Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11363


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Full Text
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ANNO XLIII. NUMERO 206.
r.iR.l A CAPITAL B LUG.IUK9 OXDE B S.lO PA6A WQ*TK
Perores metes iilntiUi.,. %,............. 65000
Por seis ditos iiem.. .i ,i .j ,t ,. ,., -;i #, #1 #, #1 120000
Par mu iia.. .j ,j .. ., ., #, #3 r.a .."S .1 ..... 240000
CU* rtrlM .1 ...... ; ....... v .... <* 320
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BlftCNDA FEIRA 9 DE SETEMBR0 DE 1867.
i ABA DE OTRO B FOBA DA PHO VITOLA.
Par tres nezes idiantadw.. r.- ra'rSp ,,,,.- :. r. ,'.: :. ;.' T ..
Par seis ditos idea. fr* ., ., ,. .. ,.....................
Par noTe ditos idea....................,............
PtrnnuiiklM.. i .. .. ,,;...................... ..
60750
184500
205250
270000


A\3U(Bn-23 am mmhiibwid hd aasMmiiM) bi sitbs mNMMMii n>i vama imn-Da, 0393 ipmmqsvxMds.
-
.
IECARREGAD0S DA SUBSCRPQAO.
Parayba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima;
Natal, o r. Antonio Marqaesda Silva ;Aracaty,
oSr. A. de-Lemos Braga; Cear, o Sr. Joaquim
os de Oliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves & Filhes; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
^osta; Alafoas,o Sr. Frann'no lavares da Costa;
tahia, o Sr. Jos Marlins Ai ves; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Rihelro Gasparinho.
PARTIDA DOS E^TAPET^.
Olinds, Cabo, Escaria e estafes da via frrea at
Agua Preta, todos os das.
Igoarass e Goyaona as segandas e sextas feiras.
Santo Anto, Gravat?, Bozerros, Bonito, Caruar,
Altinbo, Garanhons, Bulqae, S. Bento, Bom Con-
seibo, Agnas Bellas e Tacaratu, as tercas-feiras.
Pao d'Albo, Narareth, Limoeiro, Bre]9, Pesqueira,
Isgaieira, Fiore, Villa Bella, Cabrobrj, Boa-Vis-1
ta, Oarienry,Salgneiro e Ex, as qaartas feiras I
~

Serinbera, Rio Pormoso, Tamaodar, Una, Bar-
reros, Agua Preta e Pimenteiras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segandas e quinta.
Relaco : tercas e sbados is U horas.
Fazenda : quintas s 10 boras.
Julzo do commercio ; segandas as 11 horas.
Dito de orphos: tarfrs sextas s 10 boras.
tercas e sextas ao mel
: qaartas e sabbades
Primeira vara do civel;
dia.
Segunda vara do el vel
1 ora da tarde.
EPHBUERIOES DO MEZ DE SETEMBRO
o Qnarto cresc. as 8 h. e 39 m. da I.
13 Loa cbela as 9 h. e 41 m. da t.
21 Qaarto ming. aos 17 m. da m.
27 La nova as 8 b. e 30 m. da t. '
------
:
DAS DA SEMANA.
9 Segunda, s Dorcibea ro., S. Gregorio m.
0 TerCa. S Nicolao de Tulentlno, S. Salvlo m.
11 Quarta. Ss. Proto e Jacintbo trs. rara.
12 Quinta. S. Macrobio m., S. Liborio m
1.1 Sexta. S. Aula v., S. Herontdts m.
14 Sabbado. S. Materno b., S. Salosila v.
13 Domingo. Ss. Ntcomedes e Meletioo mro.
i PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 10 horas e 34 m. da manha.
Segunda as 11 boras e 18 minutos da tarde.
PARTIDA DCS VAPORES COsTEIROS.
Para o sul at Alagoas a 14 e 30; para o nor.i
at a Granja a 15 e 30 de cada mez; para Fer-
nando nos dias 14 .los metes Janeiro, marco, m^ji
julho, setembro e novembro.
PARTE OFFICIAL
ministerio do Imperio.
Atlendendo ao< relevantes servidos qne tem pres-
tido o Dr. J9s Vielra Coalo de Migalnies prest
d'0l9 di provincia dfl Matlo-Grosso, organisan-
do cora todo o telo e a maior actividade as torgas
que, entre ootros feitos gloriosos na lata que sus-
tenta o imperio contra o governo do Paraguay, des-
ingairam-se no dia 13 de junho prximo passado
na tomada de Corumba' : hei por bex nomaa-lo
ofB:ial da imperial ordem do Crutelro.
Palacio do Rio de Janeiro era 30 de agosto de
1867, 46 da independencia e do imperio Cora a
rubricados. M. o Imperador.Jos Joaquim Fer-
candes Torres.
Attendendo aos relevantes servios que tem
prestado em campanba o conselheir'o Dr. Manoel
r'eliciaao Perelra de Carvalho, chefe do corpo de
-..ii i; : hei por bem nomea lo offloia! da imperial
rdem do Cruzeiro.
Palacio do Rio de Janeiro, em 30 de agosto de
1367, 46 da independencia e do imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imperador.Jos Joaqnim Fer-
uandes Torres.
(OVEREO DO BISPADO.
SEDE VACANTE.
Expediente do dia 2i de agosto de 1867.
UlEcio ao vigario de Agua Preta.Che-
gou-me s m5o3 a resposta que o Revd. ci-
pello do povoado das Mants d ao oQioo
que em data de 9 do correte lhe dirig;
<', nao s pelo officio d)Revd. capello, como
;ur outras informagoes que me tem chegado,
-istou convencido de que a capella daquelle
lovoado se acha reparada, e em estado de
nalla celebrar-se o Santo Sacrificio da missa.
Nestaco3vic0loposoffi:ioao mesmoRevd
capello permtttindo de ora em diante a ce-
lebrado da missa na dita capella.
Compre ontro sim advertir a V. Rvma.
que, tratndo-se de urna capella, e nao de
oratorio privado, s tem V. Rvma. que per-
ceber m reis por qaalquer licenca de bap-
i isado ou calamento que passar, para ser ce-
lebrado na dita capell;1, sanio que, estando
cssa matriz a duas leguas de distancia, de
, modo algum pode V. Rvma. recusar taes li-
:en?as, cuja concesso se torna indispensa-
vel para a commodidade dos povos. e promp-
la administrafSo do.pasto espiritual. Fra
para desejar que qaelle capello, distante
como est, tivesse a meia estolla.
Quanto ao Sacramento da penitencia pode
elle administra-lo indepenieate de autorisa-
<;ao de V. Rvma. urna vez que foi ha pouco
examinado, e se acba provisionado para exer-
'zoc o ministerio do confessionano.
Dito ao capello do povoado dos Montes.
Tenho "presente o seu olfieio de 16 do cor-
rente em resposta ao que por intermedio do
Rvd. vigario de Agua Preta Ibe dirig em 9
Antes de receber o olTkio a que ora res-
pondo fui informado de que a capella desse
povoado se acba reparada das ruiaas em
que jazia., e se presta aos actos da ,nossa re-
ligio; pelo que pode V. Rvma. conlinmr
a celebrar o Santo Sacrificio da Missa, c ad-
ministrar o Sacramento do Baptismo, pre-
cedendo licenca do Rvd. parocbo, a qual
elle nao recusar em attenco a commoiida-
mento da penitencia nao necessita V. Rvma.
de autorizaco do Rvd. parocho, urna vez que
se acha competentemente provisionado.
Espero que V. Rvma. coadjuvado pelos
moradores desse povoado, continuar com
s obras dessa capella, aim de que se con-
dua o que ainda ha por fazer, e se torne
nado.
Devolvo-lhe os documentos que acompa-
tibaram o seu olcio.
2G.
Olicio ao Esm. governador do bispado
V. Eic. a inclusa certido de bito de Fran-
cisco Duarte Carneiro da Cunha Gama, qne
V. Esc. de mira sollicitou por offlcio de 25
do prximo passad a que tenho a honra de
responder.
Aproveitoa occasSo para mmifestar os
sentiinentos de consideraba o e estima, que
tributo pessoa de .V. Exc. a quem Djus
Guarde.
Dito ao vigario da cidade do Penedo.
Nesta data autoriso o Rvd. vigario de Pias-
sabuss para numerar e rubricar o livro que
nessa matriz tem ae servir para os lancamen-
tos de baptisados, como* V. Rvma. sollicita
pelo olicio de 2 i do corrate.
Pole V. Rvma. applicar para alguma obra
dessa matriz a importancia de que trata no
mesmo offici, que fica assim respondido.
Ditoao vigario de Piassabuss.-Autoriso
a V. Rvma. para por esta vez numerar e ru-
bricar o livro que lhe f ir apresentado pelo
Rvd vigario da cidaic de Pnelo, o qual tem
de servir para lancamentos de baptisados
daquella matriz.
27.
Officio ao Exm. gove-nador do bispado
de Maranho.Accusando receido o officio
de 14 do corrente em quo V. Exc. me com-
munica haver nessa mesan data entrado no
exercicio de governador desse bispado, por
ter seguido para Europa o Exm. Sr. D. Fr.
Luiz da Concoicao Saraiva, cumpre-me Mi-
mar a V. Eic. por essa prova de confiaoga
que acaba de receber do prelado diocesano,
e assegurar-ihe quemeacharsempre promp-
to para o quefor do servico da igreja e do
particular de V. Exc.
Dito ao vigario de S. Jos de Piranbas.
Tenho presente o seu offhio de 19 do pr-
ximo passado, emque V. Rvma. me consulta!
sobre um ponto da tabella que regula os
direitos parochiaes. Dizendo a referida ta-
bella que nos enterras percebem os parochos
6#, pelo acompanhamento de sege, e nao ha-
vendo sege as freguezias do campo desej*
saber V- Rvma. se pode exigir essa quantia j
de 6)51, pelo' acompanhamento dos entexros,
das casas particulares at a igreja, ao que '
passo a responder.
Determinando a tabella que regoldos di-
reitos parochiaes, no 12 que o parocho
perce^a 60000 reis nos enterras com acom-
panhamento de sage, visto que esta dis-
posico se nao entende conf os parochos do
campo.
A estes, declara a mesma tabella no 20
que perceberSo pelo acompanhamento do
corpo desde a casa em que se achar at o
lugar da sua sepultura 2$000 pela pnmeira
legua e 1(?000 por cada urna das seguintes:
vista do que nada mais devem perceber
os mesmos parochos.
Se porm a casa ou lugar em que se achar
depositado o cadver for dentro da povoa-
ca'o ou a pequea distancia, e houver costu-
me (como sempre no uve) de ir o parocho a
casa fjer a primeira cocommndaguo, elle a
deve fazer, sem que por isso perceba couza
alguma, como sempre se prticou tanto as
freguezias do cmpo como as das cidades.
29
OiUcio ao vigario eocommendado de San-
to Antonio.Pela secretaria de estado dos
negocios do Imperio me foi communicado
que por decreto de 10 do correte foi Y.
Rvma. apresentado na fregutzia de S. Jos
desta cidade, o qne lhe participo para sua
intelligencia e para que mande tirar a Carta
de apresentaco, afino, de collar-se na dita
freguezia.
Iguaes aos Rvds. Antonio Marques de Cas-
tilho para a freguezia do Santissimo -acra-
mento de Santo Antonio desta cidade ; An-
tonio Manoel de Assumpco para a freguezia
de S. Fr. Pedro Gon^alves tambero, desta ci-
dade do Recife; Satyro Jos Barboza para a
freguezia de Nossa Senbora da ConceiQo do
Limoeiro ; Pedro de S. Bernardo Peixoto
para a freguezia de Nossa Senhora M3i do
Povo de Jaragu, ambas da provincia das
Alagoas ; e Francisco de Paula Mello Caval-
canti para a freguezia de Nossa Senhora das
Neves da Parahyba, na provincia da Para-
byba.
Dito ao padre Manoel Paulino de Souza.
Tendo V. Rvma. sido apresentado por
decreto de 14 do correte, na igreja pa-
rochial de Sant'Anna do Serid nessa pro-
vincia do Rio Grande do Norte, coapre
que quanto antes mande tirar a sua carta de
apresentaco afim de collar-se-a entrar na
regencia da dita freguezia.
Iguaes aos Rvds. Ge Quino Gomes Pefeira
para a freguezia de Nossa Senhora da Con-
ceico de Serinbem desta cidade do Recifa,
Sebastio Jos Ribeiro Pessoa para a fregue-
zia de Nossa Senhora da Penha da Taquara
na provincia da Parahyba, e Jos Roberto
da Silva para a freguezia de Nossa Senhora
das Gracas de Muricy na provincia das Ala-
goas.
30 -
Officio ao vigario da villa da Boa-Vista.
Para poder responder ao seu officio de 9 do
prximo fiado, passo a informar-me do
Rfd. parocho. da fregaezia do Senhor Bom
Jess da Igreja Nora acerca dos direitos que
elle pode ter sobre o terreno mencionado no
citado officio. -
Nao devendo porm estas duvidas sobre
territorios trazer detrimento aos povos, au-
toriso a V. Rvma. para exercer ali a jurisdic-
co parochial, emquanto o contrario nao for
decidido.
Dito ao vigario da freguezia do Senhor
Bom Jess da Igreja Nova.Urge que V.
Rvma. d sem demora os necessarios escla-
recimientos sobre o qae allega o Rvd. vigario
da villa da Boa-Vista no offlcio que incluso
envo por copia.
Para evitar davidas e prevenir quaesquer
nullidades que possam sobrevir, cumpre que
V. Rvma. se abstenha de exercer acto de jnrisdicc3o parocnial no territorio
sobre qae versa a questo, al que seja de-
finitivamente decidido.
Nesta data officiei ao Rvd. parocho da
Boa-Vista para continuar a administrar ali o
pasto espiritual, emquanto o contrario lhe
nao for determinado.
Baenos-Ayres, 21 de agosto de 1867.
Ha de pascar por Moutevidi algum vapor le-
vando do eswotto ao RitHk Jelro as ultimas no-
ticias-da guerra, e eu quero aproveltalo para as
communicir ao Jornal do Commercio. Sqa impor-
tancia grande e Urinario talve uo tatfifedM*-
peranfa de que essa longa contenda encamlnha se
rpidamente ao seu termo.
Come^arei dizendo que nao eslive rauito tene
da verdade quanlo ao dar (pelo pagete) a ultima
noticia do exercltoi tomada pelo inlmigo de bb
grande comboi de vi veres--observei serem as no-
ticias da ultima bora, qae aqu chegam, sempre
suspeitas e que em logar de contrarias resoltara
depois vantajosas aos alnado?.
Desla vez a origem da noticia nlo toi iotelri-
mente falsrada, mas o ficto era si e asconseqoea-
cias della form-j de urna maaeira escandalosa.
Synthelicameute o spceeso consisti ero atacar
o iuim- j um comboi ,-dosso, e soffror logo ama
comtela derrota. Dito isto, narrarei todas as cir-
enrastancias do faci. .;_;
Tendo os fornecedores Leilca & Linos recebid*
ordem para remeilerem ao campo de Tuy Cu
fornecimento para 10 dias, lies prompunY.-tram
um comboi de 60 carretas "e 50 bastas com gneros
seceos, e ama tropa de 3,000 caberas de gado.
Ao amanhecer do dia !2 pozse o comboi de bos-
tas e de 52 carretas em marcha, finando as 8 res-
tantes para ir :m no .-la segrate. Elle marchava
Dlo caminho que ba penco se abri, de Tuyuty a
Tuyu-Cu, o qual tem apenas quatro leguas de ei-
tengo, mas passa duraote duas leguas a' vista do
inimigo e a poucas quadras de suas avanzadas, es-
teiro por mel. Creio ja.' ter dito que por ah tran-
sitavam diariamente pessoas ecargas qualam pa-
ra o exercito sem que o Inimigo tentasse cousa
algnraa contra ellos.
Entretanto o comboi do dia ti ia custodiado por
um esquadro de 60 horneas de cavailaria e avan-
gava com todas as camellas necessarias. bailo do
comboi de carros e bastas carregadas, porque a
grande tropa de gado ia por outro camiobo tam-
bara com escolta.
O inimigo dvp ter recebido aviso na vespera de
que se promptlcava o comboi, pois durante a
noite fez passar para qnem do est-lro Rjjas orna
torea de 400 tiomens de cavailaria, e doos grandes
batalboas de infaataria, emboscando-sa tola es-a
torga nos matos que Qcara a certa distancia do
eamintio.
Diante do mato ba um extanso^palhegal, onde
alguns centos de cavallos viam-se, ao parecer, pas-
FOIHETIM
D. BftNCA DE LANZA
I1EC01D10ES 01 COKTS DE FKLIPPE II
Ronaoce histrico original
Por E. Fejo de Mendoza.
PARTE I
Redempf So por amor
LIVRO II
06 DOUSFAVOBITOS.
(CootQuaco do n. 20o.)
CAPITULO V.
, Violencia.
Nomid das. mais terriveis inquietacoe,
outro sem que a esperanza que a aHagra
por um'momento parecesse realisar-se.
J tinham dcorido vinte e oilo das
desde a scena que narramos no esptalo an-
terior, e a pobre irm'ia. de Prez via apro-
ximarse o memento fatal cada Vei mis
aterrada e com maior dr.
Com a alma beia complelamente pelo
amor de Jlo de Lanuza.oao podia sentir nem
anda se quer aBecto a D. Peiro Fajardo, e
por mais qne conhecesse oslaros dons da-
quelle cavtlheiro, alo podia olha-lo senSo
com aversSo. Para pobre meoinao.otar-
taodo, pols nao se descobria horaem algum. Era,
como se va i ver, um ardil, que entra outros maitos
os Paraguaroc copiaram dos indiis pampas, seus
quasl collegas.
A secgao do esquadro, que a na frente, e a tro-
pa de bjslas.qe segua logo, delxou as o Inimigo
passar sem embaraco, mis ao enfrentar o coraboio
das car/etas, uos400 Horneas alcara-se do palhegal,
e pullando nos cavallos precipitaram se sobre el-
le. Ao mesmo lempo os dous batalbdas sabirara do
mato e correno como bugres acompanbaram de
peno a cavailaria.
No comboi reinou extrema confusSo. O offlcial
brasileiro que o diriga fez esforgos sobre huma-
nos para o raeolbar ao mato, emquanto elle fasta
frente ao inimigo com a torga que tinba na pro-
porgo da un contra cincoenta.
Nobres, mas v> exforgos 1 O; paraguayos
levaram tudo de vencida, e a'.irandose s carre-
tas comegaram, uds a desjungir os bois, e outros a
tirar del!as4udo qn podam carregar. At abi
as vantagen; 4o inimigo : agora as oossas.
O visconde de Porto-Alegre parece que tloba a|-
gnma sospeita do que poda lecceder ao comboi,
pois bavta tomado certas meJidas. Se assim nao
fosse seriaIncomprebeosivel, a amia mais louva-
vel a rapidez com que a primeira noticia do ata-
que ao comboi fez sabir de Tuyuty forgas bastantes
para o recuperar.
Sobreindo merece elogio o acertadlssimo plano
que de memeoto conceben a executou o visconde.
Mandn que um esqaadrao correntino estando
mais perto atacasse os Paraguayos pela frente,
eaiquan'.o dous corpos de cavailaria brasileira
apoiados por dous batalhes de infanlaria, toman-
do outro caminho, iara a toda carrelra accommet-
te-Ios pelo flanco, ioterpondo-se entre ellos e suas
iriocheira.-.
/~~0 paraguayos deram frentr aos correotinos, e
preteodiarn sem duvida ntretelos cora guerrllhas
para irem levando o comboi, quaodo cahio-lhes
em eiraa um corpo de cavailaria brasileira. Foi
urna carga brllbautissima, segundo as testemu
nbas mais insuspeita?, a que dou esse corpo de
2:0 horneas, 12* de cavailaria rio grandense.
Apelar do inimigo ser superior em numero, to-
mado de improviso por essa carga furibunda e em
corla desordem pelo saqueio das carretas a que
se jitregara, no'p6Je resistir e pronunciou-se lo-
go em derrota.
Levados a pona de langa al suas Irincbeiras,
iOO, paraguayos chegaram a ellas convertidos em
urna massa informe, porem nao chegaram sem pa-
gar nm terrivel dizimo. Uns 150 morios deixa-
rara no campo da refrega, inclusiva d .us offlciaes,
grande nnmero de fondos era arrastado por seus
companhelro*, e 13 prisioneiros, entre alies nra
oflkial, flearam em nosso poder.
Os algarismos que dou 3o exactos, e se discor-
dad) da parte ollieial qua deu o visconde de Porto-
Alegre, a qual junto a e-ti, porqaa na occa-o
de se fuer essa parte anda nao se tioha verifica-
do todas as perdas do inimigo.
Davo dizer que a refrena por causa do comboi
estove era termos de cooverler se n'nim'a bilalb
sera!, pois o inimigo, vaudo que aecuducu forgas
> Tuyuy, faz mjvimento ger.l das snas, porem
taraba verifleon qas' todo o 2' corpo de exerci-
lo br.tlleiro eslava sobre as armas, e corapre-
bendeu que era malhor ti: ir as trinehairas, dei-
Xando sacrificar as que nnba mndalo atacar o
comboi.
De.-te o inimigo s tinha conseguido lavar urna
carreta e bois jle ou'.ras, deixando o campo alas-
trado de farinba, e mais outros ganeros, porque
cada soldada paraguiy >, apossanio-sa de alguma
cousa, leva depois da aura-la. para fugir raelhor.
Esse estrago matarial, de certo nada compa-
rado a vanlaxem de derrotar urai torga raimiga,
quasi ao p de suss trinchriras. E n horaeiis nos-
sa perda nao excadeu da 11 lora de eoniba'.e, san-
do o o 6 ra irlos. Euire estes coata-se o bravo
capito do 12 carpo Aot-juio Palmar Tavares e 1
furriel. r '
Em qnanto to sangrentamente se dispntavam
atgurnas carrelis de farlnha,-nropa de 3,0(10 bois
chegava Inclume a Tuy Cu peto caminho que
srguira, e que tajvez por ser mais longo era mais
seguro.
Nem ao munido do exarcito causou transtorno o
estrago do corab)!. No dia seguale os foruecedo-
res Lenca & Lanus fatiam partir de Tuyuty e ebe-
gavam a Tuyu-Cu 150 bastas carregadas com ou-
tros gneros, e ouiras 100 bastas levavara cada dia
toda aSorte de gneros: nada altava ao exarcito
de sua abundante ragao.
Daixando referido o successo de armas do dia
ti, julgo loulil .ponderar que elfa, bam longe de
ser um contraste para nos-, como os desaliados da
alliangafo fkeratn a principio correr, foi um ver-
dadeiro triumpho contra o inimigo, pela perda du-
merosa de horneas, e pela desmorallsago que de-
via causar no sen exercilo, testemunha lodo elle do
combata e derrota dos seus. Tanto assim que os
combols de vveres passam a toda hora, e como se
diz vulgarraante diante do nariz dos Para-
guayos, sem que elles, alias to fumintcs e neces-
sitados, tentara cousa alxuma. Domis, se o teo-
tassem, taes medidas eslo tomadas que no.-ss for-
gas, em lugar de os levar a poota de langa at suas
irincbeiras, uivez penotrassem la' da envoita com
elles.
Passarei agora a fazer certas consideraras ge-
raes sobre o andamento da guerra.
Comego a crer qne en errel dando como prova-
vel om acommetimento a's posigdes Iniraigas, que
nosso exercilo de Tuyu-Co e S. Solano ameaga ;
i pelo menos leobo por averiguado qne cora a che-
| gada e posse do general Mitre no lugar de cora-
mandante em ebefe dos exeroitos alnados soffren
I grande modiicagao o plano de operagdes do mar-
quez de Casias. Eis como :
Uecidindo se arranear de Tuyuty esses exercitos
; e affrontando todas as difflculdades e perlgos de
. urna internagao pelo territorio Paraguayo, s de
; lonze explorado, o marqnez liaba em vista tomar
de flanco, e se podesse pela retaguarda, as Dosigoas
Paraguayas, que se firmavara em Humaita'. Urna
| vez abi ebegado e sam dar tempo a que. o inimigo
Bzesse novas obras de defeza, acommetterla essas
i posiges, e toma-las-bia de astalto se fossem expug-
: naveis. Dado o caso de achar aellas grandes re-
sistencias as batera com arlilharla, para depois
realisar o acommettimeoto.
Do Qia 23 al 30 as coasas eram dirigidas a esse
proposito, e com grande enibusiasmo o exercilo
: via ebegar o momento de acabar com glorioso des-
facho a fastidiosa guerra paraguaya.
Mas o general Mitre, que apenas teve noticia de
' que o exercilo ia effeelivamente operar se p era
apressada viagem para Tuyuty, ebegando a esse
ponto offlciou ao marqnez que reassuraia o cora-
mando em chefe dos exercitos alliados, de modo
qae o general brasileiro a menos de romper com
violencia o tratado de allianga nao poda delxar de
acatar essa resolngo; demorn, pois, a marcha do
exercito nm ponco a' esquerda, para que com mais
segnranga o general Mitre podesse alcanga-lo, como
aconteceu no da 31 a noite.
A impaciencia de S. Exc. para tomar o comisan-
do em enere era tal que at passou arroios a nado,
segundo ofllcion a seu governo.
..................()
Fechando aqui esta correspondencia, junio a ella
as partes tfUciaes a que me tenho referido, Isto ,
a do resgate do comboi, a da excurso do bngadei-
ro Manna Brrelo, e por ultimo a da passagem da
esquadra em Curupaity. Assim nao pode restar
duvida da aulheoticidade desses factos, por lodos
os quaes felicito o Imperio e a sua heroica baodei-
ra, sempre heroica na contenda paraguaya.
c Commando em ebefe do 2o corpo de exercito.
Qoartel general em Tuynty, 11 de agosto de 1867.
Illm. e Exm. Sr.Tendo hoja falto partir o com
boy s 7 boras da manha, escoltado na forma do
costume, por om esquadro, um quarto de legua
pauco mais on meaos distante do ponto de partida
foi accoraroettido por ama torga de infamara de
300 a 400 humen*, que se nnbam embiscado em
ara palmar qae esta' sobre o campo, na margem
do esteiro Rojas, a qual, deixando passar o mencio-
nado esquadro que la de vanguarda, alaccu o cen-
tro do comboy, qne foi abandonado pelos conduc-
tores de vebiculos e por todos os que o acoropa-
nliavam, depois da ter recebido dnas descargas do
i ni migo. Inmediatamente mande avangr tres
corpos de cavailaria em direcgo a cortar a reta-
guarda do inimigo, o qae conseguirn) era parle,
carregando sobre orna colnmna de mais de 400
tiomens de cavailaria, qne foi completamente des-
trogada, delxando no camp> mais de 800 cadve-
res, entre os quaes dous efficiaes, fazendo mais de
10 prisioneiros, aiguns dos quaes feridos, e sendo
o comboy resgatado, igoorando se, porm, ainda
qual o prejuizo que scllrso. Qoanto a n;, temos
a lamentar a raorie do .capito do 12 corpo de ca-
vailaria Antonio Pal mar lavares, de um furriel do
13 corpo da mesma arma e alguns feridos. Logo
qua receber as diversa* panes dos chefes que to-
maram parte neat feliz jornada me apressarei em
leva-las ao coohecimento d V. ExcDeas guar-
de a V. Exp.-IlIrtf.'eKxro. Sr. marqnez de Casias,
etc.Visconde de Porto-A legre.
< i* diviso da cavailaria, S. Solano, 10 de agos-
to de 1867.Illm. Sr.Hratem as 5 horas da ma-
nha parti do acampamento do 3* corpo de exerci-
lo cora s brigada da diviso do meu commando e
os corpos 6o, 7' e 10 de cavailaria de guardas na-
ciooaes ; seguimos a- direcgo da apuga estancia
de S. Solano, onde chegamos sera encontrar inimi-
go. algum, e sem que occorresse a menor novidade.
seguimos sem parar, tendu mandado adianie a
distancia conveniente um esquadro de carabinel-
ros para explorar o campo que tiobamos de atra-
vessar.
t No primeiro ponto altn de S. Solano, na cos-
ta do arroioHrado, ara grupo da ranchos em aban-
dono indica qua este logar fra habitado; all foi
cortado pela forga ao man -1o do Exm. Sr. brigadel-
ro N. Aodrade o 6o telegraphico, o qual sendo do
novo restabelecido, fe-lo cortar em diversos pontes
e langar para longe os pedagos do rame. Pala di-
recgo dos postos do telegrapbo, creio que liga
este as communicages do Hamaia com urna pe-
voago qua chamara Lamb, uraa legua alm do
arroio Hondo : inandei hootem carnear o dar pas
lo e agua a cavalbadi as 11 horas da manha.
f Ao mel dia montamos a cavalio e seguimos
pelo passo Boco, qae quasi intransitavel, e por
outros muitos esleiros que se. acham no caminho de
5. Solano a' villa do Pilar, eo caminho chamado
Porlo Jorro, qne tarabea* communica estes dons
pontos at o queera me acbo, onde espero as ordens
de S. Exc. o Sr. marqaez. A dnas leguas do arroio
Hondo nossos aliradores encontraran) urna fo-ga de
80 a 100 horaens do inimigo, queao avista-los po-
zeram-se em faga, nao os tendo mandado persa
ignir para nao desviar forgas qne se afaslariam
I do caminho sem proveito algara.
Do ponto em qne escrevo tz destacar hontem,
do 7 corpo provisorio de cavailaria da guarda na-
cional, o major Dnarte Colbo de Mello com 100
homens em direcgo a Pedro Geniales o qaal vol-
tou a's 11 da noite, declarando-me qne foi at o
lugar chamado Desmochado, duas leguas alm da
Pedro Gonzalo?, vindo pelo caminho de Vicecle
Harmoza, que fica a O. do caminho por onde foi
at aquella ponto. Na villa de Puerto Farra apre-
senton-se-lbe nm Paraguayo armado e montado.
De S. Solano em diante o inimigo tem postado sen-
linellas e bombeiros, qne fogem rpidamente, logo
que descobrem as nossas forgas.
f A rea que descrevemos entre os dous ros
Paran' a Paraguay esta' despovoada de fnimigos,
fazendo crer que s podero ser encontrados da
villa do Pilar em diante. Era diversos pontos a
em corpos diferentes encentramos boiae cavallos.
< Dos prisaeiros carneamos os melbores, abando-
nando os outros, to freos como os cavallos. E'
o que lenho a commnnicar aS. Exc. oSr. marqnez
por intermedio de V. S., a quem Dens guarde.
illm. Sr. chefe de estado-malor Joo de Sooxa da
Ponseca Cosa.Jos Luiz Menna Brrelo, brlga-
delro.
i Commando da 2* grande diviso da esquaura
em operagoes contra o governo do Paraguay.A
bordo do vapor Prmceza em Curoz, 15' de agosto
de 1867.Illm. a Exm. SrCom grande sasfa-
go tenho a honra de participar a V. Exc. qne o
Exm. Sr. vico-almirante commaodante em ebete da
esquadra com os 10 eocouragados, Indo ella a bor-
d) do Brasil, passou as bateras da Curupaity, o
que principiou a executar-se a's 7 da manha, ter-
minando a's 8 sera estrago visi.-el, avaogando os
mais navios da madeira, que tomaram as posiges
dos da vanguarda, bombardeando as forliucages
ia miga* por espago de 3 boras. Nao posso dar con-
ta a V. Exc. dos pormenores da grande diviso que
subi, por nao ter ainda recebido noticias da for-
ga que mandei pelo Chaco para tal Qm, o que farei
logo que ebegaem.
t Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. vis-
conde de Porto-Alegre, tenente-general cbmrnan-
danle em ebefe do 2* corpo do exercit).Eli.iario
Anionio dos Santos, commandante da 2' grande di-
viso.
INTERIOR
quez de Velez era o instrumento da sna
desventura, da sua eterna desgraca, e no
meio dos seos poucos annos e da sna inno-
cencia, comprehendia com ara ligeiro pre-
sentimento o horripilante daqaella nn5o
indissolovel com nm homem a quem nao
amiva nem jamis poderia amar.
A cada momento julgava que ia ver Bran-
ca e Jo5o apparecerem no seu aposento
para a Mlvarem, mas-os momentos decor-
riam uns aps ontros, e nada...
Constan^ ia ser a esposa de Fajardo.
EntSo, como agora, nm carcter enrgico
e decidido teria desfeito por si s aquella
tormenta; mas a pobre menina, demasia-
damente joven e demasiadamente dbil, nao
podia lular e lutar contra sea irmio, con-
tra a prioceza de Eboli, contra o proprio
Felippe II. Nao lhe tinham dito que o rei
manifestara decidido empenho em qae se
verifleasse aquelle casamento ?
De idea em idea, de temor em temor, de
esperanca em esperance, a irm3a de Anto-
nio vio aproximar-se o momento fatal sem
se atrever a dizer que nao, nem a sea irasco,
nem a %a fataVo esposo ; mas qaandp se
retirava ao seu qaarto desfazia-se em sol'u-
cos, e eatao, desalTogova o sea coraco da
immensa dor qae a opprimia.
A' proporc3o qae se aproximava o ios-1
taote fatal, a desesperacSo de GoMta'oc* ia
era augmento ; e doas das antes de termi-
nar o praso que marcara, acbava-se no sea
qaarto,"vestida do rigoroso loto, e paluda
como a morte, quando seu irmio abri a
'
porta e se apresentou sua vista sobrancei-
ro, fri e reservado.
Constanca, vehdo-o, fez-se lvida e levoa
a mi ao peilo. Depois quiz levantar-se,
mas nao o pjdendo conseguir, lam; >u um
suspiro e olhou sea irmio angustiosa-
mente.
Antonio Prez, silencioso e grave, sentou-
se ao lado (te sua irmia, e olhou-a tambera.
Reinou ura momento de silencio, at que
o secretarlo se atreved a fallar.
Constanza, disse joven, ha hoje vin-
te e oito dias qae me offereceste o casar-te
com D. Pedro Fajardo, decorrido que fosse
om mez. Este praso termina depois de
amanha, e venho dizer-te qne nesse dia se
verificar o tea casamento na capella do pa-
go real, sendo, teus padrinbos S. M. e D:
Anna de Mendoza. Suppooho que estars
disposta !
Oh I meu irmio : esclamoa a joven
crusando as mids sobre o seio, isso im-
possivel... eu nio amo o marquez e serei
com elle muito desgranada. Tenho queri-
do ama-lo e nao me tem* fido possiyqr...
Pelo que mais sagrado ba^arogo qne nio
me sacrifiques!
- Constanza, isso j ana (pucar...
Queres. que, se desfaja ^ tea casamento"aio-
ra fiu% todo est dsposto? IrapossivL!
Acorte ioteraest j convidada, e pre-
ciso nao lhe dar motivos para que se via de
mim. E depois, o rei ssinto manda;'
O rei s quer o qa dlfflj D. Anna
de Mendoza, e esta nao tem outra voDtsde
qne nio seja a taa.
RIO DI? .IWIIHO
26 de agosto de 1867,
Em attengo aos relevantes servigos presladcs
na guerra actual contra o governo do Paraguay
pelo capito do 37 corpo de voluntaras da patria
Joo Eteves de Frailas, e pelo alfares de tuavos
Bernardiao de Sanna da Trindade Grvala', foram
concedidas por decrch de 24 do corrente, ao pri-
meiro as honras do posto de capito, e ao segundo
as de alferes do exercito.
.Na conformidade das disposigoes do 1 do art.
9 da le n. 613 de 18 de agosto de 18o2, foi re-
formado por decreto de 2i do correle o capito
do 2' uatalho de infamara Joo Paulo de Miran-
da, visto solfrer molestia incuravel, que o torna in-
capaz de continuar no servigo.
-27-
Acaba de entrar do Rio da Prata o vapor inglez
Halley, com folhas de Buenos-Ayres at 18, a Mon-
tevideo al 20 do corrente, e apressamo-nos a com-
i unicar aos nossos leitores o bri 1 liante principio
das operagdi's da nossa vleme esquadra, que,
transposto o Passo de Curupaity, ficava bombar-
deando a foilaleza de Humaita.
Ignoramos ainda os pormenores desta bello feto,
que nao pode ser senas precursor de outros ruaiu-
res. O vapor Rosa, sabido de Iiapir a 16, levou
a Buenos-Ayres a noticia, transmitida pelo tele-
grapho para" Montevideo, de haver a nossa esqua-
dra a's 7 da manha do da lo rompido urna toril-
sima canhonada sobre Curnpaity.
A's 8 horas, continuando as canboneiras a sus-
tentar o bumbardeamento, duas divbes, compos-
las de dex encouragdos, forgaram o passo, so-
frendo apenas pequeas avarias e, chegando ao al-
cance de Humaita. abriram logo o fogo contra a
f rtaleza, que recebeu assim finalmente os primei-
ros tiros.
A' sahida do vapor Rosa do Itapir, avistava-se
o clarao de um grande incendio, cuja causa se ig-
ncrava.
Em materia de perdas na esquadra apenas se
fallava do ferimenio de um commandante de va-
por, cujo nome diversamente referido, pelo qae
nos parece conveniente aguardar InformacSes mus
positivas.
Nada mais se sabia em Montevideo a' sabida do
Rlley. Na larde do mesmo dia 20, segundo commu-
mcava o telegrapbo, devia vir de Buenos-Ayres nm
vapor com noticias mais circomstanciadas. Sobre
o facto em si nenhuraa duvida resta ; o mesmo
ministro de estraogeiros de Buenos-Ayres o com-
munlcou ao enearregado de negocios argentitas
em Montevideo, D. Juan Tbomtison, pelo seguinte
telegramroa: *
< Farte olflciai de ter forgado a esquadra a 15
o Passo de Curnpaity.
t Todo o dia 16 ouvio-se forte canhonada de es-
quadra, qae se soppSe sobre o Humayia'.
E que queres dizer-me ?
E por Qm, proseguio a joven sem fa-
zer caso da interrupcio de seu irmao, e por
fim o marquez de Velez nio querer casar
com urna mulher que o aborrega.
Nio le canees, responden o secretario
com a mais completa indifferenca, a resis-
tencia iuutil e as lagrimas nio conseguirao
melhorar a taa sorte. Nio tens de que te
queixar; pediste-me que te dsse ura mez
de espera, e foi-te concedido ; j decorreu,
e s resta obedecer.
E' verdade, disse Constanga com deses-
perado. Eu acreditei que alguma cousa
imprevista desoaanchasse este horrivel casa-
mento.
Muito bm; esperavas sem duvida que
viesse em teu auxilio o leu galhard amante
ou a'taa formosa madrinha ? Mas quena
sabe o qu ser dalles f Talvez o Corsario
Negro tenhaj ddoconta das suas pessoas.
Constanga estrmeceu como se fr* picada
por urna vbora, e oihou sea irmio com co-
lera.
Cobarde lhe disse. Tens valor para
insultar na minhi presenca as duas pessoas
quemis quero t Teas valor para suppor,
com maldita alegra, qne terio perecido e
nio possam libertar-me1? Ab I tens nm
teas nti
mnia 4<
cor-agio perverso, Antonio, e Deu
sujjeitaMe a grandes prvas?
. Nao tp. importe isw.
imftort, sim. '
N.ao. Agora ca!!a-te e pfopara-le para
obedecer!.
Para te obedecer ?
t
Seguramente.
Disseste que me case com D. Pedro
Fajardo ?
Disse.
Ah pois eu nio casarei com o mar-
quez de Velez, exclamou Constaoca com urna
firmeza e dcisio que fizeram retroceder
assombrdo o secretario ; nao, nio me ca-
sarei, cu te juro...
Constanga !
Direi nio I princeza; nio I ao re;
nio mesmo ao pe do altar.
Antonio estrmeceu e a olhou com des-
conanga. Se aquella dbil creatura tinha
um momento de resolagio para cumprsr o
que dizia.perdiam-se todosos seus ambiciosos
planos de engrande imento; pois ainda que
o rei e a prioceza quizessera que ella se
casasse com o marquez de Velez, se Cons-
tanga dizia que nio ao p da ara, o escn-
dalo nio poda ser mais terrivel.
. Prez, sem embargo-, conheca o carcter
de sna irmia, e comprehendendo qne devia
aterra-la para a dominar mais fcilmente,
levantou-se irado, mas fiogindo maior co-
lera ainda, disse-lhe com acento inexoravel:
Ainda que fosses to louca que dis-
sesses nio ao sacerdote, os cnticos e os sons
doorg apagariam a tua voz, porqne o rei
eeu queremos que sejas a esposa de Fa-
jardo, e a nossa voqtade W que ser supe-
perior taa.
Estas palavras causaram na pobre menina
o eBeito que daaejava Antonio Prez. Cons-
tan? era iraca/ e costurada a essa obe-
diencia passtva que termina por er>at d
vontade, a sua anterior resVugo era antes
prodDzida por um accesso de colera do
que por um pensamento meditado e estu-
dado framente. Fui assim que ouvndo a
sen irmio aquellas terriveis palavras, com-
prehendeu a inutidade dos seas esforgos,
aterrou-a a dea de lutar com o proprio re,
olhou em torno de si e vio-se s, e... nao
pode dissimnlar osea medo.
Meu Deus mea Deus! exclamou cora
toda a dr do seu coracio! Oh! nio quei-
ras matar-me, meu irmao I... nao sejas o
meu verdugo Eu t'o supplico.
E' intil.
Pela memoria de nossa mi i I...
E* inotil ; a tua serte est decidida...
Oh prero o claustro... condua-ma
a ura convento, Antonio !
Ni ; sers a espasa de Fajardo.
Meu Deus !
J t'o disse, e... basta ;
-- h exclamou a pobre meo cajin-
jtyae joelhos sobre o tapete ; tem compa!-
xio de mim, meuirm3o! !. ASi.
Nio possival; a minha palavra esta
antes da tua. Tem qu* ** <*W o teu
Antonio WTfrW ;0 a V0Z d?)
afijo Custodio da pobre v clima.
Constaoga e Amonto voltaram a oabeca e
recuaram. M -
A' porta do quarle va-se ama m)ih?r.
Era Branca de LaQtw 11
r (Coniinwr-st-l*-)


