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Diario de Pernambuco ( Friday, August 23, 1867 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/11349

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Friday, August 23, 1867

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:11349

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/11349

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Friday, August 23, 1867

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:11349

Full Text
ANNQ XLI. NUMERO 192.
P.4HA A CAPITAC K LtBlBB OXDE SJR *A rifiA rBIE,
Par traa mezas adan Jados.,. ?.............. 64000
Por seis ditts Uem.. .1 .1 .1 .1 . .... ., ,, -,,, /. ,, ;. (2.5000
Por an ua# Uem.. ., .1 ., .j .1 ., ., ., _, >,'... ,
CaJa maere a valsa J .
1 uta&jkt. ak
*av>H
X
Per ia ano* Uem.. ., .1 ,: , .1 .1 ., 1 o ", ",
j < >j .1 ,j .j ,1 . .3 .
-*... 4 i a
24000
320
-I* SEXTA FURA 23 DE AGOSTO DE 1867.
r rA** DEVXBO B FOlt.t DA PHOVIXCIA.
Por tres mntt Untados;. -v -. *-"
Por eisditM ideo, r............
Par nove ditos e*.......... ......................
Por m mo ide.. m................
750
SJ500
26)1250
27000
/


f
'V>
AcaatMUY^i im paBiiiBiij> na lamampaDia ro mAKDiit ronmm^ n>i &&i&ti4\ tatuos, ana ifiiwmmifcinni
IENCARKEGADOS DA SUBSCRIPgAO. |
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Araeaty,
oSr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. Joaquira
i os de Oliveira Para, os Srs. Gerardo Antonio
Aires & Filhes; Amazonas, o Sr. Jernimo da
Costa; Alagoas.o Sr. Krancino Tavares da Costa*
Baha, o Sr. Jos Martina Alves; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Ribero Gasparinbo.
> PARTIDA Ot!S TAPETAS.
Oiinda, Cabo, Eseada e estagSes da Ta frrea at
Agua Preta, todos os dias.
Ignarass e Goyaona as segundas e sextas felras.
Santo Anto, Grvala, Bezerros, Bonito, Caraar,
Altiaho, Garantaos, Buiqae, S. Benlo, Bom Cn-
selho, Aguas Bellas e Tacaratd, as tehgas-feJras.
P d'Albo, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqaeira,
lagazeira, Flores, Villa Bella, Cabrod, Boa-Vis-
ta, Ooricnry.Salgnero e ExtS, as qnarta, felras
I Serinhaera, Rio Pormoso, Tamandar, Una, Bar'
reros, Agua Preta e PJmenteiras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNABS DA CAPITAL.
Tribunal do cominereio : segundas e quintas.
Relago : tarcas e sbados 4s 10 horas.
Pazenda: quintas s f0 horas.
Jalzo do eomraeru/o ." segundas as 11 horas.
Dito de orphos : arcas e sextas 3 10 horas.
Primeira vara do civei: tercas e sextas ao meio
da.
I Segunda vara do el val : qnartas e sabbades a
1 hora da tarde.
EPHBMERIDES DO MEZ DE AGOSTO
7 Quarlo cre3c. as 4 h. e 17 m. da m.
13 Laa cheia as 7 h. e 45 m. da m.
23 Quarto ming. as 6 i|2 b. da I.
29 La nova a 10 b. e 13 m. da 1.

DAS DA SEMANA.
19 Segunda. Ss. Luiz f. b. e Tecla m.
20 Terga. Ss. Samuel profeta e Felisbarto ab.
21 Qnarta. S.Qfoanna Francisca Romana v.
22 Quinta. Ss. Fabriciano e Aethosa. mm.
23 Sexta. S. Felippe Benicio e Theooilia v.
24 Sabbado. Ss. Bartbolomeo ap. e Tacio m.
25 Domingo. O SS. CORAgO DE MARA.
I P3EAMAR DE HOJE.
Primeira as 8 boras e 30 m. da manfcia.
Segunda as 8 boras e 54 minutos da tarde.
PARTIDA DCS VAPORES COsTEIROS.
Para o sal at Alagoas a 14 a 30; para o nona
at a Granja a 15 e 30 de cada mea; para Ptr-
nando nos dias 14 dos metes Janeiro, margo, mal*
Julno, setembro e novembro.
PARTE OFFICIAL
COMANDO DAS ARH1S.
Quartel general do mando das armas de Per-
nambuco na eidade do Recife, 22 de agosto
de 1867.
ORDEM DO DA N. 372.
O brigadeiro coramandante das armas faz pbli-
co a guarnigo para os lias convenientes, que a
presidencia conceden, por portara de 12 do cr-
rente, 3 (tetes de liceaga para continuar no trata-
ment de sna sade oesta provincia, nos termos do
ari. 4* 2* do decreto o. 3,579 de 3 da Janeiro do
anno passado, com os veneimentos marcados no
art. 5 1 do citado decreto, ao Sr. alferes do cor-
po n. 30 de voluntarios da patria e honorario do
exercito, Francisco Pereira da Guaba, para espe-
rar nesia provincia pela deciso do governo impe-
rial acerca de nova liceoga que soliciton para con-
tinuar aqu no Iratamento de sai sade.
(Assignado) -Joaquim Jos Gongilves Fontes.
Esta conforme. Emiliano Ernesto de Mello
Tamborm, tenente-ajudante de ordeos encarrega-
(lo do detalbe.
EXTERIOR.
Ora$io fu a elire.
DO FALLECIDO IMPERADOR MAXIMILIANO DO MXICO
PRONUNCIADA IM LONDRES NA IGRIJA DE S. JOO
' DE JIHUSALEM PELO BISPO DE KBRRY, El PRE-
3ENCA DB ALG0N8 MEMBROS DAS FAMILIAS REABS
DA INGLATERRA B DA ITALIA, DOS EMBAJADO-
RES DA AUSTRIA, PRUSSIA, FBANQA, E SOECIA,
ETC., BTC.
Irmos Cbristios.A occasioqae hoje nos rea
na perto do altar de to dolorosa solemoidade
que o silencio parecera tnais proprio ao nosso
ministerio. Nenboma voz humana pode exprimir
os antimonios e reeordacoas qne se accomalam
na alma qaando coatempmos o nybre infortunio
do grande qne cabio, ou a sagrada magoa dos ama-
dos que sobreviven). As cantigas inspiradas em
que David fez seo lamento a Deas quaodo seu
inimigo ji tonificado a prevalecen contra elle, ou
a resigaacao lastimosa de Job, qaando Deas per-
rnittio qae fosse terido em ludo qaaato le foi caro,
sao as nicas expressdas que satisfagam ao cora-
gao na presenga de ama calamidade qae, corajosa-
ra nle sapportado por um, langou a nuvem de
urna grande tristeza sobre as nagdas civilisadas do
mundo.
Qaando o illuslre Bossuet leve de orar uato
tamba de nma raioha envinvada por om enme
:,'ual ao qne agora excita o vosso borror, e qae
n'esta capital tinglo o cadafaLso de sangae real, a
primeira recordago de sea espirito foi das terri-
veis ligSas pelas qnaea a Providencia ensina aos
ragedores d'este mando a vaidade^de toda a gran-
deza humana, a fraqneza de todo 9 poder humano,
e a sha inteira dependencia de seu dominio su-
premo.
Esta ligao, irmios cbristSos, acaba de ser repe-
tida, e em circamstanclas que a lornam pavorosa-
mente Impressiva.
Quo curto lempo passou desde que elle que
tioba lagar nos degros do primeiro tbrono im-
perial do mundo, que eslava ornado de todas as
gragas o taiaotos que do expleodor a' grandeza, e
d'aqnellas virtudes que mais costumarn ser encon-
tradas em posIgSes humild s, parti com as oragSes
e bons desajos do povo da sua grande nago, e com
a aclamago geral da Europa, para fundar um im-
perio que devia ser no novo mando o que sua
propria amada Austria ao vdho a sede da
honra, da jusliga, e da verdadeira civilisagio enria-
da.
Pensavamos que como fandador de urna nova
dynastia elle bavia de multiplicar as glorias da
sua antiga e illns'.re casa; qae reeditteana as rui-
nas com qae a anarchia tinba coberto urna bella e
fructfera trra; esperavamos que sob seu patro-
nato, e com o exemplo de sea espirito altamente
cultivado, a scieocia levantarla sea pacifico scep-
tro onde a forga bruta e a fnnde L-em succadida
d.imlnavam ; tiremos a esperaoga de que amanbe-
cesse o dia quando, senbor dos destinos de sua
nago, elle podesse reenlregar religio seus alta-
res profanados, e sagnndo o exemplo de seu irmo
imperial, dar igreja aquella liberdade que a ha-
bilita para salvar a sociedade, e para proteger o
throno.
FOLHETIM
D. BRANCA DE LANZA.
RECORDARES DA CORTE DE FELIPPE II
Romance histrico original
Por E. Fejo de Mendosa.
PARTE I
Rcdemp$3o por amor
LITRO I
1
O CORSARIO NEGRO.
(Continua?ao do o. 191.)
CAPITULO XI.
Amor duvidoso.
Prximo habitac5o de Branca havia um
pequeo pavilbJo octgono, fechado por vi-
3ros de variadas cores, e d'onde se descia
ao jardjm por uma pequea eseada de
pedra.
A irmSa de Lanuza, depois qae ficra s,
e com o Om, de se distrahir, dispoz-se a
descer ao jardim para all dar um passeio,
e levantando-se do seo lugar dirigio-se para
a porta que da sua cmara commuaicava
com o pavilhao.
Bastante commovida e com os olhos h-
midos, correa o fecho e o abri, recuando
logo assustada, porque os seas olbos se fl-
xaram no Corsario Negro, qae se achava no
pavilhao sentado e meditativo, como se um
pensamento profundo o occapasse.
Braca lembrou-se ent3o da confidencia
qneacabava de ter com sea irm o, e diri-
gio-se ao pirata com a maior angustia :
Deas men vos aqui ? Ha muito
tempo qae estis no pavilhao, senhor ?
O Corsario olhou-a radiante de alegra e
loe responde com nobreza :
Ha mais de uma hora que estou aqai.
Oh gritou a joven tornando-sa pal-
lida de vergonha e apoiando-se parede
Taes foram as nos-as esperangas, e para sea es-
pirito ardente e enthnslastlco foram visdes qaasi
realisadas. Has o qaSo incoinprebensiveti sao os
procedimenlos de Deas, e qaao inscrataveis seas
julgamentos. (Js sens pensamentos nao sio como
os oosso. Elle nos t-nsina qae Elle nao precisa do
nosso auxilio qae nao podemos ser conselbeiros
d'Elle. Elle nos ensina qae o tempo, o meio, e o
.u sao todos de. sna propria escolb. cima de
lado Elle ensina aos res do mando qae qaao gran-
des sejam os ioteresses condados a ellas aqai, mui-
to maiores sao 03 interesses d'aqaella eternldade
aguardada para nos todos. Ali a grandeza qne
d'este mundo desapparece, e s resta a grandeza
qae de Deas. Ali a morte se transforma em vi-
da, a ruina em resurreigio, e a fechada do lmalo
a abertura de urna porta para a ImmortaUdade.
Para Deas qae reina na eternldade lado vive.
N'Elle achhmos outra vez aqaelles de quem a mor-
te pareca nos ler separado. Adorando a Elle te-
mos commnnbo com os morios. Rtgetn eul omnia
vtvunt, venite adoremus.
Este poderoso Rei dos scalos, aflra de mostrar
a fraqueza do hornera, e sea proprio poder, as
vezes permute qqe os instrumentos de Sua provi-
dencia, os bragos de Sua jastlga sejam qaebrados
por seas inimigo-, porque Elle nlo precisa do
meios para alcangar seus flns, poriae as Soas
mos a arma quebrada o Instrumento da vic-
toria.
O sangue dos martvres foi a cernele do chris-
tianismo, e o paganismo foi vencido pela propria
tonara e morte que infligi. Nao temos razSes de
crer, irmos, qne o sangae derramado em Quere
taro qae o sacrificio do innocente e valente sja,
nos designios de Den*, o meio de efTactaar ama
victoria sobre a anarchia, e de reesuiHecer a re-
llgiao, n'aquella teira, em seu domioio ha muito
perd Jo? [sto tam semelhaoga com os procedi-
men'.os de Deas.
Irmos ba outra ligao triste que Deus nos ensi-
na n'este lamentoso aconlecimento. .Vasta socalo
toda a poltica pabiiea tem sido baseada sobre o
egosmo, os grandes principios antigos de sacrifi-
cio, caridade,' e cavalbeirismo, tem sido atirados
ao vento, e hoje se ensioa aos homens que o nico
eaminho para a prosifrridade e felicidade das na-
gdas, ou dos individuos, consiste na s procara do
proprto beneficio de cada um.
Daqai a doutrina to ganada pelos estadistas, qae
anda mesmo a bem da bamanidade, ou da jusliga
ou para a defeza dos fracos e opprimidos, nao deve
baver iotervengo nos negocios de outros estados,
nem solldariedade entre oatras nagdas. A mais
alta autoridade do mando, o representante do prio-
cipe dos apostlos, tea condemnado e anathemlsa-
do esta doutnna. Os homens queriam diser :O
que sabe elle de politica ? Quem ser elle que
vem ser arbitro entra as nagoes do mundoT Elle
nao quer ser o vosso arbitro. Has, porque sea se-
nhor ihe tem mandado, elle ba de indicar os re-
gedores e as nagoes, 01 deveres mutuaes a que sao
obrigados uns para com os outros; e em coodem-
nar a dontrina de nlo iotervengo no grande syl-
labus dos erros do seculo, elle quera dize-los qne
possivel baver caaos onde os males Inflictos pelo
ptfer Hlegal barbar, o a oppres-o 4a innocen-
cia, venham chama los em nona da eterna ustiija,
e da bumaoidade para cabir sobre os malfeitores
e executar a vinganga de Deus contra o derrama-
ment de sangue Inuocente. Agora, em presenga
do grande crime que cansa hoje o vosso lato,-esta
doutrlna parece ser acceita pelo mundo clvlli-
sado.
Irmo?, ha cirenmstancias pertencentes a este
aconlecimento que aggravam a vossa dor. As mais
sagradas affaig5es foraa cruelmente feridas. Has
Daus nos advertio que nao nos approximassamos
delia. Elle, qae tempera o vento para o cordeiro
tosquiado, nao quiz que a plena forga desta terri-
val perJa esmagasse tenra roulher qae s viva
no amor do grande fallecido e foi sua maior con-
solago e sustento. O Deus bondadoso deixoa cabir
um veo para que ella' nao visse. Nao procuramos
levanta-lo.
Estamos congregados aqu para resar i alma de
Maximiliano, fallecido imperador do Mxico, por
qne esta a igreja da ordem soberana de S. Joao
de Jernsalra da qnal foi elle cavalbelro e irmo.
Os numerosos santos e beras que tem Ilustrado
esta ordem por su>s virtudes e valor, cojos faitos
lem deixado trilbos de lut no eaminho da historia,
observaran) do cn as penas e esforgos de sen pa-
dceme e valoroso irmo. Como irmos ellos boje
tomam parte as vossas oragdes. O here martyr
de Qneretaro ultima por ora aqaelle grande catalo-
go de gloria. Qoe sea lagar seja entre a irman-
dade no cn, e junto aquellas qne como elle tem
pognado para a jastiga e a honra e que como elle
foram victoriosos qaando vencidos.
Em todo o borror excitado por este acontec-
mantos ha, para o christo qne o contempla com o
olho da f, orna fonte abundante de consoiagao. A
morte qae choramos dea nao equivoca promessa
da, vida eterna. Qaando nos o vemos trabido por
aquelto em quem confina; quando contemplames
o real martyr purificando sna alma em dores, e na
humilde conflsso de seas peccados e pedlndo aquel-
lo parda o qae a igreja fui commiasionada por Nos-
so Senbor jara dar; quando o vemos prostrado no
pavimento da capelia do convento qoe foi sua pn-
so, passaado horas na pacifica agona da ora-
gao ; qaando o vemos levantar-se com nobre re-
sigoago e entregar-se as mos de seos Inimif os,
porque foi a hora dalles e do poder das trevas;
qumdo o seguimos naqnella ultima marcha e su-
bimos com elle o monte em qne fleon de consum-
mar seu sacrificio ; qaando elle nos dit que seas
peasamentos sao da melnor trra a qaal se approxl-
ma, qae olle enxergava como terrado liberdade,
pedindo como Job qne Daos o Uzease livre e o col-
locasse peno delia. e ento pugnasse contra ella
quem qufzessa; quando ouvimos de seus labios
naquelles ltimos momentos palavras de sympatbia
e amor para aquellos que Deas ligara a elle pelos
mais sagrados lagos ; quaado vimo-!o dar o sculo
da paz como slgnal'de perdo ao pove que pedia
sea sangue, e mesmo ao trabidor que o ven leu ;
nao nos surge a lembranga daquella santissima
morte da qual todos nos esperamos a vida ? E nes-
la ssmelbanga nao achamos um slgnal de que elle
ser b je no Paraizo com Aqualle em quem coo-
fiou, e por Quem esperoa a sal vacio ? Oh I foi uma
morte qae am re e cavalhelro christo poda pe-
dir oas suas oragoes. Que os curtos e perturba-
dos dias de sea reino terrestre sejam succedidos
pelo goso de um remo eterno. Para a corda qua
tiraram de sua testa seja substituido am diadema
de gloria. Entra os principes de Jerasalm celeste
seja a sua morada. Seja olla um dia reunido, para
nunca mais separtr-se, a fiel raalber qae amava.
Tenba elle o descanso eterno no seio de Daos, e a
eterna paz na luz da presenga de Deus. Senbor,
dai esta graga a Maximiliano, fallecido imperador
do Mxico e cavalbeiro da nossa santa e soberana
ordem. Rquiem eternam dona et dommt, el lux
perpetua lutiat n.
m
PERNAMBUCO
para n5o cahir, ento ouviste a minha con-
versa com Joo ?
Ouvi-a toda. ,;
Meu Deus I que vergonha! exclamou
Branca tapando o rosto com as mos.
E porque, senhora ? acudi Fernando
com respeito ; vos sois to pura, to nobre
e digna, que nenbuma das vossas palavras
deve nem pode envergonhar-vos.
Pois bem; se queris conservar a mi-
nha amizade, esquecei tudo o que ouviste.
Oh dizei ao sdenlo que regeite a
agua; ao ceg que nao qaeira ver : mais
fcil isto que eu esquecer o qae oavi da-
qui. Senhora... eu, com a minha alma gas-
ta, o mea coraco morto... nao posso ex-
plicar-vos o qae se passa em mim, nao
posso dizer-vos nada... Branca, sois am
anjo. Desejavj poder pagar-vos o vosso
nobre e sublime interesse... Poaco vale a
minha vida, mas acceitai-a ; a unisa cousa
que vos posso offerecer.
A irma de Lanuza parecen vacillar por
um instante e guardou silencio. Depois
avancoa tranquilla, serena, magestosa para
o canto do pavilhao, tomn a m5o do pirata
e disse-lhe:
Vinde, vinde al onde estivemos hon-
tem nnte.
Fernando obedeceu como se fdra ama
creanca, e seguio Branca at chegarem ao
banco em que se tinham sentado na noute
antecedente.. Alli, sentaram-se, e a irma
de Lanuza disse ao Corsario, depois de um
momeoto de silencio :
Fernando, assim o qaer o destino ou
a Providencia. E' verdade que vus amo
para vos tornar bom... o meu amor, mais
que amor, uma religso... quero remir-vos,
tirar-vos do abysmo que a vossa vinganc^
abri aTOSSosps e no qual vos precipitara
m3is cedo ou majs tarde. Ouviste o que
dissd a meu irmo; pois bem, quasi que
me felicito agora por o terdes ouvido, por
isso que assim tereis comprehendido que
Branca de Lannza, apezar da saa grande
paixo, nunca ser a esposa de am liomem
REVISTA DIARIA.
Pela presidencia da provincia foi resolvido,
qoe o juiz monicipai e de orphos de Caroar con
tinaas.se na jarisdigo qae liaba antes da le pro-
vincial, qne elevan aqaelle termo i comarca, em
qoanto sobre esta creago nao decidir o toverno
imperial.
Sobre a requisigo da directora geral da
insirncgo publica, foi creada orna delegada Ilite-
raria na districto da Jarema.
Acba-se o Sr. Dr, Joo Carlos Vellez de GI-
vara no exercico do juisado de direfto de Ollna,
por ter o respectivo faneelonario sido eocarregado
da chefatura de polica, como noticlam s bon-
tem. '
Foi preso em Villa-Bella o criminoso Hanoel
Periquito, pronunciado por homicidio pracado em
Pianc, provincia da Parahyba, na passoa de Seve-
rio de Tal.
O Rvm. vigario de Nossa Senhora do O' de
tioyanna Lourengode Alboquerque Loyola, acaba
de offerecer ao governo imperial o producto de
toda a sua congrua, para occorrer as despezas da
goerra. Folgamos de registrar aqu este acto de
patriotismo de um nosso comprovinciano.
Poi hootem no tribunal do jury snbraettido a
julgamento o preto Vctor, escravo do Sr. capilo
Francisco de Paula Corroa da Araajo, pronunciado
pelo subdelegado da Varzea, as penas do art. 193
do cdigo criminal, combinado com os arts. 2 2
e 31 do mesmo cdigo, em con.-eqnencia de haver
ferido casualmente a Francisca de Paula Celestina,
na povoago do Caxaog, por occastlo de am tiro
em vesperas da festa de S. Joo, por elle dado so-
bre ama fogaeira, acontecendo altiogir a offindi-
da a buxa da arma.
Por forga de recorso intentado, foi declinada pos-
teriormente aquella elassifleagio do crime, passan-
do a ser elle capitulado no art. 205 do cdigo cri-
minal, sobre o qnal versan a accasago do minis-
terio publico.
O conseibo de senteoga nao s admitllndo, em
reprovado pela sociedade. Que que me
offereceis em troca deste amor ?
Tudo, senhora, at a minha vida. Con-
servo cada uma das vossas palavras gravadas
no coraco... mas... ,
Mas o que ? Dizei...
Sois maito boa ; a vossa bondade po-
de enganar-vos e dar o nome de amor ao
que s seja compaixo... Oh I eu vos ad-
miro... estou disposto a amar-vos com de-
lirio, mas, ai I se me eoganasseis seria ter-
rivel...
Estis lonco ? Julgais que uma mu-
lher da minha idade possa confundir a pai-
xo com o amor ? Nao, Fernando, amo-
vos... por amor ; mas este amor j sabis o
sacrificio qu vos exige. Se nao estis dis-
posto a faze-lo, deixai-me..
Perdoai-me se duvido, prosegnio o
Corsario com anciedade: conheceis a minha
ferida, sabis at onde me conduzio a deses-
perado e sabis qual a causa qoe deu ori-
gem minha vinganca. Pois bem, senhora ;
se hoje tornasse a confiar no amor de uma
mulher, se podesse ter f no seo affecte, sa-
bis qae de intensidade teria a paixo qae
eu ihe consagrasse ? Amor! oh isto
pouco... Prodigalisar-lhe-hia um agrade-
cimento to sincero, que"seria uma phrene-
tica adoraco, uma idolatra ; mas perdoai-
me. Branca, tenho padecido tanto, qae du-
vido de tudo...
Fernando, Ihe respondeu Branca, pa-
rece-vos que uma mulher que se tenha em
certa conta, na posico em que eu me vejo,
vos engaara ? Nio... nao, acreditai-me...
Qaando, apezar da minha dignidade e do
meu orgulho, vos fallo assim, connecereis
se esta rei segura de mim mesma... Amo-
vos porque sois bom e nobre; amo-vos, por
que conheco que sois infeliz e que cami-
nhais pela borda de am precipicio, que tem
que absorver-vos como se fdra um dos re-
demoinhos profundos do mar. Ainda que
me nao correspondis, vos amarei, porque
o meu carinno desinieressado, porque nao
qaero qae essa fronte nobre esteja envile-
cida com a reprovacft^ de todo um povo.
virtode de soas respostas aos qaisitos, a justifica-
tiva allegada pela defeza de ter sido o (acto delic-
tuoso oceasionado. na pratica de ser acto licito,
com a inteogao ordinaria, como reconbecendo que
os ferimentos foram leves, foi acgo Inlgada pe-
l-rempta.
Comrauoicam-aos o seguntA :
Aote-hootem a's 10 e meias horas da noite,
achou-se no rio defronte da rampa do Gymnaso
Provincial, o Dr. inglez Wlliam Sberidan, ltima-
mente ebegado a' esta provincia; que foi tirado
por um alleaao e od estudante, moradores na-
quelle Ingar, ainda com ida ; o actual regador in-
terino do,ymoaslo padre Augusto Pranklim Ho-
reira da Silva, aecudindo aos gritos das pessoas
que procaravam livrar da morte aquello infeliz,
abri as portas do edificio, uo obstante as horas
ja um pouco adiautadas, e ministrou-ihe todos os
soccorros que eiigiam as tristes coudieges em
que se achava, seodo aislo secundado pelo Dr. Pe-
raira do Carme, que. sendo avisado do tacto, com-
parecen immedlatameote ao lug*r e permanecen
junto do enfermo at as 4 boras da tnaobaa, e pelo
acedemico Amancio, que muito se distingui ueste
acto de candida e bumaoidade.
A's 6 boras da raanha, aebandose o Dr. Sbe-
ridan melhor, desejou recolher-se ao hospital in-
glez, e sendo instado pelo Sr. padre Augusto para
que se demorasse em quanio restabelecia-se, e che-
gando um facultativo qae o examinasse, naio quiz;
accedendo, com todo, em aceitar o otfareclmenlo
qne Ihe flzera aquella sacerdote, de maoda-lo
acompaohar um empregado do esiabelecimenlo;
e assim retirou-se peoborado pilo bom iratameolo
que recebeM qaer do Sr. padre Aagosto e entre-
gados do Gimnasio, quer do Dr. Perei a do Careno
a acadmico Amancio.*
Reparticao da polica. Extracto da pane
do dia 22 da agosto.
Foram recedhidos a casa de deteogo no dia 21
do correrte i
A ordem. do film. Sr. Dr. chafe de polica, Can-
dido Jos da Silva, para recruta. A ordem do sub-
delegado do Recite, Joo dos Santos Andradu, a
requisigo do eapilo do porto. A ordem do de s.
Jos, Flix, escravo de Racnel Haurlcia de Helio,
por fgido.
O ebefe da 2* saego,
1. G. de Mesquita.
Casa db DBTBNgAo.Hovlmento da casa de
dttengo do dia 21 de agosto :
Existan (presoij 3*7, entraram 3, sabiram 6,
exisiem 344. A saber: oacionaes 246. ulheres
8 ; estrangeiros 6, mulbar 1; escravos Si, es-
eravas 2 Tolal 344.
Alimentados a custa dos cofres provinclaes
249.
Movimento da enfermarla da casa de detengo
do dia 22 do corrale.
Tiveram feaixa :
Hanoel Francisco Ferreira.
Pedro, escravo de Ignacio de Souza Leo.
Jos, escravo de Amorim Irmos.
Foraaf lidos no dia 18 do correte, na ma-
triz da fregoezia de Santo Antonio, os seguiutes
proclama^:
i.' dennwhelo.
" Slanoel BelUio de Aranjo Lima, com Josefa Hara
de Azivedo.
Hanoel Ferreira da Silva ViJnna, com Mara
Aona de Vaseoncellos Pinto.
Hanoel Antonio di Nascimento, com Cosnoa
Darhi*|ia. /
2.' dennnciago.
Vicente Ferreira da Conceigo, viavo de Mara
Severiaoa Lopes Lnzia, com Harcolina Joaquina de
Souza.
Manoel Jacqaes.cjm Antonia Gomes deFariv.
Pedro Pessoa Veloao da Silva, com Rosa Caudida
Jansen da Silva Albuquerqae.
3.* denaaciago.
Joaqoim Jos dos Santos Magalbes, com Josefa
Rufina dos Prazeres.
Paulo Hanoel do Nascimento, com Jenoyma
Maria das Virgen*.
Tito Francisco de Mello, com Etelvioa Leopoldina
Home.
Jo Tbales de Mello, com Lisbella Cmlcaate
d'Albuquerque.
Antonio Paes Pires, com Claudias Joaquina
Ribelro.
Francisco Lopes Cardim, com Hariana Carolina
de Lyra Flores.
Bacbarel Jos Vicente da Costa, quer se mostrar
livre e desempedido.
CBJiiTBRio publico. Obituario do 20 do
correte:
Hanoel Gomes Ferreira, Portugal, 29 annos ; Bca-
Vista, entorile.
Virginia, Pernambuco, 6 annos, Recife ; pblbysica.
Mara, Pernambuco, 12 mezes, S. Jos; bexigas.
Maria, Pernambuco, 7 mezes, Santo Antoolo ; se-
lampsia.
Clara, Pernambuco, 8 das, Boa-Vista espasmo.
Marceoailla, Pernambuco, 18 mezes, escrava, Boa-
Vista, convalsdes.
- 21 -
Anglica Haria da Conceigo, Pernambuco, 27 an-
nos, solteira. Boa Vista ; gastrite.
Manoel, Pernambaeo, 1 hora, S. Jos ; espasmo.
Fraoclsco, 12 mezes, Pernambuco, Santo Ant nio ;
dentingSo.
Alexandrina, Pernambuco, 3 annos, Recife ; bron-
chte.
Correspondencias
Necessitais a vosso lado de uma pessoa que
se interesse por vos mais que de si mesma,
eeu quero ser essa pessoa... ea nao quero
que a vossa cabeca caa ob o machado do
verdogo, porque morrendo vos eu tambem
morreria, e nao quero morrer sem ter dis-
fructado. de algnma felicidade no mundo.
Por isso vos remirei das vossas culpas ; por
sso sacrificarei a minha felicidade pela vos-
sa... por isso vos amo... Duvidais agora?
O Corsario, loco, afogado pela emogo,
cabio de joelhos aos gs de Branca, e pondo
as mos sobre a fronte, disse:
Ab / impossivel duvidar depois de
vos escotar, aujo de bondade e de aboega-
Cao. Quem son eu, filho de pais desconhe-
cidos, que nem sei qual o nome qae devo
levar ? Qaem soa ea, cuja cabeca est a
prego por um rei, e s espera a occasio
para cahir em poder do verdugo ? Quem
sou ea para que a vossa caridade'queira
eleiar-me at vos, que sois digna de uma
corda ? Vos, rica e nobre, e ea, miseravel
pirata, quo ttulos posso apresentar para
que os vossos pais nao me maldigam e me
permitlam amar-vos ?
__Qae ttulos I exclamou Branea com
um tom verdadeiramenle regio : os da no-
breza do coraco, os da grandeza d'alma.
Sou eu que vo-Migo, eu a illuslre descen-
dente de centos e centos de nobres hroes.
Ab. sois to boa qae pretendis en-
ganar-vos... Quanto dara eo para vos po-
der offerecer uma cor.i 1
Nao me faz falta; bastis-me vos para
ser feliz. .
Eu conquistara uma posico dign*
de vos e de mim... S vos rogo qoe quan-
do vo-la fr offerecer, m'a nao recusis.
Oh I nao, exclamou Branca tomando-
Ihe as mos com carinho : vos, se o qui-
zerdes, podereis ser am general to grande
como D. Joo d'Austria ou como D. Ale-
xandre Farnesio. Tendes vontade para
tudo e...
Julgais que eu possa valer muito ?
Jalgo. Seris grande pelo mea amor.
Freguezia de S. Vicente
O silencio nem sempre exprime concenso ou ap-
provago; as vezes o melhor testemnoho, '|oe se
pode d*r de nossa reprovago ao qae s toraoa
digno delia.
E o mais profundo silencio temos com efTaito
guardado em relago a muitos fados, que nos di-
zem respeito.
E mnlt) podramos dizer se fossemos a dar as
razoes justificativas dessa nosso silencio, seno pen
sassemos, que nada o justifica quando, forga de
condescender com a mentira, cumpre coocorrer
para o restabelecimento da verdade. E' tal o flm,
que temos em vista, vindo depr algumas palavras
ao cynisiao com que se pretendeu effectivamente
se conseguto, qua prevalecesse a larga eleitoral,
que leve lugar nesta fregnezia, no entender da
commisso, que delia tomn conbecimento.
i E' cynico e immoral com effeito o procedimento
d'aqnelles, que dando como felta uma eleigao 00
da 10, para quando foi adiada, ex vi de circmskm-
ctas ponderosas, nao demonstrara a procedencia de
suas allegagoes.
E' revltante ainda, e muito depoe cootra o bom
seoso de to Ilustres cavalbeiros, a nao se acha-
rem dominados da paixo poltica, que sappoesrm-
pre a neeessidade de derrotar adversarios, onde
qner que ellas apparegam, a concluso, a qoe se
pode chegar de soas premissas em materia eleito-
ral, cada urna d* qaaes se presta a seguinte Inter-
pretago:
Por exemplo: a liga tinba a maioria dos eleito-
re8 e supplentes em Goyaona, iralava-se das elel-
goes alli lenas, e por isso j motivos rouio valio-
sos podra t-la aconselbado a amparar se a som-
bra d'uma duplcala.
Em identidade de razoes a opposlgo tinba em
s. Vicente nma maioria de vinte e tantos eleitores
a >uppleotes sobre tres da parcialidade opposta, e
consequencia lgicas motivos muito proce-
dentes a lerariam a abandonar em seguida o pleito
eleitoral.
Entretanto, o partido do governo abandonon-o
por sua ve% preiextoo coaegao I Estraabo resulta-
do este para qaem coabece o que pode o governo
quando qner vencer, como vencen I
U governo ou o sea partido coagido 1/ Mais uma
razio esta para esperarmos, que a commisso vles-
se He justiOcar a coaego, os motivos qua provoca-
ran] o adiamento. Se a opposigo lioba o proposi-
to de fazer a eleigo, e recursos a coagir a parcia-
lidade cootraria le-lo-hia fallo, prevenida como es-
lava para todas as omergencias, qae occorressem,
como jaiz de paz, qualifleago, etc. Nao se combi-
na a coaego, em que ella collocou os adversarios,
com a acceiiagio do adiamanto, sem os motivos,
que ento s^rviram de justifica lo. Sim, para quem
conbece o partido liberal desta fre^uazia, para
gera sabe dus elementos, de que ella dispe e dos
seas sentimenios d'ordem.no presumvel ao me-
nos, a idea de qae elle prelendesse vencer pela
forga bruta.
Os tactos posteriores demonstrara esta verdade,
e a razo especial do adiameulo, qae a commisso,
por nenbom dos seus orgos, se lambrou de cogi-
tar. E' que ella Ihe servira de vergonha, como
uma vergonha, uma miseria o qua aqu se cbama
partido progressisla.
Se da vergonha fosse elle susceptivel a cons-
cieneia de sua impotencia o teria ha mullo acn-
silbado a desistir da pretengo de ter aqui um par-
tidopara nao dar de s to triste idea, para nao
recorrer aos vis manejos, mediante os quaes poda
tiuoj celebrar sna victoria I E pois que n9o se
lembraram de justificar o lai adiamanto, podando
ser elle levado a conta da opposigo, mesmo por
Pois dizei-me por onde devo princi-
piar.
Branca ficou om momento pensativa e
depois disse a Fernando com acento grave :
Primeiro que tudo deveis por em li-
berdade meu irmo. Joo tem em flespa-
nba numerosos amigos, e uma vez alli, pro-
corar que o rei D. Felippe vos outhorgue
o perdo com condices honrosas. Depois
de conseguido isto, dirigir-vos-heis a Par-
ma, e ao lado de Alexandre Farnesio, pode-
reis chegar a ser um digno capito.
E vos iris a Hespanha com vosso
irmo ? observou o Corario empallidecendo.
Cortamente, respondeu Branca ad-
mirada.
E abandonar-me-heis minha dor ?
A minha dignidade nao me permute
outra cousa.
Fernando cerrou os ollios, e ama destas
suspeitas to proprias dos qae s eslo
acostamados a lutar com a desgraca crusou
a sua mente; uma dessas suspeitas quasi
sempre injustas e sempre dolorosas e fras
como o spro da morte.
Muito bem, seobora, disse a Branca
com um tom'glacial: quanto vos tereis rido
de mim I Sabis sem duvida que esta va
escutando no pavilhao e serviste-vos desle
ardil para me illodirdes... paraionseguirdes
a liberdade de vosso irmo, porque a res-
peito da vossa j sabis qae a tendes. Mas
enganaste-vos; deixei-ma arrestar um mo-
mento pelo formoso horisonte, que me des-
cobriram as vossas mgicas palavras, o vosso
fallar doce e affecluoso ; mas a illuso j
psssou, e agora, senhora, tudo acabou.
A irma /le Lanaza nao pode fallar du-
rante alguns segundos. 0 assombro, a ira
oceupram a sua imaginaco por alguns ins-
tantes e o seu coraco comecou a pulsar
como se quizesse sabir-loe do peito. A of-
fensa que acabava de receber, no mesmo
momento em que abra a saa alma confiada
e ditosa, era demasiadamente grave e brus-
ca para que nao transtornasse a saa razo
e a fizesse empallidecer.
Effectivamente, Branca empalltdeceu a
simples iodnegao, visto qae a respeito nao se arti-
ealou palavra, nos o vimos fazer para que nio
paire sobre os vencides a suspeita de desordelros,
que levaram ou preiendiam levar a tal ponto a
desorden), que o governo ful o primeiro a dar o
I exemplo d'uma prudencia sem exemplo, adiando
I a eleigo. Nao: fagamos Jastiga as suas intengoes
que, com serem as mais prudentes e pacificas, fo-
! ram coroadas do mais feliz xito.
Antes, porm, vejamos sob que auspicios o pru-
dente e tmmenso partido progressista desta fregne-
zia fez o sacrificio de adiar a eleigo, e paseando
talvez por fraco 00 condescendente, resignar se a
ser coagido 1
Como preliminar da eleigo e do veto livre en-
satado pelo Sr. Silvelra Lobo, comegon o governo
por fazer om jogo at do lugar em qae devia ser
feita a eleigo, prestando-se a isto pessoa altamen-
te collocada, qae por tudo esteve mediante algu-
mas coacessdes. E dizemos assim porque s de-
1 pois da eleigo decidlo ella ama representago do-
cumeniada, e de que eslava de posse desde novem-
bro, vindo, em virtude disto, a ser a eleigo em
Cruangy contra iodos os precedentes, que faziam
suppr dever ser ella em S. Vicente, onde se pro-
ceder anteriormente, e as mesma cncumstan-
clas, as de vereadores e joizes de paz.
E' que assim seria mais fcil cobonestar-se a
^ nomeago para subdelegado de Cruangy nesla fre-
guezia (ambora morasse na de Itamb a tivesse si-
do dias antes demittido por seos bellos faitos, sen-
do nomeado para substitui-lo, depois d omitas
consultas, um nosso correligionario, que mnito
bam fez nao aceitando 6 pesado encargo) de Anto-
nio Monte-Negro, por ventara melhor iostrumento
eleitoral do que Pedro da Cunta, que alias, em-
quanto aqaelle promedia fazer e acontecer, convi-
dava o povo as urnas, prometiendo por sua vez ser
uoj segundo pai dus que o acompanbassem, e caso
contrario o Paraguay os esperava, seodo qae o
sangae dos 1 beraes teria de inundar a povoago.
Ja v o publico, qoe eram poucos e de dilBcil ac-
quisigo, mas ptimos para o caso. "
Poucu ou nada, porm, consegniram.
Os liberaas mostraran), que pouco podem os
seus adversarios n'uma freguezia onde de cincoen-
!ta e tantos engenbos apenas oito pertencem a
dnas parcialidades que, como as ootras duas (re-
guezias da comarca, se confondiram para derrotar
os 11 beraes.
E, abrindo aqui um parentbeses, protestemos por
nossa vez cootra a noticia, que ento dea o Otario,
de qae as fregnezias de Naxaretb e Tracnabem a
opposigo accordava n'uma partilba de eleitores.
Manque opposigo? A dos liberaes e conservadores
unidos, como em alguns lugares, pira derrotar o
partido progressista ? Nao : na comarca de Naza-
reth essa aecordo se dea dos conservadores cora
os progresslstas, ao centrarlo do 1 distncto; e
sirva isto de provar, que a liga ola para os con-
servadores essa inimigo eommam, qae se pretende;
que os resultados da aillanga no 1" dhtrlcto nao
Jusiificaro ainda a neeessidade dessa allianga
myslificada em outros logares onde a parciali-
dade conservadora, qne se proenrava alliar oca-
sionalmente, sem ter em attenga.) os elementos de
que dispuoha, nao podendo fazer valer suas de>-
arrasoada* exigencias, prefera offerecer seus ser-
vicos a o partido progressista a cvmbater por conta
propria contra o Inimigo eommam.
Oque constitulo, portanto,a opposigo na comar-
ca foi o partido liberal, que, unido em um s cor-
po, sem adherencias estraobas, colore 1: o partido
progressista na dura contingencia, na inste alter-
nativa de oa perderem por forga fa circuma-
taacas, ou Irem pedir aos seas' adversarios, ao
inimigo commom, que se propz derrotar em 1863,
o apoio de qne nao poda prescindir para a victoria
das urnas, ainda assim nao tao completa como fra
para desejar. Reste-Ibes essa gloria, se gloria exis-
te em dar testemnho to eloquante da propria
fraqueza; e voltemos au que se passava no dia 3
era Cruangy.
Os liberaes ostentavam a sua maioria ; o go:ar-
no ia pedir emprestada a' freguezia de Itamb, on-
de nao houve lucia, alguns quarteires arregimen-
tados, e ao Covil de Moros alguns sicarios para o
que desse e vUsse. Da freguezia propriameute
dita nao disponbam de cem homens. -
Com esse apparato bellico propazeram-se impe-
dir o iogresso dos liberaes na matriz.
Nao o podendo conseguir ahi vinbara os argu-
mentos de que o governo tinba neeessidade de
vencer, que as eleiges sempre sao do governo
antporem-se as dispusieses escriptas, ao qua pre-
caitua a le em relagao a organisagao das mesas
oleiloraes, qas tratava-se de impedir, tanto quanto
fosse possivel,por isso que o resaltado nao sefazen-
P j
os seus olhos despediram um raio de chole-
nca iudignidade. Levantou-se fra e severa,
indcou ao Corsario a ra de arvor-es que
se perda no pavilhao, e disse-lhe com um
accento qne nao pareca o seu:
Retirai-vos! Ide-vos da minha pre-
senta Sois um miseravel t
Havia tai dignidade nestas palavras, que
Fernando, j quasi arrependido da sua con-
ducta e conhecendo que fra grosseiro,
tratou de se justificar.
Mas, Branca, aos seus primeiros protestos,
o ioterrompeu com a maior energa :
Ide-vos, j vo-lo disse, exlamoa. Sois
um infame I Eu estive louca alguns dias, e
isso^ tudo.
Senhora...
Acaso me ameacais ?
Senhora, tornou o pirata, que que-
ris dizer cbamando-me infame ? Respon-
ded respondei, eu vo-lo rogo... infame !
miseravel I Ah I vos nao sabis o que
disseste.
S sei que vos mando me deixeis s.
Dirigiste-me um insulto to grosseiro que
nunca vos poderei perdoar.
Senhora...
Ide-vos, nao me obrigueis a qae vo-lo
repita.
E como visse que Fernando cootiouava
immovel, quasi aterrado de cholera e de
pena, Ihe dirigi om olhar de rainba offen-
dica, e comecou a andar at ao palacio,
dizendo ao pirata:
Ah! soa vossa prisioneira e queris,
sem duvida obrigar-me a qae vos escute ;
pois bem, j qae sois to pouco cavalheiro,
serei eu qaem me retire.
Fernando vio-a distanciar-se como se fra
ama somnmbula ; nlo se atreven a dete-la
nem a deitar-se a seos ps para Ihe pedir
perdi; mas qdando a vio desapparecer
por detrazdo peristyllo, cabio sobre o ban-
co, anniquilado de pena e exclamando com
toda a dor do seu coraco :
Meu Deus I o que fai ea fazer 1
.(Ctmlwuar--fta.)



