Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11350


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Full Text
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ANNO XLW. NUMERO 193.
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SABBADO 24 DE AGOSTO DE 1867.
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200250
27^000
A8811iHJllai 80 IPiaBl*miBt =:
JENCARREGAOOS DA SUBSCRIPQAO.
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;Aracaty,
o Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. Joaquina
los de Olivera Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves 4 Filbos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagos.o Sr. FraneinoTavares da Costa;
Baha, o Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos aioeiro Gaeparinho.
.-----------------------------------------------------
PARTDA DOS ESTAFETAS.
Olioda, Cabo, Escada e estacdas da va frrea al
Agua Treta, todos os dias.
Ignarass e Goyanna as segundas e sextas felras.
Santo Anto, Grvala, Bezerros, Bonito. Caraar,
Altinho, Garanbuns, Buique, S. Beato, Bom Con-
seibo, Afilas Bellas e Taearat, as tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazaretb, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Iigaieira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Ourieary.Salgueiro e Ei, as quartas feiras
ISerinhiem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Bar-
reros, Agua Preta e Pimenteiras, as quiutas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Reia^o :- tercas e sbados as 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Julzo do commercio : segundas as 11 horas.
Dito de orphos : tercas a sextas as 10 horas.
Priora vara do eivel:
dia.
Segunda vara doctvel
1 hora da tarde;
tercas e sextas ao meio
: quartas e sabbades
EPHEMERIDES DO MEZ DE AGOSTO
7 Quarto erase, as 4 b. e 17 m. da m.
15 La ebeia as 7 b. e 43 m. da m.
23 Quarto ming. as 6 1|2 b. da t.
29 Loa-nova a 10 b. e 13 m. da m.
DIAS DA SEMANA.
19 Segunda. Ss. Ltiz f. b. e Tecla m.
20 Terga. S. Samuel profeta e.Felisberto ab
i Quarla. S. Joanna Francisca Romana v
ti Quinta. Ss. Fabriciano e Aethusa. mm.
23 Sexta. S. Felippe Benicio e Tbeonilla v.
24 Sahbado. Ss. Bartbolomen ap. e Tacio m
25 Domingo. O SS. CORACO DE MARIa'
PARTE OFFiCIAL
GOVEBXO DA PROIIVCIV
Expediente de dia 22 de abril de 1867.
3.* seccao.
N. 890.OBcio ao inspector da thesonraria de
fazenda.Recommeado a V. S., que em vista da
f jlba e pret inclusos, que me remetan o comman-
dante snpsrior deste municipio, com oficio de 18 !""' brasiWra de paquetes,
i V. Esc, em resposta ao seu oficio n. oiO de 20 do
corrate, que nesta dala se recommendou ao dl-
; rector das obras peblicas que mande faier os con-
; cortos necessarios no encanameolo da illumioacao
a gaz do quartel da Soledade, orno V. S. solieiton
em seu citado oficio.
N. 909.Dito ao commandante do brigue barca
llamarac.S. Etc. o Sr cooselhsiro presidente
da provincia manda declarar a' V. S., em resposta
ao sea offlcio desta data, sob n. 89, que tica expe-
dida a conveniente ordem aos agentes da compa-
para serena transpor-
3 crrante, sob n. 206, mande pagar, se nao bou-'lld03 sos seus destinos o piloto da armada e o gra-
var inconveniente, os vencimentos relativos ai mez mete, de que trata o seu citado oficio, que fica as-
de marco ultimo, ao oficial de Ia linda, tambores e sim respondido.
daos, empregados nos carpos da guarda nacio-
nal, como o aluguel vencido no trimestre de Janeiro
ao citado mez de marco, da cas qae serve de se-! Sr. conselbeiro presidente da provincia, maula de-
cretara quelle commando superior. clarar a' V. S., em resposta ao seu offlcio de O do
2a seccao,
N. 910.Dito ao Dr. ebefe de polica.D Exm.
N 891.Dito ao mesmo.Constando de aviso da
repariico da guerra de 9 do corrate, que por de-
creto da igual ., foi transferido do commando
das armas desu p. ovincia para o da Bahia, o coro-
nel de estado-maior de artllnaria Liiz Jos Mon-
telro, sendo nomedo para commandante das armas
desta provincia o brigadelro Joiquim Jos Gon-
Salves Fontes -, assim o declaro a V. S. para seu
conhecimento.
N. 891Dito ao mesmo.Transmiti a V. S.,
crrante, sob o. 2687, que a tbesourana provincial
tem ordem para pagar a' H armio Antonio de Al-
cantara ou ao sea procurador, aquantide......
36,5460, ron-tinte do citado oficio.
N. 911.Dito ao tenente-corenel commandante
superior Interino da guarda nacional do Bonito.
Nestadataautorisou-se a thesonraria provincial a
pagar ao sargento Francisco Le^o Silveira os ven-
cimentos constantes da tolba e pret que em dupli
caa vieram annexos ao sea citado offlcio, qae fica
para os flns convenientes, as inclusas re!ac5;s de: a5S',n respondido de ordem do Eim. Sr. coaselhei-
pagamenta e de alierac5es havidas nos mezes de ro presidente da provincia,
favereiro e marco ltimos com as pracas aos bata-1 912.Dito ao delegado de policia de Gara-
Jhoas de Infamarla da guarda nacional ns. 4, 9, 10 nbuns.O Exm. Sr. conselhairo presidente dapre-
e 11, destacadas no presidio de Fernando. I v">cia miada declarar a' V. S., em resposta ao seu
N. 893.Dito ao mesmo.Expega V. S. as saas 'oficio e 10 3o crreme, sob n. 27, que acaba de
ordens para que, se nao houver Inconveniente, e em '
vista dos prets juntos em duplican, que me remet
ten o commandante superior deste municipio com
oficios de 18 e 22 do corrente, sob n. 205 e 210,
sejam pagos os vencimentos, relativos a' Ia quin-
zena deste mez, dos guardas nacionaes dos bata-
ihojs n. 5 e 7 de lofantaria, que a bem da tran-
qjillidaJe publica, foram chamados a' servigo de
aqaartelamento.
N. 891.Dito ao mesmo.Recoramendndo-me
autonsar a tbesouraria provincial a pagar ao ae
gocianle Joo Baptista dos Guimares Paixolo a
quaotia da 216^400 rs. constante do citado oficio.
3.* seccao.
N. 913-Oficio ao Inspector da tbesouraria d
fazenda.O bicharel Joao Alves Mergolho parli-
cipou, que terminando em 15 deste msz a liceoca
de que gosava, deixoa de ir assamlr o exerclcio do
cargo de promotor publico da comarca de Golan-
na, para tomar assento na assembla legislativa
o Exm. mialstro da guerra, em aviso de 13 do 'desta provincia, o que V. S. commonico de or
corrente, que o brigadeiro Joaquim Jos Gongalves dera. e S. Exc. o Sr. conselbeiro presdante da pro-
Fontes, nomeado commandante das armas destt: v'n^'a-
provincia, por decreto de 9 deste mez, entre logo N. 914.Dito ao mesmo.O bacbarel Jos Joa-
bo exercicio do mesmo commando, independente Qnim de Souto Lima, deixou em 14 do corrente o
da respectiva pitante; assim o declaro a V. S. pa-! ejercicio do cargo de promotor publico d comarca
ra sen conheclmento. id Santo Anto, por vir tomar assento'. na assem-
N. 893.Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar,! bla legislativa dasta provincia, o qu i V. S. cora-
se nSo houver Inconveniente, e em vista da folha muuico de ordem Je S. Exc. o Sr. ctjselbelro pre-
* pret juntos em dupllcata, qne me remenea o ;sidente da provincia.
commandante superior da comarca de Olioda, em ] N- 913.-Dito ao m^smo.O juiz de direito da
ufflclo de 20 do corrente, os vencimeotcs da 1.a comarca do Rio Formoso, bacbarel Ludgero Gon
cjulnzena deste mez, de nm tenenlo e 30 guardas; Calves da Silva, ntrou em 16 do corrente no goso
nacionaes smente, que a bem da tranquillidade j da licenga de um auno, que lbe fol concedida pelo
Qaaato a noticia anteriormente dada sobre a
posse e provisao e a qual se refere no floal do ci-
tado offlcio, ja lbe respond em data de 5 do cor-
rente.
Espero qae.Y. Rvm. procurar prover de am-
bula essa matriz pelos meus que o seu zelo lbe
suggerlr.
Dito ao vigerir do Ass.Nesta data totoriso o
Rvd. Francisco Tfledosio de Selxas Baylon para
numerar e rubricar os livros de que trata V. Rvm.
em sen offlcio de 27 de januo, que fica assim res
poudido.
Dito ao padre Francisco Toeolosio de Seixas
Baylon.Auloriso a V. Rvm. para por esta vez
numerar e rubricar os livros qae Ihe forera apre-
seotados pelo Rvd. parocbo do Ass, os qaaes tem
de servir para o archivo daquella matriz.
17
Oficio ao viga rio de...... Te abo presente o
seu offlcio de 27 do prximo passado em resposta
a queixa que contra V. Rvm. apreseutou o seu pa-
fochiaoo Emiliano Augusto de Araujo, e cabe-me
dizer-lhe que V. Rvm. nao proceleu em regra dei-
xando do publicar os proclamas desse seu paro-
cbiaoo pelo ftil pretexto de que taes proclamas
necesariamente haviam de ser Impedidos. Os pa-
rodio* nao podem a seu arbitrio deixar de procla-
mar os seus parochiados que querem casar, nam
reter na sua mo os proclamas depols de lenas as
denunciares.
O dever de V. Rvm. era deixar correr os pro-
clamas, tomar por termo o impedimento qjando
este apparecesse e remette-lo para esta repartico,
como determina a constituico eceiesiastiea ; de-
clarando a parte qaal o resultado das denunciagas
aOm de que se apresentasse para expurgar o impe-
dimento ou allegar o qae fosse de justica.
Se pois V. Rvm. aluda nao fjz as denunciado s
como era do seu dever, apenas receber este offlcio
ou o ler no expediente do bispado, as f.ra' sem
demora, procedendo em todo como lbe delxo indi-
cado.
Sendo esta a segunda vez que parochianos seus
se queixam de V. Rvm. Ihes nao correr os procla-
mas, ou nao querer entregar-lh'os, depsis de corri-
dos, espero que d'ora em dame se compenetrar
melhor das suas obrigacoas e dos imperiosos da-
veres que Ibes impoi o cargo de que se acha re-
vestido.
Cumpre que me communiqae logo qae houver
dado comeco as denuncl;cd"es.
PREAMAR DE HOJE.
Prmeira as 9 boras e 18 m. da manbia.
Segunda as 9 boras e 42 minutos da tarda.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o snl at Alagoas a 14 e 30; para o norte
at a Granja a 13 e 30 de cada mez; para Fer-
nando nos dias 14 dos metes Janeiro, mareo, mal
julho, setembro e novembro.
Estes doosbema?enturados Pedro e Pau-
lo pregando n'am mesmo espirito a dotitri-
na sagrada da lei nova, sapportando va'o-
rosamente pelo Seohor todos os perigos,
todas as diffleuldades, todos 03 trabalaos,
todas-as penas, todos os tormen'os, intro-
duziram o nome e a regiSo da Curisto en-
tre os gentos; elles venceram a philosophia
paga, detaram a idolatra abaxo do sea
tlirono e espalharam ao longe a luz da ver-
dade evanglica pela santidade dos
actos e de seus escriptos, porque a sua re
putacao^em percorrido toda
canta qoer pelo lado Iliterario, quer pelo seo appa-
rato scanico, que tanto falla a' Imaginaeo por va
riados lances do maravilhoso, que selle a feicao
principal. *
A Bossa muoicipalldade tendo resolvido a
construegao de nm edificio para servi-ibe de paco,
abre a' concurrencia da respectiva edicaco, po-
deodo os preteodeQtes examinar o competente pla-
no na secretaria da mesma municipalidad?, onda
para tsto estara' exposto por estes qoiaze dias.
Oportunamente sera' marcado o dia em qae de-
ve ir a' praca essa obra, com determioacio das
seus c;)nalC59S do contrato e do modo do pagamento; e
serve de base ao custo da edifleacao completa e
com todas as decoracSas o offerecimento de......
a trra, as iguiOoaooo.
suas palavras tem ido at s extremidades Para concorrer a' arreunco eondica iudls-
d) globo, e elles cQnsagraram a sua dou-; Pf"^"1 Dan5a ldonea' lae IWMt a mesma arre-
trina no mesmo dh do seu supplicio pelo
seu sangue veoeravel e pela saa morte he-
EXTERIOR.
publica, foram chamados a servigode destacamento
na villa de Iguarass.
N. 8%.Dito ao mesmo.Providencie V. S., para
que estando em termos a folba e pret juntos em
duplcala, a que se refere o offlcio do comman-
dante superior da comarca de Olin 'a, datado de
13 do corrente, sejam pagos os vencimentos, a con-
tar de 17 a 31 de marco ultimo, somonte de 30
pragas e nm tenente, que estiveram empregados
uoservico do recrutameolo na villa de Iguarass,
e bem assim dos guardas nacionaes destacados pa
fortaleza de Itimaraca' daraa'e aquello mez.
N. 897.Dito ao mesmo.Em vista da folha
jauta, em duplcala, que ma remenea o majar
nonorario do exerciio Joao Vicenta de Brito Gi|-
vo, mande V. S. pagar os vencimentos dos offl
ciaes da guarda nacional que eaimam a dispo-
slco daquella major, no termo de Sabio Anto,
a bem da tranquilidade publica.
N. 898.Dito ao mesmo. Tomando em consi-
deracao o que, no incluso reque.imeuto documen-
tado, exp/. o tenente em commisso Jos Candido
da Birros, e bem as-im o qua a esle respeito in-
formou o major Honorario do exercilo, Jlo Vi-
cente de Brito Galvo, no offl;lo junto por cjpia,
datado de 20 do crrante, recommendo a V. S.
-que na tomada de contas do mencionado tenente,
dos dinbeiros que recebeu nessa thesouraria, co-
mo encarregado do recrutamento do centro da
provincia, seja-ibe abonada a quantia de 530,5710,
que segundo consta do iBincionado requeriraeno,
oi impugnada por essa thesonraria.
N. 899.-Dito ao inspector da tbesoararia pro-
vincial.Ao sargento Francisco Lao da Silveira,
mande V. S. pagar, se nao houver inconveniente,
e em vista da folha e pret juntos era duplicata,
que para esse fien me remetteu o commndanta
superior interino da comarca do Bonito, com offl-
cio de 5 do cerrent, os tenclmentos relativos ao
mez de marco uliimo, do oficial e pracas da guar-
da nacional destacados naqualla villa.
N. 900.Dito ao mesmo.Annuieo ao que so-
licitou o chafe de polica, em oflhio de"20 do cor-
rente, sob n. 2687, recommendo a V. S. que, se
nao houver inconveniente e em vista do iaclnso
requerimento documentado, mande pagiraHar-
mino Antonio de Alcntara o ao seu procurador
a quantia de 360460 rs., despendido desde o Io de
novetnbrd no anoo prximo passado, at 7 da abril
corrente, co}n o [orneclmento de luz e agua para
o quartel qa destacamento da povoaQio dos Afo-
sados.
N. 901.Dito ao mesmo.Recommendo a V.
S. qae, em vista da conta junta cm duplicata, e do
mappa tambera juato, mande pagar, ss nao bouver
inconveniente, a-qautia de 5IGuj rs., despen-
dida durante o mez da marco ultimo, com o sus-
tento dos* presos pobres da cadaia do termo de
Garanhuns, devendo este pagamento ser efactuado
ao negociante JooBaptista dos Guimares Paixo-
to, coaforme solicilou o delegado daquella termo,
em oficio d 10 do corrente sob n. 27. .
N. 902 Por portara dasta data demitti o te-
nante-coronel Antonio Carneiro Machado Rios do
iogar de ad'djtfoistraJor do consulade provincial, e
para o snbttituir nomeio o bacharel Sergio Diniz
de Mora'Battos, o que a' V. S. commuuico para
seu conheclmento. '
N. 903Dito ao m8smoPor portarla desta
data nomeei para o lugar de regedor do gymnasio
o bacharel Antonio Annes Jacome Pires, e para o
de oficial chefe da segunda seccao da secretarla do
govenw o bacharel Joao Dini Rib'eiro da Cunba,
0 !?e. ^' commQ,lico para seu conheclmento.
N. 90*.Dito ao mesmo.-De conformldade com
o disposto no art. 25 da le provincial n. 598 de 13
de mao de 1864, mande V. S. adiantar a quantia
de 4000 a' profassora de iastrnecao primaria no-
meada para a Villa de Flores, Candida Hermcgenes
de Mello Mascarenbas.
N. 905.Dito ao chefe da repartido das obras
Dublieas.Mande V. S. concertar o encaoamento da
illumioacao a gaz do quartel da Soledade, como se-
licitou o general commandante das armas em
offlcio u. 540, da 20 do corrente.
N. 906.PortaraO presidente da provincia
resolve demittlr o tenante-coronel Antonio Carnei-
ro MacSad Rios, db lugar de administrador do
consulado provincial, e nomi para o substituir o
bacharel Sergio Dinlz de Moura Mattos.
Expediente Meretari do govemo do dia 22 de
abril de 1867.
Ia seccao.
L 907r-Offlel gsneral commandante das
aroaasS. Exc. o Sr. conselbeiro presidente da
proTJ2? mD<"* declarar a' v. Exc qne se man-
dn ftwnjcer pelo arsenal de guerra os objactos
constantes do pedido ene veio anni-xo ao oficio de
V- E"i,i1, i" J16 20 doc^^ente, que flea assim
respftjdido *e^)rdem do mesmo Exm. seohor.
N.908Dito ao mesmo S. Exc. o Sr. cense-
Iheiro presi lenta da provincia manda declarar 4
governo imperial : o que a V. S. commnnico de
ordem de S. Exc. o Sr. conselhelro presidente da
provincia.
N. 916 Dito ao mesmo.O juiz municipal do
termo, de Gjianna, bacbarel Hoorique Perelra de
Lucene enirou em 16 do corrente no goso da licen-
Ca de lo dias que obtuve : o que a V. S. commuui-
co de ordem de S. Exc. o Sr. conselbeiro presiden-
te da provincia.
N. 917.Dito. -Pela secretaria do governo se
jcommunica ao Sr. bacharel Sergio Diniz de Moura
Mattos, que- por portarla deala dala foi S. S. no
meado administrador do consulado provincial.
CtOVCRSO DO BISPADO.
SEDE VACANTE.
Expediente do dia 9 de agoste de 1867.
Oficio ao Exm. hispo do Miranhao. Tenbo a
honra de acensar a recepto do oficio de V. Eic.
Revm. de 2 do corrente, era que me participa que,
tendo de partir para a Europa, afim de cumprir
era Roma com o sagrado dever da visita ai limina
Apostolorum, fica encarregado do Koverno e ex-
pedienta do bispado durante a ausencia de V. Exc.
o Revm. provisor e vigario geral do mesmo, Arce-
diago Autjuio Lobato de Araujo, no impedimento
ou falta de-te, e com os mesmo poderes, o Revd.
Chantre Manoal Pedro S jares, e no Impedimento
da ambos o Rvm. conego Francisco Jos dos Res,
todos da cathedral dessa dioeese.
Fazendo votos pela prospera viagem de V. Exc.
Rvma., cabe me assegurar-lbe que o Rvm. gover-
nador dessa bispado ma achara sempre prompto
para o que fdr'do servlco da igreja maranhense.
Dito ao Exm. desembargador provedor da Santa
Casa da Misericordia.Com sumtna salisfago ac-
cuso recebldo o oficio de V. Exc. de 2 do corren-
te, participando me que nessa data foi entregue
educanda do collegb das orphaas F..., que se ca-
sou com M... a qnantia da 5000000 e os respec-
tivos joros, que por sorte Ihe coabe por parte da
quantia do 1:5000000 que o Exm. vigario capitu-
lar entregou Santa Casa da Misericordia para
dote de duas orphaas e urna exposta.
Aproveitarei a prmeira opportuoidade para fa-
zer chegar ao conhecimento do mesmo Exm. viga-
rio capitular que j se cha satisteita urna parte
do seu donat.vo.
Dito ao Dr. juiz de direilo da 1.a vara desta ci-
dade.Inclusa envo a V. S. a antorlacSo qae pe-
de no offlcio datado de hoja, a que tenlio a honra
de responder.
Dito ao vigario de Agua Preta.Enve V. Rvma
ao seu destino o incluso offlcio, com o qual satis-
fago ao que V. Rvma. pede no seu offlcio de 30 do
prozimo passado, que fica assim respondido; de-
vendo V. Rvma. participar-ma qaalqaer occarren-
cia posterior que se der sobre o mesmo objacto.
10-
Offl :io ao Exm. presidente desta provlocia.Te-
nho a honra de enviar a V. Ext o mappa que me
foi exigido por offlcio .de 29 do prximo passado
para a formagao da estatistica indiciarla, como
determina o respectivo regulameulo artigo 14 6
cotn referencia ao artigo 13 9.
Dito ao Exm. presidente da ParahybaTenho
a boora de participar a V. Exe. para os flos con-
venientes que, em virtude da permuta que entre
si flzeram das respectivas fregaezias os Rvds. vi-
garios Caraillo de Mendonca Furlado e Calisto
Corre i Nobrege, em o da 3 do corrente proeedi a
collacio d'aquelle na fregaezia de S. Miguel do
Talp, segulodose imgedlatamente a collacio por
procurarlo do Rvd. vigario Caliste na fregaezia de
Campia Grande, ambas dessa provincia.
12
Offlcio ao vigario dias os seas oficios de 46 e 27 de janho ultimo, el
pelo de 16 fleo sciente de baver V. Rvma. assumi-
do no dia li do mesmo a regencia da sai fregae-
zia, de qua eslava ausenta em razio de achar-se
funecionaedo a assembla dessa provincia, de que
V. Rvm. digno membro.
Quanto ao offldo de 27, sendo de mais urgen-
cia o sea contelo, respondi-lbe era data de 10 do
corrente, e cora a resposta Ihe devolv as tres dis-
pensas qae o acoaipanharam.
Espero que V. Rvma. me partieipe logo qae o
bouver recebldo. :.;
' Dito ao director geral da initrueclo publica.
Accuso a feeepcao do oficio de V. S. de 8 do eor-
rent?, cuj cbnteudo lomare! na devid considera-
re a bem da instroccSo publica e das fimHias.
Offleio ao coad>ntos pro-parocho da Alagoa de
Balxo.De posse de seu offleio de Ido pr-
ximo passado, era que declara ftaver dado execa-
?o ao mandado qae lbe envi!, tenbo a dijer-lbe
qne lado velo em regra, faltaado smesit) o man-
dado que devia voltar com a cijao I- mais deli-
leochs a que m procede.
lloma.
HOMILIV PRONUNCIADA POR S. S. PI IX, DEPON
DO EVANGELHO MO DIA DA CANONISAfAO D03
MARTYRES. "
Chegon, veneraveis irmats e amados fi-
los, estedia taodesejado, em que por sin-
gular benejcio de Deus nos dado celebrar
a secular solemnidade consagrada ao trium-
pho do beatissimo Pedro, priticipe dos
apostlos, e de Pdulo cmpanheiro do sea
apostolado, assim como de decretar a mui-
tos neraes da nossa divina religio o coito
e as honras dos santos.
E' porque nos regosijamos no Seohor, e
exultamos em santo goso pela vinda de um
dia que deve solemnisar-se com indesivel
contentamento, cora summa venerafao em
todo o orbe calholico, especialmente nesta
nossa cidade.
No dia sslemne em que estamos, soffre-
rara o glorioso martyrio e subiram ao co
Pedro e Paulo, as grandes luzes da igreja,
soberanos marlyres, doutores da lei, ami-
gos do esposo, olbos da esposa, pastores dos
rebanhos, guardas do mundo (1).
Sao estes homens, pelos quaes tem bri-
lhado sobre ti, Roma, a luz do evangeloe
de Cbristo ; e 6 sua escola que tu, que
eras urna mestra de erro, deves o tares l-
tornado em discipula da verdade. Sao es-
tes homens' que, para te iutrodazir as c-
pheras celestes, te tem muito melhor e mais
felizmente fundado, do que-acuelles cajo
cuidado lanr;ou as bases das tuas primeiras
muralhas.
S5o estes homens, que le elevaram a um
tal grao de gloria, que s boje a nacSo santa,
o povo escolhido, a cidade sacerdotal, e qoe
tornada a capital do mundo, graca sede
sagrada do Bemaventurado Pedro, tu en-
tendes pela religio divina o leu reino mais
longe do que o fazias pelo teu dominio ter-
restre. (2)
Aqui esiojuolos estes dous hom.3is co-
bertos de vestimentas esplendidas, homens
de misericordia, nossos verdadeiros pas,
nossos verdadeiros pastores, aquellus que
nos tem gerado pelo evangelho.
Quem mais glorioso do que Pedro ?
Elle que, esclarecido pela luz divina, reco-
nheceu-o primeiro de todos e descobrto a
todos o profundissimo segredo da magesta-
de eterna; elle que, confessando que o Curis-
to Senhor Nosso o filbo de Deus vivo,
estabeleceu a uossa f sobre osalicerces os
mais firmes e os mais invenciveis. (3)
E' elle que a pedra inabalavel, sobre a
qual o Filbo do Padre Eterno edificou a sua
igreja com urna tal solidez, que as portas do
inferno nao poderam nunca prevalecer cin-
tra ella.
E' a elle que-foram confiadas por Cbris-
to Nosso Senbor as chaves do reino dos
cos, o supremo poder, o cuidado de apas-
centar os cordeiros e as ovelhas, de con-
firmar seas irmSos, de governar a igreja
universal, e elle a quem a f nao deve
nunca desfallecer, nem aos seus successo-
res, collocados n'esta cadeira romana.
Quem mais santo do que Paulo ? Elle
que, escolhido pelo Senhor para levar o
seu nome em face dos.povos, dos res e dos
filhos de Israel (4) foi transportado ao ler-
ceiro co, em recompensa das suas virtudes
e iniciado no conhecimento dos segredos
celestes, afirn de que o doutor futuro da
igreja aprendesse entre os arijos o que devia
pregar entre os horneas. (5)
(1) San. cti Petri Damiani Sermo 27.
(2) S. Leonis Sermo W e 80.
3) S. Maximi HomiIia68.
(4) Actas dos apostlos^
(5) S. Maximi id^Hv
roica.
Assim, veneraveis irmos e amadissimos
filhos, durante que nos celebramos, com os
ritos solemnes e orna alegra extrema, a
gloria desies dous apostlos, e que rodea-
mos de toda a nossa veneraco as suas cin-
zas sagradas,junto das quaes nos estamos
reunidos, exaltemos em nossos discursos as
suas illusiracoes, e sobre tudo imitemos as
suas virtudes com o nosso zelo o mais ar-
derte.
E' ainda urna alegra profunda que nos
enche, logo que Daus nos permttle, Deste
bemaventurado dia, de decretar o culto e
as honras de santos aos marlyres invenciveis
de Chrlsio, Josafat Kouneewig bispo de Po-
lotsk de rito rutheno ; Pedro de Arbues,
Nicolao Picci, e seus desoito companheiros,
aos dous gloriosos confessores Paulo da Cruz
e Leonardo de Porto Mauricio, e emfim s
matacao.
Esto marcados os dias 25 e 26 de setembro
nroxjmo, para o concurso aos lagares de conduc-
ir, pratlcantes e escreventes, que existem vagos
na repartico das obras publicas, iechando-sa a
respectiva lnscripcao no dia 23 do mesmo mez.
O Club Pernambu?ano faz amanbaa reunio
de familias.
O Exm. e Rvd. Sr. bispo do Maranhao resol-
ven ir a Roma em visita ai limina apostolorum ;
e em ausencia deve flear na regencia da dioeese, o I navioTlgm"no"borisonTe"
pinteiro e 4 homens da eqolpagem pereceraio.vio
mas das cbammas. O eapio e mais 6 marinkei-
ros coosiguiram salvar se. Eis aqu os pormeno-
res deste sinistro.
Foi a's 9 boras da manbaa que o tombadilho sal-
tou repentinamente, correndo logo as cbammas ao>
longo dos ma tiros; em poneos minutos os escale-
res e as velas flearam consumidos, e os tres mas-
tros cairam ao mar. Cinco bomens eslavam entao
no porao; dous conseguirs) ganbar o tembadiibo;
mas os oatros tres pereceram nai cbammas. O
resto da equipagam procurou ento a salvaco em
pranebas ou em fragmentos de mastreacao.
_ Algons tratavam de agarrar aos mastros, mas
nao podiam afastar-se do navio infmmado, em
consequencia do raassame qoe a elle os prenda.
Os soflrlmentos eram horriveis; o calor erla-os
repetidamente, e por difiranles vexes lhes foi ne-
cessario refrescarem-se na agua.
Um marinbelro que tinba ambas as pernas pe-
bradas, foi necessario liga-lo a um dos mastros ;
outro a quem fallava um pedaco de palle consumi-
da pelo fogo, que o tinha alcancado, soltava gritos.
noTrivais que ferlam a alma -, havia anda outro,
caja queda lbe tinba arrancado a pelle das costas
e das pernas. A posico e situacao daquella gen-
te, era borrivel; as cbammas avancavam rpida-
mente no tombadiibo, onde o maior numero da
equipagem se acbava reunido. Nao se avistava
a

1
respectivo provisor e vinaria geral, Rvm. arcediago
Antonio Lobato de Arauj >.
Por falta da remessa a' directora geral da
instrnecao publica, sos devidos tempos, dos map-
pas dos respectivos alumnos, foram multados em
OJOJO, em conformldade da lei. os profressores
public, e particnlares Manoel Pereira da Silva,
Anlr Armimo Pareira Braodao, Alexanlre Migno
Pelxoto de Alencar, Manoel Felippe do taonte, An-
tonio Ignacio da Silva, Jlo de Aranjo Cesar, Vtcen
te Ferreira de Franga de Cirvalho, padre Joaquim
Mauricio Maciel, Dr. Exequial Fraoco da S, For-
tnalo Rapbael dos Sanios, D. Theresa Porphiria
de Jesns Jardim, D. Joanna Villar Ferreira i'into,
D. Anua Ferreira da Silva, D. Theresa Gullharmina
de Carvalno, D. Maria Joaquina de S. Thom, D.
Ilustres Virgens Maria Francisca das Cinco Clara de Jasas dos Santos, D. Maria Francisca Ro
Ghagas de Nosso Senbor Jess Christo, e' ."?.83 Ba>"f03. D- Emilia Corioiana de Mendonca,
flprmana rnnein I D* Maril Amelia Pereira, D. Adelaide Thomasia
hermana LOUsin. I Rlbairo, D. Maria jepbina Porcell, Emilia
loaos, posto que rodeados de nossas Fausta Mana da Costa e D. Maria Bartholesa da
fraquezas, e, nesta trra de exilio, submet- [ Concedi.
tidos a grandes pericos e a numerosas pere- 0 mPPs ommuidos sao pertencentes ao 1 tri-
1 mestre do corrente anno lectivo.
grin^58s, mas animados de urna ardente
caridade, de urna f inabalavel e de uan
esperanca, invencivel, assim como um ar-
| dente amor pelo prximo, levando por toda
a parte pg seu corpo, a mortificaco de
hi;isto, e tornados as imageos do filho de
Deus, soffrqado por amor de Cbristo as
ultinjas extremidades ir'iumpbaram magui-
ficamente da carne, do mundo e dos lacos
do demonio. Ellas Ilustraran) pelo esplen-
dor da sua swtidade e por brilhantes pro-
digios a igreja cathollca, e deixaram imitar
os mais generosos exeraplos de todas as
virtudes.
Tornados agora os amigos de Deus, re-
vestidos de alvas roupas partilham o jubilo
da celeste Jerusalem, e se enebem dos dons
que superabundara na casa do Senhor; por
que o Senhor oseache da alegra do seu
rosto e os sacia cora urna torre tte de gosos;
brilhantes como o sol; elles possuem a pal-
ma e a cora, elles reina'ii com Cbristo na
eternidade, e lbe rogam por us, seguros
j da sua propria imiurlaiidaie e inquie-
tos airada pelo cuidado da nossa salvarlo.
Assim, pois, veneraveis irmaos e filbos
muito amados, rendamos ao Deus de toda
a consolac5o humildes accoes de grapas de
que, no meio de todas as calamidades e de
todos os perigos que affiigem a igreja e a
sociedade civil, se tem dignado por estes
Ilustres marlyres, confessores e virgens,
conceder sua santa igreja novos e solidos
soccorros e ao povo fiel illastres modelos
de virtudes.
Sigamos com um zelo infatigavel, os
preciosos vestigios destes santos, e, de mo-
do quo, cada vez' mais infiammados pelo
mesmo esdirito de f, de esperanca e cari-
dade, despresemos o que da trra e con-
sideremos nicamente o que est nos cos.
Marchemos om um passo mais rpido
nos caminhos do Senhor, e renunciando ao
desejo do seculo, vivamos com sobriedade,
com justica, compiedade; e todos unni-
mes soffrendo juntos, (6) esorcemo-nos por
nossas boas obras a tornar certa a nossa vo-
caeloe a nossa eleiejo.
Que nossejapermiltido agora, emtida a
confianza e humildade, o elevar os nassos
olhos para vos, Deus, Nos3o Senhor, que
rico de misericordias, manifestis, sobre tu-
do o vosso poder pela piedade e pelo per-
do. Contemplai com urna vista propicia a
vossa igreja santa, embatida por tantas tem-
pestades; e em favor dos merecimentos de
vossos apostlos Pedro e Paulo, e destes
martyres, confessores e virgens, affastai a
vossa colera, mnltiplicai sobre nos a vossa
misericordia, e fazei pela vossa virtude om-
nipotente, que a igreja triumphando dos
seus inimigos sobre toda a face da trra, se
estenda de dia para dia mais feliz e mais
prospera, e que todos os povos, livrando-
se de todos os vicios, se encontrem na uni-
dade da f e no conhecimento de vosso
Filho Nosso Senhor Jess Christo. Em fim,
com a vossa dextra divina protegei e defen-
dei esta cidade contra todos os lacos e con-
tra todos os esforgos dos seus inimigos.
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA.
Procedo amanbaa o Gabinete Portuguez de Lei-
tura, a' eleicao do- seu conselho deliberativo e da
respectiva commissio de ex ame de contas.
Hoje tem lagar a partida mensal do Club da
Recite.
Pela ultima tez da' boje o Santa Isabel o ma-
ravilboso drama sacro O Uilagret d Santa Anto-
nio, qae tanto applanso ba (ido na presente esta-
co, do nosso publico-
Este favor da populadlo nao sem jasto funda-
mento, pois o drama balUmenta escripto, e en-
(<>> Petn apostoli (.
Os multados devera noprsi de 30 dias, reco
Ihar a thesonraria provincial, a importancia da
mulla, aflm de qne nao s*ja elli cobrada executi-
vamenta. 4
O Sr. Dr. C rlo3 JasUniano R jungues, foi no-
meado subdelegado do Poco da Panella, qne vagara
por demisso solicitada e concedida, ao Sr. Dr.
Luiz Carlos de Magalhaes Rreves.
Chamamos a attengao dos nossos leitores,
para o bem elaborado discurso que Junto ao tmu-
lo do estojante do 4* anno J. V. da Fonseca L >r-
dallo, redtou o seo collega Joao Joaquim Fonseca
d'Albuquerqae.
Os Srs. Dr. procurador fiscal da fazenda ge"
ral e engenhelros Dr. Chrysollto Ferreira de Cas*
tro Chaves, e Manoel Lonrenjo de Mattos, foram
incumbidos da commisso de cuidar dos reparos,
que tem de ser faltos no edificio de Santa Amaro,
em qne devem ser abrigados te inorara mente, os
emigrantes americanos que buscarem esta provin-
cia para sna residencia. ,
Fallecen hontem, victima de amigos padeci-
raentos, o anligo advogado de nosso foro o Sr. Jos
Narciso Camello.
Fez bontem sua viagem de experiencia o va
por Poteng, da companhia Parnambncana.
Da Sergipe e Alagoas ebegou bontem a larde
o vapor Ipojuca, da companhia Pernarabucana.
Trouxe joroaes d'alli at 17 e d'aqui at 22 do cor-
rente.
Comecon no dia 16 a eleicao de depotados a' as-
sembla provincial de Sergipe, sendo a segainte a
apnracao dos collegios da capital, Larangelras e
Santo Amaro, do 1 distrteto :
Arnobio Afro de Alcntara.......... 63
Ur. Jos Fiel de J. Lei le............. 08
Dr. Francisco da Silva Freir........56
Francisco Pedro Ladnvico........... 46
Dr. Goncalo de A. Boto de Menezes.. 43
Padre Manoel Jos da Silva Oveira.. 42
Jos M. da Graca Loile.............. 40
Dr. JjsdaMotia Nunas.............38
Dr. Firmioo Rodrigues Vieira........38
Antonio A. Gouv Llns............. 38
Antonio Jos da Cnuba............. 35
M. Rolemberg A. Madureira.........35
Eiisiario Prudencio Pinto............31
Jos C, Dantas Serra................ 31
Ramiro Goncalvas Valenca........... 28
SebastliG. de Almeida Bdto........ 27
Jos Rodrigues C. da Mello.......... 23
Agriploo G.da Silva Martins......... 21
Jos de Rarros A. Menezes.......... li)
Dr. Joao P. Vielra de Sonza.......... 18
Jos de Faro Rolemberg............. 16
Em Alagoas coastitalo-se, no da 10 do crrante
o gremio conservaior, caja direcclo compoa-se as-
sim :
_ c Presidente, Dr. Jacintho Paes da Mendonca,
secretarios Dr. Joao Lpez de Aguiar Murltlba e
Laopoldiao Antonio da Fonseca, thesoureiro Ma-
noel do Nasciraento Prado: conselheiros barao de
Jarago, Jos Bernardo de Arroxellas Galvo, Jos
Antonio de Mendonca, Francisco de Vasconeello3
Mendonca, Joo Jos da Graca, Manoel Martins de
M randa eJos Virginio Teixeira de Araojo.
Lomos no Diario de Alagoas :
Teve logar, na noite do dia 20 deste mez, o
baile dado pelo commercio de Macei e Jaragua
e pelos amigos do Sr. Dr. Galdino Augusto da
Natlvidade e Silva a S. Eco., como urna prova de
apreco pela sua ollima aimiDistraco.
t Demittido S. E-c. da Io vice-presidente desti
provincia, quando la reslabelecendo o reinado da
lei, reparando os estragos praticados pelo ex sidente Alencastre, de nefanda memoria, entende-
rn! seus amigos e admiradores dar um "esterna-
nho publico ao Sr. Dr. Gldno. como ama tenue
demonstrado com qae proceder o governo.
Com effeito, os saldes do grande sobrado ao
Sr. lenente-coronel Melra estiveram repletos de
ama bem escolbida sociedade, donde se destaca-
vam cerca do clncoenta senaora?, cojos aparados
toilottes, davam maior realce a reame",
< A meia noite servio-se um -prdfrscf oh,
t As duas boras da madrajfda fol oerecido
nm lauto banquete. ,.
t Tomoa a presidencia c Sr. Dr. Galdino, e as
Exma. sras. ornaram os dous lado3 da extensa
t Brindes enlhusiasticos propostos por orado-
res de imaginaeo e de facundia reconhacida. 10-
ram calorosamente correspondidos. .
Pedem-nos a seguinte publicacio :
c Pretendendo-se citar por carta de edictos co-
mo ausente e em lugar nao sabido i Barthotonae*
Francisco da Souza, p procurador deste nesta ci-
dade declara que seu constiainte esta a muito re-
sldlndo em L*sboa travessa doEstevlo Galhardo n.
8, e que nesta cidade tem predios de subido
vallor.
A barca JM para Londres, eom um carregamento de oleo ae
petrleo, foi incendiada ao alto mar a 14 de januo.
O sfguQl) commandante, o contra-mestre, o car-

A's 11 boras, expirou o marlnbeiro que tinha as
duas pernas quebradas. As cbammas elevavam-
se a' altura de cem ps. AQnal, aproximou-se am
navio e lancou ao mar es seas escalares:
Os marinbeiros mal podiam saber que ainda vi-
viam; lguos, ja' qaeimados morreram antes qae
pedessem ser recomidos. Foi um navio prussiano
que salvou o resto, desembrcaudo-os no da 8 da
Junto em Falmouth. ,
Vai ser vendida prximamente no betel Dro-
not, a espada do conquistador do Mxico.
Esta espada urna excellente obra d'arte, e &
autentica.
No eatbalogo eneonlram-se as mais claras infor-
macojs acerca os seus diversos possuidores, e pa-
rece incootestave ser a espada de honra de qae
Carlos V fez prosete a Cortez, depois da batalba
de Otamba.
0 punho artstico daquella espada de (liagrana
de ac, tendo pela parte de cima as armas hespa-
nholas.
A ernz da espada, assim como o reste da arma,
de ac polido, e termina em cada extremidado
com orna corda.
Ferno Cojtez usara ainda deita espada no dia
em quo, nao obstante a sna desgraca, quiz penetrar
at Junto de Carlos V, dando es altiva resposta ao
imperador, que perguntava.
Q 1 u esse bomem 1
< E' um hornera, que vos dau mais provincias,
do qae vossos pais vos deixaram de cidades.
Offarecemos leilura publica esta iospiracaa
philosophica do Sr. J. A. Tenorio.
> A philosophia o amor da verdade, e qae
verdada podemos achar lo sublime e tao ioteres-
sante, como a que nos eleva a conlemplacSo do
Autor Supremo, que nos creou, e das obrigaepes,
que nos impoz, para sustentar a ordem barmonio-
sa da nossa propria feiici lade ?
< Menores que os simplces insectos aos olbos do
Divoo Creador do universo, nos nao podemos aug-
mentar, nem diminuir a sua grandeza, e ainda
menos a gloria ineffivel, que o cerca.
< Se elle nos impoz preceitos e estabeleceu a
religio que devemos seguir, nao foi, porqaa a
sua infinita grandeza, fosse dependente das nossas
acco.'s; mas porque quiz, que, amando-nos uos
aos outros, ajudassemo nos, e soccorressemo-nos
reciprocamente as nossas precisdes, conduzindo-
nos ao mesmo lempo pelas leis iramuUveis da
equidade e da justica.
Ou barbara a natureza em dar-nos ama In-
clinado, que a lei condemna; ou barbara a lei,
que coademna ama inclioaco, qoe nos d a na-
tureza.
Nao imaginis talvez a vista deste dilemma,
que os preceitos da santa le, que professamos,
sao cootraditorios nos verdadeiros sentimentos da
natureza. A argomentaco universal dos bomens,
de tomar o abuso da coasa pela mesma cousa.
c As pessois, que julgatn superficialmente as
coasas, pela prmeira impresso do som fugilivo
das palavras, sem examiaar com attencao o senti-
do do que ellas exprimem, sao incapazes de as
julgar.
O liomam, que pansa, e faz uso de saa razio,
nao decide as cousas era previo exame, para evi-
tar o precipicio em qne se despenha tanta gente,
por confundir, a verdade com a mentira, e a vir-
tude com o vicio.
< O amor na verdade nm sentimento da nata-
reza, e nm dos que mais nos tocam o coracio;
mas a supposlcao de que a lei o condemna, nm
erro, e nm absurdo grosseiro. O amor ama
virtude, fundada sobre os principios immntaves
da moral; urna virtude, nao so conforme a boa
ordem ; mas absolutamente Indispensavel para a
conservaco da harmona deste mundo.
c_ O legislador Eterno por si mesmo lio sabio
e lo perfeito, qoe nao ple ser jamis contradic-
torio nos seus principios, destruindo por um lado,
o que estabeleceu por outro. O que diz, qae o
amor defendido pela lei, am Inconseqnente,
que, ol jando a mnlber, como escrava das saas
paixSos, toma por amor nm appetite sensual. O
verdadelro amor nao ama paixao momentnea e
passageira, mas urna araizade sincera e perma-
nente, que liga doas passoas de diferentes sexos
com obrigaco de se estimaren), e concorrerem
reciprocamente para felicidade urna da ontra.
1 A religio, bem longe de defender o amor de
sementante oaloreza, a prmeira, que antorisa,
o legitima e o segara por vnculos Indissoluveis.
< Deus creou a mulber para companheira do
bomem sobre a trra, o, se Ihe nao deu unta tor-
ca, como deu a este, para sustentar as fadigas do
trabalho, compeosou por ontro lado esta falta, do-
tan do-a de belleza, sensibilidade e ternura.
< Se, se examinar os dous sexos no estado da
natureza, antes qne o commercio do mondo os te- -
nba corrompido, aebar-se-ba sem duvida, qae a
malher excede muito e maito ao bomem sobre es-
tas qnalldades. Alm .de receber da natureza bem-
fazeja immensos attraclvos, tem ainda outras
vantagens.
t Assim a mnlber tem bocea e nao falla : tem
olbos e nao v : tem ouvidos e nao onve. Todo
isto, e mais do qoe isto, symbolisa Bella a ternura'
a docllidade e a paciencia na sua snblime misso
de crear, educar os filbos e-saavisar o bomem nos
trabalbos e contrariedades da vida.
< Qae tal seria a ordem da sociedade, se, des-
conbecendo os casamentos, deixassem aos doas
sexos i plena llberdade de se communlcarem ?
Qae tal seria a educado dos filbos ?
< E qual seria a sorte das malheres, logo qao
perdessem os altractivos da mocidade ?
c Plato quera qae. as malheres fessenplda-
dos, e qae, commonieando-se indislinetaawte
com os ootros gaerreiros, se edacassem o filhos
em commam, sem qae conhecessem particular-
menta quem eram seas pais.
c Este delirio nao foi am dos seas maiores de-
feitos. Do qae- fez, pondo o bomem a par dos
brotos, e despresando os direitos sagrados da ba-
manidade basta isto para fazer-lhe desmerecer o
epitbeto respeitavel de philosopbo. >
Em ractiffeaco. afogsment do nglez Willjam Strerlcrao, qae bon-
tem publicamos, a pedido, declaramos} tambem
A


1
1
u


Mi
ftlftri* 4*
- ftabbado t4 de Agosto de 1867.
roo que oio doator, como tai pablcado, e sin
enermeiro do bospiul inglez.
latera A que se cha a venda
a 34. a beneficio da Santa Casa tia Mise-
ricordia, qoe corre boje" as 10 horas da ma-
nbaa.
Hoje fara' leiiie o ageste Ponlnal, em se es-
eriptorio a' roa da Croa d. 62, andar, ai 11 bo-
Tas, dos movis perteocentes a' massa fallida do
Sr. F. Saurige, e na mesma occaslao vender ama
calecba, cem pouco uso.
Os administradores da massa fallida de Amo-
rta, Fragoso, Santos & C, annoneiam hoje o pa
gamento do 3* dividendo aos respectivos credores,
a' raiao de 3 por cento.
Repautiq.vo da. polica. Extracto da parte
do da 23 de agosto.
Foram recolbidos casa de datencao no dia 22
do crreme:
A' ordem do Illm. Sr. Dr. cbefe de polica. Ha-
noel Thom do Espirito-Santo e Joao Antonio da
Silva, vindos do termo de Papaeaca, como crimino-
sos de morte. A' ordem do subdelegado do Reci-
te, Jote Joaqntm de Moris da Costa, por insultos.
A* ordem do de S. Jos, Hilario, escravo de Mauoel
Antonio de Jess Jnior, para correcco. A' or-
dem do do Poco, nm individuo, cujo nome nao de-
clara, por tu alienado.
0 cbefe da 2* saccao,
1 G. ie Mezquita.
Casa dr detenqao.Movlmanto da casa de
deteocae do dia 22 de agosto :
BxisUam (presos) 344, eniraram 5, sabiraa 14,
exhtem 335. A saber: nacionaes 239, mu be res
8 *, estrangeiros 36, mulber 1; escravos 49, es-
cravas 1 Total 335.
Alimentados a casta dos cofres provlnclaes
248.
Movimento da enfermara da casa de detengao
do dia 23 do crreme.
Tiverara baixa :
Francisco Lopes de Souza.
Mareian Cbinez.
Laoreotioo Jos Rodrigues.
Tiveram alta :
Jos Antonio Fabrielo.
Pedro, escravo de Ignacio de Souza Leso.
Passageiros do vapor nacional Ipojuca, vlndo
de Aracaju' e escalas :
Antonio Francisco-Maia, Ignacio Francisco Maia,
BaKbaiar Marcos 'Ollveira, Aureliano Augato
'Oliveira, Hanoel Joaquim Mala, Paulo Jos da C.
Azevedo, Joo Casimiro da Silva Machado, Leo-
poldino Antonio da Fonceea, 1 filho e 1 escravo,
Francisco de Paula Mosquita Cerqnefra, Maria do
Espirito Santo e 1 fliha, Benjamn Beltro d'Alen
car, Tito d'Abrea Fialbo, Belarmino Rodrigues
d'Oliveira Cmara, Joao da Rocba Bastos, Maria
Alexandrina da Coneeico, 1 escravo.
cBiiTBRio publico.Obituario do 22 do
correte:
Jos' Vat da Fonceea Lordello, Babia, 26 annos,
solteiro, Boa-Vista apoplexia.
Antonio do Carmo, frica, 90 annos, solteiro, Boa-
Vista, dilatacao na aorta.
Emilia Mara da ConceicSo, Pernambaco, 18 an-
nos, solteira, Santo Antonio -, bexlgas.
Anna Theodorlea da Silva, Pernambuco, 38 annos,
solteira, S. Jos ; espasmo.
Clara Mara do Arnarai, Pernambuco, 42 annos,
casada, S. Jos; febre perniciosa.
Maria da Paixo, Pernambuco, 25 annos, solteira,
Boa-Vista; bepatite ebronica.
Mauoel, Pernambuco, Recife ; fallecen ao nascer.
Francisco, Pernambuco, 3 mezes, S. Jos; es-
pasmo-
Clemenllna, Pernambuco, 3 mezes, Santo Antonio;
tumor.
Manoel, escravo, Pernambuco, 1 hora, Santo An
tonio ; ttano.
Maria, escrava, Pernambaco, 50 annos, Boa-Vis
ta; anasarca.
...
. presente .
Res e Silva nao foram propostos os feitos infra
inscriptos, entre partes :
Appellaote reo Horaiias Jos Can nao, appella-
dos autores Flix Sauvage 4 C.
Appellante execotado Francisco das Cbagas Ca-
valcante de Albuquerque, appellado exequenie
Manoel Alves Ferreira.
Appellante exeqnente Francisco Vat Pereira,
appellado execotado Eneas de Medeiros Couto
Lins.
Appellante reo Jos da Rocba Paranhos, a ppel la-
dos aotores O. Heorlqaeta SimSes da Silva e oatro.
Embargante o major Jos Guedes Nogaeira,
embargado Carmo Jos de Castro.
Nada mais bouve e encerroo-se a sesso a
urna bora da tarde.
CHROMCA JtmCURU.
TBiniVil, DO CO?inERCIO
ACTA DA SES5AO ADM1N1STRACT1VA DE 22
DE AGOSTO DE 1867.
PRESIDENCIA DO BXM. SR. DESEMBARGADOR
ANSELMO FRANCISCO PBBBTTI.
As dez horas da maaha estando reunidos os
Srs. depuiaJos Rosa, Basto, Miranda Leal e sup-
pente S Leito, presente o Sr. desembargador
fiscal, o Exm. Sr. presidente declarou aberta a
sessio.
Lida, foi approvada a acta da sesso antece-
dente.
EXPBDIENTB.
Offlcio do Dr. Qointluo Jos de Miranda, firma-
do de 21 do corrate, communicando. baver ness
data assumido o exerciGio do cargo de ebefe de
polica interino da provincia em coosequencia de
se acbar impedido o effectivo Dr. Fililo Henrique
de Almeida.Acnsese a recepgao.
Offlcio do presidente e secretario da junta dos
corretores, dizendo qne bavendo a junta, em cum-
primento do qne lha fora determinado em offlcio
de 5 do correte, avisado aos corretores qae nao
tiobam livro de talo para qae se muaissem deiie
dentro do praso de 13 das, compriram esse de-
ver.Ao archivo.
O correior geral Jos de Aqaino Fanseca, era
cumprimento ao despacbo de 8 do andante exara-
do em sua peticao, apresentoa o livro de talo em
que fuocciooava desde o comeco de seu ex-rcicio,
assim como o que ltimamente comprara para ser
legafisado oos termos do decreto n. 2490 de 30 de
setetnbro de 1839.
Foram distribuidos aos Srs. depulados o livro
cSpiador de Alfredo Garca & Irmo, e o de Costa
& Alvares.
DESPACHOS.
Requerimento de Joo Tneodoro da Silva e Joao
Caetano de Carvalho, para ser admittido regs
tro o sea contrato social sob a firma de Tbeodoro
& Carvalho. v*ist ao Sr. desembargador fiscal.
Dito de Joo Francisco da Silva Novaos, offere-
cendo registro a procurado bastante em que
constitu6 gerentes de sua casa commercial a Anto-
nio Pereira de Miranda' e Manoel Fernandos da
Costa Si CRegistre-se.
Dito de Bartboiomeu Loorenco, satisraxendo a
exigencia do Sr. desembargador fiscal para ebter
a can* de registro do biate Nova Esperaba. -Co
mo requer.
Com iaformacao do Sr. desembargador fiscal.
Da Francisco Ferreira Borges, gerente da Com-
panbia Pernambneao*, pediodo carta de registro
para o vapor Poltngt.Satisfaga o parecer fiscal.
De Angosto Octaviano de Soasa e Antonia Jos
de Souza,contrato social.Registre-se
De Pedro Morer e Lus Margot,matricula pa-
ra a firma Pedro Maurer & CComo requeram.
Sammario (adiado da sesso prxima passada)
instaurado contra James Ryder, administrador do
armazem n. 26 do trapiche aifaudegado Baro do
Livramento.o tribunal, tendo em vista os rti-
cos da aecusacio contra o snmmariado James Ry-
der, e a defeza deste, e atteadendo qae o motivo
em que ella se bazeia e vem a ser a molestia do
gerente da casa, nao procede, por isso qae nao
consta qoe por tal motivo e pela aosencia do refe-
rido gerente, as soas traosaccSee ficassem parau-
sadas, o antes a mesma casa permanecen no sea
gyro cotamado, sendo qae anda no caso contra-
no, nao estara o snmmariado dispensado da re-
mesa uo mappa no lempo em qae a le determi-
?Jft;.Sd,inM latne8 Ryder & C na malta de
loOfUOO grao medio do art. 89 ao cdigo e junta-
mente as caitas.Tribunal do commercio de
Pernambaco em sessio de 22 de ag .sto de 1857.
Summarlo (tambem adiado da sessio prxima
passada) conira Luiz Jos da Silva Guimaraes, ad-
ministrador do armazem n. 7 do trapiche Aliando-
ga Velba silo roa do TrapichaAvista da dele-
ga prodosida polo acensado, julgam-a procedente
0 absolvea dito aesosado da multa : pag* por elle
as cusas ex cansa.Tribunal etc.
Summarlo Instaurado contra Jos Velloso Soares
A Filho.Foi mareado o 1.* dia de sesso para
ser jolgado, convidado o Sr. Desembargador fiscal
para asaistir.
Nada mais bavendo a tratar o Exm. Sr. presi-
dente encerroa a sessio as onie boras meia da
manoaa.
SESSO JUDICLARIA EM 22 DE AGOSTO BE
1867.
rnisrosHciA no km. sa. desembargado.
A. F. PEKBTTL
Qterttari, Jubo Gntmwaet.
A's oana atoras e meia da manbia estando reu-
nidos os Srs. desembargadores Silva Guimaraes.
e Accioll, os Srs. depotades Rosa, Basto, Miran-
da Leal e snpplenle Sa Leitio, faltando eom part
clpaco o Sr. desembarpdor Reis e Silva, o Exm.
Sr. presideate deciaroo aberta a sessio.
Lida, foi approvada a acta da sesso antees-
dente.
ACOBDAO SSiSXADO.
Appellante reo Angosto Cuerno Leite, appellado
autor Benjamn) Tackens.
JULGAlCSfTOS.
CAIARa MUNICIPAL DO RECIPE.
SESSO EXTRAORDINARIA AOS 29 DE MAlO
DE 1867.
PRESIDENCIA DO SR. GUSTAVO DO REG.
Presentes os Srs. Dr. Miranda, Santos,
Silva do Brasil, Dr. Pitanga, Dr. Villas Boas
e Pinto, faltando com causa os mais senho-
res, abric-se a sessio, e foi lida e approva-
da a acta d'antecedente.
Lu-se o segomte expediente.
Um officio do Dr. juiz de direito da 2a va-
ra, Manoel Jos da Silva Neivas, dizendo
qae csbendo-lbe receber do cofre municipal
a quantia de 51)3100, importancia de castas
que renceu, segundo consta do documento
que remette, roga a cmara qae loe mande
pagar.Que se passasse mandado de paga-
mento.
Outro do mesmo, communicando que, por
despacho de 27 do corrente, reievou da
multa em que havia incorrido Sebasio Jos
Gomes Penna Jnior, por ter filiado a sexta
sessSo do jury, caso n5o tenha ainda reque-
rido o pagamento executivamente no foro
competente.Que neste sentido se officiasse
ao procurador e ao solicitador.
Outro do Dr. juiz de direito da 4a vara.
Jo5o Antonio de Freitas Henriques, pedtn-
do que se lhe mandasse pagar a quantia de
41(5650 reis, como consta do documento que
remetlia, de ustas que vencen no exercicio
de seu cargo, emdifferentes processosjulga-
dos no tribunal do jury, enos quaesa mu-
nicipalidade fiara condemnada as' mesmas
custas.Que se passasse mandado.
Outro do subdelegado da freguezia de
Santo Antonio, Manoel Antonio de Jess J-
nior, communicando que, para melhor re-
gularidade do servico policial da dita fregue-
zia, julgou conveniente dividir alguns quar-
tdiroes, pela sua demaziada extenso, crian-
do mais onze de alguns que comprehendiam
tres e mais ras, organizando 43 quarteirdes
dos 32 de que se compunba ltimamente a
freguezia, e de conformidade com a relacjo
que remitti.In tetrada.
Outro do solicitador, communicando que
se acba linda a execuco c mira Antonio Joa-
'quim Salgado, por multa em que incorreu
com a quebr da flanga em processo crime,
cuja participagSo do Dr. juiz de direito foi
remettida pelo procurador ao respectivo ad-
vogado, assim pois existe em seu poder, para
recolher ao cofre municipal, a quantia de
3030670, sendo 250| de multa-e 530700
de custas.Qae entregasse ao procurador
a quem nesta data se mandou oficiar para
receber.
Oatro do procurador, communicando acer-
ca da preteoco de Francisco Jos deAraujo,
no requerimento que junta, j informado
pelo eng^nbeiro cordeador, diz que dirigin-
do-se com o mesan engenheiroao lugar do
OlbodoBoi, ondeo dito Araujo quer edifi-
car muro, eslaado este presente, o Dr. Ma-
noel Ferreira da Silva e D. Maria, viuva de
Jo3o Algarve, proprieiarios dos terrenos vi-
sinhos ao que pretende Araujo edificar o ci-
tado muro, observaram que a desapropria-
Cao a fazer no sitio do Dr. Ferreira, de 158
palmos pelo lado do oito, e 53 peio da fren-
te, e finalizando em 38, e no sitio de D. Ma-
ra de 149 palmos de frente em liona ao
oito*do Dr. Ferreira, com o fundo de 15 a
38o Dr. Ferreira exige pelo terreno a
desapropriar-se no lado da frenle 20$ por
palmo, e pelo do oito 63. precos que nao
valem os terrenos aii, e D. Maria tambem exi-
ge o mesmo prego.Que se remettessem os
papis ao advogado para proceder a desa-
propriagao judicial.
Outro do mesmo, communicando a cma-
ra ter receido o officioque junta, do fiscal
da freguezia de Jaboato, aecusando a re-
messa de um boi encontrado na lavoura de
Ignacio Francisco Pereira da Silva, e per-
tencente ao capitSo Jos Francisco Pereira
da Silva, proprietario do engenho Yelho da
mesma freguezia, cujo boi mandou recolbor
em deposito at que fosse reclamado por
seu dono, quem o respectivo fiscal declara
ter considerado incurso no art. 16 do tit. 90
das posturas de 30 de jnnbo de 1819; pe-
de a cmara que se digne providenciar.
O secretario aprsenla um officio do fiscal,
que dando parte do occorrido diz, que leu-
do sido chamado pelo dito Ignacio Francisco,
diversas vezes, para dar providencias, afim
de que o gado vaceum do capilo Jos Fran-
cisco, nao contiouasse a destruir a sua la-
voura, a providencia que tinha, elle fiscal,
a tomar era multar o dito Jos Francisco
todas as vezes que o seo gado aii entrasse,
o que fez por quatro vezes, cooforme cons
ta dos termos de infraecao que remettea,
sendo que apenas apprehendidoo boi que re-
metteu ao procurador, e que exigindo o
pagamento da mesma malta, foi-lbe respon-
dido pelo infractor, que nao paga va, que
commanicava a cmara para providenciar a
respeito.Nesta eccasiao apresenta tambem
o secretario urna petic3o em que o capitSo
Jos Francisco Pereira da Silva, queixando-
se do fiscal, cequerqoe se lhe mande entre-
gar o boi apprehendido.-iposto em discos-
^^VS^SSSS^^^^T^^' bre a Pretendo de leaqulm Antonio Perei*
dos. r no, cujo aforaanento o mesmo Pern re-
tui!u*li*W6S r08 os dmlnlstradores da musa quer, comprehendido em urna pequea pr.
m iVm^I' JP^** h PP5,|0 i010/" ct marcada na planta da cidade nos fundo*
2S "* G~ma M pw,,ao4l# lQlZ S igreja de Santa Rita na freguezia deT
O Sr. S Leito nio apresentoa o feito adiado a Jos:Que noste' sentido se informasse a
sea pedido na sessio anterior, entra partes. presidencia,
Appellante autor Joao de Siqueira Ferrlo, ap-1 Outro do mesmo, informando obre 0 que
"o US'etSntt8 '^o^.'iSSor! P oj Pinto de Magalbl^, no requer-
ment que devolve, diz que nada na a oppor
a pretengo do peticionario de substituir o
arco da porta 4o seu estabelecnento de
carros fnebres no largo do Paraizo.Con-
cedeu-se.
Outro do mesmo, informando contra a
pretendo de Ladislao Jos Ferreira, no re-
querimento qoe devolve, de substituir por
outra nova, a bica qae est em mo estado,
da casa n. 15 da ra Nova, de propriedade
de D. Maria do Carmo Nunes Ferreira.In-
deferio se a petigo.
Outro do mesmo, informando n5o haver
inconveniente em qne Jo3o Rodrigues Lima
concert a coberta do seu sobrado de dous
andares, sito rna da Lingueta n. 3, fazen-
do-lhe ao mesmo tempo cornija e cano de
esgoto na frente delle, embora nao tenha as
dimeosdes marcadas pelas posturas em vi-
gor, por ser de construegao amiga.Conce-
deu-se.
Oatro do mesmo, informando sobre o qae,
no requerimento que devolve, pede o BarSo
do Livramento, declara que nada ha que
oppor a pretengo do peticionario, de aca-
bar a ediflcacjfo de suas casa? sitas ra Im-
perial, fazendo que em vez de tres portas,
tenha cada urna urna porta e duas janellas,
visto que foram comegadas de conformidade
com as postaras, precedendo cordeago e ni-
vlamelo. Concedeu-se.
Oatro do mesmo, informando sobre o que
pedem Real Lemos.-no requerimento que
devolve, diz qoe nada ha que oppor a pre-
tengo dos peticionarios, de collocarem urna
nova solleira em cada porta do sea estabele-
cimento de vender fazendas. sito roa do
Livramento n. 12, na freguezia de Sauto An-
toaio, para assim evitarem que as aguas da
chuva entrem no mesmo, com tanto que as
novas soleiras fijuem ao nivel das soieiras
da casa vizinba.Concedeu-se.
Outro do mesmo, informando o requeri-
mento de Francisco Martios Rapozo, decla-
ra que nada ba qae oppor a preteng3o do
peleeionario, de substituir por outras novas
as comieiras e tergas de duas suas casas si-
tas estrada de Luiz do R^go, hoje da Ta-
caruna, freguezia da Boa-Vista, embora n5o
tenbam ellas as dimeosoes marcadas as pos-
turas em vigor, por serem de construcg3o an-
tiga. Concedeu-se.
Outro do fiscal da freguezia de S. Jos,
informando que a pretenco de Antonio
Francisco Novo, de assentar na casa n. 48
das Cinco Ponas urna pequea taxa para
refinar assucar para o consumo do seu depo-
sito ; pode ter lugar, urna vez que faga elle
a chamin com altura que exceda a dos
telhados das casas visinhas do beco do Dique,
para onde faz fundo a dita casa.A' com-
missSo de sade.
A commisso de polica apresentou dous
pareceres, que foram approvados ; um,
dando por conferidas as contas da recolta e
despaza municipal nos mezes de fevereiro
e margo ltimos, tomadas ao procurador; e
oulro declarando que havia entendldo-se com
o tenenle-coronel Leal Seve acerca do maier
prego que quera pela desapropriag5o de
ura terreno sen e de sua iruia, sito ra
do Brum, e do mesmo conseguir um aba-
timento de 4000001) na quantia que havia
peaidp pelo dito terreno, o qual icou pela
de 1:6000000, que parecendo razoavel, a
mesma commiss5o deu por contractado, fi-
cando todava dependente da approvagSo da
cmara.Mandou-se ordem ao procurador
para mandar lavrar a escriptura.
O Sr. Silva do Brasil votou pela approva-
g5o deste ultimo parecer, urna vez que os
propietarios do terreno citado exbbissem
os ttulos delle. *-
O Sr. Dr. Pitanga fez o seguinte requeri-
mento que foi approvado, e no sentido delle
mandou-se fazer o necessario expediente.
tRequeiro que se nulifique o edital de 13
de junbo de 1854, e fique ira lolum restabe-
lecido o de 8 de margo de 1849.Pago da
cmara municipal, 29 de maio de 1867.
Dr. Pitanga.
Sob proposta do Sr. pro-presidente, man-
dou-se expedir ordem aos fiscaes que hon-
vessem de per em execaco o artigo 28 do
titulo 11 das posturas de 30 de junho de
1819. prucjdtindo a isso o conveniente aviso
e senij mtreado/ um tempo para dito flm,
que nu .04 pasar de 30 dias.
Mandou-S'i remetter coramissao de poli-
ca um reque'imento m que Manoel Alves
Guerra, coniractllbr da arborisago da ci-
dade, pele para que se lhe mande entregar
a verba destinada no orgamento vigente, afim
de principiar na execugso do mesmo servico.
Despacharam-se as petiges de Antonio
Pereira da Cmara, Bernardino Jos Mon-
teiro, Baro do Livramento, Dr. Estevao
Cavalcante de Albuquerque (2), Francisco
Martins Rapozo, Francisco Amancio da Silva,
Francelino Xavier da Fonceea, Francisco de
Barros Correa (5), Francisco Jos GalvSo,
Francisco Ignacio Tinoco de Souza, Galdino
Jos Pires Campello, Jo2o Rodrigues Lima,
Joo das Neves, Jos Alves da Silva Guima-
rJes, Joo Francisco de Menezes Amorm,
Joaquim Ferreira Venancio Nogueira, ba-
charel Jeronymo Salgado de Castro Accioly,
Joo Pinto dos Santos, Antonio Jos Maia,
Joaquim Lopes de Almeida, Jos Francisco
Pereira da Silva, bacbarel Luiz Felippe de
Souza Leao, Luiz Pereira de Mello, Ladislao
Jos Ferreira, Dr. Lnciano de Maraes Sar-
meuto, Manoel Martios Fiuza, Manoel Jos
Freir, padre Pedro da Silva Brindo, Real
& Lemos, RomSo do Reg Barros, Frajano
da Costa Mello, e levaotou-se a sesso.
Eu Francisco Canuto da Boaviagem secre-
tario a subscrevi.
Declaro em tempo qne a recommendago
Bt> T,
sao os officios do procurador e do fiscal [feita aos fiscaes para executarem a disposigo
bem assim a petigo. resolveu-se mandar'do artigo 2o do titulo 11 das posturas de 30
responder ao fiscal que a multa proveniente) de jfjntor-der4* to somonte aos ven-
da apprehenso do boi nao de 325, como 1 dedores de cal.Boaviagem o declarei.
est no termo de infraegio que remettea, elRego pro-presidente, Silva do Brasil, Fon-
sim de 40, como terminantemente dispoe o eeca, Santos, Dr. Pitanga, Dr. T. Tillas-Boas,
artigocitado, devendo ser do duplo no caso Dr. Miranda..
de reincidencia ; pelo qne neste sentido deve
ser recebida essa multa do contraventor, se
este o quizer pagar, do contrario remetiera
o termo para m mandar proceder como fr
de direito: e quanto ao mais ficou intelrada,
tendo despachado a petigo, mandando qae
fosse entregue o boi ao seu proprietario
Oatro do engeobeiro cordeador, infor-
mando sobre o qne diz o inspector da
tbesouraria de fazeoda em seu officio diri-
Appeuanfa eteawate Daniel Joaquim da Silva {gido ao Eim. presiente da provincia, so
_Pbtca05es a pedido
1 ....... *n ''
iBstricgo BHblica.
n8t.se vardade.
Qwjvm qae nio paste sem jastos reparos oma
paMicaco a pedido, qoe sabio a lome no peri-
dico poltico -O Conservador em data de 29 do
corrente, aaslgnada por um 1.
Batende esse eseriptor que.nm professor, pelo
tacto de o ser, deve ser mrtofavW e logrado; qae
ajasoadeve ser sacrificada asvaotageaseao bom
provetlo 4o pMfsaatr, alada qae este incorra an
colpa oo-aUoto. Engao, de certo I
Mal estarla-o Miz onde a tbeoria d'esse cam-
peio tivasat earso sem a devida qaareotepa. Um
profestor nm empregado publico e te oma
grave rnponsnilldade desde qoe Ibe eoaflada a
preparaeaa de espiritos tenros, qua recebem fcil
e profundamante as impressies e os toques do
primelro buril.
Por esta mesma razio qae o professor deve
ser o typo da moralidad?, da bonestidade, da pro-
deaeia, da mansido e da moderaeao; e o qae
nio se mostrar teloso execator dastes deveres
compre qae seja severamente corrlgido para ga-
ranta da moeidade, caja preparador moral.
Gosando do privilegio da vttalieiedade, o pro-
fessor qae nio camprisse bem as soas obrigacfcs
serla o primeiro e o mais perigoso e terrlvel ele-
mento de dusoloeao na soeiedade.
Porque nio ba de perder a cadeira o professor
qae, abusando da conttanca dos pais, corrompe
aos Albos T Porque nao ba de ser legal e seve-
ramente responsabilisado o qde tem venda e toja
aberta, negociando escandalosamente com grave
prejaizo para o ensino ? Os cafres pablicos, qaaa-
do assigaam am ordenado e ama gratidcagao ao
professor, para qae esse empregado sitistaca ca-
balmente a misso, de qae est incumbido, eor-
respondendo aos proveltos esperados.
Se alm do privilegio da vitallciedade, das gra-
t(Qca;5es, das jabila(5es, livesse o professor o
direito de nao responder pelos- seas desmandos,
am professor seria um soberano, e mal das fami-
lias e mal do palz I
Eoganam-se ou qaerem engaar aos outros.
Convm qae saibam qae cima do professor est
o interesse publico, estio legtimos superiores e
jaizes, est a lei qae est cima de todos. Se
dellaqoem, respondaos pelos seas deudos.
Qaando vemos am Jais municipal percebendo o
magro ordenado de 600JOOO reis, com a probi
bico de advogar, de oommerciar, etc., todo Isto
por Interesse publico, porque razio am professar,
-5ju3 tem am cont e tanto de venei mentes ba de
poder advogar, qaando a le o prohibe poder
uegociar qaando a lei o prohibe ? I Por ventara
as funcedes do mestre de meninos sero mais im-
portantes qoe as de am jais ?
c>roressores ba qae tem ao p de tresentos mil
res por mez eom o ordenado, gratiOcacdes e ou-
tras propinas particulares. com todo, cada dia
fallase, grlta-se qae o professorato i mal pago I
E a magistratora ? O qae dueis da magistratura T
Desenganem-se.Convencam-se de que, proceden-
do mal, devem ser proeessados, responsabi Usados,
paaidos na forma da lei. Ningaem laviolavel e
sagrado seno o imperador, qae assim o determi-
na a lei, por interesse publico. E ningaem mais.
Jaizes, qaalqaer qae seja a saa bierarebia, nobres
e grandes do imperio, depatados e senadores, ad-
verados, militares, padres, todos, por Interesse pu-
blico, respondem pelos seas actos ; sao esoravos
do dever. E s os professores devem ter as im-
muaidades do imperador ? A le o nao diz.
A Franja, o foco das lozes e dacivllisacao, cora-
prebendendo de certo o perlgo de tal viacledade,
trata de abol-la. E a Pranca I
O actual director da instruceao publica d'esta
provincia, l)r. Pranklin Tavora, val deseuvolveo-
do coragem para arcar com os abasos de looga
data.
Emqaaato S. S. se nio deizar levar pelo negro
espirito de partido, qoe todo obscurece e desliga-
ra n'este paiz, s merecer elogios dos pas de fa-
milias qae desejam para seas Sitios ama educa-
gao san.
Ao professor qae nio andar bem, multe, repre-
henda, processe, applique emSm a lei com jastfga.
Nao desanime. RestaDeleca a lOtracgao publica.
Desde, porem, que S. S., longo de insptrar-se
na jastica e na imparcialidade, s tiver a lei
para atildados, flzer de saa posicao ama alavanca
para interesses menos' dignos, flqaem cenes de
qae o primeiro qae o accasara' perante a oplniao
ser este
Pai dt familia.
Recite, 23 de agosto de 1867.
Urna saudade desfothada sobre
o tanlo do ac idemico do 4o
anno os \ az da Fonseca Lor-
dello, pelo sea collega loo
Joaquina Fonseca de Albu-
querque.
......Eo qne a vida T
Minuto na extenso da Eternidade
Relmpago fugaz que bruna e morre,
Entre os raucos rugidos da tormenta t
(Agrario de Mknezss.)
Senbores, estamos n'um cemita-rio a borda de
am tmalo I
O silencio qoe domina nesta
bem traduz que o cemiterto
morios 1
A mndez d lingaagem humana qaasi sempre
indica am nao sei que de profundo, que cala na
nossa consclencia e qae njs falla ao coracao na
bora fatal do apartamento eterno I
E oesse estado sensivel de nossa alma, a pala-1]
vra tornando-se impotente para pronunciara gran-
deza de am faci, incumbe ao seolimento mani-
fe-ia-lo pelo reflexo dos sentidos... Morte ?!....
Bailemos a cabeca para este corpo inanimado a
qae se chama cadver.... Bis os restos de ama
existencia I
Jos Vaz da Fonseca Lordello I..........
Senbores; existe am sentimento sublime qae nos
cooduz at a sepultara para abi depdrmos as cin-
tas da vida ; sentimento qae, seado Albo de ama
virtude cbnsiiaa caridade e cercado dos caitos
da reverencia, cbama-se a riligiao do turnlo I
Ha ama poca qae marca no nascimento de um
hornero am grande facto para a familia a pri-
mavera da vida ; mas tambem ba ama outra que,
revestida dos apparatos da ddr, aauaneia para a
a sociedade a resolucao de um mysteno o som-
no da morte t
Jos Vai da Ponseca Lordello I.........
Na flor da moeidade, ao fogo das aspraed?, no
intento de triampbos, na gloria de um viver venta-
roso, como triste, mea Deas, escoar-se o ultimo
grao da ampalbeta da vida I
Senhores corvemos a fronte, abatidos pela s epa-
ragao do collega e do amigo I
Sajeitemos este nosso sentir s prescripg 5es da
lei Provideaelal I
Agora ergamos os olbos para o co; alli qae
nos oave o Supremo Legislador dos nossos desti-
nos ; soppliquemos a Deas pela alma do finado;
porm antes de comprirmos o dever de cbnsto,
compramos tambem o sagrado tributo da grali-
dao; deixai qae falle amlobaddr; o qae ella
exprime a saudade e a saudade um caito i re-
llgiao do (amalo.
lgubre habitacio
a cidade dos
Nesta leva de prevaeo
A morte se glorioo,
D'alma o corpo soparon,
Tributo da hnmanidade I
. Demos a trra o qoe da trra,
8 espirito ao coa gmente, _, .
nde o fotnro nio mente.
Onde o fataro verdad.
Nesta fra sepultara,
Val dormir a intelligencla;
Chora por alia a sciencia
Tambem chora a faculdade I
Lordello I reeolbe o pranto,
Estas lagrimal sentidas
Sao aa flores esparjddas
_____Pal poogente saudade.
TUEATRO.
0 lilagres de Santo Antonio.
Somos do numero daqaelles, qae reconhecem
no tbeatro, tal como deve existir, ama escola de
moral e am elemeoto poderosissimo de civiiisa-
cao. O autor dramtico, que em sua eomposicld
seria ou cmica, nao se maoifesta pensador, mora-
lista e grande coobecedor das variadas pbases da
vida human est bem longo de ofJerecer ao pu-
blico as boas e proveitosas licSes, qae devem ca-
lar no espirito do hornera, qae naturalmente se
??"0* a Pretniir virtade e a castigar o vicio.
Nao queremos dizer com Isto qae o eseriptor dra-
mtico faca do th9atro am tribuna, nio.
Na sublime fusao do mil eom o agradavel, na
maraviibosa aoio da verdade com a poesa qae
coasiste a grandeza da misso do dramaturgo, que.
quaudo sabe asseohorear-se dos segredos do espi-
rito e do coracao, abala-nos a eonviceio, offere-
cendo-nos a' vista paineis, que, as mais das vezes,
nio nos sendo desconhecidoj, prendem todava a
nossa attencio pela sorpreza do novo colorido. E
se esses paloeis nos fallam da Religiaoco d'al-
ma, se nos fallam da Fparaizo do ooracio, eo-
lio a nossa attencio cresee mais e mais, e domi-
nados por essa divina verdade, julgamos-nos
transportados eterna patria, d'onde ella dima-
na. Maraviibosa e Ineomparaval gloria da reli-
giao, que assim eleva e tonifica o espirito hu-
mano I
Taes sao as impressrjes, qae em nos tem proda-
zido, e as eogitaedes. qoe nos tem levado, a re-
presentagao do drama sacroOs milagrea de San-
to Antonio. Eserlpto em lingaagem fcil e cor-
recta, este drama, qae tanto nos falla ao espirito e
ao curaca >, contem thesoaros de um valor ioesti
mavel. O sea autor vestio-o das gallas da Religiao
e da moral. Nio sentimos em nossa alma ama sa
tisfac.no intima e iodisivel, quando vemos Pr. An
tonio, sublime de virtudes e divinamente inspira-
do, ensinando a donzella que a honra o melhor
thesouro, qoe a mulber pode possor; ao opera-
rlo que o trabalbo ama necessidade e ara.bem,
qaa p5em o rico aa dependeacia do pobre ; ao fi-
lho qae muita obediencia e veoeragao se deve aos
pais ; ao general prassiano qae s Dos grande
e poderoso e que s se Ibe assemelba quem pralica
a virtude T Nao sentimos mais vivida e mais forte
a nossa P ao aspecto desses mihgres, qae lio
alto nos dizem o triumpbo e a verdade da dootrina
do Crucificado ?
O Sr. Duarte Coimbra bastante conbecedor do
espirito altamente religioso do publico peroambu-
caoo, nao podia por em scena ama outra compo-
slgao, qoe taoto Ibe agradasse, E aa verdade, a
grande concurrencia ao theatro prova a;sas que
composicSes de tal natareza sao muito do agrado
de um povo, qae muito ama e jamis esqaeco as
doutrinas religiosas, que lhe legaram os seas
malores.
Do seo desempenho dizemos qae nada de xa a
desejar; o sceoarlo brllbaote ; as pintoras fiis,
quinto possivel; as vistas liDdlsstmas e de am ef-
feto surprebeodente. Todo correspondente
grandeza das scenas que abi se passam, o qae
mostra mol bem qae o emprezario nao poupou
despezas. Os artistas sustentara a bem merecida
reputadlo de qu gosam.
Nao nos podemos furtar ao prazer e ao dever
mesmo de oomear algum d'entre elles. Gomece-
mos pelo Sr. Peregrino, arti-ta in'.elligeBte, estu-
dioso e honesto, filho extremoso e cidadao probo.
Cabendo-lbe o papel de Santo Antonio, desempe-
nba-o com tal proficieneia e verdade qae parece
nos ter diante dos dhos o proprio Saoto. Quaota
sereoidade ao rosto, qaaota. docura as palavras,
e qoanta placidez e calma no andar I Tudo nelle
revela a santidade do amado do co I Nem outra
coma se podia esperar do talento robusto do Sr.
Peregrino, aquem apenamos a mao, dando lhe pa-
rabens pelas provas de aprecoque est recebendo
do publico pernambacano.
O Sr. Cesar do Lacerda, que reprsenlos Izel-
lioo, o artista-meslre em scena ; grande e rleo
de recursos ioteectuaes Ilumina qualquer papel
de que se incumba.
a Sra. Falco, sempre bem acolhldo do publico,
porque bem o merece, sabio-nos um verdadeiro
anjo 1 Coeia de expressao no rosto e graga as
palavras diz o sea papel com malta oitaralidade e
com aquella digoidade celeste, propria de am aojo
do Senbor.
E' urna artista de mrito.
Os Srs. Tbomaz, Teixeira, Lisboa, Jordani e Cle-
lia sao artistas que encootram o seu elogio na con-
sideracio e estima publica.
Na noite de quarta-feira 21 do corrente, subi
pela prlmefra vez a scena, a linda e espirituosa
comediaOs cabellos de miaba malber. O seo
desempenho foi cabalmente satisfactorio.
A.
\
Mi sera val juiz: vem pelos jornaes de Pernam-
baco provar o qoe diasestes o'acmella correspoo-
dencia pek modo aegafola :
1.* Qaaes os commerciantw qae tlveram nego-
cio eomlgo, e qae conuaTactos de ponca sinceri-
dade.
1* Se lea similti cum ttmtkbut, collega Joao
Ferreira Lima, juiz municipal a Bananeiras, me
quiz prender, e por qae motivo.
3.* Qaaes as lettras de bou Brisas qae vendi
pela metade da sea valor.
Vem tambem provar por que ta recusaste a des-
pachar favoravelmente duas petiges mlnbas, quan-
do eram para provar miona iapeencia ; e assim
commellesta de tres coosasurnaou ignorancia
oa paila oa Vcnalidade.
Vem provar o contrario do qoe disse o Volun-
tario da Patria > oo Diario de.28 de jaobo do cor-
rente, qaaoto a's segaintes pbrases, qae maito
folgare, mea charo bacbarel, de te ver eseoimado
das- faltas de qoe te aceasam : t Miseravel,
Negro, Prevaricador, Ignorante, Corrupto, Mal-
vado, Indigoo jais caja vara as pode ser mais
respeitada por estar coberta de lima >.
Se nao vieres pelos jornaes de Pernambuco pro-
var o qae cima peco, direi ser exacto todo quan-
to se tem dito pelos jornaes contra o bacbarel Be-
nevides; e nio retirare! esta Mofioa >, al qae
Sua Magostado o Sr. D. Pedro II e o Exm. Sr. mi-
nistro da jastica veiam, e providencien) de rxa-
nelra a ficar minba humilde pessoa desaggravada
das offosas e dos abasos de aatoridade, praticados
pelo Juiz municipal da villa da Independencia na
provincia da Parabyba, o bacbarel
JOS' JOIQUM DE SA ISEXEVIDES:
A priso a' uoite e tumultuariamente arrastado ;
O moas ir o processo de este I lie nato derribado
pelo juiz de direito ;
Os oose dias de priso, e os prejaizos calculados
em mais de 20:0005000 ;
03 dous-despachos iodeferldos, negando os meios
de defesa do reo e protegendo a am falsario.
Recife, 23 de agosto de 1867.
Jos Goma Villar.
COMMEaCIO.
Eis o roebedo da morte,
Onde a existencia se fina;
Onde o vvente se inclina
Pelos decretos dos Cos I
Onde os arcanos da sorte
Sao de ama vez desvendados
Pelos divinos mandados
De um podar, qae s de Deas I
Morrer sentir a gloria '
De orna vida de harmona*.
E' gosar das melodas
Da coro de anjoe nos ceas.
Eternidade victoria
Para o christao consolado,
Qoe morre j perdoado
Ardendo no amor de Deas.
i
Lordello j nio existe T
Choremos por ama vez,
Prostrados da eras aos pos;
Soffra o coracao cootricto.
Foglo-lbe a vida apressada;
Ei-lo sem vida oo chao,
Sua alma est na maosao
Ao des de Deas abracada.
Sobren lage deste tomlo
Verta-se pranle arrancado
Do coracao bem magoado,
Pela dor do sentimento;
E' dever da gratido I
Lembrai- vos delle, Senbor f
Colnel para vos esta Oor,
Qae perdn a vida o aieoto.
Charos pais, queridos entes,
Qoe longo chorea tamben;
Vosso filho Deas qoem tam,
Nu abobadas atoes t
Sapplica a Deas por elle;
As oragoes d amisade
Sobem li oa eternidade
Por amor da santa ertu l
FELIGITACO
Ao Mu. Sr. Antonio Pinto dos Sanies
por occaISo de seu a un versa-
rlo natalicio
. EM 24 DE AGOSTO DE 1867.
Qaerem boje, oo gremio d'amisade,
Vossofeliz natal rememorar;
Os que sabem presar, vossas virtudes;
Todos, pois, jubilosos, vos vem dar
Emboras neste dia to ditoso 1
Porqae em torno de vos, todos exaltara
Sentem doce prazerameno gogo I
E, crentes no destino, vos aguardara
Longos anoos, volvidos na ventnra
Porqae todos, amigo, vos desejam
Urna vida feliz e paz segara.
Praza ao co assim seja e qae jamis,
Um desgasto, se quer, venta alterar
O prazer qoe este dia nos inspira,
Por vosso natal recordar I
Eis mens votos, amigo, sao sinceros,
Qae assim m'os inspiroo para amisade:
Oxal, vossa vida seja sempre
Cercada da maior feicidade.j
Por nm te amigo.
MOFWA
Para o Exm. Sr. ministro da jastica
ver, admirar e providenciar.
Hoje a cobica assentoo-se
no lagar da eqoidade :' o juiz
vende a conscieoca no mercado
dos poderoso, como as raolbe-
res da Rabylooia vendiam a pu-
dicicia, oas pracas publicas, aos
qoe passavam diaote da loa do
dia. (A. Herculano.)
No Detpertadtr, folba da provincia da Para-
byba, o bacbarel Jos Joaquim de sa Benevide
appareceu quereodo .provar o horroroso proced-
meoto qoe leve para oomigo na qoalidade de juiz.
Sao tantas aa meotiras desse calumniador, qoe
cada vez se envoive mais de lama. Mendaz in
uno, mendaz in mnibus. Peraote o mano hon-
rado joiz de direito da comarca, o Dr. Vicente do
Reg Toscano de Brito, prove a legalidade da
transaco qoe 6a coa o meo devedor Antonio
Herculano d'Almeida; Unto assim qoe o mesmo
joiz derrinoa o moostro filho do despeito, da pro-
teecao e do patronato.
Prove exuberantemente, a tenho conscieoca
de qoe o juiz de direito Toscano de Brito nio me
fez favor sim inteira jastica ; e se Beoevides for-
jou o moostro proceaao, ( elle forjoa). segundo
voi geral, foi por dever a Barboza, tio do meo de-
vedor, a quantia de 1:500*000, e oio podando pa-
gar-lbe, preitoa-se a essa vinganca miseravel, cau-
sando-me gravee prejoixes superiores a 30:000*,
como Ibe poderai provar; sondo com o processo
de estelllonato algn 4:000*; eslaado onze dias
na tu* de detencio para ser remettido para a Pa-
rabyba. O Dr. Beoevides cobrio-ae de Lama, e,
como nio pose provar o seu acto, appareea pelo
jornal meotindo disearadameote, o pegndose a
telas de aranbas.
Calxa filial do banco do Brasi
em Pernambaco, aos 26 de fa-
ino de 1869.
De ordem da directora se faz selente aos Srs.
accionistas, qae o thesoareiro esta' autorisado -
pagar o 27* dividendo das aeges do baoco do Bra
sil, inscriptas n'esta caixa, a' razio de 12*000.
O guardalivros,
Ignacio Nones Correa
ALFANDEGA.
Rendimento do dia la 22........ 428:780J3&3
dem do dia 23................
Voluraes entrados com fazendas...
i t gneros....
Volamos sabidos com fazendas...
> c i gneros....
18:966*940
447:747*293
~~314~"
128
------442
101
165
------26fr
Descrregam hoje 24 de ag isto.
Vapor ioglez Amasanmercadonaa.
Escuna holiaodeza--Krnumercadorias.
Patacho nacional Jaboalo idem
Lugar IoglezAfarancecarvo.
Patacho oaciooalSemparcharque.
Brigue austraco Ueoseppma Francisca tariuha
de trigo.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES.
Rendimento do dia 1 a 22........ 25:1104970
dem dodia23.................. 62>i#0b7
25:737*027
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia la 22.......
dem do dia 23................
33:774*030
1:783*086
"33:559*116
U
MOVIMENTO DO PORTO
Afino*- entrados no dia 23.
Aracaj e portos entermediosvapor nacional Ipo-
juca, de 360 toneladas, commandante J. J* Mar-
tins.
Terra Nova_34 das, patacho ingles Spray, de 189
toneladas, capitao G. W. Helbaisb, equipagem
10, carga 2997 barricas com bacalbao; a Jobas-
ton Pater & C
Observaroet.
Nao bonve sabidas.
.Fuodioa oo lamaro ama barca fjanceza mais
nao teve commoBicago com a trra.
EDITAES.
De ordem do Illm. Sr. Inspector, se faz pu-
blico que acbando-3e as mercadorias contidas nos
volomes abaixo mencionados no caso de serem ar-
rematadas para consumo nos termos do cap. 6. tlt.
3 do reeulamento de 19 de setembro de 1860, os
esos donos oa coosigaatarios devero despacha-las
ao praso de 20 dias, sob pena de Ando elle serem
vendidas por saa coma, sem qne Ibes Oque com-
petiodo allegar eontra os effeitos desta venda.
Armazem n. 4.
1 caixa n. 874, m rea F S B 4 C, viuda de Li-
verpool no vapor ioglez Araqe, entrarla* tro feve-
reiro de 1866. Nao consta consigna gao e coo-
teudo.
1 embrulho sem numero, marca Thoroa; Pads-
forib, vindo de Liverpool no vapor inglez GMta-
tor, entrado em 25 de junho de 1866, ao ii.--.-iic
Tbomaz Eadsfortb.
6 fardos com tecidos ns. 3493, 3467, 3466, 3492,
3494 e 3437, marca qudro S, vndos de Liverpool
no vapor inglez Gladiator, entrados em 25 e 29 de
ootabro de 1866, a Henrique & Azevedo.
5caixasditos com ditos ns. 3471, 3472,3473,
3496 e 3469, marca diamante S, vindos de Liver-
pool no vapor inglez Gladiator, entrados em 25 e
29 de ontnbro de 1866, a liennqae e Azevedo.
1 caixa n. 518, marca H L Z & C, con tendo ca-
misas, vinda de Liverpool, no vapor inglz Olinda,
entrada em 16 de novembro de 1866, a Mello Lobo
&C
1 fardo com fazendas de laa n. 416, marca H C
4 a, vindo de Liverpool no vapor inglez Amasnn, i
eutrado em 20 de dezembro de 1866, a Henriqae &
Azevedo.
1 fardo com tecidos de algodio n. 958, marca S
B L, vindo de Liverpool, no vapor inglez Amatan,
entrado em 21 de dezembro de 1866, a A. N. S.
Barroca.
i fardo com tecidos de llnbo n. 3598, marca da*
maote S, vlndo de Liverpool no vapor inglez hron-
side, entrado era 7 de Janeiro do correte anno, a
Henrique A Azevedo.
1 embrolbo com amostras n. 37, marca C P &
H, vindo de Liverpool no vapor ingles Irontides,
entrado em 11 de Janeiro do corrente anno, a Car-
valho & Nogaeira.
Armazem n. 5.
i embrnlho n. 905, letreiro M. Santos Costa Ja-
nior, viodo do norte oo vapor nacional Tocantins,
entrado em 14 de julho de 1865. Ignora se a con-
signago e contando.
1 caixa com miadezas n. 534, letreiro Jos A.
Morelra Dias, vinda de Sontbamploo, no vapor ln-
{lez La Plata, entrada em 28 de agosto da 1865, a
, A. Moreira Dias.
1 caixa com drogas o. 502, letreiro Almeida & C,
vinda de Soothamptoo no vapor inglet La Plata,
entrada em 28 de agosto de 1865, a Almeida
AC
1 caixa com otjictos particulares, n. 264, marca
D. Blandy, vinda de Soatbampton no vapor ingles
La Plata, entrada em 28 de agosto de 1865, a D.
Blandy.
1 emoralbo com estampas sem Damero, Marea
N Nader, viudo de Bordean oo vapor inglet
Nawr, entrado em 13 de outabro de 1865, a .
Nader.
1 calxa eom tecidos n. 45, marea R E, vinda da
Bordeaux oo vapor ndex Navmru, estrada em 13
de ootabro de 1865, a ordem.
6 calas com objectos de escriptorio o. 16, mar-
ca diamante A, viadas da Southamton oo vapor io-
glez Douro, entradas en 27 de nmnftri do 18*5.
a London & Brasilian Bele.
i caixa com tecidos o 32, marca A A, viada d
Bordeaux oo vapor francas Extrmadwe, entrada
em 13 de dezembro da 1865, a ordem-
i caixa eom tecidos o. 34, marea H P, viada de
1
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~ Sabbado 14 Ag*4* e IW1'


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Bordeaux no vapor fraorm Exlremaiute, entrada
em 13 de dezembro de 186o a ordena.
i calza coro fazendas o. 2(15, marca A B G,
*lodi> d-BorJeaoi oo repor fraoeez Xavarre, ea-
rada-era tt de janelro d* 1866, a ordem.
i cala eom raleadas D. 3:14, marca CMB,
rtada de Bordeaos no upor francs IVwarr, en-
trad* m ti de jaaeiro de 1865, a, ordem.
1 ena crrmpapels o. 831, letreiro J. Pater & C,
rinda de Soaibamptou no vapor ioglez fAowe.eotra-
da em t9 da jVamro #81866, a J Pater & C.
4 asrtralao .7,'letrelro Uaooel F. Ferreira
riododo soj ni- vapor nacional fanut, entrado
em 15 da fererelrb de 1866, a Manoel F. Parreira.
Igujra-se o cometido.
1 embromo sea Marero, marca J R S, entrado
om 8 de mareo de 1866, rindo do norte no vapor
nacional Paran. Ignora-se o comalido.
1 embralbo com emblemas photobraphicos, sera
Homero, marca D. daJ). de Pernambnco. entrado
om 15 de marco de 1866, rindo de Bordeaox no
vapor francez Exlrtmadure, ao D. do Diario.
i cala n. 1, -marca S/ C, vinda do sal no vapor
nacional Santa Cruz, entrada em 16 de mareo de
1856. Igaora-se o contad lo.
1 calza eom botSes de relindo n. 161, marca H
S/ 4 C, rinda de Liverpool na barca inglesa
Wlimater, entrada em 3 de abril de 1866, a Da-
xnont.
1 embralbo sem numero, letreiro M. Barros &
(1, rlado do norte no rapar nacional Santa Crux,
a M. Barros & C. Ignora-se o cometido.
1 embralbo sem nuauro, letreiro F. A. de Aze-
vedo, vindo do norte no vapor nacional Santa
Cruz, entrado em 5 de abril de 1866 a F. Antonio
de Aievedo. Ignora-se o contedo.
1 caixa sem numero, lelreiro T. A. Carneiro,
riada do sol no vapor nacional Paran, entrado
em 18 de abril de (866. Ignorase o contedo.
1 caiza a. 528, marca C M, vinda do sal no va-
or nacional Paran, entrado em 18 da abril de
1866. Ignora-se o contedo; a C. A. da Silva
Motta.
i eaixa com cigarros, n. 37, marca A. P, vinda
de Bordeaaz no Vapor francez Gutenne, entrado em
30 de maio de 1866, a d'Almeida Piolo.
1 embralbo Com livros, n. 503, marea Mechlora-
borg, riodb de Southaraplon no vapor inglez Onei-
da, entrad ea S6 de }nnbe de 1866, a Mackem-
berg.
1 calza eom talas em lelreiro Tisset Preres,
entrada em fzdejuoho de 1866, vioda de Bjr-
deaoz no vapor inglez Navarre, a Tisset Freres.
1 caiza eom agua mineral n. 1, marca H H, vin
da de Hamburgo no brigue oldembargaez Berthe,
entrada em 13 de julbo de 1866, a Carneiro & No-
gaeira.
3 embrolhos sem numero, letreiro R. A. de Al-
meida, vindo3 dos portos do norte, no vapor na-
cional Cruzeiro d$ Su/,'entrados em -4 d'agosto
de 1866, a R. A. d'Almeida. Igaora-se o contedo.
1 embralbo n. 210, letreiro M. J. R. da Silva &
Georo, vindo do sal no vapor Guar, entrado em
31 de agjsto de 1866. Ignora-se o contedo.
1 caiza sem numero, letreiro J. P. & C, P. P.
Borges, vinda de Liverpool fea barca ingleza Sera-
fina, entrada em 20 de ootubro de 1866, a B jrges,
cuidado J. Pater 6 fardos com linbo ns. 3460, 3465, marca S
diamante, vindo de Liverpiol na barca iagleza Se-
rafina, entrada a 15 de novembro de 1866, a
flanriqtn 4 Azevedo.
1 caita almanak n. 512, letreiro J. Pater 4 C
vinda de South; rapio a no vapor ioglez Douro, en-
trada em 27 de novembro de 1866, a J. Pater & C
4 calzas com briru de llnbo ns. 479, 508, 5101
Si i, marca FS&U, viudas do sai no vapor na-
cional Citar, eatradas em 1 de dezembro de 1866,
ordeno.
1 embralbo n. 26S, letreiro F. Jos G. da Silva,
rindo do sal no vapor nacional Guar, entrado em
20 de dezembro de 1866. Ignorase o contedo.
1 embralbo n. 269 contando algodo, letreiro
Jos A. Silva Muniz, viudo de Sontbamptoo no va-
por inglez Oneiia, entrado em 28 de dezembro de
1866, a Jos Antonio a Silva Martins.
I caixa n. 313, marca A P R A, vinda do su! no
vapor nacional Cruzeiro do Su/, entrada em 31 de
dezembro de 1866. Igaora-se o contedo.
1 embralbo n. 1346, marca J. E. Das, viudo do
sol no vapor nacional Guar, entrado em 7 de Ja-
neiro de 1867, a J. E. Dias. Ignora-se o contedo
39 caixas liara de algodao a. 448/45, marca JE
triangulo JP.e ns. 1419/1438, 1454/1468, marca
A P, viudas de Liverpool no brlgae inglez Ildly
Mary, entradas em 8 e 10 de jaoeiro do correule
anao, a S. P. Jobnston 4 C.
15 fardos coa linho liso, n-. 3546/3560, marca
S diara me, viudos de Liverpool no brigue inglez
Helly Mary, entrados em 15 Je Janeiro do corrate
armo, i ordeno.
1 caiza com amostras n. 23; marca 11 R, viuda
de S tuthampton no vapor inglez Rhcne, entrado
28 de Janeiro de 1867, a Moarer A C.
1 caiza com tarlatana, sem numero, marea 600
2021, viuda de Soutbamplun no vapor inglez Rhone,
airado em 28 de Janeiro do crreme auno, a F.
Souvage4 C.
1 embrulbo sem numero, letreiro M. Pereira da
Silva, vindo do norte no vapor nacional Guar,
entrado em 29 de Janeiro de 1866, ao Dr. M. P. da
Silva. Igoora-se o contedo.
4 fardos com fazendas para sacaos na. 41(42,
"ii/i-j, marca quadro P J E, vindos de Liverpool,
no patacho Inglez Georgiana, entrados em 30 de
Janeiro do corrente anno, a J. O. C. Doyle.
2 cafxas com camisas de liaba e algodao ns. 569,
570, marca I I L 4 L, viudas de Liverpool, no pa-
tacho inglez Georgiana, entradas em 30 de Janeiro
do corrente anno, a Merlo Libo 4 C.
6 fardus com fazendas para saceos ns. 57, 59.
61 63 e 65, marca quadro G E 4 C, P J E'
rilos de Liverpool, no patacho inglez Georgiana
entrados em 30 de Janeiro do corrente anno, a J.
O. G. Doyle.
1 fardo com lecido de algodo n. 19, marea
F. de S, valo de Liverpool, no patacho Inglez Geor-
giana, entrado em 30 de Janeiro do corrate aaao,
a J. O. C. Doyle.
Armazem n. 6.
2 caixas ns. 98 e 100, cora mercadorlas diver-
sas, marca I S F I, viudas do rime, no brlgae na-
cional Luiza, entradas em 13 de oatubre de 1866,
a J. da Silva Faria 4 Irmo.
1 barrica com esporas n. II, marea 11L Z 4 C,
vinda de Liverpool, no vapor inglez Amazon, en-
trada ea 21 de dezembro de 1866, a Mello Lobo
4 C.
2 calzas eom drogas as. 153 e 154, marca
J S E 4 L, viudas do Havre, na barca franceza
Alele, entradas em 5 de fevereiro do correte' an-
ao, a Jos da Silva Faria de Irmio.
1 caixa eom lionas n. 5, marca O, vinda de
Bordeaux, no vapor francez Gutenne, entrada em
12 de fevereiro do corrale auno, a Tisset frere.
22 barricas com drogas ns. 197 a 218, marca
J S F 4 I, viudas de Loadres, na escuna ingleza
Maa, entradas em 14 e 18 de fevereiro do corren-
te anuo, a-Jos Silva Farias.
1 dita com oca em p n. 14645, marca AC. vin-
da de Antuerpia, no brigae austraco Challenger,
eotrad a em 27 de fevereiro do corrente anno, a
flenrique 4 Azevedo.
1 caixa eom albom n. 1, marea T, vinda de
ilaaxbargo, do brlgae bambarguez Congo, entrada
em 26 de fevereiro do correle anno, a Prenle
Vianna 4 C.
4 barricas com alvaiade ns. 70 a 73. marca A P,
viadas do Havre, no brigae francez Belem. entra
das em 9 de abril do crrante anno, a Almeida
Pinte.
1 ealxa com qaidquilbirias n. 491, marca 11 L
de C, vinda de Havre, no brigae francez Beltm,
entrada em 15 de abril do corrente auno, a Mello
tobo 4 C
i dita eom lavas n. 1, marea 11L 4 C, rinda
de Londres, -na Mana baaoririaoa Hennk, a Mal-
lo Lobo 4 C." __.'-,.
Armazem u. 7.
2 barrica ns. 66 e 68, marca Tbi, viudas de
, Liverpool, bo brigae inglez Retottttion, entradas
mm 7 miofo arfante auno, a F. Jefferos
5 caixas sem numere, corn^ /olhas_% flandre?,
2 dilas com arareao ns. 31 a 39, marea A P,
entradas em 10 delolho de 1866, nadas do Havre,
na barca fraaceza Uauricim, a Joaqafm d'Almei-
da Pinto.
3 barricas coa tintas os. 43,44 e 45, marca A
P. entradas em 10 de jalbo de 1866, rindas do Ha-
vre aa barca fraaceza Maurictu, a Joaqaim Al-
meida Piulo.
4 calzas com galdas e cootas da vidro ni. 15 a
18, marea A Cz, viudas do Porto na barca portu-
oeza Seguranqn, entrada em 17 de novembro da
366, a Alves rhmburger & C.
44 caixas rom pomada, marca V A, rindas da
Porto oo brigae portuguez Uru&t, entrado em 4 da
fevereiro do corrente anuo, a M. J. Ramos Silva 4
Genro.
100 fogarelros de ferro, marca S, entrados em
18 de fevereiro do correte anno, viodos de Liver-
pool na barca ingleza Aidphoi, a S. P. Jobnston
4 C
100 dazias de pis de ferro, marca S I J, violas
de Liverpool aa barca logleza Adelphoi, entrada
em 18 de fevereiro do correte aaao, a S. P. Jo-
bnston 4 C
1 lata, letreiro U. J. Parreira, rinda de S. Miguel
no palaeho portagaez Ewtma. Igaora-se % consig-
Daeo e comeado.
1 barriea, marea H O, vinda da liba da S. Mi-
guel no patacho portuguez Emmi, eotrado em 13
de maio do corrente anno. Igaora-se a consignacao
e conteodo.
8 pesos sem marca, entradoa era 15 de malo do
correte, vledos da Una de S Miguel no patacho
portagaez Emma. Ignora-se a consignacao e con*
1 batanea riada da liba de S. Miguel, entrada
em 15 de malo do corrate anno pelo patacho por
tugaez Emma. Ignora-se a consignacao e con
ieudo.
Armazem a. 10.
1 caixa com pannos n 508, marca MUS, vioda-
do Havre na barca franeeza Virtdtana, entrada em
7 de agosto de 1856, a F. Soovage
2 caixas com tecidos de la e algodao ns. 356 a
357, marea M L A C, riadas do Havre na barca
fraaceza Ato Grande entrada em 9 de novembro de
1866, a Mello Lobo 4 C,
30 fardos com tecid js as. 8,601 a
E A B C, viudos do Havre na barca franceza Ri
Grande, mirada em 9 de novembro de 1866, a E.
A. Borla & C
10 fardos com fazeada para saceos ns. 1 a 10,
marca A B 4 C, vindos de Liverpool no brigae in-
glez Mam H, entrado em 5 de j nelro do cor-
rente anuo, a J. O. G. Doyle.
2 fardos com fazendas para saceos ns. 14 e 15,
marca F 4 C, vindos de Liverpool no brigae in-
Slec Mam H entrados em 7 do corrente anno. a
. 0. G. Boyte.
15 fardos com estopa as. 2,350 a 2,964, marca
R P S vindos de Liverpool no brigae inglez Mam;
H, entrados era 25 de jcaeiro do oerrenta aaao,
a Rao Schamitta 4 C.
10 caixas com ridros ns. 207, 209, 21!, 246,247
251 a 254, marca 1 B, viudas de Hamburgo no bri-
gae'hambarguez Chalenger eatradas em 27 e 28 de
fevereiro do corrente aaao, a Schafbesieo 4 G.
2 calzas com vidros ns. 1 e 2, marca R S vin las
de Hamburgo no brigue hamburguez Chalenger en-
tradas em 28 de fevereiro do crtenle anno, a
Sahaftreitea & G.
3.velames com ferragens n. 1 a 3, marca trian-
gulo G vindos de New-York na barca iagleza Car-
lota entrados em 13 de marco do corrente anno, a
A. de Almeida Gomes.
1 volme com semebtes de algodao sem numero,
marca I A P 4 G, viodos de New York no brigue
nacional Jaboatmo entrado em 26 de margo do cor-
rente anuo, a Henry Forster 4 G.
3 volumes com capachos sem numero e sem
marca, viodos do snl no brigae naciooal Gloria II
entrados em 30 de abril do correte anao, a ordem.
1 caixa com oca em p n. l,466,marca H C, via-
da no brigue bambargaes Gheltnger entrado em 28
de fevereiro do corrente anno, a Henrique 4 Aze-
vedo.
Alfandega de Pernambnco, 22 de agosto de 1867.
O escriptorario,
_________ Eotychlo Mondim Pestaa.
i-S
Vi
Canelaquatro onr,as.
Carobadaas libras. '
Gatourna libra.
Cealeio espigado daas oncas.
Ceroto simplesqoalro libras.
CerotJ de Sslaroo duas libras.
Creosoto aleroformisadoquatro vidros.
Electuario de senedaas libras.
Emplasto de adlestvoseis oncas.
Emplasto de jaculas gommado-^seisoncas.
Emplasto de cicuthaoito sacas.
Emprasto vsicatoriourna libra.
1 F.tfgfliiil/a^iCTk* LaW"> :'.*.
Encofre sublimadoama libra.
Espramacteurna libra.
Eicencia de teribeotinaduas libras.
Encerado ndezquatro onfas.
Especos diareticasurna libra.
Estrato de alcasstraseis oo$as.
Dito gomo30 de opioduas oilavas.
Flores de sabagaeirourna-libra.
Fiores pitoraesurna libra.
Fiosquatro libras.
Gotnma arbicameia libra.
Hero-doce^-Mjeatro oogas.
Incens duas libras.
lodureto dejsotaoiourna libra.
Ilrto de enxofreseis oogas.
Hormes mineralom a onca.
Le Roy pnrgaoteseis garrafas.
Le "Roy vomitorio-^-seis garrafas.
LiwrtTOffilMl de Ferrierqaatro oilavas.
Etoe+de Yar-OilM0i quatro oocas.
JJGol aaodouro de Haffaarurna onca.
Liraama de ferro proplrisadooito oncas.
Micellaurna libras.
Liobaca em graoquatro libras.
k Manteiga de antemonioduas oncas.
?An2:,f S? We! rosado-orna libra.
Mostarda em graoquatro libras.
Mercario doceurna ooca.
Nitrato de prata fundidoduas oncas.
Nosmoscadaqaatro oncas.
Oleo escencial de alfazemaquatro oitavas.
Oleo vermfugadoze vidros.
Oleo de amejdoas docesduas libras.
Oleo de recioduas 'garrafas.
Opiomera onca.
Pastilbas de Saotonninodoze vidros.
Pilulas ferruginosas de \aletdeseceis vi-
dros.
Pilulas de iodorelo. de (erro de Bfancard
deseceis vidros.
Pedra ornemeia 'onca.
Percblorureto de ferrourna ac.
Pomada alvissimadaas libras.
Pos de Donerdaas oilavas.
Pos de Joanoesqaatro oilavas.
Raiz de alineaduas libras.
Rozas rubrasuna libra.
Sulfato de soda se^s libras.
Sulfato de magnesiaseis libras.
Sulfato de cobreurna onca.
Tancagemurna libra.
Tiliaama libra.
Tintura de acafroduas oncas.
Tintura de Belladonaduas oncas.
Tintara de cartorioama onca.
Tintura de catoama onca.
Uuguenlo de carobaurna libra.
Vinho brancodoze garrafas.
Xarope de iodureto de ferrooito libras.
Xarope de epecaconhaseis libras.
Dito peilora) inglezseis garrafas.
Dito de checoria compostoduas garrafas.
Dito diacodio urna libra.
Diiode salsa parrilha seis garrafas.
Dito de talseis garrafas.
Umguento brancourna libra.
As pessoas que qaizerem vender ditos ar-
tigos apresentem suas propostas na sala do
conselho s 11 horas da dio 27 do corrente.
Consellio de compras do arsenal de guer-
ra 21 de agosto de i867.=Jos Mara II-
delfonco Jcome da Veiga Pessoa e Mello.
Subdelegada da magdalena
Por esta sobdeiegacia se faz publico que achaca-
se depositados, na formada lei, dous cavados, sen-
do um castanlo e outro mellado, os quaes foram
r com direito aos
mesmos, provando, sarao entregues.
Subdelegada da Magdalena 21 de agosto de
1867 O subdelegado 1* supplenle em ezercicio
Jos Bernardino Pereira de Brito.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
Navegac casteira par yapar.
Macei e escalas.
Segu no da 30 do corrente
para be portos acim om dos Va-
pores desu companbia as o ho-
ras da tarde.
_________ Recebe carga al o da 29,paa-
sageiros, encommendas e diobeiro a frete at as 3
boras da tarde do dia da sahida : escriptorio no
.

A cmara municipal desta cidade leudo de
contratar a obra de seo paco, faz publico que o
plano desoe edificio acba-se exposto em soa secre-
taria por espaco de 15 dias, onde pode ser exami-
nado por aquelies que pretenderen) concorrer a
arrematacao, fiado o qual sera' annnnciado o dia
em que deve ir a praca semelbante obra, sob a
baze de 160:0004 ja offerecida por toda a obra de-
corada e prompta, aunonciando-se tamben as eon-
dicoes do contrato e sea pagamento : aqaelles que
pretenderen) licuar nessa arrematado deverao
munir-se de anga idnea que a garanta, sem o
que nao podero ser admittidos.
Pagoda cmara municipal do Recife 14 de
agosto de 1867.Luii Jos Pereira SimSes, pro-
presidente.Francisco Canuto da Boa-viagem, se-
cretario.
Repartido da> obras publicas
De ordem do Sr. engenbeiro, (chefe inte-
rio da reparticSo das obras publicas, se faz apprebeudidos: quem se juiga
publico que o concurso para preenebimento
da vagas de condacor lera lugar no dia
26 de setembro prximo vindouro, no pa-
lacio da presidencia, e o de praticanles e
escreventes no dia 27 do mesmo mez.
Os concurrentes sero argidos as mate-
marca diente D, odas de Liverpool, no C^
SSRett*ttoK&tt*tl em de maio do eor'-
*8nteaD0O;aA.Jce.
I- dita canHeeWw m boa, marca l u, vio-
aa do Havr, a o brifcoe fraaeaz Fif*rot eatradas
em 9 de Safo tfcrreDte anno; a Lopes & Olt-
aro, marca 8 P 4'C, vioda s- Nerr-Verk, ao
brigae ioglez Circaaan,,entrad em lOeliae
malo *o crreme aaao, Henry Tortor & u
l4Srtsfeft#*|ttaforida, tbrcaSM D, vfcdai
de New York, entradas em 11 d malo do eorretate
anno, a Severino Manoea-Buarte.
^^.^ ^_,. _. ^ aV^>aa^a^Bai*Jfc--Jfc--~rt "* -** '*~ '*" l
2 caitas com ftaa |fcby fi. (6 e 47, mar-
ca A P, viadas djlara,*! bafea franeeza Uau-
rinem, eatfadaalhf ef |lat)- 1W6, a Joaqolm
.**mtWVikim-na, Ue 51,
rias de que tratam os 1., 2. e 3. do
art. 10 do regulamento de 31 de julbo de
1866, e que vao abai&o declaradas.
Os requerimentos para inscripcao dos can-
didatos deverao ser apresenlados at o dia23,
e podero ser instruidos com quaesquer do-
cumentos ou ttulos scientificos, que abonem
a capacidade dos mesmos candidatos.
Secretaria das obras publicas 22 de agosto
de 1867.
O secretario,
Feliciano Rodrigues da Silva.
Materias do concurso para conductores,
pralicantes e escreventes da repartijo das
obraa publicas.
Para conductor
Mathematicas elementares ;
Algebra at eqnac5es- do 2." grao ;
Trigonometra;
Elementos de geometra analtica e des-
criptivel; de astronoma ; de arebetectura e
de resistencia de materiaes.
Conbecimento perfeito dos instrumentos
graphicos e dos trabamos de- niveliamento
e plantas;
Desenbo linear e de aqaarella.
' Para praticaotes
Lingua nacional e franceza ;
Arthmetica, geometra a daas e tres di-
mensoes;
Algebra atequaces do i. grao ;
Desenbo linear e de aqaarella.
Para escrevaites
Lingua nacional, caligrapbia e arithme-
tca.
Secretaria das obras publicas 22 d agos-
to de 1867.
0 secretario,
Feliciano Rodrgaos da Sirva.
DECL1B1ES.

daas
wdt> Han*,*** fraamai* MntriMi* ,
jaira d Almeida P*tto.
va-
s-Joa-
O conseibo de compras do Arsenal de
^nfirra precisa comprar.
OS Sv^mi;
Acido exatico--.nu. onca.
Aeitato de cbomboaiuiv^i
fi^n mxim de Bdr 6*laran8a
lilirag,
Agua do Rabelama libra.
Aguardante de ca qaatro wrafae.
Agua vegeto mineralquatro arralas.
Alecriro.-'iuBa libra,
AlfaieBiaduas libns. .
Assuoar candidd^tBlM Wrdbi.
Assocar tm^ort^mWn.
Astefetidoseis oncas.
mo opodeldocn-^doxe vioros.
Balsano tranqoiltoduas libras.
3. dividendo da massa falli-
da de Amorim, Fragoso
Santos & C
Os administradores pagam o 3. dividen-
do a razao de 3 |0, todos os dias das 11 bo-
ras da manhaa a 1 da tarde, at o dia 28 do
corrente, no escriptorio da ra do Vigario
n. 13, e rogam aos Srs. credores o especial
favor de virem receber nao somente o pre-
sente rateio, como tambem as quantias, que
ainda esto por pagar do 1. e 2. dividen-
dos. Daqaelle dia em diaote, os pagamen-
tos somente sero feitos as quartas-feiras a
igual hora, e os Srs. credores devem appre-
sentar seus ttulos para serem averbados.
Pernambnco 23 de agosto de 1867.
Os administradores,
Jos Jeronymo Monteiro,
Justino Jos de Souza Campos.
Santa Gasa de Mise icordia
do Recife
A Iilm' junta administrativa da Santa Casado
Misericordia do Recife, na sala de suas sessoes,
pelas 4 boras da tarde do dia 29 do correte, re-
cebe propostas para contratar cora qaem por me-
nor preco fuer, a obra do encaoamento d'agaa pa-
ra o i" e i' andares do hospital Pedro II, a saber :
collocaco de urna bomba patente com dous cylin-
dros, 3il palmos de caaos grosso? para conluzir
agua at o 2* andar do edificio, ISO palmos dos
mesmos para o estabelecimeato de ramaes para as
letrinas, 9 torneiras, 1 deposito para comer a agua
condolida.
Os pretndenos para melbor esclarecimento po-
dero dirigtr-se ao referido bospital oa a' secreta-
ria da Santa Casa.
Secretaria da Sania Casa de Misericordia do Re-
elfe 23 de agosto de 1867.
O esenvao,
Pa.dto Rodrigues de Souza.
Tribunal do commercio.
Foram inscriptos no registro publico do com-
mercio :
O contrato do ofeMdade" de Maaoal Nones de
afollo, Antonio Nanea Teixelra de Helio e Jas
Nones Teixelra de Mello, estabetecidos na capital
dcrGaarl oavaaegoefo da^dtero% sob a firma de
Manoel Nanea de Mello & Filbo, e o capkal de
ac.ottjwo.
O eoMraU' de Aatono da Cosu Parlas a Josi
Nognelra, estabelecidos aesta-efaade eom eeebetra
de carros de alague!, soba firma de FarUe 4 No-
de Vicente,, Cqeluo de Magalbaes e
irtal. ,%**ieoVti5tt aadamn
B-hfirostolcfcnaes estogelros, le Manvfc5R ^ Corralj fo'flapiure
faz.publico que em rirtade da eonveacSo postal
celebrada pelos goveruos bfasileiro e francez, sa-
rao eipedida malas para Europa no dia 30 do
crreme pelo vapor francez Gnyenne.
As cartas sero recebidas at 2 boras antes da
que fur marcada para a sabida do vapor, e os jor
uaes al 3 horas antes.
AdministracSo do cjrrelo de Pernambaco 22 de
agosto de 1867.
O administrador,
____Domingos doCPaatos Miranda.
O Ilim. Sr. inspector da tbesourana dla- .
xenda desta prorincla manda farer publico qoe tem Forte do Matos n. 1.
marcado o da 16 de setembro prximo vindouro nnaana HU I nrOM IUDIIP a ll"
para o concurso que se tero de aorir nesta th sou- UUfnrAnrlIA r tln ArTlDU U Alt A
rana para preenenimento das ragas de pralicantes de
S^^SS^A^R HU navegando costeira por vapor.
de que trata o l* do art. 1* do decreto n. 3114 de Rio Formoso at o lugar denominado Pedra
O vapor Mamanguope, com-
mandante Costa, segu para o
porto cima no dia 28, as 7 ho-
ras da manhaa. Recebe carga,
passageiros, encommendas e dl-
escriptorio ni Forte do Matos n. 1.
27 de jnoho de 1863, a saber : leitura analyse
grammatical e orthograpbia, arilbmeiica e snas ap-'
pllcagoes ao eommercio, com especialldade i re*
duego de moeda, pesos e medidas, clenlo da
descont, juros simples o compostos, tbeona de
ctmBios eaoas applica^Ses. Os" coneorrentes de-
verao previamente apresentar sensj reqnerimentos
atrados de doenroeatos que provem Idade com-
pleta de 18 anuos, iseocao de pena e culpa, e bom
eomportamento, na forma do artigo 3 do decreto
o. 2o49 dell de marco de 1860.
Secretaria da tbesonraria de fatonda de Pernam-
bnco em 3 Wlagosto de 1867. Servlndo de offl-
elef-maor,
>. Mapoel Jos Pinto.
Santa Casa da Misericorda
do Recife,
nbeiro : escripto
Rio de Janeiro
Pretende sabir eom "moita brvtaade para o lo
dicado" porto o veleiro patacho fGullbermfoa por
ter a mafor parte de sen carregamento engajado,
para o resto que Ibe falta e escravos a frete trata
se com consignatario Joaqaim fos Gongalves
Beltrio, roa do Trapiche a. 17.
Para o Rio de Janeiro.
Para o Rio de Janeiro deve seguir o m'ais
breve possivel o patacho nacional Valente,
Alllma. junta administrativa da Santa Casa da que tem a maior parte da sua carga promp-
Misericordia do Recife manda faier publico qaa ta para a que anda lbe falla, e escravos a
na sala de suas sessSes, no-dia 29 do corrente pe- f-a.o trata-s m ivsriPftivn oanitan nn
las 4 boras da tarde tem o ser arrematadas a .' C,0m. rei!Pecl,v0 capitao, OU
cOm os consignatarios Marqnes, Barros C.
na praf a do Gorpo Smto n. 6 2 andar.
3002000
301^000
96*000
96*000
14OO0
qnem mais rantagens offerecer as readas dos pro
dios em seguida declarados :
EsUbelecintenUs de caridade.
Roa do Padre Floriano.
Casa terrea n. 49.......182J&00
dem idem a. 17.......186*000
Roa dos Pescadores.
CasaterreaB.il.......216*0C0
Roa das Calcadas,
dem idem n. 38....... 158*000
Ra larga do Rosario-
Sega udo andar do sobrado a. 24 .
Toreeiro andar idem fem. .
Roa Roda.
Casa terrea o. 3........
dem idem u. 7......
Becco do Qaiabo.
Casa terrea n. &8......
Roa das Calcadas.
Casa terrea n. 36....... 176*000
Roa do Padre Floriano.
Casa terrea n. 47. ..... 168*000
Roa do Hogoeira.
Casa terrea n. 17...... 242*000
Patrimonio de orphos.
Ra das Larangelras.
Casan. 17..........192*000
doa doRangel
Casa terrea n. 86.......301*000
Roa da Lipa.
Casa n. 11..........196*000
Roa do Vigario.
Primeir* andar do sobrado n. 27 181*000
Ra do Pilar.
Ca n. 99.........256*000
dem n. 103.........200*000
dem a. 94.........201*000
Sitio n. 5 no Forno da Cal. 150*000
dem. n. 105......" 144*000
As arrematcSes sero feitas pelo tempo de om
anno, devendo os licitantes virem acompaabados
de seas fiadores oa manidos de cartas destes.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife 22 de agosto de 1857.
O escrivo,
______________Pedro Rodrigues de Sonta.
O Iltm. Sr. eqronel director do arsenal le
guerra, tem de remuer para a provincia das Ala-
goas diversos artigos'Bellicos, por'isso ednvld aos
Srs. proprietarios e coasignatarios de navios qoe
quizerem contratar a coadugao de taes artigos, a
eoraparecerem na directora do mesmo arsenal, das
ll boras da manhaa s 3 da tarde de todos os dias
nteis.
Directora do arsenal de guerra de Pernambaco,
17 de agesto de 1867.
O escriptorario,
______________Jos Alfredo de Carvalho.
Sania casa da misericorJa do
Recife
Tela secretaria da santa casa de miserjoc a po
Recife se faz dente aos pareles do orpbo, abai-
xo declarado, que tesdo elle attiogido a idade de
14 anuos, resolvea a Ilim* juuia administrativa da
mesraa santa casa, que fosse entregue a'seas p-
renles, de eonformia&de com o artigo 45 do rega-
lameota daqaelle estabelecimeato.
Antonio Leoncio de Licerda, fllbede Anna Fran-
cisca Paes Brrelo.
Secretaria da santa casa Se misericordia do Re-
cife 9 de agosto de 1867.
O escrivo
Pedro Rodrigues de Souza.
para Porto*
Segu oestes oito dias o brigae portagaez Unido,
por ja' ter sna carga engajada, para o resto e pas-
sageiros tratase com Os seos consignatarios Tho-
maz de A-ruino Fonseea & C a ra do Vigario n.
19,1* andar.
Rio de Jan iro
Para e referido porto sahlr Impreterivelmente
at o Uro do corrente mez o paltnbote portugaez
Uezenove de Junto, qaem netle quizer carrgar
poda tratar com o consignatario David Ferreira
Bailar, roa do Brnm n. 66 oa com o capitoa
bordo.
LEILOES.
De um grande carro
O agente Pontual fara' leiio por eonta de qnem
perlencer de um grande carro eoberto, envidra-
gado em muito bom estado.
HOJE
Na porta de sea escriptorio a ra da Cruz n.
65,1* andar, as 11 horas.___________________
LEILAO
O agente Poalual veadera' em leilo por mao
dado do Illm. Sr. Dr. jaiz de direito especial do
commercio, os oWectos absiio periencentes a mas-
sa fallida do Sr. P. Soovage : 1 mobilia de ma-
deira branca estofada compo.-ia de am divn, 4
cadeiras de bracos, 2 ditas de balan.; o, 6 ditas de
guarniQao.coosoIos com pedra, 1 mesa de mel
de sala com dita, 1 mobilla de Jacaranda composta
de om sof, 2 cadeiras de fangos 2 ditas de da-
lan(o, (2 ditas de goarolQo, 2.oosolos com pe-
dra, 1 mesa de meio de sala com dita, 2 jarros pa-
ra flores, 1 mesa para jogo, 4 tapetes, 1 sof' de
Jacaranda, 1 mesa elstica para jaotar, 1 apara-
dor grande, 2 ditos paqueos, 12 cadeiras france-
zas, 1 caixa paraglo, 1 jarro de barro, 1 candiei-
ro a gaz, 4 castigaes de vidro, i sof' de madeira
franceza, 2 cadeiras de balango dita, 6 ditas de
guarnigo dila, i mesa de mel de sala, 1 dita pe-
quena, 1 toucador com pedra e espelho, 1 guarda
roopa c im espelho, i guarda ve-tilo di mogno, 1
guarda roupa de dito, 1 lavatorio de pedra com es-
pelbo e pertences, 1 estante, 4 casticaes, 4 mesas,
trem de cosinba.
HOFE
O leilo sera' effeetnado nofeserlptorio a' rna da
Cruz n. 62, primeiro andar, as 11 horas.______
- Alnga-se
o primeiro andar do sobrado da roa Imperial a.
193, a tratar ao segondo.
"Criados
Precisa se de dous eriaaos sendo om escravo
qoe se contratara' com o senhor: ao Gymaasio
Provincial.
i
Os Srs. abaixo assigaados queiram rir a ad-
ministradlo do correio geral desta cidade am de
receber carias que loe sao dirigidas com recom-
mendicio : Dr. Agesilao Pereira da Silva, Ale-
xandre Jo- da Costa Valeat, Adriano dos Sal-
tos Pereira, Anselmo Gaudioo de Queirox, Aaoato
Jos de Souza Carvalho, Antonio Leonardo Rodri-
gues (\), D. Casarla Caodida Nobre de Gaamio.
Domingos Rodrigues Guimares, Francisco loa-
qulm Pereira (i), Fraacisco Cleto Tascaoo da Bri-
lo, Julio Cesar Pareira da Kocha. Jos de Atersdo
e Silva, Dr. RaymnndoJo&ode Moraes Reg, Tbo-
maz dos Santas Beierra. Correio de Pernambaco
22 de agosto de 1867._____________ .
Saques.
Antonio de Almeida Gomes saca sobre Lisboa;
escriptorio na rna da Cruz n. 23,1* andar.
Scciedade dos Artistas Menanicos 6 Libe-
raes de Pernambuco.
Nao ten do-se effectaado a sessao assignada par
o dia 20, em conseqnencia de se achar doeuie o
Illm. Sr. director interino, de ordem do mesmo,
de novo sao convidados os senheres socios para oo
dia 25 do correte, as 10 horas da maobaa. rlrem
assistir a sessio extraordmarla, aa qual se dore
tratar do assnmpto qoe fazia objecto da do dia
20, e o mais que possa occorrar.
Secretaria da Soeiedade dos Artistas Msciuoleos
e Liberaes de Pernamboeo 22 de agosto de 1887.
O secretario iaterioo,
Batllio Barros. ,. ^ _.
Lavase eengomma-secom molla "'parM^o e
promptido; na ra dos Pires a. 3, taberna, m
'dira'.qoem faz. Tambera se dir' q
excelTente escrara para se alugar.
qnem (em ama
Preeisa-se de nma ama de leil):
Queimado n. 9, a tratar ni toja.
na
ruado
AUenco.
ooo. ,
Contina andar 'fgido do poder do abaixp as-
slguado, desde o dia 12 de mar;o do corrate anno
o sen escraro pardo claro, de nome Cyftoce
os signa es seguales: representa ter da ida
annos, rosto redondo, e nm tanto envergada
empapujados o fondos, bocea grana?, betco
sos, barba fechada e rniva, ps e maos ero
carnudos, pellos vermelbos e cabelludos, c
crespos e avermelbados, eostraa andar are
facao e ama bayoneta n'um pao, gosta de
cachaga, e qaando Oca bebailo da para'-poeta
grrsta : rog -se, portanto, as autoridades poli
e capites de campo a apprehetao do mesmo, e
lava-lo a seo senhor o abuzo aesignado, no en-
genbo Pedregnlho, em Nazarelb. qoe sera' recom-
pensado com a grstiffcacao cima.
Jote Ignacio Ferreira Torrea. .
Papagaio
Desapparecen na manhaa de 22 do correnle da
ra da Saudade n. 17, presnme-se estar as im-
mediaedes dessa ra : quem o tiver e quizer en-
tregar levo a casa cima que ser recompensado.
Precisa-se de urna ama para gasa de poaca
familia : oa roa da Aurora n. 86, 1* andar.
Soeiedade dramtica Setede
Setembro.
Por ordem do Sr. presidente sao convidados os
Srs. socios da mesma para comparecer na sala
das ses;5*s da sociedad3 Recreativa Javentnde no
pateo de S. Pedro, domingo 25 do corrente as i
boras da tarde para se tratar de novo conseibo
para admisso de mais socios.
O 1 secretario*
Monoel Juaquim do Nascimento.

oOS
ni
ii

THEATRO
EMPREZA- COIMBRA
Sabbado 24 de agosto de 1867.
ULTIMA
representarlo do apparatoso drarp.a sacro em 4 ac-
tos, qae tem-side frenticamente apphudido: .
GABRIEL E LUSBEL
O
OS ML4G8ES DE $ AMONIO.
Dar tira ao espectculo a segunda represeniaco
da chistosa comedia em 1 acto, qoemnito agradou:
Os cabellos de minha muiher
Comecara' as 8 horas.
1YIS0S MARTIMOS
COMPANHIA BRAS1 LEIR
DE
A
De louca, vidros, copos de medida para taberna,
araarlas de lalo, globos para velas, ditos pa-
ra candieiros de gaz, frascos de bocea larga de
diversas tamanhos, 1 lustre de 8 lures, can lela-
dros de crystal, serpentina? de lato, a armario
e mais objectos da laja de lonja da ra do Li-
vramento n. 6.
Segaoda-feira 26 de agosto.
Q. agente Pinto legalmente aotorisado fara' leilo
em lotes a vontade dos compradores, dos objectos
cima mencionados e existentes na loja da ra do
Livramento n. 6, onde se effectuara' o leilo as 10
horas do da cima dito._____________
LEI AO
Do casco da barca hespanhila Isabel.
D. Modesto de La Porte eapito da barca bespa-
nhola Isabel, encalhada na lina de Fernando de
Noronha, fara' leillo com aotorlsaco do Illm. Sr.
cnsul de Hespanha e por conta e risco de quem
pertencer e por intervenclo do agente Martins, do
casco de dito navio forrado com pranchas de lati
e cravado com brome, empernado com cobre to-
do o fondo, os vaos encorvados de ferro, a coberla
cravada de bronze : no dia 26 do corrente mez as
12 horas do dia a porta da Assor-.lac.ao Comeer-
cial, com assistencia do mesmo Sr. cnsul ou pes-
soa por elle nomeada._________^^^^
de gratifcaco
Contina a estar fgido o escravo Simeio,de aa-
gao Mozambique, idide de 40 anuos, tem os sig-
naes seguales: sem barba, com talbos em circu-
lo redondo ao p das orelhas, alio, falla de deates
oa frente, semblante carregado, levou calca de ca-
semlra de cor em bom estado, chapeo de maga
aovo, camisa de algodao branco ; este escravo foi
comprado em abril de 1864 ao Sr. Jos Vicente
Lindonso, morador na provincia das Alagoas, por
seo procarador o Sr. Joaqoim Cavalcanti de Albu-
qnerque Mello, morador no termo de Barreiros,
por isso ulre que dito ercravo tenha seguido al-
gons daquelles lagares; roga-se as autoridades
policiaca a soa apprebensao, assim como aos ca-
pites decampo, lvalo a seu seaber Bernardino
Antonio Pereira Bastps, na roa Direita n. 30, no
Recife, qoe dar' a gratifleacao cima._________
Precisa-se de nm bomem estrangeiro para
feitor de um sitio nos srrabaldes desta cidade, e
oo se duvida pagar bem, agradando : trata-se na
rna do Amorim n. *J._____________________
;- Precisa-se alagar um moleque ou am preto
que emenda de eozlnha e mais servigo de casa :
na rna de Hurtas n. 17, armazem.___________
GabinetePortuguez de
Leitura
Pede-se illaslre directora a pnblicaco dos
discursos recitados no al'irao anniversario.
Algoos socios.
O central
s Ferreira
cidad
ff esperado doe portos do norte
at o dia 23 de agosto o vapor
Paran, commaodaote o eapito
de fragata Santa Barbara,.o qual
depols da demora do costme se-
guir* para os portos do sol.
Recebam-se desde ja passageiros e eogajase a
carga que o. vapor poder eeodoiir a qaal devera*
ser embarcada uo dia de sua chgada, encommen-
das e diohelro a frete at o ola da 'sUida as 2
horas.'"WevfBe-68 s Srs. passageiros qoe snas
passagenss se reeebsra-'nsta agencia ra da
Crnz n. 5T, escriptorio erAntonro tntz de Olive!,
ra Azevedo & G, f\
(MPAPiBA- NHAIBGCVW
paraMba, fw*^- io. tewarty Ceara e
De mereadorias e bens de raiz
O agente Oliveira fara' leilo a reqneriraento do
depositario da massa fallida de N. O. Bwber &
G-, successores, e por mandad) do Illm. Sr. Dr.
jaiz especial do gomraarcio desta cidade, das mer-
cadorias e di armazem pertenceotee a mesma
maasa, cooeislimto no segrate : 65 beogalas sor-
tidas, 40 eufeites para eabega, 10 golinhas, 6a9
pegas de algodo para sacecs, 1 caixa com 2u pa-
res de bons para lennora, 1 dita cora 480 pares
de sapatos soraidos, 5 ditas conteodo iW apzias
de marroqoins e 36 saccas com 240. arrobas ^3D
libras de algodo em rama, recoralas no If ablente ,
Alfandega Velaa oode podera ier previamente
examinadas, asslm como do armzem ou casa de
deposito, a roa da Senzala Yelna n. 6 :
Tergafeira 27 do correte
as 10 horas da manhaa no bem condecido arma-
zem qae lora da casa commercial da referida,
massa, a' ruada Croz do Recife.
ouyeira e Jo-
ecidos nes- ras
& d, eom Forte
De i 0 pipas t%m vieho da Flgaeira.
lafta-Teira 28 o corrsfeie.
Partan* (ara* leifto'por conta a r
Hoje sabbado 24, ba mallo brja vacraa em casa
do Dr. Moscoso, roa da Gloria n.T$; quem tiver
ntcessidade del la, apparega a essa casa.
^^^,
Precisa-so de urna ama para o serrigo de cozi-
nba : a tratar n largo da alfandega, armazem do
Aanes.
Joaauim Jos Goncalves
BeltrSx)
RiW) TRiHCB H. 17 Io ANBAR)
paquetes
sobre os
Sobre o Banco
glates Itga-
Sacca por todos os
ioMinbo m Braga,
< em Portugal.
USboa. Of,
Porto. >
Valenca. l-j
Guimarae*. ^...~
i
Coimbr
eb
K j< a
^uar'ta-TelM28 do corrttte.
..^nt Pestaa fara* leilo por conta
Segu no dia 30 do corren- de titm'oertenaelr 10>pip com rabd F%nl
ra as qnaes sero rendidas em nm on mais lotos,
no da cima msncioaadoas 11 horas da maoMa
Ctmha'n Porte do Malos.
le'doSaWi
te peas 5 horas da tarde Um
dos vapores, dasta cerapanhia.
Recea'eaf* at o dia 29, ^ f
panageirosv encommendas e
4MMbatlnlll as 3 br>
dla da sabida: escriptorio na
n. 1.
n ll'Mi-ai i;ri f
trf.~~~im inarm*l'ri" ^-'-^n'-^
aimnkMioto&a**** asatiptorlovroa d
jrjuii,i. T m
roa deS. FraoaD,
"lEffev*.
ianna do Castello.
Ponte do Lima.
VHIa Real.
Villa-Nova de Famellcao.
Lamego.
Lago*.
VasM^lpassos.)
Beja.
Barcelios.

Preelsa-Wd *-
^CadeladoReoltojU-
oozrobar: na ra
_mmSnS seguros
maritimose terrestres
'Mia*rtecrd no Wo tje Hmiro; ]
t^lSTitftSSSMa..
I asmantmalamente an*efje*doe pela eMreo-
! toria da compiailHegnros Fidellda-
riasearenios no sm escriptorio rna da>


^
laftote ptraanftMt./. ahbado t4 de Agosto 4e IS67.
Gabinete flortuguez de
leitura,
De ordem do Illa. Sr. presidente sabstitato, con-
vido os senbores socios effectlvos a reunirem-sa
em assembla geral, domingo 25 do corrate, as
11 horas da mannSa, para de conformidade ecm o
disposto no nico do art. 41 dos nossos estte-
toa, elager-se o novo conselao deliberativo e com-
tnissio de erarae de comas ; principiando os Ira-
balbos ama hora depois da mareada, cora o nume-
ro de senbores socios que coroparcerem, como
prescreve a segonda parte do art. 40 dos mesmos
estalatos, visto nao se ter reunido numero legal no
la 11 do torrente.
Secretaria do Gabinete Portugaez de Leltara aos
I* de jalbo de 1867.
Jjs Ribeiro da Fonseca
Secretario.
AO PUBLICO
o abaixo assigoado faz scieote ao publico que
Dinguem fa$a transaco algama coto o Sr. Aoto
nio Henriques de Miranda morador na estrada do
Arrala l freguezia do P050 da Panella, eom o sen
escravo preto crioulo de 10 annos de Idade, de
neme Fiamiano, cajo escravo esta' bypotbecado ao
abaiio assignado desde o dia 11 de maio do cor-
rete anno conforma a escriptara passada no cr-
torio do tabeiiio Porto carreiro. Recife, 21 de
agosto de 1867.
Manoel Jos Lins Ribeiro.
Hoepltal da ordem terceIra do
Carato.
A eomtnisso das obras do hospital da ordem
torceira do Carmo, precisa para o acabamento do
mesmo 30,000 lijlos de alvenaria grossa sendo
este de barro d'agaa doce : as pessoas qoe quize-
rea vender esta anaatidade ob parte podem pro-
por o prego e qaalidade no pateo do Carmo casa
de banhos.
Joaquim Lniz Ribeiro da Silva, subdito por-
tOfiiez, retirase para Europa a tratar de sua
sano*.
O abaixo assignado declara que de boje
em dianie assignar-se-ha Guilberme Dews-
ley. Recife 18 de agosto de 4867.
Goilberme Augusto uowsley.
esidencia e consultorio
Medico cirurgico
DO
Dr. Antonio Dua r te
na praca da Boa-Vista n. 21 onde
pode ser procurado a qualquer bora.
Especial Idade
Doencas do peito, e de meninos.
Gabinete medico cirurgico
DO
Dr. Ignacio Alcibiades Vellozo
Pode ser procurado a qualquer bora do dia ou
da noite prestndose aos chamados fora da cida-
de, com toda a promptido. Pratica qualquer ope-
rario. Da' consntas das 6 as 9 horas da manha :
roa da Imperatriz n. 86.
Precisa se de orna ama para lavar e engom-
mar; a tratar no Honteiro, casa que foi do fallec!
do Ca\alcantp.
Aluga-se ama pequea casa com quintal e
cacimba, sita na roa do Gazoraetro, confronte ao
portal lateral da fabrica do gaz, propria para ho
mem solteiro, prego de 8J por mez.____________
Club Pernambucano
Domingo 25 do correte, baver reunio
familiar.____________________________
Precisa-se de ama pessoa fiabilitada e de
boa conducta para ensinar fora da cidade os se-
gniotes preparatorios latim, geometra, pbilosopbia
e rhetorica : a tratar na roa das Cruzas n. 34,1*
andar. _________________
Faco publico, afim de chegar ao conbecimen-
to dos Interessades, que os escravos Quintino, Vic-
toriano, Manoel La i?, Bonifacio e Vicente, dos
quaes son depositario, se acbam foragldos.
Engenbo Tres Bracos 21 de agosto de 1867.
Manoel Ignacio de Siqaeira Cavalcanti.
Precisase alagar ama ama ou ama escrava que
saiba cozinhar e eogcmmar para casa de multo
diminua familia, e paga-se bem ; na roa da Con-
corfliasoarado do armazem do sol n. 26.
CUSA DA FORTUNX"
Aos 6:0000000.
libeles garantidos
A RA DO CRESPO N. 23 E CASAS DOCOSTUME
O abaixo assignado venden nos seos moito feli
zes bilbetes garantidos da lotera que se aeabon
de eztrabir a beneficio das familias dos volunta-
rios da paula, os seguales premios :
-Y 3382 dous quartos com a sorte de 6:CO0.
X. 2416 bilbete inteiro com a sorte de 2:6005.
N. 2799 dous quartos eom a sorte de 600$.
N. 3927 dous quartos com a sorte de 300$.
E oatras muitas sortes de i 00$, 40$ e 20$.
Acham-se a venda os da 13* parte da 5* lotera
a beneficio da Santa Casa de Misericordi a )34)
qoe se extrahira' sabbado 2% do corrente.
Preco.
Bilbetes.......... 6$000
Me.os............ 31080
Quartos.......... 1*500
Para ai pessoas que compraren de 100,5000
para cima.
Bilhetes.......... 5*500
Melos............ 2J750
Quartos.......... 1*375
________________Manoel Martio* Finia. "
Jacqnes Gerstte, francs, val para Europa
Precisa-se alugar nm escravo para o servico
de urna pessoa : a tratar na ra do Imperador n.
39. 2* andar, entrada pelo becco do buhar dos
arcos. ___________________
Brasil Histrico
O primeiro numero do segando anno desla Re-
vista acaba de chegar ; com elle principia a ra-
bleselo da revoloeio de Pernambaco de marco de
1817. Assigna-se por 12* por anno : oa livraria
ranceza, roa do Crespo n. 9.
PHOTOGRAPHIA
VIXEULA
ROA DO CAB6A N. 18,' ENTRABA PELO
PATEO DA MATRIZ.
O nosso estabelecimento photogrspbico
est sempre em dia com todos os melhora-
mentos e progressos qoe na America do
Norte, ou na Europa se consegue na arte
photographiea, e para alcancarmos tal fim
nunca poupamos despezas nem sacrificios,
de sorte que os nossos numerosos freguezes
podem ter a certeza de que sempre encon-
trarn em nosso estabelecimento tudo quan-
to a arte e a moda offerecer de bom, no
novo e velho mundo aos amantes da pbo-
tographia.
NOVIDADE PH0T0GRAPH1C\;
Acabamos de receber todo o necessario
para fazer retratos chamados carte-album.
Este genero de retratos ltimamente in-
ventado na America do Norte, rpidamente
se propagou na Inglaterra e Franca aonde
goza actualmente de todo o favor da moda.
A carte-album se faz por dozias como os
amigos cartdes de mita.
Na Inglaterra trocaram o nome de carte-
album pelo de retrato-galera e os ingleses
usam encaixilbar estes retratos em quadros
especiaos para com elles formar galeras,
com que ornam seos gabinetes. Recebe-
mos urna certa qoantidade de taes quadros,
os quaes cederemos por barato prego aos
nossos freguezes.
As pessoas que quizerem ver specimens
dos retratos chamados carte-album, j fei-
tos em nossa officina sao convidados a visi-
tar o nosso estabelecimento.
CARTOES DE VISITA A 90000 A DZIA.
Em consequencia do novo genero de re-
tratos chamados carte-album, diminuimos
o preco dos antigos cartdes de visita, os
quaes de boje em diante ficam reduzidos
ao preco de
>ooo
pela primeirj duzia, sem que por causa
desta diminuico de prego, deixemos de es-
merar-nos no nosso trabalho, como sempre
foi nosso costume. Alm disto, continua-
mos a dar os cartdes de visita em cartees
de luxo, Bristol, ou porcelana, dourados ou
lithographados para o que temos urna varie-
dade de 12 modelos, a escolha de quem se
retratar.
tsr VA GOMO PREVENCAO.
Apezar do nosso trabalho ser muito co-
nhecido nesta cidade, aonde trabalbamos a
12 annos, com tudo j oigamos de nosso de-
ver dizer hoje o seguinte:
Nos retratos feitos em nosso estabeleci-
mento emprega-se toda a cautela para of-
ferecer-se a par da belleza do trabalho, as
melbores condices de duracao. Doura-
mos e fixamos os nossos retratos sem olhar-
mos a economas, e ltimamente para lhes
pdennos dar urna lavagem mais ampia
e segura, contratamos com a companhia de
Bebiribe orna penna d'agua. Os nossos
cartoes de de visita sao verdadeiras photo-
graphias, que nao preciso de retoques do
pintor para Ihe desfarcarem os defeitos, e
convidamos a quem qoizer a passar sobre
elles urna esponja molhada em agua, ou a
deixa-los mergulhados por espaco de horas
em agua, ou em espirito de vinho: se apre-
sentarem alteraco sero recebidos por nos
e pagos pelo duplo do que tverem cus-
tado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
systemas photograpbicos at hoje conheci-
dos em photograpbia. O nosso sortimento
de caixinhas, quadros, passe-par-tauts, e
joias de ouro para a collocacSo de retratos
o mais completo, variado e abundante que
existe nesta cidade.
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S
rn-U.K-/atJS/eit 'f^iye*? Brac, comas maneiras attenciosas com que
fo.acolh.do pelo respe.lavelpubl.co desta bro provincia, a ponto de que mallos a por-
fia despuaram a satisfago de serom os pnmeiros a compraremem sen importante arma-
zem, se desvanece em declarar com toda a lealdade de que capaz que est cada vez
mais animado, n3o so pelo benigno acolhimento que tem recebido, como oelas forcas de
que dispoe porque at hoje no careceu anda dos preparados de iurubeba nem do
xarope alcooHco de veame. '
O Veado Bra,le,>> declara a quem ainda o nio conhece que n3o um
desses bicharocos intraUveis que por abi vivem com figura humana; domesticado no
ameno paiz onde a amavel Aguia Branca vio a luz do astro bemfeitor, elle partidario
desse mvejavel agrado e sinceridade que com tanta gravidade se desprende do sea
bico encantador.
O Veado Brame, como todo o bomem civilisado, ama a sociedade dos
I bons, gosta do centro do mundo elegante, usa do tnico de Jayme, para previnir que lhe
ponham'a calva ao sol, vai a companhia des Bouffes Parisiens e no mek) do partido de
madame Adelle,elle.tambenara-lhe'oseu lindobouquei.
Digne-se benigno leitor de jurar as palavras sinceras do sincero Veado
Branco, e venha prover a sua dispensa do que melhor se pode encontrar n'um estabe-
cimento de molhados.
' A modicidade dos precos, comparados com a boa qualidade dos gneros e o
bom modo com que se recebe os senbores compradores, deve cortamente convidaras
pessoas que anda n5o vieram nossa casa a fazer parte dos amigos e freguezes fdo nosso
BELLISSIMO IRimZEM
MOLHADOS
CONHECIDO PELO NOME
VEADO BRANCO
EstabelecMo ra Direita n. 16.
Esquina da travesga de 8. Pedro.

Co inheiro
No eollegio da ConceicSo precisa-se de nm coii
nheiro forro on escravo.
Attenco*
a
Prelendendo-se citar por cartas de editos como
ansente e em logar nao aabido a Barlbolomeo
Francisco de Souza, o procarador deste nesta ci-
dade declara que sea constilninte est a muito re-
sidindo em Lisboa travessa do Cstevo Galbardo
a. 8, e qae nesta cidade tem predios de sabido
valor.
RA DAS CINCO PONAS N. 86
AO GRANDE AEMAZEM
DAS
DUAS AMERICAS.
Sempre barato
Maatelga
Ingleza flor a 10, a libra e a 5oo rs. soffrivel e propria para tempero a 32o rs
dem franceza a 56o rs. a libra.
Cha
De prmeira qualidade a 2jJ8oo e proprio para negocio I06oo a libra.
Blscoltos
Inglezes pearl, nic-nac, oval, cracnel, e outros superiores a tfeo a lata.
Figos
A 24o res a libra. ;
Commas
De milbo branco a 4oo reis a libra, de araruta verdadeira propria para alimen-
tar enancas a 5oo reis a libra e caxinhas com 4 libras por menos, gomma do MaranhSo
a 16o rs. e tapioca sag a 24o a libra.
Chocolate
Superior a 10, a libra.
Boees
,., Degaba em latas a lSooemcaixa de 4 libras, moito fino a l#8*>, em caixes
de 2 libras a 5oo e 32o.
Pelxe
Em latas a ljjlooo reis a libra, sonido em qoalidades.
Ostras
America a 8oo rs. a lata.
Baldes e vassouras
Americanas a 8oo reis cada peca.
Toucinho
De Lisboa a 320 reis a libra:
Tomates
Em latas a 6oo rs.
Sal

Ama.
Precisa-se de ama ama para todo servigo de
ama casa de ponca familii: na roa de Hortas Da-
mero 142, l* andar. _______
Os Srs. credores do fallido Amaro Gongalves
dos Santos, qaelram apresentar os seas crditos no
prazo de 8 das, ao administrador da massa abaixo
assignado, na casa de soa residencia d. 5 na roa
Nova de Santa Rita, oa na roa das Trinxeiras n.
19, aflm de ser enmprida a dlsposicao do art. 859
do cdigo commercial.
O mesmo administrador pede aos devedores da
referida massa, bajam de se entender com elle para
pagarera os seas dbitos com a possivel brevldade.
"Recife, 14 de agosto de 1867.
_________________Manoel Joaqoim Baptista.
Refinado em lindos postes por 5oo rs.
Rlrshs de Wasser
A 2ooo a garafa.
Vermoath e Abssatho
A l#5oo a farrafa.
BItter
A l'ooo agarrafa.
De bordeaux superior, Saint Estephe, Saint Julien, Saint Emilie a 74ooo a duzia
e 64o rs. a garrafa.
Vinho
Do Porto fino a 1 -ifjooo a duzia e l5oo a garrafa e magnifico tamhem em bar-
ril a 8oo a garrafa.
Duque do Porto
Adamado e outras marcas a 9oo rs. a garrafa e lo# a duzia.
vinho da Figueira
O que ha de melhor a 44, a caada de Lisboa a 3$ e & a garrafa.
vinagre
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa.
Farello de Lisboa
Saceos com 9o libras a 405co.
Cerveja
Franceza em gigos de urna duzia a Q&.
Ingleza
Bass verdadeira a. T. e Victoria e Alssop a 5o reis a garrafa
^^ N. 2 D ^ N. 2 D .
PP* COKiCAO DE OURO. .*jfc
A loja n. 2 D intitulada Coragio de Ouro na roa do Cabog, acha-se d'ora em diante offerecen
ao ao respeitavel publico com especlalldade as pessoas que bonram a moda os objectos do ultimo eos
mJ* raris) por menos 20 por cento do qae em oatra qualquer parle, garantindo-se a qaalidade e a so
idez da obras.
O respeitavel publico avallando o desejo que deve ter o proprietarlo de am aovo estabelecimen-
to que quer progresso em sea negocio deve chegar immediatamente ao coraco de ouro a comprar
aneis com perfeitos brilhantes, esmeraldas, rubins e perola; verdadeiras em agarras, modernas pele
diminuto preso de 10#, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo preco de 3$, maracas de
prata com cabos de marflm e madreperola obra de moderno gosto (o que o encontrarlo no coracJo da
ouro) voltas de ouro com a competente crusinba ricamente enfeitada pelo pequeo preco de 124, brin-
cos de um trabalho perfeito por um mdico prego, cassoletas, tranealtas, pulceira?, alflnetes para re-
tratos e outros modelos todo de alto gosto, aneis proprios para butar cabello e Arma, dito" para casa-
mento, no rtico roseta tem o Coraclo de Ouro am completo e bem variado sortimento de diversos
gosts, butSes para punbos com diamante, rubins e esmeraldas, obra esta importante a' pelo sea va-
lor ja por gosto ds desenbo, brincos a forma da delicada moslnba de moca com piogente cootendo es-
meraldas, rubins, brilbantes, perolas, o gesto sublime, alttoete para gravata no mesmo gosto, relo-
gios para senbora cravados de pedras preciosas, ditos para hornera, diversas obras de brilbantes de
suaito gosto, crasinbas de rubins, esmeraldas, perolas e brilbantes, aneis com letras, cacoletas de
trystai e ouro descoberia para retrato (a ingleza) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qual-
quer joia, para secoliocar retratos e obras de cabello, e outros muitos ebjectos que os pretendentes en-
contrarao no Coraco de Oaro que se conserva com toda a amabilidade aos concurrentes deixando-
se de aqu menelonar precos de certos objectos ponqu (desculpem a maneira de fallar) dizendo-se o
preco talvex alguem faca mo juizo da obra, por ser to diminuta quantia a vista do seu valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambera recebe se coneer-
tos, por menos do que em oatra qualquer parte, e dao-se obras a amostra com penhor, conservando-se
e loracao de Ouro aborto at as 8 horas da noile.
Qaalquer pessoa que se dirigir ao Coracao de Ouro nao se podera' engaar com a casa, pois
nota se oa soa frente am corado peodarado piolado de amarello, alem de outro qae se nota em uro
rotulo (isto se adverte em consequencia de terem ja' algumas pessoas engaado com outra casa
N. 3 i-Hua do CabugX. 8 A
Agostinho Jos dos Santos $ C.
Acaba de chegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo gosto, perfeicSo artstica e modellos entecamente novos; como
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anneis, botSes de punho, brincos e cassollas com letras, etc..
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqueiros, paliteiros, cliz de mesa
fructeiras, cujos precos s3o incompetiveis, pois que os proprietaros desta casa,
recebendo seas artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seus freguezes. Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se incumbem de fazer concertos.
Na loja do sobrado n. 12 da ra da Impera-
triz se dir' quem vende por barato preco am car-
ro eom vidraca (calexe) em moito bom estado.
Escrava para comprar SSt9^S^TJXrk
Curso de preparatorios
Obaebarel Ernesto Adolpbo de Vasconcelos
Chaves, residente na ros da Madre de Dos n. 36
(Recife) tem aberto em soa casa corsos dos se-
guintes preparatorios :
Lingua latina
> franceza
Pbilosopbia
Recebe tambem alomaos internos em pequeo
Pode ser pro-
O Dr. A. S, Perelra do Carmo (medico)
est morando no sobrado n. 12 da roa da
Imperatriz.
OU
Precisase de
alugar
ama escrava qae cozlnhe oor
ompra ou aloguel : na ra da CrS, SESb?.
10, das 10 horas da manha as 4 da tarde.
Manoel Pedro Tavares de Noronba de hola
em diante flea-se chamando Manoel Pedro de No-
ronba.
Mk
Precisase de ama ama qoe saiba engomm ar.
rata-se a' ra da Cadeia do Recife sobrado n. 34
Trocam se
51-!?s a banco *> B cais flliaes-
endeicta0S^Jmuitt, moml- M Praa d ,nd'
P. N. A. M.
ioe da Croz Santos convida aoi amigos e p-
renles do floado Jos4 Maximino Pereira Vianna
van ao dia 27 do cor/Mie. anoiversarlo, wvkem
o* (miada Coaeeifio dea MilHares algamai bis-
as qoe manea pela* 7 horas da Ma w "
petodeacaaooeteraod'aqaalte finado sea a;
*r7 PI8Sff:M d* nm* ,m* P"* coilnhar e
afeni,rMWMm. d,, .
-ihHs!n|* ^e CM* trre* margem do rio Ca-
pibanbe, no logar da liba do Retiro tata mama
dos par. familia ; aloga-se v/SS^JSS
gPa[ ig VTWng^"18 <<>%
0 Sr. Joto Marques da Costa Soares
que mora na ra do Vgario, quera vir
esta typograpbia, a negocio que nio
ora.
g-
imm.
Trocam-M Botoa
Este inimitavel romance de Lesage, tradu-
zido por Bocage, vende-M por 44 em bro-
xura, e 54 enca'dernado : na livraria Econ-
mica, ral do Crespo n. 2 defronte do arco
de Santo Antonio. __________________
Atapaapara aaaar a fcata a casa d> sitio
*> 9** H (Aplpnaae), trasca, lima*, ana
arrea, buhe fio da eaaiiafto do farro de
Apipocca ao aahlr ds poru de oua : na roa da
laparatrlx o. 63.
Para o excellentissimo mi-
nistro da Justina ver.
0 abaixo assignado detido na casa de de-
tenclo desta cidade de Pemambuco ha tres
annos, e processado nos termos de Flores e
Buique, nao lhe tem sido parmittido res-
ponder ao jury, nico meio de sua defeza,
como lhe faculta a constiluicao do Imperio;
tendo sido requisitado pelos juizes daquellas
comarcas por mais de seis vezes. Chefe de
numerosa familia, e boje sobrecarregado de
prejuizos inclusive suas despezas durante o
largo esdaco de tempo que tem absorvido, a
pouca fortuna que de seu trabalho possuia ;
e protesia reclamar at ser attendido.
________Joao Manoel Frazo.
"gazeol
DE
Barrin d BtissOil
Liquida voltil preparada por Smlluse, repro-
dazindo chimicameote os vaporas qoe' se soltam
em voltt do spareibo purilcado 4o gaz carhomeo,
empregada com o mais seguro successo contrr
a coqueluche, a pbtisica e todas as molestias enro-
mis dos pulmoes
VBSDS-SB NA
Bitica e Br MHm larga 4 BasartaU
Aluga-se o sobrado da ra da Madre
Dos n. 36, eom bastantes oommodos :
trata-se na roa de S. Francisco eollegio da
onceico.
Sabonetes de alcatro
O uso destes sabonetes tem apresenlado os mais
benficos effeitos contra as impingeos, sarnas, ti-
nba, caspa, comlcbdes e todas as demai3 molestias
de pelle-
VBNDBSB K
Btica e drogara
M
Hartholemeu & Companhia.
34Boa larga do ResarieZi
- Ao Sr. capillo do 2* baulhSo de Infanuria
Ignacio Pinto dos Santos Sases pede-se o favor de
se dirigir a roa do Imperador o. 18, afim da con-
cluir negocios que o mesmo senbor alo ignora
Igual favor pede-se ao Sr. Francisco Rodrigos dos
Santos Carioca.
" Sel
Vende-se mel: tratar a roa do Apollo o. 4.
Sedulas do banco do Brasil
e suas caixas no Mara-
uho, Bahia, etc0
Trocam-se efectivamente no sobrado da iravessa
da roa da Concordia n. 13.
HSaVMnVsnl MM tmmim^m
nsatBunn'nl srsr mm,ir
^S No armazem de tintas roa do Impera-
dor n. 22, vende se :
Salitre refinado arroba 6^00
Enxofre arroba 2800
SEGUROS
MARTIMOS
Retratos histricos,
Na PHOTOORAPfflA VILLELA, a roa do Ca
boga entrada pelo pateo da matriz, encoatraaa-se
os segQiwe, retratos:
Do archiduque Maximiliano, ex-imperador do
Mxico.
Da princesa Carlota, ex-lmperatrlt do Mxico.
De Jurez, chefe da revoltt, que ordtnon o
uriUmento de Maxiliaao.
Praeo Oris. '
-7 O Dr. Francisco de Paula Soaxea, medico
mndoa-se da ra Direita psra a das Cinco Ponu*
n. w, a andar, onde contina 00 n*""" 0#
sua profissio.
No Caet do ApoHo n. eonprjte
urna escram qoe tenia *m conducta e saiba
bem enjRmmar; e u* preto para servir
m um pequeo sitio } pga-se bem agra-
dando.
tWalv*
gon, reririf pira tontetllo.
snMi'o por-i
pm boa armazan ni Popta Velna.
Praeu-sa da na _
conducta habilitado
casa de poaca familia;
dirna-sa a' malaAnrora
__Ja idade, de boa
Jo o servico da ama
tiver e qoizer alagar
70-anr.
CIB DOKCIFE
A|iM^^$(8|ei, tera logar ni
Aenco
Antonio Jos da Costa Araajo,gerente do estabe-
lecimento de Bernardo Alves Pinbeiro, na raa lar-
ga do Rosario n. 17, las scieote aosseobores vende-
|h5es e ao publico em geral, que tem um grande
sortimento de charutos fabricados dos melbores fa-
inos vindos de eonta propria, e por precos muito
baratos avista de sua boa qaalidade.
Na praga da Independencia n. 33, loja de
ourives, compra-se oaro, prata e pedras preciosas,
e tambem se faz qualquer obra de eacommenda e
todo e qualquer concert.
Atten$o.
M. 25 gaa do LivraiueDto N, 25
Deposito de tamancos e calcado nacional da fa-
brica da roa do Jardlm n. 19, de Jos Vicente 60-
dinho, tanto no deposito como na fabrica se apromp-
tam todas as porrdes de calcado o mais barato
possivel, esta fabrica tem todas as machinas pro-
prias para os calcados ja bem acreditados pelo
grande namero de freguezes qae daqai se for
necem.____________ _____ "'
mnibus ^ oam.
Francisco C*-**** M*1^0 tu scieote ao
publico- 00 primeiro de setembro principia no-
,^-.oie o mnibus de Olioda a soa carrelra iotes*
rompida, partiodo do Recife as 4 >/ da tarde e rol-
lando as 8 1/1 da manhaa como costme.
Precisa-se alogar am moleqae oa negra pa-
ra vender; na raa das Aguas verdes a M, 2* andar.
Antonio
Pontai
O Sr. Antonio de Soaza Barroso e
Manoel da Conceigio, dirljam-sa as Cinco
b.68 a negocio da san inesniMa.
O abaixo aaklfaado peda asa iavMorM sen estabelecimento em una, povaacao dos Mon-
to, qae pagaem es seas dekoa aaMfavelaflte
at dazembro do corrente aooo, eeo P o
oio fazendo laaeara' nos dos meios jadViaes.
Recita 21 da gosto da 1867.
CONTRA F060.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seui carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercaduras e mobilias :
na ra do Vgario n.'4, pavimento terreo
Aluga-se o 2.0 andar do sobrado n. 2,
junto a igreja dos Martyros, bastante fresco
e com commodos: tratar com Antonio
Jos Rodrigues de Sooza na roa nova d. 50,
das 7 s 9 horas da manhla, ou das 4 s 6
da tarde.
THESOliiO MACONIGO
Acabam de chegar Eocadernac2o Pari-
siense, Tua do*Imperador o. 71, as seguintes
publicaces :
Le Monde Maconnique : Revista das lojas
de todos os ritos: riquissimo deposito das
maiores preciosidadea maconicas, desde a
origem da ordem": centenares de discorsos
dos mais distinctos oradores da Europa e da
America nos differenies templos maconicos
de orna e on*** parte do mundo: 9 velu-
me8 o.a.
MA COLLECfAO DE 15 RjTUAES de lOdOS OS
ritos, para as ceremonias de recepcao, de
inauguracao, de fetUs equinoxias o solsti-
ciaes, de Banquetes, de pompas fnebres, etc.
Um cobridok geral completo, guia indis-
penaavel para todos t macona, tanto sim-
ples membros da ordem, como autoridades
ou officiaes de templos.
Estas doas ultimas poblicacbes em 3 gran-
des volamos in 8..
Ao todo IS volumes.
AMA
na praca
Precisa-se de ama ama par 9 nrrloo interno
de ama casa de poaca familia: a tratar
do CoTpo Saam 17, 3* andar.
- No piteo Cama a. u, te".
cnaSo em casa de Gabriel Attonlo.
precisa de nm
PAGINAQAO INCORRETAi
' /:
1
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I)
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Ur!. te PraaJabue. Sabbado *4 de Agosto de (867.
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CttH -

PARA ZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jarabeba garrafa......... iSooo
Vinhode 1^6oo
Pillas de vidro......... fjJ6oo
Tintura de 64o
Extracto hydralcoolico de jurubeba 12$5oo
PREPARAROS C0MP0ST0S.
Vinbo de jorubeba ferruginoso garrafa. 2ooo
Xarope t l(J6oo
Plalas > > vidro... Sjooo
Oleo de jurubeba vidros 64o
Pomada de pote...... 6lo
Emplastro libra. .... 2#5oo
PARA UZO EXTERNO
A JURUBEBA.
Esta plantar hoje reconhecida como o raais poderoso tnico, como um excesj
lente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do figado e baeo, na-
hepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammacoes
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abcessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glandolosos, na anazarcha, as hydrope-
zks, erysipellas; e associada as preparaces ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, chloroses, faltas de menstruacao, leucorrheias, desarranjos almeos do esto-
mago, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos afrmam os mais.'distiactos mdicos desta cidade, entre os quaes
podemos citar os lllms. Srs, Dre. Silva Ramos, Aqaino Fonseca, Sarment, Seve, Pe-
reira.de Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconhecem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at koh couheeidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elte applicacav.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juru-
beba, vemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje sentan os doenles de usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das veaes repugnantes a tragarem-se, e que tinhata ainda a desvantagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficuo um
medicamento, que poderia produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de hayermos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas par-a bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em saas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien*
a applicaclo, tendo alm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeico possivel, para o que nio poupamos esforcos, no nos importando o pouco lu-
cro que pessames 'tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encostrar a prompta e infaUvet cura
de qualque dos soffnmentos, que deixaaeos innumerados, se forem em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vantagem de escolher as nossas variadas prepa-
rares, aquella que melhor lhe pode convir, j pela fcil applicaclo, e ja pela complca$ao
das molestias, elide, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparaces ferruginosas s3o feitas de forma qae se tornam completa-
mente solaveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que como
taes esto hoje reeenbecidos.
Para aquellos que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a appheaeSo de nossos preparsdos^destribaimos gratuitamente
em nosso deposito um folheto, onde tratamos mais ex tensa mate d'esta planta e dos rre
mos preparados.
Attenco.
ftirguelro e chapelelro.
Na praca da Independencia n. 17, exisle um
grande e completo sortimento de todos os penen-
tes para offleies e msfs pracas <* guarda nacio-
nal e tropa de liona como seja bonets, barrenea?,
tiln?, espadas, talabarte?, bandas, cbarlateiras
etc., assim como chapeo de oleado para pagera
com galo oa cordij de ouro e vende mais barato
que em ootra qaalqaer parte e Jouiamente boies
para farda : na praca da Independencia n. 17,
junto a luja dos Srs. Arantes.
COMPRAS
1
Moedas de'ouro.
Nacionaes e estrangeiras assim como libras
esterlinas: campram-se na rna do Crespo o. 16,
primeiro andar.______________________^^
Comprase moedas de ouro de 20, 16, 10J
e H a roa da Cruz n. 3.__________________
Moedas de prata
nacienaes, assim como patacoes portuguezes e
hespanbes, compram-se com premio : na ra do
Crespo n. 16, primeiro andar. ^_____
Libras esterlinas,.
Comprara-se com bom premio : na pra-a da lo
dependencia n. SI
Loja do Gallo Vigilante
DE
Oompram-sc escravos
Silvino Guilberme de Barros, compra, vende
roca efectivamente escravos de ambos os sexos
de todas as Idades : a' rn do Imperador n. 79,
e-rceiro andar.________
Patacoes
Compram-se patacoes hespanbes, portognezes e
brasileiros de cnnbo antigo, em casa de AJamson,
Heory & C, roa do Trapiche-novo n. 40.
Compra-se na loja de joias do corado de onro
n. 2 D, roa do Cabngi, moedas nacionaes de 20j
Ouro e prata em moeda
Compra se por maior preco do qoe em ootra
parte : na ra Nova p. 31, loja de ferragens.
wuro e prata
Moedas de onro e prata nacionaes, estrangeiras
de todos os valores se comprara na loja de ouri-
ves junto ao arco de Nossa Senhora da Conceico,
roa da Cadeia do Recite, assim como ouro e prata
era obras velhas, brilbautes, diamantes e se poga
bem.
Compra-se ouro e praia em obras, velhas:
na praca da Iodependescia a 22._______
Libras esterlinas
Compram-se no escriptorlo de Antonio Lniz de
Oijveira Azevedo & C, roa da Crn n. 57.
Compram-se
com premio moedas de ouro e de prata nacienaes
e estrangeiras : oa ra da Cadeia do Recie n. 16,
arma7ooi do Adriano, Cstro & C.
Antonio Jos Rodrigues de Souza precisa
comprar urna casa terrea que custe de 1:600000
a i:900J : a tratar na ra do Crespo n. 13, oa na
ra Nova n. 50.
I
Ouro em moda.
Paga-se mais do qiio era outra qualquer parle:
na roa do Crespo b. 19, loja.
Compram-se jornaes para embralbo: na ra
de Hortas n. 1.
Compra-se sempre por mais do que em ou-
tra qualquer parte, prata brasileira e estrangeira
(pataces) libras esterlinas, moedas de 95 e 16$
portngnezas, de 3J, IOS e 20* brasileiras, oncas
ou outra qualquer qualidade de ouro, e se trocam
sedulas do banco do Brasil e caixas flliaes de on-
tras provincias : ua ra da Cadeia do Recife n.
58, loja de azulejo.
Compra-se urna casa terrea em qualquer das
treguezias da capital, cajo valor nao exceda de
2:0005 : a tratar na ra do Pilar n. 6.
DO
BU. SJEVf AL.
Para -o tratamento e cura rpida e completa das molestia* syphiliticas, eris-a -A
iafij rheumasmo, bobas, gota, debilidade do estomago, inammaces chronicas do figado
e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras ebronicas, hydropesas, pleuri-
sias,.gonorrheas chronicas e em gei al todas as molestias em que setenha em vista a pu-
rifica ;o do syetema sanguneo.
Coasldera$des geraes
A saude um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao ens
fermo avalia-lo.
ncoQtestavel que o homem ueste mundo constantemente, e por todos os lador
atacado por uma-iafinidade de agentes morbficos que todos tendem, dadas certas e deter-
minadas circumstancias, a alterar o regular exercicio das funcc5es orgnicas, resultanbo
,pesse desequilibrio o que se chamamolestia.
A molestia nao mais de que a desvirtuado das forjas vitaes, occasionada,- d,
gundo a investigacSes e experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela depm-
*raca"o dos humores geraes, consequencia da acto maligna desses mesmos agentes mora e
fieos introduzdos no organismo pelo acto da respiraco, pela via digestiva, pelo contacto
inmediato etc. etc. etc.
A syphils infelizmente tem sido a partiiha da humanidade, e como fra de duv-
da qae esse terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada eoi todas as idades, e debaixo de todas as suas formas to variadas, enfraquecendo
constuces robustas, preduziado mutilaces, e cortando ainda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esees principios deleterios, e purificar a massa geral dos
humores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos figuram em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos :,ps
mmensos soecessos obtidos pelo aso deste sal uta r agente tanto na Allemanha, como em
F/.inga e Italia, o tornam o compaobeiro ioseparavel dequasi todos os doentes.
Sendo as melestias, como cima dissemos, devidas s alteracoes dos humores, o
Etxir depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado ventajosamente na syphilis, erisi-
pelas, rheumatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, inflammacoes chronicas do
figado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras ebronicas, hydropesas,
pleorisias, gonorrheae chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que se tenha
em vista a purieaco do systema sanguneo; pois que orna pratica- constante tem feito
ver que elle indispensavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, e pre-
parar o doente para medicaees superiores ; e as menos graves a cura a conse-
qnencia do sen uso, convenientemente repetido.
As substancias que entram na composicao do Elixir depurativo do Dr. Sevia
pertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
cias depurativas e antisyphiliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evau-
acSes alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus syphilitico quando este virjem.
tem feito erupeo no exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne taui
bem os estragos dessa terrivel molestia, quaado por ventura se ache ella ainda no
estado de encubante, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beneficio
inmenso, tanto mais quanto oeste estado o individuos ignoram completamente se es-
So contaminados por este terr/vel i ni migo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sna acco so-
bre o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias medi-
camentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
tado, muitas vezes, hydropesas, que quasi sempre terminam pela morte do doente.
Assim pois esperamos qoe o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
sas assevera$5es, porque sendo um medicamento to simples oa sua composicao, a
pratica tem confirmado sua utilidade.
VENDAS
Madeira de slcupira.
Vendem-se 155 paos de slcupira, qne se acnam
depositados no estaleiro do Sr. Joaqoim Antonio
Rodrigue?, na ra do Bru, onde podem ser eza-
mioados pelo pretendentes; a tratar na iravessa
da Madre de Dos n. II.
No trapiche do Barao do Livramento
no Forte do Mattos n. 15, continua-se a.
vender saccas com farinha de mandioca aos
preeos de 30500 a 50, sendo deste ultimo
preco, farinha muito especial, ella antes
que se acabe.
Vndese 26 rasas e 6 palmos de terreno de
mannha em frente a rna do Alecrn contados no
alinbamecto desta roa qae deve flear a qnem do
caes projeetado eln coatinnaso da casa de deten-
cao para os Afogados, tendo de fondo tanto do la
do do norte como do sal 50 bragas e 5 palmos
comprehendldos nesta estenio 6 bragas que deve
ser reservada para dita roa : quem pretender di-
rija-se a ra Augasta casa nova com portao de
ferro ao lado.
Vale* deposito
Na botica e drogara
BE
Bartothomeo Companhia.
34-RUA DO ROSARIO LARGA-34.
Novidade do Pavo.
Alpacas, a 4280
Chegaram as mais brilbantes alpacas de
seda para vestido, sendo neste genero o mais
bonito que tem vindo ao mercado tanto em
novidada de dezenhos como em flores, pois
urna nova fazenda que se confunde perfe-
tamente com seda tendo entre ellas algumas
todas brancas com os mais liados lavrados
e vendem-se a 1280 reis, o covado, na loja
e armazem do Pavlo, rna da Imperatriz n.
60. De Gama A Silva.
Os casaquinhos de pavo
a 1S, m, 255 e 30.
Chegaram os mais modernos casaquinhos
ou jaquetas de grs preto, ricamente enfei-
tadas, sendo uns com cintura e outros sol-
tos con'orme se usa ltimamente e vendem-se
pelos baratos preeos de 180, 20, 250 e
300, na loja e armazem do PavJo, raa da
Imperatriz n. 60. De Gama di Silva.
As alpacas do Pavo
para vestidos a 1&
Chegou om grapde sortimento das mais
bonitas alpacas lanadas, de cores que se
vendem a U o covado, ditas a 800 reis,
ditas lizas de todas as cores a 640 reis, que
se vendem na loja e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz n, 0. De Gama & Silva.
Vestidos braiGM
. -aa.aoPaia'o.
Vendem-se bonitos cortes de vestidos de
cambraia branca com bonitas barras tendo
entre elles tambem com barra de core ven-
dem-se pelo barato preco de 40 cada um,
na loja e armazem do Pavo. ra da Impe-
ratriz n. 60. De Gama Silva.
raae aovidade
GuimaresA Freitas
RA DO CRESPO N. .7. *
Os proprietarios des e bem conbecido es-
tabelecimento tendo em vistas a boa vonlade
com que toda generosa popu'ago desla bel-
la cidade concorre com a sua coadjovago
para o basar de prendas que costumam es-
tabelecer no da da commemoraco do ani-
versario do Hospital Portuguez de Benefi-
cencia, cujo producto applicado a bem
daquelles que baldos de recursos, e no leito
da dor ali procuram melhorar seus soffri-
mentos e aproximando-se o dia dessa gran-
diosa festa por isso apressam-se em avisar
ao respeitavel publico do que ba de mais
moderno em seu estabelecimento, alm dos
quaes tem variedade de outros, que a serem
para um fim to justo os venderam por pre-
eos mu rasoaves.
Riquissimas caixas com msica contendo
o necessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Riquissimos livrinhos com capas de tar-
taruga para missa.
Riquissimo lbum com capa de tartaruga.
Porta joias, dedaes e relogios e neste gos-
to orna infinidade de objectos.
Vasos, calungas e palliteiros de porcelana.
Bonecas que cbamam papai c mami.
Finissimos lencos de cambraias de linho
cora disticos.
Caiiinhas com perfumaras.
Bengalas de canna com lindos castoes de
marfim.
Riquissimos eofeites com coques e sem
elle inteiramente novidade e ultima moda.
Lindsimos cintos para senhoras.
Fivellas lindas de muito gosto.
Lindos port-bouquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentos e bailes.
Riquissimos loques de madreperola.
Lindos leques de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, ultima moda.
Leques de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lindos pentes de tartaruga, massa e outras
muitas qualidades.
Luvas dejouvin, inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Ditas de seda.
Meias de seda e algodo.
Lindas trancas pretas e de cores cim ve-
drilho e sem elle, assim como lindissimas
guarnices para enfeitar basquines e botos
para os mesmos,.
Lindos indispensaveis para meninas das
escolas.
Bengallinhas para meninos.
Suspensorios para meninos.
Lindas touquinhas e sapatinhos ricamen-
te entenados proprios para baptizados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Muito boas escovas para dentes, chapos-
roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes.
Superior liabas para crochet.
Agulbas para o mesmo fim.
Lindos agulheiros e dedaes de madrepe-
rola e marfim, assim como de metal.
Lindas guarnices de botes, para colotes,
punhos e colerinhos.
Ricas capailas para noivas.
Meias de seda para senhoras.
Superiores thesouras para unhas, costura
e cortar cabello, etc., etc.
Suspensorios de seda para bomem.
Ditos de algodo para homem e meninos.
Finos aderecos pretos para luto.
Grande sortimento ce finas perfumaras
dos melhores fabricantes at hoje conde-
cidos.
Grande sortimento de fitas de todas as
qualidades.
E muitos outros objectos que impossivel
seria menciona-los e que se encontrarlo na
loja do Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Biv sem segundo.
Roa do Quebaano n. 4.
Wr acabar cam as lateadas abaixi
mencionadas.
Queiram vjr vf qae km e baratada*.
Ralbas de labyrintho com bico, faienda boa i
3J800.
Garretels de Hoba com 100 jardas a 30 rs.
bravatas pretas e de coree muito finas a 500 n.
Calas de obrejas de massa maito novas a 40 rs.
cofiadores para espartilbo da cordo e fita a W
ris.
Carreteis de Haba Alexzndre com 400 jardas a SO
res,
fraseo de oleo babosa a 30 e 500 rs.
Ditos de dito bigieoiqae verdadeiros a 1J000.
Ditos dito falso a 800 rs.
Ditos de macagar perola a 00 rs.
sabonetas moito finos tf&O, 160, 200 e 320 rs.
Ditos de bolla mallo finos a 140 e 320 rs.
Caixaa para rap com bonitas estampas a 100
Miadas de liaba froxa para bordar a 20 rs.
varas cordo para espartlbo a 20 rs.
?cnles volteados para regacAr cabello de menina
Frascos de macaca' oleo multa fiao, a 120 rs.
.\botoaduras maito finas para colletes a 500 rs.
Candes de linha branca e de cOres a 20 rs.
Libra de ara preta superior a 100 rs.
Sscovas*par* late, fasenda boa, a 600 rs.
Varas de irania branca de linbo para toalba a
lOOrs.
Pejas de bico estreito com 20 varas maito bonito a
1*000.
Varas de papafina de dlfferentes larguras a 120,
t&OeSOOrs.
Caixas de palito balao a 40 rs.
Caixas de palitos de segar acra sem encbofre a
60 rs.
Sabonetes de ramilla a 100,160 e 240.
Grosas de bcioes de madreperola para camisa a
500 rs.
Caixas com soldados de chumbo para meninos a
120 rs.
Cartilba de doctrina ebrislaa a 320 rs
Latas com superior banba a 200 rs.
Qaademos de papel pequeo superior a 20 rs.
Duzia de baralhos fraoceies superior 2*.______
PILUIj AS
Xarope e vloho ferruginoso de
jurubeba eona pyrophosphato
de ferro.
Colorse, anemia, escrfulas, racbitismo, blennor-
rbagia, leaeorrba. febres intermitentes e ame-
norrha (menstraacio dolorosa e Irregular)
etc., etc.
Ha maito qae donamos em vls!& associar o ferro
as nossas preparaces de jurabeba ; mas levamos
tempo a experimentar qual a preparacao ferrugi-
nosa, que mais conviria ao organismo humano,
vindo por fim a decidir nos pelo pyropbospbato
de ferro, com o qual podemos prepara r os nossos
xarope e vinbo de jurubeba ferruginosos.
Temos a observar, porm, que o nso dos medi-
camentos de jarabeba cem o pyropbospbato de
ferro nanea pode occasionar a pbtysica as pes-
soas anda as mais delicadas, como muitas veaes
tem arontecido at a pessoas robusta?, qae se bao
servido do mesmo medicamento preparado com
outras substancias ferruginosas, por isso que o
pbospboro debaixo da frnu de pyropbospbato,
um meio prophylatko reconbecido infallivcl con-
tra esta terrivel affeceo.
As preparaces de jarabeba, a qae bavemos as-
sociado o pyropbospbato de ferro, sao mui provei-
tosas no traumento das molestias das senhoras,
taes como a cblorose, anemia etc.
Estas molestias manlfestam-se com os sym
mas segnintes :Descoramento geral da
das membranas mocosas, magreza, inchacSo das
faces e das pernas; eicitaco nervosa, bysteris
mo, melancola, debilidade muscular, dores ne-
vralgicas, pulso mais frequente do qae no estado
de saude, calor febril, pelle secca, appatites de-
pravados, vmitos, priso de venir?, menslrusgao
dolorosa. Irregular, pouco abuodaate, descorada,
uulla, flores brancas, amenorragia e iofecandi-
dale.
Dsle estado espantoso, alfas to ordinariam ote
reconhecido entre nos em erescldo numero i se
uboras, desapparece s com o prudente nso das
preparaces cima.
nico deposito destes medicamentos:
pharmacia de J. A. Pinto, ra larga do Ro-
sario n. 10, em Peraambuco.
rmpto-
pelle e
GRANDE
Vestidos a,6J
s na aja V
j nata ricos cortes de organ-
aflptes listas largas, pre
rascad)
Grande a mazem de tin-1
tas medicamentos etc.
Roa do Imperador n, 22.
Productos chimicos e pharma-
ceuticos os mais empregados em
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tura e para tinturara.
Productos industriaos e tintas
para flores, como botdes de aeres
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenho.
Productos chimicos e industriaos
para photograpia, tinturara, pin-
tura, pyretecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
pride directamente de Pars, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena
confianca e satisfazor qualquer en-
commenda a grosso trato e a reta-
lho e por preco commodo.
o
Tendo de se liquidar a Ir ja de calcados franco-
tes sita na ra do Imperador n. 32, previne-se ao
respeitavel publico que a mesma liquidaco tera'
smente logar de segunda-feira 20 do correte mez
em diante, e para se dar ama idea da barateza,
abaix se transcreve os preeos:
Borzeguins de Mellier verdadeiros. 114000
Dito Sazer dito........8$000
Dito do mesmo fabricante de diversas
qualidades..........8J000
Dito do fabricante Faoion e Lavergea .. 85000
Dito de diversas fabricantes de 35 a 75000
SapatSes de Sazer qae se vendiam por
JOCO a........... 3*500
Borzeguins para menino de varios fabri-
cantes de 5J por .......... 3*000
Botinas para meninas dem idem a .. 35300
Ditas para senhoras dem dem Jolly 3*500
Sapatdes para meninos de diversos fa-
bricantes. .........3*000
Perfamarias do fabricante Lubin e Piver, sorti-
mento variado de diversos extracto; e agaa de Co-
lonia.
Camisas para bomem.
Bengalas, grvalas, charnteiras de mbar, pen-
tes de tartaruga de diversas qualidades e mode-
los, emfim ama infinidade de artigo de laxo e
bom gosto.
Aro armazem de fazendas de
Santos Coelho, ra do Quei-
madon 19.
. Bobi e barato
Lambfaia de cores masadas finissmas a
aOO a vara.
kjUZI? !*%* transparentes finas de 40,
jX: **H e moa pe?a com 4
comf2jaXt9Padade84e9*apeca
dem branca franceza muito larca a 95 a
peca com 8 varas. "
Bales de 35 e 40 arcos nesgados para
senhoras, a 40500.
dem de 35 e 40 arcos com ferrogem a
20500.
dem de mursulina nesgados a 50.
dem de crochet a 50.
dem de mursolina para meninas a 30 e
3)$500.
Saias bordadas a 50.
Cambraias admascadas para cortinado a
120 a peca com 20 varas.
dem para forro a 30 a peca com 10 jar-
das. e s
Cambraia de linho muito fina de 60 e 90 a
vara.
Madapoloes finos de 60, 70, 80,90,100,
110 e 120 a peca.
Platilha de algodSo superior fazenda para
saias a 30200 a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 20600.
Lences de hamburgo fino a 20400.
dem de bramante moito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Guardanapos de linho adamascados a...
30500 a duzia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 20 a vara.
Algodlo enfestado com a mesaia largara
a 10100 a vara.
dem trancado de algodSo a 10800 a vira.
Toalhas alcochoadas de linho rifes a 110
a duzia.
dem de algodo felpudas a 130 e 140
a duzia.
Colchas de fustSo a 60000.
Retondes de fil preto a 60.
Chales de fil a 50.
Lengos de cambraia brancos finos a 10800,
20 e 20500 a duzia.
Lencos de cassa finissimos a 35200 e
306OD a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 10000 vara.
Grosdenaples preto bom a IjTOO e 20
o covado.
Morantiqoe preto superior a 20800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 800 rs, a
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 20500 a vara.
dem de linho com 5 palmos a 10200 a
rara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Riquissimos basquins a 250COO.
Assim como outras muitas fazendas que
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de tudo,
AUUSM
Este estabelecimento acaba de receber liadas
chapelinas para senhora, ricas calxinbas para cos-
taras, ditas para joias, pentes doorados para coco,
nveas muito ricas, assim como cintos e pulseiras
da ultima moda de Pars, ntremelos e babadinhos,
bonitos toucadores donrados e de Jacaranda, espe-
Ibos escossezes de diversos tamanhos e ricos cai-
vetes para senhora, voltas para pesco$o, gravati-
nhas, bico de seda, dito de algodo, labyrintho, e
muitos outros objectos de apurado gosto, que se
torna enfadonho mencionar, tuao por preeos mai-
to commodos: a' ra da Imperatriz n. 70. na loja
daJLealdade.___________________'
Grande liquidaco de iustrnmentos de
msica de todas as qualidades.
50Ra Nova relojoeiro50
O dono qaerendo acabar com este artigo resol-
vea vendar lodos os seas sortimentos de instru-
mentos muito mais barato qae as outras casa?,
avista da fazenda e dos presos ninguem deixara
de comprar.
AGUA FLORIDA
Palha
Na rna das Crazes n. 25, confronte a padaria.
vende-te palha para cadeira, a melhor qae ba no*
mercado, e mais barato qae em ootra qnalqaer
parte.
0 arrobe vegetal
moito superior aos xarope de Cnisiuier e de
Larecy. De fcil digestio, agradavel o paladar
eao alpbato, elle cura radicalmente, sem merca-
rio, todas as affecedes da pelle, impingeos, alpor-
cas, tumores, ulceras, sarna degenerada, escrfu-
las e escorbuto. E* sobre lado poderoso as mo-
lestias rebeldes ao mercarlo e ao iodareto de co-
tisio.
NICO DEPOSITO
Pharmacia de Joaquim de Almeida Pinto,
______roa larga do Rosario n. 10.
Vndese ama escrava moca perfeita cosinheira
e toa engommadeira, para ver e tratar na roa Di-
reita n. 86,1* andar.
i mo e
Mal
Vende-se o molequinho de 5 a 6 annos de
idade, maito sad e filbo de pais robustos, ao bee-
eo do Lobato n. 7.
Farinha de aaadiaca sageriar.
AtraWrcomTissoIrmlo, oa no trapiche Ba-
rio .fe Llvriowott, no Forte do itm:
Vendr
ama escrava de 30 annos de dade, sem vicios e
nem ahaqoes: a tratar na rna 4 Qfozes n. 42.
Paiie.
Se vendemos
dy branco com
tas tendo 10 varas cada corte com os com
petentes enfeitos para o corpo sendo neste
genero-o que tem vindo de mais novo ao .
mercado, pelo bajito prefo de 60, s oa ~ Vede-se e tambera arrendase um excellen-
d. 60, De Gama -i Silva. i das Crujes d. S a, a qoalquw bora.
Piano,
Vende-se um bom piano forte de tres cordas: a '.
tf.t aj, roa j| iaperttfi, n> Wt k]t.
Cal de Lisbia
Venie-se no armazem de (David Ferreira Bal-
tar roa do Brom n. 66._______
Arados americanos
Samuel P. Jobnston & C tem para vender supe-
riores arados americanos: a roa da Seaua Nova
n. 42.
Vende-se om sitio na margem do rio Capiba-
orbe : a tratar na *na do Qoelmado n. 18 A.
Farinha de mandioca a 3#8O0 o sacco : no
srmazem de Candido Alberto Sodr da Hstta n?
travesea da Madre da Dos n. 14.
Z>3
MURRAY&LANMAN
Pela tereeira parte de sea valor
vende-se ama armecao em ponto grande, caixao
gaz e todos os pertences da taberna da raa impe-
rial n. 215; peda flear na mesma easa oa tirar
como coavier, a da-se par tedpreco-
Vtnde-sa na terreno de 0 palero de frente
e 350 de fondo, no Cbaoon: a traur na forte da
^atosnreDMB.3.
Estfto se acabando
Chius largas escaras, cores fhras, panno supe-
rior, a 240 rs. o covado, e em peca a 220 rs.; n\
ioja da rna da Madre de Dos n. 16, deronte da
goarda da alfandega.
A agua florida de Murray A uanmand
olhada como um artigo de perfume, nao
tem podido ser igualada pelas preparaces
as mais custosas: conserva seu aroma, co-
mo se formasse parte da prenda a que ella
se apphca. '
Sua eficacia t5o delicada, como elegan-
tes sao seos multiplicados usos, qur seja
empregada como artigo de toucador, qur
no uso do banho, ou como suavisador da
pelle, depois que se tenha feito a barba;
j para limpar as gengivas ou aromatisar o
balito.
D suavidade, brilho e elasticidade aa
compleices, depois de se haver lavado; al-
liva a irritado de erupcoes ordinarias; fax
desapparecer o desagradavel aspecto dos
pannos, das sardas, do rosto, rugas e toda a
casta de ebulicoes, e d vigor e frescura
parte onde quer que se applique. Sua efi-
ciencia e elegancia sa"o igualmente infalli-
veis nos casos em que seja preciso applica-
Ia como estimulante e antisptico, nos con-
cursos e assemblas numerosas, as loca-
lidades infeccionadas, na alcova de um en-
fermo, assim como um antidoto excellen-
te para os desmaios causados por cansaco
ou suffocacao. Preparada nicamente por
Lanman 4 Kaasp, Nova-York, e a venda por
Caors & Barbota.
JoSodaC.Brao4-o
A yenda as drogariaa de A. Caors, Bra-
vo 9* '? Mwer C, e em todos os
armaceuticos do imperio
Vende-se urna taberna na rna do Hospicio
D. 18, pois o dono est doante e deseja retirar-se;
caja taberna tem commodo para familia.
PAGINAQAO INCORRETA


p^

H^^HHI^HB

6

Urto 4c Fernaanfcma* Aabbado 14 de Agosto de 1867.
RIJA DO IHUJM M. 38
0 proprietario deste estabelecimento deseja chamar a atiendo dos senhores pro-
frUrios para os acreditados mechanismos que contina a fornecer; os quaes garante
wr como sempre. da melbor qualidade possivel:
Machinas de vapor
torca de um cavallo para cima. As menores sao moi proprias para motores de ttajcaro-
{ameutwUe algodao ; ellas viaja armadas e podem trabalhar dentro de 24 horas, aepois
de coetrarea. no lugar. Ellas letwUudo quanto preciso para o trabalho, e "^J^J8.*0"
arecellenies. As machinas maiores sao proprias para a moagem de canna, e hadelias
,que poitem junta e separadamente moer canna e descarocar. E^las podem-se applicar a
quaiquer oenda j existente sem outra mudanca do qoe a sobstitaicSo das rodas da alman-
.iarra. ha tamban* com naoanda juuta. Ellas tem depsitos d'agua e boeiros de ferro, e
nio precisam para sen assentamento de obra alguma, qur de carapina, qur de alvenana.
O tetnpu pira aseeota-las nio excede de doze das ao mais, e em casos de mortes de ani-
maos ou arrombamentos de acudes* te, garante-se o assentamento em oito dias. Todos
estes rapures sao simplsimos na construc?o, e se regem por qualqner pessoa intelligente,
a. faoiiida le da conducho sendo especialmente considerada, tanto qne nao ba lagar em que
oio se possam conduzir, qur por trra, qur embarcado. .
Lvmbra-se aos senhores de engenho que a venda dos animaos e o servico da
gente owupedo no sea tratameato os bao de recuperar da maior parte da despeza do
rapnr, deix-mdo-lhes a vantagem de ama moagem certa e accelerada ; e acabando com a
despeza d< compra continuada de novos animaos, e com os desgostos do trabalno que se
tem cmeles. ..
Ser talvez desnecessario lembrar aos compradores de vapores a vantagem 9"*r
resolta de comprares* suas machinas garantidas- em urna fabrica, tendo artistas compe-
tentes para asseotar as mesmas e ensinar a maneira de trabalhar com ellas, e ja prep
.iradas para arremediar qualquer desarranjo; facilidades estas que jmats podem encon-
trar comprando as aos simples negociantes, os qoaes por falta de conbecimento na mj
vlarra nem se qur podem garanti-los de que aa machinas que vendem sojam proprias ou
sufficlduies para o trabalho em que se queira emprega-las, e no caso de desastre nao po-
dempresiar-lhes soccorro algnm; sendo que anda quando venham s fabricas para con-
fortar as machinas alheias, toroa-ae-ha preciso faxer repetsUnataaote moldes novos, etc.
para as pecas estragadas. J numerosas vezes estes vendedores-tem representado seus
vaporas como sendo de torca mui superior sua actual e verdadera torca; equivoco
este que nao so engaa ao comprador acerca do traaalho que possa tirar do vapor, mas
tambera da lugar ao pagamento de um preco excessivo, vista da torca real da machina
que comnram.
Tambem ba sempre prompto rodas d'agua de ferro, sarHhos com erazetas para as
mesmas uuendas de canna de todo o tamanho, rodas de espora e angulares, P*"0* ou
ooch^s pan receber o caldo, crivos e portas de fornalba, taixas de ferro batido, fundido e
de u ore, firmas de ferro galvanisadas para purgar assucar, bombas simples e de repu-
gna, alambiques de ferro, eixose rodas de carro, arados, grades, anchadas a cavallo e ou-
u*ns instrumentos de agricultura, moinbos e tornos para fazer farinha e finalmente todo o
objecta de mechanismo de que se costuma precisar.
Na fabrica se fazem obras novas encommenda e concertos, com a maior presteza
. e siidea O grande deposito de pecas e objectos babilitam-na muito para este fim.
O proprietario ser sempre mui feliz de poder aar nformac5es oa esclarecimento
aos senhores que se servirem de seu prestimo. _.
D. W. Bowman, engenheire.
OMOURODEVE
Ao respeitavel publico pernambncano pede-se
Atten$o
Maoteiga ingleza
320, 500,800 e U so no armazem se acba vista. .
Manteiga franceza
em linras 560 e 640, em barris se far differenca.
Banha de porco
em libras 320 e 380, em porcio se far differenca.
Fructas
em calda Pera, Pecego, Rainha Claudia, Alperxe e ontras muitas 500 e C40 a lata.
Ervllhaa
Portuguezas 640, francezas 900.
Fono
em latas do Para e de albaneque, lata 43 e 10200.
oaiHi de mllho
em pacotes, dita da trra 100 e 200 a libra.
VIuho
de Bordeaux em caixaa duzia 50, garrafa 500, dito de 85 a duzia, 800 a girrara, dito a
444 a duzia, 40200 a garrafa, dito do Porto a 84, 420,480, 240, caixas de duzia, assim.
como figaeira caada 30500 e 40, poro J A A Lisboa 20800, 30 e 30500 a qualidade camentosas qoe Pfjfe^cem M^reino yege-
convida.
PILDUS se BLAHCARD
,1 WBOmO II IBIS 1! ALTI JUTIt
ApproYadaa pela Academia da Medecina da Pars
imniMi sm*> sbsscal m sil hiwhmh
nizriMHUiabailoa wounth m ivaaga, va blgica, oa iklabda. ba tttiwia, tc.
Mtnfoit ktnr-u mu Bxpotifoii Uni*erfoii Estas Ptala eorolYids n"nu amada restne-balsasniea de urna tenuidad* asoeasiia, ten
TUtagen de tere tnaRenfeas, m aosvr, de dm fmmmt roluna, e de mui cansare as
oreaos digestiros. Gonndo ds* propriedades do loso e do sTaamo das coate princi-
palmente das affeceos CUorotieai, Escrofulosas, tuttrtutoeas, Caeros*, as Iisrrfcsa,
*tnmorrhta, anemia, etc.; cufia, ellas offereeem aos praticos ma nsedicaca6 das aaalsesser-
gieai para modificar as coostitafceoes tymph*twu, frotas oa tUeWtaias.
ft. O Msnie Ierra kaparo > lwrs osa awea -
nxnto inflel,' irritante. Carne prars da pareta e da aathenridade da*
ersladelras Plala* de Blaueare, ders -ae azigir homo m pra reatesira a bou* neta, .o4 leprodasMa.aaM sesekaaa parla
i da osa roale verele. Deae -se daacoeer sa lilsHss|SSa
interior i
Amana-*e em toa-a* a* pftaraaaela*. Pk*i asaasaSsaa,naa Jaaapart, A>. rXart*.
^^ ..... '.....' ''
.
v
mmmxnxsm
PREPARACOES FERREAS-MAI6AB1CAS
APPROVADAS FILA ACADBUIA BB MEDICINA
DE BURIN D BUISSON
Ptariuctlirt, Inreads stla kakm* de sWieiu t tu*
0 eminente professor Troussba, aa nltima edicSo de sea Tratado i Thera-
peutua e Materia medica, recenhece que os ferruginosos simples slo muitas
vezes nefficazes para curar as molestias que teem por causa o empobrec ment
do sangue. Muitos mdicos dos mais disinctos attribuem esse m o xito A ausencia,
n essas preparac5es, do mttnganese, que se acba no sangue, como o tem recoahecida
os chirnicos os mais peritos, sempre intimamente unido cora o ferro. '
E pois, prestar-se um verdadeiro ser,Ico aos S' Mdicos', o cnamar-se tnt attencio
sobre as preparares seguiates.
i PflS ffiPPPS iBSnffSniPS dando nmediaumeite urna agua, acidalada,
I f TO IcriGlO UiaUganiClfS gazoiai agradaveit 8Ubstitumdo com TuU|n
economa as aguas mineraes fcrruginosM.
Pinlets e Xarope de iedurelo de ferro e de manganese inalteraveis
eontead cada urna cisco centigramos de dureto de ferro manganico indicadas
particularmente as molestias lymphaticas, escrofislosas, e as chamadas aaa>
rosas e tuberculosas, v-
haim de lclalo de ferro e de BaBsanese r,ceiudu p^^^te
Puas de earbonalo frreo mangauico
alternar esta duas preparaeoes di oa snesorea famltados.
6,J*lrif d^ BuMW1 dM,M,d<> <** *eio eorapkta de publico mete a
crea do valor de suas preparacoes, prevme qie elle u pi fratuatamente a saa
disposicAo, dingendo-se; ..
No Fernambuc*, a son agente geral, Maarer O Qb\ pAmacwrticoA, ru Hova.
2
i

ara a cb loroais, a aae-
aia, a leacorrbea, a ame-
norrhea. A indicacio de
Q
^Hslsi
i m 111 m:
PH4RMCI4
DE
Joaquina de Almeida tinto
A jurubeba contra o ingorgi
tamtnto do figado e do bago.
Em extracto aleoollcf, aaaaplaa-
tro, oleo, tlotaira, plalas,
xarope e tIbIio
A jurubeba orna das subitancias medi-
CJaz
em lata de 5 galoes e mais pequeas a vontade do comprador, em garrafa.
Alpiste
140 a 16 0 a libra, paingoa 100 alibra.
AzelAe
em garrafas a 800 e U.
CrlARUTOS
em calxa de 50 por l&, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
da Exposico caixa S&, ditos de Regala caixas com 100 a 29500 e ontras mnitas marcas
qne so na presenca dos compradores.
PREZUNTOS
de lamego em barril, ditos de fiambre o melhor que ha-no mercado por preco qne iaz
admirar 1 i
DOCE DE 6WARA
caixes de 560 fino, ditos de 1 qualidade a 1)9200.
BOCETAS
com doce secco a IfJ e 2.
QUEIJOS
do Alentejo em latas chegado pelo vapor Oneida, ditosFlameogos e Pratos dos mais novos
que ba no mercado.
AZEITONAS__________-a-
de elvas como no mercado nao temos alja lata, em barris do Porto a 14 orno nao ba
melhor.

SODE MUITO GOSTO
Vanado sorti ment de modernos chapeos e cbapelinas de seda, de fll e de palha de Italia.
para sennora e menina.
Superiores tiras, bordadinbos o enlre-melos bordados em cambraia tapada e transparente.
Va leja das celumuas a na do Crespo n. 13
DE
Autonio Correia de Vasconcellos & Companhia.
aTL_..." .'-----------------------1c---------:-----------4-------------------;--------
MOVO DEPOSITO
.biin
DESCAROCAR ALGODAO
to de Omm-Smgikfibinii
53~RMalrelta.-^3
it/f.S t"\j:>
.Noste estabelacmltnto se onconirarao a
verdadeiras machinas americanas ebegadas ultima-
mente, as-quaes sao feitas pelo, mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas qOTprwlsareil^pmja,, dfi:^.dirigirsa este
estabelecimento que Mrajfc?rSo flas mais peffeitas
nostff genero,,assim. coao mais barato do que em
. nutra rjoajtaraor parte, sor i*so crtpropria, bemooiit*rO^tH nnos para m(sar.Bsiaao, a frtntje ss-timento tefer-
ragens -ftaaKfeza emgresOe a retalho.
Ibchioaa amoririniii pira atoar Af, de
lia
Em liquidado.
O proprietario destes dons estabelecimen-
tos tendo muita fazenda em ser e desojando
liquidar para vender mais barato que pos-
sivel na ra da Imperatriz lojas e armazens
da Arara, ns. 56 e 72.
Alpacas admascadas para vestidos de senho-
ras 500 e 720 rs.
Roupa feita nacional.
Vende-se calcas de casimira a 5$, 65 e
8#, pretas ditas de meia casimira a 15000
e 35, ditas de brim pardo a 10600, 20400
e 2500; ditas brancas de linho a 35300,
4jJ e55!: palitots de casimira preta e de co-
res a 50, 60, 80 e 100; palitots de meia
Vende-se alpacas de assento branco com casimira a 30, 30500 e 40: palitots de al-
listas e flores lisa e admascadas proprias | paca de cores e branca a 30500 e 40: palitots
para vestidos de senhoras a 500, 720 e 800
rs. o covado ra da Imperatriz lojas da Ara-
ra, ns. 56 e 72.
Ditos 160 o covado.
Vende-se ditos em retalhos a 160 rs. o
covado, ditos em peca a 200 rs. o covado :
de brim decores a 20500, 30 e 20: serou-
de algodaosinho de linho a 10600, 20,....
20500: ra da Imperatriz lojas da Arara
ns. 56 e 72.
t)rgandis de cores a 640 rs. a vara.
Veode-se cassa organdis de cores a 640
retalhos de caca preta a 120 o covado: re- e 720a vara : talatana de c&res a 800 rs. a
talhos de caca de cores a 200, 240, rs. o co- vara: roa da Imperatriz lojas da Arara ns.
vado: retalbos de llasiuhas a 160, 200 240 56 e 72.
rs. o covado: ra da Imperatriz lojas da
Arara ns. 56 e 72.
Brim pardo transado a 560 rs. a vara.
Vende-se brim pardo com peqneno toque
de mofo a 560, 640 rs. o covado: ra da
Imperatriz lojas ns. 56 e 72.
Laazinbas a 200 o covado.
tal, e pertence a classe dos tnicos e desobs-
truentes, sendo empregada com vantagem
contra as febres intermitentes acompanhadas
de eDgO'gitamento de ligado e de bago. Ella
tem sido applicada com incontestavel pro-
Yeito contra a anemia oa chlorose, e hydro-
pbesia, catharro da bexiga, e mesmo para
combater a menstruacSo difficil, resultante
da mesma anemia ou chlorose.
Depsitos geraes
Em Pernambuco, ra larga do Rosario
o. 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
Dorado, Rio Grande do Sal, em casa dos
Srs, Casco & C, Mace pharmacia do Sr.
Claudino, no Havre, pharmacia de Mr. Bla-
ncal, em Lisboa, oa pharmacia do Sr. Feij.
Sedas largas
A 11 ocovado
So na leja d favo.
Vendem-se modernissimas sedas com largara
de chita franceza, sendo com padroas modernos,
tendo entre ellas cores proprias para rjnem est de
loto : vende-se pelo barato preco de 25 o covado :
grande pecliincba : na toja e armazem do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Cortes broncos
ASOOrs.
Vende-se bonitos cortes de cambraia branca com
bonitas barras bordadas e tendo tambera algnns
com bonitas barras de cores; vende-se pelo bara-
to preco de 55, na lo]a e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Alpacas de cores
A500rs.
Cbegaram as mais bonitas alpacas de cores para
vestidos com desenhos minaos e graados, tendo
largara de ebita franceza, e veode-se pelo barato
prei;o de 503 rs. cada covado ; grande pecbio-
cba : na toja e armazem do Pavo, ra da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Bramante a 2$.
Vende-se superior bramante de linho alvo com
16 palmos de largara, pelo barato prego de 21 a
vara : na loja e armazem do Pavo, rna da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Algo lo avariado
Vende-se pegas de algoo'o largo mnito encorda-
do, pele barato prego de 55500 a pega : na loja e
armazem do Pavo, ra da Imperatriz n- 60, d Ga-
ma & Silva.
Retalhos
Vndese urna porcao de retalbos de chitas e ca-
gas pretas, por prego barate, na loja e armazem do
Pavo, roa da imperatriz n. 60, de Gama di Silva.
Sedas a 320 rs. o covado
Vndese nm bonito sortlmeoto de sedas de listas
que sempre se venderam par mu;to mais dinheiro
o liquidam-se pelo baratsimo prego de 320 rs. o
covado, s para acabar : na loja e armazem do Pa-
vo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Francisco Jos Germann
fRUA NOVA N. 21,
acaba de receber nm lindo e magnifico sor
timento d* oculos, ltelos, binculos, do al*
timo 0 mais apurado gaste da Europa o ocn
los da alcance para observares e/para o
martimos.
STaL SEM SEGVDiDd
Raa 4o Qnelnado u 49, loja *1
lindezas
DI
Jos Bigouinho
Varas de babado bordado do Porto- a 500 rs.
Carreteis de reros preto com duas oitavas propric
para machinas a 500 rs.
Agalbas para machinas a 25000.
Pregos franceses de todos os tamanbos a 240 rs.
Grous de boioes de osso para caiga a 200 rs.
Espelhos donrados mnito finos a 15000.
Caixas com ilnba superior para marcar a 240 rs.
Carriteis de reteoz'de todas as cores a 80 rs.
Frascos d'agna de Colonia mnito superior a 500 rs.
Fraseos de oleo maito fino a 500 rs.
Pegas de tranga branca de caracol a 60 rs.
Duzia de tesonras pequeas a 480 rs.
Frascos d'agua para liropar denles a 500 rs.
Redes pretas lisas para segnrar cabello a 330.*s.
Ouzi js de pennas de ac maito finas a 00 rs.
Caixas de linba do gaz de 30 novellos a 600 rs.
dem de palitos de segnranga a 20 rs.
Garrafas de agua Florida verdadeira 11O0O.
Babados do Porto de todas as largaras e lodos o
pregos.
aviatorios eom estampas para meninos a 320 ra
Memento da roupa de lavar a 100 rs.
Dnzlas de meias mallo finas para senbora a 4.00 '
Agalbas francezas a bailo (papel) a 60 rs.
Pegas de fitas de la de todas as cores a 500 K.
Grozas de botdesde porcelana prateados a OOr i
Calas com alflneltes trancezes a 80 rs.
Caixas de 100 envelopes mallo finos a 600 rs.
Resma de papel de peso branco liso a 25.
Frasco com superior tima a 100 rs.
Pares de botoes de ponbo maito bonitos 80
Llnhas em cano de 200 jardas a 100.
Caixa de superior linba do gaz com 50 norelloi
700 rs.
Talberes para meninos a 240 rs.
Masso eom superiores grampos a 30 rs.
Grosas de pennas de ago multo finas a 320 rs.
Bonets para meninos a 15.
Pentes com costa de metal a 400 rs.
Realejos para meninos a 100 rs.
VERDADEIRO LE SOT
Ra da Solno,
PARS.
Aviso agradavel.
Sonza Soares d Iranio.
Roa Nova n. 28.
Vendem :
novellos sortida
Madapolo a 4^000 a peca.
Vende-se pecas de madapolo com 20 va-
ras a 45, U, 60, 70, 8J e 100: rna da
Imperatriz loja da Arara ns. 56 e 72.
Casimira emfestada a 10 o covado.
Vende-se casimira eofestada de doas to-.Jjg?SaTbVa **
guras a 10, 1;5600 e 30 0 covado panno -j Dita mais inferior a'l5200 e 15500.
no preto a 10600, 20, 20500, 30 e 40 : ra, Dita do gaz, preta, branca e de core?
Vende-se lasinhas para vestidos de se- imperatriz lojas daArara ns 56 e 72 Ixa? de 40 uoveiios, 800 reis.
nbora a 200, 240,280, 320, 340 e 400 rs. i AlgodSosinbo a 30 e 40 a peca,
o covado : na roa da Imperatru lojas da Ara-. yende-se algodaosinho a pecas de 30, 40,
ra n. 56 e 72. [5^ 60 e 70 a peca ra da Imperatriz lojas
Chitas francezas largas a 240 rs. o covado. da rara ns 56 e 72.
Vende-se chitas francezas largas a 240, Bramante a 20iOO a vara. .
em cai-
280, 320 e 400 rs. o covado: ra da Ira- Vende-se bramante de 10 palmos de lar-
peratriz lojas da Arara n, 56 e 72. gura a 20400 e^205OO a vara: ra da Im-
Mosambique a 400 rs. o covado. peratriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Vende-se mosambique com palmas de se-; Algodo enfestado a 10 a vara,
das para vestidos de senhoras, a 400 rs. o Vende-se algod3o enfestado de duas lar*
covado: e vareja de listas para vestidos de. guras a 10 a vara dito transado 10280 a va-
senhoras, a 280,320 rs. o covado.
novellos, branca, a 7
novellos grandes, a 540
a 160 reis a
15200
Sedas escosseza com quadros para vestidos
de senhoras, a 280 320 rs. o covado: rna
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Arara vende as saias 30500.
Vende-Ee saias bordadas para senhora a ,
30500, 40, 60 e70,saia balao 00 crinolinas'?^ e 30500: so oas lojas da Arara, ra da
de arcosa 20,20500 30e 30500: roa af^^^P*3!:
Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
ra: ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56
e72.
Cassa franceza a 240 rs. o covado.
Vende-se cassas de cores para vestidos a
210, 280 e 320 o covado, vendes-se cortes
de cambraia decores e com barras a 20500,
As sedas da Arara 10.
Cortes de la de 14 covados a 30.
Veode-se cortes de 15a para vestidos de
senhora com 14 covados o 30, 30300, 40,
Vende-se sedas de quadrinhos e cora lis- 40500 e 50, vndese corles de calcas para
tas a 10, 10200, 10600, 10800 e 20, o co- bornem a 800, 10, 10OO e 10600. coiarl-
vado: pupelinas de seda com palmas saltos nhos de linho para homem 400 e 500, ditos
para senhora al 06OOe 10800, grosdenaples j de papel a 500 rs. a duzia, golinhas para
de cores a 10800 e 20, dito preto a 10600, | senhora a 200 e 320 rs. por estes precos as
10800 e 20: ra da Imperatriz lojas da Ara- lojas e armazens da Arara, rna da Impera-
ra ns. 56 e 72. triz ns. 56 e72.
TRATAMENTO Mr CHABLE, ni PABIS
Medico especial, conaultaces, 86, __n lilas r
AVISO AOS MENTES. 2tf?.is* >*---.
doentes me eserevm
leiicsuis
1 > A.->*
.Jfs>
wio, lam Ca-
ttb UsJat as
to, s as o las,
460
Dita em caixas de 50
reis.
Dita em caixas de 10
reis.
Dita branca e preta, em cart5as,
duzia.
Dua de Alexandre, carros 200 jardas, a
a duzia.
Dita em carros, com 80 ardas, a 360 reis a
duzia.
A;ulhas de (ando doarado maito finas, caixa
220 reis.
Ditas inglesas, sortidas, milhelro 700 res.
Gratrpas eom cabera de vidro, om a
reis.
Ditas lizas e crespas, maco 30 e 60 reis.
Colxete em caixinhas, duzia 640 reis.
Dito em cartoes, dazia 600 e 900 res.
Espoletas verdadeira?, B B, caixa 100 reis.
Alfiuetes em cartas grandes a 140 reis.
Ditos em cartas menores, 100 reis.
Ditos em caixas com meia libra, 320 reis.
Botoes de madreperola para camisa, grosa
e 500reis.
Ditos de osso para calca, grosa 200 reis.
Ditos de louga, grosa 160 e 220 reis.
Ditos de moedinba para paobos, a 15600 reis
a dazia.
Pentes para alizar, dazia 15100, 25200 e 35000
reis.
Ditos maito superiores para bixos, duzia 25000
reis.
Ditos para coco, dazia 15500,15*00, 25400 e
35400 reis.
Pbosforos de cera maito superiores, dazia de
eaixinbas 320 reis.
Baralbos trancezes maito fiaos, 200 reis.
Ditos portagaezes maito bons a 120 e 160 reis.
Espetaos em qoadro donrado a 120.
Trancas lizas e de caracol, peca a 40 50 e 60
reis.
Fita de la para debrom, vara 100 reis.
Dita de algodo branca, pega 240 reis.
Dita de fraho, pesa 40 r^is.
Lia de todas as cores para bordar, libra 65000
reis.
Garante-se cinceridade e baratsimos precos
RA OVA K 28.
Em cada garrafa, v*f, mire rollj, e 0 -eJ rl
que lera ornen nete, um rotula imprerao em ami-
rallocom SatH l-aai*t o ovK!i N.B.-irmeU
.trndo-triiitigl'i ra '
ir SAO franro* sn- j
braParii.arHIaTel
a 60 das de v tj. j
omn'ra.fn:,..,
do liadim-nlii edu I
ssalor ituoaln i
Deposito na pharmacia deP.Maurer
C. em Pernambuco.
XAROPE DEPUHATIVO
DE CASCA DE LARANJAS AMARGAS
COM IODURETO DE P0TASS10
DE
al.P. Laroze.
pharmacentleo em Pars
O ioduretodepotassio um verdadeiro al-
terante, um depurador de incontestavel efi-
cacia; combinado com o xarope de casca de
laranjas -margas, aturado sem pertubaco
alguma pelos temperamentos os mais fracos,
sem alterar as funeces do estomago. As do-
se mathematicas que elle contem permittem
aos mdicos de receital-o para todas as com*
pleicSes, as affeccoes escrofulosas, tubercu-
1601 losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'isso, o agente o
mais poderoso contra as doencas rheumaticas.
Deposito em todas as pharmacias e casas de
drogaras no Brasil.
Expedicoes, em casa de J. P. Laroze, ru
des Lions-St-Panl, 2, Paris.
A' venda na pharmacia de P. Maurer A.
C.a, roa Nova n. 25.
did
corar i
'.*
e uto estoa eswde? sei e abusci de um xrande aamere de i* i
m 4 dias, atoa atada mab doentes. ^^ M*"^*^J"
HA MAIS O AIVMOS
qne caro iwdtcaJBMBto sen recahidas, Corrimmtoi, RtaamcAo ato aastad.
P*N* tmlmtm, caado tciaaira a caasi virulenta ikms>atei77a
cw>asfuss vidm de bmu -fotustito do sahodi ara mw bm
canal Use tenar a dar saa naWcs dan pan acabar meu^IW7tTbo*
."^IrSSa^l^
40.000 DOENTES CURADOS
ta-sis,tumi*frmim amsTsai, lasaena, atadas
Yonde-se na rna Nora o. 25, pharmacia franceza da
?, IWttllffiR 4
iiimiiiiiii
IMPtMrasMMia especial horneo-J
pathlea do r. abiaio O >
L,. I I lili n
Cha de ll aorta para uso das
pessoas que se tratam homeopatbi-
camefite.
Vende-se em pacotes do libra a
3#200rs.
Roa Nova n. 43.
Parte, 36, Ra Vivtenne. IV
CHABLE MDECINSPCIAL
AS ENFERM1DADAS DES SEXUAES, AS AFFEC-
COES CUTNEAS, E A 7TERAC0ES DO SANGUK.
- 80.000 curas uimpingem,
tulas, herpe, earna,
eomixoei. acrimonia, t o-
lereou, vtcioeai do sangiut
_ virtu, e aUeraeoe* do sar*
gue. (Xarope vegetal sem mercurio). Btcparativa*
Tcgelara BACHOS MDVEftAES tomao-sa doaJ
por semana, segnindo o tractamenlo Depurativo: I
anpregado naa mesmas melestias. C
Esta IsropaCHnctodalane
de CHABLE, can ibmedia-
tmente quslqaerpuroacao,
retaaofao, debilidade, s
igualmente oa fiuxot e floras
trancas das mnlheres. Esta lateeeao bsnlana aav
fratasa casa Xana* da Ciiracto i Ferro.
aaaurr !!. Pasadasjm aa cara asi tras itaa.
POMADA ANTIHERPETICA
Castra i au afftccoet cutneos cornisn.
P1LULAS VEG6TAE6 DEPURAT1VA8
f> i ssiad ds a
AVISO AOS 8RS. MDICOS.
maWrfcn, sassss
DEPURATIF
d SAIVG
PLUS de
COPAHU
S
4.
Terrenos paa edificar
Veode-se terreos no Catanga, maito altos, e
propriosparadiBesiclo. Qoertprete*derdirlja-se
a roa do Apollo n. 31
__^_ ^ --^^^^"~**
Veode se as livrarias da roa do Imperador
n. 73 (Acadmica) e n. NNMlsauaA.r4Wrea*ltv
oacio) e na da roa do Crespo n. a. J (4o &' No-
goeira) a obra iotitolaia Preldft! MlWBltt
Ioteroacional, eom referencia, e appllcacio de
seos principios as leis partleolares do Brasil, at
186?, pelo Dr. Antonio do Vasconcellos Meneies
de Drommoad.
Sirop du
BfFORGET
\nemnai tas dot trm-
cki* e ttit, u tlitttm
Ido^sss.-Ustaaodaoarta
dbw colbe rchde deste xarepe y roaos t.
Dr. CBAanat em Parii, r VMMat, .
A venda na pharmacia de P. Maurer 9
e C, em Pernambuco.
GAZ GAZ GAZ
Chegoa to antigo deposito de ffenry Forster 4
C., rna do Imperador, om carregamento de gaz d
orimeira qualidade.o qnal se vende em partidas
ralbo oof sMBO" p>*fo do qne em ootr qaal
roMio.,^____________,_________.____
Farinha superior
Tem para vender Antoolo Lola doOliveira An
va4*fc*^Maei^piortD, roa. tta Croa a. 67.
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* le AgM(o 4e 1867.

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fettetos do Dr. J. C. Ayer, ex-leitt
da Biivr8ile de Fetaylrtiia, Btt
Estilos-Unido*.
flxiraet* coaaoasto de nalsa-par-.
rllau ele Ayer.
PeM*aJ de eereja.
muinile parasei&ea.
Hlartaa eattaartleas.
0 deposito ceatral para as provincias
Pernamboco, Alagoas, Parahyba e Rio-
Grande do Norte, destes remedios t5o la-
voravelmente coohecidos e acolhidns en
todas as partes da America do Sol e do
Norte acha-seencasa de Theod chrla-
tlanaen, i6 ra do Trapiche en
Permaabueo.
Os precos de
33| por duzia de estrado de salsa-parrilha.
S7A por duzia de peitoraJ de eereja.
17 por dona de remedio para sezdes.
7$ por duzia de plalas catharticas
m entendem i dimhelro vista, coa
o descont de 5 por cento em qaantidades
de 6 a 12 duzias, e de-10 por cento em
qaantidades superiores a 12 duzias.
im
GRANDE SORIMENTO
FAZENDAS IIIII ATAN
LOJA E ARMAZEV
no
A gata branca.
Antes de avisar a saa boa fregueiia do qae de
doto ba recebido, vai primeiro dirigir seos cura-
primemos e agradecimentos ao bello Viado braoco
pelas maneiras agrada veis com qae elle a ba tratado,
eassim eampriodo esse dever, deseja Ibe tambera
qae a par da continaacao de saa robustez ten ha
erescido augmento de bous freguezes, e mais qae
com aquella ligeireza de qae dtsp3e-se livre-se da
poetara d'aqqelles qae a pretexto de amostra la-
vara os objectos, e pelas soas immensas oeenpacoes
Dio voltam mais.
Ja v, pois, o bello Viada branco qae a aguia
aprecia o seo bondoso trataroento, e Ibe deseja um
feliz porvir. Assira dito e feito, val a agaia bran-
ca satisfacer a saa boa fregoezia, pela obrigaco
em qae esta' de eootinaameote cientfica la do
qae de novo receben, pelo qae avisa-a, de qoe aca-
ba de ehegar para a loja d'agola branca, a ra do
Qaeimado d. 8; o segninte :
Coques novos de linios e variados moldes.
Enfeites modernos e bonitos para senboras.
Cintos de pontas enfeitados com vidrilbos.
Cordoes grossos, pretos e de cores com vidrilbos
para enfeites de vestidos.
Trancas pretas e de outras cores, tambera com vi-
drilbos para o mesmo fim.
Guarmc"e pretas para basqaines, vestidos etc.
Trancas e galdes de seda para o mesmo.
Dita dita de lia e algodo:
Fitas de velludo de cores, lisas e ebamalofadas.
Bicos de seda.
Fitas de borracha para cintos.
Ligas de seda para senboras e meninas.
ntremelos e babadinbos bordados.
Golliobas e pnnhos bordados para senboras.
Gollerinhos para bomens.
Abotoaduras de diversas qaalidades e preeos para
coletes.
Ditas ditas ditas para ponbos.
Bonitas corremos pretas para reloglos.
Agaia Branca a' roa do Qaeimado n. 8, re-
ceben :
Caixinhas om dous baralbos francezes, de colo-
ridos finos, entermeados com donrado?, papel en-
cornado, lustroso e opaco, obra multo boa.
Ditas com teios de osso, marfim e madreperola
para vo I trete.
Pentes de marfim cora chapa e sera ella, par:
limpar caspas e tirar biebos.
Ditos finos d'osso e tartaruga para o mesmo
Qm.
Ditos de osse baleia e tartaruga para desemba-
rcar.
Ditos, de ditas dita para barba.
Oca los de peneira para qaem soflre da vista.
Oatros de differentes graos e cores, com arma-
coes d'ago fino.
Oatros tambera de armario fina, vidraca de co-
res.
Lonetos ou pincenez cora armario e ac, b-
talo e tartaruga, vidros brancos e de cores.
Eovelopes pequeos bordados.
Dito ditos opacos e grandes para offlcios.
Frasqutnbos com superior lila carmira.
.. Stereoscopos e vistas.
Acaba de ehegar um aovo sortimento e conti-
nuara a erera vendidos por piecos comruodos.
Meias
Pretas de la e iaia para padres.
Brancas de la para horneas e senboras.
Ditas de borracha para qaem soflre inxaco as
pernas.
Barretos ou carapucas brancas de algodo.
Essencia de ail, e bolas de dito para en-
gommado.
Vendem-se na loja d'aguia branca, na roa do
Qaeimado n. 8, sendo a essencia em rasqainbos a
500 rs., e as bolas a 60 rs.
Lencos de cambraia brancos e de cores com
barras de cores (xas
J nao a prlmeira vez que a aguia branca ven-
de desses longos da marca BBB, isto bons, bo-
nitos e baratos, por sso approveltem t dos essa
nova occasio de se proverum desses sempre pre-
cisos lencos, coja commodidade de preco anima a
fazer-se o gasto ; cnstam elles 33600 a duzia, e os
pequeos para meninos a 800 rs. a duzia. Quem
se dirigir a loja d'aguia branca na ra do Qaei-
mado n. 8, eonbecera' qoe taes lencos tem as qaa-
lidades cima ditas.
Novo sortimento de albuns de 50 a 200
retratos.
Veodem-se sempre por preeos commodos; na
roa do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Bolas de Borracha para brla-
quedos.
Vendem-se na roa do Qaeimado loja da agaia
branca n. 8.
Carretela de retroz para ma-
chinas.
Vendem-se na roa do Qaeimado loja da agaia
branca n. 8.
Papel paquete.
Vende se na roa do Queimado loja da aguia
ranea n. 8.
iYa ra do Trapich n 16.
acham-se os seauintes devositos
De R. Br uaitgaaiis en Naits.
Buurgogne.
Vinbo Pommard tinto,
i Cortn tinto.
> Santo Georges tinto,
i Chambertin tinto.
> Rlcbeboorg tinto,
i Clos de Voageot tin o.
Cbablis branco.
DeM.A.Woefem Francfort:
Bheno.
Geisenhemer.
Liebfraumilch.
Marcobrnnner.___________________________
Era casa de Theod Christiaosen, ra 4o Tria
Siche-novo a. 16, nico agente no norte do Brasil
iBrandenburgfrres, Bordeanx, eucontra-seea
lectivamentedeposito dos artigos segrate:
St.Jalien.
St. Pierre.
Lartn*.
Chatean Leoville.
Guatean Margaux.
Grand vin Chatean Lafitte 888.
Chatean Lafitte.
Chatean San ternes.
Chatean LataurBlanenn. /
Cnaieao Yqueffl. s-
Cognac em tres qaalidades.
Aieitedoce. Preeos de Bordeanx.
--- -- i -------------------------
Aos agricultores
Saonders Brothers 4 C. acabara de reeeber de
Liverpool vapores de torca de 3 a 4 eavallos esa
todoa-os pertenees e mai proprios para faxer mo-
ver machinas de descaroear algodo, podendo ca-
da vapor trabalbar at eom 140 serras, tamben
serven tara enfardar algodio oa para outro qoal-
quer-servleo en qoe asam trabalbar eom anlmaei.
cu meemos tambera tem a venda macbidas ame-
.-Mt*?5 erm P'eaeotes dlrl-
am-se ao largo do Corpo Santo n. 11.
i *r Alm. .gran?e ,80rt"ften das melhores machinas, americanas Dar descarrocar
gs&a &?,8> so-* *>3o- 5--sssrs
Azeite de espermacete propria para machi-
nas.
Vapores de forca de 3 a 4 cavallos.
Serras avnlsas para machinas.
MancSese todos os mais pertenees para as
aeaaav
Carros de mo para aterro.
Cylindro para padarias.
Debnlhadores para milho.
Arados americanas.
Garrinhos proprios para armazens.
Moiohos para refinagao.
dem para ovino.
Escadas de uadeira americanas.
Caixas com vidro sortidos.
de todas as qaalidades.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para eogommar a rapor.
Vassooras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de verguinha.
Guarda comidas.
Peneiras d'arame para padarias e refinacCes1
Correntes para almaojarra.
Machados e faces americanos.
Barricas com milho branco americano.
PAVAO
m iBfttttek m 6k
AM1 SILVA.
trranrtA ?? ProPreta/os dto ?ra,nde estabelecimeato acabam de reeeber da Europa um
Sr nrirt,Kent( d-as melhores fazendas de 15a, linho,.algodo eseda, as quaes vndem
SLJSSf baral,ss,mos. afim de apurarem dinheiro, dando de todas ellas amostras,
S nm peDhor ou mandam-nas ,ey em casa das Exmas. familias pelos seus
wixeiros, assim com~
to comprarlo pelos
apenas o descont.
Loja
DAS
Bastos
Vaquetas de lastre proprias p:ra cob*rtas de
ewros, muito novas e da melhor qualldade pos-
Cadei1 ve^.em*se Pr PNS0 raioaeis ca rna da
de apurarem dinheiro, dando de todas ellas amostras,
uv. um yeuuur uu mandam-nas levar em casa das Exmas. familias pelos seus
os, assim como as pessoas qae negocian em pequea escala, neste estabelecimen-
* mesmos preeos qae se conpram as casas inglezas, ganhando-se
Caseniras pretas eiifestadas a | 6eo.
onf !?^* ^* P8'"10 'ende-se superior casemira
nrestada preta para calcas e paletos pelo barato
prece de 1JI600 o covado on a 2#80O cada corte
de caica, dita muito mais fina, eovado a 2X200
oo o corte a 3*800, ditas mnito finas sem serem
entestadas a 11808, 2*000 e 21500 cada covado :
D* JJ e armazem do Patio na rna da Imperatriz
n- 0 de Gama & Silva.
Espartilhos.
inglexes na loja e armarem do Pavio, na roa da
imperatriz n. 60. de Gama & Silva.
CZ5

Armazem de fazendas finas para grandes toiletts e tiso
ordinario para todas as classes.
udm m um

rna m Cresp n a. esquina da cln Imperador
DE
Custodio Jos Al ves Gu maraes.
O proprietario deste importante estabelecimento avisa ao respeitavel publico
e aos seos amigos e freguezes que acaba de reeeber pelo vapor francez Guente, di-
versos artigos de moda, os quaes sao de completa noviciado para este mercado, e apro-
ximndole o da da commemorac5o do aniversario o Hospital Portuguez, por isso
apressa-se em vir avisa-los do que ha de mais moderno em seu estabelecimento, como
sejam:
Riquissimaschapelinas com coque. I" Luvas de Jourin preta, branca e decores.
Ditas sem elle. Lindos corles de la com barra.
Lindas chapelinas de palha da Italia. (Re-J Riquissimos cortes de transparent dese-
commenda-se muito estas chapelinas por se-da para vestido de senhorastambero oovi-
rem ntenamente novidade),
Riquissimos cintos de seda, com matames
ebineza, ultima moda.
Lindas saias de 15 com bordados, proprias
para as excelentsimas senhoras trazerem
por cima do baiao, ultima moda em Paris.
Lindos cortes de seda para vestidos.
Moireantique branco, azul e preto, fazen-
da inteiramente nova. *
Grosdenapoles de todas as cores.
Ditos pretos.
Leques de madreperola.
Ditos todos desndalos.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, inteiramente novidade e ulti-
ma moda.
Chapeos de sol para senhora.
Ligas de seda para senhora.
Ditas para meninas.
Espartilhos para senhora.
Riquissimos enfeites para senhoras, intei-
ramente novidade.
B.iioes para senboras e meninas.
Toaquinhas ricamente enfeitadas.
Coeiros bordados.
Toalhas de labyriotho muito ricas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dito.
Rendas, bicos da trra e grades para lencos.
Um rico lengol de labyrintos.
Riquissimas basquinesde seda preta, bor-
dadas com gosto.
dade.
Lindos cortes de 13 com listas de seda.
Riquissimas ivellas para cintos.
Fil de seda e de buho.
Riquissimas camis'mhas para senhora.
Rftjuissimas saias bordadas.
Punhos e gollinbas para senhora.
Riquissimcs manteletes de cores, inteira-
mente novidade.
Peitos de linho bordados com goslo pro-
prios para camisas de noivos.
Collarinbos de linho lisos e bordados para
bomens.
Lindos veos e manas de blonds.
Riquissimas vestimentas para baptisados
contendo chapeosinbo, sapatinho, meiasinha
e camisinha com lindos bordados.
Riquissimos chales de touquim.
Gravatas de seda branca para noiva.
Ditas de cambria de linho com bordados
as pontas, novidade.
Chapeos de sol de seda com castao de
marfim.
Ditos de outras qualidades.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Chapeos de seda preta para homem.
Ditos de pbantasia para homem.
Casemira preta muito fina.
Ditas de cores inteiramente novidades.
PANNOS DE CHROGHE'.
Yende-se om grande sortimento dos mais boni-
tos pannos de ehrocbs proprios para cadelras, so-
poas, eadeiras de balanco, para almofadas e para
eobrir presentes, e vendem-se por preeos baratos
na loja e armazem do Pavo, roa da Imperatriz
n. 60, de Gama 4 Silva.
FAZENDAS PARA LUTO.
Loja 9 payo.
Vene-se setim da Cbina prelo sendo nroa fa-
lenda mntto leve e sem lastro com 6 pateaos de
largura proprio para vestidos e roopas para ho-
mem pelo barato preco de 2J000 o eovado meri-
no preto entestado noito bom a 1J600, superiores
bombazinas (,reus a 116U0, 11800 e 2^000 rs. o
covado, superior canlo a IliOO, lanzlnha preta
lisa a 400 e 500 rs. o covaoo, om grande sorti-
mento de alpacas e priorezas pretas qoe se ven-
dera mais barato que em ouira qualqoer loja e armazem do Pavo, roa da Imperatriz. n
60,e d Gana & Silva.
As 40 mil varas de eambraias
Covado 300 rs. vara 500 rs.
6 o pavSo
Vendem-se finissim eambraias franco-
zas m listias miuda,, e graudas e com
lindos deseohos de flo"es e palmas, sendo
todas eom as cores mais modernas e mais
lindas que tem vindo ao mercado, pelo ba-
rato proco de 300 re. o covado ou a 500 a
vara, grande pechincha attendendo a
grande porc5o que em, sen3o seria para
muito mais dinheiro-isto na loja e armazem
I do Pavao, ra da imperatriz n. 60 de Gama
'Silva.
Chales baratos
U, 30500, 60 e 70000.
Veadem-se chales de merino estampados
a 20, ditos lisos a 30500, ditos estampados
finos a 50500, 60, 60500, ditos crepon
com listras de seda a 70500 e 80000,
pecbiocba : na loja -e armazem do PavSo
ra da Imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
Xotos restldoa a 6000.
Na loja do Pavao.
Cbegaram os mais modernos e bonitos cortes
de organdys para vestidos, tendo 10 varas cda
corte, sendo 7 varas listadas para salas e 3 varas
sem listas, mas com enfeite para o carpo (oa ca-
saquinta) garante se neste genero ser o mais mo-
derno que tem vindo ao mercado, tendo entre el-
les roanos brancos com listas e enfeites pretos, e
vendem-se pelo barato preco de 6, nicamente
no armazem do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de
Gama de Silva.
Para camas de nolvas.
Vende o Pavao.
Ricos cortinados bordados a 8J000,10*, 163,
202 o 2o o par; assim como os mesmos tambera
servem para janelias; ditos adamascados a i0 e
12i ; bonitas pecas de cassas adamascadas para o
mesmo effeito; bonitos damascos de la de ama
e duas larguras, proprios para colchas, assim bo-
mo bonitas colchas de croch : tu|u isto se vende
Vestidos de fantazia a 60 e 80.
Vendem-se bonites cortes de vestidos de
fantazia com lindas barras e enfeites de seda
pelo baratissimo preco de 60 e 80 na loja
e armazem do Pav3o ra da Imperatriz n.
60. De Gama & Silva.
Pannos de linho.
Vende-se superior panno de linho puro
para lences eceroulas a 640, 700 e800
res, a vara na loja e armazem do Pavao ra
da Imperatriz n. 60. lie Gama & Sdva.
Bramante de linho a U 20400, 20800 reis
a ara,
Vende-se superior mamante de linho
com 10 palmos de largara proprios para
lences, pelo barato preco de 20, 20400 e
208OO reis a vara, na loja e armazem do
pavao ra da
A Silva.
GRANDE BAZAR
rna Nova n. 20 e 22
Machinas para costara do autor Wbpeter
A Wilson, ebegadas ltimamente na Ame-
rica; as quaes pode cozer-se com dous
pespontos, toda e qualquer fazeoda, emba-
mbar, frangir, bordar e marcar roupa; tudo
com perfeicao. Sao tao simples, que oem-
prehende-se fcilmente a maneira do traba-
lho e a pessoa tendo pratica de coser em ma-
rhinas, pode fazer por dia o serviro que fa-
ciam 30 costareiras.
_ Chama-s este estabelecimento a atten-
Imperatriz n. 60. De Gama c, .d0 PDDUC0 visto que elle se acha con>
imente sortido de objectos de go>to,
Algod5osinbo eofestado a 10 10290 reisa^omo em leQaes de madreperola e de sao-
vara.
Vendem-se superior algodSosinho ameri-
cano eofestado que a largura delle d a lar-
gura do lencOl, sendo liso a vara a 10 e sen-
do trancado a 10280 na loja e armazem do
PavSo roa da Imperatriz n. 60. De Gama
Suva.
Punhos e golinbas a 10000 o par,
so oPavo.
Vende-se nm grande sortimento dos mais
bonitos e modernos punhos com golinbas,
sendo de esgaiao de linho bordados a 10000
o par, ricos manguitos com gollmhas de
cambraia tapada e transparente a 24000 o
par, pecbiocba; na loja e armazem do
Pavo ra da Imperatriz n 60 de Gama 4
Silva.
Calcio has pera meninas a 640 e
800 ris.
Vade-se calcinbas bordadas para meninas
qoe mdam na escola pelos baratos preeos
de 640 e 800 rs., manguitos para as mes-
mas e para senboras pelos mesmos preeos,
na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
Baldes de canda.
Vendem-se as mais modernas crinolinas on ba-
ldes proprios para vestidos de cauda, sendo os
melbores e mais modernos qae tem vindo ao mer-
cado e por preeos muito razoaveis: na loja e ar
mazem do Pavao ru da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
. Las transparentes.
Cbegaram as mais modernas barejes on lasi-
nbas transparentes com bonitas listas de seda,
vendem-se na loja e armazem do Pavo rna da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Casaaaiahns para senhora
Chegaram os mais moderos casaquiohos oa ja-
qaetas pretas ricamente enfeitadas sendo com cin-
tura e sem ella, pelos preeos mais mdicos que em
outra qualqoer parte : se vendem na lo]a e arma
zem do Pavo rna da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Baldes a 0< M
Vndese nm grande sortimento de crinolinas
ou balfies de arcos para senhora pelos baratos
preeos de 2J, 2,5500 e 3 por ba ver grande por-
fo : na loja e armazem do Pavao rna da Impera-
triz n. 60, de Gama & Silva.
lladapolSo e algodo
Vendem-se superiores pecas de madapolo ten-
do 24 jardas cada ama pelos baratos preeos de
6,5, 6&500, 7J e 84, ditos francezes fazenda multo
dalo, fivelas, fitas para cinto, cokes per**
mana e etc, ^
Na ra nova n. 20 e 22. Carneiro Vian-
na &C.
mais barato do qoe em antra qualquer parte, na superior em pecas oa a retalho, aleodo muito en-
loja do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama corpado pecas com 20 jardas a 54500, 64 e CJiOO,
& Silva.
Organdy a 40OOO.
Vendem-se bonitos cortes de organdy
sendo com listras todas brancas ou com lis-
tras de cores tendo oito varas cada corte,
pelo barato preco de 40, pechincha: na
loja e armazem do Pav5o ra da Imperatrix
n. 60 de G.ima e Silva.
Atoalhados para meza a 20000, 20300 e
30000."
Vende-se superior atoalhado de linho
adamascado alvo com 8 palmos de largara a
30 a vara; dito adamascado pardo a 20500
rs.; dito alvo de algodo a 20000 rs.; dito
dito muito Qoo qce serve al para camisas a 84 :
na loja e armazem do Pavo ra da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva.
O dono deste importantissimo estabelecimento contina nolouvavel proposito de
qoerer vender mnito e ganbar pouco, sujeitando-se a tirar em soas mercaduras um lacro
rasoavel, para assim poder melhor agradar aos seus numerosos freguezes.
Cambraias, las, chitas, madapoloes e ou- trancado alvo, sem ser adamascado a 10600;
tros muitos objectos.
Vapores.
nT?!* "?* bandera Brotben & C
om todos os pertenees proprios para fazer mover
e oa qoatro machinas para descaroear algodio
guardanapos econmicos pardos a 30 a du-
zia ; ditos alvos a 30500 e 40000: isto na
loja e armazem do Pavo ra da Imperatriz
n. 60 de Gama & Silva.
Casaquinhos de fil.
Vende-se os mais modernos casaquinhos
ou basquinas de filo preto. pelo barato pre-
go de 100, chales e rotondas de renda prta
na loja e armazem do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60. De Gama & Silva.
Cambraias largas com 8 Palmos de largara a
10 e 1280.
Vende-se cambraias largas da Escocia ten-
do 8 palmos de largara que falicita fazer-se
om vestido apenas com 4 varas, pelo bara-
to preco de 10 e 1280 reis a vara pechin-
cha na loja e armazem do Pavo ra da Im-
peratis n. 60. De Gima & Silva.
Cambraias escocezas tapadas e transparentes.
Vende-se um magnifico sortimento de fi-
nissimas cambraias brancas para vestidos
tendo mais de vara de largura pelos preeos
de 100,120, 13|, assim como om grande
sortimento de ditas mais abaixo de 40, 50,
60, 70 e 80, garantindo-se aos comprado-
res que neste genero .nao podero comprar
melhor em outra qualquer parte e s na lo-
CamSsMV i" do faJ? roa da toperatriz n. 60. De
ATTENCAO
A' LOJA DE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO i C
ilRa do Queimado11
Angosto Porto 4 C acabara de reeeber da Europa superiores cortes de seda de cores para
bailes e casamentes.
Ricos cortes de blond com manta e eapella para noivas.
Cortinados bordados para camas de noivas e janelias de 74 a 804 eada nm.
Colxas de seda e outras de la e seda o qae ba de melhor para eamas de noivas.
Toalbiobas de croch para eadeiras e sof?, espartilhos a sultana para senboras, eamisinhas
com manguitos bordados e lindos encbovaes para baptisados, e baldes de musselina e de reos para
senboras e meninas.
Lavas de pellica para hornera e senhoras e superiores chapeos de sol de todas as qaalidades.
La para vestidos baratlssima bonitos padrfies o eovado a 180.
Tapetes grandes para sof, ditos para plano, ditos para eSma--peqoenos para portas e janelias.
Moir branco e preto superior para vestidos de lindos desechos, grosdenaple de todas as cores
seda de qaadrinnos, eambraias brancas de maitas qaalidades, ditas de cores e liadas percales.
Basqaines de seda preta nltlma moda, chales e retondes de guipare, veade-se barato.
periores.,
Capas de borracha, sobretodos e perneiras as melbores e mais elegantes.
Malas grandes para vlagens, ditas pequeas e saceos de tapete e eoaro.
Bramante braoco de 4 larguras a 24500 a vara, paonos pretos e azues, casemiras pretas e de
cores ludo bom e barato.
Neste estabelecimento ba sempre nm completo sortimento de boas fazendas tanto para a praca
como para o centro da provincia e superiores objectos proprios para casamento*? como sejam eapellas,
mantas, vestidos de blondo e de moir branco, cortinados, colchas, vendendo-se nido mais barato lo
tambem as melbores
Esteiras e alcatifas para forrar, salas.
H-Rua do Qnelmailo11
Noto e grande deposito de superior carvao de Cardiffna
Bafcia.
Antonio Gomes dos Santos & C, roa Santa Barbara n. 1, esto habilitados supprlr de
oarvio em condiefies mais favoraveis qae em oatto qualquer deposito, a todos os navios a vapor ejnt
certera naoneile porto. A contratar nesta com Domingos Alvos Matheo,]
Gama & Silva.
Damascos para colchas a 50, 20500 e 800 rs.
Vende-se o mais superior damasco com
8 palmos de largura proprio para colchas
com os desenhos mais-buoitos que tem vin-
do ao mercado com urna s cor e de duas
cores pelo barato preco de 50 o covado, di-
to com 6 palmos d largura a 20500, ditos
de urna s largora a 800 reis, na loja do Pa-
vo roa da Imperatriz n. 60. De Gama A
Suva.
Cassas de urna s cor a 300 rs.
o covadef.
Vende-se bonitas cassas de urna cor s.
tendo cor de cosa e asul, cor de lyrio, roa,
verde cor de canoa, polo barato preco do
gOO rs. o coviii: na loja- earmawm do
pavo ra da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
VENDE-SE
Motores americanos para dons cavallos.
Dito dito paraqnatrocavallos.
Machinas para descaroear algodo de 14, 16,
18,20. 30, 35 e 40 serras.
Prencas para enfardar algodSo fazendo os sac-
eos com 6 palmos de comprimento com o peso de
150 e 200 libras, vindas ltimamente da America
no armazem de Henry Forster & C, no cae Pe
dro II d. 2 janto ao Uabinete Porlngaez.
Collares Royer magnticos
lledalhas e pnlseiras magnticas.
A Agaia Branca receben nova remessa dos pro-
vellosos collares Royer magnticos, ja sommamen-
te conbecidos para preservar as convnlsdes e faci-
litar a desticao das chancas.
Com esses olis collares elctricos magnticos
tambem nao pequeas qaantidades de medalhas
e pnlseiras elctricas magnticas caja ntilidade
tem sido aproveiuda per qaem soflre do nervoso
nypocoodico, remore as mos etc.
Assim como os collares Royer estio geraltnente
conhecidos e acreditados pelos efficazes effettos e
bons resaltados qoe tem colindo as pessoas qae
delles tem asado ; assim tambem chegaram a ga-
nbar lo alta repulacao essas apreciaveis medaibas
e pnlseiras magnticas, ama vex que o uso dells
fr se estendendo a todos que deltas neeessitem. A
Agaia Branca conilna a reeeber por tdos os va-
pores francezes orna determinada quntidate des-
ses sempre precisos e estimados collares Royer
magnticos e por Uso fique na lembranca de todos
que os acharo constantemente em dita loja da
Agaia Branca, roa do Qaeimado n. 8.
GRANDE BAZAR
RA NOVA N.
.OE 22
Cintos pretos
e de oolras cores, cora franja- de vi-
drilhos brancos e pret s.
A aguia branca, na roa do Qaeimado n. 8, rree-
pena esses modernos cintos deponas, cen fran-
jas de vidrilbos brancos e pretos; cornt-arrearo,
pois, os pretendentes, qae acharo suriimeuto a
contento.
Fabrica
DE
CERVEJA NICI0\AL
De Henriqne Leidni
O proprietario deste estabelecimento nao
poupaodo esforcosnem dinheiro para aura-
dar ao respeitavel publico e sens nWr/L
freguezes acaba de installar para Guamo*
oade e iDteresse dos mesmos.
m deposito gcral na roa da Impera-
triz n. 32
Aonde encontrarSo sempre nm variado
sortimento quer em grosso quer emretalto
dos gneros seguintes:
Cerveja nacional branca e preta.
Vinhos finos e outros de Franca e Alle-
manha.
Absvntho Suisso.
Kerschenwasser.
Cegnac.
Vinagre branco e tinto de superior qua-
iidade, tambem tem deposito de agoa o li-
monada gazoza da fabrica do Sr. Juies Gros-
jean.
E tudo sem differenca no preco que se
fechou na fabrica.
Qualquer encommenda que fr enviada
ao deposito ser immediatamente apromp-
tada e remettida ao domicilio do comprador.
Fundico dAurora em
Santo Amaro

Completo sortimento de taixas batidas e fondi-
das, alambiques de lodos os tamaobos e fundes de
ditos, raoendas de todos os tamanhos de snperor
qualidade, erives e boceas de fornalba. u qae todo
se vende por commodo preco.
. Attengo.
Vende-se orna vacca parida de novo : em San-
to Amaro no logar aonde esteve o Cap-thrf-nH. -
Vende-se om preto possanie emof.. : oa roa
rna do Rangel n. 9, on troca-se por om qoe seje
cozinhelro. M '
.-
Fedegoso de Pernamhuco
A planta conhecida eotre nos sob a ilt-nonnaa-
(ao de fedegoso,* no Rio de Janeiro e provincias
do sal deste imperio pela de crista de ks.. o
liaridlum utilissimam oa liaridiom elooiiatua de
Scbum., e o beliotropiam carassadlam de Mart~
pertence a familia das boragineas.
O fedegoso considerado, na tberapeonra ner-
nambneana como amadas plantas mais rerummen-
daveis por snas virtudes curativas, e aiipiieado
interna e externameole,eomo calmante e -ystema
nervoso, naparalysia, asihma.tosse coaulsa uu co-
quelaebe,h>sses recentes e antigs, sofl< ra^dVn, ra-
tarrbos pulmonares etc., e em geral centra i. d s os
sofrimentos das vas respiratorias: sei>dn um en-
cllenle Unitivo para aqaetles qae paii.-r.-m d
phtistea pulmonar. Soa eficacia eoatra tetann
oa espasmo e raeontestavel, e niognea he, oe
descenbe^a. Nao ignorando nos o qo aran.moa
de diser, e esforcando-nos por ser mil a hun*ni-
dada soffredora, preparamos o qae eb*no indi-
camos, pondo a dlsposi5o dos distinci. md>eof h
e dos doentes desta e das oatras provincias dette
Imperio nossas preparaeSes, qoe sao :
Plalas, tintara, xarope e viti de
fedegeso.
laico deposito
Pharmacia de J. A. Pinto, roa larg *>* '
Rosario n, 10.
Escravos fgidos
Machinas para descaroear algodo. do m
lhor autor que tem apjtarottdo na- Amonea
E' tai a execocSo do machinismo, que o al
godfo sahe quasi tao perfeito como o debtr
landeira. ReaMameoda-fo a attencio do
Sra.agricultores,estas machinas..
-Vende*mFobmm " lado do rio, com mottos conunedos, propru pm
passar a festa: a mar- w-wm do orlos*,
n. 5, caes do Ramos.
Escravo lucido.
Fagio no da 16 do correte mes o escravo Bal-
bino, crenlo, idade 60 anaos, pouco mais na me-
nos, estatura regulir, seceo do corpo, tornado, o
j pintando, tem o dedo miuimo da mao difeita'
doro, trabaiha de sapateiro : quem o (.rendir on
delle der noticia a sen sennor, o corun-i A.>vtmhO'
Beterra da Silva Cavalcanti, no sobrado n. 39 jon-
to a igreja de. 8. Goncalo, sera' genero.-a me me re-
compensadoi ___._____-
Fogio no da 4 de agosto do enmate annn,
do engeono Pitrimb da freguezia da villa do Ca-
bo, o escravo Paolo, orioolo, eom os tiirns st-
gnlntes: cor preta, cabello carapinho, ro^t.l larg,
olbos grandes, naris chato, botos gr..sso, b.cca
grande, com falta de denles, sea ba.ba, tiara
regular, celo do corpo, pes grossos e esnserva se
algnma ves enenados por ja meter dedo*rjtpeua,
tea em ambo* os pos ama clcatrh nos caicaoha-
res proveniente de ferida, repraswu ter da M a.
40 aano* do idade, penco atis on menos, 4 benv -
tallante, e incnlca-se trabalbar de oonves, a hl
visto em caminbo da Ponte dos Carvalhos pan *
dos4Recife : roga-se as aatoridadee aoticUm e er*- '
ties de campo a espiara da mesmo, podando ser '
entregue no Reclfe. na ra da Moeda n. 5. segoa*
do andar, casa de Manoei Alvos Ferreira A Cj eW
no mesmo engenbo ao son sennor Domingos Ma
tins Pereira Monteiro, qae generosamente ser
gratificado.



8
Piarlo de FWM^Mf- ****** ** i^* iS^7
i-
mmiU GER4L
Nao defendo, porm, como se tem fstto : de-
c!aro-o Irregular e don do relaiorio as raides puls
quaes o tolere!. Ja' dase ama vez e repito : a ea> ras orecisamente discussao da proposta.
SC4MAR4 DOS SHblRS DENTADOS.
SESSAO EM*i DE JLHO.
PRESIDENCIA DO SR. FARWjVICB PRESIDENTE.;
/-...f.minl-fl ^ l _
Sxe. da-me Ucea
mar avalie e jalgoe o meu procedimeoto.
O nobre deputado aiiribue o mo estado das fl-
nangas do paiz ao [anido profresslsta.
>o pensava aislm o Obre f
isso de part, vamo3 tratar da qnestao; a hora
*it' muito adlantada, $00 obngado a restringir-
Nao pensara assim o obre depntado em 1861,
quando, membro proeminenta da situjgo polilica
dominante, dizia aqnl : Tenho a maior eonfianga
no ministerio, o nome do Sr. ministro da tazenda
o Sr. Dias de Carvalho) nm programmal
O pnmelro nobre deputadoque orn nesta dis-
cussao achou excasii o pedjdo 4a forga, pare-
ceu-lhe que pretenda se militansar o pa>z e que o
governn. a' imitago das potencias europeas, pro-
curara dar o maior desenvolvimenlo o elemento
militar; examinando entlo a proposta qoanto ae
augmento pedido, o nob'ra depntado nao davidou
dlzer qae la-se onerar o orgamento com milhares
(Gonlrauacao.)
O Sa. Abagao -e Mello:V- E:
ga para nm aparteT *. '
O Sr ^"h Ca""9^"'XC,,' mluto da HoJe o partido progresa ewsTde todos os de coito..
(Il.landade proingada). Par no ha o solio aa mi^ ^ ^ ^ v^ ^ ^^ ^ u ( Q ^^ ^^ ^ ^^ i(j mmj
T/^; (mP, Saehuea?oS o anebrarem-me as J oilrel em ama das sessSes passadas qoe antes Geraes tamben oplnou em nao baver necessidade
cuam i ^W c ""J e^rno eo i "vivo oe"> o dficit pouco exceda de 2,600:600*. do angmento pedido, e se bella que repniasse ln-
i-.^Xi r O grande dficit ana Imia lamoa noif. res:
arte militar, tomando-re para o nnmtro de doentes terlo pensasse como elle, Isto e, qoe ae resolvesse [ 6J5e, aeontecraentos, que o lomprometiea os ra
lOpor cento da mesma torca. seguir ama poltica de paz a todo o costo. i tarda.
Seguramente nio se precisarla, aesta eooformi-
genglvas.
tr n s! K'tI! t Ida <" > i 'anuos, e nao pede ser ailri-
O X" Mar SSos'-MasS?. "residente, buid <> Pitido dom.a:nte, porque o parlido do-
essa toporo S.ai?5 do cdigo nao lem exe! ^.E.aJ. "usador da guerra, mas o capri-
cugo,comquanlo o nobre ministro esleja incorso,*K *2***toJL*fm.
grande dficit qne bcje temos poi?, resultado signiflcanle o accrescimo da forga, todava, eomo
nelia.
S. Exc. esforgou-e em querer provar, que o r
desle artigo nao se retira a' caixa da amoriisM,-ao,
e a' subsliluigo de wias do thesouro. Esta en
ganado. Refere se s neta* do banco, ai" ParI?>
a i' s e exclasivaraecU as notas do thesouro;
o isto que evidente da le, foi posto fra de qnes-
to, pela discussao do senado.
I'ortanlo, eu deseiaria quo S. Exc. nos dissessa
tu nao Julga mais conteaieoto outra providencia, T
Sa estou apartado da aduilnisirago, por tudo
qoanto tenho visto praticr os governos do impe-
rio, nao estoo to arredado de S. Exc, que nao
tenha mais confianca em Stra |lavra, do qne as
dico.-igo.'s da le.
O discurso do nobre mmistro prefijando estes
abusos que commeteu, teria mais forc^, se acaso S.
Exc. francamente confessasse qne tinba commetti
do o acto. Isso seria mais valioso para miro, do
que o oobre ministro procurar urna trica para
moslrsr flue nao infringi esta dUposiQio da lei.
Al a 2 parte deste 7' retrese uuicaraente i
sttbslituicao de notas. O Om do legislador foi p o
Libir as subsiiloiQas antecipadas que o 'sobre mi-
nistro fez esle aano, e o nobre Pipi'tro procuran-
do converler em preceilo de lei, o que nao o e, fez
nm esforco em vo. ,
O successor de S. Exc, para o aono invernara o
molivo de urna nova estampa, e dir' que a lei se
refere a essa modanf a que eniao exislia, on se ser-
vira* de ontro qualquer pretexto lio ftil como es-
te. E Acara* nesta parte como o nobre presidente
do conseibo se acha, a respailo da emisso de no-
tas. Isto duro; o ministro dir:Eu nao lenbo
remedio seno alterar o valor da moeda, e von
lomar providencias para o fazer.em menor es-
cala possivel; e os meics cora qoe cont, sao es-
tes-, etc.
E se a guerra continuar, na opiniao do nobre
miuisl-o sera* mnilo peior do qoe hoja, e cnlre-
tjn:o o noore ministro vae augmentando o des-
cuido e a negligencia dos seus antecessores: ten-
do mrto menos desculpa, porque S. Exc. nao
ach qua a (.uerra continu.
E o que fez ? que providencia tomouT
S. Exc. fallou com grande calor, fazendo crer
que sua bonra pessoal era atacada com a snpposi-
Co de que ne faria votar o orgamento este anno;
mas esqaeceu-se que essas mesmas palavras ja'
n% tirba dito no anno passado acerca do orga-
menti-suspenso por S. Exc, cem o mesmocalor;
e tanto que obteve a suspensao do orgameno^ao
tratju mais do ouiro. v- *^
Nao ua as michas palavras a menor offansa ao
pariamnio, ao governo; mas en enlendo que o
prestigio da maioria deve influir para a organisa-
eio Jos bjas ministerios. (Apoiados.) Esta falta de
aegao para com os obres ministros, sensvel.
E o que fazam para qoe tenbamos orgamento T
Nao me consta qae os nobres ministros o tenhara
pedido, e nao podemos tor impostos, sem orgamen-
to. (Apoiados.)
Pego que a cmara considere este lado da ques
to. (Mallo bemj
E' por gosto que o nobre ministro qaer rcincin-
or no art. 173 do cdigo? Se o A mesma dis-
posigo existe em leis anternres.
A maneira de faiel-a effictiva era a responsa-
bilididade dos ministros. (Apoiados)
A proposito, lembro-ma que no senado S. Exc.
reerindo-se ao Sr. Carrao disse que a farda torna
o animal em parlamentar; hoja se poderia dlter,
que a farda tira a algons bomens a" Taculdade m
tellectual. (Risadas, e apartes em eonlesttgo.)
Se o nobre ministro bonvesse temido tolas est?s
dispoigdas da lei qne temos, e se pro|5a, e qde
sio ineficazes, como a experiencia mostra, e ate
desnecessarias; S. Eic. e seus antecessores nao
abusariam pelo vexime de que o cdigo penal, n,
era e duro, pJe comer os ministros.
Mas parece qae a maior pena para os ministro?,
em paizes moralisados, o respeito da opiniao
publica. (S!u3 apoiados.)
Estes malos substituirara na Iaglalarra as deca-
pitagoas dos miolstros, e cora grandes vantagens.
Mas 6 nobre ministro qne providencias tomou 7
O que fez ex todo este tempo 1
Anda este anno o nobre ministro hade entrar
nos aris. 175' e 176 do cdigo : hade entrar nova-
mouie em ambos estes artigos.
E' claramente demostrado pela propria tabella
do relatorio de S. Ezc, que o nobre presidente do
conselho tem teito emisso illegal de notas.
Diz o orador, que nao s:nd) de grande alcance
o art. 8o da proposla seria de muito alcance para
a cmara, o paiz, e para o proprio nobre ministro,
qae S. Exc. tornasse desnecessarias as instruegoes
dlei, habilitando acabara a no precisar dessfs
recursos criminosos.
E' o.gae n8o v.
U gassrno (di7 o orador) nao conta seno com o
papel moeda; nao quer s os 50,000:000$; servir-
se-ha deiles para pagar os 45,000:000* que deve,
e esgotados esses 50,000:00,*5, o nobre ministro
ir emiitlndo novos bilbetes do thesoaro : e para o
aano, com as mesmas razojs, pedir' nova auto-
risago para emisso da notas, por Isso qua o the-
soaro nao ha de fazer bancarots, n5o pagando a
sens credores. (Apoiado-.)
O orador vola contra o art. 8o da proposta, por-
que nao s o jolga perigoso, corno intil. (Apoia-
dos. Muito bem.)
O Sn. Zacawas (presdeme do conselho):
Nanea davidei, Sr. presidente, qae o nobre depn-
tado pela provincia da Minas-Geraes procarasse
desempeobar-se de sua paiavra compromeltlda a
mostrar qae violei a lei de l de selembro.
S. Exc. falloa dos motivos qae o levaram a se-
parar-se da maioria da cmara. Nio o seguirel
nessa qnestao : estoa cansado de poltica geral, e
para saiisfazer as exigencias do nobre deputado
quero tempo para disentir o orgamento.
A proposito do orjamento, Sr. presidente, dovo
declarar ao nobre deputado qae to depressa passe
qoesto do imposto. .,,.
m Sr. Deputado :-Cjme?amoa por Jf
cassotnterrompida por urna nova legi,laior ^e
porante ama caraira renovada, qae nao asstsuo a
discosaaoT n X5ft ;
O Sr. Phuidbnte do Comelho : Nao vejo
nisso inconvanlente: ha segonda aac u ssao a a re
ceiu e tercera de tolo o orgamento, emquese
podem apreseotar as emendas qne pare$am neces-
sartas.
Entrando no assumpto, notuei a lfferenga de
opiniao dos dous oradores que leem fallado sobre o
artigo qae se discute. O qae primeiro falloa disse
qae o artigo em discussao applicando ae penas do
art. 175 ao abuso qne prohibe, desnecessarlo. O
nobre deputado qua acabou de orar pensa que,
alera do ari. 175, deve-se maacionar o art. 176 do
cdigo criminal I ,.,,,-
O nobre depotado, refenndo se a tabella n. 2o
annexa ao relatorio, jalga acbar ah prova evidente
de excesso de emisso. O nobre depattdosa en-
cana : a tabella n. 85 nao encerra o que S. bsc.
Ihe attnbua : tenha o nobre deputado a bondade
de l la atientamente, e convencer-se-ha de qua a
tabella dejara, como o relatorio, existir em ctreu-
!ago somma de 42,000:000*000, "bor
23000 0004000 que existiam antes da le de iz ae
StSro 14,000:000*000 emiutrlos em vlrtude
deeaoenoi>re depntado qaer referir-seij'Jmlssl
resultante do sysiema de sabst.tuigao Por"]ec'P?-
gao, nao necessarlo que compulse a tabella oa.
ta lr a pagina l do relatorio, oadei achara fiel-
mente exposto o qoe a tal respailo ha occorndo.
A le de 81 do maio de 1830 i jedava, em men
entender, o sysiema de subslilaifao Pore"te.c'P*;
gao,-e continuo a pensar que o art." S aa Iei
de 13 de selembro nao ree a especie a que pro-
priatoeote se appUca o art- 8a da proposta qae se
discute.
Tai a iolelligeocia dada a' lei de 1! fle.se-
temhro pelo thesouro e pela caixa da ajDOTti-
Achei em'oso o sysiema da anleclpago e nao o
prohib, porqte as circamstaucias argentes flo the-
souro exigiam qoe esse tystema coutlnoasse por
algum tempo anda.
Nao tem havido le de orgamento Bsti ae-
cusagio do nobre deputado injusta a respeito do
ministerio aetoal. O ministerio de 3 de agosto nao
pedia o anoo passado fazer passar o orgamento, e
ao irapossivel nioguem obligado. Se houve mi-
nisterio qne, podendo, deixoa de fazer passar a lei
do orcamento, foi o de 31 de agosto, qoe alias tanta
adbesao merecen do nobre depotado pela provincia
de Mioas-Giraes. orcamento eslava em 1861 ja
no senado tem adiantado : com qaalqner proro-
gago das cmaras poderia elle ter sido volado.
O ministerio aetoal ha de empenhar-se em fazer
passar o orgamento : qnestao deprimelra ordem
para elle. Antes da votago da resposia a' falla do
throoo, nao poda tratar da discussao de le alias
tao importante : tarabem antes da votagSo do cr-
dito que sa d>scoie o orgamento nao pode ser dis-
cutido ; mas s lo-ha brevemente.
Tranqailllse-se o nobre depntado : havemos de
ter orgamento. Assim n5o pareamos tempo com
discossdes escasadas. Assim bajt frequencia de
todos para os liabalhos legislativos.
Agora mesmo o nobre depntado esta' coacorren-
do, permuta me a liberdade de diz-lo, para se
parder lempo com a dls:usso deste artigo, qoe ja
poda estar concluida. O qae o nobre depotado
disse boje Ja se tem dito e repelido. S. Exc. pode-
ria baver cump-ido mais cedo sua paiavra qaaodo
a materia nao estivesse esgotada.
O Sr. M. Campos: NSo eslava em discussao
esla materia.
O Sr. Presidente do Conselho :O projeclo
tem sido discutido em geral com referencia a
todos os anigos : appello para os discursos profe-
ridos.
Simo qae o nobre deputado viesse to tarde to-
m?r parle na discussao, quando a materia nao ex-
cita tanto interesse, e neste momento em que me
acho om pouco incommodado.
Tenho outra queixa do nobre depntado, e qae,
retirando se na anterior sesso da casa, dsse mo-
tivo a nao se votar a proposta.
O nobre deputado, qoe censara (oda perda de
tempo, nao levara' a mal qne toque nisso.
Quer o nobre deputado qae o ministerio organise
ja as fin angas 1 Lembre-se, porm. da guerra e da
impossibiiidade em que estamos de fuer por ora
as grandes economas qae bao de concorrer para
equilibrar a reeeita e a despeza do estado.
Entretanto, Sr. p'esldenie, alguma cousa pode-
mos ja fazer e havemos de fazer, votando impostos
qae elevem a nossa renda e reduzindo qoanto for
possivel as nossas despezas.
O Sn. M. Campos :Nao o espero.
O Sr. Presidente do Conselho : -Porque in-
crdulo.
O Sn. M. Campos : Do passado tiro o prsenle e
o futuro.
O Su. Presidente do Conselho :Se a guer-
ra prolongnr-se, o nobre depotado disse bem, os
recursos que "ra se pedem bao de esgotar se e
novos e mais pesados sacrificios bao de exigir-se.
(Apoiados.)
A guerra queslao de honra nacional : cumpre
acaba-la com a digniJade. (Apoiados.)
Termiaada a guerra, vira' occasio apropriada
de reparar as (nangas os estragos que a guerra
Ihes f?z. (Apoiados.) E o ministerio cora o apoio
dos representantes da nag&o ha a cumprir o seu
dever.
O Sr. Ta vares Bastos d um aparte.
O Sr. Presidente do Conselho :Conta o mi-
oisierio coa) o apoio da urna grande e decidida
maioria (mitos apoiados), e com elle se manlem
no poder e espera dasempeohar a soa ardua tare-
fa. Mas en esquecia-ma, Sr. presidente, de qne as-
sim fallando ia de novo despertar os clamores do
oobre deputado pelo Rio de Janeiro, que no seu
discurso hoja publicado attnbuio mj, porque disse
qua o governj nao reiravase mquaoto tivesse
maioria oesta casa, qne en asseverara nio poder o
ministerio ser derribado constitucionalmente.
Nunca tal disse; protesto contra semelhanle pro-
posigo. (Muito bem.) \
ALOUNS SEKHORES *. Votos, VOtOS.
O Sn. Martinho Campos faz algamas considera-
g5es em resposia ao orador antecedente.
Ninguem mais pedindo a paiavra, e pondo-te a
votos o art. 8*, approvado, sendo rejeitada a
emenda.
Submetlendo-se votago snccessivamenie os
o Jiros arligos, sao approvados.
A proposla passa a 3a discassao.
Fixagao das forgas de ierra.
Cunlinua a 2* discussao do art. 1" da proposta do
governo qoe fixa as torgas de trra para o anno
floanceiro de 18681869.
Vm mesa, sao lidas, apoladas, e entrara con-
juntamente em discussao, as seguintes emendas :
Ao art. Io l da proposti : Substiluam-se
as palavras segaintes :
Por corpos destacados da gaarda nacional,
que sera' mobilisada conforme lr mais conve-
niente,
t Por eslas :
Por guardas naclonaes, na forma das leis.
Farnase.Felicio dos Sant03.Asss.Mallo Fran-
co. T. Guircafaes.
o Ao final do I, onde dizque sera' mobili-
sada, conforme lr mais conveniente, diga-se
que sero mobilisados, etc.J. Madareira.lsido
ro Jansen Perelra.Biteocoort Sampaio.
O Sr. Paramagu (Ministro"da guerra.Signaes
de attencao):Sr. presidente, em hora to adan-
ladaV. Exc. ea cmara comprehendera que eu
entro boje no dbale em condigSes desvanlajosas
para mim ; entretanto forgoso tomar a paiavra,
porqoe emendo nao poder deferir por mais tempo
a resposta qae devo a algumas observag3es e cen-
saras feitas palos nobres deputades que se inscre-
verano contra a proposta em discassao.
Resnmlr-mehei o mais possivel, para nao aba-
sar da paciencia da cmara (rauitos ao apoiados),
roobando-lhe o seu precioso tempo (muitos nao-
apoiados), que, entendo, deve ser utilmente empro
gado ; queslas da maior importancia restara a re-
solver, e todos nos, maioria e minoria, temos In-
teresse em que alguma couza se faga, aftm de se
nao esterilisar esta legislatura (muitos apoiados);
deve sar o rtatdfrafum de nos todos, principal-
mente quando se agitam quest&as da maior impor-
tancia social. (Muilos apoiados.)
Assim nao acompanharei ao primeiro nobre de-
putado, que encetou o debate, as suas divagaooes
pelos differeoles ramos da administrago....
O Sr. Candioo Torres Filho :-Nao Qz divaga-
g5es; fallando de economas, trate! de cada re-
parlico especialmente.
O Sr. Ministro oa Guerra : nem to pon-
co segoirei os passas do nobre deputado pela pro-
vincia de Minas Geraes, no longo inventario qae se
propoz fzer do ministerio actual s oatroa qae se
encarreguem de pedir vista das sua declarares,
impugnando, coma fr de razo e de josligi, e es-
lou certo que sero desattendidas wi hmine peran-
te a opiniao publica. (Apoiados.)
o nobre deputado pela provincia do Rio de Janeiro
via compromeltidas nossas finangas ; e contradic-
toriamente apreciou o fado, porque reconbecendo
ser o augmento pedido iosig ni ficante, por outro la-
do emenden qae nossas floangas iara ser grave-
mente compromeltidas com o accrescimo das des-
pezas.
O Sr. C Ottoni :Nao disse tal; o qae disse
foi que, para militarisar o paiz, o augmento era
multo pouco.
O Sr. Ministro da Guerra :Bara ; para mili4
tarisar o paiz, o angmento do pedido era muito
pouco; eu o disse do meu relatorio, declarando
qae a forga pedida nao era snfllciente, mas que por
eircumstancias especiaes, attendendo mesmo ao
estado das nossas finanga?, via-me obrigado a limi-
tar o pedido a 20,000 bomens, Isto mais 2,000
do qae na proposta anterior.
Sr. presidente, nao pensa va, estando tao fresca a
memoria dos aeontecimento3 da guerra, ainda nao
chegada ao seu termo, que se viesse aqu impugnar
o angmento de forga I (Apoiados.) Suppunha que
seria a propasta impugnada por ser insofflcienie
essa forga pedida, e qaa todos os sacrificios que se
fizessem no sentido de eleva-la a altura das neces-
sidades pnblicas oblerlam o assenlimento do parla-
mento, e que nao sendo feilo o pedido nesse senti-
do, o ministerio iacorresse em justa censura.
Por este lado que preparava-me para defender
a proposta; mas com grande sorpreza vejo as ac-
cusages serem formuladas em sentido contrario.
Mas nao lem razo o nobre depntado pela pro-
vincia de Minas, porqoe o augmento pedido nao
pode ser menor, se se altender s urgentes neces-
sidades do servigo. (Apoiados.)
O nobre deputado nao pode deixar de reconbe-
cer qae indispensavel o angmento da forga pedi-
da : como eu disse na meu relatorio, se tivesse moa
um exercito permanente, em relagao s necessida-
des do paiz, um exercito, seno muito numeroso,
ao menos bem disciplinado e bem armado, nos nos
acbariamos em posigo de pdennos repelllr a in-
solencia do despota paraguayo, qne invadi o nosso
territorio as provincias do Rio-Grande e de Mato-
Grosso. (Muitos apoiados.)
Parece-me portanto qne em eircumstancias taes
nao se podia suppor que urna s voz se levantasse
no parlamento, para impugnar urna proposla, for-
mulada nos lermos em que se acha a actual, por
ser ella excessiva e por vir eomprometter as finan-
gas do paiz. (Apoiados.)
E o nobre deputado pela provincia do Rio de Ja-
neiro, permit a-rae que o diga, fez esta aecusaco
sem um exame consciencioso da proposta, S. Exc,
parece, mesmo que nem a leu, porque se a tivesse
lido nao dira que vamos onerar o orgamento com
milhares de corotos; os milhares de cootos ficam
reduzidos-r234:000, diffarenga que deve desap-
parecer, apreseotando-se mesmo om saldo (e na
resposta qua dou ao nobre deputado envolvo aquel-
la que devo ao honrado depntado pela provincia de
Minas), se fr o ministerio autorlsado para reorga-
nisar o exercito, visto como pode faz-lo em ler-
mos que em vez de nm accrescimo de despeza ha
de baver urna dimieuigo, e se nao diminuigo,
nunca haver augmento, para se poder applicar o
saldo em beneficio dos orflciaes, augmentando-se o
numero de caria classe do offfciaes, na de coronis,
por exemplo, por se ter de supprirair os tenentes-
coroaeis; portanto nao existir motivo para sa ne-
gar autonsagao com receio de augmento de des-
peza.
O Sn. C Ottoni :A commlsso nao dea a au-
torisago.
O Sr. Ministro da Guerra :- Prqae nao foi pe-
dida ; entend me com a commisso a respeito da
proposta...
O Sr. J. Madureira :Apoiado.
O Sr. Ministro da Guerra :Nao era da leal-
dada do governo incluir na proposta urna antorlsa-
go para reorganisar o exercito quando esta dis-
cassao estivesse fiada; escusado asseverar ao no-
bre depntado que o governo nao o far; a autori-
sago, quando tiver de ser formulad, nao ha de
ser indefinida, nem em termos vagos.
Se o nobre depotado tivesse lido con alteoco o
relatorio do ministerio da guerra viria, que nao
pode baver um pedido de autonsagao indefiuida
qaaodo se traa da discussao da proposla de fiza
gao de forgas de tarra, por isso que o poverno de-
ciaron multo positivamente, qoe traba necessidade
de ouvir os generaes e aquellos qne na guerra ac-
tual tlnham reclrficade eom a experiencia oe prin-
cipios adquiridos as escolas.
Est visto, portanto, qaa o g-overno nao pretende
armar-se de urna autorisagao indefinida ; rem .ba-
ses para apreseniar depois de lar procedido a atu-
rado estado e minuciosos exames, ouviooo a opi-
niao dos prolissionaes, e attendendo aos conselhos
da experiencia da actual guerra.
U nobre deputado achou motivos para elogios no
proeedimeDto do governo de Napoieo, r-etativz-
meore ao projeclo de reorgaBlsagao do exercito
fraacez; nao existe o pretendido contraste, o eo-
verno procura cercar-se das mesmas garantas, nao
se diga que consa diversa aqnillo que se- eDeon-
tra no ralatorio do mioisierio da guerra ;.etle du:
t A guerra actual: revelou-aos os vicios da nos-
sa organisagao mitar ; sej,i ella lamber nossa
conselheira e nos ensine a extinguir esses vicios,
para que a forga armada rece a conveniente or
ganisago ; por Isse.terminadaolla, devoraos ouvir
a semelhante respwto os generaes e offloiaes qae
no choque das Iota raeuhxaram os principios
aprendidos as escolas militaras relativamente a
to importante ramo da administrago militar.
Convra portanto que aotoriseis ao goveroa a
dar ao nosso exercito a. erganisago acoaselbadji
pelas exigencias da servigo publico.
Algumas idas.geraes aetnm-se no relatorio qae
inidicam o sentido em qa deve ser falta a reorga-
aisago.
E, pois, o nobre deputado, por este lado pode n.
car tranquillo : nao pretendemos urna autorisagao
os termos em que se afiguroa a S. Exc. Mas o no-
bre deputado desejando saber o espirito em que es-
sa reorgnisacao lera de ser feita, disse que Datn-
ralmenie o mioisuo, tratando d9 semelhanle as-
sompto em seo relatorio, devra ter bases em que
se firmas o.
Nao se engaen o nobre depntado : ja as temos,,
como disse^e sobre ellas devem ser ouvkos gene-
raes e pessoas competentementa habilitadas -, e de-
pois de apuradas com todo o criterio e a luz da,
periencia servirao tambaos, de fuodameato ao pedi-
do de autorisagao para seorganisar o exercito, au-
lorisagao que deve ser definida, como disse, e nao
em termos vagos.
E para dar urna Mea da reforma a qoe altado,
ron expr as bases qae pretendo opportunamente
ujeitar discussao e exame.
o nobre depaiado profissionaL, deve, portanto,
saber q e nio s s corpos especiaos, senio tam-
bera os corpos movis das tres armas devem pas-
sar por ama alteragao, ha muito lempo redamada
pela necessidade do servigo. A offlcialidade do
nosso exercito em geral superior a taes necessi-
dades; o seuquadro est seguramente as propor-
ges de um exereilo de cerca de 40,000 homens.
Ja v o nobre depatad que, feita a devlda alte-
Dimioulda, orno *d ser, o numero dos ban-
Ihees, o cor#e de aude descera matada do seo al-
garismo actual; para tsto sopprimir-se-hs o pri-
meiro grao da escala, isto os segundos cirnrgies
o que trar a economa nao pequea de 120:COJ
( apoiaee i, devendo se augmentar o aumero das
caifcegorias soperleres, eomo na incentivo mais
para os que adoptarem tao nobre profisso.
Picar assim o corpo de saade com pouco mais
de 70 offlciaes.
A snppresso da classe dos segundos cirurgioes
justifleavel, pois evidente que nao tendo os pri-
meiros e segundos cirargies occapagdas diversas,
nao ha fundamento para se conservarem as doas
calhegortas. (Apoiados.)
A reparligo eclesistica deve ser igualmente
modificada no sentido de se reduzir a ama s as
tres cathegorias de qae actualmente se eompfi*; as
foneges dos capellaes sao as mesmas, quer sejam
ellas capitaes, tenentes ou alteres; formemos, por
lanto, um s classe denominada capellaes do exer-
cito eotnDoaras de capitaes, e com um vencimento
on congroa correspondente ao servigo que prestam.
E' ama alteragao qae nio prejadica o mesmo ser-
vigo, pode trazer alguma economa, e melnora a
po'sigaa da maior parte dos qae perteacem a' re-
parligo eclesistica.
Tambem o qaadro dos offlciaes do corpo de en-
genheiros, qae actualmente eohta 80 offlciaes, pode
ser redundo; a guerra actual veio patentear-nos
esta necessidade; nella dsviam elles encontrar maii
eroprego ou mais commissas da sua arma ; entre
lanto talrez nio esteja no exercito em operago
orna decima parle do seu numero.
Nao digo qae se rednza o corpo ds engenheiros
a lermos (aes, qua em eircumstancias extraorlina-
rias fiquemos privados de bons offlciaes daqaella
arma scientifha; a offlcialidade de um exercito,
lodos os sabemos, nao se forma de um da para
o outro. E' difflcii a arte da guerra ; aprndese
no decurso de largos aooos, nao s bebendo nos II-
vros os conbecimentos tbeoricos se nao tambem os
tonificando com a praiica.
Nessas reduegoas por tanto devemos ter em vista
nao s Dente o p de paz, mas o p de guerra, con-
siderando as necessidades que de nm momento
para outro podem surgir, obrigando-nos a sustentar
orna laia com qaalqner paiz estrangeiro ; devemos
igualmente altender a que, em quinto nao for crea-
do o corpo de engenheiros civis, os engenheiros
militares devera ser divididos era duas secges,
urna dos que devem ser empragados as obras pu-
blicas, e outra dos qae lem de exercer commisses
militares da sua arma.
Nao obstante emendo qua se podem fazer re-
duegoes muito proveltosas que traro grande eco-
noma sem d 'rmenlo do servigo. (Apoiados.)
A par dessas suppresses merecem attengo al-
guma ioslitaigdas novas, como sao os depsitos,
conforme a deslribuigao qae se tenha de fazer da
torga em qaatro grandes divisdes, do modo indica-
do no meu relatorio.
Em cada ama se estabelecer om deposito para
o qual sejam mandados os recmlas afim de recebe-
rem a conveniente instrocgo e serem depois dis-
tribuidos pelos differentes corpos da respectiva di-
vso. Nos depsitos se ple concentrar a princi-
pal escripiurago dos corpos, fleando estas reduzi-
dos ao mero expediente, e s relagoes das alie'a-
gas qae devem ser remeltidas regularmente para
servir de base aquella escripiurago.
Dest'arte terao mais mobllidade os corpos, e fi-
caro mais ageis para se transportaren] ao deslino
a qae tenham de ser chamados.
O batalbes da infaniaria podem ser reduzidos
do numero de 22 a 18, sendo dote de lioba e seis
de Infamarla ligeira. Supprimiodo-se quatro cor-
pos econoraisa-se a despeza com nm grande nume-
ro de offlciaes.
Na arma de artilbaria devem haver dous ra-
menlos de artilbaria a cavallo e bateras de arti-
maa de posigo, formando dous corpos, o que
tambem traz economas.
O quadro dos edrpos arregimentados eve ser tal
que quando se passar do p de paz para o de guer-
ra cada regiment, bataluo ou corpo possa rece-
bar mais meiade do numero de pragas da prel
assim as 29,000 pragas d& pret.de linlis sero ele-
vadas em eircumstancias extraordinarias a 30,000,
Isto raetade do mximo que a proposta indica
para taes eircumstancias 'T os corpos de voluntarios
e os destacados da guarda nacional reeebero a
mesma orgaalstgio dos de Unha, quando tivere
de auxiliar o exercito.
Ha oo quadro dos offlciaee do exercito, como nao-
igoora o nobre deputado, urna verdadeira- excres-
cencia : o posto de lenente-eoronel, qae nao tem
altribuiges definidas. Os cerpos arreg mentados,
pela actual organisagao, sao eommandados por l-
enles-coronis ou coronis aos regimenWSj quer
de artilbaria, quer de cavallaria, os tenentes-coro-
neis apenas servam para substituir os conMiandan-
les- nos seus impedimentos.
Nos corpos especiaes suas foegoes nao sao di-
versas das dos coronis. Pode se, por tanto, sup-
prirair este posto, aogmentando-se convenientemen-
te o nnmero dos coronis nos- corpos especiaes.
Esta medida, que de nenhum modo prejudea o ser-
vigo, traz- o beneficio da econoawa aos cofres do es-
lado eum embaracode menos-s legitimas aspira-
ges dos offlciaes, qoe por este modo tem mais fa-
cilidade em atingir aos postos elevados da sua
carreira.
Na reorganisagSes de sens enercitos as pagos
callas tratm de crear urna reserva auxiliar da
forea activa, quando do p de paz se passa ao de
guerra-v-devemos-adoptar o raesmo systema, crean-
do-a tambara. E-atie nos o numero dos dispensa
\
dade, augmeniar o exereilo,* as espesas deveriam
diminnir.
Mas eu devo declarar ao nobre deputalo que,
as reiagas exteriores, n5j sigo, e nao aconsema-
rei jamis urna politice de paz a todo eusto. Nao
aeonselbarel semelhanle poltica porque eu eoten
do que seria ella a poltica da improvidencia, da
humili.ic.ao e da fraqoeza- (apoiados), e se o nobre
deputado in iste nesta expressao, se ella pode lar
alguma relagao, por mais remota qae seja, com a
guerra actual, eu posso asseverar ao nobre deputa-
do que a poltica de paz a todo o casto am irapos-
sivel. (Apoiados.)
(Hi diversos apartas.)
O nobre deputado disse que a poltica a seguir
era a da paz a todo o eusto, exceptuando apenas
os casos de bonra: apenas, isto difflcilmenta
excepta os casos de honraI... Mas, alm dos
casos de honra, qae seguramente devem figurar
em primeiro lugar para om povo que se eslima,
se preza, ha outros muilo importantes de qae a na-
gao, assim como o indiduo, nao poie prescindir sem
annullar-se.
E de certo nao assim que havemos de gran-
jear o respeito e a estima dos povos amigos; se nao
nos apresenlarmos fortes para repellir qualquer
insulto, se nao nos apresenlarmos anda seguros
com os nossos proprios recorsos, longe de mere-
cermos a eslima dos outros povos e a sua amisade,
seremos por elles desprezados, e nossos mais earos
e legtimos interesses sero concalcados. Alm dos
casos de honra ha direitos Importantes, que cumpre
resguardar sempre, nao s nos paizes loociaquos,
onde se achem nossos concldados, seno tambem
nos visinbos.
As nossas relagoes commerciaes se estendem,
os nossos concidados visilam os paizes eslran-
geiros, em qualquer parte qae se achem devaa
contar com a protecgo do imperio, essa nao Ihes
deve fallar, e para isso preciso que tratemos de
preparar-nos, no que nao ha a menor offensa ou
ameaga aquelles povos cujas -reiagas amigaveis
nos empenhamos o mais possivel em conservar e
desenvolver.
A estima dos povo3 algaega-se e fortiflea-se pelo
respeito muluo, por orna poltica recta e modera-
da, por sentlmentos de benevolencia, por essa ge-
nerosidade de que o Brasil tem sempre dado pro-
vas, e assim que conseguiremos evitar os casos
extremos; mas qaaoJo, por qualquer eventualida-
de, e para fazer respailar nossos direllos, fr preci-
so o emprego da forga, convm que estejamos para
isso preparados.
Respettamos os nossos visinhos, nao nos ingeri-
mos as suas questoas domesticas, nao temos a
menor idea da domiaagio ou de predominio, as
vistas ambiciosas qoe a malevolenei continuava *
attrTbuir-D03 um recurso qoe ja' oo produz effai-
to para com os povos qoe dos cercara, coja amisa-
de procaramos sempre mantar, a' ella ligamos o
maior aprego. nao s agora como- sempre. E q?ra
esle o interesse reciproco dos povos visinhos a
demonstra o faci da allianga que dar' bons resot-
tados no presente e oo futuro.
Aluda o nobre depotado por Minas-, referindo-se
a' idea aventada de reorganisago do-eiareito, dis-
se que a censura que nos faz pelo augmento pedi-
do da forga tanto aris cabida qoanto o governo
pretende reorganisar o exercito, e qoe nessa reor-
ganisago pode se dar mais mobildade ao mesmo
eaercito e aproveitar mehor seus olearemos, di-
minuindo a forga paTa alliviar um pouco as finan-
gas. Entretanto o mflsrao nobre depntado acha
motivo de louvo'r no procedimanlo do governo
de iUiz Napoieo quando procura reorganisar as
sn stituigoas militares, nao para diminuir, mas
para elevar o seo exercito a om milho e decenios
mil homeos.
Mas, disse o nobre depntado, as eircumstancias
all sao muito diffarenles das nossas, porqoe os
caminos de ferro concarrem para que aqaelle im-
perio possa ser accommettido fcilmente por tor-
gas inimigas.
Ora, admira que o- nobre deputado, MttoruMe
lo respeilavel em malaria relativa a caminbos de
ferro, menosprezando a i aportosla-de semelhaaie
raeio de leeomogo, neo considere que a este res-
peito aqaella1 nago esta* em muito melhores ctr-
cumstelas do que nos, porque com camiobos Ce
ferro pode dar mais mobtlidade a sen exercici-,
e coosegtMDtemenle menor numero de forga pote
,saisfaier as neoessidades mais argentes do ser-
vigo.
Nos n5o estamos as mesmas eircumstancias ;
as grandea distancias dificultando a-repulsa faci-
litamo o ataque das nossas fronieiras : asseverar
o contrario seria argumentar c<>Ba os felos.
Pois S. Ex Grosso e daexpedigo qoe opera ao sol dessa pro-
vincia, qoe-sno fira da dous anuos oo miis pole-
aJcangar o-immigo 7
O nobre deputado no-pde descoohocer a im-
portancia dos caminbos d ferro para-as operago;s
estratgicas. Portanto a differenga notada em
dosso favor.precisamos de mais for?*, por isso
oesmo que nao podemos novla, iraoporta-la
com facilidade para os diversos pontos onde a sua
presenga torna-se neeessaria.
Eu desconbecl nasta discassao a lgica cea. qae-
estou acoslumado a ouvir dlscorrer o nobre depu-
do; S. Ekc^ ao passo qpoe entenda ser o aug-
mento da forja nslgoifieante, ceosurava o aug-
mento da despeza como exagerado I Qaanto ao n >-
iwe depotado pelo Rio de Janeiro, argamentando
sobre nroalso supposto,.todavia lo lagieo, porque
eomparou-nos com a Pi ussia, qua urna nago mi-
[litansada,.tem am grande exercito permanente e
Prussia tem
Nio sa despeza Improdaclira, nao nm
dinhelro atirado, eomo disse o nobre deputado
pelo Rio de Janeiro, bo sorvodeoro do Para-
guay, esse que se despende com o exercito. (anota-
dos.)
Q jal pleito qae se agita, qu se dbale lo
Paraguay T Nao orna qnestao de honra, de drgnf-
dade naeional, de civllisaeao, de liberdade, de na-
vegagio e de commercio ? (Mullos apoiados.) Nao
estamos all pleiteando interesses da maior valla I
(Apoiados.) E o resoltado desses esforgos qae nos
trazeos o dispendio de maito dinheiro, e o qae
mais, de mnilo sangue generoso e de muilas vi-
das preciosas, nao nos merece alguma consa, nao
om resultado de grande Importancia ? (Apoia-
dos.)
Pdese reputar isso como orna despeza em para
perda, improductiva? Fois somante se devem con-
siderar despezas productivas as que se traduzem
por melhoramentosmaleriaes?
Portaoto, para desenvolver a industria, o com-
mercio, e os outros ramos da actividade social,
qua s prosperara a sombra da pat, nao convem
de modo algum deixa-Ios desamparados da neees-
saria garanta. E' em bem desses mesmos Inte'
resses, a qoe o nobre depntado quer dar todo im-
pulso, qae torna-se neeessaria, indispenavel a ex-
isteocu da forga publica.
O Sr. Candido Tobrbs Filro :=Y. Ec, mesmo
esta' confirmando qae nenhum beneficio nos troa-
xe a guerra do Paragnay; nem espernga de 80-
cego no futuro.
O Sr. Ministro da Guerra : Na opioria 80-
mema do nobre deputado. (Apoiados.J
O Sr. Pialho :Se tivessemos tldo nm exercito
bem organisado e forte, Lpez nao nos teria deca-
do a guerra.
O Sr. Ministro da Guerra ;O nobre depnta-
do pela provlocia da Minas ainda censurou-me,
tratando da reorganisago do exercito, por nao ter
no relatorio emiuido o men juizo sobre o reernta-
mento.
O Sr. C. Ottoni :-Essa censura quasi qae re-
duzio a urna pergunta.
O Sr, Ministho da Guerra :Acbo qoe o no-
bre deputado foi injusto para commigo a este res-
pello, porque devia ter notado qoe nao mandei
para a cmara simplesmeote o projecto, alias mui-
to bem elaborado/da ilustra commisso encarre-
gada de rever a 1 egislaga o militar, sea alguma
cousa dizer acerca da materia; e para o provar
dos do servico limitado nao se ple canlar com preservas numerosas : sabido que a
eTe para a resert! nossa tSrdi Daennal tem" exereilo de 200,008.homens em p^de paz,
servido, por assm dher, em todas as ocoasioas dl-
fieets, de grande auxiliar ao eaercito, eUa pois a
reserva natural, mas deve ser pelo micisl9rio da
jostlea reorganisada convenientemente ccafornte as^
baaes ou as regra&qoe se prescrever ers^tei.
A mesma idea da creago da reserva os nobres*
deputados enconlraro no prejecio de reerulamenlo
agresentado pela^ commisso de revisao da legisla:
coo militar, e qae j foi sebmettido illustrad
i>nsiderago de>ta cmara.
Sao estas a prlneipaes bases sobredas quaes lem
de assentar a roorganisago do. exercito, e qae,
l eomo j disse, lem de sar snbmellidas a' opiniao
!dcs profissionaesantes de convertidas em propwta.
Se o nobre depntado, attendendo a estas bases,
fizer um apanbamento das sappresses indicadas,
e daquella que ja este^ consignada, na proposla que
se discute, isto de una. alfer.es por coropanhia,
tera' era resultado qoinrjentos e tantos lugares sap-
primidos de offlciaes, cuia despea importa om cer-
ca da 000:0005000.
Mas o augmento de forga nos termos da pro-
posta, elevando.se a 2,000: bomens traz um ac-
gresclmo de despeza na importancia oe.........
481:000^000. _
Ora, nao contando anda com a reorganisago,
porqoe as ideas qne aprsenlo anda lean de ser
estudadas, apreciadas -pelos profissionaes, pelos
generaes quo teem a pratica, e a experiencia da
guerra, os quaes aoonselharo cora suas luies e
conhecimanios pralicos, ainda reduzida a proposla
aos termos em qua se acha concebida, o nobre de-
putado, se qoixer ser justo para com o governo,
ba de confessar nao haver motivo para s recetar o
compromettimeBto das nossas finangas. Muito es-
pecialmente rae dirijo ao nobre depuiado. pelo Rio
de Janeiro, qaa tmaginou andar a despeza em
milhares de conlos, qaaodo nao passara' de....
231:000^000.
O Sn. Candido Torres Fimo ; V. Exc. disse
mais da qviatrocenlos conloa.
O Sr. Ministro da. Guerra ; E' por Isso qae
digo que o nobre depulado parece nao ter lido a
proposla, ou pelo menos nao a ter estudado como
(Ha varios apartes.)
De mais, estando o ministerio no vigor da sai
existencia, pareco-me qae a Incompetencia do no-
bre depntado maoifesla...
O Sr. C. Ottoni :a miaba incompetencia I
O Sr. Ministro da Gcerju :.... para fazer o
inventario do gabinete que conta com o apoio da
naci.
O Sr. 5 Ottoni .Declaro que nio entend.
O Sr. Ministro da Guerra :O nobre deputado
propoz-se fazer o inventarlo do minutario, mos-
iraudo-se entendido em negocios forenses, esqoe-
cea se de que estando o gabineta em vigor da sua
existencia era aluda muito cedo para isso.
Entretanto pareceu-me, pela occaslao e o modo
cono o nobre depntado se apresentou a fazer se-
melhanle ioventario, o qoe se pode concluir qua
os brilhanles discursos proferidos na tribuna desta
casa e na do senado pelo honrado presidente da
conselho muito o tem incommodado...
O Sr. C Ott.ni :A mim T
O Sr. Ministro d Gobrba : pareceu-me
acbax-so S. Exc. possnldo de ama preoccopacio
sobre a vida do rairiislerio, qoe o levou a fazer o
inwntario do gatrinaie ainda mesmo do vigor da
sua existencia.
O Sr. C. Ortsi :-TiOtJ nao eslava, qae me
cootenlel com o adiamanto, ped s que fosse ao'
D0 Sr- M.wsrao da Giecua :- Porm ponhamos
rago Das proporges da forga pedida, nesse pes- convioha: o augmento das 2,000 pragas costara
soal pode sa obtar urna reorganlsagio sem aug-
mentar a despeza, dando ao p1z forgt mais ame-
rosa, e alcanzando assim este desiie^atvm se
ouus para os cofres pblicos. .
Nos corpo3 especiaes, por exemplo, taraos radac-
go a fazer: ha.nu eslado-maior general urna cate-
gora que poja ser suprimida sem detrimento do
servico publico, como por exemplo a de m:re-
chal de campe; esle posto nao lem attribulg5es
proprias e diff rentes das qoesl.'s a cargo dos le-
nentes-generae3, comroandam como estes dlvisoes.
Supprimi-Io, em vez de ncoovenlenle, trara' re-
docgo de despeza. As necassidades do servigo sao
no meu entener sufflelentemeate. consultadas re-
duzindo se o estado maior general a um mareehal
de exercito que commande em chefe todas as Jor-
gas em oparacSes, a tenantes generaes (8) que com-
mandem os corpos de exercito ou aa dlvisoes, e a
brigadeiros qae commandem as brigadas.
Sam prejadicar o servigo publico pde-se reduzir
os dous commandos do estado maior de pnmeirae
segunda classe a um s commaodo geral, o que
tambem trar economa para os cofres pblicos.
No corpo de saude igualmente se pJe fazar;
grande, redueca ta despera, por qoe o seo qaadro
comprehandelaO offlciaes^nomeroexcessivepara
a torca padld?, calculando-se deas msdicqi por ba-
talbao, oo um para cincaeata doenlee, prqporgo ea-
rtmenla adoptada nos paites ra? ava.ntajai&s. na
431:800^000. Mas polo 2. do aru 1." da pro
posta esta' disposto que em tempo de paz ca-
da companhia dos corpas movis lera' um s al-
teres.
Taremos pois a diminuigio de 27i alfares qae
dispendem 2i0:838,&000 ; dedazila esta quantia da
da 481:800*000 flea a diflarenga de 231:912*000,
que a importancia do augmento pedido para as
dts mil pragas que tem de accrescer ao numero
da forga exlsleote em virtade da le aetaal para
eircumstancias ordinarias.....
(Ha diversos apartes.)
Aioda nao houve a promogio de alfares; os no-
bres deputadoi sabemque ltimamente fofampro-
de ser elevado a 600,'sOj) em p da gnerra. e que
s em cavallaria lera mais do dobro de todo o nos-
so exereilo.
Sa a proposta presta-se a isso, se o Brasil vai
effectivHaeote flear urna nagao aitilarisada, o
thesooro. sera' onerado com milbaws de conios,
como disse o nobre depulado palo Rio de Janai-
ro; roas o nobre depntado por Minas, que aehou
ridiculamente insignificante o aegmento pedido,,
nao podera' seguramente fazer a-, mesma c
sara.
(Ha diversos apartes.).
Censuroanos o.oobre daputada por pedlrmo-
forga que com a reorganisago- projectada podo
rlaraser dispensadas; quando na.Hranga.coj) prr-
cedimeolo S. Exc applaude, organiia-sa o exerci-
to para eleva-lo a um algarismoa que nnnea ha-wa
ebegado.
O-Sr. C. Ottoni :Toda a comparago com. a
Fnaoga se resume nlsto; la' para todas as evenw-
Idades, quer-sa que parlamento vota a focga;,
aq.ui se diz: dai-me o direito de mobilisar tomo
tr conveniente.
0 Sr Ministro da Gusrr.v : Tenha o nobre
deputado paciencia, chegaremos a esse pooio*.
Toda a argumentago do.nobxe deputado, relati-
vamente a proposta, baseonrso em um falso,sup-
posto, on ea exagerag&s, e no mesmo caso-esta o
discorso donobre deputado, pela provincia
de Janeiro.
Ma parece nao ser este o melhor meio para as
nobres deputados se coosiiiulrem interpeles da
oplniio do paiz, de que- todos os dias nos dizara se-
rem os nicos e genuloae representante..
Desde que o pat\ pela observago calma e re-
flectida, chegar a convencer-se da que os nobres
deputados argamentam com exagerares baseadas
em meras sapposigas os nobres deputados, perda-
dero multo em sua -legitima e benfica Influencia.
(Apoiados.)
O Sa, C. Ottoni : Pois eusine-aos V. Exc. o
camlnno; mostr a exagerago.
OSr. Ministro da Guerra. :.Ja* mostrel qoe
nao ha esse augmento coasideravel de despeza, ja
mostrei qoe as forgas pedidas nSo estao alnoa a
par das necesidades; e nao precisaya e
me para demonsirar isto agora, quando o flt eon-
cludentemente np meu relatorio, cajas apreolajoes
nao foram abaladas pelo nobre denotado.
O Sr. Candido Torres Fano -.-Deve-se reoniir
"Sr- alho -Responda ao nobre deputado o
Infeliz coronel Frederlco Carnelro de Campos.
(Apoiados e outros apartes.) .
O Sr. Ministro da Guerra : Eo divirjo com-
pletamente dos nobres deputados qae se mostrara
sempre dispostos a lastimar aqnillo que se despen
de com o exorcito.
Com essas lamentage3 se fizessem em outros
lempos, como era usual, antes aa guerra do Esta
do-Oriental e do Paraguay, pde-se comprehender;
i alfares a tVnenies e d'ahi por dunte ~ ^jimente, quadoeslamos dehaixo da pres
___-------.. o da gnerra, r<
mira 1 (Apelados.)
aos poslos superiores,
uva |fu=vua =f"""i w- v0i sao da guerra, realmente costoso daerrse: ad
ram preenchidas, ha grande numero aestas *****
e que sempre se augmenta como todos saben, -
nao sendo ellas preenchidas, a snpressao deve ve
rificar-se e por conseguinle tem de se dar a ara
nB o^noorTdeputado por Minas,jga qjino
^d^e^^samK^
Era tsropo de paz cousa mo/ito vulgar levanta-
rera-se vozes contra os grandes exercitos perma-
nentes; entretanto nao se ple deixar de reconbe-
cer que o exercito, ainda nao lando de obrar acti-
vamente, presta relevante servlpo ao pait, ^vitan-
do aeonteeiment03 que podem irarer comptic*S0-s
e at a guerra. (Apoiados.)
Portanto, um erro daqaelles economistas qae,
qaerendo dar maior desenvolvimento aos interesses
materes, nSo procanmi p?r. ootrQ laao fiv!ijj
p.irece que as ex iaiuif"" r"".;.r__- ,.
veram mnilo a proposito, oa^chegaram mallo, ur.
da: S Ene. oue n*o deputado novo, devia tac
A*V
permilia-me a cmara que ea lea esta parte do
meu relatorio.
O nobre depntado disse, que llmitei-me a remet-
ier aquella trabalho dizendo qua era feilo por
pessoas profissionaes, e que mereca ser lido; mas
veja a cmara o que digo no meu relatorio:
No anno paseado Vos foi presente um projcilc
de lei de recrutamento, confeccionado pela com-
misso encarroada de ver a nossa legislado mili-
tar. A secgo respectiva, para organisa-lo, entre1-'
gou-se a serlos estados, compulsou en diversos'
projectos qae a semelhante respeito se lem apre-
sentido e procurou satis fazer tantorquemto foi
possivel, condiccs de urna boa fet de recruta-
mento. O projecto foi adoptado depois de lumino-
sa discussao entre as pessoas ilustradas e profis-
sionaes, membros daquella commisso^circuaasun-
ca qne garante a importancia do trbalas e o
recomraenda a vossa sabia consideragae.
Adiante ainda digo o serite:
A guerra veio toroar saliente a necassidade de
um bom exereilo permanente, cumpre que tratis
o mais breve possivel de o dolardes cosa nma tai
de recrutamenio qae, distribnindo eqoitarivemeafe
o imposto de sansue, substltua os meios vexatorios.
ampregados hoja para se obter soldados, por outro
mais da accordo com os principios das nossas ios-
titug&es sociaes, 0>modQ que a-nagSo veja progre-
dir e desenvolver a agricultura, a Industria e o
commercio, sem encontrar obstculo na organisa-
gao da sua forga armada.
A eonscripgo :em por si a saacgo da expe-
rienda de qaasi todas as nagos civilisadas;- os
meios, perem, de e.vcoia-la var:aor com as instf-
luiges sociaes, com osnabitos, usos e costumes. d-
cada urna-das oagoes- Adoptemo-la tambem, ac-
commodando-a convenientemente s eircumstan-
cias espeolaes do paiz-. Ms na ler-que confeccio-
nardes deveis clara e-precisamente esoecificar as
condigdes de recruiabHidade, a qoacago dos
individuos- neslas coudigoes, e declarar os meios o
o modo do sorleio, das isengdes, coatrlboiclo para
os iseolos e forma da subsiiiuico,. e marcar nao
r\ s as vaolaf em qae iaimem o engajimento de
Voluntarios, mas anda as garantas de seguro
mel de vida as pragas depois de escasas do ser-
vigo.
Creio qoe Isto emiltr urna opiniao.
O Sr."t5. Ottoni :.Vo sobre o projecto.
O Sn. M.mstk i da Gjbbsa : E' a-base do pro-
jecto. (Apoladus.) E preciso notar que trata-se
de um assamplo, que pela eonstiluigao da inicia-
Uva da cmara dos Srs. deputados; portanto, lendo
.eu da dirigs ao corpo legislativo um irabalho como
esse qoe he foi presente, e acoropaobando-o de
algumas refltttdes, naoo-devla fazer em termos
proprios de-uma proposla do goverao, pois que o
goveroo nce-pde fazer propostas sobse semelhanta
assumpto. (Apoiados.)
Consegoiaiemente me parece qae *solicilade do
goverao, seao era digaa dos elogio do nobre
uepuiado, ao menos o devia por aceberto das suas
aensuras.
Accresce a isto que o nobre depatado, tctico
opposicionsa cmo evs' devia fazer urna opposi-
5io moderada ejusta paca poder ser efftcaz : des-
ee qua 5. wsc. afflrma o contrario de que est pa-
tente, e na aualyse da proposta aventura proposl-
5es que sae insubsistenfas, me parece, Do podera.
lazer a bMeha que espera.
Mas aond o nobre depulado achou que o miis-
teo torcava-se mals-digno de ceas-ara ou mesmo
de execra^o, foi no naeio que prop-z para preen-
chimentc-da-forga emeircQmstancia6 extraordina-
rias.,
Senbores, diz o art. A %\ da proposta :
c A forga decretad para circumsaacias extraor-
dinarias Modera ser ^eenchida, na talla de volun-
tarles, f! engajados, oa de recrutados, por aerpos-
'destacados da guardarda oaciooal.rjue ser mobili-
sada conforme fr mais convenlecld. >
. Qua ser mobilisada eonforrae 15c mais conve-
niente-:: Oa! dici-ura iofrene: dieladara sena
limites 1 absoluta!
i Exclamou o notxe. depulado: Temos a suarda
nacional, que a nago, maniatada, eseravisada,
entrogue aos caprichos ministeriaes 1
Cura effeilo, bVjpei sorprendido e pas-no, oovln-
do es.as palavras do nobre denotado, porque nanea
me passou pela mente, confeccionando esta-pcopos-
la^a intengo dcarmar-me de. semetanta dicta-
dura, era esta no meu genio exerces una poder
diserieionario.
Qaererei sempre governar com a le qoe eoarcta
o arbitrio e dunlnue a responsabilidade parante a
opiniao publica; sempre paocurei firmar-me com
o seu apoio como o mais seguro. (Apoiados.)
E' esta a. verdadeira fox> dos goiernos no sys-
tema representativo; o terror nao poda ser part-.
Ihado comomeio de govsrno por anern professa as.
ideas que dosejamos realisar. (.Vpoiados.)
Qaanoaao tiverraos por nos o. apoio da opipjac.
publica, estej o nobre deputado certo que deisa-
remos eslas cadelras. Em quanto, porm, tivermos
esse apoio, manifestado pelos ligitimos represen-
tantes da nago, havemos de procarar d6sempenhar
a ardua tarefa que nos foi confiada, em to
melindrosas e difUcels clrcamstancias. (Maito
b8tn-) .T- .
OSr. C. Ottoni: Nao se trata de meios de
governar, e sira de recursos extraordinarios, e ka
na mesa orna emenda de cinco membros da
maioria. Peco a V. Exc. qae a tome em cooside-
racio.
0 Sr. Ministro dv Guerra :Eu. explicarei o
seolido da proposta nesta parle, e vera o nobre
deputado que razo Uve para ficar pasmo de ouvir
as exclamages do nobre depulado a respeito da
sopposta dictadura do governo; dir-se bla, ou viu-
do-as, que tinhamos j passado o Rubieon, que o
despotismo lase inaugurar com toda solemuidade,
que as portas do parlamento io ser fachadas para
ssmpre 1 .
0 Sr. Martinho Campos :-Depeude da vontad*
do nobre ministro. ... .K._. mfl
0 Sr. Ministro pa GusRR\;-Atl senhores me
parece que as ex.-.lamacoes do nobredjpnUdo nao
vieram muilo j
icac?' oamffiempo. as suas vozes eonira o
art 148 da coostituigao, qua incumbe aoexeeutivo
o emprego da forga publica, conforma tor mais
convonienie. -
Ao poder eawHivo compete pnvallvamenle
erapregar a furesrarmada de mar e ierra cemo
bam Ibe parecer conveniente i seguranoa e detaza
do Imperio. >
0 Sn. C. OrroNi: Forga armada domare trra
a guarda nacional??-.
Co
'Vrt-.htfT&m -RA DA!

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