Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11341


This item is only available as the following downloads:


Full Text

ANNO XLIH. NUMERO 184.
.TW J ***# fi
*>

I"
AftA A C1MT1I, E LltVUESMDE SB IJl FAA F0.
SS.to-i*"" *f *' ..-.i... .2*000
sursjfev: .:v: *J -j -J -1 -j **s

..-i .H^rER^A FEIRA 13 DE AGOSTO DE 1867.
PARA I> \TUO E FOBA A PHO VIXCIA.
.....

Per trw mezei adlintadM.
Por di ditts dem. *.< ..
M MH IM tfn.................................
Par u ana dem.. :xi.............................
jsfctOt
.es
2*1250
27*000

ni

A38iNii8a sm ipuammiBiM m namxMWto a>i miiDia mnum a>i &&&*& a ronuiroa, sus raims].! mms
engarregados da subscripcao.
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima:
Mtal, o Sr. Antonio Marques da Silva jAracaty,
pSr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. Joaqaim
os de Oliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves 4 Filhes; Amazonas, o Sr. Jajronymo da
Costa; Alagoas.o Sr. Franrino Tarafes da Costa;
Babia, o Sr. Jos Mmins Alves; Rio de Janeiro
o Sr. Jos Ribeiro Gasparinho.
/
PARTIDA 0(S 3-iTAPBTAS.
Oiinda, Cabo, Escada e estagoes da va frrea at
Agua Preta, todos os das.
Igaarais e Goyanna as segundas e sextas reir?.
Santo Anto, Gravata, Bezerros, Bonito, Caraar,
Altinbo, Garanhans, Baique, S. Beolo, Bom Con-
seibo, Aguas Bellas e Tacirat, as termas-reirs.
Pao d'Albo, Nazaretb, Limoelro, Brejo, Pesqoeira,
lagazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Oarieury, Salf neiro e Ez, as quartas feiras
Serlnhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Bar-
reros, Agua Preta e Pimenteiras, as quimas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio : segundas e quintas.
Relago: tercas e sbados is 10 horas.
Fazenda: quimas as 10 horas.
aTzo do commereio ; segundas as 11 horas.
Ito de orphos : tercas sextas s 10 horas.
Prmeira vara do civel: tercas e sextas ao mtflo
dia. .
Segunda vara do dvel : quartas e sabbadea a
1 hora da tarde.
BPHB)RIDBS DO MEZ DE AGOSTO
7 Qoarto ermc. as 4 h. e 17 m. da m.
13 Lna cheia as 7 h. e 43 m. da m.
23 Quarto ming. as 6 12 b. da t.
-'J La nova a 10 b. e 13 m. da m.
DAS DA SEMANA.
Segunda. S Clara v. f., S. Aniceto m.
ti Terga. Ss. Hypolito e Cassiano mm.
li Quarta. S Euzebio presb., S. Demetrio m.
13 Quinta. $ Assuropgao de Maa Santissima.
16 Sexta. S. Roque f., S. Diomedes medico m.
17 Sabbado. S. Mamedem., S. Liberato m.
18 Domingo. S. Joaqaim pai de Mara Santissima.
na t
M
l PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 11 horas e 41 m. da manba.
Segunda as i- horas e G minutos da tarda.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
fara o sul at Alagoas a 14 e 30) para o nona
at a Granja a 13 e 30 de cada tnez; para or-
nando nos dias 14 Jos mezas Janeiro, marco, aau
Juibo, setembro e novembro.
PARTE 0FF1CIAL
OVEREO DO BISADO.
SEDE VACANTE.
O Ezm. e Rvm. Sr. internuncio apostlico acaba
de autorisar o Rvm. Sr. conego governador do
bispado em data de 3 de jnlho prximo passado
para 'dispensar os oradores c justantes da relago
abaixo transcripta, nos impedimentos de afflnidade
licita em primeiro grao igual da linha lateial e do
segundo grao attingente ao primeiro de consangui-
nidade da linda lateral.
Estas peticdes podem ser procuradas na secre-
taria do bispado, no pajftjio da Soledade.
Boa ventura Fernandos Persira e Anna Francisca
de Albuquerqoe.
Mauoei Aive de Sonza e gnea Alexandrina da
Conceigo.
Jnvencio Siivino da Costa e Mara Rosalina da
Costa.
Francisco Manoel Flix da Silveira e Mara
Cleofa Vieira da Canha.
Joao Jos de Sa' e Marcelina Gomes Cival-
cantl.
Jos Feiix Baptista e Maria da Conceigo da
Senhora.
Jos Fernandas dos Santos e Isabel Maria do Es-
pirilo-Saoto.
Lniz de Franga de Oliveira e Maria Joaquina da
Conceigo.
Joaquim Jos de Sant'Anna e Getrnde Maria do
Espirito-Santo.
Jos Ferreira Maia e Maria de Jess.
Jlo Franciseo de Oliveira e Luiza Maria de
Franga.
Francisco Correa de Amorim e Isabel Tbeopbila
de Jess.
Cosme Gomes de Brlto e Qinilla Maria da Con-
ceigo.
Pedro Antonio Duarte e Lima Maria da Con-
ceigo.
Luiz Jos de Franga aArchanja Maria da Con-
ceigo.
Joao Baptista de Sonza e Alexandrina Maria de
Jes.s.
Pedro Jos Maria do Nasclraento e Francisca
Maria do Espirito-Santo.
Vicente Ferreira de Lira e Lucas Maria Evan-
gelista.
Manoel Caetano da Costa e Rita Lucia da
Gloria.
Bonifacio Ferreira da Silva e Maria da Con-
ceico.
Manoel Soares da Silva e Tbereza Maria de
Jess.
Flix Marques de Albaqnerqoe e Anna Maria
da Conceigo.
COMANDO DAS AKMS.
Quartrl general do eommando das armas de Per-
uanibueo aa cidade do tedie, 12 de agosto
de 1867.
ORDEM DO DIA N. 371.
O brigadeiro commandante das armas faz saber
a guarnlgo para os fias convenientes, qne $ pre-
sidencia conceden por officlo de 9 do cnrrente,
-jue o Sr. alteres do 9 batalbo de infantara do
oxercito Lniz Jos de Sonza, se demorasse nesta
provincia emquanto o governo imperial resolve
acerca de seu requerimento, snpplicando licenga
para continuar aqu no tratamento de sua sande de
cinformidade com o parecer da jauta que o ins-
peccionou a 20 do mez passado.
Faz saber Igualmente, que no dia 9 deste mez,
seguio para a provincia do Para' no vapor Paran,
o Sr. 1" tsente do corpo de engenheiros Jos Ti-
burcio Pereira de Magalhe?, e bootam embarcou
para a corte no vapor locantins a reuoir-se ao
sen batalbo o Sr. alteres do 7" de infamara Fran-
cisco Ignacio Manoel de Lima, os quaes se acba-
vam nesta provincia no gozo de licenga para trati-
mento de sande.
(Assignado) -Joaquim Jos GonQilvet Fonles.
Est conformeEmiliano Ernesto de Mello
Tamborvn, tenente-ajndante de ordens encarrega-
do do detalbe.
DIARIO DE PERNAMBCO
Da Europa cbegou hontem o vapor francez
(Juiennt, cum dalas de Hamborgo 20, de Londres
23, de Pars 24 e de Lisboa at 29 do passado. ,
Foi ultimamentejalgadoem.Paris o polaco "' P"* aaiSa da? alfandagas, deve entrar em
forma existem porem diversas opintois, que na
actualidade se iaclloacn apparentem^ate dilate da
Prnssia, com especfalidade no HanorVr e na Saxo-
na. -
Segando os desejos do governo prnssiano tra-
tado entre a Prassie e os estados da Allemanha do
F0LHET1M
D. BRANCA DE IANZA
RECORDARES DA CORTE DE FELIPPE II
Romance histrico original
Por E. Fejo de Mendoza.
PARTE I
Rcjlerappo por amor
LITRO I
O CORSARIO NEGRO.
!l CAPITULO VI. -
Umpasseio luz da Uta.
(Continuado do a. 181.)
Egosta e cruel como as fcras, prose-
Jguio Branca, deixando-se-arrastar pelo sea
utbasiasmo. Egosta e cruel como as feras,
disse-o e ratifico-o. Amor I que entende
o hornea por amor ? Guoseguir ou nao
conseguir. Oater ou fto obter. Pude o
iiomera imaginar o qae soflre ama malher
quando ama ? Pode apreciar a luta que se
ve obrigada a sustentar quasi sempre entre
os seus deveres e a sua paixio ? Conhece,
um s qne seja, os lamentos que exhala a
alma enamorada da mulher ? Nao. Paga
os seus favores com despresos; sempre tem
urna descolpa para justificar o seu esqueci-
raento; e se obtem o que deseja, ou se se
canea e o n5o obtem, enfasUa-se e abando-
na. Isto o omem, senhor, o homem
que, segundo dizeis, o nico que sabe
amar, o onico que rende caito na sua alma
ao verdadeiro amor. Ah I qoanto estis
ceg I Que loucura I
O Corsario olhou Branca com a maior es-
tranheza e como se o sorprendesse o qne
ouvira. Mas logo responden com grav-
dadu!' i m i ni i i i
Acredito, jenhora, que jnlgais o ho-
raem com in/astta manifesta, -t que o jal
gais assim porque o n5o comprehendeis.
De todas as vossas aflBrmativas n5o psso
conceder-f os mais qoe urna : a de que o
homem faz um commereio do amor da mu-
lher, devendo fazer ana rejigiao. Mas o
homem tambem engaado, vendido, sacri-
ficado pela volubiliJale e ambicio da sua
companbeira, sera que le fique o direito
Beieyouki, qae bavia temado contra a vida do v,?''Iwde o primeiro de janeird de 1863,
disparando;nma pistollacon-
imperador da ftossia,
Ira a carroagem em que u este"Soberano a o im-
perador Napoleao. O tribunal reconbecea o acen-
sado, culpado da tentativa de homicidio, com cir-
cunstancias atienuaates, e o juiz condenoa-o a
trabalbos toreados por toda a- vida.
O imperador Napoleao dpois do briibante
discurso do ministro dos estrangeiros o Sr. Roa-
ber, em resposta a nierpellacao violenta do Sr.
Julio Favre sobre a iotervencao franceza o Mxi-
co, deriglo o defensor da potinca imperial nma
carta honrosa com a gram-crm da Legio de Hon-
ra, e o placar cravejado de diamantes.
Eis a carta do imperador :
Palacio das Tnlherias, 13 de jnlho de 1867.
Meu caro ministro Rouber.-Envo-vos a gr-
cruz da Legiio da honra cravejada de diamantas.
t Os diamantes nao augmentam em cousa algu-
ma a alta disliocgo qne vos tenbo coof-rido ha
muito lempo ; mas aprovein esta occasio para
vos dar publicamente ama nova prova da minha
conQanca e da minba estima.
c No meio dos vossos numerosos trabalbos, no
meio Jo ataques injustjs que se vos dirigem, es-
pero que urna atteucao amigavel da minha parte
vos fara esqaaqer os Jesgostos inseptraials da
vossa posigo, para vos recordar s os Sitos al-
caneado^ e os servicos que dlariaanila tundes
presiado ao paiz.
Recebei, meu caro Ronhar, a seguranca da
mioha sincera"amisade.Napoleao.
Qaasi todjs os parlameatos da Europa tnmi-
fesiam a saa tendeacia para as economas, princi-
palmente na reparticao da guerra. 0> corpos le-
gislativos de Fraaca tem-se pronunciado pela pra-
tica det oouco disposto a concordar nesie ponto com as
ndicacSes das cmaras. Os ministros na discus-
so do orcameolo tem procurado sustentar as des-
pezas propvstas. Defende-as no corpo legislativo
o marecbal Niel, ministro da guerra, e no senado
o almirante Rignult de Genovilly no qae loca a re-
partido da marinba. Parece ter-se dado contra-
ordeno afim de se restabelecerem dnas companhias
que se Itaviam mandado snpprimir em cada um
dos cem regimentos, a tambem se assegura que
anda continua a compra de cavaLios na Hungra
em larga escalla. Este ficto, qae se motiva com
a necessidide de renovar e refrescar o exerclto,
sobretodo pelo desfalque soffrido na expedcao do
Mxico, deixa comuido margem suspeilas da
Prussia, a para's queixumes da imprensa inspi-
rada por aquella corle.
Mas esta potencia, pela saa parte nao se descui-
da em se fortificar,. por.. urra a por mar -, nao
afrouxa eguatmente as medidas que vai tomando
bem os te o si va mente para levar a Allemanha a nni-
dade, nao pelos principios da liberdade, mas pelo
imperio fundado no militarismo.
Consegaio por este mel a renniao das alfande-
gas na Allemanha inteira ; e depois de reilisada
a unidade da administra^ao postal em toda a Alle-
manha do norte, trata agora da estender este rgi-
men aos estados do sol.
O gabinete de Berlim convidou os governos que
tomam parte na nnio postal aastro-alfem a en
viar commissarios aquella capital com o objeelo de
enirarem em accordo sobre as moditii'.ac.es que
devam fazer-se ao tratado de nnio. Esta confe-
cencia, que deveria abrir-se a 8 do passado, foi
addiada, porque os governos do sal querem que
Htbs sejam indicados previamente as mo lidcacoas
que a Prussia julga conveaiente que se fi(am.
Os estados do Sul, que ja voltaram em si do ter-
ror qne Ibes causn a baialha de Sardowa Ja prin-
cipiara a querer pensar sobre os convites qae Ibes
sao dirigidos pelo Sr. de Bismark.
O Sr. de Bismark propoi a conferencia adojnei-
ra que ss coovidasse o conseibo federal para for-
mar em sen seio tres commissSes para os negocios
-doaneiros:urna para a especialidade das alfan-
degas e impo.'tos, ontra para o commereio e o tra-
fico, e a tercelra de contabilidade. A Idea -anua-
ria na Allemanha popalarissima. Acerca da
MMOMayaHd
ttirono ioglez, e pelo du-jae de Cambridje teva o
mais eaihusiasiico acolhimeoto. U oymno turco foi
acompanbado por nm curo de dnas mil vozes.
Com as demonstrares inglezas em honra do
sullo est intimamente assoclada a idea da qaes-
to do Oriente, a q.al pelos conselhos da Inglater-
ra, secundados pelos da Franga nao deixar de se
resolver pela va pacifica, visto mostrar-se osol-
til > determinado a realsar reformas polticas e eco-
nmicas, e a fazer coacessdes autonmicas as di-
versas nacionalidades do imperio, e conceder os di-
re nos de vi dos aos subditos cbnstos.
Foi neste sentido que tambem se explicou o Sr.
Rhouljer no corpo legislativo francez, accrescen-
tandoqueja estaram eni-aboladas oegoelacj5}s em
relacao.a liba de Canda para que o governo turco,
de accordo com os commissanos das onlras poten-
cias determinem o rgimen que melhor possa ga-
rantir a pazVrdsiabelecendo a harmona entre os
o Sr. alonstier ao governo Musnlmanore os Grecos, sem prejulzo dos inters-
de se queixar, pois nem isto mesmo Ibe
perraittido.
' Ah! exclamou a hespanhola, vejo que
n5o conheceis o coracSo da mulher.
Nem vos to pouco o do hornera, res-
pondea o pirata com energa.
Branca exhalou um suspiro.
Que tendes f lhe perguntou o pirata,
depois de um momento de silencio.
Nada, senhor, ama triste recorda-
9S0... Se n5o receiasse incommodar vos, e
j que esta noute parece que estis.mais ac-
cessivel, referir-vos-hia um episodio da mi-
nha vida em corroboracio das miohas ideas.
Que'dizeis l
Teaho peuado muito pelo amor.
Creio-vos, disse o Corsario: as vossas
palavras exprimem verdade e angustias ;
essa angustia cruel; que s comprenende o
qoe tambem tem padecido.
Tambem vos T respondeu Branca,
animando-se progressivamente. Tambera
tendes passalo por urna dessas dores qae
nunca se esqaecem ?
Sim, senhora, tambem, disse o Cor-
sario, inclinando a cabeca com amargo des-
alent.
Ah I j que o co nos reuni esta coa-
te... coliemo-nos mutuamente as nossas
dores. Agora comprebendo qne ha na
vossa vida algum doloroso segredo. Con-
fia i-m'o, nao receeis que zorabe de vos ..
Quando se tem padecido como eu, sempre
se respeita a desgrana.
Senhora, exclamou q Corsario vaci-
lando.
Porqae vacilis T
Perdoai-me... estis muito enfraqne-
cida e nao devo excitar a vossa atteoQo
com o reUtorio das miohas desgracas.
Acaso a5o me jolgais digna de as sa-
ber ? EntSo callo-me. N5o quero que at-
trinuais a utna simples e imprudente curio-
sidade o meu vivo desejo de conhecer o
vosso passado. Callemo-ao, pois, senhor,
e... voltemos para(o palacio.
O pirata tifoblou por um momento, e
collocou-se daate da joven, comippondo-
se a qae se retirasse.
Depuis, vendo um banco de cnica alli
prximo, levoa Brttca ecorao qoe a com-
peino a sentar-se.
Ha momenloj na v'nla era que a. alma na-
_du
racao da a!lian;a fiscal esta' Oca* at 31 le do-
zembro de 1877, e abi sa acha tajutem estipulado,
qu, nao havenJo declarac&o iwSm ao Io de Ja-
neiro de 1876, as partes contratantes fiuram liga-
das por um novo periodo de doza aalos. As ra-
tificaQ5es sero trocadas amas do prtmeiro de ou-
tubro prximo, e at essa data o parlamento do
norte e os estados do sal serlo- convidados a da-
rem a sua alhesSo a estes conr|rooi3sos.
Dliem de Pars qae os parzes altimamente an-
nexados a Prassia, manifestaai grande descomen-
lamento pelos decretos qae os snbmettem ao sys-
ihema administrativo da Vtmsi.
Assegnra-se qae o rifi-luque de Naseau se
negara absortamente a Wicar em favor do rei
daPrass a, e dirigi ama carta ao Imperador dos
fraaceies, decl&raodo-lhe qae paaba todos os seus
interesss ao abrigo da Franca.
Apezar da rautaa desconfianga dos gabinetes de
Berlina a de Paria, nlo tem (andamento algnm o
cnamaaento dos respectivos embaixadores os
Srs; Bttedatti e Goits.
Como disseraos, o governo prnssiano imprime
urna actividade extraordinanssima, nao s aos
trabalbos de defeza as costas, mas tambem
as qae emprehendera na liaba do Rbeno ; parece
empregar nm cuidado espacial em se fortificar do
lado do mar do norte, por onda a Prnssia seria
mais vulneravel. D'aqai procade a repugnancia
que o Sr. De Bismark mosira a fazer a resiiiuigao
de Saklesory do norte a Dinamarca, em conformi-
dade cora o artuo 5 do tratado de Praga. Entre
as prevencSes d'aquelle governo ennumera-se o
projecto de nm canal entre o Rbeno e o Elba, qne
deve atravessar o Hanover, a ao mesmo tempo
quer estabelecer pelo canal de Hems ama com-
municagoieom os portos do mar de norte.
O jornaes governamentaes francezes negam os
boatos sobre ama missSo do principa Napoleao a
Copenhague, assim como a existencia de nma do
ta do ministro francez
prnssiano.
Antes de se encerrar o parlamento dioamarquez
o presidente do eonselbo leu cmara o agradec?
meato do rei por ella ter approvado unnime a
passagem do discurso real qae diz respeito s re-
lacoas exleriores. Esta uoio do povo com a co-
rea ba de animar o govero) a empenhar exforcos
perseverantes para aTastar as d fflcaldades aetoaes
em relago ae Scbleswig do Norte. O rei a a rai-
nha de Dinamarca, eram esperados em Pars nos
fias de jalho, a julga-sa qae a populaco parisien-
se approveitar essa occasio para fazer nm novo
protesto contra a Prnssia. E' tambem esperado
pelo mesmo tdmpo o rei da Biviera.
Alguos correspondentes notara a circomaUDCia
de se reunirem em Pars os soberanos, a quem
nma especia de communidade de interesss liga
muito naturalmente. A Dinamarca, a Austria, a
Turqua, a proprla Baviera, tem os mesmos mi-
migos, e devem procurar as mesmas aliiaugas em
torno da Franga.
A Snecia contina augmentando tambem a sua
esquadra. Vai concluir os seos navios conraga-
dos, que a sua esquadra por ora deve conter de
primeira ordena ; isto alm de bastantes fragatas,
corvetas e canhoneiras a vapor. Alm diso, or-
ganisa-se urna for$a martima especial destinada
em caso de guerra, deffesa dos rio?, barras, cor-
rentus d'agoa a lagos. '> titulo desta frota espe-
cial ser artharia real e deve combinar as suas
operaci-s com as do exercito de trra. Assim a
Suecia vai ppssair tanto para o ataque, como para
a defeza um material naval conforme os progres-
sos da arte moderna, e as exigencias locaes.
Um jornal francez assegara qne se dera or-
dem para armar em guerra as costas da Argelia.
Relativamente a esta colonia franceza, agitramos
no corpo legislativo diversas qnestdes; entre ellas
ama qnesto poltica, a de lomar parte no parla-
mento pela eleigio de deputados ao corpo legislati-
vo Pela parle do governo julga-se conveniente
anda sobreestar nesta medida.
As municipalidades daquella colonia sao forma-
das pelo solfragio universal, mas tendo-se visto o o flm de persegairem o Arcadtn e onlros navios
modo como elle se exerceu nos ltimos escrutinios, grecos.
e o seo resaltado, nao seria prudente precipitar re-
formas que devem nascer, por a.-sim dizer, de si
mesmas, conforme o corpo elaltoral se mostr ha-
bilitado.
foi. apprwrado no corpo legislativo por ama
grande maioria b orgamenlo activo e passivo para 'as compativeis concessSes aos Cretenses
os boatos de um
Bazaiae no Me-
o anuo de 184.8.
O senado approvoa por 33 votos contra 16 a
abolico-jiia priso por dividas.
Sao formalmente desmentidos
inquerito aos acto3 do marechal
xico.
A impratriz Eugenia vai partir para a In-
glaterra para visitar a rainha Victoria em Windsor.
! Esta viageni'coincide com as festas dadas em hon-
I ra do sullo. Anda qua o luto da corla de Franga
obstava a ralisago desta projecto, a impratriz,
qoerendo eratudo correspooder ao convite da rai-
nha Victoria dirige-se a Wiodsor na qualidade de
visita intima. A impratriz Eugenia nao tenciona-
va demorarse mais de dons das, regressando se-
gundo se diz por Cberboarg.
Todas as attencoes se voitam para as testas em
honra do sullo-, urna desias solemnidades leve la-
gar no palacio de crystal. O imperador da Turqua,
Entretanto as palavras pronunciadas pelo sullo
em resposta ao brinde qae no banquete dado pela
municpalidade de Londres Ibe dirigi o lord cor
regedor, deixam esperar qne este soberano far
todas as diligencias para terminar a luta, fazendo
^M^; deGa.lel berdeiVo do* f^ZSSStti^ ** Boe^
< Doo as mais sinceras gragas- ao lord correge-
dor, disse o snl!o,~aos aldermen, e aos repre-
< sentantes desta grande e nobre cidade de Lon-
t dres. Folgo de proclamar a gralido qae sinto
pelo cordeal e expressivo acolhimeotj que encon
irei era vossa rainha, minha augusta adiada, as-
sim como em S. A. o principe de Galles, e na
grande nago ingleza. Tive em vista dous flus
visitndoosla e oulras parles da Europa : um
ver n;sts ceiros de cmlmgo oque que fal-
la anda fazer no meu paiz para completar a
t obra ;qae principie; o ontro rnanilesiar o
t meo desejo de estabelecer, nao s enire o mea
t povo e as mais apees da Europa, asses senti-
f mantos de fraternidade que sao a base do pro-
gresso humano e a gloria do nosso sequo*. >
Tem continuado na Roumaoia a perseguigo aos
israelitas. Em meatos de julbo foram aiguns des-
tes Infelizes expnlsos de Jassy para a Turqua, a
cessita de expaosSo. Branca e o Corsario
estavam n'uma dessas occasioes. De pala-
vra em palavra tinliam chegaio quasi s con-
fidencias, e o pirata sentia-se impellido a
abri o seu corado aquella. nobre joven,
que Ibe falla va como nunca ouvira fallar
mulher alguma.
Dou-vos grapas, senhora, lhe disse,
sentando-se respeitosamente a seu lado, por
vos dignardes escutar-me. Sim, lenho ne-
cessidade de vos confiar as mnhas dores,
como vos a tendes, sem davida, de me con-
fiar as vossas. Permitti que seja vosso
amigo, e vos sapplico que me concedis a
vossa amizade. Fallemos, senhora. A
vossa sinceridade excita a minha, e nao
sabis o bem qne me fazes. Dir-vos-hei
tudo... tudq... o meu odio a Felippe II, a
minba vingnca, as causas que me levaram
a esta vida aventureira, todo vos direi, se-
nhora, tudo. Mas tambem me confiareis as
vossas penas, nao verdade. Branca ?
J vo-lo prometti, e nunca faltei
miaa palavra, exclamou a formosa joven
com urna alegra verdadifa, e&ntindoquc
o sopro vivificador da felicidade, consola va
a sua alma e lhe dava maiores forcas.
Pois bem, accrescentou o Corsario; j
vos escuto... Mas para vqs revellar toda a
mioha vida, necessito qae me animis com
o exoraplo. Fallai, senhora.
Esculai-me. ... r"
CAPITULO Vil.
l Vina r&ordaQo do passado.
' luoto do castello de meas pas, sit
do a duas ou tres leguas de Saragoca,
via urna quinta que pertencia ha vinte anhos
ao Sr. Goocalo Prez, secretario de Felip-
pe II. Sua esposa, digna e excellente se-
nhora, vlVia era Madrid com sea marido e
um tilho, que por aquella poca con ta va tres
ou quatro anuos mais que eu ; mas os seus
continuos padecimentos brigaram-na a re-
tirar-se saa' quinta por conselho dos m-
dicos, e como seu esoqsG- a.qo podia acom-
paaliar, sea filno fui noiafl* ^.M,'
Esta circorastanefa nos timo. As orean-
cas symptbisam entre si cora jMBtffle, e
um mez depois eramos excelentes arajgps
meu irmao, o ilho daquella' senhora,- Anto-
nio Prez, e ea.
Qae tico! Q actual sereta/to'de
lelajo, cotfaatoN d Zayw?
ses recprocos.
A viagem do sultio comega a prodnzir o seus
nainraes elfeito* para o ampliameoio da civilisago
ebrista e i-uropa na Tarqui.
O sullo mandou nomear ama comraisso com-
posta de diverso funcionarios dos ministerios
com a incumbencia di rediglr um cdigo civil mo-
delado pelo cdigo francez, as dlsposigdes qae se-
ja possivei appllcarem se as necessidades a a legis-
iago da Turqua, e que uo dislem muito das ins-
tituigoes religiosas do imperio.
O animo ilstralo da jodie soberano para des-
empenhar a grande empreza poltica e social qae
se propoz tem de atravessar na verdale gravsi-
mas dlfilculdades. Mas entre dnas pressoes o im-
perador^ttomano prefere a que da nm resultado^
mais vanuj jso civilisago e parmanenea daquei-
le imperio. A ambigo da Russia por am lado, por
outro o fanatismo reiigioso, as paixoes e os inte-
resss do'velho partido masaimanb, laes sao as
grandes difflcuidades que o sullo tem dianle de si,
e qoe bem.aconseihado deligencia vencer um pelo
outro, ou vencer um para resistir a/bujro.
Continuara as noticias contradictorios am relago
queslo das libas deSJauJu. umer pacha pedio
Europa um mez para dominar a resistencia des-
ses bravos insulares, mas nao se Julga provavel
rest, que Da passagem do Danubio foram precipi
lados ao rio, onde alguns daqoelles desgragados
se afogarara. Apezar da protecgo dos cousailes
estrangeiros, e especialmente do cnsul fraocez,
procura-se alli qaalquer pretexto para exercer per-
seguigo aquella raga.
Os israelitas da Roumaoia dirigirara um tele-
grarama, ao Sr. Cremieux, que seu correligiona-
rio, suppiicando-lhe a saa lnterveogo peranu o
governo fraocez, afim de que este os tome sob a
sna protecgo, pois de outro mjlo a saa seguraoga
pessoal est ameagada, a ponto de temerem urna
caraicioa geral.
E' de crr que o Sr, Cremieux, como da ootra
vai, empregae esforgos p*raaccudlr aos seus cor-
religionarios, e tambera de cir que o governo
francez nao desista de conter aquella perseguigo
feita com pretextos religiosos era um paiz que se
proclama regido llberalmente.
Na Inglaterra o bil da reforma eleitoral, em I
virtade das concessdes do governo em sentido li-
beral, foi completamente approvado na cmara dos
communs. O bili augmenta consideravelmenle o
numero dos eleiiores, mas sem ferir o partido lory,
porqae ainda assim fica muito distante do sulfrag o
universal. A parte mais illustrada desle partido vai
pausadamente de transaego em Iransacgo acom-
panbando as ideas do tempo, e com isso a Inglater-
ra conquista opporlunamenia as melnores insiiuii-
-c5es, sem revolugSes.
Este bil vai entrar agora em di-cusslo na cma-
ra dos lords, onde se espera urna ferrenba opposi-
gao da parte extrema dos toryes, mas o gabinete
coota vence la. ,
Na cmara dos communs agila-se novaraente a
importante qnesto sobre a educacao publica para
os pobres. O bil que se discuta aglorisa um impos-
to em cada povoaco para a smtiafio ou eslabe-
leeimento da escola. Urna das clausulas do orejee
lo estabelece qae aeabum alumno ser obrigado a
receber doutrioas religiosas em opposigo com o
desejo de seus pas expressos por escripto.
Em virtude do discurso da lord Derby na cma-
ra dos lords relirou se o projeito de mensagem a
rainha Victoria relativo morte do imperador Ma-
ximiliano.
Repetem-se as interpellagSes relativas a' Hespa-
nha sibre o negocio do Trnalo, e novaraente por
que para isso sejam suiflcienies toda a energa, lo- j causa do oavio inglez Mirmaid que se diz fui ca-
jo o valor e luda a pericia militar do vencedor do nbooeado de um forte bespanliol. Lord Derby de-
Montenegro e pacificador da Roraelia. clarou, que era vrluda do protesto do governo ia-
Os Cretenses recebem constantemente reforgo*
debomens, armas e manlimeoios. As commisses
bellenlcas de Loudres e Maucbester presentearam
oa sublevados com dous vapores para rornperem o
bloqueio posto a liba pola esquadra turca ; e, se',
gando afflrmam as noticias recebidas de Alhenas,
alera destes vasos, contara os Caudiotas cora mais
seis navios armados cura trila bocas de fogo ca-
da um.
Dizem de Londres que o snilo comprara dous
barcos a vapor que estiveram na revista naval de
Spilbead, e qae iam ser armados e i*polados com-
pletamente para partirem as aguas de Canda, com
glez, o goveroo hespanhol ordena'ra que se ins-
iruisse ura novo processo ; que emquanio ao Mir
mmj'I o governo faria o que a liquidago da verda-
de acooseibassa.
Um jomM miniiterl.il hespanhol diz que oenhum
debate as cmaras inglezas tera (orga para alfas-
lar o governo hespanhol da lioba de conducta qne
se tragju; a qne da qualqaer modo qae seja, a
questao do Tornado ha de resolver-se segundo o
dictamos da justiga.
A Gazeta de Augsburgo, pnblica am doca-
meoto sduio curioso, que se diz ler partido do go-
verno de S. Petersbnrgo ao sea embaixador em
dores
ua-
la-
O mesmo, senhor.
Ah I prosegu. J as vossas
me interessam duplicadamente.
Branca suspirou e proseguio:
De eovolta com.todos os jogos com-
muns s creangas, decorreu a nossa infancia,
at qoe chegmos a essa poca da vida em
que a alma disperta as emocSes mais pro-
fundas e terrives.
Sem saber como, Antonio e eu amain-
nos ; e o nosso amor qoe comecoo cora a
adolescencia ia adquirindo raizes pro-
porcJo que o tempo passava. EntSo tive-
mos que separar-nos. O pai de Antonio
mandou-o chamar Madrid para qne se-
guisse os estudos, e, pouco depois. parti
da corte para a universidade de Salamanca.
Com quanto anhelo esperava a poca das
ferias para poder torna-lo a ver Que
ditosa era quando chegava o da em que
vollava ao palacio, e sabamos a espera-lo
sua mal e a miaba familia=e o viamos ap-
parecer ao longe Como batia o meu co-
relo naquelles momentos; e que intenso e
leal era o olhar que arabos nos dirigamos 1
Para cumulo da nossa felicidade, seos pas
eos meus approvavam o nosso :amor, e
eramos completamente.felizes; Antonio, nao
sei quaes seriam os seus sen timemos, mas
ea posso assegurar-vos que nao pensava no
dia de amnala. Ai 1-quando a alma di-
tosa basta-lhe o presente.
E' certo, senhora, 4 certo.
A irma de Lanuza suspirou notamente e
proseguio :
Assim decorreram algnns annos, e
Antonio concluio os seus estudos, vindo
passar algum tempo ao lado de sua mi,
cada vez mais doente. e de urna irma que
Deus lhe "cocedera durante aquetle tempo.
Eoto principiaram as mrab^s inqleta-
ces. Antonio era j um joven, e, nao sei
porqae. o seu carcter',modiflera-se, tor-
nando-so sombro, eVro e orgulhoso. Ji
nao tinba para miro aquellas doces con-
I dencias que tSo ditosa me faziam, nem me
I participava os seas projecto?, 'nem toe cora-
municava as suas emoepes. Diaia-me qae
continuava a amar-me como sempre, mas
, oio ^ assim. Algum tempo depois con-
venci-me de que o coraco de otoio nao
bal ia por sin esposa Branca, como me cha-
\m oos seas morae.Qtoa ta'$'$
quando passado algum tempo lornoo a Ma-
drid, a sua despedida, ainda que terna e
apaixonada, affligio-me muito, porque me
deu a medida do seu amor. Ai! n5o tar-
1 dei em me desengaar. Pouco tempo de-
! pois a mi de Antonio canio enferma e, j
viuva de seu esposo D. Goncalo, chamou seu
filho, que substituir seu pai no emprego
i que tinha junto do rei, residindo por este
motivo na corte. Antonio veio como sem-
1 pre, fri, cerimonioso, reservado, com um
squito digno de um principe... A ambi-
c3o e a vaidade da corte tinha grangrenado
a sua alma. Sua mi recebeu-o como sem-
' pre urna mi recebe um filho que vai ver
pela ultima vez ; e passados dous ou tres
dias, diante de meus pas, e poucos mo-
mentos antes de espirar, nos chamoua
meu irmo e a mim e renniodo todas as
! suas forcas, que erara as ultimas que lhe
reslavam, tomou a minba mao ea collocou
sobre a de Antonio, e depois a de JuSo dan-
do-lhe a de sua filha Conslanca. Nao sei se
vos disse que dorante aquelle tempo a nobre
| senhora uvera ootra filha a quera poz o no-
' rae de Constanca, e de quem meu irmo
est perdidamente enamorado-. Pois bem,
' senhor, proseguio Branca lancando um sus-
1 piro ao recordar aquella poca da sua vida,
; os meus pas aceitaran! os projectos da mo-
ribunda, e deram desde ento o oome de
Albos a Antonio e a Constanca. Depois de
semelhante acto pareca impossivel qae al-
gum de nos rompesse aquelies lagos, atre-
rento-se a desfazer o que fizara urna nfi
ttiirbDd; mas Antonio Prez est per-
jefid e... rompea-os.
Ah l esse procedimento muito dign
. dalle... Descancai, Branca... Essas recor-
. dac5es parece que vos racommodam maito.
-*- Enganais-vos,.senhorj respondeu a jo-
ven fi&ando os seas (brmosos olbos ao rosto
do pirata : engaoais-vos, esqueci completa-
mente Antonio Prez, e nem am gemido
exhala o mea peito por elle. Sou muito
orgulhosa... perdo uin insulto, umaoffeosa,
talvez um golpe ; mas um degprezo, urna
' traico, nanea. Antonio Perec eeqneceu-
me pela paix5o mais miseravel... Antonio
Prez atreven-se a pedir-me contas da mi-
nha separago, ac.usaado-me della; Anto-
nio ftret prtteadea itgeitar-m^*o carro
dourado da sua ambicio^ ciMipreheir-
i :b 1 -W-'e
Londres. O governo rnsso pretende persuadir qoe
a sorte da Polonia, nao mais lamenta ve I, que a
da Irlanda; qne> sa a Inglaterra iam coocorn-i >
para crear urna questao polaca, a Rossla nao
< tem creado a queslo irlanduza, que desgraga-
< (lamente existe ba seclos, e qne em nosso*
< dias, a anda novissnaamente lem tomado un
< aspecto to lameniavai qoanto inquietador. >
Nasla circular nao quarend o mioisiro ruisj
fater nm parallelo entraos pretendidos scffrimen-
tos da Polonia e os soffrimeotos reaes da irlanda,
raostra que ba materia abundante para um inque-
rito da parte das potencias, (seiaeibante ao qoe sa
faz sobre os negocios do Libaao, e ao que actual-
mente propfis a Franga relativamente a Canda)
na posigo cruelmente irnica da igreja anglicam
no saio de ama populaco catbolca ; na opprcs-o
da raga celta em proveito da oiygarchia saxonia;
na tao injusta relaglo antre os propnetarios terri-
torae; eos seus rendeiros ; erafim na emigrago
tiU renuncia voluntaria de todo um povo s do-
guras da patria, facto nico na historia, que expri-
me todas as onlras dores; cada am destes pon-
tos merece o mais serio exama.
Podera nao ser esta circular anthentir-a, roas o
carcter do jornal que a publica, faz crer, qaa se
nao auihentico foi escriplo por quera poderia
tornar tal documento offlcial, e parece ter am tim
de maor alcance.
Este empenbo de oppor a' qnesto polaca a que.-
to Irlandesa, significativo quando a' Rnssia e a
Inglaterra sa esto indirectamente batiendo na
queslo turcocreiense que um incidente da
questao do rlenle; quando a Inglaterra na offe-
reciosa, obsequiosa e eotbasiastica hospedagem ao
sullo, eombate o ambicioso proposita do governo
de S. Pelersburo, sobra o imperio ollom^oo, cuja
causa a Gra-Brelauha defienda como propria.
<' governo ruso loma medidas activas para ros-
sficar a Polonia, al por meio da colonisago, man-
dando coionos russos para a Litboania, a outras
provincias polacas, i sameibanga das colonias qae
ja' (em fondado na provincia de Ruwoo. O goverr
no destnbue ao colonos as trras a maltas proce-
dentes dos confisco feitos dos polacos degra-
dados. |
. No da 8 do passado vennearara-se em Tsaz-
ka-Selo os esponsaes da princeza Constantuiosor. i
filha do imperador da Russia : com o re dos re-
nos Jorge I. O re Jorga trajava o uniforme da
general russo, com o grande cordo do Salvador, e
o follar de S. Aodr
A noiva vesta de branco, com Qiilhas de prata a
eofeites da rosas. A gra-duqueza Alexandrina
Josephowna, vesta de azul e branco. Os embai-
xadores a os chafes da legago estavam presente*.
Depois de ceremonia nupcial, o corpa diplomti-
co almogon no pnlacio. A' noite S. PeiersburgC',
Tsazka-Salo, e Paviowsky estavam bnlbanlemenle
Iluminados. ,
Como se sabe, o principe Humberto, berdeiro
da cora italiana, devia desposar a archiduque*
d'Anstria Maibilde, que de am modo lio fatal mor-
rea na ft)t da idade.
O fim da viagem do prncipe italiano a Vienw
era obter o cofeeotimento formal do imperador
d'Anstria, como chela da familia Imperial, para
essa al nanga. Correu depois o boato de qne o prin-
cipa Humberto devia ir agora a Vienna pedir em
casamento a arcbuuqueza Maria Tbereza, sobri-
nha do duque da Modeoa, e herdeira da sua gran-
de fortuna; e accresceniam os jornaes, qae a ju-
veu princeza declarara, qne prefera entrar n'om
couvenio a casar com u lilbo primognito do tai
Vctor Manoel; sabe-se porra por va fidadigua.
que era directa, nem indirectamente se tratou na
corle de Vienna de semelbaule enlace, a que u
principe Humberto val a Vienua, fazer a visita,
lia tanto terapo promellida a corle austraca.
O parlamento italiano contina na organisa-
cao nauceira, qne a primeira orgauoia- do pait
para*a sua coosolidago poltica c regeuoragoeco-
nmica. Sobre o proposio tributo as moendas a
respectiva cuiomi-sao adopta o principio, mas com
a modificago que o terne menos oneroso aos con-
tribuinies, sem deixar de accrescentar bastante a
cilra para o ihesouro.
Confirmase o triurapho parlamentar de Ralazti.
A maioria qae elle consegaio conslllar-se nume-
rosa, e seguido a nature/.a das cousas, dnravei em
quanto o gabinete permanecer na linba qoe sa
iragoo para alcangar esse resallado, que indis
der qoe Branca de Lanuza no nasceu para
escrava, e a sua traicao, o seu desprezo*
seccaram a minba alma e apagaram da mi-
nba mente at as recordaces mais queridas
daquelle meo primeiro amor. O orgulhoso
secretario de Felippe II nao me inspira
odio, mas sim desprezo, abOrrece-se um
inimigo quaodo grande, e Antonio Prez
nao digno do meu odio. Mas, perdoai-
me, senhor, interrompi o li > da minba his-
toria, que desejo conhe?ais completamente.
Ha momentos em que a alma busca as con-
fidencias, e encentra urna doce felicidade em
se communicar com outra alma... Pro-
sigo.
Oh! sim, sim, prosegu, senfaoja,
prosegu. M*naq
Branca continuou:
Apezar dos rogos d mroha-familia, e,
sobre tudo, das supplicas do meu irmo,
Antonio levou comsigo sua irma pata se
estabelecer na cort, e sahio do castello de
meus pais alguns dias depois. Desde en-
to nao lornei a ve-lo. Um dia recebi nma
carta com sobrescripto para mira, mas es*
cripta para D. Anna de Mendoza, e, lendo-a,
desmaiei. Aquella carta, qae chegra a
miabas mos por am providencial equivoco
nos sobrescriptos, matou completamente as
minhas esperanzas. Neila se fallava de
amores, de intrigas, de suboroos... at de
crimes. Antonio Prez abunda va em im-
properios contra o rei, porque, segundo di-
zia, lhe roubava o amor daquella senhora.
e, entre outras coosas, lhe assegurava ama,
e mil vezes que o seu amor por Branca de
Lanuza fra ama comedia, e que podia vi-
ver tranquilla. Comprehendeis, senhor. o
effeito que me causara esta caria ?.
Comprehendo. Cotinuai.
Ao principio chorei muito ; era o prt-
meiro desengao que recebia a minba alma
e dilacerou-m'a. Sempre a primeira renda
a mais grave para o homem d armas qne
principias sua carreira.- Depois reflextonei,
aoalysei a conducta de Antonio Prez, com-
parei-a coma mioha, e como seu muito or-
gulhosa. comprebendi que valia maito me-
nos que elle, e a colera deixou o son lagar
ao desprezo. Guardei a caria e aSo lhe
disse nada. a >