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SlunnvdnWnVMmUtnVMinVM

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Marte, e Pcrnmbc *e:Ua Ulr a e Ag<**(o de 1867.
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do dovida implicaba a derrota do govwao S o1
grande*oradores da liga eram nada raen a que
om preto ebrio, e que serla o ultimo de qoelquer
fabrica awatgerada, e una eserfvlo degenerado,
que facttoaewe se prestan a todos os papis., t
mesan a aaaobar ama doxia de bolos por am
qnarto de.Teevadol.". Ofeem-no os qoe Ibe sa-
bem a chronlea. Os mais erara autfiomatos e ins-
trumentes, excepgo alada feita do subdelegado
Camillo, qoe vermelbo da pareialidade do Br. Joio
Al'redo, acceilara orna suppleneia de sobdeisga-
do; e declaraodo-se prograssista despettado por al-
gumas bordoadas, que, de pubHeo Ibe apphcaram
algons correligionarios, tratara de prestir serv -
eos, fazendo coro cora o* preroltiivos oradores.
Anda oeste poste o Sr. Silveira Lobo ndoa avi-
sado. EogaBado ao lavrar a nomeaco de Viceote
Pinheiro dicidido liberal para 1 snpprente de
subdelegado recoven essa difUculdade oas vespe-
raa da elelco, eolocando-o em 3* logar e ap >ro-
veitaodo para i* Camillo, que nico, podera subs-
tituir Montenegro o conqui-tador das urnas
o qu I das antes dera nma queda de cavarlo, da
qaal eslava a mor te.
Fatalidade! Todo coospirava contra essa ex-
crescencia de partido poltico: eram tado diffleul-
daJes a' remover.
Assio qoem se desse ao trab-albo de compulsar
o expediente do governo, vera Manoel Pereira
Campos nomeado 3 snpplente de subdelegado de
Croaugv; mas, passada a elelco, Manoel Pereira
Publicante a pedido
conderaaaramas acc5es oegraikf. >arfM al u sisal'
uno da- sua vida, e vem a lao* dvpajttco eeaHl
pedir a sati.lacio da ama pr>mttltu tetarte,
nn de compalxo desfolhase. yp rato, a
rearad* lodos o rodela; mas, qoaMdg-o heseasa pro
**,b,* tem paulado os actos de-*na -Hm\ uw
1 da do dever, e da dignidade pede a reparaco de
ma iojoatioa, da que foi vietien a de ama injuria
[a que nao ora arador, deve ser attaadido, e oavido
oom interesse por todas o* que procurara abrigar-
se sb o palladlo da lei, e salvaguardarse dos at-
taqaas da calumnia, e dama perseguido sem fun-
i daoaenio.
Jauto a (ntalo de atea la re
llz amlga> eollega T. v di
Fonceca I.ordello.
Nihil et umbra.
Mea amigo: \ ,
E' solemne o momento, a separaco eruciaote.
Sooa a hora dos morios, conseote que, sobre o
Asslm dais paco aos leitores deatas linha toda
i a arlen cao para os (actos qoe pasto a esloocarga
rtotiado qae sao presente artigo aso primar
pelo eityleessa moldura do peniameato e pela
barmoaia da porase, ser no rondo completamente
verdadeiro.
A verdad* o broquel dos oppriraiaV.
II
aa^io da. san proprio Irmao Alriano, nao se pe-
jando da Hr pennte tao conspicuo tribunal depr
ajidade dos faetas, contra a e propria
Campos que nanea mudou de residencia, era de
novo nomeado 2* sappleote do subdelegado de Tin*
baba, na fr*8**ia de liareb, onda efi.ici i rame-
le mora. E o sea lugar naqu-^te dlstrlcto esta'
vago 1 e o grande Montenegro foi por sna vea de;
muido t Cumprie soa roisso: poade sor dlspea
sado I
Quera o substituir' a grande questa I Tai-
ves ura Jos Bernardo, ou censa semelhaate. Cer-1
tameote que nunca se vio oca partido mais desmo-
ralisado e red asilo em numero, se nao se dlesasse
forte pele apparatede furea, vioda aiada assim de
estranha localidad. Usa partido oastas eiroams-!
da va as ontras fre-
ultimo potreo d* loa juraad, abymo da- existencia Ha faeto?, que nio se eseoam pura ampatbeta
e berce da eternidade a sepultura, ea desfolne aa eteroldade o tempo sem deixarnm trag
ama pallida saudade nessa oraco fervorosa e sio> *** TT0S * saa P>9sagem P*la atiignisao e
gela : despreso, que couciUro para com os >eus anto-
E' o adeos do amigo, o aperto de mi do col- res-
lega. E'publico e notorio oestacidade, qoe o Sr Pran-
t Quaodo o noraem se agiu, a mo de Dens o 1 ci3ca'* Miranda Leal Seve, leDeute-ooroBl do 3*
condal. i batalbo deunanUria da guarda nacional no dia
Pois" bem. Tu te agitaste, mas condona-t* a;1S d roao a fatalidade 1 - (ando das suas occapajes em cocapaottia de mea
Nihil etutnbra... Irmao o Sr. Jjs da ilva Firia, iotroa- nahj
Vieste beber a vida do espirito, recate.* a pala- Ide ^y.UQdQ-9arloa L^Jmde se "&***' i,*tn
vra santa e fecunda do magisterio, e oscnloa-te a! de utra Bwsee*, awoFreeaeiyuwl nt, men ir-
humldo sopro da morle! man o alfares Alriano da ailva
Vlewe tantar a fronte no jerdo da ciencia, e d,^<^, cs **** compTimentos
reboleaste-a sobre a n chao de sepultura I Ica Vipate boscar ra, e deparante com as trava ' Bruscamente aquaile
eternas I fi'Mi e ndieoio pretexto de ni
Ntkttet umbra... Mo-
Nao nonas ta de perteacer a esta pistada bri- 3Sr-(4QI
Ibanie, ja retalbada por tantas desgranas; mi-
s8o mais santa raservra-te Deus na eterldadd I
E-pirito como o tea qu ren-se no co : filia
daca III...
hinio o Sr. Mmoel da Silva f tria tambera
noroa no q*aadrodos persegaidores, lambva e n-
trea eoaa o seo contingente aaaa a sausUaij de
.to berta viojanca.
TeaoV-aieu irmo Adriano reqaerido por certi-
ii certos docaroeotos qi' eram oeaeMarioa i
saa dafca.estaodo mea IrmsoaSr. Manoel da Silva
Perta-aaaao secretarlo lotera dD-aaiaftrte, reca-
soa a pasear aquella certldao, pora que sabia per-
fnium.nle que ella aproveiiaria a seo. irmao.
Meu irmo Adriano reqaerea d novoeutra cer-
tiJo; emB depois de raolto tempodao Hie por co-
pla ama f de *lficio toda efvada de miserias, so-
mente porque poda fizer-lbe carga caso fosse
asresentad ao vtntravet oouttikv. E lea nauv
Irmo Maneel consciencia de que a verdade o
que contera essa f da- offlcio T Foi lovado por
amor da verdade que a passou T Oo 1 nao, meu
irmo Manoel quia aproveitar tao b6% occasio
para tambera prestar urn Valioso ser ig j ao Sr.
Seve nsssa obra de persegaicio contra sen pro
prio irmo.
Na verdade cusa mea dixe-lo, meos irmios o
Srs. Joo e Manoel da Silva Paria bem longe da par-
tilharem dw mesmos seQlimentos, que me levava a
procurar o Sr. teoente-coronel. em vez da eom
mungarera ao mesroo reseotiareuio pela njjuria,'
que navla soffrid a nossa familia, em vet de se i
graparem em torno dos defensores da uffandido,
Paria, e depois de constuuiram-e es seus mais vis e depiedo-os ac !
e apartar a miro a casadores noproenso, que o Sr. lea*ote-0T0O'il
comecou a are-1 Seve mandoa iost^arar cootra raen rruria o atfe-
men Irmao sob o res Adriano da Silva Paria, embota samelnaaie
o ter eompnnwa- | faca sao eodesse ser pnocassado militaraaeute.
Pico aqu porque seria vergonboso' relatar t idos
paraeguifio qoe fsrla a meo rrmio o Sf. alfares
Adriano da Silva .Paria, dupa o fardameota e use
de ootros malos, compendie os tactos de mioha
Ida publica particular para cojo Om desde ja'
ne doa ampia Uteoea, Ine aotorlso, isto , pela
aprensa,, e procare-ae ao lagar aac publico
para laocar-m'os em rosto, asando ea tambero da
raesma reciprocidad na amlyse da vida publica
e particular do mesmo Sr. tenante-coronel. Se, po
rm, espera faxer-ma paaaar pelas provaedes, que
soffreu meu irmio o alferea Adnaoa, engana-se
perfeila e radiealaenle, pols qoe, aran de nao me
acbar as metas* coad]cHa, pero voltar anda
a imprensa para deaonstrar todas as tropelas
de que se reaeotu aqaelle eeieberrimo proeesso.
O procedimaato a Sr. tenenie-corooel Seve e
de meos irmos dar ma-ba logar a voBar a1 carga ;
conclaindo, porm, o entregamos ao julgamenio da
lustrada oplnio publica os tres typos, que fi-
faraaaa o aquella infame persenlcao ; eom ludo
sioio dentro d alma ser toreado a vir a' Imprensa
atar a oarracio de es facto; oto atada mais
er obrigado a fallar Untas e lo repetidas vexes
nos meus dous irmaas Joo e Manoel da Silva Pa-
ria. Mas fui provocado pelo Sr. Sev*>, e eatoo in-
timamente ooavencido de qoe este meas irmio*
entraras en accordo- com o.Sr. Seve, aflm o>
exsrcer tao baixa vingaac* ooutra mim.
Recife, 31 da.agocto d 18t7.
A/oaOiaSpa Jara.

COMMEECIO.
4
taqcias e por torea do que sa da va. as ootrasrre-1 bem alto um facto que em meu sRirito tomou as
gueii4>, onde o pleito eleiioral se ostentava raattl e0rs de um aviso celestea oroisso de leo norae
do, abandonado dos seus mais tartas tustentaouias, em uma as caaernetas.
nada peda fater. Cabiste, foste a victima de am d?ver; enamora
Nao tendo conseguido expelir a forca des pe-1 do delle, esqueceste a fragllidade humana.
abaes, que lemiam empregar, mas qoe ousavam
ostentar, os adversarios, qae sa raatiabam po seu
posto de benra, o alvitre extremo do idiamsoto
passon a ser iembrado. Poden nao aceeita-lo o
partido liberal. Mas o subdelegado appeilara entao
para o qoe al all ao oueera por en pratica.
Retiro me, dis.-e elle, e a eensequeocias do que
boover nao ;ou por ella respousavei. Era o appel -
lo a anarrhia a ultima caria a jopar.
Nao sentamos, nao qneremos pardlhar mesmo I
essa re-pinsabilidadej porqae o partido liberal
nunca foibejogar com essa arma perlgtisa, miro
gra as tnstnuacSes do seas adversarios.
Nao abandonamos a mstrtr, nao cessaraos de so-
lemoi-ar o inumpho, qoe resolta da torca moral!
de um partido, se a moralidade Otesse obra nesti
epoena, em que s o'^domioa a corrupcSo.
PRA^.A 00 RECIFtt DE AQOST
DE 1867.
A*% % aeras da tarda.
f H-intem.)
t o facios" que s'e deram, porqne serta por drara Algodo i* sorteI2ja00 e 5303 por arroba,
este pnrneiro imaeto de seu mo genio, levon pelo inste desenvolver todos as peripieias deete grande <<{oja)
ooairana a saa ouaadia e fatouiade pooto-de di-: drama; porque seria flnatneate eavadoafc-i entrar Alodio i* sorte l200le 12^303 por arroba.
xer aaiajag: sa *lli no csrivaasB ue pi b-oo- na anaiy-e rarouciosa das peeae componentes das Caurtio sobre LnndresfG d|v l d. por l,
tbas MsaoM i.aa mktehia o ciiatao as sol ha ca- > ge aoastraose o ridiculo proeesso, afirmando seb
ba (aBosWaa"Jo o chapeo de aatj que irada), ao que a mioha pnlavra de honra, que nelle s irregala-
o mesmo men irmo nada respandea. rldades tormigam, a mw eompleta persegaica.i
P Sr. t-aeate-curdK'l, zalono coas) iacuiaa ser mostra-e sa relevo, ea trata paiavra que das
no cumprimeuto dos tfeveres importo* paja poiidax, aote3 d julgameoto floal, jase sabia que meu
abate, emqaanto qu? o espirito se levanta circun
dado de uma areola divina I
E' apenas nadar da firneateolo, ino divini
sar-se I
Poi om arraslameato fatxl t
Como o.martyr divino .v,sie a. toa cruz e o leu
calvario :
O devar e a seieacia I
De leus es/orcos resta te sraeate una coma no
co; nao impor> s mais sa bio boje...
Asabedoria suprema Daus.
Camiabaado para a scieocia, caminbasle para
Den.-: i
Foi a loa redempeo I
Hootera, com a froote illamioada pelo sol das
esperao(as, segaias a via doloresa do esludo I
Nos cardos de boje entrevias as flores asleadtdas
Eis todo eraqunto o da 10 nos vem de provar, I de amaobal ,
qae s nm eataclysma social pdde faxer a tai no! E o fiiuro, Peoelope divino, tfi* preuler os
meio das trevas, que nos cercan... | tos dessa cada doirada de Miau e risoaaas es-
O desespero nos teria lalvex sacrifleado se nao perancasl
pensassemos, que todo o eidado deve reservar a
sua parte no sacrificio, quan'o elle mats ou me
nos peral e reclamado pelas circunstancias do
paiz.
Eflas o reclamara, mas inda nao ludo I
Para que eommemorarmos a farga do dia 10 se
a propria cemmlssSo, que alias onzou fazer o re-
conheciroeoto solemne do dreito das rnaiorias,
condico essencial da liberdade do voto, se poupa
ao trabaihodo saber se esse dreito foi respeitado,
se a mai ra dos eleitores, ao menos, se fez all rt-
presenlr f
Se n. bouve raclamaco dos Interessados f E
nao sois us procuradores natos dos inieresses du
pas ? E ata vistes o namero de eleitores, que nao
podia-ii exceder de tres 1 que subscreveram esse
simolacro de elcicao ? E porqae nao iuqueristes
os motivos, para lerdos occasio de esligaatisa-
los, pelos quaes esses se limiiou o dreito de re-
presentar uma importante freguexia? Abaedona
raro a eleicao, mas j no dia 10 I E porque nao se
fez no da designado ?
Polticos da escola da barriga I apostlos desfa-
sados da eorrupco I o vosso dever s pode ser
este, na .. rdade,occullar o escndalo porque vi-
vis delle I ,
Pois bao I o partido iiberal delxoo de eoncor-
rer * uru.. e de se faaer representar ua vessa sa-
turnal do da 10 nada mais e nada menos porque
ella se reduzio a ama conquista tanto mais neces-
saria quinto eia necessario salvar a honra dos ami-
gos empennada n'um grande certamen.
Ento nao foram mais precisos os sicarios de Mo-
cos e lanos cairos, qae arrebaona?ies, porqae ti
ve tes a vossa disposicio o exereilo expedicionario
que, partilo de Natareih e Goyaona, den em re-
sultado achar-se em Craangy no dia 10, alm da
guarda nacional das diversas fregueiias de qae se
comp5rm as duas comarcas, done deegados, silo
subdelegados e nm pessoal de qoarenta Inspecto-
res 111 Os negros captivos foram, o que dizero,
engrossar al a vos-a phalange eleworal.
E' pena, que nao os iocluiss*is, cotno doeels raa
nivelas, que sem ser, por torca de saa aiseravel
condicac, no numero dos vosso eleitores.
Em compensadlo la' Se acham tres oo qualro,
qne bem se qoizeram parecer com algoes dalles.
Qaaode no coltegio de NasaMb ellos foram dar
copia de si dlvertam ios maseaVae (era o lempo
do carnayal) esses palhacoe de nova especie, qne
se diz! ni oseleitores de Cruaagy : Salvas bou
rasas excep^oes.
' E nao coraes de vergenta T Ah I impossivel
qaerermos crer apezar de todo. Se o Sr. Dr. Joa-
quim Francisco, por exemplo, como elertor pela
fregoezia de Nazarem o foste de Cruangy, e ao
perguiar ao um bemem de criterio se tamben
era eleitor, este Ibe dissesse qoe dessa honra s*
era digno elle e, verbt arata, o professor de Cruan
ty, somos eapaz de apostar, que o Mostr depnta
do, o digao eleito de povo ao acceitaria o parale-
lo, como aeceitou o voto, porqae S. Exc, eremos,
anda nao ehegou, por Influencia bachiea, a perder
o equilibrio ponto de jaxer por loogae horas es-
tendijo a Qo eomprldo no leito da roi connan.
Cada um, porm, enterra seu pai como pode. O
eleitorado de Cruangy, se nao taz honra ao partido
progressista, prova por sna vez a verdade do ane
xlm popularero falta de eela cangaiha seve.
Elle vai aervindo o quamo buta.
E dada assim ama idea apaoroxiaMda do labo
rioso parlo das urnas eleitoraes de>ia freguezia,
sem descerraos as parllcalarldades. qae se com-
meotam per fater sobresamr a impauancia do acto,
tanto mais concurrido qoe oto oe irauva de salvar
Dma ii!u-lre victima da coacfdo, dada assim, dize-
mos, coota de nossa missao, respeitemos per nossa
vez a lgica dos fados eonsmnmados. Contvmma-
tutn est I
Nao nos preocenpt aaH e passado, qne se per-
deu as treva, ea qne cobabilam con a eorrup-
co o escndalo, que synooimo daquella.
Preocapemo nos, sim, da sorte do paiz, em qne
taes conzas e peores se praticao, a en qne 6 for-
ca receber a sanelo legal como a nniea lealftaa e
real, porque emana de poder competente, porque
trax o conbo da verdade, porque, analmente, esta
se acba apurada no cbrvsol da Indefectivel iuttca
(tudo por presarapeo) dos nossea stbtos letlsla
dores. ~
E o qoe fazer se axioma de diraHe, ao dizer
des entendidos:presume-so que um hornero *
hora emqaadto alo se prova o contrario I
E o ca:-o qae d'ahi nos poden levantar an ca-
pitulo de aceasacio. Se estamos a presnmir taata
. outa, al mesmo a falsidade de na eleieSo qaan-
dosa existe alguna presumpeo toda em favor
de soa iegitimidade ja' reconbeeida por qaem po-
li* fazc-lo, e la diz o adagio : (batos quaes temos
spee*al predHeccao porque, en rade forma expri-
me as vezes mailas verdadei)manda quera pi*
obedece quem une. Nos berviaaos, mas quasi
sempre de escada aos iraficantes polticos.
Entreunto, e antes qae se nos instaure proees-
so, accudrtflMs con nma circunstancia itenuaB-
*e- tualquer qae e/a o tosso jMs sofera sa
-leieio somos bastaaie doeels para reeaooecsr, qne
'la eoeerra urna grande verdade, e da* a medida
ie nm grande progrmo. m ontros termos, ella
xfrt*>e e pregrasea da verdad e vlee-Versa, como
-mtnrea. a demonsiraeao qe tarta esetareeer
n,r 88 noMO *^oio i as ella soa peda
''E .W- 8 mkn Preferimos oonelair, dan-
r2-^2?ico,l,beeer''0,aqo rodo tem nome
"li2?JgIfu0Vpilbet0- (racasao etpmto da
t jocasj-qaa alrtsulp reeasamos.de
Bidet daSrrri.
abir assim resurgir com Cbristo : o corpo se iofriogi-os completameate, pdis que, da neem
forma, qae se dirigi as dentis pessoas presentes
de va tamben dirigin-se a meo ruo, tanto aais,
quaoto, como dea dito, ja elle la se achava, qaand-o
o Sr. renenie-corooet entrn.
Este arocalimenlo, torca confetsar, prava to
da la; a inurbanidade do Sr. tee ate coronel, que
Bm ao menos soabe respailar a ceas de uieu pai,
qu sii-ocieso soffrea aquella Injuria Mirada a fa-
ce de .nou diho, em sua pres-nca, sera dar a menor
respo:la em virude da oa vaneada idade: do
qu tica relatado, v-se etaramente, que o Sr. te-
itente-eorouei Seve nao foi arrastrado a pratica da
semelliaat groaeeria, seno pelo desejo de provo-
car aquello me irmio.
Este acu porm do Sr. Seve, que stn presar os
preeeitos da bi educaeo.semooncarso de motivos
poderOMS offeoden e lojunoa a raen-irmo o Sr.
alteres Adriano da Silva Paria ; estB (acto que lau-
to tadigaou-tae, e que sem duvida uo seria aco-
mido eom teot> pruueacia, se ma achasss prasaol*
n'aquella occasio aste insulto, esta bem caraote-
risada provo^aco foi recebda por meas iramus
os Srs. Joo e Manoel. da Silva Faria, como uma
prova da coasideragio, como uma honra, emd.n
eomo ama Qaeza dispensada a nossa obsciua fa-
milia.
Viudo poneos momentos depois aos meas ouvi-
dos a noticia de%o baixo procedimeato, flquaj
completamente revoltado por saber, que e Sr. le-
osBie-coroael Seve aem ao meos fra repellido
com palavras; senliodo profundamente, dantro
d'alma, nao me acbar presante nessa occasio para
desafrootar aqaelle mea irmo.
Impellido pois pelo nobre sealimento de exigir
como cavilheiro uma satlsfacao do Sr. tenste co-
ronel Save, poli a mu irmo Adriano, que ma
acompaohaasa, o procure! o Sr. teoeote coronel,
que infeliimeuce eslava em casa de meu irmo o
Sr. Jjada Silva Faria
Chegando all, maodei por um sobratn e afilha-
po meu, chamar o Sr. Seve : mea Irmo Jo a
Silva Paria, recebando o recado, que aquella n-
ni) ir eu enviara, mandou ma pelo masmo menina
em resposta um insulto ; e depois appareceao na
janella comecou a dirigir-me eplthetos injuriosoi,
conclnindo ptr dizer-me em lora ameacadorque
ja desciaao que respond qu9 sim. Da facto descau
corao bavia dito, e laocoa-e lonco e forlosamOie
quer sobre mlm, qaer sobre mea irmo Adriano,
luido lugar enlouma3seeoa,ama.looia por demai*
vergonbosa entre irraos; nessa lucia eoxreu meu-
sangaa, porm o derrauwmento delle nlo'satisfez
a sua colera, lauto assim que f-a casa, voil.iad >
cora pjucos momentos de demora da espada em
punho, sem duvida para com ella avivar o- carac-
teres de maldico com que a escriplura sagrada
eserevuu o nome do primeiro fralecida.
Em seguida a' essa lucia convidel o Sr. leneote-
corouel Seve a fazer effectiva a ameaga, que a tar-
de dirigir a meu Irmao Adriano, ao qae o mesmo
Sr. leaeote-coronel responden daado-me uma cm-
plela salisfaco.
E' de uotar.qna para mea irmio Sr.Joaoda Silva
Farla, foi nma urande injuria que Bz ao Sr. Seve
pedir-lhe salisfaco dosea-procedimeato.oeai cooo
que nao era bastante o meo sangue para remir
semelhaute affronta, e sim mais algaau cousa...
...........tal vez a miaba vida.
No da seguate aos faelos ja' apoutados e com
toda a verdade narrados.foi meu irmo oSr. alteres
Adriano da Silva Faria, preso e recaanlo por oilo
dias ao estado maior do qoarlel de polica; nados
os quies teve nova ordem da priso, sendo ella por
tempo indi-fluido formando-se em seguida e oon-
sewo de disciplina, em virtude de uma parle dada
pelo Sr. teneute-coronel Seve ao Exm. Sr. commaa-
dante superior iateriao.
Este novo laclo grassou com rauita rapidez, sua
uariaco passou a ser o tbema de todos es circu-
ios, e de todas as conversacoese, xcitando em todas
ellas graves censuras ao Sr. Seve, por ter nao s
provocado aquello meu irmo, como tambera por
hive-lo submetiido a um conseibo de dfccipllna,
qaando compets ao foro criminal; pas quau
do o Sr. teoente-coronel aggredio a raen irmao,
adavam-se ambos fra de todo o servieu e a pai-
sana.
Coocedeodo por hypotbese, que meu irmo pu-
desse ser processado militarmente, nao devta eom
tudo e-iar preso por mais de cito dias; porm a
perseguioj, foi lie atroz, qae soflreu atis 43 dias
de prwe.a des^eito da lernuaate iiisposico da
le de 19 de seteabre de 18O, viudo depois dessa
itffracclo de lei, a ser sollo, por orden do Exm.
Sr. cooseitieir Paranagna. presidente nata desta
pro vi acia.
E caso fosse este o foro corapcieote, o Sr. lenenle-
coronel Seve, por soa vez, tamben eslava iucrso
na letra do .3 do art 7 da lei de 19 de setembro
de 1800, que assim di.'poe, qaaado trata das faltas
commetiidas em servico : .
Diz o ari. 99 no g 3*. De insulto ou injurias
am seus subordinados ou de abuio de autoritade
E o que resta de unta illusao qnerida que estre-
mecas no peilo T
Genio maldito pronuncou-te ao onvido asenten-
ca fatal :
Nul et uasfrral
Loucuras do h oraem I Sao moras as tuas espe-
rances I s
Era paga de laoia cranca e de unta sacrificio,
tiveste a irona amarga e tremenda da sepultura :
A mor te 1
Morreste... euiupr-io-se ura decreto da Provi-
dencia, e os decretos da Providencia sao sempre
adoravets.>
Respeitemo-los I
Ricardo Jos Teixeira.
I I lili I I
Duas palavras
JUNTO AO TMULO DO MEU BOM AMIGO, 0 ACADEM1COD0
QUARTO ASNO, IOSB VAZ DA FONSBCA LOBOBLtO.
(Pulvit et umbra humus !)

Nao ba muitos dias qne o corpo acadmico, (ra-
jando de crep, acompanhava em fnebre cortejo
o cadver de om nosso irmo de leUras, que o raio
da morte ferlra desapiedadamente espedcando a
sna fronte de moco de encontr a fra lagea do
tmulo I.
Anda mal ilo sopitaodo as agudas impressSes,
que nos causn esse lunesto acootecimenio; san-
grava anda em nosso peito a ferrua que nos fez,
esse golpe doloroco, eja um aovo golpe nos fui a tira-
da pela mo uirrada da inexoravel morte na pessoa
do dosso distlocio amigo, Jos Vaz da Fonseca Lor-
dello.
Neste momento de lgubre apparato, era qoe
lenho diante dos olhos e da imagmago, este qua-
dro sombro, eu nao poderla, anda qoe quizesse,
paieatear toda a intensidad* de minha dr; en nao
poderla descrever todas as emogoes porque passa o
raeu espirito ao contemplar all os destrocos de
ama vida preciosa, que o vendaval da morte arre-
mecou a borda do sepulcro.
Abl seobores, qae grande perda ossa que
acabamos de suflVer I........
S quem teve a felicidad de eommuolcar de
perio, e entreter relaces intimas e familiares com
o tinado, que podera bem avaliar a magoilude
dessa perda I
A* mim, quegosei dessa felicidad;; mim,qae,
na qualidada de conrJJen ial amigo sea, ti ve multas
occasioas de sondar de parto a sua alma, e entrar
no santuario de sua vida intima; seja-me licito
dizer, em bomenagera a verdade nesia ora solemno
da religio dos tmulos: J V F. L. era um desses
ateos, cujas qualidades nao vulgares o tornavam
credor da jusla admiraco de .lodos os seus collegas
e amigos. Naquslla froote, agora regelada pelo
balito da morte, Deus estereotypara a docllidade e
a brandara.
Alma talhaja para a virtude e para a bdas
acc.'s; espirito recto e inspirado as sas doutri-
as da rciigiao e da pailosop&ia; caracaj magaa-
ni rao, fraoeo, leal e generoso; nonca o vrleis do-
minada palo senUneuto da colera, anda mesmo
nos momelos mais crticos de sua vida acad-
mica.
Senhares, nesia poca em qne de todas os fados
mtelaoBte se respira un ambiente impregnado
dos miasmas aeleierios de aoutriaas singulares e
errneas; oesta poca de corrupcao, em que, fal-
lando em feral, as totelligenctas novteas e nio
r -lem peradas na med la cao e no estado das verda-
des qa fornaa a- baae das seisacias soeiaes, pol-
ticas a religiosas, nao raras vexes se deixam iludir
por essas iheoria- cerebrinas apparentemeote
bellas e sedaetoras, ars que no fondo oecaltam
soto seus oorepels o spide venenoso do erro e da
mentira, am jarea, da tempera Oeste, cu;a psrda
praaiuamoj, poder se-hu por vealara diser uma
verdadeira anomala na ordem das existencias aque-
cidas pelo fogo da mocidade.
Bu pretendo de fuer codsideraedee sacre o
nada e as vaidades da vida humana. A intgero
mais viva, aais cloquale, e qae falla mata alto do
que todas qaantas Ufaras nos passa sugferir o
pfcBMmerjto, esta qae anteaos representada aos
nossos olhos na aqaelle que, non tea aa ppjaac*
a aa serva de ana vloa auspiciosa, aoje arre

