Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11348


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Full Text

!

ANNO XLUI. NUMERO 191.
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Por lmmimIiinti9s.,. 4. .
Cafa mr tTulM .} .
..............
61000
1000
000
320

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9**~i >s i-uJa
QUINTA FEIRA 22 DE AGOSTO DE 1867.
VABA MRVTBO E POBA DA JPHOVIXCIA
P*r tres mw aiiaitadet;. .
750
Por sei, ditos ld. Por note ditos ie.................................. JW500
Por um idea., -ti ..................... 2i#250
nriiiinuM....,.................. ........... J7JO0O
A89H(Nra8i
w *wx*m> o* pmn m maiwm nnmM ra ffjXm 4 ffm^ ma 3>MIPMMMM)8,
lENCARRBtADOS DA SUBSCRJPCAQ.
Parahyba, o S*. Antonio Alaxa*iiia.de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracat y,
oSr. A. de Lanos Braga; Cear, o Sr. Joaquim
' os de Oliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Aires & FHbes; Amazonas, o Sr. Jronymo da
Costa; Alagoas.o Sr. Franrino lavares da Costa;
Baha, o-Sr. Jos Marns ves: Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Ribefro Gasparinbo.
f\HTTl>A DOS BSTAFBf 48.
Oliada, Cabo, Escala e estafes da vis torrea at
Agna Preta, lodosos dias.
Iguarass e Goyanna as segundase sextas Veiras
Santo Aot, Gravat?, Bezerros, Bonito, Caroarii'
AltiBbo, Garaohans, Bulqae, S. Bento, Bom Con-
seibo, Aguas Bellas e Taqarat, as tereas-feiras.

Sernaers, Rio Porrnoso, Tamaodar, Una; Bar-
reiros, Agua Preta a Pinenteiras, tas quinta*
/eras. .fi __
AUDIENCIAS D08 TRIBUNAES DA CAPITAL.
PARTE OFFIGIAL "
ftOVERXO DA PROVIVril
Expediente do da 22 de abril de 1S67.
! secco.
N. 867.Offlcio ao general commaodan'.e das
armas.Sirva-se V. Esc. de mandar por em li-
6erdade o r6cruta Joc da Silva Leilo, qae provon
. ;h;3' legal.
N. 868.Dito'ao mesrao.-Sirva-se V. Exc. de
mandar por earliberdade os recrntas Mathias Go-
mes de AmorloKiajAnnanciaci'} e Emygdfo Ca-
valcanti Pinbelro, visto que- foram julgados inca-
>azes do servido do exerclt*, como se v dos ter-
mos de nspecgo anoexo aos seus oQlcios de ns.
o. e 527 de 1. e 15 do comete.
N. 869.Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de
mandar por em liberdade os guardas nacionaes
Mauo'"l Bento da Paixao, Alberto Prancuco de Ar-
olo, Manoel Alexandre Bezerra, Hermino Jos da
Silva, Jos Targino Gomes da Silva, Vicente Fer
reir da Paixao, Mililo Baptista de Oiivelra, Ma
ooel Sabino daj Cbagas, Clemerio Ignacio Franco
t Honorio Jos Ferreira, visto que foram julgados
ucapazes do servido do exercito em inspecco de
>aude, como se 4-dos termos annexos ao seu offl-1 "u' '"" n"J
cw n. 5*7 desta data que flca assim respondido. i a,*"." **n
. Di. 870,-Dito .0 mesmo.-Constaodo de aviso Zi ^
Tribunal do commereio: segundas e-quintas.
Pao d'A rreth, ^^'B^oTiCSSira:I KeSV: ?3E Sonoras*0 h0rM'
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao nreio
da. [
Segunda vara do clvel
1 hora da tarde.

qaams e sabbads a
EPHEMERIDES DO MEZ DE AGOSTO
7 Quarto cresc. as 4 h. e 17 m. da m.
13 Loa cbeia as 7 h. e 43 m. da m.
23 Quarto miug. as 6 1|2 b. da L
29 La nova a 10 b. e 13 m. d m.
DAS DA SEMANA.
Jn Se$0Dd- Ss- Loiz b. e Tecla m.
20 Terga. 8?. Samuel profeta e Pelisberto ab.
1 Quarta. S. Joanna Francisca Romana v
22 Quima. Ss. Pabriciano e Aethusa. mm.
2J beata. S. Felippe Benicio e Theoilla v.
24 Sabbado. Ss. Bartbolomeo ap. e Tacio m
23 Domingo. O SS. COR.AgO DE MARA."
da repariigo da guerra de 9 do crreme, que por
decreto de igual data, foi transferido do comman-
i'.o da? armas desta provincia para o'do Babia, o
coronel do corpa do estado-maior de artilbaria
Luiz Jos Mouteiro, sendo oomeado para comman-
tianle Jas armas desta provincia o brtgadeiro Joa-
(juim Jos Goncalves Fontes; assim o declaro a
V. Exc. para seo coobecimento e lio.- conve-
nientes.
N. 871.Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de
mandar por em liberdade o reeruta Joao Mximo
de Lucena, e bsm assim a Joo Paulo que foi re-
crutado cora o nome de Joo Manoel Pequeo, os
'juaes provaram ter isencao legal do recrutameoto.
N. 872.Dito ao mesmo.Expeca V. S. as suas
rdeos, afim de que os soldados do deposito espe-
cial de instrucco Manoel Pacifico de Oliveira, Her-
culano Jos de Birros e Flix Jo? de Sena, sigam
i,;ira a corte no vapor que se espera do norte.
N. 873.Dito ao mesmo.'Jommnoicando-me o
'im. Sr. ministro da guerra em aviso de 12 do
torrente, que em 4 deste mez se concedeu tres me-
zes de liceBca com sold e eope para tratar de sua
.-aude na Babia ou prorogacao da de tres mezes
qu-j cbteve para o me-mo fim nesta provincia, o
capitao do 2 regiment de cavalaria Ugeira Jos
Joannim.Coelho ; assim o declaro a V. Exc. para
u coobecimento e execo^ao.
N. 874.Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de
mandar por em liberdade os recrntas Matbias Ao-
onio dos Santos e Marcelino Antonio Perelra, visto
terem provado isencao legal.
N. 873.Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de
mandar por em liberdade o reeruta Antonio Soa-
res de Almeida, visto queprovoo isencojlegal.
N. 876.Dito ao Exm. brigadeiro Joaquim Jos
Goncalves Fontes, sendo conveniente que V. Exc.
independentemente da respectiva patente, entre
logo em exercicio do lugar de commandante das
armas desta provincia, para o qual fora Horneado
p.-r decreto de 9 deste mez, como foi recommn-
dadoem aviso da repartilo da gu"rra de 13 do
correnle ; assim o declaro a V.xc. para seu co-
nbecimento e fins convenientes.
N. 877.Dito ao Inspector do arsenal de man-
aba.Com a inclusa copia do odelo do comman-
dante interino do presidio de Fernando, datado de
lo do corren'e, ob o 43, satisfago a exigencia de
V. S., comida em ofllcio de 30 de margo ultimo,
.-:b n. 1,267, acerca da catraia que se mandou
construir nesse arsenal para o servigo daqueile
presidio.
N. 878.Dito ao director do arsenal de guerra.
Em adaitamento ao mej officio de 16 do corre-
le, recommendo a V. S. que em vista do incluso
recibo, mande como objectos recebidos do teen-
te coronel Marianno de S e Albuquerque, cincuen-
ta barras e cemps de ferro, inclusive tres des-
concertados e quatro fdimas. para agua, dos quaes
deve-se fazer carga ao capilo Jf^ Pedro Vellozo
da Silveira Junipr.
N. 879- Dito ao mesmo.Autoriso o conselho
<1e compra? navaes a promover nos termos do seu
regulamento, a compra dos objectos mencionados
ora seu ofllcio de 16 do corrent*, visto serem ne-
cessarlos para snpprimento do almoxarifado do ar-
enal de mahoba.
2* secgao.
N. 882.Offleib ao Dr. chefe de polica.Ao
commandante superior da guarda nacional deste
municipio, recomroando nesta data, que faga punir
as praca de que se coroponoa a guarda de que
v o0.,0 de v- Sl D-2.560 de 16 desle mez.
u 83~Di.t0 o commandante superior do Re-
cite.Dos qninze recrntas constantes da relago
que acompanhou o offlcio de V. S. de 16 do cor-
rele, sob n. 196, foram considerados Incapazes
era mspecgo de sande e os mandei por em liber-
dade os de nomes Vicente Ferreira da Palxo, Ml-
lilao Bapiista de Oliveira, Manoel Sabino das Cha-
gas, Clemencio Ignacio Franco, Honorio Jos Par-
reir, Manoel Bento da Paixao, Alberto Francisco
* Ar|olo> Mooel Alexandre Beierra, Hermino Jo-
s da Silva e Jos Targino Gomes da Silva.
N. 884.Dito ao mesmo.Autoriso V. S. a man-
22 '-r, como soliciton em offlcio de hoje, sob n.
208, as honras fnebres que competirem ao falle-
cido tenente aggregado do i* hatalho de reserva
deste municipio Joaqalm Antonio Henriqoe da
Silva.
N. 883.Dito ao mesmo.Tendo por portara
desu data, privado dos postes, por se acharen)
comprebendidos na seanda parle do 8 do art.
65 da le n. 602 de 19 de s siembro de 1830, os
capnaes do 5* batalho de Infaniaria da guarda na-
al sob seu commando superior, Jos Francisco
e Jo* Francisco de Barros Reg
o commuoico a V. S. para sen co-
nheclmento e dlrecgo.
N. 886.Dito ao mesmo. Em vista do qoe
consta das coplas jomas ao incluso offlcio tambera
, por copla do Dr. ebefe de polica n. 2,560 de 16
deste mez, remetta-me V. S. ama relagao das pra-
gis que compunbam a guarda de honra qoe acom-
panhou a procissao do Senhor Bom Jess das Cha-
ga-. e os faga punir na forma da le.
N. 887.Dito ao coromaodaote soperior de Olio-
da. Respondendo ao offlcio que V. S. me dirigi
era 13 do corrente, tenho a dlzer, que acabo de:
recommendar as tbesourarias geral e provincial,
que paguem os vencimentos constantes da folba e
prets que vieram annexos ao citado offlcio, menos
os de cinco pragas que de u-ais figurara no pret
da forja que esteve empregada no servigo do re'
crotameote:
' Q jamo a consulta que faz no final do predito of-
ficio, declaro-lhe que no termo de Iguirass deve
permanecer um destacamento de trinta pragas,
sendo vinte para o servigo do reerntamento e dezj
inclusive nm inferior para o da polica e guarda da
respectiva cadeia.
N. 888.Portarla.O presidente da provincia,
atlendendo ao que requeren o fuiz de direito da
comarca de Nazareth, baharel Jjo Paulo Moutei-
ro de-Andrade, reso:ve coneeder-lhe dons mezes
de licenga com o ordenado qne por le lhe compe-
tir, para tratar de sua sande onde lbe convier.
N.-889.Dita.o presld nie da provincia, re-
sol ve, privar dos postos por se acnarem compre-
hendidos na segunda parte do } do art. 6o da
le n. 602 de_19 de seternbro de 1850, os caplles
do 3* batalhao de infaniaria da guarda nacional
deste municipio, Josd Francisco de Barros Reg e
Jos Francisco de Barros Reg Jonior.
/ PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 7 horas e 42 m. da manhia.
'Segunda as 8 horas e 6 minutos da urda.
PARTIDA DOS VAPORES COoTEIROS.
Para o ni at Alagoas a 14 e 30; para o noru
at a Granja a 15 e 30 de cada mez; para tur-
Bando nos dias 14 dos mezes Janeiro, margo, mala
jufho, seternbro e novembro.
e capito Spiridiao de Siqneira Campos; os quaes
potado** SSm UTm d Uim qaa les er* im'
Foi nomeado capillo do 8. batalhao dagnar-
aa nacional deste municipio do Reeife o Sr. Do-
mingos de Sonta Leo Reg Barros.
O Sr. Joo Emiliano da Costa Albuquerque
foi nomeado altores do batalhao n. 40 da guarda
nacioual do municipio de Ipojoca.
Foi prorogada
j^ASf-Sjaf BSBfSS! US u rsft ssT0'4 aooos-escrava -v'-
?S^S?; Ze^rWacl r' PerQamaC' anS' ^^ '
solugao coocorreado para ella a impresa dos trilhos
urbanos, porque a todos deve aproveltar o melbo-
rament de qoe nos ocenpamos.
Hontem ao meio dia abaleram os telhados de
dous casebres, das que exisiem dentro da antlga
cavalbarice. Ficaram maltratadas
Fortunato, frica,
S. Jos; varilas
40 annos, casado, escravo,
ro proregaaa por mais 2 mezas a linpnr ~T"~"""' ,""'au' '"<""anuas levemente tres
conceda, ao 6?. promotor publico da comarca d5o mU,be:e3' 10a M"iS maravim-
Cabo Paolo Martina de Almeida.
O Sr Dr. Francisco Brederodes de Almeida
foi nomeado delegado Iliterario do districio de Ba-
benbe.
Foram transferidos para a reserva o Sr. ca-
pitao Jos Heuriques da Silva e o Sr. altores Nar-
ciso Jos Monteiro, pertenceotes ambos ao 2." ba-
talhao da guarda nacional deste municipio Jo Re-
cito.
Fot ordenado pela presidencia directora
geral da iostruegio publica, que abrisse concurso
para o provimeoto das cadeiras vagas de instruq-
gao primaria, pira as quaes hoavesse quota mar-
cada no orgamento.
Chamamos a attengio da polica ou de quera
competir, fim de farer recolher ao hospital dos
alienados um pobre preto que enlouqueceu e an-
da vagando pelo paleo da Carino em estado to
lastimoso que occasiSes ba em que assenta-se
completamente n.
lee
Na sessao de hontera da cmara municipal,
foi nomeado- fiscal da freguezia de Santo Antonio o
Sr. Jos Cuoegundes da Silva.
Em comprmanlo as ordios da presidencia
foi hontem mandad > medir pela repartigao das
obras publicas toda a liona da pstrada dos trilhos
urbanos a partir da estagao terminal na praga do
Capia al seu limite no citao da capella da po-
voago de Apipuccs, acbou-se ter em toda sua ex-
tengo 3,988 e meia bragas.
Ficaram filados os pontos era qoe termina cada
mil bracas, que sao os seguales :
Da estagao al prxima a ponte do Mangoiobo
primeira milba; segunda milba jnoto a entrada
do sitio da Jaqueira; tercaira milba no armado
CHflOMCA JUDICI4KU.
tribux.il A BELACaO
SESSAO DE 20 DE AGOSTO DE 1867.
PRBSIDEKCIA DO KXM. SR. CQXSKLHEIBO SOUZA.
As 10 horas da manhaa, presentes os Srs. desem-
oargadores Santiago, Gillrana, Loarenco Santiago,
i?. Assio' Do">iugnes da Silva e Souza Leo.
faltando os Srs. desembargadores Goerra procura-
dar da eorda, Almeida Albuquerque e Ucha Caval-
cante abno-se a sesso.
ados os feitos deram-se os seguintes Julga-
| allegado e provado (devo entender roturo) para
supplaoUr o embale e a mentira, e lazer recoar a
mo do usurpador, veio elle mesmo, a mo arma-
da, ser o usurpador dj meo direito de posse (ra-
ra e niorial /
Pergnota-me o Sr. Joo Carlos, se os juizs do
municipio, os desembargadores da relago, os raea-
bros do supremo tribunal de Justiga, esli todos ao
alcance de sua iofluencia de pobre raando de a-
dea: respondo-lhe, que smeote os juizes do mu-
nicipio, por serem ledos seui prenles e adberen-
les, pois este o privilegio dos maoddes de al-
deia serem tudo absolutamente nella e nada ab-
solutamente fra delta.
Era que logar de minha correspondencia acha o
Sr. Joao Carlos, ter en feito a declaragSo positiva,
de na i existir hoje o imperio da le em todos.os
Iribunaes T I Onde, e em que lugar achou, que en
tlvesse abocaohado atrozmente a repotagao dos
membros dos mesraos tribunaes t Onde, e em que
mentos:
aggravos db pbthjao__Aggravante, Luiz Freir agar achou. Q08 temesse a sua Influencia poltica
de Andrade; aggravado, o julzo.Relator o Sr. Va }oiostos tribunaes do imperio ?I Isto, Sr. Joao
desembargador Motta. sortiados os Srs. desembar- ; jj' S qoe ins80salei. o alm distobesti-
gadores Assis e Lourengo Santiago Negaram x"* apregoando-s as akas espnerasl
provimento. Aggravante, Miguel dos Santos Coira- ? cooten'e C0H1 er-roe felto sea abocabador,
bra; aggravado, o jnizo.Relator o Sr. desembar-' m <,a,er arer ,os rospeilaveis-membros dos
da Gasa Forte. 22 bracas quem da entrada para gador Assis, sortiados os Srs. desembargadores ,s eVreDQOS baluartes, seno os oaco3 na ac-
o Pogo, e 3988 braca, no oitao da igreja de Api- Santiago e Sonta Leao.Deram provimento. na"oade,_da defeza da propriedade, honra e vWa
APPELLAgoBSCRWi!s.-Appellante, o juizo; p-ao^cidadIaf!' Sr; Jj?,1C,rlos oatra ,|aa-
pellado, Joaquim Jos djs Saotos.Improceden-! .i>r- Joa Carlos falla era vaceas- gordas, da-
te. Appellanle, Zoroarlro Wernesthch Chaves; me logar ? Ihe MM"' : a quaoto tempo coo-
<
PEBNAMBUCO
FOLHETIM
D. BKANGA DE LaNZA
u:COrlDAi:E> CORTE DE FELIPPE II
Romance historie original
Por E. Fejo de Mendoza.
PARTE l
Rcdemp^o por amor
litro r'
O CORSARIO NEGRO.
CAPITULO X.
Os dous irmos.
(Contiouaco do n 190.)
Branca, lhe disse depois de um mo-
mento de silencio, e fixando-Ihe no rosto o
sea olhar algum tanto severo, desde que
stamos nesta casa passam por ti cousas bas-
tante extraordinarias. Durante os primei-
ros qoinze diassapporta^es com resigna-
cao o captiveird.'; .depois adoecesteat rae
inspirar senos recotos; hontem estavas ln-
guida e amortecida; e hoje te vejo satisfeita,
com as cores da saude no rosto e a expres-
so da alegra do tea olhar. Quetesucce-
possuoj a toa confiaoga ? Teas segredos
para mim ?
Oh I jio, meu irnao. responden a
joven com ternura. Tu sempre possuirs
o meu carnbo... e...
Que te detem Que te succede ? Que
quer dizer essa mudanza que noto em ti de
alguns dias a esta parte, e hoje mais que
nunca ?
Branca baixou^ a sua linda cabega e exha-
lou um saspiro.
Nao tenho nada, murmurou com
desalent.
Ah nao tens nada e suspiras ? pro-
seguto sen irmo cada vez "mais inquieto.
NSo tens nada ? lsso nao' certo.
REVISTA DIARIA.
O superior tribunal da relaco, em sessSo de 17
do correte, prononclnu ao Sr. Dr. Felinto Henri-
que de Almeida, ebefe de polica desta provincia,
considerando-o ocurso as penas do rtico 154 do
coaigo criminal, sendo que essa'deciso foi em re-
sultado de queiza dada contra aquella autoridade,
perate o mesmo tribunal.
Foi relator do feito o Sr. desembargador Jos
Felippe de Souza Leo e sorteados para essa pro-
nuncia os Srs. desembargadores, Antonio Baptlsla
Gitirana, Caetaoo Jos da Silva Santiago e Francis-
co de Assis Pereira Rocha.
Em a sesso de 20 foi asslgoado o respectivo ac
cordo, e este intimado ao Sr. Dr. Felinto Henri-
qoe de Almeida, que por obediencia aquelle tribu-
na!, deu sciencia do occorrido a S. Exc. o Sr. pre-
sidente fia provincia, para desigoar-lhe substituto,
e effectivamente o foi para este fim o Sr. Dr. Quln-
(ino Jos de Miranda, juiz de direito da comarca de
Olioda, que acbaseja'eai exercicio dessecargo.
A junta de justiga coofirmoo a sentenca absolu-
toria do conseibo de disciplina da guarda nacio-
nal do municipio de Flores, a qoe respondern! os
Srs. tenente-coronel Francisco Miguel de Siqueira
*- Entrn ante-nonfem em Julgamento no tribu-
nalidiry oSr. Miguel Agostinho do Rosario Ma-
chado, pronunciado pela delegacia desta capital
as penas do art. 193 do cdigo criminal, pela au-
tora da mora do guarda nacional Antonio Floren-
cio Pereira e 205 do mesmo cdigo por ferimeatos
graves aos mesraos attribuidos.
O conselho de seotenc> reconnecendo as jostifi-
cativas apresentadas pela detoza, foi o roo absolvi-
ao ; mas desta decisao appellou o Sr. Dr. iaz de
direito para o tribunal da relago.
sesso de hontem' foi submetlido a jalg-
a
ment o preto Joo Canato, escravo do Sr. Vicente ficante, qoe percebeu esr em suaipresenca"
Mendos Wanderiey, pronunciado as penas do arl. segu matar um e sahlram os mais ferides,
ivj ao cdigo criminal, por c-------
parceiro de
cidade, em
pucos.
Moslraram-nos urna carta do Brejo, na qual
retorlndo-se tomada de recrutas que noticiamos,
ba o trecho qae abaixo damos para conhecimento
do Exm. 3r. presidedte e do Sr. Dr. chefe de polica
qoe no interesse de punir os verdadeiros delin-
quentes e era (oda a sua exteusn, bao de mandar
syndicar do facto com a preciso necessarla.
posta de trinta e tantas pragas e os aggressores
dizetn-me me erara 19. Eniregaram os recrutas
sem resistencia ; mas depois de efTectaada a sol-
tara de todos, e terem,-e alguns dos aggressores
retirado com os rescatados, ficaram ai (i urna meia
duzia dos mai> dlspostof. Nestes a escolta tomoa
a reslugo de atirar, animada pelo numero insig-
Coo
., alguns
moruimente. Da escolta apenas um ficou torido.
Costa; appellad, o jolzo.procedente serva M sni8gordase se est disposio a coosen-
Assignon-se da para Julgamento dos seguintes l" q-e estas 0">m6'-egam em aigura lempo?...
feitos : i ou nao qoerera mais serrenegado poltttco.... di-
APPfiLLAg5EscRiMBs.-Appellante.ojuizo; appel-\**,?E %leJW Pse saber,
lada. Cordoiin Mara da Conceico. Appellanle, *" Joao G'r,os acasteliado i
baver morlo um seu
nome Belarmmo na roa Nova desta'r DeDOis d'amanhaa a<5 tn hnras
casa do Sr. Dr. Sabino, fato este de
se ex-
Juro-te...
Isso n5o certo, tornou a repetir Jo5o
j impaciente.
Branca conheceu que j nSo podia fingir,
e cobrio o rosto com as mos.
Jo5o julgou que ella chorava, e, sempre
bom, procurou acalmar a sua cholera, e
disse a Branca com acento cariohoso:
Vamos, vamos, minha querida irm5a,
nao chores, e se tens algama pena deposi-
ta-a no meu corac5o. A quem melhor po-
deres confiar as toas dores ? Que queixa
podes ter de mim ? Nao tenho satisfeito a
tudo que de mim exiges ?
Sim, verdade, exclamou Branca.
E de prompto, nio se podendoj conter,
oceultou o seu rosto no peilo de sea irmo,
e murmarou (Tacamente dando liberdade s
suas lagrimas:
Perdoa-rae... mea irm3o... perdoa-me
porque te enganei !
Larfuza estremeceu. >
Dizes que me engaaste ? >
Sim.
Oh f falla por Deas l Em que me
engaaste ?
A joven comecou a chorar com mais torca,
e murmurou qaasi desfallecida :
Oh l amo-o... amo-o !...
A quem ? perguntoa Jo5o com inex-
plicavel angustia.
A Fernando 1 Ao Corsario Negro 1
Tenno-me violentado muito para affogar este
amor e nSo o-posso conseguir... Lutei para
vencer esta paitSo, e ella mais forte que
a minha vonude .. Perdoa-me, meu irmlo,
por te haver engaado !
Lanuza empallideceu e passoo a mo pel
rronte. una idea horxivel crusou a sua
imag.nacao, e ao seu despontar sinistro, o
pundonoroso e honrado joven sentio per-
correr pelo corpo um.qlefrio de espanto.
Sbito, como obedecido a am rpido
peqsameuto, tomap jamaos de sua irm5a e
aolou corpo se. fra deraeate depois lo-
gou; um suspiro de immensa felic^jade. e
soltatflplMnca, crusou as mos obf^o pai-
to, e eaxlamu quasi 'delirante:
condemnade no grao medio do referido art.
iJ, sendo commqtada porm esu pena em 500
aCOites o trazar o mesmo reo torro-ao p,con!orme
e art. 60 do codfgo, condemnado o senhor as cus-
tas.
Hontem deu-se a' sepultura o cadavr do es-
tndante do quarto anno de direito, Jos Vaz da
Fonsera Lordeilo.,
. O sahimento esteve muito decante e concorrido.
Assistiram a encommendaco, alm de grande nu-
mero de estudantes, os Srs. Drs. Portel la, Braz,
rammood, Bandeira, Paola Baptista, Aprigio,
Pinto Jonior, lentes da Facoldade, Dr. Preitas Hen-
riques, tenente-coronel Alves Matbeus, e outras
manas pessoas. O fretro foi conduzido a' mo at
ao cemlterio. Abi os Srs. acadmicos A. Milln,
Jaosen Ferreira, Fonseca de Albuquerque, Caroli-
no, Januario e mais algons recilaram sentidos dis-
cursos.
Conslanos que o corpo acadmico resolveu to-
mar luto por sete dias, pelo seu collega Lordeilo.
Remettem-nos o seguate :
c Acompobando o pensamento de qaora no
Diario de 20 do correte lembrou a necessidada
de evitar-se o mal que resultar possi do peqoeoo
espago que cou na estrada real do Recite a Api-
pucos ao entrar da Casa Forte, com a collocago
dos trilhos urbanos, ainda mais diremos, como ob-
servador constante desse lugar, que o inconve-
niente apon lado pelo commonicante, sobre poder
occasonar algum mo successo como'reparou.
elle inevitavel mais dias ou menos dias, desde que
acontega por alli transitar qualquer vehculo, car-
ga, ou cavalleiro, e tenbam os animaes de se espan-
taren! na occaslo em que passe o trem.
E' melhor sem duvida que se procure evitar o
raal, do qoe remedia-lo quando acontega, e como
bem disse o coramuoicante, depende Isto anica-
menie da desappropriago de tres Insignificantes
casas naouella localidade, medida, esta tanto mais
necessaria-, quanto este inconveniente se da'em um
ponto, cujas raias dividem o caminho para o Pono,
para a povoigo da Uasa Forte, para o Cbacom, e
para o Recite, aonde amiudadamente crozam pas-
-----, OUJ ,, o or. ur. oaDino, awto este de u-. i .o :a .Ti;-----..
queja demos noticia nesia Revista, por'occasiao de|lrair4 a parte da 5a lotera, a beneficio
sua aerpeiraco. da Santa Casa de Misericordia (34), sendo
ria^anl.Ben!dL?q7ll9,acl o loSsar s .ni2.8 fin/?-* ^x^z*^1- Eiira^da par,e
Foram recolhidos asa de dateogo no dia 20
do correr te :. t
A' ordem do Illra. 8r. Dr. cheto de policia; Poly-
carpo Jos Tav*res se Lima, Tboraaz Jos lana
d( Santos, Manoel Jaquira Jo de Saot'Aona,
Maooel Jsronymo da Silva, Jos Ferreira de Mello,
Antonio Joaquim dos Santos. Jos Soares de Seo-
oa. Maooel Francisco dos Santos, Jos Antonio
de Lima e Antonio Jos Ramos, para recrlas; e
Laorentino Jos Rodrigues, como criminoso, viu-
dos todos do termo do Besito.
A' ordem do sabdelegado dos Afogados, Leaodro
Jos Vieira da Cosa, para reeruta.
O ebefe da saego,
J. G. de Mesquita.
Passageiros sabidos no patacho portuguez Jor-
gense :
4 empregados da alfandega e o capito O. Mo-
desto de Lapprte.
CKMiTsmo publico.Obituario do 19 do
corrente:
Silvestre Jos de Souza, Peroambuco, 25 annos,
soltelro, B ia-Vista; bexigas.
Jaaqaira Ferraz Daltro, Pernambuco, 18 annos,
solteiro, Boa-Vista; aspbisla por subraercao.
Ahna Joaquina dos Prazeres, Pernambuco, 26
annos, solteira, Bja-Vista; tuberjulos pulmona-
res.
Mara Joaquina da Conceigao, Pernambuco, 40
annos, casada, S. Jos; cancro.
Maria Celina, Pernamboco, 20 annos, solteira, S.
Jus; bexigas.
Manoel, Pernambuco, 9 mezes, S. Jos, collite.
Virginio, Pernambuco, 6 mezes, S. Jos; con-
voloes.
Joaqoim, Pernambuco, 2 annos, S. Jos; dotl-
gao.
Parvolo achado mono na greja do Rosario, Santo
Antonio; parto laborioso. \.
Estevo, Pernambuco, 20 das, Santo Antonio ;
espasmo.
Justina, Pernambuco, 5 mezes, Recito: convul-
s5es.
acastllado na suaomnipo-
/enca local qaer ludo arrastar e tudo affrontar ;
deligbncia crimb.Com vista ao Sr.'dese'mbar-; 9 por ,8SJ lem descaro ?e n9r 0a6 vo pre-
gador promotor da justica.-Appellante, o iuizo: HP'f /V alteniado Sr-Dr- Fe'lsbino, juit mu-
appellado, Jos Felii de Azevedo. Appellant An- ;!c,Pal delegado de polica, substituto de joir de
to de Farias Oliveira; appellado, Domingnes I '"<>. e'e'tor, delegado litterano.e alm disto seu
Tavares de Brillo,
PASSAGENS
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador GaerraAppellagSes civeis : appellantes,
Jos Joaquim Rodrigues Guimares e sua mulber ;
appellados, os herdeiros de Francisco Antonio Fer-
nandas Pinbeiro.
sobrinho, e seu amigo (I).
Nao o vi com os mens proprios oibos, verda-
de ; mas tenho tanta certeza .de sua vmda, que
estou prompto a prestar um juramento, compro-
metiendo a mioha alma... Qaer mais claro, Sr.
Joa Carlos I
1 Sr. Joao Carlos esqueceu-se da carta do Sr.
Do Sr. desembargador Lourengo Sanilago ao Sr. (,Fr*D,c!,sc) Es,eves due MellD' Dar* M 'mbrar de-
desembargador Almeida Albuquerque.-Appeila- ^J<*-8Slraobas aonosso direito de proprie-
gao clvel : appellanle, Manoel Jos dos Sanios;
appellada, D. Clara Theodora da Fonseca.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Assis.AppeHaco crime: appellant, o jni-
dade, s para enebero seu rascunbo. Elle que se
tem na conta de estrella luminosa do seo partido ;
elle que o cynlco, que o azurpador, qoe o
mentiroso, qoe o abocabador de caracteres su-
periores ao seo, o qae tira de si easas repreben-
stveisqualidades, para atira-las a mim ; a mim.
zo; appellado, Manoel dos Santos Justo.
Do Sr. desembargador Assis ao Sr. desembarga-, _,
dor Domingues da Silva.-AppellacSes elveis- ao- ?QeJeDl10 sido in#xoracel com cortadores de palha,
dor Jeroaymo M. Figaeira itirador^ d 6<"to, apanhadore* de goiabas, para
com ellt>, nao escolbia hora do dia ou da noile.
Oh Mentira I... mentira 1 E' impos-
sivel, meu Deus !
Branca, ouvindo isto, levantou a sua fron-
te altiva, e disse ao joven :
Joo, duvidaste de miin ?
Oh l sim, sim, por um momento...
Mas j o vs... J n5o duvido... foi um
^ensamento. horrivel que nao tinha razo
de ser. Nao verdade, minha irma ?
N5o ; chamo-me Lanuza, e basta.
Oh obrigado, obrigado... Deus t'o
pague... n5o sabes o peso que me tirastes
daqui.
E o joven levou a m5o ao coracio, ao
mesmo tempo que estreitava sua irmia com
todo.o delirio da sua immensa alegra.
Branca prosegoio dizendo:
Sou urna loaca em amar o Corsario,
meu querido Jo3o, conheco-o; mas nada
posso com o meu corceo. Muito tempo
permanec som o querer confessar a mim
mesma; mas j-nao posso engaar-me...
amo-o.
Branca, responden Jo3o com doce af-
fecto, s demasiadamente nobre e digna para
que eu me atreva a aconsalhar-te o qae de-
ves fazer; mas recorda-te de que s filha de
um nobre, que corre pelas toas veas o
sangue de um centenar de hroes, e qae o
homem a quem amas um rebelde, segun-
do as leis do nosso reino ; um homem col-
locado fra da sociedade pela sua conducta;
e cuja cabeca est a prego por Felippe II;
um homem que nao tem outro futdro que
n3o seja o cadafalso, raorte deshonrosa e in
fame.
Por isso o amo.
Por isso, Branca ? t
. Sim. Ouve-me um momento. Vou
abrir-te o meu coracSoejalga.|Pouco tmpo
depois de estar aqai, aterrada conheci, qa
amava esse homem. J conheces o meu co-
raco e sabes o meu entbusiasmo por tudo
quinto extraordinario e sublime. O ca-
rcter, a vida, os cosftimes do pirata, tiham
que impressioDar-me pelo mysterio em que
estavam envolvidos, pela sua estranha gran-
deza. Quando conheci que o amavat en-
vergonhei-me do meu amor, mas j era
tarde. Hontem noute, porm, referio-me
a sua vida... Ah 1 tu s o conheces como
Corsario; mas eu posso j aprecia-lo como
homem... Oh I mea querido Jo3o... que
alma que coraejoo sea impossuel ou-
vi-lo sem o amar... urna louca vinganca o
arraslou vida que leva... urna vinganca,
nao direi justa, mas sim desculpavel, por
que o homem qae boje seu inimigo lhe
arrebatou tudo quanto ha de mais santo no
mando... familia, mulber, futuro, honra.
Pois bem, Joo... no meio da sua conducta
presente, esse homem, nobre e digno,
quem a sociedade calumnia chamando-lhe
ladrao, esse homem nao est prevenido nem
tm a alma perdida. O meu amor sugge-
rio-me urna idea bemdita, emanada do co...
Elle nada sabe do meu amor, porque sou
to altiva que morreria de vergonba se tal
suppozesse; mas quero que me ame para o
remir, para o tirar do seu estado abjeclo,
para o trazer ao caminho da virtude, para
o regenerar, para, o fazer bom como tu, no-
bre e digno como, tu. Oh I mea ir-
m3o...a minha intenco nao pode ser mais
pura e leaho confianca em que Fernando
se salvar. O mea carinho o defender de
todas as suas desgracas, o cercar de cuida-
dosas atteoces, ser o balsamo qae cure as
feridas da sua alma... e tenho esperanca de
o conseguir. Amo-o muito para que me
nao ame tambem ; e se me ama, Fernando
ter-se-ba salvado porque o ter remido o
amor... Oh 1 sim, meu irmo, eu t'o pro-
meti.
Lanuza, que escutra sua irma com urna
admiracao quasi respeitosa, beijou-a cari-
nho>ameote na fronte, e lhe disse eom affec-
tuosa gravidade:
E's urna louca enthusiasta que em
nada reflexionas, e queres converter,o teu
amor em um poema, sem te lembrafes de
que vives n muddo. Se o Corsario chega
a coubecer o tea amor e o desdenha, que
far'f Se, pelo contrario, te cofresponde
e renuncia a sua vinganca, vais c*sar-te com
eHft-ta, a nobre filha de D. Joao de Lanuza,
pellante, o desembargador Jernimo M. Figne
de Mello e soa mulber; appellada, D. Francisca
das Cbagas Bindeira de Me lo. Appellanle, Ber-
nardo Jos de Barros; appellado, Jos Antonio
Marques. Appellant. Manoel Goncalves de Pi-
ono ; appellado, Joao Baptista Pedroso.
Do Sr. desembargador Domingnes da Silva ao
Sr. desembargador Ucha Cavalcante.AppellagSes
civeisr appellant, Francisco Jos de Campos Pam-
plona ; appellada, D. Henrlquea Eiysa Biok<. Ap-
pellant, Antonio Joaquim Gongalves; appellada,
D. Francisca das Cbagas Bandeira de Mello.
Ao Sr. desembargador Santiago.Appellago,
civel: appellanle, Manoel Gongalves de Souza;
appellado, padre Jos Barbosa Mondes Lins. .
Do Sr. desembargador Souza Leso ao Sr. Jesem-
gador Saoiiago.Appellago crime: appellanle,
o escravo Jos; appellada, a justiga.
Eocerrou-se a sesso as duas oras e meia da
tarde.