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larie
Segunda tclnp ie eteiubro de
I867


- Por trra o intmlgo esta' nemwado. .
Accresceetova-se que Lipee estova & toda a
pressa tirando & artilbaria to Carnpaity para le-
va-la a Humaita\ Assim, podia repetar-ee 4teste'
ja' como loftllivel, pelanwoos, a tonada daqaelle.
forte,no qae ejadana sea duvida exercKo,ue esta
em Tuyuty.
0 de Tuye-Cu cooMomu-* recotruacer o ter-
reno cirenrasiabo par meio de partidas explora-
doras. .Na. noite de 9 deattcon se ume eotamna de
1,509 hornee* de ca vallara a"s orden* da loriga-
delro ov Luiz Mana Brrelo, qae chegon at ana
legua aqum da villa do Pilar, ledo apenas avis-
tado aigumas vigas, qae fugiam al descobriam
as nossas forgas.
Pelo rio Hondo cima at Pedro Gonzlez., villa
iDteiramente auandonada petes Paraguayos, man-
doa-se um destacamento de MO bomens, qne n -o
volura anda. De Tuyoty tambem partir um es-
quadrao explorador at a' altara de Itati.
Tinha chegado a Corrientes a caoboneira ingle-
sa Botorel, a cajo bordo ta o Sr. Geraldo Gould,
encarregado, segundo se suppuoha, de reclamar
do goverao de Lpez a Ifterdade de alguns snbdi
tos ioglezes que liabas ido constrangidos a to-
mar armas.
Um tel-gramma anonncia que o general Mitra
liaba permittido a passagem desta caoboneira, e
que nm parlamentario bavia ido commonicar a
Lpez a concessao desta licenga. Devemos eomtu-
do snppr algum equivoco, pols eremos que do ge
eral Mitre cao compete dar ordens a' nossa es-
cuadra.
As net tetas qne acabamos de referir pareceram
tambem ao governo lao importantes, como de Tac-
to sao, que na cmara dos deputados, logo depois
da leitura do expediente, n Sr. ministre da mari-
nba, oblando a palavra pela ordem, as communi-
eon nos segaintes termos aquella cmara e ao paiz.
Sr. presidente, galgo do mea nevar communi-
car a' cmara dos Sr?. deputados que acaba de
entrar um vapor do Rio da Prata, trazendo-nos le-
legraramas de Montevideo da nltima bora.
t Esses lalflgramaoas anoonciam qne no dia la
do corrate a 1* e 2* divlsoes da esquadra, com-
postas de 10 enecoragades, depois de um reobido
combate, forcaram o passode Carnpaity, rompen-
do por todos os obstculos que o inimigo all ac-
enmatara. /Muito bem.)
Consta mais qae os Paraguayos retiravam
apressadameoti a sua artilharla daquella fortaleza
e que os nossos navios bombardeavam ja a de Hu-
mait.
c Nao ttvemos perdas grandes, mas parece qae
temos a lamentar o grave ferimeoto de auo dis-
tioclo official, o eapilo-tennte Silvtira da Multa,
t Acredita qoe ainda boje ou amanba recebe-
remos a confii magc da noticia deste bnlbante felo
d'armas, e a mano mais importante de que em
jo.ii municioal edeovpheos lo torno de Itaqui, na
provincia de S. Pedro do rtio Grasad de Sul.
O capitn Joio Rodrigues Frailas, majar eom-
mandante de seegio de bata ib o da reserva n.9 da
guara a nacional da provincia de Pernamboco.
Augusto Jos da Veig, coronel commaedante
uperior da guarda nauoaal do municipio as Ca-
sias da provincia do Marannao. *
O teoan Dr. Torqnato Pereira do Reg, teen-
tocoroael comaaandaata do terceiro/batalhao de
Ssta aofte deve sahir para a-Pao* os Mangues; teasao asi malor, e nao toafco duvida em erar
am vapor oonluxludo am nmaarfndp da capitana que a laroeira exploraco ebegar al a mesma
do porto, o consignatario do navio e am agentada villa do Pilar margem do rio Paragnay, daas ou
consolado boliandez.
- SI
Acaba de ebegar o transporte
d6 porto de Corrientes no dia 17. As folhas de
Beenos-Ayres e Montevideo Uo de 21 e 12.
Coma ae v, as noticias ato tneatro da gaerra
apaas adlaolam nm da, coofirmem porm lotei-
infantarta da goarda seetoeal da msala f ravincia. rmente as qne tintamos sobre a passagem de Cu-
0 majar Marcedme Jo- Brando, lente coro-
nel commandaate do bata i bao de infamarla n. 23
da gaarda nacional da dita provincia.
O lenente-coronel Joio do Reg Monteiro, coro-
nel commandaate superior da gnarda nacional dos
municipios de Campo Malor e Unio da provincia
do Piauby.
Foram expedidas as seguintes ordens em 26 do
correte, exonerando do servigo do exercilo por
lucapacidade physica : :
Capltao do 6.* corpo de oavallaria da gaarda na-
cional Francisco EnteSlo de Almeida.
Tenente de commisso Francisco Xavier de 011-
veira Cmara.
Alfares do 17* de voluntarios Eugonio Horique
Tbibaut.
Coocedendo doas mezes de licenga com sold e
etapa, para tratar de sna sade na provincia de
Santa Catharlna, ao tenente do 22 batalbo de in-
famara t. Paustino Jos da Stiveira.
Chegaram hontem noticias de Matto-Grosso, que
alcangam a 10 de julto. Yleram por um proprio.
A expedico dirigida peto presideote da provin-
cia, depois da tomada de Coruroba', dispunha-se a
renmr-se a* ontra expedico que fra commandada
pelo coronel Camislo, deveodo o ponto da jnoego
ser na Concelgo, margem do Paraguay, alm do
rio Apa.
Tendo, porm, appareeido a epidemia da bexiga
no acampamento, e acbando-se dos archivos para-
guayos qae flearam em Cornmba' communicacS^s
oQciaes dirigidas ao commandaote militar daqoel-
le ponto, em qne se referia que as foreas boje com-
mandadas pelo ieaeote-eorooel Jos Tbomaz Gon-
calves baviam repassado o Apa, desisti o Sr. Dr.
Couto de Magalbes do seu intento, e regressou
com toda a expedico para Cuyab, onde Grava.
Em Cornmba' fieos urna guarda de observacao.
Nos arebivos daquella praca acbaram-se docu-
mentos asslgnados pelo proprio pnnho de Lpez,
ordenando os mais barbaros tratamentos aos pri-
sioneros adiados, qae nao se prestassem a dar to-
dos os esclarecimentos que podessem servir aos
nossos inlmigos.
-28 -
Sua M'gestade o Imperador, acompanhado dos
rupaity pela nossa esquadra, qne a sabida do Le-
poldtna, 8 da manbaa de 17, Dona bombardeando
Hamaiti.
No dia 14 a viee-almirante expedio a sagninie
ordem do dia a' esqaadra '
tres legue* cima de Homaiti.
Bm larcas inimlgu apenas se deixoa ver a
anata, disuncu ama como de 100 bomens dr
avallarla, qae fagan ao descobrir a nossa ro
Inmna.
VerHkaodo qne os Paraguayes tinham orneada
do o la efectrleo que/rai de HinnaiU para o lat i
rior, e ar^adeiro Mdrade Naves o fez cortar t
destruir lodo o sen apparelbo.
A gaerra progride, nortanto, com aetividade,
embora. seo desfeebo nao se aprsente como ques-
lio da um dh.
Careado o inimigo por ires faces do sen quadri-
A Tribu** de MemevMo descreve assim a pas-
sagem de Curupaiiy :
< A divisan qoe forcon o passo de Curnpaity
compde-se de dez encenracados, e aaas chatas com
mortlros, alm do vaporziobo Lindaba.
< Ao passar defronte de Carnpallv -o comman-
daote do rumandar;', Elisiarlo Jos Barbosa, qaiz
dar um tiro de peca e abri a portinhola da cesa-
mata- para melnor aier a pontana, qu*ado ama
bale de eanbo panetroo por all fazendo grande
estrago. O commandante foi ferido por nm estilba-
co em nm braco e por ontro ntfcabeea. Em toda
a esqaadra bonve doos morios e doze eridos. .
c O Tamaniar soffren tambem algnma eonsa I nnceionar no dia 5 de agosto ultimo
Poi promovido a lenle do 7* batalbo da
gnarda naetoaal deste municipio o Sr. Angelo Jos
Tbemeieo.
. ,7" Pari examinarom no concursa eadeira da
utim a francez do Ooripory foram designados os
fJl P'9*,80^ padre Flix Brrelo de Vasconeei-
los e Dr. Jos Soares da Azeiedo.
nflITa2lf*iiCapl,!ode abelros Candido/Jos
Loethoda Moara lo. oemeado juiz commissario de
AgaaPreta! 8 OB*e,P| 00 Bll e
-A eadeira de laum da Garanhaus*comeCoa
i Brasileiros.O passo dlfflcil, e famoso nos an- laterio e ameagado de ser-lhe a lodo momento to-
naes da prsenle guerra, Curopaity vai ser para mada a ultima face, a profeca de alguem de flear
as franqueado amanbia. Lpez engaijlado em Humaila, vai em caminbo de
fitumaitt' vai seguir-se-lbe mais tarde ou mais veflcar-se.
cedo. Idas emprebeoder trabalbos to arduos eo- Ao menos grande deve ssr o desacorocoamento
mo emprebeuderam os antigos horneas de Nelson, de seas soldados, ao verem qne os alllados se es-
e' os modernos de Ferragut e Porter. O que sao, lendem pelo seu paiz.desmentindo tao palpavelmn-
porm, trabalbos para quem serve a patria nao s ,e a 'da I09 se lnes inentio de qne nao tornarla a
por dever, mas para dar-lhe gloria, e colloea-la na repassar o Paran,
altara para qne foi pela natureza fadada ? | Para ninguem aqui dnvidoso que Lopes esta
a Sao o termo dos soffrlmentos, e o consegu- vencido ; apenas no praso que Iba resta dlvergem
ment do mais famoso dos nossos sonos doorados as opinioes : ans do-lhe am mez, oolros vao at
a felicidade, a gloria da nossa naci. I os tras, mas nao falta quem s Ibe d qoioze- das.
Companbeiros de trabamos t Quizera qae to- Estes fandam sna esperanca na esquadra, e a es-
dos compartilbassem cemigo os qae devem come-! qoadra parece nao querer desment ios.
car amanba. Nao possivei, o bem do servico | Sim, boara nossa brava manaba I Della o
exige, qne alguns de vos os prestem longe do com- fello mala consequente qne tenho a noticiar, e qae
franlB a Humaila a esquadra brsileira realizou as I Seus semanarios e do Sr. visconde de Tamandar,
herosmo de-! visilou lioniem as offlciuas de machinas do arsenal
- esperabas que em seu brio, valor e
posiiam o governo e o paiz. iMuitos apotadot;
ihwto bem uuilo bem.)
Temos agora mais urna verso sobre o ataque
de um coroboio oosso oo dia 11. Reprodazlmo la :
Cbegoa de Corrientes o vapor Leopoldo, tendo
sabido no dia 11 as 5 boras da tarde.
Nao irouze mala de correspondencia. Entre-
tanto devemos a bondade de um amigo polermos
dar ^o Itiior as noticias e detalhes que vai ler. .
Explicam e4ias o boato trazido pelos passa-
geiros do Esmeralda, e que tanta anxiedade pro-
duiio :
c No domiogo 11 s 7 da manbaa mo%'eu-se de
Tuj'iy nm grande comblo de carretas e numeo-
sas bestas de caiga levando vveres para o exer-
cilo
< la precedido por um regiment de cavallarla
brsileira, qae tomoa a diantelra explorando o ca-
minlio.
< O regiment avancava sempre e o comboyo
marchava a larga distancia.
Tudo cootiooava em ordem sem inconvenien-
te algum, qaando de improviso se lancou sobre o
comboyo urna columna paraguaya, que tmba per-
manecido de emboscada em. quanto o regiment
brasileiro contionava a sua marcha.
t Os coaductores das bestas qae marchavam
adame das carreta, poderam eseapsr sem ser
perseguidos apressaodo a sua marcha.
< Os carreleiros abandonaram os seus postos e
giraro para os matos.
i As 62 carretas flearam merc da columna
paraguaya, qne se componha, segundo dizem, de
dous batalhoes de lDfantarla e um regiment de
cavaaria.
t Coosideravam se os Parajuayos donos da sua
presa e apressuravam-se a condnzir as carretas
para as sus tnncheiras, qaando se movram do
acampamento alliado de Tuyuty, donde se tinha
visto o movimento inimigo, duas divisoes de ca-
vallaria, urna correntina e ontra brsileira.
Estas divi;Ses marcha forjada interpoze-
rara-se entre as tnncheiras paraguayas e a co-
lumna que se tinha apoderado das carretas.
< Travou-se a luta e loi sangrenta, pois a caval-
ria ailiada nao smenle se encontrou com urna co-
lumna desordenada; mas tambem os Paraguayos,
ao ver qae iam ser atacados e qae Ibes seria im
possivei levar o comboyo, apressaram-se a tirar
os bois que o arrastavam para levar ao menos esta
preza.
Foi no meio desta desordem que chegon a ca-
vallaria ailiada. A lata qae se'travou, cerno dis-
temos, foi sanguinolenta, principalmente para as
tropas paraguaya, qne deixaram cento e tantos
cadveres, levando muitos feriaos e fleano em
poder dos aliiados nm official e 10 soldados prisic
ceiros.
As carretas foram recuperadas, por conse-
qurncia, com excepcao de urna ou duas, que os
Paraguayos consegnlram arrebatar.
c A pessoa qoe nos d estes detalbes e qae foi
testemaoha presencial do snecesso, nos diz que o
facto foi de graves conseqnencias para a columna
paragoaya.que pagou mui caro o pouco que conse-
guio apanhar.
O comboyo, suficientemente escoltado, segnio
depois seu caminbo sem encontrar ontra difcnl-
dade.
t Do exercito de Tuyu-Ca nada de novo, como
tambem da esquadra.
c No combate para recuperar o comboyo calcu-
la e nosso infirmante que nao tivemos para cima
de 50 bomens fra de combate entre morios 6 fe
ridos.
c As noticias qae traz o Leopoldo sao at 12, as
o boras da tarde. >
As noticias das provincias argentinas estao lon-
ge de ser satisfactoria?.
Alm das provincias que ja andavam taladas de
gnerrilhas rebentou agora em Cordova, na au en-
ca da governador Luque, qne lora conferenciar
com o governo nacional, nma revolutjo capita-
neada por nm tal Luengo, qoe. se apoderon de
grande porcao de armamento e dinbeiro, e pren-
den o ministro da guerra D. Julin Martnez, o
con mandante Ayala e o juiz federal. Sncceden isto
no dia 16, e diz-se que as vesperas tinham che
fado doos agentes do general Urquiza, a quem, a
aa e aos Pzragoyos^e deram vivas no momento
darevoluco.
Marchavam tropas de Santa F e alenmas torcas
nacionaes contra, Cordova e esperava-se que a re-
beilio fosse fcilmente sutTocada. Nao se pode
comtado dtseonbecer q:e grave o estado interno
da Repblica Argn loa.
Por carta imperial de 24]do corrente mez de
agoste foi naturalisado cidadao brasileiro o sobdi-
lo portugnet Joan de Deus Severiao.
Por decretos da mesma data :
Foi nomeado official d ordem da Rosa Antonio
de Sooza Ferrara, .em attenjo aos servicos por
elle prestados o exercielo do empr.-go de cnsul
geral do Imperio na repblica do Pera.
Foram concedidas as segaintes peB.des, por ser-
vicos prestados na guerra, fleaodo dependentes da
approysca.0 da assembla geral:
De SO Tf. diarios ao anspeoada do segando ba-
talbo de infamara Joaquim Jds de Sania Anna.
De 400 rs. diarlos aos soldados :
Do 6. batalbo de Infamara Sebastlo Cons
antino.
Do corpo de voluntarios da patria Francisco
Machado do Amaral.
Do 5* dito dito Joaqun Balttazar Brrroeo.
Foi exonerado do cargo de secretario do gover-
no da provincia, da* AJ>goas, Antonio Fertandes
e o asylo provisorio de invlidos, na
de marioba
Armacao.
Em 27 do corrente foram expediaas as seguin-
tes ordens :
Concedendo licenca para trataraento de saude
aos seguintes offlciaes :
De (res mezes, com vantagens gerae*, ao major
da commisso do 49 corpo de voluntarios, Jo3o
Pinto H ,u : De 15 das, com sold e etapa, ao tenente do 17*
batalhao da infantaria, Anreliaoo Pedro de Fana.
De 2. mezes,. dem, ao alferes do corpo policial
de S. Paulo, Joo Dias Sobral.
29
Por decretos de 10 do corrente, creou-se as
freguezias da Senhora da Penba da cidade do Gra-
to, e de S. Jos de Mifso-Velba, da provincia do
Ceara', mais nm corpo de cavaaria, com qaatro
companhias, e a designacao de i*; na fregaezia
da Barbalba, da mesma provincia, e subordinado
ao commando superior dos municipios do Crato e
aooexos da dita provincia, nm asqaadro de caval-
laria, com duas compsubias o a designacao de 2;
a no municipio da Misericordia, da provincia da
Parabyba, e subordinado ao nominando superior
dos districtos de Souza e asnexos, di mesma pro-
vincia, um batalhao de infantaria com qaatro com-
panhias, e a deslgoaco de 28 do servico activo.
Por decereto de 14 do correuto foi desligada do
2 batalbo de infamara da capital da provincia
do Para' a gaarda nacional perlencente ao districto
de Itapicur, da mesma provincia; e com ella
creada ama seceo de batalhao com duas compa-
nhias, a a designacao de 6* do servigo activo.
Por outro de 17 foi elevada a' calhegoria de ba-
talbo, com quairo companhias e a designacao de
8*, a 5 seccao de batalbo da reserva da guarda
nacional da provincia de Pernambuco; e revogado
nesta parte o decreto n. 1,391 de 24 de maio de
1831
- 30 -
Sua Alteza o Sr. conde d'fii, acompanhado do
sea ajudaote d'ordeos e dos engenheiros Clement
Wilmot e aqir ll-'blucs, membros da commis-
so eucarregada da Inspeccionar a illaminagao a
gaz d i corte, vistou bontem ao meio da a fabrica
do gaz, onde demorou-sa duas boras, examinando
minuciosamente todo o estabeleciment.
Por decretis de 23 de agosto corrente :
Tiveram mere do foro de/ mico dalgo com
exercicio na casa imperial Pedro Alfonso de An-
drade Soato Malor e Maooel Ignacio de Aodrade
Soulo Maior, Albos legtimos do mo( > Qdlgo com
exercicio Mnoei Igaaciode Aodrade Souto Maior
Pinto Cocino-, ede tidalgo cavalleiro da mesma im-
perial casa o lenle general reformado Antonio
Joaquim de Souza.
Foram momeados em atlenco aos servicos qoe
prestaram em relago a' gaerra com o Paraguay :
Official da ordem da llosa, o major da guarda
nacional da provincia de Pernambaco, Antonio
Bernardo Qainteiro.
Cavalleiro da mesma ordem, Jos Antonio Soa-
res Rlbeiro.
Cavalleiro da de Cbristo, Amonio Joaqnim Soa-
res Ribeiro.
Concedeu-se a condecorarlo de cavalleiro da de
Cbristo ao alferes de commissa Jos Tbeodoro da
Silva, por ja' ter a de cavalleiro da Ros, qoe Ibe
foi conferida por decreto de 13" de abril do corre-
te anna
Foi elevado a 500 rs. diarios a penso de 400
rs. qae foi concedida por decreto de 17 de ootu-
bro de 1866, ao anspecada do 4 batalhao de infan-
taria Luiz da Franca Marinbo.
Em attenclo aos relevantes servicos prestados
na gaerra actual contra o governo do Paraguay,
pelos individuos abaixa mencionados, houve por
bem S. M. o Imperador per decreto de 28 do cor-
rele, conceder-lhas as honras dos postos militares
do exereito que se segoem :
De caplto,ao ex-caplij do 31* corpo de volun-
tarios da patria Previsto Goncalves da Fonseca
Celnmbla.
ao ex-eapiio do 41* dito Antonio Firmo de
Campos.
De alferes, ao alferes do 36* dito Francisco Xa-
vier Salles.
Por decreto da mesma data, na cooformi3ade
das disposiQdes do I f do an. 9 da lei n. 648- de
18 de agosto de 1862, foi reformado o eapitao do.
16* batalhao de infamara Felisberto Coelbo Jos
Saoto.s, visto soffrer molestia incaravel qne o torna
incapaz de continuar no servigo. ~
bate ; portat-vos no lugar qae vos vaj assjgnalado,
cerno se estivesseis desempenbando o mais Impor-
tante dos deveres : tonos os logares sao de honra
para quem os exerce, como deve.
c Deixo-vos nm ebefe bravo, intemgente e dedi-
cado; obedecei-lbe e veris que desnmma gravi-
dade a commisso qne vos destine!.
< Br.silelros 1 enchei-vos d esperanja. A Vir-
gem Santissima da Gloria, a Senhora da Victoria,
e Assumpco da Mt de Deas so os oragos que a
(groja santa faz presidir no dia_lo de agosto.
pois com a Gloria e com a Victoria qae ire-
mos a' Assumpco
i Viva a oago brsileira I Viva o Imperador I
Viva a esquadra.J. J. Ignacio.
Na maoba de 15 a esqaadra passou efectiva-
mente o forte de Carnpaity, e ao meio dia poz-se
vista de Humaita', rompendo fogo contra aquella
fortaleza. A narracao deste bri I han te feto acha-se
na seguale parte official :
e N. 265. Commando em chele da ferga naval
do Brasil em operago contra o governo do Para-
guay. Bordo do vapor flrasif no Paraguay, a Vista
de Humaita', 15 de agosto de 1867, ao meio'dia.
i Illm. e Exm. Sr.Ainda sob a impresso de
um dos mais bellos feitos da esquadra brsileira na
guerra que sustentamos contra o Paraguay, com-
munico a V. Exc. que acabo de forjar as bateras
ioimigas de Carnpaity com a diviso dos encoara-
gados da esqaadra de mea commando.
Ao romper do dia de boj-) estavam todos os
navios promptos a mover-se conforme ordens que
anteriormente bavia expedido ; s 6 e meia horas
forraei a primerra grande diviso e occup:-ndo com
o Brasil a testa da linha, mandei icar nos topes as
bandeiras das nacSes alliadas, dando vivas a' na-
gao brsileira, aos nossos miados, a S. M. o Impe-
rador, ao exercito e a* esquadra, sendo ac-impa-
nnado eotbuslasticamente.
Dirigi-me depois s 6 horas e 40 minutos com
os navios cima ditos aguas cima, paasaodo em
frente s bateras inimigas, ficaudo a operario ter-
miaadas 8 horas o 45 minutos. Neste momento,
9 boras e 35 minutos, acabo de fondear para repa-
rar as multas avarias e proseguir na importante
misso que esl confiada esquadra brsileira.
< Durante a nossa passagem, o Inimigo sostenton
contra nos nm fogo de arlilhana e fazilaria que
era respondido pela segunda grande diviso as or-
dens do meu chefe do estado-maior, que se tinha
de antemo predisposto para este lira, ocenpando a
posico mais conveniente.
< O faeto que mais me preoecupou durante a
passagem, foi urna avaria que soffreu a machi aa
do Tamandar, ficaado sem poder fuoccioaar, mas
do lugar onde observa va o resto do moviraento,
quando o inimigo j nao poda hostilisar o Brasil,
pude prevenir este incidente, mandando rebocar o
Tamandar ptlo Stlvado.
No pessoal tive pequea perda, sendo a lamentar
um grande ferimento do capilo de fragata Elisia-
ro Jos Barbosa, commandante do Tamandar, qoe
pens tera de perder nm brago.
Cora mais vagar enviarei urna parte mais cir-
cumsianciada. Por emquMto, congratulme cora
V. Exc. por mais este feto dos que com malor
gloria honram o nosso pavilbo : e permita desde
j prestar urna homenagem aos commandantes,
oITlciaes e guarnu,des, que todos cumpriram coa
dignidade, patriotismo e bravura o sea dever.
Em continuaba i j mandei explorar as proxida-
des da fortaleza de Humaila, que tenho vista, e
pretendo hoje mesmo romper sobre ella nm forte
bombardeameoto. e continuara' por tanto tempo
quanto as circunstancias me aconselbarera ser
conveniente, nao s para no inlervallo reparar as
avarias do Tamandar e ontros muitos importan-
tes, como a predispor dos melos necessarlos para
c corte das correntes que fecham a passagem.
Dgnese V. Exc beijar as mos de S. M. o
Imperador, por mim e meu- camaradas.
Deus guarde a V. Ex-. Illm. e Exm. Sr. con-
selbeiro Dr. Alfonso Celso de Assls Figneiredo,
ministro e secretarlo de estado dos negocios da
marinba. Joaquim Jos Ignacio, commandante
em chefe.
P. S. As duas boras da larde rompeu o fogo
contra Humada, e as bateras de Londres ja' res-
ponden).
A esta narracao apenas accrescentaremos qne
nos consta referir o vice almirante em carta par-
ticular, qae anda nao tinha encontrada torpedos,
e que contava poder passar Humaita' no dia 18.
Conseguido isto, (icaria Lpez completamente
careado. Segaodo correspondencias de Corrientes,
j elle eslava tirando artilbaria das linbas de Roas,
defronte de Tuyuty, concentrando-se em Hu-
maita
Desde que o general Mitre chegon ao exercito,
prlncipiou ova serie de conferencias entre elle e
! o marqaez, de olas, respostas e replicas, enjo con-
loado s mais tarde sera conbecido.
Entreunto nao resta davida de qae o marqnez
entenda convir o ataque immediato s lincas para-
guayas, emquanto o general Mitre prefera o plano
de nm assedio.
Nao poda haver assedio sem que fossem corta-
das as communicagoes do inimigo pelo rio, e Isto
s era reaiisavel subtndo aosquadra cima de
Humaita.
Honve junta de generaos e, prevalecendo as
ideas do Sr. Mitre, o marque z annnio a ellas para
manter o bom accordo, e tambem porgue, sendo
recroias os dous tercos das foreas de infamara
brsileira, poda na occasio Jo assaltos tnnchei-
ras mostrar menos decisao, e para sustentar seu
plano era preciso qoe o marquez podesse garantir
a inlallibilid.de do resultado.
Ordenou, por lauto, S. Exc. ao vice almirante qae
no dia 11 tratasse de forcar a passagem de Cnrn-
paity, e em seguida a de Humana.
O vice-almirante declarou que eslava prorapto a
cuuopnr essa ordem, para o qae contava com a
bravura e dedicacao das torgas navaes que com-
mandava, mas fazia
notar ao mesmo tempo que
nenbuma probabihdade bavia do bom resultado da
* w'ormado Diogo Aires de Lobjo, .major operaco, no qne dizfa respeito a Humaita. Mao
ajodaqie d ordens do commando superior da gnar- era a numerosa entibara dessa fortaleza o maior
da nacional do municipio de Therezlna, da proyjp- (obstculo, mas os tropecos do rio, cojo canal na
ca do Piauby, no posto de lente -corse!. | motivo para crer qae se acha obsinido em mais de
Foram declarados vagos os officios de 2" tsrbel- aanjooto.
h'o do publico judicial; e notas,. e eaeriio~das
xecuedes civeis e crimes do termo de Cajveira
A' vista destas declarares do vicealmirante, o
marquez propz de novo o assalto Humaila pela
aa proviocia da Parabyba, visto nao ler o raspee- parte de trra, porque o exercito nao poda flear
tivo serventuario vitalicio, Jos Leandro Soares, ti-
rado cata dentro do prazo legal.
Pee *e merco da sofveolia vitalicia :
. **n80'l Francisco Caldas, dos oBcio6 do 2*
^.',a,Ji^*4odorP'>o8 do ctvel e com-
de'"aitlWo9a c,Bttal da^^ Provincia do Ro
HVS0*ri*9*** afflciode escrivio
de orpnaos do termo de &. Mmaei, na provincia de
Santa Catuanas, fleanoo abrigado a preaur
ao
Por decretos de ti e 2 do corrente
Foram rebrmsdes :
:i. --
O coronel c nacional do ainnictpio de Cuslae na proriDeia do
ataranhao, Jos Dia Careairo, too mesmo posto.
O major comaiaadante da seceo de batalbo da
rasarv D. 9da darda nacional da provincia de
K?. ** ^Ptela MonlzFslcio, no mes-
mo posto. '
..^Ljf^Udo o bacharel Um*> da Ollvel-
L iL l l,r'* moBielpal e da orpbos
dos^ermos de rJase^rTAquirazrna provlacls do
Foram sjotusadw.? %. J
O bacbarel Jo5o Goncalves da Silva Monta
ex-serventoario vitalicio Amaacio Jos Ferrira m
formado artjtde decreto n. 1,294 de K
sembr da I8J, a torga parto dos odimames*
mesmo oOtoio.sogaado.a respectiva lotogao.
Den a' costa no dia 38 do corrate, na Maram-
baia, no lugar denominado Ponte dos Mangues
escuna hollaodexa Marie, capito Backmann.
Este navio vate do Bio Grande do tal, com
desiioo ao nosso porto, eoo carregameato da car-
ne secca, coaros e sebo, a' consignacaa do Sr. Do-
mingos Xwier da Silva Braga.
apio do Marte ehegoo bontem a esta oare,
do lagar do sinistro, aura de bascar soccorros pa-
ra o salvamano da- carga. O casco do navio, po-
rm, esta' perdido.
!Ii a lamentar a morte de am marioheiro, na
oceasioe qae s treolsgio tratsva alvsr-se,
o qaocnwegBirs, a eieepco daqaU laail, ctu i
jo corp nao foi vito mis.
estacionario estragando snas cavalbadas e mais
mos de moblldade.
- Parece qae hoave novas caafereneias e notas
trocadas entre o marqnez e o general Mitre, resul-
tando deltas nova ordem para o vice-aimiranie
subir com a esquadra no dia. 15.
Voltarei logo ao cumpnmento desU ordem tra-
tando por ora do que os exercito tam falto.
Em Tuyu-Goe fazem-se ligeiras forlineacbes
para conler o inimigo em algum arrebato de deses-
perago, e tambem poderse alargar mais a linha
do a=sedio.
Digo aesedio, porqoe elle realmente existo, ainda
qae de ama maneira Incompleta.
Pala parte de trra Lpez s tam ama estrella
zona, na margem do ro Paraguay para se commo-
nicar eom o resto do paiz e como por ah mesmo
esto amaagado, seos provimentos ieve receb-tos
por agaa. V.
.sfff ?,**allaria contrna a fazer exanredea
Saifltel1* inmw' "d0 "davazmais
a e8m,KSfU ""ftlwsMaV mi eotamna
de 3,000 bomenii de cavaaria s ordflns do briga-
?.1l/flL ieif8w* Barraje,eiMiea>M4stalaela.
da wlla do Pilar, ebegando soas vaognard dnas
legase alm do poeto chamado Pedro Gowcal-
WWm
Picn, poja, recon%eeile
como raelhor bocadogeardei pareo fim.
No dia 15 a esqaaaTa furgn a passagem de Cu-
-rupaily, e foi bombardear Hamaiti. Anda nao
temos os detalbes dessa operaco, mas temos do-
cumento official della.
O bravo vice-almirante recebando ordem posi-
tiva do marquez para sabir at Humaita, -nao s
levoa a effeiio com toda energa, seoo. qae elle
proprio deu o exmplo da intrepidez lomando o
lugar da maior perigo.
De tacto 3. Exc. fgou sea pavilho na corveta
Brazil, e avangou Della 4 frente de dez enconra-
gados a romper a estacada, levar por diante os tor-
ped s, e sobretodo a afrontar o logo concentrado
sobre ella de 50 pegas de grosso calibre.
Nem nodia deixar de ser assim : nao s por ver
nessa navio o paviibie do ebefe da esqnaara, mas
porqne indo na frente era quem abra o caminbo,
convlnba a todo esforgo inutilisa-lo. Va tentati-
va ; o Brasil avangou impertrrito seguido de to-
dos os outros vasos !
Daas horas havia que darava o bombardeameo-
to quando nossos encouragados consegalam trans-
pr,Carnpaity qne deve ter sorTrido borriveimente.
As goarnigoes dos eneonragados levantaram
hurrahs,'qaando viram quebrada essa primeira re-
sistencia dos paraguayos, a nao tardn qne as prl-
meiras bombas brasileifas fossem despertar a
guarnlgo de Humano, qae doos annos de espera
adormecer em certa conQanga de ivninerabili-
dade.
Ms nao precipitemos a narrago.
Na passagem de Curapaity algara estrago sof-
freram os navios, particularmente o Colambo, mas
as gnarniges nao consta que os noavesse consi-
deraveis.
Em tliciaes.apenas se d como ferido o com-
mandante do Tamandar, que pens ser o eapitao
de fragata Eliziario Barbosa, intrpido mogo, que
to brilbante carreira leva.
A continuar o bombardeamento de Curopaity
foram deslinadosalgans navios de madeira. em-
quanto os encouragados sobiam at Humaila'.
< No dia 16, ultima data, bombardeavam eiles a
batera casamatada, qoe se denomina landres,
como ponto descoberto, e nao envolto em matos
como Curupaiiy, os estragos qoe Ibe causar a tre-
menda artilbaria da esquadra bao de ser conside-
ra vei-.
Qnaotos dias de bombardeameoto deve proceder
a* tentativa deforgar a passagem de flomalta'T
Todos o igooram, e julga-se doepender dos malores
on menores obstculos que o rio apreseotar.
O facto,"porem, de estar a esquadra balando es-
sa fortaleza ja' de tamanha importancia, que
dah se ebega a deduzir a queda de Lopes em qnin-
ze dias.
Qaando menas ba de reconbecer-se que jamis
se vio elle tSo de perto ameagado, como agora
qae, reconcentrando em Humaita' tem os exerci-
tos adiados em frente de si, pelo lado de trra, e a
esquadra pelo do rio.
Admiitiodo que a esquadra nao possa debellar
Humaita', como desconberer qae um ataque, do
exercito combinado com ella tornarla imposslvel a
resistencia do inimigo por rouitos das T
Sendo taes as noticias que vo ebegar ao inope
no, a condaoga na prompta termioago da guerra
(anda mesmo admittido o plano de assedio) nao
pie deixar de ser geral e bem fundada.
E porque como motivo principal della appare-
cem agora os felos da esqaadra, qoe principia-
vara a ser esqneclda em todos os clcalos, a sa-
tisfogo do paiz e do governo brasileiro ainda ser
solida em sna rasio de ser.
Dispondo s de alguns momentos mais, direl
qne na proviocia argenlioa de Cordova appareceo
a ja' ba moito esperada revolugo, prendendo os
revolucionarios ao ministro da guerra da confede-
rago, qoe la eitava em servlgo, alem de outras
autoridades nacionaes.
Sao evidentemente tentativas desesperadas do
partido masborqueiro, no momento em qae v "n
prestes a desapparecer sua derradelra esperanga
a resistencia do Paraguay.
Ms, e por isso mesmo ho de abortar agora que
as notiefas da passagem de Cornpsity, e as mais
que ebegam, (mostram qoe mui.o vlsinba est a
queda de Lpez.
Demais o governo argentino tomar enrgicas
medidas de repress?.
S. M. o Imperador, acompanhado dos sen s sema-
narios, visitn hontem o Intemato do imperial
collegio Pedro II, onde demorn se desde as 9 ho-
ras da manha at 1 3|4 da tarde, percorrendo to
do o esubelecimenlo e assistindo a algomas aulas.
Em 29 do correntA foram expedidas as seguin-
tes ordes, a* visla dos termos de inspeegao a que
procedea a junta militar de saude em sesses ns.
893 e 895 de 19 e 23 do dito mez.
Exonerando da commisso de Capito do 54
corpo de voluntarios da patria o tenenle do i* re-
giment de cavaltara ligeira Francisco Maria de
Mattos Telles de Menezes.
dem do servigo do exercilo o alferes do 46
corpo dito Ildefonso Raymundo Das, a o alferes
honorario Antonio Paes de Sa Brrelo.
Coocedeodo as seguintes licengas com sold e
etapa para tratamenlo de saude:
De tres mezes ao eapitao do 3* batalbo da ar-
tilbaria a p Joo Ribeiro da Silva Jnior, e ao al-
teres do batalbo goyaoo Luiz Angosto Soares
Vciff, e de nm mez ao lenle do 22 batalbo de
infantaria Joo Ferrira da Silva.
Em 30 do crreme, foram igualmente expedi-
das as segaintes ordens:
Prorogaado por doas mezes a licenga eom qae
se acha para tratar oe sua saude na provincia de
S.Paulo o tenente do 21* batalbo do infantaria
Joo Antonio do Naseiaeoto.
Coocedendo lleenga para residir na provnola de
Goyaz ao capito reformado do exercito Joaqnim
de Santa Anna Xavier da Barros.
Prorogaado por tres metes a licenga com qae se
acbam para tratar de sna sande o capito do 16*
batalhao de Infantaria Antonio Caetaoo da Silva, e
o tenente de commisso do 7* dito Eazebio Gomes
de Argollo Ferro.
na machina, por ter am estilhago quebrado a val
vola da eorredica, e fleon sem moviraento at qoe
o Stlvado e o Herval o rebocaram aguas cima.
< A e-quadra pode passar sem soffrer cousa al-
gnma dos torpedos, dos quaes se desviou, dirigida,
pelos praticos que para Isso levara.
f A's 11 da maobia chegon a esqnadra defroote
de Humaila, e s 2 da tarde rompen o sen fogo
contra a fortaleza,- respondendo-lhe a batera Lon-
dres, a mais forte de quanias formam a ultima
guarida da Lpez.
< A esqaadra qae bloqaeia Hamaiti tem com-
raunicago eom a que esta' abalxo de Curupaity
por am caminbo para isso aberto pelo Chaco, e so-
bre o qoal s langaram algumas pontos peqnenas.
t O Tamandar liaba sido reparado e fieava
prompto para entrar em combate. >
Esa Cordova manlnba-se a revolugo. O gene-
ral Conesa marebava sobre aquella cidade levan-
do alm da sna infantaria seis pecas raladas e 50
artilbeiros. Os revoltosos tinham posto em liberda-
de o ministro da guerra D. Juho Martnez, mas
desconQava-se que baviam espiogardeado o com-
mandante Ayala. As communicagSes estavam cor-
ladas.
O aado argentino regeitou o projecto da remo-
gao da capital para o Rosara.
O Leopoldina, tendo largad) de Garata a 17,
chegou a Montevideo a 21, e tornando a sabir a
Hoja tem lugar o exame de I aara
preeochimento das cadelras vagas de nh osonhia t
geometra dogymnasio prov|Bcffi 6 Plll,080Pnia a
Recommendamos s nessas lekoras ama col-
leccao de vestidos brancos de cambrau, que ac-
ba de recebar a loja das Columna, da ra do
Lrespo n. 13, proprios para solres daosantes ret-
ios segando a dejcripgo dos ltimos flgurioos
Nuoca vimos entre nos gostos e trabalbo Uo deli-
cados, como ns desses vestidos, por tal forma que
se nao sabe a qual dar preferencia. Esperamos
que as nossas amaveis leitoras reconbecam quanto
dizemos.
Na festa do campo de Harte ba nm pharol
qae chama e atlrabe as pessoas do corago sen-
sivel. ^
Essa pharol nao tem a elevagao nem o brilho da
alta torre prxima ; apenas sobrepuja nm modesto
e humilde edificio : a cruz, ama simples cruz
pequeoa, a nica qae n'aquelle vasto recinto figu-
ra, nao debaixo do ponto da vista artstico, mas
como expresso do senmento chrlslio.
Os visitantes attraldos por aquella signaLda re-
dempgao do genero humano, lem as seguintes pa
lavras, qae estao escripias no frontal da modesta
constroegao ; CrecAe de Santa Hara. Por baixo
l-se este versculo : Pasee egnos, pasee oves -
Uoardae os cordeiros, guardae as ovelftas.
22, entrn em Sania Catharina a 25, tendo trazido Ui estrangelros aproximam-se hesitando; o
eamnra na naU i.rA. ni.-, onnnhortn Diuhk. < >S TOStOS agradaveis O atlraheO'.es (de mi-.'
sempre vento pela proa e co encoberto. Qusren
do apressar a viagem, sahio a 26 debaixo de tem-
poral ; mas tal fot a vioieneia deste, qae o vapor
teve de arribar a 26 outra vez aquella porto, dou-
de tornou a sabir a 29, conclualo a viagem ainda
com mar cavado e rijo vento de leste.
S. M. o Imperador acompanhado dos seas sema-
narios, visitn bontem o hospital militar estable-
cido no Aodarahy, onde demoroa-se desde i 3,4
at as 3 horas da tarde.
DIABIO DE PEBNAMBUCG
Por decreto da 21 do corrento foi concedido ao
desambargador Antonio Ladislao de Fi guaira do
Rocha am anuo de licenga com todos os seos ven-
clmeotos.
Por decreto da mesma data foi concedido am an-
no di licenca ao Dr. Luiz Amanto Pereira Franco,
jniz de direito da comarcada Fera de Santa Anaa
na provincia da Babia.
Por decreto de 10 do correnta foi desligada do
commando superior da eapitai e annexos, da pro-
vincia do Ceara', a gaarda nacional perteeeeoles
aos municipios de Aquiraz e Cascavel,; da tmasma
provincia, e com ella creado am outro commaado
superior, formado dos batalhoes de infantaria ns.
S, 30 e 31 do servico activo, e das secgSes de ba-
totead ns. i e 9 do servigo da reserva.
Por decreto de 21 do crrante tol Iterado o 2*
mufarme do 3* batalbo de infantera da guarda
nacional da provincia de Pereambuco, o qoal osa-
ra' da ora em diante de blasas da paooo atol fer-
rete, com aneeHas de panno azul olaio, gotas-es-
carlatoa a boas e Cavaig oac.
Por decreto da 22 do corrente foi alterado o 2*
aniforme do 1* batalbo da gaarda nacional da
provincia de Pereambuco, devendo usar da ora
em lamo de sobreeaiaeas de.panno azol avivadas
a escarate, coaovcaocellai a matas golas da mas-
as cor e boaes a Cavalgnsc
I.* de Sotambra
Poaeo tomos para iceresoanur s noticias qne
demos hontem, trazidas do theltro da guerra peto
o terreno em ama k 'trasporte Isopoldmi.
Dos portos do sul do imperio chegoa bontem o
vapor Ciuzeirodo Sul, sendo portador de joroau=
da corle at i, da Babia al 5 e de Alagoas at 7
do corrente.
Chamamos a attengao dos nossos Ieitores para
as noticias, que em lugar competente publicamos
acerca da passagem da esquadra no glorioso da
15 de agosto pelo passode Curopaity al Humayt.
Esta grande fortaleza, dentro de cajos maros asti
nojs encerrado Lpez, eslava soffrendo ja a' ca-
ononada fortissima e atorada de dez encouragados
que, em quanto as canhooeiras de madeira bom-
bardeavam Curapaity, rnmperam todos os obstcu-
los de estacadas e torpedos, e apresentaram-se a'
frente della bombardeando-a sem demora.
A* esta bora, temos f na Divina Providencia, a
nossa valente esqaadra deve ter-ss adiantado mui-
to cima de Humayt, superando todas as barrel-
ras, levantadas com tanto trabalbo e plano, por
Lpez, colheudo mmarcessiveis louros, e alcangan-
do para si, para seus commau Jantes, para o san
pavilho e para o imperio a luir a de nm dos feitos
navaes mais gloriosos para a historia, e de qne nao
ba talvez igual petas circunstancias especiaos, qu_-
q reveslem.
O dia 15 de agosto raou com essa esplendida
victoria, que derrama sobre todos os nossos bravos
domar as-bengos da patria agradecida.
N3 nao podemos deixar de manifestar em nom
da proviacia um voto de sincero reconhecimento a'
lodos os nossos compatriotas qae servem na es-
qaadra.
Ornase de virentes palmas de triompho, e firme
o prestigio e grandeza do imperio O Brasil aca-
tar sempre seos noraes como os de beres da ci-
vilisago e da verdadeira liberdade.
Rio de Janeiro.
Honve am grande incendio na Imperial Fa-
brica da Rhenaola, em Petropolis, acerca da qual
diz o Mercantil dessa localidade:
< Na noite de 24 do corrente, manifestou se nm
horroroso incendio na Imperial Fabrica da Rhena-
nla, propriedade do Sr. Joaquim Martins Correa.
i Apezar da bora adiantada da noite, qoasi toda,
a popolago da cidade corrou ao lugar do sioistro,
e sem dislincgo de classes corabaliam, mesmo
com perigo de vida, contra s chararaas, que devo-
ravara o mais importante estabelecimento de nossa
cidade I
A despeito, porm, do valor com que se pro-
curava destruir o incendio, a parte principal do
edificio oou reduzida a ciozas, salvando-se com
grandes esforgo- dous armazens qoe faziam parte
do estabelecimento, grande porgo de madeiras, e
algum caf e milbo que se achava na fabrica. O
prejulzo calculado em mais de 50:000J.
t Sagrados mysterios da Providencia I
c Anda bontem a fabrica d Rbenauia aliraen-
tava tantas familias de operarios que empregva,
e oslenlava a merecida reputago que ihe conferio
a exposigo de Pars I Hoje; abatida pelavorac-
dade das cbammas, commove quelles qae amara
o commercio e a industria.
t Nesta grande eataslrophe compareceramas su-
toridades policiaes e ecclesiastica?, o Sr. delegado
consular de Portugal, algumas pragas do destaca-
mento e seu commantaate ; e, alm da bomba do
estabelecimento, urna outra de um particular, que
poderosamente aoxiiiou a extinego do incendio.
t Apenas houve algomas leves contoses, devi-
das a precipitago com que queriam extinguir o
incendio.
O cambio sobre Londres regulava 21, 21
3|8 t 21 1|2 d. por 15000.
Chegou, procedente de Pernambuco, no dia
31 do passado, a escuna Amparo.
Sahio para Pernambuco, a 28, a sumaca hes-
panbola Nueva Carlota.
O vapor ingles Skannon devia partir no dia
8, a's 8 boras da manha.
s. PAULO.
" Esta va estabelecia>a communicagao telegra-
pbica com Ignap.
Ainda ticava no porto o monitor Para.
PARAN.
__O presidente da proviacia fez urna excurso
a' Antomna e Morrtes.
baha .
Foi convocada a assembla provincial para o
biennio de 18681869, devendo a eleigo dos de-
putados ter lagar no dia 1* de dezembro prximo.
SS. A A. II. nao sal tarara a' ierra.
A directora da Associago Commercial re-
presentou ao governo, contra a entrega e expedico
da correspondencia, pela reparticao do correo.
O cambio regol .va : sobre Londres 211/2 d.,
sobre Pars 440 res, sobre Hambargo 835 res e
sobre Portugal 140 /..
ALAGOAS.
Hontem devia ter lugar a reunio do partido
liberal.
PERNAMBUCO
p
REVISTA DIARIA-
. O annirersario da nossa carta constitucional
foi celebrado aote^ontem com a parada e cortejo
do cosase, os quaes estlveram concorridos.
A' nonte den o nosso Santa Isabel o espectacu-
lo-gala, levando a scena o drama em 4 actos, origi-
nal brasileiro, rasure, qne bastante agradoa ao
publico, nao s pelo gosto a enieado do facto,
como pela boa execogo qae teve. Damos por isso
nossos emboras ao seo digno amor e ao Sr. empre-
sario.
-^ A irmandade Acadmica celebrou hontem a
feslividade de sna padra, Nossa Senhora do Bom
Ceoeelbo. A igreja estava rica e elegantemente
ornada. ;.
Dorante a nonio foi extraordinariamente visitada
a igreja.
Tambem a irmandade do Espirito Santo fasto-
toa o aniversario da reeonciliaco de sua igreja,
celebrando a testa de Nossa Senhora do Cena-
calo.
Aehava-se na corto, am viagera de Basaos
Ayres para as provincias do norte da imperio, o
cetebre prestidigitador Herraann. la dar am es-
peotsealo em benfico do asylo de Invlidos da
Patria.
i -fiOCruMro do Sul tira a mala hoja, as 3 boras
da tarde para os pono? i o noria do imperio.

