Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11353


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Full Text

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ANNO XLffl. NUMER 196.
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IENGARREGADOS DA SUBSGRIPCAO.
Parahyba, o Sr. 'Antonio Alejandrino de Lima;
Nata!, o Sr. Antonio Marques da Silva ;Araeaty,
oSr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. Joaquim
Jos de Oliveira; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Aires & Pilhes; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas.o Sr. Franeino Tarares da Costa;
Baha, o Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro
o Sr. Jos Rjbeiro Gasparinbo.
PARTDa DOS STAPETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estac5ei da via Terrea at
Agua Preta, todos os das.
Igaarass Goyanoa as segundas e sextas felras.
Santo Antao, Grvala, Bezerros, Bonito. Caruar,
Attinho, Garanbans, Balijne, S. Bento, Bom Con-
seibo, Aguas Bellas e Taearati, aas tergas-feiras.
Pao d'Alho, Naaareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira
lagateira, Ploren Ylffa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Ourieury.Salgueiro e Ez, as guanas feiras
a:
JKMN>3, 8193 PMHNUklffaWLtilOta
w* ab tnmop-i
.ori



Serlnaem, Rio Foraioso, Tamandar, aa, Bar-1 Primeira rara do cirei: tercas e sextas ao meio,
reros, Agua Preta e PitMnteiras, as quintas dia.
Segunda vara do cirsl : qnartas e labbades a'
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereo: segundas e quintas.
RelacSo : tercas e sbados is 10 horas.
Pazenda : qa/ntas s 10 horas.
Jnfzo do commereo : segundas as 11 horas.
Dito de orphos; ttr&$ e sextas a 10 oras.
hora da tarde.
EPBEMERIDES DO MEZDE AGOSTO
DAS DA SEMANA.

7 Quarto rese, as 4 h. e 17 m. da m.
15 La ebeia as 7 h. e 45 m. da m.
3 Quarto mlng. as 6 l;z b. da t.
39 La nova a 10 b. 13 m. da m.
9J*
>'
S 28gaddi- s- Zefcrino b. m., S. Constancia m.
IIS**': h R.aa "> Lieert m-s- Ea""a '
M fioar. S. Agostlnbo b. e dootor. S. Pelasio m.
29 Quinta. S.Adolpbo b., S. Sabina v. m.
3t Sexla. S. Rosa de Lima v. f. americaaa.
(PREAMAR DE BOJE.
Primeira as 0 ooras e 30 o. da tarda.
Segunda as 0 horas a 14 minutos la manhia.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEffiOi.
31 Sabbado. S. Raymondo Nonnato card
( 1 Dommgo. Nossa Senbora da Penba.
Para o sui at Alagoas a 14 e 30; para o non
at a Granja a lo e 30 de cada mez; para Fer-
nando nos das 14 dos atezas Janeiro, mareo, mala
julho, selembro e novembra
PARTE OFFICIAL
GOVER^O DA PROVIffll
Expediente do di 34 de abril da 1867.
1* seceo.
N. 979. Dito ao Etm. brigadeiro Henriqus
Baaupeaire Rohan. Seiente pelo sen officio de
honlem sob n. 552, de baver V. Esc. na mesma
data pastado o commando das amas dsstt pro-
vincia, qao lio dignameote erercia, ao brigadeiro
Joaqaim Josa Goncalves, que fora nomeado para
esse cargo por decreto de 9 do correte; cabe ms
n'esta occasio agradecer a V Ezc. a valiosa co-
operaclo que presin ainba administrarlo na
commisso de que fdra'despensado, e na qual hou-
ve se com zelo, intelligeneia e dedicaco, qne me
t grato reconbacer.
N. 980. Dito ao commandanle das armas.
Sirva-se V. Exc. de mandar por em liberdads to-
dos os recrutas e guardas naeiouaes que se achira
m deposito, e queforam considerados incapazes do
servico da guerra em tnspeccio de sande, cons-
tantes da relacio junta assignada pelo secretario
do governo.
RelacSo a que se refere o offlcio sappra:
Vicente Jos de Sant'Anna.
Antonio Flix da Silva.
Ignacio Francisco de Luna.
Jos Marcelino Pereira.
Estevao Passoa de Malla
Antonio Manoel do Espirito santo.
Francisco Bszerra dos Santos.
Joao Loiz Rabello.
LonrenQo Jos de Sant'Anna.
Jos Luis dos santos.
Clemente da Costa Lima,
izidoro Francisco.
Jos Joaquina Carneiro.
Joo Gomes.
Joo Lonrenco do Sacramento.
Aatonlo Alves de Oveira.
Antonio Raymaodo Aleixo do Cirmo.






.





;
Manoel Jos Martios.
Antonio Pedro de Soaza.
Benedicto Joaqaim Antonio.
Manoel Severino.
Bellarmino Ribeiro Duarte.
Candido Jos de Sant'Anna.
Constantino Jos dos Santos.
Jos Joao da flora.
Joo Francisco Regis da Luz.
Alexandre Jos dos Santos.
Francisco de Amantara do Nascimento.
Liberato Binicio Guimara.es.
Candido Jos Flix.
Firmioo Marianno Mendes da Silva.
Hermenegildo Jactntbo Valeotim da Canoa.
Laarentino Manoel do -Sascimanio.
Jos Antonio dos Santos.
Antonio Jos da Costa.
Francisco Bezerra dos Santos.
Antonio Manoel do Espirito Santo.
Jos Marcelino Pereira.
Vieente Jos de Sant'Anna.
Antonio Flix da Silva.
Ignacio Francisco de Luna.
N. 981.Dito ao mesmo.Faca V. Esc, seguir
araanha para a corte todos os guardas nacionaes
designados para o semeo da gaerra e qae se acha-
ren) em deposito, alada mesmo que alo tenham
sido inspeccinalos.
N. 982.Dito ao mesmo. Expeca V. Exc. as
snas ordens para que sejam recebidos e recolbi-
dos ao deposito os guardas nacionaes deignados
para o servico da guerra, e que Ihe forem apo-
sentados por parte do coranaJaiu superior da
guarda nacional do municipio desia capital.
N. 983.Dito ao mesmo. rendo designado o
1* tenente do corpo de engenbeiro Curysolilo de
Castro Ferreira Chaves, que acaba de chegar do
Pari, afim de encarregar-se da direc^ao das obras
militares nesta provincia, assim declaro a V. Exc.
para sen coohecimento e diversos effeitos.
N. 984.Dito ao mesmo.Mande V. Ezc. por
em liberdade o recruia Joao Paz Francisco, qae
provea ser o aaico ilho de viava a quem serve de
arrimo.
N. 983.Dito ao mesmo.Pode V. Exc. fazer
sdeetaar a baixi do lodividuo de aome Joo da
Silva Leitio que acbando-se no deposito dos recru-
tas, foi por offlcio de 22 de;te mez, mandado por
em liberdade por ter provado iseoco legal, e q?e
antes havia sido trau;f rido para o corpo de volun-
tarios da patria, qae o bichar-I Tn;m Feroaades
Madeira de Castro, est prganisando como V. Exc.
I
FOIBETMI
D. BRANCA DE IANZA
RECOaD4Q0ES DA COKTC DE FELIPPE II
Romance historie original
Por E. Fejo de Mendoza.
PARTE I
Redempcao por amor
LIVRO II
OS DO8 F .VORITOS.
(ContinoaQio do n. 195.)
CAPITULO .
Dotu notos t dignos personagtns.
Vamos transportar os nossos leitores
cidade de .Madrid, corte do mui poderoso
rei D. Felipi-e e descrever-lb.es outro ge-
nero de scenas e aiontecimentos, aecessarios
para reatar o lio di nossa obra.
Pela poca em que se deram os suecessos
qu vamoi referir, exista oa roa d'Alma-
um aotigo edificio de pedra, enegrecido
pelos aonos. A sua arcaitectura pareca
pertencer ao gosto musulraano, e era um
dos palacios tois antigos da cidade e corte.
Qava-lhe entrada ama porta de boa ma-
deira, passada a qual se eslava n'um largo
pateo, em' cojo centro se tia ama elegante
escada qaecooduzia a ama galera sobre que
davam as portas das diversas cmaras.
Na occasio em que damos a conhecr aos
nossos leilores este edificio, seriaiu nove
horas dj ama aoute do mez dejonho, e es-
tava na calor insuportivel, pel fie esta-
vam abertas quasi to jas as portas, veodo-se
por uma.dellas urna sala ricamente adoba-
da e Iluminada por duas lampadas de pra-
ta que eendiun dos lavrados do teclo. A'
me declaroa em offlcio de boje, sob a. 554, que flea
a. X. 986.Dito ao mesmo.Commuolco a V. Exe.
para sea conhecimentp e fias convenientes, que
eooeedi doas metes de lieenea com sold e etapa,
para tratar de sua sande, ao cabo de esquadra do
deposito espacial de fnstruccio Joo Pereira dos
Santos.
W. 987.Dito ao mesmo.Por parte do com-
mandante superior interino deste municipio, sero
mandados apresentar a V. Exc. 131 guardas nacio-
naes qae foram designados para o 1.* batalbao de
infamarla para o servico da gaerra, como acaba de
commaoicar me o mesmo commaodante superior,
em ufflcio de 22 do correte, sob n. 213.
N. 988.Dito ao mesmo.Sirva se V. Exc. de
mandar prem liberdade o guarda nacional do 6.*
batalbao de in/antaria deste municipio Joo Luiz da
Soledade, que foi recrutado, visto que provoa lsen-
co legal.
N. 989Dito ao mesmo. Sirva V. Exc. de
mandar prem liberdade os recrutas Antonio Jos
de Aranjo, e o gaarda nacional do 2.a batalho de
infantaria deste municipio Manoel Correa da Silva,
visto que foram considerados incapazes do servico
da guerra, como coosta dos termos de inspeccao
anoexos aos seus offlcios datados de do corren-
te, sob n. 559 e 560.
N. 990.Dito o mesmo.Slrva-se V. Exc. de
mandar por em linerdade o recrata Firmioo Rodri-
gues dos Passos, visto ter provado isenco legal.
N. 991.uno ao me;mo.Sirva-se V. Exc. de
mandar por em liberdade o recruta Antonio Jos
da Costa, visto ter sido julgado incapaz da servico,
como coista do termo da inspeccao annezo ao offl
co desse commando de armas datado de 28 de
margo ultimo, sob n. 457.
N. 992.Dito ao inspector do arsenal de man-
nha.Mande V. S. as lanches qne forera precisas
recebar a bordo da corveta Nicthtroy e entregar
no arsenal de guerra os objectos constantes da re-
lacao inclusa por copia.
N. 993.Dito ao mesmo.Poda V. S. mandar
alistar na cotopanhia de apreodlzes artiSces desse
arsenal, visto acbar-se compreheodidq joas eondic-
edes do regolamento, menor de aome Manoel Be-
nicio Rodrgaos de Lana, de que trata a'sua infor-
maeo de 23 do correte, sob n. 1080, dada sobre
o requer melo de Paulina Francisca Mari*' da An-
nunciacao.
N. 994.Dito ao capilo do porto.Mande V. S.
dispensar do servico da armada, para qae foi de-
signad:!, o matriculado ZeteriuoManiz Salgado, qae
provou Isenco legal.
N. 995.Dito ao mesmo.Mande V. S. dispen-
sar do servico da armada, para qae foi designado,
o matriculado d'essa capitania Marcolino Alves la
Silva, que provou isencio legal.
N. 996.Dito ao director do arsenal de gasrra.
Por parte do inspector do arsenal de marinha,
serlo recebidos a bordo da corveta Nitkeroy, a en-
tregue nesse js objarios vfndos da corte, constan-
tes da relac inclusa por epia.
N. 997.Dito ae commandante do brigne llama-
raed.Mande Vmc. recebar o armamento e mu-
nica? que foram requisltados por esta presi-
dencia.
N. 998 Dita ao 1 tenente do corpo de enge
nharia Chryslito de Castro Ferreira Chaves. Ten-
do designado a Vmc. para se encarregar da di-
recQo das obras militares desta provincia ; assim
Ihe commaolco para sea coaheclmento e flns con-
venientes.
2' seccao.
N. 1002.Dito ao commaodante superior do Re-
cite. Tendo por portara desu data concedido ao
2* tenente do Ia batalh&o de artilharia da guaMa
nacional sob seu commando superior, Maooel ia
Goa-.'ilves Braga, passagem para o posto de alteres
porta estandarte ao 1 esquadrao de eavallaria des-
te municipio ; assim o commuolco a V. S. para seu
conhecimento e Qos convenientes.
N. 1003.--Dito ao mesmo.Faga V. S. apresen-
tar ao general commandanle das armas os guardas
naeiouaes do Io bataltiao de iafantaria deste muni-
cipio, que firam designados pira o servico da
guerra, como V. S. declarou rae em seu offlcio de
22 do correte, sob o. 213, que fica assim respon-
dido.
N. 1004.Din ao mesmo.Mande V. S. desa-
quartelar o 6a batalbao de infantaria da gaarda
nacional do seo commando superior.
N 1005Dito ao mesmo.Teudo por portarla
desta data, de confortoidade com a saa informacao
d 23 do correte, sob n. 215, orneado a Narclzo
Jos Mooteiro, para alferes da 8a corapanbia do 2a
bitalhao de infantera da guarda nacional sob seu
commando superior; assim o commnniooa V. S. I da guarda nacional deste maolcipio, sobre a qual
pa s,9/,fODlJ8.cimento e direcco. j loforaou o respectivo eommandante superior em
offlcio de 3 do correte, sob a. 215, reeelve no-
mear, nos termos do arl. 48 da lei n. 602 de 19 de
setembro de 1850, a Narciso Jos Mooteiro, para o
oostd da alferes da 8' compaabia do msmo ba-
talbao. i o O^LiH
N. 1006.Dito ao mesmo.Expeca V. S. as toas
ordens, para que sejam apresentados sem demora
ao general commandaota das armas, os guardas
nacionaes do 6a batalhio do sea commando sope-'
rlor, designados pin o servico da gaerra.
N. 100/.Dito ao eommandante superior de
Olinda.Provando o cidadio Joo Tiburcio- da Sil-
va Gulmares, com documentos que apresedtou.ser
domiciliario na cidade de Olinda e achar se all
qualidcado, resolv mandar passar-lhe a patante do
posto de alferes pona-baudeira do 9a batalho de
infantaria da gaarda nacional sob sea commaado
superior, para o qaai fra Indicado na proposta
approvada por portarla de 4 de detembro ultimo ;
o qne declaro a V. S. para sea eonbecimento e di-
receo.
N. 1008.Dito ao eommandante superior do Bo-
nito.Acensando recepcao do offlcio de 14 do
correte, em que V. S. commonlcoa-me, que se-
gundo participacodo tenante-coronel eommandan-
te do batalbao n. 26 de infamara pertencente a
esse commando superior, acbar-se aquarteladas na
villa do Bonito 250 pracas e 10 offlelaes do referi-
do batalho, recommendo-ibe qne os mande desa-
querteiar.
N. 1009.Dito ao eommandante superior de Ga
ranhuns.Devolvo aV. S. a folba e pret jautos
de Po d'Alho, a Sra. D. Maria Senborioba de Oll-
veira e Mello.
PERNAMBUCO
67
REVISTA DIARIA-
Bate-nos a porta a safra deste anno, e ainda nio
resolveu o gevarno a quesi > do augmento do
material rodante de nossa estrada de ferro do
snl.
Ha bera tempo que esta qaetto est aff ecti ao
governo, e a ma sina desta provincia ainda nao
den logar a qae ella fosse decidida.
Da falta de meios de transporte a'ama estrada
de ferr resalta serapre dimiauigao em saas rea-
das, e se na nossa isto nio tem tido lugar, tamben
tem Qcado ollas quasi estacionarlas em falta do
augmento pedido.
O governo o (trmetro interessado no augmen-
to da recaita dessa va de commanieaco, e, poie,
parece-nos inexplicavel a demora oa solocao dessa
SE. R h 6 QUe V.'era? "fA" l.s T8 ffl 1"esao.qoe se prende graves interesses pblicos
cos de 15 do correte, sob ns. 40 e 41, visto nao Je particulares.
conversado, a julgar pelos successivos olha-
res que se dirigiam e pelas voluptuosas po-
sices em que se tiuham collocado.
Eram urna senhora e um cavalheiro.
A senhora j passra da primeira javen-
tule, pois teria uns triota e cincp anoos de
ida Je, sendo nSo obstante nm typo perfei-
tamente bello. Era alta e de formas mr-
bidas. No rosto branco 4 nacarado, tinha
essa pallidez nervosa que tanto excita a pai-
xo ; os negros e rasgados olhos possuiam
uma expressSo indeflnivel, ora se fkassem
voluptuosos ora severos, denotando as seas
negras populas toda a efferveseencia das
paixes mais profaodas ; os cabellos, negros
tambera, catiiam em fluctaantes ondas sobre
os seas desnudados e alabastrinos hombros,
completando t5o harmonios) conjuncto uma
bocea pequea de labios encarnados e bri-
lluutes, sempre hmidos, que pireciam
ao poder eolre-abrir-se mais que para pro-
nunciar doces pbrases de amor. A beliesa
desta mulber n5o poderia ter maitas rivaes,
e era impossrtel cntempla-la sem que o
coraco puisasse e o .-angue fervesse as
veas; mas bem examinados os seos negros
dThos, adevinha-se alguma cousa de satnico
naquelle olbar, e a alma senta "ama ligeira
inquietado, c j.mo se preseotisse que o amor
daquella tnulner tinha de ser funesto.
A. severlctade do seo vestuario convinha
muito bem sua arrogante formosura. Ves-
ta uma larga taoict de brocado preto, todi-
to deeotada e de mangas corlas, pelas qoaes
apparecam ns bracos preciosos, braocos
como o marmore e adornados com bracel-
etes de oro; e do pococo peadia-lhe
uma pequea cruz, tambem de ouro, presa
a ama uta de vellado preto.
Esta senhora era utnn das prlncipaes da
corle, e secuamava D. Anna doMeadozae
de Cerda, princeza
Pastrana, c^wftssa
pjderem ser pagos os vencimentos da escolta qne
condoilo presos de justlca desse termo para esta
capital, pois que era na folba. era nos citados of-
flcios vem declarado o nome to alferes eomman-
dante de tal escolta, e a quem deva ser entregue a
importancia de taes vencimentos.
N. 1010.Dito ao eommandante do corpo pro-
visorio de polica.Compre que Vmc. maude-ma
apreseotar quanto antes o oficial desse corpo qae
por offlcio de 13 do correnta reqaisltei para ir a
comarca de Cibrob levar dinbairos pa paga-
mento da guarda nacional alli destacada.
N. 1011.Dito ao mesmo.Tendo sido julgados
capazos para o sorvigo militar os paisanos Antonio
Pereira de Qumrjz e Jpo Damascano Paes de Car-
valbo, como consta do attestado qae acompanhou
o seo oQlci} o. 230, e com data de boje, pie Vmc.
eogaja-los no corpo sob sea combando.
,N. 1,012.Circular a lodos os delegados e subde-
legados da capital.-Devendo Vmc, pelo que dis
poe o decreto o. 3,572 de 30 de deiembro de 1865,
remetter a esta presidencia nm mappa para a for-
maco da estatistlca criminal, correspondente ao
auno ltimamente liado, e organisado pelo rao-
d-;llo n. 9, que ja Iba fot remettido, em abril do
auno prximo passade, recommendo-lbe qne o faga
Unto este aono, como nos segvints;, at o fim do
mea de junho.
N. 1013.Portarla.O presidente da provincia,
altendeno ao que requeren o 2* tenente do Ia ba
taihao de artilharia da guarda nacional deste mu
nieipio, Manoel Jos Goecalve Braga, resolte, de
cooformidade oom a inforaucao do coronel com
mandante superior iatarino de 16 do correte, sob
o. 198, conceder-lhe passagem para o posto de al-
feres porta-es'aodne do Ia esquadrao de eavalla-
ria deste municipio, qae ss acha vago pelo failem-
menlo de Joiio Cesar Ferreira de Aguiar, que o
oceupava.
N. 1014.Dita.O presidente da provlocla, coo-
formaod;-3e com a proposla do Dr. chefe de poli-
ca em offlcio de 23 da abril corrate, sob n. 2,747,
resolve noruear para os lugares que se acdaai va-
gos de 1, 2a, 3a, 4a e 5a suppleotes de delegado de
polica do termo de Agoa-Preta, os cidados Dr.
Pedro Gaudlano de Ratos e Silva Jnior, Francisco
Jos da Costa Gulmares, Jos Felippe de Albo-
querqu, Antonio Viera Calalo e Autonio de
Franca Canard, na ordem em que vo in-
dicados.
N. 10iS.Dita.U presideote da provincia, re
solve conceder a Sebastio Antonio Paes Barrero a
deraisso que pedio do p st) de alferes do 5 ba-
tal'ij da gaarda nacional deste municipio.
iN. 1016.Dita.O presidente da provincia, ten-
do em vista os documentos exhibidos por Joaj Ti-
Dnrcio da Silva Gnlmaraes, dos qaes se evidencia
ser elle domiciliario em Olinda, resolve qne se Ibe
passe a patente do posto de alferes porta-bandeira
do 9a bauiho de Infantaria daquelle municipio,
para o qual .foi contemplado na proposta approvada
por portara de 4 de dezembro do aono prximo
passado.
N. 1017.Dita.O presidente da provincia, ten-
do em vista a proposla apresentada pelo teoeot-
coranel eommandante do 2a batalho de Infantaria
trazia cortados em forma de cabelleira, se-
gundo o costume da poca. A sua cor mo-
rena nao careca de attractivo, e tinha os
olhos de um azul escuro, como o co em
dia de tempestado. A bocea, de labios Anos,
revelando astucia, era sombreada por am
ao bigode preto, e o seu sorriso, doce e
amoroso naquelle instante, devia de ser duro
e sarcasticp as situaces communs da vida.
Vesta urnas calcas de seda branca com
enfeites de velludo cor de rosa, e os sapatos,
tambem de velludo, tinbam fivellas de dia-
mantes. A veste era de seda cor de vio-
leta, bordada a perolas, sustentando com
um cinturao de ouro ama espada cujos co-
pos se achavam cobertos de rubis.
Este elegante e sumpfuoso cavalheiro era
o Sr. Antonio Prez, secretario de estado
de Felippe II, pessoa a quem os nossos lei-
tores dsejsrlo coane$er, pelo pouco que
del le Ihe temos dito at agora.
Mas antes de apresentarmos em scena os
dous personagens a quem nos temos refe-
rido, devenios dar aos leilores algumases-
plicacoes sobria vida delles, e vamos faze-lo
immediataineule.
D. Anna aos quinze anuos com' D. Ruy Gomes ria
SiUa, nobre mas j idoso cavalheiro, pois
tinha mais ue cincoenta auaos. A'jiven,
qoe n5o casara por amor, nao ple acfiar
no seu vellio esposo-o carinbo ardente e
entbsiasta que coaviua sua alma de fogo,
e recoacentrou em si mesma todas as su is
illuses, permanecendo pura-Jit a-s vtoa e
cinco aonos, e tend) que soil'rer durinfe'
aquelles dez de matrimonia todas as enfdr*
midades de sea wp^*>.. rwlN HK o
seu'genio irascivel e violento.
todo o esplendr da sua
Em todo caso ba sempre prejuizo para o pablieo,
qoe, por torga das circomstancias, mal servido
pela companhia, nao so quanto ao traosporle dos
gneros, mas tambera quanto ao de passagelros,
cajo na mero augmenta considera veiraenta oo lem-
po das testas do nm do anno, em que ama grande
parte da populago desta capital busca ao campo
um refrigerio ao intenso calor que se faz seotir.
Todo mando, qae tem entrado nos carros de
transporte do passagelros da nossa via frrea do
sol, aceorde em coo'essar o pooco acceio qne ba
oelies, e nem d'ah se pide tirar argumento contra
a coapanbia, porqae ests, dispondo de limitadissi-
mo numero desses vehculos, oo os pode fazer
reparar convenientemente, estando siles continua-
mente era servico.
Nio menos lamentavel o estado geral dos
wagees de transporte de meroadsrias, apesar dos
cuidados da companhia.
Oceaiiiss ha em qud os rameos das diversas
estacoes daquella estrada se achata atopetadas de
mercadorias, que nao pedem ser expedidas com
brevidade por falta de wagiss, trazendo em conse-
quencia maitos prejolios aos agricultores.
A questso de celendadu oa expsdigio de xierea -
doriasinimiamente ioteressanla naos par, o canil
nho de ferr, mas tambem para o agricuitor, e nao
dte ser o governo o prlmeiro i por embaragos i
ella.
Do ludo isto concluimos que coovra, que A de
palpitante necessldade que se dd uma
qoe se d uma soloccao
prompta e satisfactoria ao reclame do augmento do *' sob a dlreego do Sr. Alvaro Ernesto de Car va
Em saffragio do finado Francisco Oardoso C.
Qaeinoa, ha boje pela manha na matriz da Bja
Vista uma ralssa, mandada celebrar pela directora
da sociedade musical J*ao Permanente.
. A e*o da norte do Sr. Igoacio Beato de
toyoia foi apeoas ama coogestao pulmonar, como
nos agora afirmado por pessoa de sua ramilla.
D ~ O Sr gerente da casa commercial de James
nyonr ,5 l. dfrlge-nos a seguiote carta:
Pernambnco, 27 de aeosto de 1867.-illms. Sr.'.
Maneel Figoelra de Faria de Piraos. S. C
Terao a bondade de pdr ao p desta as soas
razoes de publicar no Diario de Pemambco de
hontens, ni Revista Diaria, o aviso da multa do
iriDnnal do Coeomercio, na qoantia de rs. loOJOOO
contra nossa casa. Somos com estima de Vmcs
a',?os e^criados p-p-de Jims Ryder & C,
A materia de qoe se oceopa esta carta prenden-
do-se existencia de nm acto oficial, enja noticia
doraos, entendemos que a resposta que aos soli-
citada, oo podara ser dada em meibor lugar do
qoe nesta mesma Revista, onde foi reprodutido
aquelle acto como ama mira noticia de oceurren-
ca de nossos trlbnnaes.
Os moradores da travessa e ra do Pires pe-
dem a illuslrlssima cmara municipal para que
ornad ao fiscal da Boa Vista, a retirada de uns | d'Oliveira,
caes mortos que elle mandn jogar em am montu-
ro existeate naqnella ra, pois o estado de potre-
faegao em que se acbam exhala um ftido tal que
e capaz de produzir ama peste qaalquer.
Aflm de proceder limpeza do reservatorio
d agua, eonhacido por causa tagua da ra do Pi-
res, a directora da eoropmha do Beberlbe man-
dar* trancar lodo* os chafarizes da cidade, desde
as 3 horas da tarde de araanha 29 at as 6 horai
da manha de 30 de crrenle.
Hoje sarao celebrados um memento e missa
de rquiem, ea Igreja do E gio do finado Domiugos de Souia Leao Juuior, fllho
do Ezm. Sr. baro de Villa-Bella.
Informam-oos dos Afogados que na noute
de 21 do correte, no logar Areias, fui invadida as
11 horas, a casa de um bomem morigerado e doen
te, por nm Inspector da quarteiro aonapanljado
de 16 hornees, para emprender, por se n9b fruerer
prestar a rondas, em vista de seu estado mrbido ;
sendo aesa oceasio mitrada de palavras a mu-
lber do referido cidadao, por pedir alguma attengo
para san marido.
Dando conta do facto, chamamos a atlengSo de
quem compete para semelhaote abuso, de que, nos
dizem.ser useiro o (al inspector.
No dia 8 do corrente, a's 2 bofas e meia da
tmdrugad, estando o tempo inieiramente nublado,
foi atacada a cadcla da villa de Oorlcury, por nm
grupo de capangas vindos de Pao-Ferrado, qae se
Mallo, a esqterda de quera se eacaminba para o
trapiche de embarque do algodao.
Existe alli nm pequeo eacacapado pavilnao que
de oeobuma atilldade serva, alora da-de diieultar o
transito aos vehculos qae tero necessidade de
passar por aquella lagar.
Repetimos que ba conveniencia em remove-lo.
Pedem-nos que chamemos a artengao do Sr.
fiscal da fregnezia de S. Jos, para o abusivo cos-
tme dos veodedores de peixe, de prem os intes-
tinos dos peixes no meio da roa, com verdadeiro
iucommodo de quem mora nessas proximida-
des.
Lotera. A que se acha a venda
a 35*, a beneficio-da igreja de Nossa Se-
nhora da ConceicSo dos Militares, qoe corre
no sabbado 31.
material rodaqte de nossa estrada de ferro; nossa
provincia o reclama, e o proprio goveros nisso
multo interessado.
Pela presidencia foi designado o da 20 de
outubro prximo para a nova reumao da junta de
qualiiicago da regueza da Boa-Vitta desta cida-
de, visto oo lar sido ella insultada no lempo com-
petente.
Sobre proposla do Sr. tenente-coronel com-
maodante do 2a batalho da guarda nacional dvste
municipio do Reeife, foram mineados alferes os
Srs. Antonio Francisco de Maraes e Raymundo
Jos Tavares; e promovidos a tenente o Sr. Joa-
qun Pereira dos Santos, e a capito o Sr. Joaquim
oliverio de Sonza.
No logar denominado Alagoa dos Cavallos,
termo de Cimbres, um eseravo da nome lddoro. den
uma facada em Antonio Gitirana Paes Birrelo ; o
qual sucumbi no dia seeointe : .
O delioquenle evadise, oa, sexuado d'alli di
zem, anda occolti por cqielles losar*, seodo por
taoto para desejar, que a aotoridade local trate de
realisar a sus captura.
Foi coocida liceog ao Sr. Francisco de Paula
Bezerra para entrar era exercicio da serventa vita-
licia dos offl -i js de tabeliiSi e annexos do termo
de Garuar, em que foi prvido, sem lependencia
do respectivo Ululo, para cuja apreseotagao foi-lhe
marcado o praso de tres raezes.
Em consequancia de tersa distinguido no
eisiho primario de la anoos, foi concedida a gra-
tificagSo correspondente a o* parte dos respectivos
vencimentos a professora de instruego elementar
O. Anna, com
belleza, analysaodo a sgaposjcao, meditou
de EoI, duqaea dojeobre o aride porvir qae a esperava, eprin-
de Melito, e amante de- cipiou a vanillSr na f qoe t ento a sus-
clarada do Sr. re 0. Felippe l.
O cavalheiro que se achava a seu lado teria
uns trinta aonos de dade, e era de elegante
pura. Da davids negacao nao ha
ue u.n passo, e um passo d-se n'um
Qdtam dos lavrados do teclo." A' uns trinta aonos de idade, e era de. elegante s
saa dbil e vaga ciaridade, divisavatn-se pgara, esbelto e gracioso. Os seus robus-
duas passos seoladas n'um sof o que pactos hombros susientavam ama ca.beca'ejiQaii-
reciam si6^ei^.aaijn.^a9roia e aonjada Udora'adornada de cabellos caslaohos, que t Felippe II j nio en joven, mas cingia uma
ttrt 9 m 'iia)imia *lfi>e s raoaeJsojUtyH.a* at i si o4 ouamltajoS' .J
teniira
mais que u.n pa
segundo. Um dia, o aojo do mal collocou
n'uma cicada l'elfppa ll ao lado da princeza
de EbQli." O rei oibou-a, e ella olhoo e rei
cora. e D. Anna deu o mo passo. Por
vaidade e por paixo amoa o rei, esque-
ceodo os seus deveres, despresando o nome
que deshonrava e que nao era seu, e pas-
sando com altivo o-gulho o seu olbar des-
denhoso sobre aquella corte, qae principioa
por mormurar delta, e concluio por se ar-
rastar a seus ps quando a vio possuir toda
a conanca do monareba.
Mas infeliz a mulber que esqaece por nm
s instante os seas deveres I Realisada a
primeira falta, as seguintes s5o sempre ine-
vitaveis, e D. Anna de Mendoza, por morte
de seu marido, como se o rei nao bastasse
para satiafazer o sea ardente eoracao, quz
ter outro amante e fixou os sens otbares em
Antonio Prez.
Por aquella poca, a amizade de D. Anna
de Mendoza com Felippe II nao passava de
murmurios, que se oceultavam temerosos nos
ui ais alfas tados cantos dos sal oes aristocr-
ticos ; mas D. Anoa fui mai, e o rei, lonco
de alegra, nao qaiz continuar a dissmular,
e dispensou princeza uma importante
dotacSo, elevqu-a grandeza de Hespaoha,
e nomepu seu filho duque de Pastrana, de-
terminando que a corte inteira o reconne-
cesse como principe, e o designou com o
nome de infante bastardo.
Ora muito bem; Antonio. Prez &ra a
nica pessoa,,que liveracom.p. Anna fcil
accessOj e uma coramunicacao nao interrom-
pida, porque" sendo o secretario de estado a
passoa que mais eunfianca iospirava ao re,
delle se valera para uiUirmediario as suas
relcoes com a princeza. ^
Esta circumstancia foi que poz em con-
tacto o favorito cutn a favorita; escalo
D. Anna de urna belleza de primeira or-
dem, e Antonio Prez mpress'ionavef am-
bicioso, nao vacilloa era se mostrar affec-
tuoso para com aquella mulher, que podia
salisfazer a am tempo a sua' ardente phaa-,
tasia, e a sJe de ambigSo que o domi-
nava ^
UdY*' .leabi'.or
Porteo depois das saas retacos com D.
Anna, foi qae o secretario de estado eniou Wanesta estrella. A qa
por eqaivoco a Branca da Laogza um carat toriarf^4|^Qj8o6u
nmrv.v 9/\ Abcin .man aMafl era OWl *'
Ha)!T .1? O C^yr!S,eTOaH*lO: *0 Ol>Sl5 j
Ibo Granja.
Segundo partieipagSss offlciaes, o grngo prece-
den o ataque a' cadeia, da grand tirotelo para den-
tro da villa, qae amedroatoa a populago, llcando-
Ihe o camno llvre.
Evadiram-se os criminosos Clemente Feliz da
S'lva de tentativa de morte, Joaquim Jos lUy-
mundo do morte, Secundo Jos de Barros de dito,
Antonio Bezerra Grangeiro de furto do escravos,
Podro Jos liotto de dte de cavailos, Manoel
Francisco Ribeiro de tentativa de morle, Jorge,
eseravo, de morte, e Ezequiel, eseravo, dito.
En addilameolo ao que nos reraeiteram so-
bre as acceramodagSes para os emigrantes e que
publicamos em a nossa Revista de 9 do corrate,
remetiera-nos o segninte:
Senhorts redactores.No ezpediente do gover-
no de 19 do corrate falla-se nos concertos fa-
zer-se no edldcio da eitincta companhia de eaval-
laria, em Smto Amaro, para serem alli accomrao-
dados os emigrados americanos, dando-se como
urgaJaeas obras em 1:5403000.
Yv. Ss. Uveram a bendade de publicar em saa
conceltuada Revtsta o que Ihe mandamos acerca
da desconveniencia desse lugar para tal Sm, e, pois,
aoimamo nos novamente ir pedir-lhes que lera-
brem a quem for de direito quo procure evitar o
mal que de to infeliz lembranga nos pode vir.
c Creiam, seohores redactores, Vv. Ss. desse
modo prestam um servigo a provincia e aqaelles
emigrados qae vierem a ella. >
Seria conveniente que alguma providencia se
tomasse no sentido de re,mover-se um verdadero
embarago que, a transito publico, ha no Forte do
Rea.rtica5 da polica.Extracto das partes
dos das 27 de agosto.
Foram recolbldos i casa de detengo no- dia 26
do correrte :
A' ordem do subdelegado do Recite, Antonio a
Cosme, escravos, este de Antonio Lopes Braga
aquelle de Ignacio do Reg P., ambos a reqoeri-
mento de seus respectivos senbores. a' ordem do
de Santo Antonio, Gregorio, eseravo de Joaquim
de Souza Silva Cunha, a requerimento d'este. A*
nrdem do de S. Jos, Joa* da Crac e Feliz Correa
para correegao. A' ordem do da Ca-
] punga, Francisco de Paula, por suspelto de ser
desertor, a' ordem do dos Afogados, Tiburlino
Barbosa de Almeida, para recrata.
O Befe da 2* sacgSo,
J. G. de Mezquita.
Casa pk detbnqao, Movimento da casa de
deteogo do ni* o de agjsto :
L'-siiam (presos) 333, entraram 7, sahiram 3,
fallecen 1, exi.-tem 336. A saber: nacipnaee23^-,
mulneres 7 traoiteiros 36, molher 1; escravos
31, escraras i Total 336.
Alimentados a costa dos cofres provineiaes
234.
Movimecu da enfermara da casa de detengo
do da 27 do corrente.
lev* baixa :
Heoriqae Pe. eir de Lucena.
cEHiTEmo publico. Obituario do 24 do
correte:
Jos Rodrigues Patricio, Peroamboco,. 22 annos,
s:t-iro, Keeife ; costile cbrouica.
Manuel Jo.- da Silva, Peruamouco, oa annos, Boa-
Vista ; bepatite.
Jeronvmo Melquades Ferreira da Silva, Pernam-
buci>, 33 aonos, casado, Reeife; byrisipela.
Theodi ra, Peroamboco, 88 annos, solleira, Santo
Antonio; auqud cerebral.
Basilio, Pernaraboco, 1 auno, S. Jos; interiie.
Maria, Pemambco, 8 das, S. Jos espasmo.
Amaro, Pernambuco, 2 aonos, S. Jos; anemia.
Anglica, frica, 40 anuos, escrava, S. Jos ; be-
xigas.
Jos Narrizo Camello, Pernambuco, 70 annos. sol-
teiro, Afogados; phihysica pulmonar.
23
Joao, Pernambuco, 2 annos, Boa-Vista ; asthma.
26
Manoel Francisco Arroda, Pernambuco, 84 aonos,
viuvo, Santo Antonio; impbyroma pulmonar.
Antonio Jos dos Santos, Pe/nambuco, 60 annos,
viuvo, Saoto Antonio; bvdroperecardile.
Bernardino Ferreira de Lima, Peraambaco, 39
annos, soltelro, S. Jos ; caocro no estomogo.
Joaquim Nunes Pacheeo, Portugal, 21 annos, sol-
turo, Boa-Vista; ulsuras escorbustica.
Mara Joaquina, Pdruambuco, 30 annos, casada,
Boa-Vista ; hypertrophia cardiaca.
Constanga, Pernambuco, 6 raezes, Recite; diar-
rha. '
Manoel, Pernambuco, Sauto Antonio; fraquexa con-
t gonila.
Maria, Pernambuco, 4 raezes, S. Jos ; espasmo.
Delmiro, eseravo, Pdruambuco, 3 annos, Boa-Vis-
ta ; besigas.
Bernarda, escrava, frica, 48 annos. Boa-Vista;
{* molestia do corago.

