
e parentes, ignore oa desconbe;a as virtu-
des desses sempra apreciaveis collares
Royer.
A aguia branca porm sa gloria de concor-
rer para am tao justo fim, se nSo por ou-
tro modo ao menos por ter sempre, e cons-
tantemente um completo sortimento desses
collares magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das criancas.
Resta aihda que os senhores pas de fa-
milia se facam convencer {de que oonvem
nao esperar que as crianeas sejam atacadas
do .mal, e por isso necessario oa conve- Cylindro para padarias
niente que com antecedencia se deite na Debnlbadores para milho.
criaofa am desses collares, para assim estar Arados americanas,
ella preservada das convaleces e se contar Uarrinhos proprios para armazens
livre dos rigores da denticao. Moiohos para reflnacao.
A aguia branca ra do Queimado n. 8, dem P milho.
contina a receber por todos os vapores gscadas de madeira americanas.
GRANDE SORTIMENTO
SE
FAZEVIliS UVHATA*
HA
LOJA ARMAZEM
DO
Alm do grande-sortimento das melhores machinas, americanas para descarrocar
algodJo, de 10, Ai, 14,18, 18,20, 22,-23, 30,35, 40 e 60, neste estabelecimento se
encostra mais o seguinte: t *i9f&
Azeite de espermaoete propria para machi-
i as.
Vapores de torca de 3 a 4 cavallos.
Serras avalsas para machinas.
Mancaese todos os mais pertences para as
mesmas.
Carros de mao para aterro.
Custodio Jos Alves GwmarSes.
O proprietario deste importante estabelecimento avisa ao respeitavet publico
oja da Aguia Branca ra do Quei- e WB sea.s migos e freguezes que acaba de receber pelo vapor francez Gitknne, di-
versos artigos de moda, os quaes sao 4e completa novidade para este mercado, e apro-
ximando-se o dia da commemoracao -do anniversario do Hospital Portuguez, por isso
apressa-se em vir avisa-los do que b de mais moderno em seu estabelecimento, com
sejam:
Riquissimas chapelinas com coque. Lavas de Jeuvin preta, branca e de cores.
Ditas sem elle. Lindos cortes de 15a com barra.
Lindas chapelinas de pafea da Italia. (Re-S Riquissimos cortes de transparente dese-
eommenda-se nitrito estas chapelinas por se-*da para vestido de senaorastambem novt-
remintei; ament novidade).
francezes a quantidade que ha contratado e
por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
daderos colhres .Royer eletricos magn-
ticos.
Bolas da oorracha para brin-
qnedos.
Vendem so na roa do Quetmado loja da aguia
branca n. 8.
Carretela de rctroz para ma-
chinas.
Vendem-se na ra do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Papel paquete.
Vende se na roa do Qoeimado loja da agola
ranea n. 8.
A Aguia Branca ra do Queimado n. 8,
recebeu de novo os seguintes objectos e
est vendendo-as por precos rasoaveis.
Modernas fivellas.
Modernas fivellas de madreperola, lavra-
das e Jisas, guarnecidas com eo'eites de
prata dourada, vendem-se na loja d'Aguia
Branca ra do/Queimado n. 8.
' Leqnes
todos de sndalo, outros todos de sndalo
com bonitos desenbos que representan) qua-
tro vista, outros de sndalo e seda, cu tros
de fiia tambem com desenhos que formam
quatro vistas; vendem-se na loja d'Aguia
Bratica, a ra do Queimado n. 8.
Lovas finas
de camursa, brancas e amarellas: vendem-
se na
mado n. 8.
Latas com banba fina
vendem-se na loja da Aguia Branca, ra.
do Queimado n 8.
Chapelinas modernas,
enfeites de flores, capellas finas para noivas,
ditas brancas e cor de rosa para meninas,
caixos e ramos de flores finas e botes de
rosa de diversos tamanhos : na Aguia Bran-
ca ra do Queimado n. 8.
Meias finas para meninos.
A Aguia Branca ra do Queimado o. 8,
recebeu meias mui finas para meninos, e
est vendendo as de cores a 50000 duzia,
brancas a 50500 e eruas a 60000.
Trancas de vidrilhos, brancas e pretas, lar-
gas e estrellas.
A Aguia Branca a ra do Queimado n. 8,
recebeu novo sortimento das trancas cima
ditas, e como sempre vende-as por precos
commodos.
Fitas novas
para eartas de hachareis e a irmaedade do
Bom Conselho.
A Agula-Branc?, a rna doQaeimade n.8,recebeu
novas titas achamalotadas para ambos os lados,
mai encurpada e toda de seda, com iva o agrsda-
vel cr, e como sempre, vende por prego multo
rasoavel.
Collares Koyer magnticos
.Veda I has e pulsf iras na gae ticas.
A Aguia Branca recebeu nova remessa dos pro-
vellosos coliares Royer magnticos, ja sommameo-
te condecidos para preservar as coovuisoes e faci-
litar a dentico das chancas.
Com fses olis collares elctricos magnticos
tambem nao pequeas quantidades de medatnas
e pulsaras elctrica magnticas coja utilidadc
tem sido aproveilada por qoem soflre do uervoso
bypoeondico, tremores as raaos etc.
Assim eomo os collares Royer est o feralmente
onheeidos e acreditados pelos efficazes effeitos e
bons resoltados que tem colbulo as pessoas que
delles lem asado ; assim tambem chegaram a ga-
libar tao alta reputaco essas apreciaveis raedaiba;
e pnlseiras magnticas, orna es que o aso deiis
fr se esleodendo a todos qoe deltas oecesstlem- A
Aguia Branca con.ina a receber por todos os va-
pores francezes ama determinada quantidade des-
ses sempre precisos e estimados, eoliares Royer
magnticos e por isso fiqae na leoranca de todos
qne os acbaro constantemente .em dita loja da
Agnia Branca, ra do Qoeimado ri. 8._________
Vende se
azeite de peize mnito novo a 500 rs. a garrafa : na
rna das Crozes n. 3t.,____________________
P0T4SS4 DA RLSSfA
A 200 iu a libra,
de mnito superior qualidade : vndese no escrlp-
torio de,Olivelra, Filbos & C, largo do Corpo S*n-
to 19.
ARROZ DE CASCA
Veide-se em saceos grandes a 4X500 : no tra-
piche do Cunba.
Caixas com vidro sortidos.
de todas as qualidades.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para engommar a vapor.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de verguinha.
Guarda comidas. -^tg^.
Peneirasd'arame para padariasI e refinaees'
Correntes para almaDjarrai
Macbados e faces americanos."
Barricas com milho branco americano.
G^5
Roa da Iftyeratrlz n. 6h
i
& SILVA.
Os proprietarios deste grande estabelecimento acabam de receber da Europa um
grande sortimento das memores fazendas de 13a, nbo, algodao eseda, as quaes vendem
por precos baratisstmos, afim de apurarem dinheiro, dando de todas ellas amostras,
dcixando flear um penbor ou mandam-nas levar em casa das Exmas. famias pelos seus
caixeiros, assim como as pessoas qoe'negociam em pequea escala, neste estabelecimen-
to compraro petos mesmos precos qne se compram as casas inglezas, ganhando-se
apenas o descont.
Armazem de fazendas finas para grandes toiletts e uso
ordinario p^ra/todas as classes.
tHA m n
ras do tro.po o, 1 A. sqnino da de Imperador
DE
Veaem-se uparles dos engenbos Amparo e
Moclo oa fregueiia de Santo Aoto, sendo a parte
deste de 2:800* e a daqnolle de 6MQQOQ : a
pessoa que preieoder dirija-se a rna da Madre de
Dos o- i4, oo no caes do Ramos o. 14.
Cera de ciraaoba,
o velas de earoaaba, no armazem do Annes, de-
oonle de alfaodega. No mesmo se vende am bra-
(i de baUocaproprio para araaiem.______
Piano,
Vende-se nm bom plano forte de tres tordas: a
tr4ar aa rna da Imnpratrtz n. 60, loia.
Cimeale
Vene-se cimento Portland no armaiem d
Vicente Prretra da Costa & Fimo, rna da Madre
de Dos n. 22, '
Cai Mvatlc Luaea"
Vendem-se barris com superior cal nova de Lis-
boa (a desembarcar boje) : na ra estreita do Ro-
sario, esquina para o pateo do Carmo o. 47. e no
armaiem na roa do Apollo n. 30.
Biquissimos cintos de seda, com matamos
ebineza, ultima moda.
Lindas saias de 13 com bordados, proprias
para as excellentisSimas senhoras trazerem
por cima do baiao, ultima moda em Pars.
Lindos cortes de seda para vestidos.
Moireantique branco, azul e preto, fazen-
da inteirameote nova.
Grosdenapotes de todas as c&res.
Ditos pretos.
Leques de madreperola.
DHos todos de sndalos.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, inteiramente novidade e ulti-
ma moda.
Chapeos de sol para senhora.
Ligas d seda p^ra senhora.
DHas para meninas.
Espartilhos para seobera.
Riquissimos enfeites para senhoras, intei-
ramente novidade.
Batees para senhoras e meninas.
Touqoiobas ricamente eafeitadas.
Coeiros bordados.
Toalbas de labyrintho muito ricas.
Ricas fronbas de labyrino.
Riquissimos lencos de dito.
Rendas, bicos da trra e grades para lencos.
Um rico lencol de laberintos.
Biquissimas basqumesde seda preta, bor-
dadas com gosto.
dade.
Lindos cortes de II eom listas de seda.
Riqnissimas fivellas para cintos.
Fil de seda e de l'mlio.
Riquissimas camismhas para senhora.
RiqHissimas saias bordadas.
Punhos e gollinhas para senhora.
Riquissimos manteletes de cores, inteira-
taente novidade.
Paitos de lioho bordados com gosto pro-
fros para -camisas de noivos.
Collarinbes de linho lisos e bordados para
torneos.
Lindos veos e mantas de blonds.
Riquissimas vestimentas para baptisados
contendo chapeosinho, spatinbo, meiasinia
e camisinha -com lindos bordados.
Riquissimos chales de touquim.
Gravatas -de seda branca para ooiva.
Ditas deeambr ia de linbo com bordadas
r.as pontas, novidade.
Chapeos de sol de seda com casto de
marGm.
Ditos de outras qualidades.
Chales de seda.
. Ditos de cachemira.
Chapeos de seda preta para hornera.
Ditos de pbantasia para homem.
Casemira preta muito fina.
Ditas de cores inteirameote novidades.
Cambraias, lias, chitas, madapoloes e ou-
tros muitos objectos.
Gaseniras pretas enfestadas a | 6eo.
Na loja do Pavo vende-se superior casemira
enfestada preta para caigas e paletos, pelo barato
prego de lf 600 o covado oa a 3800 cada c rte
de calca, dita multo mais Bna, covado-a 2200
or o corte a 31500, ditas mnito finas sem serem
enfestadas a 11809, 21000 e '1500 cada covado :
na loja e armaiem do Pavo na rna da Imperatriz
d. 60 de Gama & Silva.
Espartilhos.
Vendem-se magnficos espartilhos franceses e
ioglezes na loja e armazem de Pavo, na rna da
Imperatriz n. 60. de Gama & Silva.
. PANNOS DE CHR0CHE'.
Vende-se nm grande sortimento dos mais boni-
tos pannos de ebroens proprios para cadeiras, so-
phs, cadeiras de balando, para almofadas e para
cobrir presentes, e vendem-se por precos baratos
na loja e armaiem do Pavo, roa da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
FAZENDAS PARA LUTO.
Loja do favo.
