Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11357


This item is only available as the following downloads:


Full Text
r
tt.
^
mm
u



ANNO XLIII. NUMERO 200.
.;
PASA A CtPITILE LUCiBES 0\E SE *AO FACA FOBTIt,
Par4trcs aezes adiantados.,. *.
Par seis ditos idea.. 1 ,
Por aune usa.. .. .] ,
Cala minero ais .} ., .
.
i .; .. *i .
1 -i .i j .J .!
* I -i -^
. .1
.. .1
600
24*000
320

SEGUNDA FEIRA 2 DE SETEMBRO DE 1867.
1/
PABA DEMUO E FOBA DA PROYIXCI.t.
Por tre mei idi>UM. r. rr r, .-
Por seis diles.de.. f*..................,
Porbot tos idea...............
Per iBiuie idea., n

W760
435500
265250
275000


;-
Aaaa8 Bm ipiiaiADUBtn d is&ueptoiiKd hh miuiA|& teinuwv m imm ronuroa sus waQMOivjiMDa*
|ENC ARREGADOS DA SUBSCRIPTO.
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandnno de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;Aracaty,
o Sr. A. de Leraos Braga; Cear, o Sr. Joaqoim
os de Oliveira ; Para, os Srs. Gerardo Aalooio
Alves & Filhes ; Amazinasro Sr. Jerpnymo da
Costa; Alagoas.o Sr. Francino Tavares da Cosa;
Baha, o Sr. Jos ehriios Alves; Hio de Janeiro,
o Sr. Jos Ribeiro Gasparioho.
PaRTDA BUS (WTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estafes da via terrea at
Agua Creta, todos os das.
Iguarass e Goyaona as segundas e sextas feiras.
Santo Anto, Grava!>, Bczerros, Bonito, Garuara,
Alliabo, Garanhuns, Buiuue, S. Beato, Bom Coa-
selho, Aguas Bailas e Tacaral, as tercas-feiras.
Pao d'Alho, Xazaretn, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
legazeira, Flores, Villa Bella, CabroD, Boa-Vis-
ta, Ourieury,Salgueiro e Ex, as quartas feiras I
Serinliaem, Rio Formoso, Taraaodar,Ua, Bar-
reros, Agua Preta e Piroenteiras, as quiat
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPlTi
Tribunal do commereio : segundas qainns.
Relajo : tercas e sbados as lil horas.
Fazenda : idiotas s 10 horas.
Julzn do commeroio : segandas as !i Horas.
Dito de orpbos : tercas e sextas s O horas.

! que exigi por poetara de 10 do mesmo, e
; qual passo a dar o conveniente destino.
Dia23
Oflicio ao vigario de Carabas. Tenbo
presente o oficio de V. Rvma. de 2 do cor-
rente, pelo qual me participa ter deixado de
assislir ao casamento de Ignacio Fernandes
do Nascimento com Umbelina Roza de Sou-
za em razo de nao saberem os nubentes a
dautrina ebrist; emepede-lbe declare se
procedeu em regra.
dos qu assembla dessa provincia esco- $ parochos devera com effeito exigir que
beu para a formaco da mesa, que tem de os seus paroc nanos sa.bam a doulr.na chri-
dirigir os trabalnos da mesan assembla na laa- principalmente qu.ndo vao casar-se,
presente sesso. I P.0I.S W* dev3ndo ensJnar a0,s filhs us P"0"
Dito ao padre Ricardo Jos Brasiliense. i cipios da nossa religiao, mal se_havero no
Accuso recebido o oflicio de 3 do corren- desempeoho deste dever, se elles proprios
nao souberem esses mesmos principios. Mas
PARTE OFFICIAL
UOVEll.\0 DO BHPAUf).
SEDE VACANTE.
Expediente do dia 19 de agosto de 1867.
Oflicio ao Io se:retario da assembla pro-
vincial da Parabyba.
Pelo oflicio de V. S. de 9 do.corrente, ti-
co sciente de quaes forara os Srs. deputa-
do das armas de Pernsrobueo, 31 de agoste
187.Emilio Ernesto de Mello Tamborito, teneote
ajulante de ordens encarrgado do detalhe.
EXTERIOR.
te, em queV.-Rvma. me participa baver, no
dia ido mesmo, cessado a sua iarisdic^o eata Pjevencao deve ser anterior, e nao na
parochial nessa regaezia, por ja se ochar! ccasiao do casamento, e quando para esse
restabelecido e ter entrado na regencia da
inesma o Rvd. vigario collado Jo"to Jos do
Espirito Santo.
Por esta oceasio cumpre-me agradecer a
V. Rvma., nao so a promptido com que se
prestQu acudir aquella porco do rebanbo
que se achava privada dos soccorros espiri-
tuaes pela enfermiade do seu pastor, como
o zelo que desenvolved durante o pouco tem-
po da sua adminislrago. O testemunho da
sua consciencia e as Deocios desses fiis sao
a melbor recompensa que na trra podem
graogear-lbe as suas fadigas e a sua abne-
garlo.
Dia 21
Dito ao vigario do Cuit. Teado eu no-
meado, por despacho desta data o Rvd. Mar-
cellino Rogerio dos Santos Freir vigario
encommendado da freguezia de Nossa Senho-
ra da Luz de Pedra Lavrada, assim o com-
munico a V. Rvma. alim de dar ao novamen-
te nomeado a posse do estylo, fazejido-lbe
entrega do archivo e de todo que for per-
tencente nova freguezia.
Dito ao vigario encommendado de Nossa
Senhora da Luz dd Pedra Lavrada. Tendo
eu por despacho desta data man Ja o pausar
para V. Rvma. provisto de vigario encom-
mendado da freguezia de Nossa Senhora da
Luz de Pedra Lavrada, cumpre que quanto
antes se aprsente no Rvd. paroeno da fre-
guezia do Cuit, afim da ser por elle impos-
sado da dita freguezia na forma do estylo,
recebenio igualmente o archivo e tudo o que
for pertencente aquella motriz.
Dito ao capellao do recolbimento dePa-|
pacassa.Emresposla ao oflicio de V. Rvma.
do Io do corrente, e boje rebebido, tenbo a
declarar que, julgando V. Rvma. conveniente
o casamento das duas recolliidas que foram
pedidas para esse fin, nao me opponho a
que elle se reaze, com tanto q>ie as mes-
mas recolhidas ou casem na igreja do mes-
mo recolbimento, ou somonte saiam do re-
colhimeato parase dirigirem ao templo em
que tiver lugar o casamenta; nao les sen-
do permittido sair antes; nem mesmo a ti-
tulo de fazer os preparativos, etc. Do es-
clarecimento zelo e prudencia de V. Rvma.
confio toda a directo e ordem que convem
se observe nestes casos.
Dia 22
Oflicio ao Dr. chefe de polica. Tenho a
honra de aecusar receido o oflicio de V. S.
datado de"21 do corrente, common;cando-
nie haver assuraido oesse dia o exerci io do
cargo de chefe de polica, para que fra no-
meado pelo Exm. presidente, por achar-se
impedido o digno Dr. que o exercia.
Aproveito a occasio para apresenlar a V.
S. os meus protestos de eslima e conside-
rac3o.
Dito ao coadjutor proparoc'oo do Poco da
Panella.Com o seu oflicio de 17 do cor-
rente me foi entregue a certido de bito de
Francisco Duarle Carneiro da Cuoha Gama,
fim se achavam diversas pessoas reonidas(
'como se deu no caso por V. R. exposto no
cilicio a que respondo. Cuegadas as cousas
a esse ponto devia V. Rvma. casar os nuben-
tes, recomuaendando-lbes terminantemente
que aprendessem a doulrina. Se os autores
de moral que V. Rvma.'diz ter lido, prohi-
bem casar nubentes que no saibam a dou-
trlna, autores ha, como Barbosa, Sanches
outros, que dizem que Os parochos nao de-
vem protelar o casamento dos seus parochia-.
nos pela simples razo de nao saberem elles
a doutrina; e a sagrada congregado dos
cardeaes, em 6 de marco de 1588 diciiio
que se nao podia prohibir que coutrahissem
matrimonio quelles que nao sabem a dou-
trina ebrista; devendo os parocbos admoes-
ta-los para que a aprendam.
Accresce alm dto, que, a seguir-se a
doutrina por V. Rvma. enunciada no seu ci-
tado oflicio, quelles que sao inteiramente
inaptos para aprender ficariam inemissivel-
mente condemnados ao celibato, o que fra
absurdo.
Isto posto, seguindo o parecer de doutos
tueologbs, e solaretudo a decis5o da sagrada
congregacao dos cardeaes, entendo que uno'
parocho nao pode prohibir o casamento dos
seus paroebianos, baseado m que elles nao
sbela doutrina.
Cumpre-me advertir que com esta decisao
nao pretendo sentar os parocbos de exigi-
rem que os nubentes saibam a doutrina
ebrista : tal nao a minlia inlfencao.
Os parocbos devem velar ui cuidadosa-
mente par^ que s seus parochianos se ins-
truam nos pfincipios"vila nossa religio; ad-
verti-los de que o conhecimento* da doutrina
ebrista indispensavel a todos os fiis, e
principalmente quelles que vao ser iiais de
familia. Se porm, apezar dos esforgos em-
preados pelo parocho zel.iso, chegada a oc-
casio do casamento os nubentes ainda nao
estiverem inteiramente i astruidos, deve ca-
sa-Ios assim mesmo, exhortando-os para que
continuem no estudo comegado, marcando-
lhes mesmo um prazo, dentro do qual deve-
rao aprender o que llies falta. O zelo e de-
dicagao de um pastor que sabe cmprir os
seus deveres, tudo conseguir dos seus pa-
rochianos por meio da docilidade e da bran-
dara.
Espero que V. Rvma, cuja rectido de
intengoes jamis foi por mim posta em du-
vida, elfectuar o casamento desses-xon-
trahentes logo que r ceber este oflicio, ou o
cr no expediente do bispado; do que me
dar parte na primeira opportanidade.
liTe!ra rs do ei?el: lerdas e sextas ao meio
Jdra.
ahdaTara do irel : qaarus e sabbades a
i non da tarde.
[BPHBSRIDES DO MEZ Dg SETEMBRO fc
Qfrifcrtrese, as 8 h. e 39 m. da t,
Lna ebeia as 9 h. e 41 ro. da t.
Quirto miD?. ios 17 m. da m.
La nova as 8 b. e 50 m. di r.

DAS DA SEMANA.

I
I
:m6
I ">*
a ,.' .
i 9 ^.
i Segunda. 8. Estevao rei de Hongrla.
3 Terca. S. Eufemia v. S. Aristbeo b.
4 Qaarla. S. Roa de Viierbo r.f., S. Rosala v.
5 Qaloia. S. ll^rculano ni., 8. Arcensio m.
'6 Sexta. S. Libani ., S. Zicharias prof.
7 Sabbado. S. Regina v. m, S. Pamphito b.
8 Domingo. A Natitidade de Marta Santsslma.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 5 boras e 18 m. da maabia.
Segunda as $ fioras 4i minutos da larde.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o sal at Alagoas a 14 30; para o now
al a Granja a 15 e 30 de cada mes; para. Fer-
nando nosdias 14 dos metes Janeiro, marco, mai
Jnlbo, setembro e novembro.


8m, a mendicidde vestlo casaca, enrergoo o
J recreseeu oa proporco de um para
i nao o cirmaos'.oho que s despeda com
t de xs, ou coai om t!?nha paciencia
ainda custava menos H 'je em Ltsbia, o men-
ta carta de cooselho, medalhao, dispS da
\ ubllcidada, e a mi ireita sabe o que deu a es-
< aerda.
j E' assim qoe raiha a opposicao, que torca de
offi-j ter em qoe se oecope, fez" poltica da b^nefl-
cfenciapubllca, e poz-se a envenenar, sem d mm
cjinscieaea as fontes e mananciaes de que hade
bfcber e Comer a pobreza que povoava as pracas,
o(s caes tJ^Bs de Llsbja
os pobres o
sylo-prlso, e ao ministro do reino, o verdadeiro
forssteiras espera o re de Portugal, a sympathia IE' realmente para ser sanlada a annaricSn de nhr
de um povo, que o acolbe como concidado, vene-; tao conspicua s^uaaaa a appancao de obr
.r?,?i;Ltie.s ". J!??f ,*.d.e.i_'!0e,? ""be como amigo h foi p03to m liblriil no avre Q ^
CORRE8POXEMCIA.
9 DIARIO 1E PF.RT4HBVCO
f IIM
13 de asesto'df 1887.
.__. ,, < I Do-mai 'ea chamar ao albergue d
A quadra tem ido, como eostame no verto- yio-priso, e ao ministro do reino. ,
muito estril para novidades de carcter polHlco'. 7Bug dos K,hres
Em ferias parlamentares, os deputados 9 oaxes do | ^ootra lastima
I'ois os asyios sao estalajens em que se entra e
de-
.. tran-
quilidalje e abundancia, arrancando-os do aban-
dono, da crpula, da imnndiele, \< humilbago
reino, correm a visitar os
outros tem abalado para Paris, para admirar ^vij^irhiral Pjis'o'minlsiTo'que"nao
productos eiposlos no eampo de Marte. E orna fe- ; sftte de fundar para os mendigos um asylo de t
bre, ama quasi mana que se apoderou desta no?- -
sa geole, cojo estacionalismo proverbial ra, don-
tro em ponco pertencer aos dominios da leuda.
Os caminho de ferro pouco tinham at hoje al-
terado os nossos nsos patriarchaes. Precos redozi-
dos, exposiQo do Porto, corridas de loqros, fuoc-
c5es locaes, tudo isso era convdativo; jnas a vida
puntase per fulano,Est em Paris.-Iadaga.se
de Sicrano ; foi hontem;e Beltrano ?Val ama
nbaa. Todos vao, todos querem ir; depofs de 14 es-
tarem, cusla-lhes a voltar; boje orna caravana,
que discute de antemao muito as boas boras os
seus estatutos-, elege interpretee caixa e ei-los ab vio com o sen
itinerario regnlamenlado e equilibrado pelo peso
da bolsa ;-tantos das em Madrid, Untos em Pars,
urna volta a Bmxellas, urna sallada a Londres.
Estas $3o os que viajam sua costa. Ha porm
oatra especie tie viajantes. Sao os que tao i costa
do governo. Muitos Ibes tem inveja ; muitos ra-
Iham da liberalidade com que do pi do nosso
compadre se reparlem falias aos aflihados. Mas
que hade ser, se cada especialidade tem os seas
cultores; este porque vji esiadar machinas; aquel-
le, architeclura ; aquelle outro paineisi FaSo, fa-
bricacao disto ; Beltrai, manufacturas da taHYej
urna escala iolinita de vocagoes subditas. Qu1
scieocia 9 proQciencia, meus amigos, elles aio vem
trazer ao paiz I A multtssimos tem chegado o-to-
n do pubirjio. Nao se falla de oatra cooft.*"
gremios abns, convidados a elefer os mals pe
tos, escolbem ; outros sao escOIblBos lr
governo. Estes sao os mais graudos.
Todos correm a salvar a patria, mas li de longe."
Sao outros tantos dursis que que s atlrtm d*ea-
beca para baixo nesse golpiio Inmenso' de Parfs.
entretanto o pao encarece, e 09 que alo forara,
nem vao, nem ho de ir, desla vez pelo menos,
imrmurarara.
O pao sobe, porque as colheitas em Portugal fe-.
raro magras, e tao magras que muitos lavradores
nem a sement colheram. Em Uespaob era
FOLHETIffl
D. BRANCA DE LANZA
RECORDAgOES DA CORTE DE FELIPPE II
Romance histrico original
Por E. Fejo de Mendoza.


PARTE I .
Redeuip^So por amar
LIVEO II
OS Wt'S FAVORITOS.
ontinuco do n. 197.)
CAPITULO II.
O rei D. Feppe 11.
Apresentando em scena o rei D. Fep-
pe II, n5o podemos resistir ao desejo de
copiar alguns paragraphos da cxcellente his-
toria deste monarcua, escripta por D. Eva-
risto San Miguel.
Sendo Felippe II como rei e como uomem
urna figura gigantesca, mais gigantesca ain-
da pelas contradieces em que teem incor-
rido os que delle se teem oceupado, pois
que ao mesmo tempo que uns ilie concedem
todas as perfeiges imaginaveis, outros lhe
suppSe todos os vicios possiveis, e sendo
alm disso um dos prmeipaes personagens
deste livro, julgmos que em consciencia
deviamos relrata-Io com a maior exact'tdao
e fiielidade.
E pensando assim, temos duvidaio das
nossas proprias forcas e nos parecea mis
conveniente,que segu:r os impulsos da
nossa inspiraco, servindo-nos das notas que
temos,copiar do cifido escriptor a par^
COMIU^D DAS ARMAS.
0 Exm. Sr. general commandante das armas
dtiennina que os seoh'ires ofDciaes do exercito, de
volumarios da patria e da guarda nacional desta-
cada para oservico da gu-.-rra, que se achara nosta
provincia, cun licenca ou aguardan lo deciso de
re lU'jrnusotjs que dirigirn) ao governo imperial,
emparecam neste quartel general.
Sala das ordens do quariel-general do comman-
que se refere aos dotes physicos e moraes
deste monareba, na segaranga de que assim
satisfazemos muito melhor a nossa missao.
.....Pelo que nos dizem os historia-
dores contemporneos e a inspecc5o dos
retratos que de Felippe II, nos seus melhores
annos, nos deixou o Ticiano, pde-se asse-
gurar que foi um hornera de alguma cousa
menos que mediana estatura, de corpo pou-
co grosso c bem proporcionado, de feiges
vaconis e bastante agradaveis, se .0 ar de
serieJade e at de severidade que se lia
em seu rosto n5o neutralisasse tudo quan-
to tinba de juvenil, e podsse parecer at
agradavel. Foi esta gravidade, j desde a
sua pequenhez,odostiDctiyode todas as suas
palavras, das suas acefies e at dos movi-
mentos mais insignificantes a sua vida.
Pode-se dizer que este re jamis foi crez-
ca. Desde os seus pnmeiros annos cha-
maram a attenc5o dos ayos e mestrea o .bre-
ve dos seus ditos, o agudo e grave das suas
replicas. Observou desde os seus primei-
ros annos um decoro severo as suas acedes
mais iodifferentes, e exigi que os outws
guardassem a mesma httqueta em tudo crie
dizia respeito sua pessoa. Dizem delle
quenaocantou nnoa. Accrescentam que
apenas se ria : e ainda quaodo isto se possa
traduzir por um rasgo-de adulacSo severa
raagestade que nelle resplandeca, se pode
crer que os seus momentos de alegra e ras-
gos de jucundidade, foram muito raros, se
alguns nonve,' durante-a soa vida. Como
comscoa a governar quando nao sania dos
seos prjgoeiros annos, 0 ainda se acbava na
peqoenhes, nao estranho que a-seriedade
que geralmeote inffuia nos negocios, unida
ao seu carcter natural e alta idea qa,'
tinlwi da sua condicji) social, o levassem!*
quondiana, morece que o ataquen) com taes des-
temperos f
A opposicao prova de mais, e nisto, tanto vale o
de mais como o da meos.
Se ha excesso de zelo, antes o exeesso de zelo,
dos camlnhos de ferro-tjortngaezes pou va com os.santos de casa. nos se coodecorava cada pedite coo>^ ama chapa
Agora o outro caso. Ja se viaja multo mais. Per-[amerad, especie de brevet- da polioia para se
anisado a afTelcao nativa de nm povo llvre pelo
; chefe do estado, com o respeito nao convencelooal
nem decretado, que os portogaezes, professam pela
dyoastia constitucional.
j Em postscriptum a' roinba que Ihes enviel pelo
paquete francez Guiennr, Ihes noticiava a ebegada
de S. A. a formosa princesa do Brasil a Sra. D.
Leopoldina Tberesa, e de sea esposo o principe de
Cobonrgo e o j ivens principe D. Pedro, sea tilho,
a esta capital. SS AA. foram hospedados 'por S.
M. el-rei regente o Sr. D. Fernando, to do princi-
pe, com aquelle affecto que tanto dlslngueos mem-
bros da familia real dos dous palies co-irruios. SS.
jAA. estiveram alguns das em Cintra, visitaram
1 Mafra, forara ao Porto, flzeram nma dlgressao ao
Balsaco e por toda a parta tem sidd recebidos com
'eDtbasiasmo por sua affjoilidade, ecom todas as
I hao-as devidas a sua alta jerarcba.
Kazia parte da comitiva o consol de S. M. o Im-
perador do Brasil. VisilaraB em seguida os priu-
cipaes edificios daqaelh cidade; receberam os
cumphmentos da cmara municipal e das autori-
dades ei varias pessoas de dstinceo. A's o da
la-de foram ao palacio de crystal.
arrastarem esses piriasi de um civrflsago inde-
cisa, peles aditos dos theatros, das secretarias e
dos templos.
Felizmente a snbscripcao publica monta ja' a al-
gumas dezenas de contos de ris. Dlz-se que o
edificio de Xabregas sera' reedificado. Ootros
acooselham qoe se nao dispendam all cem contos,
masque se aproveite o aotigo mosteiro de Alcoba-
ca ou o de Tnomar. A opposicao quer explicar o
caso, diz que longe de Lisboa, nao podem ser
anicnados no funcionalismo do asylo os prenles
dos mipistros.-
Allude a ter sido eropregado na adninistracao
da asylo na Contraparente do Sr. Fonies. Foi erro,
Issq foi I Os bomeos da esfera do "Sri Footes de-
vem ser muito superiores a estas miseriasitas. Mas
abi, ao que diz a opposigao vai um abysino. Nao
estamos afora no caso daquede asylo de mendaci-
dade da S. Petersburgo, de que 004 falla Alelan-
dre Oumas, onde bavia 150 empregados e li asy-
Hos apaas: Nao Seabor. Eu vi o,asyie por den-
tro, algumas vezes, Jurante os 19 das de sua eiis
laatiJk-mo vi por la* essses nichos. Vi mullos
\/p ildos que precisavam de guardas ou antes de
,uf trmelroa pira es condusirem e servirem. Vi
*oa jcinoera carldade; ptima e zelosa superin-
leu enca no cooselhelro Torres Pereira, que em
quatro oa cinep^pnos de' enfermelro-mr do hos-
ital de s. Jos e anoexos, tem accumulado aos
is'generoos insliactosde philautropia, a pratlca
de tratar om infuluts practica que se nao aprende
nos livros das academias, mas que se admira as
tradcjes que nos legou Pr. Al noel Cootreiras e
S. Frsr+I^co de Paula.
Pr^isso, n eu vssse direito a ser ouvJo pelos
americano Joaquim Goulart da Silveira a que me
refer na minba ultima.
Ficou preenchida a formalidade. Este Individuo
tinba ido na barca do estado Martinlio de Mello.
E assim lerminou o assampio das reclamacoej.
americanas.
Consta que o governo fez um contracto com
o Sr. Boccage, lente de zoologa e director do ma-
sen, obrigandr se este cavalleiro a aperfefcoar a
coliura das o-iras, estabelecer ostrelras artiflciaes e
e reservatorioi para a engorda das ostras. O pri-
vileio durara' 30 annos e o Sr. Boccage pagara'
180 rs. por cada metro cubico de ostras qne ex-
portar. Fiodo aquelle praso, o estado lomara' pos-
se das ostreiras artiflciaes e de todos os estabeleci-
mentos que o Sr. Bocage tiver creado para esse
Ora.
J foram designadas pelo mioislerlo da guer-
ra as forcas qoe este anno vatn ao campo de ma-
nobras em Teos.
Escreveu ou transcrevea aqu um Jornal ba
dis que se falla em construir um tunnel no oca-
no atlntico, para unir por mel de um caminho-
com JodW21ar',-ramirpara 'hada no clarar^ inUi,rainen,e pra'ticavel o projeeZ 'iz o
an?resTdeme mLl!^.nV?, nmTn."!!'6^ J01 ^ serao P"c'sos o03 milhD.s de libras
. resleme, roandou preparar am jantar de 20 aproximadamente para re Usar esta monumenta-
vel obra.
Deixo a ressonsabilidade da noticia a quem a
extractoa ou inventoa.
O marque* de Caracioli, ministro de Italia
em Lisboa, vai substituir em Paris o Sr. Nigra.
O cdigo cto portugutz, est sendo publicad}
pelo Diario de Lisboa.
L
lalberes para offrecer aos principes.' SS. AA. fo-
ram ao Bassaco e regressaram a' Mealhada, to-
mando o combiio expresso para Lisboa, onde che- ,
garam s 11 i/i da noite. SS. AA. nao tinham le
vado ao porto o seu fllbinbo, que Qjou uo paco de |
Bdlem.
Novidades polticas aqui, nio as, ba, como
disse ao comear esta carta. Apeas esta: -a no-
meaco offlcial da grande commlssao extraparla-
mentar, encarregada de propr as reformas qae
julgar convenientes em qualquer ramo da publica
administrado, no sentido de melhorar as condi-
?5es econmicas do paiz, e extioguir ou atenuar
o dficit do orcamenio do esrado.
Sao membros da coramissao os Srs. duque de
Lool, condes dnTbomar e de Castro o Silva Cabral,
Brancamp, Serpa Piment-I; Carlos Beato, J>o .", "\, ".""."-T "." jt*
Chrysostomo, Mondes Leal, viscoude d'Algs) e de : a ,D,cla,lv de ara emprest.mo nacional voluntario ^J
chancelleiros. Margiohi, B3ldy, Iftbello da Silva, j sem juros e sem lempo prefixado para o reembol-
A. R. Sampayo. Mallos Correia, Sllxa Pedroso, L.: so respectivo,
de Alraeida e Albuquerque e Ferreira de Novaos.' ,, ., ,. .__,. .
Como ibas disse oportunamente fcii o dnque de \ u co]k^, aventando esta .idea no joroalismo da
Loul quera linha proposto na cmara hereditaria corte, avoca aos lidadores da imprensa para qae
DIAEIO BE PEBNAMBCO
Recife, Io de setembro de 18*7.
Ao eollega do Diario do Rio di Janeiro deve-se
o celeiro de Portugal, foi a mesma rasla.^*le-no no,os baas compl,rioU? que b 8e lembram
areo./!'-naJ' a Providencia. .vaitM-oos M sea)DTe de ledas as calamidades da patria. Ibes dl-
Uhas dos Acores. O governo promBlgou M as r(a ^ % eiffluU ffll, b0.ii se esu. djn.
urna reduccaa importante nos direitos de eufrada. 100 para a toit^0 e festauracSo do asylo de Ma-
i Wa Pa; e"b Mas isto medida provisoria, e a quesiAo alimen-
ticia, carece 4e medidas permanentes. Mas os pro-
teecionfstas ?... Qoem os aturar I Emm.quan-
do a rapazuda vier de Pars, se prof andar a
queslao.
O'aqui podecalcolar-se a m Impressao qae pro-
daz esta faina de viaja barba longa.
Esses pencos cros da opposicao que restara,
aproximara os facios pura e si rupias pie ote e poaco
Ihes falla para fuerera deiivar a ciresIU, que cbs-
mam fume, das prodigalidades dos toutistas offl-
ciaes. K" urna sera razao ; mas esta lgica sem
coratulo ser a mais direita acba eq as arcas va-
sias dos cultivadores e contnbuioleS, que vao pa-
gando a patoscada para lerem o praier de ovir
contar as maravillus do campo de Marte no estylo
prosaico dos rochuuchudos relatnos com que nos
ameagam.
Junte agora a isto qua depois do incendio do asy-
lo de Xabregw, se laucou urna rede,de peditorios,
mas d< to miudas malha que uioguem escapa.
As commissoas parochia>s pedem por portas pa-
ra o asylo Mar Pa ; acjmmisso central pede
encostada s columnas da folha offlcial ; a cmara
municipal distribua bilbeies de beneficios no pas-
seio publico, a's dezenas de rnllhares ; os cbefe>
das reparlicoes do estado psdera aos seas empre
gados, ao menos o equivaleite de om dl desold; -
as folhas ministerhes estao de alcofa na md a pe-
dir esmola para a reedificado do asylo.
Os saloe-s de concert illumloam se e padem pa-
ra os pobres asylados. As commissSss e sociedades
pubhcas e recaladas apresenlara o tronco da fra-
ternal beneficencia e recolhera as medalhas que a'
philaolropia dos consocios aprai onoeder a's es-
coudidas ou em pleDo meio da. Estes dio por
condescendencia, quelles por couviejao ; uos pa-
ra se verem llvres de quem Ihes pede ; oalros para
que o publico veja quanto d.
maculas d nepotismo, com que os adversarios do
guveroo enlo f.zendo tamanba algazarra.
Mudemos de assumpto. ja' que1 tambem incorri
no jirologuio do nosso bom Tolenlino.
Que querem? se pedir esmola para os pobres
que esto prohibidos de pedi-la, ebega a ser um
ever, anda que,!roior obrigaco da-la.
Afflrma-se que el-rel o Sr. D,' Luiz 1 e saa
augusta esposa, parti a 11 de Pars a's 9 horas da
nolte. Devia passar hoatem o da em Bordeus on-
de Ibes eslava preparada brilbante recepeo. Es-
pera-se que SS. MM. regressem a Lisbca no dia 18
do correte. Noticiam-se de H^spanha grandes
preparativos em Madrid e nutras cidades para ce-
lebrar, com hospitaleira magnificencia a passageni
dos soberanos de Portugal pelos estados d6 Isa-
bel II.
Entretanto por mais luzdas que sejam as testas
easteliiaaas, eston cerco qae ao Sr. D. Luiz nao dei-
xara' de apertar-se-lbe o coraco ao pisar aquella
Ierra, qae bem longo de tomar o exemplo huma-
nitario e cbristanissimo deste pequeo Portogal,
yai ceifando vidas ap', vidas no aliar da oppresso
poltica. Nesla quinzena, doas, quatro, mais tai-
vez sao os fusiiamenlos de qae rezara os per;oji-
as execucSes que tingiram ae sangsno thro-
os%zares, por cantos auuos tiuti m ama espli-
'dJo na historia de eoloesos cortio Pedro grande a
Nicohtu. leseaJpa s na linguagem dos adulado-
res que ibes escreviam os tactos. Mas na peninsa-
la em um rgimen que se alcaaba de representa-
tivo I......
A festas de Hespanha bao de ser grandiosas
para 0. Luiz I, como foram monamentaes as de
Pars para "toda a familia coradi da Europa, da
Asid,da frica, o mundo ioioiro em fim. Mis a
vedadeira resfi, qae apz tantas magnificencias
ser o personagem mais serio, mais grave,
mais circumspeeto do sea seculo. >
Podo dizer-s9 com fundamento
que Ine esatfeicoou mais pessoas esta se-
riedade as suas maoeiras paravra,s, que
o proprio carcter de severidade, de durez 1
e at de craeldade, de que se resentirn
muitos dos seus actos. Pessoa alguma se
faiia peso. Cita-se entre outros o caso de
um goardiSo da ordem de S. Francisco, em
coja celia seocculra um tal D. Goncalo
"Cuacou. a quem & rei persegua. Averi-
guado o caso, determraou o rei que o reli-
gioso, viesse sua presenga, e lhe disse com
toz irada: Frade, quem vos ensinou a
nao obedecer aa vnfso rei e a esconder um
iminoso de tal ordim ? quem vos tnoveu ?
aproximava da sin presenta sem algum
receio. Os principaes personagens da sua De jeinos, o gaardiao levantou os olhos, e
corte, olhavam anciosos se no seuosto se
responden humildemente : A caridade.
idiel Manlai-o j muito bem accom-
iiiodilo para o feu convenio, disse ao aj-
caide da corte, que o acompanhava.
descobria algum signal de desagria^ eUuviodo-o deu o re dous passos atraz, e
sentiam-se como feridos pelas pal!m,r#Vuja repeli duas vezes: -fiA caridade A ca-
aspereza ou critica pungente podia levara ""
morte ao fundo dos seus crales. Nirj-
guem llie fallava sem pesar com erdado-ai
suas palavras. Quantos se Ibe apresntafatf
pela primeira vez, ou fosse para negocios
proprus, ou em nome de aluma corpora-
go, cortavara os seus discurso,. e muitas
vezes a vista penetran te qoe Felippe sava
sobre o orador, percorremio toda aaa^ei-
todados. Mais serios resoitm|>roziri.
algumas vezes diversos ditos acres do mo
narca. O livro j citado mencijt
vidor do estado a quem levou
um olhar seu, de envolta aom algumai
prehense3, por ter revelado' 1
certas clausulas do seu testajft
vice-rei do Per, a quem suc
mo, por Ibe ter dito FeiippJijj(e o en-
viara s Indias, nao paragiie n
mas sim para que seroH
.... N) meio dest,^
nanea seapariav
com -paciencia
sastwrid'rL
Wawria-:1
caridade
faztr ?
moveufque
lhe
Sea
novemos de
A instrucco de Felippe II n5o
Srsta. Defia' ser pouco versado em
bu,iiiaidades,.e sobre tud/> .as linguas vi-
,T.as, eisto mostrase em q soa, aeuou aj)eracr os rscurapsma pom1- zT-' """" DUJDU1,li "f *-"""""
posos, e que de ante-m^tl *ido e4-J Ja. reDaac d08 estados de Plandres em seu
nHu^ Lc. ,.,,u-a2 Sl^-:_!1 TaVor por Carlos V. encarreeou ao aue de
41^
jiade, i

)or Carloj V, encarregou ao que
foi crdeal Gravela, de responder ass
lados em seu nome na lingua (ranceza,
icusando-se de n3o o fazer elle mesmo por
n3o a tr aprendido.
'osto isto assim, epedindo desculpa aos
nossos leitores se Ihes pareceu longo este
retrato,1 proseguiremos.
Mippe H, eatrando, saadou a princeza,
seo chapeo de velludo preto, e
[beyaj-lhe a mo.
1 recebea-o com 03 olhos baixos,
rtemente, aproximou-se do rei
^Hfinho. Depois condu-
l'mios, e foi seatar-se 00
que monten tos antes oceupra
qua se nomeasse urna granre cordmissao tiara no
iniervallo das sessfJes legislativas, lomar o pulso
ao paiz e receitar.
Adiou-se, adioa-se nao se sabs bem para qus,
nem porque. Afinal cnamaram-se' os mdicos po-
lilicos. '
O paiz costamado ao rgimen do dficit, ja' nao
aceita fcilmente ontro rgimen flaanceiro, por-
que a exiinccao do dficit leria de ser precedida,
talvez, da extidcjo de muitas sinecuras, de mui-
tas contemplagSes, de multas ostentacoas sump
luana-, de muitas saperfetacoes diplomticas e
bareaocralicas, qae sel eu ? Isto era de levar coi-
ro e cabello.
A extioccSo dos abusos, dizia ba pouco? annos
nm grande observador a proposito de um grande
plz, onde os abusos por coosequencia sao quasi
to numerosos, como os captulos de admioiitraco
interna e exlerna aquella vastissima uaco, a
exiinccao dos abusos, dizia elle, pois, Taz gritar,
nao sabis quem? Nao sao os abusos que se ex-
tinguem, os que gritara. Nessa niq calara elles;
sao quelles em que anda se naotocou, mas que
esta o ameacados, e como sao muilo mais quelles
om que se nao bole, do que os sacrificados, a ce'
lenma 6 tanta, que os reformadores ebegam a al-
terarle, qae o desideranium.
Contina a dizer-se que reina desbarmonia
entre o Sr. Casal Ribeiro o os seus collegas, por
causa das uomeaeo?- para o ministerio dos nego-
cios estrangeiros. O Sr. t^asal Ribeiro anda nao
regressou da sua vjagem a' Franca.
O Jornal do Commercio em am succino artigo
tratou, antes de bontern, da commi?S30 encarre-
gada de esludar a nossa orgamsacio fjaanceira,
analysando o relatarlo qoe precede o decreto, o
mostra que o governo muilo poaco se oceu. ou de
acudir ao estado do thsouro. Julga a commissao
ioofTensiva e proficua para remediar da promplo
os males financeiros do piz, e estranh.i que to
larde fosse n junada, porque nada de importante
lera' tempo de propr oa prxima sessao parlamen-
tar.
0 Diario Popular publicou hoatem um folhe-
tim do Sr. Pinhelro Chagas, analysando um livro
serio intitulado Resumo de historia contempo-
rnea (181,'i1865) pjr um professor.
Este livro foi remettido ao Brasil ao Sr. Pinhei-
ro Chigas, que enteadeu ser urna obra muilo para
consultar-se pela exactido, pela imparcialidade e
pela clareza da exposigo com qae all se tratam
os aconlecimentos destes ultimo cincoenta annos.
com Antonio Prez, e sorrio-lhe como j
sorrira ao favorito.
Depois da um momento de silencio, a
princeza conhecen que Felippe II se nao
achava muito satisfeito, e com essa astucia
de mulber, que a nao abandonou nos dias
mais aziagos da sua vida, dise ao seu real
amante, deitando-lbe os bracos ao pescoco :
Santoyo avisou-me esta manh5a de
que V. M. viria, e j o esperava com impa-
ciencia, e... com zelos. Quanto tardaste,
senhor Sem duvida foi V. M. detido no
seu paco pela oatra Anna que all tem.
A princeza de Eboli fazia referencia a D.
Anna d'Austria, quarta esposa de Felippe II
e lilba do imperador Maximiliano.
O rei continuou severo e grave, apezar da
carinhosa recepc5o' qae tivera, e D. Aona,
n"o se desanimando por jsto, proseguio
com voz de dolorosa queixa :
J vejo, senhor, que a Anna do paco
mais feliz que esta outra pobre Anna, que
vos est fallando e a quem V. M. nSo quer
ouvir.
Felippe II passou a mo pela fronte, como
qne para afugentar urna idea que o iocom-
modava demasiadamente.
\ Sinto ter-te feito esperar, disse por
fim prinoexa, mas os negocios do estado
demoraram-me mais do qae ea desejava,
e... Mas deixemos isto, princeza, Venho
aqui para descancar de to aborrecidos ne-
gocios, e nem ainda isto me permittido.
Fallemos de ontra consa.
Como quizerd8S, senhor, esclamou D.
Anna, algum tanto resentida por lhe nao ser
manifestada pelo rei a cansa do sen desgosto.
Sem duvida T. M. j nao tem conanca em
mim, porque me nao abre Q aeq coraco co-
m/> era outr Teses,
abram listas de subseripeo em seas escriptorios,,
eol) ahi livros em qoe ioscrevam os cidados os
seus nomes, qne serao publicados diariamente.
Applaudimos essa dea do collega, porque ella o
merece por sna elevacao e por seu alcance gran-
dioso; applaudimo-la ainda, porque o qae ella
realisa nesse oiTarecimento espontaneo do paiz ao
governo, ama ulildade real, prompta e do bom.
eff.-ito para o credltc do mesmo paiz no exterior,
onde se deve corar por mante-lo as condiedes
em que sempre estove, e das quaes o derrocarlo
sem duvida as difficuldades da guerra, se o patrio-
tismo nao oppozer a isto o sea verbo ingente e por-
tentoso.
Com eleito, a hora de accordar para o que
de suprema necessidale do paiz.
Nestas cireuoisUncias o espirito publico nao de-
veimmobilisar-se na inercia; cumpre-be tomar
tiJ) o elaslerio, e s pairar na alhmosphera do
que vem bem da propria dignidade; onde reco-
nhecer que no ha sacrificio a que a sustentaba
desu nao leve o bom patriota.
A historia actual da Franca, da Italia e dos Es-
lados-Unidos da deste estuco grandioso nm teste-
munho, qu9 tanto honra o coracao humano que o
concebeu, quauto eleva o espirito de nacionalida-
de que dqn-lhe desenvolvimento pratico em face
de situac5es difflceis.
E a nossa historia patria, tao frtil em acedes de-
valor e actos de magnanimidade, nao podera' offe-
recer de futuro urna pagina idntica de patritica
virilidad*, que boje se manifesla no concurso leal
e espontaneo de todo os cidados e de todos os
estrangeiro? amigos do Brasil, para a grande obra
da sustentado da dignidade e do crdito do im-
perio ?
Nao licito duvida-lo; fura desconbecer o que
valem bros nacionaes.
E porque abrir-se nisto ama sabscripcao para
o povo brasiloiro, tao grande, tao nobre, to pa-
trila como outro qaalqaer povo, as boras so-
lemnes das manifestarles externas do patriotismo?
E a princeza fisou os seos negros e for-
mosos olhos no rosto'paludo do monarcha,
com urna expresso to profunda de amor,
que o rei estremeceu, respondendo-Ihe ca-
ri nhosamente:
Minba Anna, enganas-te se certo que
ojulgas assim. Tu saonica pessoa que
me nao engaa, eu o sei, e por isso te amo
tanto e te descubro o mea coraco...
Oh senbor...
Sim, mas por vezes ha cousas que
tingem de rubr as faces, que envergonhan, .
que bumilham a minbe dignidade, e nao
me atrevo a dizert'as.
E que que tendes agora, senhor T
- Nao t'o digo, Anna.
Oh perdoai-me, mas quero sabe-lo.
Porque, orno em outras vezes, nao desa,-^
fogais comigo as vossas penas ? Acaso os
(lammengos Gzeram alguma das suas ?
Nao.
Tornaram a rebellar-se os portu-
gue,zes.
Nao, tornou a repetir o rei com ar
sombro. Os portuguezes ficaram escara--
mentados e por algum tempo no tornarlo .
a sublevar-se.
D. Anna estremecen.
Ser, por desgraca, a conducta da
nobreza com Antonio Prez a causa dos
vossos desgostos ?