TRIBUNAL PO CaiUHERCfO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DK 26.
DE AGOSTO DE 1867.
PRESIOBNCIA DO EXM. SR. DBSEMBARGADOR
ANSELMO FRANCISCO PXRETT1.
As dez horas da manha Astmdo reunidos os
Srs. depuiaJos Rosa, Basto e Miranda Leal, fal-
escripta para aquella, bem como remetteu a
esta a destinada para sua promettida. Este
engao, qae poda trazer-lhe o odio da prin-
ceza, nio fez mais que augmentar o sea ca-
rinho, porque ella se den por vingada visto
que Antonio Prez romper as suas reia-
coes com a riliia do chefe da justica.
Desde aquella poca, os amores da prin-
ceza com Antonio foram em augmento,
ebegando o cynismo e a impudencia dos
favoritos a autorisar tcitamente as mais es-
candalosas murmurarles da corle, Estas
marmuracss chegaram, ainda que muito
vagamente, aos onvidos do monarcha, e o
secretario, qae presentio a tempestado qae o
ameacava, n3o teve mais remedio qae des-
vanece-la, casando com D. Joanna Coelho.
Antonio olbava a princeza com urna dul-
cissima embriaguez, e fixando os seas olha-
res nos negros e rasgados olhos de D. Anaa,
n3o se atreva a proferir palavra alguma,
porque ha momentos em que a emocao qae
sent o eoracao tao forte, que nao pode
expressar-se com os labios.
D. Anm esperava cortamente alguma
plirase das que t3o docemente soavam ao
seu ouvdo, mas vendo que o sea amante
nao dizia cousa alguma, exclamoa ligera-
mente enfastiada :
Deus mea Antonio, qaalquer pessoa
qae te vsse asseguraria, sem receio de se
engaar, que ests aborrecido a raeu lado.
L' porque te lembras de D. Joa ana ?
Oh I nao me digas isso, rspondeu
Antonio como se disperlasse de um somuo
profundo ; j sabes que n3o amo minha es-
posa, e que s por li sacriQquei, casndo-
me, as emocoes mais doces da minha alma.
E' corto; mas qaem tem mais culpa
que tu ? Acaso sem as tuas imprudencias
teria o rei ebegado a suspeilar alguma coa
sa ? Mas nao fallemos mais disto... Ha
uma hora que chegaste, e Dada me disseste
ainda sobre a causa que te impedlo de
vir visitar-me durante quatro das... quatro
das sem apparecer por aqu, ingrato i...
E' wdade, mas colpa so a woba
de Escobedo
at ar aaj i
oj 1 tu*** mu
CttO.MCA JUDIGI4SII.
E porqae ?
J sabes que sou aecusado da soa mor-
te e tambem sabes que seu lho Pedro de-
sisti da querella ; pois agora apresentoa-se
pedindo juslica contra raim nm ofcal da
minha secretaria, chamado Matheas Vas-
quez.
E temes esse ten subordinado ?
Aana, isto um mysterio ; nio me
atrevo a fazer-lhe mal, porque me parece
qae s um instramento do rei, e seria
peiorar a minha causa qualquer manifestarlo
da minha parte.
Vamos, Antonio, tu enganas-te.
NSo. O assassinato de Escobedo pro-
duzio muito ruido, e Felippe II nao qaer
que fique impune este attenlado. Receio
qae o rei o revelasse todo ao presidente de
Castella e bispo de Crdova, D. Antonio
Pazos, porqae depois de urna conferencia
que entre si Uveram, foi chamado o fllho
de Escobedo, e este desislie retirando-se da
demanda.
Pois entSo...
Sim.masMatheus Vasqaez apresenta-
se intransigente, e anda que sem direitos
para reclamar, reclamou ; e o que mais
grave, n3o se intimidou com as ameacas do
presidente de Castella a quem tanlbem vio.
Sabes que n3o comprehendo ?
Nem ea, Anna, jurc-t'o.
Ests certo de que os borneas que era-
eeaite n3o te enganaram ?
pregaste
.uvuinanl
Certissimo ; ia-lbes nisso a cabeca.
Todos servem em-aples e nos Faizes-
Baixos desde aquella noote fatl, eso Joao
Mesa qae est s minhas ordens, meado
incgnito em Madrid. AJi rece.o uma des-
grana, uma desgraca terrtvel, se isto se com-
plica.
D. Anna estremeceu e eslreitou a si An-
tonio Prez, como se o qnizesse proteger,
pois quo, aioda de corac3o animoso, amava
muito a aquelle homen para nio o aflligir a
tempestade que pareca ameaca-lo.
'I s t.a
JTlOO'1


.taai m ojan-r, aa 6& mu auiau** **
Uado coa naraeipaeio o ******
SU**>, preuM o Sr. ^esembartador Bical,
BfflP'mmKmw decta/od aMrU i toMao.
Ha^ tporovada >< w*** ,BW<
sb


antece-
OWSlS'o presidete a secretarlo da Junta dod
comm, Brando de tai* juntando- a bolettm
ZnMtfti da semae trmctma Bo.da.-Ao a*-
chiTo. _
Ao Sr. depntado Miranda Leal fot distribuido
aflm de o rubricar o Hvro diarlo da casa eommer-
dal de Gomes de Mattos I ralos. L J
O Sr. Dr. offlcial-roator, parllclpoo baverem Ja
mes Ryder k C. recolbido ao cofre da secretaria a
Importancia de 160*000 da malta qae, es aessio
de 22, Ibes Tora imposta pela nao observancia do
disposto no artigo 89 do cdigo comroereial, tendo
tamben satsimo as costas do respectivo sarama
to.
despachos. .. .
Reqoerimeoto deMeoeel Arresta, pedmdo-
rebabilitacio commercial.-Antoado pelo offlcui
Parias Torres QOe servir* de escrlvao, de-ae *is
ao Sr. desembargador nscal. .
Dito de AotooTo Joaquiu da Costa, socio llqoi
datarlo da esttncta firma de Mendanha a u>sia,
pedindo qae se trinsfira para a de Costa & Ala
res de que tu parte o sapplicante o livro diario
qae (Ora rubricado para aqnella Arma mas que
dalle nenbum oso Diera.Gomo requer.
mtf de Henry Willmer, para ser registrada
ama soa procurado bastante.Fi*fstre-se.
Dito de Hugovuo Bartels e Manoel Marques de
Abri Pon \ declarando, em camprtraetrto da
exigencia couda ao- despacho desie tribunal de
49 do correle, qae eHes suppiicaates sao domi-
ciliados oesta cidade do Recite.Seja registrada a
declaraco constante detta pelicao, e tambera a
qae a ella se refere, urna ve qaa os snpplieantes
nao fkeram a mesmo decliraco oo contrato, co-
mo era oais curial. .
Dito de Aot 'Dio Joaquina da Costa e Maooe! Pe-
dro Alvares Jnior, pedindo o registro da socie-
dade Costa & Alvares, cojo contrato apresentam.
Vista ai Sr. desembargador fiscal.
Dito de Joao Tbeedoro da Silva e Joao Caetaao
de Carvalho, qae por despacho de 22 fora a infor-
mar ao. Sr. desembargador flscaLSatisfac,am o
pareeer flseal.
Autos de rebabilitaijao commercial da Mariano
Machado Freir.Sais (ac o parecer fiscal.
Suoimaaio contra Jos VeUoso Soares & Pilho-
administradores do trapiche alfaridegadoCompa,
talasito a praca do Corso Santo.Adiado, por
nao estar o tribunal completo.Sendo pelo mesmo
me ti vo adiado o juramento da rehabilitado pedi-
da por Mauoel Jos de S Araujo.
Nada mais bavondo a tratar o Eim. Sr. presi-
dente eucerron a sessio as onie horas e meia da
JMttfa.
'.-. __
SBSSAO JDICIARIA EM 26 DE AGOSTO DE
1867.
WI191DBHCIA De XM. SB. DE8B1IBAGABOB
A. 9. PlffiTT!.
Secretario, Julio GumarSeS.
A's oaze doras e meia da manha estando reu-
nidos os Sr* desembargadores Silva Gaimaraes.
Res e Silva Accioli, e os Srs. depatados Rosao
Basto e Miranda Leal, fallando cora participaba
Sr. deputtdo soppleote Sa Leltio, o Etna". 3f. pre-
sidente deciarou aberta a sesso.
Ltda, foi approvada a acta da sefcsio anteee-
deaie.
O escrlvo Albuqaerque registroo o ultimo pro-
testo de letra a 20 do presente mea sob o n. i\70
e o esenvio Alves de Bfilo a 24 do' mesmo mei
sob o n. 1435.
Acobdaos ASSICNAD03. (Proferidos aa sessao de
19 do correte.)
Appellante autor Mantel Joaquina Ferreira Este-
ves, appellados los Joio Jos de Albaqoerqne e
dtrd.
Embargante a cmara municipal do Recite, em-
bargado Antonio M reir de Meodooca.
Jolgahentos.Jaizo especial.
Appetums eteeuiado Francisco das Chagas Ca-
valcante de Albuquerque, appellado esequente
Manoel Alves Ferreira.Jair.es os Srs. Res e Sil-
va, Accioli, Miraoia Leal e Ros?.Foi confirma-
da a entone* appellada.
Juizo especial.Appellante reo Horarias Jos
Canon, appellados autores Flix Savage le C
Jalees es Srs. R-?is e Silva, Accloli, Leal e Basto.
Fol confirmada a sentena apprHada, sendo voto
veecido o Sr. Basto.
Juno especial.Apppllantes reos os administra-
dores da massa fallida de Seve, Pilaos & C. ap-
pellados aotoreg Kilsoo Trlttoo & CJaitas os
Srs. Accioli, Quimaraes, Basto e Rosa.Foi confir-
mada a sentenca appellada; sendo voto vencido o
Sr. Rosa.
Joiso municipal e do ommercio de S. Miguel,
provincia das Alagis.Embargante autor appel-
laste o major Jos Gaedes Nogueira, embargado
reo appellado Carmo Jos de Castro.Jurzes os
Srs. Aceioll, Res e Silva, Leal e Rosa.Despresa-
ram-se os embargos, sendo voto vencido o Sr. de-
sembargador Reis e Silva.
Appellante eiequenie Daniel Joaquina da Silva
Jorge, appellado embargante 3. J ao Pereira Cas-
tello Branco, exeeatado Franclsao Antonio de
Ara ajo.
Appellante executado Salvador de Siqaeira Ca-
valcanti, appellados exequentes Sebastio de Car-
valho da Cunha Albuquerque e outro.Adiado a
pedido dos Srs. deputados.
Os feitoa infra mencionados nao foram propos
tos por nao estar presente o Sr. S Leito.
Appellante exequente Francisco Vaz Pareira,
appellado executado Eneas de Uedeiros Couto
Lins.
Appellante reo Jos da Rocha Paranbos, appella-
dos autores D. Heorlqoeta Simdes da Silva e uutro.
Appellante autor Joao de Siqueira Ferro, ap-
pellado reo Jos Antonio de Alinslda Guimaraes.
PASSAOIKS.
Do Sr. desembargador Silva Gnimares ao Sr.
desembargador Accioli, juiz certo :
Appeiuote autor Francisco- Jos GeMoaoo, ap
pelado reo Joo Jos Pereira.
Do Sr. desembargador Silva Guimares ao Sr.
desembargador Reis e Silva.
Appellantes reos os curadores Gscaes da massa
fallida de Pedro da Silva Reg, appellados-autores
Maooel Joaquim Rara s e Silva & Giraros.
Appeliaote embargante 3. Francisco Torres da
Costa, app-llado esequente Joaquim Fernaades da
Rosa, executado Antonio Pereira da Costa.
Appellantes exeqnentes Albino da Silva Leal e
outro, appellado embarga ote 3* Pedro Si mdes da
Silva Braga, execntados a vinva eherdeirosde
Francifco Jos Goaes de Santa Rosa a o Dr. do-
rador gen I. -
Do Sr. desembargador Reis e Silva ao-Sr. de-
sembargador Accioli..
Appaiiaue Tneodoro Christiaoseo, appellados
4e Campt c. m. adv.
A I>HPiitclas pal sswf w pn alia e
constituido em iMreito, pooeo Importante qae este
qualque qo sejt, seta o promvfe a quem amolv
eoapreteitoo. Portaato saseitada questo sobra
a ama e ontra coasa, tsto : sobre a simola^o, o
obre a idectldade do ooaslooario constttaldo pela
ifesmag pajpo, jamis se deve fazer^eaender

Pltf4C-
liante Praodsco Xavier de Oliveira, appel-
lados os administradores da massa fallida de Seve,
Filbps & C
Appeilaates Moeda, Medeiros & C, appellado
Maooel Perreira de Medeiros.
Nada mais bouve e encerrou-se a setsto a
ama bora e meia da tarde.
-
AWillSlClPAL DO KfiCtf E.
ES9A0 EXTRAORDINARIA AOS t DE JUNBU
DE 1807.
PRESIDENCIA BO SB. PEREIRA BM0S8.
Preseotes os Srs. Gasta do ftego, Aqai-
oo Foa66, Santos, Dr. Miranda, Silva doil
Brasil, Dr. Pianga Pinto, abrio-se a ses-
so, e fo: lJa e approvada a acta da antece-
dente.
O Sr. Santos pedindo a palaara pela or-
dem, e seodo-lhe a raewaa concedida, apre-
senta a seguate proposta, que posta no
disctissao.Proponno qae nao possa n-
nhum senhor camarista trazer de sua ca-
sa discurso algum escripio para fazer in-
s rir na acta, nem mesmo ao da ca ses-
so, qaanto mais oo da immadUto a elfo,
por quaolo, era todos os corpos conecti-
vos, nos quaes ba discussao, a acta o re-
sumo do qae se pas'sa na sesso, e a da c-
mara muoicipal deve ser designada pos res
vaos termos do artigo 35 da lei da 1 de
us.
mea parecer que sendo a simulacio ou frau-
de vicio radical dos contratos, te oaopde prescin-
dir de sua apreciaco, a decretar a nullidide,
qaando a rraaae, oa stmuiaci'3 estiver verificada,
e qae at se pdde considerar qasstao prejddieial
nos termos do art. 683 do Regala ment. Suh cen-
tura.________________
[orado.
ff
goivo desfoikvatda sak>re a luuiui
drt Sr. Jtts Vaz da Fdncett tVr-
dello, acadmico do qnarto asno.
Qu'lmporta que o corp( do mortal
Va' la campa ser dos vermes alimento, I .Ar,*
Sa a aima l no feo tero ootra vida ** _
1
finando, oa forma prescripta pelo cdigo coa
merclal, se suscita a que.-io da ideutidade do ces-
sionino ds non elecuco, e provas eamprida-
aean a smulaco e fraode da eessao, at eoea o
depoimeat do cedeate ; juslo esa se peala de
>arle a/jaeito ia aimulacao para se Jalgar s-
ada idantiiale pessoai, apezar do tteguU-
w ootubro de i(J28, n3o podendo nella trans- dade kovmmui dsawlla prova-ee latepeadMla-
crtver-se dncwae itgam oral, qaanto mais de aceio reieisoria 1
mofto. top a ctnun maaitiiK do ,* Jreaue, baveodo prova legal da iiania-' faiido E* fl Waio mered
**!&* n$?*m' paak^^l*sj|e>Ia^-a*faNesBaoife*
O Sr. Dr. Urania de a Mdirr*, atoa- Miuuaa^esdsWttwap pritiaMiii cssteaario,t
do-lbe concedida, combate a propotu. moa- F*W,IBSIL.iu"i^ .^^^H*
zeodo qi vova contra, mtmmn^r Eummimfwun.
----------Sem -aariyi'u, sem ddr, sem sefirtesento ?
Quando apehas D'aib vivar de Mocidade
Na existencia cooflara o sea I aturo.
Prosegundo esperanzoso a' loa do genio
Pela senda trabalhosa do estado ;
Eis que a fra mao da morte lo fatal
Sobre a fronte de ura mancebo descaoooo.
Inda bonlam jovial entre os amigos
Urna vida daradoora a revelava ;
Inda bootem om riso braodo e gracioso
Desprendido de seas labios bem se via.
Fita va a sua estrella da esperanza
N'ura horisoate auri-brilbantd de primores
Onde cria tsr a vida por mais lampo.
Mas fatal a tao cruel foi seo destino
Qual batel a' merc de brandas vagas
Que deslisa-sa u'ura mar fresco e sereno,
E lego aps escarecendo a luc do da,
La ruge e om fragor a tora yes lade ;
Tornando logo o mar to procello-o
Qae o frgil batel perdendo o rano
Pelo impulso das vagas to bravias
A esmo de encontr vai levado
Pelas praias de-ertas d'alm-mares
Perdido e oaafragadado I..........
Inda tao moco I
Quando agora esperara mil veatxras
Mao prevendo ser ibe a sorte lo diversa ;
Buscando a liada palma da victoria
Para em breve regressar *' patria soa.
Mas a pallida morte lo conlraria
Falsamente me ministra a sepultura,
E Ibe foi da vida o prazo terminando.
O 9r.Vmi?itoSe\fAkira a palavra, ei Q^oto aooder-se traur.
como o Sr. Dr. Mfeaafe.ya^^^Jgt *-gg fjju.
te a mesraa propoau, cumxaimto*ia ;*|o como matara da d
artigo daJei nel citado faculta a valar iVasta o ateo pareeer, sal
fazer oa acta todas as declaracoes etessariaa afcife, S7 de agosto de i
deixar explicada a razio do seo voto.
O 9r. Gaatatro do Reg achado-se an-
commodado, pode uceaba eretiravse.
O Sr. Santos pede a pamvTa o endo-me
concedida, sustenta a soa proposta, e neg
que o disposto no artigo135 da lei de t
outdbro de 1828, leja facultativo, pelo con-
trario limitado, e n5o permftt que na acta
se escreva rainociosam'.nte todo qnaoto diz
o veriador em sustentarlo de sua opiaiSo so-
bre qualqaer materia.
O Sr. Silva do Brasil falla alguma cousa
acerca da nMrtefta sendo jrjTgada: drscotfda, ^
e Sr. presidente poe a votos; nessa occaBio
o mesmo Sr. 9v do Brasil pede a palavra
pela ordem, e sendo-lhe dada faz a seguinte
emenda a proposta.As razees sero es-
criptas na acta, as qae forem apresentadas e
lidas na nesraa sesiJo.Recfe 12 de jonho
de 1867.Silva do Brasil. -
Posta em discussao, o Sr. Dr. Miranda
pede a palavra e declara-se a favor -da
emenda e bem assim os Srs.Dr. Pitnga, e
o antof della, qne a stistrrfbu.
O Sr. Santos pede a palavra, e oppondo-se
emenda, falla anda em so^tentai^o de sua
proposta.
Nao hafendo' qttm mais pedsse a pala -
vra, e posta a votos em prrmeiro lngar a
proposta a qaal nSo foi approvada, por te-
rem volado contra os Srs. Dr, Pitonga.. Silva
do Brasil, Pinto e Dr. Miranda, dizeodo-este
que votava contra a prirneira proposta, por-
quanto a puMicldade, oa mSes dos votos
de cada am, em vez de opporem-se a rega-
laridade do servigo publico, pele contrario,
alo de toda a garanta para as liberddes
publicas e direitos dos particulares.
Sendo posfa a votos a emenda foi appro-
vada, declarando o Sr. Dr; Miranda qne vo-
la va em favor da 2* proposta qae acaba de
apparecer.
Lu-se o seguinte expediente:
Um officio do Exm. presidente da provin-
cia, declarando que, constando de ottro dd.
Dr. cnefe.da reparticao das obras publicas,
datado de 5 do correte, e sot) n. 1G0, que
as pontesinbas do Maduro e Risarinho,
acham-se em estado de ruina, recommend.
cmara qae providencie a este respeiio,
como se faz precio, vislo correr esta des-
peza por conta da mesma cmara.
Depois da leitura do oilkio cima, o se-
cretario aprsenla um do engenbeiro cor-
deador, remettendo os orcamentos dos con-
certos de que precisam as ditas pontesi-
nbas ; sendo a do maduro, oreada em
140li)00, e a do llosaribo em 100,5000
res.
Tendo Beoto Joaquim Gomes requerido,
declarando qae sa eacarregjria des=ei con-
cert* pelos orgamentos ; e obrigava-se
da-las prompias em qunze das, a cmara
acceitou o offerecimento ltenla a urgencia
de seren effeetnados taes concertos, deli-
berou qae se officiasse a presidencia commu-
nicando icr tomado a re.-peilo as providen-
cias em seu olicio reeomoiendadas.
Outro do advogado, informando acerca
da casa dos herdeiros de Jos Hygino de Mi-
randa, na qual se procedeu a vistura qae
veriflcou estar em estado de ruina, mas qae
se acba em liligio, seu pareoer que ones-
pectivo termo devo ser apresentado a qoera
se acba de posso do predio, afim de qne se
procela nos termos ulteriores do art. i.do
litu'o 8. das posturas de 30 de junho d
184.
A circunstancia de estar a casa em litigio
nao deve impedir urna medida de seguranza
publica, e autorisada por lei, sendo qae o
fiscal somente se pode dirigir ao que estiver
na posse do predio, qae &e considera o le-
gitimo proprietario emquanto nao bouver de-
cislo em contrario.Que neste sentido se
officiasse ao fiscal e ao procurador.
Foi approvado um parecer da cmraiss3o
de edificacSes no sentido de poder Jos Fran-
cisco de Carvalho, edificar urna casa na tra-
vessa de S. Jos no a!inh vizinhas, e o nivelamento o das soleiras das
da ra da Concordia do lado do poente.
Tendo o Sr. Silva do Brasil representado
a cmara qae em am dos armazeos do caes
da Alfrndega existia ama porco de baca-
lbo, que pelo seu estado, nao podia conti-
nuar exposto a venda, seado ja no mesmo
feita urna vistor ia pelo respectivo fiscal, a
qaal ficou frustada or ter o seu proprieta-
rio aprestnialo dous mdicos, que declara-
rn estar elle em bom esiado, reqaeria que
se officiasse ao inspector de saode pedindo
que fosse examinar aquello genero, e a res-
peito procedesse como fosse rasoavel.
Mandou-se ordem ao procarador para pa-
gar ao fiscal da Boa-Vista a qoantia de 3$,
que, despendeu com um pequeo reparo na
ponte du Maduro.
Marcou -se a 2.a sesslo ordinaria deste anuo
para o da 19 e os seguintes : despicha-
ram-se as petices de Agostinho Bezerra da
Silva Cavalcan, Antonio Martinho de As-
sumpeo, Belmiro B*ptsta de Souza (2),
Bouto Joaquim Gomes, Casemiro do Beis Go-
mes, Francisco de Barros Corts (2) Galdi-
no Jos Pires Campello. Graciliano de Paula
Baptista, lenrique de Oliveira, Joao Fran-
cisco Pontea, Jos Joaquim ao Bego Barros,
Jos Thooaaz Cavalcaoti Pessoa, Jos Maria
Sodr da Motta, Jos Soares Le.te, Jos An-
tonio da Cunha Guimares. Joaqu.m Salgado
de Castro Acc oiy, Jos Francisco Pires, Jos
Caelano de Carvalho, Joaquim Jos Pereira
dos Santos. Jos Francisco de Menezes Amo-
rim. Dr. Joao Raymundo Pereira da Silva,
Maooel Alves Guerra, Manoel Ferreira Antu-
oes Villaca, Tbeodi miro Jos de Albuquer-
que, Vicente Jos de Oliveira, Vicente Alves
Machado, e levantou-se a sesso.
Eu, Francisco Canuto da Boa-Viagem, se
cretarioa subscrevi.Pereira Simoes, ,pro
presidente, Dr. Pitaug?, Santos, Dr. T. Villas
Boas, bonceea. Reg, Dr. Miranda.
e AgaH{ 186?. .OLU O
^lIIat'JTL
.IIL1Z OVSA
boa dea-nos L
Nem era de esp
como elle aispoem
.mruMM..::..............
coasa
tonto e
. Jordaio primou pelditacteristico
pe de cardeal, dizendj-o bem com
aula, proprit de um homem j mutto
apde em idade.
Venha terreiro o Sr.'TaixfcTa.
Deste apenas direi que um artista que
tem am lugar distiacto no palco. Se foi Bem
30JWai43l.
o joigam at desta do daqaatta, e mf|M anda no papel de Fr. Ignacio que odigam os es-
le se feh* de parle a qMsttd> 4av*hMiacao pedidores, que sempre o aeolbem com pal-
para sa Jtgar smBW a da ideatidads; taolo L,|s ^ r
mais qaanto o Rufalameoto Commercial no seu "e_ ._.. n t ^
art. 686 5% admits que se opponh em defea, Sr. Santa Rosa agradou ; mas sena bom
tm fopndemu e Mj&o airela regatona a oaiH- b mesrlo provltao para elle que nao ati-
dade depeodeate da rescisao, como a que resuiia rasse tanto com M. Aurelio para o baixo co-
e ar."PS do ^COt *^
81 ie o^meu'parecer sub untura. O Sr. Guimares um Leonardo sofSri-
Recife, 27 de agosto de 1867.Joaqutm de Souza red. Artista tovo jase mostra desembaracado
OTBLXDO'PrtOVutClAL
Rsodimsaia do dia f a M..*...*..
dem do dial?................
3:109*185
44:344*8 id
-j-1,.
MOTIMSTO UO POHTO
em sceoa.
A' Sr. D; CleUa na pequeo papel de mu*
Iher'dtf poto taOStra qunto artista. E' ad-
miravel a xpreso de nteresse e admira-
cao, qae manifesta no resto quando M. Au-
relio pesa o biltiete de Fr. Antonio.
E' yerdade^oe istoao causa sorpreza,
quando se considera que a Sra. D. Clelia
a grande artista que com tanta vaotagem
nosdeu a Viscondessade Aristocracia, a louca
do S. Franesco e outros difflcets persona-
geos, qu a maglnacSo fogosa cria e qne o
talento a arte realisam 1
Seria inj islica olvidar a Sra. D, Jesuina
na parte de Bertba ; trbaifiou de modo que
Nemm tmtradot ao da S7.
As?dil das, hlate brasilairo Dous Amigos, de
68 toneladas, capltao Julio Gamas da Silva, equi-
pacaaa 7, carga sal o ootros geoeros ; a Antonio
Lqi de Oliveira Azevsdo 4 C.
Naxios sahtiot no mesmo dio.
BabiaPatacho inglez Spray, capilao Melbnish,
carga parte da qne tfouxs de Tem-Nova.
BnBos-AyrBS peles portos do solVapor inglez
Syri, capltao Haftooc. em lastro d camo.


Mais urna alma i no co descanea.
Entre a bonanza de urna.vida para ; .r
Mais Om cadver para sempre dorte
Ae peso enorme de urna campa escura.
i
Thstoaho geivo em solidao desfoiho
De praoto raolbo sobre o sen jazigo ;
afea pobre canto de pesar sentido
Triste e ferido sabe de um peito amito,
Joao Soartt Pinto Correa.
CANfiO DE FORTtJNrO.
'

at? ou
(Traduzido de Alfredo Musset)
So acre4ita(s que vou' dzer;*os
Qaad onso amar,
Nem por o m throqo eu o'usaria
Vel o etpreSsar.
- Catmos jcujms se qoltferdes,
Qaaes bous nr^s i
Que ea a adoro e qn'elta loara
Bem cerno os trigos.
Paco o qa'a sua pnt-tasia
Quer me ordenar.
Se for mister a mlotea vida
Lh'a posso dar.
Do mal qu'om amor ignorado:
Nos fas soffrer.
Trago minb alma tormenUda
Ate morrer.
Amo demarspara que diga
Qoem onso amar.
Quero mor/er per mioha amada
Sem a nom'ar.
il. C. Paes d'Aodrade.
1_
i ai ara


THEiTRO
Os Milagres de Saoto Antonio
Tendo eu lido no seu conceituado Diario
alguns artigos, qae dizem respeito a repre-
sentacSo do dramasacroos Milagros de
Santo Antonio,quiz conbecer do funda-
mento e justigados elogios, que os seus au-
tores fazem aos artistas, que tomam parle a
saex'&cSo.
' Fui portanto na noite de sabbado, 24 do
cadente, ao tbeatro, que encontrei litteral-
mente ebeio de espectadores; o que nao me
sorprenendea, porque est no animo de toda
a gente o grande apreco, que tem tido do
publico ci vi usado, que falla a elegante lingoa
de Camoes este soteroo drama, que tanto
edifica o espirito e robustece as crencas re-
ligiosas. As muitiss mas e innmeras vezes,
qae em Portugal e o Brasil tem subido a
scena,e sempre com milito appbuso,os
Mrtares de Santo Aotooioattestam osen
mrito i eal luz da lilteratura e da moral.
Logo que entrei no tbeatro, fui tomar
lugar em um camarote, onde deleitei-me
com oa doces sons de urna linda sinaphonia
execulada pela orebestra dirigida pelo hbil
professor C'ils Filho ; linda a qual rabio o
panno. Eifrime todo odos e ouvidos. Ainda
nao era acaDada a represeatag5o, j eu me
dizia que os taes artigos dizem a verdade.
De feito ; pode-se desejar mais fidedade,
arte e inteldgencia no desempenbo do papel
de Fr. Anin, de que sa incoabiooSr.
Peregrino ? De.certo que nao Com quanta
inspirac36Yclt Heaqulles versos:
"'bonella escuta a terdade
Dos tbi "3........f
N56i>at* aVer um quer que seja de
E o sceoario ? Quem quizer jelgar del le,
v ve-lo. E deslumbrante pelo variado das
cores, pelo biimo das- luzes e pelos fbgos
que derramam acuitas chuvas de ouro.
Repito ; o que se diz do desempenbo do
drama tem um fundo de verdade.
Depois do drama segnio-se a rpresenta-
c3o da comedia. Os cabellos d minba inu-
lberna qual lomaram parte os Srs Lis-
boa, Potigrino. Teixeira, DD. Falco e Je-
suioa.
Rica de ditos chistosos e bastante animado
pelas scenas precipitadas, a espirituosa com-
posicSo de Scrib tete um desempbo mag-
nifleo
Os artistas dando-lhe toda.vivacidade pos-
sirel, elevaram-na a altora, que o seu autor
imaginou.
sabemos defbote pura qae algumas fami-
lias pediram a empreza que anda mais urna
ou doas vezes levasse os milagros k scena;
approveito a'vjceasilo para fazer igual pe-
dido.
Fico por aqui.
Soo, Srs. redactores, seu menor criado.

-na de forMa a"e Marray e Laa-
mao.
Que os poetas embora fallemdosares
odorferos da balsmica Arabia,* porm
apew de todo pode-se muilo B6m por em
duvida, se jamis algum desses florescentes
bosqaes de Cannelleiras ou Laranjaes pro-
dazir3o oa derramarlo incens e perfume
, mais refrigerante e deteitavel, do que aquel-
le delicioso e delicado aroma que exhala e
dimana desta admiravel Essencia, colhida
dos campos virgmaes de Flora, k atmos-
phera, a qual rou'ba ediveste a fragancia'a"
quasi todas as mais aguas cheirosas, parece
produar bem pouco effeito sobre a exquisi-
ta raridade deste aroma, a qual pertence
por excellencia esta preparacao sublime e
refrigerante. Ella eneerxa emsi, por assim
dizer.o condensado respiro e vida das flore-*
as mais exquesitas e odorferas do reino
vegetal e sua fragancia parece inexhaurivel,
inesgotavel, mesmo depois de ter sido ex-
posta ama prolongada evaporac5o ou dif-
fus5o. Neste respeito ella se assemelha
original Agua da Collonia de Faria, e
proferida por toda araerica do sul e as
Antilhas, nao obstante o valor e casto de-
brado daquelle outro perfume.
( Reparai bem que os nomes de Mur-
ray e Lanman, se achem inscriptos sob ca-
da envoltorio, letreiro e at mesmos embu-
tidos no propno vidro da garrafa e na falta
dos mesmos toda a mais falsa).
Acba-se venda na pharmacias de A.
Caore, J. da Conceigo Bravo C, e P.
Maurer & C.
Illm. Sr. Joaquim de Almetda Pinto.J era bem
fraca a esperanza que en noiria de resta belecer-
me de ama grave affeccan de ba?o, prts qae sem
resoltado algum bavta felto oso de variados me-
dicamentos, qoando por felicidade me aconseib-
ram a appnca?io do emplastro e vinho de jnra-
beba.
Abracando eonselbo, dirigl-tne a V. S., qae
bondosamente preslou me esse ralracnloso medi-
camento, qne em pouco tempo restilalo-ma a sau-
de. Veja V. S. om protesto da mtnna cordial esti-
ma e gratidao oesta carta, da qaal V. S. fara' o
aso qae Ibeaporoaver.
Soa com todas as veras de V. S. sea atiento ve-
nerador creado e obrgado Jos Maria Jordan.
R-cife 26 de agosto de 1867.
aaaaataaaaiaBaar
___ Acatnara municipal desta cidade tendo de
eoalratar a-obra de sea paeo, faz publico qae o
plano desse edificio acba-se esposto em sua secre-
taria por espago de 15dias, onde pode sar exami-
nado por aquelles qne pretenderen) coacorrer a
arrematadla, findo o qual sera' aoonnciado o dia
am qae deve ir a praca semelbahta obra, sob a
baze de 160:000* j offerecida por toda a obra de-
corada e prometa, annunciando-se tambera as con-
dicSes do contrato e sen pagamento : aquelles qne
pretenderen! licuar nessa arrematado deverao
munir-se de nanea idnea que a garanta, sem o
que io podero ser admittidos.
Pagoda cmara municipal do Recife 14 de
agosto de 1867.Lulz Jos- Pereira Simdes, pro-
presidente.Francisco Canuto da Boa-viagem, se-
cretario.___________________ ^_____________
O Dr. Tristao de Alencar Araripo, oflicial da
imperial ordem da Rosa, e juiz de direito
espeal do commercio, nesta cidade do
Recife capital da provincia de Pernambuco
e seu termo, por S. M. imperial e Cons-
titucional o Senhor D. Pedro II, a quem
Deus guarde, ec.
Fafo saber aos que o present edital vi-
rem que no dia 25 do prximo futuro mez de
nev ubro do correnta anno, pelas 11 horas
da manhSa, ter lugar na sala dos audito-
rios a reuniSo dos credores da massa fallida
aVDencker de Barroso, aflm de serem cum
pridas as disposiyoes dos arls. 842 e se
guintes do cdigo commercial, sendo que
nenbum credor ser admittido por procara-
dor, se este n5o tiver podores especiaes
para o acto, nem a procurado poder ser
dada a pessoa que seja devedora aot fallidos
e nem um mesmo procarador representar
por dous liversos credores e caso apresen-
tem os referidos fallidos, projecto de con-
cordata sorao considerados como adherentes
mesma, os votos daquelles que nao com-
parecerem.
E pata qae chegue ao conhecimento de
todos mandei passar o presente que ser
pubicado pela imprensa e affixado no lugar
do estylo.
Cidade do Recife de Pernambuco 31 de
julbo de 1867.
Eu, Secuodino E'iodoro da Canha, escre-
vente juramentado o escrevf.
Eu, Manoel Mana Rodrigues do Nasci-
mento, eserivo o sub.-crevi.
Trt'stao da Altncar Araripe.
COMMERCIO.
-,-. ----------''"'

PRAGA DO RBClFE S7 DE AGCSXO
*^ DE 1867. ,
As 2)4 horas da larde.
Hootem.)
Cambio sobre Portogal-60 d|v 145 a 160 0/0
'Hoja) .
Algodo 1" sorte11*000 e 15J2B0 por arroba.
Cambio sobre Londres 00 drv SO 1|8 d. por
taooo,
Cambio sobre Hamburgo-90 djv 8t rs. por m. b.
Cambio sobre Poriagal-60 d/f 180 0/0 .
dem idem=avsta 1530/0.
Silveira.
Presidente.
Macado,
Secretario.,
cala Mlal do banco do Brasl|
em lermauabnco\ aos 26 de Ja-
Iho de 1969.
D ordem da directora se faz selente aos Srs.
, accionistas, Oda o thesooreiro esta* autorisado
celeste no riso, qae Ibe abre os labios e na, pagar o 27* dividendo das aceces do banca do Bra
tranquilidade que brilba em 'sea roito no inscripus n'esu caa, a'
momento m que, Atando o Co ebeio de
confianca, rende a alma ao Creador ?
O Sr, Peregrino incntestavelmente um
artista, que'faz honra ao palcoIjrsrileiro.
O Sr. Cesar de Lacerda no papel de Iselli-
ao ea Sra. D. Falce nodo anjo Gabriel n5o
podiara deixar de ir muito bem. Artistas
de subido mrito tornam-se de dia em dia
mais credores da justa considerarlo ao dos-
so pujnco.
t Fr. Wias, de que se encaTtefiOa o*.
Tttomaz ? Fl satsfactorlamerte deempe-
merecjmenio o modo
to dialogo, qae
tem com o cardeal, diz baixinho ao frde**
qtw II fie*-* esqaarda : Jfarco Jasiato jfa
cnVwttiftr.J urna bella tramicio rica
da am. Por mus tagajia m W ap i
ciado os primores artsticos do Sr. Thomaz,
razio de i 2*000.
ciO guarda-livres
Ignao Nones Correa,
ALPARDBGA.
Readimanto do ta 1 a 18........ 483:757*667
do dia 17,
a6:68i*3il
510^41*008
Velaroes entrados com faiendas...
i c ganaros....
Val ames sabidos coa faiendas...
gneros....
141
-----415
ISO
361
~- -48*
Desearregaa aoje S8 de sguto.
Tapar laglea-Aasaaimaereadorias.
Barca porlngneuGratiiio- idem.
Bwaaa hotaaSa--Kfriiw-meTcadoria8.
Pasaeoaa*latal-/a*/-idem.
Brajea aastriaao-tMif^wM IViiaeiiea-farloaa
ctSgWIlIA DH RENDa.3 INTERNAS
ajMiBMto o dia 1 a**..!..... tf:44S#4*
EDITAES.
,.35,36 a 38,
vre na barca frau-
de revereiro des-
L'i J0.4 JJ IIIJ I | inm
1 ,:,wl JWssanM
ceta Stmio Andrijttffthi
le anno, a P. Soo vaga.
1 fardo com tecla* 7 marea A D. C, vindo
do Havre na barca francesa Santo Anir, entrado
em 9 de fevarelro deste anuo, a S. Saovage.
1 embrama sem marea, Snreire Phips B. & O,
do da Liverpool na baraa inpleza Adttphoi. en-
trado am II da fe vare Ira deste anno. Nio consta.
Na sala da abanara.
1 sigo eom garrafas pfaus ns. M, marra H A.
t barris eom chanabo da manicio, sem numero
e sem marca.
1 ditos eom garrafas ceoteodo cerveji.
1 passa da caiemira Infestada de cor.
Alfandega de Perbamboeo, 16 de agosto de 187.
O escrfptorario,
Eutyebio Hondim Pe-lana.