Vene-se setfm da China prelo sendo urna ta-
renda mnito leve e sem lastro com 6 palmos de
largara proprio para vestidos e ronpas para ho-
mem pelo barato precri de 2000 o rovado meri-
no pieto entestado mnito bem a 11600, superiores
bombazinas pretas a 11600, 11800 e 21000 rs. o
covado, superior cantao a 11200, lanzlnha preta
lisa a 4C0 e 800 rs. o covado, nm grande sorti-
mento de alpacas e prtncezas pretas qne se ven-
dem mais barato gne em nutra qualqner parte, na
loja e armazem do Pavo, roa da Imperatriz, n
60,e d Gama & Silva.
As 10 mil varas de cambraias
Covado 300 rs. vara 500 rs.
o pavo
Vendem-se finissim cambraias france-
zas com listras miuda,. e graudas e com
lindos desenhos de flo es e palmas, sendo
todas com as cores mais modernas e mais
lindas qne temando ao mercado, pelo ba-
rato preco de 300 rs. o covado ou a 500 a
vara, grande pechincha attendendo a
grande porcSo que tem, senao seria para
muito mais dinheiro: isto na loja e armazem' e g^n
do PavSo, roa da imperatriz n. 60 de Gama
Silva.
Chales baratos
2, 30500, 60 e 70000.
Vendem-se chales de merm estampados
a 20, ditos lisos a 30500,
finos a 50500, 60, 60500, ditos crepon
com listras de seda a 70500 e 80000,
pechincha : na loja e armazem do PavSo
ruu da Imperatriz a. 60 de Gama e Silva.
Para canas de noivas.
Vende o Pavao.
Ricos ortioados bordados 81000,101,161,
201 e 2&1 o par ; assim como os mesmos tambem
servem para janelias; ditos adamascados a 101 e
121'; bonitas pecas do cassas adamascadas para o
mesmo ffeito; bonitos damascos de la de ama
e dna'largaras, proprios para colchas, assim oo-
mo bonitas calchas de croch : tug>. isto se vende
mais barato do que emantra-qaalqner parte, na
loja do Pavo, roa da Imperatriz n.-60, de-Gama
Oigandy a 4#00.
Vendem-se bonitos cortes de organdy
Vestidos oe rantazia a 60 e 80.
Vendem-se bonites cortes de vestidos de
fantazia com lindas barras e enfeites de seda
pelo baratissimo preco de 60 e 80 na loja
e armazem do PavSo ra da Imperatriz n.
60. De Gama & Silva.
Pannos de linho.
-Vende-se superior panno de linho puro
para lences e ceroulas a 640, 700 e 800
reis, a vara na loja e armazem do Pav2o ra
da Imperatriz n. 60. De Gama & Silva.
Vende-se
No trapiche Bario do Livramento, nc Forte do Ma-
tos n. 15, contloui-se a vender saecas com faroba
de mandioca.aos precos de 31300 a 5)000, sendo
a deste ultimo preco farlnba maito especial, a ella
antes qae se acabe.
-=^-----Ti--------------1-----------Bi------------------------------------
____Escravos fgidos
.
Attenco.
ftooo.
Conttnna andar fngldo do poder do abaixo as
signado, desde o dia 12 de marco do correntu anuo
o sen escravo pardo claro, de nome Cyriaco, cora
os signses segoioles : representa nr de idade 40
anoos, rosto redondo, e om tanto envergado, olbos
empapujados e fundos, bocea granee, belfos gros-
sos, barba fechada e roiva, ps e mos erossos e
carnudos, peitos verroelbos e cabelludo?, eabellos
crespos e avermeIbados, eostnma andar armado de
faco e orna bayoneta n'um pao, goeta de tomar
caehaca, e qnando Oca bebado da para poeta e re-
grisla : rog -se, portanto, as autoridades policiaes
e capities de campo a spprebenfio do mesmo, e
lava-lo a sen senhur o abano assignado, no en
geobo Pedregalbo, em Naurelb, qae sera' recom-
pensado com a gratificado cima.
los Ignacio Perrelra Torres.
Annunclo.
Contina fgido desde o da 3 de abril o ranlato
Joao, de idade de 40 auno?,, ponco mais ou me-
nos, com os signaes seguintes : cor alaratiada,
cabellos earapinbos, estatora regalar, telorgado do
corpo, pernas grossas, trabalha de mestre de asa-
car, mestre de pedreiro, sapateiro, multo fu-
mante de cachimbo, sabio com desuno a Seri-
nbaem. O abaixo assignado roga a's autoridades
Bramante de linho a 20 20400, 20800 res policiaes e capilaes da campo que manden prca-
a vara. der dito mulato e lvalo a sea senbor no eogebho
Vende-se superior bramante de linhb ,aPvainba, que sera' bem recompensado e por-
com 10 palmos de largura proprios para
lences pelo barato preco de 20, 20400 e
208JO reis a vara, na loja e armazem do [
PavSo ra da Imperatriz n. 60. De Gama
4 Silva.
Algodosinho enfestado a 10 10290 reis a
vara. i
Vendem-se superior algodSosinho ameri-
cano enfestado que a largura delle d a lar-
Japaraluba, 28 de julbo de 1867.
__________^^ Joao Jof Baarque.
gura do lencol, sendo liso a vara a 10 e seo-
do trancado a 10280 na loja e armazem do
Pavo ra da Imperatriz n. 60. De Gama &
Silva.
Punhos e golinbas a 10000 o par,
s o PdvSo.
Vende-se um grande sortimento dos mais
bonitos e modernos punhos com goliDhas,
sendo de esgoiSo de linho bordados a 10000
o par, ricos manguitos com gollinhas de
cambraia tapada e transparente a 20000 o
I par, E' pechincha; na loja e armazem do
: Pavao ra da Imperatriz n 60 de Gama &
Silva.
Calciohas pera meninas a 640 a
800 ris.
Vende-se calcinbas bordadas para meninas
que andam na escola pelos baratos precos
e 800 rs., mangoitos para as mes-
mas e para senhoras pelos mesmos precos,
na loja do Pav5o ra da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
Balees de canda.
Vendem-se as mais modernas crinolioas on ba-
ditos estampados 'oes proprios para vestidos de canda, sendo os
1 melhores e mais modernos qne tem vindo ao mer-
cado e por precos moite rasoaveis : na loja e ar
mazem do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
EiSas transparentes.
Cfaegaram as mais modernas barejes on liasl-
nbas 'transparentes com bonitas listas de seda,
vendem-se na loja e armazem do Pavo ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Casaquinuos para senhora
Cfaegaram os mais moderos casaqiobos oa ja-
quetas prelas ricamente entenadas sendo com cin-
tura e em ella, pelos precos mais mdicos qne em
outra qualqaer parte : se vendem na loja e arma
zem do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Sirva.
Baldes a a#484eo e 3#.
Vende-se om grande sortimento de crinolinas
on baldes de arcos para senbora pelos baratos
sendo com listras todas braceas ou com lis- ^J^^SS^^^fi^S-
0 dono deste importantissimo estabelecimento contina nolouvwel proposito de
querer vender auito e gaahar pouco, eujeitando-se a tirar em suas mercaderas um lucro
rasoavel, para assim poder melhor agradar aos seus numerosos freguezes.
A' LOJA OE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO
11Ra do Queimado11
i L
Angosto Porto A C acabam de receber da Europa superiores cortes de seda de cores para
bailes e casamentes.
Ricos cortes de blood om manta e capella para noivas.
Cortinados bordados-para camas de noivas e janelias de 7J a 80* cada nm.
Colxas de seda e.oulras de la e seda o qae ha de raelbor para camas de noivas.
Toalbinhas de croch para cadeiras e sofas, espartilhos a sultana para senhoras, camisinbas
com manguitos bordados e lindos eochovaes para baptisados, e baloes de musselina e de reos para
senhoras e meninas.
Lavas de pellica para homem e senhoras e superiores chapeos de sol de todas as qualidades.
La para vestidos baratissima bonitos padrSes o covado a 280.
Tapetes grandes para sof, ditos para piano, ditos para cama e pequeos.para portas e janelias.
Moir branco o preto superior para vestidos de-lindos desanos, grosdeaaple de todas as cores
seda da quadrlDbos, cambraias brancas de maitas qualidades, ditas de cores e lindas percales.
Basa-antes seda preta ultima moda, chales e rotondas de tiuipure, vaode-qe barato. ?g0 rua nperatriz >
tras de cores tendo oito varas cada corte,
pelo barato preco de 40, pechincha: na
loja e armazem do Pavao rua da Imperatriz
o. 60 de G -rna e Silva.
Atoalbados para meza a 20000, 20300 e
30OO.
Vende-se superior atoalbado de Hnho
adamascado alvo ggoo 8 palmos de largura a
30 a vara; dito adamascado pardo a 20SOO
rs.:; dito alvo de algodao a 20000 rs.; dito-
trancado alvo, sem ser adamascado a 10600;
guardanapos econmicos pardee a 30 a du-
zia ; ditos alvos a 30500 e 40000: isto na
triz n.dO, de Gama & Silva.
nadapelo e algodao
Vendem-se superiores pecas de madapolo leu-
do 21 jardas cada -orna pelos baratos precos de
6, 6>5G0, 7 o 8f, Cites francezes fazenda muito
superior em pecas ou a retalbo, algodao mnito en-
corpado pecas com 20 jardas a 5J500, 6 e 13,5100,
dito muito 'tino qce serve at para camisas a 8j> :
na loja e arma>em do Pavo roa da Imperatris n.
60, de Gama & Silva.
Novidade do PavSo.
Alpacas, a 1280
Chegaram as mais brilbantes alpacas de
seda para vestido, sendo neste genero o mais
de
Camisas para bomens francesas e inglezas de linbo de algodao finas e serratas de linho su-
periores.
Capas de borracha, sobretodos e perneiras as melhores e mais elegantes.
Malas grandes para viagens, dius pequeas e saceos de tapete e couro.
Bramante branco de 4 largaras J500 a vara, pannos pretos e zoes, casemiras pretas
ores todo bom e barato.
Neste estabelecimemo hasempro um completo sortimento de boas fazendas tanto para a praca
como para o centro da provincia e superiores objectos proprios para casamentas como sejam capellas,
mamas, vestidos da blonde e de moir branco, cortinados, colchas, vendendo-se tado mais barato e
tambem as melhores
Eateiras alcatifas para forrar salas.
11Ra doQneimado11
-r------------------->r~
-rr
rrrvr
nmt- vaeca totuma ja aclimatada, a qaal di bas-
tante lefte ; para ver na Estanfc D. e a tr'Sr
sa roa do Trapiche, armaiem d. 3.
Novo e grande deposito de superior carvSo de Cardiff na
Babia.
AntoBie Gomes dos Santos & C, rua Santa Barbara n. I, esto habilitados a snpprlr d<
oarvo em ondlces mais favoraveis qae em oan jqoalquer deposito, a todos os navios a vapor qae
certfim DiooeUe porto. A contratar nesta com Domingo Alves Matbos.,!
loja e armazem do Pavo rua da Imperatriz bonito que tem vindo ao mercado tanto em
1 novidade de dezenhos como em flores, pois
urna nova fazenda que se confunde perfei-
tamente eom seda tendp entre ellas algomas
todas brancas com os mais lindos lavrados
e vendem-se a 1280 reis, o covado, na loja
e armazem do Pavao, rea da Imperatriz n.
SO. De Gama & Silva.
As alpacas do Pavo
para vestidos a 10.
Ghegou um grande sortimento das mais
bonitas alpacas lavradas, de cores que se
vendem a 10 o covado, ditas a 800 reis,
ditas lizas de todas as cores a 640 reis, que
se vendem na loja e armazem de Pavo, rua
da Imperatriz n. 00. De Gama & Silva.