(Co/rftowr-w-**)*

wmmmm
P



3 AguianM* *
r- Tejca O*e> 1* de AftnsU 4c 1887.
pensavel para baver de ee coostUW*dhHNMWO-
te a Rali* a> todos o respe i loa.
O Sr. Batazzi apreseatou cmara* a seasfii
de Irdo }olno i correspondencia que ir rospelw
s ulous aogoelagOes em Kuma; a xpox que're-
lativamente a liquidago eeclsl1ic p.gov'roo
eoDU roaater as bates da le de jlalo de 1866, e
contina de novo u direiio do estado sobre ee bos
das corporag9es extlocie*.
Dix-se que o Sr. Raiazzi vai a Pars com plenos
poderes para terminar o negocio relativo aliena-
fo dos beos do clero, e que o do das negociares
per algn lempo sospensas, se ligar com o eredi
to bypotheeano representado pelo Sr. Fremey.
O art. 2. do projecio da liqaidagao dos bees
ecclesiasticos fui approvado na cmara dos deputa-
dos por 298 votos contra 30.
Ero Pars jolga-se e corre qoe a viagem do Sr.
Ratatzi a Paris una por objecto principal negociar
nma allanga entre a Italia, a Austria e a Franca.
O relaterio da cummisso de faienda verifica que
as despeas geraes de 1867 se eleva a 1114 mibdes
de florn, e o defflcl a 217 milhSes. A eomml-
sao propoe ama economa de trila milbies.
A Opinin* de 18 de julho diz qae em Genova
se fazem preparativos para ama expedigo contra
Roma ; qae ha commissoes de alistamento, deposi-
tos de armas e aavios a vapor frelados. Declara
qae o govtroo italiano nao conivente em negli-
gencia diaoie do faci, se o for.
O Sr. Ratazzi em resposta a urna Interpellacao
nene seotido no da 22 de albo declaran qae o go
veroo italiano impederia todas as vlolagdes do ter-
ritorio pontificio.
O goveroo parece ter eff-cii va mente dirigido aos
ebefes das forcas qne gaardain as frooleiras dos
estados pontificios orden utoilo positivas para qae
exercam a mais rigorosa vigilancia sobro notl-
meotos de bandos que> icoiem formar-se para leva-
rom a insurreieio a Roma; as do soppor qae
sonlo renovem tentativas senelhan'es, o qae mes-
ao as daas ja' ieai>adas Dio tivessem por objee-
to se nao amedroular os numerosos prelados que do
orbe caihoii.-., aflairam a' eidado santa.
Diz a Patrit que o areebispo de Pars monseobor
Darboy tinha feito oovir em Roma ao governo ro-
mano, ao sacro collegio, e aes seas collegas do
episcopado francs e estraofeiro, palavras de mo
deraeao, e qne parece que soa santidade Po IX
approvara sen reserva o proceder do veneraod*
prelado.
A cmara dos diputados austraca approvoa
o projtele de responsatilidade ministerial, apre-
sentado pelo govurrro, e procede a' revisao das leis
relativas a questo^s religiosas.
Parece que a viagem do imperador a Paris, an-
da qae adiada, A eonsa decidida ; ulvet poto mos
trar que a reUcSes entre o doos paites se oso
altenram pulo fado da mort* do imperador Maxi-
rolliau >.
bliia-se qne Franciscj Jos, em vutule de orn
aecordo com os Estados-Ualdos. esperava qae o
despojos mie d Mavmiiuoo seriara eolregaes
a' faniMa imperial d'Aust.ia.
Diiia-se que namerosas delegag5us slavas, de-
baixo da Inflbeneia rossa, se reuniran) prxima-
mente em Belgrado.
A Aoatria, porai, eutrallsoa os artificios da
Ro-sia. Para destruir os effeiio* dos agentes roo
oovita* na Croacia, o lagar tenante-imperial deca-
roo as emuregados daqnelle patx que, pr^pondo-
se a (asar prevalecer os principios da unan, o go-
verno aostriaco quena a ooiao da Croacia a' Hun
gris. Assim, nao s da' eohesio a esta parte do
imperio, mas assegnra se o concurso ceno dos
Hougaros, quando a Croacia, impellida peles agen-
tes panslavistas, qauesse i-eoqnislar a soa com-
pleta independencia. A Hungra Acara' directa-
mente Interessada na submisso dos Croatas, re-
saltando d'aii linar o governo anstriaco, proprla-
ente dito, descansado a este respeilo.
Foi publicado o seguinte decreto :
* Gomo denr ostraclo de reeonhecimeolo e de
respeilo pelos eminentes servigos prestados por
meu augusto irmo, S. M. o faileeifio imperador
do Mxico, no deeenvelvtmaoto da miaba marioha
militar, cuja superioridad se tero mostrado por
meio de resaltados tao notorios, orden> que a ni-
mba mtriaba celebre- a bordo de todos oa navios
de gutrra armados, o em todas as estacoes mar-
timas, ama missa fnebre solemne, a qusl sera'
acompanbada das salvas de luto do eslylo, e que,
por espago de sete semanas, a bandeira, icada no
astro real, esieja envolvida em crep.
Salzbonrg, 3 de julho de 1867.
Francisco Jote.
Na cmara dos commuos, lord Stanley de-
clarou que Jurez manifestara a inlengo de goar-
dar como refens'o representante francs no M-
xico, em quanio o governo francs Ibe nao entre-
garse AlraoDte, a alguDs outros ehofes imperialis-
tas que se arbam em Franca.
O ministro dos esirangeiros em Franca affirma
nao ter recebio seraetbanle despaebo, os jarnaes
semi offlciaes franceses persisten) em declarar qne
o governo francez nao recebara oalro despacho
alem do do 1* do passado, aoounciaodo qne o ebefe
da m.'sso franceza, bera como teda a misso, nao
tinha soffrido al 27 de jonho nenbum mo trata-
ment.
Um correspondente de Pars, porm, depois de
ailas isvesligacdes, chegou a' conviegSo de que
a consa moito verdadeira, e pergonta : se Ju-
rez persistir na soa idea, o governo francez nter-
vira' de novo para salvagaardar a boira da Fran-
ca, na actual sltuagao poltica da Europa, oa adia-
ra' para melhor opportouidade o cuidado da" vis-
ganca, pala dupla affronla qne Ibe (aneada em
rostro no cadver de Maximiliano e na reteoco
4o sea embaixadcr.
O filrjo sais velbo do general Sant'Anaa apre-
senteu ao consol dos Estados-Unidos em Habana
nm enrgico protesto contra a entrega d seu pai.
O general umbem esereven uos manifest em Si-
sal do da 7 do pastado antes de ser obngado a
sabir a bordo do Virginia. Algumas participa-
edes telegrapoicas confira-am asna execnc&o pe-
los juarlstas mexicanos.
Dizem de Nova-Yoik qae o governo federal ten-
eiona otervir na qnestao do Mxico.
Damos em seguida urna carta do imperador Ma-
'ximitiaao, algnmas semanas antes de naexecu-
cao :
Mxico, 8 de feverairo de, 1S67. Meu eharo-
ministro Lares. A situaca3 actual do Mxico af-
feeta-me profundamente Qualquer plano adop-
tado pura pdr termo a' guerra civil, s tere esa re-
soltado aggrava>la. Em toda, a paite, onde s faz
nma tentativa para consolidar o nosso imperio,
dsrramam-se torrentes de sangoe sen obter a rae-
BOT vaotagem. Fsperava-se qae, qoaodo o impe-
rio estivesse desembaratao da inierveocao fran-
ceza, a. oossa liaba de conducta tivesse refultados
favor a veis a' paz e ao be m estar do ppvo.
Foi infelizmente o contrario que teve logar,
as derrotas lameataveis de S. Jacmtbo de Mon-
ta das Cruzss, loae> de un aproveiur, bao da
constituir duas das mais amargas recorda(5e-de
imperio.
< Grandes vantageas devtam produzlr-se da ex-
periencia, do tacto e do prestigio dos generaes
Meijia, Miramon e Mrquez. O primeiro deixoo o
ser vi 50 a. pretexto do >eu mao astada Vsade.;
o segundo tem, desde a. primeira baulba, consu-
mido quasi sem combate todos os recursos, que se
baviam posto a' sn'*spa#io; e o- oMaw, iepoift
de ter cemseMklo ettors^es acompaubadas de me-
didas voiMtas, em qae mufto soSrariiB as cUsaaa
pacifleas e industria* do nove, orgaoUra un
expedisao qae eslava mal preparada, e cajos re-
sallado saagainoleatot tab serio strfDcienie-
men te a valia liados.
If esta meio lempo, e como ibesooro esta',
vaslo, torna-se necessrio Ievan|ar empreslitnos
Toreados, afhn de Se prover a's despeas de certos
nasos da adroinistracio. Estes empreanos for
eadot tarnam-se inafalicaveis, uaastasmo qua
do se recorresse a: prooesses vators, e desde
qoe se promobjajrajpi s decretos eslabelecenA) la-
xas extraordinarias. Estes ulrlnros, em sammlt.
sao maip odiosos ao qne prodoctivee.
< PorNcotto-|4o as foroas reaaUWMUs, que,s
represewaam como dasoaeralisadas, deoxflaaisa
pvosaafHaar do pever oMtfenre, e deixar latelra-
meato aa parte qualqoer interess* poiiUoo a as-
Oasl.
Son, eleMaximiliano.!
Aluda acerescenlamos oa 6egoious evuraclo da
jqraaes : .....
Temos ji noticias offlciaes acerca.da exeeu;o
da Maximiliano. Pubiieamar em sagnida o tele-
gramma dirigido pelo general Escobado ao miis-
tr da goarra do Mxico, parlicioando- esta catas-
tropbe:
t S. Imz d Poton, 19 ieimko dt 1867--Cda-
dao ministro da guerra.- No da 14 do crrante
c o conseibo de guerra condemnou Maximilano de
t Hapsbnreo, Miguel Miramon e Tbomaz Mejia, a
soffrerem o ultimo rigor da lei. Tenlo sido con-
< Armada a sentenca no nosso quarlel-general, or-
denoa-se qae fosse posta em execucao no dia 16.
Porm por ordem do governo supremo essa exe-
cugo foi adiada para boje.' S5o 7 horas da ma-
nha. e a bora em que Maximiliano acaba de
< ser futilado.
t Fatei a graca de communica-la aos cidadaos
s
eoosclbo, como mandante do
lado A Julio Pinto Ferreira.
Em Viieu foi sufocada um
te do regiment em qoe alia
rsatabalecen a ordem.
VibUt Hugo novamnte felicf
abollgio da pena de morte.
A sa I u brida de Mx boa em lodo o reino, menas
em Pinhei, onde grassava coas inteasidade o lypho.
m
*
PEHNflMBUCO
c residentes da repblica.Escobedo.
c Antes da eteeneSo, os embajadores da Pros,*
sia e Inglaterra dirlgiram-se a S. Luiz de Potos,
oode Jurez se acbava, aflm de ver se podiam Im-
pedir a calastropbe. Todava todos os seas estor-
bos foram notis. As communicac&es que media-
ram entre o ministro da Prnssia e o governo de
Jurez sao as segnlntes :
c Ao Ex'm. Sr. Seoastlao Lerdo de Tejada.
t Quando chegaei boje a Qaeretaro, soube qne os
t prisioneiros sentenciados no dia iVdpcorrente
c soffreram no domingo ultimo nma verdadeira
morte moral,
t E* assim qae todos coosideraram as cousas,por
que, depon de se terem preparado coorpletamen-
te para morrer no dito dia, estiveram esperando
por espaco de orna hora inteira que fossam bus-
ca-Ios para os eonlutir ao sitio enf qae deviam
recebar a morte, quando ctregoo pelo tele-
grapbo a ordem de suspender a execucao da sen-
tenca.
< Os eosinmes da nossa poca sao demasiada-
mente humanos para permlttrr, que depois de te-
rem soffrido essa horrivel agona sejim levados
pela segunda vez ao sapplicio no da de ama-
nbaa.
c Em nome da bumamdade e da honra empra-
di, e s unidas |K)Ia.esperanca nibigm, pro-
van pela soa candtrcta qne for mam um exercito
lAOaMgaaea, cajomovM a coragem- a nafta***
noca da om caefo mrriao por um graade idar-
a defender a indapondaptia, nacwaai, que juiga
aaaacada palo sUbelacimeoto do nosso imperio.
baktaatM dos poolot oeoaaados palas Urnas loipa-
rWiaias, Aocojutp kse rsaarrer appevode-
'JIW, a, djxaoa abMriaaar eaa* maio.
_j par qoe o zangue de
novo s* darraaMsta, A bvh 4o afag aoaw, 0 a
i leas qae mllto nesta earta, devem portarme a
/ndm crise. 86 daris pansar no bam estar e
so-vos qae ordenis para qae se respeitem as
suas vidas, repilo anda, qae estoa certa de qae
saa magestade o rei da Prussta, mea soberano,
e todos os soberanos da Europa qae se achara
unidos pelos vincnlos de saogne c<>m' a principe
orlsonetra, seo trmlo o imperador da Aastria,
sua prima a rainba da (ir BreUotn. seo eo'nba-
do o rei dos belgas e os demais seos pareles,
lae? como a rainha de Hespantia, o rei da Italia
o rei da Saeia, daro ad Btm. Sr. D. Beoitu
Jaarztoda a especie de g?raais de qoe n-1-
ohum dos prisieudiros p;e de futaro o solo Me
xicano.A. v. Magnos.
< S. Luiz dt rotui, ib de jutJto s tu: hitas t
diz minutosAo baro A. V. Magnas, em Qae-
retero.Sinto uiter-vds, em resposta ao telegra-
ma que vos dignaste dirigir-me, qne, como vos
linba participado anie-taorrtem, o presidente da
repblica nao e de opinio que seja possivel con-
ceder operdo a Maximiliano de Hapsbnrgo.por
grandes coasideraeftes de juslifa, e attenflendo-
1 se necessidade de garantir para o tutaro a paz
da repblica.
t Sou, baro, com o maior respeito vosso obe-
diente servo.Lerdo de Tejada.
< Como se v pelos documentos offlciaes anterio-
ra, a agona de Maximin-io duroo muitos das.
O fuzilaniento venOcou se effeetivamente no dia 19
de jurjbo as 7 horas da raanba. O infeliz impera-
dor receben o levo de frente, e as suas ultimas pa-
lavras foram pobre Carlota. Miramon e Mejia
foram fozilados pelas costas.
Apenas as cidades oeenpadas peles juarisias
se leve conhecimenlo desia oticia, as to/res repi-
caran), e celebraram-se feslas verdaderamente
deshamana--. A cilaJs do Mxico rndeu-se nos
flus de junoo. Nao se sabe ainda com certeza o
que foi faite de Mrquez, p >is qaem entregou a ci-
dade foi o general Komo Pabera. Ju ir -z diri-
gise immediatarnente sobre a capital, onde lam-
ber se aehavam |a' profiri Das e Escobedo.
Este proclama abertamente a necessidade de
um systemaJle terror, e a conflsca^o des bens dej
quem directa ou indlcectaroeote auxiliaste a causa
imperhl, manifestando no sea disenrso a esperan-
za de qoe, antes de terminar a sna carreira mili
lar, vera derramado a saogoe de todos os estran
geires qae tivessem infla ido nos destinos do Mxi-
co. Jurez mandara por a dfsposlcodo governo
todos os prisioneiros estrangeiros.
OHeratit, de" Nova-Yoik, procara demonstrar
qne Jurez se vio violentado pelos generaes Esco-
bedo, Corona e Profiri,Das, qne a frente das saas
trepas o ameacaram de se Ibe revoltar se nao se
fuzilasse Maximiliano. Dos seus ministros, s6 Igle-
sias se Inclinava a clemencia, e segundo diz o pe-
ridico aoglo americano, al em S. Luiz de Potos,
onde o presidente reside, chegou a baver Sympto-
s de revoluco. Nada se sabe anda ?cerca do
destino que liveram os restes mortaes de Maximi-
liano >
Ha nos Estados-Unidos urna grande antypa-
tbia poltica, qae se lem pronunciado em conflicto,
entre o presidente Johnson, e a maioria radical das
cmaras.
Tem sido principal pomo da discordia o rgimen
dos Estados do Sal. O presidente oppoz o sea ve-
to ao bil que augatnta os poderes dos commau-
dantes militares daqnelles districtos.
O general Saeridan, cammandante militar do
disincio da Loiziania e do Texas, liaba demiltido
o governador civil da Lu ziania e ameacado de fa-
ter oatre tanto ao de Texas. O presidente John?
ton, iinha suspendido a delerminaco do general
Sberldao.
O congresso reunia-sa mmediatamenle esa ses*
sao extraordinaria no i* de julho e a 10 decida
qoe todos o> governos oivls, eslabelecidos no sal
eram illegaes e millos; e nao 8cou s Disto, dea
a todos os gpvernadores militares o poder de de-
mirtir os gevernadores cvis. Bornear seos soeces-
sores e snnaUar a san bol prazer totas as dliaosi-
oofs qut> procedereem deseas metmos funeciooa-
rios civis. Ei(e acto parlamentar annalla o presi-
dente.
Joboson oppoz no da i8 o sen veto a semelban-
te lei; mas a despacho, que noticia esse-aconteei-
manto annuncia a* metmo tempe qoe o congresso
msiatindo em, seo,antagonismo contra os Estados
do Sol e nao se importando ce m o velo passara a
votar de novo o btfl.
Qae surgir de tal conficto T
.Na sessio do dia 8dejula* o congresso exigi
do governo expeacfjes.e dados acerca dos aconta;
cimentos do Mxico, elegan ama eommissao para
Informar sobre a violen a captor* do general Sn
l'Aoaa em Sisal.qnando se achava a sombra-da ban-
deira americana, a bordo de,u navio iaquella
naco.
O Jfonifettr francez de 18 de jaiba epntirma
offlelalmenre a noticia de qne as repblicas de Pa-
cifleo aceitaram laalmeate a mediaijo dos Betaaa-
Unidos as qMUfcs pendentes entre ella, e a flw-
paoba.
Conflrma-se a noticia da morte do general Cas-
tilla em resoltado de. aoenea ; todos os omVias qne
o aeomaaobavam a frente da sorreicio, maaxsf
IPMH
fim Portogal peeetou jasawaoto peaanja as
cotes, em 27. do passado, el re D. Fernando.
No da 19 o Sr.- Casal Rlbeiro parti para Paris,
fleando o Sr. Cdrve- nearrtgad interroamentedi i
pau dos negocios esiraagairoS
Nasse mesmo dia pv*a faga casualmente o aiy..
lo de.mendicidae.em Xabregas com a denoojioa-
loda Marta Pa. Tina, sido inaugurado no 1*
s-passade. O incendio consumi todo o palacio,
savanao-so porm ledos os asylados. O governo
Moa abrir unw aabeeripe nsjWica.nanxa rat
*?wr-.0 M||?.,oji.adanurrw.on|i:o,
O Mbres Yortex feeblnldo* provisoriamenl m
outroi edi&eos da capital.
Asstfwraan no ato das.luu de sobscrinfie
S-1',' [*?*}? '^ B- Ml(t *''**
a a rainha 1:C00J, S. M. a. InuMiatcix vi a va do
Brasil dOp* e S, A, o infante rOSgusjo Jfjo|' W
Betavaia terminadas as raelaaacvjt do governo
dos BBiados4Inidos.a.respaiio da priaio de uo la-
dMdoc, cMadas aaieikano, ooe o gpvefnoporpa,
euez mandara,prenaar em fitrly como, suspeito
d connivencia eaa crine de rooeda falsa. O Indi-!
viduo em qaeao fai evolrido par Pars em om
navia do estada, e iavott na aigiaelra atmsiOmll
Tinha faUaeido en LUb6.a condesu A Farra-
bo D. Mariana.
O ministro das obras publicas, Sr. Corvo, em
eempaobia dos Sr. Vase* &sal e L. A. Falmai-
raajn visitad* o Parlo a Braga, onde fot mai-
o ln*rattr a rnaeratrit aos Fraaastes ibes tan
arodaaaAo 01 nasorss obuaPn SS.MM.viM>
^p"a*iSso^SasqTieira, Joo Maooel Peloaieo,
proprieiario rieo ubstllato do adminlsirador do
REVISTA DIARIA-
Foi no meado delegado Iliterario do Curato da S
de Olinda o Sr. Dr. Francisco de Caldas Los.
Por lia vol solicitado, foi removido i* ca-
deira de Instruccao elementar de Afgados de ln
gazeira para a de Pedra Tapada, o professor Fran-
aisco de Souza Magalhes.
' Para reger interinamente- a aula de instruc-
c > primaria do sexo feminino dos Afogadoa, foi
nomeada a Sra. D. Hoooria d'Albuqnerqoe Brrras.
Por acto da presidencia foi desapprovada,
como exorbitante das allribuicSes legaer, a delibe-
raco, qoe lomara o sapplente do julio municipal
de Cimbres, de nmear oSr. Gui'berme Lia- Hid-
m m para exercer internamsnte o cargo de es-
crivao do crime e seas annexos, visto o respectivo
funecionano nao poder accumular aqaelle cargo
eM.o ie escrivio de orphos e civel, que ^ sao
reaoidos.
U professor publico de instruccao primaria
aa. Victoria, o Sr. Joaqaim Antoai de Castro Nu
nes, foi jubilado.
O Sr. Joao Baptista da Amara! foi nomeado
para reger ioterlaamente a cadeira de insirneco
elemeotar do Altlabo, veneeodo a gratiflcacao an-
nnal de 6t'0*.
Pdlo consulado provincial chaase a atten-
qo dos coramandantes e mestres de navios e d'eu-
Iros transportes martimos para a exacta observan-
cia do art. 43 do reg. de 53 de dezembro de 1852.
Acha-se aberto concurso, qoe lera* lagar a 16
de satembro prximo, para provimento de vagas de
pi alicantes, existentes oa thesouraria de fatenda,
alfandega, e recebedoria de rendas internas desla
provincia.
Depois d'amanba manda celebrar, na igreja
do Paraizo, o Sr. cnsul francez, o Je-Deum con-
memorativo da (esta de S. M- o Imperador Mapo-
leas 11 p de nma solemnidad* nacional.
Nomesmo da festeja, o Gabinete Poslagoez
de Leilor o aoolversario d<* sna installa^ie)cele-
brando urna sessao magua com fraqqueamente dos
respectivis salSes a' visita publica.
A' livrana franceza, a' ra do Craspo o. 9,
acaba da cM-'?r o primtiro numero do segando
auuu do tiratU htt$ric4, estripto pelo Di. MelL
Morae-.
'/mega nesse numero a poblicagSo dos docu-
mentos conbecidos dos inditos da revoluco de
8'7 en Peroambu-o.
Segando urna carta de Roma, sera' convoca
do para 8 de dezembro de 1868, o concilio ecu-
mnico.
O descont oa Europa regala va assim :
Bens* de Inglaterra... 2 i/2
t de Fraoga.....9 1/2
de Hepanba... S /
de Francfort... 2 1/2
t de Hambargo.. 2 a 2 l/i
t de Bromeo..... 3 /
c de Hoilanda.... 2 1/2
Os fondos brasileiros eram assim colados :
4 1/2 0/0-1832-58-60 66-3/4.
4 1/2 fj/0-1863 64 1/2.
5 0/0-1863 74 3/8 a 741/4
Bonds 100 !6 75
Os gneros do Brasil fleavam em geral des-
animados aos segointas pregas :
Algodao 9 a 11 3|4 d.' (Londres e Liverpool);
frs. 140 serte (Havre); e 10 1|2 a li b. (Ham-
burgo). '
Assucar braoco 23 a 26 d., mascavado 22 d. (Li-
verpool e Londres) ; brancj 19 a 21 b. e masca-
rada 14 3(4 a 16 i|4 b. (Haxburgo).
Ficava ero Lisba a sahir paca o nosso por-
to o vapor Amazon, da linba de Liverpool.
Eslavam carga : os navios Constante pa
ra Peruambnco, Anglica /para o Maranbio e lin-
da para o Para', em Lisboa ; Hwnildaie para Per-
Dambuco, Amazonas e Adelaidi para o Para', no
Porto.
Sahiram d* Lisboa : a 13 Mrquez d Santa
Cruz para o Para'; a 17 Acaso idero ; a 18 vapor U
rom para o Caara ; e a 23 raltdao para Pernam-
bOCO.
Em seguida damos ama paesia qae pelo Sr.
V. Palhares foi recitada no tbeatro de Santa Isabel,
na noite de sabbado nltimo, por occaslio da ter-
ceira repreeentaclo do ultimo drama do Sr. Lacer-
da ; ei-la :
AO ILLUSTRB ATOg DOMONARCMA DAS COC1IUUS,
0 SS CESAR E LACERDA.
A'cima do ooro o talento I
Creso depois de PlatSo.
Ha fulgor n'om pensamenlo;
A idea prodaz claro.
a Ser genio, qo< realeza I
Ciogir liaros, que oobreza I
O hornera assome a deus :
E um crneo humano revela
O quer que seja da estrella
Qae lomba accsa dos ceas.

I
Es desses Iluminados
Que elernisaui as uacoes ;
Sublimes,predestinados,
Cha mam se Goethe ou Camdes.
Na escondi do passado
Ha moito sol inflammado
Daurando espaeos zoes ;
Sao essas cabegasastros,
Qoe mostram da gloria os rastros
Na immensidade da los.
Doos povos batem-te as palmas,
Cada qoal com mais ardor;
Sao doos parasos da! mas
Qqe te cabren de explcndor.
Sao doos mandos que despertal
, de orna s vez ap-rtas
De encontr o teo eortgio ;
Daus mondos 4 ewrna lama.;
E, quando un,-^khou chana a _
Ooouo te ebamar-iimo.
I
Se, como se v da historia,
Sanos irmlos todos nos
A urea de la gloria,
Participa de dous toes ;
Tens daas c'roas na fronte -,
Do teo porvir no horisonte
4 dupla a aurora eteraal,
Parque a ierra brasileira
I urna outra patria laguelra
P'fa os filhos de Portofk
Teu crneo, qae mata te aflamas
Do sol braseo ao calor.
Lajja um raa, o ralo um drama,
O drama nm sculo de- amor.
Na bora de um caiaelysmo
Sobra o tnrono de beroisme
Abracas os dousirmos /
B.sempre sublime a idea
ijue do amor langa a cadela
De dous paites as naos.
A' laz4,ecuiQ aoseniou-se
Um certo espectro fatal,
Que em negra noite assentoa-sa-
EnireosePortagal;
Qaando api eov .*' Di vi aaie
Conduzlr a bomanidade
Qua esutaa.se traasTitr
To-s, i' sombra d um Crnteira,
Pertoguei e brasileire
Orando no mesa o ainr li
Aijnpois, guar4ainos nalm
O qae traeou toa mo,
Ea'gradaoa.palraa
Qna ofrcenosiao iimio.
Pelo oeu Orrotfwnto
SSK.ttaSr"
M etpatfft-atuanan d'alla ;
Cattanton teas una estrella;
EHa;6au.da.abono?.
OBBorran ia prhaaM pre#iin, racanaaol.
Em Alagoas devia lar iofar no diali0ducarrO'
te a reonJo do partio wnwfapr, par a oroja-
cid do iranio alagosno.
Leos no Diario:
jpps da noite do dia 7 do correte met
as do Hotel Alagoano rauiram-se
os do partido liberal; t abi tob a
Sr. Jos Angelo, depois de rxpost
mesna renniau, deliberaram nonear
issoes; sendo ama para na noite de 10
do corrate na reuniao do panido conservador ir
manifestar a gratid&o do partido liberal pela geoe-
roslaada com qoe o Diario da Atagat, orgio da-
melle.parlido fraoqneou as columnas a defeza dos
liberaas, bem como p,ra signifaar a apprevagao
do partido liberal pela manaba, justa a enrgica
com que o mesmo Diario tan defendido os loie-
resses da provincia contra os desmandos e assaitos
dos dominadores da situacao ; e mais ainda para
fazer leante ao partido cjnaervidor de Que o par-
tido liberal (rata de reorganisar-se, a qae deseja
prestar todo o seo auxilio e reeeber a reorganisa-
go dos doos partidos de.opinio,. e nao nvida de
acordar no mod) pratico de deleader os vordadei-
ros interesses da provincia contra o partido pro-
gressista, guardando cada nm dos doos partidos da
opioio a aulonomiaMos seos principios, e, esque
cendo os odios do passado, defeoderem-se em mu-
tuo auxilio, esforcos contra o inimigo commom. E
a ootra commisso para tratar de maoter a impren-
sa liberal, afia de publicar com a mxima brevi-
dade o sea orgio.
A primeira commisso foi composta dos se-
guiles sennores : Dr. Virgilio Palmeira, teaenle-
ronel Vieira Peixelo, Dr. Tiborclo, lenle Aoionio
Procopio Galvo, Dr. Torquato, cid ado Justino
Nones da Costa e padre Delflrio.
S a segUDdxcoaualsslo flcou composta dos se-
guintes seahores: tente Pedro Izldro, alteres
Garret e lenle Manoel Meoezes.
Da Penado, e*n relago a>. fasw que ultimar
menle leve. Ingar por occasio da sabida ao Rio
Piraonas dos vaporea das companbtts peroambo-
cana e Bibiana, escrevm-Uos o seguinte
i Bealisou-se no da 4 do crreme a sabida ao
rio l'irauha dos vapores Dantas, e Gtquitaia da
companhia Bahna, e Ipujuca. e Uatnanyuape da
Peroambucana.
t Apenas o Mananguape chegou Propri a o
Gtguilaia subi a Piraobas, fleando os ostros doa
legua aqun, em couequenfiia de achar-sa o rio
muilo secco em diversos pontos.
< Esta el dade foi testen unha de tao solemne festa,
a grande numero de pessoas dinlioctas tomaran
parte nella, e a popolagao toda linaluient, nao foi
indifferenie a regojljou-sa igualmaoUi pela benefi-
cio que Ibes traz, e que vai aulerir con a navega-
gao regular do rio S. Francisco.
< A partida de Panedoe passagem dos vapores foi
*:udada per tows ai.JubuaUis das margeos
daquele. magasiuso rio, owu inauOicras garanolai
de foguetes a salvas.
t A bordo u.. Ipcjuca foi una linda reuniio de
pessoas gradas bem assim do Gtqitaia, coa>-
prebenduuxlose nesse uuineio algunas familias, e
em ambos ee* locaran duranle o trajelo duas
bau u ae iojsc-, e.5so o; jaeC? i *c o.t.i;rao da
guarda nacional,e deste da urna sociedade particu-
lar de Paaedo.
t A compaohiaPernambucana foi (reneticamauta
saudada.
< 0 bello vapor. Ipujuca daquella compauhu ia
orgulhoso snlcando as aguas do S. Francisco, dis-
linguindo-se aiuda nao s elle como h liarnanguapt,
por serem os nicos que foram embaodairauos am
arca
A ordem da partida foi a seguinte: Giquitaia,
lfojuea. Dantas o Limanguape.
t Proprif pequea mais linda cidade, a distancia
da duas leguas da Penado, nao foi lambio indi-
ferente a asa naugorago.. Sjaas casas acbavam sa
embandeiradas, e at en algus oileiros se devisa-
va o estandarte nacional. A' ebegada dos vapores
Matnanguape e Gifutfoia, nma banda de msica
tocava em un nodesto e simples palanqoe.
A' nouie da ebegada acidada illumioou se, a.
eipecialmenie nao so todas as casas da margen do
rio, como tambera alguns arcos oraados da flores
e folnaspreparadas.
A fesia.daSra da Ajada, padroeira dos Novi-
gos da ordem 3.* de S. Francisco, qoe se cosinma
User oo dia 15 do correte, tai transferida para
o dia 18, em coosaquencia de baverem diversas
testas no referido dia 15.
Tendo-se travado de raides o caboclo Jesoi-
no e o pardo Americo, no sabbado ultimo, na po-
voago do Pogo da Padella, o Sr. Antonio Heori-
qoes de Miranda, em casa da quem trabaibava
Jespino, procuroo concilla-los, o qae nocoose-
goio, pols que Araerico oxaroebou-se a ponto tal
que deu no Sr. Miranda ana faeaaa sobre o peilo
esquerdo, era direceo ao coragao O ferimecto foi
julgado grave petos mdicos, e o doeote em perl-
go de vida O assassioo logrn evadir-se.
. Foram lidos no dia 11 do correte, na ma-
triz da fregnezi de Sanio Antonio, os seguintes
proclamas:
1.a dennDcigao.
Joaqoim Jos dos Santos Magalbes, com Josefa
Rufina dos Prazeres.
Paulo "Manoel do Nascimento, com Jeronyma
Mara das Virgen*.
Tilo Francisco de Mello, com Etelvina Leopoldina
Monte.
Jos Tbales de Mello, com Sisbella Cavalcante
d'Albuquerque.
Antonio Pees Pires, com Ca ud i na Joaquina
Ribelro.
Francisco Lopes Cardim, com Mariana Carolina
de Lyra Fiores.
Bacbarel Jos Vicente da Costa, qoer se mostrar
livre e desempedido.
2." denanciagao.
Mannel do Nascimento de Mello, con Joanna
Mana do Espirito-Saoio.
Maooel Baptista do Nascimento, qoer se mostrar
livre e desempendido.
Manoel de Carvalbo Paes de AndYade Gonvim,
vinvo de Julia Honona da Silveira Paes de Andra-
de, com Mana Dallo Carneiro da Caoba.
Joao Luiz Nogaera, com Candida Mara da
CooeeicSo.
Maooel Joaqaim do Nascimento, con Lorza Mara
des Prazeres.
Eduardo Angosto Ferreira de Magalhies, com
Fraacelioa Amelia.de Lernas.
Benedicto Jos da Costa, africano, con Innocen-
cia Mara d'Annunciago.
Irioo Colho da Silva, com Idalaa Colbo de
Serpa Brandio, vtuva do coronel Jos Joaqaim da
Silva Santiago.
Jos MoreiraUmes, con Mara d'Assonpgao
Cavalcante de Albuquerque.
Bacbarel Balbino de Moraes Plnbeiro, com Goi-
ibermina Emilia Morelrx,
3.' denunciagao.
Sevwioo Jos dM Sanos Agolar, con Aooa
David Matneos Novaes.
Eduardo Panpbilo de Faria Albuquerque Mara-
nbio, com Francisca de M: Freir.
Vteeate Ferreira- do Sact'Aooa, com Igoaea
Genes da Silva.
Antonio Manes Ferreira, Coimbra, con JoaOna
Francisca Lauriana Lisboa.
Damrio Francisco Campos, com Arcbanja Maria
da Conceicae.
Vlceiia, Ferer*.da Costa, eom Maria FraneUca
da Aasls.
Antonio Jos Moreira Pontos, vovo de Anna
Gomes Moreira Pontos, com Anua Mana da Sirva
Leos.
Joao Baptista Al*** Ferreira, conThereu.de
lesos Mondooca da silva.
Sao estas as ollimas estripgde das modas
de Paria :
A, enorme qoantidade deestraogeiros, que de
todas as naeoes do mundo teen anuido a brilban-
te festa da Canpo do Marte, prodorio en Paris la'
aaarcnla de
gos sobre as apreclages do lypo
da, qoalqaer pessoa qoe nao ppssua a longa prati-
ea de exame dos trajo. Mas a vista perspicaz de
quem esta* babilaado a tratar dessa especalidade,
destlngue logo aoe-o eiamenoflanceaos que P"e-
doiaina no vestaario dos visiuntes da moderna
Babylowa.
Chipuns altos e volrnosos, formando om pla-
no ato tanto Inclinado para o lado da te.ta: cha-
& de diversos fetos, nu todas poqoenissimo!.,
aaotto dasafroatado o cktfnan \ larga eean-
prnoe. facha sorvndo de.ltas, ou brtiau, qoei
tan negligentemente debaixo da barba, ou jnsu-
ment por baixo do tk*g*o* : o cabellos cortos,
da nuca esMos, euun4aaio.aoollados aa alioejo-
peeaoco: vasUdes de aioaaa,oa doootraa fatanla
ciarasnai o nano rica, con palelots carleo dpi
teeido irmo do das sala exteriores, qoe alo-
eorta a recortada, oo en btooa; eorpoe de ft*
aondas branca con- Bordadoru do eoou pretas :
aaotidada dt botlea nos euVMei da alas
om nanas : botina altas, con. elsticos, feilaa
de oellica. oo de axendas d cres Idnticas it das
tiora: chapeo de sol e lavas da cr
das botina. : ais o lypo feral da moda.
As seaboras, quando vio paro o canpo, la-
van os veas chaados laglesos qae sao fraudes;
tas tolos saipieados de continbas, e oatros s com
borra de coatas o da vidrflneo; neo enlae a bar
ra tolla de naneira qne pese om ponco ni ex-
-----nrrw
trernliadedo vu;ollm deiteeaecessorlotor-l nv--i-. p^-imh.n .,... tt
nar es vus meaos acceaiiveie a'lmnressio do to Kio^'ano^a^ '
V!St Tlsl2"slm..^^A^^ d Jo^AfrlCTannW eaanvo, oa-vta bv-
ouiy. \j iwiv oaiui abrigado, u,*
poeira, e menos sugello a aecao'do sal.
t Hoje asa-se ttnlto em Pari un remodio bas-
bante si mples, para refrigerar a palle, e tirar-laa,
quank possivel, o quelmado qae a influeneia do
ar do mar, oo do canpo, occasiona as pessoas de
pella delicada.
< Ecce il magn litmort I
Um frasca de bocea larga, qoe nossa coater
mi caada, daila se-lh un quarlilho d'agua ;
depois introdoxen se-lh* duas ellas colberes de
sopa chelas de bom pb d'arroz ; rolba-se eompe-
leniemenle, agita-sa pelo espaco de un mnalo, e
guarda-se par vinte e qoatro hars, en sitio fres
co, para evitar qualqoer principio de ermentaco.
rasado esse lapso de tempo, a iofaso pode ser-
vir ; destapa-se a vidro eato, a langa-so dous oo
tres pingos de vinagre aromtico ; nio haveodo
deste vinagre, serve para a mesmo fim o ordinario,
eom tanto qne seja de vmbo e bom ; torna-se a ta-
par, e agitase oatra vez durante nm minuto, e
deita se immediatameole n'uma baca ; embabe-sa
eato neste liquido urna espouja Boa, a etfrega-se
com ella o rosto.
Este nosso especifico, sympathico cosmtico, e
pbilosematico elixir, offerncemo-lo nos gratuita
mente s nossa amaren leiloraa; e esperamos
que nao tardaro em enviar-nos os seos mais sin-
ceros agradecimenlos.
A respeilo do toilleiies. de baile ou saire nada
ba de importante qne referir. Cntinaam os m;i-
mo* rnod-ios de vestido?, con simples moaifkagoes
puraneoia do pbantasa ; apresentaodo sempre
una profasao ui da enfeas de arrebiques, que
facan e assamuru da usaos anlepajsados, se ellas
podessen surgir das campa e dar orna vista
d'olbos as nossas salas.
.Numeragao dos bilbetes da lotera 33', o flo-
recido pelo tbasoureiro das loteras para auxilio
das depetas da guerra.
BUbetes as. .1314 a' 3533.
RxPABTig.AO da polica. Extracto das partes
dos das 11 e 12 de agosto.
Foram reeolbidos a casa de deteagao no dia 10
do correte :
A' ordem do Ulna. Sr. Dr. ebefe de polica, Fran-
cisco Lopes Bezerra, Vicente Ferreira do Nascimen-
to, Braz Correa da Silva, Maooel Raymundo do
Espirito Santo Paiva, Bento Jos de Lima, Joao Jo-
s de Lima e Maooel Francisco Rodrigues, co oo
sentenciados, viudo da provincia do Amazonas. A'
ordem do jais mao clpal da 1* vara, Hearique Pe-
reira de Lima, como senteociado. '
It -
A* ordem do subdelegado de Recite, Vicente Fer-
reira da Silva, por briga ; Quiotiliaoo, eslavo de
Beiiarmino CavalcauU de Albaqaerque, por fgido.
A' ordem do de S. Jos, Jo:-, eseravo de Basilio
Alves do Miraoda, a reqaenmento deste.
O ebefe ca 2* sjecQio.
J. G. aa MaequiU
Caa db BETENgo. Movinento da casa'de
detangio do dia 11 de agosto :
Existiera (presos) 344, entraram 3, sabiram O,
existem 347. A saber: nacionaes 244. mnlberes
da casa de detengo
o
Sr
o
>
O
3 I -j I e-
Ifcwciifino. 1 a
41
FfminiKO.
JA
Masculino.
Feminino.
(O Z
00 I I M
Masculino.
5
a
I

