Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11352


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Full Text
ANNO XLIII. NUMERO 195.
". i q**,.A J
'TERCA FEIRA 27 DE AGOSTO DE 1867.

'
P.4BA A C1PXT1L K LIGASES ONDE SE WAO PAA PSBXB.
Per lrMaMf4ifBtaM.4. $.............. 6(5000
PriaioM .i -.? .i ^ iS 124000
Por emano* Mea.. .; ,j ., .j ,j ..^ ..j ., .i..l 241000
Cahniagrt anisa .1 ,:....... if K,j 320
rABA 1W0 | fOBA DA PROVINCIA.
I I
81 I

&88NroV>8Il Hit S>I&BMHBt 75
4MS00
2W250
27O00

I.
IENCARREGADOS DA SUBSCRIPgAO.
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marqnesda Silva; Araeaty,
0 Sr. A. de Leraos Braga; Cear, o Sr. Joaqaim
1 os de Oliveira; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Altes 4 Filhes; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas.o Sr. Frannno Tavares da Costa;
Baha, o Sr. Jos Martins Al ves; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Ribeiro Gaspannbo.
i PARTIDA DOS ESTAPETAS. -
Oiinda, Cabo, Escada e estagoes da via frrea at
Agua Preta, todos os dias.
Igaarass e Goyaona as segundas e sextas feiras.
Santo Anto, Gravis., Bezerros, Bonito, Caroar,
AltiBbo, Garanhans, fiaique, S. Bento, Bom Con-
selho, Aguas Bellas e Tacaraiii, as tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pesqoejra,
Iagateira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Ourieury.Salgueiro e Ei, as quartas feiras I
jSerfnfcaem, Rio Pormoso, Tamandar, Una, Bar-
reiros, Agua Preta e Pineaieiras, as quintas
feiras.
'AUDIENCIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommereio: segundas e quintas.
Relaco : tercas e sbados as 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Jnlzo do eommereio : segundas as 11 horas.
Dito de orphos : tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do evei: tercas e sextas ao mel
da.
Segunda vara do elvel : quartas e sachados a
1 hora da tarde.
EPHBMERIDE8 DO HEZ DE AGOSTO
7 Qaarto cresc. as 4 h. e 17 m. da m.
15 La ebeia as 7 h. e 45 m. da m.
23 Quarto ming. as 6 i|2 b. da t, '
29 La nova a 10 b. e 13 m. da m.
DAS DA SEMANA.
2ti Segunda. S. Zeferino b. m., S. Constancia m.
27 Torga. S. Rufo m., S. Licerio m., S. Euthalla v.
28 Quarta. S. Agostioho b. e dolor, S. Pelagio m.
29 Quloja. S. Adoipho b., S. Sabina v. m.
30 Sexta. S. Rosa de Lima v. f. americana.
31 Sabbado. S. Raymundo Nonaato card.
1 Domingo. Nossa Senbora aa Penba.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 10 horas e 54 m. da manhaa.
Segunda as 11 horas 18Jminolos da tarde.
PARTIDA Dt3S VAPORES COsTEIROS.
Para o sul at Alagoas a 14 a 30; para o non*
at a Granja a 15 e 30 de cada mes; para Fer-
nando nos dias 14 dos metes Janeiro, marco, mal*
| julho, setembro e novembro.
PARTE OFFICIAL
cional, que m virtude de ordem minha destaca-
ran) a 26 dedezembrado anoo prximo pascado,
na povoacao de Podras de Fogo, a disposico do
respectivo subdelegado, segundo commonicon se a
Y. S. em offlcio de 13 do citado mez de deiembro.
N. 94o.Uito ao mesmo.Da contarmidade com
o que sollcitou o ebefe da reparticao das obras pu-
blicas ero offlcio de 17 do corrente. sob n. 93, aca-
bo de aatorisa-lo a coutratar com o arrematante da
obra da ponte dos Carvalbos, mediante as mesmas
condicBes do premitlvo contrato as novas obras
que se fazem precisas na predlta ponte em conse-
depois de el-
GOVEBXO DA PROVINCIA.
Expediente de dia 23 de abril de 1867.
3* seccao.
N. 935. Offlcio ao inspector da tbesousararia
de fazenda.Da conformdade cora o que soliciton
o ebefe da reparticao das obras publicas em offl-
cio de 16 do corrente, sob n. 92, recommendo a V.
S., que em vista da coota junta em duplcala, man-1 quenela das ruinas que appareceram
de pagar a Rufino Manuel da Cruz Cousseiro, a actuado aquella contrato, as qoaes constara do or-
quantia de 52187, a que tea direito por baver j camento junto por copia na importancia de 715} ;
executado os rncenos que em virtude de ordem o que declaro a V. S. para seu conbecimento e Bus
desta presidencia, raandon-se fazer no qoartel da
oledade, podendo este pagamento ser bll-xtuado
sob minha responsabilidad nos termos do decre-
to n. 2,884 do 1* de fevereiro de 1862, le para
elle nao houver crdito.
N. 936.Dito ao mesmo.Se nao houver incon-
veniente, mande V. 8. pagar em vista do pret jun-
to em duplicata, a que se re-ira o offlcio do cora-
mandante superior deste muuicipio. datado de hon-
tem e sob n. 214, os vencimentos relativos a pri-
meira quintana deste mez, os guardas naclonaes do
batalho de infamara aquartelados ne Hos-
picio.
N. 937.Dito ao jesmo.-Transmilte a V. S. os
ociosos prets em duplcala, que me rematen o
cammaodante superiorda da comarca de (linda,
com offlcio de 20 do corrate, atim de qne, se nao
rnuver inconveniente, mande pagar os vencimen-
tos durante os mezes de novembro do anno prji-
mo passado e Janeiro a merco dete anno.dos goar-u la villa,
das naclonaes destacados o fortaleza do PAo Ama- N 9i8.Dito ao ehefe di reparticao das obras
relio, e bm assim do corneta do 9* batalho de publicas.Autorlso V. S. de eonformidede com o
iofautana Joaquim Catato de Saat'Aona, relativos seo offlcio de 17 do crreme sob n. 96, a coatra-
convenientes.
N. 918.Dito ao mesmo. Annuindo ao qoe
solicitou o commandante superior da comarca do
Brejo, era offlcio de 7 do corrente, declaro a V. 3.
ero aditamenio ao meo de 22 de marco prximo
lindo, que os vencimentos de que trata este ulti-
mo offlcio sao relativos aos guardas nacionaes des-
tacados n'aqoella villa, durante o mez de fevereiro
deste anno, devem ser pagos a Jeronymo Pereira
Mirins ou a Evaristo da Cunta Azevedo.
N. 947.Dito ao mesmo.Ao negociante Manoel
Ribeiro de Carvalho, mand9 V. S. pagar sa nao
houver inconveniente e era vista das inclusas coa-
la em duplicata, qae para esse fita me remellen o
jiiiz de direito da comarca da Boa-vista com offl
ci dd 10 de marco ultimo, a quantla de 154,5200
rs. despendida durante os mezes de dezembro do
anno prximo passado a fevereiro prximo fiado,
com o sustento dos presos pobres da cades d'aqael-
ao mez de marco.
N. 938.Dito ao mesmo.Constando-me de avi-
so da reparticao da guerra de 2 do corrale, baver
sido nomeado por portarlas da mesaa data, com-
rnandantes do presidio de Fernando de Noronbe.o
lenente-coronel reformado do exereilo Sebastio
Antonio do Reg Barros, da fortaleza do Huraco,
o coronel do carpo de estedo-meier de seguida
classe Antonio Gomes Leal; ass'm o comannieo a
V. S. para seu eoahecimento direccao,
N. 939.Dito ao mesmo.Maae V. S. pagar ao
pbarmacenlico Manoel Alva* Uarroca, cobo pede
no incluso requerimeato documentado a qaaalia
de 232140, proveniente de medicamentos qa for-
n->ceu para o tratamenlo das preces destacadas na
comarca de Pao d'Alho, uoaa v*a qae cejara res-
ponsaveis os procos dados por elle a uee aedica-
roentos.
N. 940.Dito ao mesmo. Tndo-me o briga-
deiro Joaqaim Jos Goncalves Kontes, panicipado
baver assumido sala data o eterelcio do logar de
ommandante das armas desta p'ovucia, para o
qual foi nomeado por dcrlo da 9 deste mea ; as-
sim o commonico a V. S. para se coaheeimen-
to e flus conveaientss-
N. 941.Dito ao mesmo.Eipeca V. S. as suas
ordens, para que se n5o bouver inconvenieot*, e
em vista do piet junto era dnelicata a que se refe-
re o offlcio do commandante superior da comarca
de Oiinda, sejam pagos os vsucimeoio* relativo a
primeira qulnzena desta mz, dos guarda nacio-
uaes destacados na fort .lesa de Iiaaaraee.
N. 942.Dito ao inipector da tbesouraria pro-
vincial.Pode V. S.. conforme indiea em seu offl-
cio las sobras das cossigaa(o eterelcio prximo lido, a quantla de J:70OJ00
a qoe.segnado o certificado ieclasonae devolvo te
direito o arrematante da obra d cunto e quaronta
bragas correntes i* irada n. 18* lanco (empreza
Manede), visto achar-so esgolada a midta votada
pelo ^9 do art. 14 da lei do orcameoto vigente
para as obras daquella empreza, como se v do
predito offlcio, que ca assim respoudido.
N. 943.Dito ao mesmo.Pode V. S. de eon-
formidade com a sua inloroacao do 12 do corren
te, sob n. 161; mandar entregra adraiulslracao do
patrimonio do recolhiroentd de Oiinda, mediante
flinca idnea a quanlia da. 2:0005, votada pelo
5o do art. 14 da le do orgamunto vigente para as
obras daquelle relhimento.
N. 944.Dito ao mesmo.-Toaiando em conside-
l-aco o que expot o commandante superior da co-
marca de Goyaona em offl>:io de 18 de marco ulti-
mo, recommendo a V. S. a expedicSo das coove-
nien'es ordens, para que pela coilectoria daquella
-cidade, sejam pagos os vaocimentos vencidos e por
vencerem de um inferior e lo praess da guarda na
rinba, no vapor Cruzeiro do Sul que se espera
do norte ao piloto da armada Jos Maria Pestaa
Jnior, e bem assim para a corle ao grumete en-
gajado Joo Mariano Antonio.
i. 959.-Portarla.Os senbores agentes da
eompanbia Brasileira de paquetes, mandem dar
transporte para a curte por coota do ministerio da
guerra, no vapor Cruzeiro do Sul que se espera
do norte, ao liberto Bento Neves.
N. 9G0. Dita.Os Srs. agentes da compinhii
Brasileira de paquetes mandem dar transporte pa-
ra a cune, por coota do ministerio da guerra no
vapor Cruzeiro do Sul, que se espera do norte,
por coota do ministerio da guerra, ao Exra. briga-
dero Hennque de Beaarepaire Roban, sua senbo-
ra e dous Albos menores.
leos qae remelteram as cmaras municipios de
Barrelros, Salgueiro, Buique, Bom conseibo, Flo-
resta, Agua Preta, Flores, Ourlcury, logazeira, Vil-
la Bella e Cimbres com seos oficios de 11, 29 de
outubroe 12 de dezembro de 1866, 8, 10, 14, 22
de Janeiro, 18,19 de fevereiro e 14 de marco do
corrente anno.
N. 971.-Dito ao RvJ. Fr. Erlco de SanfAnna
Rique, provincial do convento do Carmo desta ci-
dade. Pela secretaria do governo se declara
ao Rvd. Fr. Erico de Sanl'Anna Rique, provincial
da ordem Carmelitana qoe existe na mesma secre-
taria para Ine ser entregue depois de pagar os res-
pectivos direilos, urna portarla remeltlda pela se-
cretaria de estado dos negocios do imperio em 8
do cortante, approvaodo ,o contrato de arrenda
Ripediente do secretario do gorerao do dia 23 de meato do engenho Ubaca, celebrado entre a ordem
Carmelitana desta provincia e o Dr.- Victoriano de
S e Albpquerque.
N. 972.-Dito ao Dr. Joao Diniz Ribeiro da Cu-
nba.Pela secretaria do governo secommunica ao
Sr. Dr. Joo Diniz Ribeiro da Cunha, que por por-
tarla desta data foi S. S. nomeado chefe da 2' sec-
cSo da secretaria dogoveroo.
N. 973.Dito ao Dr. Antonio Annes Jacome Pi-
res.Pela secretaria do goverao se eommanica ao
Sr. Dr. Amonio Annes Jacome Pires qne por par-
lara desta data foi S S. nomeado regeder do gym-
nasio provincial. **
tar cora o arrematante da obra da ponte dos Cir-
valhos, mediante as condiees do primittive con-
trato, as novas obras qoe se fazem precisas na
Kedita ponte, era cooseqneneia das ruinas qae
pareeraa depois de trl-etuido aqnelle contra-
to, as qnaes constara do orcameoto qoe aeompa-
nhou o eeu citado offlcio na Importancia de sete-
eeotos e quinte mil res.
N. 99.Dito ao mesmo. Concedo a aotori-
sacio que V. S. pedio em sen offlcio de 17 do tor-
rente sob n. 97, para mandar o conductor Flix
Ramos Leotier, servir ao 5 dislricto. -O que ibe
declaro em resposta ao citado offlcio.
4* scelo.
N. 950. Uito ao desembargador provedor da
santa casa da Misericordia. Concedo a autorisa-
eio que V. Eae. pede em sen offlcio de 16 do cor-
reate sob n. 6G3, para entregar a libio.' Joanna
do Espirito Santo, sua sobrlnha ducanda do col-
legio das orphaas, d nome Idaliaa da Lu Mag-
dalena.
N. 931.Dito ae director feral da iostraecao
publica. Respondendo ao seo offlcio de 17 do
crrante sob n. 152, tenho a dlier-lhe qne approve
e deliberaco qne Vmc. toaaou de suspender pelos
motivos deelarados em seu eltado offl to, o profes
sor publico de instrueco primaria da villa de
Agua-Preu Ivo Piato de Miranda.
N. 953.Dito ao mesuro.Deelaro a Vmc. em
respesta ao sea offleio de boie datado sob 183, une
Bca designado 0 professor Jos Nieaclo da Silva
para examinar no concurto a cadeira de latim, a
que se tem de proceder.
N. 933. iio ao mesmo. ?or portarla desta
dala nomeiei para o lugar de regedor do gymna-
Aatouio Annes Jacome
P.re, e para o de offlclal cbafe da 2' seceso da
secretaria do governo o baeharel Joiio Diniz Ri-
b.iro da Cuaba : o que a Vmc. commuuico para
seu coubecimeolo.
N. 9ui.-U.t-) aos aganiet da campanbia brasi-
leira o paquetes a vapor. Podem Vmcs. fazr
seguir para os portos do norie, o vapor Paran
auaauba a bora Indicada em seu offleio de hoje.
N. 955.Portara.O presidente da provincia
resolve nome/ir o baeharel Antonio Anaes Jacome
Pires para o lagar de rogador ao gymnasio pro-
vincial, e para o lugar de chefe da seccao da
secretaria do governo, o baeharel Joao Diniz Ri-
beiro da Cunha.
N. 956.Dita.O "presidente da provincia re-
solve nomear o bacbarel Aoreliano Pereira de
Carvalbo par i o lugar de secretario da iaslrucgo
publica.
N. 957.Dita.Os senbores agentes da eompa-
nbia brasileira de paquetes mandem dar trans-
porte para a Babia por coma do ministerio da ma-
FOLBjfflM
D. BRANCA DE LANZA
RECOaDigOBS# DA CORTE DE FELIPPE II
Romanee histrico original
Por E. Fejo de Mendoza.
PARTE I

abril de 1867.
1* secgao.
N. 961.Offlcio ao general commandante das
armas.S. Exc. o Sr. eonslheiro presidente da
provincia minda declarar a V. Exc, em resposta
ao sea offleio desta data sob o. 550 qae expedio a
eonvenieole ordem aos agentes da companhia Bra-
sileira de paquetes para darem transporte para a
corle no vapor Cruzeirt do Sul, ao liberto Bento
Neves.
2" secgao.
N. 962.Offleio ao commandante superior de
Goyaaoe.Neila data profidencipu-se para que
pela coilectoria desea cidade sejam pagos os venci-
mentos do destaeemento de Pedrs de Fogo.
O qae de ordem do Exra. Sr. eonslheiro presi-
dente da proviaeia, deelaro a V. S. em resposta ao
sen offlcio de 18 de margo al timo.
N. 863Uno ao mesmo.Ue ordem do Eira
Sr. eonelhiro presidente da provincia, declaro a
V. S. qae o hoae do eidado nomeado para alteres
da 1* eompaabia do batalho o. 15 de Itamb, por
portara de 11 do correle, Manoel Maria Freir
e nao Manoel Maia Freir como por engao se men-
eionou na relegio qae acompanboa o offleio do
mesmo Exm. Sr. dirigido a V. S. na citada data.
3* seccao.
N. 9 i.Offlcio ao ehefe da reparticao das obras
publicas.S. Exc. o Sr. presidente da provincia
meada deelarar a V. S. que i thesoararia de fa-
zenda autorlso* se nesta data a pagara Bufia j Ma-
noel da Crai Coasseiro a qaantia de 521187, cons-
tante do offlcio da 16 de correte sob a. 92, o qual
Oca assim respondido.
4* secgao.
N. 905.Offlcio ao 1* secretario de aseemblo*
lef islaiiva provincial.N. II.S. Bxe. o Sr. eon-
slheiro presidente da proviaeia manda transmitir
por eooia e V. S. para ser presente a asseabla
legislativa provincial, aira de ser tomado em con-
sideracio a iaclaea retaceo qne apresCntoo a ca-
mera paaieipal do Recite era 10 do corrente com
ergeaeaio para exereieio de 1867 a 1868 a
docaiaoatos qae o acoapaabaaa.
N. 966.-Bita ao me>mo.-N. 23 -De ordem de
S. Exc o ir. aoaselheiro presidente da provincia
transmiti a Y. S. para serem presentes a essem-
hla legislativa provincial os inclusos flancos da
receita a despaza dos axercicios de 1834 a 1855 e
1865 a 1866, com
e orgaeaeato para o ejercicio de 1867 a 1B68 qna
remouau a cmara municipal de Caruar coca of-
fleio lo l-de margo prximo Sudo.
N. 957.-Dit.ao mesaeo.N. 24.De ordem de
S. Eac o S*. coosaiaeiro presdeme da provincia
paso as esa j< de V. S, para ser presente a assem-
bla legislativa provincial o incluso balango do an-
uo tioaoc.-i.-o de 1865 a 1866, que remelteu a c-
mara maaicipal da villa do Pe do Albo cora offl-
cio de 26 de Janeiro ultimo.
N. 968.-UHO ao mesmo.N. 25.-S. Exc. e Sr.
eonslheiro presidente da provincia manda traos-
mittir a V. S. para serem presentes a assea bla
legislativa provincial as Indusas comas da receita
e despaza do exercicio de 1865 a 1866, que remet-
an a cmara municipal do Bonito com o seu rala-
torio e orgameoto para o exercicio de 1867 a 1868
por copia incluso-.
N. 969.Dlio eo-metmo.N. 26.De ordem de
S. Kic. o Sr. eonslheiro presidente da provincia
transmiti a V. S. para serem presentes a assem-
bla legislativa provincial es inclusos orcamentos
e coolas dos exercicios de 1865 a 1866 e 1866 a
1867 que remetteu a cmara municipal da villa da
Boa-vista com offlcio de 11 de Janeiro ultimo.
N. 970.Dito ao mesmo.N. 27.De ordam de
S. Eic. o Sr. eonslheiro presidente da provincia
traosxiito a V. S., para ser presente a asserabia
legisla iva provincial, oe inclusos orcamentos e bi-
PERN&MBUCO
REVISTA DIARIA-
Pela presidencia foi mandado por em arremata-
gao os raparos de qne carece o pavimento da ponte
de Santa Isabel, conforme o orgamento e clausulas
organisados pela repartigao das obrai publicas.
S. Exc. o Sr. presidente eoneedeu ao Sr. Ti-
bartino Pinto de Almella Jnior, o prato de 3 me-
tes para apresenteelo do tltato de partidor e conta-
dor do jaizo da Victoria a dispensado do lapso do
lempo decorrido, nma vez qae o nio tirara em lem-
po competente per ter seguido, pera a campanba do
Paraguay.
Esta.marcarlo o dia 2 de setembro prximo
para o concurso i vaga de amanaense existente na
secretaria do arsenal de mannha.
Foram transferidos para o servieo da reserva
es Srs. eapitao e Iteres do 4.* batalho da guarda
nacional 6tA: municipio do Reeife Jeao Vctor
Lieuihtere Manoel Romeo Correa de Araojo, por se
acharemqpcapazes do servieo activo.
Foi considerada ecm elleito a noaoeacSo de
alferes do corpo provisorio de policio feita no Sr.
LourengdjGencalves de Asevedo, visto coco sendo
e.te praca no 11.* corpo de volaatarios, ainda
d'elle nao obteve baixe.
Falleoea o lente- reformado deexerefto Gni-
Inerme dos Santos Sazes Cedet.
Falleca bontem i ama bora de larde, vic-
ios exercicios de 18o4 a 1H5 e im de onu confesiio pntraonsr. consecuencia de
as re.paclives coota., bem como urna indigesiao qae t.vera no correr do tratamenlo
de dous grandes temores, qae Ibe sobrevierera
ap am* erisipela, a os qnaes laaito rfo abarlos
a tres din snpnravam eopkwemenie ao Sr. Ignacio
Bento de (.oyla, redactor e proprbtario do peri-
dico Ordem, d'esta cidade.
O finado bailante coabscido em nosso joma-
lismo poltico, onde ha longos aaaos militou acti-
vamente; e coato a vida Iliteraria entre nos anda
enneza qaasi sempre a taita de recurso, ah deiza
elle urna familia namerosa eompoita de dezeeeis
Albos, desprovidos dos recursos da fortooa, bem qae
Ibe tenue dado desvelada educagio.
O seu cadver acha-se depositado na if reja ma-
triz desta freguezia de Santo Antonio,^ d'onde ser
hoje condozido pelas 9 horas d'amanbaa para o ce-
miterio publico, depois de serem Iba folios todos os
suffragios de corpo presente na mesma matriz.
(Nos, consignando a>;ui com tundo pezar o sen
passamento acompanhamos a sua ezcellenlissima
familia na dor qu9 a opprime por to justo motivo.
No sabbado encerron-se a 4." sesso judicla-
ria do jury desta capital, sendo julgada a Sr." Fi-
dencla de tal, aecusada pela morte do proprio ma-
rido ; a qual foi absolvida 4 falta de provas que
deterralnassem plenamente a autora que se Ibe al-
tribua.
Pela ultima vez val scena amanhaa o dra-
ma sacroOs milagros de Santo Antonioque tan-
tos applausos merece do nosso publico.

Rcdempco por amor
LIVRO I

O COHSARIO NEGRO.
(Gontiuuaco ( do p. 194.)
CAPITULO XIII. .

_ ... A P*rt*ta'
Ccmplelara-sft om mez qae Branca e o
Corsario s eniregavam s dofuras do sea
amor, e duraat^ejste lempo a formosa bes-
panbola qaasi qw conseguir transformar
completamente as idees do pirata. slni-i
Depois de o faer desistir do seu projec-
lado ataque contra aples, ede oobrigar.a
licenciar a maior parte da sua gente. Dio
pode conseguir que, esquecido o sea odio
ao re Felippe, ceuseotisse qae Joao partis-
se para Hespaoha afim de alcaocar o sea
perdo.
Em presenca dest idea, l-eroaado estre-
mecia de cbolera e iimUaa-se a dizer a
Branca, que d5o Ibe recordaese este ponto,
e qae se coatentasse com a sua promessa
de n5o tornar a boa til tsar o sea ioimigo.
A irmaa de Lanozt nao perdea por isto
*epernca de.alcaBcir a completa rehabj-
litacodo Corsario : maaonbecea quetal-
*ez multo tarde abiurasse do seo odio a
Felippe II, e para nao perder ai Tantagens
que ja conseguir, aconselhou o Consano a
que, visto n3o querer humUbar-se anta o
rei, enTistasse sob as ordens do duqoede
Guisa, e adquirase as suas fiteiras a posi-
cio social que ltw aluf para poder aspirar
sua m5o.
Feroanlo, osgo de amor e com u
Iluminada pelos raios di luz divina, acce-
deu, ainda que dolorosamente impressiona-
do, aos conselbos de Braoca, eesta se apres-
sou a escrever ama carta ao duqae de Guisa
sollicitando-lbe para o Corsario urna praga
nos seus valentes regimentos.
Ilenrique Ue Lorona de?ia alguns favores
ao pai de Branc, e nao teve inconveniente
em satisfazer ao pedido da joven, dando ao
Corsario um posto de eapitao na5 suas
guardas. A guerra centraos bagueootes
pelejava-se entao em Franca em toda a sua
forca, e o duque de Guisa, ebefe cabepa
do partido catbolico, necessilava de homens
de valor e genio, que o ajudassam na sua
empreza.
Entretanto, Jo3o de Lanuza, desgostoso
e sombrio sempre por se ver separado da
sua amada Constaaca, em cousa alguma in-
tetvinba nos projectos dos dous amantes,
pensando smente na sua joven promettida,
em seas pas e no seu querido paiz.
O Corsario acceitou o posto que por me-
diado de Branca se Ibe designava no exer-
cito francez, e conhecendo qae j compro-
meitido n2o poda demorar maito tempo
a sua partida, pareca que desejava aparar
todo o seu amor naqueles ltimos dias que
poda passar ao lado da sua amante.
Um dia, Branca e Fernando andavam pas-
seiando pelo jardm, felizes e ditosos, fal-
lando do seo amor e de- encantadores pro-
jectos para o futuro, quando um pagem Ibes
annunciou que D. Jo3o de tenaza desejava
fallar-Ibes inmediatamente, porque recebera
urna carta da sua familia. -
A bespanhola sssustoo-se sriaifrente e,
seguida do pirata, correu ao quarto de s
irm Este, paludo e abatido, estava sentado
n'um escabeNo. Tiuba ami carta na mSo-,
edvsua pbyiogomia revellaya, a" maior agi-
tcao.
Braoca aprox; moa-se anhelante e perturJ
bada:
BiMimii' Ta ianu' de qaem e tesa
carta ? qoe ato ? *MA\Vf ,t
Toma t-W.'rtp&i o joven com a
taaior angustia.
rt'iw! ttomoo a carta e leo :
Deus meu I que
cul-
Vo casar-me com o marquez de Velez.
Corre / vem salvar a tua
Constanca.
A leitura desla pequea carta cahio como
se fra um raio sobre os dous amantes;
mas Branca seotio arder no seu paito urna
santa citolera, e amarrotando o papel excla-
raou com energa:
Ab I que infamia
homem Antonio Prez
Suspeitas que soja Antonio o
pado ?
Pois quem, se nao elle, se atrevera a
lyranuisar Constanca ?
Tns razSo. E qne posso eu fazer
para a salvar ? exclamou Joio com amargo
desalent.
Branca e o Corsario se olharam : este
empalidecou e leveu a m5o ao peito; depois
aproximoo-se de Jo5o de Lanuza.
Maito bem, Ibe drise, que pensis fa-
zer em t3o terrivel transe ? Nio Cons-
tanca a vojsa promettida ? N5o a amis ?
nao vos ama 'ella ? n5o pensis correr a
defeade-la ?
E sois vos qoem'o dizeis ? exclamou
o joven ; que posso fazer ? N5o soa vosso
prrsloniro?
Estis livre desde este momento, res-
pondeu Fernando com voz sombra. Po-
dieis crer que vos retivesse aqui qaando
tanta falta fazeis em Hespaoba ? Dentro
de duas horas urna das minbas galeras es-
tar vossa disposico. Podereis ir-vos.
Ob quSo nobre sois I exclamou Jo5o,
estrellando ebrio de alegra as raaos do
pirata. J ate osqoecere a vossa nobre
condacta, e acreditai qae o mea maior pra-
zer ser devoliteMoa mate'tarde toda a fe-
licidade que neste momento me concteis.
__Sim, agradeoenm muito, repcou
Fernando com inexplicavel >peaa, agradecei-
me muito, porque nao sabis o horroroso sa-
crificio qoe fa(o par* vos servir.
Branca estremecen edetxou cahir osseos
braco ao longo do corpo, as nao jjode
prenunciar nem tuna patavra.
Part, pois, proseguto o< Corsario
Sabbado o tbeatro de Santa Isabel regorgiton de [ Jos Pranciseo, por crime de farto; a ordem do da
??I0^.Lelh.!ia_sUcOi apP'.'l!S0. ora? rU)Dtados Santo Antonio, Jos Fnneisco dos Res, para cor-
companha e com especialidade ao Sr. Peregrino,
qae se tem esmerado no desempenbo do papel de
frei Antonio, 4 ponto de ter conseguido galgar mais
um degro na escala da estima que Ibe nota o pu-
blico, qae freqaeata o nosso theasro.
O drama tem sido sempre desempenhado cabal-
mente pelo qoe, repetimos, tornase digno o em-
preiario de encomios.
Consta-nos qoe est em ensaios um novo
drama que deve Impretervelmente ser dado na
noite do dia da nossa emaneipacao poltica, no
seniDre memoravel dia 7 de setembro sob o titulo
de 1abura.
E' am drama histrico brasileiro, escrito por ara
nosso comprovinciano expressamente para esse
da.
O autor junta a' moita capacidade e intelligen-
cia nma modestia sem par e tanto mais apprecla-
vel qnanto faienda, hoje rara no mercado. As-
sim qae elle se oceulta sob a capa do anonymo,
na exibicao desse sea primeiro trabalho de litte-
ratnra dramtica, trabalbo qae ardentemente de
sejamos qae obtenba loaros igaaes aos que tem o
joven esenptor obtido na arena jornaiistlca.
Anciosos esperamos o dia 7 para darmos ara
bravo a' essajoia que vai enriquecer o nosso Ibea-
tro, e desde ja' damos am aperto de mao ao nosso
comprotinclao.
Procedente de Liverpool chegou hontem o
pequeo vapor mglez Cyrcne, qae se destina ao
transporte de passageiroi na cidade de Buenos
Ayres.
Foram lelos no dia 53 do corrente, na ma-
triz da freguezia de Santo Antonio, os seguintes
proclamas :
1.a dennnciaco.
Estevo Soares de Oliveira, com Romana Maria
dd Coneelcao, liberta.
Antonio Gomes do Naseimento, eom Joanna Mara
da Coneeicio.
Joaquim Jos do Naseimento, eom Oriponia Luiza
de Franca.
Manoel Olavo da Silva, com Isabel Maria da
Cooccicao.
receo; a ordem do de S. Jos, Lopes de Oliveira,
para correccao; a ordem do da Boa-Vista, bernar-
do Velbo Fidaigo, por ferlmentos.
- 55
A' ordem do subdelegado do Reeife, Victoria,
escrava de Vranna & Guimaraes, a requerimeaio
deste; a ordem do de Santo Antonio, Manoel, es-
cravo de Manoel Antonio Goncalves, a reqnerimen-
lo deste; a ordem do de S. Jos, Manoel Francisco
de Oliveira, para eorreccao.
O ebefe da 5a tacc&o,
1. G. de Mesquita.
Lotera. A que se acha a venda
a 35*, a beneficio da igreja de Nossa Se-
nbora da Conceico dos Militares, que corre
no sabbado 31.
Os jornaes ineilezes nos trouxeram ama des-
cripeo completa da revista naval offereclda ao
sullo em Spilbead.
Qaeodo se recebem hospedes, costurae mos-
trar ihes todo o qne se possue de mais bello. A
Inglaterra nao poda, pois, deixar de fazer mano-
trar oz seovisos de gaerra na presenca do po-
ischah.
Infelizmente, nessa occasio, assim como linha
snecedido durante a visita dos voluntarios belgas,
o clima da Graa-Bretanba reeason-se a coadjavar
os desejos das autoridades inglezas.
O peior de todo qoe os velbos marinbeiros sao
de opimo qae o almiraotado britanaico nao foi
saga?, e deu urna triste idea das qdalidades marti-
mas dos faacclonerios inglezes, escolbeado um tal
dia para a revlita naval de Spilbead.
Era, de feito, a poca do que se cbamam spnnj-
tidn on pocas de mares violentas, qae perturbara
qaasi sempre as aguas da Mancha. Alera disto,
coincidencia aggravante, coraecava a poca da laa
cheia.
O descuido imperdoavel do almlrantado iaglez
teve cooseqaencias facis de prever. Ao amanne-
cer, o primeiro signal icado ordenava aos navios
de alto bordo que nao levaotassem ferro e qne se
coaservassem formados em linba. As canbonel-
& Cesar Otloni, cora Mara Cleobloina f ^"&^*" Tl^' !?.!^'!
de Mello Lyra, viata de Joao Jos Pereira de
Lyra.
Antonio Gomes Porto, com Margarida Rosa de
Miranda.
5.a dennnciaco.
Manoel BelUto te Araojo Lima, com Josefa Mara
de Azevedo.
Manoel Ferrelra da Sil a Vianna, com Maria
Anna de Vaseoncellos Pinto.
3.a deoonciaco.
Pedro Peesoa Ve loso da Silva, com Rosa Candida
Jensen da Silva Albuquerque.
Manoel Jacqaes,c*m Antonia Gomes de Farias.
Vicente Ferreira da Conceico, viuvo de Maria
Severiena Lopes Lime, com Marcelina Joaquina de
Sonza.
Manoel Antonio do Naseimento, com Cosma
Damiana.
Passageiros da barca portugueza Gratvlio,
entrada de Lisboa : Antonio de Miranda, Jos Joe-
qoira Ijoaoij Sil. Porto, Valeillim VlOai, Atf-
tonio Ferreira Leal, J<** Moreira Rabeilo, Juan
Soeres y Bernardos.
Passageiros do biate Santa Rita, sabido para
o Araeaty i
Francisco Moreira de Carvelho, Maaoel Gomes
Freitas e Antonio Joaquim Goncalves.
Casa db dbtinco. Movimento da casa de
detencio do da 25 de agosto :
Exidiam (presos) 331, enlraram 3, sehiram 4,
exbtera 333. A saber: nacionaes 537, mnlheres
7 j estrangeiros -17, mulber 1; escravos 49, es*-
eraras 2 Tutal 333.
Alimentados a cela dos cofres provinciales
25.
Movimento da enfermarla da casa de detencio
do da 20 do corrente.
Tiverara alta :
Suerlno Gomes Coitinho.
Jos, escravo de Araorim i\ Ir sao.
Falleceu :
Antonio Jos dos Santos.
REPARTigAS da polica.Extracto das parles
dos dias 2 e 26 de agosto.
Fdram recolbidos casa de detenco no dia 2t
do corrente :
A' ordem do subdelegado do Reeife, Hermlno
deveis procurar torna-la dtosa... Sois no-
bre o n5o consentiris que se leve ao cabo
to raim perfidia. Correi... chama-vosa
vossa amante ; pede o auxilio do vosso bra-
co, sois cavalbeiro, e estou segaro de que
a sabereis defender... Sede feliz.
E sem esperar a resposta de Joo de La-
noza, passou a mo pela fronte, e com passo
precipitado, sabio da habitaco.
Ah I aquel le homem nobre c digno, v-
leme, sereno ante o perigo, severo nos seus
costumes, seeptico at eoto, sentio qoe
chegra o momento de separar-se de Bran-
ca, e nao quiz dar aos dous irraSos o es-
pectculo das suas lagrimas... porque aquello
homem chorou>
Joo e Branca flearam sos, aquello trans-
tornado de alegra porque era livre para
voar a soccorrer a sua amante, e esta, si-
lenciosa e lugobre, pallida de emocSo, con-
vulsa de pena.
-i- Minba pobre irma I lhe disse elle por
flm comprehenieodo a sua dr. Quanto sof-
fres por minha causa Esse homem cor-
tamente om modelo de fidalguia, e nao estra-
nho agora que o ames como o amas.
Isto tinha que succeder, responden a
hespanhola diligenciando conter as lagrimas,
qae ama aps outras lhe corriam pelas fa-
ces. O momento da separarlo era inevita-
vel. A carta de Constanza nao fez mais
que antecipa-la alguns dias... mas eu nao
sei porque me aflujo,., estiva resignada, e
agora, qoaodo chega o momento da sepa-
raco desanimo... faltam-me as forcas. e u
que tanto tenho padecido sem me qaeixar...
j o vs, choro agora como se fosse orna
creanca.
Ab t quanto amas esse homem I
__, sim, amo-o imito. mu
Depois destas palavras qae a joven pro-
ferio pausadamente, pretextoo que ia rai-
oir-se a Maria para preparar a viagp,m, e
retirou-se to seu qaarto.
All, sf sem testemonhas, der^ livre cur-
so sua.dr e priocipiou a chorar com a
SpiUiead e simular contra os fortes nm ataque qae
daroa alguns minntes.
ti ainda assim, estes pequeos navios nio pode-
ram manobrar de modo que evitassem qoaesquer
accidentes e salvassem de toda a mcala a gloria
nutica da Ioglaterra.
O yac'ir real Pwy abalrooa eom o Zuave, o
Hunter foi anejado sobre a cosa e caira canto-
neira eocalboa. Poderam ser salvos os marinbei-
ros que guarneciam estes navios, porm estes tero
de ser concertados as docas.
Esta revista, cojos preparativos ji tiabam casta-
do 50:000 soberanos, dea portento lagar a ama
despeza completamente perdida; e os desastres qae
sobrevierem bao de ter infallivelmenle augmentado
os gastos sem provelio alguno.
O sultao nozeri podido formar asa idea exacta
das qaalidades marilimas dos inglezes.
Um arlilnelro dos fortes que defeodem a eosla
foi orlo, e oatros deas foram (endos duran i a o
a!n}lltf *linla/lii J-o r-* nlinnP.irac pnnlra *e fnrlalA.
zas. F rijo que oe navios de alto bordo nem mesmo pode-
ram empavesar-se como em da de gala.
J descrevomos a primeira viagem aerea,
levada a eifsito em Pars pelo dlstldclo professor de
astronoma Camiile Fiamuarion. Outras viagens
scentiticas fez em seguida aquella sabio, cojos re-
latnos publicaremos, logo que isto nos for possl-
vel. Diremos, no entretanto, algumas palavras
acerca da ultima a-cn?n Flammarion, o qual, tendo partido de Pars na
balao imperial, n'am domingo a uoote, tomou trra
na Prussia, em Solmgen, no dia segainte pela ma-
nha. O aerosttico era dirigido por Eugenio
Godard, aereuuania do imperador.
Dorante esta tonga viagem Qzeram-se observa-
c5es importantes sobre a velocidade dos ventos em
alturas differentes, sob o estado das nuvens qne
produzem a chava, sobre o grau de humidade das
regioes aereas, sobre a baixa da temperatura, so-
bre a formaco das nuvens ao u; scer do sol e sobre
a electricidade atmospberlca.
Tendo partido as cinco horas e vlnte e doas mi-
nutos da tarde, o aerstato sabio em direccao ao
nordeste, airavessoa a Franca, passou a fronteira
em Rocroi, as onze e am quarto, segnio por algnns
momentos o cursi do rio Mese, para depois nave-
i
vontade de mover-se,'se o pirata se nao apre-
sentasse na su habitaco, to paludo, to
commovido como ella.
A hespauhola, vendo-o, nao pode conter-
se e deiton-se-lbe nos bracos chorando.
Branca, lhe disse o pirata aproximan-
do os seas labios pura fronte da joven,
Branca, a galera vos espera j... Vinde...
sede forte agora... Vamos separar-nos talvez
para sempre... Tenho podido deferir por
algum tempo este cruel instante, mas vosso
irmo faz falta a Hespaoha, e vos tendes que
o seguir. Amai-me muito... muito... como
agora... Esqecer-me-heis, Branca ?
Ah I exclamou a joven com a mais
cruel amargura. Por Deus vos peco que
me nao atormentis com as vossas duvidas.
Promett amar-vos sempre; e se vos cam-
prides tambem a vossa palavra, se vos tor-
nardes digno de mim, Branca de Lanuza
vos entrega desde este momento a sua mo.
Queris qae vo-lo jure ?
Ob nao, creio em vos como em Deas.,
acredito-vos, Branca, acredito-vos... Neste
instante sinto-me com forcas para vencer
todos os obstculos que se opponham nos-
sa unio. Seris minha esposa. Branca...
Eu tambem vos amarei sempre, e qoaodo
julgardes que soa digno de vos possuir,
quando poder dar-vos um nome nobre e
conhecido, correrei a vosso lado para que
coroeis a vossa santa obra, a nossa unio
bemdita. Tomai, dou-vos o nico dom qoe
perlenceua meu pai... Recebei-o, pois, como
se fra o annel de desposada.
E Ibe entregoo o annel que sempre tra-
tn ri rla/iA

maior amargura^
o Lorsirio, Urna hora este ve entrene soa dr, sem
art elalW.acWss* amante da ho/rivel se lerabrar mais ue ^ Femando, e assim
tyrannia de seo ir*. Se digna de vos, astarUper muito t^mpo, porqave perder a
Meoord ? I6fl^ii BDjjaiJ i
.ai'stn
ziano dedo.
A joven o beijou, collocou na m5o dire-
la, tomando o paobal que o Corsario tra-
.va cintura, cortn com elle urna das suas
fumosas trancas, e lb'a deu sem poder pro-
nunciar urna palavra que fosse.
Fernando collocou-a sobre o peito, e de-
pois de um momento de cont placo, em
qoe os olhos dos oos namorados se conf un-
diram n'um s, olhar, exclamou com infinita
amargara;
- Branca, s a morte pode j romper
nossos joramentos. Queira Deas que nao
seiais ama seganda Beatriz 1
E vos um Antonio Prez.
Que o co me mate antes, disse o
pirata.
Sim, que seja maldito o perjuro, ex-
clamou Branca.
Que assim seja,accrescentou o Corsario.
Depois destas palavras, Branca abandonou
as suas mos a Fernando, e este as reteve
por alguns segundos, estreitando-as contra
o sea peito n'um xtasi embriagador.
Nestes momentos de delirio em que duas
almas parecem confundir-se n'uma s, es-
quece-se o mundo como se esquece mate-
ria, e o tempo corre sem que se d por isso,
porque o tempo nao existe para as almas.
Na sua amorosa abstraeco, Branca e Fer-
nando ter iam permanecido sem selembra-
rem de cousa alguma, ulvez muitas horas,
quem o sabe ? mas despertou-os da sua con-
templacoa voz de Joo de Lanuza, qoe no
quarto immediato, dava algumas ordens a
Mara.
Aquella voz foi ouvida pelos dous aman-
tes, que estremecerara ; e Fernando, algu-
ma coasa mais tranquillo, disse a Branca,
ao mesmo tempo qae a porta do qaarto se
abria o Lanuza se apresentava entre os
urabraes:
Quando qozerdes escrever-me, urna
das minbas galeras estar continuamente no
porto de Cdiz ou de Barcelona para rece-
ber e trazer-me as voasas cartas; assim
como, se vos vrdes em algum perigo, eo-
viai-me o aonel que acabo de vos lia*'
da qae seja por cima de todos os oostaca-
los, correrei at vos. Ouns, BraD" T,p,n
- Stm, lhe respondeu a joven separn-
dole delle e reanindo-se com Unuza.
Pouco depois dirigiram-se prata, e em-
barcaran! na galera. _k--^ b*
Ento sonberam, com assombro, que se
aclavam na patria do Tasso, em Sorreoto.
Fernando subi tornoha do palacio, e
all permanecen triste e sombro, contem-
plando a galera qae levava a sua amante,
at que o navio desapparceu como se fra
urna gaivota, por detra* da linha ao sol do
horynl^*" **1!
#Yt/>. do livro primeiro.
gntmuar-uka.




i ;>gf>'"'-'*i<>gl *c ygMww^c- Terca feir tjjr c Agoata c
1867.

