Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11326


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Full Text


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ANNO XLII. NUMERO 169.
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SEXTA FEIR.A 26 DE JLHO DE 1867.
* PABA DEXTBO E FOR 4 DA rHOVIXCIA.
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ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgAO.
Paraby ba, o Sr. Amonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Margeesda Silva ; Aracaty ,
o Sr. A. de Lemos Rraga; Ceara, o Sr. Joaqoim
< os de Jliveira ; Para, os Sra Gerardo Amonio
Aires 4 Filhes ; Amaxonasy'nfSr. Jeronynio da
Costa; Alagoas.o Sr. Fraocino'lavares da Costa;
Babia, o Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Ribeiro Gasparnbo.

feiras.
AUDIENCIAS DOS
TRIBUNA DA CAPITAL.
PARTIDA DOS gSTAKRTAS.
Oliodi, Cabo, Escada e estagoes da va frrea al
Agua Preta, todos os das.
Igaarass e Goynha as Segundas e sextas feiras.
Santo Anto, Gravati, Beterros, Bonito, Caruar,
Altinbo, Garaohos, Baiqae, S. Bento, Bom Coo-
selho, Aguas Bellas e Tacaran!, as tergas-feiras.
Pao d'Alho, Nazareih, Limoeiro, Urajo, Pesqueira, I
lagazeira, Florea, Villa Bella, Cabrobo, Boa-Vis-1 Jaizo do commercio,: segundas as 11 horas.
ta, Ouricury.Salgueiro e Ex, as guaras feiras I Dito de orphaos ; larcas e sextas is 10 boras.
-
SeriobSem, Rio Formoso, Taraandar, Una, Bar-I Primeira vara do civoi: tergas e sexlas ao meio
reros, Agua Preta e Pimenteiras, as quintas | da.
Seganda rara
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Kalacao : tercas e sbados as 1 j horas.
Paxenda : quintas as 10 boras.
do rival : quartas e sabbadss a
1 oora da tarde.
EPHEHEHIDES DO MEZ DE JLHO
1 La bota as 6 h. e 56 m. da l.
8 Quartocresc. as 2 b. e 39 m. da t.
16 La cbeu as (i h. e 4 m. da 1. .
24 Quarto ming. as 14 h. a 54 m. da m.
31 La nova a 1 b. e 52 m. da m.
DAS DA SEMANA.
22 Segunda. Santa Mara Magdalena.
23 Tt-rra. S. Apolioarlo b. m., S, Lbanio b.
24 Qoarta. Santa CnrisUna v ,S.Francisco Solano f
5 Quima. S. Tniago ap., S. Cbristovio m.
26 Sexu. Ss. Sympbromo e Olympio mro.
27 Sabbado. S. Paotaleo medico, S. Sergio m.
|28 Domingo. Santa Aona mal da mi de Dos.
- 1 :...'
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 10 boras 6 m. da aianaaa.
Segunda as 10 boras 30 minutos da tarda.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Pan o sul at Alagoas a 14 e 30; para o norte
at a Granja a 15 e 30 de cada mes; para Fer-
nando nos dias 14 dos meses Janeiro, mareo, mal?
Julho, setembro e novembro.
PARTE OFFIGIAL
OVGRMO DA PROVINCIA
Contiouaeio do n|tedien'c de da 6 de abril de
T
manda declarar a V. S. em resposta ao sen offlelo
desta dala, sob n. 91, que a tbesooraria de faten-
da tem ordem para pagar as folbas dos o pe-
1 rarios desse arsenal que trabalbaram n3s seroes,
! como V. S. solici'ou do sen citado offlelo.
N. 367.Dito ao mesmo.O Enn. Sr conse-
ibeiro presdeme da provincia manda declarar a
IV. S. em resposta ao seo offlcio de honiooi, sob n.
i 9, que a tbesouraria de fatenda, tem ordem para
paear ao pharmaceutwo A. Caors, a quaatia de
63,5612 constante do citado offlcio.
N. 368.Dito ao commandaote superior do Li
1867.
3" secgao.
.V 346.Offlcio ao inspector da Ihesonraria de
fazeuda.Transmuto a V. S. para seu conhecimen-
ti e flns convenientes copia do contrato celebrado,
uesta data com o Dr. Ernesto Feliciano da Silva moeiro.O Eim.Sr.conselbeiro presidente da pro-
Tavares, para ir prestar os seos servigos mdicos viocia manda declarar a V. S. em resposta ao seu
a' fue'da guarda nacional em commissao no Pao offlcio do do correle, que nesta data autorison
d'Aib. |se a 'besourana provincial a pagar ao negocame
_\. 347.__Dito ao mesmo.Teolo por offlcio de J*o Teixeira da Rocha os veocimentos constantes
1 de mar^i ultimo, antorisado o director Interino do_pret, que em duplcala veio aouexo ao citado
lUeinas daquelle arsenal, aflm de se fater com
urgeucia o armamente, que se acna inotilisado,
ma> tainbem oceorrer-se aos demais servidos que
torem iodispensaveis; assim o commooico a V. S.
cara -au conbecimento e aQm de que pagae as res-
pectivas felfeas.
N. :iiS.Dito ao mesmo.-Transmiti a V. S. as
mciu-as cootas em duplcala qoe me remetleu o
chele da repartigo das obras publicas com officios
de 2 de correle, sob ns. 74 e 76, aBm dj que, se
nao houver inconveniente, seja paga a RaQno Ma-
offlcio.
N. 369. -Dito ao delegado encarregado do expe-
diente da repailigao da polica.O Exm. Sr. con-
selbeiro presidente da provincia manda declarar a
V. S. em resposta ao seu offlcio de hontem, sob n.
2309, que oesta da a autorisoo-se a ihesonraria
provincial a pagar ao delegado do termo de Goyan-
na 00 ao seu procurador a 'qoantia de 166*200
constante do seu citado offlcio.
N. 370.Offlelo ao chefe da repartirlo das obras
P-ibiica-..Nesta data aotorisno se a Ihesonraria de
fazenda a pagar a RuBno Mauoel da Crut Cous-
uoel da Gru Cousseiro a quaotia de 287J677, a seiro, a quaotia, a que tem direito, como se v das
Cinco-Ponas, no qoartel do Hospicio e no labora- licam assim respondi-los de ordem do Exm. Sr.
orto do istomo de Oiioda, segundo coosta de taes conselheiro presidente da provincia,
offletoyaladeado esse pagamemo ser effeetnado sob 4' secco.
tumba res oosabiiidade, nos termos do decreto n. N. 371.OD -lo ao director geral da iostrocQao
i,88i, do de fevereiro de 1862, se para elle nao publica.S. Eic. o Sr. cooselbeiro presidente da
houver crdito. '' provincia, tendo por portara desta data e em vista
N. 349.Dito ao mesmo.Em vista da conta o do seu offlcio de 4 d-> correte, sob o. 135, re-olv
documeotus juntos, que me remetteu o director do do exonerar a Feliciano do Reg Barros de Araujo
arsenal de goerra com offlcio de bonlem c sob n. do lugar de delegado litterarlo da freguetla de Ipo
9, mande V. S., se nao bouver inconveniente, pa-
gar ao pbarmaceutico A. Ciors, a quantia de
*35612, proveniente dos medicamentos por elle
(ornecidos, duraote o inuissire de Janeiro a margo
leste auno, para a companbia de meoores do arse-
m.il de guerra.
. 350 Dito ao mesmo.Providencie V. S.
para que em vista da folha e pret Juntos em dupl-
cala qoe me remellen o commandanie superior
deste municipio, com offlcio de numera u sob n.
170, sejam pagos os venciinentos a contar de 23 a
j1 de marco ultimo, dos officiaes e pracas do 5 ha-
'. ilhao oe lofaotaria chamados a' servigo de aguar-
telamento.
-Alteodeodo
jul-.i e aomear p-ra o sobslitufr, o Dr. Lourenco
de Si e Atboquerque, assim o mana communicar
a V. S. para seu conbecimento, enviandolhe o ti-
tulo do oomeaio para ter o destn 1 conveniente.
Expediente do dia 7 de abril.
2* secgo.
N. 372.-Offlcio ao Dr. chefe de polica.Tendo
nesta data dispensado, por se acharen) doeoles, do
s -rvico em que se achara nessa villa, os 2 guardas
do segundo esquadro de cavallaria, Antonio Go-
mes Marinbo e Canuto Jos de Hillanda, para se
iratarem em suas casas ; assim o communico
V. S. para seu conhecimento.
N. 373.Dito ao commandanie superior do Re-
.>. 351.Dito ao mesmo.Alteodeodo ao qoe !cfo.-Tendo oesta dispensado, '-por'se acbarem
oxpe no Incluso requanmento o bacbarelI Joao j doentes, do servico em que se achara na vil-
Gootaga Bacellar, julz municipal1 e de orphaos do u do pao d'Alho. os 2 guardas do segundo es-
termo do Cabo, recommeudo Y. S. que mandj quadr3o de cavallaria Antonio Gomes Marinho e
pagar os veocimentos do suppucante, relativos aos
das do mez de margo ultimo, em que por doenle
aeixou de exercer as fuocg; do seu emprego,
considerando-s para esse lira abjmdas la s
illas.
N. 353.Dito ao inspector da ihesourana pro-
vincial. Aonoiudo aoque solicitou ocommaodan-
13 superior da comarca do Limoero era offlcio do
Ia do correte, recoramendo a V. S. que em vista
lo pre juuu em duplcala, mande pagar ao nego-
ciante Joao Teixeira da Rocha os veocimentos re-
lativos ao mez de margo ultimo, dos guardas na-
ionaes destacados naquella villa.
N. 354.-Dito ao mesm. Autoriso V. S., nos
tormos de sua ialorma$4 do 3 do cjrrente, sob 0.
442, a mandar pagar a prolessora da segunda ca-
Canulo Jos de HlUnda para se iratarem em
suas casas; assim o commooico i V. S. para seu
conhecimento.
N. 374. Dito ao lente-coronel Francisco de
Miranda Leal SiveTeodo nesta dala dispensado
por se acbarem doentes, do servico om que se
acham nessa villa os 2 guardas do cando esqua-
dro de cavallaria, Antonio Gomes .Marinbo, e Ca-
nuco Jos de Hollaoda, para se tratarem em suas
casas ; assim o communico a Vine, para seu co-
| nli-cimento.
N. 375.-Dito ao commaodaDte do esquadro de
- cavallaria n. 2 desle municipio.Tenso nesta data
dispensado, por se acbarem doeoles, do servigo
acham na villa do Pao do Alno, os 2
em que se acham na
guerdas do esquadro sob seu cohitando, Antonio
deirade inslrucgao primaria da cidade de boyanna, Gomes Marinbo e Canut) Jos da Hollaoda para se
Maria Adelaide de Barros ebilva, somonte o orde-,raUrern era saas C4Sas ; assim o communico a
nado correspondeata ao ml de Janeiro ultimo, em Va)C para seu conbecimenlo.
qoe por doente nao esleve em exercicio, e bem as-
sim ao mesmo mez da casa em que tuoeciona Expediente da dia 8 de abril de 1867.
aquella aula. < ,
N. 355Dito ao mesmo.Accuso recebido o
offlcio de hontem, sob n. 144, em que V. S. parti-
cipou haver Francisco Xavier Cavalcaoli Lins,
dando por flador Mauoel Cavalcami deAlbuqaer-
que Lins, arrematado, com o abale de 24 por cento
110 prego do respectivo orgamenio, a obra do pri-
meiro I anco da estrada de Iupis>uma eutre o po-
voado desie nome e o de Pasmado.
Em resposta ao citado offlcio lenho a dzer que
apsrovo essa arrematago
secgao.
N. 376.Offlcio ao Exm Sr. general comman-
danie das armas.Sirva-se V. Exc. de mandar
inspeccionar o pardo B,-nto (escravo), de quo trata
o incluso offlcio de Joaquim Felfppe da Costa.
N. 377.Dito ao ospector do arsenal de marl-
nba.Mande V. S. poStar Junto ao caes defronte do
arsenal de guerra no da 10 do correte as 9 bo-
ras da manha, urna canda grande para conduzir
para bordo do vapor Parakvba da companbia Per
N 356:-DTo o raesra.-Ao delegado do trno j "bacana os objectos que o director daquelle
deGoyaooa u ao son procurador: raande V. S. i "f"* lem de remer P"a P"8""0 de Fer"
pagar a quanlia de 1665203. despendida durante o : B*?,a%8 _D, _p aDrasenlar a v
mZ de raargo ultimo com fenlo dos presos | N. m *^StTZmZ-
nobres aa cade ^iw^; e" .' d lado pelo supplente do joit mun.c.pal e de orphaos
conta e relagao Junta aos1 me mw "Jd-la termo de Ol.oda, aflm de ser alistado na com-
ncarreadodo expedient da repartigo da polica aprendUes mannbeiros desse arsenal.
^/'SE-dS a^i.-Snformidade cora I SS ao me5mo.-F,ca V. 1 autorisado
carvao
da
da cora referencia ao offlcio *Jf* uti SVafb "ra aTPtT ouo "Td^Xou-
STK SSbV VtSS rTo rTdTd redc:: -- N Ud,, sob n. 1,27o, -
:or 600 exemplares da le n. 369 de 14 de ma.o de *9m,rspjK; ao
1855, e reactivos regolamentos, annexandose Ihe _*; S^'Sn^Si
>a lor possvel tambera a le n. 398 de 14 de raaio 1 ~.A "!"!".da "
de 1864, e o regolmenio relativo.
N. 358.Dito ao chefe da repartigo das obras
'inbi'.ras.Expeca V. S. as suas ordeos para que
nos termos de sua informago de hontem, sob n.
79, seja feito com preferencia o calgameoto da ra
da Madre de Deus, no bairro do Recife.
H. 359.Dito ao mesmo.Tendo resolvido no-
mear de conformidade com a sea proposta de hon-
tem, sob n. 81, o condootor dessa repartigo Ma-
uoel Lourenco de Maitos.'para om dos lugares va-
jos de engenbelro damesraa repartigo, servindo
iotennaraenie.de seu ajodanle ; assim o communl
mande Vmc. fornecer
seis pares d algemas com cadaados para o serv-
go da cadeia de Seriahem.
N. 381.Dito ao mesmo.Fica expedida a con-
veniente ordem ao comaiaodantefeuperior da guar-
da nacional deste municipio para mandar dispen-
sar do serpeo do aqoartellameolo o guarda nacio-
nal do 1* batalbo de infamar Manoel Ramos da
Cunna, operario desse as eoal, cojos servigos sao
ahi necessarios como Vmc. declarou-me em seu
offlcio desta data, sob n. 92, que flea assim res-
pondido.
N. 82.Dito ao mesmo.Mande Vmc. fornecer
""""."w a .;. c.o Pnihofimanm afim deniiH niaocommaBClao,e superior da guarda nacional do
<:J 'J'Afi lfl^io nTdevera' alciur o Rl Foitool S obJ6^8 c n?t0tes da inclQsa ""
tagaconsur ao nomeado ^devora solicitar o :, '^g municipio
seu titulo na sectaria do governo. I v Q aaaar.aila(ta(, e^ia r-anltit
360.-Portaria.-0 presidente a provincia, fl116 58 aci tal-
N.
<:onforraando-se com a proposta do ebefe da repar-
tigo das obras publicas, couda em offlcio de bo-
je, sob n. 81, nos termos do art. 9' 1* do regula-
memo de 31 de julho do anuo prximo passado.no-
uiear o conductor daquella repartigo Manoel Lou-,
reogo de Manos, para nm dos lugares de enge-'
nheiro da raesma repartigo, servindo ioterinamen-,
(e de ajudante do predito ebefe.
4. teceo.
N. 363.Portara.O presidente da provincia, j
tendo em vista o offlcio do director geral da ios-
trocean publica de 4 .do crreme, sob n. 135, re-'
-di*!*xooerar a Felidiano do Reg Barros de A-:
raojTdo lugar de delegado luterano da fregoezia
de ipojuca e noma para oisubstitoir o Dr. Loa*
Relagao de qoe trata o offlcio cima.
150 barras de madelra.
2 caldelrdas grandes.
200 boneis a cavagnbac.
100 calcas brancas.
100 fardas ditas.
200 grvalas.
200 pares de sapatos.
60 armas.
60 bayonetas. .
60 eenturoe?.
60 bandoleiraa.
200 ebumbeiros.
200 pedras de ftil.

N. 383.Dito ao mesmo.Fica Vmc. autorisado
contratar com os consignatarios do biale naci
para
reN'036t.^UA-OqsaeS?e'.geDtes da companbia 1
rasileira de paquetes a vapor, mandem dar trans-
porte para a corte por conta do ministerio da ma-
nnha no vapor Tocnitn que *e espera de norte
ao director das cooelrucgSes navaes Trajano Au-
gusto de C.rvalbo e a sua molber.
Expediente 4o aeeretirw i uoveroo do dii 6 le
abril de 1867.
1.a saegao.
N. "355.Offlcio ao Inspector do artenal de na-
rinha.De ordem de S. Etc. o Sr. conselheiro pre-
sidente da provincia, declaro a V. S. em resposta
ao sen offlelo o. 1274 de 4 do crreme que nesta
data se expedio ordem aos agentes da companbia
Fernando de dons mil alqaeires de farinba que esse
arsenal tem de remetler para o referid > presidio,
os qoaes vio acondicionados em quiobealos sac-
eos como Vmc declaren em. seu offlcio de 5 do
correte, sob n. 88, que Qca ssim respondido.
N. 384Portara.O presidente da provincia,
ailendendo ao que requeren Manoel Joaqoim Lo-
bato, resolve coaceder-lbe licanoa para remetter
para o presidio de Fernando no vapor Parakyba
da companbia Pernambucana os gneros constan-
tes da relagao junta, assigoada pelo secretario do
governo, Bao podando porm effeetoar o desem-
barque dos ditos gneros, sem que por ptrte do
commandanie do oseara o presidio se proceda a exa-
ro, aflm de se verifloar se b agurdeme em oa-
Brasileira de paquete?, para darem transporte para tra qualquer bebida espirituosa.
a corle no vapor TocanWne, so director das cons-
iroegoes navaes desse arsenal Trajano Augusto de
Carvalho e sua senhora.
N. 366.Dito ao director do arsenal de guerra.
S. Ext. o Sr. cooselbeiro presidente o" provincia
2* secgao.
N. 386.Oflklo ao commandaole superior do
Recife.Tendo Sua Magesiade o Imperador por de-
cret de 21 de mareo prximo Ando, resolvido re-
formar no meSmo posto o teneote-coronel Manoel
Joaqoim do Reg Albuqoerque commandanie do
6* baiaihj da guarda nacional do seu eommando
superior e nomear para o substituir por decreto de
igual data a Alexandrioo Martios Correa Barros;
assim o commooico a V. S. para seu conbecimen-
to, e Ibe envo as inclusas copias dos referidos de
cretos para qoe Ihe d prompia execugo da parte
que Ibe cumpre, faaeodo entrar logo em exorcicio
o nomeado, se acaso J estiver de posse a sua pa-
tente.
N. 387.Dito ao mesmo. -Expega V. S. as suas
ordens, aflm de que seja dispensado do servige de
aquarielamento e guarda nacional do i* batalbo
de infantera Manoel Ramos da Cunta, visto ser
operario do arsenal de goerra onde sao necessa
ros os seos servigos, se qoando declara o respec-
tivo director.
. 388. Dito ao mesmo.Segundo commnm-
con-me o general commandanie das armas em ol
co de 2 do correle, sob n. 482, junio por copia,
falln no da antecedente ao quartel o lente Joa
quira Bartbolomeu Marques dos Santos, comman-
danie do reforco mandado para o Forte do Hura-
co : o que commooico a V. S. para seu coobeci-
mente < fias convenientes.
N. 389Dito ao mesmo.Expega V. S. suas
ordens para que seja dispensado do aquartelaraen-
lo o guarda nacional do 1* batalbo de iofaotarla
deste municipio Aoacleio Manoel dos Santos de qoe
trata a sua informago u. 172 desta data.
N. 391.Dito ao eommandante superior interi-
no de Cabrob.Informe V. S. com urgencia so
bre o qoe refere o promotor publico dessa comar-
ca 00 ufflcio de 10 de margo prximo Ando, jnnto
por copia.
N 392.Dito ao juit municipal da Ia vara des-
ta cidade.Tendo commuoicado em offlcio de 2
do correte o Exm. presidente da Bahia baver nes-
sa data encamiobado ao ministerio da instiga devi-
damente iostroida a peligo de graga de Joaquina
Aotnio Correa Negrao, que ss acba compriodo
sentenga 00 presidio de Fernando; assim o deca*
ro a V. S. para seu conhecimento.
N. 393.Dito ao delegado eacarregado do ex-
pedieote da repartigo da polica.Respondendo
ao offlcio dessa repariicao datado de 2 de margo
ultimo e sob n. 1,351, a que veio annexo por co-
pia outro do delegado do termo de Floresta, rela-
tivamente ao aluguel da casa que all serve de ra-
dla, lenho a duer, qoe em vista da informago
juota por copia mioislrada a esse respelo pelo
inspector da tbesooraria provincial, fleam expedi-
das as convenientes ordens, para qne seja proces-
sada para ser paga qoaodo a assembla legislati-
va proviocial marcar a necessaria qoota, a impor-
tancia da paite des>e aluguel relativo aos metes
de Janeiro a abril do anno prximo passado, por
periencer essa divida ao exercicio ja encerrado de
1865 a 1866. bem como para ser paga a Antonio
Correa de Vaseoncellos, o restante de lal aluguel a
cuoiar de julho daquelle auno a Janeiro prximo
Ando.
N. 394.Dito ao lente-coronel commandanie
do balalho n. 23 da guarda nicional de Sanio An-
uo.O governo imperial segundo me fot commu-
oicado eui aviso do ministerio do imperio de 30 de
margo prximo ttodo manda agradecer-lbe a offer-
la da quamia de cinco contos de ris qoe Vmc. fex
ao mesmo governo para ser applicada as despetas
da guerra.
N. 395. Dito ao julz municipal e de orphaos
suppleole do termo d Olrada.Fit apres-otir ao
inspector do arsenal de roarinba, aflm de ser alis-
tado na corapaobia de apreodites raannbeiros o
menor de oome Antonio que Vmc. remetteu para
este lim com o seu offlcio de 5 do correte, qoe flea
a-siui respondido.
.N. 396Dito ao juiz municipal e de orphaos da
GarauDuus. Em sotuco ao seu offlcio de 12 de
margo prximo lido, teobo a diter-lne que o elei-
lor que deve ser convocado para a reumo do con-
seibo municipal de recurso desse termo deve ser
o mais vutado da legislatura que se ha de Hadar
00 da 3 de maio prximoviodouro como preceiluam
os avisos ns. 92 de 11 de agosto de 18481 2a, 22
de 23 de Janeiro de 1849 % 2 e33 do 1* de fevereiro
ue 1853 e 420 de 12 Oe oetembro de 1836.
N. 397.uno ao pipmotor publico de Cabro-
b.Para lomar emconsiderago a matarla do
seu offlcio de 10 de marco prximo lindo, com
referencia a priso do criminoso Barlbolomeu da
Cusa tai os, fat se misier que Vmc. me envi a
copia a que neile ailude e que nao foi recebida.
N. 398.Dito ao promotor publico do Boni-
to.Nao iocompativel a aceamulago dos lugares
Je promotor publico e ebefe do estado-maior da
guarda nacional, em vista do qoe dispoe os arls. 13
e 14 da le o. 602 de 19 de setembro de 1850, e o
art. 29 do decreto o. 1354 de 6 de abril de 1854 e
do que esclarece o aviso n. 195 de 14 de junho de
1858: o que declaro a Vmc. em resposta ao seu
offluio de o dale mez.
2y9.Diio ao delegado do Rio-Formoso.Res-
pondo ao offlcio de Vmc. de 25 de margo prxi-
mo Hado dizendo-lhe qoe por offlcio de 26 daquelle
mez deierminei nao s a essa delegan a como a
ludas as outras da provincia qoe por si e pelas
autoridades que Ibe sao subalternas, subrestivessem
o reerutarneuio: o que Vmc. devera observar.
3 secgao.
N. 400. -Offlelo ao inspector a tbesouraria de
fazenda.Tonoo nesla da antorisado ao Inspector
do arsenal de marlnba, a comprar no mercado 20
tonelladas de carvo de cok para poder continuar
a fundlgo das bombas de 68 seguodo declarou-me
o respectivo inspector em offlcio n. 1275, de 8 do
correte, assim o communico a V. S. para seo
conbecimenlo e Sos convenientes.
N. 401.Dito ao mesmo. Antoriso V. S. nos
termos de sua informago de 6 do crreme sob
n. 184, a mandar pagar os veocimentos do juix
municipal 0 de orpuos do termo de Serlnbaem,
bacbarel Migoel Bernardo Veira de Amonm, rela-
tivos aos dias deccorrldos do Ia a 26 de margo
ultimo, em qne por doenle deixou elle de exercer
as functo-s do seu emprego, como allega no roque-
rmenlo qne incluso devoivo, coosiderando-se para
esse flm abonadas as fallas deque cima se
trata.
. 402.Dito ao mesmo.Annnindo ao que
solicitoa o brigadelro commandaole das armas em
offlcio de 6 do correte sob n. 493, recoramendo a
V. S. qoe em vista das comas jubtas em duplcala
e nao haveodo inconveniente, mande pagar a
Qjimeiro & Agr a qoanua de 805 despendida
com os eoterros do capito Joao Francisco do Reg
Barros e alteres Ignacio Teixeira Ser/a ambos
reformados e que lalleceram em esjado de miseria
segundo consta do predito offlcio.
N. 403.Dito ao mesmo.T/ansmltto a V. S.
(ara os flns conveoieotes, o pret jnnto em duplic-
is, liraodo veocimentos para o 1* surgent Joao
Tiburclo Rioeiro, que segu em deligencia para
(ora da capital com o tenente-coronei commandanie
do batalbo o. 40 do municipio de Ipojuca.
N. 404.Dito ao mesmo.Mande V. S. ajusfar*
cootas e passar Ibe guia de soecorrimento ao eapi-
tao reformado do exercito Matbias Veira d'Agoiar,
que segu boje no vapor Cruzeiro do Sul, com des-
tino a provincia do Amazonas onde vai flxar sua
residencia. .
N.405,Dito ao mesmo.Transmiti a V.S.para
os flos convenientes os incioeos prels em duplica'
la, que se refere o offlcio do delegado eocarrega
do do expediente da repartigo da polica datado de
6 do crreme e sob n. 2363, e relativos aos venc-
memos de orna escolta que condutlo do termo de
Plores para esta capital aos C recrutas couslam de taes preis e bsio assim do dlobeiro que pelo
delegado daquelle termo e otc-noameole no exer-
ejeto da teotfcHva Ia-vara ds direito, fci farnecldo
,...... v
aos mencioBados reermas, os qoaes eom eicepcao 492. qoe fleam expedidas as necesarias orden?,
omente do de nome Lou de Franga Capucha, qne nao s aos agentes da companbia Brasileira de pa-
fogit do poder da escolta, destinaram-se ao servigo quete* a vapor para darem transporte at o Para
n xe!;c.lt0. escodo consta do predito offlcio. ao capito reformado do exercito Mathias Vielra de
*o-Dito ao Inspector da tbesooraria pro-! Agoiar e toda soa familia, como tambera a theson-
vinnal.-Declaro a V. S. para sen coobecmenlo e Tarta de lateada para ajostar cootas e passar-lhe
nns convenientes, que a quantia de a4, constante guia de soecorrimento.
de meu offlcio de 5 do corrente, e relativo ao N. 425.-Dito ao mesmo.O Exm. Sr.cooselhei-
'5 d*,ea,a ane s rTe de cadei Da "lla de ro Presidente da provincia, maoda declarar a V.
Cabrob, deve ser paga ao capito Saturnino Jos; Exc, em resposta ao seo offlcio de 6 do correte,
da Silva, conforme solicitou o delegado eocarrega- sob n. 493, que a ihesonraria de fatenda tem or-
do deoTolLZSFSu* POlC* 6m ffl" mSJlo*1 Pagar Qa,D,9iro A'rt> a laaatia de
1 Art7 freD'e on S0*000. coostaote do seo citado offlcio.
N. 407.-D lo ao mesmo.Maode V. S. por em N. 426__Dito ao director do arseoal de noerra
basta publica as obras da Mirad do Porto de Gli- -S. Exc o Sr. cooselheiro presidente da provincia;
otos e do empedrameota- da de Boa-Viagem, ser- manda declarar a V. S., era respos ao offlcio desta
vindo de base a essa arrematago as claosulas e data, sob n. 94, que o ospector do arseoal de ma-
orgameotos jnntos em originaos que para esse flm rioba tem ordem para mandar postar innto ao cae
repariigo das obras pu- era frente d'esse arseoal a canoa que V. S. solicilou"
1 om can aUi*i. Y!
me remetleu o ebefe da
blicas com offlcio de 16 do crreme sob n. 83.
N. 408.Dito ao mesmo.Com a inclusa copia
da portara desta data, pela qnal resolv abrir dife-
rentes crditos supplementares na importancia de
53:989^833 rs. respondo ao offlcio qoe V. S. me
dirigi em 6 do corrate sob n. 147.
N. 409.Dito ao mesmo.Declaro a V. S. para
seu couheclmeuio, que acabo de autorisar o chefe
da repartigo das obras publicas a fater na obra
da ponte em eon-iruceo n. 3* iango da estrada de
Munbeca as alteragss indicadas em seu offl;io
datado do 1* do correte e seb n. 69, cora referen-
cia ao do conductor Flix Ramos Qetier tambem
junio por copia observndose assim o valor
daquellas obras a 15:800 rs., como se,v de taes
offlcios.
N. 410.Dito ao mesmo.Inteirado de quaoto
V. S. expoz em sua informago de 20 de margo ol-
timo sob n. 130, dada com referencia da cornado-
na dessa thesouraria acerca do offlcio do chefe de
polica n. 1351 de 2 do mesmo mez, relativamente
ao aluguel da casa que serve de cade oa villa da
Floresta, recommendo-lbe que estando ja' proees-
sada a importancia de tal aluguel, correspondente
aos mezes de Janeiro a abril do anno prximo pas-
sado, para ser paga quando a assembla legislativa
provincial marcar qoota para esse flm por perte-n-
cer essa divida ao exetcicio ja' encerrado de 1865
a 1866, maade V. S. era virta do recibo em dupli-
cis, que incluso devoivo e dos que ji existm nes-
sa tbesouraria pagar a Antonio Corre de Vascon-
coucellos, conforme solicitoa o delegado daquelle
termo 00 offlcio que por copia veio anuoxo ao pre-
dito ebefe, o aluguol relativo aos mezes oe jolbo
prximo flodo a jaoeiro deste anno.
N. 411.Dito ao mesmo Deconformidade com
a soa loformago de 5 do corrente sob n. 145 dada
com referencia ao offlcio do director geral da ins-
trueco publica de 6 de margo -prximo finjo :ob
n. 78, mande V. S. fordocer ao referido director
600 exemplares da le n 369 de 14 de margo de
1855 e respectivos regulainentos, annexando-lhe
se for possivel tambera a le n. 598 de 14 de maio
de 1864 e regulameolos relativos.
N. 413.Dito ao ebefe da repartigo das obras
publicas.Nesta dala expego ordem para que se-
jam postas em hasta publica as obras da estrada
do Porto j* Galiuhas e do empedramento do de
Bda-VMjHoi, sr as claosulas e orgameotos que -leram annexo; ao
sen offlcio de 6 do correte sob n. 83, e bem as
sim a planta que iaclusa devoivo convenientemen-
te approvada, o que declaro a V. S. para seu co
ohecimento e em resposta ao citado offlcio
N. 413.Portara.O presldenie da provincia,
lomando em consderagsoo que expe-x o tospector
da tbesouraria proviocial em offlcio de 6 do cr-
reme sob n. 147 resolve abrir dlfferentes crediios
supplementares na importancia de 53:989^833- rs.
para oceorrer se al o flm do correte exercicio as
despeas a quo elle se dol|Bam seudo 4'500000
rs. para os do art. i- i o 2096,33 rs. para do art.
3a 2 3255931 para as do arl. 7a J 2 1:717*040
rs. para as do art. 18 Ia 6 205*788 rs. para as
do art. 27 743*H'i rs. para os d 1 art 35 Ia
22:0310708 para os do art. 36 Ia 333*176, para
as do arl. 36 S 2a 2:213*208 rs. para as do arl. 37
Ia 4:312*448 para as do arl. 37 2a 2:862*938
rs.- para is dq arl. 37 3" 108*384 para as do arl.
39 717*000 rs. para as do ari. 42 e Analmente
7:709*031 rs. para as do art. 44 visto .tere x sido
injufflcientesas qootas mareadas para taes despezas
como se v das demonstrares qoe vieram annexas
ao cilado offlcio.
4.a secgao.
N. 414Offlcio ao Exm. presidente do Caara'.
Passo as raaos de V. Etc. para os fias coaveai-
en.e a inclusa guia de invalido Maooel Paito Ra-
malbo, qu segoe boje 00 vapor Cruzeiro o Sul
para essa provincia onda tem sua familia e vai
esperar pela deciso do governo sobre sua baixa
00 reforma.
N. 415.Dito ao desembargador provedor da
Sama Casa de Misericordia.Em vista de soa in-
formago de 5 do crrenla, sob n. 633, aotoriso
V. Exc a man lar entregar a GemiuUuo Fernan-
dos da Silva o seu Irmo de oo;ne Francisco To-
lentino de Figuelrede Lima, educaudo do collegio
dos orphaos.
N. 417.Dito ao director geral da iostruegao pu-
blica. Respondendo ao seu offlcio de 5 do crran-
le, sob n. 139, teobo a duer-lne que sendo os mo-
vis de que traa o offl:o do daiegalo litterarlo
mieriuo do Ouncury, datado de 8 de margo flodo,
qoe incluso devoivo indispensaveis ao exercicio da
aula de Instrucgo sconda daquella villa de vera
eiles ser foroecidos.
. 417.Dito ao mesmo.Tendo nesta data ex
pedido as necessaras ordens a tbesouraria provin-
cial para fornecer a Vmc. os exemplares das leis
e regulaaenlos margo ultimo sob n. 78; assim o declaro a Vmc.
para sen tonbecimeoto e em resposta aoseu cita-
do offlcio.
N. 418.Dito ao gerente da companbia pernam-
bucaaa.Informe Vmc. com urgencia interpondo o
seu parecer acerca da materia do aviso incluso
por copia expedido pelo ministro da agricoltura,
commercio e obras publicas em 28 de margo pr-
ximo lindo, sob o. 5.
N. 419.Poriaria.Os Srs. agentes da compa-
nbia brasileira de paquetes mandem dar orna pas-
sagem de estado de r at o Maranbo no vapor
Cruxetro (lo Sul a Miguel Veira Monteiro.
N. 420.Dita.Os Srs. ageotes da companhia
brasileirajde paquetes mandem dar traosportes pa-
ra o Para no vapor Cruzeiro do Sul por conta do
ministerio da guerra ao capito reformado do ex-
ereito Matbias Veira de Aguiar, sua mulher e 5
Albos meoores.
N. 421.Dita.Os Srs. agentes da companhia
brasileira de paquetes mandem por a disposigo do
capito Matbias Veira de Aguiar at o Para urna
passagem de estado a proa no vapor Cruzeiro do
Sul
N. 412.-Di.Os Srs. ageotes da companbia
brasileira de paquetes mandem dar transporte pa-
ra a provincia do Cear, pir oonta do ministerio
da guerra, ao iovalido Manoel Pinto Ramalho, per-
tencente ao norpo o. 30 de voluntarios da patria.
N. 423.Dila.Os Srs. agentas da compannia
brasileira de paquetes mandem dar transporte pa-
ra a corte, por cenia do ministerio da guerra no
vapor Toeantins que se espera do norte ao major
honorario do exercito Caetano Pint de Veras.
Kiteentf. de secretario dt goverat dt dia 8 de
abril de 1867.
Ia secoio.
N. 424.Offlcio ao Exm. 8r. general-comraan-
dadte. d3 arma'.Pe ordem de S. Exc. o Sr. con-
selb jiro presidente da proviacia, declaro a V. Exc.
Va respofla ao seu offlcio de 6 do correle, sob u

em sen cilado offlcio.
N. 427.Dito ao Sr. teBente coronel secretario
do eommando das armas.Declaro a V. 5., em res-
posta ao seo offlcio desta data, que flea expedida a
cooveniente ordem aos agentes ds companhia Bra-
sileira de paquetes, nara darem transportes at o
Ceari no vapor Cruzeiro do Sul, ao Invalido Mi-
justifleagio ? E no caso negativo, peder este pa-
rocbo em virtude do mandado primitivo aotorisar
o respectivo eserivo 7
6.a No caso negativo emquanto ao escrivao, a
nada mais aotorisar ao parocho este mandado,
alm da justifleagio e sentenga floal, que dever
responder o parocho parte qua Ibe requer a cer-
tldo 7
Passo a responder, na mesa ordem em qoe le-
ram redigidas as consultas :
I.* O parocho qne tiver sido antorisado para lo-
mar urna justifleago e dar a sentenga final, pode
e devd recolher os autos ao archivo da sua matriz,
como praxe nesta diocese.
2.a Orna vet proferida a sentenga Jalgando pro-
cedente a jcsfteago deve o parocho langar no li-
vro competent* o asseoio qoe foi objecto da mes-
ma lusiiflcago, sem que seja necessano mandado
algum especial, visto como a sentenga deve termi-
nar por mandar qoe se faga tal laagamento. O
mandado se expede quando a jiMtfleagaa tomada
por outro juit que nao o proprio parocho qoe tem
de abrir o laogaraento.
3.a 0 parocho nao tem escrivao especial; ape-
nas nos processos ba um escrivao eleito, e mesmo
nm P,m Hm.ih 7Z ,'' mJEE"- "i 0o*Bdot3Qba escrivao juramenudo, este s traba-
d7o?uuiaS"taiS a 'da Da '* i 3 1Qe as "** r1-
muanos ua Pa'a. 1 nflM ina ser pMsa(las pel0 propr,0 p>rocD0.
N 428 om-in rfol!;.!^'___M a ** '"etbodj que o parocho tem de seguir
oediente Z S.me'eado """fW^ passar a cerlio do que pede a pessoa competan,
con eraeiro 2Wn, '"" ft a?r ,e : de ,0(,os os as ceriidJo pedida de lo-
" JS^f?2?55STS*/!S" dos os ao,os i da sen[enCa smeote, se Ibe pedem
tet anh n M? ni ,*- LU.?fflC'?ud8 6 dOCOi" Pr cer,idao a "Qtenga ; e se Ihe pedem simples-
hSS^SXSSS ,h9*oarariade ""Ot certido do resal a-10 do processo, deve ex-
,-.,.!-I- 6- de 6d0 correte, sob p. 2361, maoda ba q .a raspnJer a esta consulta.
declarar, qoe a ihesonraria provinaial
------------------ Se a iusiiflca-
m77wT!SS!^lLSS^ commnnl- pessa que Ih'a requer, on Ihe seja declarado o
,miql. Ml0r 1 ar8eoa'de aem ltf fim justo e licit para qoe se Ihe pede tal certldao.
ordem para fornecer_os Mi^paraB de algemas de E' esta a resposta qde teobo de dar s consol-
que irata o seu offlcio n. 2,390 de 8 deste mez.
4-U\ I HX DO I1ISI\IM>.
SEDE VAGANTE.
EipedieDte da dia 17 di julho de 1867.
Offlcio ao vigarra interino de Guarabira.
Acb^ndo-se fiados os livros de langamento dessa
fregoezia, como me declara no sen offlcio de 12
do correte, autoriso o Rvm. conego J jo Baptista
tas qne V. Rvma. rae dirige pelo seu citado offl-
cio ; devendo todava advertir-lbe que nestenispa-
do esta para assim dlzer abolida a praxe abusiva
de se autorisar um parocho para tomar ama jnsti-
fleago e julga-la por sentenga. Permitle-se, quan-
do ha necessidade e para commsdidade dos povos,
que os depoimemos do justificante e de snas teste-
muobas sejam tomados no logar onde residen) es-
sas pes.-oas; para o qne vai mandado especial ao
Rvd. parocho respectivo para tomar os depoimeo-
REVISTA DIARIA.
Pereira Mello, que ah est resldinlo, para ama- tos, e co a soa ioformago extra odiclal remet-
rar e rubricar 03 novos lv/os que tem de servir j ter os amos fechados e lacrados para serem sen-
para o mesmo flm. Nao antoriso a V. Rvma., co- I tenciados pela autondade competente.
1110 ma pede, porque nio pode um parocho rubri-
car e legalitar os livros da qne elle proprio tem
de servr-se.
Sendo para lamentar que anda se acbem por
assigoar os langamemos de 1849 a 1831, antoriso
a V. Rvma para assigoar e legal zar esses assen-
lamentos, e bem assim quaesqoer ootros que en-
contrar sem assigaatara, e cuja authenticidade for
por V. Rvma. recoohecida.
Dito ao conego Joo Baptista Pereira Mello.
Auforiso a V. S
rubricar os livros que Ibe forem aposentados pelo
Rvd. vigano interino de G-alraoira, Ricardo Jjs
Brasilieose. os quaes lera deservir para o aso d'a-
quella matriz.
Dito ao v-gario de Qulpapi.Com o san offlcio
dL9oaC0^^e0,9 rae foi entra-ae a quantia de I qoe fagamos chegar a expressao do seu recoohe-'
112*000, que os parochiano< dess fretroetia offa- cimento a todas as pessoas que se dignaram de
recem para o collegio de missiouaros polacos esta- acompanhar ao cemiterio o cadver de seo, charo
belecido em Roma 18 sempre chorado consorte J >o Falque 5 e ao mes-
Agradecendo a V. Rvma. o interessa qae tomn mo lempo que Ihas soiicueinos, e o seu nome, o
pela sorte da infellt Polonia, o pela estabilidade da obsequio de assstrem a' m religiao catboliea n'aqaelle piiz, cumpre me lou-; rasada amaohia, pelas 7 horas do da, da capel
var ao mesmo tempo os seotimeotos do caridade do cemiterio publico,
qae aomam os seus parocbiaoos e Ibes dispertara
Evadise da fortaleza do Buraco o calceta civil
pra por esta'vez numerar e Jos Joaquira de Sam'Anna, que all eslava era-
pregado no servigo da faina, leudo sido expedi-
das ja* as ordens competentes para a soa captura,
A praga a' coja goarda eslava elle, fui presa
para ser processada.
A Exma. Sra. D. Virginia Falqne pede-nos,
mal Justas syropathhs o'ra com urna iostituigao,
qoe se pola considerar o giran-? da perpatuidade
do catholisisoo n'aqaelle territorio ji lio exhausto
de forg-is pelas multiplicadas voxaco;s que tem
soffrido.
Faga pils V. Rvma. conhecer aos seos oarochla-
oos o merecimeuto e graode alcaoce que tem a
obra pira que concorreram : e em nome da -el-
glo e da huenmidadr! Ihes agradega a piedosa
coadjuvagao que pela sua parte offartaram para o
novo instituto.
Em tempo ser enviad 1 ao seu destino esta e as
de mais qnaotias qaa ja exisiem e as )ua ma fo
rem ebegaodo para o mesmo Oro.
-18-
Offlcio ao vicario de Sabugy.Antoriso a V.
Rvma. para langar nos livros competentes os as-
sentos dos casaraeotos, bapllsados e bitos que ll-
veram logar no tempo do seu antecessor, e que
Ihe vo ebegando s raaos, como V. Rvma. decla-
ra 00 sea oncio de 23 do jaoeiro agora recebido.
Autonso outro sim a V. Rvma. para proceder ao
baptismo coodiccional da liberta Mara qae foi es-
crava de Antonio Alves, e qae com fundamento
se diz nao ter sido anda baptisada. V. Rvma.
perfeitamente sabe qoe a esses baplisraos condi-
cionaos deve segolr-se inmediatamente a eon-
fltsio.
Dito ao vigario das Alagdas.Aecedenlo i pro-
posta qoe V. Rvma. faz pelo sen offlelo de 6 do
correte, nomelo fabriqueiro dessa fregnetia o ci-
dado Joaquira Marques da Silva, visto concorre-
rem nelle as qualidades necessaras para o bom
desempeobo desse logar.
Pode o nomeado entrar j em exercicio. deven-
do qoaoto ames sollicitar da cmara ecclesiastica
a soa provizao.
19-
Offlcio ao vigario da Luz.Informe V. Rvma.
qoaes as vamagens qua resaltara para a igreja e
para os povos da desaoexaca do terreno do enge-
nbo Pendo de cima ora perteacente i essa fre-
guetia, para flear encorporado fregoeiia de S.
Lourenco da Malta, como pretende a assembla
proviocial em addiego ao project n. 99 deste ao
no. Declare mais qnal a distancia qoe vai do re-
ferido terreno a essa matriz, e qnal a distancia do
mesmo raatria de S. Looreogo, qne numero da
almas se contara nelle, e a qual dos dons parocbos
ser mais fcil a admioistrago do pasto espintnal
a essa porco de fregueses.
Igual mutatis mutandu ao vigario de S. Loaren-
go da Man.
-10- .
Offlcio ao vigario do Pendo.Cbegou-me s
mios o seo offlcio de 3 do correte, contendo as
seguiotes consultas:
1.a Deve o parocho recolher ao archivo da soa
matriz, on maodar para a cmara episcopal os
autos das jaslifleages qu por mandado do Exm.
prelado Ihe forem comm.Mtldas com aotrisago de
dar a sentenga floal ?
2.a Pode e deve 'o parocho somanta em virtode
deste mandado abrir depols da jostffleacio seoten-
ciada o competente asseoto no livro respectivo, oa
ser necessarlo para isto mandado especial 7
3.a Sendo requerida ao parocho pela parte ama
certido da justifleago prestada peraote elle, e
por elle, devera ana ceidlo ser pascada pelo pa-
rocho ou pelo escrivao T
4.* No caso de ser pelo parocho qoe melhoio
de ver ola seguir oes certido, daodo um tras-
lade dos autos terbo ai verbum, ou urna copia
summaria e substancial T
.' No caso de dever ella ser passada pelo es
envo, podei tete passa-la sem aulorisacio do
parociu que. tt^urou da. Jais commissario oewi
-
Desde ja' procede-se. na Uiesooraria de fa-
zenda, a' substiiotgo das "sedlas de 5O0J, da 6*
estampa, nao tendo sido anda marcado o dia em
que devera' comegar o descomo da le, 00 valor
das que al enlo nao hooverem sido substituidas.
O subdelegado sopetete em exercicio de Po-
dras de Fugo, mandando capturar alguns guardas
nacionaes designados para o servigo da gnerra,
e que achavam-se homisiados 00 eogonbo Peixei-
ra, nao consentio o respectivo proprietario na
diligencia, levando por coose^uiote aquello sub-
delegado todo ao conbecimento do jaizo muni-
cipal para proceder como for de direito.
Pede-se nos que chamemos a attengo do Sr.
fiscal desta fregoezia para orna offlcina de marci-
oaria da ra das Laraogelras. oa da roa das Trin-
che iras, que tem o inveterado costme de comegar
a frabalbar a's 9 on 10 boras da noite, e leva a
bater al a madrugada, e muitas vezes at pela
manba, nao deixando repousar visinbaoga.
E' de presumir que o Sr. fiscal faga cessar o
abuso, alfas re u-nraend remos a' polica esses
laboriosos nocturnos, que naturalmente de cha es-
tar? ou a dorm.r oa era completa vadiago. *
Como ja' aqu dissemos, boje o espect-
culo em beneficio do distiocto e sympatbico man.
tro do San'a Isabel, o Sr. Poppe : espectculo que
esse cavalbeiro oTereceu ao Ilustrado eorpo aca-
dmico do Recife.
Em breve a ioteressanle artista, a Sra. Poppe,
fara' o sea beneficio qae, segando nos afflrmam,
sera' oflerVcido ao nao menos distincto corpo com-
m-'rciai des cidade.
Desse modo o sympathico par procara provar a
essas corporagdes qoanta grahdo Ibes cabe no
peito pelos applansos (merecidos digamos em abo-
no da verdade), com que Ibes tm ellas brindado.
A lembraaga dos Srs. Poppes foi felioissima, e
nos a applaudimos.
Pelo digno vigario e delegado Iliterario de
Santo Anto, padre Herculano J.s da Brito, foi
enviado ao Sr. Dr. director geral da instrnego pu-
blica um voluntario da patria, em satisfago da
circular da raesma autoridade.
Semelbante procedimiento digno de lonvor.
A professora publica D. Amelia Augusta de
Oliveira Quintal, noraeada para a 4a eadeira de
iostruegao primaria desta cidade, tem soa escola
eslabeleeida a' ra da Peoba n. 11* andar.
Repxrtiq.vo da polica.Extracto da parte do da
25 de juibo de 1867.
Foram recolbidos a casa de detengo no dia 24
do correte:
A ordem do Illm. Sr. Dr. ebefe de polica, Joa -
quito dos Aojos, para recrota. A ordem do subde-
legado do Recife, Jos Dnarte da Crnx, por ferl-
mentos. O chefe da 2a secgao.) G. de Mesqutta.
Foram lelos no dia 21 do correte, oa ma
triz da fregoezia de Saoto Antonio, os segoints
proclamas :
1.a denonciagao.
Melquades das Cbagas Moora, com Malbilda
Lima de Athayde.
Joaquim Aniceto de Mello, quer se moslrar livre
e desempedldo. .
Caetano Delfloo de Carvalho, com Heoriqne
uslaocia de Lima Carvalho.
Claadiaoo Lnlt de Franga, vluvo de Anna Joa-
quina do Sacrament, quer se mostrar livre t
desempedldo.
Joaquim Antonio da Silva Santiago, com Franco-
lina Mara da Coneeigao.
Perseguiros do vapor brasilelro Mamanguape,
sabida nar o Peeedo :
qo RoJrljus Dama t Miguel Ptfsira Leitit,


^
I
Marte --
Comniuiiica#o
"'
Ligeirevama lyae da del eaa d Jula
raalelpal de yaana.
ni
No lerceiro capitulo de soa defeza o Dr. Lacena
declara logo em principio, qt demudo para an-
tro capitulo a apreciaco do utiros 4a soa sus
pensao(confessaodo laslai qt* delles atada nao
tratou), ia occopar se da um faci pracado pelo
presidente da provincia coa) o aaai infringi diipo
signo expresta de le, somante para dar ganno de
causa aos seas injustos aaeasanre*.
A lei infringida diz elle; foi a da 3 de ootubro de
1834, art. 3, dttpoe :
< Compete ao presidente de provinciaascen-
der a qoalqaer empregado por abaso, oraisso,
cd erro commettido em sea ofBcio, promoveado
immediatamente a responsabilldade do m-smo,
e obsenande a respeito ios magistrados e que se
acha duposto no art. 17 da le de 14 de junho d
18]i que marcou as attnbuCOH ia regencia.
O artigo a qoe se refere a disposicao transcripto
concebido ecles termos :
< A aitribuigo de suspender magistrados sera
< ejercida pela regencia, cumulativamente com o
a presidentes das respectivas provincias, em con-
< seiba, ouviodo o magistrado, a procedeado iofor-
macao na forma do art. 154 da Consliinigao. -
CaraleaaiL-Car-as**, i5 .alo de 1967.- skraesmo abysnunds-se
rendo V. S. me fallado para comprar os.,terreaes poler do ttieroo.
difile eogeaho, qoe fican prximo desse GlndWy,'
* eunessa. occasiao nio s Ihe aseegum* 6> os
, veuder, como de consentir qae irabalhasa -nao s a su
nal les como em todos qoe fossem parteneeaies ao i
engento Gara-ass, em rariu da- grande amisade un
que entradnos baria ; eatretanla igaoraado ea o Mas..
SE
no ins|aawNXIV)iaiiaa'rfiay.d* -cada cauto ameajav* coosummir afcell
tapial, afavwqaeceremcs tambem, .... O espectro de negras iuM sobre a fm>- oaale VaaCarado, na fervescencia de seu dsao-
Iba asaegOMa-Ono. grt eabeca da rlotima a sagar-lbo a1 pa o agoarento moctes a: fraterna ar dapanai o'etacao das familias, visara, afeaneire
do-tewplo do Seobor, e i pula ftgat a igliOP-dos amotinados, qae callar,diMie de
ukima hora de ama existencia preciosa 1 -
sliencJVflois flu|wa,vcaUcU do su-
meiivo te ter dasappareeido esta intima amisade, premo Se, a,exnrewao da peasaraerto da Deas I...
a pontos de coaslar-ma, que V.S. na se peja em. ntrela ato, o coracao seaairal do amigo, a alma
abocanbarrme seapra qoe pode.; nio quero e nem, agradec Ja de ama povoacia, nao aadem compra-
dero continuar a ter a fraoaaeta de ontr'ora, e {beoder o arrebaiameoto d am caro objeoio, de om
porlaoto coostando-me qoe presentemente se acba | ente a quam esiavam ligado*, uns por nma sincera
derribado matos para fater leonas as trras araiude, ouiros pelo* suavissimus lagos da can-
daste engeab^ rao regar a' S. qae- se abstenga dade't
de eouiaxl-Jas, ede asar do mais peqaeno acto nos; Mas o genio,.mas a virtnde sao ImmofUes : re-
meacioaades terrenos, lpero qae V. S. atmadeado vivem na memoria das talaras geracSas, a seme-
ao pedido qae por esta Ihe faco, assim obre e com ; Ihanca desses vuiras gigantes qae ora o dedo do
o qae Ibe sera' obrirado ode V. S. compadre e
eriado -Joao Garlos de Meadoaca Vascaocallos.*
O que ba de gresseiro e leviano nesta carta todo
mando v bam; ella ni precisa de comoeu-
tarto.
Pois bem, reja o poblico como respond i esta
carta; efs a miaa resposta :
bist jriador, ora a santa tradiccio de nossos aros,
nos a*on*am, para' estiantoco nrssn, aureoados
do laminoso disco da glori;.
Nao perecer, pois, nos fistos goysaneases a me-
moria do finado Dr. Domingos Vat Carado. Des-
appariee o bornear, mas o germen qae o sea carl-
I doso coragao deitou Ierra, prodazlri a sea tempo
Escadaad ose oeetas disposir5es diz o Dr. Luce-
cena qoe na qaalidade de magistrado, que se sop-
p5e, nao poda ser suspenso sem ser onvido, e sem
preceder informaeao oa-frma da Ginstiwiao ; e
qae saspendendo-o o Sr. bario de VjIU Bella sem
estas formalidades deo tambem motivo* a ser sus-
penso, e responsabilizado.
A presampcao e orgalb acompanham sema/e o
Dr. Lacena, e tem dado causa a certas actos incon-
siderados que ba elle praticado em sua vida publi-
ca. Pelas disposices de lei transcriptas, v o leitor
qne, exeepcio feita aos magistrados, pode a presi-
dente da provincia snspeoder a qoalqaer emprea-
do pobffeo por abuso, emissao ou erro de offlcio,
sem previa audiencia, e sem preceder inforuucS--
na forma do ai. 1S4 da Conslitajco.
O Dr. Lacena, porm, vendo que a portara de
sua saspenso somante ppderia ser atacada se fbs-
se elle magistrado, nao leve duvida em, por sua pro-
pria copla preclamor se tai, visto qae. s delles trata
a coastoieao ; maiio embora as theorias do direi-
to, e decisdVs do governo o coq.trariem.
Parece nos que hoje em boa f nieguem mais
faz queslao le qne um miz municipal nao o ma-
gistrado da CoDsiijuirao ; e nem otra m >.< em du-
vida que possam os presidentes de provincia sus-
Sende lo como a qoalqaer oulro empfegado publico
e categora ieferior, i-das as veres* que ao.conbe-
cimcuio delle Ciegupm.os fados provados d abu
so, erro, ou omiss ao cnrcprimenlo de seas de
veres.
Tr.tibem nao deraudos da portara doSr. barao da Vita Bollaba
fados que provaa>,0ms(io srro e abusos do jaiz
municipal de Goyanna,.pelos quaes devia ser sus-
penso e responsabilisado, na forma por qne o de-
tem ser os i'mpregados pblicos em geral.
Actos idnticos do p'raiica,do pel^ bar.) de Villa
Bella, foram praticadps n:ta provincia s?m as for-
malidades que exige o Dr. Lucena peLq couselbsl-'
rosSooza Ramas, Jos Bento da Cunba .Ffgaeired",
Taquea, vi=coud"e de,Caa)aragibe e outros e nio
f' ram contestados como illegaes, e attontatorios dos
preceitos- Cunstitaciouaes.
E para tirar toda e'qaalquer davida qae possam
terespirilos prevenidos, iraaicrevemos o qne,so-
bre este assompto se l em ama obra jurdica, ha
pouco tempo publicada na corte :
< Os magistrados na sua accepcao, commum sao
t na verdade todos os funecionanos, qur do con-
tencioso administrativo, qaj, do qd/ciario, s5o
todas as autoridades, qn.e JQlgara as quesloes
controverlidas, e se acham l*eslidas de juris-
digo e mando, isto ; do poder d? 4ea\^rtf, e do
poder de ordenar : pelo primero declarara que
tal le rege tal faci particular, em dlscusso, e
decldem conseguiQtemente o raesmo caso part
calar: e pelo segundo ordenara a cxecuclo da
sqa decisao, que se chana julgamento ou sen-
lenca.
t Has entre nos qoaado se diz migisLado, s
< se entende fallar em sentido geral dos jalgado-
c res ou juir.es, membros do poder judiciario, e
< na sua accepcao mais restricta se comprehen-
t dem nicamente o~ junes dt dtreito, que presi-
dem as comarcas, os desembargadores, membros
t dos tribunaet superiores das rclacSes do imperio,
e os consilteiros, ministros io supremo tribunal
t dejustica : porque sao estes os juizuA. qna-. pro-
< priamenle consiituem o poder judiciario, por
terem a condiccao essencial de perpeluldade
i consagrada nos arts. 151 e 163' da- coostituigo
do imperio : o que alias expressp. aa circular
< n. 9 de 29 de jaaero do 1844, qae deelarou que
< a palavra magistrados, empregada no 7,
do art. 101 da constitoico, comprehende somea
te os juizes de direito, e os membros das relaces
c e trbunaes superiores, que tambem sao jnes de
direito, pois applicam^ lei do faci, e sao per-
petaos; mas que nao accontece o mismo lom
c juizes munictpaes, de 0rphSos, ebefes de polica,
delegados, e juizes de paz.
Temos mais a decisao o. 129 de 17 de malo de
1852, e o aviso n. de II de Janeiro de 1858,
que define o magistrado oestes termos :
t Magistrado hoje,na forma de direito, i aquelle
t empregado, que jurisdiccllo e avtoridaie publi-
i ca para administrar a jus'tiga une a perpetuida-
c de segundo o dtsposto no art. 153 da constitu-
< Illm. Sr. compadre Joao Carlos de Mendonca sazonados (rudos; formar eorae8-is cobres, como
vaconcellos.-Giadaiiy, 16 de jamo de 1867.Ta-' o seu, que do alto em qae estejam collocados des-
uno presente soa cartlnha com dala de bontem.^am a dar a mi ao enfermo, aa indigente.
(15), qne bstanle sorprendeu-rne porque dlz-me Todava os amigos, os prenles, e, sobra lulo, os
n'elia cousas qae nanea se passaram entre roim pobres de qoem era protector nato, qae migoa, qae
e V. S. na lempo em qae libamos as mais ioti- tortura ao pensar que n*o mais verio aquella fron-
mas reliadas de amisade. Peen venia para diztr
i V. S. que a respailo do, qae me diz. V. S. esta
te nsooba ; aquelle franco sorriso ; e aquella mi
protectora esieodendo-se por sabr caaeea dos
loleiramente engaado. verdade que flz urna altimjs, jana-cao das-nws*|uiuba*-aggrea5s da
poreao de-4enn em ierras deste etrgenno, e nao no' vrda pabTfca, e ja, coa maiT mais presiera, quau-
d V. S como me quer fazer crer. Nao, senbor,! do, gemeado sobre o leito de dores, se viam aban-
nao cosiumo apossar-me daqulllo qae me nao par
tance, e nem d&ejo deixar aos meas ftlbos senao
aqui'lo qae licitamente me pvrtenoer. Nesta parte
nao qare/ei Imitar a mona gente. Estou, poie,
trbaiBaodo no que ofen ; a.i i teabo saiialaois
a dar.
E qaal a razio de ter desapparecido osea intima ami-
sade, que ha vi a eatre.ns ; admiro me muito disto,
quaudo tem,ido V. S. o principal e uaico causador passos como que resoam n'ami sala inferior
de ludo ulo. Nao Cium abooaua^r pesso alga-
in3, como deye aane-o, senao umbm aos que me
abocaobam e pretndete justar coalas comigo,
sem qae ea nada Ibea de va.De V. S. compadro e
ariado, Anisara di Rocha Hjllaoda CaralcaotU.
Tranquillo em miaba consoteocia, tu Jo podia
eueperardo Sr leneate-coronel J ao Carlos, me
nos qae elle sa alrevetse a aralicar qualqaor acto
com o fiai de destruir a posse de mlnha proprle-
dade 1
Entretanto ao auanhecer da dia 18 do correte,! do pela coofuso
miqea propriedae foi iaradlda peh Sr. tnjate co-1 chegoa a realisar
donados, exposios ao (arioso endaval da pesie T
Vos, qne eris acomido* com paternal disvelo
pelo floade, dapois do tributo das lagrimas, cabe-
vos eosioar a-vossos leoros infantes o rtomedo ho-
rnero, qae naa civeostancias mais criticas da vida,
vea esiendia a sua mi acariciador-.
As vezea, o nosso cora?3o folga de illadir-se :
parece-oos ouvir o solaqae daqueila vox ; 03 seus
ama
porta vat abrirse; a, aa rengar dos ganaos, fi-
lamos os olhos sorrindo, esperando qae nos appa-
rer;a aquelle vulto sympalbico I Elle nao chega ; as
pjlpebras desoerram-se bumilas pelas lagrimas da
saudade ; cabe a illasao, apparece a fra realt-
dade.
Costaraava dizer jvialmente o Ilustre doolor:
< Eu hei de morrer em da de S. Pedro, orrqa9 ha-
vendo so npluosa festa no con, posso, encostado ao
patrono do dia, entrar na celeste morada, proteg-
Triste present meato, qae se
foi em da de (io alta potestade
ronel Joao Carlos, acompanhado do Dr. tniz mnal cetsle qu Deas ocham-a a si...
cipal- e deleg4du Puisaiao di ieodanca Vascoo- Qaaadocirculou aattl njttoia, o pavoneo iqah
callos-, sea soniiaho, dj subdelegado Aotmlo Se-'acred.tar.
aquda Apclolf, sea lavrador, da inspectoras de qonr-1 NSo poda crer, o povo, qae Ihe arrebatassem o
teii'>, guardas;.'. ion^e?, e escravoseue aiheios,' ~sa deslnteressado protector ; cotcu, pois, a.ca-a
fazeodo ao toda nuoca menos de ctm hornera, e I do finado ; mas, qual nao fot a sua coasteruacao ao
acudiado eu em pesoa, o Interpellei sobre om tal saber a verdade : Solucos e lagrimas, mas solu-
prjc Jimento, eiprobrando-llie que par tal meio cas sentidos, mas lagrimas sinceras, foram as do
quiz-ss'j elle linuidardireito* de dominio oa-pos povo so ouvir a triste novidade.
ceto :
Era face de lio jurdica, e legal decisao, de qne
o juiz muaicpal nio magistrado, baqueou o
quadrtlateroda defeza do Dr. Lacena, e d*sap-
pareceu a soohada e suspirada infraccao de lei
pelo bario de Villa Bella.
Alm da queslao ventilada, e qne flea cabalmen-
te refutada, nada mais ba digno de seria conles-
tacio.
Louvores em bocea propria, recriminacoes re-
petidas contra amigos d'outr'ora, con.-so de
abusos, erros, e omissoes no desempenbo dos de-
veres de sen cargo, indirectas e allusoes que nao
pegam na lisa muralba de urna consciencia tran-
quilla, e reforcada pela robustez de um carcter
probo e honrado, como o do bario de Villa Bella,
ais o que conlm o longo capitulo 3., cbjecto deste
nosso escripto.
Lastimamos a posic&o melindrosa am qae se col
locoa o Dr. Lacena, noje em luta com as cense-
quenciai. de soa irreflexao, e pooca prudencia :
e descepamos al cerio ponto es desvarios de sua
defeza, que longe de o favorecer ante a opioiao
publica, cada vez o comprometa mais, e justifica
o aelo do presidente da provincia.
Quaudo a calma, o sangue fri, e reflexio. volta-
rem ao espirito atribulado do Dr. Latene, reeonhe-
ceri elle o qanoto tem andado errado no plano de
defeza qae adoptoa.
Analisaremos depols o 4.*, e ultimo capitulo da
defeza.
Recife 25 de jolno de 1667.
se mas a-resposiafoi o assaltos cercas de mlnha
stta de gados, as quaes foram inutilizadas peta
aultiJaa aoeslrepitsa som de inferna! alarma I
iVu-J-ncia.ou fraque?. de raiuha parte, o certo
que nio oppa: camo liaba direito de fazer, fores
afarci. Resigoei-me ao papel qoe a desgranada
A's seis horas da tarde do dia 29 de junha de
1867, sabio aquella alma geolrl, as brancas aras
da caridade, aos ps do Eterno I
Cooolao par estas palavras do scepliee da E--
criptura :
E sahe o sol, e pot se o sol : e aspira a seu lu
gar, bTonde nasceu
Ac-iie a Etma. familia do Ilustre finado eslas
loteas expresaos, inspiradas pela magoa da*4tN
aos acharaos possuidos par to infausto acontec
meato.
Goyanoa, julbo de 1867.
Jorges Costa,
Mal
situagio dominante do paiz, ubriga o cidado pac-
fico a reprsenlas.
Tirapo-vina era .q-ie usltca se faca ; e bpje na i
ba que esperar-seoia da tempo.
Nao me canso em demonstrar o mea direito no
terreno sobre o qual por tal modo provoeoa ques-
lao o Sr; tenenis-eeronel Joo Carlos ; todas os
raeus reos e visinhos sabem qoe o leobo, sem
eootestagio, ao passo que o meso Sr. lenente-co-. oraco f bre reel Dlo ?!-
ronel Joan Cario*-- feria canUmi pela sua des- i wrv" uoerc recitan peio vt
marcado ambie^o do ampliar asraia* do sao.eoge gario L.tHrencrt Albuqner*|lie
nho : hnja vl;ta_as.qa-i53s.qu3 tem lido com lo- ( ILoyola. OO di 'i *C Jfllho dei867
dos os seus visinhos conftaaote, a -aber : Srs. 7 da do OOito do Br. I JlUa
r. ITMIM Aatonio Acciqii, do enteuno Bim- ...r Vaat rnrado '/M
Jardim,.Joo Flix, do eogenho Cimuteogue, eTtio- *"* "** ^wraa. ( )
mu Jos da Silva Gu.-mio, d) engenho Aritlcum, CircamifeiirMit me indique, et-
ho,o sua propredade. iw eral qui ad/uvaret
Eatretoolo julga a propasito publicar o segnin- Respiciens eram ai adjulortum
le documento ; hominum, etnon crat.
Illm. Sr. Francisca Estoves de Mallo.- Gin- Memoroius sum misericordia
daby, 7 de raaio da 1867. Para esclarecer duvi- tuo, Domine, cteripuislt me de tem-
is futuras nosjimites eulie esle e o engenha pore imquo, et hberasti mt de perd-
Ctra-a, venho por meio da prsenle pedir-lhe fjeit.
que por favor se digne, com o escrpulo e ver- Cercaiam-me de .todas partes, e oaohaviaqa?m
dade qoe o caraderisa, dizer rae ao p desta o me ajudasse. Eslava olhaodo para osoceorredos
que sauber a respaila de taes limites, por conside- horneas, e nio apparecia. Lembrei-rne de tua mi-
rar V. S. muito habilitado, nao s por ter de ludo sericorda, Senhor, e tiraste-me do tempn do aper-
iuteiro conbecimento. como por ter sido n'este mes lo e livrasie-me da perdi?ao. Ecclisiastico, G. 31.
mo engenho administrador e rendeiro por mais Quando a vida ba sido um lidar consante pela
de trinta anuos. feiicidade do prximo, V marte oarece eperar
t Entrando para esle engenho depois de sna soccorro dos prenles, das amigos; mas de pTefe-
sabida, teabo continuado at hoje a servirme das reacia espera e cona na misericordia do Sanhor,
posses e divisos que acnei, principiando pelo lado que s qoem pode desatar as prises do lempo,

Corrdspodencias
Srs. redactores Victima da prepotencia do Sr.
tenente-coronel Joao Carlos.de Bendt>n$a Vascon-
cellos, vejo-me forcado a vir a* imprensa, para ma-
rjiesiar ao poblico o ataque por elle feito a mim e
* minba propriedade no dia 18 do correte mez,
para que se ajuize bem da sltuacao poirtica, sob
cuja influencia alimentado este potentado de al-
ela ; servindo esta miaba poblieacao de orotesto
por meas di retios, para com deeaggravo aguardo
o imperio da lei.
Como visinnas compadres, ebegamos a entre-
ter as melhores relaces de amisade, com nllmida-
de tal, qoe oo seio de soa familia, e .como se fizesse-
parte d'ella, residi ama miaba filba, a afilbada
do Sr. tenente-coronel Jola Carlos, durante o espa-
co de 6 annos, pouco mais on menos, mu este se-
nber levou o progresso a tal ponto, que sement
porque na nova pnasa politiea por qpe passoa.o
paiz em 1863, nio qniz acampanaar a novidade,
como elle fez, e prefer, Arme nos meas pnaci
pie?, amargar os effeilos da adversidade, voten me
odio iroplacaveJ esta mea compadre, esquecenao
qne se elle tinba as boas gracas.do governo, nao
deixava de ser om renegado poltico, e por isto me
ra lidio antes odla-l do qne elle a' mim.
E todava, Srs. redadores, sabia'- en' respeitar
unto os deveres d*ami8ade, qne nunca manifestei
sentmento menos digno para com este meo com-
0 mesmo, porm, nio acontecen de soa parte
para comigp, e como evltel'sempre o cboqae dos
dossos sentimeiKos, elle, lodo niva e desespera,
procoroo motivopara atacar-me, e o descobrip em
pretendida asotipacio de terrenos, por coaflni-
rera os nossos engenbos !
E com eflelo, oo dia 16 do correte, com sor-
prexa, recebi urna carta que elle me dirigi no da
anterior nos segaiotes termas :
< Illm. Sr, compadre Aolonio da Bocha Hollaada
do oasceote oes imites do engenno Campia, sitio
denominado Bocea da malla ( boje eogenbo ) pela
antiga estrada do Car-ass, do lugar coobecido
por Tres irmos servindo a estrada de liutn
divisoria, passaodo palo lugar chamado Cachoeira-
mciada, desta dlvidindo pela estrada que vai para
o lugar Varzea do Calemb a satur na estrada
alm da Aldela-velba, que ral sahir em oulra es-
trada.qne segu ao engenho Bom-jardim. Esta
miuba declara^ao per forma alguma deve obstar
a que V. S. me respoada mesmo em sentido con-
trario a's posses que tenh ; visto como s quero
aquillo que por direito me perteucer.
< Outrosim, sabeodo ea por pessoa fidedigna,
que o compadre Joo Carlos de Mendoo^a Va-coa
ceiios, depois de mandar proceder a estados gra-
phicos, exploragao, ou o que melhor seja entre os
engenhos visinhos, aqui mesmo se dirigi a V. S,
antes de sua mudanga para esse sen engenha Pia-
bas, pedindo-lba que Ihe dirigisse urna caria, que
os terrenos aqum dos mencionados limites, e de
que V. S. sempre esteva na posse e ea a'ella cou-
tioo, perteodam ao eogooho Cara-ass, ao que
V. S. dignamente se negara, nio obstante repetidas
instancias, interessado empeobo e a seguranca de
Osar lvre de qualqoer compromeitlmenio. De la-
do espera resposta, a qae me permuta fazer della
o aso que fr mister.
c Proco, a cooiinuaco de sna saade, por ser
de V. S. aliento venerador e obrigado. Antonio
da Rocha Hollanda Cavalcante.
i Illm. Sr. capilao Antonio da Rocha Isllanda
Cavaicaole.-*iaJ)a5 de cima, 8 de Malo do 1867.
Salisfazeodo aos pedidos qae a'esla me faz em 7
dorcorreole, por me adiar bastante atacado de um
anligo mal, limito-rae a responder-lhe : prlmeiro,
qae, durante o lempo em que a'esse engenha es-
tivo cerno administrador e rendeiro por mais de
30 annos, foram sempre estes os limites qne V. S.
n'esta menciona qae serviram de limite ou.linba
divisoria. Quanto ao segundo, grave o pesar
que tenbo de que V. S. tivesse noticia de um faci
que tao particularmente se passou entre mim e o
Sr. Joao Cario.
f Pode fazer desta o uso que Ihe fr mi -ter :
o que mande escrever por meo filbo Joao Cli-
maco de Lima e Mello, e sobserevo da forma que
me fr possivel. Da V. S. malta atteucioso cria-
do.Francisco Estaves de Mello.
Este documento tem lio grande ferca, que ha
de fazer corar, ea anda a creio, ao Sr. tenente-
coronai Joao Carlos, nao s porque o Sr. Francisco
Estevas de Mello, qne o presin, foi administrador
e rendeiro deste engenho por mais de 30 annos,
come porqae sna probidade i proverbial, a jamis
sera' contestada sua palavra: os. nossos visinhos,
e quica' os nossos comrcaos, Sr. tenente-coronel
Joo Carlossabem qae isto ama verdade.
Teabo cumprido miaba missio e o devar qae
me impaz; a conscieocia me diz que a narraeio
que fi esta' de accordo com a verdade, a que na
lingoagem nio me exced, leudo guardado todas
as deferencia para com o publico, e para com o
meu gratuito laimigo, que lio deslealmente me ag-
gredo ; n'isto fico, porta nio, sem.ahalar-me a di
rlgir ama s palavra a's autoridades, porqae tnv
bem me diz a conscieocia qae ellas sio sardas,
quando se trata de< fazer jusiica a um adversario
polrtieo contra os seus caripbaas.
Eogeoho Gindahy oa freguezia de Barreiros. JO
dejuluo de 1867. *
Antonio da Bocha Hollanda Cavalcante.
DUAS P AL A V RA SOBRE O TMULO DO 1LU1STBB DR. DO-
MINOS VAS, CURADO, OrFKRBClBO A SBU IRMAO O
UUS..SB. D8 H0.VOM0 VA* CVBAau
t Todo tea san tempo deter-
minado : e lado o lotento debai-
xo do cea tem o sen lempo:
Tempe da naseer, e tempo
da morrer: tempe de plantar, a
aarraaear o plantado.
(Eodesiasles, cap 3 v. 13.)
Quando aos embates das
abrigando a alma do bemfazejo desses perigosos
abismos, cuja coolemplacio gla e aterronsa o
coracio.
A vista de tao sbito accotneitimeoto desse fu-
nreo golpe, qaem'se jolgara' preservado ou mes-
mo quera podjra* julgar-se preparado para urna
occasiao ignorada? Por mais que se premedlltem
os meras de defeza, o assalto da raorte ioevitavei.
Eotao aquellos mesmos que mais tioham alon-
gado os seas das. aa beneticeocia, para com o
seu sememante, sao naturalmente os qae experi-
mentara mais penetrante dr, recorrem, e nao
acham soecorro, exforcim-se por sahirem para
esse espaco livre, ende se acham aqueiies de qaera
esperara gratidao, e mais e mais se Ibes restringe
a Itberdade, o aparto de todas as partes. CtV-
cumdederimt me undiqu?, etnon erat qui adjuvartt.
Respiciens eram ad adjulorium hominum, etnon
erat. Cerearam-me de todas as parles, e nao ha-
va quem me ajudasse. Eslava olbaodo para o soc-
corro dos bomens, e nao apparecia.
Nesta triste emergencia nio pode haver demora
de uro s instante, surge a neoessidade do perdo,
e s a misericordia do Seobor capaz de retem-
parar as virtudes humanas, e Insprlmir-lhes o pre-
excelente e meritorio sello da caridade, depois do
que smenlo sao aquellas purificadas, e dignas de
serena correspondida pelas gracas e remunera-
(oes da ootra vida. Memoratus sum misericordia
tua, Domine, et eripuisli me de tempore iniquo,
et liberasti me de perdilione.
Esta cidade, a comarca ioleira de Goyaoa a esta
bora pranta incoosolavel a ausencia Infinita de
um dos seus mais dlstriudes Albos. Nio acharis
mais oessas reunios publicas, nem em seu o-
desto aposento, nem mais onnea no tugurio do
pobre a dispensar beneficios e consolado o illas-
tro, o estimado, o bemfazejo Dr. Domingas Lou-
renca Vaz Curado.
Viode todos gravar oa memoria suas virtudes
cvicas e religiosas, soa fralernidade, seas estma-
los de probidade, vmde desafogar do peila a sau-
dade iramorredoura do amigo\ mas nio toquis
all oo areano de soa sepultura......
Nos cumpre somonte relembrar desde o berco
urna a nma todas as pbases de sna vida, qae nos
ministrar a oceaslio. Nio taoto para immorta-
llsar o oome do nosso finado concidado, quanto
para sapprirmos as devidas proras de gratidio, qne
foram talvez omitlldas, oo bem escalas dorante a
sua existencia, e para aviveotarmos a nossas -up
plicas, e podermos eacaminbar uosooos suffragos
ao Deas de Misericordia em prol de soa alma;
qne vos pego paraentrarmos sacciotameole oa sua
blograpbia. '
Nesta cidade de Goyanoa, berp de tantas nota-
bilidades, que bao delxado gloria para Pernambuco,
para o Brasil mesme, nasceu no dia 12 de dezem-
bro de 1811 o r. Domingos Looreoco Va Cu-
rado.
Seus Ilustres progenitores, qna oeste tempo de
ignorancia pela restriccio de soa conduca, eram
taixados de austeros, nao appeleciam se nao con
quistar o bom concedo da socedade, modelando-
pelas regras que nos ensina a uossa religiio.
Urna de suas ambiges era sea duvida bem
formar o coracao do joven Domingos, mas o ferro
homicida nio consentio qne seu pai visea realisa-
da alguma de saas esperancas. Foi eatito qoe sao
caprichoso e disvellado av, volveo para o menino
suas henificas vistas.
Aos 18 annos incompletos de sna idade, de-posse
da liogua latioa, foi para Olloda continuar o'oa-
tras anise preparatorias, no intuito de matricular-
se na academia jurdica.
Vaz Carado uio precisou-ser eoostraagido para
a carretra das letras, esea propensio alie berdon
de seas ascendentes.
Concedeime, senoores, qoe en diga, queme pa-
reee peculiar dea estndaates da Goyaons, essa
jovialidade, esa expansito de motaas cordialida-
des em grao elevado: o atndante Vat Carado
poasuia esse dom.
Em Oftnd o* seas catlegu, o povo roaamo era
eiponUm ament inrQBdo a anraeiar as qualida-
des do moco goyaooagaa.
Se abi, a reminisaanjda. nos recaraa a septem
arrdjo dos jovens acadmicos, commandados pelo
noseo alete concidado.
Nio pensis, senbores, qoeactis taes aerten-
cem eaalgsivameate a historia protana. Aquellas
doces *afles que ama disvellada a carlahosa me
inagirara seas caros fliliinlaaaaalaali na infancia,
iaaJaaUavse mais profundaaaaie, do que as et
periengteda viriHdade. Nao esa o desojo de glo-
rias e aaaccessos, era principalmente o dever da
maoulaaifo da paz, o resaaviatiannio da ordem,
que o atavia a arriscar-se ; era tambem o amor
da patria, que se Ibe baria infiltrado com a edu
cacao ; e vos sabis, qae todos estes principios es-
toeKriptmindelovataeate o, anuttlna- reaa
que aprendemos.
Completo, serapre com nmito louvor de s
preceptores, o seu tirocinio acadmico, o Dr. Vaz
Carado nao poz mira em sen (aturo, o sen cora-
cio nio se alegrava das proprias felicidades, vea-
do aa mesmo tempo deflobar o seo patricio, o es-
trangeiro meeron, qoe vergava ao peso da mi
zeria.
Occupou, sempre com mnita iotereu e probl-
dade, nesta e na provincia da farabyba aiguns
cargos pblicos; exercio qoasi constante a nobre
profissao da aavogado; mas o empregado de qae
nunca se demltiio, era o de corar por ambos os
syslemas todos os que a-'- elle recorran : notaado-
se a boa vontade, e interesse particular, qae to-
mava pela elasse mais indigente.
Ha horneas que sem o saberem, sio os emento
rea de urna lei providencial -, neo obstara os pre
jaizos iohereates a natureza humana, os tropec
do nosso camlnbar nesta vida nao empatam que
fiquem patentes os fias qae nos propomos, oa qae
vamos attioair segando os altos jaizos de Deas.
O fiaado Dr. Domingos Looreoco Vac Corado
embora uo estivesse Inscripto em alguem obser*
vaneia regular, embera frgil, era um apostlo se-
cular que,se nao levara convenio a inflis e obs
tinados, conduza de lugar em lugar a primeirade
lodas as virtudes ebristes, a caridade.
Ah I senbores, quantas veces nao foi visto em-
bargando a voz, estender modestamente mi cari
dosa ao orphoslnho, ao dasvaldo I ?
Nao someote a alia soctedade, ou a elasse me-
dia, que se record* mais remotamente de favores
impaga veis, de beneficios sem coma. O povo irais
desfavorecido, os mais abandonados da saciedade
eram tambem acariciadas e soccorrldos por esse
hornera christao.
O seu parle altestava o seo eoraeio. Sem que-
bra 'a dignidade de sua posicao soeial, deixava
fcilmente ver lal.accessiWlidade, que o fazli po-
pular, geral mente-applaadido.
M?s. senbores, lodos ns seus disliaclivos nao
podiam servir -Ihe iseoto da inexoravel marte.
Anda no goso de suas robustas laeuldades,
aenhama causa habitual bavia annunciado a pro-
xlmidade do seo passamento, alimentando talvez
novas esperancas de contribuir para .-uavisar os
dissabores da pobreza em raa trra natal, foi des-
apiadadamente arrebatado por urna repentina coo-
gesta cerebral. Ja nao esti entre os vivos essa
alma candosa, o sea corpa cadver, qoe encer-
rado n'aqoelle icerencorio e tenebroso claustro,
esta sendo lirefeilo, e cccfondldo com a trra, de
qae lora formado.
Ah I que nao podessemos socc rr-.-l: ? Nio
esti no poder humano.
Qjando o Dr. Vaz Carado lactava de balde com
esse inimiga commum, qaando seu peilo arqoeja-
va de caneado, suas ideas eram s pavores, quan-
do nem mais podia fallar, a seus olhos mal s'er-
guiara tibios eomo para suppiicar, nao eramos
mais competentes para accodi-lo. Ctrcumderunt me
indique, et non erat qui adjuvaret. Respictens
eram ad adjulorium hominum, et non erat.
Areligo, seenores, auno esclareceu taolo
urna alma como na bora da morte. Coosola-me
ver-vos tao accordes Das preces que dirigs ao in-
mortal pelo descanco eterno da alma do Dr. Do-
mingos Lrareneo Vaz Carado. E' esta a mais evi-
dente prora de gratidao qae podis tributar a sua
memoria.
Aquelle pai de misericordias que veio a (erra*
dir testemunbo do sea amor para com os dmeos
nao abandonara' um < instante urna creatura qae
to amiga foi de preceiio da caridade. Memora-
tas sum misericordia tuu, Domine, et cripuistt me
de tempere imiquo, el hberaeli me de perdittone.
Piedosos Goyanuenses, qae incoosolaveis prau-
teafs a morte do vosso amigo, do vossoo bemfei-
lor, em sigua! da-vossa gratidao, e saudade depo-
sitad sobre a fra lapida qoe o cobre ama corda de
roIvos ; e vehementes impetrai do allissimo para
a soa alma o descaneo eterno, e a luz pernean.
Rquiem eternam donad, Domine, et lux perpe-
tua luxeat et.
Disse.
periodo na affecfSes pulmonares, em qae
6. preciso infelizmente perder-se toda a es*
peraoca.. Nio arisquis pois- vossa vida por
meio.demal. cabidas-dilaces e imitis de-
moras.........
Acha-se veoda as pbarmacias de A.
Gaors, J. da Conceico Bnrvo 4 C, e P.
Maurer ae
O novo bioeode Poraambnaa descoata leltrasa
a 7 e 9 por cena ae anao. conforma oa prazos.
RMdimento d da,t a t...>l^. lAl:403JJol6
dem de dia 23................. 24807#436
Roa larga do Rosario.
Segundo andar do sobrado tt. Si .
Terceiro andar dem dem .
_ Roa da Roda
Casa terrea n. 3........
Idemjdam o. 7......
Becco do Quiabo.
Casa terrean. 8......,
Ba do Knranamenta,
agotado de dous andar* n, 3.
PatriBanif de rih|a.
Roa das Larangeiras.
Ca* 17. ....... mjoo
dna do Raagel
Caca terrea o. 8*......301*000
Roa.da Lapa.
300*000
301*000
96*00
86J0fjO
141*000
401*00
Casa n. H.
dem a. 47.
Ra da Moeda.
'Volantes entrados com fajeadas...
> gneros....
Volames sabidos com fazendas...
gneros....
16; 209*452
331
349
-----680
196*000
351*000
181*00
114
120
234
Resposta.
O ab'iixo assignsdo somonte por defferenea ao
publico que da se ao trabalbo de responder ao
aunando felto ne-to Diario, em nome e talvez sem
setnela, de Anna Joaquina da Silva, eomo herdei-
ra de sea Sitio, o OnadoJs Antonia Ferrio de
Figuelrdjo, no qual se protesta contra a venda que
o abaixo assignado pretende fazer, psra solver os
dbitos do casal de mesmo finado, cuniprindo as
sitn o dever que Ihe foi imposto pelo Sr. joiz, no
ado das padrinas, e honrar as cintas do finado :
porqn-, tanto a appetlagaa-interposta como o refe-
ido ao nuncio, nao sio senao om capricho peqae-
nno proprio de quem o eatprega, pira encom-
moda-lo por ter se casado com a viuva. visto que
as despezas serio tiradas dos rendlmentos dos pre-
dios dados na partilha i mesma berdeira, e oe-
obum prejaiza soffrem os extremos procuradores,
quando se bouvesse razio de reclamar contra a
pirtilha, nao seria por certo a herdeira 4 qual.
caben do a qnaotia de 26:199*788, foi aquinhoada
em predios i reoder e na quanlia de 249*302 em
diobeiro, ao passo que meeira se deram terre-
os qae nada rendem e os peiores predios, che-
gando a ventada de fazer quesloes, a tal ponto,
que ha vendo en juizo duas que.-iSes judlciaes
principiadas pelo finado, centra Francisco Antonio
Alves Mascarennas, e pelas quaes se leve de pa-
gar conforme o jolgado 190*680, essas rae-mas
custas foram impugnadas e glosadas das coDtas,
bem como o salario de advogado e procurador qae
pesou sobre a viuva. a qual para evitar quesloes e
demoras, nao qufz fater valer sea direito.
O abaixo assigoado nao est aeostomado a ter
quisto s e nem deseja te-las, mas, oertoida Justina
que Ibe assiste, e confiado oa rectidio e imparcia-
lidade dos dignos membros do superior tribunal
da relacio, nenhura reeeio tem da deeisao Inal,
nem da proclamada aecio de sonegado.
Admira, porm, que alguem nio tenba ja em
satisfacio a seos caprichos, comprado os dbitos
do casal inventariado, para demanda-lo e fazer pe-
nhorar aqueiies predios, cora qae ihe conviesse fl-
car por melada de sea valor, dimioaiodo assim
a parte da meeira, s por que esta tere a audacia
de casar com o abaixo assignado, e nio qaix en-
trar para um dos recolbimentos, como M instada
pelo intimo amiga do finado e seu mmilavel tes-
lamtnteiro. Podem os procaradores fazer qaantos
annnneios o publicacSes qaizerem, qae neabama
resposta mais se Ibes dar.
Digoem-se, seohores redactores, dar pobhcida-
de do seo coaeeltaado jornal, a eslas pequeas
observacSes do sea affeicoido
Joaquim Ribeiro da Gama.
Recife, 24 de jalbo de 1867
Descarregam boje 26 de jalbo.
Vapor loglezOfmomercadorias.
Brigae ioglezC/oana-mercadorias.
Paieeao prnsaianoAdoatt -dem.
Barca aglezaJoan Wellmandem.
Brigne ioglezSonoeaw-carvio de pedra.
Barca naciooalPaoorifa -charque.
Patacbe nacional Vatenieidem.
Patacho nacionalGuilhermmadem.
Brigae portugaeziV. S. daConceicaodem.
Polaca nacionalS. Pedro dem.
Importarse
Escasa prassiana Adonis entrada Je Hambargo,
consigoadi a R. Scbmettan & C. manifestou o se
guinte:
3 caixas vidros, 6 ditas e 1 sacca drogase a J.
C. Bravo & C.
2 caixas lia e trancas, a L. Jos Ferreira.
2 dit ,s couro de lustro, i dita rame era caixi-
nhas, a Vaz 4 Leal.
1 dila batatas de fiares, a Tuso & Irruios.
6 ditas ferragens, a S P. Jobuston.
2 ditas fazenda de algadia, 3 ditas amarga aro-
mtico, a Sehapbistlin & C.
100 barricas cunalo, 90 canas velas steartoas,
a Tb. Christiansen.
1 caixa presuntos e salames, 1 dita ameixas, 2
ditas macaus e peras, i gigo loo^a, 1 barrica ce-
vatiiuha, 4 ditas legumes; a Malerouz h Leog.
109 caixas velas stearinas, 2 ditas mercaiiorlas
inflamaveis; a ordem.
i dita burra de ierro, a Keller t C.
2 ditas miadesas. a Olio Bohres.
270 barricas, 900 caixas e 1300 frasqusiras ge-
uebra, 1000 pceles papel de em'.-rulh >, 2 caixas
obra de madeira, 20 ditas vinho, 56 ditas velas
stearinas, 100 barricas potassa e 2000 garrafoas
vastos, a Babe Schraelan & C.
Escuna prussiana Joachim & Hinrich, entra-
da de Hamburgo consignada a Olto Bohres & C,
raanif- siou o segulnie :
8 caixas miudesas, 2 ditas fazenda de algodio, a
D. P. W.
2 ditas fazenda de la, a Leuden W. & C.
8 ditas lilas e drogas, a A. Caars.
2 duas chapos, a Cbrisliaui &,Irmao.
40 pceles esleirs, a Henry Willmer.
22 caixas fazenda de i nho, a Schapbeillin & C.
3 ditas ditas de algod j, a Keller & C
10 ditas conservas, 24 ditas cartas de jogar, a
ordem.
1 dita miadesas, a Odorico da Cmara.
2 ditas fazendas de algodio, a Parete Viaooa
&C.
300 caixas e 80 barricas genebra, 686 garraS :s
vasios, 10! pacoles papel de embrulho, a Rabe
Scbmittao & C
1 caixa mobilia, 1 dita salame, 1 dila bolacha, S
duas biller, a Jos F. P. Bamos.
100 ca xas velas stearinas, 2 d tas papel, 1 dita
legamos, 1 dila p e conserva, i dila vinbo, 2 ditas
fazenda de algodio, 1 dita pinceis. 1 dila e 2 bar-
ricas tintas, 2 botijas azoogoe, 24 caixas o 1 barri-
ca miudesa-, 1 dm e 1-20 caixas vidros, 1 barrica
azeite de peixe, a Olio Bohres.
1 barrica birlmbus, 1 caixa armnica?, a Vaz
& Leal.
21 caixas vidro, 1 dila perfumarla, a L. J. Fer-
reira.
20 barricas alvaiade, 1 pcele papel, 1 caixa
drogas, 2 ditas miudesas, a J. da Silva Fara &
Irmo.
2 caixas miadesas, 1 dita ferragens, a J. A. M.
Das.
1 dita ditas e 3 dit's miadesas, a S. T. Bastos
& Irmo.
3 caixas e 1 barrica oiro para doirar e drogas,
a Bariholomeu & C.
350 barricas cerveja, 3 caixas e 1 pacote taboas
de aspbalta, 3 lobas de ferro e 6 juntas de di'ioe
Tb. Cbristianseo.
RECGBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES.
Rendmeoto do dia i a 24........ 33:3315567
Mem do d'a 25................ 1:915J633
Roa do Vigario.
Primeiro andar do sobrado o. 27 .
Roa do Pilar.
Casa n. 99.........256*000
dem n. 103......... 200*000
dem a. 94....... 201*000
Sitio o. 5 no Pornn da Cal. 110*000
dem. n. 105......; 144*000
As arrematarles serio feitas pelo lempo de am
anao, devendo os licitantes virem aeonpanhadas
de seus fiadores oa munidos de carias dette.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife 25 de jalbo de 1857.
O eserivio,
_________Pedro-Bodrignes de Soma.
O tribunal do commercio de Pernam-
buco em vista do que dispe o art. 9, do-
decreto rr. 863 de-fT-de-novembro de 185!
faz publica a vaga da ara do&officios de in-
terprete de commercio desia prafia, e marca
o prazo de 60 das contados desta data para
que aqueiies que se axharera habilitados
apresentem seus requerimentos instruidos
com os documentos de que trata o art. 6.*
do mencionado decreto.
E para constar mandei passar o presente
qoe ser-publicado nos jornaes de maior cir-
calacSo, o qual vai por mim assignado nesta
secretaria do tribuaal do commercio de Per-
nambuco ao I dejuljiode 1867.
O secretario,
Jos Marcellinp da Rosa.
Santa (jasa de Mise ioordia
do Recife.
35:247*120
.CONSULADO PBOVINCIAL.""
Reodlmeoto, do dia 1 a 24........ 100:532*333
Ittam do dia 23................. i:4669i7
101:999*280

MOYIMENTO DO PORTO
Naci entrado no dia 23.
Babia7 dias, sumaca bespanhola Rosa, de 154
toneladas capitio P*blo Millet, equipagem 11, em
lastro j a ordem.
^ JVotim sotados no mesmo dia.
PeDedovapor braslleiro Mamanguape, commao
dante Maximiano Jos da Costa, carga differentes
gneros.
Liverpoolvapor ioglez Casstni, capitio Hevdson,
carga algodio e ontros gneros.
Barcelonaescuna schleswig baisteiner Belona, ca-
pitio H. Kroger, carga algodio.
Pela secretaria da Santa Casa de Hiserleordia do
Recife, *e faz soieut aos auainas da? casas abai-
xo declaradas, que se no-praao improrogavel de
15 dias nia. vierem renovar o arrendamento das
mesmas casas, serio deltas despejados judicial-
mente, conforma daliberou a,Illm.* junla adminis-
trativa.
Ba da Padre Pieriaoa, casa.o. 49.
Ra dos Pescadores, di(3 n. 11.
Ra das Calcadas, dita u. 30.
Becco do Qaiabo, dita n. 8.
Ra da Encantamento, sobrada de 2. andares
n. 3.
Ra das Larangeiras, dita o. 17.
Ba da Lapa, dita n. II.
Ra da Moeda, dila o. 47.
Ra do Pilar, ditas os. 99, 9i e 103.
Sitio do Forno da Cal, a. 5.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 2o de julhode 1867.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Sonta.
Acham-se a' veda na administracao do correio
sobrecartas ja' selladas com valores de 100 e 200
rs. pelo preco de 20 rs. cada-urna, al:m do valor
do sello.
Correio geral de Pernambuco 24 de julbo de
1867.O administrador h ibesooreiro,
____________Domingos dos Passos Miranda.
De ordem do cousulado geral da Dinamarca
no Rio de Janeiro, s3a convidad? as pessoas que
Dretendaram o posto de con>ul da Dinamarca ero
Pernambuco, actualraeBte vago, a dirigir seos re-
querimenlos a respefto ao real ministerio dos es
traogeiros em Copeobagen dentro do prazo de tres
mezes, contados da dala desta publicacao.
Pernambuco, 24 de julbo de 1867.
Consulado de Franca, em
Pernambuco,
Conforme o art. 7 da convenci consolar con-
cluida em 10 dedezembro de 1860, entre o brasil
e a Franca.
O cnsul de Franca nesta cidade fas publico,
que falleceu no dia 2 do presente moi, o snbdito-
fraocez Jeao Falque, estabelecido na roa do Cres-
po com loja de chapeas de sol.
Pernambuco, 24 de Jalbo de 1867.
O consol de Franca,
Osmio La porte.

er-
V ice-cnsala i o de Espaa em
Bambuco.
Ea virtud de lo dispuesto en el 3 Art. 10 da
la convencin consular celebrada ea 9 de febrero
de 1863 eotre el Brasil y, el reino de Espaa, haje
publico que envidia 25 del que rege faleclo el
subdito espaol Benito Alves estabelecido en Casa
Forte cao aluacen de camestibles.
Pernambuca 26 de juila de 1867.El vice-con-
sul de S. M. Catlica, Juan Buson.
EDITAES.
brisada, neeodlo,
cafo
ddo
lavras eahiao de cada
tempestades da vtda,
que se amontoam e atropeilam, snecede o sepul-! (*) Por se haver dado na pagioieie deaconrna-
cbral lleneio los tmulos, o bornea, como possoi I vo no presen* artiga, de aovo o pubiieaoNa.
do da idea do tea nada, reconcentra o espirita em' O RR.
Tdas as dilaces oa demoras sao
p'rigosas.
Quando a enfermidade ataca os orgHos da
respiragau, a sua marcha progressiva, c ter-
rivel e rpida* e o doente d3o deve perder
nma so hora em lanzar mi do Peitorol di
Anacahutta de Kemp, quando a tosse, as
sufocages, e catarrbo, e a difficuldade da
respirar aonunciam, que a eafermidade co-
mecon desenvolver-se a contaminar as
delicadas membranas e tecidos cellulares
dos orglos da respiragao. Urna s dse to-
mada em tempo evitar mnita doras a sof-
frimentos. Porm por mais formida veis qne
sejam os symptomas, por mais arraigada e
ioreteradi queso ache a molestia, nem por
isso deveis desaperar. Os casos reputa-
dos como incurareis pelos medie :s os mais
experimentados e experientes, sio alliviados
e curados diariamente, mediante o uso deste
admiravel e maravilboso balsamo pulmonar.
N5o deiseis, pois, de acudir k elle imme-
diatamente qae se aprsente a .approxima-
c3o da enfermidade, por quanto existe um
O Dr. Jalo Anteok) de Arauja Freitas Henriqaes,
jaiz de direito da i* vara criminal e substituto
do especial do commercio da cidade do Becife e
seu termo, capital da. provincia de Pernambuco
por S. M. o Imperador que Deus guarde etc.
Faco saber aos qae o prsenle edital virem e
dalle noticia tiverem, que no dia 27 do correte
pelas 10 horas da maahaa, oa sala das audiencias
lera' lugar a arrematarlo do sobrado de dous an-
dares, sito na ra do Crespo desta cidade n. 3, pe-
nhorado por execuco do presidente e director da
caixa filial do banco do Brasil neita cidade, con-
tra D. Anna Mara Maou, avallado em dous cantos
de res; caja praca Acara adiada pela interposi-
cao do recurso de agziavo por parte da ejecuta-
da, a qaal nao leve provimeoto.
Dado e passado nesta cidade do Recife, aos 25
de jalbo de 1867.
Eu Hiaosl Mara Rodrgaos do Nascimento, es-
crivao o ssbscrevi.
Joao A. de Araujo Preitas Benrquts.
DECLARAtytfS.
Santa Gasa da Misericorda
do Recife,
l A Ul raa. j nota administrativa da Santa Casada
Misericordia do Recife manda fazer publico qt
na sala de soassessdes, no dia 31 do crrante pe-
las 4 horas da tarde tem de ser arrematadas a
quem mais vaoiageas offereeer as rendas dos pre-
dios em seguida declarados :
Eoiabelecimeatos de caridade.
Roa do Padre Floriano.
Casa terrea n. 49,......182*500
dem dem n. 17.......186*000
Roa do Fagaadas.
Casa terrea n. 32. ....*
Travessa de S. Jas.
Casaterrean.il.......
Roa dos Pateadoras
Casa terrea n. ti
Ruadas Calcadas.
Casa terra n. 30.......
dem ideo n. 38....... .
156*000
154*000
216*0C0
THEATRE
DE
SAINTE ISABELLE.
C0MPAG1OE
DES
BODfFES PARISIN S
Anjonr'hii, vendredi, 20 de juillet 1867.
Rereaentadon extraordlaalre
DDIB AUX KLVSS DE l'ac.VDEMIE DE P IB-
NAMWCO.
Au bnfice de Mr. Jales Poppe.
Pren ire rpresealalion
LE L.HALST,
opera comiqne en un acia, paroles da Mrs. Sagena
Scribe et Melesville, masioue d'AdoIpna Adaa.
kbsonKagbs.
Daniel, jeuoe fermier........ Mr. Pelra
Max.sergeot.................. Feraod
Beiby, soeur de Max.........M~ M. Poppe.
Cboeur de soldis.
Cboeur de paysans et paysannes. ,
La scene se passo-ea Suisse.
Intermde vocal, instrumental et daosaol.
1.* Ou ver tur a de dragos de )
Villar................... r
2.' Fanuisie paar piano, )
composee et execote par )
3.* Doo da pre aox eleres,
chant par Mr. Feraod
M"" Adele LenormanJ
4. Poar tr agrable au\
beneflciaire, Mr. Candido 1
Quintino Lima, executera \
sur la liuta eocbaoie, des /
molifs sor Lueie de La-I
memuor, arrangs par.../
. Jeane d'arc i Roan,)
sceoe dramatique, chaa-> Bordase
te par Mw Goiliemel.. .)
a.Pas styneo, dame par M Celeslice Tbyarry
et Malhilde Poppa.
LA DEMOISSLLE EN L0TER1E,
operelte boaffti en aa aete, paroles de Mrs. Jaime
Fi.s et H. Cremien, mosique de Jtoqoes d'Oataa-
bacfc..
KasoNAOaws.
Pigeenneau.................. Mr. Noury
Demeloir..................... Pelva
Aspasi....................... M~ Gailuaat,
La scene se passe Pars.
Ordre dustycmcle.
La demoisella en lolwia-
Oaverture.
Faotaisie de piano.
Do da pro aax clers.
Faottisle de flote.
Jeanne d'arc a Roneo.
Pas stwleo.
Le Chalet
Oa tommencera .9 bearta.
V*i i
res, i.
del}
1..J
Maillari
Mr. Poppe
HroM
Mr. JulieHerroao
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3,
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5.'
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^A



i^HMHMi
, IM.I......Mil II lllliMIII IIUIIIIIMUI
>v'
isas martimos
Sap cea a possivel breaidade brlgae asen-
ta UCIOaA, capia* Rail*, iocmkJo oo Man-
**> em oitimo ct68.4ttr14lf.aaa caiga qne
HJIMM UUSILEHU

Paquetes a vapor
I :B* a-parado ios por tos 4o aorta
eSja^M^ at o da 89 Jo eorrente e vapor
^iK/TaV Gevwd,coaan4ante o prlroeiro
m Ej lfMa Pedro Byfpoio Doarte,
W o <|ual depois da donara do cos-
tease segal ra para os portos 4o sal.
Desde ti recebem-se passageiros e ngaa-*e a
carga n vapor poder eondnzir, a qoal dever
ser eaabeacada o dia .de roa ebegaab, eneom-
das e dtnfceiro 1 cete al o dia da sabida as
3 horas. Previne-se aos Srs. passageiros que soas
naasageas 6 se receben nesta agencia roa da
Cruz L eseriptorio de Aolcmio Lniz de Oliveira
Anve4e&C
6:0001000 E aOO(MOOO
Teica-fetra 30 do corrale raez no lu-
gar e boras do cosame se extnhir a 6'
parte de fel* dea* lotera 1 beneficio
da matriz de S. Lourenco di Malta (30.)
As eocommendas serio guardadas somon-
te at a norte da vespera da extraccio.
O thesoareiro,
Antonio Jos Rodrigues de Soaza.
PHOTOGRPHH
"
COJIPAXHIA
Messageries imperiales
Al o dia 30 do corrate mez espera-se dos por-
tos do sal o vapor francez Socarre, coomaodaDie
Masseaet, o gaal depois da demora do costme
segaira* para Brdeos, iocaado em Dakar (Gore)
e Lisboa.
Para eoodlcOes, freles e assageos trata-se
gesela ra do Trapiche o. 9.

GUARDE BAZAR
ra Nova n. 20 e 22
Machinas pa a castora do autor Wheeier
BOA DO CABl'GA M 18, ENTRA******
. PATSO a)A MAHUZ.
0 nosso estabelecimeelo photeigrtphk, -
est sempra em dia com todos os memora-,
meatos e progressos qoe na America du
Norte, ou na Europa se consegae na arto
photograptica, e para alcaocarmos ,ial fia
nunca poupamos despezas nem sacrificios,
de sorte que os aostos numerosos freguezes
podem ter a certeza de que serupre eaeoa-
traro em nosso estabeleeimeolo ludo quin-
to a arte e a moda, offerecer de boaa, ,no
boto e velbo mundo aos amantes da pho-
tographia. 5a
NOVIDADE PHOIOGRAPHICA.
Acabamos de receber todo o necessario
para fazer retratos chamados carte-album.
Joaquim Jos GoncaJyes
Beltrao
IA DO TlrUM M. \7 r ADAR)
ow por lados os paquetes sobre- o> Banco
tal 'ao Braja, sobre os fatuta kiga-
ortsajl.
aber:
LlSbua.
Pono.
'Ventravet on*e lrcciri de IV. S. do Oabiwte flertMpz>4e fctdtira em
'Gniaaare*
Goirabra.
Carme.
A aetoal mesa regadora desta. venerarel ordem)
tendo eraprehendido a reedidcacao do hospital pa-,
ra nelle serem tratados coromodamente os saus
irmos pobres, mas balda de tneios para a coocm
sao de nm taro-justo fin, resolvea dirigir C3ri-s a
todos os seos irmaos afloj de eooeorrereni para
ama obra to preciosa oran ottl a' mesan rdem
rasima
aaeo.
bfiflnde.
EskJ:
Vianna i
Ponte 3o Lima.
naje fiasiellcio.
"Latnego.
Lagos.
Coviihia.
lili II I
Mirandna^^^-
Trocm s&
e das -ealxae iliaes-
rasoavel, na praca da lndp,
Este,genero de retratos ltimamente m- (
veDtado na America do Norte, rpidamente optas do baoco do B*asii
tpropagou naJnglaterra e FraDca aonde !!?mJ.d_es,^on'0.t.maito r>so>v
ota 'actnatmenteHe todo o favor da moda. '* ,_______________|
A caru-album se fas por duzias como os. ^ 'SrpTfoUeteirOS
antigos candes de visita. L-.i-.-am. + a u .
Na Inglaterra trocaram o tome de carfg..llJ>thra^'tito lajga 4% KOSa'M .U
twm peio de Mratoigaleria e os ingleses! 1*?*^^
.usam enca.xflhar estes retratos em quadros SS^iro'.S
com .que ernam aeus gabinetaj. Recebe- dem de ac <*>.
com o donativo qoe a cada nm I be
generoso eoracao.
Taado, pois, sido di-inboidas
acbaado-se a coramissio da
asslgnada, amansada a resaber esses dona ti v,
(tem datlberado W a riidaexla1e oda nm para
esse das, poii qt ja' adundo a msate ohra
em estado de receber airavejaaaeoio, a c :miss4o
ve-se embarazada por taita de meioa para a saa
eontinuacio.
A commisso -ostra a verdadeira -convieeio >
que nenbnm danrmos de nossa oadem deixata'
de contribuir para urna to justa e*em merecida
| WiHXjto. I\asfe2tde|ulho4e,867.
Manoel Aolooia Telaeira.
Jos^Joaqoim 4e Wma Blirio.
Jeroagano Emiliano a> Mframia Castro.
alaooel Antn -o Vlegas iaoior.
Lais Antonio Peralra.
Precisa-se lagar urna ama qae satha ci
[ nhar e faier o^atvigo de casa de pe^neDa^amilia-
,aereadas Crazes, em Saoto Antonio n.-41, n
rrihic.
De ordetp do Illa Sr. ore-ldeaie substituto con-
vido aos em assembia geral, dotning-o 48 do eorreote, as
11 boras da maoha, aQm o> se apreelarem os re-
Ui>rts da directora e coasrlbo deliberativo, e
parecer da commisso de exao de cootas, em
ceofoTraidade cota o .disposlo nos fia* e 4* doarl.
dictar o sau 43 dos oossos estatuto?.
Secretaria do conseibo deliberativo. do Gabinete
easas cartas, e Portngaez de Leftara era Peraamboco f4 de lolho
obra^ ahao da t867.
Jo= Rlberrn da Ponsec
Secretario.
Precisa se alagar oat aaoieqoa a legra pa-
ra vaader m roa : na ra das Agaas-verdes o. 4%
segando aertar.
i
Segando m contrato falto entre a administra
-cao de eerreio (rancez e a cotnpaohia das Mes* v
trr basariates,os agentes desta estio ao'.orisa-
des receber quafiner qnantia de dinheifo que
aera" reeiibolcaio pejos correios de todts as ci-
dai^- da Franca, Italia, Sptssa e Blgica.
Paracondu's e malsjrifjrmafdfts tratase na
agenci roa daTnpi.be n. 9.
dr Wilson, ebegadas
rica; as qoaes pode cozer-se com doos'
pespontos, toda e quaquer fazeoda, emba-
mhar, fraogir. (bordar e marcar roupa: tudo
com perfeicfc. S5o tao simples, qnecom-
prehende-selecilmente a maneira do traba-
lbo e a pessoa tendo pratica de coser em ma-
romas, pode fazer por dia oseruco que fa-
ciam 30 costureiras.
Chama-se este estabelecimento a atten-
cao do publico, visto que elle seacha com-
pletamente sonido de objectos de gosto
como bem leqaes de madreperola^ de sai .,
dalo, fivelas, fitas para cinto, cokes perfu-' auaes de hoie
mana e etc, v i 1uaes ae l10!6
Na ra nova n. 20 e m. Garneiro'Vian-! 3 Pre?
na C.
cando aidir.
Trocamse *notas do banco do Bra>il
sMSjvealxas flliaes : na ras da Cadeia o. Hi.
e de
4d Sr. capiao do f -bala*ao de mfotaria;
Igaaeio Pinto dos -iantas Sases pede-se o lavor de,
se dirigir a roa lo Imperador a. 18, adra de con-'
clnir negocios que o joesmo senbor nao ignora *""'*?"""
Igual f*vor pede se aoSr. Pranotsco Rodrigues dos '2"e fwn r-atdar ao
Santos Carioca.
'Pteeisa-sa de orna ama qae coiinbe,
me e compre para casa de pou--a lamilla :
deHortas al.
0
f?casa do Sr. major Jos Marcelino^
saias, 4 qnarlos.cozlaha rr,.qainui
eatimba: atraUr na roa do Qacipada a.
Jarooymo Ribelro de Sonu las
teso raaatvtdo veaasarosaaeat hele
Uiado?, silo na ra Direila n. 9o, xa&t.
Antonio de VaseoaceUos por se achar
leclraeni i livre a denmbaraeado da ,
poasatiildade, Ucaado o aettao e ptsaavo .
aae ertabeleci meato al esta data ai
dedor, prtame qaataaer vesao que |
direiw atguan reciamaeao pode taat
da tres das a contar da data deste a abi
io sera' o dito .ei-tabeleeianoto
Oatroeim atoa a
engom-
la roa
mos ama cerla qoanlidade detaes quadros,, oaaB-Jie pon 4'agoiba dem.____________
SaioaTr^Sa^ ^ bm PnH? ""l W^^IOS %p0grpMC0S."
As pessoas que quizeiem ver specimens! Acabara de chegar de Franca e estio a ven-
dos retratos chamados curte lbum, j fei- da na ra do Imperador n. 15 defronte de
tes em nossa eetngs5o convidados a visi-S. Francisco: ricas escovas para lavar for-
tar o nosso estabelecimento. I mas, ditas para tirar pravas, componidores
cartobs de visita a 9^000 a ouzia. de diversas larguras mui modernos. Unta
Em consequencia do novo genero de re- Pai*a impresso Iba, ubas ft eotreynhM de
tratos chamados carte-album, diminuimos difiranles qualidades e pontas. A mesma.
opreco dos antigos eartdes de visita, os ca?a continua a ter testamentos de differentes
Dinheire a premi.
Na travessa da ra da Concordia n. 13, sobrado,
a dlra' quem da'.
to a onde deve ser procurado a
liqoida^ao.
*- Alnga-se.ooaegrlnba da ti a1
Hftdetqae ja' cosinna spfrlvel e liri;
4o Trgo n. lj|.
em diante ficam reduzidos
tMPrtHii 8RASILE1RA n ZTtfcffi 0RRES1T2.
DE
mhS A FAPOB
E' esperado dos portos do sal
at o da 8 de agosto o vapor
Paran, commandante o capillo
de fragata Santa Barbara, o qoal
dep is da demon do coslume ;e-
guir i' para os p irlos do norte.
Ricebeoi-sedesdeja passageiros e engaja se a
can;a que o vapor dj! r coadutir a qii&l dovera'
ser embarcada no dia de sua ebegada, encommo-
4z, e diabeiro a frete at o dia da sabida as 2
boras. Prevme-se aos Sr*. passagiros que suas
p3;-a." '-.% se r^bem ne>u agincia ra da
Ctu n. 1, eseiiptono de Aatonio Luu de Oliveira
Azevedo & C
DE
e
Rroaffcfj eosleiri por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Aracaty, Cear
Acarac.
O vapor Parahyba, cota-
mandante Mello, segne para
os portos cima indicados no
-dia 30 do.corrento as -o bous
da tarde. Recebe carga at
o dia 29, eocommendas, pas-1
sageiros e dioheiro a frete at as 3 horas da tarde Precisa-se de ama ama para comprar e coziebar
do du da sabida : eseriptorio no Forte do Matos jara tres pessoas : na roa da Crin no Recife n
8, segundo-indar.
pela primeira duza, sem que por causa
desta diminuicSo de preco, deixeaios de es-i rave| j'
uiersr-n' ;> u nrito ir b.lho, como semjire;
oi noo coaume. Aiui disto, cjatinua
animaes; e folheus de Porcina, Magalona
e te., assim como cidade de Deus, Horas da
Semana Santa, Manual Eooyclopedico, Ripan-
sos, Camiob'i do Co, IJiras Portuguezas,
Mariaiicis, ImitacSo de Consto, Escudo Admi-
necem para ora comedorias sadias e bem fei tas. I de laxo, Bristol, OU porcelana, dourados ou
m*imasLlr.,aIa.'b.em os fre8us s nos pri- Hthographados para o que lemos urna varie-
coavTncSr l'^tiSS^^tSSS^TJ! > ^?" ,2 mde,S' M0,ba de ^Uem SG
callenta, cooforrae o que cada um qaijer despeo- relraar-
aer.os precos sero razoavei. SST VA GOMO PUEVEHQO.
*rr5.'??_^? _Tar<*eJ" Apezar do nosso \(balho ser mu to-co-
Anoainaaina da'*iiv "h^^ *T7^ a onecido nesta cidade, annde traballiamos a
12 anuos, com tudo jalgam&s da nosso de-
ver ttizer h.jo o seguate:
ai do correte, pelo | Nos
.^OLOMfy
-O
Joaquina da nado filho Jos Antonio Fer/o' de Figuiredo, ven-
do no Quno Ct Pern>m-,uco de ^abbad,. 20 -lo
^1SS^&tS^!^X!S;W <*** ft'1'* nos.0 e^tabeleci-
tencentes a beranga do dito sao fllbo.vem palo ora- meQto eniprega-se toda a. cautela para of-
sente fazer publico, que esses bens estao litigiosos, I ferecer-se a par da belleza do .trabaiho, as
OTai'a1adoarrfnrmaSr!lm ,ppeHoa1 P?,rlilba' melhores condicoes de duragao. Doura-
declara qamos mencionados bans esto sugeltos a j mos a econom,as' e ltimamente para-Ibes
aeco de sonegados rJue a annunciante pretendeJ podermos dar uma lavagem mais ampia
tiStaX* a0a,.c's-5 da psr,ilia- A annun- 'e segura, contratamos com a.coinpaohia de
cunte taz esta declaracaopara iae ningaem depois'"" "
ailegae ignorancia
J


n. 1.
Paro o Rio de Iaaeiro
preteaie segair com muitabrvidade o patacho na-
ci-.:ui Beberibe, tem parte de sen carregamento a
bordo, e para o resto que Iha falla e esoravos a
frite, para os qoaes tem excellentes eommodos,
trata se com os seis consignatarios Antonio Luiz
de OUveira Azevedo & C, no su eseriptorio roa
da Cruz n. I.
Para a Bahia
i veleiro
a tratar
Pret-.-ftde seguir com omita brevldale a vellelr
suni*f.a nacional ertencia, tem parte de sen car-
regaoiiuti promplo, para o resto que lbe falta tra-
ta-ieeooi os seas coasiguatarios Amonio Laz de
Oliver Aievedo &C, ni seu eseriptorio, ra d
Crua a. i.
Para o Ass, segu por estes 4 dias
CQler Equc.dor, com a carga que h uver :
na roa ao Vigirio o. 13.____________________
.teas-aeu* pelo Cear
a eseana Getrgtana, pretende segair com brevi-
dad-*, par carca trata-se com Tasso Irmos.a' ra
do Amorta] n. 35, on com o Sr. Quintal.
LEIL0E7
LEILAO
DE
, Um te em Santo Amaro ero ebaos (oreiros com
arvores de tracto, coqaeiros e um viveiro de peixe,
casa de vivenda com teraco na frente eces, en-
tranio pela mor, tendo a mesma casa 23 X Pal"
mos de frente e 1Q de fundo, sala na frente e
atraz, < in alcova, sala no ceotro com 2 qnarlos,
eozinha fra, tendo mais ao lado da sala de detraz,
duas grao les salas cora 3 qoarto?,4ateodo frente
para s fundos^do sitio, o qual n'-'.-nt-' i !ivide"peto sai com terreno pertencen-
te x Joo Fracisco de Overta ; pelo nerte com
terreno pertencente aos herdeiros de Joo Pinto
dos Sanies, e pato poente oom o oiflo da igrejt de
Santo Amare.
Cordelro Sfmdeo
antorfsilo pelos herderros do uado Manoel Fran-
cisco Luii da Silva, farieilo dosillo e casa de
vtenla cima mencionada : os pretehdeotes pode-
r> etamiaar o referido sitio, e para qoalqoer in-
hrtm%* dirigrr-se-Bao no 2 andar a ra da lia-
deia do Becife o. 27, send) o leilao efFeciuado no
4ia ,'.
HOJE
Setta felra, 26 do correte as 11 horas, ,
na ooru que fei da as;ociacao commercial, .largo
4 Carpo Santo.________________________________
LEILIO
DE 1
- Jos Tavares Carreiro scitmiUca ao publico
em geral que de boje em diante as-ignar-se-ba Jo
Xa vares Correia.
Aum advogado,
Quando um advogaoo abandona o terre-
no que julga ter seu cliente, e anda pelos
cartorios depondo da parfe adversa, este
advogado na opiniao dos homens honestos,
deve ser lido e havido por um camlha,
E para que nao continu, acouselbamos-
lhe que se cuhiba deste procedimeuto, do
contrario temos de o apresentar em publico,
para que este Ihe imprima na fronte o fer-
rete de calumniador.
_ __________Sacul.
Oevoco da Seohora SanlAaoa do con-
vento des, Francisco Em virtude de deliber^cao da mesa flea traosfe-i
rida a festa da Excelsa Padroeira desta dasrocao1
para o domingo prximo 4 de agosto Consistorio1
25 de juiho de 1867.
O lecrePario, '
Frederlco H. dai|veira Tavara.
O acame fontoal fara' leilo por aalorisaco de
orna tasaitia qae retirase para fora da provincia,
dus ebjertos seguinies: ama cama de casal, jaca-
raadi, 1 guarda vestido, 1 lavatorio de Jacaranda,
1 piaao c >m ponco nso, t commoda, 1 estante pa-
ra tivros 2 sparaderee, 1 mesa para jamar, I sof
de amare lio, 2 eadeiras de braco, 6 ditas de guar-
nicio, (.qaarttntdira, i cabido, l mesa para -en-
goMmar, 1 cama de ferro, 1 silbao, espartilbos, 4
ra esa-, coraados, alcatifas, lapeteveandielros a
gae, (riaetiaraa Jeap%drjLd| naatamA copos para
agua, 4it- paaa caaa>^AtP,alpifc;|fco para
jaaur, dito t~rra ajmoco.Tarrof pfrrTlom e mni-
tos utttros objectos e tambera urca escrava.
6abbado27.do crreme.
sen esflBtorio a rna da Cruz n. 62, i' ao-
dar, 10 If2 boras.
BlIiaiS
S-uai-fea 29 do cofrttemes, vio a eilao
ata tabatna oo tonrt, pelas -10 horas do da,
wt laberaado espolio de- Aotaaio Joaqaim d*
Merte.
Enigma a tay.
Sao tres beijos mens que t possaes
E um delles entregaejto a tremer ;
S benigsa, envia-me oUtros
Naodeixes d'sandafde eu morrer
Na noite de....
Tive tinta pena do senbor
V. fcxc. sabe o qae pena ? *
E' a prova do amor que Ihe consagra
Pensamento lonco I mais a phase amena.
O ARHOBE VMfil
muifo superior aos xaropes de Cuisinier
e de Larey. De fcil digesto, agradavel
ao paladar e ao olpbato, elle cura radical-
mente, sem mercurio, todas as affeccBes da
pelle, impingeos, alporcas, tumores, ulceras,
sarna degenerad i, escrfulas e escorbuto.
E' sobre tudo poderoso as molestias re-
beldes ao mercurio e ao iodoreto de po-
tassio.
Ubico deposito
Pharmacia de Joaquhn de Almeida Pinto,
roa larga do Rosario n. 10. _____________
O Sr. Jos Marques Soares, que foi
oa negociante no Recife, que mora ou
morn na roa do Tigario, queira vr esta
typograpbia negocio.
Bebiribe uma penna i'agua. Os nossos
carloes de de visita sSo verdadeiras photo-
graphias, que nao preciso de retoques do
pintor para lbe desfarcarem -os defeitos, e
convidamos a quem quizer a passar sobre
ellos uma esponja mothada em agua, ou a
deixa-los mergulhados por espaco de horas
em agua, qu em espirito de vinho : seapre-
senlarem alteraco sero recebidos por os
e pagos pelo duplo do que tiverem cus-
tado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
systemas photograpbieos at hoje conheci-
dos em photographia. O nosso sortimenio
de caixinhas, quadros, passe-par-tauts, e
joias de ouro para axoltocaco de retratos
o mais completo, variado e abundante que
existe nesta cidade.
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fe
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S m -n ZZ ,ra

3
-ra
ra

Quem tiver
e quizer alagar um piano de qualquer qualidade,
lando boas vozes, aaoancieoa dina-sea travessa
da Concordia n. 13, sobrado.
AMA.
Precisa-se de ama ama para lavar
e tazer qoalqoer oairo servigo de urna
geira: a tratar na roa do Trapkhe>no
gando andar, de 10 at 3 horas da.tar
r*J
1 M^ o
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8 t: -3
4)
lia,
fcSflfi.95nflS!
o-oJaiSoScra^-Q
* 1 a ?S^ ^~
t\Ua da liiipuralrtz a. 14, pri-
metro andar.
Retratos a oleo.
- Bitos em C-notj'po.
Ditos em verdadeiro esmalte sobre por-
celana. :
Leoo Cha alia, pinasr e ibtographo, convida
ao illustrado publico a visitar a sua paleri?, ondi
se acha ao r.Qi|ec"o de retratos a oleo de algu-
nas pessois Beso cidade, alim 'do fazerem nm
juizo irnp.'iroial subre a semehanca e desempenbo
dVte.
Huiro sin, pranle ser elle o nico artista nesta
provincia, que irabalha no systeraa de esmalte so-
bre porcelana, ina terav-i, por et vitrificado as,
fiTfi-j ; retralis ews propnos para alrmetes, bo-
toe?, cassoleas, anoeis, etc., etc.
Achando-se em preparativos de viagero, Lbob
Chapelim, roga s pessoas que desejarem possuir
un pe feiD reirato por qualquer dos systemas ci-
ma ditos, aproveitarem esse pouco tempo oue pde^j
dispOr, certos da que icarao conipictameote satis
(eitos.

:
-

GRiNDE BAZAR
RA NOVA N. O E 22


Machinas para descarocar algod5o. do me-
Ihor autor que tem aparecido na America.
E' tal a execucao do ra ichinismo, que o al-
god3o sabe quasi tao pe r fei to como O de.bu-
landeira. Recommenda-se a .atteng dos
Srs. agricultores, estas machinas. _______
~ O ESTUDjVNTE do 2.,ao Jeronymo Lea-
renco de Araajo, venha a ra das Cruzes n. 35, pri-
raeiro andar.a negocio que nao ign.-ra.
Precisase de uma preta eM'rava para ven
der na ra : na ra do Trapicha n. 36, segando
andar.
PARA UZO INTERNO
PREPARADOS SIMPtBS,

;

-




'3
s.s
TbM-2
3
8 a
ce 9
a*
"* t e*
p.B-0
O"
4 ra
9t
AVISOS
10
- .Alaga-seo obrado da roa dos Coainos
: a tratar en Jos CirneirQ.dA Canoa.
a.
servido de
a-sio
m (iTijun casa.de
AtteH$..i'--f*.s rooiaaoMiaa. 50.
O credores do finado Lpiz de Ollveira Games,
negoclaate em Naiareth, aajelram aprsseqUr saas
eonus aos encarregades do'divnleodo ou liquida-
cao de seas1 dbitos, na roa da Madre de Dos o-
32, dentro de oito da? Ondas os qnaes se proce
dera' ao rateto. Tlectte 24 de jalho de 1867.
7
______________________
Precisa-se de-urna ama qae sama cosinhar a
engommar e fazer todo servico de casa : na roa
Direila n. 96.
Jos dos Santos Ramos de Oliveira avisa ai
publico com especiaudade ao corpo do ceramereio,
que sendo bem condecido -anto nesta praca como'
fara della por Jos Bom assignar-ie-ba de boje
em diante por Jos Bom Ramos de Oliveira.
OJOOO
a quem tiver aabadoam papagaio de am p alei-
jado e ama correte oo mesmo p, no becco dos
iras, na dia teaca-feira, as 7 horas, qoeira ser
dada de irate-fc na ra da Imperatriz n. 4P,
ar, qoe recebara' a quantia cima indicada,
eaj meatos.
TUI
Aos^^QO^OOO.
Bllhetes garantidas
A RA DO CRESPN. 3BG*6.t DOCOSTUME
O abaixo assignadoaendao nos-seas muito feli
es bilbetes ;?aranlli*_da'loteria que se acabou'
ide extrahir a beoedcio do thaajr.o Je S. Isabel, os
seguiates premios : *
N. 112 uui meio com a sorte de 2:0G0.
N. 1878 um meio com a soTte de 6005.
N. 38!9 um meio c.jn a sorte do 3000.
E outras mu i tas sortea da 1004, 40J> o 20.
Os.possoidors podemwir receber seus raspee
ivas premios sem os descontos das lais, na casa
df/Porluna a' roa do Crespo o.S'.
-!*rfbaaj-s.9 a ven> os da 6* parte da 1" e i*
>la 2* lotera i beuflcio di marrrz-de S. Lourengo
'I* Malta, que se eiirablra'-iefea feira 3 do cor-
rate.
Para as
'forceo.
Bilbetes.......... 6#000
Matos............ 3*000
loarlos.......... iOoOO
pessoas sjue eomprarem de 1000000
para cima.
Bilbetes.....;------ 5*300
Malos...,....,*,.,.. 2*750
Qaartos.......... 1*373
Manoel Mari; ^ Fiu:a. i

Xarpe de jurubeba garrafa......... .J&joo
'Vinho de tfioo
Pillas d vidro......... l$6oo
Tintura de 6io
Extracto hydralcoolico de jurubeba 12;ooo
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 2#ooo
Xarope > jA6oo
Pilulas vidro... 2(5ooo
Oleo de jurubeba vidros.... 64o
Pomada de pote...... 6io
Emplastro libra..... 25oo
PARA UZO EXTERNO
A JlTRCBEBiJU
Esta planta hoje reconhecida como o mais poderoso tnico, como um exceaj
lente desobstruente, e-como tal applicadt nos bngorgitamentos do ligado e baco, na-
bepatttes propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammaces
subsequentes as febres iniewnitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glandulosos, na anazarcha, as bydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparacoes ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, cbloroses, faltas de menstruagao, leucorrheias, desarranjos atnicos do esto-
mag, debilidade organicns^ e pobreza de sangue, etc.
0 que dizemos affirmam os mais dUtinctos mdicos desta cidade, entra os quaes
podem os citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reira doGarmo, Firmo Xavier, Silva-etc. Todos elles reconheem a encllenla d'este po-
dereeo .aodicamento sobre os demais at ho) 'onhecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicac5>.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juru-
beba, tivemos por 6m generalisar mais o uso d'este vegetal, fazenJo desapparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentesde usar dos preparados -,mpirico~s d'elle, o
mais das vezas repugnantes a tragarem-se, e qae tinham ainda a desva :tagem de nao
ser calculada a dose conveniente a ap,ilicar-se, o que torna muitas vezes improficuo um
medicamento, que podewa produr ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de baverraos convenientemente
estudedo a jotubeba, faeendo as eipenencias precisas para bem conecer as proprifdades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas-fructas ou bagas, e a dose convenieu-
ea appicaco, tendoalm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeicao possivel, para o que n3o .poupamos esforcos, n5o nos importando o pouco lu-
cro que possames tirar
. Jor tanto os que^soidignarem recorrer aos nosebs preparados fedem ter a certeza
de que elles oaerecein a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infalltvel cura
de qualque- dos idffrimentos, que deixamos innumerados, se forem em lempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vantagem de escolher as nossas variadisprepa-
rac5es, aquella que raelhor Ihe pode convir, j pela fcil appcago, ej^ pela compcaco
das molestias, id i de, sexo, ou ainda naturaza de cada individuo. "
As nossas preparacoes ferruginosas s5o feitas de forma que se tornam completa-
menle soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que como
taes estao hpje reconbecidos.
Para aquelles que mais minuciosamente queiram -wnhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a appcao de nossos preparados, destribuinos gratuitamente
em nosse deposito um folheto, onde tratamos mais extensamente d'3ta planta e dos r -
mos preparados,
.Deposito geral de todo radjd so apeos
Botica e drogara
3i-ua Jatga do Rozario-3
__________________________i_______._____________________'______________________


___- .___,
SI16
/
t^senhora portugneza par* o
bomem solleiro : a trata;
Ao eorpo commerdaL
Nos abahro assigoados ftzentos ocenle ao po-4
bliao-e espedalnwnia ao'corpo,4comsarciov^(tna
Kasfeneans aowo astabeiaeisanno ina-.aaa i
aba n. t}, o qoal u ob affrma4a,Costa
Alvares, para a ra das Cinco Ponas n. 71, e a
qaat contina a gyrar na mesma firma. "
Recife 5 de albo de 1867.
Atfloaio Joaquim da Costa.
Mantai Paire Alvares Jaotor.

.....o.
Luis Jos PerorraSirtfSs,,manos e manas agra-
idftem eordialmente a todas as passoas qoe se dig-
tasram' assislir ao funeral ie su ranl presada-roa
D.-Joanna Francisca de Jasas Sirtoas e aoompa-
tba-la ao cemiterio aeidica -e -af^ekialmeme ao
Rasad, pn-feito e mais religiosas do hospicio de N.'
TPanhae coQvtntde S. Francisco, de maro-
rldarn'- as^rtt ams#"do stimo dia qtte teca'
ir na ordem terceira de S. Francisco, as 6 ho-
, manhaatla^iajfi do cocante, peJafloe tbes
. II o f
-----------r^,
TT
aovo DEPOSITO

i nnb
.\l,tl
'

tfadia dVepHB,* ^'{KiantaSV tff'eMaa'a.a
andar.
Oflerece-se am
praUca deuberoa ; ,
Eso do-raraizo m, 30.
moeo por
lera
tbei'
OAWPMHkWOflkVOATJOl
liara escriotorto ou rapaz solleiro
I Alup. se orna eieelleile sata a alcova com mais-
flaat -peMenaa qnartbs Oo 1* andar do sobrado1
UPirNlto na e?att4 te pateo do Ccllegio, com h-
aellas pera oMous taOos : a tratar ao 3* andar
en na rna do Imperader a. 81.___________
a Pfeclsweleurn oboOe lade de 48" a 00
"^U'a'W aop>' antios para ealxelro de nm taberna no Mottelfo '
41 tratar oa ra* do Creno % 8, esqoiqa,
-
Paaa OESCAROCAR ALGODO
Manoel Bento de Oliveira Braga.
53Rna Olrelta b.53
Neste estabelecimento se eoeonlf,IfJ a
verdadeiras machinas americanas ebegadas anima-
mente, as qoaes sao feitas peto mais atatado fa-
bricante da America, por-is avisa a tffiK as pes-
soas qae^precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecimento que cnmprarSo dasmars perfeitas
neste genero, assim como mais barato do qae em
W* qnatoaer parte, por isso qne se recebe por
conta propria, bem como carraos de chombo e moh
nh(|irlioer milao, o. grane sortiaeoto defer-
e iudezas am greaoo a retalbo.
Machinas amorieaiHB para moar "caf, de
op.i systoma, proprias para refinacao,
J%a ^m para mi|ho,
m
mr



J'
~

*
1H67.
Ba 4e eoquiros
a 600 rs, se a temara K< maia de 100 far-se-ba
ana abatimento
45-Ra DlrelU-45
de
CSSA
commissao
eserayos,
Na casa da commisso da escravos raa do Im-
perador d. 45, 3 andar, r-ecehp.m se e>cravos pa-
ra serm Vendidos tanto da praga como do mal'.1,
e os senbor.es da engenh. qae por qoilqaer'moti-
vo qoelram destazer se de algum nao tem mala do
qae remetu lo ao abano assiguado que garante o
boto tratamento e prompta venda, nao se poupan-
de eifofgo9 aflm de *m tndo satisfazer as pessoas
qae o qoizereru honrar coro a sua coattaoca. Nes-
a casa ha aempre para vender escravos da ambos
o) sexos.
Antonio Jos Vieira de Sonsa.
A directora do collegio de meoinas.
da Nossa Senhora da Cooceigo, ootr'ora ,
stabeleeldo a' Tamarinelra, e oais de
don* aoaos transferido para a roa dos
; Ccttna d. 11 ledo entrado no dcimo*
l.qorlo aooo de ana fundacao, garantido
| lodos es respailo, ja' pelo pesfo.l de
sen a agi.-terio, ja' pelo resaltado de seos
.aatareoa; vena aviventar as honrosas a-
I preclages dos nata de familias de Per-
HJtirr, com qne sempre brindaran)
tejsleaeoWegio, e sendo qne era observan-
cia} dos respetivos estatutos tem eosi-
nada dontrioa christa, eathaeismo de
HoBlpeier, prineiras lettras, grarama-
ttnKaBAagoea, antbmetica pralica, lin-
j gaa franceza, ceograpnia, Historia Sagra-
da, Historia Universal, chronol gia, pia-
no, desenbo.daaga, bordados de todas as
i qualidades, A directora, em prova do
aprego em qne considera o prouresso das
ideas civilisadoras de paiz, eflorece am-
pliar a instrnecao das meninas com o en-
sino da lingna ingleza, a lingna italiana,
o caolo, a pintora, a aquarelle, a la goa-
che, eslas subordinadas ao deseuno, Ud-
res, e demais obras je ceta, A direc-
tora espera, sera vadade, e despida de
e.-tudado lanau^mo a bypocrisi, segura,
as garantas qt posfne, ser .atendida e
acreditada. Recife, 30 de jalao de 1867
\^J |j|jyf 21 JJJ w "JJ si A !ia da Aurora ua ra larga do Rosario o
A loja da Aurora ua ra larga da Jtosano o. 38,
twrte'ocente a Mano-I Jos Lopes*4t lrroo, rece-
j SausJetlo otaveqcive Veado B rane, comasmaneiras attenciosas cora que t>u pelo niiio vapw rhegado ja eoropa ricos
*Ot atwlbM telo -resj*n\A pofeilico desla brio$l frbvirjoia a DO Oto dekldj tOUitS a?pOT- C0^rM *" d'fferentes goatos e da ultima moda, n-
T^zut^fe^r7iv\ prinr f rprarem m "***** te,arma- ss^st s xxz saz
zeas, sedSvaTjer^*tnaecrartrcom toJa a lealdade da que capaz, qae esU c*da vez braneae e de cere* a imiuga de perois, bnoeos
mus aoimado, nao so pelo benigno acolhimQlo que tetn recebido, CQrno pelas Torcas de naaiiadas a pedras finas, ditos a iroiiagio de pe-
que dispe prq#- at boje nao caseceu anda dos preparados de iurubeba. oem do f,01" ^''o modernos, pentes com ugo* de flus
tarop alcoollco de veame. ;*w^ais nw.rooS q^ te.n ebegad, babadiohos
n Ve-nn *.- ..u.. .,.,. ,,j i bordadjoa-meitr. nos, tjtremeios bordados tamben)
a h- t! ., *", declara a quero atada O WO CODhece que nao um finos, assim como grande sorlimenlo de miudeas,
desees Dicnarocos nirataveis que por ah vivetn com figura bu nana; domesticado no Q"*' sa vende barato, e quem duvia>r approxi-
ameno paia onde a amtel Ayuia Branca vio a luz do astro heuafeilor, elle partidario me se Pra apreetar o oom agrado, Iotas de peili
desse inrejavel agrado e siacertdade que com tanta gwidade se desprende par* Domem e k5"*10-____________
bico encaotador. Rqn fpfliipiy/
O veaido Braaeo, como todo o bomem civilisado, ama a sociedade dos A ,01, d, A2f.. rnai.ri.afKoa.rio n 3
bons. gosta do centro do mando elegante. Usa do tnico de JaMte. para previair qae loe peecen ^rjoX'Jfs fJSEX&
ponnam a calva ao sol, vat a companhia dejs Booffes Parisiens'crno meto do partido de rape francez moito fresco, assim cemo tambem
madame Adelle, elle taoibem atira-lhe o seq liodo bouquel. i ^" de monas m>is qnaiidades.
Digne-se o benigno leitor de jurar oas palavra%*ioc*a* do sincero Vendo Ommini <1a trAMA7
Braneo, e venba prover a sua dispensa do que raelber se pode encontrar n'um esiabe-
cimento de molbados.
A modicidade dos preeps, comparados com a boa qnalldade dos gneros e o
bom modo com qoe se recebe os senheres compradorea. deve certamente convidar as
pessoas que ainda nao vieram nossa casa a fazer parta dos amigos e fregueses do nosso

UA DAS
Precisa-se de un escravo de meia idade, de boa
conducta o habilitado para to 'o o servido de urna
casa de pouca familia, assim como de orna e.-cra-
va que cosine e engomme bem, ensabde e faga
todo o mais servigo proorio de orna criada : qnem
tiver e qnizer atajar dirija se a' roa da Aurora n.
70, 2' andar._____________________
" Na praga da Independencia o. 33, loja de
ourives, compra-se onro, prata e pedras preciosas,
e tambem se faz qnalqoer obra de eacommenda e
todo e qaalquer concert.
LOJA
RELOOjEIRO
M
Vctor Grandin
S40
iua da ladeia do Recife N. 40
O proprietario deste eslabeleci-
mento, premiado com a u edalha
da expoMgao universal de Paris no
annode 1865, tem expssto a venda
em sua loja, um grande sortimento
i de relogios p.ra algibeira como se
'jam : deooro e praia,s-ndo dos me
ihores fabncao!es, de pauntis ingieres, soissos e
irisontaes, Tambem tem ama grande qoanlida-
de de relogios para parede, e que batem horas, di
tes para embarcagdes. e para cima de mesa, to-
dos estes relogios sao dos mais bonitos modelos.
O.roesmo cencea relogios de todas as qoalidade-
exUtentes, assim como tambem concerta chrono-
metros de algibeira e martimos : recebe sempre
por todos os vapore?, om completo sortimento de
correales e tranceln-, sendo todo de onro dt lei,
e de mndellns os mais modernos.
Aiuna-se um armazein grande Da roa da
Praia n. 33, proprlo para carne oa oatro qaal-
quer negocio : a fallar no mesmo.
Photographa italiana
Ra da Imperatriz n. 14.
Joo Firpo director d'esta importante offlcina
tem a honra de participar ao respeftavel publico
qne todas as chapas feltas pelos Srs. Stabl A C. &
Leoo Chopelin esto no sen poder e qae as pessoas
qae auizerem ter reprodcelo das ditas chapas pelo
casto de 4^000 a duzia podem appafecer qae se-
rio promptamenie servidas.
Vistas de Pernamboco eseo3arrebaldes iVXft.
Offerece se para caixeiro de taberna um ra-
paz portogaez de-la anoos de idade, com bastante
praiica do negocio: qnem pretender dirija-se a
roa de S. Jos o. 2 taberna.
Lgiimos charutos e ci^ar-
ro? da Havana.
Acabas de chegar a livraria fraoceza,
Ra do Crespo o. 9.
Na roa do Rangel n. 9 precisa-se alugar um
preto para tratar de cavados.
Precisa-sede 4:000* a 5:000 a jaros, das-
do se por garanta ama prophedade deoon loada
Tres Ladeiras on nm engenbo : qnem quizar fazer
este negocio annnncie por este Diarto, para ser
procurado, ou tratar na ra da Praia n. 37.
AO
CINCO PONAS N. 86
GRANDE ARMAZEM
DAS
DUAS AMERIC
Sempre barato
liante Isa *""
Ingleza fldr a ift, a libra e a ooo rs. solrivel e propria para tempero a 32* rs
dem fraoceza a 66o rs. a libra.
Cb
Oe primeira qnalidade a 2i$8oo e proprio para negocio 1^6oo a libra.
Blscoitos
Inglezes pearl, nic-nac, ova], cracnel, e outros superiores a 1?)loo a lata.
Figos
A 24o res a libra.
doaemas
De millio braneo a 'ioo res a libra, de araruta verdadeira propria para alimen-
tar criancas a 5oo reis a libra e caxiohas com 4 libras por menos, gomma do Maraaban
a 16o rs. e tapioca sag a 24o a libra.
Chocolate
Superior a Itf, a libra.
Doces
- De goiaba em latas a 1 boo em caixa de 4 libras, muito tino a #8m, em caixes
de 2 libras a 5oo e 32o.
Pelxe
Em latas a i ooo reis a libra, sortido em qoalidades.
Ostras
America a 8oo rs. a lata.
Baldes e Vaseouras
Americanas a 8oo reis cada pega.
Touciiiho V
De Lisboa a 30 reis a libra.
Em latas a 6oo rs.
Tomates
Sal
CLUB DO RECIFE
A partida desle mez, ter lugar na noite
de 27 (sabbado.)
Aluga-se
urna saja e doos quartos estocados, na roa do Im-
perador n. 32 defroote da relajo, proprios para
escripteric : a tratar na mesma casa.______
Oabaixo assignado faz puolico que haveodo
mandado accionar a sen devedor Raymondo Jos
de Helio, oa cidade de Soota, provincia da P.ra-
byha, este depois de ha ver ea pregado todos os
meios de chicana,i oeganlo a divida, ja pedindo
depois etpaco para pagar, fez posteriormente a dito
accionado bypotbeca de sens beos a um seo co-
nfiado, e em termo diverso; por tanto protesta con-
tra o registro da bypotheea, o protesta por soa va-
lidado, aflm de qae a nloguem se possa chamar a
ignorancia.
________Antonio Duarte Garneiro Vianoa.
Precisa se alugar ama ama livre de boa con-
ducta que saina cosiohar e fazer o mais serrieo
para cas? de doas pessoas : na ra da Trincha.
ras n. 46, segando ardar.
Maooel Jo: Goocalves Pereira, subdito por-
,? tugu;z, retirase tara Portugal a tratar de soa
V aande, actualmente gravlssia._______________
Precisa-se Al nm caiaTro de 14 a 16 anos
de idade, qae eotenda de venda e que d fiador
raa ondocla : na roe Direlu n. 7i.
Aluga-se om pequeo sobra do de um andar
coin soto na roa do Galaboaco : a tratar na roa
Ito Por ter de retirar-se para o Rio de Jaoeiro
no vapor Guar urna familia qae atora oa roa
da Palma n. 82, anda Ibe resta vender urna cama
ama baca grande de olea etc.: padam dirigir*
se a mesma ca, on a bordo do brigue barca ta-
ma i ac.
NKMiiUnNHHB
"elidade de segaros
martimos e terrestres
dstabelecida no Rio de Janeiro;
AiiRUTES MU rKUAlODCO
UUaia Lniz q> oUvefra IzereO t C,
, compete emente auorlsados pela dlr-ec-
I torta da coopanhia de segaros Pldelida-
de.totnam seguros de aatlti, mercado-
I ras predios no sen eeeriptorio roa da
Cruz n. i.
mmmwmw^m **
Refinado em lindos postes por ooo rs.
Rlrshs de Wasser
A 2ooo a garafa.
Veruiouth c lbsutho
A lAdoo a farrafa.
Bliier
A looo agarrafa.
De bordeaux superior, Saint Estcpbe, Saint Julien, Saint Emilie a 7ooo a duzia
e64ors. a garrafa
Vloho
Do Porto fino a i4#ooo a duzia e 4#ooo a garrafa e magnifico tambem em bar-
ril a 8oo a garrafa.
Da qae do Porto
Adamado e outras marcas a 9oors.a garrafa e loj a duzia.
violto da Flgueira
O que ba de melhor a Ijl, a caada de Lisboa a 30 e l# a garrafa.
- Vinagre
De Lisboa a 2o e 28o rs. a garrafa.
Farello de Lisboa
Saceos com 9o libras a 405o*.
Cervej
Francesa em gigos de urna duzia a 60.
Ingleza
Bass verdadeira a......T. e Victoria e Alssop a bao reis a garrafa
BELLISSIEHO ARMAZEM
M O L H" >'O
CONHECIDO PELO NOME
rende:
Sacca com farello de Lisboa marca G. 4J00O
res. i
Queijos do nltimo vapor a 2300.
Caixa de vinho moscatel a 8J>oOU como sao podo
baver melhor.
s


I

BRANCO
EstaMecido ra Direita d. 16.
Esquina da traressa de 9. Pedro.

Precisarse de orna ama que cosiohe e eogo
I me para casa de pooca familia, preferindo-se urna
i senhora p-xtacneta : a tratar na ra da Croz i>.
US 3 andar. ^_____^^
CURO
MARTIMOS
r.ljtlluy
ARA
Lourengo Pereira Mendes Guimaraes.
Froprietario das lojas e armazens da
Arara, ra da Imperatriz
ns. 56 e 72.
Tendo recebido pelos ltimos vapores da
Europa diversas qualidades de fazeodas do
que faz ver ao respeitavel publico, vende
barato so alim de apurar dinheiro, como
nenhum outro.
A ttengo.
Chitas a 160 rs. o corado.
Vedem-se chitas em retalho a 460 rs. o j
covado.
ra
160, 180. 200, 250, do ultimo gosto :
da Imperatriz os. 56 e 72.
Madapoio de 24 jardas a 40000.
Vende-se pecas de madapol5o c-m 24 jar-
das a id, 50, 60, 70, 80 e 100000: por
estes precos so Da Arara os. 56 e 72.
Algodosinho a 30 a peca.
Vende-se pegas de algodaosiobo a 30, 40,
50,60 e 70000 o mais barato que se pode
vender: na ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
Cotim e castor para calcas a 800 o
corte.
CONTRA FOGO.
A companhia Indemoisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
I bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias e mobilias:
I na roa do Vigario n. 4, pavimento terreo
%BZ O artvngado Amaro Jo-quim Ponsera >
^g Ahuquerque tem sen eseriptono a' roa ^E
gis Cruzes n. 35, andar ; reside a' travs- Bt
M$ sa do Veras n. 15. Encarrega-se de g
M qnestoes em todas as comarcas na exten- ^
W cSo da Mnh frrea 9m
Vende-se cortes de cotim e castor para
Ditas em peca a 200 rs. o covado: ra aQas de homem a goo e 10, ditos de brim a
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72. j m80 e 15e00) dtos de brim pardo hg0 a
PanDO preto fino a 10600. i 10200 e 10400: ra da Imperatriz lojas da
Veode-se panno fino preto para caiga e \nrdt D8i 55 e 72
palitots a 10600, 20, 20500 e 30000 o co-
vado, cortes de casimira preta para calces a
30, 30500 e 40000: ra da Imperatriz lojas
da Arara, ns. 56 e 72.
MOZAMBIQUE A 400 RS.
Vende-se urna nova fazenda com palmas
de seda por nome mocambiqoe para vesti-
dos de senhora a 400 rs. o corado : ra da
Imperatriz lojas os. 56 e 72.
Baldes a 20000.
- Vende-se balees de arcos de todos os ta-
manbos a 20, 30 e 305 O: ra da Impera-
tris lojas da Arara n 56 e 72.
Laaziuhas a 200 o covado.
Vende-se laasinhas para vestidos de se-
nhora a 200, 240, 280, 320, 400 rs. o co-
vado : s na ra da Imperatriz ns. 56 e
72.
Chitas francezas finas a 240.
Vende-se chitas francezas largas a 240,
280 e 320 o covado: roa da Imperatriz
lojas da Arara d. 56 e 72.
Chales de merm a 20ooo.
Vende-se chales de mirio estampados a
Bareje com listas a 32o.
Vende-se bareje com lisias para vestidos
de senhora a 280 e 320 o covado.
Lasinha escocesa a 280.
Vende-se I3asinhas escocezas para vestidos
de senhora a 280,.32< e 400 o covado: roa
da Imperatriz loja e armazem da Arara ns.
56 e 72.
Roupa feita nacional.
Vende-se palitots de panno fino, saceos
fraques, a 50, 60, 80 e 100; ditos de
casimira de cores a 40, 50, 60, 80 e 100 ;
coletos de casimira a 30, 35500; calcas de
brim pardo a 10600, 20; ditas brancas de
lioho a 30500 e 40; ceroulas a 10, 10600
e 20; calcas de castor a 10280 e 10600.
Palitots de alpaca branca e de cores a 40,
40500, e pretos a 30, 30500 e 4fi. Palitots
de brim a 20, 20500: ra da Imperatriz
ns. 56 e 72.
Cobertas de chita da Arara.
Vende-se cobertas de chita a 10800, 20,3
20500; ditas de damasco a 40; ditos de

GRAMIE HOTEL
Roa larga do Rosarlo
CENTRM
37
Alogam-se espacosas salas e quartos mobilbados, servem se comedorias a toda hora com apn.
rado gosto e sseio e recebem-se pendonistas por pregos commodos.
Attencao.
R. 2 5-Raa do Livrameat'-R. 25
Deposito de (amneos e calcado nacionaes da fa-
brica da rna do Jardim n. 19, de Jos Vicenle Go-
diDho, tanto no deposito como na fabrica se
apromptam todas as porgoes de calcado o mais ba-
rato possivel, esta fabrica tem todas as machinas
proprlas para os calgados ja* bem acreditados pelo
grande numero de fregueies que daqul se for-
Han.
Precisa-se de urna senhora que saiba
ensinar a ler, escrever, grammatica portu-
gueza, fraoceza, msica e piano, para en-
sinar a doas meninas em um engenbo na
fregueiia da Eescada, urna legua distante
da"estac5o, paga-se bem : a tratar na ra
doCabogn ll, 2o andar, com Francisco
Antonio de Britto. -m m
Escrava para comprar
ota atUgar
Precisa se de nma escrava qne coilnhe, por
cjtnpra ou alugoel : na ra da Croz, armazem n.
If, das 1S obras da maohaa as 4 da larde.
Precisa se de urna senhora que se queira en
carrpgar da edncaco de 4-meninas em um engel
oho perto, com tanto que saiba o franez, portu-
gus, mostea e piano e trabalios de agolha : qnem
se qnizer contratar dirjase ao eseriptorio de Do-
mingos Alves Mmeos a roa do Vigario n. 14.

Atten^o
Precisa-se de ama
para casa de pouca
Roda n.
- Di-stdlnn
an para o servlco Interno,
familia ; a tratar na ra da
dta fl. S,
4T0r.
onde.
na roa da Concor
ai garantas que se
Ahua-N a casa icrrea D. 56 da raa do Forte
iBalrros-ftaiio) le 210 meosaes: a tratar na roa
Nov a 50 jrlmelro andar, das 7 a; 10 borae do
/da oa 4*5 6 da tarde.
Ensino de msica
1.75,
20,20500; ditos de 12a a 10000, ditos de fustao a 60 e 60500: ra da Im(ieratriz lo-
phantasia a 10000: ra da Imperatriz lojas jas da Arara ns 56 e 72.
da Ar.a-a o. 56 e 72. Vende-se bramantes para lences a 20500
Basqninas a 440000. ; e 2080 o covado ; e muitos outros objectos
Vende-se basquinas ou casaquinhos de. que seria enfadoaho mencionar.
Grosdenapoles prelo para senhora a 140, | Ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
J01AS
Vinho tnico e nutritivo
BR
QUINA E CACAO.
DE
BliKA\D.
Esta nova combinago rene em nma bebida as-
sis agradavel e conveoiente a todos os organis-
mos, a quina que nm medicamento tnico pop
excellencia, e o cacao qoe contem principios nu-
tritivos assaa reconbecidos.
Elle se emprega com o maior successo na cara-
das paludas cores soffrimentos do estomago, per-
da de appetiie, digestdes difficnllosas, menstraa-
gdes difficeis etc., etc. >
Deposite espeiial
NA
Pharmacia e drogara de Bartbolomeu & C.
34--Rna larga do Rosario-34 _
Um mogo com bastante pratiea de negocio
desojando rmpregar-se ue.-ta provincia, offerece-se
como eaixelro de qualquer loja de retalho ou era
grosso, dando Dador de seu proce enlo : quem
precisar dirl]a-se ao eseriptorio da lypographia do
Crrelo do Recite qne ahi achara' com qaem
tratar.
Pela seguuda vez e chamado o Sr. Jjse de
Azavedo Sooza a negocio que Ibe diz respetto : os
rna do Queiroad', loja de mludezas n. 11.
os maranhensesm
Pelo presente sao convidados todos os-
maranhenses empreados no commercio
desla preca a comparecer domingo 28 de
juiho pelas 5 horas da tarde, a ra da Au-
rora n. 64.__________________
Precisa-se de urna molher capaz, qoe seja
parda ou crioula para fazer compaobia e o servigo
de urna s pessoa : a tratar oa ra Direita o. 3,
loja.____________________________________
logam-se as casas terreas da roa do Henri-
qne Das, vulgarmente conhecida por Estancia,
n. 1, 4, i?, 16 e 20, todas om comuiodo* para
lamilla : a tratar na rna da Cadea do Recife
0^39.____________.__________________
Xarope de salsa parrilha do p..r
ou
DEPURATIVO DO SANGUB USADO AS MOLESTIAS DE
PELLE, IMPINGENS, DORES RHEUMATICAS E ULCERAS-
VENEKEAS. '
Deposita
Pharmacia do Pinto ra larga do Rosario nu-
mero 10.
Sociedade
S
2 azular, raa Imperador n.
25, 2 andar.
Lecciona-se per solfejo e a tocar va-
rios instrumentos; dando-se as li-
toes das 5 horas da tarde as 10 da
noite em casas ou em snas residen-
cias.
Aluga-sa o sobrado da roa da Madre
Dos n. 36, com bastantes oommodot :
tratase na roa de S. Francisca collegio da
Conceigio. *
mMMmImW- 11WKI
I Kesideneae consultorio 1
Medico cirurgico
DO 1
Dr. AnUaio Duarte
Na praca da Boa-Vista n. 21 onde |
pode ser procurado a qualquer J
hora.
Kspecialldade
Doencas do peito, e de meninos.
D consultas das 7 s 10 horas da
| manhaa.
TiiWMMWtMm mnMtbmmwm
aRMMaii mummi w&mmwmmmm
Peraotrse om enfMmiu de fazer as
suear, sito na freguezla de Mllniea, distante da
via le; rea meia legua, anenle e eorrente, com
nattat, logradonrea, e todo o mais acccessorlo, por
Ufadlos nnsta cidade : qaem pretender dirija- sa,
ao largo4o Parauo n. 26 a fallar oem o. Sr. Felli,
francisco de fionia MagaU>aMh
- Aloga-se i sino perto da pr^a eomcom-
modos par g/^ue lunilia : tratar na rea Ve-
Iba o. 17.
N. 2 D ^ N. 2 D
d-JT^ COR 1 CAO ME OURO. **Jfc
A loja n. t D intitulada Corago de Ooro na roa do Cabnga, acba-se d'ora em diante offerecen
do ao respeitavel publico com espeeiaiidade as pessoas que bonram a moda os objectos do nltimo gos
to (a Paris) por menos 20 por cento do qoe em ootra qualquer parle, garantindo-se a qnalidade e a so
idea da obras.
O respeitavel publico avallando o desejo que deve ter o proprietario de um novo estabelecimen-
to qne quer progresso em sen negocio deve ebegar immediatamente ao coragao de ouro a comprar
aoeis com perfertos brilbantes, esmeraldas, rubias e perola ; verdadeiras em agarras, modernas pek
diminuto prego de 100, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo prego de 30, maraas de
prata com cabos de marBm e madreperola obra de moderno gosto (o que o eocootrarao no coragao de
ooro) voltas de ouro com a competente ernsinba ricamente enfeitada pelo pequeo prego de 130, brin-
cos de nm trabalho perfeito por um modicc prego, cassoletas, traoearkis, palceiras, alnetes para re-
tratos e cutros modelos todo de alto gosto, aneis proprios para botar cabello e Arma, dito para casa-
mento, no rtico roseta tem o Corago de Ouro nm completo e bem variado sortimento de diversos
gostos, butdes para ponbos com diamante, rubins e esmeraldas, obra esta importante ja' pele seu va-
lor ja' por gosto ds deseoho, brincos a forma da delicada maoslnha de moga com pingeote contendo es-
meraldas, rnbins, brilbantes, perolas, o gosto sublime, alnete para grvala no mesmo gosto, relo-
gios para senhora cravados de pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras de brilhantes de
Bullo gosto, crusmbas de rnbins, esmeraldas, perolas e brilhantes, aneis com letras, eacnletas de
trystal e ouro descobsrta para retrato (a ingleza) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qaal-
qoer jola, para secoliocar retratosre obras de cabello, e outros muitos objectos que os pretendemos en-
contraro no Corago de (Juro qae se conserva com toda a amabilidade aos codcorrentes dejndo-
se de aqu mencionar pregos de certos objectos ponqu (descnlpem a maneira detallar) dizendo-se o
prego talvez algoem faca mo joizo da obra, por ser tao diminuta qoantia a vista do sea valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe se coneer-
tos, por menos do qne em ootra qnalquer parte, e dao-se obras a amostra com penhor, eonservando-se
e Loracao de Ouro aborto al as 8 horas da noite.
Qaalquer pessoa qoe se dirigir ao Corago de Ooro nao se peder' engaar com a asa, pois
pota se oa soa frente um corago pendnrado pintada de amarello, alero de outro que se nota em um
rotulo (isto se adverte em conseqoencia de torero ja' algnmas pessoas engaado com ootra casa.
Na roa da Praia n. 34, se offerece roetade dos-
ioteresses qae sepossam fruir em negocio de car-
ne secca a quem ss .-.reste com a sufBclente pra-
tiea e fiador idneo de sna conducta.
PJ: 8 A-RHa de Cabag-l.llr'1
/C?; Agostaho Jos dos Santos $ C
Aca5a.de chegar a este slabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ulilmo gosto, perfeicao artstica e modeilos enteiramente novos; como
i segoem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
f para retrato, annes, botbesde punho, brincos e cassoletas com letras, etc.,
ele., etc. Salvas de prata do Borlo, faqueiros, paliteiros, cliz de mesa e
frocteiras, cujos precos sao iocompeliveis, pois que os proprif larios desta easa,
recebendo seos artigos directamente da Europa, podeaa servir vantajosamente
aos seu fregoezes. Compram-se brilhantes, pedras Moas, ooro e prata, paga
ae bem, tambem se incumben de fazer concertos.
JARDIM DAS DAMAS
NOVA
Loja de fazendas
36 Ra da Imaeralriz 36
Guimaraes Silva
Cs proprielarios desle^bJllo. estabelecimentc
partAcipam ao respeitavel poblico, e a seus dig-
nsimos fregoezes que encontraro no elegante
jardim das damas fazendas todas novas modernas'
de diversas qualidades e ricos desenhos, tndo o
que ba de bom e barato a satisfagao de todos os
fregoezes, que nos queiram brnrir com sua pre-
senga, a saber : sedas, las, itnbo, algodo, vas-
quinas, entremeios, babadiohos, camisas francezas
de linho e algodio, sroslas de lino, camisas fla-
nela de cor, tndo de diversas qoalidades e gostos;
assim como om completo sortimento de roopat-
feitas, lanto francezas como da Ierra e por medida,
todo oom brevidade e perfelgo, com o proposito
de agradar a t-dos, tanto em agrados dos jardioei-
ros como a melbor boa fe possivel na classincagao
de nossas fazendas, por isso participamos a todos
em geral dirigir-se ao elegante jardim das Damas,
venficar-se da verdade.
Aenco
Preclsa-se de nm caixeiro para tomar conla de
om eslabelecirneolo, qae d fiador a soa conducta,
quem neste caso estlver procure na rna do Rangel
o. 64 que se dir onde ._______________
PreclMe alagar opa ama de leila ': a Ira-
tar na rna de Hospicio n. 68.
Aosenioo-se no da 14 do correte da easa da
loa madrinba, na roa do Carnario, d'nma das
meias-agaas destr de nm portio, easa n. 15, o
menino livre por nome Francisco, pardo escaro,
idade 8 anoos, cneio do carpo, cabellos solios e cor-
tados, balso, tam orna marca de fogo no rosto do
lado dtreo, e entra no dedo de ama das mos
levou timlo de chita eocarnada com rodiebas bran-
cas e pretas : rogase as autoridades pollciae ou
i qualquer pessoa a sua apprebeivao, e o favor de
leva-lo 1 easa arima.
r;


-;-;-
*"~~fn-
..... I III
pP
Bjt*tkkrm.m>m*e
- fteaia feira 4c sultio de iboi.
,
> .


DR SBVI_m_Lao
VI Parlicalar.?
IWua-a ao Sr. Maooel Tneadr^iarti.'ta pariv
ora wr M roa Velha, o favor da ir ao palea
Terco, sobrado OjU, a negocio de fea fiare
~ Precisa-se. de ana ama de leite : oa ra da
P-nrn n.M, 1'aniar.
com a^l^ 111555 EP^f9^* '^"^^"i. *
Direita o. ?!>, 2" aa.iar.
eval senfftilndo.
adotctaclujauon. 4.
ucr acabar eam asfa.endas abain
mencionadas.
(Jueiram rir ver qne bom e baralisMuu.

sHq<
Para o traiamento e cura rpida e completa das molestias syphiliiiciis, erisa i
las, rheumatismo, bobas, gota, debidade do estomago, iBflamma$5escbronicas do figado
e bogo, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias, pleuri-
siaa, gonorrbeas chronicas e em ge al todas as molestias era que setenbaem vista apu-
riflca$odp systema anguineo.
coaslderacftes geraes
A-saude em bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao en
fermo o avalia-lo.
incontestavel que o homem oeste mundo constantemente, e por1 todos os lador
atacado por urna inflaidade de agentes morbiQcos que todos tendem, dadas certas e deter-
minadas crcumstancas, a alterar o regular exercick) das funccSes orgnicas, resnltanbo
pesse desequilibrio o qne se chamamolestia.
A molestia nao mais do que a desvirtuado das forcas vitaos, oocasionada,- d,
gundo as investigacoes e experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela depm-
vacao dos humores geraes, consecuencia da ac^ao maligna desses mesmos agentes mora e
fieos introduzdos no organismo pelo acto da respiracSo, pela via digestiva, pelo contacto
immediato etc. etc. etc.
A sypbUis infelizmente tem sido a partiltia da humaoidade, e como fra de dnvi-
da que esse terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de todas as anas formas tilo variadas, enfraquecendo
constttuicoes robnstas, produzindo mutilaces, e cortando ainda em flftr da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral dos
hwaores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos flguram em primeiro lugar para preencher esse desiteratnm oa fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
inmensos successos obtidos peto uso destesalutar g'ne tanto ta Allemanha. como era
Franca e 'taha, o tornara o corapanbeiro rseparavel dequisi todos os doentes.
Sendo as raelestias, como cima dissemos, devidas s alteracQes dos hnmores, o
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado ventajosamente na sypbilis, erisy-
pelas, rbeumatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, inOammacdes chronicas do
ligado e baoo, dores sciaticas, cepbalalgias, nevralgias, oleeras chronicas, hydropesias,
pleunsias, gonorrbeas chronicas etc. e em geral em todas as molestias era que se tenba
em vista a purificacao do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem feito
ver que elle tndispensavel nos casos grsvissimos para mioorar os soffrimentos, e pre-
parar e doente para asedicaces superiores; e as menos graves a cura a conse-
quencia do seu oso, convenientemente repetido.
As substancias que entrara na composice do Elixir depttrattvo do Dr. Sevia
pertencem todas exclasivamente ao reino vegetal, e grande caihegoria das substan-
cias depurativas e aatisyphiliticas; assim, ao passo que este remedio depura e orga-
nismo, enramando os principios nocivos saudc, pelo mecanismo natural dasevau-
ac5es alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus sypbilitico quaado este virjem.-j
tem feito erapcao ao exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne taui
bem os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se aohe ella ainda no
estado de encubaco, isto sem se ter maaifestado sob formas externas; beneficio
mmenso, tanto mais quanto neste estado os individuos ignorara conipletamerrte se es-
ts contaminados por este terrivel migo.
0 sabor agradave (Teste Elixir convem a todos os estmagos, a sua accSo so-
bre o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias medi-
camentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua -qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando d*ste es
tado, mu Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
sas asseveracoes, porque sendo um medicamento to simples na sua composicao,
pratica tem confirmado sua ulilidade.
1'afe-o deposito em Peruamfoc
o. 27, livre e de-:ernbaracada : se aUtfeffi W'iar-
gar com dimit a qualquer reclamarlo, comprela
i>a mesma uh'-rna no pra.n de t di-'''-
da
Alngr-se tima ca-a teirea.sitf "^ roa
Cat-s, ijDSfguid* d-ieni,>, ao orte do (in?ome-
tro, com rot para o rio, da prego de tO0 m?n-
saes : a irar do soorad-j eon'-ig-) in*n*
COMPRAS
Moedasde ouro. **
Nacionaes e estraogeira? assitc como libras
esterlinas : campram-se Da roa do Crespo Of.iffit
primeiro andar._________
Compra-*.; moedus .), UJ, IO
e9i i ra da Crin n. 3._______^.^_
Curopram se paiacoes e praia i-rastler^ ,V\
bras esterliDas moedas, de Q, de 105. de 4
20 por maktr prego do que em ooira qoalquer
parte : ni ra da Cadeia lo)a de fatuas u. 58.
Moedas de prata
oacieoaes, assim como patacoes portoguezes, e Caixas de palito balo a 40 rs.
hespanbes, compram-se com premio : oa roa do
Crespo n. 16, primeiro andar.
- :
25SO0O
i<
praa moedas nacionaes de 205
B. trt, primeiro andar.
na ra do Crespo
Libras esterlinas?
Compran) se com bom premio : na pra a da In
dependencia n. 12. _______________________
Compra m-sc escravos
Srt-ino Gnll&erme de Barros, compra, vende e
troca efectivamente escravos de ambos os sexos
e de todas aa idades : a' roa do Imperador n. 79,
erceiro audar.
Ouro e prata.
Moedas de raro e prata naeionaos, estraogeiras
e tle todos os valores se comprara na loja de onri-
vi.'s jcit> ao arco de Nossa Seobora da Concei^o
ra oa Cadeia do Recife, assim como onro e prata
cm obras relhas, brilbautes, diamantes, e se paga
*em.
Patacoes
Compram-se pataedes besipaobes, portuguezes e
brasilm* de cnnbo antigo, em casa de A lamson,
Henry A Craa do Trapicbe-_f?o i. 40.
I Sene ales Irmo.
MCI
,-----------------wrretels de lioha com 100 jardas a 30 rs.
Jcaquitn Fwretri c.o-i Santos faz .t*W^^Pai_aUs Poetas e de coree muito fluas a >00 rt '
respeilavel publico e com especialidad yeprpo | "flM de brelas de massa omito novas a i rs.
do commetcio, qu-i nesta data venden ai Sr. S^ra-j infladores para espartilbo da cordiu e tita 6i
phim Tavares Di?s a sna taberna Ji ruidoSaboj ris..
OWMelsde iinha Alexandre com 400 jardas a 20 J
ris. ,
^esmas de rtspel almaco moit bom a S5S09.
frase* Ditos oe'dito bigitoique vordaJeiros a lAOtX).
Olios dito falso a 800 rs. '" mc-
L'ilos de macajar porcia a iOO rs.
iabnles muito finos a 60, 160, 200 e :;:U rs
Ditos de boi muito Snos s 240 e 320 r#;
^aixas Pra rap <<> '< '"! >s estampas a 10C ri
Miadas de lioha frux para t o,- aras Oecordao para espauilbo a 20 r. D
tascos coro tinta rOza muito boa a 240 e 320 r-
"entes volteados para regalar cabello de nwoioa
*a 320.
ascos de macac/ oteo muito Abo, a 120 rs.
\boMadras multo linas para colimes a-500 rs.
yfitift d Jinha branca e de cores a 20 rs.
ora de rea. preta apencir a tOO rs. ,q m*
HftWls par tato, faieada boa, a 500 rs.
ras de (tanja branca de linbo para toalba
fHOO'M.
P5s de bico estrello com 20 varas maito Lunik, a ;
vaf de papaflna de differente3 larguras a \-2<>,\
%f>ff^lt.
160 e 200 rs.
i
, PE
Joa^uim de Almeida tinto
Ajurubeba contra o ingorgi
tamer\to do figado edo bago
Km extracto alcoolico, emplas-
tro, oleo, tintura, plalas,
xaropc e vluho
A jnrubeba urna das substancias medi-
camentosas que pe lencera ao reino vege-
tal, e pertence a classe dos tnicos e desolis-
Caes de Apollo, armazem n. 55.
Coifepra-se um copeiro de 14 a (6 annos, e
preloqa* um


Na botica e drogara
m
Bartothomeo Companhia.
3-RUA DO ROSARIO LARGA-3*





Gimberina Seiio compra at 24 travs le
; qualidae.de52 palmos e 12 p>'egadas, postas no
caes do Ramos : a fallar na ra da fmperatrix a.
45, . -5S0OO
Coa?pra a loja do joias do CORACAO BE DURO
n. 22, rux do Cabuga, moedasde ouro de 205000-
Cojupra-Ne
cohre, iMo e e hura to : no armazem da -bila ama-
relia ao oito da secretaria ds polica.
INJECTION BRO
ij Uiili-olc lualIlTd c rrnrrtaHtt, abMhiuaxM utea aiw aun i
tu pr.Lpef boUeu <. (RstftT luliiiiin U tm). (I
tooHi ase. tidwwl lUftw, iil
i MBtaum ddiii i.l rat, > u.

DE

CAROBA
PREPARADA! FRI




POR
AU&USTE AOR
Pharmaceutico pela escola de Paris e successor nesta cidade
DB
Aristide Saisset e J. Soura
22.-----Roa da Croa:-----22.
VENDAS
.% gata branca.
.Antis d> avisar a tua boa /regaeiia de que de
dovo ha riMttWdo, vai primeiro 4irilr seos coai-
primeatos e a^radecimeolos ao bello Viado branco
pelas ma oeira agrada veis com que elle a ha tratado,
e assim canwiviodo esse dever, deseja Ihe -umbem
qne a par Ja-toaiiimaco de aa robustez tenha
cresoido auga^ento de boos freguezes, e mais que
cora aquella Jifeirexa de ijoe diapoe-se livre se da
pontana n'-iqnaJI^ qui a pretexto vam os .bjecto-, o oelas siias jiameoeas ccupaces
nao voltam mais.
Caixas de palitos de seguranza sem enuttjlre a
#60 rs.
Sabonetes de familia a 100, 160 e 210.
Grosas de botSes de madreperola para camisa a
-500 rs.
Caixas com soldados d chambo para meninos a
i-0 rs
Camina de doutrioa cbrisia a 320 rs
Latas com superior banha a 200 rs.
Sedas largas
A 2 ocovado
8 la loja dapavao.
Vendem se moderoistimas sedas com largura
de chita franceza, sendo com padreas modernos,
tendo entre ellas cores proprias para quem esta de
lato : vende-se pelo barato pre^o de 2 o covado :
grande pechineba : na loja e armazem do Pavao,
raa da lmperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Caries blancos
A 500 rs.
Vende-se bonitos cortes de cambraia branca com
bonitas barras bordadas e tendo tambem algons
coro bouitas barras de cores; vende se pelo bara-
to preeo de 3, na loja e armazem do Pavao, roa
da lmperatriz n. 60, de Gama Si Silva.
Alpacas de corea
ASOOrs.
Cbegaram as mais bonitas alpacas de cores para
vestidos com deseotos miados e graudos, tendo
largura de chita franceza, vende-se pelo barato
pre^o de 500 rs. cada eovado ; grande pechio-
cba : na toja e armazem do Pavao, ra da lmpe-
ratriz d. 60, de Gama & Silva.
Bromante a 2$.
Vende-se superior bramante de linfao alvo com
16 palmos de largura, pelo barate preco de 2 a
vara : na loja e armazem do Pavo, roa da lmpe-
ratriz o. 60, de Gama <& Silva.
Algoio avariada
Vende-se' prcas de spodio largo muito eooorpa-
do, pele barato preco de 5500 a pega : na loja e
armazem do Pavo, raa da lmperatriz o. 60, de Ga-
ma di Silva.
Reta I has
Vende-se ama porcao de retalbos de chitas e ca-
cas pretas, por preco barato, oa loja e armazem do
Pavo, rna da lmperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Sedas a 320 rs. a cavado
Vndese uro benito sortimento de sedas de listas
.qua sempre se veoderam pjr muito mais dinheiro
o liquidam-se pele baraiissinjo preeo de 320 rs. o
(covado, s para acabar : oa loja e armazem do Pa-
j viio, roa da lmperatriz n. 60, do Gama 4 Silva.
! truentes, sendo empreada com vantagem
contra as febres intermitentes acompanliadas
de engo gilamen.o de ligado e de baco. Ella
tem sn applicada com incontestavel pro-
veito contra a anemia ou cblorose, e hydro-
phesia, caibarro da bexiga, e mesmo para
combater a menstru;n;ao diuicil, resaltante
da mesma anemia ou chlorose.
Depositas geraes
Em Pernamboco, roa larga do Rosario
o. 10, Rio de Janeiro, pbarmacia do Sr.
Donrado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs, Casc5o & C, Macei, pharmacia do Sr.
Claudino, no Havre, pharmacia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, na pbarmacia do Sr. Feij.
4 Vende-se ama casi lerna sita na estrada no-
do Caxaogs, com '7 palmos de frente e 83 de
fundo, 2 sallas, I saleta para engorjjmadi, 4 qoar-
tos, cosioha lora, 2 qaartos lora l telheiro pro
pr-io para estribara o igas-lho de vaccas, cacimba
e aJgumas laraogeiras, sendo todo murado com por-
fi de ferro ao lado direilo; quem pretender den-
ja-sa ao abaizo assignada morador na estrada dos
Agelos.Candido Jos dos Santos.
Vende- se orna casa terrea aa rna dos Copia*
res n. O : a Iratar oa roa Estrella do Rosara
a. 16.
veaae se na
pbarmacia e drogara
DB
iiat-tholomcii Companhia.
34RA LARGADO ROSARIO 34
nico dop?*iio.
Xarope e pasta de Seiva
DO
l'inhelro marl.imo
DB
E. Lagasse
Preparaeoes mni preconisada pelos sabios mdi-
cos de Pars, com as melhor.s at hoie diseoberta;
para a cora certa de todas as moJesiias do jeito,
broocbites agudos e chrootcos, astbma e ainda da:
atTeccoes das vas urinarias.
UKPOS4TO fc^PSOIAL i >
34Ra larga de Rosara34
Pharaaadate itafibolomcu ate
Traiamento puramente vegetal sera mercurio, iodo, onro, nem ootro qualqne
mineral.
Verdadeiro parifleador do sangue sem azougue.
Especial para a enra de todas as molestias que tem sua origen) na impureza do
sangue, como sejam as molestias boubaticas, sypbiliticas, escropbulosas, dartbrosas, quer
venbam ellas por bereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos virus que contaminam o sangue e os humores.
A caroba om remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos indios
do Brasil, e passando sea uso do gerago em geracao, boje um dos remedios mais co-
nbecidoscomo propno para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse nume-
ro a morpba ou elepbantiases, para cojo curativo os nossos sertanejos consideran) a
caroba como remedio especifico.
A maito tempo entrou a caroba nos formularios como prepararlo magistral
ftob a forma de eleictuario, ainda hoje lembrado as pliarmacopas com o nomo de seo
celebre antor Joao Alves Carueiro: nao ella portanto remedio novo nem desconbecido.
O ungento de caroba da mesma sorle preconisado desde tempos mmemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras sypbiliticas srdidas,
e empregado com proveito depels de improicoa applicacSo de muitos oulros agentes
tberapeuticos enrgicos e de nao quotidiano. i
Mp'tos dos nossos mdicos de consideraco e entre elles o muito distincto pratico
e oibror-ador o Sr. Dr. Pedro dAtbayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio de ex-
perntiaas ""epetidas o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no trata-
ment das ooorjas, das diversas formas sob que a sypbilis se aprsenla e maito especial-
menteas que teem sua sede na pelle. e poneramos relatar alguns casos de data muito
moderna ofeaarvados pelo mesmo Sr. Dr. iloscozo em que a caroba produzio admiraveis
T^t^nZTTlomas applicac0es de sal8aparri,ba' -^ iodo T"
N3o era possivel que umapiama i3o noUvel por suas inappreciaveis virtudes es-
capasse a perspicacia e investigacoes dos maU abalisados praticos europeos, que se ap-
pheam com espec.alldade ao estudo e traiamento das molestias sypbiliticas e berpeiiea
a para prova am esj5o os Srs. Drs. Casenave, Schurfor, Ricord e outros dando aVmais
lisogeiras informacoes sobre as propriedades curativas da caroba e preconisaodo-i como
E5!ittTSimo PraA tratameDt0 fas eruP* co^oeas, saccas on suppurativas,
dartbros de todas a quaUdade, ec emas, nlceras de diverras naturezas tnmorM iwwm
e ontras multas molesiias de natureza sypbiitica oa boubatica. '
Por ter-se generalisado muito o uso da cascarla da caroba que eu ore-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar em suas i^servacSes
deliberei-me a ter prompa ama quantidade da mesma essencia, obtida sem a aocao do
ogo, para no prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora ematama- encon-
trar-ae-ba na minba pbarmacia sempre e em porclo sufiicieote para todos os pedidos a
ESSENCIA CONCENTRADA De CAROBA, e o.ungoanto da mesma penla para que nan-
ea fallem aoa Srs. mdicos que qoizerenj esperimntar t3o precioso agente.'medicinal.
Rect'fe de Pernamboco, 17 de outubro e 1866.
- \^TSTR Caors.
Ja v^ |ioi.-. o Ij.; Viad) braaeo qoe a agoia
; precia o seu I)oodoratars83for e toe deseja aa pal I ftQ
feliz pbrmr. Assim dito e feito, v*i a aguia oran LcHLLUo
ea -^iisfawr a sua lioa freBuezia, pela obriRaeao PomadaGalopeanpara a eitraccao e cura ra-
ere que ola' de e.ontinuaaienie scientitiea la do pida e completa dos'; callos dures,sem ameuor dor
qu-< de novj, recebeu, pelo que avisa-a, de que ac-
ba de chegar (tara loja d'a^uia branca, a ra do
Qaeimadoa.a; o -tguinte :
Coqnes novov e linios e variados molde?.
Knfeues modarcos e b mttos para senboras.
Cintos de ponta* etifeitados com vidrilbos.
CornS jirossos, jjretos a de cores eom vidrilhos
par* enfeiies ieestidi.s.
Trancas pretas e de oulras cores, tambem eom vi-
drilbos para o meoioo Qm.
GuaroicSKi pretas para basquines, vestidos etc.
Trancas e jaldes de seda para o mesmo.
Oia dita de laa e algodio.
Pitas de velludo de cores, lisas e cbamaioladas.
Bicqs de seda.
Pitas de borracha para cintos.
Ligas de seda para senboras e menina?.
ntremelos e babadinhos bordados,
Goiiiobas e puonos bordados pira senboras,,
Colle/ififlos para Uomens.
Aboloaduris de diversas qualidadas e prc-gos para
coletes.
Ditas ditas ditas para punho?. '
Bonitas correles preta* para reoslos.
Aguia Branca a' roa do Qoeimado o. 8, re-
ceben :
Caiiiohas coro dous barslho; franeezes, de colo-
ridos Anos, enlerroeados com doorado, papel so-
corpado, lustrco opaco, obra maito boa.
Ditas com lentos de osso, marim e madreperola
para voltarete.
Pernea de marflm com chapa e sem ella, para
limpar caspas e tirar bicho?.
Ditos finos (fosso e tarta rapa para o mesmo
Gm.
Ditos de osse baleia e tartaruga pan desemba-
razar.
Ditos, de ditas dita para barbj.
vulos de peneira para qaem soflre da visir.
Oatros de diffdrentes graos e cores, com arma-1
gOes 'tqo fino.
Outros tambem de arma^ao una, vidraca de co-
res.
Lonetos oa pinceoez eom raselo de ac, b-
talo e tartaruga, vidros branecs e de core?.
Euvelopes peqoenM bordados.
Dito ditos opacos e grandes para oIBci ,s.
Prasqoiooos com superior lila carmim.
Stercoscopos e vitas.
Acaba de chegar um Rovo sortimento e conli
nuara a serem vendidos por preeos commodos.
Hites
' Pretas de 13a e laia para padres.
Brancas de la para hornees e senhoras.
, Ditas de borracha para qaem sofTre inxagao as
pernas.
Brrelos ou carapucas brancas de algpdo.
De padaria
Um balcao, crame ii faut, orna masseJra, pesos
ballaoca e teodedeira, vende-se por todo o preco,
oa ra do Hospicio n. 33 ou Ja Cadoia n. 57.'
Terrenos para edificar
Vende-se terreos no Caxaag, maito altos, e
proprlos para ediflcco. Qpem pretender dirija se
a roa do Apollo o. 32.
LEITE PIRO
ao p da vacca, oa travossa dos Pires n. i, vnde-
se por com modo preeo.
MA10-
Essencia de ail
, e bolas de dito para en-
gommado.
Veodem-se na loja d'aguia branca, oa raa do
Qoeimado n. 8, sendo a essencia em (rasquiubos a
SOO rs., e as bolas a 60 r?.
Lencos de cambraia braceos e de cores com |J
barras de cores Osas
Ja oao a prlmelra vez que a aguia branca ven-
de desses lencos da marca BBB, tsto bons, bo-
nitos e baratos, por tsso approveltera todos essa
nova occasiao de se pfoverem dessel sempre pre-
cisos laucos, cuja commodidade de preco aina, a
fazer-se o gasto ; costara elles 3*600 a ddzia. e o*
pequeos para meninos a SOO rs. a duzia. Quem
su dirigir aloja d*agaia branca na raa do Quel-
mado-u. 8, coohecera' qaa Ues leos tem a qo-
lidade. cima ditus.
Novo sortimento de albuns de 50 a 200
retratos.
Vendemsfi sempre por preeos commodos; oa
roa di Qn?!n4-> l j d'agab braaoa o. 8.
Na So leda de o. 70 vende se nm
em bom estado, com boas vores, e
modo.
piano de mesa
por preco com-
Verdadiros
Collares Rover
Electro Magnticas Anadinos
Oo Collares Anodinos, para facilitar a den-
ticSo das criaocas contra as coovolsoes
das mesraas, a estes collares nos escuzado
fazer qualquer recommenda(3o, visto a
grande utiiidade que lem produzido quelles
pais que os tem apjilicado em taes circum-
stancias pois nos parece qne nao bayer um
s pai ou m5i que por este meio nao quei-
ra por termo a. taes soffrimentos de seos
fllbinbos visto ser om mal que tanto os
flagella, pois a estes collares aaompanba um
folbeto que ensina ixpio se deve applicar, e
vende-se na loj do. Gallo Vigilante, ra
'do Crespo n. 7, poro preco de 4000, 5
e 6^000.
Yjaaia-.arrjM>ila*o efl> sacejs, yrado4as
4TTEIMt:40
No armazem de faztndas de
Santos Coelho, ra do Quei-
mado n 19.
Bom e barato
Cambraia de cores matisadas nissimas a
800 a vara.
dem brancas transparente finas de 4#,
H, U, 7, H e 8506 a peca.
Bales de arcos para senbora a 250O.
dem de arcos de cores a 3<5300.
dem de arcos brancos nesgados a 35 e
3^1500.
dem de mursulina a \i-$.
dem de mursulina para meninas a 3$ e
35500.
dem de arcos para meninas 15600 e 25.
Cambraia de salpicos branca a 45500 a
peca com 8 1/2 varas.
dem admascada para cortinado a 125 a
peca com 20 varas.
dem para forro a 35 a peca com 10 jar-
das.
Retondes de l a 65.
Chales de fil a 55.
Lencos de cambraia brancos finos a 15800,
5 e 25500 a duzia.
Lencos de cassa finissimos a 35200 e
3560o a duzia.
Cambraia de linbo muito fina de 65 e 95 a
vara.
Madapoles finos de 75, 85, 95,105,115
e 125 a peca.
dem enfestado muito fino a 95 a peca
com 20 varas.
Platilha de algodSo superjor fazenda para
saias a 35200 a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas da India, muito grande
a 25600,
Lences de hamburgo fino a 25400.
dem de bramante a 35200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
45500.
Guardanapos de linbo adamascados a...
35500 a duzia.
Atualbado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 25 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 35 a vara.
dem trancado de algodo a 15500 a vara.
AlgodSo enfestado com a mesma largura
a 15100 a vara.
Toalhasalcochoadas de linho a 115 a duzia.
dem com y el lo a 135 e 145 a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 900 a vara.
Grosdenaple preto superior de 15800,
5 e 25500 o covado.
Morantiqoe preto superior a 25800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 o covado.
dem branca a 600 o covado.
Bramante de linbo com 10 palmos de lar-
gura a 25500 a vara.
dem de linbo com 5 palmos a 15200 a
ara.
dem de linbo com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Assim como outras muitas fazendas que
se vende por menos que em oaira qualquer
parte, e d-se amostras de tudo,
n. 28.
Venden
Lionas rooito superiores em nov.los sortija a
O)* libia. -
inferior a 1*100 e t00.
Dita do gaz, preu, branca e de cores, m eai-
. xas oe 40 aovlos, fiOO re*.
Din om caita? de 50 novel!..-, branca, a 700
fTflfc' '
l Diu e r/mas de tO novenos grandes, a 640
res.
Dita tancas pretaj em cari-s, a 160 reis a
duzia.
Dua de Alexandre, carros 200 jardas, a 1 00
a duzia.
DHa em earros, com 80 jardas, a 360 reis a
dalla.
Aiulhas de (ando doarao muito Quas, caixa a
aiOreis.
Ditas indicia?, sortidas, mllheiro 700 res.
Grampas com cabeca de vtdro, dtzia a 160
reis.
Ditas lizas e crespas, mago 30 60 reis.'
Cotiete em caiziahas, dona 640 reis.
D.to em cartOes, dazia (iOO e 900 res
Esptelas verdadeiras, B B, cana IOO reis.
Alnelas em cartas grandes a 140 res.
Ditos em cartas menores, 10J reis.
tilos em canas com uieia libra, 320 reis.
BoiSes de madreperola para camisa, grosa 460
e 00 re*.
Ditos de osso para catea, grasa 200 reis.
Ditus de um, grosa 160 el res.
Ditos de mucdinba para punhos, a 15600 reis
a duzia.
Pentes para ali/ar, doiia 1#100, 2*iC0e 3*000
reia. taina
Ditos muilo superiores para bixos, duzia 2J0O0
jl.
Ditos para cc, duzia 150, 1*900, 2*400 e
3*400 res.
Pbosoroa de cera moilo superiores, dazia de
caiinlias 320 res.
Biraihos franeezes muito Uuos, 200 reis.
Ditos portaoezes moito boos a l0e 160 re*.
E"pelhos em <)uadro dourado a 120.
Trancas lizas e de caracol, pe^a a 40 50 e 60
reis.
Fita de la para ebrom, vara 100 reis.
Dita de aUodao branca, pec^ 240 reis.
Dita de liono, peca 40 reis.
L5a de todas as cores para bordar, libra 6*00
reis.
Fitas de todas as qualidades, papel almaco, Oe
peso, amizade, envetopes, peonas de ac, caetas,
lapis, meias para bomem, maiheres e menmob,
brincos, rozeta?, sapalos de tranga e tapet, boti-
nas enfulladas para senboras, ciutos rooJernos,
coques, grvalas, vollas", caivetes, thesooras, tiras
bordadas, labirintho, franjas para cortinados e
loalbas. colannhus etc. etc. e ruuiios objeitos de
gosioe novillada qne continuadamente receben:
por todos os vapores.
Perfumarlas.
Agua I-'ii.riJa verdadeira, garrafa 1* res.
Tnico onentil de Kemp, frasco 19 reis.
Olio philocca.e, frasco 1* reis.
gDito Oh Oreza, frasco 1*200 reis.
Exiraetos moilos fios para lencos.
Agua colonia atlatcada.
Sabouetes, p- para fanldi, sextinhas eom per-
fnmarias etc.
Jarros de maito goslo para flores.
Figuras de porcelana para enfeite de cia de
mesa.
Copos de vldro para agua, doiia 4* reis.
Laniernas, candieiros. capoleiras ele, etc.
Facas e gaifos, dnzta 2*300, 3* e 4* reis.
Bacas e^tanbadis de diversos tamanbb?;
Comeres de metal para cha', dozu 2* reis.
Ditas d mtial para sopa, duzia 3*200 reis.
Salvas do metal de 6 a 12 poilegadas.
Paoellas, fregidelras, caQarollas, chaleira?, eo-
xadas, pas, preges etc. etc.
Gaz.
Em latas de 3 galSes. 9:500 res.
Em latas de 2 I|2 gales, j'o reis.
Em garrafas, 400 reis.
E tado qaaolo seja tendente ao seu grande e
novo etabeiecimeoto de miodezas, ferragens e_^
qoioqailharias e eandlelros a gaz. y^
Rna Nova n. 28.
Garntese sinceridade e barateza nos prr eos.

Hgl*bariiiacla epecial lioineo-
sm pathlca do Dr. sabino o/#
S L. Plnho.
Cha de Ia sorte para uso das
M pessoas que se tratara hoeopathi-
91 camente.
M Vnne-se em pacotes de libro a
S 3;>200rs.
Ra Nova n. 43.
*
A
Neste cstabelecimeoto a'ra da lrurji-rstriz o
70. enoontrara' o respeilavel publico um liodo e
variado sorliraento de mindezas, perfumsri^s da
sociedaje hygienica Lobin, Piver e Gondrai, lavas
de Junvin, cbapelioas, coques e enfeites para ca-
beca, objeclos do modas de Pars, que recebe de
sua conia e por esta razo vende por menos que
em outra qualquer parte. Os Sr?. Consumidores
nao necessitam ler eneommodo de irero ao bairro
de Santo Aotonio e Recite para se proverem di-
que precisaren), pois na Lealdade acharo tudo
do meibor c isto e por preeos maito commodos.
Veode-se om sitio a margem do rio Caplba<
ribe, trata-se oa raa do Qu6imado n. 18 A.
Vende-se ama bonita escrava creoula com
idade de vmte e tantos annos, alta reforcada e sa-
dia, boa cosinheira, emgomma e lava : qaem a
pretender dirjase ao largo do Paruo o. 29 *
andar.__________
vend
. a-s_.arrx pilado em saccas,
' oa rua.a Sanznlla Velha a. 84.
Veode-se urna oegra crioola de bonita Agora
com principio de ogommado e cozloha : oa roa
o Quelmado n. 44. loja.
Veoda d um boca aislo
Veode se o sitio grande do Arraial con orna
grande extencio de ierras emolas froctelras; a
tratar na ra da Gloria o. 1.__________________
Vende se por 500 rs. ama preta de meia ida-
de, oesinha bem, lava e eogomma, baratissimo :
na ru do F>go o. 9.
XAROFE
DE CASCAS DE LARANJAS AMARGAS
*e V. P. Laroze, ob a r macen tico
em Parla
35 aunes de gneeesMs altestam a saa eflicaria,
eme:
tnico excitante, para ajudar as func-
ces do estomago, assim como dos intesti-
nos, e curar as doencas nervosas, agudas oo
Chronicas.
tnico ANTi-NKRvoso, para curar os incom-
modos percui sores de doencas assim evita*
das, e para facilitar a digestao.
anti-peridico, contra os calofros, calo-
res, com ou sem interraittencias, e que teem
por especficos as substancias amargas; tam-
bem efficaz contra asgastrites e as gas-
tralgias.
inico reparador, para combater a ex-
haustacao do sangue, dispepsia, anemia, es-
golampnto, inappetencia, langor etc.
Deposito em todas as pharmacias e casas
de drogaras no Brasil.
Expedicoes, em casa de J. P. Lazore. rae
des Lions-St-Paal, 2, Paris.
Deposito em Pernarabuco, pharmacia-de
n. Maurer & G. ra Nova n. 25.
Taiieria a
Faz-se lodo e qoili|oer negoeio "cora a taberna
da roa Imperial n. 215, a dinheiro ou a praso, e
tambem vende-se .-6 a armacao.
Rp principe Alberto.
Vndese em latas de qoarta a 2*500 : na roa
do Crespo o. 5, loja de fazendas de Gregorio Pan
do Amara I 4 C.
rritacao dos polm5er. angi-
nas, tosse, escarros de
sangue, crupo ou garro-
tilho, catarro, rouquido
e todas as innumeravei molestias que afec-
|5o aos orgaos da respiracHo
DESAPPARECEM
ediante a accao da balsmica e irrev
ANACAHUITA
. ttangaeaagaa
Vendemse aimelnores angaesagas de Ham-
burgo a retalho, por preco mallo diminuto : na
roa da Crux o. 50, t' ln4ar.
ATTJBMCAO.
Veode se ama mulita com 13 annosJoa raa do
Q!-timado o. 73.
PEITORAL de KEMP.
aianacahuta mexicana que d o nome es-
pecial este incomparavel remedio, urna
arvore, cuja madeira por muito tempo se
ha usado no Tam pico para a cura das in-
formidades cima mencionadas. Foi tam-
bem ensatada e approvada pela academia
medica de Berlim. O peitoral de Kemp
um xarope delicioso inteiramenle livre de
opio, acido hydrocyanico e outros ingre-
dientes nomos.
A' venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo 4 C. e P. Maurer m C, e em todos Os
estabelecimentosphar&aceuticos do imperio


m
^B
fMBBIHnMHa
alario 4c Peroaline

Lzw^mz&su&m
HIJA DO BBIM $. 38
0 proprietano dste eetabelecimeoto deseja chamar a attencSo dos &enhores pro-
pricunos para os acreditados mechanismo que contina a orneeer; os quees. garante
ser comosempre. da melhor qualfilade possivel:
Machinas de vapor
torca de um cavallo para cima. As menores sio mni proprias para motores de*caro-
?amentos de al)dao ; ellas viajam armadas e podemtrobalhar dentro de Sttlierts.imwois
de ciiegarem no lagar. Ellas levam todo qoanto preciso pira o ttaostbo, e- titeras o-
bracellentes. As machinas maiores sao proprias para a moagem de caima, ei iellas
que podem janta e separadamente moeretima e wearocar. EHas podem-se aflpllcar a
qualquer moenda ja existente sem oatra mudaoca1do que.a substituio das rodas featman-
arra, ha Umbemcom moenda jauto. Ellas tem depsitos d'agoa e boeirosiefcM, e
.So precisam para sea assentamento de obra alguma, qur de carapina, qur "de alvenaria.
O tempo para assenta-las nao excede de doze das ao mais, e em casos de mortes de ani-
maes tta arrombameotosde acodes, etc., garante-se o assentamento em olo dias. Todos
estes vapores s5o simplisslmos na construccao, e se regem por qmlquer pessoa intelgente,
a faoilidade da cooducco sendo especialmente considerada, tanto que nao Ha lagar em que
oio se possam coadwir, qur per Ierra,' qur embarcado.
Lembra se aos senhores de engeoho 'que1 a venda dos animaes e o servieo da
-gente occupado no seatratamento os bao de recuperar da maior parte da despeza do
vapor, deixando-Ihes a vantagem de orna moagem certa e accelerada; e~acabando com a
despeza da-xompra continuada de novos animaes, e com os desgostos do trabaloo que se
tem com e'les.
Ao rebpeitavel publico pernambncano pede-s
Atenco
Itftieig iBglea v
320, 500, 800 e 14 so ao armazem se acha vista.
Manteiga franceza
em horas 560 e 640, em barra se (ar differenca.
'Banha de porco
em libras 320 e 38^, em porcosefara differenca.
Fructas
em calda Pera, Pecego, Rainha Claudia, Alperxe e outras muitasSOO e 6i0 a lata.
Ervllias
Portugnezas 6i0, francezas 900.
Fatuo
em latas do Para e de albaneqoe, lata. i# e 1 200.
oma de .libo
em pacotes, dita da trra 100 e 200 a libra.
Loja do Gallo Vigilante
DE : |
Guim^resA Freitas
RA ,00 CRESPO N. 7.
Os donos deste bem coobecido e3tabeleci-
meoto, tem a honra de avisar ao repeitavel
publico, e com especialidades aos seos na-1
merceos freguezes, que acabam de receber
um completo sortimento de to gosto e de completa novidade oeste mer-
cado e que os tendo receido em direitura, es
poderlo vender por meos queoutro qual-
qoer.
Requissimos loques de madreperola
branca.
Requissimos leques de madreperola preta.
Lindos leques de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Leques de faias maito (iodos.
Ditos de ossos.
Ludo* port-bouquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentes e bailes.
Lindos cintos para senlioras com fi> ellas
e fivellas de differentes qualidades e gosto.
.Requissimos eoieites com coques e sem
elle.
Luvas dejouvin. inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
I
S8]*?'-! a i l. a 3 .-,,-. nnAlhA', escoda, algodo.e de
Ser talvez desoecessano lembrar aos compradores "P^ "^J^1 M a du"a.' *200 8*< <>io doPwto i 13- W, caixas de dota, assim outras qualidades para.senbora e hornera.
resulU.de comprarem soas machmas garantidas em urna fabrica, tendo.wlistn oMBpe-: ^ figura caada 30500 e 4|, poroj A A Lisboa 2800/ e 3*500 a qualidade Lindas trancas pretor de cores c>m ve-
lentes para assentar as mesmas e ensiaar a maaeira de trabalhar com ellas, e
radas para arremediar qaalqaer desarranjo; ftcilidades estas que jamis podem encon-
trar comprando as aos simples negociantes, es qaaes por falta de conhecimento na ma-
teria nem se qur podem garanti-los de que as machinas que vendem s^aiavproprias;OU
suficientes para o trabalbo em que se queira empregadas, e no caso de desastre nao po-
dem prestar-lhes soccorro algum; sendo que anda qoando venhams fabricas para con-
certar as machinas alheias, torna-se-ha preciso faier repentinamente moldes nofs,etc.
para as pecas estragadas. J numeroaas vezes estes vendedores lera representado seus
vapores-corno sendo>de torca raui superior sua actual-e verdadeira torca ; equivoco
este qae n5o so eagana ao comprador acerca do trabalho que possa tirardo vapor, roas
tambem da lugar ao pagamento de am preco excessiyo, vista da torca real da machina
que compran).
Tambem ba sempre prompto rodas, d'agua de ferro, sarHhos com cruzelas para as
mesmas moendas de canoa de todo o tamanho, rodas de espora e angulares, paroes ou
coches para receber o caldo, crivos e portas.de fornalha, taixas de ferro batido, fundido e
de cobre, formas de ferro galvaaisadas para purgar assuear, bombas simples e de repu- ,,m fi ,.' ,
eho, a'ambiques de ferro, eixoserodas de carro,-arados, grades, enehadas a avalloou-1 aaaji(]ade 1l00 '
tros instrumentos de agricultura, moinhos e tornos para.fazer farinha e tnalmente tojo op HC
obj-icto de inectimismo de que se costonu precisar.
Na fabrka se fazem obras novas encommendae concertos, com. a maior presteza
e S' iidez O granle de wsito de pecas e objectis hahilitam-aa muito para est^fim.
o p .trietano serseaprt mu feliz de ^oder dar nfora{OfeS uu ^arecimeatfwrta nomeread^
tos senhores que se servirem de seu prestimo.
D. W. Rowman, eogenaeiro.
-----------------------------------------------------,------------------------------------------------------------- -' "

^>
\





DE
AZEVKDO c FLOHfi^
RA DA CADEIA N. 47
Madapoto do baldo.
Superior madapolo camiseiro qae val 84 a 6$.
Dito que va! 1& a 50.
Chitas do bala o
Bonitas chitas cores fixas e panno fino a 3oo e 32o rs. o cuvado.
Bales de faoda.
Os mais modernos DalSes de arquinhos finos, que por isto se tomam recommen-
iaveis ao bello sexo.
-
convida.
' tai
em lata de 5gaioes e mais pequeas a ventado do comprador, ero garrafa-
Alpiste
? 40 e 11 O a libra, paioco a, 100 a libra.
Azele ..<* [ 4
em garrafas a 800 e l<$.
CHARUTOS
em caixa de SO.por 10, dito Delaas, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
da Expostclo caixa 50, djtos de Regala caixas coro 100 a 50500 eoatras muitis-marcas
que s na presenca dos compradores.
PREZUNTOS
de lamegoem barril, ditos de iambre o melhor que ha no mercado por preco que faz
admirar 11
DOCE DE GOIABA
le 1J5U0 que prese maramUad, ,to em Utas muito fina
WCETte
com doce seoco a U e 2$.
QUEIJOS
do AlftntejO'Rnv tet**. chegado pe vq)or QneUta, ditos Flameng'is e Pratps do? mais novos
AZEITOJHAS
de elvas como no mercado nao temos a (| a lata, em barris do Porto a 13 como n5o ha
melhor.
JFrftacisco Jos Gennann
UA NOVA N. 21,
acaba de receber am lindo e magnifico sor-
tkiiento de cates, lenetos, binocalos, do al'
tiMO e mais aparado gosto da Europa e occ
tos de alcance para obsarvacoes e para
aurit irnos.
>

TRATAMENTO r CHABLE, d PAWS
Medico especial, e*iMUltae6e, 36, ra Vivlrane F
AVISO AOS DOENTES. SJ-iSJ" -pahM "" *+ mmn t
Mi estoa eu-
nio, Imm
beba, CopakBM
ob Mu u
fonnuera opia-
to, eapsnlai,
eMtM,lMb
o estomaio pr-
mtmmim

dido e nlo estou evado? L'sei e abusci de um grji.de
corar em 4 dias, e estou anda mais docntes.
duero de iwirjitm,. qut
UA MAIS O VVVOS
me coro dlcalmeate sem recahidas, Corrmentoi, R$laxatoio Mal, Ctiwrrho i4
Pcriat seminaes, curando primeira t causa virulenta inflammatoria d'essas doei^u i
com algums vidros do meu depurativo do sanos para parar essas
lhe tornar a dar sua regidez dou para acabar meu exeeuente xam doenca sexaaes,
- alfeccoes, ucear o
caual e lhe tornar a dar sua regidez dou para acabar meu excellente xamopi ao citkato dc
FiaiKO et miuha injec{:ao. A cura 4 radical, as unhorbs para os laxas: braaco*. segueaa
Ia tratameDto. (VejO'S a noticia exjilicaliva.) (
40.000 DOENTES CURADOS
Verdadehro trataneato depurativo do sangoe. As \erpet at mais mvMaradmi, mapa***,
prm-tdos, tirw, ekmttoi a/feepou venertut, humores, e todas aodoaneas m aHerlo a pnaa
do tangae alo caradas em poiico tempo por meo xaropb bchikativo bo sanscb es*
banbos nnnaiM, minhas pillas BaptniATiTAS e mtoha Pemmada A!m-AaToSA
Veja-M a maaeira de tratar-se. A noticia que se da gratis DO deposito de
meatos. Este excellente tratamento alo conten mercurio", saa luperiorldade i ka
nao ka ama so caa qae possa como em tpnumtar Untasattestc*es i suras.
drilho e sem elle, assim como lindissimas
guarnicwes para eoeitar basquioes e hotoes
para os mesmos.
Lindas toaquinhas e sapatinbos ricamen-
te enleitados proprios para bapti*ados.
Meias de seda para o mesrao fim.
Bengallinha para meninos.
Lio Jos peales de tartaruga, mas&a e outras
maltas qualidades.
Muito boas escovas para deotes, chapeos-
roupa, cabellos, unbas e para (impar pentes.
Superior liabas para crochet.
Agualdas para o mesmo fim.
Lindos agulbeiros e dedar de madrepero-
la e marfim, assim como de metal.
Lindas guamifes de botes, para colets,
pun'.os e colerinhos.
Ricas capellas para ooivas.
Meias de seda par senhoras.
Superior thesouras pira unhas, costura,
cortar cahelk', etc., etc.
Fin.- ..Vv-.i- >u;o J tartaruga, marfim
e outras qu lidades.
Suspensorios de seda para homem.
Ditos de algociao para bomem e meninos.
Requissimas caixas com msica conloado
o necessario para costura,, proprias para um
delicado presente.
Requissimos livriabos para missa.
Lindos indisp^nsuveis p-ra meainasdas
escolas.
Finos adereces pretns para luto.
Gtande sortimenio ae lina> lerrumarias
dos melhores fabricantes at hoje conhe-
cidos.
E muitos outros onjectos que impossivel
seria meiciona-'los e que se encanlrarJo ni
oja do Vigilante, ra do Crespo n. 7.
IIIVAL m SEGUNDO
aira ueima mladrzat
W .. .
Jos 'Bigoumno
Varas de baAado bordado do P^rlo a ICO rs.
Carretela de retroi preto com 4us oiUts proflio
para nacbinas a. 560.,
Asninas para, machina a 2J000.
Pref os rraaceas de todos oe lamaohos a 40 rs.
Groias de boiSes de ossopara cai?a a 200 rs.
Espelbos doarados uito faoi.i*0(>0.
Canas coa linba soperior par marcara 240 rs.
Carriteis de reteoi.de todas.as cores a 80 rs.
Frasees d'agua de ColoaiamuHo soperior a 500 n
Fraseos de eeo muito flio a 500 rs.
Petas de trae? branca de caracol a 60 n.
Diuia de tesotuas peqoenas a 480 rs.
Frascos d'agaa para lirepar deotes a 500 rs.
Redes pretas lisas para segurar cabello a 30 rs.
Duziis de peDnas de ac maito flias a 60 rs.
Caitas de liaba do gaz de 30 BoveMos a 600 rs.
dem de palitos de segara^ca a,0 u.
LeBcos de cassa com barra a ICO rs.
Garrafas de agua Florida verdidelra 1#0C0.
Babados lo Porto le todas as larguras todo* ct
grecos.
Sylabarios com estampas, para mfininos a 310 rs
Memento da roupa de lavar a 100 rs.
Duzias de nietas mullo Anas para seobora a 4.00 <
Agolbas francezas a balao Pares de sapatos de tranca -e. .tapete a 1*280.
Pecas de fitas de la de todas.as cores a oG
Grozas de botoesde porcelana prateados a 160 >
Caias com alOneites trancezes a 80 rs.
Caias de 100 ovelopes moito Bdos a 500 rs.
Resma de papel de peso braaco liso a 2f.
Frasco com superior Ilota.a 100 s-
Grosas de phospboros de gaz a 2J0O0
Pares de botoes de puulio moito bfRitos 80
nhas em cariSo le 200 jardas a 100.
Aixa ie superior liunado tai com ot' oovelloi
700 rs.
Taiheres para meninos a 240 rs.
Mas-.i eco Mwmrtoies gr2rr. o? a ^0 rs.
>.;s*3 de p>' oa ti- im unjito tioss a 390 r,
Bonets para meninos a 14. "
Pentes com costa demetal a,400 ra.
Realejos para meninos, a 100. rs.



I

Ceroulas c camisas.
Geroulas de bramante francezas a Itffioo.
Camisas de pregas largas que valem 3^ a 20.
As meias inglezas do baldo.
Superiores meias ernas para homem que valm 90 a 70.
Rou a feita do baldo.
Sortimento de calcas, paletos, cofietes de brim, panno fino de casemira, todo por
ico commodo.
O BAIjAO
.
en ie muitos outros objectos e por insignificantissimos pegros.

mima
Kua larga do Rosario n.
Os Dons Alllados convidara ao respeitavel publico a irem apreciar o bailo sortimanto que re-
o- be.am pelo ultimo paqaete ebegado da laropa, assim como oniros^mpitos vjpdos de eonta propria
da corte do imperio como sejam caf da exposicSo,
rim etc., pelo diminato preco de 500 rs. a libra.
tapioca, massas finas, sendo aletria, macarrSo, ta-
^r-,-----------------
"""' '''
pbato
issos
PtLUIiJL
Xaropee vlplao ferrnglao de
jnrnbeba eom pyrophosphato
de fern.
Cblorose, anemia, escrofalas, rachitismo, blennor-
rtagia, leaooi'rha. rebres intermiientes d ame-
oorrha (menstraasa doiorosa e Irregnlar)
f* t C P te
Ha 'muito que tinhaposep vista asspcr o (erro
a: u^ssas prepara^oes de jnrnbeba ; mas levamos l
>l j a experimentar qual a preparaco ferrugi-
n: quo.au coaaifiia^o rgaaisajo hajmano,
v;L:iporflm a ideciflir-nos pelo pffe#h|fc[
de f-rro, com p qual paado preajara ros oe
xa1 "ae J3 vuho de jorobeca lerruginosos.
Tomos a ob:ervar, porm, que o uso dos medi-
carcenttn ie jurubea com o pyrophosphato de
Trro nunca pode oceasionar a pbsv.sira as pes-
sos anda as mais delicada', cou* mullas vetes
tem a on'ecido at pessoas robustas, que se ho
servido do mesmo aedicaoMato preparado com
oalras substancia- ferruginosas, por Uso que o
o ti s boro debaixo la forma de pyroflhasphato,
i:::. ;n io prophylati:o recoobdeido luiaivel con-
tr. i .-ia terrivel afleccao.
As ; reparsi5es.de jarobeba, a que^havmos as-
scciad i o pyropbospbataa ferro.'so'mul provei-
tosas no t-atamento da aaalestia das senboras,
t:,.-; rumo a chlorose, anemia ale. ^^s-
Est-.s molesltas aaanifesta-se 9-s sympto-
mas seguintes :-Dsoeramento geal da pella e
1:- niemb.raDaamjicoss, ro
face? ^H i i*\?#BtS'
(o 'neT|^^K, JtbW
; i-, piTrso mals'Ire'ilaenTB'dD" "qTTe
de = une, calor febril, pella." eeaa, appatile de-
rr vi! v^jCflS,,pr,i!aoid,jWa, .nMoalipafflo
ilar, pouco aiafldajile, de^cotajla,
BUll,
Ja '.
Dat eftaflo etumoBo, aias. tio ordinaria ale
1
rr,: "^i*..^^^ s? ^^^^fi^^m
Bnaras, (H^pparpe sTcuaio ptijdirte nso 0>s
prer-
L'nicci liepsito deates medcarnentos:
ph?rmecia de i. A. PUM', rtra ferga o Ro-'
sario n 10, em Pernambuco,
U-----iL___
ade uiZWjn/de tin-i
tas niedicameiTttos ete
Rui do imoeradar a. 24. i.j
Productos cbimicos e pharma-
| medicina.
Ttntaopara todo 'genere de pin*
|..tgca e,.para tinturara.
Productos iodustriaes e .tintas
para flores, como botes de Aeres
,e modelos em gesso para imitar
,fr,uctas e passaros com o compe-
tente desenho.
Productos ch i micos e iodusiriaes
LparaphotQgraDl^, iioiararia, ?&-'
f^ra, pyrQtecnia.ec.
. Montado em grande escala.o aup-
ptide directaneDte de Pars, Ln-
[.tjijes, Hamburgq, Anvers e .Lisboa i
jqde oSerecer productos de plena M
conBanca e saisfazjr qualquer eo-J|
t commenda a.grpsso
i lho e por preco 1
ULULAS de BLANCARD
,AO WD1XTO DI RBJIO I(AITIHATIL
Approvadas pela Academia de Medecina de Pars
umauu nao omssuo bodkal ss uo-husswmo
XnaiaUHTADA*HOI HOSPITAS DB nANCA, DA BSIGICA, DA IRLANDA, DA TDBQnA,ITC.
JfsmfOM konrotu >u Bxpotifoii VnittrfimU i* Nev-York, 1858, U Part, 1855.
Estas Plalas eaTolridaj B'onia amada reslao-balsamiea de ama tenntdade excessha, toa
Taolagem de serem inalteraveis, tem sabor, de am pequeo talume, e de n eansarem os
orgas digestiros. Gosando das propriedades do Iodo e do Tuso; ellasoooveai princi-
palmente as affeccoes CUorotictu, Etcrofulotat, ntktreutouu, Canerotat, na lauorrhaa,
BWBsi i tai, anemia, esc.; enim. ellasfferecem aos praticos ura BMdlcaea das soais
gicas para modificar as constituicoes lymphatiaai, fracat on dakiiitaiat
y. B. 0 iodureto de ferro Impuro oa alienas um mediea-
ncato infiel, irriunte. Como prora de aurcu e de solbencidade das
reriaittra rilla, 4e BlancarB, erc -te exigir nossn Mno 4c
prala reactiva e oosm flrma, aqu reprodutJda,qnrse>eb>na parte
inferior de um rotulo verde. Deve te desconfiar das (alsilcatoai.
Achara -ae era todas ai Ptrarvaaelaa. MnrmaeraMe*, ra Bonapartt, *S. Paria.
vara 800

GRANULOS ANTIMONiAES
Noto medicaca
lili
para eviaes
Docteur IMPILL1UU
da astbma, do
das molestias do corsead,
da tsica, ate:
catarrho, da coqueluche,
GRANULOS ANTIMONIO^ERREOS
Para a curasao da anemia, 4a ehlorosis, da amenorrhea, das nerralgias, s navreses, das molestias
escrofulosas, etc.
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH
Para a cnraeao das molestias, Barrosas, das vas digestivas, dvpepsias, etc.
aTmAXCA i Paarmacil de E. MOUSNIER, k Saujon :Charente-Infrieure).
Em Rio-de-Janeiro, FLIX FARAUT, pharmacia, 77, ra Seto Setembro.
Km Pernambuco, P. MAURER et C*f pharmacia, ra Nova.
Em Macaio. FALCO CHAS, pharmacia imperial.
Vi nde-se na ra Nova n. 25, pharmacia franceza de
-
p. MAURER. a C.
i''.......
----------------
1
A tratar or Xttto.ir-tk*^. on iauMEapirtia^a-
A loja das Collumnas
Lindos manguitos com gollinhas.
Grande rariedade de golinhas com punhos, de cambraia.
De bretanba a de esgrjiao.
GravatiDhas de cambraia de muito.gosto para senhora.
Ricos peplnm de grosdenple preto enfeitado. o que tem vmJo de melhor gesto a
amTirtMt.

Pernambuco.
ra do Crespn. 13 de Antonw Clorreia.de Vasconcelos & C.
______------------------------------------.5!_ _.------ i ------



Baba
Nos rameos d8 Tasso-lmaq^Bttv iaobew-de-
Bastos
Vaquetas de lustre proprias p-.ra eobertas Ae
carros, muito novas e da raelbor qualidide pos-
pjjr piejos raioaveis n*..rqi d
sivet
Catfela
V*ade se *um pTlo vethafAr^prec eomm
do : quero pretender dirija-ie a roa Velha u.
o.
Farinha
Nos aamatens da Madre da Dos o. 32 e d ei-
cadioba derronle do arco da Concejero vendem-se
saceos om farfnba d mandioca de sqpericr qoa-
lidade, ma's em cooia do qae em entra quslqner
parte.
VPE-SE
Tende-se (S travs de qoalidade de 50 palmo*
de eomprido elle Ij2 pollegadas de grsssur, a
vareas Cocofontas, a tratar no Pateo do Tero
n-1!
Farinha de mandioca a 34800 o aaeco : no
aimseem de Gandido Aiberlo Sodr^ 4a Molla o hngommadefta
traves'sa d adre de Dos o S.
Jlllfftsj !
para as feslas de S. Antonio, eS.Joo
no armazem do PavSo ra da
Imperalriz a 60
DE
GAIA & SILVA
Receberao-se pelo ulmo vapor da Euro-
pa a? mais notas faseuda* wms eejam:
Bonitas cassas de listas graaa-
dines.
Ditas castelhanas.
Ditas da Italia.
Ditas transparentes com os mais moder-
os e mais delicados gosios vara a rs 6i0.
Ditas de diversas qualidades com novos
gostos o covado a rs. 240, 280 e 320.
Cortes-de medina sendo urna bonita zen-
da transparente com lindas palmas e qua-
dros de seda tendo cada corte 19 covados a
rs, 240.
Ricos cortes de vestidos brancos com lin-
das barras bordadas em alto relevo a 240.
Ditos brancos tambem bordados a rs, 50 e
60.
Cortes de poil de chvre com i8 covados
a-150. B.fi-1
Modernissimas vareges tapadas e transpa-
rentes com as mais delicadas cores e com bo-
nitas listas de seda, covado a640, 800 e \&.
Alpacas lizas enfestadas com as cores mais
modernas o covado a 640.
Ditas enfestadas eom lindos livores grfi-
dos e miudinhos covado 560.
Bonitas alpacas lavradas com os mais mo-
dernos dezenhos covado a rs, 800 e 10.
Ricos cortes de vestidos de tilo enleitados
a 300.
Poupelina de quadrinbos transparentes
com os mais apurados gostos e quaze a lar-
gura de chita franceza covado a rs,-640.
Ditas mais eslreitas porm muito bonitas
covado 500.
Sedas de cores com 4 palmos de largura
covado 20.
Ditas estrellas lizas de listras covado 20.
Grande sortimento de grosdenaple preto
ct.vado a rs, 10600,10800, 20, 20500 e 30.
Ricas sedas lavradas.
Saias com quatro pannos ricamente bor-
dadas a rs, 50, 60, 70, 83, 100, e 110.
Tarla tanas brancas e de cores vara a rs,
800.
Fil branco lizo vara a rs. 8 O.
Dito de flores para vestido vara rs.640.
Outras mnit83 diversidades de fazeodas
guesemandam tambem levar em casa das
smas, familbasparaescolheremou d3o-se as
amostras deixando ficar penhor ao armaze-a
do PavSo roa da Imperatnz n. 60. de Gm
ma Silva.
Bordados do Pavao
Entremeios largos
Babadiuhos estreitos
Babadinhos largos
Entremeios estreitos
Tapad s e transparentes
Gama & Silva receberam urna grande por-
Cao Jos mais fia j babadinhos e entremeios
tanto largos como estreitos, sendo tapados
e transparentes com os verdadeiros borda-
dos a alto relevo tendo de todas as largaras
e desenos, grande porco igual pira qual
qpier obra, que assim possa ser preciso, e
garantem que podem vender por menos 40
ou 50 por cento, do que em outra qualquer
parte, atlendendo a grande porcSo que tem
no sea armazem do PavSa : ra da mpera-
riz n. 60, de Gam Silva.______
..... '
Escraw
Teode-6e urna negra caeea, paffeiu o^riMetra,^
gommadefta e egstojeira.: M roa da CMeia.
nomero 47.
VERDADEIRO LE ROY
de SIOVSBKT, Oostrar-Mtseeln
Ru do Seme, 81, A PAH'S.

m eada sirsfj, ralnrnlro-a rofti .,w\ ,,i
tue Irva-o ni cu netc, tm rotulo Inpr.-ssn .-m mna-
rllo cacaosbllo luiiaiii. eo Cvvsrbs raic-7.
rv n. -
^L
OOCTEUR-W^OECIN
FT PHARMACIES
1 n:.ft- I
. trno-^cif ai- lira 3
4r Inrrm, .... j
brePru. ir,-l4trl i
a '." i!U< .1- .'i i
ao ui -\ iuii.ro,. .. I
-> al Jl:m I it. '
lawr
Deposito r.a pharmacia deP. Maurere
C. em Pernambuco.
XAKOPE dlPrtATIVO-
DE CASCA DE LAHANJAS AMARGAS
COM IODURETO DE P0TASSI0
DE
P. Laroze.
plinrmaci-ulicocm Pars
Oioduretoviepotassio um verdadeiro al-
terante, um depurador de incontestavel effi-
cacia; combinado cora o xarope de casca de
laranjas; marcas, aturado sem per'.ubaco
alguma pelos temperamentos os mais fraeos,
sem alterar as funeces do estomago. As do-
se- mathematicas que elle contem permittem
aos mdicos de receital-o para todas as cem-
pleicoes, as affeccoes escnlulosas, tubercu-
losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'isso, o agente o
mais poderoso contra as doencas rheumaticas.
Deposito em todas as pharmacias e casas de
drogaras no Brasil.
Erpedicoes, em casa de J. P. Laroze, ru
des Lions-St-Paul, % Paris.
A' venda na pharmacia de P. Maurer .
C.a, roa Nova n^25.______________
Paris, 36. Rna Vivienne. D-
CHABLE MDECiNSPCIAL
DAS ENFERMIDAnAS DES SEXUAES, AS AFFKC-
70ES CUTNEAS, E A ^.TEIUQOES DO SANGU.
30,000 curas das implngent,
pstula, herpes. sarna,
comiwoe, acrimonia, e lercoei,vitiotas dosangvf,
virus, 0 alteraeoei do san.
gue (Xarope vegetal sem mercarlo). Bx-ptirativaa
tflari BAVHOS Ml\l RAFA tomiO-se doBS
por semana, segnlndo o tracUmento Depurativo .- I
empregado as mesmas molestias.
Este XaropeCi tracto da Terra
de CHABLE, cura umesia-
tamente qualquerpwgac ao.
relaxacao, e debilidade, t
igusDsntssa/Uaoie/iorat
roncas das mulheres. Esta injeceas benigna eav
yregs-ss com o Xarope de Citracto de Ferro.
aaeaaarraaasis. Poasasw qae aa cara aa tras Has,
, POMADA ANTIMERPCTICA
Gaatra: bu ageccou cutajuos $ umixou.
PILULA8 VEGETAE8 DEPURATIVAS
>' CkaM, cala frasea *ai acaMaaaada la a
DEPURATiFl
du SAIVG
PLUS ,D
COPAHU
AVISO AOS SRS. MDICOS.
Cara catarrhat, toutt
eaauehchti, arrHaeoat
nanaaat tos SM *rws-
Sirop du
nrFORGET
iMrsasM
chiot e lodot ai doenfat
do pail basls as doento
ama colhe rebdea desta xarope D' Foasar.
Br. BUsBUi en Paris, rm* vivicauae, f.
A venda na poarmacia
evG em Pernambuco.
de P. Manrer p


GAZ GAZ GAZ
Ghegoa ao amigo deposito da Heary Forster 4
a, roa do Imperador, am camgamanto.ae gaz da
prtmafra qaalidade.o qual se vende.em partidas
i retalho por aneos pre^o io qae en omr qal
mer parla.
Fariaha superior
Tes para senier ABt&nw Laiz de awerra-ifa
vado 4 C, oo .ea escriptorio, iaa rJaCrat o, I.
'<-

-~
T


*l~ '_ I jj' Mili"

mm
Mari de Pe..fce.
tfeiia tetra 10 de Julhe 4c 1867.
-
v"
.



i


Icmedles do Dr. J. C. Ayer, ei-Iente
ia Uiiversitade de peasylvaaia, mi
Etados-Uaides.
fraet* eawpaat 4e alaa-par-
ftttml de rereja.
^AN %*, mWfc%%%
ninlaa cat%ar4le*a.
0 deposito teatral parP as proviircia*-
Peraambueo, Alagoas, Parabyba e Rk-
Grande do Norte, destes remedios Ufa tu-
voravelmente conbeeidos e acoHrtdos em
todas as partes-dar America do Sul e de
Norte, acha-se em casa de Theod Chrte-
tlaasen, 16 ra do Trapiche en
Peraaaltaeo.
Os presos de
335 por duzia de estricto de salsa-parrilha
ti i por duzia de peitoral de cereja.
270 por dnzia de remedi para sez5es.
7))l por duzia de pillas catharticas
se entendem dhaatelro vista, coaa
o descont de 5 por cento em qaantidadei
de 6 a 12 duzias, e de 10 por cento em
quantidades superiores a 12 dorias.______
pTes de tartaruga e entros de metal
A aguia branca: ra do Qeimado n &' SerW avlsas para malinas,
acaba de receber algumas amostras de peo- MancSes e todos osmais pertences para
tes de tartaruga para seoboras, todos de no-1 mesmas
vos moldes e boos gostos, sobresahodo en- Carros de mSo para aterro
tre ellesalgons cojas novidades em mol- Cylindro para padanas.
des,, e perfaco de obra os tornam recora- Debulbadores para milho.
mendados para quem apre:a o bom ; asaim Arados americanas,
como recebeu igualmente outros moi forni-
dos % bem feitos para dse baratar e outros
com eixo para debrar e propios para barba.

M9
tt
c
H
se m
*
PB
*5
0
iO
Alm do grande sortimento das neibores machinas, americanas pan descarrocar
algodao, de 10, i i, 14, 16, 18, 20, 22, 23, 30, 35, 40 e 50, oeste estabelecimento
encontra mais o segumte:
se
Azeite de espermacete propria para machi-
nas.
Vapores de forca de 3 a 4 cavallos.
as
Tambem recebeu outros de metal pratea
dos e dourados, que da tal.moJde slo os pri-
meiros qae app rece os quaes com o semi-
crculo que fazem sobre o coque tornam-os
mui bonitos.
fiarapucas araseis
Vieram muito boas, por isso vendem-se
a 15300 e 20 m toja da a guia branca: ra
do Queimado n. 8.
itabahkoft crespos
O novo sortimento que acaba de chegar
continua a ser vendido como daotes 20500
e 35 a peca e sempre na ra do .Qaeimado
leja da aguia branca o. 8.
Pentes enfeitados para meninas
Vendem-se na loja da aguia branca: ra
Carrinhos proprios para armazens.
Moinbos para reflnacao.
dem para milho.
Escadas de madeira. americanas.
Caixas com vdro sortWos.
de todas as qualidades.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para engommar a vapor.
Vassouras americanas.
Balds americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de verguinha.
Guarda comidas.
Peneiras d'arame para padarias e remaoSes-
Correotes para almanjarra.
Machados e facs americanos.
Barricas com milho branco americano .
GRANDE SORTIMENTO
FlZEYItS BARATAS
LOU ARMAZSM
NOVENAS
DE
N, S. do Qkmw) e Sant'Anna,
Esto a renda as novenas de N. S. do Car-
ino e da Senfcora Sant'Anna; na ra do Impe-
rador n. 15 de.'ronte de S. Francisco.
Roa da la para tris m. 6a
ttllflA SILVA.
?tri??? melhones.pendas de 15a, linho, algodao e seda, as quaes vendem
POTPWfbaratisimos, afim de apnrarem d.nheire, dando de todas ellas amostras,
S ^T Um Pwfcw andamias levar em casa das Exmas. familias pelos seus
taSSZ^^iX"0'** peS80aS (Iuen80CM,n Piena escala, nerte estabekcimen-
SeXo^^nm BWSm* Pre?08 qt**Wn*raB as casas mglezas,.ganhando-se
mmmmmmmmmamsm^m
Escravos fgidos
GasBiras tretas, cefestadaa a l 6o
Na. loja do Pavio veade-se superior casemira
ewestada preta para caigas e paletos pelo barato
oreco de 1600 o corado ou a 2*800 cada c rte
o* le, dita- motto oais Boa, covado a 2*200
o" o corte a 3*Oe, ditas moito finas sen hkd
entestada* a i06, 2*000 t> 2*300 cada covado :
DaJoja e.armaxejn do Pato na roa da Imperatrii
n. 60 de Gama & Silva.
S m loja do Pave.
Gbegta om grande settimeoto destas uoras saias
escoran- prapras para te ai po de limrao aor erta-
rem que as saias brancas com qne nmasenbora
.Tae composta bSo se soje de lama &o mesmo tem-
rpo sao mmtotonltas por terem lndss barras como
se osa oJtfcMmefltt m Berroes eodero-se-pelo
barato pre$&'da 3200 cada u a, na loja e avnaum
do Ni%, >ro* da (mperatett, b. de Gama A Sil-
va.
Cootiaa a miar f|ldi o eterno Loriano
crloolo de idade pooco mala on meos 29 a 30
annos, baixo e grosso do corpo, rosto oom^ri^
carnudo, oarit chato, cabellos ca/apmhus, beigos
grosso, barbado, a veies nsa.s de tigode.olb'cs,
peqneaos ; moito ladino, trabalba de sapatetro
as como no campo: consta qoe transita e
TrombaU, Gollouia da Pimeateiras Leonolpisa *.
nos eogenhos CaodaUi e S. Benedicto : quem o
capturar leve-o ao sea Sr. o cajrio Jos Candido
das Netes no engenbo Papagito, termo de Porto
Calvo, oa no Reeife na roa do iaollo o. 32, qut.
era generosamente graUflcaAo.
FOgio no da 4 Socrreme do enge-
nta) Macaco, o escravo fos, crisolo, com 40
annos de idade pooco mais ou menos, cor
nla, ponea barba, Hora regular, o embigo
moito grande, pernos acambetadas, e com
marcas de feridas, pea grossos e feios, querr
Para canas de aalvaa. .
Vende o Pavao.
Ricas cortinados bordados a 8*000, 10*, 16*,
*J* e 25* o par aasim como os mesmo tambem
Str*61?.^* JMMrtias; ditos adamascados a 10* e i
12*; bonitas pecas de cassas adamascadas para o PC? we 0 ao referido engeobo Macaco, da
mesmo eBerto; booitM damascos de lia do oma' freguezia de S. Loureoco deTijucupapo a seo
moda.rcSasX^co?.0i^o sfSo'dal ****%* Olyapio Tavares da Rocha o o
- do que emaotrqTier paru JS na cidade>do Reeife a sen correspondente-o
toa da imperatrra n. 60, de GanaiSr. Jo5o Pereira Moulinbo, que ser gene-
mals barato
kja do Pavao,
t Silva.
Espartilhos.
Vorem*sfl magnficos espartilhos traocezes e
tiglvres -oaloja e.armatem do Pavo, no roa da
Imperatrk. n. 60. de Gam Silva.
PANNOS DE.GHROCHE*.
Casn de cor a 24o rs. t
Vaua-s um bonito sortimento de cassas de '
cores, pelos toaraUasimos presos de J40, aso e I
320 rs. o covado, assim como um bonito sortt-
ment de cassas francezas com listas largas a 800'
rs a vaia.flnissimo organdys matisados a i*, na
loja e armazem do Pavo, ra da Imperattiz d.
60, do Gama A Silva.
rosamente recompensado.
AUeiMjo.
rwa do Creepe n, A.
sqmfna na alo Ii|r&Hnr
ut
Custodio Jos Alves Suim*:iies.
Tendo recebido em direitura pelo vapor iraacex Estremadure, um variadissimo
sortimento de fazendas Anas e da ultima moda em Pars, aproximaBdo-se asfestas de ** moito leve e sem fostr com palmosde squinbolarante euestaenern, -omau
>tidos e roupas psra bo-1 m 2*000 o eovuclo nien-
ver o que ua ae mais jo 9tmo enfesdo muito bom a 1*308, supesiares
'bombazinas pretas a f*600, 1*800 e 2*000 rs. o
tos pannos de ebroebs proprios para cadelras, so-
ph-, caderas dibalanc, ^ara alteofodas e ara
!f*fir>presentes, e vendem-se por precos baratos
oaiejfi-o armatem daPavap, ra almpcraiz
n. W, de Gama & Silva.
FAZENDAS PARA LDJ0.
Loja da favo.
Vece-se setim da Cbiua prelo seado urna (a
Contina andar tagido do- poder do abis: as-
signado, desde o dm 12 de marco do correte anoo
o sea escravo pardo claro, de nome Cyriaco, rom
os signaos segoiotes : representa ler de idati 40
cortes de organdy vaia>s>rosto rJ sendo com listras todas bracea ou com lis- rff^!0 r'J^tF11^'i?i:'s 8ros_
traste cAreaJando oitovaras cada corte, t^.Sfl^*^'Z!i
Organdy a
Vendem-se bonitos
Vende-se umgraude sonimeulo dos mais bom- pe'O Darato prefO de 40, e pechincharna crsspos e avermelnados co*tuma andar armadu do
loja armazem do Pav3o a da Imperatriz faco e UIDa -bayoneta n'um pao, goata d^ t^ar
n. 60 de G >ma e Silva cacbaca> e qnaedo Bca bebado da* para feu, e
" \otos Tesddos fi*nAf rfgris a : rQ8-S?. Pf ranlo, as antaidido pott-
^IJS?^ S^na, ^^ publico, \ S%ffSSo So 73o00 o eovad
do Queimado n, 8.
Dolas de ail e com especiaiidade aos seus numerosos "freguezes, que venbam
Vendem-se na lea da aguia branca: ra Moderno- neste mercado. Como sejam:
do Queimado n. 8. Riquissimos cortes de seda para vestido
Boatos porl-relogios a 50A. 60,5 70^ 8^ e so^
Vendem-se na k da agola braoc. : roa ^imSre^f Wm?k?**
do Qaeinud n. 8. tSSK K T a
iiii mrat Cortes de blond paranoiva, trazendo cada
_'*.... r*rw mesa corte ^^ ^ setim, capella e veo.
Galheteiraspara-azete e vinagre. Dhos de dito com pequeo toque a 400
Saleiras de vidro e paliteiros de poroe- e ^^
'aDTa.- Moeaati'jue branco, azul e preto-
Vendem-se najeja da agota branca: a ra seda braoca para vestidos de noivas.
do Qaeimado n. 8. Grosd capoles de todas as cores.
Lavas e pellica preta. Riquissimas basquines de seda creta, bor-
Cbegaram para a loja da Agoia Branca ;" a roa (Jadas COffl gOStO
d UM,!Sw le ares aara caaes i Lkld? *'?de J5a barra 9 <* ult-
ima moda tendo cada corte o seu figurino.
Riquissimos cortes de vizita, la com lis-
tas de seda para vestido, e>U fezeada re-
comaienda-se muito por ser inteiramente
novdade.
Ditr da mesmaqulidadepormem pecas.
Requissimo^raospareute de^fidapara ves: ^oiv^s.
tidode. senhorastambem novdade. CoHariabes deliobo nteiranente novi-
Riqaisaimas gravatinhas para senbora. | dade.
s cortes de barege de 13a para ves-! pum\os e gaiabas para seaaera.
Riquissimas satas bordadas.
Lindas chapellinas de seda para senboras.: Riqaissimat aaaisiuhas para anbora.
a 6^000. j cues e capiles de campo a appnbensao do t
i\a loja ao Favao. jmo.oleva-oaseu senbjr, o abaixu a-..sdo, no
Obegaram os mai modernos bonitos coues eneuiio Pedregulbo, eoi faiau-ib, qut sera" cm
recompensado.
____________ JosJgnaeio Pereira Torres.
FOgio do engeobo CaltM,~na trtfanft d^
Ipojoca, um molato de noma Joaqun, ida te o
com mtii
Ditas de algtao de differenie-. qualida- icovado,_superior_canio a i*i00, laozmba prets
A aguia branca acaba de receber um nico
aart5o com ramos-do- flores para coques.
A perfeiclo e delicadeza dessas Sores tere
satisfeito a todos -que as tem visto e com-
prado a 53 cada ramoisso na ra do Qnei-
mado, loia da aguia branca n. 8.
Fapa favor de ler
para saber o que de novo chegou na Agu
btanca a ra do Queimado g. 8.
Trancas pretas de vidrinos com pingen-
tes, e sem elles.
Botes pretos e-de cores, enfeRados com
vidrilbos tendo com pingentes e sem elles.
Alamares pretos para basquines.
Novas e bonitas .guarnieses pretas para
ditas e vestidos.
Coques de bonitos moldes.
Ditos de sndalo e seda.
Ditos pretos para luto.
Enfeites de flores obra de bom gosto.
Rentes de tartaruga obras modernas, e
aparado gosto.
Pentes dourados e prateados, moldes no
vos e bonitos.
Bonitos e modernos gales de seda, de
cores para vestidos.
Bicos de seda e guipure.
Leques, todo de madeperola e sndalo.
Ditos de faia, os quaes fazem quatro
vistas.
Ditos todos de sandaio, e sndalo o seda
para meninas.
Bonitas cestinbas bordadas a froco para
meninas.
Escovas de cabo de marflm, e madrepe-
rola para dentes.
Abotoadiiras bonitas para coletos.
Brinco de correte de borracha, voltase
pulseiras de dito.
Adereces pretos para luto.
E mui tos outros o ojelos que serlo pre-
sentes aocomprador que se dirigir a dita
loja d'Agua branca a ra do Queimado o. 8.
Agora sim
Acabam-se as moscas.
Porque a aguia branca acaba de receber
porcSo de papel mata mosca e continua
a vende-lo como d'antes a 40 rs. a folba,
eomparecao pois os pretendentes e serao
servidos na loja d'Agua branca ra do
Queimado o. 8,
Nova remessa
De correotes de boracha.
A aguia branca a ra do Quejmado o. 8
recebeu nova remessa das desojadas corren-
tes pretaz de borracha, e continua a vende-
as como d'antes a 3# a vara.
1 ""
des e preco aaraaomem, senbora e criancas.
' Luvas e todas as qualidades.
MadapolSo francezo que de melhor
no mercado.
Organdy branco com lista.
Dito de uma-* cor e com 4'tstas da mes-
ma cor. ^
Chapeos de seda para homem.
Ditos de pbaotasia para homem.
Cnsemira preta muito fina.
Ditas de cores inteiramente navidades.
Chapeos deso com lindos-castoes.
Toaias de labyriatho muito ricas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos 'lencos de dit).
Retidas, kioos-da trra e grades para lencos.
Urna requissima tealba toda;aberla de la-
bynnlho o que ha de melhor neste genero.
Peiios de liona bordados paca camisas de
lisa a 4*0 e 600 rs. ovads, um grande sortl
ment de alpacas e pruceas pretafi que se veo-
dem-tnais barato que rtu outra qualqnep parto, na
loja, e armazem do Pavao, ra da Imperatriz, o
60,-e d Gama & Silva.
Bramante de Imbo.
Vsode-se superior bramante de linho ddm dez
palmos de largar Josbaratos procos de 2*400,
2*W0 e 2*800 a vara, superior panno de liobo
pruptio para fences, toalbas e sereulas, pe-
lo barato preco de 640, 700 e 800
de organdy para vestidos, tendo 10 varas c^da
cort8,_seadD.7 varas listadas pan salas e 3 varas
ca-
. mo-
aerno qaelem vmdo ao mercado, tendo entre el-
les muitos braticos com listas e enfeites pretos, e
veBdem.se pelo barato preco de 6*, coicamente
no armaiem do Pavdrua ua Imperatriz n. 80, de
" 4 Silva.
>ma

tidos.
Ditas ditas de dita para meninas.
Chapeos de palha para senhoras.
Riquissimos ebapos de soi parsitas.
Requissimos enfeites com coque e sacata-
inteiramentc novdade.
Riquissimos leques de madreperola..
Ditos ditos de sndalo.
Luvas de ionvin preta, branca e de cores.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Riquissimcs manteletes de cores, inteira-
mente oovidade.
Riquiss'unos cintos- para senhoras.
Riquissimas fivellas para ciatos.
Riquissimas cobertas de ponto de crochet.
Meias d lajas para padres.
Ditas de la para jja.Jres.
Ditas de seda para senhoras. -
Ditas de dita para creancas.
Cassas muito finas-e inteiramente novida-
des.
Riquissimos veos e mantas de blond.
Ditos chales de toquim.
Fil de liaho, liso e de salpico*.
Fil de seda, dte ede ditos.
Bsparthos para nhora irftetfmento no-
vidade.
Lindos alSe de la para senbora.
Ditos de dita para meninas.
Ditos de muedina para senhora.
Riquissimas vestimentas para ba^trsados
contendo, cfcapeosinho, sapatiohp, moiasinha
e camisinba ricamente bardadas.
Coeiros bordados moito finos.
Um rico leocol de labyritho, propriopara
casamento.
Chitas, cambraias, madapoles e muitos
oulros objectos, que se dejxa de mencionar.
O dono deste.importanUssimo estabelecimento contina nos proposito de que-
rer vender muito e gauhar pouco, para o que sugeita-se a ganhar nicamente o descont.
--------~
. VENDE-SE
Motores atcericanos para doos cavallos.
Dito dito para quatro cavallos.
4*t!a'\PnKno*" *,,odao de ,4' lfl-
*<*, 20 JO, 35 e 10 serras.
Prencas para enfardar algodSo (azendo os sac-
'os coro 6 palmos de comprimento com o peso de
1180 e 200 libras, vindas oltimamente da America
o ae 040, 700 e 800 rs. a vara, pe- X,^TiZiL^VlT!^, ^ w> *6
C4s oe Hamburgo de liobo muito ipenora O*, I 3 JOWo.ao Gabinete Portnguez.
1**e 12tfc algodaozlabc ioestodo liso muito en- j V.llrtwno P/\tt/w mn^7T^^
cetpado proprio para louces a vari 1*, diuen- t'OliareS KOVer iagnetlCOS
trancado muito superior fazenda com a mesma MedalkftS MaU*ico* aMCMliM*
iar^cira a 1*200 a vara, assim cerno .mais oma in- e JWSeira m^gaeticas.
fioidade de fazetdis brancas quee vendem mais i AK'-a receben nova remessa dos pro-
baw^s que em ootra qoatqoer parte s.como Bm ,e,l0ss cpuares Hoyer magnticos, ja summamen-
de aparar dineiro, na loja a armazem do Pavao, }?. c;0Dh.ecldfs' Paja preservar as coavulsSes e faci-
roa d* Imoeratriz n. 60 de GamaA Silva. I andem,So ,das eriiacas.
ii,,.:,s Iipjhiik Comeases otis collares elctricos magnticos
neuLoo uKtULQb tambem nao pequeas qoantidados dfl medalbas
a zjjooo, 2^800 e 3(j2oo. ; e pulseiraa elctricas magnticas coja uliiidade
Veode-se um grande sortimentj de,lencos de 'em sido aproveitada por quem sofre do nervoso
cambrala branca pelos baratos pre?os de 2*000 e bypoeondico, tremores as mos etc.
2*800 a duzia, assim como dos com lista de c- -Assim como os collares Rover esto feralmente
re tees em volta, tanto proprio para borneas co-, conhecidos e acreditado pelos efflcazes effeitos e
mo para bjdoos, que se vendem pelo barato D0*s resaltados que tem colindo as pessoas que
preco de 3*200 duzia, ditos., grandes de cassa li- delles tem osado ; assfm tambem ebegaram a ga-
za ue se vendem a 500 rs.' cada am, na loja e 0Dar ta alta reputago essas apreciaveis medalha-
armtem do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de e pulaeiras magnticas, urna vez que o uso dells
Gam*A Silva. lor se esteodeudo a todos que dallas necessltem. A
JHdapoIa peehiacfea a 6$ -AuAa?i-"-CntiD^areceberPor.to "Vendem-se pecas de mdapoto sendo fa-
zenda muito superior com 24 ja!as cada
pe^a pelo barato preco de 64, dio moito
mais superior a 6&00 e 74, assta como
dito Sflissjmo a 84, grande peehmcha: na
loja e armazem do Pav5o ra da> Imperatriz
n. 60 de Gama d Silva.
As chitas baratas
Na la-ja 4a Pavo a 240, 284, 320 e
360 rs.
de nema
anaos, oabellos estirados, quelxo fino, e'
pouca barba, cor muito clara, altura regular, per-,
as grossas e malfeltas, ps grandes e tambem
malfeitos, tem ofSelo de sapawlro, moito rallador
e mentiroso, traz cartas apalrinbando-o, algumas
vezas inculca se furto Dito asomo fot do Sr. Ma-
noel da Costa, do engenbo Pindoba, mas nao obs-
tante nlo se-to mafs, ainda por muitos como tai
uonbecido : quem o pegar e levar a ra de Apollo
n. 8, ou ao referido engenho Caitb, sera' muito
bem rect mpensado. ______
Fogio no da SO do crrante mez, o escravo
Vicente, naglo Angola, Idade 40 annos pooco mais
on menos, com sgnaes segnlnte.s: altura regular,
secco A corpo pernas arqueadas eo'lo urna mais
quo potra, bastante ladino, barba raspada e tambem
a eabeca, per ter estado a poucos das ja casa de
detengo; usa camisola de algodao branco por
cima da calca ; levou chapeo de feltro pardo, guar
da sol e urna trousa, sopp5c-se andar em Olmda,
Cacbanga ou Beberlbe. Paga-se a quem o pegar
o leva-lo a ra da Cadeia do Recifa n. 27 segundo
andar, que se gratificar.
ATTENCAO-
peres francezes urna determinada" qontidade des
ses sempre precisos e estimados collares Royer
magnticos e por Isso fique na lembranca de todos
qoa os acharo coBsiantemenle em dita loja da
Aguia Branca, ra do Qaeimado n. 8.