Sjtvetra.
Presidente.
Macado,
Secretario.,
Cafxa filial do hanco do Brasl
em Persainbaca, aos 26 de j-
lale de istij.
De ordem da directora se faz solale aos Srs.
accionistas, ofie a thesooreiro esta' aatorisado -
pagar o 17* dividendo da acedas do banoo do Ura
sil, inscriptas n'esta caixa, a' razio de 120000.
O gaarda-ltvras,
Ignacio Nnnes Correa.
irmo Adriano, depois da mais tremenda pcovoea-
co, e-da-atteoeata eum das de prisSo, a debito
da disposicio lo art. 97 da lei de r9 dB setembro
de 1850, seria eondemoado a perder a farda, pois
tanto ara precisa para lisongear e salisfazer a
roe quiataa vinaanea da Sr. teneote-corooel.
IV
Reallsou-se i meu respailo o que multas p^ssoas
esperavam, eomecei- a sentir os elfeitos do grave
erme de defender mea irmao, cobardemente lo
soltado peto Sr. teneate-coronel Seve.
Teodo toando parte directa, o qae eoVfttM com
lodo o orgubo e desvanec meato, na defeza de
mea irmo fldrtaoo, qoaudo soflrra rws torpe
o descommonal perseguiga. cjadjavada peles
raaus i'rmoses Sr*. Jo) da Silva Paria eM ioo> t da
Si va Pan, esl rubricando co o sea nome nao
a-s eeriidae, como Ihe fra pedido, e sim uma
f de aQY:io adrada preparada para agurtvar-ltie a
sitaaca, aqiiBlle viudy peranie o causelno adulte-
rar os faetos, qae ntrrava en sacriflcio de saa
propria consciencia, a qual hoja sem davida deve
estar cutilada d^i-.-. t!u desagrado do Sr. teueoie-cureael Seve, qae nao
obstaate sabir qu^ ara aegaciante importador as-
labelecida oesu cidads coa amaten de nlule-
zas e farfalas era grjttJ, ni ra-da Cadeia n. 30;
tanto q-ie se nvo'ter o* seas pdadnao de papel
ha de sea dunda encontrar transacejs miabas
feias por seu lutrmjdio, como corrector desta*
praca ; aua sou maior de 40 annos, que sen'
pra pertenct ao carpo de reserva do 1 bata-
Iho da artilbaria da guarda nacional, onde fai
duas veres Inspeccionado, mandou-roe chaar
para a ssu batalbo, para o qae lu avisado ver-
bal, u,:.: i a par mu saldado paja no dia segralo
aqaartellar, eutraado, paranlo, immediataraente
era servigo activo son soldado das flleiras do
seu bitalha.
Recebl semelhaole partecipaco como nma pro- i CONSULADO PROVINCIAL
ALPANDEtA.
Kendimento do da i i 1.......
dea do di 12 ..............
Voluntes entrados com fazeodas...
' < loe-rus....
Vmmnes sabidos com fazeodae...
c gonoros....
411:1894765
17:8904884
42S:7804349
837
454
-----691
168
408
-----576
Bescarregam boje 33 de ag>sto.
Vapor ioglez Awasoam-rsaitorias.
E-cuna holiandeza--Finuj narcadorias.
Patach o nacional -Jaboatao -dem.
Br/goe aujtriacateoseppim Francisca -farioba
/ele trigo.
*Barca inglezaPloaltng Croad carvc.
Patacho nacionalSenparchr |ue.
Lugar inglez Marancesarvao.
RECSBEOOKIA UE RE!*MS INTERNAS
liERASS.
Randimento do dia l a 21........ *3:78i*057
dem do-dia SI.................. l:3S9a913
25:110970
&
vocaco dapaftedaSt. tenenta-coroBelSeve.e tanto! Readlmeoto do dia
caso rlz desle aviso, qaaoto faco do mesmo lente- Har do da 22
coronel; resolv a ao apreseatar-me, fossem quaes
fossera as eansequencias dessa naba rasoluuo;
noiando-so paren, qae quaodo era avisado cano
saldado, o Sr. lenla coronel levava a eoosidera-
cao ao Exm. Sr. presidente da provincia u na pro-
posta de meo irmo Manoel da Silva Faria para
capiiau, provavelmenle para commaudantd da
mesma companbia ; faxendo Isla o Sr. teusnle-co-
ronal qaz mostrar, que liaba poder da elevar meu
irioau ao Capitolio, aa passo quo tambera o linha
para daspentur-me da Rocha Tarpeia.
E' nister eonvir que o Sr. tenenta-coronel ten
reproseauda am bello e importante papel em mi
nha familia, servindo de pomo de discordia e de
jogueie do meus irmos; crea S. S., que tal pro-
cediaento ten sido feralmente cen-orado, pois
prova om genio atrabiliario, e qufse ceva de pe-
quanruas a rums paix:S ; depois do que leolio
dito, fui da novo avsalo para apresentar-me no
quarlel, sendo em seguida designada para o ser-
vico da guerra ; daado o 4#. linate-coronel Seve
orden lermiaante para que eu fasse preso, e re-
calnido aa calabaueo.
Na verdade, aem nao encierga em tal procedi-
mento a mais completa vWilade d* perseguir-ma
em nome da le ? qoem nao traduz semelhante
acto como uma vioganga me^quana e miseravel,
que exercida porque o Sr. Sovb tam os galoes
de traeoie-coroncl i Este procedimeato, n)
pode dexar de ser de accordo com raaos daos
irmaos Juo e Manoel da Silva Faria, que se moe
trarn resentidas por aaver ea defendido meu irmo
o alfares Adriana da Silva Faria, quaodo elles de
mos dadas can o Sr. Seve tratavam de perse
gilo.
Na verdade, Sr. Seve, forga eonvir comigo,
que V. S. lera dada es mais completos disfructes
nessa quesiao, que tam mostrado nao saber, dar
o verdadeiro apreeo sua elevada posicao de te-
ntnt e-coronel.
Na verdade cansa, por ceno, eslranbeza que o Sr.
Seve, assim procedeodo para curaigo, nao se peje de
propr para ufflciaes pessoas, que nao satisfazem
o* requisitos da tei, eom ver So o* teMores do n.
11 do Lioeraf de 28 de novembro de 1865 que as-
sla se exprime ,
Ha um raer, paaeo mais ou menos, que o Sr. le-
oenla-coronal Save propoz para alteres do bata-
Iho a um moco sem as candiedes legaes, e que nao
tem outros recursos seno os que obtem de mu Ira-
tarto, como aprendiz que i a un offieio, e assim
procedeu o Sr. lenente-coronel, apezar das adver-
tencias, que the fez urna, pessoa que se tnleressa
pela prospendade do 3' batalhSo. O que resultou
detse acto inconsiderado 1 O que naturalmente s:
devia esperar. O Exm r-ommandante superior,
ou por avisado etsa oceurreneiak,, ou porque as
propostas do Sr. lenente-coronel Seve nao Ihe me-
reca jd confianca plena, devolveu essa proposta pe-
diado certas informaces, que, segundo nos tufar-
mam, neo Ihe foram prestadas I
Aiorreu a proposta e com ella a prvknio de al-
m querido do yeito I Que decepcao para nm tt-
i a 21.
32:6324146
1:151*884
33:7744330
MOVIMEHTG 1)3 PET
Navio entrado no dia ti.
Ilha de Santa Helena-12 dias, barca iaglezi .Sea
Rover, de 212 toneladas, capilaa Alexandre
Froael, equipageru II, em lastro d; carva ; a
Wils.u A Hilt.
Navio sahido no mesmo dia.
Liverpool-vapor inglez Otado, capio 1. Reg-
notds, carga assucar e algado.
s>ase EDITAES.
am qaoi se eoeclbn os persooagans, que de-
viam representar nessa ridicula larga, da qoatera
protagonista o Sr. tenante coronel; retiro-me ao tal
ov-nsettio ou para menor exprimir me, a essa nova
sala de tormentas.
Nease cooselho presidida pelo Sr. Silvino Gal-
nesgado no p da sepuUara ja pceetes a rece- iherme d Barros, cacorteiro muRo conecido oes-
be-lo. Para que sais71 Iu rau pelas saas altas facaobas, e qne eon sa-
;"..........''' 1.1V.'' 'JL1"_.....U1X' 'erifldoa's leis da dignidade portoa-seoom a mais
Abl senioras, pareea-ne anda estar oattaae oogenu parcialidade; oeste caoselbe repito, phau-
daqnelles labios eomrafcide pela gelulea da norte tagiaram-se lodas os enmes. aera eoao tudas as
uma palavra qae me acensa a leneridade de oSea- aieivsias nzeratn sequilo lo m cansa,
der aquella proverbial ojoaesa, que era um dos gste procediaeoto nao me sarprehendeo, pois
a>ro>s queengrtnaldavam arrome o flnadb; mas, qUe saDa porfeumeote oe para o Sr. teaeoie-
eaaaaoeao atesta faiae dado c*ef*r a * pro- oaroael Seve, lostaater ti roim e iojaaia cansa
tao* o heneo, ea ihe orla, qoe neste noneoto era-itie mister estas e ouiroi desmandas e irregula-
que ihe fa^o aiaba euraa despedida, poeso rldades.
EU proloogago de soflriaentos era oacessaria,: neme-coronel commandante de um corpo de ijuarda
em
respeilar o silencio do tmulo, mas' nao e'>ta em
manas naos abafar as naturaes expaasdev do meu
earacaa de amigo!
k> oaoga, mea anage, aa leu leste eterna i ea-
bre-le com leu sudario negro; mas ao pense que
a accao do lempo te possa jamis riscar de rolpha
memoria, porqae, qaando j ale ne Mr dado
ver o tea semblaat, anteo farei, coaao a rmvda
grega-tlecbarei os olltoa para vara no cora-
cao.
Becife, 20 de agosto de 1867.
Jos M. Leandro Souret.
O proeesso a qae Oe rearo esta' recheado de
muitas preterlces de foraatas; dorante a soa mar-
cha lolnaa-sa todos os natos de defexa a ne ir-
mao, tanto assim, qoe recusoo-se o valioso depoi-
me dio de ana teeiemuaaa 4e visu ; depoi ment
aste dado per ua artista honrada o Sr. ietevo da
Uogria Pereira Piolo; ailegaada aa Ui Sr. las
nacional nu capital de FernambucoX ET preciso
ter mutta corstjem para toffrtr-u tanto coa rttig-
nicao I
Mas, se morreu a proposfa, nm por uso deixa-
remos ie considerar como digno Se nota o procedi-
miento do Sr. ente-coronel Sene, propondo para
alferes a quem talvez nem te oche ne cato ie ser
guarialnacioml, atienta a dupattpie do art. 9
11 do cap. 1* da lei de 19 ie setembro de 1851).
Sr. Seve, como pode ter ofjlltal da gunria naci
nal com a necessana dignidade quem tem de ganho
apenas 2 JO400O amantes t
Se o Sr. leoeate-eoroeel, nos arroabos de saa
looea vadade. ao alar da soa pretsagao, pensou
por momentos abaler-ae, aviltar-me aos oraos da
opiolaa pabliea, conveajg -se de qoe nio consegu >,
aea o eonsagara' jinais. Pelo contrario, can aun
tal proced meato o Sr. Seve, en vez de abaUr-aa
carao pretenda, elevou-rae, e enaaoa sobre si a
ignominia pnblica, pois forcoso dxer-lbe,,qne me
julgo mais as condiges de ser efSctal da guarda
nacional de que ataa dos qoe a rodeiao, ser-
vado de pequeos sataHrtes a lio opaco astro.
Se o Sr. leaeote-coronel lo zeloso no curapri-
Lopes de Oliveira, como proaotir, em contestagio ment de seus deveres militares, por qae Dio qoa
S hemtns neste mundo, que
t viven para apilo alhew, t
f as d senelhanea da torpente,
nutren-te do veneno ede patxSet
nnobeit, aos quaes o demonio ju
bmvo recebe, e lauca-es logo
en mas caldearas.
fAxjuuiaii Heculano;
Quaodo o bomen, qoe por ona serle de actos
Ufanes coanecldo petos" Baaros da socledade,
en qae vive, levanta-se da obscuridade a qae o
aqaelle depomento sea exhibir qualqoer oolra
prova se nao a sna honrada palavra, qoa a teste-
sanaba nao poda produzir fa.no (asta prava pois
era compadree dUimo amigo de neo Irmo.
Sendo intelramente falsa semefhante assegjo,
meo rrmio Adriano pols que eonbecia-o apenas de
visto, na o isas o aeaaoSr. Eraaato da Uogria
Pereira Patcyaor lar taado con seus coilegss nu-
swos ara algomas raonioes (amiliares, dadas em
nossa casa; ama vez negado,como Dea,semelhante
facto, era Wef to Sr.Lopes provar oque drsse por
essa occasio, sob nana de passar por om vM.....
Para o respeitavel publico convencerse da ver-
dade do qoe lavo dito, basta saber que neo irmo
Joo da Silva Paria, foi quera mais empachado
moslron-se. envidando todos os exfercoe, entre-
gando os neios mafs igoobes para oblar a coadem
liflca 00 sea batalbo e designa para o serrieo da
goerra a seus se*r 10*01 e primos ana auaero tal-
vez da 10tadoa aoees sonalos, fidalgos, vigoresos
salleros, moradores, ba moitos annos, na (regue-
zia do seu batalbo, e qae alada nio foram cha-
mados, como j disse, para o servigo da goarda
aa asnal ?
Sara' qorque a Sr. anante-coreael a saa familia
taca brasSes ou ttulos herldicos, e poden coa
todo o orgalho e slmplicidade de que sao dolados
rallar de seas avoengos T
Sera' parque o Sr. teaeote-coronel e os de soa
familia podera mostrar a soa frondosa e bnlhaoia
arvore genealgica, como a levaram a' ultima ex-
poslgo de Psroambuco T
Se o Sr. lente coronel deseja desforrar-se de
miaba pessoa por ler apreseolado ara diqae '
A cmara mauicipal desta cidade teodo de
coutratar a obra de sea pago, faz publico, que o
piaua desse edificio acha-se exposto em sua secre-
taria por espago de 15 das, onde pode ser exami-
nado por aquellos que preteoderem concarrer a
arreraataga, Ando o qaal sera' aonunciado o dia
em que deve ir a praga semelhante obra, sob a
baze de 160:0004 j offs-recida por toda a obra de-
crala e prompta, annunciando-se tambera ascoo-
diedes da contrato e seu pagamento : aquelles que
preteoderem licitar nessa arrematago devero
muotr-se de flanga idnea que a garanta, sem o
que nao podero ser admiltidos.
Pagoda cmara municipal do Recife 14 de
agoste de 1807.Luiz Jos Pereira Simoes, pro-
presidente.Francisco Canut3 da Roa-viagem, se-
cretario.
Repartido da- obras publicas
De ordem do Sr. engenhairo, [chefe inte-
rino da repartc5o das obra publicas, se fez
publico qae o concurso para preenenimento
das vagas de condne/or ter lugar no dia
26 de setembro prximo vindoaro, no pa-
lacio da presidencia, e o de praticantes e
escreventes no dia 25 do mesmo mez.
Os concurrentes serao argidos as mate-
rias de qoe tratam os 5 4., 2. e 3.9 do
art. todo regulam^nt) de 31 dejoNn de
1866, e que vt abaiso declaradas;
Os requerimentos para inscripc3o dos can-
didatos deverao ser apresentados at o dia23,
e poJerlo ser instruidos com qaesqaer do-
cumentos ou ttulos setentiticos, que abonem
a capaadade dus mesmos candidatos.
Secretaria das obras publicas 22 de agosto
do 1867.
O secretario,
Feliciano Rodrigues da Silva.
Materias do concurso para conductores,
praticantes e escreventes da repartido das
obraa publicas.
Para Gooductor
M alhema ticas elemeetares ;
Algebra at equagea do 2. grao ;
Trigonometra;
Elementos de geometra analtica e des-
criptivel; da astronoma ; de arebelectura e
de resistencia de materiaes.
Conbecimento perfeito dos instrumentos
graphicos e dos trabalhos de nivellameoto
e plantas;
Deseno linear e de aquaretla.
Para praticaotes
Lingua nacional e fraoceza;
Arithmetica, geometra a dnas e tres di-
mensbes;
Algebra at equagoes do 1." grao ;
Desenho linear e de aquarella.
Para escreventes
Liagua nacional, caligrapbia e arithme-
tica.
Secretaria das obras publicas 22 de agos-
to de 1867.
0 secretario,
Feliciano Rodrigues da Silva.
De ordem do ttat. Se. inspeslar, sa taz pu-
blico que acbando-se as mercadorlas comidas nos
volumes abafxo mencionados no caso de serem ar-
rematadas paraxioasnmo nos termos do cap^C. tlt
3 do regolamemo de I de setembro de 1860, os
seos donos on consignatarios devero despacha-tas
00 preso de MTdraa, son pana o> Ando elle serem
vendidas por soa 000M, eaa> qno"eaVjoe caa
paliado allegar contra oa en*** daata venda.
1 cala n. 874, mrea P S B"4 C, viuda da Li-
verpool no vaoor inglet Araqe, entradas em feve-
reiro de 1866. Nao naatt ernsignaco e con-
tendo.
I embralhe asm numero are Tboasar Eads-
furrb, vmdo de Liv^rpoel na vapor Inglez Gladia-
tor, entrado em 25 da junfto de 1866, ao mesmo
Taoraaz Ead>fartb.
6 fardos con tecidos as. Mete, 3467, 3466, 349S,
3494 e 3437, marca quadro &, viudos de Liverpool
no vapor ranle Gladtakr, eemados em 25 e 20 de
ootubra de 18t6, a Heortqa Azevedo.
5 caias duos eom ditos ns. 3471, 3472, 3473,
3496 e 3469, marca diamante S, viudas de Liver-
pool no vapor inglez Gladiator, entrados era 25 e
29 da culubro de 1866, a Heonqoe e Atevedo.
t caixa o. 5t8, marca H I. Z <& <;, contendo ca-
misas, viada de Liverpool, aa vapor tngWz Olinda,
entrada era 16 de novembro de 1866, a Mello Lobo
4a
i Jardo cera fazendaa da lea 0. 416, marca H C
& V vando de Liverpool no vapor inglet Amason,
airado era 30 de dezesnOro da 1866, a Ueoriqoe d
Azevedo.
*1 fardo cosa tecidos de aigodo 0. 958. marca S
B L, vtado de Liverpool, no vapor inglez Amaten.
entrado em 21 de deterabra da It6, a A. N. S.
Barroca.
1 fardo coas lee idos de liona b. 36H8, marca dia-
mante S, viuda de-Liverpool 00 vapor inglez ron-
side, entrado em 7 de jrairo do eowenlaanno. a
Henriqo a Azevedo.
1 embruibo cara aurnira- o. 37, marca C P 4
H, viodo de Liverpool ou vapoi inglez Ir onsides,
entrado em ti de Janeiro do eorT*o*e- aono, a Car-
valbn dr ivoaawira.
Armazem. n. 5.
1 embrnlbo n. 905, letreiro M. Sanlus Costa J-
nior, vndo do norle no vapor nacional Toeunfms.
entrado em 14 de jalho de 1*6S. Ignora ae a con-
signaco e cooteudo.
i caira com miudezas o. 534, leireiro Jo- A.
Horeira Blas, vioda de SoaiUumpli'a, no vaper In-
glez La Plata, entrada em 28 de agosto de 1865, a
J. A. Horeira Das.
1 caixa com drogas o 50*, Mreirtr Aimeida fi C,
vioda de Sontbampton no vapor msicz La Plata,
eotrada em 28 de agosto de 18t>5, a Almeida
& C.
1 caiaa eom e*pclos particulares, a. 264, marca
l). Blaooy, viada de Sootbamptoo aa vapor ioglez
La Plata, entrada em 28 de agosto de 1865, a D.
BlaoJy.
1 emorulrio con eslampas *to nomero, Marca
N & \ader, vmdo do Bordean* no vapor ioglez
Navurre, entrada em 13 de eutubra de 1065, a N.
Nader.
I caixa eom leteos-fe i, marca R E, vioda de
Bordeaux no vapor iuoJez avarre, entrada era 13
de oulubro de 1165, a ordeno.
6 caixas com o ojeos de escriplorio o. 16, mar-
ea diamante A, viadas-da Saulbaatouno vapor in-
glez Douro, entradas era 27 da novembro de 186o.
a London & Brasilian B tnck.
1 caixa cora tenidos a 32, marea A A, vioda de
Bordeaux no vjpor fraoce* Extrtmaure, entrada
em 13 de dnzembre de 1865, a ordem
1 ca xa eom leeidos a. 34, marca H P, vinda de
Bordeaux 00 vapor fraowa EM remad uti, entrada
em 13 de dezcaabra ae 1965; a ordeno.
1 caixa com fazeodas n. 2115, marea A B C.
vradu da Bordeaox 00 vapor kanenz .\avarre, en
irada em 12 de janetro de 1866. a ordem.
1 caixa com fazendas n. 3214, marca C M B,
viada de Bardeaus ao vapor fraocez Natarre, en-
trada era 12 de Janeiro de 1809, a ordem.
1 caixa compapels o> 502, lelreiro J. Pater St C,
vinda de Southampton no vapor ioglez Hhcnr,entra-
da em 29 de Janeiro da 1866, a J Paler & C
1 embrnltio n. 42?, letreiro >tanoal F. Ferreira
vindodo sol no vapor nacional Paran, enirado
em 15 de fevreiro de 1866, a Maooel V. Ferie ra.
Ign)ra-se a conitdCi -
1 embrulao sera numero, marca J K S, entrado
em 8 de margo de 1866, viudo da norte no vapor
nacional Paran. Igoara-se o i- aleudo.
1 embrolho com emblemas 1 notohrapnieos, sem
numero, marca D. do D. de P-rnambuco. eoirado
ero 15 de margo de W6H, viodode Bordeaux no
vapor francs Estremadwe, ao D. do f'iario-
i caixa o. 1, marca S/ C, vinda rio sul no vapor
nacional Santa Cruz, entrada em 16 de mareo de
1865. Ignora-se o cooteudo.
1 caixa cora boioes de velludo n. 162, marca H
S/ & G, viuda d Liverpool na barca raglea
Willtuater, eolrada em 3 de abril de 1866, a Du-
moni.
. 1 embrulho sem numero, letreiro M. Barros &
C, vmdo do norte no vapor nacional Santa Cruz,
a M. Barros 4 C Igoora-se o eontedo.
1 embrulbo sera numjro, letreiro F. A. de Aze-
vedo, vndo do norte no v..por nacional Santa
Cruz, entrado em 5 de abril de 1866 a F. Aciano
de Azevedo. Igoora-se o cooledo.
1 caixa sem nunero, i.-ireiro T. A. Caroeiro,
vinda do sul no vapor nacional Paran, entrado
eio 18 de abril de fStiti. Ignora se o cooteudo.
1 caixa n. 528, marca C M, vioda do sol 00 va-
por nacional Paran, entrado ero 18 de abril de
1866. Ignorase o corteado ; a C. A. da Silva
Multa.
i caixa com cigarros, n. 37, marca A. P, vinda
de II .rd-aux no vapor francez Guienne, entrado em
30 de roaia de 1866, a J. d'AIraeid 1 Pinto.
1 embrulho com livros, o. 503, marca Mecblem-
burg, viudo de Sout^ampioo no vapor inglez Onei-
da. entrado em 28 de juobo de 1866, a Meckem-
berg.
1 caita com tintas em letreiro Tsset Frere?,
entrada em 12 de junho de 1866, vioda de Bor-
deaux no vapor ioglez Navarre, a Tsset Freres.
1 caixa com agua mineral n. 1, marca H M, viu-
da de Hamburgo no brlgue oldemborgnez Berthe,
entrada em 13 de julbo de 1866, a Carneiro & No-
gueira.
2 embrulhos sem numero, letreiro R. A. de Al-
meida, viados dos porto- do aort->, no vapor na-
cional Cruzeiro do Sul, entrados em 1 de agosto
de 1866, a R. A. d'Almeila. ignora-sao cooledo.
1 embrulho u. 210, letreiro M. I. R. da Silva &
Genro, vndo da sul no vapor Guar, entrado em
31 de agosto de 1866. Ignora-se-o cooledo.
1 caixa sem nomero, letreiro J. P. 4 C, P. P.
Borges, viuda de Liverpool (na barca ingleza Sera-
fina, eotrada em 20 de outobrode 1866, a Burges,
cuidada J. Pater <& C Ignora-se o: conten lo.
6 Ordos com iioh> os. 3460, 3465, marca S
diamante, iodo le Liverpool na barca ingleza Se-
rafina, entrada em 15 de novembro de 18S6, a
Henriqas 4 Atevedo.
1 caixa almaaalt u 512, letreiro J. Pater & C
viuda de Southamptoo no vapor inglez Douro, en-
trada em 27 de novembro de 1866, a J. Paler & C
4 caixas eom bri ni de llano os. 479, 508, 5101
611, marca FS&O, viadas da sul ao vapor na-
cional Guara, entradas em 1 de dezembro de 1866,
ordem.
1 embrolho n. 263, letreiro F. Jos G. da Silva,
viodo do sul no vapor nacional Guar, entrado em
JO de dezembro de 1866. Igoora-se o cooteudo.
1 embrnlbo o. M9 tonteada aigodo, letreiro
Jos A. Silva Muniz, viodo da Soutbampton no va-
por ioglez Oneida, entrado ea 28 de dezembro de
1866, a Jos Antonia da Silva Mariins.
I caixa n. 313, marca A P R A, vinda do sol no
vapor nacional Cruzeiro do Sul, entrada em 31 de
dezembro de 1866. Igoora-se o cooledo.
1 embrolho o. 1346. marca J. K Dias, vlndo do
sul 00 vapor oaeioaal Guare, entrado en 7 de Ja-
neiro de 1867, a J. E. Das. Igoora-se o cooledo.
39 caixas linha de aigodo n. 448/45, marca JE,
triangula J P, e ns. 1419/1438, 1*54/1468, marca
A P, vindas de Liverpool no brigue inglez Helly
Mary, entradas ees 8 e 10 de Janeiro do corrate
auno, a s. P. Johoston & C.
15 fardas com Itnho Uso, n?. 3546-/3560, marca
S diamante, todos de Liverpool ao brigue ioglez
Betiy Mary, entra* am 15 lejaaetra do corrate
aono, i orden).
1 caixa com amostras n. 23; marea 11 B, viada
da Soulbainplon aa vapur ioglea incas, airado
28 de Janeiro de 1867, a Moarar A C
1 caixa com larlatana, sem numero, marea 600
2021 vinda de Sootbamploa ne vapor ingles Hhone,
entrado em 18 de jaaatro da correle aono, a-F.
1 "embruio sem nauwro, letreiro U. Pereira da
Silva viodo do oorle no vapor nacional Guar,
entrado em 9 de Janeiro de 1806, ao Dr. M. P. da
Silva. Igaora-se o cooteudo.
4 fardos eom (aseadas para saceos os. *1|42,
44*45, mama qaadro P J E, viados da Liverpool,
00 patacho Inglez Georgiana, entrados era 30 de
janeiro do cerrante aono, a I. O. C Doyle.
2 caixas com camisas de linho a aigodo ns. 669,
570, marea I I L & L, vindas de Liverpool, no pa-
tacho inglez Georgiana, entradas em 30 de Janeiro
do correle auno, a Mello Lobo & C.
6 fardos com fazendas para saeeos ns. 57, 59,
6I|63 e 65, marca qaadro GE&C, P JE
viudos de Liverpool, no patacho Inglez Georgiana'


V
I


HVMMI
miBaMHnHMMi
MU
^
*Y
Mari* e rm*a*u&> Sexta foira 8 4c Agaaa 4 M67
30
de jaoairo do correnta aun?, a J. Qeroto simplesqoatro libras.
Cerot) de Saturnoduas libras.
fideos.
entrados em
0. G. Boj le.
1 (ard eom tedio da algodao n. 19, marea I _,
P. AS, *wj b""fn'.-no (tactMttagiti #,, nf*> a ** at taaeifa j. o. G. Ooyie. j Emplasto deadlesivoseis oncas.
MtJ4Q0y^ rea**., var- I |P**o &jacnus gommado-seisoncas.
u, ? i* P 1,-viu-k h> ftir, no-bugoe tu-, Empusto de eteutna -oito oncas.
iaiitMst ntraias tm to de oatubre de 1866, Emplasto vsicatoriouma libra.
aa. da Silva *Hria Sflrarto.
I baratea aemesaodas /%!, taarcallL &C,
nadada Livor***, ) MPJf Ia(tt Am*, en-
trada em 21 .id dezembro de 1866, a Mallo L .rw
4 C.
Ergatioourna libra.
Eoxofre stiblimadourna libra.
Esprarnac teurna libra.
Eiceocia de teribentinaluaibras.
tn ** ,|f>(tss 0- W3 8 m> B,*rt* Encerado indezquatro oncas.
*&ri?s>r sszr122sHSK &
, a lo, da sai t'u & traa*o. Estrato de alcassus seis oagas.
I caixa oa lionas n. marea 0, viod de DilO gornO?0 de Opiodtlas DUvaS.
Bordeaos,, a npor friace Sti#n<. entrada em Flores de fabuzueiro urna libra.
ge ?eae^ervdj'Torraete *aio, srTMMt I***. pl0rp nflitnraWnrha lihr
aarfia* cam dfota* a*. lWH,iria :0'
1 SF A I, viudas dj Lea Iros, aa **i!o iajiea
Mario, entral era 14 e W de feverairo do corra-
te aaBAJ Jw Silva Parlas.
t ala cora acd ro ao o.'iiMB, matea A G. viu-
da de Antearon, oo Ortgoo aaMrtoco Uktitftr,
airada em 37 da fovereiro do corrate anuo, a
Hennqae Azevalo.
f can cora albora o. f, marca T, riada de
Fios-quatro libras.
Goroma arbicameia libra
Herva-dbceqdtlo ancas.
Iocensodaas RfcSs.
Toduieto depoumio uma libra.
Iodareto de enxofro-seis bocas.
Hormes mineralama onca.
2?*^r ^m ^22T^^ f2L LeRy purgante-seis garraas.
vT..aa *^ ^^ Le Ry vmitotio-seis garrafas.
4 barricas cora aivaiade ns. 70.7J, maro a P, Licolatonica dcParrierqaatro oitavas.
rindas do Havre, ao brigaa-fcaoae tt$m. -entra- yo| de Var "SrVl#quatro oncas.
das em 9 de abril do correte aono. a Almetd* Ucq1 amoQTO de Haftoar-uma onca.
'l cafia eom aeaaqutibuie a. 491. m.raa 11 l' Lintalba de ferro pfoplrisadooilo oncas.
* C, viada de Havre, do brigoe rancea Btlttn, Ucellaama libras,
entrada em 13 de abril do arreate aooo, a M^lto LjQhaca em gr3oquaro libras.
Lobo& c. MateiMde'aWeiBom*duas ongas.
i dua eom uvas n. i, marra 1 I L AL, vinda u f ...
de Loadres. nv^oaaiaBovaiana taris, a Mal-, JJel rosado -uma libra,
lo Lobo 4 C. .Ilosiarda e gr5oquatro Irir.
Armawm o. 7. Mercario-doceuma ouca.
t barricas 6 a 98, # T D J, vmda-i Nitra|0 ^ prata futtddo-dB ticas, t
Liverpool, na hrt| to eo 7 de mm-!*irr , c. O.eo escenctalde alazema*-quatro oitaras.
5 caixas-sem nuanro, coaV folal de rUndra, OlO vermfugodoie vidros.
marea diameoieD, ^l^T^t^^t* Oleo de ame .dws doees-duas libras.
ingei Resouiion, sniradas em 9 de mato to cor- A1. ,
rente anno. a a Damood. Oleo de recioduas garrafas.
t-drta comtfcrmjs n. 002, marea L&O, vin- Opiomeia ooga.
da do Havre, a i brigae francei Fgaro, entradas Pastilbas de SaatonnD.0doze Tidros.
aovt de u.aio do correte anno, a Lopei ,5^11*- j-pa^ruginosas de Valetdeseceis V-
1 dita eom balancas e seas pertences ataiWlavI ***
aero, marca H F &, vitda de ew-*aat aWfWofas r)e rodareto de ferro tle Biaacard
br^ae iaglez Urcaman, entrada am 10 ti 4a' deseceis vidro?.
malo do. como* aoato, a fcnjr*For 4 ^^ jolra oa-mei ca.
10 ditas cora aguaJjrida, marca S M D, 'matim ....... ... .^.T" nm- ._,
de New-York, enlradas era 11 de mio do cor^5etn de feltO-Umt OIV5.
anno, a Severioo Maooel Daarte. j.PWMa1t alvissimadaas fibra.*.
Armazem n. 8. Pos de Donerduas oitavas.
S calas eom agua da vechy ms. VS e 47, mar | pQs jg
ca A P, viudas do Hivre, na barca franceii Mau-
rieten, entradas em 7 da iunho de 1866, a Joaqaim
de Aiaeida Pinto. Roas rubrasana kbra
LOTERA
GOMPANHIA PERNAtmUCANA
DI
Navcgagdo costeira p&t vapor.
r\io Formoso at o lugar deooilhiado Pedra
-*4or Mammutp, eom-
mandante Costa, segu para 0 Ol
VFfX^^IJZ&mm E fc200^0M)
ld'l Coi'i-e amafiha
I Sabbado 2* do eorreoe ez, se xtnlri-
Bahfe #*#**> plano abtiairansceipu a 13a par-
- w da y lotera
clro : ascriptorlo nj Porte rio Matos n.-l.
GaKuete Portftgiiess tte
fciter*,
De ordem da Una. $r *>tesiBnta gobsiUnta, ooo-
vido aos ohor* KlcA^cMvoi a etinm-se !
em assembl feral, domingo Vi do correte, as
II horas da maona, pana de coaformidade cem o
disposto no ] nico do art. 4V dos nossos estahi-
. tos, eleger-se o nevo eonselho deliberativo e eom-
! mi>sao de exame de comas, principiando os ira
I balos ama hora depois da marcada, eom o ame-
! ro de senbores socios que cojnparecere, como
m
VILEfiliA
BA
prescreve a segunda parte do art. O (fa inesmos
Pretenda seaolr coro ulaita brevBhle vellelf 21 ^ lotera a WnelciO d- Santa Gata estalnlos, vi.'to nao se ter reunido numero legal no
ea UJUuuil/fw lemia, tem pacte dt^en car- e Miaaricoria (3i.a) dia fl do corrate.
rjromplo, para o resto qo*^ Ihe*1*.lraJ *8 PCOmiUtndas erto gjjaradas tomen- Stcre,sl Ia do Gahmet
copsigoatarios Atooifl Lniz de ie a|
Oliveira Am*o4'(][i ao seu escrrplorio, ra
j^najt. 1.
JLiio de Janeiro
WerMtfe aWr-oi escita brevidavl-< pira o In-
dicado porto o veleiro patacho Guilbermioai por
te a raaior parte da a carregamento engajado,'
paff -o tiio malta iaHa e escravos a frete trata-1
se eom o confffliavif "loaqim Jo-, Goncalves
Beltro, ruado Trapiche n. 17.___________I
P o t de Janeiro.
Para o Rio de Janeifrodteaguir o mdis.
breve possivel o patajbo nacional Valente,
m iflffl I maUlf pWle da sua arga-promp-j
u para a .ijm-*ik be falta, escravos a 973 do de
frew. trate-*} coa ftspectivo capiSo, oK-j-^
m os'BB ignatarbSTAfarques, Barros C. jjj mios.
11*00 Suso ti. 6 s andar.
a noite da vespera da exlracgSo.
O tbesoarehro,
Antonio Jos Rodrigues de-Sonta.
PLANO
lotes a 52009.............20:00AWu
I, sella Stommissao 24.T3|0.. aOOOflO
i J2 de julho do 1867.
J i.- Ribeiro da Poaseca
Secretarlo.
AO PUBLICO
Liquido......
i Premio de......,. 8:00#oe0
* Dito de........... 1:200*0
IDHode........... oOOiO
s Dito* d nonsono 50050
Dftos de 405000 itOfiOO)
18 Ditos de zOiOOO 360*00
9 Ditos de IO4OOO 390*000
6*000 5:830*000
(5:400*090
DO CABDGA N. 18, ENTRA OA PE/)
PATEO DA MATRIZ.
O nosso estabelecimento pboU>gr?phico
est sempre m dia eom todSs os melbora-
mentos e progressos qoe na America du
portof o*t dft'Leiura aos N*1*' 00 * Ewopa se consegae na arte
poiograpbiea, para alca 1 carmos tal fim
nunca poupamos despezas nem sacrificios,
de sor te qu os nossos numerosos freguezes
pudera ter a certeza de que sempre encoa-
trarft em nossu estabelecimento indo quan-
to a arte e a moda oflerecer de bom, no
novo e velbo mundo aos amantes da pbo-
tograpbia.
.NDVIOADK PHOTOGRAFWOA.
Acabamos de receber todo o necessario
15:100*006
cpm 03 gorjtjgnalariosv
2

Ttrto.
1 nesias'lto dlnt brigoo portugaez UmS,
par ja- Mroaacarga waiada, para o rp>u e pas-
perrwirata-secaB^aaeus consfgnaiarios Tho-
roat.de A |uio > Potfseea 4 C., a roa do Vigarlo n.
12222:
Ite de Jan iro
Para d referido porto sahir iroateterivelmente
at o flm do correle mez o palhabote portugaez
Dfzenove de Junhi, quera nelle qai^-r carregar
pode tratar eom o cunsigoaiarlo David Ferretea
Bailar, raa 1 j Brum n. 66 uu eom o capltao a
bordo. r-.

LEILOM.
JoanoeSqaatro oitavas.
Raiz de altbeaduas libras.
ea-
3 dita eom alv.tia-1.-. e fesm aVooro os. 42 e SI,
marca A P, entradas em 10 de jalho de 1866, via-
das do Havre, aa barca (caaceaa Miurtcte. a Joa-
quini d'Alroelda Prato.
2 ditas eom a;arao ns. 3* 39, marca A P,
entradas era 10 le Jntho de 1866, viadas do Havre,
na barca raaceza Mtmrioua, a JoaquiVd'AluMi-
da Piato.
3 bamcas cora Malas n*. 43,44 e 45, marca A
P. entradas em 10 do julho de 1866, viadas do Ha-
vre aa barca francesa ilauricn, a Joaquim Al-
meida Pinto.
4 canas .m- gi'oos e coatas da vidro U'. 13 a
18, marca A (>., viadas do P->rto na barca poru-
saeza Sjaroacji, airada m 17 denovembro do
1866, a A(*evH.abrrfer A C.
4i caixas rom poln la, marca V A, viadas lo
Porto ao brigufrporiugU'Z (/atoo, entrado em 4 de
fevereiro do correte aaoo, a M. J. Ramos Silva \
GiTO.
tOO ogar-elrosde ierro, marca S, entrados em
18 de fevereir-o d j carruata aono, valos de Liver-
pool naba rea i te j a Adtlahot, a S. P. Jobosloo
&C.
100 duzias de |> de farro, marca I J, vinda*
da Liverpool oa bafea logieza Adelpk'i, entrada
em 18 de fevereiro do correte anno, a S. P. Jo-
bnston 4 C.
1 lata, letroir. U. J. Ferrara, vinda da S. Miguel
j [laUcrij purtueuez ntrni. Ignora-se a consig-
nacao e conloado.
1 barrica, mar^a H 0, vinda da llha de S. Mi-
guel ao patacho pe-iuguei fimmi, entrado em 13
de raaio do corrate anno. Igaora-se a consignaeo
a conteudo.
8 pesos sam marc.t, eutrados em 15 de inaio do
crrante, viudos da liba de S Migael ao natacbV
portaguez Emma. Ignora se a cooagoacM e con-
teudo.
1 balanca vinda da liba de S. Miguel, entrada
em 15 de malo do correte anoo pelo patacho por-
togoez Emma. Igoora-se a coosgnajo e con-
teudo.
Armazem o. 10.
1 caixa eom pannos n 508, marea M 1) S, viuda
do Havre na barca frauCcra Vindtana, entrada em
7 da agosto de 18 It, a F. Souvage
2 eaixas eom tecidos de lia e algodio ns. 356 e
357, marca ML4C, viadas do Havre aa barca
francesa Rio Grande entrada e de -novembro de
18i>6, a Mello Lobo 4 R
3J fardos eom lecidis o. 8,601 a 8^30, arca
E A 8 C, viudos *(> Havre oa barca fraoceza Rio
Grande, entrada em 9 de novembro de 1866, a E.
A. Burle & C.
10 fardos eom latonda para saceos ns. 1 a 10,
marca A B 4 C, vindos de Liverpool no brigue ia-
glez Mam , entrado em 5 de Janeiro do cor-
renta aune, a J. O. C. Doyle.
2 fardos cora fazendas para saceos ns. 14 e 15,
marca F 4 C, vindos de Liverpool no brigue in-
glez Jlanic U entrados em 7 do corrate anno, a
. O.C. Doyle.
15 fardos cora estoca ns 2,330 a 2,364, marca
H L' 3 viudos de Liverpool no brigue ioglet Mam
lia, entrados em 25 de Janeiro do corrate aono,
a Rab Schanulta 4 C.
10 caitas eom vidros ns. 307, 209, 211, 246,247
251 a 254, marea 1 B. viudas de Haroburgo no bri-
gue hamburguez Chalenger entrada em 27 e 28 de
fevereiro do correte anoo, a Schafhesteo 4 C.
2 caixas eom vidros ns. 1 e 2, marca K 8 viadas
de Hamburgo no brigue hambnrguez Chalenger en-
tradas em 28 de fevereiro do crreme aono, a
Sebafbelten t G.
3 veluiaes eom farragaos n. 1 > 3, marca trian-
galo G viudos de New-York na barca ingleza Car
Iota entrados em 13 de mareo do crrante anno, a
A. de Almeida Gomes.
1 volara* eom ementes de elgodaoeem noawro,
marca 1 A P & G, vindos de New York uo brigue
aacioaal Jabeado entrado em 26 de margo do cor-
rente anao, a Henry Forster 4 C.
3 votames" eom capachos sen numero e sera
arca, vindos do sal ao brigue nacional Glarta //
otrados em 30 de abril do correte anoo, a ordem.
1 caica eom oca em p n. l,466,marca H C, via-
da aa brigue hamburgus Cheltnger entrado em 23
de fevereiro do corrate anno, a Henrique AAK*
vtdo. 1
Aifaddega di?ernaft)buco;22 deagosto de 1867.
escriploralo,
Eoiyefcto Mondim Pestaa.
Sulfato de soda stfs libras.
Sulfato de magnesiaseis libras.
Sulfato de cobreuma ooca.
Taovagemuma libra.
Tiliauma libra.
Tintura de acafrolas oncas.
Tintura de Belladonaduas oncas.
Tintura de cartoriouma onca.
Tintura de catouma onca.
Uuguento decarobauma libra.
Vinho brancodoze garraas.
De M&Wlta, fonca e ti#po, jgias,
vallos e livros
O asente Oliveira tara' leilo a reqnerimento do
i depositario da massa fallida de N. O. Bieber 4
IL; saccessores, e por mandado do Ilim. Sr. Dr.
jui e'pecral di commefcio de^ta eidad-% Ja mobi-
lia e mals objectos supra desgaados, consistlndo
'em uma completa e esplendida guarnido de sala
, de visitas, oulra da menor v^lor, um plana raagi-
' fico, superiores eadelras de bataneo o de bracos
! de difTareotes moldes, ditas osa es, escrivaniaht
de aui.ireilo, m*as r-aMocda e ateas de diversas
feitios, dlia elstica para jaotar, apparadores grao-
j de e meo ir, guarda re upa, commoda, marquetas
;oabides, lavatorios, quartinbeira?, espeihos de a-
; la e de quartos, cortinados ricos para portas, gar"
rafasjraQoas.a lelflBh'', opas para agua *f-
4000 Bilhetes.
N. B. Os premios tfiioros de iOOJ^JO) esto su-
geitos ao descont di lol prov ocial e os maiores
de 1:000*000 ao da le gerai.
Th-s juraria das loteras de Pernambuco 10 de
agosto de 1867.
O thesooreiroj
Aatooio Jos Rodrigues do Soaza.
ApprovoPalacio do govetap de Parnambuco
10 de agosto de 1857.Baro de Villa Bella.
Conforme.Francisco Lucio de Gastro.______
Precisa-se de uma ama para eoiinbar a com-
prar : a tratar n ra da Csdeia do Keeifea. 8,
armazem
.No |ito-'djgC;roaT|5"7e precisa de aa
ertato era caft d*e tjabrlerliitonio.
luga-se
oprimeiro andir do sobrado da ra Imperial n.
193, a tratar no-segundo.
U abaixo assignado.fiz scwajto ao juMcw ae
nlnguem f^ia traasaCao ulguma eom o Sr. Anto-
nio Henriques de Miranda morador na estrada do
Arraial freguezia do Pogo da Paoella, eom o sen
escravo preto crioulo de 10 aaaiM do Idada, dj
nome Flamiano, cu|o escravo eSa' hypothecaao ao
abaixo asslgoado desde o dia Ude malo do.cor- para azer retratos chamados carte-album.
^^S^^ilT^^rirt * genero e retratos ultitaametite o-
agosto de 1867. 1 votaao aa America do Norte, rpidamente
I ManoeNo> Lins Ribeiro. & propagou na Ioglaterra e Franca aonde
Haa4(i rJare tVi-telra do ^" "***"****** obm* moda-
Carino carte-album se faz por duzias como^1
A eommisst) das obras do hospitar da ordem |l,S?V5? tW*
tercra do (jtraa, reei para acabameato do j a Ioglaterra trocaram o aaagede carte-
BMsmo 40,008 uifiii ite alv<-aaru gr-asaa sendo (lbum pelo de retralo-yaleri* wn-iagiaaes
eflS *3ff ^a\ fei-*8 09SS?ai Ti,fliIe'f,8a,nOca,**Mr estes retratosaan .qattAcea
re* vttider sil vaiat dada oa parte .podem pro- ninir^r, Mrl _. .u.. f,^^-- "
por o preeo e quallljfde BU piteo do Ganan caaiesPec,Wi P*ra oom e"e8 -tW*' 'P"1-
com que ornam eos gafeiaalaa. -Recebe-
mos urna certa qaantidade de taes.i
Mi
J^aqdlm Lijlz Ribarr'o'tla ilva, sobifto por-
tofaez, retira se >->ra fiarnp a tratar de sna
nada.