e fl-
Iha) convidaos nos a traospor os"bunibr"es"dai uian-
sao da paz; aquellas senhoras sao as guardas do
aprisco.
Ningoem pode de'xar de possair-se de recolta-
ment e de meditage ao emrar no asylo, onde se
exerce a mais terna caridade de que suseeptlve
o coragao do hornero, pois o espectculo que ah
se aprsenla vista o mais proprio para coi-
mover todas asmes.
Em volta de um salo cheio de luz, e muito bem
arejado, estao collocados em flleira numerosos ber-
gos, o brancos e aeeiados, tao lindos e engrag.-
dos que o espectador experimenta a mais agrada-
vel impresso. Por cima das cobertinbis estafa-
das para os p*, veem-sa desenrolados e dependu-
rados os coichfjes, as, bragadeiras, as toucas, as
meiasinhas de ia, a finalmente todo o vestuaric '
dos ho-pedes infantis. No centro da sala acha-se
disposto um apparelbo circular, que serve succes-
sivameute de casa de jantar, de mesa para brincar
de passeio e de primeire gymna.ie para as
criaogas.
Os francezes chamara pouponmere a este appa-
relho, to til quaDto cjmmoio.
O Sr. Deiornck, qud o iuventdu a qoe com a
maior solicituda ibe fez a desertoglo destioatla as
nsliiuigoes de beneficencia que flelie se quizerem
servir, talvez nao venba a ler tsntt faoia como o
iuventor das espingardas de agulha; nos purera
damos toda a prefereneia ae tlnstre tnveirtor da
macnina qas serva da pEOieceo a infancia 'desva-
lida ; e cum ufana registramos aqui o noice de=
Deibrackcomoode amcWadj presiante, qu
pretende salvar filbos, ao passo, qne o inventor da
arma de Sedowa^qaer matar paes.
Sgbre um fogb, qoe no Invern serve para con-
servar a temperatura agradavul, le-se ama ins-
cripgo latina, tirada de om breve de Pie IX e
enjo seolio o seguate : A creang que entra *u
bom cununho, t ielle nao se afastar, nem mesmo
na vtlhtce.
Tudo sorprende, tdo encanta n'aquella raasso
onde o coragao desabrocha e a alma se rego>ija.
N'uma das paredes da sala estao lascriptos es-
tes doas versos do illustre Emilio Descharaps, o
apostlo, o poeta e o patrono da obra das creckes :
Uo Enfant-Dieu sanva le mondo.
Et le moude aojourd'hui sauva tous les enfan'.s.
Tudo all se acha convenientemente disposto'
segaodo os preceitos da economa e da hygiene.
A casa de banbos, a pbaraacia, a guarda roupa,
o lavadonro e todos os mais aceessorros de que
pode langar mo a mais solicita e maiernal previ-
dencia, deviam servir de estuJo aos nossos com-
missarios, para apresentarem ao governo um re-
latorio minucioso sobro to importaate assumpto
a fim de que entre nos seadoptem estabeiecimea-
tos de beneficencia desta ordem, anico meio ra-
cional de repressao nao s dos infanticidios, mas
das freqnentes exposigoes que se do as trras
onde se diUkulta a entrada das criaogas na< rodas.
E muito para desojar que a mi pos-a ler au p
de si e amamenlar seus albos, reuomdo esta doce
oceupago, ao encargo de dirigir ou tratar da eco-
noma domestica. Mas nem todas, as mais pdern
dispr do lempo necessario para essas oceupagoes.
A pobreza obriga a trabalhar, a sahir de d'a, a
abandonar urna crianga de peito, e a confia-la s
v sinhas, que ordinariamente a tratara mal ; ou que
tambem nao pdem, pelos motivos que eisamo? di-
tos, dispensar-lhe o cuidado necessano. Muilas vezes
a crianga tica confiada a outras de mais idaoe.u que
a expoe aos maiores perigos. E' para estes casos
qae serve a creche, que Ihe. da proteegio e segu-
ranga, durante as horas em que a mi se entrega
ao trabalbo para ganhar o sustento de cada da.
Q peasoal dos admitidos na creche da exposijo
compo"e-se de criangas, cojas pas, estaodo emprt-
gadas como oparanas no palacio industrial, pdem
as horas de descanco ver e acaraciar seos (lirios.
O Sr. Maibeau foi o inventor daquella maravi-
Iba de caridade. Ih um livro de registro onde as
pessoas qae visitara o eslabelecimenio Ihe coasig-
nara admirago e louvor.
To bello livro sera' para o Sr. Marbeau a a-ais
agradavel e invejavel recompensa.
Este accessono da exposigo, com quanto nao
diga respeito a arle ou iudu.-lria, esa' all moito
bem collocado ; porque todos os inventos de utili-
dade publica devem estar bem patentes. All os
(iiltereuiis povos do universo vo passar em frente
daquelle portal sobrepujado por ama cruc. Talvez
lo bello exemplo provoque alguns projectos de or-
ganisa^o^s samelbantis, que com poocas despezas
se pdem levar a fffelto.
Parece-nos qae entre nos o estabelecimento das
creches, devido iniciativa e a proteccao dos parti-
culares, seria de toda a conveniencia para a mo-
ralidade publica ; porque, alm de constituirn
um abengoado meio de, sem risco de promover os
infanticidios, obstar ao incremento das exposigio-s
que todos os annos vo augmentando de urna ma-
neira conslderavel, diminuirn as despezas com os
expostos, sem comprometer a sua existencia, nem
prejodicar o seu deseuvolvimento moral.
liOterla.- A que se acha venda
a 371 a beoeflcio do convento do Garmo
do Recife, que corre; :abbado 14.
Passageiros do vapor nacional Craunro do
Sul, entrado dos portos do sol: major Jos Joaquim
Cclho, sos stnhora a ama fiiaa, capito Francisco
Jos da Exaltago Maniva, capito Manoat Joaqnim
U-'llo e 1 fliho, ten en te Jos de Souza B., alferes
Antonio Gongalve?, commissario Antonio Emilio
de Faro, Exms. Rvms fre Manol de S. Caetano
Piolo, fre Joviniano de Santa Gerirudes Baranna
e 1 criado, fre Augusto da Im maculad a Cooceigo,
Joo Ozorio de Castra Sbeiel, Lino Ferrira da
Silva, Antonio Goncalves Agniar, Miguel Locas A.
Mello, William Prager, Manuel da. Costa Ribeiro,
D. Emilia Candida Rodrigues e 1 escrava, D. Mara
Pereira do Bomfirn Moreb-a, lligael Soares, Fraok
Horseley, D. Elizla Broad e 1 filbo, Sabino Francis-
co Mumz e 1 escrava, Leocadia da Gema, Feliciano
Cyrlaco Pereira, Joo Antonio Machado.L. Delowcb,
Jos Pereira Gomes Jnior, Anastaclo Pires d'AI-
meida, Dr. LeopcHdioo Antonio da Fonseca, sna
senbora e 5 escrvos, Manoel Joaqnim Gongalves
Ferrira, D. Jos Aoglada y Poot, Antonio Jos D.
d% Silva Braga, Pedro Ortiz Camargo, 2 cadetes,
45 ex-pragas e 3 pragas de polica.
Segoem para os portos do norte : coronel Manoet
Ignacio Bruce a sua familia, tenente Pedro Baptls-
ta Guiarte, alferes Camilo Jos Araujo Nobre, An-
tonio Pereira de Araojo Jnior, Jos Goncalves P.
Faite, Macote A. Jos da Silva Coored >, Rosa Vic-
torias, Jas Jacintno de Lomos, 28 ex-pragas e doas
mulheres.
Casa db dbtbxqq.Movimeuto da casa de
detengo do da 6 de setembro :
Existiam (presos}*, entraran) 3, sahlram 3,
extstem 299. A saber: oaciotfaes 108 : mulheres,
6, estraogeiros 34. mulheres 1, escraves 47, es-
craras 3. Total 99.
Atimeoudos a casu das cofres,provin.cii.es
141.
c
I '
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-
^
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, i
CSniTEBlO
correte :
publico. "Obltaarlo do dia f do


r
i
aataai

alarlo de Pe/naattfeae Seguala letra ft 1% etembro de
IW7.


Manoel dos Santos Amor, Porlogl, 45 anuos, ca-
sado, Recita ; tfyarrbea.
Beraardo Ignacio da Jesae, Peraambuco, 70 anuos,
casado, Bn Visu ; anemia.
Bernardina Mara de Mi, Ptraasaboeo, 78 anuos,
Yiuva, Racfe ; congeslao cerebral.
Mara di Cooceijio Lope* de Oliveira, Pernamba-
co, 25 annos, soltelra, Santo Antonio; tobaren-
los pulmonares.
Lalf, Peroamboco, 3 das, S. Jos* i peritonite.
Loureoga, Peroambocj, 7 tonos, Tiara, S. Jos :
bydroplsia.
Javentmo, Pemambneo.a aretes, Recite : dentlclo.
Felicidad*, Parnambueo, 11 anuos, escravo, Santo
Oaniel, Pornambaco, J dias, escravo, Santo Anto-
mo ; debilidade.
%>m *+
C*M4 JUWCHtH.
TRIH^rf 1L Ift.t RELlClO
SESSAODE6DlSSBrKSIaOOE 1867. .
rKSlDSWCIA DO KXM. 8B. CONSH.BKIBO SO0&..
As 10 horas da maohia, presentes os Srs. desera-
bargadores Santiago, Gltiraba, Loareoeo Santiago,
Aloeida'Aibuijaerojut, sotta, Domlogiies da Silva,
Ucnoa CaValcaute e Soaza Leio, (altando os Srs.
desebmrgadores Guerra procurador da'eorfla o
Assis, abrio-se a sesslo.
Passados os fetos deram-se os segnlntes Jorga-
meatos:
krniLkqRS crims Appelfwte, ojoii; apptf-
lada, Mafia Severa das Prareres.A" OTO Ja-
ry. Appeltanie, Cacfmlro Lucio Tavares? apella-
da, a jastica.Improcedente. AppellaaU, o jnizo;
appellado, Manoel Francisco da Trmdade.\' doto
jurjr. AppellajHe, o promotor; appellado, Francis
co Antonio Negrelros..V nove-jury. Appallantes,
flonndo Jos Baptisu e oulror appellado, o Jal-
zo.A noTojary. Appellaate, ot, escravo ap-
pellada, a justica.Reormadaa peaaem 100 acei-
tes, e ierro por tres rooies ao pane*.
haws oups.Concedeo-se ordem a Jas Ha-
ooel Bnarra para a-sesso ds lOfo crrante.
deugencia CKtMB.Goot vista ao Sr. desembar-
gador procurador tf jusUca.Appellante, o jalao ;
appellado, Jos de Sonta Xanas. AppeUaote, Ale-
xandre de Barros Arrala; appellado, Alexaadre
Pereira de Sooi.
deugbnci.v ervL.Ao Dr. carador feral.Ap-
peUaote Ju.- ai vas Birbosi; appellado, Engracia
do Amparo Santa Ros.1
Assignoo-se da para jalgamento dos segalntes
feitos :
ai'pki.lacOes civis. -Appellanle, Manoel Goncal-
ves de Pinho; appellado, Joo Bapltsla Pedro-
so. AppeUaote, Antonio Joaqulm de VasconcaHos;
appellado, Dr. Felfppe Nery Collaco.
appelucao chiste .^Appellante, Pedro Rodrigaes
de Lima; appeHada, a justici.
PASSAGENS
Do Sr. desecbateador Santiago ao Sr. desem-
bargador Gitirana.Appe|lac5es civeis: appellaa-
te, D. Mara Ciseiro Freir de Moraes: appella-
do, J jiju) Pereira Bastos. AppeUaote, Joio LaU
Ferreira Ribeiro; appellado, Joo Mirqo.es Fer-
tundea.
Do Sr. desembargaJor Gitirana o Sr. desembar-
gador Gaerra\ppellacd"es civefs: appellante,
Eiuirdo H. Bramab; appellado, Joo Paulo Car-
nelro de Soozo Bandeira. Appellante, Soasa Ao-
drade & C; appellado, Joo Biptista Braga.
Do Sr. desembargado? Loareoeo Santiago ao Sr.
desembargador Almeida Albaquerqa.Aopella-
cio crlme : appellante Joio Francisco Moreno;
appellado, o jnizo. Appeliago crime : appellante,
Manoel Pioto de Araojo Filbo; appellados, Porteila
Do Sr. desembargador Domlogaes da Silva ao
Sr. desembargador udia Cavalcante.Appellf5es
civeis: appelUnte, Jos Rodrigaes C lUo ; appel-
lado, Dr. Antonio de Meneies V. Dramaiond. Ap-
pellante, D. Clara Tneodora da Fonseca; appellado,
Manoel Jos dos Santos.
Ao Sr. desembargador Motta.Appellacao ci-
vel: appellaate, Luiz Antonio de Souza Ribelro;
appellada, a viuva do coronel Bsolo Jos Lem -n:n
Lin5.
Do Sr. desembargador Ueba Cavalcante ao Sr.
desembargador Souza Leo. Appellag^s ci-
vejs: appellante, Francisco Jos de Campos Pam-
plona ; apoellada, D. Hmriqueta Elysa Umk.-. Ap-
pellaue, l);lo Alves da Cror; appellado, Joaquim
da Silva Costa. Appellaate, Antonio Joaquim Gon-
calves; appellada, D. Fianclsca das Cbagas Ban-
deira de Mello. AppeUaote, D. Maria Joaquina
dos Sanios Abren; apellado, o empreiteiro de tri-
Ihos urbanos. Appellagdes crines: appellante,
Jj5o Jos dos Santos Jooior; appellado, Joo Alves
de Vasconcellos. Appellante, o jnizo; appellado,
Sabino Hilario.
Ao Sri desembargador Santiago. Appellacao
civsl: appellante, Jos Amonio da Costa Sa; ap-
pellada, D.Ritta de Cas-.ia Vieira Cavalcante.
Do Sr. desembargador Soaza Leao ao Sr. desem-
gador Santiago.Appellagojs civeis: appellaate,
appelUntes, os berdeiros de Francisco das Chacas
Cwalcante; appellado, o bacbarel Christovao Xa-
vrer Ljpes. Appellaate, D. Aaaa Tbereza da Je-
sos; appellado, Jos Martins da Silva. Appellan
t, Amonio Dias Martins; appellada,
ra de Soaza.- Appeilacoes criases: appellante,
Joo Vctor Corroa Secaplra; appellado, Jos Ray-
oinlo Cortez. Appellaate, Ignacio Francisco Car-
ra i\ appellado, o jnizo. Appellante, ojnlzo; ap-
pellado, Tocmoteu Francisco de Oliveira. Appel-
lante, o escravo Joaqalm appellada.a jnstica.
Eacerrou-se a sesso a ama bora e tres qaartos
da tarde.
o qnefsoso :
os eradire njanL'88 : wez doze l
*^ij0 y. da8ila Barfoa.
C
da para matar jado saino na casa d saa real- para mlnt, aw.1 "i ^
deocia a ra do Raogel n. 58, ama Tet qae con- ~ *
serve o quintal da mesma casa sempre limpo,
toaforme recom monda o artigo B* das posturas do
10 de novembro de 1833. Coneedea-se de con-
formldade coa a Informadlo.
Oalro do Bacal da fregoezia de S. Jos, eomma-
nlcando ter o respectivo aferidor declarado qae o
braco dS balaoea, qae se-re no repeto, nio est
em estado da servir, o sloda qua seja eoncertado,
nao oca capaz, e sendo necessario oatro, pede a
oamara, qae se dine mandar fornecer-lhe.-Que
o procurador forneca.
Outro do fiscal da Boa-Tlsta, eommanicando ha
ver termo de Inffacdto contra Antonio Orsiat
Martins, por estar edificando ama casa eom SO
palmos de frente,, sem ser de conformidade com o
disputo nos ariigos 11 e do (talo 7 das pos-
taras de 30 de Janlio de 18W, e da mesma forma
contra Joaqalm Aarellano mestre da obra.-Qae
se declare ao fiscal remeta os termos ao procu-
rador afina de serem levados a jalao.
Outro do mesrno', Informando contra a preten-
clo do Antonio Francisco da Comwcao de collo-
car na armazem n. 8 da Poole-Tsrha, ama machi-
na a vapor de forca de dous eavallos, para moer
carlo de ossos de animal. A commisslo de
saade.
Despacbaram-se as peticSes de Carlos Muniz de
Almeida, Franeieo Soares Tehtelra, Francisco
Leopoldioo de Gusmao Lobo, Marcelino Jos Lo
pes, Manoel Al vea Guerra, Manoel Jo, da Silva
Marques1 Htnol Ferrelri' Bartbolomea, Manoel
Gomes Vlegas, a mesa regadora de S. Pedro'Apos-
tlo, Vicente de Paula OilWra Villas Boas ; e le-
vantou-se a sesso. Ea Francisco Canato da^oa-
viagem, secretarlo a subscrevi. -Pereira Slm5es,
pro presidente, Dr. Miranda, Santos, Reg, Fond-
ea, Dr. Pilanga.
Ddos
,it.i d..M.d.iirtii!d?;^r.iss.?;o
Gommanicados
Porto de Peraambac.
A Idea do mibfamento do nosso porto tem ulti-
ma mente merecido as honras da discnsso. E* elle
ama necessidade de grande alcance, e qua vem
desenvolver n'sta proviocia o futuro a que a Pro
videncia destinoo, collocandoa na posiclo geogra-
pbica que oceupa.
Ha peno de qaatro anaos qae conbecemo o por*
lo, e temos aeompanhado as differen.es mndaocas
por que elle tem passado.
Tendo lido nltimamente com atteo;io as diversas
memorias, qae a seo respailo se bao escripto. r* I
ceiamos que depois de ionga discnsso, se adopte o C*0-
plano peior e o mais dispendioso, c:mo por ah se
diz, praxe entre nsl
Principiando, pois, por declarar qae nao somos
enenhiiros, qoe era a issb tamos preteoefos, nao
occnltaremos tambem- qae temos visitado grande
parte da Europa, e que nos tem merecido 'parti-
cular atteocio os difrerents portos do mando, qae
temos percorrido, e nao sao alies poneos.
E como em lagar da gaohar, so dispendemos
com o dar pobUcidade s nossas ideas, e nenhnm
em Peraaabneo, aos 26 e Ja-
Iho de 186*.
De ordem da directora te taz sefente sos Srs.
accionistas, 400 q Ibaeoaroiro osta' antorisado
pagar o %: dividendo das accoes do baqeo do Bra
slirinseriptas n'esta carta, a' razio de lfOOO.
eiO guarda-llvros '
Ignao Nones Correa,
Novo banco de Pemambuco
Para conbecimeoto dos interessados a di-
reccSo do noru banco dec'ara qae a parti
dol. de setembro do correte anno-, oftWi1
co entrar em lkraidar;Io.
Recife 8 de agoste de IW7.
Noto Banco de Prnmbuco
Era qiNacae.
0 novo banco paga oi^ dividendo de
SiCOOO por acc*b, nos dias atis, das 10 ho-
ras -rtMlHlM.
pkaCa"doeecifl
9 DE SEfEMBBO E 180.
A'S TRES HORAS DA TARDE.
Cambios.Ssccoa-se a 21 d. por l#O0tf sobre
Londres; o de 14C a 190 rs. por eeato sobre lisboa,
sendo o total dos saques effedtbados dorante a
semana de 15,000.
Aloodao. Vendea-se o de PeTnamboco de
115700 a l/>000 a arroba; o de Macelo posto a
bordo a 12*000; e o da Parahyba tambem posto a
bord a 13*000.
AGOABDEirt.Vendea-se a 8i*000 a pipa.
CorjR08.--Oi-fleccos e salgados venderam-se a
170 rs. a libra.
Arroz.-O pilado da India vendea-se a 3*200
a arroba, e o do Maranho a 3*100.
Azira doce.Vendea-se o de Lisboa a 3*900
Bacalho.Em atacado vendea-se a 15*200 a
barrica e a retalho de 47* a i8*00i) a dita ; Qcan-
do eof epoMo 2,500 barricas.
Batatas.Venderam-st a 1*700 a arroba.
Botacmmr.\s.dem a 4*500 a barriqoiflba.
CAri.^Vendea-se -de 5*900 a (JJOlO a arroba.
Cha.Hem de 1*800 a 2*300 a libra.
(fcjA. A duzla de garrafas vendea-se de
a 7*000.
Louqa.- A ingleza ordinaria] vendea-se com
tteresse nos dirige, se nao o de vermos, eom o 335 por cento de premio sobre a factura.
menor dispendio possivel, quanio antes realisado, I Manteiga. Vendeu-se a ingleza a 980 e a fran
esse melhorameoto que mui bem sabemos ser so ceza a 660 rs.
qaestio de lempo, oh i vai o nosso pensamento, que
sendo o da muitos oatros, tido por todos, qae
.tera experiencia do lugar, como o mais rasoavel,
e de frcil realisacao.
Os pareceres que temos visto sao concordes e nds
concordamos tambem, no prolougamento do recife
desde o pico at extremidade sul da barra-
grande.
Temos, pols, n'esse recife, felto pela natnreza no
lagar qae Ihe fol conveniente, ama das paredes qae
formara a grande docca, a qual so precisa ser al-
teada para impedir qne a agua do occeano, salvan-
do por eima, promova a grande marulbada qae
se observa no nosso porto nos dias em qae os ven-
tos frescos de travez coiacidem com a pretamares
de loa.
Feito, pois isto, e escavado o canal, teremos o
porto de Pernambnco um dos melbores, de mais
fcil accesso, mais abrigado, rom o fondo qns se
Ihe qaizer dar, e com capacidade para receber e
guardar grande numero de navios, se por ventara
a escavacSo se estender a corda dos passarinho?, e
ao espajo comprehendido desde a entrada at a
mar pequea, o qae mai fcil e atienta a natn-
reza do fondo.
A uolca obrigaco s pe ser a mi construccSo
de algnus-, s; nao de todas as actuaos paredes que
bordam as margeos do rio.
E' verdade : mas mais fcil, e mnito menos
dispendiosa a constraceso d'elles novos e segaros,
do que o desvio premeditado dos rios, eujo resolta-
do nao se pode prever.
Temos noticia que o resaltado de varias obras
hydraulicas tem falhado com grande desaponta-
mento de abalisados engenbelros, que lt!.-m sido o
raalhor succedidos em maitas oulras.
Notamos que algam dos senbores engenheiros,
qoe emitliram sua cpinlo nao estiveram entre nos,
e d'elles os qae se demoraram algnns dias, creio
qne nao attenderam eoormidade da despexa da
Luiza Morei- 0Dra e do imposto que pesar sobre os navios.
Z.
( Continuaremos.)
CmRiHUMPALDOKEm
3' SSSaO ORDINARIA AOS 22 DE|JUNH0 DE
1867.
PRE51DENCIA 03 SR. PSRE'RA SI.m5eS.
Presentes os Srs. Aquino Fonceca, Gosvo do
R'go, Santos, Dr. Miranda, Dr. Pitanga e Dr. Vii-
las B )2?l abrio-se a sesso e foi li Ja e approvala
a acta da antecedente.
L .a olleio do sub-lelegado 1* suppUale do 2
Oitricto da freguezia da Boa-vista, uaetantrQia-
tino- Galhardo, commanicauJo ter prestado ja-
ramsot) no dia 28 do eorrente, e aenar-se em
xercido do mesmo cargo.Intelrada.
Outro do contador, dlzendo ter a cmara orde-
nado-lhe que passasso mandados de pagamentos
de cu-tas, em qae ecahio a jnstica publica, e
acbantfo-se extincta a varba destinada no presenta
exrcicio para esse pagamento, roga a mesma c-
mara que Iba declara se deve passar ues manda-
dos para qnando a bouver.Que se deciarasse
11 podia passa los no sentido indicado, dellb >rau-
o -se pedir a assembla aotorisacao para despen-
lier-s ate o fim do ercicio, mais am cont de
res.
Oairo do mesmo Informando sobre o qae re-
quej Marcelino Jos Lopes as peli^oes jantas, de-
clara parecer-lhe nada havar qae defrir, visto
como a oertido qae Ibe fe passada esta em ter-
mos.InJeferio-so.
Outro do solicitador, eommanicando ter sido
designado pelo juit municipal da 2* vara, o dia 27
do' correte para o oxame nos livros da muoici-
palrdYle 7 teudeote ao libello qae move esta con-;
ira Jorge Vicior Ferreira Lopes e sea fiador.
Que sa deciarasse ao contador para prestar os ditos
livrcs.
Ouifo do mesmo-, remetiendo a eonta das des-
peras jadidaes, da 29 de abril e 11 do eorrente ;
di qual coasta existir nm saldo a seo favor da
qnanti fc qaatro mil e qaarenta res, pede para
pagaoiehto do mesmo saldo, e das despexas qne
te 11 de [azar, a qnantia de cem mil res.Man-
4 oa se ordem ao procarador para entregar.
Outro do mesmo, dizendo qae o embargo de
Obra atentado contra Joao Pioto de Lemos, pelo
concarto de um predio, na roa do Trapiche, foi
julgadoainda por accordSo da relacio contra a
cmara, pede pois que Ibe determine se deve oa
no embargar a sentenca na cbancellana.-Qae
o sollicitador se anteada a respefti com o advoca-
do o proceda como for de direito.
Outro do fiscal do Recife, remetiendo anv- termo
de vestorla qae fez na casa de sobrado n. 54 da
raa da Cadeia.Archive se.
Outro do maimo, Informando nada haver qne
flppor a pretenfde Nedertc Araot, de concertar
o canno de esgoto qae coodoz o canno mesire da
empreza cambronne, existente no predio n. 2 A
ment.Concedao-se. I
Uutro do riscal da fregaezla de Santo Antonio,
informando sobr o reqaemeato jauto, em -qae
Albino Jos da Silva e Francisco Antonio da Rosa,
proprierits dos predios as. 91 e 93 da ra Di
Publicacoes a pedido
As palavras que o Conservador estampou em
sea ultimo numero com relacio a mira, carecem
de urna rectiQcaco, para que a censura aellas co-
uda injustamente ao mea commandant o Sr. le-
nente-coronel Antonio Francisco Paes de Mello
Birrete nao passe em julgado com detrimento do
sen carcter ; o esta rectificado consiste apenas
na explicarlo seguinte.
O Sr. teneate-coronel entendendo conveniente ao
servico e mesmo aos Interesses particulares de
seas oflleiaos revezar-se o servlgo do aquartea-
mento, dehberou qae este corresse pelos diffe-
reutes capitesdo corpo em prazo fixo ; e assim,
achaodo-me ea aqaartelado ja ha dous metes,
subslitoio-me ao aqqarlelamento pelo Sr. eaplto
Joaqaim Cavalcaati de Albaquerqas, qae a sea
tarno o sera' por outro no mesmo servico.
Esta providencia, porianto, qne atiende i Inte-
resses serios, visto como sabe-se qae todos fies te-
mos oceupacoss, pois nio fazemos profisso habi-
tual de militar, nao pode e nsm deve ser interpre-
tada como o fol pelo Conservador ao sea numero
cima referido.
Antonio Jos Leopoldmo Arantes.
I 11T I OOlfO-'W m
Massa fallida de Sebasti&o
Jos da Silva.
Aos Srs. Alves Uambnger C.
Qnando disse na minha pnblioaoo qae Sr. Ma-
galhes Bastos de aceordo com o curador fiscal
bavia redusido os crditos de cento e cincoenta
contos para trila e cinco, fal a Isto antorisado,
nao, tanto palas amlgaveis relacSes de nm e oatro
senhor, como porque fra o Sr. Aives apontado
psra mtinor exercer a euraderla da massa, por
dito Sr. Magalhaes Bastos; que alias era visto
assi-iuamenie em sea armazem, tratando sobre ne-
gocios d'esta massa.
Suppoobamos porm qoe Sr. Magalbies Basto
nada infiaisse no qae Sr. Alves eslava fazeado,
anda assim o resaltado mostra, qae a lista dos
credores fura orgaoisada, no Internase ou a favor
do capricho do Ir. Magalbies Bastas', e sed genro
padrasto dos orpbos meas tutelados.
E' verdade qoe na primeira reunio dos credo-
res votel para que se dessem os crditos por veri-
ficados para o fim lo somante de votar-se e ser
votado. Mas compre advertir, que n'esssa oeca-
sio u nao ora aluda tutor dos orphaos, nam ha-
via concordata alguma para ser votada.
Na segunda reunio po'rem, quando eu ja' turna
oomeaco de tutor dos orpbos, e bavia apresen-
lado concordata, votaram contra a lula dos cura-
dores fiscaes rei< credores preseales representan-
do tres qaartos do passivo da massa; mas (oran
veacidos pela maiorta numrica, representando
apeoas a decima parte d'ease passivo.
Os 8rs. Caradores fi caes vtram que terminados
os trabamos, aqoelles credores pediram, qae se
flzesw at respemiTa acia um pretesto -dTlwNlra-
cao de vol: a qm Mes fofceoacedldo.
Fotem euuseiineneta iTasse protesto qoe o adro-
gado do Wt A orfthlns lombroa-W a aggravo-
como mero de repataglo a avor dos fielmos_or-
phioj ; porque para se darem os crditos por
Massas.Vender%m-se a 7*000 a calta.
Oleo de unhaca.Vendeu-se a 2600 o gala \
Passas.dem a 10*009 a eaisa.
Paastnrros.Vnderam-se a JOfOOOn^rroba.
Qoeuos.Os flaraengos venderam-e a 2400
cada am.
Sabao.Vendea-se o ingles de 140 a 145 rs. a
libra, e a 200 rs. o do Mediterrneo.
Vinagrb.Vendea-se o de Portugal de85000 a
UO* a pipa.
Touci.viio.Vendea-se o de Lisboa a 9*200 a
arroba.
Vinhos.-Os de Lisboa venderam-se a 200* a
pipa, e os de oatros palzes a 170*000 a dita.
Velas.As de composico venderam-se a 580
ris o pacote de 6 velas.
Descont.O rebate de letras regulen de 7
a 9 por cento ao anuo.
Fretbs.Para Liverpool, carrejando em vapor,
1/2 d. por libra 5 /
Compra se am escravo ou os:rava; na roa
do Motccolomb n. 44.
MOVIMENTO DO PBTO
Navto entrado no-dia 7.
Assn* II dias, hiate nacloBat Emilia, do 135 to-
neladas, eaplto Trajano Aniones da Costa, qol-
pagem 6, carga sal e oatros gneros; a Jos de
Sa' Leitao Jnior.
Navios sahtdos no mesmo da.
MacanHlan brasilelro Flor do Tito-Grande, eapl-
to Miguel Arcbaojo da Costa, carga difforantes
gneros.
Rio-Crande do Sal Patacho brasilejro Arroio-
Grande, capitio Joo Gaspar de Oliveira, carga
sal e oatros gneros.
JVafM entrado no da 8.
Rio de Janeiro 6 dias e 13 horas, e do ultimo
porto 13 horas, vapor nacional Cruzeiro do Sul,
de 1,117 toneladas, commandante Alcoforado,
equlpagem 65, carga diferentes gneros; a An-
tonio L. de Oliveira Azevedo & C.
Novios sahidos no mesmo dia.
Rio-Grande do SolBrigae nacional Ai.'a, capi-
lo Joaqalm Antonio do Soecorro, carga sal.
Porto Brigue porlugaez Unido, capitao Antonio
Jos Lucas do Sobral, carga algodao e oatros
gneros.
ObservaqS:
Fandeou no lamario nm brigue inglez, mas
nao levo communlcaco com trra.
EDITAES.
O Dr. Francisco Los Caldas, cavalbeiro da or-
dem de Cbrislo, juiz municipal o de orpbos,
primeiro sopplente em exerciclo do termo de
Ollnda, por sna roagestade Imperial e constitu-
cional que Deus guarde etc.
Fago saber aos que este edital virem, que por
este juizo se ha de arremattar por venda, lindos
os dias da le, e pragas saccessivas, qoe lera la-
gar o ultimo, no dia 14 do prximo vlodooro mez
de setembro, pelas 10 horas da manb, a porta
da casa das audiencias; os teas seguintes : nma
taberna sita nesta cidade, no largo do Amparo, em
as tojas do sobrado denominado do poeto, cons-
tando a dita lab.'rna, da armaco, seus perlences
e gsneros, avallada por seiscentcs o qaatro mil
setocentos e sessnta res; o pertencente ao casal
do finado Beoediclo Jos Uarle Cedrim, a qua!
vai a praca a reqaerlmento da inventarame Tbe-
reza de Jess Cedrim, va va do dito finado.
E para qae ebegae ao conbeclmento de lodos
mandei passar o preseote que sera' aluzado no
lugar do costume e publicado pelo jornal, dado e
passado nesta cidade de Olinda, sob mea slgnal e
sello deste juizo, ou valha sem sello ex'canss, aos
20 de agosto de 1867.
Eu Francisco das Chagas Cavaleanti Pessoa. Es-
crivo da orpbos o escrevi. Francisco Los Cal-
pas. Ao' sello tresenlos res". Valha sem sello ex-'
cansa. F. L. Caldas.
Santa Casa da Misericorda
do Recife,
^Anima.jnnta administrativa da Santa Casa at
* ia dbTlecITealnda azer publico qui
Massessoes, no dia 12 do correte pe-
FII tf~ e ser arrematada; a
as rendas dos pre-
MUl|ele(iDieatw o earidade.
n~* Rmi Padre Moriano;
dem dem n. 17......
_ -> Roa do* Pescadores.
Cuaterroaa. U......
., ,, Ra das Calcadas.
dem dem n. 38........158*000
J^oa.a-.aosoffldtn.1^'!0-
Tereeiro andar dem dem ...
^omb.V.aB,^Rod'- .
.....; ~m
lo.
Pretende seguir com malta bre?K,ad8 !,e,eirc
palhabote portognez Ntta Sorte, tom pa/fe de "
carregamento engajado, para o reslo qne- .-he [al *
tratase cem os seos Icoosignatarrss Antotf'o *'DI
de Oliveira Azevedo & C, no sea escriplorio rI
da Cruz n. 37. *~
182*500
186*000
216*0(0
3003000
301*000
Para a Babia.
Pretende seguir com molla brevdade o veleiro
e bem conbeeido palhabote Doi.j Amigos, frn par-
te de sen carregamento prompto, para o resto
que Ibe falta tratase com os seas consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no sea en-
erfptoria roa da Craz a. 57.
m
m
Becco do "Qaiabo.
t^Merrean.^0. .....
' Roa tas Calgadas.
Casa terrean. 36 .
n Roa do Padre Floriano.
Ca terrei n. 47......
Patrira#m# de orphos.
_ Roa do Sebo.
Gasa lerrea n. 13 ..... .
o Pires.
96**000
144*000
176*000
168*000
dem n. 39.
dem 67.
Roa'da Cacimba.
217*000
121J000
84*000
Cas* terrea n.
Ra dqPilar.
ua dofiangel
56.......301*000
Rna-fle S. Goncalo.
Cmurroan.84. ... 194*000
. Roa do^iguk).
PslaWro andar do sobrado n. 27 111*000
..__ ._. Roa-do Pilar.
Idm.105..........144*000
IdMtfcltt...........20?*000
p*8*"-"^.........256*000
dem n. 103.........200*000
"emn-fl*.........201*000
Sitio n. 5 no Forno da Cal. 150*000
dem. n. 105. : 144*000
As arrematac5e3 serio feitas pelo tempe de nm
anuo, devendo es licitantes virem 'acompanbados
de seus fiadores oa manidos de c*rtas destes.
Secretaria da Santa tosa da Misericordia do
Recife 5 de setembro de 1867.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Sooza.
Roa das Cinco Pontas.
CoDselho de compras navaes
0 con seibo p romo ve no da 11 de setembro pr-
ximo v.'nodro, ivfsta de propostas recebidas al
ai 11 horas da manhJa e sob s cond[c5es do esty-
lo, l compra dos seguintes objectos do material da
armada.
Para provimeoto do almoiarifado de
marinha.
800agulhas de lona e Brim, 1 amarra de ferro
de 9|8 de grossnra 6 ancorotes para bateloes, I
peca de cabo de cairo de 4 i i_ pollegadas, 40 ca-
dernaes bb de 4 a 12 pollegadas, 1 escaler de 4
remos, 60 pecas de lioha de barca fina, 50 ditas de
lona larga da Sassia, 50 moitoes bb de 4 a 12 pol-
legadas, plvora marca torre, 10 mllheiros de pre-
gos caibraes, 2 pecas de tpele, 6 dozlas de laboas
de cedro de 3)4 de pullegada, 4 dozlas de laboas
de cedro de 1 pollegada, 4 arrobas de tachas de
cobre, 40 milheiros de tacnas de ferro, 2 vorgoo-
teas de pioho de 42 ps iaglezes de comprimento,
16 pollegadas de dimetro em ama ponta 10 na
ootra, 200 Vidros de vldraca de 23 3|4 pollegadas
mglezas de comprimento e 16 1|2 de largo, e 20
arrobas de zrnco erra barra.
Para o Para*.
1 pega de cabo de lintn de i 1[4 pollegada, 2 di-
tas de 1 1|"2 atta, 4 ditas de 2 dita?, 9 ditas de 2
i|2 ditas, 1 dita de 2 3(4 ditas, 11 ditas de 3 ditas,
1 dia de 3 I (2 ditas, 3 ditas de 4 ditas, 2 ditas de
5 ditas, 50 foltias de cobre de 28)0
Sala das sessoes docon*Hiode compras navaes
31 de agosto do 1867.
O secretarlo,
___________Alexandre Rodrigues dos Aojos.
eMitiS mu
Pela adminislraco do correio deela cidade se
faz publico que em virtnde da convenci postal
celebrada pelos goveroos brasilefro e francez, se-
rio expedidas malas para Europa no dia 15 do
eorrente mez pelo vapor inglez.
As cartas serao recebidas at duas horas antes
da que for marcada para a sahida do vapor; e os
joroaes al tres horas antes.
Administraco do correio de Peroamboco 7 de
setembro de 1867.
O administrador,
____________ Domingos dos Passos Miranda.
Pela adminisiragao do correto desta se faz
publico que buje (9), a's 3 horas da tarde, fechar-
se-bao as malas que r> vapor Cruzeiro do Sul tem
de condozr para os portos de norte. Os jornaes
serio reeebidos at o meio dia, e as cartas serao
adraittidas a seguro al as 2 horas.
AVISOS MARTIMOS
DECLUUCOSS.
~"
O conseibo de compras do arsenal de guerra
precisa comprar o seguate :
' 500 mema de sola.
20 duzias de taboas de louro para assoalbo, de 10
a 14 polegtdas de largara e de 25 a 27 palmes
de comprimento.
2000 pragoa de assoalbo n ,
As pessoas", q^r qnlzerefty'venasr os referidos
objectos, aprsente as sna propostas na sala de
ccnselbo, a's 11 horas do dia 13 do correte.
Outrosim o conseH ebibja a' atteocio oseo
aanoocio publicado no di 6 do correte, pelo qoe
diz respeito a ornamentos de Igreja, do que um-
bem recebera' propostas oa mesma occasllo.
I Cooselho do eompras do artonal de guerra, 9 de
setembro de i87.
Jos Mnria Rdefooso J. da Veiga P. o Molla.
Secretario.
reitavpedera que Ibes toaooda collccar na entrada verificados necessario que a voracio seis
do bewdo4erigdo, que-mandara calcac, um
ou dous frailes de pedra, para impedirem o tran-
sito de tetro$zi, pols delle resorli o estrago' ods
oitnes.--aos- dfsoaproWo.Avala U' tofbrmaoio,
MBea.e a oollocacio Ttq2H*ii, tuaU am ra-
do PiWlorano5-,U ***** *"**:* "** *'
vi ?t$J21&J!!"'lLni* r^loaflnWtKrde fJtelimos acoarlo de am otfo Sr."f5btf ttnW
VI ctorlao Jos Cavaleoats, deetara o navor tn-> .so nao dir' oara-aommlf avista do oarooor o
coa veeate m *t*a,i*.|i^.w%.-.sOTSpl^^
me. Assim, basta qoe um crdito seja mpo
para qae se proceda a nomeaco da commlss
veriflo4{io de crditos. O qae se nio rei".
Conclalndo digo qae Dio miaba imaocj
gradir ao Sr. Aires (como elle jatgooj com
allaz leabo vivido como bom vlsloho e col...
apoaas accideotilmente, e sem declinar oomes,
-*
m
No'dU'9 do c
ca do sr. Dr: ]
vista, se ba de
_jtcia no Corred!
de, os segnints onj(
asaH M Wf* Galistra, por eOocl*
Cooittatitw Montelro.
a'fiada i u-
r-* districto da
po>tt de sore-
as 4b*Fia4>#-
6 cadelras de amaflo,
mafqtlbaa 'de madelra de an-
redondl de mel de sala, de
mesa de ps torr-
COiWPAlHW BRASfLEIRA
. DE
PAQUETES A VAPOR
E' esperado dos portos do norte
at o dia 19 de setembro o vapor
Santa Cruz, commandante Gui-
Iherme Waddingtoo, o qual de-
pois da demora do costme se-
goir para os portos dio sol.
Recebem-se desde ja passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir a qual devera'
ser embarcada no dia de sua chegada, encmmen-
das e dinbeiro a frete at o dia da sahida as 2 ho-
ras. Previne-se aos Srs.' passageiros que as
passagens s se recebem nesta agencia ra da
Cruz n. 57, escriptorio de Antonio Luiz de "Olivei-
ra Azevedo 4 C '
&OMPANHIA PERN&M6CANA
DE
Navegago costea por vapor.
Macei e escalas, Penedo e Aracajo'.
O yapar Meng ngue para os
portos aeima'no dia li do cor
rentlpelas o horas da tarde. Re-
cebe carga somente at o dia 13
ao mel dia ; eocommeadas, pas-
sageiros e diobeiro a (rete al as i horas da Urde
do dia da sabida : escriplorio 00 Forte do Matos
DE
Navegac eostifo pov vapor.
Parahyba, Natal, Maeo, Aracaty, Ceara' e
Acaracrj'.
O vapor Tpojuca, commandan-
te Martins segu para os portos
cima nodia 14 do eorrente pelas
5. horas da tarde. Recebe carga
__________ at odia'13 ao meio dia, passa-
geiros, eocommeadas e dinbeiro a frete at as 2
horas da tarde do dia da sabida : escriplorio no
Forte do Mato, a. 1^, ^ ^ .^ u------^
*r
DAS
Messageries Imperiales
At o dia 14 do crreme, me* espera-se da finS
ropa o vapor francei Estramaiure, o qaal depois
da demora do ceisswjtf o#olrJf para a Babia e
{tordo Janes: para cenaice?**, frotes 0 paita-
lana wwroa agaawa-,Ban]f> Trapicha a- 9.
DE JT A \EI liO
Sahlra' com malta Irevidade para o referido
porto, por ter a maior parte da carga engajada, o
palhabote portugnez Oezenove de Junlw ; para o
resto que Ihe falta, pode tratarse coto o consigna-
tario Davia Ferreira Bailar, roa do Brum n. 66,
ou com p capitio a bordo.
"Tara o Kid de Janeiro.
!*ara o Rio de Janeiro dev seguir o mais
breve possivel o patacho nacional Valentt.
que tem maior parte da saa carga prompta,
*ra a qoe anda Ihe" faifa e scravos a frete
trata-se com o respectivo capillo, oa com
os coDsigoatatSs Marques Barros & ., na
Praga do Corpo Santo D. 6 '2o andar.
1 -
Aiten$ou
Ser bem gratificado,
Gontioa i estar futido o escravo Beroardo,
cabra falo, tem 38 xocm, pouco msii, eabellos nm
pouco sollo?, an fatar a barba, olhos casianbos e
amortecido?, belcos'clfllo?; magro, baizo, por-
oas aeanjajnadai, j est fgido ba lempo, e sop-
lo-n estar S?o|ilad"j na encruzilhada de Belem
por la er psrcelro os s-nbores dello : roga-se
as autoridades policlaes sos senhre capitaes de
campo a sna apurehenso e leva-I o a' saa senoora,
oo engeabe Arariba do cima, barunoza do lpojuc.
00 nesta prja nos Celbos, a Ignacio de Assis
Brlto.
-
1----
---------
LEIIOES.
LEiL\0
De muas e burros
O agente Oliveira rara' leilo por coma e risco
de quera pertencer, de 71 muas e 5 barros para
tirar raca, sendo os mais lindos animaes e de su-
perior qualidade que a este porto tem viado, exis-
tindo entre elles ptimas parelbas para carros e
chegados proilmaroenle de Montevideo pela barca
bamborgaoza Sophu, capiUo G. Boliien.
A superioridade destes animaes, sobre quaes-
quer outros de BuenosaAyres oa de entras proce-
dselas, por certo animara' a concurrencia de se-
nhores de engenho o oatros entendidos, ao leilSo
qoe tera' logar
HflJF
as il horas da maanaa no deposito a ra do-im-
perador 0.14, Jefroote da Igreja de S. Francisco.
LEILAO
DE FERRAGEM
Constando de
Ps de ferro, serrotes de differeotes tama-
nhos, martellos e cagjrolas estanbadas
com ps.
Terga-feira i O 3e selembro.
O agente Pinto tara' leilo por conta e risco de
quera pertencer de um SortlmeBto de ps de ferro,
serrles, martellos e escarolas, as 10 horas do da
cima dito em seo escriptorio roa da Cruz n. 38.
LEILO
SEN00 :
Alexandre, mulato, de idade 40 annos.
Rodrigo, crioolo, caraploa, idade 26 annos.
Rufino, dito, pedreiro, idade 22 annes.
Crdelro Slm5es
levara' pela segunda vez a leilo os scravos ci-
ma mencionados pertencentes a Tinada D. Alexan-
drna Gibson, servindo de base a cffjrta obtida no
leilo de 4 do eorrente.
Terca-felra 10 de setembro
as 11 horas a' porta do predio que foi a Assoeia-
co Commercial largo do Corpo Santo.
liar
De movis novos r. hfados a diversos
r (ogros.
felo agente Martins a ra do Imperador n. 16,
as 11 horas.
Terga-feira 10 do corrate.
De 13 barris cam po!assa avariada.
(Sem limites.)
Peo agente Martins ra do Imperador n. 16,
as II horas.
- ______Terga-feira 10 do correte._______
O agente Pontual competentemente antorisado
tara leilo dos seguintes predios :
Um sobrado de dous andares e soto oo bairro
do Recife, becco do Campello n. 4, cujo rendimett-
10 annaal 624.
Urna casa-terrea na freguezia de S. lo. ra
dos Copiares o. 17, que rende annualmente 192;.
Urna casa terrea no bairro da Boa-Vista roa da
Alegra n. 22, tendo quintal e casimba meeira e
cuja renda annu?l 144$.
Urna casa terrea tambem no bairro da Boa-Vista
ra da Conceicao u. 62, com grande quintal plan-
tado e no qual ba urna excedente cacimba e nm
telheiro, rendendo annualmente 216$..
Um terreno com cem palmos de frente o eem
de fundo, contando as frentes ra do Deslio na
Boa Vista, 5 casinbas de pedra a cal e no fondo 2
de madeira, nma cacimba e daos arvoredos, O can-
do no oito das primeiras a roa do Socego e ren-
dendo todas ellas 4904 por anno.
Um qua oro com 27 casinbas de pedra e cal tam-
bem na Boa-Vista roa do Socego, todas em bem
estado, tendo ao fondo ama latrina de pedra e ral
com esgoto para a mar. O reodimento destas 27
casinbas de 1:620$ annualmente.
O pretendeates podem examinar estes predios
nos lagares indicados e para intormacoes diri-
jan) se a' roa da Cruzo. 62,1 aodar, onde se ef
fectoara' o leilo:'
Quarla-feira ti de setembro as 11 horas.
AVISOS DIVERSOS.
eaoMola com o mWro f-na ruada Cadi VaSa
a. i, no 2* andar. '%
Quem tlver acbado orna palseira de cabello
encastoada eu ooro, desde a matriz deUl los,
Cinco Pontas, ra Drelta, pateo do Livramen|o e
ra da Penha, quelr levar roa dos Aedtfgufnhos
n. 18, qne ser recompensado generosamente.
Dinheiro premiq,'
JD-se dinheiro a premio mdico, sobre
bypotheca de imraovofc, em qnaatias supe-
riores a um cont de ris: trata-Se no car-
torio do tabelliSo Portocarreiro.
Adrafi & Rege tem encarrilado ao Sr.
Manoel Jos Martins das Naves para cobrar arnl-
gavele- Jodletifmente de seris detedoes nestt
pr-_______________.
Baixa
Perdeo-scoa qnlnta-reira, 3 do crtenla mez,
ama baixa de voluntarios da patria do batalho
26, e pede se a qaem a achar, que teoba a boada-
de dlrlgir-se a m das Aguae-verdes o. 32, seguo-
do audar, que ser generosamente gratigeado.
Ifaroa da. L'ngoeu n. 43'deSjs fallar
cem o Sr. Joo Jos de Paiva a negocio qne nio
Ignora, do contrario poblicarei qnal -seja o ne-
goeio. --- r, r
lee
QoecB precisar de nma ama d
loo, dirjase a roa das Cinco Pontas
Alagato nma casa mullo
\*i % aleovas, cotia* a ra,
ehnba: na Capnata, a ai
^bos^rvaVdgrSStiS
de sanana a roMBajnto Anrtrn
sent-
144, qne
Flio no dia 3. do eorrente do eog-nho Haiz
iregoez da ada, o escravo Beroardo, idade 28
auno?, crioalo, com 0$ sigaaes segaiates : alto
seco, cabellos earap'nbos rosto redondo, feicoes'
regulares, poQca barba, cor preta, tem urna cica-
triz em nm dos caleanhare que e toroa visivet
presurae-se estar em Bengalas fregaezia da Li-
ra oeiro oa nesta praca : quem o appreheoder po
deri leva lo a roa das Crui-s n. 11 ou no engenho
cima indicado qu sera''generosamente recom-
pomana. __________ ,
Albino Baplista da Rocha, relo-
joeiro e doorador, na prsgi da In-
dependencia n. 12, fa todo e, quol-
qnr concert perienceole a sua
arte, assim como afflanca o seo
trabalho ; vend reloglos por nro-
. comraods e compra ouro e
em obras velhas.
prata
Aran de leite.
A ra do Virarlo n. 23, toifeonro andar, lem
nma eserava eom leite para ahitar.
FiMca
IB
ti



