Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11337


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Full Text
ANNO XLIII. NUMERO 180.
I IR A ClPTTlt, E LDOARES O^DE SE NlO VACA PORTE,
Por tres vetes dilatados.,. *.............. 6iJ000
Per ai* d/w i'e.aj.. -i .1 .1 .) .> .. .1 ., .: .1 M ... v i2 *or a ana* idea..
Cali aere aTaJ*-
. .1 i,i ., ., .].].>.;.].... 244000
T .>; 5 $&% .ti,?..... ? !.: a 320
QUINTA FEIRA 8 DE AGOSTO DE 1867.
PAB.l DEMUO E FOSA DA PROVINCIA.
Per tmMM>adintelas;. '. r. '...... '. .
Por srft di tes Mera, r...........,..................
Por aove ditos idem...............,, ., .,...........,
Par ub ibdi uaai.. .. .. .. .. .. .. ,. .. .. .. ,. .. .. .,
W750
13,5500
2W250
27*300
^
.
4\2aiiim-33 am ipaaaniBTBD na> B8i&iii mAnDia iroiroaiRDA roa uasi imm&s, asa pib%
ENCABREADOS DA SUBSCRIPTO.
Parahyba, o Sr. Antonio AlexandrnoderT.ina;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty,
i os de Jliveir ;.'Para, as Sr*, (uranio Antonio
Alves & Filhes ;, Amatonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas,o Sr. Frneinaa vares da.Costa;
tiahia, o Sr. Josa Marlins Alves; Rio de Janeiro,
u Sr. Jos Ribeiro Gaspanuho.
PHTU)A IX S TAPETAS.
Olinda, Cabo, Bseada e estacSes da va frrea at
Agua Preta, todos os das.
Ignarass e Goyanoa aas segundas e sextas feiras.
Saulo Aolo, Gravati, Beterros, Bonito, Carnar,
Alttsbo, Garanhans, Buique, S. Bento, Bom Con-
selho, Aguas Bellas e Tacaratii, as tercas-fefras.
Pao d'Alho, Natareto, Limoetro, Brejo, Pesqaeira,
lugaielra, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Oaricory, Salgneiro e Ei, as qaartas feiras I
Serinhero, Rio Foraaoso, Tamandar, Una, Bar
reros, Agua Preta e Pimenteiras, na quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tnbnnal do cotnmercio: segundas e quintas.
Re'acio : tercas e sbados s 10 horas.
Pateada : qu/ntas s 10 horas.
Jnlzo do comrnercfo : segundas as 11 horas.
Dito de orpbo.s : tercas e sextas as 10 boras.
Primeira vara do cirei: lerdas e sextas ao me)o
da.
Segunda rara do rival : qnartas e sabhad- s a
1 hora da tarde.
EPHEMgRIDES DO MEZ DE AGOSTO
7 Qnarto rese, as 4 h. e 17 m. da a.
15 La ebeia as 7 h. e 45 ra. da m.
23 Qnarto ming. as 1|2 h. da t.
29 La nova a 10 b: e 13 m. da m.
k
DAS DA SEMANA.
|5 Sepnnds. Ss. Cactriio e Sobel mro.
6 Tere?. S. Xisto p. m, S. Fellclssimo.
7 Quarta. S. Donato b. m., S. Alberto c.
8 Quinta. 8. Cyriaco dlac. m., S. Emiliano b.
9 Sexta. Ss. Secundino e Varidiano mro.
10 Sabbado. S. Lonreneo diae., S. Asteria v. m.
11 Domingo. S". Tiburcio e Suiana mm.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 8 boras e 30 m. da manhia
Segunda a; 8 boras e Si nrtnnto* da tarde. '
PARTIDA DOS VAPOBES COsTEIROS-
Para o sn! at Alago a 14 e 30; para o non*
at a Granja a 15 e 30 de caa met; para Fsr-
nando nos das 14 -ios metes Janeiro, mar$o, mal?
lalho, setembro e novembro.
:- -n11-

PARTE OFFICIAL
(;iivi:rio n.% ravi\n \
Expediente da da 15 de.abril de 1867. ,
b' !. seccao.
N. 646.Offlcio ao eomiMUdaote das armas.
Pode V. Exc. conceder perttlssio ao alteres do
uono batalho de Infamarla doexereito Feliciano
1 N. 669.- Dito ao commandante do eorpo previ-
son de polica.Auloriso Vmc. a engajar para o
servieo do eorpo sob sea coramando, o paisano
Antonio Jos dos Passos, apresentado com o sea
offlcio o. 214 desta data.
i N. 660.Dito ao mesmo. Em vista do attestado
I medico jonti ao sea offleio n. 211 de 13 do cor-
ren!, ulorisu Vmc. a excluir do sirvico do eorpo
>ob sea commando o soldado Joo Tbomaz Vieira
do Nascimenlo.
N. 661.Circular i todos os subdelegados a fra
i nir, a.-,.V nJ..V J.Ii.r.irrteita, o d capital.- Devendo essa subdelegela, pelo
t teS ,v d iSS-uue11 m.' UUe d,"'8 o decreto n. 3572 de 30 de deiembro
_ para eontinuaci.
imdade com o parecertflim* e sadde qae o jal
cn carecedor de mais-seis mezas de llcenga para
sse Uta. Ueste modo'fiea deferido o reqoerimeoto
- a. 520 de 13 do corrente.
\ N. 647.Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de
mandar inspeccionar o recruta Laarentino Jos de
Sooza, de que trata o Incluso requerimenta.
N. 648.Dito ao awsaioSirva-se V. Etc. de,
^.^flformir a'cerca do qa pede uo incluso reqaeri-1
ment qae ni eoberto com o aviso eenfldencial do 1
ministro da goersa de 4 do corrente, Anna Castu-
za de Azevedo.
_JSt_649!^:Djtoao j)esmo.Sirva-se V. Exc. man-1
dar inspeccionar o re^tn^rTo\rVM^-^, .Sacra-
mento, de qae trata o inc'uso reqoerimento.
N. fi!50.Dito ao mesmo.Sirva se V. Etc. de
mandar inspeccionar o parde de nomo Jos, que
para esse Ora me foi apresentado por pute do ne-
.>mot < Manoel I-idoro de Oliveira Lob>.
N. 651.Dito ao mesmo.-Sera' apresentado
V. Exc, para ser ali.-tadj no exercito, vi nio jalgado aplomara isso, o pardo de nome Bea-
to, que foi libertado pelo negociante loaqulo Fe-
lippe da Costa.
Srvase, pois, V. Exc. de o faier seguir o sen
destino na primeira opportnnldade.
N. 652.Dito ao coronel Jos. Mara 111-fonso
J.come da Veig Pessoa e Mello.Tendo V. S.
^do nomeado, ;eio decreto de 31 de de^mbfo ul-
timo, para o lugar de director do arsenal de jaer-
ra desta provincia ; assim Ih'o commuoico para
.-.eu conbecimento e recommendando ao mesmo
mo tempo (jae entre em exercicio qoanto antes.
N. 653.Dito ao cnsul de F aneaEm addita
ment ao mea offlcio de lt d> corrente, remelto
ao Sr. Osmen Laport, cnsul de Franga, o iocluso
offleio do Sr. provedor da Santa Casa de MUerlcor-
dia, quedeve aeompanhar para o respectivo hospi-
cio ao alienado Demasure, de que trata o sea offl
o do desle met. R-novo ao mi>smo Sr. cnsul
.1 segnranca de minba estima e consid-raeio
N. 654.Dito ao director iolertno do arsenal de
uerra.F ga reeeber e reaolhcr nesse arsenal os
oijectis que foraro foroeeidos ao capilao coiumau-
tiante interino do segundo esquadrao de cavallaria
N. 655.Dito ao mesmo.-Segundo consta de
aviso do ministerio da guerra de 5 do corrente,
ra approvada a nomeago de Candido Jos de
Goes Telles, para mestre da oficina de tereeira
otjwse desse arsenal : o qae eommanico a' V. S.
para sea conheeimento e flns convenieoies.
2* secgao.
N."656.Offlcio ao Dr. chefe de pilicia. Com-
monteo a Y. S. para sea conheeimento qu< nesta
data expego as necessanas orden? para serera re-
cbidos no respectivo hospicio de alienados de que
trata o offlcio dessa repartigao de 9 do correute, sob
o 2381.
N. 657.Dito ao comraaodaote superior do Re-
cife.Em vista da sua informagao n. 186 de II
deste mez, mande V. S. dispensar do servieo da
guerra, para que foi designado o guarda do 7." na-
(alo de infaotaria Venssirao Ridrigue Parer,
visto estar comprehendido na dlsposigoas do arl.
lo, 3 e do arl. 123 da le n.602 de 19 de setem-
Dro de 1850.
N. 658.Dito ao mesmo.Respondendo ao ofH-
ci que me dirigi V. S. nesla dala, teohoa diier-
Ibe que expego as convenientes ordens afitn de
que seja desaquartelado o 3." batalho de infama-
rla da guarda nacional do sen commando superior
devendo perman.cer aquartelado o contiugente
d'aquelle batalho commandado pelo eapitio Joao
da Sveira Borges Tavors.

para a formago da estatisiiea criminal, correspon
dente ao anno ltimamente fiado, e organisado
pelo modello n. 9, que ja Ihe foi reraettido em abril
do anno prximo passado, recommendo-lhe que
cumpra impreterlvelmente o preceito do referido
decreto, tanto no corrate anno, como nos seguin-
tes, at o flm do mez de junho, e qae faga a re-
messa do mencionado mappa, por/intermedio do
juizo de direito dessa comarca, y '1
31 secgao.
N.r 662.Offlcio ao inspector da t esonrarla de
fazenda.Mandaado nesta data de batalho de infaatantaria da guarda nacional deste
I uiuoicfpio e permanecer o contingente d'aquelle
I batalho < mmaoda o pelo capito Joao da Silveira
pffOTftf Jaora assim o eommanico a V. S para
' seu conheeimento."- x
N. 663..Dito ao mesmo.Tendo-me commani-
cado o ajudante de engenheiro fiscal da estrada de!
ferro Francisco Jos Carnetro da Rocha, haver en- !
irado no da 12 do correte no exercicio de enge 1
nheiro riscal da mesma estrada, por ter seguido
para a corte a tomar assento na cmara temporaria'
na qualiJade de deputado o respectivo proprielano!
o I>r. Manoel Boarqoe de Ma:edo, assim o declaro i
a V. S. para seu conheeimento.
N. 664.Dito ao mesmo. Segando consta de
aviso da guerra de 5 do corrente, lora approvado
a Candido Jos de Goes Telles para mestre da
oficina de 3." classe do arsenal de guerra.O qae
eommanico a V. S. para sen conheeimento e dl-
reego.
N. 665.Dito ao mesmo.Transmettindo V.
S. a relago nominal e pret juntos, em duplcala
que me remenea o commandante superior da co-
marca de Garanhuos, com offlcio de 29 de marg
ultimo, sob o. 34, as quaes devem substituir aos
qne acompanharam ao mea offlcio de 25 de feve- ,
reiro prximo Ando, dirigido a essa tbesouraria
relativos aos vencimentos de urna escolta que con-1
duzio para esta capital guardas naoionaes designa- j
dos para o servigo da gaorra, recommendo-lhe que ,
mande pagar de conformidade rom o offlcio do
mencionado commandante superior a importancia de
taes vencimentos ao cemmerciante desta prag Je-
ronymo Ribeiro de Souza
N. 666.Dito ao mesmo. Em vista da folha
junta em duplcala queme remellen o commandan-
te sup-irior deste municipio, com offlcio' de 12 do
corren! son n. 190, mande V. S. se nao houver
inconveniente pagar os vencimentos a cootar de 23
a 31 de margo ultimo dos oficiaos do 5." batalho
de Infaotaria. que estiveram aquartelados.
N. 667.Dito ao inspector da tiesonraria pro-
vincial.Tendo por portarla desta data noraeado
o Dr. Jos dos Aojos Vieira de Amorim.para exer-
cer merinamente o logar de procurador fiscal des-
sa thesourana durante o impedimento do Dr. Can-
dido Martios de Almeida, que se acha com assento
oa asse.'.ibla legislativa provincial, assim o decla-
ro a V. S. para sen conheciuiento e devidos ef-
teitos.
N. 668.Dito ao mesmo.Tomando em consi-
derago o que expon u j incluso requer uento o ar-
rematante do empedramento da estrada de Olinda
Tbomaz de Ctrvalho Soares Brando, e bom assim
o que a esse respeito ioformou o chefe da repart
ga das obras publicas, no offlcio junto por copia,
datado de II do corrente e sob n. 89, resolv conce-
der a permissao que pedio o mencionado arrema-
tante, para fazer aquella obra, com pedras faccia-
das urna vet que o empedramento proposto seja
do mesmo symema porqora foi feito o que existe.
O que declaro a V. S. para seu conheeimento e
fias convenientes.
N, 669 Dito ao chefe da repartico das obras

-

FOLHETIM
D. BRiNCA DE LANZA
RECORDARES Di CORTE D FEL1PPE II
Romance histrico original
Por E. Fejo de Mendoza.
PARTE I
RcdemptSo por amor
LIVBI

publicas. Com a informagao junta por copia rol'
nlstrada pela cmara municipal' da villa de S.
Bento, em 12 do correle, respondo ao offlcio dossa
directora: de 15 de marco prximo Ando, sob
n. 60.
N. 670.Dito ao mesmo.Tendo nesta data de-
signado V. S. para com o engenheiro cordeador da
cmara municipal do Recife, encarregarem-se da
reviso das plantas dos diversos talrros desta el-
dade, assim Ih'o eommanico para eu conheeimen-
to e direego.
N. 671.Uito ao mesmo.Mande V. S. fazer
com urgencia no xadrez do qaartel da oledade,
destinado as recrotas, o acabamento do ladrilbo
qne foi all principiado, e bem assim os concertos
do tecto do mesmo xadrea, para qae tenha a ne-
cessaria segnranca.
N. 672.Dito ao mesmo.Mauda V. S. exami-
nar e orQiT a despega a fazer-se cora o concert
necessario na maogedora da cavallanga do qaar-
tel do deposito especial de instraegao, conforme so-
licitou o general commandante das armas, em offl-
cio de 13 do corrente, "b n. 521.
l. 673.Uito ao mesmo.Tendo em vista de
sua informaoao de 11 do corrente, sob n. 89, con-
cedido a permissao que pedio o arrematante do
empedrameots da estrada de Olinda, Tbomaz de
Garvalho Soares Brando Sobrtoho, para (ater
aquella obra com pedras faceadas, urna vet que o
empedramento proposto seja-do mesmo systema
por.que (oi feito o que existe, assim o declaro a V.
S. para seu confterir'MWln e ns convenientes.
N. 674.Portara.O presideele da provincia
resolve nomear o Dr. Jos dos Aojjs .Vieira de
Araorim, para servir de procurador Qcal da fite-
souraria provincial, dorante 1 Impedimento do
respectivo proprietario o Dr. Candido Martios de
Almeida. que se acha corn assento na assembla
legislativa provincial. -,
4" secgao.
N. 675.Offlcio ao Exra. presidente da provin-
cia de Mato Groso.ACcnso recebidas com o offl-
cio de V. Exc. de 20 de dezembro ultimo, duas
colleccdes dos actos da assembla dessa provincia,
promulgados na sesso ordinaria do anuo pas-
sado.
. 676.-Dito ao desembargador provedor da
Santa Casa de Misericordia.Em vista de sua in-
formagao de 12 do corrente, sob n. 653, mande V.
Etc. inscrever no compleme quadro para ser ad-
miltida no respectivo colleglo, quando hoaver vaga,
a orpha de nome Thereza, sobnnba de Frederico
Antonio de Mello.
N. 677. Dito ao mesmo.Em vista de sua io-
formigo de 12 do correte, sob o. 646, etpega V.
Etc. suas ordens aflm de serem recebiijos no res-
pectivo hospicio, os alienad >s Je que trata o offlcio
do delegado encarregado do espediente da reparti-
go da polica, dataio de 8 d-^ste mez, sob n. 2381,
sobre que versa a sua citada informagao.
N. 678.Dito ae mesmo.Pelo offleio di V.
! Exc. de 12 do correte, sob n. 655, fleo intelrado
de qne a raissa solemne que deve preceder a expo-
1 sigo do Santissimo Sacramento na igreja de Nos-
, >a Senhora do Paraito lera' principio as 10 horas
! da roanba do dia 18 do crreme.
N. 679 Dito ao director geral da instruegao
publica.Declaro a Vmc. em resposta ao seu offl-
co de 13 o corrente, sob n. 148, que desigoo o
I professor padre Ignacio Francisco dos Santos e M1-
j noel Francisco Coelho, para compor a eoomisso
: de exame de que trata o seu rilado offlcio.
N. 680.Dito ao engenheiro fiscal interino da
estrada de ferro.Para dar comprimenlo ao aviso
da reparlir;io da agricultura, incluso por copia, ex-
pedido em 2 do corrente, sob n 6, com relacao a
divida passiva daquelle ministerio na importan-
cia de 8:926HI3 a que tem direito a companhia
da errada de ferro do l\ cife S. Francisco, dos
exercicios de 1862-a I865,remetta-me Vmc. os do-
cumentos comprobatorios da mesma divida, ou pelo
menos os esclarecimentos a que se refere o pare-
cer tarabem junio por copia.
N. 6.Directora de obras'pobllcis enavegago.
2" secgao.Rio de Janero.Ministerio TJos ne-
gocios da agricultura, commercio e obras publicas
em 2 de abril de 1867.lllm. e Exro. Sr.Tendo
o Sr. ministo da fatenda commnnicado em aviso
de 20 do mez passado que para se liquidar a divi-
da pasiva deste ministerio, na importancia de
8:9264813, a que tem direito a companhia da es-
trada de ferro do Recife a S. Francisco, dos exer-
cicios de 1862 a 1865, de que trata a nota, da the-
sourana de fazenda dessa provineia, fatendo pre-
cisos os documentos comprobatorios da mesma di-
vida oa pelo menos os esclareeimentos a qae se
refere o parecer jnoto por copia, coovm qae V.
Etc. providencie no sentido de serem remettidos a
este ministerio pelo menos as informaedes a qne
alinde o referida parecer.Dos guarde a V. Etc.
Manoel Pinto de Sooza Dantas.Sr. presidente
da provincia de Pernambueo.
N. 681.Dito a' cmara municipal do Recife.
Declaro a' cmara municipal do Recife, em respos- |
ta ao sea offlcio de 10 do corrente, sob n. 16, qae
nesta data deslgnei o director das obras publicas
para com o engeaheiro cordeador dessa cmara
encarregar-se da reviso das plantas de diversos
bairros desta cidade.
N. 681Dito ao presidente da cmara munici-
pal de Iguaarss.Com o seu oficio de 10 do cor-
rente, recelii as copias das actan das eleigSas pri-
j marias das fregaezias desse municipio, e bem as-
j sim as do coilegio eleiloral dessa-^villa para a elei-
gao de deputados geraes.
11 \pedienle i secretario do governo do dia 1S de
abril de 1S67.
2.a secgao.
N. 683__Oficio ao commandante superior de
Garanhuos.O Etm. Sr. craselheiro presidente
da proviucia manda declarar a V. S. em resposta
ao seu offlcio de 29 de nwgo ultimo sob n. 34,
que transmil(i> a thesourana de fatenda para o
flm indicado no citado offlcio a relago nominal e
preT j-eJle annetos em duplcala.
3.* secgao.
N. 684. Offlcn aVinsveior da thesouraria de
fazeod,-.S. Exc. o Sr. consefMiro^presidente da '
provincia manda transmittlr a V. S. arJ**?.|U'ias^
ordens. sendo 2 do mini-teno da guerra datada7~
de 5 do corrente e 3 expedidas pela repartigo do
ajudante eeoeral sob nmeros 339 a 541, bem co-
mo um oficio da directora geral das rendas pu-.
hlicas de 29 de marco ultimo.
4.* secgao. !
N. 683.Offlcio ao 1.* secretario da assembla
legislativa provincial.N. 1 bis.S. Etc. o Sr. i
conselneiro Dre>iaente da provincia manda com :
municr a V. S. que nesta dala autonsa a ibesoa-1
raria provincial a mandar pagar a Antonio Henri-
que da Con ta a quantia de 32o-5340 importancia
de algumas obras -para o edicio da assembla
provincial qae segundo o seu oficio de Moje a
commisso de polica da mesma assembla contra-
loa com o mesmo. Henrlque da Cunta.
N. 686.Dito ao teneute Jos Carneiro da Ro-;
cha. S, Exc. o Sr. conselheiro presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. que pelo seu oficio
de 12 do corrente fleou iuteirado de haver V. S.
nessa data eatrado no exercicio alarmo de enge-
nheiro riscal da estrada de trro.
N. 887.-*Dito ao Dr. Joio Ferreira da Silva.
tPela secretaria do governo se cotnmunca ao lllm.
Sr. Dr. Joo Ferreira da Silva, que seguodo eoos-
ta -le < llicio da secretaria de estado dos negocios
do imperio de 8 do correte so ex edio nessa avi-
so ao director da Faculdade para ser admiltido orno simples oaviote, no l.*|
anno da mesma Faculdade o alumno seu fimo Joo
Ferreira d? Silva, raarcandi-s-i-lhe as faltas que I
der para que conste offisialraeuie o numero destas.
Expedieute do dia 16 de abril de 1867.
1* seego.
N. 693.Offlcio ao commandante das armas.
Segundo consta do aviso da repartigo da guerra
de 4 do correte, tem de ser remettido da corte
para esta proviocia, aflu de ir cumprir a pena de
seis annos de priso no presidio de Fernando, por
crime de disergo, o soldado, do Io regiment de
cavallaria i.geira Manoel Paulino "e Souza Guveia,
que foi expulso do exercito, o qae communico a V.
Etc. para seu conheeimento.
N. 694.Dito ao mesmo. Sirva-se V. Exc.
mandar por em liberdade o recruta Theodosio loa-
quiro de Santa Ano, ou Tneodosio Joaquim dos
Santos, visto ter provado iseuco legal.
N. 693.Dito ao mesmo.Por parte do com-
mandante superior interino da guarda nacional
deste municipio sero mandados apresentar a V.
Exc. os guardas nacionaes do 3* batalho de infan-
taria deste municipio, qae forara designados para
a guerra, e recommeodo a V. Exe. que os faga re-
metter para o deposito e ler sobre lies a neeessa-
ra vigilancia.
N. 696.Dito ao mesmo.Respoodendo ao offl- I
dade com a proposta apresentada pelo respectivo
teneote-coronel commandante, e sobre a qual ver-
sa a sua informagao de 8 do corrente os offlciaes
constantes da inclusa relago, assim o communico
a V. S. para sea conheeiaiento e dlreccao. ,
.V 710.Dito ao commandante superior do-Bre-
>.
-


co qne V. Etc. me dirigi em 12 do corrente, sob i jo.Tendo nesta data nomeado para o batalbao u.
-.
n. 511, tenho a dizer qne o tenente reformado Lniz
Jeronymo Ignacio dos Santos deve raassnmir o
colmando do deposito de prisloneiro de guerra
paraguayos, visto que ja nao sao precisos os seus
servlgos na diligencia para que estava desig-
nado.
N. 696 bis.Dito ao mesmo.-Srvase V. Etc.
de mandar por em liberdade o recruta de nome
Manoel Melcbiades, visto ter provado
lega-
37 do rauni ipio de Cimbres, que d ganisado, os oficiaos constantes da inclusa rel-er.
conforme a propesta aonea ao seu oScib de Ifi de
margo ultimo, assim o commuoico a V. S. par
seu conheeimento, eabendo accreseentar quedei-
xei de nomear os cidados indicados para os posios
; de capito e tenente da 6* companbia do mesmo
j batalho por qaanto o facto de se acbarern modados
isengo j os individuos que os exerciam, sem as frmala?
leg-aes, nao bastante para considerar se vagos tai)
N. 697.Dito ao mesmo.Sirva se V. Etc. de poslos, e sim depois de recoobecida a sua ausen-
informar sobre o que pede o lenonte Caetano Qoio- ca por um conselbe de investigago nos termos do
lino Galhardo 00 incluso requenmento{ declarando decreto n. 3535 de '25 de novembro de 1865, forero
' aquelles offlciaes destituidos dos preditos postos.
quando assentou praga o flltio do supplicaote.
N. 698Dito ao mesmo.Sirva-se V. Etc. de
mandar informar acerca do qae pede 00 incluso
requerimenlo Anna Rita do Rosario.
N. 699.-Dito ao mesmo.Slrva-se V. Etc. de
maodar Informar acerca do que pede no incluso
reqoerimento Miguel Serafim Correa.
N. 700. Dito ao coronel director do arsenal de
guerra.Etpega, V. S. as suas orens aflm de que
sejam recebidos nesse arsenal os objectos foroeei-
dos ao 7* batalho de infamarla da guarda nacio-
nal deste municipio, e que Ihe forem apresentados
pelo respectivo tenenle-coroaet commandante.
.v 701.Dito ao commandante do presidio de
Fernando.De conformidade com o querequiilou
ero data de 13 do correte o Dr. chefe de polica
desta provincia, faca Vmc. regresear para esta ci-
dade o sentenciado Jos Gomes das Neves, aflm de
ir responder ao jury pelo crime de roubo no termo
de S. Jos de Mipib da provincia do Rio-Grande
do Atolle.
N. 70z.^I>ito ao commandante do presidio de
Fernando.Seguirtt^cnsta de aviso do ministerio
da guerra de 4 deste mez~TeBf'ifcgr remettido da
corte para esta provincia aflm de ircamprTf pena de seis aun js de priso nesse presidio, por
crime de disergao, o soldado do i* regiment de
cavallaria iigeira Manoel Paulino da Souza Goveia,
que foi expulso do exercito ; o que Ih'o eommani-
co para seu conheeimento e direceo.
Quanto a' nomeago para a.7" companbia, nio
pode ella ter lug-ir, visto que tendo aqaelte bata-
lho 6 companhias na formado decreto n. 1338-de
3 de malo de 1854, soroeote ao governo imperial
compete alterar o numero delles. .
N. 711Portara.O presidente da provincia
conformando-se com a froposta do Dr. chefe de
polica n. 2531 de 15 do correte, Ta bera do ser-
vigo publico, resolve exonerar a Antonio Vctor da.
Silva Vieira do cargo de 2 suppleot9 do delegado
do termo de Caruar, e para o sobstiKiir nomi o
cldado Pedro Antonio de Azevedo Barros.
N. 712.Din.O presidente da provincia, atten-
deudo a que nao se acha organisado o batalho a
guarda nacin < do municipio de Cimbres,.e tendo
em vista o jjtp. .m o reqaJHrP* commau iaafla su-
perijr data/i de 16 de margo afM". resolve, de
eonformld/4de rom o disposto nos avh?do minis-
terio da Mustie-.! le 4 de Janeiro de ISSSTY*,^,,.
vereiro, I8m*, nomear para o referido batalho
os offlciaes seguales :
Estado-maior.
"jxean-cirurgio Jos Bezerra Cavalcami de Alba-
0QUrque.
Al(ttes porta-bandeira Francisco Rodrigues de-
leitas.
Segunda companbia.
Xijteres, Antonio Feliciano Rodrigues da Silveira.
. ~* Tereeira companbia.
da relago. cfpllf00-' ,enente da mesma Francisco Lopte-
Traosmitlo a V. Exc. o iocluso offlcio do delegado Jflnona i., r._,., j. r ,. w.
do termo de Nazare.h, datado de 3 deste mez, com 14S?,j!l?3fi?S fi.%^! ft
referencia a habeaa-eorns de Manoel Perelra Na- ^'feres' ^aqu.m de Urvalbo Cavalcanli Jnior,
nes. e que sendo dirigido a esse tribunal veio pa- i W|f.rn. su_.-i.-~E2 comP<4I?n"- ..
rar em'minbas maos eras' ^v"aD0 Rodrjgues P.res Jatoba.
N. 70i.-D.to ao Dr. chefe de policia.-Em vis \ Jg^gy"**-,
ta do auto de pergantas junto ao offlcio do delegado ?&?%;a5_5VSS. e-i,,udo-
encarregado do etpedieote dessa cepart.go 0., AlfeVes, Joao Paulo de Oliver^
2498 de 12 deite raet, e feilo ao escravo Bernab L *\ ...^JC VT^?- n
deve este ser entregu a quem etibir titulo de pro-! A er pnedade do mesmo eseravo. I A".?^./0'^.'? B!ch!M. ?*'s AbreB.
N. 703.Dito ao mesmo.Ficam expedidas asi
ordens para o regresso a esta capital do sentencia- 1
do Jos Gomes das Neves, de qae trata o offlcio de
V. S. n. 2316 de 13 do correle. j
N. 706.Dito ao coraraaodante superior do Re-
cife. Mode V. S. apresentar ao general comman- i
dante das armas o guardas nacionaes do 3* bata
- t
N. 703.-Offlcio
2
a o
secgao.
presidente
A irm5a de Laouza tinha
dos seus deveres, e oceultou
a consciencia
aqueile amor
esludo, aquella observado e aquella analyse
perderam-n'a.
A irmSa de Lanuza quiz enlo lutar para no mais recndito do seu peito. Qaando
vencer. Sentia-se envergouhada por amar depois de lutar compreneodeu que nao Ibe
um Corsario, um ladro, ella, a filha de um era possi-el, domma-lo resignou-se com o
nobre t5o poderoso como o chefe da justica, seu triste destino, chorou rhuito... muito,
a rioS mulher de Arago, ella que onhra na-is cborou em silencio, e em s'lencio sof-
com urna cora real...
Descrever as lagrimas que a formosa jo-
ven derramou no seu leito por esta paixSo
nascente, impossivel. Parecia-lne que
todos liam na sua fronte aqueile amor que
a conduzia ao delirio ; mas apesar da sua
vergonha n5o o podia dominar.
N.'7i-'fDita.O presidente da provincia, teoda
em vista aeroposta apreseotada pelo teaente coro-
nel commandaute do batalbo n. 26 da guarda na-
cional do municipio do Bonito, sobre a qual iofor-
mou o respectivo commandante superior interino
em offlcio de 8 do crtente, resolve nomear para o
. referido baialho, de eonfora-dade com o tiaMtfft -
Ibo de Mamaria fcrte municipio designados para da le n. 602 de 19 de setenftro de HWfJ,
o servigo da uerra. os offlciaes setiu.ntes: ,
N. 707.-D.to ao mesmo.-Etpega V. S. suas or- ,ffl5 JSKSffl^iUA
dens, aflm deque urna guuda de honra do 2 ba- Alferes, 'oaqaiffl^nMiaaoTorrM tallindo.
lalho de infamara da guarda nacional sob seu
commando superior se aprsenle em frente da igre-
ja de Santa Rila de Cassia nos das 19 e 21 do cor-
<
*
renle para acompauhar a procisso do Senhor iuor-
t) e d Res>urreigo.
N. 708. Dito ao commandante superior de Fi-
res.Nao se acbaudo organisado o batalho n. 33
<
Quinta companbia.
o alfeies da sexia Joo Francisco Caval-
Tenente,
canti.
.Sexta companhia.
Alferes, o alferes da stima Joaquim Venancio Cal
deira.
Stima companhia.
da guarda nacional do muoicipu de Ingazeira, re-1 Alferes, Antonio Manoel Pereira Vianna.
solv por portara desta data, nos termos dos avisos
do ministro Ja justiga de 4 de Janeiro de. 1835 e
13 de fevereiro de I860,oomear para o referido
batalho os offlciaes constantes da inclusa relago.
N. 709 Ao commandante superior do Bonito.
Tendo por portara desta data n uneado para o ba-
talho o. 26 do municipio do B>oil9, de conformi-
N. 714.Dita.0 presidente da provineia, alten-
dendo a que nao se acha organisado o batalho
n. 33 de infamara da guarda naclooal do munici-
pio de Ingazeira, resolve, de conformidade com o
disposio nos avisos do ministerio da justiga de 4 de
Janeiro de 1835 e 15 de fevereiro de 1860, nomear
para o referido batalho os offlciaes seguales :
J que tendes a bondade do ser seu cava-
llieiro, dai-lbe o braco. Moya e eu vos se-
guiremos.
Branca convulsa de felicidade levantou-se
e apoiando-se levemente no braco do Cor-
freu tambem.
Mas to continuada luta mala a alma, e
Branca comecou a perder o rosado das faces,
a cor dos labios e a radiante expresso dos
olhos.
O pirata nao deixou de observar aquella
i mudanca, mas attribuio-a ao pesar de se ver
O CORSARIO NEGRO.
CAPITULO V.
O amor (Turna mulher rica.
(Continuacjo do n. 180.)
Branca amou o Corsario sem dar por isso,
sem o advinbar, Ujaer. Quando conhe-
ceu o novo setttimento qne a dominava era
j muito tarde, por que o seu amor era ar-
gente, impetuoso e absoluto como a su>
alma. Entio estremeceu e se aterrou. Pre-
sento oa males que to louco amor ia cau-
sar-Ihe no futuro ; mas j nSo o podia con-
tar. Havia-se aberto a sua alma, e o dique
nao podia existir nella: descobrira-se como
os antigos Celtas e deixra-se ferir.
A pobre joven vivera em urna illuso,
que nao era o que menos contribuir para
a enllocar naquelle estado ; julgra a sua
alma morta para o amor. A sua paixSo por
Antonio Prez fra to completa, to abso-
luta, qoe, desapparecendo do sea coracSo
pela indigna conducta do que a inspirara,
lulgou que elle morrera para sempre. Um
anno chorou os seus desgracados amores,
c durante este anno doas nobres cavalleiros
que pediram a soa mo, foram despedidos,
porque, como dizla, eu no amarei nunca
mais, e n3o quero casar-me sem amor.
Oh t o corado n5o morre: am erro jul-
i'ar isto. Peder estar silencioso, mesmo
n'um estad > de insensibilidade; ma morto,
s quaot i) j nao bate que assim se pode
considerar.
Branca conveocera-se aos vinte e cinco
annos de que n'o tornara a -amar, e esta
idi p#rdeu-a. Entregou-se sem reserva
contemplaQao do myaterioso defconhecdo,
analysou o seu modo de viver, observou a
sua belleza, tratou de o estuder ; e aqueile
Para augmentar a sua dr, para dar maior j longe de seas pais e de sua familia, limi-
vulto s suas penas. Branca conheceo, ou, tando-se a prestar-lhe os mais solcitos cul-
para melhor dizer, aaevinhou que nao era' dados, que angmentavam o mal da joven
correspondida. Nem urna palavra terna em vez de o diminuirem.
nem.affectuosa recebera do Corsario, nem Suspeita igual do Corsario assaltou o
um obsequio, nem urna galantera. JQ*en Lanuza, que rogou a Branca que tor-
E com effeito, o pirata, preocupado pro- nasse para o lado de seas pais. Mas o jo-
fundamente rom a sombra idea que pareca ven tinha energa para solfrer e calar, e
persegui-lo de continuo, n5o podia ter ob-1 nao para se separar do pirata ; e negou-se
servado os sentimentos da joven, e Branca por isso resolutamente, pretextando que era
via-se obrigada a oceultar aqueile amor, 1 om padecimento vulgarissimo que nolar-
porque temia que se fizesse publico, e fra 1 ar.
leito para aspirar a doce brisa do creps-
culo, perfumada com o aroma das flores.
A joven meio deilada n'um canap collo-
cado prximo dajanella, olhava os prateadosj
raios da la, que coMeeavam a Iluminar
com o seu branco resplendor as copas das sario Negro, sahio com elle da babitaco,
larangeiras e limoeiros. Branca estava pa- i seguida de Moya e Lanuza.
lida e enfraquecida, e vesta um despreten- i O pirata conduzio os seus prisioneiros a
cioso fato de setim branco com enfeites, ten-' um bosquezinho de Larangeiras. Lanuza e
do a cabeca adornada com urna cora delMoya.depoisde alguns passeios, sentaram-
Qores. i se para continuarem a fallar com mais com-
J0V0, seu irmSo.'Tiasseiava de um extre- modidade ; e ento o Corsario se adiantou
mo a utro da casa, conversando com o seu com a hespanhola uns vinte passos, e parou
tambem.
O co tinha urna formosa cor azul, e o as-
tro da noute ostentava-se magnifico e com
todo o seu esplendor, banhando a natureza
cora essa doce luz que o pincel nao pode
res-
ella a primeira pessoa que despresra o bo-
mem que tanto adorava.
Isto, sem embargo, n5o foi assim. O vul-
garissimo padecimento, como dizia a pobre
Oh I pobres mulberes, que sempre teem victima, foi-se aggravando mais e mais, at
que oceultar 00 disfarcar os seus sentimen- que assustou seriamente seu trinao e o Cor-
tos, porque o pudor assim o exige 1 Po-. sario.
bres mulheres, que teem que soffrer o mar- Insistiram novamente nos seas desejos,
tyrio de sentirem affogar-se-lhes o coraco, mas Branca continuou a recusar-se, pelo qoe
sem qae possam dizer nem urna palavra aojo pirata, compadecido delta, se oflereceu a
homem que as provoca / Pobres mulberes, acompanha-la nos seos passeios pelo jardim,
qne teem que aceitar em silencio e que pe- coi toda a frequeocia que os seus encargos
nar resignadas a mais critica posicao da' Ihe permitlissem.
vida, e o mais santo e puro anhelo di Desde logo comprehenderlo os nossos
almaI 1 leitores que a medicina era indispensavel e
A mulher, toda ella sentimento, tem que; Branca aceitn,_^Q0^|fS^uma_lQ_
cootra-mestre Moya, j completamente
tabelecido das feridas que Uvera.
Mara estava na alcova pondo em ordem
alguma roupa.
Reinava na habitado o silencio, s inter-jreproduzir.
rompido pelo murmurio da conversado que
seguiam Lanuza e o contra-mestre.
Branca, illuminada pelos poticos raios
da la, eslava encantadora, e a saa lnguida
e suave physionomta apresentava-a como se
fra urna pbaniastica vis5o.
De repente abri-se urna porta, e appare-
ceu enlre ella o Corsario.
__ Perdoai-me, senhora, disse dirigindo-
se a Branca* depois de saudar Lanuza e
Moya ; quiz saber por mim mesmo do es-
tado da vossa saude, e por isso me atrevi a
v.
'Oh
Branca, silenciosa e entregue a seus pen-
smenlos, nao abrir seus labios, e por m
exualu um suspiro affogado, que excitou a
curiosidade do pirata.
Senhora, Ihe disse affavelmente, vos
suspiris, e suspiris com bastante freque-
cia. Sentis-vos mal ?
Oh I sim, exclamou a joven commo-
vida. Estou mu 10 doente !
Ento para que vos tendes recusado
a consultar Sidi-Mabomet. Nao tendes cun-
fianga nos seus conhecimentgs ? Pois asse-
guro-vos que um verdadeiro homem de
obrigada, Ihe respondeu a joven scieoca. por qUe nao tendes segaido os
praticar assim I Se o manda o pudor, e o
pudor o sea melhor escudo; e s pode
alcancar das suas lulas a consolado de ter
cumprido com os seus deveres, de ter do-
minado o coraco, de ler vencido o que no
homem inseosivel 1
E esta consolado nem pueril nem hu-
milha. E' a tranquilidade da consciencia; capitulo, porque e preciso descancar um
que leva comsigo ; a conyicco de ter cura- pouco.
prido com o mais sagrado dos deveres. Ai I ^Amuuu vi.
se decidir; mas como aquella solicitado do
Corsario nlo era filha do amor, e anda que
o fra, talvez Branca nao lli'a tivesse aceita-
do, a medicina sortio mui poucos favoraveis
efeitos, e o abatimento e mal estar da joven,
iam-se tornando cada vez mais vsiveis. braco eu vo-lo offernco
com voz dbil.
Se permittis qae vos manifest a se^
gunda idea que rae trouxe aqui, fa-lo-hei
com a vossa permissao. -
Por que o5o, senhor ?
Pois bem, proseguio o Corsario. A
noute est formosissima, e a la Ilumina o
jardim com os seus raios argentinos. Sen-
tis-vos com forcas para dar um curto pas-
seio pelo jardim ou pelo bosque ? Sei que
estis mui fraca, mas se nao repellis o meu
UmiaW^ Mas isto ser referido n'putro
da mulher qae esquece, qae attendendo
s sqpsibilidade do seu coracao, tem a d-
bil complacencia de descobrir o estado da
sua alma I O mesmo ser a quem ama, o
primeiro que a despresa f
Uta pasmo la da la.
Um dia (dous mezes depois da priso
dos doas irmos) Branca achou-se bastante
mal, e s ao cahir d tarde pode deixar o
Branca crou, porque era a primeira vez
qae o Corsario Ihe fallava com to terna so-
licitado e nao se atrevendo a decidir por
si s, olhou para seu irmo mo pndindo-
Ihe eonselho.
Lanuza comprehendeu aqueile olhar.
Tendes razo, disse ao Corsario. A
noute^st deliciosa e o passeio que propor.-
des a mioha innia talvez Ihe faca muito bem.
seus conselhos ?
A. formosa joven encolheu os hombros.
Np ha remedio para a minha enfer-
midade, disse ao Corsario. O meu padeci-
mento do coraco,
O pirata olhou-a com sorpresa, e um
breve sorriso de compaixo passon pelos seus
labios, e ao mesmo tempo que dizia joven.
Ah I senhora .. agora comprehendo a
vossa dr.
Que queris duer ?
A enfermidade jue vos aflige mo-
ral... e em verdade, senhora, que tenho si-
do um nescio em nSo a ter comprehen-
dido.
Branca estremeceu. Teria aqueile ho-
mem adevinhado o sea segredo ?
Que dizeis ? Ihe diss? olhado-o una-
mente. Que pretendis dizer ?
Perdoai-me, senhora ; desojis voltar
Hespanba.
Juro-vos que nao.
Sim, e desejais voltar, porque all dei-
xaste algum digno cavalheiro que reina na
vossa alma e ao qual tereis jurado amar
sempre, Se isto assim, porque nao acei-
tis os meus olferecimentos ? Disponde
de urna das minhas galeras e parti.
Branca sentio urna nova ferida, esorrio-?e
com desiem.
Perdoai-me, disse ao pirata. Sem
duvida retirado do mundo e das mulberes,
tera-vos esquecido ler nos olhos a verda-
de...
Senhora...
Eu nao amo nioguem... ninguem,
tendes ouvido, senhor ? Fez-me o amor
muito damno, e temo...
Tanto melhor, respondeu o Corsario
com certo sarcasmo doloroso, tanto melhor
se nao amis... O amor urna utopia, e
sobre tudo as mulheres.
Branca olhou-o assombrada, porque aquel-
las phrases, bem pouco lisongeiras, dirigi-
das a urna mulner, Ihe revelavam na alma
do Corsario mnito mais do qae j bavia
descoberto nella durante dous mezes. No
olhar daquelle homem mysierioso e estra-
nho se lia urna grande dr, urna desespe-
rado immensa, infinita ; s assim se com-
prebendiam aquellas phrases que tinham
sahido sem duvida do coraco, asesar de
todos os esforcos da vontade.
Mas j collocada naquelle terreno, a hes-
panhola nao pode conter-se.
Senhor, disse por fim ao Corsario, jol-
go que vos engaaos completamente. In-
juriis a mulheres julgand-as incapazes
de amarem o que quer diter de poderem
sentir. Creio que s pode amar com toda
a sua nergia a alma nobre e sensivel da
mulher; ella que tanto sacrifica ao sea amor,
a nica capaz de o comp euender. O
homem egosta, e ante o egoismo todos
os sentimentos se disfercam ou desappare-
cem. .
O Corsario tornou a sornr-se com irona.
Dizeis, senhora, Ihe disse, que a mu-
lher nobre o sensivel 1
Sim.
E que s ella compreheade o amor ?
^ Oh I Sim.

s

E chamis egosta ao homem ?
(Conlinuar-st'ha.)