Josa, frica, 80 aoooa, eaarovo, loa-vista : by-
dropesia.
Joio Ignacio, Pernambnco, 40 annos, vinvo, Boa-
vista ; bexigas.
CBMWCA JiniClARU.
TRIBU* tL MBBLAClO
SESSAO DE 10 DE AjBOSTO DE 1867.
raisinmciA no kxh. sr, conselhkiro souza.
As 10 horas da manbia, gresentes os Srs. desem-
borgadoras Santiago, GiUraoa, Guerra procurador
da coroa, Loureago Santiago, Almeida Albuqaer-
aae, Mola, Assls, Domiugoes da Silva e Souza
Leo, faltando o Sr. desembargador Ucbda Caval-
cante abrio-se a sessao.
Passados os feitos deram-se os seguintes jnlga-
meotos:
APPKLLagao cbime. Appallanle, Luiz T. de
Araujo; appeUad, a jastiga.Reformada a sen-
tenga para o grao mnimo.
Dia de appaxecer.ppeilante, Pedro Izidro F.
da Silva; appellado, Purtalla&BraucaJolgoo-se
deserta a appellago.
habbas corpi.'s.Maodaram soltar a Francisco
Meades da Rocha, qoe pedio ordem.
Assigooo-se da para julgamenlo dos seguintes
feitos:
APPELLAgXo ctVBL.ppeilante, Jos B?nto de
Mello; appellado,.MnoeI Francisco do Reg.
deligencia chime.Com vista ao Sr. desembar
gador promotor da justica.ppeilante, o promo-
tor; appallade, Esroelioo, eseravo. ppeilante. o
izo; appellado, Joaqoim Amonio da Rosa. p-
peilante,
justica.
Joto
Baptista de Bruto; appellada, a
PASSAGKKS
' Do Sr. desembargador Santiago aa Sr. desem-
bargador Giraoa.Appellago crime: appellaole,
Jos Viceote Ferreira; appellada, a jastiga. Appel-
lagrjes civeis: ppeilante, 1 jao Fraoeisco Alves da
Silva; appellado, o pardo Antonio. ppeilante,
Joao Andr Teixeira Mendes; appellado, Joao
Evangelista do Espirito-Santo.
Do Sr. desembargador Gtirana ao Sr. desem-
bargador Guerra.Appellago civel : apuellantes,
Dr. Gaidino Ferreira Gomes e oatros ; appellado,
Antonio Gongalvas da Silva.
Do Sr. desembargador Boureogo Santiago ao Sr.
desembargador Almeida Albnqnerqae.Appella-
goas crines: appellanta, o jalao; appellada, Cordo-
lina Maria 1a Concelgo. ppeilante, Man el Joa-
quim de O tveira;,appellada, a jastiga. Api allan-
te, Joaqnim Gongalves Cavalcante ; appellada, a
justiga. ppeilante, o iuio; appellado, Jos Bo-
drizoes da Suva Jnior. Apjjellante, Vicento da
Costa -S'..aresi appeiiaJa, a just'gi. Appellago
civel : ppeilante, Luiz Puech ; appellado, Joio
Francisco Oiw'9.
Do Sr.' aeserabargaoor Almeida Albuquetque
ao Sr. desembargador Molla. Appellagoes ci-
veis : appellaole, Seraflm de Oliveira Mello; ape-
pellada, Mana Pastora da Gloria. Appella>>te,
Bernardo Jos de Birro-: appellado, Jos A. Mar-
9, eslrangeiros '13. mulber 1, escravos 56, es-Louser Appellaole, Manoel Barbosa da Silva; ap-
cravas 4. Total 347. / pallado, tenente-coronel Feliciano Joaqoim dos
Alimentados a costa dos cofres provinclaes
238.
Movimeoto da enfermara
do dia 12 do crreme.
Tiveram baixa-:
Manoel .Mariano dos Santos.
Jo.< Antonio Fabricio.
Teve alia:
Jos Joaqoim de Sant'Auna.
Sanios
Ao Sr. desembargador Assis.Appellag o ci-
vel: appelsente, o desembargador Jeronjmo M.
Figueira de Mello; appellada, Francisca das
Chavas Bandeira de Mello.
Do Sr. desembargador Mona ao Sr. desembarga-
dar Assis. Appellago crime: ppeilante, Manoel
Tobas do Na.clmeoto; appellada, a jastiga Ap-
pellagoes civeis: ppeilante, Manoel Gongalves de
Pmho ; appellado, Joao Baptista Pedroso. ppei-
lante, Antonio Joaqoim Gongalves; appellada,D.,
Francisca das Cbagas Baudeira de Mello.
Do Sr. desembargador Assls ao Sr. desembarga-
dor Domiogues da Silva.Appellago crime: ap-
pallanle, o julzo; appellado, Joaqnim Jos dos San-
tos. Appellago civel: ppeilante, Francisco Flix
Gongalves; appellado, Alberl B. Ghany.
Do Sr. desembargador Domingues da Silva ao
Sr. desembargador Ucha Cavalcaule.Appellagoes
civeis : ppeilante, Antonio Joaqaim de Vasconcel-
os; appellado, Dr. Felippe Nery Coflago. ppei-
lante, Jos Autopio da Cos. e.Sa; appellada, Rita
de Cassia Vieira Cavalcante. Appellago cri-
me : ppeilante, Pedro Rodrigues de Lyra ; appel-
lada, a jastiga.
Do Sr. desembargador Sooza Lean ao Sr. desem-
itador Sautiago*Appatia^w. cnaia; appellaole,
Zoroastro Weroschlon Chaves Cavalcante ; appel-
lada, a jnstiga.
Encerrou-'sa a sessao a ama bora e mela da
tarde.
Feminino.
1
o
Masculino.
c
T.
sa
o o
; >
Feminino
-i I i -
SI *l =i SI 3
Masculino.
m 1 " OS 1 1
CJ * hj
a
E
Feminino.
TOTAL.
e
G0MME1GI0.
ADVERTENCIA.
Na totalidade dos doeotes existem 212, sendo 123
bomens e 89 mnlberes.
Foram visitadas as eofermarias estes das :
As i i|2, 8 t|2, 9, 9 t|2, 9, 9, 1, lt, pelo Dr. Ra-
mos.
A' 10, 10 1|2,10, 10 1|2, 10 1|4,10,10, pelo Dr.
Sor nenio.
Fallecern :
Clara Maria da Coneelgao, tubrculos pulmonares.
Aoja Maria da Luz, tubrculo pulmonares.
Joap Ignacio, bexigas.
Passageiros do vapor fraacez Guienn? vlndo
de Bordeaax e portos Intermedios :
Eira. Sr. Antonio Marc lino Nones Goog.lves,
sua senhora e sao Una, HenriqueU e sua ftlba,
Savino Foriate, Felice Furiati, D. Vicente Arroyo
y de Avila e saa sachara. Aceto Biagio, Aceto
Rafhele, abbade Peixoto de Abrea Lima, Bsrthoo
Louis soa senbora, Satyro Seraflm da Silva e soa
moa Mana menor, Manoel de MesquHa Oardoso,
Luigi Cremona, Joaqun da.Silva, Francisco Joa-
quina da Rocha, Augusto Luiz da Silva, Guilherme
Cesar d* Rocha, Julio Tito Jorge, Broardino Cor-'
rea de Rezende Reg e seo Albo, Franciseo Anto-
nia d Silva, flvd. padre Diniz Cerdoso de Figoei-
rado Menezes, Bloch Aaroo, Bloise Minervipo.
Segum pera o.sol :
Joao Francisco da Silva Novaes, Dr. Rofloo An-
gosto de Almeida, Gamillo de Salles,- Javeoioo
Maniz da Silva.
Passageiros do vapor TOMnlins, sabido para
os portos do sul:
r. Joaqaim do Reg Barros, Joau daCunba Bel-
tro de Araojo Pereira, Jos Joaqun Rodrigues,
alteres Fraociseo Ignacio M. de Lima, cadete
sargento Bel miro P. RiOelro, Jovino Epiphanio. da
Canha, D. Anna Isabel Barrete de Saboia, 1* ca-
dete Antonio Eogen*. A. Ferreira, 6 recrutas de
raarinba, Joao bandido Baptista, Jales Charles
Popp, soa senbora e soa flfha, Jsepb Goillemete
soa senbora, Luiz Pelva e saa seobors, Jeao Cnao
les Noory, Blisobetb MadaUno, Adole Minjr-
Grjunross, mejor Jos Pedro Carneno da. Canoa a
t^ewojfo,,A4eio. Lenornand, Jacintjio Jos. Nanos
Leite, Manoel Luiz Coelbo, Jos Antonio da Cruz,
Antonio Jeronymo Marques, Domingos Dantas Fer-
reira, JessV Pereira Gotmarass Jonior, WrHian
W. Robillard e 1 eseravo a entregar, Joio Goven-
bro, W. A. Wanderley.Anfcloeio d'Alopenha^ Eo-
lati da Silva Bobsiano, 80 reerntts para, o exer-
eilo, H Dragas de guarda nacional, 4 voluntarios
da-pa-rta, tMetenor, RaoeHoo GoUo de Oli-
veira, IdahoaBrajiteira aa Okveira^ AaMoio Fer-
reira Prado.
Pasoaaeiros dn.vapex Ipe^fo, viado do Pa-
nado por Macelo :Maooel Das Xavier, Jesoieo
Barroso Metro, Joaqoim Candido C. Siqaetra, Bor-
ma*ler, Joio Beroardno Bolelbo, Tbomas a.
Eelly,A.ReogX,AQleoioCardoso Ajras, Joe Ga-
briel Plnbeiro, Manpai .Googalvea Ferrei*- Jote
O oovo bancode Pernamhoco desconta lelt
e 7 e 9 por cento ao aono.conforme os prazos.
Caixa Hlal do banco do Brasil
em Pernambnco, aos 26 de ju-
lho de 1869.
De ordem da directora se faz seienle aos Srs.
accionistas, qne o thesonreiro esta' aotorisado -
pagar o 27* dividendo das acgdes do banco do Bra
sil, inscriptas n'esta caixa, a' razo de 12UX).
O guarda-livres,
Ignadio Nones Correa.
ALFANDEGA.
Rendimeoto do da 1 a 10........ 242:689675
Ideai do da 12.................


Volumes entrados com fazendas...
f t c gneros....
Velan?es sabidos com fazendas...
< gneros....
20:502S98
263M92J273
I43~
247
-----890
144
338
-----MS
Deicarroaon boje 13 de agesto.
Brigue inglezfji/sicater mercadoria.
Brigoe portuguazfiniso-idem.
Sumaca hespanholaVestalidem.
Barca dinamarqaeza Wtldemar (arlaba de
trigo.
Escuna iaglezaMarg Bfoek- mercaderas.
Sumaca hespanhola Carolinavinhos.
Barca in?lez aPloating C.loudcar vio.
Barca nacionalFavoritacharque.
Patacho nacionalGufitrmmadem.
Lugar insilez.Maraneecarvlro.
RECBBBDOR1A DE RENDAS- INTENAS
GERAEa>.
Reodimento do dia I a 10........ 10:258J093
dem dodla ....!*.....,*..-,., J:770j569
-
13:0285662
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimeoto dodia 1 a 10..
do dia 12.
13:589*876
4*34*857
18:524*733
Correa Mondonga Sonreir Antodio daSB'a Le-
os, Cntlto de Lelis Perorra da Costt, /oto An-
tonio Moaasiro, Maooel Alves Finio, Carros Aos*,
Francisco Joaquina da Siivmsia'SOMora.e.l' nao
nooMoa. Asneiinde Jiood*Ferreira Nevea.
- oaxajuio wuco,-Otlaun do dia 10 de
JCOSlO '
Antonio Jo towio, Pernambnco, 30 anno,
casado, Boa-vieja } totano.
Mara, Pernamboce, S. Jos ; espasno.
MOWIlttlItt 110 PORTO
.Vatio airados no dia II.
Panada -i dias, vapor brasitero lpojuea, do 312
toneladas, commandaote J. J. Martina, equipagem
36, em lastro ;.a agencia Peroambucana.
Bordeaax e portos intermedios17 das, vapor
francez Guunne, de 1167 toneladas, eennandan-
te A. do la No, eqoipagem 114; carga difieren-
. te gneros; a. Tlssl Frere.
Vane saAtoos no mjmo dia.
Lisboabrigae portugus Jvoiaa Senhora da Con-
calcio, capiti Jos da Barros MafOMs, en
lastra.
Rio de Janeiro o Baua.rt;anor fraocoi Guien,
commandaote A. de Ja Noi. _^^
Waa Pfata-pataeW henoveriano nenes, eapf-
to Joba Ottons, carga attaear o agoueote.
OsOaroot*.
Fnndeou na laavaro una aunaca hespanhola,
atas nao teve eommonicagao con a torra.
IVtlfttl
Da ordem do Hlow Sr. inspector da aifande-
_, so fax publico qne a porta, da nesna no dia 14
0 correte a 1 bora da- tardo,- se ha de arrenalar
Hvre de drreMos, ano poconteni 138: casadas
dealcool para de 36 paos ailados a 3*200 a
caada, qoe deixoo de sor arrematada no dia 9 por
tarta de lid Untes.
Alfandega de Peraamboco W da agosto de 1817
O esorlplarartO,
Bolyclio Mondim Pestaa.
>
I1EG1V
^



tarta e rerm*ameo Tere* frlra 19 de Agosto de IM7-
i
{
BECL1R1C6ES.
0 Ilion. Sr. inspector da.ihesooraria de la-
teada desta proyocia manda faeer publico qoe lera
mareado o da 16 de Miembro prximo indoo.ro
para o concurso que se tem de aorir oeste ib toa -
raria para preenooimeoto das ragas de pratleantes
existentes oesla reparticao, na alfanega e na re-
cebad ru. O oxames versarlo sobre as materias
de que trate o i i do ari. 4 do decreto a. 3144 de
17 de joobo de 1863, a saber : leiiura e analy-e
graromactl e ortbof raphia, aritbmetica e sni$ ap-
plteacSes ao coramercio, com especialidade a tb-
doeco de moeda, pesos e medidas, calclo da
descont, oos simples e conapostoe, tbeona do ,,. ..
cambios e saas anpltcaaftes. Os eoaoor rentes de- *?** "*
Ten previameote apreseonr sea*! reqoerimeatos -.._,. ,i-M, a^^VRw
instruidos de doeamealos que provero idade cora- WlD,ro o aobrado n.
pela de 18 aooos, iaeopio de pena e cal, bom' p ^ *a do Pifar.
comportamento, na (roa do artigo 3 do decreto \?** "*......
n. 549 de i4 de raacs* de OHO. '" if.......
Secretaria da ibasoonru de aienda de Peraam- ""
baco em 3 de agosto de 1867. Servindo de offl- L /ft rno da G*L *
clal-maior, ......
M>noel Je* Pinto
dem dem a. 7......
Beeco do Qoiabo
Casa torrea n. 8......
Ra do locaoiaraento.
Sobrado de doas andares a. 3. 401*090
Roa do Padre Floriano.
Casa terrea n. 47 ...... flOJUa
Una 4d Negoeira.
Casa terrea n. 17...... 245*000
Patrimeaia de araka.
Roa das Larangeiras.
Casan. 17. .......
rlua do Rangel
Casa terrea n. 58......
Raa da Lapa.
96*000 la-te com qj seas consienslarios Aetonio Lnr den Precha-se de nm feltor qae eateoda oerfel-
Oiieir A'8yedo4C., uj seu scrtrHoricwu d<
JUJQOO J3na u. 1.______
-7-
Roa do Vigario.
Rto de Janeiro
Priande sahir cora moila brevidd) para o In-
dicado porto o valeiro patacho Gulllierrarai por
ter a maror parte sea carreraraento ent)*>,
para o resto que lie (ka e.eacravoa a Irete trata-
se com o consignatario Joaqaim Jos Gencala
Beltro, roa do Trapiche a. 17.
Par* o ai* de IMetYna
pretende seguir cora awiubrjrldae o paiacho na-
cional Btbtriite, tera pacte de seo carregamenio a
bordo, e para o resto qne Ihe falta e escravoa .a
treta, para os qoaes tem excelleates eommodo*,
trata te com os sa*s consignatarios Antonio Lola traa-naneam^ r Fir*
deOliveiraiaeredoAC no sao m**** 7?STZ*das4* urde" !m
duillfl.
144*000
Aa arremataces serio feitas pelo lampo de o
anao, dnveado os licitaoles virern acompanhados
de seos fiadores on manidos de cartas destes.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite 8 de agosto de 1867.
O eecrivo,
_________________Pedro Rodrigues de anata.
0 coatelbo de c joapras o arsenal de guerra
precisa comprar o segaioie:
1 daxia de limas cnatas de 16 pellejada*.
9 ditas de ditas ditas de 10 ditas.
1 diu de ditas ditas de 8 duaa.
i dita de ditas di las d? '6 dita.
t ditas de ditas ditas de 4.ditas.
i ditas de dius morcas de 8 ditas. i
2 ditas de ditas meii cana da 10 ditas. |
2 ditas de ditas ditas de'6 ditas.
2 diias dj ditas ditas de 4 dita*.
1 dita da ditas ajutfla de 10 ditas.
1 dita da ditas dita da 8 dita*.
2 ditas da Itaaiees .la 6 ditas.
8 resmas de papel carluxiobos.
10 costadinbos de pao auge de ti a 14 polle-
gadas da largura eM a 18 pakoos de cempri-
mento. Fax-se pnblieo que a coatmisaio de peritos, exa-
Quem qtilzer wnder ditot artigos apfeeeatem minando, na rroa determinada ne regulamento
soas proposus em carta fachada na salla do con- annexo ao decreto n. 1,314 aa 5 de fevereiro de
selho as 11 horas do da 13 do correte. > 1854, o cseo, machias, caldeiras, apparelbos,
Conselho de compras do arsenal de guerra 9 mastreaeo, veame, amaraas e ancoras do vapor
de agosto de 1867. Pirapama da companhia pernambncana de oa
Jos Maria lldefonco Jacome'da 'V. P. de Mello, tegacao eosteira, acboo todos efsaes objedos em
| estado de poder e vapor oavegar.
Inspecgo do arsenal de manaba de Pernambu-
eo 10 de agosto de 1867.
H. A. Barbosa de Almeida.
______________Inspector,
f|afi|
' Tai a" praca por arreodameole e mandado do
Illm. Sr. r jnlide orpfeaos, o sobrado u. 30 no
no pateo do Paraixe, entrada peta roa a toda, a
sera' deBoitiTamente feto oa audiencia de SO do
eorren'e, a reqoerimento do Dr. Antonia Borges
da Ponseca.
Inspeec&o do arsenal de
marinha
Cerooel presWenie.
"Consulat dfTFraiice Per-
aambttoo.
Mes chers campatrioles. O lllm. Sr. inspector da thesouraria de aiep
Le Te-Deum, destin clbrer ia fle de S. M. da desta provincia, em virtude da ordem da presi-
l'E parear, sra ciiani te!5 aout procbain, i ral- dencia, manda fazer publico que no da 17 do cr-
ranla, pelas i horas da tarde, e petante a aaaaao
da junta da mesma tbesourarU, serio arreotatadoa
por qoem menor prego offeracar, os reparos de
que necesita o oarto d; aoiiga letrina da-andar
maria militar desta capital. As pesso- a quera
laaaeote do tranco de olana e que ao seja multo AO pUullCO.
vetbo oem tambera raolto rapaz, qa* sej pessoa D. Aon Francisc da Ponseca Plaenta declara
qoe lenha eooheclraeot > do bem e do mal, e nio ao respeiiavel publico qoe nao den procurado
saja fliilgo e qoe oio se anoje de dtegar em nm nem aotonsoo quer por escripia quer por ooir
t|olo4(axa p encjixa'. btalo no torno, carregar qnalqoer forma a pessoa algama para em sea no
'Canoa le. e maodar fater dentro di olana
aqaiUo ue jalgar mai- til o eataheleci-
mento oua vai adaHwstrar e qua *?)* isento di
yaca e_de graqqV dmllH : 'jmra sa ar.aur na<
r*drerrJeg 4e fl^semp-trnar o esp.>sto e afflancar a
a conducta podedlngln-se a ra larga iti R>sa-
n>a\i*|,ana aerura' eom qoem truar. N mes-
[Jf a^;praalee.* Itdade em lere escrevertiara emprear se em fa-
WMtaai laacamenlni 4 copiar akoma copias.
Preeiii-se de um coplta que tenha boa le-
Aluga-se o pequeo sobrado de um andar e
solio na roa do Caiabouco n. 20 : na roa Nova n.
14, sentado.
Protesto
da Crox o. I.
MPT
m
LEILOES
L EIL O
Tendoo padre Jos de Jess Maria de Vascon
cellos declarado boj sen. solemne testamento nada
dever a pessoa algama, prolesta-se osar de todos
es meios eivis e crirnioaes contra qutm a apra-
-- Pr'etendeodO'Se cilar por earlti de edictos co~ sentar dizeodo>se credor da sua heranga por al-
moaaaaote e era lugar jiao sabido a Joaaaira Ao'gnm papel cuja falsidade se demonstrara.
tojMO PaMln,. procurador deste Tiesta' eidade. p.--,,.^ .inoar nm moleane"ou naara oa-
.dlKlaraqueseoconitilailteesu' ha rauito raiir*-. JJ-Va 4 d*\lm vSB46^aod
danteam Lishoa,-iiji>, Figueira.-n. W ; e oeU *, na nra das Agoas Verdes o 46, andar.
PREPARITORIOS
PARA OS EXAMES DE NOYEMBRO
Jos Soares d Aievedo, professor de la-
me comprar, veoder ou faser qnalqoer negock- ^M e 1'ttefUira .XMOg^nJ-fO.HC^fMasio Pro-
oo transaeco, assm pois deelara qoe nio se res- vinaa do Reclfe, 88J)8j6fftO afl| la casa,
ponsabilisara de hoie em diaote por qualqaer rna Brln n 17 tarara esawraM rla< <-
traospcci)ODoegoci.queeaieunomealueBo B twrtDS ''g60"64 oas *
fafa. Recife, 9 de agesto de 1867. Minies materias, para os Horarios qoe li-
rerem de fazer exa#e e no?tmbro prxi-
mo futoro:
L.ltiKa Pr antee a.
grantUa Hlalarfa.
bltosatfihla.
Rhetarlea e Pedle.
As pessoas qoe desejarm estodar quaJ-
quer lum dUcrplinas, podan liritjir-se a
residencia indicada, de manha at as 8 tio-
ras e mela, e de larde qualquer har.
cidde,!^ casaeomowrci .i
Na ra* de'tfTfTTs 7
rm de a;rr*s o. 39, dt'-se digheiro a
joras eia.ftafjsJeiUi fraudes quantia sobre boas
De um sobrado de um andar solio a' ru* da Seo- armas,
tala Nova n. 6, em ehios forerros, com quintal e
cacimba, roaeiro, tendo o 4* aadar 4 salas, 1
qaatto> ensint lee, o ^lio ser ve. pata aaeaa-
dia indapenJ-uie, laudo urna .varanda de (erro
para ra,.2 juartes cosinha oa sala de detraz,
eodo reeduaudalu peuco lempo
Gordeiro Simos I
competentemente anlorisado rara' lello do predi .
cima descripto, podando desde ja' ser examinado
t qnalqoer informaeao o dito agente satisfar' em
soa seda a roa da Caieia do Racie n 27, segun-
do andar, c ujo ieiiao tecaf g > r i
S-xta-feira 16 do correte
las 11 horas, a parta do predio na tai a Assocla
r^io Coramereial largo do Corpa S>sMo._________
di, dant l'a'giise da la tsaison-des eolaots ireuvs
(ea Je remercie publiquemant les rvreods peres
cipucins de~Notr* Dame de la Penba, de la bleo-
veilUote bospialitqu'ilsont tonjoors aceorde .
no;re solemait nationale, mais il est oatorel que convler dita arrematacio, deverao eemoararerato
De ama casa terrea a roa da filara
d. 69, em chaos proprios.
Cordelro StMes
levara' pela segunda vez a leilio a ca a ua-da Gloria n. 69, era chaos proprios, servio-
tie de base* ofTer;a obtida oo leilio da i do cr-
rante, entreaaado se oeste ollimo a qo-ra mais o-
fereeer, uto, 1
Sexta-feira 16 do corrate as II horas
a porta do predio que foi a Assaciaco Coramer-
" |xial largo do Corpo Santo._____________ _
nous allions rendre grates a Di qui protega
Franet, daas le pieux iaolissemeot desserv par
das scejrs et des iprtres Fraoeaw.
Vous y viendroi toas,je i'espre.plua keufeox et
plus iw< qae jamis de ootre-.cbre patrie. A 'a
double ft-j de 1'Bmpereur et da la Franca, oous
unirons celia de la' pa, dout nolre expositio est
le zaga. Pendan! las six mois de sa dure, pi-!
da ijioaa milllons de visltaars (de 60 100 raU j
par joui) se serooi pres.-s daos en eoceiote ;
iorsque ees souveaios, cas prloces, ees savants,!
cas artistas, ees iolosiriels, seroot revenus aoprs Ca CIOJUIZ municipil da 2/ vara, tem de S6
da isurs eompatriotes, lis leur diroot qoe ce n*e.-t' arrematar im sobrado dedous andares e S0-
plm la guerre, mais les lultes pacifiques do travail |t5o ^ rua de Hortas n 2, com 0 Ot3o
et de I intelligenca qui ont pris possession de no-1 .___An n_m m j:_. ._ i
tre gioneux Slump de Mars. I Para ** d. Garm0 com '
Dana les sociales antiqaes, le mine mot d.ig- das; a reqoerimento de Francisco Jos de
au i'Btraoger etl'eonemi; daos oos societs' Araujo como testamenteiro de Narciso Jos' aotonsado pelos
logar e hora cima mencionados, onde serao ins-.
troidas dos ditos reparos, mostraado-se-lhes e res-
pectivo orgamento.
S>>creiara da theseoraria da fasenda de Per-
Damboco era 6 da agosto de 1867. Servindo de
ufflcial-maior,
__________________Manoel Jos Pinto. _____
Arrematado
No da 14 do correte, depois da aadiea-1
De um sitio einfi. Amaro, em chaos foreiros, com
arvores de fructo, eoqoelros e nm viveiro de
peixe, casa de viveoda com tarrago aa frente e
caes, eotrando pela mar, tendo t mesma casa
23 l|i palmos de frente e 108 de fundo, sala na
freoie e airaz comalcova, sala no centro cora 2
quartos, cosioha (ora tendo mais ao lado da sa-
la 0e detraz duas grandes sala?, com S quartos,
fazeodo frente para os fondas do sitio, o qoal
faz freaie para o naseente e divide pelo sol com
o terreno pertecanla a ioao Francisco de OU-
veira, e pelo oorte com o terreno pertaocaute
aos berdeiros de fio falo dos Santos e pelo
posle com o oito da igreja de S. Amaro.
Gordeiro Simes
Tendesitfo ctralos ejpr caria Si ';"< p nt hiiir "i iTih; !o I" -.4-! P ir i \
G,, oh i>rnrnritorn< iI^hih* nasta cidjdn aecUram
H>f aaatt aattaa J*J roaiJeutmr a couiiier-
cantas esubelecidos era Pars roa Paradiz Pois-
seata a.-82 tu, hwdo ampias reltcSes commer-
ctaas tom a praca de p^toambuco.
A moradora do sobaado da roa estreita do
a^laarK)-fl.:4,'Jdar, participa a lodos os seus
'MMM&.de rlora^.iaaJhUda dentro -da cldada co-
1*0 de for, que mudon sua residencia para a
masBjii roa, soorsdo o. ', onde pudera' ser pro-
cgrada para lser quaiquer eocomotnda qoe se
Ihe ritrr em flores de papel, panno e cera,
capell.uara noivas, palmas de laraoja, capailas
para ni ninas e status, rosas, palmas, arcos para
santos, bouqoeu para afeite de masa, de altar
para qoalquer Testa, anTeita-se alada chapees para
senhoras e para meninas ; faz-se roanas proprias
para baptisados, vestidos par noivos eofaitados a
gosto pelos Hiatos rlgurioo chagadas da Paris,
assim como toda a qualquer qualidade de costura
pata senhora e menicas.
Bordam-se Atas a ouro para la^es de ma^em e
Ij )U(|'j-ts para ca-vaanto, para ciatos a' ouro, a
entijoulas e a seda.
Gn(eitara-se velas de rauitt g dos e at ir: s ; faz-se bandaijas da bolos com ar-
magoa< proprias para c com bolos finos da tod a qaa'li-lade.pastis de sa-
l e podios, bolo ioglaz e de s. Joao enfeiUdes
para presentes, po-de-l eofaitaics, doce de ovos,
assim como taraoe vos oaturaespira mn-ato ; tul isto se. tu
com toda pr-noptili), prstala a asseio a oais ba
rato di <\n*ei ontra qiwi^M-r i.arta.
Brasil Histrico
O prirnairo numero do segundo anno desta Re
vi>t acaba de chegar ; com elle principia a ou-
blicai-ao da revoluco da Parnambuco la marco de i
1817. Assigoa se por 130 por aHJjto : oa livraria
ranceza, raa d > Crespo n. 9.
E do Rosario da.B't Visia cora urna bopHa armagao
para venda, e quai O' patee de Santa CrnV :
qoem pretender U'laoa ruadas Cruzas, sobrado
n. 9, lado direito quera A-ai da'roa do Qaeimado
para >. Praocisco.
Aiuga-se e segando andar do sobrado dTua
c'propqfisdade. Aotaral, Moreira 4 C. cientiieam ae respei-
Uvetaeiblir.o o com esuvnaUdtde ao rorpo do co
m-rcio, qo o Sr. Jos Salgado Lentia deixou de;
aer seu caixeiro desde o da 6 de agosto do cr-
rante anno.
Como de ordioario julgam mal a repulag'io de
nmxajxeiro qoando soa sabida annonciada por
seos patrSfs. o baixo asslgnado declara que
quem se DESPEOIO de Amaral Moreira & C,
por Ihe nao coevir a tedo.-. es respeitos.....a qoe
por bonra e delicadaza ala.
[____________Jos-Salgado Zeaha,
Olinda pacaos banhos
Prmota-ge om sobrado de um andar, varandaj
como de 'erro> Quintal murado, tem oaaa vista pitoresca
para o mar e para teraic, oa melbor rua de Olio-,
da e proprlo, por orna casa terrea oo Reef>, ain-:
da que seja pequea, mas que tenha qoiotal e ca-
cimba, e seja propria : qoem qolzer aBiUBcie pa-
ra ser procurado, oo dirlja-se a ru> do Brom nn-
mere 48.____________________________
No dia o a ooite do rorrete raez desappare-
ceu do caes de Capibaribf, lugar denominado pon-
le-veiba, uos cepos de pedra donarle, it-oioal
guns dons palmos a meios, e ontros palmo e telo:
quem sonber dalles ilirija-se aterrara do mismo
lagar, qee dando aoticlas, era' generosamente
rei-.ompeosado.
Precisa-se de nota ama que saiba cozinbar e
comprar para casa de bomejB soltelro : a tratar
oa praca da Independencia o 4
1 gitimos charetos e cigar-
ro da Havana.
Acabara de ebegar a livraria franceza,
Rua do Crespo n. 9.
Gollegio de 8. Fr m\ws
fara edncjrca ir aMaaoa
KHtabelecido na firaatdc e
r etat .jad caa taatia i
estere o Cyataavlii, o ttf
Hoapleia, e dirigidla
pelos padres aiai e o aspa 2
obla de Je,UN. rj,
Nesle collegio, recebeai-seaaai-
nos de 6 i 12 anoos para sera*
educados e instruidos eot loda. as
materias preparatorias da^ ucuida-
de do imperio.
llavera meninos internos, .meki
pensionistas e externos.
Os internos pagarlo 40o snensaes,
os meio pepsionistas 4W, e os ex-
tornos 5.
Os pobres aerlo admittidos gratui-
tamente as aulas do collegio,,pro- j
vando o estado de pobreza cota at- ,i
teslacSo do (jarocho renspectivt, ou '.
de nutra pessoa de f.
Para admissao dos akuanos e
para quaesqueresclarecimenlos, tra-
ta-se com o director do mesmo es-
tabelecijiento a qualquer hora do
dia.