St miraba paralelta *e lia, deitape ireU,
as ctdades da Naaor L'ge, que eram lacis de
railflir por caneadasaa Muaioeao a gai.
ape* da atravesar a Blgica, o aerstato che-,
goa *s 3 horas e 10 minatos a vista de Aix-la-Cha-
peJIe, fall dirigise a Prossia.
Ad larfer de sol, o*Ko acharare na altara de-1 purea Banca ctnprio a palaVr"a"dadi."Nb deiod"1
2,t>50 metros. O thermometro marcara deas graos partir o euviado, exigiado a eoirega do* preseBUa
ceotigrado*. A almo*pbera iafefior tiaha-ae con- '
senado pora depois 4a aieia coate. Poneo a poa-
o forreara m aoven* we occnpavan ara espaco
de t&O aetrw, e qonoao tardaram a loterepter
Qoe Coaeroae variossb*m*rltannici7s se acba- dores eleito, aparados o declarados, a -queta
raro presos e em perigo de raorte, cumele o exercicio do quatciema aegoiot; m
Era Urde; o enTiado qotr sanie coa asa Ur- qae a existencia destes prejaiiqo*oe*reito altri-
l resposta, Mr. Rastm, pAde coa mallo eosto bai?6es aquelles e de sua respeeti* cmara,
faier-se admitiir jamo ao Imperador Tbeodoro. Es- Os entendidos qoe decidan ; atraate, eeneor-
te promettea repetidas mea soltar o n^o*lr^ rajan* para eselareeimeato da oaioiio,
completamente a villa da trra. O aerstato oa-
vegava enio por cima das vastas florestas da Ale-
coaoha. Altes da ma Doute o aeronautas ba-
viaa rido alcancada por osa trovoada, qae s
evitaran, sol parte, elevndose por cima das
noven?.
O Rbeno fui atravessadt as cine a hora e um
qoarto, a peqaeaa distaoela de Colonia. O* aireo-
nautas decldiram tomar trra antes qae comecasse
asopraro.venio, qae de.ordioario je levanta Ja
erra a tuseer do sol. (iracas ao alfjameoto do
lastro, effactaado can prudencia, a descida ope-
roo se, ea Inconveniente, ao departamento de
Dusseldorf.
Os pruislaaos manifestaran! algama sorpresa e
descouflaoca ao verem a bajdeira francesa trema-
lando sobro o barqalBbo. Todava a"" sorpresa
trausformoa se bem depressa n'ama verdadeira
fesia. Cbegaram guardas prusslaoos para prote-
ger o aeroostato. Organisaram-se ogos e outros
passatempos, e, segando canta a Gneta de Colonia,
bou re urna br libante kermesse durante o da
todo.
O aereostato flcou cheio de gas at a nou-
te. Flammarlon e Godard esperavam operar ama
sogbnda aseoslo continuar a saa viagem. Po-
rea um temporal lerrivel obrigoo-aa a adiarem o
sed projecto.
Da uin jorna.1 francez transcrevemos os se-
guales pormenores, relativamente a' pendencia,
qae anda dora, entre a Inglaterra e o imperador
da Abf sslnia:
t 0 imperador Tneodro, soberano da Abyssioia,
um principe mal temerario. Ousa affrontar, ba
qaatro aooo?, e poder da soberba Albioo, sem re
velar a minima desconflanca do perigo a qae se
ex'pSe. Esse vaso da arga tem luctado contra o
vaso de ferro com ama firmeza que seria heroica
se a sos orfgem nlo manifestaste ama ignorancia
completa dos resallados mentareis de um embate
Parecer.
O Urnpo, que dura o maniato deom deputado
da raiosu Victoriam reegate disfarcadoana* oral, me parteo mol clara o lermioaaUetnente
de por om liberdade o* captivos. "*do pela nossa coosWuicko pola mesma oa-
Do ten lado, lord Sunley, qoe com razao se toreza do syateaa constitucional repreaeaativo,
mostra desconfiado, qoer qoe se jato sollos o consol qoe nos rege.
a os outros subditos ingieres, ames de fazer a en- O poder i legislativo se acba conferido pelo
treg dos presentes. No entretanto, os pnsiooeiros art 13 da conUtuico a assombla geral, com a
sao arrastados de um para ontre local, ora alterna
dos o victimas de maos tratos, ora tratados com
ama certa brandara, segando o capricho oa a dls-
posicio do tyraono.
c Tal a posicao, e nao delxa de ser embarazo-
sa. O despotismo de um brbaro Africano ousa af-
frontar com xito ama das malores potencias da
Europa.
c Na loglaterra, a opioio publica reclama o li-
vrameoto dos captivos da Abyssioia; deve-se po-
rm temer que a primeira demoostracao hostil se
ja o signa) da saa morte. Ningaem p5e em davl-
da qae, com os recursos de qoe dispde a Iagla-
trra faca promptameote entrar na razo o impe-
rador Tbeodoro.
O desembarque as prafas do mar vermelho
de 10.000 soldados ingleses, habituados guerra
das Indias, facilitara a exptosao de numerosas
revoltas, o a queda de Tbeodoro nao tardarla a se-
brevir.
t A Inglaterra, sera ovida algama, ternaria pos-
se dos seos oaciooaes, morto oa vives ; erm se
acaso lhe fossem lio somante restituidos alguas
cadveres, aquelles que boje mais alto fallam a
respe.to das exigencias da honra oacional, seriara
es priaeiros a sustentar qae fdra preferivel neg
ciar o esperar.
< Este pequeo nomero de eabeeas paralysa o
braco do grande pora. E, como o imperador da
Abyssiaia nao ests no caso de compreheo lar esle
escrpulo, a besitacio da Inglaterra nao fas mais
do que conflraa-lo as suas raidos" illusos.
A Gra-Bretaoba v se cooslrangida a maoler
estrellas reUgoes com alguns potos relativamente
barbaros. Nao, pode impunemente deixar enfraque-
cer o sea prestigio. O seu imperio das ladias ba-
seia-se mais sobre a idea que se forma da sua (or-
ea do que sobre essa mesma torga. O progressos
serlo. A singular looganiauJade da aRlate-ra a a Rassia no Tarkestan, ja comecaram a ser com-
este respeite.-cojas causas nao poda comprensa- meaMos pe|a impreosa iadigena da lodia, qae os
der nm despota afncano,-tomoj-a como prova de Conidera como urna ameac dirigida ao podero da
fraqueza. Hoje que a paciencia' ebegou aos seus' Graa.Bre[aDQj *
limites, qoe a opimao publica dos iogiezes pede i A Arabia,*a Asia centra], a India ioleira ca-
tttisfaeio, e que parece estar inminente urna expe riaD, maravilhadas se os lngeies curvassem a ca-
dicao contra a Abys,inia, echamos que nao fora De?a peran,e 0 despotismo da Abyssioia. O chafes
de proposito loformarmos os nossos leitores das araD8S eandarian, aQmo vendo a impooidade de
cansas e do estado actual deste confuto desegoal. I Toeodoro
Coftaacomoreheodircomo-qoeompriBci-i Serla ^ mMmo possi,el qoe A(kn ,a38e
pe brbaro, aroeacado por todos os lados por sobdi- \ amea9ada. Diminuira consideravelmeme a ioBuen-
us rebeldes, pode conservar impunemente presos, cia iagl6li no Egypt0 e na Turqaia, e isto succe-
ba quatro aoo.s, um enviado, nm cnsul e ama1 deria na preenca d* Franca, qV dezena de ootros sublilos Ingleses, sem que as s,onio de suez/Esia posicao nao pode eonvlr a
os presentes tenham po- iagiaierra ; todavia, o sea governo anda hesita.

blandicias, as promessas,
dido conseguir a saa IlDerdade, e sem que o go-
verno ioglez baja empregado a forca para librta-
les. Isto tanto mais para estranhar por qonnto
o civit romaAtts sum, ama inr jcago a que a In-
glaterra de ordinario nio faz onvidos de mercidor,
todas as veses qoe algum dos seas Albos, com oa
sem razio, a pronuncia.
i Para se explicar com clareza o procedimento
do Imperador Tbeodoro, preciso recordar faetos
e aggravos qae dtum de mallos anaos. Fol no
anno de 18i8 qae se estabeleceram pela vez pri-
meira, e de um modo regolar, relacoes offlclaes
entre o Reino Unido e a Abyssiaia.
t Ale ento a anareoia permanente em que ja-
lla o paiz tinba obstado a ste successo importan-
te. Porm, nessa poca, foi estabeleeido om con-
sulado inglez em Hassooab, e o seu primelro mu-
lar fei Mr. Plowdeo.
a Rs-Ali reliara na Abyssioia.
c Pomo depert?, Ras-Ali foi desthronado por sen
genro To*odoro, o actual imperador.
< Mr. Plowdeo perlencia a' antiga raca de
agentes brilannieos, que de bom grado se lotro-
tneltiam na poltica interna de todos os paites em
qae se aenavam, e que, em proveiio da Influencia
do sea pas, aoxiliavam o partido qae Ibes pareca
dever ser mais faoravel aos interesses britannicos.
Declaroo-se ardeote partidario do novo imperador,
defendendo-o cootra lodos em geral, e contra os
Egypcios em particular, que eram seus visiobos e
oataraes inlmgos. Do sea lado, Toeodoro mos-
trou-se grato, e quando no fin de cinco annos o
cnsul Plowdeo foi assassinado por um ebefe indi
gena o imperador abyssiniano vingou-o fazendo
omi borrvel mortandade na trtba do assasstno.
Assim que se da' ama prova de amisade oa
Ahyssinii
Foi oo.meado o capltao Cameron para sobsti-
tuir Mr. Plcwden oa qualidade de cnsul em Has-
sonab. Cbogou era oatobro de 1862 a' corte de
Tbeodoro e fol recebido com todas as honras da
estylo. Os senlfraeotos do imperador para com a
Inglaterra eram ento *xcellentes. Mas as antigs
trailles do Foreion Office ja haviam sido abando-
nados. As instrncedes dadas por lord Russell ao
capitao Gameron recommendavam-lfae qae se abs-
livesse de toda a ingerencia nos negocios Internos
da Abyssinia, qoe se limitasse a observar < os
acooteclmeotos qoe podessem produtir ama mu- 2
danca qoaiquer oa posse do litoral ou d/is provin-
cias do interior, que vigiasse o trafico da escrava-
tora e qae prestarse os seas bons offlcios para aca-
bar amlgavelmente os conflictos qoe podessem sur
gir entre os ebefes indgenas >.
Isto ficava multo aquem do caloroso apoio da-
do por Mr. Plowdeo o imperio, e o autcrata afri-
cano devera' talvez ser descnlpa lo por nao haver
compreheadido logo as vaotageos do systema de
oeotralidade.
O imperador Theosoro, assim como o sea po
vo, "/hrlsto ; e, poeto que o sea cbristiaaismo
deixe muite a desejar, b'm esqaecea esta mxima
ao Kvangeloo : t Todo aquello que oo a mea
favor meu inimigo ; ora o consol Camoroo re-
osava-se absolutamente a promelter-lbe-o apoio da
iaglaterra contra o Egypto.
O odio do soberaao abyssioiaBO -cootra o
Egypto intenso.
Apeiar do seo titule .de imperador, lie oao
igoora qoe o sea fisiono, -com a cathegoria mais
modesta de viee-rei, mutto mais poderoso do qoe
elle ; e julga se talvez com algama raiio
ameacado por este visinbo.
Aantipatbta de raea e de religlo ajanta-se
tambera om odwque podema chamar-so geogra-
pbico. Eotre a levadas regi&es da Abyasiala e o
mar, esteoe-se orna estrella Mega de terreao ba-
oiUdo per oiffereates tribus qae vivem sob l pro-
teccao do governo ogypcio. Baeta qae lancemos a
redor e \ae recordemos a historia da
< Fol expedido om oltimatam ao imperador
Tbeodoro, o ja vimos que aotes da soa rtsposla,
lord Derby declaroo oa cmara dos lords que elle
mesmo oao respoaderia s ioterpellacoes qae Iba
faziam.
c E' provavel que a laglatsrra declare a guerra
i Abyssiaia, se o ultimtum fr regeitado. >
|j
I 3
I : l
o
>
o
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1 1 si J 9> l i 1 00 Masculino. f'i
1 1 21 M m I 00 o | Feminino. to
i to | -*- . M 1 Masculino. i Vi i a Q H
* m m i. * Feminino.
a> .1 - A ^j Masculino. I M Cf o > O H
1 l 1 1 i A 1 Feminino.
^ I Masculino.
Feminino.
sj lj'LIb CO 1 CO 1 QO 1 ~ 1 bi Masculino, f g
1 co o 00 Feminino. 1
M | TOTAL.
51
i
o
11
a
aanecao do Imperador, e a assembla geral, na
forma do art. 14, coajp5e-se de daas amaras:
a dos depotados e a dos senadores. E, sMdo a
assembla geral om dos represeotaates da oaclo,
art. 11, a saa existeocia permanente e sem la-
lerrupoio, embora o exercicio de saas'fnc^Ses
teoha lotermitteocias. O senado, pela viulicieda-
de de seos membros, se refax locessaotemente,
prehencheodo-se o sea oumero a' proporcao que
os senadores vio falleceodo; ea cmara dos de-
putados, pela natareta de sna temporariedade, se
val soccadeodo de qaatro em qaatro anuos sem
quebra de saa cootioadade, pois qae ao exercicio
de urna cmara, que coastiiue urna legislatura,
segue-se immediatameote e sem ioterrapeo dessa
contlnoidade o exerdclo dajjamaraqoe Ihesuc-
cede.
O systema s admita ama excepcao a essa
mesma continuidade, e guando a salvaco do es-
lado exige a^issolBcio da cmara,art. $> I s>
caso em qae expressameote exigida a ecvocagao
de outra inmediatamente; pois a mterrupcao oo
mandato, que da' o carcter de representante,
ora caso excepcional s admissivel quando isso
exigido pela salvacio do estado.
t Assim. qoando o art. 17 da eonstituicSo dlc :
Cada legislatura dorara' ntiairo annoj, o cada
sesso annual quatro mezes fica tuteodido, qoe
as legislaturas se succedem urnas s outras, sem
iolerrnpsao do carcter de representante qoe per-
teoce a ambas as cmaras, carcter qoe oio I
prejudicado no lotervallo que decorre de ama a
outra sesso annual.

iritfrdizer que o papel de Gabriel oi bem;1
foi pwfeitamente desempeohado.
Apiadimos de corado o trabalho da Sra.
D. Falco. Os Srs. Lisboa, Teixeira- e Santa
Jtotay souberara desempeDhar os saos pa-
pis.
A comedia Os Cabellos de Minta Malber,
foi ainda esta vez bem executada. A Sra.
D. Falco, e aos Srs. Lisboa, Teixekra e Pere-
grioo, cabem as honras do bello desempe-
nho dessa comedia.
Concluiremos pedindo ao disocto Sr.
Coimbra a repeticao dos Milagros de Santo
Antonio ; esperamos qae S. S. comprira a
promessa que na noite de 24 nos fez, e
muitas outras peseoas.
M. P.
GOMMEBCIO.
rrassiae da Austria para avaliaraog quao impa-
'Sral ^" soberano qo coblca am
, f0*60 MI*** bavia-se Mocado entre o
emperador Tbeodoro e* mar, a a,(ag;ierra roco-
-aJLa".S9 apola-lo as suas pretoacbes contra o!
*gypto.' A ee aggravo juoion-se dVhi a poaeo
oatro mais justificade.
o m~ ^^f ** cPef**-<"e lamern m 4dlV
<8fi!S2,r--T', ADVERTENCIA.
Na totalidade dos doeotes existem 209, sendo 113
horneas e 96 mulheres.
Foram visitadas as enfermaras estes das :
As 7, 7, 8, 7, 7, 7 1|Z, pelo Dr. Ramos.
A's 10 l|2,i0, 11, 11, 8 1|2,10,11, pelo Dr. Sar-
ment.
Fallecern):
Anna Joaqooa dos Prazeres, tubrculos pulmo-
nares.
Anglica Mara da Conceico, gastrite.
Francisco Gardoso de Queiroz, tubrculos palmo-
nares.
Antonio do Carmo, dilataco da aorta.
Mara oa Paixio, bepMite.
Manoel Jos da Silva, liepatte ebronica.
Publicacoes a pedido
Ha 30 diasque acba-se de cama o Sr. Ignacio
Beato de Leyla, em eooseqoencia de orna erisi-
pela, que foi soccedida de om vasto tumor oa co-
xa o oatro na perita, sendo qae ambos depois de
longos sofifnmeatos foram profundameote abenas
abittort ao dia 23 do crreme. A ules de toes en-
eoromodos pbisicos dea-so o.fracasso de ter desa-
bado qoasi toda a o&cada do sobrado em qoe ae-
ra o mesmo seobor oa roa da Praia e em cojo ao-
dar superior,liaba a typograpbia. Pelo que Oca
asss explicado o motivo da falta de comprimeato
de deyeres laborea os ao peridico de qoe elle pw-
prletario, com a falta de sua correspondencia-pata
o exterior.
- !,,.,flJ.lwl ---------
Na poesa qae publicamos em nosso
earta soffreu
uecTd/nTsecr^rrd^
dor^faeodare vio cesto llnelo
la. O* ezeo ver! Neste comeos, Mr. Coanron
maita de-
^a^ PPr aou at.M*de..oex.
S***. "Voaderam a ella. 6 tope^
numero de sabbado, du-se o segointe erro.
Na segunda quadra, onde l-sesentethdoce
praier amtno gogo, lea-se ameno gos*
T"
<|aetio jiirldlea
-
No intervallo das soss5js uao cessa no depata-
do o carcter de represeolaute da oacao, seodo qae
o art. 33 da constliolgio acautela para qoe nao
seja empregado fora oo imperio, oa va exercer o
seu mprego, quaodo isso o impossibilite a reunir-
se no lempo da coavocaeo ordinaria oo extraor-
dinaria ; o e art. 101 | 2. confere ao poder mode-
rador a attribulco de convocar a assembla geral
extraordinariamente nos ina/toi das sess5es,
quaodo assim o pede o bem do estado.
< Os iotervallos das estoes oSo podera deixar
de ssr i. o que decorre da 1.a a 2." sesso aonoal;
2. o que decorre da 2.* a.3 sesso annual ; 3.* o
que decorre da 3." a 4." sesso aoooal j e 4. o qae
decorre da i. sesso annual at a 1." sesso an-
nual da nova legislatura. E por conseguate o
encerrameolo da 4." sesso aooual nao importa a
cessago do carcter de represeotaote, o qaal con-
tta al o Urmo a legislatura.
A con-iiiuicao. sempre presidente, raarcon
no art. 18 o dia 3 de malo de cada aooo para as
sessdes imperlaes de abertura. E, pois, salvas
quaesquer emergencias praticas, o dia 3 de maio,
em que deve abrirse a legislatura, tambem o
termo do iolervallo docorido da ultima sesso do
eocerrameoto para a legislatura anucedent >.
< Dorante esse inlervallo a cmara, cojos po-
dares vo terminar na abertura da legislatura se-
guale, a que deve sor coavocada, oo s- paa as
sessoss extraordinarias de qoe MU otilada art.
101 l 2a, como para a do que trata o art. 47 (*,
combinado com os arts. 27, 23 e 29 do Acto Audi-
cin il.
Saria absurdo admilir-se, que com o encerr-
melo da ultima sesso aooual de orna legisla-
tura ac terminada e linda a mesma legislatura, o
que Importara dizer qae, ao inlervallo decornde
daquelte eocerrameoto at a abertura da cmara
notamente eleita, (Icaria o paiz sem assembla-
geral, sem poder legislativo; o que contrario
ae systema que dos rege, e s admissivel oo caso
xcepciooal de dissolu^o.
Seguodo o qae acaba de ser ponderado, o depu-
tado que faz parte de ama legislatura manl#m in-
disputavelmeole o seu carcter de presentante oo
ultimo inlervallo das sessdes aoooaes, perteocente
a essa legislatura; iolervallo qu<-, segoado a lettra
da coaMiaico, flada-se oo da-3 de maio segaiote
ao do ultimo eocerrameoto, qoe quaodo deve
fuocciopar a aova legblaiura. At eolio de*e
elle maoter illosos os privilegios deque a coostilni-
(o o cereou para garantir a'elle o carcter de re
preseotaate da naco.
E, por cooseguiote, se algama accasago pe-
sar sobre o deputado, no intervalo a que oos refe-
rimos, o processo oao pode deixar de seguir os tar-
aos marcados pela coosliluiijo.
Pode ser pronunciado; mas oem pode ser pre-
so sem ordem da respectiva cmara; aera pode
asm pode cootioaar o processo sem deciso da
ffl'Sioa ; oem pode ser julgado seoo pelo se-
nado. Art. 27, 28 e 47, $ do Coost.
t As expressdes do an. 27durante a sua di-
futaco. e as do art. 47 j durhnte o periodo
da legislatura me parecem por demais termi-
nantes oo sentido de ompreheoderem o ultimo
iolervallo dacorrido da ultima sesso annual at a
abertura da legislatura segointe.
A palavra respectiva com relago a' c-
mara tem referencia ao senado, se o accasado fr
seoador, ou a' cmara dos depotados, se o aeco-
sado fr depotado, e oo a' cmara tal represeo-
tada pela mesma legislatura, a que perteocia o de-
potado.
< Quando em 1857 se aventn oo senado a
quesiao da competencia deste para o jolvameoto
do brigadelre sfaooel Joaquim Pinto Pacca,aque a
esse tempo oio era mais depotado, hoave dver-
geoeja de opai>s acerca da interpretado da ul-
tima parte do \ 1* do art. 47 ; o parecer da malo
ra da commi.-sao de coaslitoico susieulou a in-
competencia do senado, porque a esse tempo o dito
Paeca nao era mais depotado, e o Sr. visconda de
Abael, dando pareer em apartado, sust-otou
pelo contrario a competencia, vista que o delicio
acensado fera praticado oo perodo da legislatura.
O parecer do Sr. viscoode de Ahaet lo apuro-
vado pelo sanado em sesso de 16 de juuho do re'
ferido anno de 1857.
Assim, de conormidade com o que fica pon-
derado, afllrmo as seguia.es proeosicoes :
1 O periodo de ama legislatura comeca re-
gularmente com a abertura da sua primeira ses-
so annual, e fiada coa a abertura da primeira
sasso annual da legislatura segaiote, a qaal deve
ier logar ao dia 3 de maio do respectivo anno ;
ou aotes tormioa no dia 3 de maip em qae deve
ter lugar a abertura da primeira .sesso annual da
legislatura seguiote, seodo nue qoalquor demora
ou adiameoio do dia dessa abertura corre por
coota da ora legislatura, aao da anterior qae
se deve considerar fiada.
> 2* QuaJqoer processo qae leona de ser loteo-
lado contra o depotado por dolido, qoe se diga
praticado deatro desee -periodo^ alo da compe-
tencia dos tnbuoaes ordinarios.
< 3*. Se a cmara dos deputados jolgar qae
deve cootioaar
tente para julgar o depotado, embora este i
oo seja ao lempo do Jalgamento.
Este o mea parecer, qae submeltoa' cen
jura. Recife, 3 de joobo dt 1867.
Dr. Antonio Vicente do faumento Ftitosa
(0b Mercantil.)
PRAfA DO RECIFE So Di AGCSTO
DE 1867.
As 3 X beras da tarde.
fSabbado 24 do corrate)
Algodo de Macelo i* son 3f000 por arroba
posto a bordo.
Sllvetra.
Presdanle.
Macedo,
.. Secretarlo.,
Cala Ollal 4o banco do Brasil
em Per Bambuco, aos 26 de Ju-
Iho de 1869.
De ordem da directora se faz seleote aos Srs.
accionistas, que o thesooreiro esta' aotorisado -
pagar o 27* dividendo das acedes do banco do Bra
sil, inscriptas n'esta eaixa, a' razio de 12000.
O goarda-livros
Igoao Nones Correa,
Arithmetica, geometra
mensoes;
Algebra at Deseaba linear e de aquareila. -
Para escrevantes
Liogua nacional, caligrapbia e arithme-
tica.
Secretaria das obras publicas 22 de agos-
te de 4867.
O secretario,
__________Feliciano Rodrigues da Silva.
De orada do Illa. Sr. Inspector da alfaodsga
e taz publico que oa da M do corrate, a' porta
esta repartleae, a' ama hora da tardo, ora' leva-
M bjiu publica, livre do dlreiios, ama pipa com
ejeool puro cooteado canto o trinla o oito caadas,
*oa de Barceloaa ao oavio bespanhel Tortollos,
avahado a 3*100 rs. a cacada.
Alfandefa de Pernamboee, M de agosto de
loo/.
a duas e tres di-J Os segutates;
Acido exalico
O escriptorano,
Euiychio Moodia Postana.
ALPANDEGA.
Readimeoto do dala 24........
dem do dia 16.,..............

Velones eotrados com (azendas...
< gneros....
Volames sabidos coa lateadas...
< i m foooros....
464:871*670
18:886*597
483:757*667
234
141
-----375
243
385
-----628
Descarregam hoje 27 de ag isto.
E-ouna hollandaza/ Vernusmercadorias.
Vapor inglez-Amaznnmercadorias.
l'aticb) nacional Jnboitao idem.
Patacho nacional^empar charque.
Brigae austracoGeoseppina Francisca farinha
de trigo.
IaspertaeSo.
Brigue Spray, entrado de Terra Nova,
consignado a J. Paler & C, manifestoo o
seguinte:
2,097 barricas bacalho : aos mesmos.
- Barca fraceza Preftt tron, eotrado de
CardiT, consigoada a Tisset Frere, manifes-
t u o sega inte:
459 toneladas de carvo de pedra; as mes-
mos.
Sumaca hospanhoU/Tfi't'aa, entrada
de Barcelona, consignada a Kabe Schmet-
tau de C, manifestou o seguinte:
152 pipas, 8 meias, 150 barra de quinto
e 90 decimos violto tinto e branco, 6 caixas
papel para cigarros, 100 ditas azulejos, 3
ditas guras de barro, 1 dita choculate, 1
dita papel de imprimir, 5 ditas bolacbincba,
1 dita fio para pescar, 3 surres ignoro; ao
capitao do mesmo.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERA8S.
fteodiraeoio <4o dia i a 24....... 26:212*047
dem dodia26.................. 3:243a378
29:455*423
a**Mo*>* aa>
GONSULADO PROVINCIAL
Reodimeato do da la 24....... 38:259*661
Ideado dia 26................ 2:976*000


41:235*661
-
^MOYIMEIITO DO PORTO
- De ordem do llim. Sr. i o-pretor da alfaodega,
se fu publico, .qae no da 28 do correte mez, ao
meio da o a porta doata rapartiooo, serio levados
a basta publica, livra de direilos, does saceos coa-
tejado pregos de cobre, pesando duiealas o viote
libras, avaliadoa a qoinbeotos reis a libra, appre-
neadldos polo sargooto da eompanhla dos guardas
Amerlco Vespucio de Hollanda Chacom a Manoel
Espindola de Meod.-nga.
',%AM*t&1 de Pernambuco, 26 do agosto de
1867.
O eseriatarario,
Eotythio Mondiro Pesua.
De ordem do Ilion. Sr. iospector da alaodega,
se faz publico qae oo da 28 do correte, ao meio
dia,e a porta desta repartigaq, serio levados a hasta
publica, livre do direilos, trala o sois calidas com
aflee de golaba, pesando 157 libras, valor da libra
320 rs. o 6 espaaadores oa penacho-, valor de om
4*, appreheodidospelo guarda Boto de Sonza Mi-
ra, ao capitao da polaca hespanhola Venlurita.
Alfaodega de Pernambuco, 26 de agosto de 1867.
O escriturario,
,___________Eotyehio Mondio Pestaoa.
De ordem do Illm. Sr. iospector da alfaode-
"ga, s faz poblico qoe,achaodo-se as mercadorias
comidas nos voiunes abaixo mencionados, oo ca*o
de serem arrematadas para consumo, oos termos
do capitulo 6* do titulo 3 do regolameoto de 19 da
setembro de 1860, os seas doaos oa consignatarios
devero despchalos oo praco de trila das sob
peaa de fiado elle, serem vendidas por soa coala,
sem que Ibes fique competilo allegar cootra os
effeitos delta venda.
Arinazens o. 1 i 3.
2 caixas com pannos e chitas os. 31 e 32, marca
triangulo S, viadas do li .vre oa barca fraoceza
Santo Andr, entradas em 5 de fevereiro dests ao-
oo, a P. Souvage.
1 calza com lecidos a. 8,837, marca E A B 4 C,
vioda do Havre oa barca fraoceza Santo Andr,
entrada em 5 de fevereiro deste anuo, a E. A. Bie-
ber & C.
1 eaixa com tecidos o. 4, marca C H, viada do
Havre oa barca fraoceza Sonto Andr, entrada em
5 de fevereiro desta aooo, a ordem.
1 ombralbo coa amostras o. 7, marca W, viu-
do de Hamburgo ao brigue oollaadez Oreon, en-
trado em 6 de fevereiro deste aooo, a D. P. Wild.
20 fardos com tecidos os. 8862 a 8S61, 8871,
8875 a 8878. 8861, 8865 a 8870,8872 a 8874, 8879
e 8880, marca E A B 4 C, ladea do Havre oa
barca fraoceza Sanio Andr, estrado; em 6 e 7 de
fevereiro deste aooo, a E. A Burle & C.
2 caixas com paooos e chitas os. 39 e 37, mar-
ca triaBgolo S, viadas do Havre oa barca francesa
S-jno Andr, entradas em 7 e 8 de fevereiro deste
aneo, a F. Souvage.
2 fardos o ama eaixa com lecidos os. 198, 199
e 203, marea AD4i; vodos do Havre oa barca
franceza Santo Andr, eotrados em 8 de fevereiro
deste anno, a F.Soovage.
3 canas com paooos e chitas as. 33, 36 e 38,
marca triangulo S, viodas do Havre aa barca frao-
ceza Santo Andr, entradas em 9 de fevereiro des-
te aooo, a t>\ Souvage.
1 fardo cera tecidos o. 197, marca A D. C, viodo
do Havre oa barca fraoceza Sanio Andr, entrado
em 9 de fevereiro deste aooo, a S. Sauvage.
1 embrulho sem marca, letreiro Phips B. & C,
vlodo de Liverpool oa barca iopleza Adelphot. en-
trado em 11 de fevereiro deste aooo. Nio consta.
Na sala da abertura.
1 gio com garrafas pretas os. 46, marca H I A.
2 barns com chumbo de muoicao, sem numero
e sem marca.
2 ditos com garrafas ceoteodo cerveja.
1 possa de caxemira infestada de cor.
Alfaodega de Peroambaao, 26 de agosto de 1867.
O escriptorario,
Ealycbo Moadim Pestaa.