Y estiles brancos
a 40, s o Pavo.
Vendem-se bonitos cortes de vestidos de
cambraia branca com bonitas barras tendo
entre elles tambem com barra de cor e ven-
dem-se pelo barato preco de 40 cada um,
na loja e armazem do Pavo. rua da Impe-
ratriz n. 60. De Gama d Silva.
raade novidade
Vestidos a 60
si na leja de Pavie.
Se vendemos mais ricos cortes de organ-
dy branco com elegantes listas largas, pre
las tendo 10 varas cada corte com os com-
petentes enfeitos para o corpo sendo neste
genero o qne tem vindo de mais novo ao
mercado, pelo barato preco de 60, s na
loja e armazem do Pavo, rua da Imperatriz
n. 60. De Gama Se Silva.
Chales a Benoiton a 50000 E 60000
na loja do Patao-
Chegaram os mais modernos cbales Be-
noiton, sendo de urna s cor com bonitas
franjas de peluda, e tendo entre elles as
cores mais modernas que teem vindo a este
mercado e vendem-se pelo barato preco de
50 e 60060, ditos a Isabella que supprem
mui lo bem os caxins e vendem-se pelo
barato preco de 70000 rs. garaotindo-se
que n'este genero o que ha de mais novo
no mercado e muito decentes para qnalquer
senhora uzar:. vendem-se n loja e armazem
do Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba em Mec*'
sendo de superior/qnaBdade na toja^do Pa-
vo, rua da Imperatri. n, 60 de Gama *
n. 60 de Gama Silva.
Casaquinuos de l.
Vende-se os mais-modernos casaquinhos
ou basquinas de fil preto. pelo barato pre-
eo de 160, chales e retondas de renda preta
na loja e armazem do Pavo rua da Impe-
ratriz n. 60. De Gama^t Silva.
Cambraias largas com 8 Palmos de largura a
10 e 1280.
Vende-se cambraias largas da Escocia ten-
do .8 palmos de largura que falicita fazer-se
nm vestido apenas com 4 varas, pele bara-
to preco de 10 e 1289 res a vara pechin-
cha oa loja e armazem do Pavo rua da Im-
peraliz n. 60. De G.-madt Silva.
Cambraias escocezas tapadas e transparentes.
Vende-se um magnifico sortimento de fi-
nissimas cambraias brancas para vestidos
tendo mais de vara de largura pelos precos
de 100,120, 130, assim como um grande
sortimento de ditas mais abaixo de 40, 50,
60, 70 e 80. garantindo-se aos comprado-
res que neste genero nao podero comprar
melhor em outra qoalquer parle e s na lo-
ja do Pavo rna di Imperatriz n. 60. De
G>ma & Silva.
Damascos para colchas a 50, 20500 e 800 rs.
Vende-se o mais superior damasco com
8 palmos de largura proprio para colchas
com os desenbos mais boitos que tem vin-
do ao mercado com urna s cor e de duas
cores pelo barato preco de 50 o covado, di-
to com 6 palmos de largura a 20500, ditos
de urna s largura a 800 reis, na loja do Pa-
AV1S0
100#000 de gratificado.
Contina a estar fgido o es
cravo Simio.
Roga-se a todas as*autoridades. e capities de
campo, tanto desta proviBcia como da das Alagoas
a apprebensao do dito escravo, t)oe (ogio de casa
de seu senhor no dia 21 d joloo do correni anoo,
com os sigoaes seguintes: de narSo Ifluv^mblque,
idade de 40 annos, ponco mais ou menos, alto,
semblante carregado, com falta d denles na fren-
te, cor fula, com talbos em circulo redoedo ao p
das orelias, sem barba, levoi vestido calca de ca-
semira de cor em bom estado, camisa de algGdo
branco, chapeo de meia maca novo ; ete es-
cravo foi comprado ao Sr. Jos Vict.;.e Lu.Je-_
so, morador na provincia das Alagoas, por sen
procarador o Sr. Joaqoim Cavalcanli de &lbo-
qnerque Melto, morador no termo de 6arre Coosla nos que este ercravo ja foi visto em Sen-
nbem, sonde elle intretm relacoes de c- nlieci-
ment. GraliBca-se com a quanlia acim- a qoal
quer pessoa que o estregar ao Recife, roa Direita
numero 30.
"lOOpOOde^atificacaor
Fugio do eogenbo Raiz, da freguezia da Escada
o escravo de nome Bernardo, alto, magro, ce
pouco buco, bem feito do corpo, bonita figura, de
idade de 25 annos, cstuma uzar roupa de ai;: do
azul listado e cbapo de feltro oa de couro; quem
o apprebender leve-o ao engenho cima on a' roa
das Crnzos o. 11, qne recebera' a gratiQcagao aci-
ma. Prevme-se que anda por esta eldade.
No dia S do correte ausentoa-se o preto
Francisco, escravo, de 22 annos, bonita figura, alto
e ebeio do corpo : tem nm signal bem visivel, fi-
gurando um meio circulo logo abaixo do olbo es-
querdo : levon vestido ama camisa de rcadape-
io franceu, caiga de brim pardo, effapo de conro
e nm cobertor de la escuro anda novo. Poi re-
mettido do lugar S. Miguel, da provincia do Cea-
ra' por seu senhor Bernardino Lopes de Amorim
ao Sr. Carnefro Vianna, e vendido por esles se-
nhores em 29 de agosto rindo : rogase pcrt&nto a
(odas as autoridades policiaes e capiles de rsropo
a sua apprebensao, a entregar ao mesmo Sr. Van-
o, que generosamente se gratificar. ____
A t tenca
1 a.
*
->
Silva.
Cassas de orna s cor a 300 rs.
o covado.
Vende-se bonitas cassas de urna cor s.
tendo oftr de rosa e asul, cor de lyrio, roxa,
verde e cor de canna, pelo barato prece de
gOO rs. o covado: na loja e armazem do
Pavo rua da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
Os ca8aaaiahs de paria
a 180,200, 250e3O0.
Chegaram os mais modernos casaquinhos
ou jaquetas de groa preto, ricamente eofei-
tadas, sende ana com cintura e potros sol-
tos con'orme se usa ltimamente e vedenvse
pelos baratos presos de 180, 200, 290 e
300, na: loja e armazem do Pavo, roa da
Imperatriz o. 60. De Gama & Silva,
Silva.
OosOOO de graliGcaco
Contina aosente da casa do abaix > assignado c
molatinbo Raymando, desde 23 de agosto de 186G.
com os signaes spguite? : representa ter 15 a 16
annos, corpo regular, cabellos caxiados, ps btm
feitoa, e como signal mais frisante tem o dedo pro-
simo ao pollegar de urna das mos cortado quasi
pelo p da unhi : roga se, portanlo, aos capiles
de campo e autoridades policiaes a apprerftniio de
mesmo, e leva lo a roa nova de Santa Rita, casa
de seu senhor
______________Antonio Maria de Araujo.
Attengom
Ser bem gratificado,
Gontina estar fgido o escravo Bernardo,
cabra fulo, tem 38 annos, pouco mais, cabellos om
ponco sollos, osa azer a barba, olbos castanbos e
amortecidos, beigos cabidos, magro, baixo, per-
cas acangalh; das, j est fgido ba lempo, e sop-
pde-se estar acontado na encrozilbada de Belem
oor la ter parceiros e os senhores delle : roga-se
as autoridades policiaes e aos senhure: capites de
campo a sua apprehenso e leva-I y a' sua senhora,
oo engenho Arariba de cima, baroneza de (pojara,
on nesta pra ;a nos Ceelbos, a Ignacio de Assis
Brito.
Atten$i')
Fugio oo dia 3 do correte da engenho Rsh
fr-guezia da Escada, o escravo Bernardo, Idade 28
aonos, criooio, com os sigoaes seguintes : alto,
seco, cabellos earap-nhos, rosto redondo, feigoes
regulares, pooca barba, cor preta, tem orna cica-
triz em om dos calcaobares que se torna vislvel,
presume-se estar em Bengalas freguezia de Li-
mjeiro oo nesta praca : qoem o apprebender po-
der leva lo a rua das Cruz s o. 11 oo no engenho
cima Indicado qae sera' generosamente [recom-
pensado.________________________________
Fngio no dia 29 de agosto do correte anno,
da casa de seo senhor, padre Luiz de Araojo Bar-
bosa, o cabra Paulo, alto, secco, com pera e bigode,
com algomas pintas escuras de bexigas pelo rosto,
cabello earapiobo, levjo vestido camisa de algo-
dao azul e calca da mesma fazenda, chap3 de rna-
nilba veibo oo bonet: rogase as autoridades oo
capiles de campo, oo pessoa do povo a appreheo-
so do dito escravo, que sera' bem recompensado,
levando a' casa de seo senhor, aos Afogados, oo
na roa da Praia o. 86.
Escravo fagido
Continua estar fgido desde o dia 20 de julho
do correte anno n escravo Vicente, nagao Angofa,
idade 40 annos, pouco mais oa menos, altura re-
gular, secco do corpo, pernas arqueadas, sendo
urna mais do qoe outra, bastante ladino, resto com-
prido, pooca barba, usa camisola de algodauzobo
por cia das caicas, chapeo de feltro pardo, guar-
da sol de seda ja' velho, tendo ne casto urna
emenda de (landres ; soppde-se qoe este escravo
trabalha de dia em algum altk> dos arrabaldes des-
ta cidade, e que de notte se occnlta em alguma
cata. Protestase, pois, conir qoem tiver acon-
tado dito escravo, eoj\ apprehenso se podo as ao-
toridai.es policiaes, gratioeo-s8 avM'*n'!-
mente na roa da Cadea do Recife 27, segundo
anlar. _____
- Fngio de casa de seo Sr. Maqoel Jos tioori-
goes PTbelrd na ooot de 8 do correte o seo es-
cravo da Dome arcellino, cor preta foi, tendo
a .LS bancosoa cabe, ^ow.
do calca e camisa aiol de algodio, chapen de bae-
u o 'a orna misa de artel ara!, costoma-
embriagar ; qae > pegr lete-o a roa do P.-
"r p Wqtte gera' recompensado.
t-~$o da a correte aoaeotop-so om moleqoe,
crlooto, de eome Joao, cor fula, feicdes regulares,
idade d 18 a 11 annos, levando camisa de Titea-
do encarnado, calca de ganga atol e chapso de
feltro preta redonda : qoem o apprebender ou del-
le tiver noticia, dirija-se a roa de Satt Rila n-
oo roa do Iperador n. 81.
ILEG/ELJ


__
i


8

Diark de Peraanbuca Quara feir 11 de ttetembro de 1867.
mmm geral

curastancia, que ao mesmo govero approaver cha-
mar extraordinaria.
Esta palavra terrivelmente vaga e elstica.
u sb. felicio d;s Santos e outros Srs. Depd-
tados '.Apoiado.
O Sr. C. Otioni : Quer a maioria conceder
Unuubo arbitrio ? Pola ella defiolr e limitar o
q se podera' chamar clrcamstancias extriorfli-
Darlas 7
.0 Sr Felicio djs Santos : Fica a lateo do go-
verno. J
i O Sr. C. Ottoni : Algaas dos que votarara o
go, um dos quites me esta' apoiaado, claro
CAH4RA DOS SEMORES DEPUTADOS-
SESSO EH 5 DE AGOSTO DE 1837.
PRESIDENCIA DO Sil FARIA ( 1. VICE PRE5I-
. DENTE.)
(Contfnuago.)
A..li. se a mobilisagao oa forma da tai, as
patarrasqae sero mobilisadosnada querem di
i;t sao ama iaatilidade.