DECL1RA?0S.

De ordeto do III. Sr. inspector da alfindega
se faz publico que na da 28 do correte, a' porta
desta repartica, a* ama hora da tarde, sera' leva-
da a basta publica, livre de direitos, nina pipa com
alcool puro contenda cento e trlnta e oilo caadas,
vlnda de Barcelona na rmb h3=paolioI Tortollos,
avahado a 3X200 rs. a caada.
Alfandega de Pernambuco, 26 de agosto do
1867.
O escriptnrario,
Eutyehio Mondmi Pestaa.
De ordem i llim. Sr.inpeetor da alfandega,
se faz publico, qae no da 28 do crreme mez, ao
meio da e a porta desia repartido, serio levados
a basta pablica, livre de direitos, doas saceos coa-
teodo pregas de cobre, pesando datentas e vinle
libras, avaliados a quinbentos res a libra, appre-
hendidos pelo sargento da companhia das guardas
Amerlco Vespucio de Hollanda Cbacom a Manoel
Bspindola de Mendr-nca.
Alfandega de Pernambuco, 26 de aga-to de
1867.
O escridtnrarh),
Eolycbio Mondim Pestaa.
De ordem do Illm. Sr. inspector d alfandega,
se faz publico que oo dia 28 do erreole, ao meio
dia.e aporta desta reparticao, serio levados basta
publica, livre do direitos, trila e seis candes com
doce de goiaba, pesaado 157 libras, valor da libra
320 rs. a 6 espaaadores oa penacho i, valor de um
4|, apprebendldospelo"gu.rda B-oto de Souza Mi-
ra, ao capillo da polaca hespanhola Venturita.
Alfaodega de Pernambuco, 26 de agosto da 187.
O escripturario,
_____________Eorychio Mondin Pestaa.
Companhia dBeberibe
A directora desta companhia faz publico
para conhecimento das pessoas a quem in-
teressar^ que quinta feira 29 do correte s
tres horas da tarde mandar feixar o enca-
namento geral desta cidade em consequencia
de ter de mandar proceder o esgoto e lim-
peza da caixa de deposito de agua da ra
dos Pires: pelo que licar suspenso o for-
necimento da mesma em todos os cbafanzes
e peonas d'agua desta cidade a partir da dita
hora; abrindo-se de novo o encanamenlo
para os chafarizes e peonas d'agua no dia
seguinte 30 do corrente s 6 horas da ma-
nha.
O secretario
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitanga.
Da ordem do Illm. Sr. inspector da alfande-
ga, se faz publico que, achaOdo-se as mercaderas
comidas nos volames ebalxo mencionados, no ea d serem arrematadas fara consumo, nos termos
do capitulo 6 do titulo 3* do ragnlamento de 19 de
setembro de 1860, os seas donos on consignatarios
deverao despaeba-os no prazo de trnta das sob
pana de Ando elle, serem vaadidas por soa conta.
sem que Ibes Oque competindo allegar contra os
effeites desta venda.
Armazens n. 113. "'
2 calas com pannos e chitas as. 31 e SS, marca
triangalo S, vindas 0o Havre oa barca Iranceza
Santo Anir, entradas em 5 de fevoniro deste an-
no, a P. Souvage.
1 caixa eom tecidos n. 8,887, marta B A B C,
vlnda do Hme na barca 'raneis Saneo A*irt\
entrada em 5 de fevereiro deste anao, a E. A. Bie-
berAC
1 caixa com (ecidos n. 4, marca C H, vinda do
Havre na barca franceza Sanio Aniri, entrada em
5 de fwrriro deste auno, a ordem.
1 aaaaralbo com amostras o. 7, marea W, vio-
do de Hamburgo no brtfOe iollaodes Oreo*, en-
irado am de fevereiro desta anno, a D.T. ^'?-
K fardo eom tecidos ds. SMS a 8W4, 88H,
8W5 aW8, 888l,'88S5 a 88W.S87S aSSH/887
e S880, marca E A B 4 U. viastoa do barca franeeza Sanio Andr, eavados tm 6 a 7 a
favarairo Oaste anao, a B. A Burle Jj u
i caixas com padnoi 5 rtltu ni. 3V a 37, mar-
Pela adanoislrao do aorreio desu cidade se
faz publico qae em virtade da convengo postal
celebrada pelos governos brasileiro a f ranee i, se-
rio expedidas malas para Europa aa dia 30 do
correte pelo vapor francez Guyenne.
As cartas sarao recebidas at 2 horas antes da
que for marcada para a sabida do vapor, e os Jor-
naes at 3 horas antes.
Adminisiracio docarreloie Pernambncn 22 de
agosta de 1867.
O administrador,
_. Dammgni do Paaig atlraada.____
No da 28 do correte, depois de Do i a au-
diencia do Sr. Dr. jult de paz do 2" districto da
Boa-vista, sa ha de arrematar em porta a sua
residencia no Corredor Oo Bispo as 4 horas da
tarda os objeclos seguintes : 6 cadelras de ama-
relio no valor de 18000, orna marqueza J ma-
delra abgleo por iOJOOO, nma nmsa redonda de
amarelle por lo000, ama-mesa de ps loruiados,
por 6|000, nm par de lahternas ffl pls d me-
tal por 2#000, cujos bns foram penboMs a
Francisca Luciana do Reg Catrtto, por cx?co(o
de Antonio Constantino Monteiro.
-^.. ,i j ------
Parame o jno municipal do 'termo do On-
da se ha de arrematar por Venda no dia .11 do
correle, pelas 10 boras da manbia, i porta da
casa das audiencias, por ser a ultima prca, ^>s
bens se^ni .tes: om sobrade de am andar, por
:60O|O6O, duas casas terreas pbM:300VWO' cada
Urna, e outra dita coaa sotao por 2:000000, todas
sitas oo pateo de S. Pedro Apostlo da mesma ci-
dade, a urna outra mais tambero ierres, sita ua ra
das Calcadas da cidade do Recife por 2:5 (000,
perteoceotas ditos bens ao espolio do Quad cene-
go Joio Baptista de Albuquerque. leudo sida pu-
blicado par este jornal o respectiva edita*.
& dividendo da massa tulli-
da de Amoriin, Fragoso
Santos & C.
Os administradores pgate o 3 dividen-
do a razo de 3 [, todos os das das i I ho-
ras da manha a i da tarde, al o dia 28 do
corrente, no esoriptorio da roa do Viajario
n. 13, e rogam aos Srs. credores o especial
favor de virem receber nao somanta o pre-
sente rateio, como tmbem as quantia, que
ainda esto por pagar do i. e-2.* dividen-
dos. Daquelle dia em diante, os pagamen-
tos somente sero feitos as quartas-feiras a
igual bora, e os Srs. credores devem appre-
sentar seus titufos para serem a^erbados.
Pernambuco 23 de agosto'de-1867.
Os administradores,
Jos Jeronymo Mootetro,
Justino Jos de Souza Gampos,
Santa asa de MseTcrdia
do Reeife
A Illm* junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Rect -, aa sala de suas Ss's5es.
pelas 4 beras da tardo do da 29 do corren!-, re-
cebe propostas para contratar com iiueol por me-
nor preco flzer, a obra do ei,ctnameoto'fl'agua pa-
ra o 1* a 2 andares do hospital Pedro II, a saber :
collocago de nma bomba patente com dous cylin-
dros, 342 palmos de canos grossos para cfllOzir
agua at o 2* andar do edifleio, i"0 palios dos
mesmos para o e-tabalecimenlo de ramaes f sra as
latrinas, 9 toraeiras, 1 deposit para cobter a agua
conduzida.
s pretendenles pira melhor esclarcimehto po-
dero dirigir-se ao referido hospital oa a* secreta-
ria da santa Casa.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 23 de agosto de 1867.
O essrivJo,
________ Pedro Rodrigues de Souza.
Santa Oasa da Misericorda
do Recife,
Al lima, junta administrativa da Sama Casa da
Misericordia do Recite manda fazer publico que
na sala de suas sessoes, no_ dia 29 do crrante pe-
las i horas da tarde tem de ser arrematada; a
qnem mais vantagens offerecer as rendas dos pre-
dios em seguida declarados :
Estauelecimeatas de caridade.
Roa do Padre Plotiano.
Casa terrea n. 49.......SoOO
dem idem n. 17.......186#000
Ra dos Pescadores.
Casa terrea o. 11.......216J0CO
Raa das Calcadas.
dem idem o. 38........1383000
Ra larga do Rosario.
Segundo andar do sobrado o. 24 300,2000
Terceiro andar idem dem .... 301^000
Roa da Roda.
Casa terrea n. 3......... 96*000
dem idem u. 7....... 96*000
Boceo do Quiabo.
Casa terrea n. {8.......144*000
Rna das Calcadas.
Casa terrea n. 36....... 176*000
Roa do Padre Floriano.
Caja terrea n. 47.......rOBJOOO
Roa do Nogueira.
Casa terrea n. 17...... 42*000
Patrimsaia de Tfaias.
Rna das Larangeiras.
Casa n. >17. ........ 192*000
Ana do Rangel
Casa terrean. 56. ....... 301*000
Raa da Lapa.
Casa o. 11..........196*000
Roa do Vigorio.
Primeiro andar do sobrado o. 27 181*000
Raa do Pilar.
Casaa.99........|56*00O
dem a. 103..... *0
dem R. IB4.........20,*J
Sition.'SBdForno da Gal. I*6*0?0.
dem, n." 105......: 144*000
As arrematacSes serio fWtas pelo tempo de am
auno, devendo os licitantes vlrem acompanbados
de seas fladores oa mualdos de crtas desies.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife 22 de agosto de 1867.
Oeserivao,
Pedro Rodrigues deSoota.
*W
91
THEATRO
S
I
tamo, a
EMPREZA- COIMBRA
Ojiarla -feira 28 de agosta de 1867
Para aattefuer aos pedidos de maltas pessoa s,
represeour-se ha o apparatoso e sempre freneti-
cainente applaadido drama sacro ato 4 *tos lo-
tNolde
GABRIEL E LUSBEL
S iHWRES 91 S. ANTONIO.
DtriSm ao espeetacn a imito apptaodida o
angraoada eoawdaa am 1 acto, inUlulada
198,199 Os cabellos de minha muiher
A D C, "lodos do Havra na barca i Tomam parte as Sra?. D. Paleo. D. esalna, 0
AJr7aotradoi em S de mHNIrolea 8r?, Usboe,Teftatr* a_Pere|nV
a ama calza coa tecidos na.
dono aaoo, a P, aasnia.
Comapra' aa 8 berta



I

-
******+*mm*m i un >m**~+>mi+A*Wr,<-,*i*
Paifc&ba, Vota', MkJo, ifaeaty? oSr e
jgtfUpellA, CQfiB cs de v
toarlos, costaba fon e i
piar, diversos rroftdo, tafrsnp,pa*or!
Ifate 833 palmos e Rfi'J once mal* 4e
Untnta-teira 29 do corroerte.
- O agente Martins /ara' leo dos predios cima
o armazem da roa do Imperador n. 16, as litio-

">io Asarsear:.
i
ca
p-tfia ^
ao corrnte agosto, pelas liToFarTB
asttssl obi- h?i3n 3
raB dodia cima'
8ef aa oe^Ua 30 tu correa-
WtmMMM* tarde umj
do* va pares desu campwbia.
Recebe carca ala o di* 2,
fmaaffiaM, [amssssiadii *
dmheiro a frete at as. 3 ha-
rs da urda do da da afeite : escriptorio do-
Forte di) gatos n. 1.
LEILAO

']


4*
do
diaersas
O anete Pont nal fafir*1lirt)
Illra.Sr. Dr. jmi anfoiclpal da 2 .
10.00QJ em letras e o restante em conia da litro.
Quinta (aira 29 do corrate.
No sea scripiorios roa da Croa o. 02, an-
ra :'-.-^t4It" ni'"!^--------------
MU uto* MA
Relatork, parecer a mais trana*** 4
eomrnissoes:
Leitara de urna Memoria sobre o eetnbe-
lecsmeoto, permanencia e exUtjccSo -des je-
sai tas em Peroambaco> pele Sr. Dr F. tf.
Bppozn de Alineada, socio eflectivo do ias
*
Attengo.
Irecisa-se de ona casa terrea ou
*fommodos para pequea farail a : a tratar oa
' a do Reeife o. 51 1* andar.

Quem
u
titulo
OMPlIH&
DAS
Messafferies Imperiales
No da. 29 do correte asex espera-se dos portes
do sai o vapor franeei Aubry de la No, o qual depois da demora do
cosame egaira' para Bordaos, tocando em Dakar
(Gore) e Lisboa.
Para condioies, fratasa paseageos trais-se na
agencia roa do Trapiche n. 9.
Segundo oeontrato faite eotr a adnrtnistra-
cao du comi francez e a comsanhia das Mesea-
geries Imperiales, os agen e de*ta esto autorisa-
dos a recher qualquer quantia de diobeiro que
sera' reembolsado pelos correios da todas as ci na-
des da Fi anea, Italia, Snlssa e Blgica.
Para goadieSe* a mtk Inijrmac9<6 tratase na j
agencia roa do Brapteftt n. COflPANHIA PER* AlfcUCAJIA
DK
Navepca costeira por vapor.
Macei e escalas e Penedo.
OtapaT/po/tica, commandaota
Martins, segu para os porto, ci-
ma no dia 29 do crrante pelas
S horas da tarde. Receba car-
ga at o dia 28, passagelros, en'
commeotta e diobeiro a frete at as 3 oras da
tarde de da da sahida : eseriptorle no Forte do
Mato= n. 1.
gompaMiapernambucana
DE
Navegagdo costea por vapor.
Rio Forraoso at o rogar denominado Pedra
O vapor M'.imanguap?, com-
mandante Costa, segu para o
porto cima no dia 28, as 7 bo
ras da manbaa. Recebe carga,
pas*ageiros, encommendas e di-
obeiro : escriptorio ni Forte da Malos a. 1.
i .^-k
&m*
Des artigse1* ticriyUi; fe am-.
zem do estabelecineito da missa
fallida de'0. Bicbw i C^see-
cesaaria.
O agente Ollveira fara' leilao a reqaerimenlo do
depositario da dita raassa e por mandado do Illa.
Sr. Dr. jaiz especial do commarcio dest* cidada,
dos amigos indicadas englebadamente e coasistia-
do em urna expeliente burra de ferro importada
reoentemRnte, um cofre de ferro, carteies e mo-
los de diferentes lamaobos e qualidades, mesas
na mesma eooformidade, 1 secretaria e l lavato-
rio de magno, estantes para tartas e ootroa mista-
res, eadeiras de goarniao a de bracos, i poltrona
e 1 pregnicosa, repartimentos da amareilo e ou-
tras madeiras, armarios, lavatorios, pratoleiras de
piobo grande; e peqnenas, marqueta, bancas de
Jacaranda, de augico a outras, carteiras e grades
de amartllo, jarros para agaa, lampeos, candiei-
roa gaz, ca-U(aes de metal com e sem mangas, 29
resmas de papel de peso a para copiar, 2o boiOes
de, tima preta e aial para escrerer. prensa*, e
veaeziaoas, 2 mappas geograpbicoa, eseada de pi-
nbo, tioteiros e arielros e diversidade de objectos
miados
Sebbedo 31*) torrente
asdO boras da manbaa, no lagar do indicado es-
tabelecimento, ra da Craz n. 4.
PIANO.
L m ptimo piano de ponco nso ser vendido na
me^ma occaslo. I
Leitara de varios docunetos de talor
histrico, peiofir. major Saltador Heoriqoe
de Albuquerqae, socio eflectivo do insti*
tuto. fisalia ob*t/ O
Recele, 26 de agosto de 1867.
Jos Soares de Aeevedo,
_________ StCBetof io perpetuo.
i C, avias aor
o pagneoK os
ateto, seao
vando lemelfeanle
crloula, .
XCTjMsl r.iusprada
corrente t
t-Jaata provjnca, .
Joaquim Lope Pe-
1866, morador em
w|ipo,eau peal dOdia pao, agua e tasava too-
W ; tera tMina isngajljnii: altura regalar, cdr
raa, .alguo cabellos braaoos, olhos p'qaeoes e
butiops, trirlz chato, bicca grande coai falta de
aeetes, rosta corto, pos eaato metiendo para dentro
Mando sala: quem a-pajar leve a ra da Con-
Wdja^"| ibansado.
Corpo Santo, trocoa-
a den esa troca ojoVreloa^ssVss'to* S Tr? Uma Pulselra de *V**&t>0 litigo, com
ffr-sa rna da Gru a. 87.__________^__ ,as iniciaes gravadas mo cealro. C. F. S. C ,
Pede-ae aaaem farton o cavallo" raso~de perdida na Mitedfl %iopitrml, desde o
EusUmmo Jos das Cbagas ao Poco da Panella no i<0iette at o sali do Qub Cpramereiat-; faz
Farse-ba este favor ?...
ava A i7Tso crrente fnrtaraa do Pojo da Pa-
de nalla um cavallo rnsso pombo, grande,
i
~-------
-
IOTA-
ara o E\m. Se ministre da jnstica
ver, adpajrar t provideociar.
floja a cobija assenton-s-1
bo lagar da eaaidade : o jaiz
vende a cooscieocla no mercado
oetaarosos, como as malbe-
aasdailibylonla vendiam a pu
AVISOS DIVERSOS.
Coinpanhia americana e bra-
sileira de paquetes a vapor
Al a dia 1 de setembro esperado dos portas
do sal o vapor americano Norlh America, o qual
depeis da demora do costme seguir' para Nsw-
Yotk tacando no Para' e S. Thomaz, para ireles e
passayn- trata-se com os agentes Henry Forster
C ra do Trapiche n. 8.'________________
CO 1PANHI\PERN\MBUCANA
DE
Navegac costeira por vapor"
Para Feraando de oronha.
Set'ue no da 4 de setembro
prximo, ao meio dia, o vapor
Mamaaguape, commaodante Cos-
ta. Recebe carga at o dia 3.
Eocomraeodas, passageiros e di-
obeiro a frete at 10 boras do da da sabida : es-
criplori j no Forte do Matos n. 1.___________
Rio de Janeiro
Pret^'t te sabir com-moila brevidade para o In-
dicado p ter a m i ir parte de sen carregamento engajado,
para o resto jae Ibe falta e eseravos a frete trata-
se coa) o consignatario Joaquim Jos Gongalves
Beltro, ra do Trapiche a. 17.
O Dr. Joo Baptista Casinova
pode ser procurado a qualqoer hora em
seu coosult jrio homeopalhico largo da
matriz de S. Aotonio n. 2.
No mesmo c-ansultorio tem sempre grande sor
tmenlo de medicamentos debomeopalhia de We-
bere Gatellan, tanto em glbulos como em Untara,
assim como tem um soriimenlo de ferros de ci-
rurgla em carteiras e avalsos do afamado Cbar-
rier de Pars.
O bacbarel Francisco Machad) Pedrosa convida
os seos parantes e amigos a irem na qninia-feira
29 do crranle pelas 7 boras da manbaa a matriz
de Sioto Antcnio ouvir ama missa qae manda ce-
lebrar pelo repouso eterno d'alma de sna maito
presada mai a finada D. Gandida Mara da Foose-
ea Pedrosa.
Andre Avelmo Sobraira da Mello, neto e fl-
Ihos'do finado advagado Jos Narciso Camello pe-
oborado pelo mais sincero reconbeci ment vem
por mel este agradecer a todos os amigos do fi-
nado e dos mesmos qae se dignaran assistir aos
altanos suffragios que se fiteram ao finado e os
couvida a assistirem a missa do stimo dia qae
tem lugar qainta-feira 29 do corrente as 7 hors
da manbaa no convento do Carme desta cidade.
P-*ra o Rio de Janeiro.
Para o Rio de Janeiro dove seguir o mais
Dreve possivel o patacho nacional Valcnte,
que tem a raaior parte da sua carga promp-
ta pam a qne anda Ihe falta, e eseravos a
frete, trata-se com respectivo capito, ou
com os consignatarios Marques, Barros 4 C.
oa pran do Corpo Smto n. 6 2" andar.
Para Porto.
Seg" oestes oito diaso brigae portagnez /ntac,
por ja' ler sua c?rga engajada, para o resto e pas-
sageiros trata se com os sens consignatarios Tho-
maz de A i'iinj Fonseca & C a ra do Visarlo n.
19, t'atid-r.
Jtiio de Jan iro
Par referido porto gair impreterlvelmenie
al o rii) do rorrete raer o palhabote portagnez
Dezenove de Junho, qaeax nelle qaizer carregar
pode tratar cooa o consignatario David Ferreira
Bailar, ra.i do Bram o. 66 oa com o capito a
bordo.

LEUDES.

----------


tmn

LEILAO
De i O pipas com vinho da Flgaeira.
uii.ir
O a:-nKPestaa fara* tedio por eonta a risco
de qu :j pertencer de 10pipas cora vinbo Fignei-
ra as u es sero vendidas am um ou mais lotes
oo dia tima mencionado as 11 boras da manaa
no trapube do Cuaua no Forte do Halos.
De movis asados e noves, de ama
bonita borra e na barro.
Pejo agent Martins no armazem da raa4o Iaj-
perador n. 1G, as 11 horas do da
ilOJ; '
DI
0 agente Pontual vfndera' em teilio por.
de qaem pertencer, os eseravos segaiotes :
1 mjleqne pega de 10 annos, 1 malation lindo
de 42 annos, i negrnba di 10 aanos, .1 moleque
de 24 sanos, 2 negras, 1 muala, e 2 negros seo^
do um da Cosa mi...
Quintifeira 29 do corrente a..-" :,ai
: No ^a.Bicufliatio A'Sgi^4""'
i^kJswJB
.'. Cilor.*. do 9ip. Arch,*. do
Usil. .
O abaixo assignado peohorado pelo mais sin-
cero reconhecimento vem por meio deste agrade-
cer a todos os Memo.-, da Aug.-. e Sub.-.
Loj.-. Cap.-. Segr.-. e Amor da Ordem que se
d'goaram assistir aos ltimos suffragios qae se fl-
zeram ao finado advogad) Jos Narciso Camello
Memo.-. daqnellaSub.-. OnV. e de novo os
convida a assistirem a missa do stimo dia qain-
ta-feira 29 do correle as 7 horas da maoha a
qual tem lugar nocooveoto do Carmo desta cidade.
Andr Aveliao Sonreir de allo : G.-. 13.-.
Precisa-se de um bomem estraogeiro para
fetordeum-tltlo nos srrabaldes desta cidade, e
nao se dovida pagar bem, agradando : trata-se na
ra do Acorim n. 41.
Hermelinda Candida Augu-ta de Lyola, Jos de
Albnqu rqoe Mello Lovola, Ignacio Bento de Loyo-
la Frlho, Genuio) Jos da Rasa, r. Eroesto Fe-
liciano da Silva Tarares, Joaquim Ugoliao da Sil-
va Fragoso, Marianna Adelia de Loyoia Fragoso,
Elvira Augusta Loyoia da Rosa, ILrmelinda Can
dida de Loyoia Tavares, Cari, (a Bemvioda de
Loyoia, Idalina Pbilofflena de Loyoia, FrankUua
Corblniana de Loy)la, Alfredo Abdom de Loyoia,
Belmire Milanez de Loyoia, Masoel Juvencio de
Loyol, Ernesto Epaminondas de Loyolo, Amelia
Antonia de Paiva Loyoia, D. Rita Pires Falco de
Loyoia, e os ausentes o vigario Loarengo. da AI-
buqaergue Loyoia. o bacharel C)r6laoo Augusto
de Loyoia, Eraacellpo Fegaion de Ljyola, e Har
miQdoD'oeleciano de Loyoia, molher, flihof, gen-
ros e eras do finado Ignacio Bento de Leyla con
dialmante agradecen) a toda as pefsoaa qae se
dignaram assistir aos ltimos saffraglos do toesmo
finado e de novo os convldam para assistirem as
mlssas do 7 dia que tera' logar as 6 boras da ma-
nbaa-do dia 2 de setembro na matriz de Santo An-
toni), pelo que se coafessam desde ja somos-ren-
te gratos. ^_^__^_.
AGRADECIMEXTO.
A.tluva, fllhosi-oetos enoras do ftnsdo fgnaclo
Bento da Loyoia, cordialmente agradecem aos
Rvds.5r. capacbahos, carmelitas, franciscanos,
padres e vigario de Santo Antonio, por se presta-
ren) ao acta religioso e exequias feitas ao mesmo
finado e particularmente agradecem ao Sr. Dr.
Caroliao Francisco de Lima Santos a madeira cem
qae delicadamente se prestoo at os ltimos Bonn
memos da vida com es mUteres de sua proassao.
obcbiio.'a
i-ana-8
jm-J 8b i H
cmiilo ssobssJ
------------- .'.itaiisaia',
ciedade benedeente serado e Amor da r
dem tQflvida a mini o- aeas matnhtos paT-a mis
f eJ2SB.B,'* atabsar na eanreaw
do Carsso atsa ata. anatS-faifa 39 do-*orWBI-
dicicia, oas pracas publicas, aos
qne aestavam diante da Inz do
dia^ (A.JIbrcluno.)
O DnpttUutor* fosas-da provincia da Para-
byba,.o bacbarel Jos Joaquim de Sa'Benevides
apparecea quetendo. aromar, o horroroso procedi-
mento qoe (ve para comigo na qaalidade de jaiz.
Sao Untas as mentiras .deste calomoiador, que
cada vez sa entoive mais de lama. Mfndax in
uno, meniax in onnibtu. Peraole o omito hon-
rado juii de direito da comarca, o Dr.-Vicente do
Ret?o Toseano de arito, proael a legalidade da
iraasacao qne 8z com o meu devedor Antonio
Hercalano d Almeida-, tapio, assim qne o mesmo
juiz derriboa o monstro filho do despeito, da pto-
teegao e do patronato.
Profei etoberaotemente, e tenho ronsciencia
de que o juiz de direito Toscaoo de Brito nao me
fez favor e sim inteira jostica ; e se Beoevides for-
jon o monstro processo, ( elle forjoa). segando
voa^eui^foi.por dever a Barboza, tio do meu de-
vedor,.* flaanUa, de 1:G00000, e nao podendo pa-
gar-loe, preston-se a essa vinganga miseravel, cau-
sando-me gravas^rejuioa superiores a 20:0003,
como Ibe poderai urovar; sendo coa: o processo
de eslalllonaio-.algans 4:0OOJ ; estando onze das
na cas* de detengan para ser reroettido para a Pa-
rahyba. O Dr. Benevides cobrio-ae.de Lama, e,
romo nao,pode provar o sea acto, apparece peld
orualioaatindo descaradamente, e pegando se e-
teias de aranbas.
Miseravel jaiz : vem pelos jornaes de Pernam-
bnco provar o qne dissestes n'aquella c^ajsapon-
daocia pelo modo seguinie :
i.* Qoaes os eommercfaotes qae tiveram.ego-
cos comigo, e que conlam fados de pouca sinceri-
dade.
2. Se tea smils cum stmiibus, collega Joo
Ferreira Lima, juiz municipal de Baaaneiras, m \
qoiz prender, e por que motivo.
3.* Quaes as lettras de boas firmas que vend
pela metade do seu valor.
Vem tambera provar por que te recusaste a des-
pachar favuravelmenie duas petigaes miohas, guan-
do eram para provar miaba innocencia; e assim
commelteste de tras cousasama ou igoorancia
ou pena ou v.naiidade.
Vem provar o contrario do qae.dUse o t Volun-
tario da Patria no Diario de 28 de junbo do cor-
rente, quanlo a's,sas.aiata.s., pbues, que folgarei, meu charo bacbarel, de ta ver escoimado
das faltas de que te accosam': .Miseravel,
Negro, Prevaricador, Ignorante, Corrupto, Mal-
vado, Indigno juii cuja vara uo pode ser,mais
respeitada per estar coberla de Urna .
Se nao vieres pelos jornaes de Pernambuco pro-
var o que cima pego, direi ser exacto ludo qoan-
to se tem dito pelos jornaes centra o bacharal Be
nevides; e niu retirare! etla Molina ., al que
Sua Magosfde o Sr. D. Pedro II en Ex.ra.Sr. mi-
nistro da jastiga vejam, e providencien) de ma-
neira a ficar minba. humilde pessva de*agravada
das olI;nsas e dos aboses de antoridade, praticados
pelo.juiz municipal da villa da Independencia na
provincia da Parabyba, o bacharel
JOS' JOlQUIM DE SI BE VE VIDES:
A priso a' noite e tumultuariamente arrastado *
O monstro processo de estellicnato derribado
pelo juiz de direito ;
Os onze dias de priso, e os prejuizos calculados1
em mais de 20:000^000;
Os dous despachas iadeleridos, negand i os meios
de defesa do reo e protegendo a um falsario.
Reeife, 23 de agosto de 1867.
Jos Gomes Villar.
' ,vfrecisa-s|-daiBgffidll
barbafcNa iasade Gustavo
Reeife n. 5|^^^*-
cabsllejreiro e
; ra 0a Cadeia
. capado,
msgreirao, aoreaj, bofudo, velbo, andar de baxo
a meio, bdlj. g lopeasor, tapa s ca as-Texes das
miosdoqua tem sicoal nos joelbos, tem calos no
aspinbago, ossuao, cima e cauda feeaj compri
da, pelo grogo por ardar sempre oo campo,
muito coohecid no ecife a saos affebalde, por
andar o sen dono saatpre nelle por estes Jugares e
ja o pouoe a msiiaijnnoa.dase boa gr*tiflcaco
?Aul?-g d*cubrir on o trouxer, nao se'qner sa
-T# *Jr'0"'*- quer haver o caveto.
Il'o Jo das Cbaga po p50 *a Panella.
rJ?.s *^*!xo '80dos fazem
j'.i 'ii
sciente ao res-
Ei
tst
id
AttfiBRpo
se da Satis -de 5BoS a jt,
offerecendo se hypotbeca em orna caTdV pedra e
cal^eua-am nm dos melhores arrebaldes desta ca-
pltal a rna Direltaj -$9 i- ,Ddar.
A mesa
Preciea-se de um criado forro
na f pa.aatraila do Rosario n, 28.
Mluga-ie
cu eaptivo :
peHawl pobtieo e com espeeiaiidade
comoerelo, qoe- disaolvafass sssia^.^stinaea^VsS
SlT2"la ****** qe iinba7eai nm ,
armasam de caro.ecc# na roa da Praia o 80 o
f'J [2.Mb flrma Antonio da Silva It
4 U ; jwgam nada dever, mas se algnem se iol-
gar odor, spreaeote seos ltalos le^aes no asas*
de tres dias. fleoife 24 de agoste jle le}67.
Antonio da Silva Maia
Domingos Francisco Alves Ferreira
---- I .!------1-----1-----------------.-------
b 'S-



JU
mesmo
tirar
cabido
regadora da IrmanJade de N.S. doli- daJMtasi'loUel?Tno Corredordo C n ?KWn?
^eowa M Sjp.tp.Apton.o do Kecifalen- maTma^sa vende se a banb, ^JeSsl a '
natantmfia(t*0U",^r0,Pt*"n0 V'Dd5r0 e")6r CWM f1" nascar .os cabellos
ta^^fM^-*-"d**>psmVeDb0ra' ft*"S- P^sWferida 00 molfis
ta acojtslao celejjir as beng|os das saotas ima- =riF^
gens sajynoe-per estr-ehi.! "*
da.ietfl^ajua^o a^intfssV
por fajta de meios peconiarios; or esse motivn f.n,a.e edicacao qae dea ao seo.desafortnnado fi
roK* assajima mesa regadora
em oom eoas pas es molas
Ifffg
J^fsSafS
o 0 3
"3.
O
8-

m de se _poder dar
io ao restante da mencionada obra.
Vioior Amonio do Sacramento Pessoa.
' ____________Escrivo.
*-11 raa de Hartas o. 1, foja, compram-se jor-
naeB a 4*000 a arroba.
a dita igraj'a acaba-1 iim *'arraz Daltro, oordaalraente agradece
o resto parausad) "is,,oc, corpo acadmico as provas de sympa-
por esse motivo !, '* e dedlca5ao Que den ao seo.desafortnnado
os fiis aos oadjc- |lbo Joaqom Ferraz Ualtra,-morto oo da 14 do
correte oa Cipuaga por occaslo de banb*r-se ;
ao mesmo lempo convida ao corpo acadmico para
assistir a uma missa que pretende mandar cele-
brar 00 trigsimo dia de seu passamen'o na ma-
triz da Boa-vista.
-y O abaixo assignado. morador no povoado dos
Mostes, declara q-ia nada deve nesta prga nem
no mato, a excepgao de 695J1900 a sen sogro o Sr.
Maaoel de Souza Silva Ser>;.iio, por transaccao tai-
ta nesta praga ; portanto qqem se jalgar sea ere
dor aprsente suas contaj po praso de 13 dias, *
contar deste, e declara aaaaaa&'-beas acham-sej
dejambaragados do qualquer onus.. Reeife 27 de
agosto de 1867.
______________Clementlno Accloly Lins.
Attencdo.
Na ra estreiu do Rosarn n. 26 ba ama pessoa
que lava e eogomma com perfaigo por mdico
prego e com ingita prestesa.
Precisa se de uma ama para coalnhar :
pateo da ribetra d. 7, taberna.
Precisa se de um caiielro de idade
18 anno?, e que seja portagnez: na ra
zes n 41.
ao
de Ua
das Cru-
O abaixoassigoado declara que vende 1 a
sna taberna-da roa-do Nrgoelra n. 29 ao Sr. An-
tonio Marques de Oliveira, livre e desembaragada
da dbitos on outros onus. Ricifa 26 de agosto
de 1867.
_________Francisco Perelra de Mtiirelles.
Vende-se um terreno na.travessa da ra do
Principe, com 30 palmos de frente e 300 de fundo,
teodo 6 moi aguas de pedra e cal, por prego cora
mido : os pretndanlas podero se dirigir a ra
de Joo Feruandes Vieira taberna n. 38.
Desapparecen da porta da altandega at a
rna da Cruz om barril com pregos da marca R S,
00 dia 24 do crrante, por Uso pede-se a ptissoa
qoe achou que veoba entregar na porta da altan-
daga ao mestre Aotonio da Silva Monteiro aae se-
ra^gratloeado._____
faco.
o
Ausentou-se no dia 2 do corrente a escrava Ju-
lia, de idade 34 annos ponco mais ou menos, bai-
la, um ponco ecca, nariz chato com uma berru-
ga obre ama das valas, tem ps a roaos peque-
as, a eomo consta qqe dita escrava se acba acol-
lada desde ji protesu-se proceder contra qaem
for o autor.
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Attencfi
Doappareeeu oa noite do dia 2a do correle, da
fabrica do gas, uma canoa de carreira, julg-se
que/ora de rio abaixo por so ter partido a amar I
ragio : a pejsoa que a.liver acbado quejra ter a!
bor.dade de leva-la mesma fabrica, qae sera'
generosamente gratificado.
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^ tm~ *m rr\ r-1. g^

o
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3 O.