os ptv cedereaoB par
qqsos freguezes.
As pessoaa que quizaren veri
Jos retratos cbamados cii-rtt-aNtum, j fei-
Criados
tes m -Bossa offictaa sao convkladas a. vis i-
O abaixo asstgnado declara que de boje lar o nosso estabetedmento.
em dianle asswmr*sa-ria G-itlherme Dews- caktoks de visita a 9*000 atouzia.
ley. Recife 18 de gesta de i87. Em consequeocta do novo genero do re-
________Guilbarme Augusto oowsley. tratos batnotiee car/d-Mn,
- Quem precisar de orna ama do leiie diriji-se Io P*NP do nUgos aartes t
a roa de 8. Fraocisco n. 3.
freeisa-sede dMs enaaot sendo asi escravo
que se coairatira' eom o saebar: no Gymnasio
Provaeir .
Alaga se para o'issar a fasta a casa d > sitio
da pwttd*igui (ApiDuco.-), trasca, limpa, agua
frrea, banbo e estaco do camiobo de ferro de
rWifBcos ao sabir da porta de oasa : na raa da
Imperair o. &.
' .i. 1-. ., ,. ,.-,------------------------..
esidenoia ecoasultQrio
Medico cirurgico
DO
Be. Antonio II n Pra praca da Boa-Vista n. 21 onde
pede ser prfrcurarjV a qoalquer hora.
Eapeeiatldatle
Doencas rio peito, e causa
Xarope de iodureto de ferro OtO libras, abo?,comoterras, Uta, arfase colber-js de rae
Xarope de epecaconhaseis libras.
Dito peitoral inglezseis garrafas.
Dito de checoria compostodaas garrafas.
Dito diacodiouma libra.
Dito de salsa parrilha seis garrafas.
Dito de lal seis garrafas.
Uraguenlo brancouma libra.
As pessoas que quizerem vender ditos ar-
tigo* aprsentelo soas propostas na sala do
consetbo s i I horas do dia 27 do correte.
Conselho de compras do arsenal de guer-
ra 21 de agosto de 18S7.=Jos Maria II-
deifoaco Jcome da Veiga Pessoa e Mello.
Subd legatia da Magdalena
Por esta subdelegada se faz publico que acham-
se depositados, oa formada lei, dous cavalios, sen-
do am eastaobo e eairo mellado, os quaes foram
aporehendidcs : quera se julgar cora direito aos
mesroos, provaodo, sarao entregues.
Subdelegacia da Magdalena 21 de agosto de
1867O sublelegado 1 supplente era exercleio
Jos Bernardino Pereira de Brilo.
THEATRO
DE
tal para sopa e cha.salleiras, loocas de mesa, cas-
I ticaes, Irem de cosinba, lampos de metal para jira-
jtos, eafeleira, chaieirae afsucareiro de metal, ga-
' lheteiro, porta licor, ama bomba, um banheiro.
O biiu> asigfl*.lo visa ao Msptstvtl publico
a-wincipalmente ao corpo commerclal deMa pro
^incia da Parahiba a da Pecnamboce, que tendu
feilo urna encom neada de um vapor a Manoel
UmB Baraardes mirador na cidade de Goianna
oleadotBMM aoc*siiopassado orna letra da qoau-
tia de 3:900* por qaauto I he disse o mesmo Vioi-
ra qoe veria a ro:<>mmenda, succadeu que che-
gando dao'v*pr -tnnM wit-iraiBflnie drtferenie da
aaiaogue 5 e ha va contratado, peto qoa o abaixo
assignado deixoa a> aeeata-lo e cono exista em
variedade de quadros e roappas gengrapbicos,4*-, ia'J lueslao sobre esse crdito, que Vieira ne-
DKLlRi
de
O conseibo de compras do Arsenal
Gaerra precisa comprar.
Os segu nies;
Acido exalwonma onca.
Acitatp de cbambouma onca. ^
Agua destilada de flor de taraaga duas
'libra*.
Agaade Rabeluma libra.
AfwrdeBii.deaaa-*cpwtrogarrafs.
.Aros vegeto wwralqBairu aarrafas.
Viecriua--ma twa.
Auaaamaduas libras.
Assucar candidouma auroba.
Aasuaat rateadoona libra
Assafetidoseis oncas.
Balsamo deArceus
Baisamo carttiollco;
Balsamo opodeldjkb
Balsamo tranqui
Owwwg^^oaaipo MvQag.
Ctroba-doa libras.
atourna libra.
c a R i espigada aaw oc*.
EMPREZA- COIMBRA
Sabbado 24 de agdsto de 1S67.
ULTIMA
representagao do apparatoso drar--a sacro em 4 ac-
tos, qae tem sido frenticamente applaadido:
GABRIEL E LS8EL
ou
OS NILiGRES DE S. ANTONIO.
Dar 6m ao espectculo a segunda representago
da chistosa comedia em 1 arto, qaairaulto agradoa:
Os cabellos de miaha mullid1
Comecara* as 8 horas.
AVISOS MARTIMOS
versas obras i o. pressas de autores coahecidos e
apreciavels, vanos era barril e engarrafados, con-
servas, reloglo de parade, e prensa pa a copiar
carias, um rchglo ebronometro para agibetra:
eom cadeia de curo, outro dito eom crranla-, 8
pulceiras, anois e aoeloes, rozetas. argolas, tcau-
ceiins e urna volta, alSneles, bo'.es para punhos
e grvala, dous ptimos cavallos de sella, selim e
outros artigos que se omitiera de memiennr "or
mor Lrevidade
HO*E
na casa esitio, ra de JoSa Ferozudes Vieira'n
28, estrada da Soledad para o Mangumlio, e em
qoe re:-dio o socio da referida mas:a.
. B. Seguir' um mnibus do largo do C-rpo
Santo no Reife para condocao gratuita de prelen-
dentes, as 9 1|2 horas da manhaa.
gasse a entregar, o memo abxo assognado pre
fVfoe ao corpa cJmrmreiH e mesmo a qualquer
particular que transacclo algaos fga cam ssa
iua--tetro. Fagund.-s 8 de agosto de 1867.
O agente Pontual vender' em leilo .por man-
dado do Illm. Sr. Dr. joiz de direito especial do
commercio, os obiectos absiso pertencentes a mas.
sa fallida do Sr. F. ^ouvage : 1 mobilia de rea-
deira branca estufada compota do uro divap, 4
cadeiras de bragos, 2 ditas de balang), 6 ditas de
guarnigo, 2 cousolos cora pedra, 1 mesa d meie
de sala eom dita, 1 mobiMade Jacaranda composta
de um sof, 2 cadeiras de bragos, 2 ditas de oa-
lango, 12 ditas de guarnigo, 2 ousolo= cora pe-
dra 1 mesa de meio de sala cora dita, 2 jarros pa-
ra flores, I mesa para joro, 4 tapetes, 1 sof' d
Jacaranda, 1 mesa elstica para jaatar, 1 apara-
dor grande, 2 ditos pequeos, 12 cadeiras franee-
zas, 1 caixa paraglo, I jarro de birn, 1 candle'r
ro a gaz, 4 castigaos de vidro, 1 sof' de raadeira
fraoceza, 2 cadeiras de balango dita, 6 ditas de
goarntcao dita, 1 mesa de mel de sala, 1 dita pe-
quea, 1 toueador cora pedra e e*pelho, 1 guarda
roupa eom espelho, 1 guarda ve.tido d* mcgn, 1
guarda roupa de dtto, lavatorio de pedra eom es-
pelho e pertences, 1 estante, 4 castigaes, 4 mesas,
trem de cosinba.
Sabbado 24 do correte.
O leilo sera' effeetuado oo'escrlptorio a' ra da
Cruz n. 61, prinwlro sudar, as II horas.
Qabinete medico cirurgico
Di
ftr Igu.cie ArcUiMies V* Pode .-er procurad.) a ^oa*fiiar h >ra -Oo da- 00
da noite presiaodo se aus enjutados foca da cida-
de, eom toda a pr jmytidi >. Pratica .juaUjuer ope-
rar-). Da' cousailas das 6 as 9 horas da matffiSa :
roa da Impsratriz n. 86.
Trocara-se notas do cauco do Brasil e de
suas caixas Hliaes; na raa da Cadeia fl. 5%
Precisase de urna ama para lavar e eagom-
raar, a tratar no Monleiro, -rtsa que foi do fallec;
>do Cavalcant.
' i i ----------------------------
Alnga se urna pequea casa eom quintal
caaba, Ha na rus do Gazamstro, caofne to
oartil lataaal- da fabrlea do ar, prm para lio
raem solter>, oreco de H pur mez.
Alnf;l-Sf
iimaera,ranza>na #ente Vefha.
Ciub Peruambucaao
Domingo 25 do correte, haveri reunio
familiar. __
Precisa-se de uma pessoa babiliUda e de
iboa conducta para ensioar (ora da cidadre os se-
guales orepirnorios toim, gojajetri, phiiosoahta
e rhdtorica : a tratar ai ru* das Cruzes n. 34, 1
andar.
Fago publico, afira dechegir aoconbecimeo-
Engcoho Tres Bracos 21 de ag isto Je 1867.
Manoel Ignacio de Siqueira Cavalcaoli.
Criado
p. N. A. M.
Jos da CrazSantos canvida.aos amigos e p-
penles do finado Jos Maximino Pereira Vianna
para no Jia'27 do correte, anniversano, ouvirera
n> igreja da CoacaigodDS Mfirtaros algumas mis- to dos Interesad**, que escravos Quiatino, Vic
sasiqae aianda aelas 7 horas di raaoria celebrar jtoriano, Manoel L'Ji',_Bjnifaco e Vtente, dos
pelo descango elrn d'aquBlte laado seu amigo, quaes sou depositario, Jiacham foragldos.
Os Srs. abaixo assigoado? queiram vir a ad-
mlnistrago do correto geril derla eldide aflm de
recaber carias qae Ibs sao dirigid oom recom-
mendagao : Dr. Agasilao Pereita da Silva, Ale-
SAi^re Jo. da Costa Valent-t, Adriano dos Sao-
tos Pereira, Auselai) Gtudiai de Queiroz,'Antonio
Jos 8>o.a Carvsllii, Antonio Laraardo Rodri
gues (i), D. Cesara Candida Nocro 4o Gosmi \
UwHB^.H <|odrigaes Guimares, Francisco loa-
quiai Pereira (i), Francisco Clet Tosoauo de Bri-
tOj^Julio .Cesar Pofeira da (locha, Jos do Azevedo
o Stlvs, Tr. Roymundo Joode Moraes Reg, Tho-
maz dos Santos Betrrra. Creio do Pernambuco
%i t agosto dd 1867.
quaes de boje em di.nte licaia feduzidos
ao preco de
pela primeira duzia, sem que por
,destadiminoic3o de prego, deixenos de es-
!.merar-nos no nosso tr-babo. como sempre
foi nosso costume Alm disto, continua
aos a dar os car toes de visita e caribes
lile luso,Brutol,ou porcelana,donrados ou
. litbograpbados para o que temos ama varie-
dade de i 2 modelos, a escolha de quem se
retratar.
X^ VA GOMO PilEVENCAO.
Apezar do nosso trabalho ser mulo co-
nbecido nesta cidade, acode irabalnamos a
12 annos, eom ludo joigamos de nosso de-
ver dizer boje o seguinte :
Nos retrabs fe tos coi nosso estabeleci-
menlo emprega-se toda a cntela para of-
ferecer-se a par da belleza do trabalho, as
memores condices de durago. Doura-
mos e Gxamos t.s nossos retratos sem olhar-
mos a ecoadmias, e ltimamente para Ihes
pod.rmos dar uma lavagem mais ampia
e segara, contratamos eom a companhia de
Btibiribc orna penoe 4'aga. Os nossos
carios de de visita sao verdadeiras pboto-
gra.pttas, que nao precis5o de retaques do
pial-* para Ihe desfar(,arem os dgfeitos, e
convidamos a quem qoizer a passar sobre
ellas urna esponja moihada em agua, ou a
deixa-los mergalhados por espaco de horas
em agua, ou em espirito de vinho: se apre-
.entarem alterac3o serao recebidos por nos
e pagos pelo duplo do que tivcreui cas-
Pao.
Continuamos a fazer retratos por todos os
sistemas photograpbicos at hoju conheci-
dos em pbotograpbia. O nosso soitimeoto
de caixinhs, quadros, passe-par-tauts, e
joias de ouro para a collocaglo de retratos
o mais completo, variado e abundante que
existe nesta cidade.
CGMPMH1A BRASILEIRA
DE
PA03ET3S A VAPOR
' esperado dos portos do norte
at o dia 27 da agosto o vapor
Paran, commandaote o capillo
da fragata Santa Barbara, o qaal
depois da demora do costme se-
guir' para os portos do sal.
Recebem-se desde ja passageiros e engaja se a
carga qne o vapor poder condoiir a qual devera'
ter ambareada no dia de sua cnegada, encommen
du o dffiheiro a frete at o dia da sabida as 2
oras. Previae-se aos Srs. passageiros qoe suas
passagaos s se recebara nesta agencia raa da
Craz a. 87, escriptorlo de Antonio Lok de Olivei.
ra Awvodo & C
mtMi mnmfm
DE
fTef*e cwlwra f9T vf*.-
Pacahib^ slai, Maco, Araeaty, -CearSi e*
Acaracu'.
a egae ao da 30 do orf a-
te pelas 5 horas da larde nal
dea vapores desla oompanbia.
Recebe'carga at o dia 29,
passageiios, encommeodas e
dlnheiro a frea at as
ral oa Urde do dia da sabida
Forte do Maloa a. i.
Do louoa, vidros, eoposide medida pasa lasares,
arandelas de lato, globos para velas, ditos pa
ra eandielros de gaz, frascos de bocea larga de
diversas tamaohos, 1 lastre de 8 luies, candela-
dros de crystal, serpentinas de lato, a arrnagao
e mais objeclos da I. ja de louga da ra do Li-
vramento a. 6.
Segunda-feira 28 de agosto.
O agente Piulo legalmeate antorlsado fara* leilo
em lotee a vootade dos compradoras, das objectos
cima mencionidos e existentes oa laja da ra do
Livraraanto n. 6, onde se effeetuara' o leilo as 10
heras do da cima ditp. ___
mm
3 ho-
iHera.
COMPSNHIA PEfINIMBUCANA
(l|avefie raaVeira aar ai*r.
Macelo e asetitt.
Segneoodla
Wfaos
, ras aa tardo.
iWi LELA0
De 10 pipas < tm viaho da Flgoeird.
_ loarta-fajca 28 do corifinte.
O agente Pestaa lata' leilio por conla e risco
de quem perteocer d fOplpas eom vinbo Piguei-
raas quaes sero vendidas em ara oa mais lotes
no dia cima mencionado aa 11 horas da maabaa
po trapiche do Cunha no Forte do Matoc.
Ll 40
Docascoifa barea bespuiiola Isabel,
O. Modesto de LajtoSa eaailioda batea aeapa-
hela , eaaaJaada^a Uaa de Farnaado de
orn ha, farV leilo eom autoriaaoo do Illm. Sr.
eoasol aa Baataaaa a aar_oaott-e risco aa quam
Precisase de um criado forro ou caplivo pasa
casa de pouca familia : aa raa eslrea do Rosarlo
o. 28, sobrado.


Fujio no ata ada ido eagauho P trimtiii da freguezia da villa do Ca-
bo, o escr*3 Paulo, criollo, co;n os lgnaes se-
guinte : cor pfeta, cabello carapinho, rosto larg>>,
Magrandes, nlri? chato, beigos grossos, bocea
grande, eom falla de denlos, sem barba, altura
regular, ebeio do corpo, ps grossos e esoserva-se
alguma v-'z cuchados par ja le ler dadoerysipella,
lera am ambo.. Os ps uma cicatriz nos calcaoba-
re? provealeote de ferida, reprasenta ter de 35 a
40 anuos de idrdc, punco mais oa menos, bem
fallante, e nculca-se trabalhar de ourives, foi
visto em camioho d-a Ponte dos Carvalhos para o
Recife : roga-Sa as autoridades pulii-iaes e capi-
taes de campo a captura do raesmo, podando ser
eatregu? no Becttv, aa roa da Moeda a. 5, segun-
do andar, casa de Maooel A4vae .Forraita & C, oa
no nvKwno eogaoho aoaeu idfr-Domiogos Mar-
tas Pereira Monleiro, qm generosamente sera'
gratificado.
~_ No Caes do Apollo n. 85, compra-se
urna escrava que tenba boa conducta e saiba
bem oogomraar; e ucn preto para servir
em um pequeo sitio; paga-se bem agra-
dando.
~_"Perguntase ao vendedor do carrega-
menlo de xarqae de certa escuna quem foi
o prejudicado eom a venda de uma porco
de carne, por menos cem ris em arroba,
feita a um Goyannista sob a condico de
trocatem os seus relogios.
^Cnrioeo.
Antonio de Almalda Gomes saca sobre Lisboa;
esctfit>io>oa Sociedadeos ArtisU* Meebanicos e Ci6e-
raes de Pernambuco.
Nao tendo-se effeetuado a sessao assignada para
o da 20, em coosequocaia Afe e .achar doente o
IUm. Sr- teoiar lawna-., de raen do massao,
leaaao tiaaoam iad< s eaherAs ocias para no
dia 26" do corran te, as 10 bocas d maabaa, virem
auisiir a sassao eitri*niiaaria, na qaal sedeve
Iraur do assampto que tacia objocle da do-dia
SO, e o mais qo > possa occorrer.
Secretaria d <*<'***$ jlas^rUsias Mecuanicos
.
escrlptotlo no aertencer e por iatervengao do agente Martina, do Liberaos de P-rnambiaa V de agosto de 1867.
<.M60.4rdue oavio torrada coaflianchas da Jajo i Precisase alugar uma ama ou uma ascrava que
saiba cozinhar e eng.tomar para casa de multo
diminuta funilia, >. paga-se bom ; na ra da Con-
cordia, sobrado do armazem do sol n. 26.
CASA Ott"FORTUfir
Aos 8:000^000.
alUhetes g;araatidos
A RA DO CRESPO N. 23ECASAS DOCOSTUME
O ana Ixo as signado vendeu nos seas mnrto feli
es bilhetes gitraatidos da lotera que se acabon
de extrahir a beoericio das familias dos volunta-
rios da patria, os seguales premios :
N 3382 dous q jarlos eom a sorle de 6:'00.
N. 2il6 bilhele inleiro eom a sorle de 2:0305.
N. 2799 daas quartos eom a sorte de 600,5.
N. 3927 dius quarios eom a sorte de 3005.
E oairas muitas sortes de 1005, 405 e 205-
Acham-se a renda os da 13* parle da 5* lotera
a beneficio da Santa Casa de Misericordia )'!")
qoe se exlrahira'sabbado 24 do corrente.
Pre^o.
Biietes........ 64009
Meios............ 35090
Quartos.......... 15300
Para as pessoas qoe compraren de 1 OOOOC
paracima.
Bilhetes.......... oJoOO
Meios. .......... 257150
Qnartos.......... 15375
Manoel Marti-" Fta-a-
Albino Baptista da RoaJaa, relo-
joeiro e douradar oa fr*ea da lo
dependencia n. 12, faz todo qn.l
quer conceri> perleoconte a sua
arte por precos mais baratos do
qoe em oolra qnilqoer parte e
afflanca o sen trabaibo, compra
obras de ouro e prata em obras asadas.
= Jacques Gerstte, fraocet, vai para Bu ropa
Precisa-se alagar um escravo para o servica
de uma pessoa : a tratar aa ra do Imperador o.
39 2* andar, entrada pelo beeco do buhar dos
arcos.___________________________.
Brasil Hiprico
O prlmeiro numero do segundo anno desta Re-
vista acaba de ebegar; cam elle principia a pu-
blicagao da revologo de'Pernambuco de margo de
1817. Assigna-se por 125 por anco : na llvrarla
raneexa, roa do Crespo n. 9.
Co inheiro
No eoegio da Concelco precisa-se de um
aheiro forro ou escravo.
.i-
9
para tolo servgo de
n roa de (tortas au
lotenno,
Barros.
Baxilio
L^aw^^fjrtrtraa-jitBPm afila aorfeigao e
- aa raa dos Plrps n. 3, taberna, se
crvadoo*raaze,amatraad oom eaare
o o fondo, os vaos encurvaida da torro, a coaarla
Gravada de brome : no dia 23 do corrale mes as
12 hora do da a porta :da Assoclacao Caouner-1 proautjdao;
ojal Can atlstencia "do mesuio Sr. cionsul ou pas- dir. quem faj. Tambera se dlra quem tem ama.
soa'por eltoaomojid. ettlI^.esctap.J*) 'ogr- l
_ attB ttO ECIFE
lS. A partida do correte mez, Mrt"lugar na
noite de MVx_____, j
:de Uosptcia a
Preteodendo-se citar i or cartas de edito? como
ausente-e em tugar nao sabido a Barihotomeu
F anci-co de Soaza, o btoearador desttt ne-ia ci-
dade declara que seu constituale est a muno r-
sidiodo era Lisboa travessa do Estevo Galoard.
a. 8, e qae tiesta cidad9 lem predios de sabido
valor._____________________^___ ___^
Ama.
Precisa-se de ama ama
uma casa de pouca iamilt
mero 142, l* andar._______________________
Os Srs. credores .lo'Mrdo Aman Gongalves
dos SaBtos, qaelram apreseotaros aeas crditos no
praiodeB das, ao adiDiBinradorda roa-sa abaixo
assigijado, a casa de sua retut-ucia n. 5 aa ra
Nova de Santa Rita, ou na ra das Trmxeiras o.
19, aflm do ser enmarida a dfpfllt|la do art. 8o9
do cdigo commerciai.
O mesmo-administrador pede aos devedores da
referida roassa,b*]am d |e entender cora etle para
p?.gafern o* seus "debitas num a posiivrl bravidade.
Recife, 14 de agoslode 1867.
Manoel Joaquim Baptista.__
Cureo de prerparatorios
Obacliarel Efoe>t.) .Vl.ilptu de Vaseoacellos
Chave?, resMsDtana roa a Madre de Daos a. 36
(Recite) tem abrto em sa c.a*a tarsos dos se-
gralas preparatorios :
Lingu laiio
. franeeza
rhdos;ihla ^
Reaebe iarabeai alocuos internos ea p?queao
numero e sob con iegoe-ra..veis. Poda^er pro-
curado a qdatiTuar nona db da. _
1
Praesa-ae de ama ama jue saiba ummur
rata-ae a' raa ra Cadeia do aceito sobrad > x 34
AIJfJl'BL-
Fraacwco Gomes de OlAeira. agente a> fedes,
aluza para* prxima fnsla oa anhoaimeai?.a sua
espacas caa wrPoao da PaseHa, coja aprasivel
localidad! bem oaheaida, assira coa- pelos
grand*s^oaitnadd6 que lem pra aumerosa f=rai-
lia, eataraila lar eito soa resWenfia uraote
muitas anuos.
em dlante Qca-se chamando
ronba. __
Maooel Pedro de JHo-
> jaiao assiioaao gafe aya vedara* *>
seo osiabeledmtataa Una, ,povoago dos Moa-
tes, qae pague ds srts ealos amJ|ve1najntH
at deiembro do corrate aii, artt 1;
gao fateadtftMfaa* awaa malas \*mm*l
RwiH da agosio dMW7.
l Miguel GMOI.ve.s. d Lu.
Escrava para comprar
ou alfgar
Precisa se r>e uma escrava qne cotriih, por
compra on luguel : a raa da Crot, armazem o. _
10, flaadoaotasda maoadaaa4 a tarde. __ or. Ijps Uift? a CosU Soares,
- aeeaCPedro^vsresaa oroaaa *c.j. qgg jnoga M>-jm do Wigario, nejra V:r
as notas -Oti banco do Brasil -edas caixas
dom aaanoto mu #saal, -na-prac* ta I",
oendyto a. g._ ^^_____
Aiag9se a ca lrra aiatgem m fio C-
pibaaeiaialdaar da ilraaio RaU, tem comino-
dos pv*ffe t-afaga-ai l^tedfi de am anuo
pof 150fc a ttatar*o^oradoiii
gagueom j. M.JR .Waaca^
a fabrica do
sia typographla, a negocto tjne n5o g-
goraL_ -
fKe irihnliB\^TOaawelrfSage>tradu-
xido ijiflrfltcage, yenfte-v por \g ein'bro-
xgra, e 5 encada-nado : nalivraria &'/>no-
mira, T-'MfM ti. iderrelt do arco
de*Satrt(r Antonio.

.
9
T*
l



<
I
Diaria fe ver.aaabat* *eito Te|ra f Ate Aga.fe le mi
DE
ti
CAROSA
PREPAMDAA FRI
POR
AUGUSTE CAORS
Pharmaceutico pela escola de Paris e successor nesta cidade
a
Aristide Saisset e J. Soum
22.------Ra da Cru*------22.
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I g
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o.
o.
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S
en
Tratamento paramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, uem.rtutco qualqt*
Verdadeiro parificador do sangue sem azougue. ,
Especial para a cora de todas as molestias que tem sua origen Da impureza do
sangue, como sejam as molestias boubaticas, sypbiliticas, escrophulosas, daxthrosas, quer
jeaoam eUas por hereditanedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
ecctoaadas dos diversos virus que contaminam o sangue e os humores.
A earofra um remedio prodigioso, [usado desde remotas eras pelos indios
da Brasil, e passando seu uso de geracao em geracao, hoje um dos remedios mais co-
nbecidoscomo propno para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse nume-
ro a morpha ou elephaotiases, para cujo curativo os nossos sertanejos consideram a
caraba como remedio especifico.
A muito tempo entrou a caraba nos formularios como preparacao magistral
80b a forma de eleictuano, anda hoje lembrado as pharmacopas com o nome de seu
celebre autor Joao Alvos Carueiro: o5o ella portanto remedio novo nem desconhecido.
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde tempos immemo-
naes como o mais apropnado para o curativo das boubas e ulceras sypbiliticas srdidas,
e empregado com proveito depois de improficua applicacao de muitos outros agentes
tberapeuticos enrgicos e de uso quotidiano.
Muitos dos nossos mdicos de consideracao e entre elles o muito dUtincto pratico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Atbayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio de ex-
peneacias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no trata-
mento das boubas, das diversas formas sob que a syphilis se apresenta e maito especial-
mente as que teem sua sede na pelle, e poderiamos relatar alguns casos de data muito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em qae a caroba produzio admirareis
efleitos, depois de motis e prolongadas applicacoes de salsaparrilha, mecurio, iodo, ou-
ro e seus preparados, etc., etc.
NSo era possivel que urna planta t5e notavel por suas inappreciaveis virtades es-
capasse a perspicacia e investigares dos mais abalisados praticos europeos, que se ap-
pheam com especialldade ao estudo e tratamento das molestias syphiliticas e herbezcas
e para prova ah esi5o os Srs. Drs. Caseoave, Schurfer, Ricord e outros dando as mais
usongeiras nformaces sobre as propriedades curativas da caroba e preconisaodo-i como
remedio poderossimo para o tratamento das erupcSes cutneas, seccas ou suppurativas,
dartbros de todas a qualidade, ec emas, ulceras de diverras naturezas, tumores, osseos
e outras muitas molesas de natureza sypbilitica oa boubatica.
Por ter-se generalisado muito o uso da esseneia da caraba que en pre-
paro e pelas instancias de vanos mdicos que desejam continuar em suas observares,
celiberei-me a ter prompta urna quantidade da mesma esseneia, obtida sem a acc5o do
ogo, para nao prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encon-
?^t"S.^,S!Jna Pharrnacia sempre e em porco sufficieote para todos os pedidos a
ESSENuIA CONCENTRADA De CARORA, e o ungento da mesma penla para que nun-
ca raemaos Srs. mdicos quequizerem esperimentar tao precioso agente'medicinal.
Recife de Pernambuco, 17 de outubro de 1866.
Augoste Caors.
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'n,rih-?- invencivel Veada Braca,comasmanwrtattenciosas com que
o acolhido pelo repeitavel publico desta briosa provincia, a ponto de que muitos a Dor-
na .aesputaram a salisfacSo deserem os primeiros a comprarem em seu importante arma-
zem, se desvanece em declarar com toda a lealdade de que capaz, que est cada vez
mais animado, nao s pelo benigno acolhimento que tem resebido, como pelas torcas de
qoedispoe porque at hoje nJo careceu ainda dos preparados de jumbeba nem do
xarope alcoolico de veame.
. .0 Veada Branca, declara a quem ainda o nao conbece que n5o um
desses bicharocos intrataveis que por abi vivem com figura hu .una; domesticado no
ameno paz ondra amavel Aguia Branca vio a luz do astro bemfeitor, elle partidario
desse invejayel agrado e sinceridade que com tanta gravidade se desprende do seu
! bico encantador.
k P Vcado Brattca, como todo o bomem civilisado, ama a sociedade dos
nons, gosta do centro do mundo elegante, usa do tnico de Jayme, para previnir qnelhe
ponbam a calva ao sol, vai a companhia des Booffes Parisieos e no meio do partido de
madame Adelle, elle tambem.atira-lhe o seu lindo bouquei.
Digne-se o benigno leitor de jurar as palavras sinceras do sincero Teado
Branco, e venha prover a s.ua dispensa do qoemelbor se pode encontrar n'um estabe-
cimento de molbados.
A modicidade dos precos, comparados com a boa qualidade dos gneros e o
!0 d0 comiese recebe ossenhores compradores, deve certamente convidaras
pessoas qne amda nao vieram i nossa casa a fazer parte dos amigos e freguezes |do nosso
BELLISSIMO ARMAZEM
MO LEA DOS
CONHECIDO PELO NOME
DI
RA DAS CINCO PONTAS N.86
.jAO GRANDEAlMAZEMJ.' '
DAS
BRANCO
Estabeleciuo ra Direita n. 16.
Esqalaa da traYeasa de S. Pedro.
Sempre barato

!ODE MUITO GOSTO
Viado soriimeDio de modernos chapos e cbapelioas de seda, de 016 e de paha de Italia.
fcTA sponora e memos.
Superiores tiras, bordadiobos e entre melos bjrdados em cambraia Upada e transparente.
N leja das celnmnas a ra do Crespo o. 13 r
UE \
Antonio Correia de Vasconcellos & Compania.
, A NACIONAL
Umpaniia geral hespanhola de seguros sobre
a vida
ATORIS&DA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 1859
Maatelga
iDgleza flor a 10, a libra e a 5oo rs. soffrivel e propriapara tempero a 32o rs
dem fraoceza a 56o rs. a libra.
Cha
De primeira qualidade a 2,$8oo e proprio para negocio l|$6oo a libra.
Blscoltos
loglezes pearl, nic-nac, oval, cracnel, e outros superiores a 1)9loo a lata.
Figos
A 24o reis a libra.
Gomaaas
-
N. 2 D -m N.2D,
CORCAO ME OiBO. jj^f
n, ^.L0^.?? j,n,ilulda Corajio de Ouro na rna do Cabog, acba-se d'ora em diante oflerecen
do ao respeiuvel publico com especialldade as pestoas que honram a moda os objectos do ultimo go
lo (a Pars) por menos 20 por cenio do que em outra. qualquer parte, garantiodo-se a qualidade e a so
luttZ 039 0DT3S.
O respeitavel publico avallando o desejo que deve ter o proprietario de um novo estabelecimen-
; to que quer progresso em seu negocio deve chegar inmediatamente ao coraco de ouro a comorar
.aneis com perfeitos briihantes, esmeraldas, rubias e peroia ; verdadeiras em agarras, modernas pek
dimiDOto preco do 10*. brincos modernos de ouro e coral para menina pelo preco de 31, maracas da
, prala com cabos fie marflm e madreperola obra de moderno gosto (o que o encontrarSo no coracSo de
_ | oaT0J vollas "e ouro com a competente crusinna ricamente enfeiada pelo pequeo preco de 121 bnn-
De milbo branco a4ooreis a libra, de araruta verdadeira propria para alimen-i fos,de nm ""abaibo perfeito por um mdico preco, cassoieas.traneaikis, puiceira?, aiflnetes para re-
tar criancasa5oo reis a libra e caxinbas com 4 libras por menos, gomma do Mranhlo-I!r*gfif-!l?g!Pw*y.-*!aiM.n<,>,M*tgBf^grtospara botar cabelloe flrma, dito para casa-
a 16o rs. e tanioca sac a 24o a lihra BW^ u" ec?0"?.ir,leo rose,a 'em *S* de Qro am ^P'610 e bem variado sortimenlo de diversos
d luu i a. e uvnuca iagu a zo a uora. jgostos, butoes para pnnbos com diamante, rnbins e esmeraldas, obra esta importante ja'pelo sea va-
Checolalc i or Ja por gosto ds desenbo, brincos a forma da delicada moslnba de moca com pogente contendo es-
meraldas, rubins, brilbantes, perolas, o gasto sublime, alfloete para gravata no mesmo gosto,

Superior a 1,5, a libra.
Doces
l#5oo em caixa de 4 libras, muito fino a l$8o, em caixoes
BAJIQEIROS DA COMPANHU
O Banco de Otespanha
DIRECgAO GERAL
Madrid : Roa de *. Agostlnho
m.f
iCuaeao da companhia em 15 de julho de 1866.
Apoltces 19:700 Capital Rs. 127:144,5670 ou moeda brasileira
R* 12,714:476^000
A Nacional abraca toaas as conbinacoes do seguro de supervivencia e n'ella pode
&ar-se subirip^ i de ra>do que em oenbum caso se perca o capital imposto nemos lu-
cros correspondentes.
Umaafianca depositada nos cofres do estado, garante a boa administrado da com
panhia
Os fundos da companhia se invertem em ttulos do estado e se depositan no ban-
oc de Hespanha com mtervencio do delegado do governo e do conselho administrativo.
A companhia eestranha toda a empreza ou 5ospiculac3o perigosa,eos ttulos em
gue se invertem os fundos imp s na rmesma, nlo-se correm o menor risco, pois estio
qaraBtidos pelo governo, podeatonaceo da a tor p.eizosd


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S o
Joaquim Jos Goncalves
Beltro
aiA DO TIAPICHfi M. 171 ANDAR)
acca por lodos os paquetes sobre o Banco
lo Minti em Braga, sobre os guiles luga-
' em Portugal.
aber:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Goi maraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Con<*e.
Arcos de Va! de Ver
Vianna do Castelle.
Ponte do Lima.
" Villa Real.
Villa-Nova de Pamellc&o.
Lamego.
Lagos.
Covilb.
Vassal (Valpassos.)
Mirandella.
Befa.
BareeUos.
De goiaba em latas
de 2 libras a 5oo e 32o.
Pelxe
Em latas a l!ooo reis a libra, sortido em qaalidades.
Ostras
America a 8oo rs. a lata.
Baldes e Vasaouraa
Americanas a 8oo reis cada peca.
Touclnho
De Lisboa a 320 reis a libra.
Tomates
Em latas a 6oo rs.
Sal
Refinado em lindos postes por 5oo rs.
Rlrshs de Wasser
A 2)Jooo a garata.
Vermouth e Abssntho
A l5oo a farrafa.
Blcter
A l ooo a garrafa.
De bordeaux superior, Saint Estepbe, Saint Julien, Saint Emie a 7^ooo a duzia
e 64o rs. a garrafa.
Vinho
Do Porto fino a 14ooo a duzia e l5oo a garrafa e magnifico tambero em bar-
ril a 8oo a garrafa.
Duque do Porto
Adamado e outras marcas a 9oo rs. a garrafa e lo0 a duzia.
Vinho da Flguelra
O que ba de melhor a 40, a caada de Lisboa a 30 e 45 a garrafa.
Vinagre
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa.
Farello de Lisboa
Saceos com 9o ubras a 406oo.
Cerveja
Franceza em gigos de urna duzia a 60.
Ingleza
Bass verdadeira a......T. e Victoria e Alssop a 5o reis a garrafa
Kubiu, relo-
gios para senbora cravados de podras preciosas, ditos para hornera, diversas obras de brilbantes de
noito gosto, crosinbas de rubios, esmeraldas, perolas e brilbantes, aneis com letras, cacoletas de
trystal e onro descoberta para retrato (a ingleza) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qaal-
quer jola, para secoliocar retratos e obras de cabello, e outros muitos abjectos que os pretendentes ea-
contraro no Coraco de Ouro que se conserva com toda a amabilidade aos concorrentes delxando-
se de aqu mencionar precos de certos objectos ponqu (desculpem a maneira de fallar) diiendo-se o
preco talve alguem faca mo juno da obra, por ser to diminuta quantia a vista do seu valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe se coneer-
tos, por menos do que em outra qualquer parte, e do-se obras a amostra com penbor, conservando-se
e Coraco de Ouro aberto al as 8 horas da noile.
Qaalquer pessoa que se dirigir ao Coraco de Ouro nao se podera' engaar com casa, pois
nota se na sua frente um coraco pendorado pintado de amareHo, aiem de ootro que se nota em um
rotulo fisto se adverte em consequencia^le terem ja' algamas pessoas engaado com outra casa.
Na loja do sobrado d. 12 da roa da Impera-
triz se dir' quem vende por barato preco um car-
ro cora vidraca (caleze) em muito bom estado.
O Dr. A. S, Perelra do Carmo (medico) M
est morando no lobradon. 12 da roa da
Imperatrit.

Aos Srs. cQnsumidores do
gz
A directo teaapM, ^ |U ^^ tup9i.
fwuBMUe ao Srs. consaoUdore que por acaso
on.ur|Ba 0Otro,B
ODveoienle pe potu aabrevlrT aaOttm dirkrir
**s reciami*Bs 10 eferlptori da *-.
roa de Imperador, acede rejeberio mmein*
prompu aueoio. ^W| J
Ama
Precisa-se de orna ama para coiinbar : na roa
da Cadeia do Recife n. 50.
SiMHelawer JabisUi liaupanhia
Ru*?da SenzaK>Novan:4S.
Ataioia da
Fandleio deLew aloor.
tacbinas a vapor de 4 e 6 cavalloi,
loeoda e meias moenda paca engenho.
raixas de ferro coade e batido para enge-
nho,
Arreiot de carro para um a dea cavaUoi.
(Wogioi de ouro patente inglez."
irados americanos.
itachiaaspara deacarocar algodio.
Motores para ditos.
Machinas de coftofs.
Para o excelleutissimo mi-
nistro da Justina ver.
O abaixo assignado detido na casa.de de-
tencao desta* cidade de Pernambuco ha tres
annos, e processado nos termos de Flores e
Buique, nao Ihe tem sido permittido res-
ponder ao jury, nico meio de sua defeza,
como lhe faculta a constituiclo do Imperio;
tendo sido reqoisitado pelos juizes daquellas
comarcas por mais de seis vezes Chefe de
numerosa familia, e hoje sobrecarregado de
prejuizos inclusive suas despezas durante o
largo esdaco de tempo que tem absorvido, a
pouca fortuna que de seu trabaloo possuia;
e protesta reclamar at ser attendido.
Jo5o Manoel Fraz9o.
Aluga-se o sobrado da roa da Madre
Dos n. 36, com bastantes aommodos :
iraia-se na rna de S. Francisoo coilegio da
Conceio. \
Sabonetes de alcatrao
O uso desles sabonetes tem apresentado os mais
beneicos effeltos coota as impingens, sarnas, ti-
oba, caspa, comicbSes todas as demais molestias
de pelle
VBNDR-SE N\
B tica e drogara
Hartholomeo d Companhia.
34Roa larga > Raurio34
- Ao Sr. capillo do 2* baulhio de infanUria
Ignacio Pinto dos Santos Sases pede-se o favor de
e dirigir a roa do Imperador n. 18, aQm de con-
cluir negocios que o mesmo senhor nao ignora
igual livor pede-se ao Sr. Francisco Rodrigoes dos
Santos Carioca.
W." 8 ARa do CabngM. 3 A
Agostinho Jos dos Santos ^ C
Acaba de chegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
jotas do ultimo gosto, perfeicao artstica e modellos eoteiramente novos; como
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anneis, botSes de punho, brincos e cassoietas com letras, etc.
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqueiros, paliteiros, cliz de mesa c
fructeiras, cujos precos s5o ncompetiveis, pois que os proprietarios desta casa,
recebendo seus artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seos freguezes. Compram-se brilbantes, pedras finas, ouro e prata, d a ge
se bem, tambem se incumbem de fazer concertos.
uccr BP> Caer
Sedulas do banco do Brasil
e suas caixas no Mar-
uhao, Bahia, etc.
Trocara-se effeetivamente no sobrado da iravessa
da roa da Concordia o. 13.
No armaiem de tintas roa do Impera-
dor n. 22, vende se :
Salitre refinado arroba 6*300
Eoxofre arroba 2*800
MARTIMOS
Cosiulieira
laga-s
orna casa com bastantes commodos na cidade no-
va de Sanio Amaro fin da rna da Aurora : a tra-
tar do largo do Corpo Santo d. Si, prlmeiro ai-
dar, oa em Santo Amaro casa do Albo do Sr. An-
tonio Jos Gomes do Correio.

Precisa-se de urna eosiibeira para casa de fa-
milia e preferind)-se escrava : aa rna dos Pires
sobrado n. 3$.
NGL
Vende-se nel: a iraur a loa o Apollo n. 4.
GAZEOL
DE
Burrin du Buisson
Liquida voltil p-eparada por Smlluse, repro-
duilndo cbtmleamenle os vapores qoe se soltara
em volu do apanino purificado do gisi carbnico,
nicas dos paJmes
VBSDB-gg NA
Baca f drofaru
34~iia lrta U Romk-U
Retratos histricos,
Na PB0T0GRAPH1A V1LLKLA. a roa do Ca-
bng Mirada i alo paleo da matriz, encoitram-se
os segnlnles retrates :
Do archiduque Maximiliano, ex-iaperador do
llexico.
Da prioeeu Carlota, ex-lmperatrii do Mxico.
De Jures, ebefe da revotu, e qne ordenou o
fusilamaoto de Matilisao.
Preco 800 rels^_____ _______________
-- ODr. Francisco de" Paula Soares, medico,
modou se da ra Direita para a das Cinco Pealas
a 86, andar, onde conUna ao exerelelo de
Precisase de na escravo de snaia idade, de boa
laadoeu e habilitado para todo o serveo de ama
casa/ de poaea fanflla; anea trver e qairer alogar
diM"a-ie a* roa da Aurora n. 70-1* aniar.
4 ttenco
*
Antonio Jos da Costa Araujo,gerenle do estabe-
lecimento de Bernardo Aves Pioheiro, na ra lar-
ga do Rosario n. 17, faz scieote aossenbores vende-
|bdes e ao poblico em geral, que tem um grande
sortimento de charutos fabricados dos melhores tu-
mos vfndos de conta propria, e por presos muflo
baratos avista de sua boa qualidade.
Na praga da Independencia n. 33, loja de
ouhves, compra-se onro, prala e pedras preciosas,
e tambem se faz qualquer obra de encommenda e
todo e qaalquer concert.
Attenc&o.
i\. 2> Ra do Livrament N. 25
Deposito de lamneos e calcado nacional da fa-
brica da roa do Jardlm o. 19, de Jos Vicente Go-
diobo, tanto no deposito como na fabrica seapromp
tam todas ss porjons de calcado o maja, barato
possivel, esta fabrica tem todas as machinas pro-
prias para os calcado* ja bem acreditados pelo
grande numero de fregueies qne daqol se Tor-
neeem.
Ama de leitt.
Precisa-se de orna ama com boa a abundante
leite, paga-se bem : a tratar na rna da Praia na
mero 13.
Na rna estrella do Rosario n. 10, preciseas
de am BWteqne yare- o aenreo de batel.
mnibus de Olinda.
Francisco Candida de Mederros taz setenta ao
poblico, que no primeiro da setembro principia ao-
vamente o oanibas de Olinda a sua carrelra talar
rompida, partindo do Recife as 4 A da larde e vol-
tando as 8 /, ja manhia comoeoat
Precisa-se a logar na aolequ
ra tmUr; na ra das Agoas Verdes ^
O St. Amonio de dosa arMao
Manoel da ConcelcS, dlrtjaW-a s Giew
n. 68 a negocie de sen IotereK
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias e mobilias :
oa ra do Vigario n. 4, pavimento terreo
Aioga-se o 2.o andar do sobrado n. 2,
junto a igreja dos Martyrios, bastante fresco
e com commodos: tratar com Antonio
Jos Rodrigues de Souza na roa nova n. 50,
das 7 s 9 horas da manhia, oa das 4 s 6
da tarde. ____________________
thesoiM mcoMCo
Acabam de1 chegar Encaderoacio Pari-
siense, ra do Imperador n. 71, as seguintes
publicacoes :
Le Monde Maconniqur : Revista das lojas
de todos os ritos: riquissimo deposito das
maiores preciosidades maconicas, desde a
origem da ordem: centenares de discursos
dos mais distinctos oradores da Earopa e da
America nos differentes templos maconicos
de urna e outra parte do mundo : 9 velu-
mes in 8.*.
Uma collecco de 15 Rituaes de todos os
ritos, para aa ceremonias de recepcao, de
inauguracSo. de fesias equiooxias e solsti-
ciaes, de Bauquetes, de pompas fuoeares, etc.
Um cobwdoh gebax. completo, guia indis-
pensavel para todos os macona, tanto sim-
ples membros da ordem, como autoridades
ou officiaes de templos.
Estas duas ultimas publicacoes em 3 gran-
des volumes in 8..
Ao todo 12 volumes.
Precisa-se de ama aaa pera a tarrico eterno
de ama casa de pooca familia: a tratar na oraca
do Corpo Santo o 17, 3 andar. *
- Aloia-se a casa n. 714a rna Velba : i tratar
aa roa do Cit'og o. 7, {'amar.


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lW* l>..-.>. --'<, lilr, i?lV*& e fot.
^OLOAffy
*>!&.
l?l
PARA ZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurobeba garrafa......... Ifiooo
Vinhode i $600
Pillas de vidro......... 1 600
Tintura de 64o
Extracto tydralcoolico de jurubeba 12#5oo
PREPARAROS. G0MPGST0S.
Vinbo de jorubeba ferruginoso garrafa. 2/tooo
Xarope > |,j6oo
P'u'as vidro... 2ooo
Oleo de jorobeba vidros.... 64o
Pomada de > pote...... 6io
Emplastro libra. .... 2#5oo
PARA UZO EXTERNO
Precia-ae de ama ama para o servico de cozi-
una : a irur 00 largo da alfandega, armazem do
Anpes.
Lava-se e eogumroa-se roni, tanto ' ho-
mem como de maHur ; na ra uireiia n 108.
PrePisase de uro nituioo de 52 a fl anuos
para calxeito : na roa o Rangtt d. 73.
P'f.<'i-a-:e dn mu m"wtn de 12 a li ancos
que teuhi piaiica de laberoa : na ru de Hurtas
D. 16.
(ii*itifica-se.
Na ,ne d: djmifffo. 18 du orrtole. por ;-a
sao do rt<$ <|u-, se jut-uiiou n 1 para jo Carero,
perdeo uo meuiua utos iva ijub levava Ora
50, oa qoal seacbavam ossettolntes ohjr:, v nma
puleeira de coral eDgastada ero onr 1 |.Vra rre-moa,
pm tranceln) e pputelro de ou>.., u-. -n-.j de
labyrinlbo aberto em cambraia -w imt,, uia-se
a pessoa que liver achado esse* ttelos o obe
anlo de os entregar a* roa Imp.-rui o. 26, qoe e-
ra recompensado.
leuco.
fJr
6 c
rguciro e ckapelelro.
Nainraca da Independencia n. 17. existe
grande e completo sortimento de todos os porten
tes para offlciaes e mais pracas de guarda nado
nal e tropa de una como seja bonets, birretinas.'
UIId espadas, talabartes, bandas, chirl.terS
Loja do Gallo Vigilante
DE
Gu i manes i Frailas
RA DO CRESPO N. 7.
Osproprietarios dse bem conhecido es-
tabelecimento tendo em vistas a boa vontade
co fne ftda generosa populacho desta bel-
" cidade rocorre eom a sua coadjovaco
etc., assim como chapeo de o'eado para naeem
com galao ou eordo de ooro e vende roais barato
qoe em Mitra qualquer parle e juntamente botSes
para farda : na praca da Independencia
jnnto a loja dos Srs. Arantes.
n. 17,
COMPRAS
Mpedas de "ooro.
Nacionaes e estrangeiras assim como libras
esterlinas : campram-se na roa do Crespo n. 16.
primeiro andar. '
Compra-se moedas de ooro de 20*, 163 101
e.9* a roa da Cruz n. 3.
Moedas de prata
Est plantad boje recoohecida "como ornis poderoso inico, como um esees.! ^SL^ZrlTZ ffSortS"
lente desobstruente, e como tal applicadi dos engo-gitamentos do figado e baco i
epatites propnameote ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inOaramacoe*
sub?ementes as febres intermitentes on durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do otero e abdomen, nos tumores glandulosos, na anazareba, as bydrope-
zias, erysipellas.; e assoctada as preparacoes ferruginosas, ainda de grande van'anen
as anemias chloroses, faltas de menstruacSo, leucorrdeias, desarranjos atnicos do"esto-
mago, debilidad* orgnicas, e pobreza, de sangue, etc.
^am ?!e podemos citar os lllms Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve Pe-
Sn^S>0,,mF,r,m0XKV,er' S,'lva ?* ?liOS elles reconhcem aexcellenci d'este" po-
deroso medicamento sobre os deruats at hoi: 'onUecidos oara tnHn n -ali-
Crespo n. 16, primeiro andar.
portoguezes e
oa roa do
Libras esterlinasc
na pra-a da In
Compran-se com bom premio
dependencia n. 22.
tanto que todos os das fazem d'elle applicac3
beba,
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da ioro-
tivemos por generaltsar mais o oso d'este vegetal, fazendo desappareier a
repugnancia que ate boje sentiam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle. o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinham ainda a desva.itagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que terna multas vezes improficao am
medicamento, que poder produzir ptimos resultados.
Osfiossosprepados so foram apresentados depois de bavermos convenientemente
estudado a jnrubeb^, fazendo as experiencias precisas para bem conbecer as propriedades
medicatneBtosas d esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien-
ea appacafSo, tendo alm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeicao possivel, para o que nlo poupamos esforcos, o5o nos importando o pouco lu-
cro que possames tirar
Per tanto os que se dignarem recorrer aos rossos preparados podera ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infalhvel cura
ce qualque dos soffnmentos, que deixamos innumerados, se forera em tempo apnlicados
tendo alera dtsso, medico ou doentea vantagero de escolber as nossas vanadas prepa-
racoes, aquella que melhor Ibe pode convir, j pela fcil applicaco, e ji pela compticaco
das molestias, dide, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparacoes ferruginosas slo feilas de forma que se tornara completa-
mente sola veis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que como
taes estao hoje reconnecidos.
Para aquellas que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applicaco de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosse deposito um folbeto, onde tratamos mais extensamentj d'esta planta e dos wp
osos preparados.
U)mpram-sc escravos
Siivino Gnilherme de Barros, compra, vende e
roca effectiTameale escravos de ambos os sexos
s todas as idades : a' roa do Imperador n 79
e-rceiro andar.
Pataces
Compram-se paucSes bespanbes, portngoeies e
asiieiros de cnnbo antigo, em casa de Alamson
!Pry & C, ra do Trapicbe-novo n. 40
24*000
Compra se oa loja de joias do
n. 2 D, roa do Cabog, moedas
coragio de ooro
nacionaes de 20J
Ouro e prata em moeda
Compra se por maior preco do que "ero ootra
pfte : na roa Nova b. 31, loja de ferragens.
uuro e prata
Moedas de ooro e prata. nacionaes, estrangeiras
de todos os valores se compran na loja de oori-
ves NMIp ao arco de Nossa Senbora da Conceico,
roa da Cadeia do Recite, a?3im como onro e prata
ero obras velhas, brilbantes, diamantes e se paea
bem.
Compra-se onro e praia em obras velbas
na nraca da Iodepeadesc:.. 3 22.
Libras estrulas
Coroprara-se no escrlptorio de Antonio Lute
Oiiveifa Ate vedo & C, roa da Crui a. 57.
dc-
JiL
Compram-se
com premio moedas de ooro e de prata oaclenaes
e estrangeiras : oa roa da Cadeia do Recite n. 16,
armarern dw Adriano, C>stro & C.
Autonio Jos Rodrigues de Souza precisa
comprar urna casa terrea qoe coste de 1:600*000
a 1:900* : a tratar na roa do Crespo n. 15, oa na
roa Nova n. 50.
em moda.
Paga-se mais do qoe em outra qualquer
0' ra do Crespn. 19, loja.
Ouro
parte
Compra-se
Compra-se oro escravo pedreiro : qnem tiver
e qoiier veoder, dirija-se a rna de Apoilo n. 2 8
1* andar, qoe acbara' com quem tratar.
ompram-se jornaes para embrulho:
de Hortas n. 1.
oa ra
Comprase sempre por mais do que em oo-
tra qualguer parle, prata brasileira e estrangelra
(patacSes) libns esterlloas, moedas de 9& e 16
portugaeras, de 5*, 10* e 20* brasileiras, nucas
on ouira qualquer qaalidade de ooro, e se trocara
sedulas do banco do Brasil e caixts Siiaes de oo-
tras provnolas : na roa da Cadeia do Recite n.
09, loja de azulejo.
Compra-se ama casa terrea em qoalquer das
fretraeilas da capital, coj) valor nao exceda de
2:1)00* : a tratar na roa do Pilar n: 6.
VENDAS
HR. KJEV1AL.
Para o tratamenlo e cura rpida e completa das molestias syphiliticas, eris-e !
K, rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, Bfiammac5es ebrooicas do figado |
ebaeo, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras ebrooicas, hydropesias, pleuri-
sias, gonorrbeas chronicas e em ge al todas as molestias em que se tentaa em vista a du- I
rifieacjo do systema sanguneo.
Cousideraccs seraes I a'1ia.e,75" rao5a oa de mela idade : no pa-oo ia
A saude um bem inapreeiavel, cuja importancia e valor s est reservado ao ens d_eJiD,^Di5!_?iL l0J
fermo o avalia-io.
incontestavel que o homem neste mundo constantemente, e por todos os lador
atacado por nma infinidade de agentes morbficos que todos tendem, dadas certas e deter-
minadas circumstancias, a alterar o regalar exercicio das funcc5es orgnicas, resultanbo
pesse desequilibrio o que se chamamolestia.
A molestia n5o mais do que a desvirtuadlo das forcas vitaes, oeeasionada,- d,
gando as investigaeoes e experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela depm-
vac3o dos humores geraes, consequeneia da aeco maligna desses mesmos agentes mora e
fieos introduzdos no organismo pelo acto da respiracao, pela va digestiva, pelo contacto
inmediato etc. etc. etc.
A syphis infetizmente tem sido a partilba da humanidade, e como fra de duvi-
da que esse terriyel Proteo da mediema ama molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas tao variadas, enfraquecendo
eosstiiuicoes robustas, produzindo mutilaces, e cortando ainda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral dos
Humores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos Agorara em primeiro lugar para preencher esse iesiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
immeosos successos obtidos pelo uso deste salutar geme tanto na Allemanha, como em
Franca e Italia, o tornam o companheiro ioseparavel dequasi todos os doentes.
Sendo as melestias, como aima dissemos, devidas s alteracoes dos humores, o
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode serempregado vantajosamenta na syirailis, erisy-
pelas, rheumatismos, bobas, gftta, debilidade do estomago, inflammaces chronicas do
figado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias,
pleurisias, goeorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que se tenha
em vista a purificaco do systema sanguneo; pois que ama pratica constante tem feito
ver que elle indispensavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, e pre-
parar o doente para medicacSes superiores; as menos graves a cura a conse-
queneia do sea aso, convenientemente repetido.
As substancias que entram na composif5o do Elixir depurativo do Dr. Sevia
Perto'Jc^m todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
cias depurativas e antisypbiliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos sande, pelo mecanismo natural das evan-
acoes alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus sypbihtico qoando este virjem.
tem feito erapcJo no exterior debaise de suas multiplicadas formas ; e previne taui
bem os estragos dessa terrivel molestia, quaado por ventura se acbe ella ainda no
estado de mcuba&$, isto , sem se ter manifestado sob formas externas: beneficio
mmenso. Unto mais quanto neste estado os individuos igooram completamente se es-
o contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir conve a todos os estmagos, a sna accJo so-
bre o tubo intestinal e suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias medi-
camentosas, como acontece ao porgante dito Le Roy, que na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
4ado, militas vezes, bydropesias, que quasi sempre terminam pela morte do doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
sas asseveracSes, porque sendo um medicamento t3o simples na 9ua composicao a
pratica tem confirmado soa atilidade. '
pata o basar de prendas que costumam e -
tabelecer no da da commemoracao do ani-
versario do Hospital Portuguez de Benefi-
cencia, cojo producto applicado a bem
daquelles que baldos de recursos, e no leiio
da dor ali procuram melborar seus soffri-
mentos e aproximando-se o da dessa gran-
diosa festa por isso apressam-se em avisar
ao respeitavel publico do que ha de mais
moderno em seu estabelecimento. alm dos
quaes tem variedade de outros, que a serem
para um fim tao justo os venderam por pre-
co8 mui rasoaveis.
Riquissimas caixas com msica contendo
o necessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Riquissimos livrinhos com capas de tar-
taruga para missa.
Riquissimo lbum com capa de tartaruga.
Porta joias, dedaes e relogios e neste gos-
to ama infinidade de objectos.
Vasos, carangas e palliteiros de porcelana.
Bonecas que chamam pfpai e mmaj.
Finissimos lencos de cambraias de linho
com dsticos.
Caixinbas com perfumaras.
Bengalas de canna com lindos castoes de
marfim.
Riquissimos eofeites com coques e sem
elle inteiramente novidade e altima moda.
Lindissimos cintos para senbora?.
Fivellas lindas de maito gosto.
Lindos porl-boaquetcom cabo de madre-
perola proprios para casamehtos e bailes.
Riquissimos leques de madreperola.
Lindos leques de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, ultima moda.
Leques de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lindos pentes de tartaruga, massa e outras
muitas qualidades.
Luvas dejouvin. inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Ditas de seda.
Meias de seda e algodSo.
Lindas trancas pretas e de cores c >m ve-
drilho e sem elle, assim como lindissimas
go.it nc5es para enfeitar basquines e botoes
para os mesmos.
Lindos indispensaveis para meninas das |
escolas.
Bengallinhas para meninos.
Suspensorios para meninos.
Lindas touquinbas e sapatinhos ricamen-
te enfeitados proprios para baptisados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Maito boas escovas para dentes, chapeos-
roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes.
Superior linbas para crochet.
Agulbas para o mesmo fim.
Lindos agulheiros e dedaes de madrepe-
rola e marfim, assim como de metal.
Rival sem segundo.
Roa #0 Quelmano n. 49.
leer acabar can as fazerias abaixi
mencionadas.
Qaeiram rir ver qoe eom e baratissfo.
'|!i,?f.de labyriotho com bico, fazenda boa a
Carreteis de liaba com 100 jardas a 30 rs.
Grvalas pretas e e edree noito Bnas a 500 ri
Calas de obreias de massa mnito novas a 40 rs.
oafiadores para esparti.c de cordao e tia a 61
ris.
Carreteis de linba AJexscdre eom 400 jardas a Jo
ris.
Frasco de oleo babosa a 320 e 500 rs.
''itos de dito bigleniqoe verdadeiros a 1*000.
i'ito dito falso a 80 rs.
>itos de nucagar perola a 200 rs.
;-ibonetes mnito finos a 60, 160, 200 e 320 rs.
Jitos e bolla moitofloos a 240 e 320 rs.
ut8 !?r.a "!>p eom boo'ts esumpas a 100
Miadas de hoba froxa pa.a bordar a 20 rs
varas da c.rdao para espartilho a 20 r*.
? So? pir* r8"5*1, Cabe,, de meBn'
'*,f !,d8 maca?>' o' maite fino, a 120 rs.
^botaduras maito Unas para colletes a 500 ra.
^arloes de Imha branca e de eflres a 20 r
Jbra de arda preu superior a 100 rs.
scovas par tato, rateada boa, a 800 rs.
varas de franja branca de linbo para loslha a
100 rs.
Pecas de bico estrelto com 20 varas mnito bonito a
Varas de papaflna de differentes largaras a 120.
160e200rs. :
Caias de palito Lalao a 40 rs.
Caizas de palitos de segranos sem enchofre a
80 r.
Sibonetes de familia a 100, 160 e 240.
'irosas de botoes de madreperola para camisa a
i 500 rs.
Caixas com soldados de chombo para meninos a
120 rs.
Cartllha de doulrina cbrisia a 320 rs
Latas com superior bao ha a 200 rs.
Quadernos de papel peqoena superior a 20 rs.
Paila de baralhos franceies superior 2*.
ITTEiVaO
No armazem de fazendas de
Sant sCoelho,rua do Quti-
madon 19.
Boas e barata
umbraia de cores matisadas finissimas a
ouo a vara.
jada?; *' C 96m a Pefa com 0
co^jarS.t3Padade8*e95apCfa
dem branca francesa muito larga a 9 a
peca com 8 varas.
Baldes de 35 e 40 arcos nesgados para
senhoras, a 4,5500. F
dem de 35 e 40 arcos com ferrugem a
Z)>500.
dem de mursulina nesgados a 50.
dem de crochet a 5.
l^m de mursoina para meninas a 3 30500.
Saias bordadas a 50.
Cambraias admascadas para cortinado a
tzo a peca com 20 varas.
Mem para forro a U a peca com 10 jar-
Cambraia de linbo muito fina de 6*.e 90 a
"3 id.
PILUIiA
Xarope e vlnho ferrnglooso de
jumbeba com pyrophosphato
de ferro.
Chlorose, anemia, escrfulas, racbitismo, blennor-
rbagia, leoeorrba. febres intermitentes e ame-
norrha (menstrnaco do'orosa e Irregolsr)
etc., etc.
Ha maito qoe ooaojos em vista associar o ferro
as nossas preparacoes de jorobeba ; mas levamos
tempo a experimentar qnai preparacao ferrugi-
nosa, qoe mais convirs ao organismo homano,
vindo por fim a decidir nt* pelo pvropbospbato
de ferro, com o qoal podamos prepara r os nossos
xarope e vinbo de jerobeba ferruginosos.
Temos a observar, porrc. qoe o uso dos medi-
camentos de jnrafceba com o pyropbospbato de
ferro nanea pode occasionar a pbtysica as pes-
soas ainda as mais delicadas, como moitas vezes
tem acontecido at a pessoas robnstas, qoe se bao
servido do mesmo medicamento preparado com
outras substancias ferruginosas, por isso que o
pbosphoro debaixo da forma de pyrophosphato,
um meioprophylatido reconbecido infallivel con
ira esta terrivel affeeco.
As preparacbes de- jurublbs, a qoe Baveicos as-
socladi o pyxophospbato de ferro, sao mui provei-
tosas so tratameoto das molestias das senhoras,
taes como a chlorcse, anemia ets.
Estas molestias manifasum-se com os symplo-
mas seguintes :Descoramento geral da pelle e
das membranas mocosas, magreza, in^ba^ao das
fices e das pe roas ; exciucio nervosa, bvsieris
rao, melancola, debilidade muscular, dores ne-
vralgicas, pulso mais freqaente do que no estado
de sade, calor febril, pelle secca, appatites de-
pravados, vmitos, priso de ventre, menstruacio
dolorosa, irregular, pouco abundante, descorada,
nulla, flores brancas, amanorrbagia e infecondi
dade.
Dsle estado espantoso, alias to ordioariam me
reconbecido entre nos em crescido numero d se-
nhoras, desapparece s com o prudente uso das
preparacoes cima.
nico deposito destes medicamentos :
pharmacia de J. A. Pinto, ra larga do Bo-
8ario n. 10, em Pernambuco.
GRANDE
Madapoloes finos -de 60, 70, 80, 90,100,
110 e 120 a peca.
Platilha de algodSo superior fazenda -para
saias a 30200 a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 20600.
Lences de bamburgo fino a 20400.
dem de bramante muito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Guardanapos de linbo adamascados a...
30500 a duzia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 20 a vara.
Algodao entestado com a mesma larcura
a 10100 a vara.
dem trancado de algodao a 101500 a vara.
Toalhas alcocboadas de linho usas a i!0
a duzia.
dem de algodao felpudas a 130 e 140
a duzia.
Colchas de fustSo a 60000.
Betondes de tilo preto a 60.
Chales de fil a 50.
Lencos de cambraia brancos finos a 15800
20 e 20500 a duzia. '
Lencos de cassa finissimos a 30200 e
306O a duzia.
Fil de linbo liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 10000 a vara.
Gresdenapies preto bom a 10800 e 2
o covado.
Morantiqoe preto superior a 20800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 800 rs a
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gara a 20500 a vara.
dem de nno com 5 palmos a 10200 a
vara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Biquissimos basquins a 250000.
Assim como outras muitas fazendas qoe
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de tudo,
Tendo de se llquid
france-
zes sita na roa do Imperador n. 32, previne-se ao
Lindas guamicoes de botoes, para colotes.' respeitavel publico que a mesma iiquidaco tera'
pnnbos e colerinbos.
Ricas capellas para naivas.
Meias de seda para senhoras.
Superiores thesouras para unhas, costura
e cortar cabello, etc., etc.
Suspensorios de seda para homem.
Ditos de algodio para bomem e meninos.
Finos aderecos pretos para luto.
Grande sortimento ae finas perfumaras
dos melbores fabricantes at hoje conbe-
cidos.
Grande sortimento de fitas de todas as
qualidades.
E muitos outros objectos que impossivel
seria menciona-los e que se encontrar5o na
loja do Vigilante, roa do Crespo n. 7.
Xadelra de slcupira.
Vendera-se 55 paos de slcupira, que se acham
depositados no etaleiro do Sr. Joaqoim Aotoolo
Kodrlgoes, oa ra do Brum, oole pidem er exa-
minados pelo* prndenles ; a tratar na traversa
da Madre de Dos o. 11.
t 7 ,yeDd8'8e om Pret0 maneta, boa figura, bom
trabaIhador e mnitoorcoso, carrega qualquer neso
que for possivel, por preco de 300* : a tratar na
roa da Crnz n. 85, 3 andar.
Grande ai znazem de tn-
S" tas medicamentos etc.
Roa 4a Imperador n. 22.
Productos chimicos e pbarma-
Sceuticos os mais empregados em
medicina.
-, Tintas para todo o genero de pin-
I tura e para tinturara. |
Productos industriaos e tintas
para flores, como botoes de flores
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenho.
Proluctos chimicos e iudustriaes
para photographia, tinioraria, pin-
tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
pride directamente de Paris, Lon-
dres, Bamburgo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena
confianca e satisaxjr qualquer en-
commenda a grosso trato e a reta-
Ibo e pee preco comnaodo.

loieo deposito eaa Peroaaahrcc
Na botica e drogara
DE
Bartoihomeo Compankia.
34-BUA DO ROSARIO LARGA-3*.
fabrica
CEU VEJA kefO\4L
Ut Ueari^ie Leidca
O proprietario deste. eitabelecimento nao
poupando esforcos nem dinbeiro para agra-
dar ao respeitavel publico e seus numerosos
fregueses acaba de installar para commodi-
dade e Jntereaie dos mesmos.
Un dtposU leYaln roa da Impera-
triza.32 '
Aonde eGOBlrarao sempre um variado
sortimento tfaer em grosso qner emretalho
dos geaeros seguales:
Cerveja nacional branca e preta.
Vinbi finos e outros de Pranc 4 Ae-
manba|'"^n' iui!"HT T2Tm~ w,,w
Abs^aUte Soisso.
Kerc}MH#Msrr'tA '""s **.a.
LOgaWf. aOB Wt Autionifi* kM hvi *-**>*"*
Vinagre branco e laW tk3Ut0CM^ ^au eM'aaie Hth^\L^m
lidade, tambem tem deposito de"a6a TlT ito***: atritarnalraadsodra
monada gazoza da fabrica do Sr. Jales Gros- Dl^" ""
jean. rtUfW.
todo Sem differenca no pre^O qoe W Veode se om bom piano forte de tres cordas : a
fechoo na fabrica, 'TOJC d* "peralflz " ^ low-_______
Qoalquer encommenda que 'for enviaaa Tedese e umbem arreoda se om excellen-
ao deposito ser immediatimente apromp-
Veode-ae uo aoieqoinho de 8 a 6 anaos de
Hade, aoito adlcr e. ttfh (fe plj.robasto?, 00 bec
co do Lobato d 7.
somente logar de segunda-feira 20 do crreme mez
em diante, e para se dar nma idea da barateza,
abaixo se transcreve os presos:
Borzeguins de Mellier verdadeiros. 11*000
Hito Sozer dito. .......8*000
Dito do mesmo fabric.aoie de diversas
qoalldades.........8*000
Dito do fabricante Panion e Lavergen .. 8*000
Dito da diversos fabricantes de o* a 7*000
SaoatSes de Suzer que se vendiam por
_ **m. ........... 3*500
Borxegnins para menino de varios fabri-
cantes de 5* por .......... 3ooo
Botinas para meninas dem dem a .. 3*300
Ditas para senhoras idm dem Jolly 3*500
Sapatoe para meninos de diversos fa-
bricantes.......... 3*000
Perfumarlas do fabricante Lobin e Piver, sorti-
manto variado de diversos extractos agua de Co-
lonia.
Camisas para homem.
Bengalas, grvalas, charoteiras de mbar, pen-
tes de tartaruga de diversas qn lidades e mode-
los, emflm orna infinidade de arligos de luxo e
boro gosto.______^^
Palhot
a roa das Crnzes n. 25, cenfronte a padaria,
vende-se pal ha para eadeira, a melbor que ba no*
mercado, e mais barato qoe em ootra qnalquer
parte.
0 arrobe vegetal
multo superior aos xaropss de Cufsinier e de
Larecy. De fcil digeslio, agradavel o paladar
e ao alpbato, elle cura radicalmente, sem mercu-
rio, todas as affecQoes da pelle, impingens, alpor-
cas, tumores, ulceras, sarna degenerada, escrfu-
las e escorbuto. E' sobre todo poderoso na mo-
lestias rebeldes ao mercurio e ao iodureto da po-
taasio. .'
NICO DEPOSITO
Pharmacia de Joaquim de Almeida Pinte,
ra larga do Rosario n. 10.
YfMQia
Vende-se orna escrava moca perfeiu cosiobeira
e fcoa engommadeira, para ver e tratar na ra Di-
relia n. 86,1 andar.
Cal de Lisboa
Veode-sa no armazem de |David Ferreira Bal-
ur roa do Brom n. 66.
Arados americanos
Samuel P. Jobnilon & a tem para vender supe-
riores arados americanos : a roa da Seo'ala Nova
n. 42.
Ph^f.esUbelecimei"0 acaba de rflc
cbapelinas para senbora, ricas caixinbas para cos-
taras, mas para joias, peales dourados para coco.
Ovelw moito ricas, assim como cilos e pulseiras
da ultima moda de Paris, ntremelos e babadinbos,
bonitos toucadores dourados e de Jacaranda, espa-
los escosseies de diversos lmannos e ricos caui-
h *ra Aeb0Ia' wltM Para Pesc5. gravati-
nnas, bico de seda, dito de algodao, labynntbo, e
muitos otros objectos de aparado gosto, que se
orna euadooho mencionar, todo por preces mui-
Sa "SBaSr"' r* d* lDPera,riz n- 7Ma loja
Grande iiquidaco de Tstromeotos di
mnsica de Indas as qoalidadps.
o S0Rua Nova relojoeiro50
O dono querendo acabar cora este artigo re=o-
ven vendjr todos os seus sortimentos de instra-
,mr.frtma,UoiI!aisHrato "oe niS ontras casa",
compra?19 *"** nDgaem deixara
-"i"*^ 26 brasas e 6 palmos de terreno de
32SJ2?a roa do Alecrim **" no
a Inhamecto desta rua qne deve floar a quem do
L Jels.d(0 et5 CODIJtQacao da casa de deten-
M * ?s Afoados. endo de fundo tanto do ta
?nmn^h teSmo d0 snl 30 iracas e 5 palmos
comprendidos nesta estencio 6 "bragas que deve
ser re.-ervada para dita roa ""- ----"- -**
rija-se a rua Augusta casa
ferro a* lado.
quem pretender (t
nova com portao de
irritado dos pulmOer. angi-
nas, tosse, escarros de
sangue, crupo ou garro-
tilho, catarro, rouquidac
e_ todas as innmeravei molestias que afeo
tao aos orgos da respirado
DE9APPARECEH
ediaote a accJo da balsmica e irrev
ANACAHUITA
- Vende-s? am sitio na margem o rio Capiba-
orbe : a tratar na na do Qaeimadc n. 16 A.
PEITOML de KEMP.
-3-*j
Fariaha de iMwi aperitir.
A irattr coto Tasso'frasqr, :0Q no Irapjcbe Ba-
*a

- Jvielos e
otes o. 42.
- Fannba de mandioca a 3*800
srmazem de Candido Alberto Sodr
travesea da Madre de Dos n 14.
o sacco :
da Motta
*7ttVSS5ZZi^.^t**2&g?
ni travessa
Pela terceira parle de sea valer
vende-se ama armacio em posto grande, eaixio
faz e lodos os pertence* da uberna da roa impe-
rial n. SIS; pode flear na mesma easa 00 tirar
hbo coavler, e 4-ae por todo preco.
- Vaa>e am terreno de 50 palmos de frente
e 350 de fondo, no Chacn : a tratar no forte do
Matos prensa n. 3.
Estao se acabando
Cbitas largas esraras, cores flxa, paooo sope-
rior, a 240 rs. o covado, e em peca a JSO rs.; a\
loja da roa da Madre de Dos a. 16, defronte da
guj- da da alfandega.
aianacahuita mexicana que d o nome es-
pecial este incomparavel remedio, urna
arvore, cuja nwdeira por muito tempo se
ha usado no Tampico para a cura das d-
rermidades cima mencionadas. Foi tam-
bem ensaiada e approvada pela academia
medica de Berlina. O peitoral de Kemp
om xarope delicioso inteiramente livre de
opio, acido hydrocyanico e outros ingre-
dientes nocivos.
A' venda as drogarias de A. Caors, Bra-
vo C. e P. Maurer V c, e em todos o
eelabeledBzentoaplwmaceuticos do imperio
ttenco.
Vende-se nma vacca parida de novo : em San-
to Amaro no logar aonde esteva o Cambrone.