chrtenoes.Brcesortont a eesgraodscoocoors de;z Costa Pereira para pagamento delegados,
I industrie universelle, l^tranger n est plus qu un
rival et l'mulation a remplac la haine. L'avoir
c iipris sera i'immortel henoeur de ntire sicle
de l'Bmpreur et de la Franco.
Le censo!,
Osmio Laporte.
herdeiros do fioado Mnoel da Iroperairiz o, 42 com excelleuies commodos pa-
Suata
casa da misericordia
do Reeife
A lllm* junta administrativa da saota casa ae
mis ncprdw o Recife, na sala de snas sessoes,
pelas 4 horas da tarde do dia 16 do currante, re-
ceba propostas aflm de contratar com qoem por
meu is prego flzer a eaoalrss$ao d'agua pra ol'e
"i' andares do edificio em qoe fuoeciooa o hospital
Pedro II.
Os pretendentes deverao apresentar soas pro-
postas em cartas fechadas no da cima mencio-
nado, podendo recebar loformacdes oa secrr taris
da mesraa santa casa.
Secretaria da saata casa de misoricordia do Re-1
cife 9 de agosto de 1867.
O e-crivo,
Pedro Rodrigues de Sooza.
0 administrador da mesa do consulado pro-
vincial, Taz publico para que chegue ao conbeci-
mentosde lodosos com mandan tes e mestres de
navios e oatros meios de transportes omitimos,
a disposico do art. 43 do regulamento de 23 de
dezembro de 1852 abaixo copiada, afim de qae se-
ja o mesmo regulamento oessa parte restricta e
inteiramente observado e exeeulado sob as penas
marcadas no citado artigo.
Ma.ia do consulado provincial, 7 de agosto de
1867.
O administrador,
Francisco Aroyoibaj de Carvalbo Moura.
t Ari. 43 do regulamento de 23 de dezembro de
1852.Concluido o carregamento de ama embar-
cagao que conduzir para oulras provincias do tu-
pen gneros sogeiios a direitos proviocaes, o
commandanle dalla apreseolara' o manifest da
carga, qae ti ver a bordo, separaodo oque levar
por axporiaco, baldaago e reexportado, e quao-
do o administrador jular necessarlo exigir' tam-
bera o livro do prtalo'para se conferir com as no-
tas existentes no consolado provincial. O comman-
danle que deixar de comprir este dever pagara' a
multa de 5 por cento do valor dos referidos ge-
oeros.
CORREIO GERAL
Pela adm nistraco do crrelo desta eidade se
faz pnblieo qoe em virtude da convencSo postal
celebrada pelos governos brasileiro e fraocex, se-
rio expedidas malas para Europa no dia 15 do
correte pelo vapor ioglez Skanon. As cartas sa-
rao recebidas at 2 horas antes da que for marca-
da para a sahida do vapor, e os jornaes at 3 ho-
ras aotes.
Adminisiracao do c^rreio de Peroambuco 6 de
agosto de 1867.
O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
i i a
THEATRO
EMPREZA- COIMBRA
Quarta feira 1-4 de agosto
Subir' a sceoa (pela primeira vez cesta poca)
o drama sacro en: 4 actos, inmolado
OS MILAtiRES
DI
SAMTO AITOIIO.
Toma parte oo desempenbo toda a companhia
indurado a ^ra. D. Falco e o 8r. C. de Lscerda.
As decoragSes sao toda* novas e devidas ao pin-
cel do talentoso professor Dornellas
O vestuario todo novo e sob a direceo do Sr.
Raymoodo.
Msica ensaiada pelo maestro Colas.
His-eo-scene do director d* scena o Sr. La-
cerda.
AVISOS MARTIMOS
Santa Gasa de Mise icordia
do Recife.
Pela secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Racifa, se fax sciente aos ioqoilioos das easas abai-
xo declaradas, qoe se no prazo improrogavel de
13 dia* nio vierem renovar o arreodamento das
mesmas casas, seo derlas despejados jodiclal-
raante, conforme deliberoo a lllm.* junta adminis-
trativa.
Roa do Padre Floriano, casa o. 49.
Rua dos Pescadores, dita o. 11.
Beeco do Qoiabo, dita n. 8.
Ra dasLaraogeiras, dita o. 17.
Roa do Pilar, ditas os. 94 e 103.
Sitio do Foroo da Cal, o. 5.
Secretaria da Saota Casa de Misericordia do Re-
cife 25 de jolbode!867.
O escrivio,
Pedro Rodrigoes de Sooza.
WiMIU rWUIBlCAW
DE
\aveg cito costeir* por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Aracaty, Cear
Acarac.
O vapor Pirapama, comman-
danle Torres, segu para os por-
tos cima Indicados no dia 14 de
correte pelas 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 13; pas-
sageiros, encorameodas e diobeiro a frete at as
3 boras da tarde do dia da sabida : escriptorioMio
Forte do Matos o. 1.
Francisco LuU da Silva, fara' laiao do sillo e ca
sa da viveoda cima maaclouada ; os preleodeotes
podero axamioar o referido sitio, para qualquer
lofroMcao dirit(ir-se-tiao ao 3* andar da rua da
Cade.a o. 27, sendo o leilu ffaeluado no dia
Saxivfaira 16 da torrente
as 11 horas, a porta do predio que foi a Assecia-
cSo Commercial largo ao-Corpo-da oto.______
"IeTl
>e uui sobrada de 2 audai-es e sdtu
sito na rua da iu triz da Boa
vista n. 44, em chaos foreiros,
Cordeiro Simoes
a mandado do lllm. Sr. Dr. juiz de orphaos levara'
pela segunda vez a lello o predio cima meoeio-
oado pertencente ao herdeiros de O. Anua Maria
de Assumpco Albuquerqoe, servindo de baae a
offeria obtida no lelo d- 2do correle, itto
Sext-feira 16 do correte
as li horas, a porta do predio que foi a Associa-
eo Commercial largo do Corpo Santo.
ra famili
Saota casa da misericordia
Recife
Pela secretaria da saota casa da miserjj;op "aip
Recite se faz sciente aos parales do orphae, abai-
xo declarado, qoe tesdo elle attiogido a idade de
14 anuos, resolveo a lllm* junta administrativa da
mesma santa casa, que fosse eotregae a' seos pa-
reles, da eonformidada cora o artigo 45 do rega-
lameaie daquelle ostabelcimento.
Antonio Leoncio de Licerda, fllhe de Aona Fran-
cisca Pies Brrelo.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cita 9 de agosto de 1867.
O escrivio
^_________Pedro Rodrigues de Sonta.
Santa (Jasa da MAseeorda
Aiiiraa.junaadBiiBiaaatiTuda Santa Gaaa da
dLsericordwfla'RecIfe manfla faxer publico qoe
na sala de anea sessoas, ao^dta it llarrreote pe-
ms 4wm* ala tarde tem de m a*wm*teda* a
quem mais vantageos offerecer as .reodas.dos uro-
dios em seguida declarados :
Estabetecimentos le cariflade,
Rna do*adre Froriane.
Casa terrea a. 4. .....1800
Idam idem o. 17.......186*000
Raa dos Peaoadones.
Casa terrea a. 11 ..
Companhia americana e bra-
sileira de paquetes atapor
At o dia 16 do correte esparado de .Ne-w-
York por S. Tbomaz e Para o vapor americano
North Amrica, o qatl depois da demora do costo-'
ote seguir' para os portos do sal,, para fretes a
passageos trata-se com os agentes Heory Ferster
& C, rua do Trapiche o. 8.
avisos DIVERSOS.
Instituto Arc&eo'egieo e tieographieo
PeraaDibucana
Haver sesso ordinaria*, sexta-feira, 16
do corrente agosto, pelas^i 1 horas da ma-
nh5a :
(ordem do da
Relatnos, pareceres e mais trabalhos da
commisses :
Recepco solemne de Mr. Osmin L'-porte,
consol de S. M. o Imperador dos francezes
em Pernambuco, como socio effeclivo do
instituto. _
Recepco solemne do Sr. commendador
Antonio Joaquim de Mello, como socio ho-
norario do instituto.
GootDuagao da leitura de varios docu-
mentos de valor histrico, pelo Sr rnajor
Salvador Henrique de Albuqarque, socio
effectivo do instituto.
Leitura de urna Memoria histrica e criti-
ca sobre o estabelocimento, permanencia e
extinccSo dos jesutas em Pernambuco, pelo
Sr. Dr. F. M. Rapozo de Almaida, socio
effectivo do instituto.
Recife 12 de agosto de 1867.
Jos Soares de Azevedo,
Secretario perpetuo.
Tendo de ser cantado um solemne Te-
Deum na capella de Nossa Senhora do Parai-
zo em honra de S. M. o Imperador dos fran-
cezes, do dia 15 do corrente agosto ao meio
dia, s5o rogados todos* os membros do ins-
tituto de qualquer de soas cathegorias a as-
sistir a este acto religioso, a convite expres-
so do digno cnsul de Fnmc^ Mr. Osmin
Laporte.
Secretaria do instituto, 12 de agosto de
1867.
Jos Soares de Atevedo,
Secretario perpetuo.
afftCKlPTURlO DE ADVoGaCIa.
O D'. Antonio Borges da fonseca e seu fllho o
Dr. Beato Borges da Fonseca tem es.*riptorio de
advogacia no paleo do Panito n. 30, entrada pela
rna da Roda. Tratara cora particular interessa to-
das as causaj de qae se encarregam.
Vice consalado de Gspana eu Peraain-
buca.
El v.ca cnsul de fi^poa eo'esta provincia, co-
mo administrador de la sucesin 4el subdito espa-
ol tallecido Aenito Alves, visa a los credores del
mismo, uue todos los que no apre-eolason sns
cuentas debidamente lega isafla-, u al improroga
ble ulaso de 20 dias, perduran sus derechos. Par-
uambuco 12 de ago.-to da 1867.-El vice cnsul de
S. M. C. Juan Buson.
Precisase de un coiiobairo : n:i ru* do R n-
gel ii. 9.
Nos abaixo ass:igoarios declaramos a> respei-
iavel publico e a quem interossar possa, que o Sr.
Joao Tav?res deixou de ser socio da cocheira da
rua do Imperador o, 23, i|ua gyrava s;.-b a Drma
de Bjrgps iSTTavares, rando sob a firma da JuS Ignacio .Borges C.,
ficando eocarregado do activo e passivo o socio
Jos igoacio Borges. R-cife 11 da agosto de 1867.
Jos Igoacio Borges.
________________Manoel Borges de Frailas.
= Quera i^r^cisar de urna ama pars coziobar e
engommar, dirija-si a rua da Aurora n. 54.
0 TUIBUNO "
o. 100 esta' venda na rua do Rangel, loja de cha-
rulos n. 2. na rua do Ro-ari., typograpbia com-
mercial n. 12, e na rua do Horia?, loja de charu-
tos d 130.
PASTILHAS
VERMFUGAS
Mam lera a.'0B.
Roa larga do Raeario.
Snoado andar aoaobraao n. 14 .
Toreen andar dem utem .
i>m a Ba
Casa larrea o. 3. ~. **T .
lirJJOCO
468*000
300*000
30j#OOO
96^000
tur
Seguir' eom a possivel brevidade o biate Lindo
Poawftf, capitio Francisco Ribeiro Barros; fara a
carga qoe Ibe falta, trata-ae com e respectivo aea-
slgoaurio Aatonio de Almeida fiomes, oa roa .da
Crox o. 13,1* andar.
COttPANlilA PRfAMBCANA
Navefneao cosleira ir vaatr.
Macei e'escalas, Penedo e Aracaj.
O vapor Ipojuet, commanoan-
jOs. te Uartins, segu para os portos
cima indicados oo dia .14 do
corrate as 8 horas da tarde. Re
_ eebe-e|* a-e dia 13oass*-
feiros, eocommendas e dinbeao a frete ata as 3
boras da larde do la da satrMa: ascrlptorlo na
Forte do Matos O- 1.
fara a
Pretende seguir cora multa bretUide a vallar
sumaca aactoaal ihrltncia, taat parte de sen car- ,
regaanlo prorapto,para o reto qae Ihe falta ira- 'sa da Seoiala n. i, taberna.
0 Sr. Joao Antonio Lisboa de Oliveira,.
caixeiro n) armazem alfandegado do Sr. Ba-
r3o do Livrameoto.qaeira vira rua das Cru-|
zesn. 41 Apara caoatuir om negocio.
Preeisa-se de costpreiras para coser em ma-
chio s[sj_a^tralarjaafua^Nojrao^23^lr^
ROOOWuO E 20000000
Segonda-eira 4t do correte se extrahi-
r *a 49* parte da lotera a beneficio das
familias dos voluntarios da patria (33.1)
* As encommendas-serio guardadas somen-
te at anorte da^p4krcelo.
0 thesonrerro,
_______Antonio Jos flftdrigoes do goqz.
Ama
XAROPE
DE CASCAS DE LARA.NM8 AMARGAS
aae I. P. Laroze, pharuinceatleu
em Parla
3 annos de sueeesses atlestain a na aleada,
como:
tnico excitante, para ajadar as fuoc-
gjs do ostoirnio. assim eom) dos intesti-
nos, p curar as doenoas nervosa*, agndas ou
ebronicas.
tnico anti-nervoso, para curar os incom-
modos percm sores d doenfas assim evita-
das, e para facilitar a digest&o.
ANii-PERiODico, contra os calofros, calo-
res, com ou sem intermittenc as, e que teem
por especficos as substancias amargas; tam-
bero eflicaz contra asgastrites e as gas-
tralgias.
tnico reparador, para eombater a ex-
haustacio do sangae, dispepsia, anemia, es-
. gotampnto, inappetencia, langor etc.
Deposito em todas as pharmacias e casas
de drogaras no Brasil.
ExpedieOes. em casa de J. P. Lazore. rae
i des Lions-St-Paul. i, Pars.
Deposito em Pernamboco, pharmacia de
n. Maurer d: C rua Nova n. 25.
rdbinete Portugez deg
Leitura em Pernara-1
buco.
O dia 13 de agesto crreme urea o
16* anniversario da iQslallago do Gab- *?
[ elfl- Sa
A directora coraprindo o disposto no fiBj
11 24 do ari. .68 dos estatuas, solemnisar
I odia da festa da-assocrar/io, franqueando
t o esiabetecimeolo, conveaicatemeote or-
: nado, a' cooenrrenoia publica e celebran
I do Sesso M gna as 11 horas da manba.
Sao convidados a assistir a este acto
5 tudis os iirs. socios das differanles cathe-
I gorlas era que se dividera, e, na Impossi-
\ bilidada da dirigir convites individuaes,
por to nnmero-os, aos dlstioclos cava-
Iheiros qoe compSa o nobre e Mostrado
corpo acadmico ; a director!- prevaleca-
se deste meio para o (azar;, esperando ser
atteodida pelos digoos Sirios de Minerva.
6 esiabeleciroeoto estar' aberto das 10
boras da mantisa at Andar a Sesso
Magna, e das 4 hjrs da tarda al as 10
horas da noite ; sao admitidos todos os
visitantes de um e nutro sexo.
Secretaria !da directora de Gabinete
Portuguez de Le tora ti de agosto d..
1867.
Jo- da Silva Layo, fg
m Director, aa>
Joaquim Xavier V. L'go, H
^ secretario. s
Assteiacao Commercial Beneficeate.
Tendo-se constnnido esta associaco em assera
blageral extraordinariai, convoca para. hoje (10) chales da llda e fraOCCZfJS. tCCldOS N
a requerlmento de lo Srs. assoclados, am de dis-
gosto o mais iiovv, enxwvacs pa<-a ca-
sameotos.
A Compagnie Lyonnaise tem a honra de
informar as senhoras brasileiras e portu-
guezas que achar3o no seu estabelecimento
sales de costura para a confeceo los seus
vestidos ejecutados no mulhor gosto, e so-
bre os mais elegantes padrees.
VESTIDOS
PROMPTOS E POR MEDIDAS
Depois da sua fundac3o, a Compagnie Ly-
onnaise nunca cessou de cuidar particular-
mente na escolha dos seus artigos, todos
do meluor gosto, e de primeira quilidad.es
por sso, no-ha nenhuma casa que pozas
rivalizar com esto estabelecimento, jjue ago;
de univer-al repatacao.
fiiAMKiSMSI{4'DE87
l\ I^MPaGULYONX SE
37, BOULEVARD DES CAPCINES, 37.
DE FRONTE DO GRANDE HOIEL.
Est los de seda, man ele tes, visitas,
mantos, ele, cascas taaftMftt, rendas,
cutir se a convenieBd! ou incooveniencia de re-
ducir se o prazo dos saques sobre as pracas da
Europa,depois de looga discnsso sobre a materia,
sendo iida e di-cutida urna proposta spresenUda
pelo Sr. Antonio Valeolim da Silva Barroca e
tendo de ser a mesraa votada veriflcou se nao ha-
tor casa por e haverem retirado alguos Srs. as-
soriados ara vista do que a dirccco o- convida a
:e reonireio no da 16 do correte ao meio dia
aGm de votar-se a mencionada proposta.
Associaco Commercial UeneQcente (0 de agosto
de 1867.
O secretario,
Candido G. Aleoforado.
Na roa das Crozas n. S, precisa-se de urna ama
qoe saiba coziohar e eogommar para dnas pes-
soas
Precisa se alugar urna ama que saiba bera
cozinbar e sirva para ir as compras : a tratar a
rua da Iraperatrii n. 34,)prlmeiro aodar.
MOTA YOKK.
DE COR OIEIRO E SABOR AGBADAVEIS
Infinitamente mais efficazes do que todoi
os mais remedios perigosos enauseabundos
que existem para a expulsSo daslombrigas.
Nao causam dores e produzem seu effeito
sem precisar logo depois de purgante ne
nbrjm e tSoincitantes em apparencia e deli-
ciosas em gosto, qoe as criancas esto
promptas a tomar mais do que marca a re
ceita. _____ _
Uteis como, um excellenle meio -de fazer
remover as obstruegoes do ventre, mesmo
no easo de nao existirem verme ajgum, a>
PASIUJiASVERMIFUGAS DE KEMPS Sao promp
tas einfalliveis oa sua operado e por todot
os respailes dignas decon&anca e approva-
jio -de toados os paes de familias. Prepa-I
radas nicamente porLanman Nova York.
A' venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo drC. e P. Maurer y C-, e em todos o?
estabelwawto*Pto|aac0i Aluga-se
a casa terrea da roa Imperial n. 160, com bons
commodos para grande familia, quintal cora telhei-
ro e pnri.io para a caraba : a tratar oa padaria
da roa Pirula o. 84._____________________
o Sr. Manoel Claudio d Silva Gusmo tem
urna caria na rua da Imperatriz o. 60, casa de
Gama & Silva.________i_________
No dia 43 do corrente, pelas 8 boras da ma-
nh.i, estao oa rua do Sol jauto a ponte da Boa-
vista, cinco bois mansos para serem vendidos.

Joaquim Jos oiicaives
Beltrto
ilA ii IRAPICIK r\. 17 i AMAH:
Sacea por lodos os paquetes sobre o Banco
sobre os
gotslos luga-

Precim-se

Preelt-s Oa ama ama qae eoKas rtame
para casa de pequea familia : a tratar a a taa*ta<
Arlas laaportiatc.
Os nicos verdadeiroe xaropes de bypopbospbi-
to* de toda, aa calada tarro do Or-CboreWU tra-
i6 a fc**ojitiro*ew-regida ime ^bao ata-
Ssis'iRK waAsrttS >msr*
de urna ama para coziobar smente, oa urara da;
Boa-Vista n. 6^____________________'
Precisa se alagar um preto de meia idade
e qae sea senhor se respoosabilise pela sna con-
ducta : quem o'tiver oestas cendieeSes dirlja-se a
rna dalraperatriz d. 46.
Precisa-se de ama aunque oosiabe e com-
pre para poaca familia e 'urna outra para andar
com enancas.: na roa Angosta o. j, i*.aodar.
Forro oii escravo
Precisa-se de nm criado para servico interno s
cuerno ao hotel da rua do Torres o. (err ou
escravo, coodicao eeseocial qne seja tl e dili-
aante : trata-se pp mesmo hotel.
O Sr. ioa Intoale qaefoi ateraroote do
de dlreito Peiaoto do Pao d'Alho queira fazer o
favor de vir a roa da Gloria n. I tO, a negocio de
sen tnteresse._________ "
'-'Iroaqair A'otoalo de' Vascooceflps declara
qoe deu sociedad* no 'sen estabeteermento de mo-
toadessilo a'rua Bireitaa. *5, a Jos AobioLi-
pes, aands fica fyraado-a aroit a>e o dia o do
crrante de VaicopceUos 4 Vpas, Recifa, IX da
agosto fle mi.

Precisa-se de urna preta o mulata qne saiba
aoBoaantr e na a ana t trata. aa asa da Sea*
Aaba-Mavaaaaaatlrascat jaaaraaoa aoaaoao
me do Dr. Cbnrchrrl ao dra. Preeo ftaaoos em
Paria : Com inatraee>o
Vendt-sa em casa da f. aUaw i G-
ula Velha n.
Lava-se j
lo Minho em Braga,
' em'Portogal.
aber:
Lisbi)a.
Porto.
Valeoca.
Gnimaraes.
Coimbra. m
Chaves.
Viseo.
Villa do Coo^e.
Arcos de Val de Vti. *
Vianua do Casteiic.
Poete do I.kna.
Villa P.a).
vrija-.N'ova de Faraelieao.
Laoiego.
Lagos.
Cavilbaa.
Vassal (Valpassoa.)
Miraodella.
Beja.
Barcellos. _______________________
Antonio Jorge dos Saotos faz scieule ao res-
peitavel pnbco e com especlatlda'de ao corpo do
commercio, qoe tero contrtalo reader ao< Srs.
Joaquim Antonio Pereira da Silva a Jos Rodri-
goes da Silva,a 4oa taberoa da ruado CaUtaireiro
n. 94, livre e desembarazada de qualquer ooos :
se algaem se julgar cora direiu a Impedir este
oegocio, dirija se ao mesmo eslabeleciraeolo no
praso de tres das. Recife 8 d* agosto de 1867.
Offerese nm optiaa-cosioheiro. oefro,aloda
moco e de boos costumes: a traUr aa roa -Jo
Trapiche o. 46. ___-
^Tao Sr7c^iro_dT^-blfbJo de Infaotarla
Krsfris^iTrTiSsArs
Santos Carioca. _;_______~______
Preoi*a-se do-"00 a premio palo lempo a
Ufe meses, com segoraoca em
Mt*o
eom modo
annos, tendo algama pratica de
ca : ne ftea, a da -Crarn.
qoesa tratu.
om escravo moco a
lo7 om qnlter Mr este oegocio, deixa car-
taneeta typcgraphla com as inictaes L, I. A.
*" Crlai
Precua-se da a ortaa* forro ou captivo : aa
raa esttaita 4o Batano o. M, sobrado.
Nroa <31 Imperador n. Ti. ir aodar, proct-
sa se tingar coa eatiaSwra ja 4a taaaa.
*.
M
JGiVELl



tarto 4e remnboeo ~ rx* felra 1S ie Agoste de 1867.
V
2W1M mk
PHOTOGBAPHI*
VIIEIIA
RA 60 CABGA N. 48, ENTRABA PELO
PATEO DA MATRIZ.
0 npsso estabelecimeoto pbotogrsphico
est sempro em da com todcfS os melhora-
meDtos e progresos qoe na America do
Norte, qu na Europa se cousegue na arte
pbotqgrapbica, e para alcancarmos tal fitn
nuuca poupamos despezas nem sacrificios,
de sorte que os nossos numerosos freguezes
pudem ter a certeza de que sempre eucoo-
uarao em nosso estabelecimeoto tudo quao-
to a arte e a mbda offerecer de bem, no
novo e velbo mundo aos amantes da pbo-
tograpbia.
NOVIDADE PHOTOORAPH1CA.
Acabamos de receber todo o necessario
para fazer retratos chamados carte-album.
Este genero de retratos ltimamente in-
ventado na America do 'Norte/rpidamente
se propagou na Inglaterra e Franca aonde
goza actualmente de todo o favor da moda.
A carte-album se faz por dozias como os
antigos cartdes de visita.
Na Inglaterra trocaram o nome de carte-
album pelo de retrato-galeria e os ingleses
nsam encaixilbar estes retratos em qoadros
especiaos para 'com elles formar galenas,
com que ornam seus gabinetes. Recebe-
mos orna certa quantidade de taes quadros,
os quaes cederemos por barato prego aos
nossos freguezes.
As pessoas qoe quizerem ver specimeos
dos retratos chamados carte-album, j fei-
tos em nossa officina sao convidados a visi-
tar o nosso estabelecimeoto.
CARTES DE VISITA A 90000 A DDZIA.
Em conseqoencia do novo genero de re-
tratos chamados carte-album, diminuimos
0 preco dos antigos caribes de visita, os
quaes de boje em diante ficam reduzidos
ao preco de .
#000
pela primeira ddzie, sem que por causa
desta diminuido de preco, deixemos de es-
merar-nos do nosso tmbalho, como sempre
foi nosso cu.-tume. Alm disto, continua-
mos a dar os cartes de visita em caribes
de luxo, Bristol, ou porcelana, dourados ou
litbograpbados para o que temos urna varie-
dade de 12 modelos, a escolha de quem se
retratar.
SST VA 60M0 PREVENCO.
Apezar do ncsso trabalho ser muilo co-
nhecido nesta cidade, aoode trabalbamos a
1 i afinos, com tudo joigamos de nosso de-
ver dizer boje o seguint:
Nos retratos fetos em nosso estabeleci-
mento emprega-se toda a cautela para of-
erecer-se a par da belleza do trabalho, as
melbores condicbes de duracao. Doura-
mos e ixamos os nossos retratos sem olhar-
mos a economas, e ltimamente para Ibes
podermos dar urna lavagem mais ampia
e segura, contratamos com a companbia de
Bebiribe nma peona d'agua. Os nossos
cartes de de visita sao verdadeiras photo-
grapbias, que n5o precisSo de retoques do
pintor para Ihe desfargarem os defeitos, e
convidamos a quem quizer a passar sobre
lies urna esponja mol bada em agua, ou
deixa-los mergulhados por espago de horas
em agua, oa em espirito de vinho: se apre-
sentarem alteraco serao recebidos por nos
e pagos pelo duplo do que tiverem cui-
tado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
systemas photograpbicos at hoje conheci
dos em photographia. O nosso sortimeoto
de caixinhas, quadros, passe-par-tauts, e
joias de ouro para a collocapSo de retratos
o mais completo, variado e abundaote que
existe nesta cidade._______________
O Sr. Jos Marques da Costa Soares,
que mora na ra do Vigario, queira vir
esta typographia, a negocio que nao ig-
nora.________________'
Heorique Leiden, proprleurio da fabrica~de
cerveja naciooal, roa do Sebo n. 35, taz sciente ao
coramercioe especialmente aos seas freguezes, qae
o Sr. Alfredo Cardoso Rabello deixa de ser sea eai-
xeiro, e qoe o sen sobhobo Heorique Quanz s
fka eocarregado das cobranzas de seos negocios.
Preeisa-se de um feitor para tratar de om
sitio: oa esquina da ra da Madre d Oeos n. 48.
a
B
-5'
*
2.
a>
3
-
tt>
O
i
5"

o
o.
a>
01
a
a.
es>
en
O.

o
_.
'
en
o.
o
g
o
OQ
3"
O
->
a
3
a.

5

a
CL O.
O
B
i
CL
i
o
5*
(O

8-
2
O.
2.
i 8*
o o
& 1
6> a fB
s O
c t
o 0 a
1 I
a*
a
_.
5
U
CU
B
o.
o
3
S
Cu
o
a
3
c
o
o.
H

s
TS s
o 60 1
Su Si
O
1 2 o
69 *.
o
O
ce S?
03
B
O
O
&
O

2.
o
3.
a-

Satisfeito o inveocive Veado Braae*. comasmaneiras attenciosas com qoe
'oi acomido pel respilavel publico desta briosa provincia, a ponto de qoe muitos a por-
6a despuaram a salisfacJ de terem os primeiros a comprarem em seu importante arma-
Vn, sedesvineeeerodecararcom toda a lealdade deque capaz;qoe est cada vez
mais aunado, n5o s pelo benigno acolbimento que tem receido, como pelas forgas de
que dwpSe porgue at hje nlo careceu lini dos preparados de jrubeba, nem do
xarope ateoofico de veame. ^ lnvi
O Veado Braned, declara a quem anda o nioconhece que n3o um
desses bicharocos intrataveis que por ahi vivera com figura bu nana ; domesticado no
ameno paiz onde a amavel Aguia Branca vio a luz do astro bemfeitor, elle partidario
desse invejavel agrado e sinceridade que com tanta gravidade se desprende do sea
bico encantador.
O Veado Rraneo, como todo o homem civilisado, ama a sociedade dos
bons, gosta do centro do mondo elegante, asa do tnico de Jayme. para previnir que Ihe
ponbam a calva ao sol. vai a compahia des Booffes Parisiens e no meio do partido de
madame Adello, elle tambem atira-lhe o seu lindo boqoei.
Digne-6e o benigno leitor de jurar as palavras sinceras do sincero Veado
"co> e venha prover a sua dispensa do que melhor se pode-^contrar n'um estabe-
cimento de molbados.
A modicidade dos pregos, comparados com a boa qnalidade dos gneros e o
bom modo com que se recebe os senberes compradores, deve cortamente convidar as
pessoas que ainda n3o vieram nossa casa a fazer parte dos amigos e freguezes |do nosso
BELUSSIMO 1RMAZEM
MOLHADOS
i Moedasde'ouro.
Nacionaes e estrangeirai ais ce como libras
MiiMoai: campram-se oa roa de Greipo n. 16,
pwadro andar.
-; Comprs-se moHi de ooro de J0#, i6#, iO
9* a roa da Cruz a. 3. _________ _
Gomprm se paueSes e prata braslleira li-
Dras esterlinas moedas, de 94, de 10^, de 164 e
20# por malor preco do qne em ootra qualqaer
parte: na ra da Cadeia luja de lateadas a. S8.
Moedas de prata
nacienaes, assim come paucoes portoiueies e
bespanhes, compram-se com premio : oa roa do
Crespo n. 16, prlmelro andar.
Libras eserlinasc
Comprara-se com bom premio : na pra'-a da la
dependencia n. 11.____________
CONHECIDO PELO NOME

DE


------
RA DAS CINCO PUNTAS N. 86
AO GRANDE ARMAZEM
DAS
Residencia e consultorio 81
Medico cirurgico
DO
Dr. Antonio Da arte
iNa praga da Boa-Vista n. 21 onde 5
S pode ser procurado a qualquer hora, j
Especial Idade
Doengas do peito, e de meninos. M
-KMttMS
Gabinete medic cirurgico
DO
Dr. Ignacio Alcibiade Vellozo
Pode ser procurado a qualqaer bora do da on
da noile prestndose aos ebamados ora da cida-
de, com toda a promptido. Pratica qualf ur ope-
meo. Da' eon>utas das 6 as 9 boras da manba :
ra da Imperatrii n. 86.
EscripUrio de advogacia m
O bacharel Laurino de Moraes Pinbeiro a
advoga no foro desta capital e dedica se
especialmente a cansas commerciaes;
I para o qne pode ser procurado em seu
35 'scriptorio a roa do Apollo n. 47, das 9
ggt horas da mantea as 3 da tarde.
muwmm-w&fflwim
iamael Power Jonastoa k liompatiui
Raada SeazalaNova n. 42.
A8NCIA DA
Frmdleio de I.ow Hoer,
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos,
Moendas e meias moeodas para engenho.
Itim de ferro coad e batido para enge-
oho,
Arreios de carro para nm e dons cavallos.
Relogios de ouro patente inglez.'
Arados americanos.
aVhias para descarogar algodo.
Motores para ditos.
Macninai de coatara.
iummmj wMWftWt mm mu
| Com^anhia fidelidade de segaros 2
martimos e terrestres
tabeiecida no Rio de Jaaeirot"
AGKTM KM MHAMCO
*"ie L.i, it ouvara ixtitUA C,
???$*}?****** *atorls*ios pela dir
Ki
DUAS
Sempre barato
te-j tlantelga
Igleza flor a Ifi, a libra e a 5oo rs. soffrivel e propria para tempero a 32o rs
dem frauceza a 56o rs. a libra. A.
Cha
De primeira qualidade a 28oo e proprio para negocio l56oo a libra.
Blacoitos
Inglezes pearl, nic-nac, oval, cracnel, e outros superiores a \ftf oo a lata.
FlgOS
A 24o reis a libra.
Gomnias i
De milbo branco a 4oo reis a libra, de ajaruta verdadeira propria para alimen-
tar criangas a 5oo reis a libra e caxinhas com 4 libras por menos, gomma do Maranho
a 16o rs. e tapioca sag a 24o a libra.
Chocolate
Superior a lo*, a libra.
Doces
De goiaba em latas a l oaoo em caixa de 4 libras, muito fino a l8eo, em caixes
de 2 libras a 5oo e 32o.
Pelxe
Eqi latas a Ijooo reis a libra, sortido em qualidades.
Ostras
America a 8oo rs. a lata.
Baldes e Vassouras
Americanas a 8oo reis cada pega.
Toucinho
De Lisboa a 320 reis a libra.
Tomates
Em latas a 6oo rs.
Sal
Refinado em lindos postes por 5oo rs.
nirshs de Wasser
A 2(5fooo a garafa.
vermonth e Abssutho
AI ooo a farrafa.
Bltter
A I ooo a garrafa.
D bordeaux superior, Saint Estephe, Saint Julien, Saint Emilie a "ooo a duzia
e 64o rs. a garrafa.
Vluho
Do Porto fino a i4ooo a duzia e lioo a garrafa e magnifico tambem em bar-
ril a 8oo a garrafa.
Duque do Porto
Adamado e outras marcas a 9oo rs. a garrafa e lo a duzia.
Vinho da Flgneira
O que ba de melhor a 4, a caada de Lisboa a 35 e 4S a garrafa.
Vinagre
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa.
Farello de Lisboa
Saceos com 9o libras a 45oo.
Cerveja
Francesa em gigos de urna duzia a C.
Ingleza
Bass verdadeira a......T. e Victoria e Alssop a 5oo reis a garrafa
VEADQ BRANCO
Estabeleciuo a ra Direita n. 16.
Esquina da travesea de S. Pedro.
-------------a
JOIAS
_____ N. 2 D / N. 2 D,
P^ COK i CAO DE OURO. ^4fc
A loja n. 3 D intitulada Coracao de Ooro Da roa do Cabog,acha-se d'ora em diante cffereren
do ao respeitavel publico com especialldade as pessoas qae bonram a moda os objectos do ultimo gos
to (a Pars) por menos 20 por cenio do que em outra qualqaer parte, garantindo-se a qualidade e a so
idez da obras.
O respeitavel publico avahando o desejo que deve ter o propietario de um aovo estabelecimen-
to qoe qaer progresso em seu negocio deve ebegar immedlalamente ao coracao de ouro a comprar
aneis com perfeitos brilbantes, esmeraldas, rubins e perola; verdadeiras em agarras, modernas pele
diminuto prego de 105, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo preco de 34, maracas de
prata com cabos de marBm e madreperola obra de moderno gosto (o que o encontrarao no coracio de
ouro) voltas de ouro com a competente erusinba ricamente enfeftada pelo pequeo preco de 125, brin-
cos de nm trabalho perfeito por um mdico, preco, cassoletas, tranealkis, pulceira?, alfloetes para re-
tratos e outros modelos todo de alto gosto, aneis proprios para botar cabello e firma, dito para casa-
mento, no rtico roseta tem o Corago de Ouro nm completo e bem variado sortimento de diversos
gosto?, butdes para punbos com diamante, rubins e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo sen va-
lor ja' por gosto ds desenbo, brincos a forma da delicada moslnna de moca com piogente contendo es-
meraldas, rubins, brilbantes, perolas, o gesto sublime, alfinete para grvala no mesmo gosto, relo-
gios para senhora cravados de pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras de brilhantes de
moito gosto, crusiuhas de rubins, esmeraldas, perolas e brilbantes, aneis com letras, eacoletas ue
erystal e onro descoberia para retrato (a ingleza) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qaal
qner joia, para seeolocar retrates e obras de cabello, e outros muitos objectos qae es pretendentes en
contraro no Coracao de (Joro qae se conserva com toda a amabilidade aos con cor rentes de lindo-
se de aqnl mencionar pregos de certcs objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dizendo-se o
prego talvez algnem faca mo jnizo da obra, por ser tao diminuta qaanlia a vista do sea valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ooro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe se coneer-
tos, por menos do qne em outra qualquer parte, e dao-se obras a amostra com penbor, conservndole
e Coracao de Ooro aberlo at as 8 oras da noile.
Qualquer pessoa qne se dirigir ao Coracao de Onro nao se podera' engaar com a casa, pois
nota se ua sua frente nm coracao pendarado pintado de amarello, alem de outro qae se nota em um
rotlo (isto se adverte em conseqoencia de terem ja' algumas pessoas engaado com ootra casa.
Oompram-sc escravos
Silvino Gnilherme de Barros, compra, vende e
roca efectivamente emves <1p ambos os sexos
da todas at Idades : a' ra do Imperador s. 79,
e-rceiro andar. ____________ '___________
Pataces
Compram-se patacSes bespanhes, portogueies e
brasilelros de cnnho antigo, ed casa de AJamson,
Henry & C., roa do Trapicbe-aovo n. 48^
25S600
Comprase na toja de joias do coracio de curo
a D, roa do Caboga, BKwdw nacionaes de M5
Ouro e prata em moeda
Compra se por malor preco do qae em outra
parte : na roa Nova n. 31, loja de ferragens.
vuro e prata
Moedas de ooro e prata nacionaes, estrangeiras
de todos os valores se compram na loja de oori-
ves juato ao arco de Nussa Senhora da Conceico,
ra da Cadeia do Recite, assim como onro e prata
em obras velhas, brilbantes, diamantes e se paga
bem. ____________'
Compra-se
cobre, lato e chombo no armszem da b j r ama-
relia no oitao da secretaria de polica.
. Compra-se oaro e praia em obras velbas :
na praga da Independencia n. 21
Libras esterlinas
Compram-se no escripu.no de Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo &C., roa da Cruz n. I.
Comprase moedas de prata e oaro com pre-
mio : na rna da Cadeia n. 4.
Ni S ARa de CalingaX. S A
Agostinho Jos dos Santos # &
Acaba de chegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo gosto, perfeico artstica e modellos eoteiramente no*os; como
seguem: aderecos com r'ubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, aunis, botes de punho, brincos e cassoleus com letras, etc.;,
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faquiros, paliteiros, calis de mesa o
fructeiras, cojos precos s5o incompetiveis, pois que os proprictarios desta casa,
recebendo seus artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seas freguezes. Compram-se brilbantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se incombem de fazer concertos. /
Compra-se
Libras esterlinas : na rna do Cabog loja de
miudezas de 4 portas n. i B.
Comprase qualqaer casa de negocio ero
ponto grande oa pequeo oa mesmo garapeira oa
rancho na Estrada Nova at Cazanga' oa em qual-
quer arrabalde desta praca oo mesmo aluga-se al-
guna sitio qoe tenba as propor(des e em logar
apropriado para botar-se estes negocies e com
comm>do? para familia, agradando nao se olba a
preco : quem tlver pode dirigir-se a raa do Cal-
delreiro n.84 ou aonuncie.
$18000
Paga-se por moedas de ooro de 265, e mais do
qoe m ootra qualqaer parte por toda qualidade
de ouro em moeda ; a roa do Crespo n. 19, loja.
Comprase nma cadeirinba de rebuco que
esteja em multo bom uso : a tratar na roa da lm-
peratriz, loja d. 41.
COmpra-se
por maior preg qae em outra qualquer parte moe-
das de ooro braslleiras de 305 e 165, roa da Ca-
deia n. i 6, Adriano, Castro & C.
Compram se
com premio meedas de ouro e de prata nacienaes
e estrangeiras : na roa da Cadeia do Recite o. 16,
armaiem de Adriano, Castro A C________
AliencM).
o
Moedas de ira e prata
Na ra Nova n. 31 compra se por maior prec
do qae em outra qualquer parle.
VENDAS
BW
?4SS Na loja do sobrado n. 12 da roa da Impera-
triz se dir' quem vende por barato preco om car-
ro com vidraca (caleze) em muilo bom estado.
nnHfMH* mai
O Dr. A. S, Pereira do Carmo (medico)
esl morando ao sobrado n. 12 da roa da
Imperatriz.
Legados
Francisco Jos de Araujo como testamen-
teiro de Narciso Jos da Costa Pereira, avi-
sa as aQlhadas do mesmo para qae Ihes apr-
senteos certidao de baptismo. sem a qoal nao
podem ter ireito ao legado que aquello
fallecido Ibes deixou em seu testameoto,
assim como aviza as mesmas afilbadas que
est prucedendo a inventario, e que quanlo
antes devem ser as certidoes apresentadas
para serem allendidM na partilha.
Podem dirigir-se a roa das Ago?s Verdes
n. 80 ou no largo do Paraizo n. 26.
Aluga-se o sobrado da roa da Madre
Dos o. 36, com bastantes oommodoi :
[rata-se na roa de S. Francisco collegio da
Conceico.
Para o excellentissimo mi-
nistro da Justina ?r.
O abaiio assigoado detido na casa de de-
teoc5o desta cidade de Pernambuco ha tres
anuos, e processado nos termos de Flores e
Baique, nao Ihe tem sido permittido res-
ponder ao jury, nico meio de sua defeza
como Ihe faculta a constituic5o d o Imperio-
tendo sido requisitado pelos juizes daquellas
comarcas por mais de seis ve/es Chefe de
numerosa familia, e hoje sobrecarregado de
prejuizos inclasive suas despezas dorante o
largo esdaco de tempo que tem absorvido, a
pouca fortuna que de seu trabalbo possuia ;
e protes'a reclamar at ser attendido.
Joao Manoei Frazo.
Escrava para comprar
ou alugar
Precisa se de orna escrava que cozlnbe, por
compra oo alogoel : na ruada Cruz, armazem n.
10, das 10 boras da manba s 4 da tarde.
Club Pernambucano
A partida do corrente mez, ter lugar na
noite dodia 13.
O conselhelro Jos Bento da Cnnha e Figuei-
redo contina a advogar e pode ser procurado em
sea escriptorio a' roa do Imperador desde o meio
dia at as tres e meia, oo na roa da Imperatriz n.
28, primelro andar, a qualquer hora.__________
Saques
Lima saca sobre Lisboa : a' rna
Joao do Reg
do Apollo n. 4.
Sedulas do banco do Brasil
fc suas caixas no Mara-
uho, Bahia, etc.
Trocam-se effectivamente no sobrado da iravessa
da roa da Concordia n. 13.
CASA
de commisso de escravos,
Na casa de commissao de escravos roa do Im-
perador n. 45, 3* andar, recebera se escravos pa-
ra serem vendidos tanto da praca como do mato,
e os senberes de engenhj qae por qualquer moti-
vo 'queiram 'esfazer-se de algam nao tem mais do
que remette-lo ao abaixo assignado qae garante o
bom tratamento.e prompta venda, nao se ponpan-
do eiforcos aSm de em todo salisfazer as pessoas
que o quizerem bonrar com 9 sua conanca. Nes-
a casa ha sempre para vender escravos de ambos
os sexo*.
Antonio Jos Vieira de ouza.
pini ** mmmmm
No armazem de tintas ra do Impera-
dor n. 22, vende se :
Salitre refloado arroba 65500 '
Euxofre arroba 25800
Aluga-se urna escrava,
Preclsa-se alagar nina escrava, qoe saiba engo-
mar e cosmbar e faser o mais servico de nma se-
nhora estrangeira; paga-se bem a rna da Seozalla
Velba n, 22 andar.
PUBICO
Precisa-ie de orna senbora qne saiba entinar
a 1er, escrever, grammalica portagneza, fraocfz,
msica e piano, para ensinar a duas meninas, em
um engenho na freguezla da Escada, orna legua
distante da estadio, paga-se bem ; a tratar na roa
do Cabogi n. 11, 2* andar, com Francisco Antonio
de Brito.
Gabinete Partugiiez deleitara.
De ordem da directora seientiflea-se a todos os
Sr. associados, qne, tendo de se proceder a' deco'
Wo dos saldes do Gabinete para a solemnisacao
lo i* aooiversarlo "
de
ecSo com os bensde
Santiago Ramos, official de
se acbam aresldos para pa-
seos credoreg.
de toa insullacio, qoe, eooo
cosame, tera' lagar no da 15 do corrente ;
estara saspenao o expediente desde o dU 12 al o
dia 17 iaeiosive.
Peto aeamo motivo se roga aos Srs. disociados,
qoe se enguera recolber ao GaWnete aa obras qae
Mverefl a sea poeer, e se receberio at o dia 13
desiemez. .
Seerettria da-direeiorir do Gabinete Portogoex
de Leitar, 8 de agosto de 1867.
Joa*to Xjrter Vitit* Ligo.
A encao
Antonio Jos da Cesta Araujo.gerente do estabe-
lecimento de Bernardo Alves Pinbeiro, na roa lar-
ga do Rosario n. 17, laz sciente aossenhores vende-
|bo~es ao publico em geral, qoe tem om grande
sortimento de charutos fabricados dos melbores lo-
mos vindea de conta propria, e por procos muito
baratos avista de sna boa qualidade.
Na praca da Independencia n. 33, loja de
enrives, compra-so onro, prata e pedras preciosas,
e tambem ae faz qualquer obra de eacommenda e
todo e qoalquer concert.
AttencSo.
K. 2 > Ra do Livraneulo N 25
Deposito da tamanco e calcado nacional da fa-
brica da roa do Jardlm n. 19, de Jos Vicente Go-
dlnho, tanto no deposito como na fabrica se apromp
tam todas as porcSes de calcado o mais barato
possivel, esta fabrica. temJoda ai maebioas pro
prias para os fHAAfi bem acreditados pelo
o*dl IfcfOezes qoe daqoi te for-
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
logo em edificios, mercaduras e mobilias:
na rna do Vigario n. 4, pavimento terreo
Vinlio tnico e nutritivo
BE
QUINA E CACAO.
DE
BVGRAID.
Esta nova combmaco rene em urna bebida as-
sas agradavel e conveniente a todos os organis-
mos, a quina qne om medicamento tnico por
excellencia, e o cacao qoe cootem principios nu-
tritivos assas reconbecidos.
Elle se enprega com o maior successo na cara
das pallidas cores, soffrimentos do estomago, per-
da de appetite, digestdes difficoltosas, meostroa-
c6es difflceis etc., etc.
Deposite especial
NA
Pharmacia e drogara de Bartbolomen & C.
34-Rna larga do Rosa rio- -34
Vende-se a taberna da roa do Hospicio n.
i 28, a qoal tem commodos para familia, pelo dooo
I andar doente, e tem de retlrar-se para fra.
Vcnde-se
travs Oe qualidade com 50 palmos de comprido e
11 a 12 pollepdas de grossora, a ver as Ciocc-
Pootas : a tratar no pateo do Terco n. 141.
r ;
Vende-se roel : a tratar a roa do Apollo n. 4.
CEMENTO.
Vende-se cemento Porlland : no armazem de
Vicente Ferreira da Costa Pllho, rna da Madre
de Dos d. 22.___________
Vende-se urna vacca boa leltelra prxima a
parir e nm garrote gordo, maoi/o e de boa quali-
dade : na estrada dos Afilelos o sitio do Sr. ma-
jor Barros. ________________.
Vendem-se as madeiras da casa Incendiada
da roa da Lrtiz : a tratar na mesma rna n. 50.
os
grande amen
neeem.
OVerece>M nm eotinhoiro fraocez para fazer
iaotares em catas partlenUres : no becco das
Barreiraj n. P.
Aluga-se o 2.o andar do soorado n. 2,
junto a igreja dos Mariyrios, bastante fresco
e com commodos: tratar com Antonio
Jos Rodrigues de Souza na ra nova n. 50,
das 7 s 9 boras da manbSa, ou das 4 s 6
da tarde. _______
~0~ESUDANTB do 2.? anuo JeroDymo Loo-
renes de Araujo, venba a roa das Crozes n. 35, pri-
melro andar a negocio qae nao ignora.
Trocara se
u nota* do banco do Brasil e das caixas liaes-
pendencia n. 52.
Oe abaixo asaigoados avisam ao rejpeiiavei.
publico e com eapeclalidade ao eorpo do commer-
ASJIAiLiJlA'JI
Este estabelecimeoto acaba de receber lindas
cbapelinas para senbora, ricas caixinhas para cos-
turas, ditas para juias, peales dourados para coco,
ri veas moito ricas, assim como cintos e palseiras
da ultima moda de Pars, eniremeios e babadinhos,
bonitos toncadores dourados e de Jacaranda, espe-
Ibos escossezes de diversos tamanbos e ricos cai-
vetes para senbora, voltas para pescoco, gravati -
chas, bico de seda, dito de algodo, Ubyrintbo, e
muitos outros objectos de aparado gosto, qae se
lortta eofadonho mencionar, tuao por precos moi-
to commodos: a' rna da Imperatriz n. 70, na loja
da Lealdade.'
Vende-se e tambem se arreada um exceden-
te sitio na estrada de Santo Amaro para Belem,
defronte do sitio das almas: a tratar na travessa
das Crozes d. 2 A, a qualquer hora.
Veodom-se cioco vaccas e orna cria
do Socego n. 23.
na ra
co qae abrir
roa da Crax
te anno, sob,
cebem todos
ffoefa.
ecrlptorie de comaisses aa
ai*dejalwdo coren-
Bamosd *mporal. Re-
de dentro fora da pro-
Ix Bom Ramos de OHveiri.
Clemenllao Moreira Tetrporal. -
Vende se um sobrado de dona andares em
ama das roas do bairro do Recite : quem preten-
der dirija-se a rna da Roda n. 2, qoe acoara.
qaem d as informacoes.
O PARTIDO LIBERAL
seH pragramma e laura.
Por E. Sabeulaye, trad. de Maraobo 4
ntido volme 2#000.
A venda na iivraria fraicea
Roa do Crespn. &._______
_B Vende-se nma das melbores cana da povoa-
cao do Caxaoga' do lado da Igreja com S quirto*.
cosiaba fora estribarla e com qaiotal soffrivel :
a tratar na roa do Hospicio o. 22.
Vende se urna escraviaha de 16 anuos,
habilidades: na .tm da Aurora n. 10.
om
Vende-se earee de sol do Serida 360 eqoei-
I jos do mesmo logar a 680 rs. a libra s na roa das
Carrocas n. 30, em todo le far dlfferenca de 'ama
r arroba para cima.
r*



*


Diario de pernambuco Terca fejr* t J*/e*fst Ve
iii- i' "

lemedies do Dr. J. C. Ajer, e> tente
da liniversidade de Pensvlvaiii, no*
Estados-Unidas.
Bilraete cooapaato de alsa-par
rllua de Ayer.
f*eltoral de cereja.
Remedio para aezea.
Fllulas cathartlcaa.
0 deposito ceatral para as provincias
Pernambuce, Alagoas, Parahyba e Rio-
Grande do Norte, destes remedios tao fa-
voravelmente conhecidos e acolbidr* em
todas as partes da America do Sul e de
Norte, acha-seem casa de Theo'I C'Iirl*
tiaasea, 16 roa do Trapiche en
Pernambneo.
' Os precoa de
S35 por duzia de estracto de salsa-parrilba
*~& por duzia de peitoral de cereja.
27J por duzia de remedio para sezoes.
75 por duzia de pilotas catharticas
te entender dluhelro vista, coa
o descont de 5 por cento em quantidadei
de 6 a 12 duzias, e de 10 por cento em
cuantidades superiores a 12 duzias.
^^ ^% mW*%\&
ce
6

a

NOVIDAD
roa do Crespo n, a. esquina da do Imperador
DE
Custodie Jos AlvesGwimaraes.
Tendo recebido em direitara pete vapor francez stremadure, um variadissimo
sortimento de fazendas finas e da ultima moda em Paris, e aproximaudo-se as festas de
S. Jo3o, S. Pedro e Sant'Aana, por isso apressa-se em vir convidar o respeKavel publico,
e com especialidade aos seus numerosos freguez-es, que venbam ver ojque ha de mais
moderno nests mercado. Como sejam:
para vestido
encontra mais o seguinte:
Azeite-de espermacete propria para machi-
Anies de avisar a sus boatoaeia' do que de ^ores de furCa de 3 a 4 cavallos.
novo ha recebido, vai primeiro dirigir seos com- -serra rvulsas para machinas,
primelos e agradecimeotos ao bello Viado braoeo MancSes e todos OS mais DOrtences D
pelas maoeiras agrada veis com que elle a ba tratado, mesmas
e assim eampnodo esse dever, deseja Ibe tambem rJZZA^^
que a par da continuado de sua robaste* tenha S? de m3 para alerro'
crescido augmente de boas freguetes, e mais qoe Wl'Odro para padarias.
com aquella ligerexa de qoe dispe-se lvrese da Debulhadores para milho.
pontana d aquellas que a pretexto de amostra le-, Arados americanas
vam os eb actos, e pelas soas immensas oecopacoes rn -i mericanas*
nao voitam mais. oecopacoes. (^mnhos propnos para armazens.
Ja y, pois, o bello Viade branco que a agola Momncis para refinacao.
aprecia o sea boodoso tratamento, e lbe deseja um dem para m'liio.
feliz porvir. Assim dito e feito, val a agoia bran- Escadas de madeira amprirana?
ca satisfaier a saa boa freguezia, pela obrigaco
em que esta' de continuamente scientiQca la do
que de aovo receben, pelo que avisa-a, de qoe aca-
ba de chegar para aloja d'aguia branca, a roa do
Queimado d. 8; o seguinte :
Coques novos de linios e variados moldes.
Kafeiles modernos e bonitos para senboras.
Cintos de ponas entenados com vidrilbos.
Corddes grossos, pretos e de cores com vidrilbos
para eofeites de vestidos.
Trancas pretas e de ootras cores, tambem com vi-
drilbos para o mesmo lim.
Guarnios pretas para basqoines, vestidos etc.
Trascas e galdes de seda para o mesmo.
Dita dita de la e algodo.
Fitas de velludo de cores, lisas e cbamalotadas.
Bicos de seda.
Pitas de borracha para cintos.
Ligas de seda para senboraa e meninas.
ntremelos e babadinhos bordados.
Gollinhas e punhos bordados para senboras.
Collerinbos para horneas.
Abotoadnras de diversas qoalidades e precos para
colotes.
Ditas ditas ditas para punhos.
Bonitas correotes pretas para relegfos.
Aguia Branca a' ra do (fleimado n. 8, re-
ceben :
Caizinbas com dous baralbos francezes, de colo-
ridos Anos, eotermeados com dourados, papel en-
cobado, lustroso e opaco, obra multo boa.
Ditas com lentos de osso, raarm e madreperola
para voltarete.
Peotet de marflm com etapa e sem ella, gara
I impar caspas e tirar bichos.
Ditos fiaos d'osso e tartaruga para o raesmj
6m.
Ditos de osso baleia e tartaruga para desemba-
raear.
Ditos, de ditas dita para barba.
Ocnlos de peneira para qcem soflre da vista.
Oatros de differeutes graos e cores,-com-arma-
{oes d'aeo fino.
Oatros tambem de armacao fina, vidracade co-
res.
Lonetes on pinceoez com arraacSo e aro, b-
talo e twtaruga, vidros brancos e de cores'.
Eoveiopes pequeos bordados.
Dito ditos opacos e grandes para officio*.
Frasquinhos com superior tinla carmim.
Stereoscopos -t vistas.
Acaba de chegar um novo sortimento e -oonti-
cuam s serem vendidos por piucos commodos.
Metes
Pretas de la e laia para padres.
Brancas de Ia para horneas e senboras.
Ditas de borracha para qeem soffre maceo cas
pernas.
Brrelos ou carapucas brancas de algodao.
Essencia de ail, e bol-as de dito pare n-
gommedo.
Veodem-se na loja d'aguia branca, na ra do
Qaeimao n. 8, sendo a esseocia em frasquinfcos a
500 rs., e as bolas a 60 rs.
Lencos barras de cores lixas
J nao^ a primeira vez que a aguia branca en-
de dessee lencos da marca BBli, -jtu bous, bo-
nitos e baratos, por isso approveitem Ddos es-a
nova occasio de se proverem desses sempre pre-
cisos lenges, coja commodidade de preco anima a
(azer-se o gasto ; custam ellee 34600 a duzia, e e*
pequeos para meninos a 800 r& a duzia. Quem
se dirigir a loja d'aguia branca na ra do Quei-
mado n. 8, coohecera' que taee lencos tem as qoa-
lidades cima ditas.
Novo sortanto de albuns de 50 a 200
"-retratos.
Veodem-se sempre por precos commodos ; na
roa do Queimado, loja d'agaia branca n. 8.
Bolas de oorraeha para brin-
quedos.
Vendem-se na ra do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Carretela de retroz para ma-
chinas. ,
Veodem-se sa ra do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Papel paquete.
Vende se na roa do Queimado loja da agola
ranea o. 8..
Alm do grande sortimento dasmeiliores machinas, americanas para descarrocar
Igodao, de 10, 12,14, It, 18, 20, 22, 2S, 30, 35, 40 e 50, neste estabelecimento se
Caixas com vidro sortidos.
de todas as qualidades.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para engommar a vapor.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de verguinha.
Guarda comidas.
Peneiras d'arame para padarias e reflnac5es*
Correntes para almanjarra.
Machados e facoes americanos.
Barricas,com milho branco americano.
ANDE SORTIMENTO
DE
LOJA
NA
EAUMAZEM
DO
al
PAYAO
Boa da ltuperatrlx n. 6h
r.'
BE
GAJTIA 4: SILVA.
<
Bastos
Vaquetas dt lustre prcprlas p:ra coberUs de
carros, multo novas e da melbor qoalldade pos-
C-d l1 8^*!?"3e Pr pre5S raioavels Da ro* **
1
Agua mineral
ferrnginesi, acidulada, gazoza e carbeaica
n
ORK/IA.
O uso d'agua de Orezza mai particularmente
reeommendado pela escola de medicina de Pars,
i>ara todas as affecces do tubo digestivo, ingorgita-
xento das viceras abdominSes, e geralmente todas
xs molestias provenientes de fraqoeza orgnica, on
>-,fcreza de sangoe.
DEPOSITO ESPECIAL
34Ra larga i Rosario34
Pharmacia de Bartholonaen dfc v
Loja da conscieneia
30Ra das Cruzes30
Neete eatabeleclmento encontraro os freguezes
um completo sortimento de aviamentos proprios
para calcado, por presos nraito commodos, bem
como um variado e eseolbldo sortimento de calca-
do para heam, cerno sejam :
Borzeguiu francezes de lastre para
bomem........ 74500
Ditos ditos de bezerro dem 6J5O0
Elsticos de seda para borzeguins, a
vara por....... 1,^800
{armas rascezas cbapiadas para bo-
zoem........... jjooo
Verdadeiros
Collares Royer
Electro Magnticos ABodinos
Ou Collares Anodinos 1 para facilitar a den-
ticlo das criancas contra as convulsBes
das mesmas, a estes collares nos escuzado
azer qaalqoar recommendacJo, visto a
grande utilidade qne tem produzido aquellos
pais que os tem applicado em taes circum-
stancias pois nos parece que nSo haver um
s pai ou mli que por este meio n5o quei-
ra por termo a taes soffrimentos de seos
filhinhos visto ser um mal qne tanto os
flagella, pois a estes collares acompanha nm
folheto que ensina como se deve appticar, e
vende-so na loja do Gallo Vigilante, i roa
do Crespo a. 7, pelo pre$o de 4J000, H
e6e*X)0,
Riquissimos cortes de seda
a 505, 600, 705, 80#, e 905.
Lindos cortes de foulard de seda, pelos
baratissimos precos le 255, 305 e 355.
Corles de blond para noiva, trazendo corte saiasde setim, capellae veo.
Ditos de dUo com pequeao toque a 405
e 505.
' Moireaatiqae branco, azul e preto.
Seda branca para vestidas de noivas,
Grosdenapoles de todas as cores.
Riquissinaas basquines de seda preta, bor-
dadas com gosto.
LindoS'Certes de la com barra e de ulti-
ma moda teodo cada corte o seu figurino.
Riquissimos cortes de vizita, la cem lis-
tas de seda para vestido, esta fazeada re-
commenda-se muito por ser inteiramente
novidade.
Ditf da Hwsmaqualidadeporm empegas.
Requissimo transparent de seda para ves-
tido de senborastambem novidade.
Riquissimas gravatinhas para isenbora.
Ditos oor-tes de barege e de la para ves-
tidos.
Lindas chapellinas de seda para seahoras.
Ditas ditas de dita para meninas.
Chapeos de palba para senboras.
Riquissimos chapos e sol para,-drtas.
Requissimos enfeites com coque e sacata-
inteiramente novidade,
Riquissimos leques de madreperola.
Ditos ditos de sndalo.
Lavas de Jouvin preta. branca e decores.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Riquissimos manteletes de cores, isteira-
meote novidade.
Riquissimos cintos para senboras.
Riquissimas fivellas para cintos.
Rquissima6 cobertas de ponto de crochet.
Meias d laias para padres.
Ditas de la para padres.
Ditas de seda para senboras.
Ditas de dita para cranlas.
Ditas de algodo de differeutes qualida-
des e preco para bomem, senhora e criancas.
Luvas de todas as cualidades*
Madapolo francezo que de melhor
no mercad.
Organdy branco oam listas.
Dito de urna ib cor e com lisias da mes-
ma cor.
Chapeos de seda para bomem.
Dkos de pbaotasfa para homem.
Casemira preta muito Gna.
Ditas de cores inteiramente novidades.
Chapeos de sol oom lindos castoes.
Toalhas de labyniniho muito ricas.
Ricas froohas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dit j.
Rendas, bicos da trra e grades para lencos.
Urna requissima toalba toda roerla de la-
bynntho o qoe ha de melhor neste genero..
Peitos de linbo bordados para camisas de
noivos.
Collarinbos de linho inteirameme novi-
dade.
Punhos e golliirfeas para senhora.
Riquissimas saias bordadas.
Riquissimas camtsinhas para enhora.
Cassas muito finas e inteirameate novida-
des.
Riquissimos vose mantas de J>lond.
Ditos chales de tequim.
Fil de linho, liso e de salpicos.
Fil de seda, dito e de ditos.
Espartilhos para enhora inteiraaaente no-
vidade.
Lindos bales de ta para senhora,
Ditos de dita para meninas. .
Ditos de muQulina para senhora.
Riquissimas vestimentas para ba-pUsados
conteodo, chapeosioho. sapatinho, metasinba
e camisinba ricamente bordadas.
Coeiros bordados muito finos.
Um rico lencol de labyritho, proprio para
casamento.
Chitas, cambraias, madapoles e muitos
outros objectos, que se deixa de mencionar.
O dono deste importantissimo estabelecimento contina nos proposito de que-
rer vender muito e ganhar pouco, para o qoe sugeita-se a gaohar* nicamente o descont.
Para cama de Bolvaa.
Vende o Eavo.
Ricos cortinados bordados a 8J0O0,105,165,
205 e 255 o par assim como os mesmos tambem
servem para janelias; ditos adamascados a 105 e
(25 i bonitas pecas de cassas adamascadas para o
mesmo effello; bonitos damascos de la de ama
e duas larguras, proprios para colchas, assim no-
mo bonitas colchas de croch : tn|u isto se vende
mais barato do qoe em aolra qoalquer parte, na
loja do Pavao, roa da imperatriz n. 60, de Gama
de Silva.
Cassas de cor a 24o rs.
Vende-se ara bonito sortimenio de cassas de
cores, pelos baratissimos precos de 240, 280 e
320 rs. o covado, assim como nm bonito sorti-
mento de cassas rfaneem rom listas largas a 800
rs. a vara, flnissirao organdys matisados a 15, na
loja e armazero do Pavo, ruada Imperatriz o.
60, de Gama & Silva.
rgandy a 49000.
Vendem-se bonitos cortes de organdy
sendo com listras todas brancas ou com lis-
tras de cores tendo oito varas cada corte,
pelo barata preco de 45, pechincha: na
loja e armazem do Pavo ra da Imperatrir
n. 60 de Gama e Silva.
Hotos vestido* a 6000.
Na loja do Pavo.
Cbegaram os mais modernos e bonitos cortes
de organdys para vestidos, lendo 10 vars eda
corte, seodo 7 varas lisiadas (/ara salas e 3 varas
sem listas, mas com eoleite para o orpo (ou ca-
saqaloho) garante *e neste genero sjr o otis mo-
derno qne tem viodu ao mercado, tendo entre el-
las rooitos brancos com lisias e enfeites pretos, e
vendem-se pelo barato preco de. 65, nicamente
no armazem do Pavao ra oa Imperatriz n. 0, de
Gama & Silva.
Os propietarios deste grande estabelecimento acabam dereceber da Europa um
grande sortimento das memores fazendas de la, linho, algodu e seda, as quaes vendem
por precos baratissimos, afim de apurarem dinheiro, dando de todas ellas, amostras,
donando flear um penhor ou mandam-nas. levar em cisa das Exmas. familias pelos seus
caixeiros, assim como as pessoas que negocism em pequea escala, oeste estabelecimen-
to compraro pelos mesmos precos que secompratn as casas inglezas, ganbando-se
apenas o descont.
(asemras pretas enfestadas a | 600.
Na loja do Pavo veode-se superior casemira
enrestada preta para calcas e paletos pelo barato
preco de 15600 o covado 011 a 25800 cada c re
de calca, dita muito mais tina, covado a 25200
oa e corte a 35300, ditas muito linas sem serem
enfestadas a 15800, 25000 e 25500 cada covado :
n loja e armazem do Pavao na ra da Imperatriz
n. 60 de Gama & Silva.
S oa loja do Pavao.
Cbegoo nm grande sortimento destas novas saias
escoras proprlas para teropo de invern por evii*
rem qne as saias brancas com que urna senhora
vae composta nio se soje de larca ao mesmo lem-
po sio muito bonitas por terem lindas barras como
se usa ltimamente na Eoropa e vendem-se pelo
barato preco de 3200 cada a 1 a, na loja e armazem
do Pavo, roa da Imperatriz, n. 60 de Gama & Sil-
va.
Espartilhos.
Vendem-se magnficos espartilhos francezes e
inglezes na loja e armazem do Pavo, na roa da
Imperatriz n. 60. de Gama & Silva.
PANNOS DE CHROGHE*.
Veode-se um grande sortimento dos mais boni-
tos pannos de chrocbs proprios para cadelras, so-
phs, cadeiras de balanco, para alroofadas e para
cobrir presentes, e vendem-se por precos baratos
I na loja e armazem do Pavo, ra da Imperatriz
1 n. 60, de Gama & Silva.
; FAZENDAS PARA LUTO.
I Loja do faYo.
1 Veode-se selim da China preto sendo urna fa-
lende multo leve e sem lastro com 6 palmos de
largara proprio para vestidos e roopas para bo-
mem pelo barato prego de 250OO o covado meri-
no preto enfestado muito bom a 15600, superiores
bomfaazinas pretas a 15500, 15800 e 2*000 rs. o
covado, superior canto a 15200, lanzinha preta
lisa a 4C0 elOOrs. covado, nm grande sorti-
mento de alpacas e priocezas pretas que se ven-
dem mais barato qoe em outra qoalqoer pane, na
loja e armazem do Pavo, roa da imperatriz, n
60,e d Gama & Silva.
Bramante de linho.
Vende-se superior bramante de trabo com dee
palmos de largura pelos baratos precos de 25400,
2560o e 25800 a vara, superior panno de linbo
proprio par* lences, toaltas e serealas, pe-
lo barato proco de 040, 700 e 800 rs. a vara, pe-
cas de Hamburgo de linbo moito superior a 105,
115 e 125, algodozinho infestado liso multo eu-
corpado proprio para lences a vara a 15, dita en-
trancado moito superior azenda com a mesma
largura a 15200 a vara, assim cerno mais um :n-
finidade de fazendas brancas qoe te vendem mais
baratas qae em oatra qoalquer parte s com o be
de aparar dinheiro, oa loja e armazem do Pavao,
roa da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Lencos brancos
a 25ooo,*28oo e 352oo.
Vende-se um grande sortimento de lencos de
cambraia branca pelos baratos precos de 25000
5800 a dozia, asstm como ditos com lista de od-
res liies em volt*, tamo proprio para homens co-
mo para meninos, qoe se vendem pelo barato
preco de 35200 a duzia, ditos grandes de cassa li-
za qoe se vendem a 500 rs. cada um, oa loja e
armazem do Pavo, roa da Imperatriz o. 60, de
Gama & Silva.
Madapolo pechincha a U
Vendem-se pecas de madapolo sendo fa-
GRANULOS ANTIMONIAES
Mu Docteur PAPILLilD
Nt mdieaoal pa urit*8 du nelaitUf do cors8, da iibi, do eatarrho, da xpieluch,
da tiic, te:
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS
Pniim{i>> anemia, da chJoroaia, da amenorrhea, daa narnlgiaa, atiraw, da* oleatiaj
aawtwfaloMs, etc.
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH
Para a cuacas daa oleatiaa, narroaa, das vias digestiva*, dvpspsias, etc.
aTBAiaflA. t Pharmacia de E. MOUSNIER, i Saujon (Oiaxe*te-Inftrieuje).
{Em Rio-de-Janeiro, FLIX F*r aut, pharmacia, 77, na Seis Setemkro.
Em Pernambneo, P. MAURER et C*t pharmacia, roa Nora.
Em laceio. FALCO DAS, pharmacia imperial.
IVENDE-SE
Motores americanos para dous cavallos.
Dito dito para qoatro cavallos.
Machinas para descantar aigodo de 14, 16,
(0,20. 30, 35 e 40 sorras.
Prencas para enfardar aigodo fazendo os sac-
eos com 6 palmos de comprimento com o peso de
150 e 200 libras, viadas intimamente da America
no armazem de Henry Forster & C, no cae Pe-
dro II n..2 janto ao Gabinete Portuguez.
Collares Royer magnticos
Medalhas e polseiras ma|neticas.
A Agoia BraBea receben nova remessa dos pro-
veltosos collares Royer magnticos, ja saturnamen-
te conhecidos para preservar as convolsdes e faci-
litar a denllcao das enancas.
Com esses ntels collares elctricos magnticos
tambem nao peqnenas qaantidades de medalbas
e polseiras elctrica? magnticas cuja utilidade
tem sido aproveitada por qaem soffre do nervoso
bypocondico, tremores as maos etc.
Assim como os collares Royer estao geralmeote
coobecidos e acreditados pelos efflcazes efteitos e
bons resaltados qoe tem colbido as pessoas qae
dilles tem asado ; assim tambem cbegaram a ga-
nhar tao alta reputaco essas apreciaveis medalbas
e pnlseiras magnticas, ama vez que o uso dells
fr se esiendendo a todos que deltas oecessitem- A
Agola Branca contina a receber por todos os va-
pores francezes nma determinada quntidade des-
ses sempre precisos e estimados collares Royer
magoeticos e por Isso flqoe na lembranca de todos
qoe os acbaro constantemente em dita loja da
Aguia Branca, ra do Queimado n. 8.
XAROPE FERRUGINOSO
DE CASCAS DE LARANJAS E CASSIA AMARGA
Com iodureto de ferro inalteravel
De f. P. Laroze, pharmacentieo
em Parla
E sob a forma liquida que mais fcilmente
se assemela o ferro, e isto, sem produzir
finissimas com pequeo toque de mofo, ten- perturbaco alguma; n'esta forma, tambem,
do miudiDbas e gradae, que se vendem pelo preferivel s pilulas e pastilhas em todos
barato preco de 280 rs o covado, sendo fa- j os casos era que sao proscriptos os ferrugi-
zenda que val muito mais dinheiro, ditas ar- nosos. E o melhor auxiliar de oleo de fi-
gas e escoras sem defeito a 240 rs. o cova- gado de babalho, porque contem o xarojfe
do, ditas preclaras escuras e alegres a 30 e de cascas de laranjas amargas, to geral-
360 rs., tudo isto pechincha na loja e ar- mente appreciado, para a cura das dores de
mazem do Favo: ra da Imperatriz n. GO estomago, digestes difficeis, inappetencia,
senda muito superior com 24 jaadas cada
peca pelo barato preco' de 60, dio muito
mais superior a dito finissimo a 80, grande pechmcba: na
loja e armazem do Pavo ra da Imperatriz
a. (iO de Gama & Silva.
As chitas baratas
Na loja do Pava a 240, 280, 320 e
36O rs.
Vendem-se urna grande porco" de chitas
Rival sem segundo.
Ra do Quelmanoa. 4.
9eer acabar com as fazendas abano
mencionadas.
Qaeira vir vw que bon e baratissime.
Toalhas de labynntho com bico, fazenda boa a
3J500.
Carreteis de liaba com 100 jardas a 30 rs.
Grvalas pretas e de coree moito finas a 500 rs.
Calzas de obreias de massa muito novas a 40 rs.
onfladores para espartilbo de cordao e fita a 6r
ris.
Carreteis de liaba Alejandre com 400 jardas a aut
ris.
Fraseo de oleo babosa a 320 e 500 rs.
Ditos de dito bigleniqoe verdadeiros a If 000.
Ditos dito falso a 800 rs.
Ditos de macacar perola a 200 rs.
Sabonetes muito finos a 60, 460, 200 e 320 rs.
Ditos de bolla mnito finos a 240 e 320 rs.
Caixas para rape com bonitas estampas a 100
Miadas de liaba froxa para bordar a 20 rs,
Yaras de cordao para espartilbo a 20 rs.
Pentes volteados para regacar cabello de mer:r.
a 320.
'rseos de macaca' oleo moite fino, a 120 rs.
Abotoaduras muito finas para colletes a 500 rs-
Candes de liona branca e de cores a 20 rs.
Libra de arda preta superior a 100 rs.
Sscovas par tato, fazenda boa, a 500 rs.
Varas de franja branca de linbo para toalba a
100 rs.
Pejas de bico estrello com 20 varas muito bonito a
140OO.
Varas de papa fina de dlffer entes larguras a 120,
160 e 200 rs.
Caixas de palito balao a 40 rs.
Caixas de palitos de segnranca sem enchofre a
60 rs.
S.uonetes de familia a 100,160 e 240.
Grosas de botoes de madreperola para camisa a
500 rs.
Caixas com soldados de chombo para rr.'-n!n's a
120 rs
Cartilba de doalrina chnsia a 320 rs
Latas com superior banba a 2C0 rs.
Quadernos de papel peqneno superior a iO r.-.
Dotia de baralbos raocezes sopen.r ?
v.
A1 LOJA DE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO & l
11Ra do Quenado--11
Aogosto Porto C. acabam de receber da Europa superiores cortes de' seds.de cores paral
bailes e casamentes.
Ricos cortes de blond cam manta e rapella para noivas.
Cortinados bordados* para camas de noivas e janelias de 74 a 804 cada om.
Colxas de seda e outras de la e seda e que ha de melhor para camas de ooivas.
Toalbiohas de croch para cadeiras e sofis, espartilhos a saltana para seoboras, camisinbas
eom manguitos bordados e Hados encbovaes para baptisados, e baldes de mosselina e de reos para
seahoras e meninas.
Lavas de pellica para bomem e senboras e superiores chapeos de sol de todas as qoalidades.
Lia para vestidos baratlssima bonitos padrSes o covado a 280.
Tapetes grandes para sof, ditos para piaao, ditos para cama e pequeos para portas e janelias.
Molr brinco e preto superior para vestidos de lindos dseohos, grosdnaple de todas as cores
seda de qoadrmbos, cambraias brancas de muitas qoalidades, ditas de cores e lindas paralas.
Basqnioes de seda preta ultima moda, chales e retiaes de euipure, vende se barato.
Camisas para borneas fraocezas e ingleas de Moho e de algodao flaas e seroulas de linbo sa-
periores.
Capas de borracha, sobretodos e pernelras as melhores e mais elegantes.
Malas grandes para vtsgos, dita? pequea* e saceos de pete e couro.
Bramante braocede 4 larguras a 24500 a vara, pannos pretos e atoes, casemiras pretas e de
n4o bpm e barato.
de Gama Silva.
Atoa I hado.
Veode-se soperior atoalhado de algodo ada-
mascado com cito palmos de largura, vara a 24,
dito trancado sara ser adamascado vara a 14800,
dito superior de linbo adamascado vara 24800 e
34, guardosnos de Moho ero qoe s5o os mais
econmicos a 34 a duzia, na loja e armazem do
Pavo, roa da imperatrii n. (0, de Gama & Silva.
Chitas com mofo a 280 rs., na loja do
Pavo
Vende-se urna grande porco de chitas
francezas com muitos bonitos desenhos, pelo
barato preco de 280 rs. o covado, por ter
um peqneno toque de mofo, sendo decores
seguras e garantindo-se que soltam o mofo
logo que se lavem e a nao te/ em este pequeo
defeito seriam para 400. rs. o covado, esta
pechincua acba-se nicamente na loja e ar-
mazem do Pavo : rna da Imperatriz n. 60,
de Gama 4 Silva.
As 10 mil varas de cambraias
Covado 300 rs. vara 500 rs.
*<* 0 pavao
Vendem-se finissim cambraias france-
zas com slras miuda_ e graudaa e com
lidos desechos de Qo es e pahuas, sendo
todas com as cres mais modernas e mais
lindas que tem vindo ao mercado, pelo ba-
rato preco de 300 re. o covado ou a 500 a
vara, grande pedhincha attendendo a
grande porcJo que tm, seno seria para
muilo mais dinheiro : isto na lfJJ e armazem
do PavSo, ra da imperatriz n. 60 de Gama
Silva.
Chales de renda a *#.
Vendem-se bonitos chales pretos de renda che-
gado? oIMtnamente pelo barato preco de 44 : na
loja armaxera do Pavao, roa da Iroperairlr n. 6T
de Gama & Silva.
Chales baratos
U. 30500, 60 e 70000.
Vendem-s chales de merino estampados
cores tndo bom 1
Neste estabeiecimento
como para o centro da prott
mantas, vestidos de blonde e
tambera as memores

um completo sortimento de boas faiendas tanto; para a prae
ofes objectos proprios para casamento? como $ejam capelias,
aw, oriinados, colchas, veodrado-se todo mais barato
Esteiras e alcatifas para forrar sato.
l-Rna dQnefmad-li
a 20, ditos lisos a 30500, ditos estampados
finos a 50500, 60, 60500, ditos crepon
com listras de seda a 70500 e 80000,
pechincha: na loja e armazem doPavSo
ra da imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
Cuitas a 200 e 240 rs.
Vendem-se cbitas inglesas de carea fixaa
pelo barato preco de 200 e 240 rs. o cva-
lo : na loja e armazem do PavSo rna da
Imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
etc.
Deposito em todas ss pha macias e casas
de drogaras no Brasil.
Expedifoes, em casa de J. P. Laroze, ru
des Lions-St-Paul. 2, Paris.
Deposito em Pernambneo, pharmacia d
P. Maurer & C. rna >jova n. 29.
O oleo de figado de ba :alho desinfectado
de Chevrier, conserva as qualidades e pro-
priedades reconhecidas ao oleo de figado de
bacalho ordinario; o seu cheiro gosto
sao muito agradaveis, e a digestao faz-se f-
cilmente.
Deposito em Pernambuco, casa de P. Man-
rerC, rna Nova n. 18.
Na ra do Trapich n 16.
acham-se os seauintes devositos
De fi. Broninghaos em Noits.
Bourgogne.
Vinuo Pommard tinto.
> Cortn tinto.
> Santo Georges Unto.
1 Cbambertin tinto.
> Ricbebonrg tinto.
a Clos de Vougeot lin o.
> Cbablis branco.
De M. A. Woef em Francfort:
Bheno.
Geisenheimer.
Liebfraomilcb.
Marcobruoner.
Em casa de Tbeod Cbnsiansen, ra do Trfa
piche-novo n. 16, nico agente no norte do Brasi!
da Brandenburg freres, Bordean 1, enconlra-s* a
lectivamente deposito dos artigos segualas:
St.Julien.
St Pierre.
Larose.
Chateaa Loville.
Chateau Margaux.
Grand vin Cbateau Lafitte 18SS.
Chateaa Lafitte.
Haut Sauternes.
Cnatean Sauternes.
Chateaa Lauur Blancne.
.Chateaa Yquem.
Cognac em tres qoalidades.
sate doce. Preces de Bordeaux.
Vapores.
Vende-se em easa de Saonders
o largo do Carpo Santo a. 11,
oa todos os periaaee* proprios
res on quatro machinas para
- Parinln de mandioca a
armaiem de Candido Alberto Sodr
travessa da Madre de Dos o-14.
GRANDE BAZAR
ra Nova n. 20 e 22
Machinas pa a costura do autor Wheeler
& Wilson, chegadas ltimamente da Ame-
rica; as qoaes pode cozer-se com dous
pespontos, todae qoalquer fazenda, emba-
inhar, frangir, bordar e marcar ronpa; tudo
com perfeicSo. S5o tao simples, que com-
prebende-se fcilmente a maneira do traba-
Iho e a pessoa tendo pratica de coser em ma-
rtinas, pode fazer por da o servico que fa-
ciam 30 costoreiras.
Chama-se este estabelecimento a atten-
c5o do publico, visto que elle se acha emn-
pletamenie sonido de objectos de gosto,
como bem leques de madreperola e de sn-
dalo, fivelas, fitas para cinte, cokos perfu-
mara e etc,
Na ra nova n. 20 e 22. Carneiro Vian-
na &C.
ttio tiraude do florte
Vende-se oa permou-se por ama tarcaoa a
propriedade Palmeira dos Viados no termo do Cea-
ra-Meirlm desta provincia, com grande macbi.)a
triangolar de ferro para moer canoa, caldeiras
tambem de ferro, alambique de cobre e casa de
vivenda. Contm 580 bracas de frente o terreno
banhado pelo Rio Ceara'-Meirim proprio para
plantacao de canna tendo mais de meia legua a*
largara comprebendendo tambem a risco. Tem
cerca de 900 ps de laraugeiras e limeiras grsnoe
coqueiral e ootras arvores de frocto. Esta encl-
lente propriedade vende-se por 7:0004 oa permo-
ta-se por nma barcaca qoe tenha igual valor:
qoem pretender comprar oa permutar dirjanse na
cidade do Natal ao Sr. Domingos Henrique ae
Oliveira, no Ceara' aosSrs. Barroso 4 Hoertb, oa
Parabiba ao Sr. Francisco das Chagas Galvo, e
m Pernambuco aos Srs. Tasso & Irmos._____
Para liquidar
Vende-se galoss de palheta branca e am re,la
para armacSes de igrejas pelos segoioles precos :
80, 160, 180 rs. a vara.
Espjgailha amareli* e branca a 30 rs. a vara.
Bico pratiado a 80 rs. a vara.
Volante largo a JOO rs. o covado.
Qoem precisar deve aproveilar a occasio per-
que laivez nanea mais possaro comprar por tal
preco e estes mesmos baratissimos precos uli-
eameate para fechar cootas de commissio : isto
s se eocootra na loja de fazendas A Passo ra
do Crespo n. 7 A, esqatoe da do Imperador.
Fariaa de maidioca superior.
A tratar oom Tasso Irmaos, on no trapiche Ba-
rloado Ufrain5toj|_Eej^do^^
Veode-se nm sitio na margem do rio Capia-
oibe : a tratar oa.'oa do Queimado o. 18 A.


Jarlo 4c PrM*
_____i______,_________ :r-
er^a tetra 13 de An:>eia> 4c 166?.
---------------------------- .-. ,----------------------------------1
RITA DO Hltin S. 38
0 pmrrietano deste estaitielechfliento deseja chamar a atlencSo dos senoores pr^
prietanos para os acreditados mechanismos qae contina a fornacer; os qutes gara
ser como serrare.
da mentor traalidade possivel:
laebmas de vapor
focca de am vallo para cima. As menores sio mui proprias para motores degV
0 DE VEN
Ao re.-peitavel publico pemamhaeaoe
Atte*fB
lasleiga ntfti*
gue podem rauta e separadamente moer canna e de-carocar.
qnalqoer noenda ja existente sem oatra mudanca do que a substituido das roaas.f^<."ru:
jarra, ha tambem com masada juuta. Ellas lem depsitos d'ago-. e boeiros de ferro, e
alo precisam par sea ssentamento de obra aljama, qar de rapina.qor de avenara.
0 lempo pira asseuta-ras olo excede de do das ae mais, e em casos de nortes de ani-
ones on arrombamjntos-e"acodes, etc., garane-se o assentamento em oito das. Toaos
estes vapores sio simplissimos na construccao, e Tegem por quilqoe? peaaoa atelugente,
a facidale da eoBdec$So anudo especialmente considerada, tanto qae nao ha lagar em qae
ai se possam coadait, qnir por. trra, quar embarcado. .
Lembra se aos. saubores de engento que a venda ios urianas e o swvico aa
/ente oecupado no eea tratameoto os Wte de recape; ir da maior parte da despea do
vapor, deixiade-lbes a vantagam de ama moagem certa e accelerada ; e acabando com a
iespeza da eompra continuada de novo animaos, e com os desgostos do trabalno qae se
tem com e'les. j.
Ser talve esaecessario lembrar ao^ compradores de vapores a vantagem qoe i oes
resalta de compraram uas machinas garantidas em urna fabrica, tendo artistas compe-
tentes para assaatar as asaaas e ensoar a maoeira de trabalhar com ellas, e j prepa-
radas para arrei*eqWq*haer desmalo; facilidades estas qoe jamis podem encon-
trar comprando as aos. simples negociadas, os quaes por falta de conbecimento na ma-
teria nem sa qar podem^aranfi-los de qae as machinas qae veadem sejam proprias oa
iufficVdntes para o trabalho em que se qaeira emprega las, e no caso de desastre nao po-
tem prestar -Ibas soccorre .algam; sendo qae ainda qaando veaham As fabricas para con-
certar as machinas alheias, toraa-se-ha preciso fazer repentinamente moldes novos. etc.
oara as pecas estragadas. #a aoiaerosas vezes estes vendedores teta representado saas
vapores como sendj de torca moi superior soa actual e verdadeira torca ; equivoco
ste que no s engaa ae comprador acerca do trabalho que possa tirar do vapor, mas
tambem da logar ao pagamento de nm preco excessivo, vista da forca real da machina
Tambem ha sempre prompto rodas d'agaa de ferro, sarHhos com crnzetas para as
nesmas moendas de canna de todo o tamanho, rodas de espora e angulares, paroes ou
joches para recebar o caldo, crhaa portas de fornalha. taixas de ferrc-batido, fundido e
de fl-bre, formas de ferro galvamsadas para purgar assucar, bomban simples e de repu-
gno, alambiques de ferro, eixose rodas de carro, arados, grades, enchadas a vallo em-
ires instrumentos de agricultura, moinbes e tornos para fazer fannha e finalmente todo e
'ibieetu de swchanismo de qae se costuma precisar.
Na fabrica se fazem obras novas encommenda concartos, com a maior prstela
e sclilez 0 grande deposito de pecas e objectos h?bihtiKn-a muito para esti im.
O proprietario ser sempre mui feliz de poder dar informacoes ou esdaraeimeat.
ao6 senhores que se servirem de sen prestimo. .
D. W. Bowman, eogenbaira.
Banha de parco
em libras 320 e 38 \ em porce se far differeoca.
Pructas
em cataYPwa, Pecego, RainhaGlaadh, Alperxe e outrae omitas 500 e 640 a lata.
Brrllhaa
Portuguezas 640, francezas 900;
Pomo
em latas do Para ede albaneque, lata 10 e 13200.
cahl de libo
em pacotes, dita da trra 100 e 200 a libra.
de Bordeanx em caixa a dazia U, garrafa 500, dito de U a duzia, 800 a garrafa, dito a
143 a duzia, 1*200 a garrafa, dito do Porto a 83,423,183, 243, canas d <*""
como Qgueira caada 33500 e 43, poro J A A Lisboa 23800, 33 e 33500 a qaahdade
convida.
a
em lata de 5 gales e mais pequeas a vontade do comprador, em garraia-
tfMmte
*<5 e 1? 0 a libra, pamco a 100 alibra.
Azelte
em garrafas a 800 e 14.
CHARUTOS
em caixa de 50 por 13, dHos Mtcm, Trovadores e Parisienses em caixas 9e IW, anos
da Exposico caita 53, ditos de Regala caitas com-100 a 23500-eautras muitas marcas
qae s na presencados compradores.
PfiEZUNTOS .
delamego em barril, ditos de fiambre o melbor que ha no mercado par #re$o qae raz
admirar 1!
DOCE DE GOIABA
caixes de 560 fino, ditos de 13500 que parece marmellada, !U em tatas omito noa
qualidade a 1*200.
IMCETAS
com doce secco a 13 e 23.
QUEIJOS
do Alentejo em latas chegadt pelo vapor Oneida, ditosFlamengaae Wltoa mala aovos
jue ha no mercado.
AZEITONAS
de lvas como no mercado na temos a 13 a lata, em barris do Porte a l sama nao ha
filhor.
Loja do Gfaflo "Vigilante
RA DO CRESPO I. 7.
Os donos destebem coobecido esUbeleci-
mento, tem a honra de avisar ao respeitavel
pubco, e com especialidades aos seos nu-
merosos ffeguezes, que acabam 1e recebar
um completo sor&mento de objactos de mul-
to gosto e de completa novidade twste mer-
cado e que os tendo receido aro direftara, os
podrao vender por menos que outro quaU
quar.
Requissimos leques de madreparola
branca.
Requissimos leques de madreperola preta.
Lindos leques de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Leques deaias muito lindos.
Ditos de oaaos.
Lindos port%Mquet com cabo de tdre-
perola proprios gara casamentos e bailes.
1 Lindos cintos para senhoras com fl ellas
e fivellas de differentes qualidades e gosto.
Requissimos eofeites com coques e sem
elle.
Lavas dejouvin. inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Lavas de seda, fio da escocia, algodo e de
outras qualidades para senhora e homem.
Lindas trancas pretas e de cores c >m ve-
drilho e sem elle, assim como lrndissimas
guarnic5es para enfeitar basquinas e botftes
para os mesmos.
Liadas touqainhas e sapatinhos ricamen-
te enleitados proprios para bapti*ados.
Meias de seda para o mesrao fim.
Bengallinha para meninos.
Lin 1os .peotes de tartaruga, massa e outras
muitas qualidades.
Muito boas escovas para deotes, chapos-
roopa, cabellos, unhas e para limpar pentes.
Superior liobas para crochet.
Agualhaipara o mesmo fim.
Lindos agolheiros e dedar de madrepero-
la e mar fim, assim como de metal.
Lindas guarnices de botes, para colets,
ponhos e colerinhos.
Ricas capellas para neivas.
Meias da seda para senhoras.
Francisco Jos Germann
RA W07A N. 21,
acaba de raceber am Undo a magnifico Mr-
timento di oculos, lunetos, binculos, do ni--
timo e mais aparado gosto da Europa e oec
los ae alcance para obserracoes e.para t
martimos.

,li Sil CliSM
Rna do Queinadc a. 4, IJa d
nludcza*
Jos Bigouvnne
Varas de babuJo InrdadoO Porto a 400 rs.
Carretel* de retrot preto con daas oitaras proprio
para maeHinas a 500 rs.
golhas para roachioa? a 2f0O0.
Prego Iranraies de todos es Umanhos a 110 rs.
Grozas de botoes de os so par eftlca a 200 rs.
Eipalhos daarados moito faos a 13000-
Caixas com Itntn soparior pra marcar a 240 rs.
Car rite i s de releo de todas as cores a 80 rs.
frasees d'ago* de Colonia muito superior a 500 r
Faseos de o eo rouiiofino a 500 rs.
Petas de irn? branca de caracol a 40 rs.
Dula de lesQoras ptqoeoas a 4S0rs.
Pmsco* d'acua para limpar denles a 800 rs.
Redes pretas lisas pata segurar cabello a 3*0 rt.
Duii-.s da peanas de ac moito finas a *0 rs.
Caixas de lioha do gat de JO novaMos a 600 rs.
dem de palitos de sognranca iJh.
Garrafas de agua Florida verdadeira 1*060.
Babados do Porto de todas as larguras e todos os
precos.
Silabarlos com estampas para meninos a 320 r
Memento da roupa de lavar a 100 rs.
Dnzias de meias multo finas para seniora a i 00
Agulbas raocezas a balo (papel) a 60 rs.
Pe?as de fitas de la de todas-a? cores a SCO r
Grozas de botoes de porcelana praieados iaOr
Caixas com alfioeltes franceses a 80 rs.
Caixas de 100 en ve lo pe s moito finas a 000 rs-
Resma de papel de pese braneo liso a 2*.
Frasco com superior tiaU 100 rs.
Pares de botSas de poaao nuio benitos 10
Linaas em aario de 300 jardas-a 100.
Caixa de superior iinba do gaz com W novallo
700-rs.
P1LLAS de BLANCARD
> wanam-aa naaa niaa.Tnavi& ,
AnproTadaa pela Academia da Medecina de Pana
laaaaaiaii wa aaipr ni-----------T _____
EXpnmawTABasiio noemais na taanfa, da blgica, na *. ""J-"*'""-!
Mtnfoit ktnrmt Mt gayaat/OM Wwrfato $ Iftw-Ycr*. I8S8, a 4 Farfa, SO.
Esui Pdulu enrolTMai ** cuaada rashw-Bataurica de ama tenoMafc eieeiaha, tam
avaatagem de tema inaHerareb, *m **<*, de nm pequeo Tlame, e de ^ "
orfit digel. Gowndo dit propried.dei do Iodo e do "! ellai V^?*-
pamente as sOecoe CUorotiau, Btcrofule*, artof*, Cifro*, m aaaaarraaa.
aaaorraaa, antmU, esc. enfia, eHu oBemcem adi pralkw ama aedkacia das anlt ener-
ka* para modlDcar at coniJliBlcoea l/mj>kmtiiai, frotm aa dbtHtadm.
N.B. O todurel* o tarro topuro oa alteraao o ;-
meato inftel, irriuui*. Con prora de taren a oa lallieaulajir aa
TertaaetraaTOalaa aeKaacara, dere -teiH* liii.aaaaae
rata rucUo oaaaMMiaaa, awi waadala.o^aefaM parto
interior oa un rotmlo vatae. Hwo -oa aoie<-ir d laUMcieato.
aeaui -ae aa ia.aa Aaaaeaelaa. "ara-.o, r# t^firU, N. farii.

jaco ._.
aonets para meninos a t.
Feotes cora costa de metal a 400 rs.
Realejos para meninos a 100 rs.

PREPiEACOES FRREAS-IHGASICAS
a) ^^
APPRVADAS PELA 1CADSUIA DB MEMCINA
DE BURIN DU BISSON
Pbarmaceacd, latreada pela Acdtai dr lekisa de Para
0 eminente profossor Troussbao, na ultima edicSo de en Tratado de Thera-
peutiea e Materia medica, reconhece qae os ferruginosos simple sio muitas
vezes ineTicazes para curar as molestias qae leem por causa o empobrec ment
do ssngne. Muitos mdicos dos mais distinctos aitribuem esse m o xito a austMiria,
o'essaa preparac&cs, do tnanganese, que se acha no sangnt-, oomo o-teai recanbecids
os chimicos os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro.
E' pois, prestar-se nm verdadriro servio aos S"" Mdicos, o ehamar-se saa attencSo
sobre a preparaedes segninles.
crreos mngameos
?. eronamia
dando inmediatamente urna agua, aeidalada,
gazoza, agradavel, subsUtutodo com -vantagem
raguas nnneraes ferruginosas.
2 Punas e Xarope k iedureto fe ferro e de manpncse iiraiteravrS
soniendo <*ada ama cisco centigramos deiaduretode ferromanganicoiodi-ad*.!
partiealarmente as molestias Tympbaticas, terofuicsas, c as chamadas ca- -
irosas e tuberculosas.
V Drages de lactalo de ferro e de manOTse
4o Pin de carbonato frreo manganico
alternar estas dnas preparacBea di oa memores resaltados.
O S Bnrin dn Buisson desojando obter a adbeaio aompleu do publico medica a
cerca do valor de sua? preparares, previne qae elle as p5e grataitaniente s toa
dispoaieao, di'rigendo-se;
Ro Pemambvce, a sen agente geral, Maarer O, pharmaeentieoa, raa Nora.
irniriiiii t< aV tt '-- B-ai bu
receHadas especialmeBie
para a chlorosis, a ane-
mia, a leucorrhea, a ame-
aorrbea. A indicacio de
MUTA ATT
Kua larga do Rosario n. 27.
Os Dous Alados conridam ao'respeitavel publico'a irem aprec:ar o bello soniment'v qne re-
-b?v.rji pelo ultimo paquete obegado da tioropa, assim como oulros muitos vindos de eonta proprla
da corte do imperio como sejam caf da exposlcjo, tapioca, masas finas,!sendo aletria, macarro, la-
iharim etc., peto dimtnuto prego de 500 rs. a libra.
callos

PoaadaGalopeanpara a extraccio ecurara-
i ia e completados callos daros,sem a menor dor,
' nde sana
Pharmacia e dragara
3^-tWo!9naen i CoiMpanhla.
''. -RA LARGADO BOSARIO 3i
Uolco'deposito.
Xarope e .pasta de Serva
00
Mnhelro marltlme
ss
E. Lacasse
PreparacSes mu precouisada pelos sabios mam-
c. c ie Pars, com as melhores at boje discoberta.
pnr; a cora certa de todas as molestias do paito,
t."acftites agudos e ctronfeos, asthma e ainda das
i;?e-:{3es das rias orinaras.
MPOStTO aSPBOAL
3iRnaUfl'ia Rtsarte34
r hrtasela de


_
Aos agticMtores.
>sudcrs,PtneM ACatakam de Tecatoer.de
L>'.-erpoj vapores de*)rca da Sa-4 icavtlros con)
! >.ias < prnrjices e ai f roprioe n*r* fateriaa.,
Tr i de daeearear aladdao, nadando na-
da vapor tr^Mtiiaraa cbm 140 servem pra enfarda t||aaanaa jfcna ms^tliiM'
n-inis de 16 a 40 erras : os arateadMMe lri- H
jta-se ao la*fo de Orpe tanto a.(. 4
IQrande Uininzem de tin-j
tas.medicfimeQt-os etc.
Roa do Imperador u. 22. ,
Productos chimicos e pharma-
b| ceuticos os wais empragaos am
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tara e para tinturara.
Productos industriaos e tintas
para flores, como botres de "flores
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com a compe-
tente desenho.
Productos chimicos e industriaos
para photographia, tiniuraria, pin-
tura, pyrotecaia etc.
Montado em grande escala e sup-
pride directamente d Paris, Lon-
dres, Hamborgo, Aovrs e Lisboa
pode oferecer.productos de plena
coafianca e satrsfa-jr qual.juer en-
sri'ossc trato a 4eU-
r prefo coaMBoda*
s
Loureneo Perora leudes Guimaraos.
Proprietario das lojas e armazens da 1165, \U, 205, 255, do ultimo gosto: roa
da Imperatriz ns. 56 e 72.
Arara, ra da Imperatriz
ds. 56 e 72.
Tendo recebido pelos ltimos vapores da
Europa diversas qualidades de fazeodas do
qne faz ver ao respeiiavel publico, vende
barato s alim de apurar dinheiro, como
nenbnm outro.
A ttencao
Chitas a 100 rs o covado.
Vendem-se chitas em relalho a 160 rs. o
covado.
Madapoln de 24 jardas a 45000.
Vende-se peca^ de madapol5o era S jar-
das a 45,55, 65, 75, 85 e 105000: por
estes pregos s oa Arara ns. 56 e 72.
AlgodSosinho a 35 a peca.
! Vende-se pecas de algodSosinfco a 35, 45,
55, 65 e 75000 o mais barato que se pode
vender: na roa da Imperatriz ns. 56 e 72.
Cotira e castor para calcas a 800 o
corte.
Vende-se cortes de cotim e castor para
Taiaeres para meninos a 240 rs.
Superior thesouras para unhas. costura, pSS^SSSS^SiSSimm
cortar caballo, etc., etc. | -
Finas nvalbas cabo de tartaroga, marfim
e outras qu didades.
Suspensorios de seda para homem.
Duo\de algodSo para homem e meninos.
Requissimas caixas com mosioa eonteado
o necessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Requissimos livrinhos para missa.
Lindos indispensaveis para meninas das
escolas.
Finos adereces pretos para luto.
Grande sortimeoto ae finas perfumaras
dos melhores fabricantes at hoje conde-
cidos.
E muitos outros objectos que impossivel
seria menciona-los e que se encontrarSo na
oja do Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Ditas em pega a 200 rs. o covado : ra caicas de homem a 800 e 15, ditos de hrim a
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72. t,580 e 15600, ditos de brim pirdo liso a
Panno prelo.fino a 15600. 15200 e 15400 : ra da Imperatriz iojas da
Vende-se panno fino preto para caiga 8 Arara ns. 56 e 72.
palitots a 15600, 25, 25500 e 35000 o co- Bareje com listas a 32o.
vado, cortes de casimira preta para calcas a Venda-se bareje com listas para vestidos
35, 35500 e 45000: ra da Imperatriz lojas te senhosa a 280 e 320 o covado.
da Arara, ns. 56 e 72.
MOC AMBIQUE
F4ZFMDAS N0V\S
para as festas de S. aitonio, eS. Joo
no armazena do Pavo raa da
Imperatriz u 60
DE
GAIA & SILVA
Recebeno-se pelo ultimo vapor da Euro-
pa a? mais novas fazendas como sejam:
Bonitas cassas de listas grana-1
fo (vara 800
Ditas eastelhanas.
Ditas da Italia. i
Ditas transparentes com os mais moder-
nos e mais delicados gostos vara a rs 640.
Ditas de diversas qualidades com novos
VERDADEIRO LE ROY
da isiaar, Baeteor-Mdodii
Ru co Samo, 81, A. PARS.
L3asinha escocesa a 280.
a 400 RS. Vende-se lasinhas escocezas para vestidos
Vende-se urna nova fazenda com palmas de senhora 89 32;) e 400 o covado: roa
de seda por nome mocamb.qne pan vest- da Imperatriz loja e armazem da Arara ns. ^.P.^^iKBS'hnatofiT
dos de senhora a 400 rs. o covado : ra da 36 e %* Cortes de medma sendo urna bonita azen-
Imperalriz lojas ns. 56 e 72. j R f.H_ nnrfrtTliil da transparente com l.ndas palmas equa-
Baldes a 25000. lOUpa ieita TlliClOLldL. dros de seda tendo cada corte 19 covados a
Vende-se baloes de arcos d todos es ta-* Vende-se palitois de panno fino, saceos rs, 245.
Km eail.i Ramj, vji. ntr a roihj e u "ii>r! ota!
que lea o iaru inrl, ux ruliilo ,,,pr,..,n' i>ra ama-
rillo com o bu.0 lawfciaa ao ,,, ,,, ,,
.r tt. rari. i
- Un.i :.'ma!;-Nr
4r Siil'l -i- ,., ,. *
roi'iti*. j.viifl '
a B:> -1'.a, .1. 'j I
BaaMximA,enx-x.a i
a ali iNin.''.. ^oa-,
nau>r a.TKCiutu
< iiw MU O ABLLO
DOCTER-HOECIN^
M PHARMACIEN
Deposito na pbarmacia de P. Maurer
C. em Pernanibuco.
manhos a 25, 35 e 355(0: ra da Impera-
triz lojas da Arara n 56 e 72.
Lazinhas a 200 o covado.
Vende se lasinhas para vestidos de se-
nhora a 200, 240, 2S0, 320, 400 rs. o co-
vado : s na ra dalmperatr ns- 56 e
72.
Chitas francezas finas a 240.
Vende-se chitas francezas largas a 24f,
280 e 320 o covado: ra da Imperatriz
lejas da Arara n. 56 e 72.
Chales de merm a 25ono.
Vende-so chales de mirin estampadas a
25, 25500 ; ditos de 13a a 15000, dito, de
phantasia a 15000 : ra da Imperatriz lojas
da Arara n. 56 e 72.
Basquinas a 145000.
Vende-se basquinas ou casaquinhos de
Grosdenapoles preto para senhora a 145
fraques, a 55, 65, 85 e 105; ditos de
casimira de cores a 45, 55, 65, 85 e 105 ;
colete de casimira a 35, 35500; caigas de
brim parlo a 15600, 25 ; dites brancas de
linho a 35500 e 45; eeioulas a 15, 1560O
e 25; calcas de castor a 15280 e 15600.
Palitots de alpaca branca e de cores a 45,
45500, e pretos a 35, 35500 e 45. Palitots
de brim a 25, 2#>u0: .ra da Imperatriz
ns. 56 e 72.
Cobertas de chita da Arara.
Vende-se cobertas d^e chita a 15800, 25,
25500; ditas de damasco a 45 ; ditos de
fust5o a 65 e 63500: raa da Imperatriz lo-
jas da Arara ns 56 72.
Vende-se b.-jmame? parn lenees Q0QO
e 2580 o covado ; e muitos outros objectos
que seria enfadonho mencionar.
Ra da Imperatriz m.4$s*72.
_________________________________________________________,_______________!_______*-----------------------------------------
TRATAMENTO do r GHABLE, m PAMS
Medico especial, coMUltacoea,, 36, rqa Vlrlenne
AVISO AOS DOENTES.?u^ -"-*** ,^.* *
doentes me eecrevem
fIIieSl3!&
1H
Wto catea eo-
rao, taaaai C-
Coaaka
iiiii,
,aaja
oeateaaam aar-
dido e nao estou carado? Usei e abusei de un grande numero' de injbc$aobs, na avacaadeai
tarar am 4 das, f eatou anda mais doentes.
HA MAIS SO AA VOS
?ue caro radicalmente aeai recaMdas, Corrtmenoj, RelaxafOo o canal, Calarrho i
trias itmmaet, curando primeira a canta Tirulenta inflammatoria 'esaas ieeaca aaxaaea,
ridros do meu bpobativo do aaNOca,
. para parar
tonar a dar ana regldez dou para acabar meu excelfente xabopb aa cnmaT* M
aaaa aleccoe,
coas algu
canal a B__
rana* at minha injbccao. A em radical, aa aranoan para oa luiaa kraacaa,
o maaaw trtUmento. (Fajo-at a noticia exflicativa.)
40.000 DOENTES CURADOS
Varaaaira ItataaiwH aparta* i aaniaa. At kanat a.
wrmUM,*rm,*kafa$ tagiift* aaaaraa, BaBaiiu, ataaaa
do aaafaa ata euraai aa poaeo leaapa par mea xanera ai
aaa nULaa amrBATiraa a muta. .
tratar**. A aoHcaa ae te da frita aa depotlta II
tamenU ata eoatam mercarla tai tuperlarmaaa a bam
atdaancat fiealterta a
arctivo no tANora
meato*. Eaaa sceUaota
ata na aaaa aa aaai aat
aa aBramatar taataa atteetaetea a <
Cha** aor aarraaauataaUai.
Vc.nde-se na ra Nora n. 25, pbarmacia fraqcaza de
p. MAURER i C,
Linitos mangoitos com golltehas.
Aloja dasCollutnnas
IGrande varfedaeile pofinhas compunhos, de cambraia:
Debretsmhatflecsgtifo.
Gravalihas de tambrtue moito goto pin senhora.
Ricos pepita, (te-grosteip^ prelo eaHitiifo, o rp tara ^rin lo de Bftlinr gesto
"PwiranibBeo. -"-.-. .. i n
ma do Crespm. 18-de Antww Cirretade Vasconcellos 4 c.
XAKOPE DEPURATIVO
DE CASCA PE LA11ANJAS AMARGAS
COM IODURETO DE PTASSlO
Ricos cortes de vestidos brancos com lin- de
das barras bordadas em alto relevo a 245-: Laroase.
Ditos brancos tambem bordados a rs, 55 e .. pharmaeeniienm Paris
g s O odureto de potassio e um verdadeiro al-
Cortes de poil de chvre com 18 covados arante, um depurador de incontestavel eflg-
a |5^ i caea; combinado com o xarope de casca de
Mod'ernissimas vareges tapadas e transpa- kWBJas 'margas, aturado sem pertubaco
rentes com as mais delicadas cores e com bo- a'guma pelos temperamentos os mais fracos,
nitas listas de seda, covado a 640, 800 e 15. semallfar as funegoes do estomago. As do-
Alpacas lizas enfestadas com as cores mais se> maihematicas que elle contem permittem
modernas o covado a 640. |aos meaicos de receital-o para todas as com-
Ditas enfestadas com lindos lavores gra- pleigoes, as affecgoesescrofulosas, tubercu-
dos e miudinhos covado- 560. osas cancerosas e nos accidentes intermit-
Ronias alpacas lavradas com os mais mo- teutes e terceiros; alem d isso, e o agente o
rnos dezenhos covado a rs, 800 e 15. i maIsPodfoso as doencas rheumaticas.
demos
Ricos cortes de vestidos de Ot enfeitados
a 305.
Poupelina de quadrinhos transparentes
com os mais apurados gostos e qaaze a lar-
gura de chi franceza cavado a rs, 640.
Ditas mais estreitas porm muito bonitas
covado 500.
Sedas de cores com A palmos de largara
eovad.-) 25. L
Ditas estreitas lizas de distras ovado 35.
Grande sorlimento de grosdenapte prito
covado a rs, 15600,15800, 25, 25500 e 3tf.!
Ricas sedas lavradas.
Saias com quatro penaos ricamente bor-
dadas a rs, 55, 65, 75, 85, !0j5, e 145-
Tarlawnas braacas e de coras vara a rs.
800.
Fil braneo lizo vara a rs. 8 0.
Dito de flores para vestido vara rs. 640.
Outras muitas diversidades de fazendas
que se mandam tambem levar em casadas;
Exmas, familbasparaescolberemou do-seas
amostras deixando ficar penhor no armaze-a
do Pav5o raa da Imperatriz n. 60. de Gm
ma & Silva.
Bordados do Pavao
Entremeios largos
Rabadiuhos estreitos
Babadinhos largos
Entremeios estreitos
Tapados e transparentes
Gama & Silva receberam nma grande por-
c3o dos mais fins babadinhos e entremeios
tanto largos como estreitos, sendo tapados
e transparentes- com os verdadeiros borda-
dos a alto relato tendo de todas as larguras
e desonhos, grande porclo igual para qual
quar obra, que assim possa ser preciso, e
garantem que podem vendar por menas 40
ou 30 por eento, do qoe em outra qualquer
parte, attendendo a grande porcSo que tem
no sen armazem do Pavo : roa da Impera-
riz n. 60, de Gam t Silva.
Terrwios para edificar
Vende-* (Manas no Caxatf, proprios para eJfcacio. Qnem pretender airi-se
a roa (Jo AP" D- **
Deposito em todas as pharmacias e casas de
drogaras no Brasil.
Expedicoes, em casa de J. P. Laroze, roe
des Lions-St-Paul, 2, Paris.
A' venda na pbarmacia de P. Maurer 4.
C.a, ra Nova n. 25._______________
Paris, 36, Ra Vivienne, IV
CKABLEmdecinspcil
AS ENFERMIDADAS DES SEXUAF.S, AS AFFKC-
{OES CUTNEAS, A .TERAOES DO SANGUt
20.000 curas da* impingent,
puiluiai, herpes, tama,
comixoet, acrimonia, e at-
lercoet, vitiotat do sangut;
_ vina, < alteraeoet do tat*
$ve (Xarope vegetal sm mercurio], meparatlvaa
vSe4*ea BANHmm nnfEBAEB tomo-se dous
por semana, saguiodo o tractamento Depurativo 4
empregado as mesmas molastias.
Este XaropeCitractodeferra
de CHABLE, cara immedia-
tamentequalqnerpuraacao,
relaxaeao, e debilidad, a
Igualmente as fluxot e lort
brancas das auilheraa. Esta iigeccao beaigna em-
prega-te eom a Xtrepe de Citracto di Ferro.
aartaHa. Pomada que at cura em tres aa,
POMADA ANT1HERPETICA
Caalra: aaa agtecou cutnea coaucoei.
P1LULAS VEGETAE5 DEPURATIVAS
fa^av CawMa, aada fraaaa tai aaeempaaaae a aa
OEPURATIF
.m-SANG
PLUS DE
COPAHU
AVISO AOS SR8. MDICOS.
Cara catarrAM, lataat
cetuehiches, trritttci*
[ mi Ma ta o* t*
cMn uta asoene*
I do peU; batta ao doeala
urna colhe rchdea deate xarope IV Foafler.
Dr. (HiBLl em ParU, rmm aiwaem^, am.
A venda na pharmacia de P. Maurer 9
e C, em Pernambuco.
Sirop du
D-PORGET
GAZ G4Z GAZ
C3Mon ao anligo depoJlto oa .rTanry Forster 4
(^, rna do Imperador, um carref amento de Taz da
srimeira qnalldade,o qo1 se -venfle em parttaas
reuil or merospreen o aw aa unir- anal
tt parta. _____________________________fc
Faririba superior
Tupia tenar Antonio Lnii deOllvslu Am
vedo S Cv no ?eo aserlptorlo, ma fla Cnn n.i.


Mi
OaiidtMUKV

1i-
f /

'.'
3=5
i ii -
i
PARA UZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xaropede jurabeba garrafa........ i&oof
Vinhode > 1600
y Pillas de vidro......... 15600
' Tintura de t 64o
Extracto bydralcoolico de jurubeba 42)5500
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinbo de jurubeba ferruginoso garrafa. 2ijlooo
Xarope .10600
PiluJas vidro... 2|Jooo
Oleo de jurubeba vidros.... 64o
Pomada de pote...... 61o
Emplastro libra..... 2#5oo
PARA UZO EXTERNO
A JURUBEBA.
Esta planta hoje reconhecida como o mais poderoso tnico, como um excesj
lente desobstroente, e como talappcada nos engorgitamentos do figado e bago, na-
hepatites propriamene ditas, ou cinila complicadas com tazarohas, as olaiamaces
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abcessos internos, nos tamores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tamores glandulosos, na anazarcha, as bydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparares ferruginosas, anda de grande vntagem
as anemias, chloroses, faltas de menstraa$o, leucorrneias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debikdade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos aBrmam os mais distiuctos mdicos desta cidade, entre os quaes
podemos citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconb cem a excellenda d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at ho*? onhe;idos para todos os casos citados,
tanto qne todos os dias fazem d'elle applicac'.
Apresentando aos mlicos e ao publico em geral diversos preparados da juru-
beba, ti vemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, azendo. desapparecer a
repugriancia que at boje sentiam os doeotes de usar do* preparados empricos d'elle, o
mais das vezesrepugnantes a tragarem-se, e que tintem ainda a desvaitagem de n5o
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficuo um
medicamento, que podena produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresen lados depois de naverraos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien-
ea app'icacSo, tendo alm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeicSo possivel, para o que nao poupamos esforcos, nao nos importando o pouco lu-
ero que possames tirar
Por tanto os que se digarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infallivel cura
de qualque dos soffnmentos, que dixamos innumerados, se forem em lempo applicados
tendo alem d'rsso, medico ou doentea vantagein ie esc.>lher as nossas variadas prepa-
races, aquella que meihoc le pode convir, j pela fcil applicacSo, e j pela compliCClo
das molestias, id ide> sexo, ou anda natureza de cada individuo.
A? nossas preparares ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os composto* de ferro que como
taes est5o hoje recoubecidas-___-
Pararaplles^qae^ais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, eSa^rm a appcac3o de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em bossc deposite um folheto, onde tratamos mais exlensamenti d'esta planta e dos te?
mos preparados,
-
Deposito geral de todo radjd so apees
Botica e drogara
34Roa larga do Rozario34
lo armazem di fazndat de
Sant s oclho, ra do Quei-
marin 19
H08B c barato
Cambraia de cores uiaiisadas finissimas a
800 a vara.
dem brancas transparentes finas ds 45,
5,JO00, jardas.
hiera branca tpana de *5 >' M pec
com i-i jardas. a
Iilem branca fiaucca uiuiio larga a 95 a
peca com 8 varas.
Bates de 35 e 40 arcos nesgados para
senboras, a 40500.
dem de- 35 e 40 arcos com lerrugem a
UOO.
dem de mursulina nesgados a 50.
dem de crochet a 54.
dem de mursulina para meninas a3e
30500.
Saias bordadas a 50.
Gambraias admascadas pira cortinado a
120 a peca com 20 varas.
dem para forro a 30 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linho muito fina de 60 e 90 a
vara.
Madame M. Poppe
Temos bonitos retratos em differentes pesieoes
de Madame Mathllde P ppe a vendar
pholographia allema
-\o pateo da matriz de Santo tn
_______- talo >. _______
Vende-se um preto da Costa e que foi maitos
asaos empreado 00 ser vico de padaria : ua pra-
<;a da Boa-vista o. 4.
Attencdo.
Narua doQueimado, leja de Uzeadas n. 41,
vendem-se ricas eapas para senbora, de merino,
bordado?, de todas as cores, dos mais moderaos
qae tem vindo ao mercado, por pregj commodo.
1TTENCA0-
Vende-se f-rioha de mandioca rnuit.i fina e ai-
ra : no armazem d 1 Aunes n. 2, defronto da ai-
fandega.
Madapoles unes de 60, 70, 80, 90,100,
110 e 20 a peca.
Platilha de algodSo superior fazenda para
saias a 30200 a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 2^600,
Lences de bamburgo fino a 20400.
dem de bramante muito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Guardanapos de linho adamascados a...
30500 a duzia.
Atualbado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 20 a vara.
Algod3o*enfestado com-a mesma largura
al01 dem trancado de algodao a 10600a vara.
Toaihas alcochoadas delinbo lisas a 110
a duzia.
dem de algodao felpudas a 130 e 140
a duzia.
Colchas de fustSo a 60000.
Retundes de fil preto a 60.
Chales de fil a 50.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
20 e 20500 a duzia
Lencos de cassa flnissiulos a 30200 e
3060- a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 10000 a vara.
Grosdeoaples preto bom a 10800 e 20
o covado.
Morantique preto superior a 20800 o co-
vado.
Flanclla de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 800 rs, a
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 20500 a vara.
dem de linho com 5 palmos a 10200 a
rara.
dem de linho com 3 i/2 palmos a 800 a
vara.
Riqusimos basquins a 250000.
Assimcomo outras' muitas fazendas que
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e-d-se amostras de tudo,
X
Avis agradawL
Soan ares 4 IraUEo.
"MKmi.il. "*'
Vandem :
x^as'61 m BTeik m** *
DiU mais inferior a 1*200 e l JS00.
DUa do gaz, prea, branca e de eorw, n cal-
as de 40 novellos, 800 reis. '
Dita em caixas de 50 novellos,
rls.
Dlu em canas de 10
fel?.
Dita branca e preta,
doiia.
Dita de Alexaodre, carros
a dona.
Dita em carros, com 80
dnzla.
-r
'A y
BAZAR
!A N. tO V. Jz,
branca, a 7
novel los grandes, a 640
em canees, a 160 reis a
200 jardas, a 1JSO0
jardas, a 360 reis a
PlimH Gh
DE
Joaquim de Almeida tinto
A jurubeba contra o ingrgi
lamento do fijado e do bago
"m extracto aleeolleo, enplas-
tro, oleo, tintura, pllulas,
xarope e vlnho
A jurubeba urna das substancias medi-
camentosas que pertencem ao reino vege-
ta e pertence a classe dos tnicos e desobs-
truentes, sefido eropregada com vantagem
contra as febres intermitentes acompanhadas
de eDgo gitamento de ligado e de baco. Eila
tem sido apphcada com incontestavel pro-
veto contra a anemia ou chlorose, e bydro-
phesia, calharro da bexiga, e mesmo para
combater a menstruaco difficil, resultante
da mesma anemia ou chlorose.
Depsitos geraes
Em Peroambuco, ra larga do Rosario
n. 10, Rio de J*niro, pbarmacia do Sr.
Daurado, Rio Grande do Sol, em casa dos
Srs. Cascoo.d C, Macei, phariuacia Oo Sr.
Ciaudino, no Ha*r, pbarmacia de Mr Ma-
rical, em Lisboa, na pbarmacia do Sr. Feij.
Sedas largas
A 2 o covado
S6 ra leja d^pavo,
Vendem-se modernissirr.as sedas com largura
de cbita ranceza, sendo com padroes modernos,
tendo entre ellas cores proprias para queni est de
loto : veode-se pelo barato prego de 2 o covado :
grande pechincha : na loja e armazem do Pavo,
roa da Imneratriz n. 60, de Gama & Sil.
Cortes
^Pharmacia especial bonico-';
rsg patalea do Dr. aablao O.
L. Pluho.
Cha de 1* sorte para uso das
aR pessoas que se tratam homeopatbi-
9 camente.
M Vende-se em pacotes de libra a
m 30200 rs.
m Ra Nova n.* 43. .
AdOrs.
Vende-ae bonitos cortes d raosbraia branca com
bonitas barras bordadas tendo tambem algons
cora bootlas barras de coren ; veode-se pelo bara-
to preco de 5*, ua loja e armazem do Pavo, roa
da Imperatriz o. 60, de Gama 4 Silva.
Alpacas de cores
A 500 rs.
Caegaram as mais bonitas alpacas de cores para
vestidos com desentos miados e graudos, tendo
largara de chita francera, e vende-ie pelo barato-
preco de SOD rs. cada ovado ; grande ppehin-
cba : na tija e armazem do Pavo, roa dn Impe-
ratriz o. 60, de Gama & Silva.
Bramante a 2$.
Veude-se superior bramante de llnbo alvo com
10 pIrnos de largura, pelo barato preco de i a
vara : na loja e armazem do Pavo, tua da Impe-
ratriz n. 60, de G..ma & Silva.
lgolo a variado
Vende-se pegas de algodo largo muito encorda-
do, pelo barato preco de 54500 a peca : na loja e
armazem do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Reta I los
Vende-se urna poreao de retaHios de chitas e ca-
gas pretas, por preco barato, na loja e armazem do
Pavo, ra da Imperatriz d. 60, de Gama & Silva.
Sedas a 320 rs. o covado
Vndese um bonito sortlmeoto de sedas de listas
qae sempre se vendern par. ranito mais dioheiro
e liqudam-se pelo baratsimo prego de 320 rs. o
| covado, s fiara acabar : oa loja e armazem do Pa-
vo, roa da Imperatriz o. 60, de Gama & Silva.
Fundico d'Aurora em
Sanio Amaro
Preco admiravel
Tintura para cabello de ebromacome, cociendo
cada ama caixa dous frascos e dnas escovas, pelo
baratissimo prego de 3fio00, riqaissimos cortinados
para cama e janeas, mailo boas cortes de seda do
1 Imelbor goslo e qoalidade possiveJ, sintos a jardi-
' oeiro, mantas de fll preto, rtoalbado de linho
rxo e branen, todo poi oregos multo mdicos,
bero assim como um completo sertimento de la-
zendaa de todas as qaalidades, qae s com a vista
do frepoez e poderao eoomer; r; na loja da raa
do Crespo n. 8 B de Fernando Gomes da Silva
di companbia.
_Asolhas da fundo douradu multo finas, caixa a
220 res.
Dlis ingleza?, sortidas, milheiro 700 res.
yrarrpas com cabega de vidro, duzia a 160
res.
Bita? lizas e crespas, mago 30 e 60 reis.
Lolxete em caixinhas, doza 640 reis.
Dito em cartSes, dazia 600 e 900 res
Espoletas verdadelras, B B/ caixa 100 reis.
Alneles em carias grandes a 140 reis.
Ditos em cartas menores, 10J reis. >
Dito em caixas com meia libra, 30 res.
Botoes de madreperola para camua, grosa 460
e 500reis.
Diios de osso para caiga, grosa 200 reis.
Ditos de loaea, grosa 160 e 220 reis.
Ditos de moedinba para puobos, a 14600 reis
i duzia.
Peales para alizar, dazia 110, 22200 e 35000
res.
DHos matlo snperiores para bixos, dazia 2J000
res.
Ditos para cc, dozia 1#500, 1*800, 2400 e
3*400 reis.
Pbosforos de cera moito superiores, dazia de
caixinhas 320 reis.
Baralhos rranceies moito linos, 200 reis.
Ditos portogoezes moito boas a 120 e 160 reis.
Espedios em qaadro doarado a 120.
Traogas lizai e de caracol, peca a 40 50 e 60
reis.
Fita de la para debrom, vara 100 reis.
Dita de algodo branc?, pega 240 reis.
Dita de liono, pega 40 reis.
La de todas as cores para bordar, libra 6*000
rei?.
Garante se ciocerid^de e baMiissimos pregos
___________BA AOVA N. 28.________
aP5>UJLAI
Xarope e vlnho ferruginoso de
ju f;C?rj eoiai pjrcpliospiiato
de ferro.
Cblorcse, aaemia, escrfulas, rachismo, blenaor-
rbagia, leoeorrba. febres inteiauleotes e ame-
norrha (meoetroago doiorosa e Irregular)
etc., etc.
Ha moito que tiobamos em vista assoeiar o ferro
as nossas preparagSes de jurabeba ; mas levamos
tempo a experimentar qaal a preparago ferragi-
oesa, qae mais cooviria ao organismo humano.
vindo por fim a decidir nos pelo pvropbospbato
de ferOj com o qaal podemos prepara r os nossos
xarope e viobo de jurubeba farraginosos.
Temos a observar, porm, qae o aso dos medi-
camentos de jurabeba com o pvropbospbato de
ferro nanea pode occasionar a pbtysica as pes-
soas anda as mais delicadas, como mnitas vetes
tem a oo'ecido atea pessoas robustas, qae se hae
servido do mesmo medicamento preparado coa*
ootras substancias farraginosas, por isso qae o
pbospboro debati-da forma de pyropbosphato
um meio prophylati 'o reconbecido infallivel con-
tra esta terrivel aCfecgo.
As preparacSes de jurnbeba, a que havemos aa-
soctado o pyrophospbato de ferro, sao mni prove-
tosas no traumento das molestias das senboras,
taes como a chlorose, anemia etc.
Estas molestias manifestam-se com os sympto-
raas segumies :Descora ment geral da pe lie e
das membranas mocosas, magreza, nchago das
faces e das pernas ; excltagao nervosa, bysterts
mo, melancola, debldade muscular, dores ne-
vralgicas, pulso mais freqoente do que no estado
de sade, calor febril, pella secca, appalites de-
pravados, vmitos, priso de .veotre, measlroncao
doiorosa, irregular, pouco abundante, descorada,
nulh, flores brancas, amenorrhagia e infeenndi
dada.
Dsle estado espantoso, alias to ordinarian? ote
reconbecido entre nos em erescido numero d se-
nboras, rlesapp.. rece s com o prudente riso das
prepararles cima.
nico deposito destes medicamentos:
pharmacia de J. A. Pinto, ra larga do Ro-
sario n. 10, em Pernambuco.
Machinas para descarocar algodao. do me-
lhor autor que tem apparecido na Amrica.
E' tal a eiecocio do machinismo, que o al-
godSo sabe qoasi tao perfeito como o de bu-
laodeira. Recomaienda-se atienen, dos
Srs. agricultores, estas machinas.
Chitas a ^(TriT
covado e em pega a 2S0 r. por ter asi toqoe de
mel panos superiores, escaras e cores fizas : oa
ra da Madre de Dos n. 16, lja defronte da
! guarda da alfaodega.
Vende-se ora sitfo conTuffia das melbores
casas na Boaviagem : a fallar na roa da Madre
Je Dos n.~ti.
EscraTo? ftigido
li enea i
Palitos de fogo a 1 500 a groza
Vendem-se na roa da Cadeia n. 56 A : loja das
machinas.
Gootioa andar fngido do poder do abaixo a-
slgnado, desde odia 12 de margo do crreme anno
o sea escravo pardo claro, de nome Cyriaco, com
os slgnaes egaintes:'representa ter de IdaO- 40
anuos, rosto rodona,g oro tanto envegado, oibos
I emr-apoqados 9 fondo:!, bocea grande,;fatigo? gros-
, aos, wrba fechaba e ruiva. U e niws grarses e
. carnudos, peitos vermelhts e cabelludo, cabellos
I cr*spos e avermfalbafios, costuma audf arrosco de
faciio e ama bayoneta n'om pao, gu*ts de timar
cacbaga, e quaodo fica bebado da' para poeta, e
! regris a : roga-se, poruulo, as autoridades poli-
! r i. s e cjp;'.ts de caj'jo i ifcrel lUsao u.i mes-
i mo, e leTa-:o a sen senbir, o abaixo assignade, nc
engenbo Pedregn, em Nazaretb, qne sera' bem
recompensado.
Jos Ignacio Pereira Torres.
Fogio em 11 de julhodeste correte
anno, urna escrava crioula de nome Delphi-
na, idade de 25 anuos, com os signaos se-
guintes: muito ladina e intitula-se por forra
dizendo qae ama, um pouco baixa, magra,
rosto um tanto chocho, olbos vesgos. nos
pos .e mos calor de figado, o coum ..cha-
do, levou vestido oe chita cor de caf usado,
um chales de algodao de quadros, esta es-
crava foi comprada ao Sr. de engenho paa-
litta a 2 de maio, cuja escrava em mae
deste mesmo senbor foi pegada por duas ve-
zes junto ao sitio de Suassuna e j foi vista
no beco do EspiDheiro, roga-se as antorida
des e capites de campo apprehenso da
dita e leva-la na roa Direita n. 99, que se-
rio recompensados de seu trabalbo.
Escravo fgido,
Fogio no dia .0 de jalbo do correle anno o es-
cravo Vicente, nago Angola, idade 40 anno?, pou-
co mais ou menos, altura regular, secco do corpo,
pernas arqueadas, sendo orna mais do que ootra,
bastante ladinq, rosto comprido, posea barba, traz
cabello urx pooco rente, usa camisola de algodao-
zinho por cima da caiga, chapeo de feltro pardo,
guarda sol de seda ja' velho, tendo oo casto urna
emenda de fandres; supp5e-se qne este escravo
trabalba de dia em algum sitio nos arrabaldes
dosta cidade, e que de noite se oceulta em alguma
casa. Proiesu-se, pois, contra qoem tiver acoota-
do dito escravo, cuja apprehenso se pede s au-
toridades polleiaes, .gratifleando-se conveniente-
mente na roa da adeia do Recife n. 27, segando
andar.________
50$ de gratificaco
Completo sortimeoto de' tanas batidas e ramu-
das, alambiques de todos os tamanhos e fondos de
ditos, mosndis d todos os tamanbos de superior
qualidade, crivos e boceas de fornalha. o que ludo
se vende por commodo prego.
Atiendo.
Vende-se urna escrava nnga perfeita cosinheira
e boa eoeommadeira, para ver e tratar oa roa Di-
reita n. 86, prlmeiro andar.
Xarope de salsa parrilba do Para
OU OEPURATIVO DO SANGUE USADO AS MOLES-
TIAS DE PELLE, IMPINGENS, DOItES RHEUMATI-
CAS E ULCERAS VENREAS.
1'niro deposito
Pharmacia d > Pinto roa do Rosario larga
____________numero 10.___________
Ar dos americanos
Samoel P. Jjbnslon & C. tem para vender supe-
riores arados americanos
n. 42.
a roa da
Fogio o escravo Simio, de nago Mogambique,
idade 40 aohos, tem os segointes signaes : sem
barba, com talhos em circulo redondo ao p das
orelbas, alto, falla de dontes oa frente, semblante
c.rregado, levoo caica decasemira de cor em bom
estado, chapeo de massa novo, camisa de algedao
branco : este escravo foi comprado em abril de
1864 ao Sr. Jos Vicente Lindooso, morador na
provincia das Alagoas, por seo procurador o Sr.
Joaqaim Cavalcaoti de Albaquerqoe Mello, mora-
dor no termo de Birreiros, por isso talvez qne
dito escravo tenba seguido algoos daquelle luga-
res ; roga-se as autoridades polioiaes a soa ap-
prrheao, assim como aos capiles de campo, le-
va lo sen seubor Bernardino Antonio Pereira
Senvala Nova Bastos, na roa Direita o. 30, no Recife, qae dar'
a gratificaco cima.
- -----------------
-







:
\
*



5sr.
-
.

DOS PREMIOS DA I. PARTE DA i. LOTERA CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 745, ARENEFIGIO DO PATRIMONIO DOS ORPHOS, EXTRAHIDA EM 12 DE AGOSTO DE 1867.


.*
- : l
I ;
.*.


y"



8
de Periaabue*
- TerVa leira 1S de Agoto de 1867.

r tavim o habitantes daaaella provincia, .oroap'.M reUgo coro esss altos interesses, e mm ob
C.4H4R4 DOS SNIORES DEPTAOS.
SEsSO EM I4DE JILHO.
PRESI*NCIA DO SR. SILVEIRA LOBO,^
(Cootinuagao.)
Os media, porm, nSo quereodo transi-
,>;. com a sua conscieoeia e dignidade, re-
'jsaram-se a prestar-se a ess orderja des-
comunal : foram cor isso demittidos 11!
irador, apresentanio nesta occasio a
iistifria da molestia feita pelo Sr. Dr. JoSo
Jos da Silva, disse que, eai parte alguma
ao mundo onde ella fosse conbecida, se re-
cusara a evideacia da razio a que assistio .
d.juelle distiqcto me leo. <%{* sim de prender sos g"d" nac,00,es
O orador paSSOU a C0asiderac5es relativas & referencia a Efarlsto Maooel Telxeira, coo-
ao cholera-morbus, admirndose da segu- servado na armada, que acamara ja' liaba juizo
raacicom que o 8r. ministro tratava desse formado arespeito.
amnia ero suas infornucoes : molestia Que .far, i0 *a"e* nacional se acbar Tardado
i.*umpw em suas inrorm^ *r"v, e prompto para o servio nao constitua isenglo,
esa quasi anda geralmente desconbeciiia, segUndo a tetra da iei, que estabelecendo as coodi-
apezar dos seus terrifes elTeitos em todas as ges do assumpto do servigo nao iociuio essa; po-
partes do globo onde se tera apresentado. ^ra que elle orador admilte a praiica recebida, e
Passou a outras consideracoes relativas a 22rS?5 gua,rda nacional p-ro?pl e dl""
avencL sani.ams e referencia as qua-' %TS^^^JZitZX
antenas, e depois de, com pronsciencia, achasseem taecoudigdes?
jonimciar-se a respe i to, pedio ao Sr. mi- O orador reproduzio as raz5es em outra sesso
5trO da marinha que 6e nlO iulgasse COm- P^utada a re^peUo, demonstrando a oenhonia
unettido em opmies. medicas que ^'^t^SS.SS^^T.SS.
i Jilissem em taes occasioes. as declaragdds nelle suestadas, como coofessra
Passando em .seguida ao exame das ta-: o propno Evaristo.
a :las ar resentadas, disse que todo ellas pro- Em fpereoca ao parecer da junta de sade. en-
... ____ l ,. _rf __ T.. i ira em loogademoosiracao?clentiflca para demoiis-
vjnam menos que as pracas estivesem pro-j ,rar a sa, improcedencia, concioindo-proussionai-
vioas da roupa oecessaria ; declarou ter ha- ineuie, em deduzir o engao em que labora a dita
vido negligencia na -confecco dellas, por juma na confecco do mesmo, e que os mdicos de-
isin miP atp arma eo nhsorvava na nmma m'"idos a que alludira o orador que o preceder.
is.0 que ate erros se oDservava na somma!e||eo dzera pe|a mo tni0JM apreSeotada a
das paroellas, e nesse sentido, prosegUindO papeleta do bospial em referencia ao enfermo, cem
IU anaiyse, COncluiO dizendo fi as pecas obseriragdes que aa copia pur. oile ministro exigida
de roupa destinadas a vestirem as pracas da j fojam subtrahidas depois da qoesio que evaotara
esouadra durante dous anaos nao tocavam ofacloa q Hodira, tinbam desmerecido em seo
e^uiuid uuranie uoub duuus do """""" |Conceiio, pelo que nao podia em sua administragao
tuas a cada praca. |conuuuar a utilisar-se do seus servicos; era um
Recapitulando, disse que 0 fado do Sr. j dimito que Iba asetstia, por isso assim obrara por
ministro da marinha se nlo sujeitar aos pa-; julgar conveniente ao servido publico.
roeres da junta de saude. o tera sujeitado a!
j-cto, faienda e ben naeiooaoa ?
(Xuraero.*)s apoiados.)
Nao se pode em tbese cootestar 6 direito qoo
tem a cmara de reqnisitar que Iba fj|a presente
uro docoraento dtela ordem. .
Mas nefr-39-.tqu9eJa chega* easiao,
o eosejo razoavel d*a cmara exereer'es direlto
rsquisitaodo tal docoat 7 Para se deeconbecer
este ensejo serta preciai) que o flocfllalo qae se
requisita Do ccnlivesse em si aquillo mesmo em
qne se funda o referido direito, isto e, a relelo
da naeao brasi-
seropre a acnlire o reclamo nacional sempre qne
I a honra o exige.
Que em referencia aos empregados Incumbidos
do recrfrtfWnto, ;d tfel on qu'atro offlelaes do cor-
po policial e da uara nacional destacada fura da-
da essa aotorlsaco assim como aoSr. major Rodri-
gue*, pessoa de tnereeimemos reaes e superiores
aa calumnias que Ibes faiiam.
Que qoaai^ as accuJacSts da impreosa, oriundas
de raanifestaci5as n?sta cmara, elle oraJor nunca
se furtra a jostiftear-se, porm as despretra so- .
beraoamente quaodo trazidas de ontra origem me-, cem a fazenda e com os destinos
nos digua e nobre. i 'e|ra- (Apoiados, multo bem I)
Que os precedentes do Sr. Saldanha" Ma'Hobo. Mas oun o nobre ministro da justiQaem aparte
fillava o to alto que o puoham acobertado de ae- quaodo fallava o nobre depotao por Minas, de-
cusacoes da ordem das que Ihe lnham de fazer, clarar que essa rjuisicao nao est resolvida pela
por isso elle orador s^ dispensava ocenpar-se dalla, j cmara dos deputados, e que pelo contrario ja a
Proseguiodo, decluroa o orador nao ibe constar. cantara se manifesiou em sentido opposlo na rejei-
que guarda nacional algum osfe antorisado a re-lQo do requerimento de adiamento. Nao i a re-
' jel(ao do requerimento de adiamento apresentado' gracao por ella fella. (Apoiados).
pelo nobre depntado por Minas nao pode ter o Nao ha, pols, jostiQcac) possivel para a recusa
alcance que Ihe attrtoue o nobre ministro da jas- do documento de que se trata : elle deveria ter
liga. acompaubado a proposta que se acha convertida
O Sr. Correa de Barro :-A cmara pronun-, em projecio de le e que aoa uut termos se refere:
cioa-se contra a necessidade de vir o contrato... nao a tendo acompaobado, deveria o governp e-
0 Sr. Presidintk :^o, mea charo amigo, nao' metl-'o, para esta cmara, independente de re-
assim | qnerimeoto solemne, desde qne un ou mais mera-
(Ha diversos apartes.) bros na discusio do projeelo lembraram, por qaal-
>Ea declaro francamente, para que o paiz saiba, i qu-.r forma (-. aa presenga, como acooteceu, dos
que votei, par esse requerimento, mas tambem i nobes mioistros) a indlspensabilidade desse do-
0 Sa. -Tavmi Bastos :Por um acto .-ecrel).
O Sr. Arauo Babros : -Sim, senhor, i verJade
o que disse : a clausvll rd) aouollada...
Or. FoNTtMBtn :^-Po|b %m ;esa clausula
foi anouliada por um acto secreto entre os govar-
nos : hooveah remedio ; maso qae acontecera,
sepbores, se no contrato de que ora nos ocuupamos,
s na parte delle relativa ao dote, consagrada pela
lei que se tem de volar, se coanvosse urna clausu-
la, s vista depois dessa consagrado, e caree.dora
tambem do remeti de qae carecen a do onlro coa-
trato, carecadora de aanullacao ?
Urna de duas acontecera : ou o remeJio por
acto entre os goveroos, a despeito e e u desar da
lei bratileira que biv consagrado o coniralo, e
Isso Importarla ao mesmo lempo u.iia iocompe-
tente annullsco de actos da aosemb'i jreral e urna
.quebra de sua alta digoidade consiitucionl (apoia-
do.-), ou a subisloucia do mal, da vioUcao, por
nao poderem os governos tocar na le e na cousa
4a cmara Jeatidad* de sta* da ,eosamenlo., pirUl em ^ndre, sobre godos das estradas de
la e S. Panlo
reqaisigio.A qaem fez
casaras publicas com algum fundamento.
Que as violencias praticadas pela presi-
dencia de Minas nao lm encontrado da parte
de governo geral a devida repressao a que
a aoral publica exige ; que o ministro nao
; sujeitando aos pareceres da junta medica,
tena feito qae se tenha aceitado pretvs io-
oapazes do servico, e como taes julgados por
aquella junta.
Que elle orador eslava disposlo a offere-
oer urna concordata aos Srs. ministros. Que
afendendoo direito constitucional, nao fez
ni seu requerimento nenhuma aecusaegao
ao ministerio actual, e que o Sr. ministro da
justiga foi quem fallou negando as praticas
da cmara, assim se quizerem 'dar a copia
do, contrato do casamento de S. Alteza Im-
jrial, elle orador retirar toda a sua cen-
sura.
Negar-se cmara o direito de pedir esse
intrato, ser abolir as prerogativas da c-
mara, e que como memoro do parlamento
nao podia deisar passar tal pretenclo sem
rebaixamento das prerogativas constitucio-
aDes de quetinba sido investido com o man-
ido popular ante a nacjio.
Que o titulo mais honroso do imperante
de primeiro representante da nac3o, e
uue a cmara como tal Ihe era equipa-
rada : a posirjao que a constituicao d ao
soberano, d tambem cmara o direito de
ntervir t na felicidade dymoaslica dos im-
pirantes; que os Srs. ministros liberaes,
cerno erara tidos, recebessera ao menos nessa
parte o exemplo da Ioglaterra.
. Declarou o orador que nunca vio opposi-
i'.o como a actual, que procura combinar
ora o governo, que este foge constante-
rente de chegar a tal accordo 1
Qae no senado os collegas dos Srs. mi-
rirstrw que se achara presentes se manifes-
taran! em contrario da opposicao sustentada
nesia cmara por SS. Excs.
Que o governo esteode que, dispondo da
maioria, a deve sujeitar a todos os seus ca-
prichos de momento ; illude-se, porque a
perder ; que os liberaes da maioria nlo
estarlo resolvidos a renunciar as suas pre-
rogativas, nicamente para sustentarem o
ministerio.
Que as grandes maiorias prosigam tod^s
as vezes que subordinam-se a questes de
momento, porque ah est o perigo dos par-
tidos : na situaco actual nlo confia muito o
ministerio na sua maioria, porque esta o
sustar emquanto se acbar convencida de
que se trata da causa verdaderamente na*
ciooal.
O orador proseguio era considerares
honrosas ao partido.conservador, ao qual a
maior honra quettae cabia era o ter eni certa
poca em sua administralo reconhecido er-
rosanteriores e rjrbcurado corrigi-los, o que
ne conceito delle orador.muito elevou na opi-
aio que delle ficou fazendo, opiniao essa
que muito se ensoberbeca de a manifestar.
Que as vistas publicas e interesses reaes
io paiz estavam no estudo das fioaacas, da
tranquilidade publica, as garantas nacio-
naes, na mobilisaclo da guarda nacional e
as prerogativas provinciaes e municipaes.
O orador, ouvido com geral interesse em todo o
tsmpo que to dignamente oceupou a tribuna do
cirlamentq, toi entusistica e geralmente compri-
uifintado ao relirar-se della. .
O Sr. ministro da marinha, commovido seo^i-
veimeote pela qualifl fra langada ao partido qie fepreseniava, protligoo
-.omenergUvessa qualiticaio, appellando para o
ieitores aJeciso da quem competa essa denomi-
aacao. v .
Crozaram-se apartas enrgicos de ambos os la-
dos poliiiooarepresentados na cmara, que levaran
ao Sr. presidente tocar a ampaioba pedindo atten-
ro ao orador qn,^ro;egiindo, disse, que nao era
ora a nonreacao d efflclsw da guarda* nacional
que o ministerio se bavia de sustentar, mas com as
suas ideas. >- ",
Que o programo* de 1864, sendo o do actual
Oiiuislerio, (Ora applaudido pelo Srs. deputados
membros da opposifl; bjae o governo nao poda
exigir i guajes sacrificios, para a guerra, de todas as
curso, receben ao coocluir a manifesiagio de adbe-
i sao aa maioria da casa.
O Sr. C. Ottoni pedio por algnns momentos a
aitencao da cmara, que, em vlrlude da bofa avan-
zada, deveria se acnar fatigada, pelo que elle nao
abusarla da coocesso qne Ibe fosse feita, prestan-
do-se-lbe por algaBs momentos a atteogo.
Que elle orador uo entrarla na aaaiyse dos va-
riados assomptos do discurso do Sr. ministro da
marinha, ja' em referencia aos negocios de Miare,
e appello feito por S. Etc. aes eleitores, ja' em re-
ferencia a apresentado da copia de contrato ma-
trimonial de qne se tratara, nem do direito a qoe
se julgara ter a nao cuotlrmar-se um parecer da
junta de sade na qaesto de Evaristo Maooel Tel-
xeira, porque mnito prezando-se das relaces an-
tigs com a familia do distiocto Sr. Joao J^s di
Silva, nao podia deixar passar sem protesto posi^Oes de S. Exc. em referencia aqaelle distinc-
to membrodaqoella respeitavel famiha, com quem
nao eclretendo relaedes intimas, comndo tem sem-
pre formado o melbor conceito da soa honra e dig-
nidade e conneeimentos prossionaes na scienota
medica a que se dedieou, em vlrtude das informa-
toes havidas de pe^soas dignas de toda o conceito
e cohsideraceo qae de perto tem tratado om aquel-
la di.-uucio medico.
Nesta occasio o orador, apoiado por muitos dos-
5rs. depulados, proseguio e con*iderasles da in-
conveniencia do proeedimeBto do Sr. ministro, em
reterencia a pessoa do Sr. Dr. Silva, irmaodo
com a sua aulonsada opimo e dos mais seobores
depulados, que o apotaram, o conceilt> de qae
aquelie doulor eia incapae de pralicar a sefelraco
de suas olas na papeleta, se ellas della Saessem
parte.
orador disse que, segundo (Ora informado, as
notas, a que se refera o Sr. ministro, oso- passa-
vara de apontamentos feitos a margem, uoteaaente
para reviver a lembranca de seo autor na occasio
do receituano, anm de nao eoafandlr com s-ob-
servages feilas em outras loformac5es, notas- essas
iointeiligiveis para eotro qualqutr; peto que-, nao
fazendo ellas part.i da papeleta alludida, nao oram
litigadas na copia mandada por S. Exc.
Sr. Fontenelle (movimenlo de attengae)-::
Vejo que a cmara esta fatigada pela hora, recelo
al.ga I-i aluda mais...
Vozes :Nao, nao. Folgareaos moilo om ou-
vi-lo.
O Sr. I"ontenblle :Pego a sua benevolencia
para que, continu^udo aiada este debate, se digne
ouvir-me uns breves inflantes, a mim, cuja pala-
vra obscura, nao tem de certo ttulos que a re-
commendem a sna aitengo.
Vozes :Nio apoiado ; conhecemos os seus ta-
lentos.
O Sr. Fosttkeixe :Nao sou, Sr. presidente,
dos que mais amena soltar a cada instante a. tor-
rente das palavras ueste recinto : a prova est em
ser esta a prlmelra vez que fallo ha ja qoasi dous
mezes de aberta assembla. Mas o que em urna
das transadas sessoes, o que anda neta acaba
mos de ouvir, sasciia-me a tomar parte na discus-
sao ; arranca-me ao silencio.
Reflro-me ao qoe ouvi ha ponco sobre o reqne-
rimenio do nobre deputado por Minas na parte re-
lativa ao contrato de casamento de S. A. a Sra.
princeza imperial, assamplo sobre o qual na ses
sao- transacta ouvi proposigSes que, na verdad,
nao se podam deixar passar sem protesto no seio
de um parlamento que presa a verdade do syste-
ma representativo, (polados) principalmenie em
urna poca em que tanto se brada pelo esplendor
desse systema, e em que preciso que o paiz se
convenga verdadei nmente de que o goterno deso-
ja com sinceridade, nao o simulacro, mas a reali-
dade desta forma de governo representativo.
f Apoiados.)
Qaando em 2* discusso se achava o projeelo,
em qne foi convertida a proposta do governo rela-
tiva a dotago de S. A. a'Sra. princeza imperial,
meu voto se deslacou da nobre maioria appnvan-
do um reqneiimento de adiamento offerecido pelo
honrado deputado por Mina^ at que o governo
apresentasse a esta augusta cmara a copia do
contrato de casamento de S. A. Imperial, requeri-
mento que se fundava na referencia que o projee-
lo faz a ease documento, e na necessidade de ser
elle presente cmara aflm de poder apreciar de-
vidamente aquella referencia. (Apoiados.)
Acbei justo isto e votei pelo adlamento. Como
nao .passou, votei contra o projeeto tal qual fra
posto a votos em 1* discusso.
As razes qne tive para assim votar conlinuam
a influir para que en ainda vote contra o mesmo
projeelo qundo entrar em.3* discusso.
Essas razies sao de natnreza tal, que movem a
votar em sentido igual a favor do additamento ao
reqaerimenlo do'nobre.depwjado por Mi na>.( A opia-
dos.) i -
,Em segando Ipgar fallarei a este respeito ; mas
antes disso dlret em primerio lagar algumas pala-
vras acerca da opposigo que se faz INM do
direlto qae tem esta cmara para pedir (pedir ae
sentido de solicier) a copiado contrato.. ?,
Uic Sr. Dkptado :Exigir.
DSr. Fontenblle :Moquero em pregar a pa-
lavra exigir, para nao suscitar reolamagoes.
: 0 Sr. Omni -Requisitar.
O S. Fontbbelle :Digo solicitar no mesmo
mas en de
certo qne a sna rejelgio nao prejud1ca.de modo
algum a ibese qoe ora sustento, nem anticipa con-
sa contraria ao requerimento actual...
Una Voz :Nao de certo.
O Sr. Foktenellk :A rejeico daqnello re-
querimento nao importa a renuncia do direlto da
cmara a pedir esse mesmo documento quando o
julgar necessuio, como por exemplo, na terceira
discnsso do projeelo que o menciona, oo agora
mesmo, como se far, com fundamento na necessi-
dade de bem estodar aqaelle projeelo para saa ap-
provago definitiva.
_ A rejeigao do requerimento de adiamento so-
mate significa qae a cmara enlendeu qne podia
dispensar oaquella occasio o mencionado docu-
mento, visio que o projeeto ainda tinba orna ontra
discusso; que poda votar o projeeto em segunda
discusso sem a presenga do documento, mas nao
votar para que jamis a cmara solieitasse sua
apresentsgo, poique Indlspensavel qne Ihe seja
elle presente para poder definitivamente votar um
projeeto que pende de soa dellborago, da ordem
desse, da dotago de S. A. imperial, projeelo em
qoe se alinde ao contrato do casamento...
Vozss : -E' indispensave; isto o pode soffrer
cootesiago.
O Sr. Fontbnelle :Parece me evidente.
O Sr. C orrowr:Mas o liberalismo do minis-
terio.,.
O Sr, Fontehbu-e :Ifo entro nisso v.qnero li-
mitarme a disentir o assnmpto no terreBO da pura
demonslrago.
(Ha diversos apartes).
Eu tenbo raz5es multo ptanslvels, a men ver,
para votar pelo requerimento qne se discute, e ve-
jo-me obrigado a recordar o theor do projeeto em
qoe se faz alloso ao contrato de casamento, em-
bora nao esieja oeste momento esse projeeto mes-
cao em discusso...
O Sr. Tavarbt Bastos e otros senhok :
Pdde, sem duvida neubnma : sao materias co-re-
raeionadas.
S. Fontknblm :O prjecio diz qne flea es-
tabelecida a dotago no termos o respectivo m-
trato- de casamente. S por esta referencia nao
se pode dar um passo, volar por esle artigo sem
se conhecer o cottfato a qne elle se refere. (A-
poiados.)
Exigir o contrarto disto, totago do projeeto sem
am al coobecimen, e por canseguwte deixar-se
de trazer o contrato a' cmara, e atoda em cima
coniesar-se a esta cellreito do reclama-lo, de exi-
gir qoe Ihe s?ja apresentado para ver o que que
val votar, para conheoer o valor e alcance da re-
ferencia, ocooceb!*el, extraordinario e repug-
nante ao simples bom senso (mBltos-apoiados); fere
o pudor das intelligeaotas.
Vozs-: -Muuo besa t
O Sr. Fontbsellb .Exigenetas- des ordem,
saoriflcio-da razo a om tal ponte,- improprio,
inesperado em um parlamenlo...
Uma. Ver.:Ntnguem faz esse saertfkte "-
O Sr. Fonmnelle :^-Ninguea- devo laze-lo I
NingueiD deve exigi-lo t
Bitou BMStM persi>advdr, Sr. preside*, que os
acores rotaislros coro a soa doukrioa ceotraria ao
direito que julgo indisputavel a' cmara, de exigir
a apresentago do conlrno, e cem a resistencia
que tem feito vinda-dssse doctueolo,ao pre-
lendem coaatodo da m&iom que os- apo do ro-
veroo, um voto neste negocio, cerno sigotBcalivo
desse apoto. .
ITmiSr; Bimjtado :Apoiado j. nao pede baver
Tal preieoeeo.
O Sr PeicrTOELLK i'-ma preteocao de tti na-
lureza, um a^oio assisa exigido, seria o suora-sum-
mum da* lemeridades^dos arrojos- de su ministe-
rio enfrente; bem como um apoto assim.prestado
seria o supra-summum das condescendencias inde
corosas... (Numerosos-apoiados).
Seria um apoio diffieu de qualiflear-se, dlfflcil de
ser definido; seria um apoio de ncownfaoo...
Apoiados a apartes). ,
Eaoouragados que a.lodo resieliriam,a razao, a
logiea, as imposigoe do bom senso, aa decoro da
ilelllgemia...
(Conlinuam os apeles).
Mae-ninguem ha cerUment> nesta cmara, ais-
posto a ser encowacado de ministerio algum D
Nem supponho, repito, que os oobres ministros,
embara folgassem se a maioria snstenusse por
seu voto a doutriaa que elies teem procurado.
sustentar, e a resistencia que ho feito a vinda co
conirato a esta cmara, faga, cocotudo disto quos-
lao,..
O Sr. AraujcsBarros :Sao a fazem de certo.
O Sr. Fokte.nu.b :-D certo nao devem _Q.-
a I nao devem fazer queeto disto, questao de
apoio ou nao apoio aos nobres ministros, ao gsver-
no ; nem mesrao questode maior ou menor aane-
so dos membuos da maioria as opioies de as.
Excs., como mombros do governo, mas im pontos
como esle de qoe se Irata. (Apoiados)._
B tanto meaos, Sr. pasidote, deverao os-nonces
ministres fazee qualquo espacie de qoeslao oo oe
timore, a esta respeiw, quando ba anda outra ra-
zo poderossima peta qual me parece ojie o modo
Ha .>n^r ,i/va iuuAh mmi.ir, -i nao oodera ser
comento para a racional apreciago do projeeto
que se Ibe refere : nao o (ende ainda feito o go-
verno, e pelo contrario leudo os aobres ministroi
manifestado at a opiao de nao poder a propria
cmara em reclamaco solemne exigir a apresen-
taco desse documento : em taes cireomstancias,
digo, o requerimento do oebre deputado por Minas
tornou-.-e necesario, provocando assim uma ma-
nifestago da cmara a este respeito e...
Uma Voz:Agora que se esu' tratando de re-
querer esse documento.
O Sr. Fomtenelle:A cmara esta' tratando
agora dj exigir esse documento por am uaelj for-
mal ; mas eu levo adianta o direito da cmara.
Me parece qoe basta um memoro da cmara difer:
Preelo de ver este coniraeio a qne se refere o
prulelo de lei, para o meo estado e formacao de
minna eouviccao para o governo nao podar ra-
cusa-lo,"daver aotes apressar-se em o ministrar,
como integrante que do projeelo mesmo, pela re-
1?i;t5^^^^^
o g-overno nao lera n maioria oeste j
denla qoe
recinto.
0 govero) ota tem a prateng aadiz, nem po
deria te-la, de impdr a ga vontade maioriajt,
m&
ferencia ; razo ppla qaal at devia lelo reweiti-
do logo desde o principio com a propost*, inde-
pendente da solicilago algoma.
OSr. Ministro da JusTig*:Desde que boover
vriago da cmara, nao ba a menor duvida.
O Sr. Fontenelle:Levada a qoeslao a esle
ponto, me parece oacessano o requerimento do
nobre deputado por Minas.
t> Sb. Ministro oa Just-ica;V. Eajc. esll come
qne increpando a quem manda requerimento a
mesa.
u Sr. Fontenell:Estou ditendo que nao se
precisava do requerimento ; mas a queaio lomou
certos ares da importancia, pareceu que se quena
recusar a' cmara esle documento-, disse-se tnesraj
que a cam.ra nao le o dlreilod txig-o, e en-
to tornou-se necessario o reqoenmenio; om re-
querimento formal e solame como o quo se dis-
cute. ,
O Sb a*aujo Barros: V nobrs depat*> por
Minat foi o primeiro que fallou sobre a masera, e
o primeiro qua reqoerau o documente; antes disto
nao havia queslo.
O Sr. FotWKNtLLK:-Desde que se maaifestoo o
desej de ver esse contrato,, perguoto por ()oenao
tem sido elle remettido a' cmara ? Espere-se qe
a cmara vots-eootra o reqoenmento qee exprtae
esta desejo t'
Isto nao de esperar desta augusta cmara 1 E
quando fosser enio seria prejodicar o dlretto qae
nao s a maioria, mas a minora, mas qolqur
mdividoalidade-das que compeom a represeutagao
nacional, lem, de formar cora- segoranga eseu joi-
zo a de aoliciia para isso a apresestagao desse do-
comento, a despeito da vomade ou capricho dos
MaWros.
Pergunio, os nnaislros enteode que necessa-
rio um pedido eolleclivo da cmara para vir o-do-
oumeuto aqu ?
com ella. (Muito bem.)
Vamos agora quato agitada pelo nobre depu-
tado. Da prlmeira vez que o nobre depntado por
Minas requren copia do contrato de casamento de
S A. Imperial, eu sujeitel cmara algomas dn-
vidas que tinbam viodo ao meo espirito a respeito
da qutstao consiiluciooal. SCao, as quero reprodo-
zir luteiriuisnte, mas di las-hel am resumo
Vendo oo art. 120 di constitnigo a d'sposigo
de que o casamento da princeza berdeira preanmp-
Uva da cora sera feito a aprazimanto do Impera-
dor, me pareca, a ainda hoja confesso a cmara
que esta duvida existe no meu espirito, me pare-
en que era Isto uma atlribuigo exrlasiva do Im-
perante, que a cmara nio podia iolervlr no con-
trato de casamento de S. A. Imperial; e que, sen-
do assim, como ira fazer ella uma exigencia, qne
poderla ser denegada 1
O Sr. Fontenelle :0 conlralo pode contar
tambem o regulamenlo do lar domestica.
O Sr. Ministro 'da Justiqa : Acbo que a deu-
trina do nobre depotado pode ter adeptos; mas
argnmeato com a letra da constituyo.
Ainda esta d i vida assaltou ao meo espirito por
mais uma razo, porque o mesmo art. ISO da coas-
tuuigo, continuando, diz : c Nao existiodo o Im-
perador ao lempo em que se tratar deste consor-
cio, nao poder elle effecluar-se sem approfaigio
da assembla geral. >
Logo, dizia eu, in'ervengo da assembla geral
eui relago ao contrato do casamento da princeza
berdeira da corda, s se d quando nao existe Im-
perante, dando-se o facto da regencia, que uma
especie figurada no artigo.
Gonseguiniomente, se o contrato da privativa
attnbuigao do Imperador, para qoe pedr-se a sua
copia ? E" esla a duvida qoe apreseatei. omtu-
do declarei, e logo apoz de mim declarou o raen
oobre collega minstro da marinha, que nao esta
urna ques o que podesse ter o confio de qoesle
de gabinete e sim apenas uma questo de interpre-
lago da constituicao.
Adduzi, porm, ouiros argomenlos, que em mi-
nha opinio produziro conviegs na maioria, pa-
ra nao votar pelo requerimento do nobre deputa-
do. ta disse que, sendo o dol regulado por lei
ordinaria, o que tinba a cmara a examinar era o
deseovlvtaento dj contrato. Este exame verifl-
cavase perfeitamente em relago 4s diposigSas da
lei ordioarra; e assim, para venflear-se o precei-
to constitucional e as disposigSes da le haviain si-
do respeilades oa concessao do dote, nao precisa*
va a cmara da copia do contrato.
Entendo mesmo que oo momento em que a ca
mar approvar a concloso do requerimento do
nobre depntado relatlvarueate a esta materia, o
governo nao |aeve de inaneira alguma fazer ques-
lo da remessa do contrato. E, para aca*ar com
toda este debate, uma vez qoe o nobre deputado
requer que se mande copia do contrato, declaro
que volari pela coneluso deste seu requeranvnlo.
OSr. Tavarbs &AST0S d um-aparte.
rbO Sr. Ministro ov Justiqa :Esta claro ; o no-
e deputado mant-n a sua oplnio, e eu digo
qne o meu espirito est duvidoso em decidir entre
urna e outra. Agora, al digo ro*s, qoe pela le-
tra da eoosiltuigo me parece qae o modo da in-
terpreta os^rtlgos eonstitucionaes- o qne eu te
nho e nao o nobre depotado tm. 5m regra, quao
si sempre, se nao sempre que o eorpo legislativo
pedir copia deste mralo, rae parece que nr
caso de razo muito ponderosa, elle dever se-
recusad-: oslas raz53- nao existem-aDsolutamen'
te em relago a qoalqoer dos contratos matrirao
maes da familia imperial.
Agora bom explica?! mais sobre o modo por
que a u<.Ve opposigo comprebendeu o meu pen-
smenlo, lu nao di-s, nem podia-dizer que a
cmara ara-obrigada sempre a pedir e oonca exi-
gir ; o qae-eo disse que o corpo legislativo s
pode exigir ao limite de-soas attnbuigoes. O que
quereria disw, quando nao estivesse nos limites
OS*. Ministrooa JusTigA:S oregimealo-qoe Ug iUili attriOuiges, o corpo legislativo exigir um
quer.
en dis-
Que a uerra acloal nao era guerra da Babia, e sentido. Nega-se que baja ew.a,*e,0
lamenta cordealmente nao poder comparar a sua vo manitesur o meu pensameWo con
provincia'da Babia- nos Sacrificios1 feito a caoea "
nacional, e qoe os responsaveis dlato eram aquet-
l->s qne oe_m um si momelo esqoeciam as suas
dusenGes polticas, petar das circumstancias ac;
... I___A. .,../>ni<.> fa.ap di miarri nmi onAf.
de pensar dos honrados ministros nao poder
aceito pe* esla augusu eamara, e nem susteaiaoa
por voto della a resistencia qoe Ss. Excs. leem iei-
to a ser-lhe commumeado o contrato do. casamento
de S. A. Iraperiak .
Desejando o governo que o projeeto aa ooiagao
s^a approvado Ui qual esta' concebido, cora a re-
ferencia aos termos do cootrato de casamento, a
approvago, sem ver esle eonlra*, 'sapo"* nao 8(}"
mente uma offensa ao bom senso, ao decoro miei-
leciual desta cmara, mas tambero, Sr. presidente,
um mcoovenienle, om parigo que compre evitar ,
dizendo o projeelo : t Ftca esUbelecida a dotago,
etc., nos frros do contrato matrimonial >, esia
referencia expressa, cogitada e posiliva, da 10.5a
e virlnde de lei ao mesmo contrato, na parte con-
cemente ao dote ; conflrma-o, consagra-o, torna-o-
na dita parte integrante da mesma tsi- .
O que p conlralo hooter eslipnlado a este res-
peito Acara" sendo,ao ja somente 0'Da*8l.,pu!'5r:
dessaieooirato, mas oma positiva disposigao u iei
consacratoria do mesmo. (Apoiados). O, poaera
medir-se o alcance do pongo que se corre em
dar-s assim virlnde e forga de li.a um acto que
se conserva no myrterio, cojo cetbecimenio pao
nos foi eflorecido, e pelo contrario nos recusaao t
(Numerosos apoiados). j ___m
E Unto mais digno de ser acanlelado esse ns-
, Sr. presidente, quando certqm -ja por occ a^
co,
tuaes do paii.queredo fazer da gUerra Om goef
ra de partido. ,' .,
Que oaoJoi o pvlldo conservador qoe poz obi-
,-},o patriotismo do seos.patricios, roas sira um
pruno de exagerados; que elle orador nao seaeba-
rs,dr,^u* M-.-SiJirs:! "StffiS *. 1*---. >**> *
ae-1 slo de 001ro cooirato de casamente,
com a clareza Sra. princeza D. Jaouaria, ento prncex. mperv.
ap, era que uma iu.- da consliioigo do
O qoo vem a ser esta pega 7 E" oro docomenlo estado. (Apoiados).
^sVuvA^BASTos-.-Pereiamento nm' traabaiS : supponbamos **%*
docamento de estado. conlralo a qae se refere o pn jecto <
O Sr. Fontenlle :Um documento.que
en-
teode por Iba aatareza com os destinos futuros
da uago (apoiados): um docamento qae entende
porque
'geral,e mais a|n-'
'a'antea mas sepois de consagrado por essa
lei, eontivese alguma cansla lo PP da "
a consli.uigo ou com as tais do rf*?om eJa
do contrato de casamento da .Sra. P' ? ".
nuarla ; o qne ficria sendo o acto do *&'*
nanbooiacjilpa cabia ao governo^ nodirel prinieira epre- sendo \ m u. ,uu. .
da por nao terem sido Ues_ 2i^?Sff2 i Lntanie no sentido de mais immediata, mais em cega, inconsciente, irraclooa e |0sperada ata
ihAcAn o i saotanto (ao.sentido de mais lmmediata, mais em
kSVaoita^ >ais enlacada effecvamente
bUf f**i!^m"!^gnfflnS. oS! eom a naglf) porque ja bopve reclamaeio a res-
peilc de prlmeira; mas a cmara dos depotados in-
tgrame da repwsntago nacional, da assembla
geral encatrogada de zelar nos destinos da oago,
a cmara dos deptados, qae mais do que nln-
guem 00 ipgaem mais do qoe ella tem a compe-
lencia e aoibesmo tempo" o dever de zelar tambem
na fazenda, nos bens da Bagio, a cmara do de-
visias nessas remoeraefls,
orador que fallara abiertcra.
reconhecido o desiateresae de seo* patricios, que
a nlngnem ceda em patriotismo mor a caasa
nacional.
Qne o Sr. desearbargooor Serqdeira Leite, na stta
adminisiraeio da provintla, nenhuma inlormacao
prestara ao governo geral, apezar dos reiterados
ludidos do minlst^k.
Qae o Sr.,Pedra^e Atoantara Bao sotrbera apto- tfar
v.uar o ftusiasrV dea seus ptticto* por oepa- poUdos nao tera o Bir-'J"Je;9 ^Jg.A'J
sio da uipalfesugld da-guerra,, que perder por ogoveroolbe mostr, para ella poder^ver. naittw
isso a esToalanedide doTsacriO^s a que se ptfli- rfqpella orden, qae enMttde 00 qae t dWcu
latlvoqoe -o" bou vase coosair1,loJm0, ?.efirn
a lei da assembla geral TVm
cega, inconsciente, rraclooal e i_
violago da constitig .o das ieis do estado i
Vozes :Apoiado; muito bem I
O sr. Ratisboma :-S argamentacio irrespon-
0 Sr. F0WTI1HL..E :-Qnaj|fl a*, clausula Incons-
titucional do contrato dseJMBto de S. A. a sra-
princeza D. Januarla, lisblf* da tar ouvido na
outra sesso ja aiiudtdaro oobre deputeflo porwr-
nambuco, meu i ilustre migo, qoe senta-se a m>-
nha direits, observar qae essa clausola acara sem
efftlio, por ter sido oepqls atoaUada por *n
acto...
O Sr. Martinh Campos:No eglmento nae ha
oousa alguma a respeito.
OS. Ministro oa Justiqv:Marca o meio-de
se pedirem esclarecimenlos, informages, doeu-
eoenlos, etc., e fas-dependente da-voucao da ama-
ra. (Apoiados a aparte).
t> sst. FoNTaNBU*:E' necessario o pedida-col-
tecltvo? Ello no requer manto que se disco!,, e
qoe do esperar seja approvado. (Apoiados).
Estas miobas observages, repito, nao portara
bpposigo ao governo (apoiados),. mas sigoiUsam....
UatSa. DeputaboiE' divergen nulo, mas-nao
wslil.
(Conlinuam diversos apartes.))
O So. C. OrroMnO requerimento esta.'
aossu. '
Uma Voz:Approvandose o-seq,oerimento, vira
o contrato.
O Sr. Fontenblue:Em somma, os nobre mi-
nistros tranquilisara aquellas qjoe anda possaa re-
neUr que o couirato nao venha.?
OSr. Ministrooa Justiqa:-Hei de fallar logo
depws de V. Exc.,. se houver lempo.
O Sn. FoNTENEtLB:Eu precisava de resposta
a! pergunta ijue acabo de fazer..
O &r. Ministro ua Marinha;-Desde qoe a.c-
mara em su maioria approvar o requerimento
vira' inlallivelmente. ,
O Sr. Ministro da Justiqa-.E en desde ja "de-
claro que fiei de votar pelo reqperimeolo.
O Sr. Fontenelle:Ets aqpi termioada a ques-
to 1 Folgo muuo que o nobre ministro lenba. feito
esta Ueclarago. ,
OSr. Ratisbona:E' muito-regalar v.r a c-
mara esse documento.
O Sr. Ministro da JusticaiSa o nobre-deputa-
do livesse ouvido o meu primeiro discurso, sobra a
materia, saberla o motivo da minha divergencia.
OSr. Fontenelle: Por conseguate, vou ter-
minar, declarando mai esta vez qoe aa reflexes
que tenbo feita nao devem de modo algum ser in-
terprendas como um boslilidade ao ministerio.
(Apoiados). Q.contrario seria se o ministerio exi-
gisse de algum ou de lados os membroa da maioria
um apoio a lodo o transe.
Sao apenas reflexes de amigo; mas de om
amiga que declara, ama vez por todas^ que jamis
poderia nem quena dar apoio a ministerio algum
de uma maoeira qoe conirariasse, oa a dignidade
individual de representante da nagao, 00, anda
peioiva dignidade da representagao nacional. (A-
poiados.)
OSr. Ministro da Justiqa:Naste sentido nln-
gnem da apoio. Desde que nao hoaver accordo en-
tre o pensameoto da maioria o o do ministerio, ha
s dous meios constituciones a empregar.
OSr. FoifTEHELLE:E' preciso que nao se exiia
accordo sobre todos os assomptos.
0 Sr. Ministro da Justica;Bis porque ba as
qneslSts de gabinete.
OSr. Fontenelle:Serla necessario que o go-
verno fosse oonsjderado inttllivel, para que podes-
se ser dado sempre, em todo- e a todo o transe,
apoio ao govern. (Apoiadps.) Sara posslveis di-
vergencias sem jmportaretp retirada de apoio ao
ministerio. (Aparados.) Apoio ceg em todo e por
todo nao estou disoobio a car a ministerio algum.
O Sr. Correia de BRiTo:*-Nem pessoa algoma.
tApolados)' !_
O Sr. Fontenelle :Sefia uma exigencia ex-
traordinaria. E se algum da aeoniecesse au po-
der aspirara alta dignidade d ministro. Deas me
livrasse da querer apoios desta natnreza, qne Im-
portariam a degradago do parlameoto, seriara a
perversao completa do systemi. (Apoiados) Apoios
desu uatureza sao a verfebnba dos que o dao e o
estimulo i audacia dos ijoverbos qoe o recebem.
(Apoiados.)- ^i -
O Sr. Correa de Brito :-Nera o ministerio ac-
taal qoer am ttl "apoio, nem a maioria lh o daa.
(Muitos apoiados.)
O Sr. Pt^TMiLLE :Sem dovlda;-isto seria
exigir qua os-membros da cmara fossem como
estelos brutos, despojados de raxao, de vonlade
iQlelllgenta, desses attribolos aagastos da dignida-
de humana, fossem como ama especie fc moirdes
fincados 00 psrlamento, bnde, a wMlntot
dios que na exiremidade de ama haslea ao locam
as sua tabas os crneos dos vencidos estivesse,
oas bumilhadas frontes dps representantes da na-
gao, expesta a dignidade parlamentar oomo uma
cosa j vencida e raorta,
e mlseravl, exposto
eselarecimeoio que podia- ser recusado t'Seria um
nao senso.
O corpo lejislativo qoeria collocar-se- na posigao
.-oelindrosa do, ra de snas altribuicoOs, pedir
uma consa qne Iba podesse-ser negada t Nao, sera
*u" posigao qaasl que me qnueram declarar excom-
mongado (rtst), attnbuindo-me a celebre proposi-
eo de que o corpo legislativo nunca pode exigir,
i sempre obrigado a pedir. Isto me ha de curar
de nm defeito que teuho, apezar de ministro, e
que confesso^ o de dar aparles, porque dos apar-
te o pensameoto fica incompleto, e o orador que
esta na tribuna tica sempro de muito melbor par-
tido; pelo meaos bel de proeurfr diminuir o pen-
der que tenho para os apartes.
Assim, resamindo, nao- encontr inconveniente
algum na remessa da copia do contrato de csa-
melo de sua altezas, bei de votar pela coneluso
do requerimento do nobre deputado que-pade esta
remessa ; a copia al ja bi communlcadaao sena,
o brasileiro.
O Sr C. Ottoni :-E" disto qae nes- quena-
TOmos.
O Sr. Ministro da lasofA :-Eu vou espeae:
os nobres disputados peiiram copia do contrato
para eslarecer aqulllo que estava esclarecido pela
tai.
Sr. Martikho Campos e odtros sbnhcres :
Nao apoiado.
O Sr. Miihstro da Jhsstica :-Digo aos nobres de-
putados, por que a cmara nao foi lestaopioiao, a
eamara nao votou pelo reqaerimenlo por esse mo-
tivo. O senado pedio copia do conlralo para por
elle verificar qual a naclooalldade do principe con-
sorte : a espacia era completamente diversa. De
facto as disposigoes relativas ao contrato de casa-
mento devem servir para esclarecer om que coodi-
g5es fleoo o principe consorte, se do brasileiro, se
de astraogeiro.
O Sr. a Ottoni :O motivo d:varso, mas o di-
relto o mesmo.
O Sr. Ministro.ba Justiqa :Maso raouvo nao
que determina a conveniencia de sa volar ou dei-
xar de votar esclarecimentos T Sam duvida. Logo
os nobres depotodos nao tem razao alguma quaodo
quizaran! acoimar-nos de ter langado desar sobra a
carnaca dos seahores depulados, quando obedecen-
do ao voto da mesma craara,, nao enviamos a co-
pia do contra; nos nao fazemos mais do que acei-
tar o vqto da cmara : expendemos os motive* por
qua nos pawcia que naqueua occasio nao havia
necessidade desses esclarecimentos, a cmara acei-
tn esses motivos, fllioa-os como sea?, e ac&ilamos
a declso da cmara.
Ora, wnhores, singular, ama lembraaga pou-
co singular, que quetramos nobres depulados aeol-
mar o ministerio actual, qoe sempre tm sustentado
muito alto as prerogativas da eamara doadeputados,
de querer curva-la aos ps do senado I Nos que
sustentamos as prerogativas 'esla augusta cmara;
nos, que repetimos orna e muitas vezes que a mate-
ria qoe o governo tem neste recinto rssall do ac-
cordo de vistas e de ideas, nos somos qae procura-
mos rebaixar a cmara dos senho/es depulados ;
aquellos que nao perdem oceasiao de. contestar a
legitimidade de soa origem estes qoe a elevam :
o paiz julgar. (Apoiado3; muito'beni)
Voxes :Voto?, votos-
0 Sr. Pbesidente :Tem a palavr pela ordem
o Sr. Marlinbo Campos. ; .,.,,.
O Sr. Martinho Camfos (pela ordem) f-v. nxc.
me pode informar sa ba alguem InscripW contra on
a favor do requerimento f (
O Sr. Piuisidente :Nao ba. i
O-Sr. MartinBO Campos :-Ento, a vista da dt^
claragao do nobra ministro, eu pedia a V. Exc. qoe
deelarasse encerrada a discusso, aflm de se veur
o reqnerimento na segunda-feira, por que o regi-
ment mesmo assim determina. .M.-
Ninguem mais pedindo a palana, o Sr. pres'M-
te declara encerrada a discusso ; nio se votando
por nlo baver nornero legal.
Dada a ordem do dis. levania-se a sesso as qoa-
tro horas e um quario da tarde..
o minlBlerio, participando qua o
inspector genlVas obras publicas commnnlcira
qae se acha concluida a obra para a sabstitulgo,
libes de raarmore, do soalbo aspbaltado da
entrada lateral desta cmara.loleirada.
Um requerimento do teoenta coronel iogo da
Rocha Bastos, fiador de Jos Theodoro da Rocha
irandio, ex-eolleetor das rendas do mon:ipio de
Uba, oa provincia de Minas, pedindo a remisso
00 perdao dos juros do alcance liquido do seu afian-
cado, e bem as sim levar em coota ao mesmo coMec-
tor a porcenlagam que por lei ihe pertence da ar-
recadagio qne fez.a' commissio de fazenda.
Lse, julga-se objecto de deliberagn, e vai a im-
primir para entrar na ordem dos trabalbos, o se-
gaiate projeeto :
t A assembla geral retolve :
f Artigo nico. Fica o governo antorisado a
mandar admlttir a exame do primeiro anno da fi-
culdade de medicina da corte a Joo de Deus da
Canba Pinto, depois de fazer exame de historia qua
Ibe falta.
Pago da cmara dos deptados, 13 de junbo de
18S7.Vifilra da Silva.
O Sr. Fereira da Silva (pela ordem ) :ese-
java me-ecer de V. Exc. o dar para ordem do dja
nm ppojeelo qoe ja* comegou" a entrar em discusso
no principio desta ses?o. ma. qae de repente de=-
apparecea da mesa. E' nm projeelo me a respei-
to de passaportes, apresentado a' casa na sessso
de 1861, revogando a legislago actualmente em
vigor...
Vozes :Esse projeelo esla' no senado. ~
O Sr. Pereira da Silva :Creio qoe ha equivo-
co. Esse projeeto fai aqui approvado e remetlldo
ao sanado a la' foi emendado e voltou para esta c-
mara. Pego a V. Exc. que d o projeeto emenda-
do para ordem do dia, pois qae sna materia e de
muita importancia e ponco tempo da discusso le-
vara' a' cmara.
O Sr. Fonceca Vianka (I. secretario) :O pro-
jeeto que o nobre deputado se refere tem estado
constantemente na ordem do dia, por que nella se
designara taes e taes materias, e mais, se boover
tempo, as qae foram dadas para o dia 18, as quaes
entrou esse projeeto (La.)
Se, poi?, nao tem entrado em discusso por
qoe tem si io preterido por materias de maior im-
portancia.
ORDEM D DIA,
Procede-se / votago dos requeriroentos- do Sr.
Martinho Campo, apresentado? oa sesso d> 15 de
juche, cuja discusso tlcoa encerrada na sesean da
13 do corren'e.
OSr. Martim Francisco (ministro da Jusliga):
V. Exc. e a cmara viram qoe no ultimo dia de
sesso declarei qae votava pela conclusa 1 do re-
qnerimento do nobre deputado por Minas na parte
relativa ao pedido da copia do contrato de casamen-
to de saa alteza imperial. Para tornar etTecttva
esla mioha declaragao, visto que nao voto 1 elas au-
tras coaclusdes, pego que V. Exc. 9epare na volajio
do reqn3rimenio esta concloso.
O Sr. Martinho Caspos, oblando a paiavra pela
ordem, pede para retirar os doas pria^eiros requa-
rimeutos.
Consultada a cmara, resolve pela afflrmativa.
Procedeodo se a votago do terceiro-requerimen-
to e approvado.
O Sr. Mkrtinho CAMPOs-vpede de novo, e a c-
mara igualmente consenle ni retirada do additv
ment offerecido ao seu raquerimenlo.
Quanto ao do Sr. Das da Cruz, rejeitado.
O Sn. ui.v da Cruz faz coosideragoes acerca do
procedimento da cmara e manda a mesa varios-
documentos sobre o recrota Evaristo Maria Fer-
reira.
Eleigo do Amazonas.
Contraa a discusso do parecer da l* comniis-
:so de poderes, com o voto em separado e emenda,
sobre as eleigdes da provincia do Amasonas.
O Sr ALBuauERQUE Mbslo deende-se das acc-
sagas, que Ihe feram feitas pelo Sr. Moreira, ex-
plicando sea procedimento come ebefe de polica
do Amazonas, conclundo por declarar qoe vola a'
favor das eleigo^s dessa provincia.
O Sr. Meira iustica sea voto em separado.
O Sr. fBORO Leitao responde ao precedente ora-
dor, defendendo as eleiges do Amazonas.
Tendo dado a hora, o Sr. presidente declara adia-
da-a materia, dando a ordem do dia e- levantando
a sesso.
SESSAOEM 16 DEJLHO DE 1867.
PRESIDENCIA DO SR- SH.VRIRA- LOBO;
As il 3/t feita a chamada, verifica-se baver nu-
mero sufliciente, abre-se a sesso, sendo lida e ap-
provada a acta da anterior.
OSr. i" Secretario d conta do segrale
expediente :
Uro offlcio do secretario do senado, participando
qoe por ofllcio do ministerio do imperto consteu au
mesmo senado qna S. M. o Imperador consente na
resoingo da assembla geral legislativa que auto-
risa o governo a conceder carta de natoralisagio
de cldado brasileiro ao subdito portoguez Joo de
Meneses e Souza.e outros eslraogeiro.loieirada.
Um requerimento do Dr. Antonio Jone da Foase-
ca.Les.se, cirusgio-mr de brigada reformado,.pe-
diodo ser traosffrido para a i' classe..A' conxnis-
sao de marinha e guerra.
Oulro de Francisco Gomes da Silvaybaeharefcpela
uoiversidade de Franca,,pedindo para fazer actos
oudefeuder iberas em nma das (acaldados di-
reito do imperio.A' commisso de insirocgo pu-
biioa.
Lm-se, jnlgam-se abjecto de dsliberagao, o vo
a imprimir para entrar na ordem dos trabadnos, os
projeclos segrales :
A assembla geral resolve :
t Art. i Sera' admittdo a faier aclo do. an-
no do corso jprldico da cidade do Recifo no tempo
competente o estudante ouvinte do raesmo Manoel
pPinto Dmaso, orna vez que antes disso saja appro-
vado no axama de inglez que Ibe faltar e eonside
rando-se validos o de geograpbia e historia qoe ja'
faz a em que foi approvado em 1858.
1. i. Igual favor coocedido ao eswdaote Ma-
noel Ferreira do Mello, oov-inte do 4o- anno da la-
culdade de S. Paulo, uma vez qoe antes disso se
mostr approvado no exama de geometra.
t 8 1*. Estes favores earo sea efleilo se por
ontros motivos os sobreduos estuianles perderem.
os anaos qua (requentam,
t Art. 2. Ficam revogadas as disposigoas em
contrario.
Sala dascommissoes, em 46- de jolno de 18oZ
Barbosa de Ollveira.J. M. de Macedo, vencido.
Sixenando Mabuco.
A assembla gerpl resolve:
Art. I*. Fica approvada a pensio annual de
4005, concedida por decreto de 6 de selembro de
1866 a D. Honorina Malbiides de Oliveira,.altu do
conseibeiro de esudo Candido Baptista de Oiiveira,
devendo esla p&nso ser paga da 'ata do mesmo
decreto,
c Art. 2*. Ficam revogadas as disposigoes em
contrario. ....
t Sala dascommissoas.em 13 dejulhade ib7. -
Joo Teneira.Araujo Moreira.
i A assembla geral resolve :
t Artigo nico. Fea o goveruo aolorlsado para
cooceder aarla de naturalisacao de cidadao brasi-
leiro aos subditos portnguezea Joaquim Ferreira
Netto, Coustantino Moreira da Rocha, Caetano da
Silva Maia, Jos Ferreira Vielra, Manoel Marques
Louzada, Pedro Ferreira Ferraz de Castro, Joaqoro.
da Rocha Moreira, Francisco Jos Corroa Quintlla.
Jos Luis Machado, sendo aquellos residentes no
municipio de Valenga, da provincia do Rio de Ja-
neiro, e o ultimo na cidade do Rio Grande, da pro-
vincia de S. Pedro do Sol \ revogadas as AaposigSes
em contrario. -
< Pago da cmara, em 16 da junbo de 1867.
Baptista Pereira.
E mais 7 concedendo pensdes.
ao
como um despojo triste 1
don ao ludibrio da po-1
oulago I (Nomerosos apoiados.) ,,,,,
Tenho concluido, e voto pelo reqaerimeoto.
(Muito bem ; muito bem )
(O orador vivamente ^rapnroentado.)
O Sr. Martm Francisco (ministro da justiga.
Attongao)Vlcomegarei. Sr. presidente, respon-
dando s nltiroas ideas apresentabas pelo nobre
depatado do Maranbio. .
! 0 governe tem dito, e o repelir mil vezas, se
jttr precise, que o que b* Or? elle 8a.mawria
SESSO BM t5 DE 1ULHO DE 1867. -
PRBS1DBNCIA 00 SR. S1LVB1RA LOBO.
A's 11 3(4, falta a chamada verjca-se baver nu-
mero safflcie'nte, abre-se a sessio, sendo lida e ap-
provada a acta da anterior.
O Sr. I* Secretario d conta do segrate
BXPID1BNTE.
Um offlcio do mnist ii do 'lyierio, accosaodo
o tecebimeoto do desta cmara, em qae se comma-
nica ao governo imperial as deefeoes da mesma c-
mara acerca das elelgSes a qne ltimamente Rse
proesden no segando districio da provincia da Ba-
bia, e declarando que fra expedido aviso para.que
aquellas decises sejain exactamente cumpriaa. -
IaOutr?do minUterlo ^^CoS-
obras publicas, Wt*A\W$t*'
depcia trocad edtre este minisferiQ I a iegg-o iiu
O Sr. Martinho Campos (pela ordem): Sr.
presidente, o nobre ministro da marinea contestou-
me quando eu'disse qna o presidente de Minas,
isentando do servigo da gnerra ledo aqaelle guara
designado que apresentasse um w"J,^'v8
capturado, s Exc. pz em dnvida que o Sr. presi-
dente da nrovlncla de Minas-Geraes houvesse ar-
vofado osTuartas nacion.es designados como re-
ernudors en. provelw proprio, ex.mlndoos da
maneira a mais iniqu, 3o servigo que mes era lm-
TsC Vnstro da Marihiu : Eoi:;dUe a V.
Bxc que da momento nao pedia dar a Ul respeto
-tTKS'SU : A' TU disto pego
ileeoga a V. Exc. para jostiBeer-me lando uma co-
pia da ordem do Sr. presidente de Minas, aque e-
O SnUSMutM: V. Exc. bem v' que nao
tera lugar o qne deseja.
TYP. DO DITUO-RUA DAS CRUES N. 44.
.'
a-

N

i


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EYH2OQL2N_HNDBPX INGEST_TIME 2013-09-05T03:05:05Z PACKAGE AA00011611_11341
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES