Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11343


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Full Text
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ANNO XLIU. NUMERO 186.
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SEXTA FEIRA 16 DE AGOSTO DE 1867.
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tS500
27*000
A8MUHHI Di vmmM^ mmwm H BAMUL MMnQtM DI ms& d .HBUP8, 8213 VMmtimam*
IENGARREGADOS DA SUBSCIHPQAO.
Paraby ba, o Sr. Antonio Alaxandnno
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;Aracaty,'
oSr. A. de Lemos Bvaga ; Cear, o Sr. Joaqainl
fos de Oliveira; Para, os Srs. Gerardo Aatonio
Al ves dt Filhes; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas.o Sr. Francino Tavares da Costa;
Baha, o Sr. Jos Martins Al ves; Rio. de Janeiro,
o Sn Jos RIbeiro Gasparlobo.
PARTIDA DOS ESTAFETAS,'
Olioda, Cabo, Kscda e estagoes da v /arrea al
Agua Preta, lodosos dias.
Igoarass e Goyamia as segundas e sextas reiras.
Santo Antao, Grvala, Bezerros, Bonito, Caruarii,
Altiabo, Garanhns, Buique, S. Beato, Bom Con-
selho, Agaas Bellas e Tacaralii, as te'rcas-fflras. I Relacao : tercas e sbados~is Ohoras.
Pao d'Albo, Nazaretb, Limoeiro, Brejo, Pesqpeira, I Fazenda: quintas s 10 horas.
ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis- j Jalxo do comaercio : segundas as I i horas.
ta, Oarfcory.Salgdeiro Ex, as quartas /airas I Dito de orphaos : tarcas e sextas s O horas.
--------------- au,<*
-----------------------5-1------------------------.
Serinfcaera, Rio Farinoso, Tamandar, Una, Bar-1Pr7eira vara p aval: tercas e sextas ao mefol
. Agua Preta a Pitnanteiras, as quintas da. I
Segunda vara do civaj_; quartas e saanades ai

i'

biras.
AUDIENCIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL-
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
das da semana
1 Mora da tarde.
EPREMERiDES DO MZ DE AGOSTO
7 Quarlo rese, as 4 h. e 17 m. da m.
15 La cbeia as 7 h. e 45 m. da m.
23 Quarto ming. as 6 I|2 h. da l.
9 Lita nova a 10 b. e 13 na. da m.
i
\-a I
Vfir I P/iaj8ira as
I <* -
SO
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12 Seganda. S. Clara v. f S. Aniceto n.
13 Torga. Ss. Hypolito e Cassrano ram.
K\ Quarta. S. Euzebio presb., S. Demetrio-m.
13 Quinta. j AsurapcSo de Baria Santissima.
16 Sexta. S-, Roque f., S. Komedes medica m.
17 Sabbado. S. Mamedem., S. Liberato m.
18 Domingo. S. Joaqaim pi de Mara Santissima. J julbo^ seteibro e novmbra
PREAMAU DE HE.u
3 boras e 5'* m. da tarda.
Segunda as 3 horas 13 minutos da mannia.
PARTIDA DOS VAPORES Oi>TER0S.
Para o sul at Alapoas a U e 30; par o non*
at a Granja a 15 e 3i>de cada mea; para Fer-
nando nos dias 14 'los.metas Janeiro, mareo, nuia
EXTERIOR.
.
Roma.
Mensagem do episcopado ao Santo Padre
apresenada no dw i dejulho de 1867
por todos os patriarchas, arcebispos e
bispos reunidos em Roma por occasio
do centenario de S. Pedro.
Santissimo padre. NovameDte a vossa
voz apostlica chegou as uossos ouvidos;
novamente nos aununciou o triumpho da
eterna verdade, nessa gloria com que vao
resplandecer mullos habitantes bemaventa-
rados do Co, trazendo a o mesmo tempo
oossa memoria a aotiga honra da cidade
eterna consagrada pelo maryrio dos santos
apostlos Pedro e Paulo, cajo aoniversario
secular, que cahe neste anuo, enche hoje de
jubilo ao universo cbristSo e eleva o espiri-
to dos liis alta e benfica contemplarlo
das maiores coasas.
Nos nao podemos ouvir o amavel e gra-
cioso convite de vossa santidade, ao cha-
mar-nos a estas magnificas festas, sem re-
cordar as outras solemnidades que cele-
bramos aqui mesmo ha cinco aonos, em
torno do throno apostlico, e sem sentir que
re?ivia em nos a agradecida memoria da
bondade, da caridade paternal e das delica-
das consideracoes com que nos acolhestes e
abracastes na alegra de urna lo feliz reu-
nio.
Esta recordafSo t5o doce, unida ao cha-
mamento de um pai ternamente amado, que
em o ordenar, expressava ura desejo, .o
que qos fez tomar alegremente o caminno
de Roma, com essa boa e vivissima vontade,
de que tendes, santissimo padre, um bri-
Ihante testemuaho na numerosa assembla.
de bispos, congregada pela terceira vez ao
redor de vos, e nos sentimentos unnimes
de piedade filial e adhesao respeitosa com
que circumdam a vossa sagrada pessoa.
O numero dos bispos aqui presentes, ,
com effeito, ta!, que com difficuldade se po-
deria achar- nos seculos passados alguna raro
exemplo de urna reunido lao consideravel
de prelados ; e com tudo esta afluencia
nada tem que exceda a grandeza da vossa
bondade e do vosso affeeto para comnosco,
nem ao nosso amor e respeitosa obediencia
para com vossa santidade.
Estas mesmas razes, santissimo padre,
slo as que nos excitam hoje, mas vivamen-
te do que nunca, a honrar com novas ho-
menagens as eminentes virtudes pelas quaes
brilha a santa s com novos fulgores, con-
solando tambem pelo testemunho reiterado
do nosso amar e d nossa admiracao vossa
augusta pessoa, cajo valor extraordinario
pode, sim, sentir o peso das provas dolo-
rosas que o oppriraem, mas nao pode ser
abalado por ellas.
Ha tambem nisto otra vaotagem de gran-
FOLflETIM
J). BfiANCA DE LANZi
RECOftDACES DA CORTE DE FELIPPE II
Romance historie original
Por E. Fejo de Mendoza.
i ..
PARTE I
Redcmpco por amor
UVRO I
O">C0HSARIO NEGRO.
CAPITULO VI. .
Urna recordando do passado.
(Continuaco do n. 18i.)
Ao cabo de algans dias recebi outra em
que o falso amante'me fallava de amor e de
projectos para o faturo; indicando-me,
como de passagem, que se tinha recebido
urna carta sua para O. Anua de Mendoza,
l'n'a devolvesse, pois que era o fio de urna
intriga innocente. O meu silencio obri-
gou-o a escrever-me outra vez, e logo outra
e outra, at que, vendo a inntilidade das
suas cartas, me remetteu urna amoscndo-
me com o esquecimento 8e Ihe nao respon-
desse. Ainda desta vez n5o obteve respos-
ta, e queimei esta carta como as anteriores,
a excepcao daquella que fra escripia para
Anna de Mendoza, que gaardei para se al-
guma vez me fr precisa.
O meu orgulho e a minha dignidade ti-
nham-se revoltado contra a torpe conducta
de Antonio, mas bo sem que o coracao se
retalhasse na luta. O furacSo nao passa pelo
campo frondoso, onde florescem as amenT
doeiras, sem que estas se quebrem ou an-
niquilem... Aquella terrivel decep?lo pas-
soa Dola miaba alma como um forado...
Um veo sombro cobrio a minha fronte,
semelbanca dessas nuvens precursoras da tor-
menta, que cbrem o sol, e desde aquella oc-
casiSo deixei de sorrir e rae vesti -de luto.
A ininha alma ficra orpha da alma que
julgra sua companheira-, e eu devia vestir
de luto, que falo da morle.
Um anno depois fui informada de que
Aatonio Prez se casara com D. Joaopa
Coelno, uoindo-se a ella sem a amar, para
occaltar meihor os seus amores com a prin-
ceza de Eboli, afim de engaar o rei, a quein
tanto devia e t5o ingrato era.
A noticia do seu casamento, devo dizer-
vos em verdade, senhor, affligio-rae *mais
do que eu esperava. Nao poderei explicar
porque, posto que eu nao tivesse coufianca
em coosa alguma; mas & certo que me fez
de preco para nos e que tivemos presente
ao responder ao vosso cbamameoto, qaize-
mos debaixo da doce vista de vossa paterni-
dade, poder reconfortar os nossos propnos
coraces, profundamente feridos por todos
os males que soffre a igreja ; de modo que,
o que viemos buscar em Roma, tanto para
nos, como para vos, s5o motivos de conso-
lado e regosijo.
N5o j um verdadeiro e grande motivo
de santo jubilo o que nos oflereceis, inscre-
vendo nos fastos dos santos, durante estes
dias, tantos nomes novos, e dando assim aos
homens a grande licao, de qae a celeste fe-
cuodidade da igreja ioexgotavel? Vos,
santissimo padre, nos mostris esta santa
igreja, adornada do sangue glorioso dos
martyres vencedores da morte, revestida
como de branca, tnica, com as puras vir-
tudes das virgens, e tendo na sua. fronte
urna cora, em que nao faltam nem as ro-
sas nem os alvos lyses. Ao fazer que bri-
lhem assim aos olhos dos bomens as celestes
recompensas das virtudes, os ensinais a af-
fastar a vista do espectculo das vaidades
mundanas, para a fixar no grato fulgor do
,Co ; e no entanto que os homens trium-
pham e se glorificm pelas maraviihas do
seu talento e das suas artes, vos, levantan-
do o estandarte victorioso da santidade, os
adverts que olhem para maior,altura do que
essa pompa fascinadora das cousas visiveis
e das festas terrestres, elevando os seus
ollios at Aqnelle, que a fonte de toda a
sabedoria e de toda a formusura, afim de
que aquelles a quem se disse :
Fazei vossa a ierra, e do mi na i sobre ella
nao se embriaguem com este imperio at
ao ponto de esquecer o grande pieceito,
que a lei suprema.
Adorareis ao Senhor eso a Ells sercirets.
Mas em quanto que com os olhos levan-
tados para a celestial Jerusalem, que festeja
a glorificado dos seus novos santos, nos re-
conhecemos e proclamamos humildemente
as maraviihas do Senhor, sentimos nos mais
e mais excitados a Celebrar estas mesmas
maraviihas pela solemhidade secular deste
dia, que offerece nossa contemplado a
firmeza da inquebrantavel pedra, sobre a
qual Nosso Se ihor e Redemptor assentou o
vasto immortal edificio da sua igreja I Por
que temos e aqui ante a vista o admiravel
effeito do poder divino. Desoito seculos ha,
que, entre tantos choques e tantas adversi-
dades, no meio dos continuos ataques ele
tantos irjimigos, a cadeira de S. Pedro, or-
go sobre, a trra da verdade, centro da
unidade, alicerce e baluarte da liberdade da
igreja, sustentada sempre iBcolume, de
sorte que em quanto que os reinos e os im-
perios se levantara e se derribam alterna-
tiva e incessaniemente, a immortal cadeira
subsiste sempre, aqui, em p, como pharol
de salvado cima do mar' tempestuoso da
vida humana, dirigindo o caminho dos mor-
taes, e mostrando-Ibes com a sua luz a
praiaeo porto tranquillo da salvado1
E' debaixo desta mpresso, santissimo
padre, destes sentimentos e desta f, que,
infileirados ha cinco'anuos em roda do vos-
so throno, vos dirigimos a palafra, e offere
cerno ao sagrado ministerio de vossa san-
tidade o tributo das nossas homenagens,
rdeixando ouvir publicamente a expressSo
dos nossos votos pela vossa pessoa sagrada,
para a sustentado do principado civil, e
pela santa causa da religiao e dajustlr.a que
defendis. Esta mesma f a que nos fez
dizer ento mui alto, de viva voz e por es-
cripto, que a cousa mais chara e sagrada
para os nossos coraces, era crer e ensioar
o que ys mesmo crdes e ensinais, rejei-
tando igualmente os erros que vos rejeitais
marchando com unanimidade debaixo da
vossa direcdo pelas vias do Senhor, con-
____
ilat mihi
que meu
LftV~l^C0/^* uaam>8S rejeitamos e re- vos possaes dizer e exclamar com o Nosso f vosso pontificado, cuja gloria se reflete nSo>
provamos tudo o que vos tendes considera* Senhor e Mestre : Omne, quod
do digno dereprovado como contrario f Pater, ai me veniet! (Tudo o
divina, a saltado das almas e ao bem mesmo- pai me tem dado vira para mim)
da sociedad humana. Porque nos eremos I E j, Santissimo Padre, vemos os indicios
nrmemente, e profundamente gravado esta de um meihor futuro, e felizes presagios de
em nossa mente o que os padres do Conci-! salvado. Annuncia-os o amor com que os
lio florentino, definiram unnimes no decre-
to de nniSo, a saber :
Que o pontifico Romano o vigario de
Gbristo, o chefe da igreja Universal, o Pai,
o doutor de todos os chr9t5os, e que a
Elle, na pessoa do Bemaventurado Pedro,
foi dado por Nosso Senhor Jess Christo o
pleno poder de apascentar, reger e gover-
nar a igreja Universal.
Mas vos tendes anda outros ttulos. San-
tiss Padre, que excitam o nosso amor em
nossos corac5es, e os sentimentos do nosso
reconhecimento.
Nos admiramos particularmente esse he-
roico valor com que, resistindo s pernicio-
tinnando o trabalho comvosco e combaten- sas machinaces do seculo, vos tendes cons-
chorar, e a ferida do coracao, nao cicatri-
sada de todo, tornou a destillr algumas goi-
tas de sangue. Por fortuna, n3o tardet
muito em dominar a minha emogao, e pos-
so assegur'ar-vos que foi a ultima.
Depois, querendo visitar a Italia, apro-
veitei a nqmeagp de meu irm3o para vice-
rei de aples, e apezar ras iodicac5es de
meus pas, que julgaram sem duvida que
convria dislrahir-me e que eu lhes propu-
nha esta viagem com tal fim, accedern por
lira, encarregando meu irmao de me nSo
abandonar em nenhum perigo.
J sabis o resto.
Agora dizei-me se n3o tenho motivos
para duvidar dos bomens e dos seus menti-
lidos protestos, quando um, o que eu jul-
gava mais leal que todos, me enganou tSo
infamemente.
E' certo, senhora, mas vos mesmo o
acabastes de dizer. Confiaste n'um bomem"
julgando que vos seria leal ; mas n5o o foi;
o. que n5o quer dizer nem prova que todos
os homens sejam deslois.
------Todos, senhor, todos.
-^ Todos ? exclamou o Corsario sorrrado-
se melanclicamente.
Branca olhou-o por um momento, e na-
quelle instante Uvera dado qualquer c*usa
para adevinhar a intendo daquella phrase ;
mas n5o pode responder-Ihe, porque 0 Cor-
sario continaou, dizendo:
Nao me sorprende, senhora, o que me
disseste de Antonio Prez ; ba muito tempo
qae o tinha por um miseravel, e vejo que
me nao havia engaado. Oh digno cria-
do de seu amo I Asseguro-vo-lo. Assim,
nicamente comprehendo o favoritismo de
Prez e a harmona que parece reinar entre
elle e Felippe II, harmona que n3o outra
cousa mais que a necessidade que tem o
vicio de se associar ao vicio para conseguir o
seu perverso fim. Grandes teem sido os
vossos soffrimentos, mas que valem em com-
parado com os meus ? Ouvi-me e gravai
no vosso corado cada urna das minhas pa-
lavras; depois julgareis.
Como tendes padecido mais 3o
que eu? r
Muito mais, senhora. respondeu o pi-
rata 8orrindo-se amargamente. Ouvi-me,
oov-me, e bereis porque me cbamam o
Corsario Negro, porque aborrego tanto o
re Felippe, e porque me ago destrurado
todos os seus navios. Eu tambem tenho ne-
cos,sidade de fallar, mas ningnem mais que
vos, senhora, saber a minha vida, e confio
na vossa lealdade que a pessoa algum, nom
anda a vosso irmSo a confiareis. fT pre-
cito que o Corsario Negro continuo, a ser um
mysteriopara todos.
o ser, exclamou a tespaiiola, de-
do ao vosso lado pelo Senhor; dispostos,
por ultimo, a desafiar na vossa companhia
todos os perigos e todos os revezes.
Tudo isto que nos declaramos entSo, o
confirmamos de novo neste momento com
o mais profundo sentimentode piedade filial
desejando que o mundo todo o conhega ; e
recordamos ao mesmo tempo com gralido,
felicitando-vos com completa expans5o, o
que tendes feito desde entao para a salvagao
dos fiis e gloria da igreja.
Porque o que n'oatro tempo disse Pedro:
Non possumm qum vidimus, ti audivimus
non loqui (nos n5o nos podemos callar so-
bre que temos visto e ouvido), v6s o ten-
des tido como um dever sagrado e solemne,
,e o tendes domonstrado de indubitavel ma-
neira, que tal sempre o voso sentir. As-
sim o tem dito em toda a occasiSo a vossa
voz augusta Annonciar as verdade eter-
nas ; ferir com a espada da palavra apost-
lica os erros do seculo, que tacam ao mes-
mo tempo a ordem natural e sobrenatural,
e ameagam arruinar at aoa alicerces todo
o poder eclesistico e civrl; dissipar as
trevas com que a perversidade das novas
doutrinas ofusca os entendimentos; procla-
mar intrpidamente, poraaadir e recom-
mendar tudo aquillo que-' necessario e sa-
lutar parae individuo, para a familia hris-
t5a e para a sociedade civil, tal 4 o que vos
consideris como o dever principal .do vos-
so'supremo ministerio, afim de que todos
conhegamos o que deve crer, profssar e
praticar ura catholico.
Por esta benvola solictude vos mani-
festamos o nosso. profundo reconhecimeoto ;
e crendo que Pedro tem fallado pela bocea
Seis de todas as nagdes se mostram dispos-
tos a soffrer tudo por vos, emquanto que
aahelam poder consumir e sacrifica/ as for-
gas do corpo e do espirito, e at a propria
vida, em defesa dos direitos da igreja, e
para gloria da Santa S Apostlica. Aonnn-
cia-o o respefto de todas as almas catholicas,
que altentamente tem voltados- para vos os
olhos, e acolhem alegres os orculos da S
Apostlica, e se gloriara de sobmetter-se a
ella com firmissimo assentimeotoe obsequio.
Annuncia-o esta generosa inclinagao do povo
ebrsto, segurado o exemplo dos primeiros
fiis que punham expontaneamente os seus
bens aos pos dos apostlos, apressando-se
como elles em acudir vossa pobreza, nSo
cessando de a aliviar por continuadas offe-
rendas.
E' profundamente commovidos, Saotissi-
tantemente esforcado em manter no caminho
da salvago o rebanho do Senhor, preser-
vado das leducges do erro, defendel-o con-
tra a violencia dos poderosos e contra a as-! mo Padre, que nos vemos estas"provas'ma-
taca dos falsos sabios. Admiramos esse (nifestas da piedade de vossos filhos: o nosso
zelo infatiuavel, com o qual, abracando na zelo se empregar sem descango em nutrir e
vossa apostlica solictude, os povos do accender cada vez mais no corag3o dos fiis
Oriente e Occidente, nunca cessae de pro- este fogo sagrado ; o nosso exemplo, e o dos
mover o bem de toda a igreja. Admiramos: nossos eteros n3o faltar a esta bella obra da
esse magnifico espectculo do Bom Pastor, liberdade chrlstaa, que tomar, assim novas
que vos offereceis aos olhos do genero hu-1 proporges; e pelos soccorros temporaes
mano, na occasio em que elle parece preci- qoe elles vos offereceram, os povos ajuda-
pitarrse, cada dia mais, no mal, commoven-! ram a vossa santidade, a procurar sempre
do com to formoso espectculo os proprios mais perfeitamente a salvag3o das almas.
raimigos da verdade, e attraindo a vSs as
vistas, ainda dos que nao querem ver, com
a forga da dignidade e magnificencia dos
vossos feuos.
Continuae, pis, no exercicio do cargo de
vigario pastor dos pastores, defendendo,
confiado em Deus, todas as partes do vosso
divino ministerio ; continuai a procurar s
ovelhas confiadas aos vossos cuidados todos
os socc irros da vida eterna; conlinuai cu
rando as chagas de Israel, e recolhendo os
cordeiros de Christo que se tinham extravia-
do: Queira o Senhor Omnipotente, que to-
dos aquelles, que desconbecendo o vosso
amor e o seu dever, resistem ainda vossa
voz. possam elles proprios ver um meihor
accordo e voltando-se para vos, mudar em
alegria o luto de seu pai.
Que, sob o sopro da di vi ni bondade, os
fruclos do vosso ministerio pastoral rec&bam
novos augmenios; que a feliz obra da con ver-
sao das almas.de que Dos o autor, mas da
qual vos sois cada dia o instrumento, tome
deseovolvimentos mais extensos, e que
de Pi, tudo o que vos tendes dito, confir- vista das almas conquistadas para Jess
Christo pelo exemplo das vossas virtudes, e
pelos gloriosos soccessos de vossos trabjlbos,
que dilatam neste mundo o'reino de Osos,
raado ; e manifestado, para guardar o sagra-
do deposito a vos encommendado, nos o di-
zemos, confirmamos e annunciamos, e com
sejando conbecer a Historia daquelle estra-
nhb homem. Promelt-vos guardar o vosso
segredo no mais recndito do meu corag3o.
Ass'm'o creio-, senhora, e vo-lo agra-
dego. Ouvi-m.
GAMTULOVHI.
Fernando.
O Corsario ficou pensativo durante um
momento como para evocar e coord nar as
suas recordages, e depois de passara mo
pela fronte, disse irma de Lanoza :
Ys, senhora, tivestes pas, irmlos,
familia ; sabis d'onde vindes e podereis'
referir a vossos filhos os nomes e as faga-1
nhas dos seus antepassadbs; mas ea nao
conbeci meus pas, e ignoro,' jwt desgraga, j
a quem devo a vida. Recemrnascido, fui!
depositado no convento de S. Francisco o'
Gftnde de Madrid,' deetro den urna canastra i
de junco, com ura, escripto "para o prior,
que dizia assim : m, < I
t Reverendo fre Luiz. Guidai desse1
desgragado menino, poisque por elle se1
commetteu" um" crime horrivel. Dij-lhel
urna educar.ao nobre, e que siga o estado
ecclesiastico, pois como nanea ba de conhe-1
cer seus pas, o nico qae Ihe convm.
Baptisai-o, pondo-loe os nomes de Fernando
Carlos Isidoro, e fazei delle, com o auxilio
do co, um sabio e um santo como vos. |
Nessa bolsa vi o sufficiente para que pos-1
sais atteoder s suas necessidades, e esse
anel o nico que Ihe fica de seu pai. Fa-
zei isto por Deus, e que a sua misericordia
vos conserve sempre na sua grag!! ,
Ecom effeito na canastra encontrn o
prior urna bolsa com mil Dorios e este anel.
O pirata tirou do dedo um anel e o apre-
sentou ii joven.
Branca olbou-o altentamente. Era um
anel de ouro .com armas, como se Uvera
servido para sellar; mas as armas estavam
de todo extractas, e s examinando-o cm
attencao se nota va o bico de orna a guia
que susteatava ura ramo de arvore. \
A joven devorveu o anel ao Corsario, qae
o tornou a por no dedo, e proseguio di-
zendo : ;*
Como vedes, senhora, eu4eaho mo-
tivos para me qaeixar desde o momento em
que os olhos se abriram lar, pois o meu
pagado ou era vao ou um, jatarjo, e Deus
condemnava-me a n5 saber nunca o nome
demioilamai. ^*'V*'^^B
O thgno~prio.r cuidou de mrm com o
maior carinho at dade durante os quaes-aprennUl a escrever
o latino, o allerao, o|uMr>,o inglez'eo
fansas. o tneu protBfibrTj segurado h
indicages que se Ihe faziam na carta, quiz
inclinar-me ao sacerdocio, mas en tinha
urna affeijSo t3o decidida pela carreira das
armas, que suppliquei encarecidamente ao
Dom prior me recoramendasse a seu sobri-
nbo .Raphal de Lara, capito de alabardei-
ros, para que me admittisse na sua compa-
nhia. Por espago de alg'nns annos froi Luiz
oppoz-se cun toda a inteiresa do seu ca-
rcter, mas acabou por ceder, e aos desoito
annos sahi do conventa, entrando como al-
feres na companhia de seo sobrinho Lara.
Durante algum tempo posso assegurar-
vos que fui diloso. Completamente entre-
gue minha liberdade, sem que pessoa al-
guma me estorvasse porque o meu capito
rae quera maito, dediquei-me aos prazeres
do mundo com essa impetuosidade dos
pqueos anuos e livre.da'^ugeigao do conven-
to, sempre violenta para um joven.
Raphael de Lara eraviuvo e tinha urna
filha a educar as recolhidas de Burgos,
donde regressou um anno depois de eu
estar com seu pai.
A joven Beatriz era encantadora, nao Un-
to pela sua formosura, como pela sua gra-
ga e juventude. O' meu coracao de joveo,
quasi de.ereanga, gragas minha educago e
soledade em que vivera sempre, pulou de
emodo ao ver os seus encantos, e eBamo-
re-me de Beatriz como se fra. um louco,
um pbrenetico. Ha as primeiras paixes
urna certa impetuosidade e delirio, filhos
talvez da innocencia, que podem occasionar
tantos damnos, como a violencia nos sen-
timentos d'um homem ; e eu amei Beatriz
com impetuosidade, com delirio. Alm de
que, eu nunca amara; n3o conhecia ne-
nhuma das doces aflaices de familia, e, edu-
cado por urna pessoa estranlia, a minha
vida deslisava-se sera experimentar nenhum
affeeto profondo, e.por isso amei Beatriz
com urna pax3o insensata, composta de to-
dos os sentimentoa-que se acbavam compri-
midos no meo coraco-i amei-a eomo filho,
cpmo amante, como IrmSo. Nella deposite!
quanto carinho pode encerrar 'Corado
humano,- etive anefavel dita de sercor:
respondido. y *', '
' Foste amad|fft>r Beatriz ? Qxclamou
Branca interrompnS-o.
Foi, senhora- ?
Ah entao a vossa alma cerlamente
que se innnndark ^dS^^^dispertando pelo
sentimento do Ten p^igado lethargo,
julganeis nascer para oulro mundo mais
bello e Oiais formoso^
O pirata suspirn:profundamente, eolhou
a hesV>anhola.
Mas, ao mesmo tempo que estamos pro
fundamente commovido, ante a piedade de
todos os fiis para comvosco, Santissimo
Padre, sentimos particular alegria ante a f,
ante o amor, e a venerag3o que sentem os
dignos habitantes da cidade eterna para
vos seu pai, para vos seu indulgentissimo
soberano povo feliz e verdaderamente sabio;
elle conhece quanta gloria, quanto esplendor
Ibe proporciona o estar constituida era Roma
a cadeira de Pedro ; povo feliz, que compre-
hende que a bondade divina n5o tem para
elle outros limites que aquelles que elle pro-
prio assignale com a sua venerago e o seu
amor ao seu Santissimo Soberano. Susten-
ta em teu corago, oh! povo romano, este
nobilissimo sentimento. Que a vossa pieda-
de para com o pontfice supremo seja cons-,
tante e iramutavel, e que esta cidade de
Roma, em que o universo christao v com
satsfag3o a primeira das cidades, e a sua ca-
pital, seja um resplandecente modelo das'
outras cidades, e mereca-assim de florescer
pela triple bengSo das gragas celestes, das
virtudes e das prosperidades mesmo tem-
poraes.
E* a este feliz resultado que tem j con-
tribuido, Santissimo Padre, o esplendor do
somente sobre Roma, mas tambem- sobre
o universo inteiro, e a admirado que sea-
timos tamanha, que nomesuios n3o ve-
mos mais bello modelo a seguir para' nos
aperfeigoarmos cada vez mais em nosso mi-
nisterio sagrado.
Porm, tanto o espectculo de vossas vir-
tudes pontifieias fere os nossos espiritas,
quanto a dogora da vossa palavra eausa
profunda hnpresso era nossos cocac3as E*
especialmente; com urna extrema alegria qae
recebemos da vossa bocea sagrada a co-
municagao do profundo designio que me-
ditaes, entre todos os perigos dos tempes
preseules, de coiwocar um Concilio ecum-
nico : c Este remedio o maior qne se-
possa empregar > dizia o vosso predecessor
Paulo M nos maiores perigos da repblica
christaa.
Digne-se o Co mostrar-se propicio a um
tal designio, do quaA elle proprio foi o ins-
pirador, e que os homens do nosso tempo,
lao fracos na f, sempre buscando e na
eucontrando nunca a scieneia da verdade,
arrebatados como sao por todos os ventos da
doutrina, achem emfim, neste santo Con-
cilio, ama nova e feliz occasio de se apro-
ximarem da santa igre>a, a columna e o
alicerce solido da verdade ; que elles apren-
dam a conhecer a verdadeira f, fonte de sal-
vagao. e a registrar os funestos erros que
osperdem; e que assim, com a ajuda da
Deus e da Immaculada Virgem, rogando por
nos. saia desta assembla geral da igreja
urna grande obra deuaidade. de saBtifica-
gao e de paz, qoe afocure a igreja um novo
esplendor e ao reino de Deus sobre a trra
um novo triumpho. Que este grande desig-
nio concebido pela vossa providente sabedo-
ria, seja no mundo um novo exemplo dos
grandes beneficios de que devedora ao
pontificado romano a sociedade humana.
Que (se torne evidente para todos, que a
igreja. tornada pedra solida sobre que est
edificada, tem o poder de dissipar os erros,
e de corrigir os costumes. {de affastar a bar-
baridade, e que ella assim justamente cha-
mada, e com effeito, a mai da verdadeira.
civilisago. Qae o mundo [veja, emfim, e
reconlfega, quanto este alto modelo de au-
toridade divina e de obediencia qae lbe
devida, collocado debaixo dos olhos dos ho-
mens nesta santa instituido do soberane-
pontificado, conlribue afirmar e a consagrar
os grandes principios, que s3o as bases da
sociedade humana, e que asseguram a sua
solidez.
Quando os principes e os povos compre-
henderem estas cousas, elles nao permitti-
ram que os vossos direitos augustos, em
que reside a mais certa sancg3o da autori-
ndade. sejam impunemente espes'rahados.
Tomaro o cuidado de vos conservar o li-
vre exercicio desse poder quo assegora a?
Oh r continuai, continuai, disse esta.
Nao sabis quanto me interessa a vossa nar-
ra g3o.
O Corsario proseguio :
Como ent3o eu era bom e ignorava
que a malher voluvel, apressei-me a in-
formar do nosso amor o pai de Beatriz, o
qual, nobre e desinteressado, nao se oppoz
apezarde que poda esperar para sua. filha
um casamento mais brilhante; e prometteu-
me unir-me a ella d'alli apouco tempo.
O reverendo fre Luiz approvou tambem
o meu projeclado enlace, dizendo-me que
no dia em que me casasse me entregara
a bolsa com os mil florins, a qual conser-
vava intacta, nao querendo que eu jamis
podesse dizer que elle me educara por in-
teresse.
Lara quiz entao informar-se de quem se-
riara meus pas, mas suaspesqaizas e inda-
gages foram inuteis ; o mais impenetravel
mysterio envolva o.meu nascimento. Con-
vencido por fim de que cousa alguma po-
da alcangar, desisti da sua idea, e tornou
a prometler-me a mo de sua filha, se eu
era bomem honrado, para o que pensava
renunciar a meu favor o seu cargo de capi-
to de alabardeiros, segundo cdula espe-
cial que tinha do rei.
J vedes, senhora, que tudo pareca sor-
rir minha felicidade e qae o deslino, can-
gado de me perseguir, ia,proporcionai-me
um porvir de ventura. E, com effeito, di-
toso me podia chamar se conseguisse a m3o
de Beatriz e lograsse ser aos vk annos de
idade capitn de urna comparan ; mas co-
mo todas as venturas sao um sonho cujo
despertar horrivel,a minha desappareceu
tambem, comegaodo-me as desgalgas pela
morte de Luiz de Lara, a qual succedeu
alguns mezes mais tarde. O nobre capito,
j moribundo, raficou a sua promessa e
abengooa o nosso casamento, entregndo-
me a cdula de cesso a meu favor, firma-
da por Felippe II e pelo secretario de es-
tado.
Com este motivo, e apezar das minhas
supplicas, Beatriz foi passar o luto em com-
panhia de sua ta a condessa de Medina,
rica e nobre senhora. mas ambiciosa e vaa
comenenhuma.
O nosso enlace defferio-se. at. passar al-
gum Hempo, no que nio tive inconveniente
era acceder, porque eu va Beatriz iodos os
dias em casa de sua tia, no obstante a
freta e de-ocortejt com qr sempre me re-
cebia e.>*va senhora. '
Algum tempo depois principiei a observar
que sempre que se fallava do nosso casa-
mento diante da condessa de Medina, a no-
bre senhora mudava destrmente de con-
versado ; mas eu nao me atreva a pedir-
llie exayga^es, tanto mais 'quanto Bea-
triz mCTranquilisava promclienuo-me osa
c mil vezes que nao seria de uinguem, mas
sim minha, e que a condessa nari.se oppunba
ao nosso casamento, ainda qtfe elle nao fosa-
se muito do seu gosto.
Com tas promessas e esperanzas, eu,
senhora, que confiava era Beatriz como em
Deus, dexava crescer e crescer mais os
meus amorosos delirios, e tanto a dormir
como disperto, tanto no campo como na
cidade, s oceupavam a minha mente ideas-
de ventura sem fim, de ineffavel dita.
Assim decorreu um pouco de lempo,
creio que dous ou tres mezes, at qae um
dia, impaciente de amor, meatrevi a resor-
dar a sua promessa condessa de Medina,
manifestando-lhe o mea desejo de casar-me
com Beatriz o mais breve possivel. A or-
galhosa senhora escutou as minhas paiavras
com um sorriso cuja verdadoira significa-
do nao comprehendi entao, e assegurou-me
que no fim do anno do fallecimento de Lara
seria esposo de Beatriz.
Que havia de fazer ? Dea-rae tantas e
taes razes, to ponderosas algumas dellas,
que ofereci esperar ovio ou dez mezes, &
esperei. Quando ebegon o da to desea-
do para mim, vendo que cousa alguma se
rae dizia, disse miaba promettida que ne-
cordasse a sua ta a promessa que me fisera,
e assim o verificou, mandando-me chamar
a boa senhora para me communicar a sua
opposigo ao proyectado enlace,, o qual era
urna loucura, segundo dizia. Vendo-me
engaado, pedi explicaces, e a copdess
soltou urna gargalhada : tratava-ae como so
fra orna creanca ouum nescio; edaspedi*
me entao della laucando imprecaces de co-
I lera. Mas inda me esperan um golpe mais:
terrivel. Naquelle mesmo dia ptocurei o
oonsegoi fallar com a minha amada, que.
me receben com urna frialdade e urna in-
differenga aterradoras.
Julguei que enlouqaecia, i O desmor~de>
Beatriz era para mim a realisado do maier
dos impossiveis, e no maio* da minha dr
estremeci de espanto.
(Contmuar-se-ho).