lar!o 4c pern eita lelra ti 4c
------
4e 837.
0 propietario deste esiabelecimeuto deseja chamar a atlencto dos sentares pro-
prwtarms para os acreditados oecbanismos que contina a fomeeer ; qnaee faraate
ser cuiuc.-s^rc'. da melhor qualldade possivel :
Machinas de vapor
torea de-ma cavallo para cima. As menores s3o mui proprias para motores de J^"?"
eaawatjs de algodao ; ellas ?iajam armadas e podem trabaloar dentro de -244ioras, ttpt
di c tarwa no lugar. Ellas levam tule qoanlo preciso para-o trabaibo, e d^rsSs,?"
brecellentes. As machina* maiores sSo proprias para a moagem de canoa, e ha deltas
<|oa po'ieua-janta e separadamente" moer canna e de.carocar Ella podem-se applicar a
q ;alquer oenda j existente sem ootra madanca do qoeasubatituicao das rodas da alraan-
4*ri>a ha tambera, com oenda: juuta. Ellas tem depsitos d'agaa e boeiros de ferro, e
a*o precisara para sea assentamento de obra alguma, qdr de carap'wa, qtrr de alvenrU.
O teiajw-paca asseola-lsn excede de doze dias ao mais, e em casos de mortes de ara-
naes ou arrombameotos de codea, ate, garaote-se o assentamento em oito dias. Todos
esteivajAiFee-sIo-siflapssimosaa construcc5o, e se regem porqtnlqaer pessoa iateliigeate,
a.faci'ida fe da condcelo sendo especialmente considerada, tanto que nao ha lugar eso qne
nise possam conduair, qur jjerierra, qur embarcado. '
Lembra-se aos senhores de eagenbo que a eada dos aaimaes e o servico da
jtuie ocoupado no seo tra lamento -os bao de recuperar da-maior parte-da despexa-do
vapor, daixtado-lhes a ?antagem de orna moagaai certa e accelerada ; e acabando eom a
despeza da compra continuada de novos animaos, e com os desgostos do trbaluo qnft'se
telo com otea
Ser tal vez desoecessario lembrarao? compradores de yapores a vantagem qaetbes
resalta d* oaprarem saas machinas garantidas ora urna fabrica, tendo artistas eoaape-
teuies para asseotar as mesmas'eensinara maneira de trSbamr com ellas, e j Pf*Pa"
ralas para 'ai remediar quaijuer desarranjo; facilidades estas que jamis podem encen-
trar comprando as aos simples negociantes, os quaei por falta de ooaheijimenlo na ma-
tar*'aeaHTqiir pddemgarnU-ta^equeas machinas que veademsejam oro^tM^
sufliclaafd¶ t trahath^em que se queira emprega-las, e no caso de desastre nao 'po-
dem pnKtar4hessoceercoaigum; saada que ainda quandwvenham s fabricas paracoa"
estar as Haachhias atieias, *ora-8e-ha preciso fazer repentfoametrte-moldesaovos, ato.
para as pecas estragadas. J numeroaaa'vezes estes-vendedores tem representado seos
vaporas gomo sendo de forca mui superior sua actual1e verdadlra brea ; equivoco
este q-ia nao s engaa ao comprador acepta do trabalteqie peas tirar14o vapor, mas
umbem da 4ugarao pagamento de um preep excessivo, vista da forca real da machina
que compram. .
Taattoem ha sempre prompto rodas d'agua te" erro\ sitfcos com cwaelaf pate as
resmas moendas de canoa de todo o tamanho, rodas de ?spora e angulares, proa* ou
eches para receber -o caldo, crivos e portas de fornalha, talxas de fefro balido/fodlO-'e
Je c.b.-f, formas de ferro galvamsadas para pnrgar assncar, bembas simples e'de repu-
nto,, aaSques de ferro, eraos* rodas de carro, arados, grades, anchadas a cavallo *j>u<
mi iostromentoa de aaricuUura, moinhos e tornos para fazer faria* e Analmente todo o
objecto de mechanismo de que se costuma precisar.
Ha fabrcase fazem obras no? as encommenda e eacertos, coma maior presteza
aatiluz O^rande deposito de pecas e objectos habititam-aa moito para estsiiHL .
O proprietario ser sempre mui feliz de poder dar informacOe* ou wmpeuHfcHto
os senhores que serservirera de seu prestimo.
D. W. Bowman, engetUtlrt'.
UfiODEV
Ao Tt^pubmil publico pernambncauo pede-a^
.i -aiiifc
DE
,* MDCUTO M WtUtO IMALTIBATXL
Approradas pela Academia de Medecina de Parix
IIM SOBriTAtS M nuWICA, DA HLWCA, DA HUIRA, DA TtlflU, I
Mtnfoi, ktmmm mi Br^rifoi, Urtrfmi dtfhw-rork, 4$. 4 4* P*rt, ISM.
BMMl>n iTinUfem de terem tntterTeli, mik takor, tvm Pg|W>i tiMH, cm Hianim*
orra* digerthos. Gonodo das promMadM 4o laso do Vnat eilii emftm riBd-
patoeoie n*s aSecfoet OUtn>tU*$, Etcrofulmu, tattrnoit, Cinnvmt, m IwiirrM,
*m*tu>rrk*a, inania, etc.; enea, tita* ngtrrcf toe praeof ut mtmtti m i
para modilear at eomtltaicoes ttmpk*tUai, ftmtm-m MUiuiu.
M.'B. O Mareta ie ferro lepare oa I tefe dat'awea-
meato niel, irriunie. Cama arara te aarau e da alhuieliie t
rertaa*lri mala* ele Blaaear4, aere -ea axigir domo ella ale
prMareaeUraeno,rm,qotreprdailaa,quesrcbaa*rta
iolertor de oa rexale rere. Dera t aawnnjtr aa MtMinai.
Aefean >aa ene taaaa aa Marauelaa. fUttiatVtHt, rma BtmafrU, H.
em libras 320 e 38"
Joaquim de lmeidsv Bfeto
A jrubeba sojitm o imgmgi
tammto (U'pjao edfrbag
Em extracto t.H,
tro, oleo, tlat
xarope e v
A jorubeba nma das subsljmciw atadi-
A (tenido
Mantciga iiglea
320, 500, aQOtoB&fa-.iB tmazem se acha vista.
-mnteiga fracez
eralioraaSdOe 640, att:batriise far differenca.
Banha de porco
em porcao se far^ differenca.
Fructas
em ca! la Pera, "ccjgo, Rainha Claudia, Alperxe e-mitras aauitas 500 Alai -a lata.
Ervllhas
Portuguezas 6i0, francezas 900.
vamo
em latas du Par.e de albaneque, lata i& a [200.
ft.oa.aaa de mllbo
empacles, dita da trra iOO e 200 a.libra.
v*ho a.
da ftordeaax em caixaa dua 5i, garrafa 300, dito de H a duzia, 800a garrafa, dKo a
li a-duaia 1*200 a garrafadito do-Baito a 8&, &&, i8, -U, caixas d dozia, asim
como figueka caada -34000-4. 4, puro J A, A'Lisboa 28D0, 35 e 3#500 a qulidsde camentosas que pertencem ao reino vege-
convida. tal,, e pertence a classe dos tnicos edesoba-
lai truentes, sendo empregada com vaatagem
em tata -de 5galBes e maispequenas a vMatade do comprador, era.-gafrtifa. contra asfebres intermitentes acompanbadaa
Ajlate i ^e eD# filamento de figado e de bago. Ella
i O- *mp O a .libra, painoo-a.OOalibia. tem silo apphcada cora incontcstavel pro-
Aaette ve't0 contra a anemia ou colorse, e hydro-
garrafas;t800 e l. phesia, catharro da bexiga,*mesmo.para
CHARU TOS -i combater a menstruarao difficil, resultate
em caixa de 50 por 14>, ditas Delicias,Trovadores e Parisienses em caixas de 100,-ditos da mesma anemia ou chtorose.
da Exposigo caixa 54, ditos de Regala caixas com 100 a. 2#300 e outras muitas marcas Deposito genes
que s na presenca dos compradores. "'j Em Pernambuco, roa larga do Rosario
PKEZUNTOS o- O, Rio de Janeiro, ptaarmacia do Sr.
de-lamego em barril, ditos de.aatbre o melhor que ha no mercado por prego que faz usurado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs, Gasco & C, Macei, pbarmacia do Sr.
>0*; DE LU A ISA : Claudino, no Havre, pbarmacia de Mr. lla-
caixoes de 560 fino, ditos de l^WO.pie parece marmfladi, lito em latas tauito fina rical, em Lisboa, oapharmacia do Sr,Peij
qualidade a 1*200. .- ; | fofa ^gM
*
do Alentejo em latas chegado pato.vaporS/ .tosFlamengOs efrat- dos mafauovos JSSStS!a!S^^^JSSS,
que ba no mercado. teido enire t'as cores proprias para qoem esl da
AZEITONAS i rtil: tnde-se pelo tarto pirco d4 ft'o eovaao :
deelvas como no mercado n3o temos a -1^ a lata.em barnsdo Porto a l?>omon5o ha ra da Imperwrii n. 60, de Gana & silva.
m ski mo
4,lpJado
hf Bigotnno
Varas e baba*) berdaato-*) Pifto a SOO rs.
Garretels de raarox pralo ooo JtataY DMcbaaas a fiOO r.
spaea-*mKbjas a-90)00.
rMcnes it ioe*s tamarhos a 540 rs.
.. ** bot* de <*m para calca a 200 rs.
Rapattasdourao nMijio Boos a 1*000.
^iiascoin IlDbasuperior para marcara 240 rs.
Carmeis de reteb'z de todas as cores a 80 rs.
Praseo d'araa de Coloniamoito superior a500 r.
Paeos de o'eo tnuiio fino a 500 rs.
Pe^as de traoga branca de caracol a 60 rs.
Muta A Jesouras pequeoas a 480 rs.
Frasco4^gua para liropar denles a 500 rs.
Reaas pretas lisas para segurar cabello a 30 rs.
Dazits ae penn.is te ac muito Qnas a 60 rs.
Caixas de linba do gii e 30 novellos a 600 rs.
iaran de patitos de-segaranca a SO r.
Garrafas de agua Florida verdadeira 1*000.
Babado do Porto de todas as largaras e lodo* o*
precoe.
5y1a*artos cow estampas para meniaos a 320 rt
Menalo da ronpa de lanar aH 100 rs.
Dozlas de meias multo finas para senbora a 4 00
Ajolbas rancezas a balao (papel) a 60 rs.
Pecas de fitas de lia de todas as odres a 6X0 r .
Grozas de botSesde porcelana prateados a i60t i
Caixas con aldneltes Irancezes a 80 rs.
Caixas Je 100 enveiopes moo Unos a 600 rs-
Reama da papel de peso branco liso a 2*.
Frasco com'superior ibU a 100 rs.
Pares defcbotaes de pnnbo mullo booilos 80
Ltnnas em carto de 200 jardas a 100.
Caita Oa saparior" liona do gaz com 80 novelica
700 re.
lateares para menino? a 240 w.
Massa coa superleets gramoos a 30 rs.
brosarde pennas de a?o muilo finas.a 320 ra.
Bonets para meninos a 1*.
Penteg co casta-da-metal a 460 ts.
aaiejos pan maniues a-100 rs.
loor.
Em liquidadlo.
V .

0 propietario oestes dous establecimen-
tcs tendo milita fazenda era ser e desejaodo
liquidar para vender mais barato que pos-
Roupa frita wcioiidl.
Vende-ae rcas de casiaiira a-o&,~%& e
IBIKI
I
fREPiBA$GBS FERF.BAS-MIliMICAS
APPROVADiS PILA ACADBIIA M MBDICIRA
DE BRIN DIT BUIS&OK
Pkarawniic, Inreai* ftl* 1' ti de ledkiu ie Par>
O eminente professor Trotssbatj, na hiftia edico da san Tratada it Thtn-
peutua e aterta medica, reeonhece qne os ferruginosos simples slo muirs
vezes nelncaes para curar as molestias que teem por causa o empobrec ment
do sangue. Muitos medios dos mais dislinctos attribuem esse m o xito a ausencia.
a eafn preparacSes, do nmganese, que se-acba no aangne, cerno e tem recateeida
os chimicei os mais peritos, sempre intimamente unido conr o ferro.
E pois, prestar-seum verdadeiro servico aos S'" Mdicos, ocbaroar-se saa atteneao
sobre as preparacSes segnintes.
1 PS NMI aMlMUMM i it iciin ffiflligaUlCUS aZ0Mi agradawl> substturndo com TOBlagem
a ecanemia aa aguas imneraas ferruginosa.
Punas e Xaropc de iodureio e ferro e de maiganese inallePiTeis
eenlenda cada orna cinco centigramo* deedureto de ferro manganico ndicidti
parucularmente as molestia* Tympbaticas, escrotttlosas, e as chamadas ese
trosas e tabercolosa*.
tafees de laelato de ferro e de inpese j %Z?SiS*^
mu de carbonate ferree manganico j S^^S^z
akernar estas dnas preparacSes di oa memores resaltados.
0 ** arija du Buisod desejaado oatar a adbeso oompleta do publico medie a
crea do yalor de anas preparacoes, preTine qae elle as pea fratoitamMta a aua
disposicic, diri|endo-e;
Na Pfittmhue, a saa agente feral, Marnrar a O, pbarmaceutico, rea Rora.
da Arara, ns. ot e 72.
Alpacas admascadas para vestidos desenlio
500 e 7*0 .
ras.
sivel na ra da Imperatriz lojas e"armaens ^-Prelas d,las'?e "***. ta*Sa* 8X
,e 3jJ, ditas de br.m pardo a l^)C0, -2^400
e 21500; dittff^nmcas de-trehn a 34500,
14t e 5#: palituts' do easirtr ra' preta e de co-
'res+a 5i> 6& 8$ e. 10(; palrtots'de meia
Vende** alpacas de'BssehW bran>.com casimlra-a 3;$, 93500 e *>*?: ratitas de al-
listas e flores lisa e a.imaseadas proprias j paca de cores e branca a TtjfSt) e i$t palitts
para vestidos de enhorasa'500, 70e800 debrim decores a.2^590, Me2^serou-
rs. o eovado ra da Imperatriziojas da Ara-' de algod5osinho du linho a lotO, 23.....
ra, os. 56-e"72. 0BUO : raa tfo Iupentrn-lojM da Arara
Ditos 160 o eovado. Ds. 56 e 72.
Veode-se ditds ero retalbs a iO'Vfs. o Organd de |0We i 8#9 rs. a vara,
eovado, ditos'ern pe?a a 200 rs. o eovado: Vende-se casia osgandis de cores a 610
retalbs de ca?* preta a' 120 o eovado: re- e 720 a vara: talatana>de c talhos decapa decores a'200, 240, rs. o co- vara: roa da Imperatriz lojas da Araran?,
vado : retalbs'de ISasinhaS a 160, 200 240 36 e 72.
rs. o eovado: roa'da Imperatrlz lojas da MadapolSoa ijJOOOa'peea.
Arara ns. 56 e 72. Vende-se pecas'de madapolo ci m 20 va-
Brim pardo trarrsado a 960 rs. a vara. ras itfc 5$, #-, 7t$, 8^-e-+0r5: roa da
Vende-se brim pardo com peqneno toque bnperatriz loja da Arara as. 56 e 72.
de mofo a 560, 640 rs. o eovado: ra ta: Casimiraemfestada a ti o oovade.
Imperalriz lojas ns. 56 e 72. Vende-se casimir enfeslada de dnas lar-
L3azinhas a 200 o corado. guras ,a **;/8fJ V* W ~
v ., . ,." nopretoa 1,5600, 25, 2I5i(, 35e43: ra
Vende-se laas.nlaisparajesdos de se- da rmperatriz lojas daAr.ra ns. 56 e 72.
nhora a 200, 240 280, 320, 3 40 e 400 rs. "A|geWnho i 3* e tfa peca.
o eovado: na ra da Imperatr.a lojas da Ara- Vende se algodaosinho a pecas de J 4*,
ran.ace78. 8^,6^e 3^ apega na a Im^efatriz lojas
Chitas fratrcezas largas a 240 rs. o eovado. f ^raTa ns' 36 el*
Vende-se chitas francezas largas a 240,' Bramante a*2f400 a vara
Corles rateos
ASOOrs.
V..uJe-3e bonitos corles de cambraia branca eom
i bonitas barras bordadas e tendo tambem atgnns
lcjm*>mtas'narras fle'cores ; vndese pelo bara-
to pre^o de 35, na loja e armazem do Pavo, ra
da Iroprratru n.- (JO, de Gama t\ Silva.
a Alpacas de core-
A 300 rs.
Chegaram a; mais bonitas alpacas dn cores para
vestidos com deseosos miados e graados, tendo
targura de chita franceza, e vene-se pelo barat
prego de 303 rs. cada eovado ; grande1 pechls-
cha : na toja e armaiem do Pavo, roa da Impe-
ralriz n. 60, de Gama [.Silva.
Bramante a 2$.
Vende-se superior bramante de liobo alvo com
10 palmos de largara, pelo bafato pr^go de -1 a
vara : n* loja e urmaem do-Pavo, ruada fmpe-
ratriz o. 60, da Gima & Silva.
Vl-i iao a varia ti o
Vende-e p*eas'ds- aiRodo largo mnito encorpa-
do, pelo barato-prego da fi|OO a pesa : na foja-e
armazem do Pavao, ra da Imperatnz'a. 60, de Ga-
ma & Silva.
Ret Ihos
Vende-se urna porcao de retalhos de chitas e ca-
ga* prfetas, por prego barato, na loja armatem do
PavSc, ra da Imperalriz n: 60, da Graa & Silva."
Sedas a 320 rs. o eovado
Vende-se om bonito sortimenio de-sedas de tiaras
que sempre se veoderam ps csa'lo mais dinheiro
u liguidam-se pelo baratissimo prego de 330 rs o
eovado, s para acabar : na loja e armazem do Pa-
vo, raa da Imperalriz n. 60, de Gama & Silva.
VERDADEIRO LE ROY
* iiaMMt, Mataor-HMado
Bu a* soino, si, a pars.
amtfsVrraa, sl, mire i r * 'SiHa rtlrr.+t.'
* :l. ni-'.
irf i >;^fi::.a I- .\
|tat
WCTEUrWECirv^^ **J '
ET PHARMACIEN
rallo nb ,-e11 i *, i -. r,

riip*p inii
IN JECTO BRO
; Uf iralea iBOlllrd c FreaeraMa,
iiaaiaaia iu
Vende-se bramaole de i0 palmos de lar-
gura a 2#10D e U a vara: raa da Im-
peralriz ki}as da Arara ik. .>i,72,
Algod&o enfestade a lr$ a vara.
Vende-se eanaae taaataaa du duas lar-
quaoan
/ade-se na-plra*iavde>f. feurer dC, roa Nova.
--------
iua aiiiaa. Vcaaa i
* r >
11 i > a*- i ~
4S0V0 DEPOSITO
280, 320 e 400 rs. o eovado: ra da Inv
peratrii lojas da Arara n.56 e 72.
iMosambique a 400 rs. o eftotM
Vende-se moiambique cora palmas de se-
das para vestidos de Senhoras, a 400 rs. o
eovado: evareja de listas para vestidos de guras a i# a vara dito transalo l^-ibO avs-
senhora, a 280,320 rs. ocovalo. ra: ra da lmperatriz lijas da Ar.ira ns. 56
Sedas escosseza com quadros para vestidos e 72.
de senhoras, a 280 320 rs. o eovado: roa Cassa franceza a 240 s. o eovado.
da Imperairia lojas da Arara ns. 56 e 72. Veode-se cassas de o^es psra vrstidsa
Arara veDde as saias 3^500. *** 28 ' :i2<> MU,'V'- *^ C(>rtes
Ven -e-satas bordadas para senbora a Je cambraia flWfe% emf^tm a 2#500,
35500,4^,65 e7,saia balSo ou crinolinas ** e 3^00: 6i^^B Ul Ardra rua da
de arco^ a 20, 20500 U e 35500 : rua da lmperatriz ,)S. 56 e 72.
lmperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72. MUa-at la de i4a*>>txi a 3&
VeiitJd-sa cotes .i* = v>-siMjoe de
5edas da Arara 1$. 'senhoni coni I i cov, I. .,:;;>, a;>3i:', ,
Vende-se sedas de quadrwbos e com he- 40500 e 50, vead*$Mw4* de c;.lcas para
Us a 10, 10200, 1060", 108U'i e 5-5. o co-: homem a 8>(), 10, I >uo o l,k-w.j colari-
vado : na:,< riasde 5eda com p^mas saltos 'nhus de nlio \tttt l o: i , V :; o, dilos
para seHin.ru a l0S(Oe f08OO,.grid-n2ples de pajl a 50 rs a ij'i-. ihi.l para
de cores a 1060. e 20, dito pretti a 106 *, senbora a 20<; e 3 r-. [' i< tf*t: ,-i npiw as
10800 c- 20: rua da lmperatriz Iojhs di Ara- Injas e annazes i Ai-rv. nra it Impera-
ra ns. 56 e 72. tnz ns. 5 c 72
Aviso agradavel.
Soma Ssares & IrmSo.
Raa Nova o. 28.
Vendem :
Lianas muito superiores em novillos sortida
25000 e SJ5O0 a libra.
Dita mais interior a 1500 e I300.
Dita do gaz, prets, branca e de cores, em cai-
xas do 40 novellos, 800 res.
Dita em caiaas de 50 novellos, branca, a 7
reis.
Dita em caixas de iO novellos grandes, a 340
4 waamiaiva' \
r/AtW a)ESCAR(JCAR ALGODAO
Wd&o de Olivwta Bf^ga.
Norte estabeiedmeTJtO se enccntmib a
verdadeiras matcmJJas attttlonas menta, Sqdaes-'5o ftffifcr )*> a afewade fa-
bricante da' Attrerica, ptHsso avfea a^ldas aa pes-
soas que precisa roa eegipfty de-^e^tricir a-este
esabeledmento que floilrtirtrti -da'mafr*)erfeltas
neatev^eaet; asslm tsimo^ m*1s barato do qne em
etraqflBlqber parte, por toan .que- t> ra^epor
oonta>|H,ep>,ia, bem coma aaape^t>dimbojrioi-
r>ho* pV hb*t mito, /rjjf|fcUfavfil^ejfer-
tvgm* #m*tote--*kiaemM\9+tmtoHi.
>J3cbna>. imerjoM^a. jura naber *r*&, de
' ma, prlg^.1^ vefiMC&n
TRATAMENTO.* CHABLE, di PARS
Medico especial, conaailtacdea, 5, rala liliaalaa '
AVISO AOS DOENTES. MJe^enT- -
dide t nao eaton carador Uei e abuse i de aa aranda aamara da n iaa.'aa
ewirea4aa,aaataaaD SS?5
foraauaa opia-
ta, eaaaalai,
HA MAIS O AiVMOS
^
j Deposito na pliarmacia deP. Maurer'a
Cr. era Pernambuco.
XAROPE ITEPUPATIVO ~ "
DE TASC DE LARANJAS AMARGAS
COM I0DURET0 DE PTASSl
DE
al.P. Laroze.
phsrroaceuiieo ero Paris
Oioduretodepotassio um verdadeiro ai-
ris, tarante, um depurador de inconlestavel effi-
Dita branca e preta, em candes, a 160 reis a cacia; combinado com o xarope de casca de
DiU de Alexaudre, carros 200 jarda*s, a 1*200 2J5 ;! W aturadosem periubacSo
a dnzia. alguma pelos temperamentui os mais fracos,
Dia em carros, com 80 jardas, a 360 reis a sem alterar as funeces do estomago. As do-
da'a'iK a a a a se. mathematicas que elle contera permittem
Amibas de fundo dourado ma.to finas, ca.xa a aos medicos de rejta,.0 p3rJ ^J JJJ
pleices, as affecces escrofulosas, tubercu-
160 losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'isso, o agente o
mais poderoso contra as doencas rheumaticas.
Deposito em todas as pharmacias e casas de
I drogaras no Brasil.
I ExpedicSes, em casa de J. P. Laroze, roe
des Lions-St-Paol, 2, Paris.
m
res
220 reis.
Dttas ioglea?, sortidas, milheiro 700 res.
Gr-ampas com cabera de vidro, dozia a
reis.
Ditas lizas e crespas, maco 30 e 60 reis.
Colxete em caixinhas, taifa 640 reis.
Dito em -carlSes, dutia<5O0 e 900 res.
Espoletas verdadeira, B B, caixa 100 reis.
Alnetes em cartas grandes a 140 reis.
Ditos em cartas menores, 100 r6ls.
Ditos em caixas com meia libra, 320 re-.
Bordes de> madreperola para camisa, grosa
o SOOreis.
Dos de osso para calca, grosa 200 reis.
Dilos de louga, grosa 160 e 220 reis.
Duos de moedinba para puniros, a 1*600
i dutia.
Feotes para ahur, duzia 1,5100, 2*200 e 3*060 !
reis.
Ditos muito superiores para bixo-, duzia 2*000
reis.
Ditos para c6c, duzia 1*300, 1*900, 2J400 8
3*400 reis.
Phosforos de cera moito superiores, duzia de
caixinbas 320 res.
Barataos irancezes multo Hnos, 200 reis.
Ditos portoguezes muito boas a 120 e 160 reis. '
Espeihos em quadro doorado a 120.
Trancas las o da caracol, peca a 40 30 e 60 I
reis.
Fita de lia para debrom, vara 100 reis.
Dita-e algodio branca( peea 240 reis. .
Dita de liado, peca 40 reis.
Lia de todas as cores para bordar, libra 60O0
reis.
Garaote-se cinceridade e baratsimos precos
RUA OVA N. 8.
A' venda na pbarmacia de P. Maurer 4.
C.a, rua Nova n. 23.
Pv
raaaa at Buha iruaccao. A cora 4 radical, as aamioaH para aa
o aaaaaa a-afeata. (Taja-a. a mtitU ajfH.a.) *^
40.000 DOENTES CURADOS
1 aaaar aan.
aadaaoea* taataaria a aaraa
mraATtve m aajiaaai awa
1 waariai, aaaaare,
Waa ar mtm xtaaan aavama'
aawaATivaa a
-J&-* *. da Iratoy. i s* craOt aa aaaaatta da
V**)ie*Baa roa Nova b. 25^ phaTmaclllraucea de
f. MAURER A C.
iiiiiiaiii
^KPharmacIa especial borneo
pathlca do Dr. ablao O.
L. Piaho.
Cha de i* sorte para aso das-
pessoas que se tratara taomeopathi-
camente.
Vende-se em pacOtes de libra a
30200 rs.
Roa Nova n. 43.
Paris, 36, Roa Vlvlenni. D
CHABLE MDECINSPCIAL
AS ENFERMIUADAS DES SEXUAES, AS AFFBCr
COKS CUTANEAS.JJ-.TERAgOESDO SANGUB.
0.00b coras iuimpingent,
puttulat, kirfe, tama,
cpmixoett acrimonia, e i'
Itrcots, Vitiotas do sanguti
__otra, alteracoet do um*
pie (Xarope vegetal san atarcurie). lraralliM
aacetaaa batiios AHVEBAK0 lomo-se doaa
por seanna, sagaiado o tnclomento Depurativo : 4
eiapregado aas mesma aoleatUi.
Este XaropaGitraotode farra
de CHABLE, cara immedia-
taneate quaiqaerpurpac ao,
relasacao, t debiliiaa, a
lualmenta os ^as 1 floru
branca* das saalkeraa. Sata lajaeeao aaaigM a>
araca-aaeoaiaXaraaa da Cilratto d Ferro.
t. Pastada qne u cara asa tra
DEPURATIF
SANG
PLUS DE
COPAHU
itrasdtaa.
POMADA ANTIHERPETICA
Caatra: aaa *0cfn Mamut com.
"AVISO AOS SRS. MDICOS.
Sirop du
DrFORGET
I Cara
\cn%thtcku, irtofm
I iMraaaaf.. ss- d$t opta*
1 % ladar ar daaaaaa
--------'davaiM; basta aodoenta
ama cothenhdea deata larape D'WbMt.
ar. eaa a aaa asa Parla, raa v
Terrenos para edificar
Vt-oda-se terraaas ooCaxang, mu i 10 altos, e
propriasaara adrflcaeao. Qaem pretender dirija-se
a roa do Apollo o. 32.
Veode se oas livrarias da roa do Imperador
%. 73 (Acadmica) e n. 79 (do Bvm. Sr. padM Ig-
nacio) a na da raa do Graspo 0. KTJpfo'sr." fw-
gueira) a obra intitulada Preleccdes da DvsBo
taternaciooal, eom referencia, e applicacao de
Seas ariDeiplos as leis particalares do Brasil, at
867, pelo Dr. Aotonlo de Vascoocellos Meoezes.
de Dremmoad.
A venda fia rAarmaria -de- Mrer p
e G.,em Pernambnco.
m GAZ CAZ
Ghegoa ao aatigo deposito de aory Forster A
G., roa do Imperador, om carregamento de gax da
primeira qaalidade.o qoal se venda em partidas
a 1 uaaUfrj1 M aaatit f>a}u o qne ea oatr qaal
iner parte.
Farmha superior
Tem para vender Antonio Lata de Oliveira Ata
vedo & C, 00 en escriptorio, raa da Croi a. 57.
-
/
*
*'-]



Bata
M
MM
V*
>'
V
V
lacla le +ntmamhz co ala tela* 13 fe i^wio 4c 1867.
JanaelWe la, J. C Ajer, ei-fea*
* alvrsiri6 fe fessyhaiii,
tade^Uania.