^^m i
Essa causa existe todos os das, mas
tambeaa agora nao isso, Anna.
Ento, senhor, replicn a princeza
laucando um suspiro de felicidade por ver
que os seus recoios eram infundados, en-
to assegaro-vos que nao comprehendo,,
J sabis qoe sou nrbjto rnde.
O rei sproxirooQ-se ento mais, da
princeza.
1
1

-
'
ppf
>
MUTILAI






2

.Jv..
O.
Mari Peratbaco
Fura anda injustica nutrir *** peosatnento
acerca dos os'da Cerra da Santa Croi.
O empresumo acional voluntarlo, porlant, co-
mo o eooeebea o eollega do Otario, ba- de ser-nma
realidades e o governo do paii, para ceajurar a
ha de ver-se cercado do mesmo pala por
verno; uro
as alteracSes
anno depon de sea exeencao, {Has
crise,
meio dessa manifestaco, a qae se ro recusara o
grande, nem o pequeo; porque a denominacae
de brasfleiro n o tem graos, lem se ubdWlde o
deiar qae sobre ella fatalmente podesse cahir.
Os brsileiros todos sao solidarios na honra no
opprobrio que reflicta (obre a trra qae Ins dea o
berco; e s as naturaxa pertertidas se laiem su-
periores sentimentos naturaes desta ordem.
O emprestimo, pois, repelimo-le, ha de receber a
acqaieseencia de todos.
Noto appeo ao patriotismo, este nao immude-
cera, e dar' de si por tal forma, mesmo porque
no sea eiito vai tambem o da guerra, onde Dio
ba meio de-reenar, cera posslbilidade da aceitar
orna paz que nao Importe ama victoria, sendo, por-
taoto preciso vencer a todo o transe; visto como
a derrota oo a paz vergonbosa nao eqaivaleria so-
mente a orna nodoa indelevel, segundo di-lo o col-
lega e> Diarlo, serla anda o sigoal de sua con-
flagraco continental, ameae.ando-nos e a um tempo
odas as repblicas sal-americanas.
Ora, a humilbacio sera limites, o prejuizo sem
avaliacao possivel, a raina financelra e o abaixa-
mento da nossa calhegona, seriam as funestase
dolorosas eonsequeoeias do xito allogrado da
guerra que sustentamos-, e assim nenhum bra-
sileiro, nenhum amigo do Brasil, pode recusarse
ao empenho de honra, reclamad) pela nacao, para
sua desafronta e permanencia immaculada de seas
bros, mesmo porque o.que um esforco pode hoje
remtdiar, amanhaa pode nao ser sasceptivel de re-
medio.
A urgencia da actualdade cifra-se em dinheiro e
bracee, na phrase anda do collega do Diarto ; ca-
da om, portanto, dar na proporco de saas pos-
ses, e o que nada tiver, pode anda dar o seu bra$o
e ir conquistar no campo das batalhas a honra e a
gloria do sea nome.
Assim, nessa obra grandiosa, nao ha concurso
peqoeno ou intil; todos os brasileiros concor-
ea] para a sustentado da honra do paii, e tem
por tal forma desempenhado o seu dever com sa-
lifaco da propria coasciencia, que nao transige! "sen" _._,,._
com-a omissao das obrigacoes moraos.
Neste proposito, abrimos desde j em nosso es-
criptorio a oscripco para o emprestimo nacional
as condi;oes eslabelecidas pelo iniciador da idea
patritica, cuja adopeS* nesta provincia ser teste-
munbada de modo brilbante, nos o acreditamos
priori, e a pratica o comprovar em seguida.
r
tMMMM

letra t de SeteMkro de
1867.

Artigo (dem.) A armazenagem do mesmo ge
ero aera' cobrada aa aegaiute porp*
Al 3 mezas de atada 20 0|0 do* dtnM.
S
7
> 9
JO
11
t 11
25
30
35
40
48
50
Artigo (dem.; A aguardeale despachada para|
que a experiencia acoosafear, sera a provincia 4o Rio de Janeiro pagara'o ir
submettlda a approvaco do corpo legislativo. de 10 0)0 no acto de despacho, cauciona!
c Art. Sbitilua se peto sega inte: gmente os oatros 10 0|0, qae serfcjj ntl
Kicam elevados a 9 /. os direitos de 7 a/. QQ* depols de satlsfetta a formalidade doarfM
se cobrara dos gneros de prodcelo e manoiaeta- gulameito da alfandega.
ra nacional, exportados para paizes eslrangelros.
Logo, porm, qne desappareca o dficit, o i iara animalmente a redoeco de 1 / nos ditos di
reitos at que estes se flxem em 5 /
Sapprimav-se os p 1* e 3.* do art. 10 da
proposta, relativos aos direitos de reexportaejo,
baldeaco e ditas para a Costa da frica, que Icam
abolidos.
< Snpprima-se o f 12 do mesmo artigo relativo
ao pao-brasil, que pagara' direitos eomo qoalquer
ouira madeira.
Accommode-se a disposicao do 13 ao disposto
no art. 2.* deslas emendas.
t Sapprimam-se os 14 e 15, e contemple-so
o onro em po ou ero barra entre os gneros su-
Jeltos aos direitos de exportacao de 5 e 4 / do
art. *.
Rena se a' renda do | 23 a do g 24, suppn-
mlndo-se este ultimo.
c Reana-se a' renda do $ 54 a' do 72, e sop
prlma-se aqaefle.
c Art. 3.* Sapprima-se na 1.a parte a palavra
quotidade.
Na 2/ parte onde se dizlaxas fizas diga-se
urna porceolagem, que nao exceder' de 5 / do
rendimento provavel do contribuate.
c Sapprima-se a 3. parte, que come$a: A
taxa flxa tera' por base, etc.
< Supprlma-se o n. 3 do 1."
c E accrescente :
< 3* Nenham esUbelecimento particular qae
nao etteja expressamente designado as exceptos
do $ I.* sera' isento do imposto.
c Os lavradores pagarao somente a taxa propor-
cional ; e os empregados pblicos, incluindo os
aposentados ou jubilados, e os pensionistas do esta-
do, pagarao rnenle a porcenlagem na seguinle
proporco :
de l:20d a '2:4005 1 /
de 2:4005 a 3:6005 2 "/.
de 3:60O a 4:8005 2 # /.
de 4:8005 a 6:0005 3 /.
de 6:0005 a 7:2005 3 /.
de 7:2605 a 8:4005 4 /
raals w /. sobre
de 16:0005, qne
atiabo, esindaote do 4.* anno do curso tbeo-
lojteo.
1 DiaSexu dor de Nossa Senbora.Pec-
iapwgs*.Orador Joio Evangelista dos
osa, ildanle do 3.a anno do corso tbeo-
>

i
>
Artigo (dem). Ficam elevados aa dobro es
direitos de expediente qae pagam os teneros ei-
trangeiroa, navegados com caria de gala ( 4* do
art 10 da proposta), os dos gneros despachados
livres de direitos de consumo, qae sao sujeltos aos
de expediente ( 0* dem/
< Artigo (additivo;. As disposicSes relativas a
cobranca dos direitos de exporticao, dcima urba-
na, meia siza dos escravos, direitos addicionaes so-'
bre os gneros de importaco, armazenagem, pre-
mios de assignados e direitos de expediente tero
vigor do 1* de novembro do corrate anno em
diante; e as relativas a' taxa sobre escravos o
aoeoragem do i* de iaoeiro de 1866 em diante.
s.R.
Pai;o da cmara, 23 de agosto de 1867.C.
Pinto de Figuetredo.
O Sr. C Otleni fundamenten os segaintes reque-
rimemos, que flearam adiados por ler pedido a pa-
lavra o Sr. ministro da marinha :
< ilequeiro que se paca ao governo Intormaco
sobre o modo por que se remtliam fondo para
as despeas da esqaadra do Rio da Prata antes de
orgaoisada a nova repartieao fiscal, declaraodose
te de No
Os
de vencimentos
de mais
> de >
> de i
de
> de >
E assim progressivamente
cada 1:2005 at ao venclmento
o prego medio da onca de ouro as passagens de ^
fondos, no anno financeiro de 1865 a 1866.*
Reqoeiro que se requisito do governo copia do
14.a Dia.Stima dor de Nossa Senbora.Pee-
do do agitano.-Orador Jos Herainio Silvelra
estudante do 3.a anno do carao tbeologieo.
Dia.O pencado 2 causa da patxo e mor-
Rosso Senhor Jess Christo.Orador lvo Jos
reir di Costa, estudante do 3.* anno do curso
tbeologieo.
, 16.a Da.A morte do peccador.Orador padre
1 Joel Esdras Lins Fialho.
17.a Da.A dor dos peccado.Orador Dario
Nunes da Silva, estudante do 3.a anno do corso
tbeologieo.
18. Dia.O amor de Deas__Orador Joio Olym-
plo de Souza Lyra, estudante do 2.* anno do corso
tbeologieo.
19.a Dia.A meditacao da paixo a morte de
Nosso Senhor Jess Coristo. Orador Emidio Per-
andes de Oilveira, estudante do 2.a anno do enrso
tbeologieo.
20.a Dia.A meditacao das dores principaes de
Mara.Orador Jos Joaqaim de Franca.
21.a Dia.A conflssaoOrador Lasdiiao Adol*
pbo de Salles, estudante do 2.* anno do corso theo-
Jogico.
1 2La Dia.A penitencia.-Orador Manoel Aato-
nSc da Silva Lessa, estudante do 3.a anno do corso
Ihpologico.
3 Dia.Gooflanca em Mara Santissima.Ora-
dk Jos Vicente de Gooveia Aceioli, estudante do
2.4 anno de corso tbeologieo.
4.* Dia. lmitacao de Christo e vlrtode do ;eu
prlciosissimo sangue.Orador Florentino Barbosa
delsooza Perras, estudante do 2. auno corso theo-
ico.
pagara' 8 /#, e dabi para cima sempre 8 /
t 4.a Os offlciaes do exercito concorrerao com
um dia de sold, como os da marinba.
< 5.a Os empregados de novo nomeados que
flearem sujeitos ao impostj do 3.a nao pagarao os
direitos da 1.a parte da tabella annexa a' lei n. 243
de 30 de novembro de 1841.
t Aris. 4., o. 6.a e 7. sapprimam-se,
Art. 8." No principio, em vez do que esta*, di-
&&&
Sabbado a' larde cqegou o vapor americano
iVorf/i America, trs?:jndo jornaes do Rio de Janeiro
de 25 e da Babia de 29 do passado. Delles colhe-
mos o que segu :
Ro oe Jadeiro.
S. M. o Hper*lsr visilou no dia 24 as ofi-
cinas de macbinbas do arsenal de mariaha, o va-
por Amazonas e o monitor Rio Grande. S. M. pas-
soa depois a' ilba das Cobras, e esleve no dique
imperial; examinoo os munllores em construeco,
serrara, fortaleza da liba das Cobras, e hospital de
marinba, donde regressou ao arsenal a's 2 1/2, e
retirou-se logo.
No senado, no dia 24, o Sr. Furtado offerecen
e justificoo o segointe requerimento:
Requeiro que o_governo commnniqoe o coo-
teado do tratado, oo tratados celebrados com as
reboblicas do Prata, era sessao secreta, se por ven-
tara boover inconveniente em faze-lo em sesso
publica. .
O Sr. ministro dos negocios estrangeiros deca-
roo que o governo, se passasse algum requerim-n-
to neste sentido, nao tinba duvda em apresentar
o tralado; mas em sesso secreta.
O requerimento ficon adiado para a sessla se-
guate.
Foram soccessivamente approvadas em Ia e 2'
discosslo seta proposicSes sobre pensSes.
Foi rejeitado em 1" discosso a proposlcao rela-
tiva a' matricula do estodante Antonio Caetano da
Silva Lara.
Entraram depois em 3a discussao e foram adop-
tadas as segaintes proposicoes:
Ia. Approvando a penso concedida a D. Hono-
rina Matbidesde Oliveira.
2*. Aatorisaodo a concessao de licenca ao bacha-
rel Leopoldo Henrique Casirioto.
3a. tem a Mariano Jos Cuperlino de Amaral.
4*. tem ao Dr. Luli Jos da Silva Moura.
5a. Aotorisando a matricula do estodante Joo
Pires Farinha Jnior.
6a. tem a Jos Cardoso de Moura Brasil.
7a. tem a Angosto Jos da Silva.
Passando-se a' 2* parte da ordem do dia, conti-
nuoo a 2a discosso do art. 44 da proposta de flxa-
cao de torga de trra, e foi apoiada a seguinle
emenda:
Snpprimam-se na proposta as palavras que
sera' mobllisada conforme or mais conveniente;
e bem assim a emenda da cmara dos senbores
depulados.Baro do Cotegipe.
Oraram os Srs. baro de S. Lourenco e ministro
da guerra, e ficon a discosso encerrada, nao se
votando por falta de numero legal.
Na cmara dos depulados, nesse da, cooti-
noou a discosso "o requerimento do Sr. Lourenco
de Albuquerque pedindo informacoes ao governo
sobre o nomerode voluntarios e reerntas que vie-
ram da provincia das Alagoas durante a adminis-
tracao do Sr. Jos Martins Pereira de Alencaslre;
qoaotos seguiram para a guerra e quantos foram
dispensados do servico, e porque motivo, bem como
copias tanto das ipspeccOes de sande a que foram
snbmettidas as praeas do ultimo contingente vindo
da dita provincia, como da correspondencia do
mesmo Sr. Aleoeastre com o governo relativamen-
te aa obanumento ao servico da guarda nacional
de Anadia e dos indios das diversas aldeas da re-
ferida provincia. Oroo o mesmo Sr- Lourenco de
Albuquerque, fleando a discussao adiada pela
hora.
CoQtinuou depois a 2a discosso da proposla do
governo na parte relativa a' receita geral do im-
perio para o anno financeiro de 1866 a 1867. Ora-
ram os Srs. Vieira da Silva, Ratisbcna, Macedo e
Das da Cruz, fleando igualmente esta discosso
adiada pela bora.
Foram offerecidas as segniates emendas: ;_ ,
Art !. Sobstitoa-s-pelo segointe:
t O governo flea aatorisado para reformar o re-
glame uto e a tarifa das alfaodegas, ob as segain-
tes bases:
< Ia. N* reforma do regolamenla o governc
podera'.- Ia, alterar a tabella do noraeto e renci-
mento 4w empregados, estabelscer novas regras
para, as osmeagoes e accessos dos raesmos; nao,
porm, elevando-lbas os vencimentos, mas juntan-
do-Ibes o ordenado a' gratifleaejto, e equiparndo-
os aos empregados do ihesooro e tbesoorarlas no
flea autorisado paTa reformar o
regulamento do imposto do sello, podendo, etc.
(O mais como esta' na proposta.)
E accrescente-se, depois do n. 3.a : A re-
forma sera' snbmelti 'a a' approvaco do corpo le-
gislativo na sua pnmeira reunio, depois que a
mesma or pobiieada.
Art. 9. Onde diz 12 % diga-se 10 "/., e
mais 8 "/ addicionaes nos distrlctos onde tunelo
nar a companhia City Improvements-
Art. 10. Sobsiitaa se pelo segointe :
< A taxa sobre os escravos sera :
Na.crl6 (cidade) (No dislricto da legoa)
At 3 escravos de 65 cada ara 45 cada um
6 > de 85
9 > de 105
> 12 de 125 >
De 1-2 para cima de 125 >
i Em Nitheron-, Babia,
S. Paolo, Maraoso e Para
At 3 escravos..
6 ...
9 ...
12 ..
De 12 para cima.
< Districlo alm da legua em Nitherohy
At 3 escravos.. 45 cada om
9 .. 65
De 9 para cima. 65
c Eolre todas as ootras cidades :
65
85
> 105
105
Pernambaco, S. Pedro,
45 cada nm
65 > >
85
105 >
105
At 6 escravos..
> 12 ..
65
65
cada om
i
regula ment da presidencia do codselho, se que
foi orgaolsado e approvado na forma do decreto n.
o23dei0de juiho de 1847.
f Requeiro que o governo informe se aos presi-
dentes nomeados para Minas Geraes tem dado ios-
iraccSes ssbre as tendencias que devemimprimir
a' adminisiraco, relativamente aos partidas polti-
cos que dlvidem o paiz.
i Sala das sesses, 24 de agosto de 1867.
A alfandega da corte rendeo de l a 24 do
correte 1,866:0325270 rs.
No da 24 negociaram-se 5,000 soberanos a
115300,43 a plices geraes de a|. a 89 1{2 | 58
acco-s do banco do Brasil a 1925, 40 da compa-
nhia Brasleira de Paquetes a vapor 1955.
Ficavam a' carga para Pernambaco o brigoe
portuguez Relmpago e o patacho brasilelro Pa-
raense.
MISAS GERAES.
No dia 17 do passado leve lug>r na capital
a installaco do Gremio Conservador, cuja direc-
tora compoese :
c Presidente, senador Manoel Teixeira de Souza.
t Vice-presldenles, 1" Dr. Jcronymo Mximo No-
gueira Penido, 2o capito Raymundo Nonato da
Silva Athayde.
t Secretarios,. teoente Antonio Alves Pereira
da Silva, 2 tenente Antonio Ernesto de Oliveira
Machado.
< Thesoureiro, Candido Theodoro de Oliveira.
Conselheiros : A. Luiz de Magaloes M*squei-
ra, Dr. Cimillo da Cunba eFigueiredo, Dr. Eugenio
Celso Nogoelra, Dr. Jiooymo Mximo N. Penido
Jnior^ Joo Baptista Teixeira de Souza, vigario
Joao Furreira de Carvalbo. brigadeiro Joo Rodri
gues Feu de Carvalbo, Jos Augusto Da- de Ma
galhes, Raphael Archanjo de Carvalbo Gama e
Valeriano Maaso R. de Carvalbo.
BAHA.
Nada occorreu que mereca mencio
O cambio regalava : sobre Londres II 112
d., sobre Pars 440 rs., sobre Hamburgo 833 eso
bre Puriugal 140 V
Ficava a' carga para Peroambuco o patacho
porlugiez Jote. a<
PERNRPBUCO
la-
45 cada um
55 >
d"J^^9eias 8 dePeB0 das mercadonas, no
sentido de facilitar mais esse servipo, tomando as
canteras- fhcaes qae forera precisas, e regalando
melbor os casos em que sao cabiveis as mallas por
differengas de qoalidade e qoaotidade.
I J-vNa reforma da larifs, alm da redacto
das medidas ao systema mtrico, o governo em-
pregara' o maior cuidado na reetifleaco dos valo-
res offlciaes das mercadorias para approxima-las o
mais possivsl dos preoos actuaes do orneado im-
portador, aegaQdOMas,ferai fio art. 570 do rego-
lamento ; e fixara os direitos a qae deverem ficar
sojeitos as segpintes razies: de 5 a 20 /, para
os comestiveis e mais mercaforias de prlmera ne-
cessJdadei; oe 30 /> para-as de lnxo; e de 40 /.
para e fam e seos productos, bebidas espirituosas
oo fermentadas, cartas de jogar, carroagens. ogos
da China, on de artificio de qualquer especie, ar-
mMo:qqaJqner. laiaett, nos de ca^a, e qual-
queroatros objeciosde aso supeiflao.
* i 3.' Alm dos direitos cima mencionados, o
0T.5(> Pod**"'.mpadar^eobriros addicionaes qae
^a*etoiod*nontarifsaltda seacba-
^S^"*^* t* ootaoio estlver exttacto o
?. .i?1^" 4 tax d i V. Pgaro dl-
?H^t^T^tlLe 3 't- i de mais de
405 frli&S;^.,!* >'/., e as de Ux. de
g 4." A nova tarifa sera
tres mezes depois de publicada
De 12 para cima.
< as villas :
Al 8 escravos..
12 ..
De 12 para cima.
Fra das villas cidades 15 *
(como esta' na proposta), accrescenlando-se i fine:
e o escravo que se verificar nao estar matriculado
sera' considerado livre.
t Art. 11. Depois da palavraescravos-do d.
3 accrescente-se :(cando abolido o aso de aoto-
rlsar veodas por precoracao, salvo pagaodose ao
passa-las o imposto respectivo, e estes tantas veres
quantos forem os estabelecimentos de taes procura-
ces, urna vez que se nao passe a escrptara pu-
blica dentro do prazo de um anno da data de cada
substabelecimeoto.
A taxa de 20 O/o marcada em o n. 7 do 1.
desie artigo seja elevada a 4 O/o-
c Art. 13. Sobstitoa se a 2a parte deste artigo
pela seguate :
c O governo Oca aatorisado para fazer extrahir
em beneficio do ibesouro al tres loteras mensa-
mente, dorante o prazo de seis mezes, a contar d
data em que se pozer a veoda a Ia, comprebendi-
das nestas as que esto por correr em beneficio do
estado sanitario, e fleando adiada a extraeco de
qoaesqoer outros que nao sejam : 1", as ja conce-
didas, caja extraeco obrigatoria e nao depeoda
de approvaco do governo; 2*, as do patrimonio
do hospicio de Pedro II, concedidas pelo decreto n
875 de 10 de setembro de 1856.
c Art. 14. Supprima-se.
c Art. 16. dem,
c Art. 1. No final da 1* parte accrescente-se :
e podendo isentar do imposto os passes e pasia-
portet dos navios qae sahem dos porios do im-
perio.
Art. 20. Accrescenie-se no final : salva a
disposicao do nico do art. 10.
< Art. 21. Substitoa se pelo segointe : ,
Os direitos addicionaes sobre a importaco qae
se cobram em virlode dos 1 e 2 do art. 11 da
lei de 27 de setembro de 1860 ficam desde ja ele-
vapos do segointe modo : os gneros das tabellas
A e B da tarifa pagarao 10 0)0 de addicionae*. e os
da tabellas C, que nada pagam de addicionaes ac-
tualmente, ficam sojellos aos de 2 0)0.
Estas disposicoes, porm, tero vigor sement
at que seja posta em exeeoco a nova tarifa das
alfaodegas.
< Conlinaam em vigor as dlsposicdes do art. 3
il 1 e 2 do decreto Ib. 2,684 de 3 de novembro de
1860.
Sapprimam-se do projeeto as palavras :o art.
9 paua a 22.
dem os S 4 e 6 do art. 23.
dem as palavras:... Imposto pessoal ...
Dito sobre vencimentos;
t Artigo (additivo.) O imposto da armazenagem
sera' cobrado desde a data da entrada das merca-
dorias nos armazens, se estas, qoaesqoer qae se-
jam, nao forem despachada* e retiradas dentro do
praso de 15 das contados consecutivamente.
Artigo (additivo.) O- premios des sssignados
e letras mercaotis, de qae tratatn os arts. 313,585
e 586 do reglamelo das alfandegas, e art. 32 do
decreto o.....de 31 de dezembro de 1863, fiza-
do em S 0(0, facaltando-se que possam ser passa
qoemz respeitoaos descoatos nos easoe de molestia dos at 3|4 parles dos direitos qae cada assignante
devidameiiteprovada; 2a, modificar o systema das ^ouver de pagar.
posta em exeeoco j
por decreto do go-
i Artigo (dem.) Fica elevada
auxilio das obras do caes e docas das alfaadegas a
taxa de 300 rs. da aoeoragem, estabelecida no
"; 664 do regulamento de 19 de setembro de
Argo (dem.) Os metaos .preciosos e a pl-
vora nattonaL de uatam os .2, 3, e 5 do aru
637 do regulamento das alfanoegas, pagarao os
raesmos direitos de exportacao de 5 e 4 0,0 cima
declarados.
Artigo (idem.) O goyerno podera' elevara
senhorfagem no caobo da prata, alteraodo para es-
se fim a a reiaco actual entre o seo valor nominal
e o rene
Artigo (idem.) O governo podera' conceder
por aforamento, a titulo perpetuo, as Ierras publi-
cas que lhe forera requeridas a esse titoto, fizando
para tal fim, em urna tabella, e foro qae dever ser
pago segando as distancias em. que as mesmas
larras se acbarem do litoral, oa das vas frreas.
A concessao a cada na individuo nao podera' ex-
ceder de ama legua qoadrada, e Acara' sem effeito
se dentro do prazo de doas aooos as ierras conce-
didas nao forem colilvadas.
i Arugo (additivo^,; a pensio trisanual a qae
s5o sujeltos osalamno,s,da cqllegio deedro JJ, fica
elevada do segointe modo :
Pensionistas de 1* classe.. 1255000
de 2* t 1005000
Meio-pentlonistas......... 485000
Externos................ 245000
-REVISTA DIARIA-
Te ve bontem logar oo hospicio dos religiosos
capuchinbos de N. S. da Penba a iosla da excelsa
senhora, que d o nome qoelle convento.
Como em todos os annos passados, a igreja acha
va-se rica e primorosamente adornada, sobresahindo
no alto do arco que d entrada para a capella-mr
um qnadro alegsrico da bella passagem da Escrip-
tura Santa em qas Muyss inspirado pelo Senhor
ferio a rocha, e d'ella fez sabir agua para saciar o
seu povo que se estoma de secura no deserto.
Na sacrista figurara em um lugar de honra o
retrato do chefe da igreja calbolica, S. S. b Papa
Pi IX.
Cantou a mssa o Revd. padre prefeito Fr. Sera-
fim de Catanf), e prgou ao Evaogelho o Revd.
vice-preelto Fr. Fidelx de Fagnano.
A msica da festa foi a do maestro Cooti, a que
em 1815 foi offerecida ao convento, na pessoa do
entiio seu prefeito o Revd. Fr. Placido, e que pro-
priedade 'elle, embora aiguem se arrogue o di-
relto de composico e prepriedade, porque infeliz-
mente pude obte-la por intermedio de pessoa da
familia do regente da arcbeslra n'aqoella data.
A igreja esteve lluminada exteriormente na ves-
pera e dia da festa 4 noute, e no largo flgurava ama
linda pyramide que tambem foi lluminada.
Ianumeras contissSes se fizeram e um numerosis-
simo concorso de povo de todas as classes e gerar-
cblas enebeo a Igreja durante lodos os actos, em
qae foram empregados os ricos ornamentos sacer-
dotaes que possae o convento.
Qjando em o nosso o. de 26 do correte, no-
liciamos a installaco do Hez Doloroso oo semioario
episcopal, promeltemos voltar sobre o mesmo ob
jecto e eolio poblicar os nomes dos seminaristas,
que tem da ducorrer sobre os assomptos mareados
para cada da, e com referencia as dores de Nossa
Senhora.
Hoje publicamos essa lista de talentosos levitas
qoe, invocando a sua mi protectora, se exerci-
lam para a boa peleja qae tem de pelejar, como diz
o apostlo, e para a carreira de abnegaco e de sa
orificios qoe tem de percorrer.
Somos informados de qoe apeBas o reverendis-
simo reitor manifestou o desejo de celebrar o Jf#z
Doloroso, todos esses seminaristas se offereceram
espontneamente para se encarregarem da pratica
de cada om dos das. Devia ser tocante na verda-
de essa emuUco dos jovens aspirantes ao sacer-
docio, qae a por lia desejavam encar regarle le dis-
correr sobre os peccads dos bomens, causa das
dores de Mana Santissima'o de sen amado filbo. <
Para maior commodidade dos neis tara lugar no
domingo 29 do correte a solemnidade das Dores e
o eocerrameoto do Hez Doloroso no semioario de
Olioda Desde j damos os emberas a esses oovos
athlelas do santuario, qne, com a soa piedade eoora
a sua applicaco aos estudos, nos augurara os fe-
lizes fructos qae devemos esperar de levitas mori-
gerados e instruidos, que reeebem urna educa?o
ioteiramente apropriada ao estado a qae se des-
tioara.
Passamos publicar o assompto qae. tem de ser
tratado em cada um dos das, e o nome do semina-
rista qoe se encarregou de deseovolve-lo :
1.* Dia.O mtz doloroso.Orador Jos Alves da
Costa Gadelba, estodante do,4.a auno do curso theo- flemezio Jos da Silva,
lgico.
2.a Da.O fim do bomem.Orador Juvoo da
Costa Machado, estodante do 3.* anuo do corso
theologie.
3.a Dia.-A alma.-Orador Tertaliaoo Jos dos
ao dobro para Saotos Patory, estudante do 4.a anno do curso theo-
logieo.
4.a DU.---0 pecoado.^.Orador-Co5taotloo Go-
mes de Mattos, estodante do 4.a anno do curso tbeo-
logieo,
5. Dla.-Opeceado taz o bomem Infeliz na 6r-
dem indivldaaLOradtf Caristovio do Reg Bar-
ros, estodante do 4.a ano* do corso tbeologieo.
6.* Dia.O peccado faz o bomem infeliz na or-
dem social.Orador Manoel Fernandes Lostosa
Lima, estudante do 4." aono do corso tbeologieo.
7." Da.O peccado a causa das dores de Nos-
sa Senhora.Orador Jos Eupnrosino Ramalbo
Franca Leite, esladanle do 1* aono do curso theo-
logico.
8.a Dia.-Prlmeira dor de Nossa Senhora.Pec-
cado da ingratido.Orador Antonio Ayres de
Mello Jooior, estodante do 4.a 190 do curso tbeo-
logieo.
?. Dta^SegMd dor de Jiossa Senbora.-Pee-
cado da bypocrUisuOrador VieenU Perrsira Las-
tosa Lima, estudaote do 4. anno do cors tbeo-
logieo.
10.a Dia.-Terceira dr d Nossa Senhora.Pee-
oado da ocosidadeOrador FrietaCaslmlro de
Souza, estudante do 4.a anuo do corso tbeologieo.
11.a Da.Quarta dor "de Nossa 8enbora.Pee-
cadd da tibeza.'-Orador Joaqaim Alves Mabado,
estadanie do i* asi do curso tbeologieo.
12. Da.QuinU dor de Nossa SenboraPi
cado da impiedades-Orador Florlano de Q
Da.As verdades eteroas.Orador Sebas-
Constantino de Medeiros, estudante do i.* an-
do curso tbeologieo.
16. Dia.Preparativos para a peleja.Orador
noel Tertoliano de Figueiredo, estudante do 2.
no do corso tbeologieo.
27.* Dia.O ultimo combate ou a morte do jus-
Orador Pedro Pacifico de Barros Bezerra, esta-
nte do 3.* anno do corso tbeologieo.
28. Da.O tnumpbo ou a posse da bemaveo-
turanca. Orador Manoel Jos Alves Martins Car-
valbo, estudante do 3. aono do corso theologico.
29.a Dia.Solemnidade de Nossa Senhora das
ares. Orador padre Marcolino Pacheco do
Amaral. \
Hje deveier logar o concurso para preenebi-
mente da vaga de amanuense existente na secre-
taria do arsenal de marraba desta provincia.
Acha-se\ta liqoidaco o Novo Banco de Per-
nambaco. >
OSr. Joaqoim Antnoes de Oliveira foinomea-
do alferes porta-baodeira do 4a batalho da guarda
nacional deste municipio do Recife.
Foram nomeados offlciaes do batalho n. 28
da guarda nacional de Garanbuns, os senbores:
Maoricio Lopes Lima, capillo; Julio Cesar Car-
valbo de Araojo, alferes; Candido Rodesiodo de
Barros Vascencellos, alferes-porta baodelra; e Ma-
noel Ribelro de Camino, tenenie qaartel-mesire.
No sabbado lancoo-se ao rio, pela ponte do
Reelfe, ora pardo escravo; o qaal consummou seu
sioisiro intento, pois atandoo-se e nao pode ser
salvo.
Acbam-se entre os, chegados a' poocoda
Babia, es irmos Franco, mosicos concenistas ita-
lianos deorigem, que prelendem dar aqu alguns
concertos, Slreaodo no da 12 do correte em o
Santa Label.
Sao ambos ainda bem moco?, moi sympathicos e
tm olhos d'onle parece sahir sceotelbas que at-
lestam lotelligencia.
Os nossos collegas da Bahia sao accordes era te-
cer-lbs elogios, que eremos serem merecidos; em
todo o caso aguardamos a noite de 12 para avlla-
los por nos mesmo.
Como era natural entre artistas, o emprezano
do Santa Isabel cheg.a a' um accordo com os jo-
veos mosicos, qoe nos vieram procarar, afim d
que possam elles exiblr os atiestados de seo
leoto,.,
Neste mez de setembro esto de servio
no hospital Pedro II: o mordomo Dr. Manoel
Ferreira da Silva : na Casa dos Expostos e Colle-
gio dos Orphaos o Dr. ABtonio Hercolaao de Soa-
za Baodeira; e commeodador Aolooio Jos Gomes
do Crrelo no Cillegio das Orphas, hospicio de
Alteoados e hospital dos Lazaros.
-r Chamamos a atteocao dos nossos leitores para
o anasncioqa bojefasem nossas columnas o Sr. 2
secretario doTostitoto Archeologico. Seri moito
para lograr-que, a pessoa qoe possoir algara dos
rarissimos exemplares solicitados do Valoroso Lu
alen) o preste para ora fim tao Interessante.como
seja auxiliar os estados da importante eommisso
de trabalhos histricos, que to bous servlcos esl
prestando a historia Pernambucaoa.
O oosso comproviDCiaoo e amigo Dr. Manoel
Buarque de Macedo, depatado pelo 4.a districlo
eleitoral desta proviocla tem confirmado na pre-
sente sessao legislativa o conceito, qoe com jastica
gosava de um moco de talento e illastracao, tomao-
do parte em vanas discuss5es sempre com bem
merecidos loovores.
Eis o qoe diz o Diario do Rio de 24 acerca de
seu ultimo dlscorso, com o qaal eocetoo por parte
da maloria a segunda discosso acercada impor-
tante qoesto dos impostos:
Este distiocto deputado pronunciou um bello
discorso,. qoe por faltm de espaco nao resumimos
boje, mas que foi ouvido com attenco e applaoso
geral at depols das 8 horas da tarde. >
Parabens ao Sr. Boarqae, a qoera desejamos os
maiores triumphos na carreira parlamentar, qoe
eocetoo com tanta gloria.
Latera. A que se acha venda
a 36* a beneficio das familias dos volun-
tarios da patria, que corre sexta-feira.
Nameracio dos bilhetes da loteria 36a eflo-
recidos pelo thesoureiro das loteras para auxil o
das despezas da guerra :
Bilhetes ns. 2034 a 2043. flninA
Os bilhetes offerecidos tm prodozido 3:6375-00.
RufARTigAS da. polica. Extracto da parte
do da 31 de agosto.
Foram recolbldos casa de deteoQo 00 da 30
do eotreote : .
A' erdem do subdelegado do Recife, Jos Mana
Rodrigues, por briga. .
A' ordem do de Santo Aotoao, Mana Bem-
i>ioda da Cooceico, para correceo.
A* ordem do de S. Jos, Esperanza, escrava de
Marcolino de Jal, Pra correceo
1. G. de Mesquita,
chefe da 2a seceo.
Casa be detkrco. Movimento da casa de
deteocao do dia 28 de agssto :
Exstiam'(presos) 324, entraram 3, sabiram II,
fallecen i, exUtem 315. A saber: naciooaes 225,
Iberes 7 ; estrangeiros 34, mulberes 2 ; escra-
vos 46, escravas 3. ToUl 315.
Alimentados a costa dos cofres provlnciaes
225.
Movimento da enfermarla da casa de deteocao
do dia 31 de agosto. "'"'
Ttvs baixa :
nos das segaintes: 6, 8, 12, 16, 21, 23, 26, e
29. ...
Existem empregados. co eslabelecimento 8, a
saber: eappello 1, medico 1, regente i, dita i,
barbelro 1, cosloheiro 1, serventes 2.
- O mordobo de mss,
A. J. Gomes do Crrelo.
O regeate,
Duuz Ignacio P. dos Santo*.
Passageiros i0 por americano Nertfc Anw-
rica, viudo dos portos do sal:
Daniel M. Rol lias e sua seohora, Carlos Unger,
G. Metzeotkeo, Joaqaim Podro da Rocha, Cantillo
de Salles, Francisco e Anteno, africanoaWivres.
CHROMCA JUDICUH4.
TRIBUNAL OO COJIVf KRCIO
ACTA DA SESSAO ADM1NISTRACTIVA DE 29
DE AGOSTO DE 1867.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DKSEMBASGADOB
ANSELMO FRANCISCO PERETTI.
As dez horas da manha estando reunidos os
Srs. deputados Rosa e Basto, faltando com causa
os Srs. Miranda Leal e S LeitSo, presente o Sr.
dessrabargador fiscal, S. Exe. o Sr. presidente de-
claro u aberta a sesso.
Lida, foi approvada a acta da sesso antece-
dente.
EXPEDIENTE
Offlelo do Dr. Fraocisco de Paula Salles secreta-
no da presidencia, datado de 27 do correte, en-
viando, de ordem do Eim. Sr. presidente da pro-
vincia um exemplar da collecco das leis, decre-
tos e decisSes do governo relativamente ao nao
de 1866.-Aceose-se.
Officio da jaota dos corretores, firmado de 28,
denunciando a existencia de individoos qu; contra
o dispono no artigo 24 do decreto n. 806 de 26 de
julho de 1851, exercem na praca as faaccoes de
corretores, percebeodo corretagens que s a estes
sao devidas.Vista ao Sr. desembargador fiseal.
Ao Sr. deputado Basto foi distribuido o livro dia-
rio de Theodoro Just, e ao Sr. depatado supplente
S Leitao o copiador de Silva & Alves.
DESPACHOS.
Requerimento de Francisco Ferreira Borges ge-
rente da Compaobia Pernambucana, declarando,
em satisfaco ao despacho deste tribunal de 22 do
crreme, que o vapor Poteng cujo registro solici-
ta, cabira ao mar em 14 de agosto de 1867.Co-
mo requer.
Dito de Antonio Carlos Ferreira da Silva, natu-
ral e residente oesta cidade, pedindo ser nomeado
iaterprele do commerclo logar qne se acha vago
por fallecimento de Joaqaim Mariano Cavalcaute
de Albuquerque.Adiado at a ullimaco do pra-
so marcado por este tribuoal.
Summario (adiado da sesso prxima passada)
cootra Jos Velloso Soares A Filho, administrado-
res do trapiche Companhia.Contina adiado.
Autos de rehabilitado commercial de Manoel
Jos de S Araujo.dem.
Tendo dado ama e meia hora depois das onze, o
Exm. Sr. presidente eocerrou a sesso por nao
baver mais qae despacharse.
SESSAO JUDICIARIA EM 29 DE AGOSTO DE
1867.
PRESIDENCIA DO EXM. Ba. DESEMBARGADOR
A. F. PERETTI.
Sertan'o, Julio Guimaraes.
A's onze horas e meia da manha estando reu-
nidos os Srs. desembargadores Silva Guimares,
Res e Silva e Aceioli, e os Srs. deputados Rosa
e Basto, fallando cora participarlo os Srs. Miranda
Leal e S Leitao, o Exm. Sr. presidente declaroo
aberta a sesso.
Lida, foi approvada a acta da sesso antece-
dente.
ACOROAOS ASSIGNADOS.
Embargante autor appsilante o major Jos Gue-
des Nogueira, embargado reo appellado Carino
Jos de Castro.
Appellaoles reos os administradores da massa
fallida de Seve, Filaos & C, appellados autores
Kilson iritton & C.
Appeilaote reo Horatius Jos Caaoao, appella
dos autores Flix Sauvage & C.
Appeilaote execotado Fraocisco das Cbagas Ca-
valcaole de Albuquerque, appellado exequeote
Maooel Alves Ferreira.
Jlgambnto. Juizo especial.
Appeilaote autor Fraocisco Jos Germaoo, ap-
pellado reo Joo Jos Pereira.Juizes os Srs. Sil
va Guimares, Aceioli, Rosa e Bast).Ordeoou-
se urna deligeocla.
Nao estaodo presentes os Srs. Leal e S Leilo
uo foram por isso proposlos os feitos iofra men-
cionados, enire partes:
Appellante Francisco Vaz Pereira, appellado
Eaeas de Medeiros Cont Lins.
Appellanle Jos da Rocha Paranhcs, appellados
D. H.anqueta Siraoes da Silva e outro.
Appeilaote Joo de Siqueira Ferro, appellado
Jos Aolooio de Alraeida Gaimares.
Appeilaote Daniel Joaquina da Silva Jorge, ap-
pellado Joo Pereira Castello Branco.
Appellante Sal 'ador de Siqueira Cavalcanti, ap-
pellados Sebastio de Carvalbo da Cunha Albu-
querque e outro.
Assigoou-se o dia de boje para o jalgamento do
feito entre partes:
Embargantes os administradores da massa falli-
da de Seve, Filbos & C, embargado Francisco
Xavier de Oliveira ; e verificando-se ser o Sr. Sil
viao Goilbsrme de Barros juiz certo, ordeooo o
Exm. Sr. presidente que se offlciasse ao mesmo
Sr., para, oa prxima sesso de 2 de setembro to-
mar parte em dito julgaraento.
DESIGNAC AO DI DIA.
Appellantes Moeda, Medeiros & C, appellado
Maooel Ferreira de Medeiros.
Appellaoles os caradores fiscaes da massaJalii-
da de Pedro da Silva Reg, appellados Maooel
Joaqaim Raam e Silva & Gaoros.Primeiro da
otil.
Nada mais houve e eucerroa-se a sesso a
ama bora da tarde.
Conimunicados
Tiveram alta
Uarentioo Jos Rodrigues.
Marcelino Caroeiro.
M6 rraneiseo-des Aojos.
Eieeoto Antonio da Motta.
Heoriqoe Pereira de Lueena. .
Jos Antonio dos Saotos.
Josepha, escrava de D. Maibildei.
Izidio, escravo do Jos Fraocisco do Reg Mello.
Movimento do hospicio de alienados na Mi-
sen eordia de Olioda, do Io ao ultimo de agesto de
1M7:
1 Cxistiam 25 homeji'e 44 mulheres, entraram i
bomem e S amibas^ morrerara 1 hornera e orna
moJbisr, existem bembos e 46 mulheres.Total
71.
ExistemJU empregados neste eslabelecimento, 8
homens e smolheres, seodo medico 1, capello I,
ajBdaBiel.portelroesaehristo 1, enfermeiros 2,
barbelro 1, enfermeira 1, cosiahelra 1.
Foi visitado o mesmo esUbelecimento pelo res-
pectivo medico pos dias 6,8, 12,16,21, 23, 26, e
2as9 horario, 10X. *X e da manha.
Ti O mordomo de mesa,
A. i. Gomes do Corrtio.
O agente,
Luiz do Reg Barros.
hospital de Nossa Senhora
res, do Ia a 31 de agosto
Movimeato dj
da Coneteso dos
do 4867:
11 mulberes, morrea 1
" 1, ejeistera 11 bomeUS ej
*.. ^'
ras polo medico
o Firmo.
De um grande mal irreraediavel, como a mor-
te inesperada de um bom pae de familia, qoe del-
xa na orpbaodade mullos filbos, entre mogas e
meninos, sem oatros recursos alm de seos boas
canbados e Irmos mais velbos, nao valeria ape-
na investigar as cansas qae o determiaaram, se
da poblicidade e coohecimeoto dolas nao resoilas-
se um bom exemplo aos vivos; e com este fim
moral e proficuo, e nao para esquivar me de qual-
quer censara rude ou calculada, mrmente qaao-
do tenbo a cooecieocia placida, oa mesmo curvar-
me de satlsfacoes a' eoorme e infallgavel bocea do
valgo, qae ea, ara dos mdicos assisteotes do Sr.
Ignacio Bento de Loyolapois o era tambem seu
genro o Sr. Dr. Ernesto Feliciano da Silva lava-
resvenho a'imprensa declarar, qoe aquella se-
nhor foi victima da iniciativa que lomara oa ap-
plicaco de soa dieta; e isto sem duvlda por ter
sido elle dominado da falsa idea de que o reg-
mea diettico, implcitamente ordenado por mim
e por seo genro, no correr da debilitante molestia
por que eslava passando, o nao salvara fcil-
mente.
Nao foi, portanto, glotona, que nanea teve o
Sr. Loyola no estado de saode, inda que gostasse
de passar bem, nem o menor descuido da parte de
sua muito querida familia, porque esta tambem a'
elle idolatra va com respeito raro. Foi a (atallda-
de, em fim, qoe fulminou om bomem to preciso,
00 leito de om soffrimeolo alias to saoeavel.
E o tacto veridico, real, inalteravel qoe coosti-
tuio o processo dessa morte qoasi sbita, testemu-
obado plenamente pelo collega o Sr. Dr. Silva la-
vares, genro do finado, e para quem apello, o
seguate: O Sr. Ignacio Beato de Loyola, bavla snf-
fndo aan erysipela na peroa esqaerda, qae, nao
sendo totalmente resolvida, como sempre succedia,
fixara dores no terco infero posterior da coxa, qae
se' eslenderam at a perna, e restsllram por moltos
dias a' nm tratamento apropriado e enrgico, que
lhe ministrara o proprlo sen genro, que eolio o
assisiia. E' seoo quando atpareeem-lbe doos tu-
mores : um vasto, oa mesma coxa e na mesma
parte dorida e outro moito menor, no terco infe-
rior da perna proprismeate dita.
Nestas cireamstancia, acbando-se doente o Sr.
Dr. Silva Tavares, encarreguei-me do tratamento
do Sr.Loyola ; sobmettendoo logo a meios pro-
prios a effeetoar a resoluco do tumor grande, in-
clusiva om largo visioaiorio. E como qmr qae,
apeur de todo o esforco metbodico e proporcio-
nal as torcas do doente, se nao deste a detejada
resolucio, foram os tumores abortos, no dia 23 do
mez prximo passado, doos a tres dias antes da
morte, estando emao presente o mesmo eollega o
Sr. Dr. Silva Taveres; sendo certo qas o tumor
da coxa, por soa ampiiiade e profunden, para ser
abarto necesslloo de algoto coidado, pela presenca
da arteria femoral que Ibe era villana.
0*carto que ambos mareharam regolarmeote
de o dia em qoe foram abertos, oo soffreodo o
Loyola alteraco geral extrairdinaria, at o mo-
mento da ultima visita qne Ibe fizemos, eu e o Sr.
Dr. Tavares, na vespera do fatal desastre : pois,
apenas o tumor da eoxa manifestava copiosa sop-
poracio, eesta benigna; e o inferior, aeito menor
do que antecedentemente.
Nem vestigios de gangrena, nem o mais lev
symptoma de Infecco porulenla^nem outro qual-
quer wasiente pernicioso chagoo a manifestar o
doente, no correr de ai a* de 30 dias, qae alias, se
passaram em diversos periodos, relativos a' ery-
sipela proprlamente dita, a formaco dos abeessos,
e soa matoraco e paneco; periodos em qae, sB-
nal, se oae deram peripecias .qoe presagiassem
fatalidades.
Mas, eomo quer qae a soppuraco do grande la-
mor da coxa fosse franca e ahondante, e comegas
se o Sr. Loyola a sentir debilidade, apoderando-:
dalle a idea de qoe a oo alimeotar-se prompta-
mente poderia ser victima da fallada fraqueza,
dessa que tanto aturde os mdicos qaotidiaoameo-
te, e que tao perniciosa tem sido homanidade...
sacrifleoo-se certameoie ao desvio da dieta.
$ feito, na tarde do dia 25, vespera de sua mor-
t, come elle um pouco de farota com carne assa-
ds, a despeito s reiteradas grecommendaed-s de
seos mdicos.
Es(e alimento, por demais forte para om deente
de j avanjada idade, e que havia trila das acha-
va-se de cama, produzio seos oo previstos effe-
tos, qae importaran) logo em anciedade, eooceo-
trago de pulso, saores copiosos e fros : oo dau-
iO-se talvez a morte por ter o doente a ielinidade
de vomitar toda essa comida indigesta.
Nao obstante, a noite, quando ea e o collega o
visitamos para fazermos o segundo oran vo do
dia oos tumores abertos, anda oeocontraaios, bem
qae mullo memorado do estado, cuja nari -. ,-V.i ha-
via ento feito a Kxma. Sra. do enfermo, coa al-
gum suor, pulso aioda um pouco concentrado e li-
geira anciedade. Ahi ento fiz sentir o mil que
havia causado o grosso alimento, a oecessid.ide de
ama dieta correspondente s (oreas gerae? e na-
torera da molestia ; recommendaodo mu termi-
nantemente a necessidade da pdr-se o doente a cal-
dos f.e gallinba, sem gordura.
Nessa occasio receitoo o Sr. Dr. Silva Tavares
urna garrafa de agua inglesa, para qae o rufermo
della tomassepequeas dse?,em intervalos certo-,
no correr da noite, e cora o fim de sustentar as
forcas, em falta de alimento ; e eu.mais ama gar-
rafa de agua de Seltz, para o caso de nao ser to-
lerada agua neleza, e de sobrevirem vomites.
Por m, feito o curativo dos tumores, depois de
ter eu passado urna ligadura ua coxa afficuda, e
de ver o doente melhorado, a usar de seu rap e
a responder todas as questSes qae lhe eram di-
rigidas, com reflexSes ; relirei-ie, ioablindo, como
o meu collega, para se nao dar, de enin em dian-
te, uo dia seguinte, se nao caldos de frango, al
nossa segunda deliberar"u.
E tanto nem um perigo mais havia pelo Ip.Io do
eeito da farota, e maito menos por par-te -los tu-
mores, que o Sr. Dr. Silva Tavares, mjis tarje
tambem retirou-se com sua Exma. Sra. para sua
cara, ra estrena do Rosario.
O como passou o resto da noite o Sr. Loyola ds-
duz-se do que se segu.
No dia segrate, pera raanbaa, pode sectar-se o
doente : chamou por um de seus filhos e mimdou
lr o Diario, a ver urna noticia, que elle mesmo
havia pedido que fosse estampada ; sendo para co-
tar-se, que nem eu nem o proprio medico, p-
rente foi avisado de manha cedo, de sioisiro
algum, porque este de fado nao existia.
E tal era seu eslado de melboia o de conscien-
cia, que alera do que Oca dito, dand' -se-llie
urna papa, elle, della tirando parle e a devidi.ndo
entre seus dous lhiabos menores, comeu o resto.
Esta papa foi o principio da desgraca na, familia.
O doente, esquecendo-so da termioanle recom-
mendaco da vespera, de s nsar de caldos de
frango e de nada mais, tomou a referida pireao
de papa feita cora ovos ; logo depoisurna chica-
ra de leite com beijs torrados em man'., sa ; e
sobre tudo isto bebe om callx de vinbo do porto l
E isto successlvameote, nao obstante ir s ntindo
anciedade aps cada urna dessas refeicoes ; por-
que, coitado, nao obstante nao ter apetite, cuidava
ser cada urna dellas mais necessaria a medida que
mais anciava.
Ento, nao tardn muito a exploso e a morte,
por sbita congestj do pulmo e do ligado I
D maneira que, quando fui chamado, seriara
dez boras do dia, e depols do collega Dr. Silva Ta-
vares, qaa o foi urna hora aues no idescaoco em
que estava, por nenhum recado funesto ter rece-
ido da casa de enfermo desda o amanbecer do da
at aquella hora, encontrei o doente perleitamen'e
moribundo. Tal era seu eslado : pulso miserawl e
intermitente, anciedade extrema e dyspnei on ditll-
culdade de respirar, aecusando dr na re:.:o do
figado, suores copiosos e trios, resfrlamento geral,
lividez, face cadavrica e abatimento completo das
torcas geraes ; syraptomas estes que forara rpi-
damente augmentando, apezarde muos revulsivos
empregados, e de ludo quanto foi human:.monto
possivel fazer-se.
Urna hora, ponco ma dia, deu alma ao Creador.
Agora, qual a causa oceasional da mor'.e ? A de-
bilidade, o marasmo 1 Nao : porqae um diente
qae senta-sepela maoha, pede o Diario para lr,
e conversa, oo pode morrer pencas horas depois
por tffeito de marasmo resultante da mesma mo-
lestia. Gaogrena i Tambem oo : nem della ha-
via o menor symptoma ; e quando o houvesse, a
morte se nao dara pela maneira exposta, lofeeco
purulenta I Por nenhum modo : onde a iuQammao
local da vela ou das veas, onde os fros em pocas
irregulares etc. ? Infecco ptrida I Ondeacorrup-
co 7 A causa oceasional da morte foi___ a Lu-
lidade. E o que estaentidade ? Nada. Portanto,
foi Deus serviodo-se de urna obslinaco em urna
eofermidade 1
O pai de familia quera a vida porque era um
verdadeiro catbolico, e muito amava soa familia;
esta que tanto o idolatrava tambem, porque era
d'elle muito amada. Nao podiam ser lyrannos de
si mesmo.
Entreunto diremos que, se a medieioa tem re-
cursos incontestaveis, nao os tem ntalllveis e eter-
nos. Ella s cara quaado soccorrida pela Provi-
dencia ; depois pelo proprio doeate, pela coofiaaca
e plena submisso a seus preeeitos e regras. Se-
gu la era parte, nao segui-la ; porqae ella co-
mo a verdade, que.s verdale quaado eta' tola
Intelra.
Dr. Carolino Francisco de Lima Sanios.
Correspondencias
Srt. Redactores.No seu Diario de 23
do corrate, pablicou o Sr. Antonio da Silva
Faria, sob sua assignatura, una diatribe,
na qual de casulla com irmos seus, aos
quaes muito preso, asseotou de chamar so-
bre mim o odioso, empregando expressfes
olensivas ao meu carcter, e improprias de
ser proferidas por quem se presa e deve
querer o apreso do publico.
Tenbo portanto sobeja raza) para una
represalia, mas seria preciso emitar ao meu
detractor, ao que nao deseo, e pois, renun-
cio a ella.
0 que levou o Sr. Antonio da Silva Faria,
proceder assim ?
Devo suppor que foi a censara que fez o
Conservador, no n. 2 de 14 do correte, pela
nomeacao de seu mano, o Sr. Adriano da
Silva Faria, para tenente do 6. batalbao,
sendo alferes do 3., e tendo sido nesta qua-
lidade condemnado, por insubordinado,
praticada contra mim, seu commandante,
n5o tendo ainda decorrido oito dias que
curaprira elle a seotenca !
O Conservador fez a este respeito refle-
xes caoidas ; e mais poderia dizer anda se
soubesse que a pena devia ser. cumprida na
fortaleza do Brum (foi designarlo do pro-
prio conselho, que julgou em recurso ao
Sr. Adriano,) mas que S. Exc, o Sr. pre-
sidente da provincia, modicou a.sentenca
nesta parte, permittindo, que fosse a me-
rra pena cumprida no quartel do corpo de
polica l
Quanto a mim, repito, pens que este foi
o motivo que levou este senhor a detestar-
me, e a irmos seus, oa correspondencia a
que alludi. Como porm disto nao se oceu-
pa elle, nenhnma palavra direi tambem mais
sobre este triste acontecimento ; triste, por
qae revela desconsiderado a um chefe de
batalho, que vio assim galardoar-S9 a um
sea subalterno, que contra elle se insubor-
UTILADOf
1
V

