Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11344


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Full Text


i.
I I

i
ANNO XLUI. NUMERO 187.
PAR A C.iriT.tb E LICIBE* ONDE SE NA PAA rO*TE.
"^mifiaita*^. *.............. 6,5000
PoruiiuUea.. .<* .: .3 ., j .] ..j ..j f.i r. M .. 24*000
Ufc.aM-Hr.mlw .} % V........... 320
SABBADQ 17 DE AGOSTO DE 1867.
PABA DEXTBO K FOBA DA PBOTIIVCIA.
Ht tres musaufate;.-bm m m ,., ,.. ?., f.; h'- ,. -71 r.: m rr ...
Par seis ditas icen: m ..
Par lare ditas idea... ..


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Par aa amo idea., wi .. ..
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184800
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Vi
9313 IPIMQ^MIliMfc
IENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO.
Parabyba, o Sr. Antonio AUxandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;Aracaiy,
oSr. A. de Lomos Braga; Ceara, o Sr. Joaquim
J os de Oliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves <& Filhes; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas,o Sr. Fraorino lavares da Costa;
Baha, o Sr. Jos Martins Alves; Rio da Janeiro,
o Sr. Jos Rfbeiro Gasparinbo.
PARTIDA DOS ESTAPETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estacos da ra frrea al
Agna Prea, todos os das.
Iguarass e Goyanna as segandas e sextas feiras.
Santo Antao, Grvala, Bezerros, Bonito, Caruar,
Alucino, Garaqbuos, Buique, S. Bento, Bom Con-
seibo, Agnas Bellas e Tacaral, as lercas-feiras.
Pao d'Albo, Nazaretb, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Iigazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Otfrieury.Salgueiro Ex, as guaras feiras
Seriobiem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Bar-
reiros, Agua Preta 6 Pimentelras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio: segandas e quintas.
Relacao : tercas e sbados is 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Jnlzo do commereio : segundas as 11 horas. -
Dito de orphos : tercas e sextas s 10 horas.
Primelra vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia. *
Segunda rara do civel : qnartas e sabbadea a
1 hora da tarde.
EPHBMERIDES DO MEZ DE AGOSTO
7 Qdarto cresc. as 4 h. e 17 m. da m.
15 Loa cbeia as 7 h. e 4a m. da m.
23 Quarto ming. as 6 1|2 b. da t.
29 Lu nova a 10 b. e 13 m. da m.
DAS DA SEMANA.
12 Segnnd. S. Clara t. f., S. Aniceto m.
13 Ter?a. Ss. Hypollto e Cassian'o mm.
U Quarta. S. Eazebio presb., S. Demetrio m
15 Quima, cgr Assompclo de Maria Santissimav
16 Sexta. S. Roqne f., S. Diomedes medico m.
17 Sabbado. S. Mamede m., S. Liberato m.
18 Domingo. S. Joaqnim pai de Marta Santissima.
PREAKAR DE HOJE.
Prime:ra as 2 horas e 9% m. da larda.
Segunda as 3 horas a 18 minutos da manbaa.
PARTIDA DOS VAPORES COsTElROS.
Para o sal at Alagoas a 14 e 30; para o non*
at a Granja a 15 e 30 de cada mes; para Fer-
nando nos das 14 dos mezes Janeiro, marco, ola
Jalho, setembro e novembro.
PARTE OFFICIAL
(iOVURXO DO BISPADO.
SEBE VACANTE.
Expediente do dia 2 de agosto de 1867.
Offlcio ao vivario de Mamanguape.Tenbo pre-
sente o sen offlcio de 16 do passado, eos qae me
pede mande passar provlso de coadjutor dessa
reguezia a favor do Rvd. Miguel Amerlco Perelra
de Sooza, visto achar-se essa fregaezia maito falta
de sacerdoies, e nio poder V. Rvma. por si j ca-
ra-la em toda a su exlenso.
Tendo o Exm. Sr. bispo Medeiros determinaio
que os sacerdotes recentemente ordenados antes de
eatrarem no exereicio de suas ordens se recolhes-
ao seminario por espaco de um anno, afim de se
exercitarem na catbedral na admlnistrago dos Sa-
cramentos e as ceremonias da igreja, e bavendo
o Exm. vigario capitular sustentado esta sabia de-
termioaeao do prelado, redutlodo to smente o
lempo a seis mezes, e acbando-se o Rvd. Miguel
Amrica nestas condlc5.es nao posso consentir qae
elle exerc.a o lugar de cea Ijutor para qae V. Rvm.
0 propSe, sem que primeiro venqa camprir o qae
1 he foi determinado.
Espero qae V. Rvma. continuar a reger essa
paroebia com o zelo qae o caracterisa, aQm de qae
durante os sei* mezes em qae nao pode ter o coad-
jutor indicado nao soffra a admhistrago do pasto
espiritual, e continu com regularidad^ como con-
vera ao servioo da igreja e dos fiis.
3
Offlcio ao paire Joao Gomes de OliveiraRes-
poniendo ao sen offlcio de 2 do correte, concedo-
he a exoneradlo de coadjutor da fregaezia de S.
Jos, qae V. Rvma. sollicita, para tratar da sua
sade fra desta cidade.
Dito ao vigario do Campo Grande.Tenho pre-
sente o sen oficio de 23' de jaobo ultimo, qae
acompanbou o impedimento opposto as denuoeia-
-.-oes de Luiz Barroso de Carvalbo Jnior, que cor-
ra proclamas nessa fregaezia com o flm de mos-
trar-se solteirolirre e vJesempedldo para tomar o
estado qae bem lliecoavier.
Em primeiro Iqgkr' dampre-me declarar a V.
Rvma. que neste bispado prohibido aos parochos
correr Isoladamente os proclamas de um individuo,
dtzendo slmplesmente qae quer mostrar-se solleiro
livre e desempedido, seo declarar com quer ca-
sar-s. Taes proclamas somente sao permitlidos
qaando aqaelle qae se proclama quer sabir do bis-
pado, mas ueste caso deve dbdarar esta circums-
tancia nos proclamas qae correal. Em vista desta
disposicio, claro que nenhom parocbo pode pro-
ceder ao casamento de nubentes que Ihe apresen-
tarem proelsmis corridos neste genero, quer no
lugar do domicilio, qaerno da naioralldade. Quan-
do algum dos contrayentes fOr de bispado estranho
ainda procede a mesma regra, porque nessescasos
sempre indispensavel a liceoca da autoridad
ecclesiastica do bispado em que se celebra o casa-
mento :
Quanto ao impedimento de Luiz Birroso, nesta
dala o mando recolher a cmara ecclesiastica.
5 -
Offlcio ao coadjutor pro-parocho da Alagoa de
Baixo.Como vigario Interino dessa reguezia nao
percebe V. Rvma. congrua alguraa ; pelo qae lh)
mandei passar provisao de coadjutor pro-parocho,
afim de perceber a congrua de coadjutor. Na the-
soararia s pagana da data da proviso, pelo que
cateado qoe foram perdidos estes mezes em que
V. Rvma. nao solicilon proviso.
Davolvo-lbe o sea dicumenlo, o qaal s,e nao ser-
ve para a thesonraria, aproveita como servigo pres-
tado igreja.
Fico sciente de haver V. Rvma deitido na agen-
cia de Pesqaeira as cerddoes de notifleagoes feitas
por ordem minba sobre o processo do Rvd. vigario
Bacalbao.
Autoriso a V. Rvma. para]bemier de novo o ce-
miterio qae ahi esta reconstrnindo, urna vez qae
elle se acbe decente, e resguardado de animaos.
Dito ao vigario de Iguarass.Deplorando o es-
tado em qae se acba o archivo dessa fregaezia e o
delelxo dos seas antecessores qae nem se deram
ao trabalbo de organisar segundo as datas os Un-
^amentos que ahi existem, aut para proceder a um exame nesses langamentos de
FOLHETIH
D. BRANCA DE LANZA
RECORDARES DA CORTE DE FELIPPE II
Romance histrico original
Por E. Fejo de Mendoza.
qoe falla o sen offlcio de 2 do corrale, a qae res-
pondo, dispd-los pela ordem cbronologlca, e depois
langa-Ios nos livros competentes, aQm de evitar
quanto possivel os darnoos causados por Uto culpa-
ve I negligencia dos parochos.
Logo qae bouver concluido esse trabalbo, me
participar, como convem.
Offlcio ao vigario de S. Senbora da Cooeeico da
Pedra.Pelo seu offlcio de 29 do prximo passado,
fleo sciente de haver V. Rvma. no dia 14 do raes-
mo tomado posse dessa fregaezia de qae foi no-
meado parocho encommendado por proviso de 18
de margo do correte anao.
Enviando Incluso o documento que V. Rvma. pe-
de no sea cfflcio a que respondo, me persuado que
nenbum escrpulo poder restar-lbe sobre a com-
petencia da jurisdiegio parochial que V. Rvma. abi
exarca.
A' perganta que V. Rvma. faz sobre qual se]a a
auiqridade competente para dar-lbe o attestado
quado V. Rvma. tiver de requerer o pagamento
da sua congrna, respondo, que o ordinario da
diocese.
Autoriso a V. Rvma. para barazer o cemiterlo,
cuja constrnegao est proraovendo ajndado pelo po-
vo dessa reguezia ; sendo que, como V. Rvma.
muito bem sabe, s deve proceder referida ben
gao qaando o cemiterio se acbar decente, e res-
guardado da incurrso dos animaes ou de oatras
proaoagoes.
Offlcio ao Exm. presidente desta provincia.Te-
nbo a honra de aecusar recebido o offlcio de V.
Exc. de 5 do corrente, cobrindo a copia da lei n.
763 de 11 de julho prximo fiado, que crea a re-
guezia de Nossa Senbora da Peoba de Gameleira.
Devendo esta freguezta ter provimento cannico
smente quando a capella-mr da nova matriz se
acna.r em estado de funecionar, o corpo da igreja
estiver coberto, e a mesma matriz providas dos pa-
ramentos e aifaias necessarias para a celebrago
dosofflcios divinos, eadministrago dos Sacramen-
tos, como 'ive a honra de declarar a V. Ezc. em
offlcio de 17 de juobo ultimo, por occasin de pres-
tar a minba aonueucla creagao da nova regue-
zia, aguardo a realsago destas clausulas para
proceder nomeagao do parocho e ioslitulgo ca-
nnica da nova reguezia.
8
Offlcio ao reitor do seminario de Olinda.Em
resposta a consulta por V. S. eita em data de 5 do
crreme, tenbo a dizer-lhe que, tanto os tres sacer-
dotes recera ordenados qae actualmente se reco-
mer a esse seminario, como os demals qae na
mesma conformidade liverem de recolber-se se-
gundo a disposigo do Eim. Sr. bispo D. Urania-
iiuel de Medeiros, devem ;ujeiiar-se em tudo ao
regolameoto estabalecido para os aspirantes ao sa-
cerdocio que se acaaoa nesse seminario, excep-
tuando to somente a irequencia das aulas.
E' certo que ja se acbam revestidos do carcter
sacerdotal; porm essa mais orna circunstancia
que deve contribuir para se mostrarem mais fer-
vorosos e assiduos na orago, e para darem aos
alumnos desse seminario o exemplo da edifleago,
da obediencia e .da Uel observancia dos estatutos
que regem essa easa. Acompanharo os semina-
ristas na orago, as coofissoes e em todos os
exerc cios espirituaes abl oslabeleeidos, e s pode-
ro sahir a' ra mui raras vezes, e para negocio
urgente, deveodo primeiro pedir perralsso a V. S.
sempre que tiverem necessidade de sabir, excepto
para irem a' cathedral, se forem capelles. E aio-
da n'este caso devem ir e voltar da s sempre em
dirltura para o seminario, nao Ihes sendo permi-
tido roesmo n'essa occasio ir a' outra pane, se
oo liverem antes obtido a competente permisso.
Sahindo a commualdade a passeio, sern obri-
gados a acompanhala, embora nao possam u'es-
sas tardes comparecer no coro da calhedral.
Durante as horas de silencio, se conserva rao nos
seus< cobicnlos estadanlo a ibeologia, moral e as
ceremonias da igreja.
as horas dd recreio s podero communicar
com a camaraia do quarto auno, sendo-lhe> vedada
absolutamente a commnnigago com as oatras ca-
maratas, e priocipalmante a entrada em qualauer
cubculo, qur da quarta camarata, qur das oa-
tras.
E porque seja necessario que aproveilem o tera-
po, e teotiam sempre em que se oceupar, alera do
estodo da moral e das ceremonias, se dedicarlo
com lodo o esfrgo ao estado e eomposigo de ho-
milas, e explicaedes do Evangelbo, afim de qae,
precedendo o estado e a conveniente preparaco,
expliquam o Evangelbo n'esse seminario em.os
domingos e quintas-feiras, ou n'aquelles das que
por V. S. forem designados, alternando-se o tra-
balbo, de modo que a cada um caiba a sua vez.
Tambem devero exerefur-se no eosino e expli-
cago do catbecismo, para que Ibes seja fcil no
toturo o desempenho desle dever.
Nao s o estado da tbeologia moral, como estes
esiudos preparatorios da predica e explicagao do
Kvangelho sero dirigidos por V. S. ou pelo pre-
ceptor desse seminario qae V. S. designar; sendo
qae da tbeologia moral deverio fazer (requemes
conferencias presididas e animadas pelo lente, a
cajo cargo estiver esse ensino; e, qaando comple-
taren) o tempo qoe abi tem de demorar-se, nao
sabiro do seminario em quanto nao prestarem o
primeiro exame sinodal, qae se exig9 rigorosa-
mente para se obter proviso de confssor, podan-
do todava reqaer-lo antes, se julgarem se habili-
tados.
Devendo o comportamento e applicrgao desses
novos levitas influir grandemente no futuro da sua
carreira ecclesiastica,. e no juizo qae o ordinario
da diocese tem de formar sobre a sua capacidade
Dtellectuai e moral, curapre que do flm de cada
mez Vmc. me mande urna iatormago circumsUn-
ciada sebre a conducta de cada um desses sacer-
dotes novameote ordenados, quaes os progressos
que tem eilo no estudo e no aperteigoamento das
ceremonias da igreja; qaal a aptido qoe tem
mostrado para a predica; e finalmente quantas
vezes tem cada um explicado o Evangelbo ou o
cathecismo, e como se tem bavido no desempenho
dessa mlsso to otil e proveitosa a' relfgio e aos
povos.
Este offlcio sera' liJo perante elles em corarau-
nidade, aQm de que flquem scientes do modo por
que bao de viver u'este seminario, e nos esiudos
e trabalbos em que tem de exercitar-se em quanto
abl esliverem.
EXTERIOR.
Roma.
RESPOSTA DO SANTISSIMO PADRE PI IX A
MENSAGEM DOS BISPOS.
Veneraveis irmaos.Bem grata, segura-
mente, linha sido para dos, posto que es-
perada da vossa devocao, com a qual, ainda
que separados e affastados, professaes o con-
servar e allirrmr o que tinhamos ensinado,
e de aborrecer os erros nascidos para a rui-
na da socielade religiosa e civil, que tinha-
mos j conde nina dos. Mas muito mais gra-
ta ainda foi a seguranca que recebemos da
vossa boca, e que vindos de novo offerecer-
nos boje todos reunidos, de urna maneira
mais explcita e mais solemne no meio dos
testemunh03 de amor e de solicitude de que
nos enebeis, testemuabos qoe melbor nos
descobrein o vosso coracSo e os vossos sen-
I tmenlos do que as proprias palavras. Por-
! que, com effeito, puzestes um to grande
fervor em secundar o nosso desejo. despre-
sando todos os incommodos em correr de
todas as partes do mundo para junto de
nos ? E' que vos conheces a solidez da pe-
dra, sobre que foi edificada a igreja, e a
sua virtude vivificante, e vos nao ignoraes
que brilhante testemuabo prestam urna e
outra a canonisacSo des hroes ctristos.
Vos vos tendes pois reunido para a celebra-
cao d'esta dapla festa, n5o smente afim de
augmentar o resplandor destas solemnidades
sagradas, mas afim de vir, como represen-
tantes da familia inteira dos fiis, attestar
pela vossa presenca, nao menos do que por
PARTE I
Redemp^io por amor
LITRO I
O CORSARIO NEGRO.
CAPITULO VIH.
Fernando.
(Continoaco do n. 186.)
Decorreram alguns dias sem que, apezar
dos meus esforcos, podesse fallar minba
promettida. A ingrata fugia de mim, e
comprehendendo eu que o seu amor desap-
parecera, comprehendendo que a soledade
da minha vida tornava a apparecer em tor-
no de mim, sent um amargo desalent, co-
mo o que experimentara sem duvda o
bemem que se achasse s no mundo e sup-
pozesse qae elle s ficra com vida por dis-
posicio do Eterno.
Mas as minbas desgranas priocipiavam
eolio.
Ainda mais disse Branca commo-
vida.
Sim, respondeu Fernando com acento
lgubre e terrivel, mais, maito'mais. O
que vos tenbo referido at aqui, por triste,
por doloroso qae seja, nao repugnante
nem infame ; mas o que ainda me resta a
dizer-vos mais infame e repugnante que
doloroso e triste. J vedes, senbora, qae a
minha vida tambem triste e lgubre; mas
dentro de alguns momentos acabareis de
vos persuadir que as vossas dores sao pal-
udas sombras ao lado das minias, e que se
o vosso coracSo seccou prematuramente, a
minha alma se envenenou antes de tempo.
Mas estis caneada, senhora ?
Oh I po, n5o, segu.,, contnuai...
Depois da indiferenca da vossa amada,
pouca impressSo me poleria produzir a
maior desgraca que vos tivesse succedido.
Porque nao, senhora ? Ignoris que
a progresso da dr indefinida e que nao
cabe na razao humana abranger todas as suas
manifestaces, toda a sua extens5o ? Igno-.
rais que urna desgracajs apparece como a
mais horrivel em quanto oo a segu outra ?
Ah no meio dos vossos soffrimentos nao |
tendes aprendido tanto, porque nao tanto
o que tendes soffrido. Contnuai a ouvir-
mc at ao fiui, e jugareis melhor.
Certo dia, um amigo meu, companheiro I
de armas, que connecia Beatriz e que sabia |
o que se passra, me disse com reserva que
a minha promettida, linha outro amante a
quem a infame condessa de Medina acoibJa
muito bem. Pobre loucol N5o o quiz
crr... duvidava ainda, e, para me convencer
comecei por vigiar a casa da condessa. Ao
cabo de um mez de espioBagem nada vi que
justiQcasse as suspeitas do meu amigo ; e
ia julgar que este, impellido pela sua a mi-
zade, calumniara Beatriz, quando me occor-
reu que o supposto amante poderia entrar
de noute em casa. Alterei as horas da mi-
nha espionagem, e passadas tres noutes o
mea receio converteu-se em certeza, a no-
ticia do meu'amigo era urna verdadero des-
amor de Beatriz ama traicSo iniqaa.
Um homem embucado at aos blbos em
urna capa negra e seguido de outros dous,
entrou em casa da condessa por urna porta
que abri com urna chave qoe tirou do
bolso.
A porta tornou a feebar-se, e eu fiquei
s. S, nao ; a minha imaginacSo ardia, e
em roda de mim pareca que dancavam mil
phantasmas ensanguentados, que se riam de
mim, e que me apontavam com sarcasticas
gargalhadas a cmara da minha promettida,
profanada por outro homem. Qaando o
delirio me transtornou completamente;
quando a minha cabeca, feita um vulco, j
u3o podia raciocinar nem sugeitar nenhum
pensamento ; escalei o jardlm da casa e en-
trei no pateo. All sub a um alto, apoian-
do-me ao tronco de urna figuelra e escon-
dendo-me como se fra um lado, internei-
me n'um caminbo qae atravessei at ir parar
a ama galera. Aquelle terreno j me era
conbecido e parei para respirar. No flm de
um momento de espflctativa, qaando j
completamente tnostornado ia dirigirme
urna eloquente profissao, que a mesma f
depois de vinte seclos se mantm, que o
mesmo laco de caridade nos une a todos, e
que a mesma virtude dimana desta cadeira
de verdade. Quizestes, pois, applaudir o
nosso fervor pastoral, e tudo o que fazemos,
segando as nossas forcas, ara espalhar a
luz da verdade, dispersar a? trevas do erro
e affastar a ruina das almas remidas pelo san-
gue de Jess Christo.mas afim de que pela
reunio dos votos e dos conselhos dos seus
pastores, a nacjlo chrisla readquira nova
firmeza no respeito e affeic5o devida a esta
santa s e fixe sobre ella os olhos do seu
espirito com mais atlengo. Com os soc-
corros recolhidos de todos os lados v3 ten-
des acudido em auxilio do nosso poder civil
atacado com tanta perfidia, afim, sem duvi-
da, de provar por um facto to brilhante e
pela assistencia reunida do universo catho-
lico a necessidade deste poder para o livre
governo da igreja. Para o nosso amado
povo romano, as manifestaces to sinceras
e to evidentes do seu respeito e do seu
amor para cotnnosco, tendes julgado a pro-
posito anima-las por elogios bem merecidos,
afim de unir a vossa alegra sua, de o
lavar das calumnias derramadas sobre elle e
de bem caracterisar a traico sacrilega de
que se mancham aquellos, que debaixo do
pretexto da felicidade do povo se esforcam
para expulsar do tbromno o pontfice.
Mas durante que vos vos tendes esforza-
do por esta reunio, de apertar em lacos
mais estreitos de urna caridade mutua a to-
das a igrejas do universo, eis aqui que,
chelos de um espirito evanglico mais abun-
dante, sobre as cinzas do Bemaventurado
Pedro principe dos Apostlos e de Paulo
doutor das naces, vos podereis affastar-vos
mais fortes para quebrar as phalaoges ini-
migas, proteger os direitos da rel'gio e para
inspirar de urna maneira mais efficaz aos po-
vos que vos esto confiados o amor da uni-
dade. E' seguramente os votos de que ali
se descobre urna expresso mais clara no
desejo de um concilio ecumnico,, que vos
todos nao smente julgaes til mais neces-
sario. 4 A soberba humana, com effeito,
querendo renovar a antiga empresa, esforza-
se j desde munto tempo, sob o nome de
um profresso mentiroso, de levantar esta
cidade e esta torre, cujo cimo alcancar o
Co, d'onde o proprio Daos poder emfim
ser expulso. Mas elle parece ter desco
para examinar a obra e confundir a tal pon
to a lingua dos constructores, que nenhum
d'elles eoteoda a voz do seu visinbo: tal
com effeito o quadro offerecido ao nosso
espirito pelas vexacas na igreja, pela de-
ploravel condico da socledade civil, e pela
coofuso em que nos acbamos de to las as
cousas. A este grave flagello s se pode
oppr de urna maneira segura virtude
divina da igreja, que se manifesta sobre tu-
do, logo que os seus bispos, convocados
pelo soberano Pontfice, se reunem para
tratar, debaixo da sua presidencia, dos ne-
gocias da igreja. Nos nos regosijamos ex-
tremamente que tenhaes prevenido n'isto o
designio, desde ha muito por nos concebido,
de collocar esta santa assembla debaixo do
patrocinio de aquella, sob cujo p foi, no
principio das cousas, collocada a cabeca da
serpete e que s, por consequencia, des-
troe todas as heresias. Para satisazer pois
ao desejo commum, nos annunciamos desde
hoje, que o prximo concilio ser formado
debaixo dos auspicio da Virgem de Deus,
pura de toda ? macula, e que se abrir no
mesmo dia em que se commamora este pri-
vilegio. Faga Deas, faca a Virgem Imma-
culada. que possamos tirar deste conselho
saiatar os fractos mais abundantes. Que,
entretanto, ella queira implorar por sua po-
derosa intercesso o soccorro de que neces-
tamos as circumstancias presentes, e que
Deus, ouvindo os seas rogos, espalhe sobre
nos e sobre a igreja os thesouros da sua mi-
sericordia. Emquanto a nos, animados pe-
los sentimentos impereciveis do nosso cora-
Cao reconhecido e affectuoso, nos nao ces-
saremos de pedir vivamente a Deas todo o
que pJe ser para o vosso bem espiritual,
para o bem dos povos que vos esto confia-
dos, para a proteceo da religio e da jus-
tica, e para a traoquillidade da sociedade
civil. E como nos sanemos, que muilos d'en-
tre vos instados pelas necessidades particu-
lares dos seas povos devem em breve alfas-
tar-se de nos, se a brevidade do tempo nao
nos permitte abraca-los um a poz outro, nos
lbe desejamos neste momento todas as sor-
tes de prosperidades, e oramos por (elles
com o coraco o mais affectuoso. E' por-
que cono pronostico de todos os bens ce-
lestes e do soccorro divino o mais abundan-
te, e ao mesmo tempo como um penhor da
nossa benevolencia e do nosso reconbecimen-
lo nos lbe damos amorosamente e do fundo
do nosso coraco a nossa benco Apostlica.
hab tago de Beatriz, ouvi vozes em ama das
casas prximas. Era a condessa da Medina,
que fallara com dous bomens, que eram sem
duvida os companheiros do mysterioso ca.
valleiro. Oh I nao sei o que sent ouvin-
do-os...
J nao me restava duvida. Beatriz enga-
a va-me ; ama va outro... Apertei a minha
abrasada fronte com ambas as mos, porque
tinha febre, e, sem saber o que fazia, como
obedecendoa urna iospiraco mais forte que
a minba vontade, sahi da galera, desci ao
jardim, tomei urna escada de mo qae usa va
o jardineiro para podar as arvores, encos-
tei-a janella da cmara de Beatriz, que en
conhecia, e sobi resolutamente por ella, com
a espada desembainbada, atravessada entre
os dentes.
Chegando junto da janella, detive-me...
ouvi um ligeiro murmurio : fallavam em
voz baixa : mas aproximei o ouvido ja-
nella, e olbei, e eseutei...
Beatriz eslava alli, mais (ormosa qae nun-
ca, e vestida com um luxo deslumbrante...
Beatriz estava all sentada em un sof, ao
lado de um homem cujas feic5es nao podia
destioguir, porque lh'as oceultava a sombra
circular qae projectava o guarda-luz de
urna magnifica lampada de porphyro que
allumiava a cmara, mas cajo vestuario era
de velludo negro bordado com parolas e
diamantes.
A minha amada sorria-lhe, dizendo-lhe
palavras amorosas. Oh! paludo de raiva,
furioso de zelos, ouvi as suas palavras amo-
rosas e os seus protestos de carinho. Qae
cumulo de infamia J me nlo podia ficar
a menor duvida... aquella raalher que eu
quizera tornar minha esposa, estava des-
honrada e envelicida... era a amante da-
quelle homem...
Lonco j, urna vertigem me passou pela
cabeca, e sem saber o que fazia nem o qae
me poderia resultar, afiastei a cortina, em-
porra o transparente, saltei sobre a janella
e precipitei-me no quarto com a minba ter-
rivel espada na mo.
Beatriz exhalou um gemido e desmaioa
reconhecendo-me... O homem- levantou-se
e levou a mo sua adga. Ento os meus
olhos se fixaram na sua borrivel pbysiono-
mia, no seu rosto de hyeoa, e o recooheci..
Era Fclinpe II.
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA-
Reonio-se hotem o Instituto Archeologico e Geo-
graphico Peroambucano, sob a presidencia do Exm.
conselheiro monsenbor Muoiz Tavares, com assis-
tencia dos Srs. Drs. J. l'oriella, Aprigio Guimaraes,
Nascimento Feitosa, Soares de Azevedo, Amaro de
Albuquerqae, Caoba Pigneiredo Jnior, Serapblco,
Raposo de Almelda, Rodrigues Campello, e dos
Srs. padre Lino do Monte Carmello, major Salva-
dor Heonque, teoente-coronel P. de Parias, ci-
rurgio Perreira de Almelda, capito Antonio Bra-
sil Ino.
O Sr. secretario perpetuo di conta do segrate :
Um offlcio do Sr.Osmin Laporte,cnsul de Fran-
ca nesta cidade, convidando o Instillo para assis-
lir ao Te-Deum que o mesmo Sr. consol faria can-
tar era 15 do corrente na igreja do Paral, era
commemoraco da (esta do imperador dos Prance-
zes; e em seguida declara que com efTeito acba-
ram-se presootes amitos socios aquelle acto religio-
so. Ioieirado.
Ootro do Gabinete Portogaez de Leitura, convi-
dando o Instituto para a festa anniversaria de sua
[uodacSo no me.-mo dia tSdo corrente, declarando
ao iijesino terapo o Sr. secretario perpetuo que as-
sistira aquelle acto urna coramisso do Instituto, da
qual foi orador o Sr. Dr. Feitosa, qae cumprimen-
lou ao Gabioeie, cora um discurso anlogo ao ob-
jecto.Ioieirado.
Ouiro do Sr. comraeodador A. J. de Mello, agra-
decendo a sua nomeaco da socio honorario, e de-
clarando que na esso de 16 do corrente vina to-
mar assento.loteirado.
Outro do Sr. capito Antonio Brasil no de Ho-
landa Cavalcaote, agradecendo a sua eleicao de
socio correspondente.lntairado.
Varios nmeros do Diario de Pernambuco, o-
O rei !
O rei, senhora, o nosso rei... Ento
deixei can ir a espada, e como um demente
voltei janella, saltei ao jadim* e deitei a
correr, chegando a minha casa delirante,
lonco, com urna febre ardente que me teve
um mez prostrado no leito.
E o Corsario inclinou sobre o peito a sua
cabeca, e lancou um suspiro, qne mais era
um rugido de vinganca. '
A irma de Lanuza, aterrada, sobresalta-
da pelo sen acento, pela torrente das suas
palavras, nao se atreven a interrompe-lo, e
olhoa-o com urna expresso suave e ben-
vola. Branca ia j acreditando que effec-
tivamente as suas desgracas tinham sido
muito inferiores s do Corsario, e sentio
por esto urna verdadeira compaixo.
Fernando, por ultimo, levantou a cabeca,
e continuoa, dizeado:
Beatriz, senhora, tinha sido o meu
nico affecto, e vendo-a impura, deshonrada,
convertida a meus olhos n'um ser despre-
sivel, senti esse amargo veneno do desen-
gao, que se filtrava as minhas veas e em-
peconheotavs o meu sangue ; porque como
j vos disse, Beatriz nao era para mim ni-
camente a muluer amada, era tudo, e o
desengao feria-me tambem por todos os
lados. Por isso ao cabo de alguns anaos,
qaando a refiexo (pode obrar, aborreci a
mulher em Beatriz, e despresei por urna
a especie inteira. E' verdade que eu eolio-
cara aquella mulher muito cima de todas
as oatras, como se ella fosse ama densa,
mas por isso mesmo o meu odio foi uni-
versal.
Em Breve Beatriz de Lara attrahio a at-
tenco da corte como amante do rei, e sen-
ti-me ebeio de vergonha por a ter amado.
Pensando que a minha voz e os meus con-
selhos a poderia trazer a bom caminbo,
apresentei-me um dia a ella no sumptuoso
palacio que babitava, regalo de um rei li-
bertino, e alli censurei a sua conducta ; mas
ouvio-me impassivel. Aqnella mulher to
pura converlera-se n'uma messalin.
O Corsario callou-se, e Branca, julgando
que concluir, lbe disse affectuosamentd:
Grande e terrivel foi o vosso desen-
gao, mas tendes sMo injusto para eom as
pobres mull eres, suppodo-as todas capa*
zes do delato de Eearii.
E' possivel, senhora...mas svsmo
lendes convencido do contrario.
S eu...
Sim, Branca; mas permitti-me que
conclua, o que ainda nao fiz. Ainda nao
sabis tudo.
Ha mais ?
Ha a gotta de agua que se derrama
do vaso que a contm; ha esse excesso de
craeldade na sorte, que arrancando as eren-
gas, torna o homem atho na religioe
sceptico no sentimento ; ha alguma coasa
mais, qae a imaginago nao pode justificar
nem prever nunca, porque como urna
monstruosidade da desgraca.
Deus meu Assustais-me, senhor.
Beatriz nao pode perdoar o meu atrevi-
mento, e vingou-se crnelmente.
Teve valor para se vingar ?
E de um modo horrivel.
Oh essa mulher iniqua... A sna
vinganga o sen maior delicio.
Nao, s o complemento dos seas
deudos. Naqaella mesma noute fui preso
e condolido a am castello por ordem do
rei. Qoaodo sahi delle era j velho... es-
tivera preso dez annos.
Dez annos 1
feriados pelo consocio Dr. Manoel de Figueiri Pa-
ria.Recebido com agrado, maada-se archivar.
O n. i do ApDstoloa Verdade, os m. 11 e 12 da
Opirmo Nacional, os ns. 8, 9 e lO'do Mercantil,
olferiados pelas redaccQes respectivas.Recebido
com agrado, manda-se archivar.
Um folbeto impresso comeado o regulamenlo do
sello, orgamsado alpbabeticamente e anotado por
sea autor o Sr. Francisco Angosto da Almeida.
Recebido com agrado, maada-se archivar.
Outro comeado ama esposicao ao oubiico pelo
Sr. Dr. jaiz municipal de Goyanna Henrlqne Pe-
reira de Lacena.Reeebido com agrado, manda-se
archivar.
Vem a mesa urna proposta para socio correspon-
denteA'commisso de admisso de socios.
Acbando-se na ante-sala os socios novamente
ele i ios os Srs. cnsul de Franca Osmio Laporte e
comraendador Antonio Joaqnim de Mello,, o E*m.
conselbeiro monsenbor presidente nouieia urna
coramissu composta dos Srs. Drs. Cunta Piguel-
redo Jnior e Raposo de Almeida, aQm de dar-ibes
entrada no recinto do Instituto ; e a mesma com-
mlssai em seguida introdoz aquellos Srs. na sai
das sessSes; os quaes, depois de tomirem assento.
lem cada um por sua vez um discurso de agrade-
cimento e em> resposta o Sr. Dr. Nascimento Fei-
tosa, como orador do Instituto, com o mesmo se>
coagiaiula pela preciosa acqaisigo de to Mostr
membros.
O Sr. Dr. Raposo de Almeida, relatando a com-
missao de traba Ihos historeos e archeologicos,, far
a leitura de um relatorio sobre as ruinas da forta-
leza do Novo Arralal do Bom Jess, cajas ruinas
foram encontradas e Tendeadas pela mesan coa-
missao.
Fiada a leitura, o Sr. presidente dirige algumas-
palavras de agradecimento commisso.
OSr. mapr Salvador Henriqoe em seguida con-
clue a leitura dos documentos queotferlara em co-
pias ao archivo do Instituto, em nome do qual In'o
agradece o Exm. conselheiro monsenbor presi-
dente.
E levanta-e a sessao.
O Sr. Jos Antonio Gomes Jnior, autor das
no{des do syslema mtrico decimal, que tanta ac-
ceitago lem tido no nosso commereio, acaba da
confeccionar am bom trabalbo, qae otrereceu ao
governo para as altandegas do imperio, o qaal
consiste na transformaco das tabellas das tarifas
at agora nsadas para novrs tabellas no referido
systema mtrico, mandado observar as nossas
transaccSes commerciaes.
O trabalbo do Sr. Gomes Jnior parece-nos mai-
to aproveitavel, e de crer que se lbe preste a de-
vida e merecida atiennuo.
A' polica recommendamos orna sociedade
anii-pbil'narmonica de amadores que abusinam
os onvidos dos moradores da ra das Cruzes at
alta noite.
Ainda bem a loa nao tem Ando orna revolaco
syaodica para comecar ootra, ja' os terriveis sbi-
l'harmonicos enloam chulas, modinbas e at me-
mentos que amolam a paciencia de lodos os chris-
taos e oo ebristos qae tm a desventara de on-
vi-los.
Nao a primeira vez qoe os recommendamos
a' polica, e, pois, esperamos que se nos altenda.
A' bordo do vapor americano North Ameri-
ca, passaram para o Rio de Janeiro 124 immigran-
tes dos Estados do Sal da America.
Segoio bordo do vapor francez Bourgogne,
vindo de Montevideo o coronel D. Fortunato Flo-
res, filho do bravo general presidente da repbli-
ca do Uruguay, que vai passeiar Europa. E*
um bello moco, podido e ilustrado.
Pedem nos que apostemos ao Sr. fiscal do
Recife, o grande monturo que existe na ra dos
Guararapes, lado do sul por detraz da reSnago
da roa do Pilar; viste como S. S. parece nao telo
descobeflo.
Foi itioal aote-bontem noute encontrado
no rio Capibanbp, no lugar da Passagem da Mag-
dalena, e cadver do acadmico Joaqnim Ferraz
Daltro, qae foi bontem sepultado no cemiterlo pu-
b lico.
Pdla presidencia 1*1 mri terminantemente
recommendado ao presidente da cmara municipal
de Serinbem, qae em observancia fiel da lei pro-
cure chamar aos demais vereadores ao cumpri-
Sim, senhora, dez aonos dia por dia.
Ah I durante este tempo ia-se enchendo o
mea corago do mis amargo fel, e na mi-
nba alma se foi enraisando a vinganga contra
o rei qoe abusava do seu poder de urna ma-
neira to infame. Tive alguns momentos
fariosos em qae me arranca va os cabellos,
e, desesperado, morda os ferros da minha
priso, jurando vinganga implacavel ao rei
hypocrita e perverso ; mas aquellos momen-
tos foram cada vez menos frequentes, at
que fcou na minha alma, como luz som-
bra, o desejo da vinganga.
Que dez annos, senhora I Que sapplicios
e que tormentos neste tempo I Nao me dei
a morte, porque sempre julguei qae o sui-
cidio a maior das cobardas; e a es-
peranza que tinha de me vingar*me dava
torgas.
Aos trinta annos de idade e dez de pri-
so, consegu fugir, ajadado pelo carcereiro,
a quemchegaei a dominar, e que Peru-
gino, um dos meus mais fiis horneas.
Quando me vi livre, o eu primeiro cui-
dado foi informar-me da sorte de fre Luiz,*
meu protector e meu mestre.
O nobre ancio morrra suecumbindo
pena de ver a deshonra da sna sobrinha e a
minha priso, e Beatriz tambem morrra
desesperada ao ver-se esqueclda pelo rei,
que j naquella poca amava a princesa
d'Eboli. Quanto velba condessa, cansa
de todos estes males, o proprio Felippe II a
desterrara da corte, depois de ter lancado
sobre a sua fronte o estygma da reprovago.
Ento, vende que s viva o tvranno mo-
narcha, a elle circumscrevi o meu odio e ju-
rei vinganca.
O reverendo fre Luiz linha deixado para
mim depositada em mos seguras urna for-
tuna regalar, o com ella armei urna poderosa
galera ; e acompaohado por Perugino, fiz-
me vela para o golpho de aples, e me
transformei em pirata.
Desde ento principiei a ser o pesadello
do re, e n'um anno qae tenho de pirata-
ra lbe bei arrebatado muitos milhes que
deslribuo aos pobres, s igrejas e aos conven-
tos. Hoje sou poderoso e terrivel. Dis-
ponho de dous galeSes, seis galeras e qua-
tro galeotas. /
A minba vinganca contina e continuar..
por ella vivo, por ella respiro... ella me
sustm e me u forcas. Mas anda nao es-
tou satisfeito. No reino de aples tenho,
muitos amigos dispostos a ajudarem-me, e
espero om grande golpe de mo para m&-
fazer senhor da Sicilia.
Assim ver esse perverso rei do qa o
capaz o Corsario Negro, j qoe por sua cau-
sa perdi a minha tranquillldade, meaJ[e"
pouso, o meu futuro eat a minha vwa^
porque nlo vver como u vivo, veae,
pois, senhora, como tenho sido maito mais
desgracado dp qae vos. Vede paWJJ
acho, joven anda1, transformado. qoasi o am
velho vede porque odeio Felippe II, por
qae sou pirata e porqae persigo sem pie--
dade todos os navios reaes.
Consagrei a minhi vida a urna vinganga
justa, e, por Deus 1 que a hei de ver salis-
0 Corsario caHoo-se, fatigado, e Branca
oihoa-o compadecida,


.

.. _

tarto de Pcmmbmf ~ ft.bbad* l J de Agosto de 1867.
monto do* seos deveres, aQm d qae aquella ve-1
*- dever, e nio coat-
reaco fuocclooe, como de _
aae 864 reasJr-se eos usmo, como tera-se dado
no corrala ana o.
A lei do I de outubro de 1818, conmina no
seo art. 2 molla aos venador** qoe deixarem de
comparecer a* sessoas seo motivo justificado ; a a
znesma le da a heuldade de serem ebaraados os
immediatos em votos, quaado o impedimento es-
cede de 15 das, oa a urfeoeia e importancia dos
negocios exigir o numero completo de vareadores
para as deliberabas; o qae alada ratificado pe
los avisos de 11 de ontobro de 1832 e de 14 de
oovembro de 18(31.
igual multa cabe aos sopplenles que sendo coa
Tocados para prestar juramento, nio se apreses
tarem e oem derem motivos snfflcfentes urna
recasa, coaforme o declara o aviso de 16 de de
sembr da 1881.
Km conseqoeneia de exooeracio concedida
ao Sr. Dr. Pelippe Nery Colaco, foi nomeado enge-
nheiro cordeador da cmara municipal desta cida-
de o Sr. Joao Lolz Vctor Lieuthler.
Foi.nomeado para eiercer provisoriamente
o eargo de tbesourelro da tbesooraria de atenda
desta capital o Sr. Haooel Antonio (lardoso, 2/
escriptarario da mesma reparlicio, sobre proposta
do respectivo inspector.
Emqnanlo se nio organisa a seccio do con-
tencioso, creada na tbesoararia provincial, foi
mandado addir a respectiva contadoria o offlcial
nomeado, Dr. Horado Walfrido Peregrino da
Silva.
Foram encontrados em viagem o* segu ote
navios:
A 18 de julbo altlmo, na lat. N 33.* 2" e long.
O 20." 48", o brigne francei Lambtrt navegando,
en direccao do norte;
A 30 do mesmo mez, na lat N 7.* 19" e long.
O l. 88", a barca portogaeta Madora, navegan-
do no ramo do sal;
A 4 do corrente mez, na lat. N 2. e long. O
25* 19", a galera ingleza City of Ntngp, nave-
gando para o norte.
Resolven o tribunal do commercio, que os
eerretores nao podem ausentar-se desta praca sem
previa licenca do mesmo tribunal.
Entrn hontem em jolgamento no tribunal
do jury Prancise Lopes de Sooza, pronunciado
-as peaas do art. 269. do co ugo criminal pela at-
irttuico da autora do roubo perpetrado no con-
solido portugus no anno dado.
Mea ha ven io provas nos autos com relacao a
antoria a elle attrtbuida, e neste sentido sendo a
respoala do coaseiho ou senunca aos qaisitos oro-
postos, o Sr. Dr. jaiz de diraito iavrou a entenc
absolutoria.
' Poram devolvidos ao tribuoal da relagio des-
te dislruto os autos da revista, em qoiforam
partes rcorrentes o Sr. Baziliano de MagHlhaas
Castro e outros e recorrida a Exoia. Sra. i. J'ian-
oa alaria das Dures, mi do finado seunor jj u-
genbo Pintos Jas Fernandos da Craz, cojo testa-
meato fra por aquella senhora imputado de nul-
Iq, como effactivamente se julgou em accOTdao da
nossa relacao; o qual foi coatlrmado pelo supre-
mo 'tribunal de justica denegando a revista para
elle Interp>:a.
A' bordo do vapor Paran que ltimamente
passou para o norte, segoiram para o Para os Ors.
\Y. C. Jones, J. J. Tobia e mais quinze companhei-
ros, todos dos estados do sul da Amrica do Nor-
te. A' respeito delles dis o Correio Mercantil da
carie :
- c O Dr. Jones fui o cbefe de urna bella xoe
dicSo de solistas que aqui aportou no navio Talis-
mn, fretado pelo mesmo doutor, e que foram pa-
ra Campias ; alm disso, um dos redactores do
jornal americano que principioa a publicar-.-e em
marco, com o tituloBrasil Emigration Reprter,
e ltimamente foi o Dr. Jones naturalisado cida-
dio brasileiro.
< Entre os quinze vai um de nome S. S. Totten,
engenbeiro que esteve estabelecido em S. Paulo,
no rio Guarah, com eogenho de cerrar, movido
por agoa e construido pelo mesmo engenbeiro,
Tendo vendido, tenciona estabelecerse em Mallo-
Grosso, se lbe convier o lugar.
Tai em ompanhia dos mesmos o Sr. Elpidio
Mello, que exerce na agencia offlcial de colonisa-
cao as fnnccSes de interprete, e que com as suas
boas maneiras e fino trato soube captivar a amiza-
de dos exploradores. Estes, conhecendo a valiosa
cooperaco qne podja prestar-Ibes o Sr. Mello, co-
mo interprete, pediram ao Sr. ministro da agricul-
tura, que Ibes permittisse leva-lo em sua compa-
n bia, ao que S. Exc. acceden.
A expedico, cbegando ao Para', entra pelo
grande Amazonas e depois toma por um dos af-
fluentos at cbegar a' provincia de Mano Grosso.
Dabi vem at a de S. Paulo, onde loma o vapor e
segu para esta corte. >
Urna velba solteira, que detestava os homens
tanto qoanto adorava os caes e os gatos, defini
assim a raea humaos :
c Homem urna agglomeraco de carvao, de
fumo, de tabaco, de vaidade, de egosmo e de
botas.
c Mulber a servente, com vontade ou sem
ella, do sobredito animal.
A sobredita velba era ingleza.
S. Clemente de Alexandria, doutor da igreja,
qae escreveu no segundo secnlo da era cbrisla,
clama com borror contra os cabellos posUcos:
t E' um sacrilegio que urna cabelleira postica
cobra a nuca de orna pessoa I Quando o sacerdo-
te impoe as maos, o qne qne elle benze ? D
a cabeca da mulber, mas sim es cabellos de ouira
molber I Ella commelte um grande peccado : en-
gaa os bomens e, fazendo Ibes suppor qne pos-
sae um cabello luxuriant?, affronta o Seobor. A
sua cabeca, essa sede da formusnra, postica. >
O mesmo santo tambera escreveu contra a moda
de tinglr os cabellos.
< As esporas que segaem essa moda nio sao
toulheres que eslejam em casa com seus maridos;
desapertim-lhe os cordoes da bolsa e gastara-Ibes
oadinbeiro para poderem ter nnmerosas teatemu
nhas da sna encantadora apparencia. Adunara a
carne com um moltio pernicioso. De noite essas
bellezas facticias sabem sorrateiramente de snas
casas para briibarem luz das alampada*.
Diz o ebronista qnotidiano do Internacional
de Londres que um seu amigo anda a escrever nm
diccionario do qoal colbe as segnintes definieses :
Jury Doze presos em um banco qne jnlgam
um preso em outro banco.
Meo amigo (my dear, expressio ingleza qne
serve para ambos os sexos)Palavras empreadas
por mando e molber no principio de ama dis-
puta.
DentistaUm bomem qne d que fazer aos seos
denles arrancando os do prximo.
Agoa-Finido lmpido, empregado oulr'ora co-
mo bebida.
Soldado de policaUm bomem eojo modo de
vida 6 dormir ao ar livre.
DenunciadorUm miseravel a quera se perada
por ter sido mais vil do qne os seas carneradas.
Joao l.... tinba sido incorporado em 1848
no exercito rosso, deixando na sua aldea a espoza,
ainda joven e galante. Dorante os primeiros an-
uos de servlco, escreveu elle a sua molber repeti-
da* vezes, mas depeis a correspondencia inter-
rempen-se. Decorreram dezesete aonos, desde que
tinbam sido recebidas as ultimas noticias.
Soppondo a mnlber qne sen marido bavia mor-
rldo, obteve nma certidao da vlover, e despozoo
um tal Jos P...
Mas en (866 appareceo na aldeia o primeiro
marido, e sabendo qne sna mnlber tinba consa-
bido segunda nupcias, dirigise as autoridades
para obter a annollacao deste segundo matri-
monio.
O commissario rosto, qae eslava desempenhan-
do as fnnccSes de juiz, pronuncion a segoinle sen-
tenca :
c Considerando qae o ukase de 1846, qae regu-
la o direito de proprladade, encontrn Joao K....
na posse da mnlber de qae se trata, e que o okase
de 1866, modificando esse direito, encontrn a
mesma mnlber em livre compaabia a sociedade
com oSr. Jos P.... em conseqoeneia da sna
unio legitima com este ultimo.
Adjudicamos e conferimos o direito de pro
prledade da dita mnlber de Joao !...., e a del*
uno* na poasade JosP.....
Elaaqal a sentenca de certo muito original do
eommisario rosso, o qoal, como se v, emende
que o* oleases do Imperador sie tie sagrados co-
ma o texto do Evangelbo.
O don* syitemai da curarbomeopalbico e
atoaathieeesto frente a frente, disputando com
tanacidade prmula*^
,. p000 6 Wdo. na Allemanht qne a bomeopa-
""laucamente ganbo mais campo e feto
Em Paria val em breve haver dous congresso,
damedleo bomeopalbico e ootro de alopa-
E" ocioso dltar qae e reuniri e discutirlo em
locae* mol diverso*.
mUdorrnte deviam comecar as wisoei,
dea nrimatM, e m 18 u Hi tagundo*.
Diz um jornal francas que Umail-tHeka, as-
sim qae ebegoa a Pars, fx preaentet iaroeralriz
Eagsnla da arvore, i sombra da. ipil, npido a
tradieio, a Virgem Harta descaaceu, poroacuiio
da sna fuga para o Egypto.
Sua alteza o vtee-re do Egypto mandara fertrar
dentro da aa.cofre ama pauca- da ierra tirada do
solo em qae esta plantada ea arvor*, nm boca-
do de catea da arvore e o hodjet ou titulo de pro-
prledade.
Foram mullos oe presente offereaides a
papa, por occasiao do centenario de S. Pedro.
E' engracada a manelra porque nm bispo da
Australia e outro americano depoxeraa aa saat
offerias. ,*
O primeiro, tendo admittido a bsijar o p ao
pontiflee, infringa a etiqueta (qne nio permute a
entrada no palacio a quem leve espada, bengala
etc.), sob pretexto da sua multa Idade, e cami-
nbou apoiado a am bordio forrado de velludo es-
carale ; e depois de prostrar-se e beijar o-p, li-
rn o forro ao bordio, e offerecea este ao papa :
era um lingote de oo.ro, qae valia para mais de
36 cootos de ris.
O bispo americano offerecea am immenso pao
de milbo n'ama liada bandeja de prata, e dirigi
ao pontfice estas palavras: Senhor, os fiis da
mioba diocese offerecem a vossa saotidade este
pao, symbolo do celeste qae recebareis no co.
Causando admiraco o tamaobo e o peso do pao,
tai mandado abrir, e se reconbeceu qae eoatinba
moedas de oaro aura valor de quiote cornos de
ris aproximadamente.
Resulta das pabilcaedes da admlktraco Jo
Burean des Verilas, de Paria, qae o numero da
oavios perdidos totalmente durante o mez de maio
ultimo foi de 182, sendo : 94 oavios Inglezes, 27
americanos, 20 prassiauos, 9 fraocezes, 9 holln-
dose*, 6 ooraegoezea e 17 de differeotes basdei-
ra& O numero dos navios perdidos desde o 1.*
de Janeiro at 30 de abril foi de 1:167. Ajuntan-
do ibe os 182 de maio, comlue-sa qae aos primei-
ro* claco mezes do aoop correte perderam-se to
taimente 1:349 navio*. Durante a mesmo terapo
perderam-se no sano passado 1:366, isla mais
17 do qae neste anno.
O jornal fraocez Memorial Diplematique, de
ordinario bem informado, em lado o que diz res-
pailo aos negocios do Mxico, escreve o segoioie
que lem referencia ao imparador Maximiliano :
< A imprensa parisiense traoscreve dos jornaes
americanos a noticia de que o imperador Maximi-
liano, prevendo a sua desgranada sorte, tivera o
cuidado de expedir para a Europa os documentos
relativos aos factos qae o levar-ira a aecetar o
Ibrono do Mxico para que fossera publicados de
pois da sua mortet.
< Podemos atrmar qne, de feito, am correio,
expedido expressameate por Maximiliano I, tron-
zo na poucas semaoas, a alguem de u to conb'j-
ciraento urn mago valumoso, cuidadosamente la-
crado, contendo papis que o imperador Maximi-
liano quera confiar a aes segaras, e ane orova-
vduiuuie eocdtia os docuiubutos dd ^ue fauam os
jomaos americanos; devanaos porm accrescentar
que p envi deste mago de papis vinha acorapa-
ntiado da ordem positiva le queima-lo sem o
abrir, no caso em que o imperador sueeombisse.
< Sabemos positivamente que o depositario da
conffanca do desditoso monareba, ha de cumprir
reiigiosamenta as ordeos qae receben, logo qae
se cooflrme a aolicia da sua mora : o que por
emquauto afola nao teve lagar. >
Tendo lord Derby declarado na cmara dos
lord?, que Mr. Dao, encarregado dos negocios da
Franca no Mxico, coma risco de ser retido em
relens por Jurez at o gnverno francei entregar
ao presidente d repblica o general Almonte,
embaixador do imperador Maximiliano junto das
Tulherias, provocou esta declaraco um artigo
extremamente hostil da parte da France, que
diz:
< Sa eablsse um so cabello que fsse da oabega
de algum dos francezes que aiada pisara o solo do
Mxico, te se fizesse algum insulto a nossa bandei-
ra, desfraldada ainda na babiiagao do nosso em-
baixador, nio esperaramos seqaer um da para
nos vingarmos solemnemnteesleja Jurez certo
dissoe toda a Franca estara estio da parte do
goYerno...
O general Almonte nio ser entregue aos assas-
sinos de Maximiliano.
Aos qae tivessem a audacia de nos propOr.tio
infamante pacto responderamos com a indignago
e o desprezo.
E se, esperando obrlgar-oos a tornar-nos cm-
plices de seus furores, detiverem era refens Os
raembros da deiegagao franceza, nio besilaremos,
justamente feridos na fibra mais seosivei doaoiso
patriotismo e da aossa digoldade em ir livrar das
suas mios o ministro da Fraoga, e em vinga-lo, se
necessario fr. >
O bil de reforma eleitoral em virtade das
coocessSes do governo foi completamente approva-
do em sentido liberal na cmara dos coramuns.
U bil augmenta eonsideravelmente o numero
dos eleitores, mas sem fenr o torysmo, porque
anda assim elle fica mnilo distante do suffragio
universal.
O bil, crea oilocentos mil eleitores novos.
Os amigos eleitores eram nos seiscentos mil, e
este numero i por consecuencia elevado a mais do
dobro.
O elemento operario entra por tanio, n'uma pro-
porgio consideravel na organicao do poder.
Ha mais de um seculo que em Ioglaterra senao
toma nma medida tao rasgada.
Diz o CoiuffHcionaf que o imperador fez
construir como especiales de habitagdes pa-aos
favorecidos, 41 casas cujos modelos figurara na
eiposicao.
Cada orna dessas casas compoe-se de tres anda-
res e nm armazem; cada andar eontm dous
quartos e urna pequea cosinba.
Eslas 41 casas cnstavam 320:000 francos, o
que faz cum que o prego de cada casa teoba sido
de nns 6:000 francos. Mas accrescentando-se o
casto do lerreao e os trabalhoi de aterro, costaram
ao imperador 816:000 fraocos.
S. M. acaba de fazsr d'ellas doaga a urna
sociedade cooperativa de operarios, que se formou
para a ctfnstrncgio de alojamientos baratos.
A conferencia monetaria internacional con-
clnio os seos trabalbos depois de baver volado
agradecimenios ao sea presidente, o principe Na-
poteio.
As correspondencias particulares apontam as
principaes resolucoas tomadas; resoloc5es de
principios qae, comqaaoto nao sejam obrigatorias
para os governos, estabelecem a cossilidade de
ama combioagio futura.
Formoo-se porm o accordo sobre a convenien-
cia de dar ao oaro am typo nico.
Como sabido, jexiste a unio monetaria eotre
a Franea, Blgica, Italia e Soissa. Pala conferen-
cia, as demais potencias leem mostrado tambera as
suas tendencias.
Segundo se deprehende das correspondencias, os
Estados Unidos e a America estio dispostos a mo-
dificar a toa erganisagio monetaria; a Inglaterra
hesita-, ma a Aliemaoba e a Prnssia nao deixarao
de ser favoraveis a modanga.
E' geralmente reconhecida a alilldade da refor-
ma, e na conferencia proclamaram-se os meios
precisos para a realisar.
Urna das primeiras couseqnencias da abertu
ra parcial do canal de Suez, foi am contrato cele-
brado entre a Hastia e os camiobos de ferro aus-
tracos, para estabelecer ama commanidagio entre
Trieste e S. Petersborgo.
Urna tonelada, vinda das Indias oo do Levante,
pode actualmente ser transportada de Trieste para
S. Petersborgo por 130 francos.
A companbia de Soez estabeleceo nma agencia
em Vleona para esse transito.
O Sr. Albert Barre, artista qae ocenpa em
Pars o logar de primeiro gravador da cata da
moeda, escrevendo ao Sr. Soasa, lente da academia
de bellas artes de Lisboa, qne foi encarregado,
pela oommiesio twrtogueza da collocaco dot
qnadros, exprime-se pele seglo te f/ma acerca
ao trabalbos moneurios, o qoe summamente
honroso para o artuu e para o oosso paiz:
*J Wk qae eD d4 minha opin'" cerc
dos trabalbos monetario* do Sr. Campo*. Lison-
geia-ae muito esta prova de deferencia; todava
atada qoe em geral me seja peooso xercer as
fonegoes de jux de om dos meas colligas, no caso
presente toma-te-me grata a empreosa, perqu as
obras do Sr. Campos me facilitara ene encargo.
* A eflgle do re de Portogal e*t malte bem
acabada, mostra bem o frescor da raocidade, e re-
leva a dlsiincgio do pertonagem qae representa; o
perfil real asa gravado com pureza notavel; o oiho
exprime inlelligencia e vida, a bocea lem nobreza
a o bigode esta lodicado com gosto e propriedade;
os cabellos naseem nataraimente e estio bem de-
seobados. A modelagio geral bem entendida
tegando as exigencias da gravnra monetaria. Em
ama palavra, julgo qoe nao possivel tradazir
mamar o bono deum loberaaoeom os poneos
recursos que ofkrece agravara de moeda. As
armas eiiaa gravadat cam gosto e notavel babili-
dade no manejo do ferti.
s tenbe ane Jamenwr urna coma, e qae o
da em Portagal o mesmo que aeoateee
Haspanba e Italia, is:o qae o artista u
*ajeitaro a exigencia* pouco artbjtteaavParlav
jooboda iUl.-lbirt Barr. *.
Depois d'amanh3a as 10 hora s-
iratri* lotera beneficio das fturrfon*a TiMiN MaDoel Joaqaim Machado,
voluntarios da patria (33) seodo os maiores ^a ^ Jer<
S?. Bernardo Per eir do Carmo.
4o collegio de S. Bernardo.
Costa de Arroda Mello.
Ferreira Hamos.
premios 6:0004 e 2:000*.
Rbpakticao da poliou. Extracto das partes
dos das 15 e 16 de agosto.
Foram recolbidos a casa de deteneio no da 14:
A' ordem do Ulna. Sr. Dr. cbefe de polica, Jos
Momeiro da Silva e Pelippe NeryAfostioho, como
criminosos; Jos de Fraoga Monteiro, por denun-
cia de *er criminoso de mor em Igaarawa. A'
ordem do Dr. delegado da capital, Antonio Pereira
Lima, como indiciado em crime de estellionato ; a
Tertuliano, escravo do Dr. Augusto de Sooza Leao,
a requeriaeoto deste.
-18-
A' ordem do Illra. Sr. Dr. cbefe de polica, Jos
Pereira da Silva. Flix Lniz Cerdoso, Francisco
Nasario, Manoel Vicente Maco, Francisco Jos da
Rocha, Adelo Jos de Senna e Elias Loorenco
Rodrigues Pereira, como sentenciados, vlndos do
presidio "de Fernando. A' ordem do subdelegado
de S. Jos, Dionisio Benedicto, para correegio. A'
ordem do da Boa-Vista, Severo Amaro, para cor
receso.
O cbefe da 2a secgio.I. G. de Mosquita
Casa de detbncjIo. Mov meato da casa de
deteogo do dia 16 de agosto :
Ex i s ti am (presos) 340, euiraram 16, sabiram O,
existem 336. A saber: naeionaes 247, multnres
10 estrangeiros 38, mulber 1; escravos 56, es-
cravas 4. Total 355.
Alimentados a casta dos cofres provinciae
218.
Movimento da enfermarla da casa de deteneio
do dia 16 do corrente.
Tiveram baixa :
Jos Jaclotho de Souza.
lienedicto, escravo, sentenciado.
Tiveram alia:
Joaquim Jos de Sonza.
Manoel Vicente da EncarnacSe.
Jos Maniz Ferreira.
cxMTERio publico.Obituario do dia 14 de
agosto
m, Jos Domiogues de Oliveira, Peroambaco, 18 ao-
nos, solletro, Boa-Visia; varila.
Ejstaqoo, Peroambaco, 12 aonos, S. Jos; febre
perniciosa.
Um preto qoe fallece o na Ribelra, frica, 90 an-
uos, S. Jos ; velbice.
Joauna Baptista do L vraraento, Peraambuco, 45
asaos, casada, S. Jos; tubrculos polmnoares.
arusa Isabel de Jesos, Pamambuuo, 47 aonos,
casada, Santo Atuonio; tumor.
Joaquina, frica, 80 aonos, solteira, Boa-Yista;
bronchite.
Alaria, Pernamouco, 6 mezes, Sanio Antonio;
hepaue.
- 15
Benedicta, Pernambuco, 34 annos, solteira, Boa-
Visia; tubrculos pulmonares.
Manoel, Pernambuco, 3 mezes, Baa-Vista; con-
volgSes.
Loorengo, frica, 50 anuos, escravo, S. Jos ;
byperiropbia.
M
Publicacoes a pedido
A noticia que corre na cidade do Rio Pormozo,
de que ama forga de guarda nacioaai sera', por
ordem soperior, destacada neste mea eogenbo
Santo Andr da freguezia de Una para abl aqnar-
telada, fazer o servlco do recrotamento e appre-
hensio de guardas naeionaes designados para o
exercito, obriga-me a vir imprensa para chamar
a attengo do Exm. Sr. presidente da provincia e
protestar solemnemente contra o projectado atteo-
tado. No estado, em qne infelizmente se acha esta
comarca, nao licito duvidar de qoe seja o
meu engenbo invadido e nelle sa faga acam-
pamento militar. Se assim socceder, retirar-me-
hei com minba familia e fabrica, e deixarei a mi-
nha propriedade entregue aos invasores. E pro
testando contra lio revoltante violencia fare valer
os meus direitos- por todas as perdas e damnos qoe
honver de soffrer.
fiogenb Samo Andr, 12 de agosto de 1867.
Paulo de Amorlm Salgado Jnior.
Eleico das jaitas escrivias, mor Jomas qae tinbam
de festejar a Excelsa Senhora da Coneeicio da
Estada na igreja da mesma Senhora des Mili-
tares no anno de 1866, e qoe por metivo dos
concert na igreja fti transferido para este de
1867, 29 de selembro.
Juiza por eleic2o
A Exma. Sra. D. Aonanciada Emilia Jorge.
Juiza por devocao
A Exma. Sra. D. Gandida Lins Paula.
Jniza perpetua
A Exma. Sra. D. OlympiaLins Ribeiro.
Juizas protectoras
As Exmas. Sras.:
D- Maria Angelita Magarina de Sonza Le5o.
D. Corbioiana filba do Illm. Sr. Tiburcio Va-
leriano Baptista.
D. Carolina Lins Meira de Vasconcellos.
' Escriv5a por eleicSo
A Exma. Sra. Josepbina Adriana.
Escrivaa por devocao
A Exm. Sra. D. Rutina Dolores Maria Candi-
da da Silveira.
Bemfei toras
As Exmas. Sra*. :
D. Alexandrina Rita do Amparo.
D. Maria da Silva Ramos.
D. Josepbina de Agoiar.
Mordomas
As Exmas. Sras.:
D. Candida de Alboqoerque Lessa.
D. Luiza Maria de Albuquerqne.
D. Luiza Francisca de Panla Cavalcanti de
Lacerda.
D Maria dos Anjos de Souza Lelo.
D. Auna Rosa de Amorim Lima.
D. Tbereza de Jess de Amorim Lima. .
D.-Hurtulana Maria de Amorim Lima.
D. Maria dos Prazeres Jorge Bego.
D. Maria Francisca das Cbagas Beltrao.
D. Antonia Amalia da Cunba Barros.
D. Francolina Dornellas Pessoa.
D. Joaquina Carneiro de Albuquerqne.
D. Senbonnba Emelia Jorge.
D. Gliceria Leopoldina de Oliveira Mello.
D. Rita de Cassia Pereira Vianna.
D. Anna Balbina de Sonza Bacalho.
Jeronymo de Souza Limoeiro.
Rutan Lniz do Reg.
Jos Antonio de Souza.
Joaquim Pinto de Barros.
Major Antonio Henriqnes de Miranda.
Dr. Tiburcio Raymondo da Silva Tavares.
Luiz de Franca Sonto.
Luiz Clemeotino Carneiro Lima.
Major Antonio Bernardo Quinteiro.
Bernardino de Senna Guimares.
Lenidas Tito Loureiro.
Manoel Goncalves Agr.
Major Mignel Bernardo Quinteiro.
Andre Hennques Ramppe.
Rnfloo Manoel da Cruz Cousseiro.
Izidorio Yaz de Siqoeira.
Luis. Antonio da Silva Pereira.
Manoel Carmenouis.
Procurador geral
Manoel Zeferino de Safes.
i i m ^
Illm. Sr. Joaquim de Almeida Pinto. A algum
tempo qoe padeca de ama loflamagio do bago, e
aconselbado por um amigo para experimentar os
preparados de jurubeba, feltos na pbarmacia de
V. S., en, depois de collocir ora emplastro de ju-
rubeba, sobre a parte onde exista a inflamagio e
tomar duas garrafas de vinbo da mesma frocta,
meloerei cooslderavehnente e boje acbo-me com-
pletamente restabellecido de meas encommodos.
Permitame que por meto desta carta lbe paten-
tiei o men reconbecimento.
Subserevo-me com estima. De V. S. muito at-
iento e criado.
S. C. 30 de juibo de 1867.
Francisco Jote Carneiro.
da com boa* productos, pois qae, qtumdo
a receita preparada com productos inferio-
res, o qoe acontece nSo raras vezes, os effei-
tos qne f uerem aicaocar os mdicos, mal-
logram^ oo pelo menos, o medicamento naj)
exerc aTplenlude de sua acco.
Para evitar este grave inconveniente, os
pharmaceuticos devem tratar de empregar
productos bem fabricados, e entSo nao po-
demos fazer melhor, sen5o assioar-lbes
os productos da casa Lamonrenx Gendrot
fabricantes de productos chymicos em Pars.
N50 somente, a incontestavel superiori-
dade dos productos desta casa foi reconhe-
cida por todos, mas ainda a modicidade
dos seus preces os recommenda aos Srs
pnarmacenticos e droguistas
A casa Lamoureux e Gendrot conseguio
evitar a contrafaccSo, invenundo urna cap-
sula que nao se pode imiltar, e cuja execu-
Clo muito difficil, por exigir um material
mni complicado e custoso.
Uto mais urna prova da sollictade dos
senhores Lamourenn e Gendrat para os in-
teresses e seguranca dos Srs. pharmaceuti-
cos e droguistas que, sem duvida, sendo de-
sejosos de empregarem bons productos, nao
deixarlo de dirigir-se a "esta casa.
*" ~ ,MMgFT:Tiiir^--'mn~- ^^iaSmTsrB^-iiii
Lamonrux e Gendre
fabricantes de productos chymicos, fornecedores da
casa do operador e dos hospitaes de Pars.
Todos os prodactos sabindo desta casa sao
da primeira qualidade e fechados por urna
capsula inimitavel o que os pe em salvo da
conlrafac?5o.
EDITAES.
Sr. Campe* nao Imltatae 91 destatwf das armas
1 do XVI scalo. No enlamo, provavel qae sacce-
Ueicia des jaizes, escrivias e niordomes qne ti-
nbam de festejar a Excelsa Senhora da Csaeei-
fo da Bscada na igreja do mesma Senhora des
Militares em o anao.de 1866, e qoe per metitos
do concern da igreja foi transferido para este
anno de 1867, dia M de setembra.
Jaiz por eleico
O Illm. Sr. negociante Jos Antonio Pal-
meira.
Juiz per devocao
O Illm. Sr. Dr. Francisco Jos Cyrillo Leal.
Juiz perpetuo
O Illm. Sr. Dr. Alexandre Pereira do Carmo.
Juizes protectores .
Os Exms. Srs.;
D. Abbade.
Vigario Capitular.
Escrivao por eleico
O Ilim. Sr. tente Manoel Antonio Yiegas.
Escriv5o por devocSo
O illm. Sr. Cerino Rodrigues da Silva Cam-
pos.
Procuradores
Os Illms. Srs.:
Jos dos Santos lloreira,
Flix Jos da Cmara.
Manoel Mindello Pinto Filbo.
Jos Miguel de Lira.
Mordomos
Os Illms. Srs.:
Erysi pella-
O medicamento que com mais influencia
e energia tem combalido essa terrivel en-
Lfermidade, tem sido o xarope alcohlico
de veame.
Urna escrava da mi do Sr. Francisco Fir-
mino Monteiro, pe&oa bem co .hecida nest
cidade, achando-se de cama, e rom as per-
nas bastante incbadas, e cheia de tumores,
tomando o xarope de veame, acha-se hoje
boa, prestando servicos.
A manado Sr. Jos Francisco Pinto, mo-
rador na roa Direita n. 51, tendo sido ac-
commettida do mesmo mal, acha-se tambem
boa.
A Sra. D. Senhorinba Umbelina dos San-
tos, ^moradora na ra das Calcadas n. 38.
acbando-se atacada de erysipella as cdxas,
com quatro tumores bastante volumosos, no
estado indolente, que a privava de pr-se
de p ha muito lempo, com o uso do xaro-
pe alcohlico de veame e pilulas purgativas
do mesmo, acha-se restabelecida, e no uso
dos medicamentosos tumores terminaran)
pela suppuraco.
A Sra. D. Rita, moradora na ra de San-
ta Rita n. 13, primeiro andar, splfrendodo
mesmo mal ha muitos annos, pois que a
erysipella atacava amiudadamente, depois
que tem tomada esse remedio uunca mais
lhe den.
Outros muitos factos desta ordem deixo
de mencionar aqui para nao me tornar pro-
lixo e enfadonho.
Sendo a erysipella urna molestia que sem
duvida effeito de materia gerada no cor-
po como exp5em alguns escriptores de me-
dicina, e em consequencia da fVhre langa-
da na pelle, onde produz inflamraac3o, e
que muitas pessoas, por nao se terem con-
venientemente tratado, suecumbem com o
pernicioso uso de que, nos tres dias nao
devem usar de remedio algum, o que faz-
se estender o mal por n5o se ter a princi-
pio combatido; por isso, pois, convenien-
te que, logo que alguem se sentir atacado
de tal mal, deve provocar a transpirado
tomando ao principio urna colherinha de
cb do xarope alcohlico de veame dis-
solvido em urna chicara de infuso de flor
de sabugueiro quente, adocando-a com mais
assucar, continuando nos tres dias nesse
tratamenio, no fim dos quaes usara' do xa-
rope de veame na forma prescripta no re-
ceituirio, tendo todo o cuidado de se aba-
lar, am de soar convenientemente, alm
de conservar o ventre corrente, que conse-
guir tomando urna ou duas pilulas purga-
tivas do mesmo veame.
Ti dos quantos suecumbem desta molestia
se diz falleceu de erysipella recolhida;
ao contrario, alguns expositores presumem
ser o desenvolvimento da putrefacto no
sangue, tanto que o lugar inflammado que,
entilo a sua cor era encarnada, se troca
em lvida ou negra e termina em gangrena,
por essa" razao que conveniente^ xa-
rope alcohlico de veame na infuso de
flor de sabogo, para se conseguir resolver
a inflammacao, ou pelo menos terminar pela
snpporacao, impedindo assim a gangrena.
Os effeitos do xarope alcohlico de vea-
me applicado na flr de sabugo ao doentc,
nao so de vantagem por sua qualidade
diafortica, como pela ansi-septica para
impedir a putrefaccao as molestias.
Na erysipella n5o deve o enfermo nos
primeiros tres dias usar de comidas e bebi-
das que possam esquentar e inflammar o
sangue.
A comida durante esse tempo deve ser
do reino vegetal, como sag, farinha do Ma-
ranhao, p5o torrado, bolacha, etc.
Ainda n5o vi expositor de medicina que
aconselhasse que nos primeiros tres dias de
acommettimentos do mal, nao se usasse de
medicamentos; o que elles repellem sao os
ungentos, unturas que obstruem mais e
repellem do que promevem a evcuaclo da
parte; o que convm trazer o logar ataca-
do e bem agasalhado para a transpirado e
defender do ar.
O verdadeiro xarope de veame vende se
na botica da ma Direita n. 88, de Jos da
Rocha Paranhos.
Tenho recebido cartas de algumas pessoas
de outras provincias que me communicam
ter desta cidade sido remettido o meu xa-
rope falsificado, que tem dado resultado ao
descrdito de minba preparaco, cojo co*
nhecimento se tem verificado depois dos ef-
feitos que taes remedios apresentava ; as-
sim, pois, tenho a declarar ao publico que
no letreiro que vai pregado na garrafa do
xarope, sempre foi assignado por meu pu-
nbo, e daqoi em diante, alm desta asig-
natura ofarei tambem no papel que cobre
a garrafa. Rogo to. mesmo publico qoe
quando forem assim engaados, tomem tes-
temunhas, ma remltam os rtulos falsifica-
dos e me participem para fazer effectivo o
artigo 167 do cooigocriminal do Brasil.
Jo da ocha Paranhos.
cidos puros para rea-
ctivos.
cidos pyrogallicos e
tamnicos.
troponia, codeina,
digitalina e todos
os alcalinos vege-
taes.
Bromuretos e odure-
tos.
Sulfate de quinina pu-
ro, valerianato e lo-
dos os saes de qui-
nina.
Pos uupaipaveis, etc.,.
Calornel puro, e todos
os saesde mercurio.
Cblorareto de ferro
* (puro) neutro.
Carbonates, snlfatos e
todos os saes de
ferro.
Acetato, bydrocblo-
raio.
Sulfato e todos os saes
de merphina.
Ferro reduzido pelo
hydrogeneo.
Essencias puras,
txti actosglycernia-
Fabrica em Pars ra de Paradis (au mas
rais), deposiio no Rio de Janeiro, E. Cheve-
ot, ra do Carmo.
OMMEBlilO.
PRACA DO REGIFR i-3 DE AGOSTO
DE 1S67.
As 3 }{ horas da tarde.
(Aos 14 do corrente)
Algodo sorte120000 por arroba.
Algodo da Parabyba 1 sorte-13#600 por arro-
ba posto a bordo.
Frele de assucar para Liverpoolp no vapor16"/ e
5 0/0 por lonellads.

Silveira.
Presidente.
Hacedo,
Secretario.,
Caixa filial do banco do Bra si
em Permambnco, aos 26 de fa-
ino de 1869.
De ordem da directora se faz sclente aos Srs.
accionistas, qne o tbesonreiro esta' autorisado -
pagar o 27* dividendo das accSes do banco do Bra
sil, inscriptas n'esta caiza, a' razo de 12,5003.
O goarda-livros,
Ignacio Nones Correa.
ALFANDEGA.
Rudimento do da 1 a 14........ 290:2584i8
dem do di 16.
29:8242088
320:0822306
Volnroes entrados com fazendas...
i i c gneros------
Volnmes sahidos com fazendas...
gneros....
87
394
------481
101
519
------620
Desorregam boje 17 de agisto.
Escuna inglezaMary Block -mercadorias.
Brigne portoguezUntSoidero.
Brigue inglezUllswaterdem.
Sumaca hespanbola Vestal viobos.
Barca dinamarqueza Waldemar farinha de
trigo.
Patacho nacionalGutlhermtnacharque,
arca inglezaFloaltng Cioudcarvao.
Brigue inglezSouventrcarvao de pedra.
Importfacio.
Vapor americano Nortti Amrica, entrado de
New-York, manifeston o seguinte:
2 caitas objeclos para pbotograpbia; a Goodri-
ch H.
2 ditas machinas ; a J. Pater.
1 surro chapeos; a S. P. J. & C.
1 barril rbum ; a H. Kranse.
3 urroas chapeos; a Rocha Lima & C.
10 caixas fazendas de algodo ; a ordem.
Patacho portoguez Georgiana, entrado da Ba-
bia, consignado a Joao do Reg Lima, manifeston o
seguinte :
10 Larris azeile doce, 25 ditos e 25 meios man-
teiga de vacca, 100 garrafes vasios, 100 caixas
massas ; a Joaqoim Jos GonQalves Beltrao.
10 barris e 10 meios maoteiga, 1 dito azeite doce ;
a J. H. Palmeira.
30 ditos azeile doce e 310 barricas bacalho ; a
A. L. de Oliveira Atevedo & C.
5 barris e 15 meios manteiga; a Manoel Gomes
da Cruz & C.
20 ditos e 20 ditos dita ; a B. Jos de Arauj >.
59 ditos e 40 ditos dita ; a ordem.
Gneros naeionaes.
20 fardos fomo; a C. A. Sodr da Motta.
10 volumes e 390 caixas com 152,500 charutos,
310 (g) de piassava em feixes, 87 toros de Jacaran-
da com 609 dem.
Hiate nacional Maria Amelia, entrado de Ha
cao, consignado a Vrente Yianua & C, manifes-
ton o segoinle :
500 molbos palba de carnauba, 225 alqaeires de
sal; a ordem.
39 molbos 975 coorinnos, 8 saceos com 20 $ de
carnauba ; a Lino de Paria & C.
19 molbos 310 coorlnbos : a Antonio P. Tbom.
REeEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERABS.
Rendimento do dia 1 a 14........ 14:6841842
tdemdodiaie.................. 1:6359339
16:3202181
CONSOLADO PROVINCIAL
Rendimento de dia
Ideo do da 16...
1 a 14.......
19:8162354
1:3402661
21:1572015
MOYIMEIITO lio PORTO
Naca toAido no da 15.
U-se u Refirme Medcale
A maior preocupado do medico consiste
em saber se as roas receitas s3o prepara.
BarcelonaSamaca hespanfiola Preciosa, capitao
Antonio Pagei, carga algvdio.
Navto* mitrados no dia 16.
As27 dias, barca nacional iris, da 309 tonela-
das, capitao Joaqaim Antonio MeireUes, equipa-
sen) 12, carga sal; a Amorim & Jrmio. Segnio
para o Rio de Janeiro.
Adelalde (na Australia )-84 dias, barca ingleza
gk M, de 780 loaeladas, capitao Boyd, eqoipa-
gem 21, carga farinha de trigo e trigo; a orden,
velo refrescar e seglo para Londres.
Nano so** no usase lia.
Rio Pcrmoeevapor nacional Mammguan, com-
maadaate Costa.
Quartel do commando superior interino da
I guarda nacional do municipio do Recife,
8 de agosto de 1867.
ORDEM D0 DA N. 371.
0 Illm. Sr. tenente-coronel commaodante
superior interino manda publicar, para co-
nhecimento da guarda nacional sob seu com-
mando interino, os pareceres qne, a junta
medica na inspecfo de sade que se pro-
ceden no dia 24 de julbo do corrente anno,
na secretaria do commando superior, deu a
respeito de cada um dos senhores officiaes
e praca abaixo mencionados.
4* batalhio de infantaria.
CapitaoJoao Luiz Vctor Licutier, incapaz
do servico activo.
2* batalbao de infantaria.
Tenente Manoel Jo venci de Saboia, inca
paz do servico activo.
4' batalhao de infantaria,
Alfares Manoel Romo Correa de Aranjo
Jnior, incapaz do servico ac-
tivo,
8* batalhao de infantaria.
Jlo Hypolito de Meira Lima J-
nior, incapaz do servico activo.
6* batalhao de infantaria.
GuardaLandelino Manoel de Albuquer-
que, incapaz do servico activo.
O secretario
,__________Firmino Jos de Oliveira.
De ordem do Illm. Sr. Inspector se faz publi-
co, que acbando-se as mercadorias coudas nos
vclnmes abaixo mencionados no caso de serem
arrematadas para consumo, nos termos do cap. 6,
tit. 3* do regula men lo de 19 de seteubro de 1860.
os seos donos ou consignatarios deverao despa-
cha-las no praso de 30 dias sob pena de findo elle,
serem vendidas por sua conta. sem qne Ibes fique
compelindo allegar conlra os effeitos desta
venda'
Arraazens ns. 1 a 3.
1 enjbrulhocom amostra, n. 51,matea WE|C,
viudo do Havre, na barca franceza Jean liapist,
entrado em 15 de julbo de 1865, a consiguac^u de
Carneiro & .\ogueira.
t dito com ditas, sem numero e sem merca,
vlndo de Liverpool, na barca ingleza Ltok-but,
entra-Jo em 8 de agosto de 1865, a consignado, de
diversos.
1 caixa com tecido de lia, n. 7053, marca E A B-
C. vinda r"e Havre, no brigne franco; Caatv
entrada em 23 le agoslo de 1865, a E. A. Burle
& C
1 embrulbo com tecidos de linbo, sem numero,
letreiro P. 1. Tinoco da Silva, viodo do Havre, no
patacho bamburguez Helena, entrado em 5 de se-
lembro de 1865, a consignaco de F. 1. Tinoco da
Silva.
2 caixas com amostras, sem numero e sem mar-
ra, v,mas de Liverpool, na barca ingleza Serafina*
entradas em 11 de outubro de 1865, a consigiucq,
do diversos.
1 embrulbo com ditas, n. 137-"^, marca D T B,
viodo do Havre, no brigue fnicez Trots [reres,
entrado em 20 de outubro de 1865, a consignado
de D. P. Wild & C.
i dito com typos, sem numero, marta GLAS,
vindo de Anvers, na esenna bollandeza Gtstna,
entrado em 3 de novembro de 1865, a ordem.
1 embrnlbe com amostras, sem numero, ietreiro
John Heldeshin, vindo de Bordeaos, no vapor
fraocez Guienne, entrado em 12de fevereiro de
1866, a consignado de Jobn Heldeshin.
1 embrnlho com ditas, n. 6, marca D S, vindo
do Havre, na barca franceza Jean Baptisti, entrado
em 12 de marco de 1866, ignora-se a consigna-
cao.
1 embrolbo, n. ,J41/7j. marca J B diamante H>
vindo de Liverpool, no brigue ingles ette Maryy
entrado em 19 de marco de 1866. Nao consta do
manifest a consiguacao e conledo.
1 embrulbo com amostras, n. 135, marca J E C
K, viudo da Hamburgo, no brigue austraco helena,
consignado a D. P. Wild.
1 caixa, ik.97/lw, marca A F, vinda de Liver-
pool, no brigue inglez Yllmter, entrada em 22 de
marco de 1866. Nao consta do manifest qual a
consigoacao e contedo.
( embrnlho com amostras, n. 125*/2 marca K,
vindo do Havre, na barca franceza JeanUarie, en-
trado em 23 de marco de 1866, a ordem.
1 embrolbo, sem numero, letreiro Mills Lalbam
& C, vindo de Liverpool, no brigue Inglez Anne
Keny, entrado em 7 de abril 1866. Nao consta
qoal a consignarlo e conledo.
1 caixa com amostras, n. 449, marca R, vinda
de Bordeanx no vapor francez Navarre, entrada
em 12 de abril de 1866, a consignado de To.
Christiansen.
1 caixa, sem numero, marca T, vlndo do Havre,
na bsrea franceza Guilherme lell, a consiguacao
de Tisse freres, (ignora-se o conledo.)
1 embrulbo com amostras, n. 545, marca.A. V.
S. Barreca, vindo de Soutbamplon, no vapor inglez
Rhone, entrado em 27 de abril de 1866. a A. V da
Silva Barroca.
1 embrulbo com amostras, sem nnmero, letreiro
Barlou freres, vlndo do Havre, na barea franceza
Fgaro, entrado em 8 de malo de 1866, a Barloa
freres.
1 embrulbo com ditas, n. 319, marca G W G,
vindo do Havre, oo brigue francez Nouul, entrado
em 17 de maio de 1866, a consiguacao de Carvalbo
& Nogoeira.
1 embrnlbo, n. 'Vie. marca R S dons tringulos,
viodo de Liverpool, na vapor inglez Amason, en-
trado em 29 de maio de 1866, a P. Souvage &
C. Nao consta quai o conledo.
1 embrulbo, n. 2, marca D ', vindo do Havre,
na baria franceza Rio Grande, eetradoem 23 de
jnnho de 1866. Nao consta do manifest qual a
consigoacao e contedo.
1 caixa com pannos, n. 505, marca A S D vinda
do Havre, na barca franceza Rio-Grande, entrada
em 27 de junbo de 1866, a consiguacao de P.
Sonvage eV C.
1 embrulbo, sem numero, letreiro Teixeira &
Nogueira, vlndo do Havre, na barca franceza Jfan-
ricteu, entrado em 3 de julbo de 1866. Nao consta
a consignago e contedo.
1 embrnlho, sem numero, letreiro J. S. Faria &
I, vindo de Liverpool, na escuna ingleza Jolani
Guenr, entrado em 3 de jalho de 1866. Nao cons-
ta qoal a consignaco e conledo.
t embrolbo com amostras, n. 20, marca I E V
G, vindo de Antuerpia, na patacho bamburguez
Pfhel, entrado em 5 de julbo de 1866, a Scbafbeiltoa
&C.
2 caixas com chapos de sol, n. 1579:1580, mar-
ca D S J, vindas do Havre, na barca franceza
Mauricieu, entradas em 16 de julbo de 1866, a P.
Souvage & C.
1 embrulbo com amostras, o. 6, marca W, vindo
de Hamburgo, na escuna boooveriaoa Catharina,
entrado em 12 de ulbo de 1866, a consiguacao da
D. P. Wild.
3 caixas com perfumaras, ns. 40, 42 e 45, mar-
ca lili E', viadas do Havre, na barca franceza Mau-
ricieu, entradas em 16 de jalao e 2 de agosto da
1866, a Hagaibes & Irmaos.
5 caixas com perfumaras e calcados, ns. 2058,
2059, 2060, 263 e 2064, marca lili L & Z C, viu-
das do Havre, na barea franceza Santo Amar, en-
radas em 31 de agosto de 1866, a consicaacae de
Mello Lobo & C.
3 caixas com perfumarlas e calcados, sem an-
mero, marca lili L 4 G, viadas do Havre, na barea
franceza Santo Andr, entradas em 4 de setembro
de 1866, a Mello Lobo & a
1 embrolbo com amostras, n. 17, marca J F C
K, vindo de Hamburgo, na esenna bollandeza Vin-
itlina Jacobus, entrado em 18 de setembro d
1866, a 5. P. Wil*. .
1 embrolbo com ditas, n. "/, amante-, vta-
do daSaoibaaptoo, n> vapor nflies Vnstda, entra-
do em 29 te setembro da 1868, a consignado de
A. C. de rea. ,
6 caixas com diversas mercadorias, na. 395, 397,
39S, 39, 3W { 417, marea IIH L&ZC, vrnda
do Havre, na barea franceza Sahrn, entradas: em
6, 9 e 10 de ouiobro de 1866, a Mello Lobo i C.
caiza com pannos, n. 146. marca A S D, viada
do Havre, no brigae nacional buza, entrada era
ti da catabro da 1866. a ciarHoaglo da P. Seo-
vafe di C
I embromo com amostras, n. 7, marca P, viodo
de Hamburgo, no patacho banoveriano WiVu,
estrado em 12 de ootro de 1SW, a consignaco da
D. P. Wild.
1 embrolbo, sem nomero, letreiro Keller &C,
viodo de Bordeaos, oo vapor francs Natn*,
entrado em 13 de ootnbro da IBM. Nao consta
a quem consignado e nem o sea eeatedo.
1 calza com cooros a araeores, 1.1, marea
IHI I, vinda do Havre, ao vapor traoeea Caftfft*,
-
f,


!
Marte 4c
afcfauU t > u Ag*e+Se mr*
entrado em 9 d novembro da 1866, a Magalhes
Irmos. _
1 emorulbo, n. 206/210, marca B A flniado de
Liverpool, oa barca ingina tattochons, entrado ea
10 da novembro de 1866. Nio consta a coosigaa-
cao a coitedo.
1 embralbo, o. *'/. marca N E diamante, rindo
de Liverpool, na barca iorlna Marlochons, entrado
em 10 de novembro de 1866. Tambara nao consta
a consignado e cometido.
1 abromo, sen numero, letreiro Barloo Freres
AC, viodo do Havre, na barca francesa Koaro,
entrado em 10 de nevembro de 1856. Nio consta
a consignaco a cometido.
1 embramo n. 1530, marca E J P C, viodo do
Htvrein barca fnncea Figuro, entrado em 10 de
novembro da 1866. Rio consta do manifest a
consgatelo e costeado.
1 embrulbo n. 20/21, marca triangulo R S, viu-
do de Liverpool no vapor Inglez Olinda, entrado
m 12 de novembro de 1866. Ignora-se a coosig-
aoao e cootedo. '
1 embruiho sen numero, letreiro Manoel Igna-
cio Oiiveira Filbo, viodo da Bordeaox no vapor
trada em 2 de Janeiro do correla anno, a Helio
Lobo & C.
2 caitas cora tecidos de lia, ns. 6151 e 6152,
marea C Gg, viadas do Havre na barca fraoee-
ta Veridiana, entradas em 3 de Janeiro do crrante
aune, a Linden Weydmaoa & C
1 caixa eom mareadorias diversas n. 173, marca
A D 4'C, rinda do Havre na barca franeeta Ye-
ridiana, entrada am 2 de Janeiro do crrante anno,
F. Sonvage & C.
2 ciixas oom tecidos ns. 2327 a 2328-marcas D
S, inflas do Havre na barca francesa Veniiana,
entradas em 2 de Janeiro de 1866, a L. Weydmau
46
5 calzas com mareadorias diversa ns. 469,471,
2118,2192 a 2193. marea I IL&C, vindas do
Havre na barca francesa Maurtain, entradas em
3 de Janeiro do crrante anno, a Meti Lobo & C
1 salta com eiparillhos a. 910, marca 11 S, via-
da do Havra na barca francesa Mauncien, entra-
da em 3 de Janeiro do corrate anno, a Magalbies
rmeos.
1 cala com bros n. 160, marca H I, entrada
do Havre na barca francesa Mauncien, em 3 de
Roa do Vigario.
Prmeiro andar do sobrado n. 27 181J000
Ra do Pilar.
Casa n. 99.........2561000
dem o, 103.........200*000
dem n. 94.........264*000
Sitio a. S 00 Porno da Cal. 160*000
dem. n. 105......' 144*000
As arrematares seria feitas pelo lempo denm
anno, devaodo os licitantes viris acempaabados
de seas fiadores oa manidos de cartas destes.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recite 16 de agosto ala 1867.
Oescrivo,
Pedro Rodrigues de Sonta.
francas Quienne, entrado em 12 de novembro de Janeiro do correnta anno, a Magalnaes Irmos.
1856. Ignora-se a consigoacio e eontedo. | 1 cala eom mercadorias diversas n. 468, marca
2 caitas com chapaos as. 115 e 116, marea S 4 H L Z & C, vinla do Havre na barca francesa
C, viadas do Havre na barca francesa Coligni, en- Jfauncien, entrada em 4 de Janeiro do crreme
anno, a Mello Lobo 4 C.
1 caita eom oleo de Opado de bacalbo a. 59,
marca A P, viada do Havre na barca francesa
Mauncien, entrada em 4 de Janeiro do correte
anno, a J. A. Pinto.
2 caitas com vldros ns. 62 e 63, marca A P B,
vlodas do Havre nt btroa franceu Manricun, en
tradas em 7 de jaoeiro do crrante anuo,* J. A.
Pinto.
2 caitas com calcado ns. 2183 e 2185, marca H
L L 4 C, viadas do Havre na barca francesa ati-
ricien, entradas en 7 de Janeiro do crrante anao,
a Mello Lobo 4 C. V
2 calas com brlns na. 159 e 161, marca H J,
vindas do Havre na barca francesa Mauncien, en-
a Maga-
1 caita com peono de liobo n. 177, marca I E
L, vioda do Havre na barca francesa Mauriaen,
entrada em 7 de Janeiro do corrate anao, a J. f.
Lopes.
2 caitas com vdros ns. 61 e 65, marea A ?,
vindas do Havre na barca francesa Mauriaen, en-
tradas em 7 de Janeiro do crrante anno, a i. A.
Pinto.
1 barriea n. 1/25 marca Cz, vinda de Liverpool
no brigae Ingles Helia Mary, entrada em 8 de Ja-
neiro do crreme anno. Ignora-se o eontedo e
consignaco.
2 caitas com panno de linho ns. 175 e 176, mar-
ca J F L, vioda do Havre na barca francesa Jfaat-
ncien, entradas em 9 de jaoeiro do corrate anno,
a J. F. Lopes.
2 caitas com tecidos ns. 414 e 2198, marea H
L Z & C, vindas do Havre na barca fraacesa A-le-
le, entradas em 22 de Janeiro de 1867, a iidiio Lo-
bo & C.
5 caitas com tecidos de la ns. 6308 a 6312,
marca C Ct, viada do Havre na barca francesa
Alele, entradas em 23 de Janeiro do crrante anno,
a L. Weydman & C.
5 caitas com mercadorias diversas ns. 177,440,
484,485 e 312, marca H L L & C, vindas do Ha-
vre na barca francesa Alele, entradas em 23 de
Janeiro do correte anno, a Mallo Lobo & C.
1 caixa com tecidos de Itabo a. 202 marca L W
V 4 C, vioda do Havre oa barca francesa Adele,
entrada em 26 de Janeiro do corrate anno, a L.
Weydman C.
4 caitas com tecidos ns. 242 a 245, marca H L
& C, vindas do Havre na barca francesa Adele,
entradas nra 26 de jaoeiro do crrante anuo, a Mel-
lo Lobo & C.
1 caita eom tecidos de linho n. 201, marea L
W V 4 C, vindas do Havre na barca francesa
Adele, entrada em 28 de Janeiro do correte anno,
a F. Weydman & C.
1 caita com amostras sem numero, merca J H
P, vinda do Havre no patacbo prnssiano Fortuna,
entrada em 29 de Janeiro do crrante anno, a Jos
M. Palmeira.
1 caita com drogas n. 77, marca A P, vindas
do Havre no brigne francs Beln, entrada em 9
de abril do crrante anno. Ignora-se a consig-
naco.
2 caitas com drogas ns. 57 e 58, marca C S P,
vindas do Havre na barca francesa Jean Baphsle,
entradas em 22 de abril do crranle anno. Igno-
ra-se a consignaco.
Alfandega de Pemambueo, em 13 de agosto de
1867.
O escripturario,
Eatychio Moodin Pestaa.
iradas em 12 de novembro de 1866, a Silva Csr-
doso.
1 caita com calcado n. 9119, marea M I. Z 4 C,
rinda do Havre na barca francesa Coligni, entrada
em 14 de novembro Re 1866, a Majlo Lobo 4 C
1 embralho 124/125 leireiro Man Silva Para <&
I., viodo de Liverpool no logar inglez BrUante,
entrado em 14 de novembro de 1866. Ignorase a
consiwaeo a eontedo.
10 caitas eom 'diversas mareadorias ns. 426,
2102, 427, 120 a 1H, 413*418, marea H L Z* C
viadas do Havre na barca francesa Coligni, entra-
das em 15, 16 e 17 de novembro de 1866, a Mario
Lobo &C.
i lardo com tecidos de Itabo n. 8515, marca
E A B S Figart, entrado em 19 de novembro de 1866, a E. [ Ihes Irmos.
A. Burle 4 C.
1 ealxa com pannos n. 148, marea A S D, vlnda
do Havre na barca francesa Fgaro, entrada am
20 de novembro de 1886, a F. sonvage 1 embramo a. 33/39, marea diamante D, viudo
de Liverpool na galera ioglesa Hermione, entrado
em 24 de novembro de 1866. Ignora-se a consig-
naco comeado.
1 embralbo eom amostras n. 116 /i, marca H i
f P Anne llelent, entrado em 24 de novembro do 1866,
a Magalbies & Irmo.
1 embralho com ditas n. 4640/4641, marca P S,
vindo de Hamburgo. no [.alacho prassiano Anne
lelene, entrado em 24 de novembro de 1866, a
Schafbeitlin & C.
1 embralbo a. 46/50, marca C N, viudo de Li-
verpool no patacho ingles Henriet, entrado em 24
de novembro de 186. Ignora-se a consignabaj e
CMBUdO.
l'-cafxa com tecidos u. 2167, marca M L Z & C,
vindo Do Havre na horca francesa Avenir, enfada
em o de dezembro de 1866, a Mello Lobo 4 C.
1 embruiho n. 70, letreiro Mills Latban & C,
viodo de Liverpool no vapor ingles Crytohte, en-
trado em 6 de dezembro de 1886. Ignora-se a con-
% signagao e comeado.
. 2 cala* com diversas mercadorias ns. 114 e
242, marea M L Z & C, vindis do Havre na barca
frauceza Avenir, eotradas em 7 de dezembro de
18615, a Mello Lobo <& C.
1 caita com calcado n. 142, marca II I, vmda do
Hivre no brigue francs Belem, entrada em 9 de
dezembro de 1866, a Magaihaes & Irmo
1 caixa com calcado o. 130, marca J P A S &
L, 'inda do Havre no brigue francas Belm, en-
trada em 10 de dezembro de 1866, a Arantes &
Lira.
1 fardo com tecidos ns. 8,697, marca E A B 4 C,
vindo do Havre na galera francesa Amelie, entrado
em 10 de desembro de 1866, a E. A. Burle
> 2 caltas com diversas mercadorias ns. 167 e 169
marca A D 4 C, viudas do II iv-e na galera fran-
cesa Ametie, entradas em 10 de desembro de 1866,
a F. Souvage & C.
1 caita com t-cidos n. 2,141, marca 11 L Z &
C, vioda do Havre na barca francesa Avenir, en-
trada em 11 de desembro de 1866, a Mello Lobo
&C.
2 caixas com panno de linho ns. 165 e 167, mar-
ca J E L, vindas do Havre na barca francesa Ave-
nir, entradas em 11 de dezembro da 1866, a J. F.
Lopes.
1 oaixt com vestimentas n. 152, marca S& C,
vioda do Havrj no brigae francs Dciem, futrada
em 11 da desembro Je 1S66, a Silva Cal-
doso.
3 caitas com mercadorias diversas, ns. 453 a
4at, marca II L Z & C, viudas do Havre no brigue
francs Belm, entradas em 11 de dezemtiro de
1866, a Mello Lobo & C.
7 fardos com tecidos ns. 8.689, 8,692 a 8,695,
8,691 e 8,698, marcas EACBS&C, viadas do
ii 1 -- na galera francesa Amelie, eairados em 12
da desembro de 1866, a E. A. Burle 4 C.
2 caixas com mercadorias diversas os. 165 e
170, marca A D & C, H & A, vindas do Havre na
galera francesa Amelie, entradas a 12 de desembro
de 1866, a f. Souvag9 & C.
1 talo eom mercadorias diversas ns. 2643/2644,
marca B, vindo do Havre, na barca francesa Ame-
He, entrado em 12 de desembro de 1866, a Henri-
que i Azevedo.
2 caitas com papel a?. 2169-2170, marca 11 L
Z & C, viadas do Havre na galera francesa Ame-
lio, entradas em 13 de desembro da 1866, a Mello
Lobo & C.
2 caixas com mercadorias diversas ns. 112 e
123, marca II L Z 4 C, vindas do Havre, na galera
ingleza Avenir, entradas era 13 de desembro de
I8i6, a Mello Lobo & C.
1 caixa com mercadorias diversas n. 2640, mar-
ca 11 & a B, vinda do Havre na galera francesa
Amelie, entrada em 13 de dezembro de 1866, a
Henrique 4 Asevedo.
1 embruiho com amostras sera numero, letreiro
Oliveira Filhos & C, vindo de Bordeaut no vapor
francs Extremidure, entrado em 13 de dezembro
de 1866, a Oliveira Filbos 4 C.
1 embralbo com amostras n. 1043, marca S O
L, vindo de Bordeaui no vapor francs Extrema-
dure, entrado aa 13 de desembro de 1866, a Tbo-
mas Jefferifs & C.
1 caita cora amostras ns. 7522 bis, marca S R
W, vinda de Bordaaut no vapor francs Extrema-
dure, entrada em43 de dezembro de 1866, a J.
Kelle 4 C.
1 fardo com tecidos o. 8696, marca EABAC
<& C, viu 11 do Havra na galera francesa Amelie,
entrado em 15 de desembro de 1866, a E. A. Bur-
le A C.
1 farJo com tecidos o. 869D, marca F A R C B
C 4 C, vindo do Havre na galera fraacesa Amelie,
entrado era lo de desembro de 1866, a E. A. Burle
&C.
1 embralho n. 902/903, letreiro Baslon Freres,
viudo do Havre oa barca inglesa Viriiiana, entra-
do em 24 de desembro de 1866, ignora-se a con-
signaco e eontedo.
53 fardos com tecidos de linho, ns. 8750, 8758,
8759, 8762, 8763, 8766, 8767, 8771, 83, 8774,
8775,8776,8780, 8781, 8781,8783,8785,8801,
8S03,8304, 8805, 8807. 8811, 8812, 8814, 8818,
8819,8751 a 8757, 8760, 8761, 8764, 8765, 8768,
8769,8772, 8777 a 8779, 8784, 8880, 8802, 8806,
8808.8809, 8813, 8817, 8816, marea EABAC,
vindo do Havre na barea francesa Firidiaaa, en-
trados am 2, e 28 de dezembro de 1866, a E. A.
Burle & C
2 caixas com tecidos de linho ns. 6241 e 6242,
marca C C?, viudas do Havre na barca francesa
Vmdiana, entradas em 28 de desembro de 18W. a
Linden Weydmm 4 C.
1 caita com calcado a. 171, marca M I, vioda
do Havre na barca francesa firiiana, entrada ata
28 de desembro de 1866, a tfagathaes A irmio
2 eaizas aereadorias diversas na. 186 e 187
airea A D 4 C, viadas do Havre n barca fraa'
esa Viridiana, entradas em 28 de dezembro da
1866. a F. Sonvage 4 C.
1 dita coa ditas n. 14, marea F M 8, riada do
Havre -na barca francesa Vertdiana, entrada en
28 de desembro de 1866, a F. Sonvage ft 'C.
1 embrnibo com amostras n. 1/2, marea C 9,
vindo do Har na barca franceu fJaurtcam, en
trado em 28 de desembro de 1866, a. P. Witt
&C.
1 caita cam^mercadorias diversas n. 13. marea
E M 5, entradiieVHrre na Utrea franeeia Tin-
diana, emTrWTa*aV2t de dezemuro de rm a f.
Soavajio 4 C *
1 dita com chapeos de sol n. 1531, marca D S J
vinda do Havre na barca anneesa Veridiana en-
trada am 29 de datembro 4a 186a, ,F. oavage
3 caitas com cidos de aigodio. a*. 367 a 369
urca M 2 Z C, indas do Havra na oanalraa-
eza YeruUann. entradas 410 31 da daseobro da
8aa\aHaUoToa7iC. -*o,
1 cala com dita* n.UR, marea 11LZAC,
vinda do Havre na barca frauceza Tenitana, ea-
Arreemataf o
O sobrado de dous andares e otio qae traba de
ser arrematado na otaca do da 14 do crrante, fi-
ara transferida por ordem do jais para a praca do as 10 horas da eaanbia em pooto
dia 17 do correte impreterivelmeate.
avariadas
A 49 do corrate.
O atante Olivaire tara' leilo por coma e risco
I*? pertencer de dous fardos de algo-
nao, nm dito de estopas e nma calta de chitas, to-
1M*varttdoaaordo-aovapor Olioda, ni saa ra-
oaaia viagem, e assim de algumas outras (zendag
P* henar coalas
Segunda fera 19 do crrante
o arotasem a'
Precisa-se
Alagar ama canoa qae carregae de oilo eentos a
mil e dozenios lijlos; a tratar no viveiro do Mu-
ll. __________
Na roa do Trapiche sobrado de dous andares
a. 20, precisa-se da nma mulbar para cosinhar e
engommar, casa de pouca familia.
THEATRO
DE
r>r, Tristu de Aleocar Aranpe, offlcial da iml-
periai oroem da Rosa e juis da direito, especial do
commerclo nesta cidade do Reeife de Pemam-
bueo por Sua Magestade o Imperador, a quem
Deus guarde, etc.
Fago saber, que nao se tendo effectoado no da
14 a reumao dos oradores da massa fallida de Son-
thail Mellor & C. para nomear depositario, ou de-
positarios da dita massa fallida, em razio de nao
ter sido preparada regularmente pelos caradores
flseaes a relaco dos credores apresentada, techo
designado a reqoerimento verbal dos mesmos cu-
radores flseaes o dia 20 do crreme pelas ooze ho-
ras da manbaa na sala das Sudlencias para proce-
der se em reunio dos credores da indieada massa
fallida a nomeigao dos respectivos depositarios on
depositario. ,
E para que ebegue ao conbecimnto de todos
mandei passar o presente edital que sera' publicado
pela imprensa, e afBzado no logar do costme.
Dado e passado n'esia cidade do Reclfe de Per-
nambuco 16 de agosto de 1867.
Eu Secuudino Eliodoro da Cunha, escrevente
juramentad o eserevi.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nascimento, es-
crivo o subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
DECLAR1S0ES.
Santa casa da misericor a do
Reeife
Pela secretaria da santa casa de miseria c i a po
Reeife se fas selente aos parantes do orphao, abai-
xo declarado, que tesdo elle attingido a tdade de
14 annos, resolvea a Illm* junta administrativa.da
mesma santa casa, qae fosse entregue a' seas pa-
rales, de conformidade com o artigo 45 do rego-
lamento daquelle estabelecimento.
Antonio Leoncio de Lacerda, filne de Anna Fran-
cisca Paes Brrelo.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
clfe 9 de agosto de 1867.
O escrivo
Pedro Rodrigues de Sonsa.
Arremataco.
Terca-feira, 20 do .crreme* va 1 a' praca de ven-
da a casa terrea da ra da E-peranga,- na Soleda-
de, pertencente a' beranga jacente de Joaqulm
Francisco da Cunha, avallada em 400*.
Santa Gasa da Misericorda
do Reeife,
Alllma.janta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Reeife manda faser publico qna
na sala de snas sessoes, uo dia 22 do crreme pe-
las 4 horas da tarde tem de ser arrematada* a
qnem mais vantagens offeraeer as rendas dos pre-
dios em seguida declarados :
Estabeleeimento* de caridade.
Roa do Padre Floriano.
Casa terrea a. 49.......182*500
dem dem n. 47.......186*000
Roa dos Pescadoras.
Casa terrea n. 11.......21**0C0
Roa das Calcadas.
dem idem n. 38........158*000
Roa larga do Rosarlo.
Segundo andar do sobrado n. 24 .
Tarcairo andar idem dem .
Roa da Boda.
Casa terrea n. 3........
dem dem a. 7......
Beeeo do Qulabo.'
Gasaiarrea n. |8. .
Ra do Eucantamanto.
Sobrado de dous andar* n. 3
Raa do Padreloriao.
Casa terrea n. 47......
Una do Hofotira.
Casa larrea n. 17 .
rtiPlHMHO e tnittl.
Roanaalwaiilrai.
Casa*. 17..........199*000
daa4oiUagal ,
Casa tarrean. 56. ...... 301*089
30:
96*000
6*000
401*000
168*000
apno,
S, ISABEL.
EMPREZA-COIMBRA
MOafE
Sabbdo 17 de agosto de 1867.
Represemar-sa ha pela segunda ves nesta po-
ca o muito aparatoso e sempre bem aceito dracsa
sacro em 4 actos, intitulado -w""
GABRIEL E LUSBEL
O
S DUCHES DE S. AMONIO.
Personaaans.
Frei Antonio, 36 annos (jortugues
religioso.........Sr. Peregrioo.
Gabriel, o anjo bom......Sr. D. Falco.
Lasbel, o anjo mo......Sr. Lisboi.
Isellino, senhor de Verooa, gene-
ral do exercito do imperador
d'Allemauba, Frederico II. Sr. C. Lacerda.
Frei Elias, geral da ordem dos
menores,que snecedeu aS. Fran-
ciscoo instituidor da mesma
ordem.........Sr. Thomas.
O sacrislao-mor de S. Mara de
Padua........ Sr. Jordani.
Pedro, sen ajudante leigo. Sr. Raymundo
Ignacio, lelgo........Sr. Teiteira.
O cardeai, eoviado por Gregorio
IX a visitar o convento dos
franciscano?.......Sr. Jordani.
Martim de Bulboes, pai de Fre
Antonio, empregado. na casa dos
Srs. reis de Portagal. Sr. Thoraas.
Leonardo, rapaz do povo. Sr. Guimaraes.
Bertha, sua mii.......D. lezuina.
Olivia, saa fiiba.......D. Adelaide.
Clemeotina, doncella pobre de Ve-
rana..........D. Bernardina, j
Marco-Aurelio, vendedor de co-
mestweis........Sr. Santa Rosa i
Ura magistrado portugus. Sr. Emiliano. '
(Jm guerreiro de Isellluo. Sr. Brrelo.
1 mulher do povo......D. Clelia.
2" dita dita.........D. Jalla.
1" sentinelia........Sr. Frailas.
2* dita.........Sr. Siqueira.
Frades, religiosos menores, comitiva do cardeai,
gnerreiros, soldados, premio, homans do povo,
mulberes, doazellas, pageos etc., ele.
O Io e 3 actos em Padua, o 2 em Verooa no
acampamento das tropas de Itellrao, e o 4* no
beremiterio de Arcilla em 1231.
As scenas sao todas novas pioladas pelo babil
professor o Sr. Dornellas,
O vestuario nreparade a capricho pelo actor o
Sr. Raymundo.
A rausicensaiada palo maestro o Sr. Colsr
O pequeo resto de bi I heles estao a disposico
do publico no escriploria do tbeatro.
Comecara' as 8 horas.
roa da Sensila Velha n. 100.
De vinhos e cognac,
Oagante Oliveira fara' leilo para fecnar contas.'l
de poredes de vtnho"Xrres em barrls de quarto,
tinao Bordeaat de diffareotes marcas, assim co-
mo da eagaae de daas qualidades engarrafados
Segunda faira 19 do crreme
ao mio dia em pooto, uo armasem-*' roa da Seo-
sala Velha n. 100.
LEIL
De coM^iss.
O agente Oliveira ara' leilo para nllrmar fac-
taras fle 21 caixas de eopos de medida lisos soni-
dos, quaes sao usados em estabeleclmeutos de mo-
Ibadot
Saguoda-feira 19 do corrate
depois do mel da, no armasem, a' roa da Seo-
zala Velha a. 100.
Precisa-se de um escravo de aula idade, de boa
condacta e habilitado para todo o servico de au
casa de penca familia; quem tiver a qaiser alagar
dirija-aa a' roa da Aorora n. 702* andar. ^^
Oiiijiibiis de Olinda.
Francisco Candido de Madelros iaz seieote ae res>Cm ou sem QterinitteDCias, e qae teem
PyMjg.cjae HLjjtimtn1 aasattbw prioeipia no- por especficos as substancias amargas.; tam-
bera efficaz contra asgastrites e as gas-
XAROPE
DE CASCAS DE LABANJA3 AMARGAS
ae al. P. Laraxe, fbarmacrudco
em Pars
35 annos de soceesnes attestaai a saa ricacia,
cena:
tnico excitante, para ajudar as fuHc-
i coes do estomago, assim como dos intesti-
; nos, e curar as daencas nervosas, agudas ou
chronicas.
tnico anti-nervoso, para curar os incom-
modos percursores de doencas assim evita-*
| das, e para facilitar a digeslao.
anti-peridico, contra os calafrios, cato-
Do ama taberna sila na ra Imperial n. 213, cons-
tando de urna elegante armago, gaz, gneros e
pertences que serio vendidos em um s lote e
pelo maior prego.
. Terca feira 20 do correle.
Pelo agente Martlns, o leilo lera' lagar a rna
I do Imperador n. !*, as II boras do dia, os pre-
tndanles podem examinar a venda e entender-se
eom o dito agenta em cuja mi se acba o'bataneo.
vamente o mnibus de Olinda a sua earrelra inter-
rumpida, pantodo do Reeife as 4 >/ da larde e vol-
taodo as_8 y, da magaa como costame.
rfli^nw,^*110 8sMoVfazaa7vT~a) raspeila-
** paitado merclo, que dissolveram a sociedad que tinham
oa taberoa da roa Real n. 9, que cirava oh a Br-
ma de Canholo 4 C, ncaodo todo o activo e passi-
vo a cargo do socio Jos Rodrigues Canhoto.
Jos Rodrigues Canhoto.
Joaqnim Pereira da Carvalho. dflS Lions-St-Paul, S, Pars.
Deposito
tralgias.
tnico reparador, para combater a ex-
haustacao do sangue, dispepsia, anemia, es-
gotamento, inappetencia, langor etc.
Deposito em todas as pbarmacias e casas
de drogaras no Brasil.
Expedicoes. em casa de J.P. Lazore. roe
AVISO
AVISOS DIVERSOS.
AVISOS MARTIMOS
mnwk BMSILEIIA
DE
Paquetes "a vapor
E'esperado dos portos do sal
at o dia 22 da agosto e vapor
Sania Cruz, commandante Gui-
lberme Waddington, o qual de-
pois da demora do costume se'
gira para os portos do norte..
Recebem-se desde j passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder condusir a qual devera'
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinbeiro a frete at o dia da sabida as 2 ho-
ras. Previne-se aos Srs. passageiros que as
passagens s se recebem nesta agencia rna da
Crus n. 1, escriprio de Antonio Luis de Oliveira
Azevedo 4 C.
COMPANHIA BRftSILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
E' esperado dos portos do norte
at o dia 27 de agosto o vapor
Paran, commandante o capilao
de fragata Santa Barbara, o qoal
depois da demora do costume se-
guir' para os portos do sal.
Recebem-se desde ja passageiros e engaja-se a
carga qae o vapor poder coodusir a qual devera'
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
ds e dinbeiro a frete at o dia da sabida as 2
horas. Previae-se aos Srs. passageiros qae suas
passagens s se recebem nesta agencia ra da
Crus n. 1, esetiptorio de Antonio Luis de Oliveira
Asevedo & C._______________^^^
Tara a Babia
Pretende segair com maita brevldaia a vellelr
sumaca nacional Hortencia, lera parle de sen ear-
regameato prompto, para o resto qae Iba falla tra-
ta-se com os seos consignatarios Antonio Luis de
Oliveira Asevedo &C, no seu escriptorio, ra de
J3HS n. 1. dn
Eio de Janeiro
Pretende sabir com muita brevldada para o In-
dicado porto o veleiro patacbo iGuilbermina por
ter a maior parte de seu carregamento engajado,
para o resto qae Ibe falta e escravos a frete trata-
se com o consignatario Joaquim Jos Gongalves
Beltrao, ra do Trapiche n. 17.
OTBRIA
6:000^000 E 20004000
Corre depois d'amanM
Segunda-feira i9 do correte se extrahi-
r a 491 parte da lotera a beneficio das
familias dos voluntarios da patria (33.a)
As encommendas serio guardadas somon-
te at a noite da vespera da extracc3o.
O tbesoureiro,
_______Antonio Jos Rodrigues de Sonza.
Frontispicio do Oarmo.
Programma da fesla de \jossa Jli
Saalissima Seuhora do Carme de
Frontispicio.
No sabfeado, 17 do correte, ao meio dia,
a insigne musjea militar-do 2'batalhao de
infantaria da guarda nacional annunciar,
tocando na igreja do convento do Carmo,
algumas pecas de msica que vai ter lugar
a festa da mesma Senhora.
A's 7 horas da noite ter lugar o levan-
tamenlo da andeira, depois de ter percor-
rido o pateo, sabiodo aos ares gyrandolas
de fogo ao ar; era seguida, um lindo bal5o,
offerecido obsequiosamente por um dos pro-
caradores da festa deste anno.
Na madrugada do domingo haver missa,
tocando nesta eccasiao algumas pecas de
msica.
A's 10 horas da manbaa, entrar a fes-
ta, sendo o orador d'ea o eloquente pre-
gador o Rdo. Antonio de Mello e Albuquer-
que ; e a orchestra ser executada por pro-
fessionaes na materia, cantando urna das
melhores missas de seu repertorio,
Finda a festa, um outro balo subir aos
ares, tambem offerecido por um constante
dovoto da mesma Senhora.
A' tarde, subir aos ares um monstruoso
balo preparado com esmero, por diversos
devotos para o que nao teem poupado tra-
balho e despezas.
Segue-se o ttramento da bandeira.
A's 7 horas da noite depois que a insigne
msica marcial tiver satisfeito os ouvintes
com lindas e variadas pegas de msica ter
lugar o Te Dctim, sendo pregador o eximio
padre-mestre Leonardo Joao Grego.
Por ultimo, se soltar um lindo, e varia-
do fogo de artificio, preparado por um h-
bil artista deste genero sendo o painel de
novo gosto; e nunca visto nesta cidade, an-
tecipadamente preparado por dedicados de-
votos da mesma Senhora.
Flix Jos de Qoeiroz, nascido sem per-;
as, tem a honra de participar ao respeita-'
vel publico que tendo de se retirar para a'
Baha do dia 20 a 2 do correte, e queren-1
do dar a sua ultima corrida a cavallo no do-'
mingo 18, as ras daCadeia e da Cruz do1
Reeife, espera qae o Ilustrado publco desla!
capital se digne comparecer n'esse lugar ;
fleando* grato ao mesmo tempo benevolen-
cia com qoe todos o teem recebido.
Ao publico
Declara-se que com quanto tenha ido'
julgado improcedente oarresto feilo nos bns I
de Sebasttao Accioly Santiago Ramos, a sen- j
tenga, todava anda nao passou em julgado, i
e vai ser embargada; pelo que ainda se deve i
considerar arrestados os ditos bens.
Precisa-se alugar urna casa ou um
sebrado em aualquer urna das ras seguin-
tes: Imperador, Imperatriz, Nova e Auro-
ra, quem tiver para alugar, deixe carta do
escriptoro deste Diario, dirigida a Dr. D.
J. Ring, medico.
em Pemambueo, pharmack de
n- Manrer A C. ra Nova n. 28.
P.-ecisa-se da urna ton de lene : c tratar na
loj de louja n. 27, sita na ra larg* do Rosario
Sil itU*
i* I ffii.
DgOaOs S n> a >
H3 n III II Q."

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2-2""
Be-* t|-M S.
LF.
o
C3 =
o.
Para a Parahyba
Segu muito breve o hiato nacional Protector,
capilao Gongalves Penna ; e para o resto da carga
trata-se com o capilao a bordo.
c Jaaeiro.
FretM anlto commodos.
Segu nestes 5 das, tem qaasi completo se
carregamento o brigue nolsten Agner, de Ia clas-
se : a tratar com Tasso Irmos.
LEILOES.
LE1LA0
De nevis otro e osades-
Peloagente Martlns a ruad Ioeperalor a. M,
as 4 i lona.
HOefE
Oflerece-se um homem casado para aami-
nistrar qualqaer servico bracal aqui nesta prag.t
ou fora della, dando o mesmo'flador de sua con-
ducta : quem quizer utilisar-se de seus prest-
mos dirija-se a'rua da Alegria n. 48.____________
Antonio BarOoia, subdito de S. M. F. vai a
Portugal. _________.
Serventes
Precisa-se de tres serventes para o servico In-
terno e externo do collegio dos orpnlos : a tratar
com o director do mesmo collegio na rna da Glo-
ria na Boa-Vista.
Emprego
Precisa-se de um mogo qne saiba escrever ex-
plcitamente, para os trabalbos de nm escriptorio
forense : trau-se na rna de Santa Rita, amigamen-
te do Fagondes, sobrado n. 3.
Escrava para comprar
ou altear
Precisase de nma escrava qne coxlnbe,por
compra on aloguel: na rna da Cruz, armazem n.
10, das 10 hora- la manbaa as 4 da tarde.
O; Srs. credores do fallido Amaro Gongalves
dos Sanies, qnelram asresentar os seus crditos no
prazo de 8 das, ao administrador da massa abalxo
assignaao, na asa de sna residencia n. 5 na roa
Nova de Santa Rita, ou na rna das Trmetras n.
19, aflm de ser cumprida a disposigSo do art 889
do cdigo eoUMHWWl.
O mesmo administrador pede aos devedores da
refertia massa, baiam de se entender com elle para
pagarem os seos dbitos com possivsl brevidade.
iUella, 14 de afww-de 1867.
Maaoel Joaflum Baptista.
iviwh*. ..... duigvMv waos ns arrotos e oons cvanos e assim nuds
' Hoa 4a Lapa. I eavatios, os qnaea serlo venaldos no dia acia
Casao,Jl.........156JO00' 11 horas da manbaa no largo do Corpo Santo.
De ma met talega e $ tmffin.
O agaste Pastaos tai Lilla "par costa e risco
da onam nenencer de nma' UntU mela talaca am
toaos ns rcelos e dons cavallas e assim mais tras
actaa-a*
tlfi B0C4FE
D* ordem do Illm. Sr. presidente convido aos
lllms. Srs. membros do corpo eleitoral desta socie-
dade, a comparecer nos alies da mesma as 10
boras da manbaa do dia 18 do .crrante, aflm de
como ordena o art 11 dos estarotos em vigor, pro-
ceder-se a eleicao d directora qne tem de func-
cioasT > inaastro prxima tataro ao maaaa>snei
de 1868.
Seeretarta do CUb doRacife, em 14 de agosto
Sevtrino DasrM.
Ao publico
0 Sr. bacharel Francisce Joto uar-
neiro da Cunha e o m*jor Marce-
lino Jos Lepes j
Ja muito soffrar a borrtvel cbicana do Sr. ba-'
cbarel Francisco Jo3o, afim da nao entregar-me I
restos de berancas do pai e lio de mlaha esposa,
B valor de cerca de doze contos de ris. Sa i'
desoll annos de casado e qaasi dezoito auoos de
lides; muito sotfrer, e ainda sustenta o hr. ba-
cbarel orna terrivel cbicana.
O engenho denominado D'agna do Sr. bacharel
me esta' bypotoecado, embargado e suas rendas
por mim penboradas pelas exeoucoes que Ifie m :-
yo; a' coja penbora apresemoa embargos de nul-
{idade para chicanar ; e os dignos Joizes da 1*
instancia desprezaram. Ab I se nao (ora o respei-
tavel tribunal da relacao do districto, esteio ioaba
lavel que leve minba esposa se lo foram dig-
nos junes de 1* instancia, minha esposa teria sido
lesada completamente; e, se eontinuasse no estado
de soiteira, boje estara escudando o pi da cari-
dade.
Eston bem persuadido de que aquellas pessoas,
qne sabem das lides que tenbo su-tentad > com o
Sr. bacharel, assim pensaro e ajuizaro o quanto
tenbo soflrldo.
Retife, 16 de agosto de 1867.
UarceUtno Jos Lopes.

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13

AGUA FLORIDA
Assiciarao Commercial Beneficeole.
Nao se tendo reunido numero sufBctsnte de, se-
nhnroi aseouidoi pra a i>snnda sessao extraor-
dinaria de assembla geral, convocada para boje,
aflm de votar-se a proposta do Sr. Antonio Valen-
tira da Silva Barroso, sobre a redacao do praso
para as transaegoes cambiaes para a Europa : a
direccao convida os senhores associados a se reo-
nirem no dia 20 do crrante ao meio dia, sendo a
mesma proposta votada ne^te dia com o numero
que comparecer, de conformidade com o final do
art. 21 dos estatutos.
As3ociaco Commercial BeneQcente 16 de agosto
de 1867.
O secretario,
Candido C. G. Alcolorado.
MURRAY & LANMAN
Amaoba 18 do crreme festejam os irmos
novlQOS da ordem tercelra do Seraphico S. Fran-
cisco a sua excelsa padroeira a Senhora da Aju-
da ; boje porm as o horas da tarde solemne-
mente sera' benta a sua nova Imagem e lindo o
acto comegaro as vesileras; de madrugada have-
ro missas rasadas e 6e tocarao algnmas pegas de
mosica, as 'J horas um subido numero de novgos
faro sua entrada e ontros professarao, as 11 ho-
ras comegara' a fesla que terminara' pelas 2 bo
ras e enlao dous irmos novigos dislribniro orna
somma pelos necessitados que ah se acbarem. Os
pregadores sao o da festa o Sr. Frei Joaqulm do
Espirito Santo e o do Te-Deum, que.tera' princi-
pio as 7 horas o Rvm. Sr. vigario de Aguas-Bel-
las. Os metres das musitas sao os Srs. Colas e
Chaga s.
Contra protesto
Ao protesto que alguem fez publicar no Diario
n. 122, araeagando com os meios civis e criminaos
contra quem se apresentar como credor d> heraoga
do finado padre Jos de Jess Hara Vasconcellos,
responde-se qua ha quem seja credor da dita he-
ranga por titulo multo legitimo e qne se ba quem
deseje defraudar credores para augmentar o pro-
veito que da beranga pretende tirar perde seu
tempo em recorrer a ameagas como as que se con-
tera no protesto, pois os tribooaes em enja justiga
confia o possnidor do titnlo a qne ailudimos, sae
os qoe bao de decidir. Com protestos daqoella
ordem perde o autor o seu tempo.
Precua se de urna ama que saiba cosinhar.
lavar e engommar para casa de homem solteiro :
no paleo da Ribelra n. 13.
Aluga-se urna escrava moga e robusta a
qual faz todo servigo de urna casa tanto externo
como interno; a tratar no corredor do Blspo casa
sem numero defronte da de n. 12.
A agua florida de Murray & Lanmand
olhada como um artigo de perfume, nao
tem podido ser igualada pelas preparaces
as mais custosas: conserva seu aroma, co-
mo se formasse parte da prenda a que ella
se applica.
Sua eficacia t5o delicada, como elegan-
tes sao seas multiplicados usos,.qur seja
empregada como artigo de toucador, qur
no uso do banho, ou como suavisador da
pelle, depois que se tenha feito a barba;
j para limpar as gengivas ou aromatisar o
hlito.
D suavidade, brilho e elasticidade as
compleicoes, depois dse havtr lavado; al-
iivia a irritac5o de erupces ordinarias; fax
desapparecer o desagradavel aspecto dos
pannos, das sardas, do rosto, rugas e toda
[ casta de ebulices, e d vigor e frescura
parte onde quer que se applique. Sua effi-
ciencia e elegancia sao igualmente infalli-
veis nos casos em que seja preciso applica-
la como estimulante e antisptico, nos con-
cursos e assemblas numerosas, ras loca-
lidades infeccionadas, na alcova de nm en-
fermo, assim como um antidoto excellen-
te para os desmaios causados por cansaeo
ou suffocagSo. Preparada nicamente por
Lanman 4 Kemp, Nova York, e a venda por
Gaors & Barbosa.
Joao da C. Bravo & -j
Na ra do Rangel n. 9, precisa-se 'de um
preto on homem livra para tratar de oavallos e
mais afazeres._______ _______
Oflerece-se ama ama j idosa para ama casa
de boa conducta, para comprar e counbar : a tra-
tar no becco das Barrairas, no primelro arco
adiantando-se a' mesma
sea trabalho, etc.
100* para descontar no
PASTIUMS
VERMFUGAS
- A Sra. Anna Joaquina de Bam'Anna qoe mo-
ran em Olioda, tem ame carta viada do Rio Gran-
de do Norte, em casa dos Srs. Gomes de Hatlos &
Irmios, roa larga do Rosario n- 34. ________
Perden-se o bilbete nseire n. 1753 da lotera
qoe corre no dia 19 do crrante, por isso roga-se
ao Sr. tbesoureiro das loterias e mais cautelisias e
vendedores de bilbetes, qne nio paguem o premio
qne naile sabir seno ao abalxo assigaaJo.
__________________Jos Jaatwel da BHwl
ALGEL-
Francisco Gomos de Oliveira. agente de leudes,
aloga para a proitaa festa'oa f noualmenie, a sna
espagosa casa no Pone -da Paaafte, enja aprasivel
localldade bem ccnhaolda, assim como pelos
grandescemmadosgue lampara numerosa fami-
lia, e por nlla ter teito sna residencia durante
masase annos.
AUeiicao.
Miimiaao 4a Sttva tu IWtaao^oWk e es-
pecialmente aa rasyaiuvel aerao i comercio,
que nada deve, o qne mqalga^aradofrapwen-
- Precisase de orna ama para lavar a astnv I satisfeito, a <* 3*-uWfLttitei'
mar; # tratar ao Motteiro, twKdo Sr. lasjKT J perder' o itrafto. R*clft ffo a|o tW.
DE KEMP,
NOTA YORK.
DE COR CHEffiO E SABOR AGRADAVEIS
Infinitamente mais efficaaaMle que todoa
os mais remedios perigosos enaaseabundos
que existem para a expufcSo daslombrig-
NSo causan dosea^tpraduzem seu eJieito.
sem precisar logodepoisde pgete
nhum e t5oincitantes eapparencedelj-
ciosas em tMt\ *w scriancas esto
promptasa tomar mais do que marca-a re
Uteis como um excellente meio de fazer
remover as obstrueces. do ventre, mesmo
aocaao'de n5oexistir verme algom, ae
rABTUMmvBuam*** nt kbmm sao promp-
aja aieMliveiB na susboperaejo e pox todo
oe reeifeftoa dignas deconfriio?a e a^prova-
cio re todos os-paes ;de famftas. Prepa-
radas iiniarnaart) ei Lnaaiaa 4
r*ffYdTk. ^


-------------------------

i-
i
PHOTOGRftPHIA
VIIEJLIA
RA DO CABGA N. 18, ENTRADA PELO
PATEO DA MATRIZ.
O nosso estabelecimento photographico
est sempre em dia com todos os melhora-
mentos & progressos que na America do
Norte, ou na Europa se consegoe na arte
photographica, e para alcancarmos tal fim
nunca poupamos despezas nem sacrificios,
de sorte que os nossos numerosos freguezes
podem ler a certeza de que sempre encon-
trarlo em nosso estabelecimento tudo quao-
to a arte e a moda offerecer de bom, no
doto e velho mundo aos amantes da pho-
tograpbia.
NOVTDADE PHOTOGRAPHICA.
Acabamos de receber todo o necessario
para fazer retratos cbamados carte-album.
Este genero de retratos ltimamente in-
ventado na America do Norte, rpidamente
se propagou na Inglaterra e Franca aonde
goza actualmente de todo o favor da moda.
A carte-album se faz por dazias como os
amigos cartSes de visita.
Na Inglaterra trocaram o nome de carte-
album pelo de retrato-galeria e os ingleses
usam encaixilhar estes retratos em quadros
especiaos para com elles formar galeras,
com que ornam seos gabinetes. Recebe-
mos urna certa quantidade de taes quadros,
os qnaes cederemos por barato preco aos
nossbs freguezes.
As pessoas que quizerem ver specimens
dos retratos cbamados carte-album, j fei-
tos em nossa officina sao convidados a visi-
tar o nosso estabelecimento.
CARTOES DE VISITA A 90000 A DZIA.
Em consequencia do novo genero de re-
tratos cbamados carte-album, diminuimos
o preco dos antigos cartdes de visita, os
qnaes de boje em diante ficam reduzidos
ao preco de
05OOO
pela primeira duzia, sem que por causa
desta diminuido de preco, deixemos de es-
merar-nos no nosso trabalho, como sempre
foi nosso costume. Alm disto, continua-
mos a dar os cartdes de visita em cartes
de loxo, Bristol, on porcelana, dourados ou
litbograpbados para o que,temos urna varie-
dade de 12 modelos, a escolba de quem se
retratar.
tT VA GOMO PREVENCAO.
Apezar do nosso trabalho ser muito co-
nhecido nesta cidade, aonde trabalbamos a
42 annos, com todo jalgamos de nosso de-
ver dizer boje o seguinte:
Nos retratos feitos em nosso estabeleci-
mento emprega-se toda cautela para of-
ferecer-se a par da belleza do trabalbo,- as
melbores condicoes de duracjfo. Doura-
mos e fixamos os nossos retratos sem olhar-
mos a economas, e ltimamente para Ibes
podemos dar orna lavagem mais ampia
e segura, contratamos com a companhia de
Bebiribe orna peona d'agua. Os nossos
cartdes de de visita sao verdadeiras pboto-
grapbias, que nao precisao de retoques do
pintor para lbe desfarcarem os defeitos,
convidamos a quem quizer a passar sobre
elles nma esponja molbada em agua, ou
deixa-los mergulbados por espaco de boras
em agua, ou em espirito de vinbo: se apre-
sentarem alteragao serao recebidos por nos
e pagos pelo duplo do que tiverem cus-
tadn.
Continuamos a fazer retratos por todos os
sp stemas pbotographicos at boje conheci-
dos em pbotograpbia. O nosso sortimento
de caixihas, quadros, passe-par-tauts, e
joias de ouro para a collocafao de retratos
o mais completo, variado e abundante que
existe nesta cidade._______________.
O Sr. Jos Marques da Costa Soares,
que mora na ra do Vigario, queira vir
esta typographia, a negocio que nao ig-
nora.
I Residencia e consultorio
Medico cirurgico
DO j
Dr. Antonio Da r le
na praca da Boa-Vista n. 21 onde i
pode ser procurado a qualquer bora.
Especial idade ||
Doencas do peito, e de meninos, m
MMMMWM--WMWMMM
Gabinete medico cirurgico
DO
Dr. Ignacio Alcibiades Vellozo
Pode ser procurado a qualquer bora do dia ou
da noite prestando-se aos chamados fora da cida-
de, com toda a promptido. Pratica qualquer ope-
racao. Da' consultas das 6 as 9 boras da manba :
roa da Imperalriz n. 86.______________________
Preclsa-se de ama eriada que faga a cos|-
uba e compras da casa de om bomem solteiro,
do loja da Esperance.
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RA DAS CINCO PONTAS N. 86
AO GRANDE ARMAZEK
DAS
DUAS AKEERIC4S.
Sempre barato
Mantelga
Ingleza flor a 10, a libra e a Soo rs. soffrivel e propria para tempero a 32o rs
dem frauceza a 56o rs. a libra.
Cha
De primeira qualidade a 2*$8oo e proprio para negocio 4-#6oo a libra.
Blscoltos
Ioglezes pearl, nic-nac, oval, cracnel, e outros superiores a 10loo a lata.
Figos
A 24o reis a libra.
Goinmas
De milho branco a 4oo reis a libra, de araruta verdadeira propria para alimen-
tar enancas a 5oo reis a libra e caxinhas com 4 libras por menos, gomma do MaranhUo
a 16o rs. e tapioca sag a 24o a libra.
Chocolate
Superior a 10, a libra.
Doces
De goiaba em latas a l,->ooo em caixa de 4 libras, muito fino a 108*o, em caixoes
de 2 libras a Soo e 32o.
Pelxe .
Em latas a looo reis a libra, sortido em qnalidades.
Ostras
America a 8oo rs. a lata.
Baldes e Vassouras
Americanas a 8oo reis cada peca. ,
Toacinho
De Lisboa a 320 reis a libra:
Em latas a 6oo rs.
f ik-j ^ mvencivel Veado Branco, comasmaneiras attenciosas com qne
o acoibido peto respeitavei publico desta briosa provincia, a ponto de que muitos a por-
fia desputarwn a salisfac5o de serem os primeiros a comprarem era seu importante arma-
sen), se desvanece em declarar com toda a lealdade de que capaz, que est cada vez
mais animado, n2o s pelo benigno acolhimento que fem recebido, como pelas forcas de
quedispOe porque at hoje nSo carecen ainda dos preparados de iurubeba, nem do
xarope alcoollco de veame. -------
a~,~, M-lJf**? Bra,teo declara a quem ainda o nao conbece qne n3o um
desses bchameos intrataveis que por ahi vivera com figura humana : domesticado no
ameno paz onde a aumel Aguia Branca to a luz do astro bemfeitor, elle partidario
wSwranudor *ma 6 siaceridade 1ae /com taDtt "'dade se desprende do seo
w ? jVe*f Branco> como todo o bomem civilisado, ama a sociedade -dos
ff centro do mundo elegante, usa do tonicd"de Jayme, para previnir que lbe
5S1* \?n a?,so1' ?S1 a cotapanhia des Booffes Parisiens e no meio do partido de
madame Adelle, elle tambem ara-lhe o seu lindo bouquet.
. ?n8k bAD'8ao ,eit0,r de jurar as palavras sinceras do sincero Teado
Branco, e venha profer a sna dispensa do quemelhor se pode encontrar n'um estabe-
cimento de molhados.
k ^A modicidade dos precos, comparados com a boa qualidade dos gneros e o
bom modo com que se recebe os senbores compradores, devl certamente convidaras
pessoas que arada n5o vieram nossa casa a fazer parte dos amigos e fregaezes |do nosso
BELLISSIMO RMAZEffl
MOLHADOS
CONHECIDO PELO NOME
VEADO BRANCO
Estabelecido ra Direita n. 1,6.
Esquina da travessa de s. Pedro.
JOIAS
sal
Refinado em lindos postes por 5oo rs.
Rlrshs de Wasser
A 2)jooo a garafa.
veruionth e Ahssatho
A l^uoo a farrafa.
. llHter
A l'ooo a garrafa.
De bordeaux superior, Saint Estephe, Saint Julien, Saint Emilie a "Jooo a duzia
e 64o rs. a garrafa.
TInho
Do Porto fino a i 4^000 a duzia e 105oo a garrafa e magniBco tamhem em bar-
ril a 800 a garrafa.
Duque do Porto
Adamado e outras marcas a oors.a garrafa e lo# a duzia,
Vlnho da Figueira
O que ha de melhor a 45, a caada de Lisboa a 3$ e 45 a garrafa.
vinagre
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa.
v Farello de Lisboa
Saceos com 9o libras a 4)JSoo.
Cerveja
Franceza em gigos de urna duzia a 60.
Ingleza
Bass verdadeira a......T. e Yictoria e Alssop a So reis a garrafa
N. 2 D ^ N.2Di
P^* CORACAO B OURO. ^M
A loja n. 2 D intitolada Coragao de Ouro na ra do Cabug, acba-se d'ora em diante oflerecen
do ao respeitavel publico com especialldade as pessoas qne bonram a moda os objectos do nltimo gos
to (a Pars) por meaos 20 por cento do qne em ou ira qnalqner parte, garantindo-se a qnalidade e a so
i dez da obras.
O respeitavel pnblico avaliando o desejo qne deve ter o proprietario de nm aovo estabelecimen-
to qne qner progresso em seu negocie dere chegar immediatamente ao coracao de ouro a comprar
aneis com perfeitos brilbantes, esmeraldas, rnbins e perola; verdadeiras em agarras, modernas pele
diminuto preco de 10, brincos modernos de onro e coral para menina pelo prego de 3}, maracas de
prata com cabos de marfim e madreperola obra de moderno gosto (o qne o encontrarao no coracao de
onro) voltas de ouro com a competente ernsinna ricamente enteitada pelo pequeo preco de 12, brin<
eos de nm trabalho perfeito por um mdico preco, cassoletas, tranealios, pnleeiras, alnnetes para re
tratos e ontros modelos tndo de alto gosto, aneis proprios para botar cabello e firma, dito para casa-
mento, no rtico roseta lem o Coracao de Onro nm completo e bem variado sortimento de diversos
gostos, butes para pnnbos com diamante, rnbins e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo sea va-
lor ja' por gosto ds desenlio, brincos a forma da delicada moslntaa de moca com pingente contendo es-
meraldas, rnbins, brilbantes, perolas, o gesio snblime, alfloete para gravata no mesmo gosto, relo-
gios para senbora cravados de podras preciosas, ditos para bomem, diversas obras de brilhantes de
moli gosto, crusinbas de rnbins, esmeraldas, perolas e brilbantes, aneis com letras, cacoletas de
trystal e onro descoberia para retrato (a inglea) brincos de franja, ditos a imperatriie toda e qual-
quer jola, para secoiiocar retratos e obras de cabello, e ontros muitos objectos que es pretenden tes en-
coDtraro no Coracao de Onro qne se conserva com toda a amabilidade aos concorrentes deixando-
se de aqnl mencionar precos de certos objectos ponqu (descnlpem a maneira de fallar) dizendo-se o
preco talvez alguem faca mao jnizo da obra, per ser tao diminuta qnaotia a vista do sen valor.
Na mesmaloja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas,e tambem recbese concer-
tos, por menos do que em ontra qnalqner parte, e dao-se obras a amostra com penbor, conservando-ss
e Coracao de Onro aborto at as 8 boras da noile.
Qaalquer pessoa qne se dirigir ao Coracao de Onro nao se podera' engaar coro a casa, pois
nota se na sna frente nm coracao pendnrado pintado de amarello, alero de ontro qne se nota em nm
rotulo fisto se adverte em consequencia de terem ja' algnmas pessoas engaado coro outra casa.
lili
PMPAIUTGRIOS
PARA OS EXAMES PE NOVEMBRO
Jos Soares de Azevedo, professor de lin-
goa elitteratura nacional no Gymnasio Pro-
vincia! do Recife, tem aberto em sua casa,
ra Bella n. 37, cursos especiaes das se-
guimos materias, para os alumnos que ti-
verem de fazer exame em novembro prxi-
mo futuro:
Lingos Francesa.
Geographla e Historia.
Phllosophia.
Rhetorlea e Potica. '
As pessoas que desejarem estudar qaal-
quer dessas disciplinas, podem dirigir-se a
residencia indicada, de manhaa at s 8 he-
ral e meia, e de tarde a qnalquer hora.
Collegio de S. Francisco
Xavier
Para edncaco de meninos
Estabelecldo na grande e
bem arejada casa onde
estere o (ymnaslo, no
Hospicio, e dirigido
pelos padres da comp-
rtala de esas.
Neste collegio, recebem-se meni-
nos de 6 12 annos para serem
educados e instruidos em todas as
materias preparatorias das faculda-
des do imperio.
Haver meninos internos, meio
pensionistas e externos.
Os internos pagarao 40 mensaes,
os meio pensionistas 154, e os ex-
ternos Ofj.
Os pobres serio admittidos gratui-
tamente as aulas do collegio. pro-
vando o estado de pobreza com at-
testacSo do parocho respectivo, ou
de outra pessoa de f.
. Para admissao dos alumnos e
para quaesqueresclarecimentos, tra-
ta-se com o director do mesmo es-
tabelecimento a qualquer hora do
dia.
- Ao Sr. capillo do 2 bataiblo de infantari
Ignacio Pinto dos Santos Sases pede-se o favor de
se dirigir a roa do Imperador n, 18, aOm de con-
cluir negocios que o mesmo senbor nao ignora
Igual favor pede-se ao Sr. Francisco Rodrigues dos
santos Carioca.
Preclsa-se alagar nm moteque ou negra pa-
ra vender; na ra das Aguas Verdes n M, 2 andar.
Legtimos charutos e ci^ar-
ro? d Havana.
Acabam de chegar a livraria francera,
Ra do Crespo n. 9. _______
Forro ou escravo
Preclsa-se de nm criado para servico interno s
externo no hotel da ra do Torres n. J, forro eo
escravo, condico essencial qne seja fiel e dili-
gente : traia-se no mesmo hotel.
Attenco.
1
SSA-Ruado Cabug-X. 3 i
Agostiuho Jos dos Santos $ G
Acaba de ebegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo gosto, perfeicSo artstica e modellos entecamente novos; como
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, brdehes
para retrato, anneis, botoes de punho, brincos e cassoletas com letras, etc..
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqoeiros, paliteiros, calix de mesa c
frocteiras, cojos precos s3o incompetiveis, pois que os proprietarios desta casa,
recebendo seus artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seus freguezes. Gompram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se incumben! de fazer concertos.
Na loja do sobrado n. i2 da roa da Impera-
triz se dir' qnem vende por barato preco om car-
ro com vidraca (calexe) em muito bom estado.
IM NCHHBHB
O Dr. A. S, Perelra do Carmo (medico)
est morando no sobrado n. 12 da ra da
Imperatriz.
Trocam-se notas do banco do Brasil e de
soas caixasJliaM;_najm da Cadea n. 5.
Na roa do Rangel n. 9, compra-se nm preto
de aeia idade que seja sadlo e sem vicios.
O PARTIDO LIBERAL
sea prtgramma e futura.
Por E. Ablaye, trad. de Maranho 1 n-
tido volume 24000.
A reda m livraria franceza
Roa do Crespo n. 9.________
Samiel Pswsr JtlnsUD A Ltasashia
Ruada SenzalaNova n, 42. .
_ AG1KCIA DA
PandIcio deLow Koor.
Machiosi a vapor de 4 e 6 cavallos,
Moendaa e meias moendaa para engenho.
Taixas de ferro coade e batido para enge-
nho,
rreios de euro para nm e dona eavaUot,
Relofios de ooro patente inglez.'
Arados americanos.
MachiDiipara desearoear algodo.
Motoreapara ditos.
Machinas de eoatura.
WHHaMfll sVsVsl
Kafidelidadede seguros m
uritimos e terrestres
ampanhia
maritimosc .
wtabsletdi no Rio da Janeiro;
J Wvtira inved.4C,
Para o excellentissimo mi-
nistro da justicia ver.
O abaixo assignado detdo na casa de de-
tencSo desta cidade de Peroambuco ha tres
annos, e processado nos termos de Flores e
Boiqne, n5o Ihe tem sido permittido res-
poeder ao jury, nico meio de sua defeza,
como lbe faculta a constituicSo do Imperio;
tendo sido requisitado pelos juizes daquellas
comarcas por mais de seis vezes. Chefe de
numerosa familia, e hoje sobrecarregado de.
prejoizos inclusive snas despezas dorante o
largo esdaco de temno que tem absorvido, a
pouca fortuna que de sen trabalho possni;
e protesta reclamar at ser attendido.
________Jlo Manoel Frazo.
Aluga-se
nma casa com bastantes commodos na cidade no-
va de Santo Amaro fim da rna da Aurora : a tra-
tar no largo do Corpo Santo o. SI, primeiro an-
dar, ou em Santo Amaro casa do filho do Sr. An-
tonio Jos Gomes do Crrelo.
Aluga-se o sobrado da roa da Madre
Dos n. 36, com bastantes sommodos :
trata-se na roa de S. Francisco collegio da
Conceicao.
A moradora do sobrado da rna estrella do
Rosario n. 21, 2* andar, participa a todos os seus
freguezes de flore;, tanto de dentro da cidade co-
mo de fora, qo& mudou sua residencia para a
mesma rna, sobrado n. 35, onde podera' ter pro-
curada para fazer qualquer encommenda que se
lbe fizer em flores de papel, panno e cera, como
capellas para nivas, palmas- de laranja, capellas
para mininas e santos, rosas, palmas, arcos para
santos, booquets para enfeite de mesa, de altar
para qnalquer (esta, enfeita-se ainda chapeas para
senboras e para meninas; faz-se ronpas proprias
para baptisados, vestidos para nolvos enfdale* a
gosto pelos nltimos flgnrinos cnegadas de Pars,
asslm-como toda e qnalqner qualidade Se costura
para senbora e meninas.
Bordam-se Otas a onro para laces de imagem e
bouquets para casamento, para cintos a' onro, a
entijoulas e a seda.
Enfeitam-se velas de multo gosto para baptisa-
dos e altares; faz-se bandeijas de bolos coa ar-
macoes proprias para casamento muito entenadas
com bOlos finos de toda a qualidade, pastis de na-
ta e pudins, bolo inglez e de S. Joo encellados
para presentes, po-de-l enfeiudos, doce de ovos,
assim como- tambem prepara-se bandeijas de era-
vos natoraes para casamento; tndo isto se tai
com toda promptido, presteza e asseio e mais ba-
rato do qne em outra qnalqner parte.
Sedulas do banco do Brasil
& suas caixas no Mara-
uhto, Bahia, etc.
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seos carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias emobilias:
na rna do Vigario n. 4, pavimento terreo
Trocam-se effectivamente no sobrado da travessa
da roa da Concordia n. 13.
** mm mmm*M
SB No armazem de tintas ra do Impera- :
dor n. 22, vende-se :
Salitre refinado arroba 6^300
Euxofre arroba 2*800
iih m mmmmmm
Attenco
o
Antonio Jos da Costa Araujo,gerente do estabe-
lecimento de Bernardo Alves Pinbeiro, na rna lar-
ga do Rosario n. 17, taz sciente aossenbores vende-
|b5es e ao pnblico em gerai, qne tem nm grande
sortlmsnto de charutos fabricados dos melbores lo-
mos vindos de conta propria, e por precos muito
baratos avista de sna boa qualidade.
Na praca da Independencia o. 33, loja de K-
ourives, compra-se ouro, prata e pedras preciosas, dom descont mnito rasoavel, na praca da lnde,
e tambem se faz qualquer obra de eacommenda e oendencia n. 22.
todo e qualquer concert.
de onro e prata
Na rna Nova n. 31 comprase por maior preco
do que em outra qualquer parte.
Concillado.
Esta sociedade faz sessao extraordinaria no da
17 do prsenle mez, as 6 boras da tarde, na casa
de suas reunioes, e para a qual convida a todos os
seos associados.
O secretario
;__________^_____________Lima Bairao.
Joaquim Jos Gongalves
BeMo N
RA DO TRAPICHE N. 17 Io ANDAR)
Sacca por todos os paquetes sobre o Banco
do Hinho em Braga, 9 sobre os gaintes luga-
? em Portugal,
aber:
Lisboa.
Porto.
Valonea.
Guimares.
Colmbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Con4e.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelico.
Lamego.
Lagos.
Covilbaa.
Vassal (Vaipassos.)
Mirandella.
Beja.
Barcellos. .
GRANDE
Aluga-se o 2.0 andar do sobrado n. 2,
junto a igreja dos Martyrios, bastante fresco
e com commodos: tratar com Antonio
Jos Rodrigues de Souza na ra nova n. 50,
das 7 s 9 horas da manba, on das 4 s O
da tarde.
Trocam se
as notas do banco do Brasil e das calzas firiaes-
GAZEOL
DE
Burrin du Buisson
tjqaida voltil preparada por Smliuse, repro-
auzndo cnimicamente os vapores qne se soltam
em volu do aparelbo purificado do gaz carbnico,
d empregada con o mais seguro sccesso contra
BieuMBBSBOM
VJHM4I !U
Bitict e rtfarla
ISf ShstSMSSJ c.
W-Rm larga do Rari-34
Attenco. attenco.
Precisa-se aiugar duas escrava sem vieios.e
fiis, qne sejam boas vendedeirai: a tratar na
ravessa do gaz n. 22.
Attenc&o.
N. 25 Rna do Livramento N. 25
Deposito de tamancos e calcado nacional da fa-
brica da rna do Jardlm n. 19, de Jos Vicente 60-
dinbo, Unto no deposito como na fabrica se apromp-
tam todas as porcoss de calcado o mais barato
posiivel, eau fabrica tem todas as machinas pro-
prias para os calcados ja bem acreditados pelo
grande numero de fregaezes qne daqnl se for
necea.
Criado
Precisase de nm alado for
ra estreita do Rosario n. 28,
ou captivo
ido.
na
Aluga-se o pequeo sobrado de nm andar e
soto na roa do Caiabouco n. 90 : na rna Nova n.
14, obrado.
Offerece-se nma ama portugueu para oasa
Stpooea familia ou de bomem solteiro: qnem
pretender dirija-te ao pateo da ribelra de S. Jos
B. II.
Urna escrava
Sabonetes de alcafro
O nao destes sabonetas tem apret* os mais
benficos efleltos contra as impingeos, sarnas, U-
oba, caspa, comlcboes e todas as demais molestias
de pe le
VBTOB-8BNA
Batica]e drtgaria
#tm*lo)wnmDA c^sjahls.
4ma larfa de fceorie
Um aoco que tem TubillUcio para cobran
aixelro de algum esubeleel-
ment, dando fiador a sna conducta : a tratar nalprimeras letras a dnas meninas em na engeobo
raadaPraia de Santa Rita caa do solicitador distante do Recife seis leguas: a tratar na rna
Bar,
Paga-se mensalmente 2SJ pelo alugael de orna
escrava qne saiba cosinbar, engoamar e fazer o
mais servico de casa de ama canora estrangeira,
e pagamento sen' falto com a maior pontnalidade
e egnranca: a tratar aa roa da Seala Velba n.
M, 1* andar. -
PrcUaeOfiara mestra pira enslnar
Brasil Histrico
O primeiro numero do segando anno desta Re-
vista acaba de ebegar ; com elle principia a pa-
blicacio da revoloco de Pernambuco de marco de
1817. Assigna-se por 12* por anno : na livraria
frasoeta, rna do Crespo n. 9.
BSCR1HT0RI0 DE ADVOGACIa.
O Dr. Antonio Borges da Konseca e sea filho o
Dr. Beato Borges da Fonseca tem escriptorio de
advogacia 00 pateo do Paraizo o. 30, estrada pela
roa da Roda. Tratam com particular interesse to-
daa as causas de qne se encarregam._________
(joem precisar de om calzelro com praca
de taberna, refloaco ou fabrica de charutos, o
nal d fiador a sua conducta, dirlja-se a roa de
' rtas, uberna.39.
o
Tendo de se liquidar a loja de calcados france-
ses sita na ra do Imperador n. 2, previne-se ao
respeitavel que a mesma liquidacio tera' somente
logar segunda-feira 20 do corrente mez em diante,
e para se dar nma idea da baratezaabaixo se traus-
creve os precos :
Borzeguins de Mellier verdadeira. 11*000
Dito Sozer dito. ....... 8#000
Dito do mesmo fabricante de diversas
qoalldades..........8*000
Dito do fabricante Panion e Lavergne .. 8*000
Dito s diversos fabricantes de 5* a 7*000
Sapatoes de Sazer que se venda por
6*000-a........... 3*500
Borzeguins para menino de varios fabri-
cantes de 5* por .......... 3*000
Bolinas para manina dem idem .. 3*500
Dita para senbora idem idem Jolly 3*500
Sapatoes para menino de diversos fa-
bricantes.......... 3*000
Perfomarias do fabricante Labia e Piver, sorti-
mento variado de diversos extractos e agua de co-
lonia.
Camisas para bomem.
Bengalas, grvalas, cbaruteira de mbar, pen-
tes de uilaruga de diversas qoilidades e mode-
los, e emflm e mais ama infioidade de artigos de
laxo e bom gosto.
hrgos Ponce de Len.
J Direita n. 74.
MOLESTIAS DO PEITO
Aviso ImpmrUmte.
Os nico verdadeiros xaropes de bypophosphl-
tos de soda, de cale de ferro 00 Dr. Coorablll tra-
zem a firma qoatro veces repelida desta sabio me-
dico sobra o subscripto e a marca de fabrica da
Pharmacia Swann, 12, roa Castiglione, Paris.
Acba-se a venda en fraseos quadrados com o no-
me do Dr. Cborebill no vidra. Preco 4 francos em
Paris : Com instruccio
Vende-se em casa de P. Maorer d[ C.
Aos Srs. consumidores do
gz
A dlreccio da empresa So gaz convida respe-
osamnte aos Srs. consumidores qne por acaso
jossam ter qaeizas por falla de gax, ou ontro in
Sabio a o i* somero deste peridico liuara- deaveaiente que possa obrevir. qaelram dirigir
rio e potico offeraeido ao bailo aezo e vende-se a ou reclamacoes ao eacrlptorio a asnma n. 3111
80 rao amara avolso na typofrapbia Repnblf- roa do Imperador, aonde reaeberto immediata
cana a ru a do Imperador n. 3S. I prompto silencio.
AMA
Preclsa-se na roa do Rangel n. 6, usa que co-
iaba para pequea familia.
A Saudade
.

V


_
>
Diarlo de i'ernamfeoee --- Sabbado i de Agosto de 1807.
V
.
i
v


r
^OUWfy
COMPRAS
Moedas de ]o uro.
Nacionaes e estrangeiras assim como libras
esterlinas: campram-se Da roa do Crespo o. 16,
primelro andar._________________________
Comprase moedas de oaro de 2J, 16, 10J
e 9J> a roa da Cruz p. 3. __________
Comprara se paiacSes e praia braslieua li-
bras esterlinas moedas, de 9, de 105, de 165 e
205 por malor preco do que em outra qaalqaer
parte : na ra da Cadeia loja de fazeDdas o. 58.

PARA ZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurubeba garrafa......... lJoqp
Vinhode 14600
Plalas de vidro......... i6oo
Tintura de 64o
Extracto bydralcoolico de jurubeba ISjJo'oo
PREPARADOS" COMPOSTOS.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 2ooo
Xarope > _j6oo
Pillas vidro... aftoo
Oleo de jurubeba vidros.... 64o
Pomada de > pote...... 6io
Emplastro libra..... 25oo
PARA UZO EXTERNO
A JUIU EBA.
Esta plantar boje reconbecida como o raais poderoso tnico, como um excesi
lente desobstruente, e como tal applicada' nos engorgitamentos do figado e baco, na*
bepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammacoes
subsequeates as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do otero e abdomen, nos tumores glandulososj na anazarcha, as bydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparares ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, chloroses, faltas de menstroacao, leucorrbeias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debidade orgnicas; e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos afflrmam os mais distinctos mdicos desta cidade, entre os quaes
podem os citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reira.do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconhecem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at hoo ronbecidos para todos os casos citados
tanto que todos os dias fazem d'elle applicacSr.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral uiversos preparados da juru-
beba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinbam ainda a desvantagem de nSo
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna umitas vezes improficuo um
medicamento, que poderia produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de havermos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien'
ea applicacSo, tendo alm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeicao possivel, para-o que nSo poupamos esforcos, o5o nos importando o pouco lu-
cro que possames tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infalhvel cura
de qualque dos soflrimentos, que deixamos innumerados, se forem em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vantagem de escolber as nossas variadas prepa-
races, aquella que melhor lhe pode convir, j pela fcil applicacSo, ej pela complicacao
das molestias, idide, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparaces ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os composto de ferro que como
taes esto hoje reconbecidos.
Para aquelles que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberera a applicaclo de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
ea nosso deposito um folheto, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos av
mos preparados.
Deposite geral de todos radjd so apeos
Botica e drogara
34Ra larga do Rozario34
Moedas de prata
nacienaes, assim como pata-des portnguezes e
tiespanhe?, compram-se com premio : Da roa do
Crespo n. 16, primeiro andar. _____________
Libras esterlinas*
Compram-se com bom premio : Da pra-a da lo
dependencia n. 22._________________________
Compram-sc escravos
SIvdo Guiliierme de Barros, compra, vende e
roca efectivamente escravos de ambos os sexos
de. todas as idades: a' ra do Imperador n. 79,
e-rceiro andar._________ _________ .
Pataces
Compram-se pataces bespanhes, portoguezes e
brasileiros de cnnbo amigo, em casa de Adamson,
Henry & C, ra do Trapiche-novo n. 40.
25$600
WmWMI na loja de joias do corado de onro
n. 2 D, rna do Cabuga, moedas nacionaes de 20J
Ouro e prata em moeda
Compra se por maior preco do que em outra
parte : na rna Nova n. 31, loja de ferragens.
ouro e prata
Moedas de ouro e prata nacionaes, estrangeiras
de todos os valores se compram na loja de ouri-
ves junto ao arco de Nossa Senbora da Conceico,
ra da Cadeia do Recite, assim como ouro e prata
em obras velbas, brilbantes, diamantes e se paga
bem.
Cumpra-se
cobre, latao e chumbo no armazem da bs r ama-
rella no oltao da secretaria de polica.
Compra-se ouro e praia em obras velbas
na praca da Independencia n. 22.
Libras esterlinas
Compram-se no escriptorio de Antonio Luii
Oiiveira Azevedo & C, roa da Cruz n. I.
de
Comprase urna cadeirinba de rebu.o q
esteja em multo bom uso : a tratar na ra da lm
peratriz, loja n. U.
Compram-se
com premio meedas de ouro e de prata naclenaes
e estrangeiras: na ra da Cadeia do Recite n. 16,
armazem de Adriano, Cistro & C.
Compra-se
urna cafa no bairro de Santo Antonio al a qoan-
tta de 1:600JOOO: quem o tiver para vender deixe
sua morada em carta fechada nesta typographia
com as Iniciaes A. B.
Compra-se
Um preto e urna preta de meia idade, escravos,
com tanto que nao sejam de casa de commlsso :
na ra da Imperatriz n. 35.
VENDAS
por
rna
11200 em
do Crespo
NOSSA SEMIOA DA CONGENIO
Para edneacio do sexo masculino
Director Manoel Alves Vianna
O collegio da Conceigao, mudado ultimameute para o bairro de Santo An-
tonio, ra de S. Francisco, casa n. 72, contigua estacSe central dos trilbos
urbanos dos Apipucos, contina a funecionar regularmente, recebendo alum-
nos externos e internos, tanto para as aulas primarias, como para todos os
preparatorios necessarios matricula de qualquer faculdade, sendo os seus
respectivos professores pessoas moralisadas e de um concito magistral j
bem firmado nesta cidade.
O director deste aovo collegio contiuuando a emp'regar toda a solicitude no
desempenho de seu mandato, espera fazer-se mais digno da confianca com
qoe o vo honrando os senhores pais de familia, confiando-lhe bondosamente
os seus filhos.
Os estatutos do collegio, assim como o franco iBgresso em todas as snas
dependencias, estSo sempre a disposic5o de qaem possa interessar.
tf
DE
J.
;de
VIG3VES.
~. 55. HUA DO IMPERADOR X, 55.
G pianos desu amiga fabrica sao hoje asss condecidos para qae seja necessario insistir sob re
itu euperioridade, vantagens e garantas que offerecem aos compradores, qnalidades estas incontesu
veto qoe elles tem definitivamente conquistado sobre todos os qae lera apparecido nesta praca ; pos
anindoaa teclado e macbinismo qae obedecom a todas as voutades e cartenos das pianistas, sen
tianc* 'alDlr> Por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melboramentos importan-
vssimos para o clima deste paiz: quanto s vozes, sao melodiosas e flautadas, e por isso muito agrada-
Mis aes owidoa dos apreciadores.
46 conforme as encommendas, Unto nesta fabrica como, na do Sr. Blondel, de Paria, socio
iorrespont e J. yignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as exposi_5es.
wl?** ***,*teciinento se aehara sempre um explendido e variado sortimento de msicas doa
amores amores da Earoaa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendi por
nrefOBCOBunodoserazoavel.
A NACIONAL
Companiia geral nespanliola de seguros sobre
a vida
AUTORISADA PELO REAL DECRETO DE 21 DEDEZEMBRO DE 1859
*OtGKRAL
BANQEIROS DA COMPANHIA
Baoeo de Hespanha
DH_1
adrId: Ita *e Ut Ag0fU_ho
*
panhla en 15 de Jailho de 1866.
on moeda brajrterra
ItaaeSo da eoi
Apolices 19:700 Capital Rs. 127:1444*70
Rs 12,714:476,5(000
A Nacional abraca toaas as conbinacoes do seguro de supersivencra e tfotla pode
tazer-sesub3cripc5o de modo que em nenhum caso se perd osj& imposto Matos lu-
cros correspondentes.
Urna afianca depositada.'nos cofres do.'estado, garante a boa administradlo da coa
patuiia.
Os fundos da companhia so invertem em ttulos do estado e se depositan no ban-
oc de Hespanha com intorvencSo do delegado do governo e do conselbo aamiDiilrativo.
Vende-se um sitio na margen do rio Capiba-
oibe : a tratar na *na do Queimado n. 18 A.
Vndese a taberna da rna de s7~Bom Jesns
das Crioulas n. 21, livre e desembarazada de qnal-
quer transaccao : a tratar na ra de Hortas nu-
mero 64.__________________^__________
HIST0R14 DECIRLOS
XII
Eei da Suecia
FOR VOLTAIRE.
Vende-se esta ezceilente obra
broebura, na llvraria Econmica
n. 2.
Na mesma livraria tomam-se assigoatnras para
avida de Horacio Nelsooo celebre almirante
ipglez a \& cada eiemplar.___________________
Mi
Vende-se mel : a tratar a roa do Apollo n. 4.
Vende-se um escravo'carreiro, de mui boa fl"
gura, sadio, com idade de 24 a 26 anuos: a tratar
na rea Direita n. 9, entrada pela rna da Penba,
sobrado pintado de novo.__________________
Lttenco.
Vende-se na falta do bacalbo tainbas seccas do
Para por prego commodo a 1} o cento : na ra
do Trapiche n. 26 A.____________________
Na ra do Trapich n 16.
acham-se os seauintes devoso
De R. Brnninghans em Nnits.
Boargogne.
Vinho Pommard tinto.
Cortn tinto.
Santo Georges tinto.
Cbambertin tinto.
Rlcbebourg tinto.
Cios de Vougeottin o.
Chablis branco.
DeH. A.Weef em Francfort:
Bheno.
Geisenbeimer.
Liebfraumilch.
Marcobrnnner._________________________
Em casa de Tbeod Christiansen.rua do Trfa
piebe-novo n. 16, nico agenta no norte do Brasil
daBrandenburgfreres, Bordea, encontra-ieea
lectivamente deposito dos arligos seguales:
St.Jnlien.
St. Pierre.'
Larose.
Chateau Loville.
Gbatea Margaox.
Grand vin Chateau Lafitte 1868.
Chateau Lafitte.
Hant Santernes.
Chatean Santernes.
Chateau Lataur Blancna.
Chatean Yquem.
Cognac em tres qnalidades.
Azeiledoce. Preces de Bordeanx.
K Farinba de mandioca a 3*800 o sacco : no
armaxem de Candido Alberto Sodr da Malta n?
travessa da Madre de Dos n. 14.______________
Farinha de maadioca superior:
A tratar com Tasto Irmaos, on no trapiche Ba-
rio do Llvramento no Forte do Mattos. _______
Cal de Lisboa
Veoie-se no armaxem de (David Ferreira Bai-
lar ra do Bromo. 66.
Vende-se dous barros de boa qual idade paH
velos na coebeira da roadt Senzala Velba n. 12,
e para tratar no hotel d'nivers defronte do ai
nal de marinba.
ATTOC10
No armazem de fazendas de
Santos Coelh, ra do Quei-
mado n 19.
Bom e barato
Cambraia de cores matisadas finissimas a
800 a vara.
dem brancas transparentes Anas d3 4.
ftfOOO, U, U, U e 90000 a peca com 10
jardas.
dem branca tapada de 80 e 90 a peca
com 12 jardas.
dem branca franceza muito larga a 90 a
peca com 8 varas.
Baloes de 35 e 40 arcos nesgados para
senhoras, a 40500.
dem de 35 e 40 arcos com ferrugem a
20500. *
dem de mursulina nesgados a 50.
dem de crochet a 50.
dem de mursolina para meninas a 30 e
30500. .
Saias bordadas a 50.
Gambraias admascadas paja cortinado a
120 a peca com 20 varas.
dem para forro a 30 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linbo muito fina de 60 e 90 a
vara.
Madapoles finos de 60, 70, 80, 90,100,
110 e 120 a peca.
Platilha de algodJo superior fazenda para
saias a 30200 a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 20600.
Lences de bamburga fino a 20400.
dem de bramante muito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Guardanapos de buho adamascados a...
305OOaduzia.
Atualbado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 20 a vara.
Algodo enfestado com a mesma largura
a 10100 a vara.
dem trancado de algodSo a 10600 a vara.
Toalbas alcochoadas de linho lisas a 110
a dnzia.
dem de algodo felpudas a 130 e 140
a duza.
Colchas de fustao a 60000.
Retondes de fil preto a 60.
Chales de fil a 50.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
20 e 20500 a duzia.
Lencos de cassa fimssimos a 30200 e
30600 a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 10000 a vara.
Grosdenaples preto bom a 10800 e 20
o covado.
Moreantiqoe preto superior a 20800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 800 rs, a
Kival sem segundo.
Roa do Quelmano o. 49.
laer aeabar com as fazeidas abaix*
mencionadas.
(Jaeirin vr ver o qne bem e baraiissima.
2SL de laby"nto com bico, faienda boa a
o#500.
Carreteis de fiaba com 100 jardas a 30 rs.
Grvalas pretas e de coree muito finas a 500 ra.
Calas de obreias de massa muito novas a 40 rs.
ODfiadores para esparlilbo de cordao e fita a 8
ris.
Carreteis de linba Alexandre com 400 jardas a SOt
ris.
fraseo de oleo babosa a 320 e 300 rs.
pitos de dito bigleniqoe verdadeiros a 10O0.
itos dito falso a 800 rs.
Ditos de macagar perola a 200 rs.
jabonetes muito finos a 60, 160, 200 e 320 rs.
unos de bolla muito finos a 240 e 320 rs.
Uixas para rap com bonitas estampas a 100
Miadas de Imba froxa para bordar a 20 rs.
^aras de cordao para espartiiho a 20 rs.
'al320VO,tea,,OSPara r6g*5ar Cibe" de meDnfc
Frascos de macaca' oleo muio fino, a 120 rs.
Abotadoras muito Unas para colletes a 500 rs.
irtoes de hnha branca e de cOres a 20 rs.
Libra de arda preta superior a 100 rs.
Sscovas par* fato, rateada boa, a 500 rs.
Varas de franja branca de linbo para toalba a
uu rs.
Pegas de bico estrello com 20 varas muito bonito a
l_pUUv
Varas de papaBna de dlffarentes larguras a 120,
160e200rs.
Caixas de palito balao a 40 rs.
Caixas de palitos de segnranca sem eDcbofre a
60 rs.
Sabonetes de familia a 100,160 e 240.
Grosas de botdes de madreperola para camisa a
500 rs.
Caixas com soldados de chombo para meninos a
120 rs.
Cartllba de doutrina cbrisla a 320 rs
Latas com superior banba a 200 rs.
Qoadernos de papel pequeo superior a 20 rs.
Dmia de baralbos trnceles superior ?J.
Aviso agradavel.
Soma ares & Irmio.
Boa Nova o. 28.
Vendem :
5.bas muit0 SODeriores m novdlos sortida a
2#UO0 e 2500 a )bt>.
Dita mais inferior a 1#200 e I#SOO.
,,. ia ? gaz> Dreu> branc* e de cre? em cai-
xas de 40 novellos, 800 res.
rei"S em ca,xas de c0 Dove|los branca, a 7
Pila em caixas de 10 novellos grandes, a 540
doX!.a branca e prela> em cari5es'a 16reis
Dita e Alexandre, carros 200
a dona.
Dita em carros, com 80 jardas,
duzia. '
2_Agu!bas de fundo dourado muito au, caixa
Ditas ingleza, sortida?, milbeiro 700 reis.
Grairpas com cabeca de 'vidro, duzia a
res.
Ditas lizas e crespas, ma_o 30 e 60 reis.
Colxete em calxinbas, doria 640 reis.
Dito em candes, dmia 600 e 90Q res.
Espoletas verdadeiras, B B, cana lO res.
Altnetes em cartas grandes a 140 reff.
Ditos em cartas menores, 100 reis.
Ditos em caixas com meia libra, 320 reis.
e 5{J! malreperola para camisa, gresa 460
Diios de osso para calca, grosa 200 reis.
D tos de lou.a, grosa 160 e220 reis.
a du?aS moembi Para Pnnb0. 5600 reis
Peales para alizar, duxia 1*100,220O e 3*000
Ditos mnito saperiores par bixo?, dnzia 2*000
iJtlOt5 p?ra cc d.nxla ,*50. 1*80. 5* e
j#oo reis.
ardas, a 1*200
a 360 reis a
ia a
160
muito superiores, duzia de
PBAMhGIA
DE
vara.
Bramante de linbo com 10 palmos de lar-
gura a 20500 a vara.
dem de linbo com 5 palmos a 10200 a
vara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Riquissimos basquins a 250000.
Assim como oatras muitas fazendas que
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de todo,
AttencSo. g|
Vende-se urna escrava moca perfeita cosinheira
boa engommadeira, para ver e tratar na ra Di-
relta n. 86, primeiro andar.
Arados americanos
Samuel P. Jobnston & C. tem para vender supe-
riores arados americanos : a ra da Senala Nova
n. 41
[Grande armazem de tin-i
tas medicamentos etc.
Roa do Imperador n. 22.
Productos chimicos e pharma-
ceuticos os mais empregados em
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tora e para tintnraria.
Productos industriaos e tintas
para flores,como botes de Aeres
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenlio.
Productos cbimicos e industriaos
para photographia, tintnraria, pin-
tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
prido directamente de Paris, Lon-
81- dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa *
pode offerecer productos de plena m
confianca e satisfazer qualquer en-
| eommenda a grosso trato e a reta- |
mh lho e por preco commodo.
*M* *M*MftM*
mmm
Este estabelecimento acaba de recebar lindas
chapelinas para senbora, ricas calxinbas para cos-
turas, ditas para joias, pentes dourados para coco,
relas muito ricas, assim eomo cintos e polseiras
da ultima moda de Paris, ntremelos e babadnbos,
bonitos toncadores dourados e de Jacaranda, espe-
Iboa escossezes de diversos tamanhos e ricos cai-
vetes para senbora, voltas para pescoco, gravati-
nhas, bico de seda, dito de algodo, Iabynntho, e
muitos outros objectos de apurado goeto, qne se
torna eofadonbo mencionar, tudo por precos mni-
to commodos: a' rna da Imperatriz n. 70, na loja
daLealdade._________ _
No trapiche do"^ar3o do Livramento
no Forte do Mattos n^ 15, continaa-se a
vender saccas com farinba de mandioca aos
presos de 30500 a 50, sendo deste ultimo
proco, (arroba muito especial, ella antes
que ae acabe.
Vaoaa-se ama escrava
Joaquimde Almeida tinto
A jurubeba contra o ingoryi
lamento do figado e do bago.
Em extracto alcoolico, empl'ai-
tro, oleo, tintara, plalas,
xarope e Ylnlio
A jurubeba orna das substancias medi-
camentosas que pertencem ao reino vege-
tal, e pertence a classe dos tnicos e desobs-
truentes, sendo empregada com vantagem
contra as febres intermitentes acompanbadas
de engorgitamento de figado e de baco. Ella
tem sido applicada com incontestavel pro-
veito contra a anemia ou cblorose, e hydro-
phesia, catharro da bexiga, e mesmo para
combater a menstruafao difficil, resultante
da mesma anemia ou colorse;
Depsitos geraes
Em Pernambuco, ra larga do Rosario
n. 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
Daurado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs, Casc5o & C, Macei, pharmacia do Sr.
Claudino, no Havre, pharmacia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, na pharmacia do Sr. Feij.
Sedas largas
A 2* o covado
S na leja ds pavo.
Vendem-se modernissimas sedas com largura
de chita franceza, sendo com padrSes modernos,
tendo entre ellas cores proprias para quem est de
luto : vende-se pelo barato preco de 2* o covado :
grande pecbiocba : na loja e armazem do Pavo,
rna da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Cortes braceos
A 500 rs.
Vende-se bonitos cortes de cambraia branca com
bonitas barras bordadas e teodo tambem algnns
com bonitas barras de cores ; vende-se nelo bara-
to preco de 3*, na loja e armazem do Pavo, rna
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Alpacas de cores
ASOOrs.
Cbegaram as mais bonitas alpacas de cores para
vestidos com desenhos miodos e graudos, tendo
largura de chita franceza, e vende-se pelo barato
preco de 500 rs. cada eovado ; grande pecbin-
cba : na toja e armazem do Pavo, ra da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Bramante a 2$,
Vende-se superior bramante de linbo alvo com
10 palmos de largura, pelo barato preco de 2* a
vara : na loja e armazem do Pavo, rna da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Algodo a va Hado
Vende-se pecas de algodo largo mnito encorpa-
do, pele barato preco de 5*500 a peca : na loja e
armazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Retalkos
Vende-se nma porgo de retalbos de chitas e ca-
cas pretas, por preso barato, na loja e armazem do
Pavo, rna da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Sedas a 320 rs. o covado
Vende-se nm bonito sortimento de sedas de listas
que sempre se venderam par muito mais dinheiro
e liqoidam-se pelo baratissimo prego de 320 rs. o
covado, s para acabar : na loja e armazem do Pa-
vo, rna da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Pbosforos de cera
caixinhas 320 reis.
Baralbos francezes muito fios, 200 reis.
Ditos portoguezes mnito boas a 120 e 160 reis.
Espelbos em quadro dourado a 120.
Trancas lizas e de caracol, peca a 40 50 e 60
r615.
Fita de 15a para debrum, vara 100 reis.
Uita de algodo branca, peca 240 reis.
pit de linbo, pega 40 reis.
La de todas as cores para bordar, libra 6*000
res.
Garante-se clnceridade e baratfsslmos precos
RA JNOVA N. 28.
1'ILIjIS
Xarope e Ylnho ferruginoso de
Jurubeba eom pyrophosphato
de ferro.
Cblorose, anemia, escrfulas, racbitismo, blennor-
rbagia, leueorrha. febres intermitentes e ame-
norrba (menstrnajo doiorosa e irregular)
etc., etc.
Ha muito que tinhamos em vista assoclar o ferro
as nossas preparares de jurnbeba ; mas levamos
tempo a experimentar qual a preparacao ferrugi-
nosa, que mais conviria ao organismo humane,
vinao por fim a decidirnos pelo pyrophosphato
de ferro, com o qual podemos prepara r os nossos
xarope e vinbo de jurnbeba ferruginosos.
Temos a observar, porm, que o uso dos medi-
camentos de jurubeba com o pyrophosphato de
ferro nunca pode occasionar a pbtysica as pes-
soas ainda as mais delicadas, como mnias veaes
tem a-onlecido alea pessoas robustas, que se ho
servido do mesmo medicamento preparado com
ontras substancias ferruginosas, por Isso que o
phosphoro debaixo da forma de pyrophosphato, e
um meio propbylatieo reconhecido infallivel con-
tra esta terrivel affeccao.
As preparaces de jurnbeba, a que bavemos as-
sociado o pyrophosphato de ferro, sao mol prove-
tosas no tratamento das molestias das senboras,
taes como a cblorose, anemia etc.
Estas molestias manifestam-se com os sympto-
mas seguintes :Descoramento geral da pelle e
das membranas mucosas, magreza, in^-baco das
faces e das pernas; excita$io Bervosa, bysteris-
mo, melancola, debidade muscular, dores ne-
urlgicas, pulso mais frequente do qoe no estado
de sade, calor febril, pelle secca, appatites de-
pravados, vmitos, priso de ventre, menstnuco
doiorosa, irregular, pouco abundante, descorada,
nulla, flores brancas, amenorrhagia e infecandi-
dade.
Dste estado espantoso, alias to ordinariaro nt6
reconhecido entre nos em erescido numero d se-
nboras, desapparece s com o prudente nso das
preparaces cima.
nico deposito destes medicamentos :
pharmacia de J. A. Pinto, ra larga do Ro-
sario n. 10, em Pernambuco.___________
lrrita$to dos pulmoer. angi-
nas, tosse, escarros de
sangue, crupo ou garro-
tilho, catarro, rouquid&o
e todas as innumeravei molestias que affec*
l3o aos orgos da respirado
DESAPPARECEH
odiante a ac.o da balsmica e irrev
ANACAHUITA
Sal do ss
A bord do biate Lindo Pagete, vende-se na
rna da Cruz n. 23, escriptorio de Antonio de Al-
melda Gomes.
Gil Braz de SanthaM
Este inimivel romance de Lesage, trado-
zido por Bocage, vende-se por 4* embro-
xura, e 54 encadenado: na livraria Econ-
mica, roa do Crespo o. 2 defroote do arco
de Santo Antonio.
flgnra, pica,
Pogo o. 9.
de 24 annos, bonita
natural de Sobral: na rna do
0 arrobe vegetal
moilo superior aos xaropes de Cuisinier e de
Laracy. De fcil digesto, agradavel io paladar
e ao alpbato, elle cura radicalmente, sem mercu-
rio, todas as affeeeAes da pelle, impingeos, alpor-
cas, temores, ulceraa, sarna defenerada, eaerofa-
las e eaearbnto. E' sabr Mi poderos as mo-
leaUai rebeldes ao mercarlo ao iodnreto da po-
tassio.
NICO DEPOSITO
Pharmacia de Joaauim de Almeida Pinto,
rna larga do Rosario n. 10.
fende se nm eavalloroco, bom andador, por
preco cinmodo: a tratar na roa da Praia o. 9Z. i
*
jjgPbaroaacla enpeclal hoanto-^
patulea do Dr. sabino O.
L. Plnbo.
Cha de 1* 8orto para nso das
pessoas que se tratara homeopti-
camente.
Vende-se em pacotes de libra
3,5200 rs.
Rna Nova n. 43.
**
Fundi$ao dAurora em
Santo Amaro.
Completo sortimento de tafias batidas e fundi-
das, alambiques de todos os tamanhos e fundos de
ditos, moendis de todos os tamanhos de superior
qnalldade, crivos e boceas de fornalba, o qne tudo
se vende por commodo preco. i
Attenco*
Na roa lo Qaeimado, leja de fazendas n. 41,
vendem-ae ricaa capas pan aaobora, de merino,
bordados, de todas ai cores, dos rnart moderno*
qae am vado *i aereado, por prego cernaao___
ITTHfCl^
Vende-se tartana de
PEITORAL de KEMP.
.ndioea
va: io armazem do Atoas i. X
faadega.
mnito floaaal-
delronte da al-
i
aaanacahuita mexicana que d o nome es-
pecial este incomparavel remedio, na
arvore, coja madeira por muito tempo se
ha usado no Tampico para a cora das en-
fermidades cima mencionadas. Foi tam-
bem ensaiada e approvada pela academia
medica de Rerlim. O peitoral de Kemp
om xarope delicioso inteiramente livre de
opio, acido hydrocyanico o outros ingre-
dientes nocivos.
A' venda as drogaras de A. Caors, Rra-
vo & C. e P. Maurerv C, e em todos os
estabelecimentosphamracenticos do imperio
Para liquidar
Vende-se galoes de palheta branca e amarella
para armacoes de igrejas pelos seguiotes prejoc- :
80, 160,180 rs. a vara.
Esptgoilba amarella e branca a 30 rs. a vara.
Bico pratlado a 80 rs. a vara.
Volante largo a 300 rs. o covado.
Qoem precisar dev aprovellar a occasio por-
que talvez nunca mais possam comprar por tal
preco e estes mesmos baratissimos precos ni-
camente para fecbar contas de commisso : isto
s se encentra na loja da fazendas do Pa >o roa
do Crespo n. 7 A, esqalna da do Imperador.
Aos agricultores
Sannders Brothers & C. acabara de reeeber de
Liverpool vaporea de forcade 3 a 4 eavallos com
todos os pertences e mal pcoprios para fazer mo-
ver machinas de descarocar algodo, podando ca-
da vapor trabalbar at cem 140 aarras, tambem
servem para enfardar algodo on para ootro qual-
quer servioo em que nsam trabalbar com animaes.
Ot mesmos tambem tem a venda machldas ame-
ricanas de 35 a 40 aerraa : os pretendemos diri-
jam-se ao largo 4o Corpe Santo n. II.
^ CbafBNTO.
Vende-se cemento Portland: no armazem de
Vicenta Ferreira da Costa & Pllho, rna da Madre
de Deea'a. M.
Vende-se a taberna da roa do Hospicio n.
38, a qnal teta comaaodos para familia, pelo dono
andar doente, a tes de retlrar-se para (ora.
A


*
6
tarto de perataamlmeat ... ubbado f I de Afoato de 1867.
s-s.
I a I I 111 I I 9 I lllkll'll A <
1 lili 11 I la I I 11/ 11/1
RA DO BRUM M. 38
0 proprietario deste estabelecirnento deseja chamar a atteocSo dos senhores pro-
pietarios para os acreditados mechanismos que contina a fornecer ; os quaes garante
W como sempre. da melbor qualidade possivel:
Machinas de vapor
occa de um cavallo para cima. As menores sio mui proprias para motores de toscaro-
cementosde algodSo ; ellas viajamarmadas e podem trabalhar dentro de 24bJi"5
de chegarem do logar. Ellas levam todo qaanto preciso para o trabalho, e *."
brecellentes. As machinas maiores sio proprias para a moagem de canoa, e mjw
qne podem junta e separadamente moer canna e descarocar. Ellas podem-se appucar-a
qualquer moenda i existeute sem ootra madanca do qae a satatUmtfD das rodas a aiman-
jarra, ha tambem com moenda junta. Ellas tem depsitos d'agua, e boeiros de ferro,e
oio precisam para sen asseotamento de obra alguma, qur de carapma, quer de avenara.
0 tempo para assenta-las nao excede de doze dias ao mais, e em casos de mortes ae ani-
maes oa arrombamentos de acudes, etc., garante-se o assentamento em oito das, loaos
estes vapores sSo simptissimos na constrac$5o, e se regem por qualquer pessoa intelligente,
a acilfflade da conduocao sendo especialmente considerada, tanto que nao ha logar em qae
nao se possam conduzir, qur por trra, qur embarcado. .
Lenabrase aos senhores de engenho que i venda dos animaos e o serwco a a
gente oceupado no seu tratamento os ho de recuperar da maior parte da despea do
vapor, deixado-laes a vantagem de urna moagem certa e accelerada ; e acabando com a
despeza da compra continuada de novos animaes, e com os desgostos do trabalno que se
tem com e!les. MOihft,
Ser talvez desnecessario lembrar aos compradores de vapores a vantagem fljVjr
resulta de comprarem suas machinas garantidas em urna fabrica, tendo artistas comp
lentes para assentar as mesmas e ensinar a maneira de trabalhar com ellas, e ja Pj^P3"
radas para arremediar qualquer desarranjo; facilidades estas que jamis podem encon-
trar comprando as aos simples negociantes, os quaes por falta de conbecimento na ma-
teria nem se qar podem garanti-los de que as machinas que vendem sbjam propnas ou
sufficleatss para o trabalha em que se queira emprega-las, e no caso de desastre nao po-
dem prestar lnes soccorro algum; sendo qne anda qnando venham as fabricas para-con-
certar as machinas albeias, torna-se-ha preciso fazer repentinamente moldes novos, etc.
para as pecas estragadas. J numerosas vezes estes vendedores tem representado seas
vapores como sendo de forca mui superior sua actual e verdadeira forca; equivoco
este que tSo s eagana ao comprador acerca do trabalho que possa tirar do vapor, mas
tambem da lugar ao pagamento de um prego excessivo, vista da forca real da machina
que compran.
Tambem ba sempre prompto rodas d'agua de ferro, sarrlhos com cruzetas para as
mesmas moendas de canna de todo o tamanho, rodas de espora e angulares, paroes ou
joches para recebar o caldo, crivos e portas de fornalha, taixas de ferro batido, (andido e
de QDbre, formas de ferro galvaoisadas para purgar assucar, bombas simples e de repu-
dio, alambiques de ferro, eixose rodas de carro, arados, grades, encbadas a cavallo e ou-
tros instrumentos de agricultura, moinbos e tornos para fazer farinha e finalmente todo o
objecto de mechanismo de que se costaba precisar.
Na fabrica se fazem obras novas encommenda e cencertos, com a maior presteza
e solidez. O grande deposito de pecas e objectos habilitam-aa muio para este fim.
O proprietario ser sempre mai feliz de poder dar informacSes ou eactarecaaento
aos senhores que se servirem de seu presumo.
D. W. BovniAN, engenfceln.
PLLAS de BLAHCAED
n nuo nuLnoLVB
ApproTadaa pela Academia de Medeeina de Para
unutMi iw cmuh M m sai laiaaemu
TABA* HOS MCmall M flMOA, DA LOICA, DA IiLAHDA. DA TOBgOIA, I
JKapOt twiiM mi Bmaeeifoie Vnitrfai, de Nrw-York, 189, de P*r, 1855.
Estas Plalas btoItiIm a "ama tajoada rejiDo-bebaraica de ama teoWade asman, M
avuttfta l aere inalieraTeis, tem eetor, de um pequeo reJaae, e de m6 oaoaoroai os
orn) digestrroe. Goaando dii propriedades Ao Iodo e do IUMi ollas osares ariaai-
palmeate aaa affecooes Cklorotica, Eurofuloiet, lueeremtoeoe, Concrotat, bi tmuerrke*.
mnorrkta, anemia, etc.; enGra, ellaa offerceea ao* praUeof urna aKdlcaea du Bil enr-
gica* pan modificar u conataieoo tymphetieee, froem H.B. O Monta 4* ferro aaoaro aa aaeraae 4 aaa saeeiee-
neolo ofiel, irritante. Como prora do sarasa a da aWoanrirtade aai
rertadelra Plalas de BlaaearO, dora -oa eligir aoaaa ado Ae
rata reactiva e amaa arma, aaat laarodaiiaa.njaoaaaoaaaa aario
inferior da uaa retal* ertfe. Beta -ao aanaanar Aaa falaeaaot.
Aefeaa-ae cea teane ao mai aaa alai narsaoiM, ra Boaoporto, a. Pari*.
PREPARAGOES FERREAS-MAHGANICAS
APrROVADAS PELA ACADFMIA Di HBDIC11M
DE BRIN DU BUISSON
Ptirmactelko, read acia AcaJeoia de Itdcist de Pvk
O eminente professor Trousseau, aa nhima edicSo de sen Tratado ds Thera-
peutica e Materia medica, reconhece qiie os ferruginosos simples sio militas
Tetes inefficazes para curar as molestias que teem por causa o empobrec memo
do sangne. Mnitos mdicos dos mais dislinctos attribuem esse m o xito ausencia,
n'essas preparafoca, do manganese, que se aeha no sangne, como o tem recontecido
os chinacos os mais peritos, sempre intimamente unido eom o ferro. '
B' pois, prestar-se um verdadeiro servco aos S'** Mdicos, o chamar-se saa attencSo
sobre as preparaves seguintes.
i PfiS vPiTPfll manffnnicftfi aan^ tmmediatamente tuna agua, acidilada,
I ITO iri I n lUdUgdBlCW gazota, agradave!, substituido com vaBtaCem
O economa as aguas mineraes ferruginosas.
2 Plalas e Xarope de iodureto de ferro e de manganesc ioalteraveis
eoBtendo cada urna cuco centigramos de iedureto de ferro manganico indicadas
lymphaticas, escrofulosas, e as chamadas cas-

particularmente as molestias
osas e tuberculosas.
Brames de lactato de ferro e de Hiaaganese
Plalas de carbonato frreo maogaaieo
alternar estas duas preparares di ot melhores reoaltad'oi!
O 9' Bnrin da Buissen desojando obttr a adheeio ooapieu do publico medieo
re do yalor de ssas preparacSes, previa* qie eile as p6e fntaituaeat* a saa
dispoatc**, dingendo-te;
No Pernsmbuc, a sen agenu geral, Mswrer O, pharmaeeutieo*, ra* Hora.
rocehadas espeeiabnente
para a clslorosis, a ane-
mia, a leucorrhea, a atne-
aorrhea. A indicacio de
a m
mimi
ai
INJECTION BROU
Ujtleulca Ualaimal o PreaerailTa, abaatu
aaa aahuiaaea toBoaa do aiiaia. (% a la
o iaraMot %, Siofejiaad BtaaaMa, 14a.
a aaia a.ua oara aaa Daoboai aadiUTo. Veaao-oi
a aaa\. (Moaaaa f
Veade-se oa pharmacia de P. Maurer &IC, roa Nova.



NOVO DEPOSITO
MACHINAS
Pama i>E5CAH0eAR.4LG0DA0
Maiioel Bcanto de Oliveira Braga.
53-aaia DlreiU .-53
Ueste estabelechaento se encentrarlo
verdadeiras machinas americanas chegadas ltima-
mente, as quaes So feint? pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso aa a todas as pes-
eoae que precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecimento que compraro das mais perfeitas
oeste genero, assim como mais barato do qae em
ootra qoalquer parte, por isso que se recebe por
ooota propria, bem como camos la chumbo e moi-
nhos para meer atibe, e grande aurtamaato e fer-
ragenteaMBdeas eafrrea retalfle.
Ifacbinas americanas para moer caf, de1]
laoo.iysteai, 4tfonraa4nra reflnaco.
Idea dem para ttilha.
OMOURODEVENBZa
Ao respeitavel publico peraambncano pede-se
Atlenco
laiteigt iigleu
320, 500, 800 e 15 s no armazem se acha vista. -
Maateiga franceza
em horas 560 e 640, ea barris se Jar differenca.
Banha de porco
em libras 320 e 380, em porcjfo se far differenca.
Fructas
om calda Pera, Pecego, Rainha Claadia, Alperxe e nutras muitas 500 e 640 a lata.
Ervilhas
Portuguezas 640, francezas 900.
Fama
em latas do Para e de albaneque, lata Id e 1/5200.
ama de nallho
em pacotes, dita da trra 100 e 200 a libra.
VIlllO
de Bordeaux em caiaa duzia 54, garrafa 500, dito de 80 a duzia, 800 a garrafa, dito a
140 a duzia, 10200 a garrafa, dito do Porto a Si, 120,180, 240, caixas de dona, assim
como figueira caada 34500 e 40, poro J A A Ltobea 4800, 30 6 30500 a qnahdade
convida.
Loja do Gallo Vigilante
aa
em lata de 5 gales e mais pequeas a rontade do comprador em garrafa-
Alpiste
140 e 16 0 a libra, piingo a 100 a libra.
Afeite
em garrafas a 800 e 10.
CHARUTOS ...
em caixa de 50 por 10, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em catxas de 100, anos
da EiposigSo caixa 50, ditos de Regaba caixas com 100 a 24500 e outras multas marcas
que s na presenca dos compradores."
PREZUNTOS
delamego em barril, ditos de fiambre o melhor que ha no mercado por preco que raz
admirar! I
DOCE DE GOJABA !
caixes de 560 fino, ditos de 105OO que parece marmellada, dito em latas marta Boa
qualidade a 10200.
BOCETAS
com doce secco a 10 e 20.
QUEUOS
do Alentejoem latas chegadopelo vapor Oneida, ditosFlamengosePratos dos mais novos
que ba no mercado.
AZEITONAS _
de elvas como no mercado no temos a 10 a lata, em barris do Porto a 10 como n5o ha
melhor.
DE
Guimarcsi Freitas
RA DO GBESPd H. 7.
Os donos deste bem coohecido estabeleci-
mento, tem a honra de-avisar ao respeitavel
poblico, e com especialidades aos seos nu-
merosos freguezes, que acabam de receber
um completo sortimeato de objectos de aui-
to gasto e de compteta novidade oeste aer-
eado e que os tendo reeebido en direituTa, os
podero vender per meaos qae eatro qual-
quer.
RequissimBk leques de aadrtperola
branca.
Requissimosleques de madreperola preta.
Lindos leques de sanales para seeaera.
Ditos de sndalos para meninas.
Leques de faias muito Hades.
Ditos de ossos.
Lindos port-bonquetcom cabo de madre-
perola proprios para casaaentos e bailes.
Lindos cintos para senboras com fi v ellas
e fivellas de differentes quahdades e gosto.
Reqoissimos enfeites com coques e sem
elle.
Luvas dejouvin. ioteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Luvas de seda, fio da escocia, algodSo e de
outras qualidades para senhora e homem.
Lindas trancas pretas e de cores om ve-
drilho e sem elle, assim como lindissimas
guarnieres para enfeitar basquines e botoes
para os mesmos.
Lindas touquinhas e sapatinhos ricamen-
to enfeitados proprios para baptisados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Bengallinha para meninos.
Lindos pentes de tartaruga, massa e outras
muitas qualidades.
Muito boas escovas para dentes, chapos-
roupa, cabellos, unhas e paralimpar pentes",
Superior liabas para crochet.
Agualbas para o mesmo fim.
Lindos agulheiros e dedar de madrepero-
la emarfim, assim como de metal.
Lindas guarnieres de botoes, para oolets,
punhos e eoierinhos.
Ricas capellas para noivas.
Meias de seda para senhoras.
irmann
fRXJA VA N. 21,
asaba de recabar wa lindo e magnifico sot*
timeeto de ocaos, laaos, binculos, do al*
fme eaais aptrraao goteo da Europa e oeo
los de alcance para observacoes e,:para e
martimos.
imi m mmm
atoa do QaelaNia 49, loja e
aataocama
Jos Bigoatnno
Varas-de bafcado brdalo do Porto a 100 re.
Carreteis de retro: preto cora dais oitavas prowio
para machinas a 300 ts.
Agnlhas para machinas a #000.
Pregos franceres de todos os tamanhos a 240 rs.
otas de botoes de osso para calca a 200 M.
t-speibos doarados naito fiaos a 1*000.
unas com llnha superior para marcar a 240 r*
Carrlleisdeweox.'de toda as cores rs*
Fraseos dagoa de Coloniamoito superior a WO w.
Frascos de oleo moito floo a 500 rs
Pecas de traoca branca de caracol 'a SO rs
tela de tesoaras pequeas a 480 rs.
Frascos d agua para limpar dentes a 500 re.
Redes pretas Usas para separar cabello a 390 re.
Caixas de l.nba do gai de 30 novellos a 600 rs.
dem de palitos da saimn a 20 rs.
Garrafas de agaa Florida terdadeira 1#0C0.
Babados do Porto de todas as larguras e todos ai
pregos. w
Silabarlos eotn estampas para meninos a 320 rs
Memento da roupa de lavar a 100 rs.
Doxlas de meias multo Anas para seohora a 4108
Agulhas francezas a balao foapel) a 60 rs.
Pecas de fitas de laa de todas as cores a 500 rt.
Groias de botSesoe porcelana prateados a IWr ,
25* y""11" tranceres a 80 re. '
IS i6 m ?7elP" molto Unos a 00 rs.
Resma de papel de peso braceo liso a 2*.
Frasco com superior tinta a 100 rs
f.*2J?,5m- d5 pQnh0 mnlt n'tos 8S
Unhas em cartao de 200 jardas a 100
Cala de superior linba do gaz com 50 novaoi
f\j\7 I So
Talheres para menloos a 240 rs
Masso eom
Superioyhesouras par. unhas, costura, ^VdTpe^t''ST Zm ra,
* <*' -ti. ati. 1 Bonets para meninos a l
Lourenco Pereira Meudes Quimaraes.
Proprietario das lojas e arraazens da
Arara, ra da Imperatriz
ns. 56 e 72.
Tendo recebido pelos ltimos vapores da
Europa diversas qualidades de fazeodas do
que faz ver ao respeitavel publico, vende
barato s alim de apurar diheiro, como
nenhum outro.
Attenqao.
Chitas a 160 rs. o covado.
Veodem-se chitas em retalho a 160 rs. o
covado.
W, W, 20^, 25,5, do ultimo gosto: roa
da Imperatriz ns. 56 e 72.
Madapolao de 24 jardas a 40000.
Vende-se pecas de madapolao com 24 jar-
das a U, 5& 6*9/7(9, 85 e 100000: por
estes precos so na Arara ns. 56 e 72.
\ AlgodSosinho a W a peca.
Vende-se pecas de algodSosinho a 35, 45,
55, 65 e 75000 o mais barato que se pode
vender: na ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
Gotim e castor para calcas a 800 o
corte.
Vende-se cortes de cotim e castor para
Ditas em peca a 200 rs. o covado: ra 6^cafl de bomem a 800 e 15, ditos de brim a
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72. 15280 e 15600, ditos de brim pardo liso a
Panno preto fino a 15600. 15200 e 15401: ra da Imperatriz lojas da
Vende-se panno fino preto para caiga e I Arara ns. 56 e 72.
palitols a 15600, 25, 25500 e 35000 o co-
vado, cortes de casimira preta para caleas a
35, 35500 e 45000: ra da Imperatriz lojas
da Arara, ns. 56 e 72.
MOCAMBIQUE A 400 RS.
Bareje eom listas a 32o.
Vende-se bareje com listas para vestidos
de senhora a 280 e 320 o covado.
Lasinha escocesa a 280.
Vende-se llasinbas escocezas para vestidos
Vende-se urna nova fazenda com palmas jde ^^ a m 32 e 400 0 covado. rQa
de seda por nome mocambiqne para vest-, da Irnperatriz loja e armazem da Arara ns.
A.in An AArtKAWM A L AA WO A />M1/1a VtJ,^. n\ -, La *
Koupa feita nacional.
. Vende-se palitots de panno fino, saceos
fraques, a 55, 65, 85 e 105; ditos de
casimira de cores a 45, 55, 65, 85 e 105 ;
coletes de casimira a 35, 35500; calcas de
brim pardo a 15600, 25; ditas brancas de
linho a 35500 e 45 ; ceroulas a 15, 1560O
e 25; calcas de castor a 15280 e 15600.
Palitots de alpaca branca e de cores a 45,
45500. e pretos a 35, 35500 e 45- Palitots
de brim a 25, 25500: ra da Imperatriz
ns. 56 e 72.
Cobertas de chita da Arara.
dos de senhora a 400 rs. o covado
Imperatriz lojas ns. 56 e 72.
Baldes a 25000.
Vende-se bales de arcos de todos os ta-
manhos a 25, 35 e 355C0: ra da Impera-
triz lojas da Arara n. 56 e 72.
L5azinhas a 200 o covado.
Vende-se lasinhas para vestidos de se-
nhora a 200, 240, 280, 320, 400 rs. o co-
vado: s na ra da Imperatriz ns. 56 e
72.
Chitas francezas finas a 240.
Vende-se chitas francezas largas a 240,
280 e 320 o covado: ra da Imperatriz
lojas da Arara n. 56 e 72.
Chales de merino a 25ooo.
Vende-se chales de mirin estampados a
25, 25500; ditos de 13a a 15000, ditos de
phantasia a 15000 : roa da Imperatriz lojas
da Arara n. 56 e 72.
& Basquinas a 145000.
Vende-se basquinas ou casaqoinhos de
Grosdenapoles preto para senhora a 145
Vende-se cobertas de chita a 15800, 25, litas eofestadas com lindos lavores gra- Pteices, as affeccoes escrofulosas, tubercu-
25500; dilas de damasco a 45; ditos M dos e miudinhos covado 560.
fusto a 65-e 6550O: ra da Imperatriz lo-
jas da Arara os 56 e 72.
Vende-se bramantes para lences a 25300
e 25803 o covado ; e muitos outros objectos
que seria enfadonho mencionar.
Ba da Imperatriz ns. 56 e 72.
TRATAMENTO dod- CHABLE, d. PARS
Medico especial, conaultacea, a O, roa Vlvlonne t
AVISO AOS DOENTES. S^S&Jtt' *-
UMII'Sllig
1> Y-y
dido a oto estou carado ? Usei e abuse! de um granea aumaro da unaccaoaa, ew
tm 4 das, eatou alada mais doentes.
MAIS O AWOS
Iffo aataa ca-
rado, tome* Ce-
beka, Copaaiiw
iseb todas as
fornaai aaa opia-
to, ea ai ala a,
! osaAJtoa, tonh
'o
BE
5a*s-
canal e
mu et miuha inj
O
om caro radicalmente aoa recahida, Corrimentot, Rtlaxacdo do caal. Cafrrhe 6 tatf.
Pardal unmaet, caranda arimeira a causa Tirillenta inflammatoria d'essas doeacas saxaaes,
mw ao SANOoa, parajiarar essas aSeccoes, asacar o
apu para-Mabar meu exceHeata xaaora ao erraam aa
iid radical, as saiuroaaa para os fluas anacos, sopea
40.000 DOENTES CURADOS
o armsawtn dopurattTO do saasae. i ktrptt m atoir aaoM
pmraW, oirw, aojas a afasadet oaaoraat, kaawret, e toda udoancas <
do sancas ata earaias m poaeo lessao por mea xaaora aaraBATiva
BAHBoa un amaos, mtaaai mltjijls bpcbatitaj alaba fiinaa'i _
- Vaja-oa a moaaira da tratar-ae. a aotteia tae sa ea gna ao deposita da moas
SMOtea. losa sisal aati tiatameaaa alo caotemmertM saa aaaoriermeee a aaa aaj
ataba osa < jQ*m aama aa aoraeaav bmtas atteataOea o* oarsa.
Yonde-se na ra Nova n. 25, pharmacia francesada
MaURERAC.
cortar cabifo, etc., etc.
Fins navalha cabo de tartaruga, marfim
e outras qualidades.
Suspensorios d seda para homem.
Ditos de algodio para homem e meninos.
Requissimas caixas com msica contendo
o oecessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Requissimos livrinhos para missa.
Lindos indispensaveis para meninas das
escolas.
Finos adereces pretos para luto.
Grande sortimento ae finas perfumaras
dos melhores fabricantes at boje conhe-
ciclos.
E muitos outros oojectos que impossivel
seria mencionados e que se encontrado na
oja do Vigilante, ra do Crespo n. 7.
~F4ZKNDAS NOVAS
para as feslas de S. Antonio, eS. Joo
no armazem do PavSo ra da
Imperatriz a. 60
DE
GAIA 4" SILVA
Receber5o-se pelo ultimo vapor da Euro-
pa as mais novas fazendas como sejam:
Bonitas cassas de listas grana-1
dine.s- (vara800
Ditas castelhanas.
Ditas da Italia. \
Ditas transparentes com os mais moder-
nos e mais delicados gostos vara a rs 640.
Ditas de diversas qualidades com novos
gostos o covado a rs. 240, 280 e 320.
Cortes de medina sendo urna bonita fazen-
da transparente com lindas palmas e qua-
dros de seda tendo cada corte 19 covados a
rs, 245.
Ricos cortes de vestidos brancos com lin-
das barras bordadas em alto relevo a 245.
Ditos brancos tambem bordados a rs, 55 e
65.
Cortes de poil de chvre com 18 covados
a 155.
Modernissimas vareges tapadas e transpa-
rentes com as mais delicadas cores e com bo-
nita
Per^s com costa de metal 'a 400 rs.
Realejos para meninos a 100 M.
VERDADEIRO LE
de OlCf OaiKT, DaeUar-M.aM,,
Hue de> Solno, 81, o. PjUUS.

/(^7ZO^^~)
Em eada garrafa, ral. rntrt a roilfto .,
raiteeoa Sano iavaataa aa mCm ,,"*. {
. tr:id'.v-fnr.}i,,[jrt I
a> Sin rrtnna ..
arePari>,ana>f| P
a 0 ft.is r t^i \
aoabJtLii.-i;t.<-4c l
aula:- acmcla >
Deposito na pharmacia de P. Maurer
C. em Pernamboco.
DOCTEUR-KEOECIN
XAROPE DEPURATIVO
DE CASCA DE LARANJAS AMARGAS
COM IODURETO DE P0TASS10
CE
el.P. Laroze.
pharmaceatieo em Paris
Ooduretodepotassio um verdadeiro al-
terante, um depurador de incontestavel effi-
cacia; combinado com o xarope de casca de
laranjas 'margas, aturado sem pertubaco
alguma pelos temperamentosis mai
IS aBaBattaat
istaT de leda, covado a 640, 800 e 15.1sem alteurar as. funecoes do estomago. As do-
Aldacas lizas enfestadas com as cores mais ses naathematicas que elle contempermittem
modernas o covado a 640. | mdicos de receital-o para todas as com-
f,
m "
A loja das Collumnafi
[Liados manguitos com golimhas.
rGrande variedade de golinhas com punhos, de cambraia:
De braiarje* a de esgao.
6ra?ait*as de canbraa de Mito gesto paraaflrthora.
Ricos pepi^im jle.grosdeaple preto enfeitadi [Pernambaeo.
I i ra do CreBpiL 13 de Antonia Corwa de VasconceHo m.
Ronitas alpacas lavradas com os mais mo-
dernos dezenhos covado a rs, 800 e 15.
Ricos cortes de vestidos de Ot enfeitados
305.
Poupelina de quadrinbos transparentes
com os mais apurados gostos e quaze a Jar-
gura de chita franceza covado a rs, 640.
Ditas mais estreitas porm muito bonitas
covado 500.
Sedas de cores com 4 palmos de largura
covade 25.
Ditas estreitas lizas de Iistras covado 25.
Grande sortimento de grosdenaple preto
covado a rs, 15600,15800, 25, 25500 e 35.
Ricas sedas lavradas.
Saias com duatro pannos ricamente bor-
dadas a rs, 55, 65, 75, 85, 105, e 115.
Tarlatanas brancas e de cores vara a' rs,
800.
Fil branco lizo vara a rs. 8C0.
Dito de flores para vestido vara rs. 640. *
Outras muitas diversidades de fazendas
que se mandam tasnbem levar em casa das
Exmas, familhasparaeaBolheremou dao-se as
amostras deixando flear penbor no armaze-a
do Pavao ra da Imperatriz n. 60. de Gm
ma & Sirva.
Bordados do Pavo
Entremeios largos
Babadiuhos estreitos
Babadiohos largos
V Entremeios estreitos
apadns e transaareates
Gama 4 Slva receberam urna grande por-
cao dos mais finos babadiuhos e entremeios
tanto largos como estreitos, sendo tapados
e transparentes com os vrdadeiros borda-
dos a alto relevo tendo de todas as larguras
e desenhos, grande porfi igual para qnal
quer obra, qne assim possa ser preciso, e
garante que peden vender por menas 40
ou 50 por cento, do fue em outra qualquer
parte, attendama>,i jrmiiimtQl^M
no seu arsaasesn e Paviac ma *t asapera-
riz n. 60, d Gam & SHva. "
losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'isso, o agente o
mais poderoso contra as doencas rheumaticas.
Deposito em todas as pharmacias e casas de
drogaras no Brasil.
Expedicoes, em casa de J. P. Laroze, rae
des Lions-St-Panl, 2, Paris.
A' venda na pharmacia de P. Maurer &.
C.a, ra Nova n. 25.
Parta, 36, Una Vivienno. l>
CHABLE MDCCINSPCiAL
PAS ENFERMIIUDAS DES SEXLAES, AS AFFKG-
COES CTJTAHEAS. E A VTERACOES DO SANOOTT,
"""I 30,000 curas du impingent,
puitula, herpu, tama,
comkcoe, acrimonia, t a-
lercots,vtcioias duiangue;
__I rama, a alteratott do tan-
gue. (Xarope vegetal sem mercurio). Brruratiraa
seiaet ba>uoo MnuniES tomao-se dota
por semana, segnindo o tractamento Depurativo .-
imprecado as mesmas molestias.
DEPURATIF
a SANG
PLUS DE
COPAHU
S?JfopCitraetoderarro
de CHABLE. cara immedia-
timaaUcroalq.M.MHiroocao,
relaxacao, deilidaae, a
Jgnalman ta as /Ittaos a /foaas
brancas das mulherea. Eata ioieecaebaaaaav
fiHP-meomaXMffa ds Curado de rrro\^
aaaaiielaaa. Pastada qi u cara asi tres atas.
t POMArM ANTIHERPETICA
Coatra: aas afeecoat cteme
imH{e^yES^LMIB DEPUrUTIVM
Choaao, soda fraaso vai asssssaiasi a *
AVISO AOS SRS. MDICOS.
I Cara
Sirop du
eaaarrSM,
Inieete
ntrpoem mi oi erem-
ckim-eetet me datara
1 de pe**; amiU as doeata
ama eolhe rchdaa deata iarepe#r Foaorr.
Dr. CMAJBU ea Parta, ra TlvSaauaa, Sj.
TSCZZ
Tarreaos ^a\ca
Venda-aa tarnamnoCiMBt%a^o
a roa do Apollo'o. "W'
altos, e
drratae
i venda na pbarmaeia de P. Maurer 7
e C., em Pernamboco.
GAZ GAZ GAZ
CbogoH M aati
depoao do Joary Forster J
',0 earrogaBOBlo de gai da
C raa do Impera
priraeira qoarrdade.o qoal sa venia aat partidas
1 rataftio por menos prego do qae em oatr qaal
aaerjatm.
Farinha superior
Tea para Teodor Antooko Lnlz 4e0aaira A
vedo '4X1, aoien eserlrWovTWrlittSinru. i.




"' n-' i" 1 i

'
-
*Itar|* c fifnHllt SaaJaaala i t ie Ag^Um ateJW7.
'>
.>


~

' !.*

as.
Vapores de torca de 3 a 4 cavallos.
Serras avalsas para machinas.
MancSes e todos osmais pertences para
mesmas.
Im din ida Dp. JVC Ayar, ei-taa
aa Uairersidade de PeasjlTaiii, im
tfiini^
Exlraeta mm^mU 4c aalsa-par-
rila* le Ayer. *^
KsMs'*sjI a eereja.
BeaaenUa para aczoea.
flalas eathactlcas.
0 deposito central para as provincia*
Pernambace, Alagoas, Parahyba e Rio-
Grande do Norte, destes remedios to &
voravelmente conhecidos e acolhidos en
todas as partes da America do Sai do
Norte, acha-se em casa de Tbeod ckr ia>
tlaasen, 16 raa do Trapiche en
Perarnaabneo.
Os precos de
330 por duzia de estrado de saisa-parrliha.
27 por dnzia de peitoral de eereja.
27 por duzia de remedio para sez5es.
74 por dnzia de pimas catharticas
se entender dlakeiro a rlnta, coa
o descont de 5 por cento em qoantidadei
de 6 a 12 duzias, e de 10 por cento em
qnandades superiores a 12 dorias.
A Agola braaca. 7
Antes de avisar a saa boa freguetia do qae de
doto ha recebido, vai prjmeiro dirigir seas cum-
primeDtos e agradeoimeftos ao bello Viado branco
pelasmaoeiras agradareis com qae elle a ba tratado.
eassim cumpriodo ejse dever, deseja-lbe tambem r.rr. a* .x -.
que a par da contfbuacao de saa robustez tonta, 5" de m5 P3" aterro
crescido augmento de bons freguezes, e mals que' Cyl'mdro para nadaras,
com aquella ligeireza de qae disp5e-se livrese da Debolhadores para milho.
^anh<'LeL?ae a pi;e,exl0 da mmn '* Arados americanas.
nKum*2s! P U S mmenS*S 8eqp^Bi W**OB proprios para armazens.
Ja v, pois, o bello Viada branco que a agoia, Moiohos para refinacSo.
aprecia o sea bondoso tratamenlo, e lbe deseja qoj dem para milho.
feliz porvir. Assim dito e feito, val a agola bran-
ca satisfazer a saa boa freguezia, pela obrigacao
en qae esta'de continuamente selentiflea la do
qae de novo receben, pelo qae avisa-a, de qae aca-
ba de chegar para a loja d'aguia branca, a ra do
Qneimado n. 8; o seguinte :
Coques novos de linios e variados moldes.
Kafeite modernos e bonitos para seoboras.
Cintos de pontas enfeitados com vidrilhos.
Cordoes giussos, pre'.is e da cores com vidrilhos
para enfeites de vestidos.
Trancas pretas e de outras cores, tambem com vi-
drilbb para o rae-mo 6m.
Goarnicot pretas para basquines, vestidos etc.
Trancas e aloes de seda para o mesmo.
Diu dita de lia e algodo.
Filis J -lado de cores, lisas e cb&malotadas.
Bicos de seda.
Pitas de borracha para cintos.
Ligas de seda para senhorai e meninas.
Enlremeios e babadinbos bordados.
Gollinbas e punhos bordados para senhora.
Collerinbos para bomens.
Abotoadaras de diversas qoalidades e presos para
coletos.
Ditas ditas ditas para punhos.
Bonitas correntes pretas para reloglos.
Aguia Branca a' ra do Qneimado n. 8, re-
ceben : '
Caixinbas com dous baralhos francotes, de colo-
ridos Unos, entermeados com doorado, papel en-
corpado, lustroso e opaco, obra muito boa.
Ditas com lentos de osso, marrim e madreperola
para voltarete.
Pentes de marflm com chapa e sem ella, para
limpar caspas e tirar bichos.
Ditos finos d'osso e tartaruga para o rnesmj
fim.
Ditos de osso baleia e tartaruga para desemba-
razar.
Di!
\.Wk W, lft&%VlftA
w

ao
Alm do grande sortimento das melbores machinas, americanas para descarrocar
algodao, de 10, 12,14,16,18,20, 22, 25, 30,38, 40 e 50, neste estabelecimento se
encootra mais o seguinte:
Azeite de espermacete propria para mach-| Caixas com vidro sortidos.
de todas as qualidades.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para engommar a vapor.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de verguinha.
Gnarda comidas.
Peneiras d'arame para padarias e refinacSes'
Correntes para almanjarra.
Machados e faces americanos.
Barricas com milho branco americano.
GRANDE SORTIMENTO
FAZMD18 BARATAN
NA
LOJA E ARMAZBM
DO
PAVO
m da Imperatriz b. 6a
CAMA SILVA.
*2nSS^
POf precos baratissimos, afim de aporrem dnhefc dlntV*8?^' '* H* ^i**0
donando ficar nm peohor ou mandam-nas levar *?'-d!ado_de todas e"** amostras,
toja
DAS
Bastos
Vaquetas de lastre proprias p:ra cobertas de
"nj, multo novas e da uelbor quaHdade pos-
r.i: *eiw?*e Pr Dr*$s cavis na roa da
usneis i. 56 A.
caixeifos,
to comprarSo pelos
apenas o descont.
mo as pessoas qoenegociam S^^^rSSSjSSiS
mesmos precos qne secompram as casas ia^TgSSSSe
Escadas de madeira americanas.
NOVIDADES
mm mi m n
)itos, de ditas dita para barba.
Ocotes de peneira para quem soflre da vista.
'Oatros de differeutes graos e cores, com arma
coes d'ago fino.
Oulros tambem de armario fina, vidrara de co-
res.
Lonetosou pincenez com armagSo e ac, b-
falo e tartaruga, vidros brancos e de cores.
Eovelopes pequeos bordados.
Dito ditos opacos e grandes para offlcios.
Prasqainbos com superior tiala carmim.
Stereoscopos e vistas.
Acaba de chegar nm novo sortimento e conli-
cuam a serem vendidos por ptecos com modos.
Heias
Pretas de la e laia para padres.
Brancas de la para homens e senhoras.
Ditas de borracha para quem soflre inxaco as
pernas.
Barretos ou carapucas brancas de algodao.
Esseucia de ail, e bolas de dito para en-
gommado.
Veodem-se na loja d'aguia branca, na ra do
Qneimado n. 8, sendo a essencia em frasquiQbos a
500 rs., e as bolas a 60 rs.
Lencos de cambraia brancos e de cores com
barras de cores fizas
Ja nao a prlmeira vez que a aguia branca ven-
de desses lencos da marca BBB, isto bons, bo-
nitos e baratos, por sso approveltem fdos essa
nova occasio de se proverem desdes sempre pre-
cisos lencos, cuja commodidade de preco anima a
(azer-se o gasto ; custam elles 36CO a duzia, e os
pequeos para meninos a 800 rs. a dnzia. Quem
se dirigir a loja d'agaia branca na ra do Qnei-
mado n. 8, conbecera' qne taes lencos tem as qua-
lidades aeima ditas.
Novo sortimento de albuns de 50 a 200
retratos.
Vendem-se sempre por-precos commodos; na
ra do Qneimado, loja d'aguia branca n. 8.
Bolas da Borracha para brin-
quemos.
Vendem-se na ra do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
carretel de retroz para ma-
chinas.
Vendem-se na ra do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Papel paquete.
Vende se na ra do Queimado loja da aguia
ranea n. 8.______________________________
GRANDE BAZAR
RA NOVA N. 20 E 22
para vestido
pelos
ra do Crespo n, J a. esquina da do Imperador
DE
Custodio Jos Al ves Goimarles.
Tendo recebido em direitura pelo vapor francez stretnadure, um variadissimo
sortimento de fazendas finas e da ultima moda em Pars, e aproximando-se as festas de
S. Jo5o, S. Pedro e Sant'ABna, por isso apressa-se em vir convidar o respeitavel publico,
e com especialidade aos seus numerosos freguezes, que venbam ver o que ha de mais
moderno neste mercado. Como sejam:
Ditas de algodao de dlfferenles qualida-
des e preco para homem, senhora e criancas.
Luvas de todas as qualidades.
Madapolao francezo que de melhor
no mercado.
Organdy branco com listas.
Dito de urna cor e com listas da mes-
ma cor. '
Chapeos de seda para homem.
Ditos de pbantasia para homem.
Casemira preta muito fina.
Ditas de cores inteiramente novidades.
Chapeos de sol com lindos castoes.
Toalhas de labyrintho muito ricas.
Bicas fronhas de labyrinto.
Biquissimos lencos de dito.
Rendas, bicos da trra e grades para lencos.
Urna reqoissima toalha toda aberta de la-
byrintho o que ha de melhor neste genero.
Peitos de liobo bordados para camisas de
noivos.
Collarinhos de linho inteiramente novi-
dade.
Punhos e gollinhas para senhora.*
Riquissimas saias bordadas.
Riquissimas camisinbas para senhora.
Cassas muito finas e inteiramente novida-
des.
Riquissimos veos e mantas de blond.
Ditos chales de toquim.
Fil de linho, liso e de salpicos.
Fil de seda, dito e de ditos/
Espartilhos para senhora inteiramente no-
vidade.
Lindos balos de 13a para senhora,
Ditos de dita para meninas.
Ditos de muculina para senhora.
Riquissimas vestimentas para baptisados
contendo, chapeosinho, sapatinho, meiasinba
e camisinba ricamente bordadas.
Ceeiros bordados muito finos.
Um rico lencol de labyritbo, proprio'para
casamento.
Chitas, cambraias, madapoloes e muitos
outros objectos, que se deixa de mencionar.
Riquissimos cortes de seda
a 500, W&, 700, 8& e 900.
Lindos cortes de- foulad de seda,
baratissimos precos ie 250, 300 e 350.
Cortes de blond para noiva, trazendo cada
corte saias de setim, capella e veo.
Ditos de dito com pequeo toque a 400
e5O0.
Moireaotique branco, azul e pret.
Seda branca para vestidos de noivas.
Grosdenapoles de todas as cores.
Riquissimas basquinesde seda preta, bor-
dadas com gosto.
Lindos cortes de la com barra e de ulti-
ma moda tendo cada corte o sen figurino.
Riquissimos cortes de mita, la com lis-
tas de seda para vestido, esta fazenda re-
commenda-se muito por ser inteiramente
novidade.
Dit? da mesmaqualidade porm em pecas.
Requissimo transparent de seda para ves-
tido de senhorastambem novidade.
Riquissimas gravatinhas para iseohora.
Ditos cortes de barege e de 15a para ves-
tidos.
Lindas chapellinas de seda para senhoras.
Ditas ditas de dita para meninas.
Chapeos de palha para senhoras.
Riquissimos chapeos de sol parsitas.
Requissimos enfeites com coque e sacata-
inteiramente novidade.
Riquissimos leques de madreperola.
Ditos ditos de sndalo.
Luvas de Jouvin preta, branca e de cores.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Riquissimos manteletes de cores, inteira-
mente novidade.
Riquissimos cintos para senhoras.
Riquissimas fivellas para cilos.
Riquissimas cobertas de ponto de crochet.
Meias de laias para padres.
Ditas de la para padres.
Ditas de seda para senhoras.
Ditas de dita para creancas
.CauBim preta eBfestadas a 4600.
,?' 'J* do Pavo vende-se superior casemira
emesiada Pret* P* 'as e paletos pelo barfcto
P^Co de 1*600 o covado ou a 2*800 cada-corte
ae calca, diu multo mais fina, covado a 4200
0 o corte a 3*500, ditas muilo finas sem serem
entestadas a 1*808, 2*000 e 2*500 cada covado :
na toja e armazem do Pavao na roa da-Imperatriz
n. 60 de Gama & Silva.
S Da loja da Pava.
Cbegou Bm grande sortimento destas novas saias
curas proprias para tempo de invern por evita-
rem que as saias brancas com que urna senhora
vae coroposia nSo se suje de lama ao mesmo tem-
po sao muito bonitas por terem lindas barras como
se usa ltimamente na Europa e vendem-se pelo
barato preco de 3200 cada ana, na loja e armazem
do Pavao, ra da Imperalriz, n. 60 de Gama & Sil-
va.
Espartilhos.
Vendem-se magnficos espartilhos francezes e
inglezes na loja e armazem do Pavao, na ra da
Imperatriz n. 60. de Gama & Silva.
PANNOS DE CHBOCHE'.
Vende-s? um grande sortimento dos mais boni-
tos pannos de ehrochs proprios para cadeiras, so-
pns, cadeiras de balanco, para alwofadas e para
cubrir presentes, e vendem-se por precos baratos
na loja e armazem do Pavo, ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
FAZENDAS PARA LUTO.
Loja da pava.
Vende-se setim da China preto sendo orna fa-
zenda mult leve e sem lustro com 6 palmos de
largura proprio para vestidos e roopas para ho-
mem pelo barato preco de 2*000 o covado meri-
no preto enfestado muito bom a LI600, superiores
bombazinas pretas a 1*600, \fM) e 2*000 rs. o
covado, superior anto a 1*200, lanzinba prea
lisa a 400 eSOOrs. o covado, um grande sorti-
mento de alpacas e princezas pretas que se ven-
dem mais barato que em ontra qnalqner pane, na
toja e armazem do Pavo, ra da Imperatriz, n
60,e d Gama & Silva. 7
As 10 mil varas de cambraias
Covado 300 rs. vara 500 rs.
S* o pavo
Vendem-se finissim cambraias france-
zas com listras miuda e graudas e com
lindos desenhos de flores e palmas,. sendo
todas com as cores mais modernas e mais
lindas qne tem viodo ao mercado, pelo ba-
rato preco de 300 rs. o covado ou a 500 a
vara, grande pechincha attendendo a
grande porco que tem, senao seria para
muito mais dinbeiro: isto na loja e armazem
do Pavo, ra da imperatriz n. 60 de Gama
Silva.
Chales baratos
U* 3^500, 6 e 70000.
Veadem-se chales de merino estampados
a H, ditos lisos a 30500, ditos estampados
finos a 50500, 60, 60500, ditos crepon
com listras de seda a 70500 e 80000,
pechincha : na loja e armazem do Pavao
ruu da Imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
Notos vestidos a 60000.
Na loja do Pavo. '
Cbegaram os mais modernos e bonitos cortes
de organdys para vestidos, tendo 10 varas c.da
corte, sendo 7 varas listadas para saias e 3 varas
sem listas, mas com enfeite para o corpo (ou ca-
saquinta) garante se neste genero ser o mais mo-
derno que tem viudo ao mercado, tendo entre el-
les muitos brancos com listas e enfeites preto?, e
vendem-se pelo barato preco de 6*, nicamente
no armazem do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Para canas de noivas.
Vende o Pavio.
Ricos cortinados bordados a 8*000,10*, 16*,
20* e 25* o par assim como os mesmos tambem
?ervem para janelias; ditos adamascados a 10* e
12*; bonitas pecas de cassas adamascadas para o
mesmo effelto; bonitos damascos de la de urna
e duas larguras, proprios para colchas, assim oo-
mo bonitas colchas de croch : tu|u isto se vende
barato do qne em autra qualquer parte, na
Vestidos de fantazia a 60 e 80.
Vendem-se bonites cortes de vestidos de
rantazia com lindas barrase enfeites de seda
pelo baratissimo preco de 60 e 80 na loja
e armazem do Pavo ra da Imperatriz n.
60. De Gama & Silva.
Hamburgos a 100.
Vende-se pecas de superior hamburgo de
Imho com 20 varas a iO0, na loja e arma-
zem do Pavo roa da Imperatriz b. 60. De
Gama & Silva.
Pannos de linho.
GRAWDE BAZAR
ra Nova n. 20 e 22
Machinas para costura do autor Whepfr
4 Wilson, chegadas ltimamente di w
fSt' ^e^lquer fazenda, eX
inhar, frangir, bordar e marcar roupa ludo
comperfeico. Sao to simples, que'cS
Vende-se superior panno de linho puro RJ se aci,mente a maneira do traba-
para lences eceroulas a 640, 700 e 800 i 5? e a pes?a tendo Ptca de coser em rua-
reis, a vara na loja e armazem do Pavo roa 1152^** faz.er Pr dia o servico que f-
da Imperatriz n. 60. De Gama & Silva. cia 30 costnreiras. H
Bramante de linho a 20 20400, 20800 reis 5ama\s?. *** estabelecimento a altea-
avara. j J*>'^Pbltco, visto que elle se acha con>-
Vende-se soperior bramante de linho! pi!?mfnle, sort,do de objectos de roslo
palmos de largura proprios para i S0^0 JJJ^S?* madreperola e deTsan-
prfa-
---------- i "" "* "guia piuyuus fl J,ln e i T*i -""uioj/oiuia t
lencoes, pelo barato preco de 20, 2,$iQ0 e fitas p3ra cil0> cokos
258'iO res a
Pavo ra da
& Silva.
Algodosinho
vara, na loja e armazem do
Imperatriz n. 60. De Gama
mana e etc,
Na ra nova n. 20 e <2
na &C.
Carneiro Vian-
Vapores.
Vende-se em casa de Sannders
Machinas para descarocar algodo. do me-
lhor aotor qne tem apparecido na America.
K tal a eiacucao do machinismo. que o al-
godo sahe quasi to perfeito como o de bu-
laodeira. Recoamenda^e a attenelo dos
Srs. agricnltore, estas machinas.
Verdadeiros
Gallares Royer
Electra lagoelicas Aiaiita
Ou Collares Anodinos, para facilitar a den-
tico das criancas contra as convulsoes
das mesmas, a estes collares nos escondo
fazer qaalqner recommendaco, visto a
grande utilidade que tem produrido quelles
pas que os tem applicado em taes cirenm-
stancias pois nos parece que nao havera um
s pai ou mii que por este meio nao quei-
ra por temo a taes soffrimentos de seos
fithinhos visto ser om mal qae tanto os
flageila, pois a estes collares acompanha om
folheto que eosiaa como se deve applicar, e
vende-se na laja do GaUo Vigilante, roa
00 Cjjjjo 7, pelo praco de 4*000; 50
GRANULOS ANTIMONIAES
Da Doetear PAPILLACD
Nove aMeeiel pin esracaS du moleitio do cortea*, da utiima, de ctunho, da eoqnelacb*,
pin emeii ii moleitio do eorct6,
da mm te:
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS
Fan oanoooldo
Uorons, da unenorrhe, daf aomlgia*, o
oaerofoloMO, ote.
mimo, dos BoleotiM
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH
Fono mm m oleotiu, earvooM, daivioa digootfvn, rpopeioa, oto.
mAriaps. t Pkarmacit de E. MOUSNIER, i Stujon (Ghansts-Isfirienn).
I Km Bio-de-Janeiro, FLIX FAR AUT, phormacit, 77, ra Seto Setemfcro.
i (Km Macelo. FALCO MAS, pharmada impeiiaL
O dono* deste importantissimo estabelecimento contina nos proposito de que- Moja do Pav5o, roa da imperatrii n. so, de Gama
rer vender muito e ganhar pouco, para o que sugeita-se a ganhar nicamente o descont. Sllva- d mmhhm
Vendem-se bonilos cortes de organdy
sendo com listras todas brancas ou com lis-
tras de cores tendo oito varas cada corte,
pelo barato preco de 40, pechincha: na
loja e armazem do Pavao ra da Imperatriz
n. 60 de Gama e Silva.
Atoalhados para meza a220OOO, 20500 e
30000.
Vende-se superior atoalhado de linho
adamascado alvo com 8 palmos de largura a
30 a vara; dito adamascado pardo a 20500
rs.; dito alvo de algodo a 20000 rs.; dito
trancado alvo, sem ser adamascado a 10600;
guardanapos econmicos pardos a 30 a dn-
zia ; ditos alvos a 30500 e 40000: isto na
loja o armazem do Pavio ra da Imperatriz
n. 60 de Gama & Silva.
Casaqninhos de fil.
Vende-se os mais modernos casaqninhos
on basquinas de fil prelo. pelo barato pre-
co de 100, chlese re tondas de renda preta
aa loja e armazem do Pavao ra da Impe-
ratriz n. 60. De Gama 4 Silva.
Cambraias largas com 8 Palmos de largura a
40 e1280.
Vende-se cambraias largas da Escocia ten-
do 8 palmos de largara qne falicita fazer-se
nm vestido apenas com 4 varas, pelo bara-
to preco de 10 e 1280 reis a vara pechin-
cha ua loja e armazem do Pavo ra da Im-
peratiz n. 60. De Gama & Silva.
Cambraias escocezas tapadas e transparentes.
Vende-se um magnifico sortimento de fi-
nissimas cambraias brancas para vestidos
tendo mais de vara de largura pelos precos
de 100,120, 131, assim como om grande
sortimonte de ditas mais abaixo de 40, 80,
60, 70 e 80, garantindo-se aos comprado-
res que neste genero nao podero comprar
melhor em outra qualqoer parte e s na lo-
ja do Pavao roa da Imperatriz n. 60. De
Gama & Silva.
Damascos para colchas a 50, 20500 e 800 rs.
Vende-se 0 mais superior damasco com
8 palmos de largura proprio para 'colchas
com os desenhos mais bonitos que tem vio-
de ao manado com urna s cor -a de duas
cores pelo barato preco de 50 o covado, di-
to com 6 palmos de largara a 20500, ditos
de ama s largara a 800 reis, na laja do Pa-
tio, roa da Imperatriz n. 60. De Gama
Silva.
ATTENCAO
A' LOJA DE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO & L
11Ra do Queimado11
Angosto Porta 4 C acatan de reoeber da Europa superiores cortes de seda de cores para
bailas e casamentes.
Ricos cortes de blond esm manta e capella para noivas.
Cortinados bordados para camas de noivas e janelias de 70 a 800 eada nm.
Colzas de seda e ontras de la e seda o qae ha de melbor para camas de noivas.
Toalbinbas de croch para cadeiras e sotas, espartilhos a saltana para enboras, camrsinhas
eom manguitos bordados e lindos encbovaes para baptisados, e baldes de mosselina e de reos para
senioras e meninas.
Lavas de pellica para homem e senhoras e superiores chapeos de sol de todas as qoalidades.
Lia para vestidos baratisslma bonitos padrOes o covado a 280.
Tapetes grandes para- sof, ditos para piano, ditos para cama e pequeos para portas e janelias.
Moir branco e preto superior para vestidos de lindos desenhos, grosdenaple de todas as core
Mdaae anadrinhos, cambraias brancas de maltas qaaUaades, ditas de cores e lindas percales.
Basqoines de seda preta ultima moda, chales e retondes de culpare, vende-se barato.
Camisas para homens franceas e ingtexas de Itabo e de algodSo finas e seroalas de 11 abo so-
periow.
Capas de bomeha, sobretodos e permlras as i melbores e mar elefante*.
Halas grandes -para vtagens, ditas pequeas e saceos de tapete e couro.
Bramante branco de larguras a SfSOO a vara, pannos pretos e anea, caseariras pretas e de
eores todo bom e barato.
Neste Miabelectmento ba sempre nm completo sortimento de boas /aseadas unto para a praca
como para o centro da provincia e snperlorts objectos proprios para casamentes como sejam caperlae,
mantas, vestidos de hiende e de moir branco, cortinados, colchas, vendendo-se tono mais barato
lanrtafflarnMttores
Esteiras e alcatifas para forrar salas.
il-RM da Qftetaaada- u
enfestado a 10 10290 reis a
vara.
Vendem-S3 superior algodSosinbo ameri-
cano enfestado que a largura delle d a lar-
gura do lencol, sendo liso a vara a 10 e seo-
do trancado a 10280 na loja e armazem doi
Pavao roa da Imperatriz n. 60. De r.am* ne8U ypographa.
Silva.
Punhos e golinhas a 10000 o par,
s o Pavio.
Vende-se um grande sortimento dos mais
bonitos e modernos punbos com golinhas,
sendo de esgoiSod linhobordados a 10UOO
o par, ricos manguitos com gollinhas de
cambraia tapada e transparente a 20000 o
par, E' pechincha.; na loja e armazem do
Pavao ra da Imperatriz n 60 de Gama 4
Silva.
Calcinhas pera meninas a 640 e
800 ris.
Vende-se calcinhas bordadas para meninas
que andam na escola pelos baratos precos
de 640 e 800 rs., manguitos para as mes-
mas e para senhoras pelos mesmos precos,
na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva..
Cassas de urna s cor a 300 rs.
o covado.
Vende-se bonitas cassas de urna cor s.
tendo cor de rosa e asul, cor de lyrjo, roxa,
verde e cor de canna, pelo barato preco de
300 rs. o covado: na loja e armazem do
Pav5o ra da Imperatri n. 60 de Gama
Silva.
Algodosinho avariado.
Vendem-se pecas de algodSo com um pe-
queo toque de a varia: na loja do Pavao ra
da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Lences de bramante a 20500.
Vendem-se lences promptos de braman-
te de linho a 20500: na loja e armazem db
Pavao ra da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
Peitos para carnizas a 800 e
10000 rs.
Vende-se um grande sortimento dos mais
modernos peitos ou berturas de esguio de
linho para camisas pelrs baratos precos de
800 e 10 rs. cada um e sendo em duzia
faz-se um abatimento. E' pechincha: na
loja e armazem do Pavao ra da Imperatriz
n. 60 de Gama Silva.
Finissimas percallas a 500 rs.
Vendem-se as verdadeiras e mais finas
percallas para vestidos tendo os mais lindos
padrees mitidinhos e graudos, assim como
com listas modernas, pelo baratissimo preco
de 500 rs, o covado na loja e armazem do
Pavao ra da Imperatriz n- 60 de Gama &
Silva.
Boleas para viagem.
Vendem-se bonitas boleas para viagem
com caiiinha para roupa engommada pelo
barato preco de 83000 rs.: na loja e ar-
mazem do Pavao ra da Imperatriz n. 60
de Gama ie Silva.
ZS*?L> n-*. >"
trabalhador emnito torese, carresa'oaa "A n<
qoeforposslvel, por preco de 800.1 ti'- 1
roana l rhZ Ze?de'S6nin epositoHRrTagua, oTpran-
chao de amarello, qnasi novo e maito bem feito
bomba de japy, canos de chambo, etc. : a iratar
) largo do Corpo Santn. 11, vapores patentes
Brothers & C
*pores pateo
om todos os pertences proprios para faier mover
res on qnatro machinas para descarocar ajfttj*8
Predios.
Vendem se para pagamento de divida 6 rasas
terreas novas, sendo 3 na travessa da roa Au-
gusta e 3 na roa da Cadeia Nova, anda sem no-
ateracao; tem cada ama dnas salas, doas qaartos,
doo quintal, e no mesmo eotinba e mals nm quaf-
to; estao alagadas a 20*000 mensaes : a tratar
na ra da Concordia n. 73.
Vende-se orna casa na povoaco'd BarrT do
lado do rio, com muttos commedos, propria para
passar a testa : a tratar na travessa do Carioca,
n. 2, caes do Ramos.
Escravos fgidos
VENDE-SE
Motores americanos para doas cavallos.
Dito dito para qaatro cavallos.
Machinas para descarocar algodo de 14, 16,
18,20. 30, 35 e 40 serras.
Prencas para enfardar algodao fatendo os sac-
eos com 6 palmos de comprimento eom o peso de
150 e 200 libras, vindas ltimamente da America
no armazem de Henry Forster & C, no caa Pe-
dro II n. 2 jonto ao Gabinete Portngaei.
Collares Royer magnticos
lledalkas e polseiras magnticas.
A Aguia Branca receben nova remessa dos pro-
vellosos collares Royer magnticos, ja snmmamen-
te conhecidos para preservar as convnlsoes e faci-
litar a dentico das criancas.
Com esses otis collares elctricos magnticos
tambem nao pequeas quantidades de medalhu
e pnlseiras elctricas magnticas cuja utilidade
tem sido aproveitada por quem soflre do nervoso
hypocondico, tremores as mina etc.
Assim como os collares Royer estao geralmente
conhecidos e acreditados pelos efflcazes enaltes e
bons resaltados qne tem colbido aa peeeoas que
delles tem osado ; sela tambem cbegaram ga-
nhar tao alta reputacao essas apreciaveis medalbas
e pulseiras magnticas, nma ves que o uso deltas
fr se eslendendo a ledos qae dellas necessltem. A
Agola Branca contina a recebar por todos. os va-
pores francezes nma determinada quantidade des-
ses sempre predios e estimado* collares Royer
magnticos e por Isso Oque na lembraoca de todos
que os senario constantemente em dita loja da
Agola Branca, roa do Qoelmadon.8.
Para as escolas de ins-
truego primaria
Acha se a' venda pelo preco de 320 rs. um li-
vrinho com meia encaderoacao bastante torta e
linda, contendo a carta de A B C com explica-
edes, a tabeada-pele systema mtrico, e o cathe-
eismo da Doctrina Christaa com nm augmento, no
nal se enslna ao menino o qoe necessario
desde o amanhecer at o anoitecer: na roa do
Imperador, nafrante de S. Francisco, a. 18.
Vndele nma taberna na Passagam da Magda-
lena, roa de Paysaad, n. 19, maito propria para
principiante : a tratar aa mesma.
Attenco.
o
Contina andar fngido do poder do abaixo as-
slgnado, desde o dia 12 de marco do correte anno
o seu escravo pardo claro, de nome Cyriaco, com
os slgnaes segointes: representa ter de idade 48
annos, rosto rodonde, e nm tanto envergado, olh03
empapncados e fondos, bocea grande, beicos gros-
sos, barba fechada e rniva, ps e mos grossos e
carnudos, peitos vermelhos e cabellados, cabellos
crespos eavermelhados, costnma andar armado de
faco e ama bayoneta n'am pao, gosta de tomar
cachaca, e qaaado fica bebado da' para poeta, e
regris a : roga-se, portante, as autoridades poli-
ciaes e capitaes de campo a apprebensao do mes-
mo, e leva-lo a seu senbdr, o abaixo assignado, no
engenho Pedregnlho, em Nasaretb, qne sera* bem
recompensado.
Jos Ignacio Pereira Torres.
Escravo fgido,
Pngio no dia 20 de jolbo do correte anno o es-
cravo Vicente, naci Angola, idade 40 annos, pou-
co mais ou menos, altara regular, secco do corpo,
pernas arqueadas, sendo urna mais do que outra,
bastante ladiao, roste comprido, pooca barba, traa
cabello om ponco rente, usa camisola de alg&dao-
zlnho por cima da calca, ebapeo de feltro pardo,
goarda sol de seda ja' velbo, tende no castao ama
emenda de (landres; soppoe-se qoe esto escravo
trabalba de dia em algom sitio nos arrahaldes
dosta cidade, e que de noite se occnlta em algnma
casa. Pretesta-se, pois, contra quem tiver aconta-
do dito escravo, coja apprebensao se pede s au-
toridades pollciaes, gratifleando-se conveniente-
mente na roa da Cadeia do Recite n. 27, segundo
andar.
100,? de gratificado
Fogiram no dia 5 de agosto deste crreme aons
de 1867, do engenho Sette Rancho* fregaezla da
Escada, pertencentes a Bernardlno Barbosa da Sil-
va, doos escravos a saber: Francisco, crioolo, ida-
de 32 annos pouco mais oo menos, alte, bom cor-
po, cor bem preta, sem barba, ps grandes, tem e
dedo encostado ao mnimo do nm dos ps aleijado
de nma ferida qoe teve, qoe s flcou om botaozi-
nho, tem o andar emborcado e dentes alimados;
Tbomax, crioolo, de idade 38 a 40 anno?, altura
.regalar, bem ebeto do cerpo, espadando; cor bem
lula, barbado, testa grande e cantada, tem urna
croa na cabeca qae parece calvo, peitos cabello-
dos, ps largos e dedos cortos, j pinta poaco na
barba, falla descansada e maito cantador, o pri-
meiro foi vendido pelo Sr. Joao Hypolito morador
na villa do Bolqae, no Reclfe ao coronel Goovela,
oo procura o Bolqae oa Paoema d'onde natural,
o segundo de Lage de Canbote ou Canhotinho,
comprado no Recite ao Sr. Antonio Jos Vieira de
Sooia : roga-se as autoridades pollciaes e caplties
de campo a appreheoslo de ditos escravos e pro-
testa-s contra qoalqoer pessoa qoe os occaliar
para disfractar seos servicos, e qaem pega-Ios e
leva-Ios ao dito engenbo rcebera' a gratifjcaco
de 1001.
, Fugi
desde o dia 1 a de agoste a escrava crioula de ne-
me Florencia, de idade do 45 annes, pouoo mais
oa menos, anda irregnlarmente em conseqnenoia
de nm p aleijado, falla mnito, e intltola-se de for-
ra : quem a peg.r ieve ao abaixo assignado em
san sitia, na Torre, qoe sera' gratificado.
Joaqoim Francisco Franco.
50$ de gratificaba*)
Fugao o escravo Simio, de naci Mocamblene,
idade 40 aobos, tem os segoata sigaaa : iam
barba, com tainos em circole redeas ao p as
oreinas, alto, falta de doatas na frente, seobtaala-
carregao, levoo calca de casesatra de cor em bem
esudo, chapeo de massa novo, camisa de algiina
bramo: esto escravo foi enmarao eso abril a
1864 aa Sr. Jos Vicente Uaaeaso, morador na
provincia das Alagoas, por sea procurador e 8r.
Josqoiaa CavaleaaU de Alaqne>qne Mello, mon-
ear ao tormo de Barreiros, por isso talm jaa
dito escravo tonta aagnte algnns daqnellas laga-
ras; roga-se as aniwldaiea aoliciaes a ana an-
liliailit aan eome aos eanitaas de camas, ia-
vs-lo sen senbor BeraaraTat: Antonio Perefra
Bastos, na roa Direita n. 30, no Reclfe, que dar'
a graUflcacao cima.





"M i
Diario d PertMmbuco ftabbdo i 3 de Agosto de tfi.

4SSEBL4 GEiUL
GAMAB-l DOS SENUORES.DEPUTADOS-
SESSO EM 17 DE JULHO.
PRESIDENCIA DO SR. BSPKRIDIAO (VICB-
PRESIDENTE.)
(Comtouaga).)
Sei apreciar as qualidades do Sr. presidenta do
conselho, fai j sea collega mas devo por isso
iDBsmi a verdade a S. Exc. e ao paiz.
Sr. presidente, a proposta, abstracgo (eita da
approvarao que pede para diversos crditos abar-
los oo exercicios da 1864 a 1858, de 1865 a 1866
a 1857, abre am eredito supplementar; e para pa-
gamento dos 30,000:000* e do restante dos credi-
i los mencionados no art. t, proj 5; S. Exc. a emls-
[ sao de papel-moeda, oa auiorisaco para fazer ope-
racao de crdito, comtanto que a emlsso pedida
' Dio possa exceder a somrna dos bilbetes do thesoa-
ro existentes na clrcalaco ao te.mpo da lei.
Por conseguida, a emisso de papel-moed, oa
operagdes de crdito, tm -tiara o nobra ministro
estes dons limites, om certo, e ootro indetermina-
do ; o certo o restante das autorlsag'es;
Exercicio de 1866-1867.
Paraoceoraeraodi-
ficll (art. 18 da lei a.
1,245 e resolugao de 15
de junho de 1866)
saber : W.
~
\

Como foi comprida a disposigo da lei que or- i mi "T T"J"mh^i
dena o resgate dos bilhetes do thesoaro existentes e o indeterminado a quantidade de mineras uu
na circulagao e na cartc-ira do banco ? O relatorlo tbesonro em circulagao na data da le.
nada deixa a desejar, e, re nao fosse clarissimo,
ahi estaya a tabella n. 24, para patentear o que
ss fez: pagava-se para emittlr de noy.
E' verdade que no mez de setembro a importan-
cia dos bilbetes do thesouro desceu alguroa cousa,
mas no Gm desse mez novas emissoos sobrepuja-
ran as prlmeiras : em ontabro bivia na circula-
gao mais de 34,000:0}0*000.
As tabellas do nobre ministro assegaram qoe no
1. de outubro a emlsso sabio ; se honve em se-
tembro diminuigao foi de algnns das. A qaestao
resmese, por tanto, do segulnte modo : o wroro
ministro retirava menos oa tantos bilbetes ao ine-
soaro qaantos emlttla. uJuu
A disposigo prohibitiva que firmara o legiaia-
dsr a respeito das subsntaigdes foi inatllisada. ue
que servlam os limites imposlos pela lei, querefc-
do qae a somma de papel-moeda nao augmentase
se, e consignando as regras a por em pratica, so
a eqoacu legal tinba desapparecido t O nobre mi-
nistro com os adiantamentos ao tbesouro, os qaaes
continaaram, fazia Irregaiarmeote avallar a Im-
portancia do papel circulante. Um dos elemento-
da somma de papel moeda apontada no relatoris
tlevc ser duplicado.
Sr. presidente, em compensacao dos largos fa-
vores que o corpo legislativo conceden, o legisla-
dor ordeoou qae se divldisse o banco em dtfas re-
partieses, ama bypotbecaria, outra de depsitos e
descootos. Eu devo diz lo, Sr. presidente, nao
reio na bondade desta disposico da lei, apoiei
todas as ideas coudas no projecto menos esta ; o
crdito territorial nao se inventa, tem condicoes
especiaes de existencia, vive em todos os paizes
carregado de largos favores, nao frncto de occa-
slio, e sim dos babitos, das institores e dos cos-
tones.
No Brasil, onde a propriedade publica e priva-
da se confundem, com ama legislacao hypotheca-
ra defectiva, onde a agricultura vive em coudi-
ces especiaes, onde o braco escravo que lb6 d
maior valor, com as oossas posses litigiosas e as
nsssas conusas sesmarias, a nova repartido do
banco me pareca um sanho. Depois a pintura
de saa carteira era, a meas olbos, a negaco do
qae se pretenda. Has o projecto foi aceito pelo
governo, foi acariciado como um grande favor fe
to agricultura, devia ser cumplido.
E o qae fez S. Exc. ? Das depois de sanciona-
da a lei pelo poder competente, o nobre ministro
adiava, e adiava indefinidamente a execugao Des-
la parte, porque no accordo de 11 de outubro do
2ano passado nao firmoa limites ao tempo, deixou
ao banco ampia liberdade : organisai a repirlico
bypotbecaria quando qulzerdes, foi a ceclarago
do accordo.
O direito era Igual; o accordo exista ; bem ou
mal, o nobre ministro o tinha assignado.
No l. contrato nao ba condicao, o adlamento
indefinido. No emtanto, pouco depois de um mez,
o Mostrado Sr. presidente do conselho, voltando
sobre seus passos, nern ao menos admltiio o praso
do art. 79 dos novo estatutos, e os modiflcou nos
termos da 10 alteracao do decreto n. 3,739 de 23
de novembro de 1866.
Era assim qae a pouco e pouco esvaeciam se as
illusdas de S. Exc. Os senbos do juro barato nap-
ea ebegaram, e a desejada reparligo pareca des-
tinada a morrer no bergo ou a viver vida ingloria.
Comparai, seobores, o accordo, a lei e os esta-
tutos. E' um estulo canoso. Eis o accordo na
parte a qne me retiro :
Aceitavam as coodigoes da citada lei para a
innovagao do contrato de 5 de julbo de 1853, en-
tre o governo e o banco, com a declaragao de que
na parte relativa a reparligo de hypolbecas fica
subentendido qae o baoeo reserva fazer nso dessa
aculdade logo que cjalgar opportano. e oatroslm
qae se compromettiam a submetter a' approvagao
do governo as alteragSas dos estatutos da 31 de
agosto de 1853 oa forma das disposig5es em vigor;
e pelo mesmo Exm. Sr. ministro da fazenda foi
dito qoe em nome do governo, e por virtude do
citado decreto, aceita a presente declaragao dos
accionistas do banco para todos os fffeitos le-
gaes, e especialmente para a execugao da dita
iei.
Vede bem ; se o nobre ministro poaia fazer o
acedrdo que fez, o banco eslava no sea direito di-
zeudo a S. Exc. nc quero modifleagoes nesta
parte.
Se, porm, o nobre ministro exborbitou, entao
o accordo era impossivel. E*ta mudanga repen-
tina, esta sbita ioverso dos papis do banco e do
governo, mais um argumento que favorece ornea
modo de pensar.
Quem tem o direito de reserva"- a sua declara-
gao para quando julgar opportano ? O banco; e,
pois, pelo accordo do nobre ministro o banco someu-
te era o julz da opportunidade
No emtanto, logo depois de um mez o nobre
ministro diz : nao, moliflcai os vossos estatatos,
mesmo nesta parte; agora son eu o jaiz da oppor-
tanldade ; exijo que encartis o prazo, e esto
prazo ja' nao pode ser seno para qae coraseeis a
fazer nso da faculdade relativa a' repartigo bypo-
tbecaria.
Mas, senhores, a renartigao hypotbecaria nao
emitte letras, nao faz emprestimos a longos prazos,
a sim a pequeos; e estes mesmos nao os ba da
fazer, porque os sonhos donrados de juro barato
desapparecero de todo. O banco pode reformar
os seas titulos. E, pois, a esperancosa instituigo
nao nem pode ser considerada como um favor
faito a' agricultura do Brasil. (Apoiados.)
Em ama palavra, senhores, comparai o que se
quiz fazer e o qae existe : A circulagao do papel-
rnoeda aagmentoa em quantidade, sem melhorar
em qualidade. A somma de'bilhetes do thesouro
permaneceu a mesma, quando nao exceden a im-
portancia dos que eilstiam ao tempo de sna exe-
cugao.
O ouro foi comprado e nao pago por inteiro,
nao podendo haver nm resgate equivalente de no-
tas do banco e segnindo-se um adiamento forgado
do resgate fina). Todo foi alterado.
Os 118,498:854*000 importancia do meio circo-
inte decompoa-se do seguiote modo: 42,560:144*
de papel-moeda, 73,476:7105 de notas do banco do
*> Brasil e de suas caixas filiaos, 2.471-700*000
emissao dos bancos creados por decreto do poder
execotvo. .
Ontro, porm, devia ser o resnliado da Bel exe-
cago da lei de 12 de setembro. ^ft/vx .
Se fosse execatada a lei, dos 73,000:000*000.da
emis3o bancaria deveria o Sr. ministro deduzr;
l., 11,000:000*000 divida do governo ao banco,
e que nao sendo paga, occasionou a nao substitu-
gao de notas do mesmo banco no valor crre5'on.'
oente.facto que importa um favor concedido, isto e,
a continnago do nso gratuito da emissao bancaria
em Ignal importancia; 2,", a somma de notas ao
banco, equivalente difflerenga entre o prego ajus-
tado peta compra do ouro e o pagamento feito at
boje.
Apartando se do pensamentc do legislador, o go-
verno do paiz. ao passo que alargon o comprimen
to de suas obrigagoss, adiou, como conseqnencia
do sen procedimento, o resgate gradual por conta
do banco.
Compre nao esqaecer que, alm dos..........
118,000:0004, tem o nobre ministro na circalagio
mais de 7,000:000* de adiantamenlos feltos ao
tbesouro : porqoe, seobores, os relatarlos do mi-
nisterio da fazenda calculara a qoaotidade do meio
circuanle, snppnmindo urna unidade importante
e qae deve ser avallada; justamente a dos adian
tmenlos ao thesouro.
A verdade qae a somma a substituir deve ser
duplicada, pois, qoe representada, emquanto nao
sa verifica a operacio, pelo papel que o thesoaro
emprega, receido por adlantamento, e pelo papel
qae deve ser substituido.
Kis, Sr. presidente, qaa! tem sido a exeengao da
le de 12 de setembro. Enearai agora este esta-
do de -coasa* em relicao a' proposta do nobre
ministro da fatMda ; procurai descortinar nos di-
versos artigos desta proposta um flm que se tenba
em vista,le apontai-nos a concloso final, se vos
pwsivel.
Confesso, Sr. presidente, qae por mais qae esta-
dasse a proposta do nobre ministro nao pode des-
cebrir seno por indaego o alvo a qoe attioge.
Dividir! a minba argumentagao oeste ponto em
partes diversas*. Eitodarei o sentido da proposta
do nobre ministro, e depois descerel a' analyse
dos seos clculos, compraodo-os com as leis, com
algnns dos decretos citados por ella, e com os ba-
tneos de 1864 e 1865, qoe ja' foram prsenles a
esta casa.
Logo, digo eo, se "Mr jurldl jmente possivel, na
forma da proposta, urna byputbese em que os re-
cursos pedidos nao cnegaem, a medida do nobre
ministro contraditona, e no se pede explicar
se nSo de am modo, qae depois mostrare! qual .
S. Exc. pede urnaanlorlsaco alternativa: ope-
raedes de crdito oa emissao de papel-moeda, oa
ambas as cousas : qaero dizer qae a proposta au-
torisa o emprego de qaalqoer dos meios solada-
mente, oa ambos ao mesmo tempo, com a nica
limiaco de que o papel-moeda s poderl ser emit-
tido qaando indispensavel.
Se nos termos da proposta estas tres bypotheses
sao possiveis, preciso qae as necessidades possam
ser satsfeitas por qaalqoer deltas.
O Sr. Presidente do Consblho : Creio que
o nobre deputado nao comprehendeu bem a pro-
posta.
O Sr. Jos Bonifacio : Pode ser; vamos por
partes. Em todo o caso algama destas bypotheses
ba de estar cemprebendida na proposts, e isto me
basta para a argamentig.
Se o nobre ministro emittir papel-moeda per nao
poder fazer operagdes de crdito, bypotbese qae o
seu relatorio aceita, tendo calculado a somma dos
bilbetes do thesoaro oa data da lei em 50,000:000*;
nesse caso extremo, isto se nao puder conseguir
recarsos seno por meio do emissSes, nao dispor
senao da somma apontada. Ora esta somma in-
ferior ao sea crdito, mais o restante das auto-
risagoes.
No caco, porem, de conseguir o nobre ministro
realisar operagdes de crdito na importancia qae
oecessita, ista mais de 70,000:000*; oa qaando
parte da aotorisaco Mr realisada em papel-moeda
e operagoas de crdito', o nobre mloistro mnito le-
gillrramente exceder' os 50,000:000*; porque es-
te limite s concernente ao papel- A proposta ,
pois, contraditoria; porque, suppondo tres bypo-
theses possiveis, o pedido varia. A sofflelencia em
um cas j demonstra excesso nos ootros; a verda-
de dest-rs suppdem insnfflciencia naquelle.
Eis como se explica a indielsao do pensamento.
Porqae nao determinar ao certo o qoe se quer;
porque nao declarar na proposta que em caso al-
gam se poderia emittir maior quantidade de pa-
pel moeda do que tal oa tal somma? (Apoiados)
O Sr. Presidente do conselho:Hei de fixar
na 3* discosso.
O Sr. Jos Bonttacio:J urna eoncesso.
O Sr. Presidente do Conselho:Goocessio,
nao; eu o declarei no meo discurso.
O Sr Jos Bonifacio:E* urna modifleagio na
proposta.
O Sk. Presidente do Conselho:NSo ba tal.
O Sr.Jos BoNffACio:Creio que V. Exe. enten-
de mal o mea pensamento; pensa talvez que eu,
suppondo urna moditlcago na sua proposta, en-
contr no procedimento do ministro algama consa
de censurvel; ao contrario acho loavavei qae S-.
Exc. and,i jue o que a discosso mostrar incon-
veniente.
Estimarei que o nobre ministro aceite todas as
modifleagoes que a discusso mostrar necessarlas.
O Sr. Presidente do Conselho:Sim, senhor;
mas esta nao modificago.
O Sr. Jos Bonifacio:Se nao porque nao
velo a proposta ja com este limite ? (Apoiados.)
O Sr. Presidente do Conselho:Eu responde-
rei.
O Sr. Jos Bonifacio:Caicalei sobra..........
50,000:000*, e para nao proseguir na argumenta-
gao com incerteza estimara que o nobre ministro
dissesse qaa! o limite.
O Sr. Presidente do Conselho:E' esse mes-
mo, 50,000:000*.
O Sr. Jos Bonifacio!Logo a quaotia de......
50.000.000*, se no forem possiveis operagSes de
crdito, bastante, segando o nobre ministro, pa-
ra as despezis qae ello clcala. ^^ ^^
Agora vejamos se pela proposla os 50,000:000*
basiam.
De que pecisa o governo, segundo as declara-
coas do relatorio da fazenda, corroborados pela
pela proposta ? De 30,000:000* e mais o restante
das autorisagoes. Qaal o restante dessas antori-
sagSes ? 46,000:000*. que alias, segando o pro-
prio relatorio, devem fazer face divida Queman-
te, na imporiancia de 45.000:000*. Assim, cian-
do mesmo, segando os clcalos do nobre ministro,
elle s tenba de pagar a mxima parle da divida
fluciuante, e nao toda, devemos accrescentar aos
30,000:000;* do crdito, pelo menos mais.........
25,000:000*, o que todo prefaz 55,000:000*.
Por conseguate, na bypotbese de se verificar a
emisso de papel-moeda, e nao ser possivel a con-
tinuagio das operagdes de crdito, com qae paga
o oobre mioistro a dfferenga de 5,000:000*. diSe-
renga que pode ser maior, e flea dependente da re-
tirada dos bilbetes do thesouro ?
Nesta ponto cllocome dentro do terreno onde
se collocoa o nobre ministro. E' S- Exc. quemo
diz em seu relatorio: Um empresttmo interno nao
me ple offerecer os recorsos da que precisa o
tbesotro. A venda de apolices a 90 /.. de qoe l-
timamente o governo langou mo, prova que nao
iofuudado esse receio. Eu apenas poeria conse-
guir converter os depsitos representados por bi-
lbetes em apolices. >
E', pois, certo que para S. Exc. a proposta quer
mais do que diz; porqae o nobre ministro nao pe-
dio e nao deseja esta converso, que alias feita o
livraria do perigo da sbita retirada dos bilbetes do
thesoaro, mas qae ao mesmo tempo tolhia-lhe a
liberdade de usar em larga escala das emissoes
de bilbetes, liberdade que antes de tudo quer sal-
var o nobre ministro.
Em ama palavra, a proposta do' nobre ministro
leva as entranhas a emissao do papel-moeda, que
sera' limitada a 80,000:000*: operag5as de crdi-
to at 46,000:000*; e como remate, porqae a pro-
posta caia-se diante do facto, o uso nao definido
dos bilhetes do thesouro, por cojo meio o governo
pode augmentar, emquanto achar tomadores, a
divida fluciuante no imperio. A combinagao e, por-
tanto,clara; emille se papel-moeda por um lado e
por outro bilhetes do tbesouro.
Nao eslou apresentando estas davidas pelo gos-
to de achar contradlg3es na proposta do nobre mi-
nistro. ,w
Quero evitar o mal, oa ao menos dimtnuir-lbe
as proporgoes. O qae se vae fazer sel-o eo: o go-
v^rno pagara' os 50,000:000* de bilhele do tbe-
souro, e ha de emittir orna quantidade Ignal a
recolhida. Eis-aqol o flm uoico da proposta;
contra isto qae me pronuncio; o nobre minist-o
nao tera' outro reeorso, tal como esta' a proposta
Sr. presidente, se a proposta do nobre ministro,
considerada em sens termos, contradictoria e
precisa de modificago, moito mais deficiente se
mostra se procedemos ao estado de cada ama das
parceilas que constituem as bases do calculo em
que se firma. Estas parceilas acbam-se oa pagina
- do seo relatorio, e eu voo, nao obstante a im-
possibllidade de om exame minucioso, apreciar
altjamas dessas parceilas. Destruida urna parte
qualquer do calclo do nobre mioistro, todas as
conclasSes desapparecem: a lucerteza eomega.
Lerei : l .
Posto Isss, eis o algarismo das operagoes da
crdito qae o goverao esta' aatorlsado a fazer,
comp eheodida a somma das despezas exclusivas
da guerra :
< Exercicios anteriores ao de 18641868.
t Para indemnisagao do pagamento
das preas da guerra da indepen-
dencia e do Rio da Prata, falto em
diobeiro.......................... 283:000*
t Exercicio de 1864-1868.
c Para indemnissicao do saldo das
despezas com os casameotos das
sereolssimaa priocezas, por terem
sido eSectoadas com a renda ordi
naria....'.........................
c Para ocorrer ao dficit (arts. 15 e
16 da lei o. 1,248), a saber :
Recei-
ta arreca-
dada..... 85,981:714*
tespe- *
zas votada
oaditalei. 88,871:723*
Recei ta orosda. 83,000:000*
cDespe-
za votada
na lei.... 58,871:728*
f Sab- ,
vengao a m
eompa-
nhiaame-
ricana de
paquetes
a vapor.. 200:000*
- _ 59,971:725*
Despezas exclusivas da guerra.
4,071:725*
Crdito concedido
pela resolucao n. 2,244
de 26 de junbode 1865.
< dem pelas de ns.
1,330 e 1,331 de 24 de
agosto de 1866.......
dem pela de o.
1,352 de 19 da setem-
bro de 1866..........
c Por coota dessa au-
torisagoes o governo
tem obtido estes recar-
sos :
< Emprestlmo de
Londres..............
Producto das apoli-
ces vendidas em 1864 a
1865, para occorrer a's
despezes da guerra___
< dem das apolices
vendidas em 1865 a
1866, para occorrer a's
despezas da guerra....
< dem das apolices
vendidas em 1866 a
1867 na corte e as
prc viacias............
Rannida a importan-
cia das que foram dadas
como premio as pessoas
qoe apresenlaram li-
bertos para o servigo
da guerra, por ter sido
feita esta operago em
vlrtude das referidas
autorisagoes..........
40,743:847*
25,194:837*
17,433:486*
102,549:451*

44,444:441*
1.201:000*
13,930:0005
4,768:818*
6M67:262*
138:8005
64,806 062*
c .Assim que, sendo de 102,349:451* o algarismo
das autorisagoes, e de 64,509:062* o Jas operagoes
effectoadas, claro qae o governo esta' anda hab
litado para procurar recursos at a importancia de
46,043:389*, incluida a de 8.000:000* que pela le
pode emittir em bilhetes do thesouro, como antici-
pago de recei ta. -
O oobre ministroTomma as aotorisag5e3 quefe-
ram concedidas ao goveroo dos ejercicios de 1864
a 1867, e comparando a somma da despeza, chega
a esta cooclaso fina), o pedido de 30,000:000*,
crdito supplementar, e o pedido para realisacao
do restante das autorisaeoas ja' concedidas.
Analysemos a primeira parcella : Para indem-
nisagao do pagamento das prezas da independen-
cia e do Ro da Prata, feito em dnhelro.........
283:000*000.1
Os balangos apresentados m 1861, 1863: e 1864,
as synopses qoe se referem aos mesmos annos, e
at os mappas coocernentes ao ministerio da- mari
nba, pSera em dunda a exactid-lo desta parcella
de 289:000*. Historiemos os fados. Em 16 de
agosto de 1855 a cmara dos depotados por le es-
pecial autorisou o governo a azer operagees de
crdito para diversos servico3, e entre elles se vo-
toa a quantia de 624:000* para ser proporcional-
mente destribuida pelos offklaes que livessem feito
prezas cas guerras da independencia e do Rio da
Prata.
Em desamoro dessa mesmo anoo o ministro de
ento fez o regolamento respectivo, e, creando urna
commilso,.determlnou o modo do processo, esta-
beleceu as regras da diviso oa eonformidade da
lei, tendo em atlengo o numero- das prezas e as
patentes des offlciaes.
Os relatorlos da marinha 1836r 1860, 1861/e
posteriormente os de 1865,1866 e 1867, contema.
historia completa desta autorisago. A proporgao
nao era incerta; o governo nao poda exceder essa-
quantia de 624:000* taxada pela lei.
Em 1860 a le do orcamento no arfc 11 aonullou
todos os crditos especiaes, salvo aooeiles qne dis-
posico posterior mandasse vigorar.
Em 862 a lei O. 1,177 de 9 de setembro restan-
roa a disposigao da lei de 1855, mas de novo con-
sigooo expressameote 624:000* para o mesmo fiah
Estes 624:000* oa doutrina do regolamento, na
doutrlna da lei, na doutrina de todos relatorios ci-
tados, essa quantia nao poda ser escedida, poraue
o iim do legislador era dislribuWa proporcioDal-
mente a's patentes e ao oumero de prezas, oa for-
ma do regularaeoto que se expedio.___
Que quantia pois, esta de 28fc0O04? Nos ba-
langos vejo a eontestago do facto, se nao tiver urna
explicago. Eis as quantias pagas por >conta desse
crdito : Balango de 1862 a 1863; 298:487*837 ;
balando de 1863 a 164, 87:000*; balango de 1864
a 1665, 91:753*892; pede-se agora para odemni-
sar a renda ordinaria 283:000*; sommadas as
quantias todas tamos o segulnte resaludo.. -.....
760:241*929'. 'Por consequencia boovo om excesso
de despeza na importancia de cerca de I3:uuu*,
qoe compre explicar, e cojo emprego deve ser de-
clarado, com taoto mais razo qaantc.dos mappas
dos relatorios da marinha de 18bo, 18bb e I8bz so
consta o pagamento de 19&225*264; em .odo o
caso nao sei o qoe quer dizer a proposta do oobre
ministro pedindo approvagao para o resunta de
om crdito qoe se excedeu. _._...,.
O Sr. MartinhoCampos:- Ja*eslava excedida.
O Sr. Jos Bonifacio- : 2 verba: Para id
demoisago do saldo das despeza* com os casa-
mentes de SS. AA. 1L, porterem sido efectuados
com rendas ordinarias, 4L5:0O0*. E ootra par-
cella que oao posso comprehender; nao se ae que
resto falla o nobre ministro. Os balaocos. e as sy-
415:000*
nopses protestam contra esu verba.
A le n. 1,236 de 20 de setembro de 1864 votou
2,386:000* para os seguiotes servlgos: dottgM V
SS. A A. Imperiaes, alogoel e Zm*&*
enxoval e otros objectos, e negociaos relativas
ao casamento; a lei Do se coutentoo de rolar
2 586:000 para todos esses servlgos, espeelficou to-
do. Por coou deste crdito especial eis o qoe se
gastou. E' o balaoco que o diz :
Crdito especial.
Decreto n. 1,236 de 20 de setembro de 1864.
Art. i. l.-Douoo deS. A. I. -,,
a Sra. D. Isabel. 106.83438J8
| 2." -Alogoel de pre-
dios para babita-
. gao de S. A. Impe-
rial e seo aogasto Kn.,y-
V consorte........ 5.032*257
S 3.Aqaisigo de pre-
SE?.?.'^ 300:000*0001
| 4.Enxoval e ootros
objecles do ser-
srzr.
3.Dotacao de S. A.
a Sra. D. Leopol-
dina.............
6.-Alaguel de predios
j para sua habitago
e de seu augusto
consorte.......... 9:822*380
7.Aquisicao de pre-
dios para o mesmo
flm.............. 300:000*000
8.Eoxoval e outros
objectos do ser-
vigo dos angostos
consortes......... 200:000*000
i 10.Negociares rela-
tivas ao casamen-
to, etc., (ajoda de
coto aoencarrega-
do da missao es-
pecial junto de S.
A. o Sr. duque de
Sate Coburgo Go-
tha).......;.... 10:000*000
81:864*838
em vl-tude da poca do casamento e as negocia-
(des, as qaaes gastoa-se menos do qae a qaantia
votada. Qae verba fois, esta T Em qae foi gas-
ta T Por qoe exceden se o crdito T
O crdito era de 2,586:000*000 ; daduilndo
1,200:000*000, importancia do dote qae smente
tem de ser recebldo no caso de ausencia, fleam
1,386:000*000 ; mas a somma das despezas taitas
e constante dos balangos 1,213:564*513 ; quem
de 1,382:000*000 tira 1,212:000*000, tem como so-
bra cerca de 170:000*000. Qae saldo de despeza
e este T se em vez de excesso hcove a sobra de
170:000*000, como qae se pede 416:000*000 T
De du>s ama : oa os 415:000*000 esto dentro dos
1,382:000*000, e neste caso o governo deve nos
dizer em que gastn 170:000*000, dfferenga entre
o toUI do votado e da despeza feita, ou os 413:000*
representara am excesso alm dos 1,332:000*000,
e eota) o oobre mioistro deve explicar nao s o
emprego destes 413:000*000, mas anda dos
170:000*000 qae somatados aos 415:000*000, la-
xan poaco mais oa meaos 700:000*000.
V-se por tanto qae. sendo estas duas parceilas
elementos do calculo de S. Exc, ja' em parte esse
calclo nio tem firmeza e base ; ma*s se o nobre
ministro compara as autorisagoes para as despezas
da guerra dos tres annos com as mesmas despezas
eftectuadas ; se Do distingue oo mesmo exerclcio
as autorisagoes ordinarias e extraordinarias, evi-
dente que devia figurar na columna dos recarsos
todo e qaalqoer recurso qae o oobre ministro ti-
vesse.
Ora perganto eu : onde est o ouro do banco do
Brasil f ouro este (note V. Exc.) eoja venda tendo
por flm o resgate dos bilbetes do thesoaro em orna
importancia igual a seu prego, foi todava compra-
do pelo nobre mioistro, compra qoe foi apenas paga
em parte, e paga como T Em papel-moeda. O oo-
bre mioistro para pagar parte do ouro qae com-
pron nao contava com os recursos j existentes,
nao contava com os imposlos, nao contava com os
saldos; o nobre ministro pagon essa parte servin-
do-se da autorisago qoe Ibe tinha sido concedida,
mas concedida para o Um do resgate de bilbetes do
tbesonro.
Por tanto o ouro do banco nao podia ser exclui-
do dos clcalos nesta qaesto.
(Ha um aparte.)
A qaestao a mesma : oo pagasse o oobre mi-
oistro com papel-moeda on cora saldos, desde qoe
jolga de p a auto: isagao qae Ibe foi concedida pela
lei bancaria. Se pagou com saldos, emittir papel-
moeda para indemnisar a renda ordinaria ; se ja'
emittio, ficou com a importancia do ouro.
Nem eu comprehendo, senhores, qoe possa haver
qoesto. Desde qae as emissdes de bilhetes do tbe-
souro continaaram as mesmas, e por taoto o sea
equivalente ficoa oo mesmo thesoaro, o papel-moe-
da que tinha da ser empregado na snbstituigo de
notas do banco nao produzo o sen flm -f sabia subs-
titniodo notas do banco, e eotrava sob a forma do
bilhele do tbesonro. Contestar, por tanto, que o
ouro deve entrar no-calculo do nobre do mioistro,
contrariar o sea proprio relatorio.
Suppondo, por taoto, qae o oobre ministro nao
emittio papel-moeda para compra do ouro, ainda
assim as minbas conelasoes ficam as mes-mas e se
resomem do seguate modo ; desde que nmrtiveste
na circulagao a mesma somma de bilhetes do tbe-
souroo ouro eomprado ou o papel-moeda qoe po-
dis emittir represeatam forzosamente um (loe re-
curso eom que contaste. E como nega-lo, se-o re-
latorio da fazenda indirectamente o confessa.
No em tanto mostremos qae o ouro representou
e nao podia deixar de representar entre os recar-
sos para despezas de guerra.
Sr. presidente, o nobre ministro d guerra joo
toa ao seo relatorio urna tabella das despezas feivas
nos exercicios de 1864 a 186", de 1865 a 1866 e de
1866 a 1867; posto qae nao concorde ( como tam-
bem bel de provar ) com o proprio balango do the>
sonro, offerece todava dfferenga para meos; por
conseguinte, trasendo-a para cw naos cacalos, so'j
at favoravel a' proposta do oobre presidente da
conselho.
Quanto ao ministerio da marinha o balango roe
foroeca a importancia da despeza-do exercicio do
1864 a 1865.
Restava-me as despezas de 186*a 1867, e para
calcoU-las acceitei o computo das autorisagoes,
porqae dos relatorios de 1865 e d* 1866 dedoz-sa
que a despeza efedwa nunca podena' ser menor
do qoe a autorisada.
No relatorio da marin a do correte anno pu-
blcam-se os crditos ordinarios e extraordinarios,
coja iaportancia de 17,346:602*380; tendo ha-
vdo oov excesso de despeza qae se espera desap-
parega pela annullagao de algnmas que devem
correr por outros ministerios. Tomarei por isso
como base a despeza autorisada e nao a conhe-
olda.
No mesma relatado o exercicio de 1866 a 1867
computado era 11..17J:OJl*320. Posto qae cal-
culando-so com a despeza feita, o relatorio apr-
sente am saldo de mais- de 6,000:000% o mesmo
documento declara que este saldo ser consumido"
e o exercicio ba de mesmo precisar de augmento
de crdito. Tomarei, porUnto, como base a des-
peza autorisada ; menos nao se gastara.
Eis portanto as paraeilas, comprebeodendo os
crditos ordinarios e ettraorioarlos. As tres prl-
meiras representara a despeza effecliva, constante
da tabella do ministerio da guerra ; a-quarta a
despeza do exercicio de-1864 a 1865 conforme o
balaoco < refere se ao miaisterio da marinha ;. as
duas ultimas representan! a importancia das au-
torisagaes eoocedidas ao mesmo ministerio e qae
devem ser excedidas.
Despeza de 1864 a 1867.
(,27^82:8:11*596
<57,633:065*819
(30,199:727*640
i 13,317:543*307
Marinha {17.856:428*692
(11^70:091*558
A somma de todas as parceilas asceode a
162,478:847*510. Se desta somma dedazlmos a
imporuotaocia dos crditos ordinarios dos minis-
terio da guerra e da marinha em igual periodo, a
saber : 60.464:963*597, ficar-nos-ba.....
102,014:897*913, parcella qae approximadamenle
exprime as despeta extraordinarias..
Nole-se qae o clcalo basi-se sobre os gastos
dos ministerios da guerra e da marinha, qaando
podem haver ootros a considerar, e alada mesmo
despezas descoohecidas.
Ora, as despezas feitas por cootas das aatorwa-
g5es de guerra, segundo o relatorio da fazenda,
importara em 83,372:190*, parcella qae compara-
da aos 102,024:897*912, d ama diffareaca de
mais de 18,000:000*000.
Com que os pagou o. nobre ministro T Com as
aotorisagSes ? Nao. por qoe s gastou 3.3^000-000*
conforme o relatorio. Com o crdito supplemeo-
tar ? nao porque a somma do pedido exige que o
mesmo crdito entre nos 75,000:000*, ou. .
76,000:000* da proposla ; com bilbetes. do tbesou
ro Tambem nao, porqae eram elles o equiva-
lente das autorisagoes anda nao realsadas.
Foi cora o curo que exista dos cofres do banco
e do qaal devia anda ter o thesoaro ao tempo do
calculo do nobre ministro, 8,000:000* a 7,000:000*
Ora, se o nobre ministro em seu relatorio, dan-
do a razo da compra, declara qoe (ez remessas
para o Rio da Prata, eomo pedir am crdito des-
tes sem aos declarar que gastou qaanto com taes
servigos e quanto com outros, serviado-se de taes
e ues recursos ? (Apoiados.)
O Sr. Presidente do Conselho da' am aparte-
0 Sr. Jos Bomfagio:Ja' dlsse que o5o pos-
sivel prescindir da importancia do ooro eomo ele*
meato para ebegar ao exacto coaheoimento das
necessidades do tbesouro.
Desde qoe a somma de bilbetes do thesouro em
circalagio conservoa-se a mesma, nao ba qoes-
to possivel: o miaisterio, alm do qae menciona
teve a saa disposico 25,000:000* em ooro oa pa-
pel-moeda.
Um Sr. Deputado:Faltn lo clcalo a despeza
do ooro.
agai/arar com jasteza o qae se pedio e o qae se
de vera pedir.
Amanba ua depois o actual governo oo seus
successares, se ja' nao existir, abrir' novo crdi-
tos e contemplara' essa diflerenga'; mas essa. de-
mora nio pode ser parmittida dasde qoe conhe-
clda a despeza, e contra ella protestam as leis.
Fazer dependentes da vantade do goveroo a esco-
ltada occasio entregar-Ib em parte o direito
de fizar a despeza, esse direito nosso, o direi-
to do corpo legislativo. (Apoiados.)
Firmmo-lo em nome da constltalcao e dos in-
teresses poblicos; o corpo legislativo tem em suas
mos os melos da firmar a saa doutrina das leis
de 1830 e de 1860. (Apoiados.)
- Esta refleao me leva ao exime do quadro com-
parativo do nobre ministro, a ptgioa 6 do sea
relatorlo.
Caicalei com os elementos que esto mencio-
nados no i 5* da proposu, isto com as autori-
sagoes j concedidas pela cmara ; agora vou
calcular com as parceilas que compoem os trila
mil cooios dos crditos sapplementares e extraor
diarlos. Percorrerei as verbas do quadro.
Sr. presidente, farei preceder a miaba analyse
de algumas reflexoes qoe repoto necessarlas; nao
estou oeste momento advogando seno o cumpri-
mento exacto da lei. Quero qae os organismos
sejam ama verdade, e elles nao o sao.
Ha am fado qae se deseaba salieotemente oa
historia da oossa legfslago ; facto qoe, ao meio
de oossas fraquezas, honra o corpo legislativo ;
apezar de sens erros, desda 1832 faz elle esforgos
para limitar as despezas, tornando urna realidade
pratica urna das oossas importantes attribuicSes
constitaciooaes, emquanto pelo seu lado o poder
execotvo procura alargar a sua aego.
Em 1832 flrmoa-se o principio genrico das
transferencias de amas para onlras rubricas do
orgamento, sem distnego de ministerios, mas em
1848 destre se o principio estabelecido na lei e
inaugurase urna nova doctrina em 1850 preci-
sam-:-e e deflneno-se melhor os crditos sopplemen-
tares e extraoidinarios ; em 1860 precora-se limi-
tar o arbitrio dos crditos supplemeotares e extra-
ordioarios, e resoscita-se, melboraodo-o, o systema
das transferencias.
E' digno de no'ar-se o que'.teem sido os orga*
mentos oeste paiz I (Apoiados). A cada esforgo do
corpo legislativo, corresponde ara falseamenio do
poder execuiivo 1 (Apoiados). A cada medida I*
gislativa procurando limitar a acgo e a omnipo-
tencia do poder execotvo, ha'sempre algama cousa
(permitame a cmara e o nobre presidenta do
conselho que o diga, porqae nao fago applieago a
DiDgoem) de sophislico qoe torce urna palavra, in-
verte urna rda, desnatura oro pensamento, e cons-
tantemente .o corpo legislativo v quasi silencioso
esta usurpaeao da primeira/ da mais sagrada de
suas attribulgSes. (Apoiados).
Mas a lei, qoe nao observadla oa qae nao tem
forga, nao lei (apoiados), e aos, senhores, nos vi-
vemos porque votamos forga e diobeiro. (Mnitos
apoiados). No exercicio des buigoes esta' o segredo do nosso- poder. Goarde-
mo-as com cuidado e venerago.
Voo precisar em algumas pala vras a? regras que
as leis ultimas estabeleceram a respeito de crditos
supplementares, extraordinarios o transferencias
de verbas.
Nao ba despeza possivel sem crdito especial
para paga-la.
Presente o corpo legislativo, nenbeaa despeza
poda ser feita sem previa autorisago : exeptuam-
se casos especialissimos concernentes a crditos
extraordinarios.
Nao se podem abrir cr rtos supplememares se-
no em referencia a servigos vahaveis por sua na-
tureza.
S ba crdito extraordinario quando a urgencia
accresce a laprevisao da despeza.
A transferencia nao possivel quando cao foi
executado o servigo.
A lei nao comporta a abertura de crditos nos
sws mezes addicionaes.
Nao judicialmente possivel' o snpplemenlo-nas
verbas, dos qaaes bouve transferencia.
E' possivel que rae contestem os dous unimos
principios ; mas-quanto mim elles sao de masiraa
Importancia e vertadeiro?, posto qoe principalmen-
te em relago ao penltimo esteja em contrario a
pratica de todos os goveinos.
Admilti, senhores, como boa semelbante pratiaa,
e solapado fica peta base todo orgamento. Os sel
mezes addicionaes oao comporta a abertura de
crditos.
Os seis mezes addicionaes sao pela lei consagra-
dos a' liquidago, oa abertura de um crdito no-a
acto de liqaidagao.
A Dova legislagtvno connece os oreditos coro-
plemenUres, e aquellos que se abrem nos seis roo-
zes teem essa natnreaa, nao supprem, pagara o qae
ja-se gastoo.
O credt> sappde-aotorisago dos termos da ler,e
o pedido dos seis mezes addiciooaas soppoa despe-
za ordenada (Ilegtimamente.
Em relago as transferencias, o prazo de 9 me-
zes-nao teria explieago, se taes transferencias se
podessem fazer depois-dos doze do exereleio.
Sei bem que o contrario se faz^e os decretos da
governo, base da proposta, exeapficam mais de
ama violago.
Estodemos o quadro comparativo-, oesse quadro
tambem assenta a proposta, ei lo ::
Parei am ligeieo esbogo dos- onus que pesara
sobre o thesouro no corrente exercicia afim de<5iia
poesafs bem avahar as dlfficnldades da oossa situa-
go fioanceira.
A recelta ordinaria, contando-se com a da es-
trada de ferro e com o prodacto de donativos, deve
sao media de 40,000:000*000
dedazUa a coBsIfoago da le. 2,000:000*000
Bilbetes do thesoaro qoe passa-
saram do exercicio de 1865 a
1866...................... 8,8i7:000*000
Differengas de cambio as re-
messas feitas at boje para
Loudres................... 1,285:283*365
. .iJj. lT378l325*718
A deduzr:
Importancia destinada no art. 7
j 22 da lei ao pagamento do
resgate do papel-moeda de qoe
esleve incumbido o banco do
Brasil...................... 2,000:000*000
dem da garanta de 2 por cen- v,
to provincaes a estrada de
ferro de D. Pedro II.........
Se fdr iodemnisada, por meio da
renda qoe se estabelecer, a
despeza da companbia Uto de
Janeiro Cuy Improvements...
253:333*333
10l9z7992*385
698:786*080
110,231:206*885
Nao me possivel examinar decreto por decre-
to o quadro presentado no relatorio; bastar-me-
ba dizer que oa mor parta delles descabro a vio-
lago de afganas das prescripgdes legaes qae apon-
te!; e o qoe mais admira a cootradleeao eotra
os actos aos ministros. Citare! am exe opio lirado
da materia que discutimos. Refiro-me ao decreto
n. 3,845 da 27 de abril de 1867, comparado com
o decreto n. 3,733, om do miaisterio da ftienda,
outro da agricultura. Na axposigo diz o nobro
ministro.
< A tabella A mostra qne o nnico servigo de en--
ja coosigoago pdde-se desde ja' esperar algama
sobra sascepti ve de transporte o do 17 da lei
do orgamento, atteota a despeza at boje conheci-
da, visto qae nao se- devendo despender somma al-
guraa por conta dos designados nos %% 19 e 24,
nao Ibes applicavel a disposigo do art. 13 da ci-
tada lei n. 1,177, que trau das economas realisa-
das na execugao dos servlgos, e nao das importan
das que deixam de ser eopregadas por nao se ter
feito aso da aoiorisago legislativa. Assim, pois,
teobo a honra de apresenrr a vossa magestade
imperial o decreto junto abriado am eredrlo sap-
plemectar de 10,179:852*886 rs., e aut irisando o
transporte de sobras no valor fib 180:08o1* para as
verbas deficientes. >
Eis abi orna doutrina verdadeira ; ma qner-se
ver a applieago? Lda-se o decreto do ministerio
da agricultura, transferindo a verba de 10:800*000
votada para descobrhnento e explorago de mina?,
e da qnal nao se tinha gasto um real.
Continuemos : as tfespezas calculadas no qua-
dro para o accreseimo dos jaroa da divida externa
e da divida interoa sao representadas pelas duas
parceilas 4,6-30:923*443 e 1,537:092*800. O qua-
dro nao refere o decreto de 27 de abril, qaando
alias essa mengo feiu a respeijo de todos os os-
tros decretos.
Eis no emtanto a tabda do decreto, para ser
comparada :
Crdito soppteseentar.
| i." Juros, aaior-
tizago e mais
despezas dadi-
vida externa.
% Juros da di- -.
vida Interna
fAmdada.....
15. Premios de
letras, descon-
"tas de bilhetes
da alfandega,
etc..........
Gaerra
Para o- |-4.'-Cai-
xa da amortisa-
gao. etc.......
Tirados :
Do 17.Obras..
?ara 0^,14; A-
judas de costo,
etc............
Tirados :
Do 17.Obras..
Transportes;
6,6*9:156*886
1,530.636*003
2,000:000*000
7o779:852*885
O:O00*0OO
38:000*000-
08:000*000
90:000*000
montar, segnndo o calculo feito na tabella o. i, a
60,000:000*000.
Elevase essa somma, reanindo-selhe estea
recursos :
Depsitos liquidas (aproximada-
mente)....................- 1,000:000*000
Resto das prestagSes de empres-
timo de 1863 recebido neste
exercicio.................... 7,760:808*000
Venda de apolices at o fias de
margo.....__............... 4,768;18*000
73,5S9:626*000
< Para pagar a despe-
zas d diversos crditos
sopplementarese exlra-
ordioarios (ari. 4* da
lei n. 1,243 de 26 da
joaao de 1863).......
-------------- 1,890:011*
12,517:825*

1,213:864*613
1,386:000*000
173:235*487
Todos os servigos se fizeram com a verba votada;
noove, em vez de augmento, dirainnigio ; dtminui-
gao alias expltcavel como por exemplo, oa dotagao
O Su. Jos Bonifacio: E os bilbetes do thesoa-
ro qae cootioaam a circular ? Se por am lado a
comparagao das bases do calclo do nobre miois-
tro da fazenda autorlsam as conclusoas qae acabo
de estabelecer, por outro lado a comparagao do
crdito de trala mil contos com os clculos do re-
latorio da fazenda, a pag. 6, produzem davidas no
meo espirito : apreseolarei algumas densas do-
vidas..
A tabella da proposu distribae para o anno de
1866 a 1867
fica de 1866 _
portanto, o crdito qae se pede deixa ja desco-
berta oo thesoaro ama quantia excedente a
8,000:000*000. ,
Este modo de proceder nao aeeavel, e acen-
sa om vielo na escriptaraco. Se a despesa ja
conbeclda, para qae guardar silencio a respeito
de om parte dalla t O goveroo M^rW^
vir pedir os meios oecessarios, faadamenuodo a
sua proposta com todos os esclarecimentos.
Presciodindo, como devo, do qoe desconbecl-
do ; mas do dficit coohecido a proposta soppnme
ama par;e, e dirigindo-se ao corpo leg dativo, o
nobre ministro o colloca na linposslblidadc de
Ha, porm, as seguiotes despezas :
Votada oa lei................. 58,821:725*039
Com a exposigo nacional (de-
creto o. 3801 de 13 de feve-
reiro da 1867.)............... 230:008*000
Da estrada de ferro (decreto o.
3.728 de T de oovembro de
1866)....................... 2,604:416*573
Nao classlficada do ministerio de
estrangelros,................ 360:000*000
Crdito sapplemeatar do mesmo
ministerio (decreto n. 3,775 de
9 de Janeiro de 1867)........ 134:750*000
CredKo extraordinario do minis-
terio da agricultura (decreto
b. 3,818 de 27 de margo de
1867)......................- 1719.13*500
Dito supplementar (decreto n.
3,843 de 17 de abril prximo
Ando)........................ mtopoq
Resto do crdito extraordinario
do ministerio da guerra de 24
de agosto de 1866, qae passa
para o eorreote exercicio, coa-
forme o clcalo feito oa expo-
sigo de 30 da margo ultimo.. 3,348.516*198
Crdito extraordioario dos so-
bredits mlaisterios, concedi-
do exclusivamente para este
exercicio (lei a. 1,351 de 19
qde setembro de 1866)........ 17,433:486*000
Dito para o ministerio da guerra
(decrete o. 3,828 A de 30 de
marco de 1867)............. 13,768:986*000
Accrescimo dos uros e amortiza-
gao da divida externa, por ter
sido oegociado o emprestimo
de 1868, e haver passado para
o thesoaro o qae pertencia a
estrada de ferro............ 4,630:928*443
dem dos juros da divida inter-
na fundada, em consequencia
da emlsso de apolices poste-
rior a* lei, a saber :
Por veoda oa corte e as pro-
vincias.................... 1,374:762*000
Em pormaia de acgo"es da estra-
da de ferro................. 148:038*000
180:000*000
A' parlabas transferencias, qoe na entram co-
mo elemento para augmentar a deepaza, noU-se
logo o segulnte : os jorss-das divida interna sao na
tabella 1,50?650*, e no -qaadro 1,537:092.
E nao someote esta discordancia, discordancia
di (lie 11 de explicar, porqoe, Unto o qaadro como a
tabella, calcla eom despezas qae se tm de fszer'
oa ja feitas, eomtanto qasejo conbeoidas e certas ;
de notar ainda-qae o decreto de 27Tde Abril abri
am crfidi:ade 18,179:000*,.crdito qoe tem ama
base; no emtanto qae o qaadro do oobre ministro,
qae tem ota vista caleutar o defiaj qae eiU to-
dos os octros decret ?, apenas assignala estas duas
parcelas sostenientes aos jaros da divida interna.
e externa.. 4,630:92343 e 1,8373)92*000!
Sr. praedente, o nobre ministro aomprou os re-
cursos que tinha no aano de 1866 a 1867 com as
despezas eonhecldas, {sitas e por fosar *, portanto.,
devia integralmente od decompo.sU> incluir o cr-
dito de '.J-te Abril oc-vaior de ia.*73:UO'J*. Onda-
est ? descubro apenas parte deUe, do emtanto
que esse-mesmo valor entra como parcella no cr-
dito de 30,O00:O00fc aberto polo mioistro que o-
vem peder a cmara.
Mas como exigir methodo e systema se, cousa
espantosa, os balaocos que nos-foro distribuidos
este cono, isto balaocos de 4364.a 1865coolm
despeaas que excitao a admiracao t Esta verba
Despesa nio classi&cada, e qoe prometa crescer
em un balango depois de dens- anuos, -urna ver-
dadeira monstroosidade Unanceira. E' preciso ve-
la em obra: o ministerio dos negocios estrangei:
tros, despeza naoelassificada, 3,200:000^; o.mlnis
erio da gaerra, 3,378:248*807 rs.; o da marinha
193:377*600 o da fazenda, 4:462*000.
Para a classiBcago dispoe o tbesouro de largo
tempo. Alm. dos 1% mazos do exercicio o dos
seis mezes ad&ciooses, tem anda para_ encofrar
a escripturacjao tres mezes, e todo isto nao basu t
A desclassioagao o anniquilamanlo do direito
de fisealisarf nBOhum da os pode pedir oa sa-
ber o qae signiticam taes desperas, quera, as auto-
risoa, qa?la sua. origem ; e socaos representantes
da nago, a votamos oa orgamento* I
As despezas crescem tedos os das} mutas sa
fazera sea a inlerveago do corpo legislativo ; os
balangos sao apresentados como este da qae (alto;
o dficit augmenta I Esta esUdo aflclivo e des-
afia o ouis acorado zelo da cmara.
Olbemos, senhores, olhamus para este estado t
A despeza nao olassiticada vai seu eamiobo. At
margo de 1867 o miaisterio da gaerra em suas
tabellas dava como oao clasificados do aooo do
1865 a 1866 20,809:312*735, quasi metade da des-
peza feita, e o sea relatorio deste anno.
Nao possivel orgamento sem classlflcagao^e o
balaogo acompanha a orgamento. Se nao procurar-
mos restanrar a verdadeira doutrioa, fozgoso
dizer adeos a* mais Imporunte de nossas atinbai-
Despeza oo elassifleada em am balaoco,. e em
tao elevada importancia t
Comprebeodo qae aos oltlmos mezes de om exer-
cicio possa o governo .ver se oa impossiailidade do
classicar algumas verbas.
Comprebende-se, mas nem esu bypotbjM foi
comprehendldana lei; caso Do previsto, eqo* flea
sojeito ao nosso jalgamento ; o crdito que se pe-
de soppde conbeeimento da despeza, e nao ba ver-
ba do orcamento sem classlQcacao. Comprehen-
de-se o facto, mas dentro de certos limites.: pos-
sivel qae de (ora, em occaslao de guerra, venha
am saque sobre o thesoaro, e a ministro pode ver-
se em difficaidades; oa exige a exeoog-o rigorosa
da le, on fax o pagamento....
Mas nao disto qae sa trau. Sr. presidente.
NSo sel para qae crearam pagadorlas e to*5 c"8*
repattigoes apparatosas; se oo balango de it4 a
1865, apreseoudo ao corpo legislativo, nao tros
oa qaatro mezes depois do ejercicio, mas dons
aooos depois de encerrado, alada se .conten mu
verbas qqe eo entrego, a' con^d Ja oamara
e coosciencia di proprio nobre ministro, de qaa
vale a lei ?
m!antirtft 27 000-0004- ora. o de- Cbmo premio aos individuos que
a* ffiJ.-^SSSWSt; teem .presentado libertos para
o servigo do exerctlo- -
Em pagamento da divida ios-
cripta...........'..........
Importancia satisfelta em diobei-
ro pela permuta referida....
Pagamento a' companbia Rio de
Janeiro Citn Improvements,
oreado pelo qae se effectaou
no primeiro semestre.......
Subveogo a' companbia Ameri-
cana de paqaets a vapor....
Jaros de bilbetes do thesoaro
oalcalidoe sobre am enis-
10:332*000
3:960*000
1:149*380
'698:780*000
!08.000*000
E' possivel qae doas annos depois de o exewio
eocerrado, se aprsente ao corpo legistotivo nm
balango qaa tenba tres mil tantos conloa de despe-
m oao elassifleada e pertenceote ao m nistrio da
Mtraugeiros. Ora, com despezas nio classIOcadas,
o qoe o orgamento ? Seobores, eo alo ceosuro
ao nobre ministro, pelo gosto de eensara-io, mea
flm o a tro : eu pegj qae S, Exc trate de estabe-
lecer a regra verdadeira, zeUndo tambem aa attri-
bulcoes do corpo legislativo, qae ea sempre tentao
visto defeudidas pelq |Ohre ministro. -
f\;ontnr-8-fca,J

~TYP. DO DIARIO-RUA DASCRDZES W.".



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