ninlae cathartlcas
O deposito ceatul para ag provincias
Pernambnca, Alabas, Parahaha e Rio-
Grande do Norte, destes remedios rao ft
voravelmenie conhecidos e acolhido en
toduai partas da America do Sal e do
Norte, acha-se em casa de Titead Carta
tlaa*cn, 6 raa To Trapiche en
Peraaiabafro.
Oa procos de
>3# por dazia de ejtfract de salsa-parrilha
79 por duria de peitoral de cereja.
173 por dazia de remedio para sezQea.
7(5 por dtuia da pilulas oatbarticaj
se entendem flahelm* vista, com.
e descont de r> per canto em qoantidadei
de 6 a 12 duzias, e de 10 por cento a
qnantidades superiores a 12 daziaa.
->
r" '"'
*
W %%&%Vlfe%
"vi
GRANDE SORTIMENTO
FA*fcEYl>AN BiBATi
^
i
LOJA E ARMAZEM
DO
DAS
fina da IiPperttrli a. 6b
Bastos
I Vaquetas de lastre proprias p1.re- rflbertts de
itto, moflo novas e da melbor qaaliiiade pos-
fs?<: **B**>* tr presos raiotve ia. roa da
Ladea i. 86 A.
>E
mesmas.
Carros de m5o para aterro.
Cjliodro,para padarias.
A Acula branca.
Ames de visar a soa boa. freguetia do que de
novo ha recebido. vai primalro dlxjgir seos com-
primentos e agradecimenlos ao bello Vlado branco
pelas rnaaeiras agrada veis com qne elle a ba tratado
e assim eumprifido esae de*er, desejalhe tambera
que a par da connuacao de sua robustez (oh*
crescido augmente de boas fregaeres, e mafs que
cora aquella ligelrea de qoe dispSe-se Hvre se da Dabulbadores pava ilbo,
pontana daqaelles que a,pretexto de amstrale- Arados rrnm-ifsniK
vam os objectos, e pelassaas immeosas oecuDacdes <, w*menc8nas-
nao vlum mais. """woms oecopaeow (mohos proprios para armazens.
Ja v, pois, o bello Viada branco qoe a aea* Moinhos para refinacao.
aprecia o seo bondoso tcaUmeoto, e Ihe desoja na dem para mlho.
SL{urp;^?i0tw^*,,*?g,^-br^ Escaid,,s de madera americanas.
ca saiisiaier a sna boa Ireguezia, pela obwgar/ao
em que esta' de continuamente- scieo'nea la do
qoe de novo receben, pelo qoe avisara, de qoe aca-
ba de cbegar para a loja dragla branca, a ra do
Queimado n. 8; o seguinle :
Coqoes novos de lia jos e variados moldes.
Enfelles modernos e bonitos para senhoras.
Cilos de ponas eofeilados com vidrilbos.
Cordods grossos, prelos e da cores oom vidrilbos
para enfeites de vestidos.
Trancas pretas e de oulras coces, tatabem com-vt-
drilbos para o raesmo Sm.
Gnaroicfce pretas. para basqoines, vestido ele.
Trancas e galoes de seda ara o niesiBo.
Dita dita de ia e algodao.
Fitas de velludo de cores, lisas e ebamaloiadae.
Bicos do seda.
Fitas de borracha para cintos.
Ligas de seda pira senbora* e meoJaa*.
Entremeius e babadiohos boidados.
Golliulias e ponaos bordados para seabores.
Collerinbos para bomens.
Abotoaduras de diversas anualidades e preces para
coletes.
Ditas ditas ditas para pnubof.
Bonitas rorreles prttas para relogios.
Aguia Branca a' ra do Queioudo.a. 8, w-
eebeu :
Caiziohas com doas baralbos francezes, da colo-
ridos floos, eotermeados com donrado:, papel en-
corpad, lustroso e opaco, obra, muilo boa.
Ditas oom t'.nius de osso, oaarflm e madreperoia
para voltarete.
Pentes de marflm com cbapa e seiu ella, para
limpar caspas e tirar bichos.
Ditos finos d'osso e tartaruga para o mesau
fim.
Dito- de osso b.ileia t tartaruga para desemba-
razar.
Ditos, de ditas dita para barba.
Oculos de peoeira para qaem suflre da vista.
Ooiros de diff^reoles graos e cores, com arma-
(Oes il'ari' fiao. ,
Outros iambem da armacao fina, vidrafla de co-
res.
Lonetos ou pincanoz com armaco e ac, b-
talo e taitaroga, vidros brancos e de cores.
Eoveiopes pequeos bordados.
Dito ditos opacos e grandes para oficios.
Frasquiobos com superior, tinia earmim.
Stereoscopos e vistas.
Acaba de cbegar am novo sortimento e conti-
uu-i a ;.-etj vendidos por oreos commodos.
Meias
Pretas de lia e iaia para padres.
Brancas de laa para bomens e seaboras.
Ditas de borracha para qaem soffre inxaco as
pernas.
Brrelos ou carapucs brancas de algodao.
Essencia de aoil, e bolas de dito para en-
gororoado.
Vendero-se na loja d'agaia branca, na roa do
Queima-i j n. 8, sendo a essencia em Irasqniobos a
800 r?., e as bolas a 60 rs.
Lodcos de cambraia brancos e de cores com
barras de cores fixas
J nao a primeira vez qui- a axuia branca ven-
de desses longos da marca BUH, isio , bons, bo-
nitos e baratos, por isse approvenem l >dos essa
nova occasio de se proverem aeses sempre pre-
cisos lencos, coja comisodidade de preco anima a
fazer-se o gaste ; cusa m elles 36O a dazia, e os
pequeos para meninos a 800 rs. a dazia. Quem
se dirigir a loja dlaguia branca na ra do Quei-
mado n. 8, eonbecera' que taes leug.es tea as qua-
lidades cima ditas.
Novo sortimento de albuns de 50 a 200
retratos.
Vendem-se sempre por precos commodos ; na
rna do Queimado, toja d'aguia branca n. 8. .
Bolas da oorracha para forln-
qaedos.
Vendan) se na ra do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Carretel de retroz para ma-
chinas.
Vendem-se na rna do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Papel paquete.
Vende se na rna do Queimado loja da aguia
ranea n. 8.________ ______
Na ra do Trapich n 16.
acham-seosseauintes devositos
De R. Bi-uMiagiaus em taita.
_,. Bwwipfa.
Vmho Pommard tiaio.
Cortontioto. .
Santo tieorges limo.
Chamertin tinto.
Hlcboboorg tinto.
> Clos de VeugeottiD o.
Cbablia branco.
eM A.Woefeio Fracfwt:
Bbeno.
Geisenheimer.
Liebranmilctu
Marcobronner.________________________
Em casa de Tbeod Chrisansen, rna do Tria
piche-novo n. t8, unic agente no norte do Brasil
ieBr*ndeabnrgtrre, Bordea, encontra-seea
lectivamente deposito dos ige9 segniites:
St.Julieo.
8t. Plerre.
Larese.
Cnateau Loville.
Gbateau Margan.
Grand vin Chatean Laatte I85t
Ghateau Lafitte.
Ham Santeraee.
Cbatem ftaaterawa.
Cbateau Lataor Biaaca*.
Cbatean f^oent.
Cognac es tres calidades.
Azeitedoee. Preco* de Berdeaux.
Aps agricultores
Saunders Bwtbers A C. acabara de receber de
lioerpeoi vaporee e (or^e de I a 4 cavalloi oom
todos os earteaeaa e ml awarioe para fuer no-
var macfcfaas de deacarocar algodao, podeodo ca-
da vapor trabalbar at coa 140 serras, tacbem
erea para enfardar rjniio en para ostro qual-
2aer servico em qoe osam trabalbar coa aoimaes.
< aeemoe nanea lea a venda aaebidas ame-
rieanaa de M a 40 Mrrat : os nreerndenlee lri-
*"-8 t lrgo do Corpo Santo a. II.
.. . A?!^ raDde sortimaoto das memores machinas, ameriienas para descarrocar
*odSo..de fO, It, , tu, 18* 20, 22^ t, 90,35, 40; e 50, neste estabelecimeotn se
encoDtra mais o seguinte:
Aieite de espermacete propriapara macbirCakas;com vrdro sorlido**
vJ1*9' ^_. ^ datodasas-qualidades.
vapores m orca de J a 4 catallos. f Bombas de iapys.
Serras avulsas para machinas. dem americanas.
MancSese todos osmais pertencespara as| Ferros para engotaanr a wpor.
Vassooras araericaiMs.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas.'de vergoiriba.
Gnarda comfdas.
Peneiras d'arame para padarias & refinao5es'
Correles para almanjarra.
Machados e tecoes americanos.
Barricas com mHho 'branco amerteano
erando Srt!!J?r^rlos ^T* ^^ f^^'owoo^cabam de recebar da.oropa um
aaTi?? n r daS melhires 5zeDdaB de ta hah>> ^i aseda, as qnaes vendem
Ka.SSiam,S*llBf* M&a ^rwarem dinheiro, dando de todas ellas amostras,
STreirot^iml!!1enhor 0QmandaflM,8S ,aw a casa das Ejmas. familias pelos seos
to Sarn n2f peS80a? qQe W00*W-Pe^ena escala, neate estabelCimen-
n^raIl *** mesmospi-ecos qoe saconpwm asa casas idgiaaas gaobaado-se
'*snaa>~
apenas o descont.
tiumtan aretes enficetaas a | 6a.
* a do Pa** ne-9e snperfor caserolra
wwtaoa preta pare ettess e pateros pelo barato
Pr^co de 1600 o covadoi ou a 2*800cada corte
* caica, ia multo mais Bna, eovadb a'SPMO
t> o corte a 3$mo, dMas multo finas ?em serem
eofesftd a 1*608, tJOOO e 99800-cada-aovado :
n mj-e armazem dw Paveo na ma da rraperatrli
wtreGamaASflr,
Espaftihos.
Veadem-se magnficos espanirbos frarjcetes e
ragiezee na toja e armazem do PavSo, na roa d
rmperaffit n. 0. de-Gama 4 Sffva.
PANNOS DE CHROCHE'.
Veade^eamtgrendsorteaio dos aes boa-.
os- pannos de combs proprioa pana cadeiras, so-
P*?, eaeetras de balaoco, per* aJmofadas e par*
cobnr presentes, e vendem-se por. preces baratos,
na loja e rmate doPavao, roa da Imperatriz
n-0 e ao , Silw. ^
FAZENDAS PARAMTO..*
taja * fava.
Vene-se sem da Cbioa prelo seodo ama ta-
zenda milo leve e sem Insiro com 6 patmo^de
largara pnoprio para vestidos e roupas para bo-
m*m pelo baran-preco de 29000 o eovado meri-
no pretuec/esttdo.mnito bom a 19600, superiores
bombaiinas freas a 19600, 98O0 e 29000 rs. o
covado, superior cantao a IjgO, lanzlnba preta
lisa a 4C0 eSOO.rs. o corado, um grande surt-
ment de-alpacas e princeas pretas que se vaor
dem mais barato qna em ourjta quarqoer parle, na
toja e armaxem oo Pavo. roa da Imperairivn
60,e d Gama & Silva.
As
GRANDE Um
ra Nova u. 20 e 22
Machinas pa.a costura do.autor WhenW
A Wilson, chegadas nltimament; 555
r.pa; as qoaes pode cozer-se em d,*s
pespontos, todae qualquer himto, emba
Vestidos de fantaaa eff e 8|.
Veqdem-se bonita cortes de vestidos de
fantazia com lindas barras eenfeites da seda
pelo-baratissimo- pceco de ftj e 8^ na loja
e armazem do Pavao rna da imperatriz n.
60. e Gama d Silva.
Pannos de linho.
Vender superior panno de linho poro
para lemees e cnenlas a 8*0, 70O e800
reis, a vara na loja e armazem o PavSo ra ir
da Impecatriz n. 60. De Gama & Silva. -I 'Di,ar' "?8-'r- bor<,ar e marcarroup; tud
Bramante daliaboaad 2*460* imo reis!,SIS?**0; . ^ siaH>*es, qoe com-
a m I Pre^to-se 'cilmente a maneira do traba
Vendase strperi* jaroanto de Hnbo > TJJ Pesaoateodo pralica de osar em ma-
com i-0 palmos, de largura proprios para ("^,P r ^r dl* *e"ifl*qne fe-
lencs, polo barato preco de 29, 29490 e ,f^ cosi*m-
m*> reis a tra, na teja-a armazem do' JT,*"ff. we eslabelecimento.a aUen-
pav-Soroa d* Imperatriz n. 60. De Gama g,, pabllC0 v,8t0 Quaellasaadn co-
& Silva. pletamente sorUdo de objectos e go-to
Algodosinbo eofestado a b t##0 reis a f?* ^en? Nfaa da madreperaa e da sao-
vara, j dto. fivelas. fitas para cinto, cokes uttUt-
Vendem,se superior argodlasmho ameri- ma'a e etc>
Armazera de fazendas finas para gwim toletts e uso
ordkapio para todas as cksses.
ra do ere pu n. A. esqnhra da do Imperador
DE
Custodto Jos Alves Gumwaes.
O proprielarto deste importante estafeelecimeato avisa ao raspaitavel publico
e aos seos amigos e fregaezes que acaba de receber pelo vapor francez aaaaaaM, di-
WMrango) de moda, os qoaes. sio de completa novidade para este mercado, e apro- a **, ditos |is05 a 3500, ditos estampados
anauersario do Uospital Portuguez, por sso finos a Jisno ra (utnnn anZ Z-
10 ntl varas de cambraias
Cowdo mora, vara800 rs.
96 o PavSo
Vendenj-se fimssim cambraias france-
zas con liatMs miada., e graudas e com
Modos desenbos de flo"es e palmas, sendo
todas com as cores mais modernas emais
lindas que tem vindo ao mercado, pelo ba-
rato preeo de 300 rs.. o cavado au a gO0>a
vara, grande pechincba aitendendo a
grande porcao que tem, sen3o seria para
muilo mais dinbeico,: isto na loja e armazem
do Pawio, ra da kaperatriz a. 60 de Gama
Silva.
Cules baratos
kU, 3^500, 69 e7,j000.
Vende-se cbate% de merino estampados
ximaado-se a da da comm-*mora?ao do a
SBP" 6m ^ &Sa"l0S d q0e a ma'S m0dern *" 8CU -SSSSS cwno S ltraf^fe ^da H^%SS"
ffis=cbape.inas c,m coque. j Lavas de Jourm.preta, hra.ca e de cOres. SSZJ5^u. SZA Sff
utussemeiie. J Lindos cortes de laa com barra. iv veaiidaa fiannn
Lindas;cbapelioas de patea da ItaUa. ^Re- Riqaissimos cortes da tranapareat dse-' nIJ?,, doPavin
commenda-se moito estas obapelinas por se- da para vesiido de seahoras-tambem "non- Cbegaram os maismoder" e bonitos cortes
Tapares.
>T?5?>yy '** OHanfara Brotben 4
rem intenamente novidade).
Riquissimos cintos de seda, om matamas
chineza, ultima moda.
Lindas saias de la com bordados, propria-;
para as excellentissimas seDhoras trazerem
por cima do balao, uliima moda em Pars.
Lindos cortes de seda para rostidos.
Moireantique branco^ azul e preto, fazen-
da inteiramente nova.
Grosdonapoles de todas as cores.
Ditos pretor
Leqoes de madreperola.
Ditos todos de sndalos.
Ditos de sndalo teodo no centro um qua-
dro de seda, inteiramente novidade e ulti-
ma moda.
Chapeos de sol para senbora.
Ligas de seda pira senbora.
Ditas para meninas.
Espartilbos para senbora.
Riquissimos enfeites para senhoras, intei-
ramente novidade.
Bal5es para senhoras e meninas.
Touqoinhas ricamente enfeitadas.
Coeiros bordados.
Toalbas de labyrintho muito ricas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dito.
Rendas, bicos da trra e grades para lencos.
Um rico leocol de labyrintos.
Riquissimas baqoines de seda preta, bor-
dadas com gosto.
dade.
Lindos corles de la com listas de seda.
Riquissimas fiveUas para ciatos.
Fil de seda e de Hnbo.
Riquissimas camisinhas para senbora.
Riquissiuaas saias bordadas.
Punlios e gdlinhas para senbora.
Riqnissimcs manteletes de cores, intetra-
meoie novidade.
Paitos de linho bordados com gosio pro-
prios para camisas ii noivos.
de orgaodys para vestido*, tendo rO une e da
corle, sendo 7 varas listada par salas e 3 varas
ero lisias, mas com enfeite para o-eorpo (oo ea
, saqu(nbo) garaie se oeste geeero ser o mais mo-
derna qoei^m vhao reercado, tdndo entre el-
' les moitos brancos com listas e enfeites pretos^ e
vendem-se pelo barato prer^r- de 49, oolcameote
no armazem do -Paveo ra na Imperatrii n. 80, de
Gama & Silva.
a*ara eamaa de nolvas.
Vende o Pa.v3o.
Rmos eoptieades. bordados a 89000, 109,16,4,
209 e 159 o par; assim, coaw. os mefmos iambem
jaoelia
cano enfestado que a largara delle da a lar-
gura du leacol, sendo* n a vara a t# e seo-
do trabado a f$280 na toja a armazem do
Pav5o roa da mperatrix d. OO. De Gama &
Silva.
Purmos e golmbas a i-4000 o par,
s o Pavo.
Veodese rm grande sortimento dos majs
bonitos e muoVroos punbos com golinhas,
sendo de esgoiao de linho bordados a 19000
o par, rwos mangnitos com goMinbas de
cambraia lapada e transparente a 29000 o
par, K pecbtocha ; na loja e armazem do
Pae pa da Imperairiz n 60 de Gama 4
SiNa
Caicinhas pera menfnas a 640 e
800 reis..
Vrade-se caicinhas bordadas para meninas
qoe affdam na escola pelos baratos precos
de 6'40 e 800 rs., mangort< s para as mes-
mas e para senhoras pelos mesmos precos,
na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60,
de Gama Silva
Balde* de randa.
Vendem-se as mais modernas crinolinas on ba-
ldes proprios para vestidos de cauda, sendo es
me.lbores e mais modernos que tem vindo ao mer-
cado e.por precos muilo razoavels: na loja e ar
mazem do Pavao ro da imueratcirn. 60, de Ga-
14 Silva.
L,as transparentes.
Chegaram as mais modernas bar-jes oo lasi-
abas 'transparentes com bonitas listas de seda,
vendem-se na loja e armazem do Pavo ruada
Imperatriz.n. 60, de Gama A Silva.
Casaaniunog para srnbora
Cbegaram os maie modernos casaquichos on ja-
qnetts pretas ricamente enfeitadas sendo com cin-
tura e tem ella, pelos precos mais mdicas que em
ootra qualquer parte : se vtndem na loja e arma
zern do P^vo randa Imperatriz o. 60, de Gama
& Silva.
8:>!tsa&*#&0o el#.
VenB-se nm grande sortimeato de crinoheas
ou balSes de reos para senbora pelos baratos
precos de 29, 29500 e 39 por baver griwde por-
ci : na 'oja e armazem do Pavao roa da Impera-
tria n. 60. de Gama 4 Srt'.
Hadapolo e algodSo
VeBaVro->e supriores pecas de madapolo ten-
do 24 jajds cada urna pelos baratos precos de
^Na rea nova n. 24e 22. Gaaanwr-Vinv
Cbos pretos
e de i> liras mts ^ Mll^ ^ ^
drhasbraaeos e preta.
h. 32 braBSa Da raa d0 Queimado. n. , r>e-
drtW10' cin0i ^wmlaa, a? fran-
jas de vidnlbos brancos e pretos: eHriin
g Pretendentes, que^ha^'o SBS
Fundi^m ctAuroru em
Sonto Amaro
Completo sortimenlc de taitas batidas e fomh
das. alambiques de todos os ianaaVa-nand,.de
dte*, moendas de todos o* taaanbos do soper or
qualidade, crivos e boceas de tornalha^ o que ludo
?e. veade por commodo preep.
- No trapiche do Birs "do Livramenio
00 Forte do Mattos n. i5, contiana-a a
vender saccas com farinha de maoo>oea a.g
precos de 39500 a 39, sendo deste ultimo
preco, farinha multo especial, ella ntM
que se acabe.
Venaese urna rotura de amerello mnlt boa
ajaran : na ra dos Pires n. 35.
r.,rH^tDde'Sf '"? Preto possante e mogo : na rna
c"nberro.0eln-9,oa,roca!,e por aoaana
.T*^""^"86 um "sala povoaco do Barro, do
lado dono eom muttoscommedos, propn- bsra
passar a /esto : a tratar na travessa do Carioca
n. 2, caes do llamos.
CoUarinhoj de linho lisos e bordados para K" p JaneM dil& adamascados a 109 e
knmiin r 1*9; bonuas pecas de caesas adamascadas pera o
uuhoiu. .... mesmo effeUo; bonitos damascos de ISa de urna
Lindes veos e mantas de blonos. je doas larguras, proprios paca colchas, assim oo-
Riquissimas vestimentas para baptisados o bonitas colcbas.de croch : tugu isto se veade 69, 6&0, li e 89, di tos' franceaes azeda* muito
conteudo Cbapeosinbo, sapatinho, meiastnha \ ?** *"**? * > ern a otra qualquer parte, na superier mpec^s ou a relalbo, aJfindao moito en-
< leja de Pavao, raa. da toiperairiz n. 60. de Gama corpado pecas cm. 20 jardas a 8*300, 69 e 69100,
di Silva. j to muilo tiuo que serve ale para camisas a 89 :
tvrgaudy a 4#OO0. na loja earmazem d> Pavao roa da Imperatriz n.
Vendem-se beoilos cortes de organdy i60 de fiama A Silva
e catiiisitiba com lindos, bordados.
Riqutsfitmos chales de touquim.
Grvalas de seda branca para noiva.
Ditas de cambr ia de linho com bordados
as ponas, novidade.
Chapos -de sol de seda com caslao de
marflm.
Ditos de outras qualidades.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Chapeos de seda preta para homem.
Ditos de pbantasia para homem.
Casemira preta muito fina.
Ditas de cores rnteiramente novidades.
sendo com listras todas brancas ou comlis-
tras de cores tendo oito varas cada corto,
I pelo barato preco de 4& pecbincha: na
loja e armazem do Pavao ra da toperatriz
u. 60 de Gima e Silva.
Atoaihados para meza a 29000, 29500 e
39000.
Vende-se superior atoalbado de Hnho
adamascado alvo com 8 palmos de largura a
39 a vara i di lo adamascado pardo a 29300
rs.; dito airo dealgodio a 29000 rs.; dito
VENDE-SE
Motores americanos para doas cavaiio?.
Dito dito para qoatro cavados.
Machines para descarocar algodao de 14, 16,
18,20 30, 35 e *0 serras.
Prencas pera enlardar algodao fazendo os sac-
i eos com 6 palmos de comprimeaio eom o peso de
130 e 200 libras, viadas ltimamente da America
no armazem de Heory Borster A C, no caes Pe
dro U d. 2 junto ao Gabiaele Porloguez.
(Jallares fioyer magnticos
Fedegoso de Pernarabuo'
A planu conbecida entre nssob a deoomiaa-
5S0 de fedegoso, aoRio de Janeiro e pn.vmrqu
do sul deste imperio pel3 de crista da gali.. o
luridmm otilissimom on liaridium elongatum de
Schum., e o heliotropium enrassadium de Mari,
perteoce a familiadas boragineas.
O fedegoso considerado, na therapeimca rcr-
aambucana como orna das plantas mais recommeD-
daveispor snas virtodes curativas, e applicado
interna e externamente.corao calmante do rjsiema
nervoso, naparalysia asthma.losse convulsa .u co
quelucbe.tosses recentes e antigs, soffocatdVs, ra-
tarrhos pulmonares -etc., e em geral cantn. id s os
sofrimentos das vas respiratorias ; sendo um ei-
cellente lioitivo para aqueiles qoe partveem e
phtisica pulmonar. Sua eflftcacia contra o ifiaoe
ou espasmo incontestavel, e nioguem ha, qoe o
desconbeca. Nao ignorando nos o qoe ab mos
de dizer, e esforcandonos por ser otil a hnmanl-
dade soflredora, preparamos o que abauu iodt-
oamos, pondo a dlsposi{o dos distioctos medio, s
e dos doenles desia e das ontras provincias oe>le
fcnperio nossas prepararles, qne sao :
Pililas, tiaioia, xarope e viihn de
federse.
nico deposita
Pharmacia de J. A. Pinto, ra larga de
Rosario 0. 10.
tros
O dono deste imporlantissimo estabelecimento contina nolouvavel proposito de
querer vender muito e ganbar pouco, sujeitandu-se a tirar em soas mercadonas um Incro
rasoavel, para assim poder raelhor agradar aos seus numerosos fregueses.
Cambraias, fias, chitas, raadapelSes e ou- trancado alvo, sem ser adamascado a 19000; Medallas e pnlseiras magntica*.
is muitos objectos. I euardaoaoos econmicos nardos a M a rin- a \am Rraaca receheu nova remessa dos 1
' LOJA DE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO A C;
HRa do ftaeimadoil
Augusto Porlo 4 C. ac'lam de receber da Europa superiores cortes de seda tt rores para
bailes e casamentes.
Sicas enres de blund co magia e capaila para noivas.
jrtinados bordados para camas de opivaa e janellas de 79 a 909 cada uro.
CoUas oe seda $ oulras de laa e seda o que ba de melhor para camas de noivas.
Toalhiohas de croch para cadetras e safas, espartilbos a saltana para leabara*, eamislnbas
eom manguitos bordados e llpdos enobovaes para baptisados, e baroes de roussalina e de arcos para
senhoras e meninas.
Loras de pellica para boinem e stnboras e sojieriares chapeos de sal de todas as onalldades.
Laa para vestidos barassima bonitas padrtes o covado 4 280.
Teles grandes paca if,dQS para plano, ditas pa e*ma epeqqeno para portas e janeltas.
Moire branoo e preto superior para vestidos de lindos desenos, grosdeoapler de todas as coros
seda de qoadrwnos. cambraias brancas de muiUs qualidades, ditas de coras e Jindas percales.
Basquinas de seda preta ultima moda, chales e ratoniles de salgara, vende-se barato.
Camisas .para bomens fraucazas e inglesas ae Hubo e de algodao Boas e seroulas de linho so
perlorea.
Capas de borracha, sobretodos a perneiras as saibores e mais alejantes.
Malas grandes para tiagens, ditas pegueoas e saceos de tapete e conro.
Bramante branco de 4 larguras a 29300 a vara, pannos pretos e azaes, ceseralras pretas e de
guardanapos econmicos pardos a 39 a du
zia; ditos alvos a 39500 e 49000: isto ra
loja e armazem do Pavo ra da Imperatriz
o. 60 de Gama & Silva.
Casaqninhos de fil.
Vende-se os mais modernos casaquinlios
ou basainas de fll preto pelo barato pro-
co de lU9t chales e retondas de renda preta
na loja e armazem do Pavao ra da Impe-
ratriz n. 60. De Gama & Silva.
Cambraias largas cora 8 Palmos de largara a
19 e 1280.
Vende-se cambraias largas da Escocia toa-
do 8 palmos de largura que felicita fazer-se
um vestido apenas com 4 varas, pelo bara-
to preco de 19 e 1280 reis a vara pechin-
cha na loja e armazem do Paveo ra da Im-
peratiz n. 60. De G.ma &$itoa.
Cambraias esoooezas tapadas e transparentes.
Vende-se um magnifico sortimento defi-
nissimas oambraias brancas para vestidos
tendo mais de vara de largura pelos proco*
de 109,129, 139, assim como um grande
aortimento de ditas mais abaixo de 49, 59,
19, 79 e 89, garantindo-se aos comprada-
res que neste genero nao poderao comprar
melhor em outra qualquer parte e s anto-
ja do Pavlo rna di Imperatriz n. 60. De
i G : Damascos para colchas a5$, 2&300 e 800 re.
Vende-se o mais superior damasco com
8 palmos de largura proprio. para colchas
orea toda bom e barata
Neste estabelecimento ha sempre om completo sortrmeito de boas rateadas tanto para a praca l com OS desenhos mais buoitos que tem vin-
cqap para o centrod provincia e saperiores objeotos proprios para casamento* como sejam capeiiaj, I An ao mprrarlfl enm irma ri rAr ? rte rias
mawas, aestdot debloode e de pair branca, cortinados, colchas, Tendeado se mdo mtis birate? | T?? Z^LwT,J^a\ KaT-^JS^T?
laoeai as meibores ', cores pelo barato preco de >9 o covado, di-
to com 6 palmos de taara a 29500, ditos
A Agota Brasea receben nova remessa dos pro
veltosos collares Royer magnticos, ja snmmamen
te conhecidos para preservar as coovnMes e fac
litar a dentlcio das enanca?.
Com esses otets collares electrices magnticos
tambera nao pequeas qaantidades de aedalbas
e polsetras 'ectrlca; magnticas caja utilidad?
tem sido aproveitada por qnem soffre do nervoso
hypocondlco, tremoresnas mos ele.
Assim como os collares Royer -est feralmente
conhecidos e acreditad** pelos efacazes etleitos e
bons resollados qoe tem olbido as pesseas qoe
delles lem osado ; asrtm tambem cttegaram
nbar lo alta reputa(io essas apreciareis tnedalbas
e polselras mignetiea, orna res qoe o nao teUs
fr se esteodende a todos qne ellas oeoessitem. k
Aguia Branca conma a receber por todos os va-
pores fraocer.es nma determinada aoantidade des-
ses sempre precisos e estimados collares Royer
magnticos e por isso flqoe aa leabraneade todas
qoe os acba/ao coasiantemente en diu tejada
Agaia Branca, na do Qoehnadon.6.
Esteifas -e alcatifas para forrar salas.
ll-na do Qnelaian11
' .
... mw
Novo e grande deposito de superior carv&o de Oardiffna
Bftta.
Antonio Gomes dos Santos A C, roa. Santa Barban n. 1, ni* -habHinaee a snpnrir de
Lt?ILdoCorpo8ai"olB' "i Porta patW|i^io 6mxondlcMmaisfavorareirqa7e^ aavr^T^ipValflSSo*rna Slrnnpratrh i"^1?ama
on todos 01 pertences proprios para faxer mover [ eerrem uaooelle porta A contratar pesia com Domiagd Aires Matheas.,' P?vao rua aa nperaim 0. 60 de bama
res on qnatro machina para descarocir slgodio'
de omaso largara a 800 reis, na loja do Pa-
v3o roa da imperatriz n. 60. De Gama &
Canas de urna 10 cor a 300 rs.
o ovado.
Vende-se bonitas cassas de orna cor a6.
tendo cor de rosa nasal, cor de lyrio, roxa,
verde e cor de canoa, pelo barato proco da
cOO re. a eaade: na Iota e armazem de

I Sil".
Escravos fgidos
100( de gratificado
Fogiraa no da 5 de agosto deste eorn ote db
de 1662, do engeobo Setie Bancbos (rrguezia da
Escaaa, pertenceoiee a Bernardino Barbosa da Sil-
va, deas eeeraves a saber : Francisco, crxwia, ida-
de 32 annos poaco mais 00 menos, alio, boa i-or-
po, cor bera arela, sem barba, ps grandes, p-an o
dedo encostado ao mnimo du um dos ts al>-i)dd
de orna ferida qne leve, qoe s fieoo nm boUoti
nba, n-a o andar emborcado e denles aimadn;
Tiiomar, orinlo, de Hade 38 a 40 annet, a-iuia
regatar, bem.i0*10 do carpo, espadando, i'Or um
lula, barbado, letta grande e cantoda. tn ama
croa na beca qoe parece calvo, peitos cabrila-
*is, ees largos e dedos curtos, j pinta poocu na
turba, (alia descantada e muito cantad, r,., pri-
nseiro foi vendido pelo Sr Joao Hypuliio n irw.1. r
na villa do Buiqoe, no Recife ao coronel G-uv. ia,
ou procura o Buiqoe ou Panema d'onde natural,
segundo de Lage te Canboto 00 C>i.h< unbg,
oeaprado no Recife o Sr. Antonio Jos Vieira de
Seau : roga-se as aulondades policiaes e eapitaes
de ampo a apprebeosao de ditos escrgvos >- pro-
les se coatra qualquer pessoa qne as occullar
para disfruciar seos servicos, e qaem reg*-tf* e
lvalos ao dito- engeabo recebera' a graliflecao
de 1009.
Machinas nara descarocar algodao. dame
lhor autor que tem apparecido na Amariea-
E' tal aeaecucio do macbinismo, que o al.
oda sabe quasi tan perfeito como o debu-
landeira. Recommenda-ae a attoncao dos
Sra. agricoltorea, estas machinas.
Orvao anaai
chegido de Lisboa : qnem qolser otapr dto]s-
ea roa do Pilar o. 118.
5P$ de gratifica cao
Fogio o eservo Simio, de nacao Mecamlifone,
dade 40 satos, ten os segoiles eignaes: reo
barba, com tainos ea circalo redondo ao p das
orelbas, alta, falta de denles na frente, sembUule
crregado, levoa eslea de oaseaira de or en> b
atado, chapeo de massa aovo, camisa de alg dao
branco: este uacrave foi eooprado em abnl de
1864 ae Sr. Jos Vicente Liodooso, moradoras
provincia das Alagoas, por sen nroeuradr o Sr.
Joaqoim Cavalcaali de Alboqoerque Mello, mora-
dor na termo de iarrelros, Pr isso ui-es qoe
dito srave tenba seguido aigons aagonle loga-
res ; roga-se as autoridades polieiatt i P;
nan.rnTra?85n n- JO, ale, ne tarf
a atatHlta^itna.------ ----------,------
TiwtWtnflfiw).
Fasiono lt i* to torrente ei o asanvo Bat-
bin" crionio, fdda 80 aiDOi. naneo mil. oom-
BB.anr*>lir'seceodo ar^' traailo.e
ia^ntindo, lea dada ml-iimo da mi tire,a
doro, trsm * M*Wro : qaem o prenkr on
neile der noticia a sao senhor, o coronel Ag>fnao
Besarra *4 Sflva Caralcan, oo sobrado n. S9 )ta
te a igreja de 8. Goncalo, sera1 generosamente re-
compensado.




