Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11358


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Full Text
I
ANNO XLIII. NUMERO 201.
P.1H.1 A CAPITAL E LIGUES ONDE SE IfAO PAA F*TK.

j &i

par.tras aejes idiwUdos.,. W.
Par mis tes Htm.. ... .1 >j ., ..
Por an aun idea.. ., .. ., #J ,, ,
CaJa amurt avala .1 .
.1
.1 :
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1
.1
. 7
65000
i-iOQO
24,9000
320

**.* ,, TEftOA FEIRA 3 DE SETEMBRO DE 1867.
PABA DEMao E FORA DA PBOTINCIA.
Por tres nezes adiantadoi;. r. rr, rr ,.. .. ,. .-.- .
Par seis ditas Mcm. m .. ..........
Por no re ditas dem.....
Par u aua Um.. .v ..
a. ..
-'.

W7M
484500
20^250
27,5000


i
_
IENCARREGADOS DA SUBSCRIPgAO.
Parahy ba, o Sr. Antonio Alexsndrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;Aracatr,
oSr. A. de Lomos Braga; Cear, o Sr. Joaqaim
os de liveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alvos 4 Filhes; Amazonas, o Sr. Jerooymo da
Costa; Alagoas.o Sr. Franrino lavares da Costa;
Bahia, o Sr. Jos Martins Al ves; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos RIbeiro Gasparinho.
PARTFDA DOS STAPETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estagoes da via frrea at
Agua Preta, todos os das.
Iguarass e Goyaona as segundas e sextas feiras.
Santo Antio, Grvala, Bezerros^Joorto, Caroart,
Alnnho, Garanhuos, Buique, S. liento, Bom Cna-
selho, Agaas Bellas e Tacarat, aastercas-feiras.
Pao d'Albo, Nazareth, Limoeiro, Bfejo, Pesqaeira
Isgazeira, Flores, Villa Bella, CabroD, Boa-Vis-
ta, Ouricury.Salgueiro e Ex, as guaras feiras I
r Seriflhaem, Ro Pormoso, Taaaandar, Una, Bar-
reiros, Agua Preta o Ptoaenteiras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommereio: segundas e quintas.
Rela-o : tercas e sbados s 10 horas.
Fazenda : qa/nas s iO horas.
Jnlzo do commeroro ; segundas as i i horas.
Dito de orpbos : tercas e sextas s 10 horas.
Primefra vara do cival: tercas sextas ao moio
ia.
Seganda vara do cival : guanas e sabbades a
1 hora da tarde.
EPHEMERIDES DO MEZ DE SETEMBRO B
0 Quarto cresc. as 8 h. e 39 m. da t.
l Loa cbeia as 9 h. e 41 m. da t.
1 Quarto ming. aos 17 ro. da m.
s7 La nova as 8 b. a 60 m. d i.
DAS DA SEMANA.
Segonda. 8. Esievao rei de Hungra
Terca. S. Eufemia v., S. Aristbeo b.
nnfn.1,3' f?a ,de V,ler v- S- Ros'a *
Quinta. S. Hercolaoo m.. S. Arceosio m
Sexta. S. Libania.v., S. Zacharias prof."
Sabbado. S. Regina v. m., S. Pamphilo b.
Domingo. A Nativldade de Mara Santissima.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 5 boras o 18 m. da manhaa.
Segunda as o boras o 42 minutos da tuda.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o sal at Alagoas a 14 a 30; para o norta
at a Granja a 15 e 30 de cada mex; para Fer-
nando nos das 14 dos mezes Janeiro, marco, maja
albo, setembro e novembro.
PARTE OFFICIAL
COMANDO DAS AlUliS.
Quarttl general do eommando das armas de Per-
naraliuco na eidade da Recite, 2 de setembro
da 1867.
ORDEM DO DA N. 374.
O brigadelro commandante das armas em exe-
eugo as ordens do ministerio da guerra que Ihe
foram transmittidas pela presidencia em offlcio de
31 de agosto ultimo, determina que o Sr. tenante
rsformadodoexercito Henriqae Tiberio Capristano,
residente nesta provincia, siga qoaoto antes para a
do Amazonas, afjm de exercer all as funcgoes de
mandante no carpo provisorio da guarda nacional
em destacamento para cojo etnprego fra detigua-
do por aviso de 12 do referido mez.
O mesooo brigadeiro faz saber que o Sr. alfares
reformado do exercito Alvar* Coorado Ferrelra de
Aguiar, obleve dogoverno por aviso de 13, liceo-
ca para residir nesta provincia, segundo constou
de offlcio da presidencia de 31, e qne a 29, todo
de agosto ultimo, embarcou para corte cora des-
Uno de reunir se ao seu corpo i de cacadores a
cavallo de Mallo Grosso, o Sr. capito Manoel Joa-
qun) Machado.
(Assignado) Joaqun* Jos Gonqalves Fontes.
Esta conformeEmiliano Ernesto de Mello
Tamborm, tenenle-ajudante de ordens encarrega-
do do detalbe.
EXTERIOR.
Abyssinia.
Do Diario de Lisboa reproducimos o ex-
tracto, publicado pelo Times, da sessao da
cmara dos commuDs, em que o governo
inglez foi ioterpellado a respeito da son
dos prisioneiros da Abyssinia, pedindo-se
entao providencias enrgicas para por termo
sua actual situaco.
Durante a discussao, os oradores expuze-
ram as condices em que se achara os pre-
sos, e quaes foram outr'ora as relacoes da
GrS-Bretanha com aquello paiz, mostrando
as causas que condazem a este estado. Eis
o extracto :
tCamara dos deputadosSessao de 26
de julho.O Sr. Seymour chama a attencio
para a condic^o dos prisioneiros ioglezes na
Abyssinia, propoa que se adoptem as provi-
dencias necessarias para por termo qoaoto
antes ao seu captiveiro, qoando mesmo para
isso tenba de se recorrer forca das armas.
cLord Stanley:Posso afirmar cmara
que, desde qae o actual gabinete assumio o
poder, sempre tem pensado naquelles infe-
lizes captivos. E' ioutil remontar ao pas-
sado, e perguntar se era ou nao convenien-
te no principio enviar urna missSo Abyssi-
nia, se se podia por esse meio garantir al-
gum interesse poltico ou commercial, e,
finalmente, so outro modo de proceder
teria melhores resultados. Fez-se o me-
lhor que se podia fazer e o qae se pode
dizer que o resultado, quer direr, a
detencSo daquelles infelizes, sem causa nem
provocarlo coohecida, foi ura aconteckfleto
5o extraordinario que seria injusto fazer
recahir a responsabilidade sobre os bomens
que baviara sido os promotores da mUso.
Eipressando-m8 assim nlo faco seno
render justin acuelles que metteram a ca-
mino este negocio, e croio qae at lhes
faco mais justica do qae o toen honrado
contradictor. Ouvi-lue as suas palavras com
certa inquietado, porque sa'^ia que n'uma
queslo desta natureza era fcil fazer mais

FOLHETIM
D. BRANCA DE LiNZi
RECORDAr.OES DA CORTE DE FELIPPE II
Romance histrico original
Por E. Fejo de Mendoza.
PARTE I
Hedemp?3 por amor
LIVRO II
OS DOUS FAVOWTOS.
CAPITULO IL
O reiD. Felippe 11.
(Cootinuacao do^n. 200.)
ABna. Ihe disse, baixando a voz como
se receiasse ser escutado, Felippe If, rei dos
mandos, o rei mais forte e poderoso da
Europa, o homem em cujos dominios o soi
nunca tem ocaso como dizera os meus adu-
ladores, tem por inimigo outro homem mais
forte qne elle.'
Deus raen l Ameaca S. M. algom
nova guerra ?
Sim ; mas... ai desse homem se cae
em mea poder t
Mas qnenr Felippe ?
O monarcha ficou pensativo por algans
instantes :
Anna, disse princeza depois de pon-
co silencio, recordas-te de que ha alguns das
enviei Jo5o de Lanuza, filbo do chefe da
justica de Arag2o, a aples como vice-rei ?
Sim, seohor, recordo-me.
E recordas-te tambera de que Ihe dei
o eommando de ama esquadra, pan que po-
tfesse combater e prender o celebre pirata
que chamam o Corsario Negro .'
Multo bem, senhor.
"Pois olha e l. Esta carta foi entre-
gue esta mantiSa no pac/) a um dos meas
pagens por um homem desconhecido.
O. Anna, sorprendida, tomou a carta,
abri-a e leu coramovida o segoiote :
Uei Flippe,
mal que bam. Comtudo, quanto ao mal qae
lenha podido occasionar o discurso de um
nobre e sabio lord (lord ChelmsfordA n'ou-
tro recinto, mal que disseram ser grandissi-
mo, posso dizer que se coraprovou n5o ter
nunca o rei Theodoro visto esse discurso, e
por consequencia nao podia provir d elle o
menor mal.
O que nos cumpre agora fazer tirar os
nossos captivos de diffiouldades, e depoU
parece-me que nem o governo nem a cma-
ra teriSo a phantasia de se introraelterem
nos negocios da Abyssinia. A queslSo sa-
ber como se alcanzar sua liberdade. S
ha dois meios possiveis; a eonciliacao ou a
forca; e creio que todos concordaro em
que se devem esgotar todos os meios de
con ci lia cao antes de se seguir um procedi-
mento differente. Antes de procedermos,
devemos considerar que ama expedigo em-
prehendida para libertar os prisioneiros,
envolvera grandes despezas e grandes per-
das em horaens, j em consequencia das
operarues militares, do pessimo clima,
naquelle paiz. Podia al ser ella iou-
til, porque, sendo a deletelo dos prisionei-
ros um mero capricho, pode bem outro ca-
pricho restitui-los liberdade. Optou-se
pois pelos meios pacficos. Becebi cnto
muitas propostas de varios individuos que
estavam resolvidos a correr o risco de urna
nova raissao Abyssinia.
f Nao acceitmos essas propostas por urna
razio multo simples: qualquer que fosse o
principal motivo porque o rei Theodoro
prendeu aqaelles individuos, claro que elle
adoptou como principio da sua poltica de
ter em seu poder o maior numero possivel
de europeus, e ju! jamos que nao seria mui-
to para desejar que elle aqgraentasse este
numero. Nao mandamos pois pessoa alguma
a Maydala, .porm valemo-nos do regresso
do Sr. Fiad missionario allemlo, cuja familia
resida naquella localidade, e que por isso
devia all voltar para velar pela seguranza
do seu lar domestico. Encarregamo-lo de
urna communicacao que figurar no numero
dos documentos impressos, e atm d'isto
enviamos pelo coronel Marewether diversos
objectos que sabamos daverem ser muito
agradaveis ao rei Theodoro. Sobrereio po-
rm urna diffi:uldade.
O rei manifestara o desejo de obter al-
guns operarios ioglezes, e as pessoas que o
conheciam diziam que os prsenles neobum
effeito produziriam se nao fossem acompa-
nhados pelos operarkis.
c Resolv pois enva- los al Massowah, ex-
plicando-lhes sera rodeos os perigos qae
iam correr; decedi tambera.que nao avanga-
riam no paiz sem que os prisioneiros fossem
postos em liberdade. Era natural que se
assim acontecesse poderiamos ter maiscon-
ianca na boa f do rei Theodoro, entregan-
do-lhe assim os operarios. Alm disto
seria elle o primeiro interessado em os tra-
tar bem, j pelos servicos que iam prestar-
Ihe, j para qae o seu numero augmentasse.
Ao mesmo tempo estava claramente ex-
plicado que elles iam por sua livre vontade,
e que nioguem os obrigaria se acaso, a todo
o lempo, recuassem perante o perigo. Tal
era a situaejo ha mezes. Sinto ter de dizer
que esta tentativa ficou completamente mal-
lograda. Os prisioneiros foram tratados
anda com maior rigor. O rei tentou ficar
com os presentes e com os operarios, sem
soltar os presos, e isto foi-Ihe recusado. Des-
de enUoao tivemos noticias suas. Escre-
vi-llie novamente, advertindo-o de que se
nao restitua -liberdade os nossos prisio-
neiros nunca mais contasse com a amizade
do governo inglez. Insist tambam para que
os presos fossem sollos; porm na miuha
nota nao havia urna palavra ameacadora,
porque qaeria qae o governo fleasse com a
plena liberdade de proceder de futuro, como
julgasse conveniente, segundo as circumstan-
cias. Em vista do que se passoa receio que
se esgotassem todos os meios pacficos. Qae
convm agora fazer? Cencordo com alguns
dos membros da cmara que muito repugna
ao nosso sentimento nacional, e que seria
pooco vantajoso pranos como questlo de
honra e de influencia, o permittir que n5o
s compatriotas mas enviados encarregadoS
de urna,missodo poder executivo secn-
servem em poder de um rei meio selvagem,
e que pode commetterqualqaer acto de cruel-
dade que primeiro Ihe lembre o sea genio
caprichoso. Por outra parle confesso fran-
camente cmara que nao me parece faoil
obter pelas armas que os prisioneiros sejam
postos em liberdade.
Nao mello em linha de conta as difli-
culdades que proviriam de urna resistencia
ralo armada, porque isto pouco seria ; po-
rm devemos tomar em considerafao o cli-
ma, o paiz, o intenso calor, sa chuvas con-
tinuadas, a falta de provisoes, a ausencia de
meios de transporte, o total desconhecimen-
to da populaclo; e tudo isto faz com que
urna expedico Abyssinia seja um negocio
muito serio. Fallou-se da proximidade de
Aden como de um ponto onde poderiamos
: achar urna base conveniente para operacoes
daquella natureza. Porm Aden urna pra-
?a onde nio ba recurso algam. Todas as
' provisoes necessarias para urna expedclo
| Abyssinia deveriam ser mandadas do Egyp-
to, ou de Bombaim, ou de Mayala, onde se
, acham os captivos, na distancia de uns 500
kilmetros da costa, e accessiveis por um paiz
montanhoso, sem estradas, sem agua, e nada
conhecido por .nos. Perguntarei pois cj-
; mar com a conGaoca de que ella ser do
] met parecer, se nlo seria urna loucura, por
, maior desejo qjw tenhamos de obter o re-
sultado a que aspiramos, mandar um exer-
| cito inglez para nm paiz desconhecido, sob
um clima tropical, lon'ge do mar, longe das
suas proprias reseryt, longe das suas pro-
' visoes, sem se acaocarem todas as informa-.
C5es previas possiveis sotire os meios de ft
zer manobrar esse exercito, de o sustentar
1 ejde.o consefvat em bom eslado? Sim 1 Um
i inquerlo nesta enttdo, considero o como
' um preliminar indispensavel. Neste sentido
me dirig j ao ministro da gaerra e ao das
Indias; e este qtlirao deu jrdem ao go-
vei'o da India para que mande um ou mais
officiaes de conQanra, que se reunam ao co-
ronel Merewether em Adenj. afim de com
elle esludarem minuciosamente os pontos
sobre os quas devemos obter informacoes
exactas.
Nada quero antecipar quanto ao resul-
tado deste inqaerito, mas espero que a c-
mara entender que procedendo assim, cum-
primos o nosso dever; e se por urna parte
nao podamos abandonar os prisioneiros
sua sorte sem inlercedermo por elles; por
outra parte, precipitando as coosas e proce-
dendo levianamente, expor-nos-hiamos a
grande objecces, e podamos at commetter
algara adrnenos honroso sob o aspecto po-
; litico e militar.
E' possivel que, quando o rei Theodo-
ro se compenetrar das nossas intences, re-
! considere solt os prisioneiros; seria esta a
. soluco mais simples e mais satisfactoria.
Podemos ter essa esperan^, mas nao contar
com Isso com certeza. No^aso de nao ha-
ver este resultado, pertencenos decidir o
que convir fazer: Evidentemente devemos
guiar-nos at certo ponto pelos relatnos que
j nos forero enviados por aquellos que empre-
garmos no inquerito de qae cima fallei. Ne
1 posso em nome do governo prometter cousa
alguma acerca de urna expediglo, a nao ser
j que esta se jal je realisavel mediante um sa-
crificio rasoavel de horneas e de dmheiro.
Sei que se pode dizer e mande s urna ex-
pedclo costa e isto bastar
< E'possivel; mas se maodarraos urna
expedic > costa, e n5o obtivermos o resul-
tado que temos em vista, nlo podemos recuar,
mas temos de proseguir. Podemos maodar
ou deixar de mandar urna expedico; porm
depois de a maadarmos nao podemos recuar
sera consegur-mos o lira.
E' necessario meditar bem; se empre-
hendem s a expdir;9o, cumpre leva-la ao
fim. Espero que a cmara deixar a deci-
so aquellos que sao responsaveis por ella,
e espero qae ella ver pelos documentos,
que ihe serlo apresentados, seadmittem que
qae possa existir divergencia de opinio so-
bre a queslo de saber se adoptamos o me-
Ihor e o mais prudente partido. Em todo o
caso, o5o podemos ser aecusados de negli-
gencia nem differenca por esta tristissima
queslo.
f O coronel Sykes :N5o se pode resol-
ver esta pendencia com rei Theodoro
como se resolvera com nm soberano euro-
p u ; um selva jem que nao se deixa in-
fluenciar pelos sentimeotos europeus. Tem
tanta idea do carcter inviolavel de um em-
baixador ou enviado, como pode te-la um
sherk rabe ou um chefe das ilhas Feejee.
E' homem que s obdece s suas inspiraces
pessoaes, caprichosas e variaveis. Porm
como em lempo estava em relacoes amiga-
veis comnosco, necessario qae alguma cau-
sa dsse origem a urna to repentina mu-
daoca a nosso respeito. Noto qae nesta
discusso anda se nao filloa oessa causa.
Na poca, em que o cnsul Flawden estava
junto do rei, tudo ia bem, e os chrisios da
Abyssinia residentes em Jerusalem recebiam
a uossa protecclo. 'Juaudo 0 cnsul Ca-
meron foi substituir o Sr. Flawden; foi re-
tirada essa protecclo aos christos em Jeru-
salem, ficaram merc das autoridades tor-
cas, e os egypcios comecaram a praticar
actos de violencia no territorio da Abyssinia,
sem que fizessemos cousa a'guma para o
evitrteos.
t Tendo o ministro dos negocios estraa-
geiros enviado o consol Cameron a urna pro-
vincia revolta da Abyssinia para ali obter
algumas informacoes a respeito do algodo,
o rei Theodoro perguntou ao consol se nlo
havia recebido urna resposta caria que este
soberano enviara ra alia de Inglaterra.
Como o cnsul nenhuma resposta tinha em
seu poder, o rei julgou-se insultado, e reca-
sou-se a deixar em liberdade o cnsul ai
que ebegasse a resposta de sua magestade.
Longe de nos a idea de querermos justificar
o rei da Abyssinia, mas cumpre dizer qae o
sea procedimento foi consequencia do pro-
< Ha quinze das que destrocei e aprisio-
nei no glph de aples a vossa poderosa
galera commandante, c o mesmo teria feito
com as outras duas, se urna tempestade as
nao houvesse aflaslado daquellas costas.
Nella fiz prisioneiro o vosso famoso vice-rei
de aples, D. Joo de Lanuza sen con-
tra-mestre Prez de Moyj, que por cerlo
am cavabeiro que vale tanto como D. Jlo.
t O vice-rei, apezar da sua pouco Tdade,
defendeu-se como nm valente, e s se en-
tregou quando a galera estava destrocada,
mortos os seas soldados e amelando o fogo
de acabar os poneos qne anda restavam
com vida. Em verdade, pobre e miseravel
rei, que nao sois digno de ter to bons e
leaes soldados 1
Por agora, D. JoSo de Lanuza, que
pertence a vossa primeira e mais querida
nobreza, e o Sr. Prez Moya, que dos ves-
sos bravos marinheiros um dos que mais va-
lem, sao meas prisioneiros, e tendes que
tratar comigo de poder a poder.
lia am a ano que tendes encerrados as
prisoos do santo olficio dous dos meus mais
queridos homens, San-Pietro e Belonaro. A
vida de Lanuza e Moya me respondem pela
dos meas amigos, e at que estes regres-
sem livres a meu lado, os vossos dous vas-
salios comerle tambem o pSo da escravi-
dlo.
t Agora guardai-vos, porque a miob.3 vin-
|ganca vos persegue.
O Corsario Negro.*
Que vos parece, Anna ? exclamoa o
rei, pallido e convulso de cholera, quando a
princeza acabou de 1er a singular carta;
qae vos parece ? Nao ves qae am misera-
vel pirata se atreve a insaltar o que cha-
mis Felippe o invenclvel / Oh t daria me-
lado des meuS reinos para poder castigar
esse infame...
D. Aonaomou por nnV momento o rei,
e logo se sorrio cojj), incnvol assombr do
cholenco moaarc&t.,
Ris-vos, senhora ? Ihe disse con ve*
cootrtfeita.
A princeza dixoa d sorrir, mas nto se
pertQfbpu porissflj
.
Perdoai-me, senhor, exclamou olhan-
do o rei como sabia que o eleclrisava. A
carta insolente, e o seu autor merece um
terrivel castigo; mas ho creio qae seja
digna de chamar a vossa alinelo. Bem
sabis qae todos esses piratas se anniquilam
com bem pouca cousa.
Sim, mas o Corsario Negro um pi-
rata incrivel. Possue em aples tanta in-
fluencia como eu, e...
Perdoai-me outra vez; mas j que
vos tendes dignado fazer-me esta confiden-
cia, permitt-me que vos faca algumas re-
flexes.
Pois eu te escoto, vive Dos ? mas s
breve.
. Que pretendes fazer ?
Eu ? gritou o monarcha, assombrado
de que a princeza duvidasss do seu arrojo.
Estis louca, senhora ? Julgais que o meu
furor se exaltou por nlo saber o que fazer ?
A'manhla mesmo serlo eoforcados os pira-
tas que tenho em meu poder, e, depois o
duque de Alba partir para aples e arra-
sara a Sicilia se esse homem se me nao en-
trega. D. Pedro de Toledo o nico capaz
deprender esse infame bandido.
- Tem razio Y. M., respondeuD. Anna,
que nos projectos do rei ia os seus, visto
que se affaslava da corte o maior inimigo de
Antonio Prez. O duque de Alba nunca
est to satisfeito como quando se acha em
guerra. .*'
F crto, Antn,
E* verdade que o Corsario cuaprir a
sua terrivel promessa e sacrificar D. Jlo
de Lanuza e o contra-mestre; mas...
i-^jae me importa T xotamoa o rei com
ama severidade que estava muito perto da
fereza : os soldado* de Felippe II nasceram
para isso, e nao posso vacillar entre salvar
esse joven e transigir com o Corsario. Sin-
to-o, mas assim o reclama aminha di dade, que a dignidade jlo paiz. ^
Iniat, senhor, solio decid^^uig
traoquilisai-vos, A qae vota ^ y09sa cjj0
lera ?
-."Esta MMitaort*....
cedimento do nosso ministro dos negocios
iestraogeros, antes de ser encarregado, desta
i pasta lord Stanley. Quando se falla de urna
expedico Abyssinia, necessario nao per-
! der de vista que os contribuintes inglezes
tem granae interesse nesta questlo. As
despezas da expedclo nlo devem recair
sobre as Indias, mas sobre a Inglaterra, por
j isso que o interesse involvido na questlo e
ingleza e nlo indio.
Nlo sao necessarios menos de 10,000
. homens para urna tal expedico. Basta lr
urna parte de nma carta escripta por um ami-
go do Sr. Rassaa, para bem se conbecerem
as difficuldades com que teria a lutar um
exercito javanez, expedido- de Massowah,
naquelle paiz mootanhoso. Diz a carta :
Saimos de Massowah a i5 de outubro,
|e chegamos a Malammob, depois de mildif-1
Acuidades, no da 2i de novembro. Nao
repitiria urna tal viagem a nlo ser por or-
dem superior ou por urna necessidade im-
periosa. O calor era insupportavel, e so!
nlo levassemos viveros teriamos raorrdo de'
feme. Dos trinte e sete das que gastamos,
desde Massowah, seis foram perdidos para i
esperarmos em Attna-Marcan e em Kasiala,!
que ebegassem camellos, por isso que mui-
tai vezes nos vimos forcados a mudar os!
transportes ; comqnanto o clima nlo seja re-;
putado insalubre senlo no tempo das chuvas, I
metade dos habitantes teem febre; todos os |
nossos criados as liverem, e at eu (sto
deydo grande differenca de temperatura
entre os dias quentes e as noites fras. En-
tre o nascer do sol e o meio dia ha muitas
vezes 40 graos de differenca, nanea menos
de 30. Hoave dias em qae, dentro da mi-
nba barraca de caamanha, conta va 33 graos,
e no dia seguinte ao mei > dia 98 graos.
O Dr. Blanc, que acompanhou o Sr.
Rassan, diz que: se 10 ou i 2 homens nlo
encontraram meios de transporte, o que
acontecera com ura exercito de 10,000 ho-
mens e as respectivas, bagagens ? a mi-
nha opinilo, em presenca das difficuldades
qae ameagam urna expedclo Ayssioia, e
em presenca do fado de que a vida dos
prisioneiros nlo parece estar em perigo,
creio que seria pouco rasoavel sacricar os
nossos soldados, e sobrecarregar os contri-
buintes inglezes.
O Sr. Ayrton.Lamento que nenbum
dos principaes membros do ultimo governo
esteja presente, para repulir a idea da que
os Ilustres membros do mea lado da cmara
desejavara induzir o governo a enviar urna
expedico armada, para libertar os prisio-
neiros da Abyssinia. Sinto tambem saber,
pelo ministro dos negocios estrangeiros. que
esto esgoiados todos os meios de se obter
urna reparado sem recorrer forca. De-
sejo notar que ba naturaes do paiz que
exercem um eommereio entre o litoral e o
interior, e que esses individuos, melhor do
que qualquer diplmala, esto em circums-
tancias de obterem nma solacio pacifica. Ha,
bem o sei, urna objecelo geral da parte do
governo indio contra esta combinacSo, que
consiste em empregar o servico de pessoas
nlo officiaes em assumptos importantes ;
porm parece-me que, tratando com um ho-
mem como o rei da Abyssinia, o bom resul-
tado seria mais provavel por meios irregu-
lares, do qae por urna agencia diplomtica
regular.
< Despender meio railhao com urna ex-
pedclo, da qual o mais que se pode esperar
que nlo sejam assassinados os prisionei-
ros, e na minha opinilo urna providencia
bem mal entendida. E' muito provavel que
se obteoham resultados mais satisfactorios
dando 5,000 libras de premio, como eu j
propuz.
O Sr. H. Seymour retiroa a sua pro-
posta. >
INTERIOR
faatilisai-a e fazei o que tendes pen-
sado.
Felippe II tornoa a passar a mo pela
fronte, e diligenciou serenar-se.
Tendes razio. Anna, disse princeza.
Nlo fallemos mais de to pessimo objecto.
Diz-rae, ba muito tempo qae nal) vs An-
tonio Prez ?
A princeza empalideceu levemente to
inesperada pergunta, mas tratou de se nao
perturbar, afim de dominar a situarlo, se
por acaso tivesse necessidade disso.
Hoje mesmo o vi, senhor, disse ao rei
com a mais apparente indifferenca. Hoje
Ihe fallei, e por signal que me pedio muito
que recommendasse a V, M. nm empeoho
que tem.
Que empenho ? disse Felippe II
fransindo a testa como desgostado : deseja
acaso o Sr. secretario de estado alguma no-
va dignidade ? Nlo est anda satisfeito
com a sua posiclo ? Por acaso quer mais
decoraces Pois advirto-vos, senhora, de
que a occasio nlo a mais propicia para
conceder.mercs, e muito menos a um lio-
mom a qnem a opinilo publica comecou a
acensar do assassinato de Escobedo, como
j o sabis, senhora.
Sim, mas essa aecusaelo nlo mais
do qae am pretexto para o derribar. A
cort tem-lhe odio, e...
Callal-vos, D. Anna, respondea o rei
com accento fri e reservado; nlo defendis
Antonio Prez, por quem nlo tenho a mes-
ma sympatbia : o povo assim diz ; eu nlo
creio no povo, ritas elle assim o diz. Alm
de que nlo esta a occasilo para discutir
essa suspotta. Qae quer, pois, o senhor'
secretario 1
pedir-vos urna graca, e demonstrar-
vm ora essa graca que deseja captar a ami-
zade de um de vossos. mais fiis vassallos,
anda que. este cavaheiro am do3 seas
mais lerriveis ni migo*. Por isso me atre-
vo a recommendar-vos o sea pedido.
Mas que o que elle quer ?
Que V. M. offereca ao nobre D. Pedro
COBRESPOSBffCIA
O Bal a RIO 919 Pri laiBCCO
Porta Alegre, 13 de agoste de 1867.
Vertas el seaper vertas.
Amigo redactor.Amacha segu o vapor para
a corte e en, otilisaodo-me da concesto qae o
meu amigo se dignon fazer-me, o aprovelto para
enviar-lbe a minna primeira missiva, que, como
as que a tm de seguir, nao deleitar por certo os
seus leitores com o sublime das concepcSes, a
fluidez do estylo, e a elegancia da pbrase, mas
ser sarapre, en Ib'o garanto, a narraco, aioda
que singella e tosca, sempre bel e verdadeira do
que por aqu occorrer, que roereca er narrado :
a verdade e semyre a verdade tem sido e ba de ser
sempre o mea norte tanto em mtnba vida publica
como privada, como Vmc. vai ter occasio de o
conbecer.
Sabe qae isto de programa mana da moda
e por tanto nao dee levar a mal qae eu tambem,
que alada nao estou muito fra da moda, apresen-
tasse a Vmo. e seas leitores, a quem campamen-
to, o mea programan oa exordio, como Ihe pare-
cer melbor.
Agora, se me permltte, entremos em assumpto.
Sempre Uve esperanga, e por Isso demoret
esta al agora, de encelar uossa correspondencia
pela noticia mais importante qae am Brasileiro
possa na actaalldade transmftlir a outro, isto o
termo victorioso desta fatal guerra dos tres mezes,
com que ba tamo arca o Brasil pela incuria e
inepete de nns, pela especulado, pela ambicio,
pela desleaidade de ontros; gaerra atroz e trai-
Qoeira qae tantas e to preciosas vidas nos tem
castado e ba de costar, qne anniquilla a lavonra,
a nossa principal industria, abato o eommereio
que nos empobrece para com o nosso erario, com
o suor da naco enriquecer aqaelles, qae bio de
empregar, talvez muito breve, contra nos essa ri-
queza, que Ibes estamos dando ; gaerra Analmen-
te que eom o presente nos sacrifica o futuro quem
sabe at qoando f... E*perava, diza eu, comecar
esta por um bosanoa s nessas armas, o a miaba
esperanga era fundada, porque ba seguramente
um mez que a toda hora esperamos de Montevideo
o paquete portador da feliz nova; desgragadamen-
te porem cada hora que passa nma illuso que
se esvai, urna esperanga que se esfolha, ama de-
ceogao qae iarge para unir-se s tantas, que ]
nos sobejam...
Dirao talvez os seus leitores, e qalgi tenbam
razao, que estou Ibes cantando nma verdadeira
lamenta^iio de Jeremas; ser assim : eu mesmo
oao peosava em dizer coosa alguma a tal respeito,
mesmo porque nio se pode, oao se deve ainda to-
car oessa noli-metangere, mas nao creio qae naja
um Brasileiro digao de tal nome, cojo corago se
nao confranja, cojos labios nao dlstillem fl, ao
ouvir simplesmente ama palavra que leona a me-
nor referencia crise qae attravessamos t K eBto
quando se tem, como eu, estodado com coascien-
cia e imparcialidade, nao so no gabinete, como no
proprio theairo da gaerra, as causas, as peripe-
cias deste luctuoso drama... Odiemos porm to
penoso assumpto para melbor occasio.
Entre todos os males que tem assolado lti-
mamente esta to briosa e patritica qno infeliz
provincia, ora beneficio ao menos tem-lbe o Se-
ohor concedido.
O governo gera', que rarissimamente nos olba
com olbos de pai, fez nos dous presentes taes, qua
realmente nos sorprehende qne ainda nao no-Ios
tenba retomado : reliro-ma ao actual administra-
dor da provincia, o Dr. Mareondes Homem da
Mello, e ao Ur. Gervasio C. Pires Ferreira, chefa
de policia.
De veras, amigo redactor, nao ba Riograndenso
de senso, consciencla llmpa, amigo da justira, da
ordem e deste torro, qae nao apprecie, estime a
considere esses distincios caracteres.
Fajardo a mi de sua irma Constanca
Prez.
E quem disse' ao Sr. secretario que
o amarqoez do Velez querer casar com sua
irmaa ?
Enamorou-se della como um louco, e
urna vez unidas as duas familias, cessariam
todas as rivalidades, e os vossos dons mais
fiis vassallos se dedicariam ao vosso ser-
vico e reuniriam os seas esfurcos em obse-
quio de V. M.
? pbysionomia do rei, severa at enlo,
priocipioa a deseorogar-se algum tanto.
Isso outra cousa, Anna, disse. Con-
fesso-te que me agrada ess'a idea, e urna vez
que Fajardo se enamorou da bella Cons-
tanca, Ib'a offerecerei e serci sea padrinho
de casamento.
Pois se V. M. o permitte, en serei a
madrinha, respondea a princeza sorrindo, o
salisfeita de ter conseguido do rei que offe-
recesseaomarquezde Velez a mo de Cons-
tanza, pois que deste modo livrava Antonio
do sea mais terrivel inimigo.
Ah! esse enlace vai ser o signal de
paz entre os dous melhores serros qae o
co vos tem concedido.
Deus o qooira Anna, porque te asse-
garo qae aborreco essas malfadadas intrigas
entre os meas vassallos, qae terminarSo
por extinguir a minha prudencia. E' An-
tonio Peres tan ambicioso !...
Um pouco, senhor, mas em troca
serve-vos bem e com urna leahlade sem
exemplo.
J o sei, mas supplico-te, minha Anna
que n3o fallemos mais destu coasas/ repli-
cou Felippe II passando o braco pela cin-
tura da sua amante, e fazendo um esforz
para esquecer completamente todos os seus
negocios do re. Nao fallemos mais ^'e po_
litica ; vm aqui disfcaiwo* e ^ece-la. e
at agera no temos fallad* "ms que oiia...
QaefaUlidade, queo'/y, ouwa p0Ssa dei-
xar de ser re I
A princesa sorrio com votapluosa garri-
dez, e aproximando os seus labios ao ouvido
do Pg'ippc II. Ihe disse qoasi m vos baiu :
- rr r
Pois agora, meu Felippe, desejo que
esqnecas tndo por mim, e que n5o te lem-
bres se nao de mim. Agora qoero ser a
rain ha. Ai 1 sao to curtos estes momen-
tos em que posso olbar-te e fallar-te como
ao mais querido dos bomens, sem que o
bruno da taa corda me faga estremecer e
baixar a vista, sem que os corlezos o adu-
ladores me obriguem a permanecer silen-
ciosa a leu lado I...
Deveras, Anna ? t.
Oh I bem o sabes, Felippe.
O monarcha estremeceu de alegra.
Ha momentos em que a doce voz da mu-
Iher querida entra no coracao como se fra
urna dessas melodas ternas e sentimentaes
que parecem fallar alma com a lingua-
gem do co, momentos em que se esquece
ludo, em que s se respira amor, em qae
a alma nao pode sentir mais prazer, e se
entrega extasiada aosomno mgico dafelici-
dade.
Nesses momentos todos os homens sao
iguaes. O rei eo escravo, o sabio e o igno-
rante, o poderoso e o mendigo, esquecem
os seus negocios, as snas prises, a sua
sciencia, a sua dominaejio, os snas dores,
para nao viverem mais que com essa vida
da alma, especie de xtasis, qae parece
transportar a outro mundo onde a felicidad
eterna. '.""" .
Felippe II amava D. Aniia de Mendoza
talvez como nanea amara nenhnma muiner.
Velho j, pareca ter revivido cora aquella
amor que Ihe recordava os formosos lem-
pos da sua juventude; e sedenta a soa ana
de amor, alma rande como a Sua gloria;
grande at no* ou erros e fanatismo,
amava a prlne*; com essa intensidade do
ultimo -'mr em que apparecem os.darra-
'.eiros Seos 3a natureza que vS
morrer.
Felippe II amava D. Annacem esse ceg
exclusivismo da verdadeira paixao, que
coosa alguma respeita, e que tanto pode
condazir ao herosmo da virtude, como ao
delirio do crime; amava-a, emfim, como
s se ama urna vez na vida.
(fionPinmr-se-ha.)
i
ILEGIVEL



>
de renutt** rea felr 4, a^leAetenabr de 1867.
<$
EaergU, Rustica, bonradet e dedleacio i cansa
publica tsm sido at hoje a norma dos actos des-
sas duas autoridades, ante is qaaes tm baqaeado
as posicSes, o aro e o patronato.
lsto nao quer diter que nao tenbim inimigos
por aqnl, pelo contrario e especialmente o r.
Gervasio, o que fccil de coraprehender-se ; ta-
cansavei, ene*rnicado perseguidor do cnae, nao
se poapando a esforcos, a sacrificios de toda or-
den para arraaca-lo d'oade qnar qde se coate,
severo e ioflexrvei no comprimen da so tno oo-
bre qoao arda* missSo, nao pode por certa agra-
dar aquellas, qae amam as trvas e o vicio, e aos
qoe, escudados na posicio en na riqueza espera-
vam peder lombar do illastre magistrado, como o
terio feito de outros.
Dons factos dadas ainda Malamente corrobo-
ram o qoe venbo de dixer.
A 30 de maio, como j deve saber, na Itapaa,
uns taes Fragas com seus capangas, em numero
de trinta a quirenta individuos, armados em guer-
ra, cercara m a casa de Jos Luir da Costa Janioi,
a qoem tentaram matar e que escapou-se a patas
de cavallo, como aqu se dix, tendo a lamentar
apenas a destrulco de sua dita casa, a qne es
taes bravi deltaram fogo. ___.
Poneos das depois ja se aebava preso um dos
e-incipaes iniciados no crime, nm Ul SeraBm da
ocba Gil, qoe foi immediataroenle por essa anto-
ridade processado com mais 10 individuos da la-
milla Fraga, que esto ausentes, em coja perse-
6 que reais da menos da serao
Victorino i. de Sonza Travaat o,.. .t
Elisa Daice Gampello Travasso.....
Jos ioaqotm. Ramos e Silta........
Marcolino de Son Travassa.......
fos da Silva Naves................
Frederlco Catar Bnrmmaqnj.......
M. J. Ramos e Silva Janior.........
Angelo C. da Silva Goimares......
Persiliano Peres Camplo..........
Joao Antonio de Hallo..............
Alexandre da a Coelfao CiUono...
Antonio Manir de Camino........
5*000
5*000
10*000
5*000
5*000
5*000
i Por nada" mais decluarem, mandn o Sr. Dr.
cbee da polica lavrar o auto devlame, ac qoe.
aisignoo com os peritos dos acensados, oa d cor.^a
de delicio, ad rogados acensados e Ustemunnas, ;
Caeuno Vicente de Almeida Galeio.-Dr. V,
50*000
HH
5*000
10*000
10*000 -
5*000 Fertnira de Magalhaes.-Dr. JoslAdtomo Fni-
Costa.Dr,. Virgilio
195*000
tas.-Dr. Francisco Jos da Costa.ur. Virgilio
Guataco Dame*.Dr. Joao Pedro da Guaba Valla
Joaor.Dr. dot Aflama de Moura.Dr. Antonio
AofsMa Goieaaries.-Coma te*temna*s.-Branllo
etlnsltno Clmws.-Jlo Pedro da'Cnnha Valle.
Francisco Antonio Pereira Rocha.Gustavo Anice-
to de Souza.Pedro Euoapio da Silva Detrd.
Francisco Jos da Silva e Almeida.Ricardo da
Abren Pialbo.
Hornera pela manbaa, ol esmagado pela lo-
comotiva do trem de passageicos dos trunos ba-
os de Aplpuccos, no logar da Ponte do Ucba,
um preto velbo qua, Indo 4 cavallo, foi por esta
atirado sobre os trllhos qaando passava o trem.
Foi recolhido easa de detenco o machiuista
conductor do trem Manoel Antonio de Frailas, pro-
cedeudo a delegaeia do 1* dUtricto as averigua-
res necessarias.
Os peritos declararan na vestoria ter sido a
morte occasionada pelo esmagamento dos mem-
bros tboraxlcos.
Foi nomeado delegado Iliterario de Jarema,
o Sr. Francelino Gailbarme de Azevedo.
Pelo Sr. governador do bispado foi nomeado
"(gario encommeadado da fregosla da Podra La
Marceli-
Nao posso divdi-lo em periodos ttorqae nao os
tem; devo, por eonsegninte, dividido en lauras;
a como o mea texto tem qoatro lettraa, o meo
ralo teri onatro partes :
Mmoral.
- Aallegerica.
L_ltteral.
Itbeologia. *
A moral a sdeticia qoe mtin-, borneas
grosseiros, a potir os voasos caelaaaes; por eon-
segninte, tmeas meninos, A-astbal com as li-
bagoes, Llembrai-vos de que o homem nio deve
ser nm beberro para sempre entrar em cata T
tremelbieaado.
A allegoria veriQca-se qaando se dir orna coosa
< Hoove larga dismuso, asss importante, e qoe e se snb-entende outra. Ora, a coosa expresas
i.. -I. _-a__-^.mn. nirt oicao se anda, _
apanbados, pois o incaacavel Dr. chele, segunda-: vada, da provincia da Parabyba, o Rvm
do pelo digno commaBdante do corpo policial, o no Rogerio dos Santos Freir.
major J. M. de Alencastro, qoe em pessoa tem
feito com tal cbjecto diversas diligencias, nao Ibes
ditregoas.
Na noute de 5 de jolhe todo, na dada de
S..Leopoldo, foi assassiaado em sna propria casa,i
Foi promovido acapitao da 8* batalho da guar-
da nac nal deste muoicipio do Recite, o Sr. Joa-
quim Cavalcante de Albaquerque, sendo a sea va-
ga de lente d mesmo batainso preenc'aida por
nomeacao do Sr. Francisco Antonio de Soura
com deus tiros de pistola disparad>s do lado de Lelo.
fra de urna JaneHada mesma casa, MWgg I Fo| nomeado para ieiereer iolerinamente o
Bastos, qne alli advogava. A aotortdade poiicui,, dfl f0 do arseBa, de Baf inna 0 Sr. Jos
do termo communicou o occorrido ao ano coeva, prancisC() de Ma|lo carnero Tjsl0 ier fallecido o
accrescentando que neoham indicio bavia por on- rMpeoCiw serMnlaarj0 jeronvrao Melcbiades Fe-
reira da Silva.
de se pudesse suspeilar quem o autor do crime,
etc, ate; no dia 8 S. S. com o commandaote do
corpo policial e orna escolta do mesmo embarcoa
para aquella cldade, onde encontrn logo Indicios,
que o guiassem na descoberta do criminoso, e
vollou ne da 16 com cinco presos, dos quaes lo-
ram poucos dias depois sollos tres e pronunciados
dous, aos sao o capitio Vicente Baptista Orc e
Gabriel Carlson.
Na qualidade de 1' sappleete do airo ma-
nicipal de Iguarass, acba se em exercicio da res-
pectiva vara o Exm. barao de Vera-Cruz.
. A' directora geral da instroc$ao foi ordena-
da pela presidencia a remessa a' Santa Casa da
Misericordia de todo o exposto do collegio dos or-
pbos, relativo ao lempo em que este esteva a car-
Se fosse fazer nraa resenba dos servieos faltos go daquella directora, alirn de ser archivado na
por tal autoridade, precisara empregar maito secretaria da referida Sama Casa, a cuja adminis-
lempo em colleccional-os e orgaaisana enlao uti ; tracio pertenca boje o mesmo collegio de ar-
lindo e grande volme e nao orna missiva ; con-, phaos.
cluo pois conr dizer Ihe que actualmente treme l p,ia preSidencia foi determinada a remocao
aqai o enme e triampha a instiga e a iei. dos carris oltimamente asseoiados pela empreza
Nio sei se por abi domina a apathia o espiri- dos lr(oos orbnos para a esquarda da estrada,
to publico ; por aqui tal o marasmo, qoe se tai n5o s0 por sef jst0 estipniad,, no respectivo con-
enlidade existe nao se pode afflancar, pois nao aa lract0j como por nao poderem elles permacecer no
o menor signal de vida, nada o commove, nada o cenlro ,ja vma-
abala, osU em completa pasiMCetraAI ja nem e, 0 eDgenhe(ro do overno imperial -Jtth
quer palpita a questao da celebre poltica,, qac pa i commlS80rio encarregad0 da ne^o e demarca-
rece ter desapparecido d enire nos, P'| aPeDas "s. I Qo das ierras devalnUs oesla provincia, dodia 11
jornaes da Ierra tramara orna qoeUB ae rega do correnle dj ^ g(JS traLa.
lelras iratando da candidatura de um ciaaaao, em ->
_____ _.....___________ .... .,ii ociin p.p nn-1 U,UJ'
quem niogaem pensava e que elles eslao celebn
saado casU do proprio pundonor \ com effeilo o
Ul espirito publico, se anda vive, est de cama e
s se meche .para, bem encapotado, embocado e
encarapoQado approximar o ouvido ao buraco da
fecbadora em da de chegada da vapor, para oa-
vir se ba algama noticio da guerra. Ab I mea
amigo, se esia guerra contina, receio multo qoe,
de pobres a somnmbulos, acabemos por mendi-
gos e Idiotas I... Dos se amercie de uo; I
Ja deve saber que temos tambem nm inte-
ressanie peridico illustrade, a Smtinella do $m,
pois bem ; em um dos seus oltimos nomeros apre-
sentou elle orna chistosa caricatura, de muito es-
pirito para nos : represenlava ella o actual presi-
dente da nossa cmara municipal, de lanterna em
punho, a goisa de Diogenes, procurando vareado-
res 1... Sabe porque T Porque yereadores e sup-
plentes abandonaram as cadeiras e nao ba meio
de os .reunir, de os chamar ao cumprimento de
sens deveres 1 E que al t E sao esses os mesmos
individuos que mendigaram os votos, que all os
eolloearam, e sao os mesmos que anda bao de
onlra vez meodiga-los desse pobre povo sempre
iacaoto, sempre prompto a deixar-se embar por
essas harpas, qoe sempre Ihe esto impudente-
mente memiodo I
Se en Ihe fizesse conhecer os laes vereadores e
supplenies, muito se ririam Vmc e seas leitores,
mas por digoidade propra e amor a este torrao,
callare! essas tristeza?.
Approxima-se o dia da abertura da assemblea
provincial para as sessoas deste anno ; far ella o
mesmo que a municipal ?
v Nao de duvidar, avista do que zeram o anno
passado, alm de que depulados e vereadores, co-
mo se diz aqui na provincia, andam balendo ore-
ha, o que em valgar significa : sao dignos nns
dos ouiros.
Depois qoe desappareceram da nossa scena po-
ltica, por morte ou tedio, os Bellos, Meadon-
cas, os Borges Feries e ootros caracteres de igual
tempera, a poltica tornou-so aqui urna, permita-
me a phrase, orna briga de molques por um pao
de rapadura, e a assemblea om... circo e, quan-
do est melhorsioha, urna esc'.a primaria de al-
dea.
Qaando iratei da guerra, esquseu-me can-
signar nm tacto, que nao ibe extraBbo, mas que
devo lembrar aqu, porque tem immediata relacaa
com ideas que entao emitti; refiro-me fortifica-
cao e armamento da ilba de Martin Garca, que,
como sabido, domina completamente os ros
Uruguay e Paran, a cujas embocaduras faz fren-
te, e por coosequancia o Paraguay. Para esse
faci j se lera chamado a attencio do governo im-
perial e nio de mais que a imprensa toda no
Brasil o faca.
Outra correccio. Quando fallei das nossis
autoridades, esqueeea-me o nosso maito distinelo
e recto jaiz de direito, Dr. Sampayo, que em
todo digno da geral estima e coasideraoao suiu
cuique.
Agora, amigo redactor, que crelo te-lo mas-
sado moito- regularmente, von despedirme de
Vmc. e seos leitores, conclolndo por duas-noticias
qoe interessam nossa industria. I
O Dr. Ubaluba, dando da- ao A medicina e
poltica, dedieoa se a industria e tem sido feliz,
em sen louvavel empeobo. ____
Por ah j tem ofeegade as carnes de conserva
por elle preparadas, as quaes estso sendo agora
examinadas de lo em 13 das por ordem da presi-
dencia, e at boje os resultados tea ido extrema-
ment satisfactorios, havendo ji mcasa impor-
tante desta capital feito neommeada de 500 ara-
bas, se me oto engao, para remoller para a Eu-
ropa.
Est tambem sendo examinado o extractum
carms do mesmo preparador, o qoal, sendo com-
parado a o importado da Australia, foi-lha julgado
moito superior em todo.
Vmc. calcula fcilmente que fatuo nao dar a
nova industria, se progredir a esta provincia, que
quasi exclusivamente se emprega na ereaco de ga-
dos, especialmente vaccom.
Urna outra indostria nossa, talvez a segunda am
importancia, a harva maila,-astava decabindo mul-
to no mercado estrangeiro, em conseqnenoia da
laisiBcajo; esse mal prm oreve deve ceasar,
gracas anda ao digno presidente da provincia, que
Teve hornero lugar o concarso para o provi-
mento da vaga de amanuense da secretaria do ar-
senal de marinha, apresentando-se dons concur-
rentes.
Chamamos no va mente a alten gao do Sr. fis-
cal de Santo Antonio para o sobrado de ama das
esquinas da ra do Imperador, d'onde, com grave
prejuizo dos vizinbos e viandantes, lanca-se todas
as noiles aguas ptridas e at nrinas ra.
Faz-se mistar que medidas eobercilivas enrgi-
cas sejam tomadas no sentido de acabar-se com
essa pratica (nsurpomvel de algaos habitantes
desta bella eidade. Nos nio nos privaremos de ir
apontaodo aos Srs. fiscaes as casas qua nella ia-
correrem, e em sua solicitude pelo bem publico
deseancamos.
Um amigo do. finaao major Bernardo Luii
Ferreira Cesar Lourelro, manda celebrar boje por
sua alma ama missa na igreja da Gloria, s 7 ho-
ras da manbia.
Manda boje igualmente celebrar no convento
de S. Francisco, as 6 horas da maolia, a familia
do mesmo finado algumas missas por sua alma.
sentimos ola poder estampar para aa apreelarem
as opinloes emittidas por nm ontro lado acerca
dareapaata-ao 1.* quasiio, que foi o motivo princi-
pal, se nao nico da divergencia.
L-se era ama correspondencia datada de
Bruxeilas do 1.* de agosto :
* A princesa Carlota est sogeita a -vlolenus
crlses seguidas de loegas prostraedes, durante as
quaes nao ha nada qne possa consola-la da ausen-
cia de principe Maxiliano. Dix-se que ella sabe
que est morte, mas que jolga qoe morrea de doen-
ca, e nos seas momentos de animo sereno, parece
resignarse com o sen infortunio.
O Dr. Bulkens e a ramha dos belgas team lido
muito trabalho para aparur-lhe a imaginadlo do
qoe passoa em Miramat; mas, dorante a ida para
Laeken, a princeza.enternecea se pensando em tor-
nar a ver-seos irmaos ea trra natal, que deixra
cheia de 4Uusoes e de asperaocas para acompanbar
sen marido. Foi lsto ba dez anoos, por que foi em
27 de jomo de 1857 que se verificou o sea casa-
mento coa o desgranado archiduque.
O cas te I lo de Tervueren, onde estb agora a
princesa, pertenca a' fazeada nacional, a foi posto
por orna lei a' disposijao da familia real. Esse cas-
tillo qoe, antes da revoluco de 1839, era habitado
urna parte do anno pelos principes da familia de
Orange, lea sido conservado no estado em que se
aebava a'essa poca Os movis nao lera sido mu-
dados, e mostra-se aos visitantes a sala de baile,
que esplendida, e os aposentos das princezas de
Orange.
-< Ocastelio, qne nao tem nada de monumental,
e parece ter sido edificado para servir de ponto de
reunio a rajadores, cercado por immens tapa-
da, toda ciogrda de maros e chela de caja. E' um
dos vicios mais pitorescos dos arredores da Bru-
xeilas.
L-se na chronica qootidiana do Iiernaeto-
nal que em urna das ultimas sessoes do tribunal
criminal de Od Balley, um negociante de vinbo,
qae devia fazer parte do jury, ebegou-se a um dos
empregid-js para diaer-H qae nao pode tomar la-
gar ao lado dos outros jurados, por que sardo.
Que diz elle ? perguotou o Jaiz.
Diz qoe sardo, mylord.
O jaiz voltando-se para o negociante, perguntou-
lbeem voz baixa:
E' verdade ?
E* sim, mylord, respondeu o negociante im-
mediataraente, sem reflecflr que caba em nm laco.
N'Vsse caso, toraou o juiz, qaeira assentar-se
aa p dos outros jurados, por que as testemanbas
fallaran) em voz baixa.
Trauscrevemos de uro jornal Trancez a se
gninte carta qae tanja viva luz sobre o drama de
qoe o Mxico tem sido theatro :
f Em 14 de mato de 1863, poucos dias depois do
combate de Camarn, parta eu de Soledad para
Vera Cruz; devia embarcar no dia seguinte para a
Franca, a bordo do vapor Floride ; porem a mi-
aba viagora foi contrariada, nao looga de Tejerla,
pela apparico snbtanea de cineo mexicanos mon-
tados a cavallo; pode o leitor ficllmente imaginar
se eu rJcaia satisfeito com este eocontro.
Para onde ides ? me perguotou o ehofe do
destacamento. -
.* Para Yara Groa, respond sem hesitagao.
Nao baveis.de la' chegar hoja retorquio
elle. Dito isto, sua gente rodeou-me; fui fetto
prisioneiro
Poucas horas depo!s, ebegava eu, assim es-
coltado, a Media, eidade que da ares de nm es-
queleto collossal esiaodldo sobre urna vasta pla-
nicie.
Fui lerado para a praca do mercado ; e ao
ebegar em frente de urna egreja, flieram-me entrar
i hroes Parokvbanos na cam- a'a(na casa de Mpacto miserayei, 4 cuja porU es-
lava de guarda um posto numeroso.
panha do Paraguay em 1865; nos acaba de ser of-
ferecida a primeira caderneta da obra qae comecon
a publicar na curte o Sr. Francisco Amonio Car-
nero da Cunha. E' urna obra de mrito real, pois
que deixa estampados as btngrapbias desses dignos
brasileiros, qae abi pelejam pela causa nacional.
Agradecemos a offerta.
Pelo ministerio do imperio declaroo-se ao
presidente da provincia do Amazonas, em resposla
ao seo cilicio de 19 de iunbo ultimo, em que ex-
poz o procedimento da cmara municipal da capi-
tal da mesma provincia, relativamente ao vareador
Jos Pereira de Moraes, que, como j foi decidido
pelo aviso n. 191 de 14 de junho de 1858, 2 -,
nio ba le que exclua do cargo de vereador o cida-
do que nao souber 1er e escrever.
Acerca do procesio Soares, na provincia da
Baha, encontramos o seguinte no Jornal da capi-
tal de 29 do passado :
< Eis os quesitos, que, no exame ante hontem
feito na mordaca, foram formulados pelos advoga-
doa dos acensados e pelo Sr. Dr. ebefe de polica e
as respoMas dadas pelos mdicos apresentados pe-
los mesmos aecusados, e os que zeram o corpo de
deudo.
< 1." Se a mordaca por sua forma e materia, de
que feita, senda applicada a ama pessoa adulta,
obslrae hermticamente as vias respiratorias T
< 2." Qaal o juizo medico legal e crtico, que em
vista das le>5es, de qae trata o quesito undcimo
do corpo de delicio, reprodazldas na resposta a esse
quesito, se pode sem temeridade fazer am relaco
vida do paciente T
c Taes lesoes iodicam necesariamente tentativa
de morte ; ou antes foram motivadas pelo esforco
empregado na applicaco da mordaca 1
- < A rsvelia do Dr. promotor pelo Dr. cbee de
polica foi feito o quesito seguinte :
< 3.' Se a mordaca presenta applicada ao pa-
ciente, de que se trata, estando elle vendado e sob-
jogado pelos individuos, que o seguraran), e anecia
sua eonsiituico pbysiea, poda, conservando se ap-
pieadapor algum lempo, produiir-ihe a morte por
asptryxUt
E, passando todos peritos, qar dos acensados,
qur es qae proeederam ao corpo de delicio,
fazer os exames a avngasenos, qae julgaram ne-
cessarias, como divecgissem, respondexao. em se-
parado pelo siguite modo :
t Os primeiros conselaeiro Magaibies, Dr. Frei-
i?s e Dr. Cosa disaaraa,
Qaanlo ao t.* quesito, qoe nao, lsto qae a
mordaca por sna forma a materia, de qua falta,
sendo applicada orna pessoa adqlia, hermticamente as vas respiratorias.
t oanto ao !sobre a sna primeira parte
que nao lsto qne aa. toabas encontradas nio
trazem perigo de vida, e sobre a segunda parta
nao podem afflraar nem negar. .
* Qaanto ao i.* quesito', formulado pelo Sr. Dr.
ebefe de polica, respondern com -o mesmo, qne
j disseram no prineiro quesito o na ipanvUra par-
le do segundo.
. Os segundos, os do coro de delicio, Dr. Da-
l n homem da' aspecto trlstonho, pensativo,
da tez morena, eslava encostado a ama das janet-
las do 1 andar d'esta habitado.
< Fui recebido com rugidos deraiva ; um dos
soldados mallratou-me com a coreaba da sua es-
pingarda.
Nesta instante, o desconhecido, qae eu linha
vlstj encostado jaaella, approximou-se, e todos
os soldados, a sua visla, uraram os chapeos em
signal de respeito : eu s .juu iamovel com a
barretina na cabera, porm am mexicano tirou
m'a bruialmente, dizendo-me em voz baixa ao
ouvido:
E' Jurez i
< Achava-me, pois, na presenta do presidente
deo^nergicas pravidaacias. aim deque nio saja ml<}. Df. Cnnha Valle, Dr. Moara e Dr. Golma
despachada factura alguma desee genero sem pre-1res fe*Ponderam.
vw e escrupuloso exama, sendo apprebandlda toda
a que or recoobeclda como faleldcada.
Sio estes mala toaft ralavanUssimos aervieoqie
presu o distiacto, iocaotvsl presidente a provia
ca, qne ja Unto Iba dave.
Techo feito orna despedida, como commom
mente fazem as senboras amas as ontras ; desta
vez porm-fallo serio, basta de massada e... at ao
prineiro paquete.

PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA-
Nao foi embalde qae Otemos o apello a. popuia-
5e desia eidade, para concorrer para o eojprestl-
mo nacional gratuito, pois que hontem iaeereve-
Jjmje, 00 livro qnepara isso abrimos, as segointe
Alvaro Angosto rAlmsida.........
D SSSa'i*??*' ******......
D Marii ?.p Cutn e Almeida....
Arthur Angosto :SS A,aeiil"
Jos de Cawro GWmaraai '
Hetwae-^tfoBSrt.,'.....
Pedro Tavarer da Cott &Z".....
* Ao !. qaesitoqoe a mordaza, por sna for-
ma, materia e mesmo por ana extaaso pode obs-
truir a entrada das vias respiratorias, nao herm-
ticamente no sentido preciso o maibemalico da pa-
lavra, porm tanto qaanto baste para produzir a
apoyis; se tal estado perdurar por algum terapo.
Ao x.-qae as lestes do paseoeq, descriptas
no corpo de delicio resoium da applleafo de duas
naa, elrcnoecMveodo o paseoco do pacante. Que
!f,LaaS*,d,?ta1^ "^ *+
Sjn^ wnprgados par a prodozir o astrangola-
' Qaa Ul faci coa mo nio indica aecessaria-
!t8 lal?^ de pro4oi,r o^rmatTae
Pode prodozi-la, ( a loaoaeros Ucias daiastam)
mesmo acadeoulmaBle, quando aforaa empregaoa
snfflcienu em intensidde e dnfcio. ^^
Qae finalmente provavel, qne ul Intencao
naolivaasa existida na appicaco d'aqnela meio,
n vistt da peqoena araridade das lisies encon-
tradas do paseoco.
' Qaanto ao quesito do Sr. Dr. chele da polica,
em solucao ao dcimo quasuo do corpo da delicio.
dtsseram o segiiote :
Onaclente vendad, algemado a eom ama mor-
- ma,que_k obUruitie cmplMamnU a entrada
i"
50*000
0*008
iho.
Fnaclse Gorgal do Anirl .....
Tbemlstocls Canuto de Atoir.....
Joaqnlm da Silva Baptsi?.
Joaaolm da Sl.va CosT^.'.V/.V.;
10*000
10*000
da repabica.
< Jurez de estatura baixa, mal conformado ;
indio de raca.
A cabesa bastante grande, os beicos sao
mu grossos e os olhos tem o contorno de oro
cresceote virado para baixo, porm revelara intei-
llgencia 5 nao tem barba nem bigodes. Trajava
o'aquelle dia urna sobrecasaea preta um collele
egualcaaote preto e urnas calcas brancas meltidas
dentro da compridas bous da couro guarnecidas
de esporas de prata.
Trazia na eabega um sombrero de fellro cin-
rento, em redor do quai se va brilbar, em lugar
de tila, ama grossa serpete de oaro, oravejada de
diamantes oa ptiras preeiosas.
< Na abotoadura da sobrecasaea, trazi a fita
nacional.
t A sua voz snave e as saas maaelras dis-
uadas; exprmese com laconismo e nao Ibe falta
urna certa dose de dignidada ; a lingua franceza
Ihe assaz familiar,
D'onde viodes ? foram as suas primetras
palavras. a qaal dos regimeulos perteuceis ?
Acabo de ebegar de Soledad, Ibe disse en;
estou alistado na legio estrangeira.
* Que valente regiment I felicito-vos por
fazerdes parte d'elle.
eameron bem o provea; ba temo nos 63
contra 2:700 por espago de quatorze horas l
Sim, bem o sei; II o boletim dos meus'ge-
neraes.; acola, acecescentou elle em tom de amar-
gura, perd eu ire&eotos dos mana soleados. Ab J
qoao grande- me parecen a Franca ao pensar na
eoragem dos vossos- hroes 1 Sois francez T
Nascl em Franca; mea pal era polaco.
Pois que l vos asues no Mxico quando
vossos irmaos pegaram, am armas l na Polonia
* 9lm, presidente, no momento em qne fni
feito prisioneiro segla eu viagem para Franca.
* Poderai aoramur a'isao qae dizeis ?
e Assim o jaro. ,,
Podis partir.
* Jacllneime levemente.
4 Adenr, senhor, disse elle despedindo-ma
com um gcsio, a praza a Deas que o vosso paii
trlumpna, assim como espero que ha de trlum-
pbar a aossa repblica I
* No motneato de sair, dotere-ae : _
Quem o chafe, me pargontoa elle, qae
commanda os polacos sublevados ?
Nio ba commandaote em ebefe; ba ape
aas ebefes da guarrilbas I
Jamis poderei esqaecer a expresso qno to-
awu o seu rosto o o movioento que fez :
Nao ba ebefe I repeta elle. N'esse caso,
niogaem respoosavel, como en son, palos cri-
me commetOdoa pelo saogoe derramado I
O fivd. ilodd, pregador inglez, empreheodea
ama cruzada cnica embriaguez e os ebrios, e
por toda a parte aproveita o mximo numero de
occasiees para verberar com a palavra os aifeicoa-
dos de Baecno. _
Ora, ba lempos o ftvd. Dodd pregn orna en-
vera reprebenso a nm rancho de estadautes de
direito, qne, ja am poueo quintes fariam grande
algazarra em ama taberna de CUaneary lae, Os
rapazas protestaran! vingar-se, e com effeilo, ba
dias, encontrando em nns ampos, de caminbo
para Woolwicb, o inmigo dos bebertSet, cerca-
ram-o a pedirarlbe um serraio pregada all mes-
mo, e sobre o texto por alies indicado. Debalde
fea notar o Rvd. pregador que p local era mal el-
eolbido, e que carela de reflectir a+gum tampo
" de sabir ao palpito, t O estndanUs nao qal-
zeram largar a presa, e grIUram qnfl vai na
Su!S5miiS'.'fwiwr- Io fWtanlabraflM;iaxtodvi*;wrarJiun pee-'
nal. A cousa sub-eotendida o espirito da mal
de que vos fazeis, desgranados, o vosso Hman-
jar favorito, a vossa Aambrosia de cada dia, a
vosso Ltiberdade, e o voaso Ttndo.
A tbeologia segundo os sens effailos. Mmor-
te para alguns, Aadulterio para outros, L,li-
bertinagera para mullos, Tiraicao entre todos.
A parte litleral segando as lettras Mmuck,
Aale, LltlUe, Ttrust, lsto muita cerraja e
ponca f.
Coneluirei o mea sermo, primeiro com ama
peroraco exborttva. Mministro de Baccbo, A
accendedores de desejos, Llibertinos, Tleude
eoragem para nunca mais afogardes a vossa rasao
em nm copo. Em segando lugar, nma peroraco
a reeommandar prudencia. Mmaldito o ho-
rnera que A-appliea o sea cuidado a Llangar
lquidos bo estomago como um T-ionel. Em tercei-
rn lugar, urna peroraco descreptiva : O beber-
rao a peste da sociedade, o terror da virtnde, a
destroico da rasao, o agente do ladran, o fre-
qoeaUdor das casas da correeco, o tormento de
sua mulber, a desesperaeao de seas filbos; a sua
propria deshonra, o despreso dos seus vtsinhos, a
imagera da besta do Apocalypse, o monstro do ho-
rnera.
E depois de ter proferido estas palavras com
fogo, o Rvd. Dodd saltn abaixo do sea pulpito, e
dngio-se apressadamente para Walvficb.
Lotera. A qae se acha venda
a 36a a beneficio das familias dos volun-
tarios da patria, qae corre seila-feira.
Reparti ao da polica. Eitracio da parte
do dia i e 2 de setembro.
Foram recolnidos casa de detenco no dia 31
de agosto ultimo :
A' ordem do subdelegado da S. Jos, Manoel Fe
lippe de Oliveira, para correccao. No dia 1 do
Correle nao bouve priso aiguraa.
/. O. (fe Mesquita,
ebefa da 1* seccao.
Casa de detenc.ao. Movimento da casa de
detenco do dia i* de setembro :
Existiam (presos) 313, existem 313. A saber:
naciooaes 224: mulheres 1 estrangeiros 33, mu-
Iberes i ; escravos 46, escravas 2. Total 314.a
Alimentados a cusu dos cofres provinciaes
227.
Movimento da enfermarla da casa de detenco
do dia 2 de setembro.
Tiveram baixa :
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Feminino.
TOTAL.
3.
o
3?
O
s
ADVERTENCIA.
Na toUlidade dos doeotes existem 216, sendo 119
homens e 97 mulheres.
Foram visitadas as enfermaras estes dias :
As 7, 6 1|2,7, 7, 6 1(2, 7, 8 ij2, pelo Dr. Ramos.
A's H,10i|2,10 1i2, 9 1|2,0
pelo
Dedu se pois, d'esu feposu qae do cato ver-
teote, i mordaca presente applicada ao paciente, le
if..u S*"^ *"* H ftMW4woiedt applicada
pira prodazir a morle, nem Ihe obstru' compku
mente a entrada dat vias respiratorias per algn
I0(1T2.L* p?>irt'BtQ0.tr?,rers e oferte; i qne'
lu#vw]o referido paciente e$u' vivo. .
l|2, 9 1|2,
Dr. Sarment.
Falleceram :
Mana Joaqaloa, bypetropba do coracao.
Jos Ribeiro, tubrculos pulmonares.
Antonio Gabriel Gomes, gastro entente.
Leopoldina dos Aojos, tubrculos pulmonares.
Luiza, tubrculos pulmonares.
Antonio de Figaeiredo, anemia.
CHIOMCA J0IG1UU.
SESSAO DE 31 DE AGOSTO DE 1867.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSBLHEIRO SOZA.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. desem-
bargadores Santiago, Gitirana, Guerra procu-
rador da cora, Almeida Aibuquerqae, Motu,
Assis, Domiugaes da Silva a Ucba Cavalcante,
faltando o Sr. desembargador Souza Leao, abrio-se
a sesso.
Passades os feitos deram-se os seguinles julga-
memos:
AQfiBAvo de petico Aggravante, Dr. Laiz Car
los de Magalhes Breves; aggravado, 0 juizo.Re-
lator o Sr, desembargador Uchoa Cavalcante, sor-
liados os Srs. desenibargadores Loarenco Santiago
e Gitirana.Negaram provimento.
APPKLLAgSss civejs. Appellante, ioaqulm Gon-
calvBs Ferreira; appallado, ManoelJoaquimRaptis-
ta.Connrmada a sonienfia. Appellante, Manoel
Barbosa da Silva appellado, tenente-coronel feli-
ciaao Joaquim dos Santos.Confirmada a seoten-
ca. Appellante, Telespboro Caelano de Abren;
appellado, Manoel Nunes de Mello. -Receberam os
embargos. Appellante, Francisco Colbo do Mon-
te ; appellado, Octaviano Rodrigues Lima.Des
i9VS^9^lSMS oconbRCiame,hordoqu.s.ngenro (o fallecido)
qaando em sea testamento noateoo para sens Dlhos
12 tutores, sem naliea eenteaplar o neme de
avd lll
BasU. Fieo agora a espera de nova descompos-
tura, paciencia. Como totor dos orpbos, saberei
00 fare por comprlr meas deveres.
R*clfe, 31 de atosto da 187.
_ Anfmio Valentm U Suca Bornea.
* *Acabo da saber da retirada do Sr. Maga-
Ibaes Bastos para a Babia, Daos o leve a salva-
manto.
G aballo assignado, na qaalldade de totor dos
filbos do finado Sebasliao Jos da Silva, deselaodo
sem grvame para os Srs. credores beoe6ciar seos
iatelados, vem em nome dalles, apresenlar a se-
guinte
Proposta de concordata.
1* Obriga se a cumprir a concordata de 1863,
pagando integralmente aos credores da primeira
falleneu o ultimo dividendo que o fallido deixra
de realisar, em cooseqnencia de sua molestia e tal-
lacimento.
2* Obriga-se a pagar a lodos os demais credores
constantes do balaneo dado em 21 de novembro de
1865, a quana qae faltar, para completar 35 por
cento do valor de seos crditos.
3* Ambos estes pagamentos sero realisados em
letras de sua firma aos prazos de 4, 8 e I i mezas,
contados da data em qne a massa Ibe fr en-
tregue.
4* Liquidada massa conforme o abaixo assig-
nado julgar mais conveniente, as sobras que non-
verero, perlencerao aos sobreditos orphaos.
Havendo prejoizo aera' por conla do mesmo
abaixo assignado.
Recife, 17 de agosto de 1867.
(Aesigntdo).Antonio V. da Silva Barroca.
Baha, 12 de setembro de 1166 Sr. Aotono
Valentim da Silva Barroca.Pernambnc >.Amigo
senbor.Teobo a vista sea presado favor de 7 do
crreme que me veio sorprender, pois sabe foorqae
tambem o ) a posicao de om pai em seraelhaoies
conjecturas. Slnto summamenle os desgosbvs por
que tem passado eom os negocios de mioha bina ;
e nada oslo appareeeria se ella tivesse tomado
meus conselbos; mas que fazer l Eu n.io lenho
arco algoma sobre ella. Ainda direi a Vmc. o que
um da Ihe disse ; que beneficios posso eu fazer
a favor da mioba filba e de meas neto, adund-
se os negocios de sua easa no esUdo em que se
acham ? quem tomar a direceo d'ellas ? acha-
re! eu aUoem que me merega "confianga paradiri-
gi-la ? Ja' v Vmc. que me vejo de todo erabara-
gado; e tudo lsto porque minba iha rae nao
quer ouvir.
A-sim, pois, Vmc. e Vmc. smente o habilitado
a cuidar do bem estar desta familia, e a pesaoa a
quem o finado sea pal e marido as confiou, pelas
disposlgdas testamentarias ; e eu confio qu? Vmc.
pondo de parte os desvarios de urna muih'-r, cuida
era que ella de todo nao fique desgragada, e ainda
mais a sens filbos que culpa alguraa tem. Nao
posso ah Ir e mesmo nao sei o que i re fazer, a oo
ser urna figura trste. Deposita am Vmc. plena con-
fianga, e descaigo em que Vmc. nao consentir
que seja interrompida a educago da seus tutelados
que o sao de facto, e mesmo sera' bom que o s> j t-n
de direito.
Agradego-lhe suas letras e eonsinta qoe roe as-
signe com tolo o respeito, eslima e conslderaco
De Vmc. ltenlo criadoFraaciseo Jo; Ae Maga-
lhes Bastos.
eo R odrfgoes da Paz.
dat Noves; appeada, Belarmioa Mara dos
Reis. Appellante, Simo Barbosa Cordeiro; appel-
Uda, D. Joaquina Moreira Taborda.
PASSGENS
Bo Sr. desembargador Gitirana o Sr. desembar-
gador GuerraAppellagoes civels : appellante,
Eduvirges, escrava; appallado, Jos de Mallos Rao-
gei. Appellante, Jos da Amorim Lima; appella-
do, D. Barbara Francisca da Rega AppeiUate,
Bernardo Pinto Pereira; appellado, Francisco Pin-
to Pereira.
Ao Sr. desembargador Lsnreogo Santiago.Ap-
pellagio crime : appellaate, o jaise; appellado, Joio
Francisco Moreno.
Do Sr. desembargador Almeida Albnquerqne
ab Sr. desembargador Motta.Appellagoes el veis:
appellante, Francisco S. de Moraes Correa; appel-
lados, D. Rosa Mana da Aoounciago e outros. Ap-
pellantes, Joabstoo Pater & C.; appellada a fazen-
da. Appellantes, Dr. Gal amo Ferreira Gomes e
ootros; appellado, Antonio Gongalves da Sil-
va. Appellagoes crimes: appellante, o juizo ; ap-
pellado, Raymundo Jos da Silva. Appellante, o
juizo; appellada, Mara Severa dos Przeres.
Ao Sr. desembargador Uchda Cavalcante.Ap-
pellagao civel: appellante, Manoel Jos dos Sao-
tos ; appellada, D. Clara Toeodora da Fonseca.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga
dor Assis.Appeliacaes civeis: appellante, Lnlz
Puech; appellado, Joao Francisco Olbero. Appel-
lante, Manoel Bezerra Guadas; appellado, Cosma
Mara do Espirito-Santo.
Do Sr. desembargador Assls ao Sr. desembarga-
dor Domtogues da Silva.AppellagSes civeis: ap-
pellante, o syndieo do convento de S. Francisco;
appellado, Dr. Antonio de Menezes V. de Drum-
mond. Appellantes, D. Mana Joaquina Cavalcante
e outro appallado, Joao Mauricio de Sena.
Do Sr. desembargador Domlogues da Silva ae
Sr. desembargador Ucba Cavalcante.AppellagSo
civel, appellantes e juntamente appellados, Fran-
cisco Barreiros Rangel e Elias Coeibo Cintra
Ao Sr. desembargador Santiago.AppellagSes
civeis: appellante, D. Miria Cisneiro Freir de Mo-
raes ; appellante, Joaqaim Pereira Bastos. Appel-
laote, o superintendente da estrada de ferro; ap-
pellado, Joao Paulo Carneiro de Souza Baodeira.
Do Sr. desembargador Uchoa Cavalcante ao Sr.
desembargador Sooia Leo.AppellagSes cri-
mes: appellantes, Francisco Antonio Nogueira e
outros; appellada, a jusiiga. Appellante, Ignacio
Francisco Carro; appellada, a juitiga. Appella-
goes civeis: appelUnte, Manoel Jos da Miranda ;
appellada, D. Francisca da Silva Freir. Appellan-
tes, a fazenda e ontros; appellado, CaeUno Gon-
galves Pereira da Caoba.
Eacerrou-se a sesso as duas bora da tarde.
Conimunicados
Para os scnliores credores da massa
fallida de Sobas lia Jos da Silva.
Prometti nao responder mais aos artigo- publi-
cados pelo Sr. Magalhes Bastos, porque na quali-
dade de credor nao teuho satisfagao a dar-Ibe, e
principalmente porque tenbo mais em qae cuidar,
e'obrigagoes a cumprir.
Achando me porm desde fira de jolbo prximo
passado investido das funeges de tutor dos or-
phaos filhos do fallido, nao posso deixar de dizer
algumas palavras a respeito do artigo publicado no
Diario de hontem, em que sao gravemente preju-
dicados meus tutelados.
Comega o Sr. Magalhes Bastos, dizendo-se inte-
ressado pela sorte de seus filhos e netos. E eu res-
pond qae quanto aos ltimos nao parece, porque
o que leve o Sr. Magalhes em visla alcangar com
sua dita publicacao T
Quem a lr com reflaxo e mparcialidade co-
nhecera' qae elle s teve em vista prevenir o digno
magistrado que tem de julgar o mea aggravo, di-
zendo que orphaos nao podem alcangar concorda-
ta ; porque nao podem transigir I
Seno podem transigir podem receber lavares.
E a concordata ura favor concedido pelos cre-
dores.
Os orpbos nao podem obrigar-se; mas obriga-
se por elle seu tutor nesta qualidade e como sim-
ples partidor, como melbor se pode ver do projecto
que adiante transcrevemos.
O Sr. Magalhes Bastos pretenden apresenlar
urna concordau: verdade: mas consultando aos
credores em particular reconbecau quA nao obtinba
maloria, e desisti desse projecto como sabem os
mesmos credores.
Mas, porque oo pJe alcangar maloria 7
Porque pretenda pagar aos credores velbos com
trinta por cento a quantia qae ea proponbo pagar
integralmente. Porque assim como fez reduzir
nossos crditos (iaclulado os de Barroca & Medei-
ro e B. & Castro) de 3o por dous contos de tis,
reduzio igualmente os do novo banco de 30 por
dous contos, os da caia filial de 18 contos por
1:2009000 os da Feldel Pinto de 28 por 1:900J,
os de Joaqaim Lopes de Almeida de 15 contos por
597O0O, os de Antonio Bodrigues Pinto de 3 coa-
tos por ljOOO e a outros nesla proporco.
De sorte que deveodo o casal segundo os litlos
que os credores apresentam cerca de 150 contos
de ris, rednzio de acedrdo com o curador fiscal
esse debito por 35 contos de ris, que pretenda
pagar com 17 lll
Quando os credores sabem qae s em ferragens
existentes em poder do depositario tem o duplo
dessa quantia.
Pela concordata porm, que apreseotel obrlgo-
me a pagar cerca de 40 cantos de ris; e tenbo
esperaoga de que os orpbos podero Qcar ainda
com mais de 100 contos de ris em letras do mu-
lo, qae para os credores poaco ou nada daara ao
passo que para os orpbos bao de valer nma mela
duzia de contos de ris annualmente.
Os credores sabem de tudo lsto; mas prererem
(os maiores) fazer urna concasso a favor dos or-
pbos constantes que Ihes seja garantida a Bel ex-
ecogao de bd 1 concordata; antes do que sugeita-
tarem-se aos trabalhos despezas e eveotualiaades
de demandas qaig odiosas e prolongadas.
Apezar da opinio do Sr. Magalhes, a concr-
dala que apresentei nao poda deixar de ser ad-
mitiida ; porque a lei neste poni nao pe limitas
0 Rvd. eoategea assim :
Meus irmos, caneen de toda a vossa indulgen-
cia. Son nm homem peqoeoo, que vai pregar nm
ama peqoena assemblea e em um palpit tKom-:
moda. CartttlmAa irran. r, m.-r ..... _. _T,J
presaram os embargos. AppeHaoie, Manoel Fer-
reira Pimenta; appellado, Manoel Ferreira Brrelo
d'Araujo Jonlor.Despresados os embargos. Ap-
pellaate, Bernardo Jos de Marros; appellado, Jos
Antonio Marques.Des presados os embargos. Ap-
pellante, Jos Baoto de Mell; appellado, Manoel
Francisco do Reg.Despresados os embargos. Ap-
pellante, a irmandade de Nossa Seohora da Soleda-
des appallado, Jos Goncalaas da Cruz.Despresa-
dos os embargos. Appellante, Paulino Ferreira da
Silva; appellado Jos Rodrigues Pereira.Manda-
ram para o tribunal do commercio. Appellante,
Jos No da Silva Bargos; appellado, Joao Baptis-
ta da Sil va.Reformada a senteaga. Appellanta,
o desembargador Jeronymo Marnaiano Flgaeira de
Mello; appellada, D. Francisca da Caoba Dandeira
de Mello.Befor nuda a se atenea.
Armt^oBS cams.Appellante, o jaiz e Fran-
cisco Ignacio de Amorim; appellada, Loira Mara
do Carmo.Improeedmte. AppelUnte, o. juizo;
appellado, Severiqo Josa Pereira.Improceden-
te. Appellante, Agostinbo Ferreira da Silva; ap-
pellado, Florentino Lopes da Sil va. r-ln procedan-
te. Appellante, ojnlzo; appellado, Manoel da
Silva Justo.-A" novo jury. Appellante, Antonio
de Albaquerque Pereira e Sonta; appellado, o
jalto.Improcedente.
Assigaou-se da para JnJgamenio dos aagainies
feitos:
APPELL*g5is*cRuiBs.AppelUnte, o jalzo; appsl-
lado, Mancel MarUno de shgalbiss. Appallante,
Vicente da Costa Soares; appallado, a jaiio.
app&llaob oivEis.AppeUante, Anglica Bar-
-Mil de Miranda; appellado, Manoel Jos Dan-
us AppeUante, Jos Lopes Barreiros; appellado,
Raraar;<*sW fiemes de Olielra. Appellante, Patri-
cio Jos S Cos "; appallBdos.Dr.Sebistio
Antonio Acei^Wa* *??
DELIGENCIA Cr.^-A ** *?**% "^AD-
pollante, Bernardo P^*J*^tJr69 !"
|Hlo, Antonio Joaqm^St'fVlba, AppelAnu,
aos credores, que alias pod-m dispor de que seo,
com melbor Ibes parecer.
Beixo de parte os argumentos jndiciarios do Sr.
Magalhes, porque ao Exm. Sr. desembargador
presidente do tribunal compele decidir, avisU das
provas dos autos, etc.
Direi apenas qaa nao fui en s que reciamei,
foram todos esses cinco credores tallas seis) repre-
sentando seguramente tres qaartos do passivo da
massa.
Serla para admirar o desembarace cum que o
Sr. Magalhes Bastas asse vera que seu genro nunca
fra o tutor e pagodeiros magonlcos I Pagodeiros ?!
E' expresso propria de um senbor como o Sr.
Magalhes Bastos.
Ella nao se acba na minuta do meu aggravo, co-
jo periodo que aqui transerevo. c Nao querem que
o supprima, o Sr. Leal Reis sejam administradores
da massa: e tambem nao.querem a concordata do
tutor dos orpbos; para que algum dasies oo to-
me conla ao caxetros de seos actos, a possa ael-
las descobrir malversaces, etc., com as quaes tai-
vez continuara habilitados a sustentar nm laxo Ul,
qaal ostenta quem freqnenta os bailes de am clob
e feitos macme os: eomo a Sra. viuva e seo ma-
rido, apexar da falleneia de seu cazal, e da nada
receberem por mo dos .curadores fiscaes e depo-
sitario da massa. >
V-se pois qoe nao fallei ao respeito de v ido a es-
sas secledadas humsallaras, de qoem alias teobo
recebido prova de coniderapao.
E accrescente j Sr. Bastos. se li fosse havia
de encontrar-me sempre entre os mais dislinctos l
Este que a prfida ioslnuaco.
Nao me julgana dashonraao so la' fosse, mas
nonos fri a despenado Sr. Magalhes Bastos, seria capaz desu
invenco.
Quando fallei em bailes e testas freqaenUdos
pela Sra. viuva e sen marido, foi para melbor
significar em que ellas ostentaran), apezar da fal-
leocUdaseo casal, um laxo incompativel com
centado qae a seohora vlava em urna dessas festas
tocara ou antera, somera oa beber.
Coacluiado direi ainda, qoe para melbor com-
parar o procedimenio do Sr. augalhes Bastos e
o intoresse qae agora toma por sna fliba e,netos,
lela-se a cariado mesmo senhor, que om segnlds
pnbiieamos.
fui en qne lnsiei com este senbor* (quando ao
nio era alada o totor) para que vieise ajadar-me
a tratar dos negocios de sena netos I
Ainda fni en qae aconselbei qaa se empenbas-
sem com o Sr. Marinbo da Babia para ihe conce-
der esu permissao I
Vem afioal o Sr. Magalhes Bastos, e por orna
futiluUde desavem-se de nova commigo (pela ter-
ceira vez). E els o que este fazendo em provello
de seas oetos / Pugnando contra a concordau e a
modo. Carpimos Irmos, o meo texto mPMl!4 rTanejs. 1 favor de um contrato da B*91|{ Oh I Niogqem
0 rpita' Manoel Gongalves .Nunes Hachado c o ba-
eharel Henrique Prreir de Lneena.
Em 0 Otario de Pernambttco de 20 de
jullio ultimo, fui nfamiineote calumniado
pelo acharel Henrique Pereira de Lucena.
Ausente entao desta eidade, encontrei difOcul-
da des em dar res posta aecessaria aiiaelle
Sr. oque agora fago, embora tarde, mais nao
fra de proposito. Fiquei suprebendido ao
ler o acervo das cynicas calumnias, firmado
pelo Sr. Lucena. Este Sr. as diffkul lades
de urna triste posi^o, em que a violencia de
seu carcter e a torpeza de seus sentimea-
tos o colocaram, acceitou o cynico conselho
de Voltaire a seus adeptos n,entiz mentiz
hardiment i il en resleza toujour qaelque
chose.
E enlo suppe que com injurias e ca-
lumnias, to negras como a sua alma, to
torpes como o seu procedimento, poda des-
truir os fundamentos da jurdica portara,
que o suspenden, poda desvirtuar o acto do
muito recto, justo e Ilustrado Sr. Baio de
Villa Bella.
Figura-me o Sr. Lucena um homem atri-
biliaro, de urna vida tempestuosa, adqui-
rindo inimisades, e odios, por onde passo,
sofrendo imputacoes de graves crmes; e,
entretanto, por espado de cinco anuos che-
gou a estimar-me como confessa e s agora
desappa eceu a sua illuso a meu respeito! 11
E' necessario ter em alto gru a eoragem
da mentira, e a corassa do cynismo para
proceder como o Sr. Lucena, para nao re-
cna'r ante a certeza de ser convencido peran-
te o publico de suas calumnias, de suas fnl-
sdades, de ver arrancada a sua mascara de
calumniador, ede ficar assim exposto em
toda sua hediondez moral a luz da publci-
dade.
Provoco o Sr. Lucena para que, abando-
nando a linguagem estud?da para o lim de
evitar a responsabilidade criminal da calum-
nia, me argua franca, lial e positivamente,
sob sua responsabilidade, desses fados que,
diz, me sao imputados: um repto que de-
rijo ao Sr. Lucena sob a comminacSo de in-
fame e torpe: quero que 03 tribunaes de;i-
dam se sou um criminoso, ou se o Sr. Lu-
cena um calumniador, baixo e vulgar.
O Sr. Lucena, em sua esrnlta fatuidade,
diz qae procurei a sua intimidade, tentando
ensinnar-me em suas affetcoes. Tenho bas-
tante altiveznem careeo dize-lo a quera rae
conuecepara n3o procarar intimidades e
muito menos a do Sr. Lacena, a quem nun-
ca dispense ontras attences se nao aquel-
las que qualquer homem da- educaco regu-
lar deve prestar a aqnelles mesmos que oceu-
pam urna posicao, galgada pelos degraos do
servilismo e da infamia.
Essa amizade de simples attences, que
por algum tempo intretive com o Sr. Lucena,
rompeu-se desde qoe este. Sr. envolvendo-
se de um modo turbulento na poltica da
commarca de Goianna, adopton o systema
de perseguido contra meas amigos a ponto
de avltando o cargo de juiz, aconseloar ao
credor de um delles que o accionassa, con-
tando com a sua boa vontade de julgador, o
que publico naqaella comarca.
Nessas circunstancias nao era possivcl que
eu, adoptando os principios de lealdade e
digqidade descoohecidos pelo Sr. LucDa,
continuasse a entreter relacQes eom opo-
cesso inmigo dos meas amigos. Diz ain-'i
o Sr. Lneena que gratuitamente constitu-me
sea inmigo para em.possbilita-lo de funcio-
nar como juiz no inventario de Biiah* esti-
mada av e que conservo anda na. esei'wi*
dao os escravos que ella liberto -i cm testa-
mento.
E* sempre meniroso o Sr. Lacenp^ sem-
pre cynco lll
A' ultima vontade de ramha avo-esLple-
namente caraprida. _
Sabem todos da comarca de Goianoa que
os libertos, de que falla o Sr. Lucena, go-
sam da mais plena tiberdade e que-sometile
existe em minha casa, como livre, ma de
idade de 15 annos a quem talvez o Sr. Lu-
cena deseje qae eu a abandone, contra a ul-
tima recommeodac5o de miaba aada av,
para encontrar-se com ella era algum apa-
ar, oa conventilho.
Como abeodo o Sr Lucena, qae juiz
municipal de. Goianna, que eu conserva va

-V
"PTA



MMitfAB FcnuuMfcC6 ---- Terea felra de eembt de 186/*
pessoas livresna escravidiSo, nunca proceden
contra mim ?
De don urna: ou o Sr. Lucena 'om
juiz relapso, prevaricador, um pessimo juiz
emfim, porque consenta que na mesma ci-
dade, mesma roa em que morara, pessoas
iivres fossem conservadas ni escravidao, oa
oSr. Lacena M>itttelalumniadt>r.
Ouvi agora Sr. Laceoa.
Do procedimento, que me atribus, e dos
factos, que rae empotaes, somente capaz
am legitimo berdeiro de paternos instinctos
ras de ouro (seecante) valor daarraba 14900
total 284800.
II C L sem numero, i canastra com cas-
ta nhas em mo estado sem Valor.
C. M. de Almeida, sem numero, 1 caixa
com doce em mo estado sem valor.
Armazem n. 9.
Johnston Pater 6c C. sem namero, i cai-
xa com 16 libra de rotlos de folaa de
flandres pintados, valor dah'bra 800 rs.
-MdtaH2800.
FAS n. 52, i barrica com potes de
sanguinarios; um legitimo sobriohode-An-, rauca n. 2,j>esando 84 libras a 200 rs. _
nioMathens, um depatado provineiat qoe(ubre, 16/J8OO, 2 condesas de vlme, pesan-
doj6 libras, valor da libra 166 rs. total
Sem marca, sem namero, 1 sacco com
lotiro comnram; pesando 61 libras a 66 rs.
4J224.
A sem numero, 6 barricas com oca ami-
rella, ou acido de ferro natural pesando 36
arrobas a 400 J 4,5.
. Ns. 8#98f4,fl(r!, 4 barrica* com 8,072
libras de ferro batido simples em obra nao
classrftcadi a 200-rs. a hbra"6140400.
J. A. 4 G. n. 1,1 barrica contendo 15 ar-
fODardesulrto de cal nativo a 10 arroba
15*.
Sem marca, sem numero, 1 barrica com
remeta desta cidade para o Limosiro frascos
de rnica a um sen to pan delie farer aso
na castrado que operava em seus miseros
escravos, om juiz que, com a lascivia de um
stiro, tentou seduzir a fliba de ora cidadSo,
que delfe dependa na qualidade de hesou-
reiro de irmandade, e obrigou assim a reti-
rar a Giba para esta cidade afina de evitar
sua prostituicSo; finalmente om delegado,
em commsso, que no termo do Ooricury
mandn meter na cadeia urna senhora hones-
ta e quagenaria a protesto de que era cri-
minosa, e conduzio para a sua propria casa
urna escrava da musan senhora de idade 18
annos, o, a conserven iniommunicatel por
Os rcjaerimentOS para inscripcSodbS can- a o Sr. Telxelra, ornad de mostea do Orpkea
di ditos-deveraoierapreentadosaU odia 23, ^"aiado
ep^erabwiiiistrnidbseom^Biesquerdo- US dOUS miARlOS
cuentes ot litlos sctenficos, que abonera Comeeara' as 8 horas
a capacidad dos mesmos candidatos.
Secretaria das obras publicas 22 de agost
de 1867.
O secretario, ,
Feliciano Rodrigues da Silva. NIPAHmAPERNAMBUCANA
LEiO
AYISOS MARTIMOS
muitos dias. anda sob pretexto de que ti- rea para moldar em mo estado sem varar.
nha de proceder interrogatorios a mesma
eserava.
Nao vos qaeixets dos goanistas, queiai-
vos de vstueen' Srj'Loceoa. Por que
cao looaastes por modello na carreira que
seguiste-ao muito Ilustrado e probo Dr. juiz
dodireitoda comarca Fraaosco Goncalves
da Rocha, que oa distribuiclo da jostica
nao tem paixoes, n5o tem aflfeiges, nem
odios. Se outro fosse o vosso procedimento
naquella comarca Sr. Lucena, outra seria a
vossa posicao actual.
Aguardamos a resposta.
M. G. Nitnet Machado.
COMMERCIO.
PRACA DO RECIFE 2 DE SETEMBRO
DE 1867.
As 3 X horas da tarde.
Acgoes da eampanbu 4o B^beribe 60 0|0 de
premio.
Silveira.
Presidate.
Haeedo,
Secretario-,
Caixa flllal do banco do Brasil
em l*eraamJaco, aos 26 de Ju-
Iho de 1869.
De ordem da directora se faz sclente aos Srs.
accionistas, qae o tbesooreiro esta' aatorisado -
pagar o 27 dividendo das acedes do banco do Bra
sil, iascriptas n'esta caixa, a' razo de 12*000.
ciO guarda-livros
Ignao Nones Corres,
Novo banco de Pernammco dosen ***<
2 gaiolaipara passaros em mo estado sem
valor.
Joo Lico Marques, sem numero, I cai-
xa contendo um pooco de torra sem valor.
Armazem n. 10
B. W. sem numero, t caixa com 12 do-
zias de escovas com cabo de madeira ordi-
naria, para limpar chamins a Id a duzia
120.
S. C. 4 C. n. 1, 1 caixa com 3 i libras
de pomada, fina a 24 a libra 680.
24 libras de agoa de ebeiro a libra 10333
31,9992.
7 libras de obras de pecbibeque a 40
280.
3 leques de madeira ordinaria a 10666
40998.
2 libras de corrate s, veilas e brincos
de ac 30.
12 libras de sabonetes a 800 rs. 90600.
18 enfcites com vidrilhos para ctbeca a
10180.
8 libras de brinqnedos de chumbo or 'i-
narios para enanca a 400 rs. 30200.
R. S. C. sem numero, 1 caixa com
orna carreta de madeira com um frasco de
genebra de 114 do medida, valor 20.
Sem marca, sem numero, 2 caixas vasias,
armadas, de madeira ordinaria com 17 pal-
mos cbicos a 100 10700.
G D sem nomero, 1 volume e 1 caixa
contendo um apparelno completo para tra-
balho de mgica, valor 2000.
15 garrafas razias, quebradas, sem valor.
1 barrica com milho branco em mo csta-
Materias do concurso para conductores,
praticantes e escreventes da repartido das
obraa publicas.
Fara conductor
Matheraaticas elementares;
Algebra at eqoacoes do 2.* grio i
Trigonometra;
Elementos de geometra analtica desf*
criptrel; de astronoma ; de arehetectur e
de resistencia de materiaes. A
Conhecimento perfeito dos instrumentos
grapbicos e dos'trabalhos de nivfeltaiflnto'5-s rn r^.
DesenhiineaTedeamiafeUa. W A'
Para -pratfeantes
Lingna nactonal e franceza; J8
De ordem do Illm. Sr! Inspector da tbesonra-
_ m
HaTefaee easleira por vapor*
Par FWWmdo de Noronh.
Seaue no da 4 da setembr
proitno, ao ateto dO, o vaTOr
Mamanguape, com manda ote Cos-
Recebe carga al o dia 3.
meadas, passageiros e di-
ras do da da sabida : as-
criptonoA^edo Matos n. i.
LEILAO
. i-CaW er!,8a m d0 ,4r(, (o S.Jos),
SSJi."05 pn*Ios- B f I. wm orna porta dais
.?li*s',eorrB** separado, 3 qaarlos, 1 salas,
coalnha ora, qaolafl caeimba e ora ! * qoarios.
Cordeiro Siaoes
WfalnMDleantorlsadofafa'iellao da casa terrea
ac a descrlpta, podendo ser examinada por qoem
" MDdo 1 Xi iDfbrtz*e8es o dito agen-
W satjftra' em sna seda a' roa eife* 7, col leillotera" logar no dia
Qrta-teira 4 de leteoebro
as 9 horas, aa porU do predio qe M Associacio
u>amerciat torgo do Orpo Santo.____________
Ma-se ao aV. ftaodoro Jos Pereira Tarare
negoatane ao Pedris de Rogo, qa wnha a benda-
de Tir a* toja de rateadas do Passeio Publfeo n a negocio do seo nteres.__________ '
Wo coffeglo ila Concelcao precisase de orna
pessoa para porteiro.______
Oiub Pernambucaao
A partida do mez de setembro ter* hKar
na noite do dia 6.
2' esperado iot portes do o
at o dia 19 de setembro o vapor
MMfa Crvz, coomandante Gui-
_____________Iherate Waddinifton, ^ qoal de-
ria de fareodadesta provtnela se fat pUbUeo qoe, Zt^F*1* P0'3 ** demora do cosame M-
acha-s i Tmia-Mmesma thesouraria, a 25#(rOO ^M^M^ portando sol.
cada exempUr, otra artstica da estrada de ler.' -"2222. sa J Passl9i^? e K|a- *
ro de D. Pedro H. As pessoas a quero coavler, z!*S3E*.tJWMJer condazir a qaal devera'
deverao drigir-sa i referida tbesoararia. ** d*e saa chegada, encomraa-
Secretaria d ttiaeoorarta da fazenda de Pernara- ^T ST?,fc*#wW *I dia da sahnia as 2 bo"
boco-ai de ttto de 1WT Sarvindo de offlcial- i. A, il9*^ ao3 Srs. passageiros qae as
rMiof-sfanoerlos Pinto. r"*"'* recatam nesta agencia roa a
Juizo de orphaos. r*A*m<>*
Predtaav
Piola a aadieneia do jano o dia 3 deste met,'
e a; porta dos auditorios sarao arrematadas a quem pretenda nDI1ir 7nm~^-n,',r ZZ^TZ" ".?..
loe seguir com muita brevMade o palhabote
P4IA AR1C4TY
SENDO .
' AhiaBdrea-aolato, 38 annos:
ftudrigo, pro.o, carapina, ,26 annos.
Rofino, preso, pedreiro, 22 asnos.
CerVir Simocs
a Naerlmanto d Henrlqae Gibson iaventariante
"'da D. Alevandrina Gibsoae mandado do
Hlo. 8r. Dr. joz de orphios, /ara' leilao dos as-
emos aeima flesenptos, Isto
Qaanaieira 4 da setembro"
M i i horas ni porta do predio qae foi Associacio
.otnmerclal largo do Gorpo Santo.
miis dar as partes das casas as. 27 da roa do Sol
e o. 35 da, rea Vaina, da*ndo/-aea prodacto ser
appticado ao pagaaaooto dos aredores de aado
Joo Pacheco de Queiroga ; a primeira bo valor'de
i:304f 60, t^so valor de 479. Escrivo
iaterJno-4apjta,v
Conselho de compras navaes
O cooselbe promove no da 9 de setembro pro-
limo vlndooro, avista de propostas recebidas at
as flnoras da manbia e sob as condicos do esty-
lo, a compra dos segalnles objectos do material da-
armada.
Para proTimeato do abnoucifado de
marioha.
80daolhas de looa e brim, 1 amarra de (erro
de 9(8 de grossara, ancorotei para batelSes, i
peca de cabo de cairo da 4 1|3 pollegadas, 40 oa-
danures bb de 4 a 12 poflegadas, 1 escaler de 4.
Tomos, 60 pegas delmhae barca fina, 50 ditas de-
tona larga da Bussia, 50 moiloes bb de 4 a 12 pol-
legadas, plvora marca terte, 10 mllbeiros de pra-
gos caibraes, 2 pegas de tapete, 6 dwias de taboas
da cedro de 3|4 de pollegada, 4 dulas de taboas
de cedrode 1 pollegada, 4 arrobas de tachas de
cobre, 40 milbeiros de tachas de (erro, 2 vergon-
teas de pnoo de 43 ps inglezes de comprimeoto,
16 pollegadas de dimetro em orna poota a 10 na
"etooal Dohs Amigos, tem parte- de sen carrega-
"oo engajado : tora o resto qae lbe falta trata-
se com os seas consignatarios Antonio Lnu de 011-
jeira Amado & d, no seo eacrlptorio roa da Crm
0. 07.
Para Parto.
Segne oestes oito dias o brigae portagoez Uniao,
por ja' ter sua carga engajada, para o resto e pas-
sageiros tratase con os saos consignatarios Tho-
m* de Aqaino Fanseca & G a rna do Vigario n.
w,' i* andar. ______________________
G0IP4SIM BRASlERl
DK
Paquetes a vapor
-Dos portes do sol esperado
at odia? de setembro o vapor
Cruzara- do Sul, comroandaote
Alcoforado, o qaal depois. da de-
mera do costme seguir' para
os portos do oorle.
Recebem-sa desde ja passageiros e engaja-se a
oarga qae o vapor ooder condmlr a qaal devera'
ser embarcaaa no dia de sua ebegada, encommen-
fas e dinbelro a frete at o dia da sabida as 2
De om Importante sobtadd*oo Poco da Paoella,
(o melhor dos arrebaldes) com etcellentes com-
modos para grande lamilla, com 7 qaarlos, sa-
las, cosmba, qaarto para feltor, coxeira, estribarla,
am bello jardim, terraco dos lados, porto de far-
ro e mals 60 palmos de terreno de cada lado do
sobrado.
Um sitio na estrada de Joo de Barros defronte
da capaila com casa de podra e cal, 2 salas, 6
quarios, cos nha a larra, diversos arvoredos, ter-
reno proprlo, tendo 833 palmu de frente e mais
de 860 de fondo.
Duas casas de pedra e cal nos Aforados rata da
Pasos. 22 e 21 A.
Urna casa terrea o. 261 na roa Imperial ren-
de 2Gf mensaes, caja casa dividida om 2 qae se
alagsm separadamente.
Urna dita' ao Barro prop'la para passar a festa
por ter o funde para o rio, a segonda passando
a igreja.
Qoarta-feiM 4 d correte.
O leilao sera' effactuadp a roa do Imperador n.
6, as 11 baras.
O vigarto- Loaraoco de Alboqoerqo Loyela, pe-
oeffadodo' ais profundo recoabecimeato pelo
presento agradece aos Rvms. vigario da IrecBotta
de s. Aoteoiev Joo Jos da Corta Ribeiro a mal
irmaos sacerdotes, Rvm Srs. provraoal do Car-
mo, prafcito d Poah, goardio do S. Praaciseo e
suas respeitaveis commuoidades os favores qae
lhes prajteram ks exequias de sea pretada.pal e
especialmenteagtademaos Rvms. provwoial Fre
Enco de Saot'Aama Raque e ei-proviSa fre
Jorge de Saat Anaa Loeio o meraeato soieoaaeqae
no stimo da sob suas iniciativas raaodaram can
tar aa igreja |de saa respeitavel ordea: aasim
como ao Illm. Sr. Dr. Carolina Francisco da Urna
Santos agradece aos cuidados professionaes qae
ao masa sea falecldo pal prodigalisoa, qewtco-
roo amigo sipcaroj|aer como medico distincl
qc
ENGANO-SE
Qoem levou por eogaao da igreja da Soledade
oa noite do domingo 1* do corrale, um chapeo de'
sol pequeo de seda cor de caf, qaeira eotraear
ao saenstq da-mesma igreja.
Poa gratificagdo
Desapparecea da loja da roa do Crespo a.. 13;
ama eachorriam prota, de raca ingiera, rateira,
com ama malba amarella em cada olho e ps -
quera a livor aebado e quizer restiiotr a-eau do-
na dlnia-se a mesma loja na roa do Crespo*. I*.
grasera bem recompensado.
Aviso
ootra, 200 vidros de vidraca de 23 3|4 pollegadas (Doras- frevuie-se aos Srs-. passageiros' qbS snas
Para conhecimento dos interessados a di-
recta-) do novo banco declara que a partir
do i. de setembro do crreme anno, o ban-
co entrar em liquidaco.
Recife 28 de agosto de 1867.
ALFANDEGA.
Rendimento do da 2 ............ 14:309^940
Velones entrados com faiendas...
t gneros....
Volumes sahidos com fazendas...
< t i gneros....
143
321
------464
103
1142
------1243
Oescarregam boje 3 de setembro
Barca i>l Barca portuuezaGrahdao- mercadorias.
Lugre fraucezflo Grandedem.
Brigue inglezAtine Scott dem.
Escuna lioliandeia--Krnudem.
Brigue ri ..rueuenseTrio farinha de trigo.
Sumaca hespaobolaTraviataviobos.
Patacho pjrtugaezSewparcharque.
Impora^o.
Pato > nacional Volante, entrado de Macan,
consiguado a A. A. Gomes, maoifestoa o se-
guale :
800-alqueires de sal; a ordem.
Brigae noraegaense Trio, entrado de Trieste,
consiguado a J. Pater & C., mamfestoa o se-
guiDte :
232o barricas farinha de trigo; aos consigna-
dos.
50 cias papel; a N. O. Bieber & C.
Barca inglez Sophia, entrada de Monte-Verde,
consiETi.ia a ordem, manifestou o seguate:
74 mullas, 6 barros, 119 volumes alimento dos
mesmos, e 150 cascos de agoada vasios; a ordem.
REGKBEORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES.
Rendiiiieato do dia 2 ............ 1:338,2536
Armazem n. i I
H n. 1, i caixa contendo 66 libras de
boloes de seda a 2^666 a libra i75946.
Sem muca, 50 barricas com castaohas em
mo estado, sem valor.
C S sem namero, 24 caixas contendo cas-
tanbas em mo estado, sem valor.
H I P M sem numero, 1 barrica contendo
castanhas em mo estado, sem valor.
Alfaodega de Pernambuco 30 de agosto
de 1867.
__________Baiilio Baptisla Furtado.
O Illm. Sr. inspector da ihesourana de fa-
zenda desta provincia manda fazer publico que tem
marcido o da 16 de setembro prximo vindooro
para o concurso qae se tem de abrir nesta th soa-
raria para preenchimento das vagas de praticantes
existentes aesta repartirlo, na alfandega e na re-
cebeduria. Os oxames versarlo sobre as materias
de que trata o | doart. do decreto a. 3114 de
27 de juobo de 1863, a saber : leilura a analy.-e
grammatical e orlbograpbia, aritbmetica a suas ap-
pllcacSes ao commercio, com especialidade a re-
daceo de moedas, pesos o medidas, calclo de
descont, jaros simples e oompostos, tbeoria de
cambios e suas applicagoes. Os concorrentes de-
verao previamente apresentar saos! requerimentos
instruidos de documentos que provem idade com-
pleta de 18 annos, isencao de pena a colpa, e bom
comportamento, na forma do artigo 3 do decreto
a. 2549 de 14 de margo de 1860.
Secretarla da tbesoararia de fazenda de Pernam-
buco em 3 de agosto de 1867. Servindo de offl-
cial -maior,
Manoel Jos Pinto -. .
passaganssd se racebem nesta agencia ra da
Crar n. 87, esciiptorlo de Aulooio Lalz de Olivei.
ra Azevedo & C
LEILOES.
tEILAO
De mm eserava.
WMDi
O agente Pinto fara' leilao a requerimente de
Alvaro Paulo NoWatoe por mandado do Illm. Sr.
Dr. juit especial db: commefeio, da escrava parda
de-nomo Joaquina, de 40 anods de idade, a qoal
foi arrestada a reqoenmento do dito Alvaro e ou-
tro : o leilao sera' tffictuado no da cima dito as
11 horas, noescrlptsrio do referido agente a roa
da Craz n. 38.
DECLABAOES.
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimnato do dia 2 ...........
MOVIMNTO 1)0 PORTO
Nwio entrado no ta Ia de setembro.
Llverpool_38 dias.brigae Inglez AuzueAnnie Scott,
de 214 toneladas, capito James Le Sweur, eqai-
pagem 10, carga fazendas o ootros geooros; a
Mills Latham & C
Navio sahido no memo da.
Rio de JaneiroBrigae bremense.....capito P.
G. Seedenbarg, carga vlnno o ootros gene-
ros.
.Yiirio entrado no dia 2.
Mootevidj32 dias, barca hamburguesa Sopftia,
de 222 toneladas, capito Bjttzon, equipagem 12,
carga 74 burros; a ordem.
Obsetvacao.
Nao houveram sabidas.
EDITAES.
O conselho de compras do arsenal de guerra
precisa compr r o segninte :
5 arrobas de rOxo trra, 4 broxas sortidas para
. pintor, 2 arrobas de p3 preto, 1 arroba pregos
aofoo* fra0COTes e { i(j pollegada, 20 milheiros de taxas
de bomba, 2 arrobas de pregos francezes de doas
pollegada?, 2 ditas de dito de 2 1|2 pollegadas, co-
nhecim.ates impressos mil, 80 moxilas de novo
modello, 160 correias para as mesmas, 80 laminas
de ac para as mesmas, 80 marmitas, 80 correias
para as mesmas, 80 bornaes de brim, 2 cornetas,
6 resmas de papel almaco greve liso, 4 caivetes,
6 caixas peonas de ac, 6 dazlas de lapis, 1 mlssal,
I caderneta para missa de rquiem, 6 toalbas de
panno de linho com bico para altar com 13 palmos
de comprimeoto e 2 1|2 de largura, 6 toalbas de
panno de. linho para parificaras ataos, 2 roquetes
para a fabrica, 3 alvas de panno de linho, 6 amitos
de dito, 1 frontal de sebasto com 10 palmos de
com rmenlo e 4 1|2 de largara, 1 casla branca
com seus perteoces, 1 dita encamada com seos
pertenoes, 1 capa de asperge branca, 1 vdo de
hombro branco, 1 umbella branca, 1 ambuta com
capa, 1 stolla roa pendente para baptisados. 1
dita branca pendente para baptisados.
As pessoas qae qoizerem vender ditos objectos,
aprosentem suas propostas na sala do conselho, as
II ora* do da 6 de setembro viaduro.
Conselho de compras do arsenal de goerra 30
de agosto de 1867. Jos Marta Ildefonso Jacome
da Velfta Pessoa de MelTo, eorohel presidente.

A cmara mooicipal desta cidade tendo do
contratar a obra de seo paco, faz publico qae o
plano desse edificio acha-se exposto em saa secre-
taria por espaso de 15 dias, onde pode ser exami-
nado por aqueiies que pretenderen concorrer a
arrematas!), Brido o qoal sera' anonadado o dia
om que deve ir a praea seraelhaota obra, sob a
bazejde 160:000^ j offereclda por toda a obra de-
corada e prompta, annunctando-se tambem as coo-
dfeoes do contrato e sen pagamento : aquellos que
pretenderen! licitar nessa arremattelo deverto-
munir-se da Iliaca Idnea qae a caraata."sem o
qae nao podero ser admittldos.
Paco da cmara municipal do Rclfe 14 de
agoste de 1867.Luis Jos Peralra SlmSes. oro-
presidente.Fraflcfco Canoto da Boa-viagem se-
cretarlo.
De ordem do Him. Sr. inspector desta
rep*tic3o se faz pobtieo. qae no dia 2 de
seienhro prximo, depis do meia dia, ae-
raVIevvjas a basta puWica na primeira
porta" da tesma as segnintes mercadorias
estrangetras, existentes' nos armazons qce
rto^eelarados^afljo. aa arrematante liwe
oe direitos a itt^ii^o.
Armi^a. n. 8p
. rafas d<^'e^acN5ir^',^0 MEL
65 medWw^^piektoe^.^oa^'a^na^
dirtoecUtalosv*- eMndi.tiisgo^. m\
144#. -
B 4 5, t barxwa ewB^ei-l^^ian.^
moldar, lerda Ubca*erf>^tul 244
i pipa va8iai.fBrafc-*4ialfcJt,...,.. >l
ioglezas de comprimeoto e "16 1|2 de largo, "e 20
arrobas de zinco em barra.
Para o Para'.
1 peca de cabo de liobo de 1 1|4 pollegada, 2 di-
tas de 1 1|2 sita, 4 ditas de 2 ditas, 9 ditas de 2
1|2 ditas, 1 dita de 2 3|4 ditas, 77 ditas de 3 ditas,
1 dila de 3 1|2 ditas, 3 ditas de 4 ditas, 2 ditas de
5 ditas, SO foibas de cobre de 28)0
Sala da sessoes do conselho de compras oavaes
31 de agosto de 1867.
O secretarte,
Alexandre Rodrigues dos A ojos.
Consolada provincial.
O ebefe da i." seccao servindo de administrador
do consalado provincial, fax publico para qoe che-
gne ao conhecimento de todos os devedores de im-
postes do anno fioaoceiro Ando de 1866 a 1867,
qae no dia 28 de setembro viodouro Onda se o
prazo marcado para o recebiraento de seas dbitos
licaodo sujeitos os que nao pagarem at aqaelle
da a malta de 9 */> e sersm execatados.
Mesa do coosalado provincial 30 de agosto de
1867.
A. Witravio Pinto Bandeira e A de Vasconcellos.
Santa tlasa da Misericorda
do Recife,
Alllma.junta administrativa da Santa Casa do
Misericordia do Recife manda fazer publico qui
oa sala de suas sessoes, oo^dia 29 do correte pe-
las 4 horas da tarde tem de ser arrematadas a
quem mais vaotagens offerecer as rendas dos pre-
dios em seguida declarados :
Estabelecimeuto* de caridade.
Ra do-Padre Floriano.
Casa terrea n. 49. .' 182,5300
dem idem o. 17.......186*000
Ra dos Pescadores.
casaterrean.il.......2i6#oco w pepea de caixas cm latas de sar-
i.*.,;"""^". iwm\ *Je Sanies.
Roa larga do Rosarlo. HWaliS
Segundo andar do sobrado n. 24 300,5000 O agente Pestaa vender em leilao pjr conla
Terceiro andar idem dem .... 301*000 e rUco de Da orna mobllfa de amarello compOsta de 1 sof,
2 censlos 1 mesa oval, 2 eadeiras da bracos e 12
ditas de guarnicao, 1 cadeira de balaoQ, 1 tonca-
dor, 2 casticaes e maogas, 1 candieiro a gu, 1 re-
logio de parede, 2 escarradeiras.l caixa de maris-
co?, 1 commoda, 2 mar iu-i\-, 0 eadeiras, Icabi-
de, 1 estante, 40 volames difTereates obras, 2
babs e 1 lote de roapa do oso.
Quarta-feira 4 de setembro
No 2o andar do sobrado da ra Nova n, 40.
O agente Piolo fara' leilao por aotorisaco do
consol de Franca e em preseea da om sea de-
legado, dos objectos cima meocimsdo?, perten-
ceotes a succsssfo do finado Podro Eduardo Bjur
geois, e existeotes no segando andar do sobrado
da roa Nova o. 40, onde se effoctaara' o leilao as
10 baras do dia cima dito.
L LEILAO
LEILAO
De movis novos e usados
Pele agente Martios a ra do Imperador o.
as 11 horas do dia.
16,
LEILAO
DE
Dous escravos,
Sendo nm de 40 a 46 annos e outro de
nos de idad ambos sadios : terca-feira >3
tembro as 11 boras, a ra da Craz n. 38.
LEILAO
30
d.e
an-
se-
liMselbf de cmj>ras navaes.
O eonselbo contrata no dia 5 de setembro prxi-
mo viadonro, em vista de propostasrecebdas at
as 11 horas da manbia, e sob'as condigSes do es-
tyk>. o fernecimento aos navios da armada e esta-
aeJeeioeotes de marlnha, ao trimestre-de antobro
a dezembro da corrente anBo, do sagainte :
Vveres, dietas e outros obtectos de
eo asomo.
Arroz do Maraobao, agurdente de 10 gres
assucar tranco grosso, aieirla, irarota, aslucar
branco refinado, azeile doce de Lisboa, bolacaa,
bolachlnha amerieana, bacalho, carnauba em ve-
las, cha bysson, cevadinba, carne verde, caf om
grao; earmseeeaio'Rlo Grande de Sol, fatiaha de
mandiec* da teera, laljio, galinaas,: laoba^ man-
teiga Ingleza, aue.manteiga franceza, pao, sal,
sabo, toucinho de Lisboa, tapioca, lijlo de alve-
nartagrosta.^tnt 6VLisboa; velas sterltiaffe
vinagre de Lisboa.
^Sala^toieesaSesdacanialaOaa ooaaru navaes
30 de agosto de 1867.
Alexandre Bndrifnps^ps. Aojos
Reparticad^a? MM &m&
Deordeofcdoflr. arablao> leiaefe inte-
rino da repenicSo dae obanr pvjbHcas. se faz
publico qoe o concurso para preehcnitTMnto
das vagas de^wndpa^^erf lagar no" dia
26 de setembro prximo1 vfndooro, no pa-
liej presiderieia, e o de pratioutes e
Uscrewote>no da .27 do ftesmomez.
Os epDaariente* wr2o Bi^ukku aaa mate-
rias de qae tratam os S i.'. 2. $/> ate
Roa da Roda.
Casa terrea n. 3......... 962000
dem idem u. 7 ...... 96*000
Becco do Quiabo.
Casa terrea n.;8.......144*000
Raa das Calcadas.
Casa terrea n. 36....... 176*000
Roa do Padre Floriano.
Casa terrea n. 47.....'. 168*000
Ra do Nogueira.
Casa terrea n. 17 ...... 242*000
Patrimenie de orphos.
Ra das Larangeiras.
Casan. 17....... '. 192*000
rtua do Rangel
Casa terrea o. 56. ...<:. 301*000
Roa do 8. encale.
Casa terrean.84........ 194*000
Ra do Vgarto.
Priaieiro aodar do sobrad o. 27 181*000
Roa- do Pilar.
Casa n. 99.........256*000
dem o. 103. ........ 200*000
dem a. 94....... 201*000
Sitio n. 5 no Porno da Cal. 150*000
dem. n. 105......f 144*000
As arremataedes serie feitas pelo tempo de nm
anno, devendo os licitantes virem acompaabados
de seos fiadores oa manidos de crtas destes.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife 22 de agosto de 1867.
SS / Oeaarive,
Pedro Rodrigos doSooza.
tendo latas com sardtahas de Nantes de snperior
qualidade em um ou mais lotes: hoje as 11 i|2
horas da manha no armazem do Annes defronte
da alfandega.
De 20 caixas com qaeijos 11 a medge* e
10o qneijos prato
OJE
O agente Pestaa fara' leilao por coota e risco
de qoem perteocer dos gneros cima menciona-
dos desembarcados hontem e serao vendidos em
um oo mais lotes a vontade : boje as 11 boras da
manbaa no armazem do Annes defronte da al-
fandega. ,
LEILAO
De2 barrse 13 barris com potassa
n.16.



THEATRO
De 117 caixas com btala* de 4
robas marca M & B,
HOJE
O agente Pestaa fara,'leilao por canta e
da quem perteocer da 117 caixas marea M &
com batatas de i arrobas cada caixa viadas dej
Lisboa na barca portuguesa Gratiiao, as quaes
srSo'veamdas em nm ou mal futes o largo da
eeeadiaha da alfandega, hoja as 12. horas dama-j
nhaa.
W1TBBTIIT a fii\T%4%4 i>
Qaarta-felra 4 de'ttbro de 1867.
i Asewada raprawmaeia da aHa-oomsdia do
Sr. Meadas Leal, mileamo maetm-jforenaa. la-
turnada
EPITAPIO "E PlTkALAlatlO
ssr^issssiii^s;,"-
A primeira representacio da eomedia^rama do
Sr. J. Romaoo, masica do maestro Casimiro, coo<
dernada e instrumeatafpaio maestro Col= ini
titulada
*>
mtm*M**o-9r.' o.

eaita sem-ttei e expwriavflea 'serten-peto
Sr. Goljis e offarecida a aciriz pelo riWwb'Bnes-
f representjaa fotmat* am 1 acto intitulada
Terminara.' a maartifnl cara o ipplindldff aa-
i tn-SieSSe! 2tPbU p#la7a^W
HOJE.
Pelo agente Martios, a ra do Imperador
as U boras do dia.

O agente Pontual eompeteotsmeate aatorisado
fara' leilao dos segoiotes predios :
Um sobrado de doas andares e sotao no bairro
do Recite, becco do Campelio o. 4, cajo rendimen-
to annual 624*.
cma casa terrea na freguezia de S Jos, raa
dos Copiares n. 17, qoe rende annaalmente 192*.
Urna casa terrea no bairro da Bja-Vista raa da
Alegra u. 22, tendo quintal e cacimba meeira e
cuja renda anoaal 144*.
Urna casa- terrea tambera oo bairro da Bo?-
Vistarua da Concedas o. 62, com grande-quintal
plantado e oo qaal ba urna excellente cacimba e
am telheiro, rendendo annaalmente 216*.
Um terreno comeem palmos de frente e cem de
fundo, eonlendo as frentes raa do Destino aa
Boa-Vista, 5 casiohas de pedra e cal e oo fondo 2
de madeira, urna cacimba e doas arvoredos, fican-
do no oiio das primeira- a rui do Socego e ren-
dendo todas ellas 430* por anno.
Um quadro com 27 casiahas de pedra e cal tam-
bem na Boa-Vista ra do Soego, todas em bom
estado, tendo ao fondo urna lalrlna de pedra e cal
com esgoto para a mar. O rendimento destas 27
caslnbas de 1:620* sanualmento.
Os pretendentes podem examinar estes predios
nos lagares Indicadss e para infcrmacOes dlri-
jam-se a' ra da Cruz n. 62, aodsr, onde se e-
fectaara* o leilao:
Quarta-feira 11 de setembro as 11 horas.
LEILAO
De ama casa terrea oom sota na roa das Per-
nambuoanas esquina da raa da Amizade a de
nm terreno jante com 82 palmos da frente e 90
de fundo, rende por anno 400*.
Quarta-feira 4 do eorreote.
Pelo agente Mirlias^a ra do Imperador n. 16,
as 11 boras do-di a. ________________________
LEILAO
Quinta-feira 5 de setembro,
De um sobrado de am andar e solio, novo] fal-
tando os repartimentos, sito oa roa de 3. Joo em
direccao ao gaxometro, sera' vendido as 11 boras
daqueile dia no mesme predio para qa os preten-
tendentes melhor infermados fazerem urna boa
acquisico.
AVISOS DIVERSOS.
-t t.
De nm sobrado de dous andares e sotao si-
to na ra da matriz da Boa-Vista n. 44, f
em cbSos forerosv* m oaata.
cordetro i9toi9es
a maodado do Illm. Sr.DrJJoh dos orphos leva-
ra" peta tereeira e alUma vei a Mi o pradie aci-
ma ineaeiooade parteaceote aos- herdairos de D.
Anaa Mara da Assumpcio Albaqaerque, servindo
de basan oflerta obtida no leilao da 16 de agosto,
D. Francisca Jaciollia Cesar Lou-
reiro e seos filhos .convidam aos p-
renles e amigos de sen fallecido ma-
ndo, o major Bernardo Luis Ferreira
Cesar Loureiro, fallecido oo Rio de Ja-t
neiro, o caridoso obsequio de assisti-
rem s missas que mandam celebrar
no conreoto de S. Francisco, no dia 3
do correle, s 6 horas da manbaa. ,
isto
Oaartavlaira 4 de sktomlr
asllrbafU,aaiteda>awdi>ao0t*)i Commercial largo4p.,fiprpa^ Santo.
fu
50
ib
es,
IiSUrJtS
Be nm eseravt-epioilo, idade 84 ai-
mw,lia strlbeir*
4 malaDb*, i4*de 11 aiaiiv con
Cordeiro Simoes
a cootaetentearjiaruaoao.faj-a'lallao dos m-
avos astaaa,4sto 7^ u
Qoarte-fin 4 de tateortro
Fugio na noite de 2a de agoste a escrava
crloola, Benedicta, natural desta provincia^
tem pooco mais ou menc, 5 naos, foi
comprada a Jos Joaquim Lopes Pereira Guima-
raes, em 1866, morador em Tiglpi, esta preta aJ-
lava com am senbor-mogo, morador aa Eicada,
onda Ha tem filhos a queria comprar; venda pac,
agua e lavava roopa, e fazia o sea giro pela fre-
guezia de 5 Jos; tem osignaos segotntes-i alla
manga e agradavel, costuma botar as mios tib pei
te, altura regular, edr fula, alguos cabellos brau-
cos, olhos pequeos e brancos, nariz chalo, bocea
grande com falta de deoles, rosto curto, ps chato
metteodo para dentro -quaado anda: qoem ape-
gar leve a ra da Concordia n. 40, qoe sera' re-
compensado.
Fugio o moleqoe Lniz, de bonita figura, bas-
tante rete, foi ve.-mi de calca de brim pardo e
camisa de aigodo riscado de azul -t levou comsigo
um balaio grande forrado de encerada preto com a
firma da casa commercial de Hearique i Azevedo,
dentro do qoal exista uns pecas de piano fino preto
a einco dotia, de lencos de seda de cor. Quem o
pegar leve-o a roa da Cadeia n. 34 ou a rna do Im-
perador n. 48, que ser bem recompensado.
O capito Candido Jos Coelbo de Moora,
engenhelro do governo Imperial, e juiz commissa-
rlo, ancarregado da medicao e damarcacao das
trras devolotas nesta provincia de Pernambu-
co ; faz publico para o conhecimento de qaem con-
vier qae fiado o praso de 10 das a contar da data
desta publicarlo, dar principios a seus traba-
Ihos; comecando por medir e deiarcar os terre-
nos do lugar denominado Pao-Brasil, partindo da
linha que divide pela lado do s*l, os terrenos do
Exm. Sr. desembargador Alvaro Barbalbo Ucha,
das trras devolatas; e por isso convida aos pro-
prios e posseiros das ierras vizinbas a apresenta-
rem seas titalos, e a aviveatarem os maros de
saas ierras, afim de serem descrmioadas das dove-
lutas.
Povoaco dos Montes. de setembro de 1867.
_________O capillo, Candido J. Coelho de Moura.
Jos Luiz Guaiaco, locatorio doarmazeoTdo
largo d'Assembla o. 20, faz publico pelo presente,
principalmente as pessoas que sempre o honraram
eora suas fregaezias. qae fefismente ji se acha ha-
bilitado por earta de alfandegamento, pelo governo
imperial, e mais repartieses competentes de sea
paic, para receber em sua prenca a armazem, os
algodfies procedentes de ootras proviocias ; tendo
a coaviegao de que continuar a camprir eom os
deveres concernentes as obrigacies de que se acha
encarregado em cumprlraento da lei. Recife 2 da
setembro de 1867.
A commlssiio admialetratlva da
igreja de IVossa Seahora do
Rosarlo da freguezia da Boa
Vista.
Ao publico.
Os abaixo assignados tendo sido nomeados pir
especialidade do Illm. 8r. Dr. provedor de capellas,
para comporem a commissSo administrativa da
mesma igreja e seu patrimonio.
Sclentiflcam ao respeitavel publico qne baver nos
dias de domingos a dias santificados, o santo sacri-
ficio da missa, o qne diz respeito a grande obra
que este a vista dorejpeitavel publico temos muito
boas desejos de continuar e com a maior brevida-
de sahiremos era commissoes a pedir aas devotos
da mesma Senhora, esmolas para continna(o da
dita obra, nos mallo difflcil fazer esta obra estao-
do a igreja com a adminlstracio sendo qoe estivesse
com o corpo da irmandado melhor podra-se promo-
ver esta Decessidade.
Porm a adminlslraeao artoal eom brevidade
tratar de convidar os irmaos da mesma Igreja para
tratar e tomarem conhecimento dos negocios ar-
gentes qne necesita a Igreja e sen "patrimonio visto
acharaos todcs em grande atraso.
Consisten* da administrac.ab da igreja de Nossa
Senbora do Rosario da freguezia di Boa-Vista, 17
de agoste de 1867.
Cyriaco Alves de Jeso?.
Romualdo Antonio do Sacramento.
Jos Gomes de Sonta.
Pascoal Alvas de Agniar.
Tbomaz de A. Alves do Naschnento.
Victorino Gomes de Oliveira.
IorstitDto Arckeiltgicd e fteegrapliice
^'eraifcie*w-'
A commissao' de trabamos WatetieoSdo TnsStnto
Arcaeologleo -e eograptiif* PeraambtiBaae, pre-
a eom urgencia de ooninltar o Vnim-oso toa-
o da Fr. Mnoel Caladc.
A pessoa que liver nm exenisrir "jlBasa .
ata obra, e o querr ceder por'wMi'ffa po
presumo, tata/: a bandada dn naolar ansa
lhtlaiatoiWiciifaf>l lo a bibliotbeca' provincial, para ser procurado'
segunda secretario. Becifa, 31 da agosto de
- -
Salvador fl^ar|f ue de Albuquerque.
Precisa-se de ama-ama de leite : a tratar na
ro da Qeoaawo a..*, Candan __________
- Preea-s* Uto itlelro -Qne: tenba pratica
dicoas se lbe dar' om intsretse : a tratar defron-
te da sueio das Cinoa otila n. 144._________
Precisante aaaaaatadaamaaauaMium aoleqoe
aja Madat.na.rav4 a4ra*a* anana ---oa HoHaa
nomaw 17.
Precisa-se de urna ama para casa de rapaz sel-
teiro, prefermdo se eserava : na ra do Qaeimado
n. 39, loja de azenda?.
Precisa-se de SQ0& a premio del 1|2 pir
cent) pelo tempo de oito mezas, com seguranca em
am oa don Uscravos pecas : quem'qditer fazer
este oegocio deixe carta na roa das' Crazes a. 13,
com as iniclaes- X. F. M.______________________
Ama.
B Preclsa-so de mna ama forra oa esenva para
asa despenes familia, para comprar e cosinbar :
a tratar na raa do Raugel n. 10, 2* andar.
Francisco Antonio ds Carvalho, subdito por-
togaez, vai a Europa tratar ik sua saode.
Aloga-se ama casa terrea por (este, noa Ar-
roKbados,coBtsaiaa74quartos, e qaarto fora,
tueca em ama casa terrea em- nardos baldes
desta cidade i'nwsoarraeqator, qaernWxar
o numero da casa am earja,. fectwda oesta typo-
grapbia, corads-mfctaesiFL. P- |
O abaio ssslgflada declara ao pablico e ao
contmerefo em gerat qae nao viuda nem compra
escravos, e. nem tem transaecSo algoma a ette
resoelto. Maximino da Silva Gosmai.
Attrencao.
Em ama casa ae familia poiioha-se para (ora
eo tedooaeaaioeproinptiiao. As comidas mui-
to bem feitas cea toaos oa adobos ascatsarlos,
daado ao leoea ana e UlOeres, o se maudaudtrte-
var as caaiaiaftSiettteram^ podem-se dirigir
a' raa estreita do Rosario o. 19 1* aadar, por cima
da loja de Inniletro.



MA4v Monte-pio Portuguez.
A direetoria agradece candealmente em nome
desta associocao ao iea prestimoso coasoelo, Joao Jaclnlho de Medetrot Hexende, aequisigao
de mais 4 novos socios, devida aos boas esforcos
daqaelle senhor, estando iodos no easo do g 3* do
art. 8 dos esutoios, e tndo J reallsado a impor-
tancia das saas jolas.
A proposito desie loovavel acto, qoe demonstra
qoanto o Sr. Medeiros Reiende se interessa pela
progresso do Monte Po, (ax a directora as segain
tes ponderales.
Todos o> membros desta tio olil e humanitaria
sccledide temos por dever, segando o | V do art
11 da lei que aos rege 'promover a entrada de si-
tios e quaesquer donativos a bem da associaoao:
Hoitos cao estarlo em circanetaoclas de faier ou
promover donativos; mas a direetoria acredita que
ledos, sea exeepcao de ora so, sa acham no caso
de diligenciar a entrada de noto socios, qae ye-
nbam engrcesar as Bleiras des qoe esto cuntribuio-
do para flns Uto justos, e qoe oala nunca se ve-
jam na neeessidade de ser soccorndos por esta as-
soeiacao. Qaando nao se consiga de *, ou IU, oo
20, oa mals, qoal ser* o socio do Moate-Pio que
nao possa persoadir a um oo dons amigos ou co-
nbeeidos, que entrem para o Moate-Pio se qoue-
rem ser protegidos ou amparados em mollas con-
joneturas dlfBcleis, que em sa vida podero
dar-se T
O concurso de todos os socios para este um e em
extremo desejavel, porque sera casto algom, por
todas eompartilhano o empeabo, se podem colher
graades resaltados, que tero como conseqoeacia
tmmediata o maior deseavolvimento da socledade.
Augmentados os recursos desta, obvio que me-
Ibor podera ella preeacher a saa bemfaseja misso,
a quidar-lbe maior amplitade ; a directora con-
vida, pois, todos os assoclados a cumprirem eom
xeloso afn os qoe dispoe { 4o do art. 11 dos esta-
lotos, pe|o menos > 1' parle-lsto promover a
entrada dos soaos. .
Em poder do secretario, roa da Gru n. zo,
aebamse impressas propostas para socios, qoe
alias cada um podera formular por si, e sao asslm
concebidas :
f MO.NTE PI P0HTU6KZ.
. Propoabo para socio o Sr.... por ser cidadao
portugus em pleno gosa de seus dlreitos, ter
meios lcitos de subsistencia e bom procedlmeo-
lo, requintos exigidos no 3* do art. 8 dos es-
tatnns.
Perna.mba.oe.....de.....de 186
, o socio O candidato
F. F.
i Naturalidade
i Estado
Em prego
Residencia.
W
u
Satisfeito o iavencive Vcado Rraneo, cora as maoeiras attenciosas com que
Tol acolhdo pelo respeitavel publico desta briosa provincia, a ponto de qoe muitos a por-
fa desputaram a satsfacao de serem os prime iros a compraren! em sea importante arma-
zem, se desvanece em declara/ com toda a lealdade de que capaz, qoe es cada vez
mais animado, nao so pelo benigno aoolhimeolo qoe tem recebido, como pelas torcas de
qoe dispoe porque at boje o5o careceu anda dos preparados de jurubeba, nem do
xarope alcoollco de veame.
O Veado Braneo, declara a quem anda o nao conbece qoe nao um
desses biebarocos intrataveis que por abi vivem com figura humana; domesticado no
ameno paiz onde a amavel Aguia Branca vio a luz do astro bemteitor, elle partidario
desse invejavel agrado e sinceridade que com tanta gravidade se desprende do seo
bico encantador.
O Veado Brauco, como todo o bomem cvilisado, ama a sociedade dos
bons, gosta do centro do mundo elegante, usa do tnico de Jayme, para previnir qoe lhe
ponham a calva ao sol, vai a compaobia des BouUes Parisiens e no meio do partido de
madame Adelle, elle tambem atira-lhe o seu lindo bouquel.
Digne-se o benigno leitor de jurar as palavras sinceras do sincero Veado
Branco, e venha pro ver a sua dispensa do que melhor se pode encontrar n'um estabe-
cimento de molhados.
A modicidade dos precos, comparados com a boa qualidade dos gneros e o
bom modo com que se recebe os senhores compradores, deve cortamente convidar as
pessoas que ainda nao vieram nossa casa a fazer parte dos amigos e freguezes |do nosso
Secretaba do MoDte-Pio Portoguez em Peroam-
boco, 31 de agosto de 1867.
Jos da Silva Loyo,
Presidente.
Joaqoim Gerardo de Rastos,
__________ Secretario.
Precisase de urna coiobeira livre ou escra-
va : na roa de Apollo n. 20.
O Vr. Francisco de Paula Soares, medice, mu-
dou-se da ra Direita para a das Cineo-Pontas n.
86-i* andar, onde continua no exercieio de sua
prcflsso.______________ _^____^_______
MOItJA
Para o E.\m. Sr. ministro da jnstica
ver, admirar e providenciar.
c Hoja a cobica assentou-se
no logar da eaaldade : o jolz
vende a conscieneia bo mercado
dos poderosos, como as mulbe-
res da Rabylonla vendiam a pu-
dicicia, as pracas publicas, aos
qoe passavam diante da luz do
dia. (A. Hercul&no.) >
No Despertador, lolba da provincia da Para-
byba, o bacbarel Jos Joaquim de Sa' Benevides
appareceu qnereodo provar o horroroso proced-
ment qae teve para comigo na qaalidade de Jais.
Sao tantas as mentiras desse calumniador, qoe
cada vez se envolve mais de lama. Mendax in
uno, mendax in ommbus. Perante o mutto hon-
rado jaiz de direito da comarca, o Dr. Victorino
do Reg Toscano de Rrlto, prove a legalldade da
traosacae que flz com o meo devedor Antonio
Hercolano d'Almeida; tanto assim que o mesmo
joiz derrihou o monstro niho dodespeito, da pro-
teccao e do patronato.
Provei exuberantemente, e tenbo conscieneia
de que o jolz de direito Toscano de Rrito nao me
fez favor e sia inteira jastiea ; e se Renevides for-
jon o monstro processo, ( elle forjou). segundo
voz geral, fot por dever a Rarboza, tio do mea de-
vedor, a quantta de 1:0004000, e nao podando pa-
f ar-lhe, prestou-se a essa viogasca miseravel, can-
sdndo-rae graves prejuizos superiores a 30:000,
como Ibe poderel provar; sendo con: o processo
de esteilloaato algaas 4:0005 ; estando onze das
aa casa de detencao para ser remeUido para a Pa-
ran y ba. O Dr. Renevides cobrio-se de Lama, e,
como nao pode provar o sea acto, apparece peld
ornal mentindo descaradamente, e pegndose e-
leias de aranbas.
Miseravel juiz : ven pelos ioraaes de Pernam-
buco provar o que dissestes n aquella correspon-
dencia pelo modo seguate :
1.* Qaaes os commerciantes qae tiveram nego-
cios comigo, e qae contato tactos de poaca sinceri-
dade.
2." Se tea similis cum stmtltbus, collega Joao
Fernandos Lima, jaiz municipal de Rmaneiras,
me qoiz prender, e por qoe motivo.
3.* Quaes as le tiras de boas Armas qae vend
pela metade d sea valor.
Vera tamben provar por qae te recusaste a des-
pachar favoravelmente duas peticSes miabas, quan-
do eraaa para provar mlnba innocencia ; e assim
commelteste de tree cousas-uma ou ignorancia
oa peiu oo vtnalidade.
Vem provar e contrario do qoe dissa o Velan-
urio da Patria > ao Diario de 28 de jonbo do cor-
rete, qaanto a's segninles pbrases, que muilo
folgarei, mea charo baebarel, de te ver eseomado
das faltas de qoe te aecusam : Miseravel,
Negro, Prevaricador, Ignorante, Corrupto, Mal-
vado, Indigno juiz caja vara nao pode ser mals
respailada por estar coberta de lima .
Se nao vieres pelos jornes de Pernamboco tro-
var o qae aciaa peco, dire ;*r exacto indi quan-
to se tea dito pelos jornaes coni.- <* uacbarel Re-
nevides ; e nao retirarel esta MoBaa at qae
Saa Magestadi o Sr. D. Pedro II e o Exea. Sr. mi-
nistro da jostica vejara, e providencien de ma-
neira a icar minba humilde pessoa desaggravada
das cifensas e dos abnsos de autoridade, praticados
pelo juiz municipal da villa da Independencia aa
provioeia da Parabyba, o bacbarel
JOS!' JOIQIIM DE SA BEXEVIDES:
A priso a' noite e tamoltaarlamente arrasudo T
O monstro proeesso de estellionato derribado
pelo jaiz de direito?
Os ooie das de prisio. e os preioizos calculados
em mais de KkOOOJOOO 7
Os doas despachos indeferldos, negando os meioe
de defesa do reo e protegendo a nn falsario.
Recite, 23 de agosto de 1867.
Jos Gomes Villar.
Chocolate vcriaielda
Antonio Nones de Castro.
Desde 1887 que ao as tabellas vermicidas su-
plicadas em Portugal, como o remedio prompto e
eficaz para a expolso das lombrigas, qoe tao gra
ves padeelmentas cansan e qae qaaii sempre nao
se soppoe ellas aborigen.
Este vermfugo i preferivel a qoalqoer oatro
pelo sea agradavel paladar e fcil applicacio as
criancas qae nals garalnente sao ataoadas da se-
aaelnante nal.
Dtoosito especial
34Raa larga do smoaarlo84
Botica de flartbolomeu & C.
JBom negocio para quem
tem dinheiro
O abati signado, resdindo na Irasil i vmte
e tiace amos, e postilado en Porlagal algomas
anatas, asain cone am palacio na provincia do
afgaarve, desejanao reaHsar aqii oaalquer nega-
*' W aor faltde neiot tan dtixad de se apra-
f*w*r fo aroarJetarlo e goiar os lreJtas aue
12ZXI !S?r "^ *T tu aeras da,naaaia as 3 databa
iscran eoiiohtira


8IHKttilSill milH
XgS O Dr. A. S, Perelra do Carmo (medico) J
^ est morando no sobrado n. 12 da roa da
Imperatris.
Para o excellentissimo mi-
nistro da Justina ver.
O abaixo assignado detido na casa de de-
tencao desta cidade de Pernambuco ha tres
annos, e processado nos termos de Flores e
Buique, n5o lhe tem sido permittido res-
ponder ao jury, nico meio de sua defeza,
como lhe faculta a constituicSo do Imperio;
tendo sido requintado pelos juizes daquellas
comarcas por mais de seis vezes. Ghefe de
numerosa familia, e boje sobrecarregado de
prejuizos inclusive suas despezas durante o
largo esclaro de lempo qae tem absorvido, a
pouca fortuna que de sea trabalho possuia;
e proles'.a reclamar at ser attendido.
Jo5o Manoel Fraz5o.
GAZEOL
DE
Burrin du Buisson
Liquida voltil preparada por Smlluse, repro-
duzindo cblmicamente os vapores qoe se sollam
em volta do aparelbo purificado do gaz carbnico,
empregada com o mais seguro saccesso cootrr
a coqueluche, a pbtisica e todas as molestias ebro-
nicas dos polmoes
VESDE-SE NA
Bitica e drogara
DI
Bartholomeu A C.
34Roa larga do Rosario34_____
HEL
Vende-se mel: tratar a roa do Apollo n. 4.
Fogo do ar
No armazem da bola amarella no oito da se-
cretaria da polica receben?-se eneommendas de
fogo do ar para dentro fora da provioeia.____
Aloga-se a padaria de Gaz da roa da Con-
cordia n. 61 : a tratar na roa Direita n. 90,
filo
No dia SO do correte ausentou-se da casa de
saa mi o menor Manoel, de idade 12 annos, par-
do, cabellos crespos rolvos, e oltios zoes ; levou
vestido calca de riscdo, camisa branca, paletot de
riscado, nbapo de palba amarilla e sapatos de
tranca : pede-se a qoalqaer pessoa que o encon-
trar, leve-o a' casa de sua mil, ra da Matriz
n.28.______________________
P/ecisa-se de official cabelleireiro e
barbeiro em casa de Gustavo : ra da Cadeia
do Recife n. 51. __________________
l Residencia econsultorio m
Medico eirurgico g
Dr. AitoDio Daarte
rsa praca da Boa-Vista n. 21 onde i
pode ser procurado a qualquer hora. &*
Especial Idade
Doencas do peito, e de meninos. I
jabonetes de alcatro
O oso destes sabonetes tem apreseniado os mais
benficos effeitos conira as impingens, sarnas, tl-
nba, caspa, comieboes e todas as demais molestias
de pella
VEKDESE NA.
Botica e drogara
DB
Bartholemea 4 cosnpaohla.
34Ra larga de Resane34
BELLISSimO ARMAZEM
MOLHADOS
K)
PH0T0G8APHU
VIjLEIIA
BOA D0 CABUGA N. 18,

CONIIECIDO PELO NOME
DB
VEADO BRANCO
Estabelecido ra Direita n. 16.

Enquia da trareisa de n.
Pedro.

JOIAS


Urna
escrava.
Paga-se poDtaalmente, pelo aluguel de urna es-
crava que salba cesinnar, engommar e st o mais
servico de easa de orna senhora estraogeira, sera
familia, aquaotia de 235 mensalmente; a tratar na
roa da Senzalla Velba n. 22 segundo andar.
Curso de preparatorios
O baebarel Ernesto Adolpbo de Vasconcelos
Chaves, residente na ra da Madre de Dos n. 36
(Recife) tem abertoem sua casa corsos dos se-
guales preparatorios:
Lingoa.laUna
> franeeza
Pbilosopbla
Recebe tamben alomaos internos em pequeo
numero e sob condicedes razoaveis. Pude ser pro-
carado a qualquer bora do dia.
O Sr. Jos Marques da Costa Soares,
que mora na ra do Vigario, queira vir
esta typographia, a negocio qoe nao ig-
nora.
Oollegio de S. Fraucisco
Xavier
f ara edncaco de meninos
Estabeleeldo na grande e
oeni rejada easa onde
estere yanaaalo, no
Hospicio, e dirigido
pelos padres da eompa-
ntala de Jess.
Neste collegio, recebem-se meni-
nos de 6 12 annos para serem
educados e instruidos em todas as
materias preparatorias das facolda-
des do imperio.
Haver meninos internos, meio
pensionistas e externos.
Os internos pagarao iO& measaes,
os meio pensionistas 15jj, e os ex-
ternos 5. ',anBaBeBrjwsaBj
Os pobres serao admitdos gratui-
tamente nas aulas do collegio, pro-
vando o estado de pobreza com at-
testaco do parocho respectivo, o
de ootra pessoa de fe.
Para admissSo dos alomnos e
para quaesquer esclarecimeotos, tra-
ta-se eom o director do mesmo ss-
tabeleeimento a qualquer hora de
dia.
Ama
Precisa-se de ana ana para eottnaar a
prar : aa raa wtrela do Rosario n. 41.
Gabinete medico eirurgico
DO
Dr. Ignacio Alcibiades Yellozo
Pode ser procurado a qualquer bora do dia ou
da noite prestando-se aos chamados fora da cida-
de, com toda a promptido. Pratica qualquer ope-
ragao. Da' consultas das 6 as 9 horas da manba :
ra da Imperatris n. 86._____________________
Retratos histricos
.va photograpnia Villela, a roa do Cabng n.
18, entrada pelo pateo da matriz, encontram-se os
seguintes retratos :
Do archiduque Maximiliano, ex-imperador do
Mxico.
Da prioceza Cariota, ex-imperatriz do Mxico.
De Joarez, chefe da revolta, e qae ordenen o
fazilamento de Maximtliaae.
Prego 500 rs.____________________________.
Joaquim Jos Groncalves
Beltrao
RA DO TRPlCHB N. 17 Io ANDAR)
Sacca por tedos os paquetes
lo Minho em Braga, a sobre os
' em Portugal.
aaer:
Lisboa.
Porto.
Valonea.
Gnimaree.
Gomara.
Chaves. f
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vea.
Viaona do Castello.
Ponte do Lima.
Villa ReaL
Villa-Nova de Famellcc.
Lamego.
Lagos.
Covilba.
Vassal (Valpassos.)
Mirandella.
Beta.
Barcellos.
_ N.-2D ^ N. 2D<
P^ COKACAO 1E OURO. n*&^
A loja n. 2 D intitulada Coracao de Ooro na roa do Caboga, acha-se d'ora em diante offereceo
do ao respeitavel publico com especialidade as pessoas que bonram a moda os objectos do ultimo gos
to (a Paris) per menos 20 por cento do que em eutra qualquer parle, garantmdo-se a qualidade e a so
idex da obras.
O respeitavel publico avaliando o desojo qae deve ter o proprietario de am novo estabelecimen-
to que quer progresso em seu negocio deve chegar inmediatamente ao coracao de oaro a comprar
aoeis com perfeitos chibantes, esmeraldas, rubins e perola; verdadeiras em agarras, modernas pek
diminuto preco de 10,1, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo prego de 3}, maracas de
prata com cabos de marSm e madreperola obra de moderno goslo (o qae o encontrarlo no corarlo de
ooro) voltas de ouro com a competente ernsloha ricamente eofeitada pelo pequeo preco de ii$, brin'
eos de am trabalho perfeito por am mdico preco, cassoletas, traaealms, polceiras, alnaetes para re
tratos e outros modelos todo de alto gosto, aneis proprios para botar cabello e firma, dito para casa-
mento, no rtico roseta tem o Coracao de Ouro um completo e bem variado sortimento de diversos
gostos, butSes para puubos com diamante, rubins e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo sea va
lor ja' por gosto ds deseo bo, brincos a forma da delicada mosloha de moca com piogente conteudo es
meraidas, rubins, brilbaotes, perolas, o gosto sublime, alfioete para gravata no mesmo gosto, relo-
gios para senhora cravados de pedras preciosas, ditos para bomem, diversas obras de brilhantes de
multo gosto, crnsinbas de rubios, esmeraldas, perolas e brilbaotes, aneis cora letras, escoletas de
erystal e ouro descoberta para retrato (a iogleza) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qoal-
qaer jola, para secoliocar retratos e obras de cabello, e oatros muitos objectos qae es preteodeotes ea-
contraro no Coracao de Oaro qae se conserva com toda a amabilidade aos concurrentes deixando-
se de aqol mencionar preces de eertos objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dlzendo-se o
preco talvez alguem faca mo joizo da obra, por ser t&o diminuta quantia a vista do sea valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe se concer
tos, por menos do que em outra qualquer parte, e dae-se obras a amostra com peobor, conservando-se
e Coracao da Oaro aherto at as 8 horas da notle.
Qualquer pessoa qoe se dirigir ao Coracao de Ooro nao se podera' engaar con a casa, pois
nota se aa sua frente om coracao pendarado pintado de amarello, alem de oatro qae se nota em um
rotlo (isto se adverte em conseqaencia de terem ja' algumas pessoas engaado eom ootra casa.
sobre o Banco
gaintes loga-
X: S A-Ra do CabngW. S A
Agostinho Jos dos Santos # &
Acaba de chegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo gosto, perfeico artstica e modellos eoteiramente no vos; como
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anneis, botes de punhoMbrincos e cassoletas com letras, etc..
ele, etc. Salvas de prata de Porto, faqueiros, paliteiros, calix de mesa c
fructeiras, cujosiprecos sao ncompetiveis, poistque os propri tarios desta casa,
recebendo seus(artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seus freguezes.- Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambembe mettmbem de fazer concertos.
Precisa-se de ama ama de leite:
di Iodepeodeocia ns. 8 e 10.
na praca
Precisa-se alosar am moleqoe oa am preto
qae emenda de cozinba e mais servico de casa :
na roa de Hortas n. 17, armasen. _______..
Attencao.
Avisa-se a quem convier que nlo e licito
fazer negocio sobre a botica o. 38 da ra
do Imperador desta cidade, pois pelo juizs
do commercio desta cidade, escrivo Paes
de Aodrade existe penhora na armacSo, va-
silbame e parte das drogas da mesma botica
Recife, 31 de agosto de 1867._______
Precisa-se de am peques de 18 a 16 annos
para calxeiro, qoe teaaa pratica de taberna: a tra
tar na rea da Aorora n. 84.
Sedulas do bauco do Brasil
e suas caixas no Mar-
uho, Bahia, etc.
Trocam-se eectivamente no sobrado da travessa
da roa daCoacordUii. 13. ^^
JpSp R9HKX sWBll
No armazem de tintas roa do Impera- $&
dor n. 22, vende se >S
Salitre reflnado*arroba 6*500 M
Eaxofre arroba 2*800
jij|H||||flK
Na praca da IodepeockGoia n/33, loja de
ourives, compra-se oaro, prata e pedras preciosas,
e tambem se faz qualquer obra de eacommenda e
todo e qualquer concert.
AttencSo.
N. 25 Roa do Liyrawento p, 25
Deposito de tamancos e calcado nacional da fa-
brica da roa do Jardn o. 19, de Jos Vicente Go-
dinho, tanto no deposito eono aa fabrica se spromp-
tam todas as parcSas de cateado o mais barato
possivel, esta fabrica tem todas as machinas pro-
priaspara os calcados ja bem acreditados pelo
grande numero de freguezes qoe daqoi se for*
neceo.
SEGUROS
MARTIMOS
Preelsa-rM de ama coxinhatra estrava aaaa-ae
*em : na-rna des Pire, sobuieTsct* ^^
Offlcina de latueiro e fan-
iwainaaraira. tO
Facen-se a eaaeerfan-se bonba de nlqaer
syitem, e aiem-se eieaoaojeBtos pera agoa.
PreelM-sa alagar ana escrava qae alba ea-
siibar e agennar palo tempe de seis mates : na
roa de S. Francisco n. Xa.
Aluga-se
O segando andar da roa do Amorin n. 48, can
eonodos para familia : a tratar bo amaxen de
nesno.
0 Dr. Joio BaptisU Casanm
pode ser procurado a quahjoer hora ea
sea censurtorio homeopatbico largo da
matriz de S. Antonio o. 2.
Nomesnocnultorie tn aanpra graade sorf
limeBto de nedieansBlis 6 beaeopalhia de We-
bere Cateaa, tanto snVffleaatee adna em tintara,
Main ceno ten nn sertlmento de farrea UM-
rnrgia en carteirai e avalles da afanado CbarJ
riar de Pars.
- Maaainosa^MrielVVM aaMier paraste
Jornal qaa a ara qae se armoa no dia 30 aa ages
te aroxlno Ando, oa igreja da Espirite Saato, e a
eeira qae se gastnaamenaa, fot feta a despiza
per elle para o raflVacio do 7 dia pala nene a
sea presado irme Jas Rogarlo Patrela; a nao
par ana ratra visita de aova qaa 14 se fez, Mari
aatariMffo *o sapplieatie aen tao aoaae d af-
anador. r i
Ama de eite
Praeisa-se de ana ana qaa te&ba bom e abun-
dante leite, pagase bem: a tratar na ra daPraia
armasen n. 13. ________
Aluga-se
1* andar do sobrade da rea Velba n. 20, com
oitos comowdos : a tratar na roa do Cerrador do
Bispo defrontados os. 12 e 14.
Troea?n*Q

as notas do banca do Brasil e das calzas Bliaes-
dan descont muito rasaavel, na praca da lade,
xaAeneUi. ii.__________________
AVISO
Da easa de ar. Porto, son loja de alfalste a raa
Oirefta, fegie ha djuLjin malatlnho da bobm Jas-
ta*, esaaro, le II amos da idada, balxo, reforca-
U fago, rajva ca-taa, costana qaande fege ib-
cilcar-se tomo forra aa orpaia: oem o aprataaa-
der qaeira lvale a' roa da Aarera n. 20, onde
Mra'reaonpaaaado; roga-se as aatoridades poli-
eiaes qae bajan de diligenciar a apprehaaaie dM-
se ascravlnhe.
_______
Ptectia-se

de an eriaaa qae saja pan "**. ***** **
eonpraj, e da ana criada qae jaiba aen lavar,
eagesmnar acozlaaar. pretorlta-se qoe tejen es-
traogeire: pa na tova p. 10, > andar.
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias e mobilias:
na ra do Vigario n. 4, pavimento terreo
THESOlfiO IMftM
Acabam de* ebegar Eocadernacao Pari-
siense, ra do" Imperador n. 71, as seguintes
publicares :
Le Monde Maconnique : Revista das tojas
de todos os ritos: riquissimo deposito das
maiores preciosidades maconicas, desde a
origem da ordem : centenares de discursos
dos mais distinctos oradores da Europa e da
America nos differentes templos maconicos
de orna o ootra parte do mundo : 9 voiu-
mes in 8.*.
Uma coiXEcpAo de 15 Rituaes de lodos os
ritos, para as ceremonias de recepcSo, de
inaugurado, de festas equinoxias e solsti-
ciaes, de Bauquetes, de pompas fnebres, ele
Um gobbidob gebal completo, guia indis-
pensavel para todos os macons, unto sim-
ples membros da ordem, como aatoridades
n officiaet de templos.
Estas daag ultimas publicacoes em 3 gran-
des volumes in8..
Ao totto 19 tolumei.
^- Precisase de ana ana de lalte : aa roa da
Palma a. al __________^______________
Ofereca-ee am noca Derlogaex para eaixei-
ro, com pratica de taberna : a tratar na roa do
Trapiebe a. 17.
ENTRADA PELO
PATEO DA MATRIZ.
O nosso estabelecimento photograpnico
est sempre em dia com todos os melaora-
mentos e progressos qoe na America do
Norte, ou rja Europa se consegue na arte
photograpbica, e para alcancarmos tal fim
nunca poupamos despezas nem sacrificios,
de sor te qoe os nossos numerosos freguezes
podem ter a certeza de que sempre encon-
trarlo em nosso estabelecimento tudo qaan-
to a arte e a moda oflerecer de boa, no
novo e velbo mundo aos amantes da pbo-
tograpbia.
novidadb photogbaphica;
Acabamos de receber todo o necessario
para fazer retratos chamados carte-album.
Este genero de retratos ltimamente in-
ventado na America do Norte, rpidamente
se propagou na Inglaterra e Franca aonde
goza actualmente de todo o favor da moda.
A carte-album se faz por duzias como os
anligos cartdes d* visita.
Na Inglaterra trocaram o nome de carte-
album pelo de retrato-galera e os ingleses
usam encaizilbar estes retratos em quadros
especiaos para com elles formar galeras,
com que ornam seus gabinetes. Recebe-
mos uma certa quantidade de taes quadros,
os quaes cederemos por barato preco aos
nossos fregueses.
As pessoas que quizerem ver specimens
dos retratos chamados cartt-album, j fei-
tos em nossa officina sao convidados a visi-
tar o nosso estabelecimento.
OAHTOES DE VISITA A 9#000 A DUZIA.
Em consequencia do novo genero de re-
tratos chamados carte-album, diminuimos
o preco dos amigos cartdes de visita, os
quaes de boje em disnte ficam reduzidos
ao preco de
9;>000
pela primeira duzia, sem que por causa
desta diminuirao de preco, deixemos de es-
merar-nos no nosso trabalho, como sempre
foi nosso eos turne. Alm disto, continua-
mos a dar os cartdes Je visita em cartes
de luxo, Bristol, ou porcelana, dourados ou
litbograpbados para o que temos uma varie-
dade de 12 modelos, a escolha de quem se
retratar.
IW VA GOMO PREVENCO.
Apezar do nosso trabalho ser muilo co-
ntiendo nesta cidade, aonde trabalbamos a
P2 annos, com ludo j oigamos de nosso de-
ver dizer hoje o seguinte:
Nos retratos fettos em nosso estabeleci-
mento emprega-se toda a cautela para of-
ferecer-se a par da belleza do trabalho, as
melhores condicoes de duracSo. Doura-
mos e fijamos os nossos retratos sem olhar-
mos a economas, e ltimamente para lhes
podermos dar uma lavagem mais ampia
e segura, contratamos com a companhia de
Bebiribe orna penna d'agua. Os nossos
cartes de de visita sao verdadeiras pboto-
graphias, que n5o precisio de retoques do
pintor para lhe desfarcarem os defeitos, e
convidamos a quem quizer a passar sobre
elles uma esponja molbada em agua, ou a
deixa-los mergulhados por espaco de horas
em agua, ou em espirito de vinho: se apre-
sentarem alteracao serlo recebidos por nos
e pagos pelo duplo do que tiverem cus-
ttdo.
Continuamos a fazer retratos por todos os
systemas photographicos at heje conheci-
dos em pbotograpbia. O nosso sortimento
de caixinhas, quadros, passe-par-tauts, e
joias de ouro para a collocacao de retratos
o mais completo, variado e abundaBte que
existe nesta cidade. _____________
Monte-pio Portuguez.
','A directora provisoria jatga conveniente publi-
car os egoioies rticos dus >-t.irnos :
Art. 11. Sao deveres do socio :
i 4.* Promover a entrada de socios e quaes-
qner donativos a bem da assoclacc.
i Art. 15. Os doaaiiv. s ou servigos de certa
ordem prestados por subditos portugueses, sejam
on nao socios, sero galardoados da maoeira se-
guinte :
t \ 1. Com a qoalitiraco de bemfeitores da so-
ciedade aos socios que oflerUrem quantia nao in-
ferior a doxentos mil rm, ou algum donativo equi-
valente a essa Importancia ; oo aogariarem pelo
menos trlnta novas socio.-, em clrcomstaecias de se-
rem admiuidos, o que realiem o pagamento da
respectiva joia.
t 2. Com a qoalica?ao de oennrifc da so-
ciedad aos que contnboirem com a soturna de um
conlo de reis, ou angamrem c-ra noyos socios as
mesmas condicS^s d paragni-hn antecedente.
Vejam-se mu os arlittos 16, 17, e 18 dos estala
tos, cooeeroentes a esta materia.
Em referencia a entrada de novos soeios, a di-
rectora chama a atieoc&o dos actuaos para o ar-
tigo 9 dos estatutos : para facilitar este servico, a
mesma directora maodou Imprimir propostas com
os competentes diteres, que podero ser pedidos ao
secretario da sociedade, a roa da Cruz o. 23, pri-
mere aodar, ou ao empregado externo, o Sr. Joo
Peroaodes da Silva Oliveira.
A directora commanica anda aos senhores as-
seciados e a quem mals tiver interesse em o saber,
que desde o principio do eorrente aooo, ha presta-
de seccorros aos socios qae os lem reqalsitsdo, e
a elle se mostraram eom direito, segando os est-
falos, cerno de todo dar conta'Ba prxima reunio
da assembla geni, sendo:
Soccorros a soeios desempregados.
Soccorros a soccios impossibitados de trabalbar
por doenea.
Soccorros a socios presos, enjo lvramento con-
segulo.
Soccorros a socios que por doenea grave preci-
sa vam retirar-se para Por toa I oa para caira loea
lidades.
Soccorros a viava desvalida de am socio.
A directora provisoria pretende convocar a as-
sembla geral dos senhores assoclados para e se-
Sundo domingo do nax de oalobro vindonro, am
e lhe prestar contas da .-ai gerencia desde qae
teve a honra de ser elella, devendo ter lagar a
eleieo da nova directora, conseibo fiscal e com-
nlssees de chatas, no sobseqoente domingo do re-
ferido mez de onlobro, em conformldade com os
artigos 22 e 2S dos estatutos; e dar assim por ter-
niada a saa mlssao.
Secretaria do Monte-pio Portugoez em Pernam-
boco, 20 de agesto de 1897.
Jos-da Silva Lojw.
Precisa-se
tTOisa-se
Saber a oode era Antonio oa Pelippe Honerato
de Azereo Coatlnhe Vaseoneellos, Slhe de Jos
Joaaain Pelippe de Aserede Coottnh de Vaseon-
ceHea, in' frsfaeatt de Aaeede, Conseme de Baiae
enPortagaL
Qnen dalle seoer peae-se e favor de dirigir-se
a* raa Larga de Basarten. 34, botica, a' fallar cen,
Francisco Perretra Hal. '
y
Presidente.
. Joaqeiai Gerarde de Bast*--
__ Secretarlo.
Ofereee-s* on rapu para ser *
gana casa : qoem precisar dtrija-s' ru*
Saia n. 87. ___
M3MWW 1HW'
Co5^nhi^delidad-''deTeguTos'
martimos e visires
esUbelecida wAl "e Janeiro
AGBfm "* BAMBUCO
iatepie Lab* 61"*ira Auvaari i C.
ttogMteBiifflente autorisados pela
di'ector* ^a eompanhia de seguros
'ideltde, tomam seguros de na-
vio, mercadorias e predios na sen
escritorio ra da Cruz n I.
ai-
da



I
tarto ale PrtfeMttJ* l *Harth% S #e ******** a !?
-----------1 -M.'*
DE
1*
CAROBA
PREPARADAA FJIIO

POR
'--c
.;
AlIGUSTE CAORS
i
Pharmaceutico pela escola de Pars e suecaesor nesta cidade
Aristide Saisset e J. Soum
23.------Raa 4a Cni
-2i.
itaift ,< t
Tratamento paramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, nem outro qualqoe
mineral.
Verdadeiro purificador do sangue sem azougue.
Espacial para a cora de todas as molestias que tem soa origem na impureza do
sangoe, como sejam as molestias boobaticas, syphiliticas, escrophulosas, dartbrosas, quer
venham ellas por hereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos virus que contamioam o sangue e os humores.
A carota um remedio prodigioso, [usado desde remotas eras pelos indios
do Brasil, e passando seu oso de geraclo em geracao, 6 hoje um dos remedios mais co-
nhecidoscomo proprio para combater as molestias mais hediondas, eDtrando nesse nume-
ro a morpha ou dephantiases, para cajo Curativo os nossos scrtanejos consideram a
caroba como remedio especifico.
A mnito tempo eotrou a carota nos formularios como preparado magistral
sob a forma de eleictuario, ainda hoje lembrado as pharmacopeas.com o nome de seu
celebre autor Joao Alves Cameiro: nao ella porlanto remedio nov nem desconbecido.
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde tem pos immemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boobas a ulceras syphiliticas srdidas,
e empregado com proveito depois de improfcua applicacSo de muitos outros agentes
therapeuticos enrgicos e de uso quotidiano.
Muitos dos nossos mdicos de considerado e entre ellos o multo distincto pratico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Athayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio de ex-
periencias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no trata-
mento das boubas, das diversas formas sob que a syphilis se apresenta e maito especial-
mente as que teem sua sede na palle, e poderiamos relatar alguns casos de data muito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscoeo em que a caroba produzio admiraveis
efleos, depois de inuteis a prolongadas applicacoes de salsaparrilha, mecurio, iodo, ou-
ro e seus preparados, etc., etc.
Nao era possivel que urna planta tas notavel por suas inappreciaveis virtudes es-
capasse a perspicacia e investigacoes dos mais abalisados praticos europeos, que se ap-
plicam com especialldade ao estudo e tratamento das molestias syphiliticas e herpei'icas
e para prova abi eslo os Srs. Drs. Gasenave, Schurfer, Ricord e outros dando as mais
lisongeiras informaces sobre as propriedades curativas da caroba e preconisando-a como
remedio poderosissimo para o tratamento das erupces cutneas, seccas ou suppurativas,
darthros de todas a qualidade, eccemas, ulceras de diverras naturezas, tumores, osseos
e outras muitas molestias da natureza syphilitica oa boubatica.
Por ter-se generalisado mu lo o uso da csscncla da caraba qae eu pre-
paro c pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar em suas observaobes,
deliberei-me a ter prompta urna quantidade da mesma essencia, obtida sem a ac?5o do
ogo, para nao prejudicar as propriedades medicamentosas ; e (Tora em diante encon-
trar-fle-ha na minha pbarmacia sempre e em porcSo suficiente para todos os pedidos a
ESSENCIA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma pleuta para que nun-
ca fallem aos Srs. mdicos que quizerem esperimentar t5o precioso agente.medicinal.
Recfe de Paraambuco, i 7 de oatabre de 1866.
AuaosT: Caors.
UZ2- '-
- Deposito geral de tedas radia* so apeas
Botica c drogara
34Ra larga do Rozado34
Precisa se t
denm rapaz qae tenba pratiea da laja de faltadas
prra ir para e mato ter cnixeiro, gar antiodo-se.ra-
ter-ltM ao ordenado goal ao sea mereeimento :
qoem se achar em taes .clrcomslMblas awaa-se a
roa do Llvramento o. 4, toja, qae aefaara com
quero tratar.

AMA

Precisa se da ama ama para lavar e engomo'
oa roa do Trapiche n. 35, S* aadar.__________
Jos Joaqalm Das, cidadS) pcrtagoe'
Porlagal tratar de soa saude. ____
vaia
Vaccma muito boi gratis
Hoje lerca-feira 3 de selembro e amaobaa 4 ha
multo boa vaccioa em casa do Dr. Lobo Hoscoso,
as 5 hora? da Urde, roa da Gbrla o. 3, casa do
Pand&o.
COMPRAS
Moedas de ouro.
Nacionaes e estrangeiras assim como liaras
esterlinas : campram-se na roa do Crespo n. 16,
primelro andar. | '.
Compra-se moedas de ouro de 20J, 16J1, l
e 9 a ra da Croa n. 3. ^^___^_
Moedas de prata
nacienaes, assim como patacdes portugueses
bespanbes, comprara-se com premio
Crespo n. 16, primeiro andar.
e
na ra do
Ouro em moeda
Paga-se mais do que em outra qualquer
parte: na roa do Crespo n. 49, loja.
libras esterlinasc
Compram-se com bom premio : na pra-a da In
dependencia n. 21 ^___ __________

mm senhoi d wmmto
Para cdiiea?5o de sexo maecullno
Director Manoel Alves Vianna

m-.
O eellegie da Coaecigo, mudado ltimamente paraobairro -de Santo Aa- s^
ton, ra de S. Francisco, casa b. 72, contigua estaco central dostrHhos ggj
urbanos dos Apipucos, contina a funecionar regularmente, reoebendo alum-
nos externos e internos, tanto para as aulas primarias, como para todos os
preparatorios necessarios matricula de qualquer faculdade, endo os seas
respectivos professores pessoas moralisadas e de um concito magistral ja
beta firmado -nesta cidade.
O director deste novocollegio-conliuuandoa empregar toda a solicitude desempenho de seu mandato, espera fazer-se mais digno da -confianca com
que o vo honrando os senborespais de familia, confiando-lhe ondosamente
os seas filhos.
Os estatutos do coliegio, assim como o franco ingresso embodas as suas
depeodeacias.-estao sempre a disposicSo de qoem possa interescar.
Companhia geral
liespanhola
a vida
de seguros sobre
1859
AUTORISABA PEL9 REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE
BANQUEIROS DA COMPANHIA I DRECCO GERAL
da> Borneo de Uespanha I Madrid: Roa de %. Agostlnbo
1 n.IO
S|/tuaeao da companhia eoi 45 de jnlho de 4666.
Apatices 19:700 Capital Rs. 127:4445670 ou moeda brasileira
Rs 12,714:476^1000
A Nacional abraca taaas as conbinaeSes da seguro de supervivencia e n'ella pode
fazer-se subscripto de modo que em nenbum casse perca o capital imposto nemos lu-
cros correspondentes. ... L L .
Urna afianea depositada'.nos cofres do.estado, garante a boa admimstraco da com
Os fundos da companhia se invertem em ttulos >do estado e se depositan no ban-
oc da Hespanha eom interveocao do delegado do governo e do conselho admmistraUvo.
A companhia estranha toda a empreza ou aspicufSo pengosa,eos ttulos em
Oompram-sc escravos
Silvino Gnilherme de Barros, compra, vende e
roca efectivamente escravos de ambos os sexos
ile t"i-.' : a' roa do Imperador n. 79,
e-rcciro aodar.__________________^_^_^_
Patacdes
Compram-se patacoes bespanhe?, portogoezes e
brasilelros de conbo antigo, em casa de AJamson,
Henry & C, roa do Trapiche-novo n. Mh________
24#000
Compra-se na loja de jotas do corado de onro
D.1D, roa do Cabaga, moedas naciupaes de WB
Ouro e prata em moeda
Comprase por maior prego do qae em outra
parte : na roa Nova n. 31, loja de ferragens.
uuro e prata
Moedas de ouro e prata nacionaes, estrangeiras
de todos os valores se compram na loja de onri-
ves junto ao arco de Nossa Senbora da Conceico,
roa da Cadeia do Recife, assim como ouro e prata
em obras velhas, briibfttes, diamantes e se paga
bem.___________________________________
Compra-se ouro e praia em obras velbas :
na orara da Independencia a. 21._________^^
Compram-se
com premio meedas de onro e de prata nacienaes
e estrangeiras : na roa da Cadeia do Recite n. 16
armatem de Adriano, fostr & C.____________
Compra-se sempre por mais do que era ou-
tra qualquer parle, prata brasileira e estrangelra
(pataches) libras esterlinas, moedas de 9$ e 16
portogaezas, de 54,10 e 20 brasileiras, ongas
oa outra qualquer qualidade de ouro, e se trocam
sednlas do banco do Brasil e caixas flliaes de ou-
tras provincias: oa ra da Cadeia do Recife n.
38, loja de azulejo._____________^_______
Compra-se
cobre, lato e chambo : bo armazem da boa ama-
relia no eito da secretaria da polica.
Na roa do Crespo o. 13, 1* aadar, compra-se
am cofre de ferro qaetenha bastate segaranga-
Compra-se libras esterlinas, a1 rna da Cruz
n. 18, armazem de Josa Joaqalm Lima Balrao.
Compra-se ama varaoia de ferro emj bom
aso. para sacad*, qae teoh* 31 palmos de compri-
do : na toa estrena do Ris.ru n. 47.
lirt sem segundo.
Ra do Qoelmaao 49.
^f abalar cam as fazeadas abaii
mencionadas.
(freira vir ver qae bem e barali&xim.
,0** .de labynoUio com bico, fazenda boa a
Carretela 4o linba com 100 jardas a 30 rs.
^ravatas pretas e de cAree muito finas a 300 rs.
~*is de brelas de massa maito oovas a 40 rs.
onnnores para espartbo de cordo e fita a C<
Carretels de linba Alexandre com 400 jardas a XX
cli.
rseo de oleo babosa a 320 e 800 rs.
Ultoo ie-to bigienique verdadelros a 1W00.
mos de mancar perola a 500 rs.
>*ets maito finos a 60,160, 00 310 rs.
itos de bolla muito fines a 440 o 3*0 re.
anas para rap eom bonitas estampas a 100.
liadas de linha frota para bordar a 20 rs.
varas de eordao para espartbo a 20 r*.
rejites volteados para regacar cabello de meniM'
a 320.
Prascos de nstcaey oteo malte Abo, a 420 rs.
Abotoaduras maito Haas para colletes a 300 rs,
iart3es de linba branca e de cores a 20 rs.
wbrafloarDreta sapenor a 100 r.
Jacovas Para lato, faieod boa, a 500 rs.
varas do franja branca de llnbo para toalba a
100 rs.
Pecas de bico estreito com 20 varas maito bonito a
Varas de papaflna de differentes largaras a 120,
'DeJOOrs. f '
Caixaa de palito balo a 40 rs. .s!.
Caixas de palitos de segaranga sem eocbsfra a
Sabonetes de familia a 100,160 e 240. X
Grosas de botSes de madreperola para camisa a
800 ra.
Caixas eom soldados de cbambo para meninos a
120 rs.
Camina de dontrina' cbristSa a 320 rs
Utas com superior banba a 200 rs.
Quaderuos de papel pequeo superior a 20 rs.
Dozia de baralbos franceses superior 2JL
GRANDE
VENDAS
POTASSH DA RISSIA
A 200 rs. a libra,
de nmrto soperior qaalidade : venda-se no escri-
torio de ^iveira.ffilbcs & C, largo do Corpo San-
to n. 19.________________________________
Bren
Vndese brea em barril< a retalbo, maito ba-
rato : no armazem da bota amartilla no oitao 4a
eeeretarla da poilcia.____________^^^^^
Chocolate d Reabriere
purgativa de magnesia.
E' o ctaoeoiate de defbriere o melbor purgaste
al agora coonecida e de grande aeeitacao em Pa-
rle, ende tea sido maito apnlieado no bospitai
Hotel Dfea pelos professores Troasseaa e Pidoux
eom e melhor resollado.
Por sua ar-go laxante porga sem fatigar e esto-
mago e os intestinos, e apresenta ptimos resalta-
dos orno dorivatlvo, abro ven te, aa&Uvernoso, re-
frescante e depurativo.
Deposite especial
34Ra larga m Rosarlo34
Botica de Bartholomeu & G.
Vende se
aceite de peixe mnito novo a 800 rs. a garrafa : na
roa das Cnizes n. 24.
guese invertem os modosimp s narmesma, nSo-seeorren^jo menor nseo, pois estSo do&
garantidos pfelo governo, pedeatonacoo da a tor p.eizosd
Venderse um maiatiabo de idade de 12 an-
uos, linda figara, bom copeiro, babitoado ao servico
de casa, sem vicios e bem educado : roa do Hos
pelo defronte da casa em que foi o gf mnaslo na
penuiUoia casa junto ao canal; os pretendales
pdeos ir vello das seis as nove Horas da manhia,
oa das aros as sois da Urde.
~Vo* saperier em caixas de ama doxia :
tea para vender Antonio Laiz de Oliveira Azeve-
do & C, do soa eecriptorlo rae da Croz n. 57.

Tendo de se liquidar a loja do calcados franco-
tes sita na ra do Imperador n. 32, previoe-se ao
respeitavel publico que a mesma liquidaco lera'
somente lugar de segunda-feira 20 do correte mez
em diante, e para se dar nma Idea da baraleza,
abaixo se traoscreve os precos:
Borzeguins de Mellier verdadeiros. IliOOO
DitoSuzer dito........8f000
Dito do mesmo fabricante de diversas
qaalidades..........8*000
Dito do fabricante Fanion e Lavergen .. 8*000
Dito de diversos fabricantes de 3* a 7*000
Sapatoes de Suier que se vendiam por
5*000 a........... 3*500
Borzeguins para menino de varios fabri-
cantes de 5* por .......... 3*000
Botinas para meninas dem dem a .. 3*300
Ditas para senboras dem idem Jolly 3*500
Sapatdes para meninos de diversos fa-
bricantes.......... 3*000
Perfumaras do fabricante Lobin e Piver, sorti-
mento variado de diversos extractos e agua de Co-
lonia.
Camisas para hornera.
Bengalas, grvalas, cbaroteiras de mbar, pen-
tes de tartaruga de diversas qaalidades e mode-
los, emfim nma infinidade de artigos de laxo e
bom gosto._________________ .
Fedegoso de Pernambuco.
A planta, conhecida entre nos sob a de-
nominarlo de fedegoso, e do Rio de Janeiro
e provincias do sul deste imperio pela de
crisfo de galio, o ttartdium utitssimum
ou tiaridium eongatttm de Schtrra, e o he-
' liolropium curassadiutn de Mart, pertence
familia das boragioeas.
O fedegoso considerado, na tberapeutica
pernambucana, como urna das plantas mais
recommeodaveis por suas virtudes curativas
e applicado interna e externamente, como
calmante do systema nervoso na paralysia,
astma, tosse convulsa ou coqueluche, tossses
rentes e antigs, suffocacbes, catarrbos pul-
monares etc., e em geral contra todos os
soffrimentos das vias respiratorias; sendo um
excellente unitivo para aquellos que padecem
de phtliisica pulmonar. Sua efficacia contra
o ttano ou espasmo incontestavel, e nin-
guem ba, que o deseonheca. N5o ignoran-
do nos o que acabamos de dizer, e esfor-
cando-nos por ser til bumanidade sore-
dora, preparamos o que abaixo indicamos,
pondo a disposifo des distinctos mdicos e
dos doenles d'esta e das outras provincias
deste imperio nossas preparares, que so:
PILULAS, TINTURA, XaROPE E VJNHO
FERRUGINOSO.
nico deposito, pharmacia de J. A. Pinto
ra larga do Rosario n. 40.____________
~1 de Lisboa
Venee-se no armazem de David Perreira Bal
tar ruado Brom n. 66._____________________
Madclra de sienpira.
Vendem-se 155 paos de slcupira, que se acbam
depositados no estaleiro do Sr. Joaqun: Antonio
Rodrigues, na roa do Brom, onde podem ser exa-
minados pelos pretendeotes; a tratar na travessa
da Madre de Dos n. 11.______________
BURROS
Ha para se vender doos borros sendo um para
sella e outro para carga : quera quizer comprar
dirjase a roa do Crespo n. 16, qae achara' coa
qqeoa tratar. ___________
0 arrobe vegeta],
muito superior oas xaropes de Guisinier e
de Lorrey. De fcil digestao, agraavel ao pa-
ladar e ao olpbato, elle cura radicalmente,
sem mercurio, todas as affecces da pe le,
impingens, alporcas, tumere?, ulcras, sarna
degenerada, escrfulas e escorbuto. E' so-
bretodo poderoso as molestias rebeldes ao
mercurio e ao iodoreto de potassio.
nico deposito na pbarmacia do Pinto,
roa larga do Rosario n. 10 jooto ao quartel
de polica. -
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos v-se obrigado a declarar por este Dia-
rio, que nao se responsabilisa por qualquer
contracto de compra, venda, ou emprestimo
feilo por ootro em sea nome, sem procura-
g5o ou escripU de sua aropria letra.
Precisa-se alugar urna ama de leite:
a ra do Imperador n. 44, botica.
falia\
Pede-se ae Sr. Jos Gomes Peisoa de Albaqoer-
qae, consenher ou rendeiro do eogenhe Tabatinga,
qae vanna oa mado a' na llova n. 32 tratar de
aegeeios que nao Ignora, do contrario vera' seo
nome oeste Diario sea interrapcio.
^TSa
.so iuhelro a premio mdico, sjbro bypo-
*eea de Imaoveis, em tuaotras soporfores a na
*w de ret : trau-eo ie carterlo de ubelliio
Peneearralro.
""Ll*f*,r* Jloaaairo, teaoo acabado coa a
Mi Uberaa, sita ai roa Imperial a 45, jalga nada
leoer a paaaoa algoaa, pora se atgaem se jalftr
aWorladtUioadlde, apreieau as mu leo-
auaopraso de (ra dias para aerea laaeiata-
mi p*pAt
Foi roubado de casa do abaixo assigna-
do um ebronometro inglez de onro, coberto,
todo liso, com urna pequea mola aolado
para o abrir, tem mostrador, ponteiros e
sigoaes de ouro, tem o numero 1091, de
repeticao a do fabricante French Cbeapside
London; rogo aos sennores relojoeiros e
o ir i ves a qaem for ouarecido de o aproen-
der que satisbrei qualquer despeza. Re-
cife, 28 da agosto da 1867.
Luis de Moraes Gomas Ferreira.
k secretara da polica precisa comprar
collecges de lela do imperio e decises
do governo relativas aos anuos de 1830,
1850,1881 e!852.
A pessoa que aa tiver e quier vandoi
comparaca na referida aecretana s horas
da seu expedante, ou entenda-se com o res-
pectivo secretario, 4 roa da Saudade n. 13.
O official-mawr da l1 scelo
Jos Xavier Faustino Ramas,
Precisa-se de taa ama s para eozlabar :
a prafa da Boa-vbu, taifas a. 6.
o hortalicas. ps de
icas,
daF
na ra da Florentina
Vcndeevse semeUea
parreira e (arlaba de milito
n. 7, qoadro do bailo.
Veade-se ama crloala di 15 asnos de idade,
bda conduela, do lertie, cosinba soffrivel e lava
bem, bonita Agora: aa raa do Fogo b. 9.
___U-----------
UVAS

Fitas nevas
para cartas do hachareis o a irmaadado do
Boa Coaselbo.
A AgaU-Branet, a raa doQaeimads n. 8,receben
n,ovas fitas aehaaalotadas para ambos o lades,
mal encorpada e toda de seda, eom ?Iva o agrada-
vel eb>, e cerno sempre, vende por prego malte
raieavel.
HISTORIA D! GABLIS
XII
Sei da Suecia
roa YOLf AIRB.
Veade-se esa excellente obra per If MO oa
bceebira, aa linaria Bcoaoaiea raa de 6reepe
a. 1
Na mesma livraria toaaa-M assigoataras para
avida de Horacio Nelsoa9 celebre aJoiraate
aagtes o if cala exetaplar.
Novo sortimentj de lavas de pellica (Jouvio),
ehegadas no ultimo vapor fraoeoz, ao armazem do
vapor na roa Nova o. 7.
tombos
Teadea-ee maito em conta para acabar, pembos
de raga dos aaiores < aais bonitos qae se podea
encontrar : na taberna passando a estrada da Pas-
safom da Magdalena, o antes de cbogar a da Es-
taaola.
Vende-se nota eaerava coa Id anuos de ala-
do: trata-se na roa da Crute?, segn 1o andar,
.aa.
Nt armazem de fazfadas de
SantvsCoelho,rua do Quei-
madon 19.
Loja do Gallo Vigilante
DE
Gimaraesi Frcitas
RA DO CRESPO N. 7.
Os propietarios deste bem conbecido es-
tabelecimento tendo em vistas a boa vonlade
com que toda generosa populacho desta bel-
la cidade coocorre com a sua coadjovaco
para o basar de prendas que costumam es-
tabelecer no dia da commemoraclo do ani-
versario do Hospital Portuguez de Benefi-
cencia, cujo producto applicado a bem
daquelles qae baldos de recursos, e no. leito
da dor ali procuram melhorar seus sofri-
mentos c aproximando-se o dia dessa gran-
diosa festa por isso apressam-se em avisar
ao respeitavel publico do que ba de mais
moderno em seu estabeleciment, alm dos
quaes tem variedade de outros, que a serem
para um fim to justo os'venderam por pro-
cos mui rasoaveis.
Riquissimas caixas com msica conteodo
o necessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Riquissimos livrinbos com capas de tar-
taruga para missa.
Riquissimo lbum com capa de tartaruga.
Porta joias, dedaes e relogios e neste gos-
to nma infinidade de objectos.
Vasos, calungas e palliteiros de porcelana.
Ronecas qae chamara papai c raarai. .
Finissimos lencos de cambraias de linho
com disticos.
Caixinbas com perfumaras.
Rngalas de canna com lindos castoes de
marfim.
Riquissimos eafeites com coques e sem
elle inteiramente nuvidade e ultima moda.
Lindissimos cintos para senboras.
Fivellas lindas de mnito gosto.
Lindos port-bouquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentos e bailes.
Riquissimos leques de madreperola.
Lindos leques de sndalos para senbora.
Ditos de sndalos para meninas.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, ultima moda.
Leques de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lindos pentes de tartaruga, massa e outras
muitas quididades.
Luvas dejouvin. inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Ditas de seda.
Meias de seda e algodo.
Lindas trancas pretas e de cores om ve-
drilbo e sem elle, assim como lindissimas
guarnicoes para enfeitar basquines e botoes
para os mesmos.
Lindos indispensaveis para meninas das
escolas.
Bengallnhas para meninos.
Suspensorios para meninos.
Lindas touquinbas e sapa tinaos ricamen-
te eneitados proprios para baptisados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Muito boas escovas para deotes, chapos-
roupa, cabellos, unbas e para limpar pentes.
Superior linnas para crochet.
Agulbas para o mesmo fim.
Lindos agulheiros e dedaes de madrepe-
rola e marfim, assim como de metal.
Lindas guarnieses de botoes, para coletas,
punhos e colerinbos.
Ricas capellas para noivas.
Meias de seda para senboras.
Superiores tbesouras para unhas, costura
e cortar cabello, etc., etc.
Suspensorios de seda para bomem.
Ditos de algodio para bomem e meninos.
Finos aderecos pretos para luto.
Grande sortimento de finas perfumaras
dos melhores fabricantes at hoje conbe-
cidos.
Grande sortimento de fitas de todas as
qualidades.
E muitos outros objecto6 que impossivel
seria menciona-los e que se encontrarlo na
loja do Vigilante, ra do Crespo n. 7.
GRANDE BAZAR
RA NOVA N. i0 E 22
Machinas para descarocar algodSo. do rae"
lhor autor que tem apparecido aa America.
E' tal a execucao do macbinisma, que o al"
god5o sahe quasi lao perfeito como o debu-
landeira. Rocommenda-se a attenco dos
Srs. agricultores, estas machinas.
e barato
Cambraia de cores matisadas finissimas a
800 a vara.
dem brancas transparentes fina de 40,
5*000, 6, 70, 8* e 90000 a peca com 10
jardas.
dem branca tapada de 80 e U a peca
com 12 jardas.
dem branca franceza muito larga a 90 a
peca com 8 varas.
Bales de 35 e 40 arcos nesgados para
senboras, a 40500.
dem de 35 e 40 arcos com ferrogem a
20500.
dem de mursulina nesgados a 50.
dem de crochet a 50.
dem de mursulina para meninas a 30 e
30500.
Saias bordadas a 50.
Cambraias admascadas para cortinado a
120 a peca com 20 varas.
Hldem para forro a 35 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linho muito fina de 60 e 90 a
vara.
Madapoles finos de 60, 70, 80, 90,100,
115 e 120 a peca.
Platilla de algodao superior fazenda para
saias a 30200 a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas de ramagem < 20600.
Lences de hamburgo fino a 204(>u.
dem de bramante muito fino a 302Oft.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Guardanapos de linho adamascados a...
30500 a duzia.
Atualbado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 20 a vara.
Algodao enfestado com a mesma largura
a 10100 a vara.
dem trancado de algodao a 10>oua vara.
Toalhas alcochoadas de linho tiaas a i 10
a duzia.
dem de algodao felpudas a 130 e 140
a duzia.
Colchas de fustao a 60000.
Retondes de fil preto a 60.
Chales de fil a 50.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
20 e 20500 a duzia.
Lencos de cassa finissimos a 32O0 e
306OU a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 10000 a vara.
Grosdenaples preto bom a i ,>-'_ uo e 20
o covado.
. Morantiqoe preto superior a 2800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 800 rs, a
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 20500 a vara.
dem de linho com 5 palmos a 10200 a
vara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Riquissimos basquins a 250COO.
Assim como outras muitas fazendas que
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de todo,
Collares Royer magnticos^
Medaihas a polseiras magnticas.
A Aguia Branea receben nova remes-a dos pro-
vellosos collares Royer magnticos, j& hu urgen-
te conbecldos para preservar as convnkOes e faci-
litar a dentlco das enancas.
Com ases otis collares elctricos magnticos
tambera cao pequeas qaantidades de medallas
o pulseiras elctricas magneUcas cuja ot.lidado
tem sido apreveitada por qoem soffre do nervoso
bypocondico, tremores as mos etc.
Assim come es collares Royer esli eraimente
mohecidos e acreditados pelos effics?ps enVito? e
bons resultadas que tem eolbido as oes'oas qae
delles tem usado ; assim tambera ebegaram a ga-
nbar lao alta reputadlo essas apreciawi~ cr e polseiras magnticas, ama vez que o uso n- H
fr se esteodende a tedos qae deltas r>p.-piti m-
Aguia Branca contina a receber por \;,Z,.* os'
peres rancezes ama determina qDoiiiiadp <
ses sempre precisos e estimados cuan- R
magnticos e por isso fique na lembraoca dp '
ana os acbario constantemente em alta V
Agola Branca, rna do Qoeimado n. ,
I
4
"a-
'es.
Jer
Cintos pr^fos
e de entras cares, c/ **. .
drilhos branr 4* **W* d *i-
A agaia branca, narn /J trol 8-
beo d'eses modernos .f*0 Qaeimad.. o. S
*lDPs_de ponas, m.
pois, os pretender
contente.
jas de vidrilhos brao' ...
i..: -.-*. sos o pretos
Jer,
rpee-
frao-
. comiiarpcaR)
qaeacbaro sorilmeoloa
pastlHSs
vermfugas
tfomma de mandioca.
lidade venda-se por preo oommodo: na roa Vlaa-
rlo n. t7 primeiro aoder. *
-------
---------
Vtnde-sa o eogeobo Aotooso, fregoesia.da
Bseada, contiguo ao ramal da estrada de ferro
qae val terminar oa tilla dos Beierros; tem o en-
Itabo 100 fcracas do torra de fronte e 1,209 de
undo, coa bastantes ataOasf jbo eom agua, tsm
torrara oaviaaonte de farinsa tamben eom agua,
tem aroporeSes para nfrejar 1,000 pies: qoem
altar cemirar, dlri]a-ao ao povoado de Mareacio,
a fallar com Calisto Teizeira de Car val be.
Na ra de padre Floriaoo, casa n. 67
se vende boas hostias para igreja, e obreias
para ascriptorio:
J-- foni
orna easa aa povoagSo do Barre,
commodos, do lato do rio, proprro
idOMO
eom muitos
para putar a festa : a tratar
rieca n. J (es do Rapos).
Vende-se
Ne trapiche Bario do Llvramonio, noPorto do Ma-
tos u. 15, contlnui^e a vender saeeas com farinha
de mandioca aos precot de 30SOO a 5000, sendo
docto aMata proco (arlaba maito especial, a ella
antea ao te acabe.
Un te eariiaai,
o volat de carnauba, no armarem do Asnet, de-
oonto do alfandega. No meimo te vende oa bra-
y de Palanca proprio para armatem.
a travoteadoGa-
IfOTA YORK.
DE GOR CHEIRO E SABOR AGRADAVEB
Infinitamente mais efficazes do que todos
os mais remedios perigosos enauseabundoa
que existem para a expuls2o daslombrigas.
o causam dores e produzem seu effeito
sem precisar logo depois de purgante so-
nhum e tioincitantas em apparencia e deli-
ciosas em gosto, que aa enancas estic
promptasa tomar mais do que marea a re
caita.
Uteia como om excellente meio de fazer
remover as obstru6c5 do veotre, meamo
Piann IB0 clg0 ni0 eii8tir*m verie algum, as
Vmm. Marav,. IpASfnausvawiSriWA m saupssao promir
oo-io aa bom puno forte de iros tordas: a Us einfatliveiajaaaa oparaco e por todos
ot respeitos dignas deconacca e approva-
clo da todos ea paos de familias. Prapa-
rada onicamerta parLanmaa d ,
NovaYok. .
A* yenda oas drogarias da A. Caora, Bra- -
?o C. a P. Maurer ?C, e em todos oa
tabeitdtaeatosphiirmacaoticos do imperie
tr.tar na rna da Imperatrii n. 60, lok.
rtlaiai
Vende-ae eimooto Pertland: ao umum de
Vieeiu Prrelra da Coeta Fllbo, raa a Madre
de Deoti.,____________^____________
Na roa do Raogel a. 3S vendle om escra>
vo de 17 annoe, proprio para priado on boleeiro
' preto, fe boa tmKn.
EGrVELj





larto *!
!* uim >wmto+**.i*u.
RA DAS CINCO PUNTAS N. 86
AO GRANDE AHMAZEM
DAS
I
DUAS AM



Sempre baratte
Ingleza flor 10, a libra e a 5oo rs. aorivel e propria par* tempero 32o rs
dem fraoceza a 56o rs. a libra.
Cha -
De primeira qaalidade a 2J8o e proprio para negocio l56o a libra.
Blscolto
Inglezes pearl, nic-nac, oval, cracnel, e outros superiores a 101 oo a lata.
Figos
A 24o res a libra.
Gonmas
De milbo braceo a-4oo res a libra, de ararula verdadeira propria para ^Pjm*
tar criancas a 5oo reis a libra e caxinhas com 4 libras por menos, gomma a 16o rs. e tapioca sag a 24o a libra.
Chocolate
Superior a 10, a libra. I
Doces
De goiaba em latas a 105oo em caixa de 4 fibras, moito fino a 1|W*, era easoes
de 2 libras a 5oo e 32o.
Felxe
Em latas a Ijooo reis a libra, sortido em qualidades.
Ostras
America a 8oo rs. a lata.
Baldes e Vassouras
Americanas a 8oo reis cada peca.
Touelnho
De Lisboa a 320 reis a libra.
Tomates
Em latas a 6oo rs.
Ao respeitavel publico pernambncano pede-se
Attengao
laateiga inglcza
320, 500,800 e 10 s no armazem se acba vista.
Manteiga franceza
em liDras 560 e 640, em barris se fara dillerenra."
Banha de porco
em libras 320 e 380, em porcio se fara differenca.
Fructas
em calda Pera, Pecego, Rainha Claudia, Alperxe e ontras moitas 500 e 640 a lata.
Ervilhas -
Portugaeasas 640, franceus 900.
FOMO
em latas do Para e de albaneqae, lata Ij e 10200.
orna e mho
em pacotes, dita da trra 100 e 200 a libra.
vinho________ ...
de Bordeanx em caixa a dna H, garrafa 500, dito de 80 a duiia, 800 a garrafa, dito



sal







i
Refinado em lindos postes por 5oe rs.
Rlrshs de Wasser
A 20000 a garafa.
Vermouth e Abssn ho
A 105oo a farrafa.
Bltter
A 10ooo agarrafa.
De bordeaux superior, Saint Estephe, Saint Julien, Saint Emie a 70ooo a duea
e64or a garrafa.
Vloho
Do Porto fino a 140ooo a duzia e 105oo a garrafa e magnifico tamhem a ejp bar-
ril a too a garrafa.
Duque do Porto
Adamado e ontras marcas a 9oo rs. a garrafa e lo0 a dozia.
vlnho da Flguelra
O que ha de melhor a 40, a caada de Lisboa a 30 e 40 a garrafa.
Vinagre
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa.
Farello de Lisboa
Saceos com 9o libras a 405oo.
Cerveja
Franceza em gigos de urna dozia a 60.
lagleza
Bass verdadeira a......T. e Yictoria e Alssop a 5o* reisa garrafa
PHARJUCIA
DE
Joaquim de Almeida tinto
A jurubeba contra o ingorgi
tamento do figadoe dobapo.
Em extracto alcoollco, emplas-
tro, oleo, tintura, plalas,
?lafco




INJECTION BROU
-. Hrtfealca Infamad Prcser*atl*a, ihwlolTl aau uc aw m iii>i atUilift. Veaa>*t
artarfpu. katicaa anda. (Eilgar aatraat i aa). (M aaaaa dMaaaU.) r-fto, a M
J Irnnum >. Mbn-i MI.
xarope e
A iurubeba urna das substancias medi-
140 i doria, 10200 a garrafa, ditodo Porto a 80.120, *^jy^dSaaae' cameitosas que pertencem ao reino vege-
como flgoeira caada 30500 e 40, puro J A A Lisboa 20800, 30 e 30500 a quauaaoe ^ ^ ^j^ dos tnicos e desobs-
convida. truales, sendo empregada com vaotagem
contra as febres intermitentes acompanhadas
de engorgitamento de figado e de baco. Ella
tem sido applicada com incontestavel pro-
veito contra a anemia ou chlorose, e hydro-
phesia, catharro da bexiga, e mesmo para
combater a menstruacSo difficil, resultante
da mesma anemia ou chlorose.
Depesilos gera es
Em Pernambuco, ra larga do Rosario
n. 10, Hio de Janeiro, pbarmacia do Sr.
D&urado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs, Cascao & C, Macei, pbarmacia do Sr.
Glaudino, no Havre, pbarmacia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, na pharmacia do Sr. Feij.
Caz
em lata de 5 galoes e mais pequeas a vontade do comprador, em garra.
Alpiste
140 e 16 0 a libra, painco a 1001 libra.
Azelle
em garrafas a 800 e 10.
CHARUTOS inA ,itne
em caixa de 50 por.10, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, mos
da ExposieSo eaixa 50, ditos de Regaba caixas com 100 a 30500 e ontras murtas marcas
que s na presenta dos compradores.
PREZIINTOS
delamego em barril, ditos de fiambre o melhor que ha no mercado por preco que faz
admirar! t
POCE DE GOABA __ ..nfln,
caixes de 560 fino, ditos -d# (0500 que parece marmellada, dito em latas muito nna
qoalidade a 10200.
BOCETAS
com doce secco a 10 e 20.
QUEIJOS
do Alentejo em latas chegado pelo vapor Oneida, ditosFla-aeagos e Pralos dos mais no vos
que ha no mercado.
AZEITONAS '
de elvas como no mercado nao temos a 10 a lata, em barris do Porto a 10 como nSo ha
telhor. \


**-
i
'
Em liquidado.

IIHHI.HHIMil
PREPARACOES FRREAS-HANGANICAs
APPROVADAS PILI ACADEMIA M MBDICIIU
DE BRIN DU BUISSON
Nanuuafa, lanada ft\i Academii de It&iu O Fin

O eminente profeasor Trgl'Ssea, na ultima edicto de sen Tratada de Thera-
peuta e Materia medica, reconhece que os ferruginosos simples sSo moitas
vetes ineficaces para curar as molestias que teem por causa o empobrec ment
do sangue. Muitos mdicos dos mais dis tinelos attribuem esse m o xito a ausencia,
n'essas preparacoee, do maneanete, que se ach-a no sangne, como o tem reconnecido
es chimcos os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro. '
E' pois, prestar-se um verdadeiro ser vi 50 aos S"* Mdicos, o chamar-se sa attencSa
sobre preparacoes segointes.
i Ps ferreos mngameos ^^^S^iS^
econemia as aguas mineraes ferroginoaas.
2 Pilils e Xarope de iednreio de ferro e de manganese inalteraveis
eontendo eada ama cinco centigramos de odureto de ferro manganico indicadJ3
particulrmente as molestias Tymphaticas, escrofulosas, e as chamadas ca '
rotas e tuberculosis. v
Brtes de Itetito de ferro e de wapm I ^%oTops,,.mS
fiuu de crboiialo frreo manganeo I SjSTSBiSSZ
alternar estas duas preparacoes di o* memores rewludo.
O P lurin du Buissen desejando obter a adheso eompleu do pubeo medio 1
crea do valor de suas preparares, previne qme elle as p&e gratuitamente a sos
disppticlo, dirigendo^e; .-~.-^-
U| N rermmbuce, a sen agtnte feral, Mswxrer O, pharmaceoticflS, res, Kots.
P
ai
iifiiBiiiiiiiniisiiii .
Veade-se na pharmacia de P. Maurer &C, ra Nova.

Variado sortimento de modernos chapeos e chspellnas de seda, de fil e de palha de Italia,
pan 5'nii >ra e menina.
Superiores tiras, bordadinbos e entre relos bordados em eambraia tapada e transparente.
Na leja das celuiuuas a raa da Crespa a. 13
US
Aatoaio Oorreia de Vaseoncalios & Companhia.

NOVO DEPOSITO
.

Ci
V
Pjva i)ESCARCAR LQODAO
Manoel Bento d> Olivvra Br^a.
-
Neste estabelocknento se encoalrarSo a
wpBni machinas americanas befadas tjlthna-
menjer^ff^ihaes s3o feas.,pajp,iMiS afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
aoas que precisarem comprar, de te dirigir a este
1esUbelecimento que comprarSo das mais perfeitas
"* genero, ssim como ,mafc barato do qne em
qaalqner partejvpwTfto'ttne se recebe por
prepiwf batt-eomo cannos de chumbo e moi-
ttfflT'
nhosipara mofirUHtarV. a gruida
natfa e mmdezas em ftmmk retamo.
FawaJetcaao wbw d'aMi(*bil|aeo a /*
itmo finasM :tdw os tarf sabor ptprias
balho de escoltora.
O proprietario destes dons estabelecimen-'
tos lendo maita fazenda em ser e desojando
liquidar para vender mais barato que pos-
sivel na roa da Emperatriz lojas e armazens
da Arara, ns. 56 e 72.
Alpacas admascadas paca vestidos de senho-
ras 500 e 720 rs.
Roupa feita nacional.
Vende-se calcas de casimira a 5#, 6(5 e
8a, pretas ditas de meia casimira a 1^600
e 3,5, ditas de brim pardo a l600, 2,5400
e 2^500; ditas brancas de linho a 3^500,
40 6 50: palitots de casimira preta e de co-
res a 50, 60, 80 e 100; palitots de meia
Vende-se alpacas de assento branco com casimira a 30, 30500 e 40: palitots de al-
listas e flores lisa e admascadas proprias \ paca de cores e branca a 30500 e 40: palitots
para vestidos de senhoras a 500, 720 e 800
rs. o covado ra da Imperatriz lojas da Ara-
ra, ns. 56 e 72.
Ditos 160 o covado.
Vende-se ditos em retalhos a 160 rs. o
covado, ditos em peca a 200 rs. o covado:
retalhos de caca preta a 120 o covado: re-
de brim de cores a 20500, 30 e 20: serou-
de algodaosinho de linho a 10600, 20,....
20500: ra da Imperatriz lojas da Arara
ns.-56 e72.
Organdis de cores a 640 rs. a vara.
Vende-se cassa organdis de cores a 640
e 720 a vara : talatana de cores a 800 rs. a
talhos de caca de cores a 200, 240, rs. o co- vara: raa da Imperatriz lojas da Arara ns.
vado 3 retalhos de lasinhas a 160, 200 240 56 e 72.
rs. o covado: ruada Imperatriz lojas da
Arara ns. 56 e 72.
Brim pardo transado a 560 rs. a vara.
Vende-se brim pardo com peqneno toque
de mofo a 560, 640 rs. o covado: ra da
Imperatriz lojas ns. 56 e 72.
Laazinbas a 200 o covado.
Vende-se Hasinhas para vestidos de se-
niora a 200, 240, 280, 320, 340 e 400 rs.
o covado : na ra da Imperatriz lojas da Ara-
ra n.56 e72.
Chitas francezas largas a 240 rs. o covado.
Vende-se chitas francezas largas a 240,
280, 320 e 400 rs. o covado: roa da Im-
peratriz lojas da Arara n. 56 e 72.
Mosambique a 400 rs. o covado.
Vende-se mosambique com palmas de se-
das para vestidos de senhoras, a 400 rs. o
Madapolo a 40000 a peca.
Vende-se pecas de madapolSo com 20 va-
ras a 40, 50, 60, 70, 80 e 100: roa da
Imperatriz luja da Arara ns. 56 e 72.
Casimira emfestada a 10 o covado.
Vende-se casimira enfestada de duas lar-
guras a 10, 10600 e 30 o covado panno fi-
no preto a 10600, 20, 20500, 30 e 40: roa!
da imperatriz lojas daArara ns. 56 e 72.
Algodaosinho a 30 e 40 a peca.
Vende-se algodSosinho a pecas.de 30, 40,
50,60 e 70 a peca ra da Imperatriz lojas
da Arara os 56 e 72.
Bramante a 20400 a vara.
. Vende-se bramante de 10 palmos de lar-
gura a 20400 e 20500 a vara: ra da Im-
peratriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Algodo enfestado a 10 a vara.
Vende-se algodao enfestado de duas lar-
Sedas. largas
A 24 o covado
S aa leja da pavo.
Vendem-se modernsimas sedas cn largura
de cuita franceza, sendo com padroes modernos,
tendo entre ellas cores proprias para quera est de
lato': vende-se pela barato preco d-3 2 o covado :
grande pechincba : na loja e armazem do Pavo,
roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Cartes braacos
ASOOrs.
Vende-se bonitos cortes de eambraia branca com
bonitas barras bordadas e tendo tambera algans
com bonitas barras de cores ; vndese pelo bara-
to preco de 54, na loja e armazem do Pavo, raa
da Imperatriz n- 60, de Gama & Silva.
Alpaeas de cares
A 500 rs.
Caegaram as mais bonitas alpaeas de cores para
vestidos com deseosos miados e graados, tendo
largara de chita franceza, e vende-se pelo barato
preco de 500 rs. eada eovado ; grande pechin-
cba : na toja e armazem do Pavo, raa da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Braatate a 2{.
Vende-se superior bramante de linbo alvo com
10 palmos de largara, pelo barato preco de 24 a
vara : na loja e armazem do Pavo, ra da Impe-
ratriz n. 60, de Gima & Silva.
Algoie avariado
Vende se pecas de algodo largo moito encorpa-
do, pele barato preco de 54500 a peca : na loja e
armazem do Pavo, rna da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Retalhos
Vende-se ama porco de retalhos de chitas e ca-
cas pretas, por preco barato, na loja e armazem do
Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Sedas a 320 rs. o corado
Vende-se um bonito sortimento de sedas de listas
qne sempre se veoderam psr amito mais dinbeiro
e liqoidam-se pelo baratissimo pre?o de 3!0 rs. o
covado, s para acabar : na loja e armazem do Pa-
vo, rna da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Aviso agradavel.
Sonza soares d Irmio.
Roa Nova n. 28.
Vendem :
Linoas moito snperiores em novellos sortida a
24000 e 2450 J a libra.
Dita mais inferior a 14200 e 14500.
Dita do gaz, preta, branca e de cores, em cai-
1 xas de 40 novellos, 800 reis.
Dita em caixas de 50 novellos, branca, a 7
res.
Dita em caixas de 10 novellos grandes, a 540
reis.
os Germann
A NOVA N. 21,
er un lindo e magnifico aor
os, lnnetos, binculos, da ul-
timo e mais apurado gosto da Europa e oes
los de alcance para observares e,'para f
martimos.
AL SE1 SEGUNDO
adon. 4D,IoJa udezas
DE .
Jos Bigouinno
Varas de babado bordado do Porto a 100 rs.
Carreteis de retrox preto com doas oitavas propric
para maekinas a 600 rs.
Agolhas para machina? a 24000.
Prege* franceies de todos os tamanbos a 240 rs.
Grozas de botes de osso para caifa a 200 rs.
Esperto* arados mnito finos a 14000.
Caixas com linba superior para marcar a 240 rs.
Carriteis de retoox'4e toda*-as coreas 80 rs.
Frascos d'agua de Colonia moito superior a 500 rs
Frascos de oleo multo fino a 500 rs.
Pecas de trane branca de caracol a 60 rs.
Dozia de toso aras peqieaas a 480 ts.
Frascos d'agna para limpar denles a 500 rs.
Redes pretas lisas para segurar cabello a 320 rs.
Duzias de peonas de ac multo finas a 60 rs.
Caixas de linba do gaz de 30 novellos a 600 rs.
Ideo de pautes de segoranca a SO rs.
Garrafas da agua Florida verdadeira 14000.
Babadoa do Porto de todas aa larguras e lodos ai
procos.
Sylabarlos com estompas para meniaos a 320 rs
Memento da roopa do lavar a 100 rs.
Dazias de meias moito finas para seohora a 4.00
Agolhaa francezas a balan (papel) a 60 rs.
Pecas de fitas de la de todas as odres a SCO r.
Grozas de botdesde porcelana rateados a MOf
Caixas com alBoeites traneezes a 80 rs.
Caixas de 100 envelnos maito finos a 600 rs-
Resma de papel de pese branco liso a 24.
Frasco com superior tinta a 100 rs.
Pares de botSes de panno malte bonitas 80
Linoas em eartio de 200 jardas a 100.
Caixa do superior linba do gaz com SO novalioi
700 rs.
Taiheres para, meninos a 240 rs.
Masso com superiores grampos a 30 rs.
Grosas* peanas de ac omito finas a 320 rs.
Soneto para meninos a 14.
Pentes com costo de metal a 400 rs.
Realejos para meninos a 100 rs.
VERDADEIRO LE I5DT
*t lieitlET, DMUiir-MtWdn
Ru.o de Seme, SI. A P/lIIIS.
Eui raij sa' i-.-la, al. tvltr a
que lew o airu mete, iun ruin!
relio com o sillo I 1:1.1. d
j&ftbqZ-
rz?
DGCTE,'f-HOEClNsC_,
^ET PHARMACIEN
"'*' i'p>l ni
MPT '-A r -..:*-
ttVr*fO rr **-. 1
V .. ,,,.._
j ^ ntiu ..
|M*I -': t.-.-I .1 -
6 i!a( .: 'j ."
tOHI t ,[. I.1U|.W )
Deposito na pbarmacia deP. Manre:
C. em Pernambuco.
XAROPE DEPURATIVO
DE RASCA DE LARANJAS AMARGAS
COM IODURETO DE P0TASS1O
DE
j.p. Laroze.
covado: evareja de listas para vestidos de guras a 10 a vara dito transado 10280 a va-
senhoras, a 280,320 rs. o covado.
Sedas escosseza com quadros para vestidos
de senhoras, a 280 320 rs. o covado: ra
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Arara vende as saias 30500.
ra: ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56
e 72.
Cassa franceza a 240 rs. o covado.
Vende-se cassas de cores para vestidos a
240, 280 e 320 o covado, vendes-se cortes
Vende-se saias bordadas para senhora a de eambraia de crese com barras a 20500,
30500,40, 60 e70,saia bal5o ou crinolinas; J0 e 30500: so as lojas da Arara, roa da
de arcos a 20, 20500 30 e 30500: roa da "peni ~- e 72
Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72. Cortes de Ib de 14 covados a 30
Yende-se cortes de 15a para vestidos de
Imperatriz loj
As sedas
da Arara 10.
senhora com 14 covados o 30, 30500, 40,
Vende-se sedas de quadrinhos e com lis- 40500 e 30, vndese corles de caigas para
tas a 10, 10200, 10600, 10800 e 20^,0 co-homem a 800, 10, 10200 e 10600, colari-
vado: popelinas de seda com pahuas saltos (nhos de linho para homem 400 e 5C0, ditos
para senhora a 106CO e 10800, grosdenaples de papel a 500 rs. a duzia, goliohas para
de cores a 10800 e 20, dito preto a 10600,: senhora a 200 e 320 rs. por estes precos as
10800 e 20: ra da Imperatriz lojas da Ara- lojas e armazens da Arara, ra da Impera
ra ns. 56 e 72. triz ns. 56 e 72.
j__





- -f
TRATAMENTO no r CHABLE, h PARI^
fl (e
l(
M,
Medico especial, conr.ii I taces, SO, ra Viviana*
AVISO A9SD0ENTES. Sy^TS&Sl*.- "~
m*MMn-
raaa, tomei Ci
beb, Copahltu
e# Him ti
tonni en pa
to, captlas,
f hita. Uoho
_ o estomago
diaa e nio estou corado ? L'sei e abutri dt um grande numero de injkccaob, toe pretendis
turar em 4 das, estou' linda mais doeutes. \"
HA MAIS SO A-%KOS
oeewo wdrcalmenle sem recahidas^orrimjntosr/ieocaKjo jo tonel, flitorrai i* ttrtt*.
rroatUBunaet, curaada-primaira a eausa virulenta inflammatorie. i'ttm iem* sexiaes,
*Wim itm mes ruumvoi no ajgdb pan pan, ejga, rfeccoea. eeecar o
i.' 1:
canal e Ihe tonar a iar iaa capa dmi pan teabar meo exeefleste-wopB o citato b
^ 40.000 DQENTES CURADOS
?datN tntewnto deparatifo do stnpie, At kerpt, ai mtii gmitturUu, armrpo*.
Vr*rito,T*v,c)*tt 1 affsc&m ******, homore, e tda> as d*aiM O* feria a pweM
do um" ** tnta ea pone* teaip por Ut* mor, wpcbatiw *Nim fas
mum, alaku tucui Mrmmw .. HmmaU umwmn*.
.. uaein iaUMa. A utiai qe te di tratit oa leaoaita m Mas MAea-
><. Esm xeaOtoU trattaast* Bia tantea ercarisV taa auaeriotMMsa Um ta^aclia
Yedde-sa da taz Nota n. 25, pharmacia fi^acaza de
7*? 1MURER & C<
pbarmacentleo em Pars
O ioduretodepotassio um verdadeiro al-
terante, um depurador de incontestavel effi-
Dita branca e preta, em cart5ps, a 160 reis a cacia; combinado com o xarope de casca de
1J200
160
460
dozia.
Dita de Alexaodre, carros 200 jardas, a
a dozia.
Dita em carros, com 80 jardas, a 360 reis a
dazia.
Agolhas de fundo doarado maitc Anas, caixa
220 reis.
Ditas iogleza?, sortidas, milheiro 700 res.
Grampas com cabeca de vidro, dozia a
reis.
Ditas lizas e crespas, maco 30 e 60 reis.
Colxete em caixinhas, duzia 610 reis.
Dito em cartoes, dozia 600 e 900 res.
Espoletas verdadeiras, B B, caixa 100 reis.
Alflneles em cartas grandes a 140 reis.
Ditos em cartas menores, 100 res.
Ditos em caixas com meia libra, 320 reis.
Bot5es de madreperola para camisa, grosa
e 5a0ris.
Ditos de osso para calca, grosa 200 reis.
Ditos de longa, grosa 160 e 220 reis.
Ditos de.moedinba para panbos, a 1J600 reis
a dozia.
Pentes para alizar, dazia 10100, 20200 e 30000
reis.
Ditos maito superiores para bixo?, dazia 20000
reis.
Ditos para ede, dazia 10500,10800, 20400 e
30400 reis.
Phosforos de cera moito superiores, dazia de
eaixinbas 320 reis.
Baraibos fraocezes maito fiuos, 200 reis.
Ditos portogaezes maito boas a 120 e 160 reis.
Espelbos em qaadro doarado a 120.
Trancas lizas e de caracol, peca a 40 30 e 60
res.
Fita de lia para debrum, vara 100 reis.
Dita de algodo branca, peca 240 res.
DlU do loho, peca 40 reis. mmak
La de todas as cores para bordar, libra epuw
reis.
Garaate-se taceridade e barasslmos pregos
RA OVA N. 28.
.* !?
Pharmacia especial horneo
8 pathlca do r. Sabino O.
I. Plnho
Cha de 1'sorte para oso das
pessoas que se tratam homeopathi-
camente. .
Vnde-se em pacotes de libra 1
30200 rs.
Raa Nova n.. 43*
** aa*a
Poassa da Russia.
Verdadeira potassa da Rossil, em barris e meios
ditos, ebegada oltimamente pela escuna prosslana
cYernas- tendavse na roa do Trapiche n. 8 arma-
sem de L. J. Silva Gulmarjes.
Vende-se nm preto possae e meco : M roa
roa do Raogel tt>9,oattM-W |r oa ,qa*eja
cozlptairo. _
Yena^* por WTai ,**** (
laranjas amargas, aturado sem pertubaeje
alguma pelos temperamentos os mais fracos..
sem alterar as funeces do estomago. As do-
ses mathematicas que elle contem permittem
aos mdicos de receital-o para todas as com-
pleicSes, as affecces escrofulosas, tubercu-
losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'isso, o agente o
mais poderoso contra as doencas rheumaticas.
Deposito em todas as pharmacias e casas de
drogaras no Brasil.
Expedices, em casa de J. P. Laroze, ru
des Lions-St-Paol, 2, Pars.
A' venda na pharmacia de P; Maurer .
C.*, roa Nova n. 25.
Faris, 36, Ra Vivienne, D*
CHABLE MDECINSPCIAL
DAS ENFbllMIUADAS DES SEXUAES, AS AFFSC-
)KS HrTANT.AS. E A .TF.BAgOESDO SANGUK.
30.000 curas daa impngate,
puttula, herpet, sarna,
rrmitffft, acrimonia, e al-
lerfoes.vieiosas dosangur,
i'tnir, nlteracoet do san
ye (\artj,.-.- vagatal .-n nifmirio). Depuraliraa
rr-cniui-a n*\:io urtMiin tomao-se doa.*
por s*-^:ana. pr/itn'lo n traptnn'cnto DcvuralivQ ; .$
finrtr-'.'S'lfi na-- uurvnt.-i* moles''.'*.
r*1 / i'J'-^Vl l,^**l^*8l*olol
.!-- r.llAHI.K. enra iiumedia-
- ~\'i^\ '-"Vuif 'i>idU'\u''.rjiur^iica H- SiiS K < i """''"'. '"t'll.l.lt. ,
UhJsa^^jAiUiAk>S .jNaniNMueiK/.v.j-,;.. ?<,,*
......"-i '" M.-ilfuTB. F.sij ii^err;ii !ui;aa rit-
-rf.'-r n tarOp- -Ir li'r.irlii iti rCUVI
aiwni.Mii. F.i ,.!-.1 un ** r.un m:.i,*, .jv ,1,., ; ,-..i,,,,!,, cnm-iot.
!ULAS VECETAE^ DEPURATIVAS
-.;> .:.!r. lili irme ti .-...u!..>j.i : >l< a

'"^*l
-U--t
' 910 9*
ITd
mei4dade,cosinha, Uv. n*VDm*n.erir! ?ii
boa r^airaTi1 (A aa na do Bram n. 84,
(aolreo.
j.'.-. t..
I

- .*:<*
;, jifm m
W^ BiJ. XJ i;hr *omrrAirt- *
Vi 'JffAlHW i-b.i(r ***v -'V-5Y5 1 *'"" **' **" t"">~
1' i' v Hi ck""'""'"'"""""'
. ..^f.. a~.....,,.r Iv-Fimu' ,
vtUJt-.li. fu-u- '' *-
A veoda na phaiaiatia d9 F. Jtaivax, P
e C, em Pernambuco.
____--------------------------.11
GAZ GAZ GAZ
Chegou ao atigo deposito do Heory Forster 4
t, rna do Imperador, um catie primeira qaaldade.o qaal se vende em partidas
1 reulho por meaos preea do qne em outr" qual
qByrjwie.----------------------------------------
Farifiha superi^
Tem para vender Amonto Lulz de M reir A
vedo &C, twmu escrlptort.TW da Crai n.57/

\
SlegvelI



bUHtde peraMtae* TfrHNS de Heafcro le 1867.
i
i-

I.
. #
4
V
A Agola teams.
Antes de Misar a son boi frof quu do 0
boto ha racabido, vai primeiro dirigir seas cu-
pr mentes e agradeclaaentos a UUo Viad braaeo
pela* atoneiras agradareis com qae ella a a iude,
eaawa eamprindaetaa dever, desaja-lM tanatea
que a par da continuacao de saa robustez tonta
eroetdn.aumento, a* bou (cegoaxea, a mai* qae
c pontana d'aqoelles qae a pretexta da amostra, le-
va o* objectos, a pela* anas Imamam oceopacdes
nio voltanrmais. -.-.--
.la t, pois, 9 bello Viada braneo qae a agaia
aprecia o seo bondoso tralamente, a Iba desoja a
felix porvjr. Assim dito e feito, val a agaia bran-
ca satlsazer a saa boa freguezia, pela obrigacao
em que esta'de continuamente scientiflca la do
que de novo receben, pelo qae avisa-a, da que aca-
ba do chegar para a loja d'agaia branca, a roa do
Qaeimado n. 8; o segainte :
Coques no vos de linios e variados moldes.
Bailes moderaos e bonitos para senhoras.
Untos de pon tas eofei lados com vidrilhos.
Conloas grossos, pretos e de cores com vidrilbos
para enfeites de vestidos.
Trancas pretas e de outras cores, Umbem com vi-
drilbos para o mesmo flm.
Gaarnicdei pretas para basqnines, vestidos etc.
Trancas e gales de seda para o mesmo.
Dita dita de lia e algodio.
Fitas de velludo de cores. Usas e chamalotadas.
Bicos de seda.
Fitas de borracha para cintos.
Ligas de seda para seboras e meninas.
Entremeios e babadinhos bordados.
Golliobas e punbos bordados para senhora*,
Collerinbos para homens.
Abotoadoras de diversas qnalidades e presos para
coletea.
Ditas ditas ditas para pannos.
Bonitas correales pretas para reloglos.
Aguia Branca a' rna do Queimado n. 8, re-
eebeo :
Caixinhas com dous baralhos francezes, de colo-
ridos anos, entermeados com donrados, papel en-
coreado, lustroso e opaco, obra malta boa.
Ditas com lentos de osso, rnarfirn e madreperola
para voltarete,
Pentes de marQm com cbapa e sem ella, para
iimpar caspas e tirar bichos.
Ditos finos d'osso e tartaruga para o mesmj
flm.
Ditos de osse baleia e tartaruga para desemba
racar.
Ditos, de ditas dita para -barba.
Ocalos de peneira para qaem soflre da vista.
Oatros de differentes graos e cores, com arma
efes d'aco fino.
Oatros tambem de armario fina, vidraca de co
res.
Lonetos ou piocenei com arraacSo e ac, b-
talo e tartaruga, vidros brancos e de cores.
Eoveiopes pequeos bordados.
Dito ditos opacos e grandes para offlcios.
Frasquinbos com superior tinta carmina.
Stereoscopos e vistas.
Acaba de chegar um nevo sortimento e conti-
naam a serem vendidos por ptecos commodos.
Melas
Pretas de la e laia para padres.
Brancas de la para homens e seboras.
Ditas de borracha para qaem soflre inxacSo as
penas.
Barretas ou carapucas brancas de algodio.
Esseocia de ail, e bolas de dito para en-
gemmado*
Vendem-se na loja, d'aguia branca, na roa do
Qaeimado n. 8, sendo a oteoBCia em frasquinhos a
500 rs., e as bolas a 60 rs.
Lencos de canbraia brancos e de cores com
barras de cores flxas
J nao a prlmeira vez que a aguia branca ven-
de desses lencos da marca *BB, isto bous, bo-
nitos e baratos, por isso approveitem Ddos essa
nova occasio de se proverem desses sempre pre-
cises lencos, caja commodidade de preco anima a
fazer-se o gasto ; costam elles 32600 a doria, e os
pequeos para meninos a 00 rs. a duzia. Qaem
se dirigir a loja d'agaia branca na roa do Quel-
mado n. 8, coobecera' que taes lencos tem as qna-
lidades cima ditas.
Nevo sortimento de albuns de SO a 200
retratos. 1
Vendem-se sempre por precos commodos;
rna da Qaeimado, loja d'agaia branca n. 8.
Bolas de Borracha para brin-
quemos.
Vendem se na rna do Qaeimado loja da aguia
branca n. 8.
Carretela de reroz para ma-
chinas.
Vendem-se na rna do Qaeimado loja da aguia
branca n. 8.
Papel paquete.
Vende se na roa do Qaeimado loja da gala
ranea n. 8.
- V.
iM
J$**
Alm do fraude sortimento das melhores machinas, americanas para descarrocar
algodo, de 10, 12,14,16, 18,20, 22, 25, 30,35,10 e,50, neste estabeleeimeirto w
encoetra mais o segainte:
Am agricultores
Sacaders Brothers & C. acabara de receber de
Liverpool vapores de Torca de 3 a 4 eavallos om
todos os pertences e mai proprios para fazer mo-
ver machinas de de?narocar algodo, podendo ca-
da vapor trabalhar at com 140 serras, tambem
servem para enfardar algodio ou para oatro qaal-
qaer servico em qae asam tra'jalhar com animaos.
z mesmos tambem tem a venda machidas ame-
ricanas de 35 a 40 serras: os pretendentes diri-
am-se ao largo do Corpo Santo n. ti.
Vapores.
Vende-seea casa deSaandere Brothers 4C,
o largo do Corpo Sanio a. 11, vapores patentes
om todos os pertences proprios para faxer movt r
es on qaatro machina para descarocar algodac
A Aguia Branca rua do Queimado n. 8,
recebeu de novo os seguintes objectos e
est vendendo-as por precos rasoaveis.' .
Modernas fivellas.
Modernas fivellas de madreperola, lavra-
das e lisas, guarnecidas com enfeites de
prata dourada, vendem-se na loja d'Agoia
Branca roa do Queimado n. 8.
Leques
todos de sndalo, oatros todos de sndalo
com bonitos desenos que representara qua-
tro vista, oatros de sndalo e seda, oatros
de faia tambem com desenbos qae formam
quatro vistas; vendem-se na loja d'Aguia
Branca, ra do Queimado o. 8.
Luyas finas
de camersa, brancas e amarellas: veodem
se na loja da Aguia Branca roa do Quei-
mado n. 8.
Latas com banba fina
vendem-se na loja da Aguia Branca, a roa
do Qaeimado n 8.
Chapeiinas modernas,
enfeites de flores, capellas finas para noivas,
ditas brancas e cor de roca para meninas,
eaixos e ramos de flores fioas e botoes de
rosa de diversos lamanhos: na Aguia Bran-
ca ra do Queimado n. 8.
Meias finas para meninos.
A Aguia Branca ra do Qaeimado n.,8,
receben meias mu finas para meninos, e
est vendeodo as de cores a $4000 dazia,
brancas a 50500 e croas a 6,1000.
Trancas de vidrilhos, brancas e pretas, lar-
gas e estreitas.
A Aguia Branca a ra do Queimado n. 8,
recebeu novo sortimento das trancas cima
ditas, e como sempre vende-as por precos
commodos.
Este esiabelecimeoto acaba da recebar lindas
chapelinas para sentaora, ricas calimba* para eos-
lora, ditas para jotas, pentes donrados para coco,
Ovalas maito ricas, assim eomo cintas a polMiraf
a ultima moda de Pars, entremetes e babadinbos,
bonitos toneadores donrados e de Jacaranda, <*#*
nasescostezas de diverso* lamaaaas e ricos eani
vete para senhora, voHas para peseoo, gravati
ibas, bico de seda, dito de algodio, labynntbo, e,
ES!?' ei"O obJecU* de Pnrado gosto, qae se
wrna enfadonho mencionar, tono por precos mai-,
da t>atae*"' *''" d* In,Per,riz D- 70- toJ*
Azeite de espermacete propria para machi-
nas.
Vapores de forca de 3 a 4 eavallos.
Serras avolsas para machinas.
Manches e todos os mais pertences para as
mesmas.
Carros de mSo para aterro.
Cylindro para padarias.
Debnlhadores para milho.
Arados americanas.
Carrinhos proprios para armazens.
Moinhos para reflnac5o.
dem para milho.
Escadas de madeira americanas.
Caixas com vidro sortidos.
de todas as qnalidades.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para engommar a vapor, t
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de vergninha.
Guarda comidas. ,
Peneirasd'arame para padarias e refinaces
Correntes para almanjarTa.
Machados e facSes americanos.
Barricas com milho braneo americano.
C
i
GRANDE SORTIMENTO
DE
FJLZENDAS BARATAS
LOJA E ARMAZE
DO
Loja
DAS

Armazem de fazendas finas para grandes toilettse ti so
ordinario para todas as dasses.
lidm m m
/.

tum (rp.po
f A. esqnlna da do Imperador
na
Custodie Jos Ai ves Guimai aes.
O proprietario deste importante estabelecimento avisa ao respeitavl po blico
aos seas amigos e freguezes qu acaba de recener pelo vapor francez Guienne, di-
versos artigos de moda, os quaes sao de completa novidade para este mercado, e aipro-
ximando-se odia da apressa-se em vir aviss-los do que ha de mais moderno em seu estabelecimento, como
sejam:
Riquissimaschapelinas com coque. I Lavas de Joorin preta, branca e de ces.
Ditas sem elle. I Lindos corU de laa oom barra.
Lindas chapelinas de palba da Italia. (Re-* Riquissimos cortes deHranspare&te de se-
commenda se rauito estas chapenas por se--da para vestido de seborastambem novi-
rem inteii amonte novidade),
Riquissimos cintos de seda, cem matames
ebineza, ultima moda.
Lindas saias de la com bordados, proprias
para as.excellentissimae seboras trazerem
por cima do ba!3o, ultima moda em Pars.
Lindos cortes de seda para vestidos.
Moireaotiqueraneo, azul epreto, fazea-
da inteiramente nova.
Grosdenapoles de todas as cores.
Ditos pretos.
Leqes de madreperola.
Ditos todos de sndalos.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, inteiramente novidade e ulti-
ma moda.
Chapeos de sol para senhora.
Ligas de seda para senhora.
Ditas para meninas.
Espartilhos para senhora.
Riquissimos enfeites para senhoras, io&ei-
ramente novidade.
Baloes para senhoras e meninas.
Touquinhas ricamente enfeitadas.
Coeiros- bordados.
Toa I lias de labyriotbo muito ricas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dito.
Rendas, bicos da trra e grades para lencos.
Um rico leacol de labyrintos.
Riqoissimas basqnines de seda preta, bor-
dadas com gosto.
dade.
Lindos cortos de 15 eom listas de seda.
Riqtjsshnas vellas para cintos.
Fil de seda e de linho.
Riquissimas camisinhas para senhora.
Riquissimas saias bordadas.
Puobose golliahas para senhora.
Riquissimcs manteletes mente novidade.
Peitos de linho bordados com gosto pro-
prios para camisas de noivos.
Collarinhos de linho lisos o bordados para
homens.
Lindos veos e mantas de blonds.
Riquissimas vestimentas para baptisados
tonteado ehapeosiirbo, sapatirAo, meiasiaha
e camisinha com lindos bordados.
Riquissimos chales de touquim.
Grvalas de seda branca para aoiva.
Ditas de eambr i a de linho com bordados
as pontas, novidade.
Chapeos de sol de seda c.om eastSo de
marfia.
Ditos de outras qualidades.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Chapeos de-seda preta para bomem.
Ditos de pbantasia para bomem.
Casemira preta, multo fina.
Ditas de cores inteiramente novidades.
Cambraias, 15as, datas, madapotes e oa-
tros muitos objectos.
Saa da Imaeratrlz d. 6k
UXliX SILVA.
Os proprietarios deate grande ostabeleeimento acaban^ de receber da Europa um
grande sortimento das melhores fazendas de 15a, hubo, algo^ao e seda, as quaes vendem
por precos baratissimos, afim de apurarem diDheiro, d^ndo de todas ellas amostras,
doaando ficar om penhor ou mandam-nas levar em casa das Ernas, familias pelos seus
caixeiros, assim como as pessoas qoenegoeiam em pequea escala, neste estabelecimen-
to comprarao petos mesmos precos qae se compran as casas inglezas, ganhando-se
apenas o descont.
Casemiras pretas eafesladas a i Saa.
Na loja do Pavo vende-se soperiar casemira
entestada preta para calcas e paletos pelo barato
preco de !600 o covado oa a 2J800 oada c re
de caiga, dita maito mais fina, covado a Sft200
o o corte a 3**00, ditas maito Boas sem serem
entestadas a ip*m, 000 a 2JW cada oovado :
Da 'i> a armaaem do Paveo oa roa da Imperatrii
n-89 de Gama > Silva.
Espartiihos.
Vendem-so magnificas eeparlilbes Irancezes
tcglezes na loja e armazem do Pavo, na roa ta
emperatriz n. 60. de Gama & Silva.
PANNOS DE CHROCHE'.
Vender um grande sortimento dos mais boni-
tos pannos de chrecbs -proprios para cadelras, so-
pbas, cadelras de balando, para atmofadas e para
cobrir presentes, e vendem-se por precos baratos
na loja e armarem doPavao, roa da Imperatrfa
n. 60, de Gama 4 Sirva.
FAZENDAS PARA1UT0.
Laja da pavo.
^fande-se setrm da China fireto sendo mna ta-
seoda moito leve sem losare com palmos de
labora proprio 'para vestidos e roncas para bo-
mem pelo baratofreco de S0OOO o covado meri-
no preto entestado moito bom a 1^600, -eoperiores
bembatinas pretas a 1*600, 1 *800 e $#000 rs. o
covado, superior cantao a 44200, laailnha preta
tisa a 400 eSOOrs. ovado, nm grande sorti-'j
tneoto de alpacas e princesas pretas que sevea-
| dem mais barato que era nutra qoalqoer parle, na
floja e armazem do PavSe, rna da Imperatriz, n
SO,e d Gama & Silva.
As 40 il varas de cambraias
Covado 300 rs. vara 800 rs.
86 i-avo
Veaciem-se finisstra cambraias france-
zas cota bstras miada,, e graudas e eom
lindos desenhos de flo'es e palmas, sendo
todas oom as cres ais modernas e mais
lindas que tem vinde ao mercado, pelo ba-
rato prego de 300 rs. o covado ou a 300 a
vara, grande pochincha attendeado a
grande porfo que tem, sea3o seria para
muito mais dmbero-: isto na loja e armaaem
do Pavo, coa da imperatriz n. 60 de Gema
Silva.
Chafes baratas
* 20, 3,5800, 6 e7000.
Veadem-se chales de marin estampados
a 2$, ditos lisos a 3#300, oitos estampados
finos a 6(5500, & 6,5500, ditos crepon
com listras de seda a 7500 e 84000,
pecliiacha: na toja e armazem doPavao
ruu da Imperatriz c. 60 e Gama e Silva.
Xovos T3s(ldos a 60000.
Na kijc do Pavaa.
Cbegaram os mais moderaos e bonitos copies
de orgaodys para vestidos, teado 10 varas c*da
corte, seado 7 varas htiodas para salas e 3 varas
sem listas, 'mas com enfoite para -o corpo. (oq ca-
SquiDbo|raote-seoeste genero ser o oais au-
derno que tem viudo ao mereadQ, tendo entre ed-
les moilos braceos coas islas e -enfeites pretos, e
ivadem-se pelo barato prego de %}, onleameole
no armaaem de Pavaoraa da Imperatriz a. Gama & Suva.
Para Vende-o Pavo.
fiwos cortinados bordados a 6#000, 105,1G,
905 e 2o5 o par i assim como os mesmos tambem
serven) para jaoeJias; ditos adamascados a 105 e
125; bonitas pecas de caes as adamascadas para o
mesmo effeito; boaitos daseos de laa de ama
e doa largaras, proprios para colchas, assim oo
Machinas para costura do autor Wheetei
4 Wilson, chegadas ltimamente da Ame-
rica; as qoaes pode cozer-se com dous
pespontos, toda e qnalquer fazenda, emBa-
inbar, frangir, bordar e marcar rouoa; tudo
cem perfeicSo. S5o t3o simples, que coja-
prehende-se fcilmente a maneira do traba-
lho e a pessoa tendo pratica de coser em ma-
rbinas, pode fazer por dia o servico que fe-
ciam 30 costoreiras.
Cbama-se este estabelecimento a atten-
i De Gama ^ do Pnblc. vto que elle se acha conv
a pletamente sortido de objectos de gosto,
como bem leques de madreperola e de sao-
dalo, fivelas, fitas para cinto, cokes perfu-
mara e etc,
Na ra nova n. 20 e 22. Carneiro Viatf
na &C.
Vestidos oe rantazia a 6,5 e 85.
Vendem-se bonites cortes de vestidos de
fantasa coca lindas barras e enfeites de seda
pelo baratissfmo preco de 6l e 8 na loja
O armazem do PavJo ra da Imperatriz n.
60. DeGama& Silva.
Pannos de linho.
Vende-se superior panno de linho puro
nara lences e ceroulas a 640, 700 e 800
reis, a vara na laja e armazem do Pavo ra
da Imperatriz n. 60. De Gama & Silva.
Bramante de linho a H 20400, 24800 reis
a vara.
Vende-se superior bramante de linho
com 10 palmos de largora proprios para
lences, pelo barato preco de 20, 20400 e
$#800 reis a vara, na loja e armazem do
Pavo ra da
Silva.
Algodosinbo enfestado a 10 10290 reis a
vara.
Vendem-se superior algodosinbo ameri-
cano enfestado que a largora delle d a lar-
gura do lencol, sendo liso a vara a 10 e sen-
do trancado a 10280 na toja e armazem do
Pavo ruada Imperatriz n. 60. De Gama &
Sirva.
Pannos e golinhas a 10000 o par,
s o Pav3o.
Vende-se om grande sortimento dos mais
bonitos e modernos punbos com golinhas,
sendo de esguiSo de linho bordados a 10000
o par, ricos manguitos com golliobas de
cambraia tapada e transparente a 20000 o
par, Erpecbincha ; na loja e armazem do
Pavao rus da Imperatriz n 60 de Gama A
Silva.
Calcmbas para meninas a 640 e
800 ris.
Vende-se calcinbas bordadas para meninas
que aodam na escola pelos baratos precos
de 640 e 00 rs., manguitos para as mes-
mas o para senhoras pelos mesmos precos,
na toja do Pav5o ra da Imperatriz n. 60,
de Gama Silva.
Baldes de eauda,
Vendem-se as mais modernas crinolinas on ba-
lees proprios para vestidos de canda, sendo os
melhores e mais modernos que tem vindo ao mer-
cado e por precos malte razoavels: na loja e ar-
oizeoa do Pavao rna da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
LSae transparentes.
Chegaram as mais modernas barejes oa laasi-
nhas 'transparentes com bonitas listas de seda,
vendem-se na loja e armazem do Pavo roa da
Imperatriz n.. 60, de Gama de Silva.
Casaqnlnhos para senhora
Chegaram os mais moderaos casaquinbos on ja-
queas pretas ricamente enfeitadas sendo com cin-
tura e sem ella, pelos precos mais mdicos qne em
ontra qaalquer.parle : se vendem na loja e arma-
zem do Pavo roa da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Bales a 3#< 2#&oo c3|,
Vende-se om graude sortimento de crinolioas
oa baldes de arcos para senhora pelos baratos
precos de 25, 25500 e 35 por ha ver grande por-
eao : na loja e armazem do Pavo roa da Impera-
triz n. 60, de Gama A Silva.
Hadavpolo e algodo
Vendem-se superiores pecas de madapolo ten-
do.2i ardas cada ama pelos baratos precos de
Mae
Vaquetas de lustre preptlas pra
carros, moito novas e da melhor qnalidade pos-
aivel: vendem-se por precos razoaveis na roa aa
Cadeia a. 86 A. _____
GRANDE BAZAR
rna Nova n. 20 e 22
\
Fabrica
DE
cerveja Nacional
De Henriqoe Leiden
0 proprietario deste estabelecimento n3o
poupando esforcos nem dinheiro para ra-
dar ao respeitavel publico e seus numeosos
freguezes acaba de installar para commodi-
dade e interesse dos mesmos.
Um deposita geral na roa da Impera-
riz d. 32
Aonde encontrarSo sempre um variad
sortimento quer em grosso qaer em refalbo
dos gneros segnintes:
Cerveja nacional branca e preta.
Vinhos finos e outros de Franca e Alie*
manba.
Absyntho Suisso.
Kerschenwasser.
Cognac.
Vinagre braneo e tinto de superior qua-
lidade, tambem tem deposito de agoa e li-
monada gazuza da fabrica do Sr. Jules Gros-
jeaD.
E tudo sem differenca no preco que se
fechoo na fabrica. i
Qualquer encommenda qne fr enviada
ao deposito ser immediatamente pcomp.
tada e remettida ao domicilio do comprador.
Fundado d'Aurora em
Santo Amara
Completo sortimento de tafias batidas e ondi-
aas, alambiques de lodos os Umanbos e fundos de
ditos moendas de todos os lmannos de superior
quaiidade, crlvos e boceas de ornalha, o que tude
se vende por commodo prego.

rt

mo bonitas colchas da croch : tugu isto se veade 65, 65500, 75 e*5, ditos francezes fazenda muito
0 dono deste importantissimo estabelecimento continua nolouvavel proposito de
querer vender maito e ganhar pouco, sujeitando-se a tirar em saas mercadonas mu lucro
rasoavel, para assim poder melhor agradar aos seus numerosos freguezes.
k' LOJA DE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO & ti
11Ra do Queimado11
-:
t*3 .
Angosto Porto A C. acaban de receber da Europa superiores cortes da seda da cores para
bailes e casamentes.
Ricos cortes de- Nood com manta e capella para noivas.
Cortinados bordados para camas de noivas e jaaeilas de 75 a 805 cada um.
Celias da seda e outras de la e seda o qae ha de melbor para camas de noivas.
Toalbinbas de croch para cadeiras o sofs, espartilhos a. .sultana para senhoras, camisinhas
com manguitos bordados e lindos eochovaes para baptisados, e baloes de mussolina e de reos para
seboras e meninas.
Lavas de pellica pan bomem e senhoras e superiores chapos de sol de todas, as qualidades.
Laa para vestidos baratissima bonitos padrSes o covado a 280.
Tapates grandes para sof, ditos para plano, ditos para cama e pequeos pata portas e janellas.
Moir braneo a preto saperiar para vestidas de lindos desanos, grosdenapla de todas as cores
. .__________
tela de qnadrinbos, cambraias'braneade.moita8 qualidades, ditas de'cores e lindas percales.
Basawnesde aada preta ultima moda, chales e rotondas de guipare, vende-se. bara^j ^ do pav5o roa ^ iapirtr\Z l
Camisas para homens francezas a inglezas de Unbo e de algodo oas e seroulas de linho ca-
par torea.
Capas de borracha, sobretodos e parneiras as melhores e mais elegantes.
Afolas grandac para viageos, dita* peqoeoas e saceos de tapete e cauro.
Bramante branca de 4 largaras. 25500 a vara pannos pretos e atoes, casemiras pretas e de
cores tuda bom a barato.
Neste estabelecimento ha sempre am completo sortimento de boa* fazendas unto para a praca
como para o centro da provincia e superiores objactos proprios para casa mentes como sejam capellas,
manta*, vestidos de blondo e de moir braneo, cortinado, colchas, veadendose todo mais barato e
'fUffftffl? M melbores
steiras e alcatifas para forrar salas.
II-Ra do Qaxeiawada-lt
mais barato do qae em aatra qailqaer parte, na
loja do'Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama
dt Silva.
Orgaady a 4000.
Vendem-se bonitos cortes de organdy
sendo com listras todas brancas ou eom lis-
tras de cores tendo oito varas cada corte,
polo barato preco de 4& pechincha: na
loja e armazem do Pa*5o roa a Imperatriz
n. 60 de Gma e Silva.
Atoalhados para meza *'J#000, 2(51500 e
30000.
Vende-se superior ateaihado de liaho
adamascado alvo com 8 palmos de largara a
3)9 a vara; dito adamascado pardo a 2500
rs.; dito alvo de algodo a 20000 rs.; dito
trancado alvo, sem ser adamascado a 60O;
guardanapos econmicos pardos a 30 a du-
zia ; ditos alvos a 3|j(500 e 40000: isto na
loja e armazem do Pavo ra da Imperatriz
o. 60 de Gama & Silva.
Casaquinhos de fil.
Vende-so os mais modernos casaquinhos
oa basquinas de fil preto pelo barato pro-
co de 160, chales e retondas de renda preta
na loja a armazem do Pav5o ra da Impe-
ratriz n. 60. De Gama & Silva.
Cambraias largas coa 8 Palmos de largura a
10 e 1280.
Vende-se cambraias largas da Escoeia ten-
do 8 palmos de largura que falicita fazer-se
um vestido apenas com 4 varas, pelo bara-
to preco- de 10 e 1280 reis a vara pechin-
cha na loja e armazem do Pavao roa da Im-
peratiz n. 60. De Gama & Silva.
Cambraias esco cezas tapadas e transparentes.
Vende-se um magnifico sortimento de fi-
nissimas cambraias brancas para vestidos,
tendo mais de vara de largura pelos precos
de 100,120, 130, assim como um grande
sortimento de ditas mais abaixo de 40, $0,
60,-70 e 80, garantindo-se aos comprado-
res que oeste genero nao podero comprar
melhor eni outra qaalquer parte a s na lo-

*.7n,Vr." ""delras da ca;a incendiada f
i* riM H groa wa trata* Ba pjesma roa n, I. f
Noto e grande depositle superior Antonio Gonaes dos Santos & C, rna Santo Barban a 1, estn habilitados a snpprlr d..
enanodicoe*mato favoraveis qae em ooaoa>ak|0*r deposite, a todos o* OTl0 vapor qo* Ik,;iA ria,da aofiratri n. 60,daGama
<*&m 1WW pwt. A contratar nesia com Donjlnfo Jlves Mathens,| <> ** "Ta
Wtfar
Gima & Silva.
Damascos para colchas a 30, 20500 e 800 rs,
Vendo-te o mais superior damasco eom
8 palmos de largura proprio para colchas
com os desenhos mais bunitos que tem vin-
do ao mercado com orna s cor e de.duas
cores peto barato preco de H o covado, di-
to com 6- palmos de largara-a 20800; ditos
de urna s largora a 800 mis, na loja do Pa-
riio ra da Iroperatrii o. 60. De Gama &
ba.
Cassas de non s cor a 300 rs.
o covado.
Vende-se bonitas cassas de urna cor s.
leafeatenlajMa e aao,*n* de lyrio roxa,
yarda a efir de caana, pelo barato praoo de
gd^TiV o cpvado: na toja e armaaem
! superior em pecas ou a retalbo, algodo moito en-
corpado pecas com 20 jardas a 55500, 65 e 65100,
dito muito flno qae serve al para camisas a 85 !
na loja e armatem do Pavao roa da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva.
Novidade do Pavao.
Alpacas, a 1280
Cbegaram as mais brilbantes alpacas de
seda para vestido, sendo neste genero ornis
bonito que tem viudo ao mercado tanto em
no vida Ja de dezenhos como em flores, pois
urna nova fazenda que se confunde perfei
tamente com seda tendo entre ellas algumas
todas brancas com os mais odos lavrados
e~ vendem-se a 1280 reis, o covado, na loja
armaaem do PavSo, rea da Imperatriz n.
60. De Gama & Silva.
Os easaaaiahos da palia
a 180. 200, 2S0e3O0.
Cbegaram os mais modernos casaquinhos
ou aquetas de groa preto, ricamente enfei-
tadas, sendo uns com cintura e outros sol-
tos con'orme se usa ltimamente e vendem-se
palos baratos precos de 180, 200,250 e
300, na loja e armazem do Pavo, roa da
Imperatriz n. 60. De Gama & Silva.
As alpacas do Pavao
para vestidos a 10.
Chegou era grande sortimento das mais
bonitas alpacas lavradas, de cores que se
veadem a 10 o covado, ditas a 800 rete,
ditas lizas de todaa as coros a 640 reis, que
se vendem na loja e armazem de Pavao, rea
da Imperatriz n. CO. De Gama & Silva.
Vestidos braacos
a 40,80 o Pavo.
Vendem-se bonitos cortes de vestidos.de
cambraia branca com bonitas barras tendo
entre elles tambem coro barra de cor e ven-
dem-se pelo barato preco de 40 cada um,
na toja e armazem do Pavo. ra da Impe-
ratriz n. 60. De Gama Silva.
- raade novidade
Vestidos a 60
a4 na laja do Palia.
Se vendemos mais ricos cortes de organ-
dy braneo com elegantes listas largas, pre
tas tendo 10 varas cada corte com os ooro-
patentes enfeitos para o corpo sendo neste
genero o que tem vindo da mais novo ao
mercado, pelo barato praeo-de 60, s na
Luvas de pellica,
A' loja da Aurora na roa larca do Rosario n. 38,
pertencente a Manoel Jos Lopes & Irmo, rece-
beram pelo vapor inglez as seguintes luvas de
pellica branca, para homens e senhoras, ditas de
cores para homens, as mais frescas qae tem che-
gado a este mercado, pentes de crystal de difieren-
tes modelos para coco, cintos moito modernos para
senhoras, fivela de differentes qualidades para cin-
tos, chicote de estralo multo Anos; assim como
monas mais fazendas que s a vista dellas se pode
apreciar.
Escravos figidos
------------;----------------_^
Atenco. ;
a>o{ijooo. |
Contina andar fgido do poder do abaiio as-*
signado, desde o dia 12 de marga do correte anao
e seo escravo pardo claro, de nome Cyriaco, com/
os signaes segnintes : representa ter de Idada 40'
annos, rosto redondo, e om tanto envergado, olbos
empapujados e fondos, bocea grande, boleos groa-
sos, barba fechada e raiva, pos e mos erossos e
carnudos, peitos vermelhose cabelludos, cabellos
crespos e avermelbados, oostuma andar armado d
fado e orna bayoneta n'um peo, gosto dr tomar
cachaca, e quando flea bebado da para poeta e re-
grista : rogase, portante, as autoridades polieiaaa
e capities de campo a apprebenslo do mesmo, e
lava-lo a seu senhor o abaixo assignado,. no en-
gento Pedregulho, em Nazaretb, qoe sera'' recom-
pensado com a grttifieieao cima.
Jos IfBaelo Ferreira Torres, -y
fngio no dia 26 de agoste, do eegeohe Rn
da da comarca da Victoria, e mualo Jos, de 34 a
25 annos, pertencente a Jos da Cmara Pimental
com os signaes segnintes : alto e grosso, barba ra-
pada, tem por costme andar com o oiho esquerde .
fechado, ora aberte, ol montado n'oma besta cena
sella de vaqneiro e gibao, levon dons chapeos da .
cooro, om velbo e outro novo, maca a' garepa, 1
japona e 1 pistola de algibeira, fot comprado no
serto do Inbamnm, villa do Tanba, a 4 de jaoba
do correnta auno, ao Sr. Antonio Alves Feitesa :
rogase as autoridades policia.es a captara do mes-
mo, podeado-se entregar no mesmo engeabo aehna
mencionado, on ao Sr. Joaqoim Manoel Ferreira da
Sonta, largo do Carmo n. 1. i
i i ii ,

a
;*
nasa aHaai 9 *r-
Contina a estar fgido o***
cravo \Simio. 100^000 de gratificacao.
Roga-se a todtt as autoridades "P!^L!
canap, tonto desto proviac|a como ia das Alagas-
a appranenso do dito escravOjioe mgloM oa
de nsenbor no(dia SI de Sff^%SiSSi
toja a armazem do. Pavo. ra da lurperatrtz ^JfB^ff^i VA S^
rraoadO. COffl faltad* dtOteS M-Ma-
.

i '
d. 60. De Gama A Silva
n hiiii Tti
-----
kdaalS^(SS barba, levon ^^-
amata da ao* am.bom wt^: Sffeav-.
lan*p,^hapo de meia a6* nevo *ee*-
ciaa^aamaa'ao Sr. Jos Vieeate idaio.,
. o Sr. JoaqnKn
afeito, mocador noi
il de aon-.
de i
JE-SE
Motores americano para dons cavailoe.
Dito dito par guarro cavaflo*.
numero 30.
PAGINAQAO INCORRETA



8

Diario de PetmkUt f er^ft felra de etesmJ>ru de 1867.
4SSEB4 GERAL
CAlHlU DOS SNIORES DENTADOS.
SEvSAO EM ili DE JULHO DE 1867.
nttKOBNOIA DO SH-VEIBA DE SOUZA. S^t* -
#R8DENT1) fgffMj
(Connuagao.)
Q recorsos Baanceircs de gue naquelle pleito
miro-nso Miccorreu se a Inglaterra foram o$ peta-
dos imp .tos que pagou o povo, os enormes em-
, O orador nao qatr tomar tempo coro ctiages de
, eseriptores que apreciara o* raeorsos flaaoeeiros
usaaos na ultima guerra da America do Norte e os
. enetlos flesagradaveis que all eaosou a emissao de
i Papel-moeda. Se aneja: alrrojEe^arla.(aMpcbo
i muito exprossivo de r. M. H. Carro, Mitigo
?olflPDb"C0Q B0 y^chant's-llagasine de lulbo de
; 1860, e ootros qae tem comslgo ; mas nao o fez
i para nao ioeommodar o Sr. presidente do conseibo,
que parece nio gostar de taes citages. -
Limita-se, pol?, a apreosentar algans Jos meios
all empreados para dar recomes ao thesoaro, pe-
diado ao Sr. presidente -da cateara lieenga para
transcrever, na publicaci de sea dfccorso, am
presumo* que se elevaran a sommas fabulosas e
anua hja eucnem do pasmo os mtls oosdos aPanbado das oper-gSes postas em pituca desde o
fin weiros. Um des grandes meios eolio pela ij>nDCIP|0 da guerra, operages qoe o orador ezlra-
pr.uier* vez empregado fui o meme tax, o imnns. hl dos documentos offlclaes que exairiooo, pen-
mpos
(o da gii r.>, que a o ci iogleza supportou lan-
Cldo o oais alta escala.
F. rin rsses os rr> i's com que a loglaterra le-
v^Dinn (urcas militartSj coosiruio esquadras e
aatadinn iis governos do continente para vencerem
e.B.r dU o orador, am in>truraento to avlltado qae nio
poli* dar too grande resultado. O papel-rooeda nao
Runa a furca mgica necessaria para fazer parar o
(temo da victoria, para conter o impeto da agoia do
Uir-ogu ede Austerlilz, que, no arrojo de seu voo,
crien n tootinente europea com as atas resplen-
d .-ote. iie tnamphosl (Maito bera.)
A iri.i-pudenria americana? Nao foi o papel
moe.u q-i* a fez. Tcrnoa-se elle pelo contrario
um dus r4 raaiores embarazos.
E's ruidu se exprime sobre o papel-moeda Geor
ge \V. hmxton o liberta ior, qnando na campanba
6a 1779 recusan recebe-lo paca pagameolo de saas
ftopas; tNao sena isso servir ao paiz- seria enri
neuer signos individuos e assegnrar o trinmpho
i improbidade. O bomem de beio nao pode
querer pagar 20 sbinlliogs com um s on com a
flielade de um. Tal era neile, diz um historia-
dor, o poder do sentimeoto da eqoldade qne Impe-
dja-o do fuer a razio de estado os sacrificios a
qae o levara seu deslateresse.
Drpoig de dizer que o caso da primeira guerra
aro -rica 6 um dos poucos em que pode acbar
d#seulpa o papel-rooeda, pois tratava-se da inde-
pendencia, da fondago de urna nacionalidad?, de
planinf a iiberdadeaa trra virgen) da America, o
orador fXyiica com a historia como o papel moeda
(a '^ffl.o'i indo a ultima campaoha da liberiacao e
addiana talvez a realisago de to grande acto, se
tf Piaaga n io enviasse novos retornos e a fortuna
a<> frtv.iirr.esse as armas de Washington ua caoi-
rulaeu oe lord Corowallis.
O que fet a independencia dos Estados-Ualdos
(>ula coururso dos cidado com o seu braco e soa azen-
da ; fui n santo amor da patria, foi o entbuslasmo
" tih-r dada*, foi essa aspirago sublime do bomem
pela luimorlaiidade qae o faz querer para si e para
s mm Krrago as beogos dos viudouros; foi esse
.' -. ni<, innato uo corceo de todos nos, que nos
taz ,.;-. jL.- ama patria para nossos tilbos naquella
'... i :i cu que tero de descancar, com a qual se tem
de confundir, os nossos allimos despojos desta vi-
da I (Umto bem, muito bem I)
fj j --,i > a ultima guerra dos Estados-Uoldos, o
o/a-i t oio se alargara muito, pois, quo os seus
s8rctios o recentes e anda esto na memoria de
todos.
IV. a .-'neata qua a euuisso do papel-moeda foi
d> i'ii.'.'O.OO) 'te doilars, pois que os outros
40 i.uou.u.N) de ttulos que entraram tarabem no
a discus-i j levasse ramo diverso da
saodo qae
que teve.
RespoHdeodo as diversas ceratstacoo do Sr. pre-
sidente do cooselbo, o orador, para maior clareza
e meibodo no debate e evitar futuras recrimina-
c5es, tomar cada proposl^io de S. Ex. consideran-
do-a nos termos os mais precisos.
O Sr. presidente do conselno, deefrando falso o
algarismo de 45,000:000* em que o oraJor calen-
lou a emissao pedida pelo governo, dlsse qae nie
comprebendera elld a proposla.
Espera o orador da bondade de S. Exc. qae por
rande favor ibe fara* a concesso de ter elle
aprendido e saber ler. (Risadas). Nesse presop-
posto diz, qae tendo lido a proposta e vendo oella
as seguintes paiavras :Com lamo qoe esta emis-
sao nao exceda a importancia dos bilbetes do liie-
souro que aiverem em circulado na dala da pre-
sente lei, niio podia afArmar qoe a autorisacio
se refere a am algarismo Bxo.
Era, porm, necessanopara ser bem eompreben-
dido que tomasse am algarismo, qae dsse idea
aproximada do quantum de emissao. O orador es-
lava informado de ohirem a 50,000:000^000 as
letras do thesoaro. Nao quiz, porm, ser exage-
rado procurando o mximo, e pois tomou aquella
cifra qae dra o Sr. presidaate do conselno no re-
latorio da fazenda deste aooo, a qual tinba a van-
tagem de nio poder ser contestada pelo ministro
que a declarara.
Mas, S. Exc. contestn o sen proprio dito no re-
latorio e afflrmoa que era falso o algarismo, por-
que tinha o ihesouro letras acceitas na somma de
00,090:0003000. E' verdade que S. Exc. logo de-
pois de tao vigoroso enanciado passa a argumen-
tar com o algarismo, de qae se ssrvira o orador, e
portanio concordou qua era esse dado o mais se-
guro para a discussao.
O orador argaroentou com o algarismo offlcial,
com aquello qae offerecra o Sr ministro da fazeo-
da, com aquello que S. Exc. acceitoa na coolinua-
iodo seu discorso
E, pois, se o algarismo falso, S. Exc. asou de
um algarismo falso e com a aggravan'e de ser elle
qaem o proclamara falso momentos antes.
Ora, se o papel-moeda am grande mal, so a
peste (expressao de S. Exc.) convinha antes aoSr.
ministro deixar passar o algarismo de 45,000:0005,
a que depois vollou, do qaecarregar asproporc5es
do damno, elevando a somma a 60,000:0000:o.
U orador, porm, mais cordato, acceita de ora
em dlanlo o algarismo de 50,000:0003 e observa
qae, alm da contradicao em que se mostrou o
honrado ministro nesta parte, qaereado dar-'he
quinao, nio fez mais do que aprofundar o golpe
atirado a proposta que alias S. Exc. liaba a peto
defender.
parlamentar consammado e bomem de recursos,
vem mostrar ao qua poda coodazir a difcil posi-
(3o em que se collofiou, tendo de defender o papel-
moeda qae propozra. Nem ha ootros melbores
argumeotoa con qw sa detonda a pesie (expressao
de S. Exe.) e* tMaMN^D-ciinistro teve de asar di-
qoelles qae a materia offerecia.
S. Exc. foi anda menos feliz aceitando am oatro
trecho do folbeto em que se applica ao papel-moeda
ltimamente emlttido nos Estados-Uaidos a apre-
claco qae faz Bigelaw do papel chamado cootinen-
tal pelo governo americano langado em circolaco
do tempo da guerra da imtopendeocia.
. O Sr. Barros, apezar da saa lllustracao e amor
ao trabalbo, ao sea folbeto, qae alus contm al-
guns dados aproveilaveis, talvez pela pressa com
ro, pagas estas com a emiiso, e lanzadas novas
letras no aereado, nio ha pagnenlo da divida
fluctaanu, passa o thesouro a emlitir papel-moeda
ao mesoM tempo que eraltle letras. Conserva ou
augmenta-se a divida fluetuante: ba A* mais o
papel-moeda. Foi o nobre ministro qu com suu
paiavras deu lagar a uvidar se dessf soa afflrma
tira. -
O orador acredita qoe Msta paria ba de S. Exc.
fazer o mesmo que fez na axecacjlo de outra lei,
alias, nesta parte muito expressiva e terminante,
a lei de !x de etembro do 1860.
U Sa. Tatabes Bastos : Apoiado.
O Sn. Paulino dk Souza : Tem assim motivos
para davidar da reallsago da promessa.
lievoltaodo se contra as observacao do orador
qae o redigio, leve algans descuidos e exactamente sobre os perigos do pappel-moeda, pergnatou-lbe
o creame leem mais o carcter de emprestl- ormpirn,.^e Rflft d, or4dorh oj, 'also- dif9
___.,___.- --------1, i..fc.Ja i or. minisiro. S. Exc. teve a bondade de dlzer
ido < '.--emelhau.-.-e a opsragao lembrada pelo
otad r Dir substituir a emissao do papel-moeda
pudi-ia peio governo. Esse papel conservou-se
mais o carcter de malos de renda, segando o
tost-.niiofii do secretario >.u thesouro Mr. Mac-Cul-
lj.ni no animo relatorio de 1806.
Compare se agora essa somma com o algarismo
eflirm* dos ou Morcados durant a guerra, com os em-
M'mmH continuos e avultados que snbiram a
!,783,li.y Sa.pui- tu ..a-a, uaode rovistas peridicas, mas dos
ocumenios officiaes que compulsoa quaodo estu-
ou m nperaedes de crdito ltimamente feilas na
A'iieiica do Norte. Ple-se avahar a eleva^o do
algarismo dos empreslirnos, dizeodG-se que corees-
f 'o i- a renda ordinaria do Brasil em cerca de 90
eaao*.
O papel-mordaemittide ltimamente pelo governo
Jederat oo deu grandes recurso?.
B quaode i lancou mao desse meio ?
*oi quando o estado achoa-se o momento do
aWp-ro, quando do solo era preciso levantar
cent-as de roilbares de soldados, qaando era rois-
irr uut- cada dia cahisse om monitor dos estaleiros,
. ootiMs o- confederados ameacavam os mu.-os da
e>H'ia', qaando o territorio era cecupado pelas
ri.s, uu-odo a existencia da nago perigava,
oqand en.flm, nio bavla qne escolher e o thesou-
ro vatio oio permittla a demora de nm da para
sa or corar meios de oecorror as despexas *do
Bornelo.
Eis o qae diz om escriptor que falla com a an-
j,,ijtade fle (estemuoha presencial dos aconteci-
fte.,ioS referinde-se a' sessao do cougresso aberta
en i A* dezembro de 1861 : ,,,!., ha
E < sessao (ol talvez a era mais >mbrui do
grande drama da guerra civil. Depois da longas e
Turbosas discossSes, em que nao foram poopadas a
M.Qbhca as mais negras prediccoes, o, cougreaio
flecd.o se a sabir dos extedieotes e a entrar (rao-
om me oas vias das medidas extremas. A ora
revolucionaria comedn para as Bnancas.
O acio de 23 de fevereirode 1862 foi o pnmeiro
m! a emissao de 150,000,000 de doilars
it papel-ra ieda. ...
Como, porm, se fez a emissao 1 O que pensoo
rsuriiu do governo americano ? .
O ,er,tario do tbesonro, Mr. Chase no relatorio
ar.rn.H-tado ao congresso em 10 de dezembro de
1863. exprime se do seguinre modo : -
O omite Unpo&to pela lei a emissao de notas
dos K-udos-Unidos foi ailingido e o secretario loi-
ca mcouiesuvelmente fdra de proposito augmentar-
(h-> a somma. Qaando a circulado excede ai le-
it.ma^ exigeuclas dos pagamentos reaes e das
permutas o accrescimo da seu rolme nao loe
Muow o v,or pelo contrariowdaaddicao ten-
or iueviuvelmente a' depreciacao ; e a deprecia-
tio s a addicao cotiouar, s achara limite pra-
t.co ..a ausencia completa de valor da massa aug-
""'oaodo o coagresso autoriscu a creajio da
divi .I era certa extenso, sob a forma de notas dos
E-iadu-Uoidos, e imprimi a essas notas s quait-
o.de, de meio circulante, ul acto era.justificado
I,, deiparecimento da moada metaliica (com;,
Mi *uspnsio dos pagamentos em especies; pela
Seces-..ide de prover sobre um mek.no qual
fo-sem cobrados os imposlos, recebidos emprei-
timos e MIH os pagamentos, e pela obvia conve-
aieom de estabelecer tal meio na forma de emis-
Sw oa-moaes, em vez de recorrer ao papel bau-
Snu. Sb o "I*"0 da **! circumstanc.as o acto
CTatbioe necesario; porm era igoalmeate ae
SaJ!i,rwede necessidade U" ^ dM
mi-5-H oeU precisao que as reqaerea
K Jo mSl Para preencher o nm eaojjdo
i demanda add'cfonal
_....*.- de pagamentos em dl-
determiaada pelo
ecres imo e varledade
"***- .i js.sbSS
eram >offlciemes para taes flus
is eons>8es a essa somma.
c o -retarlo nao prop5e alteracao de tal llmi-
iaco, pois nao confia em augmento de recursos,
repulanle de augmento de circnlaclo. Nevos ara*
ore-timos desie genero seriam utrasl cerlamente
iIIu-otii, porqa dimlnulcao do valor neutra-
tt"a o aecreselmo da somma. ,.,,
E das de 186S opresideoie da uniao disse o
*eau me na measagem ao coagresso :
Nm deremos visar a nada menos do que fazer
desaparecer os males flnanceiros qae se segairao
* aurrra civ.
i Ti#d. os nossos sfor?os devero tender a rea-
fcfc^-cer a cirettocio, aoje am otado lo deplora-
fa. e loaoforar om rgimen que, sem ser oppres-
3 Jar. a aacib, pecara' deade ja a ^^r a
divida e que, se conUonar, ebegara a exlM|U-la,
*m rtJ^aomero de annos. Noeso dever reoe-
, ?JXoedo posslrel os fncpnveoiemos aampre
VlZ di omallrcolacio de papel >>*<"-
L em medidas intempesltva e sem lamaotarel
J^JnSo. Cada mn de nos, nos limito de Mu
ri^rdo^Tgo^o eieenllvo insistir
ate a aSlSS l^i "L2 ""
atonnma 4 um grande^ rMi^ES^am.'aaaa
. ff.r -uli.r o nossos ^***U""
. aasaccaea monetarias, nosso deror '"^J
a>t encalado do papel-moeda. 2v22S I
, ejreoi-cio flcikla nSo excedi de *x*fmt**r'
boj a cirealatao, unto dos bancos, Cpme e-
, oro, excade a 7OO.000J00O. O fectt**m
_ alaia elyqaeBUmente do qae en poderla faae-w, em
* W d* dimbauicao do papel. A redcelo gra-
flaal da circulacio a anica medida que poasa
nbirahir o commerelo nacional a grandes caiamt
Udes, te. >
qual o ponto de partida que o orador devra ter
lomado. Condescend com S. Kxc, sempre qae
possivel e portanto vai cotloear-se uo terreno qae
Ibe Indicado.
Aotorisando se com o trecbo 'de um opateato do
Sr. Dr. Barros, hbil empregado do ibesooro, esto-
dada a qaesto, disse o Sr. presidente do comelbo
qua o orador davta ter comparado a rauda publica
de 1816, aooo em que se estabalecijo o novo padro
monetario, cora a circolaco daqoelie lempo e to-
mando a renda actual ver qual boje a circolaco
correspondente.
O meio de chegar a esse resultado o que na-s
escolas se chana regra de proporcao.
A renda do estado em 18*6 foi de 35,009:000^ :
a circolaco era de 16,000:000*. A renda publica
b< je de 60,b0O:00OJ>; qual a somma de meio cir-
cuanle que ibe corresponde ? E' este o termo des-
conhecido da pioporco.
A proporcao :
35,000:0003 : 46,000:0003 :: 60,000:0003; X =
Na equaeo de X qae sarge a difficuldade.
Segundo a aritbraeticado orador, qae a raasma
de que usam os aprendizes de eommercio, na pro-
porcao apresentada.
X=78,857:42I3857.
Segunde a arilbmetica do Sr. presidente do con-
seibo na referida proporcao, antes da proposta.
X= 118,498:8543000.
Depois da proposta, com a nova emissao de
30,000:0003.
X= 168,408:83*3000.
a Voz :E' mntto bem lembrada. (Risada).
OSr. Paulino de Souza :... em visla de se-
melhante resollado vio-so no maior emharaco e
consultou nm dos matbemalieos da casa, qoe con-
firmn o seu calculo, O orador t ve receio qoe
desta vez o Sr. presidate do cooselbo dissesse
qae elle nao aprender arilhmetlca. (Risadas, mui-
to bem).
Pede ao Sr. presidente do conseibo qae Ibe diga
qual a arilhmetica do sea uso (risadas) ou ento
oo se elnja tanto a' lettra do compendio. (Muito
bem).
O Sr. presidente do cooselbo entrevio talvez qae
mesmo no sea ponto de vista, qoe boje lamben o
do orador, baveria excesso de meio circulante.
Procuroo, pois, dar-lbe empreo e aeba-lbe deriva-
vos. Segundo a proporcao do orador, feita pela
arilbmetica vulgar, a qae (permitta-se-lbe a falta
de modestia) tem o mrito de ser lovariavel, esse
excesso de 90,000:0003-
VIo ellos ser empregados as iraasaccSes pro-
movidas pelos graodes melboramentos qae o pair
tem ja' emprebendido e por aqoelles de caja
execucao se preoecup, disse o Sr. mioistro da fa-
xenda.
As traasaccoes resallantes dos melboramentos ja
realisados exittem e ja entraram no calclo ; as
que proviro daquelles de que vamos agora cuidar,
estas sao futuras e talvez remotas. Venham os
melboramentos; qaando com eiles crescerem as
Iraosaccow, traga ento S. Etc. a proposu de aug-
mento do meio circulante para liqudalas.
Soccorrea se, porm, S. Exc. do argumento de-
cisivo, tercioante, Ingente, Anal, com o qual nao
sabe o orador s poera' arcar (oucam, oucam), jo
gou a ultima carta, a dos momentos, oe maior
apuro.
Quando o Ilustre depotado pelas Alagoas (o Sr.
Tavares Baslos) a primeira vez este anuo levantou-
M para miniteslar-se em oppos.cao ao gabinete,
retorquio-se-lhe : s Nao vos lembrais de que de-
cretamos a abertura do Amaxonas. (Apoiados.
Moito bem.)
As ootras aecusacoes que aqui se levantaram
Eram | acudlo-se logo e abertura do Amazonas ? i (risa-
das, muito tem). .
Anda nesta qaesto do papel-moeda a abertu-
ra do Amazonas o grande argumento. V para
all qoe ha de derivar-se o excesso do papel-
moeda.
O orador nanea se admira de ignorar qualquer
cousa, mas esfrea-e semprd por aprender. Nao
sabia que as margena do rio ocenico existiam
essas cidades magnificas, esses mercados opulen-
tos (risadas, multo bem), essa popnlacSo laboriosa e
conenegada, para mover, oojos producios seriam
precisos cerca de 90,000:000* de papel-moeda.
Desia res nie consultou o Bullto* Rtport, ro
aos mais modernos autores :da geographia (e nrslo
que esta' a sua queixa do Sr. preWente do con-
seibo por ter Iba dado em vio Unto trabalho) enada
achou qoe ja nao soubesse.
Teve de ioeommodar, por informarles, ao nobre
depotado pelas Alagoas, a qaem ja se referi, o
3nal, eooheceodo perfeiumente aquellas paragens,
isse-lhe qoe all exitUa apenas vasto camno, onde
darla meases magnifica* a sement da mitlsaco e
do trabalho j que o commerelo do Amazonas, con-
sistente eta productos' naturaes e da pequea col-
tara all maito em cometo, poderla ser avallado
em 13,000:0603-
O 8a. Tavares Bastos :^-A(lrmel-o a V. Exc e
exacto.
O Sr. Paulino de Souza ficon sorprendido com
semelhante resposta e anda nio poda comprehen
nos pontos era que elle descuidoa-se qae foi dar
o nobre ministro para cita-lo.
O orador o primeiro a reconhecer qae o the-
souro urna das repartieses qoe tem melhores em-
pregados, principalmente os superiores, e tao bons
qae S. Exc. at boje se tem dispensado de dar por
si qualquer deciso, indo ter com eiles, quando o
negocio nao val affecto ao conselho de estado.
Levado pelo engao do autor do folheto, o Sr.
ministro da fazenda applicoa a nm tacto qae se
dea aliimamente, depois de 1860, a apreciaeo da1
oatro acontecido no scalo passado, dorante a
a luta da independencia americana.
Foi ainda a dora necessidade de defender o pa-
pel-moeda que levou o nobre ministro mais urna
vez a jurar com f ega e Implcita as paiavras
do compendio.
A le de 12 de selembro de 1866 ordenando o
resgate gradual das notas do banco do Brasil, adel-
gaca a circolaco, disse o Sr, presidente do conse-
ibo, e da' logar a' entrada do papel qoe o governo
quer emittir.
A retirada oeste anuo de 2.280:0003: nio d
espago para 50,000:0003. Nao possivel acommu-
dar as aguas volomosa: do Amazonas no letto de
aigum dos pequeos ros da babia do Rio de Ja-
neiro. Se o podessem tentar, a inandaeao seria
horrivel, igual a' qae vai caosar papel-moeda no
mercado monetario.
O nobre ministro trouxe ainda nm argumento
para most-ar qae em vez de avtltar o meio circu-
lante a nova emissao tem vantagens para a circo-
lacio sedo substituidas as letlras do toesooro por
papel-moeda.
As lettras do thesoaro sio ao portado, dix S.
Exc, fazem as tunccSes de moeda, constltuem pa-
pel circulante, e a grande massa existente depre-
cia o meio circulante. Ellas circulara s na corte
e o papel-moeda correr' em todo imperio. Alar-
gada a rea da circularlo, menos sentida sera' a
superabundancia.
O orador contesta de frente a proposicao do co-
bre ministro, e lem de entrar em algans desenvol-
vimentos para rebaie-la, o qoe se torna Unto mais-
aecessano, quanto foi enunciada com o tora o mais
peremptono e como argumento- sem replica.
Se as lettras do thesouro, por serena aceitas as
traasaccoes entram no- meio circuanle, eeto nelle
entram tambera as lettras de cambie, a da ierra
Iransferiveis por endosso, quaesqaer Hiatos pro-
missorio, os ttulos de depsitos de valores, es co-
aheci memos de gneros armazenados on eartega-
dos a' bordo.
Se, o facti de nm ou eolro credor aceitar em
soluco de divida as lettra* do thesoaro, d-lScs o
carcter e funeces do numerario, ento os mo-
vis em geral er mesmo os immoveis podem fooe-
ccionar como moeda.
No contrato que os Romanos chamaran)dao
m solutwn, ainda- boje muito em uso, o devedor
paga a obrigaco com bens movis ou de raiz. ito
emtanto ninguem-disse aioda que os beis movis
e immoveis fazeo parle do telo circulante de-
qualqoer paiz. Pela dotMrma do Sr. presdame de
conselno lado quanto. 6 ou representa valor cousli-
le meio circuanle.
Meio circuante a moeda regar de um-paiz da-
da, recibida em liqatdaco final das traosac<,5es,
medida commum de- lodos os valeres, aceita por
toda a populacho, autoruada e decretada potos po-
deres do estado. O ouro, a' prata- em barra ou em
objecros de aso nio meto circulante, embcee des-
ses metaos se faca e cueae a moeda.
As notas- do goverao st>ivem dividas : as letras
do thesouro sao ttulos, do empre3mo fito ao es-
tado; sao c-document, a pro va da divida.
Em que paea o goverao esta divida T Em moe-
da. em meie eircalaaie.
Em que recebe os eapaes cu>a entrega o- oons-
iMoe 7 Em moeda, em- meto circulante.
Se o governo da lettra em troca- de meio circu-
laste, se ao ihesouro se vai bascar rucio circotan-
te em troca de letiras vencida;, ccaao diser-so c-ae
fiMceionam Jo mesmo- raeAo ?
Se foBccionassem do- mesmo modo, os poriade-
ros das lettras, querend retirar OetUesouro seas
oapitaesy nao-mam all? buscar no vencmentc das
lettras a moeda, que representa e medeo capital;
coas* as proprlas letrae-dariam aevo destino aos
fondos que qoeiram empregar por oaira maneira.
Nanea se daa essa presea qua-o-nobre minis-
tro diz poder a. cada tasiante pesar sobre o the-
souro.
A letra do wesouro rapreseta ara emprego da
capital.
Quem lava dinheiro ao- thesoaro vai emprear o
seu capital; quem no venotmento receba a impor-
tancia da latir, qua poesoe quer tirar o sea capi-
tal de.-se empjego ; quor conserva-lo disponirol.
Vio nobre ministro ao mercado.dos deseontos,
o que all ver pedir am momentos- de presso?
Capital dispoaivel, representado por numerario
O qne vera* all otferecer T Letlras do theeonro e
oulias, a presentadas per aquellas que pwcisam
v-las tornadas em moeda.
Se ba folga no mercado monetario acontec o
inverso, a ufferta de capital representado, ja se
sabe, em rsoeda e a demanda de letras- e outros
ltalos em qae aquelie procara xar-se.
Representado dor meio eircalaaie, o capital esta
sollo, esta' dispooivel; representado pon outros. l-
talos esta' Bxo, esta' empregado para libertar-se
na veBcimento ou pelo descamo.
As mesmas letras a' vista e ao portador nao. po-
dem ser equiparadas a' moeda, pois depender de
realixaco. ReaUeacao em qae T Km moeda, em
meio circuanlo. Quem recebe letras e muios em
qualquer iransacco, com a idea de reallxa-los
em numeraria.
A moeda. o meio circulante a realisar-o da
capital; o capital lealisado.
O oradoa ella om escriptor ingles, qoe refere-se
s unidades monetarias sempre ttxas na moeda
(metal ou papel) e vajriaveis as lettras, conforme
a maior on a menor distancia do sen veneiaaeoto e
reallsacao.
O orador desta vez nao foi ao BuUioa Rtport
(risadas), nao qoer desagradar ao Sr. presideou
do conselho observen a natnrexa das coosas e
pedio como sempre, o auxilio dos mestres da ma-
teria.
S. Exc. dissa que leu o Bnllion Rtport, do que o
orador jamis duvidoa, Ilstralo e appllcade ec-
mo o aobre ministro, mas S. Exc. parece que
tamben ten nio para ver-ibe os perigos a sin pa-
ra embellezar se na doutnna o systema da Law
qoe fazia coasistir vantagens inapreciaveis oas ctr
culacdes illlmitadas de papeL B' assim que S. Exc
quer de lado fazer meio circulante.
Observa o orador qua as lettras do tbesouro
nao sao nominativas, a empregado incumbida dea
se s#rvco costnma sempre tomar no sea protacol-
lo em frente ao numero da letra o nome de quem
traz o dinheiro e recebe a letra: no aeto do paga-
mento, vendo o numero da letra, pergonta o no-
me ao portador e exige a assigaatura no verso do
titulo. Contestado nesta parte pelo Sr. Baptista Pe-
reir, o orador insiste qua a sua asserco de (ac-
to proprio, pois tem no ibesouro feito em pessoa
essa operaedo e tonge de censurar louva moito os
empregados que procedem com tal disceroimento
e camela, no intuito de prevenir a fraude e evi-
tar o pagamento a qnem nio seja sennor da titulo
e porventora o tenba sobeircolaQo fiduciaria |a
snperabundama e depreciada mal 50 mil como
de papel-moeda.
Disse o Sr. presidente do conselno qui a mis-
sao nao sera' de cofre, mas gradual e ao passo
qoe acudirem a pagamento letras do tnasauro,
de eojo importe qnerram ser os portadores embol-
sados. '
Eis o que o orader lem difficuldade em coartar,
nunca bou ve tal dlscripoo em emissio de papel-
moeda.
Munido de tao faeil meto, o gorerno leade
sempre a exeroer inieira a faculdade qnejbe dao,
o Sr. presidente do conselho: Com qae que-
ris qae eu vista e alimente 50,000 horneas qae
la' esto combatendo ao Paraguay pala honra do
Brasil T
O orador sabe disso, mas sabe tambera qae S.
Exc. nao Ibes paga o sold nem os foroecimenlos
em papel-moeda, sm em melaes que lem comprado
com agio.
O exercito esta' em paiz estraogeiro, de paizes
strangeiros .vem lodo o, material, o sold pago
em metal, os preces sao feilos e pagos em especies,
que o thesoaro tem de procurar.
Quanto mais papel-moeda se emirtir.quaalo maior
r a sua superabundancia a conseqaente deprecia-
Cao, maior perda para o thesouro; dali lira argu-
mento centra a proposta.
Aqui tem o orador de fater nio reelamae3o>
porm protesto formal e enrgico centra ama pro-
posicao por demais grave, dir' mesmo ousada, dj
Sr. presidente do cooselbo.
Disse S. Exe. qne Ba ausencia das cmaras nao
hesitara em assnmlr a dictadura I' Esse eoao-
ciado oio pode passar desapercebido, proferido,
como foi, perante o parlamento, cajas prerogalivas
grandemente ofeode. (Apoiados.)
S a naco revestida da soberana pode conferir
a dictadora : nioguem pode assumi-la por suas
proprias raaos, fApoiado.-.)
Nao er o orador qoe mesmo urna lei possa de-
creta-la, dado o coocurso dos tres ramos do poder
legislativo.
O Sa. Maceoo : Apoiado.
O Sr. Paulino de Souza : A ningnem a darla,
porque antes de todo a cima de tudo a constitui-
do. (Apoiado?.)
Perigaodo a o.-dera publica, era face de aconte-
eiraentos extraordinarios e urgentes, podara' o go-
verao exceder da lei, dando porm a qaem de di-
reiio os motivos de sea procedianWo. Ma- assu-
mir a-dictadura ?!
O orador a nlngaem a dara neaa ao primeiro
represealante da naci e acredita pamente que
elle nio a querer'.
A coustituico diz que o imperador pode con-
vocar a assembla garai quanto exigir o bem de
estado. K' esse o meio de obt?r quaesquer me-
didas. Ev na creoga do orador, o de que lauca-
ra' mao c* imperador,- se Mr preciso, pois, e!re
sabe que a saa torga nao poda eslar, nao esl
senao era ne, na nacao qae nes representamos,
est no patriotismo de lodos os brasileos, na
lealade que lea juramos, na dedicaco ao prin-
cipio qae elle representa, na fidehdade que todos
votara a dinasta do fundador do imperio. (Maito
bm.)
O orador estraaha ainda qae um ministro era-
poca normal viesse dizerem pleno parlamento-qae
assunnna a dictadura I
Ainda esta' moito recente o nobre exempto do
venerando baro de Momserrate por occasio da
nltima aposentadoria forgada de magisirados su-
periores. A resistencia legal, calma e digna,
am grande meio aesle pas em que deve dominar a
spinie.
O Sr Mabti.iho Campos-; Apoiado.
U Su. Pai-u.ni oe Souza-: Bastar a.' ella-para
oootesiar o nobre ministro em suas velleidades de
dictadura
S. Exc. esta' moito alto, mas atada assim por
mais qne esleoda o braco nao vencer a distancia
para p> a m- no pomo apetecido.- Ha de era
sea carntoho para a dictadura encontrar, o orador,
a opposico parlaeMnlar fapoiados da opposigo)
dir' meeme, a saa maioriavopaizinieiro qae qner
ser, qae ba de ser algum dta goveraado conforme
a cousttuilgo. (.apoiados, multo bem).
Disse o Sr. presidente do conselho que a questao
do papetwnoeda esta' legislativamente resaivida peta
lei de 12 de selembro de isMft
O orador conoerda qoe a legislatura, nessa toi,
como ja' antes na de i8ir> na de 1360- resolver
a questa do papel-moeda.
Jual Jo por o- peosaasento, rjuees- os prinei
pos da--lei de 1 i de seteobva ?
Sendaja'exeeeeiva a eemsao do Banco do Bra-
sil, o legislador resolveu estanca-la e decretar, a
retirada gradu* se sua notas at- total desappa-
recimeato : aaaboa com a faeoldadede emitiir
papel maeda (}o muito ffa-eassada. a gevesna e
ncra em poder do Banco do Brasil.
Dia o Sr. t\ Barres-(odo compendio) qae
o direito emisaoriO' passou, do banca para o go-
veraoO nobre ministro assim pansa, mas ainda
desta feita enganou se son o autor..
A. lei de i de seteohro dea fio o direito emis-
sorio do banco, mas nao o transterio para o go-
verao.
Mandsu apenas subattuir 40,QfeO0O00a de no-
As do banca, por netas do governo ; nao auguien-
toa de om seitil a circulaeo rJUaciaria, como die-
se o Sr. viscone de Iiaborahy,- antes leve- em
vista Ir panco e pouco. operando a sua contrac-
to, pola que ordenau a diminuteo gradual
do papel do banco, na razio de 5 % em cada
anno.
Disse S. Exc. quo a proposta do gororno- a aon-
sequencta. e deseoroivimemo da lei de 12 de se
lembro de 1866.. Eis no qu&o orado? jamis con-
cordara*.
A lei de 12 do setembro substitua por papel do
governo o papal, do banco, maoleve i mesma. qnan-
tldade existente e mandou retirar saadualmecte.
A proposla pede faculdada para, emiuir mais
10^000:0005, da Dapel-moada.
Ha entra um outro a pequea diferenga que
vai do m ao- nao, do tranco ao prelo, da luz s
Irevas.
A propoua a oegacao do psnsamenlo capital
da lei de U a selembro, e, pois, nao pode oella
ter achado as saas paemissas.
O Sr. presidenta da conseloo contestn ao orador
qae a lei eitada fossa em grande parle urna le l-
nanceira. O orader depois de explicar as opera
cSes Ooaneeiras da lei de I i de selembro, das
quaes resultaran meios para o thesoaro na som-
ma de 29 mil e tantos cornos, l esta apreciaco
do Sr. viscoode de Itabcraby nos discursos que
proierio no sen ado explicando o pensamaoto da lei
que eoUo se discuta.
Disse elle na sessao de 11 da agosto :
* O parecer ado augmenta it um sttl a somma
do papel-moeda fue j eaiste, porm torna mais re-
gular e menos nociva a sua cireuiacao ; acaba
com as difflculdades do movimeato de fondos e
com a dos trocos miados ; d finalmente rteursos
ao gaserno para prttncher nao dire todo o dtfxil
do exerciclo de 1863 a 1866, mas ao menos urna
grande parte delle.
Continaou o Sr. viscoode da Kaboraby na sessao
de 22 de agosto :
i -
< O governo emittira' qaaotia igoal a' qne fr
de om exercicio. S o Sr. ministro da fazenda nio
quer acreditar nisso.
Para S. Exc a lei de 11 de selembro astabele-
ceu a nova en da expansio do papel-moeda.
Tem sido ella as mos do nobre ministro o que
foi o molde da ampbora as mios do oleiro ro-
mano.
.... Amphora capit
Institu, crrenle rota, eur ureeus imt T
Com o molde de vaso delicado delineado por ar-
tista, o execalor lirou do barro am vaso tosco e
vulgar.
O orador no sen primeiro discurso sobre esta
questao cbamou o nobre ministro a expjcar-se so-
daquelles que. recbendo-o em pagamento, querem
empregar capitel e f lo ao mesmo tempo disponi-
vel. Empregam nesles lilnlos o capital, porque
"de jaros, tem-no dlsponlvel, porqae com elles
wem fatr pagamentos e sem necessidade de re-
aoH-ios a mosda, pois qoe o dio lambem, qaando
SSo*" *p,lrt 00,ro dMUnp fl ,ppU"
m'i1!!?'!6' Q?r6n, se eircalam, te faxem paga-
SSt?. t,ftMinl?rwmaBM >o?8es, as vosss l-
talos sao papel-moeda. -!T
rZlVTJT0 de C0BUet0 eoa^PPel moeda,
confessa o orador, mas s esse qoe tambera tem a
br"e"aJato"de"Te"r emJUid7i7w:OWPpor com'a 131o^e%lTsaVXem9temoM^\ Coa' P?r"
da emissao que devla aubstituir as notas do banco l "JT7e Lr !Sa^0.M.^r..eU,,.,C0!.?
do Brasil retiradas com o prodoclo da venda dos
resgatada pelo banco, e conservar, portanto, a
quantiiade do mao Circulante que agora existe e
que tem de ser amorlieado na forma dos arts. 8* e
7a do projeeio, 11,000:0005 serio destinados para
pagamento do papel do goveroo resgalado, na for-
ma da lei da 5 de julho de 1853, a 30,000:0C0 a
32,000:000^ em pagamento de bilhetes do tbesouro
qae existam na carteira do banco ou em poder de
particulares.Dar, pois,aogoterno meios de pagar
30,000X004 Je bilhetes do thesouro i rfiwiauir o
dficit de 1865 a 1866 de igual quantia.'
Ene trecho vem tambem em abono das redaccoes
famosas das autorisages para crdito, das qoaas o
orador logo faltara'.
Nio fot porm smente o Sr. viscoode da Iiabo-
rahy qaem atsim enteodeu na dUcassio o projecto
que se tornoa a le de 12 de setembro. Qaando foi
elle Iniciado, a commisso de fasenda do senado
composta do mesmo Sr viscende e dos Srs. Soasa
Franco e C. de Campo?, ambos versados nesta ma-
teria, exprimio-se no parecer de 26 de julho de
1866 da seguate forma:
< O projecto tem por fim nio s por termo s
ulteriores emissdes do Banco do Brasil e tornar
der como em transacroas annnaes no valor de.... qnando nao pede mais on por si mesmo nao exor-
15,000:O00i5 possam fonecionar cerca de.........
90,000:0004 da papel-monda, lito somma maior
de qne a necessaria par o commf rcio de todo o
impeaio. a qual deve ser. segando a proporgio e
os dados do compendio, de setenta e oto mil e ten-
tos conloe. t
Nunca pensoo talvez o honrado depotado pelas
Alagoas na posiibilidado de semelhante fado qnan-
do aqui advogava a abertura do Amazonas com o
neare ardor qae dalle faz am verdadeiro apostlo
le saas ideas generosas
9 mftil iv'mJ omiv.a -*
Este argamealo o Sr. presidente;' lo conselho,
bita.
Demais, sa o 8r. presdeme do conseibo 4 eit-
cro nesta sna asserco; se o papel moeda pai*
do s para pagar os bilhetes do tbesouro qua no
vencimento forem apreseotados, porque nio ac-
ceiton S. Exc. a restrlccio do Ilustrado depntede
por 8. Paulo, que dlsse nao tem dovlda em votar
o papeUpeeda com a eiaossia da, paga nma. Wra
e smmlttida a somma do papel equivalente, nao
poder a thesoaro aoouter outra letra de igual O
maior valor T
?B o papel moeda para pagar ietr*s do tbewu-
metaes, sera dar-lbe o destino ordenado pela le que
a aotorlsra cora applicacio determinada.
A le de 12 de setembro, dissera o orador, pre-
ceituou que as notes emittldas pelo governo, em
lugar das do banco, fossem empregadas no resgate
das letras do tbesonro. A emissao qne nio teve esse
destino nao da lei de 12 de setembro ; a qoe
prohibi o are. M da lei de 1850.
Para mostrar qoe o nobre ministro desviara de
sen destino legal essa somma de notas do goverao,
dando Ibe a applicaco qoe Iba aprouve, leu o ora-
dor done trechos do relatorio da fazenda, em um
dos quaes diz S. Exc. qae a torea das circumstao-
cias nasla parte frustrara o intuito da lei, e no ou-
tro fallando no resgate das letras, tratou S. Exc
unif ament do pagamento das existentes na cartei-
ra do Baoco do Brasil.
A islo responden o nobre ministra com a leilora
de outro trecbo, acensando o orador da ter Ibe
troncado o relator. Foi urna retalbago sem fun-
damento, porque, sendo este ultimo periodo em fa-
vor da asserco do orador, omiltlo para oio lr tan-
ta cousa.
Visto porm que 9, Exc. quiz mostrar que- con-
tra si harta mais essa arma, dalla vai servir-so o
orador.
Aqui esta'o trecbo al.'adido.
c A importancia da compra da reserva metlica*
do baoco a cha se qoasi completamente salisfeifa
pelo que toca a' catxa matrrz ; mas o papeNnoeda
correspondente a' somma de notas do mesis- ban-
co retirada da cireuiacao, por tfeito nao s desse
pagamento como do relativo ao ouro das caixas fl-
liaes, foi empregado na amortisagao dos bilbeies,
sem qoe todava ar%ouego que prodnzio na tota-
lidaoe desi.sse tornease sensivel,po[s que multas
vezas- no mesmo dia oittras emusSes' a sobrepi*-
javam.r
Note bem a cmara. A lei mandn-pagar as le'
tras do tbesouro, cortamente para diminuir a di-
vida Oectuame. O quo- fez S. Exe. ? Msgatou me-
nor somma de letras no mesmo da em que langa-
va d'ellas maior importancia na circulaeo.
A redvtc&o por certo nao podia se tornar sensi-
vel (paiavras do relatorio),' pois no mesmo .lia no-
vas enuttoeT a sobrepujavam.
Assim,. se o Ibesouro era um dia resgatava- Petras
do valor de 20O0.00O4 o no mesmo dia awitava
coiras na importancia de 5 a 0,000:01)04 cao com-
pria a lei qae Uvera em vista a retirada das letras
e a sna conseqoeota dimtoaigo. i novo es,i modo
da liberarse de dividas,, contraoiado materas aa
mesma oceasiao.
A proposite deste incidente, disse o nobre minis-
tro, que o arador nio lera atlentameate o reJatorro
da fazenda.
i prevalas de S. Eso. : o orador tem Kdo o
relatorio com tama attengao que nao sabera' delia
tanto como o nebro ministro, porque nunca peder
m cousa aigona saber mata come S. Exc, mas
ao relatorio ja' sabe quastanto. O- orador d-a' e
deve.dar a maior importancia quaalo on o cobre
rainlsiro, e o discurso de S: Exc, a que respoade,
ja' o sabe meloor talvez do qae sabe as paiavras
qoe esta' profriod UaqueHe momsato.
Nao obstan;*, continiia anda a estoda-lo, por-
que de tal disaurso maito tem qae aproveitar. Vai.
tomar elle as leitnras do orador o lagar qae V>
SAc. disse aellas ter o 3vihon Riport, que larga-
por ama vez frisadas) para eooceatrar.-se lodo os
importante pega de que trata, que o orador, se po-
des*, faria imprimir em letlras da-ouro para edi
fleage de todos es flaaoeeiros presentes' e futuros-.
Senie ni poder boje apreciar em todas as saas
parlas esse doorso, mas val faltando, o lempo, e o
orador v se obrigado a-sacrificar-pomos marto
importantes, adandoo* para quando fallar de
aovo, depois 4a Sr. presideaie do conselno.
SJ assim que aeixa agora de averiguar o estado
de tbesouro, aoaoio ao meios de qae dspoe e re-
cursos de que- precisa, pan defender a plano que
indlcou em. substituira, da emissao- de pa+ol-
moeda.
Bespondendo a om aparta, dta o,ondor, qao-
do maior importancia o exame da situaeio do the-
soaro, raab jnteressaaa do qae a disoasso do um
plano qae aao pode viogai, condemaado como .foi
pelo Sr. presidente do cooselbo, mas a defesa esta'
ames da amona e tea.do dar satisfagan aos orado-
res que icterrieram nesta discussao, os quaes todos-
iterara ao orader a honra de se refarirem a's duas
Ideas para sustenta-la a- oa para combae-las.
A medida lembrada pelo orador lo um empr-es-
simo interno, a cojos Utalos darta aqoalidadede
meio eireoiante, eom. o joro de 7, 3 % acaoal-
mente. realvel no no de dous aoaos, vaaci.ic
ao Qm de cinco anuos, pago aOnal ao par metal-
lico, is;o a' razo de 44000 por uva da our,
a forma do padro logai na moeda. do paiz.
Naettesitou ero dlzer qua este operaco era ota
emprostimo forgada, porqae : primeiro, anise .quor
perder por excesso de franqueza; segunde,por-
que, embora pretisse que seria explorado o odisco
da expressao, o orador tinba. eoascieneia de nasia
parte poder replicar eom vantagem.
O nobre depotado pela provincia do tlu.de Ja-
neiro f. o Sr. Pereira da Silva), e nm coameroanle
illastrado (o Sr. Dr. C. Fu/quim), que na im
prensa susteotoa as mesmas ideas com a saaior
proiiciencia, ambos comprebeodendo parfeitameote
a idea, acharara que no fundo e nes efiaitos nao
envolva ella emprestimo largado.
Assim ;. no fundo e nos seus egailos a opera-
eo esta' looge de assemelbar-se ao que os econo-
mistas chamara eropresliroo forgado, mas en>
presumo forgado someale no sea. primeiro modo
do mauifestagio, sendo emitlido os ti lulos soba
forma da meio circuame.
Os que condemnam o papel-moeda poderjam
fazer essa increpago- ao plano do orador, mas- ao
u Sr. presidenta do conselho que perdeu o direito
de ataca-lo por esse lado, desde qne no papel-raoe-
da propoz o mais forgado, o mais ruinoso dos em-
preslirnos, um emprestimo sem jaros, sea prazo
de vencimento, sem pagameoto ilnat, qne se li-
quida pela banca-rota, injusacavel em sna. cn-
gem e em seus resultados.
O. orador dea aos malos do qae falla a quall-
dade de meio circulante para facilitar ao govorno
a emissao, ofleraceodo logo o mol 3 prtico da
realisago do emprestimo, e para corlar a arga-
mealaeio qa tirariau de suppostas. dilBcajdades
da operagio.
Queris emittir papel-moeda sem segorangas,
sem garantas, pois bem, disse o crador ao gover-
no : em vez desse, mi ni outro papel que vos da'
as mesmas vantagens de faeiudade a promptldao,
mas eom segoraogas, com garantas sem os mes-
mos riscos de depreciago.
nicamente por esse lado que a operago pode
ser considerada emprestimo forgado, carcter qae
logo perdera, pois qoe nao no fundo nem nos
effeitos, como vai demonstrar.
Haveria no fondo e nos effeitos emprestimo for-
gado, se o governo a nm oredor do estado, qae
fosse pedir-lbe pagamento de 9:0004000 por exera-
plo, dsse 9 apoliees da divida publica interna ao
prego de 90, dtxendo-lbe recebe! as apoliees cu
nada : pagara assim a divida vencida com ttulos
de ootra divida de vencimento indeterminado ou
sem vencimento. O credor nio airarla no seu
capitel.
Haveria emprestimo forgado, sa o governo dis-
sesse aos capitalistas qoam liver tal somma de
oapitees, sob pena de ficar sujeilo a esta ou aquella
restriegao, ha de tomar litlos de emprestimo qne
voii langar no mercado.
O qoe acornees, porm, com os ttulos da opera-
gio, qne o orador propoi ?
O governo os da' em pagamento aos seas credo-
res, como vai dar o papel uoda, queiram ou nio
receb lo. Esses ttulos sio moeda legal.
us dous exemplos figurados o credor dea com
apoliees, com ttulos de emprestimo, em que nio
qner empatar o sea capitel, ftea com elles por pre-
go qae pode nao Ibe eonvir; para haver dinheiro
moeda metallica, e toda
sao realisaveis em tempo
f?f.,?J.or_d.?w.Mr !?wlavir Portanto por esse
mais regular e menos ruinoso o estado da circula- tem de Uva-Ios ao mercado, com encommodos, su-
gio monetaria com vantagem do publico e dos ac
elogistas deste estabelecimento, mu amda mhi-
trar ao govorno meios ie acudir mxima parte
io dficit do extraao de 1865 m 1866 antes tota-
lidade delle, como se deva presumir, s sio exactos
os algaritmos e loformagoes em qoe o Sr. ministro
da uzeada se estriboa em sen relatorio para cal-
entar o referido dficit >
Antes e depois da lei aqaelles qoe nesta maior
parte tiveram, todos em geral Ksegaram qae foi
jeltaado-se a contingencias.
No caso da operagio prsposta o credor recebe
am papel de crdito, verdade, mas que tam-
bem moeda correte qae mede a riqueza com a
qual paga imposto, liquida suas transaegoes, se
nao preferir conservar como titulo da renda. Poda
assim passar esse panel das mos da um primeiro
para as de am segando po?scridor, mas sendo olla
nom emprego de capital, parqae pago no Om do
lempo cerfo em moeda iavariaval, e I
lado preenche urna das pnmelras condigSts da boa
moeda. *
E" nm geme fiduciario, disseram. E' respondo
o orador, mas agente fiduciario qne inspira con-
fiang, porqae realisavel no mesmo valor da
emissao e no prazo de ante-mio Indicado.
A promessa de reembolso formal, eom tempo
certo de tornar-se rsalidade e por forma preesta-
belecida. A promessa de realisagap do pape! it-
Insoria, como prova a possa propria experiencia
e a de lodos os paizes em qae se tem introdazido.
Os ltalos em questao, se a principio cireorarem
como moeda, sendo tambem emprestimo.....
O S*. Baptista PiREmA : Qual o elemento
preponderante.
O Sr. pAtn.irro de Socza : -* Ha de ebegar s
esse ponto, nao pode tratar de cem coasas ao mes-
ma tempo, as paiavras bao de Ir saccedendo-se
amas a's nutras.
Sendo tambem emprestimo, como dizia, e em-
prestimo provefioso pelo Joro, segare quanto ao
pagamento por ler feito na forma do padro mo-
netario, commodo, porque nio preciso Isva-lo ao
mercado para reduzi-lo a meio circaiame, os lta-
los alladidos ho de ficar as mos a que forem
parar e .rnente algnma vez daro ama ou entra
volla na eircnlagio. ,
la esqoecendo-se de qoe o nobre depmado pelo
Rio de Janeiro qoe estreou ueste debate e mos-
'trou pelos recursos que desenvolveu qiranto b.-i-
Iharia o sen talento na defeza de melhor causa,
(apelados) tronxe contra e orador om trecho da
Gustavo Dupnvuode e oatro do Leen Faucber, ci-
tado-pelo primeiro, condera&aodo os emprasttmos
furgados.
A'operagio oVqae se trate nio tem analrgia
com o projecto que propoz em 1848 na cons-
tituate frac reza o deputado Pbugeard, sobre* o
qoal exjKessoa-se &eon Faucber no parecer aqui
lido.
AH titna verdadero confisco de capitaes, o qua
noacooteee no nosso-easo; porque o ibesenro da-
ra am titalo de emprestimo, que s Acara em pe-
der do credor pago, se elle bem o qnizer, tendo es-
ta faculdade de o passar ao mesmo thesouro em pa-
gamento de impostos oa'nas saas transaegoes par-
ticulares.
Nem um nem outro dos escriptores aposta-
do* podiam cogitar de ama operaco nova.cu-
jus elementos essenciaes- s depois foram em-
brados por oceasiao da oitfma guerra dos-Estados-
Unidos.
Demais; ji explicou o mico sentido em qae* se
poda dvzer forgado o emprestlrsoqueliccnlcou.
O Sr. presdeme do consettio disse que o plano
do orador iraz a banearota, por substituir o mpres-
limo voluntario da letras do thesouro por empres-
timo forgadosempre o mssmo jogo cora a -expres-
sao eawrastifflo" forgado.
Obrador ji se raanifestsu sobre o valor dessa
expressao com relagoa operago mencionada, e s1
accrescenta que baacarola ba de resultar da copio-
sa emissao da 30^e0r00040*>de papel moeda. 0>
thesouro recebe papel com a depreciago actual de
25 0/0, depois da iausaagio ha de dar aos portado-
res das letras papel depreciado de .40 e 50 0,0. Pa-
gara meaos do que- retebea, dando menor valor do
qne o emprestado
Pagara' eom rebate e cor prejnaxo do oredor ;
aislo que llavera-' b-ancarca; E o credor; sera
fazer concordatas, qnetra on nao,, ha de sogettar-se
ao abatimeato imposto pela lei da torga. (Apoiados,
moito bem.)
Alm de dinheiro do emprestim* forgaCoyO Sr.
presidente do cooseitio aHegoa. que a operago era
onerosa para u thesoaro.
J oesta- parte respoadeu-lbe cabalmente a mos-
tr deputado pela provincia do Rm da Jaaeiro (o
Sr. Sayo Lobato), o-ondor somante pergunta
onde vio o Sr. presdeme do eonselbo emprastircos
pblicos sem juros,, guerra seoaaenficlosT'
Nao paga o estado hora jaro en ooro palo em>
presumo ioglez da DrSS, nao o paga pelas apolices-
qaa lem emitido e esta emittiado, n&o o pagaadian*
lado pela letras de thesoaro ?'
Estamos a braeasoom a guerra. Sappartemos-
os seas coas, mas- por modo asis digna e nao-
prejudicando a popuiago e- desacreditando o es*
lado com i> papel amena, que ainda mais os aggra-
var.
Ponderou o nobce ainialm quo o capital assos-
tadigo, e rugir' do ibesouro se oameagarom cosa o
empreslao forgado.
Representado pelos, titulo*, qoe o orador propoz
nio se assnstara* ocapital, pois que taes-ttulos
frepets- orna e ce- vezes) se sio emprostimo, sio
tambem maeda eorrente. O^tbesouro paga pcisas
suas letras com me&a crreme. -
O c?ador er. que os possuidores da> letras-recc-
beodo esses litlos nao os pasaaro adiante, canser-
va-los-bo como ttulos d ceoaa, mabv praveitosos
do que as letras, porque do maior premio,, mais
seguros, porque no lim recebem, o seo capital em
moada ao depreciada. E Uve isso- mnilo em vis-
ta o orador quando combiuou os elementos da ope-
raco que sobmeileu a apreciagio ao Sr. presidea-
ie do conseUso.
Os capitaes nao se inlkaldam dianta de nm em-
prestimo, qoe argido por ser de vantagem para,
os posiuidores de seus ttulos : jeto contrario ten-
oro a buao-ar nelles immediata applieacao.
Os capitaes aosentam-se e relMhem-se diante Jo-
papel moeca, que, ser*. indo-Ibes de medida, vai .re-
baixa-los de valor.
O orador vai referir um faeto qae summameniei
o satisfer.
O capitalista oas tem coatemplaces cora, nes
soas nem com govarnos.; o qne qner resguardar
o frucio de seo saor e de suas economas e dos da
seus maiores.
Pois bem; capitalistas e fazeodeiros Imprtenles
da provincia do Rio da Janeiro, homens sisados,
intailigentes e. verdadeiros. amigos do paiz, lando
coobeclmenio da proposla do papel moeda, ordena-
rara a seus correspondemos e banqueiros nesta
corte que desprendendo-os do emprego em qne es-
lavam, passassem os seas fundos nata a Europa
mesmo ao cambio de 21....
O Sa. T.-.vahes Bastos :Apoiafo, asseguro que
exacto.
O Sa Paulino de Souza :..,.. antes que a ta>
vaso do papel moeda mais depreeiasse ainda a eir>
calago.
Depois do plano suggeris'o. pelo orador, aeredi-
tando que pudesse ser aceito,. e$;es meamos cida-
dos que leem no Brasil patria e familia, desejaodo
aqu conservar quanto possuero, vendo segaaran-
gai e garantas as ideas do orador deram contra*
orden aos seus correspondes desfa praga,..
O Sr. Tavarks Bastos : -E' exaciissiroo, ea
o sei.
O Sr. Candido Ttoais:Tambem ea sel desses
facas.
OSr. Paulino b Souza :-*-..,. dizendo-hes
qne empregassem os seas oapitees nos ttulos do
qoe se trata, pois nelles ficariam muito garan-
tidos.
0 honrado deputado pelas Alagoas,anda ha 3 ou
4 das, referiojeir, particular ao orador, nomes do
pessoas mallo respeitaveis, que assim haviam pro-
cedido.
O Sh. Tavares Bastos *.E* a verdade.
O Sa. Paulino de Souza :Teve com isso mal-
te satisfagan e com a adbeso de muilos commer-
ciantes Importantes e de ontras pessoas muito
competente. Teve. essa larga compensago qne
Ibe fez dar menos importancia e sobraooeria eom
qne o nobra ministro acolben as ideas do orador.
Para S. Exc lora do papal maeda nio pode haver
salvago. E' ponto assentado.
Dlsse o nolre presidente do conselho qne a idea
uio era nova e que no consejo de lado j fra
apresentada. O orador nio faz grande cabedal
dlsso nem pedio privilegio da Invongo. Foi ella
quem disse qae o plano tinba analoga com os M-
itieies emitlWos por Mr. (rladstone, com igual pa-
nel reoentemente admittido pelo congresso dos Es-
tados-Unidos, com o nosso projecto de 1839.
Se, pois, o nobre ministro leva por fim farir o
amor proprio do orador, qaando affirmou que a
operagio ji tora antes lembrada por am couse-
Iheiro de estado, erroa o alvo, porque na coufor-
midade de sua ideas com os horneas mais versa
dos na materia tem sempre motivos de prazer.
ella tembem Tai flnancera, pois qae dea recursos ,joso de renda, porqae da' jaro qoasi Igoal poucq
ao governo para acudir a granle pane do deftsil saperior ao das apoliees, tanda tUar-s em poder

L-

4


-
(Continuar-se-ha.)
"TYP, DO DIARIO-RA DAS CRUZBS N..
ILEGVEL


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