Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11332


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Full Text

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ANNO XLIII. NUMERO 17.5.
PAR V A ClPITAfc E tlttiBES 0.\OE 8 UfAO PACA POBTE.
*r tres mezas liiaaUias.,.
Ptirseis tfitss Moa.. .1 ,1
Por tnaaaa lia*., .j ,}
Cala amera araba .] ,t
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6,5000
12(5000
24000
320
SEXTA FEIRA 2 DE AGOSTO DE 1867.
rA*A DEXTBO B FOBA DA PROVINCIA.
Per fres ames adiaaUa*.. r. rr r. ,. r. ,. rr
Par seis ditas dem. [.-
Par nev ditos dem...
Par nm aune idea., rn ..
amuwmi nm a>ttBiuoiBi(B(D no EsaiaiKPKDiM jdi mama* vurnam* m mmn & nutro, 0113 wtwmwm*
750
1W500
20)5280
270000

JiNCARREGADOS DA SUBSCRIPTO.
Parabyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima;
Natal, o Sr. Amonio Margues da Silva ; Aracaty,
cfSr. A.de Lemos Braga; Cear, o Sr. Joaqaim
i os de Jliveira ; Para, os Srs.Gerardo Antonio
Alvea 4 P'lhes; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas.o Sr. Franeino Tavares da Costa;
Baha, o Sr. Jos Martins Al ves; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos ftibelro Gasparmho.
PARTI a unS STAKBTAS.
Olinda, Cabo, Escala e estagoes da va frrea at
Agoa Preta, todos os das.
I^oarassii e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Auto, Grvala, Bezerros, Bonito. Caraar,
Altinho, Garaohuus, Bulqoe, S. Bento, Bom Con-
selno, Aguas Bellas e Tacarat, as tergas-feiras.
Pao d'Alho, Nazarelb, Limoeiro, Brejo, Pesqaeira,
lagazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Ourienry.Salgaeiro e Ex, as quarlaa feiras
Serlohsero, Rio Formoso, Tamaodar, Una, Bar-
reros, Agua Preta e Pimenteiras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio: segandas e quintas.
Relago: tercas e sbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Jnizo do commereio : segundas as il horas.
Dito de orpnos : tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do cive: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do el val : qu artas e sabbades a
1 hora da tarde.
EPHEMERIDES DO HEZ DE AGOSTO
7 Qoarto rese, as 4 h. e 17 rn. da o.
15 La cheia as 7 h. e 45 m. da m.
3 Qurto minp. as 6 1(3 h. da t.
59 La nova a 10 b. e 13 m. da m.
f
EXTERIOR.
rr
DAS DA SEMANA.
S *gDnd*- Marlha S Ss. Betrize Flora mm.
30 TVrga. S. Donamia v., S. Rufino ro.
i RT'a" I" I|"i'e") d" ,jayola' s- Cnmerio m.
1 Quinta. Ss. t. Hsperanga o Candade vv. inm
2 Sexta. S. Est-vo b. m., S. Rotulo ro.
3 Sabbado. S. Harmillo ro., S. Helidio purpurarlo
4 Domingo. S. Ansibarco "m., S. Agalio b. m.
PRBAMAR DE HOJE.
Primeira as 3 boras e 42 m. da tarda.
Segunda as 4 boras a 6 minutos da manaaa.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o snl at Alagoas a 14 e 30; para o nona
at a Granja a 15 e 30 de cada mez; para Fer-
nando nos das 14 dos meses Janeiro, marco, mala
Jaltao, setembro e covembro.
correspondera
DOBIABIO DE SKnvv.T5I5CO
unta.
12 de julho de 1867.
Por ora telegramas do ministro de S. M. na cor-
te de Italia, datado de Gsnebra em 10 do corrate,
a's 9 horas e 45 minutos da muilTn, coosta que
el-rei o Sr. D. Luiz I e o serenlsslmo Sr. Infante
D. Angosto, ebegaram aquella cidade de p.rfaila
sande.
Andam-se preparando no pago da Ajada os apo-
sentos da ratona, o que faz d zer aos jornaes que
o regresso de SS. MU. se realisara' dentro era
pouco.
Parece que o motivo de lo fouca demora rei-
nar a cholera-morbus na Italia.
A sande de S. M. el-rel regente e de seus netos,
o principe real D. Carlos e seu irmo o sereoissi-
mo infante D. Affonso, contioua satisMoria.
Dlz-se qae esta mais doente S. A. F. a Sra. du-
quesa de Bragauca.
mysterio e do-se lies cirenmstancias, que algnns
jornaes da provincia ja' recelara qua flqua impune,
es'.e crlme.
Um estudante da universidade, Pimeota, espe-
rou ha dias dous lentes, a qoem attribuia uas RR
que o mortificaran) em sua prosapia escolstica,^
espancou-os. 0 delnqueme foi mettldo logo em
processo e ja' esta' pronunciado pelo cooseliu dos
decanos. A folha Dlclal traz diversas portaras
dando providencias sobre este crime.
Diz-se que fara otfarecido o lugar de gover-
i jt civil do Porto, ao par do reino Jos da Cas-
ta Sonza Piolo Bastos, e que esta cavalbeiro nao
aceitara.
(Continuar-sena.)
PEHNAMBUCO
REVISTA OSARA.
Foncciooou nontera o Instituto Arcbeologico e
Gaographico Peraambucano, sob a presidencia do
Exm. conselheiro monseohor Muoiz Tavares e cora
a assistencia dos Srs. Drs. Joaquina Portalla, Ger-
Foi fixado para o dia 22 do corrootao juramento vasl Campello, Soaras da Azavedo, Witruvio Pin-
Sr. 0. Fernando, como rgeme do reino, peran- il? Bandeira, Cuuha e Ftgueiro io Jaaur e Apriglo
' (juinaares. p3dre-mastre L-oo e majar Salvador.
sua
offkh
Birai
h
tanto?
do
te as cortes, extraordinariamente convocadas para
esso Boj.
A corte portugueza tomou lucto de 30 dias a
contar do da 10 do correte, em t-i-temunb> da
sentiraenlo pela marte dD infeliz imparador do Mi-
lico, qua fot fuzllado por Jurez.
M guineos Sriigos tem coasagrado a impren-a
de todos os iT&izes a este infausto soccesso. Re-
commodamo-ltie> a leitora do fjihetim de 9 deste
mez, qae poblicou o Sr. Pioheiro Chagas no Jornnl
do Comnurrio. Prodozio stwacao igual a' que
pro.iuzra ha teajpos outro fothetim do mesuro es-
cnptor, acerca da rainba de Ha*p4aha.
O Diario da boje publica a lei penal, aboliodo
a pena de morte e a peoa de trabalhos pubticos
forgados.
E' noHvel a carta qie Vctor Hugo, o granle
apostlo da mviolabilidada di vida bu-nana, dirigi
ao Sr. Eduardo Coelbo, redactor do Diario de No-
ticias, folba popularissima de Li.-bn. Eis aqu al-
guus trechos desse precilo docomento que tanto
Honra a nossa i ai h.
HiuteviiieHjuse, 2 de julho de 1807. Sr.
Eduardo Coelho.
Eita' pois a penada morte abolida nesse oobre Por-
tugal, p*joeno povo qae ten uma graoJe histo-
ria I Pannora me a reeordaeo da honra qae me
cabe nessa victoria illustre. 'Hoajilda operario do
progresso, cada novo passo qu ella avaaca me faz
pulsar o cora^o. Esta sublima. Abolir a mor-
t legal deixaado a" morte divioa toio o seu dlri-
to e todo o sea mysterio um progresso augusto
entre lodos.
Felicito o vosso parlamento, os vossos pensa-
tl ves, o* vossos eseriptores eos vossos pbiiosopajsl
Felicito a vosa afio. Portugal da' o ex03|>:o a'
Europa. Diefructai de autemo essa iramtnsa
gloria.
A Earopa imitara' Portugal. Morta a' mortal |a.u, nials convenanlas e aproprads forem para a
Guerra a' guerra O lio ao odio. Vida a' vida I cjllocajj das estataas, que devem ser oregidai.
A iicerdade orna cidade mm^a, da qial todos iotetrato.
somos eidadSos. Apert)-vos a mo edrao a meu I O mesmo Sr. secretario perpetua apresenta, de
eouipat iota na fcuraaoilade............Vctor' Parte do Sr. Mndon;i Baleo, uina cooia do titulo
Hugo. jo" do cainalogo das roaas ordeos existentes no ar-
Anda ha dias ura rumoriilo na iraprensa, sobro 'chivo da exmela provedorla da Peraambueo, for-
racao do Sr. Ca-lBS,1J P!|o baclnr.il Francisco de Brito Bazern
0 Sr. secretario perpetuo d conta do seguiute :
Differentos nmeros do Diario de Pernfmbwo,
offartados pelo consocio Dr. Manos! da Figueirda
Pana.Recetado com agrado, inanda-sa arcdivar.
Uera do Mercantil, offerltdos pela redac^ao res-
pectiva. Recebiao com agrado, manda-se archi-
var.
liem diFaculiadee o Povo, offjrtados pela redac-
Cao respactiva.Racebido cora agrado, mandase
archivar.
1 Inm da Opima) Nacional, uflartados pela redac-
cao re archivar.
Um olflcio do Rvm. vigario Firmino Jos da Fi-
gueirlo, em seotido de agradecer com
maulo a sua escollu para socio correspoudonte.
lnteirado.
outro do socio efwiivo Dr. F. M. Raposo d'AI-
m^ida, participando nao poder comparecer a pre-
sente sesso por motivos supervenientes. lalei-
rado.
Ojtro do Sr. secrelirio da presidencia coramu-
meando que lora autonsada a tbesouraria proviu-
cial a pagar ao thosoureiro do Instituto a consig-
nado rulada pela assembla provincial para seu
exi'diem-.Iaiairad j.
^ Outro do mesmo, fazendo remessa de ordens do
Exui. presdanla da proviccia, do relatorio com
qua o consalneiro Francisco da Paula da Sveira
L.bo abrir* a asserafra provincial no correnta an-
no.Manda se archivar.
0-.itro da cmara municipal, communicando, que
n meara, em acquiescencia ao peoido do Instituto,
urna commissao composla dos Srs. vareadores Dr.
l'raxsdej Gomes d- Souza Pitanga e major Gusta-
b hs* to Ttago, afiai eoaa a aapiaiajt
ro cordeador da mesma cmara e a commissao
designada pelo l'isiiluio escoiher-sa as localidades,
Quarta companbia.
Aiferes, Fraocisco de Carvalho Paes de Audrade.
Sexta companhia.
Alteres, Jos Ferrelra Mosquita.
Foram nomeidos para a companhia avnlsa
da cavallaria n. 2 da guarda-nacional do muaiciplo
de Iguarasi : para tenente o alfares do dec mo
bataitio da iafantaria do mesmo municipio Anto-
nio Ridrigues Campello de Mello, e para aiferes 9
gaarda Jos Ribairo Pessoa.
Damos em segaida o discurso que recltou
boBtem, por occasio do funeral do primeiro-anoi-
versario do passamento do Commandador Manoel
Figoeira de Faria, o Exm. Monsenbor Joaqolm
Pinto da Campos :
Sbnhobes. A tocante ceremonia a qua todos
assistimofxfecorda em linguagam muda, mas sua-
soria e penetrante, que houve ahi, nao ha muio,
urna exislenc.a supprimida na cadeia dos seres ln-
tellgentes. Nos primeiros scalos do christlanis-
mo, celebra?a-se cada anno a fasta dos santos
martyres, no da em qua haviam padecido o seu
martyno. No a do anno, celebravam-se os suf-
fragios por lodos os morios, e na serie d s lampos
as pessoas piedosas foram institulndo preces ani-
versarias pelo repoaso dos seus parantes e amigos,
que as tioham precoiido na grande viagem. A ,
igreja consagrou depois cora solemnidades este sa-, ?71!gpirar,* ?a,or Corla ; aos olhos de Deus Ibe
ir M.-i una nno ia~ j. .--------n_ _.ii------- la a caridad, qua elerceu ni trra, evangali-
h'a successlrament os Interesses de sua empresa.
S urna coma o fazia esqaecer todo :era o bem
publico, ffnburaa idea da interesse geral deixoo
unca da encontrar accoltiraanlo no seo jornal,
que n'oatras mos, menos largas e generosas, te-
ria silo um poderoso instrumento de riqueza! A
sua lula na /undacao, e sasteotaco da primeira
ooffllna typographica do noria do imperio foi ad-
iravel e sublime de contranetkdes e revezes da
o genero. Ojtro espirito da tempera menos
sta tena suecumbido no porfiado combate da
tos annos I Nem o governo do paiz, oem a so-
dedada actual coraprebanderam nunca us seus de-
veres para com este grande lidador da lmprensa I
Que de angustias nao mlnaram aquella existencia !
Quantas veze3 me nao revelara as quel xas amar-
fas, qua tragava era segredo contra as villanas
com que ram compensados os seus grandes sa-
crificios I
< A brevidade deste quadro oo permita escre-
ver tado qaanto fez de til ao sea piiz o coraraen-
dador Manuel Flgusira de Parla, at por que a
sui bograpWa, a sua historia "continua abt ser
lila todas as manhas as vastas columnas do
Diario de Pemambuco, cujas psginas bao de re-
percutir o nome do seu digoo fundador al a mais
Mola posteridade I Aos olhos do mundo, nao po-
lutar costume, que, alajra de tar por fim melborar
a coodicao eterna das almas dos bndos,*por. mel
dos sacrificios expiatorios, favorece as extmnsoes
da saudade, e perpetua a memoria dos que nos fo-
ram tao caros. *
Estas repetidas cora memorares tm r n5o
meaos superior vantagem de avivar na nossa ima-j
giuacao idea-4o nada humano, da que os ceg
mortaes tazara tanto cabedal I
Ohamam os bomans tlor da idade a primavera
freir Lobo com os ofBc'aes e pracas do corpo
sob seu commando, o capito honorario do exerci-
to Felippe los da Esa'taco Maoiva e 2 zuavos.
Repabticao da polica. Extracto da parte
do dia de agosto de 1867.
Foram recomidos a' casa de delencio no dia 31
Je julho :
A' ordem do subdelegado do Reeifa, Lzaro Tho-
raaz Marlios, para correccio. A' ordem do de
Santo Antonio, Joo, escravo do tenente-coronel
Manoel Camello Pessoa, a requerimento deste. A'
ordem do de S Jos, Paulo escravo da Rufino Epi
phaoio dos Santos, porsuspeilo de andar fgido.
O chefe da 2* seceso, J. G. da Mesquia.
Casa de dbtenqao :Movimento do da 31
de julhi-.Baistiam presos 339 ; entrarao 4 ; sa-
biram 7 ; existem 33!, a saber:nacionaes 236 :
mulhares 6 ; estraogeiros 34 ; mulher 1 ; escra-
vos 54 ; escra vas 5 :total 336.
Alimentados a cusa dos cofres pblicos233.
Movimento da enlermaria do da 1 da agosto :
Tave alta :
Bonedicto, escrauo de Cbrysanto Dario Nobre de
Almeida.
desregramentos ala espeoqJafSas aparentemente
vaoiajosis acabara de preciplurtortunas conside-
ra veis I
Urge acudir ao perigo que ainda se pSde re-
mediar, mas progredindo elle difflcmente se po-
dera obter a cura desejada I
sando a Inz aos povos por meio da imprjnsa, e
soccorrendo aos necessitados por meio d'aquella
carldade, em que foi tao Insigo.!, como na amiza-
le I Cirramos a cortina aos aunaos da sua vid
intima... a sua alma e Daus... sempre sa enten-
eram I ....
Ante-hornea) leve lagar o beneficio da Sra.
Tbterry no nosso Santa Isabel, e por essa occasio
mais urna brilhaote victoria foi gaoba pela raoci-
da vida, e com razo Ibe cnamam flor ; porque lo- dade estudiosa e foielligeute da nossa Academia,
da a durago dos annos desta vida caduca, toda aL Ni lula iravada entre os apreciadores das Sras.
repatigo das primaveras da mais 11 irida iJade, -Poppa eAdile, (oran gnhos os laureis da victoria
nao s tem a fragilidade da 0>r mais tenra, mas
los da Fi- apenas tem a dorac) da urna flir na maior exien- y1**^ ser a Sra. Poppa mais artista qua a Sra.
reconhaci- sao da vida. Fallando Job da vida do bomxm, Ad.'i"

dsse qua eram breves os seus dias, como sa dis-
sera, que a vida do hornera o emblema da som-
bra que vai fugiodo, e se aome nos desartos do no-
risonte; ou o emblema da escama do mar, que sa
levanta garrida e vico-a sobre as aguas, para ser
lego quebrada pela onda, qae se arqueia e a desva-
nece.Todo islo assim e mais ainda. A vida d"
horaem, no dizer do assetico, um hocejo da te/raj?
qae sabe em vapor para raorrer era famos; urna
exhalaco, que o ar dissipa ; urna folba, qae o
vento leva; chamma, que ss converte em cinza;
clnza, qua se desfaz em p;fij)W que se muda em
lodo, e iodo, que se torna en trra I llantera um
favor do possivel, boje um penga do futuro, ama
nba um cuidado do presente; um pode ser...
um nao era'... e, se asis alguma cousa, r. 1
mais que um monticulo de poeira-, que lia la para
se desfazer; urna vjidade, que corre para precipj-
tar-se: onit meotira, que falla, para illudir-se a si
propria; e um enganu, flue se resolve em mil de-
tseogftitos f .
Toda essa fabrica vvente, loda essa apparon
ca formosa, loda essa osteiiUco robusta, toda es-
sa pompa doslumbrote, que se chama vida, exis-
pelos primeiros, e nem era de esperar outra couza,
il.'.
as prooaiidaa^s de prxima exoncrago
sal Ribeiro. Mas dizem que este cavalbeiro vai a
Pars, (loando interinamente com a pasta dos ex-
traugeiros o Sr. Corvo, ministro das obras publi-
cas. Outros afflrmam qua o motivo da sabida
tarem-se aggravado-os seasantlfoa padocimanto--.
Ha quera assjvere tambera qua o Sr. Casal Ribeiro
esta' ligado por urna aotiga proroessa ura salvar
a outraace a companhia dos camiBhos da farro
portaguezes ( norte e leste) cujo estado precario
se revela cada vaz menos lisoageiro pora os accio-
nistas e portadores de obrigages.
Os defensores da compaonia s culpara os go-
vemos de Portugal, por nao lerem dado 6 deseja-
vel andamenio a* faiiura de estradas ordinarias,
qoe liguem as pavoacij's do lotenor do paiz com
rra
Cavaleaoti de Aibiquerque, com relago a And^
Vidal do Negreiros.tacebido com agrado, mau-
da-so archivar.
Prucsdendo-se a respectiva votacio, sao appro-
vado socios honorarios o Sr. commandador Aoto-
nio Joaqun) de Moflo, e correspondanta o Sr. Dr.
Exequiel Franco de S?.
Vein a mes e c lido o seguinle parecer :
A commissao de redaccao de revista tendo
examinado a propom do Dr. Amaro da Alboquer-
qua no saotido da serem exlincias as mensalldades
dos socios elfaciivos, dobraudo-sa as joias dos que
de futuro eniraretn para o quadro, disi'urd* de se-
melbante Idea, por entender que as jolas futuras,
embora duplicadas, nao chegaro para a raaoteOQa
as linhas-frrri'as. -O pouco movimento oue se nota I do Instituto. Si a di vi Ja acliva do Ioslituto actual-
na exploracodas uossas viasaccek-radas, nao pro-! mente a causa daquella proposia, nada garante
qua essa divida nao resurja no futuro relativamen-
te as jobs.
cede da outra caasa, mas parece qae i se deveria ter previsto da longe, ant-s de se ha-
verem sacrificado capitaes impSrianiissimos na
Tele de carainhos de ferro. A qaasflo compli-
Cada, e ilvre-me Deus de querer trincha-la n'uma
correspondencia fugitiva. O certo que os nego-
cios da companhia vo mal; diz se, porra, qae os
Srs. Coro e Footas Pareira do Millo, nao concor-
dara com o Sr. CasaUtihairo e parece altarera re-
solvidos a fazer cumprir as conlicSas dos con-
tratos.
Qaanto a divargeacia do ministro dos estrangei-
ro?, na tambera qoem presuma que ninas Teclaraa-
yas do governo dos Estados-Unidos, sobre cuja
soluto os membros do gahioale se nao nvsiram
multo accordes_, 6 causa da prxima sahida do Sr.
Casal. Parece que a priso da um subdjto dos
Estados Unidos (Giivelra, irmao do phetograpbo
process^do por passadjr de notas falsas do banco
de Portugal) o pretexto da reclamacao daquella
repblica.
Os que assoalham estas snppostas ou verdadei-
ras deMnlelligoucias interiores do'gabioete, do-lhe
anda outro m-.livo na escolha que o Sr. Casal Ri-
heiro tem a pello fazer de cartas passoas para os
logares superiores do ministerio dos negocios ex-
trangeiros. Parece qua o despacho projectado do
Sr. Aatont Augusto Teixeira de Vaseoocellos, re|'
dador da Gazeta de Portugal, para secretario ge-
ral daqaelte ministerio, ura dos pmoj da dis-
cordia.
Mo respondo pelos boatos. Ca la urna destas ]
versoes podera' ser plau:lvel. mas sabe Deusquau-
lo se affasia da vardade.
Em todo o caso, ja' izara qao o conde d'Avils,
nosso ministro na corte do Madrid, e actual cora-
Eita' a sihir do prelo por estes das o com-
- pendi de grammatica portugueza do Sr. major
[Salvador Hanrique da Albuquerque, cuja snfflcien-
j cia na materia recoobncida, e manifestada aioda
' no apreco que sempre tem andado ligado a' esta
I sua obra, queja vai na decima primeira edijao.
Coai effito, c ella credora dessa aceitago, pois
, s.;m faltar ao essencial, expa a doatrina de modo
claro e accesslvel capacidade dos principiantes,
tornando a por coaseguinie' verdadeirameole di-
datica.
A-sim, este um compendio qae prestndose
completamente ao seu fim, se recommenda por si
mesmo ao apreco que ba conquistado ja de pessoas
competentes, ja' do corpo legislativo provincial, j
finalmente do conselho director da instruceflo pu-
blica da provincia, em cajas escolas foi auiorisada
a Ititura do mesmo compendio, sen lo portanto da
vantagem esta nova edicto, a que vam addiciona-
dos differeoles tratados de matarlas que se pren-
dera a principal qua cju-tiiue o referido com-
peedio. -v
No correr de Janeiro a olha prximo passa-
do, eutraram nesle porto 466 oavios, sendo ameri-
nos 19, argentino 1, austracos 4, brasileiros 180,
branse 1, dinamarquezes 2, francezes 24, bam-
burguezes o, hanoverianos 8, hespanbes 22, bol-
: landezes 8, mglezes 118, italianos 3, meklembur-
1 guez 1, norueguenses 4, oldemburguezes 3, porta-
guezes 41, prusslanos 10, schleswig-bolsteins 5,
i suecos 7.
Destas embarcaroas 111 foram vaprese 355
navios a vala. Daquelles 37 vierara de ultramar
missario regio na exposico internacional, vira"!? '% por cabotagem e desles 176 de longo curso e
substituir n Sr. Casal Ribeiro, passaodoeste para !179 p,r cabolagem.
Madrid. Outros indigitam o Sr. Casal para a em- Nao boove a reunio da assembla geral da
oaixada de Romi.. Saja como fr, a santa paz, ao j-Associaoo Comraercial Baneflcente por falta de
que paece, nao reina ja' Daquella igreja. numero.
iJ^fr\mria.m.e!? p?b!,cado as lels. >JoPM- A'attencao dos nossos assigaanles recom-
k, n -i?*! ?^?n 'PP^.^dos pelas cortes, mentamos 0 estabelecimento de molhados do Sr.
aL?.??Jx M.T.vJ?in-* ,raP3rlaDt9 reorma Joaquim da Suva Coila, sito a' ra das Larangei-
t ,^T\ZlJ*V* h"le ? "r* d,vls0 "s n. 16, o qual se acha convenieolamente sup-
d LT, b53u, !' T-'!fer"la l81- I Pno de modo a' poder fornecar bous ganaros.
Fot publicada a lista dos expositores portugoe-
zes premidiados na exposico internacional. E' Para offlciaes do segando batalhao de iofan-
honrosa esta relami de oomes, por que mmto; taria da guarda nacional desia municipio foram
avuliada e maoifesia grande progresso agrcola e nomeades os seguintas cidadaos
Honra ao corpa acadmico que euvolveu na puf-
pora da scienel o symbolo da arta I Honra ao
corpoacadaicico que lavou na pyra da fugo di
indiligencia a nodoa que os apnsiolus da malvadez
langaram sobro a artista I
O espectculo de aote-aoaiem foi um triumpho
para a Sra. Poppe.
Flores naturaes e arliflciaes, solas 00 em coras
e ramalhete*, pcoslas lindas e cntbasiasticas, nada
falln. Oenltfn^lasmo brotiva dopeilo da mocida-
decom todoo'tigo de desbrochar d^s flores.
Foi uia delirio 4 noile AaSfyroppe nao couba menor poryao de ap-
piausos tributados a sna loi-r-.i-sante senhora. Urna
rica modalha da^ouro pendauta de urna fita escar-
ale Iba foi olT-rtida palo povo acadmico no meio
de phrenoticos applausos.
, Foi o sculo de amizad trocado entre a sajen-
ca o a arte I m
Em aooa das faces a madalha tem a in~crpQ3o :
A mtailt Acadmica do ll-cife ao joven nuestro
Poppe, lG7, e na ouira osla* gravada urna lyra en-
tro o*ous ramos de flores.
Para completar a obra tao bellamente coraecada,
tencia, duracao, cousa tao vil, qae ora depois! a mocidada estudiosa foi acompanhar os esposos
da morte pl sor palor, do quo na maior gloria, j Poppes, seguidos da urna tanda do msica, al a
sa, ao cbfgar ao termo da romana ea Por esto i sua residencia,
vala de choros e da angustias, mostrar que nao | A Sra. Tniorry, abenaQciada, foi tambem muilo
appla
o exi.
a ; sea talento e marecimanlos artsticos
soube o offlcio para que nasceu, sto saber mor
rrr I t Saber virar, diz Sneca, isso sabe a igno-
ranau; soIit vvaf bom, isso saba a scieacia Foi, pois,a noite de ante-honlem o mais perfeito
da raz-'io ; s)her raorrer, isso 6 a alta sabedona,; contraste da anterior, em qua scenas verdadaita-
< que s so a irenda na me-.ii'aco profunda dos
deveres. Sao ignoran.:as sabias todas as
sci-ncias dos de ve res, e scioucias broncas todas
aquellas presumpgoes, coai que a vaidade humana
sonra fioaiguias, que estallara como vidro a' lufa-
da do ll'ird rSle I
Applicando estas considsracoas geraes ao par-
ticular desta piedosa fauego, que ora aqai nos
coogregs, nao preciso qua vos diga que, leudo
comprdo os daveres da candada para cm o ami-
Oj qae perdemos, offorecealo pelo descanso da
soa alma a hostia do cordalro virgam.tiao posso
deixar do abrir espago a's maniesiajoas de ami-
zade ; pois tambem sagra cultos e irapa davaras,
qui. sao tanta mus impanoso? quaadose trata
de preeach-los para com um bomem. que no cor-
rer de seas dias sobre a ierra se mistrou sempre
o mais desvellado cultor desta virtule social.
Si f o commandador Manoel Figuaira de
Faria foi nm perfoito mdelo do amigo varda-
deiro ; e, quando nutras nao fos*em suas virtuales,
que alias abundaram em sua vida, e.-ia s seria
bastante, para Drna-lo digno d is louvores o borne-
nagens dos seus coolemporaueos. eratKaiueoia
mostrou, qua enten na ser a amizada essa umao
secreta, qua prenda duas almas, o pela qual ellas
manta truies sa represeutaram ao salao de espec-
tculos do Sania 1-abel.
Nao revolvamos porm essas cinzas; n;j a vic-
toria a maior gloria do vencedor 6 perdoar ao ven-
cido.
Embarcon-honlam effectivamente o corpo de
vlootanos da patria, org*uisado pslo Sr. coronel
Lobo, que o foi commandando.
Igualmente seglo, como lineal do mesmo corpo,
o Sr. major Luiz Bernardo Farrera Casir Lourei-
reiro, qua volla aos campos do ?aragaay, d'ooda
viera ha pouco com liceoga, dando assim portanto
uova prova de seu amor a patria, a cujo sarvlco
saba propor sempre qoa-isquer interesses, nao
olbando commodos pessoaes, nenia' considera-
co-s da ontra ordem.
Suadedicaco a) servio, publico ha da ser da-
vidamonie reconbecida pelo paiz e palo governo. .
Dana da lar lugar o leilo anonadado para
boje, na Passagem da Magda 11 na, em cana do Sr.
F. Sauvagc, o qaal lica transferido para quando de
novo-annuciar-se.
O Sr. Amonio Ljoaeio do R-*go Medeiro, pe-
1 s.'juinte :
1 Srs. redactores.Era urna publicado feita no
-1 Movimento do hospicio de alienados na Mi-
sericordia ds Olinda, do 1 ao ultimo da julho de
1867 :
Existiam 23 horneas e 4i mulhares, eolraram 2
hornea uxistam 25 horneas e ii raaiberes.Total
69.
Existem 10 empregidos neste e-labalecimanto, 7
homans e 3 mnlnares, seudo medico 1, cap-lio I,
porteiro e sachristao 1, enfarmairos t, barbeiro
1, enfermaira 1, cosinh9ira 1.
Foi visitado o mesmo estabelecimento pelo res-
pectivo medico nos das 4,8, 10,13, 13, 17, 20, 23,
26 e 30, as 8 horas 8,'.{,9, d}4 e 10 da manuia, e
as iy da tarde.
O roordomo de mesa,
A. i. Gomes do Correio.
O agente,
Lhiz do Rrgo Barros.
Movimento de hospital de N >s
da Conceico dos Lazaros, do Io a 31 de julho
de 1867 :
Exintiam 13 homens e 11 raulheres, existem 13
homeos e II mulheras Total 2.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras pelo medico do
estabelecimento o Sr. Dr. Ignacio Firmo Xivier,
nos das seguales: 4, 8 10, 13, 15, 17, 20, 23, 26
Existem empragados no eslibelecimento 8, a
saber: Cippellao 1, medico 1, regente 1, dila i,
barbeiro l.cosiaheiro 1, serventes 2.
O mordono de mesa,
A. J. Goni'S do Correio.
O regente,
Diniz Ignacio P. dos Santos.
Oommuuicados
se advinhaw, se comprehendem. e sa assimilam seu conceituado Diant deltontem sob a epigraphe
as doguras do bem querer: mleodia, como eu
emendo, que essa uniao, quando completa, opera
entre dus amigos a fuso das vontaaes. isto a
commuuidado inteira dos seotimentos, caso em
que a aralzade, seoiim-nto humano, frisa com a
caridade, samimenlo divino, por cujo influxo o in-
dividuo desapparece no sao sa neniante. Essa
uniao inteira de duas almas o que ha de mais
digno da Inveja sobre a Ierra ; oeuiimenio,
que experimentara os bemaveuiurados no co :
amam-se sera o estimulos sentidcs,
Seubores I a araizadeenlre os antfgos, como
entre os modernos, leve a sua. ra%de marcial ; le-
ve depoi3 sua Idada phiiosopbica. O" ardor belli-
coso sempre o ardor de ura povo joven, o pri-
melro sigoal da sua virilldade : forca da corpo,
agilidade, bravurasis os dotas ao horaem mais
apreciados enio, e que o tornavam o prinmro mo-
vel do enihUiiasmo.. .A auRzade nao era pois para
ura povo dasses terapos, se nao urna espacie de as-
sociagao belliaosa, que os Gregos e os Romanos
conbeceram, e que os sens legisladores anima-
ran).
< A anliguidade pagaa, que se apodarava das
boas comu das ms paixas, para as personificar,
represenlou a amizade, sob a figura de urna jovoo
donzella, teudo uma.mao posta sobre o peilo, a a
Pralos Srs. credores da ma si de Sboshao Jas
da Silva, terfm, vam nm trech em qoe se en-
volva o meu uo ne : declaro que nao ha tuitivo pa
ra a* InsiouagSas que se pretenda fazer acreditar,
n j.m tao pouco aulorisei pessoa alguma a tratar
e semelhante assomplo.
Passageirosdo vapor nacional Guar, vindo
dos porlos do Norte :
Manoel Ignacio da Arauja Cunha, Christian S.
Seinliufl, Lonis Sahrader, Emilia Schar J., Dorothea
Irit-, Mano8l Jos Pareira Gomes, John Cork, An-
j ionio Domingos Piuheiro, Joaquina Jjso Godinho
j Jnior, Antouio Pereira Martins, Afipio da Cunta
! Mirtins e seus dous escra vos, Loiza k-ruadm, Or.
Jos Anlonio Figueiredo, sua senhora, sete Olhos e
tres escravos, J o Capnsuno de Meuezes, Manoel
Antonio Pareira Naves, Basilio Jo> da Hora, D.
Maria das Nevos Maosella, Joaqnim da Silva Mel
lo, Robert Jos Schaders.
Seguem para o snl :
Antonio Rodrigues Santos Almsida, Rodolpno de
S, aiferes Camillo Jos de Araajo Nobre, 2 recru-
las de marinha, Dr. Raymundo P. B. Roxo, Anto-
nio Vieira Nina, desemhargador Ba.i io G. T. J-
nior, Moyses T. de P. Saraiva, Manoel Joaqun)
Marques, Dr. Raymundo Ferreira d Aranjo L'mi,
e 1 escrava, Dr. EsmernoG. Prente, Angelo Nard,
outra sobre um olmo farido do raio. A arvoreUuj Jacinlho de Lima, taante Antonio A. da Cu-
fulminada pelos fogos das tempestades era o syra- ma, capitao Jos A. Rodrigues, guarda nacional
pintor,
a nb
fabril era nossos conterrneos.
Tiverara modalha de oiro a iraprensa nacional
da Lisboa, a mina de S. Domingos, o conselho al-
amarino, a companhia das lezirias e os produc-
ios das colonias poriugaez.s. Igaalraenu a levo
o Sr. Domingos Affonso pelos excelleotes vinbos do
termo que apresentoa.
Foi premiado o orfelinado do bario da Nova
Cintra no Porto pelos seus productos sericcolas.
Vai haver prximamente no palacio de crystal
daquella cidade, orna exposico sericcola. Foram
ja' tfflcialmente poblicadas as condiedes da adrais
sao dofrpTodoclos e soa classificaco.
Primeira companhia.
AlfaresO alfares porla-baadeira, Anacleto Publeo
de loraes Carvelbo.
. Sexta companhia.
CapitaoO leante da lerceira Francisco Faustioo
de Brito.
Stima companhia.
TenteO aiferes da qoiola Jos Alfredo de Cor
valbo.
Oilava compahie.
TenleO aiferes da primeira Tristao Jacome de
Araujo.
Para o oitavo batalhao de iafantaria do mu-
Foi ha p'neos dias assassinado atro, na villa nicipio do Recife foram Horneados os seguintes
reir, depuudo a's corles. Sjianda companhia.
Urna portarla inserta no Diario, recoramaudou i Alfares, Francisco de PauU da Souza Lea),
a maior coergia para o dwubiimento dos crim-! Terceira co'mpaQha.
nosos. Pur ora o atteatado anda envollo era tal i Aifere, Jos da Costa Santos. +
bolo do infrmalo de que a amizada nao se espan-
ta va, nem se borrorisava. E o poeta, o pni
o estatuario, qae priraeirjLassira coacebsn
gao da amizada, leva uraaWla inspiracao ; porque
a amizada nao nunca to bella, tao sofclime, lo
celeste, se nao carao quando eslende nao ao
amigo ferido pelo infrtanlo. A amizade era a ca-
ndada dos antlgos. O ebristianismo deu a amiza-
de outro carcter muilo mais elevado. Elle que
prescreve a abnegacao propria, sabe inspirar as
mais nobr;s dedicaceas, e a virtude dos grandes
sacrificios. D'ab velo a dizer um amigo, qae a
amizada perfejia s pode existir entre dous te
mens de bem ; porque s dous homens de bil
podem compreheader e praticar a religio sublime
da araizade.
Consagrando estas paseas palavm a urna das
raals raras virtudes sociaos, consagro ao mesmo
tampo o elogio do comraendador Manoel Figueira
de Faria, de cuja lealdade de carada: Uve as mais
decisivas pravas. Nnoca 03 seus interesses parti-
culares, por mais apenadas e insumes que foaVJ
aera as exigencias da sua vida comercial, prffc
ponderaram no seu animo, qaan.o se tratava
de resguardar o amigo das aggres-es da irapren-
sa.. iSo houve governo, Dcra pUantado moa-.ia-
fio, qua conseguissa dubrar a coastiocia de Ma
noel de Figueira era prejuizo e' damoo de suas
1 retocos pessoaes. A lealdade do seu corsgao ira
Ray nndo J. de Brito, Joaqun) Domingos da Cos
la. 90 pracas e 7 recrutas |ra o-'exerciio, 9 ditos
para marinha e 12 escravos a entregar.
Passageiros do vapor Braslleiro Guar, sabi-
dos para.os portos do sol;
Joao O. da C. Maciel Monteiro, lenle Clemente
F. Tavares, Miguel Lucio de A. M., Jos Hancbe B.
C Jnior, C. Novellino, Jos Lopes Sagcs, F. Leo-
cadm Lemos, caplto-tenente g. C. dos Santos, J
M. 11. Soares, J. A, dos S Andrade, sna senhora e
1 iho menor, A. F. da Rocha. A. Peaaira, J Lpez,
D. Belraira Baptista de S. e 1 fllho, J. B. da Souza
Jnior, Carpintairu a. Leoncio, Bilteocoart, A. da
olla Freltas, Igoez da Costa, fiel de segunda clas-
Jos Joaquim Sulphio, J. Rodrigues, J. M. do
Nascimento, L. Peres Goocalves da Cauha, J. C.
Moreira, Thomaz (liberto), 1 escravo de Anionio
D. Carneiro Vianna, A. R. Rosado, 1 escravo de F.
Al vas G.. A. J. Al ves G., 1 escravo de A. A. de S.
Aguiar a entrabar a A. R. Rosado, 11 recrufas de
ma aba, 1 desertor da masma, padre Jos Cyrlllo
de L, a senhora de Euzebio Schepher, Jos Anto-
nio da C. Ferroira, t escravo do Dr. Ma
F. DomiosuPS da Silva, J. Domiagues
V. de S. Barbosa, CO recrutas parj
guardas-aacloaae-, 2 voluniarios da
Cacle, Jos de Oliveira, D. Rita
criado, Antonio Domiogues, Antonio"
i recruias de marinha, coronel Francisco Joaquim
Ao commereio.
Sao as crises e os grandes danos, que tra*em
muitas vezes o beneficio de esclarecer ao commer-
eio, a marcha, seg-a de suas Iransactoa?, paten-
teaudo na ordem seguida a pratica da vicios que
sera' mistar oxiiuguir, pira que as suas operaces,
marchen) djssssorobradas dos graves Couoprumet-
limemos, quo frequenlemeale 'as ameacam.
E' por eta raz), e em faca 0> uma'tempeslade
qu- fcilmente sa podera' iarpedir, que n,s lem
oramos chamar a atieogo do corpo commercial
desta praca, sobre o processo rorqoa sao operadas,
as compras dos saques sobro diversas pragas do In-
glaterra e Fraaga, cora "as quaes comraercumos,
om cuja processo urge quauto antas, encelar urna
reforma, que posea cautelar as tristes contigen-
eUs a quo eslo sujeitos capitaas immensos, era
viado de apraxes errneamente seguidos.
A operago da letra da cauib;o, que ccssfu ou
vaada de dioheiro, que o saccadof faz 4' dualqaer
em cojo proveito a saccou, para lomar ou receber
do respectivo correspondala da outra praga lauai
quantia, faz-se em nossa praga, seuao de modo in-
convaaiento para os qua tomam saques, pelo me-
nos em garanta alguma, licaudo antes exposlos,
como na quadra actual, aos mais senos e graves
prejuizos I
O uso e praiica amigamente observada, era :
assenlado o prego do cambn, entregar se o diohei-
ro aos saccadores, e receber dalles os respectivos
saques a 60 das de vista. ILje, porm, se tem se-
goido um novo apr^xe anda que mais pernicioso.
Tomara-se geralmenta os saques a 'JO dias de
vista, o que lra ao eoramereiania qae os toma, a
inconveniencia da fl.ituar por largo lempo na in-
certeza da realisacao de suas transacgSas no es-
trangeiro ; tanlo mais, quando da dala do saque
nesia praga al a' do aviso do pagamento em Lon-
dres, ou Paris decorre a demora da perto de qaa-
tro meaos e meio, terapj bastante para tocartm
nosteporto9 Vapores das liohas estabelecidas para
o Brasil, o que ba.-ta lambrar para justifica a mo-
rosidade de laes operagSs I
lem disto accresce a circarastaneia de qae
mullas vezas, os commerciantes importadores, teem
de enviar por es.-es mesmos vapores novos
saques, o que fazem ssm o menor conhecimento
da reaiisagaa dos primeiros que enviaram, expon-
do-so por lal motivo a amootoarem era rao de um
s saccador, capitaes eaormes, o qua pode irazer
por consequeuc, prcjuizos consideraveis, como
lem actualmente acontecido e continuara' lalvez a
acontecer, caso dos mesmos commerciantes nao
venba o remedio para to grande mal.
Em vista aislo, e a bam geral dos tomadores e
vendedores de saques, enteniemos qae melhor la-
ara em reunir-se, para decommum aceordo es-
tabelecerem ura systama mais justo para as opc-
ragdas desta natureza, fazendo desapparecer o re-
ceto de-que se,c.mega a apoderarja parle mais
activa do nosso 'commereio I
Em nossa numilde opinio os saques para o es-
trangelro, nao devara ser effectuartos a praso maior
de 40 dias da vista, cujos motivos, passamos llgei-
remente a expor.
1.Evitar a accumnlago do capitaes em urna
s mo coma succae entro nos, o que pJe trazer
como ja' demonstramos,compromoUimentos gravis-
simosa'casas, que tal-e1. os nao possam suppor-
lar, e coja desgrace ira' mais looge reflactir.
2.Porque juigamos sf-r p praso de 40 dias, o
nacessario a' cousecugo das Iransacgoss desta or-
toda a vez qua existam fondos ou crditos
ientes dos siccadores as pracas sobre as
qoaes elfecluam os saques.
v 3. Finalmente, porque ueste syslem de res-
tnegio, ba para o saccador a vantagem, nao s de
pensar mihor as suas operacoas, mas anda da
garantir mais facilmanto o seu proprio capitai, e
o daquelles, de qoain recebem o valor dos saques
que fcffectuam pois que, do superfl.10 prasoque
Ihas concedido sao algumas vezes Bibos os ma-
los a que se ezp5?m, j -gando temerariamente os
capitaes proprlos, e us extraaos, em espaculagoes
arriscadas, de cujos revezes* depende commum-
menia a infelicmade de mu:
Acabo de lr no Diario de boje urna publicgao
a pedido de Boav^atura Rodrigues de Amorim,
a cerca da massa fallida de Sebaslio Jos da Sil-
va, de quem sou credor.
Dasejava esquecer-nf deste lofeliz negocio que
tanto prejuizo (68 contos de ris I!) e dissabores
me tem causado. Porm esta nova provocagao obri-
gando-ma a urna sausfagao ao publico, aos mena
amigos e coraraons credores, me demovem daqael-
le proposito para dizer algumas palavras.
Nao sao os arrasoados dos procuradores da Sra.
viuva e seu marido qoe me faro perder o carcter
de credor, que me garantem as letras Arreadas pelo
fallecido, e mesmo o parecer do curador fiscal da
ma>sa ; nao obstante o exlorao que pretende faxer
de letras de desconhecidos e falsos acallantes, qae
com o fallecido troqu-i por outros de san proprio
punho, qaaodo se uo fra oossaamisade poderla
ter usado do direito de processa-:o e esigir percas
e danos.
Eraquanto as minhas letras nao forem jnlgadas
nnllas, hei de apresentar-me e votar as reunidas
de credores.
Sou credor pot mira e pelas firmas sociaes de
Barroca & Castro e Barroca & Meleiros, ambas
anda em liquidago, e com diversos interessados.
Cada urna destas firmas foi chamada como sempre
tem sido nasta e em outras falieocia-1, e reclamado
o yol de cada urna ; porque era deseonnecida-a
lei qui nullificava o voto das firmas sociaes, qaan-
do presente um socio credor particular.
T :mb8U) Ign irava que o Sr. Albuquerque fosse
devador a' sobiedita massa, antes Ibe onvi dizer
que se havi.i tornado credor pela aecuraulagao de
seus honorario* vencidos : e por isso Ibe dei a
procurage da Barroca & Medeiros, qoe alias po-
da ter dado a outra qualquar pessoa, e evitado
esta nullidade, ou uo dar procurago alguma qae
della nao carecia para ser eleito administrador,
como provou o resultado da votago.
Felizmente ap- zar da todas as bypolbeses figu-
radas, o marido da Sra. viuva, vlo-se obrlgado a
conceder que eu, ou algans dos procuradores das
firmas sociae>em qoe tenbo parte, nao tenha vo-
lado em mira |
Esta' pois aunullada aquella reuniao. Poda agora
o Sr. Boavennra diligenciar a nomeago de um
administrador mais dcil aos seus luteresses. A
maioria dos credores que resolva o que mais Ibe
convier.
Deixo de responder ao aran:al do Sr. Magalhes
Bastos quando raquereu mraha demissao de cura-
dor fiscal 5 nao s porque em parle se acha
respondido no requerimento que fiz ao julzo
quando ped mioha exonerago ; como porque nao
vol a pena sustentar polmicas desta ordem, ten-
do irais em que cuidar e obrigages a cumpnr.
Repetir! apenas qua nunca fui procuraoor da
Sra. viuva. Os actos qae pratlquei foram co*"o prt-
meiro testamenteiro e tnembro de commissao de
credoras, encarregada da fiscalisago, cobranca e
dividendo.
Maior parto das arguicoes all coudas, ou sao
calamniosas ou oriundas de favores e servicos
por mira prestados ao casal de meu fallecido ami-
go, e qua es procaradores de sua viuva para me-
lhor chegarem a saus fias, convartera era pontos
de accosago.
Basta : e protesto nao mais voltar a' carga, em-
bora ae nr-i'i-ie.M vencido, em discusso pela
imprensa, que, faiam-me bauililagSas para sus-
i tentar; nao querendo coa ellas dar trabalbo ao
meu advogalo.
Rec.fi, 16 de agosto de 1867.
Anfoino V. da Silva Barroca.
t
Conrespoudencias