Anda mais; ouira emenda dizia:qua sao mo-' q ,, 9Q9riam fazer a concessio para a gaerra
bitfsados Da forma da lei,a esta emenda cabio. ? : uQs estavam no raesmo caso, cousa
O Sr. J. Madureira d um aparte. ?0Ja ,Q,PO"lvtl de liquidar-se : tal a conseqoeneia
O Sr C. Ottoni:-O nobre depuudo que acaba PW'orbigao que o Sr. ministro da marinba in-
de bonrar-me com um aparii lera're-po-ta no que ,ruflnz' cora so as tcticas parlamentares na se-
too dizer. gunda dicussao deste prujecto.
Portsnlo, estas palavras-que sero mobilisados "" "*"" lui se ptd.8 reB'ar8ar '"go
-oxpnmem algama cousa alm das prescripc3es ^L, ,,er' pede ar1bl,rio s nen,e Dara
da lai vigente. O que sera' ? De doas modos pode ?Q_e_rfa.*clua!' cumPre "'" B esU con
a acgo desta lei anona ir alm das disposiges di
formidade.
lei vigente, ou ni organsacao dos eorpos destaca- ^^0^10 est expresso na seguicte emen-
dos. ou na exlenso da soa mobilidade pratlca. "'"
a me resolva a mandar mesa :
Mas. quanto a"organlsaora'ieTda guarda na- : f' A P?'fvra Tnlsados accrescente-se na
conal da" ao governo largo arbitrio: organisar '' n."!* ... ,
os eorpos destacados, como lr cooveoiente. I ^^1'^''' '--Desd9 1 e a' '
Resta UQicameote a quesio dos limites de mob- ?' aa/rf i8 aerra> o governo podar dar
liade: e o ministerio nos diz que o artigo o auto- 2^- p djS da gUrda Daci,}nal a *""
risa a mandar os eorpos destacados alm das froo- ^.q-ar9,f necessina.
tetras. Mas, se este o pensamento, as palavras J '%ei ine esta redaego comprebende tndo o
nao o dizem ; e como a primetra necessidade de 5 *r?- ministros da justiga, da marinba e da
qaem legisla ser claro, exprimir-se em termos 1 ejra._cJa7aram. coter-se no artigo volado em
precisos, a redaego deve ser melborada.
Habilitados quer dizer tornados movis, habili-
tados para poder mover-se ; e ento quem ler oes
1'
consideremos pelo lad > dos interesses econmicos
do paz (apolados), quer pelos effetos civls e polti-
cos (apoiados), quer aioda quanto a' sna effl -acia
como anxiliar do exercito ; a medida asstenla-
vel, na mmba opioio.
Vobs da Oppostgo :Multo em I
OSr. C. Ottoni :Examinemos, senhores, per-
fuoctonamente (urna discusso larga e desenvol-
vida da reforma aoonneiada seria aqal mal cabida)
O carcter da nossa guarda nacional, como a le or-
ganizo j ; es lude oos as Jets de 1831 e de 1850 e
reconoceremos que os caracteres distinctlvss na
nossa guarda nacional, seoio como ella na prati
armas; por magnifica compeosacio liberta da tojo
o servigo os guardia movis dos 2o annos em dlao-
te : Os do cooliogeotes militar fleam llvres aos 89
annos, da moda que alm desta ultima idade todos
os fraocetes Ocam Iseotos e itvres de todo o servi-
do militar.
Se copiamos os parecers"augmenianlo a milita-
nsagao, copiemo-los tambera no qne Jazem em favor
do pavo, dos Interesses econmicos da prodcelo e
de malo, a que mais de ama voz teoho allndido e
qae tem aqal manifest cabimento.
E' verdade qae alia hado a elle tenbo manifes-
tado algama descrenga, tenho davidado da since-
ridade do' programma, mas somente em relago ao
presidente do coaselbo naqaella poca.
Eu nao creio, Dio posso erar, vista de outras
opimSas do Exm. Sr. marquez de Olinda, qne 8.
Exc. aceltasse lealmente a Idea do sea coilega da
oa commissoes especiaes a' soa arma, convira',
para nao delxar qae vlvam no ocio ou se inatili-
sem, consentir qae vivam as obras publicas do
ministerio da agricultora.
Eotao ellas, teado occasio de applicar oa pratl-
ca os principios aqnirldon, necessariamente aag-
mentar&o seas conheeimentos. (Apoiados.) Qaando
o governo Mver "
* da ni(iiii> I" iir" eo'gausar o ecercuo, lera
rff qf,V? -L i reiro^ 2!J? Projectam, mariaba, abollco da guarda nacional oa a mu re- ?.!? .. q,a!lto S0rpo BDmero Ia* Drec'8*-
certo, guante am exercito de 800,000 bomeos, me- forma liberal com costos electivos mas a minba 1 !?,*' ,,er* E "" o Jo"" nio serem
tade exercito activo sob as bandeiras, melada re- desSioia nao^Safm do dmIS^ pelos qoe abra5em carrelras mais la-
?S!i 'VLXk ,,tos" e ". oma i** niste?io! nenhnm TowXSs.Bli m?,'.18 S en*enhei empregados nc servico
. ^./ v..- K-- t -, nisierio, nenbom dos oatros membros. jalgo capaz
ca, como a le a qalz, sao os segaioles, que u leu n'W *w,oou' bornen, reeraiados na mesmi de pralicar semelbante acto de improbidad poli
mandam respitar, quanio o permittir a densidade classe do mocos qae ebegam a idada propna para' tica.
da popnlaco. ^narVmrflMnW, .!, .E Ja Ia8 allado a e^le ponto soa obrlgado a di-
Oru.,5n mnnMn>ni! E poriima eogobos Mn>bmaCao de lempo da rig.r daas palavras ao nobre depniado por Par-
r ni aarn^teLort. n.,,Dn14gQarda.m0V/l> namb^o qua presentemente ^ona este baneo, e
SKI ?h8 paz D se rel,re ds 1Qe Igon suspeitas as minhas censaras
trabamos nieis nem am brago mus do qae aciaal- '
Orgaoisaco por municipios.
QualtflcaQaopor paroebias.
Um batalbo em cala municipio.
Urna eompanbia em cada fregosla.
Parada do batafbao dentro do termo.
Parada da eompanbia na fregnezia respectiva.
E para completar esta feco, este carcter local
da guarda nacional, esse dlstinctivo de milicia c-
vica, alada a ll prohibi qae doai guardas tro -
qaem a soa vez de servico, seoo forem da mesma
parocba. (Apoiados.)
Para aae, senhores, asslm o disporu a le ? Em
mente.
Fra impertinente expof loia aorganisacio, mas
veffl muito a proposito coasidarar os caracteres da
guarda nacional movel, pois que a desejam imitar
entre n?.
Ja' disse qu a guarda recrutada oa classe dos
mogos de 20 ando, com dlsposIgSas transitorias
para os priraeiros annos.' em qaanto a contribu-
o artigo; noto
a ponto da na-
ta lei a phraseserao mobiltsados -nao podera'
repota -la equivalente a esta ouirapodero ser
iuacdado< alem dos limites das frontefras. Afir-
mar til equivalencia am insulto ao senso com-
DMUD.
Nao esloa por ora combateodo
0m.9nte a soa redaegio defeitaosa
da exprimir.
Estuda-lo-bei agora a' iuz dos debates.
sou forgdo a fazer orna di tinecao ; dbale
lotes do encerramento, e debate deitois do encer-
ramento.
Antes'do encerramento ninguem etplicoo o sen
l>do e alcance das palavrassero mobilisados.
Submetieu-se a' discasso do governo, que dizia
eorpos destacados da guarda nacional, que sera'
niobilisada como fdr conveniente.Era, como at
noje se reconhece, toda a guarda nacional, toda a
uaco posta ao arbitrio do governo em qualquer
circamstancia qae elle julgasse extraordinaria.
Foi contra sto qae protestei. S. Exc. o Sr. mi-
Distro da guerra eslranhoa as minhas exclama-
res; e manifeston urna sorpresa que me causn
sorpresa: pareca mo.que a idea de deixar ao go-
varno a facaldade de mobihsar a guarda nacional
runo fora conveniente, tioha com efMto muito
malar alcance do que aquelle qae ea podesse im-
primir-lbe com quaesqaer palavras, por mais ve-
hementes qne fossem.
Antorisar o governo para mobilisar a guarda
rMcional como for conveniente seria sem dnvlda
oalregar ao arbitrio ministerial a >gi da guarda na-
cional, a propria guarda nacional,' a sua qualiflea-
SM, a nagao Qtts.-- e s8 ogoVeroo o pedio em
-im lu6 teoho impressa, e qae as-
,;. .iva em discasso quando fallei no da 11,
.jedo qae o nobre mioistro estranbou que eu
combatesse Idea tao condemnavel 1
S depois do da II, islo a 12 oa 13, se leu
3 emeoda que diziaeorpos destacados que sero
mobilisados.
A conseqaencia clarissima que o mioieteno
recuoudo sea pedido. Quera mobilisar a aturda
nacional; mas observaodo a ma impressio cao-
sala por tal Idea, desisti delta, contentando se
c-isa a mobilisacao dos eorpos destacados.
Nloguem censarara' o ministerio por se ler as-
sm modificado; o qae ea estranho que a con-
'-.essau ita ao 2ir!araei"o SJ sopbismada, escu
racendo-se qu emenda nao tem o alcance do
projeclo. E, repito, a emenda, embora datada de
l de julho, foi apresentada doos das depois.
OSr. J. Madureira:Foi eniregue a mesa no
da 10, falUndo apenas urna assignatura, e por
uso, Ulvez, nao se leo.
O Sr. C. Ottoni:era se lea no dia 11, e sim
a!2ou!3: vejtm-se as actas. Se exislia essa
emenda no dia 11 quando falhi, eslava indita ;
'.;orno pois queriam qae me referisse a ella, e nao
a' proposu qne estava na ordem do da ?
0 Sr. J. Madureira:-Nao ha ninguem aqu qae
s.;ja capaz de ante-datar urna emenda, ou qual-
quer documento.
0 Sr. C Otto.ni: Nao fallei em anta-data- mas
0 que certo que a emenda pobUCatt a l ou
13, com data de 10, se fosse de mim conhecida no
uia II, deixaria sim objecto as reflex3s que ex-
cilaram tanta indignacao a S. Exc.
0 Sr. Ministro da Guerra:Nao ha tal, nao
tiouve indiguago. .
O Sr. C. Ottoni:O qae certo e, qoa quando
eu fallei a' cmara no da 11, a ooica consa qae
as actas mencionaram como pos em discussao
ora a proposta do governo, que dizia: guarda na-
r, anal mobiltsada conforme for conveniente.
E visto que, dizem, desde o dia 1' eslava na me
f. a emenda contando embargoa a' ligeireza do
ministerio contra a guarda nacional, seja-me licito
Inmutar qaeixa contra o Sr. secretario, que
nao esta a prlmeira pega qae me prega. (Hila
tidade.) .
as torcas de mar eslranh^i qae o Sr. ministro
di marinba deixasse para a 3a discussao asilaros
1 ontendo ampias autorisagSes e questoes de con
rhnca, que na 2" deviam soffrer debate mais am-
pio. Bem me ouvia o Sr. Io secretario, e calado
Jeixou queeu me estendesse na censura, e ouvio
a resposta do nobre ministro, que allegoa terem
ido a' mesa os addilivos na 2* discussao e nao se
torera lido por esquecimeqt > do Sr. secretario;
e depois dessa discorso do nobre ministro o Sr. I
acretario acordou para dizer qae com effaito se tl-
nha esqucido, que era o nico culpado, etc., etc.