Vacos entrados no dia 26.
Lisboa 33 dasBarca portagueza Grattiao, de
2-l tooeladas, capitao Antonio Pereira Borges
Pestaoa, equipagem 12, carga viaho o outros
geoeros ; a Manoel Ignacio de Oliveira A Fi I no.
Liverpool28 das, vapor inglez Syrene, de 94 to-
neladas, capitao A. G. Hirlock, equipagem 11,
em lastro; a Jobosioo Pater di C Veio rece-
ber carvo e segu para Buenos-Ayres.
Observacoes.
Nao boove sabida.
Suspenden do lamaro para o Rio de Janeiro a
barca inglesa Memphu, c^piao Oven, com a mes-
ma carga que treuxe de Trieste.
EDITAES.
A cmara moolcipal desta cidade tendo de
contratar a obra de sea paco, faz publico qoe o
plano des se edificio acba-se exposto em saa secre-
taria por espaco de ISdias, onde pode ser flami-
nado por aquelles qoe prateoderem concorrer a
arremauco, fiado o qaal sera' aoooocado o dia
em que deve ir a praca semelbaote obra, sob a
bale de 160:000* ja o&Veeida por toda a Obra de-
corada o prometa,ananaeliado-se tambem as eoo-
dicoes do contrato e sea. pagamento : aquelles que
preteaderem licuar oeesa arremauco devarao
muoir-se de flanea idnea que a garanta, sem o
qae nao podero ser admittidos.
Paco da cmara municipal do Recife 14 de
agosto de 1867.Luiz Jos Pereira Simoe.s, pro-
presideote.Francisco Canuto da Boa-viagem, se-
cretario.
easoa-
igaavaa
Hroo reesbeu
seogoveroo para ablr da c>rte o r.
gmssarao^oa posto, a Maesoaab. Coaflrmavami
.fonasusoeiaidoiiraBao, o qaal aejiersnad.o
'2SSf.i. ^Li?W2-P ""^ c"":fia foi t
IMS-
I .Um alssiooario, Mr. itero, qae lioha pabli
-dada, om hvro de viageoa, ea qoe ie ai orinara
i'f'TfOT^iS iWPf'.W da mi d*,*aporador,
e iipna oasaJo rfbvjdar Mti.rik?'srflo Cmelmente casffgao; dpoi
carreaade aVwros. -.-! f .
' Ootr ajiisieaario, Mr. RoswithaJ, liaba sido
preso como aojplice do Stora. i .
JS1*-," W4#ido, a*&:mDaaas-
ra uoieaaaala accasado de lor ofcreci-
'HpfiStit'IEt^li* laatoaaeeuya re-i
L^ISu*" Presente a Imagem ffa.
J^" edawtori do yodos.
ro sabio dot
Theatro de Santo IsabeL
Assistimos na noite de 24 do correte, a
daado logar em assas eolumo'as r-epreseotacao dos Milagres de Santo Anto-
t, ur. Feiioaa, qoe idra dado eobre ajo, pela companliia do Sr. Cwmbra.
FalUriamos um dever se nao viessemos
Jorre*
da oo era
* A can
. Qoaado se discute oos rcalos aais importantes
da proviocia a qoesUo da competencia do tribunal
da tehelo para tomar coabeeimeoto do crime,
em qae foi .pronunciado o Sr. Dr. chefe de polica,
jolgamog socorrer para eselarecioieote da opi
niao publlea
ao parecer c
^^t^lg.da.
Siafa-'^^^^o^l^m^ P** Prensa ao. arli^.daaael-
- oBTfl^oei\flf^flmeu/a*,,, de awordocoa.la ownaotiM todo o aprego que nos mere-
wtceaido a oatras victi- ;li0*^ 8 weiteaooamacjonaJ en-, cera1 pnliAdewwpenbQ, 4aqflU4r*m lio
*"!r*!'?**? M-9M"* opor f i^iffliimto&imtofaiiFK todo eUes.
caio diaoowlBtenidit, parecer enaltse-1 SoiBOS J)Wm Wlhai...-jBiHJ OOgOCioe de
ma?a?aif^daSaA^oa^ ^f,M lhMtro' ^ PO -TOft^SdlTSieS orpr^ne8 leffi! dc "ar, m 08 m\*mO*,M *,Q .0
ra j mas aiadaestaobjeoeo em nada alterara *r" Germano, quando 4esmpeobou o papel
as dodcfsJs do parecer; porque o reciaheci-j de frei Antonio, n5o foram nanea tapinere-
?M ^"*! p **"**? ?"CB "n: cid<>* Qmo a qoe nos arraocou o 9r.-Pere-
Vcane^TV^ToV.^ ,A >Ko,*a -jjB.^did,
to.pos, ifloT /eSara Bio^l^^^^^^MU^nim'w^miM^
marcada para coto^o o exercicio de suas foncJ n.wo aadlenaiAjearfdadij eia aBdicacao oea eateodeie qae a cmara anterior qoem, orOv** Saraflca, JterioIiaaiB-Sa aa*Smblaote
Pode-a aebar aa slmile no qoe acontece eea
as amtru.nwiaptes, cajoa memb o, iea4o si-
da reconhadidoe e declarados, s entrara e_"n eaer-
{cfo, cessaodo os pJres_da cmara anterior, no
rena,;! et>a-naa>wA "moos aa k- eio, coasaoao os poopres da cmara anterior no ~X"lr'^"" -"^ wVT"
de iW^oSalowBatate^V^w'ro !solio por aonco tlmpo'v*-q>iba 9 #rBaWroBfomt4oairU^ortieaieIwejc,0 de jet} aaafcienlo. e mea./COW difjjceis, melindrosas' esmo.. o -nos
Eeparti^ao da? obras publicas
De ordem do Sr. engenbeiro, "chefe inte-
rino da reparticSo das obras publicas, se faz
juTgar0 rSS&A.MSSr e^eTo P^coqne o concurso.para preenebimento
das vagas de conductor tera lagar no dia
26 de setembro prximo viodoaro, no pa-
lacio da presidencia, e o de praticantes e
escreventes no dia 27 do mesmo mez.
Os concurrentes sero argidos as mate-
rias de qae tratam o Sf 1 2. e 3. do
art. 10 do regulamento de 31 de julho de
1866, e que vio abaixo declaradas.
Os ro^uerimentos para iascripco dos can-
didatos devero ser apresentados at o dia23,
a poderlo ser instruidos com qaaesquer do-
cumentos oa ti (oos floten tifios, qae abonem
capacidade dos mesmos candidatos.
Secretaria das obras publicas de agosto
da 4867.
O secrairio,
Feliciano Rodrigiies da SU va.
I Materias do. oanouraB para awnductores,
praticantes e eseraveotes da repjrtico das
obraa publicas. n< #'
Pana eoBduelor
Matbematicas eiementares.;
Algebra al equaedet do 2. grao ;
Trigonometra;
. EJosaoato de geometra analtica e des-
criptirel; da astronoma da arcaatesum e
de resistencia da maieriaes.
Coobeciaaoto perfeito dos instrumentos
grapbicos e do trabajaos de rarellamento
piatas;
Daseobo linear de aqoarella.
Para praticaotes
Lingaa nacional e fraoceza ;
FeliCitamo-ii? e damos-lho o aparto de
mao oa,uarln,;oadaiirador.
A Sra. D, Falco, *rabalbou bem, aa papel
. *
De ordem do Illm. -Sr. inspector se faz pu-
blico, que a' porta desta repartico, oo dia 27 do
corrento ao meio dia, se ba de arrematar, livres
de direilos, o segointe :
Armazem n. 1.
i eaixa da marea H S & C, o. 1, cooteodo 2 li-
bras de msica em broebura, avahadas a 1*000 a
libra.
i eaixa de marca S de tesouras para costaras, polidas al seis polega-
das, a 45 a dazia.
10 daziat de caivetes para peonas com cabo
de osso, de daas laminas, a 1600 rs. a dona.
2 dozias de caivetes para peonas com cabo de
osse, de qaatro laminas, a 3* a dozia.
1 embroibo n. 16|3t, marca B G, contendo
amostras de fazenda em retalbo, sem valor.
i embrujho a. 291, marea J A C oo Adamson
H & C, cntendu amo-tras de fazenda em retalbo,
sem valor,
i caita o. 6 da marca S B, comeado 19 libras
liquidas de cha preto, a l300 a libra.
i embrolho n 2!0, letreiro J Gasnley, cooteo-
do amostras de fazeodas em retalbo. sem "valor.
1 embrulho o. 2, letreiro S T Basfos, com amos-
tras do fatandi em retalhos, sem valor.
1 eaixa o. 5964. marea P L & F T, cooteodo 3
rotes com (iota para escrever, pesando 12 libras
iiqaidas, valor da libra 100 rs.
i eaixa o. $965, marea P L 4 F T, contendo 3
chapeos de .'aa eo.re-Qaog, valar de l*oOO, o di-
versas fazeodas em retalho sem vaEor.
4 embmlhos n. 2, 5, 112 e 302 /i, marcas
P, T D, T e B L, contendo amostras de fazeodas
em embrolaos sea valor.
1 embrulbo sem oumeroletreiro, cooteodo
om masso de joroaes, sem valor.
1 embrolho o, 504Irtreiro, coBteodo 1 Hvro
com capa de papelao forrado da cooro, pesaado t
libras, valor da libra 1*500.
1 embroibo sem numero, marea Payo, con-
tenda 1 litro coa capa de papelao forrado de cou-
ro, pesaado i libras, valor da libra 1*500.
{Ajmazea a. 5.
1 embrulbo o. 551, marca letreiro Caroeiro 4-
Nogueira, conloado amostras de (aseada ea re-
talbo sem valor-
1 eaixa sem numero, marca letreiroAdolpbo
Pago, cooteodo 2 caldee de casimira Una, valor
de-ama 6*.
i colelos de case mira, valor de na 5*.
1 farda comprjda de paono Bao para offleial de
marinha, valor 50*.
2 dragonas, valor 20*.
1 sineie de raadelra sem valor.
1 frasco pequeoocom tinta, sem valor.
1 calxa n. 597, marea letreiro D Clak, contendo
tres llvrosfmpressos com capa de papeto forrados
de cooro pesando <3 libra*, valer da libra res
4*500.
1 eaixa a. 583, aare J P P, contendo chapas
de estanho abenas a buril, pesando 6 libras valor
da libra 668 rs.
1 miz? a. 503, aerea -letreiro W G Heag, con-
tendo 3 camisas, do abjoda coa peilos epaobos de
Uaho floae, valer,de urna 2*
2 calcas de casemira entrefinas, valor de ama
6*000.
1 sobreeosaea de paooo nao ioglei. valer 20*.
2 paletolS de paooo, valor do um 10*.
1 eaixa av 241, marea C P, cooteodo impressot
avulsos, pesando 16 libras, valor da libra 1*.
1 embrulbo a. 543, marca letreiro P Agares,
cooteodo aa livro em brochara, sem valor. <
Araazem n. 6.
1 caica o. 409, marca P H, contendo 16 irascos
de licor de qaiaa a laroebe, pesando 41 libras, va-
ltr da libra 1*, valor total da avaliafSe 375*a72.
A' ifaodega de Pernambuco, 24 de agoste de 1867.
Oesorptprario,
Eotycblo Moodin Pestaa.
tima onca.
Acirato de bombos-ama onra.
Agua destilada-de flor detaranga duas
libras.
Agaa de Rabelama libra.
Agurdente de canaqaatro garrafas.
Agua vegete mineralojaatru garrafas.
Alecrimama libra.
Alfazemaduas libras.
Assucar candidourna arroba.
Assucar refinadourna libra.
Assafetido seis oncas.
Balsamo de Arceosurna libra.
Balsamo catliolicodaas libras.
Balsamo opodeldoch doze vidros.
Balsamo tranquilloduas libras. \
Canellaqaatro onfas.
Carobadoas libras.
Catourna libra.
Geoleio espigadoduas oncas.
Ceroto simplesqaatro libras.
Ceroto de Saturnodaas libras.
Creosoto alcroformisadoqoatro vidros.
Electuario de seneduas liaras.
Emplasto de adlesivoseis oncas.
Em plasto de jad tas gommadoseisonca s.
Emplsio de cicuthaoito oncas.
Emplasto visicatoriourna libra.
Ergatinourna libra.
Eoxofre sublimadoama libra.
Espramac leama libra.
Escencia de teribentiaardaas libras.
Encerado indezquatrooncas.
Especus diareticasama libra.
Estrato de alcassusseis oncas.
Dito gomoso de opiodoas oitavas.
Flores de sabugueirourna libra.
F ores peitoraesurna libra.
Fios-quatro libras.
Gomma arbicameia libra.
Herva-doce quatro oncas.
Incensduas libras.
(odureto de potaniourna libra.
Iodarelo de enxofreseis onc^s.
Hormes mineralama onca.
Le Roy porganteseis garraias.
Le Roy vomitorioseis garrafas.
Licol arsnica 1 de Ferrierqaatro oitavas.
Licol de Var Srrcterqaatro oncas.
Licol anodouro de Haffnarama onca.
Limalha de ferro proplrisadooito ongas.
Macellaurna libras.
Linbaca em graoquatro libras.
Manteiga de antemonioduas oncas.
Mel rosadourna libra.
Moslarda em graoquatro libras.
Mercurio doceurna onca.
Nitrato de prata fundidodoas oncas.
Nosmoscadaqaatro oncas.
Oioescencial de alfazemaquatro oitavas.
Oleo vermfugodoze vidros.
Oleo de amendoas docesdaas libras.
Oleo de recioduas garrafas.
Opiomeia onr;a.
Pastilbas deSaotonninodoze vidros.
Piluias ferruginosas de Valetdeseceis vi-
dros.
Pilulas de odureto de ferro de Blancard
deseceis vidros.
Pedra amemeia onca.
Perchlorureto de ferrourna onga.
Pomada alvissimadaas libras.
Pos de Oonerduas oitavas.
Pos de Joannesquatro oitavas.
Raiz de altbeaduas libras.
Rozas rubrasuna libra.
Sulfato de sodase;s libras.
Sulfato de magnesiaseis libras.
Sulfato de cobreurna ODQa.
Tancagemurna libra.
Tiliaurna libra.
Tintura de acafroduas oncas.
Tintura de Belladonaduas oncas.
Tintura de cartoriourna onga.
Tintura de catourna onca.
Uugueoto de carobaurna libra.
Vinho brancodoze garrafas.
Xarope de ioduretj de ferrooito libras.
Xarope de epecaconhaseis libras.
Dito peitoral inglezseis garrafas.
Dito de cnecoria compostodaas garrafas.
Dito diacodiourna libra.
Dito de salsa parrilhaseis garrafas.
Dito de talseis garrafas.
Umguento branco urna libra.
As pessoas que quizerem vender ditos ar-
tigos apreseniem suas propostas na sala do
conselho s 11 horas do dia 27 do corrente..
Consejo de compras do arsenal de guer-
ra 21 de agosto de 1867.=Jos Mara II-
delfonco Jcome da Verga Pessoa e Mello.
O abaixo assignado iancador da rece-
bedoria de rendas internas geraes faz pu-
blico que no dia ti do (crreme, vai proce-
der ao lancamento do bairro do Recife dos
impostos sobre lojas, casas commerciaes e
outras de diver.-as classe denominacoes para
o ejercicio de 1807 a 1868, e previne aos
Srs. iuquilinos que oeste acto a presentera
os recibos, contractos ou arreodamentos
como determina o art. 37 e seus do de-
creto n. 2,551 de i7 de mreo de 1860 co-
mecjdo as seguinles ras: ca-s da Aifan-
dega, Largo da dita, arco da ConceicSo,
Cadeia, Cruz, Lingneta, Torres, beco do
Abreu, ra do Trapiche, Praga do Commer-
cio, Vigario, travessa da dita, ra do En-
cantamento, Cacimba, Madre de Deus, tra-
vessa da mesma, Burgos, Codorniz, Lapa,
Moeda, Amorim, largo da Assembla e ra
do Costa.
Recebedoria de Pernambuco 26 de agosto
de 1867.
Jos Theodoro de Senna.
bSCLABACtJES.
O cortselhft'deooMnpra* do Arsenal
Guerra precita comprar.
de
Oonselho de compras do ar-
senal de guerra
Precisa o conselho de eoaaprae do arsenal
da guerra compr >r >2 00 alqaeires de fa-O-
rinba de mandioca em i saecds de- S alqnei-
res oda ama, 12hmasdaoffendersrtidas.
urna tarracba de-espingardeiro, cbpas de
cobre e meia arroba de ac para mollas.
As pessoas qoe nverem e quiaerera ven-
der taes objectos apresen tem suas propostas
na sala dae sesaoes do mesmo ndia 47 do
andante s 11. horas do dia, e quera os ven-
dar deve te-Ios promptoa''para aerero/Teteet-
trdos na primeira oppdrtuoidade para o pre-
sidio de Femando, deveodo os mesmos se-
rem de muito boa qualidade.
Arsenal de i>Bem de Parnambaco 2 do
agosto de 1867.
Jos Marialldefenso J.da V. PessoaeMello,
Coronel director.
laapec?io o araeaal de-- ma-
rlaha.
le ordem do Illm. Sr. Bspeewr fa^d'^bllco
oueaodrl eeietfMiobto prximo vlndoOro lera'
lagar nbstaiosoeflcao ocoocurso ja'.atmaoeiad
para e prasasbimeaio da. vagt do um. dos aou
naeoses da secretaria.
Iaspeccio do arseoal de ffirinha d Petaniba-
co 2* de agosto de t$J,
l O secretario,
A'-ewaire Bodriiaes dos Aoios.
v
L
*


aaM4IMMI
mm
>
- Xer?a Irfm d* Af 0# 1*7^, ?<|
6b.mil
agosto
Pela adra ntlracto do crrelo desia cidade se
fax BuMfed^ja tan Vtrtnde da celebrad pelos .ovemos brasileiro e Iraocet, st*
rao expedida malas para Earopa o da 30 do
crranle pelo vapor franca* Gyenme.
As cartas sero renwbidas at 1 hars otes da
que for nrweada-'pari a Safifda do'vapor, e os jof-
naes at 2 horasnaflte*.'
Admlotrac>o docarreiode Pernambueo ti de
IostraV.tt67.'?'v
O sdraimstrador,
__j Domintos d4'Pjasos-illrHda._
No dia t doorroni9, tapois d* Inda a"a-
duncra do Sr. Dr. jaii de pat do 2J di.tricto da
Bja-rnta, s* ha de arrematar a a porta Ja sua-
resideocia no Corredor do Bispo as 4 horas da
(arde os obieclos seuaiotes : 0 cadtiras de ama-
relio n-valor de I8J00O, Orna marqoMs drroa-
delra eogieo por 104030, loma mesa redonda de
amaren por 15000, ama mesa de pos ictnlados;
por 68009, uta par de lanternas coto ps de me-
tal por 14000, cojos osos foram penborados *
Francisca Luciana do Re(o Gali>to, por execacao
de Antoaio Constantino Montewo.__________
Pente ojntzo municipal do termo de Olin-
da se Ira de arrematar por venda no da 31' do
crreme, pelas 10 horas da nunbi*, i porta da
casa das audiencias, por ser a oliima praet,- os
bens setai ites: 00 sobrado de am dar por
1:6004000, duas casas terreas por 1:5004000 cada
ama, e outra dita cora sotao por 2:0004000, todas
sitas 00 piteo de S. Pedro Apostlo da. mssma el-
dade, e ama ostra mais tambera terna, sita na roa
das Calcadas da cidade do Reeife por 2:5GO40OO,
perteoeeotes ditas bens ao polio deoaadceoe
go Jjo Bautista de Mbuqusrque, teado j sido po-
blicado por este jornal o respectivo edita'.
T imam parte as Sra-. D. Falca, D. Jesoina, e res de bollas para senhora, I dita com 430 pares
os Srs. Lisboa, Teiscira Pereerreo. __ de sapatos sonidos, 5 ditas cooleado 140 dans
Comecari* as t horas
AVISOS MARTIMOS
I II f
-'
de muroqtras a loeactae com 140 arrobas 20
libras de algodso en rama. reeothMas oo trtptebe
r /Ifandea Ve ondtfodera' ver pretlaaaMlte
examinadas, assla como do armazem ou casa de
deposito, a roa da (tontala Velba l
COMPANHIA BRASILEIRA
_____ DE
PAQUETES A YAPG
E esperado dos por tos do norte
at o dia 27 de agosto o vapor
Paran, commandante o capitao
de fragata Santa Barbara, o qnal
__ *epofs da demora do costme se-
guir para os pnrtos do sal.
Recebem-ie desde ja passageiroa e "engaja se a
carga qae o vapor Doder condoxir a qaal devora*
ser embarcada no diide saa ebegada, encommen-
das e dinatfro a Irete at dia da sabida as 2
horas. Prevme-se aos 5rs. passageiroa qae suas
passagens-t se recebara nesta agencia roa da
Crnz n. 57, escriptorio de Antonio Laix de Ollvei.
ra Aievedo & G.
rmmit tmmwm
DE
ffavegaeat eesteira por vapor.
Parahiba, Natal, Maco, Aracaty, Cear e
Acarara'.
Segoe no dia 30 do correa-
te pelas 5 boras da tarde um
Jos vapores desia eempanhia.
" Recebe carga at o dia 2,
pasfagWro, eacommeoda. e-
dinhetro a frete at as 3 ho-
ras da t irde do da da sabida : escriptorio no
Forte do Malos n. 1.
as 10 horas da manhaa no bam conhecido 1 #
lean qae fra da casa coramercial da referid
massa, a* roa da Crns do Becife.
C I i.
ItMIIUkS
De Ivuga tm continuacdQ.
Hoje as 10 oras era pinto, por nter venci di
agente Pioto, aa loja da roa do Livraarento n. 6
LEU
De 10 pipas f m viuho 4a Flgueira. Recite; 26 de agosto de ISG7.
Quarta-feira 28 do correte.
O agente Pestaca fara'ieilio por coala a risco
de quera pertencer de 10pipas com vinbo Piguei-
ra as qnaes serie vendidas em um on mais lotes
no dia cima mnetoaado as 11 horas de raaaha
no trapiche do Cuaba no Fort do Mato.
Para a Batiia
.a-secora os seas consignatarios Antonio Loiz de
Oliveira Atevedo & C, no sea escriptorio, roa t
rjm o. 1.
3. dividendo da massa talu-
da de Jimoriin, Ergoso
Santos G
Os admioiatradares pagann o 3 divideo- Pretende segplr cjm maita brevldate a vellelr
do a razo de 3 | tdOS os dias das f t lio- sumaca nacional Horencia, tem parte de sea car-
ras da manhaa a i da tarde, at o dia 28 rte' ff^9^0 p^p. P o/^ ftefa
correte, do escriptorio da rna do Vigario
o. 13, e rogara aos Srs. credores o especial
favor de virem receber nao soroente o pre-
sente rateto, como tambera as qaaotias, que
anda estSo por pagar do IJ e 2.* dividen-
dos. DaqueMe dia em diaote, os pavimen-
tos someote serio feitos as quartas-feiras a
igual hora, e os Srs. credores devem appre-
sentar seas ttulos para serem aNerbados.
Pernambaco 23 d agosto de 1867.
Os administradores,
Jos Jeronymo Monteirrv :
Justioo Jos de Souza Campos.
De movis usados t noves, de ama
bonita horra c u barro.
Pejo agente Slartins no armatem da ra do Im-
perador n. 16r*a 11 horas do dia. <
Qutrta fra M do correte.
K.EIL.AO
llSlltot ArcheollglC GetSrephe ..-* J1 25> occasiaoda sabida damlssa
p-.-.f^-.... ^ r dM "ate- horas, na Ir do Corpo Santo, trocoa
^eraaBDOeait se nm cbapo prelo de eabeea, a pessoa com qoeto
; Haver seslo ordinaria quinta-feira, 29 J n s troca qaerendo desrazella pode dlri-
d* (jrrente agosto, pelas 11 hora* da ma- !M? *ra> erm 57-
ORDKM DO BU
da 17 do correte, qoe Ib'o mande entregar c
elitnos, pareceres e mais trabalhOS de sera gratifleado, pagando-ee o mesmo que poderia
COmoiissoes : har por elle, e promelte-le gnardar segredo, pols
Lelura de urna Memorii sobre o esUbe- s# st <* "8 CT110. In '*<" P'-
leciawjtB- p*rmaoenciHe extincc3o dos je- e
suitas-em Peroamboco. pe'o Sr. Dr. T. M.
lapozo de Alraeida, soio effectivo do ins-
titule^ |anelo,bm g lopeador,(Opa. ca arveterdas
Lituri de varios documentos de valor maos do qae lem stfaal nos joelbos, tea calos oo
histrico, pelo Sr. major Salvador flenriqae '^ft L'SQ' ,c''?" e eaud* bem coa>riA
fe Albuquerqac, socio effectivo" do ^\^'^iu ^ D Camp0'
tuto.
Quem schou
Urna pulseira de oro; gosto amigo, com
as iDiciaes gravadas no cestro. C. F. S. C ,
perdida na ooite de 25 do e rrente, desde o
Pet-se aasata fnrloa o eavallo rnsso, del,
Eustarinio Jos das Cbagas no Poco da Panella do t0lleUe ale O SalJo do Clab Comauercul ; faz
o faor de mmdit-la entregar (se ojuizr) oa
ra da Croz n. 60, 1. andar que ser ge-
neresameote recompensado ?
Farse-ha este favor ?,. "...
- A 17 do correte fartaram do P*?o da Pa- abalxo asaigaados fatem setenas ao re
nella ons eavallo ra agreiro, porero, bojudo, veibo, indar de baixo commercio, que dissolvermn amig; velmeole no dia
g lopea-ior, (Opa
Jos Soares de Azevedo,
Secretario perpatuo.
l&UA
e seas arrebaldes, por
andar o seo dono sempre nelle por estes lugares e
j o possue a aoiles-annos, da se boa gratifleaco :
a quera o descabnroa o troaxer, no se qaer sa- j
ber tuea^-fartoa, s se qaer baver -o caiallo. 1 '
Bastaqatoloi das Cbagas-no Poco da Pao ella.
19 do correrte' a soeiedade qne tishaa em nm
armazetn de caroe secca na roa da Praia a 80, o
qaal gyravasob a Arma de Antonio da Silva alai
de C.; jalgaa nada dever, mas se aigueu se jal-
gar credor, aprsente seas ttulos legae no praso -
de tres da*.
Reeife ti de agesta de 1987.
Antonio da Silva MeM-lsi ~
Domingos Francisco Al ves Per reir
-t f|teltt-se da qaantia de 8:300*000 a jaros,
;~ .. oflerecMo-se hypotbeca em orna casa de pedra e r :
rara O MI. Si'- fllini*tl'0 da jtt8tica \ciu em^um dos melaores arrebaldas desU ca-
.
-. l ~
a. >
ver
7
No D,
yba, o
0 agente Poulual vrndera- em leilo por
de quem perteacer, os escravos segaiotes :
1 m laque paca de 10 aonos.4 molatiobo lindo
a ti amaos, 1 aegrinha de 10 auno*, 1 moleque
de 24 sanos, 2 negras, 1 muala, e S negros sen-
do am da Casta
QuinU-felra 29 do correte
No seo escriptorio a Tua da Crut o. 62, an-
dar, as II horas.
admirar e pro vi de ociar.
< floje** cobica -assenloo-se
no lagar Ma eqoidtale : o juiz
vende a ocascienciaao mateado
dosTfflTferosos, como as roalbe-
res da Baaylonla vendiam a on-
diclcia, as pracas ppblicas, aos
qae passevam diante da luz do
dia. /A. Hkrculano.)
rtptpfim* fulba da provine da Para-
-oacharel Jos Joaquim de Sa' BenevHes
querendo provar o horroroso proced
pital i ra Direlta n 29 1 aodar.
administra-
das Messa-
Santa Gasa de Mise icordia
do rRecife '
A Illm' jauta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Reeife, oa sala de soas sessoes,
pelas 4 horas da larde do da 29 do correle^ re-
cebe propostas para contratar com qnem por me-
nor prego fuer, a obra do encanamento d'igna pa-
ra o 1 a 1* andares do hospital Pedre li, a saber :
eolio ._;' > de urna bomba patente com dous cylio-
dros, kt palmos de canos grossos para coodutir
agua at o 2* andar do edificio, 150 palmos dos
mesims para o e^tabeieeimeoto de ramaes para as
htnn t-. 9 t >rn'iras, 1 deposito para conter a agua
condolida.
Os pretendentes para melhor eselareeimento po-
der) diriitir-se ao referido hospital oa a' secreta
ra di santa Casa.
Secr-uria da.Santa Gasa de Misericordia do Re-
eife ti de agosto de 1867.
O escrivao,
_________ Pedro Rodrigues de Souza.
O Illm. Sr. inspector da tbesourana de fa-
zendi desta provincia manda fazer publico que tem
ruare. Jo o lu 16 de setembro prximo viodouro
para o concurso que se tem de aorir nesta ili soo-
raria para preenenimento das vagas de praticantes
existentes n j-u r^partico, na aifanoega e na re-
cebed.irn. Os oxames versarlo sobre-as materias
de BTM trata o I" doart. 1 do dt-cretn n 3114 de
27 de jitoho de 1863, a saber : leitura e aoalyse
graniiii alcal e ortnograpnia, ariinmetica e suas ap-
plleages ao commercio, com especialidade re-
dncc'to de moedas, pesos e medidas, calculo de ,
desLto, joros simples e compostos, tbeona dbI Rio Formoso at o lugar denominado Pedra
cambios e na* pplicacSes. Os concorrentes de-
iO JIPA VIIIA
DAS
Messageries Imperiales
No dia 29 do correte roez espera-se dos porlos
do sol o vapor francez cGuienoe, commandante
Aubry de la No, o q jal depois da demora do
cosame segaira' para Brdeos, tocando em Dakar
(Gorf) e Lisboa.
Para eondi^ses, frets e paesagfeas trata-se na
agencia roa do Trapiche a. 9.
Seguudo o contrato feito entre a
c j do eorreio francez e a"com-anbia
geries Imperiales, os agen es desta esta o auiorisa-
dos a ri-ceber qaalqaer qaantia de dlnheiro qne
sera' reembolsado pelos correios de todas as cida-
des da Franca, Italia, Suissa e Blgica.
Para condiedes e mais informagoes trata-se na
agencia roa do Trapche n. 9.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
M
Nayegaco coscirapor vapar.
Maci e escalas e Penedo.
O va par Jpojuca, commandante
Martins, segu para os porto- ci-
ma no dia 29 do correrte pelas.
o horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 28, passageiros, en-
c.i!iiin-n.)..s n oiubeiro a frete at as 3 boras da
tarde do dia da sabida: escriptorio no Forte do
Matos o. 1. _______________^
QOMPlIJlAPlRNAMDUCANA
DI
favegagdo costeira por vapor.
LE
De ama ca* t^rmaeom sol* na rna da* Per-
nambncanas (Capuopa) esquina da ra j la Amiza-
de e de um terreno junto cooteada- dito terreno
82 plariT-rJo-kenteeOO ditos de fundo, sendo
que a casa tem 2$ palmos de (renta e o mesmo
fundo qne rendeado a casa e meia agua 400 annuaes.
Um sitio oa estrada de Joao de Barros defronte
da capella, com casa de -pedra. e cal, 2 salas, 6
qaartos, cosioha fora e am qaarto para prelos, co-
piar, divr-o> arvoredost^erreoo propno, lendode
frente 833 palmas e 860 poneo mais do fundo.
Ualnta-feira 29 do eorrenle.
O agente,Marlins fara' ieilao djs predios cima
no armazem da roa do Imperador n. 16, as 11 ho-
ras do dia cima-
AVISOS DIVERSOS.
verao (trcwiamente apresent^r sens reqaeriraentos
insiru; ..< de documentos qae provera idade com-
pleta de 18 aanos, iseocio de pena e culpa, e bom
comporuenrioto, na forma do artigo 3 do decreto
O. 2'V.i de 14 de margo de 1860.
Secretaria 4> thesoararia de fazenda de Pernam-
bnco em 3 de agosto de 1867. Servindo de offi-
clal-maior,
Manoel Jos Pinto.
Santa Gasa da ALisericorda
do Reeife,
Alllma. junta administrativa da Santa Casa ds
Miseritfjrdia do Reeife manda fazer publico quf
na sala le suas sessoes, no. dia 19 do corrate pe-
las 4 horas da tarda tem da ser arrematada? a
quem mata vaotaac offerecer as rendas dos pre-
dios em seguid i declarados :
Estabdeetnientfts de caridade.
Ra do Padre Flonano.
Casa terrea n. 49.......182*500
dem dem u. 17.......186*000
Raa dos Pescadores.
Casa terrea n. 11-.......216J0C0
Ra das Calgadas. -
dem idem n. 38........158*000
Ra larga do Rosario.
Segando andar do sobrado n. 24 3OO000,
Terceiro andar idem dem .... 301*000
Ruada Roda.
Casa terrea n. 3......... 96*000
dem dm u. 7....... 96*000
Beceo do Qaiabo.
Casa t-rrea n. 18.......144*000
Rna das Calgadas.
Casa terrea n. 36....... 1764000
Roa do Padre Floriano. .
Casa terrea n. i?....... 168^000
Ra do Nogueira.
Casa terrea tu 17...... 2i2*000
Cti'iiRSHi de orpaos.
Roa das Larangeiras.
Casan. 17. ........ 192*000
Aua do Rangel
Casa tarrea n. 56.......301*000
*-------------Boa da Lapa.
Casan. 11. -.....196*000
Ra do Vigarf.""
Primeiro andar do sobrado o. 27 181*000
Roa do Pilar.
Casto. 99.........256*0a
dem o. 10J. d,,......200*0004
dem o. 94.........201*000
Sitio o. 5 m Frno da Ca!. i50*00fi
dem. o. 105......'* 144*000
As arrematagdes serio feitas pelo lempo danm
anno, deveodo os licitantes virem acompaabados
de seas Oidores oa munidos de cartas destes.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Reeife 22 de agosto de 1857.
O escrivao,,,
Pedro Rodrigues de Sooza.
O vapor Mamanguapt, com
mandante Costa, segu para o
porto cima no dia 28, as 7 bo
ras da raanha. Recebe carga,
passatteiros, encommendas a dl-
nheiro: escriptorio ni Forte do Matos n. 1.
;ti-
, i mu e nos mesinos qi
Companniaamericanaebra- niumossauragiasque
.i V i convida a assistlrem a
sileira de paquetes a vapor
At o dia 1* de setemo'ro e-p rali dos portos
do sol o vapor americano Norlh America, o qual
depeis da demora do eostnme seguir' para Nw-
York tocaodo no Para' e S. Thomar, para fretes e
passagens trata-se com os agentes Henry Forsler
dt C,, ra do Trapiche n. 8;____________________
Preclsa-se de ama ama que saiba lavar, ea-
gommar c cosmhar para casa de humera solteiro :
no paleo da Ribeira n. 13.
0 Dr. Jao Baptista Casaoora
pode ser procurado a qaalquer hora em
sea cnsul tirio homeopatbico largo da
matriz de S. Antonio n. 2.
No mesmo onsaltorio tem sempre grande sor
timento d- medicamentos de bomeopathia de We-
har Catellao, tanto em glbulos como em tintura,
assim como tem nm sortlmnto de ferros de ci-
rurgia em carteiras e avulsos do'afamado. Char-
rier de Paris.


O bacharel francisco Machado Ptdrosa convida
os seas parales e amigos a irem na quinta-feira
29 do corrente palas ? horas da manba a matnx
de S into Antonio oavir urna missa que manda ce-
lebrar pelo repooso'eterno d'alraa de sua muito
presada mai afinada D. Candida Mirla da Foosa-
ea Pedroaa.
Aodre Avelino Sobraira de Mello, neto e fi-
laos do finado advogado Jos narciso Camello pe-
oboradopelo mais sincero recoaneciraenlo vem
por mel deste agradecer a todos os amigos do fi-
nado e dos mesmos que se dignara assistir aos
so fizaran)' ao: fiaado e os
a missa do stimo dia qne
tem lugar quinla-felra 29 J'corrente as 7 horas
da manhaa no convento do Carme desta cidade.
hyb .
appreceu
menlof-qnc leve para cmico na qoaidade'de juiz.
sao tantas as mentiras desse calumniador, qne
cada vm envoivr mais de lama.;- Mendaz in
uno, wtendax in omniftt. Perante o mono hon-
rado Jm de direito da comarca, o Dr. Vicente do
Reg -Toscano de Brlto, prove a legalidade da
traniacSff qno gr com 0 meu devedor Antonio
HercHlano d'Atmeida; lanto assim abe o mesmo
jaiz dorrinoa o m nsiro Albo do despelto, da pto-
teegao e do patronato.
Prove exaberaatemente, e tenho consciencia
di que e-juia e direito Toscano de Brito nao rae
fez favor e sim inteira jnstiga ; e se Benevides for
jon o raonslro proi-csao, ( elle forioo). segundo
vu! geral, foi por dever ayfiaf boza, Ha do ata de-
vedur, a qaaal>a de 1:GOO000, e naj podendo pa-
?*r-lnp, prestoo-se a essa vinganga'miseravel, can-
sando-me graves pn-juizos superiores a 20:OOOJ,
como Ihe poderei provar; sendo con: o processo
de estelllonatc alguns 4:000* ; estando onze dias
na casa de detenfio para ser remeltido para a Pa-
rahyba. O Dr. Benevides cobrio-se de Lama, e,
como nao pode frovar a seu acto, apparece peld
ornai meotindo descarada me ate, e pegando se e-
teias de aranhas.
Miseravel juiz : vera pelos jornaes de Pernara-
buco provar o que dissestes n'aqaella correspon-
dencia pelo.modo seguinie :
1. Qjaes os eommerciantes que tlveram nego-
cios comigq, e que contara fados de ponca slncer-i-
dade.
. 2.a Se ten stmitis cum similibvs, collega Joio
Ferreira Lima, juiz municipal de Bananeiras, me
qniz prender, e por qoe nwtivo.
' 3. Quaes as l pela melade de sen valor.
Vem larabeni Brovaf.porque te recussste a des-
pachar faroraveimente duas petgoes mlnhas, qoan-
do eram para provar minha innocencia ; e assira
commetteste de tres cousas ama ou ignorancia
ou peita ou v nalidade.
Vem provar o contrario do que disse e Volea-
la rio da .Patria no Diario de z8 de junho do cor-
rete, quanto a's seuintes pbrases, que mnito
folgarei. meu charo bacbarel, de te ver escoimado
das fallas de que t aecusam : Miseravel,
Negro, Prevaricador, Ignorante, Corrupto, Mal
vado, Indigno juiz cuja vara nao pode ser mais
respeitada por estar coberla de lima >
Se no vieres pelworeaes'de'PeTnarflbnet pro-
var o qae cima pego, direi ser exacto ludo quan-
to se tem ditj pelos jornaes contra o bacharel Be
nevides; e nao retirarei esta Moflea at que
Sua agestade o Sr. D. Pedro leo Exm. Sr. mi-
nistro da juslica vt-jam, e providencien) de ma-
netra a flear minba humilde pessoa desaggravada
das clf-nsas e dis abusos d autoridade, oralicados
pelo juiz CDUnlCrpll (I i viIIk di ladapaadaacil na
provincia da Paratiyba, o bacharel
JSE'JOWIIH OB SA BEXEV1DES:
A pnso a' noite e tamaHaariaraeole arrastado^
O raonstro processo de eslellionato derribado
pelo juiz de direito ;
Os onze das de prisSo, e os prejuizos calculados
em mais de 20:000000 ;
0< dous despachos iodeferidos, negand-tos meios
de defesa do reo e prolegendo a um falsario.
Reeife, 23 de agosto de 1867.
Jos Gomes Villar.
PBIP4B4T0RI0S
THEATRO
S
EMPREZACOIMB
Qoai'ta-feira U de aceito de 18.67
Para satiifazer aos pe**aa a aoHas msqm,
represenaniKbaeo aapaaatata e ipmproi franll
camaue aplaudido 4r*ma saaro-iea 4 actos lo-
liiolado
os mwsmm a ~is
^\m te ffspeaitMto' #imrtk>
darotadla>ai'l>loV4Mfel*
COiPANHIA. PERNAMBUCANA
DC
Vavegaco costeira par vapor1
Para Fernando de Norooha.
Ssue no da i de setembro
prximo, ao aeio dia, o vapor
Mamtnfuape, commandante Cos-
ta. Rfcebe carga at o da 9.
Encommacdas, passageiros e dl-
nheiro a frete at 10 boras do da da sabida : es-
criptorio co Forte do Matosa. 1.____________
m
Rio de Janeiro
Pretendo sabir com maita brevidadd para o in-
dicado porto o veieiro pniath cGuilbermioa por
ter a m&ior parle de seu carregamento engajado,
para o resto qoe rhe falta e eseravo a frete trata
so com o consignatario Joaquim Jos Goncalves
Btltrao, rna do Trapiche n. 17.
Para o Rio de Janeiro.
Para o fio da Janeiro defe seguir o mis
breve po93ivel o patacho nacional Valente,
que tena a mai jr parte da sua carga promp-
ta, para a qne ainda lhe falta, e eseravos a
frete, trata-se com respectivo capio, ou
conos consignatarios Marques, Barros C.
naj praca do Corpo Swito n. 6 a aodar. -
para Pono.
Segu oestes oito dias o brigue portognei Umio,
por Ja', ter sos carga engajada, para o resto e pas-
sagewae trata-sa o s eos oonsignatarios Tao-
maz de Aqaino Fonseea & C a rna do Vigario n.
19, andar- ,.i,
Eiode Janipo
Para e re/acido -part* sahiri impreterivelmente
atoiObPpa.do-coH-eaie.mea o, palbabota, ,por.tugoe
Dettmt da /ma9, ,wfl aelle. anirer carregar
poe'tratar. eom o ceasignits/to favifl lerreira
Ba|ai*irWi aM'Brom'B. M eti com o eapWa'a--
bondo.
IJIM1 f BW
LEILOES.
mm
" li"! "I""H'
,^"' "!