--------
de Pcrnambre> idU felr* ltt 4e 4(m( de 1847.
i /
- fl
x
%
vossa independencia ; vos pracuraro>tod*
os ioccorros de que tendee necessidade
para preeyberdes eficazmente o vosee -su-
blime awusterio, que paca elles neemo
tio vaoajoeo. Nao soffrerSo que se Obste,
a que a vossa toz se faca ouvir no rehloho
fiel enllocado debaixo aguia da santa igceja,
com recelo de que os povos, estando priva-
dos do po das verdades eternas, nao lan-
gueca miseravelmente, e que os vincolos da
obdiencia e do respeito para com esta divina
potencia de ensjno, que reside em vos, es-
tando enflaquecidos, autoridade por onde
os reis reioam e que d aos legisladores o
poder de fazer leis justas nao seja ella pro-
pria abalada, o que arrastaria a ruina certa
de todo o governo civil.
Taes sao as esperanca que temos e que
nos comprazemos em nutrir no fundo d s
nossos coracoes, e tambem, eser sempre,
o objecto continuo das .nossas oracoes.
Animo pois, Santissimo Padre! contt-
nuai, como tendes nar com urna mi segara a barca da igreja,
para a condueir ao porto de salvacao. A
Mi da Divina Graca, saudada por vos com
um titulo magnifico de honra, vira em vosso
auxilio, e assegorar a vossa marcha pelas
soas poderosas imercesses. Ella resplan-
decer aos vossos olhos como a estrella do
mar, e tendo. segando o vosso piedoso cos-
tme, a vista da vossa alma fixa sobre ella
com ama inveocivel conanca, vos vos diri-
giris seguramente para aquelJe que por ella
?eio a nos. Vos tereis por patronos epor
protectores os coros celestes destes santos, de
que tendes, seja oestes dias, seja precedente-
mente proclamado aos applausos do mundo
christao a santidade e a gloria, depois de ter
cuidadosamente buscado as provasp. r est-
tos profundos e por todos os esforcos do
lo apostlico. Seris tambem assistido
pelos principes dos apostlos Pedro e Paulo,
cojas oracOes virao em soccorro da vossa so-
licitad^. O lece sagrado que vos ti-ndes
agora, Pedro o leve n'outro em>o ; elie in-
tercpiera por vos junto do Senlior, afira de
que esta uiysteriosa barca da igreja, que,
pela assistencia das suas orajes, tem vaga-
do i de/oiio seculos sobre o profundo mar
do inmuto, continu feiuDaen.e a oua oa-
reira debaixo da vossa guia, para entrar um
dia com as velas largas no porto celeste, car-
regada das mais preciosas riquezas, qne sao
as almas imraortaes I-
E afim de obterdes este feliz uccesso,
vos tereis etn cs, Santissimo Padre, ontros
tantos companheiros dedicados dos vossos
trabaios, das vossas oracoes e das vossas
solicitudes, e como primicias deste fiel con-
corso. us sopplicamas desde j bondade
Divina de se dignar de vos eneber de todas
as suas celestes heneaos, de manter e de for-
talecer as vossas torcas, de enriquecer os
annos que vos restam por novas conquistas
espirituaes, e de fazer, emfim, que a vossa
vida seja longa sobre a trra e Bemaventura-
da um dia no Co!
DIABIO DE PERNAMBUG 0
Cbegon ante-bontem pela manh o vapor ame-
ricano Norh America, procedente de New-York,
por S. Tbomaz e Para, donde trouxe jornaes at 8
do eorrente.
Nada adianta elle dos Estados-Unidos, s noti-
cias que recebemos por via da Europa.
par.
Dorante o mei pausado rendeu a alflndega
289:251*398.
Lemos no Diario do Grtm-Par :
c Dea-se ante-hontem (6) a' noite no hotel do
conmereio om tacto que pelo cyoismo e audacia
com que foi pralicado, leva-nos a descrevel-o, com
o fim de prevenir o publico contra seratlbante ca-
valleiros de industria. Em um dos quartos daquel-
la casa acbavam-se hospedados, Paris Cboim, fran-
cez, Jacquei Vigiere e La Kosse, prssasiaoos.
A's 7 para as 8 boras da noite insisti om del-
lescora Pars Cbolra para sabirem a passeio, dei-
xando em casa to somente seo companbeiro e
algumas pessoas respeilaveis do commercio e ca-
pitaes de navics, que li jantanram. Jacques Vi-
pier mancommunado cono Carlos Fernando Sebe
midtz oinlroduzio em seo quarto e con toda sett-
ceremonia propria de ladrSes mudam de loealida
de o bah de Paris Cboim, contedo cerca de
6:000$ em moeda, etc., etc. O roobado ebega do
do passeio, quer pagar a orna lavadeira, mas que
decepeo I nao acba o bab I
Paris Choim em companhla do Sr. Fraocois,
dono do hotel, procoram esclarecimentos e sabem
ter um preto velbo visto por um individuo branco
subir a roa levando i cabeca o roubo. O Sr. Fran-
cois e a pobre victima correm a' polica e s 3 ho
ras da madrugada Pars Cboim recupera o seu
sanguo fri, porque descobre-se os ladroes.
c Comquaoto os tres ratoneiros estradjros ti
vessem como certo rirem-se de nossa polica, toda
vfa viram baldados os seos esforoes, gracas a' ac-
tividade do Sr. Dr. ebefe de polica e do Sr. sub
delegado Rosa. >
PERNaIWBUCQ
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REVISTA DIARIA.
Festejara m bontem os reverendos padres ca
pnebinhos era o sea convento de N. S. da Penba, a
fasta da excelsa Seobora Mi do Povo, com aquelle
recolhimento, devogo-e brilhanlismo que sempre
toe all empregar-se as testas que se fazem.
Innmeras confissdes e communhoes tiveram
logar, e um concurso immeuso de povo foi render
preito durante o dia e a noite virgem Mi do
Pevo.
No Evangelho ocenpon a sagrada tribuna o re
verendo missionario fre Anonso de Bolonba, que
tomou por tbema.de sua oraco A morte de Ma
ria e a deposico de sea Santissimo Corpo no se
polcbro, looge de encorecer suas glorias, fizeram
mais abrilbanta-Ias.A* noite rantuu-se urna so-
lemne ladainha,conforme costme all.
O orador da testa, o reverendo frei Alfonso, com
quanto se ache % poueo tempo entre nos e eonbeca
pouco nossa llngoa, desenvolveu com pericia o
tbema de sen sermao.agradando aos seos oovintes.
A rmandade da Misericordia celebron Um
bem a testa de sua padroeira N. S. do Panizo,
cantando as meninas da casa dos expostos os di!
pSSdeSp^,SSa- E-onsenhor
Logo depois de acabada essa testa, leve lu-
gar no mesmo templo o TeDeum mandado cantar
pelo Sr. consol trances, em accao de gracas, pelo
anoiversano de S. M. IS'apoleo UJ.
O acto foi concurrido pelos Eiras. Srs. governa-
dor do btspado, commandante das armas e moo-
aeohor Muoit Tavares, por grande numero de au
loridades civis e miiiUres, offlciaes da armada e
f oarda nacional, e a malor parte dos subditos trn-
celes, que compem a colonia desta eidade.
BeaJspo-se aiuda bontem a festivtdade do
16* aniversario da installafSo do Gabinete Por-
toiaex de Leitura, eoa a mesma sumptuesidaa
dos annos anteriores.
A sesso mago? foi presidida pelo actual direr-
u* o Sr. Jos 6 silva Loyo que, ao declarar abor-
ta a sesso, prooonciou om bem elaborado discar-
ao sobre a estividade.
Occuparam a atteocio das pessoas presentes : o
r, Dr. Nascimento Faltosa, que fellcltou Portogal
*aboneio da pena de morte, e combatea Re-
lian ; Dr. Torres Bandeira, ojM ducnrsou sobre a
ratarae^ feral;-os orajarea ,do Gremio Sci-
., HospRii Portogaet e Hont Po, qae fe-
JWWBvao, Gttm* ; o ftVir*Wwlaw Paitiarts
Aliii0?* ^yh"e reptunm'poesas sobre
a abolieio da pedaWMrtt/aa fertogal e liber*
dade do Mxico ; e o Sr. nwsairni Janjor, Um
obre o poeu Joaquim Freir 4 com o qne fot en-
etrrala a sesso as 11rt da urde.
Durante a tarde e noite foi extraordinaria a
aoncarrencia de familias a visitar o estabeleciraen-
io, iq ie aebava eleg otemean ornado.
Terea-leira leve %ar ao Ca* Ptrnambuea
no a reaaiio familiar, qae de cottame ser (etta
todos M omzm sos saldes d'aqoeita lociedade.
Couiwdu \i alguos anuos, de vida, vid eheta da
encantos, tem agella sociedade conservad* seapre
em sea elo o cenaen mal* precioso paraesse ge-
nero e sociedadesa ordem, eonsuntemente
tem empregado os mais enrgicos meios para ter os
seas saltes brHuatemente adoraados pelas mate
lindas das Dores ornamentaes de nossa aociedade
elegante.
Esse Mideratum Um sido conseguido .; e alafa
a ultima partida, de qae nos occapamos, uma lin-
dissiai onstelacio, composu d mais de setenta
astros algarantes, enchia aquelU co de Innocen-
tes praieres coa os raios da lu de soa belleza, de
soas gracas e de sea espirito.
Foi ama das bellas noites do Clab a de terea-
feira.
Muitos e distiDCtos cavalleiros osleatavam ana
galhardla no seio d'aquella encantadora morada.
Como em todas as cousas d'esu vida houve usa
mas: foi elle nio ter sido feito com a presteza de-
sejavel o servico do cha qae, seja dito em abono da
verdade, estere boa.
Multas no'es eomo aquella de terca-feira deseja-
os ao Clon.
ReoBe-se boje o Instituto Areheologieo Geo-
grapbicoPernambacaoo, em sesso ordinaria, na
qual lera' logar a recepcio solemne do socio ho-
norario o Sr. commendador A. J. de Mello, e do
socio effectivo o Sr. consol francez Osmio Laporte.
Amanba da' a empreza dramtica o seu es-
pectculo transferido.
O drama que vai a' scena, os Mtlagres i* San-
to Antonio, qae tanta acceitaco ba merecido do
nosso publico; e a empreza, no intuito de corres-
ponder a' esse acolbo favoravel, nada tem omittido
para qae a respectiva reprsenmelo tenba o con-
ven: -me brlbo, qaer na parte das decorares,
qaer no que diz respeito ao machinismo com qne
joga o drama em seu desempenbo.
Hoje rene se a Assoi?lo fiommercial de
novo, para tratar sobre a conveolencia oo nao de ser
restringido o pnzo dos saques desU pra;a sobre
as da Europa, ama vez que nio foi voUda a pro-
posta presentada na primeira renuilo pelo Sr.
Barroca eem referencia materia.
A qoem de direito compettirptfimos pro-
vi Jeocias no seutido de cessar o abuso de se abri-
rem lojas aos domingos e vender-se toda a sprte
de fazendas. E' sabido qae ama le. provincial pro-
hibi o commercio aos domingos e dias santifica-
dos, excepcio feiUs a' esUbelecimentGS commer-
ciaes de primeira necessidaac; e, pois, toma-se ne-
cessario qae desepsrecam os abusos.
Hoja deve Us." lugar a sessa da junta da Sae-
ta Casa, por ter sido santificado o dia de bontem.
Ante boatem morreo afogaro, na C^pooga
ou proxniTo, o acadmico do segundo auno de di-
reito, Joaquim Ferraz Daltro, quaudo, turnando bi-
uho com outros companheiros, prelendia atravessar
o rio oadand '. U calaver a'pfl n5o bavia sido
encontrado ai bontem ao anouiecer.
Em sessio de aute-bentem foi snbmettido a'
julgameoto no tribunal do jury Bernardo Francis-
co de Paula, pronunciado no arl. 193 do cod. cri-
minal pela subdelegada de S. Jos, em conseqoen-
cia d morte por elle praflcada em Loarenco Mar-
tiniano.
Em resultado das resposus dadas aos quisitos
proposlos ao conseibo de senten;a, foi o mesmo
Bernardo condemnado no grao medio do referido
art. 193.
De Fernando de Noronba nos escrevem o se-
guate, pe > hi.v.e Sergipano, bouiera ebegado ;
Aqu chegou oo du 2 de passado a barca bes-
panhola Isabel, que ia de Corunha, d'onde sahio no
1* de jnnho para Montevideo e Buenos-Ayres, com
carregamento de vnoos e outros gneros, e tendo
& sea bordo 156 passageiros de ambos os sexos.
c Segundo declarago do capito D. Modesto de
la Ponte, ba lat. N. 3* 45, e loog. 0. 16* 34, do me-
rediaao de Cdiz, reconbeceu estar o navio com
agaa aberu, que crescia em tal progressio, qae
dentro em pouco ebegava de 18 a ti pollegadas
por hora, sendo preciso empregar no trabalbo da
bomba nao so a tripclaco como os passageiros de
r e proa, dia e noite.
t Reconhecendo, na lat S. 3* 30, e long. 23 20.
ser impossivel continuar a navegar ao seu desiioo,
resolvea em coaselbo de offlciaes arribar a Fer-
nando de Noronba, ponto mais prximo.
Aqoi chegados, proeederam a descarga, re-
conbeceudo que o rombo era tres ps distante da
quilha pela proa, proveniente de se haver soltado
uma cbapa de cobre, e s ser possivel concertar,
pondo o navio em secco, por demandar elle 9 ps
d'agaa desearregado.
Eacalbado o navio, na madrugada de 28, pro-
cedeu-se ao concert. Na eoebeote, porm, da
mar, augmeutju mut o vento, engrossando o
mar, e atiroa com o navio de encontr s pedras,
ipatllisou-o completamente.
f Segaem a' bordo do Sergipano o capito e
seis marinheiros, Qcaado os passageiros e a cargi
salva a' espera de meio de transporte para essa
provincia.
Foi ltimamente offerecida a' S. S. Pi IX a
baila Inefabtlts Deut, pela qual decretoa a dou-
trina dogmtica da Immaculada Couceicao de Ma-
ra, vertida em tresentas lingaas vivas. Cada edi
5I0 acba-se eocaderoada em separado e com ri-
queza. As tradceles abraogem o Oriente, India,
Tbibet, China, Japo, Corea, Azia, frica, Etbio
pa, Cabo da Boa Esperaos, Senegal, Algeria,
Egypto, Americas, Oceania e Europa.
No dia 7 do pass?do foi promulgado em Ro-
ma, o breve declarando bemaventarados os mar-
tyres Affonso Navarrette, dominicano, Pedro de
Avila, franciscano, Pedro delZuoiga,ago=iioho, Car-
los Spinosa, jesuta, Joaquim Dias, Lucia Fleits e
seos companheiros em numero de 205.
Pelo ministerio do imperio foi declarado, por
aviso de 31 do passado, ao presidente do Amazo-
nas que, nao sendo sugeitos a' penbora os beas das
cmaras munlcipaes, nem os seos rendimentos,
nao podem ser expedidos contra ellas mandados
exeeutivos, para pagamento do qae deverem ; mas
qae, qaaudo nao fr sufflcieute a respectiva verba
para pagamento de cusas, devero ellas soliicittr
da aotoridade competente os precisos meios.
Damos em seguida a relago dos offlciaes e
pravas mertas e feridas nos mezes de maio e jaDho
na expedico de Matto-Grosso :
iortos nos combates de (i, 8 e 11 de maio,
1." corno de caladores *a cavallo.
2.* sargento Luiz Ferreira de Mello, cabo Ma-
noel Ildefonso de Campos, soldados Joaquim Bue-
no Pitaluga e Timolneo Antonio de Lara 1 coortos
no da 8.
Voluntarios da patria addidos aquelle corpo
ABspeeada Jo 6 Beruardlno Ferreira, soldados
Modesto de Paula e Souza, Ignacio Jos Correa e
Joao Evangelista de Almeida : morios no dia 8.
Batalbo n. 20 de infantaria.
2.* cadete Antonio Bueno de Azevedo, soldado Pe
dro Jos Francisco: monos no dia 8.
Batalbo n. 21 de infamara.
Soldado Porfirio Goncalves Pmbeiro : mono no
combate do dia 6 por nma bala de artilbaria.
Batalbo n. 17 de voluntarios da patria.
1. sargento Antero Eologio Viz, eabos Manoel
de Mattos Pmbo e Maximiaoo Roque de Abreo,
anspecada Antonio Jos de Oliveira, soldados Ma-
noel Pinte de Queiroz, Antoni) Alves, Pedro No-
nato, Aoastacio Procopio Neves, Joao Felizardo Pi-
nbeiro, Modesto Marlins da Costa, Martioho Go-
mes Julio da Cruz, Rodozino Ribeiro de Andrade,
Florencio da Silva Catteu, Joao Gongalves Chaves,
Matbeus Pereira dos Santos, Joo Cypriano da
Fonseca, Liberato de Souza Cordeiro, Manoel Los
e Joo Ribeiro de Moraes: mortos no dia 11.
t'ertdos nos manos dias.
Corpo provisorio de arlilbaria.
Soldado Lauando Francisco Ferreira, ferido gra-
vemente no cHate do dia II.
__ 1.* corpo de cagadores a cavallo.
Capito do corpo policial de Minas Antonio Dita
aos santos, ferido levemeote 00 combate do dia 8:
sospesada Antonio Ferreira das Almas, dem gra-
SOTnn d fmM:D ,cbaie; edades Casimiro
Bispo Re Professor e Joaquina da Costa Dinlz, dem
levemeote no mesmo combau.
BaUlbao n. 20 de infamarla.
Alferes de voluntario da patria Joaquim Caval-
canti da Silveira Bezerra, ferido levemente por nma
bala de arlilbaria no combate do dia 8.
Batalbo n. 21 de infanUria.
Particular 2. sargento Alfredo Lanrentino Mar-
tina de Oliveira, ferido levemeote a 6 do mez : sol-
dados Antonio Angosto. Fernandos Ado, dem
dem no mesmo dia como i.* sargento que ento
era, e boje acba-se rebaixado; Jos Ferreira, fe-
rido no da 6, e mono em consqqaencia do mesmo
ferimento- Firmiaoo Teixeira. idea levemente no
combate do dia 8; Ado da Costa Valverde Ni-
colao Pereira do Nascimento, dem, dem no com-
bate do dia 18.
Bauho b. 17.a de volonurios da patria.
Tenentes Joaqqim Mattnas de Assumpco Pales-
tiao, ferido gravoaesKeao coabate do dia il, fal-
lecen 10 da 12 em eoeseqoencia do meamo feri-
mento, e Rayauade "ernaate*. Mocteiro Juoior,
ferido levemente no combate do lia 11; cabo Jos
Maciel de Lava e Calixto de Medeiros; auspeca-
{dai Tbomai Alcibiade daSilvjjfieoigBeSyvKibro-,
nio Martlns, Laiz Antonio de BomQaj,
giido de Araujo Ferreira e Antonio ~
dedos Jos Anselmo, Francisco do
Casia, Manoel Martin de Ara
no, Joao Martlns Pereira, Jos
Celestino da Silva, Jos Lino Marques, Antonio Ja
cinibo Ferreira, Lauro Soare da Silva Rocha, Au-
reliano de Macado Varella, Jote Valenta Doaiu-
gues, Cimillo Rodrigues Lemos, Ludgero Ribeiro
da Fonseca, Antonio Rodrigues Gomes de Abreo,
Cassiano Tbomaz Pereira e Rufino Soare leridos
levemente no combate do dia 11.
Uertot do cholera morbus.
Estadomaior do eommando das torca.
Coronal commandante Carlos de Moraes Ciaiii"
a 29 de malo de 1867 ; lenle eorooei chefe da
commfss) de engenbeiros, bacnarel Juvencto Ma-
noel Cabral de Menezes, dito dito.
Corpo provisorio de arUIharit.
' 1* ente de commlsso qnartel-mestre Silvio
Guimares de Queiroz, a 27 de maio.
1.* corpo de caladores a cavallo.
Alteres Fernando Antonio de Araujo Mosiz, a St
de maio.
Batalbo n. 20 de infanUria.
Capio de voluntarios da patria Vicente Miguel
da Silva, a 31 de maio ; alfares Porfirio Leite de
Barros, a 27 dito.
Batalbo o. 11 de infamara.
Alteres Manoel Ignacio Pmbeiro da Guerra, a 15
de maio.
Ao presidente da provincia da Parahyba foi
declarado, pelo ministerio da jostiea em avisojU
2 do eorrente, que compete ao escrivo de orphaos
e nao so tabellio do termo de Souza, escrever nos
feilos da provedoria de capellas e residuos, porque,
eomqaaoto ao jalto privativo de capellas e resi-
duos nao compita proceder a inventario e partilba
entre mafores, deve-se comtodo respeiUr e manter
a posse, em que elle se acba, do processar taes in-
ventarios, qaando as panes loe requererem, de
conormidade com o disposto no avis. de 8de
novembro de 1853, baseado na resotucao de
consulta do conseibo de estado de 13 de marco
de 1844.
Aluda pelo mesmo mioisterlo se declarou, em
aviso da mesma data, ao presidente do Cear :
I.* (Jae, estando suspenso por ssnUnga qae o
condemura como subdelegado de polieia nao po-
da exercer as funecoes de jotz de paz, porque, con-
forme a dootrina dos avisos de 31 de detembro
de 1846 S 4.* e 3 de margo de 1860 o. 108, a sus*
penso do empregado publico nao se limita ao exer-
ciclo das funcco'js do cargo, por cojo abuso foi
pronunciado, oo em vlrtude > pronuncia con-
demnado, e siin esteode-se a todas e qaaesqaer
foDfcdes publicas, oue o empregado exercesse cu
livesoa o direito de exercer.
2. Que, a demisto do cargo nao importa a
absolwcao da pena de supenwio, a qual com-
prebende o exrcicio de qoaesqoer outros empre-
gos; e, ..UiDj. a a up^ci. vao toua cffeito sus-
pensivo, para se nio dar execocao a pena, nao
pode o empregado, por torga della, ser restituido
ao exercicio de soas funecoes, porque sobsistem
os effeltos da pronuncia ( aviso n. 200 de 12 de
maio de 1862).
Obsequiosamente nos foi remettido pela res-
pectiva redacedo o 1.* numero de om bovo cam-
pea o da impreosa qae, sob o titulo deO Conser-
vador\am '.-oncorrer com suas lazes para a illas-
traco do mundo j realstico de nossa provincia.
No vasto campo da poltica o novoatbleta da ira-
preusa representa a opinio con-m vadora, como
o indica o sea nome ; elle tambem se oceupa de
litteratura, e alm d'isto noticioso.
Saudamos o collega desejando-lhe uma feliz vla-
gem pela estrada do verdadeiro prog resso que
sempre coberta de lores para aqaelles qae a sa-
bem trilhar com firmeza e criterio.
Igualmente nos foi offerecido o I. naraero de
m jornalzinboA Saudade^ac se diz litterario
e potico. Agradecemos respectiva redaccao a
graciosidade da ofieru.
Pedem nos esta publicado :
E' para lamentar sem duvida, qae o campo das
Priocezas, qae por suas especiaes clrcamstancias
poda offerecer um ponto de recreio e disfrcelo
aos habitantes desta capi.al, consrvese aioda no
estado de abandono em qae o vemos.
< Verdade que coostou nos, qae, por iniciativa
do Exm. Sr. presidente, ia essa praga ser aformo-
seada e disposta a facultar aos habitantes do Recite
essa ditracgao de que fallamos, e qae to til
quanto impresciodivel.
< Nada de positivo, no entretanto, sabemos sobre
lo argente melboramento publico ; mas 6 cerco,
que, deve ser iocrivel, aioda otra o mais humilde
individuo de um paiz qualqaer, que a capital de
Pernamnuco, importante e populosa como nao
tenha alada a sombra de ama arvore e um assento
de madeira para obVeceram-se ao geso e descanco
de algum de seus habitantes, sendo por tanto sor-
prendente a incuria qae nisto tem havido.
< De ha muito qae se reseate a nossa capital da
falta de um passeio publico, e poneos sitios temos
apropriados esse fim de um accesso lo fcil, qual
o denominado Campo da Princezas ; pois, alm
do mais, sendo pouco vasto, e sem que ah sejam
emprebeudidos grandes trabalhos, a despeza para a
coufeccao da obra, que Iludimos, nao p Je ser
excessiva ; e pensamos at que da simplicidade com
qae for execatada, resultaro daas vanlagenseco-
nomae bom gosto.
< Um elegante e forte tradeameoio sobre-posto a
calcada que eircalaesse campo, tendo ama elevaco
de seis palmos, flanqueada por quatro portSes se-
parados em distaociae iguaes e simtricas, arvores
de sombra, caja copa nao oceupe um aubito ex-
cessivo, niv-lamento e asseio do terreno, quando
nao seja possivel enfeita-lo com gramm, seme-
Ibauga de algn? jardins, que se observam na Eu-
ropa, bancos, eis todo quanto abi precisamos e
indispeosavel qae tenhamos.
Compre advertir qae seria cousa amiquada e
de pessimo effeito a eollcaeJo de oro1 cbafariz no
ceotro de ama to pequea praca, mesmo por qae
nesse lagar deve justamente flear um circulo ou
espaco lirre para a estada de uma ou mais msicas
que abi se reunam afim de tocar em determinados
dias.
c Confiamos qae o Eim. Sr. presidente, Bario de
Villa-Bella, como pernambueaoo e zeioso adminis-
trador da provincia, nao perder occaslio de mi-
mosear a nossa capital eom um to bello e til me-
lboramento como ser-o passeio publico do Campo
das PrincezasmelboramenU qne associar, come
S. Eic nao ignora, as candicoes de utilidade ma-
terial as de utilidade social e moral. >
Rkpahticao da polica. Eziracto da parte
do dia 14 de agosto de 1867.
Foram recolbldos a casa de detenco no dia 13
do eorrente : \ .'
A' ordem do subdelegado de S. Jotb, Francisco
Correa da Silva para correceo. A' ordem do do
Poco, Jos Vieira Pacheco, como suspeito em cria
de ferimento.
O ebefe da 2* seceo.J. G. de Mesqdlta
Passageiros do vapor americano North Ami
rica, entrado d New-York e porMs intermedio:
Joaquim Antonio dos Santos, 10 ditos para os
portos do sul e mais 124 emigrantes par o Ro de
Janeiro.
Passageiro do vapor americano North Ame-
rica, sabido para o pones do sal:
Maix Nelter.
Passageiros do blate brasilelro Nicolao 1, a-
bido para 6 Aracaty :
Jos Antonio de Figaelredo, Francisco Joaquim
Nogoeira, A. Candido Ramo.
Passageiros do vapor brasilelro Piratona,
sabido para o Aearacd e portos intermedios
Antonio Gomes Prente, Joaqoim Jos Mendes
Ribeiro, Jo? Mara Pernandes Arroda, Jos Dia da
Silva Jnior e 1 cruda, Ricardo J. de Abren Reg,
Antonio Xavier da Silva Mello, Manoel Francisco
ArAca, Aiexandrlno Jos Raposo de Vasconcellos,
Antonio Goncalves Rosa, Jos Joaquim Lyra, Vi-
cente Severino DuarU, 1 portador, Joo Augusto
de Castro Moura, Antonio R. Ribeiro da Silva, Gua-
depcioJose da Costa, Francisco Joaqnim da Roca,
E. Cesar da Rocha. Julio Tito Jorge, Augusto Loli
da Silva, Jacques Meyer, Lul Cremmona, D. Te-
reza da Silva Vianna e 4 criada, Epbigenia EH,
sia, Elisia Epbteena, Angelo Douati, Jos Joa-
qnim Ferreira, 1 praa, Diogo Rodrigues da Abrea-
major Mariano Freir e I criado, Antonio Jos Fer-
nandas.
Passageiro do vapor brasileiro Ipejuca, J-
Wdo para os portos do sul :
Jos Caetano Alves, AodriJari Pinbeiro, A
mire, j. |oaa Maris, PaoUMosd de Almeida.
noel Aroaakp, Salmn EaMK criado, Antonio Pin
to SantosTKtJoel Aotoajo Bug, Candido doaSan-
tos Lima, Rocha, Delooeiw Gadautt.
Hnopn Cohefc'^pFT^T" "
Passageiros fc wat, *ralleiro
vindo da liba de Fernando -
Jo Joaooim de Almeida, sua sennera e 4 Albo,
4 > raatattaz ti> taabaU ImM, 14 enunciados que acabaram
GwiMk anta- dajrata, 18 pravas, 1 malher e 2 meninos.
h rtaao muco.Obituario lo da fl-d
Farx Joa Machado Freir, Peroambaco, 84 auno,
vavo, Saeto Antonio ; velhice.
Joe Loorengo de Menezes, Peraabuco, 58 aMos,
olwtro, S Jos ; bydropaia.
Salastiano Jos Cesar, Pernamboeo, 65 aoaos, vio-
vo, S. Jos; pneumona.
Juvencio Manoel dos Passos, Pernambuco, 49 an-
nos, solteiro, Boa-Vista ; diarrba.
Rosalina Maria da CoBteigo, Paatmboco, 28 an-
nos, folteira, Boa-VisU ; pblbysica pulmonar.
Claudio* Francisca das Cbagas, Pernambuco, SI
auno, soltira, Boa-Vuu; tubrculos pulmo-
nares.
Maria Francisca de Assis, Pernamboeo, 70 annos,
vlav, Recite ;paralysia.
Mari, frica, 80 annos, eserava, S. Jos; bydro-
pesia.
13 -
Antonio Jos de Mesqaiu, Portogal, 48 annos, ca-
sado, Santo Antonio ; hepatite ebronica.
Jos Gomes dos Santos Correa, Portugal, 39 annos,
solteiro, Santo Antonio; escrobuto.
Antonio dos Santos, Pernambuco, 20 annos, sol-
teiro. Boa-Vista ; pblbysica.
Anglica Maria da Concelcao, Pernambuco, 28 an-
nos, solteira, Reclfe ; menegite.
Joao, Peroambaco, 13 meses, Afogados ; dentigao.
Mara, Pernambuco, Santo Antonio ; fallecen ao
nascer.
Sopbts, Pernambuco, 4 mezes, Santo Antonio; la-
bre cerebral.
Mara, Pernambuco, 27 metes, eserava, Boa-Vista ;
espasmo.
Rita Pernambuco, 50 annos, eserava, Boa-Vista; in-
termitiente perniciosa.
Tbom, frica, 50 annos, solteiro, escravo, Boa-Vis-
U; gangrena.
TRIBUNAL 1MJ COMMERCIO
ACTA DA SESSO ADMINISTRACTIVA DE 12
DE AGOSTO DE 1867.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESKMUARGADOR
ANSELMO FRANCISCO PERETTI.
s dez boras da mauba estando reunido os
Srs. deputades Rosa, Basto, Miranda Lale sup-
pente Sa Leitao, o Exm. Sr. presidente declarou
aberta a sesso.
Lda, foi approvada a acta da sesso antec-
deme.
EXrBDUSNTB.
Offlcio da juala dos corretores, desta daia, re-
metiendo a cotaeo dos precos torrentes da praca,
d semana Onda.Archive-?*".
Disinbuiram se aos Srs. deputados os livros dia-
rios de Luiz Amonio Siqaeira e de Augusto Octa-
viaao de Soaza 4 C. e o copiador destes.
DBSPACHeS.
liequei iuieuio do Larau ao Caajpo Aldgre, pe
diado o registro de um papel em qoo sen genro
Tbeodoro Cbristiansen, declara ter recebido dalle
a qaantia de 8:000000, com a eoadigo de nao
entrar na commuoho do sen casal, conforme a
sua escriptura dotal.RegHtre-se.
De Joaquim Vieira de Barros, reclamando con-
tra a rebabiliUco pedida por Mariano Machado
Freir, do Ceara.Junte-se aos autos d rebabilt
tagSo do sopplicado.
De Pedro Maurer 4 C, juntando om attestado
de varios cOmmerciantes afim de ser-lbe concedi-
da a matricula de commercianto que requeran-
Juotem os supplicantes a primeira petigao, e com
ella, d-se vista ao Sr. desembargador fiscal.
De Barlbolomea Lourengo, pedlndo carta de re-
gistro para o sea tmte Nova Esperanza.Vista ao
Sr. desembargador fiscal.
De Jos Pereira de Miranda Cuaba, para ser
registrada a soa nomeaco de caixeiro dos com-
merciantes Ferreira A Matbeus.Registre se.
De Vicente Colho de Magalbes e Jos Lopes
Cerval, pedindo o registro do seu contrato de so-
ciedade visto pelo Sr. desembargador fiscal.Re-
gistre-se.
Somatarlo ex-offlcio de Jos Velloso Soares 4
Filho, sendo presente em sesso a resposta que
deram aos respectivos arllgos.Junte-se aos autos.
Summario ex-oficfo de James Ryder 4 C. com
soa resposta aos artlgos do Sr. desembargador lis
cal.VisU ao Sr. desembargador fiscal.
endo presente a partteipaco de JezolDO Barro-
so de Mello, preposto'do eorretor Mosquita Jnior,
adiada da sessio passada, o tribunal mandoa ar-
chiva-la, resolvendo que se offlciasse respectiva
junta seienllficando-a, afim de fazer constar a lo-
dos os corretores, qae nao podem ausentarse des-
ta praca sem .previa liceaca do mesmo iribunal ;
a 1 vrrindo ao referido preposto para que nao rein-
cida em (goal falla.
Nada mais baveodo a tratar o Exm. Sr. presi
dente eocerron a sesso s onze horas e meia da
manba.
3ESSA0 JUDICIARIA EM 12DE AGOSTO DE
1867.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
A. F. PERETTI.
No impedimento do secretarioReg Rangel.
A's onze boras e meia da manba estando reu-
nidos os Srs. desembargadores Silva Guimares,
Reis e Silva e Accioi, e os Srs. deputados Rosa,
Basto, Miranda Leal e sopplente S Leito, o Exm.
Sr. presideou declarou aberta .a sesso.
Lida, foi approvada a acta da sesso antece-
dente.
O escrivo Alves d Brito registrn o ultim
protesto de letra sob 0.1423, em 8 do correte, o
o escrivo Alboquerque sob n. 1458 em 6 do refe-
rido mez.
Foi hilo e assignado o acordo proferido na ulti-
ma sesso, no feito entre partes :
Appellaotes preferentes Moreira 4 Daarte, ap-
pellado execotado Paulo Jos Gomes.
JLGAMENTOS.
Jaizo especial.Appellante autor o Dr. Joo
Bapttsta Casanova, appellados reos os administra-
dores da massa fallida de Araorim, Fragoso, San-
tos 4 CJuizes os Srs. desembargadores Silva
Guimares (relator) e Reis e Silva, e os Srs. de-
putados Rosa e Basto.Foi reformada a sentenca,
sodo veto vencido o Sr. desembargador Reis e
Silva.
Jaizo especial.Appellaotes arrestantes Tasso
4 Irmaos, appellado embargante 3 o padre Pbe-
lippe Benicio da Fonseca Galvo.Juizes os Srs. de-
sembargadores Silva Guimares (relator) e Reis e
Silva, e os Srs. deputados Basto e Rosa.Foi con-
firmada a senteoca appeiUda.
Jaizo especial.Embargante autor Aotonio Lei-
te- de Magalbes Bastos, embargado roo Antonio
Domingos Pinto.Juizes o Srs. desembargadores
Reis e Silva (relator) e Silva Guimares, e os Srs.
depuUdos Basto e Rosa.Foram recebidos os em-
bargos, sendo voto vencido o Sr. desembargador
Reis e Silva, votando aioda em divergencia o Sr.
depntado Rosa.O Sr. desembargador Silva Gui-
mares foi vencido quanto a advertencia ao advo-
gado do embargante, nos termos em que foi por
elle proposU.
Jaizo especial.Appellaate autor Manoel Joa-
3oa Ferreira Estoves, appellados los Joo Jos
e Albuquerque e Jos Roberto de Moraes e Silva.
Contina adiado por nao ter sido presente pelo
Sr. depndo.
Juizo especial.Appellante reo Jos Antonio Lo-
pes, appellado autor Lourengo Ribeiro da Cnnba
Oliveira, cessionana de Jezuioo Jos da Rosa.
Adiado a pedido de om Sr. depuudo.
Juizo especial.Appellante reo Augusto Colho
Leite, appellado autor Benjamim Tockens.Adia-
do a pedido de om Sr. depuudo.
PASSAGHS.
Do Sr. desembargador Accioll ao Sr. desembar
gador Silva Guimares.
Appellante Daniel Joaqoim da Silva Jorge, ap-
pellado Joo Pereira Castello Branco.
Do Sr. desembargader Reis e Silva ao Sr. d
sembargador Accioli.
Appellante Francisco das Cbagas Cavalcante de
Albaqaerque, appellado Maneel Alves Ferreira.
AGGtUVOS.
Jazo especial. A gravante embargante 3.*
Francico Ferreira da Silva, aggravado exeqnenle
Joo Francisco nos Santos Jnior.
O Exm. Sr. presidente deu provimento.
Jnizo annicipal do Cabo.-Aggravante exeqoen-
U Joo Pereira de Araujo Carnoso, aggravados
exeoatados Virginio Barbosa da Silva e sna ma-
lher.
O ExojSr. presidente dea provimento.
Nada mais honre e encerron-ss a sessio a
ama hora da tardo. -."
he a alisfac3 do a depositar na ato de V.
xc Coa a maior ccnsideraeo e rotpeitosa ea-
Oaa, ion de V. Etc. atiento venerador criado.
14 de agosu de 186?. **
Recebi do Sr. a.. > quaotia do na sonto
Soto e setenta mil rs, importancia da sobtcripfiao,
e o mesmo Sr. sa digoou agenciar para ago-
rar a vida de miabas filbas em uma companhia
que melhores vantagas offsroMUe.
Recite 14 do agosto do 1867.
Mariana Teixeira Antones.
is


Elcic&t d#s devutoj jar a flwsa Seaatra das Deres,
ana de 4867.
Juizes por elelco.
Os Ilims. Srs. :
Francisco Joaqoim de Almeida.
Manoel Francisco de Azevedo.
Juizas por eleico.
As Exmas.Sras.:
D. Francisca Tbeodora de Cvsneiro da Costa Reis.
D. Leocadia Maria da Silva.
Juizes por devogo.
Os Illms. Srs. Drs. :
Leonardo Francisco de Almeida.
Leodgerio Lopes Lima.
Juizas por devoco.
As Bxmas. Sras.:
D. Angelina, 01 ba do Illm.Sr. Joo Antonio Lopes
Chaves.
D. Josepbina Pacifica Lopes.
Escrives por elelcao.
Os Illms. Srs. :
Joo Cbrisosthomo Blterra.
Eloy Nab de Araujo Barros.
Escrivas por eleico.
As Exmas. Sras. :
D. Adelaida Emilia de Miranda Henriques.
D. Leocadia Mari; da Conceigao.
Escrives por devogao.
Os Ilms. Srs.:
Antonio Joaqoim de Soaza.
Rodoipbo Mamede do Amaral.
Escrivas por devogo.
As Exmas. Sras.:
D. Jezuma Prancisca Vlla.
D. Oiiodina Urgula da Silva.
Juizes protectores.
Os Illms. Sr.:
Flix Francisco de Souza Magalhes.
Jos Fernaudes Perreira.
Gabriel Arcoanjo de Azevedo,
Antonio Mu quts Faviel.
Bartholomeu Tavais d'Oiiveira.
Jos Flix.
Jaitas protectoras.
As Exmas. Sras. :
D. Air.xaudrin Francelioa de Soaza Marinbo.
D. Anna Anglica no.- Santos.
D. O.ynpia CHo'.IO Bf.laT',.
D. Francisca Alexandrioa Alves de Albaqaerque.
D. Mara da Conceicao Boteiho.
D. Maria Tbeodora da Silva Roma.
D. Mana Venancla da Conceigao Battlha.
Jaizes bemfeitores.
Os Illms. Srs.:
Nicolao Martyr.
Adriano Xavier Pereira de Brillo.
Antonio Ramos.
Juizas bemfeitoras.
As Exmas. Sras. :
D Elfrida Firmina de Araujo Barros, esposa
IIira. Sr. Dr. Francisco de Araujo Barros.
D. Maria da Apresentagao de Figueira Faria.
D. Maria Victorina da Silva, filha do Illm. Sr. Flr-
mioo Antonio da Silva.
Mordomos.
Os Illms Srs.:
Vicente Ferreira de Paiva SimSes.
Joaqoim Chrisplano da Silva Ramos.
Manoel Ramos Sabino.
hlunocencio Jos de Sant'Aana.
Vctor Angelo Gregorio.
Jos de Andrade.
Manoel Brrelo.
Mordomas.
As Exmas. Sras.:
D. Umbelioa Joaqoioa de Alboquerque.
D. Maria Jos do Reg Pacheco.
D. Joanna Marta da Paixo.
D. Maria Eugenia Perreira, esposa do illm.
Jos Miguel. .
D. Martoiaooa Maria da Conceigao, esposa do
Illm. Sr. Candido Francisco Simoes.
D. Mequilina do Amor Divino.
D. Joanna Maria dos Praieres.
D. Vicencia Evaristo da Fonse-M.
D. Emilia Alexandrlda.
Jniz perpetuo.
O Illm. Sr. Bento Eleolerlo de Souz.
Juza perpetua.
A Exma. Sra.D.Ciaudina Martinbo do Sacramento.
Procurador.
O Illm. Sr. Manoel Pedro de Alcntara.
Tbezoureiro.
O Ex-guardio, frei Antonio de Santa Anglica.
Frei Paulino da Soledade
Guardio.
do
Sr.
i>S
Illm. Sr. Joaquim de Almeida Pinto. A algum
tempo que padeca de uma lnflamaco do bago, e
aconselhado por um amigo para experimentar os
preparados de jurubeba, feitos na pbarmacia de
V. S., eu, depois de collocar um emplastro de ju-
rubeba, sobre a parte onde exista a inflaaago e
tomar daas garrafas de vinho da mesma fructa,
m3lhorei coasideravelmento e hoje acbo-me com-
pletamente restabellecido de meas encommodos.
Permita me que por meio desta carta Ibe patea-
tiei o meu reconheci ment.
Subscrevo-me com eslima. De V. S. mnito at-
iento e criado.
S. C. 30dejulbode 1867.
Francisco Jos Carnetro.
X
COMMERCIO.
IMRBMBs
Sii-mam,
m
Publicis a pedido
11 ....... 1 ''
Bxaa. Sra. D Mariana Teixeira Antones. A,
aaotiide na cun04sna e setenta mil rs, que pelo
., portador remeti a V, Ezc, o producto de uaa
Anglica Mara da Conceicao, Joaquina Mana da ojseripffo, qne promov, com o fim de iuserever
Conceigao, Ludovina Mariha de Jess, Sevsrfea s fllnlnbM de V. Exc em ama companbia de so-
Majria da Conceigao e i llbos, .capito Modtiio de faro matao do vida, e para cojo destino eu to-
calxa filial do banco do Brasil
em Pernambuco, aos 26 de ju-
lbo de iso.
De ordem da directora se faz sciente aos Srs.
accionistas, que o tbesooreiro esto' aulorisado -
pagar o 27 dividendo das aegoes do banco do Bra
sil, inscriptas n'esta caixa, a' razo de i#0OO.
O guarda-livres,
Ignacio Nones Correa.
ALFANDEGA.
Rendimento do da i a 13........ J77:4ll*089
dem do di 14................. 12^847^359
X 290:258*448
1
Volnmes entrados com fazendas...
t 1 gneros.... 37
0/
Volnmes sahidoscom fazendas... 80
s c 1 gneros.... 278
358
Descarregam boje 16 de agisto.
Brigue inglezUllswatercarvoi
Escuna inglezaMary Becfc-mercadorias.
Brigue portuguez Umo dem.
Sumaca hespaohola Vestalviohos.
Barca inglezaPloattng Cloudcarvo.
Lngar InglezHaroneecarvbo.
sumaca bespanbolaCaroiioavinbos.
Sumaca bespanbolaRositaiism.
Patacho nacionalGuiiaermiiwcharque.
Barca dinamarqaeza Waidemar farlnha. de
trigo.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERABS.
ndimento do dia 1 a 13........ 13:570*821
dem dodial4.................. 1:114*021
14:684*842
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 1 a 13....... 18:701*624
dem do dia 14................ 1:114*730
19:816*384
MOYIMEUTO 1)0 PORTO
Nanos entrados no da il.
Rio de Janeiro e Babia9 das, vapor francez uar-
gogm, de 932 toneladas, commandante Ronage,
quipagoa d8, carga diferentes ggMros.
New-York e portos intermedio -dtoa, vapor
americano Narih Amema, de 2Q86 *>*****
commandante Tenmerman, eqoipagem 70, car-
ga varios gneros 4 a flenry Forster & C
Sania< da, patacho portuguez Jorge**, de S82
aoneladas? eapito Joa Ma/Ja de Soifueira,
eqmpsgem 9, carga"300 barricas com bacalhac
s outros fonorw a Jco do Rege Lima.
Vewo sokdm ai afina so.
Aearae e portos ioie/medios Vapor brasileiro
Pirapam*, commaadaato Antonio G. Torres.
Arasajo' e portos mtoraodtos Vapor brasileiro
JWoca. commandante J. J. Marlins.
MaraiUe e portos Intericeaes Vapor francez
Borfotne, eoamaodante Ronage.
Rio de Janeiro o Babia Vapor americano North-
Amrica, commandante TMaerman.
Araeaiy-Hiate brasilsiro Nicolao I, capito J. J.
da Silva Ratis, carga ditlareotes gneros.
Nano entrado a> dia 15.
liba do Fernando de Norooha3 dia, hiato bra-
sileiro Sergiptmo, de 54 lonelladas, capito Hen-
rlqoo Jos Vieira da Silva, eqoipagem 7, era
lastro; ao mesme capito.
Navis sahidos no mesmo dia.
BarcelonaSumaca bespanhola Rosa, capito Mil-
lef, carga algodo.
Aracaj Escooa prussiana Joachin Henrtch, capi-
to H Storhr ; em lastro.
EDITAES.
Quartel do eommando superior interino da
guarda nacional do municipio do Recife,
8 de agosto de 1867.
ORDEM DO DIA N. 371.
0 Illm. Sr. tenente-coronel commandante
superior interino manda publicar, para co-
nhecimento da guarda nacional sob seu eom-
mando interino, os pareceres que, a junta
medica na iospeceo de sade que se pro-
ce deu no dia 24 de juilio do eorrente anno,
na secretaria do eommando superior, deu a
respeito de cada um dos seubores oficiaes'
e praca abaixo mencionados.
4 batalbo de infantaria.
CapitoJoo Luiz Victor Licutier, incapaz
do servico activo.
2" batalbo de infantaria.
TenenteManoel Juvencio de Saboia, inca-
paz do servico activo.
4S batalho de infantaria.
AlferesManoel Romo Correa de Araujo
Jrrrtior, incapaz do servico ac-
tivo,
8o btallio de infantaria.
Joo Hypolito de Meira Lima J-
nior, incapaz do servico activo.
6a Malbo de infantaria.
GuardaLandelino Manoel de Albuquer-
que, incapaz do servico activo.
^ O secretario
X~_____Firmino Jos de Oliveira.
-"; tii ordem do Illm. Sr. inspector se faz publi-
co, que achaodo-se as mercadoriis contiaas nos
volames abalzo mencionados no caso de seretrt
arrematadas para consumo, nos tormos do cap. 6,
tu. 3a do regulamento de 19 de setembro de iSU.
os seas doaos oa consignatarios devero despa-
cba-Us no praso de 30 dias seb pena de fiado elle,
serem vendidas por suaconl*, sem que Ihes Sjue
competindo allegar contra os effeitos desta
venda:
Armazens os. 1 a 3.
1 embrolhocom amostras, n. Si,marca WE4C,
vindo do Havre, na barca francez Jean Bapist,
entrado em 15 de julbo de 1865, a cobsignaQo de
Carneiro & Nogueira.
1 dito com ditas, sem numero e sem marca,
vlndo de Liverpool, na barca iogleta LwkObut,
entrado em 8 de agosto de 186S, a consignado de
diversos.
1 caixa com tecido de la, n. 7053, marca E A B
A C, vinda de Havre, no brigue francei Cear,
entrada em 23 de agosto de 1865, a E. A. Burle
&C.
1 embrulbo com tecidos de linbo, sem numero,
letreiro F.-1. Tinoco da Silva, vindo o Havre, no
patacho bamburguez Helena, entrado em 5 de se-
tembro de 1865, a consignaco de F. 1. Tinoco da
Silva.
2 calzas com amostras, sem numero e sem mar-
ca, viadas de Liverpool, na barca ingleza Serafina,
entradas em 11 de outubro de 1865, a cuosigaaco
de diversos.
1 embrulbo com ditas, n. 1375^, marca D T B,
vindo do Havre, do brigue francez Trois freres,
entrado em 20 de outubro de 1865, a consi^UdQo
de D. P. Wild & C.
1 dito com lypos, sem numero, marea G L A S,
viudo de Anvers, na escuna hollandeza Ursina,
entrado em 3 da novembro de 1865, a ordem.
1 embralbe com amostras, sem numero, ietreiro
John Heldeshin, vindo de Bordeanx, no vapor
francez Guirnne, entrado em 12 de fevereiro de
1866, a consignado de Joba Heldeshin.
i embrulbo com ditas, o. 6, marca D S, vindo
do Havre, na barca franeeza Jean Bapliste, entrado
em 12 de margo de 1866, igoora-se a consigna-
do.
1 embrulbo, n. ,wi/tjm. marca J B diamante H,
viado de Liverpool, no brigue inglez Hete Mary,
entrado em 19 de margo da 1866. Nao cjnsta do
manifest a consignado e contedo.
1 embrulbo eom amostras, n. 135, marca J E C
K, vindo de Hamburgo, no brigue austraco Helena,
consignado a D. P. Wild."
1 caixa, n. 97/i, marca A F, vinda de Liver-
pool, no brigue inglez Yllmter, entrada em 22 de
margo de I8ti6. Nao consta do manifest qual a
con.-ignsco e contedlo.
1 embrulbo com amostras, n. 125-/a marca K,
vindo do Havre, na barca franeeza JeanUarie, en-
trado em 23 de margo de 1866, a ordt.ro.
1 embrulho, sem numero, letreiro Mills Latbam
& C, vindo de Liverpool, no brigue inglez Anne
Keny, entrado em 7 de abril 1866. Nao consta
qual a consignado e conledo.
1 caixa com amorras, n. 449, marca R, vinda
de Bordeaux no vapor francez Navarre, entrada
em 12 de abril de 1866, a consignado de To.
Cbristiansen.
1 caixa, sem numero, marca T, viudo do Havre,
na brca franeeza Guilherme lell, a consignado
de Tisset freres, (Ignora-se o contedo.)
1 mbrulho com amostra, n. 545, marca A. V.
S. Barroca, vlndo de Soutbamptoo, no vapor inglez;
Rhone, enirado em 27 de abril de 1866, a A. V da
Suva Barroca.
1 embrulbo com amostras, sem numero, letreiro
Barloo freres, vlndo do Havre, oa barca franeeza
Fgaro, entrado em 8 de maio de 1866, Barloa
freres.
i embrulho com ditas, n. 319, marca GWC,
vindo do Havre, no brigue fraocez iYouuf, entrado
em 17 de maio de 1866, a consignado de Carvalbo
& Nogoeira.
1 embrulbo, a. Vis. marca R s aoDS 'renglos,
vlndo de Liverpool, na vapor inglez Amason, en-
trado em 29 de maio de 1866, a F. Souvage &
C. Nao consta qnal o conledo. ,
1 embrulbo, o. 2, marca D S', vindo do Havre,1
na barca franeeza Ri* Grande, eetrado em 23 de
junbo de 1866. Nao consta do manifest qual ai
consignago e contedo.
1 caixa eoa pannos, n. 005, marca A S D vinda
do Havre, na barca franeeza Rio-Grande, entrada
em 27 de junbo de 1866, a consignado de F.
Soorage i C.
1 embrulbo, sem numero, letreiro Teixeira r
Nogoeira, vindo do Havre, na barea francesa Mau-
ruteu, entrado em 3 de julho do t866. Nao consta
a consignacao e cont 10.
1 embrulbo, sem numero, letreiro J. S. Faria z
I, vlndo de Liverpool, na escana ingiera Mand
Guenr, entrado em 3 de julho de 1866. Nio cons-
ta qual a consignado e contedo.
1 embrulho com amostra, n. JO, marca I E V
G, viudo de Antuerpia, no P*cJ bambnrgnw
Pfhel, entrado em 5 de julho de 1866, a Scbafheilion
2 calas eom coapeos de sol, n. 1679:1580, mar-
ca D s J vinda do Havre, na barca liaocea
Mauricieu', entrada em 16 de julho de 1866, a F.
? embralbo eom amostras, n, 6, marea W, vindo
de Hambargo, o escuna honoveriana CofooftM,
,nirado em 12 de uiho de 1866, a consignado do
D. P. Wild.
3 eaixas eom perfumaras, ns. 40, 42 e 45, mar-
ea lili E', viadas do Havre, na barea franeeza Jfau-
rteuu, entradas em 16 de julho e 2 de agosto de
1166, a Magalhes & Irmas.
t eaixas com perfumaras a calcados, ns. 2058,
2059, 2060, 263 e 2064, marca R1I L & Z C, viu-
das do Havre, na barca francesa Santo Andr, en-
tradas em 31 de agosto de 1866, a consignacao de
Mello Lobo & C
3 eaixas com perfumaras e calcados, sem nu-
mero, marea lili L & C, vindas do Havre, na barea
franeeza Santo Anir, entradas em 4 de setembro
d 1866, a Mello Lobo & C
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1 embrulho com amostras, a. 17, Barca JFC
K, vlndo de H-imburgo, naescooe holandeza Pin-
delina Jjcobus, entrado en if de Miembro de
1868, a a P. Wild,
1 mbralbo com ditas, n. *>/M, E diamante, Ta-
do ds Soaitumptoo, oe vapor ioglex Dunda, entra-
do era J9 do setembro dr 1868. a oonsignaeo o
A. C de rea.
-J5 396 398, 399 e 417, marea Hit L \ Z C, tinto
*Q .e> Mbrc* fraoeetaSOMn. miradas m
fi, 9 e 10 da ou obro de IBM, a Meta Loba C
1 cana com paooos, n. 146. marca ASO, fiada
do Havre, no brlgae nacional Luna, ntrade o
12 de oulubro de 186fl,
vage*C
S
exta felra 10 ale Af osto le 1867-
1 embrulho com amostras, a. 7, asare P, vlndo
da Hamburge, no patacho haaoveriaoo Widdn.
Blrado em 11 de ontro de 1866, a consignacao da
*> P. Wild.
i embrulho. san namero, letrairo Keller <4 C,
'indo de Bordaax, eo vapor fraocti Atacarra,
do Havre na barca franeexa Vtrdiana, entrada en
28 de detembro de 1866, a Ma 1 eaixas mercaduras diversas as. 186 e 187,
matea A D A C, viadas do Havre na barca fran
cesa Yirtana, entradas em 28 de deseabro de
1866, a F. Sonvage & C
1 dKa coa ditas a. 14, marca PUS, viada 4o
Havre aa barca francesa Vendiana, entrada em
S8 de dezembro de 1866, a P. Sonvage & C.
1 embrolno com amostras n. I/i, marca C P,
vmdo do Havre na barca francesa Maunctm en-
trado ea 28 de detembro de 1866, a D. P. WiM
& C.
ZVT.--I **** e00 mercaaorlas diversas n. i3. marca
a eonsigoeeio Os f. Soa-[SMS, entrada do Havre na barca francesa Veri-
'o, entrada em 29 de detembro de 1866, a F.
< *.*? V 0,,M0, *" *58U re D S J,
viada do Havre na barca francesa VeriiiaM, en-
Pn m W d9 'wobro e 1865, F. Sonvage
3 cateas com teeidos de algodio. na. 367 a 369,
entrado em 13 de ootobro da 1866. Ito conato, naroa fcf Z Z4 C, viadas do Havre na barca fran-
a nnflm p-meu?nnn a nam n san rnntplirtn # Vu^'. _> a.
* quem consignado e nem o sen contedo.
1 eaia com coaros e marmores, b. 139, marea
iffi I, vinda do Havre, no vapor francs Coltfm,
airado em 9 de novembro da *866, a Hagaibes
Irmios
1 embrnlbo, n. 206/110, marea B A H, rindo de
Liverpool, na barca inglesa Baslochoiu, entrada aa
10 de novembro de 1865. Nao consta a consigan-
ci contede.
1 embramo, a. /e,nnm 1 diaaaote, vindo
de Liverpool, aa barca inglesa BeWeefteiu, ntralo
em 10 de novembro de 1866. Tamben nao coma
a consignado e contedo.
il nomino, sem numero, tetrefre Bailn Fraras
6 C, vlndo do Hatre, na barca francesa Figar*,
entrado em 10 de oevwaere da 1866. Nao consta
a consignacao a coatedo.
1 embruibo n. 1880, marca E J V C, vindo do
Havre na barca francesa Fgaro, mirado em 16 de
ovumbro da 1866. Mi consta da manifest a
consignacao e cometido.
1 embrulho n. 20/21, marca tringulos R S, vin-
o de Liverpool no vapor logias Olinda, ntralo
em 12 de novembro de 1866. Igoora-se a consig-
nado e coatedo.
1 embrulbo sea numero, letrairo Manoel Igna-
cio Oliveira Pune, vindo de Bordeaox no vapor
franen Gueme, entrado em 12 de novembro de
1866. Ignora-se a consignacao e eontedo.
2 ca xas com chapeos ns. US e 116, marea S &
, viadas do Havre na barca francesa CoUgni, en-
tradas em 12 de novembro de 1866, a Silva Car-
ioso.
1 caixaosa calcadon.2119, marca MLZdC,
vinda do Havre na barca fraoceza Caligni, entrada
em 14 de novembro de 1866, a Hallo Lobo & G.
1 embrnlbo 124/125 letreiro Jo Silva Paria 4
L, vimto de Liverpool no Ingar ingles Brlhantt,
entrado em 14 de novembro de 1866. Igoora-se a
consignacao e conteni.
10 caixiis com diversas mereadorias os. 426,
2102, 427, 120 a 124, 413 e 418, marca H L Z A O
vindas do Havre na barca franeexa Cotigni entra-
da, em 15, 16 e 17 de novembro de 1866, a Mello
Lobo 4 C.
1 fardo com teeidos de iinho n. 8515, marca
E A B S 4 C, violo do Havre na barca francesa
Fgaro, entrado em 19 de novembro de 1866, a E.
A. Burle & C
i caixa com pannos n. 148, marca A S D, vinda
do Havre na barca francesa Figuro, entrada em
20 de novembro de 1866, a F. Soovage 4 G.
1 embrnlbo a. 33/39. marca dfamaate D, vindo
de Liverpool na galera ioglea Hermione, entrado
em 24 de novembro da 1866. Ignora-se a consig-
nado e contando.
1 erobrolho cora amostras n. 116 /2, marca H J
P & G, vindo de Hambargo no patacho prnssiano
Anne Helene, entrado em 24 de novembro de 1866,
a Magalhes 4 Irmao.
1 emoraiho com ditas n. 4840/4641, marca P S,
vindo de Hamburgo no patacho prnssiano Anne
Helene, entrado em 24 de novembro de 1866, a
Sctufheitlin 4 C.
1 embrnlbo n. 46/30, marca C N, vindo de Li-
verpool o pruebo lugiez Remiel, entrado em 24
de novembro de 1866. Ignora se a consignacao e
contedo.
1 caixa com teeidos n. 2167, marca M L Z 4 C,
vindo do Havre na batea franceza Avenir, entrada
em o de dezembro den866, a Mello Lobo & C.
1 embraiho n. 70, letreiro Mills Lathan 4 C,
vindo de Liverpool no vapor inglez Crysjhte, en-
trado em 6 de dezembro de 1866. Ignora-se a con-
sigaaco e comeado.
2 caixas com diversas mercadon'as n?. 114 e
242, marca M L Z 4 C, viadas do Havre na barca
franceza Awtttr, entradas em 7 de dezembro de
1860, a Mello Lobo 4 C.
1 caixa com ealcado n. 142, marca H I, vinda do
Havre no brigue francez Belem, entrada em 9 de
dezembro de 1866, a Magalhes 4 Irmo
1 caixa com calcado n. 130, marca J P A S 4
L, *nJa do Havre no brigne francez Belm, en-
trad* em l de dezembro de 1866, a Arames 4
Lira.
1 fardo com teeidos n?. 8,697, marca E A B & C,
vindo do Havre oa galera franceza Amelie, entrado
em 10 de dezembro de 1866, a E. A. Borle
4G.
2 caixas com diversas mereadorias ns. 167 e 169
marca A D & C, viadas do Havre na galera fran-
ceza Amelie, entradas em 10 de dezembro de 1866,
a F. Sonvage 4 C.
1 caixa com t-cidos n. 2,141, marca II L Z 4
C, vinda do Havre na barca franeexa Avenir, en-
trada em 11 de dezembro de 1866, a Mello Lobo
4G.
i caixas com panno de linbo ns. 165 e 167, mar-
ca J E L, viadas do Havre na barca francesa Ave-
nir, eoiradas em 11 de dezembro de 1866, a J. P.
Lopes.
1 caixa com vestimentas n. 152, marca S 4 C,
vinda do Havr; no brigae francez Belm, entrada
em 11 de dezembro Je 1866, a Silva Car-
dosu.
3 caixas com mereadorias diversas, ns. 453 *
456, maiva II L Z 4 G, vindas do Havre no brlgae
fr.-.iicez Belm, entradas em 11 de dezembro de
1866, a Mello Lobo 4 G.
7 fardos com teeidos ns. 8,689, 8,692 a 8,695,
8,691 e 8,698, marcas E A G B S 4 C, vindas do
Havre na galera francesa Amelle, entrados em 12
de dezembro de 1866, a E. A. Burle & C
2 eaixas com mereadorias diversas ns. 165 e
170, marca A D 4 C. H 4 A, vindas do Havre na
galera franceza Amelie, entradas a 12 de dezembro
de 1866, a K. Sonvage 4 C.
1 atado com mereadorias diversas ns. 2643/2644,
marca B, vindU do Havre, na barca franceza Ame-
lie, entrado em 12 de dezembro de 1866, a Henri-
que 4 Azevedo.
2 caixas com papel ns. 2169-2170, marca II L
Z & C, vindas o Havre na galera franeeza Ame-
lie, entradas em 13 de dezembro de 1866, a Mallo
Lobo & C.
2 caixas com mereadorias divarsas n?. 112 e
125, marca II L Z A C, vindas do Havre, na galera
ingleza Avenir, entradas em 13 de dezembro de
1866, a Mello Lobo 4 G.
1 caixa com mereadorias diversas n. 2640, mar-
c H 4 A B, vinda do Havre na galera fraaceza
Amelie, entrada em 13 de dezembro de 1866, a
H-orique A Azevedo.
1 embrnlbo com amostras sem numero, letreiro
yiiveira Fiihos 4 C., vindo de Bordeaax no vapor
?*"!! Ex(rmadwe, entrado em 13 de dezembro
d 1866, a Oliveira Fimos A C.
1 embrnlbo com amostras n. 1043, marea S O
L, vmdo de Bordeaax no vapor franeez Extrema-
,.'i!S .?d0 rV3 de Miembro de 1866, a Tdo-
maz Jefferies 4 C.
mu 31 de dezembro de
eeza FsndAnaa. airadas
1866, a Mello Lobo & G.
1 eaixa com ditas n. 452, marca I I L Z 4 C.-
vfcda de Havre na barca francesa frtfioJia, en-
trada em 2 de jaaeiro do eorreate asno, a Mello
Lobo 4 C.
*JiJ" wm teeidos de lia, os. 6IS1 e 6152,
marea C Qg, vindas do Havre na barca france-
sa PtridMfte, eatradas em 2 da Janeiro do crrante
wm, a Lindes Weydroatm 4 ti-
* com mereadorias diversas n. 173, marca
P G' Tinda d0 Ha Bl *re frwceta Ve-
rutona, entrada em2 de Janeiro do corrate anno,
a F. Sonvage 4 C.
2 caixas com teeidos ns. 2327 e 2328, mareas D
S, vindas do Havre na barea fraBceza Vendiana,
entradas em 2 de Janeiro de 1868, a L. Weydman
4 C.
5 eaixas eom mereadorias diversas as. 489, 471,
2118, 2192 e 2193. marca I I L 4 C, vindas do
Havre na barca franeexa Maurtcten, entradas em
3 de Janeiro do correte anno, a Mello Lobo 4 G.
1 eaixa>m espartllhos a. 910, marca 11 S, vin-
da do Havre na barca fraaceza A/anriciH,, entra-
da em 3 de jaaeiro de crrante anno, a Magalhes
Irmos.
1 eaixa com bros n. 160, marca H I, entrada
do Havre na barca franeeza Mmrteten, em 3 da
Janeiro do crranle anno, a Magalhes Irmos.
1 caixa com mereadorias diversas n. 468, marea
H L Z 4 C, vinda do Havre na barca franceza
Malmeten, entrada em 4 de Janeiro do corren le
anno, a Mello Lobo A C.
1 eaixa eom oleo de Opado de bacal bao n. 59,
marca A P, vinda do Havre na barca franeeza
Mmmcien, entrada em 4 de Janeiro do corrate
anno, a J. A. Pinto.
2 caixas com vldros ns. 62 e 63, marca A P B,
viadas do Havre na barca franeeza Maxrtmi, en-
tradas em 7 de Janeiro do correte anno, til.
finio.
2 caixas eom ealcado ns. 2183 e 2185, marca H
L L A c., vindas do Havre na barca franeeza Mau-
rieien, entradas em 7 de Janeiro do correte anuo,
-a Mallo Lobo A C.
2 caixas com brios ns. 159 e 161, marca H I,
vindas do Havre na barea franeeza Maurtcten, en-
tradas em 7 de Janeiro do corrente anno, a Maga-
lhes Irmios.
i caixa com panno de linbo n. 177, marca I E
L, vmda do Havre na barca franceza Matiricien,
entrada em 7 de Janeiro do corrente anno, a J. F.
Lopes.
2 caixas cora vidros ns. 61 e 65, marca A ?,
vindas do Havre na barca franceza Maurieum, en-
tradas em 7 de Janeiro do corrente anno, a J. A.
Pinto.
1 barrica n. i/25 marca Cz, vinda de Liverpool
no brigae ioglez Helia Mary, entrada em 8 de Ja-
neiro do corrente anco. Ignora-se o contedlo e
consignacao.
2 caixas com panno de Iinho ns. 175 e 176, mar-
ca J F L, vinda do Havre na barca franceza Mati-
ricien, entradas em 9 de Janeiro do corrente anno,
a J. P. Lopes.
2 caixas com teeidos ns. 414 e 2198, marca H
L Z 4 C, viadas do Havre na barca franceza Ade-
le, entradas em 22 de Janeiro de 1867, a Mello Lo-
bo 4 C.
5 eaixas com teeidos de la ns. 6308 a 6312,
marca C Cz, vinda do Havre na barca franeeza
Adele, entradas em 23 de Janeiro do corrente anno,
a L. Weydman 4 C.
5 caixas com mereadorias diversas ns. 177,440,
484,483 e 312, marca H L L & C, vindas do Ha-
vre na barca franceza Adele, entradas em 23 de
Janeiro do corrente anno, a Mello Lobo 4 C.
1 caixa eom teeidos de Iinho o. 202, marca L W
V A C, vinda do Havre n barca franceza Adele,
entrada em 26 de Janeiro do correnta anno, a L.
Weydman 4 C.
4 caixas com teeidos ns. 242 a 245, marca H L
4 G, vindas do Havre na barca franceza Adele,
entradas em 26 de Janeiro do corrente anno, a Mal-
lo Lobo 4 C.
1 caixa com teeidos de linbo n. 201, marea L
W V 4 C, vindas do Havre na barca franceza
Adele, entrada em 28 de Janeiro do corrente anno,
a P. WeydmaB 4 C.
1 caixa com amostras sem namero, merca J H
P, vinda do Havre no patacho prasslaoo Fortuna,
entrada em 29 de Janeiro do corrente anno, a os
M. Palmeira.
1 caixa com drogas n. 77, marca A P, vindas
do Havre no brigae francez Beln, entrada em 9
de abril o corrente anno. Ignora-se a consig-
nacao.
i caixas com drogas ns. 57 e 58, marca C S P,
vindas do Havre na barca franeeza Jean Baphste,
entradas em 22 de abril do correte anno. Igno-
ra-se a consignacao.
Albudega de Pernambuco, em 13 de agosto de
1867.
O escrlptarario,
Bntycbio Mondim Pestaa.
JECLiBAColS,
Saita casa da raiserJcaHa t>
Recite
Pela secretaria da santa easa de miseria c i a po
Radie se faz setenio aes parantes de orpbae, abai-
xo declarado, qoe te*do elle attingido a idade de
14 aaaos, resolven a litro- junta administrativa da
mesma santa casa, que fosse entregue a' seos p-
renles, e confonnidade com o artigo 45 do rego-
lanenu daqneHe estabeleci meato.
Antonio Leoncio de Lacerda, lutada Aaaa Fran-
cisca Paes Barreta.
Secretaria da unta easa de misericordia do Re-
clfe 9 de agosto de 1887.
(lezeriveo
Padre Rodrigues da Sooza>
Vlce caiSBladtt de Espia ea Pwrna-
boca.
El rice cnsul de Espina en esta provincia, co-
mo administrador de la sucesin el subdito espa-
ol tallecido Benito Alves, avisa a tos crederes del
mismo, qua todos los que no anrasentason sns
cuentas, en el improrogable plaso de 20 dias, per-
dern sas derechos. Per-namboco 12 de agosto de
1867.El vicecnsul de S. M. C. Joan Btwon.
Santa Gasa da Misericorda
do Reciffe,
A Ulma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recifa manda fazer publico qus
oa sala de snas sesses, no dia 16 do corrente pe-
las 4 bora3 da tarde tem de ser arrematadas a
qaem mais vantagens offerecer as rendas dos pre-
dios em seguida declarados :
fidUbelectmeatM de caridade.
Roa do Padre Floriano.
Gasa terrea n. 49.......182*500
Wem idea n. 17. 186*000
Rta dos Pescadores.
Casa terrea a. H....... 21640C0
Raa das Calcadas.
dem dem n. 38.. 158*000
Roa larga do Rosarlo.
Segando andar do sobrado n. 24 .
Terceiro andar idem dem .
_ Roa da Roda.
Lasa terrea n. 3........
dem idem n. 7......
Becco do Quiabo.
Casa terrean. 8......
Ra do Encantamento.
Sobrado da dous andares n. 3. .
_ Roa do Padre Floriano.
Casa terrea n. 47......168*000
Roa do Noguelra.
y
O psqneno resto de biibetes estio a dispesicSo
do publico no escriptorio do ihealro.
Comeeara' as 8 horas.
risco
e
AVISOS MARTIMOS
300*000
3011000
96A000
96*000
144*000
401*000
&0MPANHIA PERNAMBUCANA
DK
Nawga$o costeira por vapor/.
Rio Fomoso ate ao lagar denominado
Pedra.
Segu no dia 18 do cr-
reme as 7 1|2 toras da ma.
nba o vapor Mananguape,
commandante Costa. Recebe
carga, encommendas. passa-
gelros e dinheiro a frele.
das nassagens sem comedorias.
Ar. .. -.. .. 8*000
* Aproa.. .. 3*000
a oordo se fornecera' comida aos passageiros
en exiglrea taoaaati retribuicao razcnvel. O
vapor yotrara' enois dn 24 horas de demora es-
Cflptono no Forte do Matos n. 1. _
WlfiWIA B1USILEIRA
D
Paquetes a vapor
E* esperado dos portos do sol
at o dfa 22 de agosto o vapor
Sania Cruz, commandante Gl-
lame Waddington, o qual de-
pois da demora do costme se'
. mes da norte.
-jem-se desde jd passageiros a engaja-se a
^eMneo vapor poder condozir a qual devera'
wetnbarraila no dfadesua cnegada, encommen-
dae a dimtetro a frote at o dia da sabida as 2 ho-
ras. Previne-se aos Srs. passageiros que as
passagens s se reeebem nosta agencia roa da
^^* criptJrto de Antonio Loiz de Oliveira
O'aewit ptstMia hrt- |suAo por eonta e
ae qaem perteaeer dos escravos segaimes
miSi EftS aD-no'' D8omn>. cosin'ba
qoiaodeira^dflel e nio tem vicios.
ma dita de 40annos para todo servieo.
Um eserwo de 30 annos proprio para todo ser-
V150.
Um mulato de 25 annos, garante-se a sna con-
ducta.
m escravo de 30 annos, canoeiro e de todo o
mais servieo.
No dia aeima mencionado as II oras da ma-
nba no largo do Corpo Santo junto ao caf Com-
atenta!
Serventes
Precisa- d^es-stirvantoa para o servieo In-
terno e externlo colfcgto-*!** orpnios a tratar
eom o director de rnesmo eoHegio Ba ra da Glo-
LEiLAO
De movis vos a asados-
Pelo agente Martins a raa do Imperador n. 16,
as 11 horas.
Sabbado 17 do correte.
Nos abalx aesigauds declaramos ao resMi
l"el POblieo e a qnn iateressar possa, qoeVsr*
Joao Tavares deixoo de ser socio d coebeira di
ro do Imperador o, } que gyr" sob a firma
de Borges Tavares, one d'cra em diante Sea tv-
rando sob a firma de Jos Ignacio Borges A
cando eoearregado do activo e passivo o soek
Jos Ignacio Borges. Reeife H de agosto de 1867
Jos-Ignacio Borges.
Manoel Borges da Prensa.
Empreo
uiun
De ama meia culeca e 5 cavallos.
Sabbado 17 do correte.
O agente Pestaa fara leilo por eonta e risco
de quem pertenesr de mna linda meta raleca com
todos os arreios e doos cavallos e assim mais tres
cavalios, os quaes serio* vendidos no dia cima as
12 horas da manbia no largo do Corpo Santo.
mm
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
E' esperado dos portos do norte
at e dia 27 de agosto o vapor
Paran, commandante o capilao
de fragata Santa Barbara, o qual
w depols da demora do costme se-
guir para.os portos do sol.
Racebem-se desde j* passageiros e eogaia se a
twl2* 17.....242*000 c""* que o vapor poder condozir a qual devera'
Pa triDM DIO de Orp BtOS. i Ier emJba'ca,a no dia de soa ebegada, encommen-
Rna das Laranteiras dw e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2
Casan. 17. pangaras. horas> Prej.ne-se aos Srs. passageiros qne saas
dnadoRanaei iffls se. reCeDe 8*oc*a roa do
Cruz n. f, ecriptorlo de Antonio Lulz da Oliveira
Casa terrea n. 56. ". 301*000
Ra da Lapa.
C""-".........196*000
Raa do Vigario.
Primeiro andar do sobrado n. 27 181*000
Roa do Pilar.
psa o- 99.........256*000
dem n. 103.........500*000
Mea o. 94.........201*000
Sitio n. 5 no Pomo da Cal. 150*000
dem. o. 105......*j, ; 144*000
As arrematares serio feitas pelo tempo de nm
anno, devendo os licitantes viren acompanhados
de seus fiadores oa manidos de crtas destes.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Reeife 8 de agosto* de 18S7.
O escrivio,
.. _________Pedro Rodrigo.es de Sonza.
Arreraatafio
O sobrado de doas andares e setao qne tinha de
ssr arrematado na pra<;a do dia 14 do correte, 8-
eou transferida por ordem do joiz para a prac,a do
da 17 do corrente impreterivelmenta.
Azevedo & C.
I 'Para a Bahia
Pretende seguir om muita brevidaie a vellelr
sumaca nacional Hortencia, tem parte de seo car-
regamenu pnmpto, para o resto qae Ibe falta tra-
ta-.'o com os seas consignatarios Antonio Luiz de
Oliveira Atevedo & G., n> seu escriptorio, ra de
jquz n. i.
Rio do Janeiro
Pretende hir com moita breyidad para o in-
dicado porto o veleiro patad tGuilhermioa por
ter a maior parle de sea carregamento engajado,
para o resto que Iris falta e escravos a frete trata-
se com o consignatario Joaqaim Jos Gsncalves
Baltrao, roa do Trapiche n. 17. _________
Paro o Rio pretende seguir com multabrjvidade o patacho na-
cional Beberbe, tem parte de sen carregamento a
bordo, e para o resto que Iha falta e ecravos a
frete, para os quaes tem excellentes commodos,
A r-rmofo/ion I tTi,*vSe CWB os eonsignatarios Antonio Laiz
ill i ClIIdltlVt^ de Oliveira Azevedo & C., no sea escriptorio raa
Hoje 14 do corrente, depois da audien- daC llU-
AVISOS DlfEfiSOS.
Instituto rcheologico e fieograpbica
Peraambocaae
Haver sesso ordinaria sexta-feira, 16
do corrente agosto, pelasJH horas da ma-
nhaa :
|ORDEM DO DIA
Relatnos, pareceres e mais trabalbos de
commisses :
RecepcSo solemne de Mr, Osmio Lsporte,
consol de S: M. o Imperador dos francezes
em Pernambuco, como socio effectivo do
instituto.
Reeeppao solemne do Sr. commendador
Antonio Joaquim de Mello, como socio ho-
norario do instituto.
ContinuacJo da leitura de varios docu-
mentos de valor histrico, pelo Sr. major
Salvador Henrique de Albaquarque, socio
effectivo do instituto.
Leitura de urna Memoria histrica e criti-
ca sobre o estabelecimento, permanencia e
extinecao dos jesutas em Pernambuco, pelo
Sr. Dr. F. M. Rapozo |de Almeida, socio
effectivo do instiluto.
Reeife 12 de agosto de 1867.
JbsSoares de Azevedo,
Secretario perpetuo.
Preeisa-se de om moco qne' a
pl.citamente, para os trabalbos de nm ln~
El2Mk: ""i*"86 l ni de S,n,a IKXZ
M do Fagnodes, sobrado n. 3. "en-
Escrava para comprar
ou alugar
Precisa se de nana eeorava m eosioe a
10, das 10 horas da manbia as 4 da trdeT^
A~o^iir^orM ao ^'lo.Amaro Goocavw
dos Santos, quelram apresentar o> sens er^ZlZ 11
prazo de 8 dias. ao administrador !, aaTaSSato
assigaado na casa de sna residencia a. $ mTnl
?n0V*d ?"" H,U' oa rui df,s Tr^^TraiT
19, aura de ser cnmpnda a duposicio do art ftK
do ajdigo commercial. ~
O mesmo admlaistrador pede aos devedorts *
referida massa, bajara de se entender ooa attooa
pagarem os seas dbitos com a posivel fcrneaTiii
Reeife, 14 de agosto de 1867. -------'
Manoel Joaqoim BapUsta
CLUB DO RECIFE
De ordem do Illa. Sr. presidente eoavtdo aes
illas, srs. membros do corpo eleitsral desta sacie-
dad, a corapar^cerem dos saldes da aesaaaa M
horas da raantia do da 18 do correan, ala da
como ordena o art. 11 dos estatuios es vajee.tro-
ceder-se a eleicao d directora qae tea defenc-
doM?86,embro pr0ilmo fa,aro ao mesmo ,8eE
Secretaria do Clob
de 1867.
do Reeife, ea 14 le agosto