Correspondencias
O Sr. tenente-coronel Joao Carlos da Mendonga
Vasconcallos, baldo de razSas piauslveis para
colorir o atteotado, qoe com revoltanta abuso
de sua posigo de-mandao de aldeia praticou no
dia 18 do prximo passado mez, em minha proprie
dade, desceu, no Diario de Pernambuco de 5 do
corrente, nao obstante a deferencia que lhe guar-
de!, arena dos convicios, insultos e maledicencia,
sem ao menos ter em considerago o publico, que
nos ba de julgar com imparclalidade. Isto po-
rm mesmo propriodo Sr. Jpo Carlos, que, alie
gando ter os triounaes, para a defeca dos seus di-
rei los, .veio commetler um alteniado na minba pro
priedade, s pelo displanta de manifestar a sua
omnipotencia local e que nao confiando no seu
para eslender-lhemao bem fazeja,t' servindo-
o com essa meia duzia de patatas, pertencantes
a meu filho, j com ervigos do minba fabrica,
por vetes sem coota, ebeando ao poni de esten-
der-se este favor aos seus amigos I O' tmpora I
mores I
luterrompamos por um pouco a nossa resposta.
diatriba que o Sr. Joo Carlos vazoa contra mim,
e vamos apreciar a demarcago de nova especia
que elle fez no seu Carasi.
Disse o Sr. Joo Carlos, que o titulo de afora-
meulo do seu engenbo Carass lbe d unja legua
de Ierra pelo rio cima, eom meia para cada lado;
e que em vlrtade disto.tratou de avenenaros seus
limites, e proceder a devida demarcarao; succe-
dendo porm haver duvida sobre o pu.'.ude ebe-
gada na llnba, qne divide o seu com o eugenbo Bom
Jardim, leve com o proprietario deste um pleito,
cuja decisao agoardava para proceder a demarca-
gao de todo o eogeaho ; e quo uo influiado esta
duvida sobre as linhas parallelas ao rio, pelos estu-
dos grapbicos, que procedeu o agrimensor Joaquim
da F.nseca Figoelredo, aos quaes assisli (i), aca-
rnos conhecendo os limitles enire o seu engeolio e
o Gindahy, do qual era eoto rendero o Sr. Fran-
cisco Estevas.
chefe da justiga de Arag3o ? Gomo te atre-
veras a apresentar-te na corte esposa do
Corsario Negro f E isto no casoimprova-
vel de que Felippe II perdo.sse a esse ho-
mem, e lhe levantasse a condemnac3o qu
pesa sobre elle, e que me parece im-
possivel no carcter severo do raeoarcha.
Ah 1 reflexiona neste terreno, minha irma ;
o teu amor loucura, pois que ainda de-
pois de conseguires o teu fim, terias santifi-
cado a tna paixao, mas nao justificaras o
ten procedimento aos olhos da sociedade.
Depois viriam as suspeits, as duvidas, os
despresos; ninguem quereria associar-se a
ti, e os nossos nobres parentes seriam os
pr i metros pue se negassem a reconhecer
como membro da familia um obscuro pirata,
cojo nome um mysterio e coja vida um
mysterio tambem.
Branca suspirou e respondeu a seu irmSq,
com express3o resoluta :
Cancas-te sem prveito. A minba es-
trella quiz que eu amasse Antonio Prez, e
amei, apezar de todas as desgracas que elle
mecausou. Hoje o destino me obrga; a
amaro Corsario Negro, e o amei,aioo> que
a isso se opponha o mando todo; ha mais,
ainda mesmo quando eu propria me oppo-
zesse. Nao ha remedio, meu querido Jo3o,
a sorte das creaturas est j decidida por
Deus ; salvarei Fernando, e se digno de
que algom dia eu lhe confiasse a minha
paixSo, a igreja a:santificar e irei viver
com elle em paiz sstranho. Hespanha n3o
e todo o mundo. Eu bem seique a corte
de Felippe II e nSo admittiria ; mas qae
me importa ? Nunca pensei viver na corte,
porque j sabes a qae se teem redazido
sempre os meus sonhos de ventara.
Sim, mas tu...
Seja corao.fr, proseguio Branca. Eu
adoro Femando, e remirei as suas faltas com
o meu amor, No entanto, meu irmo, po-
des tranquiltisar-te ; j sabes quaes sao as
minhas ideas, conbeces o meu orgolho, e
bem podes crr qae antes me deixaria mor^
rer do que envilecer. Aborrego o injusto
criterio da sociedaie e o raciociab das pes-
(1) O Sr. Dr. Herculano, (tambera sobrinno do
Sr. Joo Carlos) dizia que o seu to Joo Carlos era
o nomera raais falso qce elle coubecia, porque ia-
zia como morcego, que morda e assoprava. Tem
razo, Sr. Dr Herculano : agora fie-se la nessa
melhor amisade que elle lhe devota I veja que elle
est o assoprando, para mord lo depois, como aca-
ba ae fazer comigo I cuidado I..... Poupe-me as
amireWas, e uo incommode aos seus duzentos
guardas nacionaes.
(2) Si com a phraseestudos grapbicojqu i o
Sr. Joo Carlos dizer trabalbos de gabinete, digo.
soas vulgares, e isto me communica forcas
para nao dar com o mea procedimento, a>
urna e s outras, o mais pequeo pretexto
para que zambem de mim. Possuo urna
alma apaixonada, mas tambem lenbo urna
razo fria, um coraco ardente, um criterio
severo. Lembra-te da minha conducta para
com Antonio.
Sim, e verdade, digna e nobre.
Pois bem ; duvido de que moitas mu-
lberes, na minha situarlo, tivessem podido
obrar daquella maneira. Nem um queixa
sabio dos meus labios, nem urna vez s me
bumilhei rogando o pessimo cavalbeiro quo
to fcilmente me esqueceo, e, n3o obstante,
tu fostes testemunha da minha dor, das
minhas lagrimas, da minha tristeza, porque
o amava muito.
Branca callou-.se, e Joo, nao saben lo
^ue dizer-lbe, permaneceu tambem sileucio-
/| so, procurando achar urna raz3o que fizesse
desistir Branca dos seus amorosos projctos
com o Corsario ; mas nao lhe sendo possivel,
e considerando por outra parte que talvez
o tempo se enearregasse por si de vencer
sua irma, resignou-se a que pozesse por
obra os seos projctos bem conbecidos, sem
duvida, de que a sua honra nada soffreria,
pois conheciacomo a sua propriaa alma
de soa irma, e o nobre orgolho que for-
ma va a base do~ sea carcter.
Com esta idea se levantou do sof em
que se sentara, e disse a Branca ligeramen-
te entristecido :
Minha irmSa, pela ultima vez "tMfthfi-
selao qae medites bem no que pensas S^aer.
Nao te falte valor no momento supremo,
Viv tranquillo, Joo.
Pois al loga ; vou ver se ba oppor-
tuoidade de que algom navio do Corsario
leve a minti resposta a Constanca e a nos-
sos pais. Se a houver, voltarei para que
tambem ibes escrevas.
E tomando a mo de Branca, Ih'a beijou
respeitosamente, e sabio da habitaco.
A joven ficou s.
(Confinuar-WM-)


RflMnflMMaM

e>Urlo c
**ee\ Mu lua fclra 4c Agoeto 4c 1867.
_!' -
,"* W M W
'a. :;>.'
de Souza Carvalbo, em cor
"i^Mm m*% -ntar, repetidas vexesjur-t ^oe, togoqro Hgaetarge' sentir atacado
* dtrate temultuano I > de tal mal, dave provocar a transpiracao
Oaaatorel Fortuna e o subdelegado Joa-,toiiiaudQ ao principio urna celbefinbn de
porvo a* VieW'Hqgio1iise$pri53Jntoo Fe/caira Fontelles, credor mmmmi ^fMiapa, como cabecas desaitfo. aoi-, cb do jarop .alcohlico de veame dis-
m* Caraaad ao neo Otad*;, por'coa P*: Vuna,,uaido de ampios e espKtea Matetavpaem seo turno os desordeirev i volvido era urna, chicara de infas5o de 16p
tea. t toe, Ha. sqm io* aaedo l^TsTa^^SMt^TS^ .*> coafjegusjeev denunciar do meeao aa- oofte Bernardino Ribafre ggfunda aafeatv assucar, continuando nos tres das nesse
a ibs,"tojoiafifcla. pSb. #rel> iSomQ estellionatarie, visto tor elle .tato i juiz municipal, e 9 escrivj de jory tratamen.'o, no fira dos quaes osara' do xa-
Ksse o 8r. Ato Cario*, qaa a me mi espri- ajaaado o "a ascrava que, pan garanta da dwigeavse mim, e pedm-m que me rope de veame na forma prescrpla no re-
gatado pelos terrenos d* Buenas-Ayw ate o pro- ^jajUa havia tHppothecado, seta previo paga- 'aa*- aneaba, ceitu rio, t*ade todo o cuidado de se aba-
prw stii do Meto, ond aorei, de qual sen t^mt0
oonsenftor, tenao raoem'dc a readacerresponden ""JT a,^,^ _^ ____"__.
a miaba pane. Bnpraganao o credor e sen procuiaor
Ueelaro ao publico 900 soaseehetde.oota pacte fetdaaos tamsr oo intuito, de realizaron a
* ,et*?Bh? *^*m*^Km^!! LniiEi cobrapcafcnad eooseguiram, descaf*ndo-se
contos de ris.daada-o aauo d leoai da- qai oew rtPVPinr Pf ,Vir',oir n i-rurlrir a carta un
ca rerebi renda neoboma. Tnbo mais oatra par O aeveaor etn rjingir ao creoor a carta que
te da tres cornos a-qntro c#)i*s,iil iAi*M0u>nle, se 16 a li. 13 do domnente 0. i. ,
tos, desde 1881. d qaaJ. *.uabo eebidb an, ff0 dia~i2 chegra tambera de SaofAnoa
roTtaBS. S?S?H!US& ^-SS -*-* -*,J? -**-
Buenos Ayres, qoe diga o centrarlo disto, seno XdVier de Castro, Magalhaes.. patasua tami-
verdade. lia, commuaicaodo-lbe que Jos Pereira de
Declaro ao publico, que de minhas ultimas plaor Souza Carvalbo bavkt dille denunciado DOr
tas de canoa as prtraeiras de Buenos-Ayres sita*' rrimft dP faUirlarta
anda aquem do sitio, daMaio, med^iau terrean crime ae laisiaaae.
sem caunra-para mais de^OOfi^ss de assuoar-, a ^s dacraraoes da Son Carvaitio em
aqalcabe dUei:, q>ie sendo, a 9iQdhjf sbrasdfl seu interrogatorio, cit. doc D 1, flk..8, COD
Qaem 1er, com esfechl attengao, ese pedac de )8 4;> Rroxiqjo Maed%(tea:. 4 atrio nesse dia [{ villa, vio do da de Sanl'
Plavnao, barmonicaraeoie arcado) ratean-|;j** nao se ia ais >Moieodas malla doB>m M,ipnlA n solicitador de caaMP
?** WU m*,w e"d2n,H *- "^ r*i* lSr- I J.v'J.. #** mmto Ln*% *mm*m*m im, /.Mih m fjtttm
Joao Cado\ oq para otelbor dner, recoafieceri
a losra^B qoe tem presido qo&r pregar aitt-!
da 0 9cMa>C*rlos sos seu erees.
VHJUT' Sr. Joio.Carjos, qo .siojpl|(jieq-
te averlgaagSes dos seas limites, ou fe demarca-
cio do sea eneoho ; no paMMiro caso 0 8* loio
Crno nao pode arredar, a albelas posees telhas,
para faier prevalecer asuapossa ao; no segan-
do caso, tambem nao pato reivladtcar o sea domi-
nio (se qas o tem) poojBMnaoeiloa os seas ortos
para ama demarcaco am forra*.
Mas o sr. Jcio Carlas ha um abrogo de ave
riguafSes de limites com oemarcaokc sem forma ;
porque elle da nesse sea palavriado, qaeo sen eo-
genho nao fleoo todo demarcado, por cansa de da-
vida apparecida na llaha do Bom-Jardim, davida
alias, qoe nao influlndo as liohas parallelas ao
rio, Acarnos conhecendo os limites (3).
Expliquemos melhor essa nova hermenutica de
agnmeDSQra.
7O Sr. Joao Cario* fe urna averiguacio particu-
lar de limites entre eHe e o sen agrimensor; sen
fim foi ver, se, por tasa, (oro ili gal e cayi -
ciosa, embala aos seas aros, alargando a' sua voo-
ttde, e sem contestaclo dos mesmos, as raias d
sea Carassa". e mais tarde depois c maosamoota
mettendo-se de posse, ou proclamando-se na posse,
de atbatet terrenos asslm averiguados,- ou lllegai-
mete demarcados. Ja v pois o pnblico, qoa o
trras, eoire Caaasiu, Bitaow.Ayuea taato.e*a.. siste a falsidade no aboso qso Qsora aquella
pwis o pablieo, qo10 segundo os seus tllulos, 600 brabas da.UiHa.pa*: ocrrivSn ra frannuia da rorrpwanrlpn.-ia nf.
Sr. Joao irios nao fe urna demarcado lega ; fea todos or latos, e,bavanao>l,20abraai,dacas* ai ISCf, r.an1uIia aa COrremona^nua, 0-
ppenas urna averigoac^TJ de limites entre elle eaiengeoUo de Buenos-Ayres casa.do engenho Giu-lflc,al enviano pela agenen do COrreiO des-
seu agrimensorqwo^arhji; dar' roa djreiH, 6o- daj^r,. setng-se,ana.ea.nio tintaa f/mvw to U pafa a Paqaefta- vttS-WB- BW60- daewtes
que os qoe ja uaba antes, e que do mesmo modo prjguiljar-ma para BoBBOs-Ayjes^por talta,tolarra,' saas com. subscripto.S. P.eemeame
nao ura nenbum dtreito aos, seos ere )S.
Nao obstaota, rele*a> dwer qoe o
. logreo maita ooosa oora essa soa auffi uva- nao offbscam o mea espl
cao clandestina, porque, peto lado do engenho Ca
moteoga, accordoa em ama liaba, em qoe assen-
taram-se mareos apexar de-qae coasW-ee, qoe ja
nao quer estar mais por easa Iwb* aooo/duda-ooaa
o ex-proprieloio Joao. Peii Neaaoiupeoe, e sim
aspira chegar novameote a' saa pavalMa por
aquelle.ado a obragar asttat taofaoUoaeote m ac-
tual proprieurio a lb comprar aes&lerreuoioief-
mediano, com o qoe alia nada teobo, etda*e,
mas qoa bom dar disto meaoao scieacia ao pa-
blieo.
Pelo lado do Aratioaa, qe eotao-oao era sua
propriedade, alcancou muilo mais; porqae conse
guio ornas leur-.s pioameoto, par* eVftar se qaes-
tdes. O entio proprieuno, falleeido Tbomat da
Silva Gumao, residinde en '-ulio engeaba, tonga
do A'atieuro, e tendo seopre ecae em poder de
readeiroc, convelo em tal arraojo, para nao deffi-
cultar os seus arreotomeoios.
Felr> laio do Gindaiiy, r^ldlHldo o eotSo s^o po
^. ( Ku.eu.w.,-m. para aBjen-is-Ayxes, por iatia.q*>,ierra, suas COffl SUOSCrrptO.b. a-^a"B> BOme
. n j I eom0 Ia* faser crer o Sr. Joio.Cfrrlfl*, V4to,coiiw | 4,. dminNlradnr rl-i pnrruim da ennit ,1 fa,
S^Jh>ao. Carlos los sonaos ureos, qne ft atorsntam! Ww^rf T Correiro aaeapifin-
saa-de^>a-.!niobfftiscam o mea espirito zendo acompanhar ee mago de cartas de.
OSr. Joa Carlos, nao tea lo querido ae.ocaajwr,1 Utja StW pa O agenta ilg' Safll'Aana na
menle das coosas 00 quesie?,Beeliv.essfipj.)ra.lqtnl confBS8va>0 S8ttde!ict0- et., etc.
lagao COm OS meas esorlguicamentoi!, folalm, a, naa hnrao nn aram Hworriika mnnHfl
mullos respeitos; s com o flm de q toirabir; el .UU!C ? (kcorndas. qoando
por isso la foi o bomem dar aomigo aia Europa, o bratalMette agarrado-, por tres soldados
onde se encontroo com qjeuaiho i4mu:at*. lo (hmtiKhr, q*ando duro 3o cada na.uiade op e por elTes escoltado pelas roas desta villa
rfcSr:. fa^^rVZ^* oai^nda^^eriai cara
valaorai. ros-e condemnadds de toda classe, por or-
Wja bur o publico, qoe aquilo qm a lido ge-' deifl do alfe^es Ribas, comiindante do des-
raimente por iodi.Qs bomens, como um acto digno tacarnento, que declama ao preso ser recro-
de. louvor,aqailto, qa* kda mesmo, como o-
cumprimeotomiiii es;rupatosododevecdeoiB pai,
que cura pelo bera-estar presHnia e fainro de sw
ID.1, pura lorna-lo,uo^uaatu i pj-sivr.,, ura -cU .1!
ulil a al e a sociodaiH, ua qual leal de viver, aquilto,
disvcllai-se pelaueiuor adoe^'i) e illi>-lrai}e ov
m?o. liiboha por modo JiSaviU uo ooraf Ao
priei-tin, Sr. te*:Ma-coroai*i Joao Ittaottaa WlttMB,; do Sr. Joay G.irtos,'i^ae uminm paiph inlaW'n
n-j BjmIb, e tambem nao qnrenii difSctiar sea 1 do-se.-lbe uuia airoesdade, uta crn*m*n.>, dei-
arrenlamento, e a meo pHdo, que anaav de o vur4u4odM. as^jm eamim-at as ooaws e-saftiitws
ar#o(*ar. rhrlRtaaa*ga j-.*> Carlos a aaaav aIaaftlfftfitos. Bair^taj-: d-. pahlia^ .' a 'ma^
qoe >'.'.. .<.ij >c (ifbG, qtks que e i'ealidbj. na
Ibe di mais dipettt, d
Carlos, qoe nao ignora, qoe a nos*a qoeslo de
posses, e nao de dominio, porqae este se liquidara'
por ama demaroacao legar, em weta dosnossos H
tolos, e nao por averiguacoes de limites.
Tao elii, porm, aa fol o Sr. Joie CaNos peto
lado de Bom Jardim, porque o Sr. Joao Carlos
qaerodo meter-se na po-e dos terreo w avengoa-
earta (oj ajaaa man orno, para.que o-Sr. Joa G 1-
lof, -.iiba. qoe 6 aea tuno no o.-t* desdyrado aa
Europa, o mu e?tudHDds.
Dd>de a-idade de 9 aaoos, qu*o bolei na*escolas
do mallo, (onde nesidoj desdi.-* asela.* do Sr. Pe
lia Maooel, de Gamoioa-Grande, om 183$, e-do Sr.
Caodido Fausto, da Peroba em 1856. a' os collegios
dos Srs. Silvana 8 Eslevao Xiviar ao-Haeife.
fiuirotautu o sr. JoixCJos, qae a^Mce lao
reiu, como.puti.llcpu nesies prximos, das o sea
sobrinbo Dr. Hercahoo, para reaiisar se o seo so<
nbe- aoreo, mas sm, cerne coasaqaenei oecessa-
ria de tamanba indisenpeo, o atientado do da
qoe nanea issisti a altos ; si porta qoer diier me
ros matinal meterf<*, digp, qne fu ama ornea
vez ve-Ios, pwpoocas hora*, ea compobia,do fal-
lecido Dr. Flix Theotooo da Silva Gnsmao, por
espirito denotidade, apenas.
(f) Se tcaraan oonlecidos os limitas, istaaiose
pato entender comigo, porqoa eaHi* ato era parte
interasftdat
(*) Palle, dada caru condico guando, por
orna demareaeo aatbemiea, a minnt posse lrorae-
morial cedesse logar ao dominio titulado, ne caso
de qaa o. dlreilo tosa fosse mais forcMo, do que
o d'aqoalfe... falle! pols coodlcionalmeote I
Eu.'op, nlo sa cumpuri^ia d- desiarrer d v^ra
para o Paraguay, ..fom!t pet*-e guerra, aa p^if-
Cto da.liiao. albeios, tos qo^xs talve b'jje na.'
XUid i*i.N duhuis; a i.-U a trovo de om espera-
do brooato Ie alm disto tem o disfarc* d
consentir que os joma, dissessem, que elle
Qcava sastentaodo as suas familias I Goiudiolas
tollas l......
Devo.cumpnda coai.i ao r. Joao Carlos;; e por
isso dtwoo a oatro pona. O Sr. Juo Cartos, que!
far-se multo eotsndido, e que as veteme ii>ee-
ua arista, qoaodo exeree aqu os misieaes da
magislraiura, davo saber, qae o usufructo dos b.;os
do BtQyorpbo, propriedade exclusiva do pai,
que marcaodo-s Dossas le a emaucip.. ,..io a-js 21
anuos,oompUloa, e teodooi apenas agora oomple-
uto o mau nlh?, ja ve, que ato teobo usufroido a
sua (orluaa.iHeK*lai*ote; e qoe o proloogimenie
dassa, oeufruicae d'aqui por diaole nao me pode
enriquecer, vial como nao o Sr. Joao Carlos,
dos n aquella liaba, maudaodo arrasar ornas ma- cumpuftgi.j.0. naii ao, desterro deaeu fllh-j ua
deiras, qoe la mandara fsze;, foram-!lM estae oia- -
das vista d'eile mesmo, que se achavM presente.
Foi oena ver o papel triste, que eoio fes elle :
os cavacos lhn,sjltavam pela cara-a s estaaaaaW
os bois, porqae bumilnoa-se a pedir, qne Ih'os nao
plcassem. EotSo nao era o Sr. Joa Garlos -oan-
do de sldea e por Isso nao leve os 60' masa-
dos d'agora, e nern redarguto ao sea conteodor
com o elegante pbraseado, com qae boje rae trata,
sern alias ea ter feito correr saoga.e peto ladeir
absixo. Tmpora mutanlw, rt nos in ilhs I
E pela ja v o pablieo, que a bistoriav que con
lou em sua diatriba o Sr. Joo Garlos, sotre as saa*
aven^uagdas de limites denmeaco clandesti-
na-, o o qae melbor oome tenha em direito, bo-
nia, mas nao eoaa.xa.
Agora voltemos atrs, e liguemos de novo o ito
de nnssa respeta diatribe do Sr. Joo Cvios,
que mele com quaot-.-s denles lam na baca,quando
assevera ao publico,que eu Ibe fallei (*) para comt
prar os terrenos, de qae precisava. D premissa*
falsas, s se podan dedozir eonseqaeocias nao ver-
dadelras. u Sr. Joo Carlos ja' tinba iatredusido
naqoela saa carta de desaflo um- falsidade, como
prioelpio, qne barrroqieamente arraajade o?aqo*lle
seu palavriado, em qo patentas a sua demarcago
clandestina, manifestou se as-lm ; eatretanto nao
indurado esta duvjda sobre as liabas paraliellas ao
rio Seamos- oonbeceao os limilea entre este
engenho e oGindahy I
Ora, nao tendo o Sr. Joo Carlos citado os c.ros
para ama demareaeo legal, d'oude poda d-du-
zir a consequenoia de nao baver dovida oas trabas
paralelas ao rio, e levar essa mesma dedoceo
(Isa a' catbegoria de principio, e deste tirar a
conclave, qne Acarnos conhecendo os limiltes en-
tre o Cansad e o Gindaby I E pois oom este paral-
logismo fa-me o Sr. Joflo Carlos conkecedor
dos imites entre os nossos enqenho$,a daqoi falsa-
e maliciosamente cooclue ainda, qoe eu Ibe fal|ei
para comprar o terreno que elle averiguou, porque
ja' o reeonheeia seu quaudo Ihe disse po? orna
oa mais vezes, qae ea Ihe comprara o terreoo
averiguado, (eolio era averiguar" de limites,
com o aodar des totopos qae se traosformou em
demareaeo), qae se reconhecesse ser de Carass,
logo qae elle nzeese a sua demarcarco. Isto foi
o qae Ihe dlsse, Sr. JoSo Carlos, acerea da com-
pra do terreoo, e nao o qae sopbisticamente S. S.
tem avancado com todo o dispoder I E am so-
phistico deste jaez, qoe diz a' face do Brasil inteiro,
qae eu sou am meotiroso I 11
Disse o Sr. JeSo Carlos, qae seado ja' aa seu
compadre e vivando com elle na- maior cordialida-
de, depois fot pouco a poaco deixando de frequen-
ta-io, sem para isso baver motivo per elle cono-
cido, anda qae ea dissesse hoje ser a politira,
qae alias ea nunca a live etc. etc. Vou dtscobrir-
Ibe a incgnita ; ea ibe digo.
S. S. desde que en o nao qniz acompaobar ua
sna altlma phase pclltica, qae jarou tes-seas ma-
nes, oa aos dsuzes de sua barriga, de aoroiimai
o momento d realisar para o lado do Gindaby o
sea soobo anteo, que reali&on co ArUicum, e
que esta' em vespras de realisar com Camoten-
gue; para o qoe nao fa lando de certas picardas
polticas, qoa ma faxia da proposito, para ver so
en esfriava oa dedicacao a> sua amiaade, aprovai-
too-se do (acto, de ter en arrancado am pugiito de
canoas, qne a viuva e filbos do fallecido Sebastio,
senborea do engenho Bemfto, plaaiaram ea ierras
to mea enseobo Pata AanareH^ faatajess altas,
3o0 s pratiqoe por que esses senoopasiaa Batni
ca, nao me quizeram pedir faiculdade, que d-cia-
rava por omitas vetes de rifa conceder tom'a
peditseoi aoroveilou se, refalo, 3. S. desse ficto,
(deque nao sa asquees aa sua diainbe) pira
saplaolar-me com a sua cmoipoioocia de manteo
de aldeia, insuflando com a mao do gato apa ditos
senhores do Bonifica, para faterem vistoria e in-
tentaren) am procasa crime eoutra mim; e enito
os dados ja' estacara dispostoa para ess campan aa
de picarda, qaanto alguem, provavelmeote, iMar
minou-lbe a inielligencia, revelando-lbe acircums-
tancla de qoe o terreno, em qne ea arranqael esse
pugilbo de C3nnas, era alm do ra Persiaunga,
perieneeote asslm ao termo de PurtoCalvo da pro-
vincia de Alagoas, onde fsUzmaute o Sr. Jo) Car-
los nSo Inflae -, a visu do que, o Sr. J*oao Carlos for
pessoalmeMe veriftear com 05 seos proqrios oaos,
e cabio em completa decpese; davo smeate a
esta circomstancia, ana ter sida oassa oc^asiao
sflplaoutoa parsegojao; par qua/ao o,seotors
de Bemfrca- propaiavam, que, protegidos pelo Sr.
Jlo (Jarlos: nio tiobaa modo de nada.
Bis o tacto des Btmflcaj qo o Sr. Joaw Cartoa-
troaxe a luateiaataoCai 10. qoai s>tooonaota
para o Sr. Joao Carlos e nao para mim.
Havendo portm famado esse golpe do sabr do
Sr. Joto earla contra- mim, eoonseaj da impossl-
billdlde ou difflcuiaada- a aaer a deosarcacio do
sea Carass, iaveato.aquf*u o a^canhao'X, a n.
Uo a' mitace do lobo da fbula, com o pruilaoi-
m? crdei-inho, arramecoa-sa a mim sem mais
reboco: todereeanto-me aquella acintosac arta
de qoe o pnblico ja' esta' ioieirado, resaltou, na
o qae S. S. esperaav qo ara. ea*olce das aaau-
aesse destaro.
ntrelaolo ser bom que saiba, qoe esse meu
tubo tem partes crestada u*s engaaos Si ir. a Hila
a S. salvador, na proviocia das Alagas, e seos
coproprietariosa reodelros que diara as rendas,
que ji me deram, porque todas guardo para eiir
aVBsjaV
Saiba mais, qae tem elle a quamia d it:iM&
em dinheirn, que recoiai a- oef.e dos orphtos,
qaaado pedia, usnfrui-los, o que nao quiz para- qoe
sea patrimonio aug*rteoiase.
Agora uargunto ao 9r. J ao- Car los: m
S. S. qo rae-exproba esiar eu usafruiodu legal
mente a fazeada de meu Sitio, ja fez o Inventa-
rlo.da sn primelra muther, ba 5 annos, que
fallecida, sem ter deixado limo I? Nao ceosia qoe
S. S. o teoba feito; eseo fez, eolo foi tambem
pelo metbodo {urque faz a sua demarcado de
Carassclandestino.
Findando, fundamentme no mesmo pensamento,
com que ac bou o Sr. Joo Carlos a sua diatriba1
publico, que compare o meu proceder cem o delle,
e faca dos oosso caracteres o juizo, que resultar
da nossa coafronlagoe mais pee a-i publico be-
nvolo. qu, atiendendo qpe a defeza natural, me
desealpe pelo aloogameoto delta, cerlo da qoe s
laucei i-jao dos fados, pue se preudiam ao seu
encadeiameoto, pois que o Sr. Joao Canos um
tonel de mazellas, de que apea* lir-1 um atmuie
e um quariilho.
Eosenho Giodaby na freguezia de Barrelros, 17
de agpslo de lSt>7.
Antom da RokalldUihda Culaleante.
JPublicacOes a pedido
O lar fntz de direito do Aearaesa
Sm stodacVures. Poco-Ibes o obsequio
de publicar em seu Diario a copia do offi-
cio, que se segu, dirigido pelo Dr.. juiZt.de
direito do Acarac Francisco Urbana Ki-
beiro, ao Exm. Sr. presidente desta pro-
vincia.
Peco-Ibes ainda a permiss5o de chamar a,
attencJo de seus leitores para o dito officio,
em que o (ilustrado e digao magistrado eir
pe com toda a fldeHdade o attentado cri-
minoso e inaudito commeitido contra a soa
autoridade no eiercicio de suas fuocces
por om subdelegado ignorante e unj.treslou-
cado alteres de polica.
Se o gpverno n3o tomar providencias se-
rias e enrgicas contra u autores de seme-
Ibante crime, en nSo darei mais nada pela,
tranqnidade publica: a impuDidade deste
prorcar ootros" semelbantes,. e em breve
or trianaes,nnico asyto que resta aos
pois estiva desarmado, e faaccnaar far, atJm daaoar conveaientemente, alm
de conservar o ventre crvente, qne conse-
guir tomando ana aa daas pilulas purga-
tivas do metala-veame.
T dos quantos snccnmbem desta molestia
se diz fegfeceo deefyaijlrarecolhid3;
ao contrario, algons expositores presumem
seF o- deseavolviraento da po+refaceao no
sangue, tanto que o lugar inflammado que,
a mita cadeira.
Aos asforcos do deigaadov e a
dos jarados devo a invloraMidade
pessoa, conseguindo retirar da casa o aifer^s
laaaa,, semcoai t* eanclotr-ae aaa,pri-
so !
Eis aqui Ex-n*. Sr., descripto com fideli-
dade o attentado a serie de crim s prati-
tado para, o exercito disposifo do sub.de
lgalo desta villa.Joaquina Copos Jnior,
coja-J^e v Q. 3. do j cit dic. n. I.
Atienda V. Exc. para justica legalide-
d.e deite acto.
J is Pereira de S'iwa Carvalbo >.ca&Adi>,.
tem Giuxta iilh mcii ir-., com> ir.ala e sote
anuo* de-idade, sjliciador de causa* b>
loro'te Sao.t'Aon3. elrtito* da paroebia. ho-
uibia l^'u^^^afjiatoiaUi, ito., eU3 na pa-
dia portanto ser recruzado
O aUar.e HbaB e o. subdelegado Joaquim
Lopes conhecea- no perfeitamente.
A sua prisSo nao foi, pois, e nern poda
ser sdno u dasfori; 1 do remisso. daad-r,
prima legitimo, do alferes Ribas, que oam-
dou prender cora o proposito de iotimida-lo
e arreda-lo da denuncia contra o bacbarel
Foi;tuaa.
Anda mais foi urna sati^'acao ignobil *
penas empenhes desta vjlla. que por decoro
o mto.,..
Efectuada a prisa 1 foi o alfoces Ribas,
ufano do seu triamphe, cotmnun'ca-lai
Estas tristes revelaces, e^. parte, f^ita
pelo paciente no seu interrogatorio, posso
garantir V. Exc, exprimem a verdade, e
se aqu as enuncio para levar f convtcjpa
d' V. Exc o fio dos deplorareis aconteci-
meotos que aqui tiveratn lugar, propostta!-
mente planejados.
Hiqaeroinl i-aje, enio, Jos Pereira urna
ordena de habeas-corpus, expel-a, oommi-
cados pelo atieres Ribas, a quem fora con- aato a aa cor era 1 ncarnada, se troca
fiada a forca publica para manter a ordem, em Hfida ou negra e termina em gangrena,
para fazer respeitar a lei a as autoridades! e por essa razan qae conveniente o xa-
Restabelecid, por momentos, a ordem, [rope alcohlico de veame na infnsao de
e ainda debaixo da desagradaael impressao ll&r de: sabugo, para se conseguir resolver
que no espirito publico causaram t5o estra- a inflammacSo, ou pelo menos terminar pela
nbos acontec raemos prosegu no procesan' sapporacSo, impedtndo assim a gangrena,
de habeaus-corpus, vendo-me obrigado Os effeitos do xarope aicoJi)licQ da. vela-
"auspondor e trabrihoa d jury, fouceti me a-^rtreado- na fiar de sabugo ao doente,
soltura ao preso, e adiei as sassoes, espe- nao s de vantagem por sua. quaUdade
raado^Mj'eom w pro videncias por V. Btc diafortica* como pela ansi-sepca para
lomadas, possam as autoridades deste logar impedir a putrefacto as molestias,
entrar desassombradas OQ exar.ccio da suaj. Na erysipella nao deve o eBfermo nos
funeces, e correr, live, e djsngtbaracada a primeiros tras das osar de comidas e bebi-
accSo da justica. ; d.s qoe possam esquentar e infiammar o
Terminado o prosaatode babeisMorpus, sangue.
e mandando eu Rwer peto escrivito db |ury a A comida durante esse tempo deve ser
eaposicao oonetanta do documento n. 2 para do reino vegetal, como sag, farinba do Ma-
sar assignado pelos jurados presantes que* o. ranhin p5o torrado, bolacha, etc.
quizessemupresanta-ae de. novo rio tribunal o Ainda q3o vi. expositor de medicina que
audacios alferes tubas, pega da urna cadei- aconselbasse que nos primeiros tres dias de
ra, e. com maneira acintosa, senta-sefaf^a-'aeemmettimeBtos do mal, n5o se usassede
do e armado de urna beagatta tina 1 : medicamentos; o que elles reoellem sSo os
A' tanta protflrvia repetli direndo-lbe -' ungentes, unturas que obstruem. mais e
Sr. alferes n3o. pode aqui estar,, a. por o- ra..ellem aV qae promovem a e cuaco da
tar preso, j por estar armado, farei escre- parte; oqueconvm trazer o lug r ataca-
var mais eia desacato, a V islo rctorquio do e bem sgasamado para a transpiracao e
.naoGsiQU'preso, pode-mandar escrever, defender do ar.
o /pie qnier. O etxladeiro xarope dd vtame vende se
A"exposif3o, assignada pelos jurados pre- na botica- da ra Direita n. 88, de Jos da
semas, e siguas espectadores; os documan- Rocha Paranhos.
ios scw, J. 1, a., provaui dt untauaa- Xeo recebdo actas e aigumas pe^ds
de outrae provincias que -rae commonicam
ter desta cidade sido remettido o meu xa-
quem-lhe Ka de fazer os saques para elle viver to nando a pris3oContra S8US detentores, no
caso de desobediencia, como faculta, o art.
345 do Col. d.i Processo.
Eu j seutia os prenuncios da. borrasca! U
Cbegada a hora marcada para a apresen-
tagao do preso, veio-me o carcereiro dir,
perante alguns jnrado%que se achavam j
reunidos, que o subdelgalo Joaquim Lopes
Jnior se apoderara das chaves *da cadera
para nao sabir o preso,
Gonvem observar qoe o subdelegado no
dia antecedente j aavia tomado as chaves ao
carcereiro. desde as seis horas da tarde, en-
iregando-as no dia seguinte as oito. horas,, e
retomando-as na occasiao em que tinba de
ser apresentado o preso.
Tudo isto consta do interrogarlo ao carce-
reiro (documento n. i.)
Mandei o official de jtistica Manoel Ben-
galla intimar ao subdelegado queentrerassa
o preso.
Anda resisti.
Mandei entSo o escrivSo do jury acompa-
nhado do lente Antonio Jos Ferreira J-
nior, e de duas pracas, com o competente
mandado para que, caso ainda resistisse o
subdelegado, fosse preso.
Apeoas sahio a deligencia, seguia o dele-
gado, e fazendo tomar as chaves ao subde-
legado, fez-me apresentar o preso.
Logo que este entra, apparece no tribu-
nal o alferes Ribas, fardado, e armado de es-
pada, tendo postado no corredor da casa da
cmara o.resto do destacamento, per delibe-
rac/to sua.
Chatnei-o e com prudencia e firmeza flz-
Ibe ver as penas em que encorriam os que
impediam urna ordem de habeas-corpus,
lendo-lbeo artigo 185 do -od. Crimm.,mais
para instrui-lo, do que paTa inthnida-lo.
E qual suppSe V. Bxc. que seria o dlmeotodo venigmoso e nsobordinadb al-
fares Ribas ?I
Disse-mei sim, sei; asshn oomo que'
tem um aviso qne diz que juiz de direito n3o
pode dar habeaus-corpus a recruta
neira irrefragavel tode qaento lenho rela-
ta fo.
Varios procseos, como os de deso.bedien-1 repe falsificado, que tem dado resultado ao
cia, os de injuriase.anifiacas autoridadc-no: descrdito de minha preparacao, cujo co-
exercicio de suas funeces, o de sedico, a
de resistencia e ootros de retpeneabilidade
nhecimento se tem verificado depois dos ef-
feitos que taes remedios apresentava ; as-
----------:------------------i'
Nao somente, a incontesUvel superiori-
dade dos productos desta casa foi reconhe-
ctda por todos, mas ainda a modicidade
dos seus precos oa recommenda aos Srs.
pbarmacentiCos e droguistas
A casa Lamoureux a Gendrot conseguio
evitar a contrafacfiov mvantando urna rap-
sohajpe ni se fUe aattar, e cuja exrcu-
CMKkauita dSffica po exigir um material
m mplieado a castos.
Isto mais una pro da sollicitude dos
senhores Lansourenn e fiendrat para os in-
tere?ses e sagaranca dos Srs. pbarmaceutt-
cos e droguistas que, sem duvida, sendo de-
sejosos de empregarem bons productos, nao
deixaro de dirigir-se a esta casa.
Lamoui ux e (ieiidre
fabricantes de productos ebjmieM, foraecederes da
eaaa da iopender e das haspkaes de Paria.
Todas o4 productos sanindo desta casa slo
da prtmeira qqslidade e fechados por urna
capsula inimitavel o que os pe em salvo da
contrafaccao.
cidos *nros para rea-
ctivos.
cidos pyrogallic'is c
tamoicos.
A troponia, codeina,
digiCrtina e todos
os alcalinos vege-
taes.
Bronwreto* e odare-
tos.
Sulfate de quinina pu-
Calornel puro, e todos
os saes de mercurio.
Chlorurafia "da ferro
(puro) neutro.
Carbonatas-, solfa tos e
lodos os saes de
ferro.
Acetato, hydrochlo-
rago.
Sulfato e todos os saes
de morpliina.
dbs os saes de qui
nina;
P6simpalpavei?,etc.,.
ro, valerianato e to- Ferro reduzido pelo
hydrogeneo.
Essencias puras.
Extirsto9--glycernia-
Jos da Rocha Paranhos.
se teem da abrir contra os promotoras das sim, pois, tenho a declarar ao publico que
attentados do dia 13 do correte, edebaix-i'no letreiro que va pregado na garra'a do
da coac2o em que se acuain as- aatortdades xarope, sempre M assignado por meu pu-
l"caes, BtMni urna se atreve a instwa-los, nhr, e daqii em diante, alm desta asstg-
no.ando-se qqa-'at mesmo urna autoridade; natura o farei tambera no papel qoe cobre
o subdelegado Joaqaim Lopes Jnior fosse.'a garrafa. Rog> ao mesmo publico que
um dos, mais decidido* motores desees at- quando forem assim engaados, tornera, tes-
tentados. lenrunhas, me remettam os rtulos falsifi -a-
As outra* recoatn ao ataques do alfaresj dos e me participen) para fazer effectivo o
Ribas e de seas, desenfreadoS soldados. artigo i$l do cdigo criminal do Brasil.
Por ; qui, ver a V. Exa quanto ne essa-1
ria aprsenla do Dr-. chafa de polica nesta
villa para syndicardos 'actos expostos ; abrir
os sumraarios que forem da sna.competen-
cia, dissipar o pnico das autoridade* lo-
caes, e restabelecer-o imperio da lei.
E quando V. Exc. possa entender que
n3o possivel a vinda do Dr. chefe de poli.-
ca,, perrailta me djzer que, sem urna forca
publica (que nio a aqui destacado) posta a
rainba disposic5o, durante os trabalhos do
Jury, n5o poderei prosseguir as suas ses-
soes,. e nenr fazer instaurar os processos
que tenbo alludido.
Peco a attencao de V. Exc. para todo o
conteudo do documento n. 1, onde se trata
tambem do alto canibalismo, praticado pelo
alferes Ribas, a narrado pelo carcereiro, es-
pancando a um preso louco, alta noite, na
cadeia desta villa, recusando-se o promotor
publico proceder criminalmente, como
de seu dever, sob os frivolos e ineptos mo-
tivos constantes do seu officio, que em ori-
ginal offereco Ilustrada considerac5d'de V.
Eec. (Djcumento n. 5.)
Nao contava eu com mais esta difficul-
dade.
O org5o da j,ustiga publica nega-se a pro-
ceder criminalmente contra o offensor de
um preso lauco, porque n5o est provada a
sua miserabilidade, e nem sabe se elle quer
receber este beneficio 11
Concluida esta tusca narracao, nutro a
mais robusta esperanca de que o espirito
recto de V. Exc. dar exemplar castigo aos
deselos que transcusando a religiao dever, se inquinaram com feios crimes;
postergando as leis ; affrontando a moral
publica, e atacando o principio da autori la-
de, condignas essenciaes para a existencia
da-seriedades
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr.
Dr. Sebastio Gonpalves da Silva, vice-pre-
sidente desta provincia.
.
Kivsipella
O medicamento que com mais influencia
'energa tesa combatido essa terrivel en-
fe midade, tem sido o xarope alcohlico
de veame.
Urna ascrava da mfii do Sr. Francisco Fir-
raino Monteiro, pes*oa bem co becid* nesta
T sTo cortea"a-dscu^oTmar elle com'cid,de' achando-sede cama, e com as per-
gestos descommunaes, insultantes, e vozal-!nas bastante incbadas, e cheia de tumores,
turada, diz-me* Sr. dontbr, foi-meapre- maado o xarope de veame, achare hoje
sentado um mandado sen, alteado que aje bfta* prestando servidos,
prenda, si eu nao apresenfasse o preso ; .A naangido Sr. Jos Francisco Hioto, mo-
maa V. S. nio meprendel rador na rua Diraitam. 51, tendo sido ac-
Dei-lha mmedratamente voz de pnsSo, o i J2JnB0llida do mesmo ma), aeaa-sa tambem
dease aoscircurrrstantes qoe effectuassem a
boa.
oossos direitos,sero tirados de rojo e
anqutfados peta anarehra. ordem.
uear 4 de agosto de 1867. porem ergne-se arrebaHadatnente- da
N. *. Jnizo de direito da comarca do, cadeirai weifera; (batendo nos peitos)
Acaracu, 14 db julho de 17. mim ninguem me prenda, soldados s ar-
Rlm. e Exm. Sr.Levo ao coohecimento **> >" Pt* o oorredor f
de f Exe. um attentado, grave, inaudito nr> A' astas plrvraa oa doos soldados que
tieado peto alferes de polica Felippe Thiao goardavam o presa abaodooam-o, seguem o
Pessoa Ribas, commandanle do deslacamen- arferee, reunem-se ao* otros qne d pre-
to desta villa, bontem pelas nova horas do 'eoc9f>' o*1-ele olleeado no corredor da
dia, no paco d cmara municipal, onde me ca8t-
acbava para presidir ao iurv e orocessar soldados carregam as armas, caram
orna ordem > llaaaaa-Ci?l P It^oetaa erarjeean aa armas para o re- 3,j)rimeiro and.r, salfrando do
Atteotadoque teria as m?is funestas con- cmto do,trfounaPf !?J2?Vfll;ba mW*$ 2ES i"8 T* *
s>quencias U ser o delo'dX^deS O tumulto forma-se, cresee, os jurados -Jf* ttJTZSS&hS
q-ie fez abortar os piamos tenebrosos da seu l|waotsa>se paja o aredor i ver se conti- "^ '
A Sra. D. Senborioba.UmbelDa dos San-
tos, moradora na rna das Calcadas n. 38.
achando-se atacada de erysipella as coxas,
com quatro tumores bastante volumosoe, no
estado indolente, que a privava de p-se
da- p ba muilo tempo, com o uso do xaro-
pe alcoholice de veame e pilulas purgativas
da mesmo, acha-se restablecida, e no uso
dos medieamemos os tumores torramaram
pela suppuraca.
A Sra. D. Bita, moradora aa ma de San-
dsvairado auctor, acarretande sobre si urna, nhata, ou preadiam'oalfariwRibas, que, com *"*fi'^ -. *,. A*.. -^nm ,ii.n
serie de crina. a espada ^7goida, bradava aquelle que ^mros nuitos factos desta. ordemidaf
Erporei o que bote. vier eu 0 rolo I f mwontr zW p*n**> me tonm p*
No^ia 11 do correo* mez cftegara aes- l,X0 e eflfadoDho-
HUMA VIDA SALVA
*.------------
NSo temos oonhecimeato algnm de ni-iiliuin
caso Deira.-a nue clara e persuasiva o poder-da
Beieneia Medica sobr a molestia; qnal eeja o
de Antonio. JowqtrrM Peretra, da BaLia.
Este lomeiu.infeliz havia mais d'ura armo que
soffria as dores a mais arozes e pungente
proveniente de
Terriveis thaga,^ ttartas
espalhadas por sobre differentes partes de sen
corpo, sendo urna das quaes sobre o peito do ps
urna funda e maligna chaga, a qual o privara
de andar, cauzando-lhe as dores as mais agoni-
santes quer de dia quer du not; continuad*,
mente atonm.-ntado por taes aiEiccoea e dores,
o quasi que aborrecido da continuaco de sim-
Uliante vida, tendo posto de parte teda a ( e
ounliii.Mca em niedpcinas, e na ri.-alidade pareca
qui- para elle nao Ihe restava mais esperanca
algiima ; assrm pois resignado esperava coa-
paciencia o termo final de seus mutiplicados
toffriinentos, eis que milagrosamente por for-
tuna saa Ihe receitaro o grande purificador
Jos^ue
A Salsaparrilha
DE BRISTOL
mediante a sua grande emeacia e uxcellencia
slle se achou dentro de pouco tempo, livre de
ea irremediavel estado de desespero, e a doce
risonha esperanva tornou de novo revfcvw
em seu coral,*<; sob a,podiiroza e benvola.in-
fluencia deste admiravel medicamento, assoaa
-hagas em breve principiarao asaumir um ca-
rcter favoravel diminnindo o aspecto de sua
malignidade A massa do saague e mais
Uuinores do systena toenou adquirir ama
pparenei* clara e saudavel, as dores- ator-
aiBataoras d oatro om. o bUbjwj, o asa doca.
> suave tranquUlidado principiou pracorrer
lodo oieu sy.eti'.ma, restaurando-Ihe a deflejada
paz e socego d'espif iW; aa chaga ama ama
w foxao fechando at que finalmente se cicav
triiario d'um todo,, e hoje aeba*se perfaita-
mente nao, gosando d'um perfetto estado da
aode, depois- de ae ter visto privado d'eeu
grande gozo dorante maia (i'uiu anco. Ella
durante eat su cora, aptaas fea uso da-
Desalis garrafas da Genuina Salaapartilha
d<> Srialol, preparada exdu i vamete por
L ANM AN & KEMP
De XOVA YORK.
Reofmmenda-ae mol particularmeate aoa
Ooentes d'amboa os sexos, qne empreguem
toda a cautella na eacolha d'este admiravel
remedio, afim qoe nfio obtenido oatra com
poaicao qualquer, qoe nio seja a Salaapazril-
ha OtHiuina de Bristol, pok que todas ai
mais preparacoes e imita;yes d'esta saturear
*** falsas Din possuindo virlude alguna.
(5) Naaaphle le Goateau 6 da abril de 18*7. Meu
J,a saa beugo. EacaOi.a cartioaa de TqK.eic.
le.
No i* de ootobro deste pretendo passar o meo
eiaaia em GraDo,d'a qoa Vase. rata a ota bam.aoto; si 'ahir-ine
bam,,ooaiear,ei o.meapriaairoaono; espero, aa
ao bm ralhem os cajalos. Vmc. deve eqvtar-me
\o6 arroba certidio de Idade, sem a qaal nio po-
derei matrlcolr-a>e.............................
Sea Albo obediente .Manoel.
Le-se Refitrwe Medica le
A maior pieoeupacio do medico consiste
m saber se as snas remitas sao prepara-
da com bons productos, pois qne, quando
Na(am pois siatwyaui^preedn-to-1 Sendo a arystpelU urna molestia que sem! a ieceita. preparada com produotos nferto-
0 edificio di casa da camara cercado .por duvida effeito de materia gerada no cor- res, o que acontece rro raras vezes, os effw-
capanga* reunidos ao dia, antecedeauj palo po coma expoem alguns escriotore* de me-, toa que querem alcancar os mdicos, mal-
subdelegado, dicina, e em consequeocia da febre lanca- logran, oa pelo menos, o medicamento nao
Nomeio da coo/iujaa;e isaria, diigi-me da na palle, onde produa inflammaoio, e exarce aplenitude de suaaeco.
para o comedor ar se se effectaava a sua qne muitas pessoas, por nSo se terem con- Para evitar este grave inconveniente, os
priaao. venientemente tratado, suecumbem como pharraacaniicos devem tratar de empregar
Esforco intil O. pnico se apoderoude pernicioso usa de que, nos tres dias nao productos bem fabricados, e entio nao po-
tados, j devem usar de remedio alguna, oque faz- demos fazer melhor, seno assiar-lhes
Nesse momento vi a Pompilio Pessoa, ir-, se esteader o mal por nio se ter a princi-, os productos da casa Lamoureux Gendrot
m3o do escrivSo Jos Garlos, pimos do al- pi combatido; por isso, pois, convenien-, fabricantes de productos cbymicosem Paris.
Pabricaero Paria roa dPsradis (aa mas
rars), deposito no Rr> de Janeiro, E. Cheve-
ot, rua do Carino. s
------i m b
Attencaa
Xarope alehooco de veame, preparado
pelo puatmaecuiieo Jtis da.Rocha Para ijg>,
esubeiecido com botica na rua Direita n
88 em Pernambnco.
Este tarop inco'ef.lavoimc tr si:re-
Dggff a todos os xaropes depouativos, de cuja
composico o seu maior elemento a salsa
parrilha. pois que se tem conbecido ser o
veame mais enrgico para a prompta cura
das molestia, cuja base esseneial depende
da purificacao do sangue ; assim poie se
tem verificado por murtas pessoas qce se
acnavam. desengaadas, as quaea acham-se
buje resubelei^idas com, o referido xarope
alchoolico de veame: entre'antt que al-
gn?, tendo n.sado do xarope de Curinier,
de Larrey, de. salsa, parrilha, de saponaria,
oleo de ligado de bacalbe, e outros agentes
desta ordem nada conseguirn). E* elle de
fcil digesto, agradavel ao paladar e ao ol-
phato. Alguns mdicos desta cidade e da
de Macelo o team recommendado para a cu-
ra das
Impigens, tinba, escrophulas.
Tumores, ulceras, esc rbuto.
Cancros, sarnas degenerada, fluxo alvo.
Todas essas affeceoes provm de orna can-
sa interna ; n3o ba po;s raz5o alguma em
crer que ellas se podem curar com reme-
dios exterros. Tambem se prescreve o xa-
rope alchoolico de veame pera o tratamento
das affeceoes do systema nervoto e fibroso,
taes como :
Gotla, rheumatismo, paralysia,
Dores, impotencia, esterilidade.
Marasmo, bypocondria, emmagrecimento.
O xarope alchoolico de ?elame sohre
tudo, da maior uiilidade para curar radi-
calmente, e em pouco tempo o rheumatis-
mo.
Adverte-se que o verdadeiro xarope si>
se vende nesta cidade na botica cima indi-
cada, do abaixo assignado ; e em outra qual
quer parte que se tem annunciado nao da
mesma composico, e nem o abaixo assigna-
do se responsabilisa.
Jos da Rocha Paranhos.
CMMKGQ.
PRACA DO RECIPE 21 DE AGOSTO
DE 867.
As 3 % horas da tarde.
(Aos 14- do correle)
Cambio sobre Londres-90 d|v 21 d.
Descoci de leiras 7 0?0 ao atino.
Silvelra.
Presidente.
Maceno.
Secretario.,
Caixa filial do banco do liras!
em Peraambnco, aoa i6 de )n-
Ibo de IS9.
De ordem da directora se faz seleute aos Srs.
accionistas, qae o tbesooreiro esta' aotorisado -
pagar u 27* dividendo das acedes do banco do Bra
sil, inscriptas n'esia caita, a' razio de 12-3COO.
O gnarda-livros,
Ignacio Nones Correa.
ALFANDEGA.
Renuimeato do da 1 a 20.......
dem dn da 21................
Volotees entrados com fazeodas...
i gener<8....
Volases sabidos com fazendas...
t t 4 geaeros....
333-.ifl3460(>
18:036al65
41-189A765
234
572
-----80&
143
512
-----655
Desear reram boje 32 de ag >sto.
Vapor inglez-Amamnareadortas. .
Escuna holiandezaFfnn/imercadorias.
Brigue inglezl/i/aa*ridea.
Patach j nacionalJaboataoidem.
Barca ingleeafloattiq Can4carvac.
Logar ingiv Marancecarvao.
faiacho nacional?mparcbaxqne.
Escuna iogleaMary B'ock carvao.
Brigpe austriaifGeosepptna Francisca farinba
da trigo.
RECKBEDORIA DB RENDAS INTERNAS
GERAES.
Rendtmento do dia 1 a 26........ ti:4482Ii
Ideo dodial................'.. 1:332|844

23:781,1057
C0N811LAD0 PROVINCIAL
ReacHraeoto da da 1 a JO....... Jj92327
leaerdodia..........____.. :o#e9K
^-.a^ a a M
3fceS7fi22.
BJQTOLEiVTa M miXQ
Nanos entrados na dia 21.
Trieste68 das, barca ogteza Memphis, de 3t7
toneladas, capilo B. Oivans, eq,aipagem 12, car-
ga 4048 barricas oom fariab da-trigo-, a'or-
dem.
Sioekton (oa America) 63 dias, patacho america-
no Abbi Clefford, de 454 toneladas, capMe E.
W. Ciiff-ird, eqaipagem 10, carga madeira ; a*
Henry Forster & C. Segnie para o Ria de Ja-
neiro.
Navios sahiiot no mesmo dia.
BsbiaPatscbo braslleiro Carteado, capillo Anto-
nio los do* Satjto;: em lastro.

#
<

v
li
------


HB
^^^H
S>
t-

a.
Mario de PeruMbieo Quinta ftira t de Agosto de 1867-
Ilha de Fernando de NoronbaPatacho portogan
Jorgenst, capn So Jas Mari de Serquetr; em
ladro.
tomEs.
ATCOS MAMTIMOS
MVMM BIUSILEIRA
DE
O 3)r. XristSo de Alencar Araripe., -officiail da
imperial ordem da Rosa, e juiz especial
do commercio cesta cidafle do'Recite de
Pernambuco e sen termo por 3. M. Im-
perial
a_
Paete vapor
E' amparado dos pelos do .al
at o da 21 d jgoato o vapor
Sania Cruz, eoramandante Gui
fft mohilia, I opa e vidros joia*,
vallas e lirros
i
O ama t-nka tara' leilo a raqaeriMapto do
depositar-da &ssa aUttU de N. O. Bieber &
l/, sueeessores, e por mastiado 9" o Ulm. ^r- Dr.
juii especial So coramerclo desu cidade, da mobi-
Inerme Waddlngira, o qual de- lia e mais objeetos iipra pois da demora do icosto-roa a* ea jmaaa|Ha*>< .aajlafdida guaeglcio , guiri para os porlos do aorta. de isaM,;a-Saa^s<**enat- valor, un piaa magm-l
Racenem-se.,de*_0 ja-pais^airos e caiga que o vapor poder condutir a aaa-.devera,' da^ifmam Hoo, di*^) asa *, -escrttaoinb! mes a*.0
.e CuDsiiluctODal o Sr. D. Pedro
L a a.aem Beus Guarde, etc.. etc.
Fa$0 Saber aos que O preseQte editl vi- r embarrada no da de soa chitada, eneoanBeo- deaiwte. mesas redonia e ouiras de diversos
rem e d'eile noticia tiverem que no da 5 de "? *****r.*** *L01** '* (**%***** J>" i""", postores rao-
^tnmu,^ 4 k .,. rM- Pasajea-ee -ao Sea. nassajotffle 400 ai 1-------' ". 1rI o aj 1 mi J marqueza-,
setmbO do CO'rente anno se ha de arre- p_fMens so se recebera nesta aacU T 4 'c^eiv-S,,f335heira.s spelmu de sa-
matar por vend a aueni maisdr em praca Crut n. 37, escriptvrio da Antonio luis de Olivel- la-e Sequaros, cortinados ricos para porns, gar-
TIIESOU 0 la(Ol\C0
_ Acabam de* ebegar Encadernafio Pari-
M- stense, ra do Imperador n. 71, as seguiotes
publicaees :
Le Monde Maconnique : Revista das lojas
de todos os ritos: rjqojfsimo deposito .Jas
majores preciosidades afnicas, desde e
origen da nrdem : centenares de discursos
tosmais distincto< oradores.da Europa e da
t.jfjr^nartfla nos dilleentes templos maconicos
do mundo.- % vetar-
Gabinete Portuguezde
De ordep dosltlro.jfir. frWidfDtaauteiilutojum-
Tido aos san hoce socios flaeitaos ,a wiir#ra*d
em asseratnea geral, ionflogo 18 oorfetVar
II horas da maoba, para de cooformidade c<.m o jj.-n
disposlo do ao.;o do ari. ii d ><; oossos e-uiu- (T'linP h.TTZPTTI flft tll-1
tos, eleZer.Se o novo c.oselbo deliberailvo e corn- hl diHW.
ra Azevedo C
COWPA-HIA BRASiLBRA
ATAPOR
publica deste juizo o escravo de nome Ba-
noel, pardo, corn dade de 28 annos pouco
mais ou menos, avallado por 800^000 mil
rais; o qual fji penhorado por execuco de
Antonio Garca, contra Pedro Chrisolego Ca-
valcanti Vanderlcy. E n'5o harendo lanza-
dor que cubra o.preco da avaliagao arre-
matafo ser feita pelo prego da adjudicado
oa forma da lei.
E para qae ebegue ao conheciment 3e
todos mandei passar o presento ojie ert-^J*!?" o*f>M4o so>.
ado pela imprerts. e^ffix.do o A,r J^e^^Zr\
Tila Uimi'* nho,itapoteieae, 1acH,^arfos c colberes .-de rae-
tai para opa e cha, sallen?, loacas de in ttoaes, trem do coslnua, taavpos de metal para pra
to*,*afei.-ira, ohaiaic**sucareiro Ibftefro. txwia-faar, >tpa bomba, om oaobeiro,
variedad de quadros e mappas (teograpnieos, di-
"HMl ittiriii.injfO'm _de >uiorrs contwcidos e
E' esperadoim-frum do -aorta,
al -o da *V4aaosto o raaor apfOiaraLS vfio#*arWni b eojtarrafaTo?. con-
publtcado pela iinprerrsa
Paran, ,eowttadauta-o eapitao
de ragauSaoU Barbara, o qoal
dopals da domorj do costme so-
engaja se a
qual devera'
serra,-retogh a> paroda, c prensa pa a copiar
cartas, um re 'glo chro|ometro jura ajgibeir
com cadeia de caro, outro dito cora corraolo,
piih-atrw, man n ,laalftao, roznas. *rgola.s, tran
. UMAsfOLLECCSO DB-15 RlTfc^ESide lodos 08
ritos, para as .ceremonias de rapepcio, de!
inauguraco. de fe ciaes, de Banquetes, de pompas fnnebrej^-eic
Um c )brido gekal completo, .guiandis-!
pensavel para lodo>-os maejons, tanto siakj
broi Da crdem, comoautoHdades
; mi?sao de exame de cuntas, principiando os ira
baldos ama hora depois da maread, cora o uunie
ro de senhores socios que comparecerem, como
prescreve a segunia pirte do art. 48 das ssoao*
estatuios, vi-io nao se ter reoaido numero legal no
S-cret-.ru do Gabinete Por|pgaat.deetue* aos
21 de jolbo de 1867.
Jj- Ribeiro da Fonseca
Secretario.
QJJ-pfliciaes d-templos.
Estos duas -himaspublicjfejem ^gran-
aos volumes tv8..
Ao todo IS^olumes.
Atoga-se a^as n.'7l da rrra
* ftjUt*^-' i^buJPii. 7f an_dar..
Alilga se uiua ^eqaeDa eaaa
ViVia {J tratar
ceilns e orna
do COStome, cidade do Recife de Pernambu- er emiarcada no dia de saaclifladal encommen- "J***
volta, alOoes, boiOes epara '.pnnhos; A.i.ba, sita nas do- Garoraelro
* nj\\amWxv~ '" lrtl'- *ellra 1 porul'atfal da fibrica do gaz, prc
co 1 de agosto de 1867.-Eu
Eliodoro da Guaba escrevente juramentado
o escrivt.
Secundino 'd" dinhelro a freteat o da da sabida at 2
horas. Provine-se aoa Srs. passageiros que snas
passageDS s se recebara sesea agencia roa da
Grax n. 6*7, esetiftorio de -Antonio Laiz de Olive!.
Eu Manoel Mina >Rorlriuesdo1Sasimen- ra.Azevedo & c.
to, escrtvao, o subcrevi. _____________:
A cama miin cnal Oa* enad-i toodo de |
contratar a obra de sea paco, faz publico /]ue o
pUao desse edilktj jcba-se-axaosio em soa secre-
taria por es paco Oe liriu, otnt^ pode ser ezami-
aadopor aquetaaa-ijao praseaiaraaa eonaorrer a
arrematacao, fiado o ^aal sera' aoauociadeo dia
8ui que deve ir a praca .sentalhaate -obra, sob-a ,
bu-t corada e prorapta, annudctitMo-se tambera as con-
diroes do contrato e sen pagamento : aquellos qae
omeaderem licitar nessa arrematadlo devro
muair-se de daa;a idnea que a garanta, sera o.
qae nio podero ser adraittidos.
Paco da cmara municipal do
agosto de 1867.Lait Jos, Poreira
presidente.FraacUoo Gaijuioda Doa-v
cretario.
DE
Xavftgaco costeira par vapor.
Para tuba, Natal, Maco, Araeely, Cear el
Acaraco".
-egue do dia 30 do correa-
te pelas 3 horas da tarde om
dos vapores desta companbia.
Becebe carga at o dia 29,
pasfageiro?. encommendas e
dioheiro a (rete at as 3 no-
Lraa4to*aa(de do dfa da sabida : escriptorio no
Rscfe U 'j|e: Ferie.4o -tollos n. 1.
cora quntala
,Nconfront W
. propria para bV
Ptem de mencioaar por^ solteiro, Pre;-o d?-# par Okz.______
*e-Sr. AutflOlo do^oma Brroao e ^ntonl
MNaiitoi Conceican, dlrljarp se"-as dco -Pontas
n. e8 a nneocio de sen lotere-se
mdr*r/
Jeira 28 do correala
sa e sitio, ra deJfl|a F>-ruiojes Vfeira n
da SniadB rft-idi, n anrlft <\fr fetorMa mas.a.
L^mafoira' nm ornabas do lao do Corpo
SaiMB-.-aoffte ife pawtgiaaauco erataita de prelen-
dentes, as l|i twtos a maoha.
-SU tnmNHIAPERNMBUCANA
DECLAMCOES.
O Illra. Sr. inspector da thesoararla de fa-
zenda detu provincia manda fazer publico, afla
de vitarera JuviJa*, qae por veatetra se possam
ansc lar sobre a propriedade aos terrenos de ma-
nan i, 6itaadas ao oet-j dos do antjgo Morgado de
Sin'o taara ta hair'o dJ Roclfe, entre o tipcco.^
d Sjala, o as lun.- c.as do Brura, qa"
DE
Itoifffaco eoslt'ii per va per.
Macei e escala.
SegoH na dia 30 d i c urente
para os porto- cima um dos va-
poras dp.-i.i companbia as $ h-
-f as a lardo.
Recebu carga at o dia.29,pas-
sageror-anoomm4das dioaeiro a froto ateas 3
b ras da tarde do dia da sabida: e-criptono oo
Forte do Matos n. I.
SMPtilHII fEfMWHIBircill*
sao; DB
do dominio directo da fatenda, as s^gaintes : de VniiPnnnn rntfim nnr /nAr
ns 346..36 A, 3*6 C, 316 D, 3i6 E, 316 F, 316 tiavegaQOOCOSieil l pOT VUpOI.
. 3i6 H. 346 J._aa ruados Guararapes, o de ns. Rio Formoso at o lugar denominado Pedra
de
347 (-. 317 A 317 B, *i!7 G, bsm como as de b<.
87 A, 87B.87C.88 A.88, 90. 91 A, 91 B, 9i
93. 9i C. 9i l), 9i E, 95 G. 93 D, 95 E, 339 A,
339 B, 389 C, 361, *W1, 363, 364, 367 A, e +69 B,
na .ai do Brum.
O vapor Mamanguap$, com-
mandaote Costa, segu para o
porto ucima no da 26, as 7 llu-
ras da maobia. Becebe carp,
passageiros, encommeirdas- o di
Manoel Jos Piolo.
Secretaria da thesourariade Pernambnco, 19 de jnheiro : escriptorio no Forte do Matos n. 1.
agosto de 1867. -------'------------------ r-
Para a -Babia
Pretende seguir ora malta brevldale a-vollolr
O Hm. Sr.-iopector da tbesoorana de fa- sumaca nacional Hortencia, lera parle de sen car-
teada desta provincia nuuvia fazer publico qae tem regamento prorapto, para o rosto que Ihe falta tra-
mare-do o dn 16 de^soterabro prximo vindonro j u-se eom os seas consigaatarios Antonio Lmz de
para o concorso qae sofero de aorir oestalh oo- j Olivelra Aievedo & C., no son escriplorio, roa di
rariapara preenofiimeotoOas vagas tfc pratteantes j-juz n. I.
existeotaa nesta ropomeo, na alfanaega o na re-
cebednria. Os osantes versarao sjbre as materias
de que trata o 1 do art. 1* do dt crelo n. 3114 de
27 de junbo de 1863, a sabor : leltnra e analyse
grammatical^e orthographia, aritbmetlca o snas ap-
pllcacdrs ao commercio, com especialidade re-
dncgo de rooooas, pesos e medidas, clcalo de
desc&nto, jaros simples o compostos, tbeoria de
cambios e suas applicacoes. Os ooocorrenles de-
verao previamente apresenur seusj reqoerimentos
instruidos do documentos qae provera idade cotn-
pitrta de 18 anuo-, iseorao de pena e colpa, e bom
Rio de Janeiro
Pretende &ahr com muila brevidado para o in-
dicado porto o.veleiro patacho cGuiihermina por
ter a maior parle de sea carregamento engajado,
para o resto que, Ihe falta e esccavos afrete trata
se com o consignatario Joaquim Jos Gongalves
Beltrao, roa do Trapiche o. 17.
Para o Hio de Janeiro.
Para o Rio de Janeiro deve seguir o mais
<-.omp.irtameoio, na forma do artigo 3 do decreto j breve possivel o patacho nacional Valente,
^sSetSidalhSKr. ?ftM.d..dbto,.m.1?"_!?n. maior parteda sua carga promp;
buco em 3 de agosto
clal mair,
Manoel Jos Pinto
e 18677 Servido -daTffl' to P3ra a que anda Ihe falta, e escravos a
(rete, trata-se com respectivo capitSo, oo
com os consignatarios Marques, Barros & G.
na praca do Corpo Suito n. 6 2 andar.____
Para < Porto.
Segu oestes oito dias o brigne porlagnez Unta,
por ja' ter soa c;rga engatada, para o resto e pas-
sageiros trata se com os seas consignatarios Thu-
raaz de quino Fonseea & C a roa do Vigario n.
19, i' andar._______________________
Santa Gasa da Misericorda
do Recife,
Rio de Jan iro
' .-. :..ioa.|unia administrativa da Santa Casada
Misericordia do Recife manda ater publico quo
oa sala de suas sessoes. no. dia 22 o crreme pe-
las 4 horas da tarde lera de ser arrematada? &
quem mais vantagens offerecer as readas dos pre-
di os era s?gaida declarados : Para 4referido porto satura impreterivelmont
E^tabcleeiaiente* 4C earidade. nm do corrala mex o palhabote porlugnez
Ra Aa Padre Fioriann Dezenove de Junho, quera netle qaizer carregar
r, ,,,-> n to t,|0"no- {HiX!im Ipode tratar com o consignatario David Ferreira
Smlmnif \ \ \ '. '. \ 86S ^ ^ua do Bram n. 66 ou com o c.pltao a
Roa dos Pescadores.
Cssatcrrean.il.......216#0C0
Roa das Calcadas.
dem idem n. 38........158,3000
Ra larga do Rosario.
Segando andar do sobrado n. 21 300*000
Tereeiro andar idem dem .... 301*000
Roa da Roda.
Casa terrea n. 3......... 96*000
{deai idem u. 7....... 96*000
Becco do Quiabo.
Casa terrea n. j8.......144*000
/ Ra das Calcadas.
Casa terrea n. 38....... 176*000
Ra do Padre Floriano.
Casa terrea n. 47.......168*000
Roa do Nogueira.
Ca-a terrea a. 17...... 242*000
Patrimonio de orphas.
Roa das Larangeiras.
Casan. 17.......... 192*008
r dna doRangel
Casa terrean. 1., ." V / 301*860
Ra da Lapa.
Casa.lL i........ 496*000
Roa do Vigario.
Primeiro andar do sobrado a. 27 181*000
Roa do Pilar.
Casa n. 99. i -. 25*e00
dem n. 103......... 800*000
Mema. 94.........201*000
Sitio n. 3 no Pbjno,-daCl. ) ri 160*000
. Ida. o. 103...... 144*000
As arremaucoes aerao feitas pelo, tempa de nm
anaod*vaado os licitantesrvlretn.acompaehados
eoseasgi^doresau manidcH do oas dbstes.
Searaaria da Saeta Case da'Siiericopflia do
R-scifc <6 de agoga de 1867.
O^SCfivao,
Pedro Rodrigues de Sonta.
bordo.
LEILOES.
-i-r-
LE\0
De 50caixas com batatas e 4 barris
com p resutes,
BOJE
O agente-Pestaa-tara' Jeilo por' conta e risco
de quero pertencer-de 60 calas com batatas de
Lisboa e 4 barris com presamos e-serio vendidog
em nm ou mais lotes a vontado -, no dia cima ai
11 horas da manna no armatem do Annes d
roBte da alfaedeg?. asi _______'
caim com nesgas.
HOJE
O agente Pestaa faro' leilo por conta o risco
de quem pertencer de 180 caixas com oassas
ranito novas desembarcadas ltimamente, as qoaes
serio vendidas em nm oo mais lotes oo dia cima
as 11 horas da manna no armatem do Annes.
Irnatdade acadmica de X. Senhsra
do Bom Conselho. '
O agente Pontnal vejidera'em.leilo por man- Cele.brar- dado do Illra. Sr. U*. Diz Oe d(wep eapeejal do ,4'alma do -ooss,} jirvno aiqnto Joaquim Ferrat
commercio, os obeetosbKO patteBcentes mas- Daltr, qointaifrft-i, ae^*oras da manhaa, se-
sa fallida do Sr. F. Soavage ; 1 unilia de ma- iiaao>lia do i*u paa.-a^iento, e para este tira coa-
deira branca estafada compota ida ora druu, & vlo a tolos os nossos irraaos.
eadeiras de bracos,2 ditas d'e blancj, ditas de; Consistorio da Irmadade acadmica de N. Se-
guarnicao, i consolos com pedra, 1 mesa d* meio nh.tra do Bom-Con^eln-i, 19 de agosto de 1867.
de sala cora dita, 1 mobi.tia.jle jcaraada como osla J. N. Toleupao^de Carvalbo,
de um sof, 2 adeiras do bracos, 2 ditas de na-___________________Secretario._________
, 12 dilaa.de gaarnlcao, c.osol-s com [' r KTF^Wr~WWHf!fnTiWTWiWiMWStnM
dra* 1 mesa de meio de sata*o dita, 2 jarros pa-1
ra fljres, 1 me para joo, 4 lapekts, 1 -sof' eo' /\ \w
Jacaranda. I me-a WaUaa^paia jautar, '1 apara-
dor raude, 2 ditos pequeos, 12 eaeiras franco- Dr,
.zas. 1 caixa paraglo, I jarro de bar,,,, l ndier ..____ d. .".""^ **.me'a idado, da boa
roa gaz, 4 castieaas de v.dro. 1 *,U de raadeira ^"*??VJ?11 atf,*,l* P"a t',"" u '""l*0 d8lama
francdii. 2 cadeiras de balance dita, 6 ditas .de J2_5?r_'_?"*J*?&? alUgar
guarn.codita, i mesa de meio de sala, 1 dita pe- *'** ru- d Aurora n. 70-2 andar.
queDa, 1 tuiciior c,n podra e e*pelbo, 1 guarida Aiuga aa rdopa cora tisp?i!>o, 1 aarda ve t^-1^ di rrc?nn. I pibanlie, tn.tu^r rt? lina do Rvtiw, ,',,,'1 c^nvi-
gj.irJj roupa Je Ulto, 1 iavatoru de pedracoui 0A*f#HP i'*r'A famiiu ; alogc-sd pjr t :cpj ,; um aouo
pelho e perteaces,,l.e?laote, 4 casjicaeg, 4 mesas, por 130* ; tcatar no -obrado juatr,a fabrica do
trem de cusintn. gar. com. L.-AI. H .Vaiepca._________________
o 'tir--^^V^!aarr----- nnrJ> Sl Jo: Pag Ja 0^.8-rea.
Cruz n 62, primeiro audar, as ti horas. Previ <*oe mora na roa do Vigario, queira v:r
ne-se aps 5 s: preleudenies que nodi. acim. as tO^Sla lypograplm, a negycio .que nao ig-
hora- em ponto parliro dous ommbos para os ora.
condunr a Passagem a hora da partid i achar- ------------ ------------
se ha.u-m deMeseniIfente-tU cochoira do Sr. CUu- Aluga-se
dio Dubcaut e OAUro na pra,caulA Corpo.Sanio. .om b.im armazem.na Ponte V,U>a.________
Precisa-se de nm ra para i servico interno
de pa,casa/Jejfton-.fipitJiik:., tcMar na.piaja
;do Corpo Santo n 17, 3- aadar.
~ TD.f.Trp.TisJr drp7i?U"T-'Jesi"p)e raudoa ?e da rna ttr-iti para a das Cinco -Poota*
d. 86, e aodr, inl< c. afint -ao tooicto de
Ma protlio.
AVISOS DIVERSOS.
..
jftXtt
\
I Precisa 5.- de uma ama que saiba engommar :
'Hataje a'r-ua da Cadeia do Recite sobrado o. 34.
AttDCfto.
0 ca torio do. esciivau Manoel Mara madou-se
para a ma~raa ra l*(J*inado n. 26, no primei-
ro.-andar.
6:0001000 E ];20^000
Sabbado 2i do correte mez, se extr.hi-
r pelo plano ab iixo transcripta a 131 par-
te da 5' lotera a beneficio da Santa Casa
de Misericordia (31.a)
As encommendas sero guardadas smen-
le at a noite da vespeca da extraegao.
O thesoureirjj,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
PLANO
4000 bilhetes a 3*000-............50:000*000
Beneficio, sello e commissao 24 0|0.. 4:800*000
Liquido...... 15:200*000
1 Premio de........ 6:000*000
1 Dito de.......... 1:200*000
i DUo.de........... 300*000
5 Ditos de 100*000 300*000
10 Ditos de 40*000
18 Ditos de 20*000
39 Ditos de 10*000
973 Ditos de 6*000
1030 Premios.
2930 Brancos.
400*000
360*000
390*000
5:830*000
usi m Totm
liibtfe -garantido*
A RA DO "CRESPOS.23ECASAS DOCOSTMfc
O*balxo assignado veadnu nos seas maitofeli
tes bilhetes garantidos idar.loteria que se acabou
Jeextrahira benedeio das familias dos voluuta-
ri )v aa patria.. os seguites. premios.:
N 3382 do.ps quartos com a ?orte de 6:i00*.
M.4416 mnete inteiro com a sorte de 2:000*.
X. 2799 dous quartos com a sorte de 600*
. 39i7.d-aastiquartos com a sorte de 300*.
E ootras niaias sartas, de. 100*,, 40* e 20*.
lotera
)3i')
15:200*000
4000 Bilhetes.
N. B. Os premios raaiores de 400*900 estao su-
geilos ao descoolo da lolprov ocial e os maiores
de 1:000*000 ao da lei geral. I
Thesouraria das loteras de Pernambnco 10 de
agosto de 1867.
o tbesooreiro,
Antonio Jos'Rodrigues de Sonta.
Approvo__Palacio do governo de Pernambnco
tO de agosto de 1867.Bario-de Villa Bella.
Conforme.Francisco Lucio de Castro.
Qfferece-se um menino de 14.a 16 auuos, ponu-
guez, para eaiaeiro, e tem ortica de taberna :.a
tratar na roa do Padre Floriano 0. 21.
Precisa-se de urna ama qae co;iohe e faca
compras para casa de pessoa de conBanQa : na ra do Queimadi, |0ja
da Esperanca. _______________________
.Acbam-sea venda os da 13'parte da 5'
a beueflc, da Sania Casa de Misericordia
qoe se ettrahira'sbba024ido correte.
MawfMii
Bilhetes......... 6*600
Matos............ 3*060
.Quartos.......... L350O
psssoas qae compraren) de 1 OOjJOOC
paracima.
ailhetes.......... 5*500
oos........... **750
Quartos.......... 1*375
Manoel Mar&< f
Para s
Ana

^Pgecisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia ,para. coaprar.ej:osn.ha,r,1f.,rfa1 pu escrava :
a tra.tar na ru do'Raagel n. 10 Io andar.
Albino Baplista da Rocha, relo-
]oerro e doarador na praca da In-
oependencia n. 12, faz todo e qnal-
qoer concert pertencente a sna
rte pi-r precos mais baralis do
que em outra qualquer .parle e
..ffiaaca .0 seu jrabaiho, compra
obras de ouro e prla em obras, u-adas._________
Para grands amilia
ai-rra, wm da remottor parata provfbda das Ala-
ena< diversos ardgos belheos, por isso-eoavfda aos
Srs. propietarios o conslgnaurios de navios qoe
*{uiter.;m contratar a condacao do, taas artigos, a
eomytmerem ordirectoria do^mesmoiaroeaal, das
i 1 horas da maoha as 3 da tarde d iodo os dias.
atis.
Directora do arsenal de guerra-de Paroanrboco,
17 de agestoeo-lW7.
O eserlplararlo,
Jos AMMdo de Garvatho.
, I _^ ..I' ^
*ia ut*asa a-mtafteeroa 4a
P^hr secretaria da aaata-paoa de aaiaartac^'
Refe se fat totaeM-ao pairaaaaad > oraba, afcaa-
'4W!arado,.qMte.do.all4 ajliogido a ;dada?de
4rtm.fi% roioinm*imh,^Mtu adminiMiirwda
-mio ima*M|li reates, de c mformidade com o artigo 46 do JMfSt
(ainxai > ilMaelle eslabetecijaaaa.
xii.oii^waaiQdeUwH.HwNAoa-Friw
a*:?!* g-rrato.
Sewetatia oa santa cajMo-.mMefkorda *o R^
etti 9 d- ago,to de 1867.
I) esciivau
Pro"R.,1rfgoes de'Sou
De eadeiras de Jacaranda' osadas, 1 sof', 1 guar-
da loaca de amarello, 12 eadeiras de ffaia, nm
iparelno de porcelana, diversas vidros e maltos
oairos obfectos qae serio vooOWos ao correr do
matiell*. .
BOJE
Pelo ageate Mamosa ra do Imperador n. 16,
as 11 horas. .
O abaixo assjgnado pede aos deveaores .de
seu estabelecimeotoem Una, poYoaco dos Mon-
tes, que pafuem os seus debi.os amigavelmente
at dezembro do correte anno, corlo de que o
nao fatendo I aneara* mies dos meios ]odic4as,
Recit- 21 de agosto de 1867.
Miguel Gongalves da Luz.
111 **"
i
t
Precisa-se de urna ama pata cozmbar e com
prar : a tratar na rna da Cadeia do
armazem
. Prawsa-se-aluifar -urna-casa terrea oo prlmeicd
andar de .obrado corn tanto que teaha quintal in-
dependen^, ero -qualqaer dos bairros desta cida-
de, e na falta nos arrebaldes nio sendo muito Ion-
Recife n. 8, _* : qum Uer deixeiipjpfmados .na roa Nova
loja de farrajrem n. 39.
Escravx) tupido.
-v:
PeeiVa-iaoli(*rmi eiervo>para-o.ssrvigo
de.uma pesspa :.a tratar na.rna do Imperador o.
Fugio.no dia 16jo. correte pjet o escrava Bal-(89 2 andar, entrada p*lo becco do b(lbar dos
bino, crioulo, Idade 60 armo., pouco mais on roe- lteos,
nos, eslatnra regatar,seecodo eorpo, barbado,e
j pintando, tem o dedo mulmo da raao diiwu ;
doro, trabaiha dosapatelro : quem o prender ou
delle der noticia a seu seabor, o coronel Agostinho
Bezerra da Silva Cavalcanii, no sobrado n. 29 jun-
to a igreja de S. Goncalo, sera' generosamente re
compenaado. ______ -
"ti"
flistarico
O primeiro numero do segando anno desta Re-
| vista acaba de ebegar ; com elle principia a pa*
blicaco da revolugo de Peroambaoo de marco'de
. 1817. Aosigna.se par.42i.pur.aaBO .: na Jirratia
ir,aocea, rpa do Crespp,p. 9. ^^^
Co inheiro
No eollegio i Coueeico preciaa-se de ura con-
obeiro forro ou escravo.
tas medicamentos etc.
Rna do imperador a. 22.
Si *n>duetos chimicos e pharma-
- .ceticos os mais empregados em
medicine,
Tiotas-psM iedoK) genero de pin-
tara e para tintoraria.
H Productos iodustriaes e tintas
^ para flores, como botoes de Aeres
^uj e-modelos em gesso para imitar
S fructas e passaros com o compe-
^S 'ente desenho.
M Productos cbimicos e industriaos
'0 para pbotograpa, tinloraria. pin-
AO PUBLICA
U abaixo assigaado faz scieute ao publico que
ninguem faca iransaeio IgoaM con o Sr. Aoio-
.nio Henriques de Miranda morador na estrada do
Arraiat fn>guezu do Poco da Paoella, com o s~o
escravo pri-to crioulo de 10 aonos de Mlade, do
nome Famiaoo, cu)o escravo osJa' tvypo;4icado ao-j| tu^a 'nyrOtOCOia tC
abano assignado desdo o dia 11 de maio do cor- ** lUnrlarln m ranri* rila nn-
rente anno conforme a escriptura.passjjk oo-car- M Monlado em ?r'lr"i' t** e saP"
iiorio do lab-Ma. p#n carrero. "'ocifo, 21 de ^ prid directamente de Pars, Loo-
.agoto de 1867. ,jH :dros, Hamburgo, Aovers e Lisboa
___________Manor.i Jo- los Ribeiro. i & p0(je offerecer productos de plena
riteapidsrl la rdcaa ter ce Ira ^ confianca e aatisCaz^r taai^Ber en-
carno, m commenda a grosso tratti e a reda-
A commisii) das obras d hospital 4 .ordem ~ Ijio e por ucean tiiiamixlo.
tarceirdoCATm.^, weci* o*ca o acabameato.do ll ^
mosmo 30,000 lijlo, de W^naru gro>sa sendo _JMMM WMM'MMM.WtkMWk
este de Oarro e'goa doce : as passas qae quite- *,'W^*^ pi^pip-i*-en~^^^~s-*
rem vaodor u.- quaati laid ou parle podem prc-
por o preco e quall la.de ** #a*eo o (ro casa
d>.oa_d)a>.
' w-"-J-*a'iulm.Lo'. RiJiiir.o -ViSitiv .*aftdiit)^ur-j
tuguet, retira se p tanda.
M
AvI !ni|urUt
Us ooicos verdadeiros xarupes i
f- los de sjAp .decalodelerr.i do I r
zam^a uima cjuatro veas repr tula
dico sobre o Mtfisefytlrvo .* *i*r^r
p.rja/macia Svtaflfl, 12, cu.a ,Cljf,''i*,e' pitls-
Acba-se a veuda em frascos qualraaos com o a-
mado Dr Criiirt hill oo vdr-o. Pri-ci 4- francas en
.Pars : Com iusiriKC.au W\*
Do casco da barca hespa.Ma Isabel.
D. Modesto de La Porta capio da barca bospa-
oboia Isabel, encalbada na liba de Perneado de
yoronha, fara' lellao com antorlsacjo do Iltm. Sr.
porteocer por. wjaraa^o^<,>Httta:|fcwti
- e eravadp eam W*,wpav*^ jOQa*,,^ lo
do o fondo, os vaos encorvados de ferro,* cobasta
cravadade brome : no dia 23 do correte mez as
11 borai do dia a porta da Assodacio om.aier-
ettoM asilstoiclaJdo mesmo Sr. consol aapas-
soa por' elle notnestia.
Escrova para aoprar
(m alugar
Proelsitjie de urna escrava qae coxlnbe, por
compra att olugoel : aa roa daUruf/.atmaiera.n:
10, das JO botan dnaaebaa.4 da tarde.
Oa Sra. arotWes UiHdo Amaro GoagaTves
dos Santos, qaelram a*taa|olpr os seas crditos no
prato de 8 dias, ao administrador da massa abaixo
assigodo, na casa do soa rej-rdencla o. 5 na rea
Nova de santa Rna, on na roa das Trinxeiras o.
19, aflffi de ser ooioprida a disposigao do art. 639
do cfldgo-eofotaeivHrf.
O mesmo admiei-trador pede aos-devedores da
referida masaa,bajara de se entender com elle para
pagaren os seus djuiuss^atv-a'opssivet brevidade.
Recife, 14 de afte.df Wftil
^^ ^so^Br Jbatjdim Baptista.
Deseja-se. alojar um* sala a nm quarto que
dtadjUs como sirvatn fwa^e8lteir*qujspJ8iN|Bagaeiia
ausente e'on^l^r'^aWdo aflanholomeo da^antoAoimW:.8uem,yer,anntu)ie, oa diri.a-
*totivw^ 9ot&-*WtW*er^^ sa.aU>ua.do ^smj. ^0, priwHo^nJw..
ie*tedea^-qu*sB^c>f*iTlHae^ ^M'ii-Hsaan ule -awwiniK -tMqaeao o qaa
sidinda em Lisboa travessa do. isievto.SJaOwcdo jjiijnimgMai- -* Barmia, a. 72.
o. 8, o qoo nost. ck, to* Tr-#l +, i,^ ^ ro;a^tp^V WJ'r,Br.J de'don*
O abaixo assignado declara, qoe de boje em
diaote assignar-se-fcaGtilherme Dawsley. Recife
18 de agosto de 1867.
_______ Guilherme Apgusto Dowsley.
Manoel Pedro lavares de Noronh de hoja
em aHaate fiea-ee oaaaaaavdo Manoel Podro de No-
rontaa.
valor.

......"i mi
para
'" m
Precisa-se de ama ama
nm*-cae*ato, .
mera 112, f rtdsf.
andares, preetaa-se de
e eo^omaaar, cj
-J*
\fft 4vOTopa
= JacopS
ajber para cozinhar
Loja do GraUo Sigilante
DE
fiuim raesi Preitas
RA DO CRESPO N. 7.
-Os-^mprreifMHOS -fies e bem coBbeete-es-
taJaelecimeato tendo eai vistas a boy vonJU.de
cero que t9ria generosa popo'aco.desta bel-
la cidade concorre com a sua coadjuvajao
para o basar de prendas que costamaai e -
tibelecer no dia da commemorago di-anni-
versario do Hospital Portuguez de Benefi-
cencia, cojo producto applicado a bem
daquelles que ba dos de recursos, e no leito
da dor ali proenram. rn.e!horar seus solTri-
mentos e aproximando-se o dia dessa gran?
diosa festa por isso apressam-se em avisar
ao respeitavel publico do que ha de mais
moderno em seu estabelecimento, alm dos
quaes tem variedade de outros, que a serem
para um.fim t5o justo os venderam por pro-
cos mi rasoaveis.
Riquissimas caixas com msica contenido
o necessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Riquissimos livrinhos com capas de tar-
taruga para missa.
Riquissimo lbum com capa de tartaruga.
Porta jolas, dedaesve relogios enestegos-
to urna infinidade ,de obiectos.
Vasos, cajongas e jialliteiros de porcelana.
Bonecas que cjiamam papai e mamai.
Finissimos lencos de cambraias delinho
com disticos.
Gaixinbas com perfumaras.
Bengalas e canna com lindos castoes de
marfjm.
Riquissimos eofeites com coques e sem
elle inteiramente n vidale e ultima moda.
Lindissimos ciotus .para, senhoras.
Fivellas lindas de maito gosto.
Lindos port-bouquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentos e bailes.
RiquissirOos leques de madreperola.
Lindos leques de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Ditos de sndalo, tendo ;no,c,entro um qua-
dro de seda, ultima moda.
Leques de faiasmuito Uodos.
Ditos de ossos.
Lin Jos pentes de tartaruga, raassa e outras
muitas qualidades.
Luvas dejouvin. inteiramente noves, bran-
cas, pretas e de cores.
Ditas de seda.
Meias de seda e alodao.
Lindas trancas pretas e de cores c >m ve-
drilho e sem elle, assim como lindissimas
guarnices para enfeilar basquines e botoes
para os mesmos.
Lindos indispensaveis para meninas das
escolas. -
Bengalliahas para meninos.
Suspensorios para meninos.
Lindas toujuinhas e sapa tintaos ricamen-
te enfeitados proprios para baptisados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Muito boas escobas para deotes, cbapeos-
roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes.
Superior liabas para crochet.
Agu ha i para o mesmo fim.'
Lindos agulbeiros e dedaes de madrepe-
rola e marm, assim-coaao de metal.
Lindas guarnices pannos e colerinbos.
Ricas capellas paranoivas.
Meias de seda para senhoras.
. Superiores thesouras para unuas, costura
e cortar cabello, ote, etc.
Suspensorios de seda para- bomem.
Ditos de-aftgodio para homem e meninos.
Finos adereces pretos -para loto.
Grande sortimento oe 6nas perfnmarias
dos melbores fabricantes at hoje conbe-
cidos.
Grande .sortimento *ec
retaUo.
~t
qnalidades. .
E muilQS outros ooiectes seria ufeHma-ro e qVie^e v*uto*
Europa.' loj do Vigi'aot, rna do Graspo- o. 7.
^fttOPE
DE CASCAS PK LARANJAS AMARGAS
te I. P ldtroi', }liarfaceiitco
eaetartet
3a asnas de saccessos attesUm a sna eBUaeia,
cono:
tnico ic*T4N~s, pira ajuo'ar as func-
coesr dp estenaf^), assim com1) dos intesti-
aos^e-eurar as dfjejicas-tervpja?, agedas ou
chroeicas.
Taiaojs-nh-nwvbsOj para corar m****-
modos j^eroutepaeSj de doangas assiovewta-
das^aaftoaitar#digresQ.
AtfrwiRiODoto, contra, oa a$lafhm, eato-
rcs^eom-%u5remiterfB'tteacias' e ^ue [eem'
por eepeatapsas bem Sfficiz c-olra asgstrites e as gas-
ttalgiat,
T^5> n-PAR-pee, pera-oombater a ex-
imto&&tW&$?P&ia> anemia, es,
otmento, inappetaBCia, langor etc.
Deposito em todaNaspharmacias e casas
ida^aepBMSiBoaeraail.
"^Ms.^eo-'OaasiB J^-Lazoro. aae
t-faiU^farts.
^%Pammi4p-.o. phjanacia da
' hurer A CU ra tSo

UoUegiodeS.fen(i^cO:
Xavier
:'aia educacao de nieino*
Ivitab li-cido na grande e
bent a-rejada easa onde
estevo o tii-yBanasto, no
il9.lleio, e dirigido
pelos pa ntla de rfe.Mis.
Nesle collegii', recebem-semeni-1
nos de ,6 1^ aunos para serem
educados e instruidos em todas as;
BBterks'preparatorias das facolda-
des do imperio.
Ha?er meninos internos, meio
pensionistas e externos.
Os mternys pagarao 405 mensaes,
os meio pensionistas lifl, e os ex-
itraos S.
Os pobres ter3o admittidos gratui- '\
lamente oas aulas .do eollegio, pro- fS
vando-o estado de pobreza' com at-'t
te?taco doparocbo respectivo, on'S^
de 11 otra pessoa de'f.
Para admisso dos alumnos e -:\a
par.aquaaiqn.eresclar.eciments, tea-.i
u-se com o director do mesmo es- g
.Uti-iltciaiento a qualquer boca do 51,
Monte-pio Vortngaez..
A di.Lciuria provisoria jolga conveniente publi-
car os leguintes artigos dos estatutos :
i Art. 11. Sao devecesdo socio :
.'.' Ptamovpr a entrada dj socios e quaes-
quer donativos a bem da asaociasto.
Ait. 15. Os d uativ. s ou arvibts de certa
ord-ui piii.-i i ios ior subdilos p ou nao socios, sarao galardoados da raaneira se-
guinte :
g 1.* Com a qualllicacao de bemfrtlores da so-
cieil'; le aos socios quo offertarem quantia nao in-
ferior a dozentos mil reis, ou algum donativo eqnl-
valente.a essa importancia ; ou angaria rem pelo
menos ir-iota novos tocio?, em clrrumstancias de so-
rwn admittidos, e qne realisem o pagamento da
respectiva joia.
t \ 2. Com a qualtficacao de betuaun s da *
ciedde aos que contriboirem com a somata de u-n
cont de reis, ou angariarem cem novos socios ii m
meemas coadiofies d. parr^r^u-h aulecedrine.
Vejam-se mais os.artiuos 16,17, e 18 dos estzt--
tos, conet-roentes a esta materia.
Era reffaocja a pirada de novos s.)pioe, a di-
rectora chama a attencao dos actuaes para o ar-
tigo 9 dos estatutos : para facilitar este servico,
rooama-directora mandou impwaur proposta> cun
os complanles dizeies, -que pod-iro ser pedidos ao
seerelario da sccledade, a rna da Cruz n. 23, pri-
meiro andar, oo ao.empregado externo, o Sr. Joao
Fernandes da Silva' Oliveira.
A di rectora- communica atcda.aps senbores as-
sociados e a quem mais ti ver interesse em o saber, -
,que desde o principio do crreme auno, lv. presta-
do soccorros os socios qoe os tem requis.t>do, e
a elle se mostraran) com diretlo, segundo os esta-
toios, como no4aaaiajBwenQ ':) proiima reunio
>.asen>liia geral, seodo :
Soccorros a socios deseropreados.
Soccorros a scelos ^mpossitolnados de trabalh.-.r
por-doenca.
Sccorc.os a socios .presos, enjo Itvramrnto con-
segulo.
Soceorrds a socios qoe p- r doeoga grave preci-
savaoi reiirar-se, para-Potujai oa |ura outra loca-
lidades. 5
Soecorroaa vis va desvalida dn um socio.
A-dJrectoria orovisofia.proten-lacravocsr a as-
semblea gersl us senbJtes. associados para o se-
gundo domingo o mez do uutubro vindooro, afim
de Iba pregar captas -da. >ua u-r- ncia desde que
iteve-a honja r. serfit^la, drvr-odo ter logar a
eleicao dajiova lrecBr, coui-irio fiscal e com-
,missfips do^onias, no jsafcsequent domingo do r-
iferido mez^lt! ootubro; ejp conformldada ,.com os
artigas 22e 25 d*s e-ft-Mor; e dar assuj}_por ter-
minada asna rnrt-5a-
Seeretana do Moote--tio Purtoguez em ,t*eroam-
buco,-^0 de ajjosto dej87. _u3__.
J.;si;da Silva Loyo.
l!itei(knle. r-
' Joaqi.im Gerardo de Dftj^p.
;
*.





r ,-,""---^-
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.tari. It tttfciMt."- tata'letr. t AWi* (86?.
I
DE


CAROBA
FRI
POR
AUGUSTE CAORS
Pharmacentico pela escola de Pars e saccessor nesU cidade
DE
Aristide Saisset e J. Soum
22.------Ra da Cruz^-22.
Tratamento paramente vegetal sem mercurio, iodo, ooro, nem outro qualqoe
mineral.
Verdadeiro parifkador do sangue sem azougue.
Especial para a cora de todas as molestias que tem saa origem na impureza do
sangoe, como sejam as molestias boubaticas, syphiliticas, escrophulosas, darthrosas, quer
venham ellas por hereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccioBadas dos diversos virus que contaminara o sangue e os humores.
A caroba um remedio prodigioso, [usado desde remotas eras pelos indios
do Brasil, passando seu uso de geraco em geracao, boje um dos remedios mais co-
nbecidoscomo proprio para c-ombater as molestias mais hediondas, entrando nesse nume-
ro a morpha ou elephantiases, para cujo curativo os nossos sertanejos consideram a
caroba como remedio especifico.
A moito tunpo entrou a earoba nos formularios como preparadlo magistral
sob a forma de eleictuario, ainda hoje lembrado as pharmacopas com o nome de seu
celebre autor Jo5o Alves Carueiro: nao ella portante remedio novo nem desconhecido.
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde tempos immemo-
tiaes como o mais apropriado para o curativo das boobas e ulceras syphiliticas srdidas,
e empregado com proveito depois de improcua applicacSo de muitos outros agentes
tbcrapeuticos enrgicos e de uso quotidiano.
Muitos dos nossos mdicos de consideracSo e entre elles o muito distincto pratico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Atbayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio de ex-
periencias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no trata-
mento das boobas, das diversas formas sob que a syphilis se apresenta e muito especial-
mente as que teem sua sede na pelle, e poderiamos relatar alguns casos de data muito
moderna obsorvados peto mesmo Sr. Dr. Moscozo em que a caroba produzio admiraveis
efieitos, depois de inuteis e prolongadas applicaces de salsaparrilha, mecurio, iodo, ou-
ro e seos preparados, etc., etc.
NSo era possivel que urna planta to notavel por suas inappreciaveis virtades es-
capasse a perspicacia e invcstigacoes dos mais abalisados praticos europeos, que se ap-
plicam com especialldade ao estudo e tratamento das molestias syphiliticas e herpeiicas
e para prova abi esjao os Srs. Drs. Caseoave, Schurfer, Ricord e outros dando as mais
lisongeiras informacoes sobre as propriedades curativas da caroba e preconisando-i como
remedio poderosissimo para o tratamento das empeces cutneas, seccas oa suppurativas,
dartbros de todas a qualidade, ec-emas, nlceras de diverras Baturezas, tumores, osseos
e outras muitas molestias de natureza syphilitica ou boubatica.
Por ter.se generlisado muito o uso da csesela da caroba qae eu pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar em suas observares,
deliberei-me a ter prompta urna quantidade da mesma essencia, obtia sem a acc3o do
ogo, para nao prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encon-
trar-se-ha na minha pbarmacia sempre e em porc5o suficiente para todos os pedidos a
ESSENCIA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma plenta para que nun-
ca fallera aos Srs. mdicos quequizerem esperimentar tao precioso agente,'medicinal.
Recife de Pernambuco, 17 de outubro de 1866.
Augdste Caors.
AODE MUITO GOSTO
Vtriado sortimento de modernos chapeos e cbapelinas de seda, de fil e de palha de Italia,
para nhor e men'na.
Superiores tiras, bordadioho? e entre roclos bardados em cambraia tapada e transparente.
>a leja das colamnas a roa do Crespo o. 13
UE
Antonio Correia de Vasconcellos & Companhia.
A N ACIN AL
Companhia geral hespanhola de seguros sobre
a vida
AUTORISADA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 1859
BANQUEIROS DA COMPANHIA DIRECCAO GERAL
O Banco de Hespanha Madrid: Roa de S. Agostlnho
.II
siun.-o da companhia em 15 de Jullio de 1866.
Apolices 49:700 Capital Rs. 127:i44067O ou moeda brasileira
< R* 12,714:476,51000
A Nacional abraca toaas as conbinaces do seguro de supervivencia e n'ella pode
fanr-se3!ibHp;3) de mido que em nenbum caso se perca o capital imposto nenfos'lu-
tros correspondentes.
Urna afianca depositada nos cofres do estado, garante a boa administrado da com
panhia.
Os fundos da companhia se invertem em ttulos do estado e se depositam no ban-
c de Hespanha com interveocJo do delegado do governo e do conselho administrativo.
A companhia estranhatoda a empreza ou Sospiculaco perigosa,eos ttulos em
gne se invertem os fondos imp s na rmesma, n5o-se correm o menor risco, pois est3o
qaraBtidos pelo governo, pdeatonacoo da a tor p.eizosd
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Satisfeito o invencivel Veado Branca, com as maneh-a's attenciosas com que
oiacolhido pelo respeitavel publico desta briosa provincia, a ponto de^me muitos a por-
fla desputaram a satisfacSo de serem os primeiros a comprarem em seu importante arma-
!zem, se desvanece em declarar com toda a lealdade de que capaz, que est cada vez
mais animado, nao so pelo benigno acolbimeolo que tem recebido, como pelas torcas do
que disp&e porque at hoje nao careceu ainda dos preparados de jorobeba, nem do
xarope alcoolico de veame.
O Veado Braneo, declara a quem ainda o nao conhece que n3o um
desses bichamos intrataveis que por abi vivem com figura hu nana ; domesticado no
ameno paiz onde a amavel Aguia Branca vio a luz do astro bemfeilor, elle partidario
desse invejavel agrado e sinceridade que com tanta gravidade se desprende do seu
bico encantador.
O Veado Braneo, como todo o homem civilisado, ama a sociedade dos
bpns,.gosta do centro do mundo elegante, usa do tnico de Jayme, para prevnir qoe lhe
poobam a calva ao sol, vai a companhia dos Booffes Parisiens e no meio do partido de
mcame Adll, elle tambem atra-Ihe o seu lindo booquei.
Digoe-se o benigno leitor de arar as palavras sinceras do sincero Veado
Braneo, e venha prever a sua dispensa do que melhor se pode encontrar n'um estabe-
cimento de molhados.
A modicidade dos precos, cemparados com a boa qualidade dos gneros e o
bom modo com qoe se recebe os senboras compradores, deve certamente convidar as
pessoas que ainda nao vieram nossa casa a fazer parte dos amigos e freguezes {do nosso
BELLISSIMO 1RMAZEM
DI
MOLHAnA
CONHECIDO PELO NOME
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Estabeleciuo ra Direita n. 16.
Esquina da travesaa de *. Pedro.
RA DAS CINCO PONTAS N. 86
AO GRANDE ARMAZEM
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Sempre barato

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Joaquim Jos Goncalves
Beltriio
RUA DO TRAPICHE N. 17 4o ANDAR)
Sacca por todos os paquetes sobre o Banco
lo Minho em Braga, sobre os gaioier luga-
; enx Portugil.
aber:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Gui maraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
ViUa do Conrte.
Arcos de Va! de Vi.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famellelo.
Latnego.
Lagos.
CovlIbSa. .^j^.
Vassal (Valpassos.)
Miraodella.
Beja.
Barcellos.
Manteiga
Ingleza flor a 1<5, a libra e a 5oo rs. soffrivel e propriapara tempero a 32o rs
dem fraoceza a 56o rs. a libra.
Cha
De primeira qualidade a 2iJ8oo e proprio para negocio lijfoo a libra.
Blseoltos
Inglezes pearl, nic-nac, oval, cracnel, e outros superiores a \ft\oo a lata.
Figos
A 24o res a libra.
Gomnas
De milbo braneo a 4oo res a
tar crianzas a 5oo reis a libra e caxinbas com 4 libras por menos, gomma do Maranho
16o rs. e tapioca sag a 24o a libra.
Chocolate
Superior a 14, a libra.
Doces
JIMS


_____ N.2D T N. 2 D
H^P*' CORA CAO RE OCRO* ffif
A loja n. 2 D intitulada Corago de Ouro na roa do Cabog, acba-se d'ora em diante offerecen
do ao respeitavel publico com especialldade as pessoas que honram a moda os objectos do ultimo gos
to (a* Pars) por menos 20 por cento do qne em outra qoalqoer parte, garantindo-se a qualidade e a so
idez da obras.
O respeitavel publico avahando o desejo qae deve ter o propietario de um novo estabelecimen-
to que quer progresso em sea negocio deve chegar imrcediatameote ao coracao de ouro a comprar
aneis com pereitos brilbantes, esmeraldas, rabius e perola ; verdadeiras em agarras, modernas pele
, dimiouto prego de 10, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo preco de _3, maracas de
i prata com cabos de marflm e madreperola obra de moderno gosto (o qae o encontrarlo no coragao de
' ouro) voltas de ouro com a competente cruslnba ricamente enfeitada pelo pequeo preco de 12, bnn-
lihTa rtA^rarnta vpMadftira nrnriria nara alimen- icos de nm ir^^ perfeito por um mdico prego, cassoletas, tranealms, pulceiras, alfluetes para re-
:...'_, "._:__:_ "_!!:_. i_"k" ,ralos e oatros modelos tudo de alto gosto, aneis proprios para butar cabello e firma, dito para casa-
mento, no artigo roseta tem o Corceo de Ouro um completo e bem variado sorlimento de diversos
gostos, butSes para ponbos com diamante, rubios e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo sea va-
lor ja' por gosto ds desenlio, brincos a forma da delicada maosluia de moga com piogente contendo es-
meraldas, rubins, brilbantes, perolas, o gesto sublime, atfinete para gravata no mesmo gosto, relo-
gios para sennora cravados de podras preciosas, ditos para homem, diversas obras de brilhantes de
moito posto, ernsinhas de rubios, esmeraldas, perolas e brilbantes, aneis com letras, cacoletas da
' da
de
De goiaba em latas a l/ISoo em caixa de 4 libras, muilO Ano a i#8oo, em caixoes erystal e ouro descoberla para retrato (a ioglea) brincos de franja, ditos a imperatrite toda e qual-
2 libras a Soo e 32o.
Pelxe
Em latas a iooo reis a libra, sortido em qaalidades.
Ostras
America a 8oo rs. a lata.
Baldes e Tassouras
Americanas a 8oo reis cada peca.
Toucinho
De Lisboa a 320 reis a libra.
Tomates
Em latas a 6oo rs.
Sal
Refinado em lindos postes por 5oo rs.
Rlrshs de Wasser
A 2ooo a garafa.
% eruiouth e Vbssuho
A liJooo a farra fa.
Bltter
A i #000 a garrafa.
De bordeaux superior, Saint Estephe, Saint Julien, Saint EmiHe a 74ooo a duzia
e 64o rs. a garrafa.
Vlnho
Do Porto fino a 14ooo a duzia e l#5oo a garrafa e magoiGco tamhem em bar-
ril a 8oo a garrafa.
i ii que do Porto
Adamado e outras marcas a 9oo rs. a garrafa e lo| a duzia.
Vlnho da Figuelra
O que ba de melhor a 40, a caada de Lisboa a 30 e 40 a garrafa.
Vinagre
De Lisboa a 2oo e 28o' rs. a garrafa.
Fa relio de Lisboa
Saceos com 9o libras a 405oo.
(torreja
Franceza em gigos de orna duzia a 60.
Ingleza.
Bass verdadeira a......T. e Victoria e Alssop a 5o reis a garrafa
quer joia, para secolocar retratos e obras de cabello, e outros muitos objectos que os pretendentes en-
contrario no Coracao de Ouro que se conserva com toda a amabilidade aos concorrentes delxando-
se de aqal mencionar precos de certos objectos ponqu (desculpem a maneira de fallar) dizendo-se o
preco talvez alguem faca mo juizo da obra, por ser to diminuta quantia a vista do sea valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe se concer-
tos, por menos do que em outra qualquer parte, e dao-se obras a amostra com penbor, conservando-se
e Coracao de Ouro aberto at as 8 oras da noile.
Qualquer pessoa que se dirigir ao Coracao de Ouro nao se podera' engaar com a casa, pois
nota se na sua frente nm coracao peudurado pintado de amarello, alem de outro qae se nota em um
rotulo (isto se adverte em consecuencia de terem ja' algumas pessoas engaado com outra casa.
V 3 A-Kua do CabngM. 9 A
Agostnho Jos dos Santos dp (J
Acaba de chegar a este estabeleciment um esplendido sortimento de
joias do ultimo gosto, perfelcao artstica e modellos eoteiramente novos; como
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anneis, botoes de pun.bo, brincos e cassoletas com letras, etc..
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqueiros, paliteiros, calis de mesa c
fructeiras, cajos precos s5o incompetiveis, pois que os propietarios desta casa,
recebendo seus artigo directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seus freguezes. Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se incumbem de fazer concertos.
Na loja do sobrado n. 12 da roa da Impera-
triz se dir' quem vende por barato preco um car-
ro com vidraca (caleze) em amito bom estado.
O Dr. A. S, Perelra do Carmo (medico)
est morando no sobrado d. 12 da roa da
Imperatriz.
Aluga-se o sobrado da ra da Madre
Dos o. 36, com bastantes aommodo. :
trata-se na ra de S. Praaclso collegio da
Conceico.
Ama
Precisa-se de orna ama para
da Cadeia do Recife n. SO.
cozinbar: na rna
Aos Srs. wiisnmidores do
A direccio a empreza do gu coDTlda Tt**-
osamen aos in. eoosomidores que por aOMo
posam ter queixas por talude gaz, ou outro In
donvenieott qoe posa Mbrevlr, qneiraa IMtlr
suas -rdamac^es 10 escrlptorio da empreza 31B
roa dj Impera r, aea le rtaefcrJo ioBidiU
prompia atte fio.
iamiel Power Jt&BgtOB i (itiaptakia
Roa da SenzalaNou n. 42.
ASIMCU OA
Fnndleio deLow Moer.
Cachicas a vapor de 4 e 6 cavallos,
vfoendas e metas moendas para engenho.
Uixas de ferro coade e batido para enge
nao,
ixreio de carro para nm e don cavafloi.
lelogios de ouro patente inglez.'
irado* americanos.
iacainaipara descaxocar algodo.
Motores-para ditoa.
ilacbus da costara.
Para o excelleiitissimo mi-
nistro da Justina ver.
O abaizo assignado detido na casa de de-
teoco desta cidade de Pernambuco ha tres
annos, e processado nos termos de Flores e
Baiqne, nao lbe tem sido permittido res-
ponder ao jury, nico meio de sua defeza,
como lbe faculta a constitaicao do Imperio;
tendo sido reqnisitado pelos juizes daquellas
comarcas por mais de seis vezes Gbefe de
numerosa familia, e boje sobrecarregado de
prejuizos inclusive suas despezas durante o
largo esdaco de tempo qoe tem absorvido, a
poQca fortuna que de seu trabalho possuia ;
e protesia reclamar at ser attendido.
JoJc^ Manoel Frazo.
Alnga-se
orna casa com bastanus commodos na cidade no*
va de Santo Amaro fio da roa da Aurora : a tra-
tar no largo do Corpo Santo d. 21, primeiro an-
dar, ou em Santo Amaro casa do Albo do Sr. An-
tonio Jos Gomes do Crrelo.

GAZEOL
--
111 "
DE
Burrin da Buisson
Liquida voltil preparada por Smlluse, repro-
duziniio cblmicameote os vapores qoe se soitam
olu Oo apveibo poriSeaio Oo faz carbnico,
empregada coa o uto saraio saeeeao contra
a coqueluche, a pbtisica e todas a molestias ebro-
icas dos pulmoes
. ?*.A
Botica t drogara
Bariholotaren dt C.
34Ru largo it RetarleS4
Sabonetes de alcatrao
O uso destes sabonetes tem apresentado os mais
benefieos effeitos contra as impingeos, sarnas, ti-
nba, caspa, comlcbdes e todas as demas molestias
de pelle '
VENDE-SENA
Bticaje dragara
M
.Bartholomen & Copaahla.
34Ru larga M Resane34
- Ao Sr. capitao do 2* batalhio de infantaria
Ignacio Pinto dos Santos Sases pede-se o favor de
se dirigir a roa do Imperador n. 18, aflm de con-
cluir negocios que o mesmo senhor d5o ignora
Igual f.vor pede-se ao Sr. Francisco Rodrigues dos
Santos Carioca.

Preclsa-se de ama ama para comprar e cosl-
nbar para duas pessoas : na roa das Larangeiras
0.14,1 andar.
Oosiiiheira
Precisase de urnacosinbeira para easa de fa-
milia e preferindj-se eserava : oa ruados Pires
sobrado o. 38.
n.30.
Precisase de urna ama oo pateo do Paraizo
1EL
Vende-se mel: a trotar t roa do Apollo o. 4.
Sedulas do banco do Brasil
e suas caixas no Mara-
uh&o, Baha, etc0
Trocam-se efectivamente no sobrado da travesea
da roa da CoBcordia n. 13.
mmmmmmmmmmi
^g No armazem de notas roa do Impera
dor n. 22, vende se :
Salitre redoado arroba 6J5O0
Eoxofre arroba 2A800
ammiE mm mmmmmm
ttenco
Antonio Jos da Costa Araujo,gere&te do estabe-
lecimento do Bernardo Alves Piotieiro, na ra lar-
ga do Rosario n. 17, laz seleote aossenbores vende-
ihoes e ao publico em geral, que tem um grande
sortimento de ch-irulos fabricados dos melhores tu-
mos vindos de conta propria, e por pregos muito
baratos avista de sua boa qualidade.
Na praja da Independencia n. 33, loja de
ourives, comprase ouro, prata e pedras preciosas,
e tambem se faz qaalquer obra de escommeoda e
todo e qoalquer concert.
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci*
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
(ogo em edificios, mercadorias e mobilias:
na rna do Vigario n. 4, pavimento terreo
Aluga-se o 2.o andar do sobrado n. 2,
junto a igreja dos Martyrios, bastante fresco
e com commodos: tratar com Antonio
Jos Rodrigues de Souza na ra nova n. 50,
das 7 s 9 horas da manba, ou das 4 s 6
da tarde.
GRANDE

S. 2
Atten$o.
Rna da Livramento N. 2$
Retratos histricos,
Na PHOTOGRAPHIA VILLELA. a roa do Ca-
bog entrada telo pateo da matriz, encoatram-se
oa seguieta retratos:
Do arcbidoqae Maximiliaoe, ex-imperador de
Mxico.
Oa prieceza Cariota, ei-lmperetri do Mxico.
De Jurez, ebefe da revola, e qoe ordeooo o
foxilamento de Maxiliano.

Deposito de laraancos e cateado uacinnal. da fa-
brica da rna do Jardlm n. 19, de Jo> Vicente Go-
dinbo, tanto no deposito como na fabrica seapromp-
tam todas as porro>s de ralbado o mais barato
possivel, esta Nbrica tem todas as machinas pro-
prias para os calcados ja bem acreditados pelo
grande numero de freguezes qne daqui se for-
nocen.
Am
Precisa-se de ama ama para servirlo mol leve :
no pateo da matria de Sanio Antonio n. 2, primei-
ro andar.
Ama dt leite.
Precisa-se de urna ama com bom e abundante
lelle, paga-se bem : a tratar na roa da Praia ou
mero 13.
Omnibi
em precisar de urna ama de !e:ie diriji-
a roa de S. Francisco o. 3.
Na roa estreiu do Rosario n. 10, prewseas
de oa moleqoe pora o servteo oe lioief.
usdeOlinda.
Francisco Candido de Medelros (az scieote ao
publico, qae do primeiro de setembro principia no-
vameote o mnibus de Ollnda a sna carrelra Intar-
. rompida, partlodo do Recife as 4 / a Urde e vi
i tando a- 8 >/2 da manda* como costume.
5
Tendo de se liquidar a leja de calcados Trnce-
les sita oa rna do- Imperador n. 33, previne-se ao
respeitavel pnblico que a mesma liquidago lera'
somonte legar de segunda-feira 20 do correte mez
en dianie, e para se dar ama idea da barateza,
abaizo se uanscreve os precos :
Borzegoins de Mellier verdadeiros. 11*000
Dito Suzer dito...... 8*000
Dito do mesmo fabricante de diversas
qoalldades..........8J00?,
Dito do fabricante Fanion e Lavergen .. 8*001
Dito de diverees ahrlcantes de 5* a 7*000
Sapatoes de Suzer qoe e veodiam por
5*000 a ..... 3*500
Borzeeoios para raenoo-de varios fabri-
cantes de 5* por .......... 3*000
Botinas para meninas dem dem a .. 3*500
Ditas para seor.oras idnv4oeni Jolly 3*500
Sapete para meninos de diversos fa-
bricantes.
3*000
Perfomarias do fabricante Lotos e Piver, sorti-
mento variado de diversos eitrtclos e agua de Co-
lonia.
Camisas para bomem.
Benealas, gravaUs, cbaroteiras de mbar, pen-
tes de tartarnga de diversas qaalidades e mode-
los, emflm urna iaOoidade do artlgos de lnxo e
bem gosto.________________
Precisa-se alagar nm moleqoe oa legra pa-
I ra veo'dr; na roa des Agnas Verdes 46,2* andar.
I
K>~



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PAGINACAO INCORRETA


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UrI de ttt
bneo Quinta lelra tt
i*.* **..._
le Agost" ie 186?.
V
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^OLO M?
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RA
PHOTOGRPHI
DO UABCGA N. 8, ENTHA">A PELO
PATEO DA MATRIZ.
O Dusso esiabt-lecimeniM pl.i.iogr; pi.ioo
est sempre m da com todos "S meho a-
menlo> e iirogressos que na Amrica lo
Norte, ii na Europa s>e aniegue, na ar:e
pbotonrap-iica. e para alca carmos tal fii
nunca poupamos despez nem sacrifirirfS,
desorle quj os bossos numero?^ fi"ju/.es
podem ter a certeza de me seuipre'eiH^o
traro em nossj estabeleciii'Ciii" m.iiquao-
to a arte e a moda offereo < do bom, no
velho mundo aos mants da pho-
Lot
eria.
O quarto de bilbete garantido n. 3382 com o
; sorte de 6:0605000. foi vendido na feliz luja da
ra Xova o. 36.
11 ......
,, V^
rrecLa-se de urna ama para o ^ervico de cori-
nba : a-tratir do largo da alfaodega, armazem do
Aones.
Liva-see eoifornmase ropi, tanto de ho-
rnero como de roalher; oa roa Direita n. 108.
Precisa-se de om menino de 12 a li annos
para o.ixciro : oa roa do Rangei n. 73.
Preelsa-se de um roenioj de 12 a I i annos
que tenha pratica de laberna : aa ra de Hoiias
n. 16.
(iratifica-se.
fival sem segundo.
Roa o Quelmauo n. 41.
Quer acabar com as fazendas abaixi
eHcionadas.
Quefram rir Ter o que bom ( baralissiae.
"oalhas de labyrratho com blee, fazenda boa a
32500.
Carretela de liaba com 100 jardas a 30 rs.
Grvalas prefas e de coree muito finas a 500 r
Calas de obreias de massa omito novas a 40 rs.
infladores para espartilbo de corts.0 e Ota a 6:
ris.
Carretela de lioba Alezaodre com 400 jardas a VA
_ ris.
irasco de oleo babosa a 320 e 500 rs.
'.'itos de dito bigiemqae verdadeiros a 1*000.
i'ilos dito falso a 800 rs.
Ditos de macacar perola a 200 rs.
jabonetes muito finos a 60, 160, 200 e 320 rs.
Ditos de bolla muito finos a 240 e 320 rs.
Caixas para rap com bonitas eslampas a 100
das Vara u .., raao para espartilbo a 20 rs.
'Lto veteados para regacar cabello de menina:
< 320.
novo e vemo mundo aos amantes ua uno- Na noile d3 domiogCi ,8 d0 ^^ pop ocpa
tograpbia. s'ao do Pogo qu^se qoeiraou no pal i .lo Carniu, i
NOVIDADE PHOTOGRAPHtCA. perdeo urna menina urna cesta que levaba aobra-1
Acabamos de receber todo o necessario V* iQa' e acbavam es segomtes objectos: uma SSSi maca?a 2 mait9 fiH0'a l0 "
Atdduios ue receuej luuu u polcara de coral engastada era ouro para menina Vwt,oadarM "0" Anas para clleles a 500 rs.
para fazer retratos chamados carte-album., aaUranceiim e pomer, ,te caro" e om E de' I :ar,5es ae 1,Dha D,'anca e ae cflres a 20 rs.
Este genero de retratos ltimamente tn- labyrlnibo aberto era cmbrala de linho : roa-se bra de ara Preta superior a 100 rs.
ventado na America do Norte, rpidamente a Pesoa que tiver achado essea objectos o obse ..-co'as.Par tato, fatenda boa, a 500 rs.
se oropacou na Inglaterra e Franca aonde \^ de os entregar a* ra imperial o. 23, que se-
actualmente de todo o favor da moda. W***o. _,____________
PARA UZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurubeba garrafa........ Iflooo
Vinhode Woo
. Pillas de vidro......... IiJ6oo
Tintura de io
Extracto hydralcoolico de jnrubeba I2j(5oo
PREPARADOS CO.VPOSTOS.
Vinho de jnrubeba ferruginoso garrafa. 2looo
Xarope ^6oo
Pilulas vidro... 2tfooo
Oleo de jurubeba vidros.... 64o
Pomada de pote...... 6 lo
Emplastro > libra..... 2aoo
PARA UZO EXTERNO
A JURUBEBA.
Esta planta. hoje reconbecida como o raais poderoso tnico, como um eices]
lente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do figado e baco, na-
bepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as nflammaces
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do otero e abdomen, nos tumores glaodulosos, na anazareba, as bydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparaces ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, chloroses, faltas de menstruacao, leucorrneias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade organicas; e pobreza de sangue, et.
O que dizemos affirmam os raais distiuctos mdicos desta cidade, entre os quaes
podemos citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconh cem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at ho!: 'onbecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicaca/.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juru
beba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje seotiam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinhain ainda a desva itagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muilas vezes improficuo um
medicamento, que podena produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apreseniados depois de havermos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em soas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien-
ea applicacSo, tendoalm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeiclo possivel, para o que n5o poopamos esforcos, n5o nos importando o pouco lu-
cro que possames tirar
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infalhvel cura
de qualque dos soffnmentos, que dexamos innumerados, se forem era tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vantagem de escolher as nossas variadas prepa-
races, aquella que melhor Ihe pode convir.j pela fcil applicacao, e j-i pela complicico
das molestias, idide, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparaces ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente solnveis nos suecos gstricos, porque procuramos os composto de ferro que edmo
taes estao hoje reconbecidos.
Para aquellos que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applicac3o de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em ossa deposito um folheto, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos ov
mos preparados.
D
DO
DR. SEVIAX.
Para o tratamento e cura rpida e completa das molestias syphiliticas, eris-eA"
las, rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, infiammacoes ebronicas do figado
e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias, pleuri-
sias, gonorrheas chronicas e em ge al todas as molestias em que se tenha em vista a pu-
rificacao do systema sanguneo.
Coasiderafes geraes
A saude um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao ens
fermo o _avalia-lo.
incontestavel que o homem neste mundo constantemente, e por todos os lador
atacado por uma infinidade de agentes morbficos que todos tendem, dadas certas e deter-
minadas circumstancias, a alterar o regular exercicio das funcc3es orgnicas, resultanbo
pesse desequilibrio o que se chamamolestia.
A molestia nao mais da que a desvirtuado das forcas vitaes, occasionada,- d,
gundo as investigaces e experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela depm-
va^So dos humores geraes, consequencia da accao maligna desses mesmos agentes mora e
fieos introduzdos' no organismo pelo acto da respirado, pela via digestiva, pelo contacto
immediato etc. etc. etc.
A syphis infelizmente tem sido a partila da humanidade, e como fra de duvi-
da que esse terrivel Proteo da medicina uma molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades. e debaixo de todas as suas formas tao variadas, enfraquecendo
constituicoes robustas, produzindo mutilaces, e cortando ainda em Afir da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deletpros. e purificar a massa geral dos
humores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vo figurara em primeiro lugar para preencher esse iesiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
inmensos successos obtidos pele uso destesalutaragene tanto na Allemanha.. como em
Franca e Italia, o tornam o companbeiro inseparavel de quasi todos os doentes.
Sendo as melestias, como cima dissemos, devidas s alteraces dos humores, o
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado vantajosamente na syphis, erisy-
pelas, rbeomatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, inflammages chronicas do
figado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias,
plearisias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que se tenha
em vista a purificacao do systema sanguneo; pois que uma pratica constante tem feito
ver que elle ndispensave nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, e pre-
parar o doente para medicacSes superiores ; e as menos graves a cura a conse-
quencia do seu oso, convenientemente repetido.
As substancias que entrara na composic5o do Elixir depurativo do Dr. Sevia
pertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande calhegoria das substan-
cias depurativas e antisyphiliticas; usim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural daseyau-
aces alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus sypnilitico quando este virjem.
tem feito empelo ao exterior debaixo'de suas multiplicadas formas; e previne taui
bem os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella ainda no
estado de encubaeo, isto sem se ter manifestado sob formas exlernas: beneficio
inmenso, tanto mais quanto ueste estado os individuos ignorara completamente se as-
i contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a -sua accao so-
bre o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias medi-
camentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando d^ste es
lado, maitas vezes, hydropesias, que quasi sempre terminan) pela morte do doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
las asseveraces, porque sendo um medicamento tao simples na sua composicao, a
pratica tem confirmado sua ulilidade.
Inlco deposite em Pernaaahrrc
Na botica e drogara
PE.
Bartothomeo Compankia.
x 34RA DO ROSARIO LARGA34,
goza
A carte-album se faz por dozias como os
antigos cartdes de visita.
Na Inglaterra trocaram o nome de carte-
album pelo de retrato-galeria e os ingleses
usam encaixilbar estes retratos em quadros
especiaes para com elles formar galeras,
com que ornam seus gabinetes. Recebe-
mos, uma certa quantidade de taes quadros,
os quaes cederemos por barato preco aos
nossos freguezes.
As pessoas que quizerem ver specimens
dos retratos chamados carte-album, j fei-
tos em nossa officina sao convidados a visi-
tar o nosso estabelecimento.
CARTOES DE VISITA A 90000 A DZIA.
Era consequencia do novo genero de re-
tratos chamados carte-album, diminuimos
o preco dos antigos cartdes de visita, os
quaes de boje em diante ficam reduzidos
ao preco de
O^OOO
pela primeira duzia, sem que por causa
desta diminuico de preco, deixemos de es-
merar-nos no nosso trabalho, como sempre
foi nosso costume. Alm disto, continua-
mos a dar os cartdes de visita em carles
de luxo, Bristol, ou porcelana, dourados ou
lithographados para o que temos uma varie-
dade de 12 modelos, a escolha de quem se
retratar.
CT VA GOMO PREVENCAO.
Apezar do nosso trabalho ser muito co-
nbecido nesta cidade, aonde trabalbamos a
12 aonos, com tudo j oigamos de nosso de-
ver dizer hoje o seguinle:
Nos retratos fetos em nosso estabeleci-
mento emprega-se toda a cautela para of-
ferecer-se a par da belleza do trabalho, as
melbores condicoes de durac3o. Doura-
mos e ixaiLs os nossos retratos sem olhar-
mos a economas, e ltimamente para Ibes
podermos dar uma lavagem mais ampia
e segura, contratamos com a compaohia de
Bebiribe orna penna d'agua. Os nossos
cartes de de visita s5o verdadeiras photo-
grapbias, que nao preciso de retoques do
pintor para Iha desfarcarem os defeitos, e
convidamos a quem quizer a passar sobr
elles uma esponja molhada em agua, ou a
deixa-los mergulbados por espaco de horas
em agua, ou em espirito de vinho: se apre-
sentarem alteraco sero recebidos por nos
e pagos pelo duplo do que tiverem cus-.
jado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
systemas photographicos at hoje conheci-
dos em photographia. O nosso sortimento
de caixinhas, quadros, passe-par-tauts, e
joias de-ouro para a collocacSo de retratos
o mais completo, variado e abundante que
existe nesta cidade.
itleuco.
um
Varas de franja branca de linbo para toalba a
100 rs.
Pecas de bico estrello com 20 varas moito bonito
1*000.
Varas de papalina de dlfferentes larguras a 190.
I60e200rs.
Caixas de palito balo a 40 rs.
Caixas de palitos de segoranca sem eocbofre a
80 rs.
Sibonetes dfe familia a 100, 160 e 240.
Sirgueiro e chapelelro.
Napracada Independencia b. 17: existe v
grande- e completo sortimento de todos t>s perten- rosas fle botoes de madreperola para camisa a
tes para offlelaes e mais pracas de guarda naci-1 600 rs.
Caixas com soldados de chumbo para meninos a
120 rs.
Cartilba de dontrina ebristia a 320 rs
Latas com superior banba a 200 rs.
Quaderuos de papel peqneno superior a 20 rs.
Uozia de baralbos fraocetes superior 2j.
0 arrebe vegetal
muito superior aos xarope de Cnisioier e de
Larecy. Oe fcil digestao, agradavel ao paladar
e ao alpbato, elle cora radicalmente, sem merca-
rio, todas as affecces da pelle, impingens, alpor-
cas, tumores, ojeeras, sarna degenerada, escrfu-
las e escarblo. E' sobre tudo poderoso as mo-
lestias rebeldes ao mercarlo e ao iodoreto de r.o-
taasio.
NICO DEPOSITO
Pharmacia de Joaquim de Almeida Pinto,
ra larga do Rosario n. 10.
nal e tropa de nba como seja baoets, barreiinas,
tsllns, espadas, talabartes, bandas, charlalelras
etc., assim como cbaoo de o:eado para pagem
com galio oa cordo de oBro e vende mais barato
que em outra qualquer parte e jumamente boioes
para farda : na praca da Independencia n. 17,
junto a loja dos Srs. Arantes.
Club Pernambucano
Domingo 25 do corrente, haver reuniSo
familiar.______________
Soeledade Edsaio Phllosophl-
co e Ulcerarlo.
De ordem da directora da sociedads denomina-
da Ensaio Fbilosopbico e Litterario, convido a
todos os socios desta sociedade acomparecerem na
quiota-feira 22 do correle, as 10 boras da raa-
nhaa na sala de suas sess5s no pateo do Carmo
a. 9.
Sala das sessSes 20 de agosto de 1867.
O 1* secretario,
____________E. de Brl to.
Precisa-se de orna pessoa habilitada e de
boa conducta para ensinar fora da cidade os se-
gniotes preparatorios lalim, geometra, philosopbia
e rneiorica : a tratar na raa das Crazes n. 34, i*
andar.
COMPRAS
Residencia e consultorio
Medico cirurgico
DO
Dr. A n l o u i o a a r t e
iva praca da Boa-Vista n. 21 onde
pode ser procurado a qualquer hora.
Especial ldade
Doencas do peito, e de meninos.
Moedas de ouro.
Nacionaes e estrangeiras assim como libras
esterlinas : campram-se na ra do Crespo o. 16,
primeiro andar.
Comprase moedas de ouro de 20, i6, 10
e 9 a roa da Crui n. 3.___________________
Moedas de prata
nacienaes, assim como pataeSes portugaezes e
bespanbes, compram-se com premio : na roa do
Crespo n. 16, primeiro andar.
Libras esterlinasc
Comparo-se com bom premio : na, pra-a da In
depeuJencia n. 22.
Compram-sc escravos
Sil vino Guilberme de Barros, compra, vende e
roca effectivamente escravos de ambos os sexos
de todas as idades : a' roa do Imperador n. 79,
e-rceiro andar. ___________
Pataces
Compram-se pataches bespanbes, porlognezes e
brasilelros de cnnbo antigo, em casa de Alamson,
Henry & C, roa do Trapicbe-novo n. 40.
^4^000
Gabinete medico cirurgico
DO
De Ignacio Alcibiades YtHozo
Pode ser procurado a qualquer hora do dia ou
da noite prestando se aos cbamados fora da cida-
de, com loda a promplido. Pratica qoalqoer ope-
raco. Da' consultas das 6 as 9 boras da manhaa :
roa da Imperalriz d. 86.___________________
Trocam-se notas do banco do Brasil e de
soas caixas tiliaes; na ra da Cadea n. 52.
Precisa se.de uma ama para lavar e.eagom-
mar; a Iraiar no Monteiro, casa que foi do fallec*
do CavalcanU-.
~ ALGtlEL-
Francisco (jines de Oliveira. agente de lei!5es,
alnea par a prxima f-sta nfl anaaalmenie.a .-aa
espacusa casa no Poqo da Panella, cuja aprasivel
localidad bem ixnhecida, asMm como pelos
grandes commoljs que tem p-r.i numerosa farni-
lia, e per orilla ter teiio tai residencia dorante
muitos annos.
moeda
Comprase na loja de joias do coracao de onro
n. 2 D, ma do Cabng, moedas nacionaes de 20
Ouro e prata em
Compra se por maior preco do que em outra |
parte : na roa Nova n. 31, loja de ferrageos.
uuro e prata
Moedas de ouro e prata nacionaes, estrangeiras I
de todos os valores se comprara na loja de ouri-1
ves junto ao arco de No-sa Senbora da Conceico,
ra da Cadeia do Recife, assim como, ouro e prata
em obras velhas, brlbantes, diamantes e se paga
bem.
^.Yende-se nma escrava moca perfeita cosinbeira
e boa engommadeira, pira ver e tratar na ra Di-
relta n. 86,1 andar. _______
Vende-se nm preto maneta, boa figura, bom
trabalbador e mnito forcoso, carrega qoalqoer peso
qoe for possivel, por prego de 500 : a tratar na
roa da Cn n. 88, 3* andar.____________
Sal do Ass
A bordo do hiale c Lindo Pagaete, vende-sena
roa da Croz n. 23, escriptorio de Antonio de Al-
meida Gomes^______________
Gal de Lisboa
Veolese no armazem de David Ferreira Bal-
tar ruado Bromo. 66._____ ^^
Ps de jasmim
Veodem-se ps de jasmim j detiando flir, em
balaios: na roa de ioio Pernandes Vielra, casa
do Cesar.
Arados americanos
Samuel P. Jobnon & C tem para vender supe-
riores arados americanos : a raa da Seo*ala Nova
nL41_______________________________
Vende-se om sitio na margem do rio Capba-
oibe : a tratar na 'na do Qneimado o. 18 A.
HISTORIA DE CAKLOS
XII
Re da Suecia
POR VOLTAIRE.
Vende-se esta excedente obra por 1420;) em
brochara, na llvraria Econmica ra do Crespo
n. J.
Na nesma llvraria tomam-se assignataras para
avida de Horacio Nelsono celebre almirante
nglez a I cada exempiar.-.
Fannba de mandioca a 3J800 o sacco : no
armazem de Candido Alberto Sodr da M/.ia n?
(ratessa da Madre de Dos n. 14.
AGUA FLORIDA
Compra-se ouro e praia em
na praca da Independ-r::.. u 22.
obras velhas
Libras esterlinas
Compram-se no escriptorio de Antonio Luiz
Onveira Azevedo & C, roa da Cruz n. 57.
de
Compram-se
com premio maedas de ouro e de prata nacienaes
e estrangeiras : na ra Da Cadeia do Recife n. 16,
armazem de Adriano, C'Stro & C.
Trocam se
as notas do banco do Brasil e das calzas filiaes-
dom deieaaU auno raaoav*!, oa praca da inde,
oendeacia q. ii.
Lenio-se no-Diario de Pernambuco n. 186 de
16 do corrale um edita! do juizo especial do cora-
mercio, no qua.1 chamado como aoseoie em logar
nao sabido o Sr. Joo Luiz de Oliveira Azevedo,
para responder citacao qoo zer a aeqoerimento dos- administradores da massa
fallida de Amorta, Fragoso, Santos & C, pelo pr-
senle se faz lembrado aos ditos administradores
qoe elles 0_ao 'wporam yue o referido Sr. Azevedo
rezide a mallos aonos na cidade do Pon, e alli
morador oa ra de Santa Catberia.
Medalhas
Compra-se doas veneras sendo nma de caval-
leiro da ordem da Rosa e outra de cavalleiro da
ordem de Cbristo : na praca da Iadeoeodencia nu-
mero 92.
Antonio Jos Rodrigues de Sooza precisa
comprar ama casa terrea que coste de i:600000
a 1:9005 : a tratar na roa do Crespo n. 15, oa na
roa Nova n. 50._________ ____
Ouro em moda.
P>ga-se mais do que em outra qualquer parte :
na ra do Crespo n. 19. loja.________________
Goiupra-se
ama escrava mo;a ou de raeia idade : no palco da
matriz de Sanio Antonio n. i, loja._____
Compra-se um escravo pedreiro : quem tiver
e quizer vender, dirija-se a roa de Apjilo n. 28,
1* andar, qoe achara' com queco tratar.
- Coroi>ram e jurnaes para embrulho: na ra
de Hortas n. 1.
> >i

PBEPAR4T0RI0S
VENDAS
PARA OB'KA'-IES DE NOVEMBRO
Joa Soares de Azevedo, prtfessor de Ii-
goa e littraiura jwol qq Gjmaask) Pro-
vincia) d>ilaoifc,-leaharto-eiw na case/
ra m^#mi&9rtto 4as se-
Ruint|9-aM*ejiaiHMr os atansees que ti-
verem dtr* fSrl1 Wrj^tJS!j|g|lAjrQ pr^i-
mo futuro: w* i
Llago* Francesa.
Geographia e HUtorla.
Phtlosophla.
Rbctorlea e Pottea.
As pessoas que desejarem studar qgal- fc
quer dessas disciplinas, podem diri^ir-se a
residencia indicada, de manhaa at s 8 bo-
ras e meia, e de tarde a qualquer hora.
Fariff de mandioca anperiar.
A tratar cora Tasso Irrnaor, ,ou ao trapiche Ba-
rio dfl Uvfameoio no Forte do Mattae. i
Gil Braz de Spt}hina
EsU oimitavelfomance de Lesaj, tradu-
zldo por Bacag, v^4*r^,vlW 4$em bro-
HHti e H eneadernado: a Hvraria Econ-
mica, jifz flo Crepo. d,% j3eftqlado arco
dflaatb^jww.-;^ 'jit^^I
*Z^%2f*m atea^i>av"JaJ4a
co do Lobato n. 7._________. '_______
Pe* terceira aarle de sen valar
vende-se ama armacao em ponto grande, caixao
aaaytMk* osferi"nces da taberna da roa impe-
; pode fiear na mesma casa oa tirar
como convier, e di-se por todo preco. ^^^^
annos de
no bec-
MURRAY & LANMAN
A agua florida de Murray 4 canmand
olbada como um artigo de perfume, nao
tem podido ser igualada pelas preparaces
as mais costosas: conserva seu aroma, co-
mo se formasse parte da prenda a que ella
se applica.
Sua eficacia t2o delicada, como elegan-
tes s5o seus multiplicados usos, qur seja
empregada como artigo de toucador, qur
no uso do banho, ou como suavisadbr d
pelle, depois que se tenha feito a barba;
j para limpar as gengivas ou aromatisar o
balito.
Di suavidade, briiho e elasticidade ai
compleicoes,. depois de se haver lavado; al-
livia a irritacSo de erupcoes ordinarias; fas
desapparecer o desagradavel aspecto doi
pannos, das sardas, do rosto, rugas e toda a
casta de ebulices, e d vigor e frescura
parte onde quer que se applique. Sua efi-
ciencia e elegancia sao igualmente infalli-
?eis nos casos em que seja preciso applica-
la como estimulante e antisptico, nos con-
cursos e assemblas numerosas, as loca-
lidades infeccionadas, na alcova de um en-
fermo, assim como om antidoto excellen-
te para os desmaios causados por cansacc
o suffocacao. Preparada nicamente por
Lanman & Kemp, Nova York, e a venda por
Gaors & Barbosa.
Jo3o da G. Bravo & 3
A' venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo 4 C. e P. Maurer $ C, e em todos 01
estabelecimentospharmaceoticos do imperio
Palha
N1 roa das Crazes n. 28, confronte a padaria,
vende-te palba para cadelra, a melhor que ba no
mercado, e ais barato qoe em ootra qtalqner
parte.
Vende-se am terreno de 50 palmos de frente
e 350 de fondo, no Gbacoc : a tratar no forte do
Matos prensa n. 3.
Vendemse os jogoe e rodas de an carro
grande americano de boa coostruccao, muito bara-
to, serte bem para carro faueore : a tratar aa
ra do baz, caga do Sr. Blfcfaap.
Attenco.
Vende-se nma vacta parida de noto : em San-
tj Amaro no logar aoode eeteve o Cambrone.
PILLIiAS
.Yarape e Tlnho errualaoao e
jara beba eonu pyropliosphato
de ferro.
C^loroee, anemia, escrsfula, racbitismo, biennoi
rbagia, lencorrba. febres intermiteotes e ame-
nurrha (menstruacao dolorosa e Irregular)
etc., etc.
Ha mmto que tinhamos em vista associar o ferro
as nossas preparaces de jurubeba ; mas levamos
lempo a experimentar qual a preparago ferrogi-
noss, que mais cocvjri ao organismo humane,
vinoo por flm a decifllr nos pelo pvrophospbato
oe ierro, com o qual podemos prepara r os nossos
xarope e vinho de jurubeba ferruginosos.
Temos a observar, porm, qne o uso dos medi-
camentos de jarabean com o pyropbospbaio de
rerro nunca pode occasiomr a pbtysica as pes-
soas ainda as mais delicadas, como omitas vezes
tem a ontecido atea pessoas robosias, que se ho
servido do mesmo medicamento preparado com
ootras substancias ferragioosas, po; isso qoe o
phospboro debaixo da forma de pyrophospha:o,
um meio propbylalo reconbecido iofallivel con-
I tra esta terrivel affecclo.
As preparaces de jurubeba, a que bavemos as-
sociado o pyropbospbato de ferro, sao mui prove-
tosas do tratamento das molestias das senboras,
taes como a cblorose, anemia etc.
Estas molestias maoifestam-se com os svmpto-
roas seguinies-.-Descoramento geral da pelle e
das mengranas mocosas, magreza, incbaco das
faces a das peruas; exciuco nervosa, bysteris-
mo, melancola, debilidade muscular, dores ae-
vralgicas, pulso mais frequente do que no estado
de Side, calor febril, pelle secca, appatites de-
pravados, vmitos, prisio de ventre, menstraco
dolorosa, irregular, pouco abnodante, descorada,
oulla, flores brancas, amenorrhagia e infecunai-
dade.
Dsie estado espantoso, alias to ordinariam uta
reconbecido entre nos em erescido numero d se-
nboras, desapparece s com o prudente uso das
preparaces cima.
nico deposito destes medicamentos:
pharmacia de J. A. Pinto, ra larga do Ko-
sario n. 10, em Pernambuco.
aOTENClO
No armazem dt fazendas de
Santos Coelho, ra do Quei-
madon 19.
Bom e barato
Cambraia de cores matisadas finissimas a
800 a vara.
dem brancas transparentes boas de -
5,5000, G$, 74, 84 e 94000 a peca com 10
jardas.
dem branca tapada de 80 e 94 a peca
com 12 jardas.
dem branca franceza muito larga a 941 a
peca com 8 varas.
Baloes de 35 e 40 arcos nesgados para
senboras, a 40500.
dem de 35 e 40 arcos cora ferrugem a
20500.
dem de mursulina nesgados a 50.
dem de crochet a 50.
dem de mursulina para meninas a -4 o
30500.
Saias bordadas a 50.
Cambraias admascadas para cortinado a
120 a peca com 20 Taras.
dem para forro a 30 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linbo muito fina de 60 e 90 a
vara.
Madapoles Unos de 60, 70, 80, 90,100,
110 e 120 a peca.
Platilba de algodao superior fazenda para
saias a 30200 a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 20600.
Lences de bamburgo fino a 20400.
dem de bramante muito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Guardanapos de linbo adamascados a...
30500 a duzia.
Atualbado adamascado com 7 1/2 paimos
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 20 a vara.
Algodo enfestado com a mesma largura
a 10100 a vara.
dem trancado de algodao a 10600 a vara.
Toalhas alcocboadas de linho lisas a 110
a duzia.
dem de algodo felpuda.s a 130 e 140
a duzia.
Colchas de fustao a 60000.
Retondes de bl preto a 60.
Chales de fil a 50.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
20 e 20500 a duzia.
Lencos de cassa fimssimos a 30200 e
306Ou a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara.
dem com salpicas a 10000 a vara.
Grosdeoaples preto bom a 10800 e 20
o covado.
Morantiqoe preto superior a 20800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 800 rs, a
vara.
Bramante de linbo com 10 palmos de lar-
gura a 20500 a vara.
dem de linho com 5 palmos a 10200 a
vara.
dem de linbo com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Riquissimos basquins a 250000.
Assim como outras muitas fazendas que
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de tudo,
UPUM
Este estabelecimento acaba de receber lindas
cbapeiiuas para senbora, ricas calxinhas para cos-
turas, ditas para joias, peales dourados para coco,
flveas moito ricas, assim como ciatos e pulseiras
da ultima moda de Pars, ntremelos e babadiobes,
bonitos loocadores dourados e de Jacaranda, espe-
Ibos escossezes de diversos lmannos e ricos cai-
vetes para senbora, voltas para pescoco, gravati-
nbas, bico de seda, dito de algodao, labynniho. e
muitos outros objectos de apurado gosto, que se
torna enfadonho mencionar, todo por precos mui-
to commodos: a' roa da Impertriz n. 70, na loja
da Lealdade. __________
Algodo a4|e 40500
a peca com 20 jardas, pechincba : no armazem
da Estrella largo do Paraizo n. 1*. ,________
Vende-se
um lindo molatinbo de 11 annos de idade ptimo
para pagem : na fu da Praia n. 47, 1* andar.
Graide liqoacao de iustromeatas de
sica de tedas as .nulidades.
50Ra Nova relojoeiro50
O dono qoerendo acabar com este artigo resol-
vea veatfar lodos os seos sortimentos de insiro-
mentos multo mais barato que as outras casas
avista da fazeoda e dos precos nmguera deixara
de comprar.
VdM 0 bracas e 6 palmos da terreno de
uaricha ea trente a roa do Alecrim costados no
aliatttmeda desta roa qoe deve flear a quem do
caes orejeando aoucootiDoacao da casa de deteo-
ti para o* Afogados, tendo de fundo tanto do la-
do norte como do sal 50 bracas- e 5 palmos
comprebendldos nesta estepcio 6. braca* que deve
ser reservada para dita roa : quem pretender dl-
rija-se a roa Augusta casa nova com porto oe
ferro aa lado.
PAGINACAO INCORRETA



lar 4c rera.aanfca.ea pinta felra 91 le Aoto de
-----------------------------------------------------*'-----O .iil I !______ ----_-----,
18*57.
RITA DO BRIM !. 38
0 proprietb-no dwte estaberecimento deseja chamar a atteog5> dos senhores pro-
pietarios para r>$ acreditados mechanismos que contina a fomeeer ; os qoaes garante
ceccomq^euipre. oa melhor qualiade possivel:
Machinas de Yapor
forca de nm cavallo para cima. As menores sSo mui proprias para motores de descaro-
camento de algodSo.; ellas viajam armadas e podem tnbalnar dentro de 34oras, dopois
de eaegarem no lagar. Blas le vam todo qnanto preciso para o irabalho, e diversos so-
breclleates. As machinas raiiores sao proprias para a moagem de canoa, e ba aellas
que podem junta e separadamente moer canna e de.carocar. Bitas podem-se applicar a
qualquer ioenda. ja existente sem outra mudanca do que a substituido das-rodas da alman-
arra, ha tamhem eom moeoda juuta. Ellas lena depsitos d'aga e boeiros de ferro, e
dio precisara para sen asseottmento deobraalguma, qdr de carapina.qardealvenaria
O'tempo pira assenta-las nao excede de doze das ao oais, e em casos de mortes de ani-
maos ou arrombameotos de acudes, etc., garante-se o assentamento em oito das. Todos
estes vapores sao siinplisimos na coostrueco, e se regem por qu.il quer pessoa intelligente,
afacidaie da .00080x0*0 swdopeolalmedte considerada, tatfto qnenSOha lugar emqne
ao se possam conduzif, qnr por trra, qttr embarcado.
Lembra se "aos seaures de engeoho que a all dos animaes e o servio da
jeme oceupado no seu tralameato os nao de recuperar da maior parte da despea do
?apor, deixindo-lhesa vaotagetn de urna moagern certa e accelerada; e acabando coffl a
le.pfa da compra continuada denovos animaes, e cornos desgostos ao WbiHno que-**
teni com e es.
Ser talvez desaecessario lembrar ao? compradores de vapores a vantagem queiaes
resulta de eompwrfem suas machinas garantidas em uma fabrica, 'tendo artiBtas comp
ventes para assatrtar as mesmas e ensinar a maneira de trabalhar com ellas, B ja prep
radas para arromedtar qualjaer desarranjo; facilidades estas que jamis podem encon-
rar comprando as aos simples negociantes, os quae* por falta de coobecimento -na ma-
teria nem Se qaer p*dem garaoti-los de qne as machinas que vendem sejam propnaB'Ou
suffici,3iites,para o trabalno em que se querr emprega-las, e roTsaso de desastre na0P<
certar as'machinas athias, Hrna-se-ta preciso fazer repentinamente moldes nevos, etc.
para spelas estragadas. Ji numerosas4 vezes ests vendedores tem 'representado seas
vaporas como sendo de torca mui superior sua actual e -verdadeir torca; equivoco
este que no i -engaa ao comprador acerca do trabalho que possa tirar do vapor, mas
tambem da lugar ao pagamento de um proco excesstvo, vista" da tor^**! da-oiaGnana
que compram.
Tambem -ha sempne'protnpto rodas d'agua de ferro, sarrlhos com cruzlas para as
qaesmas moendas decaen! de4odo o tamanho, rodas de *sporae-angulares, gares ou
joches para recebar o caldo, crivos e portas de fornalha, taixas de ferro batido, fundido*
de core, formas de ferrogalvaoisadas para purgar assucar, bomba- simpes de rept>
chj alambiques de trro, eixoserotas de carro, arados, grades eocaadas-a cavaRo-elto-1
:r.,3 icslrumeotos de agricultura, moinhos e tornos para fazer fannha e finalmente todo-o
jbjeeto de mechaaismo de que se costama precisar.
'Ma fabrica se fazem obras novas eneommenda e eancertos, com a^inaior presteza
Ao reepeitavel puWico pernambncaao pee-se
e atidez. O grande deposito de pecas e objectos habilitam-a muilo para aa
O proprietario sersempre mui feliz -de poder dar informaces oo-^scWrecHMfcto
aos senhores que se servirem de seu prestimo.
D. W. Bowman.
- I.
..........
PILLAS de BLABCARD
,* mame n mo BiAuam*vB.
ApproTadaa pela Academia da Medacipada Paria
iimmnuiMMiiMmib oa au, da blgica, da i lauda, da TOiiu,rrc.
Mnfo fmmm *m Bxp*tifoii *i**rfait i Iftw-Tork. 1858, P*H$, i85*.
, ErtAi PlluUi enrohldAS 'ro em*d rwtee-lMlMiaiea e wiltiHi(Je eucnhi, Ira
mulij d lerem intlerTpU, mu m&or, de ais pequeno Tolume, tdnn amarra
on6i diglTO. God m pra^rtedida 4o Iobo do rmo el!i coma frinri-
palmoite bu tffeccoa CUorotiet, BtcrofuUt, fWro, Centro, mkmtttUm,
ama%orrk*a, antmia, te.; ento, ella offerteem aos praco unw mMenctUmt mmitmef'
pnM llanda um
(mu
i, 4ere-i
lMn>M'ali
e wartu e d*llMaM4M
lf.B. O iod.ret.4f
tmlo ii*.l, irriiMl. Cme prer.
verdadelrai llolaj de llaneard, dere -m eifcfir bomo tella c
prala rracU*a aos.J Iraa, aqu4 ftpredajMi.qucseicha di parta
inferior lia -M era inda* a* Pimueln
MardMcaaMM, m ania'li, Pirti

PREFARACOES FERR AS -MRGAH1CAS
APPR0VADA5 PILA ACADBMIA BB MEDICINA
DE BURIN DU BUISSON
PbtrMceitiea, tnrtdt fth iama de lediein I'Pira
l
O mioente professor TawsBAO, na hima edicto de sea Traa* de Tkera-
ftuiua e Materia medica, recoohece qae os ferruginosos simples slo ronitas
veies ineiheazes para curar as molestias qne tpcm por eausa o empobrecmenlo
do sngne. Muitos mdicos dos mais dislinetos atiribuem esse m tretrlo 4 ausencia,
n essas prepareces, do mumgarase, que se aeha no sangae, eomo o tem renbecide
es chimiros os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro. '
E pois, prestar-se um verdadeire- ervieo aos S"' Hedico, o ebanur>e sua attencSa
sobre as areparacBes seguintes.
Ts krrm m^imp^^^^i^^^'SS^
e eetcMa>s4gttaiReraeB ferruginosas.
Palas e Xarope de iedureto fe ferro-i e Bagaese ioalterafeis
eontendo cada orna cinco centigramos de iodoreto de ferro manganico mdinad;:.--
parcularmeme as molestias Tymphaticat, escrofulosas, e das haotadaa. e-
osas e tsbereulotas. %
.rdceitadas speeiaitaeiMe
>sra i -^rtorosis, a a*e-
^m, a \tiKortimf*aec-
aerrbea. A isdicacio de
akcrur estas duas^preparaee. di m metaom raMludot.
O ** Barin da Buiswn desejaodo <*tr a adtMo oompku do pabTie* nette a
cetea do valor de asas preparacow, previa* qae elle u poe aratnitaaaenie a toa
dispoaieao, dirifendo-ee;
a fmumbuet, a sen agenie geni, Maorar 4>, faaannaceatkevraft Hkara.
iiiiiiiin
Brames de lclalo de ferro e e naataese
Plalas de carbonato terreo
INJEGTION BRO
tayalffa
'Proi
i ahaMf laca.
.ftaiat.
,11a.
da .Ka.
i.) lana, a es
Vaade-se aa piarmaeia de P. Maorer &JC., rna Nota.
*-
aovo DEPOSITO
Manoel Eento de Olivis ft^ga.
53itaia Mrlta *58
'* A)fb'A
_ Neste estabelecimeoto se ntOfitrafS.j a
tr*dadeiras.BaaCriirJas americanas ebegadas ltima-
mente, aYr|ires''soifrrtas,pWt "mls .afamado a-
Hrcante da America, por is soas qe precis:!rcm cromar, '-Te; se .liti^ir a este
estabelecimento que comparo das mais perfeitas
)Beste:4enero, assim oit%mM barato do que em
^rtitTa qatlrraer |ar<, <#ir moiyrVte 'Mcbepor
ootr propia, berc c ).iiieifibtgljo e moi-
rfbs pira moer raiTh;>. 'rifrufe .ortim'entu .lefei-
rti$m* e rwdai'.wa mifiHtmwn rvtnilwt.
Va*>iW' in; tiaia HMH titi. ,de
(Nra rerwa<8e.
iyateaaa, .pro[>r.*j /para rem
1 letn 5,Jem para oaM.


qaalidade al200.
om doce secco a ifi e $0.
que ha no mercado.
AZEITONAS
deelvas como no mercado nao temos a 1$ a lata, em barris do Porto a 1# como nao ha
melhor.
PIULIOi
fos Sigovrino
Joaquim e Bjela Hato ^xXZfSSSSS:^
A juruoeba mutua -o ingmrgi
lamento (U)$$*Lq edobagt
Km extracto aWaariaVl
tro, olee, (Intaira. ptaaMna,
xarope e Vtvaaaa>
A jurubeba ama das substancias jnedi-
A tencao
Banteign inglez
.320, 500, 800 e 1<5 s no armazem se acha vista.
Manfceigci franceza
em horas 860 e 640, em barris se far differenca.
Baha de porco
em libras 320 e 380, em porco se fariidrffereoca.
Fructas
em calda Wn, !Pt*$l, Rainha Claudia, Alperxe e eutras multas 300'e tiiO a lata.
Ervilhaa
Portuguezas 640, fraacezas 900. i^
Fumo
em latas do Para e de albaneqne.lala ^j) e i $200.
omaude milito
em pacotes, dita da trra 100 200 a libra.
vioho ..:_____
de Bordeaux em caixa a duzia 83, garrafa SuO, dito de 85 a du'.ia, 800 a garrafa, dUo a
m a duzia, 4 #200 a garrafa, dito do Porto a 8&, 125, 18S, 245. caitas fle doria, assim
como figueira eanada 31890 >e '& puro J A'A Lisboa '20800, 3jJ e^SOO a quliftade cameotosas qne pertencem ao reioo vege-
convida. ta'> e Pertence a classe dos tnicos e deeoba-
qm x truales, sendo empregada com vaotagem
em lata de 8 gala maidpeqojeoa* a vonUdedo compraHor, 41 piste 11de en? rlilameoio de figado e de baco. Ella
140 tf 0 a libra, pamco a MO'libra. tem sido PP^cada com incentesta?el pro-
Azeite i ve't0 contra a anemia ou chlorose, e hydro-
em garrafas a 800 e i j. phesia, catharro da bexiga, e mesmo para.
CHARUTOS combater a menslruac3o difficil, resultante
em caixa de-SO por 10, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos da mesma anemia ou chlorose.
da Exposico caixa ~&, ditos de Regala caixas com 100 a 2^500 e outras muitas marcas Depsitos gene*
que s na presenca dos compradores. | Em Pernambuco, ra larga do Rosario
PREZUNTOS o. 10, Rio de Janeiro, parmacia do Sr.
de lamego em barril, ditos de ftattor* o melhor qae ha no.mercaVpor prego qae faz Daurado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs, Cascao & C, Macei, pnarmacia do Sr.
DOCE DE GUIABA Claudino, no Havre, pbarmacia de Mr. Ma-
ca ixes de 860 floo, ditos-det$MO i\m parece marmellada, fftt em latas ranito fina rical, em Lisboa, na pharmaciado Sr. Feij.
Sedas largas
A Si o covado
S Bit loia d i I'avao.
BOCETAS

QE1J0S
Jos^ Germana
WOkWmA N. 21,
iaa*#jr ana indo e magnifico sor
OBaikas.ilnielBfi, binocalos, do o
O Mi anurada^fosa da Europa e oes
los do banci. para dogenacoes e,pari o
mafitimo.
^H
m mmm
4,loJaal,
--------proprio
pra oaualaa* % tav r.
AgatMs-pa*a rMcanes DOO.
Prejas fraocfzes de.to4at.os tamaobes a 340 rs.
firoaas ae botoes de se para calca a 200 rs.
laatteas doaradoe auno Ooos a tV000.
Caitas com llnfaa superior para marcar a 240 rs.
Carriteb de reoor de todas as cores a 80 rs.
Frascos d'aaua de Colonia moito superior a 500 ri
Fraseos de o'eo muilo rao a 500 rs.
Pecas de tranca branca de caracol a 60 ti.
Duila dt tesouras pequeas a 480 rs.
Frascflad-'^gua para liropar denles a 500 rs.
Redes pretas lisas para segorar cabello a 320 r*.
Duis rJe peonas de aeo mnitu Boas a 60 rs
Caixas de iinba do gax de 30 novellos a 600 rs.
Ideiu de pajitos de segnanoa a SO rs.
Garrafas de agua-Florida verdadeira 1,10(0.
Babados do Porto de (odas as larguras e lodos e>
piaas.
3ylabarlos eom estampas para meninos a 320 r,
Memento da roana de lavar a 100 rs.
Dallas de meias multo Haas para senbora a 4 00
Agulhas rancezas a baSo (papel) a 00 rs.
Pecas de fitas de laa de todas as cores a 5C0.
Grozas de botdesa* porcelana prateados a 16c ,
Caixas com alfloeiies Irancezes a 80 rs.
Canas de 100 enveiopes multo finos a 600 rs.
Resma de papel de peso branco liso a 2#.
Frasco com superior tinta a 100 rs.
Pares^ebotSes de punbo molto bonitos 80
Liabas em carfSo de 200 jardas a 100.
-n sPrior' lh*a do gaz com 50 noveUo*
aWbaoaWd
Talheres para meoiios a 240w.
do Alentejo em latas chegado pelo vapor'Oneida, diteFiawng.* Pratos dosmais ores \ JSKS^STSin^raJS1'^""""^^**^ ""
.


Em liquMa^o.
0 propietario destesdooseptabeleciroen-
tes tendo muita fazenda em ser e desejardo
liquidar para vender mais baFato qo pos- L
Roopa MU. uicioul.
Vende-se calcas tic casimira a 5$, ii^ e
sivel oa ra daUmperatriz lojas e arma/.ens:85-Prjlas da Arara as. 56 e 72 |e 3?- d,tas de 'brm Par!o 'W^ "2-400
.. '...*..... ... ie 21500; ditas brancas de liobo a 3?d00,
Alpacas admascadas para-vestidos de senho-1 ^ e 5^. pa|it,.ts de c;is4mTa preta,e Aeco.
ras 500 e 7i0 rs.
res a 5$, G^.^S e 100.; palltuts de meia
Venderse alpacas de assento'-^ranco com!casimira a 3)3, 33300 e-45: i alitots de al-
listas e flores lisa e admascadas proprias 'paca de cores e branca a 890e4: [wiitois
para vestido* de. senhoras a-500, 720 e 800 de'brim decores a 25530, U e 2J: serou-
rs. o covado ra da emperatriz lojas da^Ara- je algodosinho'de liiihoa t60O, 25,. .'.
ra,~ ns. 56 e 72. 2(5(iO : ruada 'Imiratriittjas da Arara
Ditos 160 o covado. ns. '56 e 72.
Vende-se ditos em retalhos a MQ n. o Orgaudis der-eres n lft rs. a V:.a
covado, ditos.em.peca a 200 rs. o covado: Vende-se cas retalhos de caca preta a 120 o covado: re-"e 70-a vara : MftHana de cores a N'Ots. a
talhos de eaca decores a 2O0,. 240, rs. o_co- vara: ra da Imperatriz lojas da Arara ns.
vado : retalhos de lasinhas a 160, 200~240 56 e 72.
rs. o covado: roa da Imperatriz lojas da Madapoloa 4??G00a pega.
Arara ns. 56 e 72. Vende-se pecas de madapolao cm 2 va-
ft-im pardoJtransado a 580 rs. a vara. ras a(43,<5, H, 7^, 8)} e!0(J: rna da
Vender-brifti fardo comipeqneno toque Imperatriz toja da Arara ns. 56 e 72.
de mofo a 560, 640 rs. o covado: ra a Casimira emfestada a lo covado.
Imperatriz lojas ns 56 e 72 Vndese casimira entestada de duas lar-
LSazinhas a 200 n rnvarln 'goras a I*, 600 a W-u covado panno fi-
v h LaazfaSKa cova.d.- -no preto a i600, 24, 2,5500, 35 e 4 :.rua
Vende-se ISasinhas -para vestidos de se- da imperatriz lojas daArra ns. 56 e 72.
nbora a 200, 240,280, 320, 310 e 400 rs. Aigod.sinho a U e ,ia pega.
o covado : na ra da Imperatm lojas da Ara- vndese algodaosioho a pecas de 35, 45,
tendo entre ellas cores preprlas para quem est de
j roto : vemie-se pelo twralo pree--1 dn^l o covado :
u" ^ Rraode pechincba : na toja armazem do Paveo,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Cortes braacos
ASOOrs.
. V. n Je-3e bonitos cortes de cambraia branca com
bonitas barras bordeas e teorio urnhem alpons
com'b*,aiu.'.'-h:!rrss de-ccr' ; v;iide se >el lara-
to preco de $$, na loja e armazuoi do Pavo, ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Alpacas de cores
A 300 rs.
ChPgaram a> mais bonitas alpacas de cores para
vestidos com desen'ios miudos e graudos, tendo
largura de chita franceza, e vende-se pelo barato
prego de 503 rs. cada covado ; grande prchiu-
cba : na toja e armaiem do Pavo, ra da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Bramante a 2$.
Vende-se superior bramante de Itabo abo com
W palmos de largara, pelo barato prego de J a'
vara : n loja e armazem do Pavo, roa .da Empe-
ratriz n. 60, de Gima & Silva.
Al |o ao a variado
Vende-se p?cas^da algodo largo muito encorpa-
do, pele barato preco de 35500 a pega : na loja e
armazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Rita Ib os
Vndese uma porgo de retalhos de chitas e ca-
cas pretas, pOTpreco barato, u. loja e armazem do
Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de fiama & Silva.
Sedas a 320 rs. o covado
Vende-se um bonito sortimeoto de sedas de lisias
que sempre se vanderam par maito mais'Uiohi'iro
o Injuil im-e oelo baralissimo preco de 320 rs. o
covado, s fiara acabar : na loja e armazem do Pa-
vo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
urosas de peanas de a5o muilo Saas a 320 r.
Booets para nreninos a \
Peniescoro cou de mts| 3 400'n.
ttealjos para meninos a 100 rs
7ERDADEIR0 LE R
4c aiUVmT, Doeteur-m^d
Ra do Soiin M, A PAP.I3
Aviso agrad^vel.
JW, 6l e 7jJ a pega ra >a Im^erairiz lojas rei
ra n 56 e 72.
Chitas francezas largas a 240 rs. o covado. adrara n e 72
. neDo;se tCtaS fraDcezf ,aras ? "K Bramante a 2^i00 a vara
280, 320 e 400 rs. o covado: ra da Ira- Vende-se bramante de 1O palmos de iar-
peratnz lojas da Arara n. 56 e 72. gura mot).e>mm a W1W: rUiI Ja Im.
Mosambique a 400 rs. u covado. peratriz lujas da Arara ns. i>6 e 72.
Vende-se mosambique com palmas de se- AI das para vestidos de senhoras, a 400 rs. o Vende-se algodo enfesia-io de doasiait-
covado: evarejade listas para vestidos de guras a 1 & jvara dito transado ~4-280 a va-
senboias a 280,320 rs. ocova-lo. ra: ra da Imperatriz' lijas da Arara ns. 56
Sedas escosseza com quadros para vestidos e Ti.
Cassa francea a 240 's. o covado.
Soazn loares & IrmSo.
Rna Nova n. 28.
Vendem :
Lincas muito superiores em novellos-sortida a
-i&OW e 25O0 a libra.
Dita mais inferior a 13200 e (300.
Dita do gaz, preta, branca e de core-, "m cai-
xas de 40 oovellos, 800 res.
Dita era caixas de 50 novellos, branca, a 7
re?.
Dita em caixas de 10 novellos grandes, a 540
de senhoras, n 280 320 rs. otorado: roa
da Imperatriz tojas da Atvra ns. 56 e 72.
Arara vende as saias 3lo('0.
Veo le-; e saias bordadas para seobora a
3&$i-0,b#, 6# e 14, saia .bato ouri:.olinas
de arcos a 2,5, 20500 3d e 35300 : rna da
Imperatriz lujas da Arara ns. 56 e 72.
As edas da Arara 1$.
Dita branca e preta, em'aarioes,
duzia.
Dita do Alexaudre, carros 200 jardas, a
a duzia.
Dita em carros, com 80
duzia.
Agnlhas de tundo dourado muito Qoas,
220 res.
res.
a 160 reis a
1J200
Enai.i-sarrafa, rl. ?n!re i roiHfc
que-km u uru vatlr.AU,, mb.lo,,,,,^-, ^-, ,m,.
KllOCOB, o s.u.0 I- iaAW Mto,,^, ,^, ,
jy f. v..i-t-.
'eys?? - .-i-
lli-tira';
rieposito na pharmacia
C. em Peroambuco.
ir*l'jr.fr!.-i
-1 d;a, ,\r '
m 'i4aiiWu i*;o. J.-.,..i,[, '
de P. Maorer
Vende-se cassas de cores.psra.Vestidosa
240, 280 c 320 o covado. vuides-se cortes
de cambraia decureseTim t>-rr^s a:2#j00,
35 e 3^500: snas lojas da Arara, ra-da
ImperatTiz ns. 56 e 72.
Cortes de ia do 14 cuvailus ;i ;>,$.
Veuile-se roes iW;Rbl | i n v:'^.!,i de
BOnhora com 14 ioval>- n :b. .'.-Vi- 1:5,
Vende-se sedas de quadrinhos e cairi'bs- 4^400 e 3$, yendu >e porti-s do r..-.lcas para
tas a 10, 1,200, 1^60 lJ8o e 2, o co- liiimem a 8 i, 1-5.. l.^o e litio: coiari-
vado : -pu..Hias do .'eda com palmas salt is' unes do Hnhn p mu i mne w* S 0, iliios
para seiilur.i a l;5> e i^SU^gr.isd^oajjIus do-pastel a'fO r.s ;i d';/.::. B*r.**i ;ira
de crs a i 50'. e 20, dito pre.ii. sei:!n>r^ a < :I2 r-. |kV :',- i i ec i as
1)5800 e 2: ni.i da lnjpei-dtriz lo/W da Ara- lojas c arninzens .h Arara, ma t*u :j^cra-
ra ns. 56 e J'~- ru n>. tt ?i
V
i
i------------------------
IWMENrO MJ:GHABLE, MIS
Medico especiad, cnsul Incoes, ao, roa Vlrtssaa '
AVISO AOS DOENTES. l^^eS^rr "'
airta.
a*

, nUo, Uval Ca-
baka, GaraMka
|m* tasai ai
U, eaaaala,
dido er-uaa attba carado? sei e abusei de um grande ai
um a 4M, auaaiada aiais doentes.
MAIS O VV\>4
fu car dretlneate ata recabidai./v" '' Irlasaiin da **i raan I i*
PtrU MwMt, corando ariarin a causa vtruleuU ^^ZL^JTTL^^^Zm
aaiasa
TTVS M A1GC1,
tonar i Ar an tatMB dau par acabar mea
mi st aluha uwbccas. A em 4 radical, aa
ttiBMli fTila U a aiatia aliaHi 1
sswaBBar^pass^F* i ^wT^^ *^ *^fs^^^^^ ^r^^^^ m ^twv^wj
40.000 DOENTES CURADOS
Mata* ala eafadas eai asase Maw asr bms zaaara aa
AmaawauaukAM, mmsm riavuu mtiui
XAHOPE EPUATIVO
OE CASOA DE UBANJAS AMARGAS
COM IODUHETO DE PUTASSIO
DE
si. i*. Laroze.
pbftmaceatreoem Paris
O ioduretodepotassio um verdadeiro al-
terante, um depurador de incontestavel efi-
cacia; combinado com o xarope de casca de
laranjas ^margas, aturado sem pertubacac
alguma pelos temperamentos os mais fracos,
jardas,a 360 reis a semalterar as funecoes do estomago. As do-
ses malhematicas que elle contem permittem
aos mdicos de receital-o para todas as com-
Ditas ingleza?, sortida, milheiro 700 ret. pleices, as affeocoesescrofulosas, tubercu-
Gra;rpas com cabera de vrdro, duzia a 160' losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'isso, o agente o
maispoderoso contra as doencas rheumaticas.
Deposito em todas as pharmacias e casas de
drogaras no Brasil.
Expedicoes, em casa de J. P. Laroze, roe
des Lions-St-Paol, 2, Paris.
A' venda na pharmacia de P. Maurer A.
Q.*, ra Nova n. 25.
caixa a
460
:.).-
Ditas lizas e crespas, maco 30 e 60 reis.
Colxete em caixinnas, duzia 640 reis.
Dito em cartoes, dazia 00 e 900 res.
Espoleta? verdadelras, B B, caixa 100 reis.
Alneles em nanas grandes a 140 neis.
Ditos em eartas menores, 100 reii.
Ditos em caixas com meia libra, 320 rei-'.
Ikioes de uiadreperola para camisa, grosa
e SOOreis.
DHos de osro para -calca, grosa 200 reis.
Ditos-' de lonoa, groea 160 e 220 reis.
Duos.de moediuna pata poobos, a (600
; duzia.
Pentes para alizar, duzia i100, 2^200 o 3^000
res.
Ditos muito superiores para bixos, duzia 2J0O0
reis.
Ditos para c. duzia 1^500, 1'00, 2^400 e
34O0 reis.
Phosforos de ewa mo Mrperlores, doafa 4e
caixinhas 320ires.
BaraJhus (raueeses owito tiuos, 200 reis.
Ditos portagaezes muito bous a 120 e 160 reis.
E?pelnos em qaadro dourado a FO.
Trsocag lizas e de caracol, peca a 40 SO -60
reis.
Fita de laa pata debrum, vara 100 reis.
Dita de aigodo branca, pega 240 reis.
Dita de linno, pega 40 reis.
Laa e todas as cores para bordar, liara 6J00O
reis.
Garante-se cinceridade e baratfssimos presos
a RA OVA N. 28. \ .
f no


4lonfe-c:ai. Nota n. 25, phanaaei fraaceta de
. mURER i t;
?o i

MPi:iraaacli eapeclal boaneo-1
pathlea do Dr. ablno O.)
\ L. Ploho
Cb de I* sorte para oso ^das
R pessoas que se tratam bomeopathi-
^ camente.
Venarse em pawotes de libra a
m %5200rs.
Ra Neva n. 43.
a^ai
Terrenos para edificar
Vende-sa terrenos no Casanga, muito altos, e
oprios para dlBcacao. Qdem nretendird
roa do A-pdlIo n. 3
Farris, 86, Rna Vivtenne. l>
CHABLEmoecinspcial
AS EMtRMlDADAS DES SEXUAES, AS AFFE(>
iOES CUTNEAS, E A.TERACfJES DO SANGU.
20.000 curas dai impingens,
puttulai, herpti. torna,
comisoUj acnmonia, t al-
lercou,Vitioias doiangui;
_ ii'na, alterafoes do tan.
asa. (Xarope vageul uta aiercurio). aifiaisllasjs
* BAWiiOil MUIRtKf ioaio-s don
ser seaiana, segaiado o traetaiaenlo Depurativo : i
apreado as mesmai nolasiiai.
Este XiropaCitraetode farra
de CHABLE. cura iamedia-
lamentequilqaerpwrgofao
. rtmxmemo,$46Uiiatli,
I, iguatauau a fiasot frm
brancas das aialhere. Bata tajeen* salas aav
isas.....laraysa Cttraalo i tairoT
asaarraliaa. Pisaasa^ssaa arasat tosa saa.
POMADA ANTIHSRPCTiCA
Castra: aas afftccou cuKumi cosicoa*.
PILLAS VEGtTTAS DEPURATIVAS
A*_aw essass, asa Iraass val Msaaipaaaa i tm
OEPURATIF
iu SAIVG
PLUS Dt
CCPAHU
AVISO AOS SRS. MDICOS.
Si*op du
DrFORGET
^
Car.
ntrvoiu ,
uu du ras-
liiaiMmiMmtBi
ama celhe rende* detto xarepo D' Foassi.
Dr. caiui aa Part, rm
A venda oa pbarmacia de P,. Maurer o
0 G., em Pernambuco.
---------------------------------------

proprios para dlBcacao. Qdam pretentrerditlja-se
Vende se as livrarias da ra do Imperidor
n. 73 (Acadmica) en. 79 (do Rvm. Sr^padre Ig- BBttf>,(teilos" pra? do qae em oatr qaal
naci) e na da roa do fresa-ata***!-, m* \M \.!7
gaeira) a obra intitula-la Prelectdes da Diraito
Internacional, com referencia, a-a^i*aal'fla
S4*ns principios as leis particulares do Brasil, at
186', pelo Dr. Aolonio de Vasconcello; Meneies;
de DrommoBd. .
MI GAZ GAZ
Cbegor ao antigo deposito de fleory Forster 4
C, rna o Imperador; omaarrefamenU>'d.-fat,da
jrimeira qaalidade.o qaal se vende em partidas
"isr parte.
7
Farmha superior
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira kn
vedo rS no sea eseriptorio, roa da Groi n, 57.
f






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Umui. iL t *i
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4Mb.
km*m a- 5r. i. C ljert ei-teato
to CiNeistada & PftflsaflTaiia, m.
HUM Ajar.
w m w^*
te
O
-s
rafas,
Ptala* cafbartteaa.
0" deposito caatral par* a* proviocae
Peraambuce, Alagoas,' Parabjba e Ria-
Grande do Norte,, destes remedios t3k> fa-
Toravelmente coohecldbs e aeomidns m
;odas as parte da America do Sol do
Norte, acha-seem casa de Theod Chrl
tianseit, 16 roa do Trapiche e
Peraaaabve*.
Os precos de
*30por duzia de estracto de safca-parrllha
*70 por duzia de pettoral arcereja.
*70 por duzia de remedio para sezdes.
7|| por duzia de piiulas catharticas
a ontaasaa dtaheiro vista, coa ._ A,ffl d0 Brande sortimento das melhores machinas, americanas para descarrocar
o descont de 5 por cento em quantidadei i "S0"30. b 10, l*, f4,16,18,20, 22, %/, "3er, 35, 40 e 50, neste eslabelecimeato se
de 6 a 12 dozias, e de 10 por cento to Mwntr mais o seguate:
qoantidades superiores a 42 dnziat. ./ Aseite de espermaeete propria para nwchi-
Antes da ItJtFSJt'SSSSl do !' YaP0reS de for* <* 3 cavatfos.
ce
GRANDE SORTIMENTO
WAaOnUkit II BATAS
LOM K AaaAZEH
O
0
L< ja
DAS
novo ba recebido, vai primeiro dirigir saoira Serras avulsas para machiaas.
primemos e agradecimentos ao .bello vudo branco Mancaose todos os mais Dertences nara as
pelas mioeirasagMdavels com que elle a tatratwled mesmas
eassim eumpnodo esse dever, deseja loe tambara Carros de m3n rura at*.
que a par da connaaco de sua robustez leoha r [ a Pjra aterro.
crescido augmente de boas fregaexes, e mais que ^yUQuro para padanas.
eom aquella ligalreza de que dispde-se livre-se da Debulhadores para milho. .
pontana daqoelles que a pretexto de "amostra le- Arados menearas
vara os objectos, e pelas uas immensas oecooacoe* r3, '
nao voltam mata. ueenpagoe* (jHinhos proprios para armazens.
Ja v, pois, o bello Viada branca qne a agai Moinhos para reflnago.
aprecia o seo bondoso tratanwnto, e Ibe deseja um dem para m-lho.
feirporvir. Assim ditoe feto, val a agoia brta- Escadds de madeira americanas,
ca satisfaier a sna boa Ireguezla, pela brigaeio
em que esta'de continuamente setenliflcala do
que de novo receben, pelo qne avisa-a, da qne aca-
ba de chegar para a loja d'agnla branca, a roa; do
Qaeimado n. 8; o segoiote :
Coqnes novos de linios variados moldes.
Eo'eltes modernos e bonitos par seberas.
Cintos de pontas enfeita Jos cora vidrilbos.
Corddas grossos, pretos e de cores ootn vidrilbos
para enfeites de vestidos.
Tranca* pretas e de ostra* cores, tambera coro vi'
drihos para o mesmo^ flro.
Guarniere* pretas para basqoines, vestidos ele.
Trancas e gales de seda para o mesme.
Dita dita de 13a p nltro-Mo.
Fitas de velludo dy core:, lisas e cbtiialofada*.
Bicos de seda.
Pitas de borracha para cintos.
Ligas de seda pira senhora e meninas.
ntremelos e babadinbos bordados.
Goliibas e puobos bordados para seoborai.
Collerinhos para homens.
Abotoadaras de diversas qaalidades e precos para
coletas.
Ditas ditas ditas para punhos.
Bonitas torrentes pretas para relogios.
Aguia Branca a' ra do Qaeimado o. 8, re-
eebeu :
Caixinha* coro dous barcinos rancezes, de colo-
ridos oos, eotermeados com donrado.', papel en-
corpado, lustroso e opaco, obra muilo boa.
Ditas com teios de osso, marflra e madreperola
para voltarete.
Penies de marflm com cbapa e sem ella, para
limpar caspas e tirar biebos.
Ditos finos d'osso e tartaruga para o mestoo
fim.
Ditos de osso baleia e tartaruga para desemba-
ragar.
Ditos, de ditas dita para barba.
Ocolos de penetra para qnem soflre da vista.
Caixas com tidro sortidw.
de todas as qnulidades.
Bombas de japyz. 4
dem americana.
Frrea para engommat a apor.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Bailaros e cestas de vergtrinba.
Guarda comidas.
Peneiras d'arame para pactars e renacoes'
Correntes para almanjarra.
Maehados e faeoes americanos.
Barricas com milho branco americano.
a\
Q
Rm n \ftntrU. 6k
QJtvlA SILVA.
Qs-propcietaries deste grande atabelecimento acaba de recebar da Europa om
grande sortimento das melbores fazendas de lia, linl, algodao eseda, as quaes vendem
?^P?C? baratissimos, aflm deapurarem dinheiro, dando de todas ellas amostras,
aciianoo ficar um peabor ou mandem-oas levar em casa das Exmas. familias pelos, seus
S^L0** issimc?mo P68039 1 negocian em peqnena escala, neate estabelecimen-.
comprar pelo mesmoe preco que se comprara as casas inglezas, ganhando-se
apenaa.o descont.
lutos
Vaqaeu de lustre proprias p'-raottcta- de
*nt, mullo novas e da meifeor qpalldade poa-
- vendem-se por precos raroavt-is na ra d
Cadatat:66A.
Osemirag prts eafestadis a f 6o.
Na. loja d Pavie vende-s* superior casemtra
esiada. prata para caiga a pactas pelo barata
prego 4 ym 0 C0Ta4to ou. a ysoo cada c re
O* alta, diu multo immu Boa, cavad a lflSOO
t 9 aatle a 3*600, ditas muito Boas sem serem
enfestadas a U80B, 2*000 e 3*500 eada oovado :
na *oa. arroazem do Pavao na ra da Imperatiii
n- 60 da Gaa MJva.
Espartilkos.
Veodem-te magoiBcos espartilhis fraaceies e
glasea na leja a rnzem 00 Pava n roa da
Imperatrn. a. 0. de Gama & Silva,
PANNOS DB CBHOGHB*.
Vode- oro grande ortittetrto dos raais boni-
ios panno d* ehroebes proprios para cadeiras, so-
pns, cadetras de balance, para almofadas e para
cibrir presentes, e vendem se por precos baratos
[ Vestidos de tantazia a 6 e 84.
Veodem-se bonitas, cortes de vestidos de
fantasa cb Bodas barras e enfeites- de seda
pelo baratissimo preco de 65 e 8)5 na foja
e armazem do PavSo ra da Imperatriz n.
60. De Gama 4 Silva.
Pannos de linho.
Vende-* superior panno' de linho puro
para lences 4 ceroulas a 6*0, 700' e 800
res, a vara na loja e armazem do Pavao ra
da Imperatri n. 60. e Gama 4 Silva.
Bramante de linho a 2tf 2,5400, 2(5800 reis
Vende-se superii* fioeante de linho
eom i(t paitaos de largura proprios para
lences, peto"barato preco e 20, 2400 ei
l*$V*rr%0J3''''0' '*^PrtI.3tf8JO ris a vara, na loja e armazem do
- ^ F^lsPABA LUTO. >*,'- *** +"> <**>
JSVlJHt^.*.*, AlgodSinho.fc^do a l <#28 *isa.
ra do Crep o, 9 A. equina a I In.|K 1 ador
Vene^se
;.tnda muilo leve e sem lastro com fipaimasde'
argora prr prto para vestidos e roopas p>r* bo-
mem po.haraioprf$o-e> 5*000 o rovado mpri-
do pieio pT.it>ttMo nwrtn b.ui a 1*600, *mirioro
bombarmas pree a i*ft)0, 1*800 e 2*009 rs e
covado, sopefior eaoto a l*00, Kmxtoba pwa
)i.a a 4M* eatb>rs. acnvaMe, nru pranitp wtt-
mei.o e .pstas e {;: ueoza:, pretas (j se ven-
dem mais barato qoe em otiri qualqner parras na
r a ^a CstdioJoe AlvesGuhna.es.
lenco rcemelo em direitura pelo vapor francez Estremfare, um rariadissimo loja e armaten do Pavao, rea da Imperatri, n
sortimeflto de fazendas finas e da ultima moda em Pars, e aproximaodo-se as festas de ^ d G*ma & sjlva-
S. Jo3o, S. Pedro e Sant'Anna, por isso apressa-se em vir convidar o respeitavel publico, As 10 mil "Viras de oanbraias
e com especialidade aos seus numerosos fregueaes, que venham ver o que ha de mais
moderno neste mercado. Gomo sejam :
Biquissimos cortes de seda para vestido
a50, 60& 705, 8')*, e 9Q&.
Lindos cortes de foulard de seda, pelos
baratissimos preces e 25*, 30 e 35^.
Corles de blond para noiva, trazendo cada
corte saias de setim, capeila e veo.
Ditos de dito com pequeo toque a 40
Moireantique branco, azul e preto.
Seda branca' para vestidos .de noivas.
Grosd 'aples de todas as cores.
Biqoissimas ba-qoinesde seda preta, bor-
dadas com gosto.
Lindos cortes de la com barra e de ulti-
Oatros de diff Ses d'ago fino.
Outros tambem de armaglo fina, vidraga de co-
res.
Lonetos ou pincenez com arraaco e ago, b-
lalo e-tartaruga, vidros brancos e de cores.
Eovelopes pequeos bordados.
Dito ditos opacos e grandes para offlcios.
Frasqoiohos eom superior tinla earmim.
Stareoscopos e vistas.
Acaba de ohegar um novo sortimento e conti
ua.im a .-. rem vendidos por piejos cornmodos.
Mefas
Pretas' de la e laja para padres.
* Brancas de la para homens e senboras.
Ditas de borracha para quera soflre Inxago as
pernas.
Brrelos on carapngas brancas de algodo.
Essencia de ail, e bolas de dito para en-
gommado.
Vendera-se na loja d'aguia branca, na ra do
Qaeimado n. 8, sendo a essencia em frasquiubos a
500 rs., e as bolas a 60 rs.
Lencos de cambraia brancos e de cores com
barras de cores lisas
J nao a prlmeira vez que a aguia branca ven-
de de^sses lengos da marca BBB, isto bons, bo-
nitos e baratos, por isso approveltem tidos essa
nova occasio de se proverem desses sempre pre-
cisos lengos, coja commodidade de prego anima a
fazer-se o gasto ; cnslam elles 35600 a duzia, e os
pequeos para meninos a 800 rs. a duzia. Quem
sw dirigir a loja d'aguia branca na ra do Quei-
mado n. 8, conhecera' que taes lengos tem as qaa-
lidades cima ditas.
Novo sortimento de albuns de 50 a 200
retratos.
Vendena-se sempre por precos cornmodos ; na
roa do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Bolas de oorraeha para britv
quedos.
Vendem se na roa do Qaeimado loja da aguia
branca n. 8.
Carretela de retvoz para ma-
chinas.
Vendem-se na roa do Qaeimado loja da aguia
branca n. 8.
Papel paquete.
Vndese na roa do Qaeimado loja da agu.
r-apea n. 8._______________________
Na ra do Trapich n 16.
acham-se os seauintes devosiU >.
lie R, Bruaiu^hais en ISaits.
Bourgoane.
Vinbo Pommard tinto. '
> Cortn tinto.
Santo Georges timo.
CuamberliD tinto.
RicbetiOQrg tinto,
Clos de Vougeottiflo.
* Chablis branco.
fk A.Woefem Francfort:
Bheno.
Geisenheimer.
Liebfraomilcb.
Marcbrannar.
Em casa de Tfteod Chnsiiaasan, roa, do Tria
piche-novo n. tfr, uaico agente no norte do Brasil
de Bfaideaberg (reres, Bordeaui, encontra-taaa
Jactivamentedeposito dos iirtteos segnintM:
St. Juliea.
St. Piarw.
Larose.
Cbatean Loville.
Otiatean Margaux.
Grand vin Ghaaaao LaBtta t5a
Ch2tean Lafitte.
Haat SaoterBe.
Cbate Sm tero es,
CbaieajiLaiaarBUBeu.
Chateao. YqBW.
Goguajt ej brea qaalidades.
AnetHdaiB, Presos daSofaMBA.___________
Aos agricultores
Saonders Btoibers & tacaban) 4e recflber de
Liverpool anote, de oij* de 3 4 cav^lloi eom.
todo es eeKsoces e raw pro#rio para fazer m-
ver maeatnas de descarogar algodao, podando ca-
da vapor trabajbar M com 44j0 serras. tambem
servem P.ra enfaidv Jgodo ou paraootro qnal-
qaer aterigo. a> pe. oum trabjihar com ajjimaA,
Oz mesmos tamben ten a venda machlds"aw-
rieanas de 35 a 40 aerras : os pretendemos dtrl-
jam-se ao largo do Corp o Santo n. II.
Biquissim^s cortes de mita. I3a com lis-
tas de seda para vestido, esta tazenda re-
commeDda-se muito por ser inteiramente
novidadt.
Diu da mesmaquilidadeporm empegas.
Requissimo transparente de seda para ves-
tido de senhorastambem novidade.
Riquissimas gravatinbas para :senhora.
Ditos cortes de barege e de 13a para ves-
tidos.
Ditas dr algodao de differepte: qualida-
des e prego para bomem, senhora e criancas.
Luvas de todas as qualidades.
MadapolSr. francezo que de melhor
no mtreado.
Organdy branco com lista.
Dito de urna cor e com listas da mes-
ara cftr.
Chapeos de seda para bomem.
Ditos de phantasia para homem.
Casemira preta muito fina.
Ditas de cores inteiramente novidades.
Chpeos do sol com lindos castes.
Toa1 has de. lahvriniho muito ricas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dit >.
Rendas, Lieos da ierra, e grades para lencos.
Urna requissima toalha toda aberta dela-
bynntho o que ha de melhor neste genero.
Peitos de lioho bordados para camisas de
noivbs.
Collarinhos de linho inteiramente nov
dade.
Punhos e golliuhas para senhora.
Riquissimas saias bordadas.
Lindas chapellinas de seda para senhoras.! Riquissimas camisinhas para senhora.
Ditas ditas de dita para meninas. Cassas muito finas e inteiramente novida-
Chapos de palha para senhoras. des.
Riquissimos chapeos de sol para.ditas. Riquissimos veos e mantas de blond.
Requissimos enfeites com coque e scala- Ditos chales de toquim.
inteiramente novida.de.
Riquissimos leques de madreperola.
Ditos ditos de sndalo.
Luvas de Jourin preta, branca e de cores.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Riquissiracs manteletes de cores, inteira-
mente novidade.
Riquissimos cintos para senhora*.
Riquissimas fivellas para cioios.
Riquissimas cobertas de ponto de crochet.
Meias d laias para padres.
Ditas de 13a para paires.
Ditas de seda para senboras.
Ditas de dita para creancas.
Fil de linho, liso e de salpicos.
Fil de seda, dito e de ditos.
Espartilbos.para senhora inteiramente no-
vidadte. '
Lindos hali de la para senhora,
Ditos de dita para meninas.
Ditos de muculina para senhora.
Riquissimas vestimentas para baptisados
contendo, chapeosiuho.sapatinbo, meiasinha
e camisinha'ricamente bordadas.
Coeiros bordados muito-finos.
Um rico (encol de labyritbo, propriopara
casamento.
Chitas, cambraias, madapoloes e muitos
outros objeclos, que se deixa de mencionar.
0 don deste importantissimo estabelecimeoto contina nos proposito de que-
rer vender muito e ganhar pouco, para o que sugeita-se a ganhar nicamente o descont.
Covado 300 rs. vara 800 rs.
S o paria
Vendem-se finissim cambraias france-
sas com hstrsrc miuda e graudas e com
lindos desenos de flo es e palmas, sendo
todas com as cores mais modernas mais
lindas que tem vindu ao mercado, pelo ba-
rato preco de 300 rs. o covado ou a 500 a
"vara, grande pechincha attendendo a
grande prelo- que tem, sen3o seria para
muito mais dinheiro : isto na loja e armazem
do Pavao, ra da imperatriz n. 60 de Gama
1 Sil va.
Chales baratos
U, 30500, 60 e 70000.
Veadem-se chales de merino estampados
a 2, ditos lisos a 3*500,-ditos estampados
finos a 50500, 60, 60500, ditos crepon
com listras de seda a 70500 e 80000,
pechincha : na loja e armazem do PavSo
ruu da Imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
\o\os vestidos a 60000.
Na loja do PavSo.
Cnegaram os mais modernos e bonitos cortes
de organdys para vestidos, tendo O varas c da
cotia, sendo 7 varas listadas para salas e 3 varas
sem listas, mas com eofeite para o corpo (ou ca-
saaoloho) garame se neste genero ser ornis mo-
derno que tem vindo ao mercado, tendo f ntre el-
les monos bpaocos com listas e enfeites pretos, e.
vendem-se pelo barato preco de 6, nicamente
no armazem do Pavo roa da Imperatriz o. 60. de
Gama & Silva.
Para canas de uolvas.
Vende o Pav3o.
Ricos cortioades bordados a 8*000,105,165,
20i e 25 par; assim como os mesmos tambem
servem para janelias; ditos adamascados a 105 e
125; booitas*pecas de cassas adamascadas para o
mesmo effeito; bonitos damascos de la de ama
e duas largaras, proprios para colchas, afsim co-
mo bonitas dichas de croch : tugu isto se vende
mais barato do que em aulra qualqner parte, na
loja do Pavao, roa da Imperatriz n. 60, & Silva.
Organdy a 40OOO.
Vendem-se bonitos cortes de organdy
sendo com lustras todas brancas ou com Ira-
tras de cores tendo oito varas cada corte,
pelo barato preco de 40, pechincha: na
loja e armazem do Pavo ra da Imperatriz
n. 60 deG.'mae Silva.
X
Nava
GRANULOS ANTIMONIAES
Bn Docteur PAPILLAID
da* aMlaatiw do eoracaO> da tithmi, da ciUnho, di coqueluche,
para
awleatiM do corteas,
da tsica, ato:
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS
a Tr.Tnr'T. da aalanaia, da aenonhe, daa aavralgias, navraan, das molaatiw
aacmulaaia, ato.
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BtSMUTH
l ajpawa.df miimUm, ervga>a, daa viaa aitaativa, dj^alia, Ka.
JA i Pkanatacia da C. MOU3NIER, k Saujon (Gharaata-Infrieure).
Bm Rio-de-Janeiro, FLIX FARAUT, pharmacia, 71, nta Seta geiamfcw,
ilEmPernambuco, P. MAUREA at C. pharmacia,
ir
iboco, P. KAURER at O*, r
Im Maceio. FALCO DAS, pharmacia imperial.
roa Mata.

VENDE-SE
Motores americanos para don; cavallos.
Dito dito para quatro cavallos.
Machinas para descaro^ar aigodo de 14, 16,
18,20 30, 35 e 40 serras.
\(\n\ o Preucas para enfardar algodo fazendo os sac-
dos para meza a 20000, 20500 e cos com* 6 palmus fle Ccipriau:mo com o pese de
Yendem-se superior algoda)stnbo amerh
cano entestado que a -largura delle d a Itr-
gurad.i kaco!, Sendo lis) a vara a 10 e tu-
da trancado a 10280 Da loja e armazem do
Pavo ra da Imperatriz n. 60. De Gama
Silva.
Punhos e goftnhas a 10000 o par,
so 0P.1V50.
Vende-se om grande sortimento dos mais
bonitos e modernos punhos com golinhas,
sendo de esgoiio de linho bordados a 10000
o par, ricos mangnitos com gollinbas de
cambraia tapada o transparente a 20000 o
par, E' peobincha; na loja e armazem do
Pavao ra da Imperatriz n 60 de Gama cv
Silva
Calciohas pera meninas a 640 e
800 ris.
v1de-se calcinbas bordadas para meninas
qoemdam na escola pelos baratos precos
de 640 e 800 rs., manguito para as mes-
mas e para senhoras pelos mesmos precos,
na loja do PavSo roa da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva
Baldes de. cauda.
Vendea-se as mais modernas crinolinas ou ba-
ldes proprios para vestidos de canda, sendo os
melhores e sais modernos qne tem vindo ao mer-
cado e por precos rauita razoavels : na loja e r
mazem do Pavft/na da Imperatriz n. 60, de Ga-
na & Silva.
i*5s transparentes.
Cnegaram as mais modernas barejes ou laasi-
nhas 'transparentes com benitas listas de seda,
vendem-se na loja e armazem do Pavao ma da
Imperatriz n. 60, de Gama a Silva.
Casaqulahos para senhora
Cnegaram os mais modernos casaquiebos ou ja-
qaetas pretas ricamente enfeitadas sendo com cin-
tura e sem ella, pelos preces mais modicnsque em
outra qualquer parte : se vendem na loja e arma
sem do Pavo ra da Imperatriz n. 60. de Gama
& Silva.
KaIdesa39kt#&oo e 3f.
Vende-se am gratule sortimenio de crinolinas
ou baKiss de arcos para senhora pelos baratos
precos de 25, 25-500 e 35 por ba ver grande por-
cao : na toja e armazem do Pavo roa da Impera-
triz o. 60, de Gama & Silva.
adapelao e algodo
Vendem-se superiores pegas de madapoio tea-
do 24 jardas cada ama pelos baratos preeos de
65, 65500, 75 e 85, ditos trnceles fazenda muiti
superior em pe^as os a retalno, alodio mano eorpado pecas com O jardas a S56W, 65 e 6%100,
dito muito ioo qne serve at para camisas a 85 :,
a loja e armazem do Pavo roa da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva. _______________^__
GHAlfDE BAZAR
na Nova a. 20 e 22
Macomas pa a costura do autor Wlieelar
AWilson. ebegadas ltimamente fe w
pespontos, toda e qualquer fazendTemfa-
nbar, frangrr. bordar e marcar roupa Tudc
0r?hfn;?f0; -,S3 6o simples, Suecot-
prebande-&e aalmente a maneira do traba
hoe apessoa tenda pratieade eoser emma-
m V*16.fa26r P01" ^ **<* que fa-
ciam 30 costureiras. *
,^hAm'tr tstB estabelecimento.a atten-
?5o do publico, visto que elle se acha com-
pletameme sortdo de ohjectos de go^to
como bem Jeques de madreperola e 4e .san'
mk fivelas. fitas par3 cunto, cokes pc-fu-
^Naroa novan. Oe 22. Can;c:f
:rc .ae-
,.<
e >i-
Cintos pretos
de oalras w*?s oam fraej..
drilhos brancas e wA,
Aagoia branca, na roa doQoeimad* b. 9 rece-
jas de vidnlhos brancos e nreos
pote, os -
contento.
e (ireos ; eompaream,
pretenoeotes,- -que acbaro sortlmeDto ,
Para os escolas de ins-
truegao primaria
Acha se a
^rinho com
linda, contendo
LOJIOEFAZE1IDIS DE 1UGVST0PORTO
11Ra do Queimado11
i c,
m
Tapares,
Vnie-jaani easa, o largo do Corpo Santo n. 11, vapores patentes
om todos o nertences proprios para faier morer
es oo quatro machinas para descansar algodao
Aogoste Parto A C.aea^afl de recefear da Europa saperiore wrtee d seda d cares.para
bailes e casamentos.
Ricos cortes de blond c m manta e capeila para noivas. ,
Cortinados bordados para camas de noivas e janelias de 75 a 805 cada um.
Celias-de. sedaeonuas de la seda, o qne ha de melhor para ramas d* noivas.
Toalbonaa\e orache puWpadeifas e.spfs. eseartUbo a sallan para aeshoraf, oaajisjnca
com maaguitoa bordados e Hados escho*1* o" baptisados e baldee da mesaeitoa e de anos para:
Luvas de peiiioa para h*oH) a SjqhonM e/fluperiore? pim^s. dfl:s*l 4ft toda* u qaaiidade.
Laa para vestido hara Tapates eraade para wa ditos para: pta)^ ditos aaM.cpja.e oeqpejianwa porta* ejaneiii.
MoirbfBco .aproa* sjput yr wr ves+to* de lines-l*seohfis, fosd^inpl ae todas aseares.
seda ua qaadclu4oi, e*aahMs feraes^ d* aaPJMfi qualidades, ditas de ores e lindas percalas.
Basqaaoas da sad*.arel4 a^a>4B4aVMhvs a.r-ioo4fi, de^wwarei, #> banaio.
GaaVaa p.ra,b^OHa.fraw^ fajfie*a>4e labo, %4# aigdiftB*8 aeroulaAde Unbc so
ipertoree.
Capas de borracha, sobretodos e paroeisa* as otaiihweft vW.4MathV
Maias.eraodAS-pAajVYlagej^dyi^pe.eaeiias esa^cofide tapeta o cojro.
Braaatmhraaoftd.lltu/*s a 2**>. a. vara, mpji Mtflf zoes, asaniras. prttas e de
cores ta4 bsa e asma.
Nnte eataaelettMKi bAnfira uot apnplata mamee. de boas, tonlt* Uoia ojia pra^a
iC*swi8Taoeeal>ft*proyiiac'ttswa^ sejam MpelJas,
Djaitas, vetM de bonfc e.jdgjM)ir bra^.ooaiiQaiBji, coJchas, wpdindo-a taifa nlsr barato
tanabeos as toeJhoBes
Bsteirase aleatfas para forrar salas.
H-Rna de nelntado11
a
3^000.
Vende-se superior atoalbado de linho
adamascado alvo com 8 palmos de largura a
3(5 a rara ; dito adamascado pardo a 20500
rs.; dito alvo de algodo a 2QO0 rs.; dito
iranfado alvo, sem ser adamascado a 15600;
guardanapos econmicos pardos a 30 a du-
zia ; ditos alvos a 30500 e 40000: isto na
loja e armazem do PavSo ra da Imperatriz
o. 60 de Gama & Silva.
Gasaqninhos de fil.
Vende-se os mais modernos casaquiohos
oo basquinas de fil preto. pelo barato pre-
to de 100, chales e relondas de renda preta
na loja e a'mazem do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60. De Gama d Silva.
Cambraias largas com 8 Palmos de largura a
10 e 1280.
Vende-se cambraias largas da Escoeia ten-
do 8 palmos de largura que falicita fazer-se
um vestido apenas com 4 varas, pelo bara-
to preco de 10 e 1280 reia a vara pechio-
ha a loja e armazem do Pavao ra da Im-
perali n. 60. Da G ma & Silva.
Cambraias escocazas tapadas e transparentes.
Vende-se um magnifico sortimento de fi-
nissimas cambraias brancas para vestidos
teodo mais de vara de largura pelos precos
de 104,120, 130, assim coaeo am graade
sortimento deditas mais abaixo de 40, 50,
60, 70 e 80, garautindo-se aos comprado-
res que oeste genero 080-poder3o comprar
melhor su outra qualquer parle eso na lo-
ja do Pavo ma d i Imperatriz n. 60. De
G ma & Silv.
Damascos para colchas a 50, 20500 e 806-rs.
Vende-se o mais superior damasco com
8 palmos do largura proprio para colchas
com os desenhos mais bonitos que tem vio-
do ao mercado com umasecir edsduas
cores pelo, barato preco de 50 o covado, di-
to com 6 palmos de largura a 20500, ditos
de amas- largura a 800 res, na loja do Pa-
vSo ra da Imperatriz n. 60-: De Gama &
Silva,
Cassas de urna so cor a 300 rs.
o covado.
Vende-se ""bonitas cassas de orna cor so.
tendo. cor da rosa e asul, cor da lyrio, roas,
yarda-1. coi de canoa, pelo barato preco. de
300 rs. o covado: na laja e armazem do
150 e 200 libras, vin Jas ltimamente da America
no armasem de Henry Forster Si C, uo caes Pe
droll n. 2 janto ao Gabinete Portognez.
Collares Royer magnticos
.lledalhas c pnlseim magnticas
A Aguia Branca recebeu nova remessa dos pro-
vellosos collares Hoyer magnticos, ja summaraen-
te conhecidas. para preservara? coBvolsees e faci-
litar a deoticSo das criaogas.
Com esses atis collares elctricos magnticos
tambem nao pequea? qaantidades de medallas
e polseiras elctrica; magnticas caja atilidadf
leo sido aproveitada per qoem soflro do nervoso
Bypoeondlco, tremores as roaos etc.
ateto como os collares Rover esto geralmente
eonhecidos e acreditados pelos effleaiea elleitos e
bons resollados que tem colhido as pessoas que
delles tem osado ; asslm tambem chegaram a ga-
nhar to alta renntaao essas apreciaveis medalbas
e polaeiras magnticas, urna vex que o aso deltas
(6T se esteodendo a tedos que deltas necessilem. A
AgoU Branca coa ioua a recebar per todos os va-
pores franeeies orna determinada qontidade es
ses seropre preciaos e estimados collares Royer
magnticos e por isso lkjtie na ieuaUranea *e ods
qne os aenarao coasraotememe em dita tejada
Agoia Branca, ma do Qoeimado o. 8.
venda p^-lo preco de 320 ,-?. iym \.
neia eiicadtroagao bdsiau- f.,rie e
a carta de A B C com exolica-
?oes, a taboada pelo svstema mtrico, e o caifie-
cismo da Domrioa Chrislaa com om aogmeeto no
qual se enslna ao menino o qne nectario
desde o manbecer al o anoilecer : na ma Imperador, jetrente de S. Francisco, n. Jo.
Fundico d*Aurora em
Santo Amaro
Completo sorUment., de taisas batidas e fono
das, alambiques de lodos os lmannos e fundos a-
ditos, moendis de todos os tamanbos de.sopen'
quahdade, crivos e boceas de fornalh- >
se vende por wi^.a. preco.
No trapicheado Bar3o do Livramento
no Forte do Mattos n. 15, continuase a
vender saccas com farinha de mand'oca acs
precos de 30500 a 50, sendo deste ultimo
preco, farinha muito especial, ella afiles
que se acabe.
Veooe.se orna rotla de anjarello~muit~~a
aparata : na rna dos Pires d. 35.
Vende-se um prelo possaoie e meco : na rna
ra do Rangel n. 9, on lroca-se por nm que eia
czinheiro. H '
-Vende-se urna casa na povoaSo do Barre, do
lado do ro, com mottos eomroedos, propria rara
passar a festa: a tratar na travessa do Carloea
n. I, caes do Ramos.
Fedegoso de Pernambuco
A planta contienda entre n sob a denomina-
gao de fedegoso, t no Rio de Janeiro e provincia-
do sai deste imperio pela de crista de gallo o
lurldiom uliliSMmum ou liaridium elongalum &:
Scbnm., e o beUtropium curassadium de Mari.'
perlence a familia das boragioeas.
O fedegoso considerado, na therapeulica uer-
nambucaBa como nma dis plantas mais recoaiiBen-
daveis por suas virtudes curativas, e applieadc
interna e ezternamenie.como calmante do systeaa
nervoso, oaparalysia asibma,tosse eoftvolsa ou co-
quelocbe,tosses recentes e antigs, sohVacoes, ea-
urrhos polmcnares etc., e em geralcontra tedos os
sofrimentos das vas respiratorias-, sendo am ex-
cedente unitivo para aqoelles qne padeces de
nblistca pulmonar. Sna efflcacia contra o ttano
oo espasmo inconleslavel, e ningoem ba, que o
deseeobeca. Nao ignorando nos o que acabamos
de diaer, e esforcando-nos por sr mil a bamanl-
dade soffredora, preparamos o qne abaixo indi-
camos, prado a disnosicao dos dlstiacios mdicos
e dos doenies desia e das outras provincias oeste
Imperio nossas preparacoes, qne sao :
rillas, tintiiia, xarape e vin no de
fedegost.
I oleo deposita
Pharmacia de J. A. Pinto, roa larg? do
Rosario d. 10.
\
Escravos fagidos
GRANDE BAZAR
Machinas paradescarocar slgodSe. dome
Ihor autor que tem apparecldo na Americ*-
E' tata ecu0o do amchusmo, que o at.
godao sahe quasi t3o perfailo como o dbo-
landflira. Recommenda-se a attan?lD dos
Sra. agricultores, estas machinas.
C?mrto attimal
PavJo ra da Imperatris D. 60 de GMoa c .eae^io de Lisboa : qoeW quier comprar dirija-
Silva, lea roa do Pilar o. 118.
100^. de gratifcalo
Fugiram oo da 5 de agosto deste correle anno
de 1867, do engeoho Serte Ranchos fregoeila ffa
Escada, pertenceotes s Bernardloo Barbosa da Sil-
va, dous escravos a saber : Praousco, crolo, ida-
de 32 anuos jfooeo ma oo menos, airo, oom cor-
po, cor bem pfela, seffl Barba, ps grandes, tero o
dedo encostado ao mnimo do om dos ps aleado
de nma ferlda qne teve, que s fleoo om botSo?*
nho, tem o andar eroborcado e deotes aliados;
Tbomax, crioolo, de tdade 38 a 40 annos, altara
regular, bem cbeio do carpo, espadando, cor bem
fula, barbado, testa grande e cantada, tem nata
croa na caneca qae parece calvo, peitos cabello-
dos, ps largos e dedos cortos, Ja pinta ponto na
barba, falla descancada e muilo cantador, o pri-
mefro fot vendido pelo Sr Joio Hypoliio morader
oa v!Ha do Bolqne, m Recite ao eorooel Goavefa,
on procura o Bolqne oo Panema /bode nararai,
o segando de Lage de Cantlo oo Canhotinhc.
comprado no Recife ao Sr. Antonio Jos Vieira de
Soaxa : rega-se as autoridades ptiliciaes e capities
de campe a apprehensio de ditos escravos a pro-
testa se contra qoatquer pessoa que os occoltar
para disfroetar seos sonap, e rtm pega-Ios e
leva-Ios ao dito enjenho recebera' a gratlflca?ao
de 100*_ .
^$degratifica$ao
Fofw o ascrave Sioie, de aco pvb*;
ldad?*-a.lroe, te. ^^J*?wfc4 T
bJrba.eoe Ulhe* em circulo reda-a ao p.das
i^ffcSaiaTC ltoqoerfW Mello, mora-
daractterna- a BarrelroBi por heo talvet qoe
mL %-tve un segoldo algoos aqoelles tnga-
r7t/S&aaattilw poRclaw a soa ap-
or^B^aaaianaw.aoa v-lo > a seohor Barnardloo Antonio Pereira
Bastos, na roa DireRa n. 30, no Recite, qae dar'
e gratiflcacSo cima.

.
-


*m



fr. V.^.

ICO9?DI lli flHIalf ^ll!eis'senhores. oqueopaUdeveracoIligrde acaou.a~6aa, jalgoa qae era
A^ftBlLi MJlKlli "fSi, temos, razo eo.goven ni, a .::l?Po"rS,38S0.S2iB
Diarlo de Pcrnaabuco <|alnta felra 11 de Agosto de 1867.
CAHAM MS S CHORES DEPUTADOS.
SE5SAO*M I8DEJULH0.
PBK.1E.VCIA DO SR. ESPERIDIAO (VICB-PRBSIOENTE.)
ConHooiicaa.)
(apolados e oo apoiados); que depois 3e in Jica
la os fa|la do throno. ineonveoieoiaraeote esta
pratlcavel, e entretall-
as suas dlsposi;5ss.
1 Aioda a argomenta-
co do nobre presidente do conselho perde-me
que Ibe diga, coairaproduceate. A le liaba auto-
ld^.'i fZLiT'1'89 9 sat"titae-sjj|lo afmenlo Asado "o governo"?. 'zar um accordosob diversas
7VzJrffeto ^m" .fWlli5jW:f8tfereR ondig'e?, senbores, exista
- tjfno discaH earta algo'ma, porque essa.
an..i imples promessa dependente da opPdTTOni-
dade; ea nao dlscati a quesio da escravidao em-
O Sr. J. Bonifacio :Sr. presidenta* jprocnrarei
agora discutir a questio flnaoceira. Ser! breve,
qaaatose conserven fra de,ste recinto ; dwcalia-a collocando ao lado da defeza 'do nobre presidente
(toando do alto do ibrooofoi irazlda oa atiradvo do^cooselbo as resposta* que lie dei.
(Apolades, nio apoiados e diferentes apartes.) 'f aqoelfe qua exiga que o banco se traosformasse
que! ^E PR4D0S :-Rio d9 recnsr I0-1* m, eo? do-8 repa'rclcO distioctas. O que fez S,
roa eom daas repartios djstioctas. O que
1 Ex-. ? Hraw am accordo ; ora, evidente qne as
coodiges da lei nao podiam ser modificadas ; o
*obre ministro nao poda fazer o accordo adiando
sem ilraltaco a orjianlsago da repartido hypo-
i*iete da discusso; quan io/o governo (nao se tra
la de pe-soas) quaodo o goverin d paiz, dirigi
do-se a representacao nacional disse :Aqu a i-.:-
des, vosso dever aprn -la.-Euto que e di$-
cu-a. E'quesio de opportuuldade, senhores?
Lamento que ap u5d f jssb dado fomente atten
der a defeza de S. Esc. co% eo rteiejaria. Fai,1
porm, toreado a occa;nr-me ds outro assampto
por circum3tancias rom quo nao contar. -
O nobre presidente doc.oselbj- coraecou espan-
Sa o governo do pau nao quer tratar delta ue.-u taodo se que eu tivesse associaao a sua proposta a
sessio, porque provocar duvidas, inquietar vastos questao do trabalho, e entendea qne havia tanta
iDter,;sses, acordar e-;>eraogas, alarmar a socieda- Iigago entre a mesma proposla e esta quesio,
de nesta iltoago affl cura? Seobres, qne neces como se eo tratasse da coleoisaco.
sdade havia de dizer ao corpo legislativotratai Realmente, Sr. presidente, eu me limito, como
disto? nica resposta a S. Exc, a pergantar-lbe :com
Eis, Sr. presidente, o ponto da questao, e se eu, que que ta de pagar o papel moeda qne emu-
dngindo-me ao nobre presidente do conselho com lis? e os bilbetes do tbesoofoT Nao ba de proen
iodo o esmero da mais apurada cortezia, e mqui
nudo o governo sobre a emaocipaco de escravos
nes'.e parlament, era imprudente, era digno de
'eosura, que nome, senbores, poderia ser applica-
do j S. Exc. ebefe do gabinete, que p-mando as-
sim, va es-a qaestao incandescente suscitada no
discurso da caria, e a entregava silenciosamen-
te jo parlamento e ao paz estupefacto e ebeo de
susto?
Mereca en severas censuras quando nao discu-
ta a bondade e conveniencia da medida, mas li-
mava-me a pedir ao governo que declarasse p-
nate a cmara qoal o seu peusamenlo, aclaran jo
as palavras escrlptas era urna pega poltica.... e o
ju mereca o governo que aventn es-a mesma
qufisio?
Sr. presidente, eu s ped explicagoes e mais
nada. Perguutei ao governo : o qae entendis, pe-
la.: palavras que. escrevestes, porque vos sabis
que na romos systemas a consultar e as opinl5es
v '.rii-ra Talvez o quo puderdes fazer sem abalo
oa propnedade encerr perigos I, UeQoi o vosso
pensamento, precsai o. O palit \m > irelto de sa-
ber o que pretendis. O segreffo'assusta, a incer-
teza mata.
Eis a posico em que me liaba collocado : ba-
va nisto, nem de leve, cousa alguma que pudesse
lacoaimodar o governo? Pelo contrario, Sr. presi-
dente, en propon iepava ao nobre ministro o ense-
j i Je declarar qual o sen pensamento, para que
se pensamento sahisse fra daspromessas vagas;
mu o nobre presidente do conseibo nao o enten-
der assim, e invertendo os papis, decllnou da la-
refa que Ibe corapstia, e substiluio a calma dar-
flixo pelo enfado.
Eu dessjava que S. Exc. dissesse simplesmeole
ua pocao tranquilla que deve sempre ser oceupa-
ncsle momento por S. Exc, qoal o pensamento do
governo, porque eu nao continuara, reservava o
meu direito de discutir para mais urde; mas o
noiire ministro nao fez isso, disse-nes que era ce-
do para se discuiir o projecto, e eontentouse com
urna ideaa liberdade do ventrel mas as ontras?
Qaem que quera discutir o projjcto?' Pois o
uobre ministro diz: su bei de apresentar um
piuj9cto sobre tal materia, e entretanto nao sabe o
que quer? Que, Sr. presidente, ouve-se 'ao gover-
no assegurar que ba de submettsr a consideracao
da paiz uuia importante medida, invoca o patrio-
ttsmo dos representantes da nagao, desperta o seu
r.io, e depois diz-nos o conselho de estado
;un^a esta' esludando ? Para qne viestes enlio pro-
vocar a deciso da cmara antes de terminados
e.-sis estudos?.
Senbores, devo afastar de mim a imputa^o que
se i>i-t ver no discurso de S. Exc. em relago ao
humilde orador que neste instante falla, de atirar
ao tapete desla casa discusses eacandesceotes;
nio Coulrario, ) iu-a fim fci outro, eu quz- trans-
formar urna declaracao vaga, incompleta, n'uma
declaracao categrica e solemne; quz impedir ln-
ter^i'ctatjies pengosas; quiz dar ao governo dumeu
Pili cccasio de exylicar-se com toda clareza; quiz
traaquilllsii a sociadade abitada. Calar-me-hia,
ouira uigp. 0 proceder do governo.
Lomo, porem, Sr. prestueute, <. nnhre ministro,
esqnecido de que os crditos nao comportavara aia
cassSes desta orde.ro, procurou por iodos os modos
a'.onga-la, ha de me permitlir que, restabelecendo
0 :erreao da discussao, eu he d urna breve ras-
posla. Ao meaos na sua replica, se a quizer dar,
ua roe poder accasar de ter collocido a questao
uo plano inclinado onde se a:ha.
ro fui eu, por cerio, que a colloqusi nesse ier-
ro .o, nao fu! eu, que nem por palavras, nem por
peosamento, ou actos por qualquer modo, despar-
. d-cepibilidades. (ApoiadosJ Guardei todas as
.Lveuleccias; mas S. Exc. quer que a dis-
c,tamos. Fa?a-sa a sua vontade. Pois discota-
mos. (Apoiados.)
Sr. presidente, eu nosustentej nesta casa a e?-
cravido (apolados); e quando o governo, ao pa-.so
que vera proclamar a euiaucipago, o proprio
qae as suas respostas nos pergunta:aonde esl
elia? confesso qne nao sei porque disculi-
uros, (iluito bem.)
Quaes sao, pois, os que se oppera a idea de
' Jrdade, quaudo opportuna e com madureza de-
i retada? a opposicao? a maiorla? Eu creio que
mnguem sustentou aqu seao o respeito a urna
1 ropriedade, que, erabora viciosa em sua erigem,
foi estabelecida pela lei. (Apoiados) E tanto que a
faa do ihono indirectamente o confessal
Para que, pdls, estas iovocac5es a principios que
nanea contestamos ?
A questao para nos esti :quando, como e em
que eircumstanclas?
O nobre presidente do conseibo pode perder se
nesses sonbos elevados de sentimentalismo, pode
desenterrar algumas velhas estancias que Ibe agr-
dem, minbas ou de S. Exc, pode finalmente osar
de todos os recorsos de sua vasta e brllbaote intel-
igencia, nao c. nsegnir, perro, sa!var-se da pecha
do ter imprudentemente suscitado urna questao
ebeia de perigos.
Tal sera o juizo imparcia! e justo dos que quize-
lem estudar o ficto com calma e frieza.
A todas as inconveniencias do nobre ministro,
u me Umitarei a responder com esta pergun
ta:quando, como e com que condicSes? (Muito
bem.)
Para fa-la, Sr. presidente, nao preciso seno
das proprias recordaedes do nobre presidente do
conselho; nao preciso seno das recordaedes da
historia e dos facfos notaveis do meo paiz.
nao quero recorrer a historia de outros paizes,
basta a do meu.
O que que vemos entre nos ? Nao envertamos
os fados, tratemos delles como sempre costuma-
mos.
Oque fez a constituidle ? 0> trabalhos impor-
lantissimos dos homens notaveis sao apenas urna
tentativa que nao se realisou, ao pensamento que
se cede dizer que morreu em embryao.
O qae se fez durante o prlmeiro reinado? Qnaes
foram as medidas lomadas pelos governos desse
tsmpo para se acabar com a escravido ? O trafico
coollnnoa, apesar do tratado de 1826. O espirito
publico e a opinlo deviim am da ganbar ama
grande victoria.
Velo ama poca eni que fol supprimldo, e acre-
dito que o foi pela influencia legitima das Ideas de
moralidad?, iofloeocia que dominava em todo o
paiz. (Apoiados e apartes.)
Eu nao discuto, aprsenlo os fados.
Velo essa poca em que o trafico cessoa em
consequencia de medidas tomadas pelo governo
brasileiro.
Q que soccedeo, senhores? Era a poca me-
Ibor, a mais apropriada e mais digna para qne o
governo, para qae as cmaras, para qne todos se
aproveilassem enlo da abundancia de capitats
para se substituir pouco a pouco o trabalho es-
crava pelo trabilbojivre. (Apoiados.)
Colpa, porm, do governo, culpa das cmaras,
uu defuera quer que (osse, a verdade estaat
hoja nao setratoa da colonisaco com o necessario
cuidado; nao setratou de medida alguma de mxi-
ma importancia, em relago ao trabalho escra-
ve; Bao se preparou o terreno para a emancipa-
cSo. (Apoiados.)
O qae mais ba, senbores ? Um oa oalro projec-
i; de algama alma generosa, que morra ao nascer;
aignm protatfo sem eco, a'guma palavra mal arti-
culada na tribuna, um oa oalro grito perdido na
imprensa. O qne mais? Nada absolutamente.
No emtaoto nolai: tudo se passa ao avesso
daquillo qae saceede em outros paizes. Urna c-
mara nura surge dos seios das urnas: esta cma-
ra coDfpiS-se de cento e tantos depalados.
E' urna medida importante que nao se quer rea-
la, mas d'aoui a um, a doos ou a tres an
rar recursos, em ultima analyse, no trabalho e na
prodcelo?
E por consegninte, disentir a maor oa menor
somma de papel a emlttir, nao discutir o poder
da activldade nacional, a exteosao de sua torca in-
dustrial, em ama palavraa riqueza e o trabalbo ?
Pois nao recorreu a esse argoraenio o nobre minis-
tro, quando ea seu prlmeiro discurso quiz atie-
nnar os effeitos-das palavras do n>bre depundo
pelo Rio de Janeiro contra o papel moeda ?
Nada temos qae ver coca I lei de 12 de setem-
bro : nao era urna lei de reeursos, diz o nobre mi-
nistro. E' certo. j eu o disse a lei baocaria s
dava ao governa malos para pagar a mxima par-
le do dficit de 18Co a 1866 ; mas tambero certo
que nao tendo o governo recolbido os bilbetes do
tbesouro,e'ten4o continuado naseraissdes dos ms-
enos bilbetes, leve ao seu dispor o equivalente dea
sas emlsoe?, ficando assim o nobre ministro com
taes recarsos. Accresce que o exame do estado da
circulado necessario para os effeitos do papel
moeda qne se pretende emlitir.
Que importa a compra do ouro bita pelo gover-
no, se oo fim de eonias, emitindo bilbetes do tbe-
souro, resgatafem-se notas do banco?
A resposta do nobre ministro seria procedentes
o proprio relatoro nao declarasse qe a retirada
dos bilbetes do tbosoun erasobrepujada por novas
e repetidas emissoes. As operaoQas do tbesouro
deram'no fim o seguinte resaltado ; os o,000:000
de papel moeda nao foram empregados no resgate
de parta da divida fluctante.ou b qae o mesmo,
diminuiram-a para augmenta-la.
Que o nobre ministro argumente cora a necessi-
dade, comprehende-se, posto que a devesse contae-
cer aates e em occasiSo opportana. Calou-se entao,
e quer invoca-la hoje.
Insiste o nobre ministro qne recoibeu os bhe-
les do tbesouro como est declarado no seu relato-
rio. PIz o que pude, diz S. Exc. em relagab aos
bilbetes existentes na circoiacao e na carteira do
banco. i,
Observago miaba : nao esta a questao ; ros
resgatastes em um dia urna somma determinada e
emittistes em outro a mesra somma. Vo3sas ta-
bellas sao expresslvas; logo em oulubro a eraissao
ja era de 30,000:0005000.
Eu acense: ao nobre presidente do conseibo, dis-
se S. Exc. de nlo ter pago os 11,030:0004 divida
do governo ao banco, e aecusando-o esqueei-me
da verdade dos factos que esto narrados no seu
relatoro.
Qual foi a rainha aecusacao ? que tenlo a lei
passado em 12 de setembro de 1866, a desculpa
que se via no relatoro de S. Exc. nao me pareca
suficiente, tanto mais quanto da casa amortisa^o
tinham sabido notas para adiantamento an thesoo-
ro. Oque me responden S. Exc?-E verdade,
sabiram; mas observai o q.ne diz o relatado
oo haviam o)tas u>vas, e muto menas de velor
elevado. '
Em pnmeiro lugar observo qne no*elatorio do
nobre ministro se diz :te sobretudo falta de no-
tas de iguai valor. Logo, a outra ra:o nao era
muito procedente; alm disto, o nobre ministro
leve tempo da sobejo para eamprr a lei. Ocoorre
que o recelo da emiillr notas miudas, que foi apre-
osaia4 poia nohre oresideots do conselho, nao
procede, porque das tabellas e reatorio se couclue que bavlam notas de Mi, 20$
e mais elevado valor.
Paranlo, o nobre presidente do conseibo podia
pagir, senao os 11,000:000 em sua totalidade, ao
meaos parte delles.
Pretsndeu o ilustrado 3r. presidente do conse-
ibo nao ter violado a lei de setembro, continuando
no mo syslema de adiantaraenus ao thesoaro, por
que a le se refere ao servigo do resgate das notas
do banco. Quando a razo, o Om e a cansa da
disposigo do ar't. 1* 7o nao estivessera refutando
o Sr. ministra, ah eslava o final da segunda parte
do 10.
Xas roesmas peoas ineorrerao os qne lizeram
sahir ou cousentirem que saia da ealxa da amorll-
saflo qualqaor somma de papel moeda, a nao ser
por troco, oa por effediva substitui'cao, ou para ser
entregue ao thesouro -em vir'.ude de lei que auto-
rise tal eolrega.i
A lei de setembro prohibe toda e qualquer subs-
titaiQio,.a nao ser por le que a autorise. B assim
devia ser : auereodo manter a mesma somma de
papel moeda na circuladlo, precisa condemnar
lodo e'qnalquer tacto abusivo que a pudesse aug-
mentar.
Depois de tudo isto, admira que o nobre minis-
tro queira eliminar do seu calculo os recursos que
Ihe deu a lei baocaria, entendida cono o foi por
S. Exc. Comprando os metaes do banco, inun lan-
do o mercado de bilbetes do tbesouro, em ultima
analyse; o que dever ser empregado no resgate
dos mesmos bilhetes fol por S. Exc. empregado em
despezas da guerra.
S. Exc. comprou o ouro, pagou-o em parte eom
a emisso de papel moeda, e continuou a erait-
tir bilbetes, Islo a fazer empresllmos tempora-
rios.
O Sr. Presidente do Conselho d om aparte.
O Sr. J. Bonifacio :_Desde qne V. Exc com-
prou o curo e:pagoa parle delle com papel moeda,
considerando ni peo resto da aotorisafo, e fi-
cando a raesaa massa de bilhetes du tbesouro,
nao ba questao possjvel. Voa lor o periodo do prl-
meiro discurso de V. Sxc
< Eu, porm, asseverei a S. Exc e o relatoro
afflrma-!be categricamente, que dos 28,000:000
correspondentes importancia da reserva metalli-
ca 15,000:000$ aioda nao estao emittidos pelo go-
verno, mas dos 10,000:000> ; emittidos se flzera
exactar applicaco, como ordenara a lei de 12 de
setembro, o pagamento de bilbetes. S. Exc. o ne-
gon, porque assim Ibe aprouve faze-lo.
Mas, senhores, a questao em nada muda ppr ter
bavido j emisso de papel moeda para o pagamen-
to dos metaes vendidos. O cobre ministro julga
que est em seu vigor a autorisacao que Ihe foi
concedida ; usar della quando quizer. na hypo-
tbese figurada, indemnizar a renda ordinaria se
eom ella comprar os metaes; se emiltlr bilhetes do
thesouro para golpear notas do banco, ple resga-
ta-los.
Em urna palavra, fosse qoal fosse o meio empre-
gado na compra abi esl a aalorisago qae o nobre
ministro julga de p.
Diga, pois, o nobre ministro o qne quizer, nos
seas calclos, sob pena de Inexaettdo, ba de en-
trar o ouro. E S. Es/i. o confessa indirectamen-
te. J o demonstre! com algarismos quando fallei
pela pnmeira vez, e minba argumentado nao foi
destruida.
Acceito o ponto de vista do nobre ministro : o
ouro para o governo recurso opnosto ao dficit.
Na
rengas de cambio vloham meMtona* am separa-
do, facto que Hie dava urna aatrea .especial. QoV
isto dlrer que enf falta de paragraphos propnoi, a
verba difeieaga de cambios nao prA essa o -tu-
reza, e pode ser calculada dentro A Verlos limites
Esta paragrapbo pode compreueod#r umbem oju-
das de cslo e legajes, mas tomado a' pane por-
que o quantum era refereucia qtwias orease a'
razio de 27 dinbelros.
O crdito o tem demonstracao, o oo eotaoto
porque o nobre ministro pede 150:000$00, e oao
tnecana. u qne Tez s. hjc. ? Adiou e entregou ao mais oa menos ?.Accresce anda que lamburo dan
n d.0*,nco a declarado da opportonidade. dcfcomo razio do augmento da despera o das lega-
Oaar* respost qamoje da'o nobre ministro? edes, sem expli6ar-se, supprime essa verba nos
baserante: E verdade, adiei ; mas como te- seos accrescimos 0> despeza. Hoje o'nobre raais-
ntn a fsculdMe de approvar ou reprovar os esta-' tro diz que a despea a respeito de legacoes fez*e
lutos, reservt-i me o diretro de modificar o mesmo pelas verbas voladas. Qaer isto dizer* que a des-
accordo. Desde quando, Sr. presidente, em prin- iriblgo leara reduzida a xero. A defeza
eipio de direito, um acerdo legalmente aceito, se o m.
orcamentos que pendiam de approvaoaodo corpo vistas; mas aquellas que sam veicidos, ama ve-lt --. .
legulauvo, estas despezas da smuaOu e diffe- que n5o seja em questao ,4e orinTnios carden 5Le?^l?s *** lte<*
devem aceitar a opiniao
aipios cardeae, !, q^-m.^arecer, Sr. presi-
contestar nao s a
mesmo a conve-
foi, pode ser modificado por urna das parles ? Pota
o accordo nao tinha a sncc5o do prbprlo ministro,
assim como a intervenco do banco ?
Se o nobre ministro quera que o prazo fosee li-
mitado, nao devena dizer no accordo que o banco,
quando fosse opportnno, levantasse a institolcao
bypothecaria ; mas.seja como fdr, um mez de?os
da le o nobre ministro ferio o accordo, adiando
para as kaleudas gregas essa rcpartico; um mez' meiborar a
depois admiitio orna declara;ao ; d'abi a pouco quesio.
outra, determinando qne dentro de um prazo certo j Coostituo o nobre presidente do conselho juiz
comecaise o banco a fzer oso da facoldade con- oeste caso, e perguntar-lhe-hei : a telegrapbia e a
ferlda. De instituleSo bypothecaria b qne existe, I exposico eram factos que nao podiam ser previstos
senhores ? Acabo"u-se o prazo, e o obre ministro na le ordinaria do orgamento ? Faca favor de res-
disse que receben novo pedido de adiameoto.
Comprebende agora V. Exc a minha aifumen
lacio ? -~------
Em todo o caso, contino a
legalidade do crdito, como
niencia.
Sem duvida qae nao contesto os beneficios qne
resultan) das expostedes e os prove tos que se au-
ferem dos telegraphos para adiaular a elvilisago e
Industria; mas nao essa a miaba
e predoninou na malo
ria dos ministros. ff
Lof, a fggrasso Wrifida a quarqber dos mi-
nislros tambem se dirige a mim, porque entre nos
oao ba divergencia de pensamento, tro ha consa
qne os magoe na djscusso que ea tambem oo
siota. Nao posso, porem, acceitar a substituido
qae se quer de mim fazer. Son o prlmeiro a reco-
nhecer a sopertoriJade dos t.lentos e da inUlli
geoda do nobre presidente do conseibo; mas te-1
nbo o orgulbo. de nao querer que me substitu,
quando rae cndfbre deseroaenhar am 4>ver. (A-
mtt; mui,J baau) melo.
Alem disso trats-se de ama materia oe lem n Sr r. Ottavi *;-j
mmediaia relacao coro a pasta da Jusllca, aceres- tos. ~ ^* ma's e33a coa5ao Pra
ceodo a circumstancl de ser eu argido pata op Outro -
IC*o coma i mar principal das eomplcaco-js diijima.
respetfo ao ministerio de
,.jr-wt parecer, Si
dente, qae a!m desie motivo, S. Exc. uve uu
tro igoal, se ajo de maor torga, peto que Ihe peco
Hen6a para manifestar-ihe os meas agradec-
UJelJlOS.
* Etc. tem tdo a bondade ha aleas aooos d-
bonrar me coro a sua amisade; amisae qee por el-
e mesmo.fra clasificada de especial oo parteo-
b/nn^fT e" P?tt MtUral 1' OCCOpandOOS
>s d?. opposigo, tomas.e o ministro de quem
?R- L'bptado-E' urna irona delica-
b. Deputado: -No discurso de V. Exc.
E o que notavel, senbores, ja' qae S. Exc. me
obriga a fazer algumas reflexdes a respeito do
faci, o segufute, e chamo a atteoejio da cmara
para este ponto, afim de que se possa aquilatar o
modo especial por que proceden o governo em re-
lacao ao banco. O qae se tem feit) difficiimente po-
ier-se-hia comprebender.
O nobre ministro comprou a reserva metallica,
pacou parte, e parte ficu devendo, acaboo-se o
prazo do contrato e o governo nao pode pagar :
pensara que eniendeu-se com o banco ? Nao, se-
nbores ; disse : tFica adiado prazo dentro do
qual o banco deve resgatar o papel-moeda equiva-
lente a parte do preco do oaro, como se nao boa-
vesse am contrato I
Eis a minba argumentado ; S. Exc. nao quiz to-
ma-la de frente :Vos adiastes o pagamento ;
adiado o pagamento adiastes o resgate ; adiando o
rsgate adiastes a poca dentro da qual devia des-
apparecer o papel-moeda. E a todo Isto o nobre
ministro diz : a le de 12 de setembro nao pres-
r.reveu o papel-moeda :...
Esto de p todos os meos clcalos a respeito do
relatoro de S.. Exc. combinado com os pedidos da
sua proposta. E assim que, explicando o seu decre
lo de 27 de abril, abnado am crdito de mais de
iO,000:000#i para pagamento do accrescimo do Juro
da divida externa e interna, eredito em completa
discordancia com os calculo. da pag. 6 do seu re-
Jatorio, S. Exc disse qae a proposta posterior e
que o relatoro caicolou as despezas do semestre
addiciooal I
pasmoso o argumento. A difler.rosa de di as
entre a proposta e o relatoro nada importa, por-
que em referencia aos 10,000:000$ tem por base, o
crdito de 27 de abril, anterior aos clculos do seu
relatoro.
O semestre addiciooal para a uqaidaQo, e an-
tes d'elle o nobre ministro tinha precisado as bases
do sea crdito. O crdito nao podia, portaoto, calca-
lar eo mais, em vista da sua data. Em todo caso a
explicarlo inadmissivel.
E* assim que o nobre ministro, confessando a
irregolaridade do crdito aberto pelo sea collega
da guerra, desculpon-se com o estado anormal do
paz. Esqueceu-se S. Exe. d- que as basesdessa de-
mjn.-.trac;) referam se a tres exercicios, discor-
dando o balance de 1861 das tabel as do relatoro
da guerra; e3qoeceu-se que Inadmissivel a lm-
pos;ibtlua!e de clcalo, mesmo a respeito de urna
s verba ; esqueceu-se das despozas feitas com re-
partieres novas pa>a darem tal resultado ; esque-
ceu-se de tudo I A guerra, a guerra explica tudo.
Se assim tri.-te o governo representativo. Me-
Itior fra que os ministro; ga-uem por si o que
entenrtosssai. ao menos a respoasabilidade nao se
reparta coraoosco. Fossem ellas poder legislativo
tambem. A desculpa tem, portan;o, um limite.
assim qae o nobre ministro, referinlo-se as
daas verbas41S:0005 e 281:00i)& para indemn.i-
saco de despezas cora o pagamento das presas da
guerra da independencia e com o casamento das
serenissmas priocez'a?, disse :pagamos essas
quaotias pela renda ordinaria, queremos ser in-
demnisados.
__ Perde-me S. Exc que Ihe declare que a ques-
tao ricou anda dep ; porque a menos que os ba-
lances de 1862-1863, 1863-1864 e 1864-1863 sejara
balances iuadfflissiveis, a explicado do nobre mi-
nistro nao procede. A primeira verba da 282:000$,
de que tratai, faz parte de um crdito cuja impor-
tancia limitada, e por conseqcencia nao podando
o governo gastar mais do que Ihe tinha sido conce-
dido. Qaal a importancia desse crdito, senln-
res 7 624:000$.
Ora, eu mostr dos balances de 18621863,
1863-1864 e 1864-1865 que gasrou-se por conta
desse eredito urna quaotia qne, somraada a' qae se
pede excede a' liroiugao. Os 283:900$ nao pdem
estar incluidos as despetas dos batneos, porque
estas foram feitas por conta da autorisacao. Sao
pbrases dos balaacos. Perianto, ou nao procede a
argumeelago, ou os balancos esto malfeitos.
Esta mesma observaco applica-se aos 415:000$,
e com mais fundamento.
Pelo balance de 1864186Pv-se delicada-
mente a despeza, e esta pela sua naloreza alienta
a data do documento, nao polia sar elevada. Foi
mlfincioso neste ponto, resu.r-me-hc-i.
O crdito era de 2,582:000$ ; deduza-se.....
1,200:000$ do dote, ficam l,382:00$ ; subtraia-se
de 1,382:000$ 1,212:000$, despeza frita, Ucam
cerca de 170:0005. Logo nio bouve dficit, houve
sobra.
Mas o oobre ministro disse : cGastou-se parte
pola renda ordinaria. Se gastou-se pela renda or-
dinaria, os balancos nao sao exactos, porque dizem
que gastou se por conta da autorisacao ; em -se-
gundo lugar esta explicarlo contraria o relatoro,
se lomarmos em seu verdadeiro sentido as exprs-
ses de que se serve. Assim contino a pergun
lar : em que foi que se gastou esse- excesso ? ou
se nao houve excelso pego ao nobre ministro que
nos diga o total da despeza, com. os seus delalhes.
Lamento que a illustrado Sr. presidente do con-
selho, referifldo-se as credilo 'da agricultura o.
3,733 de 17 de novembro de 1866, que traosferio
de verbas intactas, esquecesse esta : De-cobri-
mento e explorajo de Mioas Se a tivesse visto,
poupar me-bia o trabalho de repet-la, com tanto
mais razo quanto certo qae isso nada, em vis-
ta das largas despezas qae, sem conbecimento do
corpo legislativo, se esto fazendo.
De-me que seja S. Exc. aquello que aceite e
legitime essa serie de crditos, em parle sem justi-
fleaco, e contendo qnasi todos manifesta violarlo
da lei.
No meio das agonas do paiz, s-jame licit pro-
testar por economas e pela fiel execuco das lels
de fazenda. ,
As exposigas naconaes, os lelegraphos e outras
despezas de igual natoreza podera ser apreciadas
ordinariamente; nenhum facto extraordinario as
provoca ; e digno da mais severa censura que, ao
passo que se nega ao corpo legislativo o direito de
flscalisagSo e votaco de de pezas semelhantes, pe
ca-se o sea apoto. Porque nao foi lodo isso consi-
derado opporlaoameote ? Era mais fcil ao gover-
no gastar como entendesse, e dizer-nos depois :.
aqui esl, approvai. Sinto nao poder aonuir ; o
pedido.
Nao o (aria hontem, e muito menos o farei boje,
do tempo, e quando se
explicacib mesmo de S. Exe. os mdaes do ao contemplar as tristezas
banco entrara no seu calcnjo ; e tanto entrara, Sr.; pedem impostos ao povo
recente, que o nobre ministro nos disse clara- j A ?berlura do ^loai
. a. w j .- j c .' 'es no explicam as novas iei
aufimen? Kin.l?/ 0r eol-rflSeWao de/ic" Peclaes. Porque oso se crearam'at hoje ? A guer-
augmenu.. (Signaos o approvacao.) ra Da0 comeCou de hoijtem ? Que grandissimos in-
Nos termos em que se acba a queslao, exprs-
a as qaestes de limi-
Iegages e misses es-
roegou de hootem ? Que grand
teresses surgirao de novo ? Sa antas das ultimas
^.. creaodes ou divis5s de ligaees, o numero dos
siva a declaracao de que fez remessas para o thea- agentes 0o paiz era o qae devia ser, pego liceoca
irooagoerra. Mas a questao esta : o nobre mi- para contestar a defeza. Sedaabe'rlara do Ama-
nisiro pede recarsos para o que Ibe falta aciual- zonas que nasce tudo, enlo devia ser aberto
mente, dos temos o direito de saber ao certo quan- depois.
jo que Ihe filia, para sabermos ao certo quan-' E'verd,ade qae ja Acarnos sabendo, qne tambem
necessario qne o nobse mi ; para execular dispoic5as leaaes necessario ac-
nistro calente de am lado com todos os reeorsos, .
de outro lado com todas as despezas.
E' nlsto que se resume a nossa qaestao; emqoaoto
o oobre ministro nao o flzer, nao podemos dizer
nada; digaS. Exc. ao certo 40,50,ou 80,000:000$.
Nao o far?
O nobre ministro referi se depois s michas
reflexdis sobre a repariicSo bypothecaria, mas at-
tribaio-me um pensamento qae eu nlo tinha eroit-
tido, enganca-se no modo de apreciar a minba
I sar
nbs. Nlo ha om representante da naco qae tome
st-cre si a responsabilidade individual, e dl-?
gl: -maJchemos,'e' desde j. O governo ebama a j opioio. u deciarel exprossamente qne, associan-
h ihr qaer re,'sa'l< indica-a em urna falla ^o-me a todo o pensamento da lei, eptendi qoe to
no tnrono; perjtantamos:quando, como e em que am mo presente essa mesma parte da lei ; mas a
DuaisoesT E lao se revoita 1 > miaba argum-ntacao fol esta : S.
cordo. Foi assim que" a respeito do eredito no qoal
o Sr. ministro da agricultura traosferio para ou-
tras verbas quantias intactas, aioda o nobre minis-
tro da fazenda nos declaroa qoe depois tinham
combinado e aceito a boa doutrina'; portanto flea
de p q .e antes da combinado houve violceo de
le.
O Sr. Martinho Campos :Ja liaba sido susten-
tada no senado pelo nobre mini-tfd da fazenda
contra o Sr. ,'Carrio.
OSn. J. Bonifacio :Em relacao ao crdito
aberio pelo ministerio d- negoclJ' estrangeiros,
alOdao nobre ministro di fazeuda nao comprehen-
Etc. aceipu-a, I bem a miaba argumeoiijij ; ea disse qae aos
poader-me.
Se o governoignorava que aeivilisaco caminba,
se ignorava qne a nossa industria podia tirar pro-
veno dessas exposices.....enlo calo-me, nao
censuro.
Mas se ne Ignorava, nio me pode contestar que
semelhantes despezas devlam ser previstas no or-
namento (apoiados), e se foram consideradas des-
pezas extraordinarias, slo illegaes. (Apoiados).
Mas o proprio nobre presidente do conselho
que confessa e nos diz que a despeza eslava
feila I
O nobre ministro da fazenda, referindo-se ao es-
tado do meto circulante antes e depois da lei de 12
de setembro, disse :a quantidade do meio circu-
lante a mesma ; sim, salvo os adiaotameotos.
Compre observar anda qne a questao nao esta
smente. Nos 118,000:000$000 de papel-moeda
eoln raaior vabr de notas do banco do que devra
entrar o menor valor das do ibesooro. Devia em
relacao ao banco a circulado estar diminuida de
U,000:000$000, qae nao foram pago3 pelo gover-
no, e do restante do pagamento dos metaes, que,
recebido por aquella Instituido, dava logar ao res-
gate de suas notas.
E' preciso nao esquecer o fim ultimo da lei de
12 de setembro, qne, embora prximamente tivesse
em yista o banco do Brasil, nao se esqoeceu do
estado da circulaco e marebava para o restabele-
cimento do nosso padro monetario. Um de seus
Qns era unificar a moeda-papel. (Apoiados).
Sr. presidente, estou nimiamente cansade, nao
posso continuar ; possivel que algumas cooside-
racas do nobre presdante do conselho me esca-
passem.
Mas tenbo plena convieco ,que, discutndo com
S. Exc sem ter em vista bostillsa-Io, quando o no-
bre ministro, na calma e serenidade do gabinete,
pensar melhor em algumas das reflexes feitas por
mim, convencer-se-ba da justga que inspirara mi-
nbas palavras.
Antes de-sentarme nao posso deixar de mani-
festar a minba adrairagao de que o uobrt presi-
dente do conseibo perraaneca no mesmo lugar, que-
rendo ao mesmo tempo papel-moeda e a faculdade
Ilimitada de augmentar a divida fluctuante.
E' diffleil argumentar com o relatoro, porque S.
Exc rejeita na tribuna os coronarios do qne es-
creveu.
Sem duvida a lei de 12 de setembro nao lei de
recursos; mas contm principios aproveitavei?. O
que quer o oobre ministro com o papel-moeda ?
Habilitar-se para pagar bilhetes do thesouro, diz o
sau relatoro. Por outro lado, contentando-se com
50,00J:tOO$000, evidente que, se puder manter
era bilbetes igual qaantia, pode dispensar o papel-
moeda.
Portanto, o raen pedido esta' dentro do seu rela-
toro. O que m quero ? em ultima analyse o meu
plano tem por fim substituir um empre^tiaio que
se pode renovar a iodo momento ao papel-moea,
que figurara' to somente como accidente e como
iodispansavel no momento dos reembolsos dos bi-
lbetes. -
Se os bilhetes acndlrera ao troco, sero pago*.
Se voltarem aro thesouro, recolber-se-tn papel-moe-
da.
Pode baver com effeito ama difieren?*, se as
bases do caiculo do Sr. ministro sao losuflicientes.
Por exemplo, sao necessarios 80,000:000$; mas
porque oo tem S. Exc a fraaqueza de declarar?
_ Eu seguira o mesmo plano, e em vez da emis-
so de bilbetes do thesouro s oa capital, far-se-
hiara emissoes oas capitaes mais irapordutes das
provincias, com prazo vanavel, juro ixo, e de va-
lores taes que podessem chamar as ecooomias das
grandes como das pequeas fortunas.
O papel-moeda entrarla no plano, mas s para
pagar os bllhes que viessem ao Iroco. Tal como.se
me figura o systema que indieo, de accordo oom a
le de 12 de setembro, o papel-moeda s appare-
cera' na impossibilidade dos emprstitos tempo-
rarios.
O processo claro, e nao vejo difllculdades oa
execu(o. Vm portadores de bilhetes do thesouro
exigir o embolso de 10,000:003$, o goveroo pa-
ga-ibes em papel-moeda; apparecem novos toma-
dores pedindo bilhetes do tbesouro, o governo re-
colhe os 10,000:000$ que recebeu.
O meu fim autorisar o nobre ministro a emit-
tir papel-moeda, mas dentro de limites certos, pa-
ra fim determinado, e quando nao seja possivel
centrahir emprestimos temporarios nos termos que
apreseotei.
Poderei errar, mas o proloogamento da lei de
12 de setembro, adaptado s circumstancias ac-
tuaos; concedo nma emisso, mas sujeita ao pa-
gamento do emprestimo; e note S. Exc que, des-
de que aceitn o papel-moeda como recurso ex-
traordinerio, a conseqnencia esta : se o empres-
timo fr possivel, se os portadores de bilbetes nao
viereui ao troco, S. Exc nao emita urna nota; se-
no fr possivej conservar os bilbetes, S.Exc. emit-
le na proporjlo dos pedidos., Nesta operago nao
ba dilfleuldade. Repito, o systema presta-se armis
vasta applicaco, anda quando seja necessario pe-
dir ala ao paiz.
Te'oho concluido.
\'ozes:Muito bem t muito bem I
(O orador comprimentalo por varios Srs. de-
potados.)
O Si(. Martim Franoisco (ministro da justlca.
Profund $ileacio):-i$r,-presdanle, peco licenga a'
cmara para dizerj)pucas palavras era resposta 3s
proferidas pelo nobreoepulado representante do
1' districto da minha provincia.
infer que S. Exc. entendea que a responsabi-
lidades de baver eu subido a' tribuna pesava so-
bre o Sr. presidente do conselho, ou antes" qua ha-
via eu tomado arle na discusso provocado por
um appello ae s. Exc
O dever da lealdade obriga-rae a declarar a'c-
mara, que o oobre deputado pelo 1 districto da
provincia de S Paulo apreciou inexactamente os
factos; pelo contralto, o nobre presidente do con-
Ibo quera eocarregar-se de dar resposta comple-
ta ao oobre depatada, mas eu reclamel pelo meu
direito, porque entendo que desde que qualquer
dos nobres deputados discute materias perteocen-
tes mloha pasta, direito mea responder-lbe
(muitos apoiado), direito de qae usei agora, direito
de quehel de usar^pmpre em relacao a qualquer
d s nobres deputados da opposicao, ou mesmo da
maioria qae discordar de algum de meus actos.
(Muito bem 11
S Exc o Sr. presidente do coose-lbo resisti por
muito lempo e foi necessario que ea dissesse que
insista em mantar o mea direito de preferencia,
para que S. Exc. aceitasse esta minba deciso.
(Muito bem.)
Usei desse direito do modo mais moderado (mu-
tos apoiados), oo bouve das minbas palavras na-
da absolniamaale qae podesse ofender o nobre de-
puudo..... (Muitos apoiados.)
Vozes: Fallou com toda a conveniencia.
O Sr. Ministro da Justica: pelo contra-
rio, as relacSss qoe existem eotre mim e o oobre
depotado nio podiam explicar comportameoto di-
verso. (Apoiados.)
O nobre deputado esta' hoja em am camp) pol-
tico e eu em oalro. E' possivel qoe assim nos
conservemos por muito lempo; possivel qae as
nossas Ideas se approximem, como se aproximan)
as de outros qaaesquer. Nada pois ha a este res-
pello que mereea eotraoheza. Nao posso aceitar a
doutrina da diviso da respsosabilldade ministe-
rial. Um ministro respoosavei por todo qnanto
fazem todos os seus collegas. Somos sete borneas
reunidos- em urna s idea, em urna vontade.
as conferencias pode-.e dar divergencia de
queueia de ter sido enterreirada'
cravatura.
A opposi$o diz que a queslan data da
dada a' soetedade abolicionista de Fran
esta resposta foi dirigida e firmada por rt.
por ella respoasabilidade indivtfai alm
ponsabilidade qae me cabe pela'-'
nisteriai. "*^
Nestas crcumatancias o nobre deputado pela Io
districto devia te? a certeza da que eu, quaodo se
discute urna materia pertencente a' mosma pasta,
havia de maoter o meu direito de discutir do mes-
ara-modo por que o oobra deputado discdtio. Ha-
via nisto motivo para roagoar-se ?
Declaro qua todas as vezas qae o nobre deu-
lado pelo l'districlo ou outro qualquer memtiro
da opposigo discuto materia que enleada com a
miaba pasta, oo consentir! que ocnhum dos
meus honrados collegas do gabinete discuta esse
objeeto antes de ter eu tomado parte no debate.
(Apolados.)
Disse o nobre deputado, dingindo-se ao sobre
presidente do cooselbc, mas de Tacto responJ-.ro Jo
ao que eu havia dito, que a quesio da emancipa-
(o nao fra discutida convenientemente no paiz;
porque, disse o oobre deputado, qae importa "que
em 1823 se discotisse esta qaestao, se depois uo
se discutio mais?
Urna quesio iniciada em 1823 com um traba-
lhj completo como a memoria do Sr. conselhei-
ro Jos Bonifacio de Andrade e Silva, propondo
meios para a emanciparlo progreaslva da escra-
vatara, nao importa um estudo perfeito da mate-
ria? Posteriormente, nao.se tem apreseolado ou-
tros trabalhos ? Nao sabe a cmara quantas
postas Ibe lm sido feitas em diversos projectos
sobre a abouco da escravatura ? Ja em 1852 ou
1853 um deputado pelo Ceara', o Sr. Pedro Gui-
mares, nao apreseutou um projecto para esse
Qm?
A questao ja est muito conbecida no paiz. O que
resta lomar o governo o solemne empeoho de fa-
zer com que a vista das circumstancias especiaes
do paiz, esta questao seja tratada com muita pru-
dencia e 1'scrigio. O Brasil nao esl as mesmas
condiges das potencias qne extioguiram a escra-
vido em suas colonias, all o trabalho para coase-
gai-lo foi mais lacil. A escravido no imperio se
acba espalbada.em todo o paiz, e por isso a abol-
cao exige aioda rnaioret cuidados 1
Sa o governo anda oao apreseutou o projecto re-
lativo a abolico, como quer a nobre opposigo
condemaa-lo antes da o baver convenientemente
examinado?
Espere algum tempo, e poder convencer-se de
que, guardado o respeito 5 actual propriedado es-
crava, o governo tratar da materia cora a maior
prudeocia, teodo era seria atteogo as circunstan-
cias especiaes do paiz.
OSr. Pinto de Figueirbdo: A opposigo que
est comprometiendo a questao.
OSr. Ministho da Justica :Mas, seohores, di-
zem que foi precipitago ioserir essa idea oa falla.
do throoo. Nao era possivel deixar de fai lo
compria qae mostrassemos a disposigo am que
estovamos, da tratar da materia ; irompria qae
se soabesse no paiz, que estamos promptos a duer
com toda franqueza s cmaras o nosso pensamen
to a tal respeito. (Apoiados.)
Sr. presidente, a cmara e o paiz compreheodem
que eraquaoto estivermos a bracos com urna gaer-
ra externa oo iremos solver desde ja este probln-
ma importantis>mo Se assim procedessemos (ana
mos mal. Q.ianlo tratarmos do assumpto em tem-
po opportauo contamos com a maioria da cmara.
Animados na espiabosa misso de resolver urna
das questes mais imprtanles para o paiz, pelo
valioso apoio de uma maioria sincera e partioiica
que se identifica com as nossas vistas e ideas, uo
recuaremos ante os obstculos que araontoa era
oosso caroiaho a nobre opposigo, e confio em Deus
que havemos saber cumpir o nosso dever.
Tenbo concluido. (Muitos apoiados; muito bem,
muito bem.)
(O orador comprimentado por muitos dos Srs.
deputados.)
O Sr. Tavares Bastos ainda oceupa a atiengo
da casa.
A discusso fica adiada pela hora.
Dada a ordem do dia, levanta-se a sesso s 4
horas e meia da tarde.
a queslaa; es- vai moita coosa.
O Sa. Ministho da Agricultura : O nobre de -
potadf pelas Alagoas sabe muito bem, e esto o
o favor qua lite agradego, que se qozesse trocar as
"", soas armas.no caajpo da lotelligencia com o roi-
"' i mstro da agricultara, o resaltado, todos o sabem
de aote-mSo, sena favoravel ao honrado depotado;
mas o h orado deputado qoz ser comigo bet>evolo,
tolerante, mais que benvolo toleraata, qoz ser
generoso.
Eo Ihe agradego. Se troaxesse a questao para
o terreno da ioteiligeocia, rhi S. Exc sahiria cer-
tamerlle victorioso, mas para o terreno qoe a trou-
xe, s. Exc h i de ser venciflp..' Para o terreno do
zelo, escrpulo e moralidade'eora que porventpra
o ministro da agricultura se baja conduzldo Cf id
reiagao a assumptos que estao subme|tidos sua
deciso, a qnesiao ao me pode da moflo alsom
prejudicar. Rra"
n-u/?1"" u?h dlscarso d0 b0Drad0 deputado
pelas Alagoas, e tenbo pressaem declarar? cama-
baragado do senado, onde deveres do cargo que
oceupo rae deim, e tanto qu ba 19 dias so tenbo
podido aqu appareeer, ou quando as sesses ter-
minara mais cedo, ou quando detxa da baver ses-
so, roe aproveitaria da primeira occasio que se
rae cfferecer para dar ao honrado depotado e
cmara todas as informarles sobre o assumpto com
qae s. Exc se dijrnou occopar-se.
O Sr. C. Oitomi : Faz-lhe uma interpella-
gao?
O Sr. Ministro da Agricultura : 0 objeeto
oro- grave (aPiad,J!i); trata se de actos "praticados pelo
goveroo, e que foram apreciados pelo oobre depu-
tado .d3 modo a affeetar o zelo com que o mioistro
so houve.
Elle vera irlbuoa, em cumprimento de sea
dever, assegurar a' cmara que immediaiamente
aara resposta, ou se defender" das aecusacas
qoe Ihe foram feitas por' um membro desta
casa, parece que nao cousa para admirar pelo
cootrario, ha motivo ara, ser atlendido. ( Apoia-
Feta a minha declararlo, pego a V. Exc. e aos
meus collegas descuipa pelos momentos que tomei
a sua aitengao. -~>T
Ninguem mais pediodo a palavra, e pondo-se a
votos o art. 4., approvado.
Entra era discusso o art 5.
O Sk. ato Lobato: Sr. presidenta, nestj
art. 5. tem asseoto a proposta da emisso do pspe!-
m:eda. r
Bem prevejo que o nobre presidente do conse-
ibo fara' a respeito a mesma observago com que
principiou a resposta que deu ao Ilustre depa-
tado por S. Paulo, qua este assumpto esta' sobre-
modo discutido, e que oscusado repetir o que ti
foi dito. '
Ma* me perdoara' S. Exc que observe, que mes-
mo em atteogo o que foi exposto sobre tio im-
portante assumpto, e que nada rae satisfez, que
me juigo na obngago de voltar a' questao.
SESSO EM 19 DE JULHO.
PRESIDENCIA DO SR SILVEIRA DE SOUZA (VICE-
PRESIDENTE )
Ao 1/2 da feita chamada vorifica-.se baver nu-
mero sufflcieote, abre-se a sesso, seodo lida e ap-
provada a acta da anterior.
O Sr. Io secretario d conta do seguinte
EXPEDENTE:
Ura requerimento da associagao das senhoras de
Cardade da cidade da Baha, pedindo a concesso
de seis loteras a favor da casa da Previdencia da
dita cidade.A* commisso de fazenda.
Outro de D. Mara Anglica Tamborim, filba le-
gitima do capito Antonio Joaquim da Silva Tam-
borim, pedindo para pereeber a parta do raeo sol
do que Ibe compete.A' eommisso de pensoss e
ordeoados.
Uutro de Joaquim Jos de Queiroz, pediodo uma
penso, visto ter servido no exercito mais de nove
annos.A' mesma commisso.
Outro do major reformado Antonio Correa Viao-
na, pedindo que se ibe mande pagar o sold cor-
respondente a' patete qne actualmente tem.A'
mesma commisso.
Offr'o de D. .Mara Joaquina Cantanhede, viuva
do capito de milicias Jos de Araujo Cantaohtde
Gotz, pedindo uma pensao.- A* mesma commisso.
PENSOBS A DIVERSOS.
Lem-se, e vo a imprimir para entrar na ordem
dos trabalhos, as redaeces dos projedos sobre
peoses.
Ldem-se, julgara-se objectoos de deliberago, a
vo a imprimir pare entrar nir'ordem dos trab*
Ihos, os projeelbs sobre easameato oKil, natural i-
sago, portos das cofooias, ciratratos de parcena
de locago de serviros ierras devolutosj Imposta
territorial e escravos das cldads. '
O Sr. Leo Velloso"rBUns* cootra alguma*
proposiges emittidas pelor. Qttooi^'-fm seo an-
terior discurso.
O Sr. C. Ottoxi explica quanto disse, bem come
o Sr. Martiobo Campos uro seo apart1.*" -
ORDEM DO tlA.
PENSOES DIVERSAS.
Entrara successvamente em discusso, e sao ap-
provadas sem debate, as redaeges dos projectos
que coDcedem varias pensos.
ELEIIJES DO BK> GRANDE DO NORTE
Entra em 2* dlscnssao o parecer da 1* commisso
de podares sobre as elegoes das freguezias do As-
s, Aogicos, Saot'Anaa de Malos e Apody, da pro-
vincia do Rio-Grande do Norte.
Niogaem pediodo a palavra, e pondo-se a votos
o parecer, sao approvadas as as quatro primeiras
concluses, sendo rejeitada a quinta.
CRDITO SUPPLEMENTAB AO MINISTERIO DA FAZNDA
Conlioa a discusso do art. 1 da proposta do
goveroo sobre crditos.
O Sr. Cesario Alvim reqoer e eDcerrameoto da
discusso ; e sendo a cmara consultada, resolve
pela affirmaliva.
Procedaodo-3e, portaoto a' votacio do art. i,
approvado.
Eotram successvamente em discusso os arts.
2 e 3, e soapprovados sem debato.
O Sr. Dantas (Ministro da agricultura) :Sr.
presidente, na sesso de hontem, a que por am fe-
liz acaso pode assistir, o nobre deputado pela pro-
vincia de Alagoas, occapando a attengo da casa,
tomn por ponto priocipal de suas observagas ob-
jectos que lateressain ao ministerio que me esta'
confiado. S. Exc, Sr. presidente, pela segunda vez
mostroa, desde que se passou da maioria para a
opposicao, qne o ministerio da sua predilecgo
aquelle qne Immerecidamente me foi confiado. (Nao
apolados.)
O Sr. Martinho Campos : E' exactamente
aquelle sobre qoe mafs estados tem feito.
O Sr. Ministro da Agricultura :E' assim, Sr.
presidente, jaslamente aqaelle sobre o qoal o oo-
bre depotado pelas Alagoas tem feito estudos mais
profundos, ea o recoobego, e por isso que S Exc,
como ia dizendo, oo s oo 1* como 2o discurso,
tomn para objectos de mais ooosiderages diver-
/
Sr. presideote, ua sesso passada, quer por par-
te do oobra presideote do cooselho, qaer mesmo
por paite do illustre deputado por S. Paulo, qud
a este respeito impugavu a nossa indicago, oo
se tratju verdaderamente da questao no ponto era
qae era enllocada. SS. EExc. declioaram della.
Coosideraado o expediente, que s fra lembrado
como mato capaz de evitar esse fatalisslmo expe-
diente da emisso de papel-moeda, SS. EExc o fi-
zerara em ttiusa. geral, como se fra orna medida
regular para ser proposta e a doptada em circums-
taucias ordinarias.
E a prova, Sr. presideote, que as razoes qua
Ss. EExc deduziram aerviram to somente par
demoosirar que a pedida faculdade de envsso de
papei-moeda era desojada como o meio mais regu-
lar o satisfactorio qoe o nobre presidenta do con-
selho podia achar oas circamstancias acluaes, e que
de plano estova assentodo qoe outro qualquer ex-
pedieotp, mesmo o da operages de crdito, nao era
tao satisfactorio, e que se por acaso rJgura ne=te
me-roo artigo em discusso, isto por mera for-
malidade, purera o que esta' assenlado, o o que de-
ve de sar appicado a emisso do papi-l-moeda
Eis aqu as razes que SS. EExc deduziram im-
pugnando o meio que lembramos, a emisso de um
pap?l especial, que nao se confunda com a moeda-
papel ordinaria.

O illnstre deputado por S. Paulo repelle este
meio por qu; ( disse ri'o) vm alterar a nnifor-
midade qae deva haver no meio circulante papel-
moeda, uti papel de especie diversa, qoe altera
essa uniformidade, qoe, oo cooceito de S. Exc.
condigno tao essencial, que della ounca se deva
prescindir.
O nobre ministro aceitou esta razio eaddicionou-
lhe que era demais um meio oneroso para o the-
souro, que nao havia razo para esta repugnancia
contra a emisso do papel moeda, visto que no paiz
ja' estova aclimatada, ja' eslava consolidada, e que
em outros paizes, em que semelhante peste no
era conbecida, era qae tado se devia empregar, in-
clusiva o recurso das armas, para evitar a intro-
luego do papel-moeda...
Uma Voz :_ Quem disse isto ?
O Sn. Sayao Lobato : ... e qne por fim era
cousa to usada no paiz, que no anno passado ja
tinha sido facultada a emisso de papel-moeda. Eu
invoco o testemunho da cmara, para que diga se,
tendo onvido >com toda attengo a 9. Exc. nao ihe
ouvio estas allegagoes.
Ora, Sr. presidente, a razo de se alterar a nni-
formidade do meio circulante bem se v que se
procedesse era para se concluir que, visto como
temos meio circulante em papel-moeda, exclusi-
vamente o devemos conservar, e que at mesmo
cumpre evitar que venha a moeda de ouro oo de
prata, porque tambem alterara o systema da uni-
forra, idade.
E' razao, portanto, que nao proeede, nem o Ilus-
tre deputado a traria-se considerasse a quesio no
sen verdadeiro ponto, isl se pezasse os incon-
venientes da emisso do papel-moeda tal qual se
propoe oo projecto em discusso, e coosiderasse
esta emisso especial feila como meio extraordina-
rio, meio ex torquido pela extrema oecessidade de
se fugir da emisso do papel-moeda as circurr.s-
tancias materiaes do paiz.
Se o nobre deputado asim coosiderasse a ques-
tao, devia recoobecer que o papel-moeda, que
papel de crdito do estado, nao pode ser emittido
seno em certa e limitada quantidade. Era, por-
tante, um dos pontos prlncipaes da questio saber
se a emisso existente em circulago de papel-
moeda comporta uma nova emisso, se o que ja
temos oo tem por de modo esgotado este recorso
do estado, e se a nova emisso proposta nao vem
absolutamente trazer-lbe um golpe mortal, nao im-
porta ja', oo ama bancarota disfargada, porm a
determlnago da verdadeira bancarota, qae se pro-
nunciara' efectivamente, aniquilado o crdito do
tbesouro, e faltando absolutamente os meios pera
aeudir as despezas sempre crescentes.
Disse o nobre ministro : O meio qoe propon-
des oneroso para o tbesouro entretanto qoe a
simples emisso do papel-moeda om meio vanta-
joso, om eipediente fcil e j asado, adoptado oo
paiz. Seohore, nesta allegagao de S. Exf. bem
translaz o espirito que por certo nio devia dictar a
mediJa que nos proposta. S. Exc, no empenbo
de acudir as necesidades argentes do thestraro
para babillta'-lo a pagar as dividas, a solver os en-
cargos qoe sobre elle pesara, rejeita o meio indica-
do por qne ooeroso I Pois o thesoaro, qae est
oorado de dividas, pode alijar de si esses fardos
e arremeasa-los sobre os seas credores-qae Ihe coo-
flaram seos capitaes ? E'meio oneroso? Por Isso
mesmo que deve ser empregado, por que d o
mais adequado.o nico capaz de servir oa occasio,
resgoardaodo o crdito do estado.
(toaftmMir e-ha.)
TYP. DO DIARlO-RA DAS CRDZES N. 447
'
H
k.

'
_|


Full Text
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