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m I S o s ta
fe 9 Es 5
I)



Portuguezde
Leitura
De ordem do lilrn. Sr. presidente sub-'.itato do
copselho deliberativo, coovldo aos Srs. cooselhei-
roia reonirem.ea eai-se^o qaiatarffiira 29 do
corrente, as 6 horas da tardej afino de ser empos-
aado o novo conseibo deliberativo,
Secretaria do conselho deliberativo do Gabinete
Portugucz de Leitura aos 27 de agosto de 1847.
Jos Ribeiro da Fonseca,
Secretario.
PBIPAR4T0RI0S
PARA OS EXAMES DE NOVEMBRO
Jos Soares de Axevedo> professor de lin-
goa e Iitteratura nacional do Gymnasio Pro-
vincial do Reeife, tem aborto em sua casa,
ra Bella n. 37, cursos especiaas das se-
(ruinles materias, para os alomnos que li-
verem de azer exame em norembro prxi-
mo futuro:
Llngoa Francs.
saegraphla e Historia.
Phllosophla.
Rhctorlca e Potica.
As pessoas que desejarem estudar qual-
quer: dessas disciplinas, pode ni diri^ir-se a
residencia indicada, de mahha at s 8 bo-
ras e meia, e de'tarde a qualquer hora.
Co oate verasielda
Antonio Nufles de Castro.
Desde 1857 que sao as tabellas vermicidas ap-
olicadss em Portugal, como o remedio prompto e
efDcaz para a oxpulsao das lombrigas, que.logr'a
vos padecimentos casame quequasisempre nao
se soppoe ellas a origem.
Este vermfugo pre/erjvel.-, qoalqoar oulro
pelo sen agradavel paladar e fadl applicagao as
crtangas qne mais geraimente sao atacadas de se-
'melhante mal. ^^ ^ssa ssk^rssk^bisi
Qefltjso eMGil fe I
larga do Roearla-
34-Ra
Botica de Barttolomeu & C!
84
Precisa-se de ama ama 4a leite
Queimado a. 9, s tratar os toja.
na ruado
~
TNi^VA1?gm.-d*.Myda,e?a.n-|i"?:66,M5s* No irmaitra da roa da r..rf- n..u- ..
8 precisa-s <|a > v.i laia para comprar e
de am boleeiro a tratar al as 9 da maonaa*'*H?1
3 da tarde em diaota, ou no pateo do Carrao n. 15'
casa de Gibriel Antonio.
Fago do ar
No arm: 7ci!i da bola amarella no oitao da
cretaria da polica recebars-se encommendas
fogo do ar para dentro o fora da provincia.
AGUA FLORIDA


.
tata
xvn

MURRAY & LANMAN
A agua florida
eibada como um
de Murray & L.anmant
AgWtiecimento.
Agora qoe seabt de ser preso o ultimo dos indi-,
.ciados, em numero da seis, oo crime de furto pra-
llcado na madrugada Jo dia. 28 da jo loo prximo
fiada, no trapicas altan degado, denominado Barao
do Llvrameoto, do qual son locatario e administra
dor: corre-me o dever de vlr anteo publico dar a
mais solemne prova da reeoihecimeBlD, aozelo.-sc*
tividade a iotelligeocia, com qne preceden o film.
Sr.' Manoel'da "Sttva Mandanga Vianna, subdetega-
do-em exercicio oo baicoldplfsmiei %o descobrl-
meoto dos autores e, cmplices desge crime, bem
como o a persesogo'dos mesmos at levar a effeito
a SOS captara, e final mate no eaceotro da mator
parta dos objectos roobados, para coja deligeneia
amito coopatsram o estasgee -a^sisplcacia do in-
ca nsatel inspector de qosissirssy o Sr. LoizEloy
de sfirsoda Duro.
V.^*snoa'eeobeciaeao4o teow e eoart
desempeoho da sais fsssjgossi itjnilciss8,iTSjssrsss1islni i&
dsr aqai so Ilion. Sr. Aprigio Jos da Silva, sabde-:
HgadbJp aisir^to.an ,*,.IMtm cidade, palo
collega do-Reatta, ooaast
tem podido ser igualada pelas preparacoes
as mais custosas: conserva seu aroma, co-
mo sefbrmass parte da prenda a qoe ella
.se applica.
Sua eficacia tao delicada, como elegan-
tes so seus. multiplicados aso6,--qur seja
empregada'como artigo detoncador, qur
no uso do banho, ou cmo sttatisador da
pelle, depois que se tenha feito a barba;
tpara limpar as gengivas ou aromatisaro
hlito.
D suavidade, brilho e elasttcade as
compleigoes, depois de se haver lavado; al-
livia a irritadlo d^nrp^ei-rjrtjfnarlas-; fr
desfpparecer oy desagrarJasel aspecto dos
pannos, das. sardas, do"boso, rugas e toda a
casta de ebulicoes, e d vigor e frescura
parte.onde quer qae se applique. Sea efi-
ciencia e e^aocla sSo ignalmente infalli-
Teia nos casos em que seja preciso applica-
jacomo estimulaata e-aatiseptifio, nos con-
cursos e assemblas numerosas, as loca-
lidades infeccionadas, naunicova de um en-
tonno, assim como nm notidoto erceHen.
te pars-urTtesmaies causados por cansare
o 8uffocag5o. Preparada un'rcamnente por
Lanmsn *'Ktrjpj; Nova -York,* venda por
rCaors & BaFBosa. '
.. J& %M,a*o:* 3
A venda as drogaras de A. Gaors, bn<
vo ACje-t.HaOTw^C; e em-10809^1
jee^oley^irtofphataftce-a^ #'penp
dar,
muat
eaoj
m
-ms*
ISjSjf Mots)sd*>4aK ose r>b ooaiitA Jaaa^SaVVssstlS^b S ol
aotaA .soiienl) eb ojMssafcialeioA mi
da em qae leve lugaaonNaaJlpiSftSSltnr grande
parte 'daUe ,-e eaptarar daiAfaf s^nesMSJtisntPDssa IOS d soda, de cal
assss i do comprador e detentar, dos objeclos rooi
jados. -'-. -.'(.."
irntm 44o importaolss,.,8enricjSji- pois, paikadcs
SS firma qnstrsf^fsttsVa^ts.iablo me-
obre o subscsYjfo VjCaarctV daJUnrica da
tw tao iw\>w>ma*<>wmm* wmvvmmmws .PS*fi "ASa-(* atam ntifmtielmti. Basta.
ansstas autoridades, dignan H*,**) dBs,..^te Mt* ^^4*m{rastMi s*M|r4>afl cea a a^
i .oiUMJt)
i -acl osai

eeuinttoj
en o
ai>ft(Ti tan
t ^^T^sjt^tjji'w stsTCss^bVb
I. diapAn da Mlh .m.r.ll.
Uo^stssseinsinnssjBse nnasona
a tor izadas
iiiiiiilsssatsnsll
lessH ^SaasSo4at sjttosasn>qrmstsii tasis sbUs sms raastar e
*} .t oosiseafl Jt '
iJaifioel Power JodsIoii k Le*
Ruada SenzalaNova n. 42.
A.0SNC1A DA
Fundido del.ow Moor.
achinas a vaporee 4 e 6 cavallos.
Voendas e meias moendas para engeniw. .
taixas de ferro coado e batido para ooga-
nho,
Pwctsa-sa de nma ama livre ou escrava qae c>
ziobo e compre.para casa de uma pequea fami-1 \rreiqs de carro para um e dous cavaJioa,
lia : a tratar na ra da Senzala-velha n. 8i. a*iftL. Aa n, rn ... -iJ. *"**"*
i -m---------.------------:------ 1 ^elogios de onro patenle inghz,
Perd-u-seumacarteifacom.as letras iniciaes! iraiins

$Mk

.americanos.
de Bento Jos )omfogue3 cora a'quantM de 2633,
sendo doassedulas de 505, duas de 204, doze de nC0MBpara desparOar ajgodao.


104, orna de 24 e orna.d* 14, desda a casa do fi
najd Goibs m at a ca.-a Forte (isto no omnibns) :
quem a achar.pagare generosameale, a entregar
no MancuinhoV
, Coptinaa-se a cozinhar para fra com aceio
e-promptidao. cora a vantagem, de sa mandar levar
naeas qas qaizerem : oa ra estn-ita do Ro-
*&&:*. 19, primeiro andar por eima da loja de fu-
nileiro.
raaiuasr, pagi-se bem.
totor,esipara ditos.
Machinas de costura.

BI8T0RI4 M C4RL08
\ll
la
Kei aa suecia
POR VOLTAIRE.
imo Jn l+/v Vende-se esta excellente obra por
illa UiJ ivJlltJ brocbara, na llvraria Econmica ra
Precisa-sede uma ama que lenha bastante :n J:
lejle para amanenla,- nma crlanca : na ra ,iid.oTNeSS-o*cSifriTifirffi-
das Cruzes n. 4 i. I anglez a ifi cada exemplar.
.
14200 em
do Crespo



OH, SEVIAL.
Para o tratamenlo e cura rpida e completa das molestias syphiliticas, eris-e
las, rheumatismo, bobas, gota, debildade do estomago, infimmacoes cbroDicasdo flgado
e bco, dores"sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras ebronicas, hydropesias, pleuri-
sias, gonorrbeas chronicas e em ge ai todas as molestias era que se tenha em vista a pu-
rificado do systema sanguneo.
Coaslderaces geraes
A saude um bem inapreciavel, cuja importancia e valor so est reservado ao ens
fermo o avalia-lo.
incontestavel que o homem ueste mundo constantemente, e por lodos os lador
atacado por uma infinidudc de agentes morbiQcos que todos tede:ii., dadas, certas e deter-
artigo de perfume, n ninadas circumstancias, a alterar o regular exercicio das funeces orgnicas, resultanbo
pesse desequilibrio o qne se chamamolestia.
A molestia nao mais de que a desvirtuaeo das forjas vitaes, occasionada,- d,
gnudo as investigacoes e experiencias dos mais aoalisado mestres da sciencia, pela depm-
vacSo dos humores geraes> cpnsequencia da aegao maligna desses mesmos agentes mora e
fieos introduztdos no organismo pelo acto da respiraco, p$la via digestiva, pelo contacto
immediato etc. etc. etc.
A syphilis infelizmente tem sido a parttlha da humauidade, o como fra de dtivi-
da que esse terrivel Proteo da mediema uma molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em toda as idades, e debaixo de todas as-suas formas t5o variadas, enfraquecendo
constituices robustas, produzindo mutilacoes, e cortando aina em flor da idade vidas
precwsas. _
Eliminar da economa esses prinejoios deleterios, e purificar amassa geraldos
humores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos figoram'eoiprimeiro lugar para preeochet esse desiteraium Q\X\fim.
0 Elixir depurativo do Dr, S^yial parece merecer a preferencia sobro todos: os
immensos successos obtios pelo uso deste salatar agene tanto na Allemariha, como em
Franca-e Italia, o trname compnnheiro iDsepara^el de Sendo as melestias, cerno cima dissemos, devidas saUer^es dos humores, o
Elixir depurativo do Dr. Sevialpod serempregado vantajosamcnle na syphilis, ensy-
pelas, 'heomatianes, bobas, g6ta, debildade do estomago, mffamriMcQes chronicas do
figado e'bCQ; dores sciaticas-,' oephalfgias, -neyralgias, ulceras .chronicas, hydropesias,
pleurism/gbnerHieas hrenicas ele. e em geral em todas as^molestias em que se tenha
em vista aipurificaefio do< systema saegumeo; pojs que urna pratica cocstanto tem.feiUi
ter qne -efleH ndfspensaveliios aso gravissmes para minorar os soffrimentos, e pre-
parar o doente para medicaces superiores ; e as menos graves a cura a conse-
queneia do seu oso, convenlentetTreiite repetido.
S'-ubstancias quetttram na composico.rlo Elixir depurativo do Dr. Sevia
prtebeem tedas exclusivamente ao teino vegete grande eatbegoria dassuhste-
rSas depurativas e '-aritSyfhilitrCjrs; assifnj ao paano-que- este resaedio depara o orga-
nismo, fliiivtioaprifl m -prinrirnins nocivos saudf, pelo mecanismo natural das evau-
jlstos e cinteros encomios,
_ k*Ba>b*rt ao meos a a~
.(! laasirlbato.
tmpjffl 1.1 da ayo^m Mi WWT
tanoH eb a 31
\
aCTT
med %,Cpaf^Aa.ais|rt>iAecs:iafnsassfas
s: Com laaajaiota-pj:..n tu-ic.Ab coi'
du ilatlttZsil
|SH8MaQii devida a' masas msJst.4 u%*
if PMlr: ^btvbno-
-fjs>4o (sW^MMttVoiitadtfM
ito Antonio.
t alvinas, DeutffW*jM3p tempo o virs syphillttee quando eiievirjeai.

i feito erupcSoH^exWmfVlebaixe de sua.mulip!cadas formas; e previnetaui
bem os estragos dessa terrVel molestia,,, quando por ventura se ache eiJ>.. anda no
flStao de ewNsHi ist sem se ter manifestado sob formas exterqas;, he
ittiuenao, taato- nsiis-quacto oeste estado os.individuoS Ygncram completamente
lito contaminados foreste teirifel- teimigo. ,, ^baiabya.
0 sabor agradavel d'este Etiqir contem. a .todos oi-oitoiB^fiiB.astsai^P^-
Bre o Uibo intestoal spave:ebeiigaa, e^nerAopaa fwn 9&all*!^*-
camtntosas, como acontece ao puegnoafl dito Le Roy, que i sua ewfioj f de dMi-
co forte irrita a maeo t88tinal%e consecutitaiJaente a ser.oza, resuMo d^ste es
laido, muitas vene, bydroposia, ijde quasi sempee terminam pe* mora do doente. 0,4ai
Assim pois espranos, qoe o jiso deste remedia ^stss^ua oabaMeateaft^oi-
i
Ut.asseveracoe porqu M^^p4edicamepo tao simpes na sua i
pratica tem dMtSXm ItSdWer Tj*** t TTsiiasi daissssjltii esa \Vrmmmm9 ajial statfi,
^Tj!SIH^?!Wa*-J-ft'r
* 'te -uvisa sisq oleiq mn s ; ismioosfla
&*rg& msd d-sssq ;oiJia oaeopoq as* me
3Dp
Slr.3
eb
Wp, je .a sfes,*) s' 3s-TUl0 PWHW1 LARGA-3*.
viiop sftas-rs sses s*ao a siols .aUagesswdt.tf
eltwi rabsaoU en ,laa.e!
Jubos f ,8* a snifWjajl f> fj>i
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A DDZ1A.
M7 DO CABGA N. 18, ENTRADA PELO
PATEO DA MATRIZ.
0 soaso estabeleoiineoto photogrphico
est sempre em da coa todos os melbora-
mentos e progressos qoe na America du
Norte, oa na Europa se consegae na arte
photograpbica, e para alcaocarmos tal Qm
nunca poopamos despezas nem sacrificios,
de ascls que os nossos numerosos freguezes
podem ter a certeza de que sempre encon-
traro em posso estabelecimento todo quan-
to a arte o a moda oflerecer de bom, do
doto e velho mundo 401 amantes da pho-
tograpbia.
NOYIDADE PHOTOGRAPHWA.
Acabamos de receber lodo o. necessario
para fazer retratas chamados corte-lbum.
Este genero de retratos ltimamente in-
ventado na America do Norte, rpidamente
se propagou na Inglaterra e Franca aonde
goza actualmente de todo o favor da moda.
A carte-album se faz por duzias como os
antigos eartiks d* asila.
Na Inglaterra trocaran o nome de earte-
lbum pelo de retrato-galeria e os ingleses
usam encauilbar estes retratos em quadros
especiaos pan com elles formar galeras,
com que oruam seos gabinetes. Recebe-
mos orna certa qaantidade de taes quadros,
os quaes cederemos por. barato prego aos
Dossos freguezes.
As pessoas que qoizerem ver specimens
dos retratos chamados eorte-alinim, ja fei-
tos em nossa officina s5o convidados a visi-
tar o nosso estabelecimento.
oartSes de visita a 9 Em consequencia do novo genero de re-
tratos chamados carte-album, dimiBoiaos
o oreco .dos antigos cartdes de visita, os
quaes de* boje em diante ficam reduzidos
ao preco de
olooo
pela primeira duzia, sem que por causa
desta dimiouicSo de preco, deisemos de es-
merar-nos no nosso trabalbo, como sempre
foi nosso costume. Alm disto, continua
nos a dar os cartdes de visita em cartoes
de laxo, Bristol, ou porcelana, dourados ou
hthographados para o que temos urna varie-
dade de 12 modelos, a escolha de qnem se
retratar.
tST VA GOMO PREVENCAO.
Apezar do nosso trabalho ser muito co-
nbecido nesta cidade, aonde trabalhamos a
% annos, com todo jnlgamos de nosso de-
ver dizer hoje o seginte:
Nos retratos fetos em nosso estabeleci-
mento emprega-se toda a cautela para of-
ferecer-se a par da belleza do trabalho, as
melbores condices de duracao. Doora-
mos e xamos os nossos retratos sem olhar-
tuos a economas, e ltimamente para lhes
podermos dar urna lavagem mais ampia
segura, contratamos com a companhia de
Bebiribe urna peona d'agua. Os nossos
cartoes de da visita sao verdadeiras photo-
grapbias, que nao preciso de retoques do
pintor para lhe desfarcarem os defeitos, e
convidamos a quem quizer a passar sobre
elles urna esponja mol bada em agua, ou
dti.\a-!us mergulliadus wr espayo de horas
em agua, ou em espirito de vinho: se apre-
sentarem alteracSo serao recebidos por nos
e pagos pelo duplo do que tiverem cus-
tado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
sjstemas photograpbicos at boje conheci-
dos em pbotograpbia. O nosso sortimento
de caixinhas, quadros, passe-par-tauts, e
joias de ouro para a collocagao de retratos
o mais completo, variado e abundapte que
existe nesta cidade.
Ama.
Precisa-se de ama ama para todo servlc) de
ama casa de ponca familU : na rna de Hortas no
mero 144, h aadar.___________________
Curso de preparatorios
Obacbarel Ernesto Adolpbo de Vasconcelios
Chavea, residente oa roa da Madre de Dos n. 36
quintes preparatorios :
Lingaa latina
franceta
Pbilosopba
Recebe tambera alomos internos em pequeo
camero e sob condiccoas moaveis. Pode ser pro-
curado a qoalqoer hora do dia.______________
Trocara se
a? notas do banco do Brasil e das calzas iliaes-
oendenda n. ti.
Alaga se a casa terrea a margena do rio Ca-
pibarrbe, no logar da ilba do Retiro, tem commo
dos p*ra familia ; aloga-se por lempo de om auno
4>or 160X : t tratar no sobrado juot a fabrica do
gas com LM, R .Valenca._________
Escrava para comprar
ou alugar
Frecisa se de urna escrava que coiinbe, por
compra oa alaguel : na rna da Cruz, armazem n.
O, das tO horas da maobia is 4 a Urde.
Ama de leite
srscisa-se na coa da Pona VeHja casa
Iroole daserrawa.

t o stidu ab ei&i^3o ka ^i ** o?.
-00301) ,01008 ogrO ob sjrrg so .tena exaoeoer.
ieq .caodeoab ot"ii r-ejedo *
sileu'Mfc obaavjop u*b s* uvi :
____ 0 0 o_a K-itl g
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BA DAS CINCO PONTAS N. 86
AO GRANDE ARMAZEM
I
A eolio


Sempre barato
ip,j

.\o




-
nrtwi
Ingleza flor a Ifi, a libra e a 5oo re. soffrivel e propria para tempero a 32o re
dem franceza a 56o re. a libra.
Cha
De primeira quaudade a 2800 e proprio para negocio l6o a libra.
BlMWltOS
Inglezes pearl, nicnac, oval, cracnel, e outros superiores a 1 5loo a lata.
FigOS
A 24o reis a libra. Jt,
ominas
De milho branco a 4oo reis a libra, de araruta verdadeira propria para alimen-
tar enancas a 5oo reis a libra o caxinhas com 4 libras por menos, gomma do Maranbio
a 16o re. e tapioca sag a 24o a libra.
Chocolate
Superior a 14, a libra.
Doees
De goiaba em latas a l5oo em caixa de 4 libras, muito fino a l#8o, em oaixes
de 2 libras a 000 e 32o.
Pelxe
Em latas a li$ooo reis a libra, sortido em qaalidades.
Ostras
America a 800 rs. a lata.
-" < Baldes e Vassouras
Americanas a 800 rota adapo^a.
Touelauh*
De Lisboa a 320 reis a libra.
Tomates
Em latas a 600 rs.
sal
Refinado em lindos postes por 3oo rs.
Rlrshs de Wasser
A 2#ooo a garafa.
Vcruionth e Ahssatho
A l(S3oo a farrafa.
Bltter
A I#000 agarrafa.
De borcieaux superior, Saint Estephe, Saint Julien, Saint Emie a 7o*o a duzia
e 64o rs. a garrafa.
Vlaho
Do Porto fino a 14^000 a duzia e l5oo a garrafa e magnifico tamhera em bar-
ril a 800 a garrafa.
Buque do Porto
Adamado e outras marcas a 9oo rs. a garrafa e l<4 a duzia. -
viuho da Flguelra
0 que ha de melhor a 4^, a caada de Lisboa a 3$ e 40 a garrafa.
Vinagre
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa.
Farello de Lisboa rlflJ N
Saceos com 9o libras a 405o.
cerveja
Franceza em gigos de urna duzia a 60.
Ingleza
Bass verdadeira a. ..... T. e Victoria e Alssop a 5o reis a garrafa
Satisfeito o invencive Veado Branco, com as maneiras attenciosas com que
fpi acolbido pelo reapeiuwl poblico desta briosa provincia; a ponto de que muitos a por-
fia ixmlrtw a?wiwhflia-mttpeni os piimeiros a comprarem en seu importante arma-
zem, se desvanece em declarar com toda a lealdade de que capaz, que est cada vez
mais sainado, nio so pato beaigao acomimento que tem recebido, esmo pelas forcas de
que (spde porque at txje nao carecen anda dos preparados de jurabsba, nem do
xarope alcooMco de valsme. :Km*ll uj9 t* wKjafvV
O veadu Branoo, declara a em anda o nao cOnbece que nao nm
desses bicharocos intrata veis que por ahi vivera cota figura humana; domesticado no
ameno paiz onde a aauvel Aquia Branca vio a las do astro bemfeitor, elle partidario
desse invejavel agraao e sinceridade que com tanta gravidade se desprende do sea
bico encantador.
0 veado Braneo, como todo o bomem civilsado, ama a sociedade dos
bons, costa do centro do mando eleganle. osa do tnico de Jayme, para previnir qnelhe
ponham a calva ao sol. vai a companbia des Boofes Parisiens e no meio do partido de
madame Adelle, elle tambem atira-lbe o seu lindo bouquel.l
- Digne-se o benigno leitor de jurar as palavras sinceras do sincero Veado
Braneo, e venba prover a sua dispensa do que melhor bb pode encontrar n'um estabe-
cimento de molbaianm .-y?, .mri t .v1 e r w iifin}-
A modicidade dos procos, comparados com a boa qnalidade dos gneros e o
bom modo com que se recebe os senhores compradores, deve cortamente convidar as
pessoas que anda n5e vieran anossa casa a fazer parte dos amigos e freguezes |do nosso

t6 !
BELLISSIMO ARMAZEM
tlE
A
CONHEQDO PELO NOME
v Irgueiro e chapeleiro.
** Iodepeodeocla b. 17, existe nm
granoe e completo sortimeoto de todos os perteu-
Z ^,?n?!*?* mis ?"" de K"rd wwo.
?.i n TJf !">?al I0"10 sel* b0Bels. bwrelina,
Ullns, etpadai. talabartes, bandas, eharl.ielra
fft^imC0B>oc.bx*p! de oleado .ra pagem
aaeVm t. S"di ** t e veDd< *' *"
JSEL 1 I"5*. da dependencia n. 17,
innto a loja do 8rs. Arante. '
O Sr. lose atigaei de sooza Maealbaes qael-
ra comparecer a' secretaria da Santa Casa da Mi-
.' .f*b.oini ojim


H
_
.
E8t^elciiio a ra Direita n. 16.
*8

ero i

Esquina da traressa de 8.
:'
"-!
Pedro.
ip.it

I
Na loja do sobrado n. 12 d roa da Impera
triz se dir qnem vende por barato preco nm car-
ro com Tidraca (calexe) em ailo bom estado.
MH.1 BHMBHSI
aT

V oe-
-
Ama
Ai4ae precita de ama ama para faier o ser-
vico de casa de nm bomem sottelro: loja Esoe-
raaca raa aeiasaio a. 33 A, prefere-w ea-
crava, aata-ee bem.
Ililn-se de.ara aestre para ensmar me-
nino qot Batba perteitamante portoguei e um-
fcem entina latun, sendo casado, para o mato
distante da sucio de Una nm qnarto de* legoa:
do na roa do Sel m. M, aoda, du u 9 bom
ida maobiaM.dwtaa.0 da urde.
Lana-ee toommanse^wm ataiu perteicio
froraptldM; ros da.Prea n. 3, uberna, te
dir' qnem fat Tatafcem se aura' qnem un ama
eaxeileote oaerava y>raae alojar.
Chocolate ate oeshrlere
purgativo de magnesia.
E' o oeoiaie de deteriore o melbor purgante
at agora cooheeife e le |rasia aooiuco em Pa-
rs, oodotem atdo aaslio foMeao) so kjMjSUi
PJ81.1^?.*1^* protow TfoMao o Pidooi
facar o eo-
_ i ootinea ratona-
dos como nutmi'aknnuU), mrvoso, re-
Ireseaota o JasM
i. S, Perelra do Carmo (medico) a
eet morando no obrado 0. 11 da roa 6a'?
Imperatrii. ________ 3?
MW H mSmmffBWSm wfWM 9IM
Para o excellentissimo mi-
nistro da Justina ver,
O abaixo assignado delido na casa de de-
teDco desta cidade de Peroambuco na tres
annos, e processado nos termos de Flores e
Boiqoe, nao lhe tem sido permittido res-
ponder ap jury, nico meio de sua dafexa,
como lbe faculta a constitaig3o do Imperio;
tendo sido requisitado pelos jaizes daquellas
comarcas por mais de seis vezes. Chefe de
numerosa familia, e boje sobrecarregado de
Kejoizos inclusive suas despezas durante o
go esdaco de tempo ,que tem absorvido, a
pouca fortuna que de sea trabalbo possuja;
e protesta redamar ale ser atteodido.
teJrtJrazao.
Sabonetes de alcatrao
O oso destes sabonetes tem apresentado os mais
beneSeos effeltos contra as mpingens, sarnas, tl-
aba, caspa, comlcboes e todas as demafs molestias
de pe le
VEND -SE KA
Biitica e drtgtrU
DI
Bartholenten & Companhia.
34Raa larga da Rosario34
-* Ao Sr. capitao do 9* balalhSo de infanurla
Igaacio Pinto dos Santos Sates pede-se o favor de
se dirigir a roa do Imperador n. 18, afim de con-
cluir negocios que o masmo senbor nao ignora
Igual favor pede-se ao Sr. Francisco Rodrigues dos
Santos Carioca.
i.
N 2 D "^ N 2 Di- '
COR1CAO DE OtTRO.
~Bi;
A loja n. 2 D iatitnlada Coracao de Ouro na'roa do Caboga, acba-se d'ora em alante offerecen
do ao respeiUvel poblico com especialldade as pessoas qne bonram a moda os objectos do oltimo gos
to (a Pars) por menos 20 por cenio do qne em eotra qnalqner parle, garantmdo-se a qnalidade e a so
idea da obras.
O respeitavel pnblico avallando o dselo qne deve ter o proprietario de nm novo estabelecimen-
to qne quer progresso em seu negocie deve chegar imroediaiameote ao coracio de ooro a comprar
aoeis com perfeitos chibantes, esmeraldas, rubios e perola ; verdadeiras em agarras, modernas pele
diminuto preco de 10$, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo preco de 3#, maracas de
prata com cabos de marflm e madreperola obra de moderno gosto (o que o encontrarlo no coracao de
ooro) voltas de ouro com a competente eruslnba ricamente enfeitada pelo pequeo preco de 12}, brin-
cos de nm trabalbo perfeito por nm modicc preco, eassoletas, tranealios, polceras, alflnetes para re-
tratos e outros modelos todo de alto gosto, aneis propros para botar cabello e Arma, dito para casa-
mento, no rtico roseta tem o Coracao de Ooro om completo e bem variado sortimento de diversos
f;oslos, buidos para punbos com diamante, rublos e esmeraldas, obra esta imporunu ja' pelo seu va-
or ja' por gosto ds desenbo, brincos a forma da delicada moslnba de moca com pingente contendo es-
meraldas, rubins, brilbantes, perolas, o gesto sublime, alflaete para gravau no mesmo gosto, relo-
gios para senbora cravados de pedras preciosas, ditos para bomem, diversas obras de brilbantes de
muito gosto, crasinbas de rubios, esmeraldas, perolas e brilbantes, aneis com letras, cacoletas de
erystal e onro descoberu para retrato (a iagleza) brincos de franja, ditos a imperatrixe toda e qnal-
qner jota, para secofiocar retratos e obras de cabello, e outros muitos objectos qne os preteodentes en-
nontrarao no Coracao de Onro que se conserva com toda a amabilidade aos concurrentes dallndo-
se de aqnl mencionar precos de certos objectos ponqu (desculpem a maneira de (aliar) dizendo-se o
prego taires algoem faca mi juno da obra, por ser tao diminuta quantia a visu do seo valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se boro, praU e pedras preciosas, e tambem recebe se coneer-
tos, por menos de que em outra qnalqoer parte, e dao-se obras a amostra com penhor, conservando-sa
a Coracao de Obro aberto at as 8 noras da noile.
Qualquer pessoa que se dirigir ao Coracao de Ouro nao se podera' engaar com 3 casa, pois
noU se na soa frente om coracio nendurado pintado de amarello, alem de outro que se nota em nm
rotlo (isto se adverte em consequencia de terem ja' algnmaa pessoas engaado com oatra casa..
na praca da Boa-Vista n. 21 onde
S" pode ser procurado a qualquer bora.
Esveetaftdade
******* m*
Gabinete medico cirurgico
Dr. Igoacio Aicibiades Velleze
Pode ser procurado a qoalqoer bora do dia oa
da noite presundo-seaetebamados fora da cida-
de, com toda a promptidan. Pratiea qualquer ope-
rago. Da' consultas das ftas 9 horas da manba :
ruda ImperJBBBMl
sericordia, qne se lhe dessja fallar.
b
I
casa oa fmtuna.
6:000#000.
U garantidos
A RA DO CRESPO N. 23 ECASAS DOCOSTMS
KIi?lMM,i,nd0T9Bden Bseos multofeli-
xes bilbetes garantidos da lotera qne se acaboo
de extrahir a beneUcio da Santa Casa de Miseri-
cordl, os seguintes premios :
N 3199 ora meio com a sorle de 6:C00.
. 1069 um meio com a sorte de 1:200*.
N. 119 um meio com a sorte de 50J.
E outras muitas sortes de 100*, 40J e 201.
Os pssuidores podem vir receber seus respec-
tivos premios sem os descoutos das leis ua casa-
da Fortana a rna do Crespo n. 23.
Acham-se a venda os da 3- parte da 1* lotera
a beneficio da Igreja de Nasst Seohora da Concei-
cao dos Militares (3S) qoe se extrahira' sabbado
31 ido crrente.
Preeo.-
Bilbetes.......... 6000
Meios............ 3jM>eo \- ,,m
Qoartos.......... ijaoo
i as paiseas quecoaprarea 4e 100^000
aracima. .
Bilbetes.......... 51500
Meios............ 2J750
Qoartos.......... l#375
__ Manoel Mrtir'* Fiu:a.

r .

n: s a-
-Rna do CabogM. S A.
Agostinho Jos dos Santos $ G
Acaba de chegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo gosto, perfeicio artstica e modellos enteiramente novos; como
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broebes
para retrato, anneis, botoes de punbo, brincos e eassoletas com letras, etc..
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqueiros, paliteiros, cliz de mesa c
fructeiras, cujos presos sao incompetiveis, pois que os propri-tarios desta casa,
recebendo seus artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seas freguezes. Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se incumbem de fazer coneertos.
Sedulas do banco do Brasil
e suas caixas no
uhao, Bahia, etc.
Mar-
Trocam-se effectivameote no sobrado da iravessa
da roa da Concordia n. 13.
"MI
ra-g
NEL
Vende-se mel: tratar a ina do Apollo i. 4.
GAZEOL
"W" o melAor lecokado.
Por soa acolo laxante porga ton
Ofo e os teteinroof, s aproeeM o\
*~ uaowy antawno, aa
Deieetto especial
larga do Rooi
cadeBa
.!_ ___
Botica de Baitboiomea &
Siil
a feeta
daiibertae Selle, alaga a casa no graaoi qna-
ro d| ioperatrfz b. f* aoair.
Burrin du Buskhi
m Lkmiia voltil preparada por talliM, repro-
daxindo ehloieomeo os vapores qoe se soltaos
em volu do aparelbo purificado do gaz carbnico,
e empregada com o mais seguro snecesso contrr
a coqoeliefce, a pbthica todas as molestias ebro-
nicas BOtmoos
m OUOS-SS KA
ottiea e drtgam
Ncab Os.a as
PSiyy1*** c'
^^^^^^^ *"wa *a*aW!" f
a- ^O^^AW* n. 55, compra-se
OW eojray qeeieia boa conducta e saiba
bom engommar; e om preto para aerrir
em bo peqoeoo sitio; paga-se bem agr-
Reatos histricos,
Na PB0T0GRAPHIA VILLELA. a roa do Ca-
buga entrada ralo pateo da matriz, encootram-se
o Malotes retratos:
Do archiduque MailmHlano, ex-imperador do
Mxico.
Da priaeexa Carleta, ex-Imoenarii do Mxico.
De Joaret, chefc da revolu,
fuxilamento de Maxiliano.
Preeo 800 rala.
PaoU
armazem d tintas roa do Impera
dor n. 21, vende-se :
Salitre refinado arroba 61500
Eoxofre arroba 2*800 jg
IB BfBK B1BIB1BIB1B
^BfBIW BSBf BtBlBIW^
Attencao
Antonio Jos da Costa Araojo,gerente do esube-
lecimento de Bernardo Arves Pinbeiro, na roa lar-
ga do Rosarlon. 17, (ai sciente aossenhores vende-
|b5es e ao poblico em feral, que tem om grande
sortimento de enerlos fabricados dos melhores lo-
mos Tindos de coma propria, e por precos maito
baratos avista de soa boa qnalidade.
l4 praca da Independencia n. 33, loja de
onrlvee, compra-se ooro, prata e pedras preciosas,
e tambem se tu qoalqoer obra de eavcommeoda e
lodo e qualquer concert.
Monte-pio Portuguez.
A directora provisoria jalga conveniente publi-
car os seguintes artigos dos estatutos :
Arl. 11. Sao deveres do socio :
< i 4.a Promover a entrada de socios e quaes-
qoer donativos a bem da associaco.
Art. 15. Os donativos ou services de certa
ordem prestados por subditos portugals, sejanv
oo nao socios, serao galardoados da maneira se-
ginte :
t | !. Com a qaallBcac,o de bmfettores da so-
cudade aos socios que oflertarem qaaotia nao in-
ferior a datemos mil reis, oa algam donativo equi-
valente a essa Importancia ; ou angariarem pelo
menos trinta novos socios, em clrcumstancias de se-
rem adraittidos, e que realisem o pagamento da
respectiva mis.
S 2.a Com a qaallflcacso de benemritos da so
ciedade aos que contriboirem com a somma de om
como de res, oa angariarem cem novos socios as
mesmas coodicoes do paragrapbo antecedente. >
Vejam-se mais os artigos 16,17, e 18 dos estaf-
los, coneernentes a esta materia.
Em referencia a entrada de oovos socios, a di-
rectora chama a attencao dos actuaes para o ar-
tigo 9 dos estatutos : psra facilitar este servico, a
mesma directora mandn imprimir propostas com
os competentes diieres, que podero ser pedidos ao
secretario da sociedade, a roa da Crnx n. 23, pr-
meiro andar, oa ao empregade externo, o Sr. Joo
Fernandes da Silva Oliveira.
A directora commonica ainda aos senhores as-
sociados e a qaero mais tiver interesse em o saber,.
que desde o principio do correte anne, ha presta-
do soccorros aos socios que os tem reqaisiudo, o
a elle se mostraram com direito, segando os esta-
lutos, como de ludo dar conta na prxima reunio
da assembla geral, sendo :
Soccorros a socios desempregads.
Soccorros a soocios impossibililados de trabalhar
por doeoca.
Soccorros a socios presos, cojo livramento con-
segnlo.
Soccorros a socios qne por doenca grave preci-
savam retrar-se para Portogal ou para outra loca
lidades. ^
Soccorros a viova desvalida de om socio.
A directora provisoria pretende convocar a as-
sembla geral dos senhores associados para o se-
gando domingo do mez de oatabro vindonro, afim
de lbe prear comas da sua gerencia desde que
leve a honra de ser eleita, deveodA ter logar a
eleico da nova directora, conseibo fiscal e com-
missees de comas, no subsequente domiogo do re-
ferido mez de ontubro, em conformldade com os
artigos 22 e 25 dos estatutos-, e dar issim por ter-
minada a sua missao.
Secretaria do Monte-pia Portuguez em Pernam-
boco, 20 de agesto de 1867.
Jos da Silva Loyo.
Presidente.
Joaquim Gerardo de Bastos.
Secretarlo.
Precisa-se de lima ama qoe saiba lavar, en-
gommar e cosiobar para casa de bomem solteiro :
no pateo da Ribeira n. 13. __________ .
Alaga-se ama casa oo Barbalbo a margem
do rio defronte do Mootero, tendo dita casa 6 sa-
las e 8 quartoscasa para relos, estribarla, ter-
reno para se plantar, ter vtecas de le co e ama
peqoena baixa de capia : quem pretender diri-
ja-se a roa Augusta casa terrea coa portio de
ferro ao lado.
'
e que orieaoo
-odb
asdidl.
d. SOL 9* andar
soa aroflssio.
>. Francisco de P
da roa Diral par
indar, onde conlin
a a
nna
Attenoo.
N. 25 Raa do Liyraaieito N. 25
Deposite de tameaoos e caleaio taeiooal da fa
arica a roa do Jardim a. 19,4. Jos Vicente Go-
dinho, Unto no deposito como ao fabrica seapromp
um todas as poredes do calcado o mais borato
MMvel, mu fabrica tea todas as machinas pre
prisa *u*<* nilpoi jo San aorodiudee seso
grande nsmero de fregneses oso daqnl se for-
ti oerri
HIltlbM*
Preeitt-se alatar om notoqot. oa nef ro pt-
ra vender; roa das Afoas Versee 46, andar.
------------swjeWUie-----------
O primeiro MMMre do sogueo amo esto Re-
Preclsa-se de na osoravode ania iSSit, de boa
londaeu baWiltado pora todo o serrioo se
casa do posea familia; sen tl dlri|a-se a' roa da Aurora n. 70-2 aadar.
"i ",. .y ; r......
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias emobilias:
na rna do Vigario n. 4, pavimento terreo
THESOIH0 H4PIC0
Acabam de* chegar Eacadernacio Pari-
siense, ra do Imperador n. 71, as seguintes
publicarles :
Le Monde Maconniqce : Revista das lojas
de todos os ritos: riquissimo deposito das
maiores preciosidades maconicas, desde
origem da. ordem: centenares de discursos L^,, emB
dos mais distinctos oradores da Europa e da
America nos diferentes templos maconieos
de ama e ostra parta do mondo : 9 volu-
mes in 8.*.
Usa coixeccao de 15 Ritlaes de todos o
ritos, para as ceremonias de recepto, de
inauguracio, de festas equinoxias e solsti-
ciaes, de Banquetes, de pompas fnebres, etc.
Un coBRmon gtoal complet, gala indis-
pensavel para todos os macona, tanto sim-
ples membros da ordem, como autoridades
ou officiaes de templos.
Estas doas altimas publicteosv em 3 gran
dea voluntes in8.. WimmmZ
As todo i 2 volumes.

vista acaba u osogar : en oMe prnorpla a po-
Wioaeao da revollo se Peraaaboeo de marco de
1817. AjUgBS-ae por 11* por aoao : oa livraria
raaweaa.roa o Crospo n. 9.
OOe tonda de ootlntaa rms_servtco de casa :
>inm
UlUU^ioWiaie
IKaso {, roa Ja Qadeti o. 31,
miSfotkmi*t\ s.
O u iol
que mera sa rna W Vejotfei^oaara *ir
ta typogrtpbia, a gofio if
na rna de Hortos n. 17, aroaxem.
on motoqoe oo on pttia
e mais sen
Os Sr*. abaixo mlgsHn jaons vir a ad-
aloJatracio 4o crrelo geral dostocidae fia do
recetor tartas qae lbe sio dirigidas com recoa-
mendacio : Dr. Ageallie Perelra a Silva, ato*
Jos da Coala Valente, Adriano dos San-
Aaselao Gaodioo do Qneiror, Anfoolo
e Gosn
Momlneiseo Joa-
Joaquim Jos Gongalves
Beltrao
RUA BO TRAPICHE H. 17 Io ANDAR)
Sacca por todos os paquetes sobre o Banco
sobre os gaintei loga-
em Portugal.
aber:
Usboa. rmfmu i
Porto.
Valeoea. 9 Sil
Gui martes-
Ganara.
Chaves.
Viseo.
Villa do Con-le.
Arcos de Val de Vx.
Vtajsa do Castalio.
do Urna,
Nova de Famellcio.
Lamego.
Lagos.
Covilbaa.
Vasaal (Valpaiaos.)
Mlraodella.
Beja.