O secretario.
Severino Daarte.
Precisa-se
--
Alagar urna canoa que carregae de olto cestos a
all e dazeotos lijlos; a tratar no vivoiro doMu-
Na raa do Trapiche sobrado de doos andares
n. zu, precisa-se de ama muiher para costnhar
engommar, casa de ponca familia.
O Dr. Trislo de Alencr Ararip, offlcial da im-
perial ordem da Rosa, e joiz de direito especial
do commercio desta cidade do Reeife, capital
da provincia da Pernambuco, por Sna Mages-
tade Imperial e Constitucional, o Sr. D. Pedro II
a qaem Deas guarde, etc.
1 caixa com amostras os. 73J2 bis marea <; R
W. viada de Bordeaux noVpo francez"%
KelAC eml3d9dM>'" do 1866,71.
1 fardo com teeidos n. 8686, marea E A B A C
A C, vindo do Havre na galera franceza Amelie
entrado em 15 de dezembro de 1866, a B. A. Bor-
le t G.
1 fardo coa teeidos o. 8690, marea F a R c B
& C, vindo do Havre na galera fraaceaa Amelie
entrado em 15 de dezembro de 1866, a E. A. Burle'
i embrnlbo n. 901/903, letreiro Baslon Preres,
vindo do Havre na barca ingleza Virana, entra-
do em 24 de dezembro de 1866, ignora-se a con-
signago e eontedo.
53 fardos com teeidos de lloho, as. SISO, 8758,
8739, 8762, 8763, 8766, .8767, 8771, g7TS, 774
775,8776, 8780, 8781, 878, 783, 7 8801
8803,8304,8805,8807, 8M, 881. 8S*% 8818
819,87ol a 8757, 8760, 7*1 mk[9M', 8768
8769,8771, 8777 a 8779, 8784, 8800 W1 8806
8808.8809 8813, 8817, 'Mia%uiWt ** 4 C
iodos do Havri na barea frnneeu V+Mma, en-
Buru&'c. 6 ia*mbtt> oaaa,-*ve. a.
mi r r."!? 6'^ l*o na. aaof I4S,
marea c Ci, vindas do Havre a baroafrUceza
Vfrtdiana. entradas em 28 de deseabr arUMi a
Lindea Weydaao t wwwwwoooo, a
i eaina com clcalo n. 171, aaren ft> t, tioda
Paco saber aos qne o presente ediial virem e
delle noticia tiverem, qae por parte dos adminis-
tradores da massa fallida de Amorim Fragoso San-
tos & C. me foi dirigida a petico do tbeor se-
guinie : llim. Sr. Dr. juiz do commercio. Di-
zem os administradores da massa fallida de Amo-
rim Fragoso Santos & C., qae qaerem fazer citar
a Joo Luiz Jjfiliveira Azevedo para, na primeira
audiencia deste jai?, fallar nos termos de urna ae-
gao ordinaria, pela qual pretende pedir-lhe o paga-
mento da quantia de 2:5000000 qae de ve o son/
plicado, par\preenchimento do eapilal que no res-
pectivo contracto subscrevra como socio commaa-
ditario da referida firma social, e pela qual se
obrigara. como meibor se expressara' nos arliges
qae protestara offerecer a* primeira, fleando logo
citada para todos os termos al final decisao.
Pede a V. S. qne raaude faaer a eita^io reque-
rida, sob pena de revelfa. Espera recebar aer-
e.Alceforado. Na qual del o seguate despa-
cho : Clte-se. Reeife, 11 de agosto de 1864.
Alencar Araripe. Em virtnde do qual fura a mes-
ma petlco distribuida ao escrivio deste jaizo,
Manoel Hara Rodrgaos do Naseimento. Depois
me foi dirigida ama oatra petico, cajo tbeor o
legniate : Illm. Sr. Dr. juiz do commercio.Os
supplicantes administradores da massa fallida de
Amorim Fragoso Santos & C. sabem agora qae o
sappiicado JoSo Lua d'Oliveira Azevedo ba annos
se acha ausente desta cidade, e qae fra para a
Europa; por isso querera justificar a ausencia
elle para ser citado por edictos, para todo o coa-
tbetido da petico retro; e reqaerem a V. S. qae
assim Ibes delira, marcando dia e hora para a in-
qoitioao das testemaobas. Espera recebar aer-
e. Alcoforado. Na qual dei o seguinte despa-
5"*n' a, depois da audiencia. Recite, 19 deja-
2?!.lw- ~~ A,eacar Ararlos. E tendo os sap-
Prodat,d'> aas testemanhas selladas e
raSES0*.!0* WoM' oba conclaso.
passar o presente edta
bei per iottasoo a raferiOo
jffi^xiiwrn;, sxzs:*
que for de JoaOea. rm7?mm*W
E para qnt dragne aa eonbectaento de tan
aandei passar o presente, qae sera* publicado
eUweosa a afflxado ooa lagares do eostaOM.
1 ._ TmOa db Altncar Arartpt.
da do juiz municipal da 2.4 vara, tem dse'
arrematar um sobrado de dous andares e so-
t5o sito ra de Hortas n 2, com o oitSo
para o largo do Carmo com diversas varan-
das; a requerimento de Francisco Jos de
Araujo como tnstamenteiro do Narciso Jos
da Costa Pereira para pagamento de legados.
Para a Parahyba
Segu muito breve o hiate nacional Protector,
capi.-) Gongalves Peona ; e para o resto da carga
tra-se cora o capito a bordo.
CORREIO GL'RIL
Relagao das cartas registradas vindas do sul pelo
vapor francez Bonrgogne, para es senbores abai-
xo declarados :
Amaro de Oliveira -Datra (Pedras de Fogo),
Francisco Candido de Medeiros, Dr. Francisco Jo-
s de Medelrcs, Getolio Moreira de Castro Lima,
Dr. Jjiqulm de Soaza Reis, Joao Pranciscu de
Soma Pacheco (Pedras de Fogo).
LE IL OS".
Tendo de ser cantado um solemne Te-
Deum na capella de Nossa Senbora do Parai-
zo em honra de S. M. o Imperador dos fran-
cezes, no dia 15 do correnle agosto ao meio
dia, sao rogados todos os membros do ins-
tituto de qualquer de suas cathegorias a as-
sistir a este acto religioso, a convite expres-
so do digno cnsul de Franca Mr. Osmtn
Laporte.
secretaria do instituto, 12 de agosto de
1867.
Jos Soares de Azevedo,
Secretario perpetuo.
un
Precisa-se de nm estrave de meia idade, de
conducta e habilitado para todo o servieo de sana
casa de poaea familia; qaem tiver e qufrer aloear
dirij.vse a ra da Aurora n. 70 -2 andar.
mnibus de 01mda
Francisco Gandido de Medeiros hx erjanla ao
publico, que no primeiro de setembro principia oo-
vamente o mnibus de Olinda a na carrelra inter-
rumpida, partiodo do Reeife as 4 A da larde e vot-
tando as 8 /, da manha coma costuras.
mmtm umt
Relacao das cartas registradas existente na admi
nistraco do correio desta cidade para os se-
nbores abaixo declarados :
D. 'iua Anglica de Gisneiro Alboquerqu?, Au-
gusto Miguel da Silva, Dr. Antonio Baarque de
Gosmao, B. de Tabatinga, Dr. Carolino Francisco
de Lima Santos, Francisco de Barros Reg, Joa-
qaim Perreira da Silva, Jos Augosto de Araojo, s
padre Jos Avelina M. ds Lima, D. Ludovioa Rita co Commercia
Infante da Cmara, Luiz Pereira de Araujo, D. a '
ria Benedicta Pereira, Soathall Mellor & G.
De um sobrado de nm andar e soto a' raa da Sen-
zal Nova n. 6, em chaos foreiros, com quintal e
cacimba, meeiro, taodo o 1 andar 1 salas, 2
quartos e costana for*, o soio serve para inora-
dla indepen l-ntj, tendo urna varanda de ferro
para ra, 2 quartos e cosiuha na sala de detraz,
sendo reedificada ba pouco lempo
Cordeiro Simoes
competentemente anlorisado fara' leilao do predi)
cima descripto, podendo desde ja' ser examinado
e qualqaer informacaoo.dito agente satisfar' em
sua sede a ra da Cadeia do Reeife n. 27, segnn-
do|andar, cujoleilao lera' Ingar
UOdE
as 11 horas, a porta do predio qae foi a Associa-
largo do Corpj Santo.
THEATRO
DE
LE 40
De urna casa terrea a raa da Gloria.
a. 69, em chaos proprios.
Cordeiro Slmdes
levara' pela segunda vez a leilo a casa terrea sita
a roa da Gloria n. 69, era cbos proprios, servio-
do de base a offerta obtida no leilo de 2 do cor-
rente, entregndose oeste ultimo a qaem mais of-
ferecer, isto
nm
a porta do predio que foi a Associac,ao Commer-
cial largo do Corpo Santo.
S. ISABEL.
EMPREZACOIMBRA
HOJE
Sexta-feira 16 de agosto de 4867,
Representarse ha pela primeira vez nesta po-
ca o muito aparatoso e sempre bem aceito drao?a
sacro em 4 actos, intitulado
GABRIEL E LUSBEL
OU
e$ MUGRES DE S. ANTONIO.
Personagens.
Frei Anton'o, 36 annos (jortuguez
religioso. ,. ,.....Sr. Peregrino.
Gabriel, o anjo bom......Sr." D. Falco.
Lusbel, o anjo mo. Sr. Lisboa.
Izelflno, senhor de.Verona, gene-
ral do ezercfto do imperador
d*Allemanha, Frederlco II. Sr. C Lacerda.
Prei Elias, geral da ordem dos
menores.que soccedeo aS. Fran-
ciscoo instituidor da mesma
ordem...... Sr. Thomax.
O sacristio-aor de S. Hara de
Padua..........sr. JordanL
Pedro, sea ajadante leigo. Sr. Ravmundo Per* momow o referido sitio, e para qualqaer
Ignacio, leigo........Sr. Teiieira. "'ornaacao dirigir-se-bio ao 2* andar da roa da
Ocardeal, enviado por Gregorio Cadeia o. 27, sendo o leilao efectuado no dia
IX Visitar n r.nnvntn nt U|| IC1
as 11 oras, a parta do predio que fot a Associa-
5*0 Commercial largo do Corpo Santo. -
"TTLT
Deaaisaraia de 2 aadarea a aata
De um sitio em S. Amaro, em cbos foreiros, com
arvores de fructo, eoqueiros e um viveiro da
peixe, casa de vivenda com tarrago na frente e
caes, entrando pala mar, tendo a mesma casa
23 l| palmos da frente e 108 de fondo, sala na
(feote e atroz oom alcova, sala no centro com 2
quartos, costana fora tendo mais ao lado da sa-
la de detraz doas grandes salas, coa 3 qnartos,
fazendo frente para os fondos do sitio, o qual
faz frente para o nascente e divide pelo sol com
o terreno perteooente a Joao Francisco de Oli-
veira, e pelo norte com o terreno pertencente
aos nerdeiros de Joao Pinto dos Santos e pelo
poente coa o oito da igreja de S. Amaro.
Cordeiro Simoes
autorisado pelos nerdeiros do finado Manoel
Francisco Laiz da Silva, fara' leilo do sitio e ca-
sa de vivenda cima mencionada ; os pretendentes
podero examinar o referido sitio, e para qualqaer
IX a visitar o convento dos
franciscanos.......Sr. Jordn!.
Martim de Balboas, pai de Fre
Antonio, em prega* na casa dos .
Srs. reis de Portugal. Sr. Thomaz.
Leonardo, rapaz do povo. Sr. Guimarlea.
Bertba, soa mil. /.....D. Jaxoina.
Olivia, sua Blha. D. Adelaida.
Clemeolina, daoneUa pobre da Ve- ^______ | fo ia a a Mtr U Boa
GOOOiOO E 2;00)^000
Segunda-feira 19 do corrente se exlrahi-
r a 49* parte da lotera a beneficio das
familias dos roluatarios da patria (33.a)
As encommendas ser5o guardadas somen-
te at a noite da vespera da extraefo.
O thesoureiro,
_______Aptonio Jos Rodrigues de Souza.
-- Pretendendose citar por carta de edictos co
rao ausente e em lugar nao sabido a Joaquim An
ionio Pereira, o procurador deste nesta eidade-
declara qoo sea constitainta esta' ha muito resi-
dente em Lisboa, praca da Figueira n. 40 ; e nesta
cidade lera casa commercial e propriedades.
Frontispicio do Carmo.
Progrmala da fesla de flossa li
Saalissima Seuhora do Carmo da
Frontispicio.
No sabfeado, 17 do corrente, ao meio dia,
a insigne msica militar do 2* batalhSo de
infantaria da guarda nacional annunciar,
tocando na igreja do convento do Carmo,
algumas pecas de msica que vai ter lugar
a resta da piesma Senhora.
A's 7 horas da noite ter lugar o levn-
tamelo da bandeira, depois de ter percor-
rido o pateo, sabindo aWares gyrandolas
de fogo ao ar; em seguida, um lindo balao,
offerecido obsequiosamente por um dos pro-
curadores da festa deste anno.
Na madrugada do domingo haver missa,
tocando nesta eccasiao algumas pecas de
msica.
A's 10 horas da manhaa, entrar a fes-
ta, sendo o orador d'ella o eloquente pre-
gador o Rdo. Antonio de Mello e Albuquer-
que ; e a orchestra ser executada por pro-
fessionaes na materia, cantando urna das
melbores missas de seu repertorio,
Finda a festa, um outro balao subir aos
ares, tatnbem offerecido por um constante
dovoto da mesma Senbora.
A' tarde, subir aos ares um monstruoso
balo preparado com esmero, por diversos
devotos para o que nio teem poupado tra-
balho e desperas.
Segue-se o ramento da bandeira.
A's 7 horas da noite depois que a insigne
msica marcial tiver satisfeito os ouvintes
oom lindas e vanadas pecas de msica ter
lugar o Te Deum, sendo pregador o eximio
padre-mestre Leonardo JoSo Grego.
Por ultimo, se soltar om rindo, e yaria*
do fogo de artificio, preparado por um h-
bil artista deste genero sendo o painel de
novo gosto; e nunca Tst,0 nesta cidade, an-
tecipadamente preparado por dedicados de-
votos da mesma Senbora.
O abaixo asslgnado escrivo da itaandade do Se-
nhor Bom Jtsus das Dors em S. Goncalo, por or-
dem da mesa reaedora convida a todo* rmaos da
mesma, para comjarecrem no consistorio da ir-
mandade no dia 18 do correnle, pelas 10 horas do
da, anm de reunirem-se em aesa geral para ete-
gerem os novos funccionarlos que tem de servirem
no anno de 1867 a 1868.
Reeife, 14 de agosto de 1867.
__________________Jos aajg Pereira.
T ^ "Da,xo assignados fazem vr aTrspeita-
vel pnblico e com especialidade ao corpo do com-
mercio, que dissolveram a sciedade que linham
na taberna da ra Real n. 9, que girava sob a fir-
ma de Canhoto & C, Bcando todo o activo e passi-
vo a cargo do socio Jos Rodrigues Canhoto.
Jos Rodrigues Canhoto.
__________Joaquim Pereira de Carvalbo.
Precisase de nma ama para lavar e engom-
mar; a traiar no Monteiro, venda do Sr. Zamba.
GAZEOL
DE
Burda du Buisson
Liqaida voltil preparada por Smlluse, repre-
dnzindo chlmicamente os vapores que se soltam
m volta do aparelho purificado do gaz carbnico,
empregada com o mais segoro saccesso contra
a coqaelache, a phtisica e todas as molestias chro-
nicas dos pulmdes
VINDe-SB NA
Btlica e dragarla
DO
Bartholomea <& e.
3JKna larga do Rssarie34
AMA
Precisa se na ra do Rangel n. 6,
sinbe para pequea familia.
ama qae cr>
A saudade
roa..........D. Bernardina.
lareo-AareOo, vendedor de so
mestiveis. .__. .
(Ja magistrado portagnez. .
Uagaerrelro de Izeldoo. .
l'aulher do povo. -
t* dita dita.......
Ia seotiuelia. *~
a* dita. .
Prados, relig
rtela?pfelos EL.
,r. Santa Rosa
Eattiano.
.Sr. Barrlo,
. D. CloKa.
. D. Jaita.
. Sr. Preltas.
. Sr. Siqaeira.
altiva do eardeal,
guerreiros, sol
malheres, leal
O 1* 3 actos a Padu
acampamento datropj
beraarterto do rcala OL.
Asaoanaaaioindas aoV* pWadls
ptoaanji aat. autiiiixi.
^Voraooradoaoapranopalo actor
vista a. 41, em chas fareiras.
Cordeiro Simoes
a mandado do Illm. 3r. Br. jntz'de orpWos levara'
pela segunda vez a IdJJo o;_ predio cima
nido pertencente aos
le AsompcSo Aiboj.
alerta obtida no hilan
HOJE
itgtts, a porta lo predio otra ni a Associa
targo lo Corno Samo.
_ menefo-
letros de D. Anna Hara
loe, servtndo-fle base a
* do corrente, Wa
LtILl
A8s#ciacao Commercial Beaeicaata.
Teodo-s coastituio esta assoclacio em assem-
bla geral ealraordinaria, convoca para aoje (10)
a requerimeoto de 18 Srs. assoeiadoa, afta de dis-
entir se a conveniencia ou inconveniencia de re-
mitir se o prazo dos saques sobre as pravas da
Boropa.dBpois de loaga discosso sobre a luaftfti,
saode Itda e Usootida ota propoeu presentada
palo Sr. Antonio Valeotim da Silva Barroca e
tendo de ser a mesa votada vrifkoa-se nio ha
ver casa por e harerem retirado alguns Srs. as-
sootados an vista de qne a dlraajlo os coa vida a
se reunirn no da 16 do correnle ao aaaio dia
afim de votar-se a maucwoada proposta.
Associaclo Commeroial Benecente^O de agosto
de tWT.
DS
A ansica ensalada pelo maestra o ir. Coin.
m

iat^
m**-
oaerooa-N ana aneoa easa* a**
ou tora delta, daodo o nwsmo atdor de
doea: ama diriia-se a roa da aJaojra a. A
Sabio a luz o 1 numero deste periodieo Ilitera-
rio e potico offireeido ao bello sexo. Assigna-se
a razao de 300 rs. por serie de 8 nmeros e ven-
de-se a 80 rs. o numero avulso na typographia
Republicana a ma do Imperador n. 35.
Precisa-se de ama eriada qae ta;a a* cos-
nha e compras da casa de nm homem solteiro,
qoer-se pessoa de eoofianja : na raa do Qneima-
do loja da Esperaofa.
A noticia que corre na cidade do Rio For-
moso, de que urna torca de guarda nacional sera,
por ordem superior, destacada neste meu enge-
nbo [Sant'Anna da fregnezia de Una para ah
aquartelada, iazer o servieo do recrotament) e
apprehenso de guardas nacionaes designados pa-
ra o exercito, obriga-me a vir a' imprensa para
chamar a altencaodo Ezm. Sr. presidente da pro-
viucia e protestar solemnemente contra o projec-
to do attentad.o. No estado, em qae infelizmente
se acha esta co carca, nao licito duvidar de qna
seja o mea engenbo invadido e nelle se faca
acampamento militar. Se assim soceeder, reti-
rarme bei com ainbe familia e fabrica, e deixa-
rei a mfnha p-oprledade entregos aos invasores.
E protestando contra to revoltante violencia fa-
rol valer os aetts direitos por todas as perdas e
damoos que houver de so'Jrer.
Engenho Santo Andr 12 de agosto de 1867.
__________Pao lo de Amorim Salgado Jnior.
Sabonetes de alcatrdo
O uso destes sabonetes tem apresentado os mais
beneieos effeitos contra as impingens, sarnas, ti-
nha, caspa, comichees e todas as demajs molestias
de pella
VBNDESE KA
Bitica}e dragara
M
Bartholftmea & Connp.iahU.
34Raa larga da Beaario34
MOLESTIAS 00 PEITO
Aviso Importante.
Os nicos verdadelros xaropes de bypopbospnl-
tos de soda, de cal e de ferro do Dr. Chorehill tra-
tem a firma qoatro vezes repetida des sanio aae-
djcosobreosabsertoloo a aarea de fanrieo do
pbarmacta Swann, 12, ra Casllglkae, Parto.
Aena-se a venda ea frBeos qaairadee coaono-
ao do Dr. CharebiH a vidto. Freeo 4 francos ean
Pajas : Coa instraocio
Vende-se em casa de P. Maurer & C
Gil ilraz de Santiaaa
Este intmiUvel romance de Lesage, tradu-
zido por Bocage, vende-sft por I? nal bro-
''J* tart, e W encadernado.: oa Bwaiia doiao-
.,11, Bata, ra do Cresoo o, 2 defroole do arco
oroU-


tat, ra do Cresoo o. i defroole
dagaale'


Blrjl, e Fctfuilfe * PHOTQGBAPHU ~
TIIEIIA
BA DO CABGGA N. 18, ENTRADA PELO
PATEO DA MATRIZ.
0 nosso estabelecimento photpgraphico
testa sempre em dia com todos os melhora-
mentos e progressos qoe ha America du
Nort\ cu na Europa se consegue na arte
photographica, e para alcancarmos tal flm
nnnca poupanws despezas nem sacrificios,
de sorte que os nossos numerosos freguezes
podem ter a certeza de que sempre encon-
trarlo em nosso estabelecimento todo quao-
to a arte e a moda offerecer de bom, no
doto e velho mundo, aos amantes da pno-
tograpbia.
NOVIDADE PHOTOORAPHCA.
Acabamos de receber todo o necessario
para lazar retratos chamados carte-album.
Este genero de retratos ltimamente in-
ventado na America do Norte, rpidamente
se propagou na Inglaterra o Franca aonde
goza actualmente de todo o favor da moda.
A carte-album se faz por duzias como os
anligos cartdes de visita.
Na Inglaterra trocaran o nome de carte-
album pelo de retrato-galera e os ingleses
usam encaixilhar estes retratos em qoadros
especiaos para com elles formar galeras,
com que ornam seus gabinetes. Recbe-
nlos ama certa quantidade de taes quadros,
' os quaes cederemos por barato preco aps
nossos freguezes.
As pessoas que quizerem ver specimens
dos retratos chamados carte-album, j fei-
tos em nossa officina s3o convidados a visi-
tar o nosso estabelecimento.
CARTES DE VISITA A 90000 A DUHA.
Em consequencia do novo genero de re-
tratos chamados carte-album, diminnimos
o preco dos antigos cartdes de visita, os
quaes de hoje em diante ficam feduzidos
ao preco de
>ooo
pela primeira duza, sem 'que por causa
desta diminuicao de preco, deixemos de es-
merar-nos no nosso trabalbo^ como sempre
foi nosso costume. Alm disto, continua-
mos a dar os wtes de visita em cart5es
de luxo, Bris^Toihporcelana, dourados ou
lithographados para o que temos urna varie-
dade de 12 modelos, a escolba de quem se
retratar.
tST VA GOMO PREVENCO.
Apezar do nosso trabalho ser muito co-
nhecido nesta cidade, aonde trabalbamos a
42 annos, com tudo j oigamos de nosso de-
ver dizer hoje o seguate:
Nos retratos feitos em nosso estabeleci-
mento emprega-se toda a cautela para of-
ferecer-se a par da belleza do trabalho, as
memores condicSes de duracao. Doura-
mos e fizamos os nossos retratos sem olhar-
mos a economas, e ltimamente para lb.es
pdennos dar urna lavagem mais ampia
segura, contratamos com a companhia de
Bebiribe orna peona d'agua. Os nossos
cart5es de de visita sSo verdadeiras photo-
grapbias, que n5o preciso de retoques do
pintor para lhe desfajaren os defeitos, e
convidamos a quem quizer a passar sobre
elles urna esponja molhada em agua, ou a
deixa-los mergnlhados por espaco de horas
em agua, ou em espirito de vinho: se apre-
sentarem alterac3o serio recebidos por nos
e pagos pelo duplo do que tiverem cas-
tado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
systemas photographicos at hoje conheci-
dos em pbotograpbia. O nosso sortimento
de caixinhas, quadros, passe-par-tauts, e
joias de ouro para a collocacSo de retratos
o mais completo, variado e abundante que
existe nesta cidade.
' O Sr. Jos Marques da Costa Soares,
que mora na ra do Vigario, queira vir
esta typographia, a negocio que nao ig-
nora.



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........-a. 23
Satiseito oinvencive vesdt II raneo, com as maueira^ attenciosas con que
'oiacolbido pelo rospeitavel publico desta briosa provincia,- a ponto de qae moitos a por-
fia desputartm a satisfago de serem es primeiros a compraren em sea importante arma-
zem, se desvanece em declarar com toda a lealdde de que capaz, que est cada vez
mais animado, nSo so pelo benigno acolhimento.que tem recebido, como, pelasTorcas de
que dispoe porque at hoje nao carecen linda dos preparados de jurobeba, nem do
xarope alcoolico de veame.
O Vcado Braneo, declara a quem anda o nao conhece que nSo um
dessesbTcbarocos intralaveis que por abi vivem com figura humana; domesticado no
ameno paiz onde aamavel Aguia Branca vio a luz do astro bemfeitor, elle partidario
desae invejavel sgrado e sinceridade que com tanta gravidade se desprende do seu
bico encantador.
O Veado Braneo, como todo o homem civilisado, ama a sociedade dos
bons, gosta do centro do mundo elegante, asa do tnico de Jayme, para previnir qoe lhe
ponbam a calva ao sol, vai a companhia des Booffes Parisiens e no meio do partido de
madame Adelle, elle tamben atira-lhe o seu lindo bouquel.
Digne-se o benigno leitor de jurar as palavras sinceras do sincero- Ved
Braneo, e veriha prover a sua dispensa do que melhor se pode encontrar n'um eslabe-
cimento de molbados.
A modicidade dos presos, comparados, com a boa qaalldade dos gneros e o
bom modo com que se recebe ossenberes compradores, deve cortamente convidaras
pessoas que anda nao vieran nossa casa a fazer parte dos amigos e freguezes (do nosso
BELLISSIMO ARMAZEM
MOLHADOS
CONHECIDO PELO NOME
DI
<
"
PREPAR4T0RI0S
PARA OS EXAMES DE NOVEMBRO
Jos Soire d Azevedo, professor de lin-
gos elitteratura nacional no Gymnasio Pro-
vincial do Recife, tem aberto em sua casa,
ra Bella n. 37, cursos especiaos das se-
guintes materias, para os alumnos que ti-
verem de fazer exame em novembro prxi-
mo futuro:
Lfngoa Francesa.
Geographla e Historia.
Pkllosophla.
Bheiorlca e Potica.
As pessoas que desejarem estudar qual-
quer dessas disciplinas, podem dirigir-se a
residencia indicada, de manhaa at s 8 ho-
ras e meia, e de tarde a qualqner hora.
*oit
VEADO BRANCO
Estabelecido rna Direita n. 16.
Esquina da traversa de s. Pedro. -
esidecia econsultorio
Medico cirurgico
DO
Br. Antonio Dnarte
wa praca da Boa-Vista n. 21 onde
pode ser procurado a qualquer hora.
Especial Idade
Doencas do peito, e de meninos.
Gabinete medico cirurgico
DO
Dr. Ignacio Alcibiades Vellozo
Pode ser procurado a qoalqaer bora do dia ou
da noite prestndose aos cbamados fora da cida-
de, com toda a promptidao. Pratiea qualquer ope-
raco. Da' consuitas das 6 as 9 horas da manbaa :
roa da Imperatrii d. 86.____________________
Escripterio de advogacia
O bacharel Laurino de Moraes Pinheiro
advoga no foro desta capital e dedica se
especialmente a cansas commerclaes;
| para o qae podo ser procurado em seo
5? escriptorio a ra do Apollo n. 47, das 9
MI horas da manbla as 3 da'tarde. ______
O PARTIDO LIBERAL
son srogramma e fotoro.
Por E. Ablaye, trad. de Maranh5o 1 ni'
tido volme 2 A Teoda na livraria francesa
Roa do Crespo n. 9.
Samuel Power Joinston k tompankia
Ruada SenzalaNova n.42.
AOBNCIA DI
Fnndte&o de Lew Moer.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Moendas e meiai moendas para engenho.
Taixas de ferro coado e batido para enge-
nho, ____
Ajjnoi de carro para nm o dons cavallot.
Rsmos de ooro patente ingle*.'
Arados americanos,
lacoimajpara descarocar algodo.
MolbMipsra ditos,
de costara.
RA DAS CINCO PONTAS N. 86
AO GRANDE ABMAZEM
DAS
DUAS MERIC4S.
Sempre barato
Maotelga
Ingleza flor a 4J, a libra e a 5oo rs. soffrivel e propria para tempero a 32o rs
dem franceza a 56o rs. a libra.
Cha
De primeira qualidade a 2!8oo e proprio para negocio l^Coo a libra.
Blscoltos
Inglezes pearl, nic-nac, oval, cracnel, e outros superiores a l#!oo a lata.
Figos
A 24o reis a libra.
<-omiuis
De milho braneo a 4oo reis a libra, de araruta verdadeira propria para alimen-
tar enancas a 5oo reis a libra e caxinhas com 4 libras por menos, gomma do Maranb3o
a IGo rs. e tapioca sag a 24o a libra.
Chocolate
Superior a i 5, a libra.
Doces
De goiaba em latas a 1 ->ooo em caixa de 4 libras, muilo Uno a i#8*o, em caixes
de 2 libras a 5oo e 32o.
Pelxe
Em latas a lsooo reis a libra, sortido em qoalidades.
Ostras
America a 8oo rs. a lata.
Baldes e Vassonras
Americanas a 8oo reis cada peca.
Toitcinho
De Lisboa a 320 reis a libra:
Tomates
Em latas a 6oo rs.
sal
Refinado em lindos postes por ooo rs.
Ilirslis de Wasser
A 2ooo a garafa.
- Veruiouth e Abssntho
A lJiJoo a farrafa.
Bltter
A l^ooo a garrafa.
De bordeaux superior, Saint Estephe, Saint Julien, Saint Emilie a 7ooo a duza
e 64o rs. a garrafa.
Vinho
Do Porto fino a i4ooo a duza e i5oo a garrafa e magnifico tamhem em bar-
ril a 8oo a garrafa.
naque do Porto
Adamado e outras marcas a 9oo rs. a garrafa e io| a duza.
vinho da Figueira
O que ha de melhor a 4, a caada de Lisboa a 30 e 40 a garrafa.
vinagre
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa.
Farello de Lisboa
Saceos com 9o libras a 45oo.
Cerveja
Franceza em gigs de urna duzia a 60.
Ingleza
Bass verdadeira a. .... T. e Victoria e Alssop a 9o reis a garrafa



'.
VTT*
ynflH
tu i de -
togoro*
naritinose terrestres
estabelecida no Rio do JansifO
a piaiuiBco

Na loja do sobrado n. 12 da ra da Impera-
triz se dir' quem vende por barato preco um car
ro com vidraca (calexe) em muito bom estado.
bkbmsm nm
O Dr. A. S, Pereira do Carmo (medico) ;
esl morando no tobrado n. 1S da raa da
Imperatrlz.
Legados
Francisco Jos de Araujo como testamen-
teiro de Narciso Jos da Costa Pereira, avi-
sa as afilbadas do mesmo para que lhes apr-
senteos certido de baptismo, sem a qual nao
podem ter direito ao legado qae aqaelle
fallecido lhes deixou em sen testamento,
assim como aviza as mesmas afilbadas que
est procedendo a inventario, e que quanto
antes devem ser as certidoes apresentadas
para serem attendidas na partilha.
Podem dirigir-se a rna das AgoJs Verdes
, 80 ou no largo do Paraizo n. 26.
mm
pretloi ao
xu pian
? avslri
Para o excellentissimo mi-
nistro da justica ver.
O abaixo assignado detido na casa de de-
tenco desta cidade de Pernambuco ha tres
annos, e processado nos termos de Flores e
Buique, nao lhe tem sido permitdo res-
ponder ao jory, ooico mek) de sua defeza,
como lhe faculta a consti:uig2o do Imperio;
tendo sido requisitado pelos juizes daquellas
comarcas por mais de seis vezes. Chefe de
numerosa familia, e hoje sobrecarregado de
{trejnizos inclusive suas despezas durante o
argo esdaco de tempo que tem absorvido, a
ponca fortuna qoe de sea trabalho possuia;
e protesta reclamar at ser attendido.
Jlo Manoel Fraz5o.
Alaga-se o sobrado da roa da Madre
Dos d. 36, com bastantes sommodoi :
traia-se na raa de S. Francisco collegio da
onceicao.
AttenoSo.
Preclsa-se alegar ama casa oa nm sobrado em
qoalqaer ama das roas segonis: Imperador, Im-
peratrir, Nova e Aurora : qoem livor para alagar,
deixe carta com as iniciaos D. J. Kiog, do escripto-
rio d'este Diario.
Aluga-se urna escrava,
Preclsa-se alagar ama escrava, qoe saiba engo-
mar e cosinhar e faser o mais servijo de ama se-
ndera estraogeira ; paga-se bem a roa da Semalla
Yelba n. 22 1* andar.
AOWBICO
NiBgofiCStnniccao com os bensde
^tit) Acjoly Saotiago Ramos, offidai de
descarga, pois se achtf.m apestados para pa-
[fimiDto de sen credores.
Preclsa-se de nm copista qae tenba boa le-
tra e escreva ceno: a rna da Florentina n. 28, das
6 as 8 boras da manbaa e das 4 da tarde em
diante.___________________________^
A moradora do sobrado da raa eslreita do
Rosarlo n. 21, 2* andar, participa a todos os seas
freguezes de flore!, tuto de dentro da cidade co-
mo de fora, qoe madoa sua residencia para a
mesma roa, sobrado n. 35, onde poder' ser pro-
carada para fater qoalqaer encommenda qoe se
Ibe flzer em flores de papel,-pinno cera, como
capellas para noivas, palmas de laranja, capellas
para mininas e siatos, rosas, palmas, reos para
santos, booqaets para enfelte de mesa, de altar
para qoalqaer festt, enfeiU-se anda chapos para
seoboras e para meninas; faz-se roapas proprias
para baptisadoi, vestidos para noivoa tottmos
goato pelo* ultimo* flgarinos ebegadoi de Fvl
issim como toda e qoalqaer qaalldade de
para sen.bora e meninas.
Bordam-se flus a ooro para laces de imagem e
booqaats para casamento, para cintos a' ooro,
leniijoolas e a seda. I
Fjifeium-* velas de sstfjokosto para baptiu-
dos e altare*; faz-se bandeltade bolos coa ar-
magSes proprlaa para oatajMto maito enteiudas
com bolos finos de toda a qpalldade, pastis de na-
ta e podios, bolo inglez e de S. Joo enfeltados
para presentes, pao-de-lo enaltados, doee da ovos,
assim como tambem/prepara-se baadeijas de ora-
vos aataraes para casameato ; tote Uto se tu
Sm toda promgtuk prtJB snHlo e mais ba
lo do qae em wftnr
N. 2 D T N. 2 D,
|^^ C0R4C\0 DE OURO. ^Bj
A lojan. 2 D intitulada Coraro de Ooro na roa do Cabog,acba-se d'ora em diante offerecen
do ao respeitavel publico com especlalldade as pessoas que bonram a moda os objectos do ultimo gos
to (a Paris) por meaos 20 por cento do que em outra qualquer parte, garantmdo-se a qualidade e a so
1 dez da obras. ..i.i.imn
O respeitavel publico avaliando o desejo que deve ter o propnetario dejum novo estabelecimen-
to que quer progresso em sea negocio deve chegar immediatamente ao coracio de onro a comprar
aoeis com perfeitos brilbantes, esmeraldas, rubinse perola; verdadeiras-em agarras, modernas pek
diminuto prego de iOJt, briocos moderos de ouro e coral para meoioa pelo prego de 3f, maracas de
prat com cabos de marBm e madreperola obra de moderno gosto (o qae o eucontrarao no corajo ae
ouro) voltts de ouro com a competente craslnba ricamente enfeitada pelo pequeo preco de 12#, brin-
cos de um trabalho perfeito por nm mdico prego, cassoletas, tranealkis, pnlceiras, alflnetes para re-
tratos e outros modelos todo de alto gosto, aneis proprios para bular cabello e firma, dito para casa-
mento, no artlw roseta tem o Goraco de Ouro um completo e bem variado sortimento de diversos
gostos, but5es para punbos com diamante, rublns e esmeraldas, obra esta importante ja pelo sea va-
lor ja* por gosto d desenho, brincos a forma da delicada moslnba de moga com piugente contenao es-
meraldas, rubins, brilbantes, perolas, o gesto sublime, alflnete para gravata no mesmo gosto, reo-
gios para senbora cravados de pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras de briinantes ae
multo gosto, crusinhas de robins, esmeraldas, perolas e brilbantes, aneis com letras, cagoletas ae
trystal e ouro descoberta para retrato (a ingleza) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qual-
quer joia, para secoliocar retratos e obras de cabello, e ootros muilos objectos que os pretendenies eu-
contrarao ao Corago de Ouro que se conserva com toda a amabilidade aos concurrentes deixanao-
se de aqu mencionar pregos de certos objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dlzendo-se o
prego talvez algaem faga mo jaizo da obra, por ser t&o diminuta quautia a vista do sea valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe se conce^
tos, por menos do que em outra-iualquer parte, e dsto-se obras a amostra com peuhor, conservando-se
e Corago de Ooro aberto at as 8 boras da noiie.
Qoalqaer pessoa que se dirigir ao Coracio de Ooro uao se podera' engaoar com a casa, pois
nota se ua sua frente um coracio pendarado plnudo de amarello, lem de outro qae se nota em nm
roalo (isto se adverte em consequencia de terem ja* algumas pessoas engaado com outra casa.
Bm^m^^^m^
gfr^jm
s: a ARuft do Cal>ng&M. 8 A
Agostinho Jos dos Santos &
Acaba de chegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo gosto, perfeigo artstica e modellos enleiramente novos; como
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, annes, botoes de punho, brincos e cassoletas com letras, etc.,
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqueiros, paliteiros, calix de mesa t
fructeiras, cujos precos s3o incompetiveis, pois que os proprietarios desta casa,
recebendo seus artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seus freguezes. Compram-se brilbantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se incumben de fazer concertos.
41 ^4^^43434^43
Sednlas do banco do Brasil
e suas caixas no Mara-
uho, Bahia, etc.
Trocam-se effectivamente no sobrado da iravessa
da roa da Concordia n. 13.
&******
? No armazem de tioias ra do Impera- j
dor n. 22, vende-se :
Salitre refinado arroba 6^500
Eoxofre arroba 21800
Attencao
o
Antonio Jos da Costa Araujo,gerente do estabe-
lecimento de Bernardo Alves Pinheiro, na raa lar-
ga do Rosario o. 17, laz scieote aossenhores vende-
Ihoes e ao public em geral, qae tem um grande
sortimento de charutos fabricados dos melbores tu-
mos vlndos de coma propria, e por pregos maito
baratos avista de sua boa qualidade.
Na praga da Independencia n. 33, loja de
ourives, compra-se ooro, prata e pedras preciosas,
e tambem se faz qualquer obra de encommenda e
todo e qualquer concert.
Atten$o.
N. 25 Rna do Livraniento N. 25
Deposito de tamancos e calcado nacional da fa-
brica da rna do Jardlm n. 19, de Jos Vicente Go-
dinbo, tanto no deposito como na fabrica seapromp-
tam todas as porgoes de calcado o mais barato
possivel, esta fabrica tem todas as machinas pro
prias para os Salgados ja bem acreditados pelo
namero de fregaexes qne dqal se Tor-
as *""<
,1 grande
ra A
AUo*^.. atUosio.
Precis.se alagar doat esenvae a
ieis, tw etjam boas veadederas a
truena 0o gai n. 2J, '

Aluga-se o pequeo sobrado de um andar e
sotio na raa do fanmat" o. 20 : oa roa Nova o.
14,attbrado. ,
*- 0*ree-w urna ama portofoen para casa
de pesca familia oa de bomem soitelro : qaem
pretender lirija^e ao pateo da ribelra de S. Jos
o. 11.
-iB-
Ama
cosinhe e eugomme
tratar oa travs-
PreeJsa-n M
para casa de pequ
Ja8aanja.a.r
Qoem precisar di nasaisalH eem pratiea
de taberna, rtDMeo a tabriea da ckarun, o
Inal di fiador a ana eoadacu, dlrlja-n a .ros' da
orwr Obsnan.3*.
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamenn%, e contra
togo em edificios, mercadorias emobilias:
na rna do Vigario n. 4, pavimento terreo
Aluga-se o 2.o andar do so&rado n. 2,
junto a igreja dos Martyrios, bastante fresco
e com commodos: tratar com Antonio
Jos Rodrigues de Souzanaroa nova n. 60,
das 7 s 9 horas da manhSa, ou das 4 s O
da tarde.
Trocara se
as notas do banco do Brasil e das calas filiaes-
dom descont multo rasoavel, na praga da lnde,
pendencia n. 22.______________
Tendo sido cilados por caria de edites como
ausentes e em lugar ni sabido Feidel Pinto C, os procuradores destes nesta cidade decliram
que seus constituintes sao residentes e commer-
clantes estabelecldos em Pars raa Paradiz Pois-
sonlre b. 22 nis, tendo ampias relagoes commer-
ciaes com a praga de Pernambuco. ^^__
Precisa se alagar urna ama qae saiba bem
cozinhar e sirva para ir as compras : a tratar a
roa da Imperatris o. 34^primelro andar.
"7-------------Cutan
Precuase deam criado for oa captivo; na
roa estrita do Hoaario o. 28,____*do. _
Brasil Histrico
O primeiro numero do segundo anuo desta Re-
vista acaba de chegar; com elle principia a pu-
blicagio da revologo de Pernambuco de margo de
1817. Assignase por 12# por anno : oa linaria
trancen, rna do Crespo n. 9.
B8CR1PT0M0 DE ADVOCAUa. aI.
O Dr. Antonio Borges da Fea*eca jM
Dr..BeotoBane8 daonnea ten W^J^Jf
advogacia no pateo do Paral.. 30, *r*J*
roa da Roda. Tratan com parcoW nnresaa to-
das as captas de qae e eaaarregan.
rrensa-se de ora cozttbeiro: na tua Rm-
SsSSrsastf r-sr
feiUD. w.
Collegio de S. francisco
Xavier
Para edncaco de meninos
Estabelecido na grande e
toera rejada casa onde
estere o (.ymnaslo. no
Hospicio, e dirigido
pelos padres da compa-
nhia de Jess.
Neste collegio, recebem-se meni-
nos de 6 12 annos para serem !
educados e instruidos em todas as
materias preparatorias das faculda-1
des do imperio.
Haver meninos internos, meio
pensionistas e externos.
Os internos pagar ao 405 mensaes,
os meio pensionistas i5jj, e os ex-
ternos 53>
Os pobres sero admittidos gratui-
tamente as aulas do collegio. pro-
vando o estado de pobreza com at-
testaco do parodio respectivo, ou
de outra pessoa de f.
Para admisso dos alumnos e
paraquaesqueresclarecimentos, tra-
ta-se com o director do mesmo es-
tabelecimento a qualquer hora do
dia.
J Ao Sr. capao do 2a baulb3o de InfanUri
Ignacio Pinto dos Santos Sases pede-se o favor de
se dirigir a rna do Imperador n. 18, aflm de con-
cluir negocios qae o mesmo senhor nao ignora
Igual fivor pede-se ao Sr. Francisco Rodrigues dos
Santos Carioca. _____________
Precisa-se de 500J a premio pelo tempo de
seis mezes, com segaraoga em um escravo mogo
sadio : qaem qaizer fazer este negocio, deixe car*
ta nesta typographia com as iniciaes L, I. A.
Ao publico.
D. Anna Francisca da Fooseca Piraenta declara
ao respeitavel publico que nao dea procaragi?,
nem autorisou quet por escripia quer por outra
qualquer forma a pessoa alguma para em sea a-
me comprar, vender ou fazer qualquer negocio
oa transaego, assim pois declara que nao se res-
ponsabilizara' de boje em diante por qualquer
transpegao on negocio que em seu nome algaem o
faga. Recife, 9 de agosto de 1867._______________
Precisa-se alugar um moleque oa negra pa-
ra vender; na roa das Aguas Verdes n 46, 2* andar.
Olinda para os banos
Permuta-se am sobradoln am andar, varanda
de ferro, quintal murado, tem urna vista pltoresca
para o mar e para trra, na melbor roa de Olin-
da e proprio, por urna casa terrea no Recife, an-
da que seja pequea, mas que tenba quintal e ca-
cimba, e seja propria : quem quizer anaancie pa-
ra ser procurado, oa dirfja-se a roa do Bram na-
mero 48.______________ _______
Legitimos charutos e cigar-
ros da Havana.
Acabare de chegar a livraria franceza,
Roa do Crespo n. 9.
USr. Manoel Claudio d> Silva Gusmo tem
urna carta na ra da Imperatrlz n. 60, casa de
Gama & Silva._________"_______________________
Precisa se alugar um preto de meia idade
e que seo senhor se responsabilice pela sua con-
ducta : quem o tiver nestas cendiegoes dirija-se a
ra da Imperatrlz n. 46.
Forro ou escravo
Precisa-se de um criado para servigo interno s
externo no hotel da ra do Torres a. 2, forro oq
escravo, condigo esseucial que seja Bel e dili-
gente : tratase no mesmo hotel._________________
O Sr. Jos Antonio que foi escreveote do jui-
de direito Peizoto do Pao d'Alho queira fazer o
favor de vir a ra da Gloria n. 110, a negocio da
seu mteresse.
Joaqom Antonio de Vasconcelos declara
que dea sociedade no sea estabelecimento de mo-
lbados sito a' ra Direita n. 98, a Jos Antonio Li-
pes, aonde dea gyrando a firma dosde o dia 5 do
corrente de Vascncellos & Lopes, Recife, 12 da
agosto de 1867. _____
Escrava
Preclsa-se de urna preta ou mulata que saiba
eneommar e sala a raa : trata-se na raa da Sen-
zal Velba n, 96, padaria._______________*_______
Desea-se arromar um menino de 12 e 13
annos, tendo alguma pratiea de armazem de len-
ca : no Recife, roa da Cruz n. 29, achara' com
quem tratar.
Attencao.
Moedas de ouro e prata
Na raa Nova n. 31 compra-se por maior prego
do qne em outra qualquer parte.________________
O TRIBUNO
n. 100 esta' venda na ra doRaagel, loja de cha-
rutos n. 2, na roa do Rosario, typographia com-
mercial n. 12, e na rna de Hartas, loja de charu-
tos n 130.
Conciliario.
Esta sociedade faz sessao extraordinaria no dia
17 do presente mez, as 6 boras da tarde, na casa
de suas reonidet, e para a qual convida a todos os
seos associados.
O secretario
_____________________________Lima Rairao.
Precisa-se de ama ama de leite : a tratar na
loja de longa n. 27, sita na ma larga do Rosario.
Joaquim Jos Songalves
BeltrSo
RU4 DO TRAPICHE 171-lili*)
Sacea por todos es paquetea sobro o Baocc-
10 MTnEo em Braga, t sobre oa 1-
J em Portugal.
"T bar:
Lisboa.
Porto.
Valeaca.
Gulmaree.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Co!e. '
Araos de Val de Vs,
Vunna lo Castello.
Prate do Una.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelicia.
Lagos.
CovilOla.
VanaA(alpanoa.>
MlrattMila.
Beja.
BareoUos.
/
/
i


J*
Diarlo de Pernamboeo Seita fel
aMufnuinis'i
ra 16 de Agoste de 667.
\
v
,.'
\
?
r*
*
^muE0
=
COMPRAS
i BrWMJ
'- 9

Moedas de .'onro.
Nacionaes e estrangeiras assitr caao libras
esterlinas: campram-se na ra do Crespo o. 16,
primelro andar.
Comprase moedas de ouro de 20, l\, 105
e9j i roa da Crin n. 3. __
Comprara se pataces e praia braslleira li-
bras esieriioas raoedas, de 9, de 105, de i6> e
20J por malor prego do qae em onira qualquer
parte : oa.rua da Cadeia loja de fazendas n. 58.
Moedas de prata
naeienaes, assim como pataedes portugaezes e
hespanhes, compram-se com premio : na rna do'
Crespo n. (6, primelro andar. ______'>
Libras esterlinas*
Compram-se com bom premio i na pra-a da In
dependencia n. 22._______________________
Compram-sc escravos
Silvino Gnilherme de Barros, compra, vende e
roca efectivamente escravos de ambos os sexos
de todas a* idades: a' rna do Imperador n. 79,
e-rceiro andar.____________________
Pataces
Compram-se pataces hespanhe>s, portogueies e
brasileiros de cnnho antigo, em casa de Aiamsoo,
Henry A C, rna do Trapiche-novo n. 40.



PARA ZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurnbeba garrafa......... i&oqp
Vinhode 1 600
Pillas de vidro......... l^(6oo
Tintura de' 64b
Extracto hydralcoolico de jurnbeba$ i2#5oo
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vnho de jarubeba ferruginoso garrafa. 2#ooo
Xarope > 1,5600
Plalas 1 vidro... 20ooo
. Oleo de jarubeba vidros.... 64o
Pomada de pote...... 64o
fimplastro libra..... 205oo
PARA UZO EXTERNO
A JCRUBEBifu
Esta plantar hoje reconhecida como o raais poderoso tnico, como um excesj
lente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do figado e baco, na-
bepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammacoes
EComprase na loja de jotas do coragao de onro
n. 2 D, rna do Caboga, moedas nacionaes de 20J
Ouro e prata em moeda
Comprase por maior prego do que em outra
parte : na rna Nova n. 31, loja de ferragens.
vuro e prata
Moedas de onro e prata nacionaes, estrangeiras
de todos os valores se compram na loja de onri
ves junto ao arco de Nossa Senhora da Conceigo, | MtKnn a Anil
ra da Cadeia do Recite, assim como onro e prata "*TW u""a.
kmmto
No armazem de fazendas de
Santos Coelho, ra do Quei-
madon 19.
Bom e barato
DJrmbraia de c<^res ^alisadas flnissimas a
oOO a vara.
dem brancas transparentes finas de 4a.
?, 60,70, 8 e 90000 a peca com 10
jardas.
Wem branca tapada de 80 e 90 a peca
com 12 jardas.
dem branca franceza muito larga a 90 a
peca com 8 varas.
Baloes de 35 e 40 arcos nesgados para
senhoras, a 40500. '
dem de 35 e 40 arcos com ferrogem a
20500.
dem de mursulina nesgados a 50.
dem de crochet a 50.
dem de mursnlina para meninas a 30 e
30500.* ;<'.:
Saias bordadas a 50.
Cambraias admascadas para cortinado a
120 a peca com 20 varas.
dem para forro a 30 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linho multo fina de 60 e 90 a
vara.
Madapoles finos de 60, 70, 80, 90,100,
M# e 120 a peca.
Platilha de algodSo superior fazenda para
satas a 30200 a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 20600.
Lences de hambnrgo fino a 20400.
dem de bramante multo fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Guardanapos de linho adamascados a...
Rival sem segundo.
Rna do que imano n. 4.
Qeer acabar com as fazeadas abaix
mencionadas.
Qaeiram rir ver une boa t baratisafaw.
Ibalbas de labyrtntho com bico, fazenda boa a
3 300.
Carretei8 de liaba com 100 jardas a 30 rs.
Grvalas pretas e de coree muito finas a 5C0 ri.
Cairas de obreias de massa muito novas a 40 rs.
onfladores para espartilno de cordao e tita a 6t
ris.
Carreteis de Ilnba Alexandre com 400 jardas a 20(
ris.
Prasco de oleo babosa a 320 e 500 rs.
Jilos de dito bigleniqne verdadeiros a 14000.
pitos dito falso a 800 rs.
itos de macagar perola a 2C0 rs.
jabonetes mnito finos a 60,160, 200 320 rs.
O tos de botla muito finos a 240 e 320 rs.
Utxas para rap com bonitas estampas a 100
Miadas de linba froxa para bordar a 20 rs.
^aras de tordo para espartilho a 20 rs.
entes volteados para regacar cabello de menina-
a' ozo.
irascos de macaca' oleo mnite flao, a 120. rs.
botoadnras mallo tinas para colletes a 500 rs.
lArtoes de hnha branca e de cores a 20 rs.
Libra de ara preta snpenor a 100 rs.
Sscovas pira fato, fazenda boa, a 500 rs.
Varas de franja branca de linbo para toalba a
100 rs.
Pegas de bico estrello com 20 varas moito bonito a
1*000.
Varas de papalina de differentes larguras a 120,
160 e 200 rs.
Caitas de palito balo a 40 rs.
Caitas de palitos de seguranga sem enenofre a
60 rs.
Sabonetes de familia a 100,160 e 240.
Grosas de botoes de madreperola para camisa a
500 rs.
Caixas com soldados de chombo para meninos a
120 rs.
Cartilha de dontrina ebristaa a 320 rs
Latas com superior banba a 200 rs.
Quadernos de papel pequeo superior-a 20 rs.
Dnzia de baralhos trnceles superior 2.
em obras velhas,
bem.
brillantes, diamantes e se paga
Compra-se
cobre, lato e chumbo no armazem da b3 rama-
de
Libras esterlinas
Compram-se no escriptorlo de Antonio Luiz
O.'jveira Azevedo &C., rna da Cruz n. 1.
Comprase urna cadeirinba de retaco q
esteja em multo boto nso : a tratar na ra da lm-
peratriz, loja n. 44.
Compram se
com premio meedas de onro e de prata naclenaes
e estrangeiras : na ra da Cadeia do Recite n. 16,
armazem de Adriano, Castro & C.
Compra se urna mulatioHa de 6 a 7 anuos de
Idade por 400 a 500i : quem tiver e auizer ven-
der annnncie para tratar..
VENDAS
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es- >re"a no "5 da secretaria de P''C'a-
penalmente do otero e abdomen, nos tumores glandulosos, na anazarcha, as hydrope- Compra-se ouro e praia em obras veii
zias, erysipellas; e associada as preparares ferruginosas, ainda de grande vantagem '
as anemias, chloroses, faltas de menstruacSo, leucorrbeias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos aflirmara os mais distinctos mdicos desta cidade, entre os quaes
podemos citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reir .do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconhecem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os-domis at hob ronhecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicacav.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da jurn-
beba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e qae tinham ainda a desvantagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas veaes improficuo um
medicamento, que podena produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s forarn apresentados depois de havermos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien*
ea appcacSo, tendo alm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeicSo possivel, para o que nao poupamos esforcos, nao nos importando o pouco lu-
cro qoe possames tirar.
Por tanto os que se dignarera recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
(je que elles offeroeem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infallivel cura
de qualque dos soffnmentos, que deixamos inoumerados, se forera em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vantigera de escolher as nossas variadas prepa-
' races, aquella que melhor Ihe pode convir, j pela facil'applicaco, e ja pela complicaco
das molestias, idide, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparaces ferruginosas sao feitas de forma que se tornara completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro qu como
taes estao hoje reconbecidos.
Para aquelles que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applicagao de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosso deposito um folheto, onde tratamos mais extensamente d'esta plant e dos w? -
mos preparados.
Deposito geral de todos radjd so apees
Botica e drogara
34Ra larga do Rozario34
Vende-se nm sitio na margem do rio Capiba-
oibej: a tratar na roa do Queimado o. 18 A.
Vende-se a taberna da ra de s7~Bom Jesns
das Criculas n. 21, livre e desembarazada de qual-
quer transacsao : a tratar na ra de Hortas nu-
mero 64.
RBa do Imperador n, 52.
Calcados baratos.
Botinas, de bezerrb para bomem
Ditos de cordavao idem
Ditos de lastre p; ra bomem
Ditos de dito idem
Sapatojs de bezerro para hornera
Ditos de lustre para meninos
Botinas de bezerro para meninos
Ditos de cordavao Idem
Sapatos de tranca para meninos
Botinas para senhora
Sapatos de salto de lastre para senhora
Ditos de tapete com salto para homem
8^000
840UU
8*100
o000
34500
3*000
3*000
35000
5000
"5000
25000
25000
m
NOSSA SENH0R4 DA CONCEDO
Para edueaco do sexo masculino
Director Manoel Alves Viann
O collegio da ConceicSo, mudado nltimamente para o birro de Santo An-
tonio, ra de S. Francisco, casa n. 72, contigua estacfo central dos trilhos
urbanos os Apipucos, contina a funecionar regularmente, recebendo alum-
nos externos e internos, tanto para as aulas primarias, como para todos os
preparatorios necessarios matricula de qualquer faculdade, sendo os seus
respectivos professores pessoas moralisadas e de um concito magistral j
bem firmado nesta cidade.
O director deste aovo collegio contiuuando a empregar toda a solicitode no
desempenho do seu mandato, espera fazer-se mais digno da confianca com
que o vo honrando os senhores pais de familia, confindose bondosamente
os seus filfaos.
Os estatutos do collegio, assim como o franco ingresso em todas as suas
dependencias, estao sempre a disposic5o de quem possa interessar.
HISTORIA DE CARLOS
XII
Rei da Suecia
Atualhado adamascado com 7 i/2 palmos
de largura a 24 a vara.
dem adamascado de linho com 71/2 pal-
mos de largura a 24 a vara.
AlgodSo enfestado com a mesma largura
a 14100 a vara.
dem trancado de algod5o a 10600 a vara.
Toalhas alcochoadas de linho lisas a 114
a dnzia.
dem de algodao felpudas a 134 e 144
a dnzia.
Colchas de fustao a 64000.
Retondes de fil preto a 64.
Chales de fil a 54.
Lencos de cambraia brancos finos a 14800,
24 e 24500 a duza.
Lencos de cassa fimssimos a 34200 e
3460U a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 14000 a vara.
Grosdenaples preto bom a 14800 e -24
o covado.
Morantiqoe preto superior a 24800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado. ,
Tarlatana de todas as cores a 800 rs, a
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 24500 a vara.
dem de linho com 5 palmos a 14200 a
vara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Riquissimos basqains a 254000.
Assim como outras muitas fazendas que
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de tudo,
Aviso agradaveL
Soma Saares d Irmfio.
Rna .Vbva n. i8.
Vendem :
llA')'las mu'io superiores em nove los sortida a
25000 e 2*300 a librad
DIU mais Interior a 1*200 e-1*500.
_"''a ^ 8az Preu. branca e de cores, em cal-
as de 40 novellos, 80Q reis.
reK em Caixas dd'* nove,to. brinci, a 7
Dlu em caixas de 10 novellos grandes, a 540
duS?bradca e preu'em car,5e5-a ,6re
a Jo!ide AlexaDdre' carros 20 jarda?, a 15200
dnSa* em "rr0S e0m M iard88' a 36 rels a
Ajnlhas de fundo donrado muito finas, caixa a
Ditas ingieras, sortida?, milheiro 700 res.
Gratrpas com cabeca de vidro, dezia a 160
reis. .
Ditas lizas e crespas,- mago 30 e 60 reis.
Lolxete en caixinhas, dnzia 640 reis.
Dito em earJes, dazia 600 e 900 res.
Espoletas verdadetras, B B, caixa 100 reis.
Aifluetes em canas grandes a 140 reis.
unos em cartas menores. 100 reis.
Ditos em caixas uom mefa libra, 320 rei?.
i'oioes de madreperola para camisa, crosa 460
e oOOreft.
Ditos de 0S60 para calca, grosa 200 reis.
Ditos de louga, grosa 160 e220 reis.
Ditos de moeditftia para pnnbos, a 5600 reis
o QQZltf.
Pentos para alizar, dnzia 1*100, 2*200 e 3*000
Ditos muito superiores para bixo?, daifa 2*000
2*400 e
moito superiores, dnzia de
PHARfliCIA
DE
por
ra
15200 em
do Crespo
DE
DE
J. VIG3VES.
W. 55. RA DO IMPERADOR M. 55.
01P1*1^^desta amiga fabrica sao hoje asss condecidos para que seja necessario insistir so bre
M suoerioridade, vantageas e garantas que oflTerecem aos compradores, qualidades estas incontesU
vetscrae enes tem definitivamente conquistado sobre todos os qae tem apparecido nesta praca ; pos
lifSS.F e macninismo "SSlrnW por,8erem laoricados de proposito, e ter-w feito Dltimamente melljoraaientos importan-
I'rT! n2i.c de8te paizina"o vozes, sao melodiosas e flautadas, e por isso muito agrada-
^y preciadore.
...J S^SSV v* as "neada, tnto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris, soeio
^M^MMmn uLuP,e'em cn'a eaPKaI toram sempre premiados em tadas as exposigSes.
-.ih5-i-Vn^d,"pS.. to 88'aehra sempre nm expleudido e variado sortfmento de msicas "
mUtnt"ffg^^^J>w birmonlcose pianos harmnicos, sendo lado vendido
doa
por
for voltaire.
Vende-se esta excellente obra
broebura, na llvraria Econmica
n. 1
Na mesma livraria tomam-se asslgoaturas para
avida de Horacio Nelsono celebre almirante
inglez a i* cada exemplar.
Vendem-se as madelras da casa Incendiada
da rna da crn: a tratar na mesma rna n. 50.
Vende se nm sobrado fie dons andares em
urna das mas do balrro do Recite : qoem preten-
der dirija-se a rna da Roda n. 2, que acbara,
quem d as informacSes.
_ Vende-se urna das melbores casas da povoa-
cao do Caxaoga' do lado da Igreja com 5 qnartos.
cosloba tora t estribara e com quintal sotfrivel:
a tratar na ra do Hospicio n. 22.
Vndesenma escravinba de 16 annos,
habilidades : na ra da Aurora n. 50.
cjm
Vende-se
travs de qualidade com 50 palmos de comprido e
11 a 12 poliegadas de grossura, a ver as Cinco
Pontas: a tratar no pateo do Terco o. 141.
MEIJ
Vende-se rael : a tratar a raa do Apollo n. 4.
Preco admiravel
Tintura para cabello de ebromacome, contendo
cada nma caixa dons frascos e dnas escovas, peto
baratlssimo prego de 3*500, riqnissimos cortinados
para cama e janellas, mmto bons cortes de seda do
melhor gosto e qnalidade possivel, sintos a jardi
neiro, mantas de fil preto, rtoalbado de linho
rOxo e branco, todo por nregos multo mdicos,
bm assim como um completo sortimento de fa-
zendas de todas as qnalidades,'que s com a vista
dofreguez e podero enumerer; na loja da roa
do Crespo n. 8 B de Fernando Gomes da Silva
& companhla. ^___________
Attenciio.
Vende-se urna escrava moga perfeita coslnheira
e boa engommadeira, para ver e tratar na roa Di-
reita n. 86, prlmeiro andar.
Palitos de fogo a 1,-500 a groza
Vendem-se na rna da Cadeia n. 56 A : loja das
machinas.
Madame M. Poppe
Tetros bonitos retratos em diflerentes posigSes
de Madame Mathllde Poppe a vender
Photograpbia allemaa
-Yo pateo da matriz de Santo An-
tonio n. se.
Arados americanos
Samuel P. Jobnston & C. tem para vender supe-
riores arados americanos : a roa da Sensata Nova
n. 42,
Vende-se e tambern se arrenda um excellen-
te sitio na estrada de Santo Amaro para Belem,
defronte do sitio das almas : a tratar na travessa
das Crnzes n. 2 A, a qaalquer hora.
Vende-se nma taberna na Passagem da Magda-
lena, rna de Paysand, n. 10, multo propria para
principiante : a tratar na mesma.____________
Vwde-se nm escravo/carrelro, de mal boa #
gura, aidio, com Idade de U a 25 annos: a tratar
na raa Direita o. 9, entrada pela raa da Penba,
sobrado pintado de novo.
Vende-se ana casa na povoagao do Barro, do
lado do rio, com mottos coramedos, propria para
passar a fasta -: a tratar na travessa do Carioca,
n. 2, caes do Ramos.
A NACIONAL
DE DE2EMBR0 DE 18lfo
DffiBCgio.GERAL

Compuihia geral hespanhola de seguros sobre
a vida
AUTOMSADA PELO REAL DECRETO DE 2i
BANQEIROS DA COMPANHIA I ,
9 Baneo de Reapanna Radrld t Roa de gnauto
ltaaeio 4a companhla em i 5 de Jnlho'de 1866.
Apolices 19:700 Capital Rs. 127:141^676 on moeda brasileira
Rs 12,714:476,0000
A Nacional abraca toaas as eoobinacSes do seguro de supervirencia e n'ella pode
fazer-sesubscripc31 de modo quo ttoienbam caso se perca o capital imposto nenos la-
cros correspondentes.
maa&anca depositadanos cofres dojestado, garante a boa administraefio da con
panhia.
Os fondos da companhia se invertem em ttulos do estado e se depositan no ban-
oc de Hespanna cota interveoclo do delegado do gorerno e do conseibo administrativo.
Predios.
Vendem s para pagamento de divida 6 casas
terreas novas, sendo 3 na travessa da ra Au-
gusta e 3 na ra da Cadeia Nova, ainda seo nu-
meragao; lMi.eada.aaia doas alas, dons qnartos,
bom quintal, e no mesmo coziona e mais um qoar-
to; estao alagadas a 20J00O mensaes : a tratar
na raa da Concordia n. 73.
Para as escolas de ins-
truegao primaria
Acba-se a* venda pelo prego de 320 rs. um li-
vrinbo com meia encadernaeao bastante forte a
linda, contendo a carta de A B C eom explica-
des, a tabeada pele systesaa mtrico, e o catbe-
cismo da Doutrina Chrisda com ao augmento, no
qual se enslna ao menino o qoe necessario
desde o amaobecer at o anoitecer : na roa do
Imperador, defronte de 3. FrancispOj a. 15.
Attenco.
0
Vende-se na fatu do banalbao talnbas seecas do
Para por prego commodo a H o cento : na roa
do Trapiche n. 26 A. ., .
Cal de ysbM
Vanie-ao no amatan de iDaTid Fwitt
ttrraadoBrana.ee.
Bal-
(Grande axinazem de tin-:
tas medicamentos etc.
Raa do Imperador o, 22.
Productos chimicos e pbarma-
centicos os mais empregados em
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tura e para tinturara.
Productos industriaes e tintas
para flores, como botos de flores
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenho.
Productos chimicos e industriaes
para photographia, tinturara, pin-
tora, pyrotecoia etc.
Montado em grande escala e sup-
pride directamente de Paris, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers f Lisboa >
pode offerecer productos de plena m
confianca e satisfazer qualquer en-
eommenda t grosso trato e a reta- i
lho e por prefo commodo.
no-nsMMMi
a mmm
Esta eatabelecimento acaba de receber lindas
cbapellnas para senbora, ricas caixinhas para cos-
turas, ditas para joiaa, pentes doarados para coco,
flvelas moito ricas, assim como cintos e pnlseiras
da ultima moda 4o Parta, entrmalas e babadlabos,
bonitos tonoadoree doarados a de Jacaranda, espe-
looa.escosaezes de diversos tamaitos e ricos cai-
vetes para senbora, voUas para peecee, grava ti-
nbas, bico de seda, dito de algodio, labynntho, o
onHoa oatros objactoa de aparado gosto, qae se
torna eofadonbo mencionar, todo por pregos mui
to commodos.- a' raa da Imperatrlz
da Lealdade,
Joaquim de Almeida Pinto
A jurubeba contra o ingorgi
lamento do figado e do baco.
Em extracto alcoollco, emplas-
tro, oleo, tintura, plalas,
xarope e vinho
A jurubeba urna das substancias medi-
camentosas que pertencem ao reino vege-
tal, e pertence a classe dos tnicos e desobsr-
truentes, sendo empregada com vaMagem
contra as febres intermitentes acompanhadas
de engorgitamento de figado e de baco. Ella
tem sido applicada com iucontestavel pro-
veito contra a anemia ou chlorose, e hydro-
pbesia, catharro da bexiga, e mesmo para
combater a menstruac3o diflicil, resultante
da mesma anemia ou chlorose.
Depsitos geraes
Em Pernambuco, ra larga do Rosario
n. 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
Deurado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs, CascSo & C, Macei, pharmacia do Sr.
Claudino, no Havre, pharmacia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, na pharmacia do Sr. Feij.
Sedas largas
A lf o covado
S6 oa leja do pave.
Vendem-se modernissimas.sedas com largnra
de cbita franceza, sendo com padroes modernos,
tendo entre ellas cores proprias para quem est de
loto : vende-se pelo barato prego de 2 o covado :
grande pecbincba : na loja e armazem do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Cortes brancos
A 500 rs.
Vende-se bonitos cortes de cambraia branca com
bonitas barras bordadas e tendo tambern algons
com bonitas barras de cores; vende-se nelo bara-
to prego de 5$, na loja e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Alpacas de cores
A500rs.
Cbegaram as mafs bonitas alpaes de cores para
vestidos com desenbos miudos e graudos, tendo
largura de chita franceza, e vende-se pelo barato
prego de 300 rs. cada eovado ; grande pechin-
cba : na toja e armazem do Pavo, ra da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Bramante a 2$.
Vende-se superior bramante de linbo alvo com
10 palmos de largara, pelo barato prego de 2 a
vara : na loja e armazem do Pavo, roa da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Algolo avariado
Vende-se pecas de algodao largo mnito encorda-
do, pele barato prego de 34500 a pega : na loja e
armazem do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Retalhos
Vende-se ama porgao de retalhos de chitas e ca-
gas pretas, por prego barato, na loja e armazem do
Pavao, rna da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Sedas a 320 rs. o covado
Vende-se um bonito sortimento de sedas de lista*
que sempre se venderam por muito mais dinbeiro
"iqnidam-se pelo baratsimo prego de 320 rs. o
.Djtos Para ce\ dozia 1*500, l J800,
400 reis.
Pnosforos de cera
caixinhas 320 reis.
Barlbos francezes mnito Baos, 200 res.
Ditos portnguezes moito bons a 120 e 160 reis.
K-pelhos em qnadro donrado a 120.
Trangas lizas e de caracol, pega a 40 30 e 60
olS,
Fita de 15a para debrum, vara 100 reis.
Dita de algodao branca, pega 240 reis.
Dita de linho, pega 40 reis.
L3a de todas as cores para bordar, libra 63000
reis.
Garante-se cincerldade e baratissimos precos
RA OVA N. 28.
PILITIjAS
Xarope e Tlnho ferruginoso de
Jurubeba eom pyrophosphato
de ferro.
Colorse, anemia, escrfulas, rachitismo, blennor-
rbagia, lencorrha. febres intermitentes e ame-
norrha (menstruago dolorosa e Irrega'ar)
etc., etc.
Ha mnito qoe tinbamos em vista associar o ferro
as nossas preparagoes de jarubeba; mas levamos
tempo a experimentar qual a preparago ferrugi-
nosa, qne mais conviria ao organismo humano,
vindo por fim a decidir nos pelo pvropbcspbato
de ferro, com o qaal podemos prepara r os nossos
xarope e vinho de jarobeba ferruginosos.
Temos a observar, porro, que o uso dos medi-
camentos de jurnbeba com o pyropbospbato de
ferro nnnea pode occasionar a pbtysica as pes-
soas ainda as mais delicadas, como mnitas vezes
tem aontecido atea pessoas robusta?, que so bao
servido do mesmo mejicamento preparado com
ootras substancias ferruginosas, por isso que o
pbospboro debaixo da forma de pyrophospbato,
um mel prophylatiso reconhecido infallivel con-
tra esta terrivel affecgao. m
As preparagSes de jarubeba, a que bavemos as-
sociado o pyrophospbato de ferro, sao mni provei-
tosas no tratamento das molestias das sennoras,
taes como a chlorose, anemia etc.
Estas molestias manifestam-se com os sympto-
mas segnintes :Descoramento geral da pelie e
das membranas mneosas, magreza, in^bago das
faces e das pernas; excltaglo Hervosa, bysteris-
mo, melancola, debilidade muscular, dores ne-
vralgcas, pulso mais freqnente do qoe no estado
de sade, calor febril, pella secca, appatites de-
pravados, vmitos, prlso de veotre, menstruago
dolorosa. Irregular, ponco abundante, descorada,
aulla, flores brancas, amenorrhagia e infecundi-
dade.
Dste estado espantoso, alias to ordinariam ote
reconhecido entre nos em erescido numero i se-
nhoras, desapparece s com o prudente nso das
preparagoes cima.
nico deposito destes medicamentos:
pharmacia de J. A. Pinto, ra larga do Ro-
sario n. 10, em Pernambuco.
Irritado dos pulmoer. angi-
nas, tosse, escarros de
sangue, crupo ou garro-
tuno, catarro, rouquidao
e todas as innumeravei molestias que afleo
ia"o aos orgos da respiracSo
DESAPPARECEM
odiante a acato da balsmica e irrev
ANACAHUITA
PEITORAL de KEMP.
covado, s para acabar : na loja e armazem do Pa
vo, roa da Imperatriz o. 60, de Gama & Silva.
^Pharmacia especial horneo
patulea do Dr. Sabino O.
L,. Pinho.
Cb de 1* sor te para oso das
H pessoas que se tratam homeopatbi-
|H carnete.
Vende-se em pacotes de libra a
m 3^200 rs.
Roa Nova n. 43.
IftlSMtttttt
Fundi^o dAurora em
Santo Amaro.
Completo sortimento de taixas batidas e {andi-
das, alambiques de todos oa tamanhos e fondos de
ditos, moendas de todos os lmannos de superior
qnalidade, crivos e boceas de foroalba, o qae tado
se vendo por commodo pateo.
'i
aianacahuita mexicana que d o nome es-
pecial este incomparavel remedio, una
arvore, cuja madeira por muito tempo se
ha usado no Tampico para a cura das en-
fermidades cima mencionadas. Foi tam-
bern ensaiada e approvada pela academia
medica de Berlim. O pei toral de Kemp
um xarope delicioso inteiramente livre de
opio, acido hydrocyanico e outros ingre-
dientes nocivos.
A' venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo 4 C. e P. Maurer C, e em todos os
estabelecimentosphamracenticos do imperio
Para liquidar
Vende-se galoes de palheta branca e am relia
para armages de igrejas pelos segnintes pregos :
80,160,180 rs. a vara.
Espigoilha amarelia e branca a 30 rs. a vara.
Bico pratlado a 80 rs. a vara.
Volante largo a 200 rs. o covado.
Qoem precisar deve aproveitar a occasio por-
que talvez nanea mais possam comprar por tal
prego e estes mesmos baratissimos pregos ni-
camente para fechar contas de commisso : tsto
s se eneontra na loja de fazendas do Passo roa
do Crespo n. 7 A, esquina da do Imperador.

Attengo, .
Na roa do Qaeimado, laja da fazendas n. 41,
Endem-so-rica capa* para senbori, da marin,
rdadoa.de todas as cores, doa mais modernos
qae tem vindo ao mercado, por prego commodo.
1TTE5C10-
Vende-se tartoha de mandioca moito fio* 1-
n. 70, na loja j va : no armazem do Asnea-o. X defronte da al-
fandega.
Aos agricultores
Saonders Brothers & & acabara de receber de
Liverpool vapores de forca da ^ a 4 cavallos com
todos os pertences e mol proprios para fazer mo-
ver machina de descarocar algodao, podando ca-
da vapor jrabalbar ata com 140 serras, tambe*
servem opa enfardar algodio on para oatro qual-
Sererogo ea qae usam trabalbar eom nimaes.
meamos- tambern tem a venda mactaidas ame-
ricana! da 35 a 40 aarraa : ea pretendentes diri-
jam-se ao Jarro do Corno Santo n. 11.
Vende-te cemento Portland: no armazem de
Vicente Parreira la Costa 4 Fllho, roa da Madre
deDaosaJtl____________l
Vende-se a taberna da roa do Hospicio n.
28, a anal tan commodos para familia, pelo dono
andar doente, a tem de retlrar-sa pan fra.


a9
"

6
Piarlo de Pcrnasabaan ... Hexk felra *e AfotU de 1867.
-
U

BIJA DO BRlll M. 38
0 proprietano deste estabelecimento deseja chamar a atleocao dos senhores pro-
pfietanos para os acreditados mechanismos que contina a fornecer; os quaes garante
ser como sempre. da melhor qaalidide possivel:
Machinas de vapor
torga de um cavallo para cima. As menores sao mui proprias para motores de descaro-
eamentos de algodao ; ellas viajam armadas e podem trabalhar dentro de 24 horas, depois
de chegarem no lugar. Ellas levan tndo qnanto pfeciso para o trabalho, e diversos so-
brecelleates. As machinas maiores sao proprias ara a moagem de canna, e ha dsilas
que podem jqnta e separadamente moer canna e descarocar. Ellas podem-se appcar a
qoalgaer moenda ja existente sem outra mudanca do qae a substituido das rodas da alman-
jarra, ha tambemooa moenda juu. Ellas tem depsitos d'agaa e boetros de ferro, e
oio precisara para sea assentamento de obra alguma, qor de carapina, qurdealvenaria.
O tempo para assenta-las nao excede de doze das ao mais, e em casos de mortes de ani-
maes o a arrombameatos de acudes, etc., garante-se o assentamento em oito das. Todos
estes vapores sao simplissimos na construyo, e se regem por quilquer pessoa iotelligente
a facilidade da coodacco sendo especialmente considerada, tanto que nao ha lugar em que
nao se possam conduzir, qur por trra, qur embarcado.
Lembra-se aos senhores de engenho que a venda dos animaes e o servico da
gente oceupado no sen tratamento os hio de recuperar da maior parte da despexa do
vapor, deixando-lass a vantagem de urna moagem certa e accelerada ; e acabando com a
despeza da compra continuada de novos animaes, e com os desgostos do trabalno que se
tem com elles. .,
Ser talvez desnecessario lembrar aos compradores de vapores a vantagem qae io
resulta de comprarem suas machinas garantidas em urna fabrica, tendo artistas compe-
tentes para asseatar as mesmas e ensinar a maneira de trabalhar com ellas, e ja prepa
radas para arremediar qualquer desarranjo; facilidades estas que jamis podem encon-
trar comprando as aos simples negociantes, os qoaes por falta de coohecimento nai Ba-
tera nem se qor podem garaoti-los de qae as machinas que vendem sejam proprwsou
safficlentes para o trabalho em que se qaeira emprega-las, e no caso de desastre nao pfl
dem prestar-lhes soccorro aigum; sendo que anda qnando veoham s fabricas para con-
certar as machinas alheias, torna-se-ha preciso fazer repentinamente moldes novos, etc.
para as pecas estragadas. J numerosas vezes estes vendedores tem representado seas
vapores como senda de forca mui superior sua actual e verdadeira forca; equivoco
este que nSo s engaa ao comprador acerca do trabalho que possa tirar do vapor, mas
ttmbem da lugar ao pagamento de um preco excessivo, vista da torga real da machina
que compram.
Tambem ha sempre prompto rodas d'agua de ferro, sarHhos com cruzetas para as
mesmas moendas de canna de todo o tamanho, rodas de ?spora e angulares, pwes ou
joches para recebar o cado, crivos e portas de fornalha, taixas de ferro batido, fundido e
de cobre, formas de ferro galvamsadas para purgar assucar, bombas simples e da repu-
ckj alambiques de ferro, eixose rodas de carro, arados, grados, enchadas a cavadlai e ou-
tres instrumentos de auricullura, moinhos e tornos para fazer fannha e Analmente todo o
objeto de mechanismo de que se costuma precisar. ^^^
a fabrica se fazem obras novas eocommanda e concert*, com a maior presteza
a solidez. O grande deposito de pecas e objectos habilitam-aa muio para oatajSm.
O proprietario ser sempre mu feliz de poder dar informaooes oa adawcHBBnto
aos senhores que se servirem de seu prestimo.
D. W. Bowman, eogenheire.
aM lia la m

mm
PREPRACOES ferreas-margnicas
APPROVADAS PELA ACADEMIA hi HBDICU
DE BURIN D BUISSQN
rsamacMnct, Inriadi ptla Acadenia de lafieiaa i Fara
O eminente professor Trgussbau, na ultima edigSo de sea Tratado i Tfora-.
peuta, e Hatera medica, reconhece que os ferruginosos simples sao mailas
veces ineficaies para corar as molestias qae teem por causa empobrecimento
do sangue. Hnitos mdicos dos mais distinctos attribtiem esse ra o xito a ausencia,
n'essas Dreparacoe3, do manganee, que se acba no sangtie, como o tem recoohecide
' os chimicos os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro. '
E' pois, prestar-se um verdadeiro servico aos S'" Mdicos, o cbamar-se sb aiteneSo
sobre as preparacocs seguintes.
Io P< fplWAC miMini'AC dando immediatamente ama agua, aeidalada,
res neos mngameos gaZ0M, Igraaai, snbsttumdocom vaatagem
o eeonwua as aguas mineraes ferruginosas.
2 Punas e Xarope de iodureto de ferro e de manganese ioaltemeis
eontendo eada ama cisco centigramos de tatareto de ferro manganico indicadas
particularmente as molestias Tympbalicas, escrofulosas, e as chamadas caa-
erosas e tuberculosas. V'
3 Iriges de lacUto de ferro e de manganese
41
risees
Mas
receitadas especialmente
para a cMlorosis, a aws-
a-ia, a leucorrhes, a une-
norrhea. A inatcaca de
Plalas de carbonato frreo manganico
alternar estas dnas preparares di os Memores resaltados.
O S* Barin da Buisson desejando obtar a adkeaio ooaipku do publica _
cerca do ralor de anas preparares, previne qae elle u p6e gratuitamente a
dispoticaa, diri|endo-se;
Ift fenamhtea, a sea agente geral, Maarar *>, pharm tceotiee*, na Non.
miimmmi
INJECTION BROU
!
-. H.>stenlca lutalllvel rreservaUM, isuliinsml a uiba que nn w ucahua 4Ut. Vena
M prfdpw. brtki mota,. (gn a Hnwn.i as m.\. (i-as as mku*^- tw*.msi
a im> iim, hmtmmi W-mr '~
Veade-se na pharmacia de P. Maurer &*C ra Nova.
HOVO DEPOSITO
MACHINAS
-ava t)ESCAROCAR ALGODaO
Manoel Beato de Oliveira Braga,
53Rm BlfM .53
0 M0OR0 DE VENZA
Ao refepeitavel publico pernambncano pede-se
Attengao
luteiga iii{leu
320, 500, 800 e 10 s no armazem se acba vista.
Manteiga franceza
em horas 560 e 640, em barris se far difJerenca.
Banha de porco
em libras 320 e 380, em porco se far differenca.
Fructas
em calda Pera, Pecego, Rainha ClauU, Alperxe e outras muitas 500 e 640 a lata.
Ervllhas
Portuguezas 640, francezas 900.
Pomo
em latas do Para e de albaaeque, lata 44 e i 200.
ossMaa de mlltao
em pacotes, dita da trra 100 e 200 a libra.
de Bordeaax em caixaa dozia 51, garrafa 500, dito de H adulta, 800a garrafa, dito a
140 a duzia, 10200 a garrafa, dito do Porto a 80,120,180, 240, caixas de duna, asaim
como figueira caada 30500 e W, paro J A a Lubot 800, 30 e 30500 a qoahdade
convida.
Loja do Gallo Yigilante
Claz
em lata de 5 gales e maispequeaas a voatade do comprador, em garrafa.
JJftote
140 e 16 0 a libra, painco a 100 a libra.
Azclte
em garrafas a 800 e 10.
- CHARUTOS
em caixa de 50 por 10, ditos Delicias. Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
da Expsito caixa 50, ditos de Regaba caixas com 100 a 20500 e outras multas marcas
une s na presenta dos compradores.
PREZUNTOS
delamego em barril, ditos de fiambre o melhor que ha no mercado por preco que iaz
admirar! t
DOCE DE G04ABA
caixes de 560 fino, ditos de 10500 que parece marmellada, dito em latas multo filia
qualidade a 10200.
BOCETAS
com doce secca a 10 e 20.
QUEIJOS
do Alentejo em latas chegado pelo vapor Oneida, ditos Flamegos e Pratos dos mais n
que ba no mercado.
AZETONAS
de elvas como no mercado nio temas a 10 a lata, em barris do Porto a
melhor.
DE
Gnimaresk Mtav \\ i %
RA DO CRESPO H. 7.
Os donos destobem coahecido estabaleci-
mento, tem a honra de ayisar ao roqwtovel
pubco, e com especialidades aos seos nu-
merosos freguezes, que cabam de recebar
um completo sortimento de biectos de wm-
to gosto e de completa wut wttoistor-
cado e que os tensfcrecabido aaadirtBra, o
poderSo vender-por mns que atra qual-
quer.
Requissimos bsqoes de madreperoli
branca.
Requissimosleqaes 4 madreperola preU.
Lindos leques da sndalos para sanbora.
Ditos de sndalos para meninas.
Leques de Mas arate nados. *
Ditos de ossos.
Lindos porl-bonquet com cabo de madre-
perola propros pan caeamentos e bailes.
Lindos cintos para senhoras com huellas
e fl ve lias de di Eferentes qualidades e gosto.
Requissimos enfoiies com coques a sem
elle.
Loras dejouvin. inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Luvas de seda, fio da escocia, algodio e de
outras qualidades para senhora e homem.
Lindas trancas pretas e de cores cimve-
drilho e sem elle, assim como hndissimas
guarnices para enfeitar basquines e botos
para os mesmos.
Lindas touquinhas e sapatinhos ricamen-
te eneitados proprios para bapticados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Bengallinha para meninos.
Lindos pentes de tartaruga, massa e outras
muitas qualidades.
Moito boas escovas para deotes, chapos-
roupa, cabellos, unbas e para limpar pentes.
Superior liabas para crochet.
Agualbas para o mesmo fim.
Lindos agulheiros e dedar de madrepero-
la emarfim, assim como de metal.
Lindas guarnices de botes, para coleto,
pannos e colerinhos.
Ricas capellas para noivas.
Meias de seda para senhoras.
Superior thesouras para unhas, costura,
cortar cabello, etc., etc.
Finas navalhas cabo de tartarnga, marfim
rmann
(ROA NOVA N. 21,
acaba da reeaber nn Indo e magnifico tor-
da culos, ranetas, binculos, da ni-
tro e Mil apara dagas da Europa e oca
los de alcance para abaemcSes e/para a
aritimos.
MM SEI SEGUNDO
RaM lo mmHmnmm. 49, loja a
como n5o hale ontras Suspensorios de seda para homem.
Jos Bigoumno
Varas de babado bordado e Perto a J00 rs.
Carretefs de latroi preto eosa daas oiuvas proptio
para aMichlaas a 500 rs.
Agolbas para aachiaas a 50OO.
Prafos (raaeezes de todos os tamanbs a 140 rs.
Gratas de botdas de as para calca a 200" rs.
Ksslbes doarades asalto finos a 1*000.
Caixas com liaba saperior para marcar a 240 rs.
Carriteis de reteoide todas as cores a 80 rs.
Frasees d'agaa de Colonia moito saperior a 500 ri.
Frascos de oleo maito uno a 600 rs.
Pecas de transa branca de caracol a 60 rs.
Dula de tesonras pequeas a 480 rs.
Frascos d'agaa para limpar denles a 500 rs.
Redes pretas lisas para segurar cabello a 320 rs.
Doziis de peonas de ac maito finas a 60 rs.
Caixas de linba do gax de 30 novellos a 600 rs.
dem de patitos da segaraaca a SO rs.
Garrafas da agua Florida verdadeira i JOCO.
fiabados do Porto da todas as largaras e lodos o
procos.
Sylabarlos eom estampas para meninos a 320 rs
Memento da ronpa de lavar a 100 rs.
Doxlas de meias mallo feas para senhora a &V00 i
Agalnas francezas a balao (papel) a 60 rs.
Pecas de fitas de lia de todas as cores a 500 rt,
Groxas de boldes de porcelana prateados a 100 l
Caias cotn alflneites francezes a 80 rs.
Caixas da 100 enreiopes mnito finos a 600 rs.
Resma de papel de peso braneo liso a 2*.
Frasco com superior nata a 100 rs.
Pares de boldes de pnobo moito bonitos 80
Unbas em carlo de 200 jardas a 100.
Caixa de saperior linha do caz com 50 novelios
700 rs.
Talberes para meninos a 240 r*.
Maso com saperiwes grampos a 30 rs.
urosas de peonas de ac maito finas a 3*0 rs.
Bonets para meninos a i&
Pentes am ccsta de metal a 400 rs.
Realejos para meninos a 100 rs.
ra
Ifeste estabelecimeoto se encontrar a
verdadetras machinas americanas, ahogadas ultima-
mente, as quaes sao feitas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pa-
seas qae precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecimfc^to que comprarSo das mais porfeitas
neste genero, assim como stjts barato do qoa em
entra qoalqner parta, por iso que sa raesbe por
propria, bem.como eanoaade chumbo e-moi-
nhos para moer mimo, af raade sdrtisMDto detor-
fa0stt8 a hueseas em Jftcbtoas amef icatias pata moer caft, de
sysmffl, priXTs ^ra reoaCSo,
Idso dem para ifUho.
ahalM-
saaiKttU
.J|*tt
Lourenco Pereira Meudes Guimariles.
Proprietario das lojas e armaaens da I IQ&, 18,5, 205, 255, do ultimo gosto :
Arara, ra da Imperatriz da Imperatriz ns. 56 e 72.
ns. 56 e 72. Madapoln de 24 jardas a 45000.
Tendo recebido pelos ltimos vapores da I Vende-se pecas de roadapolao com 24 jar-
Europa diversas qualidades -de fazendas do das a 45, 55, 65, 75, 85 e 105000: por

que faz ver ao rspeitavel publico, vende
barato s alim de apurar dinheiro, como
nenhum outro.
Attenco.
Chitas a 160 rs. o corado.
Yeodem-se chitas em retalho a 160 rs. o
covado.
Ditas em pega a 200 rs. o covado: ra
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Panno preto fino a 15600.
Vende-se panno fino preto para caiga e
palitots a 15600, 25, 25500 e 35000 o co-
vado, cortes de casimira prea para calcas a
35, 35500 e 45000: ra da Imperatriz lojas
da Arara, ns. 56 e 72.
MOZAMBIQUE A 400 RS.
Vende-se urna nova fazenda com palmas
estes precos s na Arara ns. 56 e 72.
AlgodSosinho a 35 a pega.
Vende-se pegas de algodosinho a 35, 45,
55, 65 e 75000 o mais barato que se pode
vender: na ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
Cotim e castor para calcas a 800 o
corte.
Vende-se cortes de cotim e castor para
caigas de homem a 800 e 15. ditos de brim a
la280 e l-jOO, ditos de brim pardo liso a
15200 e 15400: ra da Imperatriz lojas da
Arara ns. 56 e 72.
Bareje com listas a 32o.
Vende-se bareje com listas para vestidos
de senhora a 280 e 320 o covado.
Lasinha escocesa a 280.
Veode-se laasinhas escocezas para vestidos
i de senhora a 280, 320 e 400 o covado: ra
de seda por nome mocambiqne para vest-1 da Imperatriz loja e armazem da Arara ns.
dos de senhora a 400 rs. o covado: ra da 56 e 72
Imperalriz lojas ns. 56 e72.^ ^-^ ^ ^^
Baldes a 25000.
Vende-se bales de arcos de todos os ta-
maitos a 25, 35 e 35G0: ra da Impera-
triz lojas da Arara a 56 e 72.
L5azinhas a 200 o covado.
Vende-se liasinhas para vestidos de se-
nhora a 200, 240, 280, 320, 400 rs. o co-
vado : s na roa da Imperatriz ns. 56 e
72.
Chitas francezas finas a 240.
Vende-se chitas francezas largas a 240,
280 e 320 o covado: ra da Imperatriz
lojas da Arara n. 56 e 72.
Chales de merino a 25ooo.
Vende-se chales de mirin estampados a
25, 25500; ditos de 15a a 15000, ditos de
phantasia a 15000 : ra da Imperatriz lojas
da Arara n, 56 e 72.
Basquinas a 145000.
Vende-se basquinas ou casaquinhos de
Grosdenapoles preto para senhora a 145
Vende-se palitots de panno fino, saceos
fraqoes, a 55, 65, 85 e 105; ditos de
casimira de cores a 45, 55, 65, 85 e 105;
coletes de casimira a 35, 35500; calcas de
brim pardo a 15600, 25 ; ditas brancas de
linho a 35500 e 45; ceroulas a 15, 15600
e 25; calcas de castor a 15280 e 15600.
Palitots de alpaca branca e de cores a 45,
45500. e pretos a 35, 35500 e 45. Palitots
de brim a 25, 25500: roa da Imperatriz
os. 56 e 72.
Cobertas de chita da Arara.
Vende-Se cobertas de chita a 15800, 25,
25500; ditas de damasco a 45 ; ditos de
fust5o a 65 e 65500 : ra da Imperatriz lo-
jas da Arara ns 56 e 72.
Vende-se bramantes para lenges a 25500
e 2580 J o covado; e mui tos outros objectos
que seria enfadonbo mencionar.
Ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
=a
o que de todos
me escrevem:
TRATAMENTO n r CHABLE, di PARS
Medico especial, coiiBuItace, 3O, ru Vlvlenn f<
AVISO AOS DOENTES. #*-*
Ce no su is
Itto estos tu-
rado, tonel C-
bese, CosakJte
sea todas as
taasen op
to, caasalas,
eoafettos, tonno
oestonago ser-
didu e oio estou carado? L'sei e abusei de um grande minero de
em 4 diai, e ettou alada man docntes.
BA MAIS 90 AXIOS
ie caro radicalmente tem recatadas, Corrimtntot, Relaxafoo do eatuU, Cstarria 4$
tritu ttnmaet, tarando primeira a causa virulenta inflammatoria d'essat di estas sansas,
tesa algomi Tidros do men depurativo do iangce para parar tasas Seisot. aasssr a
casal e lat tonar a dar ssa rscidez dou para acabar neo exeellento XAaora cmaso
j-
raane at miiiha inuccao. A cura 4 rameal, *s swhous para as tuxw
o nmoM tratamato. (Tajeas o noticia taaUcativa.)
40.000 DOENTES CURADOS
Vsidaaatrt traUneato dspmtrvads saagae. Ai harpa at mata amatm
armUii, vtrm, akaam a aj*** aaatrtat, baares, a todas asdssncas apa alteras a
do saagaa sat canias esa aomt tonps par ssaa xaaora bpdatito
asuaa, sriaaas rmmM asarvma,Tnras niaaa Ptmmai\
a snaelra da tratar-te. a, asasta sat at ia iratii as deposita dt nasa
i*- -- -*- itstansl smsnMnMist nali ia knan aantVM
4 ttsMAMM DMsnMsW BM SO^at^ mwmwT^nm, MI ftassffWfsffMtW aVfssl |H
st tan ave pttM ttsat ta aprattator tontas attestot>M da sarah-----------
Ha, mwnnUtSt pasar Cha* i par trrmwO*ilm --'"- %;
Voode-se as roa Nota n. 25, pharmacia franceza de
MAURER C.
P.

CHEGARM
A loja das Colkmnas
jLindos manguitos com gollinhas.
iGrande Tiriedads 4e ^oobss compuDhos, de caaasrtii:
Debretanat a a ssfao. O \J93
GfatatMMt'ds carabraarJe mtrUo gosto pira senhora.
Ricos peptaa tfe ftstfsripla ptuto eUfetttdi), o r|ue tito vmio A* nwlhor gosto
Pernambaso. .a*.
i ra do Crespo. i3 ds AaSsaio Gorreia de Vi30oace|los 4 C.
Ditos de algodo para homem e meninos.
Requissimas caixas com msica eontendo
o necessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Requissimos livrinhos para missa.
Lindos indispnsaveis para meninas das
escolas.
Finos adereoos pretos para luto.
Grande sortimento ue nas perfumaras
dos melhores fabricantes at hoje conhe-
cidos.
E muitos outros Djectos que impossivel
seria menciona-los e que se encontraran na
oja do Vigilante, ra do Crespo n. T.
"FAZKMDS N0V\r
para as festas de S. Antonio, eS. Joo
no armzem do Pavao ra da
Imperatriz a. 60
DE
GA1A & SILVA
Receber5o-se pelo ultimo vapor da Euro-
pa as mais novas fazendas como sejam:
Bonitas cassas de listas grana-J
Ditas castelhanas. (
Ditas da Italia. l
Ditas transparentes com os mais moder-
nos e mais delicados gostos vara a rs 640.
Ditas de diversas qualidades com novos
gostos o covado a rs. 240, 280 e 320.
Cortes de medina sendo urna bonita fazen-
da transparente com lindas palmas e qua-
dros de seda tendo cada corte 19 covados a
rs, 24.
Ricos cortes de vestidos brancos com lin-
das barras bordadas em alto relevo a 245.
Ditos brancos tambem bordados a rs, 50 e
60.
Cortes de poil de chvre com 18 covados
a W.
Modernsimas va reges tapadas e transpa-
rentes com as mais delicadas cores e com bo-
nitas listas de seda, covado a 640, 800 e i 0.
Alpacas lizas entestadas com as cores mais
modernas o covado a 640.
Ditas entestadas com lindos lavores grfi-
dos e miudinhos covado 560.
Bonitas alpacas lavradas com os mais mo-
dernos dezenhos covado a rs, 800 e 10.
Ricos cortes de vestidos de fil enfeitados
300.
Poupelina de quadrjphos transparentes
com os mais apurados gostos e quaze a lar-
gura de chita franceza covado a rs, 640.
Ditas mais estreitas porm muito benitas
covado 500.
Sedas de cores com 4 palmos de largura
covado 20.
Ditas estreitas lizas de listras covado 20.
Grande sortimento de grosdenaple preto
covado a rs, 10600,10800, 20, 20500 e 30.
Ricas sedas lavradas.
Saias com quatro pannos ricamente bor-
dadas a rs, 50, 60, 70, 80, 100, e 110.
Tarlatanas brancas e de cores vara a rs,
800.
Fil braneo lizo vara a rs. 8C0.
Dito de flores para vestido vara rs. 640.
Outras muitas diversidades de fazendas j
que se nandam tambem levar em casa das
Exmas, familbasparaescolheremou do-se as
amostres deixando flear penhor no armaze-a
do PavJo ra da Imperatriz n. 60. de Gm
ma & Silva.
Bordados do Pavo
Entremeios largos
Babadiuhos estreitos
Babadinhos largos
Entremeios estreitos
Tapa-ss e transprentes
Gama 4 SiUa reooberam-nma grande por-
c5o dos mais Unos babadinhos e entremeios
tanto largos como estraHw, senda tapados
e transparentes com os verdadeiros borda-
dos a alto relevo tendo de todas as larguras
e desenhw, grsnde por?** ^BB P8r P"1
quer obra, que assim possa ser preciso, e
garantem qua podem vender por mease 40
ou 50 por cento, dojqnatam outra qualquer
parte, atiendes*) l ittibi* niftaa qw tssfK
no seu armswsa do Pato: roa di Imperi-
riz n. 60, de Gam Silva. .
Terrenos para edificar
Veods-ie terreno no Caxiaga, multo altos, e
Oaenprettasardiriji*
VERDADEIRO LE ROY
a iioirtasr, Dttteur-atotortn
U d Sotno, 81, 4 PARS.
na ten o n Kete, m ,, ,,n j
uoeon ,,u* uaamm .. tama* >^
DOCTER-MEO
tthdn-srnint \AXH
SM f: ii..,,..,.
arsrniijfninfi t
60 .:..,i <- k3 t
4u al-lHWM.t.-, je ]
uor J.-i- .-.
Deposito na pharmacia
C. em Pernambuco.
de P. Maurer
XAROPE DEPU8ATVO
DE CASCA DE LARANJAS AMARGAS
COM IODURETO DE POTASS10
DE
*.P. Laroze.
pharraaceatlco era Pars
0 iodureto de potassio um verdadeiro al-
terante, um depurador de incontestavel efl-
cacia; combinado com o xarope de casca de
laranjas amargas, aturado sem periubac5o
alguma pelos temperamentos os mais fracos,
sem alterar as funecoes do estomago. As do-
ses mathematicas que elle contem perjmittem
aos mdicos de receita-o para todas as com-
pleices, as aflecc5esescrofulosas, tubercu-
losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'isso, o agente o
mais poderoso contra as doencas rheumaticas.
Deposito em todas as pharmacias e casas de
drogaras no Brasil.
ExpedicBes, em casa de J. P. Laroze, rus
des Lions-St-Paul, 2, Paris.
A' venda na pharmacia de P. Maurer de.
C.a, roa Nova n. 25._______________
Parto, 36. Una Vivienna. >
CHABLE MDECINSPCIAL
AS ENraasUDADAS DES SEXUAES, AS AFFSCr
OQES CQTAWKAS. EJ '.TERAgOES DO SANGUI.
30,000 curas das impingen,
pstula*, herpes, sarna,
comiso**, acrimonia, at-
l*rco*$,vHio*as do tangn
___I virui, aUaraeoe* do san-
gue. (Xarope vegetal sem mercurio]. Bpuniiru
f sMf Bi\uo AneRiFS tomao-se don
por semana, seguiado o traetameato Depurativo .-
pregado as mesmas molestias.
Sata XaroptCitraetodtftrra
sa CHABLE, cura mmedia-
tantn qaalqoermraaeao,
ratamacao, debilidad*, s
igualmente os ftuao* e florm
branca* tas mnlhertt. Esta injttejM benigna tn>
rtfS tt tona Xartpt di Citracto d* trra.
niniHM, Panada tas a tara a trta dias.
POMADA ANTIHERPETICA
Csatra i tu a/$cfo*t otttanta* s ccaitxoai.
PtLULAS VC6STAI8 DEPURATIVAS
fe.*/, *. *M fcee wl ml aui S
AVISO AOS SUS. MDICOS.
Cara emmrhn, msy
DEPURATIF
du SAIVG
PLUS DE
COPAHU
Sirop du
nrvea* mu de* tron-
etim latae m* (leemem
do ptUatmmU m dttass
cois rchde date tarap DffoMBT.
.99 a ai-
^Si-
PSSalOMnnadifli>afli^
a roa do Apollo n. 33.

T.
A venda na pharoacia de P. Usurar p
a C, em Pernambuco.
GAZ 41 OZ
Ckegoa ao amigo SeposMo ia isary Forstar 4
G., na do Imperador, un carre|anento de gax da
prisaefra ^aaMade,0 i raufl por meaos preco do qae en oatr qnsl
^fSdff parte.
"'Farinha suMior
Tem para vender Antonio Lolt S OHvatr Ata
tedo 41!, no ?a estrrrptwio, tw Crtsa. 1.
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."." i'
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tantos i Ir. J.C Ayer, ex-Icate
U iiTersiade e ftisylvtiit, Mt
Hsttdos-iHes.
**! di* mvuikie* xf feira 1 *c Aff te IM7.
rtista de Ayer,
reltmldecereja.
Med* paraswziea.
Nimias) eathartleas.
O deposito cestral para u provincia
Pernambuce, AJagoas, Parahyba e Rio-
Grande do Norte, destes remedios tifo (a-
voravelmente conhecidos e acolhidoe es
todas as partes da America do Sal e do
Norte, acha-se em casa de Theod chriav
16 raa do Trapiche
w mmii
Os presos de
534 por dnzia de estrado de salsa-parrllha.
7# por duzia de peitoral de cereja.
VI$ por dazia de remedio para sezQes.
70 por dazia de plalas catharticas
se enteodem dlahelro i Tinta, com
o descont de 5 por cesto em quantidades
de 6 a 12 dozias, e de 10 por cento em
qoantidadea snperiores a 11 dazias.
A garfa branca.
Antes de avisar a sea boa freguezia do qae de
novo ha recebido, vai primeiro dirigir seos cam-
primemos e agradecimentos ao bello Viado branco
pela* maoeiras agradavels com qae elle a ba tratado,
e assim eumprindo esse dever, desoja-Ibe tambem
qae a par da continuacao de sna robustez tenha
ereseido augmente de boas freguezes, e mais que
com aqaelia ligelreta de qoe dlspS-se livre-se da
pontaria d'aqoelles qoe a pretexto de amostra le-
vam os objectos, e pelas saas fmmensas occapacoes
oo voltam mais.
Ja v, pois, o bello Vlade braneo que a aguia
aprecia o sea bondoso tratameato, e (he deseja nm
felii porvir. Aesim dito e feito, val a agaia bran-
ca satisfacer a saa boa fregoerla, pela obrtoacao
em qoe esta' de continuamente sclenliflca la do
qoe de novo recebeu, pelo qae avlsa-a, de qoe aca-
ba de chegar para a loja dagala branca, a roa do
Ooeimado a. 8; o seguate :
Coques novos de linios e variados moldes.
KofeitHs modernos e bonitos para senhoras.
Cintos de ponas enditados com vidrimes.
CordSes grossos, pretog e de cores cora vidrilhos
par* eofeiles de vestldns.
Trancas pretas e de ontras cores, tambem com vi-
drilhcs para o me.-iix, flro.
Gnaroicdet pretas para basqnines, vestidos etc.
Trancas e galoes de seda para o mesmo.
Di'a dita de la e algodio.
Filas ve':-.nio da cores, lisas e cbamalotadas.
Bicos de seda.
Fras d? borracha para cintos.
Ligas de seda para senhoras e meninas.
ntremelos e nabadmhos bordados.
Golliobas e panbos bordados para senboras.
Collerinbos para bomens.
Abotoadaras de diversas qaalidades e precos ara
colotes.
Ditas ditas ditas para panbos.
Bonitas correles pretas parareloglos.
Aguia Branca a' roa do Queimado o. B, re-
ceben :
Caixiobas coa dous barzlbos ranceze?, de colo-
rido iiuus, entermeados com dourados, papel en-
cornado, lustroso e opaco, obra inulto boa.
Dttas com teios de osso, marfim e madreperola
para volUrete.
Pentes de marfim com cbapa e sem lia,
limpar caspas e tirar bicho?.
Ditos finos d'osso e tartaruga para o mesm<>
fim.
Ditos de osse baleia e tartaruga para d6seroba-
racar.
Ditos, de ditas dita par* barba.
Oculoa de peneira para qoem soflre da vista.
Outros de differentes graos e cores, com arma-
ces d'aco 6no.
Outros tambem de armacao fina, vidraca de co-
res.
Lonetos on pincenei com armacSe e ac
falo e tartaruga, vidros braocos e de cores.
Eovelopes pequeos bordados.
Dito dltes opacos e grandes para offlcios.
Frasouichos com superior tinla carmim.
Stereoscopos e vistas.
Acaba de chegar um novo sorliment e cooti-
cuam a serem vendidos por piecos commodos.
Meias
Pretas de la e laia para padres. -
Brancas de la para bomens e senborai.
Ditas de borracha para quem soffre inxacao as
persas.
Brrelos cu carapachas brancas de algodo.
Esseocia le ail, e bolas de dito para en-
gommado.
Venderase na loja d'aguia-branca, na ra do
Qaeimado u. 8, sendo a essencia em frasquiubos a
500 re, e as bolas a 60 rs.
Lencos de cambraia braocos e de cores com
barras de cores iixas
Ja nao a primeira vea que a aguia branca ven*
de desses lencos da marca BBB, isio bons, bo
nitos e baratos, por isso approveitem tdos ess-a
nova occasiao de se proverem desses sempre pre-
cisos lencos, coja commodidade de preco anima a
fazer-se o gasto ; custam elles 35609 a dazia, e os
pequeos para meninos a 00 rs. a dazia. Quem
se dirigir a loja d'aguia branca na raa do Quei-
toado n. 8, coobecera' qae taes lencos tem as cua-
lidades cima ditas.
Novo sortimento de albuns de 50 a 200
GRANDE SORTIMENTO
FAZE*DAS BARATAS
KA
LOJA E ARMAZEM
BO
Loja
DAS
alwdso^o0*?3^6 S^Si diimaeLh0I^ "?chMS' americanas para descarrocar
eK?radmai?o L%hte :*'"* 3' 35' e w ne9te ^elecimento
Azeite de espermaceti. propria para machi-
nas.
Vapores de torca de 3 a 4 cavallos.
Serras avolsas para machinas.
Mndese todos os mais pertenees para as
mesmas.
Carros de mo para aterro.
Cylindro para padarias.
Debulhadores para milho.
Arados americanas.
Carrinhos proprios para armazens.
Moinhos para refinado,
dem para milho.
Escadas de madeira americanas.
Caixas com vidro sonidos.
de todas as qaalidades.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para engommar a vapor.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de vergninba.
Guarda comidas.
Peneiras d'arame para padarias e refinacSes*
Correntes para almanjarra.
Machados e facoes americanos.
Barricas com milho branco americano.
PAVO
Ra la Ispentrii 6fa
AMA SILVA.
Os proprietarios deste grande estahelecimento acabam derpcel^r Ha Fnrnna nm
to comprarSo pelos mesmos ptecos qae secomprai as u. inZWo ^T^T^
<2>
Basles
vaquetas de lastre proprias p:ra cobertas de
carros,'muito novase da melbor qualldade pos-
sivel: vendem-se por precos razoavets ca ra 4a
CadeU i. S6 a.
NOVIDADES

rna do Crespo n, 7 A. eqalna da do Imperador
DF.
Custodio-Jos Aives GoimarSes.
Tendo recebido em direitura pelo vapor francez Estremadure, om variadissimo
sortmento de ftzendas finas e da nHima moda em Paris, e aproximando-se as festas de
b. Joao, S. Pedro eSant'Anna, por isso apressa-se era vir convidar o respeitavel publico,
e com especia lidade aos seus numerosos regaezes, qae venham ver o qne ha de mais
moderno neste mercado. Como sejam :
para
Lu-
pa ra na-
retratos.
Vendem-se sempre por pregos commodos; na
raa do Queiraado, loja d'aguia branca n. 8.
Bolas de borracha para brln-
qaedoa.
Vendem-se na roa do Queimado loja da agaia
branca n. 8.
Carretela de retroz
(Ulnas.
Vendem-se na ra do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Papel paquete.
Vende sa na raa do Queimado loja da aguia
ranea n. 8. ___________
GRANDE bazar
RA NOVA N. SO S 22
Riqusimos cortes de seda para vestido
a 500, 60,$ 700, 80& e 900.
Lindos corles de foulard de seda, pelos
baratissimos precos le 25^, 300 e 350.
Cortes de blood para noiva, trazendo cada
corte saias de setirn, capeHa e veo.
Ditos de dito com peqaeno toque a 400
e 500.
Moireantiqoe branco, azul e preto.
Seda braDca para vestidos de noivas.
Grosdenapoles de todas as cores.
Riquissiraas basquines de seda preta, bor-
dadas com gosto.
Lindos cortes de laa oom barra e de ulti-
ma moda teado cada corte o sen figurino.
Riquissimos cortes de vizita, la com lis-
tas de seda para vestido, esta fazenda re-
commenda-se muito. por ser inteiramente
novidade.
DiU da mesmaqualidadepormem pecas.
Reqoissimo transparent de seda para ves-
tido de senhorastambera novidade.
Riquissimas gravatinhas para isenhora.
Ditos cortes de barege e de 15a para ves-
tidos.
Lindas chapellioas de seda para senhoras.
Ditas ditas de dita para meninas.
Chapeos de palha para senhoras.
Riquissimos chapeos de sol parsitas.
Requssimos enfeites com coque e sacata-
inteiramente novidade.
Riquissimos leques de madreperola.
Ditos ditos de sndalo.
Lavas de Jouvin preta, branca e de cores.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Riquispimrs manteletes de cores, iteira-
mente novidade.
Riquissimos cintos para senhoras.
Riquissimas ivellas para cintos.
Riquissimas cobertas de ponto de crochet.
Meias d laias para padres.
Ditas de lia para padres.
Ditas de seda para senhoras.
Ditas de dita para cranlas.

Ditas de algodo de differentes qualida-
des e preco para bomem, senhora e crftncas.
Lavas de todas as qualidades.
KadapolSo francezo que a de melhor
no mercado.
Organdy branco com listas.
Dito de urna s cor e com listas da mes-
roa c6r.
Chapeos de seda para hornera.
Ditos de phantasia para horaem.
Casemira preta muito fina.
Ditas de cores inteiramente novidades.
Chapeos de sol com lindos cast5es.
Toalhas de labyrintho muito ricas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dito.
Rendas, bicos da trra e grades para lencos.
Urna requissiraa toalha toda aberta de la-
hynntho o quo ha de melhor neste genero.
Peitos de linho bordados para camisas de
oivos.
Collarinhos de linho inteiramente novi-
dade.
Punhos e goinhas para senhora.
Riquissimas saias bordadas.
Riquissimas camisinhas para senhora.
Cassas muito finas e inteiramente novida-
des.
Riquissimos veos e mantas de blond.
Ditos chales de toquim.
Fil de linho, liso e de lpicos.
Fil de seda, dito e de ditos.
Espartilhbs para senhora ioteirament 00-
widade.
Lindos baloei de lia para senhora,
Ditos de dila para meninas.
Ditos de musolina para senhora.
Riquissimas vestimentas para baptisados
contendo, chapeosinho, sapatinbo, meiasinba
e camisinha ricamente bordadas.
Ceeiros bordados muito fiaos.
Um rico lencol de labyritbo, proprio'para
casamento.
Chitas, cambraias, madapoles e muitos
outros objectos, que se deixa de mencionar.
apenas o descont.
Casimiras preta enfestadas a f 6ao.
onf L'a do Pa,io Tende-?e superior casemira
"restada Dret* P>r* ^'C paletos pelo barato
P"?o de 1^600 o covado on a S08OO cada c rte
"e calca, dita multo mais fina, covado a 20200
n o eorte a 30508, dlus muito finas sem serem
entestadas a J08O8; 0000 e 20500 cada covado :
51 o armarem do Pavo na ra da Imperatrix
d. 60 de Gama 4 Silva.
S6 na laja do Pavo.
Cbegou um grande sortimento destas novas saias
scuras proprias para tempo de invern por evita-
ren) que as saias brancas com que ama senhora
vae composta nao se aoje de lama ao mesmo tem-
po sao muito bonitas por terem lindas barras como
se usa ltimamente na Europa e vendem-se pelo
barato prego de 3200 cada na, na loja e armazem
ao Pavao, ra da Imperalrit, n. 60 de Gama & Sil-
Espartilhos.
Vendem-se magnficos espartilbos francezes e
Dglezes na loja e armazem do Pavao, na rna da
Imperatriz n. 60. de Gan.a & Silva.
PANNOS DE CHROCHE'.
Vende-se um grande sortimento do. mais boni
tos panos de ebroebs proprios para cadeiras, so-
pns, cadeeras de bataneo, para abofadas e para
cobnr presentes, e vendem-se por precos baratos
nt loja e armazn) do Pavo, ra da Imperatriz
n. 0, de Gama & Silva.
FAZENDAS PARA LUTO.
Loja do paYo.
Vende-se setim da China preto sendo nma fa-
zenda mnito leve e sem lustro com 6 palmos de
largura proprio para vestidos e ronpas para ho-
raem pelo barato prego de 20000 o eovado meri-
no preto enfestado muito bom a 14600, superiores
bombazinas pretas a 10600, 10800 e 20000 rs. o
covado, superior canto a 10200, lanzlnba preta
lisa a 410 eBOOrs. o covado, om grande sortl-
mewo de alpacas e princezas arelas qoe se ven-
dem mais barato qne em outra qnalqner parte, na
loja e armazem do Pavo, roa da Imperatriz, n
60,e d Gama & Silva.
Bramante de linho.
Vende-se superior bramante de linho com dez
palmos de largura pelos baratos precos de 20400
S06OO e208OO a vara, superior panno de linho
proprio para lences, toalhas e sereulas, pe-
lo barato prego de 640, 700 e 800 rs. a vara, pe-
gas1 de Hamburgo de llnbo moito snpenora 10
110 e 12, algodozinho infestado liso multo eu-
corpado proprio para leoges a vara a 10, dita en-
cangado muito superior fazenda com a raesma
largura a i200 a vara, assim como mais urna >n-
finidade de fazendas brancas que se vendem mais
baratas que em outra qualquer parte s com o fim
de apurar dinbeiro, na loja e armazem do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60 de Gama de Silva.
Lencos braocos
a 20ooQ,*208oe e 302oo.
Vende-se nm grande sortimentj de lencos de
cambraia branca pelos baratos precos de tjOOO e
20800 a dnzia, assim como ditos com lisia de co-
re fies em volta, tanto proprio para bomens co-
mo para meninos, qne se vendem pelo barato
preco de 3I00 a dnzia, ditos grandes de eassa li-
za que se vendem a 500 rs. cada um, na loja e
armazem do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Madapolo pecliincha a C#
Vendem-se pecas de madapolS sendo fa-
zenda muito superior com 24 jaldas cada
peca pelo barato preco de 60, dfco muito
mais superior a 60300 e 70, assim como
dito finissimo a 80, grande pechincha: na
loja e armazem do Pavo raa da Imperatriz
?. 60 de Gama & Silva.
as casas inglezas, ganhando-se
kPara
Ricos
camas de noivas.
Vende o Pavfo.
cortinados bordados a 80000,100,160,
*O0' e 250 o par assim como os mesmos tambem
r em. pzn ianelias 5 ditos adamascados a 100 e
*#; bonitas pegas de cassas adamascadas para o
mesmo effelto; bonitos damascos de laa de urna
e duas larguras, proprios para colchas, assim oo-
mo bonitas colchas de croch : la|u Isto se vende
mais barat do que em antra qualquer parte, na
loja do Pavio, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
01 silva.
GRANDE BAZAR
ma Nova n. 20 e 22
Machinas pa^a costura do autor Wheeler
A WUson, chegadas ltimamente da Ame-
rica; as qoaespode cozer-se com dons
pespontos, todae qualquer fazenda, emba:
Causas de cr a 24a rs. inm niSg-r> boor*dar e m"rcar r0DPa; tado
Vende-se nm bonito sorumeoto de eassas de "^,P ^ Cao; .,b3 simples, que com-
cores, pelos baraiissimos precos de 5U0, 280 e Prenende-se fcilmente a maneira do traba-
m ,rs' covado; a9SilD conDO nm b0Dit ** mo e a V^so tendo pratica de coser em m
ment de cassas f/ancezas com listas largas a 800 rhinas, pode fazer nnr da a Irvfl <
rs. a vara, finissimo organdys matisados a M Ba Piarn, n^,,,Lr0;IP 3 SflrV1?0 ^ue ta~
toja e armazem do Pavo, rna da Imperatriz d. CU?k eosta:re,ra8-
o, de Gama 4 silva. | Cbama-se este estabelecimenlo a atteo-
v- a er*",dy *8**0. | Co do publico, visto que elle se acha com-
Vendem-se bonitos cortes de organdy Patamente sortido de objectos de nato
sendo com hstras todas brancas oo com lis- mo bem leques de madreperol.n e de san-
tras de cores tendo oito varas cada corte, da,0> fivelas, fjtas para cinto, cokes ncrfii-
pelo barat? prefo de 40, pechincha: na ria e etc, l
i0,en ^l?!az?m TPav3 rua da Imperatria__Na ^ua nova n. 20 e 22. Carneiro Visn-
n. 60 de G.-ma e Siva.
Chales de renda a 4.
Vendem-se bonitos chales pretos de reod che-
gados ultlmaropnte rielo barato prego de 4 : na
taja-e armatem uo Pavij, ida da lujperairlz d. 004
de Gama & Silva._______
IVENDE-SE
Motores americanos para dous cavallos.
Dito dito para quatro cavallos.
iM5bS?9o8*rae8Mro5,r algC(150 de 14> 16-
i, zo. 30, 35 e 40 serras.
Prengas para enfardar algodio fazendo os sac-
?2nCom Pa,aios de coraprimento com o peso de
150 e 200 libras, viudas ltimamente da America
no armazem de Henry Forster & C, no caes Pe
dro II n. i junto ao Gabinete Portngaez.
Collares Koyer magnticos"
Jledalhas e polseiras magoeticas.
A Aguia Branca recebe!) nova remessa dos pro-
veltosos collares Royer magnticos, ja summamen-
te conhecldos para preservar as convulsoes e faci-
litar a dentlgao das criangas.
Com esses nteis collares elctricos magnticos
tambem nao pequeas qnantidades de medalhas
e pujseiras elctricas magnticas cuja utilidade
tem sido aproveitada por quem soflre do nervoso
bypocondico, tremores as mos etc.
Assim como os collares Royer esto geralmente
conhecidos e acreditados pelos efflcazes efteitos e
bons resultados qoe tem colbido as pessoas que
delles tem usado ; assim tambem chegaram a ga-
nbar to alta reputagao essas apreciaveis medalhas
e polseiras magnticas, urna vez que o uso dells
for se estendendo a todos que deltas necessilem. A
Aguia Branca contina a receoer por todos os va-
pores francezes nma determinada quntidade des-
ses sempre preciaos e estimados collares Royer
magnticos e por Isso fique na lembranga de todos
que os acbarlo constantemente em dita loja da
Aguia Branca, roa do Queimado n. 8.
na & C.
Uio fintee d forte
Vende-se ou pevnwta*se por urna 'a- -.a a
prppno4ada P? i-a-Meirim desia provmcia, conf grande nncona
tambera de ferru, alambique de cobre e ca^a de
SL hP6, R, Ceara Meirim P'P Para
plantagao de canoa tende mais de meia legua de
largura comprehendendo tambem a rico Tem
cerca de 900 psde larangeiras e limeiras grande
coqueiraleouirasarvoresde frocto. Esta excel-
ente propriedade vende-se por 7:0600 ou permu-
ta-s por urna barcaga que tenha igual Valor:
qoem pretender comprar on permot?r dirijvse na
cidadedo Natal ao Sr. Doxingos nwm- de
2iT' D *?' aosSrs- B*rroso Hoerio, na
Parabiba ao Sr. Francisco das Chagas Galvo, e
eoi PerntmbHco aos Srs. Tasso & Irmos.
H Vende-se um preto maneta, boa figura, bom
trabalnador e mnito forgoso, carrega qualquer peso
qoe for pcssivel, por prego de 3000 : a tratar na
roa da Cruz n. 55, 3* andar.
Vende se om deposito para agua, de pran-
chao de amarello, quasi novo e muito bem feito,
bomba de japy, canos de chumbo, etc. : a tratar
nesta typograpbia.
Vende-se um cavallo rugo, bom andador, por
prego esmmodo: a tratar na roa da Praia n. 53.
Escravos fgidos
XAROPE FERRUGINOSO
DE CASCAS DE LARANJAS E CASSIA AMABGA
Com iodoreto de ferro inalteravel
De J. P. Laroze, pharmaeeatieo
em Parla
E sob a forma liquida que mais fcilmente
se assemlha o ferro, e isto, sem produzir
ic nki'+nc k+ .perturbac3oalguma;n'esta forma, tambem,
AS CltaS DarataS I e prefenvel as pilulas e pastilhas em todos
Na loja (lo Pavao a 240, 280, 320 i" casos em que s5o proscriptos os ferrugi-
5gQ rg nosos. E o melhor auxiliar do oleo de fi-
gado de babalho, porque contem o xarope
de cascas de laranjas amargas, to geral-
I mente appreciado, para a cura das dores d
O dono deste importantissimo estabelecimento contina nos proposito de que-
rer vender muito e ganbar pouco, para o que sogeita-se a gaahar nicamente o descont.
GRANULOS ANTIMONIAES
Da Dftcteur P1PILL4IID
Nqt B*dk*ca< ptri enrifaS das molaitiu do concaS, da utami, do eiUrrho, da coqueluche,
df molestiti do coric,
do tiea, ote:
GRANULOS ANTIMONIO
: FERREOS
ehlorooii, do omoBorrhoo, doo aovnlgiaa, o
iMooao,ote.
no'iTiooo, do* molertiM
MNNMMa, ote.
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH t
Van a ovaeao das aolecUu, noiiuooo, dao vio* digoctivao, djpopotai, ote
TMAWfJJk i Pharaueia de E. MOUSNIER, i Sanjon (Ghareate-Inftrieure).
i Km Rio-de-Janeiro, FCLIX FARAUT, pharmacia, 77, rua Seto Setomfcro.
i < Km Pernambuco, P. MAURER et C*. pharmacia, roa Nova,
f Km Maceio. FALCO MAS, pharmacia imperial
Vendem-se urna grande porclo de chitas
fioissimas com pequeo toque de mofo, ten-
do raiudiDhas e gradas, que se vendem pelo I Z^lT^Z^^m !ra aaS a0.res ae
barato preco de 280 rs. o covado, sendo fa-1S08* d,gesl06S d,ffice,Sj IDaPP^ncia,
zenda que val muito mais diheiro, ditas lar-
gas e escuras sem defeito a 240 rs. o cova-
A t tenca
etc.
Deposito em todas ss pbaimacias e casas
i de drogaras no Brasil.
mlT SOSi f Zwhalegre? a 3 e Expedicoes, em casa de J. P. Laroze, ru
380 rs., tudo isto pechincha na loja e ar-' es Lions-St-Panl 2 Pars
mazem do Pav5o: rua da Imperatriz n. 60

"^KWnas para descarocar algodSo. do me-
ttior autor que tem apparecido na America.
E tal a execncSo do machinismo, que o al-
godio sane quasi tao perteitocomo o debu-
landeira. Recommeoda-se a attencao dos
Srs. agricultores, estas maehipw.
Vwdadeiros
Collares Royer
EFeetro Magoeticos Anadiaos
Ou Collares Anodinos, para facilitar a den-
ticSo da* enancas contra as convulsoes
das mesmas, a estes collares nos escolado
azer qualquer recommendacSo, visto a
grande utilidaae que tem produzido quefles
pa que os tem aplicado em taes circum-
stencias pois nos parece qtielilo havera um
so pai ou mJi que por este meio njo quei-
n pjr tamo a taes soffirimeatos de" seus
nmwmoa vttto aar um mal que tanto os
r ik ? P01* a ^^ colares acomoanha um
lometo que eosina como se deve appcar, e
STSSLT.^ o 6Uo Vigilauta, i rus
A' LOJA DE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO i L
lRua do Oaeimado11
Angosto Porto G. acabam de receber da Earopa saperlores cortes de
bailes e easaneotoe.
seda de cores para
Ricos cortes de blond cem manta e capella para noivas.
Cortinados bordados para camas de noivas e janeUas de 7# a 80# eada om. .
Colxas de seda e ontras de la e seda o qne ha de melbor para camas de noivas. -.'.
Toalhmbas de croch para eadeiras e sofaa, espartilbos a saltana para senhoras, camisinhas
com maotaitos bordados e liados enchovaes para baptisados, e baldes de mosselina e de reos cara
*nMaras e meniaas. K
Luvasde peUiea para bomem e senhoras esnperiores chapeos de sol de todas as qaalidades.
lipara vestido* baraiissima bonitos padroes o covado a 280. 4*uu8.
S^h,^!^*"* 80tt'dWos par" pUno dtaos para cama e pequeos para aortas e ianelias.
seda S^tJSSS>iU^tor "I* VM1"d0i de ""F ^"^Trosdeoaple de^todas as re*
bSoTSI"b braneas de maltas qaalidades, ditas de cores e lindas percales. "
GamTMroEi?^ alUin* '^'k^ cUla3 e d ealpare, vende-se barato.
parlortaT ^^ raneetas e inglezas de Itabo e de algodo anas eronlas de llnbo sn-
& SXS 'SSSV ^MirM me,hores e m"8 e,eMte8-
ewe tn^^e *2rato!"* 44Minr ***?", paaeo pretas e ame, casemira pretas e de
Neste estabelecimento ha sempre nm completo sortimento de boas (aseadas lano aara a nraca
tambem as melbores
Esteirro e alcatifas para forrar salas.
11-Raa do Qaelmado-H
de Gama & Silva.
Atoalhado.
Vende-se superior atoalhado de algodio ada-
mascado com cito palmos de largara, vara a 2,
dito trancado sam er adamascado vara a i$800,
dito superior de linho adamascado vara 2800 e
3$, guardanios de linho cr qae sSo os mais
econmicos a 3$ a dazia, na loja e armazem do
Pavo, raa da Imperatriz n. 00, de Gama & Silva.
Chitas con mofo a 280 rs., na loja do
Pavo
Vende-se urna grande porcao de chitas
francezas com muitos bonitos desechos, pelo
barato preco de 280 rs. o covado, por ter
um pequeo toque de mofo, 6endo de cores
seguras e garantindo-se que sollam o mofo
logo que se lavem e a nao terem este pequeo
defeito seriam para 400 rs. o covado, esta
pechincha acha-se nicamente na loja e ar-
mazem do Pav3o : rua da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
As 40 mil Taras de eambraias
Covado 300 rs. vara 800 rs.
S o pari
Vendem-se finissim cambraias france-
zas com listras miudar e graudas e com
lindos desenhos de o es e palmas, sendo
todas com as cores mais modernas e mais
lindas que temvindo ao mercado, pelo ba-
rato preco de 300 rs. o covado ou a 500 a
vara, grande pechincha attendendo a
grande porcao que tem, senJo seria para
muito mais dinbeiro : isto na loja e armazem
do Pavao, rua da imperatriz n. 60 de Gama
Silva.
Chales baratos
2, 3,5500, 6A 7)9000.
Vendem-se chales de merino estampados
a 2)J, ditos lisos a 34500, ditos estampados
finos a 51800, 6& 60500, ditos crepon
com listras de seda a 70500 e 85000,
pechincha : na loja e armazem do Pavo
ruu da Imperatriz n. 60 d Gama e Silva.
!*>? TMtidot a 6*000.
Na loja do Pavao.
Chegaram os mais modernos e bonitos cortes
de organdys para vestidos, tendo 10 varas oda
eorte, seado 7 varas (tetadas oara salas e 3 varas
sem Ustas, utas eos enleile para o corpo (oa ca-
saqainho) gnate se este genero ser o mais mo-
derno qoe tem viado a mercado, tendo entre el-
los rooMos braneo* com listas e eafeUes relos, e
vendem-se pelo barato preao de 6& nicamente
no armazem do Pavao raa da Imperatrix o: 00, de
Gama & Silva.
Deposito em Peruarabuco, pharmacia de
P. Maorer 4 C. rua jjova n. 29.
O oleo de figado de bacalho desinfectado
de Chevrier, conserva as qualidades e pro-
priedades reconhecidas ao oleo de figado de
bacalho ordinario; o seu cheiro gosto
sao muito agradaveis, e a digestao faz-se f-
cilmente.
Deposito em Pernambuco, casa de P. Mao-
rer A C, rua Nova n. 18. .
Ate rua <).o Trapich n. 16.
acharase os seauintes depsitos
Se R. Brani ughas em Naits.
Boargogne.
Vinho Pommard tinto.
> Cortn tinto.
Santo Georges tinto.
Cbambertin tinto.
> Riebeboarg tinto.
i Clos de Yoageot tin o*
i Chablis branco. .
De I. A. Woef em Francfort:
Bheno.
Geisenheimer.
Liebfraumilcb.
Marcobronner. ft.
Em casa de Theod Christiaaeen, roa do Trta
piche-novo n. 16, naico agente no norte do Brasil
de Brandenbargfreres, Bordeanx, encontra-se ea
(ctivamente deposito dos artigos segaiates:
St.Jalien.
StPferre.
Larose.
Chatean Loville.
Chatean Marganx.
Grand vin Chatean Lafitte t868.
Chatean Lafitte.
Hant Saaternes.
Chatean Saaternes.
Chatean Launr Blaaene.
Chatean Tqnem.
Cognac em tres qaalidades.
Aserto doce. Precos de Bordeaax.
Vapores.
Vende-se em casa de Sannders Brothers & C,
o largo do Corpo Santn. 11, vapores patentes
om todos os perteaces proprios para axer mover
ras on qnatro machinas para descarocar alftidio
- Farinha de mandioca a 3*800 o saceo : no
afmazem de Candido Alberto Sodr da Malta ai
travessa da Madre de Dos n. 14.______
l
6
Contina andar fogido do poder do abaixo as-
slgnado, desde o dia 12 de marco do correte anno
o sea escravo pardo claro, de nome Cyriaco, com
os slgnaes seguiotes : representa ter de idade 40
annos, rosto rodonde, e um tanto envergado, olho
empapujados e fondos, bocea grande, beicos gros-
sos, barba fechada e rniva, ps e mos grossos e
carnudos, peitos vermelbos e cabellado?, cabellos
crespos e avermelbados, cosluma andar armado de
faco e ama bayoneta n'um pao, gosta de lomar
cachaca, e qaaodo fica bebado da' para poeta, e
regris a : roga-se, portante, as autoridades poli-
ciaes e capites de campo a apprebensao do mes-
mo, e leva-!o a seu senhor, o abaixo assignado, no
engenbo Pedregulho, em Nazretb, qne sera' bem
recompensado.
______________Jos Ignacio Pereira Torres.
Escravo fgido,
Fagio no dia O de jalbo do correle aono o es-
cravo Vicente, najao Angola, idade 40 annos, pon-
to mais on menos, altura regalar, secco do corpo,
pernas arqueadas, sendo ama mais do qae outra,
bastante ladino, roslo comprido, pouca barba, tras
cabello am pouco rente, nsa camisola de algodo-
zinho por cima da calca, ebapo de feltro pardo,
guarda sol de seda ja' velho, tendr no caslo ama
emenda de flandres; suppo-se qoe este escravo
trabalha de dia em algara sitio nos arrabaldes
dosta cidade, e que de noite se occolta em aigoma
casa. Protesta-se, pois, contra qoem tiver aconta
do dito escravo, eoja apprebensao se pede s au-
toridades pollciaes, graliQcaodo-se conveniente-
mente na roa da Cadela do Recite n. 27, segando
andar.
50$ de gratifica$o
Fagio o escravo Simio, de nacao Mocambiqae,
idade 40 anbos, tem os seguiotes signaes : sem
barba, com talbos em circulo redondo ao pe das
orelhas, alto, falta de dontes na frente, semblante
crregado, levoo caiga de casemira de cor em bom
estado, chapeo de massa novo, camisa de algodo
branco: este escravo fot comprado em abril de
1864 ao Sr. Jos Vicente Lindooso, morador na
provincia das Alagoas, por sen procarador o Sr.
Joaquim Cavalcanti de Alboqoerqae Mello, mora-
dor no termo de Barreiros, por isso talvez qae
dito escravo tenba seguido algons daquelles luga-
res ; roga-se as autoridades polieiaes a saa ap-
prrbenso, assim como aos capites de campo, le-
va-lo a sen seobor Bernardino Antonio Pereira
Bastos, na roa Direiu n. 30, no Reclfe, que dar'
a gralifleago cima.
Faniha de maidioea saperior:
A tratar com Tasso Irmaos, on no trapiche Ba-
rio de LlvrataoMo no Poru.da MatMe.________
- VidMe nm sido ^"^-rSS!!
casas na Boavtagem : a fallar na m aa aaore
de Dos a. 14. >
100^ de gratificarlo
Fugiram no dia 5 de agosto deste correte anno
de 1867, do engenbo Sette Bancbos freguezla da
Escada, pertencentes a Bernardino Barbosa da Sil-
va, dous escravos a saber : Francisco, crioolo, ida-
de 32 annos ponco mais on menos, alto, bom cor-
po, cor bem preta, sem barba, ps grandes, tem o
dedo encostado ao miolmo do om dos ps aleijado
de ama ferida qne te ve, qoe s ficou nm botabzi-
nbo, tem o andar emborcado e denles alimados;
Tbomaz, crioolo, de idade 38 a 40 annos, altara
regalar, bem cheio do cerpo, espadando, cor bem
fnla, barbado, testa grande e cantada, tem una
croa na cabeca qne parece calvo, peitos cabella-
dos, ps largos e dedos curtos, ja piola pouco na
barba, falla descancada e mnito cantador, o pri-
meiro fol veodido pelo Sr. Joo Hypoliie mo/ader
na villa do Bolqne, no Beoife ao coronel Goaveia,
oa procora o Boiqae oa PaneaM d'onde naioral,
o segando de Lage de Caaboio oo Canbeliabo,
comprado no Becffe ao Sr. ABtooio Jos Vieiri.da
Soma : roga-se as aotondadea pollciaes e capites
de campo a apprebeosae de ditos escravos e pro-
testa-se contra qoalqoer pessea que os oeanilar
Sira dlsfrncur seus serviees, ^aea P<
ratos ao dito eogoobo ^aaer a graUBoaala
delOOf.
desde o ola ia de agosto a eserava crioala de nr
me Floreacta, de idade do 45 sanas, poaoo auto
oa meaos, aada irregoiarmente m onseqaencia
de nm p akijado, talla aoo, e iatuaia-se de for-
ra : qaam a pegir leve ao abaixo assignado m
sea sMto, as Torre, qoe sera' gratificado.
Joaqaim Francisco Fraaco.


"
w
w
Diarle
_________

ASSEBH GEiUL
CAHARV'DOSSIMORES DEPUTADOS-

It-r yif (*'* VMMwf^w
jur
SESSO EM J6DEJLHO.
PRESIDENCIA DO SR. SILVBIRA. LOBO,
(Cooimuigo.)
Mas qaal foi a Solueao ? (fue dirTkilmeole fe po-
derla levantar um empresiiino, taivez cooo con-
digSes mais onerosas do que o do 1865, e assim
niesmo para obter qaaniia iasufflclenle de........
12000:000$.
*0 Sr. Viriato de Medeiros:Gragas a quem.
bem a Austria langoa mi na lora extrema', fa- receben, porque os 45'mil cortos Irtrodaudos boje
tendo circular os sellos usados para as letras de' aa circulado ne valero mais de 35 mil cantos.
cambio {marche di bollo.) JE'urna negociago rulaosa: deremos, pois, ev|.
O agio do ouro nos Estados-Unidos chegou r tal-a.
mais de 30 >/ Na0 dirmalo, astea convenbo com o nobre
Consumdo-se e National-Almanak de 1864, en- deputado, qae asomma de papel-moeda emittldo
contra se o balanco da divida dos Estados-unidos na circulagao exageradamente e de modo supera-
! em 30 de detembro de 1863 e qne ebi>goo a 1,200 boodaote h de fazer forgosa menta ama deprecia
mllhdes d-i dollars. Nestes 1,200 milhSe (note es
ta circamstancia o nobre depntado pelo Rio de Ja-
neiro quo enceton o debate) na todos os seeros
de dividas, menos o emprestimo forgado.
O qne era, pois, esse papel de qne os Estados-
Uaidos langaram mao T Nao ara verdadeiro papel-
moeda T Mas parece-me ouvir j a objeccao com
O Sr. Baptista Pcbiib :-ejam quaes forera n '< ^ desigoaldade de condlc5es dos dous
p mes. Sem duvida qne asslra A comparacao
nao pode ser exacta, e para nao considerar a
qaesto sob o aspecto da riqueza e da popnlaco,
basta dizer-sa que dos somos orna naci eminen-
temente agrcola, um paiz muito novo anda, ao
alero de agricola
as causa*, eu nao qs ana: y so agora; digo ornete
que em preseuca dos fados nao nos licito esperar
contrahir desde ja' u a emprestimo. Mas volidos
os imposto?, equilibrado o nosso orcamento, extin-
to o dficit que tem cresejdo nestes ltimos anqps,
ntd sera' fcil ao paiz obter nos mercados estraU-, P Estados-Unidos
geiros emprestimo em condigdes vantajosas. Em- ura~f *f "Biactureir, ,
quanto.porm, perdurar o actual estado de cousas, i *"' $"m6 **> 8""dada certa pro-
mqnanio as causas que perturbaran) as nossas fi- PrcJo, n aio lomos motivos para nos desalen-
nangas nao desapparecerem, nao coofio no meio '"ffl?V. H.* D0;' 51tuaao Aoanceira em reia-
qiw o nobre epatado indica. Cf afLfb,*d",-"n,2? "0 peior' por1ae> S6
O emprestimo, pois, nao se pode eflectnar em- J9100* urna renda de 60 mil contos, aqoi compre-
quanto se nao modificar esta situaco que to Den. _03. dePs''<. ? os actoaes encargos do the-
cntica ; e as circunstancias nao melhoraro jera-
.minio nio equilibrarnos o nosso orcamento. Para
isso cumpre extinguir o deficU.
Oevemos attender anda que, se cortrahirmos o
emprestimo, a nossa renda.c rasnfflcienta para acu-
dir as indcclloaveis despejas que trara'. Onde
.'.ctiar dinbeiro para pagaros juros? E se nao ta-
mos anda, se cumpre preparar os meios que o fa-
ciliten), eomo tenta-lo tao imprudentemente?
Vou agora, Sr. presidente, considerar o ponto
mais delicado da questo ; vou fallar da emissao
de papel moeda. Nao se persuadam, porm, os no-
bres depatados da opposieo, que me vou mostrar
paoegyrista do papel-moeda. Nao acredito que no
paiz baja quem entde bymnos ao paqel moeda, nem
sappooha que para os governos urna mina de
Golconda de que se pJe extrahir ouro de fino qui-
late para acudir s oecessidades do estado.
Sorprendeu-me, Sr. presidente, que o meu Ilus-
tro amigo, o nobre depntado pela provincia do rtio
do Janeiro que eocetou este debate, ao passo que
se declarava contra o papel moeda, de que com
tanta razo se moslri ru.'e detractor, e o coodem-
uava como meio de que sOem usar os governos
traeos esem prestigio, viesseproper a' cmara um
expediente que tem as vantagens chimeneas de
papel-moeda, e ao mesmo tempo as suas seducedas
perigosas ; viesse propor a' cmara orna com-
b.naco que, sob urna forma disarcada papel-
moeda.
Mas, Sr. presidente, eu nao ousaria em assumpto
to grave e melindroso como este, eppor a minba
palavra a' autoridade do nobre depntado pelo ter-
:eiro districto da provincia do Rio de Janeiro ; nao ousaria aceitar o combate snico me losse f-
cil aggredi-lo cota as armas de que se-servio.
Quando assim se proouociava o nobre deputado,
esqueceu se dos exemplos que tecm sido lembra-
dos tantas vezes. E>quecauso de qua foi com pa-
pel-moeda que os Estados-Uuidos (izeram a sua in-
dependencia, que Pili, o primeiro ministro da In-
glaterra, fez a guerra a' Franca, e que os mesmos
Estados-Uoidos cooseguram ltimamente con-
jurar a rebellio que auieacou quebrar os lagos da
fJaiao.
0 Sr. Paulino de Socza :Contesto Indo isto.
O Sr. Baptista Pereira :Do papel-moeda se
tom servido lodos qi Estados da Europa, amigos e
mojemos; do papel moeda nos temos servido
r;sde muito tempo que figura elle como exclusivo
asente da nossa circulaco monetaria.
Mas, Sr. presidente, qaal fot a eomninacao finan-
ceira qoe oecorreo ao espirito do nobre deputado e
para a qaal pedio preferencia sobre a medida In-
dicada na proposta ?
Repilo, em materia tao grave e melindrosa eu
nao ousaria oppor a tmnha palavra a autoridade
do nobre deputado. Mas o que uos propde 1 Qual a
combinacao nanceira qoe nos inculca e que seja
digna dos goveruos tortas e conceptuados 1 O em-
prestimo forcado I
Mas o qua o emprestimo forjado ? Oaca a c-
mara o que sobre 9 assumpto diz um economista
notavel, G. de Puyoode :
Verdaderamente fallando o emprestimo torea-
do antes um imposto do rue um emprestimo,
pois que nao restltue jamis aqoettn sobre qaem
pasa o equivaleuie de mus sacnlioios ; elle oo
ljalo urna expoacao repartida pelo arbitrio, um
confisco sob a capa da mentira. Assim nioguem o
v praticado senSo no seio dos Estados que nao
tara crdito nem flaancas.
O Sr. Baptista Pereira iBem sei que o nobre
deputado nos pode recordar que em 18i8, quando
a Prussia quiz obter 15,000,000 de tbalers, usoa do
mprestimo forgado : qne a Blgica o enoprefrou
tambera para procurar 31,500,000 francos. Mas
por esse mesmo tempo, quando a idea de um em-
prestimo forgado suseitou se em Franga, na ultima
assambla constituirte foi ella poderosamente cora-
halida por um dos mais famosos ecooomislas da-
qaelle lempo, caja morte premalara fol am luto
para a sciencia : (alio de Len Faacher, que o ata-
coa nos seguidles termos :
t Um emprestimo forgado estancara a forte
dos emprestimo? voluntarios: os capitaes emigra-
ran vendo que se lhes quer fazer violencia ; to-
dos os valores commerciaes e industriaos ficariam
depreciados; destruindo-se o crdito do estado, se
utertaria contra o credil) prvalo. O emprestimo
forgado um conlrasenso, urna negago fanesta.
Mas, Sr. presidente, taono de considerar duas
objecgSes capaes oflerecidas pelos honrados mem
uros da epposigSc
Em primeiro lugar os nobres deputados dlzem
que nao foi com papel-moeda que Pitt fez a guer-
ra a Franga, qne nao foi com o papel-moeda que
os Estados-Uodos conseguirn) a sua independen-
cia e poderao snocar a rebellio.
Eu hesitara em combatir a oplniao dos nobres
deputados, se nao a visse ja' combatida pelos tac-
tos. Parece-me que esta tbese nao sofTre ja' cortes-
tago posslvel.
O Sr. Paulino de Souza :Em tempo hal de
rasponder a' V. Exc.
O Sa. Bapaista Pereira :De que mel langa-
no mao esses estados poderosos da America e da
Earopa afim de combaterem os seus inimigos in-
tamos e externos ?
O Sr. Paulino de Souza :Apresertarei os on-
tros recursos de que langaram mao.
O Sr. Baptisia Pereira :Para dar ademonra-
vlo assentarei ama deoicao. Diz-se papel moeda
a promessa ou titulo a que um acto do governo
confere a qualidade de mceda : esse titulo fiducia-
rio entra na circulaco e ahi vem representar de
instrnmento de troca.
Os governos ou emitiera esses tiiulos por sna
corta, cu permitiera que os ttulos qua os bancos
mittem deixem de ser trocados por especies, dan-
do Ibes curso forgado, e ponanto faiendo d elles
moeda de pasamento. Ora, foi isto o que se fez na
Inglaterra em 1797. O governo nao s emiltio titu-
las como anticipadlo de receita, e que deixou de
resgatar, convertendo-os depois em papel de crdi-
to com jaros mais ou menos mdicos e prazos mais
ou menos curtos, como tambera concedeu ao banco
o favor da suspeasSo do pagamento de seus bilhe-
tes em owo, o qaa os toruou inconversivels, e para
qne esses i'uulos nao polessem ser recasados dea-
ibes curso forgado.
Em troca oestes favores, o governo inglez fex
do banco a sua saccorsal; todo quanto dlnheiro
)he foi preciso; fornecen Ib'o o banco em papel.
A superabundancia do papel foi tal que as no'.as,
nae comegaram a depreciar-se na razio de 2 e 8
odriam em 1814 o descont de 25 /, deven-
uo-se notar que nao foi este o nico desastre finan-
celro do governo inglez.
O resaltado das medidas iniciadas pelo sea pri-
meiro ministro fol suspenderem os pagamentos
cerca de 2tf0 bancos e fallirem mais de 70. A li-
bra esterlina, que valia 4 dollars e 50 cntimos,
deseen ao valor de 3 dollars e 33 cntimos, e
1*000 da nossa moeda em ouro, cojo valor era de
67 1/2 penoy?, valia em Ioglaterra 92 1/2. O mal
esieve, pois, no aboso ; no excesso da emissao.
Qae foi o papel-moeda o recurso de qae se va-
len o governo dos Eslados-Uaidos para conjurar ?
rebellio nao licito descoobec-lo. Lora effeito
nao bonve anda paiz algum do mundo onde com
successo se abusasse tarto do papel-moeda. All,
mais do qae na Austria, qae esgotou todas as va-
riag5es do papel-moda, se empregaram constan-
temente todas as combinag5es conhecldas. os s-
tados-Unido, oomo observa am dislinete econo-
mista, salvou-se pela regular irregularida.de com
qae emfregou o credllo, tersistindo era reembol-
sar, com a mao qaerda $ qoe pedia com a mao
dtreita.
Entrou na crcuUcSo toda a sorte de papel: pa-
ra resgaur o emprestimo eoniranido a praso cor-
to,' langava-se na circulag'ao urna nova emissao de
obhgacSes e vales a vista : om 41a pedia-se por
souro podem ser satisfeitos com algum sacrificio e
em pouco tempo, elles lera orna divida considera-
vel, devendo-se notar qoe j em 1862 montava a
529,692,460 dollars, quando a sna recelta nao ia
alera de 53 milbdes.
Guardada?, portante, as proporg5es precisas, pa-
rece me qae nio peior a nossa sltuago.
(Bi algans apartes.)
Eu disse j que nao se poda fazer comparacao
exacta desde que falta um dos dados. Os Estados-
Unidos sJo nagao agricultura e manaactureira, e
nos somos smen'e nago agrcola, e emais en ja
attendi esignaldade da popalago e riqueza ; e
se ajuntarraos a isso o espantoso dejenvelvimento
da sua industria, a differeoga mals'notavel ser.
Um Sr. Deputado :O papel moeda l nao tem
os perigos que tem aqni.
O Sr. Baptista Pereira :Agora resta somonte
notar que nos Estados-Unidos na poca da sna in-
dependencia acontecen com a emissao do papel-
moeda o mesmo que acontecen Russia : depre-
cion-se mais do qne se trabara depreciado os as-
signados, ebegou mesmo a desmonelisago : en-
tretanto que agora a emissao do papel-moeda sot-
freu apeuas urna descida de 30 por cento.
(Ha um aparte.)
Estes dados qae npreserto cmara sao fiel-
mente extrahidos de um Doletim publicado no
Jornal dos Economistas de margo do correrte an-
co eque foi transcripto fielmente no Diario OjJS-
cial, pois ea consultel o original.
OSr. Martinho Campos :-Cojos algarismos nao
me parecem exactos.
Um Sr. Deputado : Algans nao esto de ac-
cordo cora o relatono do ministro.
O Sn. Baptista Pereira :Na Italia, em cir-
cunstancias aparadas como as norsas, o governo
vio-se obrigado a langar mao do papel moeda, e
aqu vera a proposito dizer qae o papel-moeda,
que o nobre depntado, repetindo Thlers, cbamon
um roabo, tem taes indisposIgSes que honve. re-
centrseme quem qalzesse explicar a derrota da
esqaadra italiaaa as aguas de Lissa pela influen-
cia do papel-moeda.
Para sustentar a guerra contra a Austria a Ita-
lia achou ama forte abundante de recursos no pa-
pel-moeda. Ao principio o governo besilou em
emittir papel seu, operago alias aconselbada pelo
estadista que est boje testa das Imancas da
Italia, o sr. Ferrara ; nouve recelo de langar mao
deste recurso, que pelo meo \i allivlaria o erarlo
italiano do onus dos jaros que pagou ao banco na-
cional.
Eotao negocioa o governe com o banco dar
corso forgado s suas notas, e suspender o pa-
gamento era onro emittindo o banco quanto pa-
pel osse necessarlo para fazer as despezas da
guerra.
O banco nacional e ontras institoig5es de crdi-
to tinba entao na circalagao anusomma de bllhe-
les no valor de 210 milbSes, ao pa-so que s ti-
aham em calxa a sorama de 40 mllhoes para fa-
zer face ao troco, e as carteiras estavam na m s-
mas circumstancias era qae se achou a do banco
do Brasil nesse mesmo anno.
E' nestas circunstancias que o governo obtem
das c.-.mnras a dictadura em materia de finangas,
d curso forgado s notas do banco e contrare com
elle um emprestimo de 250 milhoes I Qaal foi a
consequencia de tanta superabundancia de papel T
Tnnta das depois do decreto de 1 de maio o pa-
pel perdeu 20 por cento, e Sclaloja vio-se obrigado
a converter em bilhetes de 5 francos urna grande
quantidade de sellos.
Um Sr. Deputado :Por falta de xioeda miada.
O Sr. Baptista Pereira :Este tacto velo sem
duvida oggravar a crise ; mas nao foi a falta da
pequea moeda qne produzlo a depreciago do pa-
pel. E til recordar o parelielismo da situagao do
paiz comparada cora a da Italia ; os pbenomenos
de la' se repetirn) c e produztram ofleilos iguaes
aos da crise qae teve a solugo mais sensata cora
a lei de 12 de setembro.
A crise dos trocos miudos na Italia veio muito
posteriormente ; ja entao a guerra eslava prxima
do seu final desenlace, e foi nessa occasiSo qoe os
bancos das provincias fizeram emissao de bilhetes
de muito pequeo valor, qae foram introducidos na
circulaco em concurrencia com os sellos emittidos
pelo governo.
Esla a historia .do papel-moeda, quer seja
emittldo pelo governo, quer peles bneos, quando o
governo, por acto sen, os liberta da obrlgago de
trocar em ouro as suas notas. E se essa historia
nos corta muitos desastres e acensa a imprudencia
dos governos que mal empregaram esse recurso,
della se tirara uteis exemplos que um governo
acautelado deve aproveitar-
Os fados recentes provam que o papel-moeda
oij como se nos asseverou, o recurso impoten-
te de qoe langaram mao os governos desprestigia-
dos e traeos. A questao a ventilar era a seguirte :
o papel do governo e o do banco cora corso torga-
do e inconversivel sao nma e a mesmacouaa 1
O Sr. Paulino de Souza :Sem duvida que .
O Sr. Baptista Pereira :Parecen me ouvir o
contrario ; mas se neste ponto capital estamos de
acoordo, nao ha motivo mais para qnestionar, e
posso ja apreeiar a combinacao flnaneelra inculca-
da pelo nobre deputado que encetou o debate.
Eu estranho, Sr. presidente, que os nobres de-
patados que se pronunciaram contra a proposta, e
combatem o papel-moeda como pernicioso e fatal,
apresertassera urna medida que nao em sua subs-
tancia seno papelmceda, porque a differenga,
consistente em vencer juro e ser resgatado dentro
de eerto prazo, nao tira ao aovo papel o caraeter
de agente da circulagao.
UmSr. Drputado :E o pagamento em tempo j
determinado na razo do padrao monetario 7
O Sr. Baptista Pereira : -Esta qaalidade, an-
da qoe collocasse o novo instrumento de permuta
em nma posigio de snperieridade, o qne contesto,
nem assim deixaria de pertorbar o meio circulan-
te actual.
Um Sr. Diputado :Aqnelle papel am ver-
dadeiro emprestimo.
O Sr. Baptista Pereira.:-0 papel-moeda qoe
existe hoje na circalagao nao significa tambera um
emprestimo 7 O papel-moeda actual nao temjpra-
zo ceno de resgate, e nao ganba juro. Eis a dine-
renga ; mas porveotura ambos sao ou nao- mstru-
merto3 de troca ? Ambos serao recebide* as es-
tagoes pablicas e as iransacgSes parltoatares co-
mo moeda de pagamento f
gao: a sorte commum das emiss5es que vo
alem das necessidades do commercio; mas sera'
o uoico prejuizo qae.o toesouro carregara' e qae
sera' partHiado pelos seos credores f rio entretan-
to que pela combinfeo inculcada alem deste
desastre accuraula-se ootro,
sobre olbesuro.
A llmltagao do prazo qu o Ilustre depntado do
3 districto, a qaem respoado, quer dar a este pa-
pel qae interinamente se val por em circalagao,
nao atlenua os mos effeitts qae prodazlra' e se
prova em favor do papel qae se propde substituir
as notas do tbesoorc, prova Igualmente em favor
destai, porque na proposta do poder executivo ba
nm artigo qoe providencia sobre o resgate
dual.
A differenga real esta' nisto, qae em am caso o
tbesoaro soffre como lodos os particulares e no oo-
tro caso tem de soffrer s.
'O Ilustre deputado estranhoa aioda que o go-
verno nao eraltiisse apolices a 80 ou a 70 e a mais
anda, que o goverao nao faeilitasse a venda das
mesraas as provincias.
O Sr. Pereira da Slvai-^Eu disse qae isto era
mais conveniente do que emittir papel-moeda.
O Ss. Baptista Pereira:O Ilustre deputado
enganon-se na apreciago qoe (ez a respeito da
(acto. O governo tem laucado mao de todos os
melos para facilitar a venda de apolices as pro-
vincias ; mas este expediente, como a experiencia
mostra, nao tem produzido auxilio efficaz, nao
tem dado resultado vaotajoso nSo obstante a pro-
videncia tomada de mandar pagar os juros as
provincias onde torera vendidas, o qae amigamen-
te s tinba lugar na Baha, Pernambuco e Ma-
ranbio.
Sera' mais conveniente emittir estas apolices a
80 7 Se se baixasse a cotagio, isto se fo;?em
vendidas por menos de 90, poderla acontecer, ad-
mitamos a bypothese, qae se apreseotassem a to-
ma-las os possaidores dos bilhetes do tbesoaro;
mas nao se depreciaran) as que ja' existen) no
marcado? Nao se qoeixarlam, com razio os actoaes
possaidores do acto do governo 7
Todas as vezes que o governo taxar estas apoli-
ces em menos daqulllo que valem no mercado, o
resultado seTa' carregar o thesonro com o onus
de avallados jaros, sem a possibilidade de reuoir
os cabedaes de qae carece.
Occorre-me anda ama ootra coosiderago. O il-
lustre deputado, para combater a emissao de pa-
pel-moeda, suppoe o governo livre da pressio em
qne esta' de pagar a divida fluetnante represeata-
da pelos 45.000:0000 de bilhetes; e tanto (e a
nobre opposigo neste ponto se acha concorde) que
emende qae urna emissao de papel-moeda pode
ser necessaria, mas qae por emqaanto nao op-
portuna.
Os Ilustres deputados que pensam assim collo-
cam-se em um ponto de vista falso: nao podem
nem devem cortar com a permanencia dos dep-
sitos ao thesonro; esses depsitos represen um o
capital Nuctuante qae existia no paiz e era erapre-
gado na industria, e qae fol forgado a procurar no
thesouro ara abrigo seguro e urna mdica retribu-
gao depois da catastropbe bancaria de 1864.
O governo tem, pois, serlos e fondados recelos
de qae de nm momento para outro se apresentem
os possaidores desses titalos no tbesoaro para re-
ceberem os respectivos deposaos, logo qae possam
ser empregados mais vantajosamente as applica-
g5es varias de que o pnico os distrahio.
E com efTdiio, como pode o Ilustre deputado ga
rantir a permanencia destes depsitos no tbesaaro?
Se elles representassem nicamente, como disse o
illusire deputado, o fructo das ecooomias privadas,
nao era de ceno este o emprego que ns seus do-
nos teriam procurado, e sim o das apolices, por-
que compra-las-biam multo mais barato, e frui-
ran) o jaro ora relago ao sea valor nominal.
Porque que as apolices nao lm sido mais pro-
coradas oa oo t sido aellas empregados estes
45.000:0000000?
E' justamente porque estes 45,000.0000 nio re-
presentara seno o capital flucluante do paiz.
O Sr. Pereira da Silva:Estavam depositados
nos banqueiros e nos bancos.
O Sr. Baptista Pereira:Estavara depositados
abi por urna razo simples : porque para as fami-
lias pobres 1 % mais de lucro de suas economas
um recurso precioso que nao se deve desperdigar.
E' certo qne os baoqupiros ab-orveram todos os
capitaes e todas as rendas do paiz, as grandes for-
tunas tanto como o fructo das economas da fami-
lias pobres; mas porque? Porque todos visava o
esse lucro, que os allrabio para o abysmo. Al en-
tao as casas bancanas recebiam o capital a 7 %
ao aono e as apolices rendiaio 6.
H je nao ba mais casas bancarias; o governo
precisa de dmheiros, vio deposita-lo no thesonro
os donos dos capitaes que nao lera emprego actual:
as economas privadas procurara immobtsar-se e
as apolices encoolram mais segaras garantas.
A experiencia abri os olbos dos possuidores
dessas ecooomias.
Fallou nos anda, Sr. presidente, o Ilustre depn-
tado, de um recurso Qoanceiro qae se devia adop-
tar, mas que nao aconselhado para circamstao
cas urgentes, e ero adeqnadoa's aecessidades do
momento, que vera a sero pagamento, de impos-
tes aifandegaes em euro.
ttsta medida lembra-da pelo illostre deputado
combate-se fcilmente com muilos argumentos: en
me servirei apenas de uuatro, e esses bastaro ;
Ia, seria a declaragao ofcial feita pelo governo da
depreciago da sna moeda; 2>, seria- nm acto de
irritante desigualdad;.nao se atteaderiaa' primei-
ra lei sobre qae asseota ora systema- regalar de
cootribolg5e?.
E com qae direito poderia o governo exigir dos
importadores que pagassem os Impostos altando-
gaes em oaro, quando o governo sao paga em ou-
ro a neobum dos seas credores, quando nao retri-
bue Denhom servigo nessa moeda?
O Sr. Pereira da Silva.:Nao digo em onro
propriamente, ma,s pelo padrao monetario.
O Sr. Baptkta Pereiiu :Nao fago questo de
palavras ; tanto faz dizer qae elles paguera em on-
ro, como em papel pelo cambio ao par, oa segan-
do o padrao da lei de 1846.
O Sr. Presidente do Coikelho :Note que-a.
companhla do gaz nao recebe oaro em pagamerto
do gaz consumido, mas papel pelo modo por jue
V. Exc. acaba "Be explicar, Isto segundo o paaro
monetario.
O Sr. Baptists Perbua i Lembra muitbem
o nobre Sr. presdeme do conseibo ; trisants o
exemplo da corapanbia de gaz.
Porlanto, o qoe sigoiea a idea saggerida pelo
Ilustre deputado ?
O Sa. Pereira./ ok Silva :-Quer dlw :. ang-
mento de impostos de importagao, nao sa pdenlo
desde ja reformar as tarifas.
OSr. Baptista Pereira :Qaando considerar o
ultimo argumento; ea espero convencer a V. Exc.
qoe a medida' Hloeoria. O terceiro argumento
porque condemao-a medida lembratl pelo Ilustre
depntado que o-acto pode influir muilo directa-
mente sobre o eoasumo ; o Ilustre deputado nao
attendeu. a que no caso em que o consumo se nao
restrinja sera' o consumidor qaem vira* a pagar
essa diflereaga, sera' o pas. Aqu a questo da in-
cidencia de imposto impoitaate,.e nao devemos
da-la como resolvida em favor da medida lea-
brada.
O Sr. Baptista Puiba :Todo
pooto de-flbserflgto Porte*, Sr. prnl*y (oiarinoanio __
rago falta pete Honre deputado) per mito om
nos coste, appliquemo-lo; de receiar taabem que
o veneoo seja applicado urde e quando ja lodos et
elementos organices tenbam entrado em decom
postgto.
Sr. presideple, eo coaprehendo -todos os males
e perigos do papel-moeda; mas oas eiteumstandas
em se acba o paiz, depois que o honrado Sr. pre-
sidente do conseibo descreveo qual a sitaago do
. tbesoaro, e quaes sao os recursos com qae corta,
qae s vem a pesar ea adbiro a' propesta do governo, e don-lho o meo-
foto ; dou Ib'o com a conscreocia de prestar um
servigo publico alentado pela coofiaoga eo qae es-
toa de que o governo usara' da faculdade que pede
con) prudencia e tlnoe segundo ibe acooselharem
os inleresseejdo estado.
O governo quer estar armado de nm recurso
extraordinario, en Ib'o doo ; e se algurna hesita
gao ea podesse ter, eontesso a' camera qae essa
gra-! nesitago se desvanece, e fleo com a minba cons-
ciencia tranquilla e em muito socego, quando vejo
que os borneas mais eminentes do paiz, os ebefes
das duas escolas econmicas, do-se as mos para
conjuraren* crise e advertem qae chegada a oc-
casib de empregar-se este recurso. O qae se re-
cela, e com fuodameoio, qae este recurso, qae
por sua natureza temporario, se torne permanente.
A le prudentemente acantelon as eventualidades
futuras. Demats, o estado actoal das cousas nao
pode perdurar; a guerra se tem prolongado, mas
ella ba de oecessanamente acabar ; e, pois, qaan-
do se pede ao paiz novos sacrificios, sacrificios
exigidos do sea patriotismo qae aioda se nSo esgo
too (apoiados), e sao destinados a resgatar o mais
atroz ultraje qae pode soflrer ama nago, qae edu-
ca seus nidos nos seolimenios da honra e da lber-
dade, eo oo besito em dar ao goverao os meios ne-
cessariospara om fio tio glorioso. (Muito bem)
Sr. presidente, o paiz precisa apenas de ama vic-
toria, e esti, victoria qae na de aasegnrar a soa
supremaca na America do Sul, e o lara grande e
respeitavei oa Europa, nao ba vemos de regatear,
seguramente, nos que aioda nao regateamos o san-
gue precioso de lautos bravos qoe o tem derrama-
do por soa patria com urna aboegacao ioexcedlvel,
com om herosmo que nao nos permitte iovejar as
glorias nem das velhas, oem das modernas gera-
goes. (Muilo bem.)
Sim, Sr. presidente, o paiz precisa apenas de
urna victoria qae aos ba de abrir o caminbo ata a
Assumpgo ; e oo ser oas vesperas, talvez, de
tao grande e brilhaole soccesso, qoe, possuldos de
vaos receios, bavemos negar ao governo os preci-
sos recursos. (Apoiados).
Sr. presidente, em circunstancias anlogas as
nossas um eminente estadista da Italia responda
qaelies que o interrogavamse fra do curso tur-
gado oo encontrava salvago possivelnestas pa-
lavras : Nio.se trata de fazer o melbor, mas sim
o possivel. (Muito bem.)
Eu confio, Sr. presidente, qae no da em qae a
boora da oago fr desaggravada nos campos sao-
greotos aa baialba, oesse da comegar a restau-
rago das (nangas do imperio- (anuos apoiados).
Vozes :MuJio bem I Muito oem I
(O orador e entusisticamente applaudido e
quasi lodos os Srs. deputados presentes o vem fe-
licitar.)
A d(scns Dada a ordem do dia, levanta-se a sesso s 4
horas amela da larde.
Si40 vo?veer*ee5lBn4,SP9imT6,S p,n ,lTrenM,fl ^'1 s,blr oa cooseaurem We la da caixa daanwrti-
SSU tSU* recava prost,do boa- VJ^J^*SSfr* 2*Z
Aioda um ultimo argumento, e terei floaHs&doft
j iuvbub \mv |/Mwuw nano! Aiuua ulu uiiimu eigumouw, o ww* uuv.wwwv. -
Vos affirmais que sim ; logo, veraaneiro pape mpngoa550, q expediente lemorado nao precora
moeda, e a diflerenga de ser pago o novo Jgeow | um augmento de reodas perraaoente, e seria ioo-
circulaote na poca do resgate pelo cambio ao par
metallico, qaando podesse evitar a propria depre-
ciago influira extraordinariamente para a depre-
ciago do papel 'com o qaal vem concorrer na cir-
culagao, o qoe trara' males muito. conslderaveis.
Apezar de todos o? privilegios com qae se favo-
rece o oovo agente .de troca, qual a vantagem
qae se preleade tirar 7 Eo nao a conbego ; o que
comprebeodo qoe o tbesoaro continuara' enera-
do e muito consideravelmente.
Se, pois, o papel privilegiado vem saturar mais
a circalagao e devemos evitar ama aova emissao
do papel-moeda, porque ella traria o grande incon-
veniente de affectar todos os valores coobecidos
e produzr inmediatamente a baixa do cambio; a
razo acooselba qae, atientas as urgencias do mo-
mento, se emita papel as mesraas condlgo es do
existente e com o qual j a popoltcao esta habi-
tuada.
As desvantgens desta operago fcilmente se
apresentam ao espirito, u cambio est boje a 21,
o qoe quer dizer qoe o nosso papel tem soffrido
orna depreciago de 24 /., qoe o papel-moeda neo
representa boje sen primitivo valor, pois a difie-
reaga do cambio se traduz no seguirte resoltado :
i} vlem 777 rs. Ligo, os 45 mil cortos qoe se
inlrodoxir na eircolago, apezar da nova forma,
60 dias, 3,993,900 dollars, no outro irtrodnsia-se entram j depreciados nessa proporgao, e ao cabo
como moeda correrte e aso das sellos ordinarios de 5 o o 6 aonoB, lempo dado para o seo resgate,
(foslal curreney), recurso desesperado de qoe tem- o tiwsoaro ve i pagar IJ mil contra, qae tjao
rial era ama lei qae nao trata de impostos aggra
var a sorte dos importadores sem alterarse as ta-
rifas da alandega, prejolgando, sem mais delido
exame, ama materia sobre que o govetno ja cha-
mou a attengo da cmara.
Qoe resoludo o Ilustre depatada espera tirar
de ama medida destas, que traz tartos inconve-
nientes, irrita tantos Interesses, e attrahe tantas
iodisposigSes, sem procurar entretanto para o toe-
souro permanentes reoorsost
Sopponha que o cambio fica ao par, o que lu-
crara' o thesonro tr
O papel valera" o mesmo qne valia antes da su-
perabundancia do mercado, e ento neste caso a
medida sera' iroprofiooa e nio produzra' os esp<
rados recursos. (Apoiados.)
Sr. presidentera|llusTre depntado pelo Rio de
Janeiro disse-nos^R-o papel-moeda remedio ex-
tremo, s o devemos applicar quanto nio tivermos
oalro recarso de que tancar mo ; o papel moeda
esta' para o paiz, assim como o vepeoo esta para
certas enfermldades; o veneno s se applca como
remedio heroico oa hora da agona.
Ea direi: se o papel-moeda nm veneno, e seo
enfermo se acha em circnmsunclas criticas, em
caso extreme, parece-me me occasio de o ea
pregarme*nao nesllladamos com os symptomas.
O Sa. PAOLtuona SonzA":-0 eoermQ anda
pao esta* nesse caso,
SESSAO EM 17 DE JULHO.
presidencia do sr. espehiwao (vice-
presidente.)
A's 11 3/4 felta a chamada voriSca-se ha ver nu-
mero sufflciente, abre-se a sesso, sendo lida e ap-
provada a acta da anterior.
O Sr. 1 secretario d corta do seguirte
EXPEDIENTE:
Um ollkio do ministerio do Imperio, enviando a
copia do contrato de casamento de sna alteza Im-
perial.A quem fez a requisigo.
Oalro do mesmo ministerio, enviando ama rela-
go das peosoes qoe Sna Uageslada o Imperador
houve por bem conceder a varias pessoas.A' com-
mi.'so de pensos e ordenados.
Outro do ministerio da agricultura, commercio
e obras publicas, declarando, em resposla, quanto
a remessa de copia das propostas, pareceres e pla-
nos relativos aos melboramentos do porto e estabe-
ieeimentos de docas na provincia de Pernambuco,
que, tendo o mesmo ministerio mandado cooealtar
a secfo dos negocios- do imperio do consetOo-de
estado sobre ellas, logo qoe vollem sera satlsfeita
a reqaisigo desta cmara; e, quanto a copla dos
papis relativos ao proloogameoto da estrada de
ferro da mesma provincia ao centro da cidade do
Recite, sera' remettida opportunamente. Inlei-
rada.
Um reqaerioento de Manoel Rodrigues da Silva,
artigo coliaboradir de pharmacla- da ento escola
de medicina da. Baha-, pedodo- a sua aposeoUdo-
ria.A' commisso de peose e ordenados.
Outre de D. Francisca andeira Caldas, viuva
do major do estado-maor de segunda classe Jos
Mara Pereira Caldas, pediodo para oo ser appro-
vada a penso concedida a sea marido, e qae a c-
mara se digne augmentar a dita penso com sobre-
vivencia a sea fiibo menor Francisco de Paula Pe-
reira Caldas.A* mesma commisso.
Outro de Francisco de Paula Souza e Neves pe-
dindo para ser matriculado, no 1 aono medico da
faculdade de medicina desta crte, obrlgando-ee
a fazer exame do.preparatorio que 1 he falla ao-
tes de fazer acto.A' commisso de insirucgo.pu-
blica..
Lose, e appwvado sem debate, o seguirte pa-
recer :
t A commisso de jostiga civil, teodo em vista o
qae requer e cidedo Joao Braulio Moaiz, de pa-
recer que se pegam ioormagoes ao governe acer-
sa da preteogo do peticionario.
Sala das sessfies, 16 de jolho de 18517: J.
Aotoolo de Aranjo e VascoaceUos.Fiaaeisco Gar-
los- Brandao.
Achaodo-se na sala immediata os Srs. Pedro Lei-
lo da Cuaba e Joao Ferreira de Moara, deputados
leitos, este pelo if districto da provincia da Baha
e aqoelle pela do Amazonas, sao introducidos com
as formalidades do esiyio, prestam juramento, e to-
mara asseoto.
O Sa. S.vhta.no Souxo (pela ordem): Sr.
presdeme, a, camera e o pa esperara grandes
aconteclmenlos eotre os exerciios do paraguay e o
brasileiro, e en jlgo em mlnna conseiencia qoe
nesta occaaiao posso prestar meas traeos servaos
clrorgigos so.m mais vantagem aos maus patricios
leridus gloriosamente no campo da batarba, do que
na cmara dos Srs. deputados;'e por Isso pego a
ella licenga para ir aoir-me ao exeecito brasileiro
em campanea. (Sessago.)
Vem a mesa, lldo, e remetlido a commisso de
coostiioigo e poderes, o seguirte requenraeuto :
Reqneiro lieeoga para segnir para exercito
a prestar meus servicos ctrurgicos aos opssos sol-
dados que forera efldos.Souto.
GRDEH DO DIA.
Crdito nppisnuntar ao ntmsleno da fazenda.
Ceoilniia a i' Uiscussao do art.. V de proposia
do governo sobre crditos.
OSr. Josk Bomifaciq-(signaes.de attengo; pro-
fundo silencio):Sr. presidente, entro no prsenle
debate lomado de irislea e cbeio.de pezar; depois
dos brilbaniissimos discursos que teem sido profe-
ridos no exame da proposta ao govrno, eu, qae
sempre chego tarde para esclarecer questoes desta
ordem (monos nao apozados}, larde de mais che-
guei mesmo para poder captar ao meaos a bene-
volencia da cmara. (MuLes nao apoiaoos.)
Vozas:E' nimia modestia.
O Sr. Jos Bonifacio :A esta diBculdade ou-
tra accresce, aascida da posico especial era que
me acbo quando teobo de combater a proposta as-
sigoada pelo illustrado e nobre Sr. presidente do
cooselho, a quem desojara prestar apoio decidida
e sem condlgSes.
Mas, Sr. presidente, as condescendencias amiga-
veis do eorago devem ser preferidas as inspira-
ges severas da conseiencia; e qnando tao difficeis
e tremendas circomstaocias nos cercara, compre
que antes de ludo, representantes da nagao, saina-
mos desempeobar o mandato que recebemos de
nossos constiinirtes. (Muitos apoiados.)
E' per isso, Sr. presidente, qoe en nao posso ac-
echar a proposta do governo, tal como est con-
cebida, por confusa, vaaa e indefulvel. ( Apoia-
dos.)
Das discusses bavidas nesta casa eontesso, Sr.
presidente, qae tire mais am argumento para me
oppor a proposta de S. Exc. porque nao descubr
no ltimos dados do n>bre ministro e nos dsour-
sos ea sua deteza razSes snfflcientes para a c-
mara adopta-la sem modifleagao algum. (Apoia-
dos.)
A proposta do honrado ministro encerr doas
qaestes importantes; urna, questo de recursos;
outra, quesiode trabalbo : como questo de re-
cursos; a proposla eotende directa e prximamen-
te com o estado do meio circulante no imperio 5
como qaesto de trabalbo, a proposla suppoe que
o governo tratara' de coilocar a industria e todos
os rstBQs de produPoSo nacioQai BM CQO.tfi^oes, es-i
rao qoestio de recarsos, a proposta
rado mijMsii* nao eooortra om terreno limpo,
plano e igual onde possa manobrar sem obstculos;
como questo de trabalho, a proposta lambem deve
cootar com a posigo especial em qae se acba o
paiz. (Apoiados.;
Como qaesto de recarsos, a proposta do nobre
ministro toop5e a lei de 12 de setembro de 1866,
le qne S. Exc. susteotou com todos os esforgos de
sua Inteligencia, com todas ee dedlcagSes da sua
voniade ; preciso, portanto, sennpres>iae exami-
aem\? 1Qe dil sta lei para pedermoe,saber o
que pode desejar o nobre presidente do conseibo ;
preciso que possames ebegar clara ejennioan-
teraeote a esta cooclasoestado do meio circu-
lante antes da le de l de setembro, eetado
do mel circulante depois dessa lei, e estado do
meio circuanle se fr approvada a proposta de S.
ExC.
Sr. presidente quando dorante a sesso passada,
as diflkuldades em qoe se va a praga do Rio d
Janeiro, reaoidas as diflkuldades Uaaoceiras, de-
safiaran) as vistas da imprensa, do governo, da
cmara dos depatados e do segado, varias medidas
apresentaram-se, e depois de desapparecerem amas
e serem regeltadas'ortras, (oi apresentado, no se-
nado brasileiro um projeclo pelo Sr. senador Sil-
veira da Molla, projecto que, passaodo pelas eom-
missSes respectivas, receben duas modiflcagSe e
foi aceito pelo nobre presidente do coaselbo, ja es-
to ministro de estado. -.
O qae quena esta lei, senbores, harmnica em
seas resallados 1 Ella tinba dispsigoes especiaes
cujos fins, tamben) especiaes foram claramente
determinados na discnsso, e nm flm derradeiro
que devia ser realizado 00 fuiuro, se fosse execa-
tada a le conforme o legislador o quena. Todas
as suas parles, ligadas por am penetraenlo com-
mum, quadrando com as crcumstaoclas do pre-
sente, nem por isso tioham esqaecldo o futuro.
Vou explicarme.
O que quera a lei de 12 de setembro ? Ella sup-
primia o direito emissono do banco do Brasil, or-
denava o resgate dos bilhetes do tbesoaro existen-
tes na carteira do mesmo banco, e anda os exis-
tentes na circulagao, na importancia Igual ao onro
do banco. Por e.-ie modo o resgate effectuado eom
o produelo dos metaes abria espago ao governo
para langar na circalagao, ama somma igual de
suas notas.
Ella exiga, como condigo do aceordo, a crea-
gao de duas reparligoes, nma bypothecaria, outra
de depsitos e descmos, sojeitas a urna s admi-
nistragao ; ella aioda, coherente com os seus fias,
ordeoava ao governo qoe nao continuasse no pes-
simo systema de adianiameolos ao thesouro, que
erau o alseameolo do fltn cap tal da mesma lei.
(Apoiados j
Cada am desses fias, Sr. presidente, tinba urna
razo, tinba um motivo, a suspenso das emissdes
do banco, era, oa phrase das femoiissoes do sena-
do, e nos discursos proferidos e aceitos pelo pro-
prio nobre Sr. presidente do conseibo, urna necee-
sldade. S asim poderla o paiz evitar a supera-
bundancia do papel e regolarisar a circuUgao,
subsiiluiodo o papel bancario pelo1 papel do ibe-
souro. *
O parecer da commisso do senado, a palavra
autorlsada de seu relator, as declarares solemnes
do nobre ministro, esto nos Annae* e podem ser
lidos, e nada mais fago eujdo que pedir ao passado
a luz que me guie.
Ordenado o resgate dos bilhetes do thesouro
existentes aa carteira d banco e na eircolago,
quanto a' sorama determinada, a lei qoena resti-
tuir a praga do Rio de Janeiro grandes massas de
capilaes dispooiveis, qae, alterando as coadiges
do mercado, eram oaquelle momento urna das cau-
sas da crise.
Limitada a sorama do papel que devia emitlir o
governo, falmmado o sysiema que amootoava ca-
rnadas ae papel soore papel, era lgico, era sensa-
to, estava no plano do legislador, qne nao conti-
nuasse a perniciosa pratiea de adiantameotos ao
tbesouro. (Apoiados.)
De que servira a determloago expresea da lei
de li de setemuro, quaodtv maniendo a mesma
somma de papel na circulagao, substitua apenas
am papel a outro, se o governo padesse- alterar
esta somma por meio de'adiaaiameotos teitos pela
caita da amorlizago'fi(MuUo bem )
Pois bem; q.uai foi dess disposigoes, tao pre-
cisas- e claras, a cumprlda pelo nobre ministro ?
Seabores, eu esperava o contraria I fr todas as
paginas do relatono ao uobr-e ministro da.t&zeoda ;
procure! ao menos, desoobrir a execogoda lei ti-
nha passado a esforgos (e seguramente nobres es-
forgos) apoiados) do Ilustrado presidente do coo-
seino ; dessa le, a respeito da qaal S-. Exc. bavia
declarado a cmara que,,se aso dava recursos ex-
traordinarios para os lempos de guerra, ao menos
dava recursos suficientes para o pagamento em
grande parte do dficit de 18654866 (apoiados);
pois bem, senbores, eo oo encontr! o qot dese-
java. Triste illuso t A. le d 12- de setembro era
quasi. urna recoedago histrica. E ao entarto ella
lambem se prenda ao futuro-
O-Om ultimo do legislador era uniSe-ar, geoera-
lisar e acreditar o meio circulante; aoiea-to pe-
la subsiuuicao das notas dc-banoo, segoiado o res
gate gradual; generalisa-lo, destruindo a localisa-
go das notas do baoco d Brasil ; acredita-lo,
marchando para o nosso padrao monetario. Assim
faodar-se-hia, salvo contrariedades, ucea situaco
normal.
Pois bem, repito,, qual foi destas dispostg&es a
cumpnda pelo nobre ministro 7 Pagou os.......
U,OOj:000$ ao bauco do Brasil T Nao, a divida
oo foi paga, a divida do governo anda a mesma.
E.porque oo se execatoao precedo de lei ? Aqu
esta' o relatorio.
Eulere : U decreto, de 18 de ortnbro sos
arts. 6 e 7 regulou o mud porque se deve realizar
ttssa operago ; mas a falla de notas, novas ds> go-
verno para ama emissee tao avenada como a
que a le autonsou, e sobretudo de valores cor-
respondeates aos das bous do baaco, cuja reti-
rada da eircolago emigrando massa poderia diffl-
cuitar as operagSes metcaniins, tomou o adiamen-
to da lei aecessario nesla parte, at'qae a caixa
da amoruzago esiivesee babiluada, para abrir o
troco. >
Sr. presdeme, nada disto tinba o.nobre minis-
tro previsto, oem mesase qaando pala decreto re-
ferido ceonrmava onensamento escripia sessa me-
dida legislativa. Era assim qoe S.. Hxt~, sem o
querer, oo cumprindo por saa parte as disposi-
gdes legaes, aiargava em ultima aoalysa o prazo
do resgate, tacto especioso e original aa forma, co-
mo terei occasio de examinar.
fin entarto,Sr. presidente,.a.lei de 12 de seteov
bro llana passado uos ltimos dias da sesso, e
al dala de 31) de derembro.o. inesouro nao t>
aba. notas novas para substituir as do banco 1
E a caixa da amortizagio,. qoe nao poda pro-
porcionar ao governo notas para execago da IA,
yodu todava proporciona-^para os adiapiamen-
los, condemnados pelo propria governo I (Apoia-
dos.)
Sr. presidente, o nobre mloistro da taianda, re-
feriodo-se a este lacio, explica-o pelas e.oessida-
des da oteasio, e apresenta-oos a lev de 31 de
maio de 1850 coma a nica violada.
por traeo on pereTJeetlva sobitUalgio, oa para ser
eotregae ao tbesoaro em virtade de lei qae aalorse
tal entrgate
J* WiMorjce trinsnomeolo : a lei alo
se eomertoo eom a regra, quiz coafirmar e dar
mais torea i* preserlpgn e accresceatou o qae se
aeaba de oovlr no periodo ultimo, o art 2 do de-
creto n. 3,720 de 18 de ortubro de 1M6, referenda-
do pelo nobre ministro, igulateme eipressivo.
Recelava-se que a lei de 12 de setembro (osse lam-
bem falseada pelo mao systema das substituicoes
que o nSo sao.
E qne outro poiia ser o flm do legislador em
suas palavras ?
A palavraeflectivadenuncia o pensamarto do
legislador ; ea quero sabstitalgo qae effectJva-
raerte se d, e oo adiantamentos, qne sao arteci-
pagao, e que dentro de nm tempo determinado
augmentara a somma do papel. O peosameoto final
claro, nao houve oulro motivo seno o de fulmi-
nar o sysiema at ento adoptado. Isto dedoz-se
das discusses do senado e da desta casa. Citarel
um treebo do discurso proferido pelo nobre depn-
tado por Minas.
O art. 6' in fine ata os bragos ao governo, e o
embaraga to deaempenho do am ramo importante
do servigo poMicn. Ah se impoera severas penas
aos empregados da caixa oa amortisagao qae en*
Iregarem a qualquer pessoa netas do estado sem
ser por troco efleciivo. Examinando-se o processo
qoe se segu em certas servigos a cargo do theson-
ro, achar-se ha que ahi esta' ama maalfestcao de
desconflanga a mais categrica.
Qaando o tbesoaro tem de recolber ama serle
de nous, on por estarem dilaceradas, on por ha-
vereot apparecido falsificase*, orga a importancia
dessa sene de notas, qae pode ser de 4, 6 oa..~-
8,000:01)0$, sanda tomar na caixa da amortisagao
igual sorama era notas novas, divide-as pelas ihe-
sourarias das provincias, e, depois de concluida a
subsiuuic, soaoda recolber todo ao toesouro,
e a' caixa de amortisagao, onde se liquida esta
corta.
t~Mas o qae fer de fazer agora e governe, se-
gando se dlspoV no projecto 7 Ter' de desviar
urna grande somma das rendas publicas, ou con-
trahir am emprestiaao para realisar a substituido,
e depois de passado o prazo do resgate mandar vir
as notas substituidas, leva-las a* caixa da amortia-
eo, e entao receber ahi do balto a importancia Aa>
sorama resgatada em netas novas. Um governlsta>
nao pode approvar semeibaote projeclo 1 >
U nobre deputado por Minas encontrava difllcal-
dade as medidas de S- Exc., mas S. Exc. siwten-
tou-as; no enlamo os adiamntenlos do thestoro
continuaran) e se nao me eogano sao computados
em somma malor de 7,0^0.0O0.
Como cumprio S. Exc. a lei que ordenara a ven-
da dos metaes 7 8. Exc. com proa os meiaes do ban-
co, compra esta aue imporloo forgosamente a des*
trulgo de um do dos capitaes da mesma lei, por-
qoe adioo por nm lado a retirada dos bilbete do
thesouro existeotes aa circalagao na-importancia
dos mesmos metaes, eradiou por oatro o resgate 1-
oal das notas do banco- que com a venda de- oaro a
lei leve em vista ; nao- se realisando- a vendo pelo
banco, o e-obre mmisirodemorou o resgate dos bi-
lhetes, adiando o pagamento de parte da importan-
cia dos metaes ; por oitra, esse ouro,. qne devia
ser vendido pelo banco para que este- resgafeodo
suas notas desse logar *' emissao das do tbesoaro,
sendo estas empregadas em resgatar os bhetea do
mesmo thesouro, foi comprado pelo governo. Se-
melhante compra seguida de novas eraissoesde
bilhetes do tbesoaro nao esta' no peosamento da
lei.
Nesta casa dous nobres depotados, digaos- pelo*
seu t .lento e por seu carcter e illustrago, e no
senado o Sr. ooselbeiro Carneiro de Campos,- na
dseussoes bavidas,. pergontarara por varise vezes
quaes- eram os recursos que Uan o goverao pela
pateogem da medUa. A guerra- abi eslava-;-era
preciso pensar n'ea.
Chamado a' tribuna o lllnstre relator d com-
misso do senado, de aecrdo eom S. Exc. o ex-
plicado, fol termname : a compra nao stava as
vistan do projeclo, erabora se podesse dar por cir-
cumstaiiias especiaes. Eu leio a-parte do discurso
do Sr. visconde de llaborahy na sesso de 22-de
agosto de 1866 :
t 9-Sr. Viscond* e Ilabarakynu...........-
- Assim o goverao tera' de pagar ae banco....
11,000:1)005 de papel resgatado na forma da le: dj
18o:i; lera' de pagar 5,000-000$,6UOd:000$.....
7,000:000$- de biibetes do tbesoaro que extslirem
na carteira do mesmo banco, isto a somma de
17 ou 18,000:000$ prximamente. O projeclo de-
termina que o banco venda os metaes qae tem am
caixa, .6 que segunnae informa^oee qae nos dio
soben* a 2,00:00C. Temos ahi, portanto, 40 a
42,uo: tar parle de papel do banco do Bxwl; e restarlo
na cireataco 42 a -i0ot>:000f> da- seas bilbeles.
O governo emitura' t|aanti igua! qae for
resgaiao pelo banco, e conservara* portanto, a
quaoi:dad do melo-cifcalame qaa agwa existe,
que lea de ser amortisado na forma das arts. 5> o
7* do projecto 11,000:009$ seo deennados para
pagamento do papel co governo resgatado na forma
da lei de 5 de julbo de 1833 ; e 30a. 32,000:000*
em pagamento de bilhetes do thesonro que exlstam-
aa carteira do baoto, ou em poder do partculares.-
Oar, pois, ao goverao meios de pagar 30,000:000$.
do iheseu/o. diminp o *,cit de ICia
Mas e preciso qne sabais : a le de tSdO firraou
urna probibigo geral;. essa probibi(4e foi exprs-
smente determinada na le bancaria. e o lo i com
aeqoiescencia do nobre ministro. A censura vioha
de longe e o sjstema etindemnado, quasi unnime-
mente fulminava a lei de 12 de setembro formal-
mente.
A descnlpa^ por mais de ama vex invocada e
aceita na occasio, nao servio para suspender o
brego do. legislador. Mas, seaaores, qaando loi dis-
cutida a lei de II de setembro 7 Nao eram as cir-
cumsiancias as mesmas ?
Ora, se esta probibicao da lei de 185u foi ex-
presas e terminantemente declarada na lei basca-
ra, e se as necessldades de occasio podiam obri
gar o governo ter oatro procedimeato, o momen-
to opportune para o proclamar nao era na sesso
de hoje, era naqneHa sesso em qaa se discuta a
mesma lei. (Apoiados.)
E tanto mate 6 reparavel, quanto nma voz qua-
si prophetica a respeito desta lei, ama voz presti-
giosa, annoEciando ja. parte do qoe saccedeu e
estamos presenciando a voz do Sr. Paula Santos,
neste recinto fes notar as dlfBonldades da pres-
crpoao ordenada. S. Exe. diese : 1 Nio, nao pesso
aoeitar em silencio esta prohibilo ella vai coilocar
o governo em mi posigo. 1
0 governo nao se importen, aceitn a probibi-
gio expressa da lei, e adopton assim o compro-
mlsso solemne de pratioa-la. A le clara ; ei-ia ;
1 I 7* O servigo da emissao do banco e da guar-
da do material qae Ihe pertence ser Incumbido
secgo de subslitoigad da ealxa de amortisagao, e
os empregados d'ella qae emlttirem oa
J
/

de biibetes do 1
a iSr' -da igual qaanlta.
Oir-se ba, posm, qae isto.na basta ; qua-.
preciso lambem acudir as despeas traordinarias
de ijc- a K67. Assim :. neo, o projecto do Sr..
Silveira da Motta,. neoct o da eommesso se prope-
zeraaxa prover a :oda* as oecessidades do tbesoa-
ro. Tiremos em vista, dar medidas ose, melneun-
do o .es-udo da oir-coiagao moaeiaea, dessenv ao
mssmo lempo ao goverao meios-do liquidar o eier-
CJ3I-) ullimaiuerti-tmito.
c,Entendemos,, os meus tlltssirados collegas e
e>:v,que desta raaaetra babihtavamos o mesooio
nao sd para pagar o passivo desse exerciei,.ans
alada para restituir ao comoereio e a industria
orna grande somma de capitaes. que teas sido ab-
sorvida por elle, qne o pde em grande risco, e
qee car a somraa dos capitaes disponivels eu.erapies-
tav.-is.que alkneaum as opara(3S commerciaes.
Sr presidente, esta expUcaco foi aceita pela
aobra ministro, qoe teve eeasio doexpreesar-so.
do seguate modo oo reciatodo senado :.
c O Sr. acarias (presidente do cedsetho) :-
Disse eu, de aceordo coa a illastrada commisso.,
qoe o projecto cfTarece recursos ao govemo ; mas
tem-se posto em duvida. esla assesgo. ti engao,
Sr. presidaale, consiste em que se eni*nde qoe o
projecto orgaaisado pola commissio- a aceita pelo
governo puramente baanceira q tem por flm of-
fereeer ao governo odos os meios para sabir-so
das difficuldades acmaes, qaando- nao esta-o al-
cance do projecto: A commisso dase que o dficit
de 1865.1866. poderia ser da lotalidade. on em
parle.
c O Sr.. vis'cosde de llaborahy :-Ea grande
parte.
O Sr. Presdeme do Conseibo ;^... on em
grande parte aopprido petos meios qaa o projecto
foroece ; oeste sentido que tambem me pronun-
cie:. (Apoiados.) tsstou persuadido de qne os re-
cursos que o governo recebe do projeclo o habili-
tara para faaer face esa grande parta ao defin com
qae lata o tbesoaro no exercioio de 18631866.
c Entretanto, Sr. presidente, por muito limitado
que fossa o beneficio que o goverao recebesse do
projecto, serla de um alcance immenso as pre-
sentes eircumstaaeias, pois qaa nao podemos ob-
ier do prompio am auxilio igual ao prodneto da
reserva melalliea do baoco, nem por meio de Im-
postos, nem de emprestimos ao estrangeiro; d'on-
de resalta qne esse auxilio 6 de grande convenien-
cia as circunstancias .ctaaes, emquanto nio ha-
bilite o governo para veaoer todas as difflcajdades
da sltaacio. >
Qaando se demonstra va que o governo se pedia
achar em difflculdades immensas, o Uostre rela-
tor da commisso dizia : t Neste caso, isto e, no
caso extremo, seo governo nao fica autor sido pe-
la le, fica conj o mercado desoDstraido para lazer
novas emlssoes de bilhetes do thesonro.
Nota! que estas novas eaissSes'no esuvam no
peasameoio-da le, e se o nobre mlaWp e con-
testar en lere o proprio decreto de S. Exc...
O Sr Prbsidbnti do Cokssuio :Nlo contesto.
O Sr.' ios UoNirAcio :Be : por conseguale
ueste ponto S. Exc tambera conlessa qae a eom-
pra do ouro nao eslava dentro da aotorisac&o qo
Ihe tinha sido concedida.
Ka nao pretendo, S(\ presideate, fazer de todo
isto ama aecusago a S. Exc, quero apenas tornar
bem claro o quvficou senda a lei de 12 de setem-
bro para poder determluar o que ella deve ser
XwTtId'aqqi em diente. Nio preleodo dinrlnnir as glo-
rias do nobre ministro, crele as iatengdes de S.'
'



II ^
"
V
reraqueseemiliamnou^^ oo pdeme juli-lo seao por sen,
(Confmuor- ha.)
tltuigao das qae, v
motivos, devem ser retiradas leg-lmenle da elreo-. aeos.
laed, serio punidos com as peezs do art. uo eo \
cdigo erinal. '..i
i Naj. nesmaj peMt oorrrio os qae flweat
TtP. DO DIARIO-KUA UA8CRUZES N. U.


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