i t


MMMMMMMMaMMMMMM
larlo e reraamltaem Aegnnda felra l de Seteotbrm de
in-
dinara, iiQorocoanJo o agraciado no desres- mena de bem, o negociante probo e honrado,
peito a s superiores.
O Sr. Aotjnio Faria traz balha a oceur*
rencia que provocoa o processo de sea ir-
mo, o Sr. Adriano, boje lente do 6. ba-
talnio; adolterou os factos, ina.pcentou-se
o bom 1idad3o, o bom filboe bomrmao,
porta-se com dignidade na sociedades6 nao
dehirpa a verdade, nem a.ssevera falsidades;
presta-se a seu paiz qnando elle necessjja;
nao sostena pleitos jadiciaes contra seo$B,
ascu dito irmao, para sbenle culpar-m compra er'^^^^^^^
--"To^
sua ma ndole a5o Ihe permute emitar, e,
mais razoareis, desapprovaram a insubordi-
nado quo arrastroa o dito Sr. Adriano
coDdetnnaKjioj dita.
Ecom effeito, nao exacto m enhon-
Tesse seca motivo reprehendido ao Sr. Adria-
no, quando oflkial de mea batalhao, e me-
nos aiada que aouiesso ameacado dametter-!
lbe o cuapo de. sol na cara.
O Sr. tcenle Adriano era alferes ecre-!
tao do 3. bataluao; por n5o ter sido |-'
claido n'ama propos'.a que fiz para officiaes'
do mesmo batalhao, despetou-se, e nao dei-
xava do terir-me com seos ditos venenosos
ern qualquer circulo, at de amigos meas.
Passava en urna tardo pela loja do Sr.
Raymunde Garlos Leite, onde se achava elle,
bem como sea respeitavel pai, e ahientrei'
cumprimentei a todos em geral, e quand'
sea pai, oamepondendo-ne; s4evantava e'
tira a o seo chapeo, o Sr. Adriano conser-'
vou-se sentado, de chapeo na cabeca, e deu-'
me as costas. NSo pode conter a irritaco'
que esto seu procedtmeoto causoa-me, e o
reprehend, lembrando-lbe o procedimento
de seu pai e a obrigacSo que elle tinha de'
re8peitar-me como seo superior: elle res-
pondeu-me a meia vot c que nao tinha satis-
faenes a dar-me.
Forzoso me fof replicar-lhe com estas
palavras : n5o lbe fago o qae merece por
consideracoes a seu pai.
Estava ea de chapeo de sol, e com elle na
man. Ihe fallava. Depois disto retirei-me, e'
segui caminho do Hospicio, com o Sr. Joao
da Stlvg Faria, mano daquele ; me veio en-
tao ao encontr o Sr. tenente Adri -no com:
palavnas ameacadoras ; mas fi-lo retirar-se,!
ao que pareceu-me, reconhecendo a impru-!
dencia que deste modo commettra.
Entretanto, chegando ea casa do Sr.
Joao da Silva Faria, fui ali procurado pelo
mesmo Sr. Adriano, seu irmao Antonio da
Silva Faria e seu cunhado Gadault. O Sr.
Joao da Silva Faria, usando de toda a pru-
dencia, aconselhourlhes que se retirassem e
nao provocassem ; mas a reposta foi amea-
Cas e insultos a elle, seu irmao ecunhado(\)
o que o obrigou a travaHata de corpo ven-
do-na eu obrgado tarabem a aparta-Ios.
lto muito sabido nesta cidade.
Assim pois, nao era possivel que ea dei-
xasse de proceder contra o Sr. Adriano,
usando de minha autoridade de comm >n-
dante do batalhao a que elle pertencia ; e o
fiz pelos raeios legaes.-sendo elle aSnal con-
deonado, vendo-se o conselho de qnefoi I
presidente o Sr. tenente-coronel Silvino Gui-'
Inerme de Barros, entao capito, com inde-
pendencia e justica, franqueando-lhe todos
os meios de defea e al concedendo-lhe to-
das as dilaces que pedia ; e,- dando-se na
senteni;a unanimidade por parte dos dignos
vogaes, nao teve o Sr. tenente-coronel S-
vino. como presidente, occasio du proferir
o seu voto.
Podia eu deixar de proceder assim ? Onde
esteve o arbitrio, a prepotencia por mim pra-
ticadi ? O Sr. Antonio Faria nao quer ver
a irregularidade do procedimento de seu
mano e seu, o s v arbitrio e prepotencia,
onde houve apenas o mais legal procedi-
mento de minha parte. Seu irmo Adriano
fez-se culpado perante a lei da guarda nacio-
nal, e de tal modo qae seria ioeptidao cul-
posa de minha parte, deixa-lo impune.
Se os sentimentos de irmo o chamaram,
se nao os seus mos instinctos, a aggredir-
me, a pretexto de Jesaffrontar aqaelle qi:e
julga ter ido por mim offendido, como cen-
surar- me por fazer eu salvaguardar a minha
posino de superior de seu dito irmao, su-
Jeitai.il j-o a conselho, para que punido fosse,
urna vea que me desacatara e se insubordi-
nara contra mim ?
O Sr. Antonio Faria apaixonanou-se em
demasi, o a tal ponto, que elle se attribu
o mo caminho qae levou seu irmo Adria-
no, depois do nosso encontr na loja do Sr.
Raymiindo CarlosLeit. o qual, emb )ra hou-
vesse respingado, ficou sabendo que eu ti-
nha razo; do que at pareceu-rae licar con-
vencid). ,
Nestas cirouojBtancias, o Sr. Antonio Fa-
ria fem de.'irrazoado serapre qne de mim se
oecupa; e por isto o vemos, na sua alludida
corresiJGdeec'ia, desorientar a nao mais po-
der, at imaginando ter-lhe eu dado urna
salisf g',o : lenho a conviccSo de que este o
juizo de quem quer que a tenha do, sendo
claro que nesta parte sua correspondencia
cond entinada.
O Sr. Antonio Faria trata tambem de sua
designacio para a guerra.
Bem cert) "S dizer-se que ninguem quer
ver a Justina em sua casa. Pois, o Sr. An-
tonio Faria, solteiro, sem encargo algumque
o iseatasse, e devidameote qualiBcado no
3 batalhao, como morador quenarua
do H spicio, que direilo tinha para nao
ser designado para a guerra? -Por ser
homem de fortuna e negociante de miude-
zas em groeso ?
Isto devia ser motivo at para que ea nao
o poupasse, porque fcil Ihe era dar um subs-
tituto ; e seodo a le igual para todos nao
devia eu recuar ante qualquer consideradlo
a respeito delle, como nao recaei quando
designei outros em circurastancias seme-
lhantes.
Quando o paiz exige o sacrificio de todos
os seus fimos, os que esto sujeitos a ser-
vir, por Ihes n5o aproveitar isengo aigom
legal, quando nao podea\ ou nao Ibes Con-
vm prestar -se pessoalmente, fazem-se subs-
tituir, como tem feito muitos.
O Sr. Antonio da Silva Faria logrou {Ilu-
dir j)ara ser dispensado,e hoja fallada desig-
nacao que delle fiz, como urna iniustica re-
voltanie I Haver alguem qae assim pense ?
Por certo que nao. Perianto n se me
pode censurar pela desgnac3oque fe do Sr.
Antonio Faria para o servico da guerra.
Pens pois ter iaatilisado as aecusaces
deste Sr., constantes de sua correspondencia.
Fallo para o publico, queja pode eje ser
juiz nesta causa.A elle a entrego, tran-
quillo em minha conscieucia.
Desejareino ternceasio de occapar-me
anda deste objecto, muito principalmente,
qxrandtrpormotives-especiaes e-alheios a es-
U questaa; ne se invalre, nao obstante,
pessoasaqua n5o desejo ver, provocadas.
por quem s devia aeata-las: Protesto por-
tanto noThe entender mais canr'Sr An-
tonio ftiria-gela impreasar e emente em
jaizo, se ellene tx lagar a pedir justa re-
parafSo e- desaffronta tegal.
Em condcr; sr. AntonievFarU: o ho
saca pithetos infamantes, por motivos mes-
quinhos e reprovados.
Recife 30 de agosto de 1867.
Francisco de Miranda leal Seve.
Publicantes a pedido
hespanboli Favorita errgoo pira
Sumac
Barcelona :
392 laccoi con2:026 arrobas O lifcras da Igo-
EDITA ES.
do.
. Barca breuleira S. Ptiro wregu parg>D- q Dr Tr!t,3A ... .
isto de Alencar Araripo, offlcial d
^den^da Rosa, e jufc de direit
do commercio, nesta cidade d

ta Catharina
3 barrica j6 *I6 jaceo coa 881 arroba
U:250 coco^sap/oj ,
REGEBroaftl DE RENDAS INTERNAS
'* ^ OBRAS.
ReadirnsiU o di I & 30.....
Idom dadla 31..
.<...,
33:738*852
l:23l5il
34:968*3W
HUM
D'DMA
Molestia Ulcerosa
Curada.
Todas aquelles qne se acuito sujltoe sot
fre mole8tiaa erorolosas, tcepoaaa, oa ajpl-
liticaa, alud mesino as-reputadas de palor
natureaa, apenas necesBitao de lr o segninU
taso maraUhoio, para que se slnto inteira-
mente convencidas que a aoa propria cura,
nao a meramente possivel mas slm abaolu.
tamente certa.
Joao Josfc Ferrbika Basboza, resideaU
aa Cidade de ManmhSo, tinha todo e m
corpo coberto de chagas ulcerosas, e durante
algunos annos se achava debaixo do tratamento
de mdicos os mais afamados, tendo uaado
durante todo este tempo quasi toda a especie
de medecinas que em taes casos empreada
pela faenldade medica, porem debalde aem
obter o menor beneficio ou alivio: achando-se
pois em taes apuros elle finalmente reeolveo-
se, depois de repetWos e baldados eaorfsa
frjer uso da!
SalsaparriUia
DE BRISTOL
No todo elle apena* ehegou a tomar One*
Garrafas de ScdmparrOha a quatro frascos das
Puna* Vegetae Auucarada$, o resultado
foi elle obter una completa e perfeita cura.
Oa Sers. Femuhra & Cia., Droguistas de
MaranliSo, forao quem supprire os medica-
mentos, e acliSo-se perfeitamente ao fado
d'este caso, e o* mesmos Senhores, nao s se
acho promptos confirmar o mesmo, como
tambem em fornecer o actual adresso do Ser.
Bajiboza, toda e qualquer pessOa que pe
ventura se desej informar da verdade.
Recommenda-se mu particularmente aoa
Doontes que tenbio o niaior cuidado na esoolha
deste excellente remedio, no usando ontro i
nao ser a Gentdna Salsaparrilha de Bristol,
a qual e" exclusivamente preparada poi
LANO. AN & KEMP
De NOVA YORK,
todas as mais sao inefflcazes e de sen
pr-tetimo
COMMERCIO.
Calxa filial o banco do Brasil
em Peraiambueo, aos 26 de ju
lho de 1869.
De ordem da directora se faf selente aos Srs.
accionistas, qoe o ihesonreiro esta' antorisado -
pagar o 27* dividendo das accoes dj baoco do Bra
sil, inscriptas n'esta caixa, a' raiao de 12OO0.
ciO gnarda-livros
; Ignao Nnoes Correa,
Nuvo banco de Pernambuco
Para conhecimento dos interessados a di-
receo do novo banco declara que a partir
do l. de setembro do corrente anno, o ban-
co entrar em liquidadlo.
Recife 28 de agosto de 1867.
ALFANDEGA.
Rendimento do da 1 a 30........ 574:290475
dem do4ii31................. 26:993740
601:293^215
Volames entrados com fatendas...
t t- c gneros....
Volames sabidos com fazendas...
' geaeros....
177
196
373
Descarregam boj 2 de setembro
Barca portagnezaQraUdao- mercadorias.
Lugre francezRio Grandeidem.
Escuna holiandezaVernus dem.
Sumaca bespanholaTraviata vbos.
Patacho portugaezSimparcharque.
Barca inglezafiosemonmercadorias.
Imporaco.
Patacbo portnguez Desteido, entrado da Babia,
consignado a Baltar & Oliveira, manifestou o se
guinte :
20 pipas e 100 barrs de 5* cachaca, 3001 man-
gotes a 30:000 acbas de Ienha; a' ordem dos
mesmos.
Hiato nacional Dous rrmos, entrado de Pe-
nado, coasignado a Jos 6. Torres, manifestoa o
seguate : ----
430 saceos milho, 9 ditos alg&dao, 300 ditos f-
rellos; a' ordem.
Kiportaco.
Sumaca brasileira Htrtenna catregou para a
Babia :
40 cseos com 7:200 modidas de aguardante e
130 saceos carnauba,
Vapor lnglez Olinda tarregon para Llver-
pool :
I75 saceos, eam 6:367 arrobaa e 4 libras de al-
godao, 922 ditos com 4:610 arrobas de assucir
raascavado.
-Caterorasitelro Equaior carregoa para o Rio
de Janeiro : r )7
sSSF^iSL**,ia wa0Mr brn'
BJ^ada'^W?0 ^^ Carreg0a Plfa
24 cascos eom 7 n un.. --*-e e
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do di i a 30....... 46:S87i
dem do dia.31......
t,* ....
1:
capital da provincia de Pernambu:o
_FteWo. por S. M. Imperial e Cons-
ucional o Senhor D. Pedro II. a quem
koa guarde, e c.
o saber aos que o prsente edital v-
----------1 n ?l?0 d,a 2 do prximo futuro mez dn
*5rbro--do- correnta anoo, pelas 11 horas
Sa, ter lugar na sala, dos audito-
J liSo dos credores da ttiassa fallida
4fc341;^nDencker 4 Barroso, afim de serem cun>
--------1 f as a:> disposicoes dos> arlt 842 e se
RendimeiU da mesa do ceisulaiU rojd & cdigo commerciai, sendo que
filcial, em toda o mede fasta rroT*b,a^or ser admittidopor procura-
nlr 8Lesle n5 tiver Pdores especiaos
r?., V nea, a Proci"avo poder ser
4:155*359 a |MO^oe seja devedora aos fall los
,.*'L7 U1?. mesaio procurador representar
64154 dous d.versog credores e caso apresen-
mm S^fef*Hdos ^ll'dos,.projecto de con-
Eio de JaaairG
Pretende ttbir com muita brevidade para o In-
dicado porto o veleiro patacho fOotlbermioai por
ter a maor parle de sea earregament esgajado,
para o resto qne lbe falta e escravos a frete trata-
coa o consgoaUrio Joaqaim Jos Goncalves
eitrao, roa do Trapiche D. 17.

LEILOES.
1867.
Direitos de 90 res do assuear ex-
portado......................
dem de 20 reis por caaada de
aguardenje..................
dem de 20 reis por caada de al-
COOl......................... isw rnrHoi. --...-o, y.uj^iu uc mu-
dem de 5 0,0 sobre o aigoo.... 16:518*931 irwta serao considerados.coma adherentes
dem de 7 0,0 sobre o mei........ #784* mesma, os iqj/i daquelles que nao com-
Idem de 8 0|0 sobre conros...... 1:974**4 parecerem
"S*^.S0b.re.8..,Ba!S.geDe: i:MMiL-* r Cbe^ue ao ^nhecimento de
Imposto da decima urbana...... 7:274*887 ,loaos maodei passar o presente que ser
dem de 200(0 sobre eetabeieei- M|P"Dlcado pela imprensa e affixado no luca-
meatos.....M___.....^.....
dem de 20 0,0 'agurdente.....
dem de i 0|0 sobre leilSo........
dem de 20* reis por venda de es-
cravos................i.....
dem de 18 0|0 de novos e vauos
direitos......................
dem de emolumentos de polica..
dem de i 0|0 de diversos estabele-
cimeetos......................
dem de 50 reis por alqoeire ue sal
dem de 6* reis por cavallo de
sella............................
dem de 5 0|0 sobre os premios das
loteras.......................
dem de 25* sobre oranlbos.......
Ideo de 16* sobre carros........
dem de 6* por carrogas.........
ideado 8 0|0 sobreescriptortos..
dem de 400* por compaabJas ano-
nymas..........................
dem de ,"* por escravo ganhador.
dem do iO 0|0 sobre sello de he-
paacu. e legados..............
letn de 25* por escravo exportado
dem de o 0|0 sobre o capm.....
Idemjde 10* por bote.............
dem de 5 OjO sobre bens de mo
morta........................
dem de 100* por agente de lei
tes..........................
dem de bens de evento.........- '
Maltas...........................
Restitnicoes e reposices.........
nJ?*a!e,ho de CPM8 navaes.
O MMlbo contrata no dia 8 de setembro prox'-
iftS.n.rV S-U d8 P;P0recebidas at
as II Horas da manhaa, e sob as coniC5es do es-
tylo. o fernecimento aos navios da armada e esta
helecimentos de marintia, no trimestre de outubro
a dezembro do corrente aoao, do seguinte :
Vveres, dietas e cutros objectos de
ensarno.
Arroz do Maranbio, agurdente de 20 graos
assuear branco grosso, aletrla, ararola, assncar
branco reflaado, azeite doce de Lisboa, bolacha,
bolacbloba americana, bacal bao, carnauba em ve-
las, cha bysson, cevadinh, carne verde, caf em
grao, carne secca do Rio Grande do Sol, feriaba de
mandioca da trra, feijo, galianas, lenba, maa-
teiga iogiasa, matte. manteiga franceza, po, sal,
sato, toocioho de Lisboa, tapioca, tijolo de alve-
nana grossa, vinbo de Lisboa, velas estearinas e'
8d" AlSandre Rodrigues dos Anjo. S^S!^S^1 H **
I Secratarlo.________
vendidos em lotes a votade
LEILAO
ve molliados,
saceos de arroz, papel pardo, (amo do RioW
is algaos geaeros qae se acbaro paujees a
segunda-reirs de
que
do-estylo.
--etdade^do -Rflife de Pernambuco 31 de
lo d#at8e7.
So, Seeundiiw Eodoro da Cunha, escre-
vente juramentado o escrevi.
-u, Manoel Mana Rodrigues do Nasci-
meDtotcrivo-osubscrei.
TrtstSo d> Alencar Araripe.
n,J7 c*mar maolcipal desta cidade tendo de
contratar a obra de seu pago, faz publico que o
piano desse ediOcio acha-se exposto em sua secre-
taria por espaso de lSdias, onde pode ser examl
naaopor aquelles qae pretenderen) concorrer a
arrematacaj, findo o qual sera' annunciado o dia
emquedevelra praca semelbante obra, soba
2I44W00 ^2- ,60:001)* ja offerecida por toda a ebra de-
corada e prora pa, annonciando-se Umbem as con-
aicoes do contrato e seu pagamento : aqaelles que
preteaderem limar nessa arrematado devero
raunir-se de flanea idnea que a garanta, sem o
qae nao podero ser admittidos.
JS^iSi?"? P"0'"!' d0 Recife 14 de
agosto de i867.-Loii Jos Pereira SimSes, pro-
presideole.-FraBciico Canuto da Boa-viagem, se-
Consulado rtYiiclal.
O chefe da !. s.ecco servindo de administrador f*ter>/-> ,s M toraf da "aqB. "jua da Hjt-
do consalado provincial, faz publico para que ebe- "' "' yortao eoa"<>Ble.
gne ao conhecimento de todos os davedores" de Im-
postos do anno Qnanceiro fiado de 1866 a 1867,
que no dia 28 de setembro vindoaro Onda se o
prazo marcado para o recebimento de seus dbitos
ficando sujeitps os que nSo pagares al aquello
da a multa de 9 /. e sersm executados.
aJt6s* d|> consulado provincial 30 de agosto de
1867.