1
Portanto se nao c
lacionado ou red;.
a sua wtividade, por carj
da a previdencia ; mis)
ruercio a qoe oos dlngtrn
vadoras, e se pi
seaciaes da sai eiis:
oa por outro qualquj^^r
tima maguitud.1, e
commereio ficar es-
:rr tiorisonles

man
pora
quadea em T-c os
Srs. redactores. Venbo boje, em comprimento
da promessa que fiz no Diario do 13 do correle,
defeoder-me peranie o respeitavel puolico da- ca-
lumniosas arguigoes, que me foram faltas pelo fal-
lido Amaro Googalves dos Santos, em sua corres-
pondencia puolicada no Diario de 12 do correte,
as qaaes como, ja' observe, sao ama repingo do
que elle disse por muitas vezes e foi por miui ca-
balmente refutado nos autos de soa falleocn, onde
uulei documentos escnpios por seu proprio pa-
nho, algnns dos que vo abaixo transcriptos para
vergonha do mesmo fallido, cojo carcter Acara*
bem patente a vista da aualyse que passo a fazer,
si bem que succintainente, dos fados occorrldos
entre ra:m e elle, e qoe se achara exuberantemen-
te provados nos mesmos ante*, sendo para admirar
o desplante com que elle Invoca o nome de Deus
para tesleraunbo da suas falsidades t
Foi em 1856, que comecei a entreter relag5es
cora esse fallido, o qual, para captar a roloha ami-
zada e poder fcilmente realisar os seus premedi-
tados planos, comegou contndome eotre ch os e
lamarias, que havia tio grandes prejuizos em cob-
sequencia de garantas qua bavia prestado seus
irmos e mais parantes, passaodo depois a contra-
tur pequeos aebitos, que ia me pagando, com
prompiido, afim de podar illudir-me, como* con-
seguid.
Calculidamente foi augmentando pqpco a pouco
os seas pedidos de dinbeiro, como osleitores poda-
rao v6r das cartas abano transcriptas, qae me di-
riga sempre que quera obter de mira qualquer
quantia, at que, era 28 de roaio de 1863, preci-
sando de maior quantia (de 8:OO000) para repa-
ros do sobrado da ra Sova n. 37, e para outros
negocios seus, hypothecou-me, juntamente cora sna
muiber, o referido sobrado, obngando-se a pagar-
me esse debito em quatro prettages de seis me-
zes cada nma, como sa v da escriptara da hypo-
theca abaixo transcripta sob n. 1.
aN'o licou ahi, porm, o debito don)?smo fallido,
pois, apenas se aproximava o venclmento de algu-
ma tetra commercial, pao tendo para quem recor-
rer, conforme confessava.em alguma,? das cartas
qua me diriga, abaixo transcriptas, e querendo
alardear de honrado, vinha com snas cosiumadas
choradelras afim de conseguir qae eu Ibe empres-
lasse as quantias de que necessilava ; e foi assim
qoe em 22 de junho desse mesmo anno ainda Ibe
era, resiet 2:376*000, era 28 de jubo 2.750*000,
em 29 de agosto 432*000, em 26 de setembro...
1:7285000, e finalmente em 29 de novembro.....
2:332*000, cujos pedidos foram feitos pelas cartas
ns. 23 a 27 no documento n. 5, passando-me le-
tras de todas estas quantias, inclusive os respecti-
vos jaros, as qaaes se acham nos autos de sna ral-
lenciade 0 7 a Q 11.
II
Teado-se vencido as qmttro prosiagoas exaradas
ua escriptara de hypotheca, e nao me tendo elle
pago nenbama aellas, bem como as referidas letras,
emendi qae o devia cnamar a conciliagao nao s
pelo debito dess, coaao timbera pela hypotheca;
aendendo s choraderras e promessas de pa-
.-amew, qaa rnnlto artificiosamente rae fazia.para
que no o chama5se ^conciluieo por tola a im-
portancia que me Be vi, resolv chama lo a conci-
1 soraente p?la byeotheca por ser debito ante-
so das letras.
Fj assim qua era 28 de agosto de 1365confes-
son fra presenta dff jutz da P3Z da freguezia de S.
arante qnem o fiz cnamar a conciliagio por
si e como herdiro d sua muihsr.o referido debi-
'

"'- '.- "'--------------



w
&*^*mmtmmmn*m

Marta de
fitevfo felra ** Agoste de S67.
d oredio bveovhecado para mea pa- !"mo o taludo vloloa com todo o despeje as disposi- tendo que pedidos meas entrejpo me diverts .le-
oqoeeraldeseiemDro proeedeu-se ges dos arls- 800 $ 1, 801 $J 1 e i, e 80i$S i, a tras ja paga*, mas n r<, a fim d.Bao fa-
lo, offereceodo
gameoto ; pelo qoe ...
a penhora ; e tendo eu a pedidos seus resolviao
acceitar o sobrado penborado para meo pagameo-
lo, foi lavrada do dia 5 do dito mei e sonoes
criptnra da venda do mesmo sobrado per llw#
sendo 10:6001000 para pagamento do principal e
juros da dita hypotheca. e J:000000 para paga-
ment da execugo qoe contra elle moviam os Srs.
Jos Barboia de Miranda Santiago, e ootrcs her-
deiros da tinada D. Rosa Francisca de Miranda,
qae tambem tinbam penbora em dito sobrado des-
de 23 de oulubro de 1863, a qaal foi por mira paga
6, e por isso jul|euVsuieito"as penas doart.' 1631 fr ello da naranja- que Iba baria deludo sna
do Cdigo Criminal. malber I
-Pefo encarecidamente ao respellavel publico dig- Alm do qoe en ja disse ageste respeit), apre-
ne-sa de lr ledos os docaauntos qae abano vio tato o ciudo documente n. 5 a sentenga e tecor-
traoseriptos, e muito especialmente a senlenga de dao do Exm. Sr. Prid pronuncia do fallido, qae pteme* toda a verdade
das minhas aasereoet, desmascara aquella fal-
lido. ^^
V
Ainda mesmo depols de pronunciado e preso,
contina elle a excogitar novos planos cora o ni
no dia Immedialo ao da ctmpra da sobrado, cmo' de subtrabir da maesa os poneos bens qae Ibe res-
Be ve do recibo transcripto na mesma escriptura tara.
de venda ; seguindo-se finalmente a posse judicial
no dia 9 do dito met e anuo de 1865.
Todos estes actos, bem como todos os meas ne -
goclos com o fallido, foram feitos com a maier pu-
blicidade, como se vd dos documentos ns. 2 e 3.
Portanto sendo etsa venda taita para pagamento
da hypotheca que me bavia feilo em 28 de maio de
1863, e da execugo dos Srs. Jos Barbota de
Foi com este intaito que fez appareoer ana peti-
go, em nome dos seos escravci Antonio e Vicente,
requerendo mandado de manutengo por interme-
dio do sea proprio advegado, sob pretexte de esta-
rem libertos por disposicio tesumeotaria da ma-
lber d'elle fallido; foi anda com este flm qae,
mancommunado cora o sea rmo e devedor de
sua massa Antonio Gongalves dos Sjalo?, fe com
randa llZSS75SZ**k& precedido que este apparecesse no dia 4 doeerrente reque-
todosTestes actos-concil co coofisso, paobora, rendo vista para embargos de terceiro senhor e
^Z^LlT*^!?^ fossuidor prejudcado dos outros dous escravos
finalmente posse judicial como oosa aqaelle
lido dizer, que a conselboa meus assigoou escrip-
tara de ficticia venda desse sobrado, anm ae u-
vrar se da fazenda publica no desfalque que em ju-
Iho de 1865 (dous anuo e dous metes depos de
eila a bypoibeca} appareceu na tbesourana da al-
faodega, de cujo fiel se diz era lador T
possuulor prejudcado
Maihias e Rosa, e dos a
e qoe qaatro das
A' margem 1580. -Foi registrada pela mesma
hora di da so llvro 31 das posteriores do registro
geral das hypothecas d'esta comarca a folbas 31 e
31. Recite 30 de malo de 1863.O tabellio iu-
Urino, Antonio da Silva Gusrao Jnior.
DOCUMENTO N. 1
Illm. Sr. Dr. jaiz municipal da 2 vara.Manoel
Tercio, proferidos' nos autos de justificagao que: JoaqtlraBpUsta requer a V. S. se digne mandar
pretended dar a respeito d'essas mesmas letras
assim como tambem a senleuga e aceordo proferi-
dos nos autos de falleucia, os qnaes sao mais qae
ufflclentes para miaba plena defexa.
Finalmente, conclue o sea ignominioso aranzel,
dizendo qoe fiz com elle peior do que bavia feito a
Jos Florenco de Oliveira e Silva, e a Jos Rodri-
gues de Oliveira Lima ; ao qoe responderei qae, o
mal que fiz a Jos Florenco de Oliveira e Silva, de
quera o fallido era e anda garante, foi ter pro-
movido execugo smente contra Jos Florenco
m de pagar-me o que devia da duas execucSes e
daas letras que me foram traspassadas por HenrK
certificar pelo escrivo Santos o qae o sapplicantef
apontar nos autos fiados de exeeng&o qae o soppli-
eante eoeamiubou contra Amaro Gongalves dos
Santos por si e como berdeiro de sua finada ma-
lber D. Joanna Mara Xavier Pereira, por confls-
sao ne jnizo de paz. >
Pede a V. S. detrimento.E. B. M.
Certifique. Recif-, 24 de julho de 1867.J.
Reg. i
Joaqaim Jos Pereira dos Santos, escrivo vitalicio
do civel nesta cldade do Recite de Pernambuco,
por S. M. o- imperador, etc.
Certifico,"a' vista dos autos de eiecugo dados
que Brano'dt C, Tibarcio Valeriano Baptista e Ao-do supplicaota contra osapplicado referidos na pe-
ionio Gongalves dos Santos; e nao ter feito como ligio sopra, que por parte do sesmo supplicante
os her deiros da Sra. D. Rosa Francisca de -Miranda, me foi apuntado em ditos autos o seguinte :
qae, sendo do mesmo modo qae ea credores de lllm. Sr. jaiz de paz.Manoel Joaquina Baptista
Jos Florenco, e do fallido por baver tarantido'qoer chamar a coocillacao a Amare Gongalves dos
quelle, promoveram execuco conlra ambos rece-Santos para amlgavelmente pagar ao supplicante
Kanfln Hn filian luir man intarmftrtin ntianilrt acta or el a prima hariifiim dft sua nala mulher il.
depols apparecesse pelo Diano pretesUudo, na qna- bando do fallido por meo intermedio, quando este i por si e como herdelro de sua una ja muiner
Idade de segando testammteiro de sus canbada,
malber d'elle fallido, contra a arrematacc dos es-
cravos e movis que tinbam de ir a* leilo perteu-
centes a' massa fallida de Amaro, visto que estavam
A desordera em que esta' o fallido tal qae che- sujeitos ao cumprimento das disposicSes testaraen-
ga a imputar a' si proprio tactos criminosos, com tarias de dita sua canbada, e por isso sequeslrados
unto que teuha motivo para aecnsar-me e preju- por mandado do Sr. Dr. provedor de residuos,
dicar-rae. Estoovporm, convencido que o publico Eu, como carador fiscal de sua massa, nao podra
sensato, para qoem appello, nao se deixara' levar delxar passar sem am-protesto esta daclaraQo, e
Dor estas aecusacots Albas do despeito, e firmadas foi por Isso que fiz publicar no Diario de 9 do cor-
somente na tentada palavra desse bomem que pa
ra c'nn'riar-me nao trepida em trahir a sua pro-
Velas sua- T.iu.as p?i;-vras poderao todosaquol-
les que despido, de odio ? de affeicoes bram as ac-
cusagSes, que me fez em sua correspondencia de
12 do corrente, apreciar o valor dallas e formar
am juio a respeito da hontfides e probidade desie
bomem, qae para offendeMDe, nao se envergooba
de dizer que assigoou ama escriplura de venda fic-
ticia I
Atienda o publico para os referidos documentos
1,-2 e 3, e se convencer' da falsidade desta impu-
tacao.
III
Tendo o fallido solvido o debito da hypoiheca,
resiava pagar-me as letras, que lambem ja' esta-
vam vencidas, e pelas qnaes nao o cbamei a conci-
liaco ptlio razoes que Ja' expend; por era, vendo
elle que eo noestava mais disposlo a emprestar-
ihe dinhi ro, visto que ja' estava muiu vat-iilant^
a re.-peito ye sua bou f, e re^^nhicendo que nao
poda mais illudir-me,desccrtinou-se, declarando
nda dev r-ie,e qne es Ihe cobrava lefas, qno.
ja' esuvam pagas.
Ora deverii eu consentir que um mea devedor
langasse sobre mim urna Imputacao desta ordeno,
sem defenler-me ? Nao por cen.
Fui portauto com este m que resolvi-me a re-
querer sua fallencia, que teve lugar em outubro
prximo pastado.
Ofal'il-i. or"', v^ndo que : cin.o letras d's
qne sou cied.r, e com as quaes requeri sua fsi-
lencia, estavam escripturadas em seu Diario, e ha-
Tiam sido por eiln descriptas no iuvemario, que a
requerimento uo Dr. procurador fiscal da fazenda
provincial, foi obrigado a fazer por fallecimeuto de
sua muilii;' ; cousideiando, que elie propriu bavfa
. confessado ao Sr. Antonio Jos da Coala Reg, sea
credor, que nao me pedia para garantir o que llie
devia, conforme exiga o mesmo Costa, por ser meo
devedor (documento o. o); recordando se que por
conta dessas letras me bavia feito quatro paga-
mentos na importancia de 1:600578, sendo um
de355888 a 16 e Janeiro de 1864, ouiro de.....
2485000, em fazenda, a 10 do agosto de 1863, ou
tre de 824JG70, a 13 de outubro do mesmo aono.
e outro finalmente de 1725020, em fazendas, a 6
de fevereiro do anno passado ; comelo a raae.hi-
nar um meio para subtrahir-se ao pagamento des;
sas letras, e o melhor que Iha sugerb o seu espiri
to profundamente afilado, foi o de dizer queeolre-
gou-me diversas letras ja' pagas, mas sem recibos
(que innocencia I) atira de nao pagar sello da be-
ranga que sua mulber Ibe deixou em testamento
(que prebidade 1); falsidade esta que foi repetida
no Diario de 12 do corrente, apezar de ter sido
conhecida e repelllda por senlenga do Sr. Dr. jaiz
de direito especial do commercio, proferida nos
autos de juilificagao que o fallido pretendeu dar,
cuja sentenga fji sustentada per accordao do Exm. suidor prejudcado
Sr. presidente do tribunal da commercio, no ag-
gravo de peiigo interposto pelo meimo fallido.
Ha aecusagoes lo demasiadamente exageradas
que tornam-ss ridicuUs, revertem contra aquella
que as faz, e dispensan) o acensado de defen-
derse.
Qual sera' o bomem por mais crdulo que ja,
que nao encargara' nesta ccasagao urna falsida-
de, tosa evasiva escandalosa de que langa mao o
fallido para subtrahir-se ao pagamento dessas le-
tras T
Havera' qurm crea que o fa lido pagndome
essas letras ca Importancia de 9:618{000 nao exi-
gisse que Ibe passasse recibo 7 e que alm disto
m'as entregasse depols, afiu de nao pagar sello de
ieranca 7
S um homem como o fallido dar' credilo a tal
imputacao.
Julgada improcedente a pretendida justificagao,
seguio se a declaragao da fallencia, e ento foi que
se lornoo bem patente a honradez e probidade des-
sa innocente creatura.
Inventariados os seos bens em presenga dos Srs.
jaiz, escrivo, depositario, e delle fallido, que oes-
sa occasio jurou sob o livro dos Sanios Evange-
Ihos nao ter outros bens nem papis, alm dos que
tinbam sido encoEtrados (entretanto que appare-
ceu depois com quairocentos e tantos papis), ve-
Tiflcou-se que nao linba os llvros exigidos peloart.
11 do cdigo commercial, pols que apenas apresen-
tonom Dianoe algnns borradores de balco, sen-
do que aqaelle Diario, alm de nao estar numera-
do, sellado, rubricado etc., esta' todo viciado por
entrelinlias, rasaras, emendas, e por innmeros n-
ter valk s tm braceo I
Do exame procedido nos seas livros em presen-
ta do Sr. juiz do commercio, delle fallido, e do
seu advogado, venficou-se, qne alm de estar a
sna escripturagao incompleta, irregular viciosa
mente f. la. fez elle despezas, excessivas, occoltou
valores do sua massa, subirabio fizendas, apre-
senteu dividas ficticias, ele, etc.
Apresentoa o sr. Eduardo Frederico Batik, co-
mo devedor de 905, nao obstante ja ter recebldo
esta divida e ler passado recibo ; apresentou o Sr.
Francisco Manoel Carneiro da Cunta, como deve-
dor de 2:1495578, apezar de nao constar des seus
livros este debito, e antes constar de duas cartas
que juniou aos autos ser o mesmo senhor seu cre-
dor ; apresentoa o sea irmao tambem ja fallido
JooGoDcalves dos Santos, como devedor de......
22:2145903, apezar de s constar do seo Diario ter
elle p go ; to dito sen rmo 11:2185675 ; apre
sent
rente a sentenga de pronuncia do fallido, a contra
f da petigo em qae o rmo desie pedio vista para
embargos de terceiro senhor e possMi'oor prejudtea-
do dos ditos bens, e a informago que dei a" essa
petlgio, em observancia do despacho n*ila proferi-
do, adra de mostrar a improcedencia dassa decla-
ragao, e a mancommunac&o existente entra o fallido
e seu rmo.
Digoo-se o publico de lar a disposigo testamen-
tara (sob n. 4) em que se funda o fallido para di-
xer qne os outros dous escravos Antonio e Vicenta
esto libertos ; srvase de atlender para a contra
f da petigo em qae Antonio Goagalves dos San-
tos pedio vista para embargos de terceiro senhor e
puifuiclor prejudcado ; baja emflra de observar o
anuuocio em que o mesmo Antonio Gongalves dos
Sanios fez publicar nos Diarios de8e 9 do corrente,
e julguo se ba on nao mancommunagao entre elles,
e ba ou nao o mata escaaaaioso artificio para ra-
duzir a' influa especia a massa do fallido.
Foi portanio em uespeiu, ou por causa do ao-
uco, qae~6m 0 d' correhta fl?p -blicr por est
Diario, que appareceu o fallido Amaro Gongalves
(">s Sanios derramando subr.' mim ludo o va furor
satiaico, em sua correspoudenc.a de 12 do corra-
te, a' qual nao respond a' mais lempo por estarem
no superior tribunal da relago, como declare! no
Diario de 13, os autos d'onde tirel quasi todos os
docomeotos, que abaixo votranscriptos paramiuba
plena e cabal defeza.
Ateodi aralie o respeUaval publico o dr-pei-
lo,o ou, v>,..- iga luesquiuba dequel-^on
i ., o fatulo para c^uspurcar a miaba repuiago.
VI
Cornega o _seu aranzel dizendo que somos brioi
couhecidos nesta cidade, embora eu rico e sollo e
elle p.bre e preso.
Aceo, que sejaraos bem coubdcitl^s nesla eid-
da, e foi fiado nfsto que eocetei a minba dafeza
primeiramenie peranta o tribunal da optnio pu-
blica ; observando todava que se estou sotto e
nao preso, porque lo pratiquei arad-i (gragas
D-us) acto algum pelo qual me tenha tornado me-
recedor desta pena, como elle, por todos esses e
ontros maleficios.
Depois procurando justificar o procedimeoto re-
prebensivel do sea rmo Autuuit Goncalvos Jos
Sanios dizque sea rmo pugna pelo cumpriraen
lo do testamento cora que falleceu sua raultier ;
que s qui o que justo e verdadeiro ; e que
lauto assim que sua mulber no acto de (azar seu
testamento tinha sciancia de que eu era sea de-
vedor II
Que inaudita protervia I
E deste modo qna o fallido qar provar que nao
esta' mancommunado com esle sea irmao Qm de
sublrahir os bens da sua propria maasa ? E desta
modo que o fallido quer justificar o procedimento
inqual.ficavel do seu rmo, o qual depois de ter pe-
dido vista para embargas de terceiro senhor e pot-
os escravos e movis de sua
massa, sa aprsenla dizendo que estes mesmos
bens esto sujeitos ao cumprimento das disposigSes
testamentaras de sua mulber 7
Eu nunca pretend contestar a veracdade do
testamento de sua mulber, apenas tenho afflrmario
e provo, que o procedimento da Antonio Gongalves
dos Sanios todo calculado ; que existe entre elle
e o fallido a mais escandalosa mancommunacao
para subtrahirera os bens da massa.
Mas diz o fallido qae quando sua mulber fer.
testamento liana seiencia de que era seu devedor.
Ea, pois, o provoco para que apresen^ um .
documento sequer, pelo quai sa possa provar es'.*
oa assergo, sob pena da ser ella cousiderada urna
falsidade.
Como se v do citado documento n. 4 foi em 24
de outubdo de 1857 que ella fez seu testamento, e
ja nessa poca su Ibe bavia emprestado diversas
quantas, si bam que pequeBas, que elle me hava
pedido por meiode cartas, as qnies Ihe eutregava,
a prjpargo que rae iapagand), visto que erara
ellas qae serviam da recibos a essas laaniias.
Contina dizendo, qae sua mulber nao poda pre-
ver, que depois de sua morle, eu que tanto Ihe
instara para que fosse padrioho de um filbo men,
rizesse transmlsso de seus bens para mioha posi-
se ; qae ella nao poda prever, que elle se entre-
gasse i-xclusivamenle a' moha direcgo; e qoe
me enlregasse 9:0005 resto dos 20:0035 que tirn
na lotera sem exigir recibo aura de eu por a juros I
Sao to torpes e ridiculas estas accnsag5es, que
nao valia a pena en oceupar-me em refuta-las, vis-
to qae nao ha inteligencia por mais obtusa qne
nao comprebenda fcilmente a falsidade d'ella.
me venden o sobrado bypotbecado, a quantia de' Joanna Mara Xavier Pereira, a qoaalia de
2:0C05000, em pagameulo do que elle bavia garan- 8:0005000, de soa escriplura de hypotbeca venc-
tido a Jos Florengo ; quanio ao que diz a respeito da, e os juros de am e meio por cento ao mez, con-
de Jos Rodrigues de Oliveira Lima e outras rafe-' lados desde 28 de novembro da 1863, at real em-
lizes viciiar.s, como elle se express em sua cor- ; bolso do supplicante, na mesma estipulados ; re-
resnondencla ; do expendido se v claramente que quer a Y. S. o mande notificar para a prlmeira
esse um vlissimo meio de qae langa mo o dito \ deste jazo, pena de revela, daodo-se nota oa cer-
fallido para molestar-me, visto que jo prova o tido ao supplcaote do qae occorrer.
que allega ; porm nao admira qae esaftjallido lao- Pede a V. S. deferimento.E. R. M.Manoel
ce sobre mim todas esias calumnias, quando ati) Joaquim Bautista.
goverao imperial foi tambera offaudido pelo fallido; Como reqaer. Recife, 26 de agosto de 1865.
sem motivo algum, no recurso que elle interpoz Albuqaerqae.
para o superior tribaual da relagao da sentenga) Certifico qae sendo nesta cldade citei a Amaro
proferida pelo digno Sr. jaiz do commercio qae jal-, Gengalves dos Santos para todo cootedo e despa-
gou a sua fallencia,culposa e fraudulenta : Diz as. cbo da petigo retro, ficoa entendido. Recife, 21
razes d'esae recurso: tX urna iniqmdadeprocessai.ee agosto da 1865.
e prender um homem de bem que tece a infelicidad
de ser mistificado por gente sem conscuncia, jwm-
do se vi o governo rasgar o c >dtgo commercial para
cobrir com o manta imprtalos verdadeiros bancar-
roteiros ( documento n. 5 ) II
Assim, pois, niBguem escapa ao denle ferino
d'esse fallido.
Para prova de ludo qaanto teobo feita ver offa-
reg os documentos segnintes, a vista ros quaes
espero que u publico iiuparclal se convencer per-
itamen'.j de que tenho sido victima de falsas alie
Era f de verdade.Jos Ben-
to Moreira de Alencar, officiai do jalzo.
Termo de confissio e avaliagio. Aos 28 de
agosto de 1865 nesta freguezia de S. Jos do Reci-
te, em audiencia publica que s partes dava o juiz
de paz do 2 aono, em exerclcio no Io, o cidado
Joo Jos de Albuquerqae, em casa de sua rasl-
denea, onde eu escrivo de sea cargo eslava ah,
comparecea o supplicante na petigo Manoel Joa-
quim Baptista e disse qae para esta anamcla tra-
lla citado ao sapplicado Amaro Goagalves dos
Santos para o flm declarado em soa petigo retro
gagoas feitas pelo fallido, dos coovicios que sobre i ouvido pelo Juiz, manden apregoar o supplicdo
m m atira quaudu em si mesmo apropriada sede pelo poriciro o alzo Francisco Joo 1
Serra-Graude, q.ie o fazendo na lrma do asiylo, a
cujo prego compareca o sapplleado Amaro Gon-
calves dos ioto", disse qcre cmfessava ser deve-
dor ao supplicante do pedido em sua petigo ; que
eslava prorapto pan pisar, e pan ess' Um (>lfer-
cia o sobrado da dous aodares da ra Nova uesta
'cidade o. 37, com quintal, qae tem cocb.ra qua
achariara.
Reuta 27 da julho de 1*67.
Jfanoef Jouquim Baft'Sla.
DOCUMENTO N- i. (I) '
Livro 48 fall s 9.-B.ptista de Sa.- Em 28 d>
mam da 1863.-Destribugo.-A. S.Foioa 8.-
Escriplura de debito, obrlgago e hypoiheca que,
fazern Amaro Gongalves dos Santos e sua mulher j deilapara a ra das Flores n. 18, caja prepriedado
D. Joaana Mara Xavier Pereira da sua casa, sobra- ja se acha hypolhecada ao mesmo supplicante ;
do de dous andares a. 37 mu na ra Nova a Ma- ouvido pelo autor disse qae acceiuva a nouUssao
noel Joaquim Bapti-la, pela quaalia da 8:0005Q., do rffe o tferecimeolo que fazla 9a propriedade,
Racifa 27 de maio de 18P3__O destflbair, Freir, eom Maus >i porm de ao jalzo rompctia,te te-
S'o veiba n. 119 ( 03 i.-l-.J-I^^oj iOJ reis. i.j.ip e 'r.-o.iqae lu a he j da seudieito. E
Recite 27 da maio da 1863.Chaves.Seua. fassim uesta coofurmidade hoave, o juiz as parlas
Eui nome de Deas. Amara. Saibam quautos por concilladas, coudemaando o snoplicado as
este publico iatrumnto de escriplura de debito, cusas. E para constar mandn o juiz aar este
obrigago e hypotheca virem, que no auno do as- (tarmo no qual assgnoa cora o autor e o suppiica-
cimento de Nosso Senhor Jasus Christo de 1863, j do. Eu Jos Gongalves de Sa' escrivo de paz o
aos 28 Jia3 do maz de maio do dito auai n'esta ci-.esoreviJoo Jos de Aibnquorqac.M-aool Joa-
dade do Recife de Fernambaco, seodo na ra Nova, qulm Baptista.Amaro Gongalves dos Santos,
freguazia da Santo Antonio em casas da morada de Termo de penhora.Ao dia do mez de se-
Araaro Gongalves dos Santos e de sua mulher D Uombro de 1865, e sendo nesla-cidade do Recife em
Joanna Mana Xavier, onde eu tabellio a rogo vira a freguezia de Santo Antonio, onde foi viudo com-
e ellas estavam presentes, partes coniratantes hy-1 go o officiai do juizo abaixo assignado, era virtude
poihecaotes, o como bypolhecario ah presenta Ma- do mandado retro, fez penhora tllhada e apprehen-
uoel Joaquim Baptista, todos de mim tabelllao reco- sao em urna casa de sobrado de dous andares o.
nheeidos pelo, prnpros, o das testemunhas presea-37 na ra Nova, com quintal que deita para a ra
tes adianta nomeadas e abaixo asignadas ; do que das Flores, onde lera urna cocaoa a. 18, nomaarto
dou minba f. E logo perante mira labellio e tes-1 para paRamdnto desta execugo pelo executado
lemuuhas disse o referido contraanle Amaro Goa-rAmaro Gongalves dos Santos por si e como herdei-
caives dos Santos por si e sua mnlber cima no- ro de na fallecida malber D. Joanna Maria Xavier
Pereira, o qual ja se acha penhorado por execugo
raeada, que elles sendo senbores e possaldores de
mansa e paelfici posse lvre e desembargada, como
prova a cartido negativa abaixo transcripta, d'este
seu sobrado da dous andares, lojas er quintal em
que habilam, sito aa ra Nova n. 37, se achara jus-
tos e contratados com o presente Maooel Joaquim
|. Baptista, de bypotbecar-lhe dito predio, como com
effaito pela preseute eserlptura bypothecar-lhe o re-
de Jos Barbosa de Miranda Santiago e outros. E
logo o dito offlcial Jwuve por bem depositar dito
sobrado assim penhorado em poder to depositario
geral Manuel G)ngalves Ferreira e Silva, que do
dilo sobrado ficoa de posse para entregar quando
por este mesrao jalzo Ibes for pedido. E para de
tudo constar, mandn dito offlcial lavrar este termo
ferido predio pea quant de 8:"(OJtf000 em moedajejn que assigoou com o depositario geral Manoel
crreme c legal d'este impsrio, que por empres- Gongalves Ferreira e Silva. E eu Jos Bento uo-
timo receberam de sua rao assignar a presente, reir de Alencar, offlcial do juizo o escrevi.
cuja qumlia destinara para algum reparo, de que., Penbora no sobrado de dous andares da ra no-
precisa o sobrado e para outros misteres de seus! va o. 37, com quintal para a roa das Flores, onde
negocios,sendo que dita quantia de8:0005000 pro-(tem coobeira n. 18 pertencente a Amaro Gonga
meltera pagar da forma e manelra seguinte a cora- ves do3 Santos.Manoel Gongalves ferreira e sii-
plotar o prazo de dous anaos contados da data de j va. O offlcial do juizo, Albino do Jess uan-
hoje ; a saber: no vencimeolo de mezes, 2:0005;; delra
oo vencimento de 12 m-zes, 2:0005000 ; no venci
ment d> 18 mezes, 2:0005000 ; no vencimento de
24 mezes ou 2 anuos, 2:0.05000 : seudo por tanto
o pagamento feito em quatro prestagoes, correado
desde a o juro raansal da um e rajio por cento, pa-
gos todos os isezes em moeda corrente ; a saber de
todo o priocipal de 8:0005000 at o vencimento
oo primeir semestre, e d'abi era diaoie na propor-
cao dos pagaraantos a fazer, ficando entendido que
ua falla de regulandade agesta estipulago, tica a
hypotheca como venciJa, e o credor hypoihecario
com direito salvo de haver d'elies hypjtbeciutes
todo o seu principal nao amortisado e juros por
ventura uo pagos, no valor do predio aqu espe-! co, aos 2o de julbode 1867.
eialmeole hypolhecado, e abrigado ao integral pa- Em f da verdade. Joaqu
eameuto d'este debito, que reputara e declarara de
preferencia especial a todos os outros do seu casal.
Pelo qua por esta escriptura da debito para segu-
ranga da hypotheca D'ella contedla, se obrigara
elles bypotbecanles por si e seus bardeiros e suc-
cessores a nao vender, ou de nenhuma forma alie-
nar o seu predio u. 37 da ra ova d'esta cidade,
sam previo pagamento, dislrato e qnitago do seu
credor so'b pena de nullidade, leso, dio.e ma' f
de qualquer contrato, que hajara de fazer :.o que
faro firme e valioso era juizo e tora d'elle por
suas pessoas, e pelo valor do predio hypolhecado.
E logo o byp'.itbeeario Manoel Joaquim Baptista
Entretanto por deferencia ao respeltavel publico, exhibi, entregon e Ihe foi recebido pelo prlraeiro
a'qoem me dirijo, direi que do llqodo da sorte bypoibecante Amaro Gongalves dos Santos a quan
ta de 8:000500;) em moeda corrente e legal pa-
rante as testemunbas; do qoe eu tabellio dou t :
e disse o mesmo Manoel Joaquim Baptista, que a
(17 contos e tanto) que elle tirn era 1S52 (em um
bilbete qne comproa ao Sr. Antonio Jos da Costa
Reg sea credor, e a qnem diz nada dever) pagoa-
me em 3 de setembro desse mesmo anno 5 letras
no valor de 6:5515101, -das quaes abali os juros
correspondentes ao tempo qae faltava para se ven-
cerem, declarando isto nos recibos, qne passei no
vorso das mesmas letras, as quaes se acbam nos
autos de fallencia ; dessa mesma sorle pagou ao
Sr. commendador Thomaz d'Aqnlno Fonseea a
quantia de 6:1895 de urna hypotheca qae Ibe ha-
va feilo no sobrado da ra Nova n. 37 ; alm da
bem do sea direito acceitava a presente escriptura,
para cuja validada apresentoa os segnintes docu-
mentos, quefleam archivados. Amaro Gongalves
dos Santos e sua mulher pagara o sello proporcio-
nal da quantia de 8:0005000, .por quanlo hypoibe-
cam sua casa de sobrado n. 37 sila na ra Nova
d'esta cidade Manoel Joaquim Baptista. Recife 27
de maio de 1863.O tabellio publico, Joo Baptis-
ta de Sa'.Verba. N. 134 (850C0.)-Pagoo 85000.
quantia de 3:1875525 que pagoa aos Srs. Matheus Recite 27 de maio de 1863.Chives__Franga.
Aostln & C, James Crabtree C. e.Hanrique Gyb-
son, como consta do seu Diario, e me foi por elle
dilo diversas vezes.
V se por consegnlnle qne d'essa sorte apenas
Amaro Gongalves dos Santos e sua mulher pre-
cisara por certido do tabellio do registro geral
Certifico qua logo oa mesma occaso mtlmei o
execntado Amaro Gongalves dos Santos por si e
como herdeirb de sua finada mulher D. Joanna
Maria Xavier Pereira, para seguir os termos da
penhora retro e fleon entendido. Recife, 1 da se-
tarabro de 1865. Em f de verdade.-Jos Bento
Moreira de Alencar, officiai do juizo.Eslava sel-
lado.
Nada mais se continha no que me foi apontado
em ditos autos pelo supplicante ao qual mef apor-
to : esta vai na verdade sem cousa que duvida
faga, conferida e concertada e por mim subscripta
e assignada nesta cidade do Recife de Pernamba-
Subscrevi e assigno.
Jos Pereira dos
Santos.
DOCUMENTO N. 3.
Livro 5, folbas 24, Baptista de S.Em 5 de
setembro de 1865.Dlslrbuigo.A Sa.Folbas
39.Escriptura de dacgo i'n saiuum que taz
Amaro Gragalve|dos Santos por s e como herdei-
ro'da finada sua mulber D. Joanna Mara Xavier
Pereira, de urna casa de dous andares n. 37, na
f ua Nova, com quintal e coebeira para a ra das
Flores n. 18, a Manoel Joaquim Baptista, pela
quantia de 12:5005000. Cidade do Recife, 4 de
seleaibro de 1865.O destribuidor, Freir.
Sello verba n. 269 (ris 200). Pagou 200 rs.
Recife, 5 de setembro de 18(55 Chaves.Serrano.
Em nome de Daus. Aman. Saibam quantos este
publico instrumento de venda por d'acgo n solu-
tum virem, que no anuo do nascimento de Nosso
Senhor Jess Christo de 1865, aos 5 das do mez de
setembro do dito anno, nesta cldade do Recife de
Pernambuco, em mea escriptorio a' ra estreita
do Rosario do bairro de Sanio Antonio, compare-
cern) partes presentes, como vendedor o devedor
execntado Amaro Gongalves dos Santos, e como
comprador o credor exequente Manoel Joaquim
Baptista, moradores na freguezia de S. Jos desta
dita cidade do Recife, reconbecdos de mim tabel-
lio pelos proprios de que se trata e de que dou
f. E logo pelo dilo vendedor Amaro Gongalves
dos Santos M declarado perante as testemunhas
deste instrumento, presentes, abaixo nomeadas t
das bypothecas, se sua casa de dous andares n. 37 asignadas, que elle legitimo senhor e possuidor
sita na rna Nova esta' bypotbecada. E recebera
to se por acaso me tiv'ess passado pela imaginagao '
a idea de qne elle se prevalecera d'isto para aeca-
sar-me, depois qne vio que nao poda mais illa
dir-me.
Santo:
seus livros consta apenas ..
dor de 135700; accrescendo qae 1 viava do dito
Manoel Gongalves nao tem noticia deste debito,
conforme afflrmoo-me em nma caria qoe se acha
a fl. 266 dos autos de sna fallencia; entretanto qae
deixoa de apresentar o seo rmo Antonio Goncal-
ves do Santos, qne devedor de 1:9225690, se-
gundo consta de langamentos feitos em seos livros
pelo proprio Antonio Goncalves dos Santos assim
como tambem deixou de incluir no numero dos
seos credores nao s a mim, apezar de constar do
seo Diario, onde estao langadas as minbaa cinco
letras, nao estarem ellas anda pagas, como tam-
bem ao Sr. Antonio Jo.' da Costa Reg, qoe ere
dor de 2.6155160, e outros mais, segando consta
dos autos de fallencia.
Ainda verificen-se do mesmo exame, qne elle
deu aos movis e escravos nm valor fabuloso, em
relagao ao qne justamente elles valem, nicamente
para aogroetiar o sea activo ; porquanto, dea ao
escravo Matbias o valor de 6005, entretanto qoe
indo elle a leilo apenas encontrn quera por elle
offerecesse qaarenta mil ris (409000); a escrava
Rosa que lambem avalion em 6005, foi arrematada
por 2005 ; ^ armago da loja qoe comproa em 25
de novembro de 1899 por 1805 deu no valor de
4005 ; a caslnba da roa das Flores n. 16 qoe den
no valor de 1:2005, foi arrematada por execnco
dos Srs. Mello Ldbo & C. pela quantia de 6755000;
os movelu qe deu no valor de 1:6515 fo"> arre-
matados por 4095100 : o silio do Paroameirim que
den como seo no valor de 1:6005, perieocenle
massa fallida de sea rmo Joio Gongalves dos ....
Santos, entretanto qae nao-abalea esta quanlia da I Da thesourarta d'alandega, de cajo fiel se diz era
divida deste seo Irmao. | fiador I
Ihe restou nm cont e tanto; alm d'isso a letra no merc.Amaro Gongalves dos Santos.
" prova qne n'esse mesmo anno em I Certifico que revendo os respectivos livros do re-
!._. _..l J... K..rw f t..-... A',..( .nrntrna (1**11*0
sorte da lotera Ibe emprestei ( em 30 gistro geral das hypothecas d'esta comarca, d'lles
11:2485000; e ser crlvel que o fallido I Dg0 consta qae os supplicantes cima Amaro Gon-
tendo em mea poder 9:0005000 me pedisse di- ca|Ves dos Santos e sua mulher tenham registrado
nbelro emprestado snjeitando-se pagar juros? E escriptura alguma de hypoiheca relativamente a
ser crlvel ainda qae enlregando-me 9:0005000 propriedade dos mesmos supplicantes,de que faxem
nao exigisse a menor declarago 7 meoso na presente peligo supra. E por me ser
E' preciso nao ter pojo algum para avangar-se a pedido a presente certido, a passei n'esta eidade
orna proposigo d'esta ordem, bem como para dizer {do Recife de Pernambuco aos 26 das do mez de
qae tnslet para que elle fosse padrioho d am fllho' ma0 de 1863.- Escrevl e asslgnei. Em f e teste-
men I y \ mucho de verdade o tabellio inlerino do registro
E' exacto, qne, infelizmente ; illadido por snas 8era| as hypothecas.Antonio da Silva Gasmo
ungidas provas de amisade, eonvidei-o para padri-, Jonitr.Verba. N. 121 (200.)-Pagou 200 ret*
nho de nm filbo meu, o qae de certo neo teria fei-! Recife 27 de margo de 1863__Chaves.Sena.
Em f de verdade de como assim contrataram,
bypotbecaram e acceilaram, eendo-lbe a presente
que me foi destribuida a fl. 8 lida perante as teste-
munhas presentes Lolz Francisco de Mello Tavares
e Manoel Luiz da Veiga, moradores n'esta cidade,
Quem foi, pois, qae n'isso merecen a prova de. ,. -, ~
censiderago ? Respondam as pessoas imparciaes. a outorgaram e assignaram.
Mas, bavera qaem crea qne elle, que diz deposl- Ea Joo Baptista de Sa', tabellio publico a es-
lava em mim tio Ilimitada coofianca, a ponto de creui.Amaro Gongalves dos Santos.Joanaa Ma-
darme 9-.OOOfOOO, sem exigir a menor declaracao ria Xavier Pereira.Manoel Joaquim Baptista.
precisaste que eu Ihe instasse para qae accetusse Luiz Francisco de Mello Tavares.- Manoel Lniz da
ser padrinho de am filbo mea 1
Diz qne se entregou exclusivamente minba di-
recgo e qne ea fiz traasmisso de seas bens para
minba posse I
A vista das conslderages que tenho feito, fon-
dadas todas nos documentos abaixo transcriptos,
poder o publico coohecer a validada deslas aecu-
saces.
Diz ainda, qoe a conselbos meas assignou escrip-
tora de ficticia venda do sobrado da roa Nova para
vrar-se da (tienda publica no desfalque bavido
Veiga.
Esta1 conforme com a propria
escriptora exara-
de urna casa~e sobrado de dous andares n. 37,
sita na ra Nova desta ciuade, bairro de Santo An-
tonio, cora a frente para o norte e fondos para o
sol, com quintal qoe da' sabida para a rna das
Flores, onde tem urna me'agua, pertenga o mes-
mo predio, a qaal serve de cocheira sob n. 18, em
chao propYio, dividndo o predio pelo poente com
a casa do commendador Thomaz de Aquino Fon-
seca, e pelo nascente com a casa de Sebaslio Jos
da Silva, o qaal sobrado elle vendedor e sua finada
mniher D. Joanna Mara Xavier Pereira honveram
por heranga de seo finado sogro e pai Marcelino
Antonio Pereira, e hoje ibe pertence integralmente
por si, e como berdeiro da finada sua mulber, e
haviam bypotbecado ao comprador presente Ma-
noel Joaquim Baptista, pela quantia de 8;0005000,
a premio de am e m6o por cento ao mez, por es-
riptura lavrada em minba nota aos 28 de maio de
1863, a prazo de doenos, e que nao podendo
elle execntado vendedor pagar do referido debito
seno o premio dos primeiros seis mezes, o com-
prador exequente promoveu kectgo conlra elle
vendedor e fez penbora nc*referido sobrado com
quintal e coebeira, pelo Juizo moniclpal da 2a vara,
escrivo Santos, pelo principal, joros e costas con-
tados at 30 de agosto do corrente anno, na impor-
tancia de 10:55l|220; tendo tambem feito penbo-
ra no mesmo sobrado Jos Barbosa de Miranda
Basta ; longe Ira nessa vergonbosa mas exacta
narragio, si nao fra o receto de prolixidade.
Assim, pois, avista de unto escndalo, o d gao
Sr. Dr. jolz de direito especial do commercio com-
neudendo soa nobre missao, e com o Cdigo se convencer melboroenle de qaanlo eapaz
merclal na mi, nlo pode delxar de reconbe- engendrar o espirito malicioso d'aquelle fallido.
Ja disse o qaanto basta para tornar tio clara
como a loz meridiana a falsidade d'esta impotacio;
todava pego de novo ao respeitavej publico teofaa a
bondade de ler os documentos ns. 1, 2, 3 e 4, para
de
da em mea livro de notas, ae qaal me repor Santiago e ontros, herdeiros da finada, D. Rosa
to : cidade do Recife de Pernambaco dia era nt Francisca de Miranda, pela quanlia de 2:79>5J50,
retro. de principal, joros e castas, coudos al 9 de ju-
Eu o tabellio lnfra assignado a Ox copiar e subs- nho do correte aono, por execugo qae corre pelo
crevo em publico e razo de qae aso. Em esterna- mesmo juizo e cartorio : acbaudo-se por esta exe-
nbo de verdade. Esuva o signal pobllco.O ta- cogi avallado b dilo sobrado com quintal e co-
belliao publico.-Joo Baptista de Sa'. cheira pela quantia de 12:0005000, qne elle deve-
Reconbego verdadera a asslgotura do tabellio dor execntado vendedor, tem josto e cootratado
Sa", e assim como o sbjaai patuco do mesmo ta- com o credor exequente comprador Manoel Joa-
belliao serem dos proprlos originaos e de qoe don. oirn Baptista, a fazer-lbe venda ou d aegao m so-
te. Recite 30 de margo de 1863. Em fe de verdade Ttdum, como de tacto da jo e veodtdo tem o referi-
Esttva o signal publico.O tabellio Interino do do sobrado n. 37, com qoinul e cocheira para a
rafstro geral das hypothecas, Antonio da Silva ra das Flores, pela quantia de 12:505000, sendo
Gasmio Jgnior.A margem 1580.Foi-me apre- 10:5005000 para pagamento da- execnco do dito
senuda e Motada no protocolo dcimo do registro comprador e 2:0005000 para pagsmento da exe-
geral das hypothecas d'esta comarca a folbas Id,cacao dos ditos Jos Barbosa de Miranda Santiago
pelo mel dia. Recife 30 de maio de 1883.-0 tt- e ontros berdeiroB da flaadaD. Rosa Francisca de
Commercial na mo, nlo pode delxar de reconbe- engendrar o espiritomUleloso d'aqoellecnido. pero meloda. Recite 3Ue mato de 1863.-0 u- e ontros berflew* aa >" nu -"bcuh oe
cer atlposa e fraudulenta ata falienci, visto co- ] uoniiooa elle as soas calomnosas arguyas, di- / belliao interino, Aotcoio da Silva Gosmo Jnior. Mu-anda, qae o comprador sea abrigado a pagar
os seas berdeiro;, perdoando os mesmos credores
e o comprador a differenga das respectivas execu-
g5es, que nesta conforteidade elle devedor execu-
tado vendedor faz venda ou dacgo in solutum ao
dilo exequente comprador Manoel Joaquim Baptis-
ta do referido sobrade com quintal e cocheira pela
dita quantia de 12:5005000, do que Ibe di plena e
geral qutago de paga para nunca mais Ibe ser
pedida nem repelida por si,' seus herdeiros e suc-
cessores : e por si e como berdeiro de sua dita
mulber D. Joanna Maria Xavier Pareira, Ibe irans-
fere toda a posse, dominio, direito e aego, o uso-
tracto e rendimeotos que elle vendedor liaba e
poda ter no dito sobrado e suas pertenga, sobre
que, nao exislem outras penhora?, embargos, ea
empeobos, para qae o logre e possa de hoje para
sempre como san proprio qoe Oca sendo em toda a
sua torga e pleoilnde de propriedade de hoja para
sempre em vlrtuda desta escriptura, que elle ven-
dedor sa obriga a fazer firme e valiosa em todo
lempo, pondo ao comprador seguro e em paz no
goso de seu direito e posse, qne desde ja podera'
tomar, judicial e exlrajudlcial, pois de urna on da
outra forma o ba por empossado pela clausula
consumitiva. Cede, renuncia, e nao tara'valer
jamis contra esta escriptura quaesquer direitos,
privilegios, ou aegoes por nullidade e lesio, em
juizo, aem fra delle. E logo o exequente, bypo
tbecario e comprador Manoel Joaquim Baptista, de-
clarou perante as testemaobas qoe a bem do seo
direito acetava a presente escriptura como nella
se declara, compromelteodo-se a dar quitage
dflscbriga ao vendedor nos autos de soa execugo.
E para validada da presente eutregou os seguales
documentos que fleam archivados. Livro 1 (folbas
n. 102.Guimares). Recsbedoria de Pernambaco
(S 52 do are 9a da le n. 514, da 28 de oatubro da
1848). Siza dos bens de raz.Exercicio de 1865 a
1866,-ReceiU n. 134.Rs. 75O50O0.-A folbas 23
do respectivo livro de receita fica debitado o actual
tbesourero pela quantia de 7505000, recebida do
Sr. Manoel Joaqaim Baptista, de siza correspon-
dente a 12:5005000, pela dacgpo in solutum qua
Ibe faz Amaro Gongalves dos Santos, do sobrado de
2 andares n. 37 na ra Nova dasta cidade, com
quintal, onde tam ama me'agua que serve de co-
cheira para a ra das Flores sob n. 18, em slo
proprio, conforme a guia do tabellio publico Joo
Baptista de S.
Recebedoria, 5 de setembro da 1865.O prali-
cante, Jos Delfino. da Silva Carvalbo.O fiel dd
tbesourero, Camilo Lins Chaves.
Imposto da decima.(Pereira di Silva.Folhas
140.Temporal). Consulado provincial. Ris
685688. ReceitaN. 631 Fica carregado ao the-
soureiro Joo de S Laito, em o raspectlvo livro
da receita a folhas, a qaantia da 5"\ que pa-
gou Amaro Goncalves doo Sanio*, da dcima (a
multa) das casas no vjrso declaradas peiieQcenie
ao 3 semestre de i8bi a 65.
Consulado provincial de Pernambuco, 5 de se-
temb" de 1865. -Oecrintararie, C ckl is de Mel-
lo.O ibasanreiro, S Leitu.Verso,Plores n.
16 e 18 : Nova n. 37.
Sallo.Verba a. 286.(200) Pagou 200 rs.
Racifa,i de setembro de 1865.ChavesSer-
rano.
Em f de verdade de como assim contrataram,
derara, pagaraa. transferlam r areeitaram, -u,.'
ha a presente que me foi uesUii/mda a folbas 3*1.
lida parante as testemunhas presentes Luiz Fran-
cisco de Mello Tavares e Candido Alves Lima, mo-
radores dfc.-lt cidade. a outorgaram e as?ignaram.
Ea Joo Baptista da S, tabelllao publico, a es-
crevl.Amaro Gongalves dos Santos.Miooel Joa-
qun Baptiza.Luiz Fraucisco da Mello Tavares.
Candido Alves Lima.
Documento iangado em notas, a reqaerimeuto de
Manoel Joaquim Baplisu. relativo a escriptura pre-
cedeaie.Racebi do Sr. Manoel Joaquim Baptista
2:0005, por saldo da execugo na impertancia de
2:7695, qaa movem a Amaro Gongalves dos Santos,
Jo; Barbosa de Miranda Santiago e mais herdei-
ros d? D. Ros3 Francisca da Miranda, pelo juizo
municipal da 2* vara, escrivo Saatos, a qual ca
exiincta.
Recife, 6 de setembro de 1865.Angelo Henri-
qua da Silva, procurador bastante
Reconbego verdadeiras a letra e assigoatura do
recibo supra.Dou f.
Recife, G de setembro de 1865.Em testemunho
da verdade.(O signal publico).O tabellio pu-
blico, Joo BaptisU de S.
Sello.-Verba n. 223.(200) Pagou 200 rs.
Recife, 6 da setembro de 1855 Chaves. Ser-
rano.
Destriboigo. A. S.Freir.
E mais se nao continha era dilo documento a cu-
jo original me reporto, que entreguei ao proprio
iuteressado abaixo assignado, depols deste langa-
raentoser por mim tabellio conferido, concertado
e assignado nesta cidade do Racifa de Pernambu-
co, aos 6 de setembro de 1865.-Em testamuoho
de vardade.-(0 signal publico.)-0 tabellio publi-
co, Joo Baptista de Si.Maaoel Joaquim Baptista.
Est conforme com a propria escriptura origioil
bem como do langaraento do recibo em seguimun-
lo i propria escriplura a cajos orlginaes rae re-
porto.
Cidada do Recite de Pernambuco, dia era ut
re{ro.
Eu tabellio a fiz copiar, subscrevo e assigno.
Era testemunho de verdade.-(Signal publico).O
tabellio publico.-Ju Baptista de S.Eslava
sellado cora o sello fixo.
Auto de posse.Anno do nascimento da No-so
Senhor Jess Christo de 1865, aos 9 das do mez
de setembro, nesla cidade do Recife da Pernambu-
co, sendo na casa de sobrado da 2 andares e loja
sita i roa Nova, sob n. 37, freguezia de Santo An-
tonio desta predita cidade, onde eu tabellio interi-
no ful vindo com o supplicante comprador Manoel
Joaqnim Baptista e o porteiro interino do juizo
Francisco Manoel de Almeida, para o flm de Ihe
dar possa judicial da mencionada casa de sobrado
com quintal e urna me'agua no fondo que deita a
frente para a ra das Flores, sob n. 18, a qual
mei'agua serve de coebeira, constante da escriptu-
ra junta de venda e acgo in stlutum feit por
Amaro Gongalves dos Sautos, potsi e coma herdei-
ro da meiagao da finada sua malber D. Joanna
Maria Xavier Pereira; ahi'na presenga das tes-
temunbas Maooel Jos Lopes Braga e Jos Ricardo
Coelho, mandei que o dito porteiro apregoasse se
htvia quera se oppozesse posse da sobredila casa
de sobrado e mei'agua viesse a mim com suas de-
claragoes para as tomar e escrever, o que o por-
teiro satisfaz, dando os pregSas do eslylo, tanto oa
porta do dito sobrado, como da referida mei'agua
na presenga das dias.testemonhas, e deu f de nao
baver pessoa alguma que se oppozesse a dita pos-
se; em seguida mandei que o comprador Maaoel
Joaqaim Baptista entrasse no dito sobrado, cor-
resse lodos os seus andares, abrisse e fechasse
portas, e pralicasse lodos os mais actos pos-
sessorlos, taoto no dito sobrado, como na meia
agua; e assim cumpnndo o dito comprador
Manee 1 Joaqaim Baptista, entrou comigo ta-
bellio, as testemunbas e porteiro, Unto no andar
terreo, como nos outros andares, quintal do mesmo
sobrado e na referida mei'agua, e abi abri e le-
ctura portas, como todos os seus quartos, corredo-
res e sala?, e praticou todos os mais actos posses-
sorios, sem que apparecesse opposigo alguma
e mandando ainda ao porteiro que apregoasse se
bavia alguem que se oppozesse a predita posse, el-
le porteiro repetindo os pregoes, deu f de nao ba
ver opposigo a guma ; pelo que dei posse da so
bredlia casa de sobrado e mei'agua com todas as
suas pertengas e confrontagoas mencionadas na co-
pia da escriplura retro ao supramencienado com-
prador Manoel Joaqaim Baptista, cuja posse Ibe
dei na formado eslylo, real, actual, civil e corpo-
ral e o bei por empossado tanto qaanto posso e de-
vo em razo do meu offlcio.
E pelo comprador o mencionado Manoel Joaqaim
Baptita foi dito que se dava por empossado do so-
bredito sobrado e mei'agua na forma cima deca
rada.
E de como dei a sobredila posse e fieoo o mesmo
comprador empossado, lavrei este auto que sendo
por mim lido oa presenga de todos, comigo assig-
naram.
En o tabellio publico interino Pedro Jorge da
Silva Ramos, lavrei o presente aos 9 dias do mez
de setembro de 1865. Em testemunho de verdade.
(Signal publico)__O tabellio publico interino,
Padro Jorge da Silva Ramos.O porteiro do juizo,
Francisco Manoel de Almeida.Manoel Joaquim
Baptista.Manoel Jos Lopes Braga.Jos Ricardo
Coelho. ,
Numero 13. Pag. 2 verso do protocolo.Apo-
sentada oo da 9 de setembro de 1865 das 12 s 6.
O offlcial Fulgencio ltanle de Albuquerque Mel-
loRegistrado oo livro 4* de transcripgao dos im-
moveis u. 1 pag. 1 terso.
Recife, 9 de setembro de 1865.O offlcial, Ful-
gencio Infante de Albaquerque Mello.
Estavt sellada.Estavam numeradas 6 folhas de
1 a 6 com a rubrica deAlbuquerque.Ra No-
va n. 37.-Rua das Fieros n. 18.Averbada no U-
vro competente a fl. 101 verso.
! seego da mesa do consulado provincial, u
de setembro de lMt.O escriturario Baduem.
D JJMENTO N. 4.
Illrn. e Exm. Sr. Dr. jaiz dos feitos da fazen-
da.-Maooel Joaqaim Bapttau reqaer a V. Exc
se digne mandar qoe o escrivo Bandeirs, a vis-
ta dos autos fiados dd ioveotario qoe se proceden
por fallecimenlo.de D. Joanaa Mana Xavier Parei-
ra, que foi casada com Amaro Gongalves des San-
tos, Ibe certifique a data no testamento, a da ap-
provtgio deste, e a do fillecimento da tesudora, a
theor do qrn o supplicante apontar em ditos autos,
se o activo do seu casal ebegoo para pagamento do
passivo, se a partilba oa adjadicago dos bens foi
julgada por sentenga, e se esta passou em julgado
sem opposigo do inventarame, o dito Amaro Gon-
galves dos Santos. Pede a V. Exc deferimento.
E. li. M.
Deis, i do.Recite, 19 da julho de 1867J -Tava-
res da Sil.-a.
Joio Vicente de Torres Bandeira, escrivo vitalicio
do juizo dos feitos da fazenda provincial de Per-
nambuco, por Sua MagesUde Irape-riale Consti-
tucional o Seobor D. Pedro II que Deas guar-
de ele.
Certifico em presenga dos respectivos autos fia-
dos de inventario, de que faz mengo a peligo re-
tro, que a data do testamento, de que trata a mes-
ma peligo de 24 de outubro de 1857; assim co-
ras que a respectiva approvago esta' dauda de 28
de oulubro do referido aooe, teodo fallecido a tes-
tadora D. Joanaa Mara Xavier Pereira no da 31
da julho 1864.
Certifico mais qae pelo supplicante me foi apoa-
Udo o seguinte.
VERBA TESTAMENTARIA \
Declaro que tenho no meu casal tres crias de ne-
me Roberto, Antonio e Vicente, e pego a meu ma-
rido qua se elles procederem bem os deixe forros
xor sua morte, se acontecer que o dito meu marido
rsilega sem tesUmento, e nao tenba por isto pre-
vinido a liberdade das duas tres crias Roberto, An-
tonio e Vicente, flearo ellas libertadas desde o dia
do fallecimento do dilo meu marido.
AUTO DE DESCR1PQAO DOS BENS PEBTENCENTES AO
CASAL DE AMARO GONgALVKS BOS SANTOS.
Anno do nascimento de Nosso Senhor Jess
Christo de 1865, ao Ia de juuho do dito anno, nesta
cidade do Recife de Pernambuco, peranta o Dr.
juiz dos (eilos da fazenda Jos Nicolao Rigoeira
Costa, comparecea Amaro Gongalves dos Santos, o
qual sob o juramento prestado passou a descrever
os bens que ficaram por morte de sua mulber D.
Joanna Maria Xavier Foreira,como (dra-lhe encar-
regado por dito juiz sera oeculiir cousa alguma
para nao acorrer as penas da lei de perjuro e
sonegado; o que Uvera lugar da maoeira seguinte:
Drabeiro, nada ; prala, 12 colberes para so upa, 12
ditas para cha ; ouro, 1 par de botoas ue abertura
com pedra, dous cordes, 1 com um corago e ou-
iro oern lbo de Santa Luzh ; Movis, 18 cadeiras
de j caranda' 1 sopoa de dito, 2 cadeiras da euoos-
lo de dilo, 2 ditas da balaaco de dilo, 2 consotos
da dito, urna mesa d meio de sala de dio. uraco
da peda ; quatro animas da vidro ; dous jarros
grandes ; ura relogio d<3 mesa ; um caodeeiro de
mala! para cima da masa ; uui sopba u sala de
jamar, de jacaranua' ; doze cadeiras de dito ; duas
mesas com pos de dito ; ama cama de armago de
aogico ; dous pares de mangas lisas de vidro ;
urna mesado jautar, de amarello ; urna commoda
de Jacaranda'; a loja de fazendas o. 7, do Passeio;
escravos Vicente, crioulo, de 18.annos, penborado
por .xecug."-! de Antonio Pires i'otrn'"-s, e seus
iftnaus ; Rosa, Aogola, Je 50 an-os, do ervigo de
casa; Malinas, Angola, de 50 aunos, era ama
gomraa no pio. Predios, urna morada de casa de
2 andaras, ua raa Nova dsU cidade u 37, com
quintal e cocheira pa'a a ruadas Flores n." 18,que
esto hypotheca as a Manoel Joaquim Bantista, a
pouhoradas.poi .'os n Miranda Baruoa ouiro ;
urna casa terrea n. I6j na ra das Flores, de orna
s porta. E por nada ter qae descrever alora do
que cima consta, deu o juiz este auto por lindo,
o qaal se firmou com o dito Amaro Gongalves
dos Santos, que nesta occasia protestou vir a juizo
descraver outro qualquer bem, logo que chegua ao
seu conbecimento pertencer a soa finada mulher.
Eu J'-.o Vicnl de Torres Bandeira, escrivo o-
escrevi.
Em tempo decfarou o iaventariante Amaro Gon-
calv-s dos Santos, que a hypotheca do Manoel Joa-
quim apsta da quaalia de 8:0005000 rs., ven-
ceodo o premio de um emelo por cento, desda odia
28 da maio de 1863, que a execugo de Jos Barbosa
da Miranda e outros de dois contos setecentos e
Unios mil ris, e que elle invenuriante deve nu-
tras quantias, provenientes de lettras relativamente
ao seu negocio da loja, cujas quantias descrevera
em outra tecasio com o que mar- hoaver.
Eu dito escrivo o escrevi e declarei.Rigoeira
Costa.Amaro Gongalves dos Sanios. Auto de fo-
lbas 13.
COSTINUAQ.O DO AUTO DE DESCBIPCO DOS BENS
PIRTENCENTES, AO CASAL DK AMARO CON-
CALVES DOS SANTOS.
Anoo do nascimento da Nosso Senhor Jesos
Christo de 1865, aos 18 de agosto do dito anno nes-
la cidada do Recita de Parnambucc, perante o Dr.
juiz dos feitos da fazeuda Jos Nicolao Rigoeira
Costa comparecen o inventarame Amaro Gongal-
ves dos Santos o qual sob o juramento prestado e
em virtuda do despacho proferido nos autos em
queslao, passou a fazer as segnintes declarages:
Deelarou o iaventariauta qua seu casal deve mais
a Manoel Joaquim Baptista as seguiates lettras
urna u ii( j veucida era 22 da outubro de 1863, da
quantia de 2:3765000urna dita vencida era 28
de dozembro do dito anno, da quantia, 'de.......
2:7>00!)0 rs.urna diu venciJa era 29 de dezem-
bro jo dito anoo, da quanlia de 4325000 rs.urna
dita vencida em 26 da Janeiro da 1864, da quanlia
de 1:7285000 rs.urna dita vencida em 8 de fe-
vereiro de dito auDo da quaalia da 2:332j000 de-
claruu o i.-entariaule qae deva ao Dr. Sabino
O.egario Ludgero Piubo, de medicamentos e visitas
feitas a sua mulber a quantia de 3405000 rs., e ao
cirurgio Francisco Jos Cyrillo Leal, pelo trata-
mento da mesma sua mulher a quaalia da 20J5 rs.
E nada mais tendo o inventarame a declarar,
mandou dito juiz avrar este auto, no qual se fir-
mou com o mesmo declarante.
Eu Joo Vicente de Torres Bandeira, escrivo o
escrevi.Rigueira Costa.Amaro Gongalves dos
Santos.
Certifico mais que dos mencionados autos conc-
ia qua o activo da casal da inventariada nao che-
gou para pagamento do passivo, e que a paitilba
foi julgada por senlenga e finalmente que esta pas-
sou em julgado sem opposigo alguma da parte do
Inventarame
O referido verdade e aos fallados autos findos
de Inventario me reporto. A prasente val subs-
cripta e assignada por mira escrivo nesla cidade
do Recita de Pernambuco, aos 20 dias do mez-de
julho de 1867. Subscrevo e assigndem f de ver-
dadeJoo Vicente de Torres Bandeira.
DOC. J. 8.
Illm. Sr. Dr. jniz de direito especitl do commer-
cio.Manoel Joaquim BaptisU requer a V. 8. se
digne maudar. certificar pelo escrivo Maooel Ma-
ria, o que o supplicante apontar dos autos de tal-
kncia de Amaro Gongalves dos Santos.
Assim pede a V. S. detrimento.E. R. M.
Sim. Recife 22 de julho de 1867.Alencar Ara-
ripe.
Maooel Maria Rodrigues do Nascimento, ser-
venlnario vitalicio do offlcio de escrivo do jnizo
de direito especial do commercio, desta cidade do
Recifa de Pernambuco, por S.M. 1. e Constitucio-
nal o Seubor D. Pedro II, que Deus guarde, etc.
Certificla' vista dos autos de fallencia de que
trata o supplicante em sua peligo retre, que me
fra apontado para extrabir por certido o se-
guinte.
SENTENCA.
Visto provar-se destes autos a^essago de pa-
gamentos por parte do commerciante Amaro Gon-
galves dos Santos, bel por declarada a sna fallen-
cia a datar do dia 30 do mez prximo passado, e
assim mando, que se proceda aos termos do inven-
tario e arrecadario, despensida a opposigo de
sellos por acbar-se penhorado feixado o estabe-
lecimenio commercial do fallido.
Nomeio curador fiscal, o credor supplicante; e
mando, que sejam os credores convocados para no
dra 28 do correte mez s 11 horas da maob, na
safa das audiencias, nomearem depositario, que re-
ciba a massa fallida.
Publque-se a fallencia por ediues.
Recife 2i de novembro de 1866.Tristao de
Alencar Araripe.
RKSr-OSTA.
Parece-me nao ter feito aggravo algum.. Em vls-
u dos litlos ionios a estes autos, e do depoimen-
to das testemunhas, esta concludeotementa prova-
da a insolvencia e cessagao de pagamentos por
parle do aggravanie, e assim nao poda deixar de
ser decretada a abertura de sua fallencia, como o
foi pelo despacho a fl 32 verso.
O aggravante allega estarem pagas as lettras, de
qae o aggravadd portador. Mas allegar e nao
provar, nlobil vale!. No entretanto o meretissimo
julgador em soa sabedoria decidir' conforme or
de justiga. k v.
Recife 28 de novembro de 1866.Trisuo de
Alencar Araripe.
DKCI8A0.
Ne fez o jaiz a qoo aggravo ao aggravaote con
o despacho de fl 32 verso, pelo qaal fot declarada
a fallencia do mesmo aggravante, visto como dos
documentos de fl 12,14,16 e 22 dos depoimentos
!>*
*

.

~-T-..-1


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K

3!
/
da fl. 29 a 31, e da< titulo? de divida d fi 7 a 11.
resulla, pnm precisa e cooeladenle da ceisacao
da pagameotos por parte do agincaute, qae em
vista das auto, nao exhibi prora alguna
fl&rt* 4c PtruMieo exta fe Ir de Acorto de
I8W*
osmeneloaadas^u:* dadiva dTT AV? hSiKiSV o'TST ^
Tarara pagos e se acham no poder do aggravado
pelos motivos allegado? na mioma de fl 49, allega--
^ao esta qae por si oao pode prejadicar o dirttto,
qae eff-c:ia-aent* dimana da apressotgao dis
metaos ttulos pw parto do credor em vista do
disposto no art. 111 do regolamaoto n. 738 de 25
de novembro de 1850. Nagaado, pw,anto, prol-
?2 iMrao,.manlo que sablista o despacho
aggravado de fl 32 verso, coademoada o aaara-
vaate nai casias. *
-df,i? ?8 4**'3'nb" da 1865. Custodio IIsdoI
da Silva Gaimaraes.
vembro de 1866 -Da Vmc. del respeitador, Anto-
nio Piula de Barros.
En lempo declaro qae aas 16 letras qae recebi
Amaro, neahama del-
Vrae., nem vmc, por
qualqaer forma nellas represeotava. Recife, era
nt sapra.Aownlo Pinto de Barros.
SBJfTBICA. di pronuncia.
Vistos estes aoto, am qae fallido o commer-
eiante Amaro Googalves dos Saatos, mostra-se que
este fj, a reqaerimeato de am sea credor, decla-
rado fallido, pela seeteogo a fl. 32 verso confirma
da pela superior deeiso a fL. 5* : moslra-se, qae
averiguadas as causas da fallencia, recouhece-se
s?r a mesma devlda a exeessos de despezas do fal-
lido, e mi gestio dos seas ntgecios : moslra-se
mais, qae o fallido apreeeotoa se* escriptaracao
vutA... .SIWTB,0*- i commerciai troncada; e a parte apreseatada ir re-
vimos os autos, jugo improcedante a justifica- guiar, e viciada-por emrelinhas eiasutas e to de-
So, porqaanto se nao provou a materia dedazida ftcieata qae se nSo pode conheoer bem a sitaaco
ua peiieao a fl 3. __., dos negocios do fallido e explicar as suas transac-
a prova testemanbal offereeida nestes autos, re- coas, dando justifieagao as saas receitas : mostra-
aai-se a ama testamuoha, cajo depoimento nao se tois que o fallido occultou valores da massa
se pode ler como concladente, por nao precisar as fallida; como lado se manifesu da minuta do exa-
aatas e qaantias das lettras, qae iii ter o jastifl- me a fl. 212 e mals pecas dos autos. E atienden-
cauta entregue ao justificado ; alem de que anda do qae o fallido em saas razSas a ff. 307 nie jus-
qaaado assim nao fsee, acontece, qae essa teste- tfica por forma aigaoa as argaicSas apootadas, e
mooha d siognlar. e neobama prova fas, segando qae assim tem infringido ao disposto dos arte. 800
a afnsmo junlicounas te3tis, nallas teslis. $ I, 801 | 1 e 2 e 802 IS 1, 2 e 6 do cdigo com
tasquaoto aos docoraeotos Junt03 pelo justificante, marcial, (3) julgo a fallencia culposa e fraadalenta,
e que decorrem de fl 9 a fl 23, d'etles se nao pode e pronuncio o fallido como inearso as penas do art.
concluir a existencia do pagamento allegad; so-263 do cdigo criminal, flcanda obrigado a priso
are tado atteodendo-se a explieagao dada pelo jas- e livramento na forma da le. Dasia minhadecl
lineado, e aos documentos que juntoa de fl. 38 sao recorro para o superior tribunal da relaco; e
a fl. 56. Portanto insubsistente a justifieaga, e cumpra o eserrvae o seu regiment, pagas as cus-
pague o justificante as costas. tas pela massa fallida. Recife, 5 de junbo de 1867.
Keeife 27 de novembro de 1866Tristao de Tristo de Allencar Araripe.
Aienear Araripe- Certifico mus que consta das raz5es de recar-
rksposta, so, no sea final, apresentadas pelo fallido, o se-
rarace-ma nao ter laito aggravo. No entretanto guinte : E' ama iniquidade processar e pr*ender
em viste dos antas o meretisslmo julgador decid-' am bomem de bem, qae teve a lofelicidade de ser
ra era sua sabedorla como fr justo. mistificado por gente sem consciencia, quando se
Recife t de dezemoro de 1866.Trislo de A- v o governo rasgar o cdigo do eommercio para
cobrir com o manto imperial os verdadeiros bao-
_-_
3
i.h? "!! *Mar "*. *o enfade o o sen
Santo*. 8 a"", "**ado Aawro Goacalve dos
I drr a Ymc. toda a qaanite qae fr preciso
auto que en seja servido t qumdo Vmc.
e favor arranjar pelos seos amigos, pois saiba qoe
na Po'so nm minuto sabir de casa pelo eocora-
modo de mlaha senbora, e eonte-qae serei oppor-
luno em cumprir suasordens, e mostrar que soa
com sinccrldade sen compadre amigo e obrigado,
Amaro Gonjalves dos Sanios. 3 de-juuho de.
1861.
, CAITA M. 6.
Illm. Sr. amigo Maaoel Joaqa'im Baptlsta.-Mea me. ei
" '!Lm 'taiS? em rt* qa0tia d\mf Plr* a* d9 *S^ corre*
! S5. 1:070, emais a.casa de limes Crabtrew tsaalo da llti uonsw,e$ aos &iaXoi-
784*115, fsto no da 30 do corrate meidejulhof CARTA \ 17
o mais ontras peqaenas quantias de compeas
r CARTA If. 16.
compadreAgora nesmo me lembrei de mau-
! '9r 00, registro do? apontameotos das letras e
22*22 i1lg*va ser 'eocimento amanbaa 31,
quando boje, Vmc. nao se enrede de ver se me
mVK-je m*SID0 f*!er P9dido qae o fasia oara
vmJ".",*;.n,aao,r9t "P" l6ir a le,ra P"
"*r da qaantia de 5005
correte. Sea amigo e
o boncalves dos
lesear Araripe.
Nao tomo coohacimeato do aggravo interposto a
fl. o'J por nio ser caso dalle, o despacho de fl. 57
ECISAO.
carroteiros.
Certifico finalmente, ser o tbeor das mais pegas
apontadas para extrabir por cerlidao, seguale:
ACGOBDAO
Accordao em relaco, eleQue em vista do re-
latorio e dos fundamentos do despacho recorrido,
negam provimento ao reeorso, excepto na parte
em qae se quilifica a qaebra de fraadalenta, qae
ca considerada culposa, visto estar o reo iocnrso
no art. 801 do cdigo commerciai. Recife, 13 de
albo de 1867Souza, presidente__Assis, vencido
a qaalifleacio. Gitirana. Domingues
proferido acerca da tuesta* suscitada oos presen-
tes autos, porqnanto tratan Jo se de dedaragao de
fallencia. que nicamente tem logar em processo
distineio, com formlas especiaes, marcadas por
le, nao licito a qualqaer dos interessados esta-
belecer nm outro processo com o fim especial de
apreseotar proras em sustentagSo de sea direito,
orna vee aue-pwa-taes probas a le (em desigaado
o lempo preciso. E quaudo assim nao fosse, alias qaanto
evideute, que por forga d'uma justifieagao, extra- Silva,
nba inteiramente ao processo de qoebras. Bao po-1 letra.
de ter !af?ar om se^oa-io recurso de agjgravo, o; Peraamtmco, 30 de outubr'o de 1862.Sio ris
regulameato n. t7 do l:24*00O.-A 2 meser precisos da data desia
de maio de 1855; sendo qae nao tem a aenor miaba uatca via de letra pagar Vmc. a mira ou a
appliS^- v' a> casa as disposicSes do1* 1 e 2. do miaba ontem em moeua co: rente e legal, z quan
-art. 72, <:jmpara\n cora os arts. 6 63 do tis de 1:2^^000 valor qoa de mim recubeo em
memo iegohmnDt->; v?to como ao fallido s igual e>-.:.-, uo dia d; seo vono liento f>ri
l nerai^iiiij u;ar do aggravo qne a legt-; prometo pagatceoto, nesti prag ouonl-lhef
hi_i pft;a, que Iba r. nced> a tu, contra a deela aaws>nteda, e nao o fazeodo pagara' o prour-o d
rae! -u fatlmcia; b os^ta otaasiai 6 in Ihi' / n 4era nci; > ^ip-loJo o g-.u. ro de prova eootta a Miauei J Hiqafa BjpiijU.a-j sr. Amaro (ij.iv-al-
ntengo do credor, qae tentar abrir-lhe a fallen-
cia. Alem de-te recurso nao lem a lei concedido
algum outro, e bem sabido, qoe taes recursos
sao stricti juris; sendo qae o facto de ser indevi-
damente admittido o de fl. 59 nao pode ter apoio
aigum as disposigSes cima citadas, sem proda-
zir consecuencias jnridicas.
Portanto, nao lomando conbecimento do referi-
do aggravo de fl 59, condemno o aggravante as
cusas.
Recifa 6 de dezerabro de 186b.Custodio Ma-
noel da Sila Guimariej.
dkclau.\caD 5E FL 7'j VEl. "0.
Santos.Accelto. Amaro Gongalves dos
ves dos
Santos.
N. 26.Rls l*300.-Pagou 15300. Recife, 30
de eoilibro de 1861 -Chaves.Castro e Silva.
CARTA N. 1.
Amigo e Sr. compadre.Recebi o favor de sua
carta, muilo edimei por saber de sua sede, e da
Illma. Sra. comadre, a quem mioha senhora muito
se recommenda. Scleata flc do que me diz era cua
carta, ja dei a nota do saldo que devo ao mea m -
uo para elle logo qne possa satisfaier, que ......
1:6814500, conforme a nota que Vmc. deu-me,
. uatnco Vine, ua luja houvS f pastar nao .-"n-
Duivet de mencionar no balaogo alguns credo- do encommodo sabar se ha alauma coasa para
res por que sendo meo fim alcangar urna morato- Vmc. e mesmo dizer-lba que recebe qualquer qnan-
-' me fez o favor de dizer que rece-
ra particular dos credores commerciaes sd men-
cl nei a estes.
Recife 13 de dezembro de 1866. -Amaro Gon-
galves dos Santos.
L1VROS.
Ura Diario, 1 entrada, 1 borrador de balco, 1
balango, 1 caderno. Diversos langamentos1 lan-
gamento de roupas faltas, 1 masso com divsrsos
papis.
DECLARAQAO.
E mais nao tendo a ser inventariado ojaiz defe-
r j o juramento dos Santos Evangelhos ao fallido,
o qual sendo por ella recibido, declaroa, que alem
de ludo quanto se acha descripto, e inventariado
Oda mais tem a dar a inventario, senao algans
trastes qae se achao em poder de Jos Laiz Goya-
co, protestando dar a inventario qualquer oatro
bem, quj sa tenba esqaecido declarar.
Certifico mais que a data do depoimento, dado
por Anioaio Jos da Costa Reg de 26 de feve-
reiw da 1867. e qae a parte do depoimento do
ra conforme ja'
bla ; espero tenba paciencia conoigo, podendo sem-
pre no qae me achar prestlmo, e soa sea amigo,
compadre e muito obrigado.Amaro Gongalves dos
Santos.
19 defevereiro de 1861.
CARTA N. 2.
Amigo e compadre.Esta to gmente para
saberraos de sua saude e da Illma. Sra. comadre e
loda a mais familia, nos vamos ainda como Deas
qaer, a Sra. continua na mesma, n*j sendo en-
commodo quando poder nos d parte do negocio
do nosso camarada Jas Florencio, e s peso a
Deus que o livre desse encommodo e para men
descango tambam visto elle ter assim querido nos
encommodar termos paciencia.
Soube que tem tido o encommodo de ter
ido ao mea mano Maaoel, e que elle nao tem podi-
do dar'dlobeiro por falla de negocio ; e assim Ibe
pago qne tenba paciencia, qae melbore mais o ne
gocio para elle poder mandar o que poder que es-
mesmo que diz respeito a garanta qoe este pedir! lou com muita vontade de paaar a Vmc. este"saldo,
ao fallido, do theer segaiute.Declarou mais ja' fli ver a elle as precises de VmcSeo com-
qua tendo pedido ao dito fallido a garanta de Ma-
noel Joaquim Baptista, as referidas lettras, Iba
dec'aroo o fallido, que nao fallava ao mesmo Bap-
lista em seinelbante cousa; visto como Ibe era de-
vedar; dedaragao que Ibe fizera o dito Baptista,
qum.lo elle testemuaha informante o procorou,
algum lempo dapols, para descontar as ditas let-
tras, negocio que nao qaiz fazer, apezar de pro-
pdr-lhe elle testemuaha o abate de 50300J rs.,
dieaJo ae*ta occasio o dito Baptista, qua o fa!-
lid) ainda Ibe devia muito, e oao qaeria compro-
meiter-se mair.
Certittcamos anda qae o fallido esteva presente
a esta inquirigo e nao contestn o depoimento
cima.
>'. 'uciuoes do exame.
precis,
padre e muito obrigado criado.Amaoo Gongalves
da Silva.
3 de abril de 1861.
CARTA N. 3.
Compadre e amigo.Saude o felicidade o que
Ihe desejo e a Illma. Sra. Comadre, e a todos mals
de sna familia. A seubora vai ainda na mesma,
das que pas.a mais aliviada e dias bastante veixa-
da dos sens encommodos. Meu compadre eu s he
strvo d entommodo pesso-lbe que tenha paciencia
coinlgi\ nao me tem sido possivel arranjar dinhei-
ro para o seo pagamento, pois os negocios da loja
tem estado bastante mesquinhos, a ponto de todo
dinheiro qae leabo recebido tem sido pocco para
adjutorio dos pagamentos das letras qae nao tenbo
querido deixar da pagar nos seas vencimsntos, este
uiez de maio tenbo da pagar al quaniia mator. e
Em conclosao do exame resulta :-Que o fallido eo nao recebi algans vimens que espero, eston
m ,1PaS exoe3slvts ?3,seu lr*l Pessoal, vendo encommoda-lo para qua oSo falte com o pa-
tZ >[u a S U Ca9dal 6 Ua,Mr de peSSOa do8 Saraen! J das letra?> e Por isso Iha rogo sendo que
sua.amilla, porquanlo, sendo ella compartai de 3 jmaa mano ihe tenha ftjto este mez algum paga-
SfarL6 S?Ld"Vi?-' %VT {V30?l2l mento. e mes"P Vmc. tendo a dispor de aiguma
S2!U?!m*3l\ a' 2? de S6tembr a5aMa- 1Sria an9 S3 Preveois?e para qae le no
18bi, alera de 4:000JK)JO da despezas presnmive.s, fia do mez eu precisasse Vmc. me remediar com
a.arfea^qael,,e foiabe^liencia,edeoque rae haja da faltar, que nuaca podar ser
i.-o$IW de despezas por pagar, sem que tivesse mais de um cont e qaiutos a seis cantos mil ris
uo estabeleciment; e mals o que o prompto a dar-lhe a garanta qoe Ihe sirva, e
mesmo me sujeitarei a mais algum premio, por
tempo qoe Vmc. possa reter alguraa qaaolia para
este fim com tanto que seja servido, cada vez mais
reconhecido serei, se escrevo ja cora tanta pressa,
sendo atada para o fim do mez para me preve-
nir, e desejo resposte de Vmc. para se nao podar
ser para com tempo procurar alguma outra pessda
que me possa servir, e o mais sou sempre prompto
em receber suas ordens e compri-las. 3 de maio
de 1861. Seu compaira e amigo a muito obrigado
criado Amaro Goncalves dos Santos.
CARTA N. 4.
Compadre e amigo Sr. Manoel Joaquina Baptis-
ta.Nao tendo outra passea de quem ma possa
,o tempo e frmadevida eipTo o'iSfffi oof me^^m^l^SS ^ fv^
SM casa. Qaa nao justifica o emprego da sua para Ihe rogar encarecidamente qe Sa Pacien-'
raceiu, porque nao apresenlou documento algara, cia camigo pois me vejo embiscado oara oS
e nem dos seos asseotos se conhece Que nao s ama letra e coalas at o fim de te?mezPe meP vno
occultou fazeadas do sea estabelecimento, como sem dinheiro, ja por falta d vendw lote
tambam as qaanas que veodeu e/ecebeu, pegas por falta d recebimentos:e lanto que leudo e'S
di', pagara por seo irmo Joao Googalvas dos Sao-
tos. Qoe entre a data de seu balaugo, unieo qua
apresentoo e a da fallencia, devia por obrigagdes
directas mais do dobro do qaa possoia. Qaa oao
tem a sua escriptarago nos termos do3 arts. 12,
13 e 14 do cdigo commerciai, visto que o diario,
qua apreseotoo, alm de estar escriptarado smeo-
te at Io da outubro de 1861, e ebeio de iaterval-
los tm branco, iterlinbas, borraduras, raspadu-
ras, emendas, datas truncadas, etc., nao contera
(angadas com individaago e clareza todas as ope-
rares commerciaes do fallido, os seos lacros oa
perdas, as veodas faites diariamante a dinhsiro, as
fia Jas, oam o resomo das balaogos anoaaes. Que
tendo cassado os seas pagamentos
de roupa qae deu a fazer depois do seu balaogo,
as tezaadas do seo inventara dividas activas entre
outras a d seo ifmSo Antonio Gongalves dos San-
to* u diversas dividas passlva3. Qae nao s apre-
sentou dividas activas ficticias, taes como parte da
do seu irmo Joo Gongalves dos Santos, que oao
eoasta dos llvros, a do oatro s?a irmao Maooal
.Gongalves dos Santos, a de Francisco Manoel Car-
neiro da Cunha, da Parahyba, e ontras; como
tambam aagmentoa o valor da armago da loja ;
dos movis e dos escravos, para assim augmentar
a seo activo, entretanto qae occaltoa parte do seu
passivo, como ooafeasoa a fl. 76 verso. Qae nao
tamos livros qae devia ter, porqaaoto oio apresen-
tou o copiador de carta?, oem a soa correspoodeo-
la nurcaatil, e os que apresentou esto traocados
e falsificados..
E* o qae leabo a dizer em razao do mea cargo.
Recife, 14 de maio de 1867.O curador fiscal, Mar
Doel Joaquim Baptista.
Certifico qoa o exame d'oode fra exirahido este
resultado eslava competeotemeole rubricado pelo
jaiz de direito especial do eommercio.
RESPOSTA,
Sr. Maaoel Joaquim Baptista.Em virtude do
qae de mi solicita soa a diier-lba que na qoali-
oade de procurador bstente do Sr. Amaro Gon-
galves dos Santos, dalle recebi e fiz entrega ao seo
advogado o Sr. Dr. Joaquim Jos da Fonieca os
seg arates litlos, a saber : 16 letras qoe elle bavia
pago a seos credores Antonio Valeotim da Silua
Barroca, Cals & IrmSos, Moohard & C., e ao testa-
mente! ro de Henry Gybson, e 3 cootes do funeral
de sua fallecida, mulber, bem como a cerlidao da
**ada do sobrado da roa Nova, o qoe tado men-
cionara as allegacdes qoe o predlto advogado fez,
foram por mim eotregues oo cartorlo a IS de no-
vemoro de 1865 porm nio" posso preetew o da
em que o Sr. Amaro m'os entregoo, sendo qae poo-
^ fl*.l^cw*r**> d0 4ia do reeebimeato a da
qoe oram recolhidos o cartorlo. Eis o qae em
Terdaaeaosso dtter, e Vmc. feri ousq%lh
aproaver desu Biaba resposia, &til$?S to"
tantas promessas de recebar algum dioboiro, alm
de ama pessoa multo certa qae me flcoa de dar
por coota da qae me deve 600J qaaado agora
mesmo recebo to meote 200, e fol a causa de
en ja a mais das oao ter faito este pedido por coa-
ter receber 600J e pedlr-lbe menos o que nao posso
pagar lodo por me faltar aioda 2:000, espero no
meu amigo me os arraoje at amaobia as 10
horas, podendo passar a letra para vir hoja eu
assigoar, e volta-la amanhaa celo oa hoje mesmo
a larde, pois pode ser qoe Ibe seja preciso e Ibe
rogo qae oao tendo pessa a outra pessoa, se fr
precisa outra Arma Vmc. mande ao meo mano Ma-
noel para elle endossar, espero mais merecer de
Vmc. este favor, em quanto a coota velb meo
maoo est scieuta de ir pagando, esta letra Vmc
deve passar para o fim de setembro do correte
anno, qainta-feira dia santo, a letra se vence no
da 30 e por i.-to deve ser paga amanbaa 29, tenba
paciencia comigo qae Deas quem Ihe ha de pagar
todos estes favores qae me lem felto, encommodos
qae comigo lem tido, e pode dispr de qaem coo-
fessa ser sea compadre e amigo e multo obrigado
criado Amaro Gongalves dos Santos. Malo 28 da
1861.
CARTA N. 5.
Compadre e amigo Sr. Maaoel Joaquim Baptis-
ta.Nanea pense! qoe este anoo appatecesse lana
falta de negocio, a ponto de.ter dias qae se felxa a
loja sem dada se fter, en oao teoho outra pessoa
de qaem me possa valer senao de Vmc, e assim Ibe
pesso e rogo nao se enfade comigo de ma valer
as faltas qoe booverem para inteirar os paga-
mentos qoe temos de fazer estes mezes morios, e
contando Vmc. seas pagamentos dentro deste anno.
senao fr por o uegoco ea disponho qualquer bom
para,seo embolso pois sel muito reconbacer o.bem
qne Vmc. me tem falto, qae s Deas poderi dar
por mim o igual de agradeclmenio em qaem ea
muito confio; me satisfaga o qae ea tenbo pedido,
a dinheiro qne espera aparar e pagar ainda mesmo
paste do fia do mez, eu rom algum dinheiro que
possa receteer,oque D'o eonto de muitocerlo, rogo
a Vmc. fhdo em soa boodade, alm da.qae ja me
tem faite-*tes onlres mezes de ver se ma arraoj
*l o dia 30 a quantia de 8003, e para isto poden-'
do sacar a letra para ea acceiter, sendo para a-,
neiro de 1862, para nio se juntar com as outras
qae se tem de vencer este anno, espere qae fi
todo o possivel em m*servir, pois nio quara dal-
lar de pagar estas letras, o qae tenlio cumprido
at boje com qaanto deva o favor qae Vmc. me
tem felto, espero merecer de soa bonlaJe. Sdn
compadre amigo e muito obrigado. Amaro Gongal-
ves dos Sanios. 29 de julho de 1861.
CARTA N. 7.
Compadre e amigo..Tenha paciencia com
qae outro remedio nio tenho senao continuar _
dar-lhe encommodos, o mesmo queja tem tido agora
preteodo breve me retirar parr o sitio, e qerendo
deixar os meus negocios arranjidoaem dia me
faz-se pvaeiso. saber com quanto posto contar d'o
que vmc. me prometan arranjar eolio para ir
recebeedo o que ornea mano fr mandando levap
a Vmc, por coota do mea debito de letra?, e mes-
mo a conta qoe nao esta em letra?, como coosta
dos langamentos da loja, e desta qaantia qae Vmc.
poder servir-me'lnnteodo a ontras de setembro e
outubro aceeitarei letras-confarme-?mc. e eu coo-
veociooarmos, e pai> qae Vate, v reeebeado
oiengalmenle por conla. Sen compadre, amigo,
obrigado e criado, Amaro Gongalves dos San-
ios. S. C, de ontnbro de 1861. Qaaodo poder
dar-me a resposia basta dizer qaal a qaantia qne
pode dar para nao tomar encommodo que pede
estar com seus affazeres.
CARTA N. 8.
Compadre e amigo Sr. Manoel Joaqoim Baptis-
ta.Recebi o favor de surcarla hootera ja larde a
a letra ficoa na loja para amanbaa Ihe ser entre-.
gae, assim com rae dtz que roe podia arraejar
mais a qaantia de 1:203$ mesaao pelo t-mpo dp 6
mezes romo Ihe havia pedido pois cada vez mais
reconacidia ni jou por Unios favores, encommo-
dos que leui timad*comigo, como mea mano Ma-
noel rao assevera que por todo o mez de dzembro
o mais lardar qae elle paja as letras vencidas e
comas que j devia ter pag.jJH>ois qoa ale mez s
lem urna i a a pagar ao fiibs^o a para dezetnbro
que nao u>m sanio as de Vmc. e assim Ihe rojo
dftix-e de refirma su ja veacida q"e br.ve ser
paga uo* (jJ -.-. -. j ,_,,, 9 utosihv lie .-.eil-p -i-
dar urdem para ir pagando o juros conforme
ymc determina era sua aarta. Tenbo o procura-
do estes das parar.saber como Ihe foi com a avalia-
go dos terrenosNlo Giqui. Se Vmc. hoje sahissa
a roa e tiwsse oeoasio de passar pela ra Nova,
e podesse tomar o encommodo de sabir em oossa
casa seria favor, porque pode ser que amanhaa o
nao possa encontrar, e desejava saber o qae se
passoa com a avaliagao e o mals sou como sempre
seu comp-.dre e amigo muito obrigado a criado,.
Anj..ro Giragalves dos Santos.
_ CARTA N. 9.
C,ompiire.._Re,T,-ti,J.|t, n rr.;a do que a lnia
Qeve, e tambera os 0l$3>W do que iba Uquei res-
laudo do anoo passado, dos dinbeiros que Ihe ped
pira pagamento das dividas do meu maoo Joo,
Vmc. conflra e tenba paciencia de ma tirar nina
conta com declarago do que da foja e do men,
logo que esteja prompta pJe mandar por na loja,
para qoaada houver portador elles me mandarem
trazer, o Sr. Cruz nada decidi, s pedio me para
que pessa a Vmc. para Ibe dar a 1>4, aioda mes-
mo para mim nao faria este pedido, era negocio
nada pesso, e acontecendo elle hilar a Vmc. pode
dizer que eu Ihe msndei faljar, mais que Vmc.
nao o pode farer senao da forma que m bavia
expasto em sua carta pelo que sempre serei agra-
decido jaela atteugo que ma presta. Seu compa-
dre e amigo, Amaro Gongalves dos Santos. 20 do
dezembro de 1861.
N. B. Os dinheiros que mea maoo fr pagando
da loja Vmc bom Ir abaiendo da mesma conta
da loja, eno narainha conta que ser para depois
de ludo da loja pago.
CARTA N. 10.
Compadre.Esta to smente para ihe pedir
qae tenha pacieocia comigo a ver se at o dia 30
do correte mez ple emprestar a quantia de
1:000$ ou 1:200$, oo dia 29 maodarei dizer a
certeza isto por 4 mezes, e me sujaito ao mesmo
premio de 2 por cento conforme Vrae. deu para a
mSi do Sr. Joo Fernandas da Cruz, o que Iba pago
que faga todo o possivel de raear,raujar que para
pagamentos de letras, s ao Sr. Gibsoo anda por
z:oOU$, mau mano vai muito rail est dosengana-
do. Seu aralgo e compadre. Amaro Gongalves dos
Santos. .27 de Janeiro de 1862.
CARTA N. 11.
Compadre Sr. Manoel Joaquim Baptisla.-Tenha
paciencia comigo, ibe pesso que nao se eufade,
nada mais se pode apurar oa loja, nem eu teoho
recebido dinheiro algum, e ludo parou com o fal-
leeimeoto de mea maao Manoel no dia 27 as 3
horas da tarde, recebi o favor de sua carta da 27
na qua! rae faz o favor de raaftdar dizer qae eo
contasse com a qaantia de 1:200$ qua eu Ibe havia
maodado pedir por 4 mezes, rogo que raaode a
letra podendo ser para a loja pelo portador para
mea mano Joao mandar sellar e me remetter para
eu assigoar, e amanhaa at as W horas elle mao-
d" levar a Vm. para receber a referida qaantia de
1:200$, cada vez mais obrigado Ihe son, e contan-
do comtado qae em mim achar prestimo e por ser
sen amigo a compadre e maito obrigado, Amaro
Gongalves dos Santos. 29 de Janeiro de 1862.
CARTA N. 12.
Compadre Sr. Maaoel Joaquim Baptista.Muito
hei de estimar saber qaa a Illma. Sra. Comadre v
continuando como deseja. Honlem de sua oseada
voltei por me ter descuidado de ama cousa que me
havia ficado fra do balcao da loja, que fui muilo
feliz acbar no mesmo lugar, a mtnha ida em sua
casa era pedir-lhe encarecidamente para que me
emprestasse 500$, al o fim do mez de margo do
corrate anno, qae cont de certo receber ara di-
nheiro e podendo ser mande a letra para a loja
para ser sellada isto at o dia 28 que secta-leja*,'
alm de coatas qua teoha a pagar ba ama letra do
Sr. Gibsoo de i;80J e Untos, e nao posso deixar
de pagar" oeste dia para qae ao hija filta e moti-
vo, palo que (auto encommodo, teaha paciencia
comigo e cam tantos encommodos. 25 de feverei-
ro de 1862. Sea compadre, amigo e ranito obri-
gado criado, Amaro Gaagalves dos Siatos.
CAUTA N. 13.
Copadr juoho de 1862. B.tas obuvas tem dem.is alud,
larvado mas o negocio, me lembro de dar
a casa de Crappret* por conta de
CARTA N. 28.
Lampadre.-E- fallecida a senbora s 3 horas,
e pelos meas neceados bontem fol dia de se flear
limpo de dinheiro, eu toaba de hzir o enterro
coolo qae meo compadre rae servir' no qoe pre-
cisar, como teoho de dispY de alguma cousa jera
applieado ero primeiro lagar para este pagamento.
Seu compadre, Amaro.
Juina 31 de 1864.
urna letra
hoje
qne
a\ ,i9raft$2,\e,nC8r D0 dia 30 corrate a qaan
M l:000$000 adro de ao casada faltar as vendas
ene esperar pelo resto mais aigaos das para qae
o possa cnmpnr com o pagamento de outras le-
as, e assim Iba rogo que podando ser ma ar-
boje a referida qaantia de fcOOOJOOO e fi-
ado eu certo do oatro canto e podeado logo e*s-
a Jaira de 2:0OO$000 para oovembro do cor-
rele anno. Sea compadre e obrigado Amaro
uongalves d,s SaBtos. (volte). Cam qaanto ji ea
SllinJl!l,,io VlBC- a dias Desu 9asnt, dfl
a.uwjrwo e Vmc rae decteroo qae estavam prora-
tos a mioba disposigo comtado qaero qoe a le-
tra saja saccada no dia de hoje 7, e eolio mel-
lo os joros dos dias ja" qae a referida qaantia
eslava posta a miaba.dispasigio, e estes encommo-
aos e obsequios Deus quem "os pagara" que o
lempo qaem tem prometdq isto. Sea compadre
Amaro Gongalves dos Santos.
CARTA N. 18
Compadre e Sr. Manoel Joaqoim Baptista, Vmc.
pode eotregar a quaaiu de 2:00$00D ao portador
?umrfM?i?lvaJelra a5,i8aa PO' mim da quaa-
u* ae i:izu$KJ0 ; ea hoje estoa na loja. 30 de
luabode 1862. Se compadre a amigo Amaro
boagalves dos Santos.
CARTA N. 19.
Compadre.Nio curaprlndo todos as pagamen-
tos assim ra8smo oao fago o qua teabo determi-
nado com menos da tres contos e tanto e me falta
a qaantia de 2;000$000 podando ser esta qaantia
i r^rnnaCaado Vmc ama le,r* dl qa"a de
i.uujjooo para dezerabro do corrento aun, e o
om coffl a vl3ta f1""*'- 39 da junbo de
. Seo compadre e multo obrigado criado
Amaro Gaagalves dos Saotos.
_ CARTA N. 20.
Compadre.- de agosto de 1862.Hoje veodo
o aponlameato das letras achei mals orna pequea
oara vencer amanbaa, e par Isto qaa nio posso
dar cumprimaoto aos pagamentos das letras qua
se veoem amanhi sem qae Vmc. ni') se me
presta com a quantia da i:i00$000. teaha pacien-
cia com mals este differega do qaa Ihe havia pe-
2 Vi* lt"ra p,,r* u^c-r P'>r 30 das, e se
oouver diITereaga ao sello, preancha com miior
tempo para aao apparecer JnvidJis, ist. a se ier
fliifireng o sallo sar m^i^. S^u compadra e ami-
gj A.uia r'oagiivM >,s .s-Qtas.
_ CARTA N. 21.
Compadre.-Remetto-lha a letra qae Ibe fallei
para o tevor deseonla-la, e mais esta outra por
mim acceita da qaantia da 400$900, #ara o lira
de malo do crrante aona, espero qaa na se ea-
lade com as raiohas repetidas importunagoes que
sou oprigado a isto at qua Deus queira. 27 da
levereiro de 1863. Sau compadre obrigado Ama-
ro Go;alves das Santos. Hasta anaoha.
_ CARTA iN. 22.
Compadra Sr. Manoel Joaquim Bautista. T
satmauo esperav* receber algum diahelro para
e*ra(^tj- o, pagameotos das- ln,a^ r.a t-oho a
uze. de boje para amanoa, e rae (aturan, e nao
comando maU hoje em receber e nem vender,
rivv a Ter s* me poile *rrojar a qaanlia de
4uuuo poJeado ser para mandar a letra por 3
meza*, poij as vendis teem escaciado muito, e
mesmo este mez contando cora algara r?cebimeo-
io nz urnas compras que deu cauza a esta falte e
aupando de seocoaapadra a malla obrigado Ama-
ro Uongalves dos Saetos. 30 da margo de 1863.
CARTA N 23.
e mpadre smigo Sr. Manoel Joaquim Baptista.
ao sirro senao de o eoeommoiar e outro remedio
nao teoho, espero que nao so enfade comigo a
causad nao ter-se futo aegeeto, e mesma alguos
dinheiros a receber, todos dizem
CARTA N. 29.
Compadra Sr. Manoel Joaqoim Baptista.Jame
fazvergooba fallar em dluhelra, e sendo bojeo
que este mais cusios i principalmente para mim
qat esperando que o tempo va' melhoraodo de ne-
gocio qaaado val indo para peior. Ja* nio- sel o que
tiei de mais fazer emqoanto diligencia qae tenho
feto. mas -que o tempo oao permltte, tenbo cal
culado que at o dia 30 qae tenho de pagar letras
me falta aioda bastante, me quero prevenir ao me-
nos com a quantia de 500$000, sendo Vmc. teoh
deS^tel^ao".irpo^u^Darae^SlSh1^"* lus
hju qne tenho lido'c^m VmcTpo? motv s met Ti^????^^ ?
?.,,2.qa* aa.ab0 ^ "Pr nast; n wnho en-
rmenlo dos Santos Evangelhos, a respeito da an-
sencia, e incerteza do lugar da residencia de Joao
Beadeil ; esendo lodo anteado e preparado me
vierano os autos conclusos, e por mira lidos nelle
profer a senlenga do tbeor segmnte:
Visto o depoimento de foibas a'folhs bel por
jostifiesdo o dedozido na peligao de foibas. Passe-
se os ente es do esiylo.
Kregneila de Santo Antonio, 30 jejalho de 1867.
Maooal Camello Pessoa.
Nada mais se continba em dita sentenca dada
nos autos, por bem da qual se passou a justificante
o prenote edil*! com o prazo da lei ; pelo qaal se
SiS C'U referid0 Joao Bendiil, para qae
dentro do prazo comparega por al, on por seo bas-
lnnli,?^0-ca^ad0.^ para te Pf0Ced*r a erraos de
conciliagao oa forma da petigao, e a qualqaer on-
tra pesso para que Ihe faga :aber de.taTmesma
citagio, am da que ella nao aque odefezo. O por-
le ro deste jouo Kranclsca Maooei de Almeida^o-
oncara este aos luiares mai* unhlir.n< i im-
po-
nan poblicos desta fre-
oa'S l$?m dta ist0 ha de m\bonrt espero
'ln nl"* q9 S P^9eisa, 0Dr'?*-
vef "tos s^to *** obriido' *" Gong.,-
Margo 29- de 1865.
cima8! 500*GO- ReMb a 29 de "^ a manila ,
CARTA N. 30.
DoS,mrtd/fr- MaDOe' Joa(lain, BPts*-Nio
K. "r deencommoda-lo, nio tenho para
donde cerra, senio para Vmc, eos lempos que
S. ""> po,s ^ ('ae Ja' ,tw dcTador,
mas para mira tem sido mo tempo, pois tendo a
\J K&VT}**^ ^ e nada toaSofello boje,
n,. i!S hlIa 4 d,ag "*r* d,a M 1Qe tenho de
pagar letras, e mesmo assim contando com alguma
coosa que possa vender e receber t este dia [alto
me vir faltar para mais de 1:200$000, comtado
me poaere arranjar com este qaaolia de 1:200$,
me rojo eocarecidamente se me poder arraoizr
esta quantia para eo Ihe pagar al o fim do mez
sa joobo do correte anoo, pelo que cada vez mais
obrigado serei por tantos favores recebidos, e com
sua resposta descangarei. .
Recira, J6 de maio de 1865. '
Seu compadre amigo e mullo obrigado a criado,
Amaro Gongalves dos Santos. ,
(Estavam selladas e reconbecidas todas estes
car lis.)
E mais se nio continha e nem algama coasa e
declarara e mostrava em ditas pegas que mefo-
ram apontadas para extrabir por cerlidao; a vai a
presente na verdade sera coasa qae dovida faca
iC, nda a cQca.r,ada subscripta e assigoada oes-
te cidide do Recfe d Parnambuco, aos 23 da a-
Ibu *e I68.
Fiz e^crever, sabscrevj e assigoo. Em T de ver-
Manoel Mara Radriguts do Nascimento.
MMEICO.
Dado passado nesta fregaezia do Santisslmo
Sacrmento do bairro de Sanio Antonio da cidade
d Recife provincia de Peruamauoo, aas 31 dias
do mez de jolbo da 1867.
E ea Joaqaim da Silva Reg, e-wivio qoe o es-
crevi.Maooel Camello Pessoj, subscrevoe asslg-
oo. Em f de verdade.O escrtvao, Joaquina da
Silva Reg.
O r. Jo. Ricardo'Gomes da CaTvalbXjuiTmoni-
dcipi nesta cidao* da Victo-ia, termo e co-
hn!Z\ c8*.?"5, Adi5' Po| de Peroam-
ft- T M- Ia,Prial. *tF S? n bV aM Q?e Pre*Dle edital de nova
das de pregao e um de praga virera, qae oo dia 6
de agoste prximo tm de ser arrematados na
porta deste jolzo, a qaem mate dr, os beas se-
guintes, sendo dita arrematagao a's 19 horas da
manbaa : 1 aderego de onro, por 40A0O0 i
trancehra grosso Dor 25$, a corddes de oara e l
roedalha por 10$. 1 par de rosetas por 6$, 2 pa-
i2ti,Jt8i,L0-Pnnb0. por 10' l P^Uleiro d3
prate por 6$, 1 bride e pifiadelra por 23,$ 1 dozli
de colheres por 18$, l par de esporas per 5$ l
teixo por 4$, 1 diloem njao estado por'3$. t mo-
bllia de araarello por 130$, 1 raarqueza por 3$,
1 mesa da jaoter por 12$, 4 quadros ovaes por
32$, 1 espalho por 10$, 1 sella por 30$, 1 cavallo
russo audador velho por 130$, 1 potro alasio por
120$, 1 quarto castaoho por 100$, 1 planta daca-
P 1:200$, a escrava Luzia por 100$, 1 motor em
bam estaao por 400$, 1 prensa por 230$, 1 ma-
china de algodao por 200$, 1 espada nova por 12$,
1 peso por 1$, o escravo Jos, grande, cabra, ida-
de de 42 annos, por :200$, cujas baos sao penen-
cenes ao finado Antonio Gongalves da Silva, e vao
a' piaga para pagamentos da sea> credores.
DSCMRASOS.
_ que nao podara
pagar presentemente, .pouco ou nada para raiohas
precioas tmho reeebida, isto lado em pelores me- .
" P*ra mim de maiores pagamootos de leiras Vn"'M ahidoi enm f7nrt
geaeras.
PRA^A DO RECIFE 1 DE AGOSTO
DE 1867.
.,__,_ As 3 X boras da tarde.
Algodao 1 sarta1 $500 por arroba.
Sitveira.
Presideote.
Macedo,
Secretario.,
O novo bancode Pernambuco desconta lettrase
a 7 e 9 por canto ao aano. conforme os prazos.
Caixi ullai do 3>anco da Bi*asil
cm Peraambnco, aos 2(3 de ja-
lho de ISO?.
De ordem da directora se faz solete aos Srs.
accionistas, que o Ihesourairo esla' autorisado a
pagar o 2, dividendo das acgas do banco do Bra-
sil, inscriptas n'esla caixa, a' razio de 12$009.
O gaarda-livros,
Igoacio Nunes Correa. "
Pela g^caUsacao da freguesa faz pabiieo a qaem inttressar pessa, aue sa acba
eo> dep>siM ;:ii noi mauo qo> i adido
DtfUUa dcjjm.jadfl Rosanouo de.-;, in^a-jia,
sitio de Hed Justi, cajo se achava destrulndo as
lavoaras : qoem se julgar cora direito, comparega
nesta flscalisacao, que satisfazeodo o disposto do
art. 16 do til. 9* das posturas de 31) de juoho de
18*9, Ihe sera' eutregae. Recife Io de agosto de
1867.O fiscal,
Jerocymo Jos Ferrol ra.
A admioUtragao do correio desta cilade pro-
osa engajar boraens para o servigo do caminhet-
jas : quem estiver nestes condigoes e se mizer
I engajar, dirija se a mesma com documentos une
atiesten! sua cornuda.
Raodimeoto do
Volames eotrados
AlFANDEGA.
dial............. 22:333$0S8
cora fazaodas...
< gaaeros....
Descirregam hoje 2deagasto.
Vapor InglezO/indamercadorias.
Barca francezaAdelemercadorias.
Escuna prussiana/oacAm ffennen-idem.
Brigue inglazSouventrcarvo de pedra.
Patache nacionalVaienleid em.
Patacho oaclooalGuilhermmaidem.
Brigae portuguezN. S. da Conceitfloidem.
Polaca nacionalS. Pedroidem.
REEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES.
Readimaato do dia 1............. 557$330
tes
qua teoho a (er,. nao tenho para onde corra a
oao ha remedio senio fazer algara sacrificio em
quanto passam estes embaragos, o que pretendo ir
daudy algara dinheiro a Vmc, a ver se at o fim
do mez de dezembro do correte anuo, tenho pago
ludo quanto dave a Vmc, e ibe rogo veja se me
poda arranjar por si ti por alguns dos seus ami- ,
gqs a quantia de 2:200$00D reis, sendo os 200$ arCa ID8la"Mn Wellman-\dm.
para o dia 23 do crreme qoe tenho a pagar ama | ar5au nscionalFacorif a -charque,
letra da casa da Cals Irraaos, ja passada a Rober-
to da roa Nova, as mais .-w para o dia 30, eu
desejava se podesse sar raesma em aotes paear
para meu descaogo a vista dos das santo, e ve-
tea acuotece harer eagaoo no apontaraento das
letras, em dias como este a 23 sstava apontada
para u da 30, fai por Deus o Julia era coovetsa
dizer que as minhas Ietra3 estavam descontadas
urna pira 23 a Roberto, e outra para 30 a Cbris-
tiaua, e par isto espero que Vroc. aiteodera' as
minhas precisoes pois o que mals amo cumprir
o meus tractos, at quando Deas me permittir,
dispoaba Vrac. de quem com siocendade sea
compadre amigo e muito obrigado criado Amaro
Gaogalvas dos Saatos. S. C. 21 de juaho de 1863.
Teoaa paciencia de maodr-me estes papis como
ja' ihe havia pedido.
Carta n. 2.
Compadre a Sr. Maaoel Joaqaim Baptista.Co-
nbega que ja' taabo faltado com o qoe Ibe teoho
eiposto, respeito a letra do Sr. Cro;, mas oio
tem sido por mim descoobecido, e por isso qaa
a' das fiz ver qae eo precisaodo d'algam diohei-
roe faiteado a Vmc. para ver se o arraojava me
respoidau qoa o oao poda fazer por falta de re-
calmantos e qae elle tomasse em coosideragaa,
oao rae respaodeu e oam ma appare:eu,
310
452
-----762
100
123
-----261
CONSULADO PROVINCIAL
Rendtmento do dia 1............
7I6$6'42
MQYIMET9 3)0 PORTO
Navio sahiio no dta 1*.
Partos do sul Vapor Drasilriro Guar, comman-
danle 1 (anete Pedro II Duarle.
Obsercatfio.
Nao houve eotrada.
EDITAES.
Capitana do uoi t..
Teodo-se de proceder ao concert da coberta e
outros necessarios ao edificio desta capitana, con-
vida se as pessoas que seqoelram encarregar de
ditas obras, orgadas em 716$800 rs., a apresenta-
rem suas propostes no dia 6 de agosto prximo fa-
taro, ao raeio dia, examioando previamente dito
oreamento, e as condigoes das mesmas obras.
Capitana do pono de Pernambuco 22 de jolbo
de 1867.
O secretario,
__________Pecio de Aquino Fonseca.
O conselho de cenopras do arsenal de guerra
precisa comprar o segniote :
* resmas de papel carluxinbo.
1 dozia de limas chalas de 16 polegadas.
2 illla- do tillas tillas do 10 Ollas.
1 dita de ditas ditas de 8 ditas.
1 dila de ditas ditas de 6 ditas.
2 ditas de ditas dits de 4 ditas.
2 dita* de ditas murgas de 8 ditas.
2 d tas ditas meias-canas de 10 ditas.
2 ditas de ditas ditas da 6 ditas.
2 ditas de ditas ditas da 4 ditas.
1 dita de ditas murga de 10 ditas.
1 dita de ditas dita de 8 ditas. o
2 ditas Ilmat5es da 6 ditas.
As pessoas que quizerem vender ditos artigos,
apresentem suas propostas, com as respectivas
amostras na sala do conselho, as 11 horas do dia 3
de agosto vindouro.
Sala do conselho de compras do arsenal de guer-
ra, 29 de julho de 1867.Jos Mari* Ildefaoso Ja-
come da Veiga Pessoa e Mello, coronel presi-
dente___________
Vai a praga sexta-feira 2 de agoste, peranta
o Sr. Dr. julz municipal da i' vara, diversos es-
cravos perteoccnles ao inceotaro da finada D. Ma-
ra Rosa de Jasas, escrivao Caoha : quam nos
mesmas quizar langar comparega na sala das au-
diencias as horas do costume, ao meio dia.
TTiHeBi lili1 ~ im--------! liar
AVISOS MARTIMOS
Vmc. ji dea para o mez de maio, qoe s o,SrT
Gibsoo wi 3;4Q0i, e Unjo ea me comprometi .
Compadre.E-tes dias tenbo estado na loja e
sabbado todo o dia, a ver a differeoga do negado
qoe lem apparecido com effaito nao se pode dar
maior miseria em que este redusido o negocio a
retalbo, e lando eu de pagar letras fora alguraas
cantas ; s ama letra do Sr. Gibson de mais de
1:400$000, ma vejo apertadissimo sem ter para
onde corra saoa para Vmc, espero nao se enfade
comigo de var sa rae pode arranjar qaaado nao
teoha por algama outra pessoa a qaaolia de um
canto de reis isto por 4 mezes, em qaanto as le-
tras j vaucidas ire fazeodo por pagar iodo Vmc
reeebeodo por coala o qae ea poder dar para, ir
diminaindo as quantias, espero pela resposia para
meo goveroo, isto deve ser para o dia 30 do cor-
rete at hora e meia, e sou seu amigo e compa-
dre e maito obrigado Amaro Gongalves dos San-
ies. 27 de abril de 1862. ,
CARTA N. 14.
CompadreTeoha paciencia com as miabas
importuoagSas, boje vejo qae me preciso alem
da qaantia qua Iba ped mais a quantia de 250$
qoe fazem i:2-50$0O3, teoho mais a rogar-Ihe qae
me arraoge esta parta para completar o qoe te-
oho a pagar amaoba 30 d abril, e o caiielro ir
buscar a lefn para en asslgnar a ir logo sellada
come Vmc. jalera dominado por outras vezas
e cont qua soa muito agradecido compadre e
amigo a maito obrigado Amaro Gengalves dos
Saoos. 29 de abril de iSMv ^
CARTA N: 13,
Compadre.29 de maio de 1862.Palos apura-
dos e recebidos at hornera a naife da loja, vejo
qoe me nao chegam para os pagameotos qae te-
nbo, de fazer no fim deste; miz de maio e s ao
Sr. Gibsoo teoho a,pagar uau letra, de,, 1^600*, ej
tantos mil reis e mesma ja este mez tenho faito
outros pagamentos calente, aelo mate de rae ser
preciso a quantia de 80O$OO0 mas asta favor es-
pera Ibe merecer ver, se, me pode prestar para o
fim do mez de setembro a qaantia qae me for
vl i?ad*Te,8r mait n*en03 oa meI*^ do qoq .preciso qne no sapeado pela manja maodarei di
er par* o. poiudnr immu ajeira da qaautte qne
me for areoisa, qaa al as 10 oras de dia santa
nho esperar pela praga para dar o diohsiro, mas
qo*e eu na me devo fiar em coasas em duvidas
e o motivo por que preciso certeza saber sa Vmc.
me pode arranjar a quautia de 2:500$000, para
logo que passa, at o fim do mez, pois ea conhe-
co qua Vmc, tara este negocio a nao deva e>perar
por ista qae avista do que tenho aparada vejo
qua com meaos desta qoatia nao posso sallsfazer
e juUo que p ir esta anoo sera' a ultima vez, a s
qusria qu; Vmc. iulagasse a miseria do negocio
qne esta', pois eo tenho feto mais do qae posso
para apurar am da nao faltar com os meo> pa-
gameotos, quaodo esla ra -z mais ruim, oais te
nho a pagar a confesso aua nunca vi tal tempo,
espero ma sirva par mais esta vez. Sea compa-
dre e muilo obrigado criado Amaro Googalves
dos Saatos. 21 de jalho de 1863. Diaheiro para
Suiezes 2:500$000. Jaros de i por 0(0 no praso
sapr.. 2303009. L^tra par* 28 de dezamoro reis
:750$000.
CARTA N. 25.
Campadree Sr. Maaoel Jaaqu'ra Baptista Nao
esperava este raez mais eocommada-lo, o qae nao
me foi possivel arranjar a quantia qae pagasse o
qoe se ba de vennor no Sra do raez, faltaodo-me a
quantia da 400$OOO, espero se poder ser me ar-
raoje't amanbaa sabbado 29 esta quantia, possa
pagar na fim da outubro, por ter meaos pagameo-
tos a fazer nasle mez, e o mals espero que l de-
zerabro o faga, tenha paeieocia qaa nuaca vi tem-
pe mais ingrato do que este prseme.
28 da agosto de 1861
Sea compadre e amigo obrigado, Amaro Googal-
ves dos Santas.
Dinheiro retro 4O0$03O. Juros em 4 mazas 32$.
Rs. 432$000.
OMITA N. 26.
Campadre.Remetlo-lhe a letra para 1:600$000,
com qaanto Iba fcllei para 1:500$000, desconfi
as rendas, e mais nos receblmeotos, este mez
chamado a tado imposto* e dcimas, e sio coasas
qne se lio pode ornar de pagar, eso pessoa
Deas qae me livre do raeas inimlgos qae considero
aquellos qae me qu-r-m comprometter.
Sea compadre e maito abrigado, Amaro Gongal-
ves dos Santos.
2K de setembro de 1863.
Dinheiro a cima 1:600$000. Jaros 2 por canto
em 4 mezes lii$000, tetra para 24 de Janeiro de
4864 1:728$000.
CARTA N, 27.
Compadre.Como nio cont mais com veodas
de hoje e menos recebimentos qae esgotei tado t
honlem. Vmc. tenha paciencia d me arranjar....
2:200$0O0 para o fim de fevereiro.
Sea compadre e amigo obrigado, Amara Gongal-
ves dos Santos.
19 de novembro de 1863.
Dinheiro cima 2:2<)0$i0. Jaros % por cento
m 3 mexet 13i$p09. Un pa 9s l* feveieiro
de 1864 2:3?2$O00.
fm ,ei>ento-coronel Manoel Camello Pessoa, jniz de
paz do 3o anno emexercicio dafreguezia do Sao-
lissimo Sacrameata do bairro da Recife, em vir-
tade da le etc.
Faga saber aos qua a prestte carta de editos
viren), que por parla da D. Enilia Uoostanga de
Maraes Gomes Farreira me foi feita a petigao do
tbeor segrate :
Illm. Sr. jai: de paz da freguezia de Santo Anto-
nia.Diz D. Emilia Gaostaoga de Moraes Gomas
Ferreira, qae quer chamar a coociliagao a Joo
Bendseil para ver sa por esta meio Ibe qaer pagar
a quautia de 300$, de oito mezas da aloguel do 2"
andar do sobrado n. 35 da ra do Imperador desta
freguezia, pertencenlea supplicante, vencidos desde
18 de maio de 1885 18 de jaueiro de 1866 a ra-
zao de 37$500 par mez, por coja quautia se pro-
cedea a ura arresto em bens movis pertencentes
ao sappllcado, pelo jateo municipal da 1* vara des-
te cidade, escrivao Sanios, por isso reqoer a V. S.
qae maule uotlficar o sopplicado por editos para
a primeira audiencia de^te jutzo com a pena de re-
velia, justificaado a supplicante a ausencia do sup-
plicado visto u.ao se achar nesta proviocia, e nem
se saber onda presentemente se acha. Peda a V. S.
daferimento.E. R. M. Miguel Jos de Alraeida
Pernambuco, procurador. la qaal dei o despacho
qae segae :
Como requer.Freguezia de Santo Aotooio, 23
de jaldo de 1867.Pessoa.

-

SOCiET GEMER.UE
DI
Transportsmaritimes a vapeur
PAQUEBOTS FRANCAIS.
At o dia 9 da agosto, espera-sa dos partos do
sal o vapor raacez Bottrgogne, coraraaadante Ro-
naze, o qaal depois da demora do costme seguir
para Genova por S. Vicente, Gibraltar e Marsilha.
Para condigoes fretes e passagens, irata-se na
agencia roa da Cruz n. 53.
COMPJ^HRMETRn
DE
PAQUETES A VAPOR
E' esperado dos partos dp sol
at o dia 8 de agosto o vapor
Paran, command&ote o capitn
de fragata Santa Barbara, o qoal
depois da demora do costme se-
guir' para os partos do norte.
- Recebam-se desde ja passageiros a engaja se a
; carga que o vapor poder condozir a qual devera'
ser embarcada no dia de suachegada, encona men-
tas e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2
horas. Prevme-se aos Srs. passageiros qae saas
I passagens s se recebara nesta agencia roa da
Craz o. 1, e-criptorio de Antonio Lalz de Oliveira
Azevedo & C.
Em virtade do qaal despacho se proceden a in-
quirigo de testemoobas, qae depozeram sob o ja-
(i) Todos estes documentos estao juntos aos au-
tos de faiteada,
(2) Cdigo commerciai.
Art. 800. A quebra sera' qualificada com colpa,
quaodo a insolvencia pode attnboir se a algum dos
casos segaintes :
S i. Excesso de despezas oo trata menta pessoal %aen*? possivel brevidade o brigue escu-
do fallido, em relago ao seu cabedal e numero de'M GRACIOSA, capitao Ralis, tocaodo no Mara-
pessas de soa familia, |anao em ollimo case, par algama carga qoe
Art. 801. A qaebra podera' ser quacada com ,.ne flu .,raU-siSoaip resPc. B0.
a
rac
Aotooio de Aloaelda Gomes, a' ruada Craz
1* andar.
colpa:
1. Qaaodo o fallido nao tiver a soa escripia-
ao e correspondencia mercantil nos termos re-
lados por este cdigo (arts. 13 e 14.)
Nao se apreseotando no tempo e na forma
vida (art. 805)
Art. 802. E' fraudulenta a quebra nos casos em
que concorre algumas das circamsteocias seguio-
tes :
i 1.* Despeas oa. perdas ficticias, oa falte de
justifieagao do emprego de todis as receitas do fal
I ido.
t 2.a Oceultace no balaogo de qualqaer som-
ma de dinheiro, oa de qaaesqaec beas oa-titalos
(art. 805.)
8 6. N^o tendo o fallido os livros qaa .deyaiei
(ari.tll) oa se os apresentar trancados e falsifi-
cados.
Do exame procedido em sena livros verificoa-se, Oliveira Azevedo A C,. q> sea
qae todas estes circametancias oonoorreram- Croa o. 1.
n.23.
earacn' pelo Cew
a escuna Georgiana, pretende agair com erevi-
dade, para carga trau-se comfasso Irmaos,a ma
do Amonm o. 33, oa com o Sr. Qnintel.
'------------------T 1
Sama.
O hiato Doms rmelos pretende seguir com pres-
teza para carga, trata-se com Tasso Irmios, a*
" I raa do Amorim o. 35, oa cora o Sr. Qointal.
Tara a BahST
Pretende seguir com muita brevldale a vallatr
sumaca nacional HortenciQ, ten #ort de sea car-
regamente prompto, para o- reato qoe, ibe falta tra-
tarse oom os sens eopsignatarios Antonio Laiz de
escripiorio, raa d




Blarlo de Perambne sexta felra t de Agosto de
1867.
Passaiem para o i da prata por
180S000.
Segu em poocos das o vapor americano Pal-
mira, o qual iem excelentes commodos para pas-
sageros : quem pretender ir podcr avisar i
seos consignatarios H.-nry Forster & C,
Trapiche n. 8. ^____
roa di
Comdanhia americana e bra-
sileira de paquetes a vapor
Al o da 6 de agosto esperado domnos do
sol O vapor americano Botana, o qoal deoois da
demoraSo costme seguir para New York locau-
So no Par' S. Thomai, para frrtea e passagens
iraia-se com os agentes Henry Forsiar & C, rui
do Trapiche n. 8.________________________________
tara o Aracafy
Val sabir com brevidade o hlate Santa Rita :
para ea-ga trau-se com o Sr. Qaiotal ou com Tas-
so Irroao*. roa do Amnrim o 35.
Rio 6raude do Sol cm escala pelo
Ra de Jaaeire.
Sabir' por estes dias para os referidos portes aj
scooa nacional Amparo, qoem na mesma quizer
carreear pode entenderse com o consignatario ua-
vid Ferreira Bailar roa do Brom n."6 oa com e
eapitao a bordo._________%____________________
paro o Rio de Janeiro
pretende segoir com mauabrjvtdade'o patacho na-
clonal Btbmbe, tem parte de sen carregameoto a
bordo, e para o resto qae lhe falto o escravos a
frele, para os qaaes tem excelleotes commodos,
trate se com os seus consignatarios Antonio Luiz
de Ollveira Azevedo & C, no seu escritorio roa
da Croi n. 1.
lEIL'OBS,
LILAO
De ou carra ingle meie patele de
-4 radas e 2 asseatos pialado c for-
rado de novo.
Cordeiro Sim5es t
per conta e risco de qoera pertencer fara' leao
do carro afiraa mencionado com a>Qlto bom espa
co para familia, i.-u
iioji: ,
as II horas no largo do Corpo Santo a porta ao
predio qae fol da Assoclagao Comtnercial. ^^
Oe ama casa terrea a ra da Gloria
n. 69, em cha s proprios.
Cordeiro Simoes
legalmeoie antonsafe fara' leilo da casa terrea
a rna da Gloria n. 6'J, tendo 21 K\i palmos de
frente e 70 de fondo, com sota o interno em sali,
urna porta e doos quartos, cosloba externa, quintal murado, ca-
ri i bn meeira, chaos proprios, pedendo desde |a'
ser eiamlnada e qnalqoer informado o dito agen-
te satisfar' em soa sede a roa da Cadea o. 57,
cojo leilo lera' lugar no da
OO J13
as 11 horas em ponto, na fina do predio que foi
a Associacao Commercial largo do Corpo Santo.
8
'-L^-
AVISOS DIVERSOS.
DE
sobrado de dous andares e solo
sita na raa da matriz da Boa-vista
n. 44, em chaos foreiros,
Cordeiro Sirooes
a requerimento de u. B-tow-ge* Amalia Cavalcant
de Albuquerque, e mis herdeiros de D.Aona Ma-
ra de Assumpcao e Albuqoerque, e por mandado
do lllm. Sr. Dr. |aiz de orpbaos.fara lellaodo pre-
dio acuna mencionado, sendo elle da dons andares
e solio, com o prlmeiro >ndar de vanada de ierro,
o segundo janellas de pello, tres portas de frente,
irapeira no solo, 27 palmos de frente e 6i de fon-
do, seis salas, tres quartos, eozioh no setao e dons
qoartos, qninta! n arado e cacimba exclusiva. Os
pretndenos pdeio dede ja examinadlo, e qoa|-
mer eselarecimeuio du agente satisfar. Esse lei-
lo lera' lugar no dia
HOJE
no largo do Corpo Santo, a' porta do predio onde
fonccii non a Associagao C mmrcial.
LOTERA
6:000M)O0 E 2000W0
Terca-fetra 6 da agosto do correte
anno, no lusar e horas do cosame se ex-
tnhir a 45* parte da lotera a beneficio
das familias dos voluntarios da patri (31.a)
As encommendas serao guaradas somen-
te at^i noite da vespera da extraeco.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
""Club Pernambucano
Domiogo 4 do cotrente, haver reunio
familiar.
Na raa de Agnas-Verd83 n. 2iIo andar, se
dir' quem precisa de Uexentos mil rls Sob garan-
ta de urna pserava moga coro tima cria._________-
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Salisfeito o invencivel Veado Braaco, com as maneiras silenciosas com que
oi acolhido pelo respeitavel publico desta briosa proviocia, a ponto de que rauitos a por-
Ba desputaram a satisfacSo de serena os primeiros a comprarem em s-u importante arma-
zem, se desvanece em declarar com toda a lealdade de que capaz, qae est cda tez
mais animado, n5o s pelo benigno acolhimento qae tem recebido, como pelas forcas de
que dipde porque at boje nao careceu ainda dos preparados de jurubeba, nem do
tarop alcoolico de veame.
O Veado Braaeo, declara a quem ainda o noconhece que n3o um
desses bicharocos iotrataveis que por abi vivem com figura hu nana; domesticado no
ameno paiz^onde a amavel Aguta Branca vio a luz do-astro bemfeitor. elle partidario
desse invejavel 3grado e sinceridade qne com tanta gravidade se desprende do seo
bico encantador.
O Veado llranco, como todo o bomem civilisado, ama a sociedade dos-
bons, gosta do cenlco do mundo elegante, usa do lomeo de Jayrae. para previnir qoetoe
ponbam a calva ao sol, vai a companbia des Bouffes Parisiens e no meio do partido de
madame Adelle, elle tambem atira-ibe o seu lindo bouquel.
Digne-s o benigno leitor de jurar as palavras sinceras do sincero weado
Branco, e venba prover a sua dispensa do que melhor se pode encontrar n'um esube-
cimento de molbados.
A modicidade dos precos, comparados com aboaquaUdade dos generse o-
bom modo com que se recebe os senberes compradores, deve certamenle convidar as
pessoas que ainda n5o vieram 'nossa casa a fazer parte dos amigos e freguezes tdo nossO'
BELLISSIMO ARMAZEM
MOLH
CONHECIDO PELO NOME
RA DAS CINCO PUNTAS N. 86
AO GRANDE ARMAZEM
DAS
AMERIC
Sempre barato
S. Jos)
ala. 3
cacimba
COMO SBJA :
1 casa a ra do Noaueira o. 37 (em
rnm am-x finrla, jnolia a m.*i1arna. 3
quartos cosinba fora, qolntal murado e
em chaos proprios.
1 dita a roa Imperial n. 9,com 2 sal.?, 2 quar-
tos, coslnha, quintal regular, cacimba meeira, em
chaos foreiros.
1 Jila a ra do Najcente n.li (em S. Jos)
cem 1 sala, 2 quartos, peqoeoo quintal, cacimba
meeira com a de n. 9. em chaos foreiros.
1 di'a a roa das Calcadas n. 45, com 2 salas, 2
qoartos, coslnha fora, quintal e portio para a ma-
ro, em chao fjreiro.
1 dita na ra da Praia do Forte n. 9 (em S. Jo-
s cum 1 sala, 1 quarto, pequeo quintal, em
cbaos foreiros.
1 dita a roa de S. Jos n. 35, com 2 salas, 2
qoartos e quintal.
1 dita h ra de Santa Rila o. 21, com 2 salas, 2
quartos, cosiuha fora, pequeo qoiutal, em chacs
propric s.
1 dita a roa da Concedo n. 46 (oa Boa-vista)
com 2 salas sendo nma f jrraa e soalbada, 4 quar-
tos, coirtdor separado, bom quintal plantado, e
cacimba construida a moderna
Cordeiro Simes
aotorhado pelo proeprador de Jo. Francisco de
Azevedo, que se ach oa Europ, fara' leilo das
casas urr<-as cima desenptas as qaaes desde ja'
podera ser examinadas por qnem pretender, sen-
do que o mencionado agente ssti>fara' qualqner
esciareclmeoto a respeito, cojo leilo lera' logar
no dia ^
HOJE
as 11 horas, no largo ao Curpo Saoto, a porta do
predio qae foi da associacao commercial.
Irmandade do S. Sacramento
do Recife
De-novo So coDvidados os irmios. para s- rea-
nirem domingo 4 do correte, no coosistono da
matrii i Corpo Santo, as 11 horas do dia, am de
se proceder nova eleico dos msanos qae tem
de dirigir os trabalhos no rorrele anno.
Recife, 1 de 3gosto da 187.
Jos Joaqu'm da Silva Gomes,
Escrivo.____________
ATTEN5A0.
Fogio no dia 28 oe juin, do engento Camama,
da enmarca de Naare.ih da Malta, om escravo por
mime B^llarmino. pardo oa cabra, alto, corpo re-
gular, narbado, p- grandes, e tem os dedos gran-
des de ambos os ps vuliados para dm tro, perten-
cente dito e>cravo a Lourengo de Barros Vascon-
celio-, propnetario do mesmo eogeoho. Recom-
menda-se as autoridades policiaes e capites de
campo a soa captnra e entrega ao seu swnhor, o
aballo asslgoado, no lugar de ua residencia, qae
sera' recompensado geoerosarneute.
Lnorenc) de Barros Vasconcelos.
Irmandade o Espiito-
Santo
De ordem da mesa regedora convido a todas os
irmos da mesma irmaodade para asistirem a
festa de Saoto Igmcio de Luyla, que t- ra' lugar
no domingo 4 do c. rrente, pela 10 horas, asslm
como as 7 horas da tarde para o Te Deum.
M. G. Agr,
E>crivo. ________
Fugio oa noite de 9 do mei de jnlho, de bor-
do do patacho nacional Arrolo Graodei, um es-
cravo crioulo per nome Amaro, natural da pro-
vincia do Bio Grande do Sul, idade de 19 a 20 an-
uus, estatura baixa, cor fula, r $os grossos falla minio de vagar, tem as costas
alguns signaos de cicairltes; levoa vestido eaml-
so a e caiga de algdo branco e um bonet de brim
brancu ; quem o apprehender e entregar a bordo
do diio patacho, ou na roa do Trapiche n. 4, sera'
bem gratificado.________________^________
Altenco
o
Antonio Jos da Costa Aranjo, gerente do esta-
beleciroento de Bernardo Alves Pinheiro, oa roa
larga do Rosario, laz scieote aos r-esboTM veDde-
p>5-seaj publico em geral, que um um granJe
sorlimenio de charutos fabricados dos meihores fu-
oos vidoos de conta propua, e por precos moito
baratos avista de soa boa qnaltdade.
EstabeleciuO ra Direita n. 16.
Esquina da travessa de S. Pedro.
LEIU
DE
I
Hoje o ageiiote Ci.id-iru S'B5es tll-ctua a ven
da em leilo de diversos predios e carro inglez
conforme se aeha aonpcciado as II horas em pon-
to no largo do Corpo Santo a porta do predij qae
foi assoiiacao commercial
35 -caixf-s con velas sleaiiuas
averiadas.
Sabbado 4 4o curren te.
O agente Pestaa fara* leilo pr costa e risco
de qnem periencer de marea D R A 35 caixas
cem velas stearinas avariadas de agna salgada a
bordo do paiacbo Srklesmg Holslnnenu. capillo
Baandt viudo de Hambnrgo : serio vendidas no
dia cima mencionado as II horas da manbia no
armazem do Anne* defrnntp da aifandega.
LELAO
DE
Movis e
escravos
O agente Poninal, fari leilo, por conta e ordem
de diversas pessias do segninie : nma mobilia de
mogoo com lampo de pedra, 2 mesas de amarello
grandes para janlar, 3 mezas de angico, 1 eommo-
da grande de Jacaranda, 1 cama para casal de
Jacaranda nova, t ditas de amarello, 14 cadeiras
de Jacaranda, 2 candelabros, 1 cadelra de ]acaran
da para menina, 1 aparelbo tonca Bna para janlar
e para cha, 1 moleqne de 18 : 50 annos, 2 negras
cosinbeiras, eogommadelras e lavadtiras,' 1 dita
quitandeira, 1 moleqne de 7 aiaos a i lastre de
tres b,eof-SABBADO j jo CORRENTE
No sea escriptorio a roa da Crnz o. 62 primeire
andar as 11 horat
Doze cadeiras de amarello, 9 consolos, 1 aoBa,
urna mesa redonda de amare lo, 1 baoqoinha um
tocador, i comnjoda de mogoo, 1 mesa de janlar
da amarelo, 1 lavawrio, 1 camas de farro, I turco
de ferro, i relogio de cima de mesa, i candieiro a
faz, 1 par de lanteroaa, I gaiola e canario, i cama
de vento, eallcu trem de eoaioba.
SABBADO f DO U)RRENTE
O agente Martins fari leilo por conta de orna
peMM qoe te retira par ira da provincia dos
ovis cima, na casa n. 6 pavimento tarreo ionio
ao quintal do hospicio as 11 horas do da.
AluKam-se
doas cata terreas ns. 32 e 34, sitas oa Capnoga,
rna da Ventora, junio ao puno denominado do
Lass* re, caudas e pintadas de novo, e com commo-
dcs para familia, tendo cacimba senrala, estriba-
rla alem de nm grande quintal murado; qnem
pretender dirija-se a rna do Trapiche n. 3, primeiro
andar, que achara' com quem tratar.___________
Roga-se a pessoa qoe esta' na obrigacao de
entregar nm recibo de dons cootos e tantos mil
ri, pelo qnal receotu em pagamanto urna letra a
vencer, o tavor de o fater, sib pena de procurar-
se os meios qne a lei faculta em casos laes.
Na rna do Imperador o. 73, 2* andar, preci-
as-1 e alagar orna crzmheira ja' de Idarte._________
O coronel Francisco Juaquim PereiraLoto.se-
guindo para o tbealro da guerra, nao pode, pela
presteza de soa viagem, despedlr-se das pessoas
que o honram com soa amfzade. Aprovena, pols,
este meio para Ibes iff-recer os seos servaos, on-
de qoer que o chame o dever militar.
O capillo Antonio Gracindo de Gosmio Lobo
despede-se por este modo dos seus amigos, a quem
nao pode di igir-se pessal nenie pela presteza de
soa viagem, re.-olvida, como fui, as vinte e qna-
tro horas qne o vapor procedente do norte leve
de demora neste porto.
Hantelga
Ingleza flor a I&, a libra e a Soo rs. soffrivel e propriapara tempero a 32o rs
dem franceza a 56o rs. a libra.
h
De primeira qualidade a 258oo e proprio para negocio 106oo a libra.
Blscoitos
iDglezes pearl, nic-nac, oval, cracnel, e outros superiores a 15loo a lata.
FlgOS
A 24o reis a libra.
soflamas ..
De milho branco a 4oo reis a libra, de araruta verdadeira proprta para aumen-
tar enancas a Soo reis a libra e caxinbas com14 libras por menos, gomma do MaranDao
a 16o rs. e tapioca sag a 24o a libra.
Chocolate
Superior5 a 1<$, a libra.
Doces .
De gniaba em latos a !lSoo em caixa de 4 libras, muito no a i08oo, em Gaixoes
de 2 libras a 5oo e 3o.
Pelxe
Em latas a l#ooo reis a libra, sonido em qualidades.
Ostras
America a 8o rs. a lata.
Baldes e Vassouras
Americanas a 8oo reis cada peca.
Touciaho
De Lisboa a 30 reis a libra.
Tomates
Em latas a 6oo rs. *
Sal .
Refioado em lindos postes por Soo rs.
Rirshs de Wasser
A 2 Vermouth e Abssiitho
A loo a arrafa.
Bltter
A i^ooo agarrafa. ... "M .
De bordeaux superior, Saiot Estephe, Saint Julien, Saint Emme a 7ooo a duza
e 64o rs. a garrafa.
v Vlnho .
Do Porto fino a Utfooo a duzia e l5Soo a garrafa e magnifico tambem a em Dar-
1 ril a 800 a garrafa.
J Duque do Porto
Adamado e outras marcas a 9oo rs. a garrafa e IojJ a duzia.
Vlnho da Flcurlra
O que ha de melhor a 40, a caada de Lisboa a 30 e 40 a garrafa.
Vinagre
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa.
Fircilo de Lisboa
Saceos com 9o libras a 40Soo.
Cerveja
Franceza em gigos de urna duzia a 60.
Ingleza .
Bass verdadeira a......T. e Victoria eAlssop a ooo res a garrafa
Precisarse
De nma negrinba para servir em nma easa es
trangeira, sendo o servlco moito leve : no pateo
da matriz de Santo Antonio n 2. prlmeiro aniar.
MUk
Precisase de orna ama para comprar e cozinhar
para tres pessoas : na rna da Groa no Recife n
8, segondo andar.
. Trocam-se notas do banco do Brasil e de
soas caixas flliaes : na roa da Gadela n. 53.
Albino Baptista da Rocha, relojoeiro e don-
rador, praca da Iodepeodencia o. 12, Ui qnalqne;
concert perteneente sna arte por precos
baratos do qoe em outra qaaiqaer parte, e resi
sabillsa-se pelo seo trabalbo; asslm come
relogios bons e baratos.________ ____________
- Joio Antonio de Amorim vai para Europa.
H. Scbade, soa senbora e dons Albos, sobdl-
to Aliemio, retiran-se para Montevideo.
Prectsa-se de nma ama para casa de
pessoas : na roa do Crespo n. 18, andar.
doas
Amassador
Precls-se de om amassador de padaria
dos Prea n. 41
na roa
Aloga-se o armazem da raa do Vlgario n.
15 : a tratar oa fnesma casa.
Attencao.
3. 2 -Raa do Livi-ameaU-N. 25
Deposito de tamancos e calcado oacionaes da fa-
brica da ra do Jardim n. 19, de Jos Vicente Go-
diobo, tanto no deposito como oa fabrica se
apromptam todas as purcoes de calcado o mais ba-
rato possivel, esta fabrica tem todas as machioas
proprlas para os calcados ja' bem acreditados pelo
grande numero de freguezes que daqol se for-
necem.
D-se dinhelaos a jaros : na raa da Concor-
dia o. 5> onde se dir qaaes as garantas que se
qor.
Precisa sede nmcaixeiro para a taberna do
Monieiro, de idade de IB a 20 annos, prefere-se
ponuguez : a tratar na rna do Crespo n. 8.
Ao dia 25 para 26 fortaram do engenho Jan-
gadinba, dous cavallos sendo nm alazo rusilbo,
(rente abena, andador baiu largo, ttm o pees-
qoerdo lascado de orna eoxnda veiha e no mes-
mo p outra enxnada qoe foi sarjada atravesa-
da, tem no espinraco nma fer dinha e tem marca
de cangaiha e ootras oa poota dos ossos ; outro
alazo amarello com oms b-'iiga oa calo oo espi-
nbaco, ootra dita na rarneira, tem marcas de pe-
toral qoe ja foi de roda, cauda torada, tem o joelho
com marcas de reladora, no qoarto direlto tem
tambem marca de chicote : roga-se a todas as au-
toridades policiaes a captnra dos ditos cavallos a
entrega r no memo engenbo cima a Francisco
Xavier Mendes da Silva.
MAS
N. 2 D*
PSF** COR1CAO DE OlTROo ^Jfe
A loja n. 2 D intitolada Corceo de Onro na rna do Cabog, acha-se d*cra em diante offerecen
do ao respeitavel poblicocom especialidade as pessoas qoe honrara a moda os objectos do ultimo gos
to (a Paris) por menos 20 por cenio do qoe em ootra qoalquer parle, garantindo-se a qualidade e a so-
idex da obras. '. .
O respeitavel publico avahando o desejo que deve ter o proprietario deum novo estabeiecimen-
to qoe qner progresso em sen negocio deve chegar irorcedlaiamenie ao coracao de onro a comprar
aneis com perfeitos brilhantes,esmeraldas, rabise perola ; verdadeiras em agarras, modernas pele
diminuto prego de 105, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo preco de 35 maracas de
prata com cabos de marBra e madreperola obra de moderno gosto (o que o encontrarlo no coracSo de
onro) volias de ouro com a competente crusinha ricamente enfeiada pelo pequeo preco de 125, brin-
cos de nm trabalho perfeito por ora modicc preco, cassoleas, traoealvns, polcetra*, alfloetes para re-
tratos e outros modelos todo de alto gosto, aneis proprios para botar cabello e Arma, dito para casa-
mento no artio roseta tem o Coraco de Ouro om completo e bem variado sortimento de diversos
gostos' buiOes para punhos com diamanto, rubins e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo seo va-
lor ja''por costo ds desenlio, brincos a forma da delicada moslnba de moca com pingente contendo es-
meraldas, robins, brilhantes, perolas, o g-asto 6 soblime, alnete para grvate no mesmo gono, relo-
gios para senhora cravados de pedras preciosas, ditos para hornera, diversas obras de brilhantes de
moito gosto, crusmhas de rubins, esmeraldas, perolas e brilhantes, aneis com letras, carletas de
trystal e onro descoberla para retrato (a inglea) brincos de franja, ditos a imperatrixe toda e qnal-
qoer joia, para secoloear retratos e obras de cabello, e outros rauito objectos que os preteodeotes eo-
nonlrar5o,flo Coracao de Ouro qne se cooserva com loda a amahilidade aos concurrentes delxando-
se de aqol mencionar precos de certos objectos perqne (descnlpem a maneira de fallar) dizendo-se o
preco tal ve* alguem faca mao juno da obra, por ser to diminota quanlia a vista Uo seu valor.
Na mesma loja corapra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe se concer-
tos, por menos d que em outra qualqner parto, e do-se obras a~ amostra com penbor, conservando-sa
e Coracao de Onro aberto at as 8 oras da noile.
Qualqer pessoa que se dirigir ao Corago de Onro nao se podera engaar com a casa, pots
nota se na sna frente nm coracao pendorado piolado de amarello, alem de ontro qae se note em uro
rotulo (isto se adverle em conseqaeocia de terem ja' algumas pessoas engaado com ootra casa.
MI S ARa do CabagX.
Agostinho Jos dos Santos
&
Na loja do sobrado o. 13 da roa da Impera-
trix se dir' quem vende por barato preco om car-
ro com vidraca (cajexe) em moito bom estado.
O abaivo assignado declara qae nao se re 8
ponsabtlisa por divida algoma qae o moleqae Tito
faca.
Frincls Maestral!. __
t O Dr. A. S, Pereira do Carino (medico) 2g
esl morando no aobrado a. 1S da roa da .
Imrx>rtrlz.
Aloga-se o sobrado da roa da Madre
Dos n. 36, com bastantes oommodoi
trata-se oa roa de S. Francisca collegio da dififerer-.tes qualidades
Conceico.
llllll-lllllll
Residencia e consultorio m
Medico cirurgico
DO
Dr. Antonia Dnarle
Na praca da Boa-Vista n. 21 oude
pode ser procurado a qualqner
bora.
Especialidade
Doencas do peito, e de meninos.
D consultas das 7 s 10 horas da
maubla.
Precisa se de om menino nacional oo portn-
gnez de 16 a 18 annos para caixeiro dalbrtca de
charutos e aolbados : na ru estrella do Rosario
D. 11.
Troeam se
as notas do banco do Brasil e das calas lllaes-
dom descont mallo rasoavel, na praca da lnde,
oendencia a. 22.
Permuta se ora eogeoho d'aeua de late* as
snear, sito na fregnezla de Serinhiem, distante da
va frrea roela legua, rooente e corrente, com
mallas, logradoores, e todo o mais aeccessono, por
predios n'esia cidade : qnem pretender dirija- se
ao largo do Paraizo n. 26 a fallar com o Sr. Flix
Francisco de Sonxa Magalbes^____________^^
O ARROBE VEGETAL
moito superior aos xaropes de Coisinier
e de Larey. De fcil digesto, agradavel
ao paladar e ao olpbato, elle enra radical-
mente, sem mercurio, todas as affecges da
pede, impingeos, alporcas, tumores, ulceras,
sarna degenerad i, escrfulas e escorbuto.
E' sobre tudo poderoso as molestias re-
beldes ao mercurio e ao iodoreto de po-
tassio.
Uaic deposito
Pharmacia de Jeaquim de Almeida Pinto,
roa larga do Rosario n. 10.
Escrava para comprar
ou alugar
Precisa se de nma escrava qoe cotlnhe.por
compra oa alogael: na roa da Cruz, armazem n.
10, das 10 boras da manbia s 4 da Urde.
Acaba de chegar a este estabeleciment utn esplendido sortimento de
joias do ultimo gost >, perfeico artstica e modelos eoteirameote noos; como
seguem: aderegos com rubim, esmeraldas e perolas Anas, pulceiras, broches
para retrato, aune s, botSes de punho, brincos e cssoei com letras, etc.,
etc., etc. Salvas de prata co Porto, faqueiros, paliteiros, cali de mesa e
fructeiras, cujos precos s5o incompetiveis, pois que os propri tarios desta casa,
recebendo seus artigo* directamente da Europa, poJera servir vantajosameuta
aos seus freguezes. Compram-se brilhantes, pedris finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se incumbem de fazer concertos.
Utensilios typogrphicos.
Acaba m de chegar de Franca e esto a ven-
da na ra do Imperador n. 15 defronte de
S. Francisco: ricas escotas para lavar for-
mas, ditas para tirar provas, componidores
de diversas larguras mui modernos, tinta
para impressSo fina, lindas e entrelinhas de
differer.les qualidades e pontos. A mesma
casa continua a ter testamentos de differentes
animaes; e folbet is de Porcina, Magalona
etc.,a Semana Santa, Manual Encyclopedico, Hipan-
sos, Caminho do Co, Horas Portuguetas,
Marianas, ImitacSo de Christo, Escudo Admi-
ravel etc.
MARTIMOS
Sedulas do banco do Brasil
e suas caixas no Mara-
uhao, Bahia, etc.
Trocam-se effeclivamente no sobrado da travessa
da roa da Concordia n. 13.
C4S
de commissao de escravos,
' Na casa de commis.5o de escravos rna do Im-
perador n. 45,3o andar, receben) se escravos pa-
ra serera vendidos tanto da pra$a como do mata,
e os seobc'es de engenb < i,ae por qualqner moti-
vo qoelram ssfazer se de algom nao tem mals do
qoe remelle-lo ao abano assigoado qoe garaote o
bom tralamento e prompta venda, nao se poupan-
do eiforcos aQm de em todo salisfazer as pessoas
qoe o quiierem honrar com a soa coQanca. Nes-
a casa ha sempre para veoder escravos de ambos
os sexos.
_______Antonio Jos Vlelra de Soq.
Raa do Livraineato a. 6.
O propnetario deste armatem de looca de todas
as qualidades, vidros e criataes te-, ele, querendo
mudar de negocio-est resol vldo a veoder ot ob-
g oa cima mencionadostetolmais barato nossivet.
LOTKRU.
Por ordem do Sr. thesooreiro das loteras decla-
ro qne oa bilnetes premiad., aloda mesmo das lo-
teras qne |i esilverem reeolbidas a hesourarfa
provincial, serio pagas nesta ibesonrirla smente
com o descont das lela. -
Tbesoorria da* loteras de Pernamboco 31 de
albo de 1867. -O escrlvo.
' Jote Pedro las Navas.
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
ore navios e sena carregamentos, e contra
togo em edificios, mercadorias e mobilias:
da rna do Vigario n. 4, pavimento terreo
Vinho tnico e nutritivo
BE
QUINA B CACAO.
" DE
BCGRAXD.
Este nova combinavo rene em orna bebida as-
ss agradavel e conveniente a todos os organis-
mos, a quina qoe uro medicamento tnico por
excellencia, e o cacao qne contem principios nu-
tritivos asss reconnecidos.
Elle se emprega com o maior snecesso na enra
as paludas edres soffrimentos do estomago, per-
da de appetite, digesles dificultosas, mensiroa-
(5es difflceis etc.. etc.
lieposite especial
NA
Pharmacia e drogaria de Barlboiomen & C.
34-Rna larga de Rosario-34
Ama.
Precisa se de um ama-^e mela Made : na roa
do Bartbolomea n. 51.
Cavallos furtados:
.Do logar da Venda-grande, sillo denominado
Areia branca, parto do povoadoPregoeila da Ha-
ribecafortaram oa noote, de 28 para 9 do cr-
ranle mei. dons cavaljoa de cangaiba ; tendo os la-
dros arrancado a fechadora e arrousbado ooira
porta qoe commonieava a orna sala, dtjnde tira-
ran) dnas caogalhas e qotro eacoaes com 100
reos descascados; e sahiram sem qoe fossem
presentidos : om dos cavallos rasso, capado,
bebe em branco, as doas mos calcadas; o on-
tro rodado claro, lotoiro, marca pequea:
roga-se, portento, a's autoridades competentes, e
pessoas particulares a quem orem offerecido* di-
loa cavallos a aporeneoso e paniclpacao a' abaixo
asaicnada, qne serao recompensados.
Yenda-grande, 30 de jomo de 1867.
Umbellina Fortooala de Jetos.

*
l]



y,.
Precisa-te .0 orna criada eegommadeira
na roa do Imperador o. 73, 2* aadar.
~^~___:_^; i-T "i'-i" "'i*--;r ''-> -^a'' \____



Diarlo dr l'ern lubuoo Sexta tetra t de Agosto de 1867.
1
-'

\
\f
AtteuQo.
A pessia qae precisar da ama pesso capaz de
desempenhar o sea lugar era ama casa de negocio
dando elle fiador aoounele por este Diario, pois
elle iem pratica de f.ueodas, algodo, assocar,
miudeas ele.
Deseja-se alogar nm raileque de la 13 an-
uos : a tratar na roa Augusta casa do Sr. Thomaz
Times, junto a tenda de marcioclrn.
Joaqoira Pires Hachado Portel la abrir no dia 3
da agosto uro corso de GEOIUPIHA e HISTORIA,
na casa (le soa residencia, das 5 as 6 horas da
Urde. Os senhores estadantes, que qaizerem fre-
qoenta lo, deverio Inscrever se desde |.________
O abaixo assignado, previne ao Sr. Antonio de
Albaqnerqne Hollanda Cavalcaute, que o sea
morque Terencio, que S.JS. alugoa ao raesmo
abano assignado, qae de novo acha se (agido tendo
sabido h jn as 8 horas da manhaa para fazer as
compras da ra, de onde nao voltoa. O aballo
assignado pede ao Sr. II dlanda, o caraprimento do
contrato Armado por S. S. em 8 de jaabo do cor-
rente ann.
Recif-, 31 de jolhode 1867.
_____ Honorato Joseph de Olweira Fijuetredo.
Preeisa-se de urna ama para cosihar em
orna casa de poaca familia : na praga da Boa-vis-
ta botica o. 6._____________
O abaixo assignado perdeo hornera a noite
no thelro oa sala terrea oa na sala onde se ven-
de eerveja e talvez em cima oa segunda ordera dos
camarotes at o salao, ama caita de tartaruga
branca, com ama cbapinba de onro redonda oro
a sua firma : qaem achoo ou achar far grande
favor de entregar ao abaixo assignado no palacete
oa ua ru Nova do 3* andar o. 60, que ser re-
compensado.
Manoei do Reg Barros.
Precisa-se de ama para cosinhar e comprar pa-
ra casa de pouca familia : oa ra do Raogel o.
38. > andar.
Offeresa um ptimo cosiuheiro, negro, anda
mogo e de bons {costamos: a tratar oa roa do
Trapiche o. 46.
E
i%ttenc
lt
Um rapaz soiteiro e desembarazado acha-se no
caso de offerecer o sen presumo aos Srs, de en-
genbo para administrador, de coja proflssao o:cu-
pa-se ha muitos anaos, assim como obrlga-se a
concertar bombas de qualquer systeuia, machina
de estilar oa restilar. estila e restila e eostna :
qaem precisar do seu presumo para qualquer par-
te dlri|a-se a roa Direita n. 47 em carta fechada
com o adr-e P. C. A._______________
Aloga-se o nrtmeiro andar do sobrado da
ra da Saozaila Velba n. 50 : a' lrat.-r na loja do
mesmo.
O Sr. Jos Marques da Costa Soares,
que mora na ra do Vigario, qtieira vir
esta typographia, a negocio que nao ig-
nora_________________________
Dinlieiro a premio.
Na travessa da raa da Concordia o. 13, sobrado
e dir' qaem da'._______ ______
PHOTOGRAPHIA
RA DO CABUGA N. i 8, ENTRAOA PELO
PATEO DA MATRIZ.
O nosso eslabelecimeoto pbotographico
est >etnpre em dia com todos os meihoia-
mentos e progressos qoe na America do
Norte, ou na Europa se consegue na arte
pbolograpoica, e para alcaagarmos tal fitn
nunca poupamos despezas nem sacrificios,
de sorte que os nossos numerosos freguezes
podem te-r a certeza de que sempre encon-
trarn etn nosso estabelecimento tudo quan-
to a arte e a moda offorcer de bou, no
novo e velho mundo aos amaDtes da pho-
tograpbia.
NOVrDADE PH0T0GRAPH1CA.
Acabamos de receber todo o necessario
para fazer retratos chamados carie-album
Este genero de retratos ltimamente in-
ventado na America do Norte, rpidamente
se piop4gon na Inglaterra e Franca aonde
goza actualmente de todo o favor ttsmoda.
k'carte-album se faz por duzias como os
amigos cartdes de visita, f.
Na Inglaterra trocaram V nome de carie-
lbum pelo de retrato-galera e os ingleses
usam enca.xi'har estes retratos em quadros
especies para com elles formar galeras,
com que ornam seus gabinetes. Recebe-
mos urna certa quanlidade de laes quadros,
os quaes cederemos por barato preco aos
nossos freguezes.
As pessoas qae qaizerem ver specimens
dos retratos chamados curte-album, j fei-
tos. em nossa officina sao convidados a visi-
tar o nosso estabelecimento.
CARTOES DE VISITA A '95000 A DUZIA.
Em cojisequencia do nevo genero de re-
tratos chamados carte-aibum, diminuimos
o preco dos antigos cartdes de visita, os
quaes de hoje em diante ficam reduzidos
ao preco de
90OOO
pela primeira duzia, sem que por causa
desta diminuido de prego, oeixemos de es-
merar-nos no nosso trabalno, como sempre
(oi nosso coitume. Alm disto, continua
naos a dar os cartdes de visita em cartes
de laxo, Bristo!, oa porcelana, dourados ou
lithograpbados para o que temos urna varie-
dade de 12 modelos, a esc-ulna de quem se
retratar.
tW VA GOMO PREVENCO.
Ap^zar do nosso trabalno ser ma'to co-
nbcido nesta cidade, aonde trabalhamos a
42 ancos, com todo j oigamos de nosso de-
ver dizer hoje o segainte :
Nos retratos fejtos em nosso estabeleci-
mento emprega-se toda a cntela para of-
fererer-se a par da belleza do trabalbo, as
melbores condiges de duragao. Doura-
mos e Gxamos os nossos retratos sem olliar-
mos a economas, e ltimamente para Ibes
podermos dar orna lavagem mais ampia
e augura, contratamos com a companbia de
Bebiribe orna peona d'agna. Os nossos
caries de de visita s5o verdadeiras photo-
graphias, qae nao preciso de retoques do
pint.r para lh desfarctrem os defeitos, e
convidamos a qoem qaizer a passar sobre
elles ama esponja molhada em agua, ou a
deixa-los mergoibados por espaco de horas
em agua, oa em espirito de vmbo: se apre-
senUrem alterado seo recebidos por nos
e pagos pelo doplo do que tiverem cas-
tado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
systemas photograpbicos at hoja conheci-
dos em photographia. O nosso sortimento
de caixinhas, qaadros, passe-par-tauts, e
joias de ouro para a collocagao de retratos
o mais completo, variado e abundante que
eite nesta cidade.
r
&
t Programla da festa &
de Santo Igaacio de p
Loyolla na igreja ^
do Espirito Santo.
Domingo 4 do corrente, s 4
1|2 horas da madrugada, haver i&
missa rezada tocande n'csta oc-
casiio a banda de rauzica militar
do l'batalbo de infantaria da
guarda nacional, sendo saudada
aaivoradacom urna salva de 21
tiros; e um liad > bailo que ob-
zequiosamente offerot o Illm.
Sr. Joao gnac' Salles de Avel- ty
lar. As 10 horas d> dia entra- v
r a festa, a orchestra e dirigida
pelo insigne Maestro o Sr. Gol-
las Filho, que levar a missa n-
signe do maestro Francisco or-
\* berto do Espirito Santo oa qual *<
ma^ tomaro pane, os melbores ar- -
^i listas desta cidade. O Sr.,Can-
dido Filho. emobzeqiiio.se pres- ^
tara a tocar em sua flauta, urna
rica fantazia depois do Evange-
lho; subindo a tribuna sagrada
o bem conhecMo Eximio prega-
dor, o Exm. e Rvmd. Mousenhnr
Prelado Domestico de soa santi-
dade, Pinto de Campos, que ob-
zeqoisamente se prest-u, o qual
dezenvolver o panegyrico do
mesmo Santo, com aquella elo-
quencia e oratoria que lbe s5o
conhecidas.
Finda a festa, um ontro bal!3o
subir aos ares, feito pelo mesmo
Sr. Aveltar, as 7 horas, e depois
que a banda militar tiver eexcu-
tados diversas pecas de muzica
. entrar o Tedeum, do que 6 ora-
iX2j dor o Rvmd. Sr. padre racstre e
CSA DA FORTUNA.
Aos 6:000,5(000.
Bllhctes garantidos
ARUA DO CRESPO N. 23 EGASAS DOCOSTUME
O abaixo asignado ?endeu nos seas ra-jito ieH
'68 bllh-ites garautt los da lotera que se aca.'joG
de^xtrahir a b:n;kio da roitri! de S. Lwrefo
da Malta, os s?gaistes premios :
N. 341 um m*io ?. riu a ...jrte >! 0: 0JJ.
N. 2-9.1 bilrf-io inkiro co;n a son de i:& 0$:
tf. 39ii"> ova i|i'.armsrom a sort de 0"S.
If. 9J3 daos qoart')* coma sofie de :J0U.
E OUtras tnuitas surtes Ospossuidores >odeio vir rejKtiw seus rosnae-
vosprs;iii:i-; san os tteseontos das loj.^, na casa
alaFortun a' roa -lo Crespo n. t.
ATTENClO
Aro armazem d^ttztndas de
SantisCoelho,rua do Quei
madon 19.
Boa e barato
Cambraia de cores matisadas finsimas y
800 a vara.
dem brancas transparentes Anas de 18,
"JOOO, O, 75, 85 e 900 a peca eom 10
jardas.
dem branca tapada de 80 e 95 a pega
com l jardas.
benefido das familias dos voluntario? rta i--.ii ia
qoe s eitrahira'seganda-felra f) igwtd \dJ
d-.iuro.
Para as
Preco.
Bilbetes......... t^.iuO
Meios-------....... 34(100
Quartos..?....... 1500
pessoas qoe eoraprarcnr de OO^OOO
para cia.
Bilhetes.......... SSuOO
Meios............ 2*780
Qaartos.......... 1*373
Manoei Marti-" Piusa.
Alaga-se < sobrado da ra dos Coelbos
tratar com Jos Carneiro da Conha.
Alnga-se pira casa de familia, am
', nho bom comprador e enneiro : a' tratar
da Cadeia do Recife n. 62.
mulati
na raa
Precisa-se
k

m
cavalheiro de Cristo Leonardo
Jnior Grego; o qnal mostrar
o quanto profundo dtzenvol-
venio por sua parte para sua
festa panagyrico do mesmo San-
to. A muzica do \Tedeum con-
posiclio do Sr. Collas Filbo, Gn-
.^> do o Tedeum, um outro balUo
le/-!? far a sua assenso ac -mpanhado
de multas girndolas de fugo, e
e Santo Sacrificio da missa ap-
plicada a todos os devotos do
mesmo Santo e a todos aquelles
que concorreram com suas es-
mollas.
v-^ $*t y*^ f** f^ *^ ^*s >$?
Sociedade
Recreativa Juveiitude.
De conformidade eom as disoosi(5es dos estatotos
qae nos regen), e por deliberacu da presidencia,
c.-nvido ais iliastrtst-imos seonores socios para
domingo 4 de agosto as II horas do dia compare-
ceris na -ah ddS seseoes de^ta sociedade para em
assemb'a geral elegfrro novos membres que
funccioni- m de agosto de 67 a sgo.Mo de G8.
Secretaria da sociedade Secreativa Juveotude 31
de Julbo de 1867.
Vertir Compilo,
Gabinete PortugQ de Lciluia eru
perHamtiQCO.
De ordem do liiin. Sr. pr<"-idente substitoto con-
vido aos senbores socios effectivos a reunirem-se
domingo 4 do corre ule, as II loras da manria?,
para dar cumprraento aos j t e *" do art. 43 dos
nossos estatutos, Irabalflauuu a assembla geral
com o numero de socios que comparecerem, como
prescreve a segund parte do art. 40 dos mesmbs
eaatntos, visto nao ter comparecido numero legal
oo dia destinado na prim-ira convoca^ao.
Secretariado Gibinete Portognez de Leitnra em
Pernambuco 1* de agosto de 1867.
Jo.-h Ribeir-i da Ponseea
Secretario. .
jjigfl A directora do coilcgio de meoinas ^g
a de Nossa Senbnra da Cooreigo, ootr'ora j& eslabelecldo a' Taroarineira, e a mais de *&
m dons annos'transfeito p^ra a ra dos :$%
esa O 'bos n. 12, teLdo entrado no dcimo- W
g quarto anno de sua fondacao, garantido H
|gl{ a todos os respeitos, ja' pi-lo pes-o.l de Ijei-
a sen o agi.-teno, ja' peio resultado de sens gs
I Mforeos; vem a,vivenlar -s honrosas a jg*j
jj^ orfcla\'5'S dos pas de familias de Per- g|
M oambuco, com que sempre brindaram agg
BeJ este coliegio, e sendo que em ots-rvan- t-S
R cia d s resp-clivos f-siatutos tiu en-i- {|
^ nado doutnoa ehristaa. cathecismo de egg
S Muntpellier, primeiras iPtlras, grarama- 1
3f| lira portU2uea, artlhmetira pratica, lio- p|
gna franccia, geographia, lli-i-nia Sagra- Sx*
da, Historia Universal, cbronul gia, pa- fea
| no, d^senho, daoca, hordados de todas as 8
oa qualidades A direitura, em prova doma
8 apreco em que considera o proeresso das a
Mi Ideas civilisadoras do pair, offereee am |
a phar a in.-trncco das meninas com o en- era
eH sino da Mogna mgleza, a lingo* italiana,
^ o canto, a pintura, a aquarelle, a la gna- I
ebe, estas subordinadas ao de-echo, fi- og.
res, e demais ebras de cera, a direc- "
| t>ra espera, sem vida 1e, e despida de SJ|
n e-tudado ianatismo o bypocrisia, segura a
s as garantas qne possue, ser altendida a
$gi acreditada. Rerifn. 20 de jniho de 1867. 98
i rui mum i u-l -lo -.1 i->j.o o. *" C- *---------
Acb..ia-se a venda os >ij 4v parte da loieiia a v- dem branca Iranceza mutto larga a 95 a
peca com 8 varas.
Bnloes de 35 e 40 arcos nesgados para
senhoras, a 45f|00.
Ideiivde 35 c 40 arcos com errugem a
25300.
dem de mursulina nesgados a 55.
dem de crochet a 55.
dem de mursulina para meninas a 35 e
35500.
Saias bordadas a 55-
Cambraias admascadas psra cortinado a
142)5 a peca com 20 varas.
dem para forro a 35 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linhO muito Gna de 65 e 95 a
vara.
MadapolSes finos de 65, 75, 85, 95,105,
115 e 125 a peca.
Platilha de algodao superior fazenda para
saias a 35200 a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 25600.
Lences de bamburgo fino a 5400.
dem de bramante muito lino a 35200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
45500.
Guardanapos de linho adamascados a...
35500 a duzia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 25 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 25 a vara.
Algodo enfestado com a mesma largura
a 15100 a vara.
dem trancado de algodSo a 15300 a vara.
Toalbas alcocboadas de linho lisas a 115
a duzia.
dem de algodo felpudas a 135 e 145
a ddzia.
Colchas de fusto a 65000.
Retundes de nl preto a 65.
Chales de tilo a 55-
Lencos de cambraia brancos finos a 15800,
5 e 25500 a duzia. -
Lencos de cassa finissimos a 35200 e
3560 a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara.
dem com salpic<>s a 150U0 a vara.
Grosdeoaples preto bom a 15800 e 25
o covado.
Morantiqoe preto superior a 25800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 800 rs, a
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 25500 Ti vara.
dem de linho com 5 palmos a 15200 a
Tara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Uiquissimos basquins a 255000.
Assiin como outras mu tas fazendas que
se vende por menos que era ou.ra qualquer
parte, e d-se amostras de tudo,
de um menino pnrtogqez para caixeiro, de 13 a
14 aonos, que saiba bem ler, esrrever e cottr :
na ra do LivrB6nto lija de cera p. 36._______
Ao Sr. capillo do 2* halalnao de infamarla
Ignacio Pinto dos ^anlas Sases pede-se o favor de
so dirigir a roa lo Imperador n. 18, aflm de con-
cluir negocios que o mesmo senbor nao ignora
Igual f.vor pede se ao Sr. Francisco Rodrigues dos
Santos Carioca. <*
Aluga-se
O 3* andar do sobrado da roa do Annrim n.
37, c m grande sotoe commodos para familia:
a tratar no armazem do mesmo. __________
No dia 31 do passado desappareceu um cao
cor raposa ro orelbas cortadas, cauda cumprid < e castrado: ro-
ga-se a quem o achar oa delle der noticia ser bem
recompensado na travessa da Ploreulioa esquina
lado do caes.
Moedas de ouro.
Nacionaes e e.-trangeiras assim como libras
esterlinas: campram-se na ra do Crespo n. 16,
primeiro andar.
Comprase moedas de onro de 20*, 16*,
e 9* a roa da Croz n. 3.
10*
C icnoram se i>ai:w o-s e prata hrasileira li-
! bras esterlinas moedas, de 9*, de 10*. de 16* e
i20* por maior preco di que em ootra qaalquer
I parte : na ra da Cadia loja de fazon^a n. 38.
Moedas de prata
nar'eoses, assim romo paiacdes portugueses e
bespanbes, coropram-se rom premio : oa ra dd
Crespo u. 16, pnmuiro andar.
Libras esterlinas?
Comprarc-se com bom premio : na pra-a da I n
depeudencia o. 2. ________________
Compra m-sc escravos
Silvino Gnilhorme de Barros, compra, vende e
roca efectivamente escravos de ambos os sexos
de todas as idades : a' rna do Imperador n. 79,
e-rceirr> andar.
Palaves
Compram-se pataedes bespanhes, portugueses e
brasileiros de cnnbo antigo, em casa de A lamson,
Henry & 0., rua do Trapiche- novo n. 40.
GRANDE BAZAR
rua Nova 11.20 e 22
Machinas pa a costura do autor Wheelr
A Wilson, chegadas ltimamente da Ame-
rica ; us quaes pode cozer-se com dous
W'ijtoa, todae qualquer feenda, emba-
inhar, frang.r. bordar e marcar roopa ; tudo
comperfeicao S5o to simples, quecom-
prebende-se fcilmente a maneira do traba-
Iho e a pessoa tendo pratica de coser em ma-
rbmas. pode fazer por da o servico que fa-
ciam 30 costureiras.
Chama-se este estabelecimento a alin-
elo do publico, visto que elle se acha com-
pletamente sortido de objectos de go-to
como bem lequesttomadreperola e de sn-
dalo, fivelas, fitas" para cinto, cc mara e etc,
Na rua nova n. 20 o 22. Carneiro Vita-
lia &C.
riumi gi
000
GRiNDE BAZAR
RUA NOVA N. i0 E a2
AVISO
Preeia-se de nm escravo de meia, idade, de boa
conducta e habibudo para to-:o o servico de urna
casa de pouca familia, assim como de urna escra-
va qne cosione e engomme bem, ensabe e faca
todo o mais srrvico proprio de ama criada : qaem
tiver e qnzer alugar dirija se a' roa da Aurora n.
70, 2 andar__________________^__^___
Na praga da Independencia n. 33, loja de
onrives, compra-se onro, prata e pedras preciosas,
e tambera, se faz qaalquer obra de eacommenda e
todo e qaalquer concert.
Lugitimos charutos e ci^ar;
ro da Ha vana.
Acabare de ebegar a livraria franceza,
Boa do Crespo o. 9.
Compra se na loja de jotas do corceo do onro
D. 2 D, rua do Cantiga, moedas nacionaes de 0*.
Odro nacional e estrangeiro
Compra-se por maior preco do que em outra
qualquer pane : n. rua do (>-sno n. 19. i-ja.
Ouro e prata em moeda
Compra se por maior p'eeo do qoe em outra
parte : na rua Nova n. 31, luja de ferragens.
v/uro e prata
Moedas de ouro e prata racionis, e'trangeiras
de todos os valores se enmurara oa leja de onri-
ves junto ao arco do Nossa Senhora da Concpico,
rna da Cadeia do Recife, assim como caro e pr?ta
era obras velhas, brilbaotes, diamantes e se p?ga
bem.______________________________________
Compra-se
cobre, latao e chambo no armazem da bi i ama-
relia no eilao da secreUria de polica.
Comura-se ouro e praia em obTI velbas :
na prac.a da Induoendencia n 22.
Libras esterlinas
Compram-se no escriptono de Antonio Lniz
O iveira Azevedo &C, roa da Crnz n. 1.
de
VENDAS
Pbtttoos de raca dos maiores e mais bonitos qae
se podem eneoulrar: na taberna passando a entra-
da da Passagem da Magdalena e antes de ebegar a
da Estancia.________________
Veade-S3 um sitio na niargem do rio Capiba-
ribe : a tratar na rua do Q'ieiraadn n. 18 A.
Poniboe,
Rombos de raga dos maiores e mais bonitos qoe
se podem encontrar ; ni taberna passando a en-
trada da Passagem da Magdalena, e aotes de' ebe-
gar a da Estancia.
Escravo
- O ESTUDANTE do 2 anuo Jeronymo Loa-
renco de Araojo, venba a roa das Crozes n. 35, pri-
meiro andar a negocio qu nao ignora.
Sirgueiro e trabador de
cabellos.
Libanio Lopes Moreira avisa ao respeitavel publico
e aos seas fregaeies, qae madon o sea estabeleci-
mento para o pateo da {natriz de Santo Antonio n.
4, onde espera merecer a cootinoacao da concur-
rencia de seos amigos.
Aluga-se
a casa terrea da roa da Calcada n. 48 : a tratar
na B ia-vi casa defronte da casa n. 12.
Precisa-se de ama ama de leite : na ron da
Penba n. 23, i* andar.
Aluga-se um armazem grande na raa da
Praia n. 33, proprio para carne oa oatro qaal-
quer negocio : a fallar no meante.
Precisa se djs ama mulber de meia idade qoe
seja capaz, parda oa crioola, para fazer o servido
interno e companbia a na i pessoa : a tratar
na roa Direita n. 73, loja. .
Vndese am pardo escaro, de idade 20 annos,
natural desta cidade, sadi e inteligente, proprio
para todo o servico de casa e rua, pudendo tambera
servir para bolelo, pagem, oa mesmo para tra-
balbo de campo em algum eogenlio ; a fallar na
1* andar da casa a. 84 da roa dos Pires, esquina
para a roa do Sebo.
Vonde-se urna casa terrea no largo e con"
fronte a igreja de N. S. dos Remedios; e trata-se
na taberna junto com F. Jos de Paiva.
Art>s de mosica-
Aebam-se a' venda ararles de msica do pro-
fessor Cantaaria ; na loja de H. Domont, roa No-
va n.
Vende-se a casa terrea em chaos proprios,
com doas salas, tres qaartos, cozinba fra, na roa
do Padre Ploria o n. 46: a tratar com Frederieo
Cbaves, oo na rna do Rosario n. 11
DAS
a
Aviso agradavel.
Soma Stares IrmSo.
Raa Nova o. 28.
Vendem :
Linhas muito superiores em novillos sotlida a
2JC0 e 2*c0i a libra.
Dita mais inferior a 1*200 e 1*300.
Dita do gaz, prel, branca o de cores, em.eai-
xas de 40 novelios, 800 res.
Dita emcaixasde 80*oovellos, branca, a 7
res.
Dita
reis.
em ciixas de 10 novellos grandes, a 540
em cairos, com 80 jardas, a 360 res*
Dita branca e preta, em caridas, a 160 reis a
duzia.
Dita de Alexandre, carros 200 jarda, a 1*200
a duiia. '
Dita
duzia.
Agulhas de fondo denrado muito finas, eaixa a
220 reis.
Ditas inglezas, sortldas, milhelro 700 res.
Grairpas eom cabtea de vidro, dozia a 160
reis.
Ditas lizas e crespas, maco 30 e 60 rus.
Colxete em caixinhas, dnzi 640 reis.
Dito em cartSes, duzia OO e 900 res.
Espoletas verdadeiras, B B, caixa 100 reis.
AlQnetes em cartas grandes a 140 res.
Ditos em cartas menores, 10) reis.
l'itcs em caixas com meta libra, 320 re.
Boies de raadrepeola para camisa, grosa 460
e SOOreis.
Diio de rsso para calca, grosa 200 reis.^
Ditos de lonca, grosa 160 e 220 rtis.
Ditos de moedinba para punhus, a 1*600 reis
a dona.
Pentes para alizar, dnzia 1*160, 2*200 e 3*000
reis.
Dito; muito superiores para bixos, duzia 2*000
reis.
Ditos para coco, dozia 1*500,1*300, 2*400 e
3*400 reis.
Pno.f.-rcs de cera muito superiores, dozia de
caixinhas 320 res.
Baralhus (rancezes mnito finos, 200 reis.
Ditos pcrtiiguezes moito bons a liO e 160 reis.
E-pelbos em qaadro dourado a 120.
Trancas lizas e de caracul, peca a 40 50 e 60
rei.
Fila de loa para debrom, vara 100 reis.
Dita de algodo branca, pega 240 res.
lt de linho, pega 40 reis.
LSa de todas as cores para bordar, libra 6*060
reis. .
Garante se cn<*pridade e baratissimos precos
RUA UVA N. 28.
Machinas para descansar algodo. do me-
Ihor autor que tem apparecdo na America.
E' tal a execuco do michinismo. que o al-
godo sane quasi t5o perfeito como o de bu-
landeira. Recommenda-se a atteucao dos
Srs. agricultores, estas machinas.
Vi eco admiravel
Tintara para cabello de ebromscome, erntendo
rada urna caixa dous frascos e dnas esnovas, pelo
baratissimo prego de 3*500, riqoissimos cortinados
para cama e janeilas, muito bons cortes de seda do
mwbor gusto e qnalidade possivel, sintos a jardi-
nero, mantas de fil prem, rtoalhado de linho
rftxo e branco, todo por uregos metto mdicos,
bem assim como um completo strtimento de fa-
zeodas de todas as qualidades, que s com a vista
do freguez e iolero enumenr ; na loja da rna
do Crespo o. 8 B de Fernando Gomes da Silva
& companbia. ________^_____
Calcado barato,
Borzegolos inglezes para humeen a 7'OO
Ditos de lustre......-. 4*0" 0
Ditos de lastre para menina e crianga 2*500
Sapa tos de tranca....... 1*280
Ditos de borracha ....... (*0u0
Sapotees oe bezerro para hornera ._ 2*000
Na praga
ealgado.
da Independencia n. 3739, loja de
bastos
Vaquetas de lastre) proprias p?ra cobertas de
carros, mnito novas e da melhor qoalidade pos-
sivel: vendem-se por precos razoaveis na raa da
Canelas. 56 A.
Carro novo ixai
Vende se nm carro calessa sem ser pintado e
forrado, acabtdo ha pouco; dhs, com bom com-
modo, leve e moderno : para ver e tratar na offici-
na dos Srs. W. Daeer e C. Weidman, roa do Jas-
mira n. 22.____________________
__Vndese orna preta de 35 onos, lava, en-
porania e cozinba bem, urna negrinha de 10, am
cabrinba de 8 eom molatioho de 11 : na roa do
Fog n. 8. *
Acabam de ebeear de Praog e estao a ven-
da oa roa do Imperador o. 15 defronte de S Fran-
cisco : ricas etcovas para lavar firmas, ditas para
tirar provas, compooido es de-diversas larguras
mui modernos, tinta para Impressao fina, linbas e
eotrelioha3 de d fferentes qualidades e pontos. A
mtsma cata continua a ter testamentos de dille-
rentes auimaes e folbetos de Porcina, Mgalo na
ele, assim como cidade de Daos, H iras da Sema-
na Santa, Manual Eacyclopedico, Ripoosos, Caml-
nho do Co, Horas Ponuguetas, Marianas, Imita-
jo de Christo, E?codo Admiravel etc.
Garmca
Veode-se nma carroca para cavallo mnito ma-
neira, e eos muito bom estado : na taberna pas-
sando a entrada da Passagem da Magdalena e an-
tes de ebegar a da Estancia.________________
Fundfyao d'Aurora em
Santo Amaro.
Completo sortimento de talxas batidas e fundi-
das, alambiques de todos os tamanhos e fundos de
ditos, moendis de todos os tamanhos de superior
qoalidade, crlvos e bojeas de fornalba, o qae lado
st vende por comaodo prego.

DE
Joaquim de Almeida tinto
Ajarubeba contra o ivgorgi
tomento do loado e rio bago
liti extracto alcolleo, emplas-
tro, oleo, tintara, pillas,
xarope e Tloho
A jurubeba urna das substancias medi-
camentosas que peitencem ao reino vege-
tal, e pertence a classe dos Juicos e desobs-
truentes, sendo em pregada com vantagem
contra as fehres intermitentes acompanhadas
deeigo guarnen o de ligado ede baco. Ella
tem sido apphcada cora incontestavel pro-
veito contra a anemia ou chlorose, e hydro-
phesia, catharro da hexiga, e mesmo para
combater a menstruacSo difficil, respltnte
da mesma anemia ou chlorose
Depsitos ge raes
Em Pernambuco, rua larga do Rosario
n. 10, Bio de Janfiro, pharmacia do Sr.
Dourado, Rio Grande do Snl, em casa dos
Srs. CascSo & C, Macei, pharmacia do Sr.
Claudino, no Havre, pharmacia de Mr. M-
rica!, em Lisboa, na pharmacia do Sr. Feij.
Sedas largas
A 2* o-covado
So na leja d*
Vendem se moderni-.-imas sedas com largnra
de chita franceza, sendo com padrdes modernos,
tendo entre ellas cores proprias para nuem est de
Into : vende-se pelo barato prego de 2* o covado :
grande pechmcha : na toja e armazem do Pavao,
rua da Imperalriz n. 60, de Gama & Silva.
Cortes blancos
A 300 rs.
Vende-se bonitos corto de Parobraia branca com
benitas barras bordadas e tendo tambera algnns
cora benitas barras de cores ; venda se celo bara-
to prtco de 5*, na lo]* e srraazem do Pavo, roa
da Imperalriz o. 00, de Gama & Silva.
Alpacas de core*
A 500 r?.
Chegaram as mais bonitas alpacas de coros para
vc.-tidos com desenhos miudos e graodos, tendo
largura de chita franceza, o vende-se pelo barato
prego de 503 rs. cada covado graodp pechin
cha : na t< ja e armazem do Pavao, rua da Impe-
ralriz n. 60, de Gama <& Silva.
Bramante a 2?,
Vende-se superior bramante de iinbo alvo coa
10 palmos de iargora, pelo barato prego de 2* a
vara : n* loja e armazem do Pavo, 10a da Impe-
ralriz o. 60, de Gima & Silva.
Algoio avariado
Vende-se pegas de algoo' largo mnito encorda-
do, pelo barato prego de 5*500 a pega : na toja e
armazem do Pavo, roa da Imp-. ratnz o. 60, de Ga-
ma Si Silva.
Retalhos
Veode-se orna porgao de re tainos de chitas e ca-
ga* pretas, por prego barato, na loja armazem do
Pavo, roa da Imperalriz n. 60, de Gama & Silva.
Sedas a 320 rs. o covado
Vende-se um b nito sortimento de sedas de listas
qne sempre se venderam p- e i: inidam-se pelo baratissimo prego de 320 rs o
covado, s para acabar : oa loja a armazem do Pa-
vo, raa da imperalriz n. 60, de Gama & Silva.
mmm mmmmmmmmmm i
^Parmacia especial borneo
m pathlca do Dr. ablao O.
5 L. Plnhi.
Cb de 1* sorte para nso das
9R pessoas que se tratam homeopathi-
^ camente.
tai Vende-se em pacotes de libra a
m 3;J200 rs.
Rua Nova n. 43.
mmmmmmmmmm^
Escravo-
Na raa Direita n. 32 vende-se nm escravo moco
e cnoolo, e o motivo da venda se dir' ao com-
prador.(jfc..
Colares
A loja da aurora, na roa larga do Rosario n.
38, perteoceote a Manoei Jos Lopes & Irmao, re-
eeberatn pelo oltirao vapor ebegado da Europa ri-
cos colares de diferentes gostos e da ultima moda,
riqmssimas flvelas para sintos, e tambera bons sin-
tos pretos. broches pretos para lato, palceiras
brancas e de cores a imitago de perolas, brincos
esmaltados de pedras finas, ditos a lmltaco de pe-
rolas, moito moderos, peotoa com lagos de Blas
dos mais modernos qae tem rbegado, babadinnos
bordados moito finos, ntremelos bordados tambera
oos, assim como grande sortimento do miadezas,
o qual se vende barato, e qaem davidar apparecn
para apreciar o bom agrado; lavas de pellica
branca para hornera e senhora.
PILUIjAS
.Viropee vlnlio ferraglnoso de
jarubeba eoui pyrophospbato
de ferro.
Cblorrse, aoemia, escrfulas, racbitismo, blennor-
rhagia, lencorrha frbres intermiten:' ^ g ibe-
noirha (mvulraagao doiorcsa e Irregular)
etc., etc.
Ha muito que trabamos em vista associar o ferro
as nossas i tempo a experimentar qnal a preparago ferrogf-
nc'?a, qne mais conviria ao organismo buoiane,
vindo por Um a decidir nos pelo pvrcpbosphato
de ferro, cora o qoal podemos prepara r os nossos
xarope e viobo de jorobeha ferruginosos.
Temos a observar, poim, que o nso dos medi-
camentos de jurubeba cora o pyrophosphato de
ferro nanea pode occasiunar a phtysica as pes-
soas anda as mais dalica^as, como minias vetes
tem a onecido alea pessoas robustas, qoe se ho
servido do mesmo meiicameoto preparado com
oraras substancias ferruginosas, po. isso qoe o
pbostibnro debaixo da forma de pyrophsphato d
nm meio pruiihyiati'oreconbecido intallivel con-
tra esla terrivel affecgao.
As preparaedes de jornbeba, a qne bavetnos as-
sociado o pyrupbospbato de ferro, sao mui provei-
tosas no t atamento das molestias das seboras,
laes como a chlorose, aoemia etc.
Ests molestias maoifestam-se com os sympto-
mas segrales :-Descoramento geral da pele e
das membranas mneosas, magreza, in<*hagao das
faces e das pernas ; excitago nervosa, hysteris-
rao, melancola, dehlhdade muscular, dores ne-
vralgicas, polsn mais freqaente do qoe no estado
de solide, ealor feb'ii, pella secca, appatites de-
i>r.-.vados, vmitos, prlso de venir-, nieustru cao
d.llorosa, irregular, punco abundante, descolada,
onll, flores brancas, amenorrbagia e infecundi-
atfe,
Dste estado espantoso, anas tao ordiuaiian? ot-
reconhecido entre nos em erescido nnmero d se-
boras, d^sapparece s com o prudente nso das
prepa'acoes cima.
nico deposito destes medicamentos:
pharmacia de J A. Pinto, rua larga do Ro-
sario n. 10, em Pernambuco.__________
irritadlo dos pulmoer. angi-
nas,- tosse, escarros de
sangue, crupo ou garro
tilho, catarro, rouquidao
e todas as innumeravei molestias que affeo
lo aos orgos da respirarlo
I1<:N.%PPAI112CK.iS
ediante a acc3o da balsmica e irrev
ANACAHUlTfl
PEITORAL de KEMP.
aianacahuita mexicana que d o nome es-
pecial este incomparavel remedio, noa
arvore, cuja madeira por muito tempo se
ha nsado no Tampico para a cura das en-
fermidades cima mencionadas. Foi tam-
ben) ensaiada e approvada pela academia
medica de Berlira. O peitoral de Kemp e
am xarope deficioso inteiramen'le livre de
opio, acido hydrocyanico e outros ingre-
dientes ncivos.
A' venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo dr C. e P. Maorery- C, e em todos os
estabelecimentosphamraceaticos do imperio
XAROPE
DE CASCAS DE LARANJAS AMARGAS
ac *. P. Laroze, obarmaceutieo
en Parla
3S annos de successos attestan a sna eflicacia,
come:
tnico exotante, para ajadar as fnne-
ges do estomago, assim como dos intesti-
nos, e corar as doencas nervosas, agudas oo
ebronicas.
tnico anti-mkrvoso, para curar os ncom-
modos percui sores de doencas assim evita-
das, e para facilitar a digestao.
anti-periomco, contra os calafrios, calo-
res, com oa sem interraittencias, e que teem
por especificos as substancias amargas; tam-
bera efficaz conlN asgastrites e as gas-
tralgias.
tnico reparador, para eombater a ex-
haustafao do sangue, dispepsia, anemia, es-
gotamoato, inappetencia, iangor etc.
Deposito em todas as pharjnacias e casas
de drogaras oo Brasil.
Expedirles, em casa de J.P. Lazore. rae
des Lions-St-Paul. i, Pars.
Deposito em Pernambaco, pharmacia de
n. Manrer 4 C. rua Nova n. St.


*
-I

I
Mario c Perauabae* ue\U lelrji de A.o.to de (887.
o
RA I0 BRVH M. 38
0 proprietario desie estabelecimento deseja chamar a attenclo dos senhores pro-
pietarios para os acreditados mecbanismos que contina, a fornecer; os quaes garante
6er comosempfe. da melbor ualidade possivel:
machinas de vapor
forca de um cavallo para cima. As menores slo mni proprias para motores de descaro-
camentosde algodao ; ellas viajam armadas e podem trabalhar dentro de 24 horas, depois
de chegarem no lagar. Ellas levam todo quanto preciso para o trabalho, e diversos so-
brecalientes. As machinas maiores slo proprias para a raoagem de caima, e ha dellas
qae podem janta e separadamente moer canna e descarocar. Ellas podem-se applicar a
qoalqaer moenda j existente sem ontra mudanca do que a substituido das rodas da alman-
jarra, ha tambemcom moenda jauta. Ellas tem depsitos d'agaa e boeiros de ferro, e
qSo precisam para sea assentamento de obra alguma, qur de carapina, qar de alvenaria.
O tempo para assenta-las d5o excede de doze dis ao mais, e em casos de mortes de ani-
maos ou arrombamentos de acodes, etc., garante-se o assentamento em oito das. Todos
estes vapores s5o simplissimos na construccSo, e se regem por qaalqaer pessoa intelligente,
a facilldade da conducco sendo especialmente considerada, tanto qae nSo ha lagar em qae
aSo se possam condozir, qar por trra, qur embarcado.
Lembra-se aos senhores de engenho qae a venda dos animaes e o servico da
gente o ocupado no sea tratamento os hao de recuperar da miior parte da despeza do
vapor, deUmdo-Ihes vantagem de ama moagem certa e accelerada ; e acabando com a
despeza da compra continuada de novos animaes, e com os desgostos do trabalno qae se
tem com elles.
Ser tal vez desnecessario lembrar aos compradores de vapores a vantagem qae lhes
resalta de compraren! suas machinas garantidas em ama fabrica, Mulo artistas compe-
tentes para assentar as mesmas e ensioar a maneara de trabalhar com ellas, e j prepa-
radas para arremediar qualquer desarranjo; facilidades estas qae jamis podem encon-
trar comprando as aos simples negociantes, os quaes por falta de conhecimento na ma-
teria nem se qar podem garant-los do qae as machinas que vendem scjam proprias ou
suficientes para trabalho em que se queira em prega-las, e no caso de desastre n<5o po-
dem prestar-lhes soccorro algum; sendo que anda qoando venham s fabricas para con-
cortar as machinas alheias, torna-se-ba preciso fazer repentinamente moldes novos, etc.
para as pecas estragadas. J numerosas vezes estes vendedores tem representado seos
vapores como sendo de forca mui superior sua actual e verdadeira forca; equivoco
este que nao so engaa ao comprador acerca do trabalho que possa tirar de vapor, mas
tambera da lugar ao pagamento de um prego excessivo, vista da forca real da machina
que comprara.
Tambem ba sempre prompto rodas d'agua de ferro, sarHhes com metas para as
mesmas moendas de canoa de todo o tamanbo, rodas de espora e angulares, paros ou
oches para receber o caldo, crivos e portas de fornalb, taixas de ferro balido, fundido e
de cobre, formas de ferro galvamsadas para purgar assucar, bomba* simples e de repu-
cho, alambiques de ferro, eixose rodas de carro, arados, grades, enchadas a cavarlo e ou-
tros instrumentos de agricultura, moinhos e tornos para fazer farinha e finalmente todo o
ohjecto de mecuamsino de que se costuma precisar.
Na fabrica se fazem obras novas encorumeoda e conferios, com a maior presteza
e solidez, O grande deDosito de pecas e objectos babilitam-aa muito para esta.fiffli
O yejprietano ser sempre mui feliz .la poier dar iofornugC;.' na esclareenaofcto
aos senhores qae se servirem de sen prestimo.
D. W. Bowman, engenbeiro.
0M0R0DEV
E Ao refcpeitavel publico pernambncano pede-se
Atengo
Manteiga iogleza
320, 500, 800 e i# s no armazem se acha vista.
Manteiga franceza
em horas 5B0 e 640, em barris se far dfflferenca.
Banha de porco +
em libras 320 e 380, emporcao se far differenca.
Fructas
em calda Pera, Pecego, Rainha Clandft, Alperxe e outras muitas 300 e 640 a lata.
Errllhas *
Portuguezas 640, francezas 900.
Fumo
em latas do Para e de albaneque, lata i& e 1^200.
a de mllho
em pacotes, dita da trra 100 e 200 a libra.
Loja do Gallo Vigilante
DE
Gnim*res& Freitas
RA DO CRESPO N. 7.
Os donos destebem conbecide estabeleci-
mento, tem a honra de avisar ao respeitavel
publico,, e com especialidades aos seas nu-
merosos freguezes, que acabam de receber
um completo sortimentode objectos de omi-
to gosto e de completa novidade oeste mer-
cado e que os teodo recebido emdireitura, os
podero vender por menos que outro qual-
quer.
Reqoissimos leqaes de madreperola
branca.
Requissimos Ieques de madreperola preta.
Lindos Ieques de sndalos para senbora.
Ditos de sndalos para meninas.
Leqaes de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lindos port-bouquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentes e bailes.
Lindos cintos para senboras com fi ellas
e flvellas de differentes qualidades e gosto.
Reqoissimos eofehes com coques e sem
elle.
Lavas dejouvin. inteiramente novas, bran-
1
vfeho
de Bordeaux em caixa a duzia 50, garrafa 500, dito de 8# a duia, 800 a garrafa, dito a cas, pretas e de cores.
'A& a duzia, 10200 a garrafa, dito do Porto a 8#, *20, 18, 245, caixas de duzia, assim 1 Luvas deseda,fio daescocia, algodao e de
como figoeira caada 30500 e 4ft poro J A A Lisboa 20800, 30 e 30500 a qualidade
convida.
Ciast
em lata de 5 galSes e mais pequeas a vontade do comprador, em garrafa.
Alpiste
140 e 16 O a libra, pataco a 100 a libra.
Azelte
em garrafas a 800 e 10.
CHARUTOS
em caixa de 50 por 10, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
da Exposicao caixa 50, ditos de Regala caixas com 100 a 205OOe outras muitas marcas
que s na presenea dos compradores.
PREZUIfOS
delamego em barril, ditos de fiambre o melbor que- ba no mercado por prego que faz
admirar !
DOCE DE (JOIABA
eaixoVs de 560 finoy ditos de 10500 que parece marmell3da, dito em latas muito fina
qualidade a 10200.
BOCETAS
com doce secco a le 20.
QUEIJOS
do Alentejo em latas ehegado pel> vapor Oneida, ditos Flamengo e Pratos dos mais novos
que ha no mercado.
AZEITO&VS
de elvas como no mercado nao temos a 10 a lata, em barris do Porto a 10 como nao- ha
melbor. i
Francisco Jos Germam*
{RA NOVA N. 21,
acaba de receber nmiindo e magnMo sor-
timento di ocoloa, loaetos, binculos, do ol
timo e mais apurado gesto da Europa e oeo
loa de alcance para observares efpKra o
martimos.
AZETEDO FLORES
RA DA CAEIA N. 47
Madapoldo do baldo.
Superior madapolo camiseiro qae val 80 a 60.
Dito que val 70 a 50.
Chitas do balo.
Bonitas chitas cores fixas e panno fino a 3oo e 32o rs, o euvado.
Baldes de canda.
Os mais modernos Dales de arquinhos finos, que por isto se tornam recommen-
iaveis ao bello sexo.
Ceroalas e camisas.
Geroulas de bramante francezas a 106oo.
Camisas de pregas largas que valem 30 a 20.
As metas inqlezas do baldo.
Superiores meias croas para homem qae valm 90 a 70.
RoUf/a feita do baldo.
Sortimento de calcas, paletos, colletes de brim, panno fino de casemira, tudo por
preco commodo. _
O BALIO
ende muitos outros objectos e por insignificantissimos pecros.
mlst mm
Kua larga do Rosario n. 27.
Os Dous Alliados convidan ao respeitavel publico a irem apreciar o bello sortimento qae re-
cebaran! pelo ultimo paquete cbegado da Europa, assim como outros muitos viudos de eonta propria
da corte do imperio como sejam caf da expsito, tapioca, massas finas, sendo aletria, macarrao, ta-
m etc., pelo diminuto preco de SOO rs. a libra.
I
Loureaco Fereira Meudes 9uimarilj3.
Propietario das lojas e armazens da 1160, 180, 200, 250, do ultimo gosto : roa
Arara, ra da Imperatriz da Imperatriz ns. 56 e 72.
ns. 56 e 72.. MadapolSo de 24 jardas a 40000.
Tendo recebido pelos ltimos vapores da Vende-se pecas de madapolo com 24 jar-
Europa diversas qualidades de lazendas do das a 40, 50, 60, 70, 80 e 100000: por
que faz ver ao respeitavel publico, vende estes precos s na Arara ns. 56 e 72.
barato s alim de "apurar dinheiro, como
nenhum outro.
Atten?o
Chitas a 160 rs o covado.
Vedem-se chitas em retalho a 160 rs. o
covado.
. Ditas em peca a 200 rs. o covado: ra caicas de homem a-800 e 10, ditos de brm a
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72. 480 e i 5600, ditos de brim pirdo liso a
Panno preto fino a 10GOO. I1(9(200 e 104OD : ra da Imperatriz lojas da
Vende-se panno fino preto para calca e Arara ns. 56 e 72
palitots a 10600, 20, 20500 e 30000 o co- j e^eje com listas a 32o.
vado, cortes de casimira preta para calcas a, Vende-se bareje com listas para vestidos
30, 30500 e 40COO: ra da Imperatriz lojas de senhora a 280 e 320 o covado.
Algodosinho a 30 a peca.
Vende-se pecas de algodosinho a 30, 40,
50,60 e 70000 o mais barato que se pode
vender : na roa da Imperatriz ns. 56 e 72.
Gotim e castor para calcas a 800 o
corte.
Vende-se corles de cotim e castor para
da Arara, ns. 56 e 72.
MOCAMBIQUE A 400 RS.
Lasinha escocesa a 280.
Vende-se lasinbas escocezas para vestidos
outras qualidades para senhora e homem.
Lindas trancas pretas e de cores om ve-
drilho e sem elle, assim como lindissimas
guarnicoes para enfeilar basquines e botoes
para os mesmos.
Lindas touqainhas e sapatinhos ricamen-
to enfeitados proprios para baptizados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Bengallinha para nteoinos.
Lindos pentes de tartaruga, massa e outras
muitas qualidades.
Muito.boas escovas para deotes, chapeos-
roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes,
Superior liabas para crochet.
Agualbas para o mesmo fim.
Lindos agulbeiros e dedar de madrepero-
la emarfim, assim como de metal.
Lindas guarnicoes de botoes, para colets,
ponhos e colerinhos.
Ricas capellas para noivas.
Meias de seda pata senhoraS.
Superior thesouras para unhas, costura,
cortar cabelK etc., etc.
F:-nas cavaba cato .le tartaruga, marfiro
e outras qualidades.
Suspensorios de seda para homem.
Ditos de algodo para homem e meninos.
Requissimas caixas com msica contando
o necessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Requissimos livrinhos para missa.
Lindos indispensaveis para meninas das
escolas.
Finos aderecos preto para luto.
Grande sorttifl^ifn ^e finas nerfumarias
dos melhores fabricantes at boje conbe-
cidos.
E muitos outros objectos que impossivel
seria menciona-los e que se encontraro na
oja do Vigilante, ra do Crespo n. 7.
F4ZENDAS MWT
para as festas de S.vUouio, eS. Joo
no armazem do Payo rua da
imtBeratriz n. 60
DE
GA1A & SILVA
Recebero-se pelo ultimo vapor da Euro-
pa as mais novas fazendas como sejam
Bonitas casias de listas grana-'
dies.
Ditas castelhanas.
Ditas da Italia.
Ditas transparentes com os mais moder-
RIVAL SE SEfillDO
Ra de Queimado n. 49,lo)ad
miudezas
DE
Jos -Bigoatnno
Varas de babado bordado do Porto a 200 rs.
Carreteis de retroz preto com daas oitavas propiio
para machinas a 500 rs.
Agolbas para machinas a 5J0O0.
Presos francezes de todos os tamanhos a 240 rs.
Grozas de boldes de osso para calca a 200 rs.
Espelbos donrados moito finos a if 000.
Caizascom liaba superior para marcara 240 rs.
Carriteis de reteoz.de todas 'as cores a 80 rs.
Frasees d'agaa de Colonia moMo saperior a SOO n.
Frascos de o'.eo moito fino a 500 rs.
Pecas de trang branca de caracol a CO rs.
Duzia de tesouras pequeas a 480 rs.
Frascos d'agoa para limpar deotes a 506 rs.
Redes pretas lisas para segurar cabello a 320 rs.
Duzias de peonas de ac muito finas a 60 rs.
Caixas de lioha do gaz de 30 novellos a 660 rs.
dem de palitos de segaraoca a 20 rs.
Leacos de cassa com barra a 100 rs.
Garrafas de agua Florida verdadeira IfOCO.
Babados do Porto de todas as larguras e todos o
precos.
Sylabarlos com estampas para meninos a 320 rs
Memento da ronpa de lavar a 100 rs.
uzias de meias moito finas para senhora a-4.00 ;
Agnlhas francezas a balo (papel) a 60 rs.
Pegas de fitas de lia de todas as cores a 509 r:
Grozas de botoes de porcelana puteados a itKit j
Caixas com alfineites irancexes a 80 rs.
Caixas de 100 envelopes muito finos a 00 rs.
Resma de papel de peso branco liso a ?*..
frasco cero superior tfata a 100 rs.
irosas de pboapborug ae gaz a ifJO
Pares do botoes de ponbo multo bonitos 80
Liabas em carto de 200 jardas a 100.
Carxa de superior : 7Cfl r?.
Talares para mtnlno3 a 240 rs.
Btasso com soperiorea grmpos a 30 rs.
Jcu i>vn ULuiuosa .
Pentes com cuota de metal a 400 rs.
Realejos para meninos a 100 rs.
'.'
>:
vara 800
nose mais delicados gostos vara ars6i0.
Vende-se ama nova fezenda com palmas t de seQnora a 2go 320 e 400 o covado- ra Ditas de diversas qualidades com novos
de seda por nome mocambiqoe para vest- da Iraperatriz loj e armazem da Arara ns. gstos covado a rs- 2i0> 28 e 32-
dos de senhora a 400 rs. o covado : ra oa 56 e 72 Cortes de medina sendo urna bonita azen-
Roupa feita nacional. *transparente ^ '
Vende-se palitots de panno fino, saceos
Imperatriz lojas ns. 56 e 72
St ai oes a 2 000.
Vende-se baloes de arcos de todos es ta-
TERD1DEIR0 LE ROY
de llCStBIT, Doewr-MiUtn
Ru de Seino, 51, A. PARI3.'
%\^ \, 2 S h
9a, "%. X' n ? ^

fe!

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m caUa garrafa, al. mirt ruil, ,. Q :.^ ,:i
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LL9 ImlUii DO 4*Hfi fmdm
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rio al..<;-a:- t,.j(,
lati t&qaUlq
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'y^nyu^p
DOCTEUR-MEOECIN
^ET PHARMAClEfJ
Deposito na pnarmacia de P. Manrer o
C. em Pernambuco.
manhos a 2, 3J e 3)55C0: ra da Impera-
tris lojas da Arara n. 56 e 72.
L5azinhas a 200 o covado.
Vende-se lasinhas para vestidos de se- brim pardo a 1^600, 2$; ditas brancas de
nhora a 200, 240, 280, 320, 400 rs. o co
vado: s na ra da Imperatriz
72.
Chitas francezas finas a 240.
Vende-se chitas francezas largas a 240,
fraques, a 55, 6$, 86 e 10$; ditos de
casimira de cores a 40, 50, 60, 80 e 400;
coletes de casimira a 30, 30500; caigas de
280 e 320 o-covado: ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
lniue rio Arara n Kft o Ti P.xruii
Hubo a 30500 e 40; ceioulas a 10, I06OO
. 56 ej.e20; calcas de castor a 10280 e 10600.
Palitots de alpaca branca e de cores a 40,
40500, e pretos-a 30, 30500 e 40. Palitots
de brim a 20, 20500: ra da Imperatriz
lojas da Arara n. 56 e 72
Chals de merino a 20ooo.
Vende-se chales de mirin estampadas a
20, 20500; ditos de 13a a 10000, ditos de
phantasia a 10000 : ra da Imperatriz lojas
da Ar*ra n. 56 e 72.
Basquinas a 140000.
Vende-se basquinas ou casaquinhos d
Grosdenapoles preto para senhora a 140
i
Cobertas de chita da Acara.
Vende-se cobertas de chita a 10800, 20,
20500; ditas de damasco a 40; ditos de
fusto a 60 e 60500: ra da Iinf eratriz lo-
jas da Arara ns 56 e 72.
Vende-se bramantes para lences a 20300
e 2080.) o covado ; e muitS outros objectos
que seria enfadonho mencionar.
Ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
CALLOS
PomadaGalopeanpara a eitracco e cora r-
pida e completa dos; callos daros, sem a menor dor,
veadesena
Pharmacia e drogara
DE
Barfholomen Conpanhia.
34 -RA LARGA DO ROSARIO 34
nico deposito.
Xarope e pasta de Seiva
DO
Piahelro martimo
DS
B. Lagasse
Preparares mal preconisadas pelos sabios mdi-
cos de Pars, com as melbores al hoje diseobertas
para a cora certa de todas as molestia do peito,
Lroncbites agudos e ebrooicos, astbma e anda das
affccSes das vas urinaria?.
DEPOSITO ESPECIAL
3-1Ra larga do Kasario3
Pharmacia de Bartholomen t C.

hoja da conscieneia
30Rw d Grozes30'
Neste estabeleclmento encontrarlo os fregoezes
um completo sortkneato de aviamento9 proprios
para calcado, por presos maio commodos, bem
como um variado o escolhido sortimeo1 de etica-
do para homem, cerno- sejam :
Bmeetm /rateles de lustre para
bornea........ J00
Df>s ditos de beierro dem 630O
Elsticos de seda para bonegains, a
vara por ~.
Formas francezas ^hapiadas para no-
mem
J#800
4*000
Vende-se oto arnUcao com todss- us otoc-
lios para tabera, iodo em bom estado : ao largo
do Carran. 1.
_- ctmmr"'
Vandese cenaeoto Portland: no armarem de
Vice^DtePerrelraACtliftroho,,,, ^ Mt,
da Dos n. M.
Grande himazem de tin-
S tas medicamentos etc.
Ruado Imperador n, 22.
S Productos chimicos e pharma-
ceuticos os mais embregados em
m medicina.
Tintas para todo o genero de.pin-
l tora e para tinturara.
Productos industriaes e tintas
para flores, como botoes de flores
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenho.
Productos chimicos a industriaos
para photographia, tinlnraria, pin-
, tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
prids directamente de Parisoa-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode-offerecer productos de plena
confianza e satisfazur qualqoer en-
eommenda a grosso trato e a reta-
| loo e por preco commotiO
lifmll
mnmimfl
Far.iaha de mandioca snperior.
A tratar-cota Tasso Irmaos, on nc trapiche B-
rio d< Liwamento ns Forte do Mattos.
ftap&riteeii* Alberto.
Vende se em litas deqparta a 2*500 : na rna
do Crespo n. S, loja de fazendas de Gregorio Paes
4o Amaral di C.
SB
TRATAMENTO dod- CHABLE, n PAMS
Medico especial, conuItacAe, 38, ruat Vlvlenne '
AVISO AOS DOENTES. &ff0.syUff'M >*" m ""*'mmm %
Nio Mtoa co-
rado, tomei Cn-
beba, CopaWba
ClK^filMS
sob todas as
formasen! opia-
to, eapsolas,
coafeitM, tono
o estomaio per-
numero d injeccaoB, que iRUncem
dido e nio estou carado? Usei e abusei de
earar em 4 dias, e estou anda mais doentes.
DA MAIS O AlfNOS
ie caro ndicalmente sem recabidas, Corrimentos, Maxafdo do canal, Catarrho di taceiga,
trias teminats, curando primeira a cansa virulenta inflammatoria d'essas doencas sexaaes,
com alguins vidros do meu depurativo do s&ngde para parar essas affectoes, seecar o
canal e lne tornar a dar sua regida dou para acabar meu excellente iaropb a citbato M
riBRO et miuba irjeccao. A cura radical, as sbmiorju para os fluxos araacot. amom
o mesmo tratamento. [Vejase a noticia explicativa.)
40.000 Doentes curados
Terdadetra tratameato depurativa da sangne. At htrpu maii tnvttaraiai, amajedai.
prwridot, rirtu, chaaat a affeccou vtntrtat, humores, e todas as doencas qae alterio a Baren
do saBfoe ato coradas em poueo lempo par aaeo zarofk ipcrativo o sanccb meu
AKioa mnaataa, miaau pilclaj dipcratitas e miaha Pawaiaa'a Aim-suBniaaa.
Veja-4e a aanejra le tratar-se. k aotieia aae ae da grata na deposita
merenrid,
meatos. Base exceflente tratamento ato cootem i
sea superio!
D*t*,"f m\V* aaaaa.eaaao ej apreseater tanUs iMeatjjaea a earaa,
m fmK wamltaptoi to toaUar Cha** t for aarrM|uwa-aii da .
dros de seda tendo cada corte 19 covados a
rs, 24*.
Ricos cortes de vestidos brancos com lin-
das barras bordadas em alto relevo a 245.
Ditos brancos tambem bordados a rs, 5 e
w.
XAROPE DEPUBATIVO
DE CASCA DE LARANJAS AMARGAS
COM IODURETO DE POTASSIO
DE
P.P. JLaroze.
pharmaceotlco em Paris
Cortes de poil de chvre com 18 covados 'u^^^^i^^^S;
kj i wrante, um depurador de incontestavel effi-
Modernissimas vareges tapadas e transpa-' [jJIIT Hia'ES de S t
rentes com as mais delicadas cores e com bo-' 5 nZ f^l Si T HS?
nitas listas de seda, covado a640, 806 e ^' ^^S^S^S T'
Alpacas lizas entestadas com as cores mais ^22 5S! i ? g' A-!.d*
mnif-rnas n pnvadn a fi40 Se" malcematlcas que elle contem permittem
Ditas enLtadaf com lindos lavores sra-' ??s medicos de receiUl-o para todas as cem-
dn^i hminh^cSo 860 !p,ei?5es' nas affecgoesescrofnlosas, tubercu-
dernns d^pnhos rnvado a rs 800 e l I ten.teS tePceir08; a,em d lsso> e O agente O
mSSTiSSSkTfitimteitidos! maIspoderoso contraas doenas neumticas.
Deposito em todas as pharmacias e casas de
A

Ycnde-se na ra Nova n. 25, pharmaciafranceza de
MAURER & C.
P,
CHEGARAM
Aloja dasCollumnas
Lindos manguitos com gollinbas.
Grande variedade de golinbas com punhos, de cambraia.
De bretanha a de esgoiSo.
Gravatiohas de cambraia de muito gosto para senhora.
Ricos peptnra de grosdenple preto eafeittdb, o que tem vi de avelhor
Pernambuco.
ra do Crespn. 13de Antonio Gorreiade Vasconcellos & C.
fe
a m.
Poupelina de quadrinbos transparentes
cora os mais apurados gostos e quaze a lar-
gura de chita franceza covado a rs, 640.
Ditas mais estreitas porm muito bonitas
covado SOO. .
Sedas de cores com 4 palmos de largura
covad 20.
Ditas estreitas lizas de listras covado 20.
Grande sortimento de grosdenaple preto
covado a rs, 10600,10800, 20, 20500 e 30.
Ricas sedas lavradas.
Saias com quatro pannos ricamente bor-
dadas a rs, 50, 60, 70, 80, 100, e 110.
Tarlatanas brancas e de cores vara a rs.
800.
Fil branco lizo vara a rs. 8"0.
Dito de flores para vestido vara rs. 640.
Outras mnitas diversidades de fazendas
que se mandam tambem levar em casa das
Exmas, familbasparaescolheremou d5o-se as
amostras deixando ficar penhor no armaze-a
do PavJo ra da Imperatriz n. 60. de Gm
ma 4 Silva.
Bordados do Pav&o
Entremeios largos
Babadiubos estreitos
Babadinhos largos
Entremeios estreitos
Tapados e transparentes
Gama & Silva receberam urna grande por-
c5o dos mais fum babadinhos e entremeios
tanto largos como estreitos, sendo tapados
e transparentes com os verdadeiros borda-
dos a alto relevo tendo de todas as larguras
e desenos, grande porcSo igual para qual
quer obra, que assim possa ser preciso, e
garantem que podem vender por menos 40
ou 50 por cento, do que em outra qualqoer
parte, attendendo a grande porcSo que tem
no seu armazem do Pavo: ra da Impera-
riz n. 60, de Gam & Silva.
drogaras no Brasil.
Expedices, em casa de J. P. Laroze, roe
des Lions-St-Paul, 2, Paris.
A' venda na pharmacia de P. Maurer d.
C.\ roa Nova n. 25.
Paris, 36, Rna Vivienne. 1>
CHABLE MDECINSPCIAL
DAS ESFERMIDADAS DES SEXUAES, AS AFFKO-
JJOES CUTNEAS, E A VTERAQOES DO SANGU.
30,000 curas daa impitigem,
pstulas, herpes. sarna,
comixoes, acrimonia, e os-
ler;oes,viciosas dosangut;
I etruf, e alteracoes do san.
gue. (Xarope vegetal sem mercurio). Depuratirmm
vegeMea BAKHOa MCVERAC tomao-se dou
por semana, segundo o tractamento Depurativo : i
empreado as mesmas molestias.-
I
DEPURAT1F
.)u SAIVG
COPAKU
Este XaropeCitractodeferra
de CHABLE, cura immedia-
acao.
lamente .
\rlaxaco, i deidade, a
I igualmente os fluxos a oro
brancas das mulberes. Esta njeccao benigna m-
prega-sa com o Xarope da Citracto de Ferro.
BB-rr.MM, Pomada que as ara em tres dias,
POMADA ANTIHERPETICA
Contra: nu affecfott cutnea $ comixoes.
P1LULAS VEGETAES DEPURATIVA8
toav Chatato, cato basta tai aacoapa&ada to *
AVISO AOS SR8. MDICOS.
Sirop du
D'FORGET
I Cara catarrhM,
coqueluches, irrkacoes
nervosas MI dos brott-
chiot e todas as oencat
----------1 dofiti basta aodoeosa
urna colhe rchdea deste xarope Jy FoafiT.
Dr. cuajBu; em Paris, ra ?!,
A venda na pharmacia de P. Maurer o
0 C, em Pernambuco.________________
v..
Terrepara para edificar
Vende-se terreos no Caxang, moito altos, e
proprios paraadcaco. Qaem pretender dirlja-se.
a roa do Apojr o. 31
GAZ GAZ GAZ
Cbegou ao antigo deposito de Benry Forster 4
G., roa do Imperador, um carregameoto da gaz da
nrimeira qaalldade.o qual se vende em partidas,
i retalho por menos prejo do qae em outr- dttl
jner parto.
Farinha suprior
!W
Tsm para vender Antonio Luiz deOvaira Ale
vedo C, no seo escriptorio, rna da. Crw n, U
gfJBJ



*
'


tarto de Peraambaeo Sexto felra t de Agosto de 1S67.
-1
,.
o
"V
lemedfos 4o 1>r. J. C. Ayer, ei-feitt
da lttiverM4a4e de Peasylvaiia, iw
Estadas-Anides,
Bxlracc eemposto de taLsa-par-
rilha de Ayer.
Pe toril de cereja.
ReMedlo para sezes.
Plalas eathartleas.
0 deposito central para as provincias
Pernamboco, Aiagoas, Parahyba e Rio-
Grande do Norte, destes remedios tao a-
voravelmente eohecidos e acolnidns em
todas as partes da America do Sal e do
Norte, acha-se em casa de Theod chrls-
iiansea, 16 ra do Trapiche en
Peroambueo.
Os precos de
*3 por duzia de estracto de salsa-parrilha.
274 por duzia de peitoral de cereja.
27 por d uzia de remedio para sezdes.
1$ por duzia de pillas catharticas
le entendem dinheiro vista, coa
o descont de 5 por cente em qnantidadet
de 6 a 42 duzias, e de 10 por cento em
quantidades superiores a 12 dnzias.
A Aguia branca.
tANI* Wi
:
US
c ti
9 #ss
i ce
<
aa =3 OS
1
O
GRANDE SORTIMENTO
FAZENDAS 11% RATAS
KA
LOJA E ARMAZEM
DO
sortimento
Azeite de espermacete propria para machi-
nas.
Vapores de forca de 3 a 4 cavallos.
Anles de avisar a soa boa fregoezia do qae da Serras avulsas nara machinas
doto ha recebido. vai primeiro dirigir seos cara- SSSLv^F^ ma?Qias.
primemos e agradecimentos ao bello Viado branco Mancaes e naos osmais pertences
pelas ma oeiras agradavels com qoe elle a ba tratado, mesmas.
eassim campando esse dever, deseja Ihe tambem Carros de m5o para aterro,
que a par da continuado de saa robustez tenha' Cvlindro nara nadariae
crescido augmento de bons freguezes, e mais qae! nXE* f, IL
com aquella ligelreza de qae disp5e-s llvre-se da! ebwhadores para milho.
pontana d'aqaelles qae a pretexto de amostra le-1 Arados americanas,
van os objectos, e pelas saas Immensas oecapacoes, (arrinos proprios para armazens.
UiVTZi^t, vum k iMoiDhospara refinacao.
Ja v, pois, o bello Viada branco qae a agola Hflm mhn
aprecia o sea bondoso tratamento, e Ibe deseja ara I ,aem. Pai? m!l?\
erii porvir. Assim dito e reito, val a agaia brao- aseadas de madeira americanas.
ca satisfazer a saa boa fregoezia, pela obrigacao
em qae esta' de continuamente sclentiBca la do
qae de novo receben, pelo qae avisa-a, de qae aca-
ba de ebegar para a loja d'agula branca, a roa do
Qaeimado o. 8; o seguinte :
Coques noves de linios e variados moldes.
Enfeites modernos e bonitos para senhoras.
Cintos de ponas enfeitados com vidrilhos.
Cor^Sss groaaoe, p^efs de cares com vidrilhos
para enfeites de vestidos.
Trancos prstas e de outras cores, tambem com vi-
drilbos para o mesmo m.
Goarnici-s pretas para basquines, vestidos etc.
Trancas e galfcs de *eda para o mesmo.
Dil 1 dit. de la e algodo.
Fitas de velludo de cores, lisas e cbamalotadas.
Bicos de seda. j
Fitas de borracha para cintos.
Ligas de soda para senheras e meninas.
Entremeios e babadinhos bordados.
Gollinha;- e p'iahos horddos para seohora.,
Coli'-. iii- \>*ri biaena.
Ab,t juras de diversas qaalidades e presos para i ^oderuc neste mercauo. (Jomo sejatu :
coletes.
Ditas ditas, ditas para panhos.
Bonitas crranles pretas para reloglos.
Agaia Branca a' ra do Queimado n. 8, re-
ebeo : N
Caixiohas com dous baralbos francezes, de colo-
ridos Anos, entermeados com dourados, papel en-
cornado, lustroso e opaco, obra muito boa.
Ditas com teios de osso, marfim e madreperola
para voltarete.
Pentes de marfim com chapa e sem ella, para
limpar caspas e tirar bichos.
Ditos daos d'osso e tartaruga para o mesmj
fio.
Ditos de osse baleia e tartaruga para desemba-
razar.
Ditos, de ditas dita para barba.
Ocoloe da peneira para qaem soflre da vista.
Oatros de difJeeotes graos e cores, com arma-
rles d'aco fino.
Oatros tambem de armacao fina, vidraca de co-
res.
Lonetos*ou pincenez com armacao e ac, b-
falo e tartaruga, vidros brancos e de cores.
Envelopes pequeos bordados.
Dito ditos opacos e grandes para ofBcios.
Frasquinbos com superior tinla carmim.
Stereoscopos e vistas.
Acaba de chear um novo sortimento e cooti
nuara a serem vendidos por piejos comraodos.
Meias
Pretas de la e laia para padres.
Brancas de la para homens e senhoras.
Ditas de borracha para qaem soffre inxaco as
pernas.
Brrelos ou carapucas brancas de algodo.
Esseocia de ail, e bolas de dito para en-
gommado.
Vecem-se na loja d'aguia branca, na roa do
Qoeimado n. 8, sendo a essencia em frasquinr/os a
500 rs., e as bolas a 60 rs.
Lencos de cambraia brancos e de cores com
barras de cores (xas
Ja nao a pritneira vez que a aguia branca ven-
de desses lencos aa marca BBB, isto bons, bo-
nitos e baratos, por isso approveflem tidos essa
nova occasio de se proverem desses sempre pre-
cisos lencos, cuja commodidade de preci anima a
fazer-se o gasto ; custam elles 360O a duzia, e os
pequeos para meninos a 800 rs. a dnzia. Quem
se dirigir a loja d'agula branca na ra do Quei-
mado n. 8, conhecera' qae-taes lencos tem as qaa-
lidades cima ditas.
Novo sortimento de albuns de 50 a 200
retratos.
Vendem-se sempre por presos commodos; na
ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Bolas de oorracha para brln-
qnedos.
Vendem-se'na ra do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Carretel de rctroz para ma-
chinas.
Vendem-se na ra do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Papel paquete.
Vende se na ra do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Alm do grande sortimento das melhores machinas, americanas para descarrocar
algodao, de 10, 12,14,10, 18, 20, 22, 23, 80, 35,40 e 50, neste estabelecimento se
encontra mais o seguinte:
Caixas com vidro sortidos.
de todas as qualidades.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para engommar a vapor.
Vassooras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de verguinha.
Guarda comidas.
Peneiras d'arame para padarias e refinacoes
Correntes para almanjarra.
Machados e faces americanos.
Barricas com milho branco americano.
Roa da faperatrk o. 6b
GAMA A SILVA.
m.,j ProPr|etarios deste grande estabelecimento acab.am derecber da Europa um
grande sortimento das melhores fazendas de 13a, linho, algodSo e seda, as quaes vendem
C.J'TC barat,ss,mos. afim deapurarem dinbeiro, dando de todas ellas amostras,
aeixando ficar um peohor ou mandam-nas levar em casa das Exmas. familias pelos seus
J!s' a-ssimcomo as V66*0 quenegociam em pequea escala, neste estabelecimen-
apenas T mesmos PreCs 06 <* compram as casas inglezas, ganhando-se
rna do Crespo n, A. esquina da do Imperador
DE
Custodie Jos Al ves Guimaiaes.
Tendo recebido em direitura pelo vapor rancez Estremadure, nm variadissimo j Veno-se settm da China preto sendo
d de fazendas finas e da ultima moda em Paris, e aproximando-se as festas de EeDda maii0 |ee seta lastro com 6 pi
S. Jo5o, S. Pedro e SanfAana, por isso apressa-se em vir convidar o respeitavel publico, IS ,prpri? P*ra !ef''^ne roPa Pnra n- derno aae'" 1
ViZ^S^J"! S n'imero?os N""*' W ^^ ver W '^emaisterSOT^^
Caseairas pretas efifestadas a |.v6ao.
Na loja do Pavo vende-se superior casemira
enrestada preu para calcas e paletos pelo barato
Preco de 1*600 o covado oa a 2800 cada e re
da calca, dita mnito mais fina, covado a 2*200
ou o corte a 3J500, ditas muito finas sem serem
entestadas a 1*809, 2*000 e 2*500 cada covado :
na loja e armazem do Pavo na ra da Imperatriz
n. 60 de Gama & Silva.
So na laja do Pavo.
Chegou nm grande sortimento e.-tas novas saias
escuras preprias para tempp de invern por evita-
rem que as saias brancas com qoe ama seBhora
vae com posta nao se suje de lama ao mesmo lem-
po sao muito bonitas por terem lindas barras como
se usa ltimamente na Europa e vendem-se pelo
*arato preco de 3200 cada u 1 a, na loja e armazem
do Pavo, rna da Imperatriz, n. 60 de Gama & Sil-
va.
Espartilhos.
Vendem-s magnficos espartilhos francezes e
ingle-.es na loja e armazem do Pavo, na ra da
Imperatriz n. 60. de Gama & Silva.
PANNOS DE Vende-se nm grande sortimento dos nrais boni-
tos pannos de ehrochs proprios para cadetras, so-
phs, cadeiri de balaugo, para a!.::of.da e para
cobrir presentes, e vendem-se por precos baratos
na loja e armazem do Pavo, ra da Imperatriz
n. 60, ile Gama & Silva.
FAZENDAS PARA LUTO.
Loja do pavo.
orna fa-
palmosde
Eval sem segundo.
Rna do Qneimano n. 49.
Qier acabar com as fazendas abat*
leicionadas.
QieiriB vir ver fue bm e baratissim.
ro ibas de-Iabynntho com bico, fazenda boa a
3*800.
Carretela de Ilnha com !00 Jardas^ 30 rs.
wmus pretas e de coree mnito toas a 500 rs.
iix de obreias de massa muitoiflbvas a 40 r*.
rireS P*r* "P*""00 de cordac e flta *
Carretels de Ilnha Alexandre com 400 jardas a ICO
res. *
Resmas de papel almaco malto boro a *500.
Waseo de oleo babosa a 320 e 800 rs
Ditos de dito bigianique verdadelros a 1*000.
Ditos dito falso a 800 rs.
Ditos de maeacar perola a 200 rs.
Sabonetes mnito finos a 60,160,200 e 320 rs
Ditos de bolla mnito finos a 240 e 320 rs.
Caixas para rap com bonitas estampas a 100 rs.
Miadas de linha froxa para bordar a 20 rs.
Varas de cordo para espartiJho a 20 rs.
Frascos com tinta rOxa muito boa a 240 e 310 n
Pentes volteados para regacar cabello de menina
a 320.
Agua mineral
ferruginosa, acidulada, gatoia e carbnica
M
OfUBZZA.
O aso d'agaa de Orezza mu particularmente
reeommendado pela escola de medicina de Paris,
para todas as afTeccdes do tabo digestivo, ingorgita-
mento das viceras abdominaes, e geralmente todas
as molestias provenientes de fraqueza orgnica, ou
pobreza de sangue.
DEPOSITO ESPECIAL
34Rna larga do Rosario34
Pharmaela de BartholoMen AC
Verdadeiros
Collares Royer
Electro Magnticos Anodinos
Ou Collares Anodinos, para facilitar a den-
ticSo das enancas contra as convuls5es
das mesmas, a estes collares nos escuzado
fazer qualquer recommendaclo, visto a
grande utilidade qae tem produzido quelles
pais que os tem applicado em taes circura-
stancias pois nos parece que n5o haver um
s pai ou m que por este meio nao quei-
ra por termo a taes soffrimentos de seos
filbinhos visto ser nm mal que tanto os
flagelia, pois a estes collares acompauba um
folbeto que ensina como se deve applicar, e
vende-se na loja do Gallo Vigilante, ra
do Crespo a. 7, pelo preco de 44000, 54
e 6,1000._____________
_ Ven4e-e ama das melhores casas da povea-
cao do Cachang, com 5 qo?rtos, 2 salas, cozinba
rora e estribara, bom quintal e mnito fresca, no
correr da igreja : a tratar na ra do Hospicio Da-
mero 21
Riquissimos cortes de seda para vestido
a 505, 60,5, 70/, 80,51, e 90^. '
Lindos corles de foulard de seda, pelos
baratissimo* preces ie 25,?, 305 e 350.
Cortes de blond para noiva, trazendo cada
corte saias de setim, capella e veo.
Ditos de dito com pequeo toque a 405
e 505.
Moireanlique branco, azul e preto.
Seda branca para vestidos de noivas.
Grosd-napoles de todas as cores.
Riquissimas basquines de seda preta, bor-
dadas com gosto.
Lindos cortes de la com barra e de ulti-
ma moda tendo cada corte o seu figurino.
Riquissimos corles de vizita. la com lis-
tas de seda para vestido, esta fazenda re-
commenda-se muito por ser inteiramente
novidade
' Dit? damesmaqunlidadepormempegas.
Requissimo transparente de seda para ves-
tido de senhorastambem novidade.
Riquissimas gravatinbas para senhora.
Ditos cortes de barege e dela para ves-
tidos.
Lindas chapellinas de seda para senhoras.
Di las ditas de dita para meninas.
Chapeos de palha para senhoras.
Riquissimos chapeos de sol parsitas.
Requissimos enfeites com coqae e sacata-
inteiramente novidade.
Riquissimos leques de madreperola.
Dilos ditos de sndalo.
Luvas de Jouvin preta, branca e de cores.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Riquissimcs manteletes de cores, inteira-
mente novidade.
Riquissimos cintos para senhoras.
Riquissimas fivellas para ciatos.
Riquissimas cobertas de ponto de crochel.
Meias d' laias para padres.
Ditas de la para padres.
Ditas^e seda para senhoras.
Ditas de dita para cranlas.
Ditas de algodo de diferentes qualida-
des e preco para homem, senhora e criancas.
Luvas de todas as qualidades.
Madapolo francezo que de melhor
no mercado.
Organdy branco com listas.
Dito de urna s cor e com listas da mes-
ma cor.
Chapeos de seda para homem.
Ditos de phantasia para homem.
Casemira prela mnito fina.
Ditas de cores inteiramente novidades.
Chapeos deso com lindos castres.
Toalhas de labyrintho muito ricas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dito.
Rendas.feicos da ierra e grades para lencos.
Urna requissima toalha toda aberta de la-
byrintho o que ha de melhor neste ge/iero.
Peitos de linho bordados para camisas de
noivos.
Collarinhos de linho inteiramente novi-
dade. ,
Punhos e gollinhas^para senhora.
Riquissimas saias bcrdadas.
Riquissimas camisinhas para senhora.
Cassas muito finas e inteiramente novida-
des.
Riquissimos veos e mantas de blond.
Ditos chales de toquim.
Fil de linho, liso e/de salpicos.
Fil de seda, dito de ditos.
Espartilhos para senhora inteiramente no-
vidade.
Lindos bale de la para senhora,
Ditos de dita para meninas.
Ditos de muculina para senhora.
Riquissimas vestimentas para baptisados
contendo, chapeosinho, sapalinho, meiasinha
ecamisinba ricamente bordadas.
Gaeiros bordados muito finos. ,
Um rico fencol de labyritho, proprio'para
casamento.
Chitas, cambraias, madapoloes e muitos
outros objectos, que se deixa de mencionar.
n. 60 de Giima e Silva.
Notos vestidos a 6&000.
Na loja do Pavo.
Chegaram os mais modernos e bonitos cortes
de organdys para vestidos, tendo 10 varas c. da
corte, sondo 7 varas listadas para salas e 3 varas
sem listas, mas com enfeite para o corpo (ou ca-
saquinta) garante se neste genero ser o mais mo-
vindo ao mercado, tendo entre el-
rancos com listas e enfeites pretos, e
ibouibazinas pretas a 1*600, U8oOe'*00Ors. o] no armazem do Parto roa* Imperatriz" iu60'le
covado, superior canlo a 1*200, lanzinha preta Gama & Silva.
Frascos de macaca' oleo moite fino, a 120 rs.
Abotoadaras muito tinas para coiletes a 800 rs.
^artoes de hnha branca e de cores a 20 rs.
Jbra de ara preta superior a 100 rs.
sscovas par tato, fazenda boa, a 600 rs.
ni de franJa ^anca de linho para toalh* a
100 rs.
Pei d? bico estrelto com 20 varas muito bonito a
Para camas de noivas.
Vende o Pav3o.
Ricos cortinados bordados a 8*000,10*. 16*.
20* e 25* o par; assim como os mesmos tambem
""em para janelias; ditos adamascados a 10* e
12*; bonitas pegas de cassas adamascadas para o
mesmo effeito; bonitos damascos de la de orna
e dnas larguras, proprios para colchas, assim 00-
mo bonitas colchas de croch : lu|u isto se vende > v -
mais barato do qoe em antra qaalqoer parte, na .52 deJ^pafiDa de differentes larguras a 190,
loja do Pavo, rna da Imperatriz n. 60, de Gama I r 'We/ rs-
& Silva. I Canas de palito balao a 40 rs.
Cassas de cor a 24o rs. 1 Ca6o*r8s.de pali,os de seguraDca sem eocb(>fre
aI?*16",89 1m b.onito sor,iIDen,0, de cassas de Sabonetes de familia a 100,160 e 240.
cores pelos baratissimos precos de 240, 280 e Grosas de bolees de madreperola para camisa a
320 rs. ocoyado, assim como nm bonito sorti- 500 rs.
^e^l(lf eacissasffanceias ?om I,s,as ar8as a 80,Caixas co soldados de chumbo para meninos a
rs. a vara, flnissimo organdys raatisados a 1*, na 120 rs.
finVo*?.*"?c*? Pava' rnada ImPe"H"in. Carlilha de dontrina ebrista a 320rs
60, de Gajw 4 S.lva. (Latas com superior banha a 200 rs.___________
Vpnrlpm so hnnL w j?' i ; ~" Vende-se urna casi terrea sita na estrada ne-
Venem-Se bonitos cortes de Organdy va do Caxang, com 37 palmos de fren.e e 83 de
senao com nstras todas braceas ou com lis- f"ndo, j ganaSi 1 siim para engomn)ado, i qaar-
tras de cores tendo oito varas cada corte,'108* cosinbafra, 2quartos lre l telheir*pro-
pelo barato preco de 4, pechincha na pri para stnbaria e gas?.iho de vacos, cacimba
loia p arma7Pm An Parta ra 5Tvmnr,r- e-al8aajas larangeiras,sendo todo uiuratloccm por-
toja e armazem cl0_Pav30 roa da Imperatriz lao de ferro ao lado dlr-it.-. : qu"m prer-nder deri-
ja-se ao aballo assignaio morador na e.-trada dos
Affliclos.Candido Jos dos Santos.
S o
isa a 4G0 eSOOrs. o covado, um grande sorti-
mento de alpacas e princezas pretas que se ven-
dem mais barato que em ootra qualquer parte, na
loja e armazem do Pavae, ra da Imperatriz, n
60,e d Gama & Silva.
Bramante de linho.
Wnde-se soperlor bramante de linho com dez
psIrnos de largura pelos baratos precos de 2*400,
2*600 e 2*800 a vara, superior panno de linho
proprio para lences, toalhas e sereulas, pe-
lo barato prego de 6i0,-700 e 800 rs. a vara, pe-
gas de Hambnrgo de llolio muito superior a 10*,
11* e 12*, algodozlnho infestado liso multo en-
corpado proprio para lences a vac a 1*, dita en-
trangada mnito soperior" fazenda'cora a raesrna
largara a 1*200 a vara, assim como mais um in-
Gnidade de fazendas brancas que se vendem mais
baratas que em outra qualquer parte s com o lim
de apurar dinheiro, na loja e armazem do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Lencos braceos
a 2/Sooo, 2^8oo e 3#2oo.
Vende-se um grande sortimento de lencos de
cambraia branca pelus baratos pregos de 2*000 e
2*800 a dozia, assim como ditos com lista de co-
res fixes em volta, tanto proprio para homens co-
mo para meninos, que se vendem pelo barato
prego de 3*200 a duzia, ditos grandes de cassa li-
za que se vendem a 500 rs. cada nm, na loja e
armazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva. -
Madapolo pechincha a 6$
Vendem-se pecas de madapolo sendo fa-
zenda muito superior com 24 jadas cada
peca pelo barato preco de 60, dio muito
mais superior a 60300 e 70, assiau como
dito Gnissimo a 80, grande pechmcha; na
loja e armazem do Pavo roa da Imperatriz
n. 60 de Gama A Silva.
As chitas baratas
Na loja do Pavo a 240, 280, 320 e
360 rs.
O dono deste importantissimo estabelecimento contina nos proposito de que-
rer vender mnito e ganhar pouco, para o que sugeita-se a ganhat nicamente o descont.
AUeneo.
Vende-i ama casa terrea sita na roa do Pilar
B. 54, offereeendo boas commoos, cotiona ester-
aa, na exeelleote quintal, tendo oaa grande fren-
te amarada para a roa dos Guararape : a tratar
oa casa n. 62 da sesma roa.
GRANULOS ANTIMONIAES
Da Doctear PAPII.ff.lLD
catuTho, di coqueluche,
do
dtf molectu
Noye medicic*8 pira enrc8 dai molestits do cora(aB, di isthmi,
dt lisie*, etc:
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS
Fvt t nncab'da anemia, da chlorotii, da amenorrhea, dtf nerralgiai, nevreae,
escrofulosa, etc.
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO- BISMUTH
' Para a earatao das molestiai, narvotat, das tis digestirs, dypepsiu, etc.
WWUkltCJk. 1 Pkarmacia de E. MOUSNIER, k Saujon (Ciarente-Iiifrieuie).
lEm Rio-de-Janeiro, FLIX FARAUT. pharmacia, 77, roa Seta Setemkro.
ifBmPernambuco, P. MAURER et C. pharmacia, ra Nova.
(BmMaceio. FALC MAS, pharmacia imperial.
---------------------------t
A'
ATTENCAO
LOJA DE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO & C.
11Ra do Queimado11
Angosto Porto A C. acabam de receber da Earopa superiores cortes de seda de cores para
bailes e casamentos.
Ricos cortes de blond cam manta e capella para noivas.
Cortinados bordados para camas de noivas e janelias de 1, a 80 cada nm.
Colxas de seda e outras de la e seda o qoe ha de melhor para eamas de noivas.
" Toalhiobas de croch para cadeiras e sofs, espartilhos a saltana para senhoras, camisinhas
com manguitos bordados e lindos encbovaes para baptisados, e baldes de mosselioa e de reos para
senhoras e meninas.
Lavas de pellica para homem e senhoras e superiores chapeos de sol de todas as qaalidades.
Laa para vestidos baratlssima bonitos padrdes o covado a 280.
Tapetes grandes para sof, ditos para plano, ditos para cama e pequeos para portas e janelias.
Moir branco e preto superior para vestidos de lindos desenhos, grosdeaaple de todas as cores
seda de qaadrinhos, cambraias brancas de maltas qaalidades, ditas de cores e lindas percales.
Basqaines de seda preta ultima moda, cbales e retondes de guipare, vndese barato.
Camisas para homens franeexas e Inglezas de linho e de algodao (loas e seronlas de linho so -
periores.
Capas de bornena, sobretodos e perneiras as melhores e mais elegantes.
Halas grandes para vlagens, ditas pequeas evaccos de tapete e couro.
Bramante branco de 4 largaras a 2500 a vara, paoaos pretos e zoes, casemlras pretas e de
cores todo bom e barato.
Neste estabelecimento ha sempre um completo sortimento de boas fazendas tanto para a praca
como para o centro da provincia e superiores objectos proprios para casamentos como sejam capellas,
mantas, vestidos de blonde e de moir braaeo, cortinados, colchas, vendendo-se todo mais barato e
tambem as melhores
Esteiras e alcatifas para forrar salas.
11Roa do Queimado11
VENDE-SE
Motores americanos ara dous cavallos.
Dito dito para quatro cavallos.
Machinas para descarocar algodo de 14, 16,
18, 20 30, 33 e 40 serras.
Prencas para enfardar algodo fazendo os sac-
eos com 6 palmos de comprmeme com o peso de
150 e 200 libras, viadas ltimamente da America
no armazem de Henry ForsFer & C., no cae Pe
dro II n. 2 junto ao Gabinete Porlaguez.
Collares Soyer magnticos
Medalhas e pulseiras magnticas.
A Aguia Branca recaben nova remessa dos pro-
vellosos coliares Royer magnticos, ja snmmamen-
te conbecldos para preservar as convnlsSes e faci-
litar a denticao das crianzas.
Com esses nleis collares elctricos magnticos
tambem nao peqaenas qoantidades de medalhas
e pulseiras elctricas magnticas cuja utilidade
tem sido aproveitada por quem soflre do nervoso
bypocondco, tremores as mos etc.
Assim como os collares Royer esto geralmente
conbecidos e acreditados pelos elficazes eOeitos e
bons resallados qae lem colbido as pessoas qae
delles tem asado ; assim tambem chegaram a ga-
nhar lo alia repataco essas apreciaveis medalhas
e pulseiras magnticas, nma vez que o uso dells
fr se estendendo a todos qae dellas necessltem. A
Aguia Branca contina a receber por todos os va-
pores francezes nma determinada qantidade des-
ses sempre precisos e estimados collares Royer
magnticos e por isso fique na lembranca de todos
que os acbaro constantemente em dita loja da
Agola Branca, roa do Queimado n. 8.
XAROPE FERRUGINOSO
DE CASCAS DE LARANJAS E CASSIA AMARGA
Com iodureto de ferro inalteravel
De 1. P. Lareze pharniaceutleo
em Pars
E sob a forma liquida que mais fcilmente
Vendem-se urna grande porco de chitas' se assemelha o ferro, e isto, sem produzir
finissimas com pequeo toque de mofo, ten- \ perturbaco alguma; n'esta forma, tambem,
do miudiobas e gradas, que se vendem pelo' preferivel s piiulas e pastilhas em todos
barato preco de 280 rs. o covado, .sendo fa- os casos em que sao proscriptos os ferrugi-
zenda que val muito mais dinbeiro, ditas lar-' nosos. E melhor auxiliar do oleo de fi-
gas e escuras sem defeito a 240 rs. o cova- \ gado de babalho, porque contem o xaroi|B
do, ditas preclaras escuras e alegres a 30 e de cascas de laranjas amargas, t5o geral-
360 rs., tudo isto pechincha na loja e ar- \ mente appreciado, para a cura das dores de
mazem do Pavao: rua> dalmperatriz n. 60 estomago, digestes dficeis, inappetencia,
de Gama & Silva. etc.
c
Atealuado.
Vende-se superior atoalhado de algodo ada-
mascado com cito palmos de largura, vara a 25,
dito trancado sam ser adamascado vara a 15800,
dito superior de linho adamascado vara 2800 e
35, gnardapapos de linho cr qae sao os mais
econmicos a 35 a dozia, na loja e armazem do
Pavo, rna da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Chitas com mofo a 280 rs., na loja do
Pavo ^
Vende-se urna grande porcao de chitas
francezas com muitos bonitos desechos, pelo
barato preco de 280 rs. o covado, por ter
um pequeo toque de mofo, sendo decores
seguras e garantindo-se que soltam o mofo
logo que se lavem e a nao terem este pequeo
defeito seriam para 400 rs. o covado, esta
pechincha acha-se nicamente na loja e ar-
mazem do Pavo : ra da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
As 10 mil varas de cambraias
Covado 300 rs. vara 500 rs.
S* o pavo
Vendem-se finissim cambraias france-
zas com listras miuda e graudas e com
lindos desechos de Qo"es e pausas, sendo
todas com as cores mais modernas e mais
lindas que tem vindo ao mercado, pelo ba-
rato preco de 300 re. o covado ou a 500 a
vara, grande pechincha attendendo a
grande porcSo que tm, senao seria para
muito mais dinheiro : isto na loja e armazem
do PavSo, ra d imperatriz n. 60 de Gama
Silva.
Chale* de renda a 40.
Vendem-se bonitos cbales pretos de renda che-
gados ltimamente pelo barato preco de 45 : na
loja e armazem do Pavo, roa da Imperairlz u. 6#j
de Gama & Silva.
Chales baratos
- i U, 3,5500, 6,5 e 7,5000.
Vendem-se chales de merino estampados
a 20, ditos lisos a 34500, ditos estampados
finos a 5500, 60, 60500, ditos crepon
com listras de seda a 70500 e 80000,
pechincha : na loja e armazem do Pavo
ruu da, Imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
Chitas a 200 e 240 rs.
Vendem-se chitas inglesas de cores fizas
pelo barato preco de 24)0 e 240 rs. o cova-
do : oa loja e armazem do Pavo roa da
Imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
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A os agricultores
Saonders Brotbers & C. acabam de receber de
Liverpool vapores de forja de 3 a 4 cavallos com
todos os pertences e mu proprios para fazer mo-
ver machinas de descarocar algodao, podendo ca-
da vapor trabalbar at com 140 serras, tambem
servem para enfardar algodo ou para cuiro qaal-
qoer servico em qae osam trabalbar com animaes.
0 mesmos tambem tem a venda macbldas ame-
ricanas de 35 a 40 serras : os pretendentes diri-
jam-se ao largo do Corpo Santo n. 11.
Escravos fgidos
HB
tenco.
Deposito em todas ss phaimaciase casas
de drogaras no Brasil.
Expedicoes, em casa de J. P. Laroze, ru
des Lions-St-Paul. 2, Paris.
Deposito em Pernambuco, pharmacia de
P. Maurer de C. ra jjova n. 29.
0 oleo de figado de ba:alho desinfectado
de Chevrier, conserva as qualidades e pro-
priedades reconhecidas ao oleo de figado de
bacalho ordinario; o seu cheiro gosto
s5o muito agradaveis, e a digest5o faz-se f-
cilmente.
Deposito em Pernambuco, casa de P. Mau-
rer & C, roa Nova n. 18.
./Va ra do Trapich n 16.
acham-se os seauintes deposito*
De n. BiuuiHghaas em Naits*
Bonrgogne.
Vinho Pommard tinto,
s Cortn tinto. t
> Santo Georges Unto,
t Cbambertin tinto.
1 Re nehourg tinto.
t Clos de Vougeot tin 0.
1 Cbablis branco.
De I. A. Woef em Francfort:
Eheno.
Geisenheimer.
Liebfranmilcb.
MarcobruDuer.
Em casa de Theod Christiansen, roa do Trfa
piche-novo n. 16, nico agente no norte do Brasil
de Brandenburg freres, Bordeaaz, encontra-se ea
tactivamente deposito dos rticos seguintes:
St.Jnlien.
St. Pierre.
Larose.
Chateao Loville.
Cbateaa Margaax.
Grand vin Chateao Lafitta (858.
Cnateao Latine.
Haut Saoternes.
Chatean Saoternes. /
Chateao Lataor Blanche.
Chateao Yquem.
Cognac em tres qaalidades.
Azeite doce. Precos de Bordeaox.
Vapores.
Vende-seem easa de Saonders Brotbers & C,
o largo do Corpo Santo n. 11, vapores patentes
om todos os pertences proprios para facer mover
ras 00 quatro machinas para descarocar algodao.
- Fannba de mandioca a 35*00 o aaceo : no
armazem de Candido Alberto Sodr da MoUa ni
travesa da Madre de Dos n. i i.
Contina andar fogido do poder do abaixo as-
signado, desde o dia 12 de marco do correte anno
o sen escravo pardo claro, de nome Cyriaco, eom
os slgnaes seguintes: representa ter de idade 40
annos, rosto rodondo, e um tanto envergado, olhos
empardados e fondos, bocea grande, beicos gros-
sos, barba fechada e raivs, ps e mos grossos e
carnudos, peitos vermelbos e cabelludos, cabellos
crespos e avermelbados, costnma andar armado de
faco e nma bayoneta n'om pao, posta de tomar
cachaca, e qnando fica bebado da' para poeta, e
regris.a : roga-se, portanto, as autoridades poli-
ciaes e capitSes de campo a apprehenso do mes-
mo, e leva-!o a sen senbor, o abaixo assigoado, no
engenbo Pedregolhe, em Nazaretb, qne sera' bem
recompensado.
_____________ Jos Ignacio Pereira Torres.
Fnglo no dia 26 de juln, do pateo do Car-
mo n. 1, o escravo Nicolao, pertencente ao abaixo
assignado, com os slgnaes seguintes: idade 18 a
20 annos, cor fola, alto e secco, ps grandes, po-
rm sem achaques, tem orna cicatriz de qnefmada-
ra sobre om dos palcos, nariz grosso e chato, hel-
eos grossos, cabellos cor dos de ratos, etc., qaando
falla om pooco atrapalbado e amedrentado : qaem
o pegar leve-o a casa cima indicada que ser ge-
nerosamente gratificado.
Joaqnfm Manoel Fernandos de Soasa.
A escrava Herculana.
KWOOO
De gratiocacao a pessoa que descubrir e entre-.
gar a seo senbor a escrava Herculana, mulata ota-
ra, cabellos pretos, de tr.nta e cinco annos pouco
mais 00 menos, foi escrava do Sr. tenente-coronel
Joao de S Cavalcanti, do engenbo Tat depois do
Sr. Joo Simes de Almeida, estabelecido na rna do
Vigario desta cidade, tendo passado a Sra. D. Clara
Fenton, moradora no Chacn (Casa Forte) que a
vendeo anda ao annanciante, por Intervengo do
Sr. Joo Patriota.
Acha-se fgida ou occolta desde principios do
correte anno : se alguem a qoizer a dona Cas ne-
gocio porqne a nao quer possuir, podendo pofs,
qaem soaber delta, e qoizer compra-la, dirija-se a
roa do Hospicio n. 11, onde se dar' a gr-atineacao
cima, a qoem der noticia exacta e sendo encon-
trada.
Fugio o escravo SlmiSo, de na{5e Mossambi-
que, idade 40 annos, tem os seguintes signaes :
sem barba, com tainos em circolo redondo ao.pe
das orelhas.'alto, falta da denles na frente, sem-
blante carregado: levoo calca de casemira de cor
em bom estado, chapeo demassa novo, camisa de
algodo branco; este escravo foi comprado em
abril dt 1864 ao Sr. Jos Vicente Llndouso, mora-
dor na provincia das Aiagoas, por seo procurador
o Sr. Joaquim Cavalcanti de Albaquerque Helio,
morador no termo de Barreiros, por isso talvax
qae dito escravo teoha segoido algons daqoelles
logares; rogase as autoridades policiaes a saa
apprehensio, assim como aos capitaea de campo, o
lvalo a seo senbor Bernardino Antonio Pereira
Bastos, oa roa Direita n. 30, qae satisfar' qaal-
qoer despeza.

;
,
!*
"*


\
Diario de Pernajubaeo hcxU fclr de AgoUm de 1867.
' -----------------
J-
ASSEBLi GERiL
CAAIS DOS SOHORES REPUTADOS.
SESSAO ESI 8 DE JLHO DE i8ti7.
PIlKSIDENCU DO SR. SILVKIBA LOBO.
(Gonctosao.)
SEGUNDA PARTE DA ()R"S DO DU.
CRDITO SUPPLEME.NTAR AO MINISTERIO
A. DA FAZKNDA.
O Sr PacAii de Soma : Disse boje que ett
irU'iij|>Hi o rt-lal fin.
O Sb Pruideite D) Cosselh) : Eoi rspresi-
lia. porque aole tijolam V. Etc. dis-u qo.9 no meu
Ido coosrlho, o convidar para que dos preste esse
servico.
O Sr. Pbsidg(ti do Conielho (peli ordotn):
| Sr. presidente, pego au nobre deputaao que estn.
da a sua opiotp a respailo das cartas a outro* do-
| curaentos. Cooi nto& t carta*, o obre depata-
do dlise que as nao exig- ; peco, que sustenta a
' mesma opioio a respuitj dos outros docuoc*eDioa ;
o documento de que se trata de algoma sorte
reservado.
O Su. Martinho Campos:-Eniao para qoe loo T
O Sr. PnEstuElTK do onsblho:Li orna parle,
mas sem ouer quea ayre-euluu tal oa tal cpiolao.
O Sr Martinho Campos:Uommomeasse-o por
eitracto, r.omo t-i no p.-inanoento inglez.
O su. Satao Lobato:V. Eic. cttoa o Sr. vis-
conde de lian ir ny.
0r. Presidente do "oneliio: E-te slmvj
abiotte s t'uooara otua consulta do coisp.lhn de
otado, cun t ditferenca que mosirei qno Rratuita cioul porque i-un> ja opmiao enripia e pubtida
fui a assaveracao de V. Bxc, v* passo que flcoa a tal respeiio.
patente que V. Ec. leu du rotatorio oqu* Ihe fa- O Sr. Martinho Campos: NSo acho raiio para
4a conta, omittiado qua flrcoulrarie a's suas V. Exc. negar a oomiu do ciioselho de estado.
apreeiacdes. O Sr. Presidente do CoNSEino:_Preeiso da
Mas, emflm, assepuro ao nobro denotado, qua consulta para o discurso, depuis presenta-la-bei
nao me eocommo a seo ettribilho, oam me aba- j ao oebre deputado, assiin como *s cartas em par-
la a qoesiao de altura. ticular, se as quiter ler, porque al estas nao sao
O Sr. Fialho : Quera decide a maioria da ca- rotabas, mas de nm amigo que, a meu ped-do,
mar. I nrocurou saber o que se poderia conseguir em
8r. Presidente do Conselho :Dix bera o Londres eui materia de prapres|imo.
nobre Uepnlado pela provincia oo Piauby : qoem Um Sr. Deputdo:E negocio pendente.
o decide a maioria da cmara.
O Sr. Candido Torres :-Tambera n'aquelle
lempo davia maioria da cmara em favor do mi-
nisterio ds 2 de marco, como se mostrea qoatro
dia depois. r
O Sr. Presidente : -Atiendo 1
O Sa. Presidente do Conselho :E' exacto, co-
mo su oioairoo, do lendo mais at boje maioria
nesta cmara I Sr. presidente, vou terminar.
O- il 000:0000000 de auterisacao ja votados em
lela Interiores, e os 3-r/.00:O000Q0 das propostas
que peodm da v.uaca do corpo legislativo prefa-
era o total de 7i,O0O:O004000 de que trata a pro-
bos.*, e que corresponde ao dficit de dous exerci-
co?, como cima expend,
A autjriscao, que se cont'ra na propon, para
dtniiir pip-moeda, nao ao anee a importancia
O Sr. Presidente do Conselho Assira oppor-
tunamentepoderei mos'rar a consulla, nao so ao
nobre deputado por Minas, como tambero ao no-
bre debutado pelo Rio de Janeiro; mas nao a pos-
so expor, a' leitura nMe momento.
O Sr. Tavares Uastos (pela ordem):Eu creio
que a cmara comprehende bem que esta queslo
nao somenos, tem urna certa gravidade. O nobre
presidente do conseibo auloiisju a sua opioio
acerca da impossibllidade d contrabir eropresti
mos no exterior com inforroajoes que S. Exc. al-
canzara de ontrem ; cree que a carta ero mes-
eta dirigida a Etc ; em summa fui o ooieo ar-
gumento que ouvi invocado pelo nobre miniare
para anlorisar a sua osiiio.
O a-bre mioutro, Sr. presidente, acab dedizer
que oSo pSe a menor duvida em ler a carta a al-
cessem documentos que deviatn sor apresen-
lados antes do debate, pan que fossem re-
galares as dscusses do parlamento.
Em summa, conclue que depois da raanei-
ra irritadla, e algumas veaes violenta, por
que se exprime o Sr. presidente do conse-
lho cm relacio aos oradores qne o tem tra-
tado com a consideraejo devida, a opposicSo
cumpria um dever entrando nos debates
com a mesma isentjao do nobre ministro,
tanto mais que para ella o gabinete resutne-
0 Sr. Barao de Prado : Ped, Sr.
predeote, a palavra, nicamente para fa-
zer urna pequea relamac5o.
Nio me achara na casa bootem quando
hoove lugar a votacio do parecer da com-
misso, de que ti ve a honra de ser relator,
sobre a eleigSo do 2* dirtricto da provincia
da Babia.
N5q estando na casa, fui informado por
alguns amigos de que coa relacao a algumas
concluso >s desse parecer, foratn ellas a ver-
se oo Sr. presidente do conselho, pois que badas de deficientes, no que toca ao "Bolle-
pedir a V. Exc. que baja de observar restricta-
mente o regiment, o qual diz expresamente que
neubom orador se possa referir a documentos que
nao estojam sobre a.mesa da casa.
(Ha um aparte.)
.vio e a publicaco que ea reqaeiro : a obser-
vancia da iel desla casa, qae nesta parte offerece
urna garanta preciosa, que nao devoraos limitar, e
da qual eu nao prescindo.
A di>cussao flea adiada pela hora.
Dada a ordem do da, levaotoa se
4 horas da larde.
ioteira do dficit, mas val al as>mma d >s bilb-. guns dos Srs. deputadqs; sendo assim, eu ouso
tes do thesouro existentes n. data da le e qua nao
pode passar de u'0,000:000000. E' o qne bem se
dbjj -i-Ti-t.. do art. 6. da proposta :
' t E' facultado tambera ao governo emittir em
olas urna somma correspondente ao resto das au-
tonsaed-s concedidas pslas leis n. I,i77 de 19 de
setembro de 1862, art. 82, 3., o. 1.236 de 20 de
sntBOibro de 185i, nmeros l,24i e l,2ia de 26 e
28 jtiuhr. de 1865 e nmeros 1,330.1331 e 1352
do, no caso de qoe seja iodispensavdl esse expe-
diene, cora tanto que esta emis ao, junta per-
mituda no artigo antecedente, nio exceda im-
polanra dos bilhet-s do thesonro que e=tlverem
cm circUgaj na data da present lei. >
Fica assim demonstrado qua a respsito de......
41,0011:001)4000 j temos lei; que s lia de uovo a
viar-.-e a importancia de 31,000: 005000. sendo
que a proposta faz meo(ao dos 41,000:0JOfiOOO se-
ment para o effeito de consentirse qoe parte de*-
sa quantia se obtenba por emissao do papel, se for
iQdispeuavel, nraa vez que essa etnlsso, reunida
a ceJ* ti i ci',o;):00 000, mximo prov*v.i dos bi-
Ibetes de ihesouro na data da lei. (Mello bem ;
muito bem)
O Sr. Martinho Campos (oela ordem):Sr. pre-
sidente, m.'rpuutei ao nobre mini-tro, que linha
offdrecido ura document) ao noore deputado pelo
Rio de Janeiro, se era licu a mais ?lguem v-lo.
O Sr. Presidente do Conselho :Piis nao.
O Sr. Martinho Campos :Peroa ne V. Exc;
V. Exc. respood :u-me de urna maueira tao desa-
bj-ida que espantou me, alienta a beusvoleocia
*m que sempre tratou me, mas era razo da
graude divida de benevolencia que tenho com V.
Etc., era meu proposito nao me queixar da ra-
neira desabrida por que fui repellidi1.
Poiai ha no regiment um artig) ex;-resso, um
artigo inporiaule, a favor do qual ha precedente
firmado pelo actual presidente da cmara (ipoia-
do>)...
m Sr. Deputado :E qae 6 nm garanta da
leal.laie das discus5es.
O Sr. Martinho Campos-: ... garanta nao i
para os raembro* da cmara conira a sorpresa pos-
stvel da parle do outra pessoa, que nao do nobre
presidente do con>elbo, mas garanlia muito impor-
taote, porque V. Exc. e a cmara comprehendem
em que posico d-sgual tcamos nos se um ora-
dor diz : t Tenho aqu um documento valioso ;
cita o que quer, aprsenla o docamen^o pela facp
que loe parece, e ai re-to dos memtiros, a cma-
ra Rio licito ler em ouf'O lom o documento, por
que V. Exc. sabe qne at o ton nitro ou nao (ri-
sadas) com qae se l tem urna grande influencia e
higoiOdco.
E'i, pois, sobretodo depois da deciaraco lio
chola d bondade do nobre presdante o cooselbo,
mu julgo ainda mais animado a pedir a V. Exc.
que convide o nobre presidente do conselho par*
no* deixar os documentos de que serviu se na sua
SES?AO EM 9 DE JLHO DE 1867.
PRESIDENCIA DO SR. S1LVEIHA LOBO
Ao raeio dia, feita a chamada, verQca-se
haver numero sufliciente, abre-se a sesso,
sendo lida e approvada a acti da anterior.
O Sif. i. Secretario conta do se-
guiute
EXPEDIENTE.
Um oflicio do uaiatcrio do imperio, en-
viando, com os oflhiosda presidencia da pro-
vincia da Goyaz, as actas da eleico primaria
as parochias do Peixe, Duro. Palma, S. Mi-
gue! e Almas, Garmo,"Porto Imperial eBa-
Vista, e da secundaria nos collegios do Pjrto
Imperial, Conciico do Norte e da Bia Vista,
onde liouve duplcala.A' 3.a c^mmiss'o di
poderes.
Outro do mesmo ministerio, solicitando,
da ordem de S. M. o Imperador, a necesa-
ria licenca para que continuem na presiden-
cia do Rio Grao-Je do Sul o Sr. deputado
Francisco IgnacioMareondes Hoinem de Mello,
e na de Matto Grosso o Sr. deputado Jos
arjumeutiC.i >,
Peto a V. Exc. tanto mais quanto posso invocar
o propriu tesieinuobo de V. Exc. : para pnvr
qua man do urna vez documentos tin sido aqui
irazldos, tem-se argumentado cora clles, e com el-
los dentro da pasta se tem retirado oeste recinto
quem os apresenlou ; eu teosa visto sabir minis-
tro com a pasta contendo documentos nos qmes
se flrmou para argumentar. E' Felo laientavel
de qu existem provas.
O Sr. Ministro da Marinha :Apoiado.
O .'R. Martinid Campos :Perdos-me V. Exc.:
n8o fiit) r^Bro a queran de nutro da.
O Sr. Ministro da Marinha :Porque offereei-
Ibe os d icum-n:os para ier.
O Sr. Martinho Campos :O nobre ministro te-
ve a bondade de me os ullerecer em partiooiar, e
ei) me vi na nceessidade de nao poder aceitar (ri-
so), de os recnar, porque me erara offereeidos
em con'flanja, e eu como mimbro da opposicao
t-nho o direito e dever de saber ludo por todos os
cnei.is, mas nada uojso saber em conQaoQa minis-
terial, porque nao posso usar do que soober em
oooCao^a.
O Sr. Ministro da Marinha :Eu dissa que
cootiava os ocumentos, mas disse tambem que
nelles iratava-se de materia ai'i-i.i.
O Sr. Martinho Campos :E eo disse qae esla-
va iniiitiido de saber nada pela conQanca ministe
nai, embora tosse grao ao obseqaio do nobre mi-
nistro.
Mis n5o quero, Sr. presidente, prolongar esta
incidente. R-pito : desejaria que V. Exc. firmas-
s o precedente, qua 6 mnito valioso para a cama
ra; os docomelos aqui trazidos perteneem-nos a
nos todos, temos lodos o direito de tomar conbeci-
BieRto dilles ; o regiment assim dispd?, e a boa
razo aconselbaria que se firmasso o precedente.
Nao sem importancia, e nao insisto frivola-
mente nisto; convem-nos firmar o precedente :
how principalmente que o nobre presidente do con-
semo nao oppoe a i-lo a menor difficuldade, a c-
mara lograrla muito em estabelecer o precedente
(Apoiado^) Os nobres mini-tros nao lero ao pa -
lamento documentos deque o parlamento nao pu-
dor lomar cooliecimeito.
Eu comprebendo que motivos diversos e de con-
veniencias do servico podem inhibir aos cobres
ministros de commomoarem ao parlamento todos
os documentos; estes documentos que nao con-
vier publicar, nao sejam trazidos ao parlaawolo;
. ms aquellos com que os nobres ministros argu-
mentaren), rom Ja a conveniencia da administra-
cao, a dignidad) do parlamento, a lealdade do go
verno, e mauda o regiment qoe sejam presentes a
todos os membros do parlamento. E' orna dispo-
sicao esta que o nobre presidente da casa compre-
hende que de grande alcance ; os precedentes
noasos sao em sentidos diversos, mas do actual
presidente da' cmara ba j (acto consagrando a
donirina qoe sustento.
O Sn. Tavars Bastos.Agora n)83rao o nobre
presidente do coosalho leo orna caria sobre nego-
cico de emprestimo, que nao mandn mesa ;
at tirou partido della. 1
O Sr Martinho Campos:Eo confeso qoe c
preciso tima grande discriQo da parta do gover-
no nesta co- rnunicaco de documentos, porque a
respelto de orna assembla numerosa nao pode ser
effdcttva a respowabilidade moral quanto revela-
gao; nio se p le torna-la effectiva, eo compre-
hendo que ba difficuldade, mas e-ta difflcnldade
depende s exclusivamente da sabedoria dds mi-
niaros e da saa 0i3cri{3o evita-la. (Apoiados.)
O Sr. Tavares Bastos:V. Exc. reclama igual
mente sobre as cartas do empre3liroo \
O Sr. Martinho Campos:A respeilo de cartas
pa'ticolares as razos sao as mesmas; o a disposi-
Sio do 'egimento igoalmente, mas tenho grande
escrpulo, derxo isto a illustra$3o do nobre presi-
dentedo conselha, e conformar me-hei cora a sua
opieio. Quanto & coosnlta do conselh) de estado
que nao vejo razio para que nos sej n^^ado o
auxilio d**gii pretdentc,^%o e-pero qne V. Exc. quando dispoe
de t ra de bjndada do co^rs presidente
Vieira do couto Magallies.A' commissa >
de constituigao e poderes.
Outro do secretario do senado, participan-
do que o mesmo sealo adoptou e vai diri-
gir sanecao imperial a resoioco que auto-
risa o governo para conceder catta de natu-
rasacao aos subditos c>lrangeiros Joao de
Menezes e Silva e outros ; tendo-se emenda-
do na referida resolocao o nome de Joo Jos
Ribeiro para Joaj J.s Uibeiro VazIotei-
rada.
Outro do mesmo secretario, eaviando a
proposico que autorisa o governo para con-
ceder ao bacuarel Cassio Antonio da Costa
Ferreira, juiz de ^iroito da comarca do Ro-
sario, na provincia do laraubao, um anno de
luenga sera vencimentos, para tratar de sua
saude onde lite convier, qual o senado nao
tem podido dar o sau conseniimenio. Intei-
rada.
Outro da presidencia da provincia di Pa-
rabyoa. remetUndo exempl-ircs impres:* de
relatorios.A archivar.
Outro da presidencia de santa Ca'.h'arin,
remeltoodo o requerimento em que o teneute
reformado do exercito Jos Joao do Car-
valho reclama coutra a reforma que Ihe foi
dada pelo governo imperial.A' cuinmis-iio
de marinha e guerra.
Outro da inspectora geral de instruccao
publica da pro-incia de S. Paulo, euviando
dots exem. lares dos relatnos sobre o es'.a-
do da instruccao publica dista provincia nos
annos de 18o"5 a i86. A' commiss5o de
instruccao pubca.
ANTIGIDADE DOS MAGIST.tAD ;S
Le-se, julga-;>e objecio de deliberco, e
vai a imprimir para euirar na ordem dos tra-
balbos, o projeclo seguinle :
A assembla geral resolve :
t Artigo nico. No tempo da demora de
que trata o.final do art. 3. do decreto de
20 de dezembro.de 1830 nao et coinpre-
hendido oprazo que o mesmo decreto on-
cede aos magistrados para apresentaremrao
supremo tribunal dejustica documentos.com-
probatonos dos seus exercicios e posses, o
qual ser-lhes-ba contado- em suas antiguida-
de, caado assim declarado o citado decreto ;
e revogadas as dispusieses em contrario.
f Pago da cmara dos aeputados, em 9 do
julho de 18o7. Francisco Carlos Drando
J. A. di Araujo e Vasconcellos.
ELEICO DO RIO GRANDE DJ NORTE
L-se, evai a imprimir para entrar na or-
dem dos trabalhos, um parecer sobre as elei-
ces de algumas freguezias da provincia do
Rio Grande do Norte.
O Sr. Tavares Ba&tos (pela ordem) requer
que o Sr. presidente baja de convidar as
commissoes do orcamento, a duas das quaes
pertence o orador, para coraecarem os tra-
balhosijue ainda n5o encetaro, sobre o or-
camento.
O orador, nao estimando o liberalismo de
palavas que ostenta o ministerio, quer obri-
ga-lo a cumprir o sen dever de promover a
discusso dos orcamentos, porquanto o mi-
nisterio faz a cmara perder tempo com a dis-
cusso das leis de forcas, muito menos im-
portantes as actuaes circunstancias e sem
valor pralico, pois que o effectivo da armada
e do exercito excedem dos ses da lei
os outros Srs. ministros pareciam evitar as
discossoes. (Apoiados.)
O Sr Presidente :-Quanto a primeira
reclaaaac3o,os Srs. membros dascomroUsoes
esiao ouvindo o nobre deputado, e daro,
seu duvida, toda a consideracSo que ella me-
rece. Quanto- segunda, o nobre presidente
do conseibo prometteu publicar io final do
seu discurso os documentos a que o nobre
deputado se re erio.
Entretanto eu devo dizer que nao pelo
regiment ao que me paro-je, to ivstricti a
respeilo dos ministros, a obrigaca > de publi-
car qualquer documento ; porque o nobre
deputado sabe qua, mesmo quanto s inier-
pellacoes, o ministro tem a faculdade de re-
cusar-se a responder, desde que ehtende ba
inconveniencia na resposta. Portante, desde
que o governo entender que ha inconvenien-
cia na publicacSo de um ou outro documento,
parece-me que se Ihe nio podem applicar
t5o strictameute as regras que se applicam a
qialquer deputado.
O sr. Macedo :E nos Acarnos com o
direito de nao acreditar nos tses docu-
mentos. 4
O Sr. Presidente :O regiment colloca
o ministro a certos respeitos em posic3o es-
pecial.
O Sr. Martinho Campos :Sr. presidente,
acato, como me compre, as decises da pre-
sidencia da cmara, mas V. Exc. me per-
mitir observar-lhe (ue artigo expresso
do nosso regiment/que no interior da casa
a sessao sjos ministros d estado sio sujeitos a todas
as disposicoes do regiment.
Pego a V. Exc. faga executar o regiment
no que diz respeilo aos trabalhos da cmara,
porquanto a posigo dos ministros aqui em
tudo igual a de qualqaer membro da c-
mara. O'artigo que temos Iludido o
qual nao cito ao certo, em rel-gao a docu-
mentos aprontados na cmara, dispeque
nenhum orador, e os ministros sao oradores,
podem,referr-se a documentos que n3o es-
tejara presentes.
Eu comprehendo o embarago em que V.
Exc. se acha, porque ministro tem havido,
que tem trazido tribuna documentos re-
servados que nos comprotntliam, atperan-
te o estrangeiro.
A cmara recorda-se que aqui foi trazido
um oflicio do Sr. visconde de Tamaodar,
em relago a guerra, e en que o ministro
ia lendo, p dizia : aqui ba um trecho que nao
posso ler^ porque nos compromette com os
alliados. Eu comprehendo o embarago de
V. Exc, louvo os*eus escrpulos; os nos-
sos govornos nao tena correspondido, 11S0
tm dado provas da discrigao que sena
para desejar ; mas cu pego a V. Exc. que
atienda, como nos cumpre, aos dtreitos e
interesjses da cmara e do publico as dis-
CUSS03S.
O nobre deputado pelas Alagas acaba de
rreferir-.se a jim documento iaaportantissimo
e qae nada mais e nada menos importa do
que alterar os dados que tiiiham>s no rea-
torio a respe to uo dficit. E' um novo bn-
lanceto ou synopse que altera os dados a pre-
sentadas a respeilo do deQcit.
A publicaco deste documento sem duvi-
da em abono da boa f do min stro da fazou-
da. Ma< perguato a V. Exc, e-te dicutnen-
to nao sendo publicado...
O Sn. Presidente :Elle prometteu pu-
blicado m final di seo discurso.
O &'r- Martinho Campos : -A publicagp
dos dtscursas so faz, em geral, depois de
terramadi a discusso dis materias, eos dis-
cursos do noore uiinistro da fazcada vo mu-
tas vezes para os appendices.
Nem com isto, eu pretendo fazer censura
a S. Exc, porq ie conheco que a sua posi-
gao o inhibe de corrigir promptamente os
seus discursos, mas o que certo que
quando vier a poblicagao desse documento
j nao nos aproveitar para a discosso.
Pego, pois. a V. Exc. que, atienden lo a
esta consideragSo, d as suas providencias.
Deraais, o nobre ministro naquelle grande
batalbo do Hierro, naqoella verdadeira
legio, nao ac'.iju im empregado que Ihe
desse em duplican o documento qoe aqu
apre eaiou. e q 10 em ve de urna copia Iha-
dsse urna duplcala de copias, urna que
servisse para S. Exc e outra para ser pr-
senle a esta casa ?
I lo, Sr. presidente, no lemipsliriccao
e nao pro u seno desconsiderago pelo par-
lamento, e mal de nos se o presidente da
cmara dentro da esphera das suas attri-
buiges nao vier em nosso apoio fazarido
cumprir os preceitos do regiment, fazendo
que os minis.ros deposite na mesa os do-
cumentos que aqu ierem.
E nem o nobre ministro pode soccorrer-
se da disposig5o citada por V Exc. acerca
do arbitrio qoe tcno gpvernoda dar ou ne-
gar resposla s interpedages e inform-goes
pedidas, e nopJe soccorrer-se da taldts-
posigo porque o documento que trg^xe nao
tem inconveniente na sua publicago, lano
que elle o leu.
Em sua opioio de fado seu resulta que a
publicago desse documento nao tem incoo ve-
gio da Tapera
Declaro a V. Exc, prezo-m? sempre de
examinar cracautella, com muito cuidado
todas as materias que por ventura sao sab-
mettiJas mioha considengao. _
Esta aecusago, pois, que rae foi commu-
nicalaporalguus amigos, de algoma sorte
sorprendeu-me.
Nao tinha nessi occasio o parecer em
minhas maos, e ao entrar hoje para esia
casa procurei v-lo, porque embora seja
muito jusiili'.avel o erroou falta qoe se no-
tou, com tndo, em urna materia de tal or-
dem, como a verilicagao de poderes, seme-
Ihanie falta denotarla pelo menos incuria da
ininha parte.
Reli p parecer, e vejo qua no houve pro-
cedencia alguma as observages que se i-
zeram em relago questo da freguezia da
Tapera.
Devo notar a'V. Exc. que no collegio da
Tapera deu-se este fado seguinte: a eleigo
das tres freguezias de que se compe este
collegio foram abi tomadas em separado.
as freguezias da Tapera e Pedra Branca
houve duplcala ; cou, portanio, a eletgo
da freguezia da Amargosa constitualo o
ncleo do collegio ; e eis-aqui porque se deu
o engao de quera fez ao parecer essa es-
pecie de reparo.
A concluso 19 do parecer da commisso
diz o seguir :
c Q.ie sejam addicionados eleico dos
Srs. Pitito Lima, Chavos e Pe Iro Moniz os
(J votos da Taperar tomados era separado
pela cmara apuradora, approvados pala
commisso.
Nosei, pois, como se entrou em duvid
a este respeito.
O Sr. BrrrENCORT Sampaio : Pe;i a
palavra.
O Su. Barao de Prados : Nao sei
quera fez a censura, estou apenas notando
o fado.
V-se, portante, na concluso 19 do pa-
recer justamente a apijrovago da oloi-j -o
da Tapera, presid la pelo Io juiz da paz.
Como disse a V. Exc. era-me lodiffercnte,
seria mesmo justiicavel at certo ponto essa
falta, que podera provir de e igano na re-
dacgo, ou da alguma inaiteogo da parle
dos typograpaos ; mas urna vez que tal in-
cidente deu aqui lugar a urna especie de
questo de ordem, era-meu dever provar
que dei toda impo, tanca materia, julgan-
do-raa igualmente obngado a dar esta >a-
lisfago camira, e reclamar, quando nao
f-isse seuo para provar que sei tomar ao
serio tudo quanio se refer ao cumprimento
de deveres. #
Os Srs Bittencourt Sampaio e Paulino
de Sjza fazera algumas observages.
WMi-.lllA I'UirH DvOROEUDO MA.
Ifensas a diversos.
- Entra em discusso, e approvada sem
debite, a redaecodo projacw quo coacede
varias penses.
Matricula" do estudantes.
Entra om Ia discusso o projecto que au-
torisa o governo para mandar matricular no
Io anno medico da facul lade de medicina
desla corte ao estudante Francisco Caetano
dos Santos.
O Sr. Ratisbona pede, e a cmara con-
senle que o projecto tenha urna s dis-
cusso.
Vem mesa, sao lidas, apoiadas, e en-
iram co junctaraeme em discusso, as se-
gutulS,eineadas: '
Que seja dispnsalo igualmente Joo
Pires Eariuha Jura ir, para ser admitiido
matricula do Io anno medico di corte, sen-
do-Ibe permlti lo fazer os exames prepara-
torios que Ihe faltam antes do exame do
referido anno F. Vianna.
Pica o governo aulorsado a mandar
matricular o estudanio Fernando Luiz Oso-
rio no i anuo da faculdaie de d reito de
S. Pau.o, cuja aula tem frepieotado, como
prova cora documentes. F. Vianna.
Fica^o governo autorisado a mandar
matricular no 4o anno da famldade d Rec-
f3 ro estudante L nz Vi^ra de Rezenle. quo
por ctrcumstaneias alheias sua vo;itale
ciiegou a Pernambuco depois de encerrada
a matricula.-5F. Vianna.
Fica o governo autorisado a mandar
matricular no J^nno do curso medico a
Julio Cesar Giva de Moraes Fernandes,
depois de feitos os exames preparatorios
que le faltam.F. Viauna.
_ igual favor ao esiulanie Dio^o Jirgc
l"e Brito, p3ra mairicniar-so no Io auno da
-faculdado de direito de S. Paulo. F.
Vianna.
mo do 2 anno das materias medicas na fa-1
culd^de de medicina da Babia, depois de
mostrar-sa habilitado com os exames pre-
paratorios exigidos para o cujso medico.
Bittencourt Sampaio. >
, O mesmo favor se conceda ao estudan-
te Cari vida Jos Chavantes, para fazer
exame das materias medicas do Io anno na
faculdade de medicina da corle, depois de
mostrar que fi apjrovado no exame d#
histeria.Bitticqurt Sampaio.
O mesmo se concela ao estudante do
corso jurdico da faculdade do Recife, Anto-
nio Caetano da Silva Lara, para fazer exa-
me das materias do anno qua est frequen-
tando como ouvinte, por ter chegado aquel-
la cidade depois de fechadas as respectivas
^matrculas Bittencourt Sampaio.
c I,'ual favor se conceda ao estudante Jos
Luiz Campos do Amara! Jnior para matri-
colar-se no i anno da escola de marinha,
mo>trando-se, antes do acto do referido
anno, habdiado no preparatorio de arilhme-
tica que Ihe falta. Souza Andrade.
< Igual favor a Alfredo Carneiro B andao,
dispensando-se do exeme de historia e geo-
grapiiij. para matricular-se no { anno da
faculdade de direito de S. Paulo, sera pre-
juzo de tempo. Tavares Bastos.
Igual favor a Manoel Luiz Osorio, para
que se,a admiui lo a fazer exame do 1* anno
do curso de direito de S. Paulo, que'est
ouvindo, prestando primero o de lalim.
Tavares Bastos.
Igual favor se conceda a Joo Lagden
Correado Reg, para fazer conjundameote
actos das materias do Io e 2o anuos que
fie 1 o en ia como ouvmie na academia de
meiiciua da corle.Aristides Lobo.
Igual favor se conceda ao estudante
Diogo Jorge de Brito para matricnlar-se
no Io anno do curso medico desla corte,
mostraado se, antes do acto do referido
anno, habilitado em historia egeographia.--
M. de Vascracellos.
t Fica o governo aatorisado a mandar
matricular no Io anno do curso medico aos
estudantes Marc >s Christiauo Foravante
Jnior, Miguel Zacaras do Alvarenga, Luiz
Jos Mentes e Joaquim Baraardo Dias, Pi-
cando os mesmos obrigados a fazerem acto
das materias que llies fallara antes de pas-
sarem para o 2o anno do curso medico.
Lima Uarte.
Igual favor se con eda ao estudante
Evaristo Gongalves Marinho, prestando an-
tes o exaraa de latira que Iba falla. Bap-
tisia Pereira.
Igual favor se conceda a Prudencio Au-
gusto Sizano Brando para fazer exame do
t anno ida escola de raeiicina da corta, que
com permisso do governo frequentou como
ouvinte, depi.is da feitos exames de ari-
thmetica e geometra que Ihe faltam.Car-
los Branda 1.
1 Igutl favor se concela aos ouvntes da
faculdade de raeiicina da corte Bernardioo
Silva e Francisco Mara de Mello e Ohveira,
aos quaes falta um nico preparatorio.
Paulino de Souza.
Conceda-se igual favor ao estudante An-
tonio Ferreira cid Souza Pitanga, parafazer
ac das materias do Io anno do curso jur-
dico na faculdade do Recife, depois de haver
prestado de rhetorica, ultimo qoe Ihe
falta dos prepratenos exigidos. Pereira
de Britto.
t Igual favor se conceda a Julio Cesar
de Castro Jess, afim de que os exames
feitos na faculdade da direito de Pernam-
buco sejam validos em qu-dquer das nussas
escohs de medicina.Pereira de Brito.
Igual favor se conceda a Josa Cardoso
de Moura Brasil, matriculado no curso
pharmaceutico da faeuldade da Baha, para
seradmiltido no principio do anno vndou-
ro a exame de anatoma, aGm de aprovei-
tar o Io aano medico, mostrando-se habili-
tado cem o preparatorio di geographia que
Ine Wta.Tiberio de Monorvo.
Igual favor se conceda a Mono?l Jos
de Figueiredo Leitc Filho, para que Ihe
aproveitem.na facuidaJc da direito de Per-
nambuco os etamas de preparatorias que
tiver feito ru faculdade de madicina di Ba-
nia. Tiberio de Mortoorvo. Arkgao e
Mello.
c Igual favor a Mariano Nanas Teixeira,
paia s-r admitiido no Io anno da escola da
med cia da Babia, onde estada como ou-
vinte, depois qie fizer o exama de prepi-
ratorio qua lha resta.Ralisbona.^- Baro
do Crato.
1 Igual favor a Francisco Fernanles
Vieira, para ser admiltido matrieu'a do
Io anno da facul lade de direito, depois de
fizer o exama do preparatorio qua lbo res-
ta. -RUisbona.Baro do Crato
Igual favor se conceda a Constantino
dos Santos Pontual, seado aceilos para a
matricula da faculdade de~ medicina da Ba-
ha os exames prestados na de direito de
Pernambuco.Luiz Felippe. Epaminon-
das de Mell.
Igual favor se conceda a Joo Jos da
Souza M-mezes Jnior, para qua lha apro-
veitera na faculdade de medicina da Babia
Igual favor se coacede a Lourengo Jus- |os exaQies e preparatorios qua fez no cur-
tiniano Vieira, alumno do Io anno medico do So jurdico de Pernambuco. Vereira do
tod s as que temos apresentado, ha de fazer
o que fez boatem, ha de auxiliar a presiden-
cia da cmara a mantelo regimante, que
a lei da casa.
A culpa omitas vezes de nossos governos,
Sr. presidente,- acceitar para si a resppo-
sabilidade de fados que pertencia a outros.
E' o caso: o tbesouro quando deoima co)ia
do batanete ao nobre presidente do conse-
lho, por que jiio Ih'a deu em duplcala ?
9. Exc. nos dara urna e ficaria com a outra
para o seu uso.-
Pego a V. Exc, Sr. presidente, que tome
R o da Janiro, que j fez os exames de la-
ttm, francez, georaoira e pbiloSOphia. e en
cujas materias foi approvado Qcando obri-
gado a^fazer os exaraes de arithmetica, al-
gebramiistoria e inglez antes do acto do
aja ireqjip
verno geral. F. fmiM. | \Maboim.
Esleada-se a ceacesso em favor de j Niguera pedindoa palavra, e pondo-saa
Jos Celestino de Oliveira Soares, estudan- \ vot 0 projecto, approvado, bam como
te do Io anno medico da corte, para serem t0(ja3 as emendas.
validos para este os^exames ( Vem mesa, lido, apoiado e approvado
Brito.Tiberio de Moncoroo.
Igual favor ao estudante Manoel Barbo-
sa da Silva para prestar exame do Io anno
medico na academia de med cia da Babia,
dependendo esse exame de previa appro-
' auno, que jjrepjf na por ordem do go- j vago do uti(IllJ preparatorio qne Iba falta.
em
mentes, e estou certo que se V. Exc. insistir, considerados
o nobre presidente do conselho ha de alten- feitos por elle na academia de S. Paulo ; a serQ fjtbate, 0 seguinte requerimento:
der a V. Exc porque ella justa, como o sSo Miguel Zacaras de Alvfreflga, para matri-, ReqUero que o projecto e mais eraen-
- cular-se no Io anib do Curso medico, su- 'dassej.niredigidos separadamente.-Me/ar-
jeitando se a fazer os exames que Ibe fal-'0 de Brito
Pede em segundo lugar que o Sr. prest- isto era considerag^o, aio la qne nao annncie
dente dgnese de fazer imprimir o quadro
demonstralivo da liqudago dos dficit dos
ltimos exercicios que antehontem leu o no-
bre ministro da fazenda^ Faz este pedido
porque nao eslava na mesa, nam na secreta-
ria, esse documento, como exige Aregimen-
to da casa; e alm disso essa drtnonstrago
o que resolver, pois entendo que o prest
dente da cmara tem deveres de attengo
para com o governo.
E' preciso notar que estes negocos deal-
garismo oo podem ser bem discutidos pelo
que apandamos- rpidamente de ouvido.
Semelhantes negocios, ainda .qnajrfo com
relifica as estimativas do relaterio, como o os documentos vista, sao de urna -investiga*-
declarou o proprio Sr. ministro, e a cmara !<;iio difficil, em sua reclamagao quanto mvs
nao podia deixar de estranbar que s agora, na ausencia de taes documentos, s pelo
depois de tSo adiantada a discusso, anpare- 'que ouvimos no momento. (Apoiados.)
fal
tam antes de passar' para o 2e anno.; a q projecto e emendas bem como o reque-
Silvo Pellico Pereira Ferraz, para fazer acto rraent0 sg0 enviados commisso de redac-
do fauno de direito em qualquer das fa-'-g0#
culdades, depois que fizer o "exame que Ihe Fix 5o da forca M?a|i
falta.Abelardo de Brito. ^x
Igual favor ao estudante ouvinte do t. Entra em 2a discusso o art- 2 da pro-
anno da faculdade de direito de S. Paulo, pota do governo que fixa a forra naval para
Joo Pereira Monteiro Jnior, licenca para o anno financeiro de 1868 a 1869.
fazer acto do re erido anno depois de pres- O Sr. Presidente :-Tem a palavra o Sr.
tados os exames de inglez e geometra que Martinho Campos,
falum.Belfort Duarte. i OSr. Martinho Campos:Sr. presiden-
Fica o governo autorisado a mandar te, um artigo do nosso regimenl) dispe que,
matricular na escola de medicina da corte ainda passada a hora determinada para a
a Joo Plinio de Castro Menezes. prestando
antes do exame do Io anno medico o exa-
me do preparatorio de geographia. Jos
Avelino.
Igual favor se conceda ao estudante
Henrique de Serpa Pinto, prestando antes o
exame de matbematicas que lhifTalta. Fre-
derico de Almaila.
0 mesmo favor se conceda ao "estudan-
te Jws Gongalves do Pago/para fazer exa-
discosso de qualqoer negocio, se esttver en-
cerrada a discusso, se proceda votago;
urna cousa perfeitamenle razoavel. Mas
tinhamos votado o art. -Io, eslava passada
a hora, nao bavia materia discutida sobre a
qual se devesse vot ir, e poz-se em discus-
so o art. 2o; pareceu que j se nao podia
por fal materia em discosso segundo a or-
dem do dia marcad! 24 horas antes, de
conformidade com o nosso regiment.
Pedia palavrase nicamente para fazer
esta considerado a V. Exc; entend que
depois de passada a hora V. Exc. nao podia
alterara ordem do dia. Eu tinha por fim
nao fazer urna iacrepagSo, mas salvar o nos-
so direito de discusso. Coneegoi o qne
queria, o artigo Ikou aoiado, boje vre a
quem quizer discuti-lo ou vola-lo, porque
votoo-se muito regularmente.
En, portanto, cedo da palavra.
OSr Prbside.vte:O nobre deputedo
me prese que nao tem razio npssa recla-
magao, nossa especie decensura qoe me
faz....
O Sr. martinho Campos: NSo fiz een-
sura.
O Sn. Presidente:.... porque cosa-
me da cmara....
O Sr. Martinho Campos : Votar as ma-
terias discutidas.
O Sr. Presidente : ... consiierar par-
te do ra-'smo todo os artigds que i>e segoem
ao 1". E' um esiylo racional, porque, per-
mittindo o art. Io muito ampia discusso, nio
s em globo como em detalbe, abi de ordi-
nario se esgota toda materia, e o estyio tem
sido esse.
Eu apenas justifico o meu procedimeoto/
que firmado no e.-lylo.
Ninguem mais pedindo a palavra, e pon-
do-se a votos o referidb art. 2o approvado-,
Entram successivamente em discusso- e
s3o approva los sem debate os arts. 3o e i
A proposta passa 3a discusso
Fixaglio das forcas de torra.
Entre em 21 dis usso o art. V da pro-
posta io governo, que fixa as forcas de tr-
ra para o anno financeiro de 1868 a 18)9.
O Sr. Presidente : Tem a palavra o Sr.
Candido Torres Filho.
O Sr. C. Ottoki (pela ordem):Requei-
ro a lei tura da inscripgo dos-pradoros.
O Sr. Prisidente:Nao esfa" ainda com-
pleta : inscrevro-se alguns oradores para
nao demorar a discusso.
O Su. C. Ottoni:Pego a leitura do que
est feito.
(OSr. i" secretario procede leitura.)
O Sr. C. Ottoni :Reclamo, porque ten-
do eu sido o primeiro quo ped a palavra,
nao estou inscripto.
O Sn. Puesidente : A inscripgo nm
direito da mesa, e j declarei que nao est
completa; alguns Srs. deputados costuoaam
vir mesa com muita antecedencia pedir
para serem inscriptos.
O Sn. C. Ou*'Ni (pela ordem):Eu nao
desoonbego os d.rcitos da mesa na tn-crip-
go, e sei qua esiylo irera l alguns inscre-
ver-se; mas reclamei da tribuna porque a
esse esiylo presentemente- nao me licito
recorrer.
O Sn. Candido Torhes Filho (signaes de
aitencdo) :Sr. presidente, se nao t-jgt a
consciencia dos arduos deveres que me im-
pe o caigo a que fui elevado pela coufian-
ga dos meus eoncidadSos, se nao fra a ne-
cessidade qua sinto de pronunciar-u no
parlamento, por isso mesmo |que do outro
modo nao podero o paiz e os meus cons-
tituidles, paiticularmente, julgar da minba
norma de proceder, eu por certo pooparia
cmara o enfado da ouvir-me (nao apoia-
dos), e oceupar comuiigo seu precioso tem-
po, que deve ser empregado na apreciago
das altas questes qae eto submetltdas
sua consideracio.
Diaotc do to conspicuos cavalheros que
honram este recinto, em presenga de mu-
tos daqoelles a quem estou acoslumado a
res eitar como meus preceptores, qiando
volvndo as vistas para todos os grupos que
compoem esta augusta corporago, vejo de
todos elles deslacar-se vultos eminentes na
bidoria poltica do nosso paiz, estilistas
Ilustra los que se lin distinguido em tantas
06casias, querpor saus talentos parlamen-
tares, quer pelos servicos relevantes que lm
prestado ao Imperio, e quando atiendo
mi iba pequenbez (nao apoiados), sin'.o-me
acabrunhado e disposto a recuar ante a ta-
refa a que me propuz.
Outras vez-s, jiorm, compellido pe'a im-
periosa neeessidade de nao fioar silencioso
as circumslancas dilliceis que atravessa o
paiz e da explicar o comportamento que von
tendo, resolvo-me a affrontar os perigos de
to ardua erapreza.
Nesle embate entre a consciencia da pro-
pra fraqueza (nao apoiados) e a voz du de-
ver, eu vi-me por muito tempo suspenso e
irresoluto, at \\iq o ullimo me trouxe tri-
buda nacional. I
Nesias conoigas, V. Exc. ea cmara vm
que somma de benevolencia precisam dis-
pensar-me para que eu chegue ao meu fim;
eu a espero de meus Ilustres collejas.
Sr. presidente, na primavera da vida ve-
mos tedas as cousas porum prisma doma-
do; nosso espirito so orabala as mais fa-
gueiras illusoes; nesta quadra da existencia
o porvir se nos anlolha sempre bouangoso.
Se, porm, esta a ordem natural das
cousas, se tal o phenomeno que se observa
tanto na ordem physica^como na moral eu
me devo considerar infeliz porque, ebegando
arena poltica do meu paiz, apparecendo
neste vasto thoatro, onde se passatn scenas
to grandiosas, na la vejo que me possa ale-
grar, nada eucniro qoe me inspire confian-
ga no futuro ; pelo contrario, s vejo moti-
vos para a mais profunda conslernac 10 -de
todos os Brasileiros. Vejo, senhores, urna
adualidade horrorosa, vejo que as mais tris-
tes ca amidades opprimem o nosso desven-
turado paiz, e infidamente................. nao
descabro na mareba^qoe vo tendo os nego-
cios pblicos esperanga de salvago. (Apoia-
dos.).
E' escusadp, Sr. presidente, referir a se-
rie de catasirophcs que ba 3 annos t u de-
sabado sobre nos; escusado carregar as
cores deste quadro sombro.e lutooso que se
desdobra s nossas vistas, intil repetir a
desanimadora confisso que mais de urna vez
tenho ouvido, de que ao passo qne tantos
males se accumulara, os nossos recursos
escas mos raeio de evitar a crise fatal que descor-
tinamos em um futuro talvez prximo!
(Apoiados.) .
Todos estes fados pairam na consciencia
publica; j nao licito a ningum illudir-se,
e parece que a nago intera, compenetrada
de to dol.rosa situaglo, antevendo as suas
funestas conseqencias e nao encontrando em
si torgas para oppr um dique onda devas-
tadora, jaz immersa no mais profundo lediar-
go, esperando resignada que chegue a ora
do cataclysraa I
ma cruel fatalidade, auxiliada anda mais
pelos erros dos nossos governantes, nos tem
arraslido s bordas desse abysmo.
(Conttnuar-se-ha).
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TYP. DO DIARIO-RUA DAS CRUZES N. 4i.

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