Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11361


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Full Text
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ANJTO XLIli. NUMERO 204.
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CaJa oaaera/Valsa .1 ?.......7 ^320
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SEXTA FEIRA 6 DE SETEMBRO DE 1867.
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Por tres mm adianladas;. r*'tn-ft? ?.,,*, r> M f?i m rr: r.i rr ..,
Por mis ditos dem. fil .. ....................... .. .. ..
PirimUMita.................................
Por u auM idem.. t!.......,. ,. ,............. #.....
63750
180500
2025O
27^000
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IENCARREGADOS DA SUBSCRIPgAO.
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Aatonio Marquesa* Silva ;Aracaty,
o Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. Joaqaim
os de Oliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves & Filhes; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Oosta; Alagoas.o-Sr. Franeino Tavares da Costa;
iabia, o Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos RJbeiro Gasparinbo.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Ojiada, Cabo, Escada e estacSes da via terrea at
Agua Preta, todos os das.
Ignarass e Goyaona as segundas e sextas feiras.
Santo Anlao, Gravar)., Bezerros, Bonito, Caraar,
Aitibo, Garanbuns, Buique, S. Beoto, Bom Con-
seibo, Aguas Bellas e Tacarat, as tercas -feiras.
Pao d'Albo, Nazaretn, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Ooricary.Saigaeiro o Ex, as quartas feiras
Serinbem, Rio Formoso, Tamandar/, Una, Bar-
reiros, Agua Preta e Pimenteiras, as quinfas
feiras. /
AUDIENCIAS DOS TRIBUNaWdA CAPITAL.
Tribunal do commercio :\segandas e quintas.
Relago : tercas e sbados ^-J^boras.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Jnizo docommerc/o : segundas as f 1 horas.
Dito de orpbos : tercas e sextas s 10 oras.
Primeiravarado cive: tercase sextas ao celo!
da. v
Segunda fara do cival : qaartas e aabfcade* a
i ora da tarde.

DAS DA SEMANA.
EPHEMERIDES DO MEZ DE SETEMBRO f
5 Qoarwcresc. as 8 h. e 39 m. da t.
13 La cheia as 9 h. e 41 m. da t.
21 Quarto ming. aos 17 m. da m.
27 La nova as 8 b. e,30 m. da t.
1 SegBd. 8. Esievo rei de Hongria
3 Terea. S. Eufemia v., 8. Aristbeo b.
4 Quarta. S. Rosa de Viterbo v. f., s. Rieala v
5 Quinta. S. Hercolano ra.. S. Areensio m
'6 Sexta. S. Libania v\, S. Zicbarias prof.
|7 Sabbado. S. Regina v. m S. Pamphilo b.
8 Domingo. A Natividade de Marta Santissiraa.
PR&AMAR DE HOJE.
Prmeira as 8 oras e 30 m. da aanha.
Segunda as S horas o minutos da tardi.
PARTIDA DOS VAPORES COoTEIROS.
Para o snl at Alagoas a 14 e 30; para o norU4
at a Granja a lo e 33-de cada jnex; para Fer-
nando nos dias 14 dos mezas Janeiro, marco, ma>
Julho, setembro e novembro.
EXTERIOR.
Os apparelhos meteorol-
gicos.
> passam quasi inapercebidas. Para reconhece-las
! precisarla examinar os instrumentos quasi sera-
i ioterrapcao, e istu s se pode fazer confiando s
i machinas o trabalbo dos observadores.. Nisto est
talvez o futuro da meteorologa.
As machinas que pouco a poaco, em todas as
' industrias vo sobstitaindo o operario e encar-
O nltimo relatorio do astrnomo real da In-regamse de tndo qae trabalbo mecnico, vi-
glaterra acerca dos trabalhos do observatorio de rio ajudar a sciencia para desembarazar o obser-
Groeowich termina por urna reflex&o melanclica, vador da parte mais fastidiosa do sea trabalho.
O Sr. Airy declara que nao sabe sa convm con
tiouar o systema actual Has observares meteoro-
lgicas. ,
Esta questao embaragao, inquiela-o em pre-
senta dos observatorios novos que surgem na In-
glaterra e na America, os quaes segaem todos os
passos de Greenvi.cn, e coraegam a publicar in-
folios conscienciosos cbeio de algarismo qae a*ft
provara e resultados cajo alcance ninguem P|ce-
be. Para qae servir' tndo isso t Este movi-
Encarrega-las-be.mos de ver e escrever por nos,
e ellas faro o son dever sem distraegao nem (ra-
quera, como aquelles duendes qae acabavam em
silencio a obra das pessoas qae sablam merecer as
suas bojs gragas.
A pbotograpbia e a electricidade trabalbario s
ordensde nm relogioque Ibes marcara' o trabalbo
e vigiara' a execngao; um poaco de azeite na
lampada que alunita o apparelbo ptico, urna pro-
visto de acido na pilba que alimenta o jogo elec
ment tera'por consequencla acreacentar milhOes *ico, eis qoanto preciso para manter a aetivt-
de observacSes inuteis aos milhoes que la' exls- dade desses flsls servos qae o homem creou i saa
imagem. Qaem nao v que o emprego desses
tem, ou plasd esperar pela descoberta de fados,
donde se possa tirar a theora dos pbeoomeoos? observadores automatos deve pr-nos
E' o que impossiyel prever... s>
Nada pareeo-mdicar em qae caminbo se ha de
acbar a solacio dos grandes problemas da me-
{ereologia. Estuda-los pelo lado da tbeoria pura
seria prematuro ( o Sr. Airy quera falla); o qae
.se deve fazer por em quanto coordenar os phe-
nomenos, procurar-Ibes o lago intimo por via de
inducfSo : exigir' isto nnmerosis tentativas ;
alearemos todos em direccdes diversas sem qae
nada prometa nm resoltado prximo. E' como a
descoberta de om continente' desconhecido para
o qnal nos gniam a f de nm Colombo e vento de
eigo.
Ha entre os homens de sciencia um bom nu-
aero de trabalbadores coja felicidade consiste em
saccsmular algarismos sobre algarismos sem pen-
saren um s momento o qae se podara' tazer com
elles.
E' verdade qae essa occupacao to innocente
como a de cultivar flores ou collecionar moedas,
oas nao se deve procurar nisso o futuro da scien-
cia. Continuar a registrar da po; dia a marcha
dos pbenomenos aerios, segundo a velba ratina,
certamente perder muito tempo. Faz isto lem-
brar aquella sentinella que dorante vinte anuos
montn guarda dlante de urna porta morada em
ama ra deserta.
E' assim qae, por habite para conformar-se
ao uso, moltiplicam-se incessantemente as obser-
vatoes de pbenomenos que no fundo nao tem ne-
nbuma signiBca^ao clara, e cojo conhecimento fl-
cara' sempre estril por que nao ha os dados ne-
eessarios para interpreta-los e comprebeode-los.
'.ue conclasao, por exemplo, se ba de tirar de
observares da temperatura fetas a pooca dis-
, tancia do solo, umaou duas vezes por dia, em um
logar em qae o Ibermometro esta' exposto a mil
influencias perturbadoras ? Observar-se-ba du-
rante dez annos, tirar-se-bao os termos medios ;
em vo ; mnitos resaltados inexactos nao podera
dar nma media exacta. A difflculdade de deter-
minar em nm momento dado a verdadelra tempe-
ratura do ar tao grande que, apezar das nume-
rosas observagoes que tem sido publicadas ha lan-
os annos, pdese duvidar de qae o clima ibermo-
met ico seja conbecido de om modo certo em um
s ponto do globo.
Os meteorologistas acham-se hoje abarbados com
os materiaes de observacoes que esperara dis-
cusso aprofuodada para serem alguma cousa mais
que monianhas de algarismos ; a exleogo dos oal-
culos que necessilam as iovefiga^oes deste genero
e o qoasi nenbam resultado das leotativas que se
tem feito neste sentido, desanlmarara os laboriosos
que preferem um trbalho mais restricto e menos
pezado.
A pbysiea do globo os p5e em Iota com um
cabos de pbenomenos de urna compiicacao inex-
trincavel, ao passo que a pequea physica ou a
pbysiea da sala, se posso dar-lhe esta nome, off i-
recer-lbes toda a facllidade para estadar cada phe-
oomeno debaixo dos seos differeotes aspectos, as
condices simplices de ama experiencia de ga-
binete.
Assim que sabemos prever os mais mirficos
efeitos de la em um crystal, ao passo que a cor
azul do cu ainda nm objaclo de controversias,
e os effdito! de urna machina pneumtica nao era-
araoam qualqaer ostudante, ao passo que ninguem
sabe o que um tufo.
Esta ignorancia em que estamos das leis funda-
mentaos que regem os pbenomenos aerios faz com
que os observadores nao sainara para que lado
ho de dirigir os seos estorbos. Nota-se ha muito
empo a temperatura do ar, a presso baromtrica,
a hnmadade, a forca e a' diracejo dos venios, o
aspecto das nnvens, mas comega-se a duvidar
qae esses elementos sejam sufflci.eotes para a in-
dagaQao das grandes ieis meteorolgicas. Deve-
nios agora ir procurar ontros dado3 complemen-
tares T
Ser necessario observar regularmente areduccao
solar, e a electricidade atmospherica, as estrellas
cadentes, ou sabir em baleo para observar mais
de perto o qae se passa cima das nuvens 1 An-
tes de ebegar a isso seria mais simples tentar nm
nltimo esforgo e vr-se o iosacesso do systema
geralmente adoptado nao resnlta sobretodo do mo-
do porque se fazem as observiedes. Quasi por
toda a parte conientara-se em notar e estado dos
diffdrentes instrumentos meteorolgicos em certas
boras do dia, aOm de deduiir pelo calclo o esta-
do medio dos mesmos lastran entos em cada dia,
em eada mez, e em todo o anno. Cbega-se assim
a lazer urna idea suoerficia! do clima geral de
certos pontos do globo, mas as pequeas ofcila-
;oes que agitam a atmospbera no correr de um
e qae determinan) o tempo propriamente dito,
nao v qae o
na possa de
documentos infinitamente mais completos e impor-
tantes qae tudo qaaoto se pode obter at boje por
observacoes soladas, fragmentarias, e alm de to-
do fatigantes e inspidas?
de am atmometro, qae serve para observar a eva-
porado. Disposices mecbanicas facis de imagi-
nar^ permitliriam applicar este systema represen-
tagao grapblca da malor parte dos oatros pbeno-
menos; vento, hnmidade, radiacao solar, etc. Elle
Ja esta' em oso em alguns observatorios inglezes e
bem assim em Lisboa, onde as iodicacdes dos de-
ferentes instrnmentos sao obtidas na mesma fo-
Iba, e de admirar que nao se acbe generalisado.
Muite antes da laveufo da photograpbia conhe-
ciam-se muitos meios proprios para obter instru-
mentos meteorolgicos de indicaedas continuas, e
na realidade nada mais simples om principio, abs-
trahiodo das diSkaldades praticas.
Assim que para obter om thermographo,' pare-
ce que bastara tomar am tbermometro de grande
calibre, aberto por cima, e collocar sobre o mar

vatorio levanta nm pequeo flactoador qae acta siderar francamente abertos ao commercio euro-
sobre ara lapis. Outro lapls marca em orna gran- pea, pois o tempo ira' aplanando o resto. Aos
de taboa do meteograpbo a hora em que cabio a ralsslonarios europeas, ah Ibes offerece um cam-
ebuva ; posto em movimento por ora fio qae de
pende de orna pequen i roda bydraolica eollocada
debaixo de urna goteira. Ootro lapis encarrega-
do de notar o estado de bumidade ou de secura
do ar.
A ida capital qae gaiou o padre Seccbi e qae
nos parece verdadeiramente fecunda, combinar
os diversos registradores de modo que todos os lapis
caminhem par a par na mesma (olba. As curvas
que elles tracam acham-se assim constantemente
aproximados e nm simples lance de olho* pode fa-
zer descobnr o accordo oa desaccordo que existe
entre as variac/Jas simultaneas de diversos elemen-
tos meteorolgicos.
po vastissimo para o seo angosto e salotar sacer-
docio em favor da religio e dos estados.
A Franca consegoio mais tres provincias da Bai-
xa-Cochinchina, que eram do Imperio anamita.
Nao foi conqoista, fui annexa(o pelo systema
francez (suffragio universal.) A adbeso daqnel-
las populaces, segundo declara a respectiva aoto-
Tendo as bailas da escolta atravessado o tho-
rax e o abdomea, foi necessario eropregar o malor
cuidado na operago, para a qaal adoptaran] o sys-
tema egypcio.
Consta que o bario de JJagnus, ministro da
Prassia no Mxico, devia acorapanhar o corpo de
Maximiliano at Vera Cruz
O prnsidente dos Estados-Unidos exoneroa o
general Stanton de ministro da- guerra, que repre-
sentava no gabinete os radicaos da maioria do
ndade franceza, foi unnime em substituir a au-1 coogresso em"srios conflictos com o presidente, e
s 'Sd.?rDS anan)i,as a. da Franca. O snbsrttuio-o pelo general Graat.
A comparaco dessas curvas,
enri um llamador com ama haste vertical e lapis! por exemplo, fara' ver que inflaencia exercem os
qoe, seguindo as flutuaedes do mercurio, deixaria \ differentes ventos na presso baromtrica, de que
um trago negro n'uma .folha de papelao que por i modo o estado do barmetro aonuncia a chnva,
meio de nm relogtocorrera em direccio borisontal como a tamparatura varia antes, durante e depois
Aoaloga disposico applicar-se-hia ao barmetro I de urna chava, e mil outras aproxima^oas deste
ordinario ; mas na execuQo osbarra-se com diffl-; genero poderoser feitas sem o menor calculo e ao I sobrevindo complicaoss naqaelle maltadado paiz;
governo francez dirigi ama proclamadlo as pro
vincias qoe ja"possaia e as de novo annexadas.
As ultimas noticias do Per ditera que tsta
repblica e a do Cble se acbam muito aguadas
em conseqoencia dos boatos da volla da esquadra
bespanhola para o Pacifico. Fazemse no Per
grandes prepativos de guerra para oppor aos hes-
pannoes; o governo chileno declarou que s toma-
rla a defensiva.
Dizera as ultimas noticias do Mxico que vo
Os apparelhos registradores sao nisso superio-
res ao hornera ; nada pode cangar-lbes o zelo, a
moaotomia o seo elemento e a regolandade a
sua condico de existencia.
Eis um observador que s precisa de que se
Ihe d corda movando urna chave : abi tica elle
em sen posto, com os clhos abertos, a mo Arme,
da e noite, sera dormir, sem qoeixar-se do calor
oa do fri, sem aLandooar-se a devanelos, e o que
anda mais importante, sem pensar nanea era
fabricar observares imaginarias, que o dispensen)
de velar. Entre os documentos meteorolgicos qae
flgaram as estantes das bibliotecas sob a forma
de magestosos in-quarto, alguns ba caja ongem
nao isenta de suspeita,: assim, por exemplo, os
invlidos encarregados de notar o estado limpo nos
fortes rassos nao passam por escrupulosos obser-
vadores.
Ora, coraprebende-se qoanto a existencia desses
documentos apocriphos devera embrulbar e estor-
var as Investigacoes ja to penosas a qoe esto
condemnados os meteorologistas.
Nao sao estas as nicas razoes que devem fa-
zer desejar o emprego dos apparelhos registrado-
res : ba ama ultima consideradlo de importancia
verdadeiramente grande. Urna quantidade enorme
de documentos ja publicados esta' perdida para a
sciencia nicamente por eaosa da confuso das
medidas.
Nos qaadros meteorolgicos o centmetro osbar-
ra-se cora a pollegada ingleza, e o amigo p com
a toeza ; os graos Fahreoelt alternara com os graos
Reanimar, qoe os Allemaes adoptaram quando
era Franca contamos por centgrados ; o calor, a
bumidade, o peso da-atbmospbera,a quantidade de
ebuva cabida, indo isso mede-se por tantas ma-
nuiras diferentes qae preciso certa coragem pa-
ra confrontar os documentos publicados em dille-
rentes lingaas.
Ora, a introduegao do novo systema de obser-
vares fomecerla occasio propicia de fazer des-
apparecer esse grande obstculo do proyresso es-
tabelecendo escolas uoiformes para todos os ins-
trumentos cujas indicares seriam de ora avante
registradas por om modo mecbanlco.
Os pbenomenos diversos que interessara os me-
teorolgicos achar-sehiam entorepresentados por
curvas caja tiguifleacao seria immedialameale cla-
ra para todos os olhos : um simples olhar recons-
truira as variacas da temperatura e presso bo-
rometrica, a rotico dos ventos, a bumidade do
ar, as chovas cahidas, a evaporacao que as remon-
tou as nuens, e todos esses pequeos aeonteci-
mentos cujo total prodnz o lempo, sem calculo ne-
ohum e sem converso previa de um quadro nu-
mrico em medidas peculiares s pessoas que o
consultan).
Nao admiravel pensar que se poderia dia a
noite observar os meteoros areos era estugoes dis-
seminadas por toda a superficie do globo por meio
desses servidores fiis e doceis que se cbamam
machinas ; que bastara percorrer as relaces quo-
lidianas, confrontar as notas minuciosas e delica-
das para descobrir o elo intimo e a influencia re-
ciproca ou variacies qoe o tempo sofre em cada
lagar ? Se querem resolver os grandes problemas
procurara os grandes meios. Gaba-se hoje muita
gente de qoe chegaremos a predizer o tempo ;
mas o insuccesso das tentativas prematuras moslra
bera que ser preciso reformar o systema de ob
servaco antes de tratar de obter tamanhos resal-
tados.
A idea de registrar os pheoomenes natoraes por
apparelhos aotomaticos preoecupa ba maito grao-
de numero de iovestigadores, e muitos meios o-
ram ja, nao somante proposlos, mas al applicados
com maior oa menor fortuna.
A pbotographia presta se com maravilbosa fsli-
cidade a reali3aclo dos apparelhos registradores.
No observatorio central da Kaw, obtera-se por esse
mel a imagem fiel das variages magntica-. O
estado do barmetro oa do thermometro pode re-
gistrar-so do mesmo modo : ama folha de papel
photograpbico desfila lentamente por traz do lus-
tra ment, qae alamlado por orna lampada, oa
bico de gaz, e a altura variavel da columna de
mercurio pinta-se exactamente no papel propor
cao qoe elle se desenrola ; o apparelbo faz, pois,
de algnra modo o retrato do tempo.
O barmetro e thermometro assim transforma-
dos cnamam-se boragrapho e thermo/jrapho. Pj-
dia-se do mesmo modo registrar a por?o de anua
recolhida depois de ama chava pelo reservatono
de om ombrmetro oa pelo abaixameoto do nivel
caldades inesperadas. Vale mais euto recorrer ao
thermometro metallico e ao barmetro de batanea.
Para escrever a direc$o do vento, preoder-se um
lapis a ama ventoinba ; para medir-lha a torga ou
rapidez, faz-se mover no lapis nma mola que o
vento comprime ou am molinete que o vento fu
gyrr. Cbega-se ao mesmo resaltado por mil com-
blnacOes mecbanicas differentes que o emprego da
electricidade permute de um modo extraordi-
nario.
A electricidade offerece alm disso o meio de
transmiltir as iodicagoes de om instrumento a
grandes distancias; pode-se assim por exemplo re-
gistrar em trra o estado de om thermometro sus-
penso om om bato captivo.
O meteorographo elctrico que foi installado em
1860 pelo Sr: Salieron no deposito da marinba em
Pars, onde fonceiona b a sete annos, inscreveem
um mesmo quadro o estado do barmetro, do ther-
mometro, a chova, a rapidez e a direcgo dos veo-
tos. O meteorographo qoe o padre Seccbi mandou
construir para o collegio romano dos jesutas nm
pouco mais completo, porm menos simples e mais
dispendioso; ba oa exposigo nniversai urna co-
pia exacta delle.
Esse apparelbo que representa s por si ura ob-
servatorio meteorolgico foncclonando quasi sem
Interrnpgo e sem emprego de ninguem, inscreve
automticamente em um quadro mobil a presso
do ar, a temperataia, a hamidade atmospherica, a
rapidez e a direcgo dos ventos, a hora da chava e
a quantidade cabida durante ara dia. V se urca
porgo de braciobos de ago, com lapis, ir de um
lado para outro em urna folha que desee por igual.
Parecem gnomos trabaibaodo com silenciosa rapi
dez. Um esta' eocarregado de observar o calor :
traga continuamente signaes estranhos no lugar
que Ihe concedido ; quando a temperatura torna
se estacionaria, elle move-se Imperceptivelmante ;
quando o sol se poe e resfria o ar, o pequeo ds
senbador retfra-se para o lado que' marca o trio ;
quando o sol nasce e aquec a terr, o thermogra-
pho corre para o lado opposto aflm de consignar
escrupulosamente o calor de que o ar esta' inouu-
dado.
Os zig-zags desses desenhos em apparencia ca-
prichosos fallara urna lingnagem mais clara qae a
simples tanca d'olbos. E' realmente ver traba-, alm das sublevagoss em mullos pontos do ter-
Ihaodo as forgas natoraes e sorprender as suas j ritorio, ja* em nome da independa, ja' em nome do
mais completas combinagoas. Na folha do meteo-imperio. Continnava com grande actividado a or-
rcgrapho, acba-w urna coma especial ao calor, ou- ganlsago dos corpos formados para ama invaso
tra a' bumidade, outra a cada um dos quatro ven- imminente do paiz.
tos prlncipaes; elles veem dilar o seu deve e hade j Estes corpos tomam por divisa violar a marte
havtr ao sea guarda-livros especial, qae se apressa. de Maximiliaoo ; ahstam-se principalmente entre
de lomar -nota nos registros. No m de aluns os amigos soldados dos exercitos do Suida Ame-
das abre-se o meteorographo, tirase a folha es-
criota e pde-se urna nova na qaal serio consigna-
das as cijeumstancias atmosphencas dos dias se-
guintes. Fazem-se assim sem trabalho os archivos
do tempo, e se guindo-so o mesmo processo em
grando numero de observatorios distribuidos pela
superficie do globo, teamos em breve tempo a
historia piloresca da atmospherica em grossos volu-
mes que se poderia por era algura estabeleeimonto
central.
O meteorographo do collegio romano ja dea coa-
la de muitos factos curiosos 'entre os quaos cita-
remos nm. Dorante as ebuvas e as tempestades o
barmetro soifre multas osclllages de pequea du-
rago ; cabe repentinameale de 5 oa 6 milmetros,
dopois remonta no fim de alguns minutos. Poder-
se-hia crer que essas depresses momentneas nao
passam de urna illusao protunda por urna Quctua-
go accidental do barmetro de balaaga, mas o ba-
rographo de Oxford, que registra a presso atmos-
pherica por meio daphotographiz tambera s apr-
senla ; pois fra da duviJa que ellas team ama
existencia real.
Ha 7 anuos qoe o padre Secchi eslabjlecea o
seu apparelho registrador no observatorio do colle-
gio dos jesutas em Roma. Neste tempo medificou
a constrnego iotroduziudo diversos aperfeigoa-
raentos cuja opportuoidade a experiencia demoas-
trou. Parece entretanto que ba ainda rauilp que
fazer. Ho)e o que precisamos de um systenta de
meteorograpbia bastante simples para que seja
adoptado em lodos os observatorios. Seria talvez
o melbor meio de introduzlr emQra na meteorolo-
ga, pela grande porta, a isOjiformidade to
desejada dos pesos e medidas.
Com os novos iosirumeatos, o sy-toma mtrico
farla entrada na Allemanha, na lUssia, oa Ingla-
terra, e as observacoes, ruai completas e mais ex-
tensa*, tornar--him ao mesmo tempo mais com-
ino.-fl. Radon.
dos algarismos; conservara para serapre a imagem j paraveis r seria um^ immeosa economa de traba
fiel das clrcumstancias atmosphencas que caracte-
risaram o tempo dorante o correr do da, permit-
tem confrontarse ara da com outro, e reconbecer
o qae constante e invariavel nesse tarbilho.
O barmetro de balanga que o padre Secchi es-
colheo para sea meteorographo um inveogo Un
sir Samuel MorUnd apresentada ao rei Carlos 11 no
fim do seculo XVII. E' om tubo de ferro suspenso
ao brago de orna balaoca e mergulhada em urna
baca cheia de mercurio ; as oscillagoas do pn-
dulo iudicam as varlages da presso atmospheri-
ca. O thermographo do padre Secchi aquelle
que foi imaginado por Kre, e do qual serviam-se
oulr'ora em Viaona e .era Krensmaoster. E' um
longo fio de cobro est8ndido no ar livre e preso por
urna pona a ama alavaoca qoe transmita eada
cotrago e cada dilatago do fio at o regulador.
O aneniograpko, qao escrevea forga do vent), um
moliaete de Robfosoa. E' formada de urna r.roz
borisontal cujos quatro bragos team quatro esphe-
roides cavas onda o veBto sopra como as velas de
um navio. Este apparelho posto em ora sitio
elevado e bem descoberto ; o seo movimento
traniroitlido por um fio eletrico a urnas rodas qae
fazem gyrar o lapis regalador da rapidez do vento.
Durante urna hora o lapis caminba sempre um
passo a cada volta do molinete ; o coraprlmento da
liuha que elle traga durante esse tempo represeota
em nma escala redozda o camiaho percorrido pelo
vento. No momento era qae o relogio bate a hora,
o lapis salta e volla ao ponto da partida para par-
correr o mesmo camiaho. Escreve ass'm 2i tra-
gos por da ; o total raramento mais de 550 kil-
metros oas vinte e qnatro horas, o qae representa
ama rapidez-media de 6 a 7 metros por segundo.
Um vento fresco percorre 10 metros era am se-
gaado, om faracao 50 metros e mais.
Para registrar a direcgo do vento faz-se uso de
nma simples ventoinba qae esta' em relsgo alter-
nativa com nm systema de quatro imans corres-
pondente aos quatro pontos cardeaes. Cada am
delles dirige um.lapis especUU quaodo a ventoi-
nba marca o norte, commuoioa com o primevo la-
pis, quando volta a leste com/o segundo, e assim
por diante ; o lapis traga ento ama serie de ris-
cos pretos no papel em quanto o vento sopra na
mesma direcgo. E' o anemmetro regalador do
Sr. Da Moncel.
Bis eomo se mede a chova. A agua qoe cabe
recolhida por um loail d'oade vai para ama pe-
quea cisterna. Quaodo o nivel sobe nesse reser
rica Septentrional. Parece qae o governo ameri-
cano nao v com mos olhos esta emoaigrago. O
ebefe destas forgas om dos amigos amigos dr
Maximiliano ; hngaro, e tem dado aos corp.s
do seo commaodo a organisago das antigs asso-
ciages allemaes. Os invasores propem-se dar
ao paiz ama organisagHo federativa basaada as
franquas municipios, to caras s popolages de
origera bespanhola.
O Jornal do Commercio de Lisboa resume as-
sim as noticias desse paiz. em 20 do passado :
Segundo as noticias ltimamente chegadas do
Mxico, por via de New-York, Jurez nao dispoe
da larga necessaria para por termo anarchia
que ameaga aquella repblica.
t a mona de Maximiliano e dos seus genaraes
nao pode servir para resiabelecer a ordem.
< Gomes e Canales esto em armas no paiz de
Taumalipas, e causam, assim como outros parti-
darios, tanta inqoieiago a Juartz como Jurez
causara ootr'ora a Maximiliano
t No entreunto a roeleigo de Jurez paracia
provavel por um grande maioria.
< Os generaos Castillo e Vidaarl foram etlecti-
vamente fuzllados.
O governo americano dirigi urna circular s
autoridades para vigiarem e impedirem quaesquer
manobras com o obyecto de reatisar expediges
sombre algum territorio estrangeiro, que violem as
Ieis de nentr?lidade, como aquella- potencia a com-
prebende.
As correspondencias desse paiz dizem ique o
general Grant effeciWamente, o candidato da
Unido republicana a' presidancia dos Estados-
Unidos.
c Ja' se sent em todo o territorio da grande
repblica a agitago eleMoral. No districto de No-
va-York eslo organisadas as commiss'ies e para
todas as cidades dos Estados-Unidos partiram os
respectivos delegados.
< O partido da Umo republicana coma com a
1 victoria.
f Foi aqaelle partido que fez triomphar a cau-
I didatura do fallecido Lincoln, e a popularidade de
que gosa o general Grant torna, nesia coujunctura,
fac a sua eleigao.
< A attilude que na America toma o partido re-
; publicaoo, e muito significativa a respailo da Eu-
ropa, por isso que o geoeral Grant partidario
! absolato das doulrinas de Monre, e de todas as
suas consecuencias.
Em vista das nolicia3-sempre contradictorias,
I de origem turca e de origem grega, acerca da in-
I surreigo creanse, no lem sido possivel formar-se
I juizo seguro dos aeontecimenlos naquelle campo de
batalha.
Aonuncia-se de Gonstantinopla que esia' termi-
nada a insurreigo ; insistem de- Alhenas em faze-
la nada vez mais encarnigada.
Um telegramma de Constantinopla declara que
Omer-Pacba' pedir a sna demisso porque os
commaodaates dos navios aas nages neatraes ha-
vlam forgado o bloqaeio da ilha de Creta. Um le-
legramma d Corf diz qaa a Grecia se arma de
accordo cora as popalarOes chrlslas do Orlent0.
O governj mtomano apressou se a declarar fal-
sos os helos turrados nos despachos gregos des-
menlindo a victoria de Omer Pacha' sobre os cre-
excessos com-
0 ministro de Franca ainda nao tioha partido ; tenses o a noticia de consideraveis
r, < earniu a c.t,n5n rt'aio rtininmip.n mettidos pelas tropas turcas. Algo

FOLHETIM
D. BRANCA DE LANOZA
RECORDARES Di CORTE DE FEL1PPE II
Romance histrico original
Por E. Fejo de Mendoza.
PARTE I
Redemp^o por amor
LITRO II
OS DOUS FAVORITOS.
(Coatiauaco do n.'203.)
CAPITULO IV.
Um golpe terrivtl,
D. nna de Meodoza apressou-se em con-
tar a Prez o qae o rei Ibe manifestara na
noute anterior com referencia ao Corsario
Negro e prisSo de Lanuza, o me todo foi
envido pelo secretario com interior regosi-
jo, e manifestando princeza que se devia
accelerar qoanto possivel o projectado casa-
mento de Constanza com D. Pedro Fa-
jardo.
Naroccasiio em que fallavam nsto as-
DIABIQ DE PERNAMBUCO
De Liverpool e Lisboa chegou bonlem o vapor
inglez Chrytolite, com datas de Lisboa al 20 do
crreme, ti das mais do que o vapor inglez Sent,
que Qllimamente passou para o sul.
Apezar da constante agitago, que na Europa
traz os espiriios inquietos, em oonsequencia do es-
pirito marcial, que anda parece querer predomi-
nar, nota-se visivelmeule que all se aciia encama-
do o dogma da liberdade e do trabalho ; esse dog
raa e essa espirito tendendo a expandir-se vai-so
dilatando por todo o globo. Povos que [arenara
eternamente vedados a' civilisago comegam a aco-
lhe-la francamente e at com alvorogo.
As vetustas muralhas e a incommunicabilldade
da Cbln*, eslo material e moralraente derrubadas.
O celeste imperio fraoqueia-se ao commercio eu-
ropeu e com este principio de libcidade, a-piran'
gradualmeate idea da Europa.
O Japio, que seiupre se mostrara desconfiado e
que parecia ewroameote lechado aos eslraogeiros,
ainda em mais larga escalla esta' acollando a civi-
lisago que Ihe Iraza velba Europa.
O Japo esta' hoje em plenas relages com a Eu-
ropa e esta' adoptando os melhoramentos que all
sa tem roalisao.
As suas embaixadas a' Europa, a sua concurren-
cia a exposigo e reeentemenla o fado do joven
principe, iruia do Taicoun sa iastallar em Pars
por algons annos, para receber urna educagao a
europea, tudo prova que aquelle imperio se abno
para respirar as ideas daquella parte do mundo..
O Japo antonsou a abertura ao commercio de
mais de orna cldade maiilima Tsurung, cora ura
bom porto uo mar interior, que servo da emporio
principalmente para o commercio de seda em todas
as soas especialidades.
O Taicoun decidi ao mesmo tempo dar oa nova
cidade, como ja' (ez as outras, aoi representantes
das diversas potencias ura vasto terreno onde lo-
dos os estraogeiros tero o direilo de se Qxar e abi
terem estabelecimenlos commorciaes.
o de Janeiro de 1858 ba de ter logar a aber-
tura otlicial das tres cidades maritimas de Osaka,
de Hiogo e de Tsurung.
Os mercados do Japo e da China podem-se con-
para a Europa. A suago d'este diplomtico
pode considerar-se nm poaco equivoca.
Parece qao o Sr. Dao pedir a Porfirio Dias
para poder sabir do paiz, com mais quinhentos
francezes que ainda se acbam no Maxico. Uiz se
que Porfirio Das dera conhecimento d'esta pre-
lengo ao presidente Jurez, o qaal respoodeu a
Mr. Daoo que sperasse a sua chegada a capital.
f As autoridades mexicanas tratara de reunir
todos os documentos da inlervengo, o que se pro-
va pela segointe circular, publicada em S. Luiz
Potos.
Para se reonirem todos os documentos neces-
sarios para a inlervengo franceza, e do dominio
estrangeiro, o cdado governadar convida-vos a
colher os depoimentos das testeraanhas mais dig-
Colhereis,
pelas tropas turcas. Algons cnsules es-
trangeiros haviam dado forga a laes boatos, exage-
rando as ooticias dadas pelos parclaes da indepen-
dencia da liba de Canda.
G governo torco dirigi pois s potencias garan-
tes orna ola circular protestando Mitra o tele-
gramma enviado de Canea pelos respectivos cn-
sules, accresceataodo qaa a insurreigo se poda
considerar como vencida.
Era vista desta declarago as potencias Insistirn
no prometlido inquerito internacional sobro as ne-
cessidades da ilha ; o ministro ollomano promelteu
propor ao divao que esse inquerito se arapliassiv
sobre a situago-dos subditos clirislos por lodo o
imperio.
Affirma-se qae o sullo lenclona conceder a au-
tonoma de Crea >ob a soberana de um principe
oas de l, es'.abelecidas nesta cidade. cu...
poto, os depoimentos relativos aos actos de barba- oitoraaoo. que reconbega a s*1"30?^0^^
ridade, iojnstiga o despotismo, comraeltidos pelos, e da Strv.a, a supremaca nomioal sobllmo
francezes, o pelas chamadas autoridades irap*- P^ta. Entre as diversas candidaturas prel i o*-
ragi v mente apresenladas, cita-se a do emir Abd el-Ka-
uvireis o que exp3em as suas victimas, e lo-1 der cuja boa conducta ta#*^**gt*
dos aquelles qae foram alvo da sua clera. .as de- o L.bano, seria urna garanta para populado
mais eidades do nosso districto, os presidentes dos! cnn5t..a da liB*. ,,*.
conselhas muoicipas coll.giro esses documentos, i Pwee que tal dea Mn inspirada
traosmittindo as copias, e quando fr possivel, os! Londres ou mesmo em Pars,
uriginaes das ordens, coramunicacues, ele, das au-1 caz^de^ resolver paciflcament
^f& ?pn?rlJ Ml-n-id-i nelo secretario mili- i Lord'Derby respondendo na cmara a rea ia-
I terpellago sobre a insurreigo cretense, otogiou a
Tnrniii'i a i>iinal Ki >*\ .,* flrMirui H l I i'l i .'11 r "Mli .1.
ao sulio em-
como um meio effi-
a questao do-
sompto, o marquez de Velez apresentou-se
a Antonio dizendo-lhe que Felippe II Ihe
offerecera a mo de Constanca, e que por
isso Ih'a vinha pedir agora, agradecendo-
lbe desde logo a sua concessilo.
Este passo, dado por D. Pedro Fajirdo
com a lealdade que Ihe era propria, n3o
deixou de sorprender os dous favoritos,
pois que nunca podiam esperar que o rei
tomasse tanto a peito este negocio ; mas j
seguros da sua victoria por este lado, e pa-1 soa felicidade. Triste
jrecendo a Antonio de bom agouro a facili- Qotja da priso do
I dade com que o monareba acceder ento
lar do governador.
Dizem os jomaos americanos que a ronnicipa-
lidade do Mxico nomeoa urza commlsso eocar-
regada da agradecer a Porfirio Das, em nome dos
habitantes, a solicitada de qoe dea provas a seu
respeito, por occasio do ultimo assedio.
t Esta comraissao foi recebida pelo general re-
publicano, e no mesmo dia se colisarara os nego-
ciantes do Mxico para ctllerecerem voluntariamen-
te, a sem pagamento deljuro, am donativo de du-
zentas mil piastras a'quelle comraandante militar. |
< Este donativo loi aceito, e a Indicada somma
empregou se no pagamento ao exercito do cora-
mando de Porfirio Dias.
> A 10 de julho chegou o presidente Jurez a
Tacuoaya, e na capital preparavam-lbe una enira
da triumpual. Levantavam-se arcos de triumptio,
e faziam-se todos os arranjos para magesiosas tila-
urjinagSis.
e A populado tinha em vista que a ceremonia
da recepgo fosse a mais grandiosa qae se te ce-
lebrad v no Mxico.
t Os austracos, em numero de setecenlos, que
capitular-ara no Mxico, marebaram sobre Pue-
bla, afn de embarcarem am Vera Croz para a Eu-
ropa.
* Por ordem de Escobedo, dea se a liberdade
em. ijueretaro a frsenlos soldados estraogeiros.
t No dia 4 do passad foi arvorada a bnMn
mexicaoa em todos os edificios pblicos. Os sahd'.-
tos americanos esto sendo trmdos cora maia de-
ferencia pelas autoridades liberaos,
f Em Vera Croz havla tranqoillidade.
c Assegara-se qae os dous mdicos mexicanos
s conseguirn) embalsamar o corpa de Maximi-
liano depois dsete dias de-trabalbo.
aos seus desejos, combinoo com a princeza
em apressar quanto possivel o projectado
casamento.
Assim s5o os prazeres e alegras do mun-
do. Quasi sempre o qae para uns moti-
vo de alegra, para outros causa de ddr,
como se Deus n3o Uvesse dado humaoi*
dade mais que orna porcao certa de felici-
dade, e pessoa alguma podesse ser feliz sem
fazer outra desgracada D. Pedro Fajar-
do era feliz porque ia salisfazer o sea amor
com a approvaco do monareba ^ Antonio
Prez, porque com aquelle m^rirnooio ia
obter a poderosa cooperario do homem qoe
at ento fra o seu mais terrivel inimigo ;
ea princeza tambem era feliz, porque, gra-
tas soa babilidade, livrava o seu amante
de um rival no. favor- do rei, e adquira
com a sua conducta maiores direitos gra-
tidao do secretario. Naquella associaco a
desgraca ia ferir somonte Constanca, espe-
cie de victima expiatoria, sacrificada as
aras da ambieo de seu irmao, diploma-
cia da princeza e ao amor do marquez,
Smente a infeliz adlhada de Branca, me-
nina pura e innocente, era quem perda a
e afllicta ainda pela
seu bem amado, ia
sofrer outro golpe para o "qaal n3o esta va
preparada.
D. Anua de Mendoza e Antonio Prez
esperavam Constanca n'um magnifico salo
de columnas .de marmore com tapetes de
Flaudres, e as portas das janeas estavam
meio cerradas, aflm de que o calor n5o in-
commodasse, nem penetrasse por ellas o
ar calido e secco do veno.
Constanca, entrando, aproximou-se da
priDceza com cerU timidez, qoe Dio era
isenta de averso, pois que nao poda esejue
cer que fra aqaella molber a causa do
rorapimento que se dera entre, AntoDo e
sua madrinha.
D. Ana recebea-a com am affcto hypo-
Turquia e aconselhoo os Gregos a renunziarema.
projecios de ambiguo ; na sua resposia &-roinisiro .
inglez coDtirm i as grandes vicionas de Omer-
Pacb.
Ea resumo vemos por um lado a intriga.russo-
helnica a machinar urna insorreigi-t geral por,
grande pane do imperio cltomano, vemos por ou-
tro lado a logiaterra e outras pjien6vi> .europio.
considerando dominada e quasi vencida a pftuv-
reigao cretense, exigirem o prorapto lucjoeriv^ a-
ternacional, e prestarem com a su marino*, -.fli-
cios de hnianidade aos revoltosos qin pre'jtjiieD'
sahir daquella ilha, com medo du- veucauf..--. V
de esperar que a marinha e a diplomacia, das po
tencias procure salvar os vouridos do3.9XV.ssoa
dos vencedores inevitaveis as guerras wvs.
E' sabida a perseguigo qoe na RaOiT.aaia se
fazia aos israelitas. As potencias prwrjalra?n'.ie
a Frwica tomaram-os sob i sa ppitete/.o. O ra-
nisiro Uraliano que era o autor de torio essa ein-
Qicto, loi ltimamente deaitido.
O ultimo paquete da Europa \rana-nos a no-
ticia de terem sido pseos em bieldada osinfelizes
Inglezes presos na Ahyssinia ^ lord Stanley decla-
rou porm no parlamento 'que o governo ingler.
havia recebido noticias. d-\ Abyssinla, conflrm ando'
o boato de eslarem cortadas por insurgentes as
commanlcag5es entra u imperador Tbeodoro e a
localidade era q,qe so '^thanS os presos inglezes.
mas que talvej tosse. proraatoro considora los la
llvres. Estas oticias deixara entrever a acgSo
dos ageotes brttannicos; pergaala-se porm se te-
ra' ama soblevago posto era risco a cora do
gran-Negus ;. e se o rebelde da Abyssinla sera' al-