LEILAO
De um* escrava
A. Witrnvlo Pinto Baadeira e A
Terca-feira 3 de setembro.
O agente Pate fara' lailo a reqaeda-
Alvaro Paulo Nblaloe por mandado do Jll
de vaconrellos Ir"ou e?DMl*' do commercio, da escrava
dame Josqoioa.de 40 annos de idade.
1.615*664
7*800
OOO
3*500
6*000
860*000
73*000
96*000
156*000
400*000
60*000
1:944*4:3
100*000
27*375
10*000
to de
Sr.
arda
Inspecco do arseaal de ma'- W arrestadV7eqa"nmeo'toUdoUdltoU'v'a,ro"eqoaa-,
riaha. lr. : leil^ wra' rffjetuado no dia cima di:j
do -Hlm. Sr. Inspector faco publico' ^V'.,,,^,SscrlD,or,0 do referido afete a
de setemtro prximo vindoaro lera*
lie ordem
que no dia 2
lagar nesta inspecco o concurso ja' annunciado
para e preenchimentq da vaga de um dos ama
nuenses da secretaria.
Inspecco do arsenal de marinha de Pernambu
co 24 de agosto de 1867.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
Mmm mmi-
RelacSo das cartas registradas existentes na
administraco d> correio desta cidade
para os senhores abaixo declarados:
D. Ansa Amelia de Figueiredo Pereira, Antonio
Ferreira Gaalberto, Dr. Antonio Boar-
da Cruz n. 38.
as
raa

LEILAO
De movis novos e usados
Terca-feira 3 do crrante.
Pele agente Martins a roa do Imperador n 16
as 11 horas do dia. '

LEILAO
DE

'I

Anselmo Vwwu uuaiuonu, ur. auiuuio ouar- nn. j ~ *"* w "*
que de GusmSo, Antonio da Casta Djas^Anloaio' TZtVL uSS2 **08 W4*1
Ignacio Bjrbusa, Antonio Joaquim da Costa Gui- Itembro 11 horas, a ra da Grnz n,
maraes, Antonio Olavo d'Araojo Goes, Candido
Dous escravos
>endo nm de 40 a 45 annos e outrof > 30 an-
fera 3 e s-
38.

Reis..
15*000
100*000
1:538*911
5948845
258*517
48:39*4*263
de agosto de
erturio.
,*Z Peranle a cmara moDicipal desta cidade es-
mlt Io ff8? publica nos dias 3l d corrente
Sr ir,A^de el8(E0' Prximo vindoaro, para
ser arrendado por quem mais oflrecer, um pti-
mo terreno para edificar com 38 palmos de frente
oa ra de S. Pedro Martyr.ao descer para os gua-
ro cantos, na razao de 200 rs. o palmo : os pre
tendentes podern omparecer boj indicados
pelas .10 horas da raanhaa no paco da
mar. y v
dias
mesma ca-
. 5ac?o c*2'ra mu,1'cipal de Olinda24 de agos-
to de lW.-4Unoel Dionuio &>mes do Bpbo nro-
Mesa do consulado provincial, 31
1867.
O 2 eseripturario,
lysses Cochles Cavalcante de Mello, presdante u-Marcolino pas de Araojo, secre'tario.
* O rilm. Sr. inspector ITtbesourarra de~ifa-
PR APA nni.Prrni- ,iU ProviQcu manda fazer publico que tem
ifKA^A D KJiL-i marCdo o- 31 DE AGOSTO RE 9S9. Pa o concurso que se tem de aorir nesta th son-
A*S TRES HORAS DA TAiDEr rana para preenenimento das vagas de pralleantes
Revista semanal. existentes nesta repartidlo, na alfanaega e na re-
Cambios.Saceou-se sobre Londres de 20 3/4 a S_ _.0.ra". 0i.mes versarlo sobre as materias
Alberto Sodr da Molla, Greenap Scbwin, tenente
coronel Hemelerlo Jos Velloso da Silveira, Ignacio
Bento de Loyola Joaqsim d'Assnmpcao Queiroz, [ De um sobrado de dous andares O SO si-
Joaqaim Ferreira.Ramos. Joaquim Ferreira da Sil- to na ra da matriz da Rr ViLTu
va Dr. Joaqn m de Souza Reis, Joao Das Pinto m chaos fnrPirn ***** Q- i4
Alves (2), Joao Pereira Reg. Jos Manoel dos em CDa0s roreir03.
Santos, Jos Ricardo Gomes de Carvalbo ( Santo tsrdelro Slmes
Santao) Luiz Caeuno Pereira Guimaraes Jnior, i pandado do Iilm. Sr.Dr. juiz dos orpuao* leva-
bais Mualz, D. Mara d'Anounciaco, D. Mara Ir* Pe,a terceira e anima vez a eil.io o predio aei-
Benedicla Pereira, Manoel Bento de Oliveira Bra- i ma mencionado pertenceote aos herdeiros de D
ga, Sabina Mara da Silva, Southall Mellor 4 C. Auna-Mara da Assumpco Albuqaerque, serviado
! de base a oferta obtida nj leilio de 16 de agosto,
ISIO
Quartafeira 4 de seiembro
as II horas, na porta do predio que foi Associaeao
Commercui largo do Corpo Santo.
THEATRO
21 d. por 1*000; sobre Paris de 450 a 460 rs por.
fr.; sobre Hamburgo a 848 rs. por M/B ; e sobre
Lisboa dr 145 a 153 por eento de premio; sendo
o valor dos saques efectuados nesta semana de
16,000.
LGodao.O de Pernambuco vendeu-se de
11*300 a 12*300 a arroba; o de Macei posto a
bordo de 12*450 a 12*600 o de son ; cada
Parabyba tambem posto a bordo a 13*000 o de 1'
sorte, e 11*750 o de 2" dita.
Agurdente.Vendeu-se de 84*000 a 85*000
a pipa.
Coros Os seceos e salgados venderam-sa de
160 a 170 rs. a libra.
Arroz.-O pilado da India vendeu-se a 3*200
a arroba, e o do Maraobao a 3*200.
Azeite doce.Vendeu-se o de Lisboa a 3^*500
o galo.
Bacalho.Em atacado vendeu-se a 15*200 a
barrica e a retalho de 17* a 17*500 a dita ; fican-
do em deposito 3,800 barricas.
Batatas.Venderam-se a 1*600 a arroba.
Bolachinha6.dem a 4*300 a barriqainba.
Caf.Vendea-se de 5*400 a 6*0i0 a arroba.
Cha.dem de 1*800 a 2*400 a libra.
Chcmbo.Vendeu-se a 21*500 o quintal.
Cbqvkia. A duzia de garrafas vendeu-se de
4*500 a 7*000.
de-.qae.trata o 1- do art. do decreto n. 3114 de
27 dejonbo de 1863, a saber : leitura e analyse
grammaiical a orthograptoia, arilbmetlca e suas ap-
plIcacSes ao commercio, com especialidade a re-
daecade rooedav pesos e medidas, clcalo de
descont, joros simples e compostos, tbeoria de
cambios e suas, appcacSes. Os coocorrentes de-
vera* previamente apresentv saosl reqoeraientos
instruidos de docuraeatos qae provem idade com-
pleta de 18 annos, rssncSo de pena e culpa, e bop
comportameoto, na ftma do artigo 3 do decreto
n. 2349 da 14 de margo de 1860.
Sacretarta d thesonnria de fazeoda de Pernam-
buco em 3 da agosto de 1867. Servindo de offi-
clal-malor,
Manpel Jos Pinto-
O Dr. Trstau de Alencar Araripe, official da
imperial ordem da Rosa, e juiz especial
do commercio nesta cidade do Recife de
Pernambuco e sea termo por S. M. Im-
perial e Constitucional o Sr. D. Pedro
JI. a qoem Deus Guarde, ter, etc.
Faco saber aos que o presente edital vi-
rem e d'elle noticia tiverem que no dia 5 de
setembro do-corrate anno se ha.de arre-
rinhI^andioca. Vendeu se de 3*800 a I ma'f.r P,r vaDda 0a mais der em praca
4*000 o sacco. publica deste juizoo escravo de nome Ma-
Looca.-A ingleza ordioarla vendeu-se cora ejnoel, pardo, com idade de 28 anoos pouco
B a factura, mais nn mpnne aualaHn nn Qr\r\ttr\r\c\ .:i
premio de 335 por cento de premio sobre;
Manteiga.Vendeu-se a ingleza de 900 a 920 i
rs., e a franceza 660 rs.
Massas.Venfleram-se a 7*000 a caixa.
Oleo de linhaca."Vendea-se a 2J600 o galao.
PAS8AS..-Idem a 10*000 a caixa.
Pbbsuntos.Venderam-se a 16*000 a arroba.
mais ou menos, avaliado por 800000 mil
reis; .0 qual foi penhorado por execuijo de
Antonio Garcia, contra Pedro Ghrisolego Ga-
valeanti Vanderlcy. E n5o havendo lanr;a-
dorque cubra o pre?o da avaliaCo arre-
Queuos.-Os namengos venderam-se de 1*603 m^Qao sera leita pelo preco da adjudicago
na forma da Lei.
E para que ebegue ao. conhecimento de
todos mandei passar o presente que ser
publicado pela imprensa e affixado no lugar
do costume; cidade do Recife de Pernambu-
co 21 de agosto de 1807. Eu Secundino
Eliodoro da Cunha escrevente juramentado
o escrivi.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nascimen-
to, escrivlo, o saberevi.
a 2#300 cada um.
Sabo.Vendeu-se o inglez de 140 a 143 rs. a
libra.
TouciNo. Vendea-se o de Lisboa a 9*200 a
arroba.
Vinagbb.Vendeu-se o de Portugal de 85*000 a
108* a pipa.
ViNHOs. Os de Lisboa venderam-se a 200* a
pipa, e es de outros parzes a 170*000 a dita.
Velas.As de composico venderam-se a 590
ris o paeote de 6 velas.
Descont. O rebate de letras reguleu de 6
a 9 por cento ao anno.
Fretes.Para Liverpool,*carregando em vapor
1/2 d. por libra 5 / pelo algodio ; carregando em
navio de vela 7/16 d. por libra 5 %, e 3/4 / car
regando em Macei e Parabyba,
MOVIMEHTO 1)0 POMTO
Navios entrados no dia 31.
Rio de Janeiro11 dias, brigua brasileiro Inven-
civei, de 213 toneladas, eapito Francisco Pedro
de Almeida, equipagem 11, carga 10,000 arro-
bas de carne ; Antonio' L. de O. Azavedo di C.
Ass13 disi, patache brasileiro Volante, de 171
toneladas, capito Francisco Alves Vianna, eqal-
pagem 9, carga sai; Antonio de Almeida Go-
mes.
Tries*7 das, brigua noraegaense Trio, de 220
toneladas, capito T. Goda, equipagem 10, carga
2,225 barricas eom farinhi de trigo ; a ordem.
Liverpool 50 dias, barca ingleza Rosemond, de
318 toneladas, capito Gibes, equapagea 12
carga differentes "gneros ; a*-lnrjt9n pater
& C.
Rio de Janeiro e Babia6 dias, vapor americana
North Amnca, da 2,083 toneladas, cSmmandante
Tlmmermao, equjoagem 70, uarga diffsreutes g-
neros a' nnry Perster 4 C.
Nass sakidos no mesmo da. '
New-York e porios interaredios-r Vapor americano
North America, commandaateTlonnermau.
Cabo Verde--Barca dinamarqueza Walinar, graaeo, em lastra.
Barcelona Sumaca betpanaola Favorita, capito
Matbeos Oliver, carga alodio.
Navios entrados no di* 1. de setembro.
DECLARA

Patacho brasileiro Quilktrmtna finmn n*
ra o Rio de Jwivo l^^MSSRrS
bas de assacar brance. ^^^
LttTriSS?* "*" **,a*w"WBsWpm
1?9W saeeos om 4flW arrobas a II Heras da
ajgodao.
Iraei
Gomes.
Rio de Janeiro13 das, patacho brasileiro Gbria,
de 152 loneradas, capijo Beroardiao Rodrgaos
de Almeida. eqaloagem 12, ^arga caf e ojuros,
gneros 5 a* Joigrlat- tes-^encaJTes Beltraf '
O conselho de compras do arsenal de guerra
precisa eempr r o sesniole :
5 arrobas de rdxo trra, 4 broxas sortidas para
pintor, 2 arrobas de pos prete, 1 arroba pregos
franceses da 1 Ij2 p legada, 20 milheiros d taxas
de bomba, 2 arrobas de pregos francezes de duas
poltegadas, 2 ditas de dito de 2 1|2 pollegadas, co-
nbecimentes Impreseos mil, 80 moxilas de novo
modello, 160 correias para as-mesmas, 80 laminas
de ago para as mesmas, 80 marmitas, 80 correias
para as mesmas, 80 bornaes de brim, 2 cornetas,
6 resmas de pape! almago greve liso, 4 caivetes,
6 caixas penoas deago, 6 unzias de lapis, 1 mlssal,
I cadernela para missa de rquiem, 6 toalbas de
panno de linbo com bico para altar com 13 palmos
de comprimento e 2 1|2 da largura, 6 toalbas de
panno de linho para purificar as mos, 2 roquetes
para a fabrica, 3 alvas de panno de linho, 6 amitos
de dito, 1 frontal de sebasto com 10 palmos de
comprimento e 4 1|2 de largare, 1 easala branca
com seus perteuces, 1 dita encamada com seas
pertences, 1 capa de asperge branca, 1 veo de
hombro braneo, 1 ambella bracea, 1 ambula eom
capa, 1 es'.olla rxa pandante para baptizados 1
dita branca pendente para baptisados.
As pessoas qae qalzerem vender ditos objectos,
aprosentem suas propostas na sala do conselho, as
II boras do dia 6 de setembro viudo uro.
Conseibo de compras do arsenal da guerra 30
de agosto de 1867. Jos Mara lldefanso Jacome
da VeigaPessoa de Mello, eorooel presidente.
r D ordem do lilas. Sr. Inspector da tbesoara-
ra de fazenda desta provincia se faz publico qae,
sxtut-se Tena na eso thesoarwk, a 23*000
EMPREZA--COIMBRA
Qaarta-feira 4 de setembro de 1867.
A sesunda representacao da alia-comea do
S>r. Meudas Leal, masica do maestra Noronba, in-
titulada
EPITAPHIO E EPITHALAMIO
representada pelas Sras. D. Falco e Julia e pelos
Srs. C. de Lacerda, Jordani e Gnimares.
A primelra representaco da comedia-drama do
Sr. J. Romano, masica do maestro Casimiro coo-
dernadae instrumentada pelo maestro Colas, in-
titulada
MIGUEL 0 TORNEIRO
representada pelo Sr. C. de Lcerda, D. Falco e
Peregrino.
N. B. A importante aria que a Sra. D. Falcj
canta nesta peca exprs-menla escripia pelo
Sr. Colas e offerecida a actriz pelo falentoso maes-
tro,
A representagao da comedia em 1 acto intitulada
Os cabellos de miaba mulher
Terminara' o espectculo com o applaudido en-
tre-acto eomico lesempeubado pala Sra. D. Jesui-
na e o Sr. Terxeira'ornada de masica do Orpbeu
Intitulado
Os dous infernos
Comecara' as--8 boras
AO

AYISOS MARTIMOS
Navegaco
COtPANHU PERNAMBCANA
DE
costeira per vapor-
Para Fernando de Norooha.
Segu no dia 4 de setembro
prximo, ao meio dia, o vapor
Mamanguape, commandante Cos-
ta. Recebe carga at o dia 3.
Encommendas, passageiros e dl-
oheiro a frete at 10 boras do dia da sabida : es-
criptorio no Forte do Matos n. 1.
COJUIPAfiHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
B' esperado dos portos do porte
at o dia 19 de setembro o vapor
Santa Cruz, commandante Gui-
Iherme Waddington, o qual de-
pois da demora do costme se-
guir para os portos do sol.
Reeebem-se desde j passageiros e engaja-se a
carga qae o vapor poder conduzir a- qual devera'
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e diobeiro a frete at o dia daeahida as 2 ho-
ras. Previne-se aos Srs. passageiros qae as
passagens s se recebem nesta agencia ras da
Cruz n. 67, escriptorio de Antonio Luiz de Olivei-
ra Azevedo A C. ^^^
C6IP4U BRASILEIRA"-
De ama casa terrea a' raa do Jardim (em S. Jos),
em chaos proprios, n. 2, com ama porta e daas
jaoellas, corredor separado, 3 quartos, .salas,
cosinba tora, quintal e cacimba e um soto com
4 quartos.
CordeirO' Sim5es
legalraente autorlsado fara' leilao da casa terrea
cima descrlpta, pdenlo ser examinada por quem
pretender, sendo que as informales o dito agen-
te satisfar' em sua sede a" ra da Cadaia do Re-
cita n. 27, cajo leilao tera' logar 00 da
Quarta-reir 4 de setembro
as 11 horas, na porta do predio que foi ASsociacao
Commercial largo do C >rpo Santo.
De ora es ravo crenlo, dade Z4
nes, bemestribeiro.
i mulatiiiha, idade S anaes. com
perfeico.
Cordeiro Simes
obtida a competente aatorisaco fara' leilao dos es-
cravos cima, isto
Quarta feira 4 de setembro
as 11 boras, na porta do predio que foi Associaeao
Commercial largo do Corpa Santo.
LEILAO
SENDO :
Alexandre. mulato, 38 aonos.
Rodrigo, pre:o, carapina, 26 annos.
Roflao, preto, pedreiro, 22 anoos.
Cordeiro Simocs
a reqaerlmento de Henrlqne Gibsto iaventariante
da finada D. Alevandrina Gibson .l.mandado do
Illm. Sr. Dr. jaiz de orphos, fara' leilao dos es-
cravos cima descriptos, Isto
Qnarta felra 4 de setembro
as 11 boras na porta do predio qae toi Assoclaco
Commercial largo do Corpo Santo.
C^
ni
Paquetes a vapor
Dos portos do sal esperado
at o dia 7 de setembro o vapor
Cruzeiro do Su!, commaedante
Alcoforado, o qaa depois da de-
mora do costme seguir' para
os portos do norte.
Reeebem-se desde ja passageiros e engaja-se a
carga qae o vapor poder coadazir a anal devera'
ser embarcada no dia de sus chegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2
boras. Previne-se aos Srs. passageiros qae suas
passagens s se recebem nesta agencia roa da
Croa n. 67, escriptorio de Antonio Luiz de Olivei.
ra Azevedo & C.
De um importante sobrad) no Poco 3a Panella,
(o malhor dos arrebaldes) com excedentes om-
modos para grande familia, com 7 quartos, 4 sa-
las, costaba, qoarto para feitor,'eoxeira\ estribara,
um bello jardim, terraca dos lados, portao de for-
ro e mais 60 palmos de terreno de cada lado do
sobrado.
Um sitio na estrada de Joao de Barros defronte
da capella com casa da pedra e cal, 2 salas, 6
qaartos, cosinba e trra, diversos arvoredos, ter-
reno proprlo, tendo 833 palmos da frenta e mais
de 860 de funde.
' Duas casas de pedra e cal nos Afogados roa da
Pazns. 22 e 2! A.
Urna casa terrea n. 264 na- ra Imperial ren-
de 20* mensaos, coja casa dividida eso 2 que se
alugam separadamente.
Urna dita no Barro propMa para passar a Testa
por ter o fondo para o rio, a segunda passando
a igrejs.
Qoarta-felra 4 do corrente.
O leilao sera' effectoado a raa do Imperador o.
16, as II horas.
Ass-9 das, brigae-esoan naciaoal Graciosa. 4
218 toaeladas, capito Jos Marta aueiEju cada exempUr, aTObra artstica da estrada de er'-
tquipigem r carga sit-; **"AntqrturdrAlrAiiTa ro fie B. Pedro n." As pessoas 3 quem convler
. quem convler,
dataran dlrlglr-ffl i referida thesonraria.
Secretaria da thasouraria de fazenda de Pernam-
agesta da 67. Servindo de offlcial-
oei Jos Pinto,
*m
NeV York4 dlts, MU"logt
171 toneladas, eapHaa Jsrteli
Biadarra (M9vs
_nsen.
iot'Mht
Rio da PrataBmttt
Barca brasJMra ,ti*mta imgoo paya, o Domjngps Corre &
Kro aa Frata :_________ ^^____ ontros enero?.
AObattrcaaeun 1JJ.10 attobas I libras Itkcrie Janeiro-Patacsa
e ontros fenefw,
.uuu ufiiiiHwmiijw iiiuu iw iiuras
da assncar branco e KO ditas com 911 arrobas
e 31 Ttbras dtj dito antcataa.
ifielmiza, de
*
Santos, ci
a entregar.
*

i o!, Juizo de orphos.
Prediw.
fiada]k audiaaciadqjniw no, 0la4,4esUi mex,
a ora dos auditorios serio arrematadas a qaetn
fifefis ptrWdar casas ns. 27 di roa do Sol
*T**a, devanan m ffodacto ser
Bita.,dos andares do finado
ojal
lUa.t
PAR4 0 AR4CATY
pretende seguir com muita brevidade o palbabo'e
nacional Dous Amigos, tem parte de sea earrega-
ment engajado : para o reste qae ihe falta trata-
se com os seas consignatarios Antonio Lutt de Oli-
?eira Asevedo & C, no sea sertperto roa da Cruz
a. 67. _________________________
-fara t fffto.
Segae-Heettoitedias o brigoe pertagaez Unto,
porjsf ter sos carga engajada, para o resto e pas-
sagetroe trata-so eom os seos coastgntarios Tho-
mai de Aquino Fonseea & C a raa do Vigarlo n.
19,1* andar. '
' 1 I I I I I I I
Baf de Janeiro
Da ama mobilia de amarello composta de 1 sof.
3 consolos, 1 mesa oval, 2 cadekas de bracos e 12
ditas de gaarnicao, 1 cadeira de balango, 1 toaca-
dor, 2 casticaes e mangas, 1 candierro a gaz, 1 re-
logio de parede, 2 escarradeiras,! ealxa de maris-
cos, 1 coramoda, 2 marqaexas, 6 cadeiras, 1 cabi-
de, 1 estante, 40 volumes differentes obras, 2
batis e 1 lote de roana de aso.
Qaarta-feira 4 de setembro
No 2o andar do sobrado da ra Nova n, 40.
O agente Pialo (ara* leilao por aatorisaco de
consol de Franga e em presenca de um sea de-
logado, dos orjecto3- cima mencusdos, perten-
centes a successo do flaado Pedro Eduardo Bour-
geois, e existentes no seaodo andar do sobrado
da ra Nova h. 40, onde se efloctaara'
10 beras do dia cima dito.
ta
o leilao as
AVISOS
O abaixo assigoado, proprletario da botica
n 38 da roa do imperador, vendo o annuncio pu-
blicado boje nesta Diario, relativo a dita botica,
responde ao anaouciahte, qae nenbaau transaegio
ba de real com dita botlea, pois ana nanbam ne-
-ale se fara' oom a mesma, sem ^ue dito annnn-
iaitassja envido, per Isso ja*fa toiempeslive so-
^J7 melhante annoncio. Reife 31 da agosta de 4867.
'araored|rda,nor^):
t!Hmdo.corraiiteniex
indaSa?S'iSs&affiS ^=T~ ""' AntpntadaSoa/aeSllv,
Baltar.^m do Brom ."0f oo*om:e etpitK a No cllgio daCoawicao pf#elsa se *wma
^^, vww pomoa para pettelw.
vo
If9
UTILADO



/
,, ,rfi-i.-


-- *4tttma&4*t afc fe .
Atarlo de reraambae* seguida letra e Seiemfero de 1867.
a

lestitaU Arcieologieo e Getgrsphico
Pernambacaoo
A commissao de trabalbos historeos do Instillo
Arcbeologlco e Geograpbieo Peroambucano, pre-
cisa com urgencia de consultar o Valorlo Luc-
deno de Fr. Maooel Calado.
A pessoa que ti ver um exemplar dessa rarissi-
ma obra, e o queira ceder por venda oo por ero-
prestimo, ter a hondada de mandar aviso a se-
cretaria do mesmo Instituto, no convento do Carmo,
Junto a biblioiboca proviccial, para ser procurado
pelo segundo secretario. Hecife, 31 de agosto de
4867. -
Salvador Henrituedt Albuquerque.
I I
D. Francisca Jacintha Cesar Lout
reiro e seus fllhos convidam aos p-
renles e amigos de sea fallecido ma-
ndo, o major Bernardo Luiz Ferrira
Cesar Loureiro, fallecido no Rio de Ja-
neiro, o caricioso obsequio de assisti-
rem s missas que mandam celebrar
do convento de S. Francisco, no dia 3
do correte, s 6 boras da manhaa.
i
B"
#*
2.
a
I
a
en
a
CA
a
a

a
p
o.
0>
o
*3
5'
so

H
o
c
s
s
J
<.
o
oo
i
8
I
o*
I
Monte-pio Portuguez.
A directora agradece cordealmente em uome
desla associocJo ao sea prestimoso consocio, Sr.
Joao Jacinlbo de Mdeiros Reiende, a aequisicjio
de inals 4 novos socios, devida aos bons esforcos
daqaelle senbor, estando todos no caso do 3- do
arl 8 dos estatutos, e lando ] realisado a impor-
tancia das suas joias.
A proposito deste loovavel acto, que demonstra
quaoio o Sr. Mdeiros Rezende se interessa pele
progresso do Monte Po, fai a directora as segua-
les ponderacfos.
Todos os membros desta to otli e humanitaria
sociedade temos por dever, seguudo o $ 4* do art.
11 da lei que nos rege tpromowr a entrada dejo-
aos t quaesquer donativos a btm da assoaacao:
Mallos nao estaro em circomstancias de (aier oa
promover donativos; mas a directora acredita que
todos, sem excepcao de ara s, se achara no caso
de dtlfenciar a entrada de novos socios, que ve-
ntura enrossar as flleiras dos que esto cuntribuin-
do para flns tao fistos, e que oxal nunca se ve-
jan na necessidade de ser soccorridos por esta as-
sociaco. Quando nao se consiga de 4, oo 10, ou
20, ou mais, qual ser o socio do Monte-Pio que
nao possa persuadir a um ou dous amigos ou co-
nheeidos, qoe entrera para o Monte-Pio se quue-
rem ser protegidos ou amparados em mnitas con-
junctoras difflcieis, que em saa vida poderao
dar-se T _
U concurso de todos os socios para este ora e em
itremo desejavel, porque sem costo algom, por
lodos compartilhado o empeobo, se podem colner
grandes resultados, que tero como consequencia
knmediata o maior deseBvolviment da sociedade.
Augmentados os recursos desta, obvio que me-
lbor poder ella preeBcher a sua bemfaseja missao,
e quiedar-lbe oaior amplitode ; a directora con-
vida, pois, todos os associados- a cumprirem com
xeloso afn os que dispSe 4o do art 11 dos esta-
tuto?, pe|o menos a 1' parteisto promover a
entroja dos socios.
Em poder do secretario, a roa da crn n. zo,
acnam-se impressas propostas para socios, que
alias cada um podera formular por si, e sao assim
concebidas:
M0KTK PI PORTUGUEZ.
t Proponho para socio o Sr.... por ser cidadao
portuguez em pleno gosi de seos dlreitos, ter
c meios licitos de subsisteoela e bom procedimeo-
to, requisitos exigidos no 3* do art. 8 dos es-
ltalos.
t Peroambuco.....de.....de 186
03
o
a
o
. a.
Ctt
C4

o
3
o -i
o $
0 si 3
O S
3*
w Q
ce e.
O
es
a a co
ft 2
< 2

& *
O 00 5
Sisa O
-i
^ -*
O O*
Si 3
1- es Si
c ?Q
a
e

Cfe
I
Precisa-se
Stseito o 'wvfloidvM veado rauco, com as maoeiras attenciosas com que
toi acolbido pelo rwpeitavel'publico dest briosa provincia, a ponto de que muitos a por-
a desputaram a salisfacJo de serem os prime ros a comprarem em seu importante arma-
zem, se desvanece era declarar com toda a lealdade de que capaz, que est cada yez
mais animado, nao s pelo benigno acolhimento que tem recebjdo, como pelas Torcas de
qae dispe porque at boje n3o carecen ainda dos preparados de jurobeba, nem do
xarope alcoolico de veame.
O Veado Braneo, declara a quem anda o nao conhece que nao um
desses bicharocos intrata veis que por ahi vivera com figura hmiona; domesticado no
ameno paiz onde aamatel Aguia Branca vio a luz do astro bemfeitor," elle partidario
desse invejavel sgfad e sinceridade que com tanta graviade se desprende do seu
bico encantador. jris:
O Teado Braneo, como todo o homem civilisado, ama a sociedade dos
bons, gosta do centro do mondo elegante, usa do tnico de Jayme, para previnir qoe lhe
ponham a calva ao sol, vai a companhia des Booffes Parisiena e no meio do partido ue
madame Adelle, elle tambem atira-lbe o seu lindo bouquet.
Digoe-se o benigno leitor de jurar as palavras sinceras do sincero Veado
Braneo, e venba prover a sua dispensa do que melbor se pode encontrar n'um estabe-
cimento de molbados.
A modicidade dos pregos, ctoparados com a boa qualidade dos gneros e o
bom modo com que se recebe os senhores compradores, deve cortamente convidar as
pessoas que anda nao vieram nossa casa a fazer parte dos amigos e freguezes |do nosso
BELLISSIMO 1RMAZEM
DB
MOLHADOS
Saber a onde mora Antonio oo Feiippe Honorato
de A tere Jo Cootiobo Vascancellos, Albo de Jos
Joaquim Feiippe de Aseredo f.ootloho de Vaseon-
cellos, da reguexia de Aocede, Goaselbo de Bao
em Portpnl.
Quemdelle sober pede-se o favor de drigir-e
a ra Lirga do Rosario n. 34, botica, a' fallar com
Francisco Ferrira Mala.
Club Pernambucano
A partida do mez de setembro ter lug*r
ua noite do dia 6.
_
ODr. A. S, Perelra do Carmo (medico)
est morando no sobrado o. 12 da ra da
Iraperatrlz.

< O socio
t F.
t Matnralidado
listado
c Emprego
t Residencia.


O candidato


Para o excelleutissimo mi-
nistro da Justina ver.
O abaixo assigoado detido na casa de de-
tenco desta cidade de Pernambuco ha tres
annos, e processado nos termos de Flores e
Baique, n5o lhe tem sido permittido res-
ponder ao jury, nico meio de sua defea,
como lhe faculta a constituido do Imperio;
tendo sido requisitado pelos juizes daquellas
comarcas por mais de seis vezes. Cbefe de
numerosa familia, e boje sobrecarregado de
prejuizos inclusive suas despezas durante o
largo esdaco de tempo que tem absorvido, a
pouca fortuna que de seu trabalho possoia;
e protesia reclamar at ser attendido.
Jo5o Manoel Frazio.
GAZEOL
DE
Burrin du Buisson
Liquida voltil preparada por Smllose, repro-
duzindo chimicamente os vapores que se soltam
em volta do aparelbo parificado do gaz carbnico,
empregada com o mais segoro successo contrr
a coqueluche, a pblisica e todas as molestias ebro-
nicas dos pulmoes
VESDE-SK NA
Botica e drogara
DI
Bartholomen k C.
34Roa larga do Rosario34_______
Fogo do ar
No armazem da bola amarella no oliao da se-
cretaria da polica recebers-se encommendas de
fogo do ar para dentro tora da provincia.
Alluga-se um escravo para copeiro de casa
de bomem solteiro no Corredor do Bispo n. 15 na,
mesma casa vende-se a banba especial de tirar
caspa e fazer nascer os cabellos mesmo cabido
por algoma ferlda ou molestia.
"" Aluga-se a padaria do Gaz da ra da Con-
cordia n.'64 : a tratar na roa Dreita n. 90,
No dia 20 docorrente aasentouse da casa de
soa mai o menor Manoel, de idade 12 annos, par-
do, cabellos crespos ruivos, e olhos aznes ; levou
vestido calca de riscado, camisa branca, paletoi de
riscado, chapeo de palha amarella e sapatos de
tranca : pede-se a qualquer pessoa qoe o encon-
trar, leve-o a' casa de saa mai, ra da Matriz
n.28.____________________________;__________,
Precisa-se de oficial cabelleireiro e
barbeiro em casa de Gustavo : ra da Cadeia
do Recite n. 51.
CONHEQDO PELO NOME
DB
VEADO BRANCO
Estabelecido ra Direita n. 16.
Esquina da travegga de S. Pedro.