De Hnn'que Leidfn
O proprietario deste esiabetecinoeate b>
poopando esforces oem dinheiro para agic-
dar ao respeitavel publico e seus numerosos
freguezes acaba de insiallar para onflOBOdi-
dade e interesse dos mesmos.
lm deposito |>nl na roa 4a IatMra-
irit b. 32
Aonde encoBtrarSo sempre um riafio
sortimeDto qaer em grosso qoer em relaiho
dos geoeros seguintes:
Cerveja nacional branca e preta.
Vinhos finos e outros de Franca o Alle-
manha.
Ab valu Suisso.
Kerschenwasser.
Cognac.
Vinagre branco e tinto de superior qua-
lidade, tambem tem deposito de agoa e li-
monada gazoza da fabrica do.Sr. Jules Gros-
jean.
E ludo sem difforenca no prego que se
fechou ua fabric
Qoalquer ncommenda que fr ea viada
ao deposio ser immed;atiaiente aprmp-
tada remettidaaodo eicilio do comprador.
Bosftas boBncas
com rosto de cera, olhos fixos e movedizos,
A agola branca a ra* do yaeimado i. 9, rete-
beO um novo sorlimenlo de bellas bonecas com
rosto de cera, olhos fixos e movedizos e como
sempre vende-as por pregos commodos, regolaudo
estes em retablo aos differenies tamanhos de que
se Com 5^ o sortfmente.
El'fir dCHtifrie e odefitalgico.
A ageia branca a ra do Qaelraado n. 8, rece-
ben de novo esse apreciavel elixir cujo usa ne-
cessario para conservado das genglvas e acabar
o mo balito proveniente de denles arruinados,
cada ./rasco costa 2$.
Lingoas
coacervadas viudas de Eoire-rlos a 240 rs. : oa
ra da Liogoeta o. i.
"PASTILHAS
VERMFUGAS
DE KEMP
NOTA YORK.
DE COR CHEIRO E SABOR AGRADAVEIS
Infinitamente mais efficazes do que todos
os mais remedios perigosos enanseabundos
que existem para a expulso daslombrigas.
,Nao causam dores e produzem seu effeito
sem precisar logo depois de purgante ne-
nhura e taoincitantes em apparencia e deli-
ciosas em gosto, que as crianzas esto
promptasa tomar mais do qne marca a re
ceta.
Uteis como um excellenle meio de fazer
remover as obstrucc5es do ventre, mesmo
no caso de n5o existir-em verme alguoa, as
PASTILH AS VERMFUGAS DE KEMPS S50 promp
tas einfalliveis na sua operacSo e por todos
os respeitoa dignas deconnanca e approva-
?ao de todos os paes de familias. Prepa-
rada? nicamente por Lanman 4 d,
Nova York.
% A' venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo A 6. e P. Maorer C, e em todos os
estabelecirnentospharmaceuticos do imperio

XAROPE
DK CASCAS DE LARAWAS AMARGAS
aae I. P. i. ro/e. ptaarmacentico
em Pars
3 aaots de successos atlestam a sua elcacia,
coma: i
tontco XdTAyn:, para ajudar as fuac-
c5es do estomago, assim como dos intesti-
nos, e curar as doen$as nervosas,, agudas os
chronicas.
tnico ant-nervoso, pata cuf ar os incom-
modos pemtrsores dedoencas assim evita-
dw, e parafatHaT- digt3o.
AiNn-pewewco, contra os calafnos, calo-
res, com ou semlntertoittencias, e que teem
por especfflcos'as substancias amargas; tam-
bem -eficaz contra asgastrites e as gas-
tralgias. .
tnico nsPARADO, para combater aex-
haustacao do saDgue, dispepsia, anemia, os-
golamento, inappetenca, langor etc..
Deposito em todas as pharmacias e casas
de drogaras no'Brasil.
Expedic5es, em casa de J. P. Lazre. rae
tas Lions-St-Paul, 2, Parts.
Deposito em Peroamboco, pharmacia de
o. Maorer & C. roa Nova n. 25.
i

ILEGfVEL
w






anUrto e gcg f*a tlra 9 4o cmbr o e 4867.
^
PHOTQGMPHIA
YIIELIJl
RA DO CABGA N. 18, ENTRADA PELO
PATEO DA MATRIZ.
O nosso estabelecimeoto photogrjphico
est sempre em dia com todos os melhora-
mentos e progressos que na America do
Norte, oa oa Eqropa se consegoe na arte
phctograpbica, e para alcaocarmos tal fim
nunca poupamos despezas nem sacrificios,
de sorte que os nossos numerosos fregnezes
podem ter a certeza de que sempre encon-
trarlo em nosso eslabelecimento ludo quan-
to a arte e a moda ofierecer de bom, no
novo e velho mundo aos amantes da pho-
tographia.
NOVIDADE PH0T0GBAPH1GA.
Acabamos de receber todo o necessario
para fazer retratos chamados carie-album. \
Este genero de retratos ltimamente in-
ventado Da America do Norte, rpidamente
se propagorj oa Inglaterra o Franca aonde
goza actualmente de todo o favor da moda.
A carte-albnm se faz por dntas como os
amigos cartdes de visita.
!fa Inglaterra trocaram o nome de carie-
lbum pelo de retrato-gakrin t os ingleses
sam encauilhar stes retratos" em qoadros
especlaes para com elles formar galeras,
com que ornam seos gabinetes. Recebe-
mos urna certa qoantidade de taes qaadros,
os qoaes cederemos por barato preco aos"
cossot freguezes.
As pessoas qne quizaren ver specimens
dos retratos chamados certe-album, j fei-
toa em nossa officina s3o convidados a visi-
tar o nosso estabelecimeoto.
OARTES DE VISITA A 90OGO ADUCA.
Em conseqoencia do novo genero de re-
tratos chamados carte-album, diminuimos
o preco dos antigos cartdes de visita, os
quaes de lioje em diante ficam reduzidos
ao preco de
0>OOO
pela primeira duzia, sem que por causa
desta diminuido de preco, deixemos de es-
merar-nos no nosso irabalho, como sempre
foi nosso costume. Alm disto, continua
mos a dar os cartdes de visita em cartoes
de luxo, Bristol, ou porcelana, doarados ou
lithographados para o que temos orna varie-
dade de 12 modelos, a escolha de quem se
retratar.
E^ VA GOMO PtlEVENCAO.
Apezar do nosso Irabalho ser muto co-
nhecido,nesta cidade, aonde trabalbamos a
92 annos, com ludo j oigamos de nosso de-
ver dizer boje o seguinte:
Nos retratos fetos em nosso estabeleci-
meoto emprega-se toda a cautela para of-
ferecer-se a par da belleza do trabalho, as
melhores condicoes de duracSo. Doura-
mos e xamos os nossos retratos sem olhar-
mos a economas, e ltimamente para Ibes
podermos dar urna lavagem mais ampia
e segura, contratamos com a companbia de
Bebiribe orna penna d'agua. Os nossos
cartees de de visita sao verdadeiras photo-
graphias, que nao precisao de retoques do
pintor para lhe desfarcarem os defeitos, e
convidamos a quem quizer a passar sobre
elles urna esponja molhada em agua, ou a
deixa-los mergolhados por espaco de horas
em agua, ou em espirito de vinho: se apre-
sentarem alteraco sero recebidos por nos
e pagos pelo duplo do que tiverem cas-
tado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
systemas photographicos at hoje conheci-
dos em photographia. O nosso sortimento
de caixinhas, quadros, passe-par-tauts, e
joias de ouro para a collocacSo de retratos
o mais completo, variado e abundante que
existe nesta cidade.
Preclsa-se fallar com o Sr- Bernardino Go-
mes de Paiva na roa do Vigario n. 19, pnmeiro
andar.
Precisa-se de um praticaale para botica : na
roa do Bangel o. 62.____________________
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Recebe tambera alomos internos em
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O Dr. A. S, Perelra do Carmo (medico)
est morando no sobrado n. 12 da roa da
Imperalrlz.
Fogo do ar
No armazem da bola amarella no oito da se-
cretaria da polica receber? se encommeodas de
fogo do ar para dentro o fora da provincia.
Para o excellentissimo mi-
nistro da Justina ver.
O abaixo assignado deudo na casa de de-
tencjo desta cidade de Pernambuco ha tres
annos, e processado nos termos do Flores e
Buique, nSo lhe tem sido permittido res-
ponder ao jury, nico meio de sua defeza, j
como lhe faculta a constituido do Imperio;
toado sido requisilado pelos juizes daquellas
comarcas por mais de seis vezes. Ghefe de
numerosa familia, e hoje sobrecarregado de
prejoizos inclusive suas despezas durante o
largo esdaco de tempo que tem absorvido, a
pouca fortuna que de seu trabalno possuia;
e protesta reclamar at ser atteodido.
Joo Manoel Frazo.
Precisa-se de official
barbeiroem casa de Gustavo
do Recle n. 51.
cabelleireiro e
: ra da Cadeia
GAZEOL
DE
Burrin du Buisson
~ D-se dinbeiro a jaros sobre hypotbeca se"
gura : na rna do Fogo n.20.________________
T~ Ama.
Precisa se de urna ama para eozinbar era casa
de hornera solteiro, que tem pouca familia ; na
raa i Crespo, casa n. 12. ___________
O abaixo assignado competentemente auto-
risado para cobrar por meios amigaveis on judi-
ciaes o que se dever a emproza do gaz, convida a
todoi os devedores para entregaren) ao abaixo as-
signado a importancia de snas dividas alim de evl-
tarem processo judicial. Recite 3 de setembro de
1867.R. J. Barata de Almeida.
Attengdo.
Administrador ou feitor.
Quera precisar de um rapax para administrar
engenbo on qoalqoer servico de eultura, pois esta
pessoa tem toda pratica, pois tem sido a sua pro-
tls'o, assim como sabe estilar em qoalqner ma-
china, e obriga-se pelo concert qne a dita preci-
sar, concerta bombas de qnalqner syslema ; a pes-
soa qne quiter laucar mo de seos prestimos, nao
s agora isto qne declara, como encontrara' boas
qnalidades e boa coffipaonia : qnam precisar an-
naocie oa dirija-se a roa Direita n. 47, em carta
(echada com as ioiciaes P. C. A.
~ A abaixo asignada previne ao respeitavel
publico desta praca e as pessoas do inte, ior, qne
nao fagam transacco aleama com a propriedade
do engenbo Pontabli, simado no termo d'Agoa Pre-
ta, visto f star o mesmo engenbo em qoestio com
o snpplirante desde 1861 pela importancia de
15:0004000 e os jaros de 2 0,0 ao mex qne Ibe
era devedor o Dr. Javencio Alves Rlbeira da Sil-
va. Assim previne qne ningnem fa$a negocio eom
a viova do fallecido Dr. Joveoclo, sob objectosper-
tenceDtes a dita propriedade, sob pena de perde-
rem, em qnanto nao faz a lide qne a sopplicante
move contra o Dr. Jnvenclo, decedlda pelo Jolxo
do commercio desta prac, da qual advogado
Dr. Antonio do Nasclmento Feitosa. Assim nao s
previne as pessoas que inorara, como garante o
sea direito como credora do referido. Recite 7 de
setembro de 1847.
________________Feliciana Maria Olympia.
Precisa-se de un?a molber reeolbida e de
bons-coMumes i ara tomara si o trato de omu me-
nina de 4 annos em casa de nm bomem s : par
o ajaste roa da matriz da Boa-vista n. 36, segun-
do andar.
Qaem preolsar de ama
roa de Hortas o. 5*. ______
boa ama dirija-se a
D-se dinbeiro a jaros
dia o. 5.
na ra da Concor-
Samuel Power JilisUi & (ienpaihii
Raa da SenzalaNova n. 42.
AOIHGIA DA
Fuodi^ie de Lw Mor.
Sachinas a vapor de 4 e 6 cavallo*.
Moeadas e meias moendas para engenho.
TaiiM de ferro coado e batido para enge-
nho.
Liqnida voltil preparada por Smllase, repro-
dnzindo cbimicamente os vapores qne se soltam
em volta do aparelbo purificado do gax carbnico,
empregada com o mais segoro successo contrr
a coqueluche, a pbtisica e todas as molestias cbro-
nicas dos palmees
VKSDK-SK NA
Botica e drogara
DI
Bartholouen A C.
34Rna larga do Rogarlo34_____
EL
Veode-se me: traiar a ra do Apollo o. 4.
i Residencia e consultorio
Medico cirurgico
no
Dr. Antonio Dearte
a praca da Boa-Vista n. 21 onde
l pode ser procurado a qualqaer hora.
Especial Idade
Doengas do peito, e de meninos.
Gabinete medico cirurgico
DO
Dr- Ignacio Alcibiades Yelloio
Pode ser procurado a qualqaer hora do dia oa
da noite preslando-se aos cbamados fora da cida-
de, com toda a promplidao. Pratica qualquer ope-
racao. Da' consaltas das 6 as ,9 horas da manbaa
ra da Imperatrix n. 86.________________
Joaquim Jos Gtongalves
Beltrik)
RA DO TRAPICHE S. 17 Io ANDAR)
i Curso de preparatorios
il fr.l*eorel Ernetto Adelpoo de Vascoocellos
,^| i Chaves, residente n rna da Madre de Dos o. 36
(ttecre) temabertoemM. easa corsos dos se-
Satifetto o nveoclvet Veado Branco, com as maneiras attenciosas com que o'^tes preparatorios:
'oi acolhido pld respeitavel publico desta briosa provincia, a ponto de qne muitos a por-
fia desputaram a satisfa^ao de serem os'prtme iros a comprarem em seu importante arma-
zem, se desvanece em declarar com toda a leaidade de que capaz, qne esti cada vez .<=. oioem ainmnos interno pequeo
mais animado, nao s pelo benigBO acolhimento qne tem recebido, como pelas forcas de i no!'!0!1enso', condiccfas ratoaveis. Pode ser pro-
qnedispe porque at hoje n5o careceu anda dos preparados de jarobeba, nem do -
xarope alcoolico de veame.
O Veado braneo, declara a q5em anda o nioconhece que nlo um
desses bichrocos intrataveis que por abi vivem com figura hu-nana; domesticado do
ameno paiz onde a amavel Aguia Branca vio a la2 do astro bemfeitor, elle partidario
desse invejavei agrado e sinceridade que com tanta gravidade se desprende do seu
bico encantador.
O Veado Braceo, como todo o bomem civilisado, ama a sociedade dos
bons, gosta do centro do mundo* elegante, usa do tnico de Jayme, para previnir que lhe
ponham a calva ao sol, vai a companbia des Booffes Parisiens e no meio do partido de
madame Adelle, elle tambern atira-lbe o seu lindo bouquei.
Digne-se o benigno leitor de jurar as palavras sinceras do sincero Veado
Branco, e veoha prover sua dispensa do que melhor se pode encontrar n'um esiabe-
cimento de molbados.
A modicidade dos pre?os, comparados com a boa qualidade dos gneros e. o
bom modo com que se recebe os senbores compradores, deve cortamente convidar as
pessoas que ainda n3o vieram nossa casa a fazer parte dos amigos e freguezes |do nosso
Sb s
,CN9l

.(***
BELLISSIMO ARMAZEM
MOLHADOS
CONHECIDO PELO NOME
DB
Alnd* resum afumas colleccois das bol-
graphias de a tupas poetas e oatros bomen lllns-
tres da provincia de Pernambuco, pelo commen-
dador A. J. de Mello. Tres tomos por 9J. Na
roa Angosta n. 9.
BRANCO
Estabelecto ra Direita n. 16.
Esquina da travessa de s. Pedro.
JOIAS
Prscisa-se de ama ama escrava para entom-
mar e ttztohar para casa de mullo pouca familia :
na roa Nova o. 37.
Companhia- fidelidade de seguros
martimos e terrestres
. estabelecida no Rio de Janeiro
GENTES EM PERNAMBUCO
Antonio Luir de Ofcira Azevcdo k C.
competentemente autorisados pela
directora da companhia de seguros
Fidelidade, tomam segoros de na-
vios, mercaduras e predios no seu
escriptorio roa da Cruz n. I.
IJi
O Sr. Joto Marqoes'aa Costa Soares,
que mora na ra do Vigario, queira vir
esta typographia, a negocio que n5o ig-
nora.
Precisa-se
comprar ou alagar urna casa terrea que esteja si-
tuada na rna da Roda oa S. Francisco : a tratar na
roa do Queimado n. 46, toja. _______
Aloga-se ama escrava moga e robusta para
casa de familia, que fat todo o servico exierno e
interno : quem precisar procure no Corredor do
Bispo defroote Ja casa n. 11
Precisa-se de SOOJ a premio de um e meio
por cento pelo tempo de oito metes com seguran-
ca em um oa doas eseravos pecas : qaem quizer
fazer este n"goeio deixe carta fechada na roa das
Grates n 13, eom as Ioiciaes 1. F. M.
O Sr. Bernardino Pacheco dos Santos,
nao pode vender sua taberna, sem que se
nao entenda com Manoel Joaquim Ribeiro,
na rna do Queimado n. 51.
Arreos de carro para un a dona cavalloi.
Retogtos de ooro patente nglez.'
Arados americano*.
Hacninaipara datearoear algodo.
Metores para dito.
Machinas de costura.
MOFINA
Para o Exm. Sr. ministro da justica
ycr, admirar e pi-ovideociar.
t Hoje a cobija assentou-se
no logar da eqaidade: o juiz
vende a coosciencla no mercado
dos poderosos, como as raulhe-
res da Babylonla vendiam a pu-
dicicia, as pracas publicas, aos
que passavam diante da luz do
d. (A. Hercdlaro.)
No Despertador, folba da provincia da Para-
hyba, o bacbarel Jos Joaqaira de Sa' Beneves
apparecea qaerendo provar o horroroso procedi-
mento qae teve para comigo na qoalidade de juiz.
Sao tantas as mentiras desse calumniador, qae
cada vez se envolve mais de lama. Mendax in
uno, mendax in mnibus. Petante o mniio hon-
rado jaiz de direito da comarca, o Dr. Victorino
do Reg Toscano de Brlto, prove a legalidade da
transacae que flz com o men devedor Antonio
Hercolano d'Almeida; tanto assim qne o mesmo
jaiz derriiiou o m astro flibo do despeito, da pro-
tecco e do patronato.
Prove exuberantemente, e tenho consciencia
de oae o jaiz de direito Toscano de Brito nao me
fez favor e sim inteira jastica ; e se Benevides for-
jou o monstro processo, ( elle forjen), segundo
voz geral, foi por dever a Barbota, tio do mea de-
vedor, a qnantia de 1:G00000, e nao podendo pa-
garme, prestoo-se a essa vinganca miseravel, cao-
sande-me graves prejuizos sopenores a 20:0001,
como Ibe poderei provar; sendo con: o processo
de estelllonato algn* 4:0001; estando onte das
na casa de detenco para ser remettido para a Pa-
rabyba. O Dr. Benevides cobrio-se de Lama, e,
como nao pode provar o sen acto, apparece peld
o'Dal mentindo descaradamente, e pegando se e-
teias de aranbas.
Miseravel jaiz: vem pelos jornaes de Pernam-
buco provar o que dissestes n'aqnella correspon-
dencia pelo modo seguate :
1.* Qoaes os commerciantes que tiveram nego-
cios comigo, e qne conlam tactos de pouca sinceri-
dade.
i* Se ten stmilis cum stmhbus, collega Joo
Fernandos Lima, juiz municipal de Bananelras,
me qoiz prender, e por qne motivo.
3.' Qoaes as letlras de boas firmas qae vend
pela metade de sea valor.
Vem timbeo provar por qae te recusaste a des-
pachar faveravelmente doas peiicdes miabas, qoan-
do eratn para provar mlnha innocencia ; e assim
commeUeste de tres consasorna ou Ignorancia
oa peita oa Vcnalidade.
Vem provar o contrario do que disse o < Volun-
tario da Patria > no Diario de 28 de janbo do cor-
rente, qnanto a's seguales pbrases, qae muito
folgarei, meo charo bacbarel, de te ver escoimado
das faltas de qae te aecusam : Miseravel,
Negro, Prevaricador, Ignorante, Corrupto, Mal-
vado, Indigno juiz caja vara nao pode ser mais
respailada por estar coberla de hma .
Se Dio vieres pelos jornaes de Pernambuco pro-
var o que cima pego, direl ser exacto todo qnan-
to se tem dito petos jornaes contra o bacbarel Be
evides; e nao retirare! esta Mofla* al que
Sua MagesUde o Sr. D. Pedro II e o Exm. Sr. mi-
nistro da jostlca veiam, e providenciem de ma-
neira a Bear minba humilde pessoa desaggravada
das clfansas dos abases de antorWae, praticados
pelo jaiz municipal da villa da Independencia na
provincia da Parabyba, o bacbarel
JOS!' J04QUIM DE SA BEREVIDES:
A pristo a' noite tnmnliuarlamente arrasiado T
O moostro proeesso de estellltnato derribado
pelo jaiz de direito?
Os onze das de prisSo, e os prejoizos calculados
em mais de 10:0001000 f
Oa doaa.despacbo8 iodeferldos, segando os meios
de defesa do reo e protegeodo a um falsario.
Reeife, U de agosto de 1867.
Joti Gomes Villar.
Sacca por todos os paquetes
lo Minho em Braga, o sobre os
: em Portugal,
aber:
Lisboa.
Porto.
Valonea.
Guimares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Corte.
Arcos de Val de Vx.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelicio.
Lamego.
Lagos.
Covilbla.
Vassal (Valpassos.)
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
sobre o Banco
gaintes loga-
____ N. 2 D "f N. 2 D,
^T" coRAC.4o he orno, -fuf,
A loja o. 2 D intitnlada Corago de Ooro na roa do Cabagi, acba-se d'ora em diante offerecen
do ao respeitavel publico com especialldade as pessoas que bonram a moda os objectos do ultimo gos
to (a Pars) per menos 20 por cento do que em outra qoalqoer parte, garantindo-se a qoalidade e a so
idez da obfas.
O respeitavel poblico avahando o desejo qne deve ter o propietario de om novo estabelecimen-
to qae qaer progresso em seu negocio deve ebegar inmediatamente ao coraglo de ouro a comprar
aneis com perfeitos brilbantes, esmeraldas, rubios e perola; verdadeiras em agarras, modernas pele
diminuto preco de 101, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo preco de _3f, maracas de
prata com cabos de marfim e madreperola obra de moderno gosto (o que o encontrarlo no coraclo de
ouro) voltas de ouro com a competente cruslnba ricamente enfeitada pelo pequeo preco de 121, brin-
cos de nm trabalbo perfeito por om mdico prego, cassoletas, tranealms, polceira?, alnoetes para re-
tratos e outros modelos ludo de alto gosto, aneis proprios para butar cabello j firma, dito para casa-
mento, no rtico roseta tem o Corago de Ouro um completo e bem variado sortimento de diversos
gostos, bul3es para punbos com diamante, rublos e esmeraldas, obra esta Importante ja' pelo sea va-
lor Ja* por gosto ds desenbo, brincos a forma da delicada moslnba de moca com pingante contendo es-
meraldas, rubins, brilbantes, perolas, o gosto sublime, alflnete para grvala no mesmo gosto, reto-
gios para senbora cravados de pedras preciosas, ditos para bomem, diversas obras de brilbantes de
muito gosto, crusiohas de rubins, esmeraldas, perolas e brilhantes, aneis com letras, cacalotas de
trystal e ouro descoberta para retrato (a ingleza) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qual-
quer joia, para secolocar retratos e obras de cabello, e outros muitos objectos que os .preteodeotes en-
contrarao no Corago de Ouro que se conserva com toda a amabilidade aos concorrentes deixando-
se de aqu mencionar preces de certos objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dizendo-se (
preco torres alguem faca mo juizo da obra, por ser to diminuto quanlia a vista do seu valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe se concer
tos, por menos do que em outra qualquer parte, e do-se obras a amostra com penhor, conservando-se
e Coracao de Ooro aberto at as 8 horas da noile.
Qualquer pessoa que se dirigir ao Coracao de Ooro nao se podera engaar com a casa, pois
nota se oa soa frente nm coracio pendurado pintado de amarello, alem de outro qae se nota em a
rotlo (isto se adverte em conseqoencia de terem ja' algumas pessoas engaado com ootra casa.
O Dr. Joo Baptista Casanova
pode ser procurado a qualquer hora em
seu consultorio bomeopatbico largo da
matriz de S. Antonio n. i.
No mesmo c >nsaltorio tem sempre grande sor-
timento de medicamentos de homeopathia de We-
bere Catellan, tanto em glbulos como em tintara,
assim como tem um sortimento de ferros de ci-
rnrgia em carteiras e avnlsos do afamado Cbar-
rier de Pars.____________________
Na praca da Independencia n. 33, loja de
ourives, compra-se ooro, prata e pedras preciosas,
e tambem se faz qoalqoer obra de encommenda e
todo e qoalqoer concert.____________________
A secretaria da polica precisa comprar
as collecg5es de leis do imperio e decises
do governo relativas aos annos de 1839,
1850, 1851 e1852.
A pessoa que as tiver e quizer vendej
compareca na referida secretaria s boras
do seu expediente, ou entenda-se com o res-
pectivo secretario, ra da Saudade n. 15.
O official-maior da l1 secc5o
Jos Xavier Faustino Ramos.
Aenco
A
Cnama-se a attenco de qaem eempetir para a
obra qae se esto fazendo no trapiche do Pelonrl-
nuo, pois ama porcaria completa.
O protector da Babia.
9: 3 1-Rua do CafoagM. 8 A
Agostnho Jos dos Santos # G
Acaba de ebegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo gosto, perfeico artstica e modetlos enteiramente noros; como
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anneis, botoes de punho, brincos e cassoleus com letras, etc..
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqueiros, paliteiros, calix de mesa c
fructeiras, cujos precos s5o ncompetiveis, pois que os proprietarios des casa,
recebendo seus artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seos freguezes. Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se ncombem de fazer concertos.
CASA DA FORTUNA
Aos 6,0000
BILHETES GARANTIDOS.
A' roa do Crespo n. 23 e casas do costomb.
O abaixo assignado leudo veo-nao nos sens mui-
to felizes bilbetes garanUdos nm meio o. 849 com
a sorte de 1:2001; um meio o. 336 com a sorte de
300;, e oolras muilas sorles da lotera que.se aca-
bou de extrar a beneficio das familia^ dos volun-
tarios da patria, convida aos possnidores dos ditos
bllbetes a virem receber seus respectivos premios
sem os descootos das leis oa casa da Fortuus
rna do Crespoln. 23.
Acoam-sa a venda os da 3* lotera a beoeficio do
convento do Carmo do Recite que se extrabira' a
14 do crreme.
Freco.
Bilhete.....61000
Meio......31000
Qaarlo.....11500
Em porcSo de 1005 para cima.
Bilhete.....51500
Meio......21750
Qaarto.....11375
Manoel Martins Piuza.
Flor dos progressos.
Este importante estabelecimento acaba de rece-
ber a afamada bolacbinba bespanbola denomi-
nada prova e vers o gosto que acharasfazen-
da inteiramente nova nesie mercado, e o que ha
de mais especial neste genero : somonte se encon-
trara' no Flor dos Progressos, a' roa do Caboga'
n. 18._________________________t_____
Precisa-se de urna ama para eozinbar e com-
prar para casa de pequea familia; na roa de
Conceico n. 10.
.
Pede-se ao Sr. Tbeodoro Jos Pereira Tavare?,
negociante em Pedras de Fogo, que tenha a ban-
dado de vir ou mandar pessoa habilitada a' loja
de Antonio Jos dos Reis & C, no passeo poblico-
n. 6, a negocio qae nao ignora.