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iox.
xaadro Joie
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Cosaria
Domingos Rodrigos
qnlm Perelra (I),
to, Jooo Cesar Perelra
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'ItA
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j PafnjeolMaee
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osnjlaawpefe istnpo do seto nas: ss
S, Francisco >. 54.
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estabolecida no Re
AOINTIS IM FIRRAIDOCO
latoaU Lato la OUreira isereda 4 C,,
mtementeantorlsados peladlroo-i
jeosiBaabMaiOforoo
.tomam segnroe do Msf. n*
e predios n^seaofOfi
r
-A





I

^i^^^^^mfi^^m^
_, ** .W AY
' 00 OsTOOOld .Ota
530 0 SqOTDa S> Ota
oedas dVouro.
Nacionaes e estrangeras assim como libras
esterlinas: eampram-se na roa do Crespo o. 16,
priCBelro audar, r y
Comprase moe*as de aro de 0*, W#,
e 9 a roa da Cruz o. 3.
Moedas de prata ofo ii^Uk
como patacSes portoguezes e
am-se com premio : Da ra do
acienaes, assim
bespanbe, compram-se com premio
Crespo n. 16, primeiro andar.

*Hoi

Pharmaceutico
on ni
|CH|*v:l.. *t
pela escola de Paria e successor nesta
13 e successor nesU
I '
Aristide Saisset e J. Soum ;<\m*
S62.
1 00c
' .....
j,-?*tlj foalo Loa da Crm-
2. ^V."A O? rtiftSJtt
tlM'Ifi OJ *I9
. Tralamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, nem outro qualque
Verdadeiro porificador do sangoe sem azougue.
Especial para a cora, de todas as molestias que tem sua origem oa impureza do
sangoe, como sejam as molestias boubaticas, sypbiliticas, escrophulosas, darthrosas, quer
venham ellas por hereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
fecciOBadas dos diversos Tiros que contaminam o sangoe e os humores.
A caroba um remedio prodigioso, (usado desde remotas eras pelos indios
do Brasil, e passando sea uso de geraco em gerac5o, hoje um dos remedios mais co-
nhecidoscomo propno para combater as molestias mais hediondas, entrando aesse nume-
ro a morpba ou etephantiases, para cojo curativo os nossos sertanejos coOsideram a
caroba como remedio especifico.
A muito tempo entrou a caroba nos formularios como preparacJo magistral
sob a forma de eictuario, anda hoje lembrado as phatanacopfeas com o nome de seo
celebre autor Jlo Alves Carueiro: aSo ella portante remedio noro nem desconhecido.
O ungento -de caroba da mesma sorte preconisado desde tempos immemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boobas e ulceras syphiliticas srdidas,
eempregado com proveito depois de improficua applrcacao de mullos outros agentes
^teraputicos enrgicos e de uso quotidiano.
Muitos dos nossos mdicos de consideracao e entre ettos o maito distincto pratico
observador o Sr. Dr. Pedro d'Alhayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio de ex-
periencias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba ao trata-
ment das boubas, das diversas formas sob que a syphilis se aprsenla e moile especial-
mente as que teem sua sede na peile, poderiamos relata* alguns casos de data muito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em que a caroba produzio admiraveis
efleitos, depois de inntefs e prolongadas applicacoes de salsaparrilha, mecuno, iodo, cu-
ro e secs preparados, etc., etc.
Nao era posstvel que urna planta le notavel por suasappreciave virtudes es-
capasse a perspicacia c investigaces dos mais balisados praticos europeos, que se ap-
phcam com especialidad* ao estado e e para prova ah esiao os Srs. Drs. Casenave, Schurfer, Bicord e outros dando as mais
hsongeiras mformacoes sobre as propriedades curativas da caroba e preconisando-i como
remedio poderosissimo para o tatamente das erupcoes cutneas, seccas-eu auppurativas
darthros de todas a qualidade, eccemas, alearas de diverras aturexas, tumores, osseos
e outras rauitas molestias de oatureza sypbiltica ou boubatica.
Por ter-se generalisado muito o uso da cascada da caraba que eu pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar em suas observaces,
deliberei-me a ter prompta urna quantidade 4a mesma esseacia, obtida sem a acc5o do
ogo, para n5o prejudicar as propriedades medicameatosas.; e d'ora em diante encon-
trar-se-ha na minha pharmacia sempre e em porcio suficiente para todos os pedidos a
ESSENCIA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungueuto da mesma planta para que nun-
ca fallera aos Srs. mdicos que quizerem esperimeatar tao precioso agente'medicinal. ;
Recife do Pernambuco, 47 de ootubro do 1*66.
AUGUOTE CaOHS.
Libras esterlinas.
Comprare se com bom premio : na pra-a da lu
ndeocia a. i. ____________ .
Oompram-sc escravos
Sil vino Guilberme de Barros, compra, vende e
roca efectivamente escravos de ambos os sexo*
de Mas as idades : a' roa do Imperador o. 79,
e-rceiro andar.
A
p armazfqt $fya
Santos LoethOftua do
~v.~J~. loba t-. i"unu uuh ieiu"viuuo au i orea
madon 19% t ,WL Iflfj fpflMa#f|en#> cfcftm
i e barato urna nova fazenda qu se oaj
Cambraia de cores matisadas fioissimas a
brasileiros de cnho antlgo, em casa de A lamson,
eory & C", ra do Trapiche-novo n. 40.
Loja do Gallo Vigilante
VA
DE
ue%
300 a vara.
dem brancas transparentes finas de ,
1)5000, U, U, U e 9^000 a peca com lo
dem branca tapada de 80 e 9* a peca
com 12 jardas.
dem branca franceza muito larga a 9 a
peca com 8 varas.
Bal5e de 35 e 40 arcos nesgados para
senhoras. a 40SOO.
dem de 35 e 40 arcos com ferrogem
ttti GnimaraesA Freitas
Pataces Ra do crespo n. 7.
Compram-se palacoes bespanhes, poriogueies e 4.v5^P!r^Pri.el3ris des!e bem conhecido es-
moeda
Compra-s na loja de jotas do coracio de ouro
n. 8 D, roa do Caboga, moedas nacionaes de Mj
Ouro e prata em
Compra-se por maior pre?o do que em oulra
pane : ama Nova n. 31, loja de ferragens.
vuro prata
Moedas de ouro e prata nacranses, estrangeiras
de todos os valores se compran na loja de ouri-
?es Janto ao arco de Nossa Senhora da Conceico,
ra da Gadeia do Recite, assim como ouro e prata
em obras velbas, brilbantes, diamantes e se paga
bem.
Compra-se uro e praa em obras velbas :
na praca da latVpenflencia a. ii.
Compram-se
com premio veedas da ouro e de frata naclenaes
* estrangerras : na roa da Cadeia do Recite n. 16,
armazem de Adriano, Castro & C.
Deposita geral de todos radd se apees
Botica e drogara
34Ra larga do Rosario34



GRANULOS ANTIMONIAES
n Doctcur P1PILL4LD
de eaUrrko,
Not aedicic*3 para euriji dan moleitiis do eoraea8, da astitaaa,
da titica,te:
GRANULOS
PtN4i meaelda anemia, dt
da ocjueloclM,
ANTIMONIO FERREOS
cUorotif, da atMnorrhM, dat wimltfu, wntm$, das moleatiat
eacfftnM, etc.
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH
FaN mntm im aaoUrtu, nmom, daa yiaa ugaativas, dypepeua, ate.
WWLMMQA. i Pharmacia de E. MOUSNIER, i Saujon (Charente-Infrieure).
{Bm Rio-de-Janeiro, FLIX FARAUT, pharmaeia, 77, roa Seto SeUmbro, .
Ejq Pernambuco, P. MAURER ti C. pharmacia, ra Nora.
Bm Macelo. FALCO MAS, pharmacia imperial.
Autonio Jos Rodrigues de Souza precisa
comprar urna casa terrea que coste de i :6lX)QO0
a 1:900^ : a tratar na roa de Crespo n. 15, ou na
roa Nova n. SO.
Gompra-se sempre por mais do tra qoalqoer parte, prata brasileira e estrangeh-a
(pataedes) libras esterlinas, moedas de 95 e 165
portu'ieza?, iH$, 105 e"20 brasfleiras, oocas
oo octra qualquer qoalidade de ouro, e se trocara
sedlas do banco do Brasil e Caixas flliaes de oq-
tras provincias : oa roa da Ladeia do Recite n.
86, loja de aiclejo.__________________^___
Compra-se
cubre, lati e chombo : noarmacem da bola ama-
reila no oitao da secretaria da polica. &
VENDAS
Piano,

Vende-Fe um bote piano forte de tres coTdes :
tr.tar na. roa da Imperatriz n.OO,lo|a.
Cl de Lfboa
Venderse no arstaxem de (Bavid Perretra Bal-
tar roa do Brom o. 66.
tabelecimento toado em vistas a boa vontade
oom qoe toda generosa populado desta bel--
, le cidade coocorre com a sua coadjuvacao
para o basar de prendas que costumam es-
tabelecer no da da commemorato do anni-
versario do Hospital Portuguez de Bne0-
cencia, cojo prodocto pplicado a bem
daquelles que baldos de recursos, e no leilo
da dor ali procuram melborar seus soffri-
meotos e aproximando-se o uia dessa gran-
diosa festa por isso apressam-se em avisar
ao respeitavel publico do que ba de mais
moderno em seu estabelecimento, alm dos
quaes tem variedade de outros, que a serem
para um fim tao justo os veoderam por pre-
cos mui rasoaveis.
Riquissimas caixas com mostea contendo
o necessario para costara, proprias para um
delicado prosete.
Riquissimm livrinhos com capas de tar-
taruga para missa.
Riquissimo lbum com capa de tartaruga.
Porta joias, dedaes e relogios e neste gos-
to urna infinidade de objectos.
YawB, calungas e palliteiros de porcelana.
Bonecas que cbamam papai e mamai.
Fmissimos lencos de, cambraias de linbo
com disticos.
Caixinhas com perfumaras.
Bengalas de canna com lindos castoes de
marfim.
Riqaissimos enfeites com coques e sem
elle inteiraraente novidade e ultima moda.
Lisdissimos cintos para senboras.
Frvellas lindas de maito gosto.
Lindos port-booquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentos e bailes.
fquissimos leques de madreperola.
Lindos toque* de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Ditos de -sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, ultima moda.
Leques de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lindos pentes de tartaruga, massa e oairas
moflas qualidades.
Lavas dejoovia, inteiraraente novas, bran-
cas, protas e de cores.
Ditas do seda.
Meias de seda e algodSo.
Lindas trancas pretas e de cores com ve-
drilho
r.m
vu .mu e sem elle, assim como lindissimas
Y^mSSlVLTJS^^'mUkm ffwraiooespara enfeitarCasquines botos
depositados no esterieiro do Sr. JoaqaMs Antn:,- paia-OS mesmas.
Rodngaes, na roa 4o Brum, onde podafa ser ex,.- i Lindos indisp'ensaveis para mofiinas das
minados pelos preteodentes; a tratar aa travesea \ escolas.
da Madre de Dos o. 11.

INJECTION BROU
iiflrmic luiaUHel c
M.ltfedj
Mta4*i
*reer*n, iliin tnlfli nica au cun i
> !> 44iUi. Ven* m
VeBde-se na pharmacia de P. Maurer A NACIONAL
Conipania geral hespanhola de seguros sobre
a vida
AUTORISiDA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 1859
BANflfiBOS DA GOMPAKHIA DIRECgO GERAL
O Banco Ae aleapanha Madrid t Boa de H. Agoatlnho
.No trapiche do Bario do Lwrameak)
no Forte, do Mattos n. -5, continua-se a
vender accas com farinha de mandioca aos
preces de 3^500 a 5 .jpreco, farinha muito espe;ial, e'.ia antes
qae seacabe.__________________.
Palham
flaroajl&s Croies-a. i5, ccronte padaria
eede-se palba para adeira, a, melhor mercado, dais barato qoe -em ootra -qnalqnor
parte.
Vecde-se uaa escraranoga pereita cosfnheira
e boa reitt a. 86,1* andar.___________^^
Arados aaerieaflos
Samsl P. Johe-to & Ctem para vender epe-
riores arados americanos: a roa da eo*aia Kova
A4t_________________________________
Fundiyo dAurora em
Santo Amaro
Cempleto sortlmento de taias batidas fundi-
das, alambiques de todos os tamacbos e fondos de
ditos, moendas de todos os tamanbos de snpenor
qoalidade, crlvos e boceas de fornaJha. o ooe lud*
se veoie por commodo prego.
Potassa da fiussia.
Verdadcjra potasea da Rnasii, em barris e melos
ditos, ebegada nltimamente pela esctwa prnssiana
Vernos veode-se na roa do Trapiche n. 5 arma-
sen) de L. J. gilva Gntmarea.
-*. Vende-se o o prete possaot e moca : na rae
roa do Raogel a. 9, oo troca-ee por um qoe sej
coziobeiro.
Icuac da companhia em 15 djala* de 1866.
Apolices 19:700 Capital Rs. 127:144*5670 ou moeda brasileira
Rs 12,714:476.5000
A Nacional abraca taoas as conbinaces do seguro de supervivencia e n'ella pode
tazer-se s'ibscripj de modo que em nenbum caso se perca o capital imposto nomos lu-
cros correspondentes.
Urna afianca depositdsenos cofres do'estado, garante a boa administragao da com
panhia. v
Os fondos da companhia se in ver tem em ttulos do estado e se depositam no bao*
oc de Hespaaha com mterveocae do delegado do gorerno e do coimelho adminin-ativo.
A companhia estranhatoda a empreza ou aaspiculaeo perigosa,eos ttulos em
gue se invertem os fondos imp s na rraesma, nao-se correm O menor risco, pois est5o
garantidos pelo govern, podeatonacoo da a tor p.eizosd
Esto se acabando
Chitas largas escura?, cores fitas, panno supe-
rior, a 240 rs. o covado, e em pe$a a 220 rs. \ a\
loja da roa da Madre de Dos n. 14, defronte da
gnarda da alfandega._______________________
Vende-se n e 350 de (ando, no Chacen: a tratar no forte do
Matos prensa n. 3.___________________
Vende se om molatiBbo de idade de 12 an-
uos, linda fijara, bom eopeiro, habituado ao servido
de casa, sem vistos e bem educado : roa do Hos-
picio defronte da casa em qn foi o gymnaslo na
penltima cata junto ao canal; os preteodentes
podem ir vello das seis as nove baras da manbaa,
oo das tres as seis da urde.
BeogalUnbas para meninos.
Suspensorios para meninos.
Liadas touquinbas e eapatinhos -ricamen-
te erHeitados proprios para baptisados.
Metas de seda para o mesmo fim.
Maito boas oseo vas para dentes, chapeos -
roupa, cabellas, unhas e para Fimpar pentes.
Superior linfaas para-crochet.
Agnlbas para o mesmo fim.
'Lindos agetoeiros e-dledaes de madrepe-
rola e marfim, assim como do metal.
Lindas guaroicSes de*ot6es, para ooletes,
)uos e cotennhos.
Ricas capellas .para ooivas.
Meias de seda para senhoras.
Superiores thesouras para unhas,costara
e cortar cabello, etc., etc.
Suspensorios de seda,para homem.
Ditos de algodio para homem e .meninos.
Finos aelerecos pretos ,para loto.
Grande sor timen to oo finas perfumaras
dos melhores fabricantes at hoje cenbe-
cides.
Grande sartimeato de -fitas de todas as
qualklades.
E muitos oatros onjectos que imposstvel
seria menciona*los e que se encontrarSo na
ioja do Vigilante, roa do Crespo n. 7.
235C0.
Wm de mursulina nesgados a M.
Idein de crochet a 6d.
dem de mursulina para meninas a 30 e
3<5300.
Saias bordadas a 50.
Cambraias admascadas para cortinado
123 a peca com 20 varas. q
dem para forro a 30 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linho muito fina de 60 e 90 a
vara.
Madapoloes finos de 80, 70, 80, 90,100,
110 e 120 a peca.
Platilha de algodSo superior fazenda para
saias a 35200 a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 24600.
Lences de hamburgo fino a 20400.
dem de bramante muito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
4#>00.
Guardanapos de linbo adamascados a.
30500 a duzia.
Atualbado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 20 a vara.
. AlgodSo enfestado com a mesma largura
a" 10100 a vara.
dem trancado de algodo a 10600 a vara.
Toalhas alcochoadas de linho lisas a 110
a duzia.
dem de algodo felpudas a 130 e 144
a duzia,
Colchas de fustSo a 60000.
Retondes de tilo prete a 60.
Chales de fil a 50.
Lencos de cambraia br ancos finos a 10800,
21 e 20500 a duzia.
Lencos de cassa fimssimos a 30200 e
306Ou a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara.
dem eom salpicos a 10000 a vara.
Grosdenaples preto bom a 10800 e 20
o covad
Moraptiqoe preto superior a 20800 o ao-
vado.
Fanetta de todas as cores a 800 rs. o
vado.
Tariatana de todas as cores a 80^ rs a
vara.
Bramante de linho com 10 pa'jaog e jjj..
gura a 20500 a vara, *
dem de linho com 5 palmos a 10200 a
vara.
dem de linho com 31/2 palmos a 800 a
vara.
Riquissimos barquins. a 250000.
Assim como outras muitas fazendas que
re vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de todo,
do Pav&o.
/1280
brilbantes alpacas de
o neste genero o mais
bonito que temando ao mercado tinto em
flores, pois
que sa copinado, perfei-
tamente com seda tendo entre ellas algumas
todas brancas com os mais liados lavrados
e vendem-se a 1280 reis, o covado, na loja
e armaaera do PavSo, ra da Imperatriz n.
60. De Gama i Silva.
Oscasqninkos de pava
( a 180,200,- 280 e3O0.
C&egaram os mais modernos casaqohibos
onjsquetas de gros preto, ricamente afei-
tadas, sendo nos- com cintura e ostros sol-
tos con'orme se usa ltimamente e vendem-se
pelos baratos presos de 180, 200, 250 e
300, na loja e armazem do Pavao, roa da
Imperatriz n. 60. De Gama & Silva.
A alpacas do PavSo
para vestidos a 10.
Chegou um grande sortlmento das mais
bonitas alpacas lavradas, de cores que se
vendem a 10 o covado, ditas a 800 reis,
ditas lim de todas as cores a 640 reis, que
se vendem na loja e armazem do Pav3o, roa
da Imperatriz a. (30. De Gama & Silva.
Vestidos brancos
a 40, s o Pavao.
Vendem-se bonitos cortes de vestidos
cambraia branca com bonitas barras ten
entre elles lambem com barra de cor e'
dem-se pelo barato prego de 40 cad?
na loja e armazem do Pavao. ra da
ratriz n. 60. De Gama Silva. l *
rande novidade
Vestidos a 60
snalejadePavlt.
Se vendem os mais ricos cort .
dy branco com elegantes lista' ,Qrae ,"
tas tendo 10 varas cada corte 'Jf' *Z
ptenles enfeitos para o cor J .os com"
genero o qoe tem vindo -' A P ?nao neste
mercado, pelo barato prr ^ *ae^P "
loja e armazem do Pavao f> d? ?*5u,n*
n.60. DeGama.4S.lv a'rua da I"**'
'de
.do
,en-
um,
11
rodoctos chimicos e pharma-
mais empregados em
co-
.w-e* tti (ti
ttawf-
JM
- Veode-se das cabra oa baoetidadas 4e
i a Jo aoaos, om ooleqaa de 7, um cabrloha de
8 e om malatinhode lt : aa roa do Fofo b. 9.
Veadam-se doss calxWioi notos eovidraca-
008 e doos portaes; aa fu do Sebo n. 41
OptaaMOMavattaa arica lio bj nula coahecidos para qoe seja Mcwino inatstir i obra
a lajMiaHUJU^tMaatWM faraata m oieNoea aos compradores, qualidades es tu iaconUstt
? ao* 4im ta efatanmeate conaaiendo nbra todos os qae tem apparecldo nes praca d
Hado a tedado Mebiniamn qn ofeedacem todas ai vonttdei "f^n 4r- pliirii
*i L
--wu.mos to apreciMtres. HU',1 a (.ioaU
JSSZZS'?'? --wgaH ^ricacoiaaBaaoifr.Vida**rh,
TS raoi Matare pratmadoe em todas u ip ib "yyyelmeatoM achara empre om wpundidoe variado sortmeatoda masca doa
mmm9mi y-**.,B?aM* fcaflaoi# piato Banaoajeni, m ratoavate.
POTABA DA RUSSA
A 200 rs. a libra,
de maito siperlor qa!idad : vaode-se ao eterip-
torio de Overa, Filpos C. largo do Cp/po San-
to a 19. tmmt *ffciii
Eival sem segundo.
Rata do aueimaaon. 49.
Qer acabar cam as fazendas abaix
weBcienadas.
Queiram rir tt o pe bom e baraliaime.
Toalbas de labvnntho com bico, aienda boa i
Ijam
Carreteie do llnba eom tOO jardas a 30 rs.
Gravatas pretas e de Oree multo Boas a 500 rs.
Calas da oireas de maesa maito novas a 40 rs.
infladores para espartimo da cordio fita a fff
ris.
Carretels de Haba Alexandre eom 400 jardas a KM
ris.
Fraseo de oleo babosa a 320 e 500%.
Ditos de dito bigiemqae verdadeiros a 11000.
Ditos dito falso a 800 rs.
Ditos de macacar perola a 900 rs.
Sabonetes maito naos a 60,160, 200 e 320 rs.
Ditos de bolla maito fiaos a MO- e 320 rs.
Caixas para rap eom bonitas estampas a 100
fiadas de Unha froxa para bordar a 20 rs.
Varas de cordo para espartilbo a 20 rs.
Pentes volteados para regacar cabello da menioai
8 310.
Frascos de macaca' oleo maito fino, a 120 rs.
Abotoadaras maito Boas para colletos a 500 rs.
Cartdes de boba branca e de cores a 20 rs.
Libra de arda preta superior a 100 rs.
Sseovas par tato, faieoda boa, a 500 rs.
Varas de franja branca de linbo para toalha a
100 rs.
Pecas de bico estrelto com 20 raras maito bonito a
1*006.
Variada Mpafina de diferentes largaras i 190,
,eAa rntSmn mt auman n mI
GaiaudapaiaobalioaiOrs.
Oaiaaisdiisaltlaa'ilimsaimi^ sem eathofre a
4M
PILUJLJlS
Aaropee Timbo ferruginoso de
jurabeba eom pyropbosphato
de ferro.
l '.hlorcse, anemia, escrofolas, racbitismo, blennor-
rbagia, leaeorrba. febres intermitentes e ame-
norrha (menstroaso dolorosa e Irregular)
etc., etc.
Ha muito qae tlohamos em vista associar o ferro
s nossas prepara?5es de jnrubeba ; mas levamos
tsmpo a experimenur qaal a preparaoo ferrugi-
nosa, que mais conviria ao organismo humano,
viado por flm a decidir nos pelo pvrophospbato
da- ferro, eom o qaal podemos prepara r os nossos
sarope e vinbo de jurobeba ferruginosos.
ffemos a observar, porm, qae o uso dos medi-
camentos de jornbeba eom o pyrophosphato de
ferro nanea pode oecasonar a pbtystca oas pes-
soas anda as mais delicadas, como mnilas vezes
tem a oniecidoata pessoas robustas, qae se bio
servido do mesmo medicamento preparado com
outras-sabstaneias ferrogioosas, por isso qae o
ptiosphoro debalxo da forma de pvrophosphato,
um meiorpropbylatiio recoubecido" infalllvel con
tra esta terrivel affeccao.
As jtreparacoes de jarobeba, a qae havemos as-
sodado o pyrophosphato de ferro, sao mui prevei-
tosas ao tratameoto das molestias das senhoras,
taes como a cblorose, anemia etc.
Estas molestias manifestam-se com os sympto-
mas segaintes :Descoramento geral da pella e
das membranas mocosas, magreza, inchacio das
faces e das pernas ; excitjo nervosa, hysteris
mo, melancola, debllidade raascular, dores ne-
vralgicas, pulso mais freqaente do qae no estado
de satlde, calor febril, pelle secea, appatites de-
pravados, vmitos, prlso de veotre, menstrasco
dolorosa, Irregnlar, pouco abundante, descorada,
oulla, flores brancas, amenorrbagia e infecandi-
da de.
Osta estado espantoso, alias tao crdinariam nte
reeonhecido entre nos em erescido numero d se-
nboras, desappareee s com o prudente nso das
preparacfcs cima.
nico deposito destes medicamentos
pharmacia de J. A. Pinto, rua larga do Ro
ario n. 10, em Pernambuco.
B ____JL1
iwranae t armazem de tin-
tasriie(iicamentos eta
RF .a do Imperador n, 22.
p
y iticos os
v Jetficina.
Tintas'para todo o genere riu-
tora e para tintoraria.
Prodnctos industriaes e tintas
para flores, como botoes de aeres
o modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenho.
Productos chimicos e industriaos
para photographia, tintoraria, pin-
tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e snp-
pride directamente de Paris, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena
confianca e satisfaatir qualquer en- j
commendaa grosso trato e a reta- i
lho e por preco commodo; '
mm
Este estabelecimento acaba de receber II
cbapeiinas para senhora, ricas calxinbas para cos-
turas, ditas para joias, pentes donrados para coco
velas muito ricas, assim como cintos e pahseiras'
da ultima moda de Paris, enlremeios e babadinbos,
bonitos toocadores dourados e de Jacaranda, espe-
Ibos eicossezes de diversos lamaBhos e ricos cai-
vetes para senhora, voltas para pescoco, gravati-
nhas, bico de seda, dito de algodo, labyrinlbo, e
monos outros objectos de aparado gosto, que se
torua enfadonho mencionar, tuoo por preeos mui-
to commodos: a' roa da Imperatriz a. 70, na Iota
da Lesldade.
Graade liqoidaco de lasrnimeBtarde
masica de todas as qualidades.
50Rua Nova relojoeiro50
O dono quereodo acabar com este artigo resol-
vea vendar todos os seos sortimentos de Instru-
mentos maito mais barato qae as oo'ras ras.<
avista da fazenda e dos preeos nragaem deixra
Vende-s nm sitio na margem do rio Capfba-
qtoe : a tratar na 'oa do Qoeimado n. 18 A.
A Agoia Branca rua do Queimado n. 8,
ecebeu de novo os seguintes objectos e
Li
GRANDE

AVISO
8000
8*000
71000
Sibonetes de familia a 100,160 e 240.
Je madreperola para ca
Tandese am eseravo erioulo eom SO uanos*n*
idade, Mdio e proprio para todo servido : no pri-
meiro andar da casa n. S% da roa dos Pires qae
(ai esquina para a roa do Sebo.
saarloaa em frente a roa do Alecrn contados no
alipfcatse^to desta ro* ooe devs Bear a qoeo do
P:ej projeetado em con ti nuacao da casa de deten-
iendo de fondo tanto do la-
al 80 bracas 8 palmos
esteneiof bracas que deve
ser reervada para <' rM I fl06 P-
riia-se a roa AognsU J^ B?TI f9ffi Prto de
ferro ae lado.
ai projeetado em
Tendo de se liquidar a loja de calcados franco-
tes sita na roa do Imperador n. 32, previne-se ao
respeitavel publico qoe a mesma liquidacao tora'
somente lagar de segnnda-feira 20 do crrante mez
em dianto, e para se dar ama idea da baratea,
ibaixo se transcreve os preeos:
Bortegoins de Mellier verdadeiros. .
DitoSoser dito........
Dito do mesmo fabricante de diversas
qualidades..........
Dito do fabricante Fanion e Laverjen ..
Dito da diverses fabricantes de 5? a .
Sai atoes de Saxer qoe se vendiam por
Bofzeguios para menino de varios fabri-
cantes de 5* por .......... 3J000
Botioas para manioas dem dem a .. 14500
Ditas para senboras dem idam Jolly 34500
SapatSes para meninos de diversos fa
torteantes..........3*000
Perfumarlas do fabricante Lobin e Piver, sorti-
menio variado da diversos extractos o agna de Co-
lonls.
Camisas parabomem.
Bengalas, grvalas, charutelras de mbar, pen-
tes de tartaruga de diversas qualidades e mode-
los, emirn niw mOaldade de ardgns de laxo e
boro gosto.
~ Fannba de maadtoca a 3OO o saSo"
srmaaem de Caadido Albtrto Sadr la
t*m4*JLM**mAJmt---------yj,
.iiollnowsi
est vendendo-as por preeos rasoaveis.
Modernas fivellas.
Modernas fivellas de madreperola, lavra-
das e lisas, guarnecidas com enfeites de
prata dourada, vendem-se na Iota d'Aguia
Branca rua do Queituado n. 8.
Leques
todos de sndalo, ontros todos de sndalo
com bonitos desenbos que representan! qaa-
tro vista, ontros de sndalo e seda, outros
de faia tambem com desenbos que formam
qoatro vistas; vendem-se na loja d'Aguia
Branca, rua do Queimado o. 8.
Luvas finas
de camorsa, brancas e amarellas: vendem-
se na loja da Agaia Branca a raa do Quei-
mado n. 8.
Latas com banba fina
vendem-se na loja da Aguia Branca, a rua
do Queimado n 8.
Cbapelirjas modernas,
enfeites de flores, capellas finas para ooivas,
ditas brancas e cor de rosa para meninas,
cataos e ramos de flores finas e botes de
rosa de diversos tamanhoa: na Aguia Bran-
ca a roa do Qoeimado n. 8.
Meias finas para meninos.
A Aguia Branca roa do Queimado n. 8,
recebeu metas mui finas para meoinos, e
esta vendeodo as de cores a 5*3000 duzia,
brancas a 5500 e croas a 6*000.
Trancas de vidrilhos, brancas e pretas, lar-
gas e estreitas.
A Agoia Branca a roa do Qoeimado n. 8,
recebeu novo sortimento das trancas cima'
ditas, e como sempre vende-as por preeos
commodos.
ataom ne mino i
ende-se
orna eterava de 50 aones de idade, sem vieios e
i neo acnsqnti; a traur oa ras i*i grosata. 41
- Veade-se ama Mirna na roa do Hospieie
n. 28, pois o don* mardosa deja retirar-se;
caja uberna tem cosaasode para familia.
Aos Srs, consumi^reg~>
gz
atpejka do tas convida e*pet-
eoasomldores qae por acaso
. wsaTiaimmrV-sjneiram irflrrr
anas reclamaooes ao escrlptotio da empresa n. 311
raa do Imperador, sonde raeberio immediau,
nromplaiMeBio.


W'ABfca"
A^iaLti
BA DO BRUM S. **i"
roprietario deste estableeimento deseja chamar a*uea$S
ra os acredtalos mecharosmos ^tje contina foraee*n; oa,aaes gsraate
re. da ttWlhr jaSaade pokrel:
_ .
* n i '
6 y O ,U
'
i, / 8sni;
1 d vapor
torca de unavcavello ;para cima. As aore sSoaaei-proprias para motores de descaro-
camentode algodio ; ellas Tiajam armadas e podem trabalhar dentro de 24 horas, depois
de cnegarem no lugar. Ellas lema toda breceUeate. As machinas maioras sao proprias para a moagem de canoa, e h* daos
que podem janta e separadamente moer canna e desearocar. Ellas podem-se appnear a.
qualquer moenda ja existente sem outra mudaoca do que a substituirn das rodas da alman-
jarra, ha tambem com moenda juuta. Ellas tem depsitos d'agoa boeiros di ferro, e
oSo precisara para sea asseotamento de obra alguma, qor de carapina, qor de alvenaria.
O tempo para assenta-las nao excede de doze dias ao mate, e eta casos de mortes de ani-
maes o a arrombameotos de acodes, etc., garaote-se o assenUmentr em oito dias. Todo
estes vapores sao eimpUssfcmos aconstruccJo, e se regem por qaalqoer pnssoa intelligeota,
a facilidade da coodacco seado especialmente considerada, tanto que nao ha lugar m que
oio se possam condozir, qor por ierra, qor embarcado.
Lombra -se eos senaores de engeoho que a venda dos aaiaaaes e o servico da
gente occopado no seo tratamento os hao de recuperar da maior parte da despea do
vapor, derxjfido-lbes a vantagem de urna moageoa certa e aecelerada ; e acabaodo com a
empacles, dita da trra iOOe^OOaJlera.
kk' & m
Em extracto alcoollco, emplae
tro, oleo, tintura, plalas,
xarope e vlnn
A jornbeba ama das substancias medi-
cobbo fciuifciiiliwflMifr qMteyrg ijTili'aawii"JjfeM "jjwiWijfl aquaUdade'camentosas que pertencem ao reino vege-
^oovid. ob *o- [tal, e pertence a classe dos tnicos e desobs-
trnentes, sendo empregada com' vantagem
ta Mi deMhBm e mais pequeas a vontade do comprador, em garrafaH ) contra-as febres intermitentes acompanbadas
i-*-*- deengo-gitamentodefigadoedebaco. Ella
tem sido apphcadaoom incontestavel pro-
vet contra a anemia ou chlorose, e hydro-
phesia, catharro da bexiga, e mesmo para
cotnbater a menstruaclo diffieil, resultante
__

PILDUS de BLANCARD
jkt)nenMH M nano diausiavk
ApproTadas pela Academia de Modecina do Paria
tmHtwfwmmmma.aawni m ui mimo
TAB HO aoiTTTkt* DI FIAMCA, DA 11MHCA, O IBLANBA, DA TlfrU,
Aiwrwi aaa M*p$*t<>* Vatmvfu itW.xo.York, 1858, t LJ."-I
MaiiliAiiiriiiii
-faaawaaa de urna tenuklade cewv, tai
j utUmeto, -m *a*or, isa peoeno Tolume, e de n Mm |
Gonndo das proprledaes do Xodo e do Vataaoi Um mm prind-
nu afleeco CUorotUu, Bur^fuUt, m*rc tmenorrUa, aneaua, ele.; esta, eMuoSeMMU aos pralfco mi ilicc|a *>l enr-
gica* para modificar M coaltaieo gmfkiit^i, frmm om ttHUfiu.
K. B. O iodufeU it (erro taotare m a****** 4 a mtk*-
nwmu bH, irriuatt. M prm O hwm keiaii du
Tcra ^^.^.osM^^r^^^^^
Tinufem de tan
orgaot digesBVOf. <
punieate
mi


tr .n :
Atenfo
teiga iigleza
320, 500, 800 e I* uo arttaaom se acha vista.
Maateiga franceza
em lioras 560 e 640, em banis sefari differenca.
wHiroi de porco
em libras 320 e 380, em porcSo se far differenca.
'fVucas
em calda Pera, Pccego/lfeinha Claudia, Alperxe oatraseroitas506te 640 a lata.
-Mu Errllbaa
Portoguezas 640, fraacezas 900. >'
Fino
em latas do Para e de albane^oaJ ra*a #:* |*oo.

ifti})1!
de mllbo
aaiq.t
ncisco Jos ermanB
IRUANOVA N. ii,
acaba de receber nm lindo e magnifico sor
timento do oculos, lanetos, binculos, do ni-
i timo e mais apurado gosto da Europa e oco
loe de. alcance pan observares e,'para t
ufA ililiiW.** *
DE
.
tamento do figado edobaqo
aa

Alpi.to
440 e tm o*bra, paip*a 100 aMar.

em garrafas a 800 e 0.
*
.. de Bordela em ceiaa dutia U, garrafa 00, ditodel-a dasii^OO a garrafa, dito a
despeza da compra continuada de novos ammaes, e com os desgostos do traban que e ^ a*dajiv-l4HM0 a garrafa, dito do Porto a 8 lU !8i>, 24; caixas de Uazia, assim
tem com e'.les. paaal aoj .
Ser talvez dsaecessario lembrar aos compradores de vapores a vaotagem que ineT
resulta de comprarem suas machinas garantidas em urna fabrica, tendo artistas compe-
tentes para assentar as mesmas e ensinar a maneira de trabalhar com ellas, e j prepa-
radas para arremediar qualqei desarranjo; facilidades estas que jamis podem encon-
trar comprando-as aos simples negociantes, os qaaes por falta de eonhecimento n ma-
terra neia se qor podem garanti-los de que as machinas que wadem s^am orODr^ 0D>
ufficlente^pari o trabalho em que se qaeira omprega^Ias, e no easo de desastre nao po-
aem prestar lhes soccorro algom.; sendo qrje ainda quaadoyenhaas fabricas Dar con-,
oertar as machinas alhias, toraa-se-ha preciso azer Tepettinaraeote moldes novos, etc.
para as pecas estragadas. J numerosas veaee estes vendedores tem representado seas
vapores cornq sed de forca mui superior sua aetaat e verdadeira. torca; equivoco
este qne n5o tft agana ao comprador acerca do trabalho que possa tirar do vapor, mas
tambem da lugr'ao pagamento de um prego eicesaivo, vista da for.ereal da machina
que comprara. ....
Tambe ha sempre prompto rodas d'agua de farro, sarilhos com cruzetas para as
sesmas moendas de canoa de todo o tamanho, rodas de espora e angiriares, paroes ou
oches para receber o caldo, crivos b portas de fornalba, taixas de ferro batido, fundido e
de cobre, formas de ferro galvanisadas para purgar assncar, bombas simples e de repa-
eho, slambiqoes de- ferro, eixose rodas de carro, arados, grades, enchadas a cavallo e ou-
iros instrumentos de aricultora, moinbos e tornos para fazer fannha e finalmente todo o
objecto de mechanismo de que se costuma precisar.
Na fabrica se fazem obras novas a encommenda e concertos, com a-maior presteza-
e solidez. 0 grande deposito de pecas e objectos habilitam-na maito'para este'fim."
0 proprietario aersempe mui feliz de poder aar informacSes ou eslarecime1
06 senhores que se servirem de seu presumo. t
D. W. Bowman, engenbeire.