Compaobia fidelidade de seguros
martimos e terrestres
eslabelecida no Rio de Janeiro
AGENTES E.M PERNBUCO
AntOBo Luiz de O reir Azevtdo & C.
competentemente autorisados pela
directora da companhia de seguros
Fidelidade, tomam seguros de na-
vios, mercadorias e predios no seu
escriptorio ra da Cruz n.
COMPRAS
em Pernam-
Secreta-ia do Monte-Pio Portnguez
luco, 31 de agosto de 1867.
Jos da Silva lflyo,
Presidente.
Joaquim Gerardo de Bastos,
Secretario.
Precisase de om cixeiro qoe tenhapratica
de taberna, dando fiador a sua conducta, para to-
mar urna por balanco, a quem estiver nestas con-
dieSes se lhe dar' oro interesse : a tratar derron-
te da esucao das Cioce Pontas n. 144.
Precisase de ama eoziabeira livre ou escra-
va : na roa de Apollo n. 2(X_______^_^^___
AVISO
Da casa do Sr. Porto, com loja de alfaiate a roa
Direita, fogio ha das um mulatinho de nome Jus-
tino, escoro, de i2 annos de idade, baixo, recrea-
do, gago, trajava camisa, costuma quando foge in-
culcar-se como forro oo orphao : quem o aprehen-
der queira lvalo a' roa da Aurora n. 26, onde
sera' recompensado ; rogase as autorld.des poli-
ciaes qae bajam de diligenciar a appreaenso des-
se escravlnoo. ____________
MEL
Vende-se mel: a tratar a roa do Apollo n. 4.
Sabonetes de alcatro
O aso destes sabonetes tem apresenlado os mais
beneBtos efieitos contra as impingens, sarnas, ti-
nba, caspa, comichoes e.todasas demais molestias
de pelle
VE.NDB-SE NA
Botica e drogara
DE
Bartholomen & companhia.
34Rut larga do Rosario34_______
Precisa-se de um moleque para distribuir
pao, de 5 as 0. horas da manhaa : quem se acbar
neste caso pode dirigir-se a roa larga so Rosario
n. 16, qoe achara' com quem tratar
njjttMSffijKi&ei
I Residencia e consultorio
Medico cirurgico
8 DO
Dr. Antonio Dnarte
OM praca da Boa-Vista nv21 onde
pode ser procurado a qualquer hora.
- Especial Idade
Bf Doencas do peito, e de meninos. M
5EBBB *
Gabinete medico cirurgico
DO
Dr. Ignacio Alcibiades Velloze
Pode ser procurado a qualquer hora do dia on
da noite prestndose aos chamados fora da cida-
de, com teda a promptido. Pratica qualquer ope-
raco. Da* consoitas das 6 as 9 horas da manba :
roa da Imperatrii n. 86.
_____ N. 2 D ^ N.2D,
HP* CORAC-1 DE OVRO. ^j
A loian. 2 D intitulada Coracad de Ouro na rna do Caboga,actaa-se d'ora em diante offerecen
do ao respeitavel publico com especialidade as pessoas qoe bonram a moda os objectos do ultimo gos
to (a Pars)por menos 20 por cento do que emeotra qualquer parte,garantindose a qualidade ea so
idea drOsbra.slivel bljco avaliand0 o deSejo qoe deve ter o proprietario dejim novo esUbelecimen-
to nne auer progresa em seu negocio deve chegar immediatamente ao coragao de ouro a comprar
ane'is com%S bXntes, esmeraldas, rubios e perola ; verdadeiras *^'J*EJ*
diminuto preco de 10*, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo preco de 3*,
,. ZZ.'^C rto marfim mdrenerola obra de modernogosto oque o encontrarao no coracSo de
oro) voltas de ouro com a competente erosiona ricaaeote enfeitada pelo peqoeno prec
eos de nm trabalho perfeito por om mdico prego, cassoletas, tranealms, polceira?, ain
trafte e oatros modelos todo de alto gosto, aneis proprios para butar cabello e firma,
bro
n trabalho perfeito por om mdico preco, cassoletas, iraneairas P|. -"""aj
itros modelos lodo de alto gosto, aneis proprios para bular cabello e flWBfcjBto para casa
ment, 10 artto roseta lera o Coracao de Ouro ora completo e bern vanado orttmentO de diversos
gostos butCes para punhos com diamante, robins e esmeraldas, obra esta importante kWinii
lor ja' por gosto ds desenho, brincos a forma da delicada moslnba de moca com pingante fontendoes.
meraldas. robins, brilhantes, perolas, o gosto sublime, alfluete para grmta no mesmo osto, relo-
gios para senhor cravados de pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras de brilhantes de
iioito gosto, crusinhas de robins, esmeraldas, pero as e ^ilAaatna, aaeto SLSSfe ff Jnf
trystal e euro descoberta para retrato (a ioglew) brincos de franja, ditos a imperatnze MMW-
quer joia, para secolK)car Retratos e obras de cabello, e outros rauitos 8bjectos &*****<+
ontrir no Coracode Onro qoe se consflrva com toda a amabU.dade aos ^"wrrentes deixaio-
se de aqol mencloar precos de certos objeetos porqoe (desculpem a maneira ^e fallar) dizendo-se o
preco talveralguemfaSamojouo da obra,por ser to diminuta quaiHla atbttdoisnmjb
Na mesma loja ompra-se, troca-se ouro, praw e pedras preciosas, e tambem recebejejoneer
tos, por menos do que em ouira qualquer parte, e do-se obras a amostra com penhor, conservando-se
e Coraco de Ouro aberlo at as 8 horas da noile. _.,.. nAi
oalqoer pessoa qoe se dirigir ao Coracao de Ouro nao se podera' engaar com a casa, pois
nota se oa sua frente um corceo pendurado pintado de amarello, alem de ootro qoe se nota em
rotulo (isto se adverte em conseqoencia de terem ja" algomas pessoas engaado com ootra casa.
O Dr. Francisco de Paola Soares, medice, mo-
doo-se da roa Direita para a das Cinco-Puntas o.
86 -2 andar, onde continua no exercicio de soa
proflssao.________^_^^^^^__^_^^__
Offerece-se um rapas para ser criado de al-
(toma casa : quem precisar dirija-se a roa da
Guia n. 57.
Ocina de latueiro e fum-
leiro.
Rna da loperatriz n. 39
Faxem-se e concerram-se bombas de qnalqner
sysiema, e faiem-se encanamentos para agua.
Ama
Precisa-se de ama ama para cozlnbar e com'
prar : na roa estreita do Rosario n. 41.
Bom negocio para quem
tem dinheiro
O abaixo rssignado, residlndo no Brasil i vinte
e cinco annos, e possoiodo em Portngal algnmas
quintas, assim come nm palacio na provincia do
algnarve, desejaodo realisar aqu qualquer nego-
cio qoe por falta de meios tem deixado de se apre-
sentar como proprietario e gozar os direitos que
lhe asslstem dos ditos beos, convido pelo presente
a quem qoizer e tiver no caso de fazer qualquer
negocio a tal respeito de o procurar para tratar no
armazem Balita, i roa do Livramenio n. 38, das
10 horas da maobaa as 3 tanle.
: '
Maaoel Jos Patricio vem publicar pjr este
jornal qoe a orna qae se armou no dia 30 de agos-
to prximo lindo, na igreja do Espirito Santo, e a
ceira qoe se gastn na mesma, fot feta a despera
por elle para o sodragio do 7a dia pela morte de
sen presado irmao Jos Rogerio Patricio -, e nao
pan urna ootra visita de cova qae l se fez, sem
autorisacao do sopplicante nem tao pouco do ar
mador.
Pede-se ao Sr. Tbeodoro Jos Perelra Tavares,
negociante em Pedras de Fogo, qoe tenha a bonda-
de vir a' loja de fazendas do Passeio Publico n. 4,
a negocio do en Interesse.
Eserava cozinheira
Preclsa-M de oou cozinheira iscrava, paga-se
bea : na rna des Pires, sobrado n. 35.
Precisase
e na eriado qoe seja bom copeiro e entenda de
compras, e de orna criada qoe saiba bem lavar,
ugominar e eoiinbar, preferindo-se qae sejam el-
anntelrB: na roa Wota q 59.2 andar.
Pcisa-ee de nm pee.a*ao de 45 a id annos
rauca t taberna : a tra-
p aiein, m teaJM wa
arnartada Aerort,, f^,
rna
pra e eozltls, nsaboa fu todo o aals servloo
de ama casa, dlrlja-se a jru
segando andar.
des Marifrioi p. 2,
Urna
escrava.
Paga-se pontoalmeale, pelo alogael de ama es-
crava que salba cesinhar, engommar e faser o mais
servico de casa de nma senhora estrangeira, sem
familia, aquantia de 2o#mensalmente; a tratar na
ra Sa Senzalla Velba n. 22 segundo andar.
Curso de preparatorios
O bacbarel Ernesto Adolpho de Vasconcellos
Chaves, residente na roa da Madre de Dos n. 36
(Hecife) tem aberto em soa casa corsos dos se-
guales preparatorios.:
Lingua latina
> franceza
Pbilosopbia
Recebe tambem alomos internos em pequeo
numero e sob condiecoes razoaveis. Pode ser pro-
carado a qualquer hora do dia.______
O-Sr. Jos Marques da Costa Soares,
que mora na ra do Vigario, queira vir
esta typographia, a negocio que nao ig-
nora. |
Aluga-se
O segundo andar da roa do Amorim n. 48, com
cmodos para familia : a tratar no armazem do
mesmo. ________
Ama
na rna de
Hermelinda Candida Augusta de Loyola, Jos
de Albuquerque Mello Loyola e soa mulher, o vi-
rarlo Lonrenco de Albuquerque Loyola, Genuino
Jos da Roen e saa mulher, Joaquim Ugitino da
Suva Fragoso e saa mulher, Ignacio Rento ie
Loyola Filho e saa molber, Dr. Eroesto Feliciano
da Silva Tavares e soa molber, Carlota Bemvnda
de Loyola, Idalina Philotnena de Loyola, Alfredo
Abdome de Loyola, Belmiro Melanez de Loyola,
Ernesto Epaminondas de Loyola, Manoel Javeocio
de Loyola, Fraokliaa Corbiniana de Loyola e os
ausentes bacharel Coriolano Augusto de Loyola,
Francelino Fenelou de Loyola e Harmiodo Deo-
cleciano de Loyola, molber, fllBos, genros e oras
do finado Ignacio Bento de Loyola, convidam aos
parentes e amigos para assistirem as missas de
requiero, nalaatriz de Santo Antonio, as 6 horas
da manhaa do da 9, em soffragios do mesmo fina-
do pelo que se confessam desde ja' sammamente
gratos.
TJToaoBaptistaTaslBo?^
pode ser procurado a qualquer hora em
seu consultorio homeopathico largo da
matriz de S. Antonio n. 2.
No mesmo c >nsultorio tea seapre grande sor-
UombIode medicamentos de bomeopathia de We-
iwre Catellan, tanto em glbulos codo em tintura,
assim como ten om sortlmesrto de ferros de ei-
rurgia em ca/leiras e avalaos do afamado Char-
rier de Pars.
Na UbaaTsBTo^ll^emam^TeqaTa-
ra ae vender, cpapietaaenM sadio, com 18 annos
de ld*de, entend decosiiba, esgoonna perfeita-
Beote e excellenu copeiro.
Precisa se alogar asta escrava e.ae saiba eo-
siobar e engommar pelo lempo de seis metes : na
raieS. Francisco n. 54.
Para servicos de dnas pessoas
Aguas Verdes o. 86, andar.
Foi roubado de casa do abaixOi assig-
oado um ebronometro ingles de ouro co-
berto e todo liso, com urna pequea mola
ao lado para o abrir, tem mostrador, pon-
teiros e signaes de ouro, tem o n. 1,091,
de repeticJo e do fabricante Frencb. Cheap-
side, London, rogo aos Srs relojoeiros e
ourives a quem fr offerecido de o appre-
hender que satisfarei qualquer despeza.
Recite 28 de agosto de 867.
Luiz de Moraes Gomes Ferrreira
Retrato histricos
JNa pbotograpbia Villela, a rna do Cabog n.
18, entrada pelo pateo da matriz, encontram-se os
segointes retratos :
Do archiduque Maximiliano, ex-imperador do
Mxico. !
Da princeta Carlota, ex-imperatriz do Mxico.
De Jurez, cbefe da revoltt, e qoe ordenen
fu zilamento de Maximiliano.
Preco 500 rs.
Joaquim Jos Goncalves
Beltrao
RlIA DO TlPlCHBN. 471 ANDAR)
Saeca por todos os paquetes sobi
lo Minho em Braga, e sobre os
' em Portugal.
aber:
Lisboa.
Porto.
Valenga.
Golmares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Gande.
reos de Val de Vt.
Vianna do Castelle.
Ponto do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famellcao.
Lamego.
Lagos.
Covilbia.
Vassal (Valpassos.)
Mirandella.
' Beja.
Barcello?. ------
MI 8 A^-Rua de CabngM. 8 A
Agostinho Jos dos Santos $ C
Acaba de ebegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo gosto, perfeicSo artstica e modellos eoteiramente novos; como
seguem: aSerecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anneis, botes de punho, brincos e cassoletas com letras, etc..
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqueiros, paliteiros, calis de mesa c
fructeiras, cujos precos s2o incompetiveis, pois que os propnetanos desU casa,
recebendo seus artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seus freguezes. Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se ncumbem de fazer concertos.
Moedas depuro.
Nacionaes e estrangeiras assim como libras
esterlinas: campram-se na rna do Crespo n. 16,
primelro andar.
Comprase moedas de ouro de 20$, 16$, 10$
e M a roa da Cruz o. 3.
Moedas de prata
nacienaes, assim como pataces portogoezes e
hespanhoes, compram-se com premio : na roa do
Crespo n. 16, primelro aodar._________________
Ouro em moeda
Paga-se mais do qoe em ootra qualquer
parte: na ra do Crespo n. 19, loja.
Libras esterlinas?
Compram-se com bom premio : na pra-a da fo
dependencia n. 22. __________________________
Oompram-se escravos
Silvino Gullierme de Barros, compra, vende e
roca effectivaraenle escravos de ambos os sexos
de todas as idades : a' roa do Imperador n. 79,
e-rceiro andar._______________________________
Pataces
Compram-se pataces bespanhes, portogoezes e
brasitelros de caobo aotigo, em casa de Adamson,
Hepry t ll, roa do Trapiche-oovo n. 40.
24^000
Compra-se na loja de jotas do corafSo de ooro
n. 2 D, roa do Cabog, moedas nacionaes de 20$
Ouro e prata gm moeda
Compra se por maior prego do que em outra
parte : na roa Nova o. 31, loja de ferragens.
uuro e prata
Moedas de ouro e prata naeionaes, estrangeiras
de todos os valores se compram na loja de ouri-
ves junto ao arco de Nossa Senbora da Conceico,
roa da Cadeia do Recite, assim como ooro e prata
em obras velhas, brilhaotes, diamantes e se paga
bem._______________________________________
Compra-se ouro e praia em obras velhas :
na praca da independencia a. 22.___________ _
Compram-se
com premio moedas de ooro e de prata nacleoaes
e estrangeiras : na roa da Cadeia do Recife n. 16
armazem de Adriano, Castro & C._____________
' Compra-se sempre por mais doqueemoo-.
tra qualquer parte, prata brasileira e estrangeira
(patacoe.-) libras estertioas, moedas de 9$ e 16$
portuguezas, de 5$, 10$ e 20$ brasileiras, oncas
oo outra qualquer qualidade de ooro, e se trocara
sedlas do banco do Brasil e caixas flliaes de oa-
tras provincias: ua roa da Cadeia do Recife o.
58, loja de azulejo.___________________________
Coinpra-se
cobre, lati e chambo : no armazem da boa ama-
reila no oito da secretaria da polica.
Na roa do Crespo o. lo, andar, compra-so
nm cofre de ferro que tenha bastile segoraoga.
Compra-se libras esterlioas, a' rna da Cruz
n. 18, armazem de Jos Joaquim Lima Bairo.
MW4&&
o Banco
gaintes Iuga-
~1. Precisa-se de nna ama de leite: na praca
da Independeoeia os. 8 e 10.
Precisa-se alagar on moleqoe on ana preto
qoe emenda de cozinha e mais servico de casa :
na raa de Hortas n. i7, iraaiem

Attencao.
a-
Avisa-se a quem convier que n2o licito
fazer negocio sobre a botica nv 38 da roa
do Imperador desta cidade, pois pelo juizo
do commercio desu cidade, escrivao Paes
de Andrade existe pepbora na armacio, va-
silhame e parte das drogas da metaiaiotica
Recife, 3i de agosto de 4W7,
Precisa-se de orna ama de teKe :
roa do Qoehnado p. 50,1* andar.
Sedulas do banco do Brasil
e suas caixas no Mara-
uhao, Bahia, etc.
Trocam-se effectivamente no sobrado da travesea
da roa da Concordia o. 13.
* UM mmmm
No armazem de lilas roa do Impera'
dor n. 22, vndese :
Salitre refinado arroba 6$500
[i
VENDAS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
nxofre arroba 2$800 m da nesta praca, toma seguros martimos so-
*&* k< invine a ean parrp.ffamentos. e contra
*
Na praga da Independencia n. 33, loja de
ourives, compra-se ooro, prala e pedras preciosas,
e tambem se faz qualquer obra de encommenda e
todo e qualquer concert.
Atteno&o.
X. 25 Ra do Livrameoto \. 25
Deposito de tamancos e calcado nacional da fa-
brica da roa do Jardim n. 19, de Jos Vicente Go-
dinho, tanto no deposito como na fabrica seapromp-
tam todas as porcSeg de calcado o sais barato
possivel, esta fabrica tem todas as machinas pro-
prias para os calcados ja bem acreditados pelo
grande numero de fregoexes qoe daqai se ror-
neeem.__________________-__.
Ama de leite.
Precisa-se de nna ama qoe tenha bom e ahon-
dante leite, paga se bem: a tratar na roa da Praia
armazem n. 13.
o andar do sobrado da ra Velba n. 20, com
mallos commodos: a traur na roa do Corredor do
Bispo defronte dos ns. 12 e U.
Trocam-se
as notas do banco do Bras:i edas ".
dom descont maito rasoavel, na praca da inde,
pendencia n. 22. ,
Gabinete Portuguez de
Leitura
Cenelhe deliberativo.
De orden do Illm: Sr. W**&J.!SZ!&*
dmibo conselho a
directora no "
de proceder-se a eleiQao da
I Miembro as 6 horas da Ur-
sa nado ne dia da poste do
termina o 1* do art. 56 dos
m conseqoencia da retirada de
eeoselneiros.
i|y de conseibo delfbaraiivo do
(kWnete Porttil de Lel" M 3 de ^0>l de
Firaaiio Antonio Sonto Maior Raposo
Secretario- "
f
bre navios e seus carregamentos, e contra
togo em edificios, mercadorias e mobilias:
aa roa do Vigario n. 4, pavimento terreo
THESOUKO M4C0MC0
Acabam de' chegar Enc^dernacSo Pari-
siense, ra do"Imperador n. 71, as seguintes
publicaroes :
Le Monde Maconnique : Revista das lojas
de todos os ritos: riquissimo deposito das
maiores preciosidades masnicas, desde a
origem da ordem : centenares de discursos
dos mais distinctos oradores da Europa e da
America nos diflerentes templos macomcos
de urna e outra parte do mundo : 9 vola-
mes in 8.*. .
UMA CQLLECeAO DE i 5 RlTAES Q lOdOS OS
ritos, para as ceremonias de recepeo, de
inauguracSo. de festas equinoxias e solsti-
ciaes, de Banquetes, de pompas fonebres, etc.
U cobiudor geral completo, guia indis-
pensavel para todos os macons, lanto sim-
ples membros da ordem, como autoridades
ou officiaes de templos.
Estas duas ultimas publicares em 3 gran-
des volumes in8..
Ao todo 12 volumes. .

Perdeu-se,
>o dia 29 do mes corrente, entre as 4 e 6 horas
da manba, desaparecen um bote pertencente ao
patache boUandei Antje, com os signaes segrate:
Pinudo por antro no fondo de cor encarnada e
nos lados verde, por fora em baixo encarnado e
nos lados de madeira raspada. Qo>"" .""5!*
delle, podera' annonclar ao ^MU".,tt*?B!
roa ia Crox n. 9, qne sera' generoaamenle recons-
pensado. ,
- Preelsa-se de ama ama de leiM : na ma da
Palma n. 43.
ce-se om njoeo Portof oez para calxei-
POTASSA DA RUSIA
A 200 rs. a libra,
de moito superior qualidade : vende-se no escrip-
torio de Ollveira, Filbos & C, largo do Corpo San-
to n. 19.____________________________________
Breu
Vende-se breo em barril e a retalbo, maito ba-
rato : no armazem da bola amarella no oito da
secretaria da poiicia.
Chocolate de ueslirlere
purgativo de magnesia.
E' o chocolate de desbriere e melbor porgante
al agora coohecids e de grande aeeitaco em Pa-
rs, onde tem sido moito applicado no hospital
Hotel Dlea pelos professores Trousseaa e Pidoax
com o melbor resoltado.
Por soa aecio laxante porga sem fatigar o esto-
mago e os intestinos, e aprsenla ptimos resulta-
dos como dorivatlvo, abrovenie, anstivernoso, re-
frescante e depurativo.
Deposito especial
34Ra larga do Rosarlo34
Botica de Bartholomen & 8.
Vendem-se dous methodos para aprender a
tocar piano djs maestros H. Rosellin e Henri
Herz: quem precisar dirija-se a praca da Iode-
peodencia os. 13 e 15 qoe all achara com quem
tratar.
Vende-se om molatiabo de idade de 12 an-
cos, linda Agora, bom copeiro, babltoado ao servico
de casa, sem vicios e bem educado : roa do Hos-
picio defronte da casa em que foi o gymnaslo na
penltima casa unto ao eanal; os pretendentes
podem ir vello das seis as nove boras da manhaa,
ou das tres as seis da tarde.
^"Veadem-se doas caixilhos novos envidraca-
dos e doos tartaja: na ra do Sebo n. 42._______
^Vnno soperierea caixas de.nma dntia;
tem para vender Antonio Loix de 01 iveira Ateve-
do 4C no sen escriptorio ra da Cruz o. 57.
ZTa ruado Rangel n. i vende-se uro escra-
vo de 1* annos, proprio para criado oo boleeiro,
<-t
bo estatura.
ro, com praca de taberna : a
Trapiebeo. 17.
tratar na rna de
Moderase as madeiras da casa incendiada
f0I ^a en : a tratar na mesma roa n. 50.
'Vcndem-se sementes e hortalkcas, ps de
parrelra e farinba de milbo : na roa da Florentina
o. 7, qaadro do balo.
BURROS
Sa para se vender doos barros sendo nm para
i e entro para carga : qaem qdlzer eomprar
dlra-se a roa do Crespo n. 16, qoe achara' com
ojera tratar.___________________
, Cwicitt
Veode-se cimento PerUand: no annaxem de
Vicente Firrera da CosU & Fllbo, roa da Madre
de Dos n. 22,






m

i
un* -

i
b.

I.
. <
1
-
A Agnla feraaca.
Antes de avisar a soa boa freguetia do qae de
Bovo ha recebiio. vai primeiro dirigir seas cum-
primemos e afrtdecimeotos o bello Viado brauco
pelas maoeiras agradareis com que elle a ba tratado,
"asila enmprindo esse dover, deseja I be tamben
qae a par da continuado de sai robustez tenba
oreseido augmento le boas freguezes, e mats que
com aquella ligeireza de qae dispo"e-se livre-se da
pontana d'aqaelles qae a pretexto de amostra le-
vara os objectos, e pelas soas inmensas oecupac5es
alo voltam mais.
Ja v, pois, o bello Viada branco qae a agaia
aprecia o sea bondoso traUOMoto, e Iba deseja om
feliz porvir. Assim dito e feito, vai a agaia bran-
ca saiisfater a sua boa fregueiia, pela obrigacao
em qae esta' de continuamente scleoliflea la do
que de novo recebeo, pelo qae avisa-a, de qoe aca-
ba de chegar para a toja d'aguia branca, a rna do
Qaeimado n. 8; o segtunte :
Coqoes no vos de linios e variados moldes.
Enfeites modernos e bonitos para senboras.
Cintos de poatas enlejiados com vidrilbos.
Cordoas grossos, pretos e de cores com vidrilbos
para enfeites de vestidos.
Trancas pretas e de outras cores, tambera com vi-
drilbos para o mesmo fim.
Guarmcoai pretas para basquines, vestidos etc.
Trancas e galdes de seda para o mesmo.
Dita dita de Ha e algodo.
Fitas de reliado de cores, lisas e chamalotadas.
Bieoa de teda.
Fitas de borracha para cintos.
Ligas de seda para sennorai e meninas. .
ntremelos e babadinbos bordados.
Gollinbas e puntaos bordados para senhorai.
Collerinbos para bomens.
Abotoadaras de diversas qaalidades e preeos para
coletes.
Ditas ditas ditas para panhos.
Bonitas correales pretas para relogloa.
Agaia Branca a' roa do Qaeimado i. 8, re-
cebeu :
Caixinhaa com dous baralhos francotes, de colo-
ridos finos, entermeados com doaradoi, papel en-
corpado, tuslroso e opaco, obra rouita boa.
Ditas com lentos de osso, raarBm e madreperola
|Va voltarete.
Pentes de marfim com cbapa e sem ella, para
limpar caspas a tirar bichos.
Ditos finos d'osso e tartaruga para o mesmo
fim.
Ditos de osso baleia e tartaruga para desemba-
race.
Ditos, de ditas dita para barba.
Ocales de peneira para quem solre da vista.
Outros de diferentes graos o cores, com arma-
gCes d'aco fino.
Outros tambem de armacao fina, vidraca de co-
res.
Lonetos ou pincenez com armaco e ac, b-
talo e tartaroga, vidros braocos e de cores.
Eavelopes pequeos bordados.
Dito ditos opacos e grandes para offlcios.
Frasquiobos com superior Una carmim.
Stereoscopos e vistas.
Acaba de chegar om nevo sortimento e conti-
ouam a serem vendidos por preeos commodos.
Meias
Pretas de 13a e laia para padres.
Brancas de la para bomens e senboras.
Ditas de borracha para quem soffre inzacao as
pernas.
Barretos oa carapucas brancas de algodao.
Esscacia de ail, e bolas de dito para en-
gommado.
Vendera-se na toja d'aguia branca, na ra do
Qaeimado n. 8, sendo a essencia em frasquiobos a
500 rs., e as bolas a 60 rs.
Lencos de cambraia braocos e de cores com
barras de cores fixas
Ja nao a prlmeira vez que a aguia branca ven-
de desses lencos da marca BBB, isto bons, bo-
nitos e baratos, por tsso approveitem t'dos essa
nova occasiao de se proverem desses sempre pre-
cisos lencos, coja commodidade de prego anima a
fazer-se o gasto ; custam el les 35600 a duzia, e os
pequeos para meninos a S00 rs. a duzia. Quem
se dirigir a loja d'aguia branca na ra do Qaei-
mado n. 8, conhecera' que taes lenges tem as qua-
Iidades cima ditas.
Novo sortimento de albuns de 50 a 200
- retratos.
Vendem-se sempre por preeos commodos; na
ra do Queimado, loja d'aguia braoca n. 8.
Bola de Borracha para forlu-
qnedos.
Vendara se na ra do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Car retis de retroz para ma-
chinas.
Yendem-se na ra do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Papel paquete.
Vende se na ra do Queimado loja da aguia
ranea n. 8.
Aos agricultores
Saunders Brothers & C. aeabam de receber de
Lljjerpool vapores de forca de 3 a 4 eavallos com
todos os pertences e mu proprios para fazer mo-
ver machinas de descarocar algodo, podendo ca-
da vapor trabalbar at com 140 serras, tambem
servem para enfardar algodSo ou para outro qual-
quer servico em qae usam.trabalhar com animaos.
O mesmos tambera tem a venda macbidas ame-
ricanas de 3o a 40 serras : os pretendenles dri-
am-se ao largo do Corpo Santo n. 11.
Vapores.
V*ende-se em casa de Saunders Brothers & C,
o largo do Corpo Sanio b. 11, vapores patentes
om todos os pertences proprios para faxer mover
es ou qnatro machinas para descarocar algodc
"XAguia BrancaT ra do Queimado n. 8,
recebeu de novo os seguintes objectos e
est vendend-as por presos rasoaveis.
Modernas fiveilas.
Modernas fivellas de madreperola, lavra-
das e lisas, guarnecidas com enfeites de
Srata dourada, vendem-se na loja d'Aguia
ranea roa do Queimado n. 8.
Leques
todos de sndalo, outros todos de sndalo
cem bonitos desenhos que representan! qoa-
tro vista, outros de sndalo e seda, outros
de faia tambem com desenbos que formam
qaatro vistas; vendem-se na loja d'Aguia
Branca, ra do Queimado n. 8.
Luvas finas
de camursa, brancas e amarellas: vendem-
se na loja da Aguia Branca ra do Quei-
mado n. 8.
Latas com banba fina
vendem-se na loja da Aguia Branca, raa
do Qaeimado n 8.
Chapelinas modernas,
enfeites de llores, capellas finas para noivas,
ditas brancas e cor de rosa para meninas,
caixos e ramos de flores finas e botes do
rosa de diversos tamanhos: na Aguia Bran-
ca ra do Qaeimado n. 8.
Meias finas para meninos.
A Agaia Branca ra do Qaeimado o. 8,
recebeu meias mui finas para meninos, e
est vendendo as de cores a 5)5000 duzia,
brancas a 50500 e cruas a 6^000.
Trancas de vidrilhos, brancas e pretas,.lar-
gas e estreitas.
A Aguia Branca a ra do Queimado a. 8,
recebeu novo sortimento das trancas cima
ditas, e como sempre vende-as por preeos
eomjftdos. ___________
No' trapiche do Bario do Livrameato
no Forte do Mattos n. lo, continua-se a
vender saccas com farinba de mandioca aos
preeos de 30500 a 50, sendo deste ultimo
preo, arinhi muito especial ella antes
qae seaeabe._______________
Vende-se
No trapicho Bario do Livramento, no Forto dola-
los n. 15, coalla ta-se a vender saccas com {arlaba
do mandioca aos preeos de 3*300 a 3J00K, sendo
a deste ntfao proco {arlaba malta espacial, a olla
antea qoe ao ocano.
Verta carnauba,
e velas d earnaiba, no armazem da Abos, de-
ooalo do altandega. No meimo se vendo om bra-
p do balanza proprio pana arntateo.
Alm do grande sortimento das melbores machinas, americanas para descarrocar
algodao, de 10, li, 14,16,18,20, 22, 25, 30,35, 40 e 50, neste estabelecimento se
encostra mais o seguinte:
Azeite de espermacete propria para machi-
nas.
Vapores de forca de 3 a 4 eavallos.
Serras avulsas para machinas.
MancSes e todos os mais pertences para as
mesmas.
Carros de mSo para aterro.
Cylindro para padarias.
Debulhadores para milho.
Arados americanas.
(larrinhos proprios para arraazens.
Moinhos para refinado.
dem para milho.
Escadas de madeira americana
-
Gaixas com vidro sortidos.
de todas as qualidades.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para engommar a vapor.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Balalos e cestas de verguinha.
Guarda comidas*.
Peneiras d'arame para padarias e refinacSes*
Gorrentes para almanjarra.
Machados e facoes americanos.
Barricas com milho branco americano.
s2
=** *"
GRANDE SORTIMENTO O
DE
FAZEYIIAS B1RATAN
LOJA
E ARMAZEM
DO
Loja
DAS
PAVAO


Roa da Imperatrlz d. 6 a
be lr'
GAM1 *fc SILVA.
Os proprietarios deste grande estabiecimenio aeabam de receber da Europa um
grande sortimento das melbores fazendas de 15a, linho, algodao e seda, as quaes vendeos
por presos baratissimos, afim de apurarem dioheiro, dando de todas ellas amostras,
deixando flear um peohor ou mandam-nas levar em casa das Exmas. familias pelos seus
caixeiros, assim como as pessoas que negociam em pequea escala, neste estabelecimen-
to comprarlo pelos mesmos preeos qae se compram as casas inglezas, ganhando-se
apenas o descont.
Batios
Vaqceas de lustre proprlas P-ra cob'rtas da
i carros, multo novas e da melbor qaalidade pos-
! sivel : vendem-se or preeos razoaveis na roa da
Cadeia i. 56 A._________________


Casemiras pretas enfestadas a i 6oo.
Na loja do Pavo vende-se superior casemira
enfestada preta para caigas e paletos pelo barato
Vestidos ue tantazia a 64 e 84.
Veodem-se bonites cortes de vestidos de
Tantazia com lindas barras e enfeites de seda
pre?o de i|600 o covado oa a 2*800 cada c rte i W\Q baratissimo preco de 65 e 86 na Iota
de caiga, dita muito mais Boa, covado a 2*200 ~r-v
Armazem de Tazendas finas para grandes toilette e uso
ordinario para todas as elasses.

tfiju i pa
ra do Crespo a, 9 A. esquina da do Imperador
DE
Custodio Jos Alvts Guimailes. '
O proprietario deste importante estabelecimento avisa ao respeitavel publico
e aos seus amigos e freguezes que acaba de receber pelo vapor francez Guienne, di-
versos artigos de moda, os quaes s5o de completa novidade para- este mercado, e apro-
ximando-so o dia da commemorac5o do anniversario do Hospital Portuguez, por isso
apressa-se era vir avisa-los do que ha de mais moderno em sea estabelecimento, como
sejam:
Riquissimas chapelinas com coque.
Ditas sem elle.
Lindas chapelinas de palha da Italia. (B.e-
commenda-se moito estas chapelinas por se-
rem inteiramente novidade).
Riquissimos cintos de seda, com matamos
ebineza, ultima moda.
Lindas saias de l com bordados, proprias
para as excedentsimas senboras trazerem
por cima do balao, ultima moda em Pars.
Lindos cortes de seda para vestidos.
Moireantique branco, azul e preto, fazen-
da inteiramente nova.
Grosdenapoles de todas as cores.
Ditos pretos.
Leques de madreperola.
Ditos todos de sndalos.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, inteiramente novidade e ulti-
ma moda.
Chapeos de sol para senhora.
Ligas de seda para senhora.
Ditas para meninas.
Espartilhos para senhora.
Riquissimos enfeites para senaras, intei-
ramente novidade.
Baloes .para senhoras e meninas.
TouqUiohas ricamente enfeitadas.
Coeiros bordados.
Toa! has de labyrintho muito ricas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dito.
Rendas.bicos da trra e grades para lencos.
Ura,rico lencol de labyrintos.
Riquissimas basquines de seda preta, bor-
dadas com gosto.
Lavas de Jouvin preta, branca e de cores.
Lindos cortes de la com barra.
Riquissimos cortes de.transparent de se-
da para vestido de senhorastambem novi-
dade.
Lindos cortes de 15.com listas de seda.
Ricujssimas fivellas para ciatos.
Fil de seda e de linho.
Riquissimas camisinhas para senhora*
Riquissimas saias bordadas.
Punhos e gollinbas para senhora.
Riquissimos manteletes de cores, inteira-
mente novidade.
Peitos de linho bordados com gosto pro-
prios para camisas de noivos.
Collarinhos de linho lisos e bordados para
homens.
Lindos veos e mantas de blonds.
Riquissimas vestimentas para baptisados
contendo chapeosinho, sapatinho, meiasinha
e camismba com lindos bordados.
Riquissimos chales de touquim.
Gravatas de seda branca para noiva.
Ditas de cambraia de linho com bordados
naspontas, novidade.
Chapeos de sol de seda com casto de
marfim.
Ditos de outras qualidades.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Chapeos de seda preta para homem.
Ditos de pharjtasia para homem.
Casemira preta muito fina.
Ditas de cores inteiramente novidades.
Cambraias, I5as, chitas,' madapolBes e ou-
tros muitos objectos.
mais
oo o corle a 35500, ditas muito finas sem serem
entestadas a i #809, 2f 000 e 2*500 cada covado :
oa loja e armazem do Pavao na ra da Imperatriz
o. 60 de Gama & Silva.
Espartilhos.
Vendem-se magnficos espartilhos raneexes e
loglezes na loja e armazem do Pavo, na roa da
Imperatriz n. 60. de Gama & Silva.
PANNOS DE CHROCHE'.
Vende-se um grande sortimento dos mais boni-
tos pannos de ebrochs proprios para cadelras, so-
phs, cadelras de balanco, para almofadas e para
cobrir presentes, e vendem-se por preeos baratos
na loja e armazem do Pav&o, raa da Imperatriz
u. 60, de Gama & Silva.
FAZENDAS PARA LUTO.
Loja do pavo.
Vende-se setim da China preto sendo urna fa-
zenda multo leve e sem lustro com 6 palmos de
largura proprio para vestidos e roopas para ho-
mem pelo barato preco de 2*000 o eovdo meri-
no preto enfestado moito bom a 1*600, superiores
bombazioas pretas a 15600, 15800 e 2*000 rs. o
covado, superior cantao a 1*200, lanzlnba preta
lisa a 4C0 e 800 rs. o covado, um grande sorti-
mento de alpacas e princezas pretas que se ven-
dem mais barato que em outra qualquer parte, ua
loja e armazem do Pavo ra da Imperatriz, n
60,e d Gama & Silva.
As 10 mil varas de cambraias
Covado 300 rs. vara 500 ts.
SO o pavo
Vendem-se finissim cambraias france-
zas com listras miuda e graudas e com
lindos desenhos de fio' es e palmas, sendo
todas com as cores mais modernas e mais
lindas que tem vindo ao mercado, pelo ba-
rato preco de 300 rs. o covado ou a 300 a
vara, grande pechincha attendendo a
grande porc5o que tem, senSo seria para
muito mais dinbeiro : isto na loja e armazem
do Pavao, ra da imperatriz n. 60 de Gama
Silva.
Chales baratos
U, 3)5500, 60 e 7^000.
Vendem-se chales de merino estampados
a 20, ditos lisos a 30500, ditos estampados
finos a 50500, 60, 60500, ditos crepon
com listras de seda a 70500 e 80000,
pechincha : na loja e armazem do Pavao
ruu da Imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
Votos vestidos a 6000.
Na loja do Pav3o.
Chegaram os mais modernos o bonitos cortes
de organdys para vestidos, tendo 10 varas Cida
corte, sendo 7 varas listadas para salas e 3 varas
sem listas, mas com enleje para o corpo (on ca-
saquinho).garante se neste genero ser o mais mo-
derno qae tem vindo ao mercado, tendo entre ti-
les mailos brancos com lisias e enfeites pretos, e
vendem-se pelo barato preco de 6*, nicamente
no armazem do Pavo roa da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Para camas de noivas.
Vende o PavSo.
Ricos cortinados bordados a 8*000, 10*, 16*,
e armazem do Pavao raf -da Imperatriz n.
60. De Gama & Silva.
Pannos de linho.
Vende-se superior panno de linho puro
para lences e ceroulas a 640, TOO e 800
reis, a vara na loja e armazem do Pavao ra
da Imperatriz n. 60. De Gama & Silva.
Bramante de linho a 20 20400, 20800 reis; p^e^selacimi^
a vara.

'
GRANDE BAZAR
ra Nova n. 20 e 22
Machinas paa costura do autor Wbeeler
A Wilson, chegadas ltimamente da Ame-
rica; as qoaespode eozer-se com dqus
pespontos, toda e qualquer fazenda, emba-
inhar, frangir, bordar e marcar roupa; tudo
cqmperfeigao. _S5o tao simples, quecom-
a maneira do traba*
superior bramante de Mn-^^^W*!******-
as, pode azer por da o servico que fa-
Vende-se
com 40 palmos" de largura proprios para
lences, pelo barato preco de 20, 20400 e i
208CO reis a vara, na loja e armazem do'
PavSo ra da Imperatriz n. 60. De Gama
& Silva.
Algodosinho enfestado a 10 10290 reis ai
vara.
Vendem-se superior algodSosinho ameri-
cano enfestado que a largura delle d a lar-1
gura do lencol, sendo liso a vara a 10 e sen-
do trancado a 10280 na loja e armazem do
Pavo roa da Imperatriz n. 60. De Gama &
Sirva.
Punhos e golinbas a 10000 o par,
so o Pavo.
Vende-se om grande sortimento dos mais
bonitos e modernos punhos com golinhas,
sendo de esguiao de linha bordados a t000
o par, ricos manguitos com gollinbas de
cambraia tapada e transparente a 20000 o
par, E' pechincha; na loja e armazem do
Pavo ra da Imperatriz n 60 de Gama 4
Silva.
Calcinhas pera meninas a 640 e
800 ris.
Vende-se calcinhas bordadas para meninas
que andam na escola pelos baratos preeos
de 640 e 800 rs., manguitos para as mes-,
mas e para senhoras pelos mesmos preeos,
na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60,
de Gama d- Silva.
Baldes de cauda.
Vendem-se as mais modernas crinolinas oa ba-
ldes proprios para vestidos de cauda, sendo os
melhores e mais modernos qae tem vindo ao uler-
eado e por preeos muito razoaveis: na loja e ar-
mazem do Pavao roa da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Las transparentes.
Cbegaram as mais modernas barejes ou lasi-
nbas 'transparentes com bonitas listas de seda,
vendem-se na loja e armazem-do PavSo ruada
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Casaqnlnhos para senhora
Cbegaram os mais modernos casaquinbos ou ja-
quetas pretas ricamente enfeitadas sendo com cin-
tura e sem ella, pelos presos mais mdicos que em
ootra qualquer parte : se vendem na loja e arma-
zem do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva. _
Baldes a 9$< t$*e c3|.
Vende-se um grande sortimento de crinolinas
ou baldes de arcos para senhora pelos baratos
preeos de 2*. 2*500 e 3* por ba ver grande por-
cao : na loja e armazem do Pavo roa da Impera-
ciam 30 costureiras.
Chama-se este estabelecimento a atten-
Co do poblico, visto que elle se acha com-
pletamente sonido de objectos de gosto,
como bem leques de madreperola e de sn-
dalo, fivelas, fitas para cinto, cokes perfu-
mara e etc,
fta ra nova n. 20 e 22. Carneiro Vian-
na & C.
ATTEMCAO.
Vendem-se as casas terreas ns. 7 e 9 da raa de
Motocolomb, tendo cada nma 2 salas, 3 quarlos,
cozinba tora, cacimba, e um peqoeno quintal mu-
rado e chaos proprios: a tiatar com o agente Mar-
tins, ra do Imperador n. 16.
Fabrica
DE
CERVEJA NACIONAL
De Henrique Leidcn
0 proprietario deste estabelecimento nao
poupando esforces nem dinheiro para agra-
dar ao respeitavel publico e seus numerosos
freguezes acaba de installar para commodi-
dade e interesse dos mesmos.
Um deposito g*ral oa roa da Impera-
riz n. 32
Aonde encontraro sempre um variado
sortimento quer em grosso quer em retalho
dos gneros segnintes:
Cerveja nacional branca e preta.
Vinhos Anos e outros de Franca e Aile-
manha.
Absyntho Suisso.
Rerschenwasser.
Cognac.
Vinagre branco e tinto de superior qua-
lidade, tambem tem deposito de agoa e li-
monada gazoza da fabrica do Sr. Jules Gros-
jean.
E tudo sem differenca no preco que se
fechou na fabrica.
Qualquer encommenda que fr enviada
ao deposito ser immediatamente apromp-
tada e remettida ao domicilio do comprador.
Fundigo d'Aurora em
Santo Amaro
de
20* e 23* o par j aasim como os mesmos tambem {y D;60>-de (^m & silva.
servem para janelias ditos adamascados a 10* e imiiinlSo e alltodao
.... larguras, proprios para colcha^ assim ck,, Jol lardas, cadyfeStgtgSn
*' -> reaihn. alcodao muito en-
e 6*i00,
dito muito bo qce serve at para camisas a 8* :
na loja e armazem do Pavao ra da Imperatri n.
mo bonitas colchas de croch : tulu i.-tu :
mais barato do qae em autra qwlquer parte, na lopener em pecas ou i>*dgF"
toja do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, do Gama co^adopeas com 20 jardas a 5*500, fc.
O dono deste importantissimo estabelecimento contina nolouvavel proposito de
querer vender muito e gaohar pouco, sujeitando-se a tirar em soas mercadorias um lucro
rasoavel, para assim poder melhor agradar aos seus numerosos freguezes.
ATTENCAO1
A1 LOJA DE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO i C,
IIRa do Queimado11
.
Angusto Porto di C. aeabam de receber da Europa superiores cortes de seda de corea para
bailes e casamentes.
- Ricos cortes de blond cem manta e capelia para noiva?.
Cortinados bordados para camas de noivas e janellas de 7* a 80* cada um.
Colzas de seda e outras de la e seda o que ba de melbor para camas de noivas.
Toalhinbas de croch para cadeiras e sofs, espartiluos a sultana para senboras, camisinhas
com manguitos bordados e Hados eocbovaes para baptisados, e baldes de musselina e de arcos para
senboras e meninas. '
Lnvas de pellica para bomem e senboras e superiores chapeos de sol de todas as qaalidades.
La para vestidos baratissou bonitos padrdes o covado a 280.
Tapetes grandes para sof, ditos para piano, ditos para cama e pequeos para portas e janellas.
Moir branco a preto superior para vestidos de lindos desenbos, grosdenaple de todas as cores
seda da quadrinbos, cambraias braceas de maitas qaalidades, ditas d cores e liadas percales.
Basquines de seda preta ultima moda, chales e retondas de euipare, vende-se barato.
Camisas para bomens francezas e inglezas de linho e de algodo Oaas e seroulas de linho so
Capas de borracha, sobretodos e perneiras as melbores e mais elegantes.
Malas grandas para viagens, ditas pequeas e saceos de tapete e coaro.
Bramante branco de 4 largaras a J*500 a vara, pacaos pretos e. zoes, casemiras pretas e de
cores tudo bom e barato.
Neste estabelecimenu ha sempre am completo sortimento de boas fazendas tanto para a praca
como para o centro da provincia e superiores objectoa proprios para casamento? como sejam capellas,
mantas, vestidos da blonde e de moir branco, cortinados, colchas, vendendo-se lado mais barato a
tamben as melbores ,
Esteiras e alcatifas para forrar salas,
11 Rna doQnelmado11
Novo e grande deposit de superior carSo da Qardiffna
Babia.
Antonia Gomes dos Santos & C, roa Santa Barbara 1.1, estle habilitado* a ***
oarvio em coadlcoes mais favoravela qoa em outio qualquer deposite, a todo* os navw a viper 1w IpavJo ra di fiaperairiz D. 60 de Gama &
ccrtemnaooeiie porto. A contratar nesta com Domingo. Alves Matheus.,1 |gjTa"
Ac Silva.
Organdy a 40OOO.
Vendem-se bonitos cortes de organdy
sendo com listras todas braceas ou com lis-
tras de cores tendo oito varas cada corte,
pelo barato preco de h, pechincha: na
loja e armazem do Pavao ra da Imperatriz
n. 60 de Gama e Silva.
Atoaltiados para meza atS0OOO, 20500 e
3W0O.
Vende-se superior atoalhado de lioko
adamascado alvo com 8 palmos de largura a
26 a vara; dito adamascado pardo a 2)5500
rs.; dito alvo de algodo a 24000 rs.; dito
trancado alvo, sem ser adamascado a 10600;
guardaoapos econmicos pardos a 30 a du-
zia ; ditos alvos a 30500 e 40000: isto na
loja e armazem do Pavo ra da Imperatriz
n. SO de Gama d Silva.
Casaquinbos de fil.
Vende-se os mais modernos casaquinhos
ou basquinas de Al preto. pelo barato pre-
co de 160, chales e retondas de renda preta
na loja e armazem do Pav3o ra da Impe-
ratriz n. 60. De Gama & Silva.
Cambraias largas com 8 Palmos de largura a
10 e 1280.
Vende-se cambraias largas da Escocia ten-
do 8 palmos de largura que falioita fazer-se
om vestido apenas com 4 varas, pelo bara-
to preco de 10 e 1280 reis a vara pechin-
cha ua loja e'armazem do Pavo ra da Im-
peratiz n. 60. De Ganaa & Silva.
Cambraias escosezas tapadas e transparentes.
Vende-se um magnifico sortimento de fi-
nsimas cambraias brancas para vestidos
teado mais de vara de largura pelos preeos
de 100,120, 130, assim como um grande
sortimento de ditas mais abaixo de 40, 50,
60, 70 e 80, garantindo-se aos comprado-
res que neste genero nao podero comprar
melhor em outra qualquer parte e s na lo-
ja do Pavo ra da Imperatriz n. 60. De
Gama A Silva.
Damascos para colchas a 50, 20500 e 800 rs.
Vende-se o mais superior damasco com
8 palmos de largura proprio para colchas
com os desenhos mais buoitos que tem vin-
do ao mercado com urna s cor e de duas
cores pelo barato preco de 50 o covado, di-
to com 6 palmos de largura a 20500, ditos
de urna s largora a 800 reis, na loja do Pa-
v3o ra da Imperatriz o. 60. De Gama &
Silva. "
. Cassas de urna s cor a 300 rs.
o covado.
* Vende-se bonitas cassas de urna cor s.
tendo cor de rosa e asul, cor de lyrio, roxa,
verde e cor de canna, pelo barato preco de
gOO rs. o covado: na loja e armazem c
w,
60, de Gama & Silva.
VENDE-SE
Motores americanos para dous eavallos.
Dito dito para quatro eavallos.
Machinas para descarocar algodao de i,
18, 20, 30, 35 e 40 serras.
Prencas para eofardar algodao fazendo os sac-
eos com 6 palmos de comprimento com o peso de
150 e 200 libras, vindas ltimamente da America
no armazem de Henry Forster & C, no caes Pe-
dro II n. 2 jonto ao Gabinete Portuguez._________
Collares Royer magnticos
Medalhas c pnlseiras magnticas.
A Aguia Branca receben nova remessa dos pro-
vellosos collares Royer magoetlcos, ja snmmaroen-
te conhecldos para preservar as convulsoes a lact-
litar a denllco das criancas. ____',
Com esses uteis collares elctricos magnet eos
tambem nao pequeas quantidades, de medalhas
e pnlseiras elctricas magnticas cuja ntilidade
tem sido aproveitada por quem soffre do nervoso
hrpocondieo, tremores as maos etc.
Assim como os collares Royer estao geralmente
coohecidos e acreditados pelos efflcazes effeitos e
bons resultados que tem colbido as pessoas que
dejlestem asado ; assim tambem chegaram a ga-
nbar to alta reputacao essas apreciaveis madamas
e pnlseiras magnticas, nma vez que o aso dellas
fr se estendendo a todos qae dellas necessitem. A
Aguia Branca eonna a receber por todos os va-
pores francezes urna determinada quanttdade des-
ses sempre precisos e estimados collares Royer
magnticos e por Isso fique na lembranca de todos
que os acbarao constantemente em dita loja n
Aguia Branca, roa do Qoeimado n. 8.
Completo sortimento de taixas batidas e faadi-
das, alambiques de todos os tamanhos e fondos de
ditos, moendis de todos os tamanhos de superior
qaalidade, crlvos e boceas de (ornalha. o que lude
se vende por commodo prego.
Cintos pretos
e de outras cores, com franjas de vi-
drilhos brancos e pretos.
A agaia braoca, na roa do Queimado n. 8, rece-
beo d'es-es moderaos cintos de ponas, com fran-
jas de vidrilbos brancos e pretos; comparecam,
pois, os pretndeme?, qae acbarao sortimento a
contento.
Vende-se nma escrava reeolbida eom 11 an-
nos de idade, propria para andar com crianzas :
tratar na raa Imperial a. 255.
GRANDE BAZAR
RA NOVA N. XO E
Rival sem segundo.
Ra do tueimano n. 4.
Qner aeabar etm as fazendas abaiie
meecionadas.
Qaeiram vir ver e qoe bom e baralissimo.
Toalbas de labyrintho com bico, azenda boa a
3*3(10.
Carreteis de liaba com 100 jardas a 30 rs.
Gravatas pretas e de coree moito finas a 500 rs.
Caizas de brelas de massa muito novas a 40 r.
onfiadores para espartilho de cordao e fita a K
ris- .
Carreteis de linba Alexandre com 400 jardas a 20
ris.
Fraseo de oleo babosa a 320 e 500 rs.
Ditos de dito higlemqae verdadeiros a 1*000.
Ditos dito falso a 800 rs.
Ditos de macacar perola a 200 rs.
Sabonetes muito finos a 60,160,200 e 320 ts.
Ditos de bolla muito fiaos a 240 e 320 rs.
Caizas para rap eom bonitas estampas a 100
Miadas de linba roxa para bordar a 20 rs.
Varas de cordao para espartilho a 20 rs.
Pentes volteados para regacar cabello de menina'
a 320.
Frascos de macaba' oleo moits fino, a 120 r.
Abotoadnras muito tinas para colletes a 500 rs.
Candes de liaba branca e de cores a 20 rs.
Libra de ara preta superior 1100 rs.
Bscovas par tato, fazenda boa, a 500 rs.
Varas de franja branca de linbo para toalba a
100 rs.
Pecas de bico estrello com 20 varas muito bonito a
1*000.
Varas de napaflna de dlfferentes largaras a 120,
16fe200rs.
Caizas da palito balao a 40 rs.
Caizas de palitos de seguranza sem enchofre a
60 rs.
Sabonetes de familia a 100,160 e 240.
Grosas de botoes de madreperola para camisa a
500 rs.
Caizas com soldados de chambo para meninos a
120 rs.
Gartilha de doctrina cbrisla a 320 rs
Latas com superior banba a 200 rs.
Quadernos de papel pequeo superior a 20 rs.
Dazia de baralhos fraocezes superior 2*.
Machinas para desoerocar algodo. do me
Ibor autor que tem apparecido na America*
E' tal a execucao do macbinisme, que o al-
godao sahe quasi tao perfeito como o debo
landeira. Recommenda-se a attencao
Srs. agricultores, estas machinas.
dos
"Bomma de mandMH,
S Desembarcada hontem, nova e de '%***$
lidade, vende-se por preco eommode; a raa Yiga-
rlo D. V primeiro andir.
YndoseSOftracase 6 palmos de terreno de
marinna em frente a rna do Alecrim eontados ne
alinhaeoecto desia raa qae deve fiear a quem do
caes projectade eB centinuacao da casa de detea-
Sio para os Alagados, tendo de fondo tanto do la-
o-do norte cerno do aal 80 bracas e 5 palmos
eompreheadldos nesta estenco I brabas qne deve
ser reservada para dita rna : qaem pretender di
rija-se a roa Augusta aasa nova eom pomo de
ferro ae lado.
-'Faro** de oeaadieea a 3*800 o saceo : no
srmazem de Candido Alberto Sodr da Bata n;
travessa da Madre de Dos n 14.
IlLEGVELj


r'ln li.i.i
Yir"iiiT lili II I
larlosle
egssasl letra 4e eteaabra e 48*7,

RA DAS CINCO PONAS N. 86
AO GEANDE aem azem
DAS
Pl m o
DIS MERICAS.
Sempre barato *
Slanteiga
Ingleza flor a i, a libra e a 5oo rs. som-ivel e propria para tempero a 32o rs
dem franceza a 56o rs. a libra. **
Cha
De primeira qoalidade a 2i5l8oo e proprio para negocio !06o a libra.
Blacoltos
Inglezes pearl, oic-nac, oval, cracnel, e utros superiores a 15loo a lata.
Figo*
A 24o reis a libra.
ominas
De milbo branco a 4oo reis a libra, de aramia verdadera .propria para alimen-
tar enancas a 5oo reis a libra e caxinhas com 4 libras po menos, gomma do MaranbSo
a i 6o rs. e tapioca sag a 24o a libra.
Chocolate
Superior a 10, a libre. |
ees
De goiaba em latas a !$5oo em caixa de 4 libras, moito fino a 158o, em caixoes
de 2 libras a 5oo e 32o.
PeUe
Em latas a l#ooo reis a libra, sortido en qaalidades.
Ostra*
America a 8oo rs. a lata.
Baldes e Vassonras
Americanas a 8oo reis cada peca.
Touelaho
De Lisboa a 320 reis a libra.
OMOURO DE Y
Em latas a 6oo rs.



1
i

Sal
Refinado em lindos postes por 5oo rs.
Rirshs de Wasser
A 2#ooo a garafa.
vermonth e lbssutho
A lijlooo a farrafa.
Bltter
A l^ooo a garrafa.
De bordeara saperior, Saint Estepbe, Saint Juiien, Saint Eiaiuc a 7>ooo a duzia
eCi; :s. a garrafa.
TlDSM
Ho Porto fino a 140ooo a duzia e 105oo a garrafa e magnifico tamham em bar-
r a 8oo a garrafa.
mi que do Porto
Adamado e oatras marcas a 9oo rs. a garrafa e lf a duzia,
vlnho da Figneira

O que ha de melbor a 40, a caada de Lisboa a 30 e 40
Vinagre
De Lisboa a 2ooe 28o rs. a garrafa.
Farello de Lisboa
Saceos com 9o libras a 405oo.
Cerreja
Franceza em gigos de urna dozia a 60.
Ingleza
Bass verdadera a. T. e Yictoria e Alssop a 5oo reis? garrafa

agarrafa.
'
i


INJETION BROU
s Hrdealea laMUvel %
ai prtedtaes tottcM (
4 imitar Bl.kNttat4~'
Mi.
*bWi
UkViNh

___
1IIIIMII

xxxm
PREPARACOES FRREAS-HAN6ANICAS
APPROVADAS PILA ACADEMIA BE MBDlCJffA
DE BURIN DU BUISSON
rtanateic*, tasad* pela kaiemia de It&in Pira

!
A
\
O eminente professor Trol-ssbad, na nhima edco de sea Tratado d Tera-
putica e Materia medica, reconbeoe qae os ferruginosos simples sSo umitas
veies inefficases para curar as morestias que teem por causa o empobrec memo
do sangue. Muitos mdicos dos mais distinctos attribuem esse m o xito a ausencia,
n essas preparacSes, do mangarme, que se acba no sangue, como o tem recooaecida
es chiraicos os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro. '
E' pois, prestar-senm verdadeiro ser\ico aos Sr" Mdicos, o chamar-se sua attencSo
sobre as preparacoes seguintes.
Io Pft frTPflS mailfrailiPS dando meiatniente urna agua, acidalada,
I 1W ItFlCUa UldUgdIllCO& p, .gradavel, substituido com miaran
economa as aguas mineraes ferruginosas.
2 Plalas e Xarope de iodoreto de ferro e de manganese inaltcmeis
eontendo cada urna cinco centigramos de iodoreto de ferro sjanganico indicasj
particularmente as molestias Tymphaticas, escrofulosas, e Das chamadas ce-'
trosas e tuberculosas. w
Drts de laelto de ferro e de masganese receHad" "i***
Punas de carbonato frreo stangaoieo
alternar estas duas preparaces df os memores resahadoir
O Burin du Buissen desejaado obter a adtaetlo eompleu do publico medie a
crea do valor de sitas preparacSes, previ disposic*0, dingendo-*e; __. .
No Penambuc, a sea jente feral, Mroror >, pharmaeeucos, rao Hora.
mniniiHHiiiH
3'
i'
para a chlorosis, a aae-
mia, a leucorrhea, a ame-
norrhea. A indicacio de
Ao respeitavel publico pernamboaufide-se
Atten$o
MaDteiga iiglezi
320, 500, 800 e & s no armazem se acba -wsta.
- Manteiga franceza
em liDras 560 e 640, em barris se far differenca.
Banha de porto
em libras 320 e 380, em porcSo se far differenca.
Fructas
em calda Pera, Pecego, Rainba Claudia, Alperxe e ootr muitas 500 e 640 a lata
... ErvIIha
Portuguezas 640, francezas 900.
Famo
em latas do.Par e do albaneque, lata H e 1 ^200.
^ CoiiiMa de mllho
empacotes, dita da trra 40ft200alibra.
viaho
de Bordeaui em caixa? duzia 5, garrafa 500, dito de 84 a duzia, 800 a garrafa, dito a
14# a dozia, 40200 a garrafa, dito do Porto a 80,120,48& 240, caixas de dozia, a^sim
como flgoeira caada 3#500 e 40, puro J
convida.
V
Caz
DE
Joaquim de Almeid tinto
Ajurubeba contra o ingorgi
tamento do figado e do baco,
Em extracto alcoollco, emplas-
tro, oleo, tintura, plalas,
xarope e vlnho
A jorobeba orna das substancias medi-
iTVichA,!wi/w^^,Ai'^^ 'l06 Pertencem ao reino vege-
A A Lisboa 208 w ^ e perlen a ^ do8 mkos e ^
troentes, sendo em prega da cora vantagem
PH\RM'iCI\
em lata de 5 gales e maispequenif vontade do comprador, em garrafa^ .
Alpiste
140 e ie O a libra, painco a 100 a libra.
Azelte
em garrafas a 800 e 10.
CHARUTOS
em caixa de 50 por 10, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditS"
da Expsito caixa 50, ditos de Regala caixas com 100 a 20500 e outras muitas marcas
que s na presenca dos compradores.
PREZNTOS
delamego em barril, ditos de fiambre o melhor que ha no mer^ciflriifetoAisB.Ja*wiM admirar !! .' rs, Cselo & C, Macei, pharmacia do Sr
DOCE DE GOABA
caixoes de 560 fino, ditos de 105UO que parece marmellada, Mito em latas moito fioa
qualidadea!02OO.
BOCETAS
com doce secco a 10 e 20.
QUEOS
do Alentejo em latas chegado pelo vapor Oneida, ditosFlamengos e Pratos dos mais notos
que ba no mercado.
AZEITONAS ________-,^_
de elvas como no mercado nao temos a 10 a lata, em barris do Porto a 10 como naltha
melbor.
contra as febres intermitentes acompanhadas
de egogitamento de figado e de baco. Ella
tem sido apphcada com incontestarel pro-
veito contra a anemia ou chlorose, e hydro-
pbesia, catharro da bexiga, e mesmo para
combater a menstruacSo difficil, resultante
da me90M anemia ou chlorose.
Depsitos ge raes
Em- Pernambuco, ra larga do Rosario
o. lf>,5ftio de Janeiro, pharmacia do Sr.

Em liquidado.

O propietario destes doos estabelecimen-1
tos tendo maita fazenda em ser e desejaodo
liquidar para vender mais barato que pos-
Roupa feita nacional.
Vende-se calcas de casimira a 50, 60 e
sivel na roa da Imperatriz lojas e armazens W.Pretas ditas de meia casimira a 10600
da Arara, ns. 56 e 72. Ie 3*- dilas de brlm pardo a 10600, 25400
DUU e /ztM*- res a 50, 60, 80 e 100; palitots de meia
Vende-se alpacas de assento branco com casimira a 30, 30500 e 40: palitots de al-
listas e flores usa e admascadas proprias paca de cores e branca a 30500 e 40: palitots
para vestidos de senhoras a 500, 720 e 800, de brim de cores a 205QO, 30 e 20: serou.-
rs. o covado roa da Imperatriz lojas da Ara- de algodaosinho de Moho a 10600, 20,....
Arara
ra, ns. 56 e 72. 20500: ra da Imperatriz lojas da
Ditos 160 o covado. rjS. 56 e 72.
Vende-se ditos em retalhos a. 160 rs. o Organdis de cores a 640 rs. a vara.
covado, ditos em peca a 200'rs. o covado: \ Vende-se cassa organdis de cores a 640
retalhos de caca preta a 120 o covado: re- e 720 a vara : talataoa de cores a 800 rs. a
talhosde cafa de cores a 200, 240, rs. o co- vara: roa da Imperatriz lojas da Arara ns.
vado: retalhos de fasiDhas a 160, 200 240 56 e 72.
rs. o covado: roa da Imperatriz lojas da Madapoloa40000a pega.
Arara ns. 56 e 72. Vende-se pecas de madapolo com 20 va-
Brim pardo transado a 560 rs. a vara, ras a 40, 50, 60, 70, 80 e 100: ra da
Vende-se brim pardo com peqneno toque Imperatriz toja da Arara os. 56 e 72.
Vende-se na pharmacia de P. Maurer &"mC, roa Nova.
de mofo a 560, 640 rs. o covado: roa da
Imperatriz tojas ns. 56 e 72.
Laazinhas a 200 o covado.
Vende-se lasinhas para vestidos de se-
nhora a 200, 240,280, 320, 340 e 400 rs.
o covado : ha roa da Imperatriz lojas da Ara-
ra n.56 e72.
Chitas francezas largas a 240 rs. o covado.
Vende-se chitas francezas largas a 240,
280, 320 e 400 rs. o covado: ra da Im-
peratriz lojas da Arara n. 56 e 72.
Mosambique a 400 rs. o covado.
Vende-se mosambique com palmas de se-
das para vestidos de senhoras, a 400 rs. o
Claudino, no Havre, pharmacia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, oa pharmacia do Sr. Feij.
Casimira emfestada a 10 o covado.
Vende-se casimira enfestada de duas lar-
guras a 10, 10600 e 30 o covado panno fi-:
no preto a 10600, 20, 20500, 30 e 40: ra'
da Imperatriz lojas daArara ns. 56 e 72.
Algodaosinho a 30 e 40 a peca.
Vende-se algodaosinho a pegas de 30, 40,
50,60 e 70 a pega ra da Imperatriz lojas
da Arara ns 56 e 72.
Bramante a 20400 a vara.
Vende-se bramante de 10 palmos de lar-
gura a 20400 e 20500 a vara: ra da Im-
peratriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Algodao enfestado a 10 a vara.
Vende-se algodo enfestado de duas lar-
covado: evareja de listas para vestidos de guras a 10 a vara dito transado 10280 a va-
senhoras, a 280,320 rs. o covado. ra: ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56
Sedas escosseza com quadros para vestidos e 72.
de senhoras, a 280 320 rs. o covado: ra
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Arara vende as saias 30500.
Vende-se saias bordadas para senhora a
30500,44, 60 e 70,saia balo ou crinolinas
de arcos a 20, 20500 30 e 30500: roa da
Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
As sedas da Arara 10/
Cassa franceza a 240 rs. o covado.
Vende-se cassas de cores para vestidos a
240, 280 e 320 o covado, vendes-se cortes
de cambraia decores e com barras a 20500,
30 e 30500: s as Io}as da Arara, ra da
Imperatriz ns. 56 e 72.
Cortes de laa de 14 covados a 30.
Vende-se^ cortes dela para vestidos de
0,
Variado sortimeoio de modernos chapeos e chapelinas de seda, de fil e de pSlha de Italia,
para saoura e menina.
Superiores tiras, borddmeos e entre-melos bordados em eambrala Upada e transparente.
Na leja das columnas a rna do Crespo n. !3
e r
Antonio Correia de Tasconeellos. & Compannia.
senhora com" 14 covados o 30, 30500, ,
Vende-se sedas de quadrinhos e com lis-. 40500 e 50, vende-se corles de calcas para
taii ai0, 10200, 10600, 10800 e 2#,;0 co- hornear a 80* 10,10200 e 10600. colari-
vado: pupchnas de seda com palmas Saltos .nhos de linho para hornera 400 e 5C0, ditos
para senhora a 106COe 10800, grosdenaples de papel a 500 rs. a duzia, golinbas para
-o^68 L1*800/ ?Mlt0 Pr?10 a W00' senhora a 200 *m rs- Por estes precos as
10800 e 20: ra da Imperatriz tojas da Ara-.lojas e armazens da Arara, ra da Impera
"* n0 56 e 72. *-:-----"* ~~
rans.
triz ns. 56 e72.
i
sovo deposito m
I
PitA xVESCAROCAR ALGODO
Manoel Beato de Oliveira Braga.
53-Rm WlrelU a.-53
Nette estabelecimento se encontrarlo a
TWdadewsinachifflM americanas chegadas ultima-
ente as quaes sao feMas pelo mais afamado fa-
bricante d* Anerica, -poN* risa a-1odas as pes-
eoes que precisarem comprar, de se dirigir a este
OstabeleeimeBto rae wprarSo das mais perfeitas
norte genero; awinv^eemtf iiisbarato do que em
rJWt,Or isjfcqae se1- recebe por
000* prepriay be**) eaenosde entrabe emoi-
fchoepar* eer afilto; pwrt*80rtimtrto 4efer-
gens e miudezwew^resso et'reWhe.
" Facas de flffotmntQ de jmeiiTbaianco a 40
5r dozia, ttrtwfliafr todos Mfimtlnlres proprias
do trabalho de escoltara.

TMTAMENTO do r CHABLE, PARS I
Medico especial, conaultacoes, 3, ru> VKIena* r
AVISO AOS DOEiNTES. KK" ---.. *i
Mo ettoa ca-
rado, tomei Cb-
beba, Copahibj
snh todas at
formasen opia-
te, xapsolu,
eosfettot, Uoho
did e oto eotoufado? Ui e enrar em i das, estos anda mais doe ntes. ^^ *" *numMt
BA MAIS O A A VOS
ne ar radleahnento sen recaWd, Corrimentos, Relaxacdo do canal, CatarrU U lasrif.
Perdat umxnaei, curando primuira a cassa virulenta inflammatoria d'eias doeocas MXMes
com algums Tidros do meu dkpdbativo do sakgce para parar essas affecoes, aeccar o
canal Ibe toraar a dar sos regdez deu para acabar meu excedente xaropb ao trato dk
nsra el miuba injucpa. A ara i radical, as smeosun para a Suxm kraseoa. aeaucm
o mesmo tratamento. \Vta-u a noticia eoplicativa.) nwmmam, **ucm
40.000 DOENTES CURADOS
Teraadatr tratamento depurativs de angne. Atlterptt ai maii mvetaradu* errwMox
pmriM, v*rm, chfmt t afffefM venertat, hamores, e todas aideencas am serlo a eeret
d0 "se sao caradas em poeoo teatpe per mea xabofs spcbatito o saucu aeui
anhoi xiMUin, misbas plela mpcsatiyas e miaba rawsiiadi RHUSMM. I
-Vjy-J* s masetra de tratat-M. k soUcia ** Esse exceOenta tntamests seo contem mercuno^ sua saperierkUde a kem iiaairids el
Sedas largas
A 25 ocovado
S na loja ti t pavo.
Vendem-se moderDissimas sedas cotn largara
de cbita franceza, sendo com padroes modernos,
tendo eatre ellas cores proprias para qaem est de
luto : vende-se pelo barato preco de 25 o covado :
grande pecbincba : na loja e armazem do Pavo,
ra da imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Cortes brancos
AfOOrt.
Vende-se bonitos cortes de cambraia branca com
bonitas barras bordadas e tendo tambera algnns
com bonitas barras de cores; vndese pelo bara-
to preco de 35, na loja e armazem do Pavo, roa
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Alpacas de cores
A 500 rs.
Cbegaram as mais benitas alpacas de cores para
vestidos com desenhos miudos e graudos, tendo
largara de chita franceza, e vende-se pelo barato
prego de 500 rs. cada eovado ; grande pecbin-
cba : na toja e armazem do Pavo, raa da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Bramante a 2JJ.
Vende-se saperior bramante de liabo alvo com
10 palmos de largara, pelo barato prego de H a
vara : na loja e armazem do Pavao, raa da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Aigoio avadado
Vende se pecas de algodo largo maito encorna-
do, pelo barato prego de 55500 a pega : na loja e
armazem do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Ga
ma i Silva.
Retalhos
Vende-se ama porro de retalbos de chitas e ca
gas pretas, por prego barato, na loja e armazem do
Pavo, roa da Imperatriz n. 00, de Gama & Silva.
Sedas a 320 rs. o covado
Vende-se um bonito sorti ment de sedas de listas
qae sempre se venderam por muto mais dioheiro
e liqoidam-se pelo baratissimo prego de 310 rs. o
cavado, s para acabar: na loja e armazem do Pa-
vo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Aviso agradavel.
Souza oares & Iriuo.
Roa Nova n. 28.
Vendem :
Linbas maito superiores em novellos sortija a
25000 e 2530J a libra.
Dita mais inferior a 15200 e 15500.
Dita do gaz, preta, branca e de cores, em cai-
xas de 40 novellos, 800 reis.
Dita em caixas de 50 novellos, branca, a 7
reis.
Dita em caixas de 1C novellos grandes, a 540
reis.
Dita branca e preta, em candes, a 160 reis a
duzia.
Dita de Alexandre, carros
a duzia.
Dita, em carros, com 80 jardas, a 360 reis a
duzia.
Agulbas de fundo doarado amito finas, caixa
220 reis.
Dilas iogieza?, sortidas, miiheiro 700 res.
Grampas com cabeca de vidro, duzia a
reis.
Ditas lizas e crespas, mago 30 e 60 reis.
Colxete em caixtnbas, dnzta 640 reis.
Dito em candes, dozia 600 e 900 res.
Espoletas verdadeiras, B B, caixa 100 reis.
Aloetes em cartas grandes a 140 reis.
Ditos em cartas menores, 100 reis.
Ditos em caixas com meia libra, 320 reis.
Boioes de madreperola para camisa, grosa
e 390reis.
Ditos de osso para calca, grosa 200 reis.
Ditos de longa, grosa 160 e220 reis.
Ditos de moedinoa para pnnbos, a 15600 reis
a duzia.
Pentes para alizar, dozia 15100, 25200 e 5000
reis. *
Ditos maito superiores para bixo?, dozia 5000
TiS.
Ditos para cc, dozia 15500, 15300, 25400 e
35400 reis.
Phosforos de cera moito superiores, dozia de
caixinbas 320 reis.
Baralbos francezes multo fiaos, 200 reis.
Ditos portogoezes maito boas s 120e 160 reis.
Espelbos em qaadro doarado a 120.
Trangas lizas e de caracol, pega a 40 50 e 60
reis.
Fita de lia para debrum, vara 100 reis.
Dita de algodo branca, pega 240 reis.
Dlt de linbo, pega 40 res.
Lia de todas as cores para bordar, libra 65000
reis.
Garante-se cincerldade e baratisslmos pregos
RA OVA N. 28.
atfPharaiacla especial horneo
patblca do Dr. Sabino O
I. Pinito.
Cha de i* sorte para aso das
pessoas qae se tratara homeopathi-
eamente.
"Vende-se em pacotes de libra a
30200 rs. .
Roa Nova a. 43.
Frafleisco Jos GeriiuiS
(KUA NOVA N. l,
acaba de receber om lindo e magnifico wr
timento de talos, lelos, binculos, do ui
timo e mais aparado gosto da Europa e oto
los de alcance para obserracOes e('par e
martimos.
rival su mim
Ra do Hacinad* n. 49, loja ii
Jos Bigoutnno
Varas de babado bordado do Porto a MO rs.
Garreteis de retrox preto com doae oitavas propric
para roachioas a 800 rs.
Agalhas para machinas a 2#000.
Pregos francezes de tedos os tamanos a 210 rs.
Grozas de botSes de osso para cales MO rs.
Espelbos doarados moito finos a 15000.
Caixas com liaba saperior para marcar a 340 rs.
Carriteis de rteosle toda as coree a 80 rs.
Frasees d'agna de Colonia moito saperior a 500 r
Frascos de oleo moito fino a 500 rs.
Pegas de tranca branca de caracol a 60 rs.
Duzia de tesooras pequeas a 480 re.
Frascos d'agna para 1 impar denles a 500 rs.
Redes pretas risas para segurar cabello a 390 rs.
Duzs de peonas de ago multo finss a 60rs.
Caixas de linba do gaz de 30 novellos a 600 rs.
dem de palitos de segurauca a 20 rs.
Garrafas de agua Florida verdadera 15000.
Babadot do Porto de todas as largaras e todos 01
pregos.
Sylabarlos com estampas para meninos a SM ra
Memento da ronpa de lavar a 100 rs.
Dazlas de meias multo finas para senhora a 4 00
Agulbas francezas a balo (papel) a 60 rs.
Pegas de fitas de l&a de todas as cores a 800 rr,
Grozas de botdesde porcelana prateados a 160 r ,
Caixas com alfineltes francezes a 80 rs.
Caixas de 100 envelopes maito finos a 600 rs-
Resma de papel de peso branco liso a 25.
Frasco eom saperior tinta a 100 rs.
Pares de botSes de pnnbo moito bonitos 80
Linhas em earto de 200 jardas a 100.
Caixa de saperior linba do gaz com 50 noveHo;
700 rs.
Talleres para meninos a 240 rs.
Masso com superiores grampos 30 rs.
Grosas de pennas de ago multo floas a 320 rs.
Bonets para meninos a 15.
Pentes com costa da metal a 400 rs.
Realejos para meninos a 106 rs.
VERDADEIRO LE RflY
de siessacT,
Ra do Solne,
Doeteur-MMch)
51, V PA.RIS.
1________
"""""I ^. .- -.,-__^vr-)
Eoira.i ;trr:i3, *", enttt a r* .(Uf lea onitiniii.>, i rulHlo impmtn f x -:
r con o aullo UraiAj. ru c,mw ,,f r. i
tt D0CTEU8-McDECI
\ET PHARMAPI':;
-1.
Dff P. r-.. yrr-J : .
i,-
ini:i i" -
4''
M>-
Deposito na pnarmacia deP.Maarcr
C. em Pernambuco.
XAROPE DEPURATIVO
DE CASCA DE LARANJAS AMARGAS
COM IODURETO DE POTASSIO
DE
J.P. Laroze.
pharmaceatico em Paris
Oioduretodepotassio um verdadeiro al-
terante, ura depurador de incontestavel eB-
cacia; combinado com o xarope de casca de
200 ardas a 15'001 laraDJas "margas, aturado sem pertubaco
alguma pelos temperamentos os mafs fracos,
sem alterar as funecoes do estomago. As do-
ses mathematicas que elle contem p'ermittem
aos mdicos de receital-o para todas as com-
pleicSes, as affecces escrofulosas, tubercu-
losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'isso, o agente o
mais poderoso contra as doencas rheumaticas.
Deposito em todas as pharmacias e casas de
drogaras no Brasil.
Expedices, em casa de J. P. Laroze, rae
des Lions-St-Panl, 2, Paris.
A' venda na pharmacia de P. Maurer 4.
C.a, raa Nova o. 25. '
160
460
Paris,
36, Ra Vivienne. i>
CHABtEMDECiK3C)AL
DAS E.NFKRMIUADAS DES SEXlRlES, AS AFF>
''' '"^TANKAS, E A LTEKAgOES DO SANGITK.
~ 8O.000 coras das cnipingcni,
puMtulas, kerpet, sama,
KOmixoes, acrimonia, ai-
lercoes,vicituas dotangue;
viru, 1 alleracoet do san.
COF.?
DE^PATIF
du SISIG
gue (Xarope veeetiJ
pi. mercurio). Depurativas
ccwhu
Teaeiaes iiamin >ji\ i;ais tomao-se doas
por semana, segaindo o tractameato Dtpurativo .- 4
emprfado as mesmas molestias.
Este XaropeCilractodeferro
de CHABLE. cura immedi.
lamenlequalquerpuroof au
/ elaxacao, e debiliaade, t
igualmente os fltixoi t flort
brancas das mulueras. Esta iojacao beiigna et-
prega-se con o Xarope de Citi-acto de Ferro.
enierraiaaa. Pomada qae as cara cm tres dia*.
POMADA ANTIHERPETICA
Coatra: aaa affceott cutneas io+ixott.
P1LULAS VEGETAE8 DEPURATIVAS
*HD^CfcsWe, cada Iras* rai accopahad i, a
a aos srs; mdicos.
j Cura .catarrhot', to'ttt
eoifneluchei, irritafm
I titnmni' tei [fikJMfi udas at,lt*neia
I SHtpiiio; bits Affdoenu
"<- i.im.i. .ir-.in mrofriy Votar..
-uaucu Par. r ll
\
Potasga da Eussia.
ss can qae potaa cmui el asreacatar
' 1 iontor Ckaiu $ pos
PorcmrttfoniaolM.
Vonde-se na roa Nova b. 48, piarawciafrtncoza d
MAURER & C.