I I I "'' il
i '/i
felftrfo *t Pr.
"- Huala Mn & de AgofeU de 1667.
E Tcoeot Alfere,a#orlano, Migael Telxeira de Vascotoelles
P.rtira.
Prlmeira compaobia. *
Capia, o latente da qnafta Antonio Correa de.
Almeida Pedro?*.
Teoeute, o alteres Severtao Jwn d AlnwMrPe-
drosa.
Alferes, Aureliaoo Fernandas de Moura.
Sepaoda %mpaGhia.
Tenente, o altere da mesma Mareolino Oridioo
X'.vler de Slqueira.
Alferes, Joo Alves da StQMtra.
Tticeira compaohia.
Tenenie, Francisco Casimiro Alenadre Pedros.
Alferes, Manoei Aires da lucha.
Quarta compauhia.
Teneote Caei&oo Aleaaodrino de Vascooceltos Cal-
laba.
Quima ccmpaabia.
Capitio, Vicente Perreira Lima.
Stima compaobia.
Alferes, Joo Lopes da Silva.
Oiiiva compaobia.
Teneale, LaureOtino de Vasconcelos Callas BrKo.
3.* seccao.
X. 715.Offlio ao inspector da tbesooraria de
laieiida__Recommeodo a V. S. que em vista nao
so (i.) que espoe o inspector do arsenal de mari-
ntia na inlurmaco junta por copia, datado de
bcQ(em e sob n. 1278, dada acerca de incluso re-
queriroento de Manoei de Souia Tavares, mas
uobEjui das respectivas Libas, mande pajar a
importancia que se esliver a dever, proveniente
?uWalha ae oilfoiMtfa'iJrmU Ib, iMsIp que creou anufiENCiA cuijis.Com visi
orna oatra .ordem de drsiiQccap..tln.-Ut-ilms fador (Irorajior d* jjsiigav.
qual ser-nosha deferida en recoubecimaoio dos appelladj, Raymuodo Jos da
esforcos des nosso plantadores fe' algodo, juizo; appellada, Maria Saraiva
Igualmente foi concedida ama medarha de onro passaobns
s ifladairas do Amaxonas, outra de prata a'48' Do Sr-deserabargador Gitirana
specimeas de ootras madelras nossas. bargador Guerra.Appellacio civel : appelaole,
O caf do Sr. Rocha Lima fot considerado tao Francisco Severtaoo de Joraes Gorti; appeiladas,
boa como o melbor dos ootros paites, sendo o pri-! D. Rosa Marta d'Assorapcio e otros,
meiro do nosso; e a este seguo-se em apreco o do
bario da Nora Frignrgo, o de Bella-vista, o
do conselbeiro Sonta Hamos, e do Sr. Ferreira La-
ge; e aos quaes bomens competentes teceram rae-,
recldos elogios, lodo urna medalha de onro por
fim corear os esforcos dos respectivo* lavradores.
A borracha do Para' obteve nma medalha de
prata.
Igual medalha fot concedida aos productos phar-
maceoticos do Sr. Pecol.
A ioieressante exposlcao da cartaotjelra e rtf dos Sanios. Appellante, Domingas Tavare1 d%
productos delta conquistaram orna medalha de
Irona.
A quaxima, sendo considerada propria para o fa
bnco do papel, cordoaria e tecidos, leve nma me-
dalba de prata.
A colla de peixe, preparada no Amatonas, obte
ve mencao honrosa.
U nosso assucar, porm, nio tete apreoiaco van
tajosa, sendo tachado de imperfeito osea fabrico.
O jury anda tem de pronunciar-se sobre raui-
tos pro inctos nossos; os quaes sero por certo pre-
miados.
A' colonia Blamenau, como modelo das nossas co-
lonias, foi concedido um. dos grandes premios ins-
tituidos : esse premio de dez mil francos.
do fornec.meoto de carne yarda e po eito desde, Anwooa 10 ^ do oia devam ser
evereiro ultimo para freotMos americanos, man-. 1Mpeccioaaaos 0 pi dadosjiara aquelle arsenal. gMrdag ioi 0|fftr8Qtes batalhees deste municipio,
)
N. 716.Dito ao utesmo.Providencie V. S. pa-
ra que em vista do pret junto em duplcala, e se-
nao houver inconveniente, sejam pagos os venc
menlos correspondentes a 1* qototena deste mex
dos voluntarios di patria, destinados ao corpo que
se esta .organhando para o servlco da guerra, se-
gundo consta do officlo do brigadeire coramaodan-
te das Armas, datado de hoj e sob' n. 331.
tf. 717 Dilb aomesmo.Heeommendo a V. S.
qne era vista do pret junio em duplcala, a que -e
refere o offlcio do commandnte superior deste
mnnicipio, datado de hoja e sob n. 19i, mande pa-
gar, sa Oo lioover inconveniente, os vedclmentos
rea vos a I qulnrena de-te met dos guardas na-
conaes di 2* Batalhao de infautarla, aquartellados
na fortaiejta das Cinco Pbntas.
N. 718.Dito ao mesmo.Atienda V. S. ao que
expoe o tenente honorario do exercito, Joacjnim de
S Araojo? no incluso regnerimenlo mande levar-
Ihe em coma, independate, da apresenta^ao dos
cooppt 'uts re.-ibos a qnaOtU de 274J240 rs. que
foi impot'nada por essa thesoararia as cuotas
qu5prestou, como eucarregado do recrutmento
no irertro da pro'vtncia.
N 719.iaao mesmo.-Providencie V. S. pa-
ra "que estando em termos o pret jnoto em duplca-
la sejam pagos os veucimenios relativos aos dias
.'10 e 31 de marc/o ultimo; dos guardas ncionaes,
que para rnanutenco da ordem publica, foram
chamados'a servigo d aijartellamento na povoa-
co <>a Gamelelra < secuir.'.m pra esta capital.
N. 7i .Dito aomesme.Estando em termos
os prets untos em duplcala, mande V. S. pagar
os ven-imenios correspondentes a 1* quitea deste
me/, des guardis'OjMoirt que ^r" manutengao
da ordem poMtj foram ciartados a\servico de
aquartellamefti na cldade do Rio Formado, e na
-ad de Gameleira, e depjis seguiram Wra es-
ta capital. \
K 71.-DIU ao mesmo.-Transmuto por copia
aV S o.iviso ex pedid-pelo ministro da agricul-
tura em 13 de marco. illimO do quai consta MA-a
ouido para esu provincia, aura de servir na PLm.
mis-aj a earg to eogeheiro Bernardo Jos* da
Cambra, o acrimensor Jlo Dias Pinto Aleixo, c^m
a aliucacli mensal de ItiOWO rs. recommen
Iba oue mande pagar-lbe essa gratiO.agaO a coi
tar de 23 do citado met de margo era que tez .,
soa .prnsenia^o o mencionado agrimensor.
72i -Dito ao inspector da thesourana pro
vincia .-Mande V. S. 'psgar senao bouvar mcon-|
veniente e em vista do pret jooto em duplcala que
r.-raeii-u o commandnte. superior ds coraarc;
em Cffldo do 1- 00 correte c-sy
mi rtiiu, em vui-iv "v ------- 1 Vicente rarn
raemos a eoniar de 20 dojane.ro alM.d/ G ^na ""'
, deste anoo. de 9 pragas da guarda naciona,, ^^^^^
ctficio
X-

do P.i id'AHKv
venc
margo ..
destaradas "na povoagio da Gloriado Goeta.
K. 723.Dito ao neestfio. CoO: lando de
do chele da rppanlgSo' das obras' poblicas, /jatado
deh.j:esobn 90, baverem os cootr&taD^ ja
eslr^.ia do norte entre a ebSa da M-bgabeira
onde termina a estrada da empreza Jramede", e o
engenbo Bujary execotado obras ^ne Ihes do
direito ao rec blmeoto da L" prestgaa- na impor-
tancia de 10:000^000, recomifeodo a V. S. que,
em vi-1,1 do competente cerro*cado mande pagar a
rfO_enccnada prestara?.
S*. 724Dltb ao mesmo. Aolonso a V.-S. de
couforoiUQde com a sua informacao de 13 do cor-
rerte sob o. 167, a mandar pagar ao lenle do
corpo de polica Juaquim da Molla e Silva a diffe-
renca que se d entre seus vencimenlos de alferes
a lenle do mesmo c&rpc, desde que foi promovi-
do a este porto al at 25 de noverabro do anoo
prximo passado, para ser pagos quando a assem-
bla legislativa provincial marcar a necessaria
qud:-., a parte desia divida que penencer ao exer-
cicir, j eocerrdn de 1865 a 1866.
K." 7i5.Dito ao mesmo. Tendo a coramissao
de polica da assembla provincial, segando me de-
claren o 1. secretario em cffieio do 13 do crrente,
contratado com Amonio Hcnnqne da Cunba al-
gumas obras para o edificio da mesma assembla
pela qoantia de.52o340 rs. recommendo a V. S.
que mili de pagar a sobredita qoantia ao mencio-
nado Cunba.
N. "ib lis.Dito ao mesmo. Transmiti a V.
S. Wrtaeao e pret jntuos em dupllcat-qae me re-
menea o commaodante superior da comarca do
Pao ri'Alho, com calcios do L* do corrente, aura
de que se ao heuver incocveoienie, mande pagar
os v.ncmenls relativos ao ra-.z de marco ultimo
do destacamento da guarda nacional existente
u'amx*lla villa.
N. 726.Dito ao mesmo.-Deolaro a V. S. para
os ti ti- convenientes,, qae os veociraentos do capi-
tn do corpo provisorio de polica Hypoiilo da Sil-
va i:. 111 ser pagos a contar de 28 de margo ulti-
mo, nao obstante nao ter elle prestado o deviSo'ja-
rana Oto n'aqaelle dia, por ter seguido em commis-
so du goverao pa>*a fura da capital.
a ii 11 .....
perante o cooselbo de revista, que all faoccinna-
Foi ordenado r directora geral da ostrncgo
publica, qne- se abrisse concurso para provimento
das cadeirasde philosophia egeomBiria do Gymoa-
sio Provincial.
Actia-se destinado para recepgo d&s emi-
grantes que vlerem para esta provincia o edificio
da extmtla coinpanbia de caraflaria, "em Sanio
Amaro 1 e neste sentido trata-se de proceder all
aos necessarfos arranjos e reparos convenientes
Na poosia publicada no Diario do dia 5 do
corrente, onde le-sehornillasli-se -myriades.
Foram iidos no dia 4 do corrente, na ma-
triz da freguezia de Santo Antonio, os seguinles
proclamas :
i.* denanciieao.
Man el do Nascimanio de Mello, com Joanna
Mana do E-pirilu-Sauo.
Bacha re Bal bino de Moraes Pinbeiro, com Gui-
iliermiaa Emilia Moreira.
Jos Moreira Limos, com Mana d'Assumpgo
Cavalcante de Albuquerque.
Irindj Colho da Silva, cora Malina Colho de
Serpa Brando, viuva do coronel Jos Joaquim da
Silva Santiago.
Benedicto Js da Cosa Aflfricano, com Ifluocea-
cla Mara d'Annunciaao.
Eduardo Auguao Ferreira de Magalhes, com
Francelina Amelia de Lemas.
Manoei Joaqaira do Nasciment,com Luiza Mua
dos Pi ..zeres.
Joo Luiz Nogaeira, com Candida Maria da
Cooceigo.
M.noel de Carvalho Paes de Andrade Goavim,
viuvo de Julia Honona da Silveira Paes de Andra-
de cirn Maria Delflo Carueiro d Cuuha.
Manoei Baplista do Nascimento, quer mostrar
livre e desempeodido.
. n -!-* -oiiunciagao.
VVso o>Vsia Alves Ferreira, com Toereza de
Je.-us Mendooga da Silva.
Antooio Jos Moreira Pooles, viuvo de Anna
Gomes Moreira Pontes, com Anua Mana da Silva
Lemas.
Vicente Ferreira da Costa, com Marta Francisca
de Assis. .
Damio Francisco Campos, com Arcbanja Mara
da Concergao.
Amonio Manoei do Nascimenio, com J >anoa
Francisca Liuriaoa Li.odi.
Antonio Nunes Ferreira Coirabr, com Emilia
R'isa Go-ne:-.
Vicente Ferreira de Sant'Anna, com Ignacla
PERIfftMBlfC
RElSTI WIRI*.
Am -hontm comegaram os tiaialbos da cora-
panhia dramtica do Santa' Isabel, e a embra-
za leve a feliz idea de inaugurar a sua vida! seenl-
ca i;.) corrate anuo cora o. noyissimo drama f)
monorchu das Coxilhas, que o Sr. Cesar de Lacer-
da cri(ioalraenle iragou dacosturaes rio-grandenses
do Sol, sohre o fundamento de um episodio da guer-
ra iiJ- sustentamos actdalnente.
N i occasiio, nem inteneao nossa fazer aqu
aoBima Iliteraria desta bcilhacta produego do Sr.
Cesar rio Lacerdaj a qual, de passagera q dizemos,
nem a>i -issumptoe levado, oern oo colorido especial,,
era Ba vida eras situagSes'e lances dramatfcbs, nem'.
finalmente no estylo Ouentete correlo, em qne
eseiisji, flea aquem on .somenos as optras, qae',
''e -u.i procedencia tem viado a publicidade. De
ouira vi z, e piis a proposito, oeste sealido disse !
mu.- aljama oasa; agora apenas compre preeiar
s o de-empenbo artstico que me foi dado dista es-
trea em aossa scena.
O animado da wpreseniacao primaria da um
drama novo, sahido da entj'adeJscriplor fesitji-
do, t.ra sempre urna certa' atira'ccaM' Irreslstvel, ao
mesefo passo qae gera no esplrltb do espectador
lal pfcvengo qae o inclina antes p ra a exigen
ia, 00 que para a benevolencia na occaslao da re-
presentaclo, quereodo qtte esta'tradnza-pleBa'tnente
.. coocet'oio do autor.
J, poi,' sob o dominio de impresso,tal, assisti-
mos ao espectculo da terca-feira, que pera'hile
raphilo ue Faria Albuquerque Mara-
nbo, com Francisca de M. Freir.
Sewrin i J js dos Santos Aguiar, com Anna
David Matheas Novaes.
3.a denunciago.
Joaqaim Aniceto de Mello qaer se mostiar livre
e desempeddo.
Claadlano Luir de Fraoga, viuvo de B-.-narda
Maria do Carmo, quer se mostrar livre e desem-
peddo.
Joaqoim Antonio da Silva Santiago^ com France-
lina Mara da Cooccigao.
Melquades das Ctngas Moura, com Mathilde
Luiza Atbayde.
Repartiqao ba polica. Extracto da parte
do dia 7 de agosto de 1867.
Foram recolhidos a' casada detengio no dia 6 do
corrale :
A' ordem ib lll.n. Sr. D.\ chef de polica, lo
nocencio Felisardo do Sacramento, Simplicio Jos
dos Santos, Francisco Teodoro da Silva, Felippe
Fetoandes, Carlos da Silva, Joao Florentino da Frei-
tas, Sabino Jos da Silva, J0S0 A.ves da Silva, Ma-
noei Ant nio Carneiro, Ricardo Jos da Silva, Jo?
Feliciano da Silva, Jos Joaquina Cavalcante, Ma-
noei Francisco de Paula, Herculane Jos dos San-
tos, Antonio Bernardo da Silva, Antonio Juaquim
da Silva, Antonio Rodrigues da Silva, Celestino de
Lemos, Jos Vicente da Andrade, Jos Vicente Fer-
reira e Joo Santiago, viodos do Bonito, para re-
cruias. A' ordem do subdelegado de S. Jos, Ma-
ra Vicenal a da Conceicao, por f enmenias- A' or-
dem do dos Afogados, Joaqaim Gomes da Silva e
Pedro Fraucisuo de Souza, para recruias. O chefe
da I' secgo, 1. G. de Mesguila.
Casa de detencao :Movimento do dia 6
de agosto.Exisliam presos 350; entraratn 23 : sa-
hiri 16 ; existem-357, a saber :ncionaes 256 ;
malheres 13 ; eslrangelros 31 ; mnlber l ; escra-
vos 56 ; escravas 5 :total 337.
Aumentados a casta dos cofres pblicos232.
Tiveram baixa :
Jos L -arengo Alves e Silva.
Jos Joaqaim de Sam'Anni.
Pompeo, escravo de Jos Pereira de Miranda Cu-
nba.
Pagsageres do brigue portugaei Unto, en-
trados do Porlo:
Antonio rtibelro de Carvalho, Jos Pinto Lapa,
Jacintbo Fernandos, Antonio Pinheiro, Domingos
Anlpnju Pereira, Jos Luiz da Cuoha, Joaquim de
Almeida Seixas, Jos Narciso Soares Correia,, Jos
Pedro Crrela de' Noronha, fanoel Dumingaes,
Jds' d (Mivra Campos, Antonio C'r'tteiro Pe-
relia, Alfredo Bapusu de Sa'i Joaquim Domingoes
Barros, Francisco Ferreira Brando, Marganda
Moreira,. Beoiio Bowron, Joaqaim* Peres Aljan,
Maaoel Vidal Bowron, Nlcola Lagoy Migues Au
gostia Pazo Reina e Manoei Domingues.
Ao Sr. desembargador Learenco Saatia^o.Ap-!
pellagac-crim; appellante, Manoei Joaquim de
jultia.
Oliveira ; appellada, a juSliga
Do Sr. deseoabargador Lourengo Sanago ao Sr.
desembargador Almeida Albuqaeraae.Appalla-
cSescrimes: appellame, Antonio M. Pereira de
Soaza; appellada, a justtea. Aupellaate, Libo _
Theotonto de Araujo; appellada, a jnsiiga. Appet- era aceustdo,
lagocs civeis : appellante, Manoei Barbosa da Sil-1 dolas.
3; appeJIado, o lenenle-coronel Feliciano Jjaqcirn
Bntlo; appellado, Anto de Fans Oliveira. Ap-
pellante, PelippeGomes da Frota; appellado, Pran-
cisco Ferreira de Mello. Appellante, Bernardo Jos
de Barros; appellado, Jos Antooio Marques Ap-
pellante, Dr. Jacinto Paes Pinto da Silva; appella-
da, Joaquina Ferpetaa Mavignier. *\
Dia de; apparecer.Appellante, Pedro Izldro
Freir da Silva ; appollado, Portella 4 B anco.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque
ao Sr. desembargador Molla.Appeljaoao civel:
appellaotes e appellados junUmenle. Fraucisco
Barreiros Rangel; Joaqaim C'jlho Cintra e oo-
tros. Appellacjes crimasj^ appellante, ^aquim
Pereira .Yonato ; appela-ia-, a justigav Appellaote,
Tobas y a noel do Nasci raen lo; appellada, a jus-
tiga.
Do Sr, desembargador Molla ao Sr. desembarga-
dor Assis.Appellages crimes: appellaate, o jui-
10; appellados, Jos Joaquim de Sa e outros. .Ap-
pellante, o juizo; appelladcs Joaquim. Jos dos
Santos. Appellago civol: appellaate, D. Mara
Joaquina de Saat'Anna; appellados, os tmp reitei-
ros de trilhos urbanos.
Do Sr. de.-e.mbargador AssU ao Sr. desembarga-
dor Domngues da Silva.Appellago orime: ap-
pellante, Pedro Itodrigue de Lyra ; appellada, a
fustiga. Appellago civel: appelaole, Aotoaio
Joaquim de Vasconcelles; appellado, Dr. Felippe
Nery Collaco.
Do Sr. desembargador Domingoes da Silva ao
Sr. desembargador Cen. Cavalcante.Appellago
crirae : appellante, o promotor; appellados, Fran-
cisco An'onio Negreiros e ouiros.
Ao Sr. desembargador Santiago. Appellago
civej: appellante, Joo Francisco Alves da Silva ;
appellado o pardo Antooio.
Eucerrou-se a sesso a duas hora e mela da
tarde.
I ..i'"' yU'l. i>4' ^ulz, para o nica lira de veriflear se solvido a nao mals me responder, o que alias po-
te passava contrabando, e od para dora'. ser. por qae nada pode dizer qae Ihe apro-
segredo de suas palavras, S6t4cim-,'eiie. .....
resiuuida a sea doao. Gonoilloa-se, Llmitar-me-nei por isso mesmo ao estrictamente
a' le coa a uecessldade lie modo as proras de um criare. j oa imidoxi de commonicado do Sr. Barroca, re-
Ne. tem lugar, portaoto, a applicaco do aviso, serraodo-me sempre, ao conlrario do Sr. Barroca,
cado ao fado praticado pel jan municipal d* facaldade de voitar a* mprensa, para entrar em
ojasoa. o!* menaciosos detalbes acerca dos suceessos re-
no miedo caso esta' a decilio do tribanal da lalivos ao infeliz negocio de que se iraia.
lagao da Babia boje publicada .ia) rcut. Nao entro na analyse da validada oa nao valida-
Pelarpalavras do accerdio v se claramente qae de do sea i mi tala Jo credilo na mafta fallida de
o ebefe de polica nao fet tois do qae mandar n>eu finado genro Sebattlao J. da-Silv; porque
abrir napreseuga de Antonio Jos da Costa Abreo negocio qae esta' afficto a' apreciagio dos inbu-
cartas qne Ihe erara dirigidas, para averiguar se naes, e ha de ser all desentido, apreciado e jnlga-
nellas #eontinham_ provas do criie da que elle, do. Neste tribunal da opinio publica e <-om fea-
e nao para eonhecfcr do segwdo jcj a esse negocio e au qoe sobre elle disse o Sr.
Barroca no sen coramunicado, tenbo apenas a fa
Para Hjatr^clareta^devianj os -defcosore* do juitj wr um reparo, e qae, dizencto-se o Sr. Barroca
Btflito dedicado amigo do fallecido SeBJrttio, nao
municipal de Goyaotfa publicara hlstria do pro-
cesso de Antonio Jos da Costa Abren, para se po-
der saber qual o flm que leva o chele de polica
abrindo na preseaca deile as cartas que Ihe eram
dirigidas.
E como, sem allenderen a differenga notavol en-
tr- os actos do Juix muacipal de Goyanoa, e os do
chefe de ponda da Baha, apnsentara o julgado o
tribunal da relaco daquella provincia como defeza
daquelle juit, tambem permitliro queoppoBhamos
a esta julgado o do supremo'tribunal de justica*oo
recurso dos Salgados do Cear, procossados, e con
demoados por atoada falsa.
JIM m wm
AGOSTO 6 DE mi.
Presidencia do Sr Dr. Manoei Jos da Silva
Neiva.
Promotor publico o Sr. Dr. Arminlo Coriolano
Tavares dos Santos.
Escrvo Jjaquim Francisco de Paula Esteves
Clemente.
Feita a chamada as 10 hora- da raanba, aoba
ram--e presentes 24 senhores jurados-. -
Foram dispensados de servir ua presente sesso
os Srs.: ^'~
Dr. Ma'*uiaP'1,opes Machado, por impedimento
Commeodador Jx- Pedro da Silva, por. affatres
na repartlgo qae chefj.
A fequisigo de seus chefs.
Caetaoo Silverio da Silva.
Fraocisce de Oliveira Mello a Silva.
Thomaz Antonio Maclel Monieiro.
Dr. Aotoaio Vasconcellos Menezes d Drucomond.
Por doents :
Affra-j Jos de Oliveira. 1
Dr. Aprigio Julia ano da Silva Gaimaraes.
Foram multados em mais 20U00 os jurados'j
multados no dia anterior e cada am dos que falta-
rara hoje.
Sendo insutficente o numero dos senhores jura-
dos p*ra ha ver casa, procedea-se o sorti de mais
Si, que sao os seguintesjseirores:
Dr. Joaquim de Aquioo Fuaceca.
Manoei Gomes Viegas,
Teneoie-coroael Jos Aotoaio Pinto.
AnPraio Goa'galves Torres.
Ei a- Fraaciscj Madello.
Joaquim da Gu-mo Coelho. ,
Luiz AqIoqo Rodrigues do Almeida.
Decio de Aquino Fonceca.
Jos Hvjiuj de Souza Galvo.
Manuel Alves Guerra.
B.-rnardo da Cuoha Teixeira.
Capllo Jos Hermenegildo Leal Ferreira.
Baro -l BemQca.
Domingos Alves Malheus.
Dr. Julio Augusto da Cuoha Guimares.
Caetaoo Silveira da Silva.
A. Augusto da Almeida Jordo.
Domingos dos Passos Miranda.
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho.
Dr. Cicero Odn Peregrino d. Silva.
HMiodoro Fernaudes da Craz.
Francisco Aolomo Poalual Jnior.
Rayraando da Silva Maia.
Capito de mar e guerra Hermenegildo Antonio
Barbosa de Almeida.
Concluido o sortelo passaram-se os raaodados
para as competentes nolicagSes, e levantoo-se a
sesso addiandb se para as 10 hora da raaohfu do
segolcie da.
KfiK
Oommuiiicados
la pedida, fandaodo se >-m qae ojala processante
violara a constituida t commeltera iniusfiga o-
ttriiij apprehendendo .no corroo as cartas dirigidas
aos rioty.o maadou que fosseai ellas extrahdas
dos amos e eniregues aos aesmos; ioulilisaudo as-
sim todos os actos do juix*que se bseavam noicon-
teudo de semelhautea-carlas. ,. ,_ ,,-
Qual dos dous julgados preterirs o defensores
do joiz municipal, de Goyanoa,,
Recie, 6 de agosto de 186f.
Aviso n. Tlb de l d'a'goslo de 18G7.
Em re-sposla.ayjea officia de 20 do correnle,
pelo qual parlecipa ter encoulrado ama carta diri-
gida aos nagpciames N. Dreyfije, Ain.dt C, viuda
no vapor Teutona, a qual suspeiu comer brilban-
tes, on objeetQS sojellos adwitos.
Tenho de fbe commntiicar qae, se os raesmos
negociantes, oa o seu gerente se recusarem a abr-
la em sua presenga, V. S. requeira ao.juit compe
lenta para que com o seo escrlvo, proceda na for-
ma de direito, com citago da parte, e pranle tes-
temunbas de todo o crdito.
eus (joarde H^T-Marquez de O/inda.^r. di-
rector geral do correio.
fateeldo
guarde as cintas desse sea amigo o respeilo que
ellas tem merecido dos qae uto eram amigos do
morlo. E nao se podera' acreditar que o Sr. Bar-
roca pncede assim, qaer pofi}aiaca foi real-
mente amigo do finado Sebastio.e quer porque
iodo o sea interno fater effjciivo o credilo de
letras, qne a maesa nao deve ?
O Sr. Barroca tem com eHeito raao de ue que-
rer disistir de votar, na reunto dos credoras, em
quantoosseus imuulados crditos ao forera jul-
gados allos ; mas S. S. que advoga taoio esse seu
direit), ha de caavir que os outros inleressados
O supremo tribual de Justica coDcedeu a revs- na massa tem tambem o inqaesllonavel direilo de

Publica-coes a pedido
lilEVIKO
SAMA ISABEL.
'o
ae lerga-reira, que gera 1 j-
de ter all visto o pensameo-
CHR0MC4 JrctRii:/
. SESSAO DE 6, D* AGOSTO DJS 18S7.
PRESIDENCIA DO EXM. SU. CONSK^HBIRO SOUZA.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. desem-
barg'adores Santiago, Gitfrau*, GaVra prpcrdor
da corda, Loureago Santiago. Almeida Albuquer-
que, Mona, Assisv Domngues da Silva o Souza
Leo, fallando o Sr. desembargador Ucba Caval-
cante abrlo-se a sssao.
Passados os fe Ros' deram-'se os menlos:. ,
ACGRA.vps,DE psiaiAggravante, Dr. Antonio
Borges da Fouseca; aggravado, o juito.Relator
o Sr. desembargador Santiago, sorldos os SYs.
desembargados Gitipn a Molu.-Negou-.se
proviniemo-. Aggrvjftile, Dr. Joaquim Amonio
Carneiro da Coobi Miranda; aggravadty oTal-
to.elator a desembirgador Glnrana^ sortlados
os Srs. desembargadores Souza Leo e Doainguss
da Silva.Deram provimepto. Aegravaole, Frao-
clSo Jos Duarte Camargo: aggiravad, 'o jai-
zo. -Relator o Sr. desembargador Demitfgnrfs da'
Silva, sortiados os;Srs. desembargadores Assis, e
Ag-
0 Mflupcbtt-4r Coehilhas.
- 1
Assist'.'s.jslntern, a' rapreenl3go do mlires-
s.Qe drama poSr. C. de Lacerdi. intitulado O
iWonarcAa ddicocaifAas,. e nao podemos resistir
ao desejo de v'lr a' iraprensa tradozlr todis quan-
trfs Impressrjas aquella represenlago nos deixoa
no espirito.
A corapanbia draaialica do Sr. Duarte Colmbra li-
nha de succeder a* troupe des bouffes partsieunes;
os uramas a comedias em portuguez ism seguir-se
aos vauitvilles o opreles do repertorio (Jo Sr.
Njury ; os ouvidos dos freqaentadores do Santa
Isabel estavam j'hafJitodos a's oolas da msica
original c Inspirada d: Offembick, as quaes, corho
que anda -..choavam .na sala daquelle theatro :
era, pols, prociso que a tran-igo se operasse.de
um modo agradavel, e, bof tal forma, que ifflpres-.
s5es novast porm profundas e verdaeiras, Ikes-
sem esqjwcer aos espectadores aquellas que a
compaohia' franc'za Ihes fiavia deixado i para isso
foi escolhldo o monirclin das coclulhas, drama ori-
gioil do Sr. C. de Lacerda e por elle escripia aqu
no imperio.
A escolha foi teliz e.o resultado nao poda dei
xar de s-lo. O nome do au,tor, ja' lo contiecldo
e festejado por c?; era uma garanta para' aquel-
los que concorrram ao espeeleulo de.honiem,
e a circumstancia de ser o drama de co-ium-- m-
clonaes, Bliando-$e o seu enredo aos acoolecmeo-
ios de que t-ra sido (haro o sal o imperio, a
guerra que susieatmos cooira os 6/ancos de on
tevld >, e, depois, contra a repblica do Paraguay,
era ara poderoso motivo para despertar as sympa-
Ihlas do oosso publico era favor do drama e do
dramaturgo.
Era a especltlva geral, e nao por ella desmen-
tida.
U
O monarcha das cochilMs um drama eminen-
tmeme brasileiro, e, especialmente, rio-gran-
dense ; os costumes e sentimentos geraes do ira
fiarlo, -bem como os costumes e sentimentos pecu-
lares do Rio-Grande do Sol, all esto. O Sr. C.
de Lacerda, visitando a Ierra de Santa Cruz, nao
se descuidou de esluda-la e o fez com falicidade e
talento : que o diga.o seu drama.
Um Rio;granden"se do sal ao darla mals cor
local a uma coraposijo dramtica, cuja acgo sa
tivesse pascado no interior de sua provincia, to
proprlos sao os acontecimenlos qae formara a ac-
go do monircha das coshkas, to ebeia da pro-
priedada a linguageui posta oab;a de quasi
lodosos seus persooagens, to gauchos e to guas-
cas sao alguns delles, e, sobretodo, tao verdadeira e
rio-graadense a fego ueral de todo o drama.
No desenho dos" caracteres, o Sr. C de Lacerda,
pela firmeza dos tragos, pela acertada combinago
das coros e pela felicidade com que soube apanhar
os tragos phisiooomicos dos persomgens que de-
senhou, revelou;se, ainda nma vez, um pintor de
subido merecimeoio. .
E nem sa esqueceu, o Sr, C- de Lacerda, no sau
drama, caja acujao em sua mxima partp, cheia
de seatimentos fortes ede aconteclmeatos estrepl qoeni sustenta, na academia do
tosos, de revelarse poeta, ja* ifuns lindos versos' um fllho de Sebastlao ; qae son
qae ornaru o sen Iratoalbo, Ja' no apuro e delica- ;0ntro na Baha ; qae sou eu quera
am de ceos sentimentos braados que pot no co- o collegio a uma lha de Sebastio, aniada do Sr.
ragao de alguus de seus persooagens. ,. j Ba'rroca..qae alias o tutor dos orpbos.
nhaimente, e sobretodo ( e n'isto vai um dos Mas, confesando, como confesso, que trabalho
maiores merecimenlos do seu drama) o Sr. C. de para meus os, desejo que- o Sr. Barroca declare
Lacerda, sem se esqdecer de sua nacionalidade, para qoe flns irabalba T
soube, por tal modo, coosubstaociar-se com a sin- E' em beoefloio da viuva e filhos do finado Se-
ta causa dos Brasileiros, na lucia qae esta' empe-, bsstio qae S. S. pretende ser recoonecido credor
nhada entre o imperio e o tyranoo do Paraguay; de mais de 30:0005 ?
soube, por tal modo, encher-se de enibusiasrao E' em beneficio da viuva e fllrlos de Sebastlao
pelas nossas armas a-de indignarlo contra os oos- qae S. S. se triplicoa e leve tres votos ua ultima
sos barbaros inimigos, dexando, todava,, bem sa- reunio de credores ?
lienta a firmeza do. Portugaez, que sabe ndnea es- E'em beneficio da viuva e Sitios de Sebastio
quecer sna patria, que /aftM/d.caracter incumbido que s. s. quer ser o administrador'da massa ?
de tradutlr esses seutlmentds, era o alvo dos" bra" Peda ser que seja a-sfm, e qua baja qaem o
com sua ticanQs, duvido
para que S. S. Irabalba sejam
... do finado Sebastio.
ternisago dos dbos tfovos. E1 taltet uma pyrrhoalce de velth.
juera, sem coDhecer o aalor do drama, asslstir | Devo termioar para nao ser mais eofadonho
impugnar esses crditos, e" ooBseqoeotemwMe-de
julgarem a S. S. iohabil para votar. EnModO/O
caso, oo parece multo curial e rajoavel que S. S.
qneira a' forga sei admiuisirador d* uma' raassa,
a qual tera de prestar cout.s, e contra a upal tem.
de quesfiooar pela validada de seus inculcados
crditos; eoem cfivel qu* a maioria dos seaho-
res credores, coosiaa em entregar ap Sr. Bar-i'o-
fallecen poneos dias depoi*. daquelle lestaraent >,
cooclo pedldd'o qae se julgae este eullp e sem ef-
feiKi, coudemoando u rw as eas'tas' e pronunca-
edea de dreitos; vlslot os docuntos-offerecidos
em prova do libello, qne sendo prooessadQ a reve-
lia de reo demaodado, teve per flm Impugnago-
nas raz5-s flotes, onde sa allegou para- suslento-
gao da validada do testament, que gosaodo o tes
tadora lempo dafaciBra*w,aaminisir?gao de soa
peeaoa e bens, por que a concorda!.) rehabilita o fal-
lido fazendo cesear o toterdiSfo da faii'ir'a e dau-
do-lhe a posse de todos os s% beas conforma
artigo 854 do cdigo do comrtwclo, e o artigo 160
do regalamenlo n. 738 ; e coUsegalntemente era o
testador hbil para fazer o sea testamento ja' in-
ventariado pela autora', ae o fttuo de orphios de
ta cldade, o que* se oo teria falto se o testador es-
nvesse fallido : lodo islo examinado e atieodeodo o
que dos autos consta, que na poca da factura do
testamento, o testador ja' havla sido declarado fal-
lido, pois que gosava de ora cauca data ; bem
assim certo que foi esta c ocor.'ala rescindida
oos termos do artigo W do cdigo commercia! fo-
Ihas i Te 18);
Attenuendo a que por esseaelo e conforme o ar-
tig 902 apptlcavet a declarado aitfior' da fallen-,
cia, foi confirmaya ns> s6 pafa.cpm|jrehender os ef-
feilos jurdicos dlpieraic'iJSo durante o mesmo lem-
po-da concordata" jas tambni e ptfr Isso mesmo
para a coOtinoagao dos actos ulteriores e as penas
suspensas do processo da falleca :
Atlendendo a qup'conform ese*" flous artigos
oo excto por oif*1tone M-dfepMieSe* de c-
digo com"fherclal "no arlTgo'Si e dq, regramenlo
o. 738, artigo 106 lorpoTtarm para o fallido, que ob-
teve o goso de coueordaj, adratnistragio livre dos
bens e rehabilitiT^ro brfl cessaeetodbs os inter-
dictos da fallenlla'cTnBTTallelXGTeo;
AUeBdeoduaiajMlfflitoi^lo ttaWI aduii-
nistragao pelo faUidp, e na qual ncicamenle con-
a o queijo, Isto aiSmwistfaSolaif^'^^^^
naosaria na ras-' !n'jr Pro7eilo <-e seus .48,eU03-pTedilarios em vez de
antes
v,.ida dos taes ,s cred.tos, ^^n
appiicados c9iipejeuiv4DPo..; uwq .
AltenJendo a qud oacerd^afliocoofere ao fal-
lido mais do qoe.tmpies;puss8 para admibistrago
tanto como darem elje ao Sr. Barroca, de rao
beijada, o direito de o* prejucucar no rateio, eo-
fraodo no concurso cora cr.-Jilos superiores a....
30:000^000 rs., quando, leilas as cootas com loda
a lealdade, o Sr. Barroca, qae receben dividendos
iadividos, ja' d vedor e nao credor da massa.
Permuta-rae o Sr.. Barroca, o dizer-lhe que esta"
redondamente engajado (ao digo que falta a''
cora fiscalisaeoe pasi-peiideiegago substitutiva
do fiscal depositario ooofa>m,p mesmo art. F5'4
que o reo cita como mi apoie'd > sua falsa opinio :
e assira aueadendo a. c|U) ! moit) d.ffereme da coBcq*4ila, oem lo-
verdade) quando asTegura^que eu e o Sr. BoavehIV.Llt C0Be,*to- Qem ** poa,r
tora, delgeaclaraos que a adra.olsirago da mas>a^^1,,a6n5U cerA*"' m3 *, f^r' ?uila-
recalanelteounaqdelie credor de erminado; sen, |'Piia dos credorea do eo-Jigo ceramercul art.
do ceno alias que a cabala neste caso nao e um
crime, como o as eljicojs polticas, era que to
diyia se fazem a's escancaras. Nao temos, uada a
ganhar ou a perder cora ser esta ou aquello o no-
meado, antes nos parece que, a' excepgo do Sr.
Barroca, cojos iuteresses esto era formal opposi-
go com os da massa, e a' excepgo de mais um
ou dous credores seus protegidos, qualqoer,dos-se-
nhores credores pvi* *-, tom rada a vantagem
para a massa, nomeado administrador; e neste
sentido qne nos tamos eipressado para com todos,
sem manifestar preferencias aem predilecgoa?. A
quera verdaderamente deva importtr milito a es-
colha determinada e especial de administrador
ao Sr. Barroca, por que delU dapeada o ser S. S.
reconhecdo on nao credor da massa.
Depois do oaver o Sr. Barroca descarregado coq-
tra roim toda a sua biles, quando foi requerida "e
rdalisada a sua demisso.do cargo de coradorliscal
da massa, diz agora que nao responda au meu
aranzel, em que aquella demisso era requerida.
Faz muilo bem, por que resposia podria provocar
segundo araiiJ, com que S. S. aiada. mais se eo-
commodasse, e uma graode prova da sua pru
dencia o pooparma aqu no Diario depois de ter
dito nos autos ludo o que poda e o que nao poda
dizer, sem ofieasa de mtaha pessoa.
Nega oSr. Sr. Barrocho ter sido procarador d*
miaba Ulna. Mas, se causa que se pode, provar I
Sa se poda provar que S. S. obteve uma procura-
gao da viuva de Seoaslio, que ni viitule delta
funecionou como adraiaistrador, tomando conla e
dispoodo de tojos os negocios do casal ? A que
rica, oesta caso, redolida o negativa do Sr. Bar-
roca?
Qual foi essa commi^o de credores, de que S-
S. di! qqa era membroT Por quem e qaando foi
ella nome'ada ? Quaes foram os outros credores
que fizeram parte dessa coraraissu ? Nestas con
sas, Sr. Barroca, oo se podem fazer improvisos,
Que beneficios' lez o Sr. Barroca a familia do ti
nado Sebastio?. Pego encarecidamente a S. S,
que os especifique todos; por qae tenho nieresse
era saber disto para ser-loe grato, e confassar-lhe
o meu recooheclmeolo com lauta publicidade e
franqueza, com quania teuho declarado qae a fa-
milia do duado Seoaslio, looge de ter recebido
favores e obsequios de S. S., tem sido ao conlrario
perseguida por S.S. oo sai sa voluntaria, se invo-
luntariamente. A segunda fallencia, aberta a re-
querimento de S. S., otrara' no avallado QUuiero
desses beneficios?
Diz o Sr. Barroca que eu trabalho para obter
meus lia-. Boa duvila I E para qae havia eu de
trabalbar, seno para obter meus fins ? O Sr. Bar-
roca sabe, ou deva saber que um pai natural-
mente inclinado, e tem al obrigago da proteger e
amparar seus ti nos. Este o meu Bra nesti ne-
gocio, e se tenbo ou nao nzo de interessar-me
pela sorle de minba filba, pelo bom oa rao cami-
nbo que levara os seus negocios, queslo que
deixo qne seja resolvida por todos os pas que
amam a seus filtios, e nem excluo deste numero o
proprio Sr. Barroca, que lambem pai.
Nao precisara, portento, addaiir provas em fa
vor do ioteresse e dedicago qae tenho pela sorte
de minha filba e de meas oelos; mas, se necessa-
no fosse, bastava allegar que, prenden Jo-rae os
meus negocios e interesses pessoaes na Babia, fizo
sacrificio de os abandonar para vir aqu auxiliar
minha filba no que me permittis em as minhas
forgas; que sou eu quera sostena a familia de
minha Ulha desde que o Sr. Barroca requereu a
fallencia de sua casa commercial; que sou eu
Rio de Ja'oelro, a
eo qadta sustenta
aqui tem pago
k 'teeiso dt> tribunal da relace na e a suspensas do juiz munic pal
de Goiauua.
A inviolabilidade do segredo das cartas dogma
de nossa Cooslituigao poltica, que a coosagrou no
arl. 179 27, em pala'vrs tao claras e terntioantes,
que parece incrivel que baja qoera o conteste.
Eotretanlo ssffre este preceito constitucional con-
testago por parte dos defensores do joiz municipal
de Goyanoa, que o violou ao acto praticado contra
o escrivo Braga,
Ja* nao se comentara com os sopbismas na liy-
poibete de estarem as carias ra do eorreio, a
abortas era mi de seus donos : nao sa sa-
tisfatem com o absurdo da oterpreugo que do
as palavras da Coostituigo, dizendo que. s ha se-
gredo era qaOlo a carta sa conserva fechada 00
correio, ou era mo do portador, era ootros termos,
que o segredp esta' no fecho do sobrescripto, e nao
oo conledo da carta : querem ir mais looge, que-
rem que seja permitlida a apprehosb e abertura
das car
ora
aiifibaJcfies.
Alt ardidos pelo absurdo d saas.proposicffes,;
procurara apadflnbar-se com declaracSes dogo-' UU01B St)n- conbecer o amor ao araras, assisnr 1 evo terminar para Bao ser
veroo em um viso de 2! deagoslo de Wo7,ucora "preseaiacao, oo jabera' diter, no flm mas antes de terminar devo declarar que nao te
a declso ltimamente dada pelo tribunal da rea- lena, se o seu autor ..brasileiro on portugoet. nho em vistas offender aoSr. Barroca, mas someo
Alndenlo nao menos,a. qua conforme o art.
807, as merdiecs lgaos Mpdutidas peU declara-
gao anterior da quebra nao iiaviara ce%s*do .para o
10.1... sU.siifio Joo da Sil w, qio ao stava re-
habilitado por sent;nga do tribunal competente,
e apeu4S gosava de u.. 1 c..uej- lau quaodo fet
testamento. aiadA vaA'lte'tt. quato a disposiciio, de
seus.'bens.seguodo-o art. 826 do codiiro citado;
Aiiendendo a que rousmo.u hypoihe.e da se oo
baver rescindido a concordata, e apreciando a l-
galldade do aelo do le.-t.ul ,r na'poca precisa do
testamento, certo qui as lolerdicgoss do art 826,
cimpreheudem nj s a adra ili ifjf CQfffo tam-
bem a disposigj, e a coacordita. posterio'rraenta
conseguida resiitue ao Mlido a administragao,
mas nao a disposigio ; e por isso :
Alt^ndendo a que pelo testaraontp, de foihas o
testador apenas autorizado par., alioraistrar oo
tinha o direito de dispr, como fez, dos peas da
massa fallida, eas^imcooUrmada por seatenga re-
iroaciiva e posterior a' mort-, como consta dos
amos ;
Atlendendo nestas circumstancias a que esse
agto de uliiraa vootade foi praticado ceaira a'ex-
pressa prohiblgo da Ord. livro 4 titulo 81 4,
porqoanlo e'ideatemente ti:.* demonstrado ter--e
achado coatpreheadido ais ipress5?$. formaos da
mesma Ordeaagonem outros seraelnantes a estes
e porlaoto
Atteadendo a qae o acto prailedo contra o pre-
Cito lateral e prohibitivo da lei nalto; assim o
julgo e declaro o testamento de foihas destituido
o reo da testamentaria irrita de.qne foi revestido,
e declaraado igualmeala a prosete acgo rneio
competente ; condemao o reo na forma do pedido a
pagar as custa-, como incorsj as pronnociages
de direito eabiveis na especie. .
U-.--.-if-, 3 de agoao de i867iJacutho Pereira
do Bego.
E nada mais se.continua em fita, sentepga aqui
copiada, que eu ascrlvo bem a tielqieote coplei
por certido dos proprios autos a qae me reporto,
e esu fica sem cousa que duvida aga conferida e
concertada na irma do eslyllo.
Cldade do Becife, 5 de agosto de l8o7.
Escrevi e a:sigao em f de verdade.
O escrivo
Pedro Tertuliano da CunAa.
i dlstlncta actriz ifathilde
Poppe
l'aigle- est l'oisea du DIE
qu'avant' tous on adore.
(Vctor Hugo.)
Quaodo sobre o proscenio magestosa,
Mathilde Poppe radiante pasaas,
Na carreira das artes luminosa
Rica de encantos, de belleza e gracas.

repet.do; e 'oigamos
10 do Sr. Cesar de Lacerda; desenvolvido m loda
sua c mprehenso da caracteres e bellezas pas-
'cas pwos loteU^aotes adores da cpropaubia dra- Lourooo Sawago\ego-se provimTnt*
matica, rjae tomaram parte jio drama, e pelo pro-
urio autor d'mesmo; o-qual em Jlv levon-se
i- altaras di nobrea d'alma e dos seolimentos
generosos qne da immobilidade do papel arrancava
ara a vida da acgo.
Alin'do qae o drama em si, alm do desera-
i - o rrajar e costomes espiches eourpletaram o aco-
gravaale, Jos Joaquim da Silva Gomes & CT;
aggravado, o juizo.Relator o Sr. desembargador
Souza Leo, sortlados s Srs. desembargadores
Alin-dda Albuqmrqae e Lourengo Santiago.-Ne-
goU-ie provimento. ,
AiTRLUgoEs crimes. Appelaole, o promotor;
pp.-l!ado's, Jos Jaqoim da Silva e omros.A
novo^ary._ Appelaole, o juizo: appellado, Joaquim
-A novo Jury. Appellante, o
Viceocia escrarra. A novo
pelo
gao da Babia em um processo instaurado contra o
ebefe du polica, que abri oa rapartlcio do cr-
relo carias de Aotoot Jos da Costo Alviro, na
preseoga do mesmo, e para o 1m de verificar se
dentro d'ellas tiaviam objectos que poderiam servir
de prova de am crime ; fuodaado-se canamente
na diaposigao do. avis de 21 da agosto de 1857.
Como entre preotueses dtemo's, qae s avisos
do governo e deeisds dos tribunaee das relace
nAo leal entre nos forca de obrigar : os jolgadoret
pdera descordar d'ellei sem iaoorrere na menor
censura.
Us defensores do juit municipal de Goyanoa en*-
ganaram-se redondamente, quando suppozeram
adiar um Achules no citado aviso de 21 da agosto.
U aviso de qua se trata, foi expedido pelo uiar-
quei Je linda ; e ninguem em boa f dir que
ene quizes-.e com aqaelle aviso autonsar urna vio-
laclo da Coostituigo.
Tratava-se de ara cootrabaado de objectos que
podiam ser comidos em cartas particulares ; de
snelas (eram .dadas de que as carias dirigidas
pelo correio da corte a firma commercial DreyTuz
Aine & C conlinham laes contrabandos : a aoferl-
dade,-que toraava coobeciment) do tocto, parou
diaoie do preceito constltocioaal qoe manda ras
penar o segrego das carias : convidou o negocian-
te aquem elfas" elrnreadrejdrf, r!o-as em
. meu procedlmeoto.
soubB traOnr parxOes, pintar" caracteres, e crear pur ultimo, chamo a srtUco do respeitivel'pa
uma accao chela de m'ovimeato'e de efleiio'; sobe blicti para a jurdica e luminosa SBOteuga abalxo
fallar ao coracao, a' cabega e aos olhos. trans-ripta, qae aonalloa o testamenta de Sebastio
Nao tazemos am jaizo crtico do drama, oem o j. da Silva de qae era testaraeoieiro o Sr. -Barro-
analysamos, por isso, absliverao-nqs de fazer ap- c; e por esse importante documento se fara' idea
plicagao do qoe deixamos escripto a's difieren- d ama parte desta f'rlstlssiraa qosto, em qae
tes sltaagSes' e persooagens dalle ; falta-nos, para ma0 grado meu me vh> envolvido:
um jateo critico.- aatoridade e haiilliages, e quan- Recife, 8 de agosto de 867. .
to a appllca5o. reitor, quando honver de assisir a'reprsenla-' Ilk g D ., l ,aBimd, vara.-
gao do drama de que nos ocenpmos. Bil^r^&i^^^w^li^ a
V. 8: se sirva mandar, que u eserrvao Caohi Ihe
pats" por ceriidio o theor, verbo" ad verhom,
senteoea por V. S. proferida aos autos de acgo de
nallidade da testamento, com que falleeeu o seu
antecessor Sebastio Jos da Silva ; uestes termos
Antes de conclgirmas este llgelrs trabalho, aio
podemos deixar de estranhar que oa espectadores
do Santa fsabeJ, na oite de bootem, emb'ora Eoa-
vessenr prdfglfs'add mtfftos e repelidos applaa-
888 ao ao autor do dranja de qae acabamos de tal-
lar, do correr de saa represenlago, aio o booves-
sm. victoriado convenientameote depois dalla,
contentando se em chamar a* scena roda a corapa-
nHia, no mfo da qaal llgaravj o acfor C. de'Lv':
cerda, quando este dlsticto artista' deva ter sido,
especialmente, appiaudido como autor. O Sr. a
de Lacerda, na non de hontem, oWeve dous trium*
phds", dev}4 ter sido das vezes victoriado.
Recire, 7 de agosto de 67.
Um tspettador.
pede a V. S. assltu Iho defin e recefJera' meree.
Certiflqa.Recife 3i'e a^flsld de-l97. J. Reg.
Pedro Tortuliioo da Cuoha, major da guarda oa'
cional, cavalleiro da imperial ordem da Rosa, es-
crivo vitalicio do civel.pesia cidade do Recife,
per sai raagesta-de imperial o Sr. O. Peo'ro/H,
que Deas guarde ete;
Certifico que revendo so autos du libeilo de D.
Leopoldina Rosa Bastos da Silva, contra Aotoaio
Valeriilaj da Sil theor da se'tenea, qae se pede'po cefthiao, e de
forma secainte :
"ta merecido, qae o pablico Ihe defJeno, o por cor-1 foto oa Foasecai--A
ilnuara\ a deferir sempre que for asee- jaizo; appellad, Vie
ni nes!. ou o'ootra provincia," ama vei que nelle jQry.
ire ' -.Tap) amigavi de doOs'rJdro* frmloi. ciona|. appellads, os erdlCos do eommeadador
X< eipoiicio Internacional, obteve o algodo Maoel F/gaelra de Paria.Despresados os em -
; ocia a primatia tebre todos osprodactos btrgos. Appellaate, Joaqaim Jos de Moara;
< de ouiras provincias, sendo de opiolio o' appellado, Fraoclseo B?oto-Reformada a sen-
il y >e juigarounto, qoa alo seria soffleleote ama' tenga.
saa presenga; neg a- Se este a aberwra d ellas, e(o -----.. fortoa'sbgOiOt
consuifou ao govrno, qo determno ao director eWnn!eado, rttltw afirm dff l.io'edr-
gera'l foitorMdi, qoe se s negocboes Dreyffn' "
Ame cv C Se reeasttssei'a ibt\t uma cartata lies' Gom quaoto o Sr. Barroca nio destruss* Be"
dirigida, e rvtfcfa no correio, em nrtnde de suspei ohuma das arguigdes xart4as na pegas extrahi-
tas de canter prona* do crime de contrabando, eo das dos auto- de falleocia do mea finado genro Se-
presenga do mesmo director, para verificar o seu bastio J. da Silva, e livesse por isq fleado o pu-
conteudd, te proceffse ae xad.'rJeces'sarfo pe- \ blico 00 mesmo estado, em qoe se achava antes de
rante o jai eompetete: lr o leu coraraanic do, acerca do conhecimento
-Nio ntaBdou o mimsiro do imperio qae^e ap-' do-qne seaem passado oeste infeliz negocio; toda-
preheadesse a cari, qae fosse llda, jauta a aatos, ra enieado ser do man dever o diter alguma cou
publicada e acotada; ordenou to srueote que sa com reanlo aquella sobredita communlcado,
fosse aberta pelo director o correio oa preseoca embora esteja o Sr. Barroca ioabaiavelmente re-
Bastos da Silva, vjova do aado e fallido Seaslia
Jos Ja Silva, pslo'libero de foihas 6,. allega como
amerar, qtw no (estamento'd flhs -7, edm qu faf-
letBt seo marido, 2 rBoio de 'ontras isposfges tes-
tamentarias, foi nomeado primeiro teatainenwiro
Autouio Valeotim da Silva Barroca, mas qae nessa
poca do testamento o testador j,' se acb'ava fallido
par dcfrag* Judifcial jflrlWMiea tfojatxo'do com-
mercio a reqoeriaento da Barto t Medeiro, como
se v do documento de olbaa e asshn qoe lbe
era vedado por direilo dispor de seus bens. por meio
daquelle daquelle acio.aclo de almavontade; e por
Hra allegando aioda mesma autora, qne fea marido
Eu n5o posso conter o entbusiasmo
Qu' em minb'alma tu sabes dispertar
E te contemplo extasiado e pasmo,
Linda estrella polar 1
E vejo em tua" fronte avi-miente,
Fronte de genio, de fulgor banbada,
Um vestigio, mulhnr intelligeote,
De que fosie por Dos predestinada.
Se desprendes a voz, suave e pura,
Archanjo que andas" pelo mundo errante,
Subo contigo divinal altura
Para ouvirte um insltaute
E teu canto commove noss'almas,.
E'-nos allivio e balsamo s dores ;
Por isso lias conquistado potas palmas
E sobre o palco s pisast*em flores.
E eu nao pude cootr o entbusiasmo
Que em minb'alma souBe&B dispertar ;
E contemplei-te extasiado-e pasmo,
Linda estrella'polar I
Becife 6 de agosto de 1867.
C. A. Machado.

COMMESCIO.
PRACA. DO RECIPE 7 Dfi AGOSTO
DE 1867.
As 3 )% boras da tarde.
Algodo 1- sort12*509 por arroba.
Cambio sobre Londres 90 d/v 21 d. pur 1.
Algodo da Parabyba f sortet4#00O por arro-
ba posto a bordo.
Silveira. .
Presidente.
liacedo,
Secretario-,

O novo bncode Peroambuco deseo ota Ultra
e 7 e 9 por cunto ao aono.conforaie os pratur.
Calxa ttllal to banco do Brasil
en Permambiico, 26 e Jb-
Iho de 186.
De ordem da directora, sajarscleflte aos Srs.
acclootshs. que o ibeaort1* osla 'morLs*dp0 \
pagar o 27* dlvldende da'ar ecOM ** Br*
r^Ip,isa'es.c.i..d.^li^*0O0.
v ^ Ignacio Nones Corroa.
ALMNDEGA.
e^meui. o d.a i a .......'*' ""ES
Woai*edia7.................. 40:303#766
Volumes entrados com fazeodas...
< generen....
Volames sabidos com fazedss. -
*' gecerl
Daacarregam noje 8deag)sto.
Barca francezaCora mercaderas.
Brigue ingletVUswatermereadoria?.
Patacho inglez Centvrvmercadonas.
IS:7424704
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Barca ing'ezaFloahng C.loui carvao.
Brigue taglezWka We/Zmanidem.
Barca nacional Fueorfa -cbaraue.
Patacho nacionalGmMcmunuidem
Patache nacionalVabiiteidem.
Polaca nacionalS. PedroIdem.
REOEBBDUUlA E RlitlMS TORNAS
GEMS.
Rendimento do (Ha tetk|..4|...
dem dodia*f..................
Iaspeccio de saude
Peralte o conseja de revisto da guama
nacional deste municipw 30 chimados para
serem inspecciona ios, na sala das sesses
di cmara intritpaf no Jia 9 do crrente,
s 40 horas'da HoaUbSa os guardas abaixo
6f9B;decfarados:
2. batalhao
7-OBT463EostacrioGlicerio da Silra.
----------- -! Cosme Pereira ttMa.
CONSULMK) PROVINCIAL jfaooel Josino do Carmo.
*** da a .......
Idea i di 7................
^SmwI J030 Antonio Marques do Espirito Santo.
M! Antonio L_tz Peres.
lOBMElITO BO PaiTO
t0:W3Jtf! Manoei Justino Jos de StH'Autra.
ClaudinoLiJixCavarcanti.
Ricardo Pereira de 3ant'Anna.
Liberato Jos dos Santos.
3. batsrthSo
Jos Brteinb Pint de Mesqurta.
fjana. Birao de Caiiatinjr'a, ftf
F*tmt fiy Col- Jo3o, capataxdos trcveiro Barrero*
lapa. Francisco ... Gama **'Jf^__ftt2, *Mt filka do coronel D. Falco.
Souia Gajosa, Dr. Joao Rodrigues 0|*vj. padre
Jos Avelioo Mooteiro de Lima Leaodrt JMquina
do SacfamerJti, 1). Haria Bsnedfela *T*ereira,"
Mao.el Gomes dos Santos, Ilayrauodo da Silva
Ararjjo.
Navtos nlrmdoi a dia 7.
MacBi- l di barca bnsileira Bebedoura, de 451 Antonio Carolioo de Oliveira.
ttmAi'dii, capto* *** ByJ>l"0, 0 ct0. Manoet Ctandino Rbmord da Si
Telo
Joao Jos de Paivat Jnior.
Iva.

agem 10, em ltiro; a Ataorim Irma.
PoT-X^T^^n^, i, 148 Claudino Uid.o dos Santos,
toneladas, caoitio Antonio Jos Loca* As Sobral Jos Marta dr} La0 Braga,
eqnfpagem 17, eartf Vlnbo e ODlros genero; a MititaO Baptista de Obteira.
moom ***"*_^.JL,_ftl ***** Jos'EmHiItattos Barbosa:
BarcelonaJodias, samara DMpaDaoia nmi, ~ _
de USteoetadas,HtaoFaneis Joatj (jai- Joviniano Gomes Saraiw. .
pagara n, carg vmho; a oidam. Feliciano da Paz TeixiiPa.
Barcelona46 da--, sumaca nBptoti'ola Carolina, Marcolino da SiWa PeSSOa.
gem7.^^ d-.Conceicio Rodrigues Seixas.
Barcelona 48 das, -sanaca .he*p&nboia vntai. Amaro Ferreira Tavares.
de 97 toneladas, caplto Panlaliao Marti, efai- Manoei Ignacio de Barros. .
pilero a, caTgx vionti e oatros gneros -, a Francisco Paulino Lopes da Aimeida.
^*t^E\mmi*. ormino Jos do Espirito Santo.
Ass Brigue eseona brasUeira, Orecma, cap- Chnstiano de Souza Leal.
ta i Jos Hara Ferrara; em lastro.
Arcaty late trasflelrt) racmo, capillo Ha-
ooel _aetaw -d* Cost*1, enre 'diferentes genero?.
Ass Patacho brasileiro Patea**, oapitae Fran-
cisco Alves Via/ana } em lastro.
bstrvQo.
Aparece ao norte urna barca dinamarquesa.
EfITAES.
Firmioo Manoet Martins dos Santos.
Jos Antonio Muniz.
Estevao de Souza Moreira.
, Claodino Theophilo do csclufeoto.
Januario Jos de Souza.
Manoei Olympio de Camino Mei\don(ja.
Ignacio Manoei da Saude.
I Miguel Pereira da Costa.
k* baialhlo
Joo Evangelista Bandeira de Millo.
O Dr.'Pnotelsc tos Cildas, cavalheiro da ordem Joaquim Jos Cavalcanti.
de Cbrist, primeiro srjppteute em eiercici do Antonio Man/p! Tuiipira
termo d linda, por Sna ttagenofle -Imperul e J^nw Man. el Ijxeira.
constitucional o senhor D. Pedro 11, -qem AgOb.lO Aveltno Costa.
Deas guarde eic Antonio de Seuza R Fago saber ao -jue o preeeMc edital virem qne Francisco Raymuido de ChristO.
adoso* diss da le, e prajjas sttecestus lud tMViflt Aiiianu Stares
tes: Manoei Joaquim Carneiro Montetro.
Um obrado de-am aod-ir srto no pateo de *. *e-1 Manoei Joaquim de FariaS.
dro Aportlo iit Aan malaca.
No ata 14 do correte,4cpuis da audj'QCi do
joizo municipal da 2' vara, tem de se arrematar
nmotrradt) de dons andares e ?otio, sltb na'rna
de Hota n. *, cora o oto pra b Wrjfo de "Car-
mo, eom diversas -variadas, a rejoerJweotD le
Francisco Jos de Ara* i, corno le-tamenteiro de
Narciso Jos daTsta Pireira para pagamento 4*
legados.
Santa Gasa de Mise
do Recife!
1 Pe Secrerarra d* Soti'fSrtfa'tre Misericordia do
Recife, ee fax scieoie aos adjotHoosda* cias'**!
o toradas, qna se a raso imprerajpvel de
15 ciasaao xierem renovar o areodatteB^df
mesma Casas, sero deltas despejados judicial.
mente; conforme dehk'arou a'-Dlm." jtrnta adminis-
trativa. I
Roa do Padre Floriano, otea a. 49.
Ra do Pescadores,, dita a. 11.
Becco do Qbabo, dita n. 8.
Tltrt as Lsrangeiras, Bita-o. 1T.
Roa do Pilar, ditas ns. 94 a Sitio do Porpo da Cal, n. 5.
actuar da iaitaCasa do Misencerdla do Re
cfe !S de julho da 1867.
O escrivo,
m Pedro Rodrigues de Souza.
Tem la ir i' pra?a po* venda, no da 8 do
rtvnt?, pelo iuid e orpillos do lermo de Olinda
es laral s-puioles : Tima casa terrea sita na roa do
Bomflm da d ti-eidade, eetn 19 palmos de frente;
Inclusive os oitS^s, 60 ditos de fundo, bastante art
ruinada, cna pequeo quintal, Modo esta 25 pal:
anos e fondo, avahada por I60f ; *m terreno an-
nexo me-o a asa com 5S pateas de frente e
itnaior numero de fondo, avaliade por 120.
SylimalicoRaballo CanecaT fiscal'.interino,- da "rrr4
goezia do caitato oa s ee S. Pedro Mariyr i
eidade de Olysda, em virtude da le etc. etc.
Faco saber, a- todas as pessoas proprieiarlas mo-
radores na clflad de Otlnda e do Recif.s que post
suem propriedades na cldade de Olinda que em
virtode das ordens do Sr. pr-prp ra, de eonfonnidade cora o art. 73 da le n. 517 de
io de 18>7, Boa marcado o prazo impro-t
30 dias a contar da data dfSle para|
1 e reedificar as calcadas das referidas
I pf(Hmodadat sob *ena da le : o |nra eonstar e
chapar o nheciaiento de todo* la-vre o presente
I em qne.-por- mim vai assigaadof epuaheado fel
impreoea.
OHa'd*, 1 de agosto de 18C7.
O liiscal interioo,
Sylim lico Rabello Caneca.
D. Elpidia, vitmti rica esttm-
cieira D.
me ilt
. /-D. Jesoina.
da, mocciniba
S'tem^ *mt-
m Gaxo, guerrilbeiro
Mando- Oriental.
de
do
Clelia,
Julia,
Ninonem fap trafwacco eom os bens de
dera ef lellao os obfeeios saciles : r mobHr
I de jaearand' (aotlga), cartrtra de amarelto eo
armarlo, I toocador deJacaiandV; i- guarda Iones
de amarello, 1 mesa para janur de dito, 3 mar-
. Sn^ nrtS7?.S^%SS?-d i'iSS- SeftaJtnfo Abioly^ntiago Ramos, oficial de
concha de porcelana eom 2 Agora--, 2 jarros para descarga, pois se achanj arestados para pa-
, B>re, i fjguras de porcelana. 2 eoozintns urd- garrjMrtO de eOT credorfes.
, to, 1 perfun*Hr de dUo, 1 ctearuleira de dito, 1 -------r:--------^--------------rr:---------------r-
apparelfio de porcelaa lina pata janlar, t dito de ~~ "rClsa-se aro ar UTO SltlO as proxi-
:
de frente e irinta e nuco de fundo, com quintal
murado, avallado por l:o00$000.
Urna casa terrea do pedra e cal ere chcrs pro-
crios, em segoimeoto do-sobrado- acuna, eom duas
jaoellas-e porU na frente, com.qoatro qnaTtos, co- AnlTV AvelinO Sobreira de Mello.
Tbomaz Anastacio da Costa Pimentel.
Jovino Cicero de Miranda Henriqne.
Francisco Anlooio de Albuquerque Mello.
Nicolao Rodrigues da Cunha.
Jos Soares de Araujo.
Jos Antonio de Oliveira.
TLomNunes do Nascimento.
Rosendo MaxiuJiano dos Santos.
zina dentro, em bom estado, com quintal corres-
pondente ao dito do sobrado, em aberto com ca-
cimba metfra, endo dt oas trinta palmos de
frente a setenta da fundo, avallada por.
I:o0041000.
Outra dita terrea de pedr3 e cal, chaos proprios,
com vlnte e seis palmos de Trente, e cinconla e i,,
cjve de fondo, com .is jarreilas e pona u- frenie, Mannel de Castro Pereira e bouza.
sila adwnte en Haz, .juaito, leraco com orto, Joa FraoeiSCO do Reg Barros,
para a frente, quintal em aberto, sendo este cor-Jj .aq0jm j08e da Costa,
respondent ao da casa contigua, e mais do ldoj-. ... ,, ..p. ,ip Ai:n,-ia
do nascente cora trinta e tres palmos, avahada por j W? Bello Maciel ele ltnoa.
i:fto0|0oa. (Antonio Uchoa Carneiro Lelo.
Ouira dita terrea de pedra e cal no- mesara, -paleo,'Juvencio Correa Gomes.
de S. Pedro, som *otao, cuas portas ua frente, ja
nella e porta, com quatro quarlos e tres salas e co-
zinha fra, e um quarto no ollao do .'.orle, erra
trinia e dous palmos de frente e sessenta de fundo,
com seu quintal, correspondente sos fundos das
casas cima desoFiptas, tendo um terreno ao lado
do norte, com vinte e seis palmos de frente, ava-
llada por 2:00000.
Outra dita ierra Dama das Galradas<(da -eida-
de do Recife) n. 2tf, com deaoito palmos de frente,
e ciucoenia e oito de fondo, duas salas, dous
quarlos, cozinlia fra, quintal murado com cacim-
ba, em mao estado, avaiiada por'2:5005000.
Cujos bens sao periencentes hevanca de fimdo
conego Joc Btiptista de Alouqoerque, e veo a pra-
ca a requerimeoto do doutor aldante do procura-
dor fiscal, para o pagamento do sello nacional, le-
gados e mais despezas.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar o prsenle qae ser afflxado ne la-
gar do cjslume e publicado pelo Diario de Per-
Hambuco.
Dado e pssado nesta eidade deOiinda, Ob meu
sigoal e sello d-'st* juizo, oa valha sera sello ex-
causa, os 2 das do raez de agoto de 187.
Eu Felippe do Nascimento de Fana.esciivo que
u subcrevi.
Ao sello 300 rs. Valha sem sello. Ex-caosa F. L.
Caldas.
Francisco Lins Caldas.

De'ordem Boll'm. 6r.-inspector, se (al
blic>, que no dia 9 do correte; no raeio da e a
pfrrta rtefs reparl'go,-ser levada a hasta.pdtJlica.
livre 6V*reitos, 1 "na pa com e-^.ri'.o, viuda d
!i*riy)ion, no navio he pannol Pirlolla, imnleodo
138 caadas de alcool puro, avahado a 320j a c-
nida, e abandona ja pelos dtrellos, a requeranlo
de Parera Carntr- & t;.
A Paniega de Peioambuco 7 de agosto de 1867.
O escriturario,
Eulychio Mentira Peilans.
O m Bf

DB6LA1ttC0^.
-
O Illm. Sr. in-peitor da thesonrana de fa-
zendi desta provincia m-'.nda fazer publico que tem
marcado o da 16 de setembro prximo vradouro
para o concorso que se tem de aorir ngsta lh: sou-
raria para preenehiffiento das vagas de-praticanles
' x lents oesta repariicao, na alfandega e aa re-
cebdor^. 0^ oxames versaro s-sbreas materias
d 27de juaao de 1863, saher : leitura e analy-e
Ktaaauical e ortho{rraphia,-aritbmeiica suas ap-
olle ,'OS ao commercio, cem e.-peciaJae a re-
Ijccio de mo'la, pesos e medias, calculo de
de.-ciflto, juros simples com postas, theoria" d'
cimuios e suas applicar;oes. Os concorrenles de-
verao previamente apresentar seos] reqnerimaiitos
iastraidos de doeamentos- preta de 18 anuos, is-ne/io de pena-e colpa, e bom
comportamento, oa forma do artigo 3 do decreto
o. 2549 de 14 de margo de' 1860.
Secretaria da thesounr do fazenda de PerBam-
bnco em 3 de agosto de 867. Servindo de fa-
cial maior,
l.aoel Jos Pinto
Ooaskt-de Franoe Per-
n mbuco.
Mes chers compatriote=.
L-i Te Deum, destin crbrer la fte de S. M.
I'E tenor, sera Dante lelS aout proehain, a ral-'
di, d-mi i'e'gilse de la roarson-des enfints trouvs'
i- dos exposto) prace du Paraiso.
J- r-raereie pnbiiquerasnt les rtvends perei
tupimos de Notre Daie de la Peana, de la bien
vfilhnte -hospitali-qu'rls ont tonjours accor'de
solemoit nationale, mals-H est naturel que
mus aloas readre gries aa Dieu qui prtt'jela
Franct, dans le pieax tablisseraent deserv par
des ee irs et de prtres Frarreats.
Vjus y viendrez toas,je resrre.plusDeorenx e
PiBi-flers qae jamis d*otre ch.v patrie. A 'a
doabe fte da 1'BrapeTeor et da la Pranee, nons
uair.ms calle de la paia. doct notre expositloo est
h ga^. Peadant lei sil tnois de sa dqre. fata
de 'jomze.niHlions de vislteors (de 60 100 milis
usr j jjj) se serot nressis daos soo. enclate.;,
I ir |ue ees souveains, ees prlnces, ees savants,
cas rtiiUs, ees industriis, ssroat revenos aupi
d ienrs compatriotes, lis leur Hirt que ce u'est
p1"-- marra. bmj< |t< lnil"i aasiflaaea dn travail
Daos les soeilH afinWMVaMft taot dsig-
tiait rEtr*o|W -rt *anej,BTt#,surtoDt l rodustrn rfeivefselle, i'tr*#0er 'est ttltM 4U'aa
nMUfeta a M.elaetanatee. 1fi*Wr
c^moris sera i'immoriel bonneur tVfbtfe1 s*#dl
d t -i'E sarear et de la Ence.
cacul,
O-oiio Liport.*.
Varzea
Joaquim Jos Luiz.
Candido Prudencio Ribeiro.
Zeferino Rodrigues oU Silva Valle,
FeHppe Correa de Lira.
Antonio Correa dos Santos.
Felippe Nery Rodrigues.
Antonio deS e Albuquerque.
Amando Cortea da Silva.
Severino Rodrigues da Costa.
Ignacio Francisco Concalves.
Manoei Evangelista do Rosario.
Manoei Francisco de Lima.
Manoei Joaquim Correa.
Antonio Manoei da Sol Jade.
Ignacio Veridiaoo Campello.
Gu.llierme Jos dos Prazeres.
Jos arlos de Araujo.
6. batalhao
Adolpbo Paulo dos Santos.
Antonio Jos Gomes.
Vicente Jo5o da Costa Monteiro.
Nicolao Jos Ferreira.
Pedro Rinicio Cavalcanti de Albuquerque
Jos L#iz da Trindade.
Paulo Baptista de Jess.
Francisco Jacintno de Menezes.
Tbeodoro Gjmes Mximo de Reseno.
Antonio Francisco Santos Rosa.
Justiniano Cosme da >ilva.
7, batalhao
M-moel Alves da Costa
8." batalh5o
Jos Joao Baptista.
Manoei Cavalcanti de Araujo.
Isidro Pereira da Silva.
Sala, das sesses do conseibo de revista 6
de agosto de 1867.
O tecretario,
Firmino Jos de Oliveira.
i'ela sublteTegaetTrMlistrieto da Ireguezia
dos Afogados se faz publico qne '.orara appreben-
didos e recelbidos o deposito cinco cavallos, seodo
um mellado geinviO, dous rucos pedrea, am roda-
do talludo e eltroatasa); quera se julgar com di-
reito aos mesmos, compareca, que provaodo o seu
dominio, lhes erao .entregues.
Subdelftfaci da fre^uezia dos Afogados 6 de
agosto de 1867.O subdelegado,
Dr. Carneiro Mooteiro.
O administrada da mesa do consulado pro-
vincial, faz publico para que cheque ao conheci-
mentosdn todos os ooajrnaodaotes e mestres de
navios e outros meios da transportes martimos,
a dlsposica.0 do art. 43 do reguamento de 23 de
dezembro de 1852 abaixo copiada, a'im de qne se-
ja o mesmo regularaeoto n >ssa parte restricta e
inteiramentel8r#c.do o execotado seb as penas
marcadas no citado artigo.
Mesa do consulado provincial, 7 de agosto de
1867.
O administrador,
Francisco Arayntbaj de Carvalbo Moura.
t Ait. 43 do regularaento de 23 de dezembro de
1852.C ocluido o earregameoto de urna embar-
carlo que conduzir pira outras provincias do Im-
perio gneros sugeitos a direilos provinelaes, o
coramandante Wla apresaelara' o manifest da
carga, qae tlver a bordo, separando oque levar
por exportacao, baldeago e reexportago, e quan-
do o administrador jnlgar necessaTlo exigir- tam-
bera o livro do <>orlal para se conferir com as no-
tas existentes no consalado provincial. O coraman-
dante que delxar compnr estedever pagara* a
malta do o por cento'de' vator dos referidos ge-
oeros.____________i
Tfopeitos-da esttncia do coronel EstanU-,'de Jacaranda'para casal.
O- Seila-fel 23o correte.
GrjeTrtrnTrOS" "Olstado Oriental ( Blan- No na asenplorio a ra Ja Croam. 62^primro
j4v |^^^ i andabas 11 | hora?.
A ae?o passa-se na provincia do Rio-,
^randad Sid, psaimo da eidade de Ja-'
guarapiiiwae^a em 1864 c acaba em 1865. i r,
wHario capmosamente a De COTroS S CaVallOS
wWBflr^VTffalfe. O agente Ponlual vender' em leflo. por man
\ Dar flmao.especiculo a comedia em ***-1*"
aO orn3da:8e*ltea icommerco
dita para cha', I poro licor, 1 garrafas para- v|- mid-jdes deste cidaile do Recife. que tenha
nbe.compoteifa?, clices, *poaf para agoiv 8 plantado de tapita e estribarla, ouemoti-
saT, bandeas, taela par banbe e urna eama ver dirija se a ra do Crespo n. 16, 1.
AS (MIKOQQES
rapresfctada^elo Sr. Lacerda e a. Sr.*
Falco. ru
i -........- y n" .....
MARTIMOS
andar.
Precisa-sede um distribuidor para esle
Diario ; tratar nesta typographia.
Alnga-se a casa n. 16 d ma do Jasmiiu : a
traur na rna das Plores n. 37, ^ aadsr.
Precisa-s de urna ama oe lene : na roa da
Pbnha n. 23, 1* andar.
Offerece-se nm Cbira para cozinheiroTem
lllm. Si1. Dr. juiz rje flireUo especial do qoalquer casa nacional ou esiraiwra : quera de
sio i carros, { aparelba de cavallos para sen prestimo se quizer ntilisar, dirlja-e a' ra dos
,| *ie 4 civailoara sella,. perlencenles a massa Pires n. 34.
fallida do Sr. E. -Sauvage.
Serfa-feira 9 do correte.
O leilao sero .effectua Jo as 10 oras, erm trente
" da assoclacao -cetnraerelal.
v
IiKlIi.40
'o
Tente Ponlual vendar'-' em lellao a requer'
memo do Sr. Joao Marlios de Barro* e por man-
Quera precisar de um caixeirn com pratiea
de taberna, dirija se a rravassa do Pocttho n. 7.
Precisase de urna ama para servicode casa,
ex epto cozmha, e que saiba ecKommar com per-
feico : na roa Imperial u. 1,3* andar.
Precisa-se alogar um moleque en angra pa-
ra vender; na na das Aguas Verdes n W, 2* andar.
Precisa-se de urna seiibora que saiba ensatar
a ler, wtreven, grammaiiea poriiiyuvn, francf-z.
mostea e-OiaBOi'para osinar a dua mininas, em
um engenho na:fre/uiia da Bseada, urna lngu
Vice consulado de esi
pan El vicecnsul de Espaoa, como administrador
de la sucesin del fallecido subdito espaol Benito
Alves, avisa a todos los que se gusgareo credores
di este ultimo para presentar sus cuentas en esta
cancellera, competentemente legalizadas.
Otro si, curaunica a todos los deudores del sosb-
dicho Uado a vi'r oagar sus cuentas on ei irapro
ro:able plazo de'30 dias a coalar do esta (echa, y
aquellos que nulo hicieron sus leudas sern co
brada-j j-iicialmente, siondo Ios.rjsIos por cuenta
de los mismos.
Parnamoueo, 6 de agosto de 1867.E vicecn-
sul de S. M. C, Juan Buson.
Santa Gasa da feerusorcte
do Recife,
Ailima.junta administrativa da Santa Casad,
Misericordia do Recife mauda fazer pablico qn
na sala de soassessoes. acidia $ do crreme pe-
las 4 horas da tarde tena de ser itriflMM !a- a
quem mais vantageox offerecar n Demias dos pre-
dios em eguida deolaraJos :
EslabelftCirai'Htos ie et*4dr Ra do Padre Plorhno.
Casa terrea n. 49.......I8i^00
Idum dem n. 17.......180^000
Roa do Fagundes.
Casa terrea n. 32.......15630.0
Ra dos Pescadores.
Cisaterrean.il.......ilO
Ra da.-. Calcadas.
Idemidem n. 38........158JO0
Ra larga do Rosario.
Segundo anl^r doteobrado n. 24 30OJO00 ;
Tereeiro andat fcn dem .... 301^0001
{Ruada Roda.
Casa tlrrea o. 3......... 95JOQO
dem idem u. 7....... 96*000
Becco do Quiabn
UdKterrmn. 8.......liUDi.
Ra do Eocantamcuto.
Sobrado de dous andares n. 3. 401000
Ra das'Cmco Ponas.
Casa terroa n. 70......... 2183000
Rna do-Patir Fl-Jlfno.
Casa terroa n. 47. ... 168^000
' ^RtPrjiifiif.* de epp%os
Ra das Laraogeiras.
Casa n( 17........... 1923000
uua do Rangel
Casa terrea n. 36. ...'.. 3013000
Roa 'da'Lapa.
Gasa n. 11........
Ra da Moeda.
Idem n. 47.......
Ra do Vigario.
Primeiro andar do sobrado o. 27 .
Ra do Pilar.
Casa n. 99........
dem n. 103.......'.
Idem.n. 94........
SMo l. -C no Pdrno da Cal. .
dem. n. 105. .
As arrematares. Ser/)'feltas pelo tempoideam
anno, devendo os licitamos virem-acompanhadjs
de seas fiadores oa munidos de cutas deslcs.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife de agosto di 1837.
V escrivo,
Vedro Rrrarisues de Souza.
SOCIET GENRALE
DE
Transportsmaritimesa vapeur
PAQUEBOTS FRAXQAIS.
Alee dia 9 de agosto, esperase dos portos do
&ul o vapor rancez Bonrgogni, commaodante Ro-
oaze, o qual depois da demora do costume segaira
para Genoya pnr 37 yiceot^ G-Hraar e Mars-lha.'
Para condicoes beles e ^Jassgane, tratarse na-
agencia ra da Cruz n. 5o.
CO M P Afl FSSS1L E IR A
DE v
PAQOETS A VAPOR
E' espawdb dos portos do ert'
C/'f^l\V Pran,^a6mlDaBSaote o capilar,
'%gHx< le frjgata Santa Barbara, o qual
'- "3^3pi de^iils da demir. do- ptulamu se-
guir' oir os pirtosdo uorte.
Racebero se desde ja passageiros e eogaja se a
car^-a que o vapor DOder conduzir a- qoal datera'
serie'njba'r.aaa no diada suachepada, entoramen-
ds e diuhelro a fr*-te at o da da sabida as 2
horas. Previne-se ana rs. passageiros que sujas?]
oassageos s se incebam nesia ngen-ea roa da
Cruz o. I. e'Crif.r'rlu de Antmio'LuU' Ue 0li\*eira
Azevi'do (^ C.
dafloiT Illm. Sr. Or. niz'de direlto especial do distante da estagao, pjga-se Hwn :a tntls
commercio, as dividas,da labecna sita a rna do do Cabng n. 11, 2**dr, coca Pram*sco Aotoaio
Rosario da Boa-Vista o. 53. pertencente ao Sr. Ma- de Brito.
noel Agostlobo Seixas da Fouseca.
Sexta-feiea 9 do coTretrte.
No seu escriptorio ra da Cruz n. 62 pri-
meiro ndar, as I11|2 horas. Os Srs. pretenden-
tes podero no escriptorio do mesmo agente exa-
minaren) qaaes os devedores visto existirem seus
oomes no mandado.
^ipr-sos de f-arabi<-.aiJ3Hbra, J far.i
:
\ 'tnsicnu

DE
Paquetes a vapor
' E* esperado dos porfs o norte
..ana o da- 9 do cnente vapor
Tucantins, commandante Farias,
o qual depois da demora do cos-
tume seguir' para os p ros do
snl.
Reeebera-se dsde j passageiros e engaja-se a
anra-qw* n wer p>der ooajlnzir a qnal devara'
ser embarcada o>) da de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2 ho-
ras. Previne-so aos Srs. passageiros que Jav
pasagens s se recebem nasta agencia rna- da
Cru'. n. I, escriptirio da Antonio Luiz de Oli'wra
A:eved.)'4 C.
De ama casa terrea n. 3 da-roa du Amparo WD
Olinda, com 2_salai, 4 quarlos, quintal em aberto,
terreno prepo, dkfrsos'mov^s u"vos usados. ,
extafeira 9 06 correnle.
Pelo agente Maftius no arraazem da rna do Im-;
aerador ^ as" liboras.
Deseja-se alugar um sitio comwtlibria e
planta de caplm ; as proximidades 'da idade ;
quero o tiver dirjase a rua'-db'6r^p-t. 16, f
andar.
AoCmmti'cto
Alfeo Odn da Cunha G^iaona, uiorisado pelos
seus cr>dor-s, faz venda do-seu esrrtietecimeuto
na ra da Palraa u. 'ti, Silvelra. ltre dwemtwrracvlofh! toio, o pas'slvo.
Precisarse 3e Sl**^ prarrin jlS lempu de
?eis tnezos,-'eom s-gnran^a era um tnirarvo-moo e
s-.dio .'qoemquiertfaii'f este -negocio, avije car-
ta nesta typ. graphfa edm as IBicaes L, 1 A.
S >*.,
racs da
portjb de
aalanca c >m 8par l >aca.
O agente Marilns fara' leilo dos objectos cima
a rerjaenmento do inventarame dos bens deixa-
dos.pelo fallecido Fraucis^o Candido Paz e por
mandado do Illm. Sr. Dr. miz de orpbos.
Sexta-feira 9 di) correte.
N i arraazi-m da ra do imperador n. 16, as 11
horas.
9BBB
"M.llJi
m
AVISOS DitfEHSOS.
A.' G". totfr A...-ta u..
Por ordem do R.-. I.-. Vener.-. da Ant.*.
Lv C-. >Seis demarco del 1817, do
(Jonc.do Gr.\ O.-, do Brasil ao V.-. dos
Benedict.-., sao convidado* todes-os-stis
tignos membros reuiio que tem logar
uo da II s 11 I ton s da nmfeaa no' lu-
gar do costume.
D*-Ampiar80. .
seepet.*.

*<*
COVIP-tUTHIalL
DAS
#/
6:0005000' E 2;000,?000
Segundafeira Ai do corrente se extrahi-
r 1* parte da 1* lotera a beneficio do
patrimonio dos prpaos (31.*)
* As encommendas sero guardadas somen-
te at a uoite da vespera da estricco.
0 thesonreiro.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria de fatrt
da desta provincia, em virtade da ordem da pf%1-,
deBia, tmrnd3fjzer publico que no dia 17 do cor-1
reote, pelas 9 horas di larde; leraote a st*o
da Junta da mesma tBeionarh, sefao arrematados
por q/iem menor preco ottercer, os reparos de
qae oetessita xritraTW'ilT Bulla lat la Ja ubi '
rotria'milltar desta esprtal. As pessoas a iqoem
coavieh dltiiarreaxatarjo.'; d'err*o ompirecer oo
lagar eljoraaeiraa meDcionados, onde sare-ios
trmdas dos ditos reparos, mostrando-se-lbes o res-
pectivo orcamento.
Sedretaria da thesooraria de 'fazenda de Per-
ambaco em 6 de agosta de 1867. Senriode da
oQtciat-malor,
MaaoeLJosa Pjptf^
iri ii-
. UM *
t>ani>iQ mmv
Messageries mp&mdes
Al o di. 14 do correati raez espera-se dos por-
tos da Europa o vapor francez Guienne, o "ij*U|
d pois da demora dj costume seguir' para a
Baha e Rio de Janeiro.
Para coWc-s, fretes e' pTssagens trata se na
agencia ra do JTrapiche n 9.
DE
\avej-ca9 esleir. po- Vftpnr.
'f v*
Precisase alagar-ain* ama p^ra ona df pouea
familia, forra ou esrrava uara eoiprar e citi-
atur; tratar na ra du-Cr#o a 7.
.----------------~t i r .L
' *- Aluga se um escravo qu< enlode a;g*na
ebusa de co'tlhha, ft'pl t.restr ;'iirro*:;srvicos :
un rti d i linperfdK u. 3)'se,cuodo ^nUt-a' ee-
riuerda.
1 -*r *------------------ _j_ i ni. .
''Legados
Francisco los de nnijo c imalillameo-
leii o de fibosa Jet ira Costa Pereifu, avi-
sa as aGlhadas do.mafimiT^ara qne Ibes apre-
sen tem oertido Ae haptisaii1. >em mjual h3o
podm ter idireito ao '-logado'' que aquello
filleriido lhes rieixou em eu' lestaraento,
assiiu coiiio ;iviza as raesmas atiihadas. que
est procedendoa invenlard',.ie ^Kiiqaaito
ante* levera ser as certidoes apreeeotadas
para serem atteodtdis Ra partilba.
,(Podem dirigirle a roa das Agons Verdes
H80.ou-nojlargo do J?raizo n. 36.
'\~ O abaixo assigoado scieotiQca-ao'resppjtavel
putibo' noca esperUMdade. ae'orpo oomaercial
que n Sr. Jolu.Awenij do OUvir deixo >ie ser
arxeirj d( \u).\ de seu fllpo 'Bcr.uardic j Josiba-
l.ejto, 'rietre 6 Io tlo'(\irr^nt, o por sto acha-se
HthabllltadO' du :Jo*lijoer"lMnsrrc3o rt n-;m
kj.i. Re ir. a de iiosioee *867.
_ liernwtdino Jj.- Monteiro.
ACK-se asobrato n. .H?-(la rna dos Cit'Ihos;
a ir lar com Jos Carnero da Cunb.
Preolsa-se da tira eriza, i par domaras : oa
roa do Imperador ni 73,3o andar.
J i.- -Rodrignes de Souza Crn?, Porlngnez,
Wl patalsrf'pa a'iratar d- suasaud".
Para o eieeileutssimo mi-
nistro da Justina ver.
O abaiio assignadu deiido na casa de de-
teuco desta eidade de Pernambuco lia tres
Antonio Jos Rodcigpe de Sonz&. 3nnoS- e processado nos termos de Flores e
MMBfte no dn 6 do corrent'*, de ni si-' Buique, nao Ihe tem sido permitti io res-
tio no Mangninbo omoieque granci-e*. i i -'ponder ao ,:ury, nico moio de sua dfeza,
os daidade, cor fula e boniu nara, foi vestido '___., ., n\\f, -:,- i____
DTcalcae camisa de. aigodo riscadoesem chapeo: como lhe facalta a COOStllQi;ao do Imperio;
vogvse a quem o apprhe^der -leva lo a ra da tendo sido requisitado pelos jui/.es daqudlft!
I comarcas por mais de seis tetes Cltefe de
numerosa familia, e hoje sobrerarreg.nlo de
prejuizos inclusive suas despeas durante o
largo es laco de tcmp-i quo tem absoivido, a
gt-se a quem u apir
CrOzti.SS, que sera' 'gea^reanMctei recompen
s'ado.
BOM SAG**D0R
Jos Anacieto e.n junio a igre/a dos^ fi'.rtyrlos pouca fortuna que de sen trabalao possuia ;
n. -:J8, tiaar mui neni nenies, separa, limpa, c
cbnmoa mui-bern o-dent > fawidos, sangra mui
Para'iyb?, ISatal, Ma*ao, ArfleSly, t,eara e'bame appl'ca venijsasa quulquerhon, acbama-
1964000
o.'IJOOO
18IJOOO,
2564000'
snwwrto
2014O
tanooc
1414000
Acar3c
O vircT Ptropima, coman-
danie'R.rrrS. st-gue para oapotr
tos ..cima Indicados no dia 14 do
corrente pelas S horas a Urde.
Recebe carga ate o'dia'13vpas-
ageiros, encommendas e dinheiro a "frete al as
3 horas da tarde do dia da sahida : escriplortdBa"
Forte do Matoso. 1.
dos por escrlpto.
- Precisase alugar urna ama que saiba bem
roiithar e sirva para ir as compras, paga-se bem:
a-D"atar na'rM-da *it{)sratrz n. 34, primeiro
aadif.
Wmm m 11

Pela admnisiraco do crrelo desta eidade-se
fax publico que em virtode da convenci postal
celebrada pelos governO' brasileiro.e, francez, se-
ro expedidas malas para Europa no di;', lo do
corrente pelo vapor inglez Shanon. As cartas st,-
ro recebidas al horas antes da que for marca*
da para a sabidd do vapor, e os ornaes al 3 ho-
ras antes.
Administracio do correio de Pernambuco 6 de
agosto de 1867.
O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
THEATRO
EMPREZA- COIMBRA
uiata-eira 8 do corrente,f
A segunda representago do drama en
3ctos,-d-oilUwies drprovinGM do Ri-
Grande do-^uj. original do6is Cezar de
Lacerda, iuHituHicto : l'fcl
Oferaciaa MittAt
Ao respenarel cerp o commercio de
INTERLOCUTORES.
PKttSONAGNS. AMISTAS.
O coronel Estanislao, rico es-
tancietro e xarqutor .. Thomaz.
Jabata, teu.feitor. .. G. Lacerda
Dr. Claudioo, filho do commL itm\
AbiloMargipa. prprilo
e krqHeafr.....Lisboa.
; JosCravel, eHgtnheiro eivih Peregrino.

ara o /raculij
Vai ahir com brevidad'e o hiate Santa Rita :
para ca'ga irata-se com o Sr. Quintal ou com Tas-
so limaos, rna do Amnrim n 3S.
Otilia, ~~~'^
O'liat Ofto.^/r,mto[>Wtnd^9gtitr',bd^ires-
teza : para carga, tratase comjW>'.*fr'Irrrrr5, i'
roa do A.m-irim u. 3o, ou eam o Sr. Qointal. ,
PsnM a Bahia"
Pretende sea,uir co mtrita hr^vldaie a vellelr
sumaca nacional Hortencia, loro parle de seu car-
ref.iVi^t'i p-)': i iMti i'je Ih"'falta tra-
i--- r os -fus i-in>iiia^rws Autrraio Laizde
Oliveira Avedr & C, n> "u escriptorio, rna di
J3UZ ni. % ~______'_____
e pr< tes'a reclamar at sor al m ii'i'.i.
Joao Mariut-1 Frazio. ^^
A ra do Crespo n 7 Ivja
Pr^cIsa-se fallar aos seDhire? :
Pedro Segundino Barbosa da Silva (Sr. tenente.)
Francisco Bitelho de Andrade.
______ ;Vigario de Alandra C-'i-t^:-'-J;s Ribeiro lachado,
.ftm precisar de 'uoia ama ipara casa de Francisco de Barros V,- -.i da Silveira.
auM ranilla, dirija se a roa do Pilar n. 92. Ca k fflarda Mvros d^ ; Bieber.)
ti 'cr.:,ie 'Wfcupez d"' ti lapa
' D< ordem do ltlra. Sr. presidente substituto,
convido aos senhn.es socios rffeotives o reunirera-
>c era sieabla lral, doraiogo 11 do corrente, as
II horas da manhaa, para, de conforraidade cora
o nnico d) act. 44 dos nossor estatutos, proce-
der-se a eieico do a >vo couselho doberativo e
eomrarssu de oame de contas.
Secretaria do abirrete Vottagan de L^lturaem
Pernambuco aos 8 Ue anosto de 1867.
Jo; Rlbeir> dsVrtlrleea.
Secretario.
issociaco tiouimPTeiaf Beflreeeite
Jo aniio-lay Fui.
i ... _
P/vcil-fe n:.i|i!ir ti-i^ asi-ijvj osinhelri
e boa qulundelri : u i la ou u. i i.
Na ra o Livr. ra.-atj n. II, seq'do andar,
fazem-se espanadore< por menos, preco que em
oolra qmlqutr parte.
Tineam-se notas Oo banca) ri I -i-il e de
suas caixas fjliaes : na ra da Cadcla n. .'i2.
Fug em H de ni. ietle corrente
anno, urna cscrava ;crioul de nomo Oelplii-
, idade de 25 anuos, coj ostigbaes se-
suintes: muito ladina e intitula-s jpyf forra
a direccS) desta aooia$So a quera foi raque- dizendo que amt, um p; U '0 bvs i, migra.
rrdr) por 15 :s'rrhtrrfs asnsdos a onvtfacao ex-
traordinaria deasvg*ral d\ rajsma, aflro
de tratar se sobre conveniencias coromerciaes,
com relac*) ao pr-n oe cambios s^bre a Europa,
rosto um 'amo chocbu, olh vo.-g s. "nos
ps e qaaos calor de gaio, o chh- lidia-
do: levou vestilo-dech.ta oop *8 caf -^do.
eonvita os serihiMsas-sochd-^ uracompareerem um dlles'de'lgodli) de Bfladroa, esta CS-
9 navanuAn rfifiinriila tim ;ra' Iwar T5n rti.i 10 riv, COlDridH 30 Sr. de eiK'onll pau-
a convocago requrida, que ;era' lagar' no dia 10 crava fui ^
Sar StS pretende seaus.'-'U\l.iaulbbr%vidjfd>j5 patacho na-1
clona! liebribti tem parte de -sen carregamento a Ij.'VgaT
bordb, e ar o resto que lhe falta e escravos a
frete, pira troaes t-m etcelleotes Commodos,
trata sacen "< spos ^insrgraiarlos Antonio Loia--------------1--------- n <
de Oliveira Aievedoi C no sea ewiptorio mal O abaixo assi-juvlo previne ao -a anMia
da Cruin. I. de Albuquerque Jllaada C-.valo nti, qua o suuidita e leva-la na ra Direita ll. 9!), que se-
Candido C. Goel.s Alcofocado
Secretarlo.
deste mesmo senhor fji pegada por 'toas t-
izes junto ao' s'trt1'de Suassiim e j foi vista
no' be? do B^iiroH-n. Mga-ttc as autorida-
des o rSpities de campo a Ipoftiers da
0MPANHIAPERN1MBICA1.A
moleque Tereocio qae S. S. alogou ao.abaixo.-as- r3o recompensados de seu irobalho
siguado, que da novo acba-aa fgido, 4udo cabido
DK
pprtegicfift'rwelfapflr va|w.
MaieiHV estalas, Peoerjo e Aracaj.
, O vapor Ipojuca, commanflan-
te Mtrtini, saguepara os potos
cima indicados no dia 14 do
corlete as S horas da tarde. Re-
ceba carga al o da 13 ; passs-
gelrOS}3Oe*9'i>*adBs tdirAeiro 8 frete at as 3
boraa da laude :lu dia da -sabida: esriporto no
FofM dtf .jeitos n- 1.___________________
Rio dtlatiro
At o dil 10 do correte sahira' infalliveluinte
para o referido'p*rto a saaa ''nacional Amparo,
o resto qne ibef alta-pode tratar -se eom o tonslg-
natario Davi'l Pe'rreira Bailar, ra do Bram n^66
da .omnecapifo-a bordo.
; bpje as 8 horas da raauha para lazer as compras
da roa, d'onde nao vollou. .0 abaixo assigoado
pedeaoSr. Hollaoda o cmprimenlo do contrato
ormad por S. em 8 de juobo do corrente anao.
Recife 31 de-julho de 187.
Ilmoralo Joeeph 4e Oiiveira Figaeiredo. .
NaroadaPenha n. 25 precsa-se i
qne traba bom e abaderne l*ite.
LEILOES.
Relacao da cartas registradas eiiateatet aa adtai
ffi^.TSSr.1: ^/m ", negro, pa,m c
C?ito AntoBia de Souta Noia, Bario de lie wel. .
Teixeira.
Kesidencia e consultorio "MI
m Medico cirtfrgico H
DO
E Dr. Antoai o Duarle
rta praca da Boa-Vista n. 21 onde
g pode ser procurado a cjualquer hora.
B-peetal|lae
m Do enea do d toar e m meninos.
e *n
o iniS
| ttlstBboaaaOojeo-1 97. -SafTeo-pee_o-itn-
_______ barapop ier cardo a-eicada do sotrado Itn qrje
O agente Pintnal aotorisado pelo chale de oro sa acha typ-graptili da Ortkm; tejo eotwrttj s
familia Que relra-ie pira fora da profiaeia. i- adiant..
Juse i.au ii io Vichis .itiraoeco-<-.ji II..UII ni i a
I id! benedcenla Segred > e Amor ta Ordem
a pane activa que Looiotj era sua p'r<>funi'-t manoa
pelo passamento do sua ma P'fMda iogr-k 0.
Leocadia Maria Viejas, convida a e--i tMu-tre e
phtlaltPIptca *orporai>o para a rfiss d r*i|ui8m
que manda celebrar na mairu de Santo Antonio,
sabbado 10 do corrente casi as 6 i[i horas da
roanbaa.
C seUii de Cffmpras navaes.
D? ordem do Illm. Sr. presiente do onselho
ti^pdDlico'achar s transferida para 10 do cor-
rete nvz, as 11 honsd.i a eompr da
iversosjibiect !a afmji q~ -
bba sido annunriafhiiFa boje.
Sala dar ssesVoTcensemo 8e c^f~rs navaes
54e agosto de 1867.
Oeeereiario,
Alexaadre Itafrigm-s \los Aajos.
sjJiaixo asJftaadjs avisam ao r?peU.-ivel
publico o com pecialid.-.de ao copo i., commer-
ciegue abriram eaeefiptorto de aommisses na
ra da Crut n. III desde.0 l^ de julho do oorreo-
te anno, sob a Arma darMiris & Temporal. Re-
catona todos as gflasros de evntro e (ora di pro-
-Iviaeia.
J>s Bem Ramos-da iveira.
Clementloo HvUerfarTsamor41-
- 0 ESTDANTE do |. anno Jerooy.i Loo-
Teo?e de Aranjo, vi>nha a ra da< Croles o. 33, pri-
meiro indar s negocio que nao ignora.
l



A
sobre o Banco
gaintei luga-
-- Ao Sr. capitio do 2* batalbao de infaotarte
Ignacio Pinto dos Santos Saces pede-se o favor de
se dirigir a roa do Imperador n. 18, aflm de con
clnir negocios que o mesmo senbor nao ignora
Igual fivor pede se ao Sr. Francisco Rodrigues dos
Santos Carioca.____________
Joaquim Jos Goncalves
Beltro
RLA O TRINCHE N. 17 Io ANDAR)
Sacca por todos os paquetes
4o Minbo em Braga, sobre os
em Portugal,
aber:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Gai maraes-
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Con^e.
' Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famellco.
Lamego.
Lagos.
Covilbaa.
Vassal (Valpassos.)
Mirandella.
Beja.
Barcellos._________________________
Como vai proceder-se a eleico para a di-
rectora da Associaco Comotercial Boeficente,
iembramos os senbores segoiotes:
Euiebio Raphael Rabello.
Candido u. Gaedes Alcotorado.
Barao de Campo-verde.
E. W. Linden.
Augusto Hansmoody.
Pedro Manyr Maury.
Tbod. Freiss.
D. M. Rollios.
Maooel Teixeira Bastos.
Algtyis socios
"" Offere-se nm ptimo eosinbeiro, negro, ainda
idoi; > e de bons costamos: a tratar na ra <
Trapiche n. 46.___________________^____
Frontispicio do Orino
O- encarregados da testa este anno de Nossa
Senhora do Carmo do Frontispicio rogam aos de-
votos da mesma Senbora qne cincorram com as
soas esmolas para que a (esta seja feita com pom-
pa no dia 18 do correle.
H Collegio de S. Francisco M
2 Xavier
j|| Para edacacao de meninos
fflL Estabelecido ua graade e
fig beta arejada easa onde
efttCTe o (ymnasfo, no
Hospicio, e dirigido
pelos padres da eompa-
nhia de Jess.
Neste collegio, recebem-se meni-
nos de 6 12 annos para serem
educados e instruidos em todas as
materias preparatorias das facilida-
des do imperio.
llavera meninos internos, meio
pensionistas e externos.
Os internos pagarao 40 mensaes,
os meio pensionistas 150, e os ex-'
ttroos 5#.
Os pobres sero admittidos gratui-
tamente as aulas do collegio. pro-
vando o estado de pobreza com al-
testaco do parocbo respectivo, ou
de dutra pessoa de fe.
Para admisslio dos alumnos e
para quaequeresclarecimentos, tra-
ta-se com o director do mesmo es-
tabelecijaento a qualquer hora do
dia.
RA
PHOTOGMPHIA
VILEJLLA
DO CABUGA N. 18, ENTBAOA PELO
PATEO DA MATRIZ.
estabelecimeolo pnotograpbico
Satisfeito o invencive Veado Branco, com as maneiras attenciosas conuque
o acolliido pelo respeitavel publico desta briosa provincia, a ponto de que muitos a por-
fia desputaram a satisface) de serem os primeiros a imprarem em seu importante arma-
zem, se desvanece em declarar com toda a lealdade de que capaz, qoe est cada vez
mais animado, nao so pelo benigno acolbimento que tem recetado, como pelas forcas de
quedispoe porque al hoje nao careceu ainda dos preparados de jurubeba, nem do
xarope alcoolico de veame. J D0SS0
O Veado Braaeo, declara a quem ainda o nao conhece qne nao um ^ seinPre em dia com todos os melhora-
desses bicharocos intrataveis que por ah wem com figura banana; domesticado nojmentos e Progressos qoe na America do
ameno paiz onde a amavel Aguia Branca vio a luz do astro berofeitor, elle partidario Norte, ou na Europa se consegue na arte
desse invejavej sgraao e'sinceridade que comanla gravidade se desprende do sea pnotograpbtca, e para alcaocarmos tal fim
Lbico encantador. nunca poupamos despezas nem sacrificios,
O Veado Branco, como todo o bomem civilisado, ama a sociedade dos de sorte que os nossos numerosos freguezes
1 bons, gosta do centro do mundo elegante, usa do tnico de Jayme, para previnir qoe lhe P ponham a calva ao sol, vai a companbia des Bouffes Parisiens e no meio do partido de lrar5 em nossa estabeleciraento tudo qoan-
madame Adelle, elle tambem atira-lhe o seu lindo bouquel. t0 a arte e a moda offerecer de bom, no
Digne-se o benigno leilor de jurar as palavras sinceras do sincero Veado
Branco, e venba prover a sua dispensa do que melbor se pode encontrar n'um estabe-
cimento de molbados.
A modicidade dos precos, comparados com a boa qualidade dos gneros e o
bom modo com que se recebe os senbores compradores, deve cortamente convidar as
pessoas que ainda nao vieram nossa casa a fazer parte dos amigos e freguezes [do nosso
BELLISSIMO 1RMAZEM
DS
RA DAS CINCO PONTAS N. 86
AO GRANDE ARMAZEM
DAS
DUAS AlERICiS.
Sempre barato
Manteiga
Mudanca
Antonio Loiz de Oliveira Azevedo & C muda-
ran) oseo escriptorio e agencia da eompanhia bra-
sileira de raqo?t-3 a vapor, da ra da Cruz n. 1,
para a mesma ra n- 57. _____
Massa fallida de Joaquim
Jos Gomes de Sonza
Os administradores da mas>a fallida de Joaquim
Jos Gomes de Sooza convidam aos crederes da
indicada massa para que Ihes apreseotf ra os tita-
tos comprobatorios de seas respsetivos crediles,
alien de serem conferidos com os livros do fallido,
e descrlptos, nos termos do art. 873 e seguintes do
cdigo com inercia I.
Hecife, 5 de agosto de 1867.
Os administradores,
Rosa & Irmo*.
Joo do Rezo
ti J Apoil D. i.
Saqu
L'ma
es
saca sobre Lisboa
a ra
Precisa-se de urna
Rjlroa a. 43.
ama de leite ; na ra da
L gitimos charutos e cigar-
ro da Havana.
Acabam de ebegar a livraria franceza,
Ra do Crespo n. 9.
Precisa-se de nma
14, luja.
na rna do Crespo numero
Ao
publico em geral
Teve boniein lugar como estava annnnclado, a
arrematacao da obra do moro do cemiterio da
fregue-ia da Varzea.com nma cruz de ferro em
pedestal de lijlo, reboque, caiaco e foi arrema-
tada por Mnoel Aaselmo de Figaeiredo pelo pre-
90 e quaotia de 3:0018*400 rs., isto com abale
de 22 por cento sobre o orcameoto qne era de....
3:870*; queremos rer se a lilm.' cmara se del
zara' lograr, ou se por algum patronato escanda-
loso, anoaira' a alguma indemnisacio qne o cele-
bre arrematante se resolva a pedir porque emio
lera' razo de gritar quem protesta ser da tal
obra o
Sentmetla.
Perdea-se tres dispensas viuda do mato if-
nora-se os nomes porm tem as costa de cada
urna a marca M. D.mellas: quem as acfcou quei-
ra leva-las ao palacio da Soiedade on a sacrista
do Corpo Santo qne se gratificar'.
O ejoselnetro Jo Bento da Conha e Figoel-
redo contin* a advogar e pode ser procurado em
sea escriptorio a' rna do Imperador desde o meio
dia at as tres e meia, on na roa da Imperatriz n.
25, pnmelro andar, a qualquer bora.
Vende-.'e a taberna da roa Imperial n. 25o :
a tratar na mesma.
Ingleza flor a 10, a libra e a 5oo rs. solrivel e propriapara tempero a 32o rs
dem franceza a 56o rs. a libra.
Cha
, De primeira qualidade a 2d8oo e proprio para negocio 106oo a'libra.
Blscoltos
Ioglezes pearl, nic-nac, oval, cracnel, e outros superiores a liJloo a lata.
FigOS
A 24o reis a libra.
.o ni mus
De milbo branco a 4oo reis a libra, de ararula verdadeira propria para alimen-
tar mangas a 5oo reis a libra e caxinhas com 4 libras por menos, gomma do Maranbao
a i60 rs. e tapioca sag a 24o a libra.
Chocolate
Superior a i, a libra.
Doces
De goiaba em latas a 1 ,-iooo em caixa de 4 libras, muito no a l8oo, em caixoes
de 2 libras a 5oo e 32o.
Pelxe
Em latas a iooo reisa libra, sortido em qaalidades.
Ostras
America a 800 rs. a lata.
Baldes e Vassouras
Americanas a 800 reis cada pega.
Tonclnho
De Lisboa a 320 reis a libra.
Tomates
Em latas a 600 rs.
sal
Refinado em lindos postes por 000 rs.
Rlrshs de Wasser
A 2)9>ooo a garata.
% ermoiith e Abssntho
A iiSooo a farrafa.
Bltter
A 10ooo a garrafa.
De bordeaux superior, Saint Estephe, Saint Julien, Saint Emilie a 70o* a duzia
e 64o rs. a garrafa.
Vlnho
Do Porto fino a 140ooo a duzia e 105oo a garrafa e maga6co*amhem em bar-
ril a 800 a garrafa.
Duque do Porto
Adamado e outras marcas a 9oo rs. a garrafa e lo0 a duzia.
vlnho da Flgueira
O que ha de melhor a 40, a caada de Lisboa a 30 e 40 a garrafa.
Vinagre
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa.
Farello de Lisboa
Saceos com 9o libras a 405oo.
Cerveja
Franceza em gigos de urna duzia a 60.
lugleza
aos amantes da pho-
MOLHAD
CONHECIDO PELO NOME
DE
VEADO BRANCO
EstabeleciJo ra Direita n. 16.
Esquina da travessa de S. Pedro.
MAS
novo e velho mundo
lograpbia.
N0V1DADE l'HOTOGRAPHtCA.
Acabamos de receber todo o necessario
para fazer retratos chamados carte-atbum.
Este genero de retratos ltimamente in-
ventado na America do Norte, rpidamente
se propagon na Inglaterra e Franja aonde
goza actualmente dVtodo o favor da moda.
A carle-album se faz por duzias como os
i antigos cartOes de mita.
Na Inglaterra trocaran o nome de carie-
lbum pelo de retrato-galera e os ingleses
usam encaixilhar estes retratos em quadros
especiaes para com elles formar galeras,
com que ornam seus gabinetes. Recebe-
mos urna certa-quantidade de taes quadros,
os quaes cederemos por barato preco aos
: nossos freguezes.
i As pessoas que quizerem ver specimens
1 dos retratos chamados carte-album, j fei-
tos em nossa officina s5o convidados a visi-
: tar o nosso estabelecimento.
CARTES DE VISITA A 90000 A DUZIA.
Em consequencia do novo genero de re-
tratos chamados carte-album, diminuimos
o preco dos antigos candes de visita, o
quaes de hoje em diante ficam reduzidos
ao preco de
0;>OOO
pela primeira duzia, sem que por causa
desta diminuicao de prego, deixemos de es-
; merar-nos no nosso irabalho, como sempre
foi nosso costume. Alm disto, continua-
1 raos a dar os cartoes de visita em carioes
. de luxo, Bristol, ou porcelana, dourados ou
lithographdos para o que temos urna varie-
dade de 12 modelos, a escolha de quem se
retratar.
VA GOMO PREVENCAO.
Apezar do nosso irabalho ser muito co-
nhecido nesta cidade, aonde irabalhamos a
12 annos, com todo joigamos de nosso de-
______ N.2D ^ N. 2"Di
Pi^ CyRACAO BE OlIBO. ^4fc
A loja n. i D intitulada Coracao de Ouro na rna do Cabug, acha-se d'ora em diante offerecen
do ao respeitavel publico com especialidade as pessoas que honram a moda os objectos do nltimo gos
to (a Pars) por meBOS 20 por cenlo do qoe era outra qualquer parle, garanttndo-se a qualidade e a so
idez da obras. -
O respeitavel pnblico avahando o desejo qoe deve ter o proprietario de nm novo estabelecimen-
to que quer progresso em seu negocio deve chegar inmediatamente ao coracao de onro a comprar
aneis com perfeitos brilhantes, esmeraldas, rubios e perola; verdadeiras em agarras, modernas pelt
diminuto preco de 104, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo prego de 3Jj, maracas de '
prata com cabos de marSm e madreperola obra de modernogosto ( que o encontraro no coracao de: r oizer noje o seguinie :
ouro) voltas de ouro com a competente crnsinba ricamente enfeitada pelo pequeo preco de!2J, brm- Nos retratos fe;tos em nosso eslabeleci-
cos de um trabalbo perfeito por um mdico prego, cassolelas, tranealws, pulceiras, alneles para re- ment emprega-se toda a cautela para of-
tratos e outros modelos tudo de alto gosto, aneis proprios para butar cabello e Arma, dito para casa- forpepr-sp a nsr rta hplip?a n fphalhn ao
ment, no rtico rsete tem o Coracao de Onro nm completo e era variado sortimento de diversos mn. ZJSLxl a a n
gostos, butSes para pnnbos com diamante, rubins e esmeraldas, obra esta importante ja* pelo sea va- U"J",U'5> conaigoes ae auragao. Uoura-
lor ja' por gosto ds desenbo, brincos a forma da delicada moslnba de moga com pingente contendo es-1 mos 6 uxamos os nossos retratos sem olhar-
meraldas, rnbins, brilhantes, perolas, o gosto sublime, alnete para grvate no mesmo gosto, relo-. mos a economas, e ltimamente para Ihes
gios para senbora cravades de pedras preciosas, ditos para hornero, diversas obras de brilhantes de podermos dar urna hvaeem mais amla
muito gosto, crasinhas de rnbins, esmeraldas, perolas e brilhantes, aneis cura letras, cachetes de setrura contratamos com a romnanhia rio
erystel e ooro descoberta para retrato (a ingleza) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qual- ? (T-8. "' coniraiamos com a compannia e
quer joia, para secoliocar retratos e obras de cabello, e outros muitos objectos que os preteodentes en- BeDirioe uma peona d agua. Os nossos
noelrarao no Coracao de Onro qne se conserva com toda a amabilidade aos concorrentes deixando-; cartoes de de visita sao verdadeiras plioto-
i mencionar precos de certos objectos ponqu (desculpera a maneira de fallar) dizendo-se o: grapbias, que nao preciso de retoaues do
qn'antia a vista do seu valor.
se de aqu
preco talveie algnem faca mo juizo da obra, por ser to diminuta
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe se concer- \ ^.r, para lhe ^esfargarem OS defeitOS, e
tos, por menos do qoe em ontra qualquer parte, e dao-se obras a amostra com penhor, conservando-s CODviaamos a quem quizer a passar sobre
e Coracao de Onro aberlo at as 8 boras da noiie. ) elles uma esponja molbada em agua, OU a
Qualquer pessoa que se dirigir ao Corago de Ouro nao se podera' engaar com a casa, pois deixa-los merculhados DOr BDACQ de horas
nota se ua sea frente nm coracao pendurado pintado de araarello, alera de outro que se nota em um pm a(riia nil _m oanri,A Aa -JC
rotlo (isto se adverte em consequencia de terem ja' algumas pessoas engaado com ontra casa. i D ""'"' ,B?B ue ,nQ0 se aPre"
sentarem alteragao serao recebidos por nos
e pagos pelo duplo do que tiverem cus-
tad.
Continuamos a fazer retratos por todos os
I systemas photographicos al hoje conheci-
dos em photograpbia. O nosso sortimento
, de caixinhss, quadros, passe-par-tauts, e
joias de ouro para a collocag5o de retratos
o mais completo, variado e abundante que
, existe nesia cidade.
-\T. S ARa do Cabug.V 3 A
Agostinho Jos dos Santos # G
Acaba de chegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo gosto, perfeico artstica e modellos eoteiramente novos; cotao
seguem: aderegos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anneis, bot5es de punho, brincos e cassoleUs com letras, etc..,
etc etc. Salvas de prata do Porto, faqueiros, paliteiros, calix de mesa v
fructeiras, cujos precos s3o incompetiveis, pois que os proprHarios desta casa,
recebendo seus artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seus freguezes. Compram-se brilhantes, pedrts finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se incumbem de fazer concertos.
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3 BS 2. 2 isa
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Bass verdadeira a.
T. e Victoria e Alssop a 5m reis a garrafa
Vende-se
Na ma A agosta o. 59, vendo-se pnr preco com-
uiol' um lefto novo de earroca, algnmas cangas e
cambdes e algons paos, todo de sicopira, nm ban-
co de.carapia, diversas Jaoellas e caixilhos envi-
dracad e algnmas taboas, tudo de amarello, as-
yira orao varins ferros se vidos.
Okita a 240 rs.
o covado e em peca a 220 rs. por ter um toque de
mol) paoos superiores, eseoras e cores fizas : na
ra da Madre de Dos n. 16, loja defronte da
gnarda da alfandega.
Na loja do sobrado n. 12 da rna da Impera-
triz se dir* qnem vende por barato preco um car-
ro com vidraca (calexe) em muito bom estado.
flIlM^llllll^
O Dr. A. S, Perelra do Carmo (medico) SK
est morando no sobrado n. 12 da rna da el?
Imperatriz.
Trocara se
as notas do banco do Brasil e das calas filiaes-
dom descont muito rasoavel, na praca da lnde,
oeodencia n. 22. .
6AZ 1THM0SPHERIC0
Nsvo apparelho,
Antonio Jos de Azevedo, eslabelecido com loja
a roa Nova n. 11, acaba de receber nm imoortan-
te apparelho para fabricar gaz correle. Este ap-
parelho de lio fcil comprebenso que qualquer
menino o faz trabalbar em um quarto de bora; a
despeza do consumo, ronito mais barato do que
o gaz da illnminacao da cidade, e a sna Inz e bri
Iho nao admltte comparagao, om bico de loz deste
apparelho equivale a 3 bicos da illominaco pu-
blica, nao nesclvo a sade, nao ataca os metaes,
donrados, nem pintaras, anda as mais delicadas,
pode ser transportado com faeilidade para qual-
quer parte, este apparelbo torna se moito recoro-
raendave para algom senbor de engenho (qoe le-
nta gosto e dinbelro) pois pode encaar o gaz nao
so para casa de moraoia, como tambem para a ca-
sa de moer* de porgar, estafa etc. etc., tambem po-
de sr moito melbor applicado para qualqner tbea-
tro partieuter, hotel, ou casa de Minar. Todas as
pessoas qoe qaixerem podem Ir examina lo a loja
cima qoe seo done se presta a dar todas as expll-
cfos. _______
O Sr. Jote Marques da Costa Soares,
qne mora na ra do Vigirio, queira vir
esta typograpbia, a negocio que n5o ig-
nora
Aloga-se o sobrado da ra da Madre
Dos n. 36, com bastantes oommodos :
traia-se na roa d.e S. Francisco collegio da
Conceicao.
Escrava para comprar
ou alugar
Precisa se de ama escrava que cozinhe, por
compra ou alngoel : na roa da Cruz, armazem n.
10, das 10 boras da manha s 4 da larde.

Constando ao abaixo assignado, proprieta-
rio do engenho Giqui, sito na freguezia da
Escada, que o Sr. Jos Raphael da Silva est
tratando de vender o seu engenho denomi-
nado Cabrunema, limitropbe de sna proprie-
dade ; avisa ao Sr. comprador, que est re-
solvido a n5o fazer effectiva a demarcac5o.
Sedulas do banco do Brasil
fc Mas caixas no Mara-
uhao, Bahia, etc.
Trocam-se effectivamente no sobrado da travesa
da ra da Coacordia n. 13.___________________
CASA
de commisso de escravos.
Na casa de commisso de escravos roa do Im-
perador n. 43,3* andar, recebera se escravos pa-
ra seren vendidos tanto da praca como do mato,
e os senhees de engenhj qae por qnalqner moti-
vo qneiran, '3sfazcr-se de algum nao tem mais do-
qoe remette-lo ao abaixo assignado qoe garante o
bom tratamento e prompta venda, nao se poopan-
do exforcos aflm de em todo satisfazer as pessoas
que o quizerem honrar com sna conanca. Nes-
a casa ha sempre para vender escravos de ambos
os sexu.
Antonio Jos Vieira de onza.
AU.fl Rna de Lirraueuto a. 6.
O proprietario deste armazem de loaga de todas
. a8 qualidade?, vidros e cristaes te., etc., querendo
que amigavelmente proceder as trras dos mudar de negocio esta resoivido a vender o- ob-
referidos engenhos, japorque OSberdeirOsI 03 cima mencionados ejo mais barato possivel
consenbores do engenho Giqui nao estao- WMMQtWlWkM MUWMMir
2 No armazem de unas ra da lomera- r*3
Aos Srs. consumidores do
gaz
A direccao da empret do saz convida respei-
osamen e aos Srs. connmidres qne por acaso
possam ter quenas Bor hlttde gar, oo ootro in
donveo.enle qae possa srtr*Tr, qoeiram dirigir
soas reelaroaedes ao escriptorio da emprexa n 31 fl
roa di.fmwrad.r, a^nde re^bcro mmeduta
prompta alten ao.
disposios a prestar sua annuecia, e j por-
que o Sr. Jos Raphael at aqu tem-se ne-
gado a assignar o termo da derrota, apezar
mesmo do damno e prejuizo recoobecido
contra o abaixo assignado, que todava se
offerece a proceder a uma legal demarcagao
em vista e harmona dos respectivos ttulos.
Recife, 18 de julho de 1867.
Joo Francisco Lopes.
armazem de untas ra do
dor n. 22, veude se :
Salitre refinado arroba 6*300
Eoxofre arroba 2*800
Impera- &3
SEGUROS
DIMITIMOS
CONTRA FOGO.
A eompanhia Indemnisadora, estableci-
da nesta praca, toma seguros maritimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias emobilias:
aa ruadoVigario n. 4, pavimento terreo
Vinho tnico e nutritivo"

QUINA E CACAO.
DE
BUftKAND.
Esta nova combinacao rene em nma bebida as-
sas agradavel e conveniente a todos os organis-
mos, a qoioa qne om medicamento tnico por
excellencia, e o cacao que contem principios nu-
tritivos asss recoobecidos.
Elle se emprega com o maior snecesso na cura
jas paludas cores, soffrimentos do estomago, per-
da de appetite, digestoes diiBcaltosas, meostroa-
coes difficeis etc., etc.
Deposite espc ial
iu
Pharmacia e drogara de Bartholomeu & G.
34-Ri* larga Rosario34
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Precisa-se de nm escravo de meia idade, de boa
conducta e habilitado para todo o serrtco de nma
usa de poaca familia, a Ma como de uma escra,
va qoe eosinbe eagomae bem, eisaboe o faca
todo o mais srvic> pronrio d nma triada : qnem
j liver e quizar tugar dirija se a' rna da Aurora o.
7fl, andar.
Club Pernambucano
A partida do correte mez, ter lugar na
noitedodia 13.
Albino Baptiste da Rocba, reto-
joeiro e dourador, praca da Inde-
pendencia n. 12, ftz qnalqner con-
cert pertencente sua arte por
pregas mal baratos do que em on-
tra qaalqoer na/te, e responsatwll-
'*a-se pelo sen irabalho ; asslm co-
mo vende reJogii s bons e baratoa e compra obras
velbas de ooro e prata.
Ala*-se om aoleqae deMJ itaot. de idade,
preferiodu-se algoma casa oa> ti preste rivtcos
dd'aoie o dia : a tratar na ra Oirtiu o. 7i,
iMMilllilIlI
tteaco
Antonio Jjs da Coste Araujo.gerente do estabe-
lecimeolo de Bernardo*Alves Pinbeiro, na ra lar-
ga do Rosario n. 17, (az sciente aosseohores veode-
|hdes e aa publico em geral, que tem um grande
sortimento de charoles fabricados dos melbores fu-
mos viudos de coma propria, e por pregos muito
baratos avista de sua boa qualidade.
Na praca da independencia n. 33, loja de
onrives, comprase ooro, prata e pedras preciosas,
tamben se faz qoalquer obra de iicommenda e
tode e qWJaaer concert. __________________
Aluga-se uma escrava
Precisase alagar ama eterava qoe saiba casi-
nbar e engommar e fazer o mais servioo de casa
de orna senhora estrangeira, paga-e bem : a rna
da -eorala Vtha c. 28, an*r.
Alu?am-se
daas casas terreas ns. 32 e 3i, sites na Capunga,
roa da Ventara, junto -ao porto denominado do
Lasstre, caiadase pintadas de novo, ecom commo-
des para familia, tendo cacimba senzala. estriba-
rla aiem de nm grande quintal morado ; quem
pretender dirija-se a ra do Traplebe o. 3, primeiro
andar, qoe achara' com qnem tratar.
Aluga-se o 2.0 andar do sobrado n. 2,
junto a igreja dos Martyrios, bastante fresco
e com commodos: tratar com Antonio
Jos Rodrigues de Souza na ra nova n. 80,
das 7 s 9 horas da manhaa, ou das 4 s G
da tarde.
Na roa do Hospicio n. 13, ama familia se
offerece para lavar e engommar com percicao o
mdico proco. ____________
Prooiso-se de una ama forra on captivo para
comprar e ceolobar, orna sorvicos internos de
orna casa de orna ; pessoa : na travesea de S.
Pedro n.,10, segundo andar, entrada pela rna do
Fogo.
O abaixo assignado para prevenir quaiquer
reclamadlo futura, por parte de qaem porventnra
tenba achadoe negociado ama letra da quaotia de
1:480$, sacada pelo negociante da praca de Per-
namboco Antonio de Moura Roiim, em 13 de fe-
vereiro do correte anno, e a 10 metes de praso,
vencivel a 26 da dezembro do mesmo anno, se-
gundo a declaracio que se acha por mim escripia
no verso da mesma letra, a qual soppooho ttr-se
extraviado por nao ter at o presente chegado a's
mos do sacador, a qnem remetti em data de 28
de marco prximo uassado, estando por mim acei-
ta, faca o presente aonuneio, e desde ja' protesta
centra quem quer que com ella tcnbl ou pretenda
transigir, visto que era logar da letra extraviada,
tenho de aceitar outra do mesmo (boor e de Igual
qoaotia. Sobral 4 de inlbo de 1867.
Francolino Afrodejzes da Silva Tavares.
* ~ ----
Caixeiro
Uflerece se um moco brasilefro cotn pratica do
commerclo e principios de escnptaragSo por par-
tidas dobrada, de boa condueta, do qne da' co-
ohecimento: qnem de seu prestimo preeisar, di-
rija-se a ra Augusia o. 82, qne se Indicara' a
pessoa. ^^^
GEOlBAPHIA
Joaqoim Pires Machado Portella lem aberto. na
easa de so resideocla, das 5 s 6 boras da tarde
om corso de Geographi o Historia para aqaelles
estodantes qae quizerem se preparar para os exa-
mes de novembro. _____
Precisa-se de nma ama ptn o~s>rvico de
orna casa de pouca familia : ni roa do Crespo 0.
18, 2 andar.
"
1




-
Diarlo peruakiM Qnlnta feira 8 de Agosto de 18b7.

i
DO
DRo SEVIAL.
Para o tratamento e cura rpida e completa das molestias syphiliticas, eris a A"
las, rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, infiammacoes cbrouicas do figado
e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras cbrouicas, hydropesias, pleuri-
sias, gonorrbeas chronicas e em ge al todas as molestias era que se tenba em vista a pu-
rificado do systema sanguneo.
Cooslderaees geraes
A saude um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao ens
fermo avalia-lo.
incontestavel que o bomem neste mundo constantemente, e por todos os lador
atacado por urna inBnidade de agentes morbficos que todos tende;, dadas certas e deter-
minadas circumstanctas, a alterar o regular exercicio das funccBes orgnicas, resultaobo
pesse desequilibrio o que se cbamamolettia.
A molestia nao mais de que a desvirtuado das torcas vitaes, occasionada,- d,
gundo as investigacoes e experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela depra-
vado dos bumores geraes, consequencia da acclo maligna desses mesmos agentes mora e
fieos introduzdos no organismo pelo acto da respirado, pela va digestiva, pelo contacto
immediato etc. etc. etc.
A sypbilis infelizmente tem sido a part la da humanidade, e como fra de duvi-
da que esse terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas tao variadas, enfraquecendo
constiiuicoes robnstas, produzindo mutilaces, e cortando ainda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral dos
bumores tem sido desde tempo immemorial o fin constante da medicina, e os purgati-
vos figurara em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
immensos successos obtidos pelo uso deste salutar agen'e unto ua AUemanha, como em
Franca e Italia, o tornam o companheiro inseparavel de quasi todos os doentes.
Sendo as molestias, como cima dissemos, devidas s-lterac5es dos bumores, o
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode serempregado vaoiajosamente na sypbilis, erisy-
pelas, rheumatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, inQammages chronicas do
figado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, bydropesias,
pleurisias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que se tenha
em vista a purificacSo do systema sanguneo; pois que orna pratica constante tem feito
ver que elle indispensavel nos casos gravissimos para miporar os soffrimentos, e pre-
parar o doente para medicacSes superiores\ e as menos graves a cura a conse-
quencia do seu uso, convenientemente repetido.
As substancias que entrara na composicao do Elixir depurativo do Dr. Sevia j
pertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-1
eias depurativas e antisypbiliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das eyau-
acSes alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus syphilitico quando este virjem.
tem feito erupc5o no exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne taui
bem os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella anda no
estado de encubaco, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beneficio
mmenso, tanto mais quanto neste estado os individuos ignoram completamente se es-
to contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua accjto so-
bre o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias medi-
camentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qbalidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
tado, mu tas vezes, hydropesias, que quasi sera pro terminam pela morle do doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
sas asseveracoes, porque sendo um medicamento tao simples Da. sua composicao. a
pratica tem confirmado sua utilidade.
nico deposito em Pernambr:
Na botica e drogara
DE
Bartothomeo Companhia.
34RA DO ROSARIO LARGA34
USA DA FORTUNA.
Aos 6:000^000.
Mlhetes arantldos
ARA DO CRKSPO N. 3ECASAS DOCOSTUME
O abaixo asijinado venden o seos muitu (eli
es bllbecespar'in.ti'lu ti lotera que se acal n
deextrahr;- btartldin das ln*h 'tos volunta-
rios da patn rjiawiwi iir^niln.- :
N. 304411 h-ta mieiru c ra a fOric > G:t0e.
N. 16.ii .Ion- n>- rii -oile '* *:W*|5
N. 35 11 iii tmie iuitiri r-iiin a -ule. rft- 60 i.
R. ISSK m-.i* Mh'if r. .id -me t 300*.
Eoqh.- uta rfin 4* lou, V"* lu*.
Os po--ui i.ii-- i>ci tu vii rw'-bn resper-
, na -a-.
ua i* h'i'
ivospri 'ii < u mmiihiI"" ii
daPoNuria ra &** D. i'1-
Acb3iu->c u h.uj ua J. I' i 1.
a beneficio do patrimonio d.s urphos^.'ii >
trabira' seguuda-fira 12 du correr-' .
Preeo.
Bilbetes.......... ><
% Meios............ u
Qaartos.......... i500
Para ai pegatas que comprare de 10Q.SO00
paraeina.
Bilhetes.......... 5*500 u
Meios............ 2*760
Qaartos.......... 1*375
Manoet Marti?-! Fiara.
COMPRAS
m Moedas de ouro.
Nacionaes e estrangeiras assim nomo libras
esterlinas : campram-se na roa do Crespo u. 16,
primeiro andar.______________________
Compra-se moedas de ouro de 20*, 16*, 10*
e 9* a roa da Crot n. 3.
, Compram se patacSes e prata braslleira li-
bras esterlinas moedas, de 9*, de 10*, de 16* e
20* por malor preco do que em outra qoalqaer
parle: na ra da Cadeia loja de fazenda* n. 58.
Moedas de pratu
nacienaes, assim como patacos portugnezes e
hespaobes, compram-se com premio : na ra do
Crespo n. 16, primeiro andar. _____________
Libras esterlinas?
Compram-se com bom premio : na pra-a da In
dependencia n. 22.
NJECTION BROU
Compram-se escravos
Silvino 6nilherme de Barros, compra, vende e
roca efectivamente escravos de ambos os sexos
de todas as idades : a' na do imperador n. 79,
e-rceiro andar. ___________________________
Pataces
Compram-se pataces hespanhes, portuguezes e
brasileiros de conbo aotigo, em casa de Aiamsoo,
Heory & ., roa da Trapiche novo n. 40.
253600
Comprase na loja de oas do coracao de ouro
o. 2 D, roa do Cabug, moedas nacionaes de 20*
Ouro e prata em moeda
Compra se por maior precn do que em outra
parte : na roa Nova n. 31, loja de ferragens.
i/uto e prata
Hoedas de ouro e prata nacionaes, estraogeiras
de todos os valores se comprara na toja de ouri-
ves junto ao arco de Nossa Senbora da Conceicio,
roa da Cadeia do Recife, assim como onro e prata
em obras velhas, brilhantes, diamante- e se paga
bem. _^______
Compra-se
cobre, lato e chumbo no arma:em da ba rama-
relia no oito da secretaria de polica.
Compra-se ouro e praia em obras velbas :
na praca da Independencia n 22.
;1}t-ulr lulalllvrl r i'rrcril>, bMluUOKM* uici que cim Mm uenluim iddiuio. Veutfe-af
lu pr.cipirt boiir > nuMlo. (Riif if a t*nw anV (! MimU.) tari, aw
*- taiui amor hwl uj, lia.
VeBde-se na pharmacia de P. Maurer 4'C, ra Nova.'


DE
CAROBA
PREPARaDAA FRI
POR
Al UlMTE CMORH
Pharmaceutico pela escola de Paris e successor nesta cidade
DE
Aristide Saisset e J. Soum
22.------Ra da Cruz-----22.
Libras esterlinas
Compram-se no escriptono de Antonio Luiz
O jveira Aievedo C, roa da Cruz n. 1.
de
2*0600
por moedas de 20* : na rui d-j Crespo n. 16,
meiro andar.
pn
Compra-se
moedas de ouro brasileiras de 20* : na ra da Ca-
deia do Recita n. 16. aromen de Adriano, Cistro
& C
Compra-se
Libras esterlinas : na ra do Cabng loja de
mitidezas de 4 pjrlas n. I B.
Compra se na relloaco das Cinco Ponas n.
01 carvao animal, 100 arrobas ; "quem tiver pro-
cure oo aonuncie.
Comprase qual|uer casa de negocio era
poolo grande a pequen) oq mesmo garapeira de
rancho Da Estrada >va al Catanga'ou em qual-
qu-r arrabald^ de>la prac ou mesmo aluga-se al-
gn:n itioque tenba as proporcoe e em logar
a[ir>p|-riado para buiar-se estes negocios e com
comm )dos para familia, agradando nao a oiha a
preco : quem tiver pode dingir-se a ra do Cal-
deireiro n. 10.
Comprase com premio moedas de !00 e 300
rs.de prata : na ru do Crespo loja n. 8, esquina
ds ra do Imperador.
VENDAS
Mi
Tratamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, uera outro qualque
mineral.
Verdadeiro purificador do sangue sem azcugue.
Especial para a cura de todas as molestias que tem sua origem na impure a do
sangue, como sejam as molestias boobaticas, syphiliticas, escrophulosas, darthrosas, quer
venbam ellas por bereditariedade, quer sejam adqueridis pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos virus que contaminan! o sangue e os humores.
A earoba um remedio prodigioso, usado desde remotas eras pe'os indios
do Brasil, e passando seu uso de geracSo em geraejo, hoje um dos remedios mais co-
nhecidoscomo proprio para rombater as molestias mais hediondas, entrando nesse nume-
ro a morpha ou elephanliases, p-ra cujo curativo os nossos sertanejos consideram a
earoba como remedio especifico.
A muito tempo entrou a earoba nos formularios como preparacSo magistral
sob a forma de eieictuario, ainda hoje leeobrado as pharmacopas com o nome de seu
celebre autor Jo5o Alves Carueiro: nao ella portanto remedio novo nem desconhecido.
0 ungento de earoba da mesma sorte preconisado desde tempos immemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boohas e ulceras syphiliticas srdidas,
e eTopregado com proveito depols de improficua applicaco de muitos outros agentes
tberapeuticos enrgicos e de uso quotidiaoo.
Muitos dos nossos mdicos de consideraco e entre elles o muito distincto pratico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Alhaye Lobo Moscoso, tem conflrmadD por meio de ex-
perieacias repetidas, o que diz a fama das benficas proprieda les da earoba no trata-
mento das boutias, das diversas formas sob que a syphilis se apiv.senta e muito especial-
mente as que teem sua sedea petle, e poderiamos relatar algurn c-isos de data muito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo ein que a earoba produzio admiraveis
efleitos, depois de innteis e prolongadas applicac5es de salsaparrilha, mecorio, iodo, ou-
ro e seos preparados, etc., etc.
Nao era possivel que urna planta lo notavel por suas ioappreciaveis virtudes es-
capasse a perspicacia e investigacoes dos mais abalisados praticos europeos, que se ap-
pcam com especialldade ao estudo e tratamento das molestias syphiliticas e herpeticas
e para prova abi esjSo os Srs. Drs. Casenave, Schurfer, Ricord e outros dando as mais
lisongeiras informaces sobre as propriedades curativas da earoba e pi econisando-i como
remedio poderossimo para o tratamento das erupces cutneas, seccas ou suppurativas,
darthros de todas a qualidade, ec emas, ulceras de diverras niturezas, tumores, osseos
e.outras muitas m-lestias de natureza sypbi itica ou boubatica.
Por ter-se generalisado muito o uso da csmela da earoba que eu pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar em suas observacoes,
deliberei-me a ter promp a urna quantidade da mesma essencia, obtida sen a acc3o do
ogo, para n5o prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante eacon-
trar-se-ha na minna pharmacia sempre e em porcSo sufficieote para todos os pedidos a
ESSENCIA CONCENTRABA De CAROBA, e o ungento da mesma plenta para que nun-
ca fallem aos Srs. mdicos que quizerem esperimentar t5o precioso agente*medicinal.
Recife de Parnamhnco, 17 de outubro de 1866.
V'TSta Caom.
bom andador de ba xo
na i na do Jasmim na-
ATTEiW
/Vo armazem de faztndas de
Santos Coelho, ra do Quei
mado n 19.
Kival sem segundo.
Riia do Qaeimano n. 4.
Qaer acabar cam as fazeidas abaii*
meado nadas.
Qaeiram rir ver qoe bom t baratistiaw.
."oalbas da labyrintho com' tico, faianda boa a
3*S00. .
Carreteis de linba com 100 jardas a 30 rs.
Grvalas pretas e de coree muito finas a 500 ra
'nizas de o^reias de massa muito novas a 40 ra.
Hiladores para espartilho de cordao efluid
ris.
Carreteis de llnha Alexandre com 400 jardas a tor
ris.
Bom e barato
Cambraia de cores matisadas finissimas a
800 a vara.
dem brancas transparentes finas da 4,'
5*000, 6,5,14, 8& e 9*000 a peca com 10!
jardas. I
dem branca tapada de 8 e 9* a pega ,
com 4% latvias resmas de papel almaco mano bom a 2#o00.
dem branca franceza muiio larga a 9* a Jito8de dlt0 blKltaique verdJeiros a 1*000.
peca com 8 varas. Ditos dito falso a 800 rs.
Baloes de 35 e 40 arcos nesgados para "nos de macagar perola a 200 rs.
senhoras a 4500 Jabonetes mno finos a 60, 160, 200 320 rs
dem i. 35 e 40 eom ferruge, .,S*n?SrUr2U.
lUU ,;' e^ Jia froxa para bordar a 20 rs
' rso para espartilho a Wrs.
'": ce- < rr. unta roa mono boa a 240 e 320 T
eenies vuiteados para regacar cabello de meniB
IOO
regacar
a 32a
Tascos de macaca' oleo muite fino, a 120 rs.
'.botoadoras muito finas para colletes a 500 rs.
"artes de liaba branca e de core? a 20 rs.
libra de ?ra preta superior a 100 rs.
.scovas para tato, fazenda boa, a 600 rs.
100 rs.
Pecas de bico estrelle com 20 varas muito benito a
i #000.
Varas de papafina de diffeientes larguras a 120,
160 e 200 rs.
Clisas de palito bailo a 40 rs.
Calas de palitos de seimraoca sem enclnfre a
60 rs.
abneles de familia a 100, 160 e 240.
Grosas de botSes de madreperola para
500 rs.
Caixas com soldados de ctnmbo para meninos a
120 rs
Cartilha de doutrina rhrisia a 320 rs
Latas com superior bauha a 200 rs.
dem de mursulina nesgados a 5<$.
dem de crochet a 5.
.dem de mursulina para meninas a 30 e
3*^00.
Saias bordadas a 5*.
Cambraias admascadas para cortinado a
2tf a peca com 20 varas.
dem para forro a 35 a pe?a com 10 jar- Varas de"franja Vr7nca""de""ioboUpara toalba 1
das.
Cambraia de linbo muito fina de 6* e 9* a
vara.
Madapoles finos de 6& 70, 80, 90,100,
110 e 120 a peca.
Platilha de algodSo superior fazenda para
saias a 30200 a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 20600.
Lences de hamburgo fino a 20400.
dem de bramante muito fino a 30200.
. Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Guardanapos de linbo adamascados a...
30500 a duzia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 20 a vara.
Algodo entestado com a mesma largura
a 10100 a vara.
dem trancado de algodao a 10600 a vara.
Toalhas aleochoadas de linho lisas a 110
a duzia.
dem de algod5o felpudas a 13*0 e 140
a duzia.
Colchas de fusto a 60000.
Retondes de fil preto a 60.
Chales de fil a 50.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
20 20500 a duzia.
Lencos de cassa finissimos a 30200 e
306O a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 10000 a vara.
Grosdenaples preto bom a 10800 e 20
o covado.
Morantiqoe preto superior a 20800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 800 rs, a
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 20500 a vara.
dem de linho com 5 palmos a 10200 a
vara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Riquissmos basquins a 250000.
Assim como outras muitas fazendas que
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de ludo,
Aviso agradavel.
Soma cares Irmo.
Roa Nova n. 28.
Vendern :
Lionas mudo superiores em novillos sortida a
000 e SJoOO a libra.
Dita mais inferior a 1*200 e IJ500.
Dita do gai, preta, branca e de cores, em cal-
as de 40 novellos, 600 res.
Dita em caixas de 50 novellos, branca, a 7
res. '
Dita em eiixasde 10 novellos grandes, a 540
res.
dufia* b"nCa 6 Preta' em e,rt*M lt0 Ttis a
15200
jardas, a 360 res a
ICO
Dita de Alexandre, carros 200 jarda?, a
a dujia.
Dita em carro?, com 80
doxia.
Agalnas de fundo doorado muito finas, caixa a
220 res.
Ditas inglea?, sortidas, Inefro 700 res.
Grarrpas com cabeca de vidro, duzia a
reis.
Ditas lizas e crespa*, mago 30 e 60 reis.
Colxete em caixinhas, dotia 640 reis.
Dito em candes, duzia 600 e 900 res.
Espoleta? verdadeiras, B B, caixa 100 reis.
AlQnetes em cartas grandes a 140 reis.
Ditos em cartas menores, 100 reis.
Ditos em caixas com meii libra, 320 re?.
Botes de madreperola para camisa, grosa
e oOOreis.
Diios de osso para cale, groja 200 reis.
Ditos de Uuca, grosa 160 e220 reis.
Ditos decmoedinba para pnnbos, a 15600
a duzia.
Pentes para alizar, duzia 1*160, 2*200 e 3*000
reis.
Dito; muilo superiores para bixos, duzia 2*000
re?.
Ditos para cc, duzia 1*500, 1*800, 2*400 e
3*400 rei?.
1 Phosforos de cera muito superiores, duzia de
camisa a caixinhas 320 reis.
Baralhis francezes muito b'uos, 200 reis.
Dilos portuguezes muito bons a 120 e 160 rei?.
Espelbos em qaadro doorado a 120.
Trancas lizas e de caracol, pega a 40 50 e 60
reis.
Fila de 13a para d.-brum, vara 100 reis.
Dita de algodo branca, peca 240 reis.
Dita de Nono, peca 40 reis.
Lia de todas as cores para bordar, libra 6*000
rei?.
Garante se cinceridade e baratisslmos preces
RA OVA N. 28.
460
res
PHARhCh
Vendp-se mel : a tratar a roa do Apollo n. 4^
VNDESE
No fapicha Birlo do Livramento no Forte de
Mal) o. lo, vende se farinba de mandioca de
mono saperior qualidade, pelos baratsimos pre-
ces <1<: 3*000 a 3*800 ris a saeta, que a vista da
fmula e o barato prec" oinguem deixra' de
comprar.
Vende-sa um cavallo
a esquipai, novu e gordo :
mero 2L _____
'Vende-se um sitio com orna das melbores
casas na Boaviagem : a fallar ua roa da Madre
de Dos n. 14. _____________________
Ar dos americanos tify
Samuel P. Jjhu;to & Cf tem para veuler supe-
riores aran is amercaaos : a ruada SenxaJa Nova
o. 42. _________________
Itio Grande do Nerte.
Vende-se ou peroota-se por urna barcaca a pru-
priedade Palmer* dos Veados, no termo do Ceara-
meirlm, dtsla provincia, -com grande maquina
triangular do ferro para moer cann, caldeiras
lambem de ferro, aUmtiique de cobre e casa de
vivenda. fyitm 580 bracas de frente o terreno
banhado pel rio Cear-meirim, proprio para plan-
taco de canoa, lendo mais de meia legoa da lar-
gura, comprehendendo lambem a risco. T ea de 900 ps de laraojeiras e limeiras, grande
coqoeiral e outras arvores de fructo.
Esta excelleote proprledade vende-se por sete
conlos de ris ou permutase por urna barcaca
qoe lenha igual valor ; quem pretender comprar
00 permutar, dirija-se na cidade do Natal ao Sr.
Domingo< H-nrique de Oiivrira, 00 Cear, aos Sr?.
Barroso & Hoerih, oa Parabyba ao Sr. Francisco
da< CbAgas Galvo e em Parnambuco aos Srs. Tas-
so & Ir roaos.
Vende-se a casa o. 19, sita na roa travessa
dos Pire, edificada no sitio do desembargad ir Fl-
goeira de Mello, por barato preco por precisar de
alguos reparos : a l-aiar rom Maneul Igoaclo da
Silv4 Teixeira. no largo da Saota Croz, padaria n.
I, 00 com o Sr. correlor Uliveira, qoe esta' oto-
nsad".
GRANDE BAZAR
ra Nova n. 20 e 22
Machinas pa a costura do autor Wheeler
Se Wilson, cegadas ltimamente da Ame-
rica; as quaes pode cozer-se com dous
pespontos, toda e qualquer fazenda, emba-
inhar, frapgir. bordar e marcar roupa; tudo
com perfeicao.. Sao to simples, que com-
prehende-se fcilmente a maneira do traba-
lho e a pessoa tendo pratica de coser em ma-
rbinas, pode azer por da o servico que fa-
ciam 30 costureiras.
Chama-se este estabelecimento a atten-
f5o do publico, visto que elle se acha com-
pletamente sorlido de objeelos de gosto,
como bem leqnes de madreperola e de sn-
dalo, fvelas, fitas para cinto, cokes perfu-
mara e etc,
Na ra nova n. 20 e 22. Carneiro Vian-
na &C.
^Pharmaci.i especial horneo-^
pathlca do Dr. sabino 0.f
L. Ploho. ^
Cha de Ia sorte para uso das Sj
pessoas que se tratam homeopatbi- B
lamente. H
Vende-se em pacotes de libra a m
30200 rs. mk
Ra Nova n. 43.
mmmmm na mmmm*
Prc^o admira ve I
Tintura para cabello de chromacome, cooteodo
cada orna caixa dous frascos e doas bscovas, pelo
baralisimo preco de^lSOO, riqoissimos cornoadvs
para c/ot e jnneils?, muito bons cortes de seda do
melbor gosto e qulidad.3 posval. siol"s a jardi-
oeiro, maula de Ci preU), rioainado de linho
rao e araucv, ludo por uracos incito mdicos,
hem assim como um coffiplft) sortimeoto de la-
xendas de todas a< qaaliddes, que sfjc'ora a vista
do fregoez e io1erao enumer;r; na loja da roa
do Graspo n. 8 B de Fernando Gomes da Silva
i companbia.
DE
Joaquim de Almeida tinto
A jurubeba contra o ingorgi
tamento do-figado e do bago
Eme extracto alcoollco, emplas-
tro, oleo, tintura, plalas,
xarope e tIuIio
A jurubeba nma das substancias medi-
camentosas que pertencem ao remo vege-
tal, e pertence a classe dos tnicos e desobs-
tru entes, sendo em pregada com vantagem
contra as febres intermitentes acompanbadas
de eogo gitamenio de ligado e de hago. Ella
tem sido apphcada com incontestavel pro-
veito contra a anemia ou chlorose, e hydro-
pnesia, catharro da bexiga, e mesmo para
combater a menstruaco difficil, resultante
da mesma anemia ou chlorose.
Depesilos geraes
Em Pernambuco, ra larga do Rosario
o. 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
Dourado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs, Cascao & C, Macei, pharmacia do Sr.
Claudino, no Havre, pharmacia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, na pharmacia do Sr. Feij.
Sedas largas
A 2* o covado
S na loja ds pauto.
Vendern se moderoissimas sedas com largura
; de cbita franceza, sendo com padroes modernos,
leudo entre ellas cores proprias para quem est de
lulo : vende-se pelo barato preco de 2* o covado :
grande pechincba : na loja e armazem do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Cortes braocos
A 300 rs.
i Vende-se bonitos corles de cambraia branca com
bonitas barras bordadas e teodo lambem algons
com bonitas barras de cores ; vende se pelo bara-
to preco de 5*, na loja e armazem do Pavo, roa
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Alpacas de toces
AoOOrs.
Chegaram as mais bonitas alpacas de cores para
vestidos com desechos miodos e graudos, tendo
largura de cbita franceza, e vende-se pelo barato
pteco de 800 rs. cada eovado ; grande pechin-
cba : na toja e armazem do Pavo, ra da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Bramante a 2$.
Vende-se superior bramante de linbo alvo com
10 palmos de largura, pelo barato preco de 2* a
vara : na loja e armazem do Pavo, roa da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
igolo avariado
Vende-se pecas de algodo largo moito encorpa-
do, pele barato preco de 5*600 a peca : na loja e
armazem do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Reta Ibes
Vende-se urna porco de relalhos de chitas e ci-
ca pretas, por preco barato, na loja e armazem do
Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Sedas a 320 rs. o covado
Vende-se um L nio sortimenlo de sedas de lisias
' que seoajee se veoderam per muito mais diobeiro
je liquidB-se pelo baraiissimo preco de 320 rs. o
i covado, s para acabar : oa loja e armazem do Pa-
vo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama A Silva.

PILlIilS
Xarope e rlnko ferruginoso 4e
jurubeha eom pyrophosphato
de ferro.
Cblorcse, anemia, escrfulas, raebitismo, blennor-
rhagia, leoeorrba. febres intermitentes e ame-
norrha (menstruaco (olorosa e irregular)
etc., etc.
Ha moito que tiohamos em vista associar o ferro
as oossas preparacoes de jurubeba ; mas levamos
lempo a experimentar anal a preparaco ferrogi-
nosa, i|e mais conviria ao organismo homane,
vindo por flm a decidir nos pelo pvropbospbato
de ferro, com o qnal podemos prepara r os nossos
xarope e viobo de jurubeba ferruginosos.
Temos a observar, porm, qoe o oso dos medi-
camentos de jurubeba com o pvropbospbato de
ferro nunca pode occasionar a pblysica as pes-
soas ainda as mala delicadas, como mnitas vezes
tem atontecido atea pessoas robustas, qoe se ho
servido do mesmo melicamenlo preparado com
ootras sobstaneias ferruginosas, por isso qoe o
pbosphoro debaixo da forma de pyrophospbato,
um meio propbylatico reconbecido iofallivel con
tra esta terrivel affeceo.
As preparacoes de jurubeba, a qne bavemos as-
sociado o pyropbospbato de ferro, sao mol provei-
losas no tratamento das molestias das senboras,
laes como a chlorose, anemia etc.
Estas molestias manifestam-se com os symplo-
mas segointes :Descorameoto geral da pelle e
das membranas mocosas, magreza, incbaco das
faces e das pernas ; excitacao Bervosa. hyste.ru.
mo, melaucolla, debilidade muscular, dores ne-
vralgicas, pulso mais frequeote do que no estado
de s'de, calor febril, pelle secca, appatites de-
pravados, vmitos, pri-o de venlre, meosiruacao
olorosa, Irregolar, pooco abundante, descorada,
nuil), flores brancas, ameoorrhagia e infecondi-
dade.
Dste estado espantoso, alias to ordioariam ote
reconbecido entre nos em eresciHo numero d se-
nhoras, desapparece s com o prudpnte oso das
prepararles cima.
nico deposito destes medicamentos:
pharmacia de J. A. Pinto, ra larga do Ro-
sarion. 10, em Pernambuco._____________
rriaco dos pulmoer. angi-
nas, tosse, escarros de
sangue, crupo ou garro
tiiho, catarro, rouquidao
e todas as innumeravei molestias qoe affec-
5o aos org5os da respirado
DESAPPARECE
ediante a acco da balsmica e irrev
ANACAHUITA

GRtNDE BAZAR
RA iNOVA N. 20 E 22
Xanpe de salsa parrilha do Para
OU DEPURATIVO DO SANGUE CSAD0 AS SOLES-
TAS DE PELLE, IMPINGENS, DORES RHEUMATI-
CAS E ULCERAS VENREAS,
laico deposito
Pharmacia d > Pinto ra do Rosario larga
numero 10.
" Veode-so, um sino oa margem do rio Capiba-
oibe : a tratar oa_'ua do Qnelmado o. 18 A.
Fundiyo dAurora em
Santo Amaro
Completo sorlimentc de unas batidas e lonai-
das, alambiques de todos os tamanhos e f indos de
Vende-e uma escrava moca perftiu coslnheir 1 ditos, raoeodis de todi* o tamaohs de superar
e boa eosommadeira, para \t e tratar oa roa Di- <|oalidade, crlvis < boceas d (oroalha. o que todo
re*. n. 80, pnmetr> andar. | se rtc por cjitmodo precc.
Vmdejn se ciuco
roa do S cfg> n. K.
vacuas e uva Cfi : na
Atten^to.
. Machinas para descaroejir algodSo. do me-
lbor autor que tem apparecido na America.
E' tal a execuc5o do macbinismo, que o al-
PEITORAL de KEMP.
aianacaliuita mexicana que d o nome es-
pecial este incomparavel remedio, urna
arvore, cuja madeira por muito tempo se
ha usado no Tampico para a cura das -
fermidades cima mencionadas. Foi tam-
bem ensaiada e approvada pela academia
medica de Berlim. O peitoral de Kemp
um xarope delicioso inteiramente livre de
opio, acido hydrocyanico e outros ingre-
dientes nocivos.
A' venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo 4 C. e P. Maurery C, e em todos os
estabelecitneptospbamraceuticos do imperio
Aos agricultores
Saonders Brothers & C. acabam de receber de
Liverpool vapores de torca de 3 a 4 cavallos com
lodos os perteoces e moi proprtoB para fazer mo-
ver machinas de descarocar aUfodo, podendo ca-
da vapor trabalhar at com 140 serras, tambero
servem para enfardar algodo oo para ootro qual-
quer servico em qoe usara trabalbar com aoimaes.
Ox mesmos tambera lera a venda macbidas ame-
ricanas de 33 a 40 serras : os praiendeotes diri-
jam-se ao largo do Corpo Santo n. 11.
Esle-estabelecimento acaba de receber lindas
ehapelioas para seohora, ricas clxiDbas para cos-
toraa, ditas para i oas, pentes doorados para coco,
Hveaa moito ricas, assim como cintos e pnlseiras
da olrtma moda de Pars, entrnelos e babadinhos.
bonitos loocadores deorados e de Jacaranda, espe-
lbos escossezes de diversas lmannos a ricos cai-
vetes para senbora, voltas para peacoco, gravan-
mencionar, tono por precos roui-
raa da Imperatriz n. 70, na loja
god3o sahe quasi t5o perfeito como O de bu- nn>8t b|C0 de seda, dito de algodo, labyrintho. e
landeira. Recommenda-se a attencio dos moiios notros objeto de aparado gosto, qoe se
Srs. agricoltores, estas machinas. SSSo0.'"
' Por Mo preeo *u*m*.
Vende-se a dlonairo on a praio a armaco, gai,
calima e todos os perten;es e alf oos *enero oa
uberna da rna Imperial o. 215, mallo pr prla pa-
ira principiante.
Sbvada
V
I Vende-se evada muito
n. 30, 2J500 a arroba.
nwa : na roa Dire:ta


torio 4c Pernambuc
MMff4>* 8 ^^ip^a^.
1
BA 1M> HlUn 38
0 proprietano dest etbefecimento deseja chamar a atiendo dos senbores pro-
prietarios para os acreditados mechaoismos qae contina a fornecer ; os qas garante
er comsempre. da melhor qualidade possivet:
Machinas de vapor
forca de um cavallo para cima. As menores sio mui proprias para motores de descaro-
Aa iftvpeitw publico peambncano pede-se
Allenem
tanteiga ingleza
camentosde aloda"o ; ellas viajam armadas e podem trabalhar dentro de 24 horas, depois 320, 500 800 e 14 s oo armazem e acha vista.
de chegarem no lagar. Ellas teVam tuda fjnanto preciso pira o irabalbo, e diversos so-
brecelleates. As machinas maiores slo proprias para i moagetn de caaaa, e ba deltas
que podem junta e separadamente moerowoa e de'carocar. Ellas podem-se applicar a
qnakjuer r.oeoda ja existente sem outra mudanca do qae a substiloic5o das rodas da alman-
jarra, ba lamben cora, mueada junta. Ellas tem depsitos d'agoa e boeiros de ferro, e
nao precisam para sen asseatamenlo de obra alguma, qur de carapiua, qnr de alveoaria.
O tempo para assenta-las oSo excede de doae dias1 ao mais, e em casos de mortes de ani-
maos on arfombamentos de acudes, etc., garante-se o assentamealo em pilo das. Todos
estes vapores sao simplissimos na coastruccao, e ee.regam por qu ilquer pessoa intelligente,
a faoilidade da condacco senda especialmente considerada, tanto qae nao ha logar emque
o5o se posea ceadozlr, qdr por Ierra, qur embarcado.
Lembra se aos senhores de engento qae a Venda dos aaimaes e o servicio da
gente occupado no seu.lralamento os oSo de recupe.it' damaior parle da des pea do
vapor, deixindo-lbesa vantagem de ama moagetn certa e accelerada ; e acabando com a
despera da compra eoninaada de owos aoiajaes, e com os desgastas do trab-altio que se
tem com e les.
Sera tal vez ds'necessario lembrar aos compradores de vapores a vaotagem que Ibes
resulta de comprarem suas machinas garantidas em urna fabrica, tendo artistas compe-
tentes para assentar as mesmas e ensioar a manara de trabalhar com ellas, e jprepa-
radas para arremedar qualqtier desarranjo; facilidades estas que jamis podem encon-
trar comprando as aos simples negociantes, os qoaes por falta de eonhecimento na ma-
teria nem se qur podem garanti-os de qae as machinas que vendem Sejam proprias oo
suflficientes para o trabalao m que se qneira emprega-las, e no caso de desastre n3 po-
dern prestarles soccorro lgam; sendo que anda quando venham s fabricas para con-
certar as machinas albeias, torna-se-ba preciso fazer repentinamente moldes novos, etc.
para as pecasestragadas. J numerosas vezes estes vendedores tem representado seus
vapores como sendo de forca mui superior i sua actual e verdadeira forca; equivoco
este qae nao so engaa ao comprador acerca do trabalho que possa tirar do vapor, mas
tambem da lugar ao pagamento de um preco excessivo, vista da forca real da machina
qde comprara.
Tambem ba sempre prompto rodas d'agua de ferro, sarilhos com cruzlas para as
mesmas moendas de canna de todo o tamaoho, rodas de spora e angulares, parpes ou
joches para recebar o caldo, crvos e portas de fornalha, taixas de ferro%il*to,Arjflido e
ie obre, -formas de ferro gaivanisadas para purgar assucar, bombas simples e 4 repiv
cho, alaibtpiojf de rfecio.iids* rodas de carro, arados, fwfet., ewbadas avlloie ou-
tros instrumentos de agricultura, moinbos e foruos para fszer feriaba e Analmente todo o
objacto te ai^hanismo de que se costuuia precisar.
f*I-i fohevn4 #* fiTanrt rtrnac rwiw.ic i un^imiTiOn"
9 solidez. O gra/i ie deposito de pecas e objectos abilitam-ta moito para'est^ thn.
O proprietario ser sempre mui feliz de poder aar nforraaeoes ou oatiCietOt
aos senbores que se servirem de seu presumo.
D. W. Dowman, eogentart.
pKaMtfflSi
M-aateiga franceza
em libras 560 e 640, effl barrte s;farr rJifferenca.
Bnha de, porco
em libras 320 e 38\ em porcSo se far differenga.
irudas
em calda Pera, Pecego, Rainha Claudia, Alperxe e outras muitaYSoO .e'fttO'a lata.
RrvHha*
Portuguezas 640, fraaceaos 900.
Fama
em latas do Para e de albaaeque, lata f^ e'10200.
obj de mllho
em pacotes, 'dita da trra 400 OQOa'lfora.
viuho ann
de Bordear em caixa a dtuia 5&,gt#rfa 500, dito de 84 afluia, 808 a garrafa, dito a
14)) a duzia, J02OO a garrafa, dito do PoW a 8#,"t2#, 18$, 24]$, cmasde doria, assim
coWO'agoelracaBtfda 30500 e *0, & JA A Lisboa 2f?80O, 3jJ e BflSOO-a qualidade
convida.
as
em lata de 5 gales e maiS'peqosnas i *oVAadedo eomprador, era-garrafa.
Alpiste
i.40 e l'-'Oa lllra; paBO iOfttflifera.
Azelte
em garrafas a 800 e Af.
CHARUTOS ------
em calxa de 50-pet i&,dttosMtoliJKtt; Trovadores e Parisiensej em caixas de 400, ditos
da Expsito caixa 5)5, ditos de Regaifa"eaixas com iO a'25OO e outras multas marcas
que s na presanca dos1 compra dores.
IEZNTOS
de lamego em barril, ditos de fiambre o melhor que ba no mercado por prego que faz
admirar !!
DfOE! DENOTABA
eaixes de 560 fino, ditos d 4#9t>0>quB 'parece marmelkida, tffto # laa auite 'fioa
qualidade a tgMM
6SETA5
Gom doce'secco a i$ t$&.
'QU DI JOS
Loja do Gallo Ylgilaiite
DE
Guffifriei&yrfilas
RA DO CRESPO t. 7.
Os donos destebem conhecido estabeleci-
mento, tem a honra de avisar ao respeitavel-
publico, e com especialidade aos seus nu-
merosos freguezes, que aqbae de fecber
um completo sortimentode objectos de mul-
to gesto e de completa novidade oeste mer-
cado e que-os endorecebide ewdiretara,os
poderfio vender por menos qne oatro qul-
qaer.
Rtquissimos leques de madreperola
branca.
'RequissiMs leques de madreperola preta.
Lindos leques de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninra.
Leques de fa'ras muito hados.
'!Dftos de ossos.
Liados port-bouquet com cabo de madre-
perola ptoprios para casamentos e bailes.
Lindos ciatos para senhoras com fi ellas
e flvellas de differentes qualidades e gorto.
'Heqoissimos etfeites com coques e sem
elle.
Luvas dejouvin. inteiramente aovas, braa-
cas, pretas e de-cores.
Lavas de Sida, Bo da escocia, slgodao e &r
outras qnalidades para sehhora e hornera.
Liadas trancas pretas e de cores c >m ve-
tsmw) Jos Germann
.RA IOVA N. 21,
acaba de recUber'ttm lidoe magnifico sor-
tmenlo $ octiroB,1dhefos,1nB0ctih)S, i-
timo e mis apurado gasto da Earopa e ocn
tos fle alcance para ibsetvaicSes e,pafa s
martimos.
"~1nm sn "sun
Ra do QHciiUiiie o. A, lo Ja de
mioaecas
r i nDB "
Jos Bigotnnfia
Varas de Jabado bordado do Port a 900 rs.
Carreleis de reiroi .preto com duas oitavas propiio
para machinas i 500 r<.
Asoths para DJacbrnai 'JJSW.
Prego ffanfeTes da todos W tamaahos a 540 rs.
Grozas de botoes de ossopara talca a 300 rs.
Espelbos doarados. omito finos a 1^000.
Ci.ixascooi linha superior para marcara 240 rs.
Carrltets dereteoz e'Bs ^stores a 80 rs.
Praieet d'af oti'te GoJoBiaftutto mperlor 809 ri.
Frascos de ojeo mono tino s 560 rs.
Pecas de tranca branca de caracol a 60 rs.
, Duzia de tesoaras pequeas a 480 rs.
drilho e sem tile, assim como hhdtSSimas Frascos d'agua para'iinpar dente? a'800ts.
la fbrica fazeraooras aows a eucommeada e^wncertBs, coa s naaior pns*ia ^ vienteioem latas chesadn dpI-. vanw fipida .lito-FI-imumm-i irw ihwatc snrrrr.
z. n trranift ^a nsito Ha dacjs e obiectos hahilitam-ia AnitA.wini'Mt4!tai. T./6^0..10 l,as cnegaue peto vapor wmaa, amo i iaausfi.HOTPs^W]
yie ba nd mercado.

X


DE
.


1ZETEDO fe FLORSB^
RA DA OADEIA N. 47
Madayoldo Superior madapolo camiseiro que val 8$ a 6-5.
Dito que va! 7 a 5.
Chita do balo.
Bouitas chitas cores fisas e panno fino a 3oo e 32o rs. o covado.
Balees c randa.
Os mais modernos oafas de arquinhos finos, que por isto se 1onam recommen-
laveis ao bello sexo.
Ceroalas e c misas.
Ceroolas de bramante francezas a i56oo.
Camisas de pregas largas que valem 3^ a 23.
As m&ias ingle zas do baldo.
Superiores tos'ctiuas para-homem qoe valm 9& a 14.
Rnu a feita do balo.
Sortimento de caigas, paletos, toletes de brim, panno fino de casemira, ludo por
prego commodo,
enle muitos outros objectos e por insignificantiss:mos pegros.
AZElTiNAS
de elvas como o"mert;ado' dSo temos a i$ a'tfa, em barris do Porto \4 como n5o ha
melhor.

t
guarnieses pare eofertar basqoiries botoes
para os mesmos.
Lindas toaqninhas e sapa tinaos ricaraen-
to enfeitados proprios para baptisados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Bengallinha para meninos.
Redas pretas frsas para aegurar taheMo a 820 ra.
Dusiis da peonas de a?o mwu> floas a 60 rs.
Gaixas de linha o gaz de 30 noTf.llos a 600 rs.
dem de palitos de seguranza a 20 rs.
LeaifoS'dB cassa.com barraj 160 rs.
Garrafas de agua Florida verdadeira 080.
Babados do Porto de todas as largaras e lodos o*
Linios nenies*; tartaruga,massae ootras- Kr|OS eom estampas para meninos a 310 r.
Memento da roopa de lavar 100 rs.
moitas qualidades.
Muito boas esco vas para deotes, chapeos-
roupa, cabellos, anbas e para limpar penies.
Superior linhas para crochet.
Agua!has para o mesmo flm.
Lindos agulheiros e dedar fie!madrepero-
la e raarfim, assim como de metal.
Ltnuas guarnigoes de botoes, para colis,
fanh.es e eelt;rinhos.
Ricas capellas paraaoivas.
Heias de seda -para senhoras.
Dnzias de meias moito Anas para senhora a i 00 '
Agulhas fraocezas a bao (papel) a 60 rs.
Pegas de fitas de la de todas as cores a 5CO; .
Grozas d botos de porcelana prateados a 160 i j
Cafxiscom alBneites franeezes a SO rs.
Caitas da 108 eveopes mol snoi a 00 rs.
Resma papel de -peso branca liso a 4*.
Frasco com superior tinta a 100 rs.
Pares dp botSes'de pQnbo Hito benitos 80
Linbas eracartao tJb'200" jardas a 100.
Caixa de superior inha d* saz eom JO norelfoi
700 rs.
Soperior ihesonras para nabas, costara, 5?r*"?"l,m **-"" ,
.....v M,s>'0 CP superiores grampos a 30 rs.
Keaiejos para meamos a *00 rs.
LourenOo Pertra leudes Ghiaarll^s.
Prdrjrietario das k>jas earmazeas'a ;16^, \84, 204-, 255, do u'.timo gosto : ra
Arara, ra da Iraperatriz da lmperatriz ai: 56 e 72*.
ns. 56 e 72. Madapoln de 24 jardas a 4#000.
Tendo recebido pelos ltimos vapores da Vendase'.peca< ?. raa'lapoio <.' m 2i jar-
Buropa diversas qualidades1 de fazeodas do das-a U,-o4, 6fc 14, 84 e "Oooo: por
que faz ver ao respeitavel publico, vendo estes precos s na Arara ns. 56 e 72.
barato s alim de apurar diabeiro, cerno; Algodi. sinho a Z4 a peca.
oeohum outro. Vende-se pecas de algodaosinho a 341, W,
4 ttoiftfiaa 5t,-M e 7i5u>d o Misvbarab) que se pode
^.. "' ^ vender: fin Mi da Ifa^ratm ns, 36 e TSt.
Chitas a 160 r o eovado Cotim e caslor par! calcas a 800 o
Vedem-se chitas em realho a 160 rs o corte.
MffiP' nn Vende-se corles, de cotim p. caslor para
Ditas em peca a 200 rs. o eovado: rua^j^g de bomem a 800 e 15, ditos de brim a
da Iaperatnz lojas da Arara ns. 56 e 72. ^8o c imoo, ditos de hiim (..rdo-dso a
Panno preto fino a 1^600. \^qq e 1540 i: ra da Impxtatrix lojas da
Vende-se panno fino preto para calca e Arara ns. 56 e 72
palitots a 1,5600, *&, 2#500 e 35000 o eb- ia,cj0 com listas a 32o.______-'
aHd0^(!es df casimira Prela Para calcas a Vend-se baraje com lisias para vestidos
34, 30500 e 40OM-ua da lmperatriz lojas da Arara, ns. 56 e-T2.
M0QAMl5!p.E A, 400 RS.
cortar cabello, etc., etc. prosas de pen5a.;"d'e acomwnaTa" 320 rs.
Finas navlhas cabo de tartaruga, maram Bonets para menihf>s a 13.
e outras qu tidades. ^{Bt,i:ua> Cs'a-d(j'mtai a WO+s.
Suspensorios de seda para bomem.
Ditos de algoilo para hornera e meninos.
Requissimas caixas c-im msica comeado
o necessario para costura, proprias para nm
delicad'i presente.'
Requisamos livrinhos para missa.
Liados indispnsaveis para -meninas das I
escolas.
Finos aderecos pretos para luto.
Grande sortimento de finas perfumadas
dos melbores fabricantes at boje conde-
cidos.
E muitos cutros objeclos qne impossivel
seria mencionadlos e que se encontrar3o na
oja do Vigilante, ra do Crespo n. 7.
F4Z1MD4S ^OViS
para as festas de S.ahIoio, e&Jt&tl
no arinnzeo do l'avlo roa da
lmperatriz si. 60
DE
GAIA & SILVA
Receberao-se pelo^altimo vapor da Euro-
pa as mais novas fazendas como sejam:
fiouilas cascas de listas graua-
dines.
Ditas castelhaaas.
Ditas da Italia.
Diias traospareiites com os mais moder- i
nos e mais delicados gostos vara ars 640.
Ditas de diversas qualidades cora novos I
gostos o eovado a rs. 240, 280 e 320.
YERDADEIRO LE ROY
* lISIiBEI, Doettnr-WMcf'.n
Ru do Selno, 51 A -PAlitS.
V..
vara 800
Em cad.i jarrifa, t31, ,Mre a r>!l r o nr~. hll
ijue lca n ,,..,.,.,;.. ,,t., ,,,,,, ..,,,,r, /
reuocuiii stLLo hu-Caiu co Onri -,, T^-.r >'
V. ._ ..,.
,------tfllll KHItl i- '-
dr t"0 .,:: .,.
> M ..:. .i. > 1
n, vi >iim>i -......-
< fli'.'liM:- v. .jt.
Kitlur '1.-s.-.,i:.
/cr/no-
DCTErT-KEDCI*!'StL>
n^ pHARMACiEN^
Lasinha escocesa a 280.
Vende-se urna nova ideada com palmas de^^^o^f eT?o radoSld0S
tSf|pacptTr^f2?i U-Wfi: da I^i-eratrizloja '."armazem da Arara ns. gostos o eovado a rs. 240, 280 e 320. Deposito na ph^rmacia de P. M,urer
dos de senhora a 400 rs. o eovado : ra da 36 n cortes de medina seodo urna bonita Tazen-: C. em Pernarubuco.
lmperatriz lo^s ns. 86 e 72. p f-x. .tp:,m4,i Jda transparente com lindas palmas e qua-
.* 2.J000. KOUpd ieita BaCllial. dros de seda tendo cada corte 19 corados a
Veade-.se baloes de arcos de lodos es la- Vende-se palitots de panno fino, saceos !rs, 2i#.
manhos 2, 3* e 35::'0: ra da Impera- fraques, a 55, 64, 84 e 105; ditos de Ricos'cortes de vestidos brancos com lin-
tnz lojas da Ama n 56 e 72. casimira de cores a 45, 5-3, % 81 e 10,3 ;;das barras bordadas em alto relevo a 245.
Laazm 0 o eovado. coletes de casimira a 35, 358(W ; oirs de Ditos brancos tambem bordados a rs, 55 e
I I -\. t% l'i ll'i^
Kua larga do Rosario n. 27i
Os Doos Alliados coovidam w respeitavel publico a icem apreciar o bailo, sortimento que. re-
erberam pelo ultimo paqaete abogada da ifiuropa, a?sm como outro mulos vin-Jos de conta propria
da corte do imperio como sejam caf-da exposicio, tapioca, massas linas,endo aletria, macarro, ta-
lharim etc., pelo diminol 1 prego d-_- 500 rs. a libra.
- ....
Vende-se lasiubas para vestidos-de se- brim-pari a 156C0, 25; ditas brancas de
ahora a 2W),440/280, 320, 400 rs. o cu- linho a 35500 a 45; ceroalas a '.4, 15000
vador's na na da Imperakm as. 56 e e25; caifas de rast r a 1 yiSO e 15600.
,72. Palitots de alpaca branca e de cores a 45,
Chitas francezas tinas a 2i0. | '5500. e pretos a 3, 355HO e iS. Palitots
feftft-se cultas fr.:r)cez.as largas a 2i., de brim a 2*, ttyftdO tora -ba lmperatriz
2S<> e 320 o cWado: ra da In\c-rulriz ns.-56 e "-z.
lojas da Arara ri.'56 e 72.
Chafes de mene
a 2oo.
' Vendc-sj'chales de mirin estampadas a
25, 5500; ditos de 13a a 1500j, dilo- de
Cobertas *!e chita da Arara,
Vende-se colfertas d cbita ; i.5800, 5,
255-0 ; ditas de damasco a 45 ; utos de
fuslao a 65 e 6j5 Q : i\i 1 :a Ira. eiatriz lo-
"
IUIIJ1

CALLOS
PomadaGalopeanpara a trcelo e cura ra-
1 la 9 completa dos callos duros, sem a menor dor,:
'hae se na
pharmacin e
DE
Ba<*thoIonieii Cjpacala.
34 RA LABOiUO BOSABO-3'li
nico dpoito.
Xarope e pasta de Seiva
DO
Plohelro marklmo
DI
E. L*!ise
Pri ".:-.;oes mai pfe"conisSa- plos sabios med-
c >s de P.TIS, com a- reelhorft'atS hoj'disobertaf
\ b-onchitefl a'gados e cnrpnicos, asth'ma e alo'da Ov:
aecfSes das vias qrinarias.
DBPOHtO ESPBCl.VL
34Roa larga de Rosario JJ
S*has-macla de Bartboiomeu Ac.

L<>ja da conscientia
30Ra das Cruaes30
Nfit rsiabeleclmento encuQUaro os freguezes
u-i cotipleto sortimento de ayiamentos pfvprlos
>alcado, por piejos mai eommoddi, bem
r .o 'm Tarldo e estolhilo siMimenlo di calja-
ir.-i hornern, como sjam :
uios francezes de mslrepara
Komi :o........
d'tos de bererro idejn
1 para brzcguin?, a
ra por .
f armas fraacezas
nem
-1, ;:>!._____-. '
ad'a pafaho-
iXJL
[Grande-fciaMaem J^it-)
Raa fyitfftoilfar n. 22?
Productos chinitGOS e pnarma*1
'cutipe os- mais emp.ragados.em y
medilba.
Tintas parj'toda ejonero'de pin- '
tora e para tiatnraria.
Productos indplriaes** tialasj
para flqpes,; coao io0e de Seres S
e mod^^em ge^so para imitar yr
frucias. "{MPttwroirTeom o compe- ^
ten^ lesenbo.
Propnelos chimicos e industriaes
parapSetograpbia, -im-oraria, pin- ^
Uiri, pyrotecnia te. ^
^ontado em grande escala e sup- M
prid* directament de Pars, 'Lon- S
dres,;Hambargo, Anvers e Lisboa
pode Serecer productos de plena Wt
coBOariga e* satisfaz r qnalqoer ea-'jjf
comnenda a grosso trato e reta- |
Iho e por preco commodo.
wiWitflM mhnmmmtom
w xRwm mmWmKlmw
foriflta 'de JBKBoHflSa 'Wipexior:
phantasia a 1)5000 : rea da lmperatriz loja.s
da Arjra n. Tj6 e 72.
Basquinas a 14^000.
Vende-.-e basquinas ou casaquinhrs 0*84que seria eafad.-nho minc r> r
Grosdenapoles preto para senhora a t4^1 Ra da ImperatcfcSfe. 5H e 72.
jas da Arara ns -56 e "2.
Vende-se bramaAttJ p*u teri;ps a 2^300
e ^80 1 o eovado ; e muitos otros objectos
=

-
TRATAMENTO Df>o< GHABLE, de PARS
Molico especial, coaeuttacea, 36, roa Vlvlenne '
AVISO AOS DOENTES. dEosenat2sui^qe^e1r:0 "*-
Nt> estoa cu-
rado, tomei Co-
bfba, Copaklbi
nb tedas ai
formas em opia-
to, capsulas,
eoa/eMaa, tenho
. o eatoaaafo
u c uao estou corado ? l'sei e abusei de um grande ouuiero de imjkccaob, aua rctesdem
corar em i diaa, e cateo aiada mais doentcs.
HA MAIS 99 AWOS
que coro radicalmente aera resabidas, Corrnmtos, Rtlaxacdo do canal, Catarreo U
Perdas teminaes, corando primoira a causa "virulenta inflammatoria d'essas doeacas aezeas,'
com algums vidros do raeu dipiib*.tivp doanoe, para parar essas aBecfloea, aeeear o
canal e lbe temar a dar saa regidei doa pan acabar mcu excellente xabopi ao citrato de
ferro et miuha irjeccao. A cura radical, as smmuc- para oa fluxoa braico, enaaa
o mes tratamento. [Veja-tt a noticia explicativa.)
40.000 DOENTES CURADOS
rerdaietro traUmeato depuratiTe de aangoe. Ai ktrpes at mai* tnvttarmda, rnaaeflw,
prwrtoi, ttrm.ckaam affecaiu v*ner*at, kamorea, e todas aadeeaKas qa altera a pama
do aangoe ato curadas en poaco tekpe per mea xabofb ipcativo m aa-ieui w
BACHOS MIMRltAES, BIlkai FILCLA8 BBPCKAT1TA C mUtBa PmwUda AHTI-ABTA.
Teja-M a maaeira de tratarle, i eotieia qae se. da gratis na deposite de saos aaadka-
meeto. Bsee ncaUente trataaaento He eoutesi meraui*, aaa inperiondada a toa eeokeaMa t
"*. aa a eaxa qoe paaaa ceso ea apreseetar tantos atteatac^ea de taras.
* ParU. ammuhaHm e> skwter Chali* # tor aarruponamcimi.
Vcnde-se na raa Nova a. i5, pbaraucia franceza de
X.AJOPR HEPL*!'ATIVO
BE PASCA ITE LARANIAS AMARGAS
COM IODURETO DE 'TASSIO
BE
J P. tLaroze.
pharmacpnti.-o era Pars
Oi^duretodepotassio um verdadeiro al-
terante, um depurador de incontestavel eB-
cacia:-mMnado com o xarope de casca de
laranjas .marfas; atorado sem pertubaco
alguma pelos temperamentos os mais fracos,
sem alterar as funecoes do estomago. As do-
se> malhematicas que elle contem permittem
aos mdicos de receital-o para todas as com-
pleicoes, as affeccoes escrofulosas, tubercu-
losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
c>4.
Cortes de poil de chvre com 18 colados
a m.
odernissimas vareges tapadas e transpa-
rentes com as mais delicadas cores e com bo-
nitas listas de seda, eovado a 640, 800 e 10.
Alpacas lizas enfestadas com as cores mais
modernas o eovado a 640.
Ditas enfestadas com lindos lavores grfi-
dos e iniodinhos eovado 560.
Bonias alpacas lavradas com os mais mo- ,
demos d.zenhos eovado a rs, 800 e 14. tenles e,lerce,rns;4 alend ,ss0' aente e
Ricos cortes de vestidos de fil enfeitados ma'sPd.;ro5 contra as doencas rheumaticas.
a 3o Deposito em todas as pharmacias e casas de
Poupelioa de qaadrinhos transparentes dro8aria,s ao Brasil,
com os mais apurados gostos e qaaze a lar-' A Exped.coes em casa de J. P. Laroze, rae
gura de chita franceza eovado a rs, 640. I desvL!"Sl" a" % ^ n
Ditas mais estrellas porm multo bonitas' ,A ^8n*t na Pharmacia de P. Maurer 4.
eovado 500. '
Sedas de cores com 4 palmos de largura i
covad i 25.
Ditas estrellas lizas de listras eovado 24-
Grande .sortimento de grosdenaple preto
Parte, 36, Ra Vivienne, D
CHABLE MDECIN SPCIAL
.. -
n,
Aloja dasGoHtnmras
liados Anafoitos c ., harSfUi?^^*^^ W*ft'flftW*#fM*, ^i >M--kr*mim- Graade Tariedade..de ponHas,corapHohos, de cambraia.
,an. 56 a i)a das r< \ai*tmi*o *<,+et** Gravaliphas de cambraia de. mnito gosto ptra senhora.
Ricos pbprain =d fros'fthpbsprat) eifeit" i rn^.wr-t gr.atfl
Pemwbueo.
eovado a rs, 1600,4^00, 20, 2#S00 e 31.
Ricas sedas lavradas.
Saias com quatro pannos ricamente bor-
dadas a rs, o4, 04, 14, 83, m, e i 14.
Tarlaunas'braacas.e de cores vara a rs.
800.
Fil braoco lizo vara a rs. 8 0.
Dito de flores para veslido vara rs. 640.
Outras moitas diversidades de fazendas
que se manda ai tambem levar em casa das
Exmas, familhasparaesGolheremou dao-se as
amostras deixandj ficar penhor no armaze-a
do Pavao ra da lmperatriz n. 60. de Gm
ma de Silva.
Bordados do Pavao
Entremeros largos
Babadiuhos estreitos
Babadinbos largos
ntremelos estreitos
Tapados e trauma re ates
Gama & Silva receberam urna grande por*
Cao dos mais fins babadmbos e entremeios
tanto largos como estreitos, sendo tapados
e transparentes com os v.erdadeiros borda-
dos a ajtp.celevo teadude.todas.as largaras
e desenhos, grande porgfc>. igual pira qaaI
qier.obra, que assim possa ser preciso, e
garantem qua podem vender por menas 40
,ou 50 por ceato, do qae em nutra qualquer
bartfc atleadeadq, a arande por<}3o que tem
no sea armazer do PavSo : ra da Impera-,
riza. 60, de Gam i Silva.
DEPU-RATIFB
SAIVG
.PLUS DE
COPHU
1 ,-11; 1- n. ii. 1 i-'-l" "1
afflK:
-_j-,......
a afiaia^gu s uteBCjl*8 . Ja ra do Porte outrora Barros BMlHptt-\ Vende-se cemajidj^orilaod : *afcri:'-z---m de
r 3 para nrraelplnite :a tratar al-rna-ths etoto Vicente Ferreira ?i Col YFnbo, ra d Madre
I'od'js n. 66. I de otoj tf.'-tt.
tvw-ao: Cresp > o! Ude Atltmin C)rrea de V
1-L]
05 i
C.
DAS ENFEHMIDADAS DES SEXUAES, AS Al FEO-
""ES CUTNEA g. E A -.TERAQOES DO SANGUB.
~ 30,000 curas das impingem.
Huas, herpet. tama,
eomixoet, acrimonia, e al-
lercocs, vicioias dosangiu;
virus, s alteracoes dosanm
Que (Xarope vegetal <'n mercurio). Bpuratitaa
vea;etaea bauho wiviii.il tonao-se dou
por semana, seguindo o tractamenio Depurativo : i
em pregado as mesmas molestia*.
Este XaropCi tracto de ferro
de CHABLE. enra immedia-
taineate qualquer puryacao,
relaaxLcao, e debiJade, a
igualmente os fluxos e flora
trancas das mullere*. Esta injaccao benigna en-
raga-secoaa. Xarope de Citracto da Ferro.
HemarroidM, Pomada que as cura eam tres POMADA ANTIHERPETICA
Centra: as affeccoes cutnea e comixoe*.
P1LULAS VEGETAES DEPURATIVAS
AVISO AOS SRS. MDICOS.
i Qera ramrAsi, Mate
coqueluches, trrates
nervosas sos dos bran-
da* t todsu iitlf
I lio patA lta so doento
ama colhe rchdea deste xarope O" Foacer.
Dr. CBCABSua; sin Paro, rsu tataM, SM.
Siiop da
urPORGET
Terrenos para edificar
Vende-se terrenos neC;
proprtos para edtfca'Cao. Q
roa #0 Apollo 0.31.
raalp altos,,e
teoieidirija s*
A venda na pb.armacia de P. Jtfaurer 9
e C, em Ifornambuco. _______ ^
m GAZ GAZ
Cbegou ao aotigo deposito de Henry Forsier 4
d, roa do Imperador, Om earregatnento de gas-de
jrireeira ijualldade,o qoal se fefMto em partidas
t retalbo por nanos pr$o do.qoaiesB tr sjbal
mer ptlte. _______ ,
Farinha superar
Tem para vender AHonio Luiz de Olveira Axe
iv 4 PM oo'erj ecript:r!o,roiaCrttUvU
V









J
i.......i if
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\
Url ie ^rrikfeieo fUMlas 4o ttr. J; C AyeTj eiwlentt
O deposito central para as provincia
Pernambaco, Alagoas, ParbyBa e SiO-
Grande do Norte, destes remedios to a-
voravelmente cenbecidos e acolatdns eid
Sodas as partes da America do Sai e de
Norte, acta-se em casa de Theod Chrla-
tiaosen, 16 ra Peraaafeae>.
Os precoa de
330 por duzia de estracto de saisa-parllh
174 por dzia de peitoral de cereja.
J70 por dozia de remedio para sez5es.
T# por dtreia de pulas catharticas
e entendem dlahelro vista, coa
o descont de 5 por cento em qoantidadet
de 6 a 12 duzias, e de (0 por cento em
quantidades superiores a 42 duzias.
U7.
6RANDE SORTIMENTO
DE
- i .
NA
LOJA E AHJMAZEM
DO
i :
DAS
Ai,
bUi W.^P SQi-timento das melhores machinas, americanas pira descaitocr
ajgfjdao, de 10, U, 14, 16, 18, 20, 32, V
_J 30, 35, 40 e 50, nste estabelecimento se
encontra mais o seguinle:
I Azeife de espermaceie propria para macfai-1'Caixas com vidrt surtido;?.
de1 todas anualidades.
Vapores de fyrca de 3 a 4 cavalios.
A gula branca.
Antes de alisar a toa boa frettrezla do qu' de
novo ba reeebido. val prrofcifo diriglf seos ctm- *W ayusas para machina^
primelos e agraidecimeotog a bello Viado branco ManciSes e todos os mais pertences para as1
pelasmaaeiras agradaveis oom que elle a ha tratado, j mestnas.
e assim compriodo esse dever, desja Ibe tambm Carros de mao Dar'atfl'irn
qoe a par da eontloMc0 de ja *>bnste tenM J '", ,;f W aierro'
crescido augmento de boos'fregrJezes, e mls qae Jenaro para paaarias.
cora aquella ligelrexa de qoe disp5e livre-se da Debulhadores para milho.
pontaria a'aqnelles que a pretext de amostra 1e- Arados CJnericas.
SoSubrieSs! pe,aSSMS mmu ecap8t5es <*"** B'QPrips.,paW armazens.
4a v, pois bello Viada branco roe a agaia Moiohos, para refinagao.
aprecia o sea bondoso tratameoto, e Ibe deseja am dem para m'llio.
feliz porvtT. Assim dito e felto, yi a agota bran^ Escadas de madeira americanas
ca saNsazer a su boa fregdeYla, pela tbrigaqio uiienutnas.
em que esta' de continua mente seienliflea la do
qoe de novo receben, peto qae avisa-a, de que aca-
ba de cbegar para a toja d'agla branca, a reta do
Queimado o. 8; o segointe :
Coques novos de linios e variados moldes.
Enlejes moderaos e bonitos para senhoras.
Cintos de pollas enfeita-Jes com vidrilfis.
CordSus grossos, pretos e de eores com vidrllhos
para enfeites de vestidos, _
Trancas pretas e de oulras cores, tambem Com vi-
drilbos para o Bie-mo tm. .
Guarnicoj? pretas para basqaines, vestidos-etc.
Traogas e gales de seda para o mesmo.
Dita dita de 15a e algotio.
Fitas de velludo de cores, lisas e cbamalotadas.
Bicos da sed3.
Fitas de borracha para cintos.
Ligas de seda p, ra senhoras e meninas.
Entremeios e babadinhos bordados.
Golliuhas e puohos bordados para senhoras..
Collerinhos para borneo
Bombas de japyz.
,Idem americanas.
'Ferros para engoramar -Tapdr.
Vassours americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira;
Ballaios cestas rtvfgbfnF)*.
Guarda comidas.
Penei/as d'arame para padarias e refinacoes*
CorreDtes para" atoanjarra.
Machados e facoe^'tftiilnos.
Barricas' ctn rtM brinco1 amiirjn6!"
Ro BE
GMA*gILVA.
nmdV ifS913/108 dSe 8rafQ<5e *-aj^wnto acabam dereceber da-Europa um
pw precos BaratiSfifBos, afift de apflrrm dnheiro, dando de todas pflas amnsrrac
Sos Z^ Pe'hr ^^^ W m cik ^as Exmaffaffi pXsleui
2 S2:,i "?m as P688038 qQe aeg0CiaB em PI" escala, ne*te estabeltcimen-
- mesmos preces qoe se compram Das casas inglesas, ganhando-se
Bastos
,.Jj2BeU8. de l06'e ("opr'as P'-ra eoberias da
uhm, nrolto novase da melhor qaadade pos-
Cadia por preos ramitve!3 n* a <*
^X|
apenas o descont.
Caserniras grutas eftfesla^s a | 6*n,
va joja dp .Paylo ve'nde-se superior casemir'a
'iesiada prela, pr iKa's e paletos pelo barato
prego e 1600 "ou cov^dS' oa a 2W0 cada c'rl'
fle calca, dif tflulto mais fina, covado a ijfiQO
n" o .cqrte a.3A500, ditas muito finas sep serero
entestadas a Um, ?p00 e 2*500 c#da covado :
i a e armaie.ii r> Pfva0 na ra da Impera'tri
ra do ere po tt,
'ra
eftjntaa da do l pesador
Custodi Jos Alves Guiaaraes.
na jojae rraaiemdo P-
n. 60 d Gama ^'Stlva.
S na loja 4o Favaft.
Cbegou fim gramda sortimento' dBrts novas ?a?**
escuras proprtas paratempo de tovruo pf evifa^
rem qna as saias braocaj cosa qe umanerinnra
vaecomposia un e-sw) de fctaaa tuerteo tem-
po Sa frraiiofbODilas tk* terem IibiMs barras romo
w osa blifmtataot t* Europa e veodem-se pelo
Iftralo pitprit MO0<.e%dma:, a^ oaJoje amaem
w Havio, roa da toperatm, n. 60-da Gama A Sil*
tep'iifflios.
Vendem magnficos esparliltoe fraucates e
oglezes naloj e HnaiemdoPavao, oa rna'da
imperatrirTJ.'OO. de Gama r Silva.
-plTK-fcCHROeHfiV
Vende-se.ubl grtride feoftrbeo dos mafs bni-
panqcs'de obfofhs proptlos para cadeirav, sis-
cobr
na
n. 60, de Gama A S5a^
FAZlNDAiS'PSR'ALUTO.
Leja i9 favao.
i
iar.i

Imper'ti'iz
snr.imPntffiS9fi ^ ^^ B' ^ ^ W^P^, um variadissim .Veo^e-se ieg?* Chin* pret sendo nma W
.sort.mentO defazendas finas e da ultima moda em Paris, eaproximandd-se as fests 'de zda' multo late a sem loMro coro 6 palmos d
S. Jo5o, S. Pedro eSant'Anna, por isso apressa-se em vir convidar rspeitavel publico, lai,gDra PrPHo f>w>:ew roopag pra Wo-
' e com especiahdade aos seus numerosos freeuezes nt-e vphftorn' vfr nSilirt h rlFirinU m.ein Pe, ^"W P'eco de 2#poo o covado "!
Abotoadoras de diversas qualidades e preeos para moderno nesttf moteado. SH!? ne^uezes' ^ yenD?1 vcr lue "a c m",s, nopreto eufeisdo nroilo-bom
colete?.
Ditas ditas ditas p .ra pannos.
Bonitas crranles pretas para reloglos. .
Aguia Branca a' roa do Queimado n. 8, re-
eebea :
Gaixinhas coai dous bar?.lbos franceies, de colo-
ridos tinos, entermeados com donrado, papel en-
cornado, lustrosa e opaco, Obra muito boa.
Ditas com teios de osso, marflra e madreperola
para voltarete.
Penles de marrm com cbapa a sem ella, para
limpar caspas e tirar bichos.
Ditos finos d'osso e tartaruga para o mesmj
fim.
Ditos de osse baleia e tartaruga para desemba-
ragar.
Ditos, de ditas dita paca barba.
Oculos de peneira para qoetn soflre da vista.
Outros de clifkre"otes graos a cores, com arma-
coes d'aco Gno.
Outros tambem de armacao fina, vidraca de co-
res.
Lonetos oa pincenez com armacSo e ac, bo-
falu e tartaruga, vidros braqcos e de cores.
Envelopes pequeooi bordado-.
Dito ditos opacos e grandes para oflicios.
Frasquinhos cora superior nota carmim.
^lereoscopos e vi.-tas.
Acaba de cliegar um novo sortimeato e conli
cuara aerem vendidos por presos commodos.
I Meias
Pretas de la e laia para padres.
Brancas de la para homens e senhoras.
Ditas de borracha para quem sofTre inxagao as
percas.
Brrelos oa carapuca's braocas de algodo.
Esseocia de ail, e bolas de dito para en-
gdmmado.
Vendem-se na loja d'agoia branc, na ra db
Queimado n. 8, sendo a essencia era fnsquiubos a
500 rs., e as bolas a 60 r?.
Lencos de cambraia brandes e de cores com
barras de cores fixas
J nao a pricneira vez que a aguia branea ven-
de desses leucos da marca BBB, islo boos, bo-
nitos e baratos, por isso approveltem t tdos essa
nova occasiao de se proverem desses sempre pre-
cisos lencos, coja commodidade de preco anima a
(azer-se o gasto ; cusura elles 3^600 a auzia, e os
pequeos para meninos a 800 rs. a duzia. Quem
se dirigir a loja d'aguia branca na ra do Quei-
mado n. 8, coahecera' que taes lencos tem as qua-
lidades cima ditas.
Novo sortimento de albuns de 50 a 200
retratos.
Vendem-se sempre por preeos commodos; na
roa do Queimado, loja d'agoia branca n. 8.
Bolas As normea para brln-
quedos.
Vendem se na ra d j Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Car retis de retroz para ma-
chinas.
Vendem-se na ra do Qaeimado foja da agota
branca n. 8.
Papel paquete.
Vende se na ra do Queimado loja da agola
branca n. 8_.________________ _
Agua mineral
ferrnjiuesa, acidulada, gaioza e carbnica
MS
ORBZZl.
O oso d'agua da Orezza moi parlicalatnenlt '
reeommendado pela escola "de medicina do Paris, |
para todas a? affeccSes do tubo digestivo, ingorgrta- \
ment das vlceras abJomines, e geValmente todas
as molestias provenientes da fraqaera orgnica, oo
pobreza" de sangoe.
DEPOSITO" SPECIAt
3JRa larga do Rosario34
Pharmacia de Bar 1 liwlomeu A i
Como sejam :
Riquissimos cortes d" seda para vestido
a 50*. tf, 700, 800, e 900.
Lindos cortes de foulard de seda, pelos
baratissimos precns ie S5^,.3O0e 350.
Cortes de blund para noiva, trazendo cada
corte sajas de setim, capella e veo.
Ditos de dito com- pequeo tooue a 400
e 500.
Moireaolique branco, azul e preto.
Seda branca para vestidos denoivas.
Grosd.tiapqles: de todas as cores.
Riquissimas barquines de seda preta, bor-
dadas com gesto.,
Lindos cortes de la com barra o de ulti-
ma moda tendo cada corte o seu figurino.
Riquisinros corles de mita, la com lis-
tas de seda para vesuMo, esta fezenda re-
commeBda-se muito por ser ioteiramente
novidad^.
Ditf da mesmaquajicladepormempecas
Requissimo transparent de teda-para vee-
tido de senhorastambm novidade.
nj^osjrnas ravatinhas para senhora.
Ditos cortes de orege e de laa para ves-
tidos.
Lindas chapellinas de seda para senhoras.
Ditas ditas de dita para meninas.
i bTjmbazinas
Ditas de alcod de'dlflfeVrite- qalida-' *uo, sapeor cab
des e preco para hdmem, sehbra'i" crib'ca's. 2 *co',e m rf-
ment de-alpacas e'priBWfcas pretaB que se'ven'
Chapeos de palha para senhoras;
Riquissimos chapeos de sol para.dilas.
Requissimos enfcites com- coque e sacata-
inteiramente novidade.
Riquissimos Ieques de madreperola,
Ditos ditos de sndalo.
Lavas de Jouvin preta, brancas de coree.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Riquissimcs manteletes de cores,'ioteira-
mente novidade.
Luvas d'tedas as qualidades.
MadaopISo frtftezo' que demefof
no mercada.
Organdy branco com listas.'
Dito de urna so cor 6'com'lisias d irfes-
ma cor.
Cha,pos de seda para hb'menl'.
Ditos de ptant'asia para tahem.
Caseitoira prt m'uitb Aria.
Ditas de cores in'teirmentb ndVidades.
Chapps 'de sol Gbm'.lids'.ca'stcles.
Tamas delb^rintliomult ricas.
Ricas ffon'as de 'labvri'nto.
Riquissimos letic ere cft'J.
Kpndas.ticos da tterra' gr'deVpan lencos.
Urna reqolssinia t|am to'da'aberl'a de la-
byrintUo o qu ha do melhor n'este genero.
Ppit.ns dp linho bordadc'a' rtii-o comco do
no'VjOi^ .
CpllaHnhos d linhb itifirament novi-
dade.
Punhos e gollinhas para senhora.
RiqUISSlRiaS Hilas ifordooo. _> ---r^r
Riquissimas camisinhas para senhora.
Cassas muito finas e iteiramente novida-
des.
Riquissimos veos e mantas de blond.
Ditos chales e toquim.
Fil de linho, liso e de salpicbs'.
Fil de seda, dito e de ditos%
Espartilhos para senhora nteiramen'te no-
vi/iade.
Lindos baloes de laa para senhora,.
Ditos de dita para meninas.
Dto3 de muculina para senhora*.'
Riquissimas vestimeoias para- bapt6ados
cntendo, chipeosioho, sapanho, meiasin'ia
e-catttteiha ricamente bordadas.-
Coeiros bordados muito finos.
tumbeo leiico<-de;labyritlK)i, proprlo para
casamento.
Chitas, cambraias, madapoloes e muitos
outroS'Objectos,1 queso dehe^dementiimar.
mn
a 15600; superiores
pretas 10600, 1 0O e 20000 rs. o
entuo a I5*0, laczlnha preta
ottvaTle, dn> grande'sotW-
, .nifts pretas que serven-'
dm mais.braiotjoa *w nutra qaaqoer- psrte-, oa
loja e arroan-m do Pavc, ra da Imi/eratTZ, n
60,e d Ghmt & SiCva.
Rr aman te de linho.
Veflde'-osbp'eYlo^PrJmatlt -'e'lltrib'eom; tfez
palmos de largura pelos baratos
20600 e 20800 a v
proprlo para Itij6'
lo barato preco de 610J 700 e 800
cama de nolrag.
Vende o Pavo.
n. C /.0rtinadc* DOrdaas 8*000,100,16J,
zu* e 25# o par -, assim como os mesmos tn>beo
servem para jacelias; ditos adamascados a I0
'.* ; bonitas pejas de cassas adamascadas para
mesmo effeito; bonitos damascos do ladeum!
6 tfoa larguras, poprios para colchas, assim oo-
0)6 bonita* colchas de croch : lugo islo se vende
oais, barato So qoe em ablra qaalquer parte, na' *
loja do Pavo, roa da Imperatrii n. 60. de Gama' (
& Silva. r-\
Cassas de cr a 24o rs.
Vetde-se" nm bonMo sartlmento de cassas dfr
ore, palos baratissftbos pregos de 40, 280 o
lo i?.- o eodo, asim como nm bonito sorti-
mento de cassas francezas com listas lare^s a 80O
w a vara.-flnisla organdys ttfiios a 10,'na
Ioja e armazem do PavSo, rna da Imperatrl n.
w, ff Gama SlIvS.-
iT, .rgandT a 4^000.
Yendem-se bonitos cortes i% organdy
sendo com listras todas braceas ou com lis-
tras de corea tendo oito varas cada corte,
pelo barat preco de 40, pechincba: na
loja e'artazem do Pav5o ra da Imperatriz
n^fOdeGimaeSilva.
Voto vestidos a 60000.
Na toja do Pavao.
.Cn'^aYam os mate modernos e bsnitos cortes
d organdys para vestidos, tendo 10 varxs c da
corre, sendo 7 varas listadas paYa salas e- 3 varas1
sem listas, mas com enfefte para o corpo (oa ca-
squinho) garanre se nesti genero ser o mfs mo-
derna que tm vndo mercado, tendo entr el-
les rco-.tos braceos coro listas e efleites ptetos, e'
vebdem-se pelo barato preg de 60, nicamente
no armazem do Pavo roa da Imperatrir n. 60, 'de
Gama A Silva.
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lelos baratos P/ejos de 20400, COs com" 6 palmos d
ata, -nfteritr patn* ditinho 1150 e 200 libras, vi
oes, idarhas' e sereulaS, pe- \ no armazem d HPf
ru paraio prego ue 610, 700 e 800 rs. a vari pe- dm il n ?,nt u '' "" M"
gas de Hamnufgo d lnhb rfiuftb superior* i& droUn^jopto ao bab.nete Portuguaz.
U'0 e 150' albcdiorlnho Ibfcstada liso multo en-i (V.vpK! Pavo mnnm^;^
corpado pfpt-io paf rengs a vars a 10, dita eU- V,-OIiareS IlOyer HiaglietlCC
VEN0E-SE
Motores americanos para deas cavalios.
Ditj.dilo para qqairo cavalios.
1-0iffen'M5 para d'escarogar algodo de 14,
18,20 30, 35 e 40 serras.
Prepgas para enfardar algodo fazeodo os sac
de coicprimento com o peso de
'indas ltimamente da America
armazem de Henry Forster & C, no ca Pe
16,
Riquissimos cintos para senhoras.
Riquissimas fivells para ciatos.
Riquissimas coberlas de ponto de'crochet.
Meias d.- laias para padres.
Ditas de laa para padres.
Ditas de seda para senhoras.
Ditas de dita para cranlas'.
0 dono deste im'poftantissimo stabelecmetito continua 'nos-proposito desato-
rar vender muito e gah'r poc'o, para o que sugeita-se a ganhar nicamente o descont.
j-u
Ait-'l'n'V.-rt'f -l'Tf
Vei
ffdadeiros
Collares Royer
Electro Magnticos Anodinos
Oa Collares Anodinos, para facilitar a den-
tculo das enancas contra as convulsoes
das mesmas, a astea collares nos escuzado
fazer qaalquer reconHaendacIo, riato a
grande utiHd'ad que tem proflurido qttenes
pais qae os tem applicado em taes circun-
stancias pois nos pretelo nao haver um
s pai ou m5i que por este meto B3o guai-
ra por termo a taes sffrimeatds de seos
filhinhos visto ser um mal que tanto os
flagella, pois a estes, collares acompanha um
folhetoqoe ensma como sodeve appik', e
vende-se na loja do Gallo "Vigilante, ra
do Crespo a. 7, polo proco de 40000, 50
e 60000.
- Co'qoeiros 400' rs. em porcSo se fara^ba-
timento : no sitio do Abriga na Estrada Nova de
Olioda eom poftio de ferro ]aaro a poate dos ar-
rumbados ; ba tambem sempre ps da palmeira a
10 a ouiras froctelras.
Veade
-i~

.... ,i,
GRANULOS ANTIMONIAES
Un Dortf nr PAPILL11D
Nova meacat pan etiwgaS tac atolasa do eoragi, da tsthmi, do caUrrhe, da coqueluche,

du Btolosaa do eoraci,
da tiaica, etc't
GRANULOS
Pan a anracaVda anemia, da
ANTIMONIO FERREOS
navralgiii, a nevToae, dti molstiu
chlorotii, da amenorrhaa, d
ifuloM, etc.
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH
Sara a auraeao daa BMlattiu, narvoaaa, du viaa dlgaativaa, djrpapaiaa, ata.
FRAM^A t Pkarmacia da E. MOUSNIER, i Saujon (Chanmta-InJKriean).
i Km Rio-do-Janeiro, FLIX FAR AUT, pharmacia, 71, roa Sato Satamiro.
i {Em Pernambuco, P. MAURER et C*. phajrmacia, na *
(Km Macaio. FALCO MAS, pharmacia imperial.
Nova.
A' LOJA DE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO & C.
IIRa do Qttimftdo11
ICOS
ti eda 1 has e pulse iras magueticas.
Co.idade de'fazends,brancas qne"ie vebdetotft I wft,.Bi'*"c recelwa B07*reffless* dos Pr-
batatas qne m dntra qnalqoer parte com o^lm > u i^ii/tRoyer ma8nelicos. i" sqmmameo-
de aparar dinbeiro, lialoja e armazem do P*rt l f?.-C_onhJecldos-Par P^servar as ooovulaSes e fac-
ra Vi ftfapreratrfi'rj'. 60 de Gama' & SHta.
teafo brancas
trancado muito superior (azenda com a o
(arparas 10100'8 vara,as$rto cbmo mals nma'j'n.
a 20000, 208oo e 302oo.
Vendase mu grande sortimento de lencos df
S w^*1* DrancB P^s baratos preeos de 2#000 e
z^eOO : dnzia, assim como ditos com lista'de efi-
rev flies em votta, tanto proprlo para homens co-
mo para meninos, qae se vendem pelo barato
T"qo!f33l&^Sl_fl'|t)S grabaes de cassa li-
Gama & Silva.
Madapolo nechincha a 6s
Vendem-se pecas de madapolSo sendo fa-
zenda muito superior com 24 jaiidas cada
peca pelo barato preeo de 60, dio muito
mais superior a 60jOO e 70, assifm como
dito Onissimo a 80, grande pechncha: na
loja earmazem doPav3o ruada Imperatriz!
n. 60 de Gama Silva.
As chitas baratas
Na loa do PaTo a 240, 280, 320 e
360 rs.
Vendem-se urna grande porc3o de chitas
litar a dentelo das erianeas.
Com esse otis collares elctricos magnticos
tambem nio pequeas qoantidades de medalba*
e pulseiras elctrica. magnticas cuja ulilidade
tem sido aproveitada por qoem soflre do nervoso
hypocoDdico, tremores as maos etc.
Asihn como os collares Royer eslo geralmente
conhecidos e acreditados pelos efflcazes etteitos.e
bons resultados quejem
delles lem n**
boas vozes e em
Dbar ~ -.----
i vez qoe o uso della?
.jirnenas uecesstem. A
Aguia Branca coa;ina a receber por todos os va-
pores francetes urna determinada qontidade des-
ses sempre preciaos e estimados collares Royer
magoaiicos a por isso flqae na lembranga de todos
que os acbaro constantemente em dita loja da
Aguia Branca, roa do Queimado n. 8.
XAROPE FERRUGINOSO
OE CASCAS 0E LARANJAS E CASSU AMARGA
Com iodureto de ferro inalteravel
De -al: P. Lareze. pharmaceutieo
em Pars
=-l,'
os fi 1 m i-a
iNiS-So^StSS
Oo*S)0 o* 3."= Z a %
-^ o u 2 o
S'i | g. S
O B re o >
, ______,oop a.B'o -q__Jf
Vende-ee nma casi terrfa sita oa estrada no-
va do Caxaog, com 37 palmos de fr.-nte e-63 de
fundo, 2 saltas, 1 saleta para engommado, 4^joar-
ts, cosinba fra, qnartos fra e 1 telheiro pro-
prfo paira estribarla e agss.lbo de vaccas, cacimba
ealgamaslarangeiras, sendo todn mnraiforcm por-
tio de ferro ao lado dtreito : quem pretender deri-
ja-se ao abalxo assignade morador na estrada dos
Afflictos.Candido Jrs dns Santos.
Toj^
DAS
6 PORTAS
Em frente do Livramento
Pecas de bretanha de rolo a 20500 a peca.
Organdis branco de quadros e listras a
900 rs. a vara.
Dito de cor, nissima fazenda e lindos
padrees, e cores fixas, pelo baratissimo pre-
co de 300 rs. o covado, que de tudo se do
as amostras com penbor, s na loja das 6
portas em frente do Livramento.
Vndese
Um preto crioulo novo e de boa fluura, cos-
ooeiro e carapina : a tratar na roa do Trapiche
o. 37, com Joaqoim Jo Goocalves Bellrn.
\a rna da SoJedade n 90
vende-so awa ascrava DQjj|nlfc hoali^ fonn. r.n.
Ba "mcsii-'a fia nm piano de mesa
piano Je mesa
bom e.-lado.
Escravos tupidos
se assemelha o ferro, e isto, sem produzir
fioissimas com pequeo toque de mofo, ten- perturbaco alguma; n'esta forma, tambem,
do mindiobas e gradas, que se vendem pelo prferivel s pilulas e pastilhas em todos
barato preco de 280 rs o covado, sendo fa- os casos em qie s5o prescriptos os ferrngi-
zenda qne val muito mais dinbeiro, ditas lar- nasos. E o melhor auxiliar de oleo de -
gas e escuras sem defeito a 240 rs. o cova- gado de babalho, porque contem o xaro&
do, ditas preclara escaras e alegres a 30 e de cascas de laranjas amargas, tao geraT
360 rs., tildo isto pechincba W loja e ar- mente apprecado, para acara das dores de
mazem do fciv: ra da Imperatriz n. 60 estomago, digestes difficeis, inappetencia,
de Gama & Silva. -etc.
Atoalhado. Deposito em todas ssphamaciase casas
Vende-se superior toalbado de algodo ada- de drogaras no Brasil,
mascado com cito palmos de largura, vara a 20, j Expedices, em casa de J. P. Laroze, ru
des Lions-Sl-Paul. 2, Paris.
Deposito em Pernambuco, pharmacia de
Ai lenca .
Contina andar fngido do poder do abaixo as-
slgnado, desde o dia 12 de marco do correte aoao
o sea escravo pardo claro, de nome Cyriaco, cora
os slgnaes seguales : representa ter de idade 40-
annos, rosto rodonda, e um tanto envergado, olhos
emr apupados e fondos, bocea grande, beicos gros-
sos, barba fechada e ruiva, ps e oaos grossos e
carnudos, peitos vermelbos e cabellados, cabellos
E SOb a forma liquida que mais fcilmente crespos eavermelbaaos, costama andar armado de
facao e orna bayoneta n'um pao, gosla de lomar
caobana, e qoando ca bebado da' para poeta, e
eP adamascado vara a
dito superior de linho adamascado vara 20800 e
30, guardanios de linho cr qae sao os mais
econmicos a 80 a doria, na loja e armazenv do
PavSo, roa da Imperatriz n. SO, de Gama & Silva.
Chitas cem mofa a 280 rs-, na loja do
Pata
Vende-se nma grande porcSo de chitas
francezas com muitos bonitos desechos, pelo
barato preco de 280 rs. o covado, por ter
um pequeo toque de mofo, sendo decores
seguras e garantindo^-se que soltam o mofo
logo que sfe lvente a tSo terem est pequeo
J/lefeito seriam para 400 rs. o covado, esta
pechincba acha-se nicamente na loja e ar-
mawm do Pavo: roa da Imperatriz n. 60,
de Gama 4 Silva.
Angos*o-Porto& G.aoabam d recabar
bailes e casamentos.
Ricos corles de blqnd am manta e capella para noivas.
Cortinados bordados para camas de noivas e jatjells de 70 a 800 cafl utn.
Col xas de seda a outras de laa e aeda o que Ra de melhor -para eamas 4e nolvas.
*Toalhiohas de crooh para eadeiras e sofaa, espartilhos a saltana para senhoras, caajisiBbas
com manguitos bordados e liados eochovaos para baptisados, e baldas de musselma e de arcos para
senhoras e meninas.
Lavas de pellica para horaem e sanboras e superiores chapeos de sal de toda as qaalidades.
Laa para estidos baralissima booitos padroero covado a 280.
Tapetes rranet para sof, di' u aara piano, ditos paca cma e pequeos para portas e janellas.
Moir braneo e preto t,j{tftivr laVa vestidos deJInos ieseahos, grosdea-apte d todas as coKes
seda da quadrinhea. cambuias braocas de muius qaafldads, ditas de cores e Hadas pefeales.
Basqume de seda preta ultima njo4a, chle''* relairta de Wtpm,8, vene-M- biralo:
Cam para borneas francesas e iogieiade llabo e de algodo tlaat-eseroala. 8 linio so>
pariores.
Capas de borracha, sobretodos e peroeiras as melhores e mais JJfcantes.
Malas grandes para -vi^gaBs ditus peqaatias tsMts de tapete e^WM:
Chegoo uma-rra pwta> de cwoa -vidndw waSeebbrarDaCtod*4UrgUraS'a 4*500a var''*a8tw*>'9to5e .<' arelas, e e
I^^S^^^VSVV- 'Tste-estabelecimento baaempra completo sortimento de boa. fazeuda, tanto para a braca
ffinfltoSwra l&uTmta. 7" Para eeptro da _prov.ncia e foperiores objacto proprios para casamento^ como' sejam capolas,
1 c- mantas, vestidos de blonde e de raolr branco, cortlaM*, umbem oa oelbores
Esteiras e aleatifas para forrar salas.
11Ra do QuelnadoII.
merera plaota;5es, assim como am grande sorti-
mento de louga lauto para asnas como para Ir a o
ogo, tudo feito oa fabrica do Barbilbo do Cabo :
sao se vende do onico deposito do pateo do Tarco
i
As 10 mil varas de camaraias
', Covado JiO rs. vara 50 rs.
S o Parala
Vendem-se finissim cambraias france-
zas com listras miuda. e graudas e com
lindos desenos de fio es e palmas, sendo
todas oom ai toras mais modernas e mais
lindas qoe'teta vind ao mercado, pel ba-
rato p'refO" ta 3f> n o covado ^u a 500 a
vara, grande pechiocha attendendo -a
grande norco que tem, senao seria para
mnito mais dmheirb : isto na ioja e armazem
fl PavSo, ra da imperatriz-n. 60 de Gaa
Silva.
Chales de reada a 4J.
Vendetn-se bonitos eboteatpretos de renda che-
gados ulllmameoie palo barate pte?o de 40 : oa
leja e armazem do Paveo, roa da Imperairli n. '
(mriiirius
a'ULMm,U e70OOO.
Vendem-se chales de merino estampados
i'(* dftos lis'a 900OO- ditos estampados
.Ooos a 505Ofy,-6^'n65lp dilscrepon
;com liatati de- soda a 70500 e 80000,
pechincha : na loja e armazem do Patio
run da Imperatriz n.; 60 de'Gama e-SHv*.
Cntasa JOftrt rs.
Vendem-se chitas inglesas de cores fisas
peo barato preco de 206 e 240 rs o cora-
do : na loja e armazem do PaSo roa da
Imperatriz o. 60 de Gama e Silva.
P. Maurer 4 C. rea jjova n. 29.
0 oleo' de Ogado de ba;alho desinfectado
de Cbevrier, conserva as qnalidades e pro-
prteda&es reconhecidas ao oleo de gado de
bacalhi ordinario ; o seu cheiro gosto
sao muito agradaveis, e a digest3o faz-se f-
cilmente.
Deposito em Pernambuco, casa de P. Man-
rer & C, roa Nova n. 18.
Na ra do Trapich n 16.
achm-seos seauintes depsitos
De R. Brunin|haasem Nuits.
Bonrgogae.
71nbo Pommar* tibto. %j-
Cortoatlmo.
Sfnto (Jeorges tinco.
Chambertin tinto.
Ricbeboorg tinto.
Qos de' Vbueteottrao.
Ctsrjlis lyrarie.
Del A.-WoefemFi'ancfaift
Ebono.
teisenbeiroer.
Liebfraaaailob.
iforeobroBaoft
gm casa de Tbeod Christinen.nia .db'iWa
uiebe-novo ti. 16, nico agenta no norte de Brasil
Ja Brandebarg fr'res, Bordeaax, encontra-s aa
(activamente deposito dos artigos segus tes:
St.Julieb.
Si. Plrr*.
LaroaB.
Chateu Lovlle.
ChateaU Margaux.
Grand vln Cbata Xafltte (8fW
Chateau Uflne.
Haut Sauternes.
Chatean Sauternes.
Chateao Lataur Blance.'
Chteau Yqnem.
Cognac em tres qualidades.
Aieitedoce. Procos de Bord,eaui. v >uk
YapDesT
Vetfde-sletii cas* dtSabodars Broiers cit
o largo do Oorpo1 Santo ti. 11, vaporo* pajeles
om todos os pertences proptlos para faaar "***t
res oqqnatro machinas para aaoaaaear aUoaao
- Fanoba de mandioca a'30800 cislcco : no
armaiem de Candido Alberto Sodr da Watu or
irasessa da Madre ie Dos n 14.
regns : roga-se, portanto, as autoridades poli-
ciaes e capitaes de campo a apprehenso do mes-
mo, e leva-!o a seo senbor, o abaiio asslgoado, so
engenbo Pedregolbo, em Nazaretb, qoe sera' bem
recompensado.
Jos Ignacio Pereira Torres.
Fugio* no dia 28 de jailio, do eogenho Camaraai,
da comarca de Nazaretb da Malta, om escravo por
oome BellarmiDO, pardo oo cabra, alto, corpo re-
galar, barbado, ps grandes, e tem os dedos gran-
des de ambos os ps voliados para dectro, perten-
cente dte escravo a Looreoco de Barros Vascon-
celos, proprietario do mesmo engeubo. Recom-
menda-se as autoridades policiaes e capilaes de
campo a soa captura e eotrega ao seo seohor, o
abaixo asslgnado, no logar de soa residencia, qoe
sera* recompensado generosamente.
Lourenco de Barros Vasconcellos.
Fuglo na neite de 9 do mez de jalho, de bor-
do do patacho nacional Arrolo Grande*, nm es-
cravo crioulo por nome Amaro, natural da pro-
vincia o Rio Graode do Sal, idade de 19 a SO an-
dos, estalara naixa, cor fula, rosto comprido, bei-
cos grossos, falla moito de vagar, tem as costas
algnns signaes de cicatrlzes; levoo vestido cami-
sola e calca de algodo branco e am bont de brim
branco ; qoem o apprehender e entregar a bordo
do dito patacho, ou na ra do trapiche n. 4, sera'
bem gratificado.____________,_________________
, Escrava fgida
Ausenteu-se oo dia 1* do correte, do sobrade
da roa do Bruto o. 70 a escrava cabra, de nome
Fermioa, de idade id a 20 asnos, bonita Agora,
peitos grandes, o rosto com bastantes espionas e
coui om dente podre do lado de cima, co'o dente
tem am pedaco de meos, erjala e natural da
villa de Bezerro.-, vendida por Manoel Bezerra dos
Santos Jnior em dezembro prximo passado, le-
voo vestido de chita branca com ramagem encar-
nada e o corpinho todo braoco, e chale de merino
azul dsconQa-se qoe ella esta' acontada em ai-
gama casa, pelo que desde ja" se protesta contra
quem for de dlrlto : roga-se a qoem della tiver
nMlela de leva-la i casa cima, segundo andar,
tow<"tte ser bem gti6cdo.
AT'rBSr^AO.
Fngo ni) da 3 db correte o escravo crloolo por
nome Benedicto, de Idade 22 afloos pouco mais oo
atos, fot vestido com caiga de brlm pardo e ca-
mlsa de algodo de lisus, alto e magro e tem no
petto ama acadur|S oo qoelmadaras, oairal
de Pao d'Alho : qoem o pegar leve-o a roa do
Livramento o. 4, qoe sera recompensado.
Escravo fgido,.
' PoWd no dia 10 de Jolbo do carrent aono o os-
eraVo TiceiMe, najio Ang^a, idade 40 annos pon-
.fflllir 6o manes, altara r*|olar,ecco do corpo,
l#&W**mt ooaaV.aijal o** do qae ontra,
bjstaote ladino, rosto comp*f*,' o*a barba, ttaz
eabSle nib oooW renta, orttataisola aa algaiao-
rardlo de seda ja' vUlao, teodc no caslao ama
"tneirtfa deBanarea; opboo-a%- qoe este ascravo
trabalb o> da em algom sitio nos arrabaides
dosw cidade, e qoe de noite se oceolta em alguma
casa: Pretesta-se", pots, eowra quem tiver aeoou-
do dito escravo, cuja apprehenso se pede is au-
toridades polleias, gratifleando-se eonvenienle-
1 mente na roa da cadeia do Recife a. 27, segundo
i andar.
_ f _. t






"
I
: -a
Diario de Pernambuc ~ Quinta felra de Agosto de 1867.



muiu mxi

JQ-
AIUR4 DOS SBiHGRES DENTADOS.
SESSAO EM II DELHO DE 1867.
PRESIDENCIA DO SR. SUVrklBA LOBO.
(Gooiicuac<>.)
O Sr. Perkira da Silva : Q.iindo se
6 actual uiioi.-terlu sdu a pnTslde*hci
rjjo Sr. Z icarias de Gms e Vasconcellos, e foi
p,r ella oo senado solemnemente restricto o sea
programraa, ni que nao era mioisUrio de partido,
oas de jusiica e moderacjn; qomdn este ministe-
rio euceou a sua marcha, procurando e chamando
o nomens raais oataenta do* diversos partidos1
e fraeges politmafc ui os cargos de eoiwelh-ir.s ue e>udo ; quando adop- a!n com a Sua apreintag
toa o sysien da onid.de de movimeolos oa gue- ** 0Ternn I09, prT^mAX tlX
ra contra o Paraguav, reanudo sob um comraaado Kera ds orgameoto normal, comcor te na des-
-B"**.' -mww i nftta nnh iras *a*i o/An.-m ai torgas de inar eterr-i, e coofiodo-o a um gene-1*
ral tao distincto como o Sr. marquet de Callas
se osa explicare o objecio e aera o modo e nem a
razio da despeta suoplemeotar ou extraordinaria.
Nada comprehendi se ni) que ai espetas asilo
feitase que preciso paga-las.
Entretanto, senhore--, bem providente foi o le-
gislador quando ragulou a materia ios crditos
coja facu'.dade conceda ao governo. Exige qoe sa-
jan approvadas as desperas extraordinarias ou sup-
plementares em conselbo de ministros, que o da
fathda trouxesse a cmara os decretos respecti-
vos, e que nos seos relatarlos o ministros respec-
tivos em favor de cojas raparais se abriram os
crditos os explicarse ao [arlamuto. (Apoiados.)
Nada depart nos rehurte--, senij no di repart-
cal que esses crdito nvjam si Jo ^bertos aa cou-
fonnidade da le. ^ 3* -
Votim-se assim os crditos : escoras ? (Apoia-
dos.) Eqoanto ao orcaraejo, puece ,u3 se conten-
acao ao corpo legislativo I
com economas i Nao basta que ba
aonos que nlo se vota ornamento regalar, e apeoM
se autonsa o gjverno i praticar ts antii s (Apoia
mmmmmmmm
so a"le? uteriormfele facultada' de emillir no-! *** Q tratar do orcamento. A pola-
-as recebis as e>ta(3ee puU.cas, pensel que>5) Vamos reduz.r a despeta ordinaria ao qoe
c nvinha nao s nao combaier o gbtoete, mas; s restrictamente deje ser, varaos encarara
mesmo coadjuM-lo? coocorreodo todos para que,8/*18 'llorossimo do adminlstragao. Com estes
" ... i .___.7__i Antw un pn* mAina non nerpmiu lumnn MOI rtS-
seguiodo esta anica politica|possivel e exequlvel,
superior a' dos partido?, salvemos lodos a sitoacao
doas un eos meios, nio percamos lempo, com es
les dons aicos meios, o desequilibrio entre reeei-
E-toa
j-resente, guardando nossas.d.vergeocia* para oe- ordinaria desapparecera' do oremelo. E-tc
. ,; u. nrniwi. <,,ss0 profondamente convencido. Com economa
do cooselho me ba de prmiitir qoe ihe diga eom
.'.-aijue'.a e lealdade, qoe paMei
CdamoPt*' oorm seah.r.s o gabinele ealisacao matem-se es dficits ordinarios, eassim
r .cuu dls de su proteo ? o bre pretldSe !' a sitaa{So flnanceira no seo estado oorma
i ihe dia com procuraremos depois meios de ater face ao dficit
d^o^ro"^" a'8UnS ** iPPr0X'maCa i '^^^'S^i^* da
presidente do cooselho.) Aotes dl *$** df "&*> Pel ra900S
Custa-me a coocaber essa metamorphose, salvo! conjunctamente com ella. Approvar amos os re-
.N.J a paUvra ou expresso nao tem valor. (Apoia-'d,,os. approvanamos o novo orgamento reformado,
o.s e coateUcSes.) Deizemos, porui. Isso. Oque approvanamos o novo laocameaio de imposios, te-
digo e easknio qae a poltica seguida aclual- "*< morto o dficit anauo e ordinario, tt-namos
in'nte pelo gabinete, parecendo-ma de exclusivo ddo,ao rcamento um sa do com que se Ito sem
da uns sobre ootros, nio sendo a de appellar para amortizando as dividas fluctuaoUs do toesouro, e
..coocurso de.lodos qoando as grandes qaestdes PaKaod" d9^petas extraordirJar.as, at qae.
Pticas que exigem'solacao se referem a' guerra aguenuodo-nos por algam lempo, t.vesseraos in-
e .'- lioaugas, nio pode agradarme. J Apoiados e c
o tal respeito e cooaoga pelo nosso proced-
ment que encontrassemos o recurso do um gran-
de e q-vj emprrsli no com qae coasolidassemos
toda a oossa divida e regolarisassemos as nossas
Onancas, nnoca deixando mais as daspezas exce-
der as recoltas. (Apoiados.)
Y tonteando com esses meios ordinarios a sita
d S
nao apoiados.
Deixaodo a' margem a poltica que irrita as
,p.lx5es e nao esclarece as qoestoss, voltemos a's
r.', .[!<; is propriameote, posto qua o sistema se-1
guido o'aquella ioQaa peroieiosamanle sobre estas..
Quando se nota urna sitoacao fioaoceira, como
a uossa actual, quaes os meios de sol v -la? Pri- & *lt eSia eP,ca fel" *P J &*J&
meirameaie. igoroso systeraa de economa as | arruine completamente desde |i com a.emisseo
dspotas e de flfe-.lisaEaoTsefera na cobranga dos \ do papol-moeda, antes de tolos os outros remedios
impoVtO!. Qaand; e*ie malo, qoe o principal e aplicados. E so mew-de desespar.gao, de ago-
a aramia at de ..afros, nao* baste, enlo pro-! '. fliodo perdida a esperance de sadeaceo por
r.., recorrer e imposloi novos e a empresiimo. f'" oalro modo ; applicada essa arma antes
Sao os meios que a ciencia e a experiencia ensi-i^ lempo, agora, ames de esgotados todos os rt-
n"o a todos Icursos mais, acabar com os malos at de conse-
Para qae/porm, se possam exigir novos eacn- ,*"' empresilmos, nullincar os novos 'mpostos,
liclM ao pait, e^mprestimos aos cpiUllstas, 1 w*?* ** m serve o augmento nomin.l da ren-
ui.ster, torna-se indispensaval, provar parante o
publici', qoe se esgotoo o meio das #cnomias e
da fiscalisagao, qoe nada mais se pode redoxir n>$
despetas do estado, e que a flscalisagao na eo-
braoga dos seus direitos a mals exacta. E' esta
u dever mais imperioso do governo, e priclpalmen-
10 na actualidad.
.\o entanto, exa-ninida a proposia do orgaraenn
iratlda este anno parante a cmara, neuhuma ver-
ba da despeza publiea traz diramuicol Parece
a-ia o dinheiro se nao acaba e neoh-.ima rsducgao
L iembra, quer em cortes nos objactos que podam 9ii9craesiD0 expendidas no correr i
sor diminuidos sem prejuito do.servigol Apre-
)verno um
da lianie da depreciago d>s valores ? 'Apoiados.)
Eu preciso de papel-ra>eda, declarounos o Sr.
mioistro, porque nem emprestimos e nem impos*
los me fornecem recursos imme iatos. Necessita
o ibesouro de estar habili ado para pagir os seus
bilhetes nos pratos dos seus veuiment s, sob pe-
ni da fallir. Qae meios me oftVeceis de prompto
para estas eventualidades, a n> ma concederdes
o papel moeda ?
Nao tem valor em raeu sentir essa arguraentagao
do Sr. presidente diante de outras obs rvagoes por
sea dis-
curso.
O papel-moeda exigido destinado a pagar os bi-
. 'iia o orcament aprezeolado palo govern.,
excesso de despata de 8.742:627g9ii sobre a ro- *2S22S?5 \^Js*nflA ^L
ca4U calculada, sem se cootarem os ga.los preci P>'" les de 4-3S9:600*^OniETrtpmorri,^
.os com a cooiiouago Ja guerra I L.dos os rea-1 "iaos 1e .he Umita S. Etc. a sorama Tem rece.o
i nos dos Srs. ministros, oenhuraa idea sa avena de nao poder paga-los nos veacimenio.
Que natureza de capital, porem, representa essa
a cargo da suas re /
Diste o Sr. presidente do conJinTqu"e, raa" ue mmc'fs ao '"ouro i ""'''"7'"''-
ue eram precisos pralicar-seft eDe. do pelos particulares ao governo ; J>roda_eto_du_eco-
vbrir economas nos objeclos
partigdes
a cortas que ^,
>*MmW~~-> .. ; nomias, dos saldos dos cidadHos pala maior parle,
Mas o que ple a cimarA fl'UlUJr^m u ira- >w^'1"* 'i, "^tT^W -
caree dos mioisiros da coro ? Como pode ella I Kepreseola a fornrdla?ama |m< oopla de ci-
iniciar as medidas de economa, quando os minis- i dadlos, que antes da crise commarcial de 186* i*.
tros mals habilitadas pela pralica dos negooo yavam o producto do son
yavam o producto do sen trabalbp, e iMUUhm
. fructo das suas economas, aos bancos e CanqaeTTtjs
particulares, e la' dormlam nos cofres desies, rece-
Ta nao lembram aonde, era que vert>a., sa podam
> se davam diminuir os dispendios ? Nao saoelles
mais competentes e autorsados para coadju- odo propnettr.os f^lMMMMM
....- Zn.__ i-u ___,moBU nij! os seus juros respectivos. Era com essas econo-
| raas depositadas a premio que os bancos ban-
v.i-la oests empreza exigida rigorosamente pala
.' niago fioaoceira do pait?
Sempre, senhores,. que o governo italiano exigi
I .' diversas votes do pai lamento faculdade para
promover emprestim^s, acumpanha suas p'opostas
. )m reduegdas as d/spetas, e entre ellas record
-. drainuigo de mais decem prefeitura, isto na
.Impedida do fessoal, e dos empregados pblicos
.asnecessanos. Ultimameole o governo porluguet.!
queiros alimeotavam as suas transaegoes, espalha-
vam o crdito, animavam as industrias, e, o que
peior era, exalta vara loucas especulagoas pela abun-
dancia do dinheiro qae nao poda conservar-e em
caixa improdoetivo.
A crise de I86i derribou banqueiros particula-
res ; levou a liquidago os estabeiecimentos e asso-
qn+i, nio a promovo. A heranca das menos in
vejavou as actaslidade. Prebro reorganisar e me
ttvora/ a derruir e derribar. Nao son architecio-
de ruinas. Vou lembrar mais algans meios coaaf
que o Sr. presidente do coosalno podera' auxiliar-
se para resistir ao pafamento das dividas do the-
souro qua se Iha reclamem, e segare e agenle
sitoacao at que com um grande eoprastlmo-em
circum.-taocias mais propicias, e garantido coa
melbores seguraogas, possamos reduzir o estado a
sua ordem, o orgamento aos seos limites e as fiaan-
cas ao seu equilibrio regalar.
Una a essa propost um autorisago para desde
cobrar pelo padro moaeano os direitos de ira-
portace cobrad >s na: alfandegss Dar-lhe-ha esta
medida carca de 1,000.0904000 i em cida um
met, em presen?* da baixi actual do cambio.
As tarifas das alUneegas, senbores, estao muio
a quem dos valores das mercadorUs no commor-
co ; cobrar, a em papel-moa la depreciada, os lm-
posios a qae egio sojeitos, defraudar o thesooro,
clamorosa injustlga mesmo.
Ninguem sentir o peso desta providencia, por
que a generalidade dos eneroi importados nao en-
trara na classe dos objectos de primeira oecesslda-1
de. Nio estao applicando esja dopirina varias com-
panhias, eat J particulares as suas transaego'e.-?
Por que o nao ha de fazer, e desde j o gverno ?,
' foao augmentar a receita de 10 a 12,000.000*
aonuaes ?
Pego ao digno Sr. presidente do conseibo qae nao
despreze e-n idea de auxilio. Rogo igualmente a
S. Etc. que aceite nessa proposta como emenda
igualmente a idea lembrada pela mea amigo parti-
cular, e collega de provincia e dlstricto, o Sr. Pau
lino, qae o autorisa a levantar um empresiimo, em
que deposito grande condanca.
O nobre ministro da fazenda parecen dar a en-
tender que lnl] i j autorisagao para elle, o por oa-
tro lado combateu o como empresiimo forgado.
Nem em ama e nem em oatra dessas suas conside-
ragdes o acompanho. A idea do mea collega re-
poosa sobre lacios j verificados e consummados
em ouiros paizes com feliz resultado, posto eslea
modificada segundo as circamstancias possivels do
nosso. O celebrisado flnaoceiro Gladstone o te
applicado, anda que com algumas differengas. Ob-
leve o melhor xito nos Estados-Unidos da America
do Norte, na crise a mais grave e perigosa, a da
guerra civil por que passou aquella repblica. Pa-
rece-me muito aceitavel entre nos, e particular-
mente na sitaagao prsenle, em vez do horrivel pa-
pel-moeda.
O Sr. Paulino de Souz\ :Muito bem.
O Sa. Pkbjuu da Silva :Tire-se Ibe a formula
ou nome de emprestimo fergado. Diminua-se-lhe o
jaro de 7 112 a o 0|fj Oeclare-se, porm, que o bi-
ibete ou letra pagavel em 4 ou 5 annos sera reali-
sado no padro monetario. Nao sostenais assim o
crdito publico ? Nao tereis dinnei-o em abun-
dancia mesmo? Que capitalista nacional ou es-
trangeiro ne correr a procurar taes bilhetes pa-
gavels no padro monetario ?
E' esta a sua maior vantagem, por qae pela ac-
tual depreciago do papel-moeda, pela superabun-
dancia delle j em circolago, e qoe em muitos an-
nos nao ser resgalado, ba um grande lucro em
dar boje a sua imporlancia em papel-moeda cor-
rele, e srecebe-la daqui a quatro ou cinco annos
no padro monetario da le de 1846.
U Sr. Paulino de Souza :Apoiado:
O Sr. Pereira da Silva: Eosaie o nobre minis-
tro este meio, que me parece elicissimo, e sera' o
governo quem melbor exemplo d de que trata de
voliar ao padro monetario, e de que suas medidas
tendem a restabelecer as condigoes essenciaes da
moeda. (Apoiados.)
O Sr. f residente : Le mor o ao nobre depulado
que a hora su' passada b i muito tempo. .
U Sr Pereira da Silva :O que lenho eu com
isso f
O Sr. Presidente : ... por tanto, pego a V.
Exc que leuba a boodade de resnmir-se o mais qae
for oossivel.
O Sr. Pereira da Silva :V. Exc. nao se lem-
brou dessa circumsuncia quando concedeu-me a
palavra, faltando um quarlo de hora para termi-
nar a sessio.
O Sr. Presidente :Perdi; eu era obrigado a
cumpnr o regiment. (Apoiados.)
O Sr. Pereira da Silva : Nem eu me queixo,
pretendo, porm, usar do meu direito. Apoiados.)
O Sr Presidente do Conselho : A queslo
importante, merece toda a oossa alienga.
O Sa. Perkira da Silva :Nao sao meios os
lembrados sufflcientes por ora para a sitaagao me-
lindrosa em que nos acbamos relativamente as nne-
sas finangas ? Nao sio aproveitaveis para o go-
verno ? Nao sao preferiveis dos de papel-moeda T
(Apoiados.) E' a siluago desesperada que se nao
possa aguentar at que se abram mals auspiciosos
horisootes, para firmar eoto e regulansa-la? Na",
mil Vezas nao ; ha rai-artaa-*!-*-* --faffnn^ *os
os esse crael auouu uSBunr
rS^o P' lnunciado a res,Pet0 d0 ?0Tern2,' teQd0'se eo-| presenlativo puramente nominal. A Franca est,
dltf*aarfoJ ^eUQlO .4 ; tendo-me
r q Cend mpo T r 6 e arT ^'^o! *# -fi- i'* *g*&g ,3
deticit, que arrbinava as floanfas do pait, oflere- de ".ociantes; abalou o crdito M^SlS
c^u um trabalho bem curioso, sispendendo ou ter-! ??' particular; te sentir os seus. desasIrosos Bf-
minando despetas qae nao erara iodlspeosaveis. fe""s ** a Drobidade. que era entao a melhor .
i e se inutilmeote. Exigem demonstrago de i J*u"s V"1'.1'? r^
iraportaocia dos tributos seja severamente; nana tediviauai. l
ndida. e nao sendo normaes as eircumstan-! dmbeiro emprestado,
,, ,. n,.UOrnf. in .ca iM!,, Mm r. una draniias roaes otlert
Isto o qoe pralica ura ministerio, qaanlo exige
noaoa sacrificios do povo (apoiados da opposigo).
Nao se Imponam tanto os contribainte coas>o qoe
vio pagar mais, desejam porm saber o como se
casta, e se intilmente. Exigem demonstrago de
que a
despendida
<.,as, que o governo nao gaste seoao cora o que
ladispensavel, suspendendo mesrao despezas atis
que possam ser adiadas para pocas mais favora-
veis I (Muitos apoiados.)
Notai a somma calculada de despeza para as tres
repartigoes do imperio, justlga e agricultura. Pede-
sa boje a quaotia anoua da 20,551,612f 912, quan-
do em 1860 estas (res repartidas reunidas des-
pendiam apeoas 9,953:999^147, Isto menos de
melade I Nao eram ah necessaries grandes cor-
les ? Nao se poJiam adiar despetas de objec-
tos aioda que uieis, mas nao urgentes na actualida-
de ? q pessoal de todas as repartigdas publicas
nao ha aomero exagerado? Nao se podiam deixar
ue preeacher ma/tas vagas ? Poupar sommas Im-
portantes? (Apoiados da opposigo.)
E todo isto depende mais do governo do que das
cmaras; deve vr do governo o peosamento ins-
pirador para que o parlamento o adopte, porque o
governo sabe maibor as necessidades da adminls-
tragao publica.
o que succede com o orgamento ? Sob a pro-
posta do govern fixam-lhe as verbas respectiva;.
E' o governo obrigado a despend-las todas ? Nio
r-ode por si deixar de cumprir as que o servigo pu-
blico demonstra intil, desnacessario oa Ddispen-
.- ovel ? Mas qae o governo nao deve despender,
menos sempre qae possa. (ApoiaJos.)
lfelitmente despende sempre mais. (Ap"o ados).
As quotas do orgamento nao ibe fartara, e nem
tjm bistado. Ah esli esses credluis, coja appro
vagio se pede.demoostraolo o que avango. Despe-
zas sapplementares em varias verbas, despezas ex-
traordinarias, e nio previstas, formato a base del-
tas. E o que eu lamento que se nos exige appro-
vagao de taes crditos em tao subida somma, sem
se nos esclarecer convenientemente
E o que fazer 1 Votar in fide parocht. (Risadas.)
As tabellas sao incompletas-, nada especificara,
oada esclarecem. Os relatnos dos ministros
que os abriram, e despendern) as sommas nelles
coudas, nao prestas ama conia miuda par qua
nos ao menos lobnguemos algurrra luxes, e saina-
rnos em bonsciencla o de qcle se trata no meio des.
.-a immansa desordem da adraioisirago publica.
O Sr. Buabque :Fas iojustiga ; os documentos
nao podiam ser Impressos integralmente no pare-
cer da commissio, e sim em transumpto.
O Sr. Perkira da Silva : -Na proposta dos cr-
ditos, no parecer da eommisso respectiva, as ta-
bellas annexas, nio' encontr de cario esclarec-
manto algem.
delicit, que arroinava as floangas do pait,' o"fe"re- de n.eocit3? aDaloa credUo i"*'"1. a a:
nn lar. i
feitos at a probidada, qua era entao a
mais bella qualidade no commercio, e qae fieoa
completamente desmoral.sada ; industria, agricul-
tura, commercio, ludo soffreu e decahio, vendo em
torno amontoar-se laatas rumas e desr.onceituar-se
tantos caracteres respeitaveis. Pugio toda a con-
Tornou-se ditfloilimo obler mais
mesmo para quem melbores
garantas roaes eflereeia.
Da ento para ca os tmidos capilaes escapos do
naufragio dos banqueiros, as novas economas par-
ticulares, nao se confiando mais na praga e nos
bancos, correrara para o governo, porque o gover-
no se declarou substituto dos bancos para receber
a premio e a prazo pequeas sommas qoe se levas-
sem ao thesouro.
Era ura mal para a industria, para as transac-
goes mercaatis, para as necessidades honestas da
agricultura, porque no tbesouro serviam apenas
para eoadjpva lo no servigo publico, e fra do tbe-
souro alimeotavam a riqueza geral e o desenvolvi-
miento industrial; de que maiores beneficios se po-
diam colber. Mas era orna consequencia necessa-
ria dos desastres da crise de 18*-*.
Sao esses depsitos a premio que forraam a mas-
sa dos bilhetes do tbesouro em cir-ulagao e a pra-
1 zo. Que receio pode o Sr. presidente do conseibo
| nulrir dj que Ib'os venbam todos exigir, e que a
importancia do pagamento reclaxado arraste otbe-
.-ouro a fallir por alta de meios promptos e imme-
diatos ?
Nao, nao tenho susto. Esses capilaes, fructos de
economa, repousaro no tnesouro qoanto tempo
queira e thesouro, com tanto que Ibes pague os pre-
mios, assim como dormiram annos inteiros nos co-
fres dos banqueiros onde se recolniam antes da cri-
se de 1864.
E, quando um ou ootro dos bilbetes exija a sua
solugo no prao, basta que o governo continu a
aceitar no raesouro pequeas sommas de 500000,
para qne esteja certo de que as acerescidas de novo
ao tbesooro compensaro as reclamadas em paga-
mento.
Vou mais looge anda. To cedo nem os parti-
culares iro ao tbesouro buscar essas suas sommas
depositadas a premio, porque o crdito individual
contina, aioda abalado oas pragas commerciaes ;
as transaegoes mercantis, qoe neoboma garanta
real parecer offerecer aos espintos timoratos : na
agricultura amedrontada com a diminuigo dos va-
lores dos bragos escravos, que sao os instrumentos
do trabalno. (Apoiados.) Nao fe reetabelece, nao se
restaura o crdito, e menos a confianga, seeo com
o lempo, com a segoranga e a f nova, qne Ibe ba
de vlr mais tarde'
To cedo nio onsarao os donos desses capilaes
tralos do tbesouro e da'-los fra a reodimento
anda mais favoravel. Tranqoillise-se neste pcoto
o honrado Sr. presidente do conselbo. O remedio
boje oecessario tantear a siluago, com brandura
e ello, economizando despezas, fiscalisando ren
O Sr. "BaptisTK Prreira : A este respeito os das, croando novas fontes de tributos qoe alimen-
cembres da opposigo teem sido mais telizes do lera o tbesouro, nao exbanrir a industria particu-
que os das coamlases. Eu anda nao tive esses lar, vendendo apolices a menos sesmo do prego de
papis por 24 h.ras pera esluda los; e entretanto 90 estabelecldo, e porque as cede actnalmente o
todos os membros da opposigo qoe tea fallado os Ibesoore, para chamar maior copia de comprado-
lam visto e examinado. .,' res e de interesados no bem do oslado e na sua
O Sa Pereira da Silva :Eu precurei lodos os fortuna,
eoclarecimentos. Li e estudei alternamente a pro-1 Mals vale vender apolices por 80 ou menos para
posta, o parecer da coawaissa e as tabellas anne- colber dinheiro e pagar os bilhetes do thesouro re-
xas impressas. Examlaai, gragas a um "nobre. de-, clamados nos seus veociojentos, do que emillir pa-,
putado peli Alagoas, copias dos decretos a que se) pe moeda, recurso horrivel, que val oullificar no
refere a proposia, e que elle em manjiscrpto me ; fotoro todos aquelle? ootros. (Muilos apoudos da
forneceo. Pesqoisei os documentos, qae do gver-. opposigo.)
no vieram oamara para comprovar o seo pedido. Lanee S. Etc. nuo dtssas providencias modera-
Descobrl apenas generalidades que nada illustram. das, e o paiz se salvara. Eo desejo ajudar o go-
Eocool'ei sem deraonstrago verbas da illumioa- verno oas questSes finaucelras. Nao qnero a sua
nado-papel-moeda, que ira' ludo contaminar e ludo
arruinar. (Apoiados.)
Mas infelizmente parece que o papel-moeda o
nico salvaterio qoe imagina e concebe o governo!
Sera' por qoe mais far.il fabrica lo e alira-lo na
circulago, sem se dar a trabalbos maiores? Eis
a razo por qua, com espanto meu, velo esta pro-
posta, trazendo a Idea do papel-moeda, s, isolada,
na e cra, sem a menor providencia de orgamen-
to, economas, fiscalisago e tribuios novos, sem o
menor acorapanbamenio de garantas para alte-
oaar-lhe, dlsfargar-lbe as calamidades publicas e
particulares, que coostituera suas condico-'S essen-
ciaes, e suas necessarias consequenciasl (Apoiados
da opposigo.)
Em que oaz do mundo se presenceou tal espec-
tculo ? Quindo a conveogo franceza, no fim do
seclo passado, creou o papel-moeda com o titulo
de emigrados, que levou ao abysrao e a' bancarota
a frang, e causou a retirada do ministerio do ce
lebnsado Nackar, cercou-o todava de garanta, hy-
potbecando-lhe os bens do clero confiscados. Quan-
do os Estados-Unidos da America do Norte, para
poder resistir a' rebellio estrondosa do sul, em-
pregou o papel-moeda, deu-lbe para segoranga as
trras publicas, no valor de muitos milbdes de dol-
iars, e os bens confiscados dos rebeldes do sul.
Agora, aqu, no nosso parlamento, nao se tratoo
anda de economisar, de fiscalisago, de novos em-
prestimos, e o salvaterio orna proposta de papel-
moeda sem a mais pequea garanta. (Apoiados da
opposigo.)
Qaal ser o effeito dessa eraisso limitada a
d0,0W0:00Jj f J no mercado pesa um igual pa-
pel do governo na imporlancia de 42,560:44i# :
umamassa de bilhetes do banco do Brasil e de soas
calas Qliaei de 73,476:710-5 que, nio sendo rea-
litaveis em ouro, e recebendo-se as eslagSes pu-
blicas, constluem verdadeiro papel-moeda (apoia-
dos), e alm mais 2,411:7001 dos bancos creados
por decretes do poder executivo. Urna qaanlidade
superabundante de 118,498:8549 satura os caoaes
da circulago, excedente a todas as suas preclsees
e necessidades. O que succede, e se v, que o
cambio deseen a 21 e 21 1|3, isto ja' o papel-
moeda esta' depreciado oa rzo de 24 a 25 O/q-
Ajuntai-lbe mais 50,000.009^, e a quanto mais
descera' o cambio, esse termmetro Infallivel da
prosperidade oa iQfelicidade da sitaagao.
Qoe pragas, que cidades, que centros de popu
lago do paiz, nao estao cheios ja de papel-moeda
para se adraittir urna opinio da um hbil empre-
gado do thesouro, citada pelo Sr. ministro da fa-_.
zenda, qne espera que da abertura dos ros Ama-
zonas e outros an commercio do muode venba al
tenuagao ao accrescimo do papel-moeda ? Que
das novas traosacgSes, para admittlr novas emls-
sdes? (Apoiados.)
Nao se toroaro verdadeira borla no futuro as
vantagens presentes que espara o Sr. presi lente do
conselbo ? De que servir' ao paiz receber a ira
i porteada da sua receita em um papel depreciado e
decadente, quando sera' obrigado a iraduzi-locom
maiores prejuitos em ouro, para pagar no eslran-
| gelro os objectos que carece para a goerra e os
jaros elevados e amorlizaco da divida crescida
que temos oa Europa ? (Apoiados.)
Nao se assustarao os canitaes existentes no Bra-
i sil com a ameaga da diminuigo que devem sof-
frer, pela depreciago da moeda correte, e se nSo
affagentaro de nos, deixando de alimentar o eoffl
! mercio, a iodosir e a aKrieotrure ? Nao sobirio
todos oa objectos de prego e valor, at os da pri-
meira necessldade do povo, e nio perdero lodos
no vrtice e voragam qne se vai abrir para o p U T
C!tou-se, senhores, a opiniao autorlsada do Sr
vlsconde de Itaboraby. Mas oque o Sr. ministro da.
fateoda extraciou do parecer do honrado estadista,
e iocluio nos fundamentos da sua proposta, nao o
confirma...
O Sa. Pauumo de 8ouza:Se c esllvesse bavla
de combater a proposUieiJSxc.
O Sr. Perkira a Silva ^-Estpn intima e'coos-
cienclosamente disso convencido. (Apelados.) O
que se coiha do extracto feilo pato Sr. presidente
do conselbo qoe, condemnaade fortemeate o Sr.
visconde de.llaboxahy o.iapel-raoeda, diz todava
qne em ultimo e extremo recurso, qoando mais
meios nenhuns hanver oo apparecerera, nao vera'
remedio seno no seo oso. E' isso aceitar j, acn
selbar nas.fircurastancias actoaes e antes de ou-
tros meios meaos prejudiciaes, o
pel-moeda ? Ni: mil vetes ni
A hfMP"fJF* *9*aU *T yofawo
riodo da^eflerajp nao cbagou e sea eh?_
se ootru* meditas se tomarera qae nio a do papef
moeda. Esta facaldade concedida feNBiea qae
pode traze-la como sua consequencia necessana, e
a desordem geral que reina na nossa sociedade, a
aawehia moral que lavra nos aoimos, a' coofuso
extaota dos espiritas, aos males a Talamiladas
porqae pjssam o commercio, a industria e a agri-
cultura ; aos saslos que se sentara penetrar por to-
das as fibras es cidados e da socedade, 'accres-
ceotare* o papel perifos reaes e maiores, e forma-
ra' entre nos o cib*-, o horrendo cahos, quo o
poeta latino Ovidio descreveu nos seus versos mag-
nficos.
Tenho, lenbo muito receio Je:ti medida extem-
pornea e infausta sempre. Atropellam me appre-
hensdas crueie a amarguradas. Dasejarei passar
por falso propbeta; pego i Provideocta Divina
que o faluro ma consliefe intil Cassandr-a pre
vendo calamidades que sa nio mlizaram. Tal
a forga da oaturexa do meu patriotismo.
Miobas conviegoas, porm, mioha coosciencia,
mau rigoroso dever de representante do paiz, me
levam a mira, qae nciava prestar ao governo to-
dos os meios para a guerra e para bem das finan-
gas, coadjuva lo ni solugo destes nicos proble-
mas de solugo pratiea de que devenios boje tratar
me levam, me impeliera a negar o meo voto a pro-
posta do governo na parl em que desde j \ exilie
faculdade para emitur papal-raoeda 1
(Muitos e repetidos apoiados, multo bem, mullo
bem.)
(O orador comprlmentado por tolos os Srs. de-
pulados presentes)
A discusso fica adiada pela hora.
Dada a ordem do dia, levanla-se a sessio s 5 e
meta horas da tarde.
SSaO EM 11 DE JULHO DE 1857.
PRESIDENCIA DO SR. SILVBIRA LOBO,
A's'11 3(4, falta a chamada verica-se ha ver nu
mero sufficiente, abre-se a sesso, sendo li la e ap-
provada a acta da anterior.
O Sr. 1" Secretario da coota do seguinte
EXPEDIENTE.
Um officio do ministerio do imperio,
acosando o recebiraenlo dos desta cmara
em que communica ao governo imperial as
decises da mesma cmara acerca das elei-
ces a qoe ltimamente se procedeu no 5'
dlstricto da provincia de Minas-Geraes, e no
5o districto da da Bahia ; e declarando que
se < xpediram avisos para que aquellas de-
cises sejam exactamente cumpndas. Intei-
rada.
Um requeriment de Maooel Pinto Dama-
so, pedindo ser admittido a fazer acto do l"
anno da faculdade do Recite, depois de pres-
tar ocame de inglez que Ibe falta, on>-
derando-se vali lo o de geographia e historia
em que foi approvado em 1858. A' eom-
misso de instruyo publica.
Outro do tenente-coronel do corpo de en-
genheiros Jo Vito Vieira da Silva, pedindo
se conceda autorisaclo ao governo imperial
a fim de ser transferido da arma de eogenhei-
ros para a do estado-raaior de artilharia.A'
eommisso de marinha e guerra.
L-se, e approvado sem debate, o se-
guinte parecer:
< A eommisso de constituico e pode-
res, a quem foi presente o aviso do minis-
terio do Imperio de 8 de julho do corrente
an o, no qual o governo imperial impetra
licenga a esta augusta cmara, para que con-
tinuem na presidencia do Rio-Grande do Sul
o Sr. deputado Francisco Ignacio Marcondes
Homem de Mello, e na de Mato-Grosso o Sr.
deputado Jos Vieira Couto de Magalhes,
persuadida de que se dio as condicoes exi-
gidas pelo art. 34 da constituico poltica do
Imperio, paraqae taes licangas sejam conce-
didas, de pacreer que esta augusta cmara
assim o determine,
t saladas commissoes, em n dcju'bo
de 1867. ArisUdes da Silveira Lobo.
Araujo Barros.Vertssimo de Mattos.
. Lm-se, julgam-se objecto de delibera-
co, e vo a imprimir para entrar na ordem
tus uauaiuos", os seguinies projectos :
t A assembla geral resolve :
Art. 1.' E' prohibido conservar alier-
los nos domingos e dia santificados quaes-
quer estabeiecimentos commerciaes, oflici-
nas e fabricas.
Exceptuam-se :
1. Aquellos onde se venderem gene
ros alimenticios de primeira necessidade.
2. As boticas, coebeiras e depsitos de
carroso objectos fnebres.
Art. 2. Os infractores pagarao a mu
ta de ioA a 50 que Ibes ser imposta pe-
lo) meios estabelecidos as leis em vigor
e o dobro na reincidencia.
Art. 3. Ficam revogadas as disposi-
coes em contrario.
Pago da cmara dos deputados, em 22
de junbo de I8tJ7.L. Antonio Vieira da
Silva. Francisco Carlos Brando. Isi-
doro Jansen Pereira.Fonseca Vianna.
Gama e Abreu.S. 0. de Moura.A. F.
Pinheiro.
< A assembla geral resolve.
Art. 1. Ser considerado ingenuo, e
como tal gozar de todos os direitos de ci-
dado ingenuo, ind.pendente de outra qual-
quer pro va, salva a- deidealidade de pessoa,
quando seja exigida, o liberto, ctdado bra-
silero, que tiver obtido:
l.Anomeaoo de cavalleiro de qual-
quer das ordens do Imperio.
2. A matricula de negociante.
t 3.- As ordens sacras.
4.' O grao de bacharel em letras, ba-
cbarel ou doutor de qualquer das academias
do Imperio ou estrangeirss.
.< 5.' emprego civil titulo seja espedido
cujo com a assignatura imperial.
6.- PrcrvisSo para advogar.
7.- Proviso vitalicia do profcssor pu-
blico.
8.- Eleic3o de vereador, quando effec-
t i va me n te ten ha exercido o lugar.
t Art. 2.- Fi.aio revogadas as disposi-
Paco da cmara dos deputadjs, 6 de
Juluo de 1867.L. Antonio Vieira da Su-
va. >
REFORMA DO BEfilMENTO -
L-se e remettida eommisso de poli-
ca, a seguinte indicago :
Indicamos que as sesses desta cmara
comecem s 6 boras da tarde.
Paco da cmara dos deputados, i i de (* Na falta de voluntarios sera' preenebida a torca
Julbo de 1867. lavares BastosSouza por corpos destacados da goarda oaeioaai, que
Carmino. Villboim.Andrada Macha- l^'oSSmT^ COalTta* ">a.s conveniente..
do.Gama Ahreu.Dios da Cruz.Jos (com fora). Dictadura iuteira I dictadura iiy.
Avtlino. mitada I dictadora Iofrene e absoluta, entregar to- a
da a goarda nacional, entregar todo o Brasil por
qoe a gu rda nacional a nacao, aos caprichos m
'- nisteriaes I ( Muito bem I muitos apoiado )
acontecieoUis nota v
eu mesmo regenera5rdaTloKdls"illusoes:
desde que o ministerio tem declarado, com
sorpreza agradavel para nos, que j nio
progressista nem simples liberal, mas libe-
ralissim;entendo, Sr presidente, que
do meu rigoroso dever declarar a ininha
posicio aclual: se estou na mesma distancia,
se mais longe, se mais perto.
Antes porm, de encetar esta tarefa, per-
mitte a cmara que me dirija em las pa-
lavras-ao nobre deputado pela provincia de
Sergipe.
Senbores, eu mejulgava ainda niquelle
tempo em que o governo mandav.t circulares
aos presidentes ue provincias diztinlo-lhes:
nao consintaes que seja eleito deputado
fulano, mas sim beliraoo. >
S. Exc, porm, defendendo seu acto, por
elle confessado com louvavel franqueza, de
intervir as eleices do Para, seria imperti-
nencia refutar esse procedimento com o qual
alias nao concordo, desde que nos declara
que trabalhra expontanoameote pelo minis-
terio, deflnindo o grao que leve de inter-
venco nessas eleices e declarando que
fra por esse motivo exonerado.
Desde que se nos revela qae por seme-
lbante modo o ministerio condemnou essi
interferencia as eleices, seria impertinen-
te insistir neste ponto para com o nobre de-
putado : devendo me limitar a declarar que
a este respeito com muito pezar sou minis-
terial.
O Sr. MAnriMHO Campos :Mas em ou-
tras provincias bouve intervengo directa do
governo.
O Sr. G. Ottoni :E' esse o motivo do
meu pezar.
Goncluindo este breve tpico sobre a ad-
ministrado do Para, sent o oredor profun-
da tristeza observando que a exclusao, que
o sacrificio do grande talento que sem duvi-
da todos deploram nao ver sentado entre os
seus collegas do parlamento j eslava con-
summada.
0 Sa. Leo Velloso :J em 1860 elle
fra excluido.
O Sr. Ottoni:Sr. presidente, o projec-
to em discusso pede as forjas necessarias
para o anno de 1868, por consequencia,
forcas ordinarias de 1868 a 1869, anno que
devenios esperar da Divina Providencia ser
de paz Observo a este respeito que o pro-
jecto em pe de paz augmente a forga decre-
tada na lei anterior, e nao diga quaes se-
jam os motivos sufficientes para este aug-
mento no estado actual de nossas finanzas.
Urna de doas; ou o ministerio, levado
pela dura experiencia destes ltimos annos,
julga-se na obrigaejio de tornar este paiz um
pouco mais militar do que tem sido, e quer
arma-lo preparando-o para novas eventuali
dades de guerras futuras: ou acredita, como
eu, que pela experiencia dura porque vamos
passando, o que nos deve coavir ser cada
vez mais homens de paz : a.professarmos
urna poltica de nao intervengan no que diz
respeito aos nossos visinbos, e a cultivar a
paz, salvo caso de sacrificio Ve honra na-
cional.
No primeiro caso, o augmento de 2,000
bomens, pois que se votaram 18,000 na ulti-
ma lei, demasiadamente limitado ; no se-
gundo casoo da poltica de paz, que deve
ser a nossa,este augmento serve somente
para demonstrar qae nos nao cuidamos de
fomentar relaces amistosas. O augmento,
pois, ou insignificante a ponto rio p-m
ridiculo, oq absolutamente falto de todo o
fundamento e motivo justificavel.
Concurrentemente com este augmento das
forgas de ierra, somos tambem informados
de que o Sr. ministro da marinha encom-
mendra navios decouragasduzias.
S. Exc. acolhe com sornso irnico a mi-
nba proposigo quanto s duziasj; mas se
me enganei no plural ser urna' duzia, oa
meia duzia; em todo o caso S. Exc encom-
menda navios, quando est persuadido de
que nao serviro ua guerra actul.
O Sr- Ministro da Marinha :Estimarei
qu.; nao.
O Sr. C. Ottoni :Ata 1 nSo tem con-
viego ?
O Sr. Horta de Araujo :E quem pode
ter essa seguranga ?
O Sr. C. Ottoni :M noticia nos d o
Sr. ministro da marinha se julga provavel
que esses navios sirvam.
O Sa. Ministro da Marinha :Perdo,
eu nao disse isso, mas que estimarei qae nao
sirvam para a guerra actual.
O Sr. C. Ottoni:ES. Exc. encommen-
da os quando muito provavelmente devemos
crer em Deus que nao chegaro a servir'
Ento, tendo o Brasil hoje as aguas do
Rio da Prala urna esquadra fra de todas as
proporges para com a desses outros paizes
da America do Sul, qual a razo desse aug-
mento de nossa forga naval 1 E' a do aug-
mento de 2,000 homens de forga de trra
que eu nao sei quid seja.
E', pois, qnaado o paiz nos Impie a necessidade
imperiosa, reconhecida por todos, de redotfr ara
nosso orgamento o algarismo da despeza; quando
todos os aunjs as coinmss5ev de oream.juto esto-
dam eslaquesto; e em um dos annos cvfbe rao a
honra de ser membro do urna dellas; quando in-
dos os annos ehega-se a esta cpocloso de que ojo
ba pjssltjiiidadtf de reduccio evultadano orcaraeti-
to se nao nos algari&mos da marinha e da goerra;
e quando as Qoaocas cootinoam a desesperar; quan-
do o delicil cresce espantosamente; quaodo se val
emillir aullas detonas de rallhares de conto3 de pa-
pel-moeda; Analmente quando constantemente
reclamada em todos os aonos a suppressao ou reduc-
co de algumas verbas dos ornamentos de guerra
e marinha; senhores, quando tudo isto con-
trariado pelos ministros que pedem ma:s dinheiro
parea marinha, mais dinheiro para e exercitol
i\ao comprehendo. E repito, senbor presidente,
a minba proposigo : Oa este augmento njust-
ficavel, ou redicolameote insignificante.
Ne qoe acabo de diter a respeito das forgas pe-
didas em circumstancias ordinarias resumo todo o
meu peosamento sobre a siluacio-, mas o pedido
do governo para circorastancias extraordinarias
excede a minha compreheoso : e oooca peosei
qae fosse possivel formular um tal pedido. (L)
PRIMEIRA PARTE DA ORDEM DO DIA.
Naturalisages.
Entra em Ia discusso e passa ft 2a sem
Dit o orador, que essa dictadora pode abranger
debate, 0 projectO que autorisa 0 govemo a om* infloidade de tmp-tii*fo clrcum*taeias, que
p >r algum ministro que uo leona amor a's lber
dades de seu pait podera ser invertidas, podem ser
simuladas. (Muitos apoiados). Qoe nio aera' di-
fflcil dar o nome de circunstancia extraordinaria
ao mals simples raovfmento em qualquer provin-
cia, provocado oo na pelos proprios erros do go-
vtrno e dar Ihe orna cor tal, qne pareea affdctar a'I
nacionalidad?, a integrldade do imperio ; e esses4
perl.05 imaginarlos uavara a opportueidade de
circorasiiBcias eltraordioarias em que o pait ter*
de ser eecravisado a dictadura do goveroo. ( Moito
bem).
A Fringa, di: o orador, tem um goveroo, como
lodos sabem, de fado absoloto; seu goveroo re-
mandar passar carta de cidadio brasileiro
aus estrangeiros, que tiverem domicilio no
Brasil, e a requererem.
Fixsgo das forg^e trra.
Contina a 2* discussdW art. 1* da pro-
posta do governo que fixa as torgas de tr-
ra para o anno fioanceiro de 1868 a 1869.
O Sn C. Ottoni:A. dictadora sem li-
mites qne o jnin.sterio pede, a mais com-
pleta, desde que temos parlamento.
Embora j era 1866 eo me tivesse pro-
cnmsianeias que neobuma analoga lem : all, ca-
da ua dos estados tem o seu territorio soleado de
caralobos de ferro, de modo que ee exerritos qoe
ameajam em poooas bofas poder penetrar sua*
respetivas rronteiras. O perigo ah tao eminen-
h 3", n.Qoca ,pdle ier m **''. BIM
ae popolalo estao separados por vastoe desertos.
^IrZ5? Qi,ma>ente slremeceu vendo erguer-
i..f das ff0"elras 0" Lnxembnrgo o pbao-
,p,?.Jaguerr'5 ln,,, i$i eritle deseas
nnr,f nisnnQC -P0d8 ser de a,n P ">a o
nosso, oas condigoes topographicaa em que nos
Mas o que Tet o imperador dos franceres T Nao
foi pedir ao parlamento ora arbitrio Sobre a goar-
da nacional. ( Apoiado). Ni0 qUii ficar aonhor
de barago e culello. (Muilos apoiados). i>ao se-
nhores, (exclama o oradtr) reuni em torno de si
todas as iotelligeocias da Franga; ministros, esta-
distas, deputados, saoadores, cnselhelros,' todos
foram convidados a estudar seriamente as coodi-
g5es ou circumstancias da froga para decretar
leis. E, ainda mais, foi nessa mesma occaslo,
que o i i perador dos fraocezes reeoobeceu a ue-
sessfdade de dar mais vida a liberdade, de dar
mals liberdade aos direitos do parlameoto, e espe-
rar delle a vo'ago dos meios de qoe a nagio ca-
reca.
Jolgou indispensavel a necessidade de apresen-
lar ura niiihao e dtenlos mil bomens, mas nao
qoiz a dictadora que escravisa ; recorreu aos re-
preseu aotes da nagio, pedio leis, nao pedio arbi-
trio. (Muitos apoiados).
Momlisago da goarda nacional I
Ha cinco annos seohoree, qoeoosemballam com
promessas da reformas dessa insiiloigo I Ha clo-
c anuos, que esta inscripgo da bandeira liberal
espera alguma cousa dos estadistas, que destaca-
do de seu partido, prometteram a nos, liberaos,
melborar essa legislagio, para o qoe ibes offerece-
mos os nossos hombros. (Apoiados).
Em 1865 orgaoisado o ministerio de mystlflcago
de que logo o orador sera' obrigado a tratar, orga-
nisado esse ministerio, por incidentes que se de-
ra.., oesse anno, o seu presidente sentio a necessi-
dade de admiiur na pasta da marinha um oome
que Ibe garanlisse melbor as adbesdes do partido
progressista. O ridado convidado, depositario das
tradigdes liberaos, de quem todos apreciara as lo-
tes na tribuna, dissera que nao desejava ser mi-
nistro, se o moisterio a que partencia nao liaba
a Idea de ao menos reformar a guarda nacional
era sentido mais liberal, admittindo o sysiema elec-
tivo em alguns dus postea subalternos.
Que S. Etc. atSrmara a' cmara, que a essa con-
dlgo de sua eutrada para o gabinete, seus colle-
gas do mliisterio responderam que esiavam de ac-
cordo com S. Eic.
P orador, porem, duvjda da sinceridade com que
esse prcrarama do nobre ministro da marinha
fra aceito pelo presidente do conselbo, e desde
que oo er nessa siuceridade, convida, para que
o coofuodam, os membros qoe existen desse mi-
nisterio, que sob a palavra do seu ebefe compro-
metieran! se com o seu novo collega a fazer essa
reforma. Coovida-os a dizerem da tribuna, e
aceitara es convites.
Sua censura, porem, vai ao presidente do con-
selbo, porque n orador o~\ tem duvida de que elle
tomar esse compromisso, sem acqniscencia de
seus collegas. Gonhece os babiios polticos desse
estadista: o ministerio de agosto disse que con-
tinuador da poltica do de maio, representante do
partido progressista, que deu ao parlamento a es-
pe ranga da rtforma.
E qual o resoltado de tudo isto ? Pedem boje
a dictadora, uos seguales termos : i Se houver
circumstancias extraordinarias, deixem a guarda
nacional nossa dtsposico.t (Mullo bem. Muitos
apoiados)
Mobilisacan confirme fr mais conveniente,
uma*monstruos(dade I
E' melhor nao continuar a cmara, dissolver
Isto, a prupor a dictadora, do que pedir que se
loe entregue a nagio para ser escravisada pelo
arbitrio I
E este o ministerio, que ja' nao quer ser s
liberal, mas liberalissimoT (Muitos apoiados.)
O Sr. Tavarks Bastos: E a quinta essencia
do liberalismo. O que resta ver se recuam do
pedido.
O Sr. Ottoni: (Com vehemencia.) Era o meu
primeiro motivo, Sr. presidente, porque eu nao
poda, nao tinba coragem para deixar passar om
periodo destes, sem esligraatisa-lo. ( Muitos apoia-
dos.)
Nao conlinoare sobre este assumpto, porque a
pnv>"-' iue parece de oatureza tal, que nao exige
largos commeolarios. Parni poucas observacSe?.
Dit-nos este relatorio, e oo sei se tambem a
falla do throno, que necesiarlo urna reorfcaoisa-
;p do ex rciio. S. Exc nos diz que a experiencia
da guerra tem mostrado graves defeltus na orga-
nlsaeio dos corpos; qoe indispensavel reorga-
nisa-los, e que o governo precisa que o corpo le-
gislativo Ihe d aotorisagao para isto.
O habito de passar para o governo as attribni-
g5es do corpo legislativo, ja' inveterado, que
nem ao menos, para salvar as apparencias, o mi-
nisterio nos dit:dai-nos urna lei, para reorgs-
nisar o exercito, nem que apresmtar urna prc-
posia, para que a cmara a anuncie-: nao, o
relatorio pede orna autorisagSo.
(O Sr. Martinho de Campos d om aparte.)
O Sr. C. Ottoni:Mas, se a experiencia destes
ltimos anuos tem mostrado graves defeltos da
organisagao do exercito, sendo o maior dos defei-
los de sua orgaoisagan militar aquella que torna a
forg menos es.avel; a consequencia qne a ex-
periencia deve ter aconselbado o ministro, para
nessa reorganissgo torna-la mals aprovetavel,
mais apta para desempenhar a sua misso, e me-
lbor servir ao paiz. E ento essa nova orgsnisa-
go era urna razao para diminuir esse algarismo,
e elevar nm pouco mals as pobres floangas do
paiz.
Mas, seja ou nio fondada esta conjectora mi-
nha sobre o espirito de reorganisago, porque o
relatorio nao cuntem pega alguma a respeito; per-
gunlo:porque este projecto nao contera a aoto-
risago pedida por S. Exc. ? Recuoo S. Exc. des-
sa necessidade T Desconbeceu-a finalmente, oa
ultima hora ou faltn confianga a nobre eommis-
so ? Ternon se tibio o seu enthusiasmo pelo mi-
nisterio, o nao se animoo a dar ao nobre minis-
tro da guerra autorisagao to importante como
esta, que de tacto pe as mos do mioistro a or-
le de toda a socedade ? Oo concordarla S. Exc.
com a eommisso, em embarcar mals tarde um
artigo afiitivo, depois de se ver livre de toda a
discusso, como em aparte me den a entender T
A este respeito nada se nos vem diter; todo um
vacuo,o oada: nem una palavra ao pait I ( Di-
rieiodo-se ao Sr. mioistro da goerra.) Eu pego a
V. Exc, que se digne de declarar i cmara, se
ainda quer a au(risacao, oa para quando a re-
serva ?
O Sr. Martinho Campos: -E' intil perguntar ;
qaer, se Ih'a ao: a resposta sabida.
O Sr. C Ottoni:Outra lacuna notavel do re-
latorio, se refere a magna queslo do recrotaoento.
Sei, que nest. materia, a iniciativa compele c-
mara dos deputados; mas, cortamente o governo
nao est privado de propola, e tem por dever' es-
tudar esia queslo.
O governo manda distribuir um projecto de re-
croiamecto, da eommisso de melboramentos ma-
teriaes do exercito, presidida por alio personagem:
mas, o que notamos, que o relatorio do nobre
ministro nao contenna alguma cousa a respeito
desie projecto.
O relatorio apeoas nos diz, que os membros des-
sa eommisso sao proflssionaes na materia, e por-
tanto, esse projecto aeve ser considerado 1
Senbores, pois quando o ministro falla em reor-
ganisago do exerc:to, e devemos supptr que elie
lem bases para isso, porque nos diz que aprenden
com a experiencia dos ltimos annos; qnando
ama das prlmeiras bases para essa reorganisago
seria os- meios de obter as levas para o exercito,
de supprir as lacooas qae o veocimeo.o do tempo,
a raerte, e outros casos que tratera desfalque s
Sidras; qoando o nobre ministro tem este projec-
to, e a lei do reerntameolo a base esseneial para
reorganisago de que eos falla em seu relatorio;
coftprehende-se que S. Exc oo toaba juizo feilo
sobre o projecto, e nos diga someat: Estudai-o,
parque dd houieoscomplenles?.
E se o mioistro nao itm o griu necessario para
acceitar esse trabalho; oo se tem duvidas (porque
nao desarratoavel ouvir ootros pareceres, e nada
mais naiaral do que manda-lo ao conselbo de esta-
do), o meio de auxiliar o parlamento seria, prepa-
rado assim com esse estudo, remetter ento o pro-
jecto cmara, com a opinio do ministro, que
una deve esclarecer a questio, porque daquellas
em que, embora a ieiciaiiva oes perlenga, nio po-
demos prescindir das luzes praticas qoe s o go-
veroo dos pode dar.
fContinnv-te ha.)
TYP. DO DIAMO-RUA DAS CRUZES N. .
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