Gatamente exagerado,* e beijando-a com
carinbo, Ihe disse com a maior docora.
Miaba querida menina, muito vos
agradeco a vossa visita a esta cas i, que to
poocas vezes queris favorecer com a vossa
preseoca. Mas hoje nao quiz prescindir da
vossa visita, porque o Sr. Antonio Prez
jantar comigo e desejo qae nos acompa-
nheis mesa. A' tarde levar-vos-hei ao
prado de S. Geronymo, e all vos fallare! de
um objecto que vos interessa muito e que
estou certa vos ha de causar profunda;
alegra.
Senhora princeza, responden a joven
nelinando-se com fria dignidad^, dou-vos
o raeus agradecimentos pela vossa delicada
lembranca, o ainda qua a vossa companhia
me seja extremamente ajr.-adavel, boje nao
posso gosar della,
Como f
Antonic, seguodo dizeis, vosso con-
vidado, e declare! a sua esposa, minha que-
riia irraa D. Joanna, qoe Ihe ira fazer
companhia todas as vezes que Prez tenha
que'adeixar s. Hoje, por tanto, um
desses dias, e nao devo faltar minba pala-
tr. J que Joanna nSo poda ter o esposo,
ter sua irma' me.
Prez {et-se eocarnadQ al s altas dos
olhos pela terrivel ligo que, com simplici-
dade quasi infantil, acabava de Ihe dar Cons-
tanca. .
A princeza mordeu os labios com des-
prazer
ca o profundo golpe que ia dar em Cons-
tanca.
A amada de Lanuza, lomada por um es->
traoho medo, olbava urnas vezes a princesa
e outras Antonio, como querendo pergua-
Como, Ihe disse, recusis a minba tar-lhes que tinham que communicar-lbc, a t
companhia, minha menina ? Recosis a de [ que vendo que os doos permaneciam silen-
vosso irmo?
Sinto-o, senhora, mas Joanna estma-
me muito, e esperadme hoje.
Como quizerdes, replicou de Eboli
algum tanto resentida. Sois livre e podis
passar o dia ao lado das pessoas que mais
apreciardes ; mas entao sentai-vos, pois qoe
vamos tratar de um ponto grave. Vosso
irmo pedio-me que vos commanicasse urna
noticia que ha de fazer-vos muito ditosa.
Sim, minba querida irmaa, replicou
Prez com doeii-a; temos que dar-te urna
noticia qua agradecers extremamente.
Maito beiu; e que noticia ?
Coraprehendo a vossa curiosidade,
'minba querida menina, respondeu a prince-
za sorrindo-se ; mas nao serei eu quem vo-la
partecipe, mas sim vosso irm2Q o Sr. Pore-,
a qaem de direito isso compete.
O'secretario flcou immovel e sem saber o
que dizer, pois que deqMSa.d.n.snto cooue*
cosos, n$o pode deixar de lhes dizor ver-
dadeiramente sobresaltada.:
Mas, meu Deus t que noticia essa
que vos nao atrevis a dizer-me, e que no
entanlo satisfactoria ?
O secretario balxou a cabeca em vez de
responder a sua irm3a, e como esla se diri-
gir aos dous, a princen nao" leve rememo
se n Minha querida Constanca. IW p**t
o marquez de Velez, D. Mro Fajardo,
ama-vos ha muito tempo e, teodo-o sabido
o rei, qoe bastante oteresse toma por vos.
propoz-vos a D. Pedro para esposa. Nao
julgo necessario diaer-vos, minha menina,
que o marqnez acceiton com prazer, que Ji
fallou e se reconciliou com vosso irmao e
qu de Velez riquissimo a am dos noores qua
mais perto se acbam do monareba.
(Contmiar-se-ha)
g

MflM
M




Mario 4e *ermmlmco HexU felra O ie etearioro de 1867.
* i
,j-_
gum pretendeate do throoo, protegido pelo fcmrne'<
ingle 17
A cmara dos communs regeitou lguroas
emendas votadas pe cmara dos lord o bil de
reforma eleltoral; uma-dessas emendas favoreca
milito a corrupto eleitoral, e ootra restringa o
espirito liberal da reforma. Recelan-so que se
manifestasse am conflicto entre as dan casas do
parlamento, resalla** 'ahi umaovo amento a
esta Importante qaeatto { mas lord Derby comma-
nicando a cmara alta a resologao da cmara dos
commons disse qae na prxima discossio sobre as
emendas, elle declararla a marcha qu o governo
jalgava que se devia dar a' discussao nesla con-
janctara. A cmara dos lords movida peles arga-
mentas do gabinete adoptan finalmente a resolano
da cmara dos comamos regeHando at emendas
proposta?.
Os gabinetes de Paris e de Florenga declara-
ram terminado o incidente do general Domuot em
Roma, e dos navios francotes em Civlta-Veechia.
Nem o govemo italiano telera as expedicSes pre-
parad! pelo centro (alo-romano contra o governo
pontiScio, nem o governoTrancez envin esses na-
vios a vigiar os portos pontificios, e o general ya-
moot a passar em Roma revista legio de volun-
tarlos franceies, porqoe snspeitasse da leajdade ao
governo italiano em jamprir a convencao de se-
tembro. as altas regios offlciaes considerare
como nao existente semelhante moldele ; assim
o declaram os orgos simi-offlciaes de ambos os
paites.
A Opinionc diz qne a ordem do dia da cmara
italiana, relativa ao incidente Damont, nao tem si-
do acolhidafavoravelmente pela imprensa franceza,
mas que, segnndo esses jornaes, pareca qne a con-
vencao estipulada entre a Franca e a Italia nao
obrigaria igualmente os doos governos, ou qae a
Franga poderia interpreta-la ao sabor das uas
conveniencias.
O jornal francez La France ameaca a lulia, fa-
zendo entrever ama nova intervenco irmada; a
Opinione responde qae nao jalga serios tae3 ar-
robbos, e qne esta' certa de qae o governo tran-
cez se nao deizaria arrastar de insidiosas sugges-
t5es, nem se arriscar a mandar a' Roma nma nova
expedico, a' qual a Italia se deveria oppr com
todas as suas furgas, ffqoe, anda qae tivesse am
successo, envolvera a Franca em urna siiuacao
anloga aquella em qae ltimamente Veaeza pesa-
va sobre a Austria.
Estas expressSes revelara as inteogoes do parti-
do de aeco relativamente ao governo (rancez, e
nesta coiucidencia o mesmo partido no parlamento
apoia o gabinete Ratazzi.
O que oais tem actualmente prendido as alten
(oes, am annoncio do centro talo-romano, qae
faz aaber qae, para a execacao da empresa a que
se propoz de gaobar Roma para capital da Italia,
resolveu cootractar am emprestimo de tres miibes
de frasees effectivos, reembolsiveis pelo primeiro
governo provisorio que S9 installe em Roma, e as
provincias romanas. O centro appella para os pa-
trilas italianos, e especialmente os romanos aum
de que subscrevame declarem qae cedem s aspi-
rages da gran !e raaioria do partido liberal. A ope-
ragao organisar-seba sob a forma d'ama simples
transaceo commercial.
O governo francez protege oiSanto Padre Po IX,
e o governo italiano nao delxara' de enmprir a
prova de syopilhla e auenglo, sonresatono i | A presidencia da provinc autorion aos
esplendidas fesus de Brdeos e Madrid, Srss. caprtMs do corpo provisorio da polici > Miguel
No dia SO a' urde devia ter logar o Te Deunt loaqaim de Castre Madeira Hypolito da Silva, a
em aeeao de ragas pela volU de SS. MM. A. agenciaren! voluntarios da patria, qne deverao
S. M. a rainba voltou eneommedada; ignorando-: compr ama seccao de batalbao, da qual sera' ma-
se anda qnal o sen padeeimento. {jr commaadaate aquelle, e caplte da 1* compa-
Fo mareado o dia 1S do corrente para as elei- tala este.
gaa supplementam nos circalos da Reg e Mi
randella.
Corra que o gabinete serta em breve recom-
posto.
Na DOQte de 19 espalbon-se era Lisboa o boato
de haver arrebentad nma revolugSo em Madrid,
Saragoca e Badajoz. At o dia 20, a' sajlda do va-
per, ignorava-se os pormenores.
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA.
Desde que a administracao desta empreza se
acba i nosio cargo, qae tiramos conta pelas publi-
cares da alfandega, qaaesqner qae ellas tenbam
sido e sen dhTerenca de repetieSes, a raio de 100
ris por liaba; e assim bavemos sido pagos pela
tbesouraria de azenda, depois da respectiva confe-
rencia pela mesma alfandega em nossas cun-
tas. Agora, porm, sendo apresentada a esta a
conla das ultimas publicares, cuja importancia
monta a ama maior somma, resaltante de terem
sido no mez Ando,a que a conta se refere, inseridos
moitos annancios neste Diarto, fomos sorprendidos
por am offlcio do Sr. inspector em qne se nos com-
manicava, que so poderiamos receber aquelle tra-
balbo contadas as publicaedas oa razo de 100
ris por linba da primeira vez, e d'abl por diante
a 50 ris.
Maravilhados da innovacao, dirigimo-nos aquella
repartigo e abi fizemos comprehender ao Sr. ins-
pector, que nao acqaiesciamos a sua prelenco, por
contraria aos interecesses da empreza e por termos
feito aquellas publicages confiados em qae se nos
nao i nipona am prego, differente do qae era costu-
rae, depois de felo o trabalbo. Ora, mostrando-se
dcil a taes ponderages, disse-nos ento aquelle
senbor que ia requlsltar o nosso pagamento; no
entretanto tarde desse mesmo dia, sob inspira-
goes talvez menos cabidas, levndose pela onda de
resenlimento eziranho, qae nao perda o arrojo
de ter dado este Diarto estampa arligos particu-
lares com referencia ao mesmo resentimento e sua
filiago, foi-nos de novo devolvida a conta em
qnesto, aura de ser reformada no sentido do exi-
gido abate.
Se a primeira communlcago maravilhou nos,
est'oulra revoltoa-nos, porque, depois do que pas-
soase em conferencia nossa com o Sr. inspector,
como Oca narrado cima, era claro qae este inspi-
rava-se em sentimentos de ui vontade, e nunca
aaqnelle da economa, mudando de repente de re-
solugo em coasa terminante e autorizada, qnando
nada, pelos precedentes aa mesma materia.
Nao obstante, esta consciencla justificadamente
formada por este coneurso de tactos, entendemos
anda dever voltar no dia seguate ao Sr. inspec-
tor ; e, depois de expormos de novo o que de ves-
Fol transferido para o servigo da retar va o
Sr. alferee d* batalbao de infantarla/a guarda
nacioaal daaar nnicfpio do Recite, -Miguel Ar-
cbaiio d Cruz monis, visto ter sido fulgado Inca-
pal do servigo activo pela inspeeco de sade, de-
vendo ser addido ao batalbao daqoelle servigo qae
Ibe fr designado pelo respectivo commaado supe-
rior.
bom saccesso. Entre as pessoas que apadrlnbara
as ideas de Angosto Comte acbara-se Lswes, o
lllustre autor de Adas Bede, lord Amberley,
lord Hoaghton e mallas outras notabilidades. Bre
ve lera, pois, o positivismo ama casa de orages e
oficio* regalaras' para a propagagSo da nova t,
qae, como crem os seas sectarios, deve regenerar
o mando.
As reliquias da S. Josapbat Kunoewicz, bispo
polaco, ba pouco lempo canonisado era Roma, es-
tavam na igreja paraeWal de Billa, na Podla-
cbia. Ha das ama eommissao militar rassa ebe-
gon a Biaia, e na presenga de ura sacerdote do rita
grego-anldo, o abbade Llwczak, conbe:ido pela
sua apostasia, qnebroa os sellos do relicario qne
se acbava conlinn* os restos mortaes do santo martyr. Depois
do exame *
Foi relaxado da priso, em qae
o macbinista dos trllhos urbanos, qne condaiia o do e"m*,do ^rp' M commissarus levaramno
trem qoando densa a morte, que ja' noticiamos: Pra Sl.edlle> donde.sera mandado pela estrada de
visto qae, das pesqaizas procedidas a respailo Varsovia para S. Peterspargo.
pelo Sr. Dr. delegado, resnltoa a ausencia de cal- Ao mesmo lempo foi deportado o vigsrio da fre-
pa de sna parte n'aquelle lamentavel desastre. *nwi f6 Blla- .Dde fica '"'do apenas am
sacerdote multo veibo, e receia-se que a igr.-ja da
Biala seja fecbada para sempre.
Aonuncia-se que um americano vai tentar a
aasiiiaicao ao primeiro suppienie aa oeiegacia aa-; passagem atravez do Ocano Atlntico, sera embar-
I?."1!?. l!r??i J'-eclaiD!d,1 ?eJ?.s P-ri.mJe,l.r?!.*Qi?rId?' i cago de nenhoma especie e slmplesmente a na-
do. Manirse-ba de am appsrelbo de Btac3o, ao
perajbaviaoios dito a respeito, ooviacs dar elle
conveogo de seterabro. Ditera os correspondentes! ordem par. pedirse o nosso pagamento i ifeesonra-
de Rom'a que S. Santidad? esta'resignado aludo
o qae poder sobrevir, com urna completa serenid-
de de espirito.
Priucipiou no dia 7 do passado a discussao
no senado do prejeelo, sobre a liqoidaco do pa-
trimonio ecclesiastico. Passou a lei com poucare
systencia. Sanccionada a le, gabinete tara a
operagao financeira,. com as casas bancarias.italia-
nas, frauc /.is e belgas, qae se tem annuaciado, e
a Italia li ,r.' habilitada para a sna organisago
financeira, e o impulso aos melhoramentos econ-
micos.
- Vai partir de Roma o embaixador francez o
Sr. Sa.-Ugea, sepdo substituido pelo principe de La-
toar de Auvergae, que oceupa actualmente igual
cargo era Londres. O Sr. Sartiges, antes de dei-
xar Roma, firuiQu um tratado de commercio e na-
vegago e u i,a convencao litteraria entre a Franga
e a Santa S Estes tratados baseam-se oos mes-
mos principios que as eslipalagSes anlogas entre
a Franga e a lulia. As ractificagoes sero trocadas
em Roma b mais breve possivel, e ara mez depois
da ratifleago, flearao em vigor tanto a convengio,
como o tratado. Estabeleceram-se alera disso em
principio, os pootos fundamentaos para a conver-
so dos ttulos de venda italiana.
Todos estes actos, dando torga moral ao gover-
no pontificio, evidenciara a decidida protecgo que
o governo francez da' a' Santa S por todos os mo-
dos.
O governo pontificio nomeou ama commlsso pa-
ra preparar os pontos principaes, que devem ser
descutidos no prximo concilio.
Eotre outros assumptos tralar-se-ba de procla
mar a supremaca da t sobre a razo, da rellgiao
sobre a sciencia, e da igreja sobre o estado.
Relativamente a' reviso da concordata aus-
traca assegara-se que a Santa S responder' In-
mediatamente a' coramnmcago em qae o embai-
xador d'Austria aazla sciente do voto do seo go-
verno e Ibe iodicava ao mesmo tempo os pontos
capitaes em qaedizia girar a negeclago. Da pri-
meira resposta da corte de Roma, ditem que se
pode esperar que as negociagSes futuras corrara
avoraveis. Dizera que ella declarara noterjazao
alguooa dd se oppor as negociares, porque nao po-
da suppor as annunciadas negociagoes ura gol-
pe aos direitos inalienaveis da igreja.
V-se porem que o saccesso da negociagao de-
pende da defioigao que o governo romano der a'
phrate : t direllos Inalienaveis da igreja.
O resultado deste negocio lorna-se urna conveni-
encia poltica para a reconstituido da Anstria.
A Austria e a Prassia asslgnaram em Berlim,
em conformidade com nma declarago annexa
ao tratado de Praga, as convengSes relativas
a constrnegao e exploragio de caminbos de ferro
de joogao a estabelecer entre os caminbos da sile-
sia e da Bohemia.
Annuncia-se que em breve se reunera em Carls-
bad o ministra de estado francez, o Sr. Rouher, o
ministro prussaoo, Sr. de Bismark. e o austraco,
Sr. de Benst, e accrescentam qne talvez o Sr. Mous-.
tier, ministro dos negocios estrangeiros de Franga.
Esta entrevista actualmente objecto de grande
numero de commenUrios.
A Presa de Vienna desmente o boato de ataques
ao consulado austraco em Tetao, porque nem se
qner a Aastria tem all consol especial.
Afflrma-se que existe om artigo secreto no
tratado de Praga, pelo qual a Prassia pode deixar
de execuur at 1870 a cessao do Scblsswig do
norte Dinamarca.
. Aioda que a imprensa franceza ministerial pro-
cure dissimular as relagSes entre os governos fran-
cez e prassiano, nao sao nem podem ter muito
cordeaes. Depois da manifestado pacifica do Mo-
niteur e do imperador Napoleo, a Gazeta da Alie-
vtanha do Norte, orgo do governo prassiano, dol-
cificou a lioguagem, aioda assim ambigua ; e pas-
sou suas anteriores queixas, a negar qae boavesse
desiotelligeQcias eotre os gabinetes de Paris e de
Berln, por cansa da execacao do tratado de Praga,
Lisongeando o mderador Napoleo, a casta do po-
jo francez, aquelle jornal, diz qae os doas povos
de om e outro lado do Rueo se nao comprebeo-
diam ; e qne acba aais sublime a eomprebenso
do imperador, qne Ja por doas vezes tem vencido
a revolugo, >o passo qae a revoloco veocaa a
resuoragao, e vencen a dynastia de julho ; e qae
que a maior penetraco do imperador dos
ra de fatenda.
Todava, terminado este incidente, am outro
veio sacced-lo, nao como coosequencia, mas como
demonstrativo da m vontade que de oatrem se
aproprioa sem motivo justificativo.
Na expanso do seu arbitrio, informaram-nos
logo aps aquella ordem, que o Sr. inspector deter-
minara que nao nos fosse oais fornecida a nota do
rendimento diario da repartigo e do movimento
de descarga; o que effectivameale dea-se, sendo
desde ante-bontem suspensa s remessa della ao
nosso escriptorio, a que correspondamos, por nossa
parte com a publicarlo gratuita dessas notas, bera
como dos manifestos de navios, cuja c pa, alrn
disto pagamos ao empregado qae toma o trabalho
de no-la fornecer.
A' procedimectos taes nao ha commenUrios bas-
tantes, mas eximimo nos de fat-los, deixando ao
publico apreciar as circunstancias, e julgar afinal
quera andou convenientemente era tal emergencia,
a que como providencia corresponden o Sr. inspec-
tor a principio com pretengao injusiificavel e em
definitiva com um arbitrio caprichoso e improprio
do fuaccionario publico de soa categora, e mesmo
da circamspecgo pessoal, a ponto de declarar-nos,
que dava preferencia a nm outro jornal desta cida-
de por fornecer elle gratis am numero diariamente
a sna repartigo, como si esta, cuio expediente
absorve grandes somma?, como v se das cooUs
mensaes pagas pela tbesouraria, carecesse de ora
donativo tal oa precisarse de fazer ama economa
de vinte e tantos mil ris I
Todava, nao podemos deixar de chamar a alten-
go do Ex.-J. Sr. presidente da provicia eloSr.
inspector da tbesouraria de fatenda para esse acto
de prepotencia do Sr. Inspector da alfandega; e,
nma vez que nao propriedade particular do mes-
mo senbor o resumo des trabalbos da repartigo
que dirige, esperamos qae se far cessar esse abaso
de poder exercido para comoosco, ao que oem
crea a especiosidade de nm motivo ponderoso
sobrevindo, nem a conveniencia do servigo publi-
co, ao que se eslorva assim ama poblietdade de
vaotagem para o commercio, qae todo o interesse
nisto Dm.
Passou hontem a tarde para o sul um vapor,
qae nao ijju bandeira da nago.
Depois de amanba tem lugar a testa da Se-
obora do Cenculo, na igreja do Espirito-Santo, do
collegio, orando ao Evangeibo o Rvd. padre Mello,
ao Te-Deum o Rvm. padre Grego; a orebestra
dirigida pelo maestro Colas Filbo, e a msica mili-
tar a do 2* batalho de mfantaria.
Hontem inscreveram-se na subscrpgo para
o emprestimo nacional, as pessoas seguate.-:
Transporte do dia 5......l:27a500O
Domingos dos Passos Miranda.
Eduardo Firmioo da Silva. .
Agnello H. d'Aranjo Pernamboco.
Antonio ioaqnim de Mello. .
D. Porcia Constanga de Mello. .
Joaquim da Olivera Mello. .
10000
10J00J
55000
50*000
305000
ioooo
acba
franceies, fazor do maior inlmigo dos NapoleSes
o seo melbor alliado ; qae este allado o tprin-
cipio das nacionalidades!. Com estas razeis o ja
dudo jornal er rauito improvavel a guerra entre
a Franga e a Prassia, porque ambos os governos
coobecem bem nm antro allado que ambos elles
fespeitam :io pregresso.
A Allemanba patntela cada vaz mais as snas
tendencias unitarias. Na assembla que Uve lugar
em Stottgard de depotados de diversos estadas do
sul, tomou-se unnimemente orna serie de resolu-
goes qae se resamem em declarar que toda a inga
renda esirangeira para Ibe estorvar a obra unita-
ria serla repellida pela Allemanba inteira ; a que
era argente eatrarem na confederago do norte,
por lncomplau qae possa estar a sua constitulgo,
e posto qne a admlnistrago da Prassia saja muito
/eprebenslvel.
Esta eflfdctivamente a idea allemaa, m;s della
resalu urna ootra idea, que a absorpgo.da Pras-
sia em vez da consentir afinal em se sabmetUr
nssmente ao commando desta potencia.
u governo prassiano val convocar asssmblas de
\l.lt 6(n tod08 M PgiMS aonaxados, para iraur
MreRrau admmistratiaas dos seas respeevos
Hanover. m*UunS* *> 1 ac d w ">
xiAarel* *" Hambur| ma" dhrlr ao noto
Eoiraram, cem afleRe, am Lisboa a 19 do
passado a's 9 horas da ooou, SS. MM 0 ral a a
raioha, e S. A o Sr infante 6. Angost, da voUa
U sen passeio a' Franga a Hespaooa :'cessando
por cookegalnte, a regencia do Sr. D. Pwoando
Por td a parte recebarais 89. a Aluza
1:4105000
O vapor ioglez portador da mala de Sou-
tbamptoo, no correte mez, o Shannon.
-~ Era esperado de 7 a 10 do correte em Lis-
boa, o vapor ioglez Cassini, da liaba de Liverpool,
com destioo ao nosso porto.
Ficava a carga em Lisboa, para o nosso por-
to, a barca portagueza Despique 11.
Acbava-se em Lisboa, viudo de Clyde, o vapor
ioglez Emity, qae se destina a Boeoos-Ayres.
Na dia 14 do passado ebegoa a Lisboa, pre-
cedente de nosso porto, com 45 das viagem, a
barca portogqeza Constante III.
No dia 10 do passado, Maooel Francisco de
Salles, conhecdo por Manoel Caboclo, criminoso
de morte, assassinoo a sea compadre Jos Aare-
liano da Silva, em Croogy, com orna tacada no
baixo ventre. O assassino logroo evadr-se.
No dia SO desse mez, no engeobo Ptco do
Capibaribe, do povoado de Nossa Senbor do O' de
Goyanna, foi assassinado Manoel Bezerra d'<"l.-
veira pelo preto Jeaqa'm Mombola, escravo do
randeiro do mesmo eogenbo, o qual andava fagide.
Tivemos occasio de presenciar hontem pela
manhia, na roa do imperador, ama scena bem
digna de comDafxo, e foi ver orna pobre moiber
cora seis filhinhos menores de 10 annos, que vi-
oha do Limoeiro implorar da aatoridade compe-
rente a llberdcde de sea marido e pai, qae bavla
sido reeraUdo injustamente por om Inspector de
quarteiro, com quem tioba intrigas particulares.
Reunimos o nosso ao pedido dessa desvalida,
pao s solicitando a liberdade desse pobre pai de
familia, vctima da prepotencia de aldei, mas
tambe* a attengao da aatoridade respectiva para
esse inspector de qaarlelrio, que talvez esteja as
eoBdigSes de seguir para o exeretto, e ser de al-
goma forma allivio para o logar, onde tem exarel.
do sna soberana.
.otria. A que se aeha venda
i a 36a a beneficio das familias dos volun-
tarios da patria, que corra boje.
Aate-bonUm dea a compaobla dramtica do
Santa slabel am bem escolbido e variado espect-
culo. ^
A comedia-dramaMigoel o torneiro bem
escripia e linda, um am desenUce magnifico, ama
saena qae falla ao corago.
A comediaOs doas Infernos multo inte-
restante.
Era quanto qoa a primeira move doas sublimes
sentimentos d'almao amor a amisade-, a segun-
da promove extraordinariamente o riso, nma
verdadelra palbieada.
Todo o especucalo correa bem, priiclpalmente
a comedia-dramaMiguel o torneiro.
Das Alagdas ebegoa bonlem o vapor Ipojuca,
da companbia Peirnambscaoa, Nao foi porUdor de
noticia, que mereja mengaa '
Urna carta da Floresta relata, que fra all
bem recebida e com geral applanso a noticia da
destitoigao do primeiro suppleote da delegada d'a-
quelle termo, reclamada pelas prlmelras autorlda-'
des da comarca; e pela qual sao dignos de elo-
gios o Exm. Sr. presidente e Dr. ebefe de polica,
que alteaderam i reclamagao.
Pelo consulado provincia;! .sao cbamados os
devedores de impostos do ejercicio de 1866 a
1867 a virem pagar os respectivos dbitos al 28
do corrente, aflm de que evitem assim a cobranga
judicial, que lera* lugar terminado este prazo.
Foi transferido para o dia 11 do corrente o
exame de habiiiugo para o concurso a cadeira
de lalim e francez do Ouricury.
O novo banco daPernambuco Pgajo sen d-
cimo nono dividendo, na razao de 55000 por ac-
gao.
De 257 papas que se leem assentado no thro-
no pontificio, sao seis os qne mais largo pontificado
apresentam :
1. S. Pedro, que occnpou a cadeira pontifical
pelo largo espago de 25 annos, 2 mezes e 7 das.
2* S. Silvestre, que cingio a tlnara durante 23
annos, 10 mezes e 27 das.
3* Adriano I, que uve as chaves 23 annos, 10
mezes e 17 dias.
4 Pi VI, qne foi papa 24 annos, 3 mezes e
14 das.
5* Pi VII, que governnu a igreja 23 annos, 5
mezes e 6 dias.
6* Pi IX, que foi eleito papa em 16 de junho de
1846, e por consegninte tem ja de pontificado, at
21 annos, 1 met e 17 dias. *
Como anda nao noove nenbum pontificado qne
vivesse tanto como S. Pedro, pode dizer-se : cNo
vers os dias de Pedro. Nonvidebis dies Pelri.
Conta nma folba estrangeira qne tendo feito^l-
guem essa mesma refiexo a Po IX, deixaffdo
adevinhar a crenga popular de que os papas nao
podem ter um pontificado mais longo do qae o de
S. Pedro, responden o Santo padre com o S9U sor-
rir affavel : tlsso nao dogma.
E' o segundo casamento em balo de que ba no-
ticia. Ha de haver dons annos qne urna ceremo-
nia semelhanu foi organisada na estagao aerost-
tica do Parque Central de Nova-York. Este segun-
do casamento em balao foi sobre a cidadede Pits-
burgjna Pensyivania.
No dia 6 de julbo ltimo, s duas horas da tar-
de, eslava reunida nma moltidao innmeravei no
parque da cldade, onde havia sido preparado pelo
proftssor Tburston um balo, ao qual eslava sus-
pensa urna barquinba de vime enteitada como um
agafaie com presentes de ooivado.
Pelas quatro horas, mlss Foroshell e Mr. Smith-
son entraram na barquinba, acompanbados por
nra alderman, e passado am instante, snba o ae-
rstato magestosamente aos ares, preso a urna cor-
da de cem pos de comprimento.
A essa altura, o alderman consagron as formas
officiaes a uniao dos doas esposos e depois o balao
foi puchado para a trra. O alderman suba da bar-
quinba, e o professor Tburston, de Madville, lo-
raou o seu lugar : as cordas foram cortadas e o
vehculo aereo parti livreraente para as regioes
etbereas. Primeiro subi, desviaudo-se muito poa
co da lmha vertical, at altura de 2,000 pos; de-
pois toraou a direego do sadoeste, atravesando o
fio Allegbany, por cima dos districtos superiores
da cidade, e d'abi deseen sem risco aduas milbas
da bonita aldeia do Mac-Kerspcrt.
Diz o Correio dos Estados-Unidos qae esta ascen-
di foi a mais bella que se tem feito no paiz. Miss
FornsbU deu prova de notavel intrepidez, conser-
vndole em p na barquinha at que o balo pas-
sou a primeira zona das nnvens, a pouco mais ou
menos nma railha cima da ierra firme.
Temos vista a seguinte noticia biographica,
relativa a Fuad pacha,' ministro dos negocios es-
trangeiros na Turqaja, que acompanhoa o sult, a
Paris.
Fuad-Mebmed pacha um dos bomens mais emi
nenies da Turqua, tanto pela sua posigao na socle-
dade, como pelo seu mrito pessoal.
v Fiiho do celebre poeta Izzet-Molba e sobrlnbo de
Lella-Katiun, urna das raras mnlberes poticas do
Oriente, elle um dos homens mais instru Jos do
seu paiz. Anda mogo, pubiicou excelentes poe-
sas ; e em l852publicou Urabem urna Grammati-
ca oltomana, muito apreciada pelos borneas en-
tendidos.
Dedicon se depois aos estudos que formam os
homens do estado, s lingaas modernas, historia,
ao direito, economa social; e em 1840 fazia
parte, na qualidade de primeiro secretario, da mis-
sao de Chekib Effend, em Londres.Foi ao qne pare-
ce, aos conseibos do joven secretario que a Torquia
deven entao poder sabir de nma situagao difflcil.
Era 1843 foi nomeado em ConsUntlnopla segun-
do Interprete da Porta, depois director. Mais tarde,
foi encarregado de ir cumprimentar a rainba de
Hespanba, por occasio da sua exaltago ao throno,
e foi coreada do melbor resultado a sua misso a
Madrid.
Ninguem dira, escreve um biographo, qne elle
era turco. Fallava ptimamente o francez ; era es-
pirituoso como Talleyrand e amavel como um
Abencerragem. Foi tambera encarregado de urna
raissojanto a raioha D. Mara II, e levoupara
Coostantinopla, com am poema sobre Alhambra
am relatorio poltico, qae fez poca pelas ideas
novasjque continba excellente linguagem.
Successivamente foi grande interprete, primeiro
secretario do divn, commissario geral nos princi-
pados, enviados a S. Petersburgo em 1850, mais
tarde ao Egypto, e ministro dos negocios eslrau
gerosem 1852.
Exerceo tambera funegdes militares, daudo sem-
pre provas de muita coragem, \ e voltou a ser mi-
nistro dos negocios estrangeiros^ em 1855, com a
patente de machir e o titalo de pachi. Era elle
ministro quando foi publicado o ballihumayon em
1856. Foi lambem ministro em 1858 e em 1860.
Grao visir em 1861, encarregado de vigilancia
das finangas em 1862; depois presidente do conse-
Iho de jnstiga em 1863, mais tarde ministro da
guerra, e depois, e ainda em 1863, novamente na-
meado gro-vizir.
Urna folha franceza refere da seguinte ma-
nelra o desfecbo de um espectculo dado, em nma
das ultimas noutes, no tbeatro da Porta de S. Mar-
tinbo, em Paris:
i Eram onze horas e meia da noute, o espect-
culo ia acabar, a o domador Batty, depois .da ter
terminado os sens exercicios, curvava-se para sahir
da jaula, cuja porta era muito baixa, qnando de
repente urna leda se arremessa sebre elle, morde o
profundamente na coi a direita, e com urna mi
rasga-lbe a carne das costas. Pde-se imaginar o
terror e a eommoco dos espectadores a vista
daquelle terrivel espectculo.
< Cabio o panno; mallos espectadores retira-
ram-se, mas nao sabiram alguns que queriam saber
em que estado havia fleado o domador. Ao cabo
de um qoarlo da hora, sabio o panno, e, apesar do
sea estado de soffrimeoto, Batty appareeeu ao pu-
blico que o appiaudio muito.
t A causa d'aqnelle dramtico incidente foi a
seguinte:
> A lea tinba dado lu quatro lioezinbos
durante a noule. Todos os ledes que estavam na
jaula acolberam mal aquelle supplemento de fami-
lia, e, movidos por instincto feroz, devoraram tres
dos recem-nascidos. mesmo acontecera ao
quarto, se a mi nao o tivesse mettldo atraz della
em am cant da jaula.
w'im pobre m51 ""Miron-M todo o da triste e
abatida, a nao quiz comer; comtudo, qoando a
gaiala collossal foi igada para o paleo, tomou parte,
como as ontras feras, oos exercicios qae Ibes orde-
nova o domador.
i ** ?4h,y' qa'n? u P,ra renrarse, attentou no
leaoznho, e recelando qne fosse devorado como os
ootros, pegoo nelle para po lo tora da jaala. Foi
entao que a mal se enfurecen e maltratu lio cruel-
mente o desgragado domador. *
Assomaaoborisonu urna rellgiao nova. Vai-sa
levantar nm templo na Inglaurra a dontrlaa da
Augusto Comte. Havia ja mallo tempo qae Tbo-
mas Coogreve, discpulo de Comte, lidava para
transformar o positivismo em religlSo, e ergoe-lbe
orna Igreja com sacerdotes e nm caite ai hoc. Os
seas esloroos acabara de 3er emflm coreados por
qual ser amarrado um barril com proviso de
bocea.
L se em urna folha estrangeira que quando
lord Lytlelton apresentou, em 31 de julho ultimo,
cmara alta iogleza a sua emenda a lei da refor-
ma eleitoral, declarando indlgoo do direito de votar
qaem nao escrevesse de modo legrver, o secretario
da cmara foi obrlgado a pedir ao nobre lord que
se digoasse ajuda-lo a declfrar aquelle enigma
callygraphico.
Porque que um bocado de ooro achaio em
Ballarat, na Australia, se parece com o principe
de Gafles T
E' porque deve o ser a Victoria e pode vir a ser
breve um soberano.
Passageiros do vapor nacional Ipojuca, vio-
do de Penedo e portos intermedios :
W. W. Robiliard, sua senbpra e urna criada,
Joao Jos de Miranda, R. Karckemberg, Manoel
Jos Soares, Jesnno Alves Fernandos, Pedro
Claudino Duarte.A. C. Duarte, Jos Ignacio da Sil-
va Jnior, Beimlro B Chaves dos Anjos, Dr. An-
tonio Buarque e nm criado, Joaquim de Souza S.
Cunha, Evaristo Teixeira Pinto Gomes, Maooel
Avelino Barros Lima, Alexandrina Mara dos Pra-
zeres, Martinbo Jos dos Santos Port, um cabo do
polica e quatro pragas.
Passageiros do vapor nacional Mamanguape,
sabido para a liba de Fernando :
Dr. Francisco Marciano de Araojo, sua seabora,
quatro filbos menores e dous escravo?, Mara Ru-
fina do Amor Divino e o sentenciado Alexandre
Jos de Oiiveira.
Passageiros do hiate nacional Harta Amelia,
sabido para o Aracaty :
Pedro Gomes da silva e Jos Francisco Ramos.
Repabtica5 oa polica. Extracto da parte
do dia 5 de setembro.
Foram recolbidos casa de detengo no dia 4
do correnta :
A' ordem do subdelegado de Recite, Mara, es-
cra'va de um Jos de tal, por suspeitas de andar
fgida. A' ordem do de S. Jos, Joaquim Pedro da
Rosa, para correego, e Brigida,^scrava de Mana
Francisca da Conceigo, a requerimento desla.
Os individuos Joo Alves das Neves e Joaquim
Gongalves da Luz, publicados hontem como reco-
lbidos all no dia 2, o primeiro como cmplice em
crime de morte e o segundo para correego, por
engao foram assim declarados, quando deve en-
tender-so que o segundo fol o aolor do crime ci-
ma dito e o primeiro o enmplice do mesmo crime.
/. G. de esquita,
ebefe da 2* secgo.
Casa be dete.nq.ui. Movimento da casa de
detengo do dia 4 de setembro :
Existiam (presos) 321, entraram 3, sabiram 26,
existem 299. A saber: nacionaes 209 : mulberes
6, estrangeiros 33, mnlberes 1, escravos 47, es-
cravas 3. Total 299.
Alimentados a cusa dos cofres provinclaes
220.
Movimento da enfermarla da casa de detengo
do dia 5 de setembro.
Teve baixa :
TbeodoroJos da Silva.
DE
CAMAKA MUNICIPAL DO RECIPE.
SEsSaO ORDINARIA AOS 21 DE JUNHO
1867.
PBESIDENCl.V DO SR. PEREIRA SIMES.
Presentes osSrs. Toomaz d'Aquino. Gus-
tavo do Reg, Santos, Dr. Miranda, Dr. Pi-
tanga, Dr.'Tillas Boas, faltando com caaza o
St. Pinto, abrio-se a sessSo e foi lida e ap-
provada a acta d'antecedente.
OSr. Dr. Pitanza pela ordem pede a pa-
lavra, e sendo-lhe concedida, faz o seguate
requerimento; que sendo posto em discass3o
approvado.
Requeiro que o engenheiro declare se as
obras contractadas por Francisco de Ptnho
Borges, Feliciano Marques Vianna e Manoel
de Barros Barretto.tiveram comeco no tempo
marcado, e se estando Ando o tempo de sua
entrega, se acham acabadas e se n5o, em que
estado se acham.
Pago da cmara municipal 21 de junho
de 1867.Dr. Praiedes Pitanga.
L-se o seguinte expediente.
Um offlcio do subdelegado da freguezia
do Poco, bacharel Carlos Justiniano Rodri-
gues, communicaodo achar-se em exercicio
do mesmo cargo na qualidade de 1 supplen-
te, desde o dia 9 do corrente.Inteirada,
Outro do contador, informando nao ter
lugaroquerequer napetico inclusa, Joo
Fernandes Lopes, de ser isento do paga-
mento do imposto que se acha a dever o
andar terreo n. 55 da ra da Cadeia do
gecife onde tem o peticionario o seu arma-
zem, allegando n5o ser obrigado pelos im.
ppstos atrazados.Qae consultasse ao ad-
vogado.
Outro do engenheiro cordeador, informan-
do contra o que pede Joo Rodrigues Lima,
de fazer de novo o segando andar de seu
sobrado n. 3 da roa da Lingueta.Indife-
rio-se.
Outro do fiscal da freguezia de S. Jos,
pedindo que se mandasse pagar a Franceli-
no Americo de Albuquerque Mello, aqaantia
de 120, importancia do aloguel de am carro
que andou com elle e o inspector, de sade
em corrida al a ponte dos Afogados e Ca-
banga no dia 20 de maio ultimo.Qae se
passasse mandado de pagamento.
Outro do mesmo, informando a petico
de Francisco Antonio de Mello, em qne pede
se lhe conceda por arrendamento o lugar do
acougue no qaarteiro do lado do sul da Ri-
beira da dita freguezia, para nelle estabele-
cer um talho, declara parecer-lhe rio ter
lagar essa pretenco por quanto no referido
lagar existe nm quarto onde sao guardadas
as ferramentas e oatros objectos necessarios
ao servico da fiscalizado.Nao tem lagar.
Oatro do fiscal do Poco, representando
que a companbia de trunos urbanos tem obs-
tado de alguma forma o livre trasito publi-
co, como acontece no lugar da bonba de Saot'-
Anna, onde fica um espaco estreito para a
passagem de doas carros ao mesmo tempo,
sendo qae adianto da ponte do Monteiro, a
dita companbia elevou tanto a linha dos tri-
lhos cima do nivel da estrada qne impede
qae nm carro atravesse de um para outro
lado.Posto em discussao, resolveu-se ofi-
ciar a presidencia, remetteodo-se por copia
o offlcio do fiscal, pelo qnal se prora qae a
companhia tem infringido os arts. 3 do seu
contracto, e 2 do additamento dj mesmo,
pedindo-se qae se digne providenciar para
que cessem taes inconvenientes.
Oatro do fiscal dos Afogados, pedindo qne
10 lhe mande pagar a quantia de 8$, que
dispendeu com os interramentos de am ca-
vallo e um burro, encontrados, o primeiro
em 12 do correte, no lagar da Estrada-No-
va..Qae se pagasse.
Oatro do mesmo, informando nao haver
inconveniente em permittir-se que Jos Teo-
doro Gomes edifique duas casas, ama para
deposito de plvora e outra para as amos-
tras da mesma, a beira da estrada no lugar
do Barro Vermelho, guardada a respeito as
posturas.A commisso de palicia.
Mandon-se voltar ao engenheiro cordea-
dor um offlcio deste, informando acerca da
prelenco de Elias Baptista da Silva, como
procurador do visconde de Loores, relati-
vamente a collocaco de novas soleiras as
casas ns. 86 e 88 da ra da Imperatriz, visto
qae com o ealcamento ficou o pavimento
terreo dos mesmos sobrados asss baixo, afim
de indicar a altura qae devem ter as mesmas
soleiras.O Sr. Dr. Pitanga fez o seguinte
requerimento que foi approvado.
Requeiro que o engenheiro orce a des-
peza necessaria para o concert do cano da
ra da Paz afim de que nao se esteja todo o
dia a proceder a pequeos concertos.
Entra em discussao um requerimento em
que Feliciano Marques Vianna, arrematante
do atleFro de urna estrada que vai ter a Ca-
banga, pede a prorogaco de 6 mezes para
concluic o mesmo atierro.
O Sr. Dr. Miranda pede a palavra, sendo-
lhe concedida diz a respeito de semelhaote
pretenfo o seguinte. Que se o arrematan-
te dessa obra a pretexto de qualquer moti-
vos justos, nao a tem concluido, nem pode
conclui-la, se nao no praso de 6 mezes; pe-
dia que para sua cooclaso fosse concedido
esse tempo, como prorrogaco do seu con-
tracto, nao estava no caso de ser attendido
sem previa eautella e concentimento do seu
proprio fiador, por quanto alm de nao se-
rem conhecidos esses motivos justos, para
que nao a tivesse concluido, nem antes.des-
se tempo podesse conclui-la, accresce, que,
refirindo-seao terma dessa sua arremataco,
nao.podia contestar quena segunda condi-
co estipulou se o seguinte: .
Obnga-se o arrematante a principiar
obra aentro do praso de 15 dias contados
da data em que assigoar o presente termo,
e tecmina-la no praso de 3 mezes depois
decomegada. Enaquarta accrescentou-se.
No caso, que, o arrematante nao am-
pra quatquer urna das conditfes j de-
claradas pagar urna mulla de 30O# que
pelo pagamento ser obrigado o seu fia-
dor cuino principal pagador Jos Dias
Guimares, e o contracto ficar de nenbum
* effeito; sendo todava concluida por ad-
ministraco, a custa delle arrematante, a
mesma obra; e pela completa execuco
della responsavel o mesmo Guimares.
Alm disso, quando essa obra tivesse
sido mesmo comecada em seu divido tem-
po; sem o concentimento do respectivo
fiador, nao se devia permiltir, que a sua
concluso se prorogasse a 6 mezes; por tan-
to nesta parte, havendo urna novaco do
contracto; era at corrente, que: extin-
gue se porem a flanea pelos mesmos mo
t dos pelos quaes se extingue a obriga-
cao principal, e, tambem se extingue pela
novaco, se a obrigaco foi convertida em
outra sem o fiador concernir.
Avista, pois, do que ficava ponderado;
estando at vencido o 2o tempo do contrac-
to assim como o arrematante, por eautella,
se apressava em sollicitar a sua prorogaco,
para que nao tendo feito a obra, eseapasse
do pagamento da multa; assim tambem com
maioria de razo, tanto mais notava contra
esta pretenco sem o concentimento do fia-
dor, para que nao ficasse sacrificado o direito
municipal, que devia ser defendido pela res-
pectiva administracao; e incorrendo na mul-
ta, por falta da observancia do contracto,
quer no primeiro ou segundo caso; nao
aeixasse de haver o pagamento da mesma
quanto, como sempre repeteria, os contrac-
tos depois de accordados com pleno conbe-
cimento do seu objecto, sem nota de erro,
dolo, ou violencia, fazem lei entre os con-
tactantes; e neohum dos mesmos pode con-
trariar o seu proprio fado,.sem pffender a
boa f, e direito adquirido pelo outro ; en-
tretanto urna vez que seu fiador, se respon-
sabilise, pelo contracto apezar da nova pro-
rogaco ; concorda com a mesma; porque o
flm principal,fazer-se o atterro, que de
toda a necessidade.
O Sr. Dr. Pitanga pede a palavra, e con-
corda com a prorogaco, urna vez que o fia-
dor se responsabilise pelo cumprimento do
contracto, declarando este por escripta.
Neste sentido despachou-se a petico.
Esteve em praca para ser arrematada a
obra do muro do Cemiterio da freguezia da
Varzea, e nao teve effeito em consequencia
de apparecer Joaquim Duarte Rezende Re-
g requerendo para ser upassada a arrema-
taco, visto que pretendeado concorrer a
ella, nao teve tempo de habilitar-se pelo que
foi a mesma arremaiaco espassada para o
dia 27 do corrate.A requerimento do Sr.
Dr. Pitanga mandou-se recomniendar aos fi-
caes da cidade todo o cuidado a evitar qne
apparepam cavallos mortos as ras, sem
que sejam encontrados seus donos para os
mandar interrar, ou pagarem as dispezas.
Tendo o secretario apresentado urna con-
ta da assignatura do Jornal do Recife de
abril de 1866 janha deste anno, na qual
se exiga o pagamento, ou que o procurador
pagasse.Despacham-se as peticoes de Elias
Baptista da Silva, Francisco de Barros Correa
(2), Francisco Antonio de Mello, Francisco
de Pinho Borges Feliciano Marques Vianna,
Francisco de Paoa Souza, Joo Rodrigues
Lima, Joaquim Duarte Rezende Reg, Jos
Gomes Villar, Manoel Ferreira Antunes Vil-
laca, Vicente Alves Machado, e levantoa-se a
sesso. v
En Franciso Canuto da Boaviagem secre-
tario a subscrevi.
Pereira jSimes, pro-presidente, Dr. T.
Villas Boas, Dr. Pitanga, Reg, Santos, Fon-
ceca, Dr. Miranda.
tra o mal, e aspirar cada vez mais ao bem.
Fiquem os meas inimigos certos, de que to-
do o mea soffrimento sompre ama lico
til e poderoso estimulo para o meu aper-
fetcoamento, *de qae amso dia nao me des-
cuido, e nem creiam, qae aculando contra
mim as lorias de quem qner qae sej* coa-
seguiro, que eu perca a paz intima, qae me
d a tranquilidade de rtifcma conscieocia na
auzencia de remorsos.
Tenho at boje, Deus louvado, me esfor-
cado por merecer o conceito dos homens de
bem, e s tenho travado ludas com aquellos
que fazem do crime, do vicio, e'da ignomi-
nia os seus aicos ttulos recommendaco
publica.
Para conter os abusos da impreasa com
que se accredita, que se me augmenta a af-
ilelo, tenho o recurso da responsabilidade
legal, qne ainda ama verdade, gracas aos
juizes, qae ha dignos deste nome. E este
o meio que vou empregar contra o Sr. Ma-
noel Goncalves Nunes Machado, para ser pu-
nido das injurias e calumnias, que contra
mim assignou, si desta vez nao puder obter
o perdo, que obteve do poder moderador,
quando em 1859 foi conde ana do s penas
de injuria commettida contra, autoridade no
exercicio de suas funeces.
Podia parar aqu, mas devo nma satisfa-
Co ao publico.
O Sr. Manoel Goncalves diz, que vem
imprensa, depois de dois mezes da publica-
gao, que fiz em minha defeza, responder s
infames calumnias, que contra elle escrevi.
Mas, o que disse eu contra o Sr. Manoel
Goncalves 1
1. Qu saba pelos, jornaes, antes de ser
juz municipal de Goyana, que este senbor
no comeco de sua vida tinha deixado ques-
toes em Paje de Flores, quando por l
passou ; e isto. urna verdade sabida, pois
qae com effeibo elle proprio trouxe essaS
queloes 4 imprensa.
2. Que foi processado na provincia da
Parahyba por crime de redu'zir escravidao
pessoa livre; e, na verdade, o Sr. Manoel
Goncalves, para l foi'remettido preso pelo
honrado Sr. Dr. Alencar Araripe, quando
chefe de polica, em virtade de precatoria,
que viera do juizo municipal do Inga para
o de Goyanna, ento exercido pelo Sr. Dr.
Hircano.
3a. Que fra condemnado emGoannapor'
crime de injurias, que commettera, perju-
rando para imputar ao subdelegado, Torma-
dor da culpa o estupro, acerca do qual foi
depor come testemunha. Existe o processo,
e publica o decreto de perdo obtido pelo
Sr. Manoel Goncalves. Que muito pois,
que elle boje me attribua urna simples ten-
tativa desse crime?
4. Que se havia tornado celebre as ques-
tes de Goianna. Consta de diversas publi-
cacoes do Sr. Manoel Goncalves, aqui e no
Rio de Janeiro, que elle abri luda com o
integerrimo Sr. Dr. Freitas Henriques (mo-
delo que procurei seguir) qoando juiz de di-
reito de Goianna, contra o honrado Sr. Dr.
Hircano, juiz municipal, contra o digno pro-
motor Dr. Julio Barboia. e contra outras
autoridades, dizendo de todos quanto diz bo-
je de mim.
5. Que eu nao podia explicar o rompi-
mento brusco do dito Sr. Manoel Goncalves,
passandode extremoso amigo, como insinua-
va-se, denunciante de furto de restiras
e de damno de mobilia alagada, se nao pelo
motivo geralmente accredilado de nao que-
rer-me para juz no inventario de sua vir-
tuosa av, D. Margarida digests Nunes Ma-
chado e por lhe convir nlo cumprir o tes-
tamento della, na parta m que dispuaha
da terca em favor de escravos que libertara,
e de afiluadas e pareotes.
0 Sr. Manoel Goncalves responde-me, que
est cumpida a ultima vontade de sua esti-
mada av.
Mas desde quando ?
A verdade que o inventario se fez de-
pois da minha suspenso e publcaco de de-
feza, e que foi ento, que comecou ter li-
berdade o escravo, que andava arrimado
oparalytco e septuagenario Dr. Bernardo,
marido de D. Margarida, o qual estivera na
cadeia por querer considerar-se livre.
Em que, pois, o calumnie ? Poder-se-h-
negar a existencia desses fados ?
E' isto, por ora, o que devo dzer ao publi-
co, para quem smente escrevo estas liohas.
Os tribunaes do paiz, eu o confio, me fa-
ro a mesma justca, queja me Szeram.quan-
do t've de traduzir perante elles calumnia-
dores, que ousaram, como acaba de fazer o
Sr. Manoel Goncalves, laucar a soa baba im-
munda sobre a minha reputacao de cidado
e de magistrado, que preso com mais afn d j
que a minha propra existencia.
Recife, 4 de setembro de 1867.
Henrique Pereira de Lucena.
Publicacoes a pedido
.
Oommunicados
0 bacharel Henrique pereira de Lce-
la ao publico,
N3o me sorprehenaeu a pablicaco feita
ante-hontem no Diario de Pernambuco com
a assignatura do Sr. Manoel Goncalves Nunes
Machado. Depois do triumpho, que obtive-
ram os meas injustos perseguidores, j tar-
dara que elles viessem imprensa cobrir-me
dos mais pungentes inultos.
Sobram-me paciencia e fortaleza d'animo
para nao exasperar-me, nem acobardar-me,
no meio das provacoes, qae tenho sido
sabmettido, e eni |qaaesquer ouiras por
maiores e mais aflictivas, que sejam.
Muito sensivel mjastica, profundamente
Para os Srs. credores da massa fallida de
Sebastio Jos da Silva.
Assim como prometti nao responder s corres-
pondencias ou publicacoes do Sr. Magalbes Bas-
to, me irapontio o mesmo protesto s do Sr. Boa-
ventura Rodrigues de Amorim ; ao s como sim-
ples credor, como na qualidade de tutor dos or-
pbos seus entiados.
Temos juizes a tribunaes para julgarem se com-
pro ou nao mea dever. A discussao pela imprea-
sa s serve da irritar os nimos, e fazer descer a
questo de soa verdadeira posigo. Nao sel dis-
cutir oeste terreno, nem devo encommodar ao
meu advogado com servigo extrajodicial.
Oirei de passagem que sempre trate! a Sra. ex-
viava com toda attengao, oem o mea commaolea-
do, contera palavras miobas qoa Iba sejam ofensi-
vas. Outro tanto seno dir talvez, a respeito da
carta de sea proprio pal. Has seo pal, l se
avenham. .
Se pretendem desgostar-me a ponto de me obri-
garem a largar a tutora, (assim como fiz eom a
curadora fiscal) talvez o nao consigan); salvo se
algum dos 12 tutores oomeados qoizer substituir-
me. Nesle caso de bom grado peJirei miaba exo-
neragao.
Nunca me inculque! protector da Eima. viuva
mi de mea infeliz socio Castro, nem ella careca
da minha protecgo. Nada mais digo a esta res-
pello, para nao revivar qoestda qae unto me
desgostaram. Podem explorar mais este campo :
bam sabem que esta familia parenta de nosso
julgador Basto.
Recita, & de setembro de 1867.
Antonio V. ia Suva Barroca.
"V

THE4TR0
magoado, pela najara que se me tem feito
em 20 de abril no lugar de lenifica, e o 2o disposifio de mea espirito protestar con-
Consta-nos que prpara-se para ir a sce-
na no dia 7 do corrente, nm drama histrico
intitulado Tabyra, escripto por am nosso
distincto comprovinciano.
O drama remontando-se aos lempos em
qae os HolUndezes qaizeram plantar seu
dominio no Brasil, faz-nos recordar perso-
nagens qae eom seas feitos valorosos illus-
traram a historia da nossa patria.
Consta-nos ainda que, o drama escripto
em esljlo elegante, ebeio de bonitas, ima-
<
i


. 1+
Utio de JPcMJUBMW* sexa (Ir de Metembro de i'S67v
sce-
gens, de personagens bellissimas e de
as que euihusiasmam e commovem.
Se assi-n o drama digno de ser apre-
ciado e applaudido pelo illastrado publico
deta cidade, que deve mais ama Tez dar
una prova de admirado ao talento que se
inspira as grandezas e herosmo da patria.
A concarrencia, pois, no theatro de Santa
Isabel deve ser Immensa, porque alm do
grande mrito do drama, ha nelle o presa
gio do memoravel dia 7 de setembro, di
EDITAES.
O oapItSo Candido Jos Coelho de Honra,
engenhelro do goveroo imperial, e joii commtssa-
rio, encarregado da medidlo e damarcaglo das
trras devolotts nesta provincia de Pernambo-
co; faz pnblico para o conbeclmento de qaem con-
vler qne Ando o praso de 10 das a contar da dala
desta publicarlo, dar principios a seas traba-
"_ Ibos; comeoaQdo por medir e demarcar os ierre-
nos do lagar denominado Pao-Brasil, partindo da
linba que divide pelo lado do sal, os terrenos do
Segnir-e-ha ao hyasoo a nrmeira wereseotaco
do drama em 4 acios, original b'asilelre-, brilbanie
composicaj de um distinelo e illastrado pernam-
boeano intitulado
PERSONAGENS.
Albnqnerqae, commandante das
forjas. .......Sr. Tbomaz.
Fernando, ajndante de ordens. Lisboa.
urna escrava
Tabyra, indio, chefe da tribu
P 0%o .mpre^rio do ita*. uo m ff Jrt&*."2L^ 2!^ H&SSSS7
. c. Lacerda.
Peregrino.
Sr.' D. Falco.
Sr. Jordn!.
do drama. i '0'*8- Um offlcial portugaex..... Gaimaries.
O Sr. Antonio Jos Daarte Colmbra, justi- Puvoago dos.Montes.^^[^J^- \\Jmhommioro..... Feius.
calheseiafeita, recebe semprecomentha-1 -----------O eaplto, CanidoJ. Coeiho de Maura. Oatf0 dU) /...... .Emiliano.
siasmo, e acolhe com graode prazer qual-, O Dr. Trist5o de Alencar Araripe, official da m offlcial boiiandez....... Barretn
quer drama nacional que
assim seja elle digno de ser representado- no
nosso theatro, onde a platea sem duvida
Ilustrada e apreciadora do verdadeiro m-
rito.
Continne o Sr. Duarte Cintra a acolher
se lhe offerece ; imperial Ordem da Roza, e juiz de direi-
Homens, malheres e indios.
A accao Dassa-se em Pernamboco nos lampos
to especial do commercio desta cidade do ,,* ao comecar a invaso boilandea.
Recife e Pernanbuco, por S. M. Impe- Aemprezasempredesejotade que no theatro
rial, etc. de Santa Isabel sejam representadas as composl-
Faco saber aos que o presente edital Tirem, ?5" ionaes de mrito mconiesuve taes como
,, 1 ...,.,-:,_. /. t~.a ....:. j* o Tabyra, nao hesitoa a a so momento em oar ao
que requenmento de JOS Joaquim da pab|ic0 este lindo drama com aquella pompa e
' ma, qne mais fallasse ao patriotismo do? brasliei-
de se-1 IBM prximo passado, e mando, que, puou- r08 e jolamnisasse o sea grande e immorredouro
os dramas nacionaes, escriplos pelos nossos Silva Gomes & C, se acha aberu a sua fal- briibantismo de que elle ba mistar. Astim qne
comprovincianos, como at agora tem feito, tencia pela sentenca do tbeor seguinte: o seenario do primeiro jacto novo, PlI*> *"
que Slrr de prestar com isto um servico a | Vista a petizo a Q. 10 na qualoscommer- ^^{* DSoYoTapUS.
provincia, o seu nobre procedimento e um. ciantes desta pracaJos Joaquim da Silva uo- gosto do Sr Raymando Jos de Aranjo.
poderoso incentivo para os que se quizerem mes A C. declaram haver cessado os seos, a iodoie e naiurexa do Tabyra sao tio anlogas
dedicar ao estado da litteratora dramtica e' pagamentos, hei por aberta a fallencia dos as glorias do vasto imperio da Santa Crn, qnt> a
ao SraXime >to do theatro. ditos commerciantSs a datar do i 1 24 do i *> P?** ** um- W ^T
Com anctedade esperamos o dia 7 .
tembro para podemos dar o nosso juizo cada a falleocia por editaos proceda-se nos dia.
termos da arrecadac5o, tendo lugar o m- t -
ventario amnh3a a 1 hora da tarde, des- DOJUlllgO O Q S6t6mDrO
pensada a.posicSo dselos.
Para curadores flseaes nomeio os credo-
res Mello Lobo & C, e o credor supplicante
a fl. 18 ; e para depositarios interines no-
meio os credores Greenny 4 Schwiod, de-
vendo para a nomeac5o de depositario effec-
tivo serem convocados os credores para o dia
10 do corren te mez sil horas da manha
na sala das audiencias.
Recife 2 de setembro de 1867. Tristia
de Alencar Araripe. ^
Depois s via o despacho do theor se- j Tomam parte a Sra. D. Falco e os Srs. Lacerda
cuinte 'e Peregrino.
1 .' 1 u n i i* I Dar'flm ao esDectacalo o maito chistoso entre-
Nomeio os credores Marques Barros & C. act0 ^m pela Sra. D Jesnina e o Sr Teixeira.
para substituir os credores alello Lobo 4 C. doim' TlfprTlOS
BOJE
O agente Pinto levara' a leilo (pela segunda
*> reqtwrimento de Alvaro Paulo Noblato e
por mandado do lilao. Sr. Dr. jaii especial do com-
merclo a escrava parda de nome Joaquina, de 40
,annos de idade, a qual-foi arrestada a requerimen-
to do dito Alvaro e outros, o leilo sera' efectua-
do 00 dia cima dito, as 11 horas no escriptorio
do referido agente a roa da Grat n. 38.
LEILO
De muas e burros
O agente Olivelra fara' leUio por corita e risco
de qm pertencer, de 71 molas e S barros para
tirar raca, sendo os mais lindos animaos e de su-
perior qaalidade que a-este porto tem viudo, exis-
lindo entre elles ptimas parelbas para carros e
chegados prximamente de Montevideo pela barca
bamburgaaia Sophu, capito C. Boltten.
A snperioridade destes animaes, sobre quaes-
quer ootros de BaenosaAyres ou de ontras proce-
dencias, por certa animara' a concarrencia. de se-
nhores de engenbo e ootros entendidos, ao leilo
que tara' lagar
Segnnda-felra 9 do correte
as 11 horas da manla no deposito a roa do Im-
perador o. 14, defronte da igreja de S. Francisco.
sobre o drama, e os aosst agraecimentos
ao digno emprezario do Santa Isabel.
Illm. Sr. Joaquim de Almeida PintoJ
era bem fraca a esperanza que eu nutria de
restabelecer-me de urna' grave affeccSo de
baco, pois que sem resultado algum havia
feito uso de vanados, medicamentos, quando
por felicidade me acnselharam a applicacjo
do emplastro e vinho de jurubeba. Abra-
Cando o conselhe dirigi-me a V. S., que
bondosamente prestou-me esse miracu-
loo medicamento, que em pooco tempo
restituio-me a saude. Veja V. S. um
protesto da mioha cordial estima e gratid5o
o'eata carta, da qual V. S. far o uso que
Segunda representadlo do drama em & actos in-
titulado
TABYRA.
Findo o drama represenlar-se-ha pela segunda
vez a mojto applaadida comedia-drama em 1
acto
MIGUEL 0T0RNEIR0
lhSoaSrcomedas as veras, de V. S atiento queje excusaram do cargo
venerador e creado obrigadoJos Mara
Jordani.
Recife 26 de agosto de 1867.
r
Tedas as dilaces ou demoras sao
pingosas.
Quando a enfermidade ataca os orgos da
respirado, a sua marcha progressiva, ter-
rivel e rpida, e o doente n5o deve perder
urna s hora em lancar m5o do Peitoral de
Anacahuite de Kemp, quando a tosse, as
suffocaces, e catarrho, e a difficuldade do
respirar annunciam, que a enfermidade co-
mecou deseovolver-se e a contaminar as
delicadas membranas e tecidos cellulares
dos orgos da respirarlo. Urna s dse to-
njada'em tempo evitar muitas dores e sof-
frimentos. Porm por mais formidaveis que
sejam os symptomas, por mais arraigada e
inveterada que se ache a molestia, nem por
isso deveis desesperar. Os casos reputa-
dos como incuraveis pelos mdicos os mais
experimentados e expedentes, sao alliviados
e curados-diariamente, mediante o uso deste
admiravel e maravilhoso balsamo pulmonar.
Nao deixeis, dos. rl acuri ir elle imme-
dialamente que se aprsente a approxima-
go da enfermidade, por quanto existe um
periodo as affeccoes pulmonares, em que
preciso infelizmente perder-se toda a es-
peranza. Nao arisquis pois vossa vida por
meio de mal cabidas dilatos e inuteis de-
moras.
Acha-se venda as pharmacias de A,
Caors, J. da Conceico Bravo 4 C, e P.
Maurer & C.
de curadores
tiscaes.
Recife 3 de setembro de 1867.Alencar
Araripe.
E mais se nao continha em tal sentenca, e
pelo presente sao convovados os respectivos
credores a comparecerem na sala das au-
diencias no dia e hora cima designados,
para ter logar a diligencia decretada.
E para que chegue ao conhecimenlo de
todos mandei passar o presente que ser pu-
blicado pela imprensa, e anisado nos luga-
res do costume.
Recife, 5 de setembro de 1867.Eu,
Secundiuo Eliodoro da Cunha, escrevente
juramentado o escrevi.
Eu, Maooel Maria Rodrigues do Nascimen-
to escrivo subscrevi.
" Tristo de Alencar Araripe.
DECLARARES.
N. B. Os bilhetes ser j vendidos para os dons
espectculos cima annunciados.
Comeeara' as 8 horas
VISOS MARTIMOS
PRAQA DO
RECIPE 5 DE SETEMBRO
DE 1867.
As 3 )i horas da tarde.
Cambio sobre Portugal-63 d/v 146 0/0
Silveira.
Presidente.
Macedo,
Secretario.,
alxa filial do banco do Brasil
em Peraasnbneo, aos 26 de Jn-
K10 de 1869.
De ordem da directora se faz selente aos Srs.
accionistas, que o thesoureiro esta' autorisado -
pagar o 27 dividendo das acgBes do banco do Bra
sil, inscriptas n'esta caixa, a' razo de 12^000.
ciO suarda-livros
.Ignao Nones Correa,
Novo banco de Pernambuco
Para conhecimento dos interessados a di-
receo do novo banco declara que a partir
do 1. de setembro do corrate anno, o ban-
co entrar em liquidado.
Recife 28 deV'osto de 1867. ^
Novo Banco 4,e Peraambuco
Em liqnidaco.
O novo banco paga o 19 dividendo de
SiJOOO por accSo.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES.
Rendimeoto do dia 1 a ........ 3.:SSkI
IdemdodiaS.................. 1:2899388
4:865036
CONSULADO PROVINCIAL _____;.
Rendlmento do dia 1 a 4....... 4:^2X
(demdodiaS................ 2:686*769
7:077*355
MQYIMEMTO 1)0 POETO
Raptos entrados no dia 3.
Liverpool por Lisboa21 e 1|2 das, sendo do ul-
timo porto 15 e 1|2, vapor inglez Cttrysoltte, de
477 loneladas, caolto W. Butchart, equipagem
25, carga fatendas e ootros generas ; a Thomaz
Jeff Penedo e portos intermedios2 e i|2 das, vapor
nacional Ipojuca, de 360 toneladas, cammandan-
te 1.1. Martin, eqnipagem 36, carga vanos g-
neros ; a agencia Pernambacana.
Per,-32 das, galera ranceza Courrter de Ltma,
de-425 loneladas, capilao Barry, eqajpagem 18,
cvrgt algodlo, cobre e ootros gneros; a or-
dem: -VeioTelrescar* segu para o Havre.
Navios saludos no mesmo dta.
Ilha deFernando-'VaiiorbnsrleJro Uamanguape,
commaodantftMasieaiaBO> Jos* da Costt.
Parahyba^Hlata braslelro Proteeton, capillo J. J.
6. Penoa, carga drfteretrtes gneros.
AraeaiyHiato Snstleiro Mema Amelia, capilao
Franciato Tboaiax de Asis, carga differenlM
gneros.
Ume-oi pela Parahyha-Barga inglezi Poattng
Cloni, capillo A. ohnwn ; em lastro.
O conselho de compras do arsenal de guerra
precisa compr r o segointe :
5 arrobas de rxo trra, 4 broxas sortidas para
pintor, 2 arrobas de pos preto, 1 arroba pregos
Trancazos de 1 1|2 pollegada, 20 milheiros de laxas
de bomba, 2 arrobas de pregos francezes de duas
pollegada?, 2 dilas de dito de 2 1|2 pollegadas, co-
nhecimentes Impressos mil, 80 moxilas de novo
mallo, 160 correias para as mesmas, 80 laminas
de ac para as mesmas, 80 marmitas, 80 correias
para as mesmas, 80 bornaes de brim, 2 cornejas.
6 rosmac d papol ioooj ero-., uou, canivei-S,
6 caixas pennas de ac, 6 duzias de lapis, 1 missal,
1 caderneta para missa de reqaiero, 6 toalha de
panno de linho cora bico para altar com 13 palmos
decomprimentoe2 1|2 de largura, 6 toalbas de
panno de linho para purificar as- mos, 2 roquetes
para a fabrica, 3 alvas de panao de linho, 6 amitos
de diti, 1 frontal de sebasto com 10 palmos de
com: rmenlo e 4 1|2 de largura, 1 casula branca
com seos pertences, 1 dita encarnada cora seus
pertences, 1 capa de asperge branca, 1 veo de
hombro braneo, 1 ombella branca, 1 ambula com
capa, 1 estolla rxa pendente para baptisados. 1
dita branca pendente para baptisados.
As pessoas que quizerem vender ditos objectos,
aprosentem suas propostas na sala do conseibo, as
11 horas do dia 6 de setembro vindouro.
Conselho de compras do arsenal de guerra 30
de agosto de 1867. Jos Maria Ildefonso Jacome
da Veiga Pessoa de Mello, coronel presidente.
CoscTho de compras navaes
O conselbe proraove no dia 11 de setembro pr-
ximo vindouro, visla de propostas recebidas al
as 11 horas da manhSa e sob as ccndi3es do esty^
lo, a compra dos seguintes objectos do material da
armada.
Para provimento do almoxarifado de
marinba.
800 agulbas de lona e brim, 1 amarra de ferro
de 9|8 de grossura, 6 ancorles para batelSes, 1
peca de cabo-de cairo de 4 1|2 pollegadas, 40 ca-
dernaes bb de 4 a 12 pollegadas, 1 escaler de 4
remos, 60 pecas de Imha de barca flna, 30 ditas de
lona larga da Russia, 30 moitrjas bb de 4 a 12 pol-
legadas, plvora marca torre, 10 milheiros de pre-
gos caibraes, 2 peQas de tapete, 6 duzias de taboas
de cedro de 3|4 de pollegada, 4 duzias de taboas
de cedro de 1 pollegada, 4 arrobas de tachas de
cobre, 40 milheiros de tachas de ferro, 2 vergon-
teas de plnbo de 42 ps inglezes de comprimeoto,
16 pollegadas de dimetro em urna ponta e 10 na
oulra, 200 vidros de vldra?a de 23 3|4 pollegadas
inglezasdecomprimentoe 16 1|2 de largo, e 20
arrobas de zinco era barra.
Para o Para".
1 peca de cabo de linho de 1 1|4 pollegada, 2 di-
tas de 1 1(2 aita, 4 ditas de 2 dilas, 9 ditas de 2
1|2 dilas, 1 dita de 2 3(4 ditas, 77 ditas de 3 ditas,
1 dita de 3 l|2 ditas, 3 ditas de 4 ditas, 2 ditas de
5 ditas, 50 folbas de cobre de 28)0
Sala das sessoes do conseibo de compras navaes
31 de agosto d(> 1867.
O secretario,
Aleandre Rodrigues dos Aojos.
COElO fJgM-
Relacao das cartas registradas existentes na
administraclo d) correio desta cidade
para os senhores abaixo declarados:
Antonio Joaquim da Costa Guimares, Ignacio
Bento de Loyola, Joaquim da Annunciajao Queirozu
Joaquim Ferreira da Silva, Jjao Pereira Rago.Lu^
Maoix, Dr. Joaqoim Jos de Campos, Maria da
Annonciaco, D. Maria Benedicta Pereira, Sabina
Maria da Silva, Soatball, Mellor & C. .
COMPANHIA BRASILEA
DE
PAQUETES A VAPOR
E' esperado dos portos do norte
at o dia 19 de setembro o vapor
Santa Cruz, commandante Gui-
Iherme Waddingtoo, o qoal de-
pois da demora do costume se-
guir para os portos do sui.
Recebera-se desde j passagairos e engaja-se a
carga qae o vapor poder coaduzir a qual devera'
ser embarcada no dia de sua chegada, encomraen-
das a dinheiro a frete at o dia da sabida as 2 ho-
ras. Previne-se aos Srs. passageiros que as
passagens s se recebera nesta agencia ma da
Cruz n. 57, escriptorio de Antonio Luiz de Olivei-
ra Azevedo A C._____________________-
COlllMMIli BR4S1LEIK4
DE
Paquetes a vapor
Dos portos do sul esperado
at o da 7 de setembro o vapo.r
Cruzeiro do Sul, pomraandaole
os portos do norte.
Recebem-se desde jl passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduiir a qual devera'
ser embarcada no diada sua chegada, encommen-
das a dinheiro a frete at o dia da sahida as 2
horas. Previne-se aos Srs. passageiros que suas
passagens s se recebem nesta agencia ra da
Cruz n. 57, escriptorio de Antonio Lulz de Olivei.
ra Azevedo & C. _________________
GOMPANHIAPERNAMBUCANA
DE
Navegago costeira por vapor.
Macei e escalas, Penedo e Aracaju'.
O vapor Poteng S8gue para os
portos cima ao dia 14 do cor
rente pe!?.s 5 horas da tarde. Re-
cebe carga somente at o dia 13
ao meio dia ; encommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete at as 2 horas da taxde
do dia di sabida : escriptorio no Forte do Untos
n. 1.
AVISOS DIVERSOS.
Instituto ArchetUgict e Geographico
ernanibucano
A commisso|de trabalbos histricos do Instituto
Arcbeologlco e Geograpbico Pernamboeano, pre-
cisa com urgencia de consultar o Valoroso I.ucx-
deno de Fr. Manoel Calado.
A pessoa que tiver um exemplar dessa rarissi-
ma obra, e o quaira ceder por venda ou por era-
prestimo, lera a hondada de mandar aviso a se-
cretaria do mesmo Instituto, no convento do Carmo,
junto a bibliotheca provincial, para ser procurado
pelo segundo secretario. Recife, 31 de agosto de
1867.
Salvador Henrtque de Albuquerque.
Antonio de Olivelra Costa, Brasileiro, retira-
se para Europa.
O Sr. Francisco de Paula Chaves, tem
urna carta, no escriptorio deste Diario.
Dinheiro premio,
D-se dinheiro a premio mdico, sobre
hypotheca de immoveis, em quantias supe-
riores a um cont de ris: trata-se no car-
torio do tabellio Portocarreiro.
Maria Q. Rodrigues Ferreira Maria Q. R. Fer-
reira, Isabel Clara R Ferreira, Delflna R. Ferrei-
ra, Francisca P. R. Ferreira. Margarida A. F. Mar-
ques, Jos R. Ferreira Jnior, Antonio L. R. Fer-
reira, Joao Ferreira dos Santos, Mancel Francisco
Marques, Antonio Francisco Leal, agradecen) cor-
dialmente a todas as pessoas qae se digaaram as-
sistir os altimos soffraxios faltos a seo esposo, pai,
sogro a cuchado e convidara as mesmas pessoas
para asrstlrema|missaqaeseba de celebrar segun-
da felra 9 do correte mez, pelas 6 horas da ma-
nha, na igreja da ordem terceira de Nossa Se-
nbora do Carmo pelo que desde ja se confessam
eternamente gratos.
Irmandade do Espirito Santo
Por ordem da mesa regedora convido aos irmaos
da irmandade do Espirito Santo para assistir a
festa de Nossa Senhora do Cenculo, que lera' lu-
gar no dia 8 do corrate pelas 9 horas da.manba,
anniversario da reconciliaca da igreja, assim co-
mo pelas 7 boras da tarde para o Te-Deum. Reci-
fe 6 de setembro de 1867. ______
____________________>t. gi ngia,
' _______ Escrivo.___________
Roubaram bonte.m a noite da ra do Impera-
dor n. 20, um relogio de prata descoberto, cora um
cordo de rede e juntamente urna chave deouro :
roga se portaoto aos Srs. ourlves e relojoeiros de
no caso de ser offerecido leva-lo a rr.esxa ra n.
20, que se gratificara'.______________^^__
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DE
mgafftt costeira por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Aracaty, Ceara' e
Acaraco'.
O vapor Ipojuea, commandan-
te Martins segu para os portos
cima no dia 14 do correte pelas
3 boras da tarde. Recebe carga
at o dia 13 ao meio dia, passa-
geiros, encjmmendas a dinheiro a- frete at as 2
boras da larde do dia da sahida : escriptorio no
Forte do Matos n. 1.
Para Penedo e Macei
Recebe carga o biate oco Gosto,, a tratar na es-
eadinba com o mestre e na ra da Cadeia Velba
b. 1, no 2 andar________________________
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Para O trafamento e cura rpida e completa das molestias syphiliticas, eris-o-A"
las, rheumatismo, bobas, gota, debitidade do estomago, infiammacBes chronicas do figado
e baco, dores sciatieas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropeeias, pleuri-
sias, gonorrheas chreoicase em ge al todas as molestias em que setenha em vrs apr>
rificaejo do systema safigoineo.
Consldera^es geraes
A saude um bemioapreciavel, cu/a importancia e valor s est reservado ao ens
fermo o avalia-lo.
incontestavel que ohomem neste mundo coastantemente, e por tedos os fador
atacado por orna nfinidade- do agentes morbficos que todos tendera, dadas certas e deter-
minadas circumstancias, a alterar o regular exercicio das funccSes orgnicas, resultando
pesse desequilibrio o que se cbamamolestia.
A molestia nao mais de qne a desvirtuado das orcas vitaes, occasiooada,- d,
gundo as investigacbes e experiencias dos mais abafisado mestres da scieneia; pela depm-
vacSo dos humores geraes, conseqoencia da acgo maligna desses mesmos agentes mora e
fieos intreduztdos no organismo pek) acto da respiraeSo, pela via digestiva, pelo contacto
immediato etc. etc. etc.
A'syphilis infelizmente tem sido a partilba da humanidade, e como fra de duvi-
da que esse terrivel Proteo da medierna urna molestra hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas tao variadas, enfraquecendo
constituicoes robustas, produzindo mutiracSes, e cortando anda en flor "da* idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral dos
humores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos figurara em primeiro lugar para preeneber esse desiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Se vial parece merecer a preferencia sobre todos: oe
immensos successos obtidos pelo uso deste salutar agen!e tanto na Allemanha, como em
Franca e Italia, o tornam o companbeiro ioseparavel de quasi todos os doentes.
Sendo as melestias, como cima dissemos, devidas s alteracoes'(tos humores, o
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado vantajosamenie na sythiHs, erlsy-
pelas, rbeumatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, inflammacoes chronicas do
figado e baco, dores sciatieas, cephalalgias, nevralgias, ulceras- ebronjeaa, bydropesias,
pleorisias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que be tenha
em vista a purificado do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem feito
ver que elle indispensavel nos casos gravissimos para minorar os seflrimentos, e pre-
parar o doente para medicaces superiores; e as menos graves a cura a conse-
quencia do seu uso, convenientemente repetido.
As substancias que entrara na composicao do Elixir depurativo fto Dr. Seria
pertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
cias depurativas e antisyphliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural" das eyau-
ac5es alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o viras syr>hilitico quando este virjem,
tem feito erupcjfo no exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e -previne taui
bem os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se acn ea anda no
estado de encubaco, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beneficio
mmenso, tanto mais quanto neste estado os individuos ignoram completamente se es-
So contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua ac$ao so-
bre o tubo -intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias medi-
camentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua quadade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultaodo deste es
tado, muitas vezes, hydropesias, que quasi sempre terminam pela morte doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as BOC-
HA asseveracoes, porque sendo um medicamento tao simples na sua composicSo, a
pratica tem confirmado sua ulilidade.
laico deposito em PeraatMbu.
Na botica e drogara
DE
Bartothomeo Companhia.
34-RUA DO ROSARIO LARGA-34,
RIVAL SEN SEGUNDO
Ra do Queituado n. 419, loja de
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mlndezas
DE
Jos Bigodmno
Varas de babado bordado do Porto a .
Carreteis de retroz preto com duas oilavas
proprics para machinas a .
Pregos francezes de todos os tamanbos a
Crozas de botdes de osso para caiga a .
Espelhos dourados muilo linos a .
OSRKB CtTTII flll'. w,-^l ljr pOt Mamr^^r a
Carriteis de reteoz de todas as eores a .
Frascos d'agua de Colonia moito superior a
Frascos de o'eo muito fino a......
Duzia de tesouras pequeas a.....
Frascos d'agua para liropar dentes a .
Redes pretas lisas para segurar cabello a
Duzias de pennas de ac muito finas a .
Caixas de linba do gaz do 30 novellos a .
dem de palitos de seguranca a .
Garrafas de agua Florida verdadeira .
Syllabarlos com estampas para meninos a
Memento da roupa de lavar a.....
Duzias de meias finas para senhora a .
Agulhas francezas a balo (papel) a .
Pegas de fitas de laa de todas as cores a
Grozas de botoes de porcelana prateados a
Caixas com alfineltes francezes a .
Caixas de 100 envelpes muito finos a .
Resma de papel de pe=o hrauco liso a .
Frasco com superior tinta a.....
Pares de botoes de punbo muito bonitos
Linbas em carto de 200 jardas a .
Caixa de superior linba do gaz com 50
novellos .............
Talheres para meninos a.......
Masso com superiores grampos a .
Grosas de pennas de ago muito finas a .
Bonets para meninos a........
Pentes com costa de metal a......
Realejos para meninos a.......

200
300
240
200
IJOOO
2 &a'
IGrande aimazem de tin-j
tas medicamentos etc.
Roa do Inpej&dir-n- M-
S productos chimicos e pharma-
I ceuticos os mais empregados em
: medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
II tura e para tinturara.
2| Productos industriaes e tintas
jx para flores, como botoes de flores
I e modelos em gesso para imitar
g fructas e passaros com o compe-
R tente desenho.
'0, Productos chimicos e industriaes
| para photographia, linluraria, pin-
*S tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
B pride directamente de Pars, Lon-
5 dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
\ pode offerecer productos de plena
jgf confianca e satisfaz^r qualquer en-
gg commenda a grosso trato e a reta-
lho e por preco commodo.
CD
>fe J5
fc.2e3<
att)
a
la "
S-a
a
Q.-0
3 re
O 5s 't "2
ra
S|
a
THEATRO
DE
S. ISAB
EMPREZACOIMBRA
Sa)>ado 7 de setembro.
ESPECTCULO EM GRANDE 6 KL. PARA SOLEMNI-
8AB O MEMORJlVEL E FEUZ DIA DA EMAN-
CIPACO POLlTIGa. DOl.MPEPIO DO BRASIL.
Depola qne S. Etc. o Sr. bario da Villa Bella
mullo digno presidente da provincia tiver appare-
eido na tribuna, cmara' a Sra. D. Paleo acompa-
nbada da eompanhia dramtica:
0 UVSJiO N4C10N\1
DE JANEIRO
Sahira' con muita brevidade para o referido
porto, por ter a maior parte da carga engajada, o
palhabote portuguez Dezenove de Junho ; para o
resto que Ibe falta, pode tratar-se com o consigna-
tario David Ferreira Bailar, ra do Brnm n. 66,
on com o capitio a bordo.
P4RA o kmm
pretende seguir com muita brevidade o palhabote
nacional Dous Amigos, tem parte de seo carrega-
mento engajado : para o resto qne lhe falta trata-
se com os seus consignatarios Antonio Luiz de OH-
veira Azevedo & C, no seu escriptorio roa da Crnx
n.57.__________.________________________
para Porto.
Segu oestes oito das o brigoe portaguez Untao,
por ja' ter sua carga engajada, para o resto e pas-
sageiros tratase com os seos consignatarios Tho-
maz de Aqnino Fonseoa & C a roa do Vlgarlo n.
19,1* andar.
Para o Rio de Janeiro.
Para o Rio de Janeiro deve seguir o mais
breve possivel-o patacho nacional Valent*.
que tem maior parte da sua carga prompta,
Para a que anda loe-falta e escravos a frete
trata-se com o respectivo capitSo, ou com
os consignatarios Marques Barros & C, na
Praca do Corpo Sinto n. 6 2 andar.
5
LEILES.
I "I ~ a Si o < -g
rSiSTi TstocoO. O.
Sps s 3
sisi I i I
w Precisa-se de 5005 a premio de um e meio
por ceoto pelo tempo de oito mezas com seguran-
ga em nm ou dous escravos pegas : qnem quizer
[azer este negocio deixe carta fechada na ra das
Cruzas n 13, com as iniciaes l.'F. M.
Quem precisar de urna pessoa habilitada pa-
ra em seu lugar assentar priga no exerclto, pode
dirigir-se a ru. do Queimado n. 41, loja.
3
AT rEWCAO.
O abaixo assignado, thesoureiro da irmanda-
de de i. S. da Boayiagem, convida a todos os de-
vedores do respectivo patrimonio, qur a ttulo de
aluguel, qor de foro, para qne satisfagam seos
dbitos at o flm do correte mez, visto como esta
autorisado b promover judicialmente, e a intentar
a aegao da commisso a aquellas que nelle encorre-
ram, quando se nao sojeitem, a nm novo afora-
mento, para o qoe podo ser proenradp na roa de
SantaTbereza n.52. Recife 4 de setembro de 1867.
Caetano Jjs Mandes.

De 13 birr em fftiisa -aYtriaia
Pelo agente Martins 4 ra do imperador n. le,
as 11 horas-.
t00#O00 de gratifleaco
Contina ausente da casa do abaix > assignado e
mulatinbo Raymnndo, desde 23 de agosto de 1866,
com os signae*egtntes : representa ter 18 a 16
annos, eorpo regular, cabellos caxiados, ps bem
feito9, e como signa! mais frisante tem o dedo pr-
ximo ao pollegar da orna das mos cortado quasi
pelo p da nnna : roga-se, portanlo, aos capitaes
de campo e autoridades policiaes a apprehensao do
mesmo, e leva lo a na aova de Santa Rita, casa
de seu senhor m ,
Aitonio Varia de Araojo.
Rival sem segundo.
Raa do Quelmano n. 49.
(Jner acabar cem as fazendas abaixo
meacioaadas.
Queirara vir ver e que bom e baratissimo.
Toalhas de labyrmtbo com bico, fazen-
da boa a .............
Carreteis de linba com 100 jardas a .
Gravatas pretas e de cores muito finas a
Caixas de obreias de massa muito novas a
enfladores para espartilho de cordo e
fita a...............
Carreteis de linba Alexandre com 400 jar-
das a ...............
Sabonetes muito finos a 60, 160, 200 e
Ditos de bolla multo finos a 240 e .
Miadas de linha froxa para bordar a
Varas de cordo para; espartilho a .
entes volteados para regacar cabello de
meninas a............
Frascos de macaca' oleo muito fino, a .
Abotoadoras muito finas para colleles a .
Caribes de lmha branca e de cores a .
Libra de ara preta superior a..... 100
Sscovas par tato, fazenda boa, a 500
Varas de franja branca de linho para
toalha a............. *00
Pegas de bico estrelto com 20 varas multo
bonito a..............IfOOO
Varas de papaflna de differentes larga-
ras a 120,160 e..........
Caixas de palito balib a........
Caixas de palitos de segnranga sem en-
chofre a.............
Sabonetes de familia a 100,160 e ...
Grosas de botoes de madreperoia para
camisa a.............
Cartilha de dootrina christa a
Latas com superior banba a......
Quadernos de papel pequeo superior a .
Duzia de baralbos franceses superior .
Grota de phosphoros mmlo superiores .
Cilxas a retalho do mesmos .....
Caixas de phosphoros de vellinba contendo
500 vellinbas muito superiores a .
Resmas de papel alroago muilo superior .
Resmas de papel pautado superior qoali-
dade
Ana de leite.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava, que
tenha moito bom lelte : a tralar na ra da Guia
n. 44, Io andai\__________________________
Aluga-se o sitio denominado Toqne na Torre
confronte a Capunga, a margem do rio, com com-
modos para duas familias passar a festa, terreno
I para plantagSes e pasto para doas vaccas : os pre-
venientes podem drhzir-se a Torre a tratar com
Joo Carneiro Rodrigues Campello ou na ra de
Aguas Verdes n. 102.__________,___________
35000
30
500
40
to
20
320
320
20
20
320
120
500
20
200
40
60
240
500
320
200
20
25000
10
160
2J500
35600
Duzias de meias para homem ..... 2500
Doiias de melas ornas molie sopenores 45000
Attengao.
Em ama casa de familia oxinha-se para fra
enm todo o asseio e promplidao. A comidas mul-
ta nem feitas com todos os adopos. neoessarlos,
dndose louca fina e taiberes, "dJ0 ';
var as casa qae qoiierem; podea-se dirigir
i" roa eetreUa do Ro ion. 19 f andar, por eima
da loja d funlleiro
XAROPE
DE CASCAS DE LARANJAS AMARGAS
te *. P. I^aroae, pharmaceutlco
em Pars
35 annes de successos attestam a sua effieacia,
come:
tnico excitante, para ajudar asfunc-
ces do estomago, assim como dos intesti-
nos, e curar as doencas nervosas, agudas ou
chronicas.
tnico ANTi-NEirvoso, para curar os ncom-
modos percursores de doencas assim evita-
das, e para facilitar a digesto.
ANTi-PERiODico, contra os calofros, calo-
res, com ou sem intermittencias, e que teem
por especficos as substancias amargas; tam-
bem efficaz contra as gastrites e as gas-
tralgias.
tnico reparador, para combater a ex-
haustaco do sangue, dispepsia, anemia, es-
gotamento, inappetencia, langor etc.
Deposito em todas as pharmacias o casas
de drogaras no Brasil.
ExpedicSes, em casa de J.P. Lazore. roe
des Lions-St-Paul, 2, Pars.
Deposito em Peraambuco, pharmacia de
n. Maurer & C ra Nova n. 25.
M(ILESTI\S 00 MITO
Aviso Importante.
Os nnicoTverdadelros xaropes de hypopbosphl-
tos de soda, de cal o de ferro do Dr. Chorchill tra-
zara a firma qnatro vezes repetida deste sabio me-
dico sobre o subscripto e a marca de fabrica da
pbarmada Swann, 11, ra Casliglione, Paris.
Acha-se a venda em frascos quadrados com o no-
me do Dr. Cburcbill no vidro. Prego 4 francos em
Paris : Com instruego
Vende-se em casa de P. Maurer & C
Este inimitavel romance de Lesage, tradu-
zido por Bocage, vende-sft por 45 em bro-
xura, e 54 encadernado: na livraria Econ-
mica, ra do Crespo n. 2 defronte do arco
de Santo Antonio.
MUTILADO
t **n^




J"*
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^ "'"*"
1' rl de rernaaafcaaeo Sexta felra 4c Setembro de 1867.
MOFItA
Para Eim, sr. miHStro da justica
Ver, adairar c providenciar.
t Hoja a .cobiga assenioa-se
logar da eqaidade : o jais
i
oo logar da eqotaaue
vende a conscienela bo mercado
os poderosos, como as mulbe-
res da Babylonla vendiam a pu-
dicicia, as pragas publicas, aos
que passavam diante da luz do
dia. (A. Hrrculano.)
No Despertador, folha da provincia da Para-
hyba, o baabarel Jos Joaquim de 8a' Benevides
appareceu querendo provar o horroroso proced
ment que teve para comigo na qoalidade de juiz
Sao tantas as mentiras desse calumniador, que
cada vez se envolve mais de lama. Mendax tn
uno, mer.dax m mnibus. Peante o muito boa
rado jais de direito da comarca, o Dr. Victorino
do Reg Toscano de Brlto, prove a legalldade da
transacae que flz com o raen devedor Antonio
Horculano d'Almeida; tanto assim que o mesmo
juiz derrinou o monstro Albo do despeito, da pro-
teceo e do patronato.
Prove exuberantemente, e tenho conscienela
de que o juiz de direito Toscano de Brlto nlo me
fes favor e sim intetra Jostica ; e se Benevides for-
joa o monstro processo, ( elle forjou). segundo
voi geral, oi por dever a Barboza, tio do mea de-
vedor, a qoantia de 1:000*000, e nao podendo pa-
gar-lne, prestea-se a essa vioganga miseravel, cao-
saido-me graves-prejuizos superiores a 20:000,
como Ibe poderel provar; sendo cok o processo
de estellionalo alguna i:000fi ; estando onze das
M casa de deteoco para ser remettido para a Pa-
rabyba. O Dr. Benevides cobrio-se de Lama, e,
como nao pode provar o sen acto, apparece peld
ornal mentiBdo descaradamente, e pegande-se e
telas de araobas.
Miseravel juiz: vem pelos jornaes de Pernam-
buco provar o que dissestes n aquella correspon-
dencia pelo modo seguate
4;* Qaaes os eommerciaotes que tiveram nego-
cios comigo, e que conlam (actos de pouca sinceri-
dade.
3.* Se ten stmilis um similibus, collega Joo
'Fernandos Lima, jniz municipal de Bananeiras,
me qoiz prender, e por que motivo.
3.* Quaes as lettras de boas firmas que vendi
pea metade de sea valor.
Vem tambera provar por que te recusaste a des-
pachar (avoravelmente duaspeiicSes mlnhas, qoan-
do eram para provar minha innocencia; e assim
eommetteste de tres cousasurna ou ignorancia
ou peita on ytnalidade.
Vem provar o contrario do que disse o i Volun-
tario da Patria > no Diario de 28 de junho do cor-
rente, quanto a's seguintes pbrases, que muito
kilgare, meu cbaro bacbaret, de te ver escoimado
das (altas de que te accosam : t Miseravel,
Negro, Prevaricador, Ignorante, Corrupto, Mal-
vado, Indigno jniz coja -vara Bao pode ser mais
respeitada por estar coberta de hma .
Se nao vieres pelos joruaes de Pernambuco pro
var o que cima peco, direi ser exacto tudo quan-
to se tem dito pelos jornaes contra o bacbarel Be
'Oevides; e nao retirarei esta Merina at que
Soa Magestade o Sr. O. Pedro II e o Exm. Sr. mi-
nistro da jostica vejam, e providenciem de ma-
neira a ficar minha homKde pessoa desaggravada
das cffdnsas e dos abusos de autoridade, praticados
-pelo juiz municipal da villa da Independencia oa
provincia da Parabyba, o bacharel
JOS' JO&Ql'll DBSA BEXE VIDES:
A priso a' noite e tamaltoarlamente arrastado ?
O monstro processo de estellicnaio derribado
pelo juiz de direito?
Os onze das de priso, e os prejuizos calculados
ero mais de 20:0005000 ?
O- dous despachos inde(eridos, negand) os meios
de delesa do reo e protegendo a um (alsario.
Recite, 23 de agosto de 1667.
_______________ Jos Gomes Villar.
irritado dos pulmoer. angi-
nas, tosse, escarros de
sangue, crupo ou garro
tilho, catarro, rouquido
todas as innumeravei molestias que affec-
llo aos orgos da respirado
DEIAPPARECEH
ediante a aeco da balsmica e irrev
ANACAHU1IA
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M**ihM?2 1. nyencivei Tcado Branco. com as maneiras attenciosas com que
SCZim !! .P?,uxvel Pbli0 esta trosa provincia, a pooto de que muitos a por-
1 Z, LJ. saiisfacso de serem os prime iros a comprarem ero seu importante arma-
SrSrSee^ ^inSri so pelo benigno acolhimento qae tem recebido, como pelas forcas de
S5e%oCSv3^ento careceu ainda dos preparados de jurnbeba'nem d0
-tooooc h.K?' ea* Bra,,eo> declara a qnem ainda o nao conhece qae n3o am
oSSnn r^,I^S 1Qtrataye8 5?3?h?Sai aamaTe!Aflf,'oBr bSen3ad 3graa e s,DCeridade Kno nti?7e*do ** como todo o homem civilisado, ama a sociedade dos
Sk,S. ? i ceDtro,do munc|o elegante, usa do tnico de Jayme, paraprevinir qoelhe
Eml \au a?,so1' yai a companoia des Bouffes Parisiens e no meo do partido de
madame Adelle, elle tambem atira-lhe o seu lindo bouquet.
Digne-se o benigno leitor de jurar as palavras sinceras do sincero Veado
SenTo de mofi PrVer a$Ua d'SpeDsa d (aemelhor se Pode encontrar n'um estabe-
hnmmn^A,ZnCdadedolprecos' ?>*&**&* com a boaqualidade dos generse o
5212ftiMe,serecebeAosseohores ^compradores, deve cortamente convidaras
pessoas que anda no vieram nossa casa a fazer parte dos amigos e fregnezes |do nosso
|K O Dr. A. S, Pereira do Carmo (medico) A
$ est morando no sobrado o. 12 da ra da
Imperatrlz.
Fogo do ar
No armazem da bola amarella no oilo da se-
cretara da pollera receben;-se encommeadas de
(ogo do ar para dentro e (ora da provincia.
Para o excdlentissimo mi-
nistro da Justina ver.
O abaizo assignado detido na casa de de- i
tenejo desta cidade de Pernambuco ba tres i
annos, e processado nos termos de Flores e
Baique, d5o Ihe tem sido permittido res-,
ponder ao jury, nico meio de sua defeza, j
como lhe faculta a constituico do Imperio;
tendo sido requisitado pelos juizes daquellas
comarcas por mais de seis vezes. Chefe de
numerosa familia, e hoje sobrecarregado de
prejuizos inclusive suas despezas durante o
largo esdaco de tempo que tem absorvido, a
pouca fortuna que de seu trabalho possuia;
e protesla reclamar at ser attendido.
Joao Manoel Frazao.
Precisa-se de official
barbeiro em casa de Gustavo
do Reofe n. M.
cabelleireiro e
: ra da Cadeia
BELLISSIMO 1RNIAZEM
MOLHAD
CONHECIDO PELO NOME
j DE
s
VEADO BRANCO
Estabelecido ra Direita n. 16.
Esquina da traveasa de w. Pedro.
GAZEOL
DE
Burrin du Buisson
Liquida voltil preparada por Smlluse, repro-
duzindo cblmicamente os vapores que se soltam
em volta do aparelbo purificado do gaz carbnico,
empregada com o mais seguro successo contrr
a coqueluche, a pbtisica e todas as molestias ebro-
nicas dos pulmoes
VBSDE-SE NA
Botica e drogara
DI
Bartholomea dk c.
34Roa larga do Rosario34
Residencia e consultorio
Medico cirurgico
DO
Br. Antonio Dearte
wa praca da Boa-Vista n. 21 onde
pode ser procurado a qualquer hora.
Especial idade
Doencas do peito, e de meninos.
J1IAS
HEL
\S
PEITORAL de KEMP.
aaanacahuita mexicana que d o nome es-
pecial este ineomparavel remedio, urna
aore, cuja madeira por muito tempo se
ha usado no Tampieo para a cora das en-
fermidades cima mencionadas. Foi tam
bem ensaiada e approvada pela academia
medica de Berlim. O peitoral de Kemp
um "Sirope delicioso inte ir amen te livre de
opio, acido hydrocyanico e outros ingre-
dientes nocivos.
A' venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo A C. e P. Maurer $ C, e em todos o
estabelecimentospharmaceuticos do imperio
Preeisa-se de um"servente"para~a"nctlca da
praca da Boa Vista n. 32.
Saques.
Joo do Reg Lima saca sobre Lisboa : a ra do
Apollo n. 4.
O meio bilhete n. 322, da lotera que
tem de ser extrabida no dia 6, foi comprado
por um devoto para as obras de Nossa Se-
nhora da Penha de Gamelleira.
Twmff-se mel: tratar a t na do Apollo d.4.
Sabonetes de alcatro
O nso destes sabonetes tem apresentado os mais
benficos efleitos contra as impingens, sarnas, ti-
nba, caspa, comieboes e todas as demais molestias
de pe le
VNDESE NA
B i tica e drogara
DE
Bartltolomcu Conpanhla.
______34Rm larga do Rosario34
Curso de preparatorios
Obaebarel Ernesto Adolpbo de Vasconcellos
Chaves, residente na ra da Madre de Dos n. 36
(Recie) tem aberto em sua casa cursos dos se-
guintes preparatorios:
Lingua latina
> (ranceza
Philosopbia
Recebe tambem alumnos internos em pequeo
numero e sob condicg5es razoaveis. Pode ser pro-
carado a qualquer bora do dia.
O Sr. Jos Marques da Costa Soares,
que mora na ra do Vigario, queira vir
esta typographia, a negocio que u5o ig-
nora.
Gabinete medico cirurgico
DO
Dr. Ignacio Alcibiades Yeilozo
Pode ser procurado a qualquer bora do da ou
da noite prestando-se aos ebamados (ora da cida-
de, com toda a promptido. Pratica qualquer ope-
racao. Da' consuitas das 6 as 9 boras da manba :
roa da Imperatriz n. 86. *___________________
Joaquim Jos Gtoncalves
Beltrao
RLA DO TRAPICHE N. 17 i ANDAR)
Sacca por todos os paquetes sobre o Banco
lo Hinbo em Braga, sobre o guintei luga-
; em Portugal,
aber:
Lisboa. V
Porto.
Valenca.
Guimares.
Chaves.
Viseo.
Villa do Con Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelicao.
Lamego.
Lagos.
Covilbaa.
Vassal (Valpassos.)
Mirandella.
Beja.
Barcello?.___________________________
Aluga-se
O segundo andar da ra do Amorim n. 48, com
cmodos para familia : a tratar no armazem do
mesmo.
_ N. 2 D W N.2D,
B^" COK* CAO DE OCHO, ^jfrf
A loja n. 2 D intitulada Cora?ao de Ooro na ra do Cabug, acba-se d'ora em diante offerecen
do ao respeitavel publico com especialldade as pessoas que bonram a moda os objectos do ultimo gos
to (a Paris) per menos 20 por cento do que em'outra qualquer parte, garantmdo-se a qualidade e a so
dez da obras.
O respeitavel publico avaliando o desejo que deve ter o proprietarlo de um aovo estabelecimen-
t que quer progresso em seu negocio deve chegar immediatamente ao coracao de ouro a comprar
aneis com pereitos brilbantes, esmeraldas, rubinse perola ; verdadeiras em agarras, modernas pelt
diminuto prego de 10J, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo prego de 3J, maracas de
prata com cabos de marfim e madreperola obra de moderno gosto (o que o encontrarlo no cora$3o de
ouro) voltas de ouro com a competente crusinba ricamente eneitada pelo pequeo preco de 125, brin-
cos de um trabalho pereito por um mdico prego, cassoletas, tranealms, pulceiras, alfinetes para re-
tratos e outros modelos tudo de alto gosto, aneis proprios para butar cabello e firma, dito para casa-
mento, no artio roseta tem o Coracao de Ouro um completo e bem variado sortimento de diversos
gostos, butoes para punbos com diamante, rublns e esmeraldas, obra esta importante ja* pelo sea va-
lor ja' por gosto ds desenbo, brincos a forma da delicada moslnha de moga com piogente contendo es-
meraldas, rubins, brilbantes, perolas, o gesto sublime, alfluete para gravata no mesmo gosto, relo-
gios para senhora cravados de pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras de brilbantes de
muito gosto, crusinhas de rubins, esmeraldas, perolas e brilbantes, aneis com letras, cagoletas de
trystal e ouro descoberta para retrato (a ingleza) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qual-
quer jola, para seco! car retratos e obras de cabello, e outros muitos objectos que os pretendemos en-
contrarlo no Coracao de Ouro que se conserva com toda a amabilidade aos concorrentes donndo-
se de aqu mencionar precos de certos objectos porque (desculpem a maneira de (aliar) dizendo-se o
prego talvez alguem (aga mo jmzo da obra, por ser to diminuta quantia a vista do seu valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe se coneer-
tos, por menos do que em outra qualquer parte, e do-se obras a amostra com penhor, conservando-si
e Coracao de Ouro aberto at as 8 horas da noile.
Qualquer pessoa que se dirigir ao Coracao de Ouro nao se podera' engaar com a casa, pois
nota se ua sua frente um coracao pendurado pintado de amarello, alem de outro que se nota em uui
rotulo (isto se adverte em consequencia de terem ja' algumas pessoas engaado com outra casa.
Na roa da nio n. 40, precisa-se de um
bom criado e de ama cosinheira on coslnbeiro pa-
ra o servico de urna pequea familia.
Precisa-se
comprar oa alagar urna casa terrea que esteja si-
tuada na rna da Roda on S. Francisco : a tratar na
roa 4o Queimado n. 46, loja.
t Preeisa-se e urna ama para cozinbar e en-
SE"?'.para lodo ^"^ *casa rna di-
*ena,n. f._____
Putaea aa madrugada do da 8 4o correte
do sitio onde ora o capitao Miguel Jos de Almel-
da Pernambuco, em Ponte de l'cba, dooi cavlos
mellados de clisas pretas, (errados de novo, sendo
am delles faca e esqulpador, e o ontro um pouco
barrigudo e andador baixo : pede se a qnem os
vir os apprebenda e leve ao reerldo sitio, on na
ochefra do Sr. Baptista, na roa do Imperador, gra-
tiflcando-se generosamente a qnem os entregar.
jasjel Power Je&aston i (ianoaobii
Ra da SenzalaNova n. 43.
A9IHCIA DA
FHBdlei* deLow Moer.
Machina# a vapor de 4 e 6 cavalios.
Moendag e meias moendas para engenho.
tus de ferro coado a batido para enge-
nho, ^
O abano assignado avisa ao respeitavel cor-
po do commercio desta praca e ao publico em ge-
ral, que tem justo a compra da armago e gneros
existentes na taberna da ra do Hospicio n. 28
pertencente ao Sr. Bernardlno Pacheco dos Santos;
portanto se dentro do praso improrogavel de oito
dias nao apparecer qnem se opponba a realisago
da dita compra, ella sera' effectuada -sera que o
abaizo assignado reste respoosabilldade algama
para o otaro. Pernambuco 3 de agosto de 1867.
Bernardo Gomes de Abreu.
Ama.
Na praca da Boa-Vista n. 5 precisa-se de urna
ama que saiba cozinbar -
= Qnem ver para alogar a urna pessoa estran-
geira, ama casa cora qofntal as iramediagSes de
hamo Antonio ou Boa-Vista, pde-se dirigir a ra
do Imperador n. 79, 2 andar.
Francisco Jos da~Fonseca, cidadao porta-
gaez, retira-se para Europa.
O abaizo assignado declara
commercio em geral que nao vende nem compra
escravos, e nem tem transaego alguma este
respelto.
O Dr. Joo Baptista Casanova
pode ser procurado a qualquer hora em
seu consultorio homeopathico largo da
matriz de S. Antonio n. 1.
No mesmo cmsullorio tem sempre grande sor-
timento de medicamentos de homeopatbia de We-
bere Catellan, tanto em globmos como em tintura,
assim como tem um sortimento de (erros de ci-
rurgia em carteiras e avolsos do afamado Cnar-
rier de Pars.___________________________
Na praga da Independencia n. 33, loja de
ourives, compra-se ouro, prata e pedras preciosas,
e tambem se (az qualquer obra de eacommenda e
todo e qualquer concert.
W: 3 A-Rua do CabugX. 3 A
Agostinho Jos dos Santos # C
Acaba de chegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
jotas do ultimo gosto, perfeicSo artstica e modellos enteiramente novos; como
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anneis, botes de punho, brincos e cassoletas com letras, etc.
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqueiros, paliteiros, calix de mesa i
fructeiras, cujos precos sao incompetiveis, pois que os proprietarios desta casa,
recebendo seus artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seus freguezes. Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem', tambem se incumben! de fazer concertos.
!<
3*M* ***:
->o armazem de tintas ra do Impera- P
dor n. 22, vende se : ;
Salitre refinado arroba 6$o00 I
- Enxofre arroba 2*800 j
-Maximino da Silva Gusmo.
Arreioa de carro para um e doui cavaJlw.
alogma de euro patenta inglex/
arados americanos.
fachinal para deacarocar algodo.
ifotoresparaditoa.
Machinas da costura.
Precisa se de 3000000 a premio sobre bypo-
theca em nma casa terrea em um dos arrabaldes
desta cidade : a pessoa que qoizer, queira deixar
o numero da casa em carta (echada nesta typo-
graphia, com as inielaes C L. P._________________ ,
Ao^manhecer de qulnta-felra 39 de agosto,
loriaram do engenho Galilea da cidade da Vietoria
? fJS"*08' am caUlo Je ", ontro caxi-
erro P na rHto) 9 imbo* ^'"Jos, com este
ga se porunto as autoridades noliciaan de engenbo e mais proprietarios? Sa ouSer
pessoa do povo a apprehenso do e.mS mito
priacipalraent do ladrio para se g? segn
Engenho Galilea 1* de setembro de 1867
Padre Felli Jos Moreira da Costa.
^_idaqnlm Moreira di Silva vai a Enropa.~
Ainda restara algumas
Jeronymo da CosU L'ma, sea ave- Frauclsco Pin-
to da Costa Lima e Jos Virissimo de Azevdo,
agradecem cordialmente a todas as pessoas que se
dignaram assistir aos ltimos sofTragios (eitos a
sua esposa, neta e Alba Amelia Adelaide de Aze-
vdo Lima, bem como a irmandade do Divino Es-
_______________ I pirito Santo, do CoHegio, pela promptido com
ao publico e ao 11ue se prestaram a este cartdoso acto e convidam
as mesmas a assistirem a missa do stimo da que
se ba de celebrar sabbade 7 do crreme as 6 bo-
ras da manha oa igreja da ordem terceira de N.
S. do Carmo, pelo que desde ja se con(essam etir-
namente grato.
Atten^ao.
N. 25 Rna do Livrameato !\. 25
Deposito de tamancos e calgado nacional da fa-
brica da ra do Jardim n. 19, de Jos Vicente Go-
dioho, tanto no deposito como na fabrica seapromp-
tam todas as porgSes de calgado o mais barato
possivel, esta fabriea tem todas as machinas pro
prias para os calgados ja bem acreditados pelo
grande numero de freguezes qne daqoi se for-
neeem.
------ eollecgSes das blo-
graphias de aigoas poetas e outros bomens Illas-
tres da provincia de Pernambuco, pelo eommen-
dador A. /. de Mello. Tres tomos por 9i. Na
roa Augusta n. 92. r ^
O bilbewg, inteiro n. 1153, meio n. 171 e
quartos ns. 1576 e 3378 da lotera 36 a beneficio
doa voluntarlos da patria, que eorre no da 6 do
carrate mez, pertenctm ao Sr. Pedro de Mello da
8tlW _
Aloga-se ama casa terrea por (esta, nos Ar-
rombadoi, com 2 salas, 4 qoartog, e qtjarto fflra,
quintal grande e cacimba e solio : a tratar na
roa das Crpze n. 14, andar.
Sitio para alugar
Aloga-se nm grande sitio na estrada de Joo de
Barcas esquina do becco que val para Santo Ama-
ro,'com grande e excellente casa de vi venda e
multas arvores fructferas : quera o pretender di-
rija-se a soa proprietaria a vlscondessa de Goian-
na no sitio qne Ibe flea frontelro.________________
A secretaria da polica precisa comprar
as colleccoea de leis do imperio e decises
do governo relativas aos asnos de 1839,
1850,1831 e1852.
A pessoa que as tiver e quizar vendej
compareca na referida secretaria s horas
do seu expediente, ou entenda-se com o res-
pectivo secretario, ra da Saudade o. 15.
O official-maior da Ia seccSo
Jos Xavier Faustino Ramos.
Attenco
AhSt "6 'l*8*40 d* lom competir para a
k S?.e ie Mt faiend9 no rape* do Peloorl-
obo, poli ama porcara completa.
-___ O protector da Babia.
Precisa-se de ama ama nara ca t
tam : a tratar na roa da A^ia D S?6
pouca
Attenco
EsUndose proceendo ao inventario epartilbas
dos bens da finada Mara Joaquina de Paiva e nao
apparecendo outros bens alm da casa terrea n.
H sita na rna de Matbias Ferreira da cidade de
Olinda e constando que a mesma tem de ir a pra-
ga, previne-se qne nlnguem (aga langamento >oo
entro qualquer negocio sobre a referida casa, a
qual se acba bypotbecada por ama divida superior
ao seu valor e para cujo pagamento o credor by-
polbecarlo vai intentar a respectiva aegao.
Precisa-se comprar urna lancha em perfeito
estado, que pegue em 200 saceos com assncar -
oa ra da Cadeia, loja n. 35, se dir' qnem pre:
cisa.
Precisa-se de nmatama para comprar e cos-
"bar : na praga da Boa-vista n. 7,1 andar.
Precisa-se alogar dnas pretas e um moleqne
pira vender na ra : a tratar na roa de Hortas
numero 17.
Chocolate vermicida
DB
Antonio Nunes de Castro.
Desde 1857 que sao as tabellas vermicidas ap-
pilcadas em Portugal, como remedio prompto e
efflcaz para a expulsao das lombrigas, que to gra
ves padeclmentos cansam e que quasi sempre oao
se 8uppe ellas a origem.
Este vermiugo preferivel a qualquer outro
pelo sea agradavel paladar e fcil applicagao aa
crianzas que mais geralmente sao atacadas de se-
iselbant .mal.
Dopoaito especial
34Raa larga do Rasarlo34
Boica de Bartholomeu & G.
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias e mobilias:
aa roa do Yigario n. 4, pavimento terreo
Trocam-se
as notas do banco do Brasil e das calzas filiaes-
dom descont muito rasoavel, na praga da lude,
oendencia n. "
22.
PHOTOGRAPHIA
TIIEMjA
BA DO CABGA N. 18, ENTRADA PELO
PATEO DA MATRIZ.
O nosso estabelecimento photographico
est sempre em dia com todos os melhora-
rnentos e progressos que na America do
'orte, ou na Europa se consegue na arte
photographica, e para acancarmos tal fim
nunca poupamos despezas nem sacrificios,
de aorta que os nossos numerosos freguezes
podem ter a certeza de que sempre encon-
traran em nosso estabelecimento todo quan-
to a arte e a moda offerecer de bom, no
novo e velho mundo aos amantes da pho-
tographia.
NOVIDADE PHOTOGRAPHIGA:
Acabamos de receber todo o necessario
para fazer retratos chamados carte-album.
Este genero de retratos ltimamente in-
ventado na America do Norte, rpidamente
se propagou na Inglaterra e Franca aonde
goza actualmente de todo o favor da moda.
A carte-album se faz por duzias como os
antigos cartdes de visita.
Na Inglaterra trocaram o nome de carte-
album pelo de retrato-galera e os ingleses
usam encaixilhar estes retratos em quadros
especiaos para com elles formar galeras,
com que ornam seus gabinetes. Recebe-
mos urna certa quantidade de taes quadros,
os quaes cederemos por barato preco aos
nossos freguezes.
As pessoas que quizerem ver specimens
dos retratos chamados carte-album, j fei-
tos em nossa officina sao convidados a visi-
tar o nosso estabelecimento.
OARTES DE VISITA A 9)JO0O A DZIA.
Em consequencia do novo genero de re-
tratos chamados carte-album, diminuimos
o preco dos antigos candes de visita, os
quaes de hoje em diante ficam reduzidos
ao preco de
0;>OOO
pela primeira duzia, sem que por causa
desta diminuicao de prego, deixemos de es-
merar-nos no nosso trabalho, como sempre
foi nosso costume. Alm disto, continua-
mos a dar os cartdes de visita em cartees
de luxo, Bristol, ou porcelana, dourados ou
lithographados para o que temos urna varie-
dade de 12 modelos, a escolha de qoem se
retratar.
S^" VA GOMO PREVENCO.
Apezar do nosso trabalho ser muito co-
nhecido nesta cidade, aonde trabalbamos a
2 annos, com tudo j Bigamos de nosso de-
ver dizer hoje o seguinte:
Nos retratos fetos em nosso estabeleci-
mento emprega-se toda a cautela para of-
ferecer-se a par da belleza do trabalho, as
melhores condices de durac3o. Doura-
mos e fixamos os nossos retratos sem olhar-
mos a economas, e ltimamente para Ibes
podermos dar urna lavagem mais ampia
e segura, contratamos com a companhia de
Bebiribe nma peona d'agua. Os nossos
cartes de de visita s5o verdadeiras photo-
grapbias, que Dao preciso de retoques do
pintor para lhe desfargarem os defeitos, e
convidamos a qqem quizer a passar sobre
elles urna esponja molhada em agua, ou a
deixa-los mergulbados por espago de horas
em agua, ou cm ospirito do vinho : se apre-
sentarem alteracao serSo receidos por nos
e pagos pelo duplo do que tiverem cus-
tado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
systemas photograpbicos at hoje conheci-
dos em photographia. O nosso sortimento
de caixinhas, quadros, passe-par-tauts, o
joias de ouro para a collocacSo de retratos
o mais completo, variado e abundante que
existe nesta cidade. ^___________
Monte-pio Portuguez.
A directora provisoria julga conveniente publi-
car os seguintes artlgcs dos estitotos :
Art. 11. Sao deveres do socio :
4.* Promover a entrada de socios e quaes-
quer donativos a bem da associagSo.
Art. 15. Os donativos ou servigos de certa
ordem prestados por subditos portogu zes, sejam
ou nao socios, sero galardoados da maneira se-
guinte :
S !* Com a qualiCcago de bemfettores da so-
ciedade aos socios que offertarem quaotia nao in-
ferior a dozentos mil res, ou algum donativo equi-
valente a essa importancia ; ou aogariarem ple-
menos trinta novos socios, em clrcumstancias de se-
rem admitiidos, e que reaiisem o pagamento da
respectiva joia.
< 2.* Com a qoaliBcagao de benemritos da so-
ciedade aos que contribnirem com a somma de um
cont de res, ou aogariarem cem novos socios as
mesmas condigSes de paragrapho antecedente.
Vejam-se mais os artigos 16, 17, e 18 dos estatu
tos, coneernentes a esta materia.
Em referencia a entrada de novos socios,jKdi-
rectorla chama a atteogao dos actuaes para o ar-
tigo 9 dos estatutos : para facilitar este servigo, a
mesma directora mandn Imprimir propostas com
os competentes dizeres, que podero ser pedidos ao
secretario da sociedade, a roa da Cruz n. 23, pri-
meiro andar, ou ao empregado externo, o Sr. Joo
Fernandes da Silv^Olivelra.
A directora coaTmuoica ainda aos senbores as-
sociados e a quem mais tiver oteresse em o saber,
qae desde o priociplo do crreme anno, ha presta-
do soccorros o socios qoe os lem requisitado, e
a elle se mostraram com direito, segando os esta-
tutos, como ae tudo darconta Ba prxima reunio
da assembla geral, sendo :
Soccorros a socios desempregados.
Soccorros a soccios impossibililados de trabalbar
por doenga.
Soccorros a socios presos, cajo livramento con-
segulo.
V
V
-
Ciub Pernambucano
A partida do mez de setembro. tera \m4^S^^?JS^Z^^
na noite do dia 6.
MlfgjHtMiKHSI SS aSt am aamt Wfm,
O bacbarel Ignacio Das de Lacerda ;
pode ser procurado para os misteres da
proflssao de advogado a ra do Crespe
n. 7, 1* andar.
O abaixo assignado competentemente auto-
risado para cobrar por meios amigavels ou judi-
ciaes o que se dever a empreza do gaz, convida a
todos os devedores para entregareis ao abaixo as-
signado a importancia de suas dividas aQm de evi-
taren) processo judicial. Recie 3 de setembro de
#a67.-R. J. Barata de Almeida.
Criado,
Precisa-se alagar am ooleqae para criado de
urna pequeaa familia : a tratar na roa da Impera-
triz n. 7, segundo andar, das 6 as 10 horas Um.
nbaa, e das 4 horas da tarde em dlante.
Offerece-se urna mulber para com-
prar e cosiohar: no becco do Pocinho nu-
mero 31,
Aloga-se am grande sitio com um sobrado
com mullos commodos para grande familia, oa
ra Real do Maogoinho, o qaal faz esquioa com o
Caminho novo, cajo sitio todo morado, com dous
por toes, junto a am delles Oca a estagao dos tri-
lbos urbanos; e referido sitio tem muitos arvore-
dos de froctos, orna grande baixa de capim, com
estribara para cavados e coebeira para carros
Precisa-se de ama ama para comprar a
cosinbar, para casi de pooc familia: a tratar oa qoem o pretender dirija-se a ra do Aragio n. 12,
roa Imperial n. 6. > lefoodp apdar, qae ai>f se dlra' qaem o aloca.
Ilidades.
^Soccorros a viuva desvalida de am socio.
* directora provisoria pretende coovocar a as-
semblea geral dos senbores associados para o se-
gundo domiogo do mez de ootnbro vindooro, afioj
de Ibe prestar contas da soa gerencia desde qae
leve a honra de ser eleita, devendo ter lagar a
elelgo da nova directora, cooselho fiscal e com-
misses de comas, no sobsequeote domiogo do re-
ferido mez de outubro, em conformldade com os
artigos 22 e 28 dos estatutos; e dar assim por ter-
minada asna mlssao.
Secretaria do Monte-pio Portngaez em Pernam-
buco, 20 de agesto de 1867.
Jos da Silva Loro.
Presidente.
Joaquim Gerardo de Bastos.
Secretarlo.___________
Prscisa-se de urna ama escrava para engom-
mar e cozinbar para casa de muito pouca familia :
na roa Nova n. 37.
RiSiBKsR wSk SIL.
Companhia ndelidade de seguros
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro
AGENTES EM PERNAMBUCO
Antonio Luiz de Oliveira Azevee k C.
competentemente autorisados pela
directora da companhia de seguros
Fidelidada, tomam segoros de na-
vios, mercadorias e predios no seu
ptorio ra da Cruz n. i.
ftV "
'i i



*s

Alarlo de pernambuco Sexta, lelra tt de Setewbro de {667.

DE
CAROBA
PREPARADAA FRI
POR j
ALGUSTE CAOKS '
Pbarmaceatico pela escola de Pars e successor nesta cidade
DI
Aristide Saisset e J. Soum
Aluga-ae urna escrava moca e robusta pra
casa de familia, que Ui lodo o servido externo
interno : quera precisar procure no Corredor do
Bsqo defroote da casa n. 12.
COMPRAS
22.-----Roa da Cruz-
-22.
Tratamento paramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, aem oatro qualque
mineral.
Verdadeiro porificador do sangue sem azougue
Especial para a cora de todas as molestias que tem su a origem na impureza do
sangue, como sejam as molestias boubaticas, syphiliticas, escrophulosas, darthrosas, quer
venham ellas por hereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos virus que contaminara o sangue e os humores.
A caroba um remedio prodigioso, (usado desde remotas eras pelos indios
do Brasil, e passando seu uso de geragao em geraco, hoje um dos remedios mais co-
nhecidoscomo proprio para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse nume-
ro a morpha ou elephaotiases, para cujo curativo os nossos sertanejos considerara a
caroba como remedio especifico.
A moilo Umpo entrou a caroba nos formularios como preparado magistral
Mba forma deeleictuano, anda hoje lembrado as pharmacopas com o nome de seu
celebre autor JOao Alves Carueiro: nao ella portante remedio novo nem desconhecid'o.
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde tempos immemo-
naes como o mais apropriado para o curaUvo das boubas e ulceras syphiliticas srdidas,
e empregado com proveito depois de improficua applicacSo de muitos outros agentes
therapeuticos enrgicos e de uso quotidiano.
Muitos dos nossos mdicos de considerado e entre ellos o muito distincto pratico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Athayde Lobo Hoscoso, tem confirmado por meio periencias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no trata-
mento das boubas, das diversas formas sob que a syphilis se aprsenla e muito especial-
mente as que teemsua sede* na pelle, e poderiamos relatar alguas casos de data muito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em que a caroba produzio admiraveis
effeitos, depois de inuteis e prolongadas applicacoes de salsaparrilha, mecurio, iodo, wt-
ro e seus preparados, etc., etc.
N5o era possivel que urna planta tas aotavel por suas inappreciaveis virtudes es-
capasse a perspicacia e investigacoes dos mais abaksados praticos europeos, que se ap-
plicam com especialidad ao estudo e tratamento das molestias syphiliticas e herpejicas
e para prova ahi esio os Srs. Drs. Casenave, Scfrurfer, Ricord e outros dando as mais
lisongeiras informacoes sobre as propriedades curativas da caroba e preconisaodo-? como
remedio poderosissimo para o tratamento das erapcoes cutneas, seccas ou suppurativas,
darthros de todas a qualidade, edemas, ulceras de diverras naturezas, tumores, osseos
e outras muitas molestias de natureza syphilitica ou boubatica.
Por ter-se generalisado muito o uso da esscncla da caroba qae eu pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam cominear era suas observaces,
deliberei-me a ter prompta urna qoantidade da mesma essencia, obtida sem a acco do
ogo, para n5o prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encon-
trar-se-ha na minha pharmacia sempre e em porgo sufJSciente para todos os pedidos a
ESSENCIA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma plenta para que nun-
ca falte aos Srs. mdicos que quizerem espermentar tao precioso agente medicinal.
Recife de Pernambuco, 17 de oatubro do 1866.
AGDSTE CAORS.
Deposito geral de todes radjd o apees
Botica e drogara
34Ra larga do Rozario34
Moedas de ouro.
Nacionaes e estrangeiras assim como libras
esterlinas: campram-se na roa do Crespo n. 16,
pnmeiro andar. ^_____
Comprase moedas de ouro de 30, t~6, 10
9 a ra da Cruz d. 3.______^________
Moedas de prata
nacienaes, assim como paiacoes poitugaezes e
nespanbes, compram-se com premio : na ra do
Crespo n. 16, pnmeiro andar. ___________
Libras esterlinas?
Compram-se com bom premio : na pra-a da Id
dependencia n. 28.
Compram-sc escravos
Si!vino Gnilberme de Barro, compra, vende e
roca efectivamente escravos de ambos os sexos
de todas ai idades : a' ra do Imperador n. 79,
e-rceiro andar.
GRANDE
Patacoes
Compram-se patacoes bespanhes, poruguetes e
brasilelros de cnnbo amigo, em casa de Adamsoo,
Henry & C, rna do Trapiche-novo n. 40.
241000
Comprase na loja de jotas do corado de ouro
n. 2 D, rna do Cabng, moedas nacionaes de 20$
Ouro e prata em moeda
Compra-se por maior prego do que em ontra
parte : na rna Nova n. 31, loja de ferragens.
ouro e prata
Moedas de onro e prata nacionaes, estrangeiras
de lodos os valores se compram na loja de ouri-
ves junio ao arco de Nossa Senhora da Conceicao,
ra da Cadeia do Recife, assim como onro prata
em obras velhas, brilbantes, diamantes e se paga
bem.
-
Compra-se onro e praia em obras velhas:
na traca da Independencia o. 22.
Compram-se
com premio moedas de onro e de prata nacienaes
e estrangeiras: na rna da Cadeia do Recite n. 16
armaiem de Adriano, Castro & C.
Compra-se sempre por mais do qae em on-
tra qoalqner parle, prata brasileira e estrangeira
(patacoes) libras esterlinas, moedas de 9 e 16*
portuguezas, de i&, 105 e brasileiras, eneas
en ontra qnalquer qualidade de onro, e se trocam
sedulas do banco do Brasil e caixas flliaes de ou-
tras provincias: ua ra da adeia do Recife n.
>8, loja do azulejo
Compra-se
obre, lato e chambo : no armazem da boa ama-
relia no oitao da secretaria da polica.
Na rna do Crespo n. 15, andar, compra-se
am cofre de ferro qae tensa bastante seguranza.
Compra-se libras esterlinas, a' rna da Crui
n. 18, arroazetn de Jos Joaqnlm Lima Bairo.
Compra-se o drama em cinco actos
A noite do homicidio oa O ambicioso poli-
ticoj^ nesta typographia.
Comprase ama casa terrea em qualqner das
frpgupzlas da capital, enjo valor nao exceda a
2:000J: a tratar a rna da Pilar n. 6.
Compra se nma padaria qae seja em bom
lugar dn entra se de sociedade. com dons ou tres
escravos idneos, para administrar ou tambera se
faz o mesmo negocio com a'guraa refinaco : quera
qoizer este negocio annnncie por esta folba.
Tendo de se liquidar a loja de calcados franca-
tes sita na rna do Imperador n. 32, previne-se ao
respeilavel publico que a mesma liquidaco tera*
somonte lagar de segunda-feira 20 do corrente mez
em dianle, e para se dar nma idea da baraleza,
abaixo se transcreve os precos:
Borzeguius de Melher verdadeiros. UJOOO
Dito Sazer dito........8$OO0
Dito do mesmo fabricante de diversas
qnalidades.......... 8*100
Dito do fabricante Fanion e Lavergen .. 82000
Dito da diversas fabricantes de 5* a 7000
Sapatoes de Suier qae se vendiam por
8*000 a........... 3*500
Borzegains para menino de varios fabri-
cantes de 5* por .......... 3*100
Botinas para menioas dem dem a .. 3*500
Ditas para senboras idem dem Jolly 3*5C0
SapatSe para meninos de diversos fa-
bricantes.......... 3*000
Perfumaras do fabricante Lnbin e Piver, soru-
ment variado de diversos extractos e agna de Co-
lonia.
. Camisas para bomem.
Bengalas, grvalas, charntelras de smbar, pen-
tes de tartaruga de diversas qaalidades e mode-
los, emfim ama inanidad a de artigos de laxo e
bom gosto.
Loja do Gallo Vigilante
DE
Fedegoso de Pernambuco,
A planta, conhecida entre nos sob a de-
nominado de fedegoso, e no Rio de Janeiro
e provincias do sul deste imperio pela de
crista de gallo, o ttandium utilissimttm
ou iaridium elongatum de Schum, e o he-
liolropium carassadium de Mart., pertence
familia das' boragineas.
OJedegoso considerado, na therapentica
pernambucana, como urna das plantas mais
recommeodaveis por suas virtudes curativas
e applicado interna e externamente, como
calmante do systema nervoso na paralysia,
astma, tosse convulsa ou coqueluche, tossses
rentes e antigs, suffocaces, catarrbos pul-
monares etc., e em geral contra todos os
soffrimentos das vias respiratorias; sendo um
excellente Unitivo para quelles que padecem
de phthisica pulmonar. Sua efficacia contra
o ttano ou espasmo incontestavel, e nin-
guem ba, que o desconheca. N5o ignoran-
do nos o que acabamos de dizer, e esfor-
cando-nos por ser til bumanidade soffre-
dora, preparamos o que abaixo indicamos,
pondo a disposicao des distinctos mdicos e
dos doentes d'esta e das outras provincias
deste imperio nossas preparares, que sSo:
PILULAS, TINTURA, XAROPE E VJNHO
. FERRUGINOSO.
nico deposito, pharmacia de J. A. Pinto
roa larga do Rosario n. 10.
0 arrobTvegetar
muito superior oas xaropes de Cuisinier e
de Lorrey. De fcil digesto, agraavel ao pa-
ladar e ao olpbato, elle cura radicalmente,
sem mercurio, todas as affeccSes da pelle,
impingeos, alporcas, tumores*, ulceras, sarna
degenerada, escrfulas e escorbuto. E' so-
bretodo poderoso as molestias rebeldes ao
mercurio e ao iodoreto de potassio.
nico deposito na pbarmacia do Pinto,
ra larga do Rosario n. 10 junto ao quartel*
de polica.
UVAS
mm SENHOA DA CONCEDO
Para ednea^o de sexo maaculln*
Director Manoel Alves Vianna :^p
O collegio da Conceicjio, mudado ltimamente para o bairro e Santo An- %$
JH*) toaio, ra deS. Francisco, casa n. 72, contigua estaco central dos trilbos 'V?
v|a urbanos dos Apipncos, contina a funecionar regularmente, recebendo alum- ^
^p nos externos internos, Unto para as aulas primarias, como para todos os
Jg| preparatorios necessarios matricula de qualquer faouldade, sendo os-seus
respectivos professores pessoas moralisadas e de um coneito magistral i
bem firmado nesta cidade.
O director deste novocollegiocontiuuandoa empregar toda a solicitude no
desempenho de seu mandato, espera fazer-se mais digno da confianza com
que o vo honrando os senhores pais de familia, conflando-lhe boadosamene
os seus fllhos.
Os estatutos do collegio, assim como o franco Bgresso em todas as suas
dependencias, esto sempre a disposieo de quem possa interessar..
"a NA(L
Companhia geral hespanhola de seguros sobre
a vida
VENDAS!
AUTORISADA PELO REAL DECRETO DE 21
BANQUEIROS DA COMPANHIA
1859
O Banco de lespanha
DE DEZEMBRO DE
DIRECCAO GERAL
ISadrld: Rna de S. Agotlnho
B.IO
Nituacfu da companhla em 15 de jalho de 1866.
Apolices 19:700 Capital Rs. 527:1440670 ou moeda brasileira
Rs 12,714:4764000
A Nacional abraca toaas as conbinac5e? do seguro de supervivencia e n'ella pode
fezer-se subscripto de modo que em nenbum Caso se perca o capital imposto nemos lu-
cros correspondentes.
Urna aanca depositada.nos cofres do^estado, garante a boa administraclo da eom
panhia.
Os fundos da companbia se in ver tem em ttulos Ao estado e se depostate no bao-
oc de Hespanha com intervenco do delegado do governo e do conselho administrativo.
A companbia estranha toda a empreza ou 3spiculacvfo perigosa, e os ttulos em
gue se invertem os fondos imps na rmesma, na ose correm menor riseo, pois estSo
qaraatidog pelo governo, podeatonaoao da a tor p.eizosd
^%i%^^
DE
POTASSA DA RUSSI4
A 200 rs. a libra,
de moito soperior qnalidade : vende-so no escri-
torio de Oliveira, Filhos & C, Jargo do Corpo San-
to a. 19.
Vendem se accas pardas'eloUeirasTTdons
aovllhos: no sitio dos arcos, bo Remedio, junto a
igreja do mesmo nome.
ARROZ DE CASCA
Vende-se em saceos grandes a 44500 : no tra-
piche do Canna.
Vendem-se as panes dos engenhos Amparo e
Mocot na freguezia de Santo Anto, sendo a parte
deste de 2:8003 e a daquelle de 6:0003000 : a
pessoa qae pretender dirija-se a roa da Madre de
Dos n. t4, oa no caes do Ramos n. 14.
Attenco.
Vende-se nma mobilia de Jacaranda' a Luiz XV
e juntamente ama de amareilo no mesmo gosto,
sendo estas obras mnito solidas e segaras, e por
pre$o razoavel : na acreditada casa de marcinei-
ria na roa da Camboa do Carmo n. 12.
Cal de Lisboa ora.
Vende-se a roa do Apollo n. 4.
Vende-se a uberna da rna Imperial o. 215,
coro poucos fondos, propria para principiante : a
tratar na ra Dlreita dos Atogdos o. 32.
Veadem-ee llvros de latim, francez e geo-
grapbia rna rna Imperial n. 36.
Chales a Benoiton a S000 E 63000
na loja do Pav5o*
Chegaram os mais modernos chales Be-
noiton, sendo de urna so cor com bonitas
franjas de peluda, e tendo entre elles as
cores mafc modernas que teem vindo a este
mercado e vendem-se pelo barato preeo de
53 e 63060, ditos a Isabelia que supprem
muilo bem os caxins e vendem se pelo
barato preco de 73000 rs.. garantindo-se
que n'este genero o que ha de mais novo
no mercado e muito decentes para qualquer
senhora uzar: vendem-se na loja e armazem
do PavSo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
de Silva.
CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba em saccas,
sendo de superior qualidade na loja do Pa-
rlo, ra da Imperatriz n. 60 de Gama
Silva.
Novo sortimento de lavas de pellica (Joavin),-
ebegadas no ultimo vapor francez, ao armazem do
vapor na ra Nova n. 7.
Vndese ama escrava com 16 annos de ida-
de: trata-se na ra das Cruzes, segn lo andar,
0. 38. *
Na ra do padre Floriano, casa n. 67
se vende boas hostias para igreja, e obreias
para escriptorio.
Este establecimento acaba de receber lindas
cnapehnas para senbora, ricas calxinbas para cos-
turas, ditas para joias, pentes dourados para coco,
uveas muito ricas, assim como cintos e pulseiras
da oltima moda deParis, ntremelos ebabadinbos,
bonitos toucadores dourados e de Jacaranda, espe-
Ibos eicossezes de diversos tamanhos e ricos cai-
vetes para senbora, vollas para pesco$o, gravati
nbas, bico de seda, dito de algodao, labynnlbo, e
muitos outros objectos de aparado gosto, que se
torna enladonbo mencionar, tudo por precos mui-
to commodos: a' ra da Imperatriz n. 70, na loja
da Lealdade.
Vendem se as madeiras da casa incendiada
oa rna da Crnz : a tratar na mesma roa n. 50.
Breu
Vende-se brea em barril e a retalbo, muito ba-
rato : no armazem da bola amarella no oitao da
secretaria da poilci. _____
Vende-se um molatiho de idade de 12 an-
nos, linda figura, bom copeiro, habituado aoservico
de casa, sem vicios e bem educado : roa do Hos-
picio defronte da casa em que foi o gymnaslo na
penltima casa junto ao eanal; os pretendentes
podem ir vello das seis as nove boras da manbaa,
ou das tres as seis da tarde.
Cal de Llsdoa
Vende.se superior cal de Lisboa, desembarcada
ltimamente : no armazem da roa do Amorim Da-
mero 14.
DE
J. VIGNES.
Jf. 55. UVA DO IMPERADOR R. 55.
01 Pf***6**"^ fabrica sio boje asss conbecidos para qae seja necauarie insistir sobra
m saperiondade, vantugens e garantas que offerecem aos compradores, qaalidades estas inenntMta
vata que elles tem definitivamente conquistado sobre todos os qae tem apparecido nesta oraca nos
52?d0.u!?tedlkd0 e machinismo qae obedecem todas as vontdes e capuchos das piatistaV san
quinar, por serem fabricadas de proposito, eter-se feito artimameote melhorameotos importan-
parao eihna deste paix; qnanto s vozes, sao.melodiosas eflauudas, e por isso moito agrada-
!Si^ apreciadores.
mM^t!1^1^ M 80C0B,Hd. MJ aesta fabrica como u do Sr. Blondel, da Pars, socio
mOZiZkJ'V"' m Pla*PitaI foram sempre premiados em todas as exposicSes.
ftwriiTi ^*b*!ln>eBto se achara sempre am explendido e variado sortimento de mosicas dos
^^^rW.0!7,'um *"* harmonieo pianos harmnicos, sendo todo vendido por
Veode-se por preclsao ama escrava crioula,
de bonita figura, sem vicios, sabendo bem lavar de
varreia e sabio, cozinba o diario de nma casa :
na rna di Mangoelra na Boa-vista n. i.
Hoje ao meio dia esta' a venda na roa do
Imperador o. 35, typographia Republicana Fede-
rativa Universal o artigo do Jomat do Commsrcto
inmoladoEsqaadra Brasileira pelo preeo de
AlOlOOO"
paleUts medelo franeei
Palete casaco8.
De superior panno forrados de seda a coatento
da pessoa qae se diguar Mera eottmmenda
JO
Pelo26Ousto
Koa Nava
26 : L
Vinho soperier em caixas de urna duzia ;
tem para vender Antonio Lair de Oliveira Azeve-
do & C.,Posea escriptorio ra da Cruz n. 37.
PILCIjJlS
Xaropee vinho ferruginoso de
jorubeba com pyrophosphato
de ferro.
Cblorose, anemia, escrfulas, rachitismo, blennor-
rhagia, leoeorrba. febres latermitentes e ame-
norrha (menstraacao dolorosa e Irregular)
etc., etc.
Ha muito que tinbamosem vista assoclar o ferro
as nossas preparafSes de jurabeba; mas levamos
tempo a experimentar quai a preparacao ferrugi-
nosa, que mais conviria ao organismo humano,
vindo por fim a decidir nos pelo pvropbospbato
de ferro, com o qual podemos prepara r os nossos
xarope e vinbo de jnrobeba ferruginosos.
Temos a observar, porm, qae o aso dos medi-
camentos de jurubeba com o pyrophosphato de
ferro nanea pode occasionar a pbtysiea as pes-
soas alada as mais delicadas, como maltas vezes
tem acontecido at a pessoas robustas, qae se bao
servido do mesmo mdicamente preparado com
ootras substancias ferruginosas, por isso qae o
pbospboro debaixo da forma de pyrophosphato,
am meio prophylatiio reconbecido infallivel con-
tra esta terrivel affeccao.
As preparares de jnrobeba, a qae havemos as-
sociado o pyrophosphato de ferro, se mal provei-
tosas no tratamento das molestias das senboras,
taes como a chlorose, anemia etc.
Esus molestias manifestam-se com os sympto-
mas segnintes :Descoramento geral da pelle e
das membranas mocosas, magreza, incbacSo das
faces e das pernas ; excitacio nervosa, bysteris
mo, melancola, debllidade muscular, dores Be-
vralgie, pulso mais freqaente do qae do estado
de sadde, ealor febril, pelle secca, appatites de-
pravados, vmitos, priso de ventre, menstruicio
dolorosa, irregular, ponco abundante, descorada,
aulla, flores brancas, amenorrnagia e infecundi-
dade.
Dste estado espantoso, alias tao ordinariaro ote
reconbecido entre nos eni erescido numero d se>
nfioris, desapparace s coa o prudente aso das
preparagoes cima.
nico deposito destec medicamentos:
pharmacia de J. A. Pisto, roa larga do Ro-
sario n. 10, m Pernambnco.
vende-se un armario pi>W R^a qual-
Goimaresk Freitas
RA DO CRESPO N. 7.
Os proprietarios deste bem conbecido es-
tablecimento teodo em vistas a boa vonlade
com que toda generosa populacho desla bel-
le cidade coDCorre com a sua coadjovaco
para o basar de prendas que costumam es-
tabelecer no dia da commemorac5o do ann-
versario do Hospital Portuguez de Benefi-
cencia, cojo producto applicado a bem
daquelles que baldos de recursos, e no leito
da dor al procuram melhorar seus soffri-
mentos e aproximando-se o dia dessa gran-
diosa festa por isso apressam-se em avisar
ao respeilavel publico do que ha de mais
moderno em seu establecimento, alm dos
quaes tem variedade de outros, que a serem
para um fim tao justo os venderam por pro-
cos mui rasoaveis.
Riquissimas caixas com msica contendo
o necessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Rquissimos livrinhos com capas de tar-
taruga para missa.
Riquissimo lbum com capa de tartaruga.
Porta joias, dedaes e relogios e neste gos-
to nma iufinidade de objectos.
Vasos, calungas e palliteiros de porcelana.
Bonecas qae chamara papai e mamSi.
Finissimos lencos de cambraias de linho
com disticos.
Gaixinhas com perfumaras.
Bengalas de canna com lindos castoes de
nafta.
Rquissimos eDfeites com coques e sem
elle inteiramente novidade e ultima moda.
Lindissimos cintos para senboras.
Fivellas lindas de moito gosto.
Lindos port-bouquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentas e bailes.
Rquissimos leques de madreperola.
Lindos leques de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Ditos de sndalo teodo no centro um qua-
dro de seda, ultima moda.
Leques de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lindos pentes de tartaruga, massa e outras
muitas quididades.
Luvas dejouvin. interamente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Ditas de seda.
Meias de seda e algodo.
Lindas trancas pretas e de cores c )m ve-
drilho e sem elle, assim como lindissimas
guarnieses para enfeitar basquines e botoes
para os mesmos.
Lindos indispensaveis para meninas das
escolas.
Bengallinhas para meninos.
Suspensorios para meninos.
Lindas touquinhas e sapatinhos ricamen-
te enteitados proprios para baptisados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Muito boas escovas para den tes, chapos-
roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes.
Superior liabas para crochet.
Agulbas para o mesmo fim.
Lindos agulheiros e dedaes de madrepe-
rola e marfim, assim como de metal.
Lindas guaraices de botoes, para colotes,
pnnhos e colerinhos.
Ricas capellas para Doivas.
Meias de seda para senhoras.
Superiores thesouras para unhas, costura
e cortar cabello, etc., etc.
Suspensorios de seda para homem.
Ditos de algodo para homem e meninos.
Finos adereqos pretos para luto.
Grande sortimento de finas perfumaras
dos melhores fabricantes at hoje conbe-
cidos.
Grande sortimento de fitas de todas as
qualidades.
E muitos outros onjectos que impossivel
seria menciona-los e que se encontrarlo na
loja do Vigilante, roa do Grespo n. 1.
ATTEiMJiO
No armazem de fazendas de
Santos Coelhot ra do Quei-
mado n 19.
Bom e barato
Cambraia de eres matisadas finissimas a
800 a vara.
dem brancas transparentes finas de 45,
55000, 65, 75, 85 e 95000 a pe5a com 1Q
jardas.
dem branca tapada de 85 e 95 a peca
com 12 jardas.
dem branca franceza muito larga a 95 a
peca com 8 varas.
Baloes de 35 e 40 arcos nesgados para
senboras, a 45500.
dem de 35 e 40 arcos com ferrogem 4t
25500. *
dem de mursulina nesgados a 55.
dem de crochet a 55-
Idem de mursulina para meninas a 35 e
35500.
Saias bordadas a 55.
Cambraias admascadas para cortinado a
425 a peca com 20 varas.
dem para forro a 35 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linho muito fina de 65 e 95 a
vara.
Madapoloes finos de 65, 75, 85, 95,105,
115 e 125 a peca.
Platilha de algodo superior fazenda para
saias a 35200 a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas de ramageni 25600,
Lences de bamburgo fino a 2540o.
dem de bramante moito fino a 35<*o.
Pannos adamascados para cobnr mesa a
45500.
Guarda napes de linho adamascados a...
35500 a duzia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 25 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 25 a vara.
Algodo enfestado com a mestra largura
a 15100 a vara.
dem trancado de algodo a l?y ui. vara.
Toalhas alcochoadas de linho lisas a 115
a duzia.
dem de algodo felpudas a 135 c 145
a duzia.
Colchas de fusto a 65000.
Retondes de lil preto a 65.
Chales de fil a 55.
Lencos de cambraia brancos finos a 15800,
25 e 25500 a duzia.
Lencos de cassa finissimos 32Q0 e
3560u a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 15000 a vara.
Grosdenaples preto bom a 15800 e 25
o covado.
Morantiqoe preto superior a 25800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 800 rs, a
vara.
Bramante" de linho com 10 palmes de Lr--
gura a 25500 a vara.
dem de linho com 5 palmos a 15200 a
vara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Rquissimos basquios a 255CO0.
Assim como outras muitas fazendas que
se vende por menos que em ouira qualquer
parte, e d-se amostras de tudo,
Cintos pretos
e de atrs cores, com fia jas
detf-
drilhos brancos e pret s.
A aguia branca, na rna do Quelmado n. 8, r bea deses modernos cintos deponas. cob> fran-
jas de vidrilhos brancos e pretos; rampan-cam.
pois; os pretendentes, qae acbaro soitinento a
contento.
GRANDE BAZAR
RA NOVA N. :0 E 22
Chocolate de Desbrfere
purgativo de magnesia.
E' o chocolate de desbriere o me>hnr Batearte
at agora conbecido e de grande areiugi *n. Pa-
ris, onde tem sido mnito applicado no tv^i.itat
Hotel Dien pelos professores Tronsseau e Pidno
com o melbor resallado.
Por sna aegao lazante purga sem fa sur n mi.
mago e os intestinos, e aprsenla optim.is resulta,
dos como dorivatlvo, abrovente, aothveraosp, re-
frescante e deparativo.
Deposito especial
34Rna larga do Rosadlo34
Botica de Bartholomeu & C
Vende-se orna casa na novoac. dn Ba-roi
com mnitos commodos, do lado don., pnpriQ
para passar a festa : a tratar na travessa do Ca-
rioca n. 2 (caes do Ramos).
Machinas para descarocar algodao. do me.
Ihor autor que tem apparecido ua America?
E' tal a execucao do machinismo, que o al
godio sahe quasi lo perfeito como o de bu"
landeira. Recommenda-se a atten5o dos
Srs. agricultores, estas machina.
qoer negocio, e a cas oSerece boW ceflUBOdos
a tratar na roa das Crtue* o. 37.
ILEGIVEL
Gomma de mandioca,
Desembarcada hontem, nova e de superior qaa-
iidade, vende-se por preco commodo; na roa Vina-
rio n. 27 primeiro ander.
Vende-se
No trapiche Bario do Livramenlo, no Forte do Ma-
tos n. 15, cootiDui-se a vender saccas com farinba
de mandioca aos precos de 35500 a 5000, sendo
a deste nltimo preco farinba maito especial, a ella
antes qae se acabe. '
lera de canaaba,
e velas de carnauba, no armazem doAnnes.de-
oonte de alfandega. No mesmo se vende um bra-
cr de batanea proprio para armaiem.
Piano,
Vende-se am bom plano forte de tres cordas: a
tr.tar na rna da Imperatrii n. 60, loja.
Cineato
Veae-se elmento Portland: bo armaiem de
Vicente Ftrreira da Cosa & Filbe, roa 4a Madje
de Dos n. 22,_______________'
Na roa do Rangel n. 33 vende-se am escra-
vo da 17 annos, proprio para criado on boleeiro
preto, de boa eeatora.
Collares Royer
Oh Anodinos elctricos masrnftticos
Deposito acreditad
Loja da aguia branca roa do Quemado n 8 '
Apregoar ainda os prodigiosos effeitos rtr-g
Collares Royer j nao ensinar ou querer
introduzir novidades, porque a toma de Ma
efficacia tem-se tanto estendido, e os seus*
fehzes resultados a tal altura elevado, qu
hoje rara a pessoa que por experiei ii *
propria, ou por intermedio de seus anima
e parentes, ignore ou desconhea as virtu-
des desses sempre apreciaveis collares
Royer.
A aguia branca porm se gloria de conecr-
rer para um tao justo fim, se nao por ou-
Iro modo ao menos por ter sempre, e cons-
tantemente um completo sortimento desses
collares magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das enancas.
Resta anda que os senh#es pas de fa-
ma se facam convencer (de que conven
oao esperar que as criancas sejam ataca-'as
do mal, e por isso necessario ou coi.ve-
nienle que com antecedencia se d.it^ na
enanca um desses collares para assim estar
ella conservada das convaleces se coi.tar
Uvre dos rigores da denUcao.
A agaia branca roa do Qneimado n. 8
continua a receber por todos os va i.rea
francezes a quantidade que ha cnotrau.to e
por isso acha-se ella sempre provida oos ver-
daderos collares Royer eletricos magn-
ticos.
Loja
DAS
Bastas
Vaquetas de lustre proprias psra cobortts da
carros, mnito novas e da melbor qualidade pos-
Ca*ia wT" ** Pr65M m M ni *
Cae"LilboS
No armaiem do caes da alfandega 5 ba par
superior cal nova, mansa TM, rhPrai ba
poringueza tiratiddo, a prf 50 d
vender
dias na baria
m barril.
x<



I ario 4c rtrutmhmtm Htitst feira 4c rO_bro 4c
__ __. ... -, -- ----
1867.
S +
RA DAS CINCO PONTAS N. 86
A GRANDE ARMAZEM
DUAS
DAS
Sempre barato
Ao respeitavel publico pernambncano peder
y
.
Ingleza flor a 14, a libra e a 5oo rs. soflrivel e propria para tempero a 32o rs
dem franceza a 56o rs. a libra.
Cha
De primeira qnalidade a 208oo e proprio para negocio IA600 a libra.
Biseoltos
Iolezes pearl, nic-nac, oval, cracnel, e outros soperiores a IjMoo a lata.
FlgOS
A 24o res a libra.
G ominas
De milbo branco a 4oo reis a libra, de ararula verdadeira propria para alimen-
tar criancas a 5oo reis a libra e caxinhas com i libras por menos, gomma do Maranhao
a 16* rs. e tapioca sag a 24o a libra.
Chocolate
Superior a 14, a libra. |
DOCCS
De goiaba em latas a l#5oo em caixa de 4 libras; moito fino a i;58*o, em catxoes
de 2 libras a 5oo e 32o.
w" 1 PeUe
Em latas a looo reis a libra, sortido em quididades.
Ostras
America a 800 rs. a lata.
Baldes c Tasseura*
Americanas a 800 reis cada peca.
Touelnho
De Lisboa a 320 reis a libra;
Tomates
Em latas a 600 rs.
sal
Refinado em lindos postes por 5oo rs.
nirslis de Wasser
A 2#ooo a garafa.
Vermouth e JLbssntho
Al5oo a arrafa.-
Bltter
A "000 a garrafa.
De Lordeaux superior, Saint Estepbe, Saint Julien, Saint Emw a 70000 a duza
e 64o rs. a garrafa.
Vlnho
Do Porto fino a 14#ooo a duzia e I#5oo a garrafa e magnifico tamhem em bar-
r a 800 a garrafa.
i iuque do Porto
Aclamado e outras marcas a 9oo rs. a garrafa e loa a duzia.
viuho da Figuelra *
O que ba de melhor a 4)9, a caada de Lisboa a 3$ e 44.a garrafa.
Vinagre l
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa.
Farello de Lisboa
Saceos com 9o libras a 45oo.
Cerveja
Franceza em gigos de urna duzia a 6$.
Ingleza
Bass verdadeira a. T. e Yictoria e Alssop a 5oo reisa garrafa
INJECTION BROU
Attengo
Manteiga ingleza
320, 500,800 e 10 s no armazem se acha vista.
Manteiga franceza
em linras 560 e 640, em barris se far differenca.
Banha de porco
em libras 320 e 380, em porcJo se far differenca.
Fructas
em calda Pera, Pecego, Rainha Claudia, Alperxe e ontras muitas 500 e 640 a lata.
Errllhas
Portuguezas 640, francezas 900.
Fumo
em latas do Para e de albaneque, lata 14 e 14200.
omina de mllho
em pacotes, dita da trra 100 e 200 a libra.
Viuho ,.,
de Bordeara em caixa a duzia 54, garrafa 500, dito de 84 a duzia, 800 a garrafa, ano a
144 a duzia, 14200 a garrafa, dito do Porto a 84,124,184, 244, caixas de duzia, assim
como flgoeira caada 30500 e 44, puro J A A Lisboa 2800, 34 e 34500 a quahdade
convida.
Caz
em tata de 5 galas e mais pequeas a vontade do comprador, em garrafa-
Alpiste
140 e i? 0 a libra* painco a 100 a libra..
Azelte
em garrafas a 800 e 14.
CHARUTOS
em caixa de 50 por 10, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
da ExposicSo caixa 54, ditos de Regala caixas com 100 a 24500 e outras muitas marcas
que s na presenca dos compradores.
PREZUNTOS
de lamego em barril, ditos de fiambre o melbor que ba no mercado por prego que faz
admirar! i
DOCE DE GOIABA .
caixoes de 560 fino, ditos de 14500 que parece marmellada, dito em latas muito fina
qualidade a 14200.
BOCETAS
com doce secco a 14 e 24.
QUEOS
do Alentejo em latas ebegado pelo vapor Oneida, ditosFjmengos e Pratos dos mais novos
que ha no mercado. '
AZEITONAS

. HjclcBlca lataUlrel r frocruiin, ibtoluuutal a bus* que _
111 priaapae boeu a aado. (KxJflr ImBbbIII l aaaj. (M_ 4a
a amala* >>. IibUtiI Int. MI.
UB mUto. Teode-M
aMhSM
iliriin
IMIIMM
**_ BM BBB* B_ *_ BB B_ B_
PREPARAQOES FERREAS-6.I1(_
APPR0VAD1S PILA ACADEMIA DE HBDICltU
DE BRIN DU BUISSON
PkarBCBtb, ktmd* pela academia de lnfieiu de Para


0 eminente professor Troussba, aa ultima ediclo de sen Tratado de Thera-
peutica t Materia medica, reconhece qae os ferruginosos simples sao muitas
veces inefficazes para curar as molestias que tcem por causa o empobrec meato
do sasgue. Muitos mdicos dos mais distinctos attribuem esse m o xito a auscucia,
n'essas preparacSes, do memganett, que se acha no sangue, como o tem recoubscido
es chimicos os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro. '
E' pois, prestar-se um verdadeiro servico aos SrM Mdicos, o cbamar-se sa attencSo
sobre as preparacCes seguintes.
Io P/w fflPPPS manffflninfi dano mmediatamente urna agua, acidulada,
I ICriCOS IIlollgdlHCUo gaZ0za, agradavel, substituido com vantagem
e economa as aguas miueraes ferruginosas.
2 Pillas e Jarope de iodureto de ferro e de mangaiiese inalteraveis
tonteado cada ama cinco centigramos de iodureto de ferro manganico indicadas
particularmente as molestias lymphacas, escrofulosas, e as chamadas ca-
trosas e tuberculosa*.
Io Imm de helato de ferro e e niara \ ZffS&giT
i PbIis de carbonato fem manganico J &TSfi&FZ
alternar estas duas preparaoSet di os melbores reeditados.
O lucin di Bniaara desecando obter a adhesio completa do publico me&ea a
cerca do valor de suas preparacoes, previne qte elle as pon gratuitamente a su
dispoaic*o, dirigendo-se;
So Pernembvcc, a sen agente geral, Msmrer O, pharmacetrticos, na Hora.
mu\Gii.
DE
Joaquim de Almeida tinto
jurubeba contra o ingorgi
lamento do figado e do baga.
Em extracto alcoollco, emplas-
tro, oleo, tintura, ptalas,
xarope e vlnho
A jnrubeba ama das substancias medi-
camentosas qne pertencem ao reino vege-
tal, e pertence a classe dos'tonicos e desobs-
tmentes, sendo empregada com vantagem
contra as febres intermitentes acompaohadas
de engo gttamento de figado e de baco. Ella
tem sido apphcada com incontestarel pro-
veito contra a anemia ou chlorose, e hydro-
pbesia, catharro da bexiga, e mesmo para
combater a menstruacao difcil, resaltante
da mesma anemia ou chlorose;
Deposilos geraes
Em Pernambuco, ra larga do Rosario
n. 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
Durado, Rio Grande do Sui, em casa dos
Srs, Casc3o & C, Macei, pharmacia do Sr.
Claudino, no Havre, pharmacia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, na pharmacia do Sr. Feij.
Francisco Jos Germann
|RUA NOVA N. 21,
acaba de receber om lindo e magnifico wr
timento de ocolos, lanetos, binocnloc, do al
timo e mais aparado gosto da Europa ocn
tos de alcance para observares e;para t
martimos._____________________^
Fundiyo dAurora em
Santo Amaro
Completo sortimentc de taixas batidas e fundi-
das, alambiques de todos os tamanbos e fondos da
ditos, moendas de todos os tamanbos de superior
qualidade, crlvos e boceas de fornalba, o qne lado
se vende por commodo prego.
Aos agricultores
Sannders Brotbers & C acabara de receber da
Lnerpool vapores de torga de 3 a 4 eavallos com
todos os perteoces e moi proprios para faxer mo-
ver machinas de descarocar algodo, podendo ca-
da vapor trabalbar at com 140 serras, tambem
servem para enfardar slgodo ou para outro qual-
qaer servigo em que asam trabalhar com animaos.
O mesmos tambem tem a venda macbidas ame-
ricanas da 38 a 40 serna : os pretendemos dri-
am-se ao largo do Corpo Santo n. 11.________
Vapores.-
Vende-seem casa de Sannders Brotbers & (1,
o largo do Corpo Santo n. II, vaporas patentes
om todos os pertences proprios para fazer mover
es on quatro machinas para desearocar algodio
de elvas como no mercado nao temos a 1$ a lata, em barris do Porto a 1 5 como nao ba
melhor.
Sedas largas

Lieaq


Em liquidatfo.
al
w
I
JL
xniL
Yende-se na pharmacia de P. Maarer &C raa Nova.
ITOGOSTO
Variado sortimanto de modernos chapeos e cbapelinas de seda, de fil e de palha de Italia,
'.ra ssnhora e menina.
Soperiores tiras, bordadinbos e entre melos bordados em cambraia tapada e transparente.
Na leja das columnas a ra do Crespo n. 13
, E
Antonio Correia de Vasconcellos & Companhia.
rovo DEPOSITO
Pia i)ESCAROCAR ALGODO
Manoel Bento de Oliveira Braga.
53Rna Dlrelta n.53
Neste estabelecimento se encontrarlo a
verdadeiras machinas americanas chegadas ltima-
mente, as quaes sao feitas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas que precisarem comprar, de sa dirigir a este
estabelecimento que compraro das mais perfeitas
neste genero, assim como mais barato do que em
oatra qualquer parte, por isso qne se recebe por
costa propria, bem como caos de chambo e moi-
nhos par* moer milha, e grandosorttmento defer-
rageds e miudezas em grosso e a retalho.
Facas de cabo branco do meto balanco a'i(J
a doa, limas finas de todos os lmannos proprias
do trabalho de escultura.
O proprietario destes doas estabelecimen-
tos tendo muita fazenda em ser e desojando
liquidar para vender mais barato que pos-
sivel na raa da Imperatriz lojas e armazens
da Arara, ns. 56 e 72.
Alpacas admascadas para vestidos de senho-
ras 500 e 720 rs.
Vende-se alpacas de assento branco com
listas e flores lisa e admascadas proprias
para vestidos de senhoras a 500, 720 e 800
rs. o covado ra da Imperatriz lojas da Ara-
ra, ns. 56 e 72.
Ditos 160 o covadfl.
Vende-se ditos em retalhos a 160 rsro
covado, ditos em pe?a a 200 rs. o covado:
retalhos de caca preta a 120 o covado: re-
talhos de ca^a de cores a 200, 240, rs. o co-
vado : retalhos de lasinhas a 160, 200 240
rs. o covado: raa da Imperatriz lojas da
Arara ns. 56 e 72.
Brim pardo transado a 560 rs. a vara:
Vende-se brim pardo com peqneno toque
de mofo a 560, 640 rs. o covado: raa da
Imperatriz lojas ns. 56 e 72.
Laazinhas a 200 o covado.
Vende-se ISasinhas para vestidos de se-
nbora a 200, 240, 280, 320, 340 e 400 rs.
o covado : na ra da Imperatriz lojas da Ara-
ra n. 56 e 72.
Chitas francezas largas a 240 rs. o covado.
Vende-se chitas francezas largas a 240,
280, 320 e 400 rs. o covado: ra da Im-
peratriz lojas da Arara n. 56 e 72.
Mosambique a 400 rs. o covado.
Vende-se mosambique com palmas de se-
das para vestidos de senhoras, a 400 rs. o
covado: e vareja de listas para vestidos de
senhoras, a 280,320 rs. o covado.
Sedas escosseza com quadros para vestidos
de senhoras, a 280 320 rs. o covado: roa
da Imperatriz lojas da Arara ns, 56 e 72.
Arara vende as saias 3(J500.
Vende-se saias bordadas para senhora a
3(^500,4, 6$ e 7, saia balo ou crinolinas
de arcos a 2, 2)51500 30 e 35500: roa da
Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
As sedas da Arara 1.
Vende-se sedas de quadrinhos e com lis-
tas a i#, 1200, 10600, 1)51800 e 20, o co-
vado : pupelinas de seda com palmas saltos
para senhora a 10600 e 10800, grosdenaples
de cOres a 10800 e 20, dito preto a 10600,
10800 e 20: raa da Imperatriz lojas da Ara-
ra ns. 56 e 72.
Roupa feita nacional.
Vende-se calcas de casimira a 50, 60 e
80, pretas ditas de meia casimira a 10600
e 30, ditas de brim pardo a 10600, 20400
e 20500; ditas brancas de linho a 30500,
40 e50: palitots de casimira preta e de co-
res a 50, 60, 80 e 100; palitots de meia
casimira a 30, 30500 e 40: palitots de al-
paca de cores e branca a 30500 e 40: palitots
de brim decores a 20500, 30 e 20: serou-
de algodaosinho de lioho a 10600, 20,....
20500: roa da Imperatriz lojas da Arara
ns. 56 e 72.
Organdis de cores a 640 rs. a vara.
Vende-se cassa organdis de cores a 640
e 720 a vara : talataoa de cores a 800 rs. a
vara: raa da Imperatriz lojas da Arara ns.
56 e 72.
Madapolao a 40000 a peca. '
Vende-se pecas de madapolao com 20 va-
ras a 40, 50, 60, 70, 80 e 100: ra da
Imperatriz loja da Arara ns. 56 e 72.
Casimira emfestada a 10 o covado.
Vende-se casimira eofeslada de duas lar-
guras a 10, 10600 e 30 o covado panno fi-
no preto a 10600, 20, 20500, 30 e 40: ra
da Imperatriz lojas daArara ns. 56 e 72.
Algodaosinho a 30 e 40 a pe?a.
Vende-se algodSosinho a pecas.de 30, 40,
50, 60 e 70 a peca ra da Imperatriz lojas
da Arara os 56 e 72.
Bramante a 20&OO a vara.
Vende-se bramante de 10 palmos de lar-
gura a 20400 e 20500 1 vara: ra da Im-
peratriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Algod5o enfestado a 10 a vara.
Vende-se algodao enfestado de duas lar-
guras a 10 a vara dito transado 10280 a va-
ra : ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56
e72.
Cassa franceza a 240 rs. o covado.
Vende-se cassas de cores para vestidos a
240, 280 e 320 o covado, vendes-se cortes
de cambraia decores e com barras a 20500,
30 e 30500: s as lojas da Arara, ra da
Imperatriz ns. 56 e 72.
Cortes de la de 14 covados a 30.
Vende-se cortes de laa para vestidos de
senhora com 14 covados o 30, 30500, 40,
40500 e 50, vndese corles de calcas para
homem a 800, 10, 10200 e 10600, colari-
nhos de linho para homem 400 e 5C0, ditos
de papel a 500 rs. a duzia, golnhas para
senhora a 200 e 320 rs. por estes precos as
lojas e armazens da Arara, ra da Impera
triz ns. 56 e 72.
Alp?
TRATA MENT CHA BLE, de PARS
Medico especial, conBultac6ea, ao, ra Vlvlenna '
AVISO AOS DOENTES. SS-'t?"T^rr M m ***- de
Mo mm ta-
rado, tomei Co-
beba, Copatiiba
sob todas as
furmasem opia-
to, capsulas,
confeitos, ttnho
_ o ptom3o Ber-
diJu e oio estou corado? Usci c abusri de umsgrande numero de ihjkc^aoes, fu* areteodeis
curar em das, estou anda mais doentes. "
U/% MAIS SO VWOS
iic curo radicalmente sem recahida, Corrtmtntos, Relaxagao io canal, Catarreo i* torta,
criai ttmmati, curando primeira a causa virulenta inOammatoria d'essai doeofas sexMes,
cun algums vidros do uieu dbpcrati\ o do sakgtjb para parar essas affecoees, seccar o
canal e lhe tomar a darsua regidez deupara acabar meu exclfente xahopb ao citbato de
fbbbo et minna injeccao. A Aira radical, a unhobju para os fluxui braacoa, tegucni
o mesmo trata mate. (Vejase a noticia explicativa.)
40.000 DOENTES CURADOS
Verdadairo tratamento depuratito do autue. Ai herpe* ae mais mweMrada, armaeooi,
pnirido*, rui, ckaaai e affeootet venreas, humores, e todas asdoencas te Kerao a Barcia
do sanne sto curadas em pouco tenpo por meu XAatora dipcbativo do Anco meas
banbm mimimh, BtluaM PibOtAJ bbpcbativas o Baiab* Pommaia anti-babtbosa
Tj>-M a auBorra e tratarle, k aotleia que se da frata a* deposito do -
meato. Eat* oaOallooU tratuseoto lio cobUsb BtorcaridV Ha uerioridadt asa mi
o ha bbw a* cata ae poau catM en aoreseaaar tetas attettaes d* tura.
*. etemUev* o itmter CkMt per rretp Voode-se pa rea Nora n. 25, pharmacia franceza de
P. MAURER & C.
BMdka-

A 24 o covado
So na leja do pavao.
Tendem-se moderoisslmas sedas com largura
de cuita franceza, sendo com padrdes modernos,
tendo entre ellas cores proprias para qnem est de
lato : vende-se pelo barato prego de 2 o covado :
grande pecbincha : na loja e armazem do Pavao,
roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Cortes brancos
A 500 rs.
Vende-se bonitos cortes de cambraia branca com
bonitas barras bordadas e tendo tambem algaras
cora* bonitas barras de cores ; vndese pelo bara-
to prego de 5*, na loja e armazem do Pavo, roa
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
acas de cores
ASOOrs.
Cbegaram as mais bonitas alpacas de cores para
vestidos com desen'ios miados e graudos, tendo
largura de chita franceza, e vende-se pelo barato
prego de 500 rs. cada covado ; grande pecbin-
cba : na toja e armazem do Pavo, ra da Impe-
ratriz 60, de Gama & Silva.
Bramaste a 2$.
Vende-se superior bramante de linho alvo com
16 palmos de largura, pelo barato prego de 2f a
vara : na loja e armazem do Pavao, ra da Impe-
ratriz n. 60, de Gima & Silva.
Algole avadado
Vende se pegas de algodo largo muilo encorpa-
do, pele barato prego de 5500 a pega : na loja e
armazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Retalhos
Vender urna porgao de retalhos de chitas e ca-
gas pretas, por prego barato, na loja e armazem do
Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Sedas a 320 rs. o covado
Vende se um bonito sortlmenlo de sedas de listas
que sempre se venderam por muito mais dinheiro
e liqaidam-se pelo baratissimo prego de 320 rs. o
covado, s para acabar : na loja e armazem do Pa-
vo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Aviso agradavel.
Sonza cares & IrmSo.
Ra Nova n. 28.
Vendem :
Lianas muito superiores em novellos sortida a
24000 e 24500 a libra.
Dita mais inferior a 14200 e 14300.
Dita do gaz, preta, branca e de cores, em cai-
xas de 40 novellos, 800 reis.
Dita em caixas de 50 novellos, branca, a 7
reis.
Dita em caixas de 10 novellos grandes, a 540
reis.
Dita branca e preta, em cartoes, a 160 reis a
duzia.
Dita de Alexandre, carros 200 jardas, a 14200
a dazia.
Dita em carros, com 80 jardas, a 360 reis a
duzia.
Agulhas de fundo dourado muito Qnas, caixa a
220 reis.
Ditas inglezas, sortidas, milheiro 700 res.
Grampas com cabega de vidro, duzia a 160
reis.
Ditas lizas e crespas, mago 30 e 60 reis.
Colxete em caixinbas, dazia 640 reis.
Dito em cartoes, dazia 600 e 900 res.
Espoletas verdadeiras, B B, caixa 100 reis.
AlQoetes em cartas grandes a 140 reis.
Ditos em cartas menores, 100 reis.
Ditos em caixas cora meia libra, 320 rei?.
Botoes de madreperoia para camisa, grosa
e 580reis.
Ditos de osso para caiga, grasa 200 res.
Ditos de louga, grosa 160 e 220 reis.
Ditos de moedinba para punhos, a 14600 res
Pentes para alizar, duzia 14100, 24200 e 34000
rajo
Ditos muito superiores para bixos, duzia 24000
rajo
Ditos para ce, duzia 14300,14800, 24400 e
34400 reis. ,
Phosforos de cera muito superiores, duzia de
eaixinhas 320 reis.
Baralbos francezes muito fiaos, 200 res.
Ditos porluguezes muito boas a 120 e 160 reis.
Espelbos em quadro dourado a 120.
Trangas lizas e de caracol, pega a 40 50 e 60
reis.
Fita de la para debrnm, vara 100 reis.
Dita de algodo branca, pega 240 reis.
DJt de linho, pega 40 reis.
La de todas as cores para bordar, libra o^wu
reis.
Garanta-te cinceridade e baratisslmjs pregos
RA OVA N. 28.
:kBi-gadia
PharmacIa especial noinco-^
pathica do Dr. sabino 0/
JL. Piano.
Cha de is sorte para uso das
pessoas que se tratara homeopathi-
camente.
Vende-se em pacotes de libra a
30200 rs.
Ra Nova n. 43.
YERDADEIRQ LE ROY
di SIC.iaatT, DocUur-WtdKn
Ru de Saina, 51. & PaUo.
BBUntwWlt-
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que Irrao mr.i 'H^'r,-:ji, ii4ttlft.''i,-.^ ^r-rm-
reilti coiu o mlk iii'UIU 5n t i. -iw j
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DOCTEUK-MEIOEC;''"'5^-^
B PHArtf-UClEN
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I JCi-l!.i
- I- Deposito na pharmacia deP. Maurer t
C. em Pernamboco.________________
XAROPE DEPURATIVO
DE CASCA DE LARANJAS AMARGAS
COM IODURETO DE POTASS10
DE
J.P. Laroze.
pharmaceutico em Paris
O iodureto de potassio um verdadeiro al-
terante, um depurador de incontestavel efi-
cacia; combinado com o xarope de casca de
laranjas amargas, aturado sem pertubaco
aguma pelos temperamentos os mais traeos,
sem alterar as funeces do estomago. As da-
se mathematicas que elle contem permittem
aos mdicos de receital-o para todas as com-
pleicSe, as affecfes escrofulosas, tubercu-
losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'isso, o agente o
mais poderoso contra as doencas rheumaticas.
Deposito em todas as pharmacias e casas de
' drogaras no Brasil.
Expedicoes, em casa de J. P. Laroze, roe
des Lions-St-Paul, 2, Paris.
A' venda na pharmacia de P. Maurer 4.
C", ra Nova n. 25. ________
Iparis, 36, Rea Vivienne, IV
CHABLEMCDECtNSPCIAl
HA.S I.NFI RMlUailAM IHCS Sext.AIiS, AS AKFEO
COKS WT v *r.A F. A ^TEBAgOES DO SANGUK.
30.000 curas das impingent,
^ pxntuta* herpes sarna.
460
. ; -;>
- ..... i
Gal de Lisboa
Venie-se no armazem de David Ferreira Bal-
tar ra do Brnm n. 66.
Madcira de sicupira.
Vendem-ae 5S paos de sicupira, que sei acham
depositados no estaleiro do Sr. io Rodrteoe. na raa do Brom, onde podem ser ex*-
minados pelos pretndanles; a tratar na iweasa
da Madre de Peo o- H-______________
J- Veode-se om preto possante e mogo : na raa
rardoRanielD.o/ootroca-w por nm que sej
eoilaheiro.
r~-,""T,
: ce, ar: imoma, e irr*oex,icin>as Unsanguej
rime. altrnente do san-
\.-", -..t.; m.irnr>l. H--|">ruliraa
...... ---, , Hr Mimmia. . - cciiaa.
-- ",'' i -',- \nr...Ci.tractOi!'erra
" CIIAHI.K. n.raoin.a-
ii.fiiatqu^r >' 'i Coa,
I :'',
i -. r:.n bentgna -IIS-
..'.. ..... .
-*-...m -.--: uuIh *iftta'* .'^ ni irs aiaai
-' >A 'i-- -'iTICA
* .'.'- ..... rnn.
'-'-,-,
'-'
r'.U* l't'iCJ
i 'M?rrp t 1>>' fi- >>!-
......... s- ,..i :>tcii*
li ... .,-. .|. .'. -|.r I-' ':>lil.F.T.
--la* '?v!--a:ev~ t9~
A venda na pharmacia de P. Maarer 9
e C, em Pernambuco.
GAZ GAZ GaZ ""
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster S
C., roa do Imperador, om carregamento de gaz de
primeira qualidade,o quai se vende em partidas
1 retalho por meos prego do que em ouir* quai
juer parte.
Farinha superior
Tem para vender Antonio Lalz de Oliveira Azt
vedo & G., no sea escriptorio, roa da Croz n. 57.
Para as excellentissimas
senhoras.
A loja do Passo acaba de receber nm grande a
variad Mimo sortimento de basqulnes de seda rica-
ment enWtadose do melhor gosto que sa poda
noontrar estes baaquines se tornara mmlo re-
eoramendaveis n5o s pela sua boa qnalidade,
eomo Dorserem de gastos inteiramente novos, pois
diz o correspondente do Passo que foram os melbo-
res que se apresentaram na Exposigo Universal
de Paris a vista desta recommendagio muito da
snppflr 'que ditos basquines devam agradar, e as
exeeHeatiasimas senhoras que precisarem, nao po-
derlo encontrar oecaslao melhor para eseolher a
comprar, pois tem pregos tao raseayeis de 20^ a
40t, conforme sua qoalidade, isto s na loja do
Pasw ra do Crespo n. 7 A, esquina do Impe-
rador.
Vi
\
I
k.
Vende se por 800*1 ama preta cnoulal da v,
meia Idade, eosinha, lava a engomma e muito boa
quitandeira: 1 tratar na ro 4o Brnm n. 86, fan-
aigio.



ILEGIVEL


lar lo de Str Bambuco Sexta feira de cccainftro de 1867.
i
II
(+*
l

!.'
'
; [
A Agola bramca.
Antes de avisar a so boa fresneda da qae de
Doto ha recebido, vai primeiro dirigir seas cum-
primentos e agradecimentos ao bello Viado braneo
pelas maoeiras agrada veis eom que ella a ba (raudo,
assim eamprindo esse dever, deteja Ibe tatabem
qae a par da continuaco da ana robusta teaha
crescido augmente de bou freguexes, e maia qae
com aquella ligeireza da qae dispfeti U we-se da
pontana d'aqaetles qae a pretexto de amostra le-
vam os objectos, e pelas sais Immensas oecnpacSes
cao voltam mals.
Ja v, pois, o bello Viada braneo qae aagaia
aprecia o seo bondoso tratamento, e Ibe dsela na
feliz porvir. Assim dito e felto, val a agnia bran-
ca satlsfazer a sna boa fregnezia, pela obrigaco
em qae esta* de continuamente sclentiQc* la do
que de novo receben, pelo que avisa-a, de qne aca-
ba de chegar para a loja d'agola branca, a rna do
Queimado n. 8; o segninte :
Coques novos de Unios e variados moldes.
Enfeites moderaos e bonitos para senhoras.
Cintos de pontas enfeitados com vidriinos.
Cordoes grossos, pretos e de cores com vidrilbos
para enfeites de vestidos.
Trancas pretas e de ontras cores, tambera com vi-
drilbos para o mesmo fim.
Guarniros pretas para basqnlnes, vestidos etc.
Trancas e galoes de seda para o mesmo.
Dita dita de lia e algodo.
Fitas de velludo de cores, lisas e chamalotadas.
Bicos de seda.
Fitas de borracha {Tara ciatos.
Ligas de seda para senborai e meninas.
ntremelos e babadinhos bordados.
Golliuhas e pannos bordados para senborai.
Collernhos para horneas.
Abotoaduras de diversas qualidades e precos para
colotes.
Ditas ditas ditas para punhos.
Bonitas correnles pretas para reloglos.
Aguia Branca a' ra do Queimado b. 8, re-
ceben :
Caixinhas com dons baralhos francezes, de colo-
ridos unos, entermeados com donrados, papel en-
corpado, lnstrpso e opaco, obra multo boa.
Ditas com lentos de osso, marflm e madreperola
para voltarete.
Pentei de marfim com chapa e sem ella, para
limpar caspas e tirar bichos.
Ditos unos d'osso e tartaruga para o mesmj
fim.
Ditos de osse baleia e trtaroga para desemba-
rcar.
Ditos, de ditas dita para barba.
Ocnlos de peneira para qaem soOre da vista.
Ontros de differentes graos e cores, com arma-
res d'aco fino.
Ontros tambem de armaco fina, vidraga de co-
res.
Lonetos ou pincenez com armagSo e ac, bu-
falo e tartaruga, vidros brancos e de cores.
Eavelopes pequeos bordados.
Dito ditos opacos e grandes para offlcios.
Frasquinbos com superior tinta carmim.
Stereoscopos e vistas.
Acaba de chegar am nevo sortimento e conti-
nuara a serem vendidos por piecos commodos.
Helas
Pretas de la e lala para padres.
Brancas de la para homens e senhoras.
Ditas de borracha para qaem soffre Inxacio as
pernas.
Barretos ou carapuga? brancas de algodo.
Essencia de ail, e bolas de dito para en-
gommado.
Vendem-se na loja d'agaia branca, na rna do
Queimado n. 8, sendo a essencia em frasqainbos a
500 rs., e as bolas a 60 rs.
Lencos de cambraia brancos e de cores com
barras de cores fixas
J nao a prlmeira vez qae a aguia branca ven-
de desses lengos da marca BBB, isto bons, bo-
nitos e baratos, por sso approveltem todos essa
nova occasio de se proverem desses sempre pre-
cisos lengos, caja eommoidade de prego anima a
fazer-se o gasto ; costana elles 35600 a dnzia, e os
pequeos para meninos a 80Q rs. a dnzia. Quem
se dirigir a loja d'agaia branca na ra do Qnei-
mado o. 8, conhecera' qne taes lengos tem as qoa-
lidades cima ditas.
Novo sortimento de albuns de 50 a 200
retratos.
Vendem-se sempre por pregos commodos; na
ra do Queimado, loja d'agaia branca n. 8.
Bolas de oorracha para brin-
qiicdos.
"Vendsm se na ra do Queimado loja da aguia
branca o. 8.
CarreeSs de retroz para raa
chiuas.
Vendem-se na rna do Queimado loja da agnia
branca n. 8.
Papel paquete.
Vende se na rna do Queimado loja da agola
ranea n. 8.
A Agnia Branca ra do Queimado n. 8,
recebeu de novo os seguintes objectos e
est vendendo-as por precos rasoaveis.
Modernas fivellas.
' Modernas fivellas de madreperola, lavra-
das e lisas, guarnecidas com enfeites de
prata dourada, vendem-se na loja d'Aguia
Branca ra do Queimado n. 8.
Leques
todos de sndalo, outros todos de sndalo
com bonitos desenbos que representam qoa-
ico vista, outros de sndalo e seda, outros
de faia tambem com desenbos que formara
qnatro vistas; vendem-se na loja d'Agaia
Branca, ra do Queimado n. 8.
Luvas finas X
de camursa, brancas e amarellas: vendem-
se na loja da Aguia Branca ra do Quei-
mado n. 8.
Latas com banbafina
vendem-se na loja da Aguia Branca, ra
do Queimado n 8.
Chapelinas modernas,
enfeites de flores, capellas finas para noivas,
ditas brancas e cor de rosa para meninas,
calxos e ramos de flores finas e botoes de
rosa de diversos tamanhos : na Aguia Bran-
ca ra do Queimado n. 8.
Meias finas para meninos.
A Aguia Branca ra do Queimado n. 8,
recebeu meias mui finas para meninos, e
est vendendo as de cores a 5000 duzia,
brancas a 50500 e cruas a 600O.
Trancas de vidrilhos, brancas e pretas, lar-
gas e estreitas.
A Aguia Branca a ra do Queimado o. 8,
recebeu novo sortimento das trancas cima
ditas, e como sempre vende-as por precos
commodos.
Fitas novas
para eartas da hachareis e a irmandade do
Bom Conselho.
A Agola-Brane?, a raa doQaelmade 0.8, recebeu
novas fitas achamalotadaa para ambos os lados,
mui eneorpada e toda de seda, com viva o agrada-
vel car, e como sempre, vendo por prego multo
rasoavel.
Collares Royer magnticos
Medalhas e pnlseiras magnticas.
A Agnia Branca recebeu nova remessa dos pro-
vellosos collares Royer magnticos, ja sarnosamen-
te eonbecldos para preservar as convnlsbes e fac-
w litar a deotico das eriancas.
Com esses otis collares elctricos magnticos
tambem nao pequeas qaantidades de medalhas
e pnlseiras elctricas magnticas caja ntitidade
tem sido aproveitada por qaem soffre do nervoso
bypocondico, tremores rus roios etc.
Assim como os collares Royer esto feralmente
conhecidos e acreditados pelos efficazes effeitos e
bons resaltados que tem colindo as pessoas qne
dalles tem osado ; astinf tambem ebegaram a ga-
nhar lio alta reputago essas apreclavels medalhas
e pnlseiras magnticas, ama vez qae o aso dells
or se estendendo a todos qae dallas necessltem. A
Agola Branca continua a receber por todos os va-
pore francezes ama determinada qaantidade des-
sea sempre preciaos e estimados collares Royer
magnticos e por Isso fique na lembranca de todo*
One o1 aeoarao consuntemente em dita loja da
Agola Branca, roa do Queimado n. 8.
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09
as
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Alm do grande sortimento dasTnelbores machinas, americanas para descarrocar
algodao, de 10, 12,14,16,18,20, 22, 25, 30,35, 40 e 50, neste estabelecimento se
encoatra mais o seguinte:
Azeite de espermaceti propria para machi-
nas.
Vapores de torca de 3 a 4 cavallos.
Serras avulsas para machinas.
Mancaes e* todos os mais pertences para as
mesmas.
Carros de mao para aterro.
Cylindro para padarias.
Debulhadores para milho.
Arados americanas.
Garrinhos proprios para armazens.
Moiohos para refioacSo.
dem para milho.
Escadas de madeira americanas.
Caixas com vidro sortidos.
de todas as qualidades.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para eogommar a vapor.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
TiDas de madeira.
Ballaios e cestas de verguinha.
Guarda comidas.
Peneiras d'arame para-padarias e refinacbes
Correntes para almanjarra.
Machados e faces americanos.
Barricas com milho braneo americano.
en
0>V,_r?
Me*
GRANDE SORTIMENTO
BE
FAZEUDAS BlRATl^
KA
LOJA E ARMAZEM
BO
PAVAO
Roa da Imperatrlx b. 6b
BE
GAUIA Os proprietarios deste grande estabelecimento acabam de receber da Europa um
grande sortimento das melhores fazendas de 15a, linho, algodao e seda, as quaes vendem
por precos baratissimos, afim de apurarem dinheiro, dando de todas ellas amostras,
deixando ficar um penhor ou mandam-nas levar em casa das Exmas. familias pelos seus
caixeiros, assim como as pessoas qoenegociam em pequea escala, neste estabelecimen-
to comprarlo pelos mesmos precos que se compram as casas inglezas, ganhando-se
apenas o descont.
Casemiras pretas eafestadas a 1 6eo.
Na loja do Pavo vende-se soperlor casemrra
enfestada preta para caigas e patatos pelo barato
prego de 1|60Q o covado oa a 2J800 cada c< rte
de caiga, dita moilo mais fina, covado a 220O
oa o corte a 3500, ditas maito finas sem serem
entestadas a 15806, 2J00G e 2*500 cada covado :
na loja e armazem do Pavao na ra da Imperatriz
o. 60 de Gama & Silva.
Espartilhos.
Veodem-se magnficos espartilh&s france:es e
iuglezes na loja e armazem do Pavao, na roa da
Imperatriz n. 60. de Gama & Silva.
PANNOS DE CHROCHE'.
Vende-se um grande sortimento dos mais boni-
tos pannos de ebrochs proprios para cadeiras, so-
phs, cadeiras de balango, para almofadas e para
cobrir presentas, e vendem-se por pregos baratos
na loja e armazem do Pavo, roa da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
FAZENDAS PARA LUTO.
Loja do faYo.
Vende-se setim da China preto sendo ama fa-
zenda maito leve e sem lastro com 6 palmos de
largara proprUi para vestidos e ronpas para ho-
mem pelo barato prego de 2*000 o covado meri-
no preto enfestado mnito bom a 1*600, superiores
bombazinas pretas a 1*600, 1*800 e 2*000 rs. o
covado, superior cantao a 1*200, lanzlnha preta
lisa a 400 500 rs. o covado, am grande sorti-
mento de alpacas e princezas pretas qae se ven-
dem mais barato qae em outra qualqoer parte, na
loja e armazem do Pavo, roa da Imperatriz, n
60,e d Gama & Silva.
Armazem de fazendas finas para grandes toiletts e uso
ordinario para todas as classes.
i
ra de Crespo n, JA. esquina da do Imperador
DE
Custodio Jos Alves GuimaiSes.
0 proprietario deste importante estabelecimento avisa ao respeitavel publico
e aos seus amigos e freguezes que acaba de receber pelo vapor francez Guienne, di-
versos artigos de moda, os quaes sao de completa novidade para este mercado, e apro-
ximndole o dia da commemoraejo do anniversario do Hospital Portuguez, por isso
apressa-se em vir avisa-los do que ba de mals moderno em seu estabelecimento, como
sejam:
Riquissimas chapelinas com coque. I Luvas de Jouvin preta, branca e de cores.
Ditas sem elle. I Lindos cortes de la com barra.
Lindas chapelinas de palha da Italia. (Re-5 Riqoissimos cortes de.transparent dese-
commenda-se muilo estas chapelinas por se->'da nara vestido de senhorastambem novi-
rem inteiramente novidade).
Riquissimos cintos de seda, com matames
cbineza, ultima moda.
Lindas saias de 13 com bordados, proprias
para as excellentissimas senhoras trazerem
por cima do bailo, nltima moda em Paris.
Lindos cortes de seda para vestidos.
Moireantique branco azul e preto, fazen-
da inteiramente nova.
Grosdenapoles de todas as cores.
Ditos pretos.
Leques de madreperola.
Ditos todos de sndalos.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, inteiramente novidade e ulti-
ma moda.
Chapeos de sol para senhora.
Ligas de seda para senhora.
Ditas para meninas.
Espartilhos para senhora.
Riquissimos enfeites para senhoras, intei-
ramente novidade.
Bales para senhoras e meninas.
Touquinhas ricamente enfeitadas.
Coeiros bordados.
Toalbas de labyrintho muito ricas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dito.
Rendas, bicos da trra e grades para lencos.
Um rico lencol de labyrintos.
Riquissimas basquines de seda preta, bor-
dadas com gosto.
As 10 mil varas
Cova
da para vestido de senhoras
dade.
Lindos cortes de 13 com listas de seda.
Riquissimas fivellas para cintos.
Fil de seda e de linho.
Riquissimas camisinhas para senhora. -
Riquissimas saias bordadas.
Punhos e gollinhas para senhora.
Riquissimcs manteletes de cores, inteira-
menle novidade.
Peitos de linho bordados com gosto pro-
prios para camisas de noivos.
Collarinhos de linho lisos e bordados para
homens.
Lindos veos e mantas de blonds.
Riquissimas vestimentas para baptisados
contendo chapeosinho, sapatinho, meiasinha
e camisinha com lindos bordados.
Riquissimos chales de touquim.
Gravatas de seda branca para nolva.
Ditas decambr.iia de linho com bordados
as pontas, novidade.
Chapeos de sol de seda com cast3o de
marm.
Ditos de outras qualidades.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Chapeos de seda preta para homem.
Ditos Je phantasia para homem.
Gasemira preta muito fina.
Ditas de cores inteiramente novidades.
Gambraias, 13as, chitas, madapol5es e ou-
tros muitos objectos.
O dono deste importantissimo estabelecimento contina nolouvavel proposito de
querer vender muito e ganhar pouco, sujeitando-se a tirar em soas mercaduras um lucro
rasoavel, para assim poder melhor agradar aos seus numerosos freguezes.
Vestidos ue tantazia a 6$ e 8)5.
Vendem-se bonites cortes de vestidos de
fantazia com liadas barras e enfeites de seda
pelo baratissimo preco de 64 e 8$ na loja
e armazem do Pavao ra da Imperatriz n.
60. De Gama & Silva.
Pannos de linho.
Vende-se superior panno de linho puro
para lences eceroulas a 640, 700 e800
reis, a vara na loja e armazem do Pavao ra
60. De Gama & Sdva.
Atencao.
Vcnham ver
Vende-se na loja de marcioeina na Gamboa do
Carme n. 12, palha asperonada da melhor sor le
para tecer cadeiras e sotes, por proco mais com-
nydo do que em potra qoalqoer parta.
GRANDE BAZAR
ra Nova n. 20 e 22
Machinas paa costura do autor Wheeler
4 Wilson, chegadas ltimamente da Ame-
rica; as qnaes pode cozer-se com dons
pespontos, toda e qualquer fazenda, emBa-
inhar, frangir, bordar e marcar ronpa: todo
com perfeic5o. S3o t3o simples, que com-
prehende-se fcilmente a maneira do traba-
da Imperatriz n. 60. De Gama & Silva. I *?e a pessoa tendo pratica de coser em ma-
Bramante de linho a 2^. 20400, 2,J800 reis rPIDas Pode fazer por dia o servico que h-
a Tara. j ciam 30 costnreiras.
Vende-se superior bramante de linho! Chama-se este estabelecimento a atten-
com 10 palmos de largura proprios para'<# do publico, visto que elle se acha com-
lences, pelo barato preco de 25, 2,J400 e' Pamente surtido de objectos de gosto,
25800 reis a vara, na loja e armazem do mo bem leques de madreperola e de san-
Pavao ra da Imperatriz n. 60. De Gama dal0.' fivelas, fitas para cinto, cokes perra-
de camliraias
ovado 300 rs. vara 503 rs.
S o pavfio
Vendem-se finissim cambraias france-
zas com listras miuda.. e graudas e com
lindos desenhos de flores e palmas, sendo
todas com as cores mais modernas e mais
lindas que tem vindo ao mercado, pelo ba-
rato preco de 300 rs. o covado ou a 500 a
vara, grande pecbincha attendendo a
grande porc3o que tem, sen3o seria para
muito mais dinheiro : isto n loja e armazem
do Pavao, ra da imperatriz n. 60 de Gama
Silva.
Chales baratos
20, 30500, 60 e 70000.
Vendem-se chales de merino estampados
a 20,. ditos lisos a 3500, ditos estampados
finos a 50500, 60, 60500, ditos crepon
com listras de seda a 70500 e 80000,
pecbincha : na loja e armazem do Pavo
ruu da imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
Xovos vestidos a 6000.
Na loja do Pavao.
Cbegaram os mais modernos e bonitos cortes
de~organdvs para vestidos, tendo 10 varas c da
corte, sendo 7 varas listadas para salas e 3 varas
sem listas, mas com enfeite para o corpo (ou ca-
saqainbo) garante se neste genero ser o mais mo-
derno que tem vindo ao mercado, tendo entre el-
les manos brancos com listas e enfeites pretos, e
vendero-se pelo barato prego de 6, onfeamente
o armazem do Pavio roa da Imperatrix n. 60, de
Gama & Silva.
Para cama* de noiras.
Vende o Pav3o.
Ricos cortinados bordados a 83000,105,16,
205 e 25 o par ; assim como os mesmos tambem
servem para janelias; ditos adamascados a 105 e
12; bonitas pegas de cassas adamascadas para o
mesmo efietto; bonitos damascos de la de urna
e doas larguras, proprios para colchas, assim oo-, ^
mo bonitas colchas de croch : tugo isto se vende 65, 65500, 75 e 85, ditos francezes fazenda ramio
mais barato do qne em autra qualquer parte, na Superior em pegas ca a retaibo, aij aojm w en-
roja do Pavao, roa da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Algodosinho enfestado a 10 10290 i
vara.
Vendem-se superior algodSosinbo ameri-
cano enfestado que a largura delle d a lar-
gura do lencol, sendo liso a vara a 10 e sea-
do trancado a 10280 na loja e armazem do
PavSo roa da Imperatriz n. 60. De Gama A
Suva. .
Punhos e golinhas a 10000 o par,
s o Pavo.
Vende-se om grande sortimento dos mais
bonitos e modernos punhos com golinhas,
sendo de esgaio de linho bordados a 10000
o par, ricos manguitos com gollinhas de
cambraia tapada e transparente a 20000 o
par, E pecbincha ; na loja e armazem do
Pav3o ra da Imperatriz n 60 de Gama
Silva.
Calcinhas pera meninas a 640 e
800 ris.
Vende-se calcinhas bordadas para meninas
que andam na escola pelos baratos pregos
de 640 e 800 rs., manguitos para as mes-
mas e para senhoras pelos mesmos precos,
na loja do Pav3o ra da Imperatriz n. 60,
de Gama Silva.
Baldes de cauda,
Vendem-se as mais modernas crinolinas oa ba-
lo proprios para vestidos de cauda, sendo os
melhores e mais modernos qne tem viado ao mer-
cado e por pregos muito razoavels : na loja e ar-
mazem do Pavao raa da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Las transparentes.
Cbegaram as mais modernas barejes oa |5asi-
nhas -transparentes com bonitas listas de seda,
vendem-se na loja e armazem do Pavo rna da
Imperatriz n. 60, de Gama* Silva.
Casaqnlnhos para senhora
Chegaram os mais modernos casaquiohos ou ja-
qnetas pretas ricamente enfeitadas sendo com cin-
tura e sem ella, pelos pregos mais mdicos qae em
ontra qualquer parte : se vendem na loja e arma
zem do Pavo roa da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva. ,_
Bales a & 04e e9$.
Vende-se am grande sortimento de crinolinas
oa balSes de arcos para senhora pelos baratos
pregos de 25, 25500 e 35 por baver grande por-
go : na toja e armazem do PavSo rna da Impera-
triz n. 60, de Gama & Silva.
Hadapelo e algodao
Vendem-se superiores pegas de madapolo ten-
do 24 Jardas cada urna pelos baratos pregos
de
Vende-te
axeite de peixe mnito novo a 800 rs. a garrafa : na
mdttCrons B.U.
ATTENCAO
A' LOJA DE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO & C*
11Ra do Queimado11
Angosto Porto 4 C. acabam de receber da Europa superiores cortes de seda de cores para
bailes e casamentes.
Ricos cortes de blond com manta e capella para noivas.
Cortinados bordados para camas de noivas e janelias de 75 a 805 cada um.
Colxas de seda e outras de la e seda o que ha de melhor para camas de noivas.
Toalbiobas de croch para cadeiras e sofs, espartilhos a sultana para senhoras, camisinhas
com manguitos bordados e lindos enchovaes para baptisados, e bales de musselina e de arcos para
senhoras e meninas.
Luvas de pellica para homem e senhoras e superiores chapeos de sol de todas as qualidades.
La para vestidos baratissima bonitos padrees o covado a 280.
Tapetes grandes para sof, ditos para piano, ditos para cima e pequeos para; portas e janelias.
Moir braneo e preto sjperior para vestidos de lindos desenhos, grosdenaple de todas as cores
seda de qoadriohos, cambraias brancas de muitas qualidades, ditas de cores e lindas percales.
Basqotnes de sed*prata nltima moda, chales e retondes de guipare, vende-se barato.
Camisas para homens fraucezas e inglezas de linho e de algodo finas e snroulas de linho su-
periores.
Capas de borracha, sobretudos e perneiras as melhores e mais elegantes.
Halas grandes para vlagens, ditas pequeas e saceos de tapete e couro.
Bramante braneo de 4 larguras a 25500 a vara, pannos pretos e zoes, casemiras pretas fe
cores tudo bom e barato.
Neste estabelecimento ha sempre am completo sortimento de boas fazendas tanto para a praga
como para o centro da provincia e superiores objectos proprios para casamentes como sejam capellas,
mantas, vestidos ue Monde e de molr braneo, cortinados, colchas, vendendo-aa lado mais barato a
tambem as melhores
Esteiras e alcatifas para forrar salas.
11Ra do QueimadoH
& Silva.
Organdy a 4$OOQ.
Vendem-se bonitos cortes de organdy
sendo com listras todas brancas ou com lis-
tras de cores tendo oito varas cada corte,
pelo barata preco de 4$, pecbincha: na
loja e armazem do Pavao ra da Imperatriz
n. 60 de Gama e Silva.
Atoalhados para meza a 20000, 2J500 e
moo.
Vende-se superior atoalbado de linho
adamascado alvo com 8 palmos de largura a
30 a vara; dito adamascado pardo a 20500
rs.; dito alvo de algodo a'20000 rs.; dito
trancado alvo, sem ser adamascado a 10600;
guardanapos econmicos pardos a 30 a du-
zia ; ditos alvos a 30500 e 40000: isto na
loja e armazem do Pavo ra da Imperatriz
o. 60 de Gama & Silva.
\ Gasaquinhos de fil.
Vende-se os mais modernos casaqoinhos
ou basquinas de fil preto. pelo barato pre-
co de 160, chales e retondas de renda preta
na loja e armazem do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60. De Gama & Silva.
Cambraias largas com 8 Palmos de largura a
10 e 1280.
Vende-se cambraias largas da Esc06ia ten-
Noyoe grande deposito de superior carv&o de Cardiffna
Babia.
Antonio Gomes dos Santo* & C., m Snta Barbara n. 1, esto Tiabrttdos a snpprlr de
oarvio ^SS^Tt^^t^'mW^qn*mT defatto, a uta n**os "por ut
eeprem woueiie porto. A contratar neita com Domingos Alves ibtbeaiJ
do 8 palmos de largura que falicita fazer-se
um vestido apenas com 4 varas, pelo bara-
to preco de 10 e 1280 reis a vara pechin-
cba oa loja e armazem do Pavo ra da Ira-
peratiz n. 60. De Gama & Silva.
Cambraias escocezas tapadas e transparentes.
Vende-se um magnifico sortimento de fi-
nissimas cambraias brancas para vestidos
tendo mais de vara de largura pelos precos
de 100,120, 130, assim como um grande
sortimento de ditas mais abaixo de 40, 80,
6)91, 70 e 80, garantindo-se aos comprado-
res' que oeste genero nao podero comprar
melhor em outra qualquer parU e s na lo-
ja do Pavo ra da Imperatriz n. 60. De
Gama & Silva.
Damascos para colchas a 50, 20500 e 800 rs.
Vende-se o mais superior damasco com
8 palmos de largura proprio para colchas
com os"desenhos mais bunitos que tem viu-
do ao mercado com urna s cor e de duas
cores .pelo barato preco de 50 o covado, di-
to com 6 palmos de largura a 20500, ditos
de urna s largara a 800 reis, na loja do Pa-
vao ra da imperatriz n. 60. De Gama d
Silva. .
Cassas de urna s cor a 300 rs.
o "covado.
Vende-se bonitas cassas de urna cor s.
tendo cor de rosa e asol, cor dejyrto, roxa,
verde e cor de canoa, pelo barato preco de
gOO rs. o covado: na loja e armazem (
corpado pecas com 20 jardas a 5*500, 6 e 61400,
dito muito uno qne serve at para camisas a 8# :
na loja e armazem do Pavao ra da Imperatna n.
60, de Gama & Silva.
Novidade do Pavao.
Alpacas, a 1280
Chegaram as mais brilhantes alpacas de
seda para vestido, sendo neste genero o mais
bonito qu tem vindo ao mercado tanto em
novidada de dezenhos como em flores, pois
urna nova fazenda que se confunde perfei-
tamente com seda tendo entre ellas algamas
todas brancas com os mais lindos lavrados
e vendem-se a 1280 reis, o covado, na loja
e armaaem do Pavo, raa da Imperatriz n.
60. De Gama 4 Silva.
Os casaqoinhos de pavo
a 180,200, 2506 300.
Cbegaram os mais modernos casaquinhos
ou jaquetas de grs preto, ricamente enfei-
tadas, sendo uns com cintura e outros sol-
tos con'orme se usa ltimamente e vendem-se
pelos baratos precos de 180, 20, 250 e
300, na loja e armazem do Pavo, ra
Imperatriz n. 60. De Gama & Silva.
As alpacas do Pavo
para vestidos a 10.
Chegou um grande sortimento das mais
bonitas alpacas lavradas, de cores que *
mana e etc,
Na ra nova n.
na &C.
20 e 22. Carneiro Vian-
Fabrica
M
CEBVEJA.
De Henrique Leidcn
O proprietario deste estabelecimento nao
poupando esforces nem dinheiro para agra-
dar ao respeitavel publico e seus numerosos
freguezes acaba de installar para comniodi-
dade e interesse dos mesmos.
Um deposite gral na roa da Impera-
triz d. 32
Aonde encontraro sempre um variado
sortimento quer em grosso quer em retamo
dos gneros seguintes:
Cerveja nacional branca e preta.
Vinhos finos e outros de Franca e Alie-
manha.
Absyntho Suisso.
Kerschenwasser.
Cognac.
Vinagre braneo e tinto de superior qua-
lidade, tambem tem deposito de agoa e li-
monada gazoza da fabrica do Sr. Jules Gres-
jean.
E tudo sem differenca no preco que se
fechou na fabrica.
Qualquer encommenda que fr enviada
ao deposito ser immediatamente apromo-
tada e remettida ao domicilio do comprador.
Escravos fgidos
ms
Foglo no da 10 de agosto do correte auno
do engenho Chambari, do termo do Bonito, o es-
cravo Domingos, de nago, com os sienaes segain-
les : cor preta, cabellos caraplnbos, rosto e olhos
regalares, nariz chalo, beco e bocea regulares,
pooca barba, altura, corpo e ps regulares, tendo
em ama das faces ama marca de ferida a forma
de om triaogolo, representa ter 35 a 40 anuos de
idade, poaco mais oa meaos, poaco eateode de pe-
drelro e earreiro : roga se as autoridad s poli-
claes e capitaes de campo a captura do dito es-
cravo, podeodo ser eotregue no referido ongent,
oa no ongenbo B. Despaeho, termo da Escada, qne
sera' generosamente recompensado.
Foglo no Io do corrente do engenho Caval-
leiroda freguexia de Afogados, o escravo Theodo-
ro, crioulo, de idade de 29 anuos, cor preta, alta-
ra e grossura regalares, nariz chato, muita fallan'
te e tirader de repentes, amigo de cantar e Oansar
em sambas e de dizer-se farro, conduzio caigas
de listra branca e parda, paletot de casemira de
cor davidosa, chapeo preto de copa alta, camisas
de madapolo, algodo liso e de listras zoes e
uns borzegaias velos,.alm dtstes objectos pode
ser encontrado com ontros, por ser inclinado ao
vicio de furtar : rogo as autoridades policiaes, ca
pitaes de campo e mesmo qoalqoer pessoa do po-
yo, qae o apprebendam onde for encontrado e o
conduzam ao eogenno cima, onde o conductor se-
ra' recompensado.
____________Francisco Cardozo da F nseca.
Foglo o moleqae Lniz, de bonita figura, bas-
tante preto, foi vestido de calca de brim pa.do e
camisa de algodo riscado de azul; leveu comsigo
um balaio grande forrado de encerado preto ccbll -
firma da casa commercial de Hearique Azevede
dentro do qnal existia uns pecas de piano fino prtti
e cinco dnzia, de lengos de seda de cor. Qaem o
pegar leve-o a roa da Cadea o. 34 ou a rna do Im-
perador n. 48, que ser bem recompensado..
da
se
litenco.
vendem a 10 o covado, ditas a 800 reis,
ditas lizas de todas as cores a 640 reis, que
se vendem na loja e armazem do Pavo, roa
da Imperatriz n. 60. De Gama & Silva.
Vestidos brancos
a 40,s o Pavao.
Vendem-se bonitos cortes de vestidos de
cambraia branca com bonitas barras tendo
entre elles tambem com barra decore ven-
dem-se pelo barato preco de 40 cada um,
na loja e armazem do Pav3o, roa da Impe-
ratriz n. 60. De Gama & Sra.
;raode novidade
. Vestidos a 6#
s na loja do Pato.
Se vendemos mais ricos'cortes de organ-
dy braneo com elegantes listas largas, pre
tas tendo 10 varas cada corte com os com-
petentes enfeitos para o corpo sendo neste
genero o que tem vindo de mais novo ao
mercado, pelo barato proco de 60, s na
loja e armazem do Pav5o,raa da Imperatriz
n. 60. De Gama i Silva.
16,
J VENDE-SE .
Motores americanos para dons cavallos.
Dito dito para qnatro cavalloa.
Machinas pan descarocar algodao de U,
18,50, 30,35 e 40 serra*.
Preis par enfardar algodao lanaao oiw-
eos com 6 palmos de comprimen eom o ftiou.
. 1180 e 200 libras, tlndaa nKloamaito da Amert
Pav3o roa da Impera tria n. 60 de Gama o^no amajem de Henry ?onmt*lc*J* *"* ^
Silva.
1 no armaiem ae nenrj roran ,
I dro 0 D. i junto ao Gabinete Portoguei.
f
Jfcogooo.
Contina andar fgido do poder do abaixo as
signado, desde o dia 12 de marcado corrente anuo
a sea escravo pardo claro, de nome Cyriaco, coa
oa signaes seguintes : representa ter de idade 40
anuos, rosto redondo, e nm tanto envergado, odos
empapujados e fundos, bocea grande, belfos gros-
sos, barba fechada e raiva, ps e maos grossos e
carnudos, peitos vermelhcs e cabelludos, cabellos
crespos e avermelbados, costuma andar armado do
faco e ama bayoneta n'nm pao, gosta de tomar
cachaba, e qaando flea bebado da para poeta e re-
gris : rog--se, portante, as autoridades policiaes
e capitaes de campo a apprehenso do mesmo, e
lava-lo a seu senbor o abaixo assignado, no en-
genho Pedregulho, em Nazarelh, que sera* recom-
pensado com a gratiflcaeo cima.
Jos Ignacio Ferrelra Torres.
atso.
Contina a estar fgido o es
cravo Simio.
1OO000 de gratificado.
Boga-so a tedas as anioridac.es e capitaes Oe
campo, tanto desta provincia eomo da das Alagoas
a apprebenso do dito escravo, qne foglo de casa
de seu senbor no da 21 de jolho do corrente aono,
com os signaes seguintes: de naco Mooambique,
idade de 40 sanos, ponco mais oa menos, ero,
semblante carregado, com falta de dentes a tren-
te, cor fula, com talhos em circulo redondo ao p
das orelbas, sem barba, levon vestido caifa da ca-
semira do cor em bom estado, eamisa de algodao
braneo, chapeo do roeia maca novo; esto es-
cravo toi comprado 'ao Sr. Joa Vieeote Linio-
so, morador na provincia das Alagoas, por sen
procurador o Sr. Joaqoim Cavaleanti de Albo-
qnerque Mello, morador no tormo- de Barrairoe.
Consta-nos que este ercravo ji toi visto en Serl-
anteo, aonde ella intretm Haees de conbael-
mento. Gratifica-se eom a qoantia cima a itrai
quer pessoa que o entregar no Reclfe, rna Dirwa
numer 30.

ILEGIVEL







e
4SSEBL4 GEIttL
Diarlo d Peraaanbme Sia tira a de etehro
C4M Ui* DOS SEMIORES DEPOTADOS.
SESSAO EM zti DE JLHO DE 1867.
PSSSIOBMCIA DO SR. SILVEIRA DK SOUIA (VICE-
PRESIDENTK )
(Comi naci.)
Trata-se da acquisicao de libertos parase alista-
r."in n marrana, de que incumb a meu olllctal de
gxt>inrtH oSr. Dr. Pedro Joaquina de Vascooeallos.
OSr C Ottoni :-Q"ae fui com gratificagao.
O mi. Ministro da Marimba :La' von. Nao ma
achava nu >aiao quando o oobre deputado se refe-
ri a e>ie (arlo....
o-r J Madurbira :E en tambeo noouvi.
Or Vinistro da Marixha: Quando eatr*i,
dis.-ci m-ine que S. Exc. afirmara que eu havia
e-Ubt-I-cidu ama casa de consignago na Babia
para nbciur escravo?, afim de asseularem praga
oa armada; foi islo o que me disseram nao s ver-
fcl iimie, curao em um bilbte que me roaodaram,
e qim inuairei ao nobre depotado por Minas o Sr.
Dr. Ca->iiiaao; com referencia a isio disse eo :
(Bf XaCIO.
br o- oovi o nobre deputado dizer (e afllrmou-
ffle qim u uuvio tambera o mesmo nobre deputado
por Mmas. meu amigo) mo estabeleceu casa de
CuO'Uua^. mas da' commisso a um empregado
para libertar escracos> ao que repliquei anda:
fDii exacto.
E au Sr. presidente, repito, o que hontem
di-se o expiiquei, nao dco commisso a oingum
para libertar escravos : incumb a um empregado
Bfii. Ha amiba intima conflanga...
O Sr II Ottoni : Seo, nao; V. Tire, nao tem
:i"i-tddi.*. u.n empregado publico.
O Sr. Ministro da Marinha :Bem o sel, esca-
f>u un- o irrmo ; alm do que orna lucuco ge-
r..iint-nie empregada.
t/''.j dina, encarregaei a um dos meus offlciaes
de gabinete, medico babil e de toda a probidade,
de |i'\KD'!i-er a acquisigo de libertos na Baha e
out mil lenii do que diste o nobre deputado. (Apoia-
. d">.) O que quer dizer :don commisso a tal in-
di v dan para libertar eseravos 1
Q ier fi7.er que a esse individuo se paga um tan-
tu pul cauaca, se da' urna certa quaotia, ou urna
poiceniagero calculada sobre o prego de cada alfor-
' n. (^potados.)
14b mi, serta inconveniente e perigoso, se bem
. que o m perigos nem inconvenientes bouvesse, na
tiyioi'ie>t> vertente, porque, como ja disse, a pes-
j ja por luim encanegada deste servigo de urrrt
capacida-ie a toda a prova; fallo em ihese, seria
iu >i.v.-(iieuie, mas nao foi |o que fiz. (Apoiados.)
O gue ha aqu de censnravel ? Pois eoto nao
pus.* maular um empregado de mioha conflanga
doempBonar um servido que julgo necessario e Im-
pu'Unt- ?
O a. G. Ottoni :Nao tm lei que o aotorise
I* .. .im.
O -a. Ministro da Marinha :A lei que me
etii'jfi.-a sao os grandes interesses do meo paiz ; a
I-i que too autorisa a necessidade de preencher
Os ciams que os combates e as epidemias abrem
fias rilara da esquadra, o dever que lenbo de
maular sempre em perfeito p de guerra as guar-
nios de uussos navios, de preparar navios que
|..i-qj partir no momento em que sejam presisos.
(Muit.i ^pojados.)
na* fiz mas do que aquilio que j temos comrau-
ticii,. fraucamemte ao cor;.-o legislativo, de que
Oil ja sabe, o julgara* como entender em sua sabe-
dora.
O ( O B MiHistro da Marinha :Pode censrala,
iba* u >|ue vefdade que essa medida ja' foi om-
pr-^d na poca mais memoravel de nossa histo-
ria ; ua guerra da independencia libertaram se es-
crav qud serviram no exercito, e nossos actoaes
alnados, os Argentinos, a empregaram tambem
q >aodu puifaavam pela sua emanciparlo poltica.
{A.miadus)
Vio presidencia do conseibo naval. Deseja o
cubre deputado saber se este additivo traz augmen-
to de de<|>ea.
O Sa Ottoni : -Isso dei por averiguado : per-
guntei se ca autorisado a noraear um membro do
CO"eihu que nao seja o mais graduado.
O n. fcisisTRODA Marinha :-Sem duvlda algu-
fca. Desde que o additivo dizque o viee-pr.esi-
d ut du cunseJdo naval sera' de livre escolha
&.-u' cl.ro que o guveroo flca antorisado a nomear
bp>idu o menos graduado.
Mas disse o nobre deputado, Isso absurdo. Ab
SO'd.it Porque?
O *r C. Ottoni :Pergunle ao nobre deputa-
do (o Sr. Pedro Leitao) que membro do conselho
' a-, "al.
O Sr. Ministro da Marinha :A opinio do no-
fcre ..fpuudo para mim maito autorisada, mas
suipl*Mflente urna opiniaj; nao basta que o no-
bra deputado pense haver absurdo nesta medida
para dos convencermos de que assim .
Hiu temos visto, Sr. presidente, nao ja na ca-
eira de vice-presldente do couselho naval, mas na
cadeira de ministro, offlciaes subalternos tanto do
exefciio como da armada, e porventura sonreu
Cuiu i.soo seiv4Qo, porventura julgou-o alguem ab-
SUr'iu ?
O Sr. C. Ottoni :Ep caso muito diverso ; tem
baviiu ai ministros paisanos, nem eu os iMMTO ;
leiuus tido muito bons ministros paisanos, e V. Exc.
tem sido orna prova. .
O Sn. Ministro da Marinha :Se offlciaes de
pequeua radoac teem sido at ministro de es-
ta.i; se podem occupar o ultimo gra'o de blerar-
cbia .social, por que raxSo nao podera' o menos
frAduado presidir o conselho naval, que e urna
frpuraco meramente consultiva, e qae nada tem
Oe mihUr ? (Apoiados.)
Sr. presidente, o nobre deputado trooxe, enexpe-
tadainente para miro, adiscosso algons contratos
eriebradus para o fornecimento de matenaes, do-
taue o aieo lempo, e S. Exc. obs?rvoo que pelos
e-tiarecirnentos qoeeo enviara a mesa, no-se po-
da tomar juizo segoro sobre cada om desses con-
1iai"s, porquanto taes esclareclmenlos eram incom-
fllel .
Antes de todo, devo declarar a casa qoe, envian-
do a mesa urna relaco de todos os contratos cele-
. Vadus na repartigo a meo cargo, dorante a mi-
t.ha adminislrajSo, eu nao ve em vista ministrar
* cmara informagoes exactas, completas e mioo-
tiu*as a respeito de cada um delles, nao -, o meo
fim f-.i outro e compre recordar o qae boave.
Afflrmaramme qae om nobre deputado pelo kio
Oe Janeiro disse qae eu celebrara contratos para
fav -recer a amigos, e por presos superiores ao que
Tai-m o objectos contratados. .
Maudet immediatameote extrabir ama relagao
e ij,ios os contratos celebrados em meu tempa,
qu r por mim, quer por meus subordinados, trou-
i-a para a cmara, e no dia era que se publicou o
extracto do discurso desse nobre depotado, depoi-
l-i a sobie a mesa, e dlssjos contratos que se
-al-ram dorante a miaba administragao soe:tes
?ud-que V.Exc.qaal delles (avorecea aos meus ami-
..-. ou cunlm pregos soperiores ao que valem os
t>ivro.vi
p..i para este Qm que mandei organlsar esta re-
lagu, f n-niei; nao era a mioha defesa, porque esta so a
pr idmirei se for acensado; nao era ama informa-
cao completa, oa a historia clrcamstanciada de ca-
da i>m ro iiracio, e nem podia ser, porque o nobre
d-\iutido corjjpreheode nem qoe om trabalbo des-
t*s ua se pode reallsar em doas nem tres das,
qne tantos decorreram desde qae o nobre depa-
I. i o pelo Rio de Janeiro proferto o sea discurso
at puMicagao do extracto. (Apoiados.)
S- u nobre deputado quer esclareeimentos mais
Completos a respeito de qualqaer desses contractos,
qu-ira indicar-m'o, manda-los-bei vir e bel de sa-
tuif.j-io promptamente.
O Sr. C. Ottoni : Eu formule"! os pontos so-
bre que desejava ser esclarecido; se quizesse fa-
l-r outros qoesiws, eu os leria declarado na tri-
O Sr. Mikistro da Marinha : Bem; o nobre
deputado eotende qoe eo commetti om abaso in
QuaiitJeavel, prescindido da concurrencia perante
ce m-eiho de compras para a celebragao de al-
gn < contractos.
9c. C Orfom : Nao; o qae consta qne
V E\c em regra prescinde dessa concurrencia;
m-. o qe pergootei e era exaclo. E' o que pa
ice- n.fer ir-se da relagao.
0 Sa. Ministro da Marinha : E' verdade, Sr.
president-, qae tenbo por vexes prescindido da
concurrencia perante o conseibo de compras para
a ceiebracio de algons contractos; mas n'isto,
tonga de eommitter ama illegalidade, nada mais
fago do que osar de ama faculdade qae me da' a
lei.
Para qoe o oobre desnudo me podesse acensar
de ter a ate respeito violado ama lei oa regala-
Beoto, erapecessario qoe abrisse a eollecgao, mos-
B-axse o artigo e a disposicao que infring.
Q tal a lei, qaal o regalanMnlo qoe prohibe
CS topras, sern a intervengo do coaselbo, sem o
jDorago da concorrencia ?
O nobre depetado nao pode aprecenta-la, por-
que tal disposigao nao existe.
.*!*' eal>mento n. 2,108 de 20 de fevereiro
ae iodo, a eompra do material necessario para o
i ?, e C0sam d armada, arsenaes, etc., devia
iV por me' selho respectivo ; exceptoa se porm :
u caso de jolgar o governo mats conveniente
re*is fl0 DS|1 Por mlermedio de suas le-
gagoes, consulados ou pessoas de probidad*.
Cs casos urgentes e os de conluio entr os con-
currentes.
E, Analmente, as compras miudas de material e
de objectos precisos para o expediente e servigo
das diversas estagSas.
Nos casos urgentes, e nos de conluio entre os
concurrentes, o arbitrio do governo nao tem limi-
tes, diaposlfo expressa do art. 2o : t a compra,
o contracto, se fara' pelo modo qoe se julgar mais
acertado. >
Eslava, pois, antorisado a proceder como pro-
ced, e sabe o Dobre deputado porque entend de-
ver nsar dessa facoldade ?
Vuo diid-lo, e talvez cause estranheza, mas
ama verdade que reconhecerao todos qae tiveram
prailca destes negocios; o con/uo entre os ne-
gocia ntes a regra, constante entre os qoe se
apresentam as concurrencias dos nossos arsenaes
ou repartigfles publicas.
A concurrencia, a hasta publica, que em tbese
o melbor meio de se realisarera compras, a
roator parte das vezes, ama baria entre nos, e
meo Infallivel de se obterem os gneros por pre-
gos os mais elevados do qoe se os poderia alcangar
poroutra forma. (Apoiados.j
O numero dos proponentes que se apresentam
aos nossos conselhos de compras limitado, com-
binan! entre si os pregos, e o que consegue ser
preferido divide depois o fornecimento, reparte os
lucros. Moiias vezes o roesmo Individuo faz di-
versas propostas, sob diverso nome ; a concurren-
cia, repito, nos nossos arsenaes ama pereita
burla, na maior parte dos casos.
Tenho disso experiencia; tenho obtido particu-
larmente pregos inferiores aos da ((Karrencia, e
dos roe-imos indivdnos que neila flf&araro.
O Sr. Tavares Bastos : V. Exc, d*" lieenga T
Me parece que mesmo quando ha conlaio, deve-se
primelro abrir concurrencia e resolver depois.
O Sr. Ministro da Marixha : Perds-me, o
regufamento da' ao governo toda a liberdade.
O Sr. C. Otnoni : V. Exc. fez contractos sem
preceder concurrencia.
O Sr. Ministro da Marinha : J o disse :
e nem poda deixar de ser assim. Nos casos ur-
gentes, por exemplo, e destes dae-se todos os das,
como esperar pela concurrencia ? E' preciso com-
prir '8' sb Pena de soffrer o servigo. (Apoiados.)
Examinern-se, porm, esses contractos, compa-
rendos cera outros idnticos, feitos por meio de
concurrencia, e ho de reconhecer as grandes dif
ferengas que nelles existem em favor do estado.
Pallo n'isto, Sr. presidente, com toda a sega-
raega ; declaro, affjrmo, qoe em todos os contrac-
tos celebrados em mea lempo, os interessses da fa-
zenda tm sido to perfeitamente attendidos qaanto
era possvel.
O mais importante contracto qae fiz, foi o de for-
necimento de medeiras, e a esse respeito disse o
nobre deputado pelas Alag:?, que ha pouco me
hooron com um aparte, que elle se celebrou depois
da concurrencia.
Mandei annoocia-la com toda a antecedencia,
com tempo bastante para que podessem apparecer
at pessoas moradoras (ora da corte.
O Sr. Tavates Bastos da' om aparte.
O Su. Ministro da Marinha : Pois nao era
sufflciente esse prazo ?
O Sr Tavarks Bastos : E' insuficiente;
d'autes davaro-se mais de seis mezes.
O Sr. MigisTRO da Marinha : Assevero ao
oobre depotado qoe no conselho de compras nunca
se mareon tal prazo.
Mas, como dizia, mandei abrir a concurrencia
cora prazo largo, appareceram varios prepooentes,
e nao acceitei neohoma das propostas, porque os
pregos me parecerarn excesslvos.
Passado algum lempo, obtive as madeiras de
que precisava, de um dos proprios concurrentes,
por prego muito inferior ao que exiga, por prego
que jamis se alcangou nesta corte. Neste con
tracto effectaei em favor dos cofres ama economa
de cerca de duzentos contos de ris.
*5Gelebrei um ontro contrato de tardamento, em
que conseaui tambem nao pequea economa, sen-
do o panno de qualidade moito superior ao que se
costumava comprar.
E' com estes resultados, Sr. presidente, qoe eu
respondo as aecusagdes que me fazem. Se pudesse
prever que o nobre deputado por Minas Geraes oc-
cupar-se-hia boje desta especie, eo me teria muni-
do de esclareeimentos mais ampios para mostrar
cmara que tenho sempre conseguido muitas ou-
tras economas e alcangado gneros multo superio-
res aos que poderia fornecer-me a concarreocia.
(Apoiados.)
O Sr. C. Ottoni :Nesse caso foi feliz em om
jogo arriscado e illegal.
U Sr. Ministro da Marinha :Illegal I quando
ja apresentei a disposlgio expressa do regularaento
em que me fnndet ?! (Apoiados.)
Mas, vamos aos contratos a que se refiri o no-
bre depuiado ; temos antes de tudo, ornas 4,000
camisas compradas a F. Toorinho.
O Sr. C. Ottoni .-Nio cltei para analysar, na
leitura veio essa verba.
0 Sr. Ministro da Marinha :Como quer que
seja, declaro ao nobre depoiado que s nessa pe-
quena verba economisel um cont e tanto, porque
as camisas pigavam-se a 2*500 e eo comprei-as
por 24150.
Citou tambem o nobre depotado orna compra de
170 vergonteas de pinbo feila a Antonio Carlos da
Veiga, coolra a opiniao do director das opoetruc-
goes Davaes, creio en.
Nao me lembro bem do que occorreu a (fie res-
peito, mas posso assegurar ao nobre deputado que
tal compra nao se eectuoa seno em urna das duas
seguintes bypotheses.:
Ou a repartigo competente, a directora das
construeges, a julgou necessaria, ou ento as taes
vergonte?s compraram-se por prego to mdico,
que, apezar de nao baver necessidade dessa madei-
ra na occasio, era conveniente ficar com ella, por
economa, afim de nao se fater depois muito maior
clMcMXcV
Fra de urna dessas doas hypotheses, qualquer
das quaes jostittea o facto completamente (apoia-
dos), aflango ao nobre deputado que esia compra
nao se fez. Vou ioformar-me e posteriormente di-
rei exactamente o que houve, garantindo em todo
o caso desde ja ama daqaellas hypotheses, que
qnanto basta. (Apoiados.)
Censurou-me o nobre depotado por ter recom-
mendado ao presidente da Bahia qoe contratasse
com um Sr. Leal o fornecimento da madeira neces-
saria para as obras em constracgSo no arsenal da-
quella provincia, e principalmente, qae en daqui fi-
xasse o prego a raz&o de 1*600 por cada pollega-
da cubicas. ,, ,
Lembro-me vagameote deste negocio, e dire
cmara o qae miaba memoria me soggere.
Estecidado fez roe ama proposta para venda de
madeiras, por intermedio da presidencia da Baha;
os pregos qae pedia, porm, nio me parecerarn
vantajosos, posto qoe a madeira fosse de boa qoa
lidade. ,
Eu tinba recommendado que se aetivasse a con
closo das obras comegadas a longo tempo aos ar-
senaes de Pernambnco e Baha, e constando-me
oue o maior embarago com qae nos referidos ar-
senaes se latava era a falla de madeiras, para nio
serem exactamente comprldos os contratos, quiz
aproveitar o ensejo, e exped aviso ao presidente
da provincia, antorisando-o a contratar com o pro-
ponente Leal o fornecimento da que fosse precisa
para se concluir a obra; se na occasio o contra-
tante nao satisflzesse as condices a qae se sojeira-
ra, e no caso de querer elle proponente aceitar os
pregos qae ea Indicava, que eram os mais razoa-
veis, e moito menores de que os qae exigir.
Nao sel ein qoe pode merecer reparo, em fizar
eo om prego para a Babia, quando nao ha qoem
ignore na secretaria da marinba porquanto se eos-
turna vender madeiras de constrncglo naval, as
diversas provincias do imperio, (Apoiados.)
Referio-se o nobre depotado a agentes do minis-
terio da marinha, encarregados de compras na Ea-
ropa, e lea ama grande lista de nomes. Declaro ao
oobre deputado qoe os aicos agentes qae tenbo
mandado a Londres sao o Sr. 1* lente Trajano,
director das construegoes navaes do arsenal de
Pernambnco...
O Sr.C. Ottoni :E' mais uro alm dos qae II-
0 Sr. Ministro da Marinha :... para substi-
tuir o Sr. lenle Araojo, que all adoecea, o
Dr. Baraona qae ja deve ter se retirado...
O Sr. C Ottcki:Sao mais tres nome que nao |i.
0 Sr. Ministro da Marimba :-A relagao qae
V. Exc leu e de todos os agentes qae teem estado
na Europa, desde o comego da guerra ; mandados
oor mi foram s os tres qae loaiqael.... E' ver-
dade, eMaecia-me do Sr. cnefe de divisio reforma-
do Hoftsmitb all roidente, e qae temporariamente
exercea a commlssSo de que posteriormente en-
carregaei a Sr. i* tenente Araojo.
O Sn. C. Ottoni di nm aparte.
OSr. Ministro'da Marinha :Ea fallo dos in-
dividuos incumbidos de eacommendas por conta do
ministerio da marinha.
Perguutou-me o oobre depotado se pago com-
misses aos negociantes, por intermedio de qaem
teabo feito eocommendas. Respondo qae pago as
que o recalamento aatorisa.
Eotende o nobre depotado qae a raudanga da es-
cola de marinba para brdo da fragata Constitu-
qSo nao trar as vantagens que espero. NSo aver-
barei de Incompetente a opinio do nobre deputa-
do a este respeito, nas ha de permittlr-ma que
prefira a de outros profissionaes mu distinctos qae
pensara de modo inleiramente diverso.
O pequeo numero de aspirantes qae aanaal-
mente preparara-so na escola de marinha, Sr. pre-
sidente, era allribaido, pelas pessoas mais compe-
tentes, a daas causas priocipaes : ao regulameoto
orgaoico de escola, qoe sobreearregoa o corso res-
pectivo de maltas aulas, e ao local em que o esta-
belecimeato se acbava situado.
Collocada a escola em om dos pontos de maior
movmeoto desta corte nao era possvel obler-se
dos alumnos a necessaria applieacao aos estados,
de qae eram a cada passo dlslrabidos.
Remov a, pois, para a fragata 6'o?isfific5o, que
foi convenientemente reparada, no Interesse nao
s de facilitar a vigilancia dos superiores sobre os
aspirantes, e sojeltalos maior disciplina, como
anda e principalmente para famlliarisa-los eom a
vida qae devem seguir.
Esta medida, porm, s por si nao pode proda-
zlr os resaltados qoe se deseja, iadispeusavel re-
ver o programma dos estados, nao s para elimi-
nar delle materias qae podem ser dispensadas, co-
mo para incluir outras de cojo conheeioiento nao
pode prescindir o offlcial de marinba.
Embora o nobre deputado combata a convenien-
cia de modificar o regulamento de 1858, e chame
em sen apoto a opinio, sem dovida aatorlsada, do
conseibo de instruego, o qae verdade que a
necessidade dessa alteragao, nio pode ser coates
tada.
Os proprios lentes que a impugnara, e cujos pa-
receres se eocontram nos annexos do meu relato
rio, nio deixaram de reeonbec-io mais ou menos
explcitamente, nao sendo, pois, exacto que o resul
tado do ioquerito, como disse o nobre deputado,
fosse inteiramente desfavorvel a essa idea.
Ha no programma de estudos materias que copa
vantagera podem ser substituidas por ostras de
mais immediata utilidade, e moito mais necesarias
para os que abragam a vida do mar.
E se bem que o bom criterio dos lentes possa
em parte remover os incoovenientes qof o actual
programma offerece, nao menos ceno que algu-
ma providencia deve ser tomada opportunaraenle
nesse sentido, a bem do futuro da nossa mar jha
de guerra.
DuVida o nobre depotado qae a fragata escola,
depois dos coocertos por que passoo, posta durar
mais dez anaos ; a este respeito o nobre depotado
de todo incompetente, e a suas duvldas oppooho
a autoridade dos profissionaes, qae examioaram o
oavio, e avangaram aqnelle juizo.
O Sr. C. Ottoni : -Permita Deus que eu me
engae.
O Sr. Ministro da Marinha :Quanto a lera-
branga de transferir se a escola para o convento
dos Benedictinos, oo idea nova. Ja alguem m a
iodicou antes do oobre depotado, e na verdade me
parece excellente, nao dovidaodo eu acetala para
quaodo bouver necessidade.
Conio desde ja, e isjo mnito me anima, com o
apoio do nobre deputado para esse fim, se me cou-
ber reallsa-lo.
O Sr. L. Ottoni : De certo, mas nao dispondo
dos bens dos padres.
O Sr. Ministro da Marinha :Sem duvida qne
isso sement se poder fazer, por algum dos meios
indicados por S. Exc.
Respondido assim o discurso do nobre deputado,
passare, Sr. presidente, a oceupar-roe com duas
obssrvages hootem addu.idas pelo honrado repre-
sentante do municipio neutro ; posto que j Ibe
respondesse o Ilustre relator da commisso de ma-
rinba Wuerra, que to perfeitaraeirte discuta a
maleriaT^
Versa a pkmelra sobre a nomeagao desse nobre
depotado pir^membro interino do conselho naval,
que S. Exc. junNtTcontraria lei.
Devo declarar qae na realiQade, o regulameoto
do conselho naval, manda que as subslaicfcs in-
terinas dos seus membros recaiam sobre jBclaes
de marinha, mas alm de que semelhante disposi-
go uraa anomala, e oppoe-se ao pensamento da
propria lei, ace-esce que ella nao podia ser.execu-
tada na occasio.
Esta' em opposigo a' lei da inslituigo do conse-
lho, porquanto determinando ella que nelle teaham
assento, a' par dos militares, doas membros toga-
dos, entend los em jurisprudencia, nada mais na
tural e conseqnenie do que aer o conselhoiro paisa-
no substituido por outro paisano, assim como o mi-
litar por outro militar. (Apoiados.)
A disposlgo do regulamento citado pelo nobre
depotado...
O Sr. Das ba nRUz :Ea II hoatem o artigo
da lei; o artigo do regalamento explicativo
della.
O Sr. Ministro da Marinha:-... a disposi-
cao citada peo nobre deputado, determinando que
sejam sempre offlciaes de marinha os substitutos
dos conselheiros effoctivos, transtorna completa-
mente a organisago do conselho, porque alte-
ra os elementos de que ella deve eompor-se.
'Apoiados.)
Aim disto, Sr. presidente, occorreu que por oc
casio de ser nomeado o nosso Ilustre collega, nio
bavia na corte offlcial habilitado e disponlvel para
aqoella commisso.
0 qae existan) nas condignas de serem nomea-
dos, nao podiara ser distrahidos de outros afa-
Zeres.
E era se diga qae Qz urna inaovago a este res-
peito ; porquanto precedentes havia ja' que me
autorisavam a desviar-me nesta parle da letra da
le, para cingir-me ao sea espirito. O Mitigo conta-
dor de marinha, o Sr. Silva, foi mais de ama vez
nomeado membro interino do coaselbo, a despeito
do qae determinara o regulamento e a lei, e nao
rae consta que se pozesse em davida a legalidade
de sua nomeagao. ^
O nobre deputadolensurou-me pela proraogo do
coramaodante e immediato da corveta Parahyba,
os Srs. capjto de fragata Garclodo e capito-tenen-
te Chaves, promogo que S. Exc. julgou fra das
prescrpgdes da lei.
A cmara sabe que as primelras noticias que ti-
vemos da batalba do Riachuelo davam o cemman-
danle e immedialo da Parahyba como doas gran-
des vultos naqu-lle dia glorioso. (ApoiadosJ
O Sr. Das da Cruz :Ea desist dessa aecusa-
gao; mas acto bom que V. Exc. explique-se.
O Sr. Ministro da Marinha :A partielpago
offlcial do depdado Sr. bario do Amazonas apre-
sentava esses offlciaes entre aquellos qae mais se
baviam distinguido nesse combate memoravel, pois
qae esse rasgo de geoio do intrpido chele de es-
quadra, que converlendo em ariete o seu oavio de
madeira, dea-nos to assignalado triumpho, occor-
rera tambem ao comraaadaote da Parnahyba, qae
oo comego da acgo fizera sossobrar do mesmo
modo a om dos vapores inimigos.
Qaanto ao immediato, o ento 1* tenente Chaves,
appareceo sempre nos lugares de maior perigo,
combatendo, animando a goaroigo, e foi elle que
transmittio a ordem do commandante para se dei-
lar fogo ao paiot da plvora.
Posteriormente appareceram duvidas sobre o
procedimento desses offlciaes; dlsse-se qoe a abor-
dagem da Parnahyba podia ter-se evitado, que fra-
quearam, e nao tomarara as dlsposigSes convenien-
tes para ama defeza efcaz.
SabmetliJos a couselho de guerra, foram absol-
vaos unnimemente, e essa sentenga foi tambera
unnimemente confirmada na ultima instancia.
Desde logo fleava em p a commooicagao offlcial
oo ordem do da do Sr. barSo do Amazonas, que
Ibes dava direito a' promogo. (Apoiados.)
Nao contente com isso, mandei vir o volamoso
processo a' mioha presonga, lio, exaroioel os depoi-
mentos um por un, estodei-os com todo o cuidado,
e declaro a' cmara que nonca praticarei acto de
maior jastica do qoe fiz, promovoiMo e condecoran-
do esses doas bravos offlciaes da oossa armada.
(Mullos apoiados.)
do material flacl inte da nossa ar- teriamos de operar exlglam recursos especiaos,
consulte! as pessoas entendidas, informei-me, es-
ao augmento
mada.
Tenbo sido esbanjador. Ora, esbanjar nio
gastar multo, mas gastar sem criterio, a esmo, gas-
tar alm das necessidades, alm de indispensavel.
(Apoiados.)
Portanto, embora despendetse eu o triplo oa qoa-
druplo do que tenbo despendido, semelhante acco-
sagao nao me pode ser feita antes de provar-se qne
taes desperas foram looteis, oa qae pelo meaos
eram adlaveis. (Apoiados.)
S-lo-hiam T Poderia oa deveria eu adia-las f
Vejamos.
Em primeiro logar mandei construir ama barca,
pbarol, qae sera' collocada nos baixlos da Tijuca-
na provincia do Para'.
O nobre depotado por aquella provincia, que
com tanta proflelencia dlscntio aqu o projecto de
qae ora nos oceupamos, fez ver quo necessaria
era essa despeas, a bem do commercio e navega-
go do Amazonas, mrmente depois qoe o franquea-
mos a todas as nages do globo.
E para que a cmara se convenga de que esse
acto meo foi antes de economa qae de despeza,
basla ponderar que ps dlreilos que na alfandega
do Para' terfam de pagar os uavios que por falta
de um pbarol qae indicasse os baixios da Tijaca
ah tem naufragado chegariam para construirse
nao s urna, mas cinco ou seis barcas dessa natu-
reza.
O Sr. Gama Abrku :Apoiado.
O Sr. Ministro da Marinha :As vantagens qae
o commercio djssa importaote provincia aufenr
em pouco tempo de tal providencia, compensaro a
despeza qae fizer o estado e que nao exceder' de
56:000*.
O Sr. Gama Abril- :Dessas accasages V. Ex.
deve desejar por centenas.
O Sb. Ministro da Marinha Tambera foi por
espirito do economa que mandei comprar na Eu-
ropa doas transportes, um dos quaes seguio ja' a
encorporar-se a' e-quadra, e o outro acaba de che-
gar a este porto. Sao ellas o Werneck e Vas-
simn.
A esquadra dispunha em meiados do anuo prxi-
mo dos seguintes transportes : .Apa, Prineeza de
Jomvle, Maretlio Das, Isabel, Leopoldina, Oya
as pessoas
tudei acuradamente a queto, e ebegoei a' coa-
viego de qae para repelllrraos ama aggreesao na
provincia do Amazonas eram necessanos navios
qae s qualidades offensivas reuoissem a de trans-
portes, de pequeo calado, de ferro e movidos a
vapor.
Deviam ser transportes a vapor, porque nao aos
sendo possvel goarnecer toda a fronteira, era ne-
cessario que as tropas all reunidas pudessem
mover-se de ara ponto para ontro com facilidad ;
Illm. e Exm. Sr.Patse s rolos de V. Exc,
afim de resolver eomo Jolgar mais conveniente, a
inclusa copia do odelo qae me dirigi o ebefe de
divisio capitio do porto, em que nao s me decla-
ra qne na repartigo a sea cargo nio se celebroa
contrato de eompra do vapor Pwaj, como tam-
bem propoe para a remeisa do meemo para essa
corte a eolloeaeio de om mastrs com panno neces-
sario, no intuito de prevenir qualquer incidente
no seu machiaismo, qoe adaptado nicamente i
navegago lluvial.
Deas guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. con-
de rerro, porque a madeiri naquellas regios apo- 3fl|beiro ministro e secretario de estado dos nego-
' cios da marinba.-* i> vice-presMente, Joo Fer-
pock e S. Francisco, insufflcientes oo jav para o
servigo deli no thaalro da lula, mas para a cons-
tante remessa de tropas, muoigo, viveros, etc.
E to insufflcientes eram, qoe meas antecessores,
assim como o governo actual, viram-se sempre oa
necessidade de frelarem vapores mercantes.
Logo em comego de minha adminntrago per-
deram-se doas traosportes, talvez os melbores, o
Ouapock eo S. Francisco, om por naufragio, in-
cendiado o ontro.
Considerando qae este fado devia augmialar a
despeza eom os fretamentos, a qual, como V. Exc.
sabe,- exeede em pouco lempo o custo do navio,
resolv mandar comprar doas para sabstiiuirem
os que se pefderam.
E declaro a V. Exc, Sr. presidente, que eu os
mandara comprar, anda quanrjo fia occasio esti-
vesse prximo o fim da guerra, porque tereraos- de
reconduzr oo o exercito seno tambem o i in-
menso material accamulado no Paraguay. Se para
recolherraos a artilbaria, machinas etrensde guer-
ra qae all temos devessemos recorrer a' freta-
mentos nao sei se o prego destes ticaria muito -
quem fjou excederla o dos objecios a transportar.
(Apoiados.)
Ambos estes transportes nao excedem de 60,000
libras esterlinas, sendo certo que pouco menos do
que essa quaotia cuslou algum comprado anterior-
mente.
E muito mais baratos nos Qcam anda, porque
ordenei qae na viagem da Inglaterra condaiissem
as eocomotendas que l temos, cajo frete, portan-
to, deve ser deduzido daquella quaulia.
Ja v, pois, a cmara que, looge de merecer
censura por esta despeza, ella moslra algum zelo
da parte do ministro da mar rain. (Apoiados.)*
Alm destes navios, maudei construir outros, e
comprei o Silveira e- Piraj, prefazendo todos o
Damero de 25. Mas porque assim proced ? Tudo
pelo desejo de imitar o Sr. conselbeiro Saraiva, cu-
ja prodigahdade tira-me o somno, como aqu se
diise ?
Nao, meas seaboresy foi porque assim o exiga a
causa do paiz, o no desempeobo de meas devores
Do recuo aem trepido ante respooeabihdade alxu-
Sr. presidente, sera' improficua a rude experi-
encia porque temos passado ? Nao- servir' ella ao
menos para que sejamos mais prudentes e cante
losus de ora em diaole ?!
Sj nao tivessemos olvidado a mxima salular
prepara-te para a guerra se a qoeres fazer, se
na i tivesse dominado por tanto tempo entre los a
opinio de que toda a despeza com armamentos,
quer navaes, quer terrestres, era um disperdieio,
opinio levada ao ponto de se declarar do alto des-
ta tribuna que deveriamos da am que ardesse o ultimo navio de nossa os-
quadra----
O Sr. Barbosa de Oliveuu (la ora aparte.
u Su. C. Ottoni:Nao esta' prsenle aquello a
quem se attriboe esse dito.
USr. Ministro da Marinha:.... se nao tives-
sem dominado laes principios, aera a guerra do
Paraguay custar-nos-ula lautos sacrificios de san-
gue e de diobeirc, era tardara tanto a desa'irun-
ta da honra nacional I (Apoiados.)
Mas entendeu-se que o Brasil devia ser um povo
de lavradores e negociantes simplesraente; acredi-
tou-se que eram garantas subejas da nossa tran-
quillidadd a pureza de nossas inteoges, nossa
nunca desmentida lealdade no desempenbo dos de-
veres ioternacioRaes; e qual foi o resultado r
O resultado I toi alguas navios, poneos, no
propriq porto da capital 4o Imperio, perante esta
popaiago que estremeca indignada, vi ilarem. im-
puaemeate aossa soberaaia territorial; foi, nas
anuas da Babia, o aprezamento de um navio que,
na f dos mais sagrados principios do direito, vie-
ra acolber-se a' proiecgo da nossa basdeira, sem
que nossos vasos de guerra, velaos, podres, traeos,
mal armados, podessem fazer c-(lectiva essa proiec-
go ; o resaltado estar ba triota mezes invadida e
escalada ama provincia do Imperio; ha trinta rae
zes o p Inimigo pisa' o soio da patria, e nos nao
dictamos anda a lei na cidade da Assurapgol
(Muito.- apoiados, muito bem.)
To triste e dora experiencia deve servir-nos 'pa-
ra alguma cousa.,Nao nos Iludamos ; se quier-
mos gozar os beneficios da paz, se quizermos dor-
mir traoquiilos em oossa casa, oecessarto que
tenhamos ara exercito e esquadra respeitaveis.
(Apoiados.)
Nossa esquadra est boje oessas condigesj
foi le e namerosissima como Acara' ella depors/a
guerra ? Os navios de madeira eslo estragados,
e aem podia deixar de ser assim ao caba de quasi
tres anuos de camsaaba. Aqu mesmo, oo porto
do Rio de Janeiro, temos a prova. Eu ordeoei que
se recolbessem soccessivaraeale os navios que pre-
cisassem de malores reparos; vieram o Amazonas,
a Araguary e a Belmonte : pois bem, os coocer-
tos de qae alies carecam eram ama recoostruego
completa.
Temos, verdade, os encouragaos, que sao de
coostraego moderna; mas poder-me-ha dizer o
nobre depotado pelo Rio de Janeiro, poder-me-ha
dizer alguem, quaotos delles, e em que esiado nos
restaro. depois detomarmos Curupaiiy eHumai-
lT (Apoiados.) Os perigos immensos e ueseonbe-
cldos que os esperam no leito e sobre as barran-
cas de om rio estrello nao podero reproduzir
muitas vezes a terrvel catastrophe do Ro. de Ja-
neiro f (Apoiados.)
E se tal acontecesse, o qae diris, seooores, &o
governo imprevidenle, que nao bouvesse oa.itjp.iado
com todas as bypotheses desfavoraveis, e no mo-
mento do perigo se vi>se obrlgadq a compvar pelo
prego que Ibe quizessem impr os. oavU-^ bons oa
raaos, qoo acbassa a' venda, qoe Iosrjem' precisos
para proseguir no desaggravo. da A>rjTa oacional t I
(Manos apoiados.)
Aceusem-rae de esbanadjjf, embora I Nao me
bao de acensar de crimiooSA ,mpreidenca. Tam-
bem o Sr. ccaseiheiro, Sij^,,^ [0 acremente cen-
surado por mandar vir .gumas caabooeiras ; mas
foi com ellas que, ro 'chamos oa campanba ori-
ental e copaecroos 't d0 paraguay. (Apoiados.)
Sr. presidente.
drece em pouco tempo, e de calado nfimo, para
navegaren) em todas as lagas e igarips.
Nao trabamos navios neslas condiges; mandei
construi-los.
Ao que expuz accresce qae a abertura do Ama-
zonas, S. Francisco e outros obrlgava-nos a pre-
parar os meios de polica-Ios. Esses navios pres-
lam-se perfeitamente a isso, podeado tambem ser
aproveilados com economa para o servigo dos ar-
senaes.
Em tio boa hora fiz esta encommenda, Sr. pre-
sidente, qae pouco tempo depois o Sr. marqaez de
(Jaxias pedime algons navios pouco mais ou me-
os desse porte para as passagens do rios e lagas
qoe tenba de effectoar.
A segaraoga da'proviocia do Rio-Graode depen-
de esseocialmente de am bem combinado syslema
de defeza naval.
Seoio maotivermos sempre em perfeito p de
guerra as duas flotilhas do Uruguay e laga Mirim
a provincia e a propria capital esto expostas a um
golpe de mso.
Os vasos de qae se compSs flotilha da laga
Mirm achavam-se quasi em estado de au pode-
rem servir, ameacaado sossobrar repentinamente,
arrastando comsigo as respectivas guarnigoes.
Foi disso prevenido por varias pessoas, entre
ellas o distiocto almirante o Sr. de Lamare, cojas
informagdes foram plenamente confirmadas pelo
digno presidente daqella proviaoii, o 9r, Ho-
rnera de Mello, coja atteago chamoi para este ne-
gocio.
Quando S. Exc. assumlo a administrado do Rio-
Grande, os inimigos da trplice allianga agitavam-
se na Confederagao Argentina e na Banda Oriental,
e bavia motivos para se reeeiar qae am movmeo-
to favoravel a caosa do Paraguay se eflectuasse a
retaguarda do exercito em eperages |e sobre as
frooteiras daquella provincia.
A revolyo de Mendoza veio- provar que raes
sapposiges oa rec'eos oo eram infundado*. (A-
potados.) m
Se essa revologo Iriuraphasse, alear-se-sera
am incendio nas duas margens do Prata, do qual
cumpria resguardar a provincia do Rio-Grande.
Nestas circunstancias, o illastrado Sr. Homero
de Mello pedio-me com instancia a remessa de
doro vasos de guerra, de peqneno calado, promp-
los para entraren em acgo, dada qualqaer emer-
gencia, visto como os que alli existiam por suas
dimeosoes ou estado de ruma oo podiamoccorrer
a defeza de nossas fronJeif as.
S. Exc. mdicou-me a coaveniencia de comprar
o vapor Man, qoe passara ba pouco por grande
reparago nesta curte.
Comprei-o logo, por prego mdico, e -hoje o
Silveira, e, como nao se encontrasse aqu aem no
Rio-Grande outro nas condiges exigidas, mau-
dei ver se era possvel obt-lo na Babia ou Peroara-
buco.
Acbava me nestas diligencias quando o Sr. mi-
nistro de eslrangeiros veio em meu auxilio. S.
Exc. entrara' em arranjo para a compra de ora
pequeo vapor,, necessario para os trabalhos da
oossa commisso de limites oa provincia do Ama-
zonas, offereeeu-me passar o negocio para o mi-
nisterio da marinha, qae delle liaba mais argen-
te necessidade. esse vapor servia-para o m que '.
se tioba em vistas, e tambera o eomprei, o Pwaj.
Daqui a poueo yoltare! a esta compra, pois que
este respeito deram intormagoes inexactas ao
nobre deputado pelo Rio de Janeiro.
Ao passo que assim me esforgava para atleoder
prompiameate ao justo pedido do presidente do
Rio-Grande, tratui de acautelar o futuro, porqae os
oavios da flotilba da laga Mirim, que sao o Ame-
lia, apa, Fluminense e Cachoeira, anda repara-
dos, uo podiara servir por multo lempo; man-
dei construir, en> urna das mais acreditadas offlci'
nas da Europa, os qnatro outros de ferro de que
ja' faliei.
Estas caononeiras devem ter de calado 0,!)0 c,
dous metros de altara, a forga de 40 cavallos, ve-
locidade de uove milbas e capaeidade para 20,000
kilogrammas de earvao, estro anubados por om
caobo Withworth de 32.
Com ellas, o Henrique Martins, Greenhalg e
Chuy se voltarea da guerra Ocaro perfeitamen-
te montadas as duas esqnadnlbas do sui, e bem
garantida a defeza naval da provincia do Rio-
Grande.
Tenbo consjesela de qoe nao merecem a mais
leve censura todas estas despezas, fetas no rate-
resse de preservar orna iraporlaote parte do impe-
rio do perigos e prejuizo de urna iovaso estran-
geira. (Apoiados.).
Mas voltelos a compra do Piraj. Disse o no-
bre deputado que eu o comprara por 16:000^000,
quaodo custara i:000000 ou 6:OO0fOOO ao seu.
pcoprietario, e apezar do me baver representado o
digno presidente da Babia contra essa compra.
Nada disto exacto, e eu pego a attengo da c-
mara para os. docu memos qoe eu vou lar :
Ejle navio foi vendido a pessoa de quem o com-
prei pelo Sr. Wilsoo, negociante muito conhaaido.
pela quaotia de 1,000- libras esterlinas, isto c,....
90:000, sendo que posteriormeote recebeu ma-
chiaismo aovo, e fez obra importante exigida pe-
ios peritos por quem o mandei examinar, afim
pe poder montar artilbaria. isto s explica per-
feitaraeate a diflereoga de prego, que alias nao
urna r&zo para que se julgae m a cos&pra. (A-
poiadui.)
Para que assim* se julgasse era mlste-r comparar
o estado do navio nas duas vezes em. que foi ven-
dido, atleoder as coadiges de urna e noira venda,
coafrontar o interesse que poderia ter r/primero
vendedor em descartar-se delle com a necessida-
de que titilamos de compra-lo na occasio. (A
poiados.)
Ea recommendei ao presidente da Bahia qne,
mandando examinar este vapor por peritos de sua
conflanga, o comprasse no caso de achar-sa nas
condiges que se exiga e de pedirem por e'la um
prego rasoavel.
Para este fim buz a sua disposigo a semina de
13:01)05000.
Eis aqu o termo de exame e avallago:
c Aos 13 dias do mez de abril do aRoo do aas-
cimeoto de Nosso Seobor Jess Cbristo de 1867, a
bordo do vapor Puraj, surto neste porto da Rabia
de Todos os Santos da cidade de S. Salvador, com-
recen o ebefe de diviso Augusto Wenceslao da
Silva Lisboa, capito do porta com o Ia tenente
Emilio Augusta de Mello e Alvina, director das of-
ficinas de machinas do arsenal de marinha, perito
nomeado pelo respectivo inspector, e com o i* l-
ente Antonio Calroon da Pin e AWneida, director
das consiruges navaes, perita requisitado por
elle capito do porto, e oommigo secretario da ca-
pitana do porto abalxo assigaido, afim de, em ex-
ecogJo as ordens da presdesela, em virtade dos
avisos de 31 de dezembra e 7 de Janeiro ltimos,
proceder-se ao exame e avaliago do dito vapor
Pit'o;', pela que passaado os peritos, a fazerem os
up.essarios e minuciosos exames, declararam que
o vapor era todo construido de ferro e se acba em
bom estado, suas dimeosoes sao: comprimeoto en-
tre perpendiculares na altara do ooovez 14 me-
tros e 946 mlllesimos, maior largara 3 metros e
353 millesimos, pontal 1 metro e 982 milleslraos,
calado 1 metro e 445 millesimos, toneladas 22 e
meia, machina de alta presso, forga 16 cavallos, a
hlice de 3 ps, caldeira tabular e barrinbo; e
que avalirm na importancia total de 17:1254000,
a saber: casco 11:12SAOOO, macbioa e caldeira
5:6005000, borrlnho 400000. .E para constar se
lavroa o presente termo qae asslgoaram o capito
do porto e peritos, commigo secretario da capita
na do porto, qae o sbscrevi e assignei. Fiz escre-
O secretaria, Olympio
oiaes jastlflcAsr- p|enameoie as compras que Qz e
as ooosirucv^es qe ordeoei .
tocoajir eQ(le d0je peqoeoos vapores de ferro e
Agora Sr. prOTidente,atihsando-medoprec'^B"lviatrorjaloreg> comprei 0 praj e o Silveira, e
te aberto pelo nobre deputado por Mioas-Guraes,...,1*., construir no arsenal desia corte mais seis
O Sb. C Utnom : Aberto por mi, uia bragados. Direi os fias a que elles se desti-
apoiado. i '^m.
O Sr. Ministro da Marimia : Aberto pe*' V. Exc sabe que houve motivos para reeeiar
V. Exc.; a dseusso, segundo .os, eslylos, d'ia
restriogir-se a' materia do projacto, das 'addi-
tivos.
Prevaleoendo-me do precedente darei ao n0bre
depotado pelo rtio 4e JaneJi-o, a qaem &' me refe-
r, ama resposta que Ihe devo.
S. Exc. qaaliftcon \ muba fcdp-jiolstrago de es-
banjadora, e refer l0.M xa it aos contratos cele-
brado, era roeu i,dmpo,c^mo5scou3trucgo;s e com-
pra de uivios '.jue tenho ordenado.
N?,o ten^o sido anda analysado nenbam desses
cop.irlO', a minha defeza por em qaanto llmita-se
ver e assignei. O secretaria, Olympio Mximo
Chaves.Augusto Wenceslao da Silva Lisboa, ca-
a"em d'estas "raies, 'ootras espe- pitia do porto. Emilio Augusto de Mello e Alvim,
1 leoente director das oficinas de machinas.
Antonio Calmon da Pin e Almeide, i* lente di-
rector das constraegoes navaes.
i Em observancia portara do go -eroo da pro-
vincia datada de boje, acompanbada da copia do
aviso do ministerio da marinha de 24 de Janeiro
ultimo, declararam os mesraos peritos qae o vapor
nao s esta em bom estado, coreo proprio para a
mos urna aggresso ao oorte do Imperio.... i navegago {jovial, e pode montar ama pega de
Os Sus. Lka Velloso e Gama Abrku:Apoiado. I peqaeno^ calibre. __E para constar fiz a presente
OSr Ministro da Marinha:... essjs motivos
o publico mais oo menos os coohece nao posso
nem devo especlQca-los.
Desde logo era rigoroso o dever do governo
ac*utelar-se, e predlspr os meios necessarios pa-
ra a defensiva e offensiva se a Iota ebegasse a
travar-se. (Apoiados ) Como o meu illastre collega
da guerra, tratei de pela mioha parle fazer o que
me cumpria.
As condiges topographicas dos pontos em qae
declarago; qae oommigo secretario assignaram o
capito do porto e os mesraos peritos. Babia e
capitana do porto, 1S de abril de 1867. Fiz es-
crever e assignei.O secretario, Olympio Mximo
Chaves.Augusto Wenceslao da Silva Lisboa, ca-
pito do porto.Emilio-Angosto de Mello e Alvim,
1. tenente director de offleinas de machinas.An-
tonio Calmon du Po e Almelda, director das cons-
traegoes Rvaes da marinba.
Lerel agora a reprasentagio do presidente :
reir de Moura.
J v pois. o nobre depotado qoe seus Infor-
mantes illudlrara-o. A representago do presi-
dente da Baha foi por causa da falta de fundos, e
nao contra a compra do vapor. (Apoiados.)
Resia-me tratar, Sr. presidente, dos seis eaeoa-
ragados qae mandei construir na iha das Cobras.
J disse qne o desejo de acaateiar eventualida-
des possivels da guerra em qae aos acharaos em-
peobados, nao digo bemo deseje; o rigoroso
dever de providenciar sobre todo qaanto necessa-
rio seja para que a levemos ao cabo com honra e
dignidade, foi a consideragio qoe influio em mea
animo para determinar esta e outra eonstrocges.
(Apoiados.)
A isso accrescia qoe era oecessarl aproveltar a
experiencia que ja tinhamos ganho oa nresma
goerra. E' boje fra de dovida que oo sao as
grandes machinas de guerra, que nao sjo os-
grandes navios, os que com mais vantagera podem
ser empregados nas guerras ffavlaes, oa pelo me*
oos quando a lacta se trava em om rio tortooso,
estreito, semeado de baocos, como aquello em qae/
opera a oossa esquadra.
O mal que oes fizeram as chatas paraguayas,
que fluetnam sobre pequea profandidade d'agaa,
abrigando se por entre bancos e peras, e offere-
cendo insignificaate alvo aos tiros que Ibes sao
disparados, e os servigos importantes qae tm
prestado os mais pequeos navio da esqoadra,
como o Henrtque Martins e o Greenhalg, aconse-
lbaram a constraego de navios qae ao pequeo
calado destes, sua facilidade de movimeatos nas
voltas do rio, reunissem as condiges defensivas
da coaraga.
Bater fortalezas a tiro de pistola ; como temos
sido obrlgados a fazer, cora navios de madeira,
expo los e as respectivas guarnlgs a urna aerda
quasi inevitavel. (Apoiados.)
?a e?caraCados que possaimos por seu grande
calado Do podem fcilmente operar em todos os
pootos em que, alm de Curopalty e Humait, p--
de o inimigo offerecer-aos resistencia serla. O'
Brasil tem 12 p?, o Lima Barros 13 ; 8 1/2 o
Baha, Tamandar e Barroso, 40 1/2 o Colombo e
Cabral, e Silvado tO 9 1/2 tanto o Herval como o
Martz e Barros, e quasi certo que nos ser in-
dispensavel penetrar em lagares oude a profandi-
dade das agoas seja muito meoor.
Foi a isso que eu qoiz alladir, mandando cons-
truir peqaeoos encoaragados, am dos quaes, o
Pjr, seguio j a eocorporar-se s nossas fergas.
Qoem qoizer ter urna idea do qae sio estes navios
lea o magnifico artigo qae sobre elles pabhcoa
anda boje o Biario do Bao de Janeiro.
Lomo mallo bem disse a Ilustrada redaceo
dessa folha, estes oavios sao terriveis machinas de
guerra, J pelo seu insignificante calado que os
habilita a zombarem de eucouracados inimigos,.
visto que podem navegar fcilmente sobre es bai-
xios e nos mais peqaeoos caoaes, qaer pela forga
de impaiso, pela artilbaria que mootam. pelo
pouco alvo qae ofierecero, emfim pelos melbora-
menios e iaaoracao qae miles i otrod azi rao seus
constructores.
Estes eucouracados sao lypos nossos, superiores
a todos os coobeeidos at !oje, elles fazem honra
ao nosso primeiro arsenal de marinba (apoiados),,
constituem um justo padro de gloria para os dis-
tinctos offlciaes que os plaaejaram e construirn?.
(Apoiados.)
Fallando destes navios, o oobre deplado pelas
Alagas, seguudo fui laformado, disse qae elles
eram de constraego defeitaosa e que o primeiro
qae sanio barra fra arribou por nao poder nave-
gar..
Oeservarei ao nobre depotado que, aioda quan-
do os oovos eacooragados nao apresentassem gran-
des condiges de navegabiridade no mar, isso na-
da provana contra elles, porquanto- foram cons-
truidos para servirera nos rios e Bao para o
ocano.
Mas nao exacto qoe e-Ha arribara,, como infor-
maran) ao nobre depotado. Nao sendo o Par
proprio para navegar no- mar, como disse, bavia
oeeessidade de prepralo para a travessia que ti-
oba de fazer d'aqai at o Paraguay, de modo qqe
nao bouvesse risco tanto para o navio como para
sua trlpolago. Assim,. as-escolilbas levaram cal-
soes para obstar qne peaetrassen no interior as
vagas qae lava o coovsz; tambem a torre rece-
beu um accraseimo de atadeira, para resguardar
a guarnigo, e sobre ella colloeo-se a-redado.
lema.
Quando lave goverson bem, mas, indo depois
arregado para o poco, ootou o commandante al-
guma differenga no sea governo, e assim o com-
monicoa o Sr. inspector do arsenal, qae, desojando
verificar as causas desse acto, maodou por urna
coromiss3o de peritos fazer doas experiencias tora,
da barra.
Feitas do leras as. ligeiras.roodificacoes qae es-,
sas expemencias indicaram, uesapparecwi o incon-
veniente, e o navio seguio para seu dastiao. Foi,
isto o qu4 hoave e nao urna, arribada.
Aqu'-esta' (mostiraado) um lelegramma recebido
ba poucos das. Delle vera1 a camaia o juizo qa*
deste navio forma o coromaadaBle, qne ua ex-
celleste marinaetro :
t lelegramma de Francisco Josa Teixeira Lira
Jocior a S. Exc. o Sr. ebefe de esquadra encarre-
gado do quartel-geoeral de marinha, proeedeate
de Angra dos Reis.
c O encoaragado Para, acha-se aneoBrado na
enseada da Estrella desde o din 21 a's 3 horas da
manba.. Mo tem;-o. iom-nario. Espero bom
tempo.. Assigoado pelo comraandaote do encoara-
gado Para, i
O. nobre depotado pelas Alagas avaliou a des-
peza destes encoaragados, em 5,000:0001000, ecj
que asta' perfeitamente engaado.
Posso affianca? a S. Exc. que nao s os encoa-
ragados, como todos cs outros navios qae tonbo
mandado construir oo comprar, punco excedero
da melade daquella. quana, e talvez nem a isso
possam ebegar.
Sr. presidente,.p7oce-m3 ter demonstrado a ne-
cessidade e utilidade destas despezas, e portanto
que nao Ihes cabe a qualiricaco de esbanjamenta
que Ibe deu o nobre i'.eputadc pelo Ri de Ja-
neiro. i.Muitos apoiados.)
Passarei a outro ponto. Tenbo boje fallado de-
saliobadamente, sem mettiodo, porque oo coatava
que a discusso tomasse a direcgo que tomou.
Volio ao nobre depotado pelo municipio neutro,
porque escapoo-me um dos pontos mais importan-
tes do sea discurso de hontem.
O nobre deputado impo torisa o augmento oa a elevaco do quad.ro dos o
ficiaes da armada.
A nobre commisso de marinba e guerra apre-
seutou o a pedido meo, e espero que a cmara e o
proprio nobre depotado nao me ho de negar a
sua approvago, porque nada mais pretendo do
que os meios de remunerar condignamente os ser-
vigos importantes da nossa briosa offieialidaijo de
marinba. (Apoiados.)
Bem sel, Sr. presidente, que nas. distineges ho-
norficas eoconira o governo meios de recompon^
sar os benemritos da patria, mas para o militar ai
verdadeira recompensa a promogo
O Sr. Alvim e outros Senhores : Maito
apoiado.
U Sr. Ministro da Marinha : .... ura titulo,
ama coodecoragao, fazem, verdade, esquecer as
cicairues e aleijoes gaobos oo campo de batalba;
mas o qae satisfaz ao offlcial o adiantamento,
o accesso na carreira qae abracou- porqae redun-
dara tambera em beneficio de soa familia, coja sor-
te tica assim melhor garantida.
Tire-se ao militar a nobre esperaaga de ser pre-
miado e ter-se-ha aeabado com o mais poderoso da
seas incentivos I apoiados); saiba elle, porm, qae
pode ganbar um posto '" 2 P*d *vancr,
na propergo de seas mereclmenlos, e nc havera1
perigos que nao affronle com enthasiasmo. (Apota-
r, guadro da armada tal como se acba organl-
sado obrlga o governo a preterir servigos importan
ies a deixar sem promogo offlciaes mui di=trac-
tos' e que fizeram jus a essa promogo a' casta da
seu sangue e de soa vida.
Tenbo comigo a experiencia ; a ultima promo-
go qae lis ama das maiores, seno a maior de
quaotas tm. navido na marinba.
C
r. .:
< '
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X, 4
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I
>.l
1

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V
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* ,i
V
(Continuaran.)
TYP. DO DIARIO-RA DAS CRUZE8 N. 44.

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I
ILEGIVEL


Full Text
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