Hara Q. Rodrigues Ferreira, Mara Q. R. Per-
reir, Isabel Ciara R Ferreira, Delflna R. Ferrei-
ra, Francisca P. R. Ferreira, Margarlda A. F. Mar-
ques, Maria C. N. dos Santos, Jos R. Ferreira Jo-
nlor, Antonio L. R. Ferreira, Joto Ferreira dos
Santos, Manoel Francisco Marqoes, e Antonio
Francisco Leal, agradceos cordialmente a todas
as pessoas qae se dignaran assislir os oltlmos
snffragios feitos a sea esposo, pal, sogro e confia-
do Jos Rodrigues Ferreira, e convidara as mes
mas pessoas para assistirem a missa qae se na
de celebrar segnoda-felra 9 do correle mez, pe-
las, 6 horas da Manta, na igreja da ordem ter-
cetra da Nossa Senhora de Carmo, pelo qae
dc*iie |a se eonfrwam eterBamwrt* gratos.
_ a noite da roa do Impera-
dor a. 20, osnMkgio de prata desooherto, eom nm
dio 4e rtm jaota mente ama chave de ooro :
roga se exfalto aos 8rs. oarlves e relojoeros de
no easo de m offerecldo lera-J* a mesma roa n.
20, qneseiraUfleara'.
Aioga-se o sitio denominado Toque na Torro
confronto a Capanga, a margem do rio, com com-
modos para doas familias passar a festa, terreno
pira plantaQdes e pasto para doas vaccas : os pre-
lenientes podem dirnir-se a Torre a tratar eom
Joio Carnelro Rodrigues Campello oa oa roa de
Aguas Verdes n. 101
Attenco.
1 Em ama asa de familia ootloba-se para fora
cm todo o aaseio e promptidao. As cwotdas sm-
tobe hius eo todos os adaos necesaarlos,
dando se ioaca OM e taeres, ae mandando le-
var as casas qae qaisM-eai: poden-sa dirigir
a' roa sstreita da Ro larton. 19 1* andar, por dota
da loja le mnilelro
No armazem d Untas rna do Impera
dor n. 22, vende se : -
Salitre refinado arroba 61500 $
Eoxefre arroba 21800 ^
ii mm wmmmmm
Attenco.
N. 25 Roa da Livrameoto N. 25
Deposito de tamancos e calcado nacional da fa-
brica da ra do Jardim n. 19, de J* Vicente Go-
diobo, tanto no deposito como na fabrica se apromp-
tam todas as porcSes de calcado o mais barato
possivel, esta fabrica tem todas as machinas pro
prias para os calcados ja bem acreditados pelo
grande numero de freguezes qne daqol se or-
neeem. >
Precisa-se comprar urna lancha em perfeito
estado, que pegue em 100 saceos com assocar
na rna da Cadeiaj Irja n. 35, se dir' quem pre:
clsa.
Chocolate yeralelda
DE
Antonio Nones de Castro.
Desde 1857 qoe sao as tabellas vermicidas ap-
pilcadas em Portugal, como o remedio prompto e
eficaz para a expulsan das lombrigas, que lo gra
ves padeclmentos caasam e qae qaasi sempre nao
se soppSe ellas a origem.
Este vermfugo preferivel a qoalqoer oulre
pelo sea agradavel paladar e fcil applicacio as
criancas qne mais gera.mente sao atacadas de se-
melbanto mal.
Deposita especial
34Raa larfa do Rosarlo34
Botica de Bartholomeu & C.
"Saques,
Jlo do Reg Lima saca sobre Lisboa : a rna 4o
Apollo 4. ,, .,_____________^__
- Na roa da Uolio n. 40, precisase de nm
bem criado e de ama cosiobeira en coslnbiiro pa-
ra o servigo de urna pequea familia.
Portaran! na madrugada do dia 5 do correte,
do sitio onde mora o eapitioMigoel Jos de Almei-
da Pernambnco, em tonto de Uehda, doas cavsllos
mellados de dinas bretes, ferrados de novo, sendo
nm delles faca e esqnlpador, o outro om poaco
barrigudo e andador baixo : pede e a qaem os
vir os apprenend e leve ao referido sitio, oa na
cocheira do Sr. Baptista, na roa do Imperador, gra-
fleando-se geoero>amente1a quem os entregar.
Qoam preckar da urna pessoa habilitada pa-
re em seo logar aasentar praca no eierclto, poda
dirigirse a raa do Queimado n. 44, loja.
SEGURO
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma segaros martimos so-
bre navios e sena carregamentos, e contra
logo em edificios, mercadorias e mobilias:
na roa do Vigario n. 4, pavimento terreo
Trocam-se
as notas do banco do Brasil e das calxas filiaes-
dom descont multo rasoavel, na praca da Inde,
osndencia n. 22.
g^ssaB^flgfiKjssi sai sssssoiiesffi
B5ilW5BIBBS! mi am BaggpnWaBBI
jM O oacnare Ignacio L)us as Laceraa $&
JS pode ser procurado para os misteres da
I profisso de advogado a raa do Crespo j|
SKi o. 7, 1* andar.
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Tt | i
2 S S S b .Sao
mnibus do Oxang.
Antonio Jos Coelbo 'Caroetro faz sciente ao po-
blico, qoe do dia 15 do correte em dlante princi-
pia novamente o omnibns de CaxangA a sna car-
relra, parlindo do Reeife as 4 boras da tarde, vol
taodo as 7 1|3 como de costme.
A familia que tornete commedonas para
fora, na raa ertreito do Rosario n. 21, aeba-se mo-
rando na mesma roa sobrado o. 38, onde contina
a fornecer aimoco e jantar com asseio e a prego-
commodo.
Ama de leite.
Sabunees de alcatrao
O oso destos sabonetas tem apresentado os mais
benficos effettos contra u impingeos, sarnas, ti-
oba, caspa, comiendes e todas as demais molestia
depelle
VINOS-SB HA
Baica e drogara
DI
Bartholemea Caratpamhla.
14taa ten ftasarto34
AT r JBMC AO.
' O abaixo assignado, ihesoureiro da Irmanda-
de de N. S. da Boaviagem, convida a todos os de-
vedores do respectivo patrimonio, qor a titulo de
alugnel, qor de fdro, para qae satisfacam seos
dbitos ata o fio do eorrente mez, visto como esta'
aatoriaado a promover judicialmente, e a intentar
a acelo de commisso a aquellos qae nelle encorre-
ram, qoando se nao sojeltem, a nm novo afora-
mento. Dar o qna podo ser proenrado na rna te
Santo Tbereza n.51 Bedfe i de setembro de 1867.
Caetano JjsMendes. .
,M'^Jo>ereira-aa*CaaBa vaiaBoropa.
Precisase de urna ama qae toaba bom e bastan-
te leite : na ra de Santo Rito n. 8.
gfc
Aluga-se
Um sobrado com grande quintal na ra
do rio do Poco da Panella, apratlvel lagar
para se passar a festa: a tratar com J. J:
Tasto,
'um sitio com boa casa devtvenda. cocheira,
estribarla, banbeiro. 2 cacimbas, etc., na Cruz de
Almas, eocrazilbada de Beberibe : a tratar com
J. J. Tasso.
Negrinha.
Precisa-se de ama negrinha para andar com
ante crian? : na tinturarla francesa rna da im-
peratrlz n. 55. .__________________
O Dr. Carolino Francisco de Lime
Santos v-se obrigido a declarar por esta
Diario, qae n2o se responsabilisa por qoal-
qoer contracto de compra, venda, oa em-
prestimo feito por outro em sea nome, sem
procoragao oa escrtpta_do soa propria letra.
Quem precisar da urna sanaora capas pa>a
3ser em casa francesa, on altos costuras finas de
faiate, dirija-se a' estonio da Soledad*, sobrado.
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Telta 0 it Seleiubro de 18b7.'
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1. .
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N0SS4 SEMOl D4 CMI{ 10
Para edaeacfio do aau.aea.llaw*
Director Manoel Uves Viaana
0 eorlegio da ConceicSo, mudado ltimamente para o balrro de Santo Aa-
tonio, ra de S. Francisco, casa n. 72, contigua estaco central, dos trunos
urbanos dos Apipacos, conlioa a funcciorar regularmente, recebando alum-
nos esteraos e internos, tanto para as aulas priman-, como para todo os
preparatorios necessarios matricula de qualquer faeolada, sendo os seu3 f
respectivos professores pessoas moralisadas e de ikb copeito. magistral j '
bem firmado nesta cidade.
O director deste uovocollegiocontiuuandoa empregar toda a soticitude no
desempenho de sen mandato, espera fazer-se mais digno da conanca com
que o v5o honrando os senhores pas de familia, conflando-me bondosamente
os seus filhos. _
Os estatutos do collegio, assim como o franco ingresso em todas as seas
dependencias, esto sempre a disposico de quem possa interessar.
MACHIMA 8
<;1mi'
TARA
SOUZft SOARES IRMJSO ,
propriet trios do grande e novo estabelecimento de miudezas,
ferragens, qmnquilharias e caniiieiros a gaz
RA MOTA X. tS
Em frente a botica do Dr. Sabino
Receberam directamente de New-York um sortimento de machinas para descarocar
algod3o, sendo de 12, 14, 16, 18 e 20 serras, que pela sua qualidade e perei^o, tornam-
se recommendaveis.
Os proprietarios garantem por um anuo a construcgo das mesmas, e o bom re-
sultado em descarocamento de algodo. Sendo estas de um modelo tal, que alm de se-
rem de ponco volume sao muito facis para o trabalhb, ficando a algodo o raais perfeito
possivel. Affianfaado-se os presos serem mais razoaveis que em ontra qualquer parte.
Os preteadentes podem dirigir-se ao referido estabelecimento, que alm de acha-
rem um bom sortimento de objectos de que tendente, encontrarao siaceridade e bara-
teza nos precos.
' ilVAL SEM SEGIXDO A
Ra do fcmelaaado 4, lofft de
mindeza
- DE*
Jos Bigodinno
Varas de Labado bordado do Porto a
' Carreteis de retrz prfto com fioas oltavas
propiics para machinas a .
Pregos francezes de todcs os lmannos a
Grozas de boioes de osso para calca a .
Espelbos dourados muilo finos a
Caixas com liaba superior para marcar a
Garriteis de reteo de (odas as cores a .
Frascos d'agua de Colonia muito superior a
Frascos de o eo maito uno a......
Daia de tesouras pequeas a .... .
Frascos d'agua para liropar .denles a
Redes pretas lisas para segurar cabello a
Oaiias de pennas de acomuno tina a .
Calzas de lioba do gaz de 30 oovellos a .
dem de palitos de segoraoca a .
Garrafas de agua Florida verdadeira .
silabarlos com estampa* para menino* a
Memento da roupa de lavar a .... .
Duelas de meias tinas para senbora a .
Agolbas francezas a balo (papel) a .
Pecas de fitas de la de todas as cores a
Grozas de botoes de porcelana prateados a
Caixas com alflneites trancezes a ,-,
Caixas de 100 envelopes muito finos v
Resma do papel de peso branco liso a .
Frasco com superior tinta a.....
Pares de botoes de panno mallo bonitos
Liabas em crto de 200 jardas a .
Caixa de .snperior linba do gai com W
noveilos ........... '00
Taiheres para meninos a....... 240
Masso com superiores grampos a 30
Grosas de pennas de ajo muito finas a 330
Bonets para meninos a ....... 1J00O
Pentes com costa de metal a...... WU
Realejos para meninos a....... 100
Fabrica e fundigdo de bronces
e outros metaes, caldeireir'o,
latoeiro, e funileiro, situada
na Soledade, ra do Prin-
cipe n 3, e com deposito na
ra Nova n 38, da cidade
do ecife
DE
BRAGA &SMIPA10
Fabricam-se neste importante estabeleci-
mento todas as obras concernentes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanhos
)
ULULAS de BLANCARD
,10 MDOBRO M miO W 4XT1IUVEL
Approradas pela Academia de Medecina de Paria
4IWIIIII uto nonwiai micu m MI Mil
nmniTADA nos awsriTAis ra aupa, da blgica, da irlahoa, da tdoia, rrc
mmkknm Bxpoifoit UniMTfms iN*w-York, US*. t Par, 8S5.
Estas Plalas envolvidas 'mi casada resloo-balsamica de un teanhttiit excettia, tea
iTiDUcen de terca Inalteraveit, esa Bator, de um pequeo roluiae, e de na* cantarela w
igaos dljesrot. Gonndo das nropriedadet do Iodo e do sTnaoi dlaa ama princi-
palmente nal tffeceoet Odntica, Escroftdosat, tuttrcnlotai. Cancro sat, ni l>Tr*;*t,
tnirrtm, anemia, etc.; enfira, ellas oCereeem as praticos una asedicaca da* satis enr-
gicas para modificar at constiiuicoes Ifmplulicat, frutas oa dttititadmt.
!f. B. O Manta at ferro Impuro aa altertao t ust attlea-
BMBla Infiel, rriunie. Cama pron de aarett a de tulbeadada aat
Tcraadetras Plala* ae Blantard, dee-*e eiifir oomo aell 4a
rata reacilra e nosu arma, aqu reproduriaa.qaaseaebtaa aartt
de. Dea -ta deseaaltt at CtltUtapslt
inferior dt um rollo verde.
Acnam -te es* toda aa oaraaaela*.
UriaiitTtt, r ^S
GRANULOS ANTIMONIAES
Do Oocteur PAPILLAi:31
Noto medicacal para euracaS daa molestiaa do corca8, da atthma, do cUrrho, dt coqueluche,
molestiaa do eoracaO,
da tilica, atc
1
GRANULOS
Para a eorteto^dt tcemit, da
ANTIMONIO FERREOS
eblorotis, di amenorrhea, dad ntTrtlgiis,
aacrofuloaaa, ate.
t ntTToaet, dai molettitt
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH
Para a tur teto daa aoleatiat, narrosta, daviaa digettivat, dypeptiat, etc.
tTaaA.HCA i Pharmacia de E. MOUSNIER, Saujon (Piarente-Infrieure).
(Km Rio-de-Janeiro, Flix FARAUT, pharmaeia, 77, ra Sete Setembro.
BmPernambnco, P. MAURER et C*t pharmaeia, ra Nota.
Km Maceio. FALCO OAS, phaxmacia imperral.
JOO
500
240
100
i/ooo
240
80
&0
00
480
5C0
3->i
ao
coo
20
320
100
60
LOO
160
*
6rW
25O0
1 0
8t>
100
em
COMPRAS
Moedas de ouro.
Xaciooaes e estrangeiras assim como libras
esterlinas: campram-se na roa do Crespo n. 16,
primeiro andar.
.Compra-se moedas de ouro de 20, 16t, I0
e 9 a roa da Cre n. 3._________________^
Moedas de prata
cacienaes, assim como patacoes portugnezes e
bespaohes, compram-se com premio : na ra do
Crespo n. 16, primeiro andar.
"Libras esterlinasc
pra-a da lo
IVENDAS!
Comprara-se com bom premio
dependeacia n. 22. ^^__^
na
Compram-se escravos
Sil vino Guilherme de Barro?, compra, vende
roca etfectivaraente escravos de ambos os sexos
de todas as idades: a' ra do Imperador n. 79,
e-rceiro andar.
Patacoes
Compram-se patacSes bespaohes, portagoexes e
brasilelros de cnobo antigo, em casa de Alamson,
Henry & C rna do Trapicbe-novo n. 40^________
Compra-se na loja de joias do corario de ouro
n. 2 D, roa do Cabo>, moedas nacionaes de 20
Ouro e prata em moeda
Compra se por malor prego do qae em ootra
parte : na roa Nova n. 31, loja de ferragens.
vuro e prata
Moedas de ouro e prata naeroaaes, estrangeiras
de todos os valores se compram na loja de onri-
ves junto ao arco de Nussa Senbora da Conceico,
ra da Cadeia do Recite, as3tm como ouro e prata
em obras velhas, brilhantes, diamantes e se paga
bem.______________________________________i
Compra-se onro e praia em obras velbas:
na Draca da Independencia Q. 22.
------------------_________ ----^
Compram-se
com premio meedaa de onro e de prata saclenaes
e estrangeiras : na roa da Cadeia do Recite o, 16
armazem de Adriano, Ctstro k C
" Comprase'sempre por mala doqoeemoo
tra qaalquer parte, prata braslleira e estrangeira
(patacoes) libras esterlinas, moedas de 9* e l&*
portugueras, de al, I0t e 20**, brasilelras, oncas
oa ootra qaalqaer qoalidade de onro, e se trocara
sedlas do banco do Brasil e caixas flliaes de oo-
tras provioslas: aa roa da Cadeia do Recite n.
38, loja de axnlelo. .
Venderse
um moleqne de idade de 17 annos, bem preto e
rnnito sadio ; excellente pega : a tratar a' ra
do Codorniz o. 2.
Bernardino Pacheco dos Santor vende a sua
taberna na roa do Hospicio o. 28, ao Sr. Bernar-
do Gomes de Abreo : qoem se achar com direlto
nella apresentt-se no prazo de tres das, a contar
de boje oo armazem de Manoel Souza C. Pimpo.
Recite, 7 de setembro de 1867.____________
Detrole do palacio episcopal, casa o. 15, se
vende ern remedio especial para molestia de pal-
m5es, saogoe pela boca, tosse agoda, bronebites, e
ootras molestias que atacam o peito; tem este re-
medio teito coras milagrosas; assim como banba
especial para errar cabellos e segorar as raizes,
conservando a cahca tempre fresca e sem caspas.
A 300000
paletols modelo francez
Palet U easaeos
De superior panno forrados de seda a contento
da pessoa qae se digaar f NO
Pelo26Casto
Koa Nova
________26________
Attenco.
Vende-se nma mobilia de Jacaranda' a Loix XV
e juntamente orna de amarello no mesmo gosto,
sendo estas obras maito solidas e seguras, e por
preco razoavel : na acreditada casa, de marclnei-
ria na roa da Gamboa do Carmo o. 12.
Breu
Veode-ae brea em barrile a retalbo, muito ba-
rato : no armazem da bola amarella no oitao da
secretaria da poiicia.
feilios, os mu acreditados aparelbos de a duaa,
Derosne com as dimeuces delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas quaesquer pecas des-
apareaos, como sejam o dilatador, ratica-
dor e condensador, ou esquenta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimep-
Ces e qualidades, pelo sistema francez ou
americano, simples, de pressSo, repuso, e
com especiaiidade a esttica rtos! assim de-
nominadas pojo enorme volume de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes algumas esto proroptas a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me*
ores, para regar sitios, garantrndo-se n5o
s sua durarao como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo que s3o cons de-
radas boje as primeiras bombas conbecidas.
Todas as mais obras se fabricam voota-
de dos freguezes e a sen capricho.
Existem sempre promplos no deposito in-
dicado na ra Nova o. 38, um completosor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, reparlidei-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
eutros utenc'lios preprios para engenhos,
como sejam mancaes de bronze, parafuzos
para rodas de agua e outros.
Cavilhas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanhos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se ludo quanto diz respeito as
obras de lato torneadas e polidas com toda
a perfeico.
Vlvulas para tanques de banho. tornetras
de todos os tamanhos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botoes para farda, aparelbos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cometas, alam-
padas taribulos, caldeirinhas, uavtas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folhas de flandres de todas as
qualidades, bahs, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
Lampioes para gaz para engenhos, folha
de flandres em caixas, folhas de cobre e la-
to, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as dimences, folbas de zinco, estanho
em barras e verguinba, lanres e barras de
chumbo, vidros finos psra espelhos, de co-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
dracas, diamantes para corlar vidros, cadi-
nhos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro; lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros inumeros
objectos proprio de taes estabelecimeotos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitassob a direceo do socio administiador,
Jos Baptista Braga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de tao
importante estabelecimente, isso urna ga-
ranta pela sua longa pralica, que tem os se-
nheres freguezes de que sero servidos a
contento, com promptido e preco commo-
do, pelo que os proprietarios Ihe sero agra-
decidos.
Ao amtoii&U fazendat dt
Sant>soefho,rua do Quei
madon 19.
Bom c barato
Cambraia de cores malisadas Gnissimas a
800 a vara.
Mam brancas transparentes Anas de 44,
SM*% 6j, U, fifi e 94000 a peca com 10
jardas.
dem branca tapada e 84 e 9& a peca
coto 13 jardas.
dem branca francesa muito larga a 94 a
peca com 8 varas. U^
Baloes de 35 e 40/arco nesgados para
senbefas, a 44300. -J \ <
dem de 35 e 40 arcos com ferrugem a
\.um, <-,
i Mem de mursulina nesgados a 54.
dem de crochet a 54-
dem de murslina para meninas a34e
34500. V
S*iag.bordadas a 54.
Cambraias admascadas para cortinado a
124 a peca com 20 varas.
dem para fon?.a 34 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linho muito fina de 64 e 94 a
vara. '
l Madapoloes finos de 64, 74, 84, 94,104,!
114 e IU a peca.
Platilba de algodo superior fazenda para
saias a 34200.a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 24600.
Lences de hamburgo fino a 24400.
dem de bramante muito fino a 34200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
44500.
Guardanapos de linho adamascados a.. .
34500 a duzia.
Atualhado adamascado com 7 i/2 palmos
de largara a 24 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 24 a vara.
Algodo enfestado com a mesma largura
a 14100 a vara.
dem trancado de algodo a 14600 a tara.
Toalhas alcochoadas de Unho lisas a 114
a duzia.
dem de algodo felpudas a 134 e 144
Loja do Gallo Vigilante
Loja
DAS
Cunipra-se
cobre, lati e chombo : ao armazem da boa ama-
rella no oitao da secretaria da poileta.
Na roa do Crespo o. 15, andar, compra-se
om cofre de ferro qae Unha bastite wgoraoct-
Comprase nma casa terrea em qoalqner das
fregonias da capital, cojo valor nio exceda a
tjOQO* : a tratar a roa da Pilar n. C._________^
Compra se ama padarla qoe seja em bom
logar ou entra se de tociedade com dona oa tres
Mcravo idneos, para almioislrar oa tambera se
faz o mesmo negocio com aigoma reoacio : quera
goisar osle negocio annoncie por esta folba.
bastas
Vaquetas de lastre propria* p:ra cobertas dt
carros, muito novas e da melhor qoalidade pos-
sivel : vendem-se por precos razoaveis ni rna da
Cadeia n. C6 A.
Vinbo soperier em caixas de orna duzia ;
tem para vender Antonio Luiz de Ollveira Atete-
do & C, no ven escriptorlo rna da Cruz n. 57.
Cal lava *e Lisbaa
Vendem-se bams eom superior cal nova de Lis-
boa (a desembarcar boje) : na roa estreita do Re-
sano, esquina para o pateo do ^armo a. 47, e no
armazem aa roa do AoeHo b. 3rX________.
Yeade ,e
ama vacca toorina ja aclimatada, a qnal da bas-
unte leite ; para ver na Btuncia n. i, e a tratar
na roa do Trapiche, armazem n. 5.

. Colchas de fusto a 64000.
Betondes de tilo preto a 64.
Chales de fil a 54.
Lencos de cambraia brancos finos a 14800,
24 e 24500 a duzia.
Lencos de cassa finissimos a 34200 e
3460o a duzia.
Fil de linho Uso a 800 a vara.
dem com salpicas a 14000 a vara.
Grosdenaples preto bom a 14800 e 24
o covado.
Moraotique preto superior a 24800 o ce-
vado.
Flanella do todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 800 rs, a
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 24500 a vara.
dem de linho com 5 palmos a 14200 a
vara.
dem de linho com 31/2 palmos a 800 a
vara.
Riqusimos basquins a 254COO.
Assim como outras muitas fazendas qae
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e da-se amostras de tudo,_________
Rival sem segundo.
Ra do Quelmano n. 4.
Quer acabar com as fazendas abaixo
mencionadas.
Qaeiram vir ver o que e bom e baratissime.
roalhas de labynntbo com bico, fazen-
da boa a ............
Carreteis de linba com 100 jardas a .
Gravatas pretas e de cores muito Boas a
Caixas de ofreias de massa muito novas a
corladores para espartilbo de cordao e
fita a............* i .
Carreteis de liaba Alexandre com 400 jar-
das a...............
Jabonetes muito finos a 60, 160, 200 e
Ditos de bolla muito fiaos a 910 e .
Miadas de liona froxa para bordar a
Varas de cordao para espartilbo a .
entes volteados para regalar cabello de
meninas a............
frascos de maeaca' oleo moito fino, a .
Abotoadnras moito linas para colimes a .
Candes de linba branca e de cores a .
Libra de a rea preta superior a.....
Sscovas para tato, fazenda boa, a .
Varas de tranja branca de linho para
toalba i..............
Pecas de bieo estrello com 20 varas moito
booito a..............
Varas de papalina de differeotes largu-
ras a 120,160 e..........
Caixas de palito balo a........
Caixas de palitos de segaraoea sem en-
cbofre a.............
S.bonetes de familia a 100,160 e .
Grosas de boioes de madrepe'rola para
camisa a.........;. .
Cartilha de doctrina chnsia a .
Latas com superior banba a......
Qaaderoos de papel pequeo soperlor a .
Dozia de baralbos francezes soperior .
Groza de pbospboros moito soperlores .
C ixis a retalbo dos mes.mos.....
Caixas de pbospboros de velliBba contendo
500 vellinbas moito superiores a .
Resmas de papel almaco moito superior ,
Resmas de papel pautado soperior qoali-
dade ...............
Dozias de meias para hornera .....
Dozias de meias croas moito soperiores .
3000
30
500
40
(0
JO
320
320
20
20
320
120
500
20
100
500
100
1*000
200
40
60
240
500
320
200
20
24000
1 00
l
160
24500
34600
24X00
?40u0
Vinko fioo do Porto en-
garrafado.
Vende-.se de mol excellente qoalidade por mo
dico proco em caixas do 12 garrafas : ao arma-
tea de David Frrelr* Bailar, roa do Brom a. 6.
ft
'Grande aimazem de tin-i
| tas medicamentos etc.
Roa do Imneradar 22.
j Productos chimicos e pharma-
ceticos os mais empregados em
i medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
! tora e para tinturara.
Productos industriaos e tintas
| para flores, como botoes de flores
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenho.
Productos chimicos e industriaos
para photographia, tinturara, pin-
tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
prida directamente de Pars, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena
confianca e satisfazor qualquer en-
commenda a grosso trato e a reta-
ai lho e por preco commodo.
=Vende-se ama molatioba de idade 17 a 18
anoos, bonita Agora, qoe por malta prstalo qqe
sna senbora se dlsrax do mesmo ; qaem preunder
dirjase a roa de Hortas a. Si.
DE
Gnimares Freilas
BA DO GBESPO N. 7. rLtM
Os proprietarios deste bem conbecido es-
tabelecimento leudo em vistas a boa vontade
com que toda generosa popu'agao desta bel-
le cidade concorre com a sua [coadjuvaco
para o basar de prendas que costumam es-
tabelecer no dia da commemoracao doanni-
versario do Hospital Portuguez de Benefi-
cencia, cujo producto applicado a bem
daquelles que baldos de recursos, e no leito
da dor ali procurara melhorar seus soiri-
mentos e aproximndose o dia dessa gran-
diosa festa por isso apressam-se em avisar
ao respeitavei publico do que ha de mais
moderno em seu estabelecimento, alm dos
quaes tem variedade de outros, que a serem
para um m 15o justo os venderam por pre-
cos mui rasoaveis. V'iMU
Riquissimas caixas com msica contendo
o necessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Riquissimos livrinhos com capas de tar-
taruga para missa.
Riquissimo lbum com capa de tartaruga.
Porta joias, dedaes e relogios e neste gos-
to nma infinidade de objectos.
Vasos, cal un gas e pal! i te iros de porcelana.
Bonecas qoe chamam papai e mami.
Finissimos lencos de cambraias de linho
com disticos.
Caixinhas com perfumaras.
Bengalas de canna com lindos castdes de
marfim.
Riquissimos eofeitfs ora coques e sem
elle inteiramente novidade e ultima moda.
Lindissimos cintos para senhoras.
Fivellas lindas de moito gosto.
Lindos port-bouquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentas e bailes;
Riquissimos leques de madreperla.
Lindos leques de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, ultima moda.
Leques de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lindos pentes de tartaruga, massa e outras
muitas qualidades.
Luvas dejouvin. inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Ditas de seda.
Meias de seda e algodSo.
Lindas trancas pretas e de cores omve-
drilho e sem elle, assim como lindissimas
guarnices para enfeitar basquines e Lotoes
para os mesmos.
Lindos indispensaveis para meninas das
escolas.
Bengallinhas para meninos.
Suspensorios para meninos.
Lindas touquinhas e sapatinhos ricamen-
te enfeitados proprios para baptisados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Aluito boas escovas para dentes, chapos-
roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes.
Superior lionas para crochet.
Agulbas para o mesmo fim.
Lindos agulbeiros e dedaes de madrepe-
rola e marfim, assim como de metal.
Lindas guarnices de botoes, para colotes,
punhos e colerinhos.
Ricas capellas para noivas.
Meias de seda para senhoras.
Superiores thesouras para unhas, costura
e cortar cabello, etc., etc.
Suspensorios de seda para bomem.
Ditos de algodo para homem e meninos.
Finos aderecos pretos para luto.
Grande sortimento- ae fiDas perfumaras
dos melhores fabricantes at hoje conhe-
cidos.
Grande sortimento de fitas de todas as
qualidades.
E muitos outros objectos que impossivel
seria menciona-los e que se encontrado na
loja do Vigilante, ra do Crespo n. 7.
^GRftND BAZAR
RA NOVA N. :0 E 22
Este eslabelecimenio acaba de receber lindas
chapelioas para senbora, ricas calxiobas para cos-
turas, ditas para joias, pentea doorados para coco,
Oveas moito ricas, assim como cintos e polseiras
da ultima moda de Pars, ntremelos e babadinhos,
bonitos toncadores doorados e de Jacaranda, espe-
lbos escossezes de diversos tamanhos e ricos cai-
vetes para senhora, voltas para pescoco, gravali
nbas, bico de seda, dito de atgodao, labynntbo, e
muito oolros objectos de aparado gosto, qoe se
torna eofadoobo menciooar, tooo por precos moi-
to commodoss a' roa da Imperatriz o. 70, na loja
da Lealdade.
' 0 arrobe vegetal,
muito superior oas xaropes de Cuisinier e
de Lorrey. De fcil digestao, agraavel ao pa-
ladar b ao olphato, elle cura radicalmente,
sem mercurio, todas as afecces da pelle,
impingeos, alporcas, tumore?, ule- ras, sarna
degenerada, escrfulas e escorbuto. E' so-
bretodo poderoso as molestias rebeldes ao
mercurio e ao iodoreto de potassio.
nico deposito na pharmaeia do Pinto,
roa larga do Rosario o. 10 junto ao quartel
da polica. _______TJ*______
Cal de Li boa
No armazem do caes da alfandega r. 5 ba para
veoder soperior cal nova, marca TM, ebegada ba
diai na baa portogueza GraHdo, a preco de
104 barril. _______
Cal de Lisboa nova.
Vende-se a roa do Apollo o. 4. *
Machinas para descarocar algodo. do me
Ibor autor que tem apparecido na America'
E' tal a execugao do machinisme, que o al-
godo sahe quasi to perfeito como o de bu-
landeira. Recommenda-se a attenco dos
Srs. agricultores, estas machinas.
Chocolate te Desbrlere
purgativo da magnesia.
E' o chocolate de des br i ere e melbor purgante
at agora cooaecido e de grande aeeitacao em Pa-
rs, onde tem sido moito applicado no hospital
Hotel Dieo pelos professores Trousseaa e Pidooi
eom o melbor resoltado.
Por soa aeco laxante porga sem (aligar o esto-
mago e os intestinos, e aprsenla ptimos resolta
dos como dorivatlvo, abrovente, amUvernoso, re-
(rescaaia e doparativo.
Deposito especial
34Raa larga do Rasarlo34
Botica de Bartbolomea & G.
VENDE-SE
0 cordero providente
Na antiga loja de miudezas a ra do Quei-
oado n. 16.
O cordeiro prevideote se ofana de ter o seo ap-
pareeimento no sempre memoravel da 7 de se-
tembro. Elle cumprimeott ao respeitavei publico
em geral eft cada um uidadio em particular. O
cordeiro prevideote nio so lotromeltera' em estr-
ohos e alheios aegocios, resirlnglndo-5e apenas ao
tjue dit'respeHo a miudezas em coja aoliga loja n.
lo a roa do Qoeimadj permaaeeera' esperaouo
ae tudos soas valiosas protecc5es observando elle
aiem de sua cosiainada uiaosido, condescendeo-
n,i,e.frid0- sl0i do cordeiro prevideote eo-
m0iL ,$ Prel fnSt?i.!IIDiP linwnio^e miudezas., finas per-
rTrs..' i ? de pe,li0*' ^"to* ^ aada
f'" e, o coitos uue eoomera los se to-r-
nana enfadooho, ootando-se entra ellos os que
ofrt1 r^^Tis' seol0 POf M08 "eC0I>"e-
cido a commodidade dos precos:
Atoos de diversos tamaah&s e qualidades para
retratos.
Cbaposiobos e sapationos para baptisados.
Coques simples e enfeitados.
Leqoes de saodalo e ootras qualidades.
Voltas de relroz com cassoletas obra moderoa.
Gollionas o punhos para senhoras.
Bico de liobo a imitacao da do palz.
Cartel ras com fims agolbas.
Modernas cbapelinas o enfeiies para senhoras.
Liabas para crochet.
L3a para bordar.
Fios espartllbos para senhoras.
Leques de diversos gastos a i-
O cordeiro prevldeute.
A ra do Qeimado n. 16.
Vende os segoiotes oojectos constantes do varia-
do sortimento abaixo declarado :
Collares eletricos magnticos contra as convst-
C038.
Bonitas abotoadnras para colletcs.
Coiarinhos modernos.
Finas navalbas cabo de marflm.
Escovas macbeotadas e ootras qualidades para
roupa, cbapo e cabello.
Bonitas caixas para rap
Tinta atol epreta para escripta.
Dita preta para marcar roopa.
Fiaos caivetes para aparar pennas.
Lapis con caeta de ooso
Ditos de cores para desenhos.
Bonitos 'inteiros de looga e vidro.
Fixas para solo o voltarete
Borrachas para atar papis e segorar punt
Dita para brinquedo de eriocas.
Bolas de borracha.
Lindos maracaes.
Para offercas no hospital y( -
(ugurz.
Bonitas cestiobas com trootas de cera, obra de
moita perfeico e bom gosto.
Para corlar moldes e embrulbar fazenda
Veode-se papel pardo folba graode.
Para lastrar calcados.
Vende-se soperior graxa econmica.
Vende-se papel para matar moscas.
A loja do cordeiro previdene
Ra do Queimado n. 16.
Mella acharao os pretendemos om grande e va-
riado sortimento e perfumaras finas, lauto ioglu-
zas como francezas, sendo :
Finos extractos para lencos. .
Buenas e pomadas para cabellos.
Oleo philocome e baboza para dito.
Pus bygienicos para dentes.
Ditos camphoradospara ditos.
Opiata iogleta e fraoceza para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
vasos de porcelona para ditos.
Sabonetas para mao e barba.
E muitos outros objectos que sero presentes
ao comprador qae se dirigir a roa do Qoelmadt
n. 16, loja do cordeiro providente.
Banrieijas peqaeaas.
Veodem-se na roa do Queimado n. 16. loja to
cordeiro providente.
danta
da acreditada fabrica de Jos Furtado de
Simas.
Vendem-se na loja do cordeiro providente a ra
do Queimado n. 16__________________
PIL111jJ.S
laropee vlnho ferruginoso de
jurnbeba eom pyrophosphato
de ferro.
Colorse, anemia, escrfulas, racbitismo, blennor-
rbagia, leaeorrna. ebres intermitentes e ame-
norrhea (menstroacSo doiorosa e Irregular;
etc., etc.
Ha muito que tinbamos em vista assoclar o Ierro
as nossas preparares de jorobaba; mas levamos
tempo a experimentar qnal a prepar<*co ferrugi-
nosa, qae mais conviria ao organismo humane
viodo por fim a decidir nos pelo pvrophospbato
de ferro, com o qual podemos prepara r os nossos
xarope e vinbo de jorobeba ferruginoso-.
Temos a observar, porm, qae o oso dos meds-
cameotos de jorobeba com o pyropbospbao ae
ferro nonca pode occasiooar a pbtysica oas pes-
soas aioda as.mais delicada?, como mnitas vezes
lem a oo'.ecido at a pessoas robustas, que se ho
servido do mesmo medicamento preparado com
outras substancias ferruginosas, po: isso que o
pbosphoro debaixo da forma de pyropbospbalo,
nm meiopropbylatiioreconbecido infalllvel con-
tra esta terrivel affeccao.
As preparacSes de jorobeba, a qoe havemt-s ae-
sociado o pyropbospbato de ferro, sao mui provea-
losas no tratamento das molestias das senhoras,
taes como a eblorose, anemia etc.
Estas molestias manlfestam-se com os sympto-
mas segoinles :Descoramento geral da pelle e
das membranas mocosas, magreza, incbacao dts
faces e das pernas; excitacio Bervosa, bystens-
mo, melancola, deblHdade raoseolar, dores ne-
vralgicas, pulso mais trequente do que no estado
de sade, calor febril, pelle secca, appatites de-
pravados, vmitos, priso de venire, menstroaco
doiorosa, irregular, pooco ahondante, descorada,
nolis, flores brancas, amenorrbagia e infecundi-
dad?.
Dsie estado espantoso, alfas tao ordinariarc ote
reconbecido entre nos em erescido nnmero d se-
nhoras, desapparece s com o prudente nso das
preparares cima.
nico deposito destes medicamentos:
pharmaeia de J. A. Pinto, ra larga do Ro-
sario n. 10, emPernambuco.

GRANDE
Motores americanos para doos cavallos.
Dito dito para quatro cavallos.
Machinas para descarocar algodo do 14, 16,
18,10 30, 35 o 40 trras.
Prencas para enfardar algodo faiendo os sac
co com 6 palmos de comprimeolo com o peso de
180 e S00 libra, viadas ltimamente da America
oo armazem do Boory Forster A Cn no casa Pe-
dro II oJJjootojioabio^^otojo^_____
Na roa do Rangel n. 3) vende-so nm oicra-
vo de 17 anoos, proprio para criado oo boloetro
preto, de boa estalara.
5
Tendo de se liquidar a loja de calcados france-
zes sita na rna do Imperador o. 33, previae-se ao
respeitavei pobltco qoe a mesma Hquidacao tera'
somente logar de segooda-feira 20 do correte mez
em diaote, e para se dar ama idea da baratez;.,
abaixo se transcreve os pre?os:
Borzegoios de Mellier verdadeiros. UJOOO
Dito Sozer dito........SfOO
Dito do mesmo fabricante de diversas
qualidades.......... 84G00
Dito do fabricante Faoioa e Lavergeo .. 8JG00
Dito da diversos fabricantes do 6*1 a 7000
Sapatdes do Soler qoe se vsndiam por
3*000 a ".......... 3V00
Borzefuins para menino de varios fabri-
cantes de 5? por .......... 3V0O
Botinas para meninas idem idem .. 34500
Ditas para senhoras ld*m dem Jolly 3lbVU
Sapatoes -para meninos de diversos fa-
bricantes..........3#000
Perfomarias do fabricante Labio e Piver, sorti-
mento variado de diversos extractos e agna de ( >
loni.
Camisas para bomem.
Bengalas, gravatas, cbaroteiras do mbar, pea-
tes de tartaruga de diversas qualidades e morir-
los, omflm ama infloidado m artigos de laxo
bom gosto. _
Vendse om malatiibo de idade de h aa-
nos, lindamjara, bom cojuiro, habituado ao servicu
de cas, sem vicios o bom edoeado : roa do t'os-
piclo defroote da casa tm qu fot o gymnasio oa
peoolUma casa jooto ao canal; os pretendentes
podem ir vello das sets as aove horas da manti,
oa das tros a* seis da Urdo.
LIVAS

Novo sortimanto do lavas de pellica (oavin,
" no ultimo vapor '
ra Nova a. 7.
6tM|das no ujtimo vapor Iraacez.'ao armueta j
?


I >"
Mate
MM
Marte renwkie egaxla Wra 9 de eteaaJor o de I8*5.
v
RA DAS CINCO PUNTAS M.86
AO GRANDE ARMAZEM
DAS
DAS AM
Sempre barato
aatelga, _
Ingleza flor a i*, a libra e a boo rs. sofliivel e propria para tempero a 3 rs
dem franceza a 56. rs. a libra.
Cha
De primeira qoalidade a 2^8oo e proprio para negocio i06oo a libra.
Blseolteftr
Inglezes pearl, nic-nac, oval, cracnel, e outros superiores a 1(51 a lata.
Figos
, A 24o reis a libra.
Gomosas
De milo brinco a 4oo res a libra, de araruta verdadeira propria para alimen-
tar criancas a 5oo res a libra e caxinbas com 4 libras por menos, gomma do MaraobJo
a 16o rs. e tapioca saga a 24o a libra.
Chocolata
Superior a 1$, a libra. f >
Doces
De goiaba em latas a !J5o em caixa de 4 libras, moito fino a IflNNj em caixoes
de 2 libras a Soo e 32o.
Peke i
E-.M latas a l*5ooo res a libra, sonido em qualidades.
Ostra
America a 8oo rs. a Uta.
Baldes e Vasseiiras
Americanas a 8oo reis cada peca.
ToueJaho
De Lisboa a 320 reis a libra.
Tomates
Em latas a 6oo rs.
al
Refinado em lindos postes por 5oo rs.
Rirsks de Wasser
, A 2^000 a garata.
Vsrmoath e Abssuio
A ifjooo a farrafa.
Bltter
A Ifgooo a garrafa.
De bordeaux superior, Saint Estepbe, Saint Julien, Saint Emilie a 7 Job*-a duzia
e 64o rs. a garrafa.
vinho
Do Porto fino a lijjooo a duzia e i05oo a garrafa e magnifico tamhem i en bar-
ril a 8oo a garrafa.
Duque do Porto
Adamado e outras marcas a 9oo rs. a garrafa e lo.S a duzia.
vlaho da Flguelra
O que ha de melhor a 40, a caada de Lisboa a 3,5 45 a garra. <
vinagre
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa.
Farello de Lisboa
Saceos com 9o libras a 4jJ5oo.
Cerceta
Franceza em gigos de urna duzia a 6.
Ingleza
Bass verdadeira a. .... T. e Victoria e Alssop a 5oo reisa garrafa
OMORODEVBSlZA
Ao regpeitavel publico pernambncano pede-se
Aengo '
ianteiga ingleza
320, 500,800 e t so no armazem se acba vista.
Manteiga franceza:
em lioras 560 e 640, em barris se far differenca.
Betnha de porco
em libras 320 e 380, em porco se fara differenca.
Eructas
em calda Pera, Pecego, Rainha Claudia, Arperxe e outras muitas 500 e 610 a lata.
Irvllhas
Portuguezas 640, francezas 000.
Fama
em latas do Para e de albaneque, lata 10 e 1(9(200.
ama de mllho
em pacotes, dita da trra IO0U ** Kbra.
VdTio
de Breteatuam catara data 5 garrafa 500, dito de U a duzia, 800 a garrafa, dita a
14)51 a duzia, 10200 a garrafa, dito do Porto a 80,124,180, 240, caitas de duzia, assimf
como figoeira caada 30&9O 4tf, paro J A A Lisboa 20800, 30 e. 30500 aqualidade camentosas que pertencem ao reino vega-
. S"til a nrlan^o Macu ring Innipnc a riaonha-


-
PIURMICU
DE
Joaquim de Almeida tinto
Ajurubeba contra o ingorgi
tmento do figado e do bago
Em extracto aleoollco, emplas-
tro, oleo, tlatmra, plalas,
xarope c vlaho
A jurubeba orna das substancias medi-
convida.
dax




INJECTION BRO
I '
BiC
i Hyftealc imMttTB rriHjvMvaZ
tu prfJrM umm a *. (Bu**
4 Umw BK. Mata** ajiwu. Ht.
btoluu
auna aaai
-tm*.mma
I
a
ja
mnm"'
PREPARACOES FRREAS-EANGANICAS
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA
DE BURIN DU BUISSON
tkarnaceafieo, laartast pa academia di lt&ia te Par
1
0 eminente professor TftOUSSBA, aa nhima ediclo de sen Tratado de TK$ra-
peukea e Materia medica, recenhece qae os ferruginosos sinples sff muilas
Teses inefficazes para curar as molestias que teem por causa o empobrec ment
do sangue. Mu tos mdicos dos mais distinctos attribuem esse m o xito a anseneia,
n essas preparacbes, do manganese, que se acba no sangue, cerno o tem reconbecid*
os cbwnicos os mais peritos, sempre HUimaraente unido com o ferro.
E pois, prestar-seum verdadeir servco aos Sr" Mdicos, o chamar-se sua attenco
sobre as preparaeftes seguintes.
Io PS fftfrWIS mXtnOtM dand0 >m,nedaumente urna agua, aeidalada,
l loo icricua llldUgSUICU gaz0Mi grad^i, substumdo com Tntagem
eeonemia as aguas mineraea ferruginosas.
2 Pillas c Xarope de iedureto de ferro e de manganese iflalteravcrs
eontendo cada urna ciaco centigramos de iodureto de ferro manganieo indicadas
partietilarmente as molestias lymphaticas, escrofulosas, e as chamadas eas-
roau e tuberculosas. .
receitadas especialmente
ara a chlorosis, a ane-
m-ia, a leucorrbea, a arae-
norrbea. A adicacio de
alternar estas dnas preparaeSea d oa melbores ron tados.
0 ^ Baria do Buissen desejando obter a xdhesio corapleU do publico medie* a
cereado Talor de sus preparaces, prevtae ne Ue aa poe gratuiumente a saa
dispotioao, dingendo-se; __
No Pern*mb%cc, a seu agtate goral, Manrar t>, pnamaceutcoa, roa Nova.
em lata deSgaBss e majspgqaenas a vontade do comprador, em garrafa-
Alpiste
140 e te o---linfa, painco a iOD^s libra.
em garrafas a 800 e 10.
CHARUTOS, ; nn
era caixa de 50 por 1*, ditos BeKctas, Trovadores e Parisienses em oaixas de 100, ditos
da Exposiclo caixa 50, ditos de Regala caixas convAOO a 20500 e oatra muitas marcas
que so na presenca dos compradores.
PREZONTOS
delamege em barril, ditos de fiambre o melnor que ha no mercado por preco que taz
admirar 1 I
DOCE DE GOIABA
caixes de 560 fino, ditos de 40500 que parece marmellada, dito era latas muito fina
qoalidade a 10200.
BOCETAS
com doce secco a 10 e 20.
QUEIJOS
do Alentejo em latas chegado pelo vapor Oneida, ditos Flamengose Pratos dosmais notos
qtie ha no mercado.
AZE1T0NAS ; _L_ .
deelvas como no mercado n3o temos a 10 a Iata,em barris do Porto a 10 como n3o ha
melhor.
.

I
Oprpprietariodestesdouaestabelecimen-! oupa 0j n8Ci0nl.
Em liquidac&o.
tos tendo muita fazenda em ser e desejando
liquidar para vender mais-barato que pos-
sivel na ra da Imperatriz lojas e armazens
da Arara, ns. 56 e 72.
Alpacas admascadas para vestidos de senho-
ras 500 e 70 rs.
Vende-se alpacas de assento brano com
listas e flores lisa e admaseadas proprias' paca de cores e branca a 30500 e 40: palilots
para vestidos de senhoras a 500, 720 e 800! debrim decores a 20500, 30 e 20: serou-
rs. o coyado ra da Imperatriz lojas da Ara- de algod5osinuo de lioho a 10600, 20.....
ra, ns. 56 e 72. 205OO: roa da Imperatriz lojas da Arara
Ditos 160 o oovado. ns.. 56 e 72.
Vende-se ditos em retalhos a 160 rs. o Organdis de cores a 640 rs. a"vara.
covado, ditos em peca a 200 rs. o covado: Vende-se cassa organdis de cores a 640
retalhos de caca preta a 120 o covado: re- e 720a vara : talatana de cores a 800 rs. a
tal, e pertence a classe dos tnicos e desobs-
truentes, sendo empregada com vantagem
contra asfebres Intermitentes acompanbadaa
d3ngO'gitameato de figado e de baco. Ella
tem sido apphcada com incontestavel pro-
veito contra a anemia oa colorse, e hyaro-
phesia, catharro da bexrga, e mesmo para
combater a menstruac5o difficil, resultante
da mesma anemia oa colorse*
Depsitos geraes
Em Pernambuco, roa larga do Rosario
n. 10, Rio de Janeiro, pbarmacia do Sr.
Dorado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs. Casco & C, Macei, pbarmacia do Sr.
Claudino, no Havre, pbarmacia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, na pbarmacia do Sr. Feij.
Sedas largas
A ii ocovado
S na leja dipavo,
Yendemse modernisslmas sedas cam largara
de cnita fraocen, sendo com padreas modernos,
tendo entra ellas cores proprias para quem est de
loto : vende-se pelo barato preco de 2 o covado '
grande pecWncba r na lo]* e' atflrazem do Patio,
roa da Imperatriz n. 60, de Sama & Silva.
Cffter brliets^
Akw.
Vcnde-?e bonitos cortes de cambraia branca com
bonitas barras bordadas e tetoVtWB flfitffl
cora Maltas barras de'cores ; vndese pelo bara-
to prego de 5$, na loja e aroaiw do Pavao, rna
da Imperait o. O, de'Gama'&Srtva.-
Alpatas fle tOTC
i AftWa
- Chegaram as mais bonitas alpacas d< cores para
vestidos com desechos miados e graados, teado
largura de chita franceza, e vende-se pel barat
prego de 500 rs. cada eovado ; grande pechin-
cba : na toja e armazem do Pavo, roa da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Bramante a 2$.
Vende-so soperior bramane de liobo alvo com
e 20500; ditas brancas de lioho a 30500,
40 e50: palitots de casimira preta e de co-
res a 50, 60, 80 e 100; palitots de meia
casimira a 30, 30500 e 40: palitots de al-
Vende-se calcas de casimira a 50, 60 e
80, pretas ditas de meia casimira a 10600 ,
e 30, ditas de brim pardo a 10600, 20400 10 PaIn,0S1da l ratnz o. 60, detJi&ja & Silva.
Algole araado
Vende-se pegas de algodo largo moito encorpa-
do, pele barato prego de 5500 a pega : oa loja e
armazem do Pavo, ra da Imperatriz a. 60, de Ga-
ma Si Silva.
Retalhos
Vende-se ama porcao de retalbos de chitas e ca-
cas pretas, por prego barato, na toja e armazem do
Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Sedas a 320 rs. o covado
Vende-se um bonito sortimento de sedas de listas
que sempre se venderam par maito mais dinbeiro
Tppm L RO
R d Sotn, Si, L PARS.
Em ra &HM, VW*NtWW4R JM :ul
qu Vft *)i*f>nW*Mrfi^tiMOT tmt-
:-*Uo com aiu iariaut Mvnifo nAci.
II- B. l'emrt-
*- trndn-frnma'lrtlra
t (0 Irjnroi 5-
brPani, wlUrel
t 80 dial de f'a
ao a.ixlBio,KDia-u
do itatinirnto t do
autor descosto.
Depositona pbarmacia deP.Maur&
C. em Pernambuco.
talhos de caca de cores a 200,240, rs. o co- vara: ra da Imperatriz lojas da Arara ns. Ie "ooidam-se pelo baratissimo prego de 3OTs o
vado: retalhos de !5asinhas a 160, 200 240 56 e 72.
I-
Dmes de lactato de ferro t it manjanese
Pillas de carbonato frreo manganieo

Vende-se na pharmacia de P. Maorer rs. o covado: roa da Imperatriz lojas da,
Arara ns. 56 e 72.
Brim pardo transado a 560 rs. a vara.
Vende-se brim pardo com peqneno toque
de mofo a 560, 640 rs. o covado: roa da
Imperatriz lojas ns. 56 e 72.
Lazinhas a 200 o covado.
Vende-se lasinhas para vestidos de se-
nhora a 200, 240, 280, 320, 340 e 400 rs.
o covado : na ra da Imperatriz lojas da Ara-
ra n.56e 72.
Chitas francezas largas a 240 rs. o covado.
Vende-se chitas francezas largas a 240,
280, 320 e 400 rs. o covado: ra da Im-
peratriz lojas da Arara n. 56 e 72.
Mosambique a 400 rs. o covado.
Vende-se mosambique com palmas de se-
das para vestidos de senhoras, a 400 rs. o
covado: e vareja de listas para vestidos de
senhoras, a 280,320 rs. o covado.
Sedas escosseza com quadros para vestidos
de senhoras, a 280 320 rs. o covado: roa
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Arara vende as saias 30500.
Vende-se saias bordadas para senhora a
Madapolo a 40000 a peija.
Vende-se pecas de madapolo com 20 va-
ras a 40, 50, .60, 70, 80 e 100: ra da
Imperatriz loja da Arara ns. 56 e 72.
Casimira emfestada a 10 o covado.
Vende-se casimira enfestada de duas lar- ,
guras a 10, mpo_ e 3*_ o covado panno fi- j 2*D?a mfS/ffum 1*800.
covado, s para acabar : oa toja e armazem do Pa-
vao, raadaloiperalriz o. 60, de Gama A Silva.
Aviso agradaveL
Soma loares lrmo.
Ra Nova o. 28.
Vendem :
Liabas maito superiores em novellos sortida a
no preto a 10600, 20, 20500, 30 e 40: ra!
da Imperatriz lojas daArara ns. 56 e 72.
Algodosinho a 30 e 40 a peca.
Vende-se algodosinho a pecas de 30, 40,
50, 60 e 70 a peca ra da Imperatriz lojas
da Arara ns 56 e 72.
Bramante a 20iOO a vara.
Vende-se bramante de 10 palmos de lar-
gura a 20400 e 20500 a vara: ra da Im-
peratriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Algodao entestado a 10 a vara.
Vende-se algodo enfestado de duas lar-
guras a 10 a vara dito transado 10280 a va-
ra : ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56
0 72.
Cassa franceza a 240 rs. o covado.
Veode-se cassas de cores para vestidos a
240, 280 e 320 o covado, vendes-se corles
de cambraia de cores e com barras a 20500,
30500,40, 60 e70,saia balo oucrinolinas)?^ e 30500: s as lojas da Arara, ra da
de arcos a 24, 20500 30 e 30500: ra da emperatriz ns. 56 e 72.
Imperatriz lojas da Arara ns. 56e 72.
As sedas da Arara 10.
Cortes de 15a de 14 covados a 30.
Vende-se cortes de laa para vestidos de
senhora com 14 covados o 30, 30500,
ta*
de palba de Italia,
Variado sorthnanto da moderaos chapeos e chapellnas de seda, de Al e
pan saohora e menina.
Soperiores tiras, bordadinboso ontromeios bardados em cambraia tapada e transparente.
Na leja da colunias a roa do Crespa n. 13
Antonio Correia de Vasconeellos & Companhia.
MOYO DEPOSITO
n3 seudb ua ami4 a*. senora com 14 covados o 30, 30500, 40,
Vende-se sedas de quadrinhos e com lis- 40500 e 50, vende-se cortes de calcas para
fas a 10, 10200, 10600, 10800 e 20, o co-,homem a 800, 10, 10200 e 10600. cojari-
vado: pupclinas de seda com palmas saltos nhos de linho para hornera 400 e 5C0, ditos
para senhora a 106CO e 10800, grosdenaples de papel a 500 rs. a duzia, goliohas para
de cores a 10800 e 20, dito preto a 10600, senhora a 200 e 320 rs. por estes precos as
10800 e 20: ra da Imperatriz lujas da Ara- lojas e armazens da Arara, ra da Impera
ra ds. 56 e 72. triz ns. 56 e 72.

Pha i)ESCAROCAR ALGODO
Manoel Beato de Oliveira Braga.
53-M Dirclta n.-53
I
Neste estabelecimento se encontrarle a
verdadeiras machinas americatasebegadas ultima-
mate, asquaes sao fetes>pelo?taai9<*amdo fa-
bricante da America, por nao avisa, a rodas as pes-
soas que precisarem comprar, de se dirigir a este
stabelecimento qu^compjprlo^lal mais perfeitas
este genero,, assim como mais barato do oue em
roura qualquer parte, por isso que se recebe por
orate propria; bem como cannos de chambo e moi-
nhos para moer milho, o grande sortimento de fer-
ragenb e miudezas em grosso e i retalh.
Faca* de.cabo- branco do aeio bahn a duzia. flmtr>finas.die -lodos os taroritios proprias
do trattdho de esctrKatir '
TRATAMENTO Mr CHARLE, K PARS
Medico oxpcclal, conaultBce, ae, ru' VIvio
AVISO flOS DOENTES. f^?? -i^-r.
e
,')
elido
RMmMim
rado, tomei C
ki-ba, Copaiiiba
b todas a
formas em opia-
to, cptalas,
afeito, moa
e^ nao esto carado TUsei e abusoi de &m aadTa; de iimmju ^a^fatiUeB
-
curar tm 4 das, a tstoa anda mais doentcs.
1 DA MAIS SO AJVIVOS
9.UBf-2.dfm*al' "''"dM, Corrimentos, Rtlaxafdo do canal. CatarrXo it *****
Perdat nminet, curando primeira a causa virolenta inflammatork TeMa^eJ^wI?,
cea alalina ridra da neu DPcaatwo o aaGB. parawal tau affeeMcT leSa
40.000 DOENTES CURADOS
VerdaaWro trataneMo aepurhtrwde aaogae. As htrp,, M mait rtrtfrH rmww
prurido*. viral, cktqa* oKc#4#l HMWM, bonore, e toda* adoeocaa ni aUerto Tarea
da tanpe alo curadas en pouco tempe por mea x*aPa bkjbIwoT* tlc >ib
meatot. Eiu exeeilenU trataneou ala conten narcrv^ hJImi a I
" ka na a ua M *iui<*n iweaeaBar taataa atteanca tocam.
m Aht. mmlSS* df-tar C*4aj f nr trrmtoSS^ti
Voudo-se na roa Nova n. 25, pharmacia franceza de
p,
Dita do gaz, preta, branca e de cores, em cai-
xas de 40 novellos, 800 reis.
Dita em caixas de SO novellos, branca, a 7
res.
Dita em caixas de 10 novellos grandes, a 510
reis.
Dita branca e preta, em cartoes, a 160 reis a
duzia.
Dita de Alexandre, carros 200 jardas, a 1#200
a duzia.
Dita em carros, eom 80 jardas, a 360 reis a'
duzia.
AQlhas de fondo doarado moito linas, caixa a
220 res.
Ditas ingleza?, sortida?, milbeiro 700 res.
Grampas com cabeca de vidro, duzia a 160
reis.
Ditas lizas e crespas, maco 30 e 60 reis.
Coliete em caixinhas, duzia 640 reis.
Dito em carloes, duzia 600 e 900 res.
Espoletas verdadeiras, B B, caixa 100 reis.
Alflnetes em cartas grandes a 140 reis.
Ditos em cartas menores, 100 res.
Ditos em caixas com meta libra, 320 reis.
Bordes de madreperola para camisa, grosa 460
e 590reis.
Ditos de osso para calca, grosa 200 reis.
Ditos de louca, grosa 160 e 220 reis.
Ditos de moedinba para punbos, a 1#600 reis
a duzia.
Pentes para alizar, duzia 12100, 220O e 3090
res.
Ditos moito soperiores para bixos, duzia 2000
reis.
Ditos para cc, dozia 10500, 10800, 20400 e
30400 res.
Pbosforos. de cera moito superiores, duzia de
caixinoas 320 reis.
Barataos francotes moito fiaos, 200 reis.
Ditos portugaezes maito boas a 120 e 100 reis.
Espelhos em qaadro doarado a 120.
Trancas lizas e de caracol, peca a 10 50 e 60
reis.
Fita de la para debrom, vara 100 reis.
Dita de algodao branca, pega 240 reis.
Dlt de Nono, pega 40 reis.
Laa de todas as cores para bordar, libra 60000
re 18.
Garante-se cincerUade e baratsimos precos
RA OVA N. 28.
aiaaaaMWMffa
Pharmacia especial hor~
pathlca dD*. abii
Mj. Pitillo.
Cha de i'soTte para uso das
pessoas que se traam homeopathi-
camente.
Vende-se em pacotes do libra a
aSOBDrfc
Roa Nova n. 43.
XAROPE DEPURATIVO
HE CASCA DE LARANJAS AMARGAS
COM IODURETO DE P0TASS10
de
f.P. Laroze.
pharmaceutleo em Pars
Oioduretodepotassio nm verdadeiro al-
terante, om depurador de incontestavel effi-
caeia; combinado com o xarope de casca de
laranjas amargas, aturado sem pertubacSo
alguma pelos temperamentos os mais fracos,
sem alterar as funecoes do estomago. As do-
se- malhema ticas que elle con tem per mi tem
aos mdicos de receital-o para todas as cem-
pleices, as affeces escrofulosas, tubercu-
losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
tentes e terceiros; alm d'isso, o agente o
maispoderoso contra as doencas rheumaticas.
Deposito em todas as pharmacias e casas de
drogaras no Brasil.
Expedices, em casa de J. P. Laroze, ru
des Lions-St-Paul, 2, Pars.
A' venda na pharmacia de P. Maurer A.
C\ ra Nova n. 25.
DAS t.NKI-.H.MlDAIIAS DES SEXl'AKS. AS AFFEG-
:s rxTANK^. e a .teracoes do sanguk.
1 iO.000 curadas impingeos,
pstulas, herpes, sarna,
enmixoet, acrimonia, e al-
lejjoes, viciosas do sangos^
'ims. e nltcrachesdo san-
n mercurio). Briiuralfiaa
vi-seiar* bjsjios ;jl\! liti tomao-se doiis
por semana, fc-guimla n iraciaiusnu Depurativo :
m;irpnilo na- mefliaj ninlestias.
Rste XarnpeCitractodeferr*
it r.llAItLR. cura immedia-
tameniei|ualqaarf>nr(,'ii(ao,
rclatufao, e debiliilaJe, t
igualmente os /laxos t florts
trancas das muHieres. Esta injeccao benigna en-
pregs-se com o Xarope de Citradu de F-rro.
ONiMTMo. fornida que aa cura en tres diu.
POMADA ANTIHERPETICA
Contra.- Das nrecCocs cutnea e comxotM.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
-!o a CbaMe. cada frMee tai aceoEpahado dt
rir: V *-- ijTB iir^an
mi fij J'ajfa ^fj
BM
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IaJ
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Cal it Lisboa
Venie-se no armaiem te Bvid Perrerra Bal-
MrfoailDBrBa o. 66.
Madcira de slcnplra.
Vendem-se 155 paos de leopira, qae se acbam
depositados no estaleiro do Sr. Joaqnim Antonio
Rodrigues, na ra do Brom, onde podem ser exa-
minados pelos pretendemos; a tratar na trates
da Madre dePeoan.ll.
Vende-se om prato poasante e moco : na''roa
roa do Rangel n. 9, oa troei-M por am qae sej
coiinheiro.
AVISO AOS SRS. MDICOS.
Cara camrrhoi, ouei
coqucluekci rruuctt
ncruuias las doi bron-
chios i todas ai dotnca
i da pato-, basta ao doeol*
una cobe rt-hdea desU aaropn D' Forcet.
Dr. cetAJtLK em Paria, rata Vlrtena, .
A venda na pharmacia de P. Maurer p
e C, em Pernambuco. _____
GAZ GAZ GAZ
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster d
C, rna do Imperador, nm carregamento de gaz da
primeira qaalldade.o qaal se vende em partidas
i retalno por menos prego do qae em ontr* qaal
7ner parte.
Farinha superior
Tem para vender Antonio Lata de Oltveh-a An
vedo & C, no sea escriptorio, roa d Crnt n. 57.
Para as excellentissimas
senhoras.
" A loja do Passo acaba de recebar am grande a
varladlsslmo sortimento de basquinas de seda rica-
mente enditados e do melbot gosto qae se pode
encontrar estes baaqnines so tornam maito re-
commeadareis nao s pela saa boa qnaldade,
como por seren de gostos intelramente novoe, pois
diz o correspondente do Passo qae foram os melbo-
res qae se apresentaram na Exposicao universal
de Pars, a vista desta recommeodacao maito Ae
soppor qae ditos basquiBas devara agradar, e as
eieellemissimas senhoras que praclsaren, oo po-
derlo encontrar oecaslo melhor para eseoifier e
comprar, pois tem pracos tao rasoaveis de iO a
40J, conforme saa qnalidade, isto s na loja do
Passo roa-do Crespo n. 7 A, esaolna do Impe-
rador.
Vende-se ama casa na povoa?io do Barro,
eom mnitos commodos, do lado do rio, proprio
para passar a festa : a traar a travam o>a-
rroea n. 1 (caes o Ra*^.

W
Francisco Jos termann
[RA noctli.',
acate do recabar a lindo e magnifico sor
timento de oculos, lunetos, binculos, do ul-
timo e mais apurado gosto da Europa occ
los de alcance para obaervacbes e,paja a
martimos.
Fundico ctAurora em
Santo Amaro
Completo sortimento de taitas batidas e fondi
das, alambiques de todos os latoanlk a fuaos de
ditos, moendis de todos os tamanbos de soperior
qoalidade, crlvos e boceas de tornad, o qae mc
se wat- por awaraKiio pWB*v
Aos agricultores !
Saanders Brotbers dt & acaba de reeeber de
Lfcerpool vapores de torca de 3 a 4 eavallos eom
taos os pertences e mal preprios para faier mo-
ver, o achinas de desearon WjMo, poden*o ca-
da vapor trabalbar al eom 140 serras, tambem
srveos pan enfardar ilgodao oa para outro fljoal-
qaer servico em qae asam trabalbar com aoimaes.
O mesmos tambera tem a venda macbldas ame-
ricanas di 33 a 40 serras : os pretendentes diri-
am-seaojlargo o Corpo Santo a. II. ..
Vapores.
Vende-se am casa de Saanders Brothers 4 C
o largo do Corpo Santo n. 11, vapores patentes
oaatMos os pertences proprlos para faxer mover
esoa qaatro machinas para desearecar algodao
a



v.

- - .
V
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-'
-:
EGIVEL
P"



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Urt. e reraambaea *e|M felr. r Hetcmhro e 1867.


V


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!
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4

4
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Cintos pretos
e de wtr etica, et firttjt* 4e vi-
drilNs bratcts e ffetis.
A aula branca, na beo d'esed modernos culos depoata*, con (na-
jas de vidrilhos brancos #., pretoe j eoiaparaea\
pois, os pretendeate, ana acbarao torilmente
contento.
Collares Eoyer
# todiits elctricos magietict 8
Deposito acreditado
Loja da aguia branca ra do Queimado n 8
Apregoar ainda os prodigiosos effeitos dos
Collares Royer j d3o eosinar oa querer
iotroduzir novidades, porque a fama de sua
eflleacia tem-se (aoto estendido, e os seos
felizes resallados a tai altara elevado, que
boj rara a pessoa que por experieueii
propria, ou por intermedio de seus amigos
e parantes, ignore ou desconhe;a as virtu-
des desses sempre apreciaveia collares
Royer.
A aguia branca porm sa gloria de coacor
rer para um tao justo flm, se nao por ou-
tro modo ao meaos por ter sempre, e cons-
tantemente um completo sortimento desses
o ol-.res magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das criangas.
Resta anda que os senhores pais de fa-
milia se faeam convencer de que convem
n3o esperar que as crianzas sejam atacadas
do mal, e por, isso oecessario ou conve-
niente que com antecedencia se deite na
crianca um desses eoares para assim estar
ella preservada das convaleces e se contar
livre dos rigores da dentico.
A aguia branca ra do Queimado o. 8
contioa a receber por todos os vapores
francezes a qnantidade que ha contratado e
por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
daderos colhres Royer eletricos magoe-
ticos.
Bolas de borracha para brlu-
qaedos.
Veod-em se na ra do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Carretela de retroz para ma-
chinas.
Vendem-se na ra do Queimado loja da agua
branca n. 8.
Papel paquete.
Ven Je se na ra do Queimado loja da aguia
ranea n. 8.
A Aguia Branca ra do Queimado o. 8,
recebeu de aovo os seguintes objectos e
est vendendo-as por precos rasoaveis.
Modernas fivellas.
Modernas fivellas de madreperola, lavra-
das e lisas, guarnecidas com enreites de
grata dourada, vendera-se na loja d'Aguia
Branca ra do Queimado n. 8.
Leques
todos de sndalo, ootros todos de sndalo
com bonitos desenbos que representara qoa-
tro vista, outros de sndalo e seda, catros
de flia tambem com desenlies que formam
quatro vistas; vendem-se na loja d'Aguia
Branca, ra do Queimado n. 8.
Luvas finas
de camursa, brancas e amarellas: vendem-
se na kja da Aguia Branca ra do Quei-
mado n. 8.
Latas com banba fina
vendem-se na loja da Aguia Branca, a ra
do Queimado o 8.
Gbapelioas modernas,
enfeites de flores, capellas finas para noivas,
ditas brancas e cor de rosa para meninas,
caixos e ramos de flores finas e botes de
rosa de diversos tamanhos : na Aguia Bran-
ca ra do Queimado n. 8. ,
Meias finas para meninos.
A Aguia Branca ra do Queimado n. 8,
recebeu meias mui finas para meninos, e
est vendendo as de cores a 55000 duzia,
brancas a 55500 e cruas a 65000.
Trancas de vidrilbos, brancas e pretas, lar-
gas e estreitas.
A Aguia Branca a ra do Queimado n. 8,
recebeu novo sortimento das trancas cima
ditas, e como sempre vende-as por precos
commodos.
Fitas novas
para cartas de hachareis e a irmaadade do
Bom Conselho.
A Agula-Branc?, a roa do Queimado n. 8, recebeu
novas Utas acbamaloladas para ambos os lados,
muj encorpada e toda de seda, com viva o agrada-
vel cr, e cjmo sempre, vende por preco multo
rasoavel.
Collares Royer magnticos
JHedalkas e pulsHras magnticas.
A Aguia Branca receben nova remessa dos pro-
veltosus collares Royer magnticos, ja summamen-
te conbecidos para preservar as coovulsdes e faci-
litar a deoiico das crlancas.
Com eses ntels collares elctricos magnetice?
tambem nao pequeas quantidades de medalbas
e pnlseiras elctrica magnticas coja ntilidade
tem sido aproveitada por qnem soffre do nervoso
bypocondico, tremores as maos etc.
Assim como os collares Royer esto geralmente
conbecidos e acreditados pelos efflcazes effeitos e
bous resultados qoe tem colbido as pessoas que
dellestem osado ; assim tambem ebegaram a ga-
nbar to alta repuiaco essas apreciaveis medaibas
e pnlselras magnticas, ama vez qoe o aso dells
for se es tendeado a todos que deltas necessitem- A
Agnla Branca contina a receber por todos os va-
pores trnceles orna determinada qantidade des-
ses sempre precisos e estimados collares Royer
magnticos e por Isso flqne na lembranca de' todos
qoe os aebar&o constantemente em dita loja da
Aguia Branca, ra do Queimado n. 8.
\m m
-
GRANDE SORTIMENTO
DE
VAZEXnAH D IR ATA*
Alm do grande sortimento das memores machinas, americanas para descarrocar
algodo, de 10, M, !4,16, i8,20, 22, 23, 30,35, 40 e 80, neste estabelecimento se
encontra mais o seguinte:
Azeite de espermacete propria para machi-
nas.
Vapores de forca de 3 a 4 cavallos.
Sorras avulsas para machinas.
Manc5es e todos os mais pertences para as
usnas.
Carros de mao para aterro.
Cylindro para padarias.
Debulhadores para milho.
Arados americanas.
(iarrinhos proprios para armazens.
Moinhos para refinado.
dem para milho.
Escadas de madeira ameriemr?.
Caixas com vidro sortidos.
de todas as qualidades.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para engommar a Tapor.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de verguioha.
Guarda comidas. -?3L_.
Penetras 'rame para padarias e refinacSes-
Gorrentes para almanjarra.
Machados e fac5es americanos.
Barricas com milho branco americano.
GC
KA
LOJA E ARMAZEM
M
lu da Imperatrh n. 6h
(1H1 Os proprietarios deste grande estabelecimento acabam de receber da Europa um
e sortimento das melhores fazendas de 15a, linho, algodo eseda, as quaes vendem
por precos baratissimos, afim de apararan dinheiro, dando de todas ellas amostras,
dcixando ficar om pechor ou mandam-ros levar em casa das Exmas. familias pelos seus
caueiros, assim como as pessoas que negociam em pequea escala, neste estabelecimen-
to comprarao pelos mesmos precos qoe se compran as casas inglezas, ganhando-se
apenas o descont.
Casemiras pretas enfestadas a | 6eo.
Na loja do Pavo vende-se superior casemira
entestada preta para calcas e paletos pelo barato
^/rmVo0^
oo o corte a 32500, ditas moito finas em serem
Armazem de fazendas finas para grandes toiletts e tiso
ordinario para todas as classes.
I
o
enfestadas a 1*806, 1*000 e SjSOO cada covado :
na loja e armazem do PavSo na ra da Imperatriz
n. 60 da Gama & Silva.
Espartilhos.
Vendem-se magnficos espartilh*s franceies e
Inglezes na loja e armazem do Pavao, na rna da
Imporatriz n. 60. de Gama & Silva.
PANNOS DE CHROGHfi'.
Vende-se om grande sortimento dos mais boni-
tos pannos de f broches proprios para eadclras, so-
phs, cadelras de balanco, para almoMas e para
cobrir presentes, e vendem se por precos baratos
na loja e armazem do Pavao, roa da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
FAZENDAS PARA LUTO.
Loja dt paYao.
Vende-se setim da Cbina preto seodo urna fa-
zenda moito leve e sem loslro com 6 palmos de
largura proprio para vestidos e roopag psra bo-
rnem pelo barato preco de 2000 o rovado meri-
no preto entestado moito bom a 1J.600, superiores
bombazinas pretas a 1600, 12800 o 4000 rs. o
covado, superior canteo a IJtOO, lanztnba preta
lisa a 400 e 00 rs. o covad, um grande sorti-
mento de alpacas e princezas pretas qoe a ven-
dem mais barato que em outra qoalqner parte, na
loja e armazem do Pavo, roa da- Imperatriz, n
60,e d Gama & Silva.
As 10 mil varas de cambraias
Covado 300 rs. vara 50e rs.
So pavao
Vendem-se finissim cambraias france-
Vestidos oe rantazia a 6(5 e 8.
Vendem-se bonites cortes de vestidos de
fantazia com lindas barras e enfeites de seda
D
ra do Crespo n, 9 A. esquina da do Imperador
DE
Custodio Jos Alves Guimaiaes.
O proprietario deste importante estabelecimento avisa ao respeitavel publico
e aos seas amigos e freguezes que acaba de receber pelo vapor francez Guienne, di-
versos artigos de moda, os quaes sao de completa novidade para este mercado, e apro-
xima ndo-se o dia da commemorac5o do anniversario do Hospital Portuguez, por isso
apressa-se em va* avisa-los do que ha de mais moderno em seu estabeleeimeato, como
sejam:
Riquissimaschapelinas com coque. Lavas de Jouvin preta, branca e de cores.
Ditas sem elle. Lindos cortes de 15a com barra.
Lindas chapelinas de palba da Italia. (Re-J Riquissimos cortes de transparent dese-
commenda-se moito estas chapelinas por.se-da para vestido de senhorastambem novi-
e armazem do Pav3o roa da Imperatriz n.
60. De Gama Si Silva.
Pannos de linho.
Vende-se superior panno de linho. paro
para lences eueroulas a 640, 70O e 800
reis, a vara na loja e armazem do Pavo ra
da Imperatriz n. 60. De Gama & Silva.
Bramante de linho a U 20400, 20800 reis
a vara.
Vende-se superior bramante de linho
com 10 palmos de largara proprios para
lences, pelo barato preco de 24, 24400 e
20830 reis a vara, na loja e armazem do
PavSo roa da Imperatriz o. 60. De Gama
& Silva.
Algodaosinho eofeetado a 14 14290 reis a
vara.
Vendem-se superior algodSosinbo ameri-
cano enfestado que a largara delle d a lar-
gura do lencol, seodo liso a vara a 14 e sea-
do trancado a 14280 na loja e armazem do
PavSo roa da Imperatriz n. 60. De Gama &
Silva.
Panhos e golinhas a 14000 o par,
so o Pav3o.
Vende-se om grande sortimento dos mais
bon'tos e modernos punbos com golinhas,
sendo de esguiao de linho bordados a 14000
ricos manguitos com goltinbas de
Venham ver
Vaadft-se rna leja, d ttaaim na Gambos do
Canai. 12, palba appaaaaMa da meiner serte
pan taeer caceirae e mlif, por prej aaa ei
aoan do que en ootn qnalqoer parte.
o par,
cambraia tapada e~ transparent a 24000 o
zas com hstras miuda, e graudas e com par> 'pecblncha ; na, loja e armazem do
indos desenbos de flo es e palmas, sendo. pav3o ^ & weatriz o 60 de Gama &
10Q3B com as cores maismodernas e mais sitva-
Cakinhas pera mfeninas a 640 e
800 ris.
Vende-se caicinbas bordadas para meninas
lindas* que tem vindo ao mercado, pelo, ba-
rato preco de 300 rs. o covado oa a 500 a
vara, grande pecbincha attendendo a
grande porc5o que tem, senSo seria para
muito mais dinheiro: isto na loja e armazem
do Pavao, ra da imperatriz o. 60 de Gama
Silva.
Chales baratos
24, 34900, 64 e 74000.
Veadem-se chales de merino estampados
que andam na escola pelos baratos precos
de 640 e 800 rs., manguitos para as mes-
mas e para senhoras pelos mesmos precos,
na loja do Pavo ra da Imperatriz 0. 60,
de Gama d Silva.
Baldes de cauda.
Vendem se as mais modernas crinolinas on ba
rem intei;menle novidade).
Riquissimos cintos de seda, com matamos
ebineza, ultima moda.
Lindas saias de 15 com bordados, proprias
para as excellent.ssimas seohoras trazerem
por cima do balao, ultima moda em Pars.
Lindos cortes de seda para vestidos.
Moireantique branco, azul e preto, fazen-
da inteirameote nova.
Grosdenapoles de todas as cores.
Ditos pretos.
Leques de madreperola.
Ditos todos de sndalos.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, inteiramente novidade e ulti-
ma moda.
Chapeos de sol para senhora.
Ligas de seda p ra senhora.
Ditas para meninas.
Espartilhos para senhora.
Riquissimos enfeites para senhoras, intei-
ramente novidade.
Bales para senhoras e meninas.
Touquinhas ricamente enfeitadas.
Coeiros bordados.
Toalhas de labyrintho muito ricas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dito.
Rendas, ticos da trra e grades para lencos.
Um rico lencol de labyrintos.
Riquissimas basquines de seda preta, bor-
dadas com gosto.
dade.
Lindos cortes de 13 com listas de seda.
Riquissimas fivellas para cilos.
Fil de seda e de linho.
Riquissimas camisinhas para seohora.
Riquissimas saias bordadas.
Punhos e goltinbas para senhora.
Riquissimos manteletes de cores, inteira-
meote novidade.
Paitos de Jinho bordados com gosto pro-
prios para camisas de noivos.
Collarinhos de linho lisos e bordados para
homens.
Lindos veos e mantas de blonds.
Riquissimas vestimentas para baptisados
contendo chapeosinbo, sapatinho, meiasinha
e camisioha com lindos bordados.
Riquissimos chales de touquim.
Grvalas de seda braBca para noiva.
Ditas de cambr ia de linho com bordados
as pontas, novidade.
Chapos de sol de seda com casto de
marfim.
Ditos de outras qualidades.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Chapeos de seda preta para homem.
Ditos de phantasia para homem.
Casemira preta moito fina.
Ditas de cores inteiramente novidades.
Cambraias, 15as, chitas, madapotes e ou-
tros muitos objectos.
O dono deste importantissimo estabelecimento contina nolouvavel proposito de
querer vender muito e gaobar pouco, sujeitando-se a tirar em soas mercadorias um lacro
rasoavel, para assim poder melhor agradar aos seus numerosos fregoezes.




Vende se
azeite de oeixe amito novo a 500 rs. a carrafa
rna das Crotes n. Si..
na
P0T4SS4M RUSSIA
A 200 rs. libra,
de mnito soporior qaalidade : vende-se no escrlp-
torio de Oliveira. Filbos & C, largo do Corpo San-
to n. 19.
ARROZ DE CASCA
Vende-se em saceos grandes a 4J300 : no Ira-
piche do Cogba^_____________________
~~ Vendem-se as partes dos eogenhos Amparo e
Moeot na fregneila de Santo Antio, sendo a parte
deste de :800# e daqatlte de 6.0O0J0OO: a
pessoa qoe pretender di rij-se a roa da Madre de
eogp. 14, en e caes de Hamos 44._________
Vend-* por preclsJo ama escrava crionla,
de bonita 1j?om, sem vicios, sabendo bem lavar de
varela e sabio, coalnba o diarlo de orna casa :
na roa4a Maogneb'i na Bja-vi.-ta n. ti.
Cal de Llaaiaa
Veade.se anterior eal de Ltsfcoa, desembarcada
oltimamente : ao armazem da roa do Amorim na-
14.
Crade.cfMitf
e velas de oaraaabacso rmiteaa do Anee, da
eonte da alfandpga. No raeamo se veade om bra-
trdaJMtagfa:p>e Piano,
Venee-ae aai boa alano (orla de tres cordas: a
trUr aa roa da Impetttriz n. O, loja.
"OieTnr ~
,",****g cimento Partland : no armazem de
A' LOJA DE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO & L
ll~Rua do Queimado--ll
Angosto Porto 4 C. acabam de receber i Europa superiores cenes de seda de coras para
bailes e casamentes.
Ricos cortea de blond coa ombU e cape lia para noivas.
Cortinados aordadoe para eaeaas de noivas e janetlas de 75 a 805 cada om.
Golxas de seda e oatras de la e seda o qoe ha de melber pan camas de aoivas.
Toarainlus de eroeb para cadeiras e sofa% espartilhos a saltana para Maneras, eamisinbas
com aaangtutos bordados e lindos encaovaes para baptisados, e baldes de mnsselina e de reos para
seaboraa e meninas.
Loa de pellica para homem e seaboras e superiores chapeas de sol de todas as qualidades.
. Lia para vestidos baratiasima bonitos padrdes q covado a 280.
Tapetes grandes para sof, ditos para piaao, ditos para cSn e pequeos para portas e janellas.
Moir branco e pro ?aperior para veetidos de lindos desenbos, grosdeoaple da todas as cores
seda da qaadriobos. caiabraiae brancas de martas qoalldades, ditas de rese lindas pereales.
Basqamesde sed pre* olOma eeoda, eaa*s e retondas de wipnre, veflde-Se barato.
Camisas-para taomena franeeaa e inglexas dt Mnho e de algodao finas a s*roalas de nabo sn-
Capas de borracha, eebretudos e pernelras as melhores e mais elegantes.
Istas grandes para viageas, ditas pequen**- saceos de tapete'e couro.
Braanato braaco de largura* a 94580 a vara,; pannos pretos e aiUM, casemiras pretas e de
cores tndo bom e barato. .'____
Neste eittoetacuMDtO ha sempre om completo sortimento de boas fazendas unto para a praea
como para o centro da previDcia o anperiorea objeetos proprios para casamentos como sejam eapellas,
mantas, veaUdes. de Wondee de arcir branco, cortinados, colchas, vendendo** Wdo mato barato t
~a-na*saoea
e ar-
do, deGa-
a 2l, ditos lisos a 3^500, ditos estampados. 15es proprios para vestidos de canda, sendo os
finna a ttMt)l R& RK(\\ Mine rronnn i melhores e mais modernos qoe tem vindo ao mer-
!1( T7' ^baa oaaTa1 "do e por precos moito razoavels: na loja
com hstras de seda a 7,5500 e 800O,
pecbiocba : na loja e armazem do PavSo
ra da Imperatriz o. 60 de Gama e Silva.
Para cama* de ato Ivas.
Veude o Pavao.
mazem do Pevo rna da Imperatriz n.
mi & Silva.
Las traosparenfs.
Cbegaram as mais modernas barejes on lasl-
nbas'transparentes com bonitas listas de seda,
vendem-se na loja e armazem do Pavo roa da
5 ,~t?rtlMdCS bordados a 8*000' i0,&' l6* Imperatriz n. 60, de Gama* Silva..
205 e 2o5 o par ; assim como os mesmos tambem \ >,______;___ --., ,-,,
servem pra janelias; ditos adamascados a 105 e C8alHlO08 para senbora
(25; bonitas pecas de cassas adamascadas para o' Chegarara os mais moderos casaquinbos on ja-
mesmo eBeito; bonitos damascos de la de nma 1aeUs pretas ricamente enfeitadas sendo com cin-
e duas larguras, proprios para colchas, assim oo- \,ora e S9m e,,8> Pelos Dreeo8 ** nic?s 1ae em
mo Bonitas colchas de croch : lulo isto se vende 0UtTV q<"lqoer parle : se vendem na loja e arma
mais barato do qoe em antra qoalqner parte, na do pva0 rQa da Imperatnt n. 60, de C
loja do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama. St Silva.
& Silva.
GRANDE BAZAR
ra Nota n. 20 e 22
Machinas pa'a costura do aator Wbealer
Wilson, chegadas ulmameote da Ame-
rica; as quaes pode coier-se com dons
pespontos, todae qualqaer faienda, emfo-
mbar, frangir, bordar e marcar roupa; tudo
com perfeicSo. S3o t3o simples, ue com-
prenende-se fcilmente a maneira do traba-
lho e a pessoa tendo pratica de coser em ma-
romas, pode fazer por dia o servico que fa-
ciam 30 costureiras.
Chama-se este estabelecimento a atten-
co do poblico, visto qoe elle se acha com-
pletamente sortido de objectos de 'gosto,
como bem leques de madreperola e de sn-
dalo, fivelas, fitas para cinto, cokes perfu-
mara e etc,
Na ra oova n. 20 e 22. Caraeiro Vian-
M &C.
Vende-se
No trapiche Bario do Livramento, no Forte do Ma-
tos n. 15, continei-se a vender saceas com fariaha
de mandioca aos precos-de 35500 a 54900, ^endo
a dest dIUtoo pre?o farloba moito especial, a elU
anles qoe se acabe.
Na ra do padre Floriano, casa n. 67
se vende boas hostias para igreja, e obreias
para escriptorio.
____EscraYOS fgidos
Foglo o moleqoe Luiz, de bonita figura, bas-
tante preto, foi vettidode calca debrlm pa do e
camisa de algedao riscado de azul; leven comsigo
nm batato grande torrado de encerado preto ecra a
lirma da casa eonunereial de Heorique Arevedo
dentro do quat exista uns pecas de plano fino pret
e cinco dnzia, de lencos de seda de cor. Qeem o
pegar leve-o a roa da Cadea n. 3i ou a ra do Im-
perador n. 48, que ser bem recompensado.
Altenco



Organdy a 4^000.
Vendem-se bonitos cortes de organdy
Baldes a 2gt t$*eo e3f
Veode-se nm grande sortimento de crinolinas
oo balSes de reos para senhora pelos baratos
'ouueui7 "T u u,8au1VJ'precosde25, 25-500 e 35 por ba ver grande por-
sendo com hstras todas brancas ou com lis- *. Da iojs '* armazem do Pavo roa da impera-
tras de cores tendo oito varas cada corte,' triz n. 60, de Gama & Silva,
pelo barat) prego de 4$, pecbiocba: na; Hadapelio e algodo
loja e armazem do Pavjo ra da Imperatriz Vendem-se superiores pegas de madapolo ten-
n fiO <1a a imt a Silva i do 2i lar<,3s cada nma D6los Dara,os precos de
iiuia e anva. 65, 65500, 75 e 85,ditos francezes fazenda multo
para meza a Z0UUU, 2i>0UU e SQnerior em pecas oo a retalho, alaodao moito en-
Atoalhados
meza a
3^000.
Vende-se superior atoalbado de linho
adamascado alvo com 8 palmos de largura a
34 a vara ; dito adamascado pardo a 2(5500
rs.; dito alvo de algodo a 2,5000 rs.; dito
trancado alvo, sem ser adamascado a I 600;
guardanapos econmicos pardos a 3 a du-
zia ; ditos alvos a 30500 e 40000: isto na
corpado pecas com 20 jardas a 55800, 65 e 65'*00,
dilo muito fino qoe serve at para camisas a 85 :
na loja e armarem do Pavo rna da Imperatri n.
60, de Gama & Silva.
Novidade do Pavao.
Alpacas, a-1280
Cbegaram as mais brillantes alpacas de
seda para vestido, sendo neste genero o mais
loja e armazem do Pavao roa da Imperatriz! bonito que tem vindo ao mercado tanto em
d. 60 de Gama & Silva. novidade de dezenhos como em flores, pois
Casaqoinbos de fil. urna nova fazenda que se confunde perfei-
Vende-se os mais modernos casaquinhos tamente com seda tendo entre ellas algamas
ou basquinas de fil preto. pelo barato pre-1 todas brancas wm^os mais odos^ Iavrito
co de 160, chales e retondas de renda preta
na loja e a'mazem do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60. De Gama & Silva.
e
para
4-nta ei-aa-U
Cambraias largas com 8 Palmos de largura a
40 e 1280.
Vende-se cambraias largas da Escocia ten-
do 8 palmos de largura que falicita fazer-se
um vestido apenas com 4 varas, pelo bara-
to preco de. 10 e 1280 reis a vara pecbin-
cha na loja e armazem do PavSo ra da Im-
peratiz o. 60. De G ma di Silva.
Cambraias escocezas tapadas e transparentes.
Vende-se um magnifico sortimento de fi-
nissimas cambraias brancas para vestidos
tendo mais de vara de largura pelos precos
de 100,120, 130, assim como om grande
sortimento de ditas mais abaixo de 40, 50,
60, 70 e 80, garantindo-se aos comprado-
res que oeste genero nao podero comprar
melhor em outra qualqaer parte e s na lo-
ja do PavSo ra di Imperatriz n. 60. De
G.ma dt Silva.
Damascos para colchas a 50-, 20500c 800 rs.
Vende-se o mais superior damasco com
8 palmos de largura proprio para colchas
com os desenhos mais busios qoe tem vin-
do ao mercado com ama s cor e de duas
cores pelo bar ato preco de 50 o covado, di-
to com 6 pateaos de largura a 20500, ditos
de ama s largora a 800 reis, na loja do Pa-
vSo ra da Imperatriz n. 60. De Gama &
Silw- r nnn
Cassas de ama s cor a 360 rs.
o covado.
Veode-se bonitas cassas de ama cor s.
tendo cor de rosa e astil, cor de lyrio, roxa,
verde e cor de canoa, pelo barato preco de
pOO rs. o cevado: aa loja e armazem do
Pavao ra da Imperatru o. 0 de Gama A
Silva.

___,_
ni i
Novo e grande deposito de superior earvSo de Cardiff na
Antonio Gomas dos Santoe 4 C, rna Santa Barbara n. 1, estio haMrittdoa a inpprir de
oarvao aai condfcjSea astas favorivefe qne wi otm j qa*\qmr depoaKo, a tedoa ea avio a vapor qrn
cerr naponfl* pare). A contratar tiesta com, Domingo? Ivas Mathens,|
Os ctsaqaiinis dt paro
a 180,200, 250e3O0.
Chegaram os mais moderaos casaquiobos
ou jaquetas de grs preto. ricamente enfei-
tadas, seodo aos com' dotara e outros sol-
tas coo'orme se asa oltimamente e vedem-se
pelos baratos precos de 180, 400, 250 e
300, na loja e armazem do PavJo, roa da
Imperatriz o. 60. De Gana 4 Silva,
' e vendem-se a 1280 reis, o covado, na loja
e armazem do PavSo, raa da Imperatriz n.
60. De Gama 4 Silva.
As alpacas do PavSo
para vestidos a 10.
Chegou um grande sortimento das mais
bonitas alpacas lavradas, de cores que se
vendem a 10 o corado, dita* a 800 reis,
dttas lizas de todas as cores a 640 reis, qoe
se vendem na loja e armazem do'Pavo, roa
da Imperatriz n. eO. De Gama 4 Silva,
vestidos brancos
a 40, s o PavSo.
Veodem-se bonitos cortes de vestidos de
cambraia braoca com bonitas barras tendo
entre elles tambem com barra de cor e veo-
dem-se pelo barato preco de 40 cada um,
oa loja e armazem do PavSo. roa da Impe-
ratriz b. 60. De Gama & Silva.
Grande novidade
Vestidos a 60
m aa taja 4o Patio.
Se veudem os mais ricos cortes de organ-
dy branco com elegantes listas largas, pre
tas tendo 10 varas cada corte com os com-
petentes eofeitos para o corpo sendo neste
genero o qoe tem viDdo de mais novo ao
mercado, pelo barato preco de 60, s oa
loja e armazem do Pavo, roa da Imperalriz
n. 60. De Gama 4 Sirva.
Chales a Benoiton a 50000 E 60000
oa loja do PavSo*
Cbegaram os mais moderos chales Be-
noiton, seodo de orna s cor com bonitas
franjas de pelucia, e tendo entre elles as
cores mais moderuas que teem vindo a este
mercado e vendem-se'pelo barato prego de
50 e 60069, ditos a Isabella que supnrem
muo bem os caxins e vendem se pelo
barato preco de 70000 rs. garaotiodo-s
qoe n'este gnero o que ha de mais novo
ao mercado e moito decentes para qualqaer
senhora tizar t veodem-se na loja e armazem
do PavSo, roa da Imperatriz o. 60, de Gama
4 Silva.
CARNAUBA.
Veode-SB cera de carortba em-saeoai,
sendo de superior tmaltdade" na loja do ra-
?o ra da tameifatriz a. 00 de Gama *
Silva.
*onoo
Conttnda andar fofido do poder do abaixo as
signado, desde o dia 12 de marco do correte anco
o seo escravo pardo claro, de nome Cyriaco, com
o; sigoaes segointes : representa ter de dade 40
annos, rosto redondo, e om tanto envergado, olbos
empapncados e fundos, bocea granoe, belcos gros-
sos, barba fecbada e roiva, ps e maos erossos e
carnudos, peitos vermelbos e cabelludos, cabellos
crespos e avermelbados, eostoma andar armado de
faro e orna bayoneta n'nm pao, goeta de tomar
cachaca, e quando 6ca bebado da para poeta e re-
grisla : rog -se, portanto, as autoridades policiaes
e capies de campo a appreben.'o do mesmo, e
lava-lo t seo senbor o abano assignade, no en
geobo Pedregnlb, em Naiarelb. qne sera' recom-
pensado com a gratiflcaeao cima.
__________Jos Ignacio Ferreira Torres.
Fugio no dia 2 do corrale o escravo Jja-
quim, uagao Angola, tem o rosto ferido de naca
queda que levon no dia da Cogida ; qnem o ap-
prehender e levar a roa da Cadeia do Recite o.
22, 3 andar, sera gratificado.
Anounolc.
Contina (ugide desde o da 2 de abril o mulato
Joao, de dado de 40 annos,, pouco mais oa me-
nos, com os signaes segnintes : cor alaracjada,
cabellos carapinbos, estatura regolar, reforcado do
corpo, pernas grossas, trabalba de mestre de a^so-
eir, mestre de pedreiro, sapateiro, mnito la-
mente de cachimbo, sabio com destino a Seri-
nhlem. O abaixo assignado roga a's autoridades
policiaes e capitaes de campo que mandem pren-
der dito mualo e leva-'.o a sen senbor no engenbo
Japaraioba, que sera' bem recompensado e por-
lader.
Japaraluba, 28 de julbo de 1867.
Jo3o Jo> Bnarqae.______
AVISO
100$000 de gratificacao.
Contina a estar fgido o es
cravo Simio.
Roga-se a todas as antoridadas e capltes de
campo, tanto desta provincia como da das Alagoas
a apprebensao do dito escravo, qne fugio de casa
de seo senbor no da 21 de jolno do correte anno,
com os signaes segnintes : de naco Mocaobiqne,
idade de 40 annos, ponco mais oa meaos alto,
semblante carregado, com falta de denles na fren-
te, cor fola, com tainos em clrcolo redondo ao pe
das orelnas, sem barba, leven vestido calta da ca-
semira de cor em bom estado, camisa de algodio
braaco, chapeo de meta maca aovo; este es-
cravo foi comprado ao Sr. Jos Vicente Lindo-
so, morador na provincia das Alagoas, por sen
procurador o Sr. Joaqnim Cavaicanti de Albn-
qnerqne Melto, morador no termo de Barreaos.
Consta nos qne este ereravo j foi visto em Sen-
nbSem, aonde elle intretm relacoes de conbeei-
meoto. Gratificase coma quantia cima a qnal
quer pessoa que o entregar no Recife, ra Drrata
numero 30.
lOOjjOOO de gratificado.
Fogio do engenbo Raz, da fregotiia da Escada,
o eseravo de nome Bermrdo, alto, magro, com
pouco buco, bem feito do corpo, bonita figura, de
Idade de 23 annos, eostoma osar roupa de algodo
aiul listado e ebapo de fellro oo de couro; qoem
o apprebender leve-o aoenfenbo aelma oo a' roa
das Crnr.es n. it, qoe recebera' a graiiflcacao Mt-
ma/Previne-se qoe anda por esta cidade._____
No dia 5 do correte ausentou-se o prMo
Francisco, escravo, de 22 annos, bonita figura, alto
a ebeio do corpo : lem om signa! bem vlsivel, fi-
gurando om raeio circnlo logo abaixo do olho es-
qnerdo : levoa vestido orna camisa de roadaao-
io fraoceza, caiga de brim pardo, ebapo de couro
e om cobertor, d lia escaro Inda novo. Foi re-
manido do lagar S. Miguel, da provincia do Cea-
ra' por sea senhor Bernardina Lopes de Aroortai
ao Sr. Carnelro Vianna, e vendido por. estes se-
nbores wn 29 de agosto flodo : rogase po rtanw>
todas as autoridades policiaes e capMes de
a saa apprebensao, a entregar ao mesmo r. ?
na, qoe generosamente se gratiPcor.


ffi.% SaSWto WaaMt u o dedo W:
S^j^rdewMtojioi corlado qaasi
lto da oaba : im-m, pertanlo, aos aaaSf
petopd
meamo. e pva
de sen senbor
._ policiaes a apprebeotao de
a roa nova de Saau Rita, casa
Antonio Mari de anal"-