da.
. ob
p eaii.-
mrtapriturx.hens^'sraizi
VQftaaWartVMttft*.
p.d massuJaWdj^
s,ftpara>MV>:
94emaaaidatuia
-a> arBe.*art#Basatas..a.i
--3sk*? asesa
Amanhaa, quaria-felra 28 do correte, pelas 7
horas e meia do da, resa-se na igreja do Espirito
Sinlo nm memento e missas de rquiem em suf-
fragio do fiaado Domingos de Souza L-ao Jnior.
Para esse acto de caridade e religiAo cjnvidam
a Udos es amigos do mesmo finado e de saa il-
lustre familia.
Joaquiu Uizollno da Silva Frajz i-o e si i mulher,
Jos de AlbaquTqne Mello LeyoUa, genro e fllhos
do finado Ixaacm Beato da LovjIIj, convida a
todos os seus prenles e amigse aos da seu fi-
nado sogro e pai, a assi^ilMii a missa >u corpo
presente que sa ha de .celebrar aoje as 6 boras da
manhaa, na Igreja de S. Pedro, por alma do mes-
mo, e desde j cam sommamaote graips a todos
aquellas quaassisiireaa.a esse acto ds caridade.
^aaMaaasMamjt^aaaaaaaaaaaaaaaaaaa^ajjjjjjjpBj
.a.'jilu>r.. to iip.-. Areh.. do
UmI/.
O abaixo assignado penhorado peh mais sin-
cero reeonhecimento vem por meio deste agrade-
cer a todos os Memo.*, da Aag. e Sub.-.
Loj.-. Gap.-. Sgr.-. e Amor da Ordetn que se
dgnaram assistir aos allimis sadragios que se fi-
zeram ao finado advo?idjJMJ Narciso Camello,
Memb.*. daquella Sb.-. On. de novo os
convida a assistlrem a missa do stimo diaquia-
ta-feira 29 do corrente as 7 horas" da manhaa a
qual tem lugar ao convento do Carra j desta cidadt.
... Andr Avelino Sobreira de Mallo: G.-. 13.-.
, Aloga-se ama asa no Barbalho a margsm
dorio defronte do MooUiro, tundo di la casa 6 sa-
las t 8 qaarto,. casa para pretos, estribarla, ter-
reno para se plaolar, ler vaccas da hrte a ama
peqaena baixa da espira--: quem pretandtr di ri-
ja-se a raa Augusta casa larrea- -son poni da
ferro ao lado.____________tiw
Na ruada JrU n. li, 21 andar, preciss-se
de ama mm para orna pessoa.:..
,t'u_ Prectn^-ahiga orna ama forra oa captlv*
que saiba co-inhar e comprar: na roa; dos Pires
na Caixa d'Agua o. 60.
T,

toa" resta1
ue esta aoaaa4 dscoaBtrejr^na roa d.
__el, aos Afogaflbs janto- rigre^^tianai1
roa da Impertir* n. 46V *wkiis%fiiit
11 .iU.liq 'in
I Ama dtiioU&aimj
aTtls*-s^n*Ta*daPW#TVn>#easa^: 4,. da- BU
Iroote da serrana.
rtelsi
'onjte
Si
til; $t-. fke^mrfksfnfal
(sendo este o eltiM^WilseVtli-^arca hes-
; naphofs *abBt1n ||iijeqte. .....
:> Precisa-se alaear nflWz]satt#ft oa am pret
M w^niUjde,lMx ?'Pais. stiTi^.oja c*!*-^
para siccos, 1 ca oo* m- ntffu de Hartas i.-Jy armase

PARA; OS, EX.\ME3 DE NVEMBRO
Jos Soars de Azevedo, professor de lio-
goa e litteratura nacional no Gymnasio Pro-
viociai do Rocife, tem aherlo em sua casa,
ra Bella n. 37, cursos especiaes das se-
gaiotes materias, para os alumnos qoe li-
verero de fazer exame am novembro prxi-
mo futuro:
Llngoa Fr^nceza.
Geographl.i e Historia.
Phllosophla.
nhetorica e Potica,.
As pessoas que desejarem estodar qaal-
quer dessas disciplinas, podem dingir-se a
residencia indicada, de manhaa at s 8 ho-
ras e meia, e de tarde a qualquer hora.
Chocolate'veraiielcla
DE
Antonio Nones-de Castro.
Desde 18o7 que sao as tabellas vermicidas ap-
o'icadas am PzriagJ, como o r.medio prompto e
efflcaz para a expulsodas lnmbrigas, qne laogra
ves padecimeOtjs causara e qae qaasisempre nao
se snppd'e ellas a'origem..
Este vermfugo preferiva a qualquer oalro
pe\o seu agradavel paladar e. fcil applica(2o as
enancas qne mais gera'.raante sa) atacadas de se-
meibante cal.
Deposito especial
Rna larga st Uosirlo31
Bolica de Bartli'blomeu & C.
Precisase de'ftm criado forro ca captivo :
na roa eslraita do Rosario n. 28.
*- Alhiga-se um eseravo para copelro de casa
de bomem solteiro ao Corredor do Bispo.n. 15 n,:
masraiTsasa vendes a banha especial de tirar {
caspa*- faier nascer os cabellos mesmo cabido
por_al|oma ferlda ou molestia. ,
. Jos Ferraz Dallro, cordea!ment agradece
ao difilocto corpo acadmico as pravas de syrapa-
tbia e dedicacao qoe dea se seu desatar lunado fi-
IboJoaqnim Perras ualtro, ni orto no dia 14 do
correnta na Cipnaga por occasiao de banb.r-se ;
ao mesmo tempn convida ao corpo acadmico para
assistir a ama missa qae pretende mandar cele-
brar no trigsimo dia de sea passamen'o na ma-
triz da Boa-vista.
Desapparscea da porta da alfandega at a
roa da Cruz nm barril com pregos da marca li S,
no dia 24 do corrente, por isso pede-so a pesioa
que acboa que venba entregar na porta da alfan-
dega ao mesire Antonio da Silva Monteiro qae se-
ra gratifleado.
AUencao.
o
Aasentoa-se no dia 2 do corrente a escrava Ja-
lla, de idade 3i aonos ponco mais on menos, bai-
la, am poaco secca, nariz chato com ama berru-
ga sobre urna das reatas, tem ps e mos peque-
as, e como consta qae dita esorava se acba acoi-
tada'desde j protesta-so proceder contra quem
for o autor.


Aliene
es
Desappareeeu oa ooite do dia 13 do corrente, da
fabrica do gaz, ama canoa de carreira, julga-se
que fra de rio abairo por se ter partido a amar
rago : a pessoa que a tiver aebado queira ter a
bidade a leva-la a raasiua fab; ica, que sera'
generosamente gratifleado.___________________
MM

Precisa-se de ama ama livre ou escrava que c>
rinhe e compre para casa de urna pequea fami-
lia : a tratar na ra da S*nzalavelha n. 84.
Perdeu-se urna carteira com asjetras ioiciaes
de Bento Jos Domiogues com a qumtia de ifr-Sl,
sendo daassedulas de 0O.5, duas de 20, doze de
105, orna de 2-3 e urna de 14, desde a casa do fi
nado Guibson al a casa forte (isto no mnibus) :
quem a achar paga-se generosameute, a entregar
no Mansuinho. >
Continuase a cozinhar para fra com acero
e promttido. com a vanta^em de se m indar levar
as casas que quizerera : na ra estivita do Bo-
sario o. 19, priraelro andar por eima da loja de fu-
nlleiro._______________
No armazem da ra da C4deia do Becife n.
8 picolsa-se de lima boa crala pira aomprar
cozmnai, aanji awa* -
Ama de leite .
Precisa-se de urna ama qae lenha bastante
eile pan amamentar nma crlanca : na ra
dasCruzes n. 4 i.
1 =
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Smiiel Power Johnston k Limpnkii
Ra da Senzala Nova n. 42.
AGENCIA DA
FaadtcSo de E-ow Moinr.
fachinas a vapor de 4 e 6 cavallos, -
VIoendase meias moendas para engenho.
taixas de ferro coado e batido para enge-
nho,
irreios d'> carro para nm e dons cavallot.
^elogios de o-iro patente inglez."
hjtlaOS americanos.
achinaspara descarolar algodo.
Motores par a ditos.
Machinas de costara.
HiSTORIi DE CARLOS
XII

.
Re da Suecia
FOa VOLT AIRE.
Vende-se esta exeeliente obra por 1200 em
brochura, na llvraria Econmica ra do Crespo
n. 1.
Na mesma livraria tomam-se asstgoatnras para
avida de Horacio Nelsono celebre almirante
angle a l cada exemplar. .
34
IIR. SEVIAL.
Para o tratamento e cura rpida e completa das molestia syphiliticas, eris-o-A*
las, rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, inflammaoSes chronicas do figado
e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias, pleuri-
sias, gonorrheas chronicas e em ge al todas as molestias em que setenha em vista a pu-
rificacao do systema sanguneo.
Consideraces geraes
A saude um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao ens
fermo o avalia-lo,
incontestavel que o homem neste mundo constantemente, e por todos os lador
atacado por urna inQnikde de agentes morbficos que todos tendem, dadas certas e deter-
minadas circumstancias, a alterar o regular exercicio das funecoes orgnicas, resultanbo
pesse desequilibrio o que se chamamolestia.
A molestia nao mais d que a desvirtuaclo das-forcas vitaes, occasionada,- d,
gundo-as investigacoes e experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela depm-
yaf;5o dos humores geraes, consequencia da acgSo maligna desses mesmos agentes mora e
fleos introduzdos no organismo pelo acto da respirado, pela via digestiva, pelo contacto
immediato etc. etc. etc.
A sypbilis infelizmente tem sido a partilha da humanidade, e como fra de duvi-
da que esse terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas t3o variadas, enfraqtiecendo
constituic5es robustas, produzido mutilacSes, e cortando ainda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral dos
humores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos-flgnram em primeiro lugar para preencoer esse desiteratum ou fim.
0 Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
immenso snecessos obtidospelo uso deste salutar agen! e_ tanto' na Allemanha, como em
Franca e Italia, o tortiamccompanbeiro ioseparavel de quasi todos os doentes.
Sendo'as. .molestias, como' cima iissemos, devidas s altecaces dos humores, o
Elixir depurativo do Dr Sevial pode ; ser empregado vantajotomente Da syphilis, erlsy-
pelaaj. rheumatismos, bobas, gota* debilidade do estomago, nflammacoes chronicas do
figado e baco, dores sciaticas, cephalalgias^ nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias,
pleurisias, gonorrheas chronicas ele; e em geral em todas as molestia em que *e tenha
em vista a purifieacaoido systema aguinea; pois que umapratica constante tem feito,
ver que elle iodispeasavel nos casos gravissinlos pa.ra minorar os soffrimntos, e pre-
parar o doente para medieac5es superiores ; e as menos graves a cura 4 a conse-
quencia do seo uso, convenientemente repetido.
As substancias que entra m na wmposicSo do Elixir depurativo o Dr. Sevia
perteocem todas 1 exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
cias depurativas afttisyphiliticas,' assim, ao. passo que este remedio depura o orga-
ojsjno, eliminando as^iocipios nocivos saude, pelo mecanismo natural das eyan-
a?3es alvinas; eucalisa o mesmo tempo o. virus syphjliUc "quaado este virjem.
tem feito erupcSaike ex4eriot-debaix de suas multiplicadas formas; e previne taui
l^irnrrflnYeannodoein^ho'B^ i- beBa os estragos dessa tetrivel molestia, quaado por ventura se ache*'ella andaido
^SSmi <*tado d*frWk, isto ,, tMi;tterManifestado sob fdrmsexternas^=^nefic,o
inmenso, tanto mais quaoio neste .estado os individuos ignoraweompseiajnente se es-
o contaminados, por este- terrivel inimigo'i-' .riv *~ ,
O sabor agradavel d/este SUxir envera a todos os estom.gos, aj acrJ0so-
0- tubo intestinal suare e bemgtia^ de Denhu-a forma P^*^J^
entesas, como acontece ao purgante dito Le Boy, qne ^"t
forte irrita a iBacesi^stinall consecutivamente a ^'^M
, muitas vexe,.Dydropesk.t1|1e quasi sempre ^^^'^nttk
Assim pois esperamos que o uso deste ernedio Ja^^ *mn<^*V(W<*aite-a*- medicamen o meles oa soa ..wmvafifr*
pratica tem maitm^^!^S!m vm ntMtm**^
Na^Set^ ift'drogacia.
Precisa-se de nma soia da taita: oa ruado
Queim*o.a.S>*traur aadojai
tlioeoMie de Hesbrlere
ni 1 purgativo de magnesia.
E' o ehocTiarf de desbrlere o melhor purgante
at agora conbecida e de grande aeeitacao em Pa-
risj onde tem sido moito. apolieado no hospital
Hotel Dieu palos protsjores Trouseaa e Pidoux
com o melhor resallado.
Por sna aeca laxante purga sera fa.igar o, esto-
mago e os intastBos, e a-presenta ptimos resalta-
dos como dorivaits.i, abrovuntei ansliverooso, re-
f rescanta; a aparauro. ^ 111
i Deposito espeeal
.34Rni larg do Rosarlo-3i
[g:^j_ _r. rx>atiedttartiMkMaeaaidf.iQ>
""' AasBDlor-e desd' rid i^ demarco
de [con
gaiW -
JosM,W 30.aoBQs de idade, pouca bar-
ba to qoeat>abi a papifatado, denles aber-
4osJ altura regular, corpulento, ps e mSos
feft rCdos, "cospe a. miudOi pachola' e riso-
na<. eao mesnin mu swaiB-seAnlhusias-
_lo: levou c^U&oVo4l$ilii de
jJgW 4 recoowJuda-e-a9 -aaeridades, aos
sas
: pmi^ a qa^(iu^-.rressoaa.canrQra-do-
escravo,, a saa^-eotrega i no engenho
it"du Giriuu Rwdjriguc Ele-
no Recite aos *rrJJ^4itto Quiatino
_mf(tov*** iw do^aldereiron.W.
Alves da Silva, roa dDtayeie *w3!is
toOAAOofo Iva, .w lfWilrm*>*M>twtMita*Mu*s\
que foram feitas. [
m*
!1 O
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34-BA DO B06AMO LARGA-34,
Ib 1) a i asa ik
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. S

un. e 9*miWtt MU *>Vr '.HWW:tf ilfc>*
PHOTQGRAPHIA
TIIEIjIA
ROA DO CABGA N. 18, ENTRADA PELO
.____PATEO BA MATRB.
O nosso estabelecimento -photographico
est sempre em dia com todos os melbora-
mentos e progressos que na America du
Norte, ou na Europa se consegue na arte
photograpbica, e para alcancemos tal ia
nunca poopamos despezas nem sacrificios,
de serte que os nossos numerosos fregoezes
podem ter a certeza de que sempre encon-
traran em nosso estabelecimento ludo qaan-
to a arte e a moda oflerecer de bom, no
novo e velho mando aos amantes da pbo-
tograpbia.
NOVIDADE PHOTOORAPHCA.
Acabamos de receber todo o necessano
para azer /retratos chamados carte-album.
Este genero de retratos ltimamente in-
ventado na Amwica do-,Norte, rpidamente
se propagoa na Inglaterra e Franca aonde
goza actualmente de todo o favor da moda.
A carte-album se faz por duzias como os
amigos car Ufes dt vtsila.
Na Inglaterra trocaram o nome deaare-
albutn pelo de retrato-falira e os ingleses
osam encaixilbar estes retratos em quadros
especiaes para com elles formar galeras,
com qoe ornam seus gabinetes. Recebe-
mos orna certa qaantidade de taes quadros,
s quaes cederemos por barato pre$o aos
nossos freguezes.
As pessoas que quizerem ver specimens
dos retratos chamados carte-album, j fei
los era Doasa officina slo convidados a visi-
tar o nosso estabelecimento.
CARTOES DE VISITA A 9$O0O A DUZIA.
Era consequencia do novo genero de re-
tratos chamados carte-album, dimianimos
o preco dos antigos carlSes de visita, os
quaes de boje em diante ficam reduzidos
ao preco de
9??000
pela primeira duzia, sem que por causa
desta diminuido de preco, dexemos de es-
merar-nos no nosso trabalbo, como sempre
(oi nosso costme. Alm disto, continua-
mos a dar os cartdes de visita em cartBes
de luxo, Bristol, ou porcelana, dourados ou
lithograpbados para o que temos urna varie-
dad'e de 12 modelos, a escolha de qaem se
retratar.
CT VA GOMO PREVENCAO.
Apezar do nosso trabalho ser muito co-
nheoido nesta cidade, aonde trabalbamos a
12 aonos, com tudo joigamos de nosso de-
ver dizer hoje o seguinte :
Nos retratos fetos em nosso estabeleci-
mento emprega-se toda a cautela para of-
ferecer-se a par da belleza do trabalho, as
melhores condicoes de duraco. Doura-
mos e filamos os nossos retratos sem olliar-
mos a economas, e ltimamente para lhes
podermos dar orna lavagem mais ampia
e segura, contratamos com a companbia de
Bebiribe orna peona d'agua. Os nossos
car toes de de visita sao verdadeiras photo-
graphias, que oao precisao de retoques do
pintor para lbe desfarcarem os defeitos, e
convidamos a quem qnizer a passar sobre
elles urna esponja molhada em agua, ou a
deixa-los mergulhados por espaco de horas
em agua, ou em espirito de vinno: se apre-
sentarem alterado serao recebidos por nos
e pagos pelo duplo do que tiverem cus-
tado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
Sistemas photograpbicos at hoje conheci-
dos em pbotograpbia. O nosso sortimeoto
de caixinhas, quadros, passe-par-tauts, e
joias de ouro para a eollocagao de retratos
o mais completo, variado e abundante que
existe nesta cidade.
v\:' r'


Mil. i
rj>l0-

i
IKesiaenciai
RA DAS CINCO PONTAS N. 86
AO GRANDE ARMAZEM
DAS
DUAS AMERICA!
Sempre barato
ft,
Ama.
Precisa-se de uraa ama
orna casa de ponca familia
mero 142, l* andar.
para todo servigj de
; m rna de Hortas na
Curso de preparatorios
Obaebarel Ernesto Adolpho de Vasconcellos
Chaves, residente na rna da Madre de Dos d. 36
guiles preparatorios :
Lingna latina
> franceza
Pbilosopbla
Recebe tambera alumnos internos em pequeo
numero e sob condiccSesrazoaveis. Pode ser pro-
curad o a qualquer hora do dia.
Trocam se
as notas do banco do Brasil e das calas lliaes-
dom descont muito rasoavel, na praca da Inde,
pendencia n. 28.___________________________
Alaga a a casa terrea a margena do rio Ca-
pibaribe, no logar da ilba do Retiro, tem commo-
dos para familia4 aluga-se per tempo de om anno
por 1501 : a tratar no sobrado jnot. a fabrica do
gaz com L. M. R .Valenca.
Mantelga
Ingleza flor a 15, a libra e a 5oo rs. soflrivel e propria para tempero a 32o rs
dem franceza a 56o rs. a libra.
Cha
De primeira qnalidade a 28oo e proprio para negocio i6oo a libra.
tamos
Ioglezes pearl, nic-nae, oval, cracnel, e outros superiores a l#loo a lata.
Figos
A 24o reis a libra.
Gommas
De milbo branco a 4oo reis a libra, de araruta verdadeira propria para alimen-
tar criancas a 5oo reis a libra e caxinhas com 4 libras por menos, gomma do Maranhao
a 16o rs. e tapioca sag a 24o a libra.
Chocolate \'
Superior a i&, a libra.
Doces
De goiaba em latas a 1 000 em caixa de 4 libras, muito fino a 18>, em caixoes
de 2 libras a 5o e 32o.
Pelxe
Em latas a i 000 reis a libra, sortido em qoalidades.
Ostras
America a 800 rs. a lata.
Baldes e Vniunraa
Americanas a Hoo raa onda peca.
Toaciuho
De Lisboa a 320 reis a libra:
Tomates
Em latas a 600 rs.
Sal
Refinado em lindos postes por 5oo rs.
BIrshs de Wasser
A 2ooo a garafa.
Termooth e Abssnikv
A l o00 a farrafa.
Bltter
A Itjooo agarrafa.
De bordeaus superior, Saiot Estepbe, Saint Julien, Saint Emilie a 7ooo a duzia
e 64o rs. a garrafa.
Vinho
Do Porto fino a 14ooo a duzia e i5oo a garrafa e magnifico tambem em bar-
ril a 800 a garrafa.
Duque do Porto
Adamado e outras marcas a 9oo rs. a garrafa e 1(4 a duzia,
vloho da Flgueira
O que ba de melhor a 4$, a caada de Lisboa a 30 e 4# a garrafa.
Vinagre
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa.
Farello de Lisboa
Saceos com 9o libras a 45oo.
Cerneja
Franceza em gigos de urna duzia a 60.
Ingleza
Bass verdadeira a. .. T. e Victoria e Alssop a ooe res a garrafa
Sasfeilo o inveocive Veado Bronco, comasnianeiras tUenciosas com que i
roi acolbido pelo respAtatt* publico desta briosa proviaeia, a ponto de que muitos a por-f
Ga desputaram a satisfago de serem os pftgeiros a conaprarem em sea importante arma-
zem, se desvanece em declarar com todVa lealtM 4a que capaz, que est ci mais animado, nSo s pelo benigno acolhimento que tem recebido, como pelas forcas de
que dispoe porque at llbje j9d careceu ainda dos* preparados de jorobeta, nem do
xarope alcoolco de veame. H u
O Veado Branco, declara a quem ainda o nao conhece que no um
dessesbicharocos intrataveis qoepor ahi vivem com figura humana; domesticado no
ameno paiz onde a amavel guia Branca vio a luz do astro befnfeitor, elle -partidario
desse inrejavel sgraao e sinceridade que com tanta gravidade se desprende do sea
bico encantador.
O Veado Branco, como todo o homem civilisado, ama a sociedade dos
bons, gosta do centro do mondo elegante, usa do tnico de Jayme, para previnir qoe lbe
ponbam a calva ao sol, vai a companbia des Bouffes Parisiens e no meio do partido de
madame Adelle, elle tambem atira-lhe o seu lindo bouquet.
Digne-se o benigno leitor de jurar as palavras sinceras do sincero Veado
Branco, e venha prever a sua dispensa do que melhor se pode encontrar a'um estabe-
cimento de molhados.
A -modidade dos procos, comparados con a boa qnalidade dos generase o
bom modo com qoe se recebe ossenhores compradores, deve cortamente convidaras
pessoas que ainda nao vieram nossa casa a fazer parte dos amigos e frecuezes Ido nosso
BELLISSIMO 1R1HIAZEM
DK
MOLHADOS
CONHECIDO PELO NOME
S
enca econsultorio
Medico cirurgico
DO
BRANCO
EstabeleciJo a ra Direita n. 16.
Esquina da travessa de S. Pedro.

r. Antoiio Daarte
i praca da Boa-Vista n. 21 onde
g pode ser procurado a qualquer hora.
g Especial Ida de
-.iSSffifij!?10 e de meninos. M
aBUHB~pMHiUiff
(iabmete medico cirurgico
D
Dr. Ignacio Alcibiades Yelloio
Pode ser procurado a qoalqoer bora do dia cu
da noite prestaodo-se aos ebamados fora da cida-
de, com toda a promptido. Pratica qualqoer ope-
racio. Da' consaiUs das 6 as 9 horas da maoba :
roa da Impera-it n. 86.______________________
Paco publico, afim decbegar aoconbecimen-
to. dos Injeressad s, que os eacravos Qoinno, Vic-
toriano, Manoel Luir, Bcnifacio e Vicenta, dos
quaes son depositario, se acbam fungidos.
Eogeobo Tres Bracos 21 da agosto de 1867.
Manoel Ignacio de Siqneira Cavaicanli.

N.2D rT N. 2 Di
CORACAO DE OURO. ^ftj'
A loja n. 2 D intitulada Coragao de Ouro na rna do Cabog, acha-se d'ora em dianta oferecen
do ao respeitavel publico com especlalldade as pessoas qne bonram a moda os objecios do olmo aos
to (a Pars) por menos 20 por cenlo do que em entra qnalquer parte, garantindo-se a qualidade e a so
idex da obras.
O respeitavel publico avaliando o desejo que deve ter o proprietario de am novo estabelecimen-
to que quer progresso em sea negocio deve ebegar immediatamente ao coracao de onro a comprar
aneis com perfeitos brilbantes,esmeraldas, rubiose parola; verdadeiras em agarras, modernas pele
diminuto preco de 10J>, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo preco de 3, maracas de
prata com cabos de marSm e madreperola obra de moderno gosto (o que o encontrarlo no coragSo de
onro) voltas de ouro com a competente crusiuha ricamente enfeltada pelo peqneno preco de 12& brin-
cos de om trabalbo perfeito por um mdico preco, cassoletas, tranealms, pulceiras, alfinetes para re-
tratos a outros modelos todo da alto gosto, aneis proprios para bntar cabello e Arma, dito para casa-
mento, no rtico roseta tem Coragao de Onro nm completo a bem variado sortimenlo da diversos
gostos, butSes para puntaos com diamante, rabias e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo sen va-
lor ja' por gosto ds desenbo, brincos a forma da delicada moslntaa de moca com piogente contendo es-
meraldas, rubins, brilbantes, perolas, o gasto sublime, alfiuete para gravata no mesmo gosto, relo-
gios para senbora cravados de podras preciosas, ditos para homem, diversas obras de brilhantes de
ndito gosto, crnsinbas de rubias, esmeraldas, perolas a brilbantes, aneis com letras, cacoletas de
trjrstal e onro descoberta para retrato (a ingiera) brincos de franja, ditos a imperatrite toda a qual-
qoer jola, para secoliocar retratos e obras de cabello, a ontros muitos objectos qne os preteodeotes en-
contrarlo no Coracao de Ouro que se conserva com toda a amabilidade aos concurrentes dallndo-
se de aqu mencionar precos de certos objectos porque (descnlpem a maneira de fallar) dizendo-se o
preco tal vez alguem faca mi juizo da obra, por ser to diminuta qnantia a vista do sen valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata a pedras preciosas, e tambem recebe se concer-
tos, por menos do qne em outra qualquer parte, a do-se obras a amostra com penhor, conservando-se
e Coracao de Ouro aberto at as 8 hora fl nmi
yuai'juei- pessoa que se airigir ao Coracao de Ouro nao se podera engaar com a casa, pois
nota se ua sua frente om coragao pendurado pintado de araarello, alem de outro qua se nota em um
rotulo (sto se adverte em consequencia de terem ja' algumas pessoas engaado com ootra casa.
6
Slrgnelro e chapelelro.
Na pra?a da Independencia b. 17, existe nm
grande e completo sortimenlo de todos os parlen-
tes para offlciaes e mais pragas de guarda nacio-
nal a tropa da nba como seja bonets, barretinas
tallos, aspadas, talabartes, bandas, ebariateiras'
etc., assim como chapeo de oleado para pagem
com galio ou cordio de onro a venda mais barato
qoe em outra qualquer parle e juntamente botSes
para farda : na praca da Independencia n. 17
junto a loja dos Srs. Arantes.
O Sr. Jos Miguel de Soz Maca I bies quei-
ra comparecer a' secretaria da Santa Casa da Mi-
sericordia, qoe se lbe dessja fallar.
CASA DA FORTUNA.
Aos 6:000#000.
Bllhetes garantidos
A RA DO CRESPO N. 23ECASA8 DOCOSTMB
O abaiio assguado venden nos seus moito feli.
zes bbetes garantidos da lotera que se acabou
de extranir a beneclo da Santa Casa de Miseii-
corai, os seguiBtes premios :
v ?2a ata meio eom 8orte de 6:C00i.
^. 1069 um meio com a sorte de 1:200.
. 119 um meio com a sorte de 500a.
E outras muitas sortes de 100,$, 40 e 20.
. Os pssuidores podem vir receber seas respec-
tivos premios sem os descoutos das leis na casa-
da Fortaoa a rna do Crespo .n. 23.
Acham-se a venda os da 3- parte da 1* loteria
a beneficio da igreja de Nossi Senhora da Concel-
Gao dos Militares (33') qoe se extrahtra' sabbado-
31 ido corrente.
Preco.
Bnetes.......... 6*000
Meios............ 3o0o
Quarlos.......... i500
Para as pessoas que compraren da 10000001
paraeima.
Ibeta8.......... 5*300
Jfelos............ 2,1780
Qoartos.......... i#373
______^_ Manoel Martios Fiuza.
Monte-pio Portuguez.
-


Escrava para comprar
ou alugar
Precisa-se da ama escrava que cozinhe, por
compra ou aloguel : na roa da Cruz, armazem n.
10, das 10 horas da manbaa as 4 da tarde.
Precisa-e alagar urna escrava qne saiba eo-
sinhar eeogammar pelo tempo de sois mezas : na
roa . .--------
Na loja do sobrado n. 12 da rna da Impera-
triz se dir quem vende por barato preco om car-
ro-rom vidraca (calexe) em muito bom estado.
orno MHO
O Dr. A. S, Pereira do Carmo (medico) S
est morando no sobrado n. 12 da roa da C
Imperatrit.
N'. 9 ARa do CabagX. S A
Agostiuho Jos dos Santos % G
Acaba de ebegar a este estabelecimento nm esplendido sortimento de
joias do ultimo gosto, perfeicSo artstica e modellos enteirameote novos; como
segoera : aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anneis, botoes de pnnho, brincos e cassoletas com letras, etc..
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqueiros, paliteiros, cax de mesa
fructeiras, cojos precos s3o incompetiveis, pois que os propietarios desta casa,
recebendo seas artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seus freguezes. Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se incombem de fazer concertos.
Sedulas do banco do Brasil
Ama
Anda sa precisa de orna ama para fuer o ser-
Tico de casada an ornan sotlairo: loja Espe-
$2T..?0._Q?!?*40 A, prefafa-sa el
iva, paga-sa bao.
Desappareeeu
Na mata da Santo Amaro ama
1
bolsa de coor
oan liOS a anas artas dentro em orna deltas'
vwba ana tetra sacada por Joa P. da Caoba A
Filbo, aceiu por D. Francisca Sererina Cavaican-
ti Soaza Laao da qaanlia da 1:000 : quem a ti-
Ter acnado lava-a a roa a Cadeia eseripterio n.
SI, qoe raeabar o acnado, a [alia Mea a referida
letra ua aflatto.
Reetffl, 34 da agoato da 18S7.
J. P. da Cunha.
i
Para o excellentissimo mi-
nistro da Justina ver.
O abaixo assignado dolido na casa de de-
tencao desta cidade de Peroambuco ba tres
annos, e processado nos tormos de Flores e
Baique, nao lbe tem sido permittido res*
ponder ao jury, ooico meio de sua defeza,
como lbe faculta a constitnic3o do Imperio;
tendo sido reqnisitado pelos juizes daquellas
comarcas por mais de seis vezes. Cbefe de
numerosa familia, boje sobrecarregado de
prejuizoi inclusive suas despezas dorante o
rgo esdaco de lempo que tem absor?ido, a
pooca fortuna qne de sea trabalho possoia;
o protesla reclamar at ter atteodido.
_ joto Manoel Frazgo.
Sabonetes de alcatro
O aso destes sabonetes tem apresentado os mais
beneleos effeitos contra as impingeos, sarnas, tl-
nba, easpa, comlchSes e todas as demais molestias
de pelle
VINDE-SB NA
Botica e drogara
GAZEOL
Borrin dn Buisson
ni
Bartholomen & Contpanhia.
34Rna larga da Rasario31
- Ao Sr. capillo do 2* batalbSo da Infaatarla
Ignacio Pinto dos Santos Sases pede-se o favor de
se dirigir a roa do Imperador o. 18, afim de con-
cluir negocios que o mesmo senhor nao ignora
Igual favor pede-se ao Sr. Francisco Rodrigues dos
Santos Carioca.
e suas caixas no Mara-
uhao, Baha, etc.
Trocam-se effectivamente no sobrado da travessa
da rna da Concordia n. 13.
MMff KK *
K No armazem da tintas ron do Impera* ?
dor n. 22, vndese :
Salitre refinado arroba 6*500 %
Eoxofre arroba 2*800 i
SEGUROS
MARTIMOS

BEL
Vende-se mel: a tratar a rna do Apollo o. 4.
Liqnida volalH preparada por Smlluse,
"I?*^^ cbimicasoente os vapores qne te
repro-
soitam
Atteniao.
O abaixo asignado ex-inspeetor do 2* districto m
4i BM-vfta, pede ao Sr. Lonreoco Nones CaiB-f?" 'PrlPBrlioidotai carbnico,
pello, sm Iba declara por este Jornal qaaoto Itaajf Profada com o mais seguro loceesso eontrr
pagoo, e em foe aspaeie, para soltar raern qoe coflnelnche^apbiisica e todas as molestias enro-
pagoo, e em ene aapatie, para aoiur e racratt qoe
mandn solur por ordam do digno subdelegado do
9* districto da Boa-vlita, sob pana de ser conside-
rado nm calnmniador infame.
Manoel Francttao Rignelra Osarte.
- rteetsa-aa a nm neatra para enslaar nw-
alnos qoa saiba perfeltamrate portogoei e tam-
bem eoaine latHS, sendo casado, i jh*. a aanto I
4istaaie 4a dataeio de 0a nm qnarto de lagoa :
3nem estirar nessas coadieCM dirlja-se ao aira-
na roa do Sol s. 31, 2 andar, das 6 ai 9 oorai
da masla oo cas 4 ai 6 da tarsa,
Lavn-ae a anf omma-se eom na perfeicio a
4in' qoam fax. Tamsaoi te drr^pBBjnmi
fcallete ptenvl para H alopr.
VBITDO-SI KA
Bitict e iragsria
Bartholonten A C.
34Rm larfa da Reaarto34
do Apc
o Caes db Apollo n. 55, compra-se
orna esen* qoe anana boa conducta e saiba
bem engommar; e am preto para servir
em ora peqneno sitio; paga-se bem agra-
dando. a
-f^caUl^no'fa.aJoM'do Bra,lle oe
laaj ooiu IUmi ; st roa da Cadeia o. 81
Retratos kistoricos,
Na PHOTOGRAPHIA VILLELA. a rna do Ca-
bof entrada pelo pateo da matriz, encoatram-ie
os segolotes retratos:
Do archiduque Maximiliano, ex-imperador do
Mxico.
Da princea Carlota, ax-lmperatrix do Mxico.
De Jnarex, chafe da revolta, e qoe ordenen
fuulameoto de Maxiliano.
Preco 500 reis.
O Dr. Fraaeiaeo
medoute da rna DirarU par*
n. 86, a* andar, onda contina
ana profisaio.
de Panla Soares, medico
la par* a Sai Cinco Ponta
Bootina so xeriMo de
exertMo
Preeisa-se da na eaerave de mala idade. de sea
dlrHa^aa^rWdaAnror n. 70-t* andar.
Atteneao
9
Antonio Jos da Costa Aranjo,gerente do estabe-
lecimento de Bernardo Aires Pinbeiro, na rna lar-
ga do Rosario n. 17, faz selente aossenbores vende-
Ibdes e ao publico em geral, qne tem nm grande
sortimento de charutos fabricados dos melhores tu-
mos -indos de coma propria, a por precos millo
baratos avista da sua boa qualidade.
Na praca aa independencia n. 33, loja de
ourives, compra-se onro, prata e pedras preciosas,
e tambem se fat qoalqoer obra de eacommenda e
todo e qoalqoer concert.
Atten$o.
S. 25 Roa de Livranr-ott pj. 25
Deposito da umaneos e calcado nacional da fa-
brica da rna do Jardim n. If, de Jos Vicente 6o-
dinho, tanto no deposito como na fabrica seapromp-
tam toda aa porcoes de calendo o mais barato
possivel, esta fabrica tem todas aa machinas pro-
priai paca oa calcados ja bem acreditados palo
grande numero de fregsetes qoe daqal se for-
neeem. fc
mnibus de linda.
Francisco Candido a Medeiro faz sciente ao
publico, qoe no primeiro de setembro principia ao-
varoente o mnibus dnOlloda a soa arreira inter-
rumpida, nartindo do Racifa a 4 >/ da larda e vol
lando as 8 Va da manbaa como costme.
-Pr*ramaBa4jaT
ra vender; na rna da Agni
CONTRA F060.
A companbia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seas carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias emobilias:
a roa do Vi gario n. 4, pavimento terreo
THESOIKO JMCONICO
Acabam de' ebegar EocadernacSo Pari-
siense, ra do Imperador n. 71, as seguiotes
pubiieaces :
Le Monde Maconnique : Revista das lejas
de todos os ritos: riquissimo deposito das
maiores preciosidades maconicas, desde a
origem da ordem : centenares de discursos
dos mais distinctos oradores da Europa e da
America nos differentes templos maconicos
de nma e ootra parte do mondo: 9 velo-
mes in 8.\
Uha collecco de 15 Rituaes de todos os
ritos, para as ceremonias de recepcSo, de
inaaguracSo. de feslas equinoxias e solsti-
ciaes, de Banquetes, de pompas fnebres, etc.
Um cobridor geral completo, gaia indis-
fpensavel para todos os macons, Unto sim-
ples membros da ordem, como autoridades
ou offlciaes de templos.
Estas duas ultimas publieac5es em 3 gran-
des volnmes in 8..
A directora provisoria jalga conveniente publi-
car os seguiotes artlgos dos estatutos :
t Art. H. Sao deveres do socio :
< S '** Promover a entrada de socios e qnaes-
qoer donativos a bem da associacio.
Art. 15. Os donativos ou servicos de certa
ordem prestados por subditos portaguezes, sejam-
oo nao socios, sarao galardoados da maneira se-
guinte :
1.* Com a qoallflcacao de bemfeitores da io
ctedade aos socios que offerlarem qoantia nao in-
ferior a duzenios mil res, ou algum doDalivo equi-
valente a essa importancia ; oo angariarem pela
menos irinta novos socios, em circunstancias de se-
rem admiitidos, respectiva joia.
. 2.* Com a qualificagao de bentmerttes da so-
ciedade aos que contriboirem com a somma de am
cont de reis, ou angariarem cem novos socios as
mesmas coodigSes de paragrapbo antecedente.
Vejam-se mais os artigos 16,17, e 18 dos estatu-
ios, coneernentes a esta materia.
Em referencia a entrada de novoa socios, a di-
rectora chama a atiendo dos actuaes para o ar-
tigo 9 dos estatutos : para facilitar este servlco, a>
mesma directora mandn imprimir propostas com
os competentes diieres, que podero ser pedidos ao
secretario da sociedade, a ra da Crox n. 23, pri-
meiro andar, ou ao empregado externo, o Sr. Joc*.
Fernandes da Silva Ollveira.
A directora communica. anda aos senbores as-
sociados e a quem mais ver interesse em o saber,
que desde o principio do corrente anno, ha presta-
do soccorrosaos socios qoe os lem reqnisitado, n
a elle se mosiraram com direito, segundo os esta-
tntos, como de tudo dar conta na prxima reuoio
da assemblea geral, sendo :
Soccorros a ocios desempregados.
Soccorros a soceios impossibilitados de trabalhar
por doenea.
Soccorros a socios presos, cojo livramento con-
segulo.
Soceorros a socios que por doenea grave preci-
savam relirar-se para Portugal ou para ootra loca-
lidades.
Soccorros a viova desvalida de om socio.
A directuria provisoria pretende convocar a as-
semblea geral dos senbores associados para o se-
gundo domingo do mezde ontobro vlndouro, afim.
de lbe prear contas da soa gerencia desde que
leve a honra de ser elelta, devendo ter lagar a
eleicSo da nova directora, conselho fiscal e com-
missees de contas, no subsequente domingo do re-
ferido mez de outubro, em conformidade com os-
artlgos n e 25 dos estatutos; e dar assim por ter-
minada asna mlssio.
Secretaria do Monte-pio Portugus em Pernam-
boco, 20 de agesto de 1867.
Jos da Silva Loyo.
Presidente.
Joaqoim Gerardo de Rastos.
Secretarlo. -^
Ao todo 12 volumes.

roa instru a.
-se
o primeiro andar do sobrado da
M, > ttaiar no laaooda.
que mora na roa do VtgaHo, queira Tir a
esta typograpbk, a negocia que nao ig-
nora.'
o
viata
87. An1_
rsceza, roa do Cre
-_ mlnlstracao do crrelo geral deata cidade
>M?aMar *!' QW Hie alo dirigidas eom
" m" naodacio : Dr. Ataeillo Paraira da Silva
aoso deata Ra-
elle principia a po-
imbnco da marco de
nano : na Ir aria
20# mstiea pntflma Meria boaeo-
dj roa do nw, ***rto o. 31.
Antonio Jos Goncarvev Pires, trbdtto poR
tognez, retira-ie para Montevideo.
Os Srs. abaixo assigaadoa qoeiram vir a ad-
ilnlstraco do crrelo geral desta cidade aflo de
. recom-
aandacio : Dr. AfaeiHo Paraira da Silva, Ale-
xaodra Jo- da Costa Valente, Adriano dos San-
tos Perilra, Anselmo Gaudino de Quelror, Antonio
Jos de tona Carvalbo, Antonio Locvardo Redri-
faas r^,DCfana Caadfda ^t'*d^J?i.
qnJmXn^rtJKnelat eiavo^^ahO>8rt-
w, Jatto Ornar Pereira di ecos, fta aa Azevedo
Precisa-se de om homem estrangeiro para
feitor de am filio nos arrabaldes desta cidade, e
nao se dnvida pagar bem, agradando : trata-se na
roa do Amorimn. 41. _______^^^
Joaquim Jos Qon^alves
Beltrao
RIJA DO TRPlCHE II. 17 Io ANDAR)
Sacca por todos os paquetes sobra e Banco
lo Minho em Braga, e sobre o gaintes luga-
o em PortogaL
aber:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Gnlmares.
Colmbra. **> '^r^H
Chavea.
Viseo. .
mJIiiU do Coo4e. ^-^,
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
VinWNova de Fanellclo.
Lamago.
. Lagoa.
Baja.
fjKMKMMinl jaCJntaSaminijni
| CotnpiQhia fidelidade de seguros *&
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de.Jaueirot
.uiHhiaTuwSSSta!^ te,
da navios, mareado- i
IWiWoaf^iijrinraada

. i


N, I
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Blavto
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&*htiM*-t-kWim*r &Mlm8V&i%n.*tt*[m
9
Pitney toT,
, ./ A709
'i
PREPARDA FRI
CAROBA
COMPRAS
* n n
n?. jifia
POR
AIICJUSTE CAORS
Pharmaceotico pela escola de Paris e successor nesta cidade
V,
..... ': n
Aristide Saisset e J. Soum
1*0041 f; ,
i2.------Ra 4a Croa-----Si. f
-----------~^-------
Tratamento paramente vegetal sen mercurio, iodo, (Jaro, rtetl oatro qaalqae
mineral.
Verdadeiro purificador do sangae sera azoagae.
Especial para a cara de todas as molestias que tem sua origem na impureza do
sangae, como sejam as molestias boubaticas, syphiliticas, escrophulosas, darthrosas, quer
venham ellas por hereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos viras que contaminam o sangue e os humores.
A caroba um remedio prodigioso, [usado desde remotas eras pelos indios
do Brasil, e passando seu uso de geracao em geranio, hoje um dos remedios mais co-
nhecidoscomo propno para combater as molestias mis hediondas, entrando nesse nume-
ro a morpha ou elephantiases, para cajo curativo os nossos sertanejos consideram a
caroba como remedio especifico.
A muito ttmpo entrou a caroba nos formularios como preparadlo magistral
sob a forma de eleictuaro, anda hoje lembrado as pharmacopas com o nome de seu
celebre autor Jo5o Alves Carneiro: n5o ella portanto remedio novo nem desconhecido.
O ungento de caroba da mesma sorle preconisado desde tempos immemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras syphiliticas srdidas,
e empregado com proveito depois de improficua applicacjo de muitos outros agentes
therapeutieos enrgicos e de uso quotidiano.
Muitos dos nossos mdicos de considerado e entre elles o muito distincto pratioo
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Athayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio de ex-
periencias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no trata-
mento das boubas, das diversas formas sob que a syphilis se apresenta e maito especial-
mente as que teem sua sede na pelle, e poderiamos relatar alguns casos de data muito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em que a caroba produzio admiraveis
efeitos, depois de inuteis e prolongadas applicacoes de salsaparrilha, mecurio, iodo, ou-
ro e seus preparados, etc., etc.
Nao era possivel que urna planta to notavel por suas inappreciaveis virtudes es-
capaste a perspicacia e investigacoes dos mais abalisados praticos europeos, que se ap-
pcam com especialldade ao estudo e tratamento das molestias syphiliticas e herpejicas
e para prova abi esiao os Srs. Drs. Gasenave, Schurfer, Ricord e outros dando as mais
lisongeiras informacoes sobre as propriedades curativas da caroba e preconisando-1 como
remedio poderossimo para o tratamento das erupces cutneas, seccas ou suppurativas,
dartbros de todas a qualidade, edemas, ulceras de diverras naturezas, tumores, osseos
e oatras multas molestias de natureza sypbilitica ou boubatica.
Por ter-se generalisado muito o uso da essenda da caroba que en pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam coutinuar em suas observafes,
deliberei-me a ter prompta urna quantidade da mesma essencia, obtida sem a accao do
ogo, para nao prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encon-
trar-se-ha na minha pharmacia sempre e em porco sufficiente para todos os pedidos a
ESSENCIA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma penla para que nun-
ca fallera aos Srs. mdicos quequizerem esper mentar to precioso agente.'medicinal.
Kect'fe de Pernarnbuco, 17 de outabro de 1866.
AaastE Caors.
Moeas depuro.
Nacionaes e eslrangeiras assim como libras
esterlinas: campram-se na roa do Crespo a. 16,
primelro andar. __
Compra-je aoedjs de curo dea*/ifll~10*
e 94 a roa da Croz n. 3.________________
Moedas^de prata
nacieoas?, assim como pataces portugaezes e
bespsnbtW, compram-se eom premio : na roa do
Crespo o. 16. phtijeiro andar.
Libras esterlinasc
Compran) se com bom premio : na pra-a da la
dependencia u. 22.__________________________
Compam-sc escravos
Silvioo Gallherme de Barros, ruinnr:^, vende e
roca efectivamente escravos da amitos os seoi
de todas as idades : a' ra do imperador n. 79,
e-rceiro apdar.______________________________
Pataces
Compram-se pataces hespanhes, portoguezes e
brasilelros de cnnho antigo, em casa de A lamson,
Henry & C, roa do Trapiche-novo n. 40.

Deposito geral de todos railad so apees
Botica e drogara
34Ra larga do Rozario34



Loja db Sallo Vigilante
DE

Compra se na loja de oas do
n. 2 D, rna do Cabnea, moedas
cora$5o de ooro
nacionaes de 20*
Ouro e prata em moeda
Compra-se por maior prego do que em ootra
parte : na roa Nova n. 31, loja de ferragens. ,
uuro e prata
Moedas de oaro e prata nacionaes, e-trangeiras
de todos os valores se comprara na loja de oori-
ves junio ao arco de Nossa Senbora da Conceico,
rna da Cadeia do Recife, assim como onro e prata
em obra* velhas, brilbantes, diamantes e se paga
bem.___________________________________
Comprase ooro e praia em obras velbas :
na nraea da Itideper",.eaca 22.
Lompram-se
com premio meedas de ooro e de prata naclenaes
e estrangeiras: na roa da Cadeia do Recife n. 16,
armaiera de Adriano, Castro & C. '___________
Antonio Jos Rodrigues de Sooza precisa
comprar urna casa terrea que coste de 1:600,5001)
a 1:900* : a traur na roa do Crespo n. lo, ou na
roa Nova p. 80._________________ _____,
Ouro em moda.
Pagase mais do que em outra qualqoer parte :
na rna do Crespo n. 19, loja.
Compra-se sempre por mais do que em ou-
tra qaalqner parle, prata brasileira e estrangeira
(pataces) libras esterlinas, moedas de 95 e 165
portuguezas, de 55, 105 a 205 brasilelras, oncas
oo outra qaalqaer qualidade de ooro, e se trocam
sedulas do banco do Brasil e caixas flliaes de ou-
iras provincias: na ra da Cadeia do Recife n.
38, ioja de azulejo.
VENDAS
Piano,
Vndese um bom plano forte de tres cordas:
trotar na roa da Imperatriz n. 60, loja.____
Vende se ama escravT
lava e engomma; na rna da
melro andar.
maca que cotuha,
Aurora n. 86, pri-

'
GRANULOS ANTIMONIAES
Da Doclenr PAPILL4UD
Nave nedictcip para canoa iu molestias do corci8, da asthma, d*
da tinca, te:
ANTIMONIO FERREOS
eatarrho, da nwhicfc*,
GRANULOS
Para a aracanda anemia, 4a
chloroaij, da amenorrhea, da* naTralgiaa,
aacrofuloaas, ate.
navraaei, das moiotliai
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH
Para asaaaaa das moleatia, Barrlas, das rias digaatiyaa, dvpapsiaf, ate.
VBANflA. t Piarmacia de E. MOUSNIER, k Saujon (Gharente-Infrieare).
Em Rio-de-Janeiro, FLIX FARAUT, pharmacia, 71, ra Sete Setemkro,
i (Sm Pernarnbuco, P. MAUREA et C*? pharmacia, ra Nora.
'KmMaceio. FALCO chas, pharmacia imperial.
Cal de Lisboa
BVenese no armaiem de.iDavid Ferreira Bai-
lar roa do Brom n. 66.

INJECTION BROU
oHrUwale, latalUTd a PrcacrTaMwa, abtnltai a mto a,uoma i
* riBetHca WUcu 4a mam. (Kilft a lastrai|ai a aaa \. ( aaam a r~
-a> awaaaat sasx. >wdWl BasaMa. MI.
Veade-6e na pharmacia de P. Maurer tfC., roa Nova.
ba Idiuto. Veode-M


Oompanhia geral hespauhola de seguros sobre
a yida
AUT0RIS1DA PELO REAL DECRETO DE SI DE DEZEMBRO DE 1859
BANQEIROS DA COMPANHIA DIRECCO GERAL
4 Baae de Hespanha Madrid: Rna de S. AgostlnLiei
I .!
Situae da canapaahla em 15 de Jnlko de 1866.
Apolicas 19:700 Capital Rs. 127:144,5670 ou moeda brasHeira
Rs 12,714:476*000
A Nacional abraca teaas as conbinacoes de segure de super*iveucia e n'ella pode
fazer-sesabscripejb de modo que em aenbum caso se perca o capital imposto oemoe lu-
cros correspoodentes. Kj .
Umaafianca depositada.'nos cofres do;estado, garante a boa administraba da on
panhia. .
M)s ftmdos da companhia se inrertem em ttulos do estado e sedepositam no ban-
oc de Hespanha com interveocSo do delegado do goyerno e doonselho admmisfcratrvo.
A compadhia estranhatoda a empreza ou SospicolacSo perigosa,eos ttulos ea
gne se lojertem os fundos imp s na rmesma, nao-se corren o awnor risco, poU estao
garantidos pelo governo, podeatonafao da a. tor p.eizosd
Madclra de slcnplra.
Vendem-se 153 paos de slcopira, qae se aehm
depositados no estaleiro do Sr. Joaqaim Antonio
Rodrigues, na roa do Brum, onde podem ser exa-
minados pelos pretendemos ; a tratar na iravessa
da Madre de Dos n. 11.
No trapiche do Barao do Livramento
no Forte do Mal tos o. 15, continua-se a
vender saccas com farinba de mandioca aos
precos de 3#50O a 50, sendo deste ultimo
proco, farinba muito especial, ella antes
que se acabe.
Palha \
Na ra das f.ruze? n. o, confronte a padarfa
vndese palba para cadeira, a melnor que ha oo
aereado, e mais^tarato que em outra qnatqner
part^_______'___________________^^^
"1CBBQB
Vndese urna escrava mo^a perfeita cosiuheira
- e boa engommadeira, para ver e tratar na rna Di-
1 reita n. 86, 1* andar.__________
Arados americanos
Samuel P. Jotra;Ion & C. tem para vender supe-
riores arados americanos a roa da Sen*ala Nova
n. 42.
Fundi$ao Santo Amaro.
Completo sortimento de taizas batidas e ondi-
das, alambiques de todos os lmannos e fondos de
ditos, moendis de todos os tamanilos de snpenor
qualidade, erivos e boceas de forealba, o que tudt
se veade por commodo preco. ______
Poxassa da Kussia.
Verdadeira poiassa da RDssia, em barrls e meios
ditos, chegada ni ti mmente pela -escuna prossiana
c Vera! veade-se na roa do Trapiche n.-3 arma-
sera de L. I. Silva Gtrimaraes._________________
Vende-se nm preto possante e moco : na rus
roa do Raogel n. 9, oh troca-se por om ^ue sej
cozinbeiro.
__


iMvron r

DE
i
l JA JJI6NES.
X. 55. RA 0O IMPERADOR -


l"l
m. 55.
Os fanos dwta Mtf atoriea t*> oj aas eonhecidos para que seja necessario insistir so crt
*aMnoridade, vutogeo** (araonas qM oOerecem aos compradom, qoalidades tatas iacoatesU
vsts qm etlee Mm AeOaitiTasMtrM coaqnisudo sobre todos os que tem apparecWo nesu prac* ; pos
iin*samtda4o aaetiUseo sos obedeces a todas as vonttdes e eaprifibos das pianistas, ata
ttnnc lalhar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito sJmamens melnoramentos lmtortaa-
yutaaM ""* eUw deste"pfi;"; IWip tobles, to melodiosas e flautadas, o or isso nniu aarada-
PMSsa so eoniarnw as enwqinenia, tanto nnsu fabrica como na 4o Sr. BlonsM, e Paris, socio
lurnifw Isbas te j. Vtfnst, ea oo ja canittl forM sampre premiados em todas as expotidnv
No mesmo eetabeiecimento se achara sompre asi explendido e variado sortimento de mnslcu fon
14a Enrona, assim como fatYMlcas t planos bartsooieos, sendo tado rttlid-j por
Wos commodo. s raleareis.
Gn i mar es A Freitas
RA 00 CRESPO N. 7.
Os propritarios des:e bem conbecido es-
tabelecimento tendo em vistas a boa vonlade
com que toda generosa populacho desta bel--'
le cidade concorre com a sua coadjuvaco
para o basar de prendas que costumam e:-
tabelecer no da da commemoracao do anni-
versario do Hospital Portuguez de Benefi-
cencia, cojo producto appcado a bem
daquelles que baldos de recursos, e no leito
dador ali procuram melhorar seus soffri-
mentos e aproximando-se o dia dessa gran-
diosa festa por isso apressam-se em avisar
ao respeitavel publico do que ba de mais
moderno em seu estabelecimento, alm dos
quaes tem variedade de outros, qae a serem
para um fim t5o justo os venderam por pre-
cos mui rasoaveis.
Riquissimas caixas com msica conteudo
o necessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Riqusimos livrinbos com capas de tar-
taruga para missa.
Riquissimo albura com capa de tartaruga.
Porta joias, dedaes e relogios e neste gos-
to urna infinidade de objectos.
Vasos, calungas e palliteiros de porcelana.
Bunecas que cbamam papai e raamai.
Finissimos lencos de cambraias de linbo
com disticos.
Caixinbas com perfumaras.
Bengalas de canna com lindos castoes de
marfim.
Riqoissimos enfeites com coques e sem
elle inteiramente novidade e ultima moda.
Lindissimos cintos para senboras.
Fivellas lindas de moito gosto.
Lindos porl-bouquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentos e bailes.
Riquissimos leques de madreperola.
Lindos leques de sndalos para senbora.
Ditos de sndalos para meninas.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, ultima moda.
Leques de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lindos peo tes de tartaruga, massa e outras
muitas qualidades.
Luvas dejouvin. inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Ditas de seda.
Meias de seda e algodao.
Lindas trancas pretas e de cores om ve-
drilbo e sem elle, assim como lindissimas
guaruices para enfeitar basquines e botdes
para os mesmos.
Lindos indispensaveis para meninas das
escolas.
Bengallinhas para meninos.
Suspensorios para meninos. _^
Lindas touquinhas e sapatinbos ricamen-
te enleitados proprios para baptizados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Muito boas escovas para dentes, cbapos-
roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes.
Superior liabas para crochet.
Agulhas para o mesmo fim.
Lindos agulheiros e dedaes de madrepe-
rola c marfim, assim como de metal.
Liadas guarnic5es de botSes, para coletes,
punbos e colerinhos.
Ricas capellas para noivas.
Meias de seda para senhoras.
Superiores thesouras para unhas, costura
e cortar cabello, etc., etc.
Suspensorios de seda para bomem.
Dios de algodio para homem e meninos.
Fiaos aderemos pretos para luto.
Grande sortimento de finas perfumaras
dos meloores fabricantes at hoje eonhe-
cidos.
Grande sortimento de Gtas de todas as
qualidades.
E muitos outros objectos que impossivel
seria mencwna-los e que se encontrarlo na
loja do Vigilante, roa do Crespo n. 7.
ATTBNCl ;;
lo armazem de fazendas de
Santos C'elho, ra do Quei-
madon 19. ~ .
Bom e barato
Cambraia de cores matisadas finissimas a
800 a vara.
dem brancas transparentes finas de 4,
10000, 60,70, 80 e 90000 a peca com 10
jardas.
dem branca tapada de 80 e 90 a peca
com 12 jardas.
dem branca francesa minio larga a 90 a
peca com 8 varas.
Bafes de 35 e 40 arco6 nesgados para
senboras, a 40500.
dem de 35 e 40 arcos com ferrugem a
20500.
dem de mursulina nesgados a 50.
dem de crochet a 50.
dem de mursulina para meninas a 30 e
30500.
Saias bordadas a 50.
Cambraias admascadas para cortinado a
(20 a peca com 20 varas.
dem para forro a 30 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linho muito fina de 60 e 90 a
vara.
Madapoles finos de 60, 70, 80, 90,100,
110 e 120 a peca.
Platilha de algodSo superior fazenda para
saias a 30200 a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 20600.
Lences de bamburgo fino a 20400.
Ideft de bramante muito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Gnardanapos de linbo adamascados a...
30500 a duzia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 20 a vara.
Algodao entestado com a mesma largura
a 10100 a vara.
dem trancado de algodao a 10600 a vara.
Toalhas alcoenoadas de linbo lisas a 110
a duzia.
dem de algodao felpudas a 130 e 140
a duzia.
Colchas de fustao a 60000.
Retondes de fil preto a 60.
Chales de fil a 50.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
20 e 20500 a duzia.
Lencos de cassa finissimos a 30200 e
306OU a duzia.
Fil de linbo liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 10000 a vara.
Grosdenaples preto bom a 10800 e 20
o covad.
Morantiqoe pretosuperior a 20800 o eo-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vad.
Tarlatana de todas as cores a 800 rs, a
vara. ,
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 20500 a vara.
dem de linho com 5 palmos a 10200 a
vara,
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Riquissimos basquins a 250000.
Assim como outras muitas fazendas que
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e aa-se amostras de todo,
a NwMfide.do Pavo.
Alpaca a 1280
Chegarim as mais brilbantes alpacas de
seda para vestido, sendo neste genero o mais
bonito que tem vindo ao mercado tanto em
novidade de dezeflhos como em Dores, pora
ama nova fazenda qae se confunde perfec-
tamente com seda tendo entre eUas algnmas
todas branca? com os mais lindos lavrados
e vendem-se a 1280 reis, o covado, na loja
e armaiem do PavSo, ra da Imperatriz n.
60. De Gima & Silva.
Os casaquinhus de Pavt
a.*80,290, 2f50e3O0.
Cuegaram os mais modernos casaquinhos
oo jaquetas de ros preto, ricamente enfei-
tadas, sendo ons com cintura e outros sol-
tos con'orme se usa ltimamente e vendem-se
pelos baratos precos de 180, 200, 250 e
300, na loja e armazem do Pavao, roa da
Imperatriz o. 60. De Gama & Silva.
As alpacas do Pavo
para vestidos a 10.
Chegou um grande sortimento das mais
bonitas alpacas lavradas, de cores que se
vendem a l o covado, ditas a 800 reis,
ditas lizas de todas as cores a 640 reis, que
se vendern na loja e armazem do Patio, ra
da Imperatriz n. tO. De Gama & Silva.
Vestidos brancos
a40,soPav5o.
Vendem-se bonitos cortes de vestidos de
cambraia branca com bonitas barras tendo
entre elles tambem com barra de cor e ven-
dem-se pelo barato preco de 40 cada um,
na loja e armazem do Pav5o. ra di Impe-
ratriz n. 60. De Gama A Silva.
Grande novidade
Vestidos a 60
so na loja de Pavie.
Se vendem os mais ricos cortes de organ-
dy branco com elegantes listas largas, pre
tas tendo 10 varas cada corle com os com-
petentes enfeitos para o corpo sendo neste
genero o que tem viudo de mais novo ao
mercado, pelo barato preco d<* 60, -'' na
loja e armazem do Pavao, roa da Imperatriz
n. 60. De Gama Silva.
u

ywvyw
Grande aimazem de tin-
tas medicamentos etc.
Ra do Imperador n. 22.
Productos chimicos e pbarmi- |
e
ceticos os mais empregalon er*
medicina.
Tintas para todoogeaciL !e '.
tura e para tinturara.
Productos induslriaes e tiotas
para flores, como botes de flores
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenho.
Productos chimicos e industriaes
para photographia, tinturara, pin-
tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
pride directamente de Paris, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena
confianca e satisfazte qualquer en-
commenda a grosso trato e a reta-
: rao e por preco commodo.
PILUIiAS
Esto se acabando
Chitas largas escaras, cores Bus, piano supe-
or, a.240 -rs. o covado, e em pega a 220 rs.; n%
loja da ruada Madre de Dos o. 10, defroote da
guarda da artaodega.________________^__
Veod-6e om terroso-de SO palmos de frente
e.SS0 de randa, no Cbaeoa: a tratar no forte do
Matos prensa 3.
Vende-aeam molatiano de idade de 12 as
nos, linda flgara, bom copeiro, babltaadoao servico
de casa, sen feluos e bsm edacade : ruado Hos
picio deronte la oaia em ajee foi o g?moaile aa
peoolUasa casa joato ao canal; os pretenOentes
podem ir vello das seis mamo astas da surta,
ou das tres as seis da tarde. _
VsBdsvse doas easras cem habslldades 4e
24 a 26 anoos, om saoleirae de 7, nm cabriola da
8 e um jftatatiaao de 41 : na roa do Foco n. 9.
Veoden-ssi doas cabillos novos envidraea-
dos e dofa partaas: ga do Sebo p. t.
Vende se na roa do Amor'im n. 18, traveso
sipocala, encbamels, Uboas de marello. looro de
assoalbo, forro do mesmo, caibros dt ssD|oe a
mato, rlpas; dous loaais de ama.rello, de 130 cana
das, por
arare
3
ommodo qae admira.
00 rs.
de
rs.
Mchina americanas
para dosearocar algodao, de 1S a 35 serras ; vsa-
da-sa naftscripiorio da A. Da Moni, ma lo Tra
ptebajgl'jB^r,,^ __________
Vendem-se as casas terreas ns. 7 e 9 da rol de
Motocolosob, undo cid ama 2 salas, 3'qaait, Quaderias da
coiinba frs/ccimba, a M PtaasSi mbffa
nao a chiosproprios: a tratar
os, raa do Imperador a. 18.
P0TASS4 DA RUSSIA
A 200rs. alibw,
da moito soperior qoalidade : veada-sa ao escrip-
torio de OHvetra, Filhos k C, Jargo do Corpo Saa-
(0 0,1.
Kival sflii segundo.
Rna do Que Imano n. 49.
Qaer acabar eam as fazendas abaix
mencionadas.
Quciram vir ver o qae e boa e baraiissimo.
Toalbas de labynntho eom bico, tazenda boa a
3*500.
Carreteis de llnba com 100 jardas a 30 rs.
Gravatas pretas e de coree muito finas a 500 rs.
Calas de brelas de massa moito novas a 40 rs.
sonadores para asaartilbo da cordoe fita a l
ris. mtm
Carreteis de aha Alexandre com 400 jardas a 20f
rs.
Frasco de oieo babosa a 320 e 500 rs.
Ditos de dito bigleniqae verdadeiros a 1J000.
Ditos dito fatso a 800 rs.
DUos de macacar perola a 200 rs.
Sabonetes moito finos a 60, 160,200 e 320 rs.
Ditos de bolla moito floos a 2*0 o 320 rs.
Caicas para rap coa bonitas estampas a 100
Miadas de linha (roza para bordar a 20 rs.
Varas de eordao para espartilho a 20 rs.
Pentes volteados para regalar cabello da menina
a 320.
Frascos da macaca' oleo mnite Bao, a 120 rs.
aJmtoadoras maito Unas para eolietes a 500 rs.
Sartes da lio ha branca e de cores a 20 rs.
Libra de arda preta superior a 100 rs.
gscovas par tato, fazenda boa, a 500 rs.
Varas da franja branca da linho para toalba a
100 rs.
Pacas da bico estrello com 20 varas maito bonito a
Varas da paaaaa da dlffereotes largaras) a 190,
Caiaas de palito balio a iOrs.
Cana? da palitos de^sefrnransa sem enanofre a
Jarope e Tliibo ferruginoso de
Jnrnbeba eom pyrophosphato
de ferro.
Chlorose, anemia, escrfulas, racbliismo, blennor-
rhagia, leacorrba. febres intermitentes e ame-
norrhea (menstrna(o dolorosa e irregular)
Ha 'maito qae tinbsmos em vista assocl&r o ferro
as nossas preparacoes de jarobeba; mas levamos
tempo a experimentar qual a preparaco ferrogi-
I nesa, qne mais convina ao organismo humano,
vindo por flm a decidirnos pelo pvrophospnato
de ferro, com o qual podemos prepara r os nossos
xarope e vinho de jarobeba ferruginosos.
Temos a observar, porm, que o uso dos medi-
camentos de jurubeba com o pyrophosphato de
ferro nunca pode occasionar a phlysica as pes-
soas ainda as mais delicadas, como muitas vezes
tem acontecido at a pessoas robustas, qoo se bao
servido do mesmo medicamento preparado com
oatras substancias ferrnginosas, po; isso qae o
pbosphoro debalxo da forma de pyrophosphato, i
om meto prophylatito reconhecido infalllvel con
tra esta terrlvel affeceto.
As preparares de jarobeba, a qae havemos as-
sociado o pyrophosphato de ferro, sio mal prove-
tosas ao tratamento das molestias das senboras,
taes cono a chlorose, anemia etc.
Estas molestias manifestam-se com os sympto-
mas segaintes :Descoramento geral da pede <
das membranas mucosas, magreza, in^baoao das
faces e das persas ; excitacao nervosa, bysteris
aio, melancola, debldade muscular, dores Be-
vralgicas, pulso mais freqnente do qae no estado
de sade, calor febril, pelle secca, appaUtes de-
pravados, vmitos, prlsao de venlre, menstrnacio
dolorosa. Irregular, poueo abundante, descorada,
nulla, flores brancas, amenorrbagia e infeenndi
dade.
Dsla estado espantoso, alias to ordinariam ate
reconhecido entre nos em erescldo numero d se-
nboras, desapparece s com o prodeote nso das
preparajoes aeims.
nico deposito destes medicamentos:
pharmacia de J. A. Pinte, ra larga do Ro-
sario n. 10, em Pernarnbuco.
Este estabelecimento acaba de receber lindas
cbapeaas para senbora, ricas calxiniias para cos-
turas, ditas para joias, pentes doarados para coco,
flveiss mnilo ricas, assim como cintos e pnlseiras
da ultima moda de Paris, ntremelos e babadinhos,
bonitos toncadores doarados e dejaesran1!?, espe-
Ibos escossezes de diversos lamanhos e ricos cai-
vetes para senhora, voltas para pesclo, gravati-
nhas, bico de seda, dito de algodao, labynntho, e
muitos cairos objectos de aparado gosto, qne se
torna enfadonho mencionar, tnao por precos mui-
to commodos: a' rna da Imperatriz n. 70, na loja
da Le a I dade. _______..
Grande liqoidaeo de lyslromentos de
msica de todas as qualidades.
50Ra Nova relojoeiro50
O dono querendo acabar com esle arfgo resel-
veu vendar lodos os seus sorlimenios de instru-
mentos maito mais barato qae as ou'.ras casa?,
avista da fazenda e dos preces nlngaem deixara
de comprar. .____.
"" Vende-'se om sitio na margem do rio Capibi'
ooe : a tratar na rna do Qneimado n. 1j^j-i
letes de amjIU a 100.160 e 240.
a de botoea de madreperola pa
reperola para camisa a
i com soldados de etrambo para
Csrlilh" de doulriaa cbriilaa a 320 rs
Latas coa sapaator aara-avalM *'
Mar* 3
anda
iiaii a-.attaz.
bragas a 6 palmos
GRANDE
mo de
marinba ea frente a ra do Aleerim eoatados no
aHnhaoHCtP desta roa que leva flear a quera do
caes projeetado ea cootinaacio da casa de deten-
-', tendo da fondo unto do la-
snl 50 bracas a 5 patosos
esta estaocio 6 braca que deve
ser reservada para dita ra : quem pretender di-
rija* a roa Angosta casa aova com portio da
Ierre i lado.
Tendo da se liquidar a loja de calcados france-
zes sita na rna do Imperador n. 32, previne-se ao
respeitavel publico qae a mesma liqoidaeo lera'
somente logar de seganda-feira 20 do correte mezJ
ea diante, a para sa dar urna idea da barateza,
abaixo se traoscreve os precos:
Sorzeguins de Mellier verdadeiros. 11*000
ItoSnier dito........8JO00
Dito do mesmo fabricante da diversas
qualidades........... 8*000
Dito do fabricante Fankm a Lavergeu .. 8*000
Dito d< diversos fabricantes de 5* a 7*000
Sapatoes da Sotar que sa vendan por _
5*000 a .......... 3*500
Borzegains para menino da varios fabri-
cantes de 5* por .......... 3*000
Botinas para meninas idem dem a .. 3*500
Ditas para senboras dem idem Jolly 3*500
Sapatoes para meninos de diversos fa-
bricantes. ......... 3*000
Perfumarlas do fabricante Lubin a Piver, sorti-
mento variado de diversos extractos a agua de Co-
lonia.
Camisas pan bomem.
Bengalas, gravatas, charoteiras de mbar, pen-
tes da tartaruga da diversas qualidades a moda-
Ios, emflm ama Infinidade de artigo de laxo e
boa gasto;
onceo: no
da Mata v
Farinba da mandioca a
sraaxem da Candido Alberto
iravaenda Itadra da Dea n 14,
Vende-se
ama escrava de 50 annos de idade, sea vicios a
nea achaques: a tratar na rna dn Crnxn n. 41
A Agoia Branca ra do Queimado n. 8,
receben de novo os seguintes objectos e
esta vendeodo-as por pa^ .r?soave?s.
Modernas \dl*s.
Modernas fivellas de madreperola, vra-
das e lisas, guarnecidas com enfeites de
prata dourada, vendem-se na loia d'Acuia
Branca ra do Queimado n. 8.
Leques
todos do sndalo, outros todos de sndalo
com bonitos desenbos que representam qna-
tro vista, outros de sndalo e seda, cutros
de faia tambem com desenhos que forma m
qoatro vistas; vendem-se na loja d'Agoia
Branca, ra do Queimado n. 8.
Luvas finas
de camursa, brancas e amarellas: vendem-
se na loja da Aguia Branca ra do Quei-
mado n. 8.
Latas com banha fina
vendem-se na loja da Aguia Branca, roa
do Queimado n 8.
Cbapelinas modernas,
enfeites de flores, capellas finas para noivas,
ditas brancas e cor da rosa para meninas,
calzos e ramos de flores finas e botes de
rosa de diversos lamanhos t na Aguia Bran-
ca raa do Queimado o. 8.
Meias finas para meninos.
A Aguia Branca ra do Queimado n. 8,
recebeu meias mui finas para meninos, e
est vendendo as de cores a 54000 duzia,
branca a 54500 e eruas a 6*000.
Trancas de vidrilhos, brancas e pretas. lar-
gas e estreitas.
A Agnia Branca a roa do Queimado n. 8,
recebeu novo sortimento das trancas cima
ditas, e como sempre rende-as por presos
commodos._______
Vende-sa na taberna na roa do Hospicio
n. 28, pois o dono est dasnta a deseja retirarte;
coja taberna tem commodo para familia.
Aos Srs. coiiMmidores"li>
gz
A dlraeei da empresa do gat convida respei-
osamenta, ao Srs. consumidores qne por acaso
poasan r qoeiu por Muda --*?*.
deveniente qae pos sabrevlr, qnsJwn *rWr
snu radamacBes ao eaerlptorto rna do Imperador, sonde reaaberao immedtatai
proapta aitancio.


r
w

"* i;'

uno fWMinM y^tmm#y.^mgm m.,^
ra do mu n uj. 38
0 proprietano deste eslabelecimeoto deseja chamar a attenc5o dos senhores pro-
prietanos para o acreditados mechauismos qae contina a orriecer; os quaes fcwinte
ser como sempre. da melhor qualidade possivel:
Madhinas da vapor
torca de una cavallo para cima. As menores sSo mui proprias para motoras de descaro-
camento de.algodao ; ellas viajam armadas e podem trabalhar dentro de 2 i hora, dpi
de chegarem no lagar. Ellas levam todo qaanto preciso para o trabalho, e diverso so-
breceilentes. As machinas raaiores sao proprias para a moagem de canoa, e ha aellas
que podem jaota separadamente moer caona e descarooar. Ellas podem-se porteara
qualquer >noenda j existente sem outra raudanca do qae a substituidlo das rodas da alman-
jarra. ha tambemcom moenda jaula. I filas lem depsitos d'agaa beiros de ferro, e
nao precisam para seaassentamento de obra alguma, qur de carapina, qnr de al venara.
O teinpo para assenta>tas nao xcede de doze das ao-feils, em easos de mortes de ani-
maes oa arrombamentos de abades, etc., garante-se o assentameatoemeitodias. Todos
estes vapores sao simplissimosa* construc0o, e se regem-por qu*lqaerp*ssoa intelligeflt,
afacilidade da conducco seido specialmente considerada, tanto quenSoha lugar emque
oao se possam conduzir, qnr por trra, qur embarcado.
Lembrase io* seohone* de engeoho que a venda dos animaes e^serrieo da
gente occupado no sen tratameato os ho de recuperar da maior parte da despeaa do
vapor, deando-lhes a vantagm de urna moagem certa e seceferada ', e acabando eom a
despeza da compra continuada de novos animaes, e com os desgostosdo trabalno que se
tem com e'les.
Ser talvez desoecessario lerabrar aos compradores de vapores a vantagm que Ibes
resulta de comprarem suas machinas garantidas em urna fabrica, tendo artistas compe-
tentes para assentar as mesmas e ensinar a maneira de trabalhar com ellas, e j prepa-
radas para arremediar qualquer desarramo; facilidades estas que jamis podem encoa
trar comprando.as aos simples negociantes, os quaes por falta de conhecimente na ma-
teria nem se qur podem garanti-los de que as machinas qae vendem Scjam proprias ou
sufficlentes para o trabalho em que *e queira emprega-laa, no case de desastre nao po-
dem prestar 4hes soccorro algara; sendo que anda quando vnham s fabricas paracoa-
aertar as machinas aiheias, torna-se-ba preciso taer* repentinamente' moldes novos, etc.
ara as pecas estragadas, i J numerosas veaes estes vendedores tem representado *en
vaporas como senda de torca nrai superior sua actual e verdadeira forca; equivoco
este que nao s engaa ao comprador acerca do trabalho que possa tirar do vapor, mas
ucabem da lugar ao pagamento de um preco excessivo, vista da forga real da machina
que compram.
Tambem ha sempre prompto rodas d'igna de ferro, sarHhos com crnzetas para as
mesmas moendas de canoa de todo o tamanho, rodas de espora e angulares, paroes ou
joches para recebar o caido, crivos e portas de fornalha, taixas de ferro batido, fundido e
de cobre, formas de ferro galvamsadas para purgar assucar, bombas simples e de repu-
dio, alambiqaes de ferro, eixoserodas de carro, arados, grades, anchadas a avallo eee-
tros instrumentos de agricultura, raoinbos e tornos para fazer farinha e Ikalmente todo o
objecto de mechanismo de que se costuma precisar.
Na fabrica se fazem obras novas encommenda e concert, com a maior presteza
a solidez. O grande deposito de pecas e objectos habilitam-na mnito para esta fim. ,staf
O proprietario ser sempre mui feliz de poder dar informaces ou ctorecimeoto
os senhores que se servirem de seu pr es timo.
D. W. Bowman, engenheifo; ''
Ao respeitewl publico pernambncao pede-se
Atten$o
Manteiga iigleza
320, 500^800 rit s o arttatem se acha visla.
Manteiga franceza
em lioras 560 e 640, em barfs se fcr differenca.
Banha de porco
em libras 320 e 380, em porcia se far differenca.
Fructas
em calda Pera, Peceg, Rainha Claudia, Alpere e outras muitas 500 e 640 a lata.
ErvIIlias


.d

Portuguezas 640, francezas 900.
em Utas do Para ede albanecrae, Tala 1 0 e 1,5290.
Gonmi iIp mil Ha
em pacotes, dita da trra 0be'2O'iffa
de Bordeaux em cafxaa dnzia 55, garrafa 500, dito d 8# tdMa'800a garrafa, dito a
.40 a dozia, 1200 a garrafa, ditodo'P.jrt 80,120, 180, 240, caixas de doria, assim|
como flgueira caada 30500 e! 40, puro f% a Lisboa 20800, 3j)f 30500 qualidade cmeotosas que perteocera ao reino vege-
convida.
Y\\mm
DE
Joaquim de Almeida tinto
A jurubeba contra o ingorgi
tarknto do fijado e do bago
Em extracto alcoolfco, eapla-
tro, oleo, tintara, plalas,'
xarope e vlnho
A jurubeba orna das substancias medi-
Gax




em lata de 5 galoes e malspeqnhas a vontde do comprador, em garrafa".


MLLAS de BLANCARD
WWIW MI *(! IIULT11 ATO
ApproTadas pela Academia de Medecina de Paria i
_____ wtrnim nm mwmukl m i6 wmmmim
uniuniiAluno* wosmifa m nf, da blgica, da nunt, da rtm^rnik,wtc.l
Mtnfoi, *rNii mu Bxptrifois Vnifr,ai, ErtM POulu cttoITldM 'a. umad* iM-bilMialai ram taaaldtdt ttsuai, twn
TinUfem de terca taallerMei, mi or, de nm pequeo roame, e de no eaurea m
orus difeMhro. Gouodo d propriedide do Iodo do Vruo; eilai eoarea ftimr-
plmenle ou ffeeeoa Cktorotiou, Eurofumu, ntornlMM, Oaicrttot, r Ututrrhtm, \
menorrkta, tnrmit, etc.; enO, ellis offerceesi aat Mltieot am edkaoi64u Mkb
Icm para niodiBear at eeawtadeoei tfmfUOtm, /Vwnw cm tUUUudm.
ti- B. O ledan da torra Intara Kanes na aedfoa-
meate Miel, irritante. Cana prora da urna de uilbeneidaila dai
reradelraa Pllnlaa de Blaneard, dere-a xlfiraaeae aecWdN
nUrfieUriM.u arana, aqu kvtmIuMi,qaeleaeliana |>H
i otoar da aaa relaM rerde. Pera -m iiiinardm faMtai||to
fai-Hfini(Hliiii

.Parto.

.1
nsa




- PREPARACOES FERREAS-HANGANICAS
APPROVADAS PELA ACADEMIA BE MBDIcm*
DE BURIN D BUISSON
PkvtMttitM, tumi, pti kaki je bdici. m tu
0 eaiacnte professor TaeuegBATj, na ultima edicto de sea Tratad it Then--
P*y? medtea, reeonhece qae os ferroginosos simples sSo moias
ves ineffica-zes para carar u molestias qae teem por causa, o empobretimento
do sangae. Hunos mdicos dos mais disiinctos attribuem esse m o xito A ausencia,
n essas preparacSes, do manganese, que se acta no sangue, como o tem reconhecido
es cBimicoa os mais pentos, sempre intimamente unido eem o ferro.
t pois, prestarle um verdadeiro servco aos S~ Mdicos, o ehamar-se sua atteoco
sobre as preparaeoes seguintea. ^^
1 PS TerreS ^mn-mm *and nmefottmente ama agna, aeidalada,
!Lr-li, ... !la-' *"**"** wbsttumdorom yaatagem
e economa as aguas imneraeafomiginosas.
2 PHbIjs e Xarope de iedafeto de ferr e de manganese Dalleriveis
, eontendo cada ama eiaco eentigramoa de iedareto de ferro maneanieo indicadM
particularmente as molestias iTrapbaticas, escrofulosas, e as chamadas eajv
rosas e tuberculosas.
3 Irases de brille de (erro e de mam \ ^SSS^T-
PiWas de Carbonato frreo manganeo | StfSTSFZ
aliernar eaua du&s preparaeies d os memores rtMludoa. ^^
i.L,
Alplat

Azelte


140, e 16 a'a tib1 a, patocbalMfib
em garrafas a 800 e \&.
CHARUTOS
em.caxa de 50 por ift, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
da Exposicao caita 5, ditos de Regalia'caixas eem 400 a 2500 e outras muitas marcas
que s na presenca dos compradores.
PREZUNTOS
delamego em barril, ditos de flaD3bre"'melhor que ha no mercado por preco que faz
admirar !!
DOTDEGOiABA
caixSes de 560 fiuo, ditos de I50 que parece marmellada, dito era latas mnito fina
qualidade a 1(51200.
BOCETAS
com doce secco a IfieU.
QUEIJOS
do Alentejo em latas chegado pelo: vpdr Onelda, ditos Flameogos e Pratos dos mais notos
:jue hanomercadoi
AZEITONAS __ n_____^
de eb/as como no mercado nao temos a 14 a lata, em barris do Porto a Id orno oloha
melhofc
Roupa feita nacional.
55, 60 e
Em liquidacfio.
0 proprietario destes doas estabelecimen-1
tos tendo muila fazenda em ser e desojando'
liquidar para vender mais barato que pos-' ende-se calcas de casimira a
sifel na ra da Imperatriz.lojas earmazens 8^> J)retas dilM de meia ca*imira a 1,5600
da Arara, ns. 56 e 72. Ie 3^ dltas ^ Drim par^o a 10600, 25400
< f res a 5. W. 80 e 100; palitots de meia
Vende-se alpacas de assento branco com casimira a 35, 3J500 e 40: latots de aU
listas e flores lisa e admascalas proprias 'paca de core e-branca a.30500 o. 4Uj)alitots
para vestidos de senhoras a 500, 720 e 800 de brim decires a 20590/ 30 e 20: serou
rs. o covadn roa da Imperatrrz lojas da Ara-! de atgodaesinho de linho a 10600, 20
205 ns. 56e72.
Orgaodis de cores a 640 rs. a vara.
Vende-se cassa organdis e 70avara : talatana de cores a 800 rs. a
ra, ns. 56 e 72.
Ditos 160 o covado.
Vende-se ditos em retalhos a 160 rs. o
covado, ditos em peca a 200 rs. o covado:
retalhos de caca preta a 120 o covado: re-
talhos de caca decores a 200,240, rs. o co- vara: roa da Imperatriz lojas da Arara-ns*
vado: retalhos de ISasinhas a 160, 200 240 56 e 72.
rs. o covado: ra da Imperatriz lojas da, MadapolSoa 40000a peca.
Arara ns. 56 e 72. Vende-se pecas de madapolo com 20 va-
Brim pardo transado a 560 rs. a vara, ras a 40, 50, 60, 70, 80 e 100: ra da
. Vende-se brim pardo com pequeo toque Imperatriz loja da Arara ns. 56 e 72.
de mofo a 560, 640 rs. o covado:.ra da Casimira emfestada a 10 o covado.
Imperatriz lojas ns. 56.e 72.
Lazinhas a 200 o covado.
tal, e pertence a classe dos tnicos e desobs-
truentes, sendo cmpregada com vantagm
contra as febres intermitentes acompanbadas
de engo guarnen:o de figado e d baco. Ella
tem sido applicada cora racontestavel pro-
veito contra anemia ou calorse, e hydro-
phesia, catharro da bexiga, e mesmo para
combater a menstruacSo difficil, resultante
da mesma anemia ou chlorose.
Deposilos geraes
Em Pernambuco, ra larga do Rosario
n. 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
Ddurado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Sr>, Cselo & C, Mace i pharmacia do Sr.
Claudino, no Havre, pharmacia de Mr. Ma-
rica!, em Lisboa, oa pharmacia do Sr. Feij.
Sedas largas
A 2J o corado
So oa leja d > pava o.
Veodem-se modernsimas sedas eem largara
de cbila franceza, sendo com padross moderaos,
tendo entre ellas cores proprias para qnem est de
loto : vende-se pelo barato preco de l& o covado :
grande pecbincba : na loja e arraazem do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Certes braicos
A500rs.
Vende-se bonitos cortas de cambraia branca com
bonitas barras bordadas e teodo lambem algons
com bonitas barras de cores; vende se pelo bara-
to preco de 5, na loja e srmaem do Pavo, roa
da Imperaini n. i!0, de Gama & Silva.
A!pac A 500 rs.
Chegarara as mais bonitas alpacas da cores para
vestidos com deseosos miados e graados, tendo
largara de chita franceza, e vende-se pelo barato
preco de 803 rs. cada eovado ; grande pecbin-
cba : na toja e armazem do Pavao, raa dA Impe-
ratriz n. 60, de Gana & Silva.
Bramante a 2$,
Vende-se superior bramante de linbo alvo com
0 palmos de largara, pelo barato prego d* ti a
vara : na loja e arraazem do Pava >, rna da Impe-
ratriz n. 60, de Gima & Silva.
Algoie a variado
Vende-se pecas de slgodo largo mnito encorda-
do, pele barato prego de 5&500 a pega : na luja e
arraazem do Pavo, raa da Imperatriz o. 60, de Ga-
ma & Silva.
Retalhos
Vende-se orna porgao de retalhos de chitas e ca-
gas pretas, por prego barato, na .loja e armazem do
Pavao, raa da Imperatriz n. 60, de Gama A Silva.
Sedas a 320 rs. o covado
Vndese nm bonito soxtimentode sedas de listas
qae sempre se veoderara psrmaila mais dioheiro
e liquidam-se oelo baratissimplpr^c.o de 3J0rs. o
covado, s para acabar : na loja e armazem do Pa-
vo, rna da Imperatriz n. 60, de Gama 4c Silva. ..
Vqnde-se casimira enfesiada de doas lar-
guras a J, 1600 e 3(9 o covado panno fi-
no preto a 1*600, U, 20500, 3 e 4S: ra
^S^SXSSSCSJSSR / ^Se" da IPt lojas daArara ns. 36 e 72.
O, 320, 340 e 400 rs. | Algodlosinho a U e 4j a peca.
Vende-se algo iosinho a pecas de 30, 4S,
Francisco Jos wermann
(RA NOVA N. 21,
acaba de receber m lindo e magnifico sor
timento de oculos, lonetos, binculos, do ni*
mo e mais apurado gosto da Europa e occ
los de alcance para'observares e,para c
martinro. L
' RIVAL SEH SEGUNDO
Roa do (le Inatlo u 49, lo Ja 4
mlndezas
Jos Bigoainho
Varas de babado bordado do Porto a 100 rs.
Cairelis de retroi preto com doas oitavas propric
para machinas a S00 rs.
Agalbas para machinas a 25000.
Prego francezes a* todos os ttmanbos a SU rs.
Crozas de botdes de osso para caiga a 200 rs.
Espelhos doirados mnito finos a 1000.
Caixas com liaba superior para marcar a 940 rs.
Carriteis de reteex.de ledas a teres -80m.
Frasees d'agoa de Colonia mnito superior a 600 r
Frascos de oleo maito uno a 500 rs.
Pegas de traiga branca de caracol a 60 rs.
Doxta de tesourss pequeas a 480 rs.
Fraseos d'agua para limpar denles a 500 rs.
Redes pretas lisas para segurar Cabello a 330 n.
Dozjs de pennas fe ato multo fina a WrsT"c":
Caixas de linha do gaz de SO-bov^IIos aOOO rs.
dem de palitos de sepnranra a O rs.
Garrafas de agua Florida verdadeira 1*0(0. r-o
Babados do Porto de todas as larguras e lodos e
pregds.
Sylabarios eom estampas para meninos a 320 rs '''
Uemeato da roopa de lavar a MO rs.
Dazlas de meias mallo finas para seobora a 4 00
Agolhas Trancezas a balo papet) a>60 rs. -
Pecas de fitas de 13a de tddas as'cores a 5CC :
Grozas d&botBesde porwrana prreades-a MOj f
Caixas com alfioeltes trancezs a 80 rs.
Caixas de 100 en velones maito finos a 00 rs- : '
Resma de papel de pese branco liso a l}.
Frasca com snperiop tinta a 100 rs.
Pares de botoes de puabe tentto bonitos 801'
Linhas em carto de 200 jardas a 180. <"
Caixa de superior linha do gaz com 80 tovello n
Tal heres para meninos-ai 40 rs. '
Mass eom superiores grampos a 30 rs.
Grasas de peonas de ac mnito-finas a J20 ra.Jfl'x
Bonets para meninos a ijf.
Pentes com costa de metal a 400 rs.
Realejos para meninos a 100 rs.

VERDADEIRO LE ROT
it lOSeHBBT, Dertiur-Mitim ri
Ru do Seino, 51, PARS. \
i!0
Aviso agratopl,
* o uza Soares A Irma o.
^~
Em Ma garrafa, entre a roUu e o puel tal
que l, o meu i.nrte, nm amo impresio em .m.
rtUocom bino bwiuu no Sovu-.no namirs.
N R rnr-
. Z.~~r rS*-----te"A ^"al'i'ri
/Q^72 ff^^ fcrtPsria.jpnlavel
DflCTER-li0^.lfisC^k *" ^
T WRMAC!^ J, *? imi^.,.., ,i0
mmior ncmin
\

II* Pm^mbuco, m c,nte ,eral, Matrsr Ct*, pharmaeentioo., m Rm
,-s.
o covado : na ra da Imperatriz lojas da Ara
ra n 56 e 72.
Chitas francezas largas a 240 rs. o covado.
Vende-se chitas francezas largas a 240,
280, 320 e 400 rs. o covado: ra da Im-
peratriz lojas da Arara n. 56 e 72.
Mosambique a 400 rs. o covado.
Vende-se. mosambique com palmas ,de se-
das para vestidos de senhoras, a 400 r;?.,o
5J, 60 e 7*$ a pega ra da Imijeratriz lojas
da Arara ns 56 e 72.
Bramante a 20.100 a vara.
Vende-se bramante de 10 palmos de lar-
gura a 204OU e 20300 a vara: ra da Im-
peratriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
A^odao enfestado a 10 a vara.
Vende-se algodao enfestado de
ParrseSr?-S!lS!,t0 *^"^ ****** ta*'*'"* *"*

Saperjores tiras, bordadinbos e ntremelos bordados em cambraia tapada t
m Itjt d,8 NIUIIMII do C,^8 ,. 43
Antonio 'Goi-rear e fcomelljDsS Co
iri
wmmmm
, ... _L352
j'

i
o
covado: evareja, de listas para vestidos de'guras a 10 a vara (Jitotraosaito 10280 a va-
senbprap, a 280,320 rs. o covado. j ra: ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56
Sedas escosseza com quadrqspara vesiidos e 72.
de senhoras, a 280 320 rs. o covado: rna Cassa franceza a 240 rs. o covado.
da Imperatriz lojas da_Arara.n.i>6 e 72 | Veode-se. cassas de cores para vestidos a,
- Arara vende as saias 30500. |f40' 28 e^20 covado, veodes-s* cortes
Vender saias bordadas para senhora a J cambra'3 decores e com barras a 20500,
30500, 40, 60 e 70,saia balo-^u-criaoliuisi?5 e 3#50O: s as lojas da Arara, ra da
de arcos a 20, 20500 30 e 30500: roa da napmtnz os. 56 e 72.
Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
As sedas da Arara 10.
Cortes de la. de 14 covados a 30.
Vende-se corles dela para vqstjdos de
senhora com 14 covados o :j, ^,>5uu, i0.
Vende-se sedaa de quadrinbos e comlis- 40300 e 50, vende-se corles de cHi/;ag para
tas a 10, 10200, 1060o, 1<580.e 20, o co^homem a 8')0, 10, |soo e ltoO. colari-
vado: pupHinaSide.seda com palmas saltos j nhos de nbo para iionieui 4(iO e 5< 0, ditos
para8enfioraal06(Oe 10800,-grosdenapleside papel a 500 rs a duzia/golinhas para
de cores a 10800 e 20, dito preto a.10600. \ serrhora a 200 e 320 rs, por estes precos as
10800 e 20: ra da Imperatriz lojas da Ara- lojas e armazens da Arara, ra da impera-
ra ns. 56 e 72.- [triz ns. 55 e 72

-------------------------------------------------___





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edteo especial, ooiiaultce, ao,
Eia aqni o qie dt la
deentes me escrerem :
wLCHABLE,MPABIS
AVISO IOS DOENTES.M0
ubU
160

I
.'Si i
Sil 01
' 4
Raa Nova n. 28.
Vendem :
Lmtias mnito soperiofes ejn noyellps.sorttda; a
i 25000 e 230 a libra.
Dita mais inferior a |200 e 1J500.
Dita do gar, pret, braoee de cores, em ett*
; xas de 40 uovelius 800 res.
Dita em caixas de SO ooveos, branca, a 7
re i?.
Dita em cjixa> da 10 novados grandes, a iO
res.
Dita branca e preta, em cartSas, a 160 res a
ansia.
Dita de Alejandre, carros
a dara.
Dita em carros, eom 80 jardos, a 360 res a
dozia.
Auolbas de fondo dourado maito finas, cauta.
220 reis.
Ditas iogJezas>*Mfidas,Mlbiro 70WH -.
Grampas com cabeca de vidro, dozia a
reis.
Ditas lizas e crespas, maco 30 p 60 reis.
Colxete em eaixinhas, dnsla 610 re. .
Dito em carles, dazia 600 e 900 res.
Espoletas verdadeiras, B B, caixa 100 reis.
Alnetes m cartas grandes a 140 res.
Ditos em cartas menores, 100 reis.
Ditos em caixas com -utia libra, 310 rei-.
Botdes de madreperola para camisa, grosa
e aOOreis.
Ditos de osso para calca, grosa 200 reis.
Ditos de loaea, grosa 160 e220 reis.
Ditos da moedinba para panbos, a 1J60O
a dozia.
Pentes para alizar, dozia 15100, 2?00 e 35000
reis.
Ditos maito superiores para bixos, duzfa 25000
reis.
Ditos para coco, duzia 15500,15900, 25400 e
354GOTets.
Phosforos de cera maito superiores, duzia de
eaixinhas 320 reis.-'. jl
li iraltins francezes muito finos, 200 reis.
Ditos portagaezes maito bons a 120 e 160 reis.
E-pHhos em qaadro doorado a 120.
Trancas- lizas e de caracol, .peca a 40 50 e 60
reis. .
Fila de la para debrum, vara 100 reis.
Dita de ajgodao branca, pega 240 reis.
Dita de firmo,"peca 40 reis.
Laa de todas as cores para bordar, libra 65000
re i9.
Garante-se ciq&rdada barasslmos precos
' RA iNOVA N." 28.
Depositp. na pbarawaj de P. Maurer
C. em Pernambuco,,,
W4l1* II

XAROP&DEPUHAnyQ,-
DE CASCA DE LAR ANJAS. AMAR GAS
COM IODTJRETO D^-'POTAgSlO
DE
J I*. Larozc. ,^ .
pharmacpatico en Pars
.P ipdnretodepotassio .om verdadeiro al-
terante, um depurador de incontestavel effi-
I cacia; combinado cora o xarope de casca de
200 jardas, a 15200! ,a1ranJas margas, aturado sem pertubacc
alguma pelos temperamentos os mais fracos,
sem alterar as funecoes do estomago. As do-
se- mathematicas qne elle contem permittem
sos mdicos de receital-o para todas as ce m-
pleigoes, as affeccoes escrofulosas, tubercu-
losas, caneerosaa p nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'isso, o agente c
mais poderoso coDtraas doencas rheumaticas.
Deposito em todas as pharmacias e casas de
drogaras no Brasil.
Expedicoes, em casa de J. P. Laroze, ru
des Lions-St-Paul, 2, Paris.
A' venda na pharmacia de P. Maurer de
C.a, ra Nova n. 25.
460
rete
Paris, 36. Rna Vivienno. W
CHABLEmdecinspcial
AS E.NKtllMIUAAS OLS SEXLAEStASAl.>a>
gOKS OOTAlfRAS. E A VTBRACOES BO 8ANGK.
"*,0(M> coras da impingeiu,
tuifl*, herptt tama,
.CTMMMM, I
>,r4VJ!Z*E*l*u riima '^^^a^'^SmaaZiim'^anataMm
dlm >> iiisi mna*rvm e__
carar eoa 4 iaa, ( eatoa aioda mais mMtt*.
Meare MdtesteeaH asm wmMm, Corrimntot, jw^c-^, t,
Jai ****** m*
40.000 D
tTfttn
SSlSr^JgJJ-
I eiWADOS
IfiPharmaci.i especial liorna
Spathlea do Dr. Sabino
JL. plnho.
Cha de 1* sor te para nso das
pessoas que se tratam bomeopathi-
camente.
Vende-se em pacotes de libra'a-
3,jl200 rs.
DEPURATIFt
iu SAIVG
atmrntet.
lereo*t,vitiomu doianfut-,
_ tii-ua, alUracof do tan.
gu*. (Xaropa v^Mal sn w.rlot. Mp.r.llvaa
* UKHoa Aiwna: toaao-s don
por emana, sgnindo o traeiarneoto Itepurativo:
em pregado ns mismas molestias.
Eue Xaroj* Citracto da/arre
de CHABLE. cara immadia- _.
menle qualquarporoafoo,
reluxatmo,: 4tiitiiad4i*w-)%
igual menta m jtwrea fiortt
braneat das milherM. Esta iajMMO Itltain ib-
frtft-6* eem Xarepe d* Citracto di retro.
imnim l.fmmiMi4a.
PLU5 OK.
COPAHU

(MmI mMHml I
AVISO AOS SRS. MDICOS.
SlX'up QU
orPORGET
ntrwotai mi m
chin i uit u Hemem
do prf; Y**U ao doento
deite xaropr D" FoncCT.
em Paria, rma fltleue, ,
*W4o4poI!o,p.3L
Vt*d*#e4M|jrBg)Nwt:Bt4fi ph
ffi
ivtml ob rn fct^
ii;ij
ie

Terrenos para edificar^
Veode-se terreos oo Caxaog, mni( ftlNNfelrJt i
proprios para ed.flcacao, Qwm preapV^V'lrfl IB 3

V*rt*i rWrtM***.frJ fmperdor <^ teianrate car regntalo -d*
7.(Adrl*>o. 7 dfl'fftm. S
lemVifVtQbihW.*.'*
t tnMtMmim-
rrteft
r*:-
V Drrelto
MUPtVW
lets particulares do Brasil,
-* le Vwcecellos afeu
dre Ir P*^"^.^~**a>|
W a- *mtoi*.iaeaD:tNe* 4a-jo
venda na d|eu|c
jBmmtpamnp. :
____________-------
m m gaz
laurer 9
Chegoo ao aotigo oootlte 4Beorf i
MBPJanM
'"" BaMSiBpetor:.
Tem pm mvMmHmi)***mim
?edWC4***ifttti4ao^i& *MD*>m trv
ai? 11 ^ajayjl mmmiiiliT
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mi


II
I
A.-
\,
i
feaedfos do r. J: C- Ijer, ei-leaU
JaUroraetaik 4e Peisytvaiia, iot
Estados-Unidos.
Sxlraeco couamoat* ele a*U~pai
!fj*e Penauafeae. Tere, frlrt f f Irig.^ fe 67.
11
5w?*w^


0 depesittJce^nt para1 ^s proviocias
Pernaaibucd, A'lagdas, Parahyoa Rio
Sraade do Norte, destes remedios tao fa
wavelmeote coohecidos e acolhidna em
todaaa* partes' da America do Sol e do
Norte, acoa-se em casa de TUed Chrla
tlaaaem, H> ma m Trapiche en
Os procos de
535 por duzia de estrado de salsa-parrilha.
174 por duzia de peitoral de cereja.
1 V1$ por doria de remedio para sezdes.
70 por duzia de pilotas catharticas
e enteodem dluheire Ta ta, con
o descont de 5 por cento em qnantidadei
de 6 a 12 duziaa, o de 10 por cento m
quantidades superiores a 42 doxias.
L

A A gala branca.
Antes da avisar a sna boa freiraezla do
novo ha recebido, vai primeiro
.ntrt *
o
ua
m m
p
h -

^
a s
^
o -a

qae de
,-------- dirigir seas cum-
primentos e agradeeimentas so bello Viado braoco
pelas maoetmagradmls con que elle a ha tratado
e assim oamprindo esse dever, deseja the tambera
que a par da eontranagao de sna robustez tenha
crescido augmento de bous freguezes, e mals que
rom aquella figelreza deque dispSe-se livrese da
pobtarta d aquellos qne a pretexto de amostra le-
vara os objectos, e pelas soas Immensas oeeopacSes
nao vottam mais.
Ja e\ pois, o beHo Viada branco qae a agaia
aprecia o sea bondoso trataronto, e Ibe deseja nm
feliz porvtr. Assim dito e felfo, val a agnia bran-
ca'satlsfater a sna boa fregnezfa, pela obrigaeao
em que esta' de continuamente selentiflea la do
qne de novo receben, peto qoe avisa-a, de qae aca-
ba de chegar para a toja tf-agufa branca, a ma do
Qoeimado n. 8; o seguinte :
Coqoes novos de linios e variados moldes.
Kofelie modernos e bonitos para senhoras.
tintos de pomas enfadados com vidrilhos.
Cord5?s grossos, pretos e de cores com vidrilhos
para enfeites de vestidos.
Trancas pretas e de ontras cores, tambera com vi-
drilhos para o mesmo fim.
Goarnigos pretas para basqulnes. vestidos etc.
Transas e galSes de seda para o mesmo.
Dita dita de lia e afgodo.
Pitas de velludo de cores, lisas e chamaloladas.
Bicoa de seda.
Pitas de borracha para cintos.
Ligas de seda ps ra senhoras e meninas.
ntremelos e babadibbos bordados.
Uollfnhas B-pnnbos bordados para senhora.
Collerinbos para horneas.
Abotoadnras de diversas qaalidades e pregos para
coletes.
Ditas ditas ditas para pnnhos.
Bonitas eorrontes pretas para reloglos.
Agaia Branca a' ma do Quelmado n. 8, re-
cebe a :
Caixinhas com dons baralhos francezes, de colo-
ridos finos, enterroeados com donrado?, papel en-
cornado, rastroso e opaco, obra multo boa.
Ditas com tnios de osso, martlm e madreperofa
para voltarete.
Pente* de marOm com chapa e sem ella, jiara
timpar caspas e tirar bichos.
Ditos Unos d'osso e tartaruga para o mesmj
i-j. AIm. .gran?e jortimeoto das melhores machinas, americanas para descarroca
algodlo, de 10, 12,14,-,18, 26, 22, 2oV30,35, 46 e 50, neste estabelecimento a
encoatra mais o seguinte:
Azeite de espermacete propria para machi-
nas.
Vapores de torca de 3 a 4 cavallos. *
, j
GRANDE SORTIMENTO

ll/E>Ul* BARATAS

LOJA E MtUAZBM
Rm da Imperatrli i. 6k
Basto*
Vaenotas Atienta prooria* p-.ra caberlas de
earros, multo aovas e da melbor qoadaiie pos-
8lvel : vendem-se por preeos razoaveis na rna da
Canelar.56 A.
BE
CA19IA SILVA.

Serras avulsas para machinas.
Mandes e todos os mais pertences para i
raesmas.
Carros de mSo para aterro.
Cyliodro para pdarias.
Debnlhadores para milho.
Arados tmericanas.
Jarrinhos proprios para armazens.
Moiohos para rfinacSo.
dem para milho.
Escadas de madeira americanas.
Caixas com vidro sortidos.
de todas as qaalidades.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para engommar a vapor.
Vassonras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de verguinha.
Guarda comidas.
Penetras d'arame para pdarias e refinagSes
CorreDtes para almanjarra.
Machados e facSes americanos.
Barricas com mimo branco americano.
<^>



ii.
Os proprretarios deste grande estabetecimento acabam dereceber da Enrona um
grande sorttmento das melhores fazendas de 15a, linho, algodJo e seda; as quaes vendem
POf preoos baratsimos, afim de aporarem dinheiro, dando de todas ellas amostras,
oeixando ficar nm penhor ou maDdam-naa lew em casa das Exmas. familias pelos seus
catxeiros, assim como as pessoas que negociam em peqnena escala, nete estabelecimen-
to comprarao pelos mesmos preeos qoe se compram as casas inglezas, ganhaodo-se
apenas o descont.
Vestidos ae rantazia a 64 e 84.
Vendem-se bonites cortes de vestidos de
fantaria com lindas barras e enfeites de seda
pelo baratissimo preco de 64 e 84 na loja
e armazem do PavSo ra da Imperatriz n.
60. De Gama 4 Silva.
Pannos, de linho.
Vende-se.superior panno de linho puro
para lences e ceroulas a 640, 7C0 e 800
reis, a vara na loja e armazem do Pavo ra
da Imperatriz o. 60. fe Gama & Silva.
Bramante de linho a 24 24400, 24800 reis
a ara.
Vende-se superior bwmante de linho
com 10 palmos de largura proprios par
lences, pelo barato preco d 24, 24400 e
248 > reis a vara, na loja e armazem do
Casemiras pretas entestadas a 4 6oo.
Na loja d Pavo vende-se superior casemira
enfesttda preta para calcas e paletos peto barto
Preco de 1*60 o cowto on a 34800 cada crie
de calca, dito moito mals fina, novado a 24200
o o corte a 34800, ditas mnito finas sem serem
nfestadas a 14809, 24009 e 24500 cada covado :
na loja e arroaaem do Pavo na roa da Imperatriz
o. 60 de Gama & Silva.
Espartiliios.
Vendem-se magnlflcos espartilh&s francezes e
inglezes na toja e arnnlem do Pavo, ha ma da
imperatriz n. 60. de Gama & Silva.

Armazem de fazendas "finas para grandes toiletts e uso
ordinario para todas as ciasses.
tartaruga para desemba-
Ditos de osso baleia e
racar.
Ditos, de ditas dita paTa barba.
Oculos Oatros de dlffareates graos e cores, com arma-
oes d'ago fino.
Ootros umbera de armagao fina, vidraca de co-
res.
Lonetos oq pincenez com armaclo e ac, h-
lalo e tartaruga, vidros brancas e de cores.
Envelopes pegenos bordados.
Dito ditos opacos e grandes para offlefos.
Frsqnlnbos com saperlor lila carmim.
Stereescopos e vistas.
Acaba de chegar am novo sortimento e conti-
nan! a serem vendidos por pcegos -eommodos.
Meias
Pretas de laa e lala para padres.
Brancas de la para horneas e senhora.
Ditas de borracha para qaera soffre Inxajo as
pinta.
Brrelos oa carapneas brancas de algodao.
Bssencia de ail, e bolas de dito para en-
geminado.
Vendem-se na loja d'agoia branei, na rna do
Qaeimado a. 8, sendo a esseucia em frasqoubos a
300 rs., e as bolas a 60 r
Lencos de cambraia braocos e de cores com
barras de cores usas
Ja nao a prlmeira vez que a agnia branca ven-
de desses lencos da marca BBB, isio bons, bo-
nitos e baratos, por isso approveltem t^dos essa
nova occasiao de se preverum desses sempre pre
cisos lencos, cuja commodidade de preco anima a
axer-se o gasto ; costam elles 34600 a dozia, e os
pequeos para meniaos a 800 rs. a duzia. Quem
s dirigir a laja d'agaia branca na ra do Quej-
ando o. 8, eonbecera' que taes lenges (em as qna
Itdades cima ditas.
Novo sortimento de albuos de SO a 200
retratos.
Vendem-se sempre por pregos eommodos ;
rna do Qneimado, toja d'agnia branca o. 8.
Bolas de oorraeh para brln-
qnedos..
Vendem se na rna do Qneimado loja 4a aguia
branca n. 8.
Carretela de retro* para i
ekitaas.
Vendem-se na roa do Queimado loja 4a agnia
branca n. 8.
Papel paquete.
Vende se na ma do Queimado loja la agnia
ranea n. 8. ^___^
Na Vtta do Trnpich n lT
acham-se o* stauintes devositos
De R. Bfunio|banem Jtaits.
BOMfOfM.
Vinho Poamard tinto.
Cortea tinto.
Santo aeorges Unto.
Ghamtiertin tinto.
Ricbetionrg tinto,
dos de Veogeettio o.
Gbablis branco.
HeM A.Woefea Fraicfert:
Rheno.
Getsenheitner.
McanmiM.





rna do Crespo n, 7 A.





esquisa da do imperador
DE
Cestodie Jos Alves Goimai-Ses.
O proprwtario deste importante estabelecimento avisa ao respeitavel publico
e aos seas amigos e freguetes que acaba de receber pelo vapor francez Gutetm, di-
versos artigos de moda, os quaes sao de completa novidade para este mercado, e apro-
ximndole o da da commemoncao do anoiversario do Hospital Porttiguez, por isso
apressa-se em vir avisa-los do que ha d mais moderno em seu estabelecimento, como
sejam:
Biqnissimaschape!inas com ooque. I Lavas de Jouvin preta, brenca e de orea,
unas sem elle. Lodos eortes de I5a com barra,
lindasi cbapeliQjs de palha da Italia. (*e-, Riquissimos cortes de traesparent de se-
0 moHo estas chapelinas por se-fda para vestido de senboraslmbem iovi-
PANNOS DE CHROGHE*.
Vende-se nm grande sortimento dos mais boni-
tos pannos de ehrpchs proprios para cadeiras, so-
pnas, radeiras de balango, para almofadas e para
cobrir presentes, e vendem se por pregos baratos
na toja e armaiem do Pavo, rna da Imperatriz
n. 60, de Gama & SiJva.
FAZENDAS PARA LUTO.
Laja do pavo.
Vene-se setlm da China preto sendo nma fa-
enda mnlto leve e sem rostro com 6 palmos de
largura proprio para vestidos! e ronpas para bo-
mem pelo barato prego de 4000 o eovado meri-
no preto entestado moito bom a 14Q00, superiores
bombatinas preUs a 14600, 14800 e JJflOOrs. e
covado, superior ratio a 14?00, lorinha preta
lisa a 410 e 500 rs. o covado, nm grande sortl-
. raento de alpacas e princeas pretas que se ven-
dem mais barato que em ootra qoalqoer parte, na
loja e armaiem -do PavSo, roa da Imperatriz, n
66,-e d Gama & SHva.
As 10 mil varas de cambraks
Covado 300 rs. vara 500 rs.
S o PavSo
VeDdem-se finissim cambraias france-
sas com listras miuda,. graudas e com
lindos desechos de flo"es e palmas, sendo
todas com as cores mais modernas emais
Itfidas qne rato preco de 300 rs. o covado eu a 500 a
vra, grande pecMocba attendendo a
grande porc5o qne tem, sen3o seria para
muitn maisdinbeiro : isto na loja o armaaem
do Pavo, Toa da imperatriz n.0 de Gama
Silva,

'C
I i
GRANDE BAZAR
ra Nova n. 20 e 22

A. {Si?8 P a J501" o utor Wheeler
A Wdson, chegadas ltimamente da Pe-
rica; as qnaes pode cozer-se com duus
pespontos, todae qualquer fazenda, emba-
inbar, frangir, bordar e marcar roopa; tudo
com perfeiclo. Sao tSo simples, que com-
prebende-se fcilmente a maneira do traba-
bo e a pessoa tendo pratica dB coser em ma-
rbinas, pode fazer por da o servico que fa-
ciam 30 costareiras.
Cbama-se este estabelecimento a alten-
Pavio ra da Imperatriz n. 60. De Gama :, PDD|,C0 v,st0 que elle se acha com-
& Silva. I P'etamente sortido de bjectos de gosto,
Algod5osinho enfesdo a I 1*290 reisa ^omo em,eqaes de madreperola e de san-
vara. aal0.' PveIas- fitas para cinto, cokes perfu-
Veedem-se superior algodSosinbo amen- ma,la e etc'
>
*



><
enVnnner., _
Em casa4e Theod"ChristaoMn'.aa iqXtt
prche-novo n. lo,.oaieo ageste m norte do Brasil
daBrandenbnrgrres, Bordeaok, ehcontra-fi u
toctivaavenudepito dos art0M acfalatai
ni. J alien.
8t Fierre. -
LaroM. -
ChateanLoyla.
Jhaleaa Harganx.
Grand vin Chateaa Lafltu (B5S.
i
.J

Chatean Ufitte.
Hant Santeraes. -,
Cfcateao 8aaternes.
Chateaa Laxaur BteaalM.
Chatean Yqoem.
Cognac em tres qnalldades.
Aeitadoce. Procos 4a- Bordean!.
Am agtieultore$
f SaMleta Brothers A C, acabam de reoeber &t>-\Z
Ujerwol vapores d fwe de 3 a 4 cavalli com
4 vapor trabalbar a*,^^4^FlB
erten para eoferdar lo4^> en para ootro qoat-
oor servico em qae asan trabalbar com awmaes.
mesmos tambem tem a veoda machldai/ame-
M pretendelet ditfu
rieanas de 35 a 40 serras
aa-^o l^o do Corno Santn.!
_______vapora
mil i iJw'lJjl iflIlUWWI .1
o largo do Corne Santo b. TiT valora palentes
om todos os per tencas proprios para faxer mover
s oo qOtro JMcbitas par dearoear algo dio
commeoda se
rem iateii ament novidade).
Ri^uissimos cintos de seda, com matantes
achineza, ultima moda.
Liadas saias de 15 com bordados, proprias
para as excellent'.ssimas senboras trazerem
por cima do baiao, ultima moda em Paris.
Lindos cortes de seda para vestidos.
Moireantiqne branco, azul e preto, fazea-
da ioteiramente nova.
Grosd-inapoles de todas as ceros.
Ditos pretos.-
Leques de madreperola.
Ditos todos de sndalos. *
Ditos de sndalo tendo no centro um qaa-
dro de seda, ioteiramente novidade e ulti-
ma moda.
Gkapos de sol para senhora.
Ligas de seda pra senhora.
Ditas para meainas.
Espartilbos para seohora.
Riquissimos enfeites para senhora*. intei-
rameote novidade.
BalSes paTa senhoras e meninas.
Touqainhasricameote enfeitadas.
Coeiros bordados.
Toalhas d labyrintho moito ricas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dito.
Readas.hicos da ierra egradespara lencos.
Um rico lencol de labyrintos.
Riqaissimas basquinesde seda preta, bor-
dadas com gosto.
dade.
Lindos cortes de 13 com betas de sede
Itiquissimas ti ellas para cilos.
Fil de seda e de linho.'
Riquissimas camisinbas para senhora.
Riqais&imas saias bordadas.
Punbos e gollitilias para seohora.
Riquissimos maEteletes de cores, inteira-
meoie novidade.
Peitos de linho bordados com gosto pro-
prios para camisas de noivos.
Collarinhos de lisho lisos e bordados para
horeens.
Lindos veos e maulas de blonds.
Riquissimas vestiaientas para 'baptisadosl
ontendo hapeosinhe. sapatinho, meiasinha
a camisitiha com lindes bordados.
Riquissimos chales de tonquim.
Grvalas de seda branca para norva.
Ditas decambr i a de linho com bordados
as pootas, novidade.
Chapeos de sol de seda com easio de
marfim.
Ditos de outras qualidades.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Chapeos de seda preta para homem.
Ditos de phaotasia para homem.
Casemira preta milito fina.
Ditas de cores ioteiramente novidades.
Cambraias, 13as, chitas, madapoloes e oo-
tros moitos obj'ectos.
O dono deste importantissimo estabelecimento contina nolonvavel proposito de
querer vender muito e ganhar pouco, sojeitando-se a tirar em soas mercadonas um lacro
rasoaveL para assim poder melbor agradar aos seas numerosos fregaezes.

A' LOJA DE FAZENDAS DE AUGUSTO
i
i C.

11-* do Queimado11
Angnsto Porto 4 C. acabam de receber da Boropa superiores cortes de seda de core par
bailes e casamento*. ,;
.. Ricas cortes de blnd cam manta e capella para noivas.
Cortinados bordados j)ara,,cainas de noi vas e janelfas de 7* a 804 cada om.
Colxaa dseda-etrasde li> seda6 ane ha de melhor para camas denoivas.
ToalbjqbM de eruct para cadeiras e aofis, esoarlilbos a sultana para senoora, camisinbas
con manguitos bordados e lindos eocfeovaes para baptisados, e baldes de musselia e de arcos par
senhoras e meaioas.
Luvas de pellica para homem e senboras e superiores chapeos de sol de todas as qualidades.
Laa para vestidos baratlsslma bonitos padrSes o covado a 580.
Tpeles grandei para, aola, dos para piano, ditos para cama e peqoapw para portas e ineltas;
Hoir branco e preto sjpehor para vestidos de liodos deseohos, grosdeaaple de todas as cores
de uaadrinbos. cambraias brancas de mnttas.qualidaJas, ditas de cores e lindas percales.
Basqones de seda pela triaras modav chalas e retondas de anipare, vndese barato.
Camisas pira horneo* franoezas e inglens de llabo e de algodao anas seioulas de Hn
periores.
Capa* de borracha, sobrelqdos e perneiras is raefhores e mals elefantas.
Malas grandes para vlagens, ditas peflaenas e saceos de tapete e couro.
amatMe branco de 4 largaras a 25O0 a vara, pannos pretos e zoes, casemiras pretas
^bbpj'l barato, *'<-,
t statlcinjento ha sempre am completo sortimento de boas fazendas tanto para a praca
a o centrada provrbcia e saperior^eObjectoR proprios para casamento*como svjaoi eaoellas,
estos de blonde e de molr branco, cortinadas, colchas, vedendo-se todo mais barto
'^tiras e alcatifas para forrar Salas.
H~a. do _____~_____L______i
de lintin sa
de
;! 9b

^ iD iiC

----

Vwo^mt dg^tode superiorWno de Cai-iffna
----- JDWMAli ti aoidDQ -i
,,'< Antonio (Orts tos Santos A C, roa Santa ftariara i. i eatlo kafcihtaaoe asapprlB de
jarvo- am condicoes mais favoavetrfrt*em'MK Jdnai^ar dopaattofa odoa o* atrita raaor f t
ocmra aaqaelie oorto. ti wotpmr nesti com Domngoa Aires atBM'
Chales baratos
iU. 35500,^ e 7,5000.
Vendem-6e chales de merino estampados
a 28, ditos lisos a 3^800, ditos estampados
8nos a 5,$00, 6,5. 6500, ditos crepon
com listras de seda a 70500 e 8000,
pechincba : na loja e armazem do Pav5o
rou da Imperatriz n. -O de Gama e Silva.
Xoros vestidos a 60000.
Na loja do Pavao.
Gbegaram os mais modernos e bonitos corles
de orirandys para vestidos, tendo W vars c da
eone, sendo 7 aras listadas para saias e 3 *aras
s *| derad ^oe tem wiodo ao mercado, tendo entr* el-
les ronitos braocos com lisias e enfeites pretos, e
veodra-se pelo barato preco de 6, ooicaroente
no armazem dof avo ra a Imperatriz n.-G, de
Gama de Silva.
**ara eamai de noivas.
Vende o PavSo.
Bicos cortinados bordado* a 8^000,10*. 16,5,
20S e 2t o par ; assim como os mesmos tambem
servem para janefc'as; ditos adamascados a 103 e
123; bonitas pegas de cassas adamascadas psra o
mesmo effeito; bonitos damascos de la de urna
e duas largaras, proprios para colchas, assim oo-
mo bonltascolchas de croch : ic. isto se vende
mals barate do qoe em antra quarjner parte, na
loja do Pavsa, rna da mperalriz n. 60, de Gama
k Silva.
Orgaiidj a 404)0.
Vendem-se bonitos cortes de organdy
sendo com listras todas brancas oa com lis-
tras de cores tendo .otto varas cada corte,
pelo barato preco de i&, pechincha: na
loja e armazem do Pavao ra da Imperatriz
n. 60 de Gama e Silva.
Atoatiados para meza a 2#000, 2#500 e
3^000.
Vende-se superior atoalbado de linho
adamascado alvo com 8 palmos de largara a
3 a vara; dito adamascado pardo a 2,5500
rs.; dito alvo de algodo a 2000 rs.; dito
trancado alvo, sem ser adamascado a 1,5600;
gaardanapos econmicos pardos a 35 a du-
zia ; ditos alvos a 3^500 e 4000: isto na
loja e armazem do Pav5o ra da Imperatriz
o. 80;de Gama Silva.
Casaqoinhos de fil.
Vende-se os mais modernos xasaquinhos
oa basquinas de fil preto. pelo barato pre-
co de 10,5, chales e retondas de renda preta
na loja e armazem do Pav3o ra da impe-
ratriz n. 60. De Gama & Silva.
Cambraias largas com 8 Palmos de largura a
y U e 1280.
Vnde-t cambraias largas da Escocia ten-
do 8 palmos de largura que falieita fazer-se
am vestido apenas com 4 varas, pelo bara-
to preco de 1,5 e 1280 reis a vara pechinr
cha a loja e armazem do Pavo ra da Im-
peral o. 60. De G ma A Silva.
Cambraias escorzas tapadas e transparentes.
Vende-se um magnifico sortimeqto de fl-
nissimas cambraias brancas para 'vestidos
tendo mais de vara de largura pelos preeos
de 10&i2,5, 13#, assim como um grande
sortimento de ditas mais abaixo de & S.
H, % e 85, garaolinduse aos comprado-
res que oeste genero nao poderao comprar
melhor e.n outra qoalquer partee so na lo-
ja do PavSo rna di Imperatriz n. 60. De
G ma& Silva.
Pamascos para Qolcfeas., a U, 24500 e 800 r.
Veade-se o mais superior damasco com
8 palmos de largura proprio para colchas
com osdesenhos mais buoitos que tem vin-
do ao mercado com urna s cor e de duas
cores pelo barato preco de5o cpvado, di-
to com 6 palmos de largura a 24500, ditos
de nma s largura a 800 reis, na loja do Pa-
vSo ra da Imperatriz n. 60. De Gama &
Cassas de urna .so cor a 300 rs.
o covado.
Vende-se bonitas cassas de nma c6r so.
todp tfr de rosa A aso.], cor de.|yrio, roxi.
t ivwda e.coi' de eaoaa pelo barato preco, de
o covado: na toja armazem- do
cano enfestado que a largora delle d a lar-
gura do lencol, sendo liso a vara a 14 e sen-
do trancado a 14280 na loja e armazem do
PavSo roa da Imperatriz n. 60. De Gama &
Silva.
Pannos e golinhas a 14000 o par, .
s o Pav3o.
Vende-se om grande sortimento dos mais
bonitos e modernos pannos com golinhas,
sendo de esguio de linho bordados a 14000
o par, ricos manguitos com gollinhas de
cambraia tapada e transparente a 24000 o
par. E pechincha ; na loja e armazem do
Pavao raa da Imperatriz n 60 de Gama &
Silva.
.Galcinhas pera meninas a 640 e
800 reis.
Vflgde-se calcinhas bordadas para meninas
qoe ffdam na escola pelos baratos preeos
de 640 e 800 rs., manguitos para as mes-
mas e para senhoras pelos mesmos preeos,
na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60,
de Gama Silva.
Baldea de eaudm.
Vendem-se as mals modernas crinolinas ou ba-
I6>s proprios para vestidos de canda, sendo os
melhores e mais modernos qne tem vindo ao mer-
cado e por preeos moite moavels: na loja e ar-
mazem do l'-jvau ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
mi & Silva.
I<5as transparentfs.
Cbegaram as mais modernas barejes ou lasl-
nbas 'transparentes com I mitas listas de seda,
vendem-se na loja e armazem do Pavo ra da
Imperatriz o. 60, de Gama & Silva.
Casaquinhos para senhora
Cbegaram os mais muueroos casaquichos ou ja-
queUs pretas ricamente enfeitadas sendo com cin-
tura e sem ella, pelos presos mais mdicos que em
outra qoalqoer parte : se vendem na loja e arma
zem do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Gama
i Silva.
Bales a 9$, t*o e3|.
Vende-se um grande sortimento de crinolinas
oo baldes de arcos para senhora pelos baratos
pregos de tf, 23500 e 33 por ba ver grande por-
co : na >oja e armazem do Pavo roa da Impera-
triz n. 0, de Gama & Silva.
Madapelo e algodo
Vendem-se superiores pegas de madapolo tea-
do 24 (ardas cada urna pelos baratos pregos de
63, 63500, 73 e 83, ditos"- francezes fazenda mnito
superior em pegas on a retalho, algodo mnito en-
corpado pecas com 20 jardas a 53500, 63 e 63'iOO,
dito muito Bao qne serve at para camisas a 83 '
na loja e armazem do Pavo rna da Imperatriz n.
60, de Gama Silva.
,. _________________
Na ra
na &C.
nova n. 20 e 22. Carneiro Vian-
Cintos pretos
e de ootras cares com franjas de vi-
drilhos braecos e pret j.
Aaguia branca, na ra doQueimada n. 8, rece-
pea d esses modernos cintos de ponas, cem fran-
jas de vidrilhos brancos e pretos; comparecam,
pois, os pretndeme?, que acbaio sortimento a
contento.
Fabrica
CEBVWAMOtM
De Henrique LeidVn
O proprietario deste estabelecimento n3o
poopando esforces nem dinheiro para agra-
dar ao respeitavel publico e seus numerosos
freguezes acaba de installar para commodi-
oade e interesse dos mesmos.
Um deposito g ral na roa da Impera-
triz n. 32
Aonde encontrarlo sempre um variado
sortimeoto queremgrosso querem retalho
dos gneros segointes:
Cerveja nacional branca e preta.
Vtnhos finos e oatros de Franca e Alle-
manha.
Abfyntho Suisso.
Kerschenwasser.
Cognac
Vinagre branco e tinto de superior qua-
lidade, tambem tem deposito de agoa e li-
monada gazoza da fabrica do Sr. Jules Gras-
jean.
E tudo sem differenca no preco que se
fechou na fabrica.
Qualquer encommenda que fr enviada
ao deposito ser immediatdmente apromD-
tada e remettda ao domicilio do comprador.
VENDE-SE
Motores americanos para dons cavallos.
Dito dito para rjaatro cavallos.
Machinas para desearogar algodo de 14, 16,
1&, 20 30, 35 e 40 serras.
Prengas para enfardar algodo faiendo os sac-
5o com 6 palmos de comprimento com o peso de
50 e 200 fibras, viudas ltimamente da America
no armazem de Henry Porster & C, oo caes Pe
dro fin. 1 junto ao Gabinete Portoguez.
l'OllaresRoyer magnticos
Nedalhas e pnlstiras mygelicas.
A Agnia BraBCa receben nova remessa dos pro-
veltosos collares Royer magnticos, ja sommamen-
te conbecldos para preservar as convolsdcs e faci-
litar a dentico das criaogas.
Com esses otis collares elctricos magnticos
tambera nao pequeas qnantidadas ds aedalhas
e pulseiras elctrica.* magnticas coja utilidade
tem sido aproveitada por qoem soffre do nervoso
bypocondico, tremores as mos etc.
Assim como os coflares Royer esto feralmente
conhecidos e acreditados pelos eflkazea-efeitoe e
bons 'resoltados que tem comido as pessoas qne
dellestem osado ; assim tambem ehegaram- a ga-
nbar to alta reputagao essas apreclaveis medalbas
e pulseiras magnticas, nma vez que o uso dells
fr se estendendo a todos que dellas necessitem. A
Aguia Branca contina a receber por Wdos os va-
pores francezes urna determinada qnnlidade des
ses sempre preciaos e estimados collares Royer
magnticos e por lsso fique na lembranea de todos
que os acbaro constantemente em dita loja d*
Agaia Branca, rna do Qoeimado n. 8.
Machinas para descarocar algodlo. do me
hoi1
god5o salte quasi 15o perfeito como o de bar
landeira. Recommenda-se a attencSo dos
Srs. agricnHors,3iaa macbmai.
PavSO roa di ftOperaVl* 0. W aeGama 4 go, ie;%aeBialbde afroga parataroetrorB
Silra. i roa do Mondejo, olarta o. 13.
Fedegoso de Pernainbuco
A planta conbecida entre nssob a denomina-
gao de fedegoso, e no Rio de Janeiro e proviocias
do sul deste imperio pela de crista de gallo o
tiarldium nlllissimom on liaridium elongamm de
cbum., e o nelictropium curassadlnm de Mart,
pertence a familia das boragineas.
O fedegoso considerado, na tberapeutiea per-
nambucana come nma di s plantas mals recommen-
daveis por anas virtodes curativas, e applioado
interna e externamente.como calmante do syslema
nervoso, naparalysia astbnra.tosse convulsa ou co-
quelucbe.tosses rcenles e antigs, soffocaedes, ca-
tarrbos pulmonares etc., e em geral contra ledos oa
sdfrimentos das vas respiratorias; sendo om ex-
callente unitivo para aquellea que padeeem de
phtislca pulmonar. Sna efflcacia contra o ttano
on espasmo tneontestave!, e ningoem ba, que e
descenhega. Nao ignorando nos o qoe arbamos
de dizer, e esforcando-nos por .ser ptil a humani-
dade soffredora, preparamos o que abaixo indi-
camos, pondo a disposigo dos distinctos mdicos
e dos doentes desta e das ontras provincias deste
Imperio nossas preparagde?, que sao :
Plelas, tintara, xarope e vinho do
fedegoso.
I'alco deposito
Pharmacia de I. A. Pinto, roa larga do
Rosario o. 10.
Escravos fgidos
Attenco.
o
fto^oo*.
Contina andar rngido do poder do abaixo as-
slgnado, desde o da 12 de marco do correle anno
o *eo escravo pardo claro, de notne Cyriaco, com
o* slgoaes seguimos: representa ter de idide 40
anuos, rosto redondo, e am tanto envergado, olnos
empapanados e fondos, bocea graooe, belgos gros-
sos, barba fechada e roiva, pe* e sao* arossos e
carnudos, pellos vermelbos e cabellados, cabellos
crespos e avermelbados, costoma andar arsaado de
faci e orna b>yonrta n'oro pao, gorta de lomar
cachaca, e qaando fica bebado da para poeta e re-
gris : rog -se, portanto, as autoridades policiaes
capules de campo a apt rebensSO do mesmo, e
lava-lo a sen sanbor o abaixo assignado, no en-
genho Pedregnlbo, em Nazarerb. que era' recom-
pensado com a gr*tiBeeae aetma.
Jos fffnaclo Perrelra Torre*.

sos
efe grahj
Continua a eatar fgido o escravo Simeio,de aa-
eao llogambique, idade de (0 annos, tem os sig-
naos seguinles : sem barba, com talbog em cjra-
)a raneado ao p das.orlbas. alto, falta de denles
rfritfe,!*ablante(ari;eMdo,lvon caiga eca-
nrraaaeoremnom s&do, chapeo de ntoga
tor aotor que tem apparcid na 'Amanta a. ca(nj*a d*^9^.j|?mm> ; este wcrav fi
t talaexecucao dp^chinismo'i-te0WaSa*
Vicente
hLrtdoaw, morador ni pfovinela das Alaron, 'por
ten procurador o Sr. Joaqulr* Caialcantl M JAbn-
HMq Meito, oc^r joirnjo de jtjftw.
VSt\mla)atque dito erctavo tenha eejnWdal-
C* M aoterijlies
pollclaes a sna apprebensao, alm f M|r
BOJei dp campo, laiHx seo senhrr Bfrnaroin*
AftonioParir* BastosTi- WDiretta n. 8Q, ao
Recffe, qoe dTa' a ataUDeaclo adma.
m


Diarlo de #f**m}w'~ Tfry llfl de Ago.* de l67.

r'ir-----rm
ASSEftL GEittL
volencla e amizade. A clmara sabe qae o nosso das do imperio, em am ponto fazia a polica das
vapor eneouragado/>iffara ardsMo pelas aa- eidadej, en ogtrs faereorria o interior no encalco
-i_
GAVAR-4 DOsIe^UORES REPUTADOS.
SESSAO EM 23-DE JULHO DE 1867.
SaESIDKCl\DO SR. FAMA.(VICKPR8$>EaX
.v /((itioa).)y -^ #
Em 1864, flaanfo eowr na-imperial, ton mal-
ta razio, nao mando plenipotenciario ao con- para com
gresso americano, qao eniao tuoecioaau em Lima, maito bem
toridades francezas ; mas qae, depot da tsenssao
qae o governo Imperial mandn abrir a eise res-
peito, esse vapot apa-4 t&iliMjdo apaas o go-
verno daqaelle paiz coariifaafaklosfiastig?
(Apoiados.)
O governo do Brasil liaba conseguida*} sao 8a
m relagio ao tnajor Max too Verseo. Nio Iba
era desairoso eolio dar mostras deJianevolencia
niri Anm nm* n n un .^ ,* maoiai i 4 nriivlni *
nio eram sabidas nesla rSrle as bases sobre as*
quaes tiubara de versar as cacfireflcias, e aiada
hip nao constam.
Posteriormente nao aceitamos a msdiaglo no Pe-
r na guerra qae maulemos conlra o governa dj
Paragnay. Seguio-se o prulesto em eslylo que ni)
diplomtico, e a qoe ainda ne rtspondemofe.
Todas as presumpgde eram porque do congresso |
do Per se havia de tratar principalmente da guer-
ra do Paraguay; e, desde que o governo actual.
orna nagio que a mereca. A ( Apoiados ; -qasn lo, despertadas,
n I |T dos aggredia nasffoi
Mas o ultimo tiro d lo contra o minriro de esttaogeiroa.consistio em
palavras qae citoa de\mJ%ota d# encarregadp
de negocios da Prussia em relajo ao assumato
de que se trata. E-ta assampto esta, beodo disco-
tido em Berlim, por assim o ftaver querido o en-
carregado de n gofios da Prussia. Devo ser por
islo p.rco as minbas expllcagSes.
Eis, Sr. presidente, o qae me parece necessario
dizer no intuito de restabelecer a vardade dos (ac-
tos pelos quaes ful acensado.
interpretando nal e-patriticamente os senliraeotos
da nagao (mullos apoiadv antende que nao pie Jalgando assim camprldo o meo dever de defe
admiltir interveocSo eatrangatn n presente puer-l reacia a de respeito para eom acamara dos senho-
ra (multes apoiados), nao deviaraos mandar pleni*. res depatados, ea nio besitoe n aereditar qae alia,
potenciara a am congresso em qae ao nosao ooico, am sea patriotismo e sabedorie, reconbecara' qae
voto se oppunnam todos os ontros. Se assim ti- os suppostos esbaBjamantos dos dlnhe.iros pblicos,
Tese pratioado o governo, como sera qualiUcado tic- vivamente estigraatisados pelo nobre deputado
o sea proceder ? (Maito bem.)
Tomarel agora em coosideragio a censura feCa
ao governo por nao ler manttdo a neotralidade en-
tre a Hespanha e a Repblica do Pacific.
Sr. presdeme, creio fazer. in'era jusliga ao no-
bre depatade, pensao lo que S. Exc. nao tem mals
intsreresse pela digflldale do Per do qoe o pro-
prio governo peruano e seas alludos. Pos bem I
0 governo peruano, depois de orna discussio nes-
ta corte e la', reconbecea que o procedlmeoto do
govervo imperial em relaco a' nealralidade tiaha
sido enrgico e decoroso. (Apoiado
O governo boliviano acaba de fazer-nos a raes-
ma lustiga, declarando ao nosso plenipotenciario
em La Pa, por meio de um protocollo, que eram
sam (uadamenlo os motivos sobre os qaaes os en-
carregados de negocios do Pai e do Ubile tinbam
sabr este assuaplo felto reclamares ao governo
imperial.
Ora, depdis destas considerares, pareee-me de-
ver acreditar que esio dissipadas todas as duvldas
sobra o procedlmeoto do governo. E'-me llclti
acreditar tamtiem que as reflexcos do nobre depa-
tado nao podem subsistir. (Apoiados.)
Declaro entretanto ao parlamento e ao paiz com
toda f.anqaeza que a rainba maior satisfagao neste
negocio a conviccao em qoe me acbo de ter
em mea favor o seotlroenio do paiz; porquanto
preso raais o S3a jauo qae o-do3 estranhos. (Apoia-
dos. )
Q"ito ao protesto nada mais direi, porqae j
respotui ao nobre depsido por Minas-Geraes, que
tami)m oocajtna se desse assampto.
P-'irci agora licenga a' cmara para dirigir al
fv s pa'av.is ao nobre deputado pelo 1.* distric-
to da provincia de S. Paulo.
U Sr. C. ttoni : Est ausente.
O Sn. MiNisrno na Estra?geiros : O nobre
depuiado censaron o ministro de estrangeiros pela
declaragio Interpretativa celebrada com a Fraoga,
wn (fue, Seonndo S.Exc. o direito brasileiro e saa
1 '''i^io .Varo sicnficados ?.o direito e legislacao
raucea.
Repetirei a parte da nota qae o nobre depatado
leu : t Bem qoe V Eac. nao quizesse na sua nota
d" 23 sitisfAier^a miaba l?itima curiosdade rea-
liVAznenie ais principios pelos qoaes regaloo-se o
rroendiraento do governo im*i*nal com o major
Versen,~agradego ler-ma ao meos deixado a es-
paraoga de obter esclareclmsntos a este respeito
por va de Berln. Se nao consegu descobrl-los
nos principios de direito internacional, talvex te-
nha desculpa de serem elles de dala maito aatiga
oo moito moderna. >
Entao de sua propria lavra accrescentoo S.
Exc.: E" nainral que o major Maxvon Werseo
entre as oa inipre-soVs de viagem conserve sao-
dosa recordaco do Sr- ministro de estrangeiros,
e entre estas ten dovida avoltara o cometo desla
nota. >
Sr. presidenta, ea ja disse qua o assampto io
sti terminando ; a dlscusso, pois, nao pie dei-
zar de ser pouco exlpnsa.
Entretauto os oobres deputados se lerem a dis-
cusso que uve lugar por causa deste laclo, e que
se acba no raen relator!o, bao de reconhecer qne a
digoidade e honra nacional foram porfeilamente
reanudas pelo governo. (Apoisdos.)
Ea nao creio, Sr. preside.}'?, q".e se algam da
o maj.ir Versen l;mbrar-sa da sua malfadada via-
gem Amrica do Sol,- teobi saniosa recordocao
do acioai minis'ro' dos negocios estraogeiros, por
csusa dessas po[jv.as s ooham importancia
Bit 1ls De1,1 oo!,re dopotid'o; Ea recelo antes que
*so oJ,4'-ial ProsslMO, se algum dia langar os
obos s)b-,) 3 tftcbos do duoipoa do nobre de-
putado Matft a'sa* Prisa'?, se admire da extrema
seasibilidade, oo,. o aohre dflpafrt'o a PWtDlt-
nsse asar de suas oraras expresases, ea aizia- aa
sacrosanta tAqemiiade do noare depatado, que
fios triste, co.n o espirito abatido e o coracau co-
barto do luto, coatempUado ora facto em qae o
governo do seu paiz, sendo providente, enrgico e
liz no comprimalo dos seos deveres, torai jo
mssmo lempo alieoeioso e benvola, como coovi-
nha que o losse. para as nacoes amigas. (Apota-
d0Sr! presidente, qoando S. Esc. dizla estasi pala-
vras, nm dos oobres deputados por Pernambo.o
respondea-lbe em aparte que havu raprocWatfe,,
que a legsUeo fraoceza seria applicada em. ran-
ea do raesmo molo que a brasileira no Bra,TC
Mas, nao teode o nobre deputado por ^- au.o
conteotado.se com islo, direi algumas P|ajras
para nde a casara jue iateirada e convencida da
justica que presidio a conveoco de que se traa.
A nossa legislago orphanologica contem
sigoss especiaes qae estio era perletta
com disoosicoes da le^islaijAO fraoceza
tras differencis nota-se a saaainta ; Pfl*te"
legislacao o cabega do <:asal 6 ama entidade aa
nual nao se pode pesciodr nos aventarios.
A legislacao franoaza nao recoohece, W<
essa entidade. Ora, nao podeado e nem devendo
o Brasil ceder ne.sta pirte, Oooa estabelacido qoe
a legislacio franceza nos dominios da t;ran<;a u-
ria vigor nos pantos em que a convencao a nao
alterasse. Em relacio ao Brasil o mesmo se disse.
Deste raodo,re$|abejeo>a-se pirfeiu reciprocidade.
Isto posto, v a cmara qae oio tem laadam-
to a censara do nobre depatado a quem me retiro.
collisao
Entre oo
pela provincia do Rio de Janeiro, oao passam da
parte do nobre depatado de erros de aprecajao
dos fatuos oo de completo deseonbecisaenio destes
( apoiados); qua os actos quilificados de erros na
geslao dos assumptos diplomticos nao sao da par-
te do ministro qae os praticou se nio o resaltado
do eiame e do estado, e da parte dos nobre3 depu-
tados qoe os censuriram mals orna prora da poa-
ea beoevoleocia com qua elles em geral discutem
os actos do governo (apoiados); qoe o moviraeoto
por mim imprimido no pessoal do corpo diplomti-
co, e que aprouve ao nobre depntado, eom um vi-
gor de expressio ponco inve)avel, qualidcar de
contradansa infernal, nio fol mais do que a pro-
movi ou nomeacio de poucos empregados do cor-
po diplomtico, remora justificada pela utilidade
publica. (Apoiados).
O Sr. Candioo Torre; Fo.ho:V. Etc. esta' em
contradicho com o Sr. presidente do conseibo:
elle eoteode qae se devem diminuir os empregados,
V. Exc. augmantou-os.
O Sr. Ministro de Estrangeiits : V.Exc. nao
ou vio com aiteocao todo o meo discurso. Sr. pre-
sidente, preciso concluir. Depois das explicacdes
que teoho dado a' cmara dos senbores depaiados,
ea nao besito em acreditar qae esta ba de recoohe-
cer tamben qas o actual mloistro dos negocios es
traogeiros, bem longe de abater e arrastar a dig-
oidade do imperio dianta do eslraogeiro, tem pelo
contrario maotido Ilesa e sempre na altara em
qae deve estar a honra nacional (apoiados), con-
dicao indispeosavel para a vida e grandeza dos
estados. (Apoiados; moiio bem, maito bem).
Um Ss. Deputado :Respoodea perfeltamente a
todas as arguicojs que Iba foram feilas.
O Sr. Paulino de Souza : Pelo minos tem o
mrito de nao maltratar os depotados na discassao,
a isso nao pooco.
O Sr. Bqarque (sigoaes de atuneo ): Sioto,
Sr. presidente, ter de oceupar a atuogo da cma-
ra em hora tao adiantada: nao por mim, mas por
V. Exc. qoe em vrate "da le foreado a oovir-
we, a pelos nobres deputados que, rar bondade,
anda guardara as suas cadeiras.
Nao veoho fazer am discurso poltico: embora a
proposta do go7aroo, tlxaodo as forjas de ierra pa-
ra o aooo Qnaocelro de 1868 a 1869, preste-se a
am i variada di3cusso sobre a poltica gerai do
mea paiz, oio me sioto com orgas nem recursos
para anda urna vez tratar de semelbaota assamp-
to. O qae me traz boje a' tribuoa o que ma ira-
ra' amanhia, o que me trara' todas as vezes que
a miaba fraca voz poder vir em apoio do goveroo
que sustento, ja' defeodeado-o de argaiedes qaa re-
putar injustas, ja' auxiliando c- na susteotaQo de
medidas que jalgar convenientes-: o campnraea;
do dever de amigo.
Ja' v V. Exc. que mea 9a responder aos no--
bres deputados da opposlQao qae me precedern
oeste debate. Nao espere, poro:, a cmara qae
ea ase da eloquencia e recursos oratorios com qae
esses dgaos collegas soaberam prendar a saa ai-
tenfo: venbo dizer apenas o qaepeaso em lio-
goagem simples, mas sentida.
Um Sr. Dbputabo:E' a melhor.
u Sn. Buarque : -Cinsiderando, Sr- p^sideote,
as duas grandes quesuws que boje pr&eccopam o
espirito publiio a guerra e as floanr&?,observo,
por om lado, qae a lata eocaroigada que susteota-
mos oas plagas do Paraguay, luta entre-a Irbtrda-
de e a tyranuia, entre un graode nigo-ultrajada
e aqselie qoe iraicoeira e iodigoamente ferio,
velo aiada ama vez dizer-aos qae o pai,caja ia-
tegridade sostenamos, e por coja honra- bavemos
derramar a ultima gota do nosso saogue, e eoaeum-
mir o Lvrim j ,-eitil dos iiosjos tbesouros ( sos apoiados /, precisa de am eiorcito forte, ins-
truido e disciplinado, para cooter o audai-vurto,
que, en noca da' mo goaorosa e protectora que
Hie estendermos, oosar usorpar nosso territerio
e laucar desordena- no seid^dos uossos irmo; por
outro lado, senttores. o paic pea a' prova o seas
recursos, e revelouaqaeiies qoe nosobservaa, qae
diaate do interesse nacional o saertnclo s-o aaico
lago que prende os brasileiros, qae, esqnecendo
senlimeotos partidarios, v ;n, cada um for saa vez,,
depr no aliar da- patria o oboo do seu t;aba-lfco o
da sua rio,.esa. ( Apoiados, uuato bera ).
Sr. presdemela silaagao do pon eom rstacj a'
sua forga armada beja divrs* da de cutr'era.
Estampados as paginas Ua nossa historia, oootam-
porauea os visios. da orgaaisago e disciplinado
nosso exer'efto-, pelos seos depooraveis eBSitos, ta-
mos am novo camialoo a percorrer, novas eformas
e me I n ora meatos a adoptar. ( Apoiados).
Embora, senttores, vivamos era um pa onde o
cidadao corre voluntario em soceorro.da podra.%
gredlda; embora a poltica brasileira ieoaa por
nico alvo das. suas conquistas- militares a-sosten-
lacio da iotegndade e honra do imperio; po*ifiao
do ulniinoso, em orro, lnguido e abatido palas
habiios da esfibilidade, perdia do sen prestigio e
forfia, a fliaa r#doiido ai oondig53 de urna pq-
lela manlepaL .m*.
O qae so dea no sal se daa no norte. Um pe-
queo numero da pragis, por rentara indiscipli-
nadas, guardava as fronteiras do norte. Pol ao
rebate de ama iovasio aonunciada do Per, e ja
repeinamos o ioimigo qae
hagras do sol, qae corremos
qae a theoria, qae tio neeesseria se faz na arte
militar, o qae nunca demals no dia da applica-
gao, perdese no deetocameato do trabalbo.
Quado, senhartf, es^e o estado am qoe qoa-
iros, qoe
ue se Ibes
ruegio, o qoe
coodemnada a'
gos o que a
po de paz.
i sempre se acbam os offlciaes
pelo seo talento e bravura me
proporcieoem todos os jgeios da
diMhuioi. jlQ.Malpbabet
e condigo de eoac
EU, Sr. presidente,
orgaoisaco do* nosso e
Koi cora alostraegio, a disciplina que nos pode
itr semelhbnte organlsagao qae, Dados no denodo
atofr
estacada para relgirwntra os ataques do norte:
(Apoiaios.) do nosso soldado e na justiga da oossa causa ence
E, S|presidente, sBao somoo da negligencia timos as nossas operagSas de guerra. (Apoiados.)
succedeu o despertar doioroso da invasao das nos-1 Finalmente, senbores, a gera, servindo-me
sas fronteiras e da trucidago dos saus habitantes, 'das proprias palavras do ministro qae nos ou ve
por honra deste paiz e por amor dos seus Qlhos,; veio sorprender-dos qoando apraas tinhomos al-
nao deve, esta cam ja coocorrer para que se volte gaos batalhSas incompletos, mal armados o dissi-
am passado, qae, se nio vergoahiso, revelloa I minados por nosso vasto territorio, e quasi todas
qaaoto desculdosos fomos em resguirdar o solo
da patria da profanagao do ioimigo. (Apoiado-,
maito bem.)
Nio temos, Sr. presidente, oatra inflaencia a
fazer valer no estrangeiro senao a de que legti-
mamente devem gozar as nacSes zelosas dos seas
direitos; mas para o respailo e garanta destes,
para qoe ess mesma inflaencia se manteoha e
seja reconheoida e acatada, preciso qoe se apoie
oo prestigio e na forga que quasi sempre s di o
exerclto. (Apoiados.)
Senbores, neoboma aspiragio alimentamos de
lornarmo-nos poderosos pelas armas (apoiados);
do angraodeojmeato do paiz pelo augmento da
saa populago, pelo desenvolvimenlo da saa rique-
za, pelos seus melboramentos maleriaes, pela sua
inslraegao, pelas garantas das libardades pab i
cas, que tiraremos a nossa forga (apoiados); mas
qoando, olbaodo em roda de nos, verao nos car-
eados por iolmigos disfargados, qoaado vemos a
cada Instante desvirtuadas as nossas inlengoes e a
nossa poltica qnando descobrlmos a aptido e ten-
dencia do goveroo do Paraguay para conslitoir-s)
am poder militar, devemos velar na organisago
do nosso exerciio e augmentar o numero dos seas
soldados, tanto qaaoto nos permiltirem os recur-
sos do tbesouro. (Apoiados, maito bem.)
Continuando, Sr. presidente, no exame rpido
dos elementos indispeosavels i flxagao da forga
numrica do nosso exercito permanente, passarei
a oecopar-me da sna organisagio. .
A orgaaisagao da am exercito, diz om dos
mais sabios escrlptores traiga, deve corresponder
igualmente as necessidades da guerra e da paz,
perra ttindo passar sem- abalo de om desses estar-
dos a outro, e concillando, tanto quanlo fr possi^
vel, os coidados da defeza do parz com es interes-
s?s do tbesouro >
Vejamos, Sr. presidente, se o exercito brasileiro
se tem acbado em semeibaotes coaligoas ; se a
saa orgaaisagao permute qoe sem abalo e enor-
mes sacrificios para o paiz-, se passe do estado de
paz ao estado de guerra.
Senhores, o elemento de organisagio das nossas
tropas tem sido o mais condfemnadb por todas as
nagoas civilisadag Empregado no malo das malo-
res vexagSas ; entregue exclusivamente ao arbi-
trio de todas as autoridades, dasde o iaspector de
quarftlro at o mioistro de estado ; ssrrlndo de
arma poderosa a partidos, qoe nao se poopara
da joga-la, o recrotameoto entre nos cercado de
todos os vicios que podem coocorrer par* a roi
organisago do erercito e degradagio da nobre
proGssio do soldado.
E' entre os vagabunda*, os hornees perdidos, e
maltas vezes entre os criminosos qae se langa a
rede, na phrase de um escriptor brasileiro, para
a pesca do soldado qoando os sentimentos peqoe-
ninos do algama, autondade, qae descoohece os
seas deveres, nao arranca do selo da familia ofi1
lbe da viava, o arrimo do veibo pai ea o iraw
protector de alguma infeliz:
vicl^ o desatr.
as soas pragas, a' disposlgao das autoridades en
carregadas da repressio dos criroes, prestaram an-
te, eom sacrificio das regras da disciplina, o ser-
v co merameote policial, i
Uma Voz: Paaestos erros dos tempos passados.
fApoiados.)
O Sn. BuarqukAgora pergontarei a' cmara
se deve o exercito'brasileiro eoolioaar com seme
Inania organisago? Se nao devemos aproveitar as
dolorosas ligdes da experiencia, as impressoas vi-
ras qne anda conservamos no nosso espirito de
tolos esses males causados em parte pela locara,
para erguemos o exercito e a armada do estado do
abatimento em qae caoiram; para prepara-los a
satisfaxer as necessidades do paiz, e sobre ludo
para constital-los os primeirbs guardas da bonra
nacional T
A pnmeira coodigio, Sr. presidente, indispeosa-
vel a nma nova organisago do exercito o aug-
mento de sua forga numrica. (Apoiado*
Permit? V. Etc. qaa ea comsee aqui a respon-
der aos nobres deputados qae lmpngaaram a pro*
posta do goveroo, qae se debate, reservando para
depois alguma eoasa mals que me seja anda lici-
to dizer, em vista da ora avangad em qae ja'
esta ojee.}
Comegarei pelo nobre deputado pera provincia
do Rio de Janeiro, qae encetoa o debate das pro-
posta de torgas de trra. S. Exc. descobre no go-
verno tendencias para os apparatos militares;
acredita qoe queremos imitar a Franga, a Prussia,
a Austria, a Italia e a tfespanba, formando em
campo poderosos exercitos, que p>r mais de urna
vez tem concorrido para a ruina das suas ftoan-
gas; em sui opiniao nada temos a reoear, qner
da Europa, quer dos nosses vhrakos; devemos
aproveitar a llg4o tremenda qw recebemos com a
actual gaerra, e qoe se esta nao nos troaxer urna
paz duradoara, desgragada 6 a sorte do paiz qoe
anda precisa da na exerclto, como o qae se pede,
para fazer respeitar os seas direitos. Anda entan-
Oe o digoo orador a quem rae reflro, que em rez
de pedir o governo mais doas mtl homens, devia
propflr redaego as- despezas do exercito, mas
re*ucci5es de oatra ordem que na a snppressao
de nm alfares em cada eonpaohia, como se l na
proposta 1
Ea resumo fot o qne da mais importante nos
disse o nobre depatado- sobre a materia em dis-
cassao:
Sr. presideate, a tendencia que o feonrado de-
patado v- no- governo do meo paiz para os appa-
ratos bellicos nao mais-do que nm acto de pru-
dencia e caateHa de quem- sabe zelar a honra na-
cional, os direitos dos cidadoe, e qner aciiar-se de-
vidamente prevenido para- fazer respeita-los qoan-
do porveniura forem olvidado?. (Apoiados.)' Nao
pode o Bobre depatado demonstrar-nos o contra-
rio, allegando em san favor o simples augmento
de dous mil bomeos no exercito, augmento justi-
ficado pea sene de eonslderag&e que at aqu le-
udo feito. (apoiados.)
S. Exc. para ebegar ao resaltado a quj se pro-
0 soldado assim alistad-b leva o ..
mo, e errase e o borrar para as fileiras do exer-j P-. levia descer a applica^es no paiz eorapa-
K rar as necessidades da forga publtea era relagao a
cito.
O paiz, Sr. presidente^ ctama pela reforma dc-
um semelbante systama de recrutamenlo ; essa
aspiragao se pode dizer nacin! : o grito de to~
-os os partidos. (Apoiados.)'
Uma Voz :A maioria da casa pensa assim.
O Sr. Corra>das Nbves-:Sera bom ?n9 a mi-
ooria nos deixe fizar a rcfbrma.
O'Sr. Buabqbb1 :Sr. presidente, nenboma ra-
farma urge mais, depois das- medidas ftoaaceiras-
rcelamadas pala acioilidile, do que a do recruta-
meota; qualquer que ella- sej,a preferivel ar>
syetema-de alists manto foroado e arbitrario que-
existe no pan: naj o arbitrio' maito-etnbora^j
mas qoe este seja o da le),.o- naoca o doexeco-
IKo.
-Urna le 4&-recrutameelo diz Joffrev toca os
inieresses mais earo* daa familias-e a base fua-
dameotal da fc^* publica. -r Ella acorescenta.-
a Ilustrada 6*seegao da eommissao de eaama da.
legielag-ao milar,.. deve eonciiiir os Vnieresses
par neniares da populago corneo do estado. A Io-
ta entre estes dous etemeotss- vTva e pertoaoeo-
le, mas de sua ooocHiagao depende a boa.-sompO"j
signe do exercito o da armada, assim como a pa>
e a tranqoillidada-das familia*...
*a>aos urna re* qae satisfaga a lk tao no
bres ; qua distriboa equitativamente oss chami-
do imposto de sangoe; quo repilla os moios vex.r:-
torios empregados aire ais em plena^pai; que-
so haraionlsa com as nwdernas insUUiigoes so-
claes que nos.iraga o soldado em condi?5es ao
receber a instrucg.To militar o plantar o amor a
classe, qua ma- b8ve desapparacro- as usas
qaeiaas do pavo... .)
&i sen ores,, awda.qoando- no periodo em qaa
aqui me conservar com a:-seni eu oao^rer senao
concorrido eom meu voto, para aaaopg.ao de
ama aemelbaote te!, volvere! a' obscuidade ooo
vim, eom a cansciencia de wrdeseropanhado o-meu
txandalo, pw Ur ao mesmo tamoo auxiliado o ei-
larmiaio de ua dos maiores fligellas do pero, a
actual iei aVrecrutamento.
Sio enuanei aqui.Sr. president,, 8tn cooside-
lagas relativas ao melbor sytema do recrat*men-
exteasao do territorio que possotmos, as nossa
fronteiras, e d'ahi ooocloir se tlnhaaos ou nae-ap-
parato mimar. (Apoiados.)
1. Dinlcilcaeote, Sr. presidenle,se pude argumentar
em um terreno oaoe, por um lado, a opposigso
traz para termo decomparagao os poderosos ejr-
citos da Italia, Pcane, Prussia, Hespanhayetc^
qnando so discute a p'ropasta-de neo exercito per-
manente de-vate mil homens-para om paiz d d-'z
uiIhoes de habitaote -, e por outro, esqaece o lim
da nossa frga armada para aompara lo com o de
paizes que tem iDStalg5e9 a manler eom o etorev-
le, conqaistas a raalisar, loSeocia a fizar valer
aa exterior. (Apoiados.)
As condtgdes siio diversas ;.o Brasi4 nao tem en
vista nentara dos Sas que obrigam a Franca,-a
Prussia, a-He3pinh*yetc, a aaanter numerosa for-
ga armad; mas aosas a guarda do sea territo-
rio, tira, tomando para termo de cmparago os
exercltos-de paizes que se acbam as nossas con-
dicoas, qoe o nobre deputado devia mostrar-neso
excesso da nossa torga militar. Nio ba, Sr. presi-
dente, qatfin diga snameota qae o Srasil, elevao-
o seo exercito de 18 a 20.0JJ nomeos, prooare
imitar as naguas qua augmanlam de um dia para
outro a saa forga armada de centenas de mil sol-
dados. .'Apoiados.i
quaoecapamoana America do-Sol,.a natareadas j -, mai* dije* que seria, para desojar qae a eoro-
(Apoiados.) ila,aci-\{4 ., ,. j,
Failarei agora,'Sr. presidente, de nutro ponto de
qoe se occop'cra o'ijobre deputado.
Disse ello : 'Da poilltca externa do gabinete,
um aeto pode dar idea : a prisao de Mx voo-
Versen em sea transito para o Paraguay, onde ia
servir ao respectiva goveroo. A leitar dessa par-
te do relatorio do Sr. nnisiro de estrangeiros en-
lata o coracao e abate o espirito.
Para qaa las exageragoes ? O que ha nestn
acto do miqisiro da estraage-ros qus^ abata o espi
rito e enlote. o cora*ao ? .
O nobre presidente do-T.onseltto e o mea niu
tre collega qoe Srige a pasta da instiga, ja aisse-
ramquantobaMav*t)araqB:a cmara e oi pa
lagama esseorespeka jnsttga.ioteira 0-*ovr"
E eu de ceno nao tocaria naste atsumpto se o no-
bre depntado por S paulo era san segaao. ancur-
o nio insitiss nelle. .
Dissera o nobre.deputado em seu prlmelro ais-
carso : Par, qae o gavaoo enUeieve discerssao
tao ampia coro o ministro, Irancez, para depois
ter o prazer da abrir mao ao prisloneiro? Seria
-para ncarecer o prego ao favor concedido r r"'
Se o uobre deputado por S. Paulo, livesse lin-
eado o albos para aquella parte das optas em
qoe esli ^sefils as suas datas, isto jasta-
mente para a 1* afta, varia, confrontando ta-
tas, aae qoando o offlcial Mex von Versea ro re-
Bosto a bord do avie francez, nio unto bavido
discassao diplomtica acarea deste faci, vena
qae a resal*: de ceaduzi-ho parai bordo fra te-
mada no.mesmo dia em que a prlsio se bavia
fectnado. -. m w i
S. Exc v'tvhetdo v. umwfm m daTaa
. ro?*l6ra?len discurso dis
se : O qoe boave entre o encarregado da Fra|-
ca e o Srintyrt^'oaeiVaofieir^ nao e sabe,
Davodiw*pamara e idpaif qaa tnmto coi-
lerenc?, eom .r. de ^"^gf
nulos e as nossas' patarras foram todas -aa mais
reciproca bneVieneta' e amftade. _l.jf.LL
Nessa mesmanoota nj>D do de negocios da PrarJga qu, ;tt' xii.m "
Prosspo nq segnlsse para o Paratuar, sai
repasto a bordo da um navro franee-; poifoe
o gorerno nafla mais pretenda do qrie proMoir
M*x von Varsaji, fte Ir eottontiar f >rca ftaibjt
gas coptra o fyiafj. 8lm, eta isto tlroplesOJiate
o que qaeriamos. Emenderi poretiari^Wbr
deputado que o .averno 'sempre obligado tfferar
os acto que pratica a todos Os sai extremar, m
bora sji isw debeCssario
A Franga, qoal o.nobre depntado se tiUrlo,
nossas instiloigdas, a extensa* das nossas frontei-
ras, a necessidade de fazernK* de prompto vingar
os oossos direitos quando conc-lcados, obri^am-oos
a' manutengao de um oolro exercito qoe bao o de
cidadao. (Apoiados, muito bem.).
Sr. presidente, o longo petiaJo de pa..qua atra-
vesson o paiz; a tendencia do seculo, en que cora,
ardor nos langamos para os melnoranunloa male-
riaes a exageragio daquelies qae, depositarios do
poder publico, oegavam a necessidade de numero-
sas e disciplinadas torcas de mar e trra para o
nosso paiz, Qzeram nos esq^uecar a nosaa organisa-
gio militar, e, mais que islo, fizeramroos deixar
ao abandono o pooco qua da bom e til ja' nos to-
via dado a experieacia. (Apoiados).
Sanbores, na fixagao da ofga nutnerica do nosso
exercito permanente nio podamos prescindir do
exame das bases segundo as qaaes ella devo ter
lugar, e da organisago desse mesmo exerclto: Sd
em presenga de semelbantej dados pode a cmara
dar um vola de sabedoria e sMstazer as grandes
missao de fergvs de mac e larra, ou algama outra
omoiissao especial, em presengx dos trafcalhos ja'
existentes, babilitassenos a maiborar essa.paru
da nossa logiskago militar.
Com essa elemento comprobando a cmara que
a organisagio de um exeoelto, empregado con?-
lantemeDle em flns- qae Ibe-sao estra_s e _o
pencas veas no ser vico poltico dos partido.-,
viciosa; e qne nem. rigor d__ preceiio marciaes,.
nem os. eslorgos dos chafes podem nlantar-!_e a
disciplina e comaunicar-laa a lnsue.o indis-
pensavais. (Apoiados.)
Fomado assim.o exordio Sr. piasidentei a ae-
ca3s*3: do nuraew) dos seos soldado> que rara ve
ou nunca aitinge o algawsmo qo lbe 8a a le,
nao. permute qoe se loa d orna distribmeao con-
veniente e adaptada as nossas exigencias.. iNao ve-
mos que essa dslribaigao seja regulada por nm
systema. EL>aas medulas, qae na paz preparam o
saldado para as fadigas da guerra ; jue estbele
cem a uaitormidado entra os coros da mesma
necessidades reclamadas pelas nossas oparigoas de arma do exordio; qae iostruem e formara os ge-
Mas,
cerlo mysterlo^
rito da cmara e
to-
I
guerra.
Aindaoue nmerosas e variadas, Sr. presidentes
as bases qae determinara a torea num arica do exer-
cito permaneata de um paiz ellas se r&Jiuem, em
principio a' importancia da saa p-opuligao; as
valor de suas rendas; a' xtensao do suas frontei-
ras e facililade da deNada-l; a necessidade de
fazer valer a sua iofijeacia no esfangsiro flnal-
m.-nte a' situagao militar dos paizes qae Ihe sao
viziobos, as vistas potltlcas ttestes, eenhewdas oa
pre8amiveis.
Sem querer entrar em bargas, consrderagoas so-
bre cada nma dessas bases, a vista da bora adian-
tada em que fallo, permita a cmara qae examina-
as nerfaoetoriamente com relagao ao nosso paiz.
E' certoe|MhQre^ e a experiencia ja nos deve,
uma vez por tolas, ter convencido, que o Brasil
nao tem nm exercito parmanante orgaaisado em
relagao a ata s desses elementos. (Apoiados.)
Com usa populago de cerca da dez mooes de
habitan tes, temos at hoja levantado nma forga
annaa de quatorxe, dezases ou dezoto mil bo
leremos, Sr. presidente, um exercito para a de-
Mi das nw9ajextenss'ffontetraT Nao.
A despicada Historia'da Inrasao de.aUUp.Gros:
so, onda e.e4nto a isaaibal tami"
devasiagao e a miseria, e ama ti
4abaddaw das oosu froateira. (Apolos.)
r,0, Ondastava o exercito brasileiro 11^**-
dio-oos reetwntt&te provas Q oHetit,-^-1!) em'.numero, di?P4o palaf divartas prona.
.j-; OSdbqof '-b o
neraes e os dentiaca om os seos subordinados,
nao existem na iossa organisago militar : o es-
ereito tem sido al hoje ama massa qas, sem sjs-
tem-., sera centro, sem ordem, se more, se distri-
bue por lodo o Imperio.
U principia divisionaria, quo a basa da turma-
gao dos oxercitos e que o nico, na phrase de
um eacrlptor roilll>r, que Hw imprime a lorga, a
agilidade e mobirtdtde uoirersal, tem sido, irregu-
lar mente applicado entre aos. -,
A relagao entra as diverjas armas da nossa fal-
ca de llnoa bem diversa da qae nos aconselba a
sciencia miMtar; e emquanlo nao fox ella estabe-
leelda na pratiea em ordem a que cada uma dessas
armas presta o exercito. o servigo qm. Iho esta'
destinado, difficilmenie podereraos maular nma or-
ganisagio militar qae, na phrase da nm escripur
ja'citado, nos parVnitta sem abalo passar do esta-
do de paz para o de guerra. (Apoiados.) a!
Sr. presidente, nao 'a pralica o nico elemaato
da arle militar. Diz o'grande prolossor Vial que'a ;
experiencia a praica da gaerra, ainda que mui-
Na se, Sr. peesidenle, se de versas ou nao re-
ceiar alguma coasa do esiraageiro ; emendo ates-
ora que-0 questas difflcil de apreciar. As naedes
deven, estar sempre preparadas, nos limiles dos
seus racorso, fin ropelltr em quaiqaer occasiao
a attronla que so Ibes lano&r, e quaalo mais preve-
nidas se ?charsia meuo probabilidades le era de
serem. ultraj ada. inguem, senhores, pode saber
o d em que a nagao precisa deseffrontar a sna
honra: nao nessa oecasio qae nos devemos pre-
parar ; de hoja que desgragadanaente sabeeeos o
que islo cusu, que devoraos formar os elementos
com..qae talvez om da lenharaos de entrar oto no-
va lua. (Apoiados.)
Rasa se diga,Sr. presidente, que a paaoue ha-
remos celebrar no Paraguay sera' uma garanta
para dispensamos o. oxerciio, porque ainda por
maito lempa teremes- talvez necessidade de um
exareilo de oeeopagioalli ou as suas visinhangas
para mantenaos a esiipulagoes da paz, e- quig re-
solver pelos armas.aovas compl.cagcos que berg
'p6dem snagir.
O nobrodeputido.a quem ae retiro-exageroo, o
augmento, da despea que mulla da lorga pedida
peto governo. O aobre mioistro da guerra ja' de-
clarou a" casa que, esse augmento nao. superior i
4OO:O00iS, elevo entretanto observar ainda qpe
essa medida que- se l na prepost, sopprimindo
um dos-lugares de alteres, eqne marecen o ridicu-
la do nobre depoado, rednz, segundo estoa.iotor-
mado, o augmento da aspeza acerca de.......
200:QOOJ
_a esta soama qua se reduzem os railhares de
cornos de que-fallou o cobre depatado 1 E, senho-
res, podera' algnem dizer ao. paiz que um seme-
lbaota augmento de despeza nao devjdamenie
compensada pelas grandes vantagens que nos traz
o accrescimo da foroa publica f
Uma Vea :~No queremos torgas para conquis-
tas, mas para nos fazer rospeitar, e para oque dar
e vier.
O Sr,. Buarque ;Para responder a tolos os to~
picos importaoia do discurso' do nobre deputado
com relagao a' gaerra, trataret j\' das argulg&s
taitas ao Sr. ministro da miriunV Antes dlsso,
permilla a cmara quei, sera ler a preangade
ser mals patrela que o nobre depulaio, ea faga
nm protesto em nome do paiz conlra o desaprego
qaadra.
S. Exc. disse nos qua a escuadra, nada tem felto
em frente de Curuzd, e/qae multo menos tari em
Homaia* que s confia no exercito.
Sr. presidente, qnando e soldado, que derrama o
sea sangae no campo de baialha pe* honra do seu
paii, ottve o echo, que ebega at la', de nma voz
dacg^j da qaalifcagio de paras,
nobre de-potado Mas, 8r. presidMte, ,
potado se Ogao*; to rdevanje o servico, ou
maisalndi prestado peto eaW sen trabalbo, como o de capitalista com o sen di-
nbelro a este antes, qaando vire dos litlos de
renda privilegiados do estado, diz-nes o Sr. de Pe-
rien, se pie com melbor fundamento dar a quarl-
fleagio de parsita I
Sr. presidente, no mel das censnras langadas
pelo nobre deputado escapoulha uma Injuria ao
Sr.ministro da marmha, qoe ea vi com prazer o
note deputado ret-rar no dia seguate em que pro-
feriao sen discurso. .
OSri. Ministro pa MARiMiAda' nm aparte.
v 8r. C. Ottoni :O Sr. ralQistro da marioba
esta' dizendo que a defeza de mais.
O Sr. Ministro da Marinha :Nao, senhor.
O Sr. Buarquk : Nao von defender ao nobre mi-
nistro da ojona a qoe allodi; releri a para lamen
tar qa i o nobra depatado pelo Rio de Janeiro Dio
procedesse por igual forma com as ootras dasses
de*tuocciourios a quem ofiendea, retirando as ex-
pressoes qae empregou qaando tratoa de cada ama
aellas. (Apelados.)
Duas sao as aecusagas graves qae o illustre de-
patado fez ao rmqjstro da marinha ^
O Sr. C. OrrosnO nobre depatado nao est
presente.
O Sr. Buarque :V. Exc. coroprebende qae es-
tando eu com'a palavra e tendo de responder ao
nebre depntado pela provincia do Rio de Janeiro, a
quem me tenho referido, aao devo deixar de o fa-
zer pelo facto de achar-se ausente. S. Exe. lera o
men discurso e responder' em oatra occasiao.
Uma Voz :ds devemos estar aqai at ndar
a sessao.
OSn. Buarquk :Uma das duas graves accosa'
goas levantadas contra o Sr. mioistro da marinha
refere-se a compra do vapor Piroja.
O nobre deputado pela provincia do Rio de Ja-
neiro aSrmou-nos, qae tendo esso vapor castado
4:000*500, foi mals tarde vendido por fcOOOJOSO,
e ltimamente, qnando se acbava arromado, o Sr.
ministro da marioba mandou ordem para a Baha
para cmpralo por i3:00O000; qae o presidente,
daqoella provincia nesrloa em realisar a compra
porqae achou-a exagerada, entretanto qu effec-
toou-se mais tarde neata corte pela somuta de....
i7:OO0*.OOO.
O Sh. Ministroda Mawwia :Anda dlsoe mais;
disse que o presidente da Ba Ja representara con-
lra a compra.
:OSr. BABQUET^-Ja' refer hso qnando >.Sxc.
conversa va.
O Bobre depatado-, Sr. presidente, fol inexa
na so* narrativa.
Tendb- o Sr. ministro da marinha necessidade
de um vapor apropriado a oavegago fluvial, S\
Exc. o Sr. ministro dos estrangeiros lernbrou-lbe
o pequeo vapor Pirajcc. de que linha elle noticlai
e que se acbava em condignas de- satisfaxer as exi4
genelas do servgo daqnella navegago.
O^SR. UfNfSTRS P.S NEBOCIOS EstftAMKIROS : -
A-poiada.
O Sr. Bdale:Esse vapor acbava-se na pro-
vincia da Babia.
O Sr. mioistro da mariola expedto'as necessa-
rras ordens para a saa compra. Nao sustou pri-
mitivamente OOOJOOO, e si mil hbrae esterli-
na-.- Experimento reparos tompleto na impor-
tancia de cerca de xOOOJObO, que o adaptaram as
condigoas de segara navegagic-,
M Babia foi esse vapor exaorinado por peritos
competentes, aae o deram em wcellente estado e
o avaharan em. 171125*000.
E'inexacto qne o presidente- da Baha- repre-
sentasse contra a compra; e se esta nao oe eSec-
tuoulogo, foi onicaraeate porqae a autensagao
era apenas para realisa-la at a somraa de
13:00OOO. 'Nesta'cdrte a compra teve locar por
preco menor da avalragSo offlcial, isto por-.
16:0*1060,
Todas essas infrmages, Sr. irtsidante, cons-
tato de documentos qae examinei,e que onobr
ministro nao tera'david em por sobre a mesa.
Ja' v*a cmara a improcedencia-da censura e a
injustiea eom qn o nobre deputado aprecioi oae-
to do governo. (Apoiados.)/
Nao meaos iefndadas oram ae observares.
do digno depulad a qaem respondo com r*la-
gio ac^aogmento do numero de vaso da noss*-ar
mada- ce.
Tambera serei breve sobre este poeto. S. W..
Sr. miaiatro da marinha qaando entren na admi-
nistragio dos negocios de sua repartvgao eneontrou
os transportes Isabel; Leopoldina, fttrcilio PIM|
Prinaza,Apa (qoe serve de navio ehefe), Oyupok
a S. Francisco.
Perdaado-se esles dous ltimos, S. Exc. eocora-
mendoaontros q os snbsrjluissemr pea somraa
de eessMla mil IM>ras esiepHoas, isto por goan-
tia poseo- superior a melado do custedo transpar-
le Leyeltlina oa Isabel, que Ibes sao- iguaes. i
Quanlo a encommenda de vapores, ella esta pb>
oimentojustificada pelas necessidadeo-que o rrcla-
mavam.
Qaatto desses vapores sao deslioados a saos
tiluir o* da ffetUha do too-Grande do Sul, que
gaarda a nossa fronlelra e quo estia considera,
velmeote arruinados: dote sao proprios para
a navgagio flovial, e ss destinade ao Amazo-
nas.
K>tam os enaouragades, mandados anstruir no
arsenal da ort?.e que devem servir para a guer-
ra, seodo-fiue esses vaso* sao de dimensoes tola-
rise aos que- esto actualmente aa esnoadra, e
teem- de operar provavohnente or Tibieau-
ry, onde so presume ser aeeessario desalojar o tai-
migo.
Explicados assim os aetos do governo con re-
lagao a esquadra, presumo que neoboma duvid
fkara' aioda no espirito da cmara, de que s*
pMcedau com pruenoa e prevengao na encanv
meada dos novos vasos, de guerra a qoe aliadlo o
nobre deputado pela provineia do 5fcw> de Janeiro,
'Apoiados.)
Agora, S. presidont, vou CUer duas paU-
ras o nebre depatado pela provincia dk ati-
nas.....
Uma voz/.One esia' presente..
O Sr. BaaRQJB:,,. que esta' presntele qae
oceupou-se igualraeuie do augmonto das torcas de
ierra. ,
Ao nobre deputado pela provincia de Miaas nao
poderel respnder tambera a parte poltica do seu
discurso. S. Exc referio-se oeste pomo pf raci-
palraeole ao neatrio poii/ice. do Sr. presWeoie
do conselho. Nao estaodo a par dos bens.WMcos
do nobre presideate do conseibo, nao posso avallar
da exaciidao com que o nobre. depatado c^descre-
veu na casa.
O-Sr. C. Onot:Foi dccumentadcv
0,Sr. BuABftiK : Por outro lado, tendo o no-
bre deputado pela provincia do Rio-Srande do
Noxte, pedido vista para a lirapagao. d
O Sr. C. Ottoni : .Nao se trata de partilbas,
eem lodo o caso ea nao-pretendo qoinho.
O, Sr. Bbarqus :.... qaando orava o nobre de-
putado, -do meu dfer deixar-lhe o.eampo polti-
co llvre, Unto raais quanlo nao poderla responder
vanidosamente, pela talnha incompetencia. (Moi-
tos nio apoiados.)
O nonre deputado me permitlira "que proleste
apenas contra um trecho dessa. parte da seu,dis-
curso, qae magooa-me e aos moas amigos, em o-
ra de qaem protesto tambera. Apoiados.), S. Exc.
qaaiificoa a am venerando estadista do paiz, vano
poltico cujas servigos sao sem numero, de um
ambicioso sera f e sem Iei l
O Sr. C Otsoni -.Apoiado.
Muitos Srs. Deputados Nio apoiado.
OSr. BrjARQUi:-Sena longo, Sr. Pfes,aDJe'
referir neste momento os numerosos servaos pres-
tados a cansa pnblia pelo honrado Sr. Mrquez
de Olinda (Manos apoiados), cada ***
sena um vivo protesto a injasW quallfloagao do
qoVbre5de I JiBii*V* :r^lP JM4 _W.Wrf ddpu
qae se levanta no salo do parlamento para, esque- n0bre deputado. (Mallos apoiados.)
ram. aaaii inda tomonde por base oi-alemen- to otis, nao poderiam subslituir e supprir a Ibao- O Sr. Buarque :_Mas, senhores,
..Al.,...___ ..i..___?L..L-:.xZrJ, ..,:.i. m. ..... ___...-^.ni levanta tamho.m ni recinto para
cendo os seus servigos, depreciar o seo merilo, esse
soldado cerra: o peito ao etithasiasmo pira deixar
penetrar o desanimo.
O Sr. Araujo Barros -.Felizmente a patriotis-
mo d'elle esta' muito soperlor.
oatra voz se
t )s da paites que, pelas suas iasliluigoefjp posigio i na,
polltlea, manas occasiSas lm de fazer ernprego da
seas exercitos, devanamos mostrar "
| levanta tambein neste recinto para protaitar coa-
k Intruccao militar em noso paiz poio ira o desaprego dos servigos da esqoodra braailet-
qae os exercitos e ar-(lmD*ri0s,7pian9la.em lomo .do qaalgyram todas os teem prestado continuara a bem merecer da pa
3 sao prodoetores, e slm consnmidorea^as armas, na_phrase,de seneral de Bardio
offlciaes
que na animara, a
pooco irla. (Numerosos apoiados; multo bem.)
ae tem O enrs de saa \ St. presidente, o nobre deputado pela proylnea
tida pela sai erganl I do Rio de Janeiro fez um mi uso do seu
bello la-
Sirvaro, Sr. presidente, estas minbas Pa'aas
de rejposta breve, mas energtoa ao nobre depn-
'"osa. Arauio Barros:_As' virtudes publicas e
os servigos prestados ao estado pelo Sr. marqaez
de Olinda sao am verdadeiro palrimonla naoional.
(Numerosos apoiados.)
(Trocm-sa apartes.)
O Sr. Buarqhk :Permitta-me o nobre deputa-
do aae acccesceote aiada ao mea prolesto as se-
arates palavrai: V. Exc, palas occasiSas repeti-
das com qoe menosgeaerosamsnte se tem pronun-
ciado a respeito dos actos poltico do Sr. marquez
que nao pode inspirar aquella
serta nessaria para jalgar
e portanto creio nio ser! o
qualiflca-Io de bomem seta
apoiados.) -
Complete o sen pensamento,
fique claro o motivo da parclalidade.
O Sr. Buarquk :-V. Exc. comprehende o meu
pensamento; '1tad ocflro. iiejlS^ qe a JasUten-
baig seu Mrl, onvlr dier qae o sea trabalbo nada_ ra- ,_-._._. r -
eoWo- la ; qae elle m nada concorre para a ellcidade ,,eia, de V. 1
dlnoo'ibdai ae artins, dlstrabindo cada'titaTO-, pablica da nagio. nem para o seoi goveuo -qiae^o- zana.... .-Repetida, qa nao, apreclei 05
1 ^ *^.ro.!!i0.i1!*1da,lr>D ^ciiWw*
nma forga de derramada. Se rerrermos cada cfm' is'arroksl ra, e dizer bem alio ao paix qae esse servigos sao
ia nonc* inferior a 40,000 homens. fApoiados.)' do etereso, .vetto qaa ttlintaatana, *"?_ dos dignosjlos malores louvores,_w^8J>AzJ*. a na-
qae .os exercitos
malas lo sao productores e si
de um voraz appetite; qne no productivo em-.nnraerqsos sao o.
prega das nossas rendas qae jpcontraremos os *
mei3 prosperldadr-material dd nosso paiz;
mas, senhores, en tambem sel que nio s do guerra,, faz-sa do artbeiro
pi WiMP/lios,d*fl exerclto tante d:aqqeJJe que nos gennelros, onde a loslrocg
careara, f Anotados, milito, bem.)' completa, satiem ,habals cousu uui oa, -.~.....T-
- -----.......*- e adrioUtradbras, mas pdnoJ mStres da arte e todos os empregados pblicos, de parsitas, eic.
fortificacSas. (Apoidoj.) ,-> Sanbore, doloroso para o fanccionano, que
*, S^esIde^aV,,,,! poW,;>o*acg ^M**'.c*saj*bli?a, anvelhece no servgo do
i tosi/D
dlstrtbi
o (ol laucar a, militar accresieniarmos a pessima
rlste forvjTd" daerrlgds, qae is vezes tar o gorertti, Jbntof-
nao ihe dado era
Wl,awBos^4,r*m Ts^h aptpis, ya^j tic*^ wvicos, qa a ottnol;
lados qoe teem envido a V. Exc. (Apiados.)
o vifc.Onam : -o nobre epatado e V. Exc,
Sr. presdeme dao-me cenca qoa d um aparte
nm ponco mais longo ?
O Si. BuaiQtK :Pota nio.
(O Sr. presideate faz g\ affttjfaliij); i
O Sr. C Ottori :Sinio molla neceiidail da
pedir a palavra para responder ao nobre depntado,
mas nao a peco porqne aae tire respesta do mrois-
tarto, e nao posso ganar a miaba segoad* vez de
fallar ; qoaado algum dos ministros me responder,
OQtio, tomando a palavra, reaponderei tambem ao
nobre depatade.
O Sn. Bcarqck :0 ministerio neo tea nada
com o qua eston respondendo ao nobre depntado
e esta mnha resposia serve apenas de um pro-
testo.
O Sn. C. GTTOiff :Fol nma satiafaeio qne dei
ae nebre depntado por nao pedir a palavra para,
responder Ihe, mas nio a pego emquaoto nio ces-
sarem os desdens do ministerio para comigo.
(Trocam se algomas palavras entre os Srs. mi-
nistros dos negocios estrangeiros eC ottoni.)
O Sn. Buarque :O qae esloa dizendo ao nobre
deputado oao propriameote resposla a parta poli-
tica do seo discurso, qoe fol a principal, tanto mais
qoa declare! reservar essa resposto ao nobre depu-
tado pela provincia do Rio Grande do Norte : to
limitei-me a um protesto.
O Sr. C. Ottosi d ora aparte.
O Sr. Buarquk ;Nio sel. O Bobre depalado
pelo Rio Grande do Norte manifeston a fntengio de
responder a V. Exc. e nm ano de deferencia e
mesmo om dever meo, uo dizer ma nada sobre-
est ponto. (Apoiados.)
Sr. presidente, o nobre depotado por liaasjsus-
tenton que a forga pedida ou insignificante eno
preenebe os ns se o goveroo,com recelo de even-
tualidades futuras, quer conservar a naci em p
de guerra, oa njastiflcaVel e ridicnla se se pre-
tende inaugurar uma poliliea de paz, de nentrali-
dade, de respeito aos direitos de todos. Por esta
oecasiio o cobre depatado fez grandes censaras ao
ministerio por nao preferir o systema de alista-
mente de voluntarlos, as recompensas pecuniarias
par a obtengo o de soldados, aorecr mmenlo for-
gado e ootros muios velatorios.
Sr. presidente,, o nobre deputado pela provincia
de Minas comprebendeu bem qae seria insignifi-
cante e injasiificavel o aogmento de 2,000 bomens
para o exercito se qoizessemos manler o paiz em
p de guerra, e que,, por unto, este cao o pensa
ment do governo p mas, desconhecendo todas as
coadigSas-especiaes em que nos achiraos, esque-
cendo o passado, parece qoe vio a poesibilidade de
vivermos tranquillos, raaiendo uma poltica de paz
neutralidad* e respeilo* aos oiieiios de iodos com
nm exercito fraco era numero e defeitaoso em or-
ganisagio.
Se bastasse o respeito. de oossa parte aos direitos
de todos para- que se scobessa respeitar os nossos
ja ba muito pederamos ter dispensada um exercito
de liara, porqae nao tem stdooatra al bt>j a nos-
sa poltica senao a de respeito a qnem de direito o
merece ; roas era exaetmente qoaado matares- pro-
vas de raoderaci e nanlralldade davamos qoe re-
ceamos as ojaiores otTansa' aos nossos direitos
(apoiados) e eramos obrigades a Jangar xao das
armas.
O-sobre deputado deve tambe comprebender
que quando se trata de orgaarsar am exercito per-
manente procora-se ter em vist ox&eio raais fcil,
mats-prompto e menos dispendioso para a obten-
gao de soldados era circumslaacia extraordina-
rias ; e nao precisava pergonlar-Bos porque nio
limitamos Lincoln noalislameato de voluntarios.
O 3h. C. Ottosi :Nio disse isso.
O Sa> Buarque :O nobre depntado nao nos
perganlou porque nao segulmes- Liaeoln de prefe-
rencia a Lope?, Pili a Robspierrs?-
0 S;*. C Ottoni :Nao diss tal.
O SkBkaroue :O nobre depatado, tratando da
orgaaisaijao ao exercito, nio ceavureo o goverao
por nio e'mpregar certa medidas-no alstamete de
soldado? ,
O Sx- C. Ottoni : NSo o disse ora, reiagio aoese
ponto se di Hcenga- eu explico.
O Sr. Bo.uique : ?os nao.
(O Sr. prosidente faz signal aBmaHro.
O Sr. C\ Ottoni :Zs-s-as phrasestepez oo Lin-
coln, Uobspierra ou Pili, terror oa entusiasmo
nao eram relativas a organisago de eierctos per-
manalas ;. referanos as exciaraagoes- em qoo o
Sr. prestderUe do ccuselbo marji'esto nesla casa
uma especie de admlragio pelos recursos qne L-
pez lira do despotismo para dar pois- a guerra
S. Exc. pareca convencido que s^-por aqaelie rao-
do se pode bter ragidamenie levas> isto por
neio do terror.
Eoiao-eudisse 6 coa effeito o terror am meio de
levantar as popolagces e arroja-la- ao fronteiras,
mas ha outro meio preferir!, e governar nm mi-
nisterio que t'-nha a conftanga da nagae, qne teuba
raizas na popalagio, nao ministerios apoiados em
partidos artiRciaes, som> razio da ser, sophistaaado
as lew, aaarebisando a poltica, adultarando a nes-
sa frroa de governo, quo eu desee eaaivale a ex
clamar :fio, Sr. presidente do coaoelbo, gover-
oo a' Lpez, nio o-nico, era o raalhor mel de
ser forte; .o neio opposio, fondado aa confiaaga o
dedicagao do3 povos laoabem produe milagree, ter-
ror ou eathasiasmo ;. ao meio tersa* esli oa-go-
vernos sapoteles cono o atfual. ( Nac-apoia-
dos.)
0r BirasQUE -O" pensamaoto do nobre depn-
tado, 7uade, toVmalocompreheaaiido por mim ;
roas permita que Ihe diga, que V. Eae. anda
peior csmpreheodsaopansalDcalodoSr. presiden-
te do conselho.
Quasdo-, seuboras,. o Sr. pidMito de conselho
manifestou ailmiragao pelos recursos de Lpez;
nao o fez senao em referencia a tenacidade^com
que nos tem resistido. (Maitos-apeiados.) -^
S.Exc. habiiuadoa aquiHatar a forga das na-
goes pela sua popuago, ptia saa rlqeaza,.pelos
seos melhoramenles moran e materl&e.s .nao poda
deiiar de admirar-.se dos poderosos recursos que
Loptajaos tem epposto no campo da batalba,.quan-
do sab> que de oeobum daqnalles e eraeatos disp5e
o Paraguay. (Xuitcs apoiados, muito bem.).
Es o pensaaaentdo oolice presidentedo>conse-
lho, qp,e bem.diverso da dmiragao qoe o nobre
deputado enxergou em S. Bxc. qelo terror como
meio para obier soldados. {Mullos apaiadiH.)
B demals, seotwres, do paix de |B*rdaao eomo o
nosso, o tsrrcr nunft ser meio para.alistar solda-
dea. (Muitos apeados.).
Eotietanto,.deve tambem o nobra desatado con-
vencerse do qae o alistmento v cuan la no nao am,
meio natural e duradoaro. (Apoiados).
O Sr. C.Ottoni :io este oa.aiaelle meio,.
baver goveroo que toaba a confunga popular.
O Sr. Bharqdb -.-ethum paiz,**- presidente^
ainda y-de cuutar cem semel&ante sysleraa de alis-
tamento ainda aae o acompanbe da vantagens pe-
cuniaria as mals onerosas para. os. soas cofres. O
qae alada recenteaiente se passon nos Estados-
Unidos a prova dessa verdade, (Apoiados.). All
o entliusiasmo e concurso aos alisiamentos excedeu
ao qa de naturai se poda esperar; roas em breve
todo o ardor arrefaceu, o fol prenso mpregar os
maio onerosos estimlos, pecuniarios, at que o go-
verno dquellpau laopo-se afina! na conscnpgao
coma o ooico. recurso para refazor as leiras dos
exercitos federaes, o que dea origam a solavagao
de NwYok. Jav*aarara qu nem sempre
se pode prescindir dos recorsos extremos a que o
proprio Lincoln se soccorreu. (Apoiados).
O Sr. C- Ottoiu da' am apae.
U Sr. Buarquk ;Nao seja toexpiavel : deixe-
me voljar nos prados, ja qaa nao. posso alcanear
o vo das agoias.
O Sr. C Ottoni : V. Exc. foi bem aguja
boje.
O Sr. Buarquk :O nobre depatado deve saber
que sua incapaz de offender a quem qner qaa seja
(apoiados). Se vio em minbas palavras mals do
qoe am protesto em defdza de am cidadio a qnem
maito venero e de quem son amigo pessoal, salvan-
do a minha intengao, retiro as miabas, palavras.
(Maito bem).
O Sr. C. Ottoni :Nio senhor.
O Sr. Buarquk :Sr. presideate, a nobre oppo-
sigao, por mais de nm dos otorgeos, as tem
pergnatado : quandoaaaoal a goafa t qaaes a*
causas de sua demora t .ffiaopY
V. Exc. comprebende qne, mesmo da pasaagem,
devo dizer alguma palavras cora relagao a asta
ponto. _
Fot, aentaort?, do espdo ara flaa.decrevi a exer-
cito em lempo de paz que livamas de passar para
o estado de guerra. A transigi era dificl!. Com
os elementos entio preparados no paiz loaga a ta-
boriasa devia ser a dragMMsa^ao do novo exerclto,
onde s entllelraram railhares de bravos, todos he-
rs, mi* poneos soldados. (Apelado*). Porontro
lado, caminhavamos, e caminhimas por maito tem
po para o dsseonhecid;-. .'
VoiEs -.Multo betBv :' "
------------21 lmi*uar,te-ka.)
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