8
=
Diarlo de reraambuco e\U felfa 13 de Agoi 87.
JU.
ASS1BL \ GEUL
i
.. ------------
am\ dos sniores debitados.
SESSAO i;M 19 DE JULHO.
(uauuuaco.)
E" meio oneroso, Jiz S. Etc.; mas por ventara,
Sr presidente, o oobre miui.sft considera esta
que-to uo irapoitaoiee complexa em loJos os seus
pontos essauciaes para assim taj fcilmente deci-
dir aieio oneroso 7 Aioda traduziu Jo esti one
roso, por desvantajoso para o tbesouro, se S. Exc.
ouo>iflerasse esta quaalo gravsima e lio com-
pleil em (odas as suas fac*-. v.iiia que milito ro i i s
oneroso, muilo mais detrimento*'! para o ihesouro
tet expediente fatiiisstmo Uo papel-raoedj, por
que trat infallivelmeola a aoiquilago do crdito do
astado.
li' necessario couterapletar, coasiderar a qoestao
souimaodo as difflculdjdes e desvaolagens qae traz
a em'.ssao pedida de papel moeda e o emorego de
juaiquer ootro meio arada o mais oneroso, porm
qua evita essa emissao da papel-moeda, e s assim
su podara concluir, se o qae indicamos como am re-
i. ii.., la j jmente como um remedio para*excluir
a i-misiao do papel-moeda, prefarlvei ou nao ao
:xpedidnto da qde s. Exc. entende que deva ar-
.uar-db com a (cuidada pedida ao carpo legislativo.
Disa S. Exc. : i Para que tant) clamor contra
emisst Oo papel-raoeds, quando inslitulgo co-
oecida, emanada no paiz ? Nao 00$ acharaos 00
c:i penetrado, e que ento curaprla repelli-lt por todos
u meios. > Sr. presidente, nolavel a revelacao
x To faz S. Exc, a a medida qua da de suas ideas
0 u.nicas a respeito de assumpto tio traasceo-
dente Papel-moeda, papel de crdito da eitalo
tea urna medida, urna liraitaco oecessaria.
Por qae 00 paiz temos o papel nioeda em graode
j.-cala, por que 6 meio circulante que serve s
Qussas traosaccdes, tanto mais ha oecessidada de
'.elar jue nao se Ihaan juila o valor, qae o abuso
ue se faga delie ou saja fatalsimo, oo importe
a ruina das Qoaocas do estado, a ruina da riqu-za
, nbllua a de lodos os articulara:.
Quinao em paues, como S. Exc. libara, era que
U40 cooheeida a moeda-pape), em qae o systama
ujon.:iarioesta' regularisadP,oqae por certo o me-
i&or symptoma, se nao aerapra urna demopsltaco
' "ncluderte do estado prospero das respectivas fl-
uaacas, abi, Sr. presidente, o estado tero recursos
': crdito de que pode discretamente fazer oso mui-
1 ujoavel e conveuionte, com a mesma emissao de
i-;pe!-moeJa em escala adequada ; porm em um
i>u: como o Brasil, era que a circuladlo do papel-
eada tocou a' uaior altura, como nunca bouv9 no
\*.t, fra do todas as proporgoes. <'ontaraplaado-se
esu gravisslma qaeelo em todas as suas corela-
3;a quando a circulagao aatonsada de ootas do
tneaoaro j' de ce-ca de 69,000:0005000, aug-
mentada cora outro papel que serve da agenta de
omutas em todo e por ludo, a igualba da moeda
tbasouro, os bbales do banco, oreando por
4:>,0o0:000000; quando assim a copia do papel-
moeda to superabundante qae diz o nebre mi-
lilitro e faz disto argumento :
> Por que a moeda circuanla 00 paiz papel,
-vem.1* :er mais fac lidada em aulorisar novas
iniSsOea, o S. Exc.recuohoca qae em outros paizes
om que ulo fosse reoouliecida asa especie de moe-
ia. que se devh repartir por todos os melos, in-
>.iaie fvrmando-9 3 um cordo sanitario para que
. .;c,iia:ia peste nao pudesse penetrar f Senbo-
res, coofesso : um transtorno das ideas que pro-
fyesaui todos os economistas.
B accrasceata S. Exc. ; E mesrao oo se tem
uo paiz facultad o a emissao de papel-moeda? Aio-
da o anno passado nao se a la-, em grande escala
pela lai de setembro ? Vede, senbores, qae ar-
Kmenio aprsenla S. Exc, a que ponto chega 1 S.
Ex -. argumenta : < Devela acceder com mais fa-
cilitada a' (acuidad.-; pedida da emissao do papel j
moeda. por qoe ja' era setembro o corpo legislativo
a Ciuceuau em larga escala I > Ue sorte que para
0 anuo S. Exc. lera' argumento mais valioso, dir':
Tara sido repelidas vezes concedida; o foi no an-
no de 1866, o foi em 1867 1 >
Seohores, Isto conlraproanceoie. Por qae exis-
te papel-moeda, por que so accrescnlou ja' es-
ti'aordiaariamente a copia delle, que necessario
por paradeiro, io\pdr essa raitacao necassaria,
condiQo essoocial da se Iba raaoter o valor.
Mas, seohores, dar-se ha o caso de que a referi-
da emissao fosse assim facllmeote feita pela lei de
demoro, como S. Exc. refere, trazando este argu-
mento ? Fallando da le de 12 da setembro, a'
qaal S. Exc. com laota insistencia recusa a qaanti-
cacao de Oaaoceira e declara repelidas vezes : >E'
le baneanae nao uanceira. Observare, entre
parentbesis, qua oo posso bem comprebender o
leir qae o nobre ministro tomou em oegar o ca-
MCtar da lei floauceira a' lei de seiembro; e direi,
Sr. presidente, qua se ba lei Qnaceira que uestes
ltimos lempos to-se adoptada pelo corpo legisla-
11 vo a lei de 12 de setembro de 1866.
Urna lei qualquer sobr bancos de emissao e cir-
cuiacio seguramente seria sempre floanceira, en-
1 -ada essencialmenle cora a materia floanceira ;
-orm quando se contempla o que era o banco do
Brasil, quando se reconbece qae foi instituido pira
faularisar a circalaeo monetaria, quando se at-
ienda que foi creado nao s como grande institu-
ao de crdito mas aipda como verdadeiro estaba-
-cimento nacional destinado a cooperar o rsgate
10 papeUmoeda, a regolarisar e facilitar o syslema
das agentes de permutas : urna lei que da ara lado
cooclaia cora o banco do Brasil, providenciando a'
respeito do vazio qae elle deixava, desde que nao
.ia mais a nstitU!$io de crdito que fra estbale-
cida; e qoe por ootro lado habllilava o governo
< rn recursos fioaaceiros em grande escala e na oe-
casio tanto mais requeridos pelas urgencias do
(usouro.
A qae se refere o nobre presdeme do oonselho
repellado qae a lei de setembro oo lei flaaoeei-
.-a ? Nao o comprebendo, nao sai o que possa eo-
lio ser lei floaoceira.
Seohores, a le de 12 da setembro essencial-
.naote floanceira (apoiados), nao s por que trans-
orraoo o banco do Brasil, como tambera pelas pro-
videntes dicposir;5es que ella encerra. ( Apoiados.)
Esta lei foi votada em circumslanctas notorias e,
direi com toda a franqueza, se algara de seus prin-
cipaes autores, principalmente o illustre Sr. viscon-
uo de liaboraby, qae teve iuQueacia decisiva nella,
f>T>- vessem qae a sua execacao bavia trazar o que
pralicamente trooxe, pelo modo por qae o oobre
moistro da faienda a eoteodeu, exeootou preten-
da ir avante, seguramente nam alies, e menos o no-
bre vsoonde de Itaborahy votaran por ella. (Apoia-
dos.)
A lei de 12 de setembro nao esiabeleceu urna
gratuita emissao de papel-moeda em grande es-
cala.
O baoco do Brasil, que tioha cessado a iroca
de seas bilhetes em oaro, e qne tioha era clrrola-
cio a enormissima qaanlta de 87,000:000*000,
devia acabar, porque nao era mais o qae se teve
em vista, quando se Ihe decretou, com a (acaldado
da emissao e mais clausulas da sna instltuico, a
atiribaicSo de prover a circuladlo monetaria, qae
qaasi toda ella da facto era operada pelos bllbeles
do banco. .
As notas do ttiesooro astavam redondas a..
28,000:000#)00; haviam 87,000:000* era bilhetes
do baoco do Brasil, que nao erara cooyerslveis em
onro -, o governo, pela sua parte, traiia em circa-
laeo bilhetes do thesonro ou letiras de curto
prazo, em grande copia, attinglndo ja' a milhelros
de nonios.
Era, pois, necesssrio prover a tado isto; reti-
rada ao baoco a emissao, deviam ler baixa os
seas bhete*, limtando-sa Immediaiameote o du-
mero, e assim progressivamente at a extioccao;
devia-se habilitar o govorno a pagar as lettras de
crdito do tnesoaro qae estavara em circoiaco, e
cumpria retira-la?.'
Deroais, o thesonro devia 11,000:000* ao baoco
do Brasil pelas suas notas retiradas da circulacio
pelo aMsrao baoco, e era mister habilitar o the-
souro a restitoir esses 11,000:000*.
Era necessario pagar os bilhetes ou lettras do
thesonro qae o nesmo banco tlnba era ana car-
teira ; era necessario habilitar o goveroo a satisfa-
zer outros empeobos, porque mais lettras suas an-
davam em circalaeo, e rioalraente era necessario
urover sobre os agentes de permuta indispensaveis
para os misleres do mercado e todas as traosac-
cdes deste paiz.
Ento eoteodeu-se qae, sem augmentar a ciren-
!*eio de papel de crdito, podia-se habilitar o go-
vorno com emlsso bastante para pagar os.......
11,009:000* de divida ao baoco, isto , qae voltas-
sem a' circola$io aquellas notas qae linbam sido
retiradas por elle ; e habilitar anda o governo
cora edisso sofflcieote para pagar os bilhetes ou
1 urs do thesonro.
Calculoa-se qae o governo poda emittr oa ra-
no da importancia do fundo metaico do baoco
do Brasil, visto que igual valor em notas do banco
devia ser cesde logo retrado da circalaeo e com
esta aatorisacSo ainda e den por de mais ao go-
verno a facnldade de emittir qaanto bastasse para
f resgale dos bilhetes do thesooro qoe ejlstissm na
carteira do mesmo baoeo, aasim como para o pa-
gamento de 11,000:000* da| actas retralas.
tnTnJ;.Us l! aolias inpomvam eme-rea de
w,UO:000*, porqaa o Jando meiallieo do banco
chegava a 25,009:000, es bilhetes "da thesonro exis-
'enj*s na carteira do maimo banco eram........
4,000:000*, ponco mais oa menos, e a divida das
olas do thesooro retiradas de 11,000:000*. Cura-
pre recoohecer qae, em vez da augmentar, tendia
a de;ermina,/ao d lei de 12 de seteatVro a dimi-
nuir a massa do papel da crdito era circularlo :
dava-se pnmeirameate baixa em bheles do ban-
co que nSo eram convergis ora ouro e por isso
mesmo eram papel de crdito a' iguafla da moeda-
papel, e dava-se baixa nos bllneter'ou lettras do
tbesouro era grande copla era circulacio, visto co-
mo a lei de 12 de setembro d^termiou que toda
a emis-o facultad' ao goverub fosse para ter sua
api>licacao especial no resgata dos bilhetes do the-
sooro, que por cario eram ama espeele de papel
de crdito qua pejava a circalaeo.
Assim, eoteodea-se qae a massa do papel de
crdito do tbesouro, de papel-moeda, autorisada
1 pela lei de setembro, posto qae attingisse a ama
cifra elavadissima, comtudo nao estava (ota das
' necessldades do mercado, e em todo ojeaso era an-
! tes redolida do qoe augmentad?. E no entretanto
determioava a mesma lai qae, transpostas as cir-
cumstaucias notorias de:ta guerra, Immediata-
raente toda a attenQao e todos os melos qnaotos
podessem ser levantados fosssm coovergidos a ser
retirado da circulacSo o papel-moeda. (Apoiados.)
Portanto, a lei de 12 de setembro a respeito da
circulado do papel-moeda, fez tndo o qoe era
compativel; se exageren, se autoriza lamaoha
copia de papel-moeda, (oi em atlencio a's drenis-
laudas dilceis a extraordinarias, e principal-
mente porque de salto nao se poda passar de um
extremo a outro.
Considroa-se, porem, que o equilibrio vria bre-
va, porque os bilhetes do baoco j erao redozidos,
quazi na mesma proporcio da emisco das notas do
thezcuro, tinhao de ser gradativamente mais redu-
zidos at extingar-se ; e por flm o mercado nao se
resentira dess* superanbnndancia de papel, visto
que o governo resgatava lodos os bilhetes ou letras
do Ibezouro, que como urna espesie de emiscao pe-
savao por muito oa circulagao.
Aitora, Sr. presidente, qua execuQo teve a lei
de 12 da Setembro ? O nobre ministro da fazendt
nao applicoa ao especial resgate das lettras do tbe-
souro a emissao que Iba foi facultada pela lei de
12 da setembro. (Apoiados.)
S. Exc. tratou com o banco, comprou-lha o lau-
da metallico, a ja se v que elle teve, como era
natural, a applicajao especial que as clrcumstao-
cas do paiz mpunbam ao governo, isto , prover
aos gastos da guerra 5 mas S. Exc. oao pOde, e o
declaroo, pagar integralmente os 25.000:000* da
ompra do fundo metallieo do banco, pagou to
somante os 10,000:000* e deve 15,000:000*; qaer
dizer qae cootioaam oa circulagao "bilhetes do
banco, qne deviam ser retirados desde logo em
quantia igual a 15,000:000*.
Qaanio a' totalidade das notas emiltidas por vir-
tude da le, o oobre ministro nao fez a applicacao
especial e determinada por ella, porque continoam
em circulagao as lettras do thesooro em muito
maior copia, e sampre tm ido em escala ascen-
dente ; consegaintemente tornen se ama emissao
extraviada do Ora a qua se destinou a lei de 12 de
salembro. (Apjiados.)
Assim, esta emissao toraou-se de ordem muito
diversa da prevista pela lei, o que patente e deve
merecer a considerago do nobre presidente do
conseibo para recoohecer qae a circalaeo de pa
pal da crdito do thesonro tica sobremodo exce-
dente da emissao que fon autorisada, segundo a
detarmlnago da lei de 12 de seiembro, sob condi-
go de serem retiradas as lettras do tbesenro da
circulagao, visto que estes effeitos continoam a fa-
zer concurrencia com todo o papal em circulagao,
aecrescendo qae essas mesmas lettras q ib conti-
nuara n'ella vio sempre sa augmentando em maior
escala.
O nobre presidente do conselho, portanto, a res-
peito da lei de 12 de setembro, aproveltoa-se da
facoldade da emlsso para com ella prover antes
aos gasto? da guerra do que regular o papel de
crdito do tbesouro. (Apoiados.)
Agora, Sr. presidente, diz o oobre presidente do
coDselho : Crescerio as lettras do tbesouro a'
enorme quantia de 45,000:000* (mesmo pdese
calcular 50,000:000 ou mais); ama divida flac-
luaute Je natureza a ser exigida de ara momento
para ootro; o crdito do thasouro esta* empe-
nhado em fazer prompto pagamento, portanto, pre-
ciso de meios que rae habilitara a este pagamento,
e preciso de melos para acudir a' guerra.
Esta' bem visto que o pagamento da divida flac'
luaate de lettras do tbesourc, que pode ser recla-
mado a cada momento, se apprece aqui em pri-
meira plano, oo a razo principal da requerida
faculdade de emissao do papel-moeda, porque S.
Exc. na fez reservas, a o deelaroa de positivo,
respoodendo ao Ilustre deputado pola proviada
de S. Paulo, que oo (be podja adaaittir o parecer
de passar a faculdade de emittir, com Unto qoe
par passu sa desse baixa a's latirs do thesooro.
(Apoiados.)
S. Exc, pois, precisa de meios para acudir a
guerra : por tanto, seohores, do qae se trata pro-
piamente de facultar meios ao goveroo para fa-
zer face aos enormsimos gastos da guerra : o pa-
gamento das letras do tbesouro sem dovlda alguma
deve merecer toda a coosideragao do goveroo, mas
o oobre raioistro da fazanda coota tirar recursos
de operagSas de crdito anlogas oa de qualquer
oulra ordem para satisfazer esse pagamento.
Sendo estes 50,0G0:009*000 destinados a resga-
tar as letras do thesouro, nao daro margem para
se acudir s despazas da guerra ; a sendo exclusi-
vamente despendidos com as instantes necessidades
da guerra, subsisten as letras do tbesouro qoe de-
vera ser pagas, a cala momento reclamayel o pa-
gamento.
Est, por tanto, o thesooro sampre debaixo da
maior pressSo ; faltam-ihe os melos oecessarios pa-
ra acudir a despezas urgenlissimas que indeclina-
vtlente tem de fazer.
Estes meios, est visto que nao se trata de pedi-
los a economas, por qae nao pode ter applicacao
a dividas j contrahiJas e a despezas iodeclina-
veis, nem aos impostos, qoe nao podem ter effeito
prompto.
Trata-se de pedi-los ao credllo ; s pelo crdito o
thesouro pode obter os meios oecessarios para at-
iende: a servgos tao urgentes. Compre, por tanto,
recorrer ao crdito, procurar oelle e por elle os re
corsos de que ha mister o thesooro.
Pergonto : com esta emissao' de papel-moeda em
escala posto qoe elevadisslma, mas, relativamente
s necessidades do governo, (ora de toda a propor-
cao, por qae mal chega para o resgate das_ letra*
do ibesonro, qoaodo o governo tem, com nio me-
nor urgencia, de acudir aos gastos da guerra, po-
dar conseguir o flm que se tem em vista ?
Bem se v quo nao basta impdr a emissao pro-
posta, ba misler o thesooro de melos ampios e ab-
solutamente nesessarios, e esses meios s o crdito
lbe pode prestar.
E qae eredito pode esperar o nobre ministro da-
da a emissao na escala em qoe a pede as cir-
cunstancias em que se acba a circulagao do paiz T
Qae crdito pode ter este governo qae diz alto e
bom som qae qaer a emissao de papel-moeda, por
qne oo gravar o thesouro, e lbe tao (aeil como
vantajosa? Qae o paiz est affeito ao papel-moeda,
e pde-se sem escrpulos exagera-lo T
Qoe crdito pode ter este governo qaando por
tal modo espolia os saus amigos credores de consi-
deran! parte dos seos capltaes, e estes recoohecem
a logrago (adosa de terem confiado em circot-s-
laocias propicias na f publica e no crdito do es-
tado, sempre sustentado dorante to largo periodo
traospondo crises tao notavels, e agora allaido e
aniquilado oeste grande naufragio Y
Qae crdito pode ter o governo qaaodo os pos-
soidores de apolices da divida publica so vem des-
pojados do seo capital, principal e joros, por qae
perdem graode parte cora a emissao do papel-
moeda ?
O Sb. Boaiu :_lodiqae V. Exc o melbor
meio.
O 8b. Satao Lobato :J lodiquei, e bel de vol-
tar a elle.
Senbores, o nobre deputa Jo pelo primelro dislric
lo da proviocla da S. Paulo deve estar esclarecido
a respeito do alcance do projecto. Estoa qae se S.
Kxc. voltasse a' dlscasso, tratarla este ponto es-
pecial de ootro modo qae nio tratoa. S. Exc, pe-
las eathegoricas declarares do nobre presidente
do coselbo, deve reconhecsr que nao se trata do
simples resgate de letras do thesooro, mas de abrir
caminbo para dar ao goveroo melos folgados e bas-
tantes para acudir as despezas da goerra, e as ur-
gencias instantes do thesooro.
E pois S. Exc, mostrado como , deve tambem
reconbeeer qua asta emlssio de papel-moeda as
circumstandas do paiz trara' o aoiqallamento de
todo o crdito e a depreciago do papel circulante,
que por or$a deve perder grande parte do sea va-
lor, e sobre todo a parda de toda a habilitago para
o governo de recorrer as operagoes de crdito. Esta
questo positiva, nao pode ser illa-Sida com pala-
vreado sonoro nam cora argumentos qae sophls-
mem qofi5o,
K o resallado certo qoe sempre se deriva de um
erro oa administraglo floaoceira, erro funestsimo
como inf illivalmente sera' a emlssio de aotas as
dreomstanctas aduaes do pala,
Cumpre atender qoe nio se trata de promover
grandes meihoramentos materlaesft augmentar a
j n ineza publica do paiz e por abi proporcionar so-
' hilas e verdadeiras garaotlas aos credores do esta-
\ do ; trata-se, bem ao coatrario, de despezas ( com
ama guerra ) de sua naflreza improdotivas a ar-
restando sempre maiores sacrificial.
Diz S. Ble. que a emito urna operagio qae
se faz como -e tem fdto-taotas vezes, e que Anal-
mente se'consegu cora all os recursos oecessa-
rios. E' bom de oizer : urna operagio fcil para
um apart, com tanto, que la' para diante nao se
pooba em cootribuigo os capitalistas.
Ora, aqu a emissao nao basta; desde ja' precisa-
se de mais ampios meios, qne so a virtuda do ere-
dito pode aogarUr; se por tal modo abas is, re-
pellis em vez de attrahir os capltaes.
Os capitalistas nao empregam o seu dioheiro sem
se esclarecerem a respeito de todas as cireomstao-
cias, sem que terem a seguranga da qae auferirio
lacros oa ao menos a certeza de se nao arrlscarem
a ama perda certa. Evidentemente nio serio le-
vados a' conflanga por urna eraisso de papel-moe-
da que ama malta laogada sobre todos os credo-
res do estado, dizimando-Ihes os seos valores, oa
proporgo do descrdito, qae a consecuencia in-
fallivel da soperabiodaocia do papel-moeda, a a
raingua da (orlana publica oa preseote sitnagio.
(Apoiados.)
Agora passarei ao expedieota qae indicamos: re-
queiro que a discossao saja ligada ao ponto espe-
cial, e nao sa tome como um meio ordioario a nor-
mal a indicada emissao de papel privilegiado ; nao
se nao um meio extraordinario, am meio extremo
para repellir maior mal. A qoestao optar entre
dons males, e escolber o menor.
Pergunto : se o governo pudesse tentar um em-
presumo em graoda escala, sem ser ramoso, nao o
(aria nos mercados europeos f Seria esse meio
honroso e conveoienle oa oo f Por certo qu 1 se-
ria. as circumstandas notorias do paiz seme-
loaote emprestimo lerla de ser muito mais gravoso
(se nio impossivel) do que em lempos ordinarios :
se nao (osse deve-se acreditar que o governo pre-
ferisse este relo.
Ora, o qua Importa o expediente lembrado pelo
meu illustre collega se oo ora emprestimo realisa-
do dentro do proprio paiz, mediante a relribuigio
qne o estado da' aos seus credores possuidores de
apolices da divida publica 1 Seguramente que sim:
o encargo seria o mesmisslmo, por que nestas coa-
dleoes o expelente lembrado.
Mas S. Exc. repella-o por voto proprloeapolando se
oa aatoridade de um parecer da secgo do conseibo
de estado; qae lea em parte, escondendo o todo delle
por entender ser cousa reservada. Mas na pouco
qae S. Exc. lea com referencia a ama idea anloga
a' qua (oi Indicada por meo illustre collega, S. Exc
disse qae a secgao oao adoptava a iodlcago de um
tal emprestimo, por qoe nio habilitara o governo
para pagamentos em dioheiro de contado, como as
eircumstane as requeriam.
Para dar satisfaco a S. Exc, notando qae exi-
ga sobreludo dioheiro de cootado para (azar face
aos pagamentos qoe poderiam ser reclamados a
cada momento, eoteodi qae podara adaptar o sys-
tema indicado pelo mea iliastre collega s exlgen-
c as de S. Exc, e qae esse emprestimo, sem per-
der o seu carcter de emprestimo poderla tomar
outra frmula, a de verdadeira moeda servindo
para taes pagamentos.
(Ha um aparte)
O meu peosameoto que sej o governo antorl-
sado a emittir at 50.000:000* em ootas do the-
sooro do valor de 50*, 100*. 200*, 300*. 400* e
500* : qne taes Dulas sejam recebidas as estagas
publicas, a sirvain as iransacgdes particulares co-
mo moeda correte; tem, porm, esseocialmeote a
oatureza de letras a veocer-se no prazo de tres
annos com o juro corraipoodente o 5 "/ qoe pro-
gressivam-ote iro vencendo oa razao de cinco ris
diarios por 10J*, e serio pagos nodia do seu ven-
c meoto pelo tbasouro em moeda corrate ao par
do padro monetario (-21 ds. por 1*). Todo isto de-
vera constar de explcita declarago as mesmas
ootas. Bem se v que cora esta emissao Oca per-
itamente habilitado o governo para acendir a
qnaesqner pagamentos, teado sua disposcao, co-
m> tanto reclama n nobre presidente do conselho,
dioheiro de contado. A differenga nica qoe por
este modo se coolitua ama*verdadaira moeda pro-
visoria, privilegiada, e, tanto quanto possivel,
igual ao oaro.
O nobre ministro o recoaheceu, a a objecgo que
pde qua isto vinba alterar a anltormidade da
moeda, a traz descrdito ao geral do papel-moeda
qoe gyra oa circulagao.
Seohores, vejamos o qoe ha de procedente na ob-
jecgo de S. Exc. : a notada alterago da uniformi-
dade da moeda-papel trar maior descrdito ao pa-
pel que gyra aa circulagao, do qoe a proposta emis-
sao deste mesmo papel.
No presante, eerca de 6(>,00O:000*00O de papel-
mooda gyram na circulagao a par de 45.OOO-.O00J
de bilhetes do thesouro, e tamaoha copla anda se-
r augmeoiada por mais 50,000:000*000- de papel-
moeda, o qoe aas circamstaocias do paiz,circum;-
tanclas criticas e desgragadissiraas em todos os
seotido?, traz evidente sobrecarga do meio circu-
lante fra de todas as proporgoes das oeeessidades
das transaegoes e do alcance do crdito do estado.
Mas isto nao ludo : o que mais srw a pre-
viso Bfallivel de todos os capitalistas, de todos os
borneas cora experiencia dos negocios, de lodos os
conhecedores dos recursos do thesouro,. e do que
importa o systama financeiro adoptado pelo nobre
presidente uo conselho, e por outros que o acom-
paDhara.e vem a ser qae a esta emissao oatra a
oatras bao da necessariaroeate sa socceder; era
pode deixar de ser.
E" o nonre ministro qae o declara respoodendo
ao oobre deputado por S. Paulo nao-aceito a lirai-
tago que propondes (restriegao da emlsso ao res-
gate das letras do ihesooro), porque preciso nao
s resgatar as letras do thesooro como aioda em
larga escala recorrer a essas mesmas operagoes de
crdito e renovar as letras do tbesouro. > Isto ,
veoham os maios para hoja pagar-se, se fr oeces-
saric, as letras do thesooro Da importaocia de
50,000:000*. qae a cada momento podem ser re-
clamados pelos portadores; a como o governo ata-
da mais precisa tie meios para acendir as despezas
da guerra, estas letras terao de ser substituidas
era maior Importancia I
E o qae ba de necessariamente acontecer, por-
que os vamos em orna escala ascendente da urna
progresso horrivel: despeaas crescentes, constan-
te dlminuigo da malos : e com a depreciago do
papel-moeda, eetes meios, ja tenues, vo al se ani-
quilar ; e ento governo ver-se-na debaixo da mes-
ma oa maito maior presso : a que outros meios
lera de recorrer ?
Os recursos cada vez mais excasseiam,se tarje
sao difflceis, eolio serao qaasi impossiveis, e se bo-
je, em melhores circunstancias, o governo ja lan-
ga mao da emissao de papel-moeda, o qoe sacce-
der para adianto, qaando maior (r a presso e a
escassez de melos? I Assim, com suocessivas emls-
s5es, baver urna serie de verdadeiras guerras po-
nteas contra 03 credores do estado.
Fez-se a primeira guerra com a execacao da lei
de 12 de setembro ; a emissao por ella decretada
especialmente para o resgate de letras do thesooro
teve oulra appiicago : as necessidades da guerra
levaram o governo a isso.
Camprla, porm, aproveitar a ligio, a ligio se
vera da experieocia, a reconhecer as dlfflcilimas
cireamstancias da sitoagio; quando as despezas
sao enormes, iodeclinaveis e improductivas, e_o
thesooro est exhausto, recorrer a nova eraisso
de papel-moeda a banearota di.-fargada em frau-
de dos credores do estado, e prejuizo da fortuna
publica e dos particulares. Ora, assim que o tbe-
souro se ba de levaotar e faier faee a tamanbos en
cargos t Nao, nao possivel.
Mas o governo qoe fez a emissao da lei de 12 de
setembro e aproveitoa-se celia, traosviaodo-a, acaou
(acil e provetoso o meio ; a o resultado agora
propdr nova emissao em tao larga escala I Nestas
cireamstancias importa ella a espollagao de todos
os credores do estado, a miseria de lodos os era-
pregados pblicos e a raina do mesmo tbesouro.
No entretanto cooteota-se o nobre presdeme do
conseibo com esla nego, faz se dioheiro do papel i
qoe tem o oome de 10*, 20*, 50* a 100*, embora
nao representen) o valor, contenta-se com esta fie-
gao, mas bem de ver qae nao ser precisa 3'
emissao, oa terceira guerra pnica para trazar o
abatimento ou antes a completa raina do crdito
do tbesouro, a verdadeira baocarota declarada com
a absoluta impossibilidade de pagar os jaros da
divida interna, das apatices da divida publica, os
ordenados.aos empregados, emlim trazeodo a ruioa
total do crdito do ibesonro, da fortuna publica
de qaasi todos os particulares.
Mas o meio que iodicamos o que importa T Diz
o oobre ministro : nar da emissao do papel moeda, lembrais ama ozt- i
tra emlsso de papel, com a dffereuea da cooler
grvame para o thesouro. E' meamo nestas cT-
eamstuclar, Sr. presidente, qtre o nota* ministro
estranha e conderuna de ser uot meio ooeroso pa-
otbescuroqueesta,,.a soa josUflcgia. Sa o the-
sooro eo tem valeres prepnos diaaMiveis, e pre-
cisa ped los erno/estados, o recoohecer e garantir
a divida qae contrahe o anico mato ue*re, digo
a moral, o governo pode e deve emiregar, sem se
rebatir j' coodlggo de caloteiro, a espoliadar de
seos credores.
Mas at qua ponto asse meio oneroso em si T
E" am verdadeiro emprestimo contratado deotro
do pai/, medanla am medico juro, que com es-
sa oatureza de emprestimo se difTereoga da massa
commum do papel moeda do tbesouro, ao mesmo
lampo que a snppre. Ha seguramente ama ccodi-
co 00 meio indicado que traz esse grvame, se se
1 poda chamar grvame o reconbecimeoto do que
devido pelo tbesouro, aobrigaca de pagar a di vi
j da segundo o valor do padro monetario.
Mas tem o governo interesse, e, nao s Interesse,
o de ver de sustentar o valor do-papel-moeda ? Por
I certo, ama divida a primor do estado, e ha dis-
1 posicio de lei qae flxa o valor do padro monetario
oa razo de 2/ dlnbeiros por 1*900. Qaerera' o
oobre ministro da fazenda aproveitar-ss do des-
crdito do papel-moeda para mais fcilmente
I pagar as dividas do thesooro T O qae Importarla
isso T
Um escndalo, proenrar desacreditar o papel de
sua emlssio para rehav-lo com vantagem. Impor-
tara para o tbesouro orna operagio indigoa e im-
moral, e sobre todo altameote eomproraettedora do
crdito do estado e fatal a' fortuna publica, bem
como a' dos particulares. E aqui cabe, Sr. presi-
dente, lembrar a rellaxao qae fez o oobre ministro
qaaodo dos leodo ama carta qae disse ter recebido
de am negociante acoslnmado, oa affeito a consi-
derar estas qoestes de floaogas, saggeria a S. Exc
por mero aviso determinar que aa alfandega sa
cobrassem os imposlos de importago em moeda ao
par, ou segando o padro monetario. S. Exc.
disse-nos que em tal nao caba porque oo se reco-
oneca competente, ou habilitado para isso. Mas
3. Exc. tambara disse que se reservara para a dis-
casso do orgamaalo tratar do qae se podesse fazer
a tal respeito.
Parece-me qoe S. Exc acalcara, 00 mesmo ex-
plcitamente o declaroo, entenda que naqaelle
sentido o que con vinba era rever as tarifas das
alfandegas e augmentar os impostos, tendo em
considerago mesmo a depreciago do pao#circu-
lante.
Devo desde ja declarar queso realmente S. Exc.
tem em vista qae sejam os impostos pautados em
attengo a' depreciago do papal do thesooro, ba-
ver' um gravissimo alternado contra os legtimos
loteresses dos credores do estado, claro que a
massa geral dos empregados pblicos tem da cahlr
debaixo da maior presso. .
Porque, senbores, sa o goveroo de um lado aug-
menta a circulagao com grande copia da papel a
este se desacredita pelo sea descrdito, tambem re-
sulta ao tbesouro raingua de meios pela cobranca
da renda segundo o valor desse papel; e por ootro
lado, para corrigir este mal, trata o goveroo de
augmentar os impostos oa proporgo da deprecia-
go do seu papel, em qae posigo fleam os possui-
dores de apolices da divida publica que ja no seu
principal teem o capital reduzdo e recebem o juro
em papel-moeda, nesse papel nomioal ? Qual
a sorte dos empregados coademoados a recober os
seas vencimentos preflxos em tal papel desacre-
ditado 1
Nio, Sr. presidente, nao caba em razio, nao
possivel, segando os principios qae devera reger
aesta materia, deixar de procurar por todos os
meios, aluda com os maiores sacrificios, levaotar o
valor do papel-moeda a' medida a que o goveroo se
obrigoa a fazer bom o sea vallmento. Nao s
ama mera obrigaco moral, urna justa delermi-
oago da lei de cooformidade com aqaillo que
digno, qae moral e que poltico, e qoe deve ser
oecessariameole feilo por bonra do paiz a em pro-
veito do mesrao ihesouro.
Mas, disse o oobre moistro, esse papel assim
privilegiado traz iocooveaieatds, traostornos Da
circulagao, obriga o povo, acostumado ao papel
coramam, a fazer differeogas, a ter difflculdades aa
suas transaccoes.
Sr. presidente, ja disse qae isto nio meio nor-
mal, am meio (oreado para evitar maior mal ;
alias, o ootado inconveniente, se proeedesse, con-
cluira contra a concurrencia da moeda de onro e
prata na circulagao, porque trasera a mesma des-
igoaidade ; mas o oobre ministro aera por isso
qaerera' supprimir a moeda de ooro. as condi-
c83 em que fgaro o papel privilegiado qoe indico,
e em substancia a mesma moeda de onro, presau-
diado di soa formula papel.
O qae Importara' este papel ba razo do oaro era
relago ao papel-moeda ommum, trara' a depre-
ciago dele? Nao,pelocootrario, meas seoaores,o
reQexo deste papel da sua origera, da sua razo da
ser oa circulagao sera' de abono e recommoadago
a (avor do ootro papel commum da crdito do tbe-
souro..
Este papel sigoiBcara' na dreulago a ( publica,
a moralidade do governo do paiz, a susleolago do
crdito-do estado, o-resonheomeoio dos eacargos,
e a disposigSo e animo Arme em sapporta-los
com Sel pagamento das dividas aos credores do
estado.
Quando o governo do paiz dr esta demooslrago
praiica de susleolago do graode principio de leai-
dade e boa f qoe principalmente sustenta o valor
do papel-moeda, o papel-moeda ba de flor mais
acreditado, e, em todo caso,, meaos desacreditado
do que seria por urna, nova omissodo mesmo papel
commum.
Cumpre nao perder de vista qae condigno es-
sencial do valor da moeda-papel que seja guardada
a limitagao, que nao exceda das oeeessidades da
circulagao, qae nao sej* um meio ordinario de
que o tbesouro em quaesqaer urgencias lance
mo, estabelaceodo arbitrariamente nm valor
que nao tem, impondo-o com imperio aos seos cre-
dores.
Resulta, portaoto, qoe se por estrema oesessi-
dade o thesooro compellido a ama emissao de
papel de crdito, assim a faz com toda a lealdade
to sollicito e zelador do seo proprio crdito j mos-
ira que nao foge diaate de qaaesqaer eoc?rgos oe-
cessarios, qoe nao langa mo dos meios facis para
se furtar ao devido pagamento de seas credores.
B' certo ijue sendo este papel privilegiado tam-
bem um agent de permutas, vai (azer concurren-
cia com a moeda papel geral, como 00 prsenle de
certo modo a faiem todas as letras do thesooro em
circulagao ; e se por este lado pide trazer alguno
abatimento de valor do papel-moeda, que sempre
ha 'toando superabunda, iocomraeosaravelmeate
sera' muito menor do qoe- o abatimento do valor
que necessariamente proceder' da emlsso que
proposta. Mas 50,000:000*000 da papel-moeda,
qoe augmenta na presente situago a massa geral
da circulagao, o que significa senio a vanguarda
de urna emlsso qoe ameaga ao paiz com rauitas
oatras ? Materialmente ura graode mal, moral-
mete o maior dos males, porque completa
ruina do crdito do thesonro.
O Sr. Buarque : Esta' as nossas mos
evitar.
O Sr. Sayao Lobato :Esta' as nossas mos
evitar I Pois nos,passageiros oeste recinto, podare-
mos prever o que no (atoro sera' determinado ?
O Sb. Buaiqus :Nio me redro a pessoas, e sim
ao parlamento.
O Sr. Sayao Lobato -.Senbores, nao podemos
dizer : confiemos em nossa desenpeo ; qaando
no preseote, qoe as cireamstancias nao sao como
infelizmente ludo faz crer qae breve serio aioda
peiores, ja ebegamos ao extremo de volarmos erais-
soes era graode massa de papel-moeda, o qoe ser
quaodo perdidos todos oa recursos do crdito e de-
baixo de maior presso T i
Se votarmos agora a facoldade da emissao de pa-
pel-moeda, taremos demonstrado perade o paiz e
peraote todo o mando civillsado qoe nao compre-
hendemos as necessidades do tbesouro, nio acerta-
mos no meio de remedia-las, porque vamos justa-
mente camioho contrario ao qoe camprla seguir.
Precisamos de recursos do crdito, e vamos estra-
gar e aniquilar todos os meios de alcaaga-los I
Esta emlsso de papel moeda como se propoe
um roubo, como j disse, dlsfargado- com a mas-
cara de legalidad*, qua pralicada nao s compro-
meta altamente a moralidade e f publica da ad-
ministrado, como aniqallla o crdito do estado;
toroa-o iocapaz de merecer a conflanga dos ver-
daderos capitalistas, porqae estes Acarara escar-
mentados, e j vlram qae os qae cabirara era con-
fiar seos capilaes, em circunstancias muito mais
propicias, quaodo todo pareca qoe la em urna es-
cala asceodeote de prosperidade e ebegado a ora
ponto verdaderamente lisongelro, por desgraga
deste paiz de repente manifestoa-se o eataclisma
que em todos os respeitos e por todos os modos
tem trazido a desgraga da familia brasllelra.
Em to desgragada sitoagio como se consegu-
rao empresllmos ? I
Sr. presidente, abstenbo-me de dar maior deseo-
volvimento a esta ponto, porqae trata-se de urna
queslfi espteial; eslou ligado a tratar da tbese
que offereca esta artigo de emissao de papel-moeda.
O qoe. proposto pelo oebre presidente do con-
selho oao recarao da occasio, oomo disse S.
Exc; nio meio de aeeadir as oeeessidades do
thesouro, porqae ara compromettimeoto maito
serio para elle : nao medida que possa ser deli-
berada pelo corpo legislativo, coahecendo e reco-
nhecendo o a'cance fatal que oeceisariameote ha
da ter, porque importa o mesmo qae impiedosa-
mente decretar o descredlia do thesonro, eolloear
a fortuna publica e dos particulares na peior po-
sigo, flotar os eredares do estado, tornar mais
raiseravel a conJieo dos empregados pblicos.
Nao , portaoto, possivel, Sr. presidente, que
eu possa votar por samelbante aculdade. Voto
contra ella. (Multo bem.)
Vo*es:Votos, votos.
O Sr. Zacaras (presldeota do conselho) :-Le-
vanro-me, Sr. pre.sldeote, smeote para (azer urna
declarago e um protesto. A declarago que o
miuito do goveroo oo , como pensa o nobre da-
pulado qua acaba de (aliar, emittir necessariamen-
te 50,000:001* da papel-moeda, mas deotro desse
mximo tanto quanto fr iadispeosavel, e se de
outro modo oo poder haver os meios de qae pre-
cisar.
O protesto, Sr. pre-iJ-nt-, qae eu Dada disse
dequeem geral me atlribue o oobre deputado.
Ea oo fallel, por exemplo, de eraprego de arm;s
para reprimir em caso algura eraisso da papel-
moeda. Protesto contra a expressao roubo
tantas vezes applicada pelo oobre deputado, rela-
tivamente proposU. S. Exc. tem constantemente
dito qua s comprehenlea a emissao de papel-
moeda, por pane do thesouro, no caso em que
permittido roubar o pao para oo raorrer de fo-
me, Qgur ndo assim o thesooro oa bypenese de
Jean Valgeao com a clausula, est eoleodido, da
ser perseguido por iodomavel Javert.
Sao exagerages, Sr. presidente, improprias de
am debate tai grave. Sa o nobre deputado cha-
ma roubo a emissao do novo papel, porque depre-
cia o papel circulante anterior, nao v que tam-
bem roubo a emissao de novas apolices, porqae
prejudica o valor das amigas f Nao v qua serla
roobo am emprestimo eslrangeiro ; porqae os t-
tulos aotigos perdem de sea valor a' proporgo
qua sa lngara aovos 00 marcado ? A exagaragio
sempre m, e neste caso um erro mui grave.
(Apoiados.)
Ninguem mais pedindo a palavra, tica encerra
da a dlscasso.
O Su. Salvo Lobato pede, e a cmara cooseote
que a volago do artigo seja nomioal.
Votam a favor, os Srs. Adolpho de Barros, Jao-
sen Pereira, Sinval, Lastosa, Souza ADdrade, Jos
Aveliuo, Albuquerqua Barros, Bizarra Cavalcante,
Albuquerque Mallo, Toscaoo de Brito, Meira Vas-
concellos, Correa das Naves, Sooza Garvalbo,
Araojo Barros, Mallo Cavalcaoti, Eparalooodas,
Correa de Brito, Buarque de Macado, Pereira de
Brito, Esparidio, Anstides Lobo, Loureogo de Al-
buquerqua, Bilteocourt Sampaio, Leo Velloso,
Villaboim, Araujo Vascoocellos, Sodr, i. Madu-
reira, Ferreira de Moura, Dantas Frederco d'Al-
raeida, Soulo, Horta da Araujo, Baptista Pereira,
Affonso Celso, Paula Santos, Fuuseca Vianoa, Par-
nasa. Cosario Alvim, Folelo dos Santos, Raballo,
Araujo Moreira, Marlim Francisco, Antonio Car
los. Fteary, Silva Pereira, Assis, e Alvim : 48.
Votam contra, os Srs. Belfort Duarte, Tavares
Bastos, Tiberio, Aagasto, Chaves, Das da Cruz,
Macedo, Sayo Lobato, Paulino de Souza, Lima e
Silva, Martinbo Campos, C Oeitoni, Lima Duarte
e Olegario ; 13.
E', porlanto, approvado o art. 3.
Entra em discussio o art. 6.
Niogusm pedindo a palavra, e pondo se a vo-
tos o artigo, reconbece se oao haver ouraero legal,
pelo que o Sr. presidenta declara a dlscasso en-
cerrada e manda (azer a chamada, e por ella se
verifica terem-se ausentado os Srs. Cassiaoo, Jos
Boniacio, Aotooto Carlos, Viriato de Medeiros,
Pioheiro, Loureogo de Albuquerqua, Macado, Luiz
Pelippe, Gama Abreu, baro do Crato, C. Octtcoi,
baro de Prados, Souza Carvalho, Abelardo de
Brito, Vaz Pinto, Ambrosio Machado, Mallo Fraa-
co, Verissimo da Mallos, Pedro Leito, Tavares
Bastos, Martiobo Campos, Candido Torres Filho,
Americo Brasilieose, Paulino Souza, B-arbosa de
Oltveira, Spincla, Pereira da Silva, Sizenaudo fa-
bue >, e Viaira da Silva.
Dada a ordem do dia, levanta-se a sesso s !
horas e ora qaarto da tarde.
II ti I < !
Nos das 20 o 21 de jalho nao houve sesso.
SESSO EM 22 DE JULHO DE 1867.
FRSSIDEPtCIA DO Sft. FAMA (VJCE-PRBStOENTE.)-
A's 11 3|4, feita a cbamada veriflea-se haver ou-
raero sofficiente, abre-se a sesso, sendo lila e ap-
provada a acta da anterior.
OSr. Io Secretario d coota do seguate
EXPEOSNTE.
Um offlcio do miaisierio do imperio, enviando
as copias dos decretos pelos quaes houve por bem
S. M. o Imperador cooeoder varia pensoas. A
commissSo da petsSes a ordenados.
Ssis do secretario do senado, participando rtoe
qoe o mesmo senado adoptoa, e vai dirigir a sane-
imperial as resoluegoes que approvam varias p ses.ioteirada.
Ora requerimeote de Joo Fraocisco da Paula e
Silva, pedindo para ser matriculado no 1* do anno
medico da facoldade da medicina da corte, si>ei-
lando-se ao exarae dos preparatorios que lbe fal
tam antes da fazer acto.A comraisso de iosiroc-
gao pablica.
E' lido, appi-'>v. ]> e maodado imprimir um
parecer de commisso, que conciaa com o sojam-
te projecto :
< A assembla geral resol ve :
t Art. 1. A resedugo da assembla provincial
de Paroambuco, de 13 de margo de 1856, aopro-
vaodo o compromisso da irmandade das Almas da
freguezia de S. Lonreugo da Malta, da mesma
provincia, deve ser sanecioaada, visto nao oSeoder
disposigo alguma c institucional.
t Art. 2.* Ficam revogadas as disposieoes em
contrario.
< Sala das commissSas da cmara dos Srs. de-
potados, aos 1> dejulho de 1867.Luiz Felippe. -
Carrea de Brito.
igualmaote vai a' imprimir um voto em separa-
do do Sr. Martinho Campos, sobre e3sa materia.
L-se, e remettida a' commisso de polica a
seguinte indicago :
c Indico que saja reformado o art. 5*3 do regi-
meolo interno, para qoe a cmara, nos casos ar-
gentes, ou qoaodo julgarlconveoieBle, possa cele-
brar daas sessoes diarias.Horta de Araujo.
O Sr. Pbbsidbnte declara qoe vai-se officiar ao
goveroo, afira da saber-se a hora a lugar em que
Sua Magestade o Imperador se dignara' receber
a depuiago desta cmara, que lera de felicitar
o mesmo augusto senbor, no dia 29 do correte,
pelo anniversano natalicio de Soa Altea 1 Imperial
a Sra. D. Isabel, e oomda para a mesma deputagao
os Srs. Toscaoo de Brito, Adolpho de Barros, fia-
ma Abreo, Janseo Pereira, Viriato de Medeiros,
Albuquorque Barros, baro do Crato, Lastosa, Joo
Teixelra, Mello Cavalcaoti, Sizenando Nabnco,
Buarqae, Tiberio, Sodr Pereira, Villaboim, Ve-
rissimo de Mattos, Paulino de Souza, Vaz Pinto, ba-
ro da Prados, Americo Lobo, Cesaiio Al viro, Ame-
rico BrasiiieBse, Olegario, e Assis.
ORDEll DO DIA.
Procede-se a' eleigo da mesa, e sahem alai los :
Presideote (69 cdulas).Francisco de Paca da
Silveira Lobo, 52 votos.
Vioe-presideotes (75 cdulas). Joaquina. Fran
cisco do Parla, 64 votos ; Joo Silveira de Souza,
63 ; Esperidio Eloy de Barros Pimentel, 48.
I* secretarlo (80 cdalas).Antonio da Fonseca
Vianna, 66 votos.
! secretario (67 cedo las).Jos Feliciano Horta
de Araujo,49 votos. -
3 secretario (68 cdalas).Laarindo Abelardo
de Brito, 61 votos. .
?secretario (68 cedolasJ.Silva! Odorico oe
Moara, 49 votos. .._
Supplentes.-Francisco Jos Fialho e Cassiaoo
Bernardo deNoronha 6onzaga.
Entra em primeira dlscasso o projecto que ap-
prova a penso annaal de 400*. concedida a D.
Honorina Matblldes de Oliveira, filha do conse-
Iheiro de estado Candido Baptista de Oliveira.
O Sb. Hobta db Araujo pede, e a eamara con-
sent que o projecto tenha ama s discassao.
Depols de am debate sobre a conveniencia da
materia, em qae tomara parte os Srs. Martioho
Campes e ministro da Instiga, eocerra-se a discos-
sao, sendo approvado o projecto e ramettido com-
misso de reda"glo.
CBBDITO SOPPLBBBWTAR AO MWISTBO DA rAZBNBA
Proceda-se a' votago do art. 6' da proposta do
goveroo sobre crditos, cuja dlscusso fleoo en-
cerrada na nltima sessio, e approvada, bem co-
mo o 7.
Entra em discusso o art. 8.
O Sr. Tavares Bastos jastiflea e manda a' mesa
a seguate emenda ao art. 8, qae lda, apoiada a
entra conjuntamente em discassao :.
Sopprima-se este artigo.Tavares Bastos.
O Sr. Zacharias (presideote do conseibo) :
Mais ama vez, Sr. presidente, terei de expender o
mea pensamento sobre a qoestao qne o nobre de
putado pala provincia das Alagoas, de povq acaba
de suscitar.
,0 art. 1* 17*, segonda parla da le de 12 da
temaro, trata do' troco a sabstitafgao da pap
moeda por ootas do banco, assim como a primeira
parte desse paragrapho trata do servigo da snbsti-
tulgo de ootas do banco do Brasil por ootaj do
mesmo baoco.
O arf. 8. da proposta que o nobre depojado
acha ascosado em face daCegonda parle do para-
f rapho eltado contm dfcposleao idntica coa res-
peito ao srvieo da papel-moeda por papel-moeda,
asumpto de que a la] de 12 de setembro, restricta
aos dous servgos cima indicados, nio tratara. Nao
, pon, desoecessario o ait. 8* da propoMa.
Concordo, Sr. presideote, com o nobre deputado'
em que rigorosamente fallaodo, o arl. 1 S T da
le de 12 de setembro era desoecessario : o art.
176 do cdigo criminal a a le de 31 de maio de
1330 vedara oda eraisso, aioda qoe temporaria,
de papel circulaote.
Entretanto se para maior elareza iaserio-se na
Fel de 11 de setembro o | 7. do art. 1 com o flm
da prohibir expressameote qnalquer augmento da
papel circulante, aioda qoe temporariamente, no
qae toca a' substitaico de notas por notas do ban-
co e desta por papel, tambem coovenieole qae oa
proposla o art. 8* prohiba formalmente o modo da
substitnigio da papel-moeda por papel-moeda por
meio de antldpago qae tem sitado em pratlea.
O art. 8* da proposta dii : notas que, por dilaceradas oa por outros motivos,
devam ser retiradas da dreulago, oo poder
euectuar-se seoo nos precisos termos da lei de 6
de outahro de 1835 e respectivos regalamentos, fi-
caodo prohibida a sobstilalgo por meio de antici-
pages feitas pela caixa da amorttsago, sob ai pe-
oas do ai t. 17o do cdigo criminal.
Aqai pergaotoa o oobre epatado : Para qua
referirse o art. 8" a" M de 1833 ?
Respoudo-lhe pela mesma razao pela qual a le
de 12 de setembro art. 1- % 9 dispoe : appllca-
vel sobstltuigo e resgate das notas do baoco do
rasi ?olspos,5o d0 arl'8 aa le de 6 de outa-
bro de 1833.
Doas modos de sobstitaigao de papel circulante
teem e3lado em oso : o de supprlmeolo s ibesoa-
rarias a o de aolicipsgSes ao thesonro por eonta
da renda geral. Aquelle deve ser manlido, este de-
ve acabar. o objecto especial do art. 8* da pro-
posta acabar com o segtado systema
' A' pagina 12 do relatorio dou conta dos doas
systemas de sobstitaigao de notas, e a' essa Infor-
raagao rae reporto.
O Sr. Martihho Campos :Sr. presidente, se o
qne abunda nao prejudica, eu 00 caso preseote
eateodo que esta declarago nao vem por demais,
em auxilio do nobre presidente do consdho.
Pego liceoga para avivar a memoria do nobra
presidente do cooselbo com a iotelligencia dada
por meu oobre amigo deputado pelas Alagas,
quanto 2. parle do art. 7. da le de 12 de se-
tembro de 1866, oade, em referencia ao Banco do
Brasil, (oi claramente estabelecido 00 sanado, a
nao restar duvida, em ura discurso emioenlissirao
do Sr. visconde de Itaborahy, profligando abusos
das admiolstragdas antepassadas, cora coja capa
o governo coatioaou sempre a (azer sabsttaiges
illegaes.
Reere se ao floado Sr. senador Alves Branca, a
aos Srs. Di.s de Carvalho, Carneiro de Campos,
actual ministro da fazend?. e ao Sr. Carrao : refe-
rase a tres ministerios. E S Exc. o Sr. presiden-
te do conselho acoropaohou todas as ceosnras,
rauito fundadas, produzidas no saoado ; fez votar
este oovo artigo da le para ter o gosto de remetr-
ter debaixo do artigo 175 do cdigo peoal; oao
Ihe bastaodo flear sujeito lei da responsabtllda-
de ministerial. O nobre ministro quii pena espe-
cial para si : votada ella, entregou-se de corpo e
alma a esta peoa.
Eu pego llcenga, para mostrar no seu Velatorio
urna tabella, com quanto ella oo dos d'todos es
dados d-a eraisso, e da< aovas formas de commis-
s5es qoe teem sido aventadas.
Pego que tome nota desta mrnha proposigo,
porque a redaego da let qoe sa propa nao sof-
flcieote para comprebender todas as bypotheses
de emissoes verificadas e legaea; porque, por
mais cassuistica que vamos tornando a uossa le-
gislagio, oo coaseguireraes cooter os cobres mi-
oistros da lai. (L.)
J ve] qae o oobre moistro emittiu em feve-
reiro a ipportaocia de M,713:8o0000.
Ea qaero moslrar que S. Exc. tiDha sobre si o
tal artigo do cdigo.
Depois da um cotejo de diverso algarismos da
eraisso, diz o orador.
Tem, por conseguale, S. Exc. na tabella ara
corpo de delicto, qae deve servir de base ao li-
bello, por ter affrontado o art. 175-do cdigo cri-
raioal.
S. Exc. em margo emittfo 1,600 e tantos contos,
e recebeu era substltuigo 700.000j000 ; temes a
diir.ru_ qoa vai de urna a outra quantia, como
corpo de delicto paru> nosso libello.
O nobre ministro eoovidou-rae para mostrar, e
eu trago o sea relator,, para provar, que S. Exc.
emittin, cootra o tal artigo do cdigo, 900 e taBtos
codIos era- ootas.
Visto boa disposigo em que . Exc. est do-
peccador arrepeodido ; de oo peccar mais oeste
maodameoto (risadas).;, visto esta disposigo,
preciso aproveita-las.
Ha um outro capitulo, qua espero que S. Exc;
nos esclarega : ped ba mais de um 3,-1 explica-
c5es, e nao pude obte-las.
O capitulo vem a serantecipae.o de notas, que
o nebro ministro coafessa que era'iliegal, (andan-
do urna divida das ttaasoararias para com a caixa
da amortisago, para pagamento s loesourarlas
faziam-sa remessae.
Eu uesejarei que os nobres ministros compre-
hendam essa espaoie, que vem a ser, .que as re-
messas feitas pelas thasourarias,. para pagamento
de notas oo podem ser otilsadas pelo thesouro.
As thasourarias remettem e au oo sei se o tbe-
souro remeta caixa da amortisago.
Ea pedi esclarecimeoios, e al aioda hoja os-
nao tive ; teoho miohas razoes para suppsr que o
tbesouro oo tem falto entrega caixa da amorti-
sago de todas- as remessas que team viodo das.
thasourarias. Afiango qua as miabas suspeita-s
loara fundamento.
(Trocam-se apartes entra o orador a o Sr. Aia-
,'ao a Mello).
Eu creio que o oobre presideote do coosalbo
eom, difflcuWade se livrar do art. 175- do cdigo.
Nao ser pelo blll de mdemnidada que ella tem
moraJmeote, seguodo aqai nos disse, por orna
certa bynolbese : e se o nao tem por esta causa,
tem sobre a sua cabega o art. 175, salvo sa a ta-
bella do seu relatorio oo exacta.
Ea pedir) a S. Eic. que oo se esquega tam-
bem do artigo 176, porque pde-se fazer dallo
muito til applicacao, pois que essa artigo tem por
flm punir a variaco do valor da moeda.
Ea pego liceoga para fazer ama ligeira observa-
gao a respeito de emissao de notas, j que o nobra
raioistro se acba collocado na oecessidade indecli-
oavel de emittir algumas ootas.
Permuta, porm, qae Ihe diga : ea naaca pros-
lei meas hombros, que sao muilo fracos, a S.
Exc.; est eogaoado : en qae por algumas ve-
zes viagei no carro de S. Exc. (Bisadas). Nuaca
cah nesse engao em que muitos cahiram : ea
sabia maito bem, que o carro era do governo, a
nunca me suppuz com o re na barriga. (Hilar:-
dade).
Esta situago pela inepcia dos governos repre-
sentativos, um dos prlncipaes motivos de mea
afastameoio. Era vislval para todo o mando, qae
o ministro da fazenda, do progresso, levara o
paiz para esta lameotavel disposigo actual.
O nobre ministro, eom o systama qae vai se-
gurado ba de emittir notas, contra a probibigo
do art. 175 do cdigo, porqae para lado o nobre
moistro pode mostrar disposigo, meos para tor-
nar desoecessaria esta iofracgo da lei, porque
era materia de notas, o qae o goveroo tem feilo n
fechar os olho's, oo sei se para escapar k pena da
lei.
O oobre moistro caminha direilo para tornar
todo islo ioeflcat O artigo 175 do cdigo ji sao
basta. Nem o promotor publico pode servir para
este caso, porque para casos taes j o nobre mi-
nistro deelaroa que liaba MI do indemnidade.
(Risadas, apoiados e cootestagoes.)
Eu nao perteoco escela dos qae pensam qae
para se corrigir abasos do poder, preciso enter-
rar ministros : os parlamentos da Inglaterra pre.
veoiram estas irregularidades terriveis com orna
serie de medidas que sao mais efneazas qne este
artigo do cdigo penal, em qae o nobra ministro
incorreu desde o anoo passado, sem qae o promo-
tor publico o tenha sabido. Mas, repito, o nobre
ministro j tem (eito perder a (orea do ministerio
publico, nesta parte, com as declaracfes de tan-
tos bil de indemnidade.
(Trocaram-se apartes entre o orador e o Sr. Cor-
rea das Naves).
E' mea proposito ioabalavel nao brigar com na-
nbum dos membros da maiorta. (Risadas.)
(Continuar se-ha.)
TYP. DO DIARIOHUA DAS CRZES N. *4. '

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