PUrlo de Perineo e o casc-j tQaaiqner objeeto de escolptara, pintara deputado e cmara qae este telegrama falso.
n ..i. grip / c-uJo aM0?P* J* obsceno ou Eu nao o ssinal., >
2m giao d0 es*d0- d* i0"1 e b0DS i Alguot StWifiuss Wiitados : -Oh (Redama-
i U QU9 esteJ,ra coroprehendidis oas dis- ges.) ^
SESSAO EM l DE AGOSTO DE 1867. Considero o asscmp'to pelo seu lado econmico,'deputado, que nem Te" leve me ple eneommo-
L.haacporesse 'dooprocedimento-dasaolorida-lder: t Telegramas d. 194.->-Juoho 3.Informe
ae= ae Sjergipe, delegados imraedialos do governo se Ja foi convocada extraordinariamente, e para
iraPenal, fui um erro sem justificago, erro que os'que da, a cmara municipal, adra de dar enm-
noDres ministros podiam ter ja' reparado, dispeo- priraento minha deierminago sobre a manifes-
sando a consulta ,ao cooielho de estado, porquanto -
a materia e|le to fcil splngaaqua quajqaerinilvi-
doo deboraseeso a pie reWlver, avista da lei
. clara e positiva.
! O Sb. Tavahes Bastos :poiadtf: mnlto bem.
O Sr Belfort Di-arte :Fol erro qoe importa,
' sendo mantldo, diminuigo das rendas publicas, e
(auto mais grave o repoto quanto considero ser
. ella consequencia da propaganda ultramontana,
o e intimava ao dono do hotel que nio con-en-! Que prejadeara' sem duvida emigragad qae se
tise na venda das Biblias em seo esiabelecimento. i lr.al* de abr aopaz, neta poca em que ama
Nesse mesroo da lia se od offlcio no jornal offl-! 0'Mvel vMantropta quer a lodo o transe aea-
ca!, do ebefe de polica ao presdeme da urovio- Daf co,m o elemento servil, primeira alavanca da
da. declraado que prohibir a venda das Biblias P'raera industria do Imperio. (Apoiados.
reputadas falsas pelo vigario de Aracaj I Contra | _L"' v faD?*ra lfecno de ura artigo publicado
mmitA GE1UL
^RESIDENCIA DO SR SILVEIRA DE SOU!A (VICE-
PRESIDENTE )
(Coniiouacao.)
trqoalo, protestando contra a eieoraraunbo
dj vigario, qoe lofluia de modo a paralysil o sea
negocio, aceitn o conselho do chela de potlcia e
ratTou-se para o centro da provincia, onde conii-
nuou a exercer a sua industria sem pertnrbagao.
Tove, porem, esse individuo necessid ida de vol-
t,r ;.' Araeaj, e ahi estando a ilmcgar ero um ho-
tel, foi sorprtndido com a visita do subdelegado de
polica que em nome do chele lile ordeoav a nao
coniiouago do sen ccmmercio aob pena de proces
.linda direitos da competente liceaga para a venda
ellas, e qaando se dispunba a faz.er acto de com-
raorcio, foi inesperadamente privada do exerci-
cio de sua profissao em aome da le;, em nome da
qoal se havia extorqnide 3 direitos da alfandega,
os tributos da thesoararia l
E, Sr. presidente, devo diter a V. Exc qae bem
r.rocedeu a allandega em admitlir que fossem as
Biblias despachadas, e se toco oeste ponto s
para lembrar qne temos a respeito ama ajoirada
deciso do finado Sr. vlsconde de Albuqnerqoe, qne
f tilminou a portara de um Inspector da alian lega
da capital do Imperio, portan? qae prohibir o des-
pacho de uns Irnos mandados imprimir no estran-
geiro sob o titalo de LairSo na Cruz, com o pre
texto de qae eneerravam os livros doatrioa protes-
tante e prgavaa^priQcipos de crengas ioteira-
. Kiente oppostos a'onhodoxia de nossa reilgio, co-
mo se eipressava o loto e u'.lrmontaneo [une-
uomrto a qae aliado.
O Dr. Kelly, sabdilo iaglez, qae me alarmara
;.er pessa de crdito e de illutra;2o, justamente
sorprendido eora o embargo opposw aos seus vo-
lumes, recorrer do inspector ao ministro, e soo
informado de qaoo goterno do Brasil, tendo-lbe
s.do dirigida tima reelazMQio, houve dV pagar os
prejaios aae a demora das mercadonas occasio-
nou. Eslava no i!diCdjto o ptirp mglez em
nah tolerar que om subdito de sua pacip fosse
Drejndicado pelo mal ealeudido' zelo catholico de
feacciona,riqsi4ete paiz. Se inda a le nao fosse
expreaw, sMm-ie poesse, por obscura, prestar a
interpuiUtOflS, comprehendo bestiajes e al er-
res. Mas. o.regoiameato de 19 de seterobro de
t860, sobiftroereadorias cujo despacba prohIM-
do, Ae.uma clareza avdsnle. Vejadlo lQ. E' o
art. 31v.q qae entende com a qaestao. Art. 56.
Fica prohTbido o despeno dis segalots mercado-
r:3 e ohjeta; ? fanicj qae s".ntere3ia para
tao inslita determlnagao protestou Csrdoso era
tres otBcios qae enviou ao presidente da provincia,
mo ler aoal a soluc.io, nica possivel em face
oo- principios o da legi.-Uyo que rege a materia,
fisem oa nao fossem .'alsas as Biblias de que se
trata,quero dzer, ama soluco favoravel. O pri-
!Lu;u offlelo do reclamante foi remeltido pelo pre-
^idcolo ao ebefe de polica, para que este defeiisse
como fosse dejustica, verificando se eram ou nao
falsas as Biblias.
Lerei a' cmara o despacho do chefe de polica,
concebid dos segulntes termos: Compro o res-
peitavel despacho supra, para aqui mesmo o inle-
; -.r:r ao sapplicante, qae ja' foi advertido que a
venda deseas livros, julgados falsos por autorida-
da ecclesiasiica competente, seria a pratira do crl-
me previsto no art. 177 do cdigo crimisal, e boje,
oepois de advertido, mais o crime do art. 128 do
inesmo cdigo, pelos quaes ser immediaumente
processado se continuar a espalbar taes livns na
populaco, e o sopplicaote, qne ja' fez sua retirada
desta cidade, o qae dea logar demora deste des
oacho,.mostroa estar convencido disto. Secretaria
ua polica de Sergipe, 28 de feverero de 1867.
A. de Assis.
Privado assim Torqaato do exerclcli de ama
nrerogativa que a constitni(ao poltica e as leis do
Estado a lodos garanten), recorren ao governo ge-
ni em data de 14 de marc,->, e juntando ao ea re-
gustas ni aos do imperador em audiencia de 30 do
icssmo raez. A 12 de abril eniraram os papis pa-
ra a secretaria da jaslica, donde (oram ao conseibo
de estido e esto ai hoja sem despachol
O Sr. Ministro da Jistica:Aiada nao volta-
ram do cooselbo de estado.
O Sr. BstFortT Duarte: -Bem o sei. No entre-
tanto o prejudicado o reclamante, que tem anda
grande numero de exemplares da Biblia em Sergi-
i>e, sujeitos a avaria e a tribuios de armazeoagem,
:." n de representarem um capital empalado pela
)?Grancla oa prepotencia do governo e seas agen-
tes. (Apoiados) Quem pagara' os prejuizos qae
acarretara' para esse negociante a demora di gc-
verno em dar um declso, qae de certo nao exige
grandes operacoes, porque a materia intuitiva e
regulada por p-eceiio de lei claro e expresso?
Considerare! a qaesiao pela sua trplice facere-
irgiosa, econmica e commercial ou industrial.
Mande-me V. Exc. a conslitaijao e o cdigo cri-
minal. (E' satisfeito)
Estudada a loz dos principies liberaes que presi-
airam a' confec^ao do art. 5 da constituico do
imperio, evidente que a lei nao fol respeitada,
pos que, como V. Exc. sabe, a nica limlago es-
ubelecidade pelo preceto fundamental a' liberda-
da do culto consiste em nao poderem ser exercl-
aos os cultos estraabos ao nosso seno domestica
ou particularceme, em casas para isso destinadas,
Ma forma algnraa exterior de templo.
E:ta a base, a (onte donde dimanam, como
correntes legitimas', todos os mais textos da lei. E'
assim qoe a consitalcjio estsbelece no 1 J > art.
179 que nenbum cidado obligado a (azer ou
leixar de fazer alguma consa senao em viriude da
le; assim que no 4 permute a livre commu
ii.jac.ao do pensameuio por palavra, escripto i un
pressa, sem dependencia de censura-, assim que
uo | 5 determina que oioguem seja perseguido
uor motivo de religiao urna vez qae resjeile a do
Estado e nao ol.oda a moral publica; pensamen-
(o que se completa no art. 277 do cdigo criminal,
que, considerando crimesabusar ou zombar
e qualquer culto estabelecido no Imperio, a todos
igualmente respaila e considera, e no art. 278, que
luculca nicamente aquelle que por impressos ou
por palavras propalar doutrinas ;io directamente
.i.iruan as verdades faodamentaes da existen-
Ca de Dos e da immortalidade da alma.
Eitariam acaso esqnecldcs da legislado do paiz
o= que obrigaram a Tnrquato Cardoso a desistir da
vnda de seus livros, qne nao eneerravam dootrina
nem de leve otTensiva da existencia de Dos e di
-inmortalidade da alma, isto c, a deixar de fazer o
qua a lei lao claramehte Iba permiite (apoiados)*.
tiao conbecenam a constitaicao poltica do Impe-
rio o presidente e o ctiefe de polica de Sergipe,
...'..'"io do pensamento, fazendo-a depender da.cen-
. ora do vigarioautoridade competentecomo a
cuamoa em seus despachos o illnstre chefe de po-
icia....
Os Srs. Barros Pimf.ntel e Tavares Bastos:
O presidente e o chefe de polica sao muilo hones-
tas e iolelligenies. (Apoiados.)
O Sr. Belfort Duarte:foo o contesto, senho-
ras; mas oara mm evidente que erraram...
O Sr Leao Vellos):O Sr. Mcraes um uia-
gsirado muito distincto.
O Sn. Belfort Duarte:J o puz em duvida ?
ju o prlmairo a fazer-ihe jastija. sem o cenhecer
pessoalmente. Mas certo qoe o sjlriiio portu
goez foi perseguido por motivo de reilgio, manda
uo sahir da capital da provincia, parquanto a in.-i
para certos individuo?, e at, cousa estupenda I
ameagado de processo quaodo ee eslava perfeita-
oiente autorisado pelas leis do paiz a vender as
Siblias, a exercer a sua industria, saiisieilas como
i V estavam as disposicdes Aseaos, correndolbe at
u dever de ra3is.ir as ordens do chele de polica,
parque eram manifestamente iliegaes. (Apoiados.)
Considerada a materia pelo pr.sma commercial
e industria!, foi anda violada urna das liberdades
f .lodameaiaes qae a lei constitucional de mea paiz
garante a nacicoaes e estrangelros com estas pala-
.as do | 2i art. 179: i Nenbum genero de traba-
Ibo, de callara, Indastria ou commerc.o, poda ser
i robibido ama Vrz qae nao se opponba aos costu-
ines pobhcos, a segaranca e saude dos cidados. >
Ko pacifico exercicio de ura direito incontestavel e
precioso, orTenderla Torqoaw os castames pablicoj,
a seguranza ou a sania dos habitantes de Sergipe 7
fc'ira irrisoria afflrma-lo. Anda por este lado o ac-
to das prirreiras aotoridadee da provincia foi ama
verdadeira expoliaba-) em nome dos poderes pa-
tucos. (Seasaeao.) "
Expoliaco, sfm, Sr. presdeme, poque Tor-
quato bavia pago dire.ios pela importagao de suas
fuercadorias em alfaadegas do imperio : Idr livre
e desembaracado o transito de seas livros, pagra
laco do jai: municipal suspenso ; se anda nao
foi convocada, por que motivo deixoa de s-lo al
esta data.-..\dolpbo de Birros.
O Sr. Aawwio de Bamos :Este verdadelro.
sua renda e distritmlcio Bavtam proTocailo cootes-
tacOas .disturbios, qae ameacaram a traoqnlida-
do pubitea; dahaixo deste poo de risia, creio qae
dexar ds deefarar com toda a sio'ei-pde, de-de
a ramba tenra idade, desde qae a mtnha razio co-
megou a deseavolver-se sempre entend e niendo
que orna das mais preciosas liberdades do hom-m
a hberdade di eonscienela ; qus todas as reli-
0 Sr. Belfort Duarte :Tanto me basta. Se- gidas devera-se coadunar com este santo priocipio
ja falso o prlmeiro, que de todos o menos im- e que aquella qne mais o respeita en creio firme-
portante : t Telegraraina n. 197.Juirho 4.O mente que a nossa rellgiSo, a religio catholica.
nao comparecimento dos vereadorts convocados (Apoiados).
candidatos, malores airribaifSes das qae tlnham
anteriormente.
wJ O Sr, Blfobt Duarte :Nesse caso T. Exc
se podorian-ugstiQMr os actos da*Mioridade* da argumeota coa o espirit da lei.
provincia, que nao consta qae mandassejp prender I O Sr. Ministro do Isiperd :-E' o qae se de-
aqaelle subdito portoguez, tendo-se limitado a or- prebende necesariamente das disposicSas do de-
denar que, a bem da ordem e di traoqaillidade creto de 1863, e das coodicoes em qne se acbam
pubkca, nsocoi luasse a venda dCqaelles livros. I os qae s3o encarregados de exectfta-las. Entretanto
,9*liomajlbnsa mais sobre' como o concurso nio exigido em relaco aos se-
llo, nao p..sso' minarlos qoe nao recebera auxilio dos cofres po*
blices, e como as circamstanelas obrigaram a dis-
pensado em outros, posto que sobveoeiooaos pelo
estado, o governo imperial estuda a materia, para
fazer oo referido decreto as reformas qae pare-
Cam mais convenientes.
Qaajito a tercelra Inierpellacao, vou commani
pensamen!) qae S. Etc. manieloa na irlbuca.
(Apoiados)
Comecarei, Sr..presldente, dlzendo ane o exordio
do discurso do nobre ieputado pelo Maraaho, em
?5e *leTOU e"> K>oi grandiloqao a.? vaotagens da
iinerdade de conseiencla e da Hberdade religiosa,
nw nao parece ter grande ligarlo cora a qoesiSo
' di ^
no'NemYork Herald, jornal de New-Yoik, nos Es-
tados L nido, de onde espera o nobre ministro da
agricultura correntes espontaneas de emigrantes :
Aviso aos emigrantes para o Brasil que naqaelle
paiz nao ba hberdade de cnlto, e que all os cida-
daos sao constantemente vexados com o servgo da
guarda nacional, que se oceupa qaasi exclusiva-
mente em qootidianas paradas para cortejos e pro-
Me* Quem vos falla assim um indvldao qae
ja habitou o Brasil >
Se, pois, ha qaem jolgae essencial coadiglo de
emigraQao espontanea a hberdade perfeita de culto,
o qae se nao passara* e que deletarlos efTeitos nao
produzlra" este Wseamento da Hberdade limitada
que existe entre nos, falseamento como qne autorisa-
do pelo governo central ? A impresso produzida
por este artigo que venbo de tradazir, deve ter sido
moi'o desagradavel nos Estados Ualdos.
U>(A Vez :Nio aotorisado pelo governo.
Um Sr. Depitado Aprsente algama consa
mais seria do que e>si artigo qae leu.
O Sr. Ta tares Bastos :Notem qae a publica-
fio 6 do New-Yerk Herald.
O Sr. Belfort Duarte :Ponho termo ao pri-
meiro assnmptodas minbas Interpellac5es, e aguar-
do a oploio do nobre ministro do imperio. Yon
segunda queslao. Pergonto a S. Exc. :
Tem o governo autorisado o pagamento dos ven-
cimentos de professores de seminarios subvencio-
nados qae nao tenham sido pelos osdos nomeados,
precedendo concurso, coma de lei 1 O relatorio
do nobre ministro quasi que responde a' minha in-
terrogago, pois que, ao passo qoe S. Exc. se de-
dar a principio embarazado, sem nos dar as ra-
zoes de semelhante difBculdade, para por em exe-
cucao o decreto de 22 de abril de 1863 na parle
concerneute aos honorarios de professores Hornea-
dos sem o preenchimento das condic.5as do referi-
do decreto, confessa na pagina segnnie qae a le
foi violada.
Cito o texlo do relatorio do nobre ministro, refe-
rindo-se ao seminarlo de Diamantina : *0 respecti-
vo prelado fez no correte anno as nomeac5es dos
professores das cadeiras de rbetonca e eloqoencia
sagrada, historia sagrada e ecclesiastica, tlnologia
dogmtica, Institaigoes cannicas e litnorga can-
to gregoriano ; e o goveroo determinou qne fossem
pagos os honorarios desses professores. Como v
a cmara, o nobre ministro sahio do embarago nio
cumprindo a le, despresando a clara disposigo do
decreto n. 3073, que no art. 2* prohibe expressa-
mente aos bispos a nomeacao de professores sem
preceder concurso.
Sr. presidente, o assnmpto de que ora me occa-
po tem o seo assento no alvar de 1803, 10 de
maio, que estabelece a superintendencia adminis-
trativa sobre os seminarios, como nm dos direitos
do padroado. Esta fiscalisago, restringida por al-
gnos decretus e ampliada em ooiros, nao est toa-
via destruida, embora o governo e as mesmis as-
semblas provinciaes teaham-se despojado volanla-
riamente de exerc-la quanto aos semiuarios nao
subvencionaSos.
O Ilustre estadista o Sr. Ensebio de Quelroz
manieve o principio qoe presidio i confeegao do
ES* de i803' em decreto de 11 de ontabro de
18oI, que organlsou os seminarios do Pan e Ma-
mona, k assim qae vejo no art. S. sabiamente
firmada a disposigo de qne os lentes e compen-
dios pcierao ser propostos pelos bispos, mas s os
podera nomear e escolher o governo. O decreio
do Sr. oarquez de Olioda, de 22 de abril de 1863,
despfo o governo dessas attribofcSas e entregou
aos bispos a adopgo livre dos compendios e a es-
colha dos professores, com a s condigao do con-
curso para estas e da commonicacao ao ministro
dos livros preferidos. O nobre Sr. ministro do im-
perio fui adianto do Sr. marquez de Olinda, e dis
pense u at o concurso, de modo que a Ingerencia
da administrara.; se rednz a pagar sem exarae e
sem criterio!
Quanto a m'm dever-se-bia manter o decreto de
1851, por;u^nto minha opioio, j externada no
revela claramente o proposita de borlar por este
modo a ordem .comida no mea offlelo de 28 di
passado; lerei, pois, de suspndelos e manda-Ios
responsabilisar se anda amaona deixar de haver
sesso, e enmpre qae V. immedialameate isD
mesmo coamaoiqae, bem como os aoraes dos ve
readores que faltarem.AdoJpho de Barrea. >
Este tambem ser dos falsos ?
O Sb. Adolpho de Barro :Nio, seohor. Nao
preciso perguntar : en redaraarei quando o fo-
rera.
O Sr. Belfort Duarts :Ootro telegramma :
t N. 201.Juino 3.A cmara reuoiu-se T Dea
camprlmento as miabas ordens ? D a este respei-
to as informagrjes qae exig.Adolpho de Bar-
ros.
. Eis a resposla da cmara afunicipal. ,
Pago da cmara municipal da Lagaa, 1S de
Jonbo de 1867.A cmara municipal desta cidade
acensa a recepgio do oficio dessa presidencia da-
tado de 28 de maio prximo passado, em qne or-
dena qne esta cmara cancelle a acta do dia 8 do
dito mez de maio, na parte qae diz resperto ma?
nifestago qoe Diera ao Dr. Fernando AITanso de
Mello, suspenso por essa presidencia pela saa reti-
rada de exercicio de saas fuocgdes, e lambem qae
casse o offlcio dirigido ao mesmo dontor, devol-
vendo qaalqaer resposla qae obtivesse. A cmara
municipal, em sessio extraordinaria de boje, deli-
beroa responder a S. Exc. qae, nao havendo ana-
lysado o acto dessa presidencia, nio o tendo appro-
vado nem reprovado, e apenas asado de ama fa-
culdade exercida por todas as cmaras do imperio,
coreo a de manifestar os sentimentos de pezar pe-
la retirada de qaalqaer empregado qae, em sea
coneeito, acreditasse enmpridor de seas devere?,
de fazer maoifestagdes, e at mesmo de represen-
tado aos poderes do eslado, nao jaiga qae o seu
acto ferisse de qaalqaer modo a presidencia no ex-
ercicio de soas fnneces, pelo que nao pode sem
perd de confianga de seas manleipes e desmora
lisago da corporagio, fazer a dita cancellagao e
cassar o offlcio dirigido ao mesmo dontor.
Deas gaarde a V. Etc.Ilim. e Exm. Sr. Dr.
Adolpho de Barros Cavalcanti de Albaqaerqoe La-
cerda, presidente da provincia de Santa Catbarioa.
(Segnem-se as assignatnras.)
Sr. presidente, qnalqaer reflaxio que ea pades-
se aecrescentar ao offlcio que veaoo de lur era na-
da Influira sobre a sensago que noto baver elle
produzido no espirito do3 que me onvera ; tao dig-
no, lo respeitoso e to ebeio dessa nobre energa
qae da o direlto e a razio, e ea reconhego I Bepu-
lo as minhas apprehensdes sobre esta serie de Tac-
tos legitimadas pela informagio qae tenho de que
a cidade da Lagaa foi em toda a provincia a que
menos se sojeltoa i chapa governatlva na eleigo
nltima de depntados geraes.
O Sr. Alvim :Esia maito engaado; ea ful in-
cluido na chapa de ambos os partidos.
O Sb. Silveira de Souza :-Em Santa Calharina
nao ha filbotes-
O Sr. Alvim :Apolado.
O Sb. Bilfout Duarte :O qae disse o nobre
deputado o Sr. Silveira de Souza? Rdita.
O Sr. Silvejra de Souza :Nao estoa disposto
a repetir.
O Sr. Belfort Duarte :Perguntei-lh'o porque
sappuz ser cousa digna do dbale capaz de ailu-
mla-lo, tena prazer em dar-lbe resposla.
Pergonto, Sr. presidente, ao nobre ministro, o
qae pensa do procedimento do sea delegado em
Saota Calharina com relagao a esta cmara muni-
cipal ? s. Exc. approva-o oa desapprova-o 7 Repu-
ta-o nm ataque ao elemento municipal, oa 1-giii-
ma-o ?
Sr. presidente, a fadiga rae nao permute dar a
estas questdes o desenvolvimento que ea qazera ;
vou, pois, terminar.
Nao lenho a prelengao de exigir do governo a
acceitago deste oa daquelle pensamento liberal ;
quero crer que o ministerio mnito liberal, mas
de nm liberalismo a sea modo e s intelligivel. pa-
ra elle. (Aoolados e nao apoiados.) Respetto e aca-
to como devo as opimo-s de todos, respelto e acato
todas as bandeiras; o que, porm, ea nao qaero
que a carga qae certas bandeiras cobrem desem-
barque no mea paiz.
Nao sei, senbores, qae toques faltarao para o
completamento deste lgubre quadro em que se
Etc. esta' de ao-
principio deste discurso, que a liberdade de ensi- desenha a actual situago Ea vejo no governo
Incerteza e o desaleuto, vejo no povo o desanimo e
a apatbia. Em cima a prepotencia, embaixo a s Je
de jnstiga, a desherdago da Inz e do progresso.
Apalpase o camiabo no escoro e tropega-se a ca-
da instante em um abuso llagran'e !
Vejo de nm lado o desprezo pelos servieos re-
centes'e raaos, premio s concedido aos cortezaos
de fnflaeDeiaa preponderantes; de outro, a laienda
publica exhansta, ocommeruo paralysado, a agri-
cultura agooisante e a lavrador condemnado a ver
a fome jomo de si, paludo conviva do seo lar tris-
te e deserto. A par de tndo isto ja se levanta a cen-
sura, a mordaca vigilante e terminante, abalando a
liberdade de consciencia cu cerceando a liberdade
do pensamento.
Appeliu chsio de confianga para a jastiga da his-
toria : a sentenga severa, imparcial e mwntra.s
tavel do futuro, quem ba Oa jn:gar dos (rucios da
arvore do voso lameniavel governo, Srs. minis-
tros. Siro, e.sa forga iovislvel, que havanta da
campa redivivas para jalga-tas al as roes-raas- ge-
ragoes que ja dormem, quem ba de registrar os
erres que hoja canooisam os festeiros de todas as
grandezas I (Muitj bm. Mnito bem)
(O orador felicitado por varios Srs. deputado?.)
O Sb Prnajidbs TonRis (Ministro do imperio) :
Sr. presidente, por mais nteres.-antes qae se-
jam as ibeorias qoe o nobre deputado pela provin-
cia do Maranhao acaba de expender sobre a li-
berdades de consciencia, de ensino e das munici-
palidades, jnlgo todava conveniente rfeixar de
acompaoba-lo nesse terreno, afina de nao. eccupar
o tempo da cmara seno com o qoe se refere di-
rectamente s qoest&es sobre as quaes foi interpel-
ado o ministerio a mea cargo.
Veraa o prrroeiro poni das interpe^ages sobra
os fados occorridos na provincia de Sergipe per
occasiao da venda de biblias e ontros livros religio-
sos qoe se consideraran) falsificados. A este re-
peito enmpre-me dizer em prlmeiro lugar qoe,
apezar da relagao que leem esses fados com a re-
ligio do estado, toram pelo presdeme e pelas au
festado-he seo tmenlo pela suspensao qu adml-! Wrldades daqaella provincia encarados prlncipal-
nsirativamente Ihe fra imposta. E, sendq esse mente pelo lado da pertorbagio da tranqoilidade
procedimento n9 s exorbitante das altnboigdes' pobtlca, e considerando o assumpto jadiciaimente,
da cmara municipal, eomo altamente ineonve-! enviaram todas as informagSes qne a elle sa rete-
nanle e desrespeitoso, pois importa apreciago e rem aoSr. mioislwda justiga, ao qaal, por conse-
formal censara a um acto da presidencia da pro- guite, parecia nfars natural qae se dingisse o no-
vnca a qusm a lei de 1 de ontubro de 1828 art. bre depntado. Tendo-me, porm, o meu colieg
78 sabordinoa taes corpa-ac5es; ordeno que, fa- ministrado os esclareeimentos necessarios, vou
zendo a cmara chancellar a acta da sesso do t mesmo responder wlerpellagao qoa me
mencionado dia 8 oa parte que se refere a seme- gida.
ihante dehberagao, casse o offldo dirigido ao juz o Sb. Ministra da Justica :Pego a palavra.
municipal- suspenso, e lhe devolva qaalqaer res- o Sn Mtaisrno doImperq ;Segando o qae se
posta qoe per ventora tenha elle dado minifes- commanicoo, os factos (Mrliatam s da modo se-
lago dessa caraira, era cajos archivos nio deve'gainie : ao chefe de policiada provincia apresen-
Ocar vestigio d8e etlranho e illtcUo proceder, j ioa-se o subdito portuinez Cafdozo, declarando-lhe
Oatrosm crdeoo cmara muolcipal da cidade da qae la vender livros religioso; aquella uocciona-
Laguaa qne me fl prompta coramnnlcago de ha- r0 nao poz a Isso obstachlo algom ; coostando-lhe,
ver camprldo quanto Ibe determino neste offleio,' porm, qae o referlo individuo acompanbava a
sob pena de desobediencia. O qae ludo lhe bei t venda dos livros de qnesias qae aosciiavam qaei-
por mnito recommeud ido. .Deus goard a Vmo. xas e allercace?, o mesmo che:e advertido o von-
AssigoadoAdolpho de Barros Cavalcanti de dedor e eonwltou o vigario, o qu'ai declaron qae
Albaqcerqae Lacerda, o livros era* copdmnavels, porque constavam
O honrado presidente nio se limiton a enviar!de biblias Mslficadas e de oulros escriptos hereli-
este offlcio. Dir-se-hia qae tratava-ee de qaestio eos, opinl esla que foi depals coafirmila pelo
magna e tacan leseante; as commaaicages sac-' nosso arcebispo.
cediam se com rara presteza : parece qoe se sgi- i Cardoso recebeu docilmeate a advetleocia ; mas
lava n'aquella paeJilca provincia pendencia ignal 6m seguida opio-se, a onlro estrangeiro, contiauou
do Loxembt!rgo, qae provocoa a conferencia de a vender os livros e. dcsacaloo ao vigario ; aog-
Londre. (Hiiarldade.) O expediente rapizo dos m^nlaram entSo os disturbios papulares; e o.chefe
telegrammas nao fot jloopado, e ntewj oniros ae patea, aflm de ealrear o soti*'' tfV*
os espeda com descpmmoaal sorjregaldao o lllns- d0 pow provocado por estes aclos, intimou a
tre presdeme. c\*tA unnibi., ha nmnarar os ses livros
no como filha da liberdade de caitos s pode caber
i igreja eatbolica como a todas as outras, qaando
esta se achar collocada no mesmo nivel que todas
as mais parame o estado. Por ora e emquanto nao
se realisar este desidertum, o estado nao deve
limitar se a abrir a bolsa; pague, mas intervenha
e Qscallse.
Terceira questo.Pego ao honrado ministro
qae oriente cmara sobre um fado qae ja de-
nunciel desta tribuna quando Uve a honra de dis-
cutir a resposla falla do throno, e sobre o qaal
pedi explicagoes ao governo, sem qne al esta data
nenhum dos Srs. ministros se digoasse dar a mais
ligein explcaco.
O Sn. C. Ottom da nm aparte.
O Sr. Belfort Diarte :Foi oa nao suspensa
a cmara municipal da cidade da Laguna, provin-
cia de Santa Calharina, por baver dirigido ao jaiz
municipal do tarmo respectivo o seguinte offlcio,
quando se efTectuou por parte do presidente da
provincia a suspensao do magistrado Fernando
Afionso de Mello : Illm. Sr.Tendo ebegado ao
conbecimento da cmara mnnicipal desta cidade
qua V. S. se achava suspenso do exercicn de jaiz
municipal e orphaos do termo desta cidade, ella
era sessio ordinaria de boje deliberou manifestar
a V. S. seas sentimentos por semelhante motivo, o
que commenico a Y. S. para su> sciencia > t
Assgnalo de passagem que Antonio Jos de Bes-
sa, signatario deste offlcio, na qaalidade de presi-
dente da cmara, foi, nao ha roaitos das, suspen-
so do posto da guarda nacional que exercia.
(Ha varios apartes.)
Esta pega, qua nenhama cflansa con'm s pre-
rogativas do presidente da provincia, provocon no
entretanto da parte de S. Exc. a eommonicagio
dirigida cmara municipal no theor segainte :
< Tenho presente o ufflcio dessa cmara da 21
do correte, c:b;inJo a copia qae lhe (o exigida
do offlcio que era sesso do da 8 a cmara delibe-
rou dirigir ao tracharel Fernando Affjnso de Mel-
lo, jaiz municipal e de orphos do termo, raani
en
loi diri-
u Sr. Slu'za Carvalho :Onde esta a soffregni-
do* )
O SbiBsL^oRT Duarte :L-los-hel i cmara.
Tenho em rneu poder copia de alguos: < N. 182.
to presidente da provincia ao presidente da c-
mara, procedente da estagSo no Desterro para a
da Lagaa.Nao estando a cmara reunida, pode
o presidente deila asslfoap o offlcio de remessa
das cerlidoes exigidas e passadjs pelo secretario,
corno parmitt* a lei de 1 de. sembr.Adolpho
deTarros. .
O Sn' Aooc?x de Barios -.-Declaro ao nobre
uard.soqoedeixasse oe propaga _
sob pena de ser pronunciado. Da declso do cnete
de policia recorreu Cardoso ao prfsldente da pro-
vincii, e UwetdAAdo iadeferido dirigio-se ao go-
verno imperlarT^
Os esciarecInwBtos ae'tiw nada adianlam so-
tr as falslflcac5B5.jaefjaf, biblias e oo#es llvros.j
Me sei se de algom .napdq aeaera.ojttreito de
liberdade a.conscieutra' qua a todos oscldadSos
brasileiros garante a o'tfr'iuigao do iniperi-,cbm.
coro? os arts. 277 e 278 ad cdigo criminal, qae
corroborara etaa dourjlna. Pitia-se apenas que as
bibfu eram, Wsifi.-adas, acgrestgntaQdo-se qoe a.
Desde o meso Divino Mestre ella nanea mostroa
ero seas sublimes preeettos, qae se harmbnisira
perfeitamenle com a liberdade individaa, nunca
den a entender qoe se devesse coagir a consciencia
na adopgao das saas doutrinas.
O Sr. Belfort Duarte :Y.
eordo comigo.
O Sb. Ministro o Impeiuj :-Poderei errar,
mas sero erros provenientes da falta da intelll-
geneia, e nunca da iuiengao nem da vontade.
Emendo igualmente qae a liberdade da cons-
ciencia esta paceamente formulada e garantida
na nossa consiiiuigao e as nossas leis, e qae, por-
lamo, pelas saas disposigda, cmprenos pamar
qualquer aclo qae se presara haver sido pralicado
contra esse principio. E, pois, reduzido o fado de
que se trata aos esclarecimentos que acabo de offa-
recer a' cmara, restava nnlcamvnle averlgaar se
essas biblias ou esses livros ollendam a constitu-
gao do imperio, e estao' sojeilas s panas que a
nossa legislaco tem estabelecido para punir
aqaelles que menoscabara a reilgio do estado ;
para esle fim qae o mea nobre collega o Sr. mrais-
tro da justiga mandoa este negocio a'respectiva
secgao do conselho de estado, cojo parecer aguarda
o governo Imperial, afim de resolver o que for mais
acertado.
Sobre este assnmpto, creio ter respondido satis-
factoriamente ao nobre deputado pela provincia do
Maranbo.
Aproveilo esta oceasiio para declarar aiada nma
ve a' cmara que I sobo o malor prazer quaado se
faz urna nterpellago ao governo. Em quanto fi-
zesse parte do ministerio desejaria estar cootnoa-
damante em presenga do corpo legislativo, dos re-
presentantes da nago. (Apoiados, mnito bem Ij Se
isto fosse possivel serla para ma a raaior satisfa-
go, porqae, tendo en e todos os meas collegas as
melnores iatangSas e o malor de3ejo d cumprlr-
mos com os nossos daveres, e de fazer tndo que
compele ao governo para promover o progresso e
a falicidade do paiz, sena para nos de grande van-
tagem estarmos sempre em presenga dos represen-
tantes da nagao, qae nos coadjavassem com snas
luzes e com sea patriotismo, e nos advertissera to-
das as vezes qae, apezar das nossas boas Intenges
llvessemos errado em qaalqaer assumpto. (Apoia-
dos, muito bem I)
Qoanto a' segooda parte das loterpellagas, qas
se refere aos professore3 dos seminarios nomeados
sem concurso, devo declarar a' cmara e ao nobre
deputado que nao fui en qae deixei de executar o
decreto de 22 de abril de 1863.
Ja em 1864, nao apparecendo concurrentes para
o provimento das cadeiras do seminario do Cear,
foi preciso langar se mo do recurso aotorisado na
2* parte do art 5* do referido decreto, contratan-
do se para esse fim professores estrangeros.
O semoario de S. Paulo, possando bens dena-
dos pelo fallecido bispo D. Antonio, seu fundador,
qae os tornou sujeitos a' condigao de serena s res-
pectivas cadeiras regidas pelos missionarios capa-
chinhos oa lazaristas, devendo, no caso coalrario,
pertencer os dlt.s heos a' casa da misericordia de
lili, enteodea sempra o governo imperial qae nao
devia privar o seminario deste beneficio exigindo o
concurso.
E tendo o bispo de Diamantina representada que
oo s concarrentes, mas nem seqaer examinado-
res haviam apparecido para se effaduar o concur-
so, por este motivo o mea nobre antecessor aulri-
sou-o a nomear as professores do respectivo semi-
nario ; o governo, porm, approvando as nomea-
gas, declarou expressamenle qae, nao tinba por
fim dispensar a execugo do decreto.
Mas o qua sobresala a todos estes factos que,
no art. 16 do proprio decreto adiase declarad,
que os semloarios qae nao recebem auxilio algnm
do esta Jo, nao eslo sujeitos s saas disposc.5as.
E por isso os seminarios qae se achara nesle caso,
como o de S. Jos, da corte, mantendo-se com suas
propnas rendas, regem-se por si e gosam de- toda
a autoridade.
O Sb. Belfort Duarte :Isso mesmo
fessei.
O Sr. Ministro do Imperio :Logo, a qaeslo do
nobre deputado e de todos aqaelles qae negara aos
bispos o d.reiio de nomearem es professores que
julguem mais habilitados, reduz-se a ama queslao
da diobeiro. Esta* claro que o deereto oo ebriga
os bispos a sujeitarera os professores a concurso,
seno quando os seminarios sao subvencionados
pelo governo; logo, a qoesto siaptesmente de
diobeiro.
Sr. presidente, sesundo mesmo o principio de
liberdade de consciaocia, eu emendo que os bispos
devem ter toda a ingerencia nos sana seminarios.
Se a nossa constiiuigo toa proclanaodo a toleran-
cia religiosa.se (lavemos de ter tolerancia para com
todas as religies, s deixaremos de to-Ia para
com a nossa, para com a religio eatholica roma-
na, em que fomos educados 7 (Apoiados.) Estoo-
muito looge de desejar qoe a religio do estado
cooslranja de modo algn a opioio nem a cons-
ciencia ae ningura, e ludo que lr no sentido de
seteTrnte- cehstraugimento achara*' sampre em
raim am adversario decidido ; roas tarabem esta"
aos raeus principios, eomo cidado brasileiro e iel
a coostituigso que jurei respeitar e manter, que a
religio caibclica apostlica romana, a religio do
esiado, sem oflansa das entras religies, deve
igualmente gozar de- toda a liberdade.
Se emendo qae nenhum nacional ou estraogei-
ro ple ser persegoido por oplnies religiosas, se-
no quando ofiaude a constiloigo e is leis que
nos regem, negando a existencia de Deus e a im-
mortalidade da ala, oa zombando verbalmeme,
por escrlpio ou por qaalqaer outro modo, da reli-
gio do estado...
O Sr. BELroRT Dlarte d nm aparte.
O Su. Ministro- do- Imperio :.... entonio tam-
bera que a liberdade de uns nao deve ulteader a
libemada de oulros.
O anico fado qse se dea dorante a minha ad-
ministrarlo o seguinte :
Tendo o bispo do Para' demetlido, nos termos do
art. 7" d) decreto de 1853, alguns professores do
respectivo seminario, nos quaes bavla reconbeci-
do defeitos esseaciaes e importantes, e represen-
tando ao governo acerca da impossibllidade abso-
luta em que se achava de abrir concurso por falta
de concurrentes idneos, pedio que fossem appro-
vados es.nicos sacerdotes que pela sua morali-
dade, iliastrago e servigos, julgav habiltalos
para preeoeberem as cadeiras qoe ti.ohara Ideado
vaws.
Lambrei as dsposig3es do decreto de IS63, mas
insisti o bispo, e expoz races taes, qoa jolguei
conveniente approvar excepcionalmente os profes-
sores proposto!, expediodo as necessarias ordens
para qua recebessem oa respectivos vencimentos.
Ja havia os exemplos de se ter mndalo pagar os
professores nomeados pelos bispos da S, Paulo.
Ceara' e Diamantina.
Eu emendo qas o decreto de 1863 deu aos bis-
os anda muito mais do qoe lioham pelos decre-
tos anteriores ; verdade qae qae estes oo exi-
liara o concurso, mas davam apenas aos bispos o
direito de nomearem os professores.
Osa. Belfort Dlabte :Est engaado ; len-
tes e compeodos sero propostos pelos bispos e
escoltados pelo govarao esta' no decreto de 1831.
O Sr. Ministro do Imperio :E' isso mesmo ;
pelos decretos anteriores, os bispos tintura apenas
o direito de propdr os professores, que eram ap
provades pelo governo ; guando pelo decreto de
1863, apezar da exigencia do concurso, pde-se di-
atr qoe a nomeago e dem.ssd dos professores
pertencem afical aos bispos. E com effeito os bis-
pos podara deixar de nomear candidatos approva-
dos em concurso (ari. 6*); no caso de nao lerem-
se apresentado candidaies em dous concursos, os
bispos pedem nomear livrexnente (art. 5', primeira)
e finalmente os bisos podem demittir os profas-
sores que faltaren aos aVert de magislerld, da
car | cmara as informacoas qne existem na se-
cretaria do Imperio.
O joiz municipal da Laguna, tendo mal procedi-
do em Lages, onde servir antes de ser removido
para aquella cidade, e tornando se Inconveniente a
saa supremaca no termo de Lipes, o presideota
oteressoo-se pela sua remogo, qne elle pedir,
para o da Laguna, na snpposigo de qae, cothendo
algama experiencia do sea primeiro tirocinio, pro-
curarla fazer melhor judicatura em ontro termo ;
Infelizmente assim nao acontecen, e foram tamas
as prisoes e processos arbitrarios, e outros actos
reprovados do juiz muoicipal de Lagooa, que o
presdeme da proviocia ordenoa que fosse suspen-
dido e mandado processar.
O Sn. Belfort Duarte : Isso nao justifica o
aeio do presidente da provincia.
O Sr. C. Ottoni :Apoaio.
O Sr. Ministro a Imprio : Pois nao caso
de suspensao ?
O Sr. Bblfort Duarte :Nao trato de suspen-
sao do jaiz municipal.
O Sb. Ministr) do Imperio : Bem ; continaa-
rei em relagao aos actos pratlcados com a cmara
municipal; mas para comprebender estes actos,
era preciso saber se primeramente o que se tinba
passado com o joiz.
Tendo a cmara dirigido ao juiz um voto de
sentiraento pela sua suspensao, o presidente orde-
nou que cancellasse o acto, cassasse o offlcio qne
havia dirido ao juiz, e defolvesso a esle a respos-
la que tinba recebido.
O Sr. Belfort Duarte di um aparte.
OSr. Pbbsidknte :Altengo; pego ao nobre
deputado que nao interrompa o orador.
O Sr. Ministro do Imperio :Sr. presidente, co-
mo ja disse, sempre coosidarel qne os principios
de liberdade qae nos dSo direitos tambem no3 im-
poem deveres (apoiados geraes); se queremos go-
zar dos primeiros, preciso qae sabamos cumpir
com os segundos.
Vozes geraes :Muilo bem I
O Sr. Ministro do ImpeiuC*.?.As cmaras mo-
ni cipaes, na nossa soeledade, merecem muilo res-
pailo, e eu julgo que o primeiro elemento das li-
berdades polticas a representado dos muni-
clpes.
Vozes :Mnito bem I
O Sr. Belfort Duarte : Eolo condemna o
acto do presideota da provincia f
O Sn. Ministro do Imperio :Nao direi couza
alguma a reapeito do acto do presidente da pro-
vincia, porque o negocio esta' pendente do pare-
cer do coaselho de estado.
O Sr. Belfort Duarte d am aparte.
Vozes : O nobre ministro nao ioierrompeu o
nobre deputado ; deixe-o agora responder.
(Ha outros apartes; o Sr. presidente reclama al-
tengo.)
O Sr. Ministro do Imperio : As cantares mu-
nicipaes representara os municipios ; urna Insti-
laigo qoe muilo prezo, e que desejo ver desenvol-
vida.
Segando os principios estabelecidos na lei de
sua organisaglo, ellas leem meios de que podera
lin;ar mo para fazer a felicidaae dos povos (apoia-
cos); mas dah nao >e segu qae nao tenham de-
vores a cumprir parante a sociedade e as autorida-
des saperiores. (Muitos apoiados.) Se assim eu
considero as cmaras municipaes com toda a jus-
tiga e lmparcialidade, pergonto: foi nm procedi-
mento digno o da cmara municipal da Laguna :'
Poda ella dirigir ao juz um voto pablico de sen-
tiraento pela suspensao que contra elle havia pro-
ferido o presidente?
OSr. Belfort Duarts :Creio qoe a pergun-
ta de V. Exc. falta com ingenuidad?. (Reclama-
goes.)
O Sr. Ministro do Imperio :O nobre depntado
mencionou as representagoes qne as cmaras po-
dem fazer.
OSr. BEBFoarr Ddartb :E Y. Exc pode du-
vidar da boa f com que qualquer etoitle sua opi-
oio ?
O Sr> Ministro do Imperio- rNem ea duvidei,
nena me otTanderia se o nobre depntado se qnei-
xasse conira mira por nao ter bem coraprehendi-
do a saa proposicao ; havia de estodar melhor a
materia, e se vit.se qae o nobre deputado tioha ra-
zas, Bao duvidaria confessa lo (mnito bem), por
que oa verdade lenho principios fundado* era mi-
nha conscioncia, mas ea mesmo de mim desconfi
quando alguem, competente, duvida do qua me pa
rece ceno.
Porm a respeito das liberdades municipaes ede
ludo quanto de mil, de- bom e mesmo de platnico
urna alma patritica e generosa aspira ver realisa-
do em sua vida, Julgo ler estado lio longo como o
nobre depotado (riso); mas urna longa pratica
moslrou-me que o progresso da humanidad*; fllho
da experiencia, nai val lo rpido como as-atpira-
gdes da jdventude, e Uve de refrear os raeus- aese-
jos e as minhas esperaogas, lalvez muito meaos do
qae a malor parte dos meas contemporneos; e do
mesmo modo o noere deputadv, qaando lhe ebegar
a experiencia, ba de voliar tambem para traz.ial-
vez mais do que ea. (IM-uidade ;. apoiados.)
O Sb.Belfort Duarts :Aceito ocouselhode
V. EsC tem lodo o direito de o dar pelas
saas Intenges, mas-nao em relagao ao facto vr-
teme.
O Sb. Ministro- bo Imprio :>-Qo.anto ao modo
porqae procedeu o presidente da provincia, nada
direi a respeito, porque como ja disse, qaeslo
que esta' affacia ao conselhode estado. Se-a cma-
ra municioal proceden mal....
O Sb Belfort Duarte :A questo -do presi-
dente da proviocia.
UsSr. Deputado :O presidente da provincia
est presente e (em de fallar.
OSr. Belfobd Diarti: :Eu InterpoUo o nobre
ministro a respeito se o presidente da provincia
proeedu bem oa mal.
O Sr. Presidente :Pego ao nobre aepalado que
nao interrompa o orador.
O Sb. Belfort Duarts d ouiro apai>le>
O Sr. Presidente : O nobre diputado nao
pode interpellar o orador sem obter de novo a pa-
lavra.
(Ha ontros apartes.)
O Sr. Ministro do.Imperio : -Ja" disse ao nobre
deputado que essa qoesto esta' pendente do pare-
cer do conselho de estado, e que por esse motivo
nao devo fallar nella por emquanto ; em lempo op-
portuoo podare! dizer qaal a minhaopinio. (Mui-
tos apoiados.)
l Uha Voz : O nobre presdeme da provincia est
presente e ba de explicar o acto satisfactoriamente.
(Apoiados.)
O Sr. Ministro do Ihpcrh : Como a Interpel-
lagao se hmitou a estes pontos, mea dever tam-
bem limitarme aos factos qae a explicara., at on-
de podiam ser explicado*.
Vozes : Multo bem I Muito bem !
Outras :Perfeitameme bem 1

O Sr. Mahtim Francisco (ministro ajmtig1.
Signaes de altengo) :Sr. presidente, o primeiro
quesito da inlerpellacio do nobre deputado pela
provincia do Maranbo, tendo relagao eom as ma-
terias do ministerio do imperio, tem-a lambam com
os negocios do ministerio da jnstiga ; mesmo por
qoe a qaestao de qae se trata fot enterreirada
no ministerio da justiga e nao no ministerio do im-
perio.
O nobre depntado, transviado pelos seas senti-
mentos exageradamente opposkionistas ; o nobre
depntado, qae ja' havia declarado neste recinto qae
negara ao ministerio actual pao e agua...
OSn. Belfort Duabte :Apoiado.
O Sb. Ministro da Justica :... ota pode em
tempo algum estar em ama disposigo de espirito
em que faga justiga ae actual gabinate. (Apola
dos.) xj.-
E' por isso, Sr. presidite, qne os actos mais in-
nocentes do ministerio, qae os actas mais escrupu-
losos, e os qae finalmente revelam qae elle quer
decidir as questoas com acert e acarado exame;
sao acoimados pelo nobre deoutado com a mais
obrigagoes que oorrem por conta do mesmo mmis-
en con
ral (art. 7o). Accrescente-se a isso qae a influencia
dor-totspos nao pode flear eslraaba deliberago
de examinadores escolhidos por elles; qae aos bis-
pos enmete regular o ensiao dos seminarlos e
exercer sua alta i-ispecgo obre a marcha disci-
plinar desses estabelecmentos, e ver-se-ha qae o
decreto de 1853 dea aos bispos, alias os mais ln-
teressados am fazerem boas escolbas, e os mais ha-
tfttH?! 9Vi jnl|arem sobre q roeredmeolQ jos
i
lerio.
O Sr. Belfort Duabts :Nao. disse isso. ,
ffk. MinrSTo da JusTiCJi'ifNIo'Jsao talTez
estas as phrases com que o nobre depntado tradu-
zkjseu pensamento, nem me posoivel, por mais
alegames qne sejam saa* palavras, poder decora
las todas-, as. esla pooc oo meos o
aetaal
?.,.iaJMd,r,,f"Prt0 rronbos de sna elo-
S'8,de*n Iraaginagio juvenil, livesse exa-
oae lia ni*da?e.nl" a DOSsa consiagio, verla
2i hM,DA ea eonsardo o principio da m-
.pa hberdade relig.oa. (Apoiados)
iuSOh olm0 'n,r!r em. "oes,io 1 direito consli-
tmndo com o nobre depotado pelo MaranbSo :
S'0 T F?"3*^ lual seja mea pen-
samento era relagao a' necessidide ou nu neces-
sidade de laea..dispoMt5as consiitacionaes.
Mas o tibr depotado, intelllgenle como se
examinar com culpado a nossa conslitulgao, ver,
repito, qae ah nao est consagrados principio da
llbardade religiosa. '
O Belfort Duabtb d nm aparte.
O Sb. Ministbo da Justiqa : Perdip; ea pos-
so explicar um piuco de cadeira, porque soa len-
te de direito eeclesistico, potados.)
O Sr. Belfort Dcarte : Di lieenga para am
aparte ? Eu nao disse que pela nossa consiitni-
go bavia liberda e religiosa, o que disse qua
devia ser o nosso desidertum ; sei que pela cons-
titofgo oo permittido mais qae ama llmitago,
tolerancia de coitos.
O Sr. Ministro da Justiqa :Justamente ; com
essa confisso do nobre depotado, fago ihe agora
completa jastiga ; se oo a flz ento, oi Involun-
tariamente; emprehendi mal oseo pensamento.
Porm deste principio vamos tirar certas" con*
sequencias que contrariara o modo por qoe o no-
bre dopuiado apreciou certos actos do presidente
daprovincii da Sergipe e do chefa de polica da
mesma proviocia.
A nossa coostitnigao estabelece claramente ama
religio de est.do, isto e.-ubalece privilegio em
materia religiosa, consagrando a tolerancia em re-
lagao aos cultos dlssidentes.
Veda al qae as casas em que sa celebrara
taes cultos lenham a forma exterior de templos.
(Apoiados.)
Sendo assim, Sr. presidente v-se qoe, sem en-
trar com o nobre epatado na qaestao, se se de-
ve ou nao proceder a' reforma da conslttalco,
o nobre depotado, no terreno constitucional, nao
pJe sustentar qae temos liberdade religiosa.
O Sr. Belfort Duabte : Nem sosienlo.
O Sr. Ministro da.Justiqa: Bstabeieeida a
preferencia da reli(jiSo-cairiolica, apostlica roma-
na, todos nos, como bons catholicos que somos
(muilos apoiados), e qoe pugnamos pela sua obser-
vancia como a onlca religio verdadeira (nume-
rosos apoiados,) devemos prestar Ibe mais ga-
rantas do que a' outro qualquer coito. ( Muitos
apoiados.)
Eu nao emiti a opioio do governo em rela-
gao a' especie proposla. Desde que o governo
emenden que devla onvlr o conselho do eslado,
deve esperar a opioio dessa corporago respeltavel.
(Apoiados.)
At agora, resp ondeado ao nobre deputado, nao
aprecio cerno lonvavel ou cansuravel o procedi-
mento do presidente o do chele de polica de Ser-
r*ipe. Aguardj o parecer da secgao do conselho
de estado: quando se apresentar, hei de exami-
nado e estuda-lo, e formare eolo o rneu juizo de-
finitivo.
O que dselo demonstrar ao nobre depntado
que oas coLdigoes em qua foi collocada a qnestio?
o procedimento do presidente e do chefe de policia
de Sergipe pode ser explicado, anda qaando te-
nham erradamente interpretado a lei.
O facto ja foi exposto ; vou aiada referido resu-
midamente.
ra individuo emenden que podra vender bi-
blias protestantes; e eomegoa a faier o seu ne-
gocio.
O espirito religioso do povo de Sergipe assns-
tou-se com essa derrama de livros qoe lhe para-
ciam suspeitos; at porque, segando a informa-
gdes receidas, a venda de taes livros era acom-
panbada de explicagoes e predicas oraes acerca de
materias religiosas.
O Sr. Belfort Duarte : E' o que dSo consta
dos documentos.
O Sr. Ministro da Justina: Sao as informa-
gees que tenho. Nao pua coasaltar agora os
papis originae. E a proposito, declaro ao no-
bre deputado pelo Maranbo qoe eu, coc-vencid ;
da> necessidade de ser esta qaeslo resolvida
prompta e brevemente, apenas recebi os papis-, es-
remettl secgao do conselho de estado para- dar o
sea parecer.
O* relatar da secgao escropalisou e disse que
desejava expllcag2e do presidente e chefe de po-
lica de Sergipe para fJcar mais cabalmente ialelra7-
do da opinio desoes dous funceionarios.
A;senii a essa escrpulo muilo louvawel,.? man-
de! onvi-los. laformaram apresenfindo o se*Jizo
sobr* o fado corao-o haviam coeiprebeodide; sea-
do evidente pelas saas explicagoes, qae enten-
das! elar o mesmo- facto sujeito a disposigo do
arl. VTT do cdigo crimioal. Sobre o assnmpto
mandei oavir o conselheiro consultor, e a 28-de
janho e nao em margo, oomo dee o nobre- dipu-
tado, enviei com o .-eu parecer, lodos os papis-a
secgao do coaselho de eslado.
Ha poriaolo poucomais de um- mez que os pa-
pis '.iveram este deslino. Tendo de dar pareeer
nada menos que tres conselheiro,. relo nao haver
para notarse demoa excessiva Desses fuDCOioaa-
rlos r seria injusta a aecnsago.
U Sr. Belfort Dbrrt : Nem en os aeoasei.
O Sn. Ministro ba JusTig.v: Pode-se inferir
que os aecusoa, a' vista da estraiheta que mo6Srou
o nobre deputado considerando a demora do- con-
selh de eslado.
Mas o conselho de estado tem de dar parecer
sobre muias outras-quesldes; porqae,. ao contra-
rio dos qae entendan) ser o conselho de estado
um macblnismo desoecessario, jalga o miiMsterio
actual de multa oiilidade ouvir essa. corporago
respeilavel em todas as qaest&s- importantes, em
cojo numero se comprehende esta.
Cgoverno quer decidir esta questo coa o nuior
escrupnlo; atiende pois a todas as opiniees aatori-
sadas para tomar nma deciso final.
0-Sb. Tavares. Bastos d nm aparte.
OSr. Ministro-da Justiqa:Nao teaexposigo
completa do que occorreu; e assim deiaei de men-
oianar que quando ouvi o parodio esle declarou
qoe era indispeosavel ouvir e Sr. arcebispo da Ba
bia.
0.ivio-s o metropolitano^ qne d falsificadas as biblias.
A' vista de orna opinio tao aatorisada, a ques-
lao sa complica va, assumindo mnito raaior Impor-
tancia.
O Sn Belkort Duabte:V. Exc. esta' perfei-
tameme euganado.
O Sr. Muusibq da Justiqa :Quando vi a rem es
papis a casa o nobre deputado vera' que aao zaa
engao.
Entretanto declaro qoe nao vi ltimamente, os
papis origmaes; mas prevendo que esta qnesi?
fosse trazlda ao recinto desia cmara, saasda fa-
zer um resumo de todas as pegas e documentos,
antes de os remellar ao conselho de estado. Falla
com referencia a esse resumo qae crea ser exac-
to. Sa me nao faina a memoria, consta qas o S?.
arcebispo da Babia opinara que as bielas era-n
falsificadas.
O Sr. Tavarbs Bastos :-Mas oeste caso nase,
podia tolber o direito de vend-las^
O So, Aristioss- Lobo :E' opinio de V. Eac. ;
ba quem nao pense assim.
O Sr. Mlnistro da Justiqa :.O arl. 277 doce.,
digo criminal manda punir oiadividuo qoe psr
meio de papis impressos oa btbagrapitados ata-
car a religio do estado. Tra-sa de decidir-se
a falsificagio dos livros reMgiosos de modo a rro-
dozir ideas diversas das qoe sao ensinadas as bi-
blias genuinas ou naa um ataque a religio do
estado,
(a am aparte.)
Para qae ha de qoeTer o nobre dspalado argu-
mentar contra urna opioio que nao manifesia de-
finitivamenia'l FJesde qae sojeiiei a qaeslo as
exame do conselho de estado, haveria falla d6 con-
sideraco em manifestar ea desle ja nma opi-
nio a tal raspeito. Guardando esta reserva, sa-
mo, do mea devar (apoiados], posso, entre-
unto, declarar o mea peasamenw, quaodo res-
peito as intengw* Wi o chele da po-
lica de Sergipe, qoa alo exeehentes (uocciona-
r/vc
OSr. Leo Velloso :Magistrados ambos omi-
to digoo.
O Sr. TAVARsa-BASTOs:Nao eontesio islo, pelo
contrario tenho prazer em recoohec-lo.
U Sr, Ministro da Justiqa :No vlm a tribuna
para apreciar o-iem procedinHBto : por ora neo
posso faz-lo. <
.. (CoafiHiiars ha.)

'3
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-
-

X-
v. C^

*
TYP.OQ DIAJUO-RUA DtS CBZESJN. W.
^P"


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