OSr Tavarbs Bastos:-EUb lem obrigagao de
sar ministerialista.
O Sr C Ottoni:Qae o sej : mas porque nao
duer-ma em aoarle qaando comeoelesUvam ca
as emendas na 2' discussao, e ec esqoecime de
l las t Foi gosto de ver-me perder o meo lalim.
(Riso.) Asslm tambem a emenda de que agora
trato: se desde o da 10 e3Uva ella em poder do
Sr. 1? secretario, porque no dia 11 me deixou dis
cu'.ir largamente a proposu sem a emenda, sem
dizer-meest modificado o artigo ? Foi muito
pouca caridade do Sr. 1 secreurio, e en Ihe pego
por favor que repare melhor para a? datas dos pa-
pis que vo a' mesa.
Vulto ao exame do artigo. Aqaellts esqueeimen-
tos e ?i pro qus de dalas, juntos ao logro que
ic pregn o Sr. ministro da marinba annonciando
que ia fallar, cbeganlo a levantar-se e .abrir a
pasta, e qoanlo en esperava fallar depois de S
Exc, fazendo inesperadamente requerer o encerra
raento, todo foi causa de perturbar se o debate, e
nao receber esclarecimento algam antes do encer-
ramento a mysteriosa emendaeorpos destacados
que serao mobilisados.
Depois do encerramento ergueu-se o Sr. minis-
tro da justiga para dizer a cmara qae aquellas
palavras teem por fim antorisar o governo a mover
>is eorpos destacados alera das fronteiras, teem por
tira legalisar o qae se tem frito oa gaerra com o
Paraguay, habilitar o governo para continuar a
conservar no iheatro da gaerra os eorpos da guar-
da nacional qae para l marcharan: illegalmanle,
laas por dura necessidade.
Abandaram nesu explicagao os Srs. ministros da
rnarinha e gnerra, e eu aceittoa-a. Quer, pois, o
(..aislarlo bil de ndemnldade pelo acto praticado,
cu o don; quer aotorlsagao para coatinoa-lo al a
paz com o Paraguay, concordo; quer depois entrar
na lei em relagio aos eorpos destacados, moito bem,
estamos de accordo. Mis, senhores, o artigo come
est escripto nao diz o qae o ministerio declara
conter-e nelle ; ou exprime meno?, ou exprime
mais do qne se diz.
O Sr. Felicio dos Santos :E' verdade.
O Sr. C. Ottoni :Algoos do3 que vouram que-
r.am que se dissesse no forma da ti, sobre o bil
de indemnidade que ningaem oega.
OSn. micto ros Santos :E ninguem atacoo a
ida da guarda nacional para o Paraguay.
O Sr. C. Ottoni : Se, como parece curial, a pa-
Uvramobilisadosisolada coma est deve-se en-
tenderse na forma da le, ento o artigo nio lega-
4-sa a mareba tora das froatairas, e pois diz menos
ao que se pretende. Se serio mobilisados, signifi-
ca sero movidos alm do que permute a lei, e en-
to esta aulorlsago Hca conced.da para todos os
1 asas extraordinarios, e nio smente para a pre-
soate guerra; entio o artigo diz mais do qae pre-
tenden) os Srs. ministros.
Tal o dilemma : se mobilisados refare-se a or-
gaaisagao, o artigo diz menos : se se refere lo-
comogo, diz mais do qae pretende a maioria. Por-
tanto indispensavel melborar a redaegao.
Ea appUudo as declarares do ministerio; por
qae Dos nos Iivre de entregar a guarda nacional
a disposi;Jo do governo, effl toda e qaaiquer cir-
guarda
* discasso, a saber, conym repetl-lo :
." Bill de indemnidade pelo recurso da
nacional empregido contra o Paraguay.
2. Aatorisago para conlinaar o mesmo eslado
de cousas at a' paz.
3." Reeotrada as disposlgSas legaes, depo!s
da paz, salvo (esta* entendido) qaaiqaer refor-
ma da lei da guarda naeional que fdr devidamente
decretada.
Se estes pensamentss ministeriaes nio estio cla-
ros na emenda, c. rrijaraa-la; Oque a idea claris-
sima, Sa eoxargam censara em algam termo,
saDstiluamo por outro : todo admiti neste sentido
mas certo qae a cmara nao votou a mobilisa
gao alera das froatairas para todos os casos extra-
ordinarios, e somante para a guerra actual. Alar-
gar o arbitrio valeodo-se do vago da expressao
que sero mobilisados preterir a fraaqaeza
dos debatas, Miar a' lealdade para eom o par
lamento, proceder, permittam que diga todo,
proceder sem probidade poltica. (Apoiados da op-
posigao.)
E oo podendo crer qae tal seja o proceder do
ministerio, segue-so que a emenda ministerial,
leado por Um por claro o pensamento que os oobres
ministros enunciaram no debate.
Se o nobre ministro da gaerra a aceita, ea a
mandarei a'a mesa___ (Pausa.)
O Sr Tavares Bastos : AceiU.
O Sr. C. Ottoni : Eu julgo que nao pode ra-
soavelmente recusar; mas como S. Exc. se cala, o
que indica vlsivel hesitago, porque a oatros pon-
tos tem respoodido em parte, formularei ainda
outra oypolbese: se por qualquer meio me con-
vencer de que interpretel bem o pensamento de
algura membro da maioria,am que seja,ir 'mesa
a emeoda.
Mas se o cordo sanitario, nio se rompe nesla
occasio, se querem enxergar censara ao ministe-
rio em alguma palavra, neste caso limlto-me a
protestar, e a miaba pobre emeoda voltar algi-
beira.
O Sr. Tavares Bastos : Nao ba ceosura ?
O Sr. C. Ottoni : Nao.
O Sr. Tavares Bastos : Declare 0.
OSr. C. Ottoni : Nao ba ceosura, nem in-
lengao de censurar.
O Sr. Tavares Bastos : Multo bem.
O sr. C Otto.m :Nao idea de opposlglo
aa j capricho de partido.
O Su Felicio dos Sanios :Idea do partido li-
beral.
O Sr. C. Ottoiu :Da recasa o paz julgar.
Sa a segunda discussao, Sr. presidente, foi um
um p&uco pariurbada, se nella nao foi a materia
devidamente esclarecida, urna das causas, permuta
o nobre ministro da guerra qae lhe diga, f ji om
equivoco de palavras, creio qae um engao de
teeboologia commattido por S. Exc. No calor da
discussao em discurso manifestamente improvisado
S. Exc. contribaio para a confasao dos termos
quando fez a distinegao entre as palavras mobilisa-
cao e mobihiaie.
No dlsturso de S. Exc, que ouvi e II depois, a
distinegao outra mobilidade, disse S. Exc., a da
lei, da organsacao, a faculdade do mover-se
definida e regulada pela lei, decretada por ella ;
mobilisagao o decreto do governo que manda
mover-se a guarda nacional para pre3Ur certos
servigos em determinadas localidades.
Mas s. Exc. ha de me perdoar, exactamente o
opposto : o que S. Exc. chamoo mobilidade jno-
bilaacao e vice-versa ; o que me parece, e d'ahi
veio pertarbagao ao debate.
A technologia nestas materias representa moi
granle papel. Mobilisar, dizem os diccionarios e a
propria construegao do termo, mobilisar um corpo
de tropas, torna-la movel, dar-lhe organisago
qae lhe communique a facaldade de mover-se, a
qoalidade de mobil.
Assim, quando a nossa lei da guarda nacional
manda designar gaardas, mediaote certas regras,
para formar eorpos destacados, inicia a mobilisagao
dessa parte da guarda nacional, e qoanlo o gover-
no, asando da facnldade que a lei loe oatorgoa, or-
ganisa esses eorpos destacados, completa a mobili-
sagao. Esla consiste maoifestamaote em daas medi
das, a escolba do passoal, na forma da lei, a orga-
nsacao dos eorpos destacados por decreto do poder
executlvo.
Mobilidade, porm, a facaldade de mover-se,
resultante da mobilisagao ; mobilidade conse-
queoca de mobilisagao e nao mobilisagao conse-
qieucia da mobilidade;' mobilidade, portanlo a
qualidade de movel, qaalldade que resulta da orga-
nlsago. A mobilidade, o governo a p5e em acgo
quando, habilitado pela mobilisagao, manda mar-
char os eorpos. ra eco que esta a verdadelra sig-
oificagao tos termos, e da sua confasao resoltou
em grande parte o artigo qne examino, e mostre
achar-se em desuarmonia com as palavras dos qu?
o sustentaran?..
Veja-se em contraste esta preclso de termos:
.... eorpos, qae serio mobilisados na forma
da lei isto orgaoi3ados pelo governo em harmo-
na com as necessidades de momento, como a lei o
permute.
Dorante a guerra, porm, diz a disposigo transi-
toria, o governo dar' aos eorpos a mobilidade ne-
cessaria : ah vera a qoestao da locomogo, e da
marcha alm das fronteiras :
Nada mais claro. Declaroa-nos o nobre ministro
da jastiga, qae nada ba de commum entre o arbi-
trio pedido nesla proposta e a mobilisagao de que
tratara a falla do tbrono e o relatorio da justiga. E
note o nobre ministro a guerra (dsae de passa-
gem) que ambos estas documentos empregam a pa
lavra mjbilisago no sentido em que eu a dafloi
exprimlndo a organlsago qae torna movis os cor-
pos, nio a realidade do movlmento, a mobilidade
em acgo. ....
A 4eclarago do Sr. mioistro da jastiga por
mimacea como reserva ; estoo hoje em mar de
mioisterialismo. ,
Entretanto, a materia lio connexa, e qualquer
reforma porventnra decretada, por iniciativa do
governo ou por outra, unto fca de indar no alcan-
ce pratico da presante votagaoserao mobilisados,
que a meu ver estava na ordem a nobre depota-
do pelo Para', que bontera falln, analysando a idea
do relatorio, de que fez apologa.
Imita lj-bel entrando no exame da reforma ao-
nonciada. mas para chegar a' conclusao opposta ;
a base da reforma oflereclda no relatorio da jastiga
insastentave, essa reforma sera' roloosa e loex
equival.
O relatorio explicando-nos o peosamonto da falla
do tbrono, nao altera a qaaliflcago dos guardas'
nacianaes, quer qae, corno actualmente, SrUm alis
tados nella todos os Brasllelros, de 18 a 60 aonos,
que tlverem renda para o voto poltico ; mas lem-
bra que em vez da organisar a guarda por munici-
pios, se organise pelas categoras mencionadas aa
le, isto que se tormera bataihoas de viuvos sem
Albos, de casados seo. filbos, de casados com Q
primelro lugar para evitar a necessIdMe do aqaar- gao annaa nao completar 400,000.
le I amento : a vida do qu artel, a disciplina, o Iso- Mas quer ver a cmara com qaanto esempub
lamento das familias tndo o que preciso para sio la' poupados os servigos e trabadlos dos goar-
militarisar urna popalagao, o qae explica os fias I das oaclooaes T O governo pede autorisagao para
polticos e civis daqaella orgauisagao localisada.' tira-Ios de seus domicilios para fias de iastraccio
(Apoiados.) apaas 2 1/2 mezes nos 5 annos de servlgo e nao-
Demais, o guarda qae tem a parada perla do sea ca mais de 25 das em cada aoao, com obrigagao
domicilio, volu a elle, dado n servlgo recolhe-se aos | de os aqaartelar nessas occasidas.
lares, cuida de sna familia, dedica-se aos trabalhos
otis da paz (apoiados), aogmaota a producis e a
riqueza publica; e pois aquellas disposigdes con-
sultavam bem os interesses econmicos do paiz.
(Apoiados.)
Se da organisagio passamos a considerar os ser-
vigos que a le exige da guarda nacional, a conclu-
sao a mesma : l, servlgo ordioano dentro do
municipio; 2, servico de destacamento dentro oa
fra da municipio, mas dentro dos limites de juris-
dicgao da autoridade que requisitou torga, o que
raras vezes Ir alm do municipio vlsloho; 3,
servico de carpos destcalos, em caso de gaerra,
gaaroecendo as fronteiras, para deixar Iivre e mo-
vel o exercito de liona. Sempre o carcter de
guarda cvica, e com excepgio do caso de guer-
ra, sempre consoltados os interesses da produc-
to, do bem-estar da sociedade e da moral das fa
mllias.
Se boaveram sido respeitados aquellos preceitos,
em tempo de paz o guarda nacional quasi sempre,
prestado o servigo. se reeolheria a seus lares, o
que da maior importancia (Apoiados.)
Voltemo nos agora para a organlsago qae o Sr.
mioistro de instiga propre, e veremos que nao so-
mente aquellas caracteres desapparecem, mas a
idea msastentavel, como en disse, por qaaiqaer
face que seja coosiderada, ecooomica, civil poltica
e militar.
Imaginemos os baralh5es de solteiros: exceptua-
dos as grande; capitaes, qoaotds municipios sera'
preciso reunir para nm batalbo? quaotaspa-
rochias para orna eompanbia ? Raro o muni-
cipio do interior (se algom ha) qae tenba mais de
um batalbo, mullos oem isso, quaHQcaodo guar-
das da todas as catbegorias da lei: isole-se po-
rm, urna s cathegoria; e clare que rar-
simos municipios podero ter um batalho de sol-
teiros.
O carcter local da guarda nacional abi Q:a Ja'
destruido. E como temos distancias de mais de
100 leguas dentro do mesmo municipio, de multas
dezeaas de leguas em urna freguetia, o que sa se-
gue qae a maior parte d domicilios dos guar-
das Acara' a eoormes distancias da parada do ba-
talbo e al da compaonia. Era cada urna das ca-
tbegorias succedera* o raesmo; procuremos, pois,
medir o alcance pratico de tal organlsago. A pri-
metra consecuencia e a impossibiiidade de reunir
am batalbo, orna eompanbia, quer para instroc-
gao.'quer para servigo, sem obrlgar molljs dos
gaardas a vtijar 20, 50, 100 leguas! Urna diligen
ca, urna prlsao que se ellectua em duas horas,
custara' a algous guardas 4, 6, 8 e mais das de
ida e volta 1
Isso locomprebeosivel I (Apoiados.)
Assim os interesses de produegaa, da riquei
pnblica, sero sacrificados pela perda de tantos
das de traba(bo; o bem estar social e moral das
familias pode soffrer cora essas ausencias e cora a
penuria que deltas resulte; a vida do quartel, que
l tal orgaoisago nao se podera' evitar, prejudi-
dara' o futuro poltico do paiz, militarisando a po-
pulago.
Resta-oie s, para completar a miaba demoos-
tragaa, considerar a reforma pelo lado de sua el-
cacia quanto a mobilidade.
A mobilisagao nao depende somente da organl-
sago propriameate dita, depende mais ainda da
qaaliflcaco ou desigoago do pessoal, de modo qae
a aatoridade forma o mappa da torga, com os do-
micilios, sabendo, pois, onde dave o sargeoto man-
dar aviso a cala ara do guaras quando pre
ciso.
Sem que o pessoal seja certo e determinado, o
Sr. ministro da justiga nao conseguir* a mobilisa-
gao que deseja.
A esta exigencia ja' mdica se oppde anda a
comraissao dos 18, e pede que o corpo legislativo
estabelega as segointes bases: 1", Instrucgio ao
p do domicilio, da sorte que o guarda se recolha
sempre depois do exercclo; 2, nunca durar um
servigo mais de om da; 3', oo baver exercicio
mais de 15 vezes por auno; 4", em oehbam caso,
e por aenbum pretexto, aquartefimento em lempo
de paz.
i Viole e cinco das, diz a ccmraissio, multipli-
cados por duzentos mil, que havera' Ulvez na Fran-
ca, sao coco railhOes de das da trabalbo perdidos
para a prodoegio : moito.
Com que sorriso de irona amarga lero esta no-
ticia os nossos pobres guardas naciooaes, onerados
de servige, opprimidoa, aquartalados semanas e
mezesf ( Muitos apoiados). Lere tambera a este
respailo os proprios termos do relatarlo, que con-
demaa o pedido do governo fraocez:
t Urna guarda nacional qua o ministro da gaerra
tem o direito de arrancar a seus lares por 2$ da?
cada anoo, para sujeita-la ao aquartelamento, a'
vida militar, a exercicios qaatidiaaos, nio sena
mais urna guarda nacional, mas ama reserva mi-
niar.
A disposigo, como o governo a pede, milita-
risaria toda a moctdade da Fraoga !>
Fizesse aqai ama commissao restriecao igual a
um arbitrio pelo ministerio l.....oh I escndalo I
passaro-se para.a opposlgio : o mioisierio faria
logo quasto da gabinete. La', entretanto, o gover-
no persiste, a commissao igualmente; mas dizem
amboso corpo legislativo resolver'.
Deste contraste ba exemplo ainda mais notavel
oo debate e estado das instiiuigoas militares de
Franga O governo preleodu dispdr da toda a
classe de mogos de 20 annos; a commissao oppdz-
se, manteado ao corpo legislativo o sea direito de
flxar aooualmente o coailugeoie; e o govera-o fran-
cez esdeu, desisti da pretengo. Exemplo digno
de eslado.
Apreciando estas oceurreacias, dizia alguma pes-
soa, que parece entbasiasta do estatuto da Fraoga :
t Ob I o parlamento francez vai adoptando muitos
brasileirismosl Qoeria dizerangna rauilo pelos
seus foros. Oxala', com tudo, copiassemos n3 os
francezisraos de que boje teabo fallado.-
A conclusao da tudo, senhores, # que sa qoereis
ter orna guarda nacional move -qaestao prelimi-
nar, Indesllnavel a organsacao regalar do imposto
de sangoe. Regulai o arrolmaqto dos mogos qae
chegarn a" idada de tomar armas-; sortaai d-'otre
ellas o contiogaote para o exercito; dos resuates,
formal a guarda movel, escassaando as isencoes,
mas liml'.aado o tempo de servico a oio mais de
sete annos.
Assim oeixareis livres todos oa- guardas aos 23
annos, como flcaraa livres os sorteados para o exer-
cito qaando Andar o sea tempo, que tambem deve
ser determinado; a deste modo os Braslleiros>che-
gando a inteira virilidad?, terao pago o sea tributo,
e estar* livres.
Se, porm, lasistis,. senhores do governo, 003
vossos balalhdes de solteiros de todas as idales,
vJe bem que causareis econoxla do trabalbo
abalo igual ao das vossas imprudencias humanita-
rias I Estes solteiros de 30, da 40, de 50 aonos, se
hoja nio lm familia, araaoba, podara funda-la ; a
demais,-sio cultivadores, sao olBciaes mecnicos,
sio industriaos, sao productores era susmi, sio
operarios da riqueza nacional.
Notarei anda qae aquella libartagao de- todos os
guardas superiores a 23 ou 3* anuos prodazira'
magnifico efteito poltico, desarmando os conquis-
tadores das eleigdes; o qua guarda nacional se-
nao a conquista das urnas ?
A grande massa dos bomens fetos, livres de to-
S. Exc, organisa os seus baUlb5es de solteiros: da a subordinago militar, livres na extenso da
mas prohibir Ibes na o casamento? Seria curioso palavra, hao de sem duvida naulralisar qualqaer
abuso que se queira fazar da goarda movel, garal-
Ibos, etc.
Nisto consiste a mobilisacao : os batalhoes de' ao menos no papel, os contingente
arregimeotar os solteiros de todas as idades e di-
zer-lbesseris ceiibatario" : seria formar urna
populagio de bastardos, ou ara pavo qae vive urna
s geragao res unius alatts.
Seno probibem, o que ama forga movel cojo
quadro varia coasideravelmente no decurso de um
mez t
Formem-3e os batalbes por catbegorias: mas
como todos os das hac.samamos, tolos os dias na
bitos, todo5 os dias alguns casados enviuvam, al-
guna pais perdera os filbos, alguns qne nao os ti-
ntura inauguram o crescif et multiplicamini do
Evangelho, segae-se qae todas as cattiegorias arro-
ladas pelo Sr. mioistro da jastiga, todas estaro
ao Am de ora mez profaolamanta alteradas. Pode
obter-se assim ama guarda movel, otll, efsaz, em
casi da guerra? Evidentemente nao. (Apoiados.)
E, pois, o peosameolo oo tem lado til e nao
exequivel.
Fallam-nos das difflculdades das uUima3 dcsl?-
nagdes, mas essa mesraa experiencia nos indica
que, organlsidos os batalh5as por categoras ao
primeiro indicio de prxima gaerra os solteiros
correro a cooirahlr matrimonios, precipitadamen-
te, sem escolba, sera prudencia; 00, se em geral
coovem promover os casameotos, precipit*-los,
forga-los, causa de grande desmoralisagio :
outro defeito da reforma projectaJa.
Tenho sido mais da ama vez advertido em
apartes qne a nossa guarda nacional f modelada
pela da Franga : bem o sel, roas o qae disse de
seus caracteres distincllvos, de sua organisagio, da
nalureza do s;u servigo, foi extrabido da nossa lei
de 1850.
Tambem a idi do relatorio da justiga copiada
de urna reforma que neste momento se descute no
corpo legislativo- francez, mas copiada sem rooila
refl xo, abandonando se urna clausula capital,
um principio esseocial, que justamente o que
torna a medida realizaval, mesmo oa Franga, onde
ba menos difflculdades ,do qae aqai, por causa da
maior densidade da populagSo.
La' como aqoi, a guarda uacional se organisou
pelas categoras ; la' como aqu, venAcou-se a in-
til idade das categoras e se propoi a sua abaligo,
para organlsar-se nma guarda nacional movel; mas
os qae pedem la' esta reforma oio mandara qoali-
Acar para a guarda movel todos os francezes de
20 a 60 annos, como na le de 31; nao, senhores,
i guarda movel sara' recrutala na mesma classe
era que sorteado o contingente para o exercito,
Isto entre os rrancezes qae cada anuo comple-
tara 20 annos de idada.
Ea lerei a este respeito o proprio texto do nota-
val relatorio de urna commissao de 18 membros,
que o corpo legislativo nomeou pira estudar pro-
posta do governo :
t A lei de 1831 coraprehendia na gaarda nacio-
nal todos os francezes de 20 a 60 annos, que divi-
da em categoras, podendo cada orna dallas ser
chamada a corapr eorpos destacados, susceptlveis
de ?er mobilisados.
Essas categoras de solteiros. vlovos sem lhos,
casados sem filbos, etc., eram essenciulmente varia-
veis, e a sua estabilidad* nao pemittia organisar,
n nwnn* o naotl. os contingentes mobtlisaveis. _
solteiros era primeiro logar designados e ja' orga-
nisados, para qualquer emergencia ; depois os ba-
ulbdas de viuvos sem flihos, e asslm por dlante, fi-
cando eviudas as difflculdades qae offerece a de-
sigoago ; aioto, porm, ter de dizer ao nobre mi-
nistro da jusli^a que a sua idea era si Impratlca-
vel, e qnindo vengo as difflcaldades de execogo,
sera' completamente ruinosa em nosso paiz (apoia-
dos), a ponto de parecer-me absorda.
Ha moito se nos falla em reforma da guarda na-
cional, mas aquella de que trata o relatorio vira de
todo devirtoi-'a (apoiados) .
O Sr. Tavires Bastos : Nem foi sonhada pelo
ministerio conservador de 1861.
O Sr. C C m e inadmissivel, ^aar a
- Dah a tnutilidade de semelbante organisagao.
Para estatuir, pois, alguma cousa otu preci-
so, como primera coodigio, tazer desapparecer as
categoras ^ mas, em consequeueia, a gaarda nacio-
nal m ivel nio deve mais abranger se nao homens
bastante mocos, para que a desloeacSo dos chama-
dos activ idade na a se torne verdadeiro mal so-
cial.
i Assim, a vossa comraissao Axou-se na idea ae
compfl-la com es mogos (refere-se os de 20 an-
nos) libertados ou pelo atar da sorle oa por isen-
goos legaes, e aos quaes o projeclo s tmpde cinco
annos de servigo.
Bnm se v qae este proje:to se onera mais a
classe 40: mogos qae chegarn a' idade de pegar em
mente composta de Albos e dependentes dos votan
les qualiAcados.
Eu espero qua o governo cadera* desse projec-to,
ou o modificara' como ja molificou a sua preten-
go de mobilisar q guarda nacwnu, contentndo-
se de mobilisar os'eorpos destacados. Verdad se-
ja que os Srs. ministros sophismam o qae flzeram
simulando crer qae as daas phrases sao. equiva-
leotes; bem diversos dos mlaistros franeexos qae
qaaodo Ibes disseram os ri.-'zoitoaao vos damos
arbitrio sobre toda a elassa dos mogos recrotaveis,
acudiram promptaraentepois bem ; votai o con-
tingenta annuo E o parlamento francez nao tem
pela constltoigo as prerogativas do nosso. Con-
traste mortificante.
Esta alluso ao estado actual da Franga faz-rae
recordar outro ponto, era que eu devla dar respos-
ta ao nobre mioistro. S. Exc. jalgou compleumea-
illogco e at contraproducente a distinegao entre
a no3sa posigo geographica e da Franga em rela-
gio ao perigo de invasao estrangeira.
Eu disse que o risco nanct ple ser igual por
causa da es43sez da nosaa populagao, difkuldade
de comraunicagfjes e abastecimentis, extenso de
territorio, desartos qae medeiam entre os oosso*
povoados e as oages da qaem poderisraos receiar
aggressio ; o qae todo aa Fraoga pelo opposto.
S. Exc. jalgou illogica essa distinegao e declarou
que para desvanece-la bastava o exemplo da inva-
sao de MattoGrosso.
Mas, senhores, se rernpesse da om dia para o ou-
tro urna guerra colossal entre a Franga e a Prus-
sia, se qualquer das daas se. descuidasse, certo
que era pouos dias os Prussianos poderiam sitiar
Parls.ou os Franceies se acbariam as portas de Ber-
lim, o que faria resolver a qoesto em poueas se-
manas : tal a facilidade das communicagas e
mo vi mentos de tropas.
E" posslvel couza semalhacte no Brasil ? Qual e
o vizinho de qaem podemos temer semelbante af-
ronta ?
Lamento as desgragas dos nossos irmos de Mat
to-Grosso ; mas esse mesmo facto prova o que eu
disse.
Descuidada como estava aquella frontaira, en-
tretanto o Inmigo occ.upou urna pequea parle do
terntoro, e nao ple progredir, dando ao coBtra-
rlo tempo de organlsar-se a resistencia. Prtanlo
este mesmo facto prova qae o perigo oo pode ser
Igual.
Justificara o pedido da 20,000 bomens com a de-
feza do territorio': ora bam, pretendem com esses
20,000 gaarnecer as nossas fronteiras do Oyapok
at o Paraguay ? Cmsegui-lo-hiam com 3J.000 e
com 50,000 bomens ? e estamos em circunstan-
cias de por em p um exercito capax de guarnecer
as fronteiras ? Se nao, a qua sa reduz a allegagio?
Por isso vos disse : o que peds em reiagSo pos-
sivel defeza do territorio mosquinho ; em rela-
gio s nossas circumsunclas Ananceiras de-
monstraco de que nao se cuida em reikicgso de
despezas. O governo podia, sem duvida alguma,
conientar-se com 15,000 homens, e com menos se
organisar a gaarda nacional movel.
Volundo a esta reforma notare! qae, abandona-
da a base do Sr. ministro da jasliga, e limitndo-
nos a om alistameolo temporario, e somente de
mogos que chegaodo virllidade se acharo em
completa llberdade, teremos excellente occasio
para realizar o allivio ha tanto tempo promettldo a
nossa goarda nacional. ,
O ministerio de 12 de maio, de que o actual se
diz continuador, prometteuao paiz pela voz de um
de seus membros, erguida nesta tribuna, que ape-
nas terminada a guerra se tratarla da reforma da
gaarda nacional, ou limitando a aegao do governo
sobre lia, localisando-a, restituinlo lhe o seu ca
ractar de milicia cvica, e c direito di eleger os of-
ficiafisdas companhias, oc anda melhor, ahotinao-
a ; baS'promassa solemne do ministerio de
- ao gran-
de vulto poltico, assim como o nobre ministro da
goerra me declarou incompetente para dirigir cao
suras ao ministerio.
Ao nobre ministro direi que se me proclamara
incompetente scienliAcamente, o primeiro apoiado
seria o meu, mas preveDdo,|preoccapado, suspei-
to, como disse 8. Exc, porque motivo ?
Era relago a' sna passoa, se sou suspeito sera'
por amor, nao por odio. Como hornera, ninguem
se approxiraa de S. Exc. que nio fique lhe que-
reado bem (apoiados); e como ministro, ea ainda
me record de um acto da S. Exc. que era 1861
produzio profunda sensago na cmara, e qae ea
mano apreclel como prova de lealdade a S. Exc.
Acabava o partido a que ea perteoco de receber
magalfica consagrago em um triumpho esplendi-
do as eleigdes da corte ; e bem que o presidente
do coaselbo houesse Acado ultimo sopplente de
eleltor na respectiva.fregaezla, S. Exc. enl mi-
nistro da justiga, Intervlndo no debate qae a res-
peito se mover, disse a opposigio liberal : Senho-
res, o vosso triampbo oa corte, ea o reconbego le-
gitimo.
Palavras memoraveis que denotam granle espi-
rito de justiga. Portanto, minba opinio sobre o ca-
rcter de S. Exc. se me previne a favor. O mi-
nisterio tambem nunca me offendea, e pois oo
posso recobecer a excepgao de locompetencia oa
a suspeicao allegada E presumo qae S. Exe. nio
fez reticencias... (sigaal negativo do Sr. mioistro.)
Se as flzesse ea me limitara a pedir-lhe que fosse
explcito e'deixasse as reticencias para om seo
collega do senado qae as tem tornado proverbiaes.
A suspeigao allegada pelo nobre depuudo por
Peraambnco foi mais definida : o nobre deputado
me declara suspeito em relago ao Sr. marquez de
Olinda, pelo facto de ter repetidas vezes censurado
seus actos,
Ifourei em primeiro lugar qae as censuras nao
tem sido to repetidas, como suppoz o nt-ure depu-
tado, nem to vehexenles como seria coveaieote e
aecessario: b? orna semana tem me acontecido lo-
mar lempa cmara todos os dias, e oio alluli ao
vallo em qaesto : linha-o felto certo, mais de
ama vez era debates anteriores.
Demos porm que fosse mais repetida a censura:
adraitta-se que eu acsrlada 00 erradamente julgas-
se o procedira-nto po>itico de 9, Exc. to condem-
navel, a sua mAuencia > funesta, tao actual, to
maebiaveilca, q:ie me parecesse preciso fazer de
sua eondsmna^ao am deleada Carthago e que
por isso o flmtnasse tilos os dias : a repetigio do
stigma o que prova a sua improcedencia ? Por
ventura nao deaigoei os artos que censuro? Al-
guem refutou a censura ? Nao, de certo ; e para
faz-la eablr nao basta declarar-me previnido, in-
justo a suspeilo.
Mas en coraprehendoa posi-jo do nobre deputa-
do : son multo amigo, disse eHe, desse Ilustre es-
tadista e ao posso deixar de lavrar ara- protesto
vendo taas vezes eensarado o sea procedimento.
Sem duvida no foro-da sua cooscleocia o nobre
deputado me acba r^zao, pois que nada refutei;
mas amigoycomo declarou, do censurado, disse
naturalmente entre si : aqaillo nao tem replica,
mas eu bei de sempre lavrar uro- protesto em fa-
vor do meu amigo,
Sr Bu.-.rqi/e :rio apoiado.
OSr. C. Ottoni :Ea retanto allegar suspeigio
nao responder a apreclago de tactos importan-
tes da oossa historia poltica contempornea
OSr.Buarque : Ei>dei as razSes porque nao
diseutia as censuras ; mas fa-lo bei se V. Bxc. o
exige.
O'Sr. C. Onom :E nunca dirijo repto nln-
guam : para salvar o mea direito, basta-rae apre.
ciar o qae se diz na trtouna -, se, pois, o nobre de-
putado quizer entrar na matarla a que alindo, o
ouvirel com a attengo que impde a sua babllldade
e cortezia, e replicarei se fr preciso, mas sao o
provoco.
O Sr. Presidente :Convido o Bobre deputado
a ciogir-se mais materia em discussao.
O Sr. C Omn :Protestava contra urna alle-
gago de incompetencia e suspeigio; e s por ac-
cWens ti va de allodir ao que o-ooore deputado por
Peraambaco sappoa o meu lelenda Cartbagn, a
(sata de franqueza e lealdade poltica do presidente
do ministerio de 12 da malo.
Ouvilo-hei : mas agora tempo de concluir.
Justifique! a minha emenda que ministerial; e
jalgo ter demonstrado qae a mobilisagao da guar-
da nacional definida pelo Sr. ministro da justiga
ioaceitavel, ao passo que a aboligao da actual guar-
da nacional ser um grande beneficio ; rematarei
com urna observago relativa as vantagens polti-
cas da medida.
Quebrada a arma eleiloral do recrutaraento pe-
la organlsago da conscripgo, dissolvido o exerci-
to eleitoral boje chamado guarda nacional, teremos
limpado o terreno para que a reforma do systema
das eleigoes possa produzir seus benficos fruct.s.
Eolio, restaurado e governo representativo, as ins-
titaigoes reagirio sobre os caracteres, e nao tare-
mos de deplorar certas aberrages. de esforeos e
trabalhos Inteliectaaes mal empreados.
Nio se ver ento ura escriptor, que descomen-
te de alguma situagao baja tocado com o dedo a
chaga que vicia e faz degenerar a Dossa forra a de
governo, logo que lem maior quinhao da prepon-
derancia, correr prassaroso a eoloar o panitet me,
e oeoiralisar quaesqaer effeitos de seus escripias
anteriores, despeodeodo thesouros de erudigao,
alias fcil, nos eiassicos eolrelinhados do Jornal do
Commcrcio.
O Sr. Correa db Brito :Nio deixa urna divi-
da por pagar I... lrra I-..
Vara a mesa, lida, apaiada, e entra conjunta-
mente em discussao, a seguate emenda ao art.
1 !:
A palavramobilisado3 accrescente-S9na
forma da lei.
Disposigo transitoria.Desde ja, e at a ter-
minagio da presante gnerra, o governo podera dar
ao eorpos destacados da guarda nacional a mobili-
dade qae lr aecessaria. -C. Ottoni.
0 Sr. Paranagu (ministro da gaerra):Sr.
presidente, csmegare por onde termioou o oobre
deputado. S. Exc, alludindo a urna espacie da sus-
peigio de qua o averbai qoanlo se propoz a tazer
o inventario do liberalismo do ministerio actual,
parecao enxergar alguma alluso oas minhas pa-
lavras. E, pois, meu dev< deputado, assegurando lhe que oo tive em mete
oem poda soppor da parte do nobre deputado qual-
quer motivo pessoal que podesse affectar seu ca-
rcter.
Atteotava para essa attttada decididamente hos-
til qae o oobre deputado tem t imado em relago
ao ministerio, figurando-o sem oapoioda opinio do
paiz, qae alus nio se podia mioifestar de om mo-
do mais brilbaote pelo orgo rta maioria desta c-
mara ; coosiderava qae o gabinete, estando ao vi-
gor da soa existencia era bem cabida qualquer ex-
cepgio ao procedmeolo do nobre depaudo, coja
ocompeteocia, oeta nypotbese, tornava-se saliente.
Nisto nio ha offansa ; e agradego ao cobre depu-
tado as express3es benvolas com qae procarou
seoiAcar-me seu resentimento, aliis Infaodado.
Isto posto, direi i cmara que aceito algamas
das emeodas qae foram offerecldas mesa, alm
das da commissao... <
Aceito o artigo additivo do Sr. depotado Alvim,
qae diz o seguate :
1 Os offlciaes do corpo de engenheiros emprega-
dos as obras publica? do ministerio da agricul-
tura, com permisso do ministerio da guerra, fi-
cam coa prebeodidos oa excepgio expresa no art.
9 da lei de 6 de setembro de 1850. >
Este additivo me parece nos termos da merecer
approvago ; consagra ara principio de eqaidade.
Em qaaoto o governo oo organisar convenien-
temente este servigo, isto d, em qaaoto oo effec-
tuar a creago do corpo de engenheiros civls, dis-
criminando ao mesmo tempo o servigo militar d'a-
quelie que o nio 6.....
O Sr. Buarque : Medida multo reclamada.
O Sr. Ministro da Guerra : .... medida
muito reclamada, e se acha consignada nos relato-
rins, entendo qne convem o additivo.
O carpo de engenheiro3 lem om pessoal supe-
rior a's necessidades do servijo da engenbarla mi-
litar, da servico qae lhe proprio; e portaoto, se
o governo oio pode actualmente, dafnes emprrgo,
militar.
i.!* fte6mt* 0Qlra m(Snil d0 "los're depu-
lado, nos termos segralas :
t No art. 3, em lugar da3 palavras oa se o
SVnnga, CODVeolenl. mediante a qoantia
de 800*000-dlga-se ou mediante a quantia de
t:z00 em circamstancias ordinarias.
Folgo de ver aqu reproduzida a idea do oobra
depoiado por Minas que ba pooco senlou se, para
mostrarlbe como entro de animo desprevenido na
iscussio, como adopto de boa grado as ideas
otis, veobam ellas d'oode vierem, ama vei qae
possam melhorar o trabalho apresantado pelo go-
verno, que oooca deve ter caprichos.
Ea tu via convidado o nobre deputado por Minas
a apreseotar esta emeoda, nao obstante meas es-
forgos S. Exc. recusou-se; eotretaato, vento re-
produzida a sua idea na emenda qae acabei de ler,
folgo de acceita la dando-lbe a pateroidade.
O Sn. C. Ottoni : Se a acceitasse sem excea-
g5ss, sem 0 arbitrio do goveroo, eu a teria apre-
seotado.
O Sr. Ministro da Guerra : Um oulro artigo
additivo do ojbre deputado por Pernambuco diz o
seguate :
t Continuara era vigor as disposicoes do art. 2*
da lei a. 1.246 do 28 de junbo de 1865, na parte
relativa aos arseoaes de gaerra, suas dependencias
e depsitos da artigos bellicos. >
Este artigo consagra ama medida por mlm soli-
citada 00 mea relatorio.
Foi Borneada ama commissao para examinar
este ramo o servigoarsenaas. e apreseutar om
projecto de reforma. Existem trabalhos amanta-
dos a este respeito : a aatohsagio, porm, que li-
aba o goveroo ja' expiroa. E' necessaria a saa ra-
prodoegio, e o que faz esU emenda.
O governo, se Ib'a concederdes, se atilrsara'
del la, procurando nao augmentar o grvame dos
cofres pblicos.
Ha aioda um additivo do mesmo nobre depo-
tado por Pernambuco, que diz :
< A's Albas oataraes dos offlciaes militares e
aos orphios as mesmas coodlcoes, menores de 18
anuos, reconbacidos e habilitados por etualquer dos
melos estabelecldos pela lei n. 43 de fde setembro
de 1847, Ac extensivo o beneficio do meio sold
nos termos, qar da le de 6 de aovembro de 1827,
qnr do art. 8 da lei n. 1,220 de 20 *e julho de
1864. t
Tambem repato aecetavel este artigo. Do fa-
vor do meio sold, a' vista da lei e seguido ama
proviso o (besouro naeional, s gozara os filhor
legtimos, e os legitimados por sobsequeote matri-
monio. Me parece qae, depois da le de 2 de se-
tembro de 1847, coherentemente devenios esteoder
o mesmo favor aos Albos oataraes legitimados, ou
recoobecldos por qualquer dos melos admillldbs
em direito. (Apoiados.)
Se ellas entram]na beraoga, e pertencem a' fa-
milia, nao vej 1 razio para que urna exclosio odio-
sa venha prvalos do benefleio do meio sold.
(Apoiados.)
O Sr. Silv.y Pereira : E' um complemento
da le de 2 de setembro de I8i7.
O Sn. Ministro- da Guerra : Exactamente.
OSr. Olecaric: Anda abi esta' envolvida
nma qoesio de direito moito importante.
0 Sr. MiNissao- da Guerra : Ea alladi a'
proviso do tnesouro de 4 de novembro de (8- 8
que-declarou que somente gozara do beneficio d-
melo sold as Albas legitimas de militares e as le-
gitimadas por subseqaente matrimonio. Purtanto.
esta emenda ou additivo do nobre deputado por
Pernambuco vai de accordo aam a lei, Dio a im-
pugno.
O'Sr. Olegario da' um aparte.
O Sr. Mi.mstroda Guerra :. Ha urna emenda
do nobre depuudo pela prc-vlncia de Minas que
me parece nao exprimir a cooviegao do-nobre de-
putado ; nio nma idea complementar qae o no-
bre deoutado julgue necessaria para melborar a
lei.
O nobre depuudo fez urna iraduegao da discus-
sao que bou ve na casa, e, depais de haver impug-
nado aquillo que sa passou na 2* dHcusso.augmen-
tando desta forma : ou os eorpos destacados se-
ro mobilisados na- eonformklade da lei, e neste
caso-a orna iaatilidade a disposigo adoptada; ou
comprehende outras ideas nao consignadas na lei,
coa, por exemplo, movimento dos eorpos alm
das fronteiras, organisacio diversa da que a le
permanente quiz dar a estes eorpos: veio apre-
senlar esla emento, que, reoato, nn exprime urna
conviego sua, nao contera urna idea qne S. Exc.
enteada ser complementar para melhoramenlo da
lei qne se discute.
Sa nao tralocgao do pensamento...
O'Sr. C. Oton'i : E' do pensamento do mi-
nisterio.
OSr. MiKisrno da Gubrra : Do ministerio,
sira; mas eu oo a julgo muito correla, e por isso
pego ceoga ao nobre deputado para nio acceitar
a sua emenda.
Eu disse e demonstre que na pi-oposta nao ha-
via essa dictadora que o nobre deputado qoiz en-
xergar, dictadura sem limites, com o qae S. Exc.
mostrou-se to aterrado ; mas para tirar.qnalqner
motivo de dovida declaTei que aceitara qaaiqaer
emenda de redaegio que tornasse mais claro o
pensamento do governo, que nio ara revesiir-se de
urna dictadura sobre a guarda naeional era geral,
que a mobilisagao limitava-se aos eorpos da guarda
nacional destacados, qpe serian, repito, mobilisa-
dos cooforme o governo eotendesse mais conve-
niente, qner relativamente a* organi;agio que o
governo julgasse daver dar-Ibes de conformidade
com as conveniencias e necessidades da servigo j
isto que o goveroo poder i a organisa-los em cor-
pos, em brigadas, em divis5?s, podara mesmo cha-
mar a guarda nacional a servigo por eorpos, briga-
das e divjsoes, porque a lei da guarda nacional no
seo art. 129 apenas falla de eorpos destacados, e
d'abi poderla se inferir o nao ter o governo autori-
sagao para destacar brigadas oa divisbes, quer pas-
saudo da orgauisagao que alguem podena limitar
avista da lei, dando um sentido diverso daqaella
que eu soppoobu que esta' 00 seo espirito, a neces-
sidade da iraosposico dos limites que Ibe sao as-
sigoalados pela mesma lei qaando considera a
guarda nacional eomo auxiliar da forga de liaba,
transposigo que o goveroo mais da orna vez tem
tldo necessidade de por em pralioa, ja em 1850 oa
1832 e ja actualmente para defender a honra e a
independencia nacional, sem (acorrer por isto na,
censara do parlamento.
E, pois, traduzindoo pensamento di le, a pro-
posta coasagrou aquellas exr.ressdas qae foram
combatidas pelo nobre deputado, e para evitar
qualquer pretexto eu nao dovidare aceitar nma
emenda que traduzisse o pensamento Irancamenu
eoonclado por mira ; asslm, a nobre commissao,
formulou a sua emenda, que a maioria adoplou.
Nestes termos, estando conhecido o pensamento
da proposta, declino da emenda apresentada pelo
nobre depotado, Unto mais quanto S. Exc. ja nos
disse que, sa os eorpos deviam ser mobilisados na
forma da lei, a emenda apresentada pela cmara
era nma Inotilidade ; se eu aceitasse, pois, a emen-
da do nobre deputado contendo expressamente esta
clausula, adoptarla ama emenda ja' desmoralisada
pelo proprio autor.
O Sr. C Ottjmi :V. Exc, pois, quer mobilisar
mais do goe a lei T
O Sr. Ministro da Guerra :Estoa responden-
do ao nobre depotado. Adoptar orna emenda js
desmoralisada pelo proprio autor nao me parece
de 00a poltica. Como disse, mea pensamento era
que a mobilisagao re(eria-se aVnrgaoisagao da
guarda nacional destacada oo a'transposigio domo-
vimento conveniente ; era esle o sentido a nio o
do premunirse o goveroo de ama autorisagao para
reformar toda a guarda nacional e dar-lhe aquella
o-ganisacae que jolgisse coovenlenta.
De tal arbitrio o goveroo nao se.qaaria armar, e
nem seria lagar mais eblo a proposu de Axagao
de forgs de trra p 'rqoe, como a cmara sabe,
a guarda, oaciooal depende o m.'nistarlo da jasti-
ga ; a mobilidade qae se pretende dar a' guarda
oaciooal, faz objecto de om capitulo mais desenvol-
vido no relatorio do ministerio do men honrado
collega, que naturalmente lera' de apreseutar al-
gura trabalbo ajeste respeito.
Nao era bem que en me adianUsw, e incidente-
menta, tratando de nm objecto diverso, Inclusive
orna autorisagao para reformar a guarda nacional,
transterindo-a asslm do ministerio da justiga para
o ministerio da gaerra.
(Confinuaru ka.)
TYP. DO DIARIO-RU DAS CRCZES|N. 44.


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