P,
Verdadera potassa daftnssi, em barris e meios
ditds, flbefada nltimamente pela esenna prassiaoa
Vernus vende-se na roa do Trapiche o. 5 irma-
sem de L. J. Silva Goimares.
^1
A venda na pnarmacia de P. Maurer 9
e-d, em Pernambaco. 1
.....> MlHU
" ''
GAZ GAZ GAZ
"I
Y]
Gbegou ao aatlgo deposito de Henry Forster di
a, ras do Imperador, um carregamento &* i
~ Vende-se om preto poisante e moco : rlijra ffliS;0Ja ^I-S^-ilrf.i
fot do Rangel n. 9, oa irow-se por nm aae sep iwulo por menos preep do qae en ssjsjst pal
-na-, Wr!^' 3 i.------- "1n..
Vende-se por 800* ama preta crooF
meia idade, coslnha, lava, engomma e e
Farnh'a iHtfWH^"
boa lt'n^'"Vtrsttr"ns7a do Brom i. 84, Tem para vs
tS vla,noMaesMipiorio,raaaaCroin,57.
. -ai cV .8?.oil! sb eiaeo
I |q iuis %t> *

IlLEGVEL


I




BUrItdeferiataet- egm^ta fcAm.-t 4e etoottor e-1967.
9-
I

-\
*
PREPAR1DA FRI
AUGUSTE CAOKS
Pharmaceatico pela escola de Pars e successor nesta cidade
DI
ArMide Saisset e J. Soum
-Ra da Crnz-
-22.
Loja do Gallo Vigilante
B -
Tratamento paramente vegetal sem mercurio, iodo, oriro, nena outro qualqae
mineral.
Verdadeiro purificador do sangoe sem azoagne.
Especial para a cora de todas as molestias que tem soa origem na impureza do
sangoe, como sejam as molestias boubalicas, syphiliticas, escrophulosas, dartbrosas, quer
venham ellas por hereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccioaadas dos diversos- virus que contaminam o sangue e os humores.
:- A caroba uraremedio prodigioso, [usado desde remotas eras pelos indios
do Brasil, e passando seu uso de ge r a gao em geragao, boje um dos remedios mais co-
nhecidoscomo proprio para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse nume-
ro a morpba ou elephantiases, para cujo curativo os nossos sertanejos consideram a
caroba como remedio especifico.
A muito tempo entrou a caroba nos formularios como proparago magistral
sob a forma de eleictuario, anda aoje lembrado as pbarmacopas com o nome de seu
celebre autor Joao Al ves Carneiro: nao ella por tanto remedio novo nem desconhecido-
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde tempos immemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras syphiliticas srdidas,
e empregado com proveito depois de improficua applicago de muitos outros agentes
tberapeuticos enrgicos e de uso quotidiano.
Muitos dos nossos mdicos de consideracSo e entre elles o muito distincto pratico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Atbayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio de ex-
perieacias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no trata-
mento das boobas, das diversas formas sob que a syphilis se aprsenla e muito especial-
mente as que teem sua sede na pelle, e poderiamos relatar alguns casos de data muito
moderna obsarvados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em que a caroba produzio admiraveis
efieitos, depois de inuteis e prolongadas applicaces de salsaparrilha, mecurio, iodo, ou-
ro e 8eus preparados, eto., etc.
Nao era possivel que urna planta lo notavel por suas inappreciaveis virtudes es-
capasse a perspicacia e investigages dos mais abalisados praticos europeos, que se ap-
plicam com especialldade ao estudo e tratamento das molestias syphiliticas e herpejicas
e para-proya ahi esjao os Srs. Drs. Casenave, Schurfer, Ricord e outros dando as mais
lisongeiras ioformaces sobre as propriedades curativas da caroba e preconisando-a como
remedio poderpsissimo para o tratamento das erupces cutneas, seccas ou suppurativas,
darthros de-todas a qualidade, ecemas, ulceras de diverras aaturesas, tumores, osseos
e outras muitas molestias de natureza syphiliticaoa boubatica.
Por ter-se generalisado muito o uso da essencla da careba que eu pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar em suas observages,
deliberei-me a tsr prompta urna quantidade da mesma essencia, obtida sem a acgSo do
ogo, para nao prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encon-
trar-se-ha na rainha pharmacia sempre e em porgo suficiente para todos os pedidos a
ESSENCIA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma plenta para que nun-
ca fallem aos Srs. mdicos que quizerem esperimentar tSo precioso agente medicinal.
Reci'fe de Pornambuco, 17 de outubro de 1866.
Atoste Caors.' ,
Deposito geral de todos radj so apeos
com 5 palmos a !20O a
--------
Botica e l rogara
34Ra larga do Rozaiio-
4


Labyrintkos
--------------------
Chegaram a roa do Crespo o. 8, esquina que
volia para S. Francisco novos o lindissimos lencos
assira cerno riqaissimas /ronbas de labyrlniho do
Ceara', cojos objectos se vendem por menos preco
de qae em^utra qualquer parle.
Cal de Lisboa
Veu-le-se no armazem de David Ferreira Bal-
tar raa do Brom n. 66._____________________
Madeira de slcuplra.
Vendem-se 155 paos de slcapira, qne se aebam
depositados no estaleiro do Sr. Joaqoirn Antonio
Rodrigues, na rna do Brum, onde podem ser exa-
minados pelos pretendemos; a tratar na travesea
da Madre de Dos a. 11.
Luvas de. pellica.
A' loja da Aurora na raa larga do Rosario n. 38,
pertencente a' Manoel Jos Lopes & Irmo, rece-
beram pelo vapor inglez as seguiotes lavas de
pellica branca, para homens nboras, ditas de
cores para bomtns, as mais frescas qae tem che-
gado a este mercado, pentes de crystal de diferen-
tes moelos para coco, cintos maito moderaos para
senboras, veia de differentes qaalidades para cin-
tos, chicote de estralo multo fios; assim corro
\ muitas mais fazendas qae so a vista dellas se pode
i apreciar.
Vende se .
aieite de peixe moito novo a 500 rs. a' garrafa : na i
ra das Crazes n. 21. j rola
DE
Gnimaresi Freitas
RA DO CRESPO N. 7*
Os proprietarios deste bem connecido es-
tabelecimento teodo em vistas a boa vontade
com que toda generosa populacSo desta bel-
le cidade coocorre com a- sua coadjuvaco
para o basar de prendas que costumam es*
tabelecer no dia da commemoraco do anni-
versario do Hospital Portuguez de BeneM
cenca, cujo producto applicjado a bem
daqelles que baldos de recursos, e no leito
da dor ali procurara melhorar seus soffri-
meotos e aproximaodo-se o dia dessa gran-
diosa festa por isso apressam-se em avisar
ao respeitavel publico do que ha de mais
moderno em sea estabelecimento, alm dos
quaes tem variedade de ootros, que a serem
para um fin ISo justo os venderam por pre-
sos mui rasoaveis.
Riqusimas caixas com msica contendo
o necessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Riquissimos livrinhos com capas de tar-
taruga para missa.
Riquissimo lbum com capa de tartaruga.
Porta joias, dedaes e relogios enestegos-
to urna infioidade. de objectos.
Vasos, catangas e palliteiros de porcelana.
Ronecas que chamara papai e mami.
Finissimos lengos de cambraias de linho
com disticos.
Caixinbas com perfumaras.
Bengalas de canna com lindos castoes de
marfim.
Riquissimos eofeites com coques e sem
elle inteiramente novidade ultima moda.
Lindissimos cintos para senhoras.
Fivellas lindas de muito gosto.
Lindos port-bouquet com cabo de madre-
perla proprios para casamento* e bailes.
Riquissimos loques de madreperola.
Lindos leques de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, ultima moda.
Leques de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
| Lindas guarnieres, de botes, pan arietes,
punios e colerinhos.
Ricas capeas -para ooi vas.
Metas de seda para senhoras.
Superiores tiieaouras para unhas, costura
o cortar beUo. etc., etc.
SoipeBorios de seda para hornera.
Dilo$ de algodio para homem e meninos.
Finos aderecos pretos para Talo.
brande sortimento de finas perfumaras
dos melhores fabricantes at hoje conhe-
cidos.
Grande sortimento de Otas de todas as
qualidades.
E muitos outros objectos que impossivel
seria menciona-los e que se encontrado na
loja do Vigilante, roa do Crespo n. 7.
JUTOCiO
No armazem de fazendas de
Santos Coelho, ra do Quei-
madon 19.
. Bot e barato
Cambraia de cores matisadas finissimas a
800 a vara.
*!S?bran?* transparentes finas de U, pelo71)aratos"precos de i
50000, 60, 7&80 e 9,5000 a peca com 10 30,5, na loja e armazem do PotSo, ra da
Jarda- Imperatriz n. 60. De Gama & Silva.
dem branca tapida de 8 e 95 a peca a$ alpacas do Pavio
com. 12 jardas. I para vestidos a 10.
dem branca franceza muito larga a 9$ a Chegou um grande sortimento das mais
peca com 8 varas. bonitas alpacas lavradas, de cores que se
Baloes de 35 e 40 arcos nesgados para rendem a 10 o covado, ditas a 800 reis,
dem de linho
var.
dem de linho com 31/2 ruinaos a 800 a
vara.
Riquissimos basquins a WJCOO.
Assim como outras muitas fazendas qae
se vende por menos que em oatra qualquer
parte, e da-se amostras de todo,
Novidade do Pav&o.
Alpacas, a 1280
Chegaram as mais brilhantes alpacas de
seda para vestido, sendo neste genero ornis
bonito que tem vindo ao mercado tanto em
novidada de dezenhos como em flores, pois
ama nova fazenda que se confunde perfel-
tamente com seda tendo entre ellas algnmas
todas brancas com os mais lindos lavrados
e vendem-se a 1280 reis, o covado, na loja
e armaxem do Pavo, rea da Imperatria n.
60w De Gama d Silva.
Os casaquihos de pavee
a 18)91,20(5, 236 e 30)5.
Chegaram os mais modernos casaquinhos
ou jaquetas de grs preto, ricamente enfei-
tadas, sendo uns cora cintura e outros sol-
tos con'orme se usa ltimamente e vendem-se
senhoras, a 40500.
dem de 35 e 40 arcos com ferrngem a
20500.
Ibua de mursulina nesgados a 50.
Ialm de crochet a 5^.
dem de mursulina para meninas a 30 e
30500.
cortinado a
ditas lizas de todas as cores a 640 reis, que
se vendem na loja e armazem do PavSo, ra
da Imperatrizn. CO. De Gama & Silva.
Vestidos brancas
a 40, s o Pav5o.
Vendem-se bonitos cortes de vestidos de
cambraia branca com bonitas barras tendo
entre elles tambem com barra de cor e ven-
dem-se pelo barato preco de 40 cada um,
AILUyillB
Este MUbelecimenlo acaba de rcceer lindas
eoapeneas para senbora, ricas eatiinnas para eos-
taras, ditas para joias, peales dourados para coco,
Bveas mallo ricas, assim cmoo cintos a palseiras
f* Blm* nada de Paris, tmmmim e babadiubos,
MBttet tascadores noa e Jacaranda, espe-
l*08 "Wm (tu wi Mataba rieo eani-
vetes para sechora, voltas para pescoco, gravati-
vas, bico de seda, dito de algodo, labynnlbo. e
maitoa ootros objectot de apurado gosto, qae se
wna eafadoabo mencknar, luao por precos mui-
LmBS*: &'raa d* ,mperalriz u- 70> ca lola
Escravos fgidos
I na loja e armazem do Pavao. ra da Impe-
Idem para ferro a 30 a peca com 10 jar-
das.
Saias bordadas a 50.
Cambraias admascadas para
120 a peca com 20 varas.
ratriz n. 60. De Gama & Silva.
Cambraia de linho muito fina de 60 e 90 a Gra ye'sd"^.??*4*
4 .ffjS?18 finOS de U' U' W' 9^'m' Se vendemos" m5is ricwcor'tes de organ-
m.-il a p,eca i dybrancocom elegantes listas largas, pre
:?Atll2L^ al8d5 suPe.rLor fazenda Para tas tendo 10 varas ada corle com os com-
petentes enfeitos para o corpo sendo neste
saias a 30200 a pera com 10 varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 20600.
Lences de hamburgo fino a 20400,
dem de bramante muito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Guardanapos de linho adamascados a...
305OOaduzia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 20 a vara.
genero o qne tem vindo de mais novo ao
mercado, pelo barato preco de 60, s na
loja e armazem do Pavao, ra da Imperatriz
n. 60. De Gama Silva.
11,1 I l
GRANDE
dem adamascado de linho cem 7 1/2 pal-'
mos de largura a 20 a vara.
Algodo enfestado com a mesma largura 5
a 10100 a vara i Tendo de se liquidar a lija de calcados france-
Idpm tranrari'n di> slanrl3n a Afiflft a vara Ies *i na raa io lW*rtt D- 32i Previne-se ao
laemirancaaoaedlgoaao a idwuavara. respeiiavel poblico qae a mesma liquidaco tera'
Lindos pentes de tartaruga, massae outras To!mas anchoadas de linho lisas a 110 |SOmente lagar de segnnda-fein 20 do crreme mez
dem de algodo felpudas a 130 e
a duza.
Colchas de fustSo a 60000.
Retondes de fil preto a 60.
Chales de fil a 30.
muitas qualidades.
Luvas dejouvin, inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Ditas de seda.
Meias de seda e algodo.
Lindas trancas pretas e de cores c n ve-
rtrllhu o oom ol, ooiot oomn lindissimaS
guarnices para enfeitar basquines e botoes
para os mesmos.
Lindos indispensaveis para meninas das
escolas.
Rengallinbas para meninos.
Suspensorios para meninos.
Lindas touquinhas e sapatinhos ricamen-
te enteitados proprios para baptisados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Maito boas escovas para dentes, chapeos-
roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes, j vado.
Superior linhas para crochet. Tarlatana
em diante, e para se dar ama idea da barateza,
{4' abaizo se transcreve os precos:
i Borzegains.de Mellier verdadiros. .
! Dito Sazer dito........
Dito do mesma fabricante de diversas
qaalidades..........8J0OO
Dito do fabricante Panion e Lavergen .. 8J0OO
112000
8}000
Lencos de cambraia brancos finos a 10800, Jg'STJ"^? ^JPor
U e 20500 a duzia.
Lencos de cassa finissimos a 35200 e
30600 a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 10000 a vara.
Grosdenaples preto bom a 10800 e 20
o covado.
73000
32500
530C0 a
Borzegains para menino de varios fabri-
cantes ae s# por .. .. r. .. .. 32000
Botinas para meninas dem idem a .. 35300
Ditas para senboras idem idem Jolly 3o00
Sapatocs para meninos de diversos fa-
bricantes. ......... 32000
Perfumarlas do. fabricante Lnbin e Piver, sorti-
mento variado de diversos extractos e agaa da Co-
AUeoco.
fto0ooo.
Contina andar fogido do poder do abaizo as-
signado, desde o dia 1S de marco do correle auno
o sea escravo pardo claro, de nome Cyriaco, eom
os signaes segmntes: representa ter de idade 40
asaos, rosto redondo, e om tanto envergado, olbos
empapanados e fondos, bocea granae, beicos gros-
sos, barba feebada e roiva, ps e mos grossos a
earnodos, peltos vermelhts e cabelludos, eabellos
crespos e avermelbados, costoma andar armado de
faeao e orna b^yoneu n'om po gosta de tomar
cachaca, e qaaodo Bca bebado da para poeta e re-
grista : rogase, porunto, as autoridades policlaes
e capities de campo a apprehensao do mismo, e
lova-lo a sen senhor o abaizo assignado, no en-
genbo Pedregulho, em Nazarelb, qne sera' recom-
pensado com a graiificacao cima.
Jos Ignacio Ferreira Torres.
Fogio no dia 26 de agosto, do enge ntio R:a
da da comarca da Victoria, o malaio Jos, de 94 a
25 annos, pertencente a Jos da Cmara Pimentel
com os signaes segaintes: alto e grosso, barba ra-.
pada, tem por costame andar com o o:bo esqaerdo'
fechado, ora aberto, fol montado n'uraa tesis com
sella de vaqaeiro e gibSo, levou den chapeos de
couro, um velbo e outro novo, maca a' garopa, i
japona e 1 pistola de algibelra, fol comprado no
serte do Iobamam, villa do Tanh, a 4 de junbo
do corrente anno, ao Sr. Antonio Alves Pettosa :
roga-se as autoridades policlaes a captara do mes-
mo, podeado-se entregar no mesmo enprnbo cima
mencionado, ou ao Sr. Joaqaim Manoel Ferreira de
Sonta, largo do Carao n. 1.
AVISO.
Contina a estar fgido o es-
cravo Simio.
100#000 de gratificado.
Roga-se a todas as autoridades e caplies de
campo, tanto desta provincia como da das A'agoas
a apprebenso do dito escravo, que fogio de casa
de sea senbor no dia 21 de jalbo do correte sano,
com os signaes segaintes: de nacjio Mozambique,
idade de 40 annos, ponco mais ou menos, alto,
semblante carregado, com falta de dentes na fren-
te, cor fula, com tainos em circulo redondo ao p
das orelbas, sem barba, levou vestido calca de ca-
semlra de cor em bom estado, camisa de algodio
branco, chapeo de meia maga novo ; este es-
cravo foi comprado *ao Sr. Jos Vicente Lindo-
so, morador na provincia das Alagoas, por sea
procarador o Sr. Joaquim Cavalcanti de alba-
qnerque Mello, morador no termo de Barreiros.
Consta-nos que este ercravo j foi visto em Sen-
nbaem, acode elle intretm relaces de cenbeoi-
mento. Gratifica-se com a qnantia cima a qaal
quer pessoa que o eniregar no Recite, ra Direlta
numero 30.
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o ce-
de
Agulba3 para o mesmo fim. vara.
Lindos agulheiros e dedaes de madrepe- \ Bramante de linho com 10 palmos de lar-
- e marfim, assim como de metal. gara a 20500 a vara.
Morantiqoe pretosuperior a 20800 o co- *&, Bara bomem.
Bengalas, gravatas, charnteiras de mbar, pen-
tes de tartaruga de diversas qualidades e mode-
los, emflm urna ioflaidade de arligos de luxo e
todas as cores a 800 rs, a.b0,De08,0
Piano,

Vende-se om bom piano forte de tres cordas :
tratar na ra da Imperatriz n. 60, loja.
Fugio na neite t 25 do corrente a escrava
crioola, Benedicta, natural desia provincia, de
45 .meo, id oomprada a Jos Jo?quim Lopes Pe-
reira Guimares, em Janeiro de isoo, momifor em
Tiglpi, esta preta venda pSo, agua e lavava ron-
pa ; tem os signaes segointes: altura regalar, cor
fula, alguns cabellos brancos, olhos pequeos e
brancos, nariz chato, bocea grande com falta de
dentes, rosto corto, ps cbato mettendo para dentro
quaudo anda : qtaem a pegar leve a raa da Con-
cordia n. 40, qae sera' recompensado.
Fngio no da 28 de agosto pelas 7 horas da
tarde, nm eecravo de nome Nicolao, pertencente a
Joaqaim Manoel Ferreira. de Sooza, com os sig-
naes segointes : altara regalar, cor fula, idade de
20 a 22 annos, bem leito de corpo, ps chatos, sem
achaques, nariz grosso, cabello russo e muito cor-
to, ama cicatriz de qoeimdara n'am dos pnlses:
quero o pegar leve o %o largo do Carino n. 1, que
sera' generosamente gratificado.

.

GERAL
:



*
55.
.

Si
\
.


DOS PREMIOS DA PARTE DA 1. LOTERA CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 330, A BENEFICIO DA IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIQAO DOS MILITARES, EXTRAHIDA EM 31 DE AGOSTO DE 1867.
:
. NS. PRKMS.
-3 62
6
7
12
15
16
19
21
22
27
36 .
40
50
67
59
60,
62
1002
102
: %
77
- 86
89
91
92
,94
95
98
102
4
8
9
16
25
27
29
31
36
40
ti
40
49
51
5*
54
Mr
eo
61
64
65
68
n
76
NS. PREMS.
182 6*
86
92
94
207
8
12
20
28
30
31
37
41
51
32
53
59
60
63
64
65
67
70
72
78
82
83
94
7
307
10
NS. PREMS.
414 6$
26 -
27 -
42 -
46 -
49 -
50 -
52 -
54 -
55
60
63
64
66
76
80
82
85
NS. PREMS.
NS. PREMS.
1:200*
O*
'6,5
100*
6*
10*
6*
10*
*
15
20
21
25
26
32
34
.37
41
52
53
59
.68
73
7
79
83
84
400
6
9
10
10*
6*
20*
20*
e*i
87
90
94
95
96
97
98
502
5
7
9
17
18
21
25
27
30
36
37
38
41
47
48
49
52 :
56
66
69
70
- 73
75
'78
84
387
91
93
98
603
5
8
11
21
34
36
40
41
44
46
51
52
55
59
61
65
7
68
70
75
81
83
88
91
706
7
14
20
27
28
30
32
33
38
41
54
10*
40*

to*
6*
812
16
17
19
21
23
29'
31
43
46
49
30.
51
5J
53
56
62
64
7
68
72
78
80
83
87
88
905
8
9
10
13
15
20
22
24
25
10*
6*
20*
100*
6*
NS. PREMS.
6*
10*

*
.6*
10*
6*
63
64
66
. 74
80
82
.84
90
97
802"
7
30
40
44
45
46
47
.48
49
51
56
60
74
79
81
86
91
10*
6*
20*
e*
999
1003
5
9
13
16
18
20
23
35
40
41
48
51
53
65
73
75
82
63
84
86
88
O
92
1101
5
8
12
13
14
26
32
43
47
54
59
60
68^
70
71
74
75
79
81
83
1 84
85
86
. 89
90
1204
10*
6*1
10*
6*
NS. PREMS.iNS. PREMS.
6* 1417 6*
34
40*
6*
1203
12
13
15
27
35
36
44
43
52
20*
6*
60
62
64
68
74
73
77
_ 88
98 .
1302
9
.10
11
13
17
21
23
25
27
,29
38
41
46
48
51
54
55
68
69
78
87
91
99
1402
4
6
7
12
14
15
16
20*
10*
6*
10*
6*
10*
10*
10*
6*
20*
10*
6*
42
43
52
53
54
55
60
06
68
70
74
73
'79
80
82
92
1503
4
7
9
16
19
22
25
26
28
30
32
36
37
38
39
43
44
51
5*
.57
60
M
74
82
92
9
98
1601
7
11
14
15
17
18
40*
6*
10*
NS. PREMS.
1623
53
60
63
67
71
74
75
76
77
78
79
87
89
NS. PREMS.
1864 '6*
68
10*
6*
1700
1
3
5
6
8
12
14
15
19
23
25
29
33
36
_h 84
.60.
63
71
83
84
91
94
1800
8
11
20
24*
28 '
38
40
46
52
54
6*
71
10* 73
6* 74
75
81
83
84
93
97
98
1903
7 .
11
23
27
"1.33
50
51
52
54
56
66
70
71
74
f" 81
100*
NS. PREMS. NS. PREMS.
. l - 85
89
b ei a
n
98
*^ 99
" 2010
40
^ 43
^ 46
49
~ . 51
54
40* 0
6* 71
72
.75
78
81
85
86
10* 91
6* 92
6*
f-
10*
6*
2096
97
2101
3
6
10 *
12
13
23
29
41
42
49
50
55
56
57
65
67
74
76
78
79
82
96
2202"
3
5
6
10
11
20
25
26
30
34
35
38
39
44
43
58
59
64
65
73
75
80
81
82
10*
6*
97 -
6*2299
'2301
13
14
17
21
30
36
37
51
56
58
62
66
74
76
77
79
80
82
84
99
2402
7
21
22
27
28
33
37
42
45
46
47
30
51
57
62.
3
64
67
68
W'
77
78
79
83
91
93
94
2300

NS. PREMS.|NS. PREMS.
6*
10*
6*
20*
[6*
2309
13
15
18
21
33
34
47
55
62
67
72
78
80 -
90
92
2602
16
21
24
32
38
46
47
4, 6:000*
6*2749
50
10*
ejr1
10*
6*
20*
6*
50
35
58
60
*T
69
78
84
86
88
W
94
96
99
701
7
9
15
17
24
26
28
30
39
41
43
44
6*
",
54
56
57
58
60
61
65
68
78
84
86
96
97
98
2807
11
10
19
21
24
25
26
38
40
43
44
47
51
61
65
72
77
80
81
84
89
92
93
94
99
2914
19
21
22
43
44
NS. PREMS.
2934
40
42
e*
10*
6*
50
53
57
63
64
67
76
77
79
80
83
91
93
96
97
99
.
10*
6*
100*
64
23
24
25
27
29
3004 ~
7
8 -
11
15
16
28 -
41
48 -
57
58
70
75 -
76 -
77
81
88
90
92
i 96
97
3101
5
6
7
9
10
12
24
30
37
NS. PREMS.
3138 6|
44 -
48 -
49 -
51
60
61
70
73
74
77
79*
84
86
89
90
95
98
99
3201
3
4 :
5
7
8
13
14
17
23
24
NS. PREMS.IN8. PREMS.
6*
NS. PREMS.
3309
10
20*3460
64
20*
6*
10*
6*

10*
6*

-
36
38
41
47
48
51
52
56
63
70
80
85
86
87
92
95
97
9t
3306
7
20*
6*
12
17
18
21
23
24
25
37
38
45
48
49
50
65
56
58
62
66
73
74
78
82
83
86
87
88
97
3400
65
69
72
74
78
80
82
83
87
93
94
W
-3507
500*
6*
40*
6*
87 l 64
28 .20* 8 :
10*
6*
8
10
27
30
34
39
41
45
48
52
55
se
58
60
62
20*
6*
10*
6*
10*
6*
40*
6*
40*
6*
40*
6*1
9
11
15
22
24
31
35
37
38
41
43
47
49
50
52
53
54
55
58
66
69
74
75
79
.82
88
90
92
369* -
6
8
15
18
19
32
36
42
44
46
40*
6*
3654
55
36
62
70
71
83
90
92
93
99
3701
4
6
8
9
13
18
19
21
30
34
37
40
41
45
47
50
53
54
56
63
64
65
70
74
76
80
82
84
85
9?
93
96
3804
7
10
15
17
18
24
NS. PREMS.
6*
6*3826
29
34
35
42
II
51
55
61
63
65
66
73
74
76
78
83
88
92
97
9
3907
- 8
11
13
15


101
6*
10*
6*
16 10*
.1 6*
21
26 10*
32 6*
36
37
43
44
4*
50
52
55
56
39
62 40*
67 6*
71
77
81
87
88
90
94
96
97 _
PAGINACAO INCORRETA




8 -
DIar* de Vrmmam ftegMda l#lra d ftetewbr* e 4867.
4SSEB4 GEIUL
ao governo qae Dio poda ser jais con ul mor-
0 Sr. Martdho Campos (rindo-se):E* verdide;
e dessa rae traba eu ja esqoecido.
C Ottoni :Ha tantas oatras nomeagoe
<
GUARA DOS SEMORES DIPDTAMS. ^TS^^S g^&TV&,
SESSO EH 23 DE JULHO DE 1867. em relagao oo apresado liberalismo d sea miois-
PRESIDESCIA DO SR. SU-TBIRA DB SOUA (TIC1- WriQ.
preside* ) Presidencia do Para e resuJudo das elelges all.
(Cootloaatao.) rtio Urande do Noria, Cear e suas traosacgrjes e
OSr. ministro do Imperto permittira que en Ihe reviravoltas, V e 3 distrittos da Rio de Janeiro,
observe qae a na resposta roi sutnroamente dall- que liberalismo I....
cente, porqoe as considaracss felas pelo nter' O ultimo presdeme dos qne acabo de citar dlsse
ptllante ero prande parta se retortero a actos sa* aqai em aparte que demonstra a machina nter
bidos do governo geral qae tlveram larga inff J?a-1 nal; mas se tosse js'so oxacto, teria ella sido mon-
da em todo o Imperio, ea respailo dos quses S. ada pelo Sr. conselhetro Domiciam, outra vez,
Exc. devora explicar-se.
Alguns dos (actos expistos se referem ao recra
tamento, qae fot em todo o Imperio medida elei
tora
fama, convidado para a presidencial Todas aqael-
U- nompagoes sao as provas do liberalismo do mi-
nisterio?
(Ha um aparte.)
E' sabjdo qae a ordem do governo parap'render | Eitranba-je-me qae en falle das eleigSss do Cea-
os guardas ao tempo das elelg5as aboli asuspeo- ri; mas desde qoando a gesto dos presidentes
sao do recrutamento decretada pela lei. E para nao na % provincias nm reflexo da palitlea do go-
maior efflcacta eieitoral da medlda-saltalora orde verno no centn T (Apoiado*.)
nou-se qae os recrutados fossem remeltido< cor- O 5a. Josa Avelino : -Mandn para o Cear ora
te sem embargo de quaesqaer erames feiios, oa presidente liberal.
nao consenlindo em exame alguna as proviti-, O*"*-,V-Otrom : En nao duVIdodo liberalismo
.. do Sr. Amm.
O Sr. Leao Velloso :Para o Para' nao toi essa O Sr. Jos Avelino :Neta ba qae dujjdar. E'
cas.
ordem. ,
Um Sr. Deputado :Para ootras provincias lo-
ram at por escripto ordem em contrario.
O Sr. C. Otjtni :Se nao boa ve ddem do go-
verno para este flm, entretanto foi esse o proced*
ment de algnns presidentes.
Das Alagoas acaba de afflrmar o iaterpellante,
sem contestego alguraa, qae dos contingente? re-
manidos, uiais de um terco foram aqu jolgados
incapazes ; faci ImpossiveJ de dar-se, se na pro-
vincia bouvessem examinado asisengas, e a capa-
cidade pbysicada cada um.
Da provincia de Minas dea-se o mesmo fado. S.
Esc o Sr. ministro da guerra nos disse bootem
que dos contingenles chegados tambem cerca de
nm tergo, foram despedidos por iseotos oa inca-
paze..
Tenho pezar, portanto, qae a este respeito o sr.
ministro do Imperio nada nos dlssesse, e soa abri-
gado a Insistir na interpellacao.
Remettidos violentamente das provincias cente-
nas de cidados que aqu se verifica notleviam c
imposto de sangne, perganto : fez o governo as
despezas de sua volta ao domicilio ? nega-la seria
urna iniquidade.
E.entao o modo porque os presidentes das Ala
gas, de Minas, e talvez de oatras provincias flze-
ram as levas para o exercito, ncerra tres grandes
busos: i*, esbanjamento da despera feita para
traalos a corte e recondazi-Ios a seus domicilios;
2, violencia a liberdade individual, nao attenuada
por circumstanciaalgoma; 38, prejulzo as familias
oas victimas e a' producto nacional, retirando-se
por um e dous raezes taolos bracos dos trabalhos
uteis em que se occupavam.
SSo abusos intoleraveis. Porque razo nio se fa-
ztam em cada municipio os exames precisos para
s remetterem os borneas uleis ?
(Ha alguns apartes.)
Qual a cidade ou villa em Minas, qae nao se-
nta mdicos? Como se afflrma coasas destas ?
(Ha oatro aparte.)
Apontcm a cabog;i do manicipio qae Ibes pare-
cer, e eu pablicire a lista dos mdicos que ah re-
siden).
Nao deveado crer qae a remessa de tanta gente
inhbil para a guerra procedesse de lxo de vio
lencia, oa de laxo de esbaoj amento, o que parece
claro que a medida era eieitoral; arreda-
vam-sa os votantes inclusiplinaiios ; e se na corte
erara sentados da praga, al l chegarem as elei-
g9s eslariam faltas. E' o liberalismo do minis-
terio.
Tem toda a connexo corr a materia a censara
que fez o Sr. ministro da raarinha ao muito d!s-
tracto Sr. desambargador Cerqueira Leit?, de ter
sido poaco activo na formado do contingaote para
a guerra.
Pequen nformago's que anda nao vieram acer-
ca do numero remettido por aquella ex-presidente
o por sea saccessor ; mas mesmo sem ter presen-
tes os algarlsmos, creio poder assegurar que, des-
contados os aqu dispensados, o Sr. desembargador
Cerqueira Leite remellen maior numero do que
sea successor.
O Sr. Ministro da Mariniia : **** hi du-
vtda.
O Sr. C. Ctt ni :Mas de certo a differenca
nao ser tanta se compararen! a remessa em bruto
porque o empenho do Sr. Cerqueira Lelte nao era
augmentar fosse como fosse nm algarisrao pari ser
citado.
, a vista do aparta do Sr. ministro da mariona,
jaigue-se da clamorosa iojostica couo que S. Exc.
accusou o nosso Ilustre comprovinciano.
Talvez S. Exc. tenha pressa de imitar o Sr. pre-
sidenta do conseibo, qae acabara de sacrificar com
atroz iniquidade e tambero a pretexto de toaMivi-
dade o muilo honrado, moli ioteiligente, rauito
digno a todos os respeitos, Sr. Dr. Fabio, nosso ex
col lega.
Hal de analysar ambas estas censaras de inacti-
vidade, qoe>=ste debate sjram deslocadas. Da
priraeira pretenda occaparme na discosso das
torgas de ierra; mas a estrategia do Sr. ministro
da marinua privoa-mo da palavra : estrategia mu
poaco generssi, pois que ea desejava defender um
amigo qae S. Exc. atacara : entretanto eu acharei
opportuQidade melbor que esta.
Voltando as flageas, nourel anda qae oalros
fados nao foram contestados, nem por S. Exc. nem
pelos Srs. depatados da mesma provincia. Noiei
entre elles :
i. A- violencia feita ao Dr. Roberto r-alheiros de
Mello, privado de comparecer as eleicSes.
2. A priso de om eleitor, remetiido para a
corte.
3. As.despezas feitas com nm balalbo de guar-
das naclonaes cbegado capital, preso para mar-
char, e depois feeondazido por causa de murmu-
racoes.
4c A Intervencao indebita e at indecente as
eleifoes, comprovada com cartas do punho do pre-
sidente.
Estes fados nao foram contestados. E, pois, eu
peco a S. Exc. que ao menos pelo esbanjamento
dos dinheiros pblicos e pela violencia feita a li-
berdade individual, mande responsabilizar a quem
fr de direito.
Um Sr. Deputado :Mas V. Exc. tem votado
contra esta responsabilidde.
(Ha mais apartes.)
tao eons'Menclosamente liberal como V. Etc.
O Sr. C. Orroxi :E o Sr. Jaqoarlbe tambem
era liberal ? Jolga-se das inslruccde* qoe levou o
presidente pelos seos proeedimeatos. At 30 de
levereiro anido ao Sr. Jagaaribe, apoiando se no
seu partido, guerreado pelos llberae*; depois, por
causa de nm nome na lista sxtupla para senado-
res, brigaao com a parcialidade do Sr. JaguariM,
transigiodo com os liberaos. O qae ludo isto se-
no aoarchia poltica, Qlba das instruc^oes dadas
ao presidente ?
E observe a cmara: do 1 districto, que rodea
a capital, e convenio de 20 de tevereira consegnio
regularizar a eleicao secundaria; mas no t e 38,
afastados algumas dezenas da leguas, as novas er-
aras em tempo tao eseasso nao prodaziram todos
us seas effeitos, e d'ahi tanla desorden), e aqal
(anta difSealdade na veriQca(o de poderes. Tal
foi o resallado de fazer-se a eleicao .primaria sob
os auspicios do Sr. Jagaaribe, e as secaodarias era
guerra eom elle.
O Sr Josk Avelino :Nonca a provincia estove
entregue ao Sr. Jagoaribej V. Exc. nada sabe
disto.
O Sr. Presidente :Devo observar ao nobre
deputado que nao esi em discosso a administra-
cao do Cetra.
O Sr C. Ottoni :Pardeo, Sr. presidente. Pen-
sei que Halando as interpellacSes da nomeacao io
presidente das Alagas, me seria licito indagar
qual sera a cOr desse presidente.
O Sr. Correa de rito :A cor do ministerio.
O Sr C. Ottoni :De cario pelas nomeacSes
anteriores nlnguem pode s-ber qual essa cor ;
mas voa desenvolver o qne disse, accrescentare
smenle qae as vivas reelamaedas da um nobre
deputado pelo Cear me fazem sappr que nao fui
bem comprehendido; ea nao.disent as eleicoes
d'aquella provincia, e muito menos puz em duvi-
da a legtimldade de diplomas que a cmara ap-
provoo.
O que smente sustentei foi que a anarebia da
poltica d'aqaella provincia foi a cansa de taas
duvidas e desordens no 2. e 3.* districtos, pelo
que deram muito mais trabalho que o i para se
apararem os verdadeiros eleitos.
Sapprimirei oatras observacss anlogas, era
attenco s repetidas advertencias do Sr. presiden-
te, e coaclairei.
Talvez, senbores, todas as Incoherencias nas-
cem do peccado original do ministerio : talvez se-
jaro conseqoencia de sua anmala organisacao a
desordena das ideas, o eahos poltico, a pifitiea
geographica, os presidentes furta-edres, a dlstr-
baigio das provincias entre interesses diversos e
oppostu", que estao om ebaligo no sea prjprio
mioisieno.
E assira sendo, nao larei raais d) qae pedir um
momento de seria reflexio sobre estas desordens
ao velho liberal que oceupa a pasta do Imperio ; a
coasciencia de S. Exc. decidir se pode responder
a seus correligionarios pelos sentimentos polticos
do gabinete a que se assacioa.
Nada mais direl. (Muito bem.)
O Sr. Aristides Lcbo faz algumas considera-
coas.
O S. Martihuj Campos :Vanho tribuna. Sr.
presidenta, um |pouco tarde, pois que nao tenho a
fortuna de ser onvido pelo nobre ministro db im-
perio.
O Sr. Ministro da Agricultura :S. Exc. ret-
roa-se por se aehar Incommodado.
O SrJKartinho Campos :Bem ; roas era espe-
cialmente a S. Exc. que desejava dirlgir-me.
O Sr. Ministro da Justiqa :Porm nos esta-
mos presemes, a mesma coosa.
O Sr. Martinho Campo3 :Para mm nao a
mesma cousa ; VV. Excs. merecem-me rauila at
tencao, mas eu tenho a respeito do nobre ministro
do imperio razo especial para, apezar da separa-
do actual, ter aiada mais conau; i asile do que
m qualqaer oatro ministro, mesmo do qae em V.
Exc. e no nobre ministro da marraba, que tam-
ben! sao liberaes.
O Sr. Ministro da Justiqa : Pelo contrario, ha
mais liberdade da parte de V. Exc. para ceosu
rar.
O Sr. Martinho Campos :A quem ; a elle?
O Sr. Ministro da Justiqa :A nos.
O Sr. Martinho Campos :Arada qne baja nao
poucos motivos, nao tenho sufflciente liberdade
para,censnrar o nobre ministro do imperio; e de-
posito mais cjorianca em S. Exc. da que em V.
Exc. e no nobre ministro da marinba, especial-
mente para a qaesto qae me traz tribuna.
A cmara comprebende que nao voa occapar-
me com os negocios das AHagas; podem VV.
Ees. ficar tranquillos. (Dirigindo-se aos nobres de-
putados das Alagis. Hilaridade.)
O Sr. Ministro da Justica :Pois q que est
em discnsse.
O Sr. Martinho Campos : Ha alguma cousa
mais em discusso; ea mostrare! ao nobre minis-
tro.
Sr. presidente, na expsito d) honrado autor
da interpellacao nao vi novidade nenbuma ; vi o
qae os relatnos dos comits de vancago dos
poderes mostraran) em quasi todas as eleicoas do
Imperio. (Apoiados.)
O que nos disse hoje o nobre deputado das Ala-
gas foi o mesmo que aqu nos mostrou o nobre
presidenta do Amazonas, primeiro l no Aaazo-
0 Sr. C. Ottoni :Nao ba no mea procedimen- aas as soas obras, e depois aqui as saas pala
to a contradicho que notara, e de que V. Eac., Sr. W (ap'oiades); a mesma ibeoria constitucional
presidente, me permittir defender-me em poucas
palavras.
Da eleico da Babia, a cmara aonuilou a de
Nazareth, por simulada; ora, flcou averiguado pe-
rante a commisso, e confessado por gregos e
trvanos que o chefe de polica, sob o pretexto de
evitar des jrdens concillara os cheles das dua- par'
cialidades, aconselbaodo-lbes a simulacro das ac-
tas e disperso do povo ; e entretanto.esse mesmo
chefe parlicipou ao presidente qae a eleicao se Q-
zera regularmente.
OSr. Dantas :Nao apoiado.
O Sr. C. Ottoni:Os membros da commissSo
podem dizer ao nobre ministro se o que acabo
de affirmar ou nao exacto. O procedimento do
chefe de pollcfa da Bifaia foi duplamente crimi-
noso.
O Sr. Dantas :A parle que o chefe de policia
tomou foi toda consiliadora e paciQca, o que deu
em resultado e.vitar desordens e o derramaraent) de
sangne.
O Se. Barbosa de Oliveira :A responsabilisa-
qo seria urna iniquidade.
O Sr. C. Orre :-0s tactos que citei foram
averiguados perante a comaissao, cajos membros
presentes eslie calados, e nao se onem aos nobres
depatados para contestar-me. Entretanto a cma-
ra nio quiz que fosse processada a auioridade,
nem oatras culpadas de grandes tropelas eleito-
raes. Flcou portanto estabelecida a amnista para
todos os abasos eleitoraes; e por isso qoanio se la
mandar abrir processos. por outros abusas anlo-
gos, se que o erara, eu reclamei pedindo ao me-
nos a igualdade da imptnidade. Mas eoto trata-
va-se de eleicSes, e agora de cidajos arrancados
violentamente- de suas casas, e mandado; presos
para a corte a pretexto de recrutamento. O aso
diverso. _
Por ultime Lrei laves observares sobre no-
meago do presidente pira 'a provincia das Ala-
goas. "
Dlz-se que se o 1 vice presidente orneado nio
ae der pressa em temar posse, a esta,, bora est
a provincia entregue ao chefe dos coneervado-
re, o qae ea "perganto ft ser agradavel Urtninis-
A ama pergnnta analoga.sobre o vlce-presidente
Rio da Janeiro nao se dea resposl, e o mais
que ento foi invocado smente o tstemunbo do
Sr. ministro da raarinha, qoando se devera tnvocar
o do Sr. ministro do iperio principtlmsnte. Foi
S. Bxc. presidente de Minas quero representoo
A provincia das Alagoai pelo que Temos mere-'
ca um presidente definitivo ; nm daquelles pas-
tos qae seriara muito bem cabidas da parte de oa
ministerio que quizesse e pudesse cortar pequeas
difficnldades parlamentaras.
Ea sel que no systema parlamentar, tal qual se
pratica no Brasil, difflcll organisar ministerios,
porque difflcil contentar a todas as provincias,
contentando a dputacio da cada ama. V. Exe.
o sabe pelo qo* e um passado as ultimas orga-
nisacoes de gabinete, e o publico anda melbor o
sabe. No mesmo caso esta' a questo das presi-
dencia?, cuja nomeaco questao de gabinete
para os ministerios e ocoasiio para grandes apu-
ros.
Uma Voz : Isto perfeitamente cabido nesta
discosso.
O Sr. Martinho Campos : Muito cabido.
O oobre ministro tem difflaaldade em achar pre-
sidente que contenten) a todos os grupo dos seu
amigos as provincias V Exc. com a babilidade
que tem, sendo um varo to conspicuo como e
j foi qoalificado no senado...
(Ha alguns aparta.)
Coofesso a V. Exe. qae entre algumas das pra-
licas da no&sa admnlslraco nesta qnadra da pro
gressismo, cesarismo, oa como a quiaerem cha-
mar. .-..
Sr. Ministro da Justiqa : Nesta quadra de
liberdade.
O Sa. Martinho Campos : Pjr ora s temos
a liberdada da imprensa e da tribuna para os pou-
cos que escapara a' polica eieitoral. Dlzia ea, que
nesta quadra, eom a babilidade de nm varo to
conspicuo como o nobre deputado qae ora preside
aos nossos trabaibos, nao se-la difflcil conseguir
dos nobres miuistrcs ama nomeaci de presidenta
para a provincia das Alagoas.
I-lo era conveniente a' vista do que oavimos em
relaco adminisiracio daquella provincia, Unto
mais qnanio (peco ao nobre deputado por aquella
provincia licenga para fazer ama uaica observa-
Qio ; o presidente que sabio dalli (inha tambem,
ba poneos annos, sabido da de Goyaz de um moda
singular.
Uro ministerio conservador, que nos liberaes cha-
mamos mraisierlj de calabrote e espada, julgou
indispensavel demitto-lo, e ao mesmo tempo enviar
uma mlsso extraordinaria,nao segaittdo o sys
do nobre ministro de estrangeiros, encarregado
s da reparar os males e desastres da administra-
cao precedente, como de syndfcar do procedimento
deste presidente.
Nos qne temos um ministerio iiberalissimo, de-
vamos ver em pratica esse bora principio, usado
al no tempo de el ral nosso senbor. No flm do
governo de cada um dos seus governadores* e ca-
pules generaes, o saccessor qae vioha para o
Brasil syodicava da adralnistracia que findava.
Era orna boa pratica I Os nobres ministros nao
s nao querem dar grande importancia aos pro-
cessos verdadelros que nos pareceres de verifleago
de poderes se acham contra os seus procnsules
eleitoraes, como nos raros casos em qae deram de
mlssoes a alguas deses pro consales, levaram a
complacencia ao ponto de declararen) que as con-
cediam a pedio ; isto nao davam-Ihes o carc-
ter qae deviam ter de demissdas por bam do ser-
vido publico, e como condemnaco dos desmandos
pralicados.
Os nobres ministros seriara mais liberaes mi-
lando o altirao ministerio conservador qae tivemos,
o qual apenas coaheceu os fados violentos e alien-
tan s pratica los por um presidente da provincia
de Maio-Grosso, mandn lavrar a demisso imme-
diatamente. Foi o qae vimos nesta cmara por
parte de um ministerio conservador vermelbo.
Com par a-se, Sr. presidente, este procedimento eom
o dos nobres ministros que se os primeiros a des-
virtuaren os seus actos que porvenlura merece-
ran) elogios, se laes aclos fossem complatos, se
demissSes que importavam puniQo.nao perdessem
o seu valor pela declaraQo que mencione!.
Delxam a provincia das Alagoas entregue a
um viee-presidenie'que se presume nao ter a
mesma (orea moral que deve ter um presidente
bam'escolhido.
Uma Voz :E se o Horneado fr entregue aos
ebefes dos conservadores aUi?
u Sr. Matinho Cauipos : Na quadra actual
nao seiia isto grande desgrana : bora que os pro-
gressistas soffram tambem o que nos liberaes temos
experimentado.
J se v o motivo que me tronce a' tribuna.
Desejaria que V. Exc. e os nobres ministros de-
clarassera a razio por que se consersa. m u*~t
uiJuja & nresidanm *- Aiagoas. Fot ama per-
gunta po-itlva da interpellagio que se acha so-
bre a mesa, a' qual nao ouvl resposta, satisfac-
toria ao menos, da parte do nobre ministro do im-
perio.
O Sr. Aristides Lobo : Mas o iaterpellante se
satisfez.
U Sr. Martinho Campos : Nao tem razao se
assim foi; quanto a mim me nio sadsfaz.
O Sr. Aristides Lobo : Mas elle o Inter-
pellante.
O Sr. Mautiniio Campos :Sinto que o nobre
ministro do imperio seretirasse por iocommodado.
Desejava aluda ouvir a S. Exc, porgue a sua res-
posta teria para mim maior valor; S. Exc pela
sua idade e poslco inspira me mais conanca do
que qualqaer outro dos nobres ministres, porque
ereio que os seus actos bao de ser iodos pautados
por uma certa norma, qua nao ba da ser aquella
que autorisa o Sr. presidente do conselho a s e*-
perar da inerte dos senadores o auxilio necessano
para que o paz obtenha certas reformas de que
necessla.
Estou certo que o nobre presidente do conseibo
nao tem razas uesla desejo que nao de ebristo,
e anda meaos de cathalieo.
O Sr. Presidente :V. Exc. ha de concordar
comigo qne esta parte do seu discurso nada tem
com o objecio da discusso.
U Sr. Martinho Campos : Eotendo que tem,
mas farei a voniade de V. Exc.
Espero que o nobre ministro do imperio dar
exemplos ao Sr. presidente d j conselho e aos seus
eollegas, para que facam ao paiz todo bem que ca-
be em sua alQada e nao esperem pel soccorro da
morte para dar ao paiz as reformas liberaes ou
ultra-liberaes que nos proroeltem. randes refor-
mas na administrago do Imperio pdem fazer-se
que s dependem da vontade do nobre ministro.
No caso presente muito podara realisar, Hornean-
do melbores presidentes, dando mais importancia
a fados como aquellos que foram trazldos boje ao
Conhecimento da cmara. E o meio principal de
remediar ludo o que boje onvlmos. Os nobres de-
patados pela provincia das Alagoas, como y. Exc.
mlaisteriaes, ignorara as mos de qaem para
hojea admlnistraQo daqaella provincia (noapoia
Uos), se as mos de um liberal, se oas mos de
am grogressista, so uas de om conservador I.
. (II i um aparte.)
Eu ouv dizer isso mesmo ; mas diz se que hoa-
"ve esquecimenlo na remessa pelo primeiro vapor
fque parti. Quero nos diz se nao havera' oatro es-
quecimento igual ? <-
. Uma Voz :A carta da nameagao ja' foLassig-
nada.
- Sr. presidente, eu crelo que esta ultima parte do
meu discurso ha de ter agradado a V Exc. Se
.consegu agradar a V. Exs, claro qae nao me
apartei da ordem, e s rogo a Deus que V. Exc.
"seja mais feliz do qae s do Rio de Janeiro e Mi-
nas, quinto a presidentes, e se nao fr, Bao ser
grande desgraca, nem grande injusliga, porque
ple ser que V. Exc, sofrendo por la o mesmo
qua nos temos soflrido por aqai, nos vanha ajudar
para ver se akaocaraos que as nomeagoes de
presidentes e vicepresidentes baja mais garan-
tas ; e ea, Sr. presidente, nio me esqueco das
ojioioes do independente Sr. viscooda de Iiabora-
by ; ainla em 18)3 dizia elle que era necessario
coarelar ao governo o arbitrio inteiro na nomeago
das ipuncoes pelas obras, e oulra eousa nao me
Hcito.
Vobs : Muito bem I
O 6b.. Marnmho Campos : -.Mas nao queraoc-
copar-Bie eom os negocios das Alagoas; porra um
dos quasitos faltos encerrauma questo de alU po-
ltica e demasiada importancia para qoe fosse to
pene considerada por mea Rastre mestre e amigo
o r. ministro do imperio ; essa queslo a Interi-
Wdade-oa adralnistracio da provincia das Aiaonasi
de qap o direito de eleger compete ao povo e aos
eJitorH, mas debaixo da direccSo dos presidentes
e vdo mjjiisterio.
" K1^?' k*PTAD0 : Como no Parj.. -
O BIT. Mastinhj Campos :E multo melhr do
qae eprparte algoma cm diversas prtochlas e dis-
trictos de Miuas-Geraes, da miaba, -boa provincia,
qua teve muito qae ver e aprenden na ultima elei-
Q30. .
' Uma Voz :Tambem?
' O Sr? Martinho Campos : Tambem a estatua
da lei, segundo a pbrase elegante e garbosa do
nobre expresideoie do Para, fel boberta all como
m t ida a parte.
O Sr. Leao Velloso : Nao apoiado; nao
minba.- K
O Sk. Martinho Campos : O nobr deputado
nao tem razo "de recasar uma das phrases mais
eleqartes e garbosas qne o eatylo offlcial moderno
inventen. i
Um Sr. Depctado : Nao seria antes a estatua
sem veo?
O Sr. Martikho Campos : -- Nao o mostroa,
leve a "coberta de nm veo espessisslmo; en- Jnlgofdos presidentes, e quanto aos vica-presideates que-
ra que fossem electivos, nao repellado a mesma
opioio quanto aos presidentes, quera um meio
(Ha diversos apartes.) -
O nobre depuudo das Alagoas nio poda dizer
qne tinba exigido do ovarao a.aomeagio deste oa
daquelle individno. O governo costuma eostu-
maro todos o governos sensatos pedir aormaees
sobre a idoneidade de pestots para o desempenbo
dos cargas qne tem de prover oa* provincias, por-
qne o goveroo reaidindo na corte a alguem se ba-
ria dirigir pira obter fnforoaees sobre a idonel-
dade de individuos qae tenham de exercer func-
Qes publicas as Alagoas, e am nraguem deposita
mais confianca do qae nos representante daquella
provincia ; mas este fado nio quer dizer que o go-
verno nao teoba plena liberdade de discordar des-
teas informacoes.
Sr. presidente, o. nobre depntado fez carga ao
goveroo da baver demorado demasiadamente a no-
meago do presidente das Alagoat. Ss o nobre de
putadotivesse tido o trabalho de consolur as datas
vera que nao na razio para tal reparo, porque ba
pooco mais de um mez, se Unto, qae foi concedida
a exoDeragao que pedio o presidente das Alagoas,
o Sr. Aleocaetre, portanto nao demasiada a de-
mora.
Depois o nobre depotado deve saber qae ordi-
nanjaraente a mxima parte dos presidentes sao ti-
rados do co po teglslalivo, e estando este reunido,
ba maior difOculdade na escolba de um presidente
para uma profuicia imprtame como a das Ala-
goas.
Mss pode Ser acensado o governo por ter deixa-
do correr a' revelia 03 legtimos interesses das Ala-
goas ?
Parece-me qae nao. Logo que chegaram a' esta
corte as queixas da materia da mesma provioeia,
o governo iratoa com a maior presteza de ai-
tender a estes reclamos, qae eram fundados em
jusliQa.
O governo exmiaando as eommunicacoes offl-
ciaes ebegou a coovencer--e qae o primeiro vice-
presidente traba feito nma Inversao, qae tlnha qae-
rido fazer ama verdadeira razia na pulida da pro-
vincia, e o goveroo nao aceiundo as (uteis razos
dadas por esse administrador, demittio o e tratra
de nomear nm presidente idneo ; e aoode foi es-
elher esse vicepresidente t
Entre os altes funecionarios das Alagoas, foi
acocorar um bomem que todos us representantes
daa Alagoas Julgam digno de exercer a vice presi-
dencia, e neste ponto crelo que temos a opiniao do
obre depotado por aquella provincia em opposi-
(ao ao governo...
O Sk. Tavahes Bastos da' um apirte.
O Sr. Ministro da Justiqa : Sa o nobre depu-
tado entende qua deve conservar silencio a este
respailo, conserve-o, nao foi miaha intencao forjar
o nobre deputado a facer ama declaragao. Eu con-
tido. A escolba to acertada que todos os depu-
tados da provincia inclusive um opposiclonista de
clarado a approvarara ; logo o que se evidencia
d'aqui que o governo procedeu com teda a pru-
dencia, e quando eu esperava que o nobre depuia-
do viesse descortinar na rapidez do governo aigum
tensamente poltico reservado, q ando vejo o
governo aggredido oaqoillo em que elle perfeita-
mente iuvulneravel, como seria na outra hypotbe
se, mas mm em que talvez o nobre deputado o
podesse argir com mais alguma apparencla de
jusliQa. Declaro a' cmara qua a nomeago do no
vo presidente das Alagoas nao se fara' esperar por
mullo tempo. (Muiiobera.)
Nraguem mais pedindo a palavra, tica a diseu<-
h encerrada.
Dada a ordem do da, levntenle a sesso as 4
borasda tarde.
i i i!
SESSAO EM 26 DE JLHO DE 1867.
PRESIDENCIA DO SR. SILVgIRA DE S0UZA (VICB PRK
SI0ENTE.)
As II e3|4 feita a chamada veridea-sa haver nu-
mero sufflciente, brese a sesso, sendo lida o ap-
provada a acta da anterior.
O Sr. Io Secretario d conta do seguiute
EXPEDIENTE.
Um offlcio do ministerio da agricultura, commer-
ci e obras publicas, transmutando, em additamen-
to, as copias dos pareceres relativos ao prolonga-
ment da estrada de ferro de Pemambuco ao cen-
tro da cidade do Recife. A quem fez a requi-
sigao.
Um requerimento de Marciano Marqaes dos San-
tos, commissario de 3a classe do corpe de fazenda
da armada nacional, pedindo uma pensao.A' com-
misso de pensSes e ordenados.
Lm-: joiam-se objectos de dellberago, e
vao a imprimir para entrar aa ordem dos traba-
ibos, os projectos segnlntes :
a A Assembl geral resolve :
Art. l. Fica o governo autorisad) para con-
ceder mais um anuo de llcanga, com lodos os seus
vencimenlos, ao segundo offlcial da secretaria de
agricultura, o bacharel Leopoldo Henrique Cas-
trioto.
Art. 2. Ficam revogadas as dlsposigoes ero
contrario.
c Sala das commisses, em 26 de jnlbo de 1867.
Candido J. Rodrigaes Torres Filno.J. Teixeira.
Araujo Moreira.
i A assembla geral resolve :
Art. Io Fica o governo autorisado para con
ceder um anno de licenga com todos os seus ven-
cimenlos a Mariano Jos Cuperlmo do Amaral,
am de tratar de sua saude onde Ibe convier.
Art. 2. Ficam revogadas as disposiges ero
contrario.
t Sala das commssas, em 26 de jalho de 1837.
Candido Torres Filbo.Joao Teixeira.Araojo
Moreira.
A assembla geral reselve :
Artigo nnico. Fica o governo autorisado;a con
ceder a Joo Jos Fagnndes de Rezeude e Silva o
privilegio por nvente annos para a exploragio de
ouro, prata e oulros mioeraes que possam existir
no rio Cayapa e seus afflaenles at as aguas do
Rio-Claro, comprebeudeado a concesso a zona de
seis legaas, a partir da cachoelra denominada Ma-
chadinho. -
Sala das commissas da cmara dos deputa-
des, 25 de julho de 1867.Ambrosio Machado.
Bario de Prados.Moraes Costa.
A assembla geral resolve :
t Artigo unioo. E' permittido a irmandade do
saotissimo Sacramento da capitel da provioeia da
Parabyba do Norte possulp- al 10:000* em bens
de raz; revogadas as disposiges em contrario.
Sala das sessSes, 25 de junho de 1S67.Mei-
ra de Vasconcellos.-Toscano de Brito. Correa
das Neves.
A assembla geral resolve :
Art. 1.* Fica approvada a pensao annual de
40UJOOO concedida por decreto de 6 de seiembro
de l66a Honorina Matbildes de Oliveira, nina
do finado conselbeiro de estado Candido Bapusta
de Oliveira ; devendo esta pensao ser pag da da-
te do mesmo decreto.
Art. 2. Ravogam se as disposicoes em con-
trario.
< Sala das commissSas, em 26 da jalho de 1867.
Pinte de Figuoiredo.Tiberio Moocorvo.
Depois de uma queslo de ordem entre os Srs.
Feicio dos Sanios, ministro da marluba, C. Ottoni
e Sooza Carvalho, passa-e < _
PRIUEIR APARTE DA ORDEM DO DA.
Eutra ero discusso, e approvado sera debate,
o parecer da primeira commisso de poderes sobre
a eleigao primaria da freguezia de Mossa Senbora
de Nazareth da\nla do Riacbo, periencentel ao 2
districto da provincia do Maranho.
Coollna a discusso do art 2 da propota do
goveroo que tixa as torgas de ierra para o anno
fiuaocero de 18681869.
Fazem considerages os Srs. Jos Bonifacio
ministro da goerra, depois do que o Sr. presidente
declara adiada a discusso pela hora.
SEU.NDA PARTE DA OROBM DO DA.
Crdito supplementar ao ministerio da fazenda.
Entra em 3* discusso a proposla do governo
sobre crditos.
O Sr Paulino di Souza dfx-qaecumprlndo om
dever qae se tornoa imperioso desde que se in-
.... Smuh alba nauta
Stetla refUitit ,
Dffluil saxit agUatut humor
Conctdunt vmti, fugiuntque nubet
El minix..........ftnto
Unia recumbit,
A tempestade qae o orador, tomando as coasas
ao serio jolgara imminente, nio passava de mero
jgo de seena.Os borisontes eslo claros e o ora-
dor, respondendo boje ao nobre ministro, vai na-
vegar em mar de rosas.
! fosse a premp
1 pois ie ukim
ret,
stragao da provincia das Alagoas:
anobre ministro do imperio nao dea a este ottesito
a importaocia qne elle merece. ]V
O toctos resalados sao graves, a Inieriaidade
das admnisirigoes das provincias tem sem duvida
muita importancia; notavelmente no tempe da dic-
tadura, mas oes condignas em qae foi aqai des-
crlpta a provincia das Alagoas, a interinidada to-
ma muito maior importancia, e permltum os no-
bres ministros prsenles que nao possa delxar de
esiranhar qne o nobre ministro do Imperio nao
dsse a este qoesito maior consideragao ; porque
S. Exc, eolre os liberaes, tdm sido sempre nm
daquelles poucos qu tm podido ser ministro sem
Or ffador. -
RSctmbeco qae a epiniio e o carecter do meu
oobre amigo o obrigaram a lar em mais conside-
ragao a Interinidade da presidencia da provincia
das 'Alagoas.
termo entre ama e outra idea, como uma proposla cu rabio de receber oSr. presidente do conselho na
de lisia pela assembla provincial, ele. etc. I entrada deste debate, lia mais tempo teria voltado
Se, pois, V. Exc, repito, tlver algum desastre; a discosso, sa am incommodo de seode, tolhendo-
pelas Alagoas, com a nomeago do novo presiden-. ibe por alguns das cuso da vez,*nao houvasse ve-
te, eu. estou prompto a prestarlha 0 meu apoio, dado ao orador o aec-sso da tribuna.
para, reunidos, vermos se obtemos alguma prov- OSr. presidente dj) conseibo, para responder-
dencia tegishmva para alcangarraoso governo do: ihe, apresentotttse munido de" consnltas reserva-
paiz pela proprio paiz, e nacionalisarmos o.gover-.- das do conselho de estado, de mappas do thesonro.
no das provincias, como ja consegoitam a Italia e de opsculos de empregados da sua repartigio,
a Hungra. Arrecear-se-bla de lautas nuvens que S. Exc.
OSr. Martim Francisco (ministro da |astlga) :; eondensava, esperara o ralo que deva fulmina-lo
Chamado a' tribuna pelo- nobre deparado por em pena da odiadla de ter-se opposto brilhanle
Minas para dar alguraa explicago, nio era relago eogeobosa concepoao do pSpel-rooeda, ss nio es
dr ainda rcenle e sempre pungente da um li-
Iho, tem o direito, diz mal, o seu mais rigoroso
dever exigir que as discussas pessoaes, no3
pontos mmmos do dbala delxe o nobre presiden-
te do conseibo em desnuco as cinzas ainda queo-
les de ura tnmem emiaeale que j pertence his-
toria do paiz. (Muito bem, muito bem t )
(O orador conserva-se silencioso por alguns mo-
mentos, dominado pela mais viva emogo.)
Dascolpe a cmara a eraogao de que se acha
dominado, mas ba sentimentos to ntimos e pro-
fundo que, uma vez despertados, a alma inleira
se confrange e a voz que parte do coragao vera
ter aos labios. (Muito bem, muito bem.)
Precisava, porem, dizer estas palavras para evi-
tar momentos mu penosos, e se as disse foi em
nome do mais respeilavel de todos os sentimentos.
(Apoiados.)
Volteado ao supposto assentimento do Sr. vis-
conde de Itaborahy, diz o orador qae val usar
dos seus reservados, assira como o Sr. ministro
usou dos que tinha. E' nm meio a que o obriga
a necessidade da defesa.
Alguns das antes de sna partida para Europa
acbouseo Sr. visconde d? liaborahy em casa do
orador, estando all reuaidos diversos cidados
notaveis pela sua posigao social, seus amigos poli
ticos.
Acbando-se todos aeoordes no pensamenlo que,
sendo de todos, foi enounciado pelo orador, por
tar-se primeiro manifestado, pensamento a que ba
de ser Sel fazer resoluta opposigo ao gabinete
em nome dos principios eonstitoclunaes, mas nao
crear embaragos ao governo do paiz no que se
refere guerra e ao estado flnaoceiro, pontos es-
tes em qne estimar prestar todo o concurso
(apoiados da opposigo conservadora)...
O Sr. Martinho Campos:-.Nao acbo isso logho.
(Risadas).
O Sr. Pe reir da Silva:E eu entendo que
muito lgico.
O Sa. Paulino de Souza accresceata que, lor-
nando-se mais especial a conversagq sobre o es-
tado financeiro do paiz, ponderon o Sr. visconde
de liaborahy que o governo, para obviar as diffl-
caldades do ihesouro, ver se hia na necessidade
de langar mo de vanos meios, entre os ques
enumerou, se o orador bem se records, a alga do
juro das letras do thesonro alira de interessar os
possuidores na conservagio das qaantlas all de-
positadas, a dlminuigo do prego das apoKces, o
levautamento de emprestimo estrangelro, logo que
o governo achasse condiges acelaveis alem de
ouiras operages qu as circurastancias indicas-
sera. lf
Coro escrpulo que o caracterisa, ponderon o
oobre visconde qae, no exame de tees operages
feitas pelo governo, devoramos lavar em conla es
apuros em que esta se pudesse achar, certo como
qae em occasies aperladas as condignas dos
emprestlmos nao sao s mais das vezes as dos
tempos normaes.
Fallando->e no papel-icoeda, pelo qual ja' ento
se dira que o Sr. presidente do conselho tinha
manifeata inclinago, observou o Sr. visconde de
liaborahy que a emisso do papel-moeda em gran-
de escala seria mais fatal as flnaugas do Brasil do
que uma segunda guerra do Paraguay.
O Sr. C. Torres :Foram as soas texluaes pa-
lavras.
O Sr. Paulino de Souza : S em um caso
dlsse alli o Sr. liaborahy, serta permittido ao go-
do^papel utido. Jogo da-
i parte ?i va ente ailad* pelos
SI2 9n|l a Canha Candf Torres que di-
STiSblm "*? **""ttmso ao
nkPe"rde rer o tosiemonbo honrado dos seas
noDres eollegas, o orador val soccorrer-se as pala-
i,0 ,ubor*hj oUima vez que falln no
tfmh J \aTall P"mento da le de 12 de
SflaJ,f .qoe prev.leceram as ideas
Nio pense a cmara que o orador redarf oir o "ssa lei rTq^e ^JlT^V^Zl S
nobre presidente do conseibo nos Wnw de qae cohibir a emtsso efttiVa do Banc doTa.ll
este servlo-se para retorqalr-lbe. Nao : o orador, promover a retirada gradual do sSn nael inoon"
que condemna o toro spero e a lnguagem desa- -
brida de S. Exe. nao pode seguir o sea exeraplo.
Ha de tratar o sea iliustre adversan o cora* a
mesma e amiga cortezia.
Desde a tenra idade ensinaram-lbe qaaes as
obrigagois do cavalbeiro e orador sabe bem que
a polidez ora dos primeiros deveres da tribuna
parlamentar. (Apoiados)
A moderagao e a gravidade de suas palavras,
se nao servirem de exeraplo a S. Etc., daro ao
orador o direito de dizer-lbe : a qaalidade em
que aqai vindes a de um fraccionario da pri-
meira gerarebia, verdade, mas responsavel, qae
nos vem dar satlsfago de seos actos (apoiados),
qoe nos vera dizer como tem o governo dirigido,
corno pretende dirigir os deslios da nago, qae
ni representamos e que nos consfitdlo fiscaes de
vosso procedimento. (Apoiados, muito bam I )
O principal argumento invocado pelo nobre mi-
nistro em favor da propoata o nome illusire do
nosso visconde de liaborahy, aqoJ apreseniado
como tendo dado o seu assentimento a esta medi-
da do governo.
Contra este enunciado do Sr. presidente do con-
selho protesiam os principios qua em sua vida in-
leira tora snstentado esse distlncto cidado ; pro-
testara ainda raais todos os actos da sua longo,
honrosa e fecunda carreira.
Ha das disse em aparte o orador que, se esti-
vesse no paiz o honrado visconde, estara elle a
frente dos que combatem a plaoejada emendago
do papel-moeda.
Assaz o demonstrara o sea procedimento, e as
suas palavras oo senado ainda o anno passado.
O orador pede desculpa de insistir neste ponto ;
mais o accordo que se tem achado nestas mate-
rias, com aquello eminente estadista garanta de
andar aellas acertado, e, demais, a approvago
qoe tem merecido do nobre visconde em todos os
seas aclos uma das anmagdes qua tem encon-
trado na vida publica, ammago que tanto mais
presa hoja qoaado Ihe falta a daquelle que foi o
seu primeiro e verdadeiro mestre, daquelle ( cora-
movido), a quem, depois de Deus, mais tem ama-
do, cuja perda irreparavel motivo de uma dr
constante ; cuja memoria objecto de sua adora-
gao de lodos os instantes. (Muilo bem, muito bem.)
Visto que locou em sentimentos pessoaes seus,
dir, pois precisa dizer, sobre esta pouto algumas
palavras ao Sr. presdante do conselho.
S. Exe. recordou ao orador qae tem elle o no-
me iliustre de ara varo que consnmiu a vida no
servigo do paiz. Jamis, por actos seus, autorison
quem quer qae sejaa duvidar de que nao coro
prebenda a responsabilidde de to preciosa be-
ranga. (Mallos apoiados.)
Se a natareza, meos prodiga para cora o ora-
dor (ao apoiados), nao Ibe quiz coaceder os do-
tes necessarios para dar a esse nome novo lustre
realce...(ao apoiados.)
Um Sr. Deputado:O Sr. visconde Jo Uraguay
ao poda ter mais digno berdeiro. (Apoiados.)
O Sr. Paulino de Sousa: -.. .tomando por mo-.
dlo em toda a sua vida as virtudes que recorda
esse nome (com voz commovida), espera em Deas
manl-!o na aliara do respeito qua ba sempre at
hoja merecido. (Muito bem. muito bem.)
O nobre presidente do coaselbo que em varias
partes de sua resposta tora com o orador to des-
abrido, em uma parte foi cruel, talvez involunta-
riamente.
Em nm ponto da discusso que a S. Exc. ap-
prouve qualiQcar menos elevado o pessoal, julgan
do-se sem razo offeadido, sem razo porque o
orador satisfactoriamente ba de explica-lo, veto
oppor a um Qlbo, que anda traja o lato, o valto
venerando de seu pai.
Se sa tratasse de offensa direcla, a repulsa do
orador serla formal ; g ua irnu a douiroas
oa ?irla defende-los, cumprindo o seu primeiro, o
mais grato de seus deveres.
Sem coBler injurias, asallusis a fados pes-
soaes e pequennes de antigs discusses, trazidos
em resposl ao orador, cbocara-o, no mais intimo
do coragao e embaragam-o, pois sobre elles nao
pode instituir debate sem rebanar a memoria
daqaelle a quem mais tem respeitado. Continuan-
do, o Sr. presidente do conselho terminara' por
Ibe impor silencio.
Nao se aloagara neste ponto to delicado, dizen-
do smente que tem o direito de esperar que nos
debalas era que se encontrar cora o Sr. presidente
do conseibo, nao passem as aiiuses alem da pes-
soa do orador ; lem o direito de esperar rospeiio
s consideraces geraes por elle feitas e que nao *'esse tranquillo pela coosetencia de serem incen- verno recorrer em pequea escala a esse expedien
- te anormal e condemnavel, s na immloencla de
nm mal maior, quando ao thesonro sem ter em
caixa uma moeda se apresentasse uma letra venci-
da ; sd neste caso, no caso de honra para o estado,
no caso &b se ter de escolher enire a bancarota e
o papel-moeda, poderla ser licita a em'ssao de pa-
pel mbeda, para eviiar a alquilagao do crdito do
estado, para abrigar de contingencias temerosas a
ordem publica e as insliiutees. Isto mesmo con-
ceda o Sr. visconde de liaboraby coro a clausula
de ser a emisso restricta ao valor de titulo venci-
se prendera mmediatemente materia do "debate,, tesiaveis os dados de qoe se servir, pela certeza
mas em relaco a ura" facta sobre o qual o nobre e ter Invocado os-verdadelros principios Iheori-
daputade por Minas inhrpeHou o gowrno, de pag- 'eos e pratieos da sojeocia economtea. t
gem direl, qne o conseibo que o nobre depotado d felizmente procella que lazla temer o cenho
ao gabinete para qae, pondo de parte a diviso dos. arrogado coqi-que S. Ec. eotrou no debate, de
poderes, '-
va mente
p
nm dos principios cateaeI"da'noHa cdnsjilnigo adiantava no debate foi levantando o cariz dos
qoe decreten a diviso da poderes. A nomeago dos tempos llmparam-sa aliual da lodo os horizontes,
agentes "e delegados do poder execlivo ho'pde aconleceu o que diiem os Mo versos do poeta
perteneer seoSo a est poder. -latino:
raderes, coofuodindo attrlbuigoes qe sao privati- clarando falsos os dados e a/gumenios do orador,
'mente do executivo com as do legislativo, nao cedo dissipou-Sc.
rale ser acetto a no ser -que ponhamos de parte.. A medida qne o Sr. presidente do conselho se
m rlnn ilaiai _afa_l.1. JilnllVl fl\ ici.alc f.ji lniiinloni4(\ r\ finmin una
versjvel.
OSr. Martinho Campos :-*9 Sr. Itaborahy foi
multo expresso nesta discusso "auu">u
OSr. Paulino db Souza :-EU como se enun-
clon o Sr. visconde de liaborahy no senado na ses-
so de 22 de agosto do anno passado :
c Fui laxado de partidista do rgimen do papel-
moeda e de contraditono eom as opinldes que te-
nho sempre sustentado. O senado ustamuoba
de qne o parecer da commisso nao faz seoo aeei
tar o fado consamado (apoiados;; temos desgra-
gadamenle, o rgimen do papel moeda (apoiados )
Se a commisso pattesse offerecer ao goveroo
melos de aoabar com este resallado funesto da di-
recgo que tem tido o Banco do Brasil, fa-lo-hia da
meloor vontade, tunda que pesados, mas postivets
sacrificios proviesstm dah ; mas oa impossibilida-
de de descobrir meios correspoadentes a lamanbo
empenho procorou ao menos por termo ae crexi-
ment do mal que deplora, e dar ao governo sem
augmentar a quantidade do papel circulante, al-
guns recursos que por outro modo nao senara pos-
siveis, sem aggravar os onus qoe lem de pesar so-
bre os colriDuintes.
t O parecer nao augmenta de um seitil a somma
do papel-moeda qae existe porm torna mais re-
gular e menos nociva a sua circnlacao; acaba com
as difBculdades do movlmento da fundos e com a
dos trucos miudos; d, finalmente, recursos ao go-
verno para preeneber, nao direl ja' lodo ,o dficit
do exerciciode 18651886, mas ao menos ama
grande parte dalle. >
O orador l oulros trechos do discurso do Sr.
liaborahy; mas pede a aitengo da cmara, sobre-
ludo, para o segrate:
E' possivel que por desgraga nossa chegaemos
algara da a ponte de nao podermos fazer o res-
gate gradual e lento a qoe se refere o art. 7* do
projecio da commisso; mas, se ha coovlcgo, se
ba certeza de qae seremos levados a este estado,
cubramo-nos de luto s proclamemos que o Brasil
esta' de todo arruinado, e nio ba esperanga algu-
ma de salvagao.
Se o Sr. vizconde de liaborahy se exprima por
essa forma, fallando da parada do resgate papel-
moeda, como dlzer-se que ella concordarla com
uma nova emisso na somma de 50,000:000ji0001
O Sr. visconde de itaborahy justamente res-
pailado por sua vasta inteiligencia e profunda il-
lustrago, mas o que o paiz oelle mais prza a
sisudez e firmeza de sea carcter. (Apoiados.) El-
le Incapaz de desdizer-se hoje d'aqaillo qae affir-
raou ainda boniem com tanla conviego e sega-
ranga.
O orador a primeira vez qua fallou nao perdeo.
sen lempo, despertando no spnlchro o grandes
economistas e tirando do p os grandes mona-
menios da scieucia econmica, senao porque tal-
vez assim desagradou ao Sr. presidente do coa-
seibo. Era dever seu, encelando o debate, del-
xar liquidada a questo do mal qae -traz sempre
o papel-moeda. E consegnio o sea flm, porqae nes-
se terreno morrea a discosso. O Sr. presidente
do conseibo declaroa francamente qne o papel-moe-
da a peste.
O orador aceita a expressio de sea iliustre an-
tagonista.O que nao comprebende- como equi-
parando a peste o papel-moeda S. Exc. o vem tra-
zar como remedio em uma proposU apreseotada
a assembla geral em nome do Imperador.
Disse S. Exq. qoe devem ser empregados todos
os meios para viur a i n va sao da peste em am paiz
salobre, mas que a peste do papel-moeda ja' ba
muito existe no Brasil.
Concorda o orador; o que nao pode admitlir
qua pel I'teto de \\ grassar a peste no paiz se pro-
movaos novos focos de infeego. Contra isto pro-
testim. no s o Bullwn feport. mas os principios
dajurgiene publica.
Ja lemos a guerra, abi vem a peste (segundo
a expresso do Sr. presidente do conseibo); s
falta...
O Sr. L. de Albuquerque: A tome.
O Sr. baroo de Prados :Ella vira'.
O Sr. Paulino db Souza :... a tome para dar
o ultimo toque de luz neste quadro esplendido do
progresso.
Mas ella vira', como diz o nobre depntado, a to-
me do empregado publico, qae recebando no mes-
mo algarismo de papel-moeda nm valor diminuido
de melaae, vera' ainda mais escassear o ja' eseasso
pao com que se susteolam familias numerosas; ba
de vir a tome da viuva e do orpbo que se alimen-
tara e vestem das rendas dos emprestimos do go-
no em que eslo empregados os tenuaes capilaes
que ajantou o ebefe de familia a casia de tantas
penas e de tantas prvagas: ba de vir a tome dos
que na mesma representago de uma moeda de-
preciada tem uma pensao, salario ou paga certa,
ja' nao fallando na expoliago que soffre o rendei-
ro do estado, que confiou na f do governo, empre-
gaodo nos malos da divida da nagao os baveres
que accumuiou a torga de irabalbo e de econo-
ma.
que coniavam e recebara por matada de seu valor,
embora no amigo algarismo da estampa de pape),
os abastados descero a mediana os medianos
pobreza e oa porta do pobre cedo vira baler a mi-
seria
Prejudicados em uma renda certa com que con-
E sobre quera recabiro a responsabilidde e as
qoeixas de laes maUs? Sobre os poderes pblicos
que boje mais do que nunca precisara de toda torga
e prestigio para veacerem as difflcuidades de ama
situago to grave, como esta; para cuidarera de
preparar o t rreno para a solugo da grave e ami-
to grave questo da elemento servil, imprudente-
mente levantada, e suspensa, eomo oro ponte negro
e araeagador oo horizonte do paiz.
Tem havido quem diga que a inundagio do pa-
pel-moeda favorecer o negociante imprudente,
que, tendo-se allmalo pela esperanga de fortuna
no mar arriscado da especularlo, v-se nos emba-
ragos de ama liquidago ruinosas ba quem sos-
tente qne lucraro os lavradores mais sobrecarre-
gados com o peso de divida bypdhscaria.
Lucraro ? Mas a eusta de queffl ?
A' easia dos qu9 Ibes conftaro em boa f os
seas capilaes, qae vo reiiav-los, medidos por
moeda de valor muilo menor.
Quem merece mais protecgo dos poderes pbli-
cos? O commerciants que imprudeole se aveatu-
rou nos pareis da especulagao e que s pode sal-
varse pela espoliago, ou o commerciante e o
capitalista que Ihe coafiaro capilaes, ajumados
pela economa e pelo trabalho? Preva.ece o direi-
to ou-a espoliago? Deve perder quem pessue
legtimamente para os oulros aicangarem, na.diffe-
renca da mooda, qae albeio ?
O orador nao pode admitlir semelhanle defeza do
papal moeda.
Quanto a lavobra, o orador pertence a uma fami-
lia de lavradores; lem nella interesses mais sagra-
dos do que os seu-, pois sao os interesses de seas
Albos; represente Da cmara um districlo qoasi
exclusivamente agrcola.
Pois bem; o orador nao dnvida dizer qae os
lavradores, Honestos como sao, nao querem lacrar
a cusa daquelles que Ibes Qzeram crdito, 'nao
aceitara no papel-moeda favores a cusa da des-
honra.
O orador comprosetleu-se em nm aparte a pro-
var qoe no foi o papel moeda' qae dea 4 Inglater-
ra os meios de combaier o prestigio de Napoleo,
que nao foi o papel-moeda que fez a Independencia
dos Estados Unidos, que nao foi elle a alavanca
flnanceira de qoe se serviram na altima guerra os
federaos para manter a Integridade da Uoio-Ame-
ricaoa.
Cumprindo e sen compromlsso, o orador vai
fazer.essa demonstrago e invoca o auxilio da his-
toria. A maior em:sso do Banco da Inglaterra
teve Tugar antes de 1797, data do decreto do con-
seibo privado qae suspenden o troco meulli-
co. Eolio o general Bonaparte, fazendo a primeira
campanha da Italia, sabia os primeiros degros do
brilhanle pedestil em que elevou-s.' a maior gloria
militar do mondo. ..
Approvando o acto illegal do conselho privado,
o parlamente britannico ordenou que o banco
nao supprisse mais papel ao governo sem acto
especial seu.
O orador, referindo-se em seu primeiro discurso
Iota gigantesca da Inglaterra cera a Franca, la-
mentou que a par dos grandes estorgos do governo
e da nago ingleza ^e recorresse ae papel-moe-
da. Mas nao. peo, o papel-moeda ao governo gran-
des melos e troux as maiores pariurbagas.
T. (CenfiHiar-w-fta.)
'
G
a
i
-'
s

f>-
."
i
us ser a euiissau restricta ao vaior qe iiiuio vcuui- ..,,............
do apresentado,com coudigSes 8(ImiiacOea como TYP. DO iilAHy-HUApAS CJIUZESN.44,


BVBaBHaHBaavavaH


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ETK8LELP1_BMYXX3 INGEST_TIME 2013-09-04T23:21:22Z PACKAGE AA00011611_11357
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES