Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11339


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Full Text
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ANNO XLIIL NUMERO 182.
PA*A A CAPITAL LUtlBES 0*E SE NA PAA POBTE.
Por tres exes dianledoa.,. 4. ^ .
Por sris Ales le... ., o .; .T ,. .. ## .' ) ." ;. -por aa aune idea.. ,j ,1 ., ..' i Tffrvftn
CJi irtlu .1 ... J.....J ,J --1 U*%*
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SABBADO 10 DE AGOSTO DE 1867.
PAMA BEMBO K FOBA BA PROVINCIA.
Por tres mtiHadiantata;. r. nn r.i ..,,.,'. ." r. V ..
Por seis di(M Hkm. tv- .......... ....
Por Me ditos Mea....... .. ,, .. ,. .,
Por tnno idea.. ra .. ,. .. ..
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184500
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271000


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A8BQnAai mt IPIlI&BMtIBVW D SIBMIPVD1Q<0 1D1 QbKbM TO&f laMA 3)3 I?AMA & DMD3, da ]PiMiPMlHM!N>3s

ENGARRKGADOS DA SBSCRIPgAO.
Parahyba, o Sr. Antonio Alexand rio de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;Aracaty,
o Sr. A. de Leraos Braga; Cear, o Sr. Joaquim
i os de Oliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves 4 Filhes; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas.o fir. JFraneioo lavares da Cosa;
Baha, o Sr. Jos* Martin* Alves; Rio de Janeiro
o Sr. Jos Rlbeiro Gaspariobo. '
PARTIDA DOS KSTAPETAS. iSerinhem, Rio FWmoso, Tamaodar, Una, Bar-
Oliada, Cabo, Escada e estacdes da via forrea al 1 r*iros' AgaPreta'e Plmenteiras, as quintas
Agua Preta, todos os das. f feiras.
AUDIENCIAS DOS TMBNAES DA CAPITAL-
igoaraos e Gpyanna as sagitadas e sextas feiras.
Santo Anto, Grava!?., Befarros, Bonito, Caruar,
Altrabo, Garanhuns, Baique, S. Bento, Bom Con-
slho, Aguas Bellas e Tacaratu, as tergas-felraal
Pao d'Albo, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueir
Isgazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta; Onrienry.Salgneiro e Ex, as qoartas /eiras
Tribunal do commereio : segundas e quintas.
Relacio: tercas e sbados s 10 horas.
Fazenda .-quintas s fl) horas.
Jafzo do commercio : se guadas as il horas.
Dito da orpbos : tercas e sextas as 10 horas.
tercas e sextas ao meto
: qnartas e sabbades a
Primeira rara do oivei:
da.
Segunda rara do oivei
1 hora da'tarde.
BPHEMER1DES DO MEZ DE AGOSTO
7 Qaarto cresc. as 4 h. e 17 m. da m.
13 Loa ebeia as 7 h. e 45 m. da m.v-
83 Qaarto ming. as 6 i|2 b. da t.
29 Loa nova a 10 b. e 13 m. da m.
t-

k<)M.
I
DAS DA SEMANA.

-
15 Segunda. Ss. Cantillo e Sobel ma
0 Terca. S. Xisto p. m S. Fellcissimo.
7 Quarta. S. Donato b. en., S. Alberto e.
8 Quinta. S. Cyriaco dfac. ro., S. Emiliano b.
9 Saxta. Ss. Secandino e Varidiano mm.
10 sabbado. S. Looreogo diac, S. Asteria v. m.
11 Domingo. Ss. Tiburcio e Suzana mm.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 9 horas e 18 m. da manhia.
Segunda as 9 horas e 41 minutos da tardo.
julo, setembro e novembro.
,17001
PARTIDA DCS VAPOBES COsTEIROa. j>
Para o snl at Alagpas a 14 e 30; para o notta
at a Granja a 15 e 30 de cada mex; para F*r-
nando nos das 14 dos metes Janeiro, marco, mal?
PARTE. OFFIGIAL
traogeiras, que vlerem carregadas de gneros es-
! trangairos livres de direltos.
T3IVISTEIIIO DA F.1ZGVIH
DECRETO N. 3940 DE 3i DEJULI10 DE 1867.
llanda observar o regulamento para a navgacio
e .eus afumlas a do S Fran- I recebando
S 2. Qaando alm dos gneros mencionados no'
< artigo antecedente, as embarcares transportaren!
joutros tambera d-, orlgera eslrangeira, sern estes
primeramente despachados na alfandega do Pe-
inado, e sepuiro depois cora aquelles cujo despa-
cho poda ter lugar na referida mesa da rendas,
cada navio a seu bordo um gnarda da
mesroii al (aniega, que o acompane at o porto
de Villa Nova.
3.* A mesa de rendas de que trata este arti-
go, sera* considerada da segunda ordem; o sea
administrador e escrivao*percebero a porcenta-
gem que lhes arbitrar o presidente da provincia,
ouvida a tbeseuraria de faxenda, Qcaudo dependen-
te da approvacao do governo, e os dous guardas,
que podara' ter para o respectivo servico o ven-
cimento diario usado no regulamento das alfao-
degas.
Art. 8* A importacaa de gneros estranjeiros,
para consumo, deposito ou transito, a a exporta
do rio Amazonas
cisco.
Vlsio o art. 6* do dscrelo de 7 de dezeobro da
1866, a tendo presente o art. 172 do regulamento
de 19 da setembro de 1860 :
Hei por bem ordenar qae na navegagao do rio
Amazonas a seus aflljeutes e do rio S. Francisco
sa observa o regulamento, que cora este baixa,
assiguado por Zacaras de Goes e Vasccncellos, do
meu couselbo, seaador do imperio, presidenta do
consolbo de ministros, ministro a secretario de es-
tado dos negocios da fazenda e presidente do tri-
bunal do tbesouro nacional, que assim o leona en-
tendido e faca executar.
Palacio do Rio da Janeiro em 3 de julho de 1867, gao de gneros da^producglo. Industria e manafac-
46' da independencia e do imperio.Cora a rubri- tura nacional para porlos estrangeiros, oa de ge-
ca de Sua Magestade o Imperador, Zacaras de eros estrangeiros ja' despachados para consamo,
Goes e Vasconcelos. ou em deposito ou transito, nao podera' effectuar-
Regulameno para a navegagae do no Amazonas e ] se no rio Amazonas a seus affl jante?, oa no rio S.
seus afliuentes e do S. Francisco. Francisco sauo nos portos habilitadas pelo presen-
Art. I*-Picara' abarla, dasdo o dia 7 da setembro jie decreto. (Reg. cit. art. 315.)
de 1867, aos navios marcantes de todas as nacSes j 1.a Em circumstancias extraordinarias, e no
a navegago : interesse da sade ou seguranga pablica, os presi-
Ia j no Amazonas at a povoagaode Tabalinga denles das provincias do Amazonas, Para' a Ala-
2 Do rio Tucantios at a cidade de Camat.
3a Do rio Tapajoz at a cidade de Santarm.
4a Do rio Madeira at a villa de liorna.
oa Do rio Negro al a cidade da Manaos.
6a Do rio S. Francisco at a cidada de Penedo
{decreto de 7 da deiembro de 1866).
Art. 2a As embarcares mercantes de qualquer
nacionalldade ou procedencia, ojw demandarem os
porlos do imperio no Amazonas e seus affioaoles,
pjdero entrar ou pela barra do Para' ou pela toi
principal do dito no, segoindo qualquer dos dous
<:auaos eotre Macap a a ilba Caviana, a entre a
ileiiana a a de Maraj (arts. 31 a 36).
Arl. 3a Para o commercio e navegago do rio
Amazonas e outros, a que se refera o art. 1, fleam
elevadas categora de alfandegas as mesas de
rendas da Manaos no rio Negro, e do Penedo no rio
. Francisco, e creadas as seguintes alfandegas :
1'- De Cemea' no rio Toeantios.
2* De Santarm no rio Tapajoz.
3* De Borba no no Madeira.
4' De S. Paulo de Oilveoga no rio Amazonas (So-
l moes).
S nico. A alfandega de S. Paulo deOlivenga ser
transferida para TaMflnga, sendo exiincta a mesa
de rendas, creada pelo art. 5a do decreto n. 3216
de 31 de dezembro de 1863, logo qae, na contor-
midade do art. 3.a do decreto de 7 de dezembro de
1866, cejebrar-Sa o accorjo sobre os regulamento-
gdos, dando logo conta ao governo, podero prohi-
bir temporariamente a mport.gao, depasito oa
transito, a a exportago oa sabida de todos oa de
certos gneros estrangeiros, ou de produego, io
dustna oa manufactura nacional, em ara ou mais
dos mencionados portos oa lugares, e a sua ctrcu
lago dentro de certa e determinada zona das fron-
toirs do imperto. (Reg. cit. art. 315 2.a)
2.a A infraego de qualquer das referidas
disposiges sera' punida com a apprebenso dos
gneros, perda das embarcagdes, qae tiverem ser-
vido directamente para a iraporUgo, exportago
ou baldeago fraudulenta, e mulla igual a dous
tergos do valor dos gneros. (Reg. cit. art. 313
|t&n
S 3.a As penas do paragrapbo antecedente sao
extensivas a toda a tentativa de importago, expor-
tago oa balleagao fraudulenta, qae tiver sido ma-
nifestada por actos exteriores e principio de exe-
cugo, se daixar de ser levada a effeilo por cir-
cumstancias fortnitas oa ladependentes da vontade
do antor.
Art. 9.a As disposicSes peoaes dos paragraphos
segundo e terceiro do artigo antecedente cam su-
jflias :
1.a As embarcagdes estraogeiras de qual-
quer natnreza, lotago, nacionaiidade oa proceden-
cia :
1.* Que forem encontradas ancoradas oa atra-
rarSo do dono oa consignatario dos seeros, -fican-
3o, porm, oeste caso salvo a' alfandega, no caso
a sqspeita de fraude, verificar a exaclido das
mesma's daclaracSas.
3.a Em falta de estagdes, agencias a postos de
Qscalisacio oa registros, as embarcagoes recebe-
ro um oa mais guardas a bordo, para tomarem a
os ditos gneros ao pagamento dos direitos de con-
sumo.
A/U 22. As mercadorias estraogeiras ja despa-
chadas para consumo, qualquer que seja o sea des-
tino, everao ser acompanbadas de 2a va de nota
do despacho na alfandega exportadora, qoe loes
servir' de gula da repartiglo fiscal do porto da
rol os gneros embarcados, sua quantidada e qua-, procadencia, na forma do art. 33 i nnico do decre-
lidade, a o mais qae fdr necesparlo para exacta to n. 3,217 da 31 de dezembro de 1863.
cobranga dos direitos do porto onde se tiver de la
galisar o manifest.
S 4.a Sera' permitiido, nos portos onde bonver
alfandega, precedende despacho de exportago e
na preseoga de um empregado, baldear os'gneros
nacionaes ou dos estadrs limitropbes das embarca-
gdes miudas, qae os tnaxerem dos portos interio-
res, para embarcagdes, qae tenham de transprta-
los para fra do imperio.
Arl. 15. O transporte de geaeros de qualquer
1.a Havendo alfandega oa mesa de rendas
no porto do destino, proceder-se-ha nos termos
do art 6! 3a, 629 a 633 do regolamento das al-
fandegas.
S 2.a Nao havendo affandega oumesa de rendas
ai dita- galas serao entregues a' collectoria, agen-
cia, posto de fiscallsagao ou registro, geral oa pro-
vincial, qae alli existir para proceder se na forma
do paragrapno antecedente.
Art 23. Os gneros naciouaes transportados dos
origem de nos para outros portos fljviaes, destes, portos Ouviaes,~onde bouver alfandega ou mesa de
para o do Para' e vice-versa, ou dos fluviaes para renda, para outros da mesnia oa differente pro-
oa tros do imperio, nao podera' ellectuar-se se-( vincia, serao acompanbado3 de guia passada pela
nao em embarcagdes nacionaes. repartigo fiscal do porto da procedencia, davendo
Exceptaam-se : observar-se no por'o do destino o disposto no art.
1.a O de gneros pertencentes i carga de na-', 628 g Ia do regulamento das alfaadegas, e entre-
vio estrange.ro : i gar-se a gula s autoridades designadas no 2a do
1.* Qae, tendo -dado entrada por franqua em artigo precedente,
um porto habilitado, seguir para outro antes de Uaico. Fica salva a disposigo do art. 645 do
I Ia Os mesmos presiJeotes, onvidas as tbesou- escotilbas, podando empreear-ae estas nliimas me-
ranas de fazenda a inspectores de alfandegas, da- didas isolada ou cooiaMUnVenB
rao_aos pastos e registros as prec sas instrocgdes, | Palacio do Rio de Janeiro em 31 de iulho da
ao governo para final appro- 1867.Zacaras da Ges a Vasgpncellos.
1 Quadro do numero e vepc'nneotos dos em-
a frnn.lrf do lilr.. J J .?-!m in Srrt bald9a00 PrB oo todo jj carregamento, ou rece- Art. 17. Os genero que em
liado o prazo da fraoqaia ;
2.a Que, tendo dado entrada por inteiro em um
porto, seguir para outro diffarente com toda ou
parte da carga, despachada para consumo ou para
reexportago ;
* 3.a Qaecondazir colonos ou passogeiros com
qae tiver entrado e sua bagagem.
2.a O da quaesquer gneros :
1.a No caso de guerra interna ou externa, a do
! art. 43 da lei de 17 de setembro de 1851 :
2.a Nos casos de fome ou peste oa de promptos
soccorros a algama povoagao do interior ;
3.a Do carregamento ou salvados de navios nau-
fragados.
3.a O de bafagem de passagelros da propria
embarcacao, que os condazir.
j 4.a O da gneros estrangeiros despachados pa-
ra consumo oa para reexportago, e de prodaego,
industria ou manufactura nacional, em embarca-
gees que, tendo condozido colonos ou gneros pa
ra algnm ponto fluvial, depois de obterem desem-
barago, se destioarem a outro para recebar, carga
para fra do imperio.
5.a O dos ganaros mencionados no paragra-
pbo antecedente, nao bavendo embarcago brasi-
lera para transporta-los de uns para outros por-
tos alfandegados, e o de gneros oacionas em re-
torno para os mesmos portos, ou para fra do im-
perio.
Art. 16. O transporte dos ganaros no caso do
2 n. 1 do artigo antecedente depende' de licenga
do presidenta da provincia, e nos outros casos do
mesmo paragrapbo e seguintes, dos inspectores dat
cadas, em acto de descarga ou de baldeago, rece- alfandegas, qoe a partielparo logo aos das Ibesou-
contraveneno d
Art. 4a As alfandegas ora creadas tero as atiri
boigdes das outras do imperio a respe.lo do cooV^
mercio da importago a exportago dos gneros es-
trangeiros e dos de prodaego, industria ou manu-
factura nacional, guardadas as disposigoes deste
decreto.
Art. 8* Em virtude da disposigo do artigo pre-
cedente, podera' ter lugar as referidas alfandegas
o despacho :
Ia De importago de gneros estrangeiros a de
produego, industria ou manufactura nacional ;
2a Da reexportago ou baldeago de gneros es-
trangeiros ;
3a De exportago de gneros estrangeiros que
ja' tiverem pago direitos de consumo ; e
4a De exportago dos gneros da prodaego, in-
dustria oo mannfactora nacional.
Ia Nao permittda a reexportago e baldea?
<;o de gneros estrangeiros da uns para outros
portos do imperio no Amazonas a seas amaentes
-eno para aquelles onde beuver alfandega (le de
18 de setembro de 1845, art. 23 ; regulamento das
alfandegas de 19 de setembro de 1860, art. 621/
2a As mercadorias ja' despachadas para con-
sumo as referidas alfandegas, qae tiverem por
qualquer motivo de seguir para a alfandega do Pa-
ra' ou qualquer outro pomo tora do rio Amazonas,
salisfaro previamente a importancia do abatimen-
to que na poca do sen embarque ou entrega da
carta de gota tiver logar oa forma do arl. 40, lan-
i; >n l i-s a verba dj pagamento oo despacho res-
pectivo. No caso de falta de verba na alfandega
ou mesa de rendas importadora sera' a dierenga
cobrada na razio dupla.
Art. 6a Crear-se
de Manao?. Borba
logo qae forem celebrados os accordos sobre limi
es e regulamentos Oseaos e policiaas, a que se re-
fere o art. 3a do decreto de 7 de dezembro de
1866.
A entrada dos gneros aos entrepostos podera
ter logar dos seguintes casos :
Ia Do Impcriaco directa por mar ou pelas aguas
interiores das provincias do Amazonas e do Para,
ua forma dos tratados e convengoes, e dos regula-
memos Qscaes expedidos para sua execugo (Reg.
cit. art. 164);
2a De transferencia de um entreposto p.ra ou-
tro fReg. ai art. 216; :
3a Da Importago dos gneros nacionaes despa-
chados em qaalqoer das alfandegas fluviaes para
r do imperio, ticando esta disposigo extensiva
ao eotrepesto do Para'.
Ia Os entrepostes sero, qaaoto a' percepgao
dos direitos de importago assemeibados a territo-
rio estrangeiro, podando conseguintemente as mer-
cadorias, durante os orasos legaes ser livremente,
cm todo ou em paria :
1* Reexportada* eqa. transita para os portos dos
Estados limitropbes,-oa transportadas para outro
meramente habilitado para a cabotagem, on prati
ando taes acios clandestinamente em enseadas, ou
em ontras aguas territoriaes do imperio.
2.a Que Uavegarem ou forem encontradas com
carga ou sem ella em ros, iagas a aguas interio-
res do Imperio em contravengo do presente de-
creto.
$ 2.a As embarcagdas nacionaes de qualquer
naiureza, lolago oa procedencia.
1.a Que fjrera eacontradas, em acto de descar-
ga ou de baldeago de gneros estrangeiros, rec-
benlo ou baldeando carga de gneros, de qual-
quer origem para portos estrangeiros em portos
nao habilitados, ou meramente fTabililados para
a cabotagtm, ou pralicando taes actos clandesti-
namente em enseadas a aguas territoriaes do im-
perto.
2.a Que transportarem gneros pelos rio?, Ia-
gas e aguas interiores do imperio em contraven-
gao deste decreto (Regulamento citado art. 316 3..
Ia e 2.a) 4.
Art 10. Das disposigdes do artigo antecedente
sao exceptuados:
1.a Os casos de arribada forgada, varago ou tor-
ga maior (arts. SS a 27).
2.a Os de licenga da autoridade competente.
3." As embarcagdes estraogeiras perteocenles
aos estados rlbainnbos, que, sendo tratados oa
convengdes especiaes, em vlrtada de suas estlpula-
gdes, navegarem oa forem encontradas nos ros,
iagas e aguas interiores do Imperio n s termos e
condigdes nelles estabelecidas a reguladas ; e
*,a As embarcagdes estrangeiras (artigo 9a i Ia
na
cit.
dqs
ranspefiados do uns para
outros portos fluviaes em embarcago estraogei-
ra, serao tratados como se procedentes fossem de
portos estrangeiros, anda qn nacionaes sejam, e
nao o sendo, anda que tenham' pago direitos de
consamo.
S ubico. A respeito das embarcagdes, que rece-
berem taes gneros em portos nao habilitados ob-
servar se-ha o disposto 00 art. 8a V e 3a.
Art. 18. Os lagares, fra dos portas habilitados
para o commercio directo, em qae as embarca-
gdes podero commuoicar com a trra, directa-
mente oa por meio de embarcagdes mindas, para :
1.a Fater reparos em consecuencia de avarias
durante a viagem, oa evitar perdas ou qualquer
Jarrino em caso de forga maior.
2.a Proverse de viveras ou recebercombuslivel;
sero, alm de Chaves e Macap
l.1 "
t.
aDla- ....,, n. 2) que se destlnarem a algum porto fluvial
bao entreposios as alfandegas forma preacrjptt pe| decreU; (Reg.
e Tabatinga (art. 3a onico), ar,_ jjVj r v y
Arl. 11. A 11 cenca de que traa o n. 2 do artigo
precedente, podera' ser concedida, lauto as embar-
cagdes estrangeiras, como as nacionaes.
1.a Em casos extraordinarios de tome, peste
e outros em que alguma povoagao interior neces-
sile de socorros.
'* 2.a Para carga e descarga de objectos perten-
centes admnistrago publica.
3.a Para o desembarqoe de co'onos oa de pas-
sageiros e da sua bagagem.
i 4.a Para carga e descarga di gneros es-
trangeiros, que ja' tenham pago direiijs de con-
sumlo.
% 5.a Para carregar para fra do imperio gene
ros de produego, Industria oa manufactura naci
nal, oa dos estados limitropbes. (Rg. cit arts. 318,
312 i 27 e 62o 4.a)
Art. !2. a coocessao da licenga do art. 10 n. 2
compete aos Inspectores das alfandegas, os quaes
devero logo participa-la aos inspectores das ine-
souranas, e estas aos presidentes.
S nico. Os inspectires das alfandegas baven-
do suspeita da fraude, e conforme o ponto as
uotrposio, alftndeg-nacional ou porto estrangei-
ro, sem pagar direitos;
2.a Despechadas para consumo, pagando os res-
pectivos direiio. ...'
2a A, mercadorias, para o favor do artigo an-
tecdanla, nao dependen de declargo no mani-
fest da embarcago de se destioarem
w, bailando a do dao ou consignatario dos gene
ros por occasiao da, entrada no deposito.
3.a O presidente da provincia do Amazonas,
sobre paopotla dos inspectores das alfaadegas a
informa.gio di tejqraria de fazenda, designara'
os rameos pafr* VdepBSito das mercadorias, e
nomeara' os administradores dos referidos entre-
postos. SJ
$ 4.a O moktso presidente, com audiencia do
inspector da thesouraria de fazenda a des inspec-
tores das alfaodegas, podera', sendo neeessarto,
autorisar, alm do entreposto publico, entrepostos
particulares, cabdo i coocessao dependente, mas \
eaaefleito suspensivo, da approvacao do governo. j
I 9.a Em lado mais qae disser respeito a cooces-
sao dos entrepostos, entrada, deposito e sabida das
mercadorias, sua admlmstragio o restonabillda-
>ie, observar-se-ho as disposigdes do regulamento
das alfadeflas, e o decreto n. 3217 de 31 de de-
zembro de 1863.
Art 7.a A mesa de randas de Villa Nova; na
margem dlreita do rio 8. Francisco,
aguas fluviaes a qua se destinar a embarcago, po-
dero, no caso do 5" do art. 11, exigir dos donos
oa consignatarios d *s embarcagdes flanea idnea
pela importancia provavel dos direitos de exporta-
gao dos gneros nacianaes.
Art. 13. A licenga para os actos mencionados
no arl. 11 podera* ser concedida s erabarcagds,
3 e3l^a 1Qeliai0 d*110 enloda nos Prt08 habilitados do
imperio, pretenderen) dirigirse a qualquer ponto,
oo s do rio Amazonas o seas sfllueotes at Ta-
oatioga (art. 3. nico), em qoe nao baja alfan-
dega, mas tambera :
1.a Do no Tocasiins, alm de Gameta';
2.a Do Xog, a Porto de Moz, e alm delle ;
3.a Do Tapajoz, alm de Santarm ;
4 a Do Madeira e seus afflaentes at a cachoaira
de Samo Antonio ;
5.a do Purs o seos ajauenUs al Hyapu ;
6.a Do rio Negro o seus afluentes at Santa
Isauel, sendo no rio Braoco at a primeira c>
choeira ;
o" R *00"'ll* San* Antonio de Marlpi;
8.a Do S. Francisco, alm do Penedo.
Arl 14. As embarcagdes, que tiverem obtldo a
licenga do art. 11 8, 8a devero legalizar seas ma-
oifestos de exportago dos gneros de produeco
o manufactura nacional na alfandega fluvial, que
mais lhes convier, anda qoe nao seja a que tiver
concedido a dita liceoca.
{ 1.a O ebefa da repartigo fiscal que legalizar
aifaodaga que tiver
participara' a quem
. provincia de
Sergio, alm do despacho de importago de gene-
ro*de produego, industria on manufactura na- o manifest, pao sepdo o da
cional e eatraagabra, que ja' tenham pago dlrei- ceocediio a lieeogs a3Sltn
>Na provincia do Para.
Breves
Gurupa.....
Almeirim...
Pranh.a.....
Monte-Alegre
Obidos......
Villa-Bella...
Codajaz.....
Serpa.......
10. (Lary.......)Na provincia do Amazonis.
11. Fonieboa___
12. Tefle.......
13. Toeantios...
14. S. Paulo de Olivenga, depois que a alfandega
respectiva for transferida para Tabatioga, na con-
formidade do art. 3a nico.
(os de coosamo, fica.babUitada para o de exporta-, competir.
cao tes productoaftctoaoes para dentro on fra, 2.a Os direitos sarao pagos vista das guias
do imperio. documBls expedidos pelas estagoes, agenciase
ij 1.a A mesma estagao podera' igUilmacU ad- postos de fiscaliiagao ou registros geraes oa pro-
miuir a despicho as ombarcagdes nacionaes oa es-! viacue?, ou nao os bavendo ao logar, pela deca
5 1.a O governo podera, nao bavendo tratado oa
convengan em contrario, augmentar ou supprimir
os porlos, de que trata este artigo, como entender
conveniente.
2.a As autoridades, agencias, postos de fiscall-
sagao ou registros nos partos de escala teem o di-
reito.de exigir das embarcagdes a exbibigo dos
papis de bordo, .devendo visar gratis o manifest,
a lista dos passageiros e o passe da alfandega
ou do registro anterior (art^36), em qoe tiverem
tocado.
S 3.a A escala dorara' someote o tempo necessa-
rio para o objecto qae a motivar.
i 4.a As embareacoes podero nos referidos
ponos, com licenga, a mediante as cautelas neces-
sirias.
1.* Descarregar a bagagem de colonos oo passa-
geiros ;
2.a Descarregar oo baldear parle oa toda a carga
para coocertos ou para deposito, ou de que naces-
sitem dispor am caso de forca maior ;
3.a Fazer provisdes de qualquer genero oa re
ceber combostivel; .
4.a Concluir sea carregamento para fra do im-
perio, na forma dos arts. 11 e 14.
5.a Alm das provisdes necessarias (reg. cit.
art. 475), oo pagaro direitos as madeiras e outros
ganaros do paiz, para fabrico a reparo das embar-
cagdes o sea cosleio, observando-se todava no seo
embarque ou sabida as cautelas fiscaes indispen-
savais.
Esta disposigo flea dependente da approvacao
do poder legislativo.
6.a Nos lagares de escala em que nao exist-
rem colleotorias de rendas geraes, bavera' agen-
cias, postos de fiscalisago ou registros, segando
mais conveniente for, aa forma do arl. 82.
i 7.a Nos porlos, onda beuver collectorids de
reodas geraes, observarao estas, na parta que eom-
prir, o presente decreto e o regolamento das alfan-
degas para preveogu do contrabando.
Art. 19. Os manifestos e certifkados nos portos
de escala, de qoe trata o art. 18, sero substitui-
dos por declaracoes dos commandaotes das em-
barcagdes visadas pelas autoridades mencionadas
no art. 24 (reg. cit. art. 402).
Art 20. u prazo para apreseotagSo de documen-
to qoe justifique o destino das mercadorias reex-
portadas, baldeadas, oo despachadas para transito
pelo rio Amazonas, sera' flxado pelo chafe da re-
partigo fiscal, segundo a situaco e distancia do
porto da sabida, e dos pwloo dpf destino. (Reg. cit
art 614 a seguintes). ')
Art- 21. Serao considerados
ros di proJucgo dos estado?, que limitara com a
provincia do Amazonas, introdozidos pelo interior
da mesma provincia e das do Para e Mato-Grosso
(R-g. cit. art?. 512 g 27, 62a i" e 4a).
/,Uoico Fica subsistiodo a disposigo #0 arl.
514 do rehUlaraento das alfandegas, que aatorisa o
averno, no caso de julgar conveniente, nao haven-
0 irau-o ou convenci em contrario, a sojeitar
citado regulamento, a qual sera' applicada s em
-barcagdes qae se aestioarem a portos do imperio
fra do rio Amazonas; podendo os inspectores das
alfaodegas appllca la tambera, no cas} de suspeita
de fraode, a's que se destioarem a portos deotro
do Amazonas e seas affiuentes.
Art 24. Os gneros nacionaes transportados de
pertos fluviaes, onde nao houver alfandega on mesa
de rendas, para outro? da mesma ou dlflereote
provincia, sero acompanhados de guia, com as
declaracoes da quaatidade, qualidade, procedeocia
a destino do genero, passada eassignada pelo dono
oo consignatario, administrador da feitoria, estaba-
iecimento ou sitio, visada pela collectoria, agencia,
posto de fiscalisago, registro ou foalquer outra
aotoridade, g-ral oo provincial, 00, oa falta desta,
pela do prlraeiro porto em qoe tocar.
Art- 25. Podero descarregar toda ou parta da
carga fra dos porlos fluviaes habilitados as em-
barcagdes, que por caosa de avarias ou por outro
incidente fortuito e extraordinario nao poderem
continuar a viagem.
g Ia Os capases das embarcagdes se dlrigiro
previamente, salvo o caso de Imminencia de peri-
go, a autoridade fiscal, seja qoal fr a cathegorla,
na sua falla autoridade policial, ou a qu-.l iuer
outra local, aa falta destas, s do logar mais prxi-
mo, anda qae de dulncto lifferente, sojeitau lo-se
s medidas e cautelas que pelas mesmas autorida-
des, na conformidade das leis do Imperio, forem
tomadas para previoir-se qualquer Importago
clandestina.
i 2a Pica em todo o caso salva a jurisdiego do
jmz commercial do districio para os actos de sua
competencia.
^ 3a O perlgo immiujBle, previsto no \ Ia deste
artigo, isenta rnente oa apresenugo previa s
autoridades loe es de que trata o mesmo artigo;
sendo em todo cao obrigados os commandaotes
das embarcagdes a provar, por orna declarado mo-
tivada, a necessidade da arribada oa das medidas
qoe houverem tomado a sea arbitrio para a salva-
gao do navio e carga, e a exhibir os papis de bor-
do oecessarios, procedecdo-se a respeito destes do-
cumentos na forma do arl. 18 % 2a.
j 4a Os gneros e mercadorias, que no caso de
incidentes fortuitos e extraordinaria mencionados,
forem descarregados, nao pagaro direlto algum,
qur sejam transportados no mesmo navio, qar
em embarcagdes miudas. salvo seodo vendidos pa-
ra consumo, na forma das dispo-.igdes em vigor
(Reg. cit. arts. 327 e 328); mas loda a descarga ou
tentativa de descarga de gneros e mercadorias fei-
la sem previa aulorisago, ou sem as formalidades
proscriptas ficar sajeita, conforme as circumstao-
cias, malta delO a kj por volume, ou as penas
de contrabando, procedando-se para esse fino a'
apprehenso, na forma dos eaps. Ia e 2a do tit. 8
do regolamento das alfandegas.
At. 26. As baldeagdes ordinarias, por causa de
avaha, on que possam ser temporariamente neces
sarias por qualquer outro accidente, imprevisto,
oo se repataro acto de descarga ou carga, urna
vez qoe se fagam sem tocar as margeos dos ros
e sob a vigilaacia das autoridades a que se refere
o Ia do artigo antecedente.
jj Ia Se as escQiilbas ou lugares de deposito da
carga tiverem sido sellados, devera' o coraraaodan-
te da embarcago, nos casos precitados, dirigir-se
previamente, sendo possivel, s referidas autori-
dades para fazer levantar os sellos, e submetter se
a's medidas que ellas julgarem necessarias afim de
evitar o contrabando.
> 2a As mercadorias assim baldeadas devero
ser reembarcadas 00 mesmo navio.
Art. 27. No caso de naufragio ou outro sinistro
toda e qualquer autoridade civil oa militar, poli-
cial oa fiscal, geral, provincial oa municipal, exis-
tente 00 lugvr oa 00 mais prximo, devera' pres-
tar todo o auxilio a seo alcance assim para a sal-
vago das vidas, navio e carga, como para a arre-
cadago e deposito dos salvados, procurando evitar
extravos e malversagdes, o procedendo na forma
das leis em vigor, especialmente do cdigo do com-
mercio e do regolamento das alfaodegas, art 331.
i Ia Ftca em todo caso salva a jurisdiego do
Jaiz commercial do districto para os actos de sua
competencia.
2a Os gneros e mercadorias descarregadas ou
salvadas nao pagaro direlto algnm, excepto sendo
vendidos para consamo, na forma do cdigo do
commercio e regulamento das alfandegas, art. 336
J 3a e 9a, 10, 11 a art. 338.
Art. 28. As alfandegas creadas pelo presente de-
creto tero os empregados, e estes os vencimien-
tos constantes da tabella annexa.
Art. 29. Cada ama das referidas alfandegas te-
ra' a' sua disposigo para o servigo externo e poli-
ca fluvial, a barca oa barcas de viga, lanchas ou
embarcagdes miadas necessarias, a jnizo do presi-
dente da provincia, envida a thesoorarta de fazen-
da, convenientemente tripoladas e armadas, com o
pessoal, veneimentos e obrigacoes_das embarcagdes
da alfandegas nos termos do respectivo regula-
mento.
Art 30. Os presidentes das provincias do Ama-
zonas, Para e Alagoas, oavidas as thesoorarias de
fatenda o.iopectores das alfandegas, desigoaro os
limites da jurisdiego das alfaodegas fluviaes,
..uoieo. Nao obstante a designago dos limites,
sendo cumolativa a jurisdiego das alfandegas do
imperio (Reg. cit. art. 368(, as autoridades en<*ar-
regadas da policia fiscal com a forca qae as coad-
juvar em suas diligencias, e tem assim as embar-
cagdes de viga, podero entrar em districto albeio
para repressao do contrabando; mas, apprehendido
este, o entregarlo a' alfandega que ficar mais pr-
xima parvos ulteriores termos do processo.
coramonicando-as
vago.
2a Estes registros, guardas, postos a vlgias fis-
caes, bem como os de que trata o art. 18 2a, nio
havendo estagdes de arrecadago da renda geral,
devero ser confiados s estagdes, registros, guar-
das a postos de polica fiscal das proviocias, com-
mandaotes de destacamentos, agencias de correio
oa quaesquer ootras autoridades geraes oa provio-
ciaes existentes nos mencionados logares.
Art. 33. Nos registros de Macap, Chaves e Ta-
batmga haver urna forga de liaba ou da policia,
composta do numero de offlciaes a pragas qua fr :
designado pelos presidentes das provincias do Para
a Amazonas, a qual tara por dever auxiliar os j
mesmos registros na execugo dos regulamentos
Oseaos.
Arf. 34. As autoridades elvis, judlciarias e mili-
tares e ootras, de que trata o art. 363 do regula-'
ment das alfaodegas, fleam especialmente encar
regado da policia fiscal as aguas e margeos do
rio Amazonas e seos afflueates, e do rio S. Fraa-
cisco, nos termos do art 349, aoxiliando as repar-
ticoes fiscaes 00 desempenho de seos deveres e
exacatando e fazaodo executar o presente decreto
e o citado regolamento oa parte qae lhes competir.
ooico. As mesmas obrigagdjs incumben) aos
piiotos e praticos do palz, os quaes desde que sal-
taren! oas embarcagdes, sero considerados como
empregados das alfandegas e como taes sujeitos
as obrigagdes e penas, que a le Ibas irapdem.
Ar. 35. Os empregados eocarregados da policia
fiscal, na forma do art. 57 do regulamento, pode-
ro, para prevenir ou verificar fraude, de que ha-
ja fundada saspeila, exigir, nao s dos comman-
daotes das embarcagdes, como dos patrdes ou raes-
tresds barcos, cobertas, garitos e outras embar
cagdes miudas.'daquellas os papis de bordo e
manifestos e destes as guias de carga, que troo-
rem, verificando a sua oaciooalidade, procedeo-
cia e destino, a o que mais convier: e;te aeto, po-
rem, dever ser praticado por mudo que com elle
sa nao cause o menor, vexarae ou embaraeo ao
commercio licito.
Ar. 36, As embarcagdes, que tiverem de nave-
gar para portos do imperio,* no rio Amazonas e
seas afliuentes, ou delles sahirem para o oceaoo,
sao obngadas ao registro :
1.a No porto do Para, oa em Macap, oo em
Chaves (arts. 2a e 31), conforme o destino que se-
goirara, entrando do ocano ou para este sahindo;
1 Era Tabalinga (art 31), entrando dos portos
do Per, 00 para el es sahindo-
Ia As embarcagdes devero parar ao approxi-
marem-se aos mencionados registros, sendo-lbes,
porera, licito fazel-o sera dar fundo; a as qoe se
recusarem ,;o registro sero compellidas pelas
barcas de viga, que empregaro para aquelle flm
a forca, se fr uecessario, ticando os respectivos
pregados das alfandegas fluviaes, a que
se refere 0 regulamento para a navega-
do do rio Amazonas e seus flluentes e
do S. Francisco.
ALFANDEGA. DR UNOS (5.a ORDEM )
EMPREGOS
inspector......
1.a escritura-
rio........
2.a dito........
Olllciaesdedes
crga.......
Thesoureiro...
Guirda-mr...
1.a conferente.
2.a dito.......
Administrador
das rapata-
zias e por-
teiro........
"3 O 1 1 1 2 1 1 1 1 1 10 a 1 O i a 9 5005000 4005000 3005000 1505000 400500* 4005080 3305000 3005000 33o;ooo
I:000j000 700,8000 600,8000 3005000 8005000 7005000 7005000 6005000 7005000
Porcen-
lagem.
Vide ob-
serva-
gao 1.a
ALFANDEGAS DE CAMETA, SANTARM, BORBA, S. PAULO
DE OLIVENQA B DO PENEDO (6.a ORDE.)
EMPREGOS.
Iospector......
1.a escriptura-
J*V
2.a dito
Offlciaes de des-
carga.......
.1." conferente.
2.a dito........
Administrador
das capata-
zas e por-
commandanies sujeitos multa de 10O50OO a.....j toiro........
1:0005000, segando, a lolago da embarcago e '
natareza da carga. ; mmmm'^mm
2.a Os registros, de qua trata esse artigo, cum-'
priado as obrigagdes des regulamentos fiscaes, da-.
rao parte s alfandegas, sob cujas ordens servirera,
1 - o i m "O '2. 1 1
1 8005000 4005000
1 1 5005000 4005000 25050C0 2005000
2 1 i 3005000 5000oO 4005000 1005000 2905000 200501)0
1 5005000 250500C
8
Porcen-
tagem.
a
s
Vide ob-
serva-
gao 1.a
Observares.
1.a Em quando o grverno nao fixar a porcenta
da entrada esahida dos navios^ dos exaraes e bus- gera dos empregados destas alfandegas, percebero
cas a qae tiveram procedido oo caso da fundada
suspeita sobre a inexactldo dos manifestos, das
apprebeosdes que houverem feito, e de todos os
movimeotos que tenham tido logar.
3 Os mesrao3 registro?, alem das obrigagoes
marcadas no regulamento das alfaudegas arts. 56
e 348, venficaro a nacionalidad', procedencia e
destino do navio pelos papis de bordo, visando
gratis o manifest e a lista dos passageiros, e
do embarcago o competentePasse.
4." O passe, de qae trata o parsgrapho ante-
cedente, ser entregue na primeira alfandega em
qae tocar a embarcago, oa no registro da sahida,
devendo o respectivo chafe fazer as coramunica-
gdes precisus a quera coovier.
elles a gratificago, que fr arbitrada pelo prest
dente da respectiva provincia, oavlda a thesoura-
ria de, fazenda, fleando dependente da approvago
do ministerio da fazenda.
2.a Os lugares, a' excepgo dos de inspector,
e de ara ofcial de descarga em todas as alfao-
dngas, de 1.a escripturario e 1.a conferente oa de
Minaos, e de 2' escripiurario a 2a conferente na (u-
ao- tras alfandegas, s sero prvidos qaando a : (fluen-
cia do commereio, o'n as necessidades do servigo
o exigirem, a uizo do governo.
3." Emquanto nao forem prvidos todos os
logares, o servigo de escripturago e de calculo
sera' desempenbado pelo Inspector e escripto-
frario, a sendo uecessario, pelo oflcial de des-
5." Os mesmos registros, segundo as clrcams-' carga,
tandas, o seodo necessarlo para prevenir o ex-' As foncgdes de gnarda mor serao preenchidas
travio de direitos de importago ou exportago, po- j pelo ofleial de descarga.
dero fechar e sellar as escotilhas das embareacoes | O escripturario snbslitnir o inspector e o c:n-
ou os logares em qae estejara depositadas as raer-, ferent em seus Impedimentos,
cadorias ou por um ou dois guardas a bordo para ; O administrad?r das capatazias, alm das attri-
seguirem at onde convier, e tambera empregar as boigdes do seo emprego, ter as de porleiro, po-
duas formalidades conjuactameote. | dendo para coadjnva-lo, empregar permaneotemeo-
j 6 a Os guardas a qoe se refere o PWffP* ^ffSJjS de'Sooreiro, em qoanto nao fr
precedente, alera do que lhes 'combe o rejala- ese desempeadas pelo res
ment das alfandegas, nao conseotirao qne a em- pc,jvn in!,nflfi,"r
barcago comranoique cora a trra, carregae ou
descarregue, salvo nos casos previstos oeste de-
Art 31. Haver registro de barcas armadas, for- .alem dos cegulamantos, qoe necessanos forem, n
nacidas das embarcagdes miudas necessarias para
o servjco, nao s Oo porto do Para a Tabalinga (art.
3 dnfeo) como no Baixio Grande cima de 8a-
rups, ao caal da Macap, onde mais conveniente
fr, e em frente a villa de Chaves, aa iiba de Ma-
mcionaes os geeWraj. .
Art. 32. Alm dos registros do art 3!, os presi-
dentes das provincias do Amazonas, Para e Ala-
goas, ouvidas tbesourarias de fazenda, crearo no
territorio fluvial sob sua jurisdiego outros regis-
tros, guardas, poslos-e vigas eocarregados da po-
lla fiscal, sujeitos jurisdiego das respectivas al-
fandegas nos lagares em qoe o jaigarem neces-
sario.
creto, oa cumraetia qaalqoer iafraegao dos regu-
lamentos Qscaes.
7." Os coiumandantes das embarcagdes sero
obrigados a dar alojamento, e sustento da seu pro-
prio rancho aos ditos guardas, sea que estes pos-
sam exigir retribulgo ou aceitar offerta alguma
(reg. cit. art. 159).
Art. 37. As disposigdes dos J 5a, 8a 6 7a do arti-
go antecedente sao extensivas a todas as alfande-
gas fluviaes, de que trata o presente decreto.
Art 38. As duvidas, qua occorrerem por occa-
sio da execugo deste decreto e dos reglamenos
fiscaes as alfandegas fluviaes, iero resolvidas
pelos respectivos iospectores, pelas thesoararias
de fazenda o pelos presidentes de provincia, tendo-
se em attengo a ma Inteligencia dos mesmos re-
gulamentos, serapre que baja boa f e o favor do
commercio e navegago do rio Amazonas e outro-,
a que se refere o decreto de 7 de dezembro de
1866.
i nico. As decisd.-s des inspectoras das alfao-
degas, bem como as das thesoararias e dos presi-
dentes (Reg. cit. arts. 8 a 13), sero executadas
provisoriamente, dndose logo conta a autoridade
superior para conbecimeoto o final deliberago.
Art. 39. Alm das disposigdes dos artigas ante-
cedente.-, observar-se bao as alfandegas, creadas
pelo presente decreto, a na navegaco fluvial, as
do regulamento de 19 de setembro de 1860 e ou-
tros flseaes na parte que nao lhes fr contraria.
Art 40. as alfandegas do rio Amazonas e seus
afliuentes se dar' o abatimepto de 20"/. na impor-
tancia dos direitos de consumo, e addicionaes, em-
quanto estes subsistirem, da todas as mercadorias,
qoe o governo oo julgar coaveoieote exceptuar.
Esta disposigo (era lugar da data da execugo
deste decreto at o flm do exerciclo de 18721873,
e d'ahi em Jiaote em cada exercicio, qae se segair,
se dednzlro 5 "/. do mesmo abatimeato at que
este cesse.
Este artigo fica dependente da approvago do
poder legislativo.
Art.. 41. As disposigdes deste decreto serio ap-
plicadas desde ja a's embarcagdes peruanas oa par-
te em qne forem mais favoraveis do qoe as do de-
creto o. 3216 de 31 de dezembro de 1863.
Art 42. Celebrados os accordos com os estados
limitrophes sobre a policia flnvlal, o governo
,pedir' sem demora o do transito direeto de quaes-
qu;r embarcago do mar para os mesmos estados
e vice-versa, sem abrir as escotilhbas aera baldear
as mercadorias, em toda a extengo do Amazonas
a seus afliuentes, na parlo perlencente ao Brasil.
. O transito directo, nao ser sajeilo a (ormalida-
de alguma era relago as alfaodegas brasileira?,
salvo se a experiencia provar a iosufficiencia dos
meios adoptados para prevenir o eootrabando.
Estes meios sero : o exame sommarlo do ma-
oilesto e carga dos registros de entrada a sabida,
a policia exercid em torra ao bogo das margeos
e sobre o rio por mel da embarcagdes aproprla-
das, a collocagao dgaardas a bordo ou o sello dj
peciivo inspector.
os administradores das capatazias serviro tara-
beso de administradores des entrepostos pbli-
cos.
4.* O servico de reviso, bem como o da es-
tatistica commercial sera' Teito pela thesouraria
de fazenda da respectiva provincia, para o que
os inspectores das alfandegas enviaro mensalsen-
t todos os despachos referida thesouraria.
5.a Os arts. 730 a 731 do regulamento de 19 de
setembro de 1860 sao applicaveis s alfaadegas
creadas nos lagares desigoados oeste qaadro. Logo
que cemegarem a foacciooar, flearo exiincta; as
estagdes flseaes abi existentes.
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA.
Pelo vapor inglez Shanon, ebegado no dia 29 do
passado da Europa, recebemos o Ia volme do Pa-
rts-Guide, que nos fui cuerudo pelos editores de
Paris, os Srs. Lacroix, Verboeckhaven 4 C.
Volme de mais de mil paginas, compreheodem
estas materias especiaes as scieocias e s arles,
sendo moitas dessas paginas Iluminadas de gra-
varas, verdadeiros facsmile de monumentos e pro-
ducgdes artsticas, que se encontram naque!!: ca-
pital do mundo civiiisado, e foram reprodusidas
com semimeoto artstico dos proprios originaos por
Mr. P. Burty.
E' um livro este coja collaborago coube por
certo a' verdadeiras summIJades Iliterarias ; oa,
por outra, um edificio construido por orna fulgu-
rante legio de espiritas esclarecidos da Fracga,
que nelle formara um todo harmnico desde obran-
do poeta, qae tracoa-lbe na introduego a planta,
por entra as vibragdes propbeticas de nma alma
inspirada, at o ultimo dos saos cooperadores oa
erecgodesse monumentoho.-pitaleiro offerecido aos
povos que visitam Paris; aos quaes presta-se de
guia familiar, contendo lado qaanto indispensa-
vel ao estrangeiro para bem baver-se nessa patria
do mundo, e nella aclimatar-se, segando a bella
expreaso de seas editores.
Estes, com effoito, no intuito mesmo de ser at-
testada a gloria naciooal por aquellas, que deiia
sao ao mesmo lempo instrumento a garantes, nao
se esqoeceram todavia de qae a gloria s e legiti-
ma quando tradux em seas (algores ama utiiidade
para todos; a por isso, aps paginas opulentas de
nstruege sobre obras, sobra instttuigoes, obre
monumento?, sobre a yida de Pars, acham-se nes-
sa livro notas substanciaas, noticias curiosas em II-
lustracao pratica da materia, detalhes estaUsticos,
e finalmente dados histricos colhidos das melhores
fooies por'Mr. F. Lork, cuja erudigo eonbe-
cida.
Nao podaremos, por certo, em urna breve noti-
cia, come esta qoe tragamos, comprehender a dar
doscripgo satisfactoria desta obra ; mas do qoe
dito tica cima, maoifesta.se a sua importancia
'real, e resolta ser ella a afrmago do progresso,
coja causa serve pala vuigansago de coobecimea-

mmm
^
a -


*
IL.
tos a qoe se prest por formas ditere, am re-'
triccio de otaaiSes radividuaes impasta aos ceoio
e Tinte cinco operarios della, entre -os qoaes nao
ha nMo soHdwiedade forjada; pols, sito o rito,
qoe Ibes comisura, flcoo-lbe o arbitrio no *
torcos emprgdoi para resjpetit copsecucao,
resultandos.desla llberdade a desejada harmona, u
d'ahi is \ neta em sea complexo.
Os seas editores, conforma a declarado, orm
levados a divid la em dona totumes (o segando
dos quaei em pouco terciaos aqal), em consequee-
- cia cao so do deseotoltimento dado a certos s-
surapios, como da propriaHntroduccio, qoe devendo
a principio limltar-se aalgunas pajinas,engrandeci-
da pela inspirarlo de Vctor Hugo, tornouse ama
obra, urna corda soberba da ana emprea enciclop-
dica, iufloindo nisso tsmbem o desejo de nada dei-
xarem no olvido, e o respeito votado ao pensamen-
to dos seas numerosos collaboradores. i
Ora, na phrase dos mesmos editores, os aspectos
diversos de Paris mooomeotal.tntellectoale animado
podeodo eocctot-ar-se uestes trespontos de alcance
a sciencia, arte e a vida,- foram ellas por Isto
motldos a adoptar esta orden, esta progressao me-
thodica no desenvolvimento da alma das cidade?, a
semelhanca do qae da'-se no desenvolvlmento da al-
ma dos tndlvidaos0 estado, o ideal, a acco ;_e
assini o primeiro volme comprt-beade a sciencia
i arte qae se irmanlsam.e o segundo comprehen-
dr' a vida mltipla, variada, superabundante, a
vida dr Paris em Pars e no mando.
v: ama obra mltipla, 4 am trabalho monumen-
tal, qae se TOommenda a tolos que amaro as lt-
tras e gastara de instruirse.
Na livrarl franceza roa do Crespo, tomam-se
assi,'naturas nao t para o 4 como para o 2* vo-
lme. 4*
l'edeuv providencias contra am individuo da
roa da Cambo daCaho, o qnal dlzem d'alli que
da'-se ao cosame1 de iQ3alttr as familias da mesma
roa, teodo anda em ama deesas ultimas poues
praticado um dessjas josoitos.
Bom sera* qae' se gyodlqae a respeito, aflm da
provldenciar-sfc, caso verinque-se exactidio do
qae tira dito.
A bem do servico publico, foi exonerado da
sobdei^gacia do distrlcto de Alagoa-secca o Sr
Candid.i Rodrigues Mariz, se*do-o Igualmente o
respectivo supplente o Sr. Jos Eulalio Gomes
da Contra.
Foram nomeados para o primeiro desses car-
gos o Sr. Joao <\* Moraes Pinheiro, e para o se-
gunde o Sr. J-'s Bernardo (fe Almeida.
Scbre proposta do Sr. Dr. director geral da
instrocco publica foi removido da cadeira de ras-
traccao f lamentar do Altiobo para a de Abren de
Una o proffees> Manoel FranciscoMo tteg>.
Sobre reclamacao do Sr. chefe da commisso
de medie de trras publicas na provincia foi
mandado" desligar da repartlcao das obras publicas
o Sr. griqtaasor Joo Olas Piuto Aieixo, para ser
addido a masma commisso.
Foram nomeada s seguales pessoas para
regir inlerinamente ajS-cadeiras de instrvcco pri-
maria abaixo notadas':
Joao Silverio de Alencar, para o Granito.
Grananu Lvmo RidiiRues Fefreirs, para Ga-
ranbdos.
D. Joaquina Senborinba Ferreira Lima, para Pes-
queira.
B*m queja' lenhaous dito alguma cousa so-
bre o ultimo drama do Sr. Lacerda, nao podemos
deixar de accresceniar mais duas palavriuhas, de-
pois de termes assistido a' segunda represeniaco
doMonarcha das Coxilbas.
E' com ffeito um bello dramaO Monarcbadas
Coxilbas-ebeio de vida e animado e a coinpa-
nbla dramtica do nosso Santa Isabel, exeeutou o
bem, no otara, perdoades alguns pequeos de-
fettos.
O Sr Thomaz, nao vai mal no seu paoel de co
roe! E.-taiiislo, todava -eria bom qne se compe-
netra .-e mais dalle, e empregasse um ponco mais
de emitase no final.
Jtuba' achou o seu el ialerprete no Sr. Lacer-
da, u uem menos era de esperar.
E' helio \-lo lutar contra a paxao que Ihe ac-
cendeu n'alma a fllha do coronel, liado velo de-
difhar as cjrdis do coraco o idylio do amor fi-
lial.
Os Srs. Jordani e Lisboa, vo regularmente, este
no pa-ei de Abillo Marugipe, aquelle no de Dr.
Claudico. O Sr. Lisboa as vezes at bom, posr
sue-sa do papel q apreseuta-se am verdadeiro Abi-'
lio, cc^o pela ccb,ca e dominado pelas ruins pai-
ices i,ue estragam quasi sempre o bomem nimia-
mente orgulboso.
Jos Cravel foi bem interpretado pelo Sr. Pere-
grina, que ja' temos dito que lem mmtj talento.
A poesa que recita no l* acto o Sr. Peregrino
liudissima, a to bem recitada qae falla no cora-
cao ; o perdo do amigo moribundo qae o ferio
n'um accesso de colera.
Leo, negro e pagem.do cjrcnel, foi bem lutar-
prelado pelo Sr. Tiixera.
O papel -le capataz dos iropeiros foi execotado
com leaidade p lo Sr. Brrelo.
A Sr. Falco fui bem, milito bem mesmo no pa-
pel ua Silvia*--fllha do coronel; todava quitra-
mos que m -stra.se um pouco mais de veracidade
no pnmi-iro acto, principalmenle'qaandeseapresenu
como caladora a' examinar as armas e a fallar d
caca. Descalpe-nos a Sra. Falco a franqueza.
D. Elida foi regularmente desempachada pela
Sra pelia. A sceua da colloquio com Jos Crave
magnGca de cmica, e n'ella foi perfeita mente a
Sra. Clelia.
D. Tiiereza Morugipe, mi de Abilio, acbou um
bom interprete oa Sra. Jesuiaa; outro lano, porm,
na.* coatectu a Braulia, mucama de Silvias, que
foi um pouco tortorada pela Sra. Julia.
O papel doSr. Guimaraes insignificante.
O espeotajaaki correa bm.
Lunentamos qae o iheatro tivesse tao poneos es-
pectadores, o que sem davida foi devido ao dia ; e
eremos trovar ao distiucto autor do dram que ha muito
qui gu.msabb apreciar o qae bom.
-. Pelo ministerio do imperio acaba de ser da
clarado, ao prndente do Amazonas, que o medico
de partido da cmara municipal nao pode accama
lar o exercicio de vereador, como ja foi declarado
pelo aiso n. 23 de 27 de fevereiro de 1830 $ 2
P:M-ava bontem pelo meio da roa Nova o
Sr. Dr. Julio Guimaries, quanJo cahio um pao do
sobrado, que se est eohslrniulo junto a botica do
Sr. Dr. Sabino, sobre acabec* do mdsmo Dr. Jalio,
qae o r malta felicidade nao o matoa.
O Ir. Jalio foi condolido referida botica, sen-
do4hi ti atado coovenienumente pelo Sr. Dr. Sabino,
o fin-; declaran qae o af'hava tora de perigo.
Es-i; sobrado em coaAlrucgao ja' lem caasi;>
seis desastraj seno mais. E' urna grande infeli-
cidado, que nao abona muito o futuro de quero alli
or nab ar, fanlo mais qaanlo se sabe que os
oilK< nao podefflfBpportar a altara, qae Ibe do-
rara.
Disseram os trabalhadores qae as cordas qae
supportam os andaimes esto podres, e np podern
snppcrtar o peso das madeiras.
F.m data de 7 do correte escreveranos de
Maci-i :
t NVsta provincia tem-so dado, ha um mez sega-
ramete, tantos fictos' extraordinarios, qae seria
necessarta a Concilio de o:n lacede,monio, para ex-
por ein poucas palavras mo o \a ha occorrido.
t E-lavamos maitos diaS sem presidente. Com
a sabida do Sr. Alencastre ficon na administrago
o l." v ce-presidente, Sr. Dr. Galdino.
Homem honrado, e magistrado jasllcairo, o Sr.
Dr. Galaioo reparn differentes actos pratieados por
sea aiitccessor; o qae nao agradando, las qaeitas
fieram se para o Rio, qu foi elle demittido nopi-
nadameoie.
c Kfroi'iu-se a lista dos vice-presideoies, al que
a admirustrago da provincia ebegoa ls mi* do
presidente da cmara, o Sr. Dr. Esplndla. Final-
mente, porm, o novo 1. viee-presidente Dr. Joao
Frae>-co Duarle tomoa hdhtem (6 do correte;
a redeas do governo, depois de urna acephali de
maitos das.
A polica tambera lera ido no mesmo estado,
rom a demisslo do Sr. Dr. Antonio Angosto da
Silva. Acba-se na chefia o Sr. jad municipal Dr.
Sampaio ; e foi chamado interinamente para ella o
Sr. juiz de dirello de Atalala Dr. Pedro Antonio.
A assemblda provincial, coja 'abertara foi
narcada para' o dia 15 de jolho, anda o3o pode ser
'ustaiuda. Desde esse tempo eoocorrem ao pala-
eie6, R, 10 a Vi depaudo, quasi sempre sob a
i.resfdeoeia do Sr. vtgario AmadeiO.
E* oh sappor qae nao se poss reunir oamero
ufflcieme rAramoceiooar a assefflbla.
-Va povoae) do Horicy, den-se oo da 18 ama
rotativa de morte n pessoa dt Jos Lope.da Sil-
v-i Lima, faclnoiroso ooiavel oas eadeas d'esla pro-
> ioc e da de Pernambaco. Os autores fndgita-
sao J ... Al ves Lrjyslae seu Qlho.
Fetizroenle o (Hendido, qQe foi o Mgressor,
i.-ha- fra de perigo, Rio obstante ter ievWo doni
ros.
' E Os criminosos poreram-se em faga, a a poh'eia
ola a etcalco d'elles.
Nada mais por boje. *-'*
Depois d'euuQble s iO toras *e*--|
trahu a 1.a parte da 1/ lotera 4 benMio
do plriUiOQio dos orphSos (3a.*)> eendo o
anaioc premio 6c000#. -
Mario de Peros
SES5AO
JDICIARIA EM 8
1867;
PIBSIDENCIA DO KX1I. SR. DBl
A. P. PKRBTTI.
N* Impedimento do secretario R
A's tou lloras e meia da manhia
i nidos os Sr. desembargadores Silva GuimariesJ
a.TiPQPa"T,gA0.'APtLICU' ~ *Mr*eta ** *'ne ftei? e Silva Acffoa.-e os tjrs. deputades Re^f
de di 9 de agosto. | ^ Mirandi Laal e ^^m s Loito, o Exm.
Foram recolhtdos a cas de detosao no di **,. presidente d*clroa a berta a sessio.
I Lida, loi approvada a acia da sasso anitce-
Agosto de 1867.
A' orden do Ulna. Sr. Dr. chefe de pol^ia. Mi
guel Queronito, para ser remettldo para a provin-
cia da Babia.A' ordem do subdelegado do Recite,
Marcelino, escravo da FeHppe Nery da Barre, a/
reqoenmeato d'este.A' em do de Santo Anto
nio, Romana, liberta, para correceo.A' ordem
do de S. Jos, Alexandre, escravo de Joao Henrt-
ques da Silva, por fogido.A' ordem do da Boa-Vis-
la, Jos Fra*oeodos Aajoa, por pr erMpijOf na
villa de Pesquei.A' ordem do dos Afbgados,
Francisco Antonio de MeUo, Gaidiao Lola da Fran-
ca e Emiliano Jos de Franca, para recruta; e XX-
listo Alves da Silva, por crime de roobo e resis-
tencia .O ebefe da 2* seoco, J. G. dt Mesquita.
Cas de dstenqao :Mov ment do dia S
de agosto.Existiam presoj 338; eotraram 9 ; sti-
ra ti 3; fallecen 1; exlstem 3W, a saber: nacionaes
239; mulberes 8; estrangeiras 33; malber 1; escra-
vos 53 ; e&cravas 4 :total 340.
Alimentados a costa dos cofres publicas218.
Hovimenlo da eofermaria do dia 9 de agosto :
Tiveram baixa :
Jos Francisco dos Aojos.
Fraoeisco Jos Luciano.
Tiveram alta :
Joo Luis do Reg Barros.
Valdevioo, escravo de Jos Francisco Accioli Los
Passageiros do vaper- brasileiro Paran, sa-
bido para os portas do norte :
Primeiro lente Jos Tiburcio Peretra de Magi.-
Ibes, Fraoeisco Marques Rodrigues, 5xmiaoo F.
Esmeraldo, Eoeas Tavora da Silva Lima, Augu>lo
Vallieone, Theodoro Moataiue, Laooardo Jo Hb
riqae, Joao Rodrigues Moreira, AniooiO Travasso
da Bos, Willianj Raw insoa. Amaro de Bwros ux-
rea, Jos G, de Araojo Q. iuaior, Antonio da Costa
Lima, padre Joaquim Graciano de Araojo, Jos Joa-
quina Salgado, Maooel Igoacio de A- Cunha, Rober-
to J. Shalders, 1 preso e 2 pracas de polica que o
escoltara, Matheus Tavares de Almeida, Henriqae da
Costa Goocalve*, Aolooio Rtbelro.
cBBtTBnio puaua.Obituario dodla 5 de
agosto:
BeroardinoCapitulioo de Oliveira, Peroambuco,
28 aonos, soltetro, B^a Vista; desloteria-
Hygioo Jos d'Araujo Marques, Pernambaco, 42
aonos, casado, Jos; plhys'ca palmooar.
Pedro Vleir^ Peroambuco, 33 aonos, S. Jos ;
plhy^ica pulmonar.
Igooz Mara Barbosa, Peroambuco, 60 aooos,
vfuva, Boa-Vista; hydropezia.
Bilbina Mana da Conceico, Pernamb'ico, 23
anoos, casada, S. Jos; ptbysiea pulmonar.
Leocadia Viega de Atevedo, Peroambuco, 30
annos, casada, Santo Antonio; Interlte.
Maria, Pernambaco, ama hora, S. Jos; espasmo.
Affonso, Pernambaco, 7 anos, escravo, Santo
Antonii; anazarca.
Frlippe, Peroambuco, 38 aunos, seravo, Bn
Vista; febre perniciosa.
6
Joanna Mari da Conceieao, Pernambaco, 24
aonos, solteira, Bja-Vista-, sezdes amalignadas.
Maria, Peroambuco, -2 aooos, Jos; marasmo.
Maooel, Peroamboeo, Rectfe; espasmo.
Deolioda, Pernambuco, 6 aonos, *. Jos-, bexiga.
Hita Maria de Cassla, Peroambuco, 51 aooos,
solteira, Saoto Aolooio; bepatite.
Mara, Pernambaco, 20 aooos, S. Jos; coosol-
s5es.
Manoel Jos do Xascimeot), Pernmboco, 43
annos, olteiro, Bea Vista; intente.
Laurianna, Pernambaco, 40 aonos, Santo Anto-
nio ; anazarca.
Clara Maria da Conceieao, Peroamboeo, 18 aonos,
casada, B ia-Visia; tubrculos pulmonares. -
Sanhonoba Toeodora da Silva, Peroambuco, 14
aooos;solteira, Santo Antonio; gastrite.
Izabel, Peroambuco, 2 anoos, Saoto Antonio;
coovulsfies.
Manoel, Peroambuco, IfliaBezes, s. J*; con-
vuhSeM
Gatbarioa, frica, 30 aooos, escrava.'Boa-Vista'^
coogesto cerebral.
Clara, Peroambuco, 6 auoos, S. Jos; conYHl
s5es.
COMCi JD1CURU.
'MUllUXAIi !0 COinERCIO
ACTA DA SESSAO ADM1.N1STRACTIVA DE
DE AGOSTO DE 1867.
PRESIDENCIA 1)0 EXM. SR. DESEMBARGADOR
ANSELMO FRANCISCO PERETTI.
As dez horas da maohaa estando reunidos os
Srs. deputados Rosa, Basto, Miranda Leal e sup-
plente S Leitao, e preseale o Sr. desembargador
fiscal, o Exm. Sr. presidenta declaroa aberta a
sesso.
Lida, foi approvada a acta da seso aotece-
denl?.
EXPEDIENTE.
Offlclo do iospector da alfandega desta cidade,
de 6 do correte, cammuatcando terem sido ao-
Dallados os alfandegarneuto; provisorios conced
dos a James Ryder & C, caes do Apollo n. 26,
Jos Loiz Guaico, largo da Assembla n. 20, Pinto
4 Costa, roa da Madre de Deas n. 4, Francisco
AdIooo de Alb^qoerque M-jIo, caes do Apollo n.
59 e 61o Jos da Costa Brandao Cordetro, trapi
che do Caes do Ramos.Accuse-se a recepj)-e
archiva-so.
OIBcio de Jezuioo Barroco de Mello, preposto do
corretor Mesquita Jnior sobre o qual foi ouvido o
Sr. desembargador fiscal.Ficou adiado.
O mappa do movimento do trapiche alfandegadj
da ra do Apollo o. 26, de James Ryder & C re
latvo ao semestre fiado, datad* do 1.* de julho e
apreseoudo no dia 5 do correle.O tribunal
mandou juntar ao somatarlo dos mesmos adminis-
tradores.
Foram distribuidos aos Srs. deputados os livros
copiadores, da Ifaia & Espirito Santo e Gomas de
Mattos & Irmo, a o diario de Peixoto & C
DESPACHOS.
Requenmeoto de Mariano Machado Freir, on-
tr'ora estabelecldo o cidade do Sobral da provin-
cia do C-jara, padindo rehabilitarlo para poder
commerciar.Autoado pelo amaoaeosa bacharei
Villares, que servir de escrivao, d se vista ao
Sr. desembargador fiscal.
Da Jos Ferreira Pinto de Magaibe-, pediodo o
registro do sea contrato de saciedade em corman-
dita com Manoel Marques de Olivera.Salisfaca o
parecer fi-cal.
De Vicente Codlho de Magalhaes e Jos Lopes
Corva!, para ser registrado o sea ce aralo de so-
ciedade. -Vista ao Sr. desembargader fiscal.
De Antelo Carlos Ferreira da Silva, juntando
cerlido de idade aflm de ser registrada a escrip-
tura de aatonsacSo para commerciar, qae Ihe dea
sea pal.Registre-se a escriptra e a certido.
De Maooel Jos de Sa Araojo, satisfazendo o
despacho proferido nos aots de sua rebabllilaco,
para ser-lbe esta concedida.Junte-se aos autos
de rebabilitaco do supplicante, e d-se vista ao
Sr. desembargador fiscal.
De Domiogos Teixeira Bastos, pedindo qae se
Ibe dd por certido, se na procuragao qae Ibe foi
p?ssada por S. T. Bastos & Irmios, coasta ter o
spplic.aota poderes especiaes oa direlto concedido
para ageoeiar e despachar oa alfandega desta ci-
dade.Gomo requer.
De Maooel Silvestre Ferreira, Basas-, pediodo o
registro de sua nomeacio de caixeiro de Jos
dente.
reft.ii l[dos e assgaados os aordos proferidos
na oBima sesso oos seguioles faitos :
Appallanta executado Joa* Laorioo de Arrochel-
las Gal vo, appellados exequaans Mal v eir 4 Es
leves.
Embargaotes reos a viava e herduiros de Jos
se podera curar com reme*
Tambern se prescreve o xa-
de veame para o tratameftlo
do systema nervoso e fibreee,
GolU,^beumatismo, parabsia,
Dores, impotencia, esteriUlado.
Maraan, bypocoodria, emmagrecimento.
O xa)pe aleboolico de vtame e sobre
tudo, damaior utilidade para curar radi-
calmente, | em pouco tempo o rheumatis-
mo.
Adrerte-se que o verdadeiro xarope s
se vende nesla cidade na botica cima indi-
Hrgmo jTe M'raada, embargado? autoras, | ^ A cada, do abauo assignado ; e em putra qual
cfeoako. qaer parte qiiese ten-aetwoctado note
mesma composico, e nem o abaixo assigaa-
losabilisa.
Jos da Rocha ?aranbos.
Appellantes autores os administradores da mas
sa fallida de Amorim, Fragoso, Santos C., ap- ,n raennnsahilisa
peado roo reconvine Jos Alves da S^va Gfau- d0 se reSP0DS"Ja,-
raes.
JULGAME.NTOS. ^ IIU -----------
Juizo especial.Appellantes preferentes Moreira I i'-S aa R.fifttl'ttlP fledif^lP
A Duarte, appellado exequeote Paalo Jos Gimes.' LC W d hjjw JlBUILaiO
-Janes s Srs. tesembargadore: SilvaGolmarles A maior preocupacao do medico consiste
(relator) e R is e .Sxa e os Srs. deputados Miran- em saber se as sua.s receitas s5o prepara-
da L-.al e Sa LeiUo.-Foi confirmada a mpbnea 9S com bons productos, pois que, quaodo
'Cotpeciai.-Appeilaoto rg. Antonio Dom.n- \ receita preparada com productos infer.o-
gos Piolo, appellado autor Antonio Leite de Maga res, o que acontece no raras vezes, os effei-
tinses igsnBaaiBiBn pamu. na ara smftim .tos que querem alcancar os_mj5dicos, mal-
. .i,nt T,n i logra, oa pelo menos, o medicamento nao
*r3 !. padre Phe exeree a plenitude de sua accao.
Jdizo especial.Appellaotes
& Irmos, appellado embarganle
llppe Be.nlrio Fonseca Galvao.Adiado 3 pedido
de am Sr. depatado.
Juizo especial.Appellaoto autor o Dr. Jlo
Bapiista Casaoova, appellados reos os admiolstra-
dores da roas-a fallida de Amorim, Fragos\ Sao-
tos Juizo especial.Appallaota aulor Mo el Joa-
quim Fefreira Estevas, tppellado leo Jo.' Roberto
o Moraes e Silva.-Adiado a pedido da ua Sr.
depulado.
PASSAGEN3.
Do Sr. desembargador Silva Gutmaraa3 ao S/;.
desembargador Accioli.
Juizo municipal do Ico Appellante exequeote
Tbomaz Duarte _de Aquioo, appellados exeeotados
M.ialeiro Filbo & C.
D^Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Silva Guimaraes.
Jojzo especial.Appellanta Jos Antonio Lopes,
appellado Loarengo Ribeiro da Cunha, cessipaano
de Jezuino Jas da Rosa.
DISTR1BI-IQA0.
ao Sr. desembarsiador Siiva Guimaraes.
Juio especial. -Appellanle exequente Albioo da
Silv LaaJ, appellado executado PeJro Simto da
Silva Braga.
AGGRAVOS.
Juizo especial.Aggravaute Juao da Cuuha Reis,
agt-ravado Jus Cetario de Mello.
' 0 Exm- Sr. presidente oegou proviaeol.
Ju::o r'specal.-A'gk'ravantes D. Ilinriqueta Si-
mo* da Silva e Virgl'lo Je Cisro Oltveira, ag-
giavalo Jos da Rocha Prannos.
O Exm. Sr. presjdeqje deu provimeoto. ,
Nada mais oave e encerrou-se a sess a
urna hora da tarde.
Fublicagoes a pedido
Para evitar este grave iDCoaveoiente", es
pbarmacejjcos 4eyem tratar de empregr
productos bem fabricados, e entao oao po-
demos fazer melhor, seno assinala-thes
os productos da casa Lamouretix Gendrot
fabricantes de producios chymicos em Pars,
Nao somente, a ncontestavel superiori-
dade dos productos desta easa foi reconbe-
cida por.todos, mas ainda a modicidade
dos seus preces os recommenda aos Sr.
p ta r mace uticos e droguistas.
A casa Lamoureux e Gendrot conseguto
evitar a contrafaccSo, inventando urna cap
snla que nao se pode ioQittar, e cuja execu-
cJo miAo difficl, por exigir um material
mu i complicado e custoso.
Lainuuiux 6 Gendra
fabricantes de productos cbjmicos, fornecederes da
casa do aperador e des liospiltes de Paris.
Tudos os productos sabindo desta casa sa j
da primeira qualidade e fechados por urna
capsula inimitavel o que os poe era salvo da
conlrafacco.
0 depu do Horianu Correa Je Britto, o Dr. Luii
d Albu[ocrqur Marlios Pereira e e missivista,
nesla cidade para o Correie Htrcaatil' di
corte.
Mais urna invenc'ao foi dada a estampa oas
paginas de Correa Mercantil Ja corle.
O mis.-ivieta ues.se jornal, oesta provincia, juUau,
seas os, coavenieole inventar am consta, oo
qual eovolveu ao meu cuohado, o Sr. Fioriaoo
uoria de Brillo o a raim, seodo que objeclo desse
conao o hayar o mesmo meu cuohado me atsegu-
rado que oo primeiro vapor vina mioba oomeaco
de juiz d; direito.
."'St u igoorass.e a m'vootade que vota esse
imissivista, a quera conoe^o, quer a quelle meu cu
abado e quer a mim, podeha snppor ti oh elle
sido viclima de algum maligno, mas como o coasi-
dero a malignidade er.carmda, tcaho que foi elle
o proprl.) inventor desse consta.
Venho, pois, solicitar espao'uas paginas da Uta
no de Pernambuco, para declararque esse consta
uma falsidade.
Fique certo o missivisia do Correa Mercantil
que ti3 serao as soas eotrig s, mexencos e ca-
lumnias, sufflcieutes a f"rem dasraeressa eu no
coaceto mais cu meaos lisogeiro dos borneas que
felizmente,para opaiz vergam o timo do estado.
Sju pretendente a um lugar de Juiz de direito,
para o qne coosigai j me habilitar na forma da
le, a flqu. certo o missivista, a quein me tenbo
referido, que, conlio pleoamente na ju.tica da go-
verno imperial, parante o qual laoho tuto valer os
mcus servaos.
Recite, 9 de agosto.
lutz d"Albuquerque Martins Peretra.
. mu n^a^^s^------
Theatro de S, Isabel.
Subi a scena hornero pela segund* vez o drama
intitulado Monarcha das Cuxilhas, composico
de actor dramaturgo Cesar de Lacerda.
Coo< o direito.que assista ao espectador, qae lado
quer ver por sua luneta critica ou nao critica,
elemento indispensavel para a acqalsico do litlo
de foinetioist.i, diremos que o especiaculo esteva
miravilOoso, j palo drama em si, ja pelo bom des-
empeoho d >s actores, alm da que havnai desap
parecidos aqaelles dettaotss de uutr'ora^jueebrios
de amor pelas caras demotselias desrespeitaram as
leis do decoro a da honestidad, qae devera presidir
as ooas reunios. O drama o vcrd.de um
primor d'arte na escola modero, seu autor com a
facilidade, que uatural ao gamo, joga com os
cottumes dos rtio-Graadeoses-Sulistas, excita 9
amor da pana eprocura aomasm) lempo frateuisar
dous noves amigos, que parecem lnimigos; cau-
sando ao prctador fortes impressoe. Tal da
nobre raissj do iliterato coohecedor das uecessi-
dades do um povo. Gomo uo somos folhelinista,
antor de revista oa ootro qualquer personagem,
qoeeostuma (azer a apologa dos actores, despre-
sando as miaudeocias de qoe se servara aqoelles,
diremos qae eMonarca das Coxilbasfoi repre-
sentado convne il fallatti r
O Sr. Cesar de Lcenla, mo-trou que desempe-
oha nelmoote o qae coiicebe em seu gabinete, os
Srs. Tbomaz, Lisboa, Peregrino e Jordani acampa
nhararn a Sr. C. de Lacerda, no bom desempenho
do dratnansrrsspondeodo z espectativa ooblico. 0^
Sr. Teixaua moslroo o quanto pode ara galam
caricato, comprehoded >r do que Ibe cumbre re-
presentar.
Petemos, pois, votos para qoe a compaobia dra-
mtica contioue mimoseiaodo o publico com repre
seniacSs igaae.a doMonarcba das Coxilbas, e
tambern para qoe oao volteo aquellas noutes de
ento, trilles, recordacoes das bjchaoaes; qoe
attestara a de&moralsa;o do um povo.
Marctllu.
cidos yuros para rea-
ctivos.
cidos pyrogallicos e
tamnicos.
A troponia, codeina,
iligituna e todos
os alcalmos vege-
taes.
Bromuretos e odore-
tos.
Sulfate de quinina pu-
ro, valer ianato e to-
dos os saes de qui-
nina.
Psimpalpaveis.etc.,.
Galornel puro, e todos
ossaesdemercuiio.
Cblorureto de ferro
(puro) neutro.
Carbunati.s, sulfatse
lodos os saes de
ferro.
Acetato,, bydrocblo-
rato.
Sulfato e todos os saes
de morphina.
Ferro redazido pelo
bydrogeneo.
Essencias puras.
Exti actosglycernia-
Fabrica em Paris ra de Paradis (au mas
ras), deposito no Riu de Janeiro, E. Cbeve-
ot, ra do Carino.
ni, i ^. i
A THIS1CA CIRCUMCLUSA.
Nao s se curar radicalmente mediante o
uso do Peitoral de Anacabuila de Kemp, to-
dos os casos ordinarios de to:-se clirnica,
Ijronchites, cacharros, asthma etc., mas sim
tarobem mesmo quando a molestia haja al-
fecfldo seriamente os orgos da respirado,
seus progressos podera-se atalbar pelo espa-
to de annos inteiros, e a applicaco do re-
medio proporcionar um alli vio instantneo
e indefinito. Nao ba necessidade de abri-
gar ou ter o menor receio relativamente aos
seus effeitos, mesmo durante os periodos
mais avangadog de debilidade. Na sua ela-
borada composico nao entra opiatos, nem
acido prussico, nem Antimonio, nem nenbu-
ma outra droga nauseabunda, e sim t5o so-
monte, composta e preparada da ex tr.i cao
dos suecos de urna arvore balsmica do M-
xico, a qual possue as propriedaJes as mais
admiraveis e curativas, e as suas curas sSo
realmSnte maravilbosas.
Acha-se venda as pharmacias de A.
Caors, J. da CnceicSo Bravo, i C, e P.
Maurer A C.
Atten$to.
' Xarope aleboolico de veame, preparado
pelo pbarmaceutico Jos da Rocha Paraohos,
estabelecido com. botica na ra Direita n.
88 em Pernambuco.
Este/ xarope incontestavelmente supe-
*u Bomeaci de caixwro de Jos rior a ^g osxaropes depurativos, de cuja
ue FraDeheoVrri't8lrdo9A.drad.e, asSitnado icomposigio o seu maior elemento a salsa
por fedqdim Jos Gtoogaives BaHro, recolhendo a
carta de, registro do patacho Correa oae tendea veame mais enrgico para
ao gobern impeta!.Jaote ors8lgaMrio procu-
raco.
parrilha. pois que se tem conbeeido ser o
be Jos de Aquioo Fonseca, corretor, pecado
qoe ihe se|a permiUldo encerrar o !Nr'd.e:ulao,
qae tem, e se aeha irregular, por QpTr/v.q'ue sob-
meita ao exame do Iribooal.Como requer, apre- hnift rA,taKpwT^aa rnm
sentando dpportanameote livro anterior, para s Q-
Ons convenientes.
De Barttiolomea Loareago, assignado por Joao
Alves de Qootal, pddlodo carta de registro para
d blate Nona Msperanc$.Jauto o assjoaiario
proi uracio. '
De Aatonlo da Costa Farras e Jos Nogaeira,
vistj pelo Sr. desembargador fiscal, para ser re-
glstr.-. lo o seo contrato de sociedde. Regstrese.
Sjmmario ex-offlcio de Lniz Jos da Silva Gui-
maraes, administrador do armazem o. 7 do trapi-
heAlfdfa Velha, com sa resposta aos artl-
fos doSr. desembargador iscal.Vista ao Sr. de-
sembargador fiscal.
Nado mais bateado a tratar o Exm. Br. presi
dentfl eoeerrou a sesso asome horas e meia da
manhia. :'
das molestias, cuja base essencial depende
da puriflcacSo do sangue ; assim pois se
tem verificado por muitas pessoas que se
acnavam desengaadas, as quaes acbam-se
o referido xarope
aleboolico de veame: entretanto que al-
guns, tendo usado do xarope de Curinier,
de Larrey, de salsa parrilba, de saponaria,
oleo de figado de bacalho, e outros agentes
desta. ordem nada conseguiram. E' elle de
fcil digestao, agradavel ao paladar e ae ol-
phato. Alguns mdicos desta cidade e da
de Macei o teem recommendado para a cu-
ra das
Impigens> tinba, escropholae.
Tumores, ulceras, ejC'rboto.
Cancros, sarnas degenerada, fluxo alvo.
Todas essas affecgoes provm de uma cau-
sa interna ; oao ba pois razio alguma em
COHIMERCIO.
PIUCA DO BECIFE 9 DE AGOSTO
DE 1867.
As 3 )i horas da tard.e.
(Hontem.)
Cambio sobre Londres 90 d/v 21 d. por 15.
(Hoja)
Algodo f surte12^300 o' 12300 po* arroba.
Assucar mascavado (Caoal) 2# por arroba.
Cambio sobre Londres 90 div *1 1|8 d. por
1*000.
Cambia sob e Paris vista 460 rs. por franco.
Cambio sobre Portogal60 d|v 145 0/0
Silvelra.
Presidente.
Mirado,
Secretario.,
O oovo bincode Pernambaco desconta letlra.
e 7 e 9 por canto ao anno.conforme os prazos. .
Calxi mial do bauco do Brasil
em Pernambuco, aos 26 de Ju-
lho de 1869.
De ordem da directora se faz sciente aos Srs.
accionistas, qne o ibesoureiro esta' aatorisado
pagar o 27* dividendo das acedes do banco do Bra
sil, inscriptas n'esta caixa, a' razio de l^OOO.
O guarda-livros,
Igoacio Nones Correa.
ALFANDEGA.
Rendimanto do da 1 a 8........
dem do di 9..................
179:589*881
27:659*073
207:248*954
Voluntes entrados com fazendas...
c gneros....
Volme sabidos com fazendas. .
i c gneros....
167
456
-----623
113
439
-----552
Deacarregam boje 10 de ag >sto.
Barca fraocezaCeramercaderas.
i cor 5ri8u* nglez-Uf/awater-mereadorias.
Brigue portogoez-/uiio-idem.
e pa-
Bacuna inglezaUary Black plvora
Sumaca hespaoholaVestalvinho, passas
PL
Barca dioamarqueza Waldemar farinb de
- trigo. .
Barca inglezaFloaling Cloudcarvo.
Barca uacioolPnconta charque.
Patacho nclonalGuhermnadem.
Patache nclonlVatenteidem.
Polaca nacionalS. Pedrodem.
Baga de timbro, 1 cala a M. Marques de Olttel
ra fr C.
Calcado, 2 caixas a Monleiro di Irmaos; 3 a An-
tonio Camino dos Santos.
Carne de porco, 13 *arrls a-Thoma de Aqoao
Fooieea A (T; 8.a Abreo^ Veras; 6 a Joaqalm.
Vieira de Barros; 4 a J. J. eocaltes Beltro; 2 a
Civio de Soaza e Silva; 1 a J. F. dos Santo Mam;
1 a F. M.,Pmiu Barbosa; 1 harnea e 1 caixa a A.
Lopes Braga ; l lata a Prenle Viauna & C.; 1 a
J. L F. Bibeiro.
Cebla*, 4Yxas"a Tbomaz de Aqoiuo Fonsec
& C.
Chapeo?, 3 caitaa a Anoolo P. Monleiro.
Colla, 1 canaslra a A. 1. dos Sanios Andrade.
Coxios, 1 caixa a Tbomaz F. da Cuaba; 1 a Jos
P- da Canha & Fiino.
Eleia, l fardo a J. P. de Araojo Guimaraes.
Feijao, .2 saccaa 1". J. Tmoco de Souia; 10 a A.
Lope Braga dt C.
Feltro, 1 caixa a J. J. da Costa Maia.
Ferrageos, 2o canas Thoeaaz F. da Cunha; 3
Jos A. de Camino 1 a Joaquim P. Dala; 7 a
J. F. de Araujo Guimaraes; 2 barricas a i. Pereira
da Caoba Si .Filbos; 7 ditas a Marques Barros &
C.; 60 volam'es a A. J. dos Saoto Aadrade.
Folba de louro, 2 saceos a J. V. de Barros; 1
caixa a Thomaz F. da Cunha.
Linba, 5 fardos ao dito; 2 caixas J L. Goocal-
ve Ferreira & C.; .1 a J. J. de Lima Btirio; 1 a
M. J. Bamos Silva & Genro; 3 a Olivera Filbos &
C 2 a Domiogos T. Bastos; 1 a Monleiro &
lrmo.
- Linba alcauoada, 3 picotes a Domingos A Ma-
theus.
Livros fmpressos, 1 caixa a J. Nogaeira de So j
ti; 1 J. da Silva Rodrigues.
Massos de pao, etc, 1 caixa a Toomaz F. da
Conha.
Mobilia/11 volames a J. A. dos Saotos. Aadrade.
Nozes, 1 barril a F. Guedes de Araujo ; 1 sacca
a P. M. Pialo Barbosa; 1'cala a J. L. Ferreira R1-
keiro.
Palitos, 1 cala a Meodes & Coelbo.
Papel, 2 calas a J. dos Sanios Coelbo.
Pedras de aflar, 2 epohetes a A- I- dos Santos
Andrade.
Pellas, 1 caixa a C J. Pe/eira.
Pellicas, 1 cuohete a A. J. dos Sanios Andrade.
Peneiras, 4 fardos ao dito.
Penles, 1 caixa a J. L. Goncalves Ferr ira; 2 a
Tbomaz F. da Cunha ; 1 a Jos Pereira da Cunha
& Filbos.
Prata em obra, i caia a Caoba Irmos & C.
Pregos 30 barricas a J. J. de Lima Bairo ; 6J a
Thomaz F. da Cunha; 26 a Parete Viauoa & u;
18 a Marqaes, Barros & C.; 10 a Joaquim Ferreira
de Araojo Guimaraes; 10 a Mooteiro & lrmo.
Retroz, i caixas a J. L.. Goncalves Ferreira & C;
1 a Montairo 4 Irmo.
Rolha-, 2 saceos a Antonio Lopes Braga t C.; 4
a Jos Maria Pilmelr; 10 a A. J. dos Santos Aa-
drade ; 26 volames a Antonio C. dos Santos.
Tremoios, 1 caixa a Maooel J. Ribeiro.
Varios artigos, 1 caixa a A. Lepes Braga & C.;
1 a F. J. Goncalves da Silva-, l a J. de Oliveira
Coocei{o & C.; 2 a Domingos Jos Ferreira ; 1 a
J. de Azevedo Maia e Silva.
Vassouras de piassava, 2 fardos Jos P-reir
da Couha di C.; 23 amarras a J. J. Googalves B-l-
tro.
Vasos de loica, 2 caixa a Jos Maria Palmeira.
Vimesem obra e rolh3,11 volarais a Francisco
Guedes de Araujo.
Vinagre, 6 barris a A Camltao dos Santos.
ViQho, 7 barris a Aolooio Liile da Magilhes;
4 dos e 72 caixas a David Ferreira Bailar; 15
barris e 70 caixas a Mandes dt Coelbo ; 2 pipas e
60 barris a Cunha Irmo & C ; 3 pipas 2 meias
ditas e 17 barris a Joaquim Vieira da Barros ; 70
ditos a J. A. dos Saatoe Andrade ; 37 ditos a Jos
Maria Palmeira; 11 ditos a Gima & Silva, meia
pipa a F. L. Tinoco de Souza; l barril a J. F. da
Silva-Juoior; 1 dito a H.ury Foster &C; 2 ditos
a Maooel Taixeira Bastos; 2 ditos a Luiz A. de Se-
queira; 2 ditos a Jos da Costa Maia; 4 ditos a J.
J. Goojalves Beltro; 1 dito a JoSo Evangelista da
S ; 1 dito a Antonio Ferreira Monteiro; 154 cal-
xas a Domingos Alves Matheos;30 a Marques
Barros & C.; 71 a Lopes Braga & C.
Barca franceza Cora, ntrala do Havre,
coosigoada a E. A. Burle & C., maoifestou o se-
guite :
30 calas absynlhio ; aG. B)tt.
1 volme queijos ; a V. Creux.
4 caixas chales, tecidos de linho,
a Monhard i u
18 ditas cacado, perfumaras;
Lira.
8 dilas tecidos, chales, lencos, obras de ponto
de meia, chapeos e conros ; a Joo Fernanes
Lopes.
2 ditas abomina e espirito perfumado ; a Mar-
ques A Ferreira.
3 ditas chales de laa, obras de ponto de meia
d'algodSo, 4 ditas couro e tecidos d'algodao, 2 di-
tas tecidos de lnbo, 45 barris a 90 melos mantei-
ga ; a' ordem.
5 caias hervilnas, 20 barris e 20 meios roan-
teiga ; a Keller A C-
3 caixas drogas e cidos ; a Danholomau A C
1 gigo vinagre, 1 barril vinho, 1 caixa azeite
doce, 2 ditos briaoaedos, qulnquilbaria a perfu-
marla ; a R Adour.
23 barris e 25 meios manteiga ; a T. Aquioo
Fonceca.
50 barris occa, 3 ditos e lo caias drogas med-
cioaes e objectos de pharmaeia ; a J. da Silva t'a
ra A Irmao.
20 barris e 30 meios maoteiga ; a L. Jos da
Costa Aro rim & C.
40 barris e 40 melos manteiga ; a Jos M. \
Rosa A Filbo.
30 barricas cimento, 200 ditas farlcha de trigo,
200 saceos brello, 133 caixas queiios, 130 ditas
vinho, 130 ditas cerveja, 10 ditas sardinhas, 50
barris e 50 meios manteiga, 25 caias tecidos e
pannos diversos, calcados, cooros, chapeos e mo-
tis, 13 barris notas; aos coosigoatarios.
1 eaia armarles para chapaos de sol; a Ma
noel de C.
I dito cartSas; a A. Jos da Costa e Silva.
3 ditas tecidos diversos e chapeos ; a Adriano
Castro A C.
II ditas coaros e miadezas ; a Jos Luiz God-
calves Ferreira & C.
40 ditas cartas da jogar, calcados, perfumaras
o miadezas; a Ladislao Jos Ferreira.
3 ditas qoioqoilbarias; a Mello Lobo A C.
16 ditas perfumara, papel, laoteroas, bros,
etc. t a Alves Hambarger & C
14 barricas vidroe porcelaoas; a aarte Pe$
reir A C.
10 caias espelbos. perfumaras, peotes, etc. ; a
Vaz k Leal.
3 ditas agurdenle viebt ; a L. A. Siqaeira.
4 ditas fitas, piras- de algodo estampadas ; a,
D. P. Wild. m
1 dita paaoos,;ARtbe S. & C. -
1 dita miadezas.; a E. da Cunha Medeiros.
2 ditas producios pharmaceuticos ; a P. Maurer,
10 dilas chpeos de la, de seda e outros, formas
de madaira, candes, etc.,; a Cbrisliaoi.
1 caia am piaa > ; ao mesmo.
2 ditas chapos ; a J. Silva Maia 4 C.
1 dita qnioquilhari; a P. P. d"Araojo Gaima-
raes.
13 ditas calcado, perfaaurta, obras de ferro ;
a A. da Silva Parla.
1 dita acido Ditrico. 4 ditas gornma arrbica ; a
R. Lima A Guimaraes.
13 ditas tecidos, lencos, chales e movis; a Ma-
galhaes A Irmos.
1 dita fomo ; a J. L. Bourgard.
9 ditas marmores e crystaes; a Isidoro Netto
& C
1 dita preparos para chapeos de sol ; a F. Ma-
estraly.
3 caias pelles de bezerro ; a D. A. Mitneos.
5 ditas chapos e cacados ; a Heiriqoe A Aze-
vedo.
26 ditas pannos, chapos, agalhas, calcados, per-
fumarlas, etc.-; a Lopes A Olivera.
12 ditas e i, fardo nerfdmri, Qtas, calgado,
agulhas, leogos, pannos, etc, : a Monteiro A Ir-
mo. v
Sumaca hespaohola Vtttat, entrada de Bar-
celona, coosigoada' a Babe Scrhettao A C, maoi-
festou o seguinte :
150 pipas, 140 quio.tos, 120 decimos vinbos, 1Q
caias papel, 100 ditas passas; ao capitao.
Patacho hdspaohol oslta, eotrado de Barce-
lona, consignado a'ordem, maoifestou o seguale:
182 pipes, 116 qaiaios e 108 decimos vio oos ;
a o capillo.
Sumaca heipanhoja Carolina, entrada de Bar-
Irmaos, manlfeston o
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do di 1 8........ 12:042*615
Ideado di 0,.............. 3WJ1M
12:388*802
...... -----------------
MOTIMENTO M PQBTO
Naci entrado no lia 9.
Triesteb9 das, polaca aatfaca Guisseppina
Francisca, de 321 toneladas, capitio Antonio
Vidovtcb, equiuagem 12, carga 2736 barricas
com farioba de trigo, a Amorte A Irmo.
Navio saludo no mesmo dia.
Para' e portos entermediosVapor nacional Para-
n, commaodaote o capito de fragata Santa Bar-
bara.
DEGHU6&KS.


.
obras da la ;
a Arautes A
O lilao. Sr. in3pector da tbesoorana de fa-
zenda desta provincia manda facer pblico qae (em
marc.do o da 18 da selerobro prximo viodooro
para o concurso qae se tem de abrir nesta tbfsoo-
raria para preenchimento das vagas de prtticantes
eilstontos nesta reparlicao, na atfandaga e na re-
i-ebid-.ra. Os oames tersarn sibu as materias
de que trata o l'.doan. 1* do decreto n. 3114de
27 de juoho de 1863, a saber : leitara e aoalyse
grammalical e yrlbographia, arilfimetica e snas ap-
plIeacSes ao eomesereio, coro especiairdado a re-
dncQo de moeda, pesos e medidas, ealculo de
descont, jaros simples e compost-.s, ibeoria de
cambios e suas applicafdat. U% ver ao previamente presentar a^nst reqoerimentos
instruidos de doeum^ut s trae {X9tff> idade com-
pleta de 18 annos, Isencao de pena e colpa, e bom
comporiaraeoto, na forma do artigo 3 do decreto
n. 2549 da 14 de margo de 1860. i
Secretaria da ihesourvia de fazeada de Peroam-
boeo em 3 de agosto de 1867. Servindo de offl.
cial maior, "
______________Jlmoel J_P|nlo__-_
O couselbo de compras do arsenal de guerra
precisa comprar o segaiote:
1 dozia dejimas coalas de 16 pellegadas.
2 d4tas de dilas ditas de 10 ditas.
1 dito de ditas ditas de 8 ditas.
1 dita da ditas ditos de 6 ditas.
2 ditas de dilas ditas de 4 ditas.
2 ditas de ditas marcas de 8 dita.
2 ditas de dilas meia cana de 16 dilas.
2 il.it.as de dilas ditas de 6 dilas.
2 dra-, de ditas ditas de 4 ditas.
1 dita de ditas murga da 10 chas.
1 dita ae ditas dita de 8 ditas.
2 dilas de limaloes dd 6 ditas.
8 resmas de papel carluxiobos.'
10 cosiadinbos de pan cargo de 12 a 14 polie-
gadas de'larga;a e 26 a 28 palmos de compr-
manlo.
Quem quizar vender ditos artigos presentera
suas propostas em carta fechada na jalla do cea-
selho as 11 horas do dia 13 do correle.
Conselho der < impras d* arsenal *e guerra 9
da agosto de 187.
Jos Maria Ildefonso Jacorai da V. P. de Merlo.
Coronel presidente.
CousulatdeFnijtee Per-
uambuco.
Mes chers compatriotas.
Le Te-Deum, destin a celebrar la (ota de S. M.
i'Eupereur, s^ra cham lo!5 aoui procbain, ml-
d, daot l'e'glise da la maison des eofanls trouv
(casa dos exposlos) place du Paraso.
Je remercie pobliquemeat les reverenda per
cipucins da Nutre Dame de la Penb.t, de la bien-
veillaote -hospitalitqa'ils oot toojoars Rfpnrri? a
ooiro solamoil nationale, mais il esl oatorel que
oous allions reodre grates au Dteu qui protgela
France, daos le pieox tablissemeot de: serv par
des oears el des prtres Francais.
Voos y vieodrez toas,je l'esfere,plus heoreox et
pas flers qae jamis de notre cbra patrie. A la-
double fie da l'Emperaur et de la France, ooas
uairoos cello de la paix, do-1 ooue exposition est
lo gage. Peodaot les sil mois de sa dure, prs
de quioze milliaos de visiteors (da 60 100 mille
par joor) se seront prasss dans s^n enceinte ;
lorsque ees souveraos, ees prloces, ees satants,
ca arlistes, cas industriis, sarunt revcuus aopres
de leur compatriotes, lis leur diront qne ce n'est
pliis la gaerre, mais les luites pacifiques da travail
et de rinlalligance qni ont pris possession de no-
||%loriaux Cbamp de Mars.
^Dans les sociales aotques, le moia mot desig-
nan 1'Elraogi r ei l'ennemi; daos oos societs
chrteones,Krc9surtoot cesgrands concoors de
liojostrie uoiverselle, l'traoger n'est plus qu'un
rival et i'molation a remplac la haine. L'avoir
compris sera i'immortol hoooeor de notre lele
de l'Empreur et de la France.
Le consol,
Osmio Laporte. _____
Go seibo de compras oavaes.
De oedem do lllm. Sr. presldaote do cooselho
fa?o pablico acbar se transferida para 10 do cor-
rente in*, as II horas da raaoba, a compra de
diversos objectos do material da armada que tl-
nha sido anounciada i ra boje.
Sala dar sessSes do cooselho de compras oavaes
5 de agosto de 1367.
O secretario,
Alexandre Rodrigoes dos
)
'
t
Patacho inglezCenturymercadonas.
iatporta^io.
Brlgoe Portogoez Duina, vlndo do Porto, ma- eelona, consignada a Tasao
nlfestoB o segaiote : ninte :
Albos, 41 canastrs Mendes A Coelbo; 77 a A. I pipas, 6 meias ditas, 61 quintos e 100 deel
J. de Sanios Anilrades; 203 a A. Lopes Braga mes tinhos, 500 Fesleas cebla*; 4C. "* fa.RECEBEDORIA DE RENDAS
Arcos de pin, 50 rodas a Manoel Teixeira Bastos. I GERABS.
Arela. 2 barricas a Jos Pereira da Cunba 4' Rendimento do dia 1 a 8
Pilho.
Azeite, 1 caixa a Caoba Irmaos A C.
Aieftoots, 50 ancoras a Joa Pereira da Caoba
& Filbos.
INTERNAS
7:86#34
Idemdodia9.................. 1:11710
9:802*377
A ojos.
Santa casa da misericor
do Recife
A lllm* junta administrativa da santa easa de
mis ricordla o Recife, oa sala de soas sessoes,
pelas 4 horas da tarde do na 16 do correte, re-
cebe propostas aflm de contratar com quem por
menos prego li/.ar a canalisac.au d'agua para o l*e
2* andaras do edificio em que fuoeeioaa o hospital
Pedro II.
Os pretendentes devero apreseotar soas pro-
postas em cartas fechadas no da cima mencio-
nado, podando receber informacoes oa secretaria
da mesma saota casa.
Secretaria da saota casa de misorlcordia do Re-
cife 9 de agosto de 1867.
O escrito,
Pedro Rodrigues de Sooza.
O administrador da mesa do coosulado pro-
''J'tincial, faz publico para que cbegu6 ao conheci-
meniosda todos os commaodaotes e metres de
navios e outros meios de transportes martimos,
a disposicao do art. 43 do regolameoto de 23 de
dezembro de 1852 abaixo copiada, anm de qae te-
ja o mesmo regolameoto nessa parle restricta e
inteirameote observado e executado sob as pena
marcadas no citado artigo.
Mesa do consalado provincial, 7 de agosto de
1867.
O administrador,
Fraoeisco Amyothaj de Carvalbo Moura*
t Art. 43 do regulamento de 23 de dezembro Je-
1852.Coocioido o carregamento de ama erabar-
cacao qae condnzlr para ootras protincias.do Im-
perio gneros sogeitos a direitos protheelaes, o
commaodaote delta apretepiara* o manifest da
carga, qae tiver a bordo, separando o .qae letar
por exporlago, baldeaco e reeiprtaeSo, quan-
do o administrador julgar necessarlo eligir' tam-
bera o llvro do prtalo para se conferir com as no-
tas existentes oo consulado provinciaf. O comman-
danteque deixar de comprir a^l'deter pagara' a
malta de 5 por ceoto do val''dos referidos g-
neros. ____________ .'
Sauta Gasa de Mis icordia
do Recife.
Pela secretaria da Santa .Cata d> Misericordia do
Recife se faz scieote aos ioquilnos das casas abai-
xo declaradas, qae se no praxo improrogatel do
15 djas nao vierem renovar a arrenaaioento da
masmas casas, serio dellas despejados judicial
mete, conforme deliberoo a lllm." jonta adminis-
trativa. .
Roa do Padra Floriano, caaa n. 49.
Roa dos Paseadoras, dita n. li, m8,
Becco do Qaiabo, dua n. 8..
Boa das Laraogelras, diu n. 17.
Roa do Pilar, ditas ns. 94 a 103.
Sitio do Fomo da Cal, n. 5.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 25 de jolbo de 1867.
O escrivio,
Pedro Rodrigoes de Sooza. _^
Pea sobdelegacia do 1* dlsiricto da fregu-
zla des Afogados se fas publico qne foram aprehen-
didos e recomidos ao deposito am oa vatio melado,
um russo, um cardio versnalbo, am czataoho e
entro aiato, qpem se julgar oo diratto ao, mes-
mos comparecam qae provando seo dominio Itres-
erio entregues.
O subdelegado,
Dr. Carneiro Monteiro.
II
m



.
c
/
I
m
t
ISS
larl* t lNmaJt*cft afiliado *o t Ago*i<> 4* 1G7
Santa Casa da Misericorda
do Recite,
Allma.juuu administrativa da Santa Casa di
Misericordia do Recifa manda faxer publico qui
na sala de suas sessaes. ao_dia 8 do^orrewe pe-
las i bora3 da tard tem de seT arrematada; a
qaem ms vaotageas offamcer ai rendas dos pre-
dios em seguida deefiratfos :
Eslatalecimeiitos 4t> caria4e.
K* odr Fleriano. V
ff* ^nt *-&......***$
dem dem a. 17. .....186000
Roa dos Pescadores.
vocas de bondade e syropatnia, qua serSo ama
saodosa, recordarlo (oda a miaba Tida.
Na ciarse que us preconcebas sociaee anda bo-
je, inlellztneate, verbera com o que qaer qoe, se-
ja de menos considerado, emeodestes qoe pediam
haver bomens de bem, como sois ; boma a tos,
qoe assim compreheodeis o seclo e bonraes os
artistas ( K' disto- que tos son grano: da eoaslde-
rac,io qoe lendes dado, v6shorneas de commer-
ceao actor eslraogeiro, nasses pequeos offere-
cimentos, nesses pequeos nadas, que para mim
tam multo Tilor. O diapo do opulento negocian-
te que safe* delicadamente da cabeta para retri-
buir o cnroprlmento do artista ; a mo deshonrado
bomem da eomaMroio, que aperia affectoosamenie
Casa terrea a. ti .. ." T"'~7 1M0C0 5 aclor> ^ QUtrM t**" alTfs de hqnestida-
Roa das Calcadas des qae me passaes; sao os meos diplomas de
dem idew.n. 3$.. '. 1H8#Q0Q I?**"'-?* *. Veono boje pagar-vos es Ureitos
n, Ru larga do Rosario.
Segando aWar do sobrado n. 84 .
Terceiro andar dem dem .
Ra a Roda.
Casa (arrea a. 1 kj*>.....
dem dem o. 7 .
Becco do Quiabo.
Casa terrea1 tt. 8. .... .
Ra do Encantamento.
Sobraqo de doos atoares n. 3., .
Ra do Padre Fhjriano.
Casa terrea n. a/j-.....
Patrinuort d wphaas
Ra das Larangeiras.
<** i?- '........ 192*000
da deRanfel
<>asa terrea n. 36. ..... 3010000
Rw da Upa.
Casa n. II. .<......(ag^oOO
Roa do Vigaro.
Primeiro andar do sobrado o. J7 181*000
, Ra do lar.
Casa n. 99, .. ... 356*000
dem n. 103.........S00#000
idem n. 94......... 201*000
Sitio n. 5 no Poma da Cal. OOOu
dem. n. *08 .4 .bu ... 144*000
As arremaucoaj, sarao feitas pelo lempo de nm
auno, devbdo os licitantes virem acompanhados
de seus fiadores ou muuidos de cartas destes.
Secretaria da Santa.(Jasa da Misericordia de
Recile 1 de agosto de 1*37.
O escrivao,
.. Pedro Rodrigues de Soa,
dt metni, com dedicatoria do mea drama, o pri-
300*000 m%iI0 qae escr6v8 ei trras do Brasil, e que fl-
301*080 u* par* aDl C0IB0 Pdrao, embora mesqainho,
, do reconhedmento qoe tos protesta o vosso
6*000 i Amigo e criado affeetaoso,
96*000 Ctur <** Loctri*.
401*000' *in S9'eBM'<"*r o anuiversaro da loaogaraoi j
*^ da (lustre academia
de Pernambaeo,
84000 P*6*001* V" sara" detalbadamente
.pormaiodecaruzes.
1 -- _,
ha ver a' es-
annu ociado
Approvado pela ftniljnjei
4* Mrrtlri, cana*-e7ndo no*
hoapilaea ate Parle.
aapra*ado pela facuUkaale
ale medicina, coiprrsad aa*
heapltaea ate Ptete. "
sferrn|iaiM a mais assimilaveis. O Elixir do IV THERMES empregado diariamente nos hospitas de Pars e principalmente no
,e Pajis). Administra se com o maior xito nas donnem de eonsumpcao resultantes da exhauM(aA *o eamgne, chlo-
^.iac gmaah^haakBtaav nnnAic na liomArrn :itiic 1M riliPa n aa in>!iil>K^i:r J r_i_^_ ._____:_:___________me> _' e> ^ __>^_ J~- Mnl
avisos martimos
O IIud. Sr-Tospecir d (besouraria de razan-
da desta provincia, em virfude da ordem da presi-
dencia, manda fater publico qua no da 17 do eor-
rente, pelas 1 boras da tarde, e oeraote a sesso
da junta da me.-raa fhesouraria, serao arrematados
"por qof.su mi r.'pReco on*erecer,( os raparos de
qoe necesita o ;n-irt) ; aoliga latra da ofer-
oiaria militar desta c-jpital. As- pessaas* la "quero
convler dita arrtmata9a, devero comparecer no
lug^r e hora cima rnetlcioBadcs, onde sero ios-
trmd.'s dus diioi r-pacos, mostrando-se-lnes o res-
pectivo ornamento.
S.crlaria da'ihasonra/U it> hienda da Per-
OfKBbU'M cm fl de agosto do 1167. SerViudo d
cnlftat-maiory **
ttanoel Js Pinto.
COIUPAIHIA
DAS

Arremataco
No da 14 do wroatev4Bpois da a_u lien-
dado juiz muni',ip:i'da 2.a vara, tea de se
arrematar um sabrado ded')Hs an Jares e so-
t5o sito ra de Hartas a 2. com o oito
para o largo de Carmo cora diversas varan-
das; a rejuenmento dg Fraacjsi'o Jos d
Arauj como tsg'a'aeqteiro de Narcisp Juj|
da CjSU
Messageries Imperiales
At o dia 14 do correte mez espera-se dos por-
tos da Europa o Tapor francet uniu, o qual
depois da demora do costume seguir' para a
Baha e Rio de Janeiro.
Para condicSes, fretes e passagens trata se na
agencla_rna do Trapiche n. 9. ^^^^
WtMIA PEKMMBTm
DE
Navegae* cosleira poi- v^tr.
Parahyba, Natal, Maco, Artcaty, Osar e
Acaracri.
O vapor Piro fama, corauaa*
daote Ti rrs, seoe para .os por-
to< luna (adioato? no dia 14 d
crrante pelas S horas da tarde.
Recebe carga at o dia 13 -, pas-
sageiros, eucjmmeodas e dinbelro a rete al &s
3 boras da tarde do dia da sabida : escriptorio no
Forte do Matos D. 1.
-------------------------------------------1 ---------------- i i i i .
Bahia,
O hiato Douslimaos pretendn saguir com prfs-
toza ; pura cara, tratase com Tasso Irma.i, a'
ra j ^mjn n v. 39, ou com o Sr. quintal.
:^'.V Para a EES
*f3fWfen4* sepuir rym niiiiii hrefldale a Tell^ir
V
Occupa o primeiro lugar entre as prej
Htel-Dieu (aervioo d* Faculdade de Me
resis ou eore_paJl(d, Huerc" hremea. ewjeeile depois das riemorrhagias, ou durante ae eenvalescenciaa deeDres perniciosaB, sHffoc0ico7e nalpducoee das taul-
heres pejadas. Nao menos efficaz contra o rarhltlsmo c obra poderosamente para os horneas cujas fprcas estam escotadas pelos trabelhos intelle'ctuaes, ebusosde todosios 'gneros, etc.
roiua-c eem a denle ele ana (UkeaHeaaaB elepals ae ceulei reTclea.
Depoelte grer! na phaxmaok, tlBMiinuJ 43 e em casa de B. GALLOIS, phaHnceutQO do S. M. Imperador, place Vendme, eea Parle
,, BepeMlto eaaa PEBKAHBCC9, P. MA.RSR R Oj em t^du as Phannadaa no Brazil.

------_
S
'
Ao publico. ^Ite4a para os banhos !
D. Anna Francisca da Foo*eca Pim-mia aclara, p'"nii; ap sobrado de um aodir, variada
ao respeitavel publico qoe nao deu procuragt^, de. ferro, quintal murado, teo urna vista pitoresca f
m autoosoa que* pba ecrlpta quer por, outr psra o mar e para trra, na melh.r na de Olio- '
qualquer fonaa a pessei algoma para em fu no-1 aa e c prnario, paruBa casa terrea no Benf*, ain-
me comprar, vendar ou fazer qualquer negocia da que eja peo,u,,oa, mas que techa quintal e ca-
ou traoscco, asakn poUdeclara que. nio se res-jclmea, e seja propria-: ^uem qulzer aniiuncie.pi-
ponsabilinra'de Boje am anje pir qualqaer ra ?er procu ado, oo dirija-se a ru* doBrnmnu-.
transpocio ou negocia qua t^ *" ruine .-ilguem o
rafa. Recile, 9 de agosto de 1867.
Aloga-se o pequeoo
soto u ra do C^iatjouQo
14, sobrad o.
uousobiOo
loucq o. 20 :
de um
na ra
andar e
Njva n.
rjrMfilo mu
Pela admWKgkc^o do crrelo desta cidade se
fai publico que ero' virtue da conven^o postal
cetenra& pelos go'v'erno bras>l-iro e francez, se-
rao etpeilas mala? para Europa no dia 15 do
cor rente p^lo vapor inglet Shtnon. As cartas st-
rao r^cebidas a(4 horas antes da q,ae or marca-
da jaja, a sabide da vtr, e os jornaes al 3 ho-
ra?'antes. '
Adtthllstrecao do cjrreio de Pernambueo 6 do
agosto de 1867.
I O administrador,
Domituos dos Passos Miranda.
TflEATRO
DE
l
.
Protesto
Tendo o padre Jos de Jess Mara de Vvc<>n
cellos declarado em sea solerbno testamento %jda
devera pessoa alguma, protesta-se usar de todas
tejeioi civis e criminaes contra qutra s apre-
seolar izsnJo-se i^redor de sua twani.M pir ai-
fpm papa1 fjja f^Ujia ie se deaioo>irar,i.______
Gabinete medico
a premio i el >
em meaorar
JllO
nog
te ca"r-
cirurgieo
0
$v. igiicit Alcibiades V(!!i).o
Bode ser procurado a qualquer bjra do dia ou
la nuite prestando se aos chamados fora da cida-
le, com todafa pr6mpti&.i. Pratioa quaiquur ope-
raga. Da' corftuta* das 8 as 9 horas da 'nsnhaa :
roa da Iraperatriz o. 86.
~2-------------__2__-J %neM^aacJ0Diil Hortencia, tem parte de sen er-
riefWnento prompto, para o resto qoe lb^ falta tra-
ta-ddem os seos consignatarios Antonio Loiz de
Olleetr* Azevedo & C, no seu esoriptorio, ra dt
j^nz o. 1.
EMPEEZA.- COIJBkA
Sabbado 10 do correiite.
A lerceira representaco do drama em
actos, de cost ;mes da provincia do Rio-
Grande do Sul, original do Sr. Cezar de
Lacerda, intitulado : ,
i) nmmu ims coxiim
m Oflerecide e dedicado
Ao respeilave' corpo "o comniercio de
Peiv.aaihyci.
INTERLOCUTORES.
PEUSONAGENS. ARTISTAS.
O coronel Estanislao, rico es-
ancietro e xarqueaar .. Thomaz.
Jabafir, seu feilov. C. Lacerda.
Dr. Claudjuo, fiUio do coronel, Jordant.
Abiii Marugip!, proprietario
e xarqmadr.....Lisboa.
Jos Gravel, engenheiro civil. Peregrino.
Leau, negro, pagan do coro-
nel. .... Teixeira.
Joao, capataz dos troperos Barreto.
Silvina, filha do coronel D. Falco.
D. Elpidia, viuva, rica estan-
cietra......D. Clelia,
D, Tnereza Marugipe, me de
Abilio....., D. Jesaina.
Brauiia parda, mocamba de
SUvina......D. Julia,
Um Gaxo, guerrheiro do
E4ado-Oriental. ... v GuimarSes .
Tropeiros da estancia do coronel Estanis-
lao.
G'ierrilheiros do Estado-Oriental (Mon-
tos).
A aqj*o passa-se na provincia do Rio-
Grande do Sal, prximo da cidade de Ja-
guaru : comeca em 1864 acaba e'm 1805.
.Decoraces e vestuario caprixosamenle a
caraeler e verdade.
Terminara o espectculo com a primeira
representado de calembourg em 1 acto,
original do'Sr. Duarte de S, ornada de
musica do maestro Casimiro '
UM PAR DE MORTES
ou
A VIM t UM PAR.
Desempenbada pela Sr.a D. Falco, C. de
Lacerda e Jordani.
Paro o Rio de Janeiro
pretende seguir com oiutal>rvidade o patacho na-
cional Beberibe, tem parte de seu carregameoto a
bordo, e para o resto q's Iba falta e e.-cravos a
frete, para os qaaes (em excellentes commodos,
tratase com os seos ciusiguaiarios Autonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C, ao seu escriptorio ra
da Croz n. 1. w
COMPANHI^ PERN!MBICAN~
UE
i\'(vegaca eos eir pur vapor.
Macei e escalas, Penedo e Aracaj.
, O v[ior Ipojwca, commancian-
te M.irlin-, tugu- para os portos
cima indicados no dia 14 do
correte as 5 horas da tarde. Re-
cebe carga al o dia 13 ; passa-
geiros, encommendas e diuheiro a frete at as 3
horas da tarde do dia da sabida: escriptorlo oe
Forte do Matos n. 1.
LEILQES;
De dividas.
O agente Mariins fara' leilao por ordem do
Ulm. Sr. Dr. Clandloo de Araop Gaimares cn-
sul portugaez, das dividas aotivas do a jsenlu
Fraocisco Mara de Miraos na importancia de
Sol540rs,
HOtiE
No armazem da roa do Imperador o. 16, as 11
boras do dia.
Sscriptorio de advogaRia
O bacharel Laurino de Maraes Piobeiro
S ndvoga no foro desta capital e deaici se
| specidlmeote a causas ooiouieiciaes ;
i para o que pode ser procurado eat> sao
5 e-oripioria a ra do Apol.o n. 47, das i)
[ horas d* awobia a 3 da (ardo. -
ism eo t <.'
la
Feii J.s de Qaroi, nacido sen pi-roas, coa-
vida ao r-espciiavel publico paga a^i.uir a sua
canuira a(=4avall uo dom,ig'U do errent a-;
3 para as i bou* di urdAa^rua do Imperador e
ra Nova, < .
Preclsa-se de mu ama que eoslnti e co n-
pre para p.Tea familia eSim* mitra par.a andar
comcriau^as: na roa AogUi-la o. \,\* andar.
ef
raara.i8_
ilanoel Marquea de Abreu Porto, .:om arma-
zem ta ra do Trapicpe u. 14, roja a< pesso^s que
tlverem contas com o mesuio armazem, de apre-
sentarem at o dia (2 do correte am de serpm
pagas, visto mesmo pretender contratar sociedade,
e a nova Arma n.io s^r responsavel por debito de
cada om dos/oeioj.
PtecIsa-sedinpOC
seis uiezes, comf^irat.
sadio : qaem quTter fzer es* teVo^lo,' *?t_
ta nesla iypraphla i-.um,^ ipifi.ys'L. I. A.
Offere se u:n ptimo cosinfieiro. 'negrj, sinda ;
mogo e d.-j bons cosime*: a tratar na ruj V>
Trapiche n. 46.
= Precisa-.-e dn um criad) para comprar e ir a
maudaiios : na ra do Mondejo o, 97.
Maooftl Lopes P*nt sui 1FT
ra-se para Lisboa.
Xo dia 3 a noitt do eorreate. mez desapnare*
ceu do caes do npibanae, lugar Ji uoiu-j* i ,..iu-
i te-velha, un? cepos da pdra doti^Me; tei \^AV
guns dons palmos e meios, e ontros palmo e.meio:
quera sonber deiles dirija-se a serrana do meso
logar, :-iue dando nattous, sera' generosamente
reainip^nsado.


PLEPlilllDAA FUIO
POR


i
. ..
.
4ilid

' '
Pbarmaceutico pela escola de Paris e successor nesta cidade
poxtugo'iz, reo-
DE
'
Aristide Saisset e J. Soum
*.------Roa da Crn^-2*.
'



-
I
.%'"^$;>
Precisa-se de um ama qoe saina
comprar pira-o/ts ^elu-oem sri'.oiro
na pnise da Indepen laacia o. 4.
cozl'
a
mineral Tratamt0 Puramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, era oulro qualque
Verdadeiro puricador do sangue sem azugue. '.^
Especial para a cura de todas as molestias que tem sua 0F*,m flaUapure a do
sangue, como sejam as raoestfes boubalicas, sjvbiliticas, esciophulosas. darUirosas, ouer
mar I pnbam ellas por h.erejitariedade, quer sejam adquiridas pelo contacto com pessoas iu-
- iratar: ifcccionanas dos OtFrsos virus- que conlaminam o saogug e os hmor.-s*
-- '. n ->A carol>,a ura remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos .indios
n^v*"''TI '''S'S4' '(;';vin{- 0 r" dn Brf' e Piando seaus- degerado era geracao, how um dos lemedin, dala co-
C,ZS^SSXff& SFk ToT^S PnnP:.leP,arrlf0m?atlr M ^^ WW^. Mo nesse nume-
Joaqun) Antonio Pereira da Sitv.i e Josa Rodn nurpuea ou eiepwnnaseg/ psra cujo curativo os nossos sertanejos considrala a
gues da Silva, a ?s (.boma da rm do 9ate;reiro caroba Como remfedio especifico.
a. 94, ttfffl e desembaracada de qualquer onus:: A muito fempo ontrou a Cftroba nos formularios como preparaco magislral
US d"ir.oMLt^,.Vt^^^ ainda hi! 'obrado naspharmacopas'com o nome
praso de tres das. R.-ciie 8 i, "2 7. ,.------r.* "j >j. O ungento de caroba da mesma sorte precinoJo j^ao iwiipua uuim<>s-
Assci;-.(a LosuiaccciiAt u^ueuteate riaes como o mais aprnnriin v> ourau.v .tos Doubas e ulceras syphiliticas srdidas,
nd tt^TSSaSfc 1 cm,:v;;'aca7";: L^SJES pTrfoveito. *****de Tptt,,icoa appticac3de muitos oqlros 3gentes
.traordinanadc.a^enhii .era! di mesma, *f* werapeuticos enrgicos e de uso quotidiano.
! de tratar -se sibre .conveomeM pniuereietts, Muita< do nossos mdicos de cousideracSo. e entre elles o muito distincto pratico
com relaco ao praso te cambios
convida os se
a convocacTi
do corrale
/fssoeaco Commerciai Beno'ieente
de 1867.
Candido C^GaeJS Alcoforado
Socrutario.
AlexandriooThomaz.de /.quino Coelha e sua
senbora D. A,urea Claadfa G-jelho. mandara segun-
da tetra 12 do eprr.nte mer, clekrar urna misa
resada na igreji da C>acei;5o djs Miiares as ('
O abano assijjoado previne ao -a. Antonio
ih Albnqiierqoe Hotlaadj Cvale nti, que o seu
morque Terpoclo qoe S. .S. alngou ao abaizfl a>-
slgoadoftiae de novo acha-se fgido, (codo saJtfda
boje as 8 horas da rainha
de agosij mente as que teem sua sede aa pello, e poderiamos relatar alguns casos de dala muito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em que a caroba produzio admiraveis
efleitos, depois de imeis e prolongadas applicaces de salsaparrilba, mecurio, iodo, ou-
ro e seus preparados, etc., etc.
IU horas dam,^a,trUe-sl3Slmo^a do passa-! d.ru., d'.odo ^^^.8681! l^S^lSi^'f ^'^ ^T Sc^rfe^ R^ 'tro dando is mais
meato de HaooaKAmbrjzio da Conceici) Paditha pBd& a Sr. Hollauda o inm^imento. do contrato iJ?.:_ __ViOrma9^es Sl,re ? propriedades curativas da C:iroba 8 plWWrtswdd-1 como
Nno^ra possivel que urna plaa lac notavel por suas inappreciaveis virtudes es-
capasse a perspicacia e investigacoes dos mais abalisados praticos europeos, que se ap- '
plicam com especialldade ao estudo e tratamento das molestias sypbiliticas e herpeticas
e para prova abi esio os Srs. Drs. Casenave, '
e coovld;m n^n amisos
n .Jj.
e par-ni-s do mesm > :i
Aluga-se
-^ Quera precisar'de urna escrava de
ra andar cora crianzas ou servaos d-
se a 'ta Novan 7, 1 andar.
14 aaoas p-
sala, dirji
Armado p.ir s. S. em 8 fe ioft do errente arfnoi remedio poderosisiirno para o tratamento das erupc.oes cutneas, seceas ou suppurativas,
Kecife 31 de juiho de I87. dartbros de todas a qualidade, ec emas, ulceras de diverras uaturezas, tumores, osseos
_ Hojiiu j iseph d ouveira pigueKadf. e outras muitas mdesiias de natureza syphitica ou.boubatica.
- Precisase alagar nma ama que saina bem "^Por ter-se generalisado muito o uso da essenci, : earoSia
W^URV^SBiV EFlSiK Seekn? SlaDCaS d8 variS medi*s
iraff
laudar.
Qaem precisar de una ami para Csa
p.uca f^iilu, dirija s* a ra do WWf B. 9i.
De divida?,
O agento Martlns fara' leiiao a requenmen
d-> curador fiscal da massa fallida de Rodolpho
Tavares de Sooza e por maadado do Illm. Sr- Dr.
jaiz especial do comoeercij, das dividas activas
de dita massa na Importan h da 9425440 rs.
HOdMB
No armazem da ra do Imperador n. 16, as 11
horas.

El
De 25 caiis com queijas flam igos
Sega-da feira 12 do correte.
O agente Pestaa fara' leilao por conts e risco
d- qoe'tr pertencer de 23 calas cora queijos fia-
mengos desembarcados do ultimo vapor e sabidos
da alfandeg no sabbado, serao vendidos em nm
ounrais lotes a vontade, no dia cima menciooado
as 11 horas da maohaa na porta do Aones.
AVISOS DIVERSOS.
AO COMMER.CIO DE PERNAMBUCO.
Seottores.Permitti qae vos d boje am pro-
va de gratido.
Co-turaado a ver o artista por ontro prisma moi-
to diVreatedesse por onde geralmente o veem,
nao s dos applaosos com que me bonraes, qae
nasce o menreeoobreimeato; nao da vossa con-
correncia aos meos espectculos nessas roites de
feslu artstica, a que desgraciadamente ainda se
chama em tLechoologla tbeatralbeneficios : da
maneira cavalheiros, da orbanidade com qne fai
por vc- recebdo. Portador de algomas cartas de
aprisentoQao, qoe, por acaso ou providencia, erara
oe b iineus de commercio para seos collegas, re-
cebestes-me como amigo, e nao anleamente co-
mo apnsentado. E' qoe o llloetr commercio des-]
la cidade, .nao s a nobilita com o sea crdito, mas
at com a exemplicacao constante deque a bqs-!
puiiJaie a ped/a de toque da civiitsscao em
fijialousr pait.
Se coma actor teabo obttdo a ventura de vossos
apolansos; se como etcrtptor j, antes de aqu
ehegar.aaebaelels honrado eoe vossas palmas,
come Jwmem (en Jes-m? dido provas tao inqui-
Tendo-se desencaminbado do poder da her-
delra do finado Delfino Goncalves P. Lima, abaiie
asslgnada, ttulos no valor de lOOJOOO, qoantia
qne foi prestada pelo mesmo Arfado para a edifica-
gao do tbeatro particular denominado Apollo, boje
casa n. 26 da rna do referido nome, no bairro do
Recife desta cidade, sendo em cinco prestacfos fei-
tas era 18i6 : declara e previne a dita berdyra,
que, nao tendo ella, nem o fallecido DelGoouop-
galves Pereira Lima, feto trausaceo algoma, pela
qual fossem cedidos esses ttalos, ningnem sean
ella tem direita aos mesmos, e roga a quem quer
que teoba acbado os referidos ttulos, lenba a hon-
dada de manda-Ios entregar a' abaixo assignada.
Mria GandUa da Srjva Lima.
ftooooo e aooowo
Corre depois d'amaai
Segandafeira 44 do correte se estrahi-
r a Ia parte da l1 lotera a beoefteio do
patrimonio dos orpbos ($*.) ...
As encommendas serio guardadas gmen-
te at a norte da vespera da extraccSo.
O theaooreiro,
________Antonio Jos Rodrigues de Souz>.
-v Precisa-se de costoreiras para coser em ma-
chinas : a tratar na ra Nova o. 23t toja.
Cr-iaAo
Prensa se de qm criftdo for^o ou captivo : na -
ra e?trei>a do Rasario n. 28, sobrado. _
Amaral, More ra & C. pi-.ieu.tificam ao respei
tavel.DUbliiw e com especiatidade ao crpo do com
merco; que o Sr. Jos Salgado Lnha deixou de ~ "f ?ma vaa "
ser seo caixeiro de.de o dia S de agosto do c^r- ParJr _G'.? f^lfe l:iaL'^
reate anna.
Ao carpo do comme;c>o
Como de ordinario jolgam ral a reputaco de i
nm caixeiro quando sua sabida annonriada por
seos patrovs. o abaiso asslgna,do de-clara que
quera se DESPED10 d Amiral Moreira & C-,
por iie ue convir a todos o* respeito:.....e qoe
por honra e delicadaia calj.
Jj^ Slgalo Zenha, _
Ipfuautladedas alraas, erveta na ma-
triz de S Fr. Podro Goncalves do
gecife.
De ordem da rejega regedora sao convidados to
dos o* Irmos a se reunlrem ,no consistorio da ir-
mandade, don.ingo 11 1o oorrente. as II horas da
raanha, para em me-a geral se tratar.de neg
de importancia.
VenJe-sn um jketo da Costa eque fo. mu
| anuo- embregado un se vico 'e paiana : ua pa
i ja Oj Boa-vista u. 4,
Vende-si- ama vn-ei ir a leiieira prxima a '
de b> ij'i.'ili>
d de : ni e-ciiila dos Anlictoi no sitio do Sr. ma-
ior Birros.
-------.
que eu pre-
s ae varios meateos que desejam continnar em suas observages,
a ter promp'a urna quantidade di mesma essencia, obtida seu a aefao do
de ogo, para nao prjndicar as propriedades medicamentosas; e d'ora ero, diante e con-
trar-se-ha na minlia pbannacia sempre e em porgo suficiente para iodos os pedidos a
^ ESSENCIA CONCENTRADA De CAROBA, e o ngucuto da mesura.plent pan que nun-
ca Uop aos Srs. mdicos que qnizerein esperi;tut^r to proci o ;geute,iatdiciria.
Recife de F^ruambuco, 17 de outnbro de 1866.
ia Grande d \a/te
V.ende-se ou jiermoa-se por u'm barcada
propnedade Palmelr 'os Viados no termo do Ce&-
ra'-Melnm desta provincia, com grande macbi *
triangulante ferro para raoe cauna,^ caldeiras '
(ambem de ferro, alambique de c^bre e c.-a de
Viven i i. oqlui 0*30 bragas de frente o terreno
banbaflo pe'.o Rio CMnrBetfini pr-prio para
plntacao de canoa t*n1 j mais do meia legoa de
lu-iu'-! coiupreli-nden'lo tambem a risco.. Tem
Cijrca '- 90U oesilejar^ngeira.- e U-n-ir3S grande
c.qo;:;.i. e outras arvores da frueto. E-U eacel-
-o:.; I-i v-nlo--- p >r 7:0005 '^tt Prrau-
iase por ma bifca^t q-j n a nal valer:
qum pr.reiiler comprar ou permutar dirija-se na
cidade do Nata; u Sr. i imingos Hennqua d
(;on6Jsturlo"7 de ago-to de 1867.
Jbaquim Xavier Vjeira Ligo
Escrivao.
.f em Peraimpueo aosSc*. Ta sj A Irmos.
O Sr. JoSo Antonio Lisboa-de Oliveira queira
azer o favor de vir a roa das Crui-s n. 41 A,
pois muito se Ibe desej fallar.
O.ltajia, :u t>..r.i' ^as Sji^. Barroso.& Hvnrt_ht ua
l'arahitia ao Sr. Fraaci;Cj oa< Chagas .Gilvaj, e
[rinaotlcde acadmica de i. N.
do Bom Gonselho.
De conformidade com o art. 29 do nos-
so compr ,mis? > participo a todos os nos-
sos chari-simos ir raaos que domingo II
do corrente havera* msa geral afim de
prooeder-se a eleico da mesa administra-
tiva qae tem de reger esta irmandade
no anno de 1867 a 1868.
Coaantorlo da irmandade acadmica
de.Noss.'. Si'ohor^ do Bom Conselho S de
agosto de 1867.
I. N. ToleoHo#deCrvalhof
Secretarlo.
Para liquidar
Vende se gilbs de palhets. ^.^^.0**- am relia
para antis 5o- de tgrejas palos segoiw"preR-)s :
80, 160, liO.rs. a vara.
Ei!:gdt!h3 amareli i e branca a 30 ra. a vara.
Rico pvatiado a.80 rs. a vara.
dolante largu a'200 rs. o covado.
Qo-.m preiis^r uc.ve aproveUar a ojcasijc; por-
quu lalv?. uuni mais pu^sam comprar por tal
prer;o a e^es melos Jwaiissmos preco3 uoi-
cameate para (echar oontas^e comroisso : isto
* se eiKoutra na luja da (ateudas do Passo ra
oo Gremio d. 7 A, esquina da do Imperador.
'+. Veodem-se as madeiras a casa Incendiada
da rus da Lrur : a tratar na mesma rna n. 50.
Na ra do Imi>erador n. 73, 2 andar, nreel-
sa-se alugar urna sosiaaeira ja de tdade.
________________________________________------------------------------------------------------------------------------*------------------------#.
Nessa Senhora da r.oaceic o dafiscaia,
na igreja da GonoeicJifi dos Militares.
O encarregado de faier a festa da Senbera Q>
ConceiQo da Escada este ano roga aos devotos
da mesma qoe, pretendtodo fatar a saa festa, np-
rm nao o podendo fazer sem o amulo dos mee-
mos, vera pedir qoe o coadjuvem com o seu auxi-
lio,' par qoe possa tater a festa com algam bfi-
ibantismo : o qn M0 devotos sua esmiflrptfc^m ou tao pi e reli-
gioso, pelo qae a Sfc* J* Conclcio da Becada
os enchera" de grcat bet?ao,
Os abado asngnados'%visam ao reipeHavel
publieo e com especialidarJe no eorpo do commer
Sompaimia geral Iiespankola de
/ a vida
AfITORISADA PELO REAL DECRETO DE ti DE DEZEMBRO'DE 859
ANQUE1ROS DA COMPAiN'HIA
9 JSnaeo de cspanha
-
^oguros sobre
PIRECCAO GEHAL
Hadrld: Roa de S. Agoslloho
n.IO
Sftaac da companhia em 15 de jufibo de 1866.
Apoiices 19:700 Capital Rs. 17:14W670 ou moeda brasilera
R> 18,714:476,5000 r
A Nacional abraca .toaas as conbinaces do, Se^uco de uperviveu^ia'rj'etta pode
fa7.ep-se3'ib}crif)c3 > \ ai ido que- em nenbum. caso se perca o capital imposto pernos lu-
iros correspondentes.
TJma afianga -ieposUada.nos cofres dojestado, garante a boa administracao da co
paphia.
Os fuqdqs da compaquia se iavertem em (itulos do estado c se depositam no baa-
oc de Hespanha cora iotervonco do delegado do 'governo e do conselho admini tralivo.
A cpmp3nbia eslranbatoJa a emprezi ou .spicuteco pengosa, e os titules em
gue se invertem os fundos inp s na rm,esma, no-sa correm o menor risco, pois estao
garantidos pelo governo, podea,tqnqcao da a tor p.eizosd
TT-------------------------------------------------------------------------------------------


DE


J.
DE.
VIGNES.
o que abriram sen escrtptorlo de eoewnlgsftw da
ra dTCruTo: J3 1' aTTWbnic (Sije.,
te anno, spb a Arma de Ramos & ?MPMl, Be
cebem todos os genaro* de doro e (ora da pro
vincla.
Jos Bom Ramos de Oliveira.
lementloo Moreira Temporal.
\
X^ROPE
Dli CASCAS DE LARANJAS AMARGAS
j/e 9. P. Laroae, pharmaeeutieo
em Pars
35 aanos de sdceessos attstam a saa eflicacia,
como:
tonco excitante, para ajudar as func-
c9es do estomtgo, assim como dos intesti-
nos, e corar as doencas nervosas, agidas ou
chronicas.
iomco Ain-piEAyoso, para, corar os tncom-
modos perco s)^ p^ dcenQas assim evita-
das, e.para facilitar digesjo.
ANTi-PERiODico, contra os calafrios, c/o-i
res, com ou sem intermittencias, e que tepm
per especiQcos as substancias amargas; tam-
bem efficaz coqtra asgastrites e as gas-
tralgias.
tnico reparador, para combater a ex-
bausiacSo do sangue, dispepsia, anemia, es-
gotaoientQ, inappeteacia, langor etc.
Deposito em toda as pbarmacias a casas
de drogadas 00 feaaU. ... ""3 .^frvcSveis-que-era oofco-qa,|qaer
Expedigoes.. em casa de J. P. Laiore. roe tio. ft^^^gSu oo. A cop.traur nesta coa Doi
55.
X. 55. RA DO IMPERADOR X.
i piauos desta amiga fabrica sao hoje asss c^nheeidos para qae seje oecessario insistir sobre
ua, superioridade, vaniugense tarandas quaafferecem .ios compradores, qualidades estas loconitsta
.ais qge elles tem deBnitivamente ponqaistado sobre todos os que tem apparacido nesu praca ; po
anuido um teclado e machinismo que obedecem todas as vontadas e caprichos das P1"}^""
timea falbar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feto nltinaoeEtt e,fc0^St'miSL
tssbot para o clima deste paii; quaato s voses, sao melodiosas eflauudas, por uso muo agraaa-
^^^TSSau^^ aasta .'allomo ^f-^^S,S*
rresMndeme de 1 Vignes, era coja capital foram setnpre premiados em todas as "?
Kesmo esubelecimento se har sempre um eiplendido '^r^S-^tS S
inores autoras da Europa, assim romo harmnicos e pianos memeos, sendo todo vendid por
MeceftCQio)pffl.raioavei8.
_______________________________________.____________.____ .-----------*--------------------1-------------------------------------------------
Novo egpande deposito d superior oaivio de Carditf na
Antelo Gomas dos autos & C, roa Santa Barbara n. 1, esttp habllitao;o; a suppnr da
des Ltons-St-Paul, 2 fraris.
I
deposito, a todos os nivibs a vapor qua
mingos Alves Matheas.,


Marte le Pernamlme* sabbado i de Agosto de 1867.
PARA OS EXAMES DE NOVEMBRO
Jos Soares de Azeved, professor de lio-
goa e litteratura nacional no Gymnasio Pro-
vincial do Recife, tem aberto em sua casa,
ra Bella n. 37, cursos especiaes das se-
guintes materias, para os alumnos que li-
verem de fazer exame em nofembro ppoxi-j
mo futuro:
Ungoa Frunce/a.
Cieographia e Historia.
Phllosophla.
Rhetorlea e Potica.
fssoas que desejarem estudar qual-
ssas disciplinas, podem dirigir-se a
residencia indicada, de manha at s 8 ho-
ras e meia, e de tarde a qualquer hora.
As
quer
AOPliBICO
Nraguem, fata transa'cco com os bensde
Sebastiao Acioly Santiago Ramos, ofcial de
descarga, pois se achata arestados para pa-
gamento de seos credores._____________
Pracisa-se de um distribuidor para este
Diario: tratar nesta tjpographia.
Precisa-se alagar um moleqae oa negra pa-
ra tender; na ra das Aguas Verdes n 46,2* andar.
CASA DA FORTUNA.
Aos 6:000,11000.
Bllhetes garantidos
A RA DO CRESPO N. 23E GASAS DOCOSTUME
O abaixo assignado venden nos sens mnito feli
es bilbetes garantidos da loteria que se acabon
de extrabir a beneficio das familias dos volunta-
rias da patria, os seguales premios :
N 3048 bilhete toieiro com a sorte de 6:000,}.
N. 1650 doas meios com a sorte de 2:600,5.
N. 3530 biihete ioteiro com a sorte de 600$.
N. 1258 meio bilbele com a sorte de 300*.
E outras multas sortee da 100$, 40$ e 20$.
Os possnidores podem vir receber seas respec-
ivospremios sem os descontos das leis, na casa
da Fortuna a' roa do Crespo n. 23.
Acham-se a venda oa da 1* parte da I* loteria
a beneficio do patrimonio dos orpbaos, qoe se ex-
trabira' segnnda-flra 12 do crreme.
Preeo.
Rilhetes.......... 63000
Meios............ 3$060
Qaartos.......... IJ'OO
Para ai pessoas que compraren de 1005000
para cia.
Bilbetes.......... 5$500
Meios............ 2$760
Qaartos.......... 1*375
Manoel Martips Finia.
Pede-se ao Sr. J. S. de Menezes, morador em
Trombeta, o favor de inando vier esta pra$a
comparecer na ra do Monego n. 97, a negocio
qae o mesmo senhor nao ignora.
"lOMllGRDOR
Jos Anacleto esta junto a igreja dos Marlyrios
n. 138, tira mui-bem denles, separa, limpa, e
cbnmba mui bem os dentes turados, sangra mui
bem e applica ventosas a qualquer non, a chama-
dos por escripto.
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PHOTOGRAPrlfA
YILEIiLA
RA DO CABUGA H4, i 8, ENTRADA PELO
PATEO DA MATRIZ.
O nosso estabelecimeoto pbotographico
est sempre em dia com todos os melhora-
mentos e progressos que na America do
Satisfeito o invencive Veado IIraneo, comasmaneiras attenciosas com que
'olacolbido pelo respe&avel publico dasta briosa provincia, a ponto de que mui tos a por-
fa desputaram a satisfaco deserem os primeiros a comprarem em seu importante arma-
zem, se-desvanecejj declarar com toda a lealdade de que capaz, qoe est cada vez
mais animado, n3j s pelo bonigao aeolhimento qae tem recebido, como pelas forcas de
que Aispe porque ati boje nao careceu ainda dos preparados de jurubeba, nem do
xaxope alcoolico devlame.
O Veado Braaco, declara a qnem ainda o nao eonbece qne n5o um
desses bicharocos intrataris que por ahi vivera com figura banana; domesticado no,
ameno paiz onde a amavel Aguia Branca vio a luz do astro bemfeitor, elle partidario n^"61 ou ,D.a ^ur0Pa M consegue na arte
desse invejavel 3graao e sinceridade que com Unta gravidade se desprende do sea #&otograpbica, para alcaocarmos tal fim
bico encantador. nunca poupamos desperas nem sacrificios,
O veado Braneo, como todo o homem civilisado, ama a soce.dade dos de sorte que os nossos numerosos freguezes
bons, gosta do centro do mundo elegate, usa do tnico de Jayme, para previnir quelhe,Podem ter certeza,-da que sempre encon-
Iponham a calva ao sol, vai a compaohia des Bouffes Parisin* e no meio do partido del1"'50 etnnossi estabelecimeoto tudoquan-
madame Adelie, elle tambera atira-lhe o seu lindo bouquel. !l0 a arte fua aot3 ofrecer de bom, no
I Digne-se o benigno leitor de jurar as palavras sinoeras do sincero Veado ^ evelbo mando aos amantes da pho-
Branco, e venha prover a soa dispensa do quemelhor se pode encontrar n'um estabe- l08r i,a-
cimento de^olbados....
A modicidade dos, precos, comparados com a boaqnalidade dos generse,
bom modo com que se recebe os seabores compradores, deve cortamente convidar as
pessoas que ainda nao vieram nwsa casa a azer parte dos amigos e freguezes do nosso
&>
l
Residencia e consultorio
Medico cirurgico
no
DI*. ADlOBlo Dnirte
rta praca da Boa-Vista n. f.i onde
pode ser procurado a qualquer hora.
Especial ldade
Doencas do peito, e de meninos.
imau-sKMm
Gabinete Portugez de Lei-
tra.
De ordem do ltlm. Sr. presidente substituto,
convido aos leabores socios efectivos a rennirem-
se em assembla geral, domingo 11 do corrate, as
11 horas da manba, para, de conformidade com
f nico do act. 44 dos nossos estatutos, proce-
der-se a eleico do novo conselho deliberativo e
commlssao de exame de comas.
Secretaria do Gabinete Portoguez de Leitura em
Pernambuco aos 8 de agosto de 1867.
Jos Ribeiro da Fonseca.
_______________________Secretario.__________
Iroiaudsde de sS. Sacramento da ma-
triz de Santo Antonio.
Atim de se proceder a eleico de dous irmos
qae substituam os qoe recasaram aceitar os car-
gos de procurador geral e mesario, convido a to-
dos os irmos a se reuninm em mesa geral as 11
boras do dia 11 do correte, no respectivo consis-
torio.
Consistorio da irmandade do SS. Sacramento da
matriz de Santo Antonio 8 da. agosto de 1867.
O escrivo,
. Joagnim-|Q|tf|0 Bastos.
Uflercce-se um coiiohoiro francez para fazer
jamares em casas particulares : no becco das
Barreras n. 9._________________
Precisa-se de um menino de 10 a lannos
de idade para caixeiro de taberna, com pratica oa
sem ella, preferindp-se portoguez : a tratar na
ra Imperial n. 163.
AttenQo.
X. 2 Raa do li va ment lj 25
Deposito de (amneos e eticado nacional da fa-
brica da ra do Jardim n. 19, de Jos Vicente Go-
ditih-j, tanto no deposito como na fabrica seapromp
tam todas as por(b>s de raleado o mais barato
possivel, esta fabrica tem todas as macbioas pro-
prias para os calcados ja bem acreditados pelo
grande numero de freguezes qoe daqui se for-
necem.
tinnipete Portnguez deLeitnra.
De ordem da directora scieotifica-se a todos os
Srs. asaociados. que, tundo de se proceder a' deco-
racao dos saldes do Gabinete para a solemnisagao
do 16a auniversarlo de sua instal aco, que, como
de cosame, lera' logar no dia 15 do crreme ;
est?ra' suspenso o expediente desde o da 12 at o
dia 17 inclnsive.
Peiii mesmo motivo se roga aos Srs. associados,
qae te dlgnem recolher ao Gabinete as obras que
uverem em seu poder, e se recebero at o dia 13
deswmez.
Secretaria da directora do Gabinete Portoguez
de Leitura, 8 de agosto de 1867.
O secretario,
_____________Joaqoim Xavier Vielra Ligo.
RA DAS CINCO PONTAS N.86
AO GRANDE AEMAZEH
DAS '
DUASMERIC
Sempre barato
Uanteiga /
Ingleza flor a 15, a libra e a Soo rs. soffrivet e propria para tempero a 32o rs
dem franceza a 56o rs. a libra.
Cb
De primeira qualidade a 800 e proprio para negocio i600 a libra.
BlsCOltOS
loglezes pearl, nic-nac, oval, cracnel, e outros superiores a l#loo a lata.
FigOS
A 24o reis a libra.
Ciomnias
De milbo branco a 4oo reis a libra, de araruta verdadeira propria para alimen-
tar enancas a 000 reis a libra e caxinbas com 4 libras por menos, gomma do MaranbSo
16o rs. e tapioca sag a 24o a libra.
1"*
BELLISSIMO 1RMAZEM
MOLHA
1 Bl >*
CONHECIDO PELO NOME
DE
VEADO BRANCO
EstabeleeMo rna Direita n..l6.
Bsquiaa da traressa de Pedro.
. n--------,--------------------------------------__
__ N. 2 D
fP^1 COK4CAO
H. 2 Di
UE OIRO. ^#)
A loja n. i D intitulada Coracao de Ouro na roa do Cabag,acba-se d'ora em diante offerecen'
; NOVIDAOE PH0TOGRAPH1C*.
. Acabamos de receber todo o necessario
para fazer retratos chamados carte-album.
Est genero de retratos ltimamente in-
ventado na America do Norte, rpidamente
se propagu na Inglaterra o Franca aonde
goza actualmente de todo o favor da moda.
A carte-album se faz por duzias como os
amigos carines de visita.
Na Inglaterra trocaram o nome de carte-
album pelo de retrato-galeria e os ingleses
nsam encaixilhar estes retratos em jquadros
especiaes para com elles formar galeras,
com que ornam seus gabinetes. Recebe-
mos urna certa quantidade de taes quadros,
os quaes cederemos por barato prego aos
nossos freguezes.
As pessoas que quizerem ver specimens
dos retratos chamados carte-album, j fei-
tos em nossa officina sao convidados a visi-
tar o nosso estabelecimeoto.
CARTbES DE VISITA A 9(J000 A DUZ1A.
Era consequencia do novo genero de re-
tratos chamados carte-album, dimiBoimos
o prego dos amigos canses de visita, os
quaes de boje em diante ficam reduzidos
ao preco de .,
l pela primeira duzia, sem que por causa
desta diminuico de preco, deixemos de es-
I merar-nos no nosso trabalho, como sempre
(oi nosso costume. Alm disto, continua-
1 mos a dar os cartees de visita em cartes
de luxo, Bristol, ou porcelana, dourados ou
lithographados para o que xemos urna varie-
a
Chocolate or K por gost'p ds desenbo, brincos a forma da delicada moslntaa de moca com pingete contendo es
Superior a t-5 a libra meraldas, rubins, brilbantes, peclas, o gesto sublime, alflnete para grvala no mesmo gosto, relo-
p "*..., gios para sennora cravados de pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras de brilhantes de
_ ",. ifoces noftc gosto, crostnbas de rubios, esmeraldas, perolas e brilbantes, aueis cora letras, cagoletas de
De sotaba em latas a loooo em Caixa de 4 libras, multo fino a l8o, em caixues erystal e ouro descoberla para retrato (a ingleza) brincos de franja, ditos a impertftrize toda e qual
de 2 libras a Soo e izo.
Pelxe
Eui latas a Ii5ooo reis a libra, sortido em qualidades.
Ostras
America a 800 rs. a lata.
Baldes e Tassouras
Americanas a 800 reis cada peca.
Touclnho
De Lisboa a 320 reis a libra. ^ *
Tomates
Em latas a 600 rs.
Sa!
Refinado em lindos postes por 000 rs.
Rlrshs de Wasser
A 2;$ooo a garafa.
Vermonth e Abssntho
A l^oo a arrafa.
Bltter
A 14000 agarrafa.
De bordeaux superior, Saiot Estephe, Saint Julien, Saint
e 64o rs. a garrafa.
llnho
Do Porto fino a 14)jooo duzia e 105oo a garrafa e magnifleo tamhem em bar-
ril a 800 a garrafa.
Dnqae do Porto
Adamado e outras marcas a 9oo rs. a garrafa e lo| a duzia.
vlnho da Fignelra
O que ha de melhor a 45, a caada de Lisboa a 3# e 4# a garrafa.
Vinagre
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa.
Farello de Lisboa
Saceos com 9o libras a 45oo.
Cerreja
Franceza em gigos de urna duzia a 6.
Ingleza
Bass verdadeira a......T. e Victoria e Alssop a 5oo reis a garrafa
do ao respeitavel publico com especialidade as pessoas que bonram a moda os objectos do ultimo gos
to (a Pars) por meaos 20 por cento do que em outra qualquer parte, garantmdo-se a qualidade e a so
idez da obras.
O respeitavel publico avahando o desejo qae deve ter o propietario de am novo estabelecimen-
t que quer progresso em seu negocio deve chegar immediatamente ao' coracao de ouro a comprar,
aneis com perfeitos brilhantes, esmeraldas, rubins e perola ; verdadeiras em agarras, modernas pek
diminuto preco de tQt,-brincos modernos de ouro e coral para menina pelo prego de 35, maracas
prata com cabos de marfim e madreperola obra de moderno gosto (o que o encontrarlo no corclo de
ouro) vottsa de ouro eom a competente crusinba ricamente enfeitada pelo pequeo preco de il, brin-
cos de um trabalho perfeito por um modicc prego, cassoletas, tranealms, pulceiras, alflueles para re- ment emprega-se toda a cautela para of-
tratos e outros modelos todo de alto gosto, aneis proprios para butar cabello e firma, dito para- casa- ferecer-se a par da belleza do trahalho a>
ment, no artito roseta tem o Coracao de Ouro um completo e bem variadp sortimento de Iversos ^^me]Qores condices de MnrVi nnrr
mos e fixamos os nossos retratos sem olhar-
mos a economas, e ltimamente para Ihes
podermos dar urna lavagem mais ampia
e segura, contratamos com a compaohia de
dade de 12 modelos, a escolba de quem se
retratar. .
SS" VA GOMO PrtEVENCO.
Apezar do nosso trabalho ser muilo co-
nhecido nesta cidade, aonde trabalhamos a
de ii2 aDnos' com tado j oigamos de nosso de-
ver dizer hoje o seguinte:
Nos retratos fetos dm nosso estabeleci-
bem variadp sortimento da diversos
gostos, butoes para pnnbos com diamante, rubins e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo sea va-
querjoia, para secoliocar retrates e obras de cabello, e outros muitos objectos*que os preiendentes en-
conlraro no Coracao de Uuro qoe se conserva com toda a amabilidade aos concorrentes deixaudo-
se de aqui mencionar precos de certos objectos porque (desculpera a maneira de fallar) djzendo-se o
prego talvez alguem faga mo jnizo da obra, por ser tao dimtputa quantia a vista do seu valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambera recebe se concer-
t?, por menos do qne em outra qualquer parte, e dao-se obras a amostra com peobor, conservando-se
e Coracao de Ouro aberto at as 8 boras da noile.
Qualquer pessoa que se dirigir ao Coracao de Ouro nao se podera' engaar com a casa, pois
nota se na saa frente um coracao pendnrado pintado de amarello, alem de ootro qae se nota em am
rotulo (isto se adverte em consequencia de terem ja' algumas pessoas engaado com outra casa.
Emili
e a 7ooo a duzia
Samuel Power Jonnston lompaanii
Raa da nzala Nova n. 42.
AGENCIA DA
v-i-jAdleto dei.ow Moer.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos,
Moendas e meias moendas para engenho.
Taixas de ferro coad e batido para enge*
nho,
Arreios de carro para nm e dona cavallot.
Relogios de ooro patente inglez.'
Arados americanos.
Ma'hinaspara descarcear algodio.
Motores para dito.
Macninas de costara.
itnii*i mmem m
s^atn WUBlmimmtM
Companhia fidelidade de segaros
martimos e terrestres
estabelecida no Rio do Janeiro;
A0fiSTS KM PIRNAHBDCO
inttiU Laiz 4e Oliveira iiereJo k C.
competentemente autorlaadot peladlrec- M
loria da companhla da segaros Pidelida-
de,tomani seguro de navios, mercado- M
ras e predios no ten eacrlptorio rna da !
1 Cruz a. i.
iiiinni kmi
Na loja do sobrado n. 12 da ra da Impera-
triz se dir' quem veade por barato prego um car-
ro com vidraga (caleze) em muilo bom estado.
(M, O Or. A.S, Perelra do Carmo (medico)
5 est morando no sobrado n. 12 da roa da
p5J Imperatriz.
i
Legados
Francisco Jos de Araujo como testamen-
teiro de Narciso Jos da Costa Pereira, avi-
sa as afilbadas do mesmo para qae Ihes apr-
senteos certidao de baptismo, sem a qual nao
podem ter direito ao legado qae aquelie
fallecido Ihes deixou em seu testamento,
assim como aviza as mesmas afilbadas que
est procedendo a inventario, e que quanto
antes devem ser as certidoes apresentadas
para serem attendidas na partilba.
Podem dirigir-se a raa das Agoi>s Verdes
ft. 80 ou no largo do Paralzo n. 26.
Pura o excelleutissimo mi-
nistro, da Justina ver.
O abaixo assignado detido na casa de de-
teocao desu cidade de Pernambuco ha tres
aonos, e processado nos termos de Flores e
Baiqne, n5o Ihe tem sido permittido res-
ponder ao jury, nico meio de saa defeza,
como lbe faculta a constituicao do Imperio;
tendo sido requisitado pelos juizes daquellas
comarcas por mais de seis vezes Chefe de
numerosa familia, e boje sobrecarregado de
prejoizos inclosive suas despezas dorante o
largo esdaco de tempo qde tem absorvido, a
puca fortuna qae de seu trabalho possuia;
e protesta reclamar at ser atteodido.
JoSo Manoel FrazSo.
- Da se 6:000f000 oa poneo mal* a jaro, sobr
bypotbec* em beni de rali nesta cidade : na roa
Nova d. 14, loja.
m
Alaga-se o sobrado da roa da Madre
Dos n. 36, com bastantes aommodos
trata-se na ra de S. Francisco coliegio da
Conceigao.
Escrava para comprar
ou alugar
Precisa se de urna escrava que cozlobe, por
compra ou aluguel : na ruada Cruz, armazem n.
10, das 10 horas da manba s 4 da tarde.
Club Pernambucano
A partida do correle mez, ter lugar na
noitedodia 13. .'*____________
Ao publico env geral
Tere bonlem logar como eslava annunciado, a
arrematago da obra do muro do cemiteno da
freguetia da Vanea, com urna cruz de ferro em
pedestal de lijlo, reboque, eaiacao e foi arrema-
tada por Manoel Anselmo de Figueiredo pelo pre- M
go e quantia de 3:0018*400 rs., isto com abate jKflf HIIM I 119
de 22 por cento sobre o ergameuto qne era de....
3:870*; queremos ver se a Ulm.* cmara se del
zara' lograr, oa se por algam patronato escanda-
loso, annuira' a algama indemnisaco qae o cele-
bre arrematante se resolva a pedir porque eoto
tera' razo de gritar qoem protesta ser da tal
obra o
________________________Senttnella.
O conselbetro Jos Bento da Caoba e Figoei-
redo contina a advogar e pode ser procurado em
sen escriptorio a' roa do Imperador desde o meio
dia at as tres e meia, ou na ra da Imperatriz n.
25, pnmeiro andar, a qualquer hora.
s: 3 ARa do CabogaX.
Agostinho Jos dos Santos & &
Acaba de ebegar a este estabelecimeoto um esplendido sortimento de
joias do ultimo gosto, perfeico artstica e modellos eoteiramente novos; como
seguem: aderemos com rubim, esmeraldas e percas finas, pulceiras, broches
para retrato, anneis, botes de punbo, brincos e cassoletas com letras, etc.,,
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqneiros, paliteiros, calix de mesa u
fructeiras, cujos precos sao incompetiveis, pois que os propri tarios desta casa,
recebendo seus artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seus freguezes. Compram-se brilhantes, pedrts finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se incumben! de fazer concertos.
Sedulas do banco do Brasil
e suas caixas no Mara-
uh&o, Bahia, etc*-
Trocam-se efectivamente no sobrado da travesea
da roa da Concordia n. 13.
mi
de commisso de escravos,
Na casa de commissao de escravos roa do Im-
perador n. 45, 3o andar, recebera-se escravos pa-
ra serem veudidos tanto da praga como do mato,
e os senbrres de engenho qae por qualquer moti-
vo qoeiram 'ssfazer-se de algum nao tem mais do
que remette-lo ao abaixo assignado qae garante o
bom tratamento e prompta venda, nao se poupan-
do exforgos aBm de em ludo salisfazer as pessoas
que o quizerem honrar com s saa contianga. Nes-
a casa ha sempre para vender escravos de ambos
os sexos.
Antonio Jos Vieira de onza.
BffiOHMB mm Milis
No armazem de lilas roa do Impera- 3S
dor n. 22, vende se : j3
Salitre refioado arroba 6*500 |
Enxofre arroba 2*800 2j
MARTIMOS
Attencao
o
Antonio Jos da Costa Araujo,gerente do estabe-
lecimento de Bernardo Alves Piobeiro, na roa lar-
ga do Rosario n. 17, faz scieole aossenhores vende-
|bes e ao publico em geral, que tem um grande
aortimenio de charutos fabricados dos melbores fu-
mos vindes de coma propria, e por pregos mnito
baratos avista de saa boa qualidade.
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma segaros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias e mobilias:
aa roa do Vigario n. 4, pavimento terreo
Vinho tnico e nutritivo
BE
QUINA E CACAO.
DE
BC&RAMD.
Esta nova combinagao rene em ama bebida as-
ss agradavel e conveniente a todos os organis-
mos, a quina qoe nm medicamento tnico por
excedencia, e o cacao qae coolem principios nu-
tritivos asss reconhecides.
Elle se em prega com o maior snecesso na cura
das paludas cores, soffriraentos do estomago, per-
da de appetite, digestdes difflcultosas, menstrua-
les diffleeis ate, etc.
Deposite especial
NA
Pharmacia e drogara de Bartbolomeu & C.
34--Rna larga do Rosario34
Jlo do Re
do Apollo n.
Saques
Cima saca sobre Lisboa : a' rna
. Na praca da Independencia n. 33, loja de
ourives, compra-se ouro, prata e pedras preciosas,
e tambem se faz qualquer obra de eacommenda e
todo e qualquer concert. -
tema*
Na rna da Penba n. 25 precisa-se
qae tocha bom e abadoie leite.
Lgitimos charutos e cigar-
ro? da Havana.
Acabas de ebegar a livraria franceza,
Roa do Crespo n. 9.
Precisa-se de orna sennora qae saiba ensinar
a ler, escrever, rammatica prtngneza, fraocez,
msica e plano, para entinar a doas meninas, em
nm engenho na freguezla da Bseada, nma legaa
| distante da estago, pafa-se bem ; a tratar aa roa
e ama ama do Cabogi o
I de Briio.
GEOGMPHIA
Joaqoim Pires Hachado Por telia tem aberto, na
casa de soa residencia; das 5 s 6 boras da tarde
o curso de Geograpbia e Historia para aquel les
eslodantes qoe quizerem se preparar para os eza-
nes da novemfcro.___________________________
nio Mirla da Silva ao Iilm w. ad-
Alugam-se
daas casas terreas ns. 32 e 3 i, sitas aa Capunga,
ra da Ventara, junto ao porto denominado do
Lustre, caiadase pintadas de novo, e com commo-
des para familia, tendo cacimba semala, estriba-
rla alem de nm grande quintal murado; quem
pretender dirija-se a raa do Trapiche n. 3, primeiro
andar, qae achata' com quem tratar.
Bebiribe orna penna d'agaa. s nossos
cartes de de visita s5o verdadeiras photo-
graphias, que n5o preciso de retoques do
pintor para Ihe desfargarem os defeitos, e
convidamos a qoem quizer a passar sobre
elles urna esponja molhada em agua, ou a
deixa-los mergoihados por espigo de horas
em agua, oa em espirito de viho: se apre-
sentarem alterac3o sero receidos por nos
e pagos pelo duplo do que tiverem cus--
tado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
systemas photographicos ate boje conheci-
dos em photographia. O nosso snrtimeato
de caixinhas, quadros, passe-par-tauts, e
joias de ouro para a collocago de retratos
o mais completo, variado e abundante que
existe nesta cidade.
M Coliegio de-S. Francisco M
Xavier S
^| Para edncaco de meninos |
m Estabeleci do na grande e 5)',
ft& toen arejada casa onde ^
\f csteve Ciyunasio, no ;)*
W(| Hospicio, e dirigido W
VA pelos padres da eompa- jjf
|w nhia He ^esus. t')
US Neste coliegio, recebem-se meni- M
^ nos de 6 12 annos para serem i%
^? educados e instruidos em todas as yS
ya materias preparatorias das faculda- ti*
m des do imperio. fB
j^ Haver meninos internos, meio p*
Q pensionistas e externos. -)''t
|^ Os internos pagarlo 40(J mensaes, ^
Yft os meio pensionistas 15^, e os ex- M
^ temos o&. ffl
m Os pobres sero admittidos gralui- 2?;
Iti tamente as aulas do coliegio, pro- rft
f\a vando o estado de pobreza com at- )\
i^ testago do parocho respectivo, oa 5%
B de outra pessoa de f.
t/3 Para admissao dos alumnos e *
H paraquaesqueresclarecimentos, tra- tf&
2 ta-se com o director do mesmo es- g
M tabelecimento a qualquer hora do )Z
-* Ao Sr. capillo do 2* balalbao de infamarla
Ignacio Pinto dos santos Sases pede-se o favor de
se dirigir a roa 4o Imperador n. 18, aBm de con-
eluir negocios que o mesmo senhor nao ignora
Igual fivor pede-se ao Sr. Francisco Rodrigues dos
Santos Carioca.

11, asdar, com Francisco AMooicMlva, no sen eslabefeciroento
I Novan..
ministrador do correio qoe os Srs. carteiros do
bairro do Recife qae as carias viadas de Portngal
ajam eulretrues ao mesmo Sr. Antonio Maria da
a Taa da Semala
Aluga-se o 2.o andar do sobrado n. 2,
junto a igreja dos Martyriosv bastante fresco
e cora commodos: trata* com Antonio
Jos Rodrigues de Souza na roa nova n. SO,
das 7 s 9 boras da manhaa, ou das 4 s 0
da tarde. ______
- O ESfDANTE do annoJeronymo Lon-
renco de Araujo, venba a roa das'Crnzes n. 38, pri-
meiro andar a negocio qoe nio Ignora.
Trocam se
as nota* do banco do Brasil e das caixas lliaet-
dom descont moito rasoavel, na praca da Inde,
oendencla o. Si.
Joaquim Jos Go^alves
Beltro
RIA DO TRAPICHE N. 17 Io ANDAR)
Sacca por todos es paquetes sobre o Banco
lo Minho em Braga, sobre os gaintei luga-
em Portugal.
aber:
Lisboa. _
Porto.
Valenca.
Gui maraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Con^e.
Arcos de Val de Voz.
Vianna do Caslelle.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de r amelico.
Lamego.
Lagos.
Coviibia.
Vassai (Valpassos.)
Mlraodella.
Beja.
Barcenos.__________________________
O Sr. Jos Marques da Costa Soares,
qae mora na rna do Vigario, queira vir
esta typographia, a negocio que nao ig-
nora.
ft

\


.--'
Ufarlo de ierni>neo Sabbado 1 Je Agosto de b'JI.
v
*

*fc
*
PARA UZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope dajarubeba garrafa..... ... iflop
Vinhode l Pillas de vidro......... l)J6oo
Tintura de 64o
Extracto hydralcoolfco de jurubeba 12#3oo
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jarubeba ferruginoso garrafa. 24ooo
Xarope l(56oo
Pilulas vidro... JooG
Oleo de jarubeba vidros 64o
Pomada de pote...... 6io
Emplastro libra..... 205oo
PARA UZO EXTERNO
A JlTiuiliEHA.
Esta planta hoje recoDhecida como o ruis pod-eroso torneo, como um excesi
lente desobstrueute, e como tal applicadi rn^s engo-gitamentos do figado e baco, na-
bepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflamraacoes
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glandulosos, na anazarcha, as bydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparacoes ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, chloroses, faltas de menstruaco, leucorrheias, desarranjos atnicos do esto-
mago, dbilidade orgnicas,- e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os miis distioctos mdicos desta cidade, entre os quaes
podemos citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reir.do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconh cem a excelleneia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at ho;: ronhecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicacjl.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juru-
beba, tivemos por fim generalizar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a ragarera-se, e que tinham ainda desva tagem de n5o
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que terna muitas vezes improficuo um
medicamento, que poderia produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois'de naverraos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conbecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien-
ea app icaco, tendo alem d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeic5oj)ossivel, pira o que nao poupamos esforcos, n5o nos importando o pouco lu-
cro que jjossames tirar
Por tanto os que se dignaren! recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta,.de que se pode encontrar a prompta e infallivel cura
de qualque dos soflmenlos, que deixamos innumerados, se forero em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vantigem le esolher as uossas variadas prepa-
racoes, aquella que raelnor lhe pode convir, j pela fcil applica?o, e ji pela complicijo
das molestias, idide, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparacoes ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que como
taes esto hoje reconbecidos.
Para aquellas que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurobeba, e saberem a applicacao de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosse deposito um folbeto, onde tratamos maisiextensamente d'esta planta e dos fpp
mos preparados.
Deposito gerai de todos radjd so apees
Botica e drogara
34Ra larga do Rozario34
ilt. SEVIAL..
Para o tratamento e cura rpida e completa das molestias syphiliticas, eris-a "
tas, rheumatismo, bobas, gota, dbilidade do estomago, infiammacSes chronicas do figado
e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesia?, pleori-
sias, gonorrheas chronicas e em ge al todas as molestias em que se tenha em vista a pu-
rificaco do systema sanguneo.
Coiisidcraccs geraes
A saude um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao ens
fermoo avalia-lo.
incontestavel que o homem neste mundo constantemente, e por todos os lador
atacado por urna inflnidade de agentes morbficos que todos tendem, dadas certas e deter-
minadas circumstaacias, a alterar o regular exercicio das funccSes orgnicas, resultaobo
pesse desequilibrio o que se chamamolestia.
A molestia nao mais de que a desvirtuado das forcas vitaes, occasiooada,- d,
gando as investigacoes b experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela depm-
vacao dos humores geraes, coasequencia da accao maligna desses mesmos agentes mora e
fieos introduzdos ao organismo pelo acto da respiraclo, pela via digestiva^ pelo contacto
immediato etc. etc. etc.
A syphilis infelizmente tem sido a partillia da humanidade, e como fra de duvi-
da que esse terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas tao variadas, enfraquecendo
constiiuicoes robustas, produziodo mutilaces, e cortando ainda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral dos
humores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos figuram em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
immensos successos obtidos pelo uso deste salutar ageoie tauto na Allemanha. como ear
Franca e Italia, o toraam o companbeiro ioseparavel de quasi todos os doentes. \
Sendo as melestias, como cima dissemos, devidas s alteracCes dos humores, o
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado vantajosamente na syphilis, erisy-
pelas, rheomatismos, bobas, gota, dbilidade do estomago, inflammacoes chronicas do
figado e baco, dores sciaticas, cepbalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, bydropesias,
pleorisias, gonorrheas chronieas etc. e em geral em todas as molestias em que se tenha
em vista a purificacao do systema sanguneo; pois que orna pratica constante tem feito
ver qoe elle ndispeosavel nos casos gravissimos para minorar os sflrimentos, e pre-
parar o doente para medicaces superiores ; e oas meos graves a cura a conse-
quencia do sen uso, convenientemente repetido.
As substancias que eutram na composico do Elixir depurativo do Dr. Sevia
pertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
cias depurativas e antisyphilticas; assim, ao asso qoe este remedio depora o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evau-
aces alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus sypbilitico quando este virjem.
tea feito erupcJo bo exterior debaxe de suas multiplicadas formas; e previne taui
bem os estragos dessa terrivel molestia, qoaodo por ventora se ache ella ainda no
estado de encubaco, isto sera se ter manifestado sob formas externas: beneficio
inmenso, tanto mais quaoto neste estado os individuos ignoram completamente se es-
to contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradave d'este Elixir convem a todos os estmagos, a soa acc5o so-
bre o tobo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma prodoz molestias medi-
camentosas, como acontece ao porgaate dito Le Roy, que na sua qoalidade de drs-
tico forte irrita a mocosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
tado, maitas vezes, bydropesias, que quasi sempre terminara pela morte do doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
sas asseveracoes, porque sendo um medicamento tao simples na soa composico. a
pratica tem confirmado soa ntilidade.
Laico deposito en PernatnbK.
Na botica e drogara
DE
Barhomeo Companhia.
34-RUA DO ROSARIO LARGA-34
COMPRAS
Moedas de ouro.
Nacionaes e estrangeiras aisle: oorao libras
esterlinas: campram-se na roa do Crespo o. 16,
pnmelro andar. ____________
Compra se moedas da ouro de 165, tOjS
e 9,5 a roa da Cruz d. 3.
mmi)U
(ompram se paiac5js e praia brasileira li-
bras esle oas moeda?, de 9J, de 104, 8a 10," e
iOt por malor prego do que ero ootra qaalqaer
parte : na ra da Caricia luja de fa;.fnrias d- 08.
Moedas de prata
nacfeoaes, assim como paiacoss portugueses e
hespanhes, coropram-se rom premio : na ra do
Crespo d. 16, primeiro andar.
Libras esterlinas?
na
jra-a 1
n
Compramse com bom premio
dependencia n. 21.
Compam-sc escravos
Silvino Guilherme de Barros, compra,- vende e
roca efectivamente escravos de ambos os sexos
de todas as idades : a' roa do Imperador n. 79,
e-rceiro andar.
Pataces
Compram-se paiacoes bespanhes, portopnezes e
brasileiros de cnnbo aoiigo, em casa de A lamsoo,
Henry & C,ra do TrapicbenoTon. 40.
25,f600
'
Compra-se na loja de jotas d n. 2 D, roa do Cabng, moedas nacionaes de 20.
uro e prata em moeda
Compra se por maior preco do que em ootra
parte : na roa Nova n. 31, loja de ferragens.
uuro e prata
Moedas e ouro e prata nacionaes, estrangeiras
de todos os valores se compram na loja de oori-
ves junto ao arco de Nossa Senbora da Cooceico,
ra da Cadeia do Recita, assim como onro e prata
ero obras velhas, brilbsoles, diamantes e se paga
bem.___________________________________
Gompra-se
cobre, lato e chumbo no arm;zem da b3 rama-
relia no oito da secretaria de polica.
Compra-se obro e praia em obras velhas :
na praca da Independencia n. 22.
Libras esterlinas
Compram-se no escriptoho da Antonio Luiz de
O iveira A:evedo & C, ra da Croz n. \.
Compra-se
moedas de onro brasilelras de 20J1 : na roa da Ca-
deia do Recife n, 16, armazem de Adriano, Castro
& G._________________________
Compra-se
Libras esterlinas : na rna do-Cabug loja de
miudezas de 4 portas o. I B.
Compra-se qoalquer casa de negocio em
ponto grsnde 'u pequeo ou mesmo garapeira oa
rancho na Estrada Nm at Caxanga'on em qnal-
qaer arrabalde desta praga 00 mesmo aluga-se al-
gum sitio que teoba as proporcoes e em logar
apropriado para bntar-se estes negocios e com
comundos para fa oiha a
prego : quem tiver pode dirigir-se a rua do Cal-
deiroiro n.84 ou aonoocie.
Compra-ae
Um jogo de diccionarios trnceles : na praca da
Indepeodeocia n. 33, loja._______
24*000
Paga-se por moedas de ouro de 205, e mais do
que m outra qualqaer pane por toda qualidad-,
de ouro em moeda ; a ro do Crespo n. 19, loja.
Comprase urna cadeinuoa de rebugj que
esteja era muito bom uso : a tratar na raa da lm-
peralriz, loja n. 41.
-Rival sem segundo.
J. [ Rsia doQueimacon. 41.
Yp armazem de fazendas f/ei)ier acabar com as fazendas abaix
Santos Coelho, rua do Quei\ ffieBciattadas.
mado n 19 v_ | todrtm Tir t*r a que iflin e baratluiH*
om i barato I 7m ** lab,nD,h0 com bic0' '"'*** **?
Cambraia de cores matisadas finissimas a, uarreiets de linha com 100 jardas a 30 rs.
SOO a vara. j ra'atas pretas e de coree moflo fioas a 500 n
Wem brancas transparentes Qnas de W, I C'"/ de obreias de ***** roQit0 "? a 40 rs.
.^000, C/j, U, 8 e 9000 a peca com 10 *$?" para epar,ild0 dft ^W* a
JardjS- Carretels de lina Alexandre com 400 jardas a Vy
. Idm branca tapada de 8(J e'9# apega! ris.
com i2 jardas.
Um branca franceza mutto larga ai>a
peca com 8 varas.
BalSes de 35 e 40 arcos uesgadgs para
senhoras, a 4)5(500.
^300.
i dem de mursulina nesgados a 5$.
dem de crocuet a 5A.
/rasco de ojeo babosa a 320 e 600 rs.
Oitos de dito bigienique veraadejros a 1000.
J.tos dito falso a 800 rs.
Ditos de macacar perola a 2C0 rs.
Jabonetes moito finos a 60, ICO, 200 320 rs
B 40 arcos com ferrogem a |^,d'-^:|> i"ioDoos a 24o'e 3iO rs.
ta frota para bordar a 20 rs
^-- *- :im uiu
^aiiss*:.-j rap
com bonitas estampas a 100

COuipra-sc
por maior prego que era outra quaiquer parte >noe-
das de ouro brasilelras d deia o. 16, Adriano, Castro & C.
VEN05S
Vende-se a taberna da roa do Hospicio n.
28, a qual teru coromodos para familia, oelo dono
audar doeote, e lera de relirar-s- para lora.
Vende-se um noi com carroca
Capuoga, rua da Vectora o. 13.
a tratar na
Vende-se orna mobtiia de jacorand era mul-
to bom estado, constando de cadeiras, sof, ban-
qoinbas, mesa redonda com lampa de pedra, urna
commooa, ama secretaria, e mais ama estante com
vidracas, e ama cama franceza, nova, grande, de
amarello : na cfflcna de marcineiria, na rua da
Soledade u. 29, ao entrar pela Trerspe.
Vende-se por 450 ama negra de meia ida-
de que cosinha lava, e boa quitandeira : a tratar
no Forte do Matos n. 19.
Vende-se
travs de qoalidade com 50 palmos de coraprido e
11 a 12 pollepadas de grossnra, a ver as Cinco
Pootas : a tratar no pateo do Terco n. 141.
' Vende-se ama moieca de 13 anuo?, brota,
matuta de outra provincia, boa conducta : na roa
do Fogo n. 9.
I
i
mm
Este esiabelecimento acaba de receber lindas
cbapeiinas para senhow, ricas calsinbas para cos-
turas, ditas para jotas, peales doarados para coco,
fivelas muito ricas, assim como cintos e pntseiras
da ultima moda da Pars, ntremelos e babadinhos.
bonitos toucadores deurados e de Jacaranda, espe
ibos escossezes de diversos tamanhos e ricos cai-
vetes para senhora, voltas para pesco?o, gravan"-
nhas, bico de seda, dito de algodo, labynniho, e
muitos natros oljecto* de apurado gosto, qoe se
torna enfadonbo mencionar, tuno por presos mui-
to commodos: a' roa da Imperatriz n. 70, na loja
da Lealdade.
Mi
Vndese rael : a tratar a rua do Apollo n. 4.
Vende>se um sitio com ama das melbores
casas na Boaviagem : a fallar na roa da Madre
de Dos o. l.______________________^^
Atiendo.
Vende-se urna escrava moca perfeita coslnbeira
e boa ensommadeira, para ver e tratar na roa Di-
reita o. 86, primeiro andar.
Rua do Livraueato a. 6.
O proprietario deste armazeb de louca de todas
as qoalidades, vidros e cristaes tic., etc., quereodo
mudar de negocio est resolvldQ a vender o! ab-
etos cima mencionados eo mais barato possivel
a 55.
Cambraias admascadas para cortinado a
2i5 a peca com 2f>varas.
dem para forro a 3 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linho muito fina de 65 e 9^ a
vara.
Madapoles finos de 60, 70, 80, 90,1 O,
110 e 124 a peca.
Piatilba de algodao superior azenda para
saias a 30200 a peca com 10 varas.
1 Cobertas de chitas de ramagem a 20600.
Lences de hamburgo fino a 20400.
dem de bramante muito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Guardanapos de linho adamascados a...
30500 a dozia.
Atualbado adamascado com 7 1/2 palmos
de largnra a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 20 a vara.
Algodo enfestado com a mesma largura
10100 a vara.
dem trancado de algod5o a 10600 a vara.
Toalhas alcochoadas de linho lisas a 110
a duzia.
dem de algodo felpudas a 130 e 140
a duzia.
Colchas de fustao a 60000.
Retundes de fil prelo a 60.
Chales de fil a 50.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
20 e 20500 a duzia.
Lencos de cassa fimssimos a 30200 e
306OU a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 10000 a vara.
Grosdenaples preto bem a 10800 e 20
o covado.
Morantique preto superior a 20800 o co-
vado. ..
Flatella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 800 rs, a
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 20500 a vara.'
dem de linho com 5 palmos a 10200 a
vara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
wa.
Riquissimos basquins a 250000.
Assim como outras muitas fazendas que
ge vende por menos que em outra quaiquer
parte, e d-se amostras de tudo,
r3o para espartilbo a 20 rs.
Masco c-.ni tinta roza moito boa a 240 e 320 r
dem de mursulina para meninas a30e *Tmo! "^fcwra regacar c*bellt meDin*
30500.
Saias bordadas
'rseos de macaca' oleo mnite fino, a !20 rs.
^botoaduras moito Qnas para colletes a 500 rs.
Cartrjes de linha branca e de cores a 20 rs. ^
Libra de ara prela superior a (00 rs.
Sscovas par fato, lazcoda boa, a 500 rs.
Varas de franja branca de linho para toalha a
100 rs.
Pegas de bico estrello com 20 varas muito bonito a
ijooo.
Varas de papaQna de diffeientes larguras a 130.
160e2O0rs.
Caixas de palito balao a 40 rs.
Caias de palitos de segaranca sem enchjfre a
60 rs.
S-bonetcs de familia a 100,160 e 240.
Grosas de botSes de madreperola'para camisa a
500 rs.
Caixas com soldados de chumbo para meninos a
120 rs
Cartilha de doctrina christa a 320 rs
Latas com superior banha a 200 rs.

PH4RN4C14
Loja na conscieneta
30~Rua das Cruzes30
Neste estabeleclmento encontrario os freguezes
um completo sorilmento de aviamentos' proprios
para calcado, por precos muito commodos, bem
como um variado e eseolbido sortimento de calca-
do para hom-m, cerno sejam :
Borieguins Irancezes de. lustre para
homem........ 75O0
Ditns dos de bezerro dem .61500
Elsticos de seda para borzegoins, a
rara por....... 1*800
Farmas fraocezas cbapiadas par ho-
mem ........... 4*000
Vende-se farlnba de minlloea
va : no armazem io Anzws n. 2,
fandega.
moito flna e al-
defronte da al-
GRANDE BAZAR
rua Nova 11.20 e 22
Machinas pa a costura do autor Wheeler
Wilson, chegadas ltimamente da Ame-
rica; as quaes pode cozer-se com dous
pesponts, toda e quaiquer fazenda, emba-
inhar, frangir, bordar e marcar roupa ; tudo
com perfeic5o. Sao to simples, que com-
prebeode-se fcilmente a maneira do traba-
lho.e a pessoa tendo pratica de coser em ma-
rhinas, pode fazer por da o servico que fa-
ciam 30 costureiras.
Chama-se 'este esiabelecimento a atten-
Cao do publico, visto que elle se acha com-
pletamente sortido de objectos de gosto,
como bem leques de madreperola e de sn-
dalo, (velas, tilas para cinle, cokes perfu-
mara e etc,
Na rua nova n. 20-e 22. Carneiro Vian-
na &C.
JII1I1B11111
Pharmacia especial horneo-^
patulea do Dr. abino O.m
JL Plnho. *
Cha de Ia sorte para uso das 5
pessoas que se tratam nomeopathi-
camente.
Vende-se em pacotas de libra a
30200 rs.
Rua Nova n. 43.
mmmmmmmmmmmm
l'reeo admiravel
Tintara para cabello de chromacome, cociendo
cada ama caixa doos frascos e doas ascovas, pelo
baralissiroo preco de 3*800, rlqoissimos cortinados
para cama e janellas, muito boos cortes de seda do
melbor goslo e qoalidade pos.-ivel, sinlos a jardi-
oeiro, manas de fil preto, rtoalhado de linbo
rCxo e brsnco, ludo por oreos mullo mdicos,
bem assim como um completo sortimento de fa-
zendas de todas as quelidades, qfftrs com a vista
do fregoez e polero eonmerr na loja da roa
do Crespo n. 8 B de Femando Gomes da Silva
& companhia.
DE
Joaquim de Almeida trato
A jurubeba contra o ingorgi
lamento do figado e do bago.
Em extracto alcoollco. emplas-
tro, oleo, tintura, plalas,
xarope e Tlnho
A jurubeba urna das substancias medi-
camentosas qoe pertencem ao reino vege
tal, e pertence a classe dos tnicos e desobs-
truentes, sendo empregada com vantagem
contra as febres intermitentes acompanbadas
de eDgogitamento de figado e de baco. Ella
tem sido applicada com incontestavel pro-
veito contra a anemia ou colorse, e hydro-
pbesia, catbarro da bexiga, e mesmo para
combater a menslruaco diffic, resultante
da mesma anemia oa chlorose.
Depsitos geraes
Em Pernambuco, rua larga do Rosario
n. 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
Deurado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs, Cascao & C, Macei, pharmacia do Sr.
Claudino, no Havre, pharmacia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, oa pharmacia do Sr. Feij.
Sedas largas
A 2* o covado
S na leja do |a>ao.
Vendem se modernissimss sedas com largura
de chita franceza, sendo com padrees modernos,
tendo entre ellas cores proprias para quem est de
luto : vndese pelo barato preco de 2* o covado :
grande pechincba : na loja e armazem do Pavo,
roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Corles brancos
A 500 rs.
Vende-se bonitos cortes de cambraia branca com
bonitas barras bordadas e tendo lambem algons
coro bonitas barras do cores; vende-se pelo bara-
to preco de 5*, na loja e armazem do Pavo, roa
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Alpacas de cores
ASOOrs.
Cbegaram as mais bonitas alpacas de cores para
vestidos com desenhos miados e graudos, tendo
largura de chita franceza, e vende-se pelo barato
preco de 500 rs. cada eovado ; grande pechin-
cba : na toja e armazem do Pavo, rna da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Bramante a 2$.
Vende-se snperior bramante de iinho airo com
16 palmos de largara, pelo barato preco de 2* a
vara : na loja e armazem do Pavo, roa da Impe-
ratriz o. 60, de Gama & Silva.
Atgolo avariado
Vende-se pecas de algodo largo muito encorpa-
do, pele barato preco de 5*500 a peca : na loja e
armazem do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
leliles
Vende-se orna porcao de retalhos de chitas e ca-
(a* pretas, por preco barato, na loja e armazem do
Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Sedas a 320 rs. o covado
Vende-se m bonito sortimento de sedas da listas
qne sempre se venderam por muito tois dinbeiro
le liuoidam-se pelo baralissimo preco de 320 rs. o
[ covado, s para acabar : oa loja e armazem do Pa
vao, roa da Imperatriz n. 60, de Gama 4 Silva.
GR4NDE bazar
RUA NOVA N. 20 E 22
Aviso agradave.
Soma cares de Iriuao.
Boa Nova o. 28.
Venden :
Liobas muito superiores em novillos sortida a
2*010 e 2*c00 a libra.
Dila mais inferior 1*00 e 1*500.
Dlla do gaz, prela, branca e de core?, em cai-
tas de 40 novelios, 00 res.
Dita em caixas de 50 novelios, branca, a 7
relf. r
Dita ero caixas de 10 novelios grande?, a 40
res. *
Dita branca e preta, em carios, a 160 reis a
dozia.
Dita de Alexandre, carros 200 jarda?, 1*200
a dniia.
Dila em carro?, com^&O jaras, a 360 res a
duzia.
Agulbas de fundo dourado moito flna?. caixa a
220 res.
Ditas ipgleza, orlida?, rollbelro 700 re?.
Grarrpas com cabera de vidro, dora a ICO
reis.
Ditas lizas e crespa?, mago 30 e 60 reis.
Coliete em eaiiinhas, dn Dito em candes, duna 600 e 900 res.
Bspoletas verdaderas, B B, caixa 100 reis.
Alflnetes em carias grandes a 140 reis.
Ditos em cartas menores, 100 reis.
Ditos ero caizas com nela libra, 320 re?.
Uoioes de madreperola para camisa, grosa 460
e OOreis.
Dos de osso para calca, grosa 200 reis.
Ditos de lenca, grosa 160 e220 reis.
Ditos de moedmba para ponbos, a 1*600 reis
.a dozia.
Pentes para alizar, dozia 1*400, 2*200 e 3*000
Dllos muito superiores para bixo?, dozia 2*000
re. ^
Ditos para ce, dozia 1*500,1*800, 2*400 e
3*400 reis.
Phosforos de cera moito superiores, duzia de
caizlnbas 320 reis.
Baralhos Irancezes moito Unos, 200 reis.
Ditos portogoezes moito boos a 120 e 160 reis.
Espelhos ero quadro dourado a 120.
Trancas lizas o de caracol, peca a 40 50 e 60
reis.
Fita de la para dtbrom, vara 100 reis.
Dita de algodao branca, peca 240 reis.
Dii de linbo, peca 40 reis.
LSa de todas as cores para bordar, libra. 6*000
reis.
Garante se cincerldade e baratissimos preces
___________RUA WOVA N. 28.________
PILLAS
Xarope e vlnio ferruginoso de
jarubeba com pyrophosphato
de ferro.
Cblorcse, anemia, escrfulas, racbilismo, blecnor-
rhagia, leucorrha. febres intermitentes e ame-
norrha (mensfroacao dolorosa e Irregc.arj
etc.. etc.
Ha muito que tinbamosem visla associar o Ierro
as nossas preparacoes de jornbeba ; mas levamos
tempo a experimentar qual a preparac,ao ferrugi-
nosa, qoe mais cenvira ao organismo humane,
vindo por flm a decidir nos pelo pvrophospbau.
de ferro, com o qual podemos prepara r os nossos
xarope e vinho de jurobeba ferruginoso?.
Temos a observar, porm, qoe o oso dos mei-
cameofos de jurubeba com o pyropbospbato de
ferro nanea pode ocrasionar a pbtysica as pes-
soas ainda as mais delicada?, como nanita.- vetes
tero a orneado al a pessoas robustas, gue ?e nao
servido do mesmo medicamento preparado ca
ootras substancias ferruginosas, po; isso que o
pb-s.ph.oro debaixo da forma de pyrophosphaio,
om meio pruphylati-.o reconbecido infalvel con-
tra esta terrivel affeccao.
As preparacoes de jurubeba, a qoe havemos as-
sociado o pyropbosphato de ferro, sao mui prove-
tosas do Uatamento das molestias das senhoras,
taes como a chlorose, anemia etc.
Estas molestias manifestam-se com os sympto-
mas segnintes :Descoramento geral da pelie
das membranas mocosas, magreza, ini-bago d:s
faces e das pernas; excitaglo nervosa, bysteri?-
roo, melancola, dbilidade muscular, dore: ne-
vralpicas, pulso mais frequenle do que no estad1;
de s pravados, vmitos, priso de ventre, menstruo cao
dolorosa. Irregular, pooco abundante, descorada,
nolla, flores brancas, amenorrbagia e infecundi-
dade.
Dste estado espattoso, alias to ordinariaro Ble
reconbecido entre nos em erescido numero se-
nhoras, desapparece s com o prudente nso da*
preparacoes cima.
nico deposito destes medicamentos:
pharmacia de J. A. Pinto, rua larga rio !',o-
sario n. 10, em Pernambuco.
Xarope de salsa parrilha do para
DEPURATIVO DO SANGUE OSADO AS MOLES-
AS DE PELLE, IMPINGENS, DORES RHEMATl-
AS E ULCERAS VENREAS.
l'iico deposito
Phai'macia dj Pinto rua do Rosario larga
numero 40.
' Vendes? um sitio na margem do rio Caplba-
oibe : a tratar na fua do Quelmado n. 18 A.
Fundigao d-Aurora em
Sanio Amaro
Completo sortimento de laixas batidas e fundi-
das, alamWqoes de todos os tamanhos e fondos de
ditos, moendas de todos os tamanbos da sqpenor
qoalidade, crivos e boceas de fornilha, o que Indo
*t vende por commodo preco.
Aos agricultores
Saonders Brolhers & C. acabam de n-n-ber de
Liverpool vapores de forca de 3 a 4 caviii om
todos os perlences e moi proprios para i..r-r mo-
ver machinas de descarocar algodao, pudendo ra-
da vapor trabalhar at com 140 serra?. tan bem
servem para enfardar ?lgodao oupara nutro -i-
quer servico em que osam trabalhar cem son
Oz mesmos tambem tem a venda macbic-i sm-
ricanas de 35 a 40 serras : os pretendere .ri-
jam-se ao largo do Corpa Santo n. 11.
AGUA FLORIDA'
Machinas para descarocar algodo, do me-
Ihor autor que tem apparecido na America.
E' tal a execucjio do machinismo, que o al-
godo sane quasi to perfeito como o debu-
landeira. Recommenda-se a attencSo dos
Srs. agricultores, estas machina.
Chitas a 240 rs.
o covado a em paca a 220 ti. iwr ter nm toque de
mofo panos superiores, escuras e cores flxas : na
rua da Madre da Daos n. 16, loja defrente da
guarda da alfandega.
333ES
MURRAY & LANMAN
A agua florida de Murray & L.anmand
olhada como um artigo de. perfume, nr
tem podido ser igualada pelas preparacoes
as mais custosas: conserva seu aroma, co-
mo se formasse parte da prenda a fue ella
se applica.
Sua eficacia to delicada, cmo elegan-
tes sao sens multiplicados osos, qur seja
empregada como artigo de toncador, qnr
no uso do baDho, ou como suavisador ta
pelle, depois que se tenha feito a barba;
para limpar as gengivas ou aromatisar o
balito.
D suavidade, briho e elastcidade as
compleices, depois de se haver lavado; al-
livia a irritacao de erupces ordinarias; faz
desapparecer o desagradavel aspecto dos
pannos, das sardas, do rosto, rugas e toda z
casta de ebulicoes, e d vigor e frescura
parte onde quer que se applique. Sua efi-
ciencia e elegancia sao igualmente infal-
veis nos casos em que seja preciso applica-
la como estimulante e antisptico, nos con-
cursos e assemblas numerosas, as loca-
lidades infeccionadas, na alcova de um en-
fermo, assim como um antidoto exceden-
te, para os desmaios causados por cansaco
on sttffocacao. Preparada nicamente por
Lanman 4 Kemp, Nova York, e a venda por
Gaors & Barbosa.
Joo da C. Bravo & -3
A' venda as drogaras de A. Caors, Bre-
vo & C. e P. Maurer-y C, e em todos os
estabelecimentosphamraceuticos do imperio
Farinka de mandioca superior.
A tfaiar com Tasso Irmiot, ou no~ trapiche Da-
rio >Uraaanto no Porte do Mattos.
CEMENTO.
Vende-se cemento Portland : no armazem de
Vicente Perrelra da Costa & Pilbo, rua da Madro
de Dos n. M.
Veude-se urna preta massa, boa qoitandtira
e de boa conducta: na raa do Fogo a. 9.


~'"sr
larlo 4e Pernambem ... sabbado O de Agosto de 1867.
s\
0M0E0DEVE!
RA I>0 BRU11 jtf. 38
0 proprietano deste eslabelecimeQto deseja chamar a atienco dos senhores pro-
prioiariQ para os acreditados mechanismos que contina a fornecer; os quaes garante
ser comose:ui Machinas de vapor
torca de uta cavallo para cima. As menores sao mui proprias para motores de descaro-
famentos de al jdo ; ellas viaiam armadas e podem trabalhar dentro de 24 horas, depois
de cnegarem no lagar. Ellas levara, tudo qnanto preciso para o trabalbo, e diversos so-
brecellentes. As machinas maiores sio proprias para a moagem de canoa, e ha dellas
que podem janta e separadamente moer canna e de;carocar. Ellas podem-se applicar a
qoalquer moenda j existente sem outra mudanca do que asubstituieodasrodas da alman-
jarra, ha tambem.com moenda junta. Ellas lem depsitos d'agut e boeiros de ferro, e
oio precisam para sea assenta ment de obra alauma, qur de carap'ma, qur de al venara.
O tempo para assenta-las nb excede de doze diasao mais, e em casos de mortes de ani-
maes ou arrombamentos.de acudes, etc., garante-se o assentamento em oito dias. Todos
estes vapores sao simplsimos na construcco, e se regem por qutlquer pessoa inteliigente,
a facilidade da cooducco seado especialmente considerada, tanto que nacha lugar em que
nao se possim cooduxir, qor por trra, qur embarcado.
Lembra se aos senhores de engenho que a venda dos aimaes e o servico da
gente occupado no seu tralamento os ho de recupe. ir da maior parte da despeza" do
vapor, deixindo-lhes a vantagem de ama. moagem certa e aecelerada ; e acabando com a
despeza da compra continuada de novos animaes, e com os desgostos do trabalno que se
tem com e les.
Ser talvez desnecessario lembrar aos compradores de vapores a vantagem que Ibes
resulta de comprarem suas machinas garantidas em urna fabrica, tendo artistas compe-
tentes para assentar as mesmas e eosinar a maneira de trabalhar com ellas, e j prepa-
radas para arremediar qualjuer desarranjo; facilidades estas que jamis podem encon-
trar comprando as aos simples negociantes, os quaes por falla de coobecimente na ma-
teria nem se qur podem garanti-les de que as machinas que vendem scjam proprias ou
sufficientes para o trabalho em que se qaeira emprega-las, e no caso de desastre nao po-
dem prestar -Ibes soccorro algom; sendo que ainda quando veaham s fabricas para con-
certar as machinas alheias, torna-se-ba preciso fazer repentinamente moldes novos, etc.
para as pecas estragadas. J numerosas vezes estes vendedores tem representado seus
vapores como sendo de forca moi superior sua actual e verdadeira torca; equivoco
este que nao so eagana ao comprador acerca do trabalho que possa tirar de vapor, mas
tambem da lugar ao pagamento de um preco excessivo, vista da torca real da machina
qtf compram.
Tambem ha sempre prompto rodas d'agua de ferro, sarhos com crazetas para as
mesmas moeadas de canna de todo o tamanho, rodas de espora e angulares, gares ou
joches para receber e caldo, crivos e portas de fornalha, taixas de ferro batid, fundido e
de bre, formas de ferro galvanisadas para purgar assucar, bombas simples e de repu-
cho, alambiques e ferro, eixos e rodas de carro, arados, grades, cachadas a cavallo e os-
tros instrumentos de agricultura, m. inbos e tornos para fazer fannha e linalmeote todo o
objecto J.j wechanismo de que se costuma precisar.
a fabrica se fazem obras novas eucomnwnd e concertos, com a maior presteza
e sdidez. O grande deposito de pecas e objectos habilitara-aa milito para este a.
O proprietario ser sempre mui feliz de poder oar intormaces o&eselanaBeoto
ios senhores que se servirem de seu prestimo.
D. W. Bowman, enge&beiro.
DE
6 a i maraes k Fre tas
RA DO CRESPO N. 7.
Os donos deete bem conhecido estabeleci-
mento, tem a honra de avisar ao respeitavel
publico, e com especialidades aos seos nu-
merosos freguzes, que acabam de receber
um completo sormarto de objectos de ci-
to gesto e de completa novidade neste mer-
cado e que os tetrao recebido em direitura, os
poderlo "vender por menas $u outro qisH-
quer.
P.equissiaoe toques de madreperola
branca.
Requissimos loques d madreperola preta.
Lindos leqaes de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Leques de faias muito Hados.
Ditos de ossos.
Lindos port-boaqaet com cabo de madre-
perola proprios para casamentos e bailes.
Lindos cintos para senhoras com I ellas
e flvellas de dififerentes qualidades e gotfo.
Requissimos esjfei.es com coques e sem
elle.
ViMho Lavas dejouvin. inteiramente novas, bran-
de Berdeaux em caixaa duzia $$, garrafa 500, dito de 80 a duzia, 800 a garrafa, dito a cas, pretas e de cores.
140 a duzia, 10200 a garrafa, dito do Porto a 80, 10, i8, 240, aixas de duzia, assim \ Luvas de seda, fio da escocia; algodo e de
como figueira cacada 30500 e 4ft puro J A A Lisboa 20800, 30 e 3.3300 a qualidade 'outras qualidades para senhora e homem.
convida.
Ao re-petavel publico pernambncano pede-se
Atlenqo
laeteTga ingleza
320, 500, 800 e 10 so no armazea se acba vista.
Manteigd franceza
em liDras 560 e 640, em barris se far differenca.
Banha de porco
emlibras 320 e 38 \ em porco se far differenca.
Fructas
em calda Pora, Pecogo, Rainha Clwdi, Alperoe outras mudas 500 e 040 a lata.
Ervilhas
Portuguezas 640, francezas 900.
Fumo
em latas do Para e de albaneque, lata f0 e 10200.
oanma de mllho
em pacotes, dita da trra 100 e 200 a libra.
Loja do Gallo Vigilante
PILLAS ie BLANCA!
,A0 WDIXTO M FERKO IKAXTM ATEL
Approradas pela Academia de Medecina de Pars
' ACTMMOU KU tXMHU-MO UHCIl M -W I50*c<>
'npninNTADinos hoswias db manca. d> bbumca, Da iblamja, da rertoeu, are.
Mtnoii honrosa* na Exposifoes Vnivfrsoii de Ncw-York, 1853, i ds P*trtt\ 1856.
Estas Pillas enToliidas 'una eamada resino-balsamica de ama tenuldade exee ssiva, tem
iTanlagem de serem inalterareis, sem sabor, de am pequeo roame, e de nao cansareis es
orgas digestitos. Caado das propredadea do Iodo e do Iiaao; ellas cootea princi-
palmente as affeceoes Chloroticu, Escrofulosa, tuberculosas, Cantrosas, na Imcorrhia,
amcnorrkea, anemia, etc.; enGnj, ellas offerecen as pralicos ama medicacao das mais ener-'
'gicas para modificar aa constitnicoes lytnphaticas, fracs ou debilitadas.
y. B. O iodurelo da farro Impuro o aHerado am atea-
mente infiel, irritante. Coma prora d* aareu a de autbeneidade du
Terdadelraa Pllalaa de Blaucard, detc -os axifir oosso aeBO tt
prala reactiva e nossa Ora, aqui reproduiW, que se acba n parte
inferior da um rotlo verde. Dere -se desconfiar das falsileafos.
Aekam -ae em lodat aa Ptumuelat. Pharnsautieo, ru Bonaparli, M. Parts.

>
->a^(*PT-
Rui &1a&\JS
i4iiieis
1 i.ii.-.
APrROVADAS PELA ACALKaiA CS a8!>!C!KA
DE BflN D .3 LIS SON
f'ftiiaits, lunada pela iuatii je Btoiai L Pa
t MilHiitt r>rofe.nr TROtasBAe, na a\i cr, reconlioc qi;e s ferrorgfBOSBS simples sito runas
veie%;irn>lfiries para enrar as molestias qno. Mem por cansa o esnpobrwiBieoto
lo ?nr.n : ^!llll? med-icos dos mais dislinctos attrihuem f.ss^ ri o xito a peaeaeie,
. do mxntjanesK, que se adra no sanewe, como o u-:n rtc*tuisa6a
r*in r.ea mais (rritos, 6empre inlimamenie unido com o ferro.
t' pois, prstar-seum verdadeiro senco aos Sr*' Mdicos, o ebamar-se sua attencaa
-obre :* preji^rn-'^s'^egainies.
l- h'sH PPWS IHHiMilir'il^ dani3 imnitdiaumente urna agaa, aekialada,
I ierran m^AVltm cazou, agrad.-.vel, subsidiado com vaaiugem
i rorrni:i as aguss mineraes ferruginosas.
'l Wk c larope comendo cada utaa ciaco centigramos de ietiureto de iejroiriangaaicoiiiili.ac' :
9uj ikisearmente na uiok'aaias lymphaticas, escrt
mj.-sh : tuberculosas.
Dmm dft:hctatfl. deferro i de man^icie i ^Sf
lo
r
GtkX
em lata de 5 galoes e mais petjaeaasr a Vontadedo compra ior, en arraa.
Alpiste
140 if o a libra, piioco a 100 a libra.
Azeite
em garrafas a 800 e 1& '
CHARUTOS
em caixa de 50 por 1$, ditos Delicia^ Trovadores e Parisiensesem cixas de 100, ditos
da Exposic3o caixa o#, ditos de Re^aski catxas com 100 a 20300 e outras muis marcas
que so aa presenca dos compradores.
PREZUNTOS
delamego em barril, ditos e Hambre o mulbor que ha do mercado por preco que faz
admirar I
DOCE DE G01ABA
caixes de 560 fino, dito* de itfoOO que yarece marmollada, fto em lata mnite fina
qualidade a 10200.
B0CETA5
com doce secco a l.i e 2#.
QUEUOS
do Alentejo em latas cegade pelo vapor Oneida, di Fameogos e 9tttts$ do- maii botos
que ba no mercado.
AZEITONAS
de el vas como no mercado nao temos a 10 a lata, em barris 4o Purto a 1 como n3o ba
melhor.
Francisca Jos Germann
*A NOVA N. 21,
acaba de receber db lindo e magnifico sor*
tinento di oeuls, lautos, binculos, do ni*
timo mai apurado gtftto da Europa e oct
los de aleaste para, obeeryacoes e, para o
marit irnos.
MlfH SU SEllMO
m. 4, lo jaita
Lindas trancas pretas e de cores c >m ve-
drilho e sem elle, assim como lmdissimas
guaruices para enfeitar basquines e botoes
para os mesmos.
Lindas touquinhas e sapatinhos ricamen-
to enteitados proprios para baptizados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Bengallinba para meninos.
Lindos peotes de tariaruga, massa e outras
muitas qualidades.
Muito boas escovUs para denles, chapos-
roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes.
Superior linhas para crochet.
Agualhas para o mesmo fim.
Lindos agulheiros e dedar de madrepero-
la e marfim, assim como de metal.
Lindas guarnicoes de botoes, para colets,
unbos e colerinhos.
Ricas capellas para noivas.
Meias de seda para senhoras.
Superior thesouras para unhas, costura,
cortar cabell", etc., etc.
Finas navalha* cabo de tartaruga, marSm I Eonets pai menioo* a |J.
DB
Jos Bigouinno
Varas de basado bordado do Porto a 300 rs.
Cairelis do reiroi preto eom daas oitavas proptic
para machinas a 500 n.
Aguloas para machinas a 2*1000.
Pregos francezes de todos os tamanhos a 240 rs.
Groxas de botoes de osso para calca a 200 rs.
Espelbos doaradoa muito finos a 1000.
Cairas com liona superior para marcar a 240 rs.
Carrileis de rteos de todas as cores a 80 rs.
Frasees d'agoa de Colonia m oito superior a 500 rs.
Frascos de o'eo muito fino a 500 rs.
Pecas de tranca branca de caracol a 60 rs.
Durla de tesouras pequeas a 480 rs.
Fra-coa-d'agua para limpar dentes a 500 rs.
Redes pretas lisas para segurar cabello a 320 rs.
Duziis de pennas de ago muito finas a 60 rs.
Caixas de linba fo garde 30 novellos a 600 rs.
dem de palitos de seguranza a 20 rs.
Leacos de cassa com barra a 100 rs.
Garrafas de agua Florida verdadeira i JOCO.
Babados do Porto de todas as largaras e lodos o
presos.
Sylabarlos com estampas para meninos a 320 rs
Memento da roupa de lavar a 100 rs.
Daxlas de meias mullo finas para senhora a 4.00 -
Agulbas francezas a balSo (papel) a 60 rs.
Pegas de fitas de la de todas as cores a SCO r.
Grozas e botoes de porcelana prateados a lf}i
Caixas com aloeites Irancezes a 80 rs.
Caixas4e 100 envelopes muito finos a 600 rs-
Resma de papel de peso braoco liso a 2.
Frasco com superior lima a 100 rs.
Pares de botoes de pnnbo maito benitos 80
Unhas era cariao de 200 jardas a IOO
Caixa de superior linba do gas eom W novellos
700 rs.
Talheres para Bjepinos a,24t rs,
Masso coas superiores granjpoa a 30 rs.
Grosas de peonas de ac muito finas a 320 ra.
i
;
Lourenco tmkii Meudes GaimaraQ3.
Pk^prietario das lojas e armazens da .160, 180, 200, 250, do u'.timo gosto : ra
Arara, ra da Imperatriz da lmperatriz ns. 56 e 72.
ns. 56 e 72. Madapolao d 24 jardas a 40000.
Tendo recebido peios ltimos vapores da; Vnde-se pecas do madapolao c m 24 jar-
Europa diversas qualidades de-fazendas do
que faz ver ao respeitavel publico, vende
barato s aJim de apurar dinueiro, como
nenbum outro.
A ttencaa
Chitas a 160 rs o corado
Veiidem-se chitas em relalbo a 160 rs o
covado.
Ditas em pega a 200 rs. o covado: ra
da Imperatriz lojas da Arara as. 56 e 72.
Panno preto fino a 10600.
VeDde-se panno fino preto para calca e
palitots a 10600, 20, 20500 e 30000 o Gp'-j
vado, cortes de casimira prea para talcas a'
das a 40, 50, (30, 70, 80 e-100000: por
estes precos s ua. Arara os. 56 e 72.
Aigodt'sinbo a 30 a peca.
Vende-se pecas de algo iaosinho a 30, 40,
50r60 e 70OOi> o mais barata que se pode
vender: m ra da Iopijeratri.: ns. 56 e 72.
Cotiua e castor pura c cocte.
Vende-se corles de cotim e castor para
calcas de homem a 8:*u e 5, ditos de brim a
10:80 e 10600, ditos de l/iiui pardo liso a
10200 e 10400: ra da Imperatriz loj is da
Arara os. 56 e 72
Bareje com listas a 32o.
Vendi-se hareje com lisias para vestidos
e outras qualidades.
Suspensorios de seda para homem.
Ditos de algodao para homem e meninos.
Requissimas caixas com msica comeado
o necessario para costura, proprias para um
delicad > presente.
Requissimos livrinhos para missa.
Lindos indisp?nsaveis para msuinas das
escolas.
Finos adereeps pretos para lato.
Grande orlimento ae tinas perfumaras
dos melhores fabricantes at hoje cone-
cidos.
E muitos outros oojectos que impossivel
seria meiciona-los e que se encontrarn na
oja do Vigilante, ra do Crespo 7.
Peales com costa de metal a 40 t$.
Realejos para meninos a iOO rs.
YEROADEIRO LE HOY
de UStaaiI, Docteur-Mdeeln
Ru de Seine, 61, a\ PARS.
amsa
30, 30500 e 40O: ra da Imperatriz lojas dQ senhora a 280 e 320 o covado.
da Arare, ns. 56 e 72. Lasinha escocesa a 280.
MOCAMB.QUE a 400 R!>. Vende-se lasinhas escocezas para vestidos
Vende-se urna nova fazenda com palmas de h(jra ^ n 4o 0 co ado: ra
de seda por nome mogambiqne pira vest- da Imperatrz loja e mum da Arara ns.
dos de senhora a 400 r. o covado: ra i a 56 e ^
Imperalriz lojas ns. 56 e 72. p ., ,
Baldes a 20000. j -KOlipa ieita IlHClOlial. jdros de seda tendo cada corte 19 covads a'
Vende-se bales de arcos de todos os ta- Vende-se palitots de panno fino, saceos'rs-, 240.
manhos a 20, 30 e 305(0: ra da Impera- fraque?, a 50, 60, 80-6-100; ditos de Ricos cortes de vestidos brancos com lin-
triz lojas da Arara n 56"e 72. .casimira_de cores a 40, 50. 60, 80 e 100 ;; das barras bordadas em alto relevo a 240.;
Ditos brancos tambem bordados a rs, 50 e
FAMAS NOVAS
para as festas de S.A'ilo-iio, eS. J*)o
ao armuzeui do PaTo rni da
lapcrai'lz n. 60
GAMa i SILVA
Receberao-se pelo ultimo vap>r da Euro-
pa as mais novas fazendas com) sejam:
Bonitas casfas de list
dies.
Dilas castelhanas.
Ditas da Italia.
Dilas transparentes com os mais moder-
nos e mais delicados gostos vara a rs 640.
D.tas de diversas qualidades com novos
gostos o covado a rs. 240, 280 e 30.
Cortes de medina sendo urna bonita 'azen
da transparente com lindas palmas e qua-
cassas de listas grana-
, vara 800
--------------------r.. ::.
mcad. canoa, >s. a|r< 11* ha a i;-;ri ,.i i
qoe Uva o m- j i aele, um r..!ni., ^uarj. ,, P't< .-,.' K
rcocuui o SSUO la; mL :. w ...
DOTEUrf-MOEClN
J.1 pw-.f.h''\CL';J
> .A.SJ i.S
IV ::.
-1- ;!. i I lira >

d< W
Lre" i
a :. i :.> ;.: :-j
.I ''. -i.;..... |
Kalor ,''..
L5azinhas a 200 o covado. I coletes de casimira a 30, 35500; calcas de
Vende-se lasinhas para vestidos de se- br.'m pari a 103CO, 20; dits l.sanc^s de
FI's k carbonato
erroo BisogaRrCo )SurSS
alterna-r esta dnas 4>reparac5,^s d os me':ores resultado*.
O S* Burin du Bu'isson desejando okter a adhesSo eom^ieu do poM1f>* r^^lca a
cerca do alor de saes preparacSes. previne qne elle, as pSe gratuitamidu? a soa
Hspoaioai). dirigendo-se ;
Pernanbuce, a a#n jente peral, Mararer C*. Dfiarmaceui:o, rw M?,-.
IVlllllii
f a mm
4
Kua larga do Rosario n, 27
Os Dous Alliados convidam ao respert'avel publico a rem aprecias balp sorilrento que i
i); ara peioajumo paquete ebegado da turopa, assim como outros tmrUo* nnJos de coota proprla
;;-. rorte do Impano enrao sejam caf da exposico, tapioca, massas rina. s.-odo al^tria, macarrao, la-
lirim etc., pelo dimioulo preco de 800 rs. a libra.
CALLOS
PomadaGalopeaupara a exlracco e cora ra-
a completa dos callos daros.sern a menor dor,
v-nde sena
Pharmacia e drogara
os
Bairholaiea a CVi9pnhfa.
X 4 -HA LMGrVDO BOSABW34
Uoico deposito.
Xarope e pasta de Seva
' -v DO
Ptaktirt) irtlmo
DB
E. Lagasse
!'repara;oes mal precotadav asios saMos med-
Pars, com as saelbores at 4o)e diseoberta?
' -mi a cara certa de todas as molestias do pe te.
hiles agudos ebrobicos, asthma e ainda da.
.- das vas arinarias.
Diroarro ishkial
34Ra larga 4 Rosario34
ri>i&rmac3a de Bar (bol amen Ac.
i'alitos de foce a 1 $00 a gr^za
'..teta-se na roa da Cadeia o. 56 A : loji das
tnschajt.
-------_____
ireit.
------------------------------_i________,. ...
~^f/,SLvd.'*'<> va'i
o. ,30 ^.zj500a arreza.
\;i raa da ii*m~
p.S'JC
r.iobi j daru. engomo soflrivelmenie e lava b
roc^9r possivel ; na mesoa ba um plano de mesa
vender, com boa* voies e em toa e gQraS tu mazem de tin-i
S tas medicnuiyfttos etc.
lea d J-nperadof o. 22.
H "roductos cbimicos e pharma-
ceiios os mdi8 empregados em
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tora e para tinturara.
Productos odastriaes e tintas
i' para flores, como botoes de flores
e modelos era gesso para imitar
eructas e passaros com o compe-
te rife dessaho. '
Productos chimicos e industriaes
paraphotogrnpDia, fin'uraria, pin-
tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e-sap-
prid diretlamsiiic de Pars, Lon-
aVes, Bamborgo, Avefs e Lisboa
pode offerbeer'produi.to; de plena
oofitfnra'-e asrtMaz.-r qi'laljue *n-
jE cumme^ a gr.r--^ jato e aWta-
'TBo'Lpoij pr^j commado,
|Mli Mili lll'*'a>
IsWWKWtml msumim qnni
nbora a 200, 240, 280, 320, 400 rs. o co-
vado : s na ra da Imperatriz ns. 56 e
72
Chitas fraocezas finas a 240.
Vende-se chitas francezas largas a 24'*1,
280 e 320 o covado: ra da- imperatriz
lojas da Atara u. 56 e 72.
Chales de merm a 2,5ooo.
Vende-se chales de mirin estampadas a
20, 20500; ditos de 15a a 1000, dito.* de
phantasia a 10000 : ra da Imperatriz lojas
da iVrara n. 56 e 72.'
Basquinas a 140000.
._Vende-se basquinas ou casaquinhes de
Grosdenapoles preto para senhora a 140
liaho a 30500 e 40; ce;ou.!s a 0, 1600
e 20; calcas de ca^t r a 10:280 e 10600.
Palitots de alpaca branca e de cores a 40,
40500, e pretos a :?:*, 350 e W. Palitots
de brim a 20, 20;>O : n i da Imperatriz
ns. 56.e li.
* CcrbBrtas de chita da Arar,i.
^Vende-se coberla., de chita a 800. 20,
20500; ditas de damasco a 40; ditos, de
fusto a 60 e 00506 : raa da Imperatriz lo-
jas da Arara ns 56 e 72.
Vende-so braniMntes prri leiges a 20500
e 080 i o covado ; e muitos itros objectos
que seria enfad^Dhr) mencionar.
Ra da Imperai:\ n&. 5(5 fc 72.
--------.
Deposito na pbarmacia deP. Maarer
. 'C. em Pernambaco.
XAROPE "DEPURATIVO
0F. PASCA DE LARA.N'JAS AMARGAS
COM ioiHJRli'R) DE POTASS10
DE
I. I. Laroze.
60.
----------
-------
TMTAMENTO do -. CHABLE, m PABIS
Medico especiad
AVISO AOS DOENTES.
Medico especiad, coimultncdeo, 303, ra Vlvlenoe
Eis aqui o que de todos ea paites am (nade
me eserevem : a
IHo ottoo eu-
rado, tome! Ce-
beba, Copakttu
aob todas u
frmasela opia-
to, ca paulas,
coafeltoa, taobo
o eotoaoaf o par-
dillo e oto estou corado? sei e abusui de um graude ouoiero de iNaxccaon, que retendea
corar em das, e eaton ainda mais doentes.
BA MAIS 90 \\VOS
H caro radicalmente aem recahidas, Corrimentos, Relaxacdo do canal, Calarrho dt I salga,
crias seminaes, corando primeira a causa virulenta nflammatoria d'essas doencaa sexooes,
com algums vidros do meu depurativo do saagce para parar essas affeceoes, eeear o
caaal e ine tornar a dar soa regidei dou para acabar meu exeellente xakopss ao citrato bi
ferro et minha injeccao. A cura radical, as senhores para os fluxos raicea, secuom
o metas tralamento. (Vejase a noticia explicativa.) ^
40.000 DOENTES CURADOS
Tordadeire tratameeto depurativa do aangoe. s herpes as mais mvaitraiui, trrmttm,
prmrUsji, oam. tkaaos s> affoctdn ooworw. bamorea, e todas as doengas qae asterto a poma
do aaniae ato caradas em poaco tempe per meu xarofc bipcsativo bo aANSua meaa
AIIMM MIMIRAU, miniu PILLAS MI-S7BATITA O misma POIiadi AHTI-AT10A.
^Jt^T T!?1.4* *"* k. ,oUe,, M .4 r" deposite de moas modieo-
RMCos. Eom aeoUenU tratamento mto eoatem mercurio na tuoerortdada a boa laiirtU
oteifca orna so tata aoaaa eetao ei apresealH tantas attettactea a tan*. """"
5^ mntmhtcaVslTsismar CkbU $ pororri^3S!l.
phtrrnaceuliro (c Paris
Cortes de poil de chvre com 18 cavados terl^^i^ffi^^^T*
jk terante, um depurador de incontestavel eE-
Moderoissimas vareges tapadas e transpa- ^.fSS? ?"? Tm ^ CaSK3 ?e
rentes com as mais delicadas cores e com bo- 2?JffK lalura T l'mf^
nilas listas de seda, covado a640, 800 e 10. K?^ L S-ame')tostS mais ac?s
Alpacas lizas enfestaias com as cores mais ffiELS ^e%o tomago. As do-
mo 'erna n covado a 640 se' "a^emat'eas que elle coutem permittem
mDrefeS c m Wos lavores gra- 2^*.5fV?, ^Yl
dosp miudinhns povadn 560 pleicoes, as alTecoes escrofulosas, tubercu-
^^^X^L os mais mo- S'TSS Tm fiS? 1Jlermit-
demos dezenhos covado a rs, 800 e 10. S^^^JaS ^T*
Ricos cortes de vestidos de fil enfeitados m"u^tZ^ 11 doencasrbeumat.cas.
a 3q* Deposito em todas as pharmaciase casas de
Poupelina de quadrinhos transparentes l''.SEStmi Aa
com os mais apjdos gostos e quae a lar- desES pauT 2 Paris ""
gura de chita franceza covado a rs, 640. V '^f'i' *L*',' D
Ditas mais estrellas porm muito bonitas! c t^t^ *' Manrer '
covado500. | '---------- '~-----------------(_________
Sedas de cores com 4 palmos de largura Paris, 36, Roa Vivienne 1>
covado 20.
Ditas estrellas lizas de listras covado 20.
Grande sorlimento de grosdeuaple preto
covado a rs, 10600,10800, 20, 20500 e 30."
CHABLEmdecinspcial
COES

Vtnde-se na ra Nova n. 25, pharraacia franceza de
p. MAURER i C.
CHEGMM
-
Aloja dasOollutnas
ILindos manguitos cora gollinhas.
IGrande variedade de ffolintras com ponhos, de cambraia.
De bretarjha a d sgotao.
Gravatinhas de cambraia de muito gosto para senhora.
Ricos pOphMifle gros'ebple praUeofeitidj, i ju tem violo d; m.'Hnr
Pernarabaco. r\ f\yi'j*f-*r i
r'ra do Cre9> > n. 19 de Ant mi Cirreia de ^4mm gesto
Ricas sedas lavradas.
Saias com quatro pannos ricamente bor-
dadas a rs, 50, 60, 70, 80, 100, e 110.
Tai launas brancas e de cores vara a rs.
800.
, Fil branco lizo vara a rs. 8 0.
Dito de flores para vestido vara rs. 640.
Outras muitas diversidades de fazendas
que se mandam tambem levar em casa das
Exmas, familhasparaescolheremou do-seas
amostras deixando ficar penoor so armaze-a
do Pavo ra da Imperatriz a. 60. de Gm
ma 4 Silva.
Bordados do PavSo
Entremeios largos
Babadiuhos estreitos
Rabadinhos largos
Entremeios estreitos *
Tapados e transparentes
Gama & Silva recoberam urna grande por-
co dos mais uVjs babadinuos e entremeios
tanto largos como estreitos, sendo tapados
s transparentes com os verdadeiros borda-
dos a alto relevo tendo de todas as larguras
e desenos, grande porcSo igual pira qual
quer obra, que assim possa ser preciso, e
garantem que podem vender por menas 40
ou 50 por cento, do que em outra qualquer
parte, attendendo a grande porco que tem
no seu armazem do Pavio: ra da mpera-
riz n. 60, de Gam 4 Silva.
DEPURATIF!
d-.rSAG
PLUS DE I
CPAHU
DAS ENFKRHIDADAS DES SEXUAES, AS JlFFKV
-_arraneas, e a -.teracoes do sangub.
" 30,000 curas das impingeiu,
itulat, herpes, sarna,
(omixoet, acrimonia, e a-
lercoes,vitiosas dosangitsu
virus, t alteracoes do lattm
gue (Xarope vegetal sm mercurio). Bopuratraa
vrseiaea 1UMIO HUAIS tomao-se dous
por semana, seguindo 6 traclamenlo Depurativo : 4
empregado as mesmas molestias,
ste Xarope Citracto de ferro
e CHABLE, cara mmeJia-
tamente qualquer prgaoao,
relaxacao, e debilidad,
igualmente os fluxos e flore
brancas das mulheres. Esta injeccao aenigna em*
prega-se eom o Xarope do Curado de Ferro.
eauos-reMeve, Pomada qae ae cura am tras dias,
POMADA ANTIHERPETICA
Contra: aaa affeccots cutneas eomicoot.
P1LULAS VE6ETAE8 DEPURATIVAS
do; CImMc, cada ira* val ateoaaahid. dt t
AVISO AOS SRS. MDICOS.
I Cura larra*, loaas
coqueluches, imsacoa*
ntrrmat tas sa bran-
chiea e tsaats os dosacu
I Jo peits: basta ao dtate
urna colhe rchdea doste xarope IK Foacir.
Br. luiau em Part, nsm vtrtea
Sipop du
urFORGET
Terrenos para edificar
Vende-so terrenos oo Caaaa*. ^o tos, e,
venda na pbarmacia de P. Ma irer p
e C., em Pernambuco._________________
Ul GAZ GAZ
Ghagou ao antlgo deposito de Henry Forstor t\
C, roa do Imperador, otn carr<=garoento de gax da
wiQMlra Qoaldade,o qoaJ sa vesde a partidas
i reuftoirar mw preco do trw aa otMr qaal
iwr parte. ,. ._____________________
proprios para ediOcigo.
a raa do Apollo d. 32.
Farinha superior
Qaem Dreteoder dirija-oe I Tem para vender Antonio Lu deOliveira Aza
I vedo & C, ao.jfu escriptorlo, roa da Crox n. 1.
*'

*
t
*


J


Lrlo Ir r.cnr.M9 ftUb* 1* c Ag< ie 1967. ^


ir

'

I
lemfdlos do Hr. J. C. Ayer, -leaU
da Cerversiiae 4e Ptasvlvaaia, sos
Bxlraeto eemposto de salea-par
rllaa de Ayer.
Peltoral de eereja.
Remedio parsezes.
ninla catharticas.
0 deposito centra! para ar provincia*
Pernambueo, Alagoas, Parahyba e Rio-
Grande do Norte, destes remedios t3o fa-
voravelmente eenbecidos e acoihidos en
todas as partes da America do Sal e de
Norte, acha-se em casa de Theod Chrfa-
tlauscn, 16 riaa do Trapiche en
Pernambueo.
Os precos de
33,5 por duzia de extracto de salsa-parrllha-
17A, por doria, de peitral de eereja.
S7)5 por dazia de remedio pira sezSs.
7 por dazia de plalas catharticas
se entender dinheiro a vista, coa
o descont de 8 por ceato em qoantidadei
de 6 a 12 duzias, e de 10 por cento em
qnantidades superiores a 12 dazias.
A Agola
Pin;
.
\.m ^ mw^%

O
<3
as
O
GRANDE S0RTIMENTO
, SE
Fl/KVSUlS BARATAS
HA
LOJA E ARMAZEM
DO
PAVO
Rao da iraperatrlz u. 6a
BE
Azeite de espermacete propria para machi-
------ as.
Antes de avisar 7 sua boa reIS do qae de SSi"58 V""5* de 3 3 Cava,,0S'
novo ha recebido, vai primeiro dirigir seus cum-! fc,erras avulsas para machinas,
primemos e agradecimeot ao bello Viado braoco' Mandes e todos os mais pertences para as
pelasmneiras agradareis eom.que elle a ba tratado, mesmas.
e assim eumpnodo esse dever, deseja Ihe tambera' Carros de mao nara aterrr,
qae a pr da cootinuaco de sua robustez teoha > m Pfra.aterro'
crescido aagmeote de boas freguezes, e mais que t,y,,no-,0 para padanas.
cora aquella ligeiresa de qae disp5e-se livre se da Debulhadores para milho.
pontana tfaqaellej que a preteito de amostra le- Arados mericanas.
tX\2lS PeUs"S lmmeDS4S 0eeapa55es (:arrinhos PrPrios Para mazens.
Ja v, poi?, o bello Tiade branco que a agola Moinhos para refinacao.
aprecia o seo bondoso tratamento, e Ibe deseja nm dem para m'lho.
feliz porvir. As?ira dito e feito, val a aguia bran- Escadas de madeira americanas.
ca satisfazer a sua boa freguezla, pela ohrigaco
em qae esta' de continuamente scleotiflea la do -_______________________
que de novo receben, pelo qae avisa-a, de qae ac-!
ba de chegar para a loja d'agula branca, a rna do'
Queima lo o. 8; o segoiote :
Coques novos de lalos e variados moldes.
Knfeiie modernos e Bonitos para senhoras.
Cintos de pontas enfeados com vidriihos. "
CordS^s grossos,.pretos.e de cores com vidrilbos
para enfeites de vestidos.
Trabas preta* e de ootras cores, tambera com vi-
drilbos para o mesrao tita.
Guarnic5 pret3s para basqaraes, vestidos etc.
Trancas e galdes de seda para o mesmo. '
Dita dita de lia e algodo.
Fitas de velludo de cores, lisas e cbaualoladas.
Bicos do seda.
Fitas de borracha para cintos.
Ligas de seda para senboras e meninas.
ntremeos e babadinhos bordados.
Gollinhas e punbos bordados para senboras.
Coller'nhos para bomens.
Abotoaduras de diversas qcilidades e precos para' modenn< ueste, mercado.' Como sejam :
coletea. j. Rjquissimos cortes de seda para vestido
Ditas ditas ditas para panhos. I m g^ m> m> e 9()^
Alm do grande sortimento das melhores machinas, americanas para descarrocar
aigodSo, de 10, 12,14,16, 18, 20, 22, 23, 30, 35, 40 e 50, neste estabelecimento se
encontra mais o seguinte:
Caixas com vidro sortidos.
de'todas as qaalidades.
Bombas'de japyz.
dem americanas.
Ferros para engommar a vapor.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de vergninha.
Guarda comidas. *
Peneiras d'arame para padarias e refinac5es'
Correntes para almarjarfa.
Machados e faces americanos.
.Barricas com milho branco americano.
NOVIDAD
DA
mn mi m i
GIMA Os proprietarios deste grande ejtabelecimento acabam de receber da Earopa um
granae sortimento das melheres fazendas d*lia, nbo, algod5o eseda, asqnaes vendem
ELPe5^ barallssimos. -^ ,il> apnrarem dinheiro, dando de todas ellas amostras,
amando flear nm penhor ou mandam-MS levar em casa das Exmas. familias pelos seus
S ,nm8' a-Simc?mo as pessoas 1eM?ociam em pequea escala, ne#te estabelecimen-
inQn,7pr jrao pelos mesmos PreC8 apenas o descont.
DAS
Baste
Vaqoetts de lastre propria p.ra cobertas de
earros, multo novas e da melbor qualidade pos-
Clela t a*" Pr Pre58 moavel:! oa rDB d*
ra do Ure.po n, 9 A. esquina da do Isapcrador
DE
Casemiras pretas enfestadas a | 6o.
Na loja da Pava vende-se saperioj casemira
enresiada preta par caigas e paletos pelo barato
preco de 1J600 o corado 6a a 2*800 cada c. rte
de caica, dita moilo mais flna, covado a 24200
ou o corte a 34800, ditas muilo Anas sem serum
enfestadas a U809, 2*000 e 24500 cada covado :
Da'9J*e afroitem do Pavao na roa da Imperatriz
n. 60 de Gama & Silva.
So oa toja do Pavo.
Chegou om grande orumento destas novas saias
escoras proprlas para lempo de ioveroo por evila--
rem que u saias brancas com qae ama senbora
vae composla nao se suje de lama ao mesmo lem-
po sao moito bonitas por terem lindas barras como
se asa ullimamente na Europa e vendem-se pelo
barato preco de 3S00 cadan.i a, na loja e armaero
do Pavao, roa da Imperatrir, n. 60 de Gama & Sil-
va.
Espartilbo.
Vendem-se magr-ifleos espartilhos franeeies e
loglezes na loja e armaiam do Pavao, oa rna da
Imperatriz n. 60. de Gama & Silva.
PANNOS D CHROCHE*.
Vende-se um grande sortimento dos mais boni-
tos pannos de chrochs proprios para radeiras, so-
ph?j cadena, de balanro, para almofadas e para
cobrir presentes, e veniem e por precos baratos
na loja e armazem do Pavao, ra da Imperatrii
n. 60, ae Gama & Silva.
FAZENDAS PARA LUTO.
Loja flo Pavao.
Vende-se setim da Cbina preto seodo urna fa-
Gustodi* Jr s Al ves Grima raes.
Tendo recebido em direitura pelo vapor francez Estremadnre, um variadissimo
sortimento de fazendas finas e da ultima moda em Paris, e aproximando-se as festas de zenda multo leve e sem lastro com 6 palmos de
'S. Jlo, S. Pedro e Sant'Anna, por issOapressa-se em vir convidar o respeitavel publico, jE?ra ,pl?pr par* T^i0^ roop'i p,ra h0'
;ecom especialidadeaos seus numerosos fregus, que venbam ver o, que ha m>^Si!l^S^4m%^
bombazinas preUs a 14600, 14800 e 2*000 rs. o
Ditas de algodo de differente qualida- covado, superior canto a 14200, laniinha preta
Bouilas correntes pretas para reloglos.
Aguia Branca a' ra do Queimado n. 8, re- Lindos corles de foulard de seda, pelos
eebeu : baratissimos presos ie 25, 30^ e 35JI.
Caixiohas com dons baralhos fraocezes, de col- Cortes de blond para,noiva, trazendo cada
.ridos floos, enterraeados com aparados papel e*>L^ faias de ^ cJpe||a J ^
coroado, lustroso e opaco, obra muilo boa.
Ditas com teios d o^so, marliin e madreperola
para voltarete.
Pent-3 de marra com chapa e sem ella, para
limpar caspas e tirar bichos.
Ditos Anos d'osso e tartaruga para o mesmj
Bm,
Ditos de osso baleia e tartaruga para desemba-
razar.
Ditos, de ditas dita para-barba.
Oculos de peeira para quem sodre da vista.
Oatros de differeates graos e cores, com arma-
c,5es d'aco Bno.
Outros tambem de armacao fina, vidraga de co-
res.
Lonetos ou pincenez com araaco e ac,
falo e tartaruga, vidros branecs e 0: cores.
Eavslopes pequeos bordados.
Dito ditos opacos e grandes para ofBcios.
Frasqoinbos cora superior tinla carmim. >
Stereoscopos e vistas.
Acaba de chegar um novo sortimento e contt
nuam a serem vendidos por piecos commodos.
Heias
Prelas de la e laia para padres.
Brancas de la para homeos e senboras.
Ditas de borracha para quem soflre insacao as
pernas.
Barretos ou carapujas brancas de algcdlo.
Essencia de ail, e bolas de dito para en-
gommado.
Vendem-se na loja d'aguia branca, na roa do
Qaeiraado n. 8, sendo a essencia em frasqaiubos a
500 rs., e as bolas a 60 rs.
Lencos de cambraia braocos e de cores com
barras de cores fixas
J nao a prlmeira vez qae a aguia branca ven-
de desdes lencos da marca BBB, isto bons, bo-
nitos e baratos, por isso approveltem ndos essa
nova occasio de se proverem desses sempre pre-
cisos iengos, coja commodidade de preco anima a
fazer-se o gasto ; custam elles 356G a dazia, e os
pequeos para meninos a 800 rs. a dazia. Quem
se diiicir a loja d'aguia branca na ra do Quei-
mado n. 8, conheeera-' que taes lencos tem as qna-
lidades cima ditas.
Novo sortimento de albuns de 50 a 200
retratos.
Vendem-se sempre por pregos commodos ; na
ra d Qaeimado, loja d'aguia branca o. 8.
Balas de Borracha para brin-
qnedos.
Veodem se oa ra do Qaeimado loja da aguia
branca n. 8. -
Carretela de retroz para ma-
chinas.
Vendem-se oa roa do Qaeimado loja da aguia
branca n. 8.
Papel paquete.
Vende se na ra do Qaeimado loja da agnia
ranea n. 8.
pequeo toque a 4*J<$
(\ot a nrfxv nar-i hnmom Pnhnra o rrian/u* "sa a *'" e 500 rs. OfOVadn nm grande SO MI
"^ meoto de alpacas e prlncexas pretas qce se ven
Ditos de dito com
e50f
Moireantique branco, aznl e preto.
Seda branca para vestidos denoivas.
Grosd aples de todas as cores.
Riquissimas barquines de seda preta, bor-
dadas com gosto.
Liados corles de lia com barra e de ulti-
ma moda tendo cada corte o seu figurino.
Riquissimos corles de vizita, Iaa; com lis-
tas de seda para vestido, esta fazenda re-
ba_ commenda-se muito por ser inteiramente
novidade.
Dit da mesmaqualidade porm em pncas.
Reauissimo transparent de seda para ves-: nofvos.
tido de senuoraetambem novidade. Collarinhos
Riquissimas gravatinbas para senbora. | dade.
Luvas de todas as qualidades.
Wadapolo francezo que de meluor
no mercad.
Organdy branco com listas.
Dito de urna s cor e com listas da mes-
ma cor.
Chapeos de seda para homem.
Ditos de phanlasia para bomem.
Casemira preta muito fina.
Ditas de cores inteiramente novidades.
Chapeos de sol com lindos castes.
Toalbas de labyrintho muito ricas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dit j.
Rendas, bicos da ierra e grades para lencos.
Urna requissima toalha toda aberla de la-
byrintho o que ha de melhor neste genero.
Peitos de nho bordados para camisas de
de linho. inteiramente novi-
Ditos cortes de barege e de laa para ves-
tidos.
Lindas chapellinas t*e seda para senhoras.
Ditas ditas de dita para meninas.
Chapeos de palha para senhoras.
Biquissimos chapeos de sol parsitas.
Requissimos enfeites com coque e sacata-
inteiramente novidade.
Riquissimos leques de madreperola.
Ditos ditos de sndalo.
Luvas de Jouvin preta, branca e de cores.
Chales de seda.
Ditos de cachemira..
Riquissimos manteletes de cores, inteira-
mente novidade.
Riquissimos cintos para senhoras^
Riquissimas fivellas para ciatos.
Riquissimas cobertas de ponto de crochet.
Meias d' laias para padres.
Ditas de la para padres.
Ditas de seda para senboras.
Ditas de dita para creancas
Punhos e gollinhas para senbora.
Riquissimas saias bordadas.
Riquissimas camisinhas para senbora.
Cassas muito finas e inteiramente novida-
des.
Riquissimos veos e mantas de blond.
Ditos chales de toquim.
Fil de liaho, liso e de salpicos.
Fil de seda, dito e de ditos.
Espartilhos para senbora inteiramente no-
vidade.
Lindos bnles de la para senhora,
Ditos de d'ua para menioss.
Ditos de nmculica par senhora.
Riquissimas vestimentas para baptisados
cometido, chapeosinbo.sapaiinho, meiasinha
a camisinha ricamente bordadas.
Coeiros bordados muito finos.
Um rico lencol de labyritho,propriopara
casamento.
Chitas, cambraias, madpol<5es e rnuitos
outros objectos, que se deixa de mencionar.
O dono deste importantissimo estabelecimento contina nos proposito' de que-
rer vender muito e ganhar pouco, para o que sugeita-se a ganhar. nicamente o descont.
Agua mineral
ferruginosa, acidulada, gazoza carbnica
' DE
OftBZZl.
O aso d'agaa de Orezza mui particularmente
reeommondado pela escola de medicina de Paris,
para tudas as affecce do tubo digestivo, ingorgita-
meoto das viceras abdominaes, e geralmate todas
as molestias provenientes de fraquera orgnica, 00
pobreza de sangue.
DIPOSITO ESPECIAL
34Rna larga da Kosario34
Pharmacia deBartholomcnAC
" Ven4e^e ama casi terrea sliana estrada no-
va do Catanga, com 37 palmos de frente e 83 de
fondo, 2 salas, 1 saleta para engommado, 4 qoar-
tos, cosinha fra, 1 qnartos fra e 1 telbeiro pro-
prio para estribarla e agasalho de vaccas, cacimba
e algomas laraogeiras, sendo todo morado com por-
tao de ferro ao lado dlreito : qnem pretender dert-
ja-se ao abaizo assignade morador na estrada dos
Afffictos.Candido Jos dos Santos.
GRANULOS ANTIMONIAES
- Da Oocteur PAPILLilD
Not dkaeat para eoraeaB dai molestiu do eorac>8, da istluni, do eatarrho, da ooqnelache,
d tea,to:
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS
Pin t amatojU anemia, da chloroni,
da amenorrbea, dat neTralgiaa,
MNfelMaM, Ote.
naviera, da molestia
Vndese
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH
Pan a rafao dai nwlaatiaa, nanrorae, da vira dlgratraa, dypapaia, ote.
WWLAl* {Em Rio-de-Janeiro, FLIX F*B AUT, pharmacia, 77, roa Seto Setomiro.
KmPenumbuco, P. MAURER et C*. pharmacia, roa Not.
Bm Maceio. FALCO WAS, pharmacia imperiaL _________
A'
LOJA DE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO C
11fiua do Queimado11
Um preto crionlo novo e de boa ligara, cos
nbeire e cara pina : a tratar na roa do Trapiche
n. 57, com Joaqaim Jote Goncalves Beltti.
Verdadeiros
Collares Rayar
Electro Magnticos Aaodinos
Oa Collares Anodinos, para facilitar a deo-
tico das criancas contra as convolsQes
das mesmas, a estes coliares nos esonzado
fazer qaalqner recommendacSo, firtO' a
grande atilidade qae tem prodaado qoelles
pas qae os tem applicado em taes cireonv
stancias pois nos parece qne n5o haver om
s pai oa mii qae por este meto no qaei
ra por termo
fllbinhos visto ser am mal qae tanto <
dem mais barato qoe em atra qualqner pane, Da
loja e armazem do Pavao, ra da Imptralriz, n
60,e d Gama & Silva.
Bramante de tnbo.
Vende-se soperlor bramante de linho com rTez
palmos de largura pelos baratos precos de 24400,
2J600 e 248QO a vara, superior panno de linbo
pruprio para lences, toalbas e sereolas, pe-
lo barato preco de 640, 700 e 800 rs. a vara, pe-
cas de Hamborgo de Moho moito superior a i,
1 i e 124, fklgodaozinbo infestado liso mnito en-
corpado proprio para lences a van a I A, dita en-
trancado mnito snperitr fazenda com a mesma
larjfbra a 1,8200 a vara, asim como mais orna in-
flnidade de fazendas brancas qne je vendem mais
baratas qae em outra qnalquer parte s com o tiro
de aparar dinbeiro, na loja e armazem do Pavao,
roa da Imperatriz n. 60 de Gama 4 Silva.
Lencos broncos
a 2ooo, 28oo e 3,520o.
Vende-m.- um grande sortimento de lencos de
cambraia t>ranca pelos baratos presos de 2000 e
TfSOO a ozla, asslm como ditos com lisia de c-
re Hxes em volta, taoto proprio para bomens co-
mo para meninos, qae se vendem pelo barato
preco de 3,5200 a duzia, ditos grandes de cassa li-
za qae se vendem a 500 rs. cada am, na loja e
armazem do Pavao, roa da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Madapolo pechincba a Gs
Vendem-se pecas de madapolSo sendo fa-
zenda muito superior com 24 jaaas cada
pe?a pelo barato preco de 6$, dto muito
mais superior a 60^00 e 70, assipr como
dito finissimo a 85, grande pechtocha: na
loja e armazem do Pavo ra da Imperatriz
n. 00 de Gama & Silva.
As chitas baratas
do Pavo a 240/ 280, 320 e
360 rs.
Para camas de nolvas.
Vende o Pav3o.
5lcs cortinados bordados a 8J000,10, 16l,
20^ e 25 o par ; asim como os mesmos tambem
servem para janellas; ditos adamascados a 10 e
2# bonitas pecas de cassas adamascadas para o
mesmo effeito; bonitos damascos de la de urna
e dua< larguras, proprios para colchas, asslm co-
ma bonitas colchas de croch : tu|o isto se vende
mais barato do qoe em'aatra qaafquer parte, na
N do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Cascas de cor a 24o rs.
Vende-se am bonito sortimento de cassas de
cores, pelos baratissimos precos de 240, 280 e
320 rs. o covado, assim como nm bonito sorti-
mento de cassas francezas com listas largas a 800
re a vara, Onissimo organdys matisados a li, na
loja e armazem do PavSo, ruada Imperatriz n.
60, de Gama & Silva.
ergaody a 1*000.
Vendem-se bonitos cortes de organdy
sendo com listras todas brancas ou com lis-
tras de cores tendo oito varas caa corte,
pelo barata preco de 40, pechincba: na
loja e armazem do Pav3e ra da Imperatriz
n. 60 de G. ma e Silva.
Notos vestidos a 60000.
Na loja do PavSo.
Chegaram os mais modernos e bonitos corles
de organdys para vestidos, teado- 10 varas c. da
corte, sendo 7 varas listadas para salas e 3 varas
sem listas, mas com enfeite para o orpo (ou ca-
saquinhoj garante se neste genero ser o mais mo-
derno qae tem vibdo ao mercado, tendo entre el-
les mo'tos traseos com lisias e enfeites pretos, e
vendem-se pelo barato preco Se 6, nicamente
no armazem do Pavo roa aa" Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
VEN DE-S "
Motores americanos para dous cavallos.
Dito dito para qnatro cavados.
Machinas para descarocar algodo de 14, 16,
18,20 30, 33 e 40 serras.
Prengas para enfardar algodo fazendo os sac-
eos com 6 palmos de compriraetrto com o peso de
150 e 206 libras, viadas ltimamente da America
no armazem de Henry Forster & C, no cae Pe
dro II n. 2 junto ao (iabroeie Portuguez.
xjs 5 BE.
8 g*3-0 3 P>
2 9.'0a
u. -a O S eo
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^11 fe.il
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8
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3 '.
=
ce
o
si
LOJA
6
DAS
Collares Royer magnticos
llctlalhas e pulstitas magnticas.
A -Aguia Branca receben nova remessa dos pro-
veltosos collares Iioyer mgoeUcos, ja sammameu-
te conbecldos para preservar as ooovalsdes e faci-
litar a dentico das criaocas..
Com esses alis collares elctricos magnticos
tambem nao pequeas qaantidades rfc medalh4
e polseiras elctrica' magnticas caja atilidade
tem sido aproveitada por quem soflre do nervoso
hypoeondico, tremores as mios etc.
Assim como os collares Royer esto'feralmente
coobecidos e acreditados pelos efflcazes eSeilos e
bons resaltados que tem colbido as pessoas qae
delles tem osado ; assim tambem chegaram a ga-
nhar to alta reputaco essas apreefaveis medalbas
e pnlseiras magnticas, ama vez qae o aso dells
fr se estendendo a todos qae deilas necessitem. A
Agnla Branca conina a receber por todos os va-
pores francezes ama determinada qontidade de.--
ses sempre preciaos e estimados collares Royer
magnticos e por isso (que na lembranca de todos
que os acbaro constantemente em dita loja da
Agola Branca, roa do Qaeimado n. 8.
1AR0PE FERRUGINOSO
DE CASCAS DE LARANJAS E CASSIA AMARGA
Com iodureto de ferro inalteravel
D ti. p. Laroze, pbarmaeentieo
eot Pars
E sob a forma liquida que mais facrlmente
Vendem-se urna grande porco de chitas se assemelha o ftrro, eisto, sem produzir
Snissimas com pequeo toque de mofo, ten- perturbado alguma; n'esta forma, tambem,
do miudinbas e gradas, que se vendem pelo preferivel s pitlas e pastilhas emtodos
barato preco de 280 rs o covado, sendo fa- os casos em que s5o prescriptos os ferrugi-
zenda que val muito mais dinheiro, ditas lar-' nosos. E o melhor auxiliar do oleo de li-
gas e escuras sem defeito a 240 rs. o cova- gado de babalho, porque contem o xaroge
do, ditas preclaras escuras e alegres a 3i0e de cascas de laranjas amargas, tao geral*
360 rs., tudo isto pechincha na loja e'af- mente appreciado, para a cura das dores de
mazem do Pav3o: roa da Imperatriz n. 60 estomago, digestes difflceis, inappetencia,
Em frente do lvrmmto
Pecas de bretanha de rolo a 2(5500 a peca.
Organdis branco de quadros e listras a
900 rs. a vara.
Dito de cor, finissima fazenda e lindos
padr6es, e cores fixas, pelo baratissimo pre-
co de 300 rs. o covado, qoe de tudo se dio
as amostras com penhor, s na loja das 6
portasem frentudoLivramento.
r dos americanos
Samuel P. J ho-ton & C. tem^ara veuder sape-
riores arados americanos : a ra da Sen'ala Nova
n. 42.
Escravos fgidos
Ka loja
Angosto Porto A G. aaa1 am de receber da Enroar superiores cortas do seda de cores para
bailes e casamentos.
Ricos certes de blnd cam manta e capelta para nofvas.
Conloados bordados para camas de nivas e janellas d 7J a 805 cada nm.
Colxas de seda e outras de la e seda-a qae ha d melbor para camas d noivas.
Toalblnhas de croch para cadeiras e sofai, espartilhos a sultana pare senboras, camisinbas
com mangalto bordados e llbdos encbovaes pare baptisados, e baloes de musselina e de arcos para
ambaras raen loas.
Lavas de pellica para homam e senhoras e superiores chapeos de sol de todas as qaalidades.
Laa para vestidos baratsima bonitos padrdes o-covado a-380.
Tapetes grandes* para sof, ditos para plano, ditos para cama o peqoenos para portas e janellas.
MoCr branco e preio superior part vestidos de lindos desenos-, grosdenapl de todas as cores
seda de quadrlnbos, cassbralars brancas de'maitas qaalidades, ditas de cores e liadas percales.
Basqumesde seda preta ultima moda, chales e'retbad* de ealpar<-vetjd'se baralb.
Camisas para-horneas rrancezas e inglezas de Itabo- e de alncro Anas seronlas de linio *a-
perlores.
Capas 9e borractm, sobretodos e pefoeiras as melhores e_pjIs eleganles.
miaagrendes-par'viagerjg; ditas aeqaenas saceos de- tapete e raro1.
Bramante brano* a toes1 sotmmeotfjs de se^ cores todo bom e barato.
Neste estabelecrmento ba sempre-jjm cottpleto sorflmento de boas fatena's tant-) para a praca
flagella, pois a estes collares acompanha DmiCMTCP^ocw,ro*'ProT'wia685ertolwo'i^-ti;*^ oasanmoios como sejam capeMas,'
res
vende-se na loja do Gallo Vigilante, roa
do Crespo n. 7, pelo preco de 44000, 5j
6#000.
Esteras e alcatifas para forrar salas*
11 Rna do Queimado11
de Gama & Silva.
Atoa I lia do.
Vende-se snperior atoalhado de algodSo ada-
mascado com cito palmos de largura, vira a 2,fc
dito trancado ssm ser adamascado vara a 1,8800,
dito superior de liriho adamascado vara 2800 e
,'5, guardosnos de linho cr qne sao os mais
econmicos a3ja dazia, na loja e armazem do
Pavo, ron da Imperatriz n. HO, de Gama & Silva.
Chitas con mofo a 280 rs., oa l*>ja do
Pavo
Vende-se orna grande porcSo de chitas
francezas com rnuitos bonitos desenhos, pelo
barato preco de 280' rs. o covado,- por ter
um pequeo toque de mof, sendo decores
seguras e garantindo-se que soltam o moto
logo que se lavem e a nao terem este pequeo
defito seriam para 400 rs. o covado, esta
pechincba acha-se nicamente na loja e ar-
mazem do PavSo : roa da Imperatriz t. 60,
de Gama Silva.'
As 10 mil varas de cambraias
Covado 300 rs. vara 500 rs.
li o pavo
Vendem-se finissim cambraias france-
sas com listras miuda e graudas e com
lindos desenhos de flo es e palmas, sendo
todas com as cores mais modernas e mais
lindas que tem vindo ao mercado, pelo ba-
Tato preco de 300 rs. o covado ou a 500 a
vara, grande pechincba attendendo a
grande porc^o que tem, sen3o seria para
muito mais dinheiro: isto oa loja e armazem
do PavSo, ra da imperatriz n. 60 de Gama
Silva. i m
Chalet de renda a $.
Vendem-se bonitos chales prtos de renda che-
gados nltimamente pelo barato preco de 4# : na
lojae1 rmate*' do Patrio, roa da Impenrirlrni flt?
de Gasa & Silva.
Chafes baratos
fe-3..
Vendero-seohales'de merino estampados
a 2& ditDS'lisos a 3j5800 dito estampados
finos a fifWOO 8tf; 60800; dito* crepon
com listras de seda a 750O e 8000,
pecbincha': na loja e arrdaem doPavOo
ru da Imperatri n. ,60 de Gama e Sttrai
Chitas a 200 e 240 rs.
Vendem-se chita inglesas de cores fixas
pelobrtto pre^o de 200 e 240 rS; o cota-
do : na loja e armazem do Pavao roa da
imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
etc.
Deposito em todas ss pha macias e Casas
de drogaras no Brasil.
Expedicbes, em casa de J. P. Laroze, rae
des Lions-St-Paal. 2, Paris;
Deposito em Pernambueo, pharmacia de
P. Maurer r C. ra jjova n. 29.
O oleo de flgado de baialho desinfectado
de Cbevrier, conserva as qaalidades e pro-
priedades reconhecidas ao oleo de flgado de
bacalbao ordinario; o sen cheiro gosto
s5o mnito agradaveis, e a digestSo faz-se f-
cilmente.
Deposito em Pernambueo, casa de P. Man-
rer '
N
acharrv-seos seauintev depsitos
De R. Bronioghaos em NaiU.
Boargogne.
7inbo Pommard tinto.

'


Cortn tinto.
Santa Georges tinto.
Chambertin tinto.
IUcbebourg tinte.
Clos de Vougeottm c.
Cbablis branco.
De A.WoefemFratfefort:
Btenn.'
Geisenheimer.
Liabfraamilcb.
MarcobronntH". { t ^. __
Em casa de Tbeod Christiaasen, roa do Trfa
picbe-novo n. 16, nico agenta'no norte do Brasil
Ja Brandenburg freres, Bordeaux, encontra-se ea
[cuyamentedeposito dos rticos seguintes:
St.Jolien.
St.Pietr*.
Larose.
Chatean Lovtlle.
Cbateao Margaux.
Grand vin Chatad Lanlte11888.
Chatean Lafitte.
Haut Santernes.
Chatean Santernes.
Chatean Lataur Btancte.
Chatean Y qnem.
Cognac em tres qaalidades.
Aieitodoce. Preow de Bordeau.
' ITIl 1-------------------------- ^(.!.. --------------n--------1^------------------------ I. .
vapores.
Vende-Beem easa de Sanoders Brothers &-C
o largo do Orpo Santo n. 11, vapores patentes
o todos os pertences proprios para ftxer mover
res.oqqnatrq machinas par dascaroctr^atiodlo
- Farinhade' mandioca a 3*800 cisaWo : nO
armazem'd Candidd Alberto Sodr W Mona nr
travessa da Madre de Dos n 14.
Contina andar fngido do poder do ahaixo as-
slgnado, desde o da 12 de marco do correte aono
o sen escravo pardo claro, de nome Cyriaco, eom
os slgnaes seguintes : representa- ter de idade 40
annos, rosto rodonde, e nm tanto envergado, olbos
emuapucados e fondos, bocea grande, beices gros-
sos, barba fechada e ruiva, ps e araos grossos e
carnudos, peitos vermelbos e cabelludos, cabellos
crespos eavermelbaos, coslama andar armado de
faco e ama bayoneta n'am pao, gusta de tomar
cachaca, e qaaudo Oca bebado da' para poeta, e
regrls a : roga-se, portento, a*s autoridades poli-
ciaes e espilles de campo a appreheoso do mes-
rao, e leva-!o a sea senbor, o abaixo assignado, no
engenbo Pedregulho, em Nazaretb, qne sera' bero
recompensado.
Jos Ignacio PereiraJ'orres.
Fugio em 11 de julho deste correte
anno, urna escrava crioula de nome Delphi-
na, idade de 25 annos, eom os signaes se-
guintes : muito ladina e intitola-se por forra
dizendo que ama, um pouco baixa, magra,
rosto um tanto chocho, olhos vesgos. nos
ps e maos calor de ligado, o couro licua-
do. Ievoo, vestido de chita cor de caf usado,
um chales de algodo de quadros, esta es- -
crava foi comprada ao Sr. de engenho pau-
liita a 2 de maio, cuja escrava em mao
deste mesmo senhor foi pegada por duas ve-
zes junto ao sitio de Suassuna e j foi vista
no beco do Espinheiro, roga-se as autorida-
des e capita"es de campo a apprehenso da1
dita e leva-la na'roa Direita n. 99, qu sO-
r3o recompensados de sen trabalho.
Ausentou se no dia 6 do corrente, de um si-
tio no Hangoinbo, o moleqae Franci-co, de i! au
nos de idade, cor fofa e bonita ligara, foi vestido
de calca e camisa de algodo rtscado e sem chapeo:
roga-se a quem o apprebender lvalo a roa da
Cruz n. 55, qae sera' generosamente recompon-
sado. __________-
Escrava fgida
Aasenton-se no dia 1* do correle-, do sobrade
da rna do Brura n. 70 a escrava eabra, de nome
Fermina, de idade 19 a 20 annos, bonita figura,
peitos grandes, o resto com bastantes espiabas e
com am deate podre do lado de cima, cojo dente
tem um pedaco de menos, crioula e natural da
silla de Bezerros, vendida por Haooel Bezerra dos
Santos Janior em dezembro prximo passado, le-
vou vestido de chita branca com ramagem encar-
nada e o corpinho todo braoco, e chale de merino
azul desconfla-se' qne ella esta' acontada era al-
gnma cas*, pelo que desde ja* se protesta contra
quero for de dfrUo : roga-se a qnem della tlver
noticia de leva-la casa cima, segundo andar,
que se promette ser bem gratificado.
Escravo fgido,
Fugio no dia O de julho do torrente anno o es-
cravo Vicente, cacao Angola, idade 40 annos, pou-
co mais on menos, altara regular, secco do corpa,
pernas arqueadas, sendo ama mais do qne ootra,
bastante ladino, rosto comprido, pouea barba, traz
cabello oro pouco rente, nsa camisola de algcdao-
zinbo por cima da cale, cbapo da feltro pardo,
guarda sel de seda ja' velbo, tendr no caslao urna
emeoda de ftandres ; snpp5e-se_ qne este estrSfV
trabalha de dia em algum sitio nos: arrabtMes'
dosta cidade, e qnedenelle se oeeolta em algnma
easa. Protesta-s, pon, contra quera tiver aconta-
do dito escravo, cuja aperebenso se pede as ao-
toridades pollciaes, gratificandb-se" conveofnt^
mente na rna da Cadera do'ftertfe n. 27, segando
atfdar. ^_^_
S($ degratifilea cao
Poo o escrava Sleiiao, de naco Mocaobiqne,
idade 40 anbo*. la os.segaiotes lgo*es.,sea
karba com talhqa em circolo redondo ao p das
!SKaTto,falT dedonte J^1??
ttoK&.Mt*li* ttteaaeain.de cor era boa
MtiaW ehio*>de maua novleme de algodaa
isXTao Sr Jos Vicente Liodooso, morador na
r^ncla das Mot. pprjin procnradbr o ST.
j6oo^'CaWeairti d*r AllJqo%rqO Melloi mera'
dor ne larma de Barreiros, por isso taUez qae
dito escravo tenba seguido algons daqaelles laga-
res ; roga-se as autoridades pollciaes a sua ap-
prrbenslo, asslm como aos capities de campo, le-
ra lo a setl senhor Bernardlno Antonio Perelra
Bastos, na roa Direiu-n. 30, ne Reclfe, qne dar'
a gratifleaco cima.










8
UrtoJtefm*mhm~ gaft^jU 10 3 At,ci


*
saapto que aera ao proprio inspector da sem excepco mesmo das qoe slo da exclo- r
aifamga oabia resolver, pois que Qcou re-stocompeii!oeia d ministerio da fazenia.
senado ao ministro da fazenda. Na vrfla- AIDrmavo recurrente que Ihe inffliogi uma
de, oart. 780 do regulameiilo raandou sida- pena Ilegal, e avillante, determinaudo-lhe
sistir as alfandegas a eseiipturacSo que es- eoj portara de 22 d presidi passado que
tiresse em pratica, at qae fossem exped- declarasse aos seas subordinados que nSo
,-^)s pelo ministro da fazenda nstrajcoes e'dessm execucos portaras por elle ex-
, F fnodelos differeotes.-Posteriormente go- pedias, que Q cassar r --.
o JLVZ defei osTdX mISo nao sern0 PuWico" ****. de 3l de dezem" Sabmetw a considerado de V. Exc. a
nnr rr^S de l86icomo fil*'de elhorar o re- minha refer* portaraobn. 1 para que
IS^m^^SfS?^ liento de 1860. especia.aente.na parte V 5xc. posa, apreciar idamente o valor
JKSEBLftt GBI4L
, j tt\
(]4HAttADdAilteRES DENTADOS-
SESSO E\l 11 UEJHLH DE 1867.
PRESIDENCIA DO SB. SILVCffl-V LOBO.
(Miiourca).)
d >s despachantes, primeiramente aaffluen- ratorio, mxime quanio se trata deaccusa-
cia de grande pessoal na alfandega. Qw, c3o deshonrosa.
senbores, uma casa como aquetla queja con- Este proced/iiento do nobre ministio n3o
tm 2,000 pessoas;' empreados de todas as poda tranquilffsar a nlnguem, ao contrario
clisses, em sea mbito, ficaria mafs" emba- deve inquietar a todos.
racada^jla presenca de mais 50 o mais 6) Note qo6 a dmiss3o neste caso foi sc-
despaoliantes que'O comraercio ntendeu de- gida de processo criminal, e que os juizes
ver ejvar lli para auxilia-lo? Cortamente absorveramo reo de culpa e pena.
que nao. Esta primeira razio, perdoe-me Porm, esta severidade nao se d sem-
o nobre presidente do conselao, inadmis- pre. O uobre ministro da fazenda, ao en-
sivel.*^*' trar oara o ministerio mandou retirar da al-
So araso m S Exc dVr, aaoa ni" relativa ajs ^repostes com' muita vanta- da queixa. *NSo existe" -ahi pena ,|goraa,
uto um aviso por b. Lxc. dirigido aoadmi- d publico. Ora, o ari. 73 desse determnele nicamente qae dsse execu-
nu-trador da typographu nacional nos ter- f,~.
decreto manda que igualmente a escritura-
mos aoguimos. go j ntrenoslos continu a ser a mes-
/ 7 VPOgraphia nacional, que foga ^ em t estendendo a
cesbar a remessa do Diario Ofictal ao r. d 3o dQ aft lffo do regQlaraent0 ao
Vicente'Ignacio Pere.ra, na provine a do R.. art' 238 Ufl trala dessa escripturacio es-
brande do Norte, que, conforme participa ja,_ aria cjtada eulendia stJ.
a respectiva thesourana de fazenda emoffluo,meQtecomadi3) degte aplj .
n 30 de 23 de marcoproximo passado, dei-|eiecuc3o fieara su sa> e depe,deBle de
xou de serdee assignante. Hp'ordem superior do ministro da fazenda.
&s um assumpto digno demm si ros de Jslo deya sef oce.
estado I Isto tocaao ^n.tameote^ f^ di ment do Sr. x-inspector neste caso?
X^1"SS^& Oppor-se: eelle oW%, condemnou a
moedajoos pedido sem estados previos,
sem trabalbos preparatorios! .. (Apoiados.)
Pois esse tempo assim consumido aSo fra
melhor que se applicasse, senbores, ao es-
ludo severo das questoes finaoceiras do mo-
mento ? Por cerlo : para se no vir de re-
pente pedir-nos o ultimo dos reoirsos de um
Estado em apuros, o papel moeda I
Entre os ramos da admiulstracao de fa-
zonda, ahi est a alfandega da c'Orte para re-
clamar os cuidados do ministro d<) preferen-
cia s quesies de detalhe. Ghego ao pri-
uiiro ponto da nterpellacao-
Eo n3o venho aqui contestar o direito
que o governo tem de demittir um empre-
ado de conflanca: n3o isso, senhores ;
vou em poucas palavras dizer qual o meu
rim.
O funecionario a que alludo, quando nao
fosse um ex-representante da nac3o. um il-
iu^tre liberal, um servidor do Estado ha 27
nonos; quando por sua probidade e inte'.li-
gOQcia u3o houvesse merecido promoces e
iistinc?3o da parte de ministros conserva-
dores, ministros da opinio poltica opposta
sua; quando nao fosse cjuiideado por
sua inconlestavel probidade, reconaecida por
b. Exc. ma#mo ai ao momento da demiss3o;
quando'no fosse elle um digno servidor do
Estado, devia merecer do nobre ministro
mais consideraco, ao menos paraque a ma-
levolencia n3o tivesse o direito de dizer qae
em soas relaces com o in>; ector da alfan-
dega, o nobre ministro nao se esqueceu do
deputado que no auno findo votara contra o
gabine/e de S. Exc. (Apoiaius.)
Mas quaes foram os fados que raolivram
a demisso do ex-inspector ? Ha alguos
aezes o nobre presidente do conseibo n-
tendeu dever n mear para uma commiss3o
(ie exame na alfandega um alto funecionario,
o Sr. conselheiro Anto.
N3o contesto o direito com que o fez S.
Ec. ; mas depois disso mmdou S. Exc.
pira a alfandega um ootro funecionario de
ordem inferior, um chefe Je ecgo dothe-
souro nacional, no manfesto proposito de
crear ou determinar uma crise com o ins-
pector, de faeditar a S. Exc. a exonerado
d-jste, ou provoca-lo a pedi-la.------------
Esse funecionario, devo due-lo, um lio-
uem de talento, laborioso e autor de es-
criptos otis. Mas nem nu thesonro, nem
na commiss3o de que foi agora incumbido
na alfandega, tem elle revelado a prudencia
ladispeesavel para o bom desempenho d'
commissoes de tanta responsablidade
Eu citarei um fado que at foi materia
do inquerito aberto pelo nobre ministro em
pessoa na alfandega da crie. O referido
oocionario acabara de entrar no exercicio
de chefe da Ia seceso, quando percorrendo
as salas das capatazias, enconlra aoi um tra-
iiador a quem interroga por Ihe parecer
que elle estava furtando vinho de uma das
pipas; trocadas algumas palavras d-lhe
uma bofetada.
O caso divulgou-66, e o i obre presi lente
do conselho ntendeu dever ir averiguar da
oceurrencia : ouvio alguns dos empregados,
e, se estou bem iuformado, ebegou con-
lirmacao do fado.
Esse mesmo funecionario, cuja probidade
e zelo nSo pretendo contestar, enlndeu que
ie caba innovar a escripturaco dos entre
postos, cojos negocios correm pela seccSo
qoe elle dirige. Nesse intuito expedio a
portara que -passo a ler.
Ia seceo da alfandega da corte, em
21 de junho de 1867. O Dr. ebefe da i
ecco, para psder camprir o disposto no
art. 238 do regulameoto, declara aos Srs.
administradores ou agentes dos trapiches
alfandegados e entrepostos, que do i de
jlho em diante remetter3o diariamente uma
demonstracao resumida de todas as merca-
dorias que receberem e das que sahirem
dos estabelecimentos sob sua mmediaia
direccSo.
Essa demonstrarlo ser orgauisada
conforme o modelo junto, sendo assigoada
pelo administrador e pelo fiscal do governo.
Compre que, sem falta.no Io de juho pr-
ximo futuro seja recebido na i* secc3o o
balanco geraldas mercadorias existentes nos
estabelecimeotos que dirigem, designadns os
volamos por marcas, obvios, seus donos on
consignatarios, afim de se poder monlar a
escripturaco de que trata o art. 238 do
regolamentu. Registre-se esta portara no
estabeleciment, eescripto nella. pelo admi-
nistrador scieotificado, ser devolvida a esta
seccao..0 ebefe, Dr. Ferreira Soares.
Ora esta portaia mauifstamente irre
guiar.
Em primeiro lugir, contsu-se aos chefes
de seccao da alfandega o direito de expedi-
oppoz se,
ordenou ao empregado
que a
!Clo raioha portara, porque elle o com
ptente para faze-!o, em relaco aos seus
subordinado!. E' um pretexto para a des-
obediencia, e nada mais. Se eu mandasSe
directamente communicar a portara aos
sene subordinados, ento poderla ser fun-
dada aqueixa
Mas este empregado, qne se considera
superior aos seos superiores, desobedeceu
formalmente a ordem que recebeu no da
22 de junho, e s no da 1 do correte (deT
pois de fj/.or execatar as portaras cassadas
que deviam ter principio de execoo3o nesse
dia), enviou-me o'.officio em forma de pro-
testo, que cobre a representacSo dirigida a
V. Exc. No dia i raraediato exped a portara
que tambem submetto ao conhecimento de
V. Exc. sob n. 2, a qual foi tambem deso-
bedecida at esta data. De mostrar a
V. Exc. a exorbitancia, desproposito, fncon-:
veniencia e illegalidade das portaras que j
maadei cassar, fra abasar da benevolen-
cia e alto criterio de V. Exc. at porque a
propria representado do recrreme se en-
carrega desse trabalho, mutilando, estro-
ciando e torturando terminantes disposic3s
do regulamento, para provar que nSo reco-
nhece superior nesta repartico.
Basta considerar a raaneira porque elle
pretende interpretar o art. 130 e seas para-
Hoje. foi uma accusacSo em termos que n3o
sei qaallficar. fl
V. Exc. notou sem dovida qoe me com-
pelliram a fallar em um hora em que ne-
nhum orador quer oceupar a tribuna.: era
accusacSo sem defesa prompta o que se
queria.
Uma Voz :Ninguem qniz compellir.
(Nao apoiados.)
O Sr. Pbesim.vte do Conselho :O no-
bre interpell inte, longe de querer que eu
Qual e o segundo motivo ? A concurren- fandega dous cidado qoe eram ali neis; o i respondesse s perguntas de que a mesa me
cia que provoca a fraade. Prece-me o. con- motivo fra que nao hamarmazens emque maadou copia, fnz-me" aecusaces as mais
trario, senhores, pois que as fraudes n3ode- servissem; mis pouco depois S. Exc. no-
xaram de appfrecar pela eoncurreicia entra
portara,
retirasse.
' Mas o chefe da Ia seccSo, em officio de 1
do corrente, que.xase amargamente do ins-
pector e pede qae re,ire a ordem qae Ihe
dera.
Eis o officio:
film. Sr. Dr. inspector da alfandega da
corte. O Dr. chefe da Ia Wco, fundado
em direito inconlestavel, sent n3o poder
conformar-se com a deciso de V. S. pro-
ferida na segunda parte de sua portara de
2 de junho flodo, na qual, alm de V. S.
cassar as portaras e ordens, que o mesmo
ebefe de secc3o, escudado na letra e ospiri-i
to do regulamento de 19 de setembro de
1860, expedio aos seus subordinados, lb
ordena que declare aos mesmos subordinad ,
dos que n3o Ibes deem cumprimenlo da- iraphos Io c 6* do mesmo artigo. 'N3o fa-
quella data em chante, porque este acto
sobremaneira aviltante sua dignidade de
chefe ; e por tasto apoia lo lo dsposto no
2o do art. 157 do mesmo regulamento, in-
terpoe recurso da decis3o de V. S. para a
superior instancia do xm. Sr. ministro da
fazenda, o qual recurso aprsento a V. S.
para que se digne.encaminba-lo.
E porque o doutor recorrente se ache
coacto no ejercicio de suas aitribuices l-
gaos por effito da decisSo de qae recorre,
respetosamente protesta contra o cumpri-
meoto da deliberado de V. S. a qual sus-
pende a acc3o legal que as leis Ihe confe-
rem sobre os seus subordinados, do que j
tem resultado.epodem anda resultar graves
males ordem que deve ser mantida na
repartido, affectando mui directamente a
flscalisacSo das rendas publicas; e portanto
requer a V. S. a suspensSo dos effeitos da
2a e ultima parte da sua portara de 22 de
junho ultimo, at que oExm. Sr. presidente
do tribunal do thesouro nacional decida em
sua sabedoria como entender de direito a
deciso recorrida.
O inspector da alfandega reputou essa
portara uma verdadeira iusubordinacSo.
O Sr. Viriato de Medeiros : Onde est
nisso a insubordioaco ?
O Sr. Tavares Bastos : Desde que
ella era irregular, estava elle n i seu direito
considerando tal o empregado que a expe-
dir.
Cora esse officio recebeu o inspector uma
repre:entap, que aeerc do seu procedi-
mento era dirigida ao Sr. ministro da fa-
zenda pelo mesmo coefe de secgo. Para
a cmara apreciar a queslao. basta-me ler o
officio com que esse honrado inspector su-
jeitara ao Sr. miustro a materia da repre-
sentado. '
E' n3S vesperas da demiss3o do inspector,
datado de 6 de julho :
Alfandega, 6 de julho de 1867. Illm.
e Exm. Sr. Mais uma vez cumpfo o pe-
noso dever de passar s mos de V. Exc.
nova representaco contra mim dirigida pelo
chefe da Ia secc > desta alfandega Sebastio
Ferreira Soares. Esta representaco, e
so'.iretuio o officio que a acompanha, sao
provas evidentes do que j tenho afirmado
a V. Exc. por escripto e verbal mente, isto,
, que este empregado soffre de certa per-
turbaco as faculdades mentaes, que o in-
habilita para o exercicio do lugar que oc-
cupa. Tenho procurado leva-lo com pru-
dencia e moderarlo, por meio de conselbos
e admoestaces amigaveis sem resultado al-
gura, ten'io Ihe feto advertencias verbaes e
por escripto, e lado intilmente. Cada vez
como que se torna mais insubordinado, faz^
maior ostentado de sua desobediencia, e
com maior afinco e publicidade alimenta a
louca pretencjSo de tirar a forca moral ao
chefe da repartigSo. Se Y. Exc. n3i esli-
vesse confidencialmente informado dos mo-
tivos porque j nao o tenho suspendido do
exercicio de suas funeces, como me per-
mute o regulamento, poder-me-hia laxar
de frouxo no cnmpriment dos meus deve-
res ; mas como em tudo isto nada tem que
ver a minha dignidade de homem, pela
qual s respondo a Deus e minha cons-
cieoca, e soffre nicamente a autoridade e
for?a oral do cargo que me foi confiado
pelo governo imperial, creio que, aguar-
dando at agora as ordens de V. Exc. n3o
tenho feito mais do qoe cumprir um dever
para mm sagrado como fun conario pu-
blico, qual o da mais perfeita lealdade
com os meus snperiorlos... >
' A rssposta* foi a demisso.
O Sr. Viriato de Medeiros : O ins-
pector chamou o Sr. Stares de doudo, por
que...
O Sr. Tavares Bastos : Esiou lendo j
o nobre deputado depois fallar.
O Sr. Viriato de Medeiros : Ha de
lgarei a attencjo de V. Exc. com uma ana-
lyse de cada uma dessas portaras, que at
se envolver no que respeita a escriptoracSo
contra o expresso e terminante preceto dos
arts. 780 do regulamento e 73 do decreto
de 31 de dezembro de 1863, porque; para
que V. Exc. possa formar juizo exacto da in-
capacidade do recorrente, basta considerar
que ellenigaao chefe da repartico a com-
peten'ia para cassar anda aquellas por-
taras expedidas em seu nome e por dele-
garlo sua.
O recorrente ainda n3o conhece o re-
gulamento e disposices posteriores, nem
tem procurado conhecer as portaras expe-
didas pelos meus antecessores regulando os
diversos servicos, e em sua imprudente
presumpc3o entenle que pode alterar a
marcha do servico, perturbando e anarchi-
sando o seu andamento, usando e abasando
de attribuicchs que n3o lbe competem. E'
certo qne de algumas dessas portaras tive
noticia eventualmente, mas tambem certo
que quando m i constava sua existencia, sem-
pre tiz ver ao chefe da Ia secgo qne Ihe
nao competa oxpedi-las, esperando que elle
proprio as recolhessG. Veado. porm, qae.
longe disso continuava a expedir novas, cada
vez mais absur las e exorbitantes, resolvi
cassa las como fiz.
O que relativo ao Exm. Sr. diredpr
geral das rendas s a S. Exc. cabe contestar;
mas o que possi affirmar que S. Exc. nao
aprovou, nem poda approvar taes desaeer-
tos, contraro* ao verdadeiro systema de fiW
calisacao e aos preceitos da citada legisla-
r a. E' absurdo suppr qae S. Exc. pu-
des terno fizesse aquillo que vedado ao mesmo
chefe da reparta). E' quanto me compre
informar a V. Exc.
Eis aqui, pois, Sr. presidente, o fado per-
feitamente caracterisalo: u n empregado
subordinado ao cu efe de uma repartico,
que comme t as exorbitancias a que estes
papis se referem; o nobre ministro da fa-
zenda t'riha que escolher ntreoste empre-
gado e o chefe da alfa idega da corte; deci-
di cont-a o ex inspector da alfandega, ful-
rainou-lhe a demisso. Iepois disto, senho-
res, com que direito pretende o nobre mi-
nistro da fazenda ostentar sempre nesta tri-
buna esse ar de perfeita comprehenso das
altas conveniencias do cargo que exerce?
Eu desejo tambem chamar a attenc^o da
cmara para algnns ados do nobre ministro
em relaco alfandega da corte, e nao posso
perder a opportunidade deste debate.
Por um decreto de 30 de marco do cor-
rete anno (se isso ainda fosse mister depois
do inventario ba pouco exhibido pelo nobre
deputado por Minas-Geraes) o nobre minis-
tro da fazenda deu-nos uma incont'Stavel
prova do seu liberalismo ao superlativo.
A cmara sabe que um dos agentes inter-
mediarios do comraercio o despachante da
alfandega. Pelo regulamento de 1869 essa
era uma profisso nao privilegiada, mas li-
vre como deve de ser, ainda que sujeta
exigencia de uma patente e do pagamento
d: impostos. Mas o que o regulamento n3o
ousou fazer, isto tornar limitado o numero
daquelles que podem exercer esta industria
ou profisso, ousou faz-lo por um decreta,
um decreto inconstitucional, porque a cons-
tituico garante a lioerdade de industria, o
nobre presidente do conselho. E' por isso
que todos nos temo sempre acolhido com
certa irona a pretencjSo liberal do nobre
ministro. (Apoiados.)
Sanho.es, nem o fado tao simples em
si como parece. A cmara sabe que a pro-
lisso de despachante rendosa; muitos pais
de familia, officiaes da guarda nacional, dous
at em servico de campanha no Rio da Prata,
muitos pais de familia a exercam. O seu
numero elevava-se na poca do decreto,
como informa o relatorio do Sr. ministro da
mamos emprestada a essa antiga escola fran-
ceza da regulamentac5o e das restriccoes. As
corporaces de offieios, abolidas as artes
communs, continoaram as profisses mais
ou menos liberaos.
O privilegio do correlor, a limilagSo do
Duraero e a nomeacSo pelo governo passa-
ram da legislaco fraoceza para a nossa,
como outras tantas''imitaces que deplora-
mos. Mas emquanto nos pe~sistimos em
algumas de'las a Franca adianta-se, evai-se
libertando das suas peas seculares. E' as-
sim que a lei de 29 de junho de 1856 acaba
nesse paz de tornar livre a profisso da
maior parte dos corretores, os corretores
de mercadorias; e a deliberado do legisla-
dor era to decidida que nao duvidou mar-
car uma ndemnisac3o aos corretores em
exercicio, para que a liberdade fosse pro-
clamada sem demora.
Tal a doutrina que eu desejava ver pros-
perar as altas regioes da nossa administra-
cao, NSo devo lamentar a reaco que de-
nota esse decreto de 30 de marco?
Nao o condemno s por isto, mas porque
elle tem sido occasio de escusados vexaars
ao comraercio, que j nao soffria pouco dos
regulamentos em vigor.
Com efihito, o regulamento das alfande-
gas, no ioteresse de todas os omma'rcian-
tes, dispoe que, uma vez pagos os.direitos
das suas respectivas mercadorias, devera el-
las ser immediatamente retiradas, paraque
n a se aggrave o negociante cora o juro dos
direitosj pagos.
Por o :tro lado, querendo desembarazar o
movimento da alfandega, eleva a taxa da ar-
mazenagem at 4 [ quando os donos das
mercadorias sao negligentes em retira-las
dos armazens depois de certo praso, logo
que se achara despechadas. O seu pen?a-
raento, pois, que n5o se estorve a rapi-
dez necessaria ao movimento das mercado-
rias. v.
Hoje, porm, nao issopossivel: em d
me diem, peta desordem em que se acna
agora a alfandega da corte, e em parte pe >
numero limitado dos despachantes, e pelas
exigencias do decreto de 30 de marco.
Eis-aqui um nota que c ,raprova o que
estou dizendo:
Despacho n. 119. Pago em I de ju-
nho. Completo a 14 de junho. Quartorze
das de demora.
N. *658. Pago a 22 de raaio. Com-
pleto 17 de junho. Vinte e cinco das de
demora.
N. 1187.Pago a 5 de junho. Com-
pleto a 26 de junho. Yinteeun das.
- N. 2339.Pago a 11 de junho. Com-
pleto a 25 de/uobo. Quaiorze dias.
t N. 3488Pago a 14 de junho. Com-
pleto a 28 de junho. Quatorze das.
Ora, certo que d'antes os despachos fa-
ziam-se em dous a tres dias, rpidamente.
Escuso assignalar os transtornos ocasiona-
dos agora por uma demora de quinze, vinte
e mais dias.
Ajuntarei a essas informaces as de outra
fonte, que at indicam os navios e a impor-
tancia do imposto. _______________
O Sr. Tavares Bastos (continuando aiseiar
ler): as cousas, porm, teem chegado i Smhores, eu sei bem que os cargos pa-
a tal poato, ul a incoherencia, a desor- blicos nao sao privilegio de ninguem; se
dera, a anarchi que reinara nesta repartico delles se traUsse'. toda a redcelo que o
ea consaquencia do inslito procodiraento nobre ministro fizesse lega!mente encontra-
ra o meu apoio, mas nSo se tratava disso ;
tratava-se de uma yroflssio, dn-uma indus-
perdoar-me; chamou-o de doudo porque o|faenda,a 116; e, do dia para a noute, o
rem taes portaras. Com efieilo o que eu Sr. Soares sabia cumdrir o seu dever. j Sr. presidente do conselho mandou-os pas-
vejo permittido aos mesmos chefes pelo res-
pectivo regulamento (art. 130$ 6*) a
faculdade de pfoporem e representaren! o
que fr a bem do andamento do servico. O
direito, porm, de regula-lo elles proprios
por medidas geraes excede da sua algada,
segundo os termos do regulamento. Fall
da lei escripta ; a cmara demais sabe que
esse o espirito dos decretos orgnicos das
nossas repartices, publicas; elles crearam
eaggravaram essa centralisacao excessiva
oas mos do.superior de cada uma, com de-
trimento da "liberdade de acc3o muita re-
zos necessaria aos coefes especiaes de cada
ramo de snico. Essa centralisacao, porm,
existe ; a da lei escripta, e a do regula-
mento -em vigor as alfandegas. Nos ter-
mos delle> nao legitima a faculdade de
que usoo o auto da portara que li a c-
mara.
Mas, entreunto, n3o s por isso que
ella merece reparo. Ella innovou o sysle-
mi de escripturaco dos entrepostos, as-
procodim
deste empregado, qae ea nao poderei pres-
cindir de tomar providencias mais severas...
O Sr. Viriato de Medeiros : O Sr.
Soares tem cumprido o seu dever.
O Sr. TAVARkS Bastos : Nao sei se a
cmara quer ouvir a mim ouao nobre de-
putado pelo Cear.
(Ha um aparte.)
(Continuando a ler.) Dos proprios do-
cumentos que ponho as mos de V. Exc.
se evidencia que oio estou exagerando ao
que affirmo a V. Exc. Ahi se acham de
envolta comprovadas a desobediencia mais
formal, a inca pacida de mais patente, a
ignorancia mais completa da legislac3o e de
sea systema de fiscalisaco, esobre tudo a
mania de q3o reconhecer superior, de ar-
rogarle altribuicSe que Ihe n3o competem.
tria commam a todos, como caitamente a
dos despachantes.
Nao sei se o nobre presidente do conselho
contesta isto; a mim parece-me inconlesta-
vel. Pois essa Kmitaclo, senbores, que ou-
tra explcaco pode, ter seno essa de.dora-
vel tendencia que tem os goveraos, menos
os goveraos liberalissimos, para augmenta-
ren o naraero dos empregos a dar, para fa-
zerem clientela s vezes inconveniente ?
O nobre ministro taivez me responda, e
eu quero j.prevenir as objecces. porque
o debate p3o de^e alongar-se; taivez me
responda pela maneira singular por que se
exprime no sea relatorio. Elle allegou para
esse acto, que reduz raetade o numero
meou fi-st a uma pessoa de cojo nome nao rae
si dos 60 que fioaram. Entretanto que, record.... quando ainda n3o havia armazein
estando acarreir aberta para todos, nao onde devia servir o novo fiel,
havendo privilegio para ningoem, o t3o d s-! Aqui temos agora um decreto do nobre
tinelo chefe ho de ser mais procurados, ho ministro, datado de 24 de janiiro deste an-
de ser mais estimados,h3a-de ter mais traba- no, que, apezar de ser t3o recente foi esque-
lbo aquellos cajo mereeimento, cujo zelo, cido por S. Exc.Vi
cuja probidade forem maiores. Para um lugar ot 2" conferente ncmeou
Mas o nobre presidente do, conselho deu o nobre ministro ao empregado que era a 1-
uma ultima raz3o, que eu reputo ainda me-'ministrador das capatazias; S. Exc. tirou-o
nos procedente que as outras. Disse elle: | das capatazias e nomaou-o 2 conferente,
O mandato do despachante n3o de direi-jno o pdenlo fazer, porquanto S. Exc.
to commum, o mandato do despachante mesmo o prohibi pelo decret de 24 deja-,
official e publico. Ora, realmente eis-abi nero, em que estabeleceu as regras de tes
uma doutrina que merece conlestar-se. nomeaces.
O nobre presidente do conselho, que tem Oart. 3n daquelle decreto diz: .... O
grande receio d atrazar-ss, atraza-^ sensi- provmento doi lugares da segu idos confe-
velmente. Acamara sabe que o pnvilegb rentes depende de concurso, n3o haveoda
dos corretores uma invenclo que nos to- empregados de outras classes habilitados, na
forma do art. 74 do regulamento. Para
maior clareza, o art. 5o accrescenta : O
exercicio de empreg03 de commisso, ou
cujo provimnto seja feito inlependent: de
concurso, n3o d direito nomeacjfo para o
de conferente ou outro qualquer de ccesso.
Ora, o empregado de qne se trata n3o tinha
as habilitacoes do art. 74 do reglamelo,
qae s3o justamente as que se exigem para
nm conferente; este empregado, com effi-
to, havia sido guarda, agente de trapiche,
ajudante do administrador das capatazias, e
por fim administrador, que sao empregos de
commisso, nao dependentes de concurso,
de que falla o art. 5o citado.
E' assim que, senhores, todos ni neste
mundo estamos no caso do poeta latino:
Nihil a me humani alienum puto I
Sr. presidente, a cmara, que se aclaa fa-
tigada, nao me i de consentir qoi eu a en-
tretente com detalhes. (Muitos nao apoia-
dos.)
O meu fim creio que taivez em parte est
concegudo, fd deixar bem clara a inconve-
niencia do procedimeoto do nobre ministro
da fazenda, a proposito das circumstancias
que precederam e acompanharam a demisso
do inspector da alfandega da corte.
Como a hora est muita adiantada, e eo
n3o desejo privar o nobre minisirode fallar
boje mesmo, vou concluir.
Vozes :PJe-se prorogar a sesso.
(Ha outros apartes.)
O Sr. Tavares Bastos :-Todava tenho
outro motivo para nao abusar da benevolen-
cia da cmara ; eu desejo que as interpella-
ces circumscrevam-se dentro dos seus pro-
prios limites, para que possamos exercer
regularmente o direito de esclarecer por esse
meio os negocios pblicos. (Apoiados.)
Concluir coma seguinte consideraco.
Ao comecar alludi ao reto poltico dado
nesta casa contra o actual gabinete pelo Sr.
ex-inspector da alfandoga, e disse que a ma-
levolencia poda achar nisso a explicaco das
oceurrencias que precederam exonera-
do honrado funecionario. moa ilustre ami-
go. Ha poucos dias alludi jtarabem a um
fado notavel, ainda hoje assignalado, que
nao pode jamis passar desapercibido, de
riscar-se da lista da magistratura a outro
Ilustre cidado porque elle nao commuoga
no ultramontanismo do nobre presidente do
conselho. (Apoiados) Uma f religiosa e
uma f poltica sero condicoes do bom con-
cedo dos funcionarios perante o minis-
terio f
Nao est no poder humano governar as
consciencias! Como se ha de fulminar com
excluses violentas esse enthusiasmo, esse
nobre ardor juvenil, que exerce o sea direito
discuiindo os principios da organisacao do
Estado em rtlaco igreja, pois que um
direito inconlestavel garantido pela consti
tuigao do Brasil, (apoiados), o direito de
discutir, solicitar e propor a reforma da
constituirlo sem limite algum \
Se a doutrina official prevalecesse, pelo
motivo invocado, o juramento aos Santos
Evangelhos, como conciliar o direito supre-
mo da reforma constitucional, inclusive a
parte relativa religio do Estado, com o
juramento que nos prestamos antes de as-
sentar-nos nastas cadeiras ?
E' grave, senhores, a opinio do ministro,
que por essa forma vai levantar neste paiz,
onde nunca foi suscitada, a ardente questo
dos juramentos polticos. E' mais grave
anda a sensaejao que taes doutrinas e taes
actos intolerantes do governo vo produzir
no espirito publico, no espirito da mocidade
principalmente.
Boyer Collard (eu estimo lembrar raais
um aastero orador chefe da escola doutri-
naria a que portanto tempo pertencra o no-
bre presidente do conselho), Royer Collard,
em um tempo em que o seo paiz cala em
triste desanimo diante des erros do poder,
18:000.3' dizia com uma nobre emoco : Nossos
i pais nao conheceram essa profunda homi-
lbaco: elles nao viro a cor.rupco plantada
Passarei a outro assumpto para lamentar, no direiio publico, eofferecida emespeda-
queo nobre nvnistro da fazenda, que algu- culo -mocidade attonita como a lico da
mas vezes procura ostentar uma severidade idade madura I (Mudo bem I Muito bem.)
fra de proposit (apoiados), nao tenha sido; O Sr. Fialho (pela ordem) requer que
to severo na execucao de medidas por elle seja a sesso prorogada por mais uma hora,
mesmo decretadas. am de responder o Sr. presidente do con-
' A severidade de que fallo teve occasio selho ao precedente orador,
de manifoitar-se na alfandega pelo modo; Posto a votos, approvadb o requer-
rpido (poda dizer sem forma de juizo) com ment.
que o nobre ministro demittioa um 3? co*- O Sr. Zacharias {presdeme doconstlho.
ferente aecusado por certos fados N3ocrea Movimento geral ie attengo; silencio) :
S. Exc. que eu venha, sem informaces ca- Sr. presidente, agradeco cmara o ha-
baes, tomar a defesa desse funecionario; nao ver-me, com o seu.voto, a despeito do no-
me posso coiiocar nesse terreno. Mas o qne bre deputado por Minas, proporcionado a
verdade que essa severidade excedeu occasio de cortamente do pensamento do regulamento pela provincia das Alagas.
das alfandegas, que ella se veriflcou com um AmJg0 sncero das frmas constitucionaes,
funecionario que at ento mereceu constan- Sr> prescienie, eu reconheco no direito de
, tes elogios de todos os seus chefes, e que.a Qterpellaco garanta muito. preciosa ; mas
! demisso ex-ioformata conscientia foi pro- para mim e evidente que o direito de inter-
ferida pelo nobre ministre sem audiencia pelh!r tem sido> entre nos/mai interpretado
, do empregado, sem permittir-se-lbe defesa. e inconveaieotemente empregado. a'tngla-
~
DATA Eli
QUEPA-
GOU EO
DESPA-
CHO.
Janno 5.
Jaaho 12
NUME-
RO DE
VOLU-
UES.
93
36
NAVIO
Galilo
Laplaee
DATA DO BE
CEBI SIEN-
TO DAS
MERCADO-
RIAS.
A maior
partea
27 de ju-
Dho (22
dia s de
differea-
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Ib o ( 25
das.)
At 6 deja
Iho ( 24
dias.
IMPORTAN
CIA 00
IM POSTO
(P OUCO
MAIS OU
MENOS.)
16:0004
Essa demisso deve advertir aos empre-
gados sujeitos do nobre ministro da fazenda
que S. Exc. nao tem a consideraco devida
I pelas garantas dos regulamentos, garantas
1 cujas vantagens ninguem contesta. (Apoia-
dos.)
Desde que ha accusac3o contra um fune-
cionario. e quando o regulamento da repar-
tico a que elle pertenre prescreve os tra-
mites da censura a que est sujeito, elle n3o
'pode ser demittido sena o" processo prepa.
trra a interpellacao uma pergunta na qaal
o orador nao pode envolver um argumento,
uma infereneia, ou uiua opinio. O presi-
dente da cmara inunediatamente lh'o veda.
E' uma pergunta : quem pergunta quer sa-
ber, nao injuria, nao aecusa.
Entre nos a interpellacao nao o desejo,
manifestado pelo mandatario do poyo, de
saber como os negoeios*do paiz sao admi-
nistrados pelo governo. (Apoiados) E'
quasi sempre urna aecusacao, uma ajtroota.
acerbas, comecando por attribcir-me a fri-
votidade de assgnar no expediente da re-
partido am portara sobre negocio de pou-
ca importancia t O mandatario do povo que
a pretexto de i n ler pe lar o governo formula
contra o ministro interpelad0 aecusacoes
dessa ordem, a mor parte aas qyaes por si
mesmas se' refuta^ nao respeita o seu man-
dato.
O nobre deputado, que coniessou reco-
nhecer meu carcter, pode suppr que eu,
para demittir o Sr. Fabio A'lexandrino de
Garvalho Res mandara para a lfaudega,que
elle admiuistrava pessoa que o desgostasse I
A esse ponto nao ebegou om artigo ano-
oymo do Mercantil de hoje, que censura a
demisso 1
O nobre deputado annuncia varias inter-
peltaces que ter de fazer. Applaudo o
seu intento; mas observo Ihe que deven ser
reduzidas a sua verdadeira signiQcacSo.
(Apoiados.) Accusar quando pergunta, nao
licito faze lo ao deputado que tem tantas
occasies de drigir-se aos ministros, e de
censura-Ios as discusses de medidas qoe
envolvem coofianca. (Apoiados)
Senhores, 'convinha-me responder hoje
mesmo ao nobre deputado interpelante no
intuito de appellar para a memoria da c-
mara, e fazer sentir como o nobre deputa-
do se comprometteu no discurso que acaba
de proferir.
Sr. presidente, as relaces entre mim e
o Sr. Fabio Alexandrino de Carvallio Beis
eram benvolas. No da 7 do correte, an-
terior ao da poblicaco' do decreto de sua
demisso, escrevi-lhe a seguinte carta:
Illm. e Exc. ir. Dr. Fabio Alexandrino
de Carvalho Beis.A bem do servico pu-
blico o governo julgou necessario remover
V. Exc. da alfandega da corte para o lugar
de inspector da thesouraria do Rio Grande
do Sul, e bontem foi assigoado o respectivo
decreto.
t Prev^nindo disto a V. Exc, para que,
nao cause sorpreza a uublicaco, devo di-
zer-lhe que nao foi sem pezar que tive este
procedimento. Sou de V. Exc. amigo e
co I leg aZachari as de Ges e Vasconcellos.
7 de jialho de 1867.
Porque o demitti do lugar de inspector,
da alfandeua ? E' a pergnnta a que vou
responder, sem dar ouvidos a questes es-
tran.bas coaioade liberdade de consciencia.
(Apoiados.) ~^y
Nao acompanhiirei o nobre deputado em
suas divagaces por assumptos nteiramente
alheios as duas perguntas para as quaes vim
hoje a esta casa : demisso do inspector da
alfandega, e estado da mesma alfandega.
Porque demitti o inspector da alfandega ?
Por um motivo bem simples. Disse o no-
bre depuiado que o ex-inspector homem
de probidade e intelligencia. Eu reconheco
cora o nobre deputado qoe o Sr. Fabio Ale-
xandrino de Carvalho Res homem de mui-
ta probidade. (Apoiados.)
Sua intelligencia nao abonarei: porque
esta augusta cmara, de que elle fez parle
durante tantos annos, bem a conhece. Mas
o nobre interpellante, fallando da probidade
do Sr. Fabio, de sua intelligencia, e at de
sua gravidade; n3o disse uma s palavra
sobre sua adividade I (Apoiados.) Pois
dessa falta de adividade que o nobre inter-
pellante com o seu silencio reconhece co
Sr. Fabioque principalmente se origina a
sua demisso.
Sr. presidente, para ser inspector da al-
fandega da corte c n cessario que probi-
dade, gravidade e intelligencia se re-
na uma adividade, ama energa, que asau-
de do Sr. Fabio Alexandrino de Carvalho
Beis, o seu carcter e temperamento nao
Ihe permittem. (Apoiados.)
Vozes :E' exacto.
O Sr. Presidente do Conselho : Todos
os que o conhecem rendem homenagem
sua probidade; mas igualmente confessam
que nao teem a precisa adividade. (Apoia-
dos).
Sr. presidente, em 27 de outubro do an-
no prximo passado exped o seguinte
aviso:
Confirmando-se de certo modo, cora as
fraudes ltimamente descobertas na alfande-
ga da corte, o clamor de irregularidades
argidas pela imprensa mesma repartico,
convm que V. S. pasae com toda a diligen-
cia a inspecciona-la, aflm de qoe, verifican-
do os abusos que acaso alli se pratiquem,
quer no que toca a desvos de arrecadaco,
quer pelo que diz respeito a excesso de pes-
soal e negligencia do servico, oriente o go-
verno com o seu relatorio e parecer a lomar
medidas adequadas ao mal que cumpre ur-
gentemente remediar.
cPara esse fim, e no proposito de nao 3er
distrahido do objecto principal de sua in-
cumbencia, sei N. S., emqoanto durar esse
trabalho, substituido na directora geral das
rendas pelo sob-diredor conselheiro Antonio
Jos Heoriques; fleaudo outrosim aulorisa-
do a designar os empregados que julgar ne-
cessaros para auxilia-lo no desempenho
dessa commisso, a qae o governo, por mo-
tivos que sao obvios, liga maior impor-
tancia.
O governo espera muito da experiencia
e da illustraco de V. S. vDeus guarde a V.
S.Zacharias de Goes e Vasconcellos.Sr.
conselheiro Joaquim Anto Fernandes Leo.
Sr. presidente, este documento demonstra
falta de adividade e energa no Sr. Fabio.
Ir p director geral das rendas para a alfan-
dega, onde se demora desde outubro de
1866, para conhecer de faltas qne alli se
commettiam, nao prova de que s com o
auxilio do Sr. Fabio pouco se teria feto ou
poderia fazer ?
O Sr. Fabio, entretanto, nio, a resentio
dessa medida do governo, continuou a man-
ter commigo as mesmas relaces, na* se es-
candalisando de que, a sea lado ou em ga-
binete mui prximo, estivesse o director ge-
ral das rendas para inspeccionar o servio
da alfandega, E agora diz o nobre deputa-
do #ela provincia das Alagoas que a digni-
dade do ex-inspector foi offendida I
(Cottinuai-$e?ka.)
A
(


*<



TYP. DO DIAWO-RA DAS CRUZES N. 44.
%



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