---------------------------------------------------------------------- -------7*-----------------1 'I "-----------
Joaquim de Almeida tinto
Ajurubeba contra o ingergi
8imq i.'u
em caiaa de 50por l&, drtoe*Oe1foia,.li*vadftrese Parisiensesem caiasdeOO, ditos]damesraa anemia ouchtorose.
da Exaoeicao caisa >5#, ditas de Regal>caisas com 100 a 20500 e outras murtas.-mareas' Depsitos geraes
que s na presenca dos compradores. Em Pernambueo, ra larga do Rosario
PHEZUNT06 o.; 10, Rio. de Janeiro, pbarmaeia do Sr.
dehimego embar>Hr ditos d fiambre o melhor que ha no mercado por pracoque faz Deurado, Rio Grande do Sol, em casa dos
admirar 11 Srs, Gaecao & C, Macei, pbarmaeia do Sr.
DOCE.DE GOIABA

a\
aaixees ite 560 fino^ ditos deJ^Onque parece marmelladav dito era latas milito fia
qualidade a 1520O* '>
IMWCT 4 C
K08ETA8
com docesecco a><#>e 2.
QE1J0S

do Alentejo em latas chegado pelo-.eaper-Oaetda, dito&Plameng6 e Prales dos ma i
que ba no mercado.
A2BHDNAS
novos
de| elvas orno no mercado nao temos a 10 a-lata, em barris do Porto a M-omo ao ha
meltilf.

---------




Em liqawteeao
inferior i aa rotula
WarwanaWn, raaBtmapurn, a. Pmris.
BM.iftMIMIllillllllllillJJVJlJfl
3 PREPARAgES FERREAS-SAHGASICAS
APPROTADAS PELA ACADEMIA Bf MBDIcmi
DE BRIN DU BUISSON
humiMlm, Inmit Icaria k Uim O tm
a i '
0 eminente profesur Troussbau, ai ultima edir;2o de seo Tratado de Thtra-
ffdtica $ Materia,medica, reconbece que os ferruginosos simples sSe muilas
veres inefficaes para curar as molestia que teem por causa o empobrec meato
do sangue. Huitos mdicos dos mais distinctos attribuem esse m o xito ausencia,
n essas preparacSes, do manganese, que se acba no sangue, como o tem reconbecida
es chimicea os mais peritos, sempre liaamente unido com o ferro. ^
K' pois, prestar-seum verdadeiro senico aos 8*" Mdicos, oahamar-se sa attencSo
sobre as preparacoes seguintes.
1
PS fprrP^ msnffaniM ando ramediaumente orna agua, acidalada,
TI ICneOi lUaUgdlCOS -aZ01t, ,pa8vei, substitumdo com vaotagem
# ecenemia as aguas minerae ferruginosas.
Plalas e Xarope de iedureo de (erro e de manganese inalterareis
eontendo cada na cinco centigramos de iedoreto de ferro manganico iadicadas
pariiealameate as molestias lymphaticas, escrofulosas, e oas chanadas eta-
aroaaa a luberculosts.
recetadas especialmente
ara. a cblorosis, a aaae-
ia, a leucorrhei, a aine-
norrkea. A inaatcio de
aKemar mu duas preparare* d a memores reealudot.
0 f Bwin du Boiaara desejaado obkr t ahaafto coa pieu da publieo neW a
cerca do vate de smas preparacCes, prevne MeStu p*e graaoitaiiiaMe a a
N Pentmbuce, a sen agente geral, Matrtr C^, pharraaceotico, m Kcva.
2
t
Brases de lactato de (erro e de manganese
Puk de carbonato frreo manganeo
tnBiiiuiiiiiJBiiiM<
Variado sortimento d twderaos chapeeeotapeadade seda, e'flt e de pathi de Italia,
para s*rdt >r% e menina,
Sptriore itr*,-lbrtladriln e emre-meios iota
leja das columnas a roa
Antonio Correia de Vasln
1
,e?!<5i t\%K sb
;?Bn9boffl esni
:( asna EEltsqD ,
_ eb
r4T8
SOVODEPO
nsiisl me 01
Crcspe-i. \t
& Companhia,
llulJlJlil
O proprietario destes dous eslabelecimea-' Pniina frita namanX
tosleodomuita fazenda-em ser e desejaudo! *"*$* iera n8ei0UT* h
liquidar para vender mais barato-oo pos- i. s^ ende-se calcas oe casimira a o( 6! e
sivel na roa da Imperatm lojas tTarmazens! ^ J.tas ,ta? de mm, w"m' a 05S&
da Arara, ns. 56 e 72. ^StW8 b'm ^ *&**!!
., ,.. I e 2&>00: ditas brancas de Imho a^3#500i
Alpacas admascadas para vestidle do-senho: y e H palilots deca|irira preta e de co-
ras 50 e 70' rs. Ms a, 3jJ> u> ^ & 10ij palitots-de meia
Veade-se alpam'deassento. braceo com^asimira a W, 35500 e 40: patots de al-
lislas e flores lisa e admascadas- proprias '-paca de cocwebcaa^5Oe para vestidos de senhoras a BOO, 720 e 800: de brim de cores a 2JS8, U e U: serou-
rs. o covado ra da Imperatriz lejas da Ara- de algodlosiaoo de linho a 600, 2^___

\*; ns. 56 e 72. 24500: roa da Imperatriz lojas^ da Arara
Ditos 169 o covado. ns. 56 c 72.
Vende-se ditos era retlhes a 160 rs. o Orgams de cores a 640 rs. a vara,
covado, ditos em peca a 200 rs. o covado: Vende-se cassa organdis de cores a G4D
retamos de caca preta a 120 o covado: re- e 70a vara: lalataoa de cores a 800 rs. a
talhosde caca de cores-a 200/240, rs. o co- vara: raa da Imperatriz lojas da Arara ns.
vado: retalhos de lUasiohasa 160, 200 240 56 e 72.
fs. o covado: ra da Imperatriz lojas da. Madapolao a 4#000 a pega.
Arara ns. 56 e 72. Vende-se pecas de madapolao com 20 va-
Brim pardo transado a 560 rs. a vara, ras a 40, 50, 60, U, 80 e 10&: ra da
.Vende-se brim pardo com peqneno toque Imperatriz toja da-Arara ns. 56 e 72.
de mofo a 560, 640 rs. o covado: ra da ^Casimira emfestada a 10 o covado.
Imperatriz lojas ns. 56 e 72. Vende-se casimira en estada de doas tar-
i su,;nK,c ^W e W o covado panno fl-!
Laaznhasa200.o covado. Jopretoa i.5600, U, 20500, U e k&: ra!
Vende-se laasinhas para vestidos de se* ^ imperatriz tojas daArara ns. 56 e 72.
nhora a 200, 240,280, 320: 340 e 400 rs.; AlgodSosinho a U e 40 a pega.
o covado : na roa da Impentria tojas da Ara- vende-se algodaosmbo a pecas de U, U,
ra n. 56 e 72. i g^ g^ e 75 a peca ra da Imperatriz lojas
Chitas francezas largas a 240 rs. o covado. da Arara os 56 e 72.
Vende-se chitas francezas largas a 240,! Bramante a 20400 a vara.
280, 320 e 400 rs. o covado: roa da Im- Vende-se bramante de 10 palmos de lar-
peratriz lojas da Arara n. 56 e 72. gora a 2)j[i00 e 2)jBO0L a Vara r8a da llB.
Mosambiquc a 400 rs. o covado. peratriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Vende-se mosambique com palmas de se- Algodo enfestadft a 10 a vara,
das para vestidos de senhoras, a 400 rs. o Vende-so algodo ttifestado de duaslar-
covado.; evareja de listas para vestidos de guras a i i a vara dito transado 1^-280 a va-
senbors, a 280,320 rs. o covado. I ra: ra da Imperatriz lojas u Arara ns. 56
Sedas escosseza com quadros para vestidos e 7.
de senhoras, a 280 320 rs. o covado: ra Cassa francesa a 240 rs. o covado>,
Vende-se cassas de cores para vestidos a
Claudino, no Havre, pbarmaeia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, na pbarmaeia do Sr. Feij.
Sedas largas
A SJ o covado
S m leja i i Pava o,
Vendem-se modemissaias sedas com largura
de cDiu fraaeeta, sendo com ptdroes moderos,
tendo entre ellas cores proprias para qaem est de
lato : vende-se pelo barate prego de Sjt- o -covado :
grande peehineha : na leja e artnazem do Pave,
raa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Caries braads
ASOO-rs.
Vende-se bonitos cortes de camaraia branca cor*
bonitas barras bordadas e tendo tambem algon
com bonitas barras de cores; vende se pelo bara
to preco d 5J, na lo]a e armazem do Parao, rna-
damperatrli n. 60, de Gana & Sil va.
Alpacas d* cores
ASOOrs.
Cbegaram as mais bonitas alpacas dtt cores par
vestidos com desenhos mindos e grandes, tendo
largara de chita franceza, e vende-se pelo barato
preco de 50> rs. cada eovado ; grande pecbin-
cba : na toja- e armazem do Pavo, roa da Impe-
ratriz n. 60, de Gama, & Silva.
Bramante a 2$.
Vende-se superior bramante de Hubo alvo coca
10 palmos de largara, pelo barato prego de i* a
vara : na laja e armazem do Pavo, ra da Impe-
ratriz n. 60, de Gima & Silva.
Algolo avariado
Vende se pecas de algodo largo muito encorpa-
llo, pela barato prego de 5500 a peca : na luja e
ijmazem do Pavo, rna Ct. Imperatriz a. 60, de Ge-
ma & Silva.
Reta4hos
Vndese ama porcao de retalbos de chitas e ca-
gas pretas, por prego barato, na loja e armazem do
Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Si. va.
Sea a 32ftM. o caiada
Vende-se am bonito sortiment de sedas de listas
qne sempre se vsaderam p>r malte mais diohairo
e liqairJara-se pelo baratissimo prego de 320 rs. o
aovado, s para acabar: na loja e armazem do Pa-
vo, roa da Imperatria. 60, de Gama & Silva.
RIVAL SEI SEGUNDO
do QnelMado n 4,IoJad*
aHMezas
Jos Bigoainno
Varas de babado bordado do Porto a S00 rs.
Carreleis de retrox preto eem duas oitavas propiic
para machinas a 00 rs.
Agolbas para machinas a 2*000.
Pragoi fanaiiiit-detedos os tamanbos a 240 rs.
Crozas de botdes de osso para caiga a 200 rs.
faeilh imiIii muito loos a 14000.
Canas com llnba superior para marear a 340 rs.
Carriteis de retaca de todas as coras a 80 rs.
Frasees d'agoa de Colonia mnito superior a 500 n
Frascos de oleo mnito flno a 600 rs.
P(*as de tranca bravea de caracol a 60 rs
Dutta e temaras-peaMnai a 480 r.
Frascos d'agoa para"lirapar danta* 500a. ,
Redes pretas lisas para segurar cabello a 320 rs
Duzias de peonas de ac ranMo fina? a 60 rs.
Caixas de linba do gazate 90 aoveMo* a 609 rs.
dem de palitos da segtranca a 10 rs. -,
Garrafas de agua Florida verdsdeira 140C0.
Babados do Porto de lodjs as larguras e todos r
precfls.
Sylaaarlos com filsaBTiagpni aViaanos *3aQ
Memento da roupa dala-vara 100rs.
Dnzlas de meias multo Osas para seoboca a 4.09 '
Agnlhas francezas a balo (pape!) a 60 rs.
Pefas de Atas de lia de todas as odres a 60 r
Gratas de nortes de pareetena prateados a 160| ,
Caixas com alBaeiles trannazea a 80 rs.
Caixas de 100 earvelopes moito Baos a 00 ra.
Resma de papel de pese .braneo liso a 24.
Frasee com snperrtr tinta a WOts.
Pares de botdes de ponbo mnito booitee 80 '
Un has em carlao e 200 jardas a 100.
Caixa de superior linba do gaz com 50 novellat-1
700 rs.
Talheres para menios a^40 rs.
Masso eem superiores grampos a 30 rs.
Grasas de peanas e ac multa finas a 320 ra.
Bonets para meniaes a 14.
Pentes com costa de metal a 400 rs. i
Realejos para meninos a 108 rs.
VERDADEIRO LE SOY
a* ainnaam,
Ra <* 8e4aaa>, 51
itfto
t PARS.
;


C--
.i~

i i>-i /ni i
ce, uiu ruiiiiu iipmrin ,,,, Hm#_|
- A* ''- {
----- m*----I".i -:l:al.-.l'.-i. !
la cada garrafa, fat, entre i rolb
que let o meu fintle, um rotulo m
relia eem o :>ii.lo
DOCIE'yri-WDtCIN
JT PHARMACIEII.
da Imperatriz lojas-4a Arara-a*. 6 e 72.
Arara wire as saias 3^300. J** 2f-? ?2p o covado, .veodes-se corles
Vendwe salas-bardadas para- seotabra a ; ecambraia; de crese com barras a ^00,
a55UO, 40, 6* e 7#, sata bati oa crioolinas f* e 3?J.00: SJ sfs da Arara' raa da
de arcos a 20, 203OO u e 30500 : raa da Iflperatnz ns. 56 e 72 ,
Imperatriz lojas da Arara ns. 56 a 72. I v Go^tes da }aa ({ l f^*:. ^
r I Vende-se cortes d&iaa part' vesinlos do
As sedas da Arara 40. !scnbora.com.!4 ovados, o 30, 30oU*, \$,
Vende-se sedas do qadrinhos e com'lis-140300 e o^/-vende-se eortes de calcas para
tas a.10, 10200, IjflDo. 10800.e 20, o co-homem a 800,10.. 1A200 .e 10UO, colart-
vado
para
decores
10800 e 20: ra da Imperatriz lojas di Ara-'lojaae-8Pmaj!ervi'ila A-rtfra,- rnaa hanera-
72. t a .
ra ns. 56 e
triz HiL._5iLJZ2___
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-110*1 eol itv eb caiaem i*q aaiavu ofl
*&rtim%m*hmilm m<**mi La
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verdadeiiris'iSefiinafi aaHrfi^''dMHa^tft1nii
ieBtef-ia>juwr. si&^m^yt V&*hfflf.&.
ica, por is6o:ayi*'iDiias as pe-
eoapeartt d^-eaiijaani*
ito que comprarlo das mais perfi
iss
i.axeK|tBe t effoicitioe oi atVamaiM i
-rrftptftu Tbrtjqml ofc ip-i
med
nhos para moer milbo, e grande sortimento doftw
eb danaT r-
altara, eg-dfcfe
Aviso agradawlr.
Soma oars & Irmo.
Boa Nova n. 28.
Vender :
Lionas mona sopworesem novellos sertiaa a
2,5000 e 2[50Jalibra.
Dita mais inlerior a 12200 e lh'0O.
Dita do gaz, preta; brane^e de core?, em ca-
xas de 40 naveltosy 800 res.
I Dita em caixas de 50 novellos, branca, a 7
res.
Dita em. caixas de 10 novellos grandes, a 540
reis.
Dita branca e preta, em cartSes, a 160 reis a
dozia.
Dita de Alexandre, carras 200 jardas, a 1*200
a duzia.
Dita em earros, com 80 jardas, a 360 reis a
dnzia.
. Agnlhas de fondo doorado muito Unas, caixa a
220 reis.
Ditas i&gWtas, surtidas, railnewo700 ret.
Grampas com cabaga de vidro, duzia a
reis.
Ditas lizas e crespas, maco 30 e 60 reis.
Colxete em caixinhas, dozla 640 reis.
Dito em candes, duzia 600 e 900 res.
Espoletas verdadeiras, B ti, caixa 100 reis.
Alftoetes em cartas grandes a 140 reis.
Ditos em cartas menores, 10J res.
Ditos em caixas aem meia libra, 320 reis.
Botdes de ruadreperola para camtaa, grosa
e SOOreis.
Ditos de osso para calca, grosa 200 reis.
Ditos de looca, grosa 160 e 220 reis.
Ditos de moedioba para pannos, a 1/1600 reis
a duzia.
Pentes para alizar, dnzia 10100, 20200 o 30000
res.
Dito; multo superiores para bixos, dnzia 30000
reis.
Ditos para cc, duzia lloOO, 10SOO, 20400 e
3^400 reis.
Phosforos de cera multo superiores, dnzia de
cixinbas 320 reis.
Baralhos franoezes moito Unos, 200 reis.
Ditos portnguezes mnito bons a 120 e 160 reis.
. E-pelhos em quadro doorado a 120.
Trancas litas e de caracol, peca a 40 50 e 60
reto. ,
Pita de la para debrum, vara 100 reis.
Dita de algodo branca, peca 240 reis. \
. Dita de fraho,. pega 40-rels. r "/
: La de todas as cores para bordar, libra 60000
ee Ism .d oa auiiaoqtkt s a oSaM8
Garante-s cinceridada e barAlissnos pregos
| BA OVA K 28.
\ftl- .. ^
^Kaa aaTaaa^aaaaa aaaa^ni^aana ancana
Pharmacia especial horneo-^
pathlea de Dr. sabino
JU Plujho.___________
Cb de Ia sorte para oso das
pessoas que se tratam homeopti-
camente.
Vende-se em pacotes de libra a
30200 rs.
... y,, jT^
brwft.rl dr,...-
aom i1- ...c-i/.i ...
.HJI..1..
-.:i, I ..
Deposito na pbaraiacia-d P. Maurar
C*. em Bernambnco.

XAROPE. DE PWtATVO
BE CASCA DE LARANlAS AMARGAS
COrODUKETODE POTASSl)
DE
pharmacfiutleo era Parii
Oiodratodepolassio upa'^erdiuljjir al-
terante, um depurador de incontestavel efi-
cacia; combinado com o xarope de casca de
aranjas amargas, aturado sem pettnbaca'
algnma pelos temperamentos os mais fracos,
sem alterar as funeces do estomago. As do-
se i matbematicas que elle contem permitiera
aos mdicos de receital-o para todas as com-
pleic5es, as affeccoesescroralosas, tobercu
160' losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'isso, o agente o
maispoderoso contra as doeocawbenmaticas.^
Deposito em todas as pharmacias o casas de
drogaras no Brasil.
Expedicoes, em casa de J. P. Laroze, rae
des Lions-St-Panl, 2, Paris.
A' venda na pharmacia de P. Maurer G.a, ra Nova n. 25.
Pars, 36, Rna Vivienne. l>
CHr^BLE MDECIN SPFCIAL

BAS KA'FERMUJAUAS DES SXUAS, AS A1TEC-
g6B9 CUTAIVEAS. B A VfERACOES DO SANGO.
"" M.MOcuraiiimpingens,
pstulas, ksrpes. tama,
eomixots, acrimonia, al-
lereott, tntiosat do langut-,
_ vina, e alteracoet do an-
fue. (Xarapc vtgetal se,m mercaria). BtefHtratirai
Te por samaaa, segnindo o traetamento Depurativo : i
pregado oas mesmas molestias.
HPURATIF
ui SAIVG
fLS Dt
COPAHU
| Este XaropeCttracW) de ferro
de CIIABLE, cora iumedia-
la men te qualquervurqacao
I lg"1'iatlHl MflatEQl t t
.^SstaWa. '

Vende-se as livrarias da roa do Impendor
n. 73 (Acadmica) e n. 79 (do Bvm: Sr. padr
nicio) e na da rna do Crespo o. n. 2 (do
8boae$a)
e aoiahr mh* ,aci sb caos OS t ivom imo!
U m mto^O h srr. >o itini ; amnite* rr"*ai
oa aobotoe aiiaau ob nViTee as~aai-uraf
u miop c i-~
f bb "h USA
tobOfl obool eb'pbBst
tomUq 8 ttan W loDob.
sve enp i?nd oljael- : i
Otnoq t-.. ITrtt *'. nioA aoi a aejajii j rp wi*!
saiA ob coi a ainsil tos adium I _. WT w
(tf^noettot mo3-wixroiM ov*n9 rna eastn |ic|
a olas /Tib
_ ffioa*nroii3 oT*in9 ata
rm o*fi *w tranca* "as aiulhere. Esu iojeeoaektaigna'aav
raaa-M coaa Xarapa da Citraeto de retro. sidfjca
1...... Miiii.tianaaaji.MitaraaiMfealaa.
,_Pm*B*;MnW1rfS\S>t\l,
Caaira: aas Jhseoat CMtaim .$ etmixau.
JKtM^^88 DEPURATIVAS
fvcawaaa,eaalhmvidi4*m>aaada>aa
AVISO AOS 8R8. MDICOS.
Sirop du
D'FORGET

tu <*M hrm-
... i u*u u doeiK*
lpe/tauUaodoenti
U xarope V FobSIT.
Parla, ra rtaama, aV
JLvend,
e C, em
a pbaapia
buco.
j]f|iia"
urer y
immm
obra intitolada Pnateccaes
naL ,9pfli rerencia, e applicacio de hegoa ao aatigo deposit da 1
' )los as leis particulares do Brasil, at u, rne-aa lmpm*tl>>m:e**w
Dt. Aotoaio-do YascoDcelIos Meneies ^iraM qaa#4*4*V> Qaal se-vi
. ajetaJiaJaMaaWarf>r^e>4} ruajap fJMftH
---------Tarr rlrtilr
i a"i a 5 serras ven rollllua latJJOlaWl biraoestn
\b
str b
tm a am aatopae m i atoTa**, avMeana m^

.

-^HnaaaaiiH



-
2!Lrt *** *** *** mimi A hsia


o
r.'fjwj m*a b-iii jij il ^i
*- 'tff f 111!I i^ijh H-yf^PJ
O depon* castrar para as
wavelnaente coubecidos e acoihidns en
aaae partea da America do 'Sal- o do
1 Norte; acha-se em casa de Theod
JUgJ^ra. do Trapici,
Os procos de
534 por dazia de estrado de sttsa-parrllha.
170 por dazla de pastoral de cereja.
70 por dazia de remedio para sezSes.
7f por doria de pillas cattaarticas
se enteodem dlnbelro vista, com
b descont d 5 por cento em qaantidadei
de 6 a i duziaa, e de 10 por cento em
tjaaBtidades superiores a 12 dozias.
Isw a soa boa freguezia do que da
B (.bou cbfioq
iCQ
1*9 0 1:1 s-
Mltl
1 ,4. ALm.^ rande sortimenfo das memores machinas, americanas nara descarrocar
2&Li2i2' ,8-v n- *3-w ? >, aassr?
Azeite de espermacete propria para machi- Caitas eom Yidro sortidos
as. ifa t^,...____i*. > *
Vapores de frca de' 3 a 1 cavallos.
Serras avulsas para machinas.
Manc3es e todos os mais pertences para' as
mesmas.
Carros de ma*o para aterro.
Gylindro para pa daras.
oto ha recebldo. vai prtneiro dirigir seas eorn-
prlmenlos e agradecimentos ao bello Viado branco
pelas maoeiras agrada veis coro qne elle a ha tratado
eassim eumpriooo esse dever, deseja loe tambera
2, ip*r da con,"co de sua rbbustez tenha
225 XS de -tow 'rt8. e fe Que,
2S.S iL^if* *le dlsPe-e lifre-M da Debnlhadores para milho.
footafla d aquelles que a pretexto de amostra le-, Arados 2mfiricanas
um os ob ectos, e pelas soas immensas oecupaccJes ,. a umencan.as- jiaz.
nao voium man. up Ja ,pois, o bello Viada branco que a agola I MoinhOS para refinacao.
aprecia o eo boodoso trataraeoto, e Ine deseja ato dem Dar m'lho
feliz porvlr. Assim dito e foito, ral a agola oran- VctAic A& m.w* -.^.v...
ea satisrarer a sua boa ftvgaeiia, pela obrigaco ESCada WCBlW'amrlcaBM.-
em que esta" de continuamente sclentifiCa la do
qae de novo receben, pelo qae avisa, de qoe aca-
ba de chegar para a loja d agota branca, a raa do
Queimado d. 8 ; o segaiote : i
Cajees novo de linios e variados moldes.
r?ofeiles moderno e bonitos para senboras.
Untos de ponas eofeitados com vidrilbos.
Cordfies grossos, pretos e de eores oom vidrilbos
para eofeites de vestidos.
Trancas prelas e de ootras cores, tambem com vi-
drilbos para o mesmo So.
Goarnicrt prelas para basquines, vestidos etc.
Trancas e tajees de seda para o mesmo.
Dita dita de lia e algodo.
Fitas de vellnflo de cores, lisas e cbamalotadas.
Bicos de seda.
Fitas de borracha para cintos.
Ligas de seda pa ra senboras e meninas.
Entremeios e babadiobos bordados.
Golliobas e puohcs bordados para senhorai.
Collerinhos para Dmeos.
Abotoaduras de diversas qnalidades e presos para
colotes.
Ditas ditas ditas para ponbos.
Bonitas correles pretas para relogios.
Agnia Branca a' roa do Qoeimado n. 8, re-
rebeu :
Calxiobas com dous baralhos ranceres, de colo-
ridos Unos, entermeados com douradoj, papel eb-
cornado, lustroso e opaoo, obra milito boa.
Ditas com lentos de osso, marflm e madreperla
para voltarete.
Pentes de marfim com chapa e sem ella, para
mpar caspas e tirar bichos.
Ditos fios d'osso e tartaruga para o mesmj
Da.
1:'
.1
1

'


ni?K0d5S3s Bombas deqyapyz.
Ido* ^meriatK.
Ferros para egommar'a vapor.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tioaademadeira.'
Balalos ecMlas de vergoioha.
Guarda comidas.
Peneiras d'arame para padarias e reflnacCes
Correles para almaniarra.
Machados e faces americanos
Barricas com milho branco americano

la da Imperatrli i. 6k
GAMA SILVA.
.
mnde?ArrnMt?,0S ^k16 gTde f^tahnetrio acaba* derweber-da Boropa nm
franae sortrmento das memores fazendas de 13a, linho, altrodao e seda as aium vnd^m
Srt Zi^Zl60^ U maDdto-MS H>w em casa das Exmas. familias pelos seus
t^SSiJS^SS0^ peSS08S qe Deg0Ciam em pequena esca,a- nes,e tabeledmen-
apen^roScomo PT*S ^ "tmptim BaS CaSaS ingleza8' ^bando-se
i -o oi.-i
Casemras pretas eafestadas a ( 600.
Wmim
..rw2a*.!?B..aa l0Mre Propr' P'ra cobertM la
Smi^'JB,'tonoe da melhor qoalMade pos-
SSeb t 66 A*96 Pr Pre?08 numwt8 "* roa *
1

,JtJi. !^* p*v* veo(lfls soperior caseroira
nS^lj.KS? para ca,Cs e P***'108 Pelo bara
Weoeila i600 o eovado ou a 24860 cada e rte
e calca, dita muilo mais Boa, eovado a M200
o o corte a 3i50, ditas muilo finas sem srra
enfentadas tM09, 2*000 e 2W00 cada eovado :
na?! e arnem do Pavao na rna da Impera triz
o- 60 de Gama & Silva. .
Espartilhos.
Vendem-e magnficos espartilh&s frabCetes e
mgieies na loja e armaiem do Pavo, na raa da
Imperatrirn. 60. de Gama & Silva.
PANNOS DE CHROCHE'*
se nm grande sortimento dos mais boni-
k
-~ -~v,,1,iiuuj, i rr-----"" euuo ai'iuiueuiu uus mais ooni-
ho hranco americano. nr,?.T de t*t^6s Proprfos tara cadelrjs, so-
-------"------------ ffi.M<,eiras de ba,aD5> Para Sitoofadase para
^ ^D.r,r Presentes, e vendemse por pregos baratos
na loja e armazem do Pavfio, roa da Imperatrii
D-. 60, de Gama & Silva.
FAZENDAS PARA LUTO.
Leja (! Parte.
Veode-se setlm da China preto sendo ama fa-
ieoda moito leve e sem lustro eom 6 palmbs de
largora proprio para vestidos e roDpas para bo-
aeantaziaa^egj.
Veodem-se bonites cortes de vestidos de
fantazia com lindas barras e enfeites de seda
pelo baratissimo jpreco de 64 e 8# na loja
armazem do'PavSo ra da Imperatriz n.
60. De Gama Silva.
Pannos de Iinho.
Vende-se superior panno de linho puro
para Iences e ceroulas a 640, 7C0 e 800
reis, a vara na loja e armazem do Pavao ra
da toperatriz n. 60. De Gama & Silva.



guarde urna
ra Nova n. 20 e 22
Machinas pa a costora do autor Wbeeler
* Wilson, chegadas ulmamente da AmZ
noa; as qoaes pode eoowe eom J5!
pespontos, todae qoalquerfazenda mi?
Bramante deliboa^ 2>400, 2^0 r'eis Hnf ; ,S30 t3 simP|es> qcom.
a vara. prehende-se fcilmente a maneto do traba-
Vende-se superior bamante de linho 1;* a!Pftendo pratica de coser em ma-
cohi'10 palmos de largura proprios para i?1^^6.fazer P4"" da o servico auefa-
rerices, pelo barato preco $$%, 2*5400 e
res a vara, na loja e armazem do

ciam 30 costoreiras.
SLtSS esl.e es'abelecimento a alten-
PavSo ra da hnperatriz n. 60. De Gama tjjao PDbllcP. vsto que elle se acha
A-Silva.
com-
mem pelo barato preco de 2woo o eovado men- cano entestado qoe a largora delle d a lar-

n preto entestado moito bom a 1,5600, sopeTiore^
booibazinas pretas f#800, 1*800e 2#e00r. o
eovado, superior eanto a 1*200, latHloha prea
te* a 4b0 e 800 rs. o eovado, om grande sorti-
mento de alpacas e princetas prelas qoe se ven-
oem mais barato que em ontra qoalqner parte, na
!S deGamTrSi.vda0 Pa*5' lWf,etiMt> D
Ditos de osse baleia e tartaruga para dtsemba-
racar.
Dito?, de ditas dita para barba.
Ocolos de peneira para quera soflre da vista.
Oatros de differentes graos e cores, com arma-
ces d'aco fino.
Oatros tambem de armacao fina, vidraca de co-
res.
Lonelos oa pioceoez com armacio e ac, b-
falo o tartaruga, vidros brancos e de cores.
Eavelopes pequeos bordados.
Dito ditos pacos e grandes para oIBcios.
Frasqainbos com superior dula carmim.
Stereoscopos e vistas.
Acaba de chegar am novo sortimento e conti-
nuara a serem vendidos por piegos commodos.
Meias
Pretas de la e laia para padres.
Brancas de la para horneas e senboras.
Ditas de borracha para qaem soffre insaco as
pernas.
Brrelos ou carapucas brancas de algodo.
Gssencia de ail, e bolas de dito para en-
gommado.
Vendem-se na loja d'aguia branca, na rna do
Qaeimado n. 8, sendo a essencia em frasquienos a
300 rs., e as bolas a 60 r?.
Lencos de cambraia brancos e de cores com
barras de cores fixas
J nao a prlmeira vez que a aguia branca ven-
de desses lencos da marea BBB, isto bons, bo-
nitos e baratos, por isso approveilem t 'dos essa
nova occasio de se proverem desses sempre pre-
cisos lencos, coja commodidade de preco anima a
fazer-se o gasto ; costara elles 3*600 a daaia, e os
pequeos para meninos a 800 rs. a dazia. Quem
se dirigir a loja d'agoia branca na ra do Quei-
mado n. 8, conhecera' qae taes lencos lem as qna-
lidades cima ditas.
Novo sortimento de albuns de 50 a 200
retratos.
Vendem-se sempre por precos commodos ; na
ra do Qaeimado, leja d'aguia branca n. 8.
Bolas da oorracha para brln-
luedos.
Whi?m ?e na roa do Queimado loja da guia
branca n. 8.
Carretel de retroz para ma-
chinas.
Vendem-se na raa do Qaeimado loja da agota
branca n. 8.
Papel paquete.
Vende se oa ra do Queimado loja da agnia
ranea n. 8.___________________________
Na ra do Trayich n 16.
acham-se os seauintes depsitos
De R. Bruiiiaglians em Naife.
Bourgogoe.
Vlobo Pomroard tinto.
Corteo timo,
t Santo Georges lilo.
* Cbambertio Unto.
> Rlcheboarg tinto.
* Clos de Vougeottifio.
> Cbablis branco.
De 1. Woef em Francfort:
Bheao.
Geiseobeimer.
Liebraumilch.
Mareobruoner. ,
- Em casa de Tbeed CbrisUaosM, roa do Trf*
S"5^!?0.*0 n- i6> a*> gfite ao norta do Brasil
s Brandeoborg ttm, Bordean x, encontrase a
lectivamente deposito dos arttfba segulntes:
st. Junen.
St Pierre.
Laruse.
Chateao Leonila.
ubateao Marganr.
Grand vio Chateaa Lafltte 1858.
Chateaa Lafltte.
Hant Saaternes.
Sbatean Saaternes.
Chateaa Lataur Blanche.
Chateao Yquem.
Cognac em tres qnalidades.
Acoedoee. Preco i da Bordean x.
""-* -" ____^__
A os agricultor^
Saonders Brothers & C. acaban de reeebar da
f pool vapores da forea 4 3 a 4 oavallos oom
sosparaNsaataaraiorefrios para faser mo-
ver maehlOM le dasearoear algodio, podetoo ea-
< npor trssMbara can liF-iams, taaabem
"PW sVaar argodio oa paraaolceatai-
-
Armazem de fazendas. finas para grandes toilette
ordinario para todas as ciasses.
uso

i
ni el
As 10 mil varas de cambraias
Covado 300 rs. vara 500 rs.
8* o pavo
Vepdem-se flDissim cambraias france-
zas com lisrras miuda^ e graudas e com
ndos desenos de Do es e palmas, sendo
todas com as cures mais modernas emais
lindas que tem vindo ao mercado, pelo ba-
rato preco de 300 rs. o cbvado ou a 500 a
vara, grande pecbiocba aitendendo
Algodaosinho enfstado iASlfm reis a JJS0 f*?* madreperola e
mi
Na ra nova n. 20 e 22. Carneiro Vian-
Vendem-se superior algodJosinbo ameri-
do PavSo, ra da imperatriz "60 de*Gama
I
a
- w s^ >*>* <++^ vi rna do crespo a. esqnina da do imperador *afsriinheirn'ietn n* u?*-----------
DE
Custodio Jos Alves GuimaHes.
n 9ac Propietario deste importante estabelecimento avisa ao respeitavel pufelico
Lrcn.l ,S aaJ!F0S e/re8ezes que acaba de receber pel Vapor francez Hulnne, di-
*SE*a\ ? a3' os quaes s0 de rompleta no'vidade para este mercado, e apro-
ximauuo-se o da da commemoracSo do aniversario do Hospital Portugoez, por isso
^SMe em vir av>sa-los do que ha de mais moderno em seu estabelecimento, como
Scjaui:
niS'53!,?^6111138 com "i- I ^K ^ Jouvin preta, branca e de cores.
muito maisdinbeiro: isto na loja e armazem
Silva,
L
a :
prea, r
Lindos cortes de la com barra.

Ditas sem elle.
-nSSaS de palha da Hala.-(ae-i
tommenoa-se moito estas chapelinas por se-da para vesdo de senhorastambem no\i-
rem inteiramente novidade).
Riquissimos cintos de seda, com malames
cbtneza, ultima moda.
Lindas salas-de 13 com bordados, -propria.-
para as excellentssimas senhoras trazerem
por cima do baiao, ultima moda em Paris.
Lindos cortes de seda para vestidos.
Moireautique branco, azul e preto, fazen-
da inteiramente nova.
Grosdtinapole8 de todas as cores.
Ditos pretos.
Leques de madreperla.
Ditos todos de sndalos.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, inteiramente novidade e ulti-
ma moda.
Chapeos de sol para senhora.
Ligas de seda p.ra senhora.
Ditas para meninas.
Espartilhos para senhora.
Riquissimos enfeites para senhoras, intei-
rameote novidade.
BalSes para senhoras e meninas.
Tooqombas ricamente enfeitadas.
Coeiros bordados.
Toalhas de labyrintho muito ricas.
Ricas froohas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dito.
Reodas, hicos da trra e gradespara lencos.
Um ricu lencol de labyrintos.
Riquissimas basquines de seda preta, bor-
dadas com gosto.
0 dono deste importantissimo estabelecimento contina nolouvavel proposito de
querer vender muito e ganhar pooco, sujeitando-se a tirar em Boas mercadonas um lacro
rasoavel, para assim poder melhor agradar aos seus numerosos fregnees.

dade.
Lindos cortes de l com listas de seda.
Riqoisshnas flveltas paraomtfls.
Fil de seda e de linho.
Riquissimas camisinbas para senhora.
Riquissimas saias bordadas.
Punhos e gollinhas para senhora.
Riquissimcs manteletes de cores, ihteira-
meote novidade.
Peitos de linho bordados com gosto pro-
prios para camisas de hovos.
Collarinhos de linho lisos e bordados para
nomens.
Lindos veos e manas de blonds.
Riquissimas vestimentas para baptisados
contendo cbapeosinho, sapatinbo, meiasinha
e camisinha com lindos bordados.
Riquissimos chales de touquim.
Grvalas de seda branca para noiva.
Ditas de cambr ia de linho com bordados
as ponas, novidade.
Chapeos de sol de seda com castao de
marflm.
Ditos de outras qnalidades.
Chales de sena.
Ditos de cachemira. /
Chapeos de seda preta para homem.
Ditos de phantasia para homem.
Casemira preta muito fina.
Ditas de cores inteiramente novidades.
Cambraias, 13as, chitas, madapol5es e oa-
tros muitos objectos.
gura d leflcol, sendo liso a vara a 10 e sen-
do trancado a 1(5280 na loja e armazem do
Pavo ra da Imperatriz n. 60. De Gama
Silva.
Punbos e golinhas a 1^000 o par,
s o Pavao.
Vende-se om grande sortimento dos mais
bonitos e modernos punbos com golmhas,
sendo deesgmao de linho bordados a 1,0000
o par, ricos manguitos com gollinhas de
cambraia tapada e transparente a 2|>000 o
par, E" pechineba; na loja e armazem do
Pav3o ra da Imperatriz n 60 de Gama &
Silva.
Calcinbas pera meninas a 640 e
800 ris.
Vende-se calcinbas bordadas para meninas
qoe aodam na escola pelos baratos precos
de 640 e 800 rs., mangoitos para as mes-
mas e para senhoras pelos mesmos precos,
na loja do Pav3o roa da Imperatriz n. 60,
de Gama Silva.
Baldes de canda.
Vendem-se as roais modernas crinolinas oa ba-
ldes proprios para vestidos de caoda, sendo os
meihores e mais modernos que tem vindo ao mer-
cado e por precos muito razoavels : na loja e ar-
maiem do Pavao roa da itoperatriz n. 60, de Ga-
mi & Silva.
vas transparentes.
Cbegaram as mais modernas barpjs oa Jasi-
rihas transparentes eom r coilas listas de seda,
venttem-se na l|a e armazem do Pavao rna da
pletamente sonido d objectos de gosto,
flvela maViaeet ta paraCml0'C0keSPer^
Na n
na &C.
Cmtos pretos
edeonlras cres com fraojas de vi-
Tubos brancos epretts.
klfX? br,ne' DarDa rfo Qoeimado o 8 rece-
imSSSSfSSt CDl0S i- ra-
jas ae vidrilbos brancos e pretos ; cmnarram
cteme. Pre,eDdeo,e?. wUi. tafSKSt9.

Fabrica
_____ DE
mmk iv com
i
Chafes baratos
2,>, 3*500,6,5 6 7,5000.
Vendem-se chales de merm estampados
a 25, ditos lisos a 3*500, ditos estampados
finos a 5*500, 60, 80500, ditOS crepori
com listras de seda a 7*500 e 8000,
pechineba : na loja e armazem do Pavao
ruu da Imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
Notos vestidos a 6||000.
- Na loja do Wf Jo.
uiegaram os mais modernos e bonilos cortes
de orgaodys para vestidos, tendo 10 varas c da
corte, sendo 7 varas listadas para salas e 3 varas
sem listas, mas com eoreito para o corpo (ou ca-
saquinta) garante se neste genero ser o mais mo-
derno qae tem vindo ao mercado, teodo tntre el-
les moitos brancas com listas e enfeites pretos, e
vendem-se pelo barato preco de 6J, ooicameote
no armazem do Pavao roa aa Imperatrii'o. 60 de
Gama Silva.
Para canas de noiva.
Vende o Pavao.
Ricos cortinados bordados a 84000, i0$, 16M,
20,5 e 25# o par ; assim como os mesmos tambem
servero para jaBeUas; ditos adamascados a 10 e
12 ; bonitas pecas de cassas adamascadas para o
mesmo efifelto; bonitos damascos de la de ama
e daa largura?, proprios para colchas, assim oo- do 4 (ardas cada orna pelos baratos pregos de
mo bonitas colebas dearoeb : tuf > isto s veode 6$, 65500, 7J e 85, ditos Trnceles fazenda roailo
mais barato do qae em aotra qoitqoer parte, na superior em pecas oo a retalho, alaodao moito en-
loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama corpado pecas eom 20 jardas a 5*500, 65 e 65400,
* Silva. I aito multo fleo qoe serve al para camisas a 85 :
Qrgandy a 4/f OOO. na loja e armaiem do Pavo roa da Imperalri o.
Vendem-se bonitos cortes de organdy 60'ie Gmi & s,h"-
Imperatriz n. 60, de Gama & 8llva.
Casagnlnhos para senhora
^ Chegaram os mais modernos casaquinbos oa ja-
qoetas prelas ricamente entenadas sendo com cin-
tura e sem ella, pelos presos mais mdicos qae em
optra qualqaer parte : se vendem oa loja e arma-
zem do Pavo ra da Imperatriz o. 60, de Gama
& Silva.
llales a #*#>(.o e 3$.
Vende-se om grande sortimento de crinolinas
oo baldes de arcos para senhora pelos baratas
precos de 25, 25500 e 35 por lia ver grande por-
cio : na 'oja e armazem do Pavo raa da Impera-
triz o. 60, de Gama & Silva.
Madapelao e algodo
Vendem-se superiores pecas de madapolo ten-
U.J


A* LOJA DE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO i L
11Raa do Queimadol
Angosto Porto di Cacaban de receber da Boropa- superiores cortea de sedi de cores para
bailas e casamentes.
Bicos cortes de Mond com manta e capaila para -ootvaa. L,
Cortinados bordados para camas'de noivas e janellas de 75 a 805 cada um.
Colxas de seda eootras de-la e seda o qoe ba de eibor para camas daooivas.
Toalbiohas de croch para cadetras e sofs, spaitilbos a saltana ara aenhoras, eamislnbaa
com manguitos bordados e lindos enehovaes para baptisados, e balSes de mouelloa e de reos para
senboras e meninas.
Lavas de pellica para homem e senboras esoperiores eaaeos e-aol deludas as aoalidades
Lia para vestidos baratisslma bonitos padrees o eovado a 180.
Tapetes grandes-para sof, ditos para plano, Sos ara cima e peqonoa para portas e janellas.
Hoir branco e preto superior para vestidos de lindos desenbos, grosdeoaple de todas as edres
seda de quadrlnbos, cambraias brancas de maltas fonltdadei, tu da rea lindas percales.
Basquines de seda preta ultima moda, chales e retondea de ealpare, vende-se barato.
sendo com listras todas braceas ou com lis-
tras de cores tendo oito varas cada corte,
pelo barato preco de 40. pechincha: na
loja e armazem do PavJo ra da Imperatriz
n. 60 de Gama e Silva.
Atoaloados para meza a 20000, 20300 e
30000.
Vende-se superior atoalbado de liobo
adamascado alvo oom 8 palmos de larpura a
30 a vara ; dito adamascado pardo a 20500
rs.; dito alvo de atgodJo a 20000 rs.; dito
trancado alvo, sem ser adamascado a 10600;
guarda na pos econmicos pardos a 30 a du-
zia; ditos alvos a 30SOO e 40000: isto na
loja e armazem do PavJo toa da Imperatriz
n. 60 de Gama Silva.
Casaquinhos de fil.
Vende-se os mais moderaos casaquinhos
oa basquinas de fll preto. pelo barato pre-
co de 100, chales e retondas de renda preta
na loja e aimazem do PavJo ra da Impe-
ratriz n. 60. De Gama St Silva.
Cambraias largas com 8 Palmos de largura a
10 e 1280.
Vende-se cambraias largas da Escoeia ten-
do 8 palmos de largura que falicita fazer-se
um vestido apenas com 4 varas, pelo bara-
to preeo de 10 e 128o reis a vara pechin-
cha ia loja e armazem do Pavao ra da im-
peratiz n. 60. De Cambraias escocezas tapadas e transparentes.
Vende-se um magnifico sortimento de fi-
nissimas cambraias brancas para vestidos
teodo mais de vara de largura pelos precos
de 100,120, 130, assim como um grande
sortimento de ditas mais abaixo de 40, 50.
70 e 80, garantindo-se aos comprado-
res que nesle genero n3o podero comprar
melhor em outra qulquer parte e s nalo-

VENDE-SE
Motores americanos para dous cavallcs.
Dito dito para qnatro cavallos.
Machinas para descarocar algodo de 14, 16,
18,20 30, 35 e 40 serras.
Prengas para enfardar algodo tazendo os sac-
eos com 6 palmos de comprimento com o peso de
l'O e 200 libras, viadas ltimamente da America
no armazem de Heory Forster & C, no caes Pe
droll n. 3 jomo ao Gabinete Portuguez.
Collares Koyer magnticos
Medalhas e pnfsf iras magnticas.
A Aguia Branea receben nova remessa dos pro-
vellosos collares Rover magnticos, ja sommamen-
te conbecldos para preservar as coavolsSes e faci-
litar a destlcao das enancas.
Cea asee otis collares elctricos magnticos
tambem nao pequeas quantidades de medalbas
e puiseiras elctrica} magnticas caja ntilidade
tem sido aproveitada por qaem soffre do nervoso
bypocoodico, tremores as toaos etc.
Assim como os collares Royer esto geralmente
coohecidos e acreditados pelos efflcazes etfeitos e
bons retoltados qoe tem coltudo as pessoas qoe
delles lem asado ; assim tambem cbegaram a ga-
nhar lio alta reputacao essas apreciaveis medalbas
e polseiras magnticas, orna ves qoe o oso dallas
fr se estendeodo a ledos qae dellas oecssitem- A
Agola Branca con ina a receber por todos os va-
nles francezes ama determinada qontidade des-
ses sempre preciaos e estimados collares floter
magnticos e por Isso Oque na leuabranca de todos
que os acbaro constantemente em dita loja da
Aguia Branca, rna da Qneimado n. A. '
aJeS"***'
? h! f*: M rttoMealS irV
gBrg o Mi;p dy orpo Santo n. ti.
Teae-Metn
o largo do Corpo
ores.
tonco. tMj^^'ffSj^
f oo omito ^Wf*V^SS^a5o
ui^uiuss uo aou v,mm intima luuua, cuaio o roiuuno ua KUipure, WgUfSO uaraio. ,. n.d i____1 A r\_
Camisas para nomens franeexas e inglezas de linho oda algodo Unas e seroulas de liobo sn- -Ja d0 n.? rna "Dperatnz n. 60. De
G ma & Suva.
Damascos para colchas a 90, 20500 e 800 rs.
Vende-se o mais superior damasco com
8 palmos de largura prvprio para colchas
eom os desenbos mais buaitos qoe tem vin-
do, ao mercado com urna s cor e de duas
enes .pelo barato proco de 50 o covado, di-
to com 6 palmos de largara a 20500, tos
de urna s largura a 800 res, Da loja do Pa-
vao ra da Imperatriz u, 00. De Gama
Huta. i
Cassas da om s cor a 300 rs.
p covado,
periores.
Canas de borracha, sobretodos e perneiras as melaone o mais elegantes.
.Malasgrandes pira viagens, ditas pequeas esneeee de pele e eonro.
Bramante braoco de 4 larguras a 2^300 a nira, paaaoe pnete o sanee, casemiras pretas e de
cores indo bom e barato. .
. n^te M^Weimeblo'bampre om cempieto soriiaantto de bou tatendas tonto para a praea
2^i2A provtea superioresobjeetoe pnepro. para casaateatosceco sejato capSlas,
tancastteUoresblon,leede^^ branoofeoriitados, oolobat, veodw*>-se todo mais barato e
Estibas % tikta^ para forrar -salas.
t-mw, MQidtoale^M l"
--------------------------------------------------------'-' i

Rovo ^"grande aposito de superior arvlo de GardTna veode-se bonitas cascas oe ama cor $0,
taado cor da rosa e asul, cor de lyrio, roa,
verde cor de canaa, pelo barato preco de
erteta naooeiie por* A cootmar neeta coa Domingos Alvos Matteni,!
1811 vi.
3. r**"g ***** Kfto rea da tfliperatri
o cotado: aa loja e armwwn do
d. 60 de Gama*
GR&NDE BAZAR
ROA NOVA N. :Of*


De Henriqfle Leidfn
0 proprietario deste estabelecimento n3o
poupando esforc oem dioheiro para agra-
dar ao respeitavel publico e seos numerosos
rregnezes acaba de installar para commodi-
dade e interesse dos me>mos.
l'm depasito g ral na raa da Impera
friz n 32
Aonde eoooHtrarSo sempre um variado
sortimeoto quer em f?rosso qaer emreta'he
dos gneros segointes:
Cerveja nacional braoca e preta.
Vtnbos fios e outros de Franca e AHe-
manha.
Abyntho Suisso.
Kerscbenwasser.
CogDac.
Vinagre branco e tinto de superior qua-
lidade. tambem tem deposito de agoa e li-
mooada gazoza da fabrica do Sr. Jules Gros-
jean.
E tudo sem differenca no preco que se
fechou na fabrica.
Qualqaer encommenda que fr eoviada
ao deposito ser imroediaUmerjte apromD-
tada e remettidajo domicilio do comprador.
Vendem-se as casas terreas Ds. 7 e 9 da ra e
Motocolomto, tende cada orna 2 salas, 3 quarios,
cozmba fra, cacimba, e um pequeo quintal mu-
rado e chaos proprios: a t atar com o agente Mar-
tas, ra do Imperador n. 16.
1 *-----------MHHAPhhm
Escravos fgidos
Altenco.
O0OO.
Continua andar fgido do poder do abaixo as-
signado, desde o dia 12 de margo do correte anno
o seu eusravo pardo daro, de nme Cyriaco, com
oa signaes seguioles : representa ur de idsde 40
annos, rosto redondo, e am tanto envergado, olbos
empapujados e fundos, bocea granae, beicos gros-
sos, barba fechada e raiva, p e mios erossos e
carnudos, pellos vermelbos e cabellados, cabellos
crespos e avermelbados, ees turna andar armado de
facao e urna bayoneta.o'om pao, goMa de loaur
cachaca, e qaaudo Oca bfbado da para poeta e ro-
grista : rog -se, porumo, as autoridades poleraes
e capiies de campj a api>reben.>ao do mesaao, e
bva-lo a seo senbor o abano assignado, no en-
genbo Pedregnlbo, em N.zareib. qoe sera reeom-
pensado com a grstifire3q cima.
Jw u naci Perreira Torees.
U
de gratificago
Contina a estar fgido o scravo Simelo.de na-
co Mocainbique, id.de de 40 aonos, teto os sig-
nas* seguintes : srm barba, com la I bo en cren-
lo redondo ao p das ore loas, alto, falta oe denles
Da (rent, semblante carregado, levoo calca de ca-
semira oe cor ere bm estado, chapeo de saeca
novo, casoisa de algodo braoco : este escraje foi
comprado em abril de 48u4 ao Sr. Jts Victnle
Lindooso, morader na proyocia das Aiagoas, por
seo procurador o Sr. J aquim Cavalcanti de Albu-
qoerque Melto, morador no termo de Barreiros,
por Uso lalvn q dito eroravo lenb'a sentido al-
gons daqoelles lugre-; roga-se as auluridtes
policiaes a soa apprrbeDsao, assim c< rao acs ca-
pltes de campo, le va- lo a seo senh> r Beroardrno
Antooto Pereira Bastos, na rna Direita n. 30, no
Recife, qoe dar' a gratiflcacao cima.
Ausentoue desde odia i 7 vJe marco
do corrente anno, do engenho Bds'tttft, :lre-
gnezia da Encada o escrato cHodro onome
Jos de 28 a 30 aooo de idade, pooca bar-
ba no queixo, mais apapagaiarJa, dentesaber-
los, altura regular, corpolento, pt >a mios
rcados, cospe a miodo. pachol o riso-
abo. e ao mesmo tempo mo*tra-se en4hias-
mado: levou chapeo ds c00ft> f *paB^" do
ate*do ; recoamenda-seasautoridaflas;aos
capitJes, eaqoUqoer pesaoa a cap** o
dito escravo, e a soa entrega ;tk> ^aafnbo
a aeu Sr. Manoel do Carmo RodrigWsWta-
fee, oo Recife aos Srs. Fanci^O Qtttino
Sra. aricoltopas, astas madiitas,
- ye'q-se'na VHa'tfo' 'toMmlm
deamareOo,
de
upaeala, ensbamels, taboes de amareMo. tote ee
assoalbo, torro domesmo, ealbres 4e saaogue *
nato, rlpas; doas tooals le aaaareMo, e t aoa
das, por preeo commode qoe admira.
Machinas puta descarocar algodo. 4aae
mor autor que tem apparecido na America
E' Ul a exeeocio do ataonisata, que o al"
goto sahe quasi lio parfeloeoOO o debo-
landeira. Recommeoda-ee a ttataffo dos gg^wej Eiteve, roa do Ca*dwtoXi*t,
Josa Alves da Silva, na a Apolla 1. 3S,
Antonio Caldas da Silva, ra da tMeardaa
o. 40, a qoaJqner que fr Sito escrato e*.
trague pagar* com i
qoe forem feilas.



I

/
8
Diario de rereuueJMeee arta letra 99 de Afete ele
"i mil -ea.
1867.


rawfv
SAO A 3
E
pesava nm comUtranLnu

SESSAO AM PE JLIIO DE 1857.
PilESlDNCJA DO SB FAJtA VWR PRSSlDIflK}
O Sb. Buabqitk :...m*apena* tronara
danie dos -hos o fl-n qfle nwa^niigfvieo ter-
ritorio inimigo, ignoravatuos a natureza do paix
onde devia operar o nosso ejercito, eadnrago
presumvel das sus operaba*. (Manos apoialos).
Sea o conhecimeuto desdas duas coodiQes exi-
gidas para a composigao dos ejrcitos era eanipa-
ntw, aeereseia a Ignorancia, porvenwra a mais fa
deteit qaaodo eoceu
crdito publico, ea
desde logo estre
distribuida
portelo, nao
e extraordlna
Tal era, senhores, a sltuacio flnanceira comqiee
deviamos contar para toser a guerra. troavio
ia as floangas do paiz empele- o<
eteodo por principal elemento ** nraaiiiovaeniutfollolla^j
que de da em dia _
riam, e que nm enorme decit se de*U ter produ^
zldo para maotermos t buje a I ola com o Par
gnay, pols, como beondit am roodeino escriptor
o papel que temos ni
ci superior para o
m, aquelle que nos pds
nraa nova emissao limitada, como a que se
residente, como
o pagamento do]
desses ttulos em oaro I
Bate, pelo estado do mercado e pela emissao das
ola; propottas pelo nobre deputado pelo Rio de
roo
para o
guerra em grande estala questotle reeurs
Baneeiros. (Apoiados #-
A canv.ra sabe que o emprestimo as eoo, ai
! plices emittidas, o ouro do banco do.Br sil, a
ibesoar,
analmente os do
con qae
que a guerra do Paraguay nao sena perdor.dora ; fe*^d'^d^"Dds
e tal ro o desejo de lodos os Bras.le.ros de ver o e pedem-proatpU ao4.cao f,

i
sau m, que aoonciou-se a sua terminaca antes
mesmo de termos pisado o terreno mmigo. (A-
uoiados). 1 i L_
Essa fatal lllusfo, senhores, causoo-nos nao pe-
queo damno. O pala, qoe podia laWez, no mo-
mento em que essa corrente de eothusiasmo se
communicon por todas as provincias, e levanton
mi i h ares de cidadlos soldados, duplamente engros-
sar as flleiras do nosso exercito, con que descan-
sou por alRum tempo, ate qoe veio a triste realida-
do dos fados eonsommadoi (Jiier Iba : acordal,
niindai vara o campo da Sonranovas cohortes dos
v )^sos fimo. (Mnito bem).
Quando, Sr. presidente, se deavendaram os nos-
sos olbos os estorgos toram supremos, e nao recua-
roo* diante de um s sacrificio. (Apoiados).
OSr. Abacio Barros :A actividade do minis-
terio tea sido prodigiosa. Apoiado-).
0 a. Babqub Infelizmente, seabo-es, causas
esiranbas a* prudeacla e sabedoria daquelles que
estao enipenhados no pleito de bonr. que sustenta-
mos, vlerata anda retardar por longos dias a victo-
ria que nos agaarda. (Apoiados). Ed'ahl, senhon-s,
a josta aaciedade publica clama pela terminagao
^.""presidente, a passagera gloriosa do Paran'
em 16 de abril do anio passado, se pode dizer o
comeco de nossas operages de guerra no territorio
inimigo. .
Entao as torgas do 1* corpo do exercito, nico
que effecluou a passagem, contavim 33,078 pravas,
dispon*} o 2* corpo de 16,888, empregadas em sim-
ples observacao, cobriodo as nossas fronteiras e
em servaos diversos.
luso aps a tomada do Itapir, precedida da
gloriosa occnpacio da ilha Carvalho, o Io exercito
emneolwti iw em f-itos d^rmas onde se pz a pro-
va a b-avui* do soldado brasileiro (apoiados); os
emobaiesde 2, 24 de malo e 15 de ]albo mustra-
ram as nossas armas (muitos apoiados). Repelando
por v.oa^ t'.t$ o inimigo, e dcalojaodo-o na \
Bao comemos outro resultado da Iota sangrenta
que empenhamos seneo manter as nossas posi?oes
melberando-s com relajo as qa6 occupiwam o
in i roigo.
ma Voz :E 8ierao3 mnito.
O Srt. Buabqcb -Entretanto, as nossas perdis
f?rare -w::-r --raVpis, e o do^falqoe queexperimen-
t ,u o c*ercito ja nos combales, ja pelas condkoss
iobcspilas do pal/, vleram entorpecer as operar;oes.
(Apoiados). Um novo plano de campanba, senho-
res, cbaajju o 2o corpo de extrcit) em auxilio do
!; e aquellenovo puDhad) de bravos illostrou as
armus do son paiz com obrilbante feito de Coruiu.
(Moitos apoiados).
Velo finalmente, Sr. presidente, o ataque de L,u-
rupaity empallidecer a estrella brilhante que nos
bavia guiado at entao no caminho das victorias.
Nao tempo de julgarmos esse flto d'armas qoe
Untas vidas nos custou. Anda pouco estudadas
por nos, e talvez desconhscidas, as verdaderas
causas desse rever, lembremonos que diante das
fortalezas chamadas deprimir ordem teem recoa-
do babel e valentes genoraes. (Apoiados). Osexer-
cos alliados de tres grandes potencias foram re-
pellidos por mais de urna "vez diante dos moros de
Sebastopol, tendo por generaos Ragln! Caroca-
bert. (Apoiados, mutto bem.)
Curupaity, Sr. presidente, marcon urna nova era
na historia da campanba do Paraguay. Parece
que s abi se conheceu a forca e os poderosos ele-
mentos de qoe dispde o loim'?o a pello coberl?.
Eato orna novs organisar^o do exerclio foi acon-
spihada, e redobraramse anda os esforcos do go-
verno do paiz -, novos cent ogeotes foram all en-
viados, e um terceiro exercito levantado naberoica
provincia do Rio-Grande. (Apoiado5).
Senhores, a primera e a mais urgente medida
reclamada d'ahi por diante pelas operares de
guerra era a coaceutraco do coramando. (A-
poiados.
Na gnerra, dlsse Napoleo, nada mais impor-
dante do que a unidade do eommando.
As desiatellig^ocias apparecidas entio no exer-
eio; a necessidade de novos planos de campaoha
exiglam um hornera que, na phrase de Thiebanl,
fosse o depositarlo de toda a autorldade, e seohor
de todas as vontade?, o regulador de todas as ope-
racSss. (Apoiados.)
O Brasil, Sr. presidente, precisava de ora Reoe-
ral que, na phras do abbade Reynal, fallaado de
saorieio de Nasso, possuisss a arle das marchas
e acampamentos como Montecuculll a de fortifl-
car as pragas e dt torna las Inexpugoaveis como
Vauban ; a d9 raanter bumero=os exercitos em
paizes esteris e arruinados, como o principe Eu-
genio ; a de saber oppoMinv.niente despertar a co-
ragem do soldado, como Vendme das resolueos
que decidera da serte das balalhas, como Conde ;
a de tornar as tropas inseesiveis f"me, ao fro e
fadlga, como Carlos XII; floulmente o segredo de
p jupar a vida do soldado, como Torefino.
Se certo, seobore?, qoe nos paizes-onde predo-
mina o elemento militar difflelloente sb encootra
nm general qne renna lio preciosos tiiulos, nos nao
o poderiamos achar entre nos. Entretanto, nesses
meamos paizfs alguos horneas h1, que, cercados de
prestigio e aureola do exercito, bossuem algumas
daqoellas qualidades: esse ho:iltm para nos era o
Sr. marqnez de Caxias. (Apoiados.)
O governo nio hesitou, escolheno e confion-lhe
a sorte da honra nacional no campo inimigo. (Mo
to bem.)
S. Exc. all enejando leve de reorganlsar o exer-
cito e sujeitarse s iotermitlenctas que acompa-
iam os novos commandos; leve de instruir e dis
etplinar o soldado, porque, general experimentado,
nao confia a sorte das hatalhas a recrotas e volun-
tarios, embora bravos e tarentes (Apoiados.)
Qoando, senhores, todo se preparava para ver-
saos tremolar mais orna vez o pavilho naeionaj
ios reductos do dictador, assolou-nos a epidemia ;
' e as dissencoes intestinas da Confederaco Argen-
tina dtstrabiram-dos milhares de bravos CApoiados)
Poi mais um adiamento, Sr. presidente; foi mais
ama decepcao para nos que, soffregos, aguardamqs
o flm de lo desastrosa |nta. i
Mas devemo3 ptjr wso desanimar, descrrf Na,
senhores. Quaddo na Crimea s^deo a batalha de
loksrman estava flxado para poucos dias depois o
ultimo assalto de Sebastopol. lokerman, como o
revex de Coropaty, fevelou aos exercitos alliados
os recorsos do inimigo, e a resistencia das forta-
lesas. Entao foi adiado o asslto at que novos re-
fercos ebegassem ; numerosos foram os dias na-
"os pard o ataque da prara e Oulros tantos os ada
raentos, at que, ja caneada a espectaliva dds na-
?5es alliadas, cabio, sob o braco de Pellissier a
inexpugnavel Malakoff e com ella Sebastopol, de-
pois do ora bombudamento de 321 dias.
Esperemos, senhores, o confiemos, na 'Dwiaa
frotndencia, na bravura dos nossos soldados e na
f "estrena daquelle que os dirge, qoe talvez nesta
ora em qoe vos dirijo a palawa ja tenha cm
e* o ultimo baluarte immigo. (Muio bem.)
* ^ls, Sr. presidente, a resposta que se deve dar
aos que nos perguntam quses as cansas da demo-
' ravja guerra : nada mais do qne a expsito .dps
acootecimentos. (Muito bem.)
o Coaatato a cmara que rpidamente diga duas
palavras sobe as flnaucas de guerra. Em segujfa
respooderei o oobr, depntado que ha peucj pre-
cedea roff concluir!. .
A oarra, dh-oos Paacber, um mais sede de
i otiro qo deaulha8; ba poocas jHpaa6as qae
Bio absorvamdoas or?apieoios. .
'tri'ste verdade qoe em cada dia da lata
vemos desdoprar-se aosnassos
Janeiro, se tornara
verno tiaha nea#ali
ral
cada ves mais caro. O go
e de o comprar por afilo
ie, anda imittando os Es-
se quiz tarabem imitar cim
rigassem os importadores a
alfandega em ouro; estes
lo
Mal
tu.
todos os cor-
Ircumstanciai
iue a honra, do
le novos relor-
le de lodos os
^^reclso laa-
ao
tai de todas, dos verdadeiro's recursos do nosso al- 'c emissao de bilheies do
versarlo aiuladoO e i rahavamos do poderlo naiivos volnnurio?, furam os recursos
ictad d(o 'Paraguay apo.Tdos) Era assim, Sr. l boje supprimos as nossas tapau. d* l.erra, Ho^
nridnte nn ftVi rrenca aeral no paiz de porm, qne anda nao soflVemoto peso de algnoaat
ue> 1' ",_".,!J.... SL... m.rtiH, duas grandes questes se figurara
por q 00 meto de ve-
mos saldar o debito do emprestimo que a corlo
praxoeontrahimos com a emissao dos bilbetes do
ihesouro ; i', com que recursos devimos continnar
a guerra se ella nao se terminar to brevemente
como esperamos.
Sr. presidente, permitu V. Exc. que responden-
do as dnas qoesles apontadas, en examine tam-
bera as condiedes do mea paiz em relaco aos re-
cursos financeiros de que lancam mao os go vernos
modernos em tempo de guerra.
O emprestimo, senhores, quast sempre o mais
promplo recurso a qne orna naci se soccorre para
alimentar a guerra. Poi delle que Uncamcs mi
em 1863 ; mais o preco porque o realisamos, os
sacrificios qae por elle tlzemos pesar sobre os nos-
sos vindonros, mostraram-nos que neofium passo
mais deviaraos dar na carreira dos emprestimos.
(Moitos apoiados.)
E aquelle que esperavamos realisar em condl-
ces vantajosas, pelos resoltados oblldos em ope-
ra5as idnticas em 1863, mas qae nos deu ......
U,iU:liiAi41 com o compromettimento de cerca
de 70,000.-0004, veio dizer-nes qae os recursos ob-
tidos por semelhante nalareza trarlara a ruina
certa do paiz. (Multo bem.)
Foi, Sr. presidente, por ama serie de empresti-
mos ruinosos que em 1797 a Inglaterra achou se
s porlas da psrdigo, vendo quasi todos os seas
recorsos esgotados; e teda feito. a aais tremenda
bancaroia se o genio de Pitt, reconhecendo em
tempo o seu erro, nio fosse procurar a salvacao do
paiz no augmento das laxas, e principalmente na
creaco do famoso neomitox.
3em os emprestimos, as naces modernas procu-
raos recursos de guerra as suas Imposlces. Mas
estar o nosso paiz ja preparado para lornece-los
por este meio ? Nao. As nossas financas nao lem
sido reguladas em poca da paz sobre bases rao
solidas qoe as fontes de imposicio de qoe entao
dlspomos possam-se desenvolver sem difflealdade
em tempo de guerra. (Apoiado*) O principal em-
barazo qne para isto encontramos o nosso syste-
ma de Uxas.
Sem urna s das imposiedes directas que fcil-
mente se prestara a extensao dos recursos era ou-
lros paizes, s contamos como grandes fontes de
receiia com os impostos de altandegas -, emquanto
nao tivermos a imposicao territorial, aim da qae
temos sob a forma de Uxa predial uroana, os im-
postos sobre a renda e mesmo a contri bu gao pos-
soal sob a forma de capitacao graduada, nao pode-
mos contar como receso prompto a imposic,o ge-
ral do paiz. (Apoiados.)
S a Inglaterra, senhores, pode dizer ao mundo
que tera no incometax ara recurso quasi exclusi
vo e irnmediato de paz e de guerra.
Afora os dous mejos a que me tenho referido,
resta, na carreira aos recarsos ordinarios, o pa-
triotismo pnblico, os donativos volanurlos, sem-
pre miogaados diante da voragera da guerra. De-
po.s delle vero os recursos exiremos.
deviam ser<4a'verdadelra garanta
dovot bilheies do thesouro. E o que sigoifleava,
iSbO T A elevaco indirecta e cada vez maior dos
Impostos de imporlacao, porqnanto o commereio
s a alto preco comprara o ouro necessario ao pa-
gamento des.-es impostos. (Apoiados.) Em taes
casos; ereio que todo o paiz applaudir de prefe-
rencia um augmeoio directo na tarifa das atraade-
gas. (Apoiados.)
Sr. presidente, nao se cito s neo lado da me-
dida dos Estados oldos; diga-se tambera que es-
tos abandonaran! logo a emissao de titulo do ron-
da ou bilheies a curte prazo com circulacao torea-
da! e Juros pagos em obro, e que preferiram elevar
o juro dos emprestimos cora tanto que estes fossem
pagos em papel, laes forana as desastrosas, conse-
qaeoctas que troule a elevaco do uro.
Sr. presidente, do pouco que posso ajaliar em
offlel
S
ai
rladPr>fHlaosTT^)J T>ri
cora relaco remessa da guai
sal foram dictados por complot
Os contingentes eram exigido
pos do leparlo; mas
traordioartas sobrevieram ; j
paiz reclamava a remessa
eos, j nio era possivel e 'ar
pontos viesse a guarda n
car mi do qoe mais de porto pudesse'.acudir
reclamo da patria. (Apoiados.) i
Chamar Igualmeotea srvico de guerra os offl-
dos (aros dos' ciaes desses corpos, foi urna medida de convenien-
cia. Acamara sabe a influencia que ex-rcem os
commandantes e offlciaes da guarda nacional sobre
os seus soldados : ons o outros no nosso paiz quasi
que vivera identilcados. (Apoiados.)
Era, por tanto,' non necessidade que os corpos
marchassam completos, taa*> mis precisando o go-
verno tamben de alguos desies offlciaes. Mas a
aecusagao do nobre deputado ainda 6 menos fuoda-
da quando souber-se que poucos corpos, ou talvez
nenhum marchou completo para o Paraguay ; qoe
o governo displsou a todos os offlciaes cojos ser-
vicos nao erara reclamados palas qperacoas de guer-
ra. (Apoiados.)
Sr. presidente, o nobre ministro da guerra nio
dlsse qae tioba offlciaes de mais no exercito ; S.
Exc declaroo apenas que liona offlciaes para qua-
renta mil nomens, que por certo nio sao de mais
materia to importante e om preseoca dos ioeonve- actualmente ; e referi esta circamstaneia quando
nientes qa refer, pareee-me bem patente que os sustentava a proposta de vinle mil homans, que
recursos lembrados pelos nobres depuudos do Rio
de Janeiro nao pdem de promplo solver o pfimei-
ro emearaco qae apontei, isto pagar a nossa di-
vida a carto prazo no dia do seu venciraento.
A medida apressntada pelo Sr. ministro da fa-
zenda, e que nada mais por ora do que ama me-
dida de preeaueio, a nica qae nos habilita a sa-
bir ja' e ja' das diffleoldades com qae nos am*aca
nm futuro prximo. (Apoiados)
Tera' essa medida todos os mconvenleotes aqai
aponudos ? Pens qae nao. Os nobres depuudos
disentimos. Nonhuma relaco tea, por unto, essa
declaragio de S. Exc. com a remessa dos offl-
ciaes da guarda nacional para o tbeatro da guerra.
(Apoiados.)
O honrado deputado aliadlo a extravio de potr-
enos bellicos em Corrientes, o a roubos all com-
mettidos.
E' mais um facto que supponho eslranho ao go-
verno.
Nunca me coustoa, nem mesmo a imprensa tem
denunciado cousa alguraa qne se assemelbe ao que
da opposicio exageraram as nossas condiedes o nos disse o nobre deputado. Ha multo, senbores,
desvirtuaran! as intentos do goveroo. (Apoiados.) ouvi fallar, na prisao da um soldado era Corrien-
0 primeiro a venda dos proprios nacionaes,
quasi sempre considerados tambem tonto de recei-
la publica. Quass os propno* nacionaes de qoe
podemos dispr 1 Qual o sea valor Todos me in-
dicarn a estrada de D. Pedro II, como ara gran-
de recurso. (Apoiados.)
E' IncontesUvel, Sr. presidente, qoe um pro-
prio nacional do valor de cerca de 30,000:000^000
um grande meio de que pode dispr o governo
era soccorro das despezas publicas.
Mas, senhores, tera o governo meios de rea.izar
a venda dessa sitada por fraa qne obtenha o
seo justo valor ? Pens que nao.
Senhores, nao se acredite que o capitalista es-
traogeiro ycnlia pagar-nos 30,000:003*000 pela
estrada de ferro de D. Pedro II, cojo futuro, como
de todas as nossas liabas farreas; problemtico
para elle. (Apoiados.) Serla precls) para que essa
eperacao se ffeetuasse ja e sem prejnlzo para nos,
que a venda se realizasse mediante anda a con-
cessao de ama garantia de 7 / sobre o capital
erupregado. E coovirla realizar urna semelhaot
operago para a qual era o governo est autorl
sado ?
Ji vi a cmara que a estrada de ferro de D. Pe-
dro II nao am recurso prompte (apoiados). Os
demais beos nacionaes sio de pouco valor, o de-
vemos apenas considera-los como pequen)S auxi-
liare?.
Sr. presidente, S. Exc. o Sr. ministro da fazen;
da propz-nos aqu a emissao do papel-moeda al
a concurrencia dos bilbetes da nossa divida a cur-
io prazo, caso Jeja reclamado I o embolso desses
mesmos bilbetes.
Este recurso, qae a S. Exc. pareceo o nico que
de prompto se poda empregar, fe aqai impugna-
do como fatal; e outras medidas substitutivas f j-
rara lembradas.
Essas medidas que ao principio parecerarame
disiinctas, rednzirarose em forma, com a luz que
nos trouxe a discuseo, a urna nica, defferindo
apenas eulre si de cohdicoes de prazo e de juros.
Pareeeram-me diversas, Sr. presidente, e a quasi
toda a cmara, porque o nobre deputado pela pro-
vincia do Rio de Janeiro, que era priraelro lugar
irapugnou a proposla de crdito que se acha em
3 discassao, expressoa-se por forma qne todos,
inclusive o Sr. presidente do conselho, acredita
dramque S. Exc. nos acooselbava ara emprestimo
cforedo, esse recorso das revolucss, essa cowfis-
aagio parcial, na phrase do Sr. Paocb3f. (Mulos
apoiados.) E>as meiidas reduzem se pura e ira-
tlesmeate a nraa eraisso de notas do thesouro
ora juros o embolso a prazo ceno, paitos em ma-
jal.
DIsseram os nobres deputado que a ellas se
soecorreram, qoe se trauva de nraa emissao se-
melhante aos mulos de reada asados na Inglaterra
e s notas com vantagens idnticas (aneadas na
circalagio nos Estados-Unidos. Parece-me, Sr.
presidenie, que nao podemos acbar grande pari-
dade entre os ltalos qae se nos propa e os bons
do Echifuier de Inglaterra: A cmara sabe que
orgaoisago Onaneeira da Inglaterra difiera es
sencilmente da que temos boj < no paiz. Alli o
banco de Ioglaterra faz as vezes de banqaeiro do
estado, cedeodo Ihe adiantamentos sobre a emis-
sao de ttulos do thesouro. A emissao desses Ma-
los foi sempre considerada urna ao iclpago de re-
celU, ainda que se Ibes tenha dado boje maior
xtenso.
Esses bilbetes sao verdadeiros cheques sobre o
fundo consolidado d'aqnelle paiz, e sao reeeMdos,
quer no banco, quer as repartlges Aseaos do es-
tado palo sea Justo' valor; alm disso, e essa con-
dlgao a qoe sobre todas Arma o sea crdito, lea
por faramia as randas que formara o fundo conso-
lidado. O que nos propoi o-nobre deputado pela
provlneh dft Rio de Janeiro a quera me refiro,
crtlo que diffare^ssaocialmootodos ttulos de ren-
da de Inglaterra, pois traz loga o carcter de cor-
so toreado, que s tem aquelles as repartieses
flseaes e no banco de IoglatorrtQ qoo o transfor-
ma puiijfrianUamsBta em moeda-papel, e nao
tem oulf8hajrantia qne nao jeja a mesraa da nota
do thesouro seu juros, islo a paUvra do gover-
lados); & o que nos disse, creio, o Sr. mi-
da fazada, a moeda-papel com todos os
convenientes e mais o-onos do joro. (Apoia
0 grande projaizo, Sr. presidente, do papel-moeda,
consista na desproporcionalidade do meio circulan-
te om relaco s necessidades do paix.
Atnda quando a emissSo pedida tenha do effc-
tuar-se om sua loUlidade, o qae eu nio espero, de-
vemos considerar que, ansiar de cresclda a som-
ma em circulacio, a vastidao do imperio, as suas
rarisslmas transacgies, os novos lecursos qae a in-
dustria o o commereio exigiro pelo seu constante
progresso entre nos, sero outras tantas sabidas pa-
ra o meio circulante. (Apoiados,)
Mas, seuhores, ainda quando assim nio aconte-
ga na proporgo que figuro, resiam-nos os recur-
sos do pala, que, embora nao sejam promptos, sao
segaras, para emprebenderraos oresgate. Esses
recursos, Sr. presidente, exislem principalmente
na nova impstelo qae temos de decretar, e que
vera habilitar-nos ou a conirabirmos brevemente
um emprestimo, que dimiaa a moeda fiduciaria
do paiz, ou a vourmas para semalhauu nm urna
somma regular nos nosso3 orgamentos. (Apoiados.)
Nao sou partJario do paoel-raoeda, Sr. presi-
dente, e s as circunstancias extraordinarias em
qae aos acbamos, e a que ebegamos, talvez por
nio termos ba mais lempo augmentado a'imposigo
do paiz, presto o meo apoio a semelhante medida ;
o o fag aluda, senhores, porqoe me parece que
quera quer qu) se sontasse naquellas cadelras (o
orador aponta para as cadelras dos Srs. ministros)
nao teria neste momento nutro recorso de que lan-
gar mo. (Apoiados.)
Acredito, Sr. presidente, que asando o paiz jadi-
ciosamente dos seas recorsos, podara' em poneos
aonos collocar as suas Qoaogas em coudigoes nor-
1 maes. (Apoiados
tes, quo foi encontrado veodendo am capole. Nao
posso crer qae o nobre deputado qoizesse referir-
sea este (acto.
Mas, senhores, anda que alguma cousa se tenha
dado oeste sentido, ha goverao que o-possa preve-
nir ? Teve o goverao scieaciade lgam Ucto des-
U ordem e deixou de providenciar t Els o qae
devia o nobre deputado dlzer-nos, e nao referir-nos
apenas o qua Ihe informaran). (Apoiados.)
Ha, Sr. presidente, duas aecusages que, embora
(eius por Informages, sao mais graves que todas;
urna refare-se ao 'relmanlo de vapores, e outra
aos forneeimentos para o exercito.
O nobre deputado a quem respondo nesta occa-
siao aecusou o nobre ministro da guerra por om
dispendio exagerado no fretamento da vapores, fre-
a nento qua se tem eff actuado desde 9:0tffl$000 at
20:000000 I
Senhores, nao se faz ama accasaglo desta ordem
aecusando o
receblmanto do desta cmara, no qal commani-
ea ao governo as deeisBes desu cmara acerca da
elelQes a qoe ltimamente so proceden as par:-
cbias 3o Assii, Angicos o Sam'Anna de Mallos, da
provincia do Rio Grande do Norte, e declarando
que ja se expedir aviso para qae aqaellas ded-
adas sojam exaumente cumpridas.Inteirada.
- l)oas do secretario do senado, participando qae
por offlcios do ministerio do
mesmo senado que S. M. o
as resoluges approvando varias' penss e auto
risando o governo para conceder carta de catara'
listgo a diversos estrangerros.Inteirada.
-Sao lidos, apolalos, e approvados sem debates,
os seguimos requerirnentos :
< Reqaeiro que se solicitem do governo Infor-
mages, pela ropartigio competente, sobre os se-
guintes lUns :
c 1.* nanlos recrotas, engajados e volutarios
da patria foram remedidos da provincia de Minas
Gsraes para esta corte desdo o comego da guerra
al 30 de setembro de 1865.
t 2. Quaotos -flesde 30 de setembro de 1865
at hoje. .
c 3.* Quaolos Bzerara parte da expedicao de
Matto-Grosso.
i 4* Quantos dos remettidos para a corte foram
declarados isentos ou incapazes, antes e depofs de
30 de setembro de 1865, separadamente.
c Sala das sesses, zi de julho de 1867C. B.
Oltooi. >
c Requeiro que se pega com urgencia ao mi-
nisterio do imperio am exemplar dos diversos re -
latorios cora que os presidentes e vicepresidentes
da provincia de Mloas-Geraes lora passado a seus
successores a admlnistrago da mesraa provincia,
ara exemplar das fallas ou relatorios cora qae os
mesmos prosidentej tera aberto a assembla legis-
lativa daqnelia provincia, e bem assim outro exem-
plar dos orgameotos e balaogos da redero a des-
peza da provincia, nos annos de 186i, 18b5, 1800
e 1867 inclusive, sendo os relatorios acompanbados
de qaaesqaer relatorios parcaes qoe porventura
baja tmpressos de qaalquer dos ramos da adminls-
tracio provincial, e especiatraeule da fazenda
obras publicas e instruego publica provinciaes.
t sala das sesses, 20 de julho da 1867.Mar-
tinho Campos.
c Reqaolfo, para eselaTeeiroenlo da tabella 25
do relatarlo da fazenda, que se pega cora urgen-
cia ao mioisterio da fazenda urna relgo dos di-
versos avisos a' calxa da amortizago ordenando a
remessa ao thesouro de 8,504:6Hrf para sobstitni-
go de notas ordenadas pelo governo, mencionndo-
se as datas dos avisos e as sommas de notas pedi-
das em cada um.
t Sala das sesses, 20 de julho de i867.-Msr-
tlnho Campos.
L-se o val a imprimir para entrar na ordem
dos trabalbos, a redaego de am projecto que ap-
prova varias penses.
Achando-se na sala immediala o Sr. Francisco
de Paula Pessoa JuBiur, deputado eleito pelo
Gran-
ivin-
l-conei-
ur m airaos na ebullgifei^tjbgijta* elei-
Se'se pvoeedie)a||Bee fl^fSvfiira do
RIo-GraodB do Sul, utI VditrainUl WHt a ac-
eto benfica do fffetjfexte ee> aeiMeafeai pr
effeito dos manejos eleitoraes, seas e usan In-
dividuaos convergidos para semefhante tira, que
nio serla attingdo no poooo tempo em qae se
effoetuoa a organisagio do terceiro corpo de ex-
ercito, verdadeiro monumento e padro de glo-
Apoia-
sem apoa-la de faetos positivos ou provas, e eaJ.r*r I dtslricto da provincia do Ceara', ioiroduzido com
na apreciacao das circumstanclas em qae se flze-ijg formalidades do estylo, preste juramento e toma
rara essas fretameotos. (Apoiados.) assento.
F orna
Sr. presidente, se a feliz estrella que a' boje
nos tem guiado erapaidacer, e tiverraos de susten-
tar ainda por algara lempo a devastadora guerra do
Paraguay, devemos procurar principalmente os
nossos futurri recorsos na nova imposigo ; esta
ja' tara' prouzdo parte dos seus effailos, e habili-
lado-nos lambem a promover outros meio? finan-
ceiros. Mouies luiou dtzia, que pdo-se tributar forte-
mente um novo por amor da sua libsrdade ; e ser
pur amor desta e da honra nacional que esta cma-
ra lngara' sobre a riqueza publica as laxas de Im-
posigo que forem ntcassarias para triurapbar da
guerra actual. (Apoiados.)
Se ainda assim, senho es, falharem os recursos,
nenhum ootro camloho nos restara' se nao anlre-
garmo-nos aos meios extremos : langar as contri-
buigas por provincias, as capitages tixas, emiltir
o papef-raoeda, ele., porque, Sr. presidente, en-
tre a deshonra e a mina, eu pretlro esta. (Muilo
bem.)
Mas, Sr. presidente, afastemos dos nossos olhos
to sombro quadro; confiemos os nossos ele-
mentos.
O paiz, senhores, onde o trabalho pelo brago li-
vre vera completar o trabalho pela ioteHigencia ;
onde as grandes arterias de commonlcago fazem
surgir povoados e o eoastiluem emporios de indus-
tria e coamercio, abre, na phrase de um escriptor,
cada da nevos sspagos riquea publica, o ao
mesmo lempo augmenta o campo e mullipliea as
formas do imposto. (Muito bem )
A Ioglaterra, que em 1801 pagava 34 milhoss
sterllnos da Uxas diversas, forneeeu qaatorze an-
cos mais larde a enorme coniribuigao da 7 mi-
lh5es ; a Franca, sob o rgimen da liberdade in-
dustrial, que-omegju era 1789, polo elevar a sua
renda de 400 .oiihes que era ao algarismo de
1,600 milhdes que a de am dos seas ltimos or
ftraentos.
E js, Sr. presidente, qarffollo na imposigo do
mu pal, permita V. Exc. que una a minha voz
a' daquelles que pedem que se discuta quanto an-
tes o novo projecto de laxas. Quando, senhores, se
considerara as medidas que se propem nesse pro-
Jecto, vd-se qoe cala ama s por si assamplo
para largas discasses.
O paiz, Sr. presdame, espera resignado a nova
imposigo ; mas o paiz lem direilo a qua esta seja
discutida nesta casa ; que se esclarega a opraiao
publica, i]u-' se diga o qae so as novas contribui-
ga., e que nao nos liroilemu a langa-las so a
cQscisa e defectiva forma era que se aneoatram
muitas dallas no novo projecto.
Vejo, Sr. presidente, o.ue sao quasi cinco horas
da tarde, e sloto qae tenho abusado desapiadada-
mente ca boadado de "V. Exc. o daquelles qaa roe
ouvem. (Muitos nao apoiados.) Eu abandono tudo
deputado que me preceden boje na tribuna ; coa-
ceda-me a cmara mais det minutos.
Sr. presidente, foram serias e graves as aecusa
Qes tenas ao goveroo pelo nobre deputado qae
impagoou boje o projecto qae se discute. 8. Esa.,
embora manifestasse a mlengao de pedir informa-
ges, tornou o nobre ministro da guerra rosponsa-
vel por muites dos abusos qaa veio denunciar da
tribuna, de algn*-dos quaas o nobre ministro
nunca ouvio" rallar, e qua, a serem vsrdadeiros,
merecem a soa condemnagio. (Mullos apoiados.)
Os fados referidos palo Bobre depotado causa-
rara viva Irapcessiw a' cdinara ; mas eu peco li-
ceoga para fazer ama uoica coosiderasao.^qaeie.
por, si bis para, enib.ra muito autorisada a pa-
lara do lllustre orador a quem me eflro, tirar
Ibes toda a torga. S. Exc^isse-nos qua felttva por
ltforma$Qes 1 E oanoo, senhores, nao se adduzem
provas que raufiquem o -gue a vo publica assoa-
Iba, prineipalraente qaabdo sa trata da reputa-
glo de fonecionarios pblicos-, justo 6 qoe wPn-
damos o nosso jalzo atd qoeapparega a fleieza.
(Apoiados.) t 1*1
Deixo de aarte todo que ja' foi respondido com
grande vanlagera nasta casa. Eises" pretendidos
alternados contra a oostrtui?o, ora
dos apadriohados pala guerra
A cmara saba que no transporte da tropas para
ara exercito em carapacha o governo nio pode es-
tar espera de condiges mais vantajosas ao the-
souro ; tem necessidade de snjeitar-se aquellas que
a oecasio Iba proporciona. (Apoiados.)
Por outro lado, o prego do reumanto de um va-
por depende de miibares de condiges; da soa lo-
tagao, da sua marcha, dos seus commodos, etc., e por
lamo neabnma sorpresa deve causar que se tentia
'retado vapores de 9:030J a 20:0005. (Apoiados,)
Pdeioda, Sr presidente,o governo frelar hoje um
vapor por 9:000j000, e amanhaa, por qoalquer
emergencia, frote-lo por 20:0004000, taes sejam a
necessidade que tenha dos seus servigos e as difli
cuidadas qae Ibe opponha o frotador. (Apoiados.)
O nobre deputado, para avaliar do proced melo
do Sr. ministro da gaerra em assumpto lao grave,
devia exaraioar ns-lbor esses contratos da freta-
mento, tendo em conslderago as condiges e po-
eas era qoe tiverara lugar (apoiados); e o convido
para qua o faga, por qoa estou convencido que so
achara' motivo para louvar o seu zelo. (Apoiados.)
Eu sei, Sr. presidenie, quanto o nobw mioistro
tem sido Z8loso nessa ramo da servlgo, ja' rejeitan-
do propostas que Ihe pareceoa exageradas, ja dis
pensando vapores de que nao tem necessidade, ou
contratando se por viagens. (Apoiados.) ro por
tanto sem fundamento a aceusago qoe o nobre de-
putado langou sobre o tapete da cmara. (Apoia-
dos.)
Quanto a aceusago acerca dos forneeimentos, an-
da mais vaga, a lo injusta como a que sa refere
ao fretamento de vapores.
O nobre depnlado disse-nos qae os forneeimen-
tos da marlnha se fariam mais barato qoa os da
guerra ; que propostas bavlam que nao chegavam
as mos do Sr. ministro, quando outras mais eleva-
das eram aceitas.
Sr. presidente, o nobre deputado nao nos citon
um s facto ; nao aliadlo a om s fornecimento
tollo S. Exc. ha de permiltlr, por taoto, qae eu
responda-lhe lambem com a minha palavra.
Ea sei, Sr. presidente, qae o maior zelo tara o
Sr. ministro da gaerra empregado para obter os
forneeimentos do exercito pelo menor prego possi-
vel. S. Exo. logo qe entrou para o gabinete dei-
xou da asslgnar um contrato de fornecimelo qae
encontrou ja' ajustado para Matlo-Grosso, celebran-
do outro no qual reallsou logo urna economa de
rauitos contos de rel. Como este ooiros toctos se-
melhantes ouvira' o nobre deputado do Sr. m
tro, quando voltar a' tribuna. (Apoiados.)
Poda ser, Sr. presidente, quo a marrana tenna
reallsado contractos da foroecl uentos mais venta-
josos ; respondeodo de Improvisd ao nobre depu-
tado, nao posso aasegorar-lhe o que ba a semelhan-
te respailo. Mas, senbores, ainda que islo fosse
real, todos sabem que ba mais tociiidade nos trans-
portes para a esqnadra do que para o exercito ;
que este eilge condiges mais onerosas nos seos
forneeimentos que aquella, e, p>rtaoto, nadada
extraordinario se podara' descobrir neste facto.
(Apoiados.) .
O nobre deputado ainda tornou o governo res-
ponsavel por se eocontrarom voluntarios da patria
invlidos maltrapilhos a esmolaodo a candado pu-
blica, algnns dos quaes nao lem podido receber os
seus sidos vencidos.
Pode lambem ser que se dm fados semelhames
sem qae o goveroo lenha a respoosabilidade del-
les. (Apoiados.) Muius vezes a demora no paga-
mento desses sidos provm do alcance era que
esses individuos se acham com as pgadonas.
Uma Voz:Ha algaos qae recebem o tardamen-
te, vendem-o, e dah a pouco andam a pedir es-
molas. .,.. a
O Sr. Buabquk:Senbores, os invlidos da pa-
tria sac digpoa da attengao dos poderes publicos
(apoiados), a o notire deputado nao pode dizer
que o governo se tenpa descuidado do- velar so-
bro ellas. A censora do nobrd depotado por nao
lar o governo deixado-os nos hospiues mimares
revela bem qua se prifcurou proporcionar-Ibes
coodigas raais adaptados ao sea estado. (Apoia
dos. uinui'iii
Sr. presidente, nao contini a apreciar aa a-
mis censuras do nobre deputado, porque o hon-
rado Sr. ministro da guerra as responder eom
sobeja vanlagem, e eu nao quero qae a cmara
que me oave se fatigue ainda mais. (Na* apoia-
Senhores, su quero que. os honrados deputados
qoa bostilisam o governo tragara para esta casa
fados graves e provados ; que exhiban peranie
o paiz os artos dignos de condemoagao do actual
ministerio, porque desde que o flzerem en me
da opposigo; do contrario,
concluir cora nraa olUaaa
s, Sr. presidente, o nobre depotado e o bon
r\do'estadista qoe acompanhou aS. Exc, Umbrao-
do uma emissao provisoria igualmente com juros,
acreditaos qne o facto de ser o emprestimo propotto
a curio prazo o eooa jaros pagos era metal, as oo-
tas emKUdas nio *rao depreciadas, o o governo
acelu a procurada coma
lar' uma moeda tao aoeiU a procuran* coma o, ,
-iMrfiaatesUamos vem< e5awT.ar^^ 4ro forme as shas (nforma'cifts ; delxa-ltids
ra^cloal ja nos casta taivez cerca ue "^-^ ^ ^ (g(# ^ ^ mM 0 ^ S9 pss- gao, toroecebdo-lhes aparas os nulos.
alistarei as fileiras _. ....
e que aqai s pode- emqaanto as arrolee* forem vagas e so aerem
iriuraphos, ed coatmaarel a oe-
iras da materia. (Apoiados; i
(Apoiado.-.)
. t __.i Sr. presidente, voff
fojleaot.^ajabiwo1eomA4|il- r ,,< n.
Senhores, foram tristes e deploravels os tffeMos
da guerra no presente. Nio podemos dizer, como o
ousado Yankee, qns a guerra Q*S^'JK".
a era ao meos posamos as poderosa ^fabr
Leofflcioae onde a actividade 9ri0*na,s,^t.
se exsrceo com a colloesal campanbai, mas, s
ntdres. a ^S!^ZXli.
(oda
rara ser traduzidos pela liberiago do, escravos.na oecasio a novos
naeo, uerde do i giles, pie., ja' est) julgados CD,r ai cadeira
peaopiolo. (Apoiado.) bem.)
Re/er,lo-*e o nobre deputado a abusos comra*
dos pelo ctfoimatfdanre superior de Serr-Ai?gre
O governo, Sr. presidente, nie^JOde *u some-
lnaotes desmandos,-nem dalles tem scieucia, opOio
dolaron eifa aparte o Sr. ralnirrd da gaerra'.- a*
qoesiee de-guerra, senhores, o govwna pr.'cede
com anwxlaa prudencia o conveniencia^ l/mtu
nos seos del -gados, quer no tbeatro das pptf acot,
quer no ftio Grande de Sul ( apoiados); obr;
*-t
}ot- 1 -,-,1-. hs nid sou nos Eilados Unidos me faz dovidar dessa ra-
*mmt. iilnhoi'
. nevo ahikoru ios popa. UfafiV J.'
idewtaeo,
da aeges
i?
aaopre1 i
^Mir ^tiViteto.rtndopro* .t*f#fcf %
i: Meeibteft m domis sagrado gaarta^o da- ae
A&^WaM,* Rurra quando ja na* eti Mo. SjUM
racaar: (Apolaos.) umA feW
Ahavam-se ente.sr. prtsldenie, as 0PC*^* **C5L fariamos ara mao Jogo, porque nd
'*HM
logre uqba am{Q^X^SioW'por Mos os StfYdpuU-
\ de questao, cmo aqti ja' se de
i o depreeiamento conidrvel de
1 idee joros aorta idevitaysl
-sa na emissao da simples ttulos
quando Urnas Sib i. forma

eos
piMDmettido os hwrooua* auenudos qae. aqu rel-1 t e<(I anioria.fllielos Srs. miWslros da i Era orna condlgio, sme wa
Wqlera certo que 9p.r.M!?. r a maripha.) nnialssO >qnaa|Jtaiiacao o addiamenlo da tleicao
rio-nos o nobre debutado, ma
'str stas ehegaraniao een"~"
snriJd-prosldoble
do Rio Grande do Sal, as mais eoergicas.pM
claaii$cM:oada;typ0 0 entio^aso S. Exc. aind
ignore. (ApoUdos.1. .
tJCDaWtfls,lff sffi^' Pregante, nutrps sa po
maor' reiW*taeae l-1 dPsffl]cftractfe* i Si' lJWM'M***a* aOgoeeal
0.1*1*340.) ,A3 4 3JJ19V
O lllustre deputado can>nron o govaino, j
(diio marchar os corpos compieos da guaro.
.vH3
, estrangelros e manpha.) nlinhif) aqnaUgWagao
B A dlscusso flea adiada peai noj: mesma provincia.
Dada a ordem, do d.a tojraou^sessao
quaTroiioras e tres quartoS aa laro.
s
fr sESSAfEtfttBSmHO. JIM
PRKSIDBKCU DO SR- SILVIR^DR SOUXA ($f(
Os Srs. Martinho Campos e Albuquerque Mello
reclamara contra a publicaco de discursos e apar-
tes seus.
ORDEM DO DIA.
Naturalisaoes.
Entra em discossio, e approvada sem debate,
a redaego do projecto qoe autorisa o governo pa-
ra mandar passar carta de naturalisago de cida-
daos brasileiros a varios estrangelros.
Fixaro das forjas de trra.
Contina a segunda dlscusso do arl. 1 da pro-
posta do governo, que flxa as torgas de ierra para
o anoo floanceiro de 1888-1869, com as emendas
apoiadas. .
O Sr. Pabanagu (mioistro da guerra): sr.
presidente, cot quanto o mea honrado amigo pea
provincia de Parnambuco, a quem coube a_ pala-
vra hontem era ultimo logar, e era hora ]a bas-
tante adianUda, quando a cmara eslava quasi
deserta, boavasse defendido com a procedeocia
com qoe costuma usar da palavra, os acios da ad-
mloistrago mais acremente censurados pelo no-
bre deputado pela provincia de Minas-beraes, nao
me julgo dispensado do correr a tribuna para com
as devidas explicac explicar to espontanea de-
fez*. .
De algons fados o nobre deputado nao poda ter
noticia; e eu mesmo de momento achava-me iai-
possibiliiado de dar explicagoes positivas, necessi-
lava de informagSes qua s as directoras compe-
tentes poderiam dar, algamas das quaes vira reco-
bar ja' nesta casa, fallando-ma anda ootras qua
tambera apresenlarei logo que ebegarem as panas
mos; nSo obsiaute havera' tempo para sati>fazer
completamente o nobra depotado, e escoimar a r6-
partigo a meu cargo de toda e qaalquer ceosura
immerecida.
Deus me lvre de que om qoalquer clrcumstan-
cla da minha vida en nao possa detooder-me de
quaesquer assergoas injustas a mlm atiradas, e que
repelle meu carcter e zelo em todos os cargos por
mira oceupados. (Apoiados.)
O Sr. Lima Duarte :-Estou persuadido disto e
eu mesmo o declare!. ,
O Su. Ministro d\ Gubrua : -O nobre deputado
meu amigo foi sobremanelra injusto para com o
ministro da guerra; e >i pareceu-roe encontrar
nasisuas exprassas alsuma malevolencia que, por
sem duvida, eu nao poda nem devia esperar. Suas
aecusacoas deveriam firmarse nicamente sobre
tocios especificados qoe me habiliussem a dar logo
uma resposta satisfactoria.
Comprebende-sa que o amigo exhibrado lacio
ebegadoi ao seu conhecimento, talve adalterauos,
oftorega ao seo amigo ensejo para detonder se;
mas aecusages vagas, como alguroas feilas pelo
nobre deootado, nao revelara aquelle senlimeoio
amistoso da que eu o suppunha possuido a meu
respeilo. ,
O Sr. Lima Ddarte :-V. Exc. quera Injusto
nesta apreciago a meu respelto.
O Sr. Ministboda Gobrra .Mas em todo o ca-
so s tenho a agradecer ao nobre deputado a oe-
casio que me proporcionou para defender-ma ate
dessas aecusages vagas. ,
A guerra tem sido nm pretexto, disse o nobre
depnlado para o goveroj pratlcar uma serie de al-
ternados, principiando pelo adiamanto das eleigoes
na provincia do Rio-Grande do Sol.
O nobre depnlado sabe qae, se a liberdade do
voto exige garantas de que nao se pode prescindir
para a verdade da eleigo, tara a guerr Umbem
suas necessidades imperiosas, a que forgoso at-
leoder.
Foi por Isso que no flm da legislatora passaoa
adoptoa-se ama lei adiapdo as eleigoes e restrra-
gindo o prazo da saspenso do recrutamento. Pre-
ciso era activar a remessa de torgas -, e, nao s> o
governo, ms timbea o corpo legislativo, corape-
oetrados de to urgente necessidade, fuerana pas-
sar a medida a qae aliado.
A neces:idade, pois, esta' reconbecida por ora
acto legislativo. ._ ..
Nao foi, porm, saBcieate a providencia tomada
a semelbateresperto. ,
U mallogro de Curapaity tornon indispensavel
redobrarem-se ainda os etorgos empregados para
a remessa de torgas mais numerosas. Foi preciso
concentrar as torgas nas,maos de um general que
dsse uoidade de aego ao eommando das rtm
activas, nniformidade as operages a '*[*
flscalisago a administrago e a tudo emflm quan-
to diz respelto ao servigo da guerra. ...hx.
Saitava eolio aos olhos qoe o Roraem la hado
para essa Imprtente mlsso era oHleatre marqnez
governo nao hesiten em nomear essa, BrasUel-
rodistiaeio (rau.tos poiados) a que a y ctona
fot sempre propicia, e sempre foi delta segaidc> on
jreceaMo/eanomeacio do marqwx de Caxias
f O. s L!l Duartk : Nem en conteatei; at
O Sr. Ministro da GoRRRA:-Este acto do mi-
nisterio foi ulvaz o anico qne merecen os loovores
do nobre deputalo; mas este acto nio podia dei-
xar de ser acompaahado de oalras mnitas provi-
dencias, que foram logo tomadas.
Tornou-se por isso indispensavel a organisagao
de nai 3* corpo de exercito na provincia do Rio-
Grande de-Sal.
O governo.qoe quera o flm, nio podia deixar
de qusrer os malos conducentes a esse flm, uraa
vez que nio tossm reprovados.
olter
loa
provincia. ___i
JoLouiidliocooselbo de estado, e de conior-
mldade cora o parecer llluslrado dos respe.iaveis
^embros d>qu|l [5^^ gwerqo
imperio coustoa ao i L
Impe'ador consente ra em honra daquella heroica provincia,
dos'. )
Emponeomals de dous roezes.am numero maior
de 5,000 TlioGrandenses tendo asna (reate o vtente
e denodado bario do Herv.il, transpnieram a (ron-
telra do Uroguaj. ,_
8oria possivel obter tao roagaifleo resnltado sa
as eleigss nao fossem adiadxPI IMfeiult do Rio
Grande do Sul T O nobre depuUdo nao podar di-
zor qoe sim.
Mas disse o nobre deputado : Ao mesmo tempo
que se adia a elegio do Rio Grande do Sul, pri-
vando-a de ter nesta casa seas legtimos represen-
tantes, proeedeo-so a elegio na provincia de Matlo
Grosso, qua se acnava militarisada.
Encado manitoMo do nobre depotado I Na pro-
vincia de Matlo-Grosso talvsz nao hoovesse en) ar-
mas 3,000 nomens da provincia -, o grosso das (or-
eas all existentesperteocia aexpadigao de Mnase
S. Panto.
Essa expedlgo oceupava ama exlremidade da
provincia, a qual cora o territorio invadido pelas
torgas inimigas comprehendla apenas 10 a SO elei-
tores.
Era justo qae nestas circumstanclas fosse a pro-
vincia inhibida de enviar a esta cmara seus repre-
sentantes T
Ha paridade entre as clrcnmstaneles de Matlo-
Grosso e as do Rio Grande do Sul T Anda appetlo
para o aobre depotado, o tenho > eoovlcgo de qne
S. Exc. nao ha de responder-me affirmativamente.
Mas dtzia o nobre depotado: c Ao passo que se
adiou a eleigio no Rio-Grande do Sal, toien-se as
eleigoes as demais provincias sob a presso das
designages o intervengao dos presidentes.
Sera para desojar qoe nio noovesse mais neees-
cidade das desigoacdes de guardas nacionaes para
o servigo da guerra, mas ellas eram iodlspensavels
para eacber os claros do nosso exercito, para ele-
va-lo a completo p de gnerra, afim de qae a desa-
fronta nacional nio fosse retardada por mais tem-
po, e entao, como disse, entre as garantas indls-
pensaveis para a liberdade da elelcao, alm da sos-
penso do recrutamento, nio se podia Incluir o
adiamento das designaedes. Entretanto, se nao in-
terrompeu-se o processo das designarlas para ob-
viar seus inconvenientes, nio attou o criterio e
prudencia dos administradores qae se achavio as
provincias.-..
ma Voz :De algons.
O Sb. Ministro da Gubbba :Ji nio i ponco os
nobres deputados da opposigo reconbecerem que
algnns presidentes obriram com prudencia e mo-
derago : en nio posso, nem lenbo.diraito ou pre-
lengo de conseguir qae os nobres deput.dos ve-
nbam louvar a poltica do governo e do seus dele-
gados.
Ua Sr. Deputado :Os fados fallara alio.
O Sr. Ministro da Guerra :Os tocios fallam
alto, mas o governo tem sido sempre irioraphanie
na discussao desses fados. Podem os nobres depota-
dos supor-se interpretes exclusivo? da opiniao publt-
ca,eisso nao oovidade. um meio de que soe ser-
vir-so toda aopposicio; masqnando suas allegacoes
nao asseniam sobre faetos, a moderacio e tal ou
qual imparclalidade nao a preside e se deixa ella
arrastar palo desejo de aggredir a todo o transe,
quando hostilisa, como tenho ouvido, por descargo
de consciencla, reconhecendo a ntilidade de uma
medida e todava declarando francamente ha de
volar contra, orna opposigo que assim procede,
nao se pode arrogar o direilo da se proclamar in-
terprete exclusiva da opinio publica ; faga-o mui-
to embora, um recurso de qoe nao poda provir
damno ao governo, nem grande beneficio a nobre
opposigo.
O nobre depnlado anda e referi a compra de
escravos a troco de apolices sem qoe-ra isso es-
tivesse o governo autorizado. A guerra, como dis-
se, tera suas necessidades indeclinaveis ; deixar
de satiifaze-la opporlnnamente lora asis que um
erro, que uma grave falla, serla um erlme. E,
pois, langando mo desu e de oniras medidas, su-
jeiumo-nos ao joizo do parlamento.
Taes medidas sao francamente trazida ao seio
da represenugo oaconal, e a olla pedmos a sua
approvago, que contamos nao ser negada. A se-
melhante respelto direi mais ao nobre deputado,
qua grandes donativos teem sido toitos ao governo
com a clausula especial de serem applicados a li-
bertagio de escravos para o servigo da guerra e
nao se poda dar a tae* donalivos mais humanita-
ria a mais til applicago.
B nao este um recurso novo, sem precedentes
na propna historia do nosso paix, qoe j delle tan-
gou mo na guerra da iudependencia, como ante-
riormente baviam feito oulros povos.
Ora, se os donalivos avuitados, que o patriotismo
dos nossos concidados tem posto a disposigao dn
governo para as urgencias do estado, tiverara esta
applicagSo, o que importa qoe o governo, autorisa-
do para emitlir apotiees, tenbn feito algnmas-
compras a iroco de apolices e outras a dinbeiroTl
J v a cmara que sem a menor procedencia e
a aecusagao oo antes a censura do nobre deputa-
do ; porquanto desde qoe os donativos sao leitos
com o lira expresso da libertagao de escravos para
a guerra, o govtrno em vez de dar dinhelro o rece-
be e emiiie apolices para o que este autorisado ;
reduz-se, porumo, a nada a censuva- do nobre de-
putado.
Passemos a outro ponto.
Disse o nobre deputado que o governo nao tem
enmprido o decreto de 7 de Janeiro da 1863, pois
qne os pobres voluntarios andam esmolando o ex-
ctamou :
c Nao sao raros os das, senbores, era que as
ras da ddade, ou as estradas das provincias,
nao se encontrem volntenos invlidos, invocando
a eaidade publica e esmolando o pao. w
Dlrei ao nobre deputado que se alguns invlidos
aado. esrodando, nao > por necessidade, pelo con-
trario illudm elles a vigilancia das autoridades,
que nao podem de maneira alguraa em tal consen-
tir. Ha um asylo, como nao ignora o nobre depu-
tado, onde sao recolhidos os invlidos, alli nao rhes
tolla alimnfagSo ahondante e saa fardaraento,
ronpa de invern e de verlo, n'uraa palavra, ludo
quanto necessitam esses benemritos da patria,
para os quaes o governo olba com a raaior solici-
lude, altendendo as suas qoeixas e reelamagoes :
eu convido ao nobre depuiado a dar um passeio
at os quartels da Armagao, onde se achara provi-
soriamente os invlidos da patria a. o nobre depu-
Udo convencerse-na qoa o- governo tem sido o
nuis desvelado em Ibes proporcionar todos os com-
modos, porque o governo so conda dos queso
inutilisaram no serweo a detexa da aossa pa-
,riExempl.flcando a falte de cumprimeoto do de-
ereto que creou voJunUfsos da pairja, disse, 0 no-
bre deputado qoe Manoel Joaquira de San Anua,
voluntario de Barbacena, fra relormadocom o
sido simples/como praga de pret de t* llnDa. Di-
rei ao nobre deputado qoe seguramente provalo
eacaoo de se lar declarado no termo de laspecgao
ser elle praga de liaba, engao que mnitas vezes
se da e tem aeootecldo.aias que apenas appareca
alguraa reclamago, deifaz-se, recUflca-se, expedin-
do-se novo titulo de reforma.
Mas vamos ao caso, ba tres individuos com
aqoelle mesmo nomo, qae forana reformados : Ma-
noel Joaquira de Sani'Auua, do 1* tutalhao de iu-
fantaria, reformado por decreto de 10 de novem-
bro de 1866 ; seguramente nio este o individuo
de que tratou o nobra deputado. ?
Ha tambem Maooel Joaqmm de San AQna, oo
batalhio de volunurios, e como tal .""f"?
om 8 de iunho de 1867 ; cerumnle nao si> trata
deste, que, alm de ter sido_ retormado cora o sol-
d dobrado de voluntario nao PrX uUlmamen-
talho, mas sim ao 5. e toi reformado ltimamen-
te, am jcnbo.
non, para
to-
vez
presidente)
A's U 3/i tolta a chamada veriQca
tente I tfiaS, tanto deste como da oulra ca
rSehlWn,In?i^^, se eralod^T, a organi- ^ 00 >UHU^
o tocio a que so refcre o nobre depatada nata-
.minie sedea cora o terceiro, Manoel J^aqalm
deSJAo.retor.aadoml* dn novembiodo
iSfiftcmo praga addida ao deposito; sem se de-
lar a qoe baalho pariene. Addidos ao depo-
5 to nao havendo gula, quando eltos nada decla-
rara e nio ba sdarecimeoloe hwidf, presome-se
sempre que sao pragas de liaba, e entio natural
oae se Ihw conceda a retornara o sold sim-
ple; mas togo qae aixpareoe qnatqner reclamagao
fondada, e chega ao oonheermeato do governo, nao
deixa d ser tramedlauraem altendlda.
>q ae-: *m-
.! .acias?
.eeic

f
Qukuaru-ha.)
-

^


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wtom laxe auq nqiq aapaafuq ao ai-boJ mo
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