Agua mineral
forrujiiMa, acidulada, gazoza e earboaiea
M
O uso d agaa Orzza mol piroolarmeott
reeommeadodo sel acola de medicina de Paris,
para todas a? affecijOes do tobo digestivo, ingorgita-
mento das viceras abdomines, a geralmente todas
as molestias provenientes de fraque orgnica, ou
pobreza de sangue.
WOSBO. vnwfi,
UHM .Iat|& v.friaiftr-M
Pharmacia de Uartholoaara t

W I I 'l ....."
Boias
Vende-se na fundlcSo da* Aurora em Santo
Amaro, 2 boias de folba de ferro de 3p3
grossura, com fondo semispherico e altura
cnico, teodo 15 1|2 palmos de alto e6 3[4
ditos de dimetro com olhaes ra'animas e 2
balas de ferr fnndido para amarracab, ete
Vapores.'
Vende-se em ca de Saaaders Brothers & C,
o rgo ao Corp neto*, lt, aparas patanes
om todos os pertences proprios para axer moTer
m op quatro macbiMs par wearoear algodio,
A* LOJA..DE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO 4 &.
IIRa do Queimado11
Augusto Porto A C. acavam de receber da Europa superiores cortes de seda de cores para
bailes e calamentos.
Rices cortes do blond eem manta e caaetta para noivas.
Cortinados bordados pata canias de noivas.o janellas de 7* a .80* cada um.
Colzas de seda a outras de Ua a seda o que ha de melhor para camas da noivas.
Tqalbinbas de crocb' para cadeiras e sof?, espartilbos a saltana para senhoras, eamlsinhas
com manguitos bordados e lindos enehovaes pan baptisados, e balos de mosseiiaa e de ajees para
senhoras e meninos.
Lavas de pellica para homem o saoboris a superiores chapeos da sol de todas as qualidades.
Laa.para vestidos baraUssima bonitos padroes o covado a 380.
tapates grandes para sof, ditos para plano, ditos parrcSma e pequeos para portas e Janellas.
Molr branco e preto superior par vestidos de Hodas doseabos, ffesdenapla da todas as cores
soda do qaadriubos, cambraias brancas de owitao qualldads, ditas da coras..a-liodas percales.
Basquines de seda preta ultima moda, chales e retois de guipare, vende-se barato.
Camisas para bomens francezas e iogUzas de Itabo e de algodao unas e serouUs do linho su -
periores.
apas de borracha, sobretodos e pereeiras es meWiores e mais elegantes,
las grande* par vJogoae, dUas peqoeeas e saceos de tapetae auai
Bromaatebranwde 4, largaras.a,2*30fta vara, pannos pratose aznaa, casamira pretas e de
cores ludo bom e barato.
Neste estabelecimento ha sempre am completo sortimento de boas fazendas tanto para a praca
para o centro da provine e superiores objectos proprios para easameatotcomo
XAROPE FERRUGINOSO
DE CASCAS DE LARANJAS E CASSIA AMABGA
Com iodureto de ferro inalteravel
De t~. P. Larozc. pharmaccntleo
em Pars
E sob a forma liquida que mais fcilmente
Vendem-se urna grande porcao de chitas se assemela o ferro, eisto.sem produzir
fin.ssirnas om pequeo toque do mofo, ten- perturbado alguma; n'esta forma, tmbem,
do mmdmbas e gradas, que se vendem pelo preferivel s pilulas e pastilhas em todo
barato preco de 280 rs o covado, sendo fa- 0s casos em que sao proscriptos os ferru
zenda que val araito mais dmhe.ro, dttas lar-' nosos. E o melhor auxiliar do oleo de
gas e escores sem defeito a 240 rs. o cova- gado de babalho, porque contem o xan
do ditas preclaras escuras e alegres a 310 e de cascas de laranjas amargas, 15o geror
360 rs tadfrMto pecbwcha na loja e ar- mente apreciado, para a cura dasdreade
da Imperatriz o. 60 estomago, digestoes difficeis, inappetfl!a,
etc.
Deposito em todas ss pbamaciase casas
de drogaras no Brasil.
ExpedicBes, em casa de J. P. Laroxe, roe
des Lions-St-Pauf. 2, Paria.
Deposito em Pernambueo, pharmacia de
P. Maurer 4 C. ra Nova n. 29.
O oleo de figacro de ba;aMo desinfectado
de Chevrier, conserva as qualidades e pro-
priedades reconhecidas ao oleo de figado de
baealho ordinario; o seu cheiro gosto
s3o muio agradaveis, e a dgestSo fez-se f-
cilmente.
Deposito em Pernambueo, casa de P. Mau-
rer C, ra Nova n. 18.
Alfada est ausente o moteque Inllo, escravo de
Antonio Gomes da Cnnba e Silva, que no dia sab-
bado 5 do correte, desappareeeu, indo estacao
das Qnco Fontas, levar om saeco com genero?, e
um embrnlbo com fazendas, constando que tem si-
do encontrado em varios lugares da freguezia de
8. Jos, como seja na ribsira, becco do Lima, ra
Imperial; matadoaro poMma, linha frrea, as
immediades de ditos lugares, assim como nos Af-
fogados, tendo levado vestido camisa de algodao de
lista, calca de algodao azul.e bonete de-seda prela,
com o qual costoma andar de palla para tras, es-
tando a roup bastante suja, e maltratado, tendo
alem disto os seguintes signaes: idade 16 annos,
estatura baixa, cor fulla, cabello crescido, rosto
regalar, e nao mal parecido, urna pequea cicalriz
na face e oatra na testa, falla mansa, fuma, bstan-
le rearista, andar vagaroso e aneciado, ps um
ponco apalhetados, por ler Belles muitos bichos,
signal mais visivel para ser oonhecido. tendo nm
on ambos os calcanhares foveires, e por cosame
cochillar e adormecer quasi sempre que se senia,
e diz quem o tem encontrado que elle diz ser for-
ro. Roga-se a quem o pegar de leva-lo a liba
Retiro, residencia do annunclante, eu roa do .
perador 2, que se gratificar; protestando p
ceder contra qnem o tiver acoitado.
Reeife 23 de julho de 1867.
lor-
a da
Esteiras e alcatifas paca forrar sa
11-Boa
mazem do PavSo: ra
de Gama & Silva.
Atoalhado.
Vende-se snperior atoalhado de algodao ada-
mascado com oto palmes de largura, vara a 2*,
dito trancado sjm . dito superior de linho adamascada vara 2*800 e
3*, guardanapos de linho cr qae sSo os mais
econmicos a 3* a duzia, na loja e armazem do
Pavo, ra da Imperatriz n. 0, de Gama & Silva.
Chitas con mofa a 280 rs., na loja de
Bma
Vende-se urna grande porco de chitas
francezas com muitos bonitos deseohos, pelo
barato preco de 280 rs. o covado, por ter
um pequeo toque de mofo. Sendo de c&res
seguras e garantrndo-se que soltam o mofo
logo que se lavem e a nlo terem este pequeo
deffeilo seriam para 400 r. o covado, esta
pechincha acha-se nicamente na loja e ar-
mazem do Pavlo : ra da Imperatriz n. 80,
de Gama & Silva,
As 40 mil varas de cambraias
Covadp 300 rs. vara 500 rs.
S o pari
Veadem-se finissim cambraias ftap.ee-
zas comJistja miuda e graudas e cqm
lindos desenhos de (Jo es e palmas, sendo
todas,com..as, eflres mais modernas e mai*
lindas qqe tem yiodo ao mercado, pelo ba-
de. .31)0 rs o covado ou a 5O0 a
,r,, ,,, m.,i-------------------- \>
l
como para o centro da provineta e superiores oojectos orowios para easameo*como seja capellas,
mantas, vestidos de bloide e de moir branco, cortinados, caiehas, veodendo-sa/ tuno mais baratle, rato preco
vara, grande pechincha af^tendendo a
grande porejo q_ue tem, sen5o seria para
i0 11 muito mais dinheiro : isto na loja e armazem
do PayJo, roa da imperatriz n. 60 de Gama
Silva.
Chales de renda a 4.
Veadem-se bonitos chales pretos de renda che-
S:ados ltimamente pelo barato preco de 4* : na
aja e armazem do Pavao, roa da Imaarairiz o. 6;
de Gama a Silva.
Chales karatos .
Vendem-se chale* de merino estampados
a 24, ditos lisos a. 36500, ditos estampados
fia* a> W500, 66,. 66500, ditos crepon
com. listras de-eda a 76500 e;$609lv\. ,
paabiaeba : on loja e armase do PasiO,
ruu da Imperatriz n. 60 de Gama o Silva.
Chitas a m e 2M rt.
Veodem-aechitas mglasas decoros ia
pelo barato preoo da S80 e 240 rs. o cova-
do1: ni loja e armazem do Pari raa da
Imperatriz n. 60 de Gama e Silva,
DE B^AHEiMOS M MM
Ba do Imperador N* ^
Defront^^e s. Eranejsoo, 1* nddr.
Acaba de receber de Pars um rico rtrmento de ornamentos e obyectos de
brooze, prateados e dourados, proprios. de igrejay e capellas, taes qoe : catjelabros,
casticaes, custodias, turibules, lampada* e-era^ ne drerio ''ortos e tamanbos. Os
precos destes gneros sao commodos, e devem ser aproveitados!
Na ra do Trapich n 16.
acham-se o$ seauins depsitos
De K. BruuiBgbaas em Naits.
Bourgogne-
fiaba Pommard tinto.
> Cortn timo.
Santo Georges tinto,
i Cbambertm tinto.
, Ricbehoarg tijto.
i Co de Vougeot tin o.
ChaWis branco.
Del A.Woefeai
Hbene.
Geisenheimer.
Liebfraumilcb.
Har,eobranner, _.
Escravo fgido.
Fngio da casa de sen senbor, no dia 2i do cor-
rente, o escravo de nome Semio, de oagao Mo-
cambiqae, representa a idade de 40 annos, sm
barba, com talhos em circulo redondo ao p das
orelbas, caiga de casimira de cor em bom estado,
chapeo de massa novo, camisa de algodao, com
falta de deates na frente. Roga-se a todas as au-
toridades e ca pitaes de campo a aprebenslo do dito
escravo^e levemo ra Direlta n. 30.
__________PernarAno Antonio Pernra Bastos.
Fuaio em 11 de juifio urna escrava criouia
de nome Delflna, idade 13 annos, com os signaes
seguintes : nm pooco baixa, magra, rosto secco,
olbos um tanto vesgos, a.-s ps e mos calor de
figado, o conro nm tanto luado, levon vestido de
chita cor de cale, osado, nm chale de algodao de
quadros anda nevo ; esta escrava foi comprada ao
senhor de engenho Panlista em 21 de maio : ro-
ga-se as autoridades o capitaes de campo a appre-
benso de dita escrava e leva-la a ra Direita des-
ta cidade n. 99, a sen senbor, qae serlo recom-
pensados. .
Boa gratifcalo,
A qnem apanenender o^reto escravo Antonio,
estatura regular, idade de 22 annos, odos gran-
des, nariz chalo, belgos grossos, com alguns sig-
naes de bezlgas no rosto, o qoa! bastante cenbe-
cido n'esta cidade pela* contioaadas fogidas : pro-
testase contra'qnem o tiYer acoitado Regase,
portanto, a's autoridades policiaes, pracas de poli-
ca capties de campo a sna captura, e o lvalo
ao sea senbor no largo do Hospicio, casa do- pro-
letario Elias Baptsta da Silva, fronteira ao
le.
priet
ftoea
Fraacfari:
Em casa de Theod Christiansen.rua do Tria
ptcbo-aovo.n. *6, nico geme no norte do Brasil
di Brandenburg frres, Bordeanz, encontra-se ea
tecvamentedeposito dos artigosseguintes:
St.Jaeo.
St'Fierre.
r^ateaaLgv%
Ghateaa Marean. .
Gran* vin Ghateau Lantte t858.
Ghateau La&ae.
Hant Santernes.
^Wnsfaateraea,
Chajean LaUnr Blanche.
Chatean Yquem.
Cognac om lie qualidades.
Aaatteaoee. Freeas de Boueaaa.
' ^' Ve'nde-s* n"ml"'ekdUftn1tt de armar e em
mello bom estado e.lwm orw a tratta a*ja ite
***jM> ***#>>*.^ajgraliiavla. faaaoTt
VENDE-SE
-cera de carnauba a OJWOTarroba : na rna Di-
relta n. 35 5 e tambem se vendem velas per 12*
a arroba.
-----------,-----,________________
Fuglo do engenho Esealvadinho, da comarca
de Nazareib, o eserase Feliz, de idade de 32 an-
nos, pertencame aq proprietrio de dito engenbo;
levan roapa. branca, chapeo do Chile, copa alta,
capole preto. Os signaes sao os seguintes: alto,
secco, cor prela, crioulo, talla grosso, pouca
barba, peitos estufados, (en) taita de denles a
frente., tem ama marca na testa entre as sobran-
ceras, carreiro, sabe fazer aasnear, percebo al-
guma cousa de leitura. Rega-ie a's autoridades e
epiMs de campo a. captura d dito escravo. e
pwmette-se boa. paga.,a quem o pegar e leva-la
ao dito engenho ao proprietrio Josa Alves Be-
" i i 'U-_- l^-i" .
A escrava Eerculaua.
Dearalifloaelo a pessoa que deseoprir e entre-
gar a sea senhor a escravaHercolaoa, mnlaU cia-
ra, cabellos pretos, de trnu e ewo annos sonco
male on menos, foi eserava do Sr. teneaie-wronel
ole-de S Cawloan, do aaaepho Tab, depois do
Sr. Jqao Simoes de A^idvjMttbelecido na roa do
PrttizSadora no Obaceo {Casa Forte) qae a
vea*wfi*ea aa afnaelinf, por iotervencao do
Sr. Joi Patriota.
acbaae fogid < oecnm desde principios do
correte ann : aa aJgoem a qolzor a dona faz ne-
gocio porque a aad ojar pcaanir, podendo pols,
qnem seaoer delta, e qaiaer comara-la, diraja-ce a
raa doHospialo n. ti, oade se dar' a gratificacao
adma, a qnem dar noticia exacta e sendo encon-
trada.


1
8
Diario de Pern
U lei, *U de Iridio t 1867,
colapso; multiplicado por todas as tran- to pouco tempo depois do 7 de abril. -Omit- esse flm o producto de certos e determina'- sado por grandes desvantagens posteriores.
sacc5es que este valor ideal tem desnaturado, im, portanio, osjjerjpdoj em que se con- dos imagftosX'a feLde 8 ce outubro de- (Apoiados.)
Ao passo que o numerario de rana nacao'tm altasSes essatevoiucSo e ao i' re- l83J/Mflfm|B5(X) por oitava de'ouro' Se a depreolaco reattaiita da nova emis-
A)IAKA IMSSE.MMKKS IHPUTADOS.
SESSAO EM 3 UE 1UUW. JHfA8*7-
nao constiru- seu3o parte de sua fortuna, Inado: a isso me impellem, motivos de deli-
riqueza* mais impopaDiis parj Estadcrsao aSeza que.a. cmara fcilmente compre-
anwuiladas pela degradado dq. papel. To-1-heode.
i i das as riquezas do paiz, todos -os producios O Sr. Matinho Campos:Assim d5o bis-
da trra, multiplicados e transformados pela triafiel.
PRESIDENCIA DO SR. SILVfilRA iBO.
(C-intnac*pj
N3o assim quiraVo augmento do p industria, s8o distribuidos entre ofbiUa- ,#Sr. Paul pel-m.eda. O seii'excess atff"
pecies no ores, sendo p tnic averi
tes por meio do numfario. Quaodo este qge tem ralaco com adiscussao,
1o que soflre alterares a fortuna nacional intei-a O Sr. Martinho Campos :-=-Pde lr tudo
em 9500 por oitava de'ouro I Se a depredlacS .
i novo JJdro monetario, (fue logo subnwf-,sao frde 50 0|0 (creio qde ser de jnuilo
applicou para o melboratittrj jh meio; mais, mas demos que seja somente de 50
o que acontecer, senbores? A renda
prximo exercicio oreada em.........
de trras mineraes, ote. Fui tu- 59,000:000, recolhida nesse algarismo em
papel que perdeu metade do sua forga al-
na lua entre o agentereaUo agente iidu. distribuida por um falsa fedida; todas as em recen).
ciano, por urna si .gqfrridade. ootavel, c o relacoes do.soberano coSros subditos, todas O Sr. Pal-uno de Sjdza: Talvez que o
mais iraco quem ven* sempre.a fler senhor as dos pabulares entre si sao" alteradas: Sr, presidente da cmara n3o pense como
ao campo. ca(i3 cogtr^.j ^ acba KiQ\tdn, a exec t&o de W. Exc.
Acontece aqu, seabors, .aquillo quemis cada co-ivenco arresta aps si urna irjusti-!>) Sb Martinho Campos:=Talv
de urna vez desertor observado na soiieda- Ca, cada qual per Je em cafo"urna de sais re-
de, us bomensdsimctos, que lm cons- iac5es, e a toruna publica .destruida pela
(lO'icidoseu mrito, retirao-se muitas te- ruina dos particulares,
zes da arena, ttegd&nbosos de competir com A quahdade essencial do numerario a
bo.-nens nullos. E' assim que o- mereciicjito estabilidades a immutabdtdade de seu preco,
cede o lugar ofiidade. porque todas as transares sao estipuladas
Os m taes nobrjBJf; onacios de "seu valor" de accordorom esta sopposta fixidez.
proDrio, ceros de ter pn>c> emiq^flquer sob rano q estabeleceu imposto:, o pro-
parto. abaadon3o a cir<>ufeao ao papet-woe-. prietario que arrendou suas trras ou aiugou
da evapora onde achem boa compaobia. suascasw, o lavrador qa*4xoa o preco de
Jomtjwdencii sempre para augmentar- seos gneros, o negociante, o manufactureiro
se, inli*traodo-aemaise mais nos canaes Oa.que estabeleceu o de soas mercaduras, o
cii-cdttlo, quando excede a somma, md+s-.fornecodr que teol'antratos, o bomem da
ponsavel para-os escaim.bos, a sua.&pflpcia^mais alta (mo o da mais nfima categora
Cao e consequencia infalbvel e geradora dos que conta com urna- penslo, paga ou salario
mais crios embaraces para a industria, para em recompensa de seu trabalho ou drseu
o coiumercio, para a popalatfp jnleira do^srvffO, todos cont'aram receber em nu
abi
nume-
iaiz. Isto reconbeceu o legisla^,.brasi-j^'im valor fixo f^nvariavel. todos me-
iciro. quando na le de i! de setembro. de.diando certo tem o en're a estipulaco e a
48.6 autonsou ogoverno a fazer as opera- solucSo do contr"alo, sao cruelete ioiuria-
cot^s de crdito mdupensaveis psra retirar dos, se o numerario-que se Ibes d mbdou
>'a circula?io a somma de papel-mpeda que de preco; todos sao arrunalos, se elle bai-
xa gradualmente de valor, Semparar jamis
em um ponto Gxo.
Faoies.que podemos dizer ainda recentes
fosse necessario para manter-lbe o valor na
raio de kft por i itava de ouro.
O Sr- TavaresBastos :-rApoiado.
O Sa. Paulino de Souza : Segundo essa Da historia do nosso paiz vSo ser tambem
lei, a nossa ciriulacjo legal mixta de me
taes e de papel moeda na altura do padrilo
monetario. De tacto vivemos hoje j no re-
g;otf.i pernicioso do papel-mnoda, supera-
imodaoie e depreciado. Onde iremos parar
om mais 45,000:0000 de om papel j 13o
rebaixado ?
Anda ltimamente disse oaotor deum
artigo do Merchanl's Magazim de New-
Vork, que o papel-moeda nem repre-
sentante de valor. Se elle representasse va-
lor, este em alguma parte existira. Entre
nos onde estar o valor d<> papel que o nobre
ministro pretende emittir ? No tbesouro f
N* i: c: o t ihre ministro all tivesse dis-
pu8cao o a.or de 45,0U0:000(> n3o nos vi-
ria trazer a 'pro^oala que discuto. Nao o
tem; quer hav-lo: deve prodqrar outros
rr.eios que nao tragam lo fune|t^,' c,Mse-
quencias. ,
A existencia econservacao do papel-moe-
da nao tem ontra raro sen3o a necessida-
de indeclinaveJ de um instrumento de per-
mutas.
Todos nos vestimo-nos,' aliraentmo4ios,
precisamos de productos, consumimos em-
]n, e, portuito,-nos indis easavelum agen-
:o qual^uer que sirva de medida commum,
;te intermediario conveocioaal para calcala*-
so a equivalencia dos productos e dos ser-
vicos entre si.-
por mim trazMos em refo'co da impugna-
caique f,co ao 'plano Onanciro, do nobre
presidente do conselho.
Anda ha pouds dias, procurando justifi-
car o fado inquaiificarel de p6r o governo
nos hombros do gal a farda honrada do sol-
dado brasileiro, disse nos/.S. xc.: Fados
iguaes & deram, os hoafens eminentes da
independencia tambem os pralicaram.
Senhorea, deveduos imitar asvihudes e es
grandes exemplos dos bomens illuslres que
presi'iiram obra grandiosa da nesta oman-
cipacSo poltica: desculpando-os, desvimo-
nos de algam erro que os apuros da occa-
?i5o e as diffruHades daquelles tetnpos os
levassem por ventura a commeiter. (Apoia-
dos).
A;ompanhando o uobre presidente do con-
selho na sua adheso aos prece lentes- mas,
quanto a inim, smente aoabons preceden-
tes, e apodando os erros para delles rugir-
mos, direi algumas palavras sobre a historia
do meio circulante do Brasil. .
Fumos nesta parte infelues pelos maitos
desacertos de certas ocas, mas homens-de
ootavel r rofeiencia nestas questoes assgna-
laram no camintio do abysmo- que o nobre
ministro nos apunta como porte de salvaeo,
este escomo, em que acenderam para adver-
tir-nos do perigo um pbarol de cajo fo
luminoso se irradiam os verdadejfb* p?in-{
Uceania e intemediario das trocas consiste
em conchas, empelacinhos de couro.em
um objscto qualquer; dos paizes de flijn-
?is degradadas o paper-moeda.
Destinado nicamente a mover os; prede-j
Vas bordas seivageos d America e da cipios, as grandes verdades-da scPencia eco-
nomici.
V. Exc. nao ignora, Sr. presideme, que
em 1808, guando ebegou ao Brasil a-familia
real de Braganca, as moedas circulantes se
referiam tres padroesmoaetaros olfesen-
tos e marcar o valor dos seryics, nada, yj- tes. Na peca chamada portuigtiflza de6i5)0,
lendo por si, nao pude o papel-moeda exce- contendo 4oitaas de ouro, fcada oitava en-
de.- da quantia rigorosaawnte indispensatel trava pelo pre^o de 15600 : na moeda deno-
p na as transaeces? ''Em qualquer excesso'"minada provincial, com o cunho de 40 e pe
na, nullidade de valor.
Como porm, mistura lo o excedente com
o que funccionai ia regularmente, nao se co-
nhece qual o demasiado e nullo e qual o
nue preciyo para os escaimbos, pois se
apreseuta todo sob a mesma forma, a nulli-
dade da paite excessiva, adaptando sea que
m por si se manteri m valor Bx'o, traz a
lepreciacao de ^'dQ^apel, e em propor-
0o ainda maior do'que a que va> do alga-
rlsmo do exesso quntidade reputada su-
fljAeotepara passa'gem'dos valores de "urnasj
pas, outras mos.
O-curso do papel-moeda resulla dos actos
dos poderes do Estado que o mandao rece-
ber as estac5es publicas, e dao-lbe a qua-
lidade de moeda de pagamento na soluco
de obruaces particulares, mas pouco im-
porta que o decreto q -o augmenta na cir-
cuida > ordene o-(nftsmo algarismo da es-
tampa. > v
Na superabundancia do papel-moeda, o
algarismo impresso nos bilhetes ser o mes-
.mo, mas o seu poder de adqaisigao tesa di-
minuido.
' Omitiindooutras consideracSes, Ie^ei um
trecho de esciiptrnotavel, que fof feliz no
molo por que tratou da materia.
H. Storcb escreveu em um paiz de papel-
moeda, pode pirticamente avaliar os seos
eeitos, tendo oceupado na alta administra-
$o lfgbi da maior importancia. As suas
expresss' s3o graves e discretas, como exi-
giao a sua po>icao e a crcumstancia de di-
rigir-sy a dous principes da casa reinante,
um dos quaes veto assentar-se no Jbjwio da
Russia. *&
Reflro esta ultima iarticularidade, porque
V. Exc. 8ibe, Sr. presideate, que quanto
mais alto falla algaem, mais.comedida e pon-
derada deve ser a soa phrase.
O Sr. Tavares Bastos:Isto pode ter
applicacao a alguem aqui.
O.Sr Pabubo deSocza:Eis as,'pala-
vras'que me parece til avivar na meooria
de todos, em vista da proposta do Sr. minis-
tro da fazenda :
t Se consequeneia deploraveis acompa-
nbam o uso do papel-moeda, mestpo quan-
do sua emiasao proporcionada 's necessi-
dadesdacirculacao, podis avaliar fcilmen-
te quaes serao seus effeitos qaando excede
so de 2 114 oitavas do^ mesmo metal, cada
oitava tinha o valor de l#777: a prata amoe-
dada que para a Ia das duas referidas moe-
das eslava oa relagao de 4 para 1-2 1|,e para
a 2a na de 4 para 13 8j9, no mercado esta-
va para o ouro na proporejo de i para
15 1(2.
A abertura dos portos do Brasil ao com-
nerc'p. e^txagejro dtu em resultadoaeffec-
tivida'de da tai, a que me refer, de escoar-
se a moeda mais apreciada, flcando-nopaia
aquella em que 6 peso se achava rebaixalo
'm vista do cunho.
O primeiro branco do Brasil, que se fun-
dara em 1808 com o capital de t,200:000^1,
come^ou a suppr^ com suas notas promis-
sorias o vacuo deixado pelo, meio circulante
meiallico, que o .progressivo augmento del-
las acabou de afugentar.
Os repetidos aaiantamentos que por meio
de emissoes correspondentes fez o banco ao
governo portuguez foi gradualmente elevan-
do a somma de sua circulaco, de modo que
em 1821, por occasiao da retirada da corte
para Portugal, suba ella a 12,000:001^.
Nesse mesmo anno lomara se necessariaa
suspensTu do pagamento das notas.
Asdifficoldadescom que lutaram os pri-
meiros governos do Brasil,, pgo depois da
independencia, tendo de aoudir antes de tu-
do conslituicJo poltica e administrativa do
paiz, occasionaram novas prestaces do pa-
pel do banco, que, em 1829, se elevou a....
29,00:0e0fSI. J entao haviara as notas do
banco assumido o carcter de verdadeiro
papel-moeda,.sendo seu gyro, mantido pelo
governo Ordenoti-o corpo,legislatiyo ali-
quidaco do banco," ficahdo afinal todo o seu
papel a cargo da ncjlo. \>
resgate do. cobre, de que o governo e
es falsificadores haviam inundado a circula-
Cao, irouxe nova massatiepipel-moeda. As
lulas polticas da minoridade e me.-mo as
difliculdades com que lutaram os primeiros
govfernos deste reinado, arredando a atten-
cao dos poderes do Estado destas compli-
cadas e ento ponco veatiladas questSes,
nao permittiram o melhoramento das finan-
cas do paiz. Na deficteoeia das rendas or-
dinarias a emissao de papel-moeda foi o
meio de que se lancou mo, mas em pe-
queas sommas, e nunca na escala em que
Talvez que ba-
j abi alguma cousa apphcnvel adualidade.
Como V. Exc' ijuer, nao tem graca. (Bisadas).
OSr. Paulino dziSouza:- Dizia oSr.
Vasconcellos :
Duas raoedas fiduciarias, diversas, mas
ambas igualmente depreciadas, papel co-
bre, eis o agente das transaccei commer-
ciaes no mercado do Brasil: urna irrea-
lizave.(, tem curso toreado, e incerteza de
rescate e apenas cyra na provincia do Rio
de Janeiro; a ontra tem valor nominal'qtia-
druplo do seu valor intrnseco e ctrc^J em
todo o Imperio D'aqui resolta urna fluc-
t>iacio necessaria de valores, e desta flnetua-
Caoprejuizo incalculavel n3o sao Estdo,
codo nos particulares, iim cambio sem equi-
liorio algum <-nire esta e a* pravas da Eu-
ropa, e entre esta e as provincias do Brasil:
embarazo consideravei na admtnistracao pu-
blica ; oscillacao na fortunas} esmoreci-
mento do commercio, paralysacao na agri-
cultura ; entorpecimento na industria; que-
branto fatal ao crdito publico, e desconten-
lamento geral em todas aselasses prodneti-
tas....
O desappargjmento dos metaes precio-
sos, o esgoto do banco, o alteamenlo de to-
dos os valores, com o qae se perda o equi-
librio do commereioy e'de todas- as relacbes
sociaes; a tara dos nteresses elevada a um
auge extraordinario, tro cambiw guasi ao-
pc$K^d nullidade; um loxo soperier s for-
tunas individuaos.... a entimo exlroordina
ria de nibeda sem valor e a pertinacia em
certaspratica abusivas; a prodigalisa^aode
tratados que deram golpe mortal ao- nosso
commercio, nKegacao e industria,' e ^nal-
mente um estado, permitta-se-me a pfcrse,
de incbacao e n3o ae sade; um estado vio-
lento e eontraferto ; eram males existentes
que esettavam a nrarmuraoao de nacieoaes
e estraageiros.
* Cad>um di>seohores-, qae retardamos
remedie* deste mal profundamos o abysmo
que vat eigulindo as furtunas-publicasi e tal-
vez consnmindo os rneios, que ainda temos
para acudir ao seu progressv Para a re-
forma do- sysleraa monetario-, dous sae-oi
rneios que os economistas ioglezes, que se
acbaram em identioas circumstancias, des-
cobrirao, e um dos-qoaes foi-adbptado pelo
paria ment-, Em- *#U urna- libra sterlina
de papel ompra*,:408 graos- de ourolkini
em logar de*H8, que continh* a anliga- li-
bra steroa, Foi p >i& o primeiro meio pro-
po>tcubar libras sterlinas desovo ou pra-
la com o vator corrsspondono aquel le a que
tinha cabido- libra sterlina em papel. Foi
o segundo-reduzir enumero de libras ster-
Tinae em papel at-que o seo valor subwse
ao ear da aatiga libra sterlina^ isto que
cocaade papel se comprasse' a quanade
de euro neaessario para fabricar urna moeda
segundo a antigatanifa. *-*
9 Sr. Calmou exprimio-se por esta ffxma
no relatoio de 183&:
Este gravissi no' assumpto, que te* oc-
eupado na seis a unos a atiencao do gowrook
das cmaras legislativas e do publico em
getat, foi consicerado pela administracl
como a primeir* das mais urgentes ques.
o nsprfica^nlo bijslavam e-ses meios
para assoberbar a onda do papel.
S' em 1846, tomando aaior v6o e mere
quisiva equivaler* a 24,5O0:0j0)J do pa-
fallo: nao ha exemplo de um estado nao ser
logo arrabiado pela redaccao de suas recei-
tas que se resentem do envilecimeoto do
papel a emissoes Ilimitadas.
E queris qbw o motivo dessas emis-
soes Ilimitadas? Pr.curaio na incuria, no
desaso do estado, nao est abi Resalta da
propria necessidade. (ApprQFacao)
A revolucSo, por exemplo, quando ti-
nha om orcamen de 590 milbOes, pago
actual, fi vale a pena ter o liaitwp de em assigaados, n5o recebia 250 milhoes.
to perizosa e smistra as nios do nobre
escaimbos e^mma para elles md.spen- lde do Mdto em quem aquella
savel O m? do excedente e nenl.um. endenca irfel3llei os governos para o
be 100 milcontos const.tuem a somma pre- abaso d, ^ ^ g fa|,aFStorca
cisa para as traosaccoes, tanto como ella annunrii-sfl romn ma naho r.venrivel ir-
valem, 2oor4oo, 5oo mil codos, emita, o JXfael otencive, ir
depreciado de 3o 0|o, propoz em 1842 que
se anoullasse as mos dos possuidores das
Botas a importancia da depreciaco. E ni
verdade a medida lembrada n3o importava
sen3o a consigaaejo em lei de um fado re-
conbecido e incontestavel.
Assim se praticou na Bussia em 1839
pela determinaco do governo que mandn
receber e dar em pagamento 3 1(2 rublos
de papel por um rublo de prata. E' mais
um exemplo de- bancarota, cerno tantw (ni-
trado deputado da provincia das Alagas,
chamo o nobre ministro a exftcar-se sobre
outro que me parece mais grave e fui om'
verdadeiro abuso na execofo d*li de 12 d
setembro de 18-i6.
Esta lei nao foi somente bancara, foi tam-
bem e em grande parte urna lei fioanceira...
O Sr. Presioente do Cokselho:Est
engaado.
O Sr. Paulino- de Souza :Foi floanceira
sob dous pontos de vista : i., por tender
tros que sempr* acowpanbam as largas ao ^Ujoranjeoto do ^0 circulante, o ^.i^iTESih iaiA f'fl,;no,e,,tU' *<* maior que *P ^^ dara a faculd.de de emittir papel moed a
n ,' n -d6 ,81i6Pr-es"" "-terto como a que era ngoror^e- Denf)lim govrn0) a nenhurn administrador!
? Jr^Z'Zi^cT?"'3 frHa f6883 Rpar a moVmeli rtgu,ar 4*s! ainda o de minba mais inteira confianCa, me-
que soflfreram os particulares pela queda do. transaccoes. O papel moeda manteni-se, no, nn.lprfli w.nspntir nuB se eatrecue arma
padrao naproporcao que vai de 2*500 a j* eu d.sse.onicamento pela necessidade dos 'SSSH 'fSS^^^TS.
i j pela oitava de Ouro.
O prejuizo do* deteutores das notas
era um facto consumado. Tratou o legis-
lador de acautelar o futuro, marcando a re-
laclo do papel com o ouro e estabelecendo
pro vi ilen las para o caso de depreciacao das
notas existentes.
No memoravel discurso com que inicioa
00 parlamento inglez a discuss3o do projec-
lo de resihccao que anda conhecido pelo
nome de bill'de 1844, observou Sir Bobert
Peet que a libra sterlina nao urna deno-
mwtcao imaginaria ou abstracta sem cor-
responder a ebjecto real e visivel na ordem
das cousas, mas sigoiBca duas oitavas e tan-
tos grao de ouro fino que se contem na
peca assim chamada.
mesmo direi eu re'ativamente noasa
moeda. Desde que a lei de 11 de setem-
bro- de 1846 estabeleceu a equipollencia en-
tre H e urna oitava de ouro e ordenou que
o governo mantivesse easa equaco, podemos
alfirraar que na linguagem legal 4-3 querera
dizer urna oitava* de ouro de 22 quilates.
De faeto porm boje a oitava de ouro ob-
tem no mercado cerca de 5J, ahi ed
depresao- do cambio a pouco mais de 2t,
concluo eu-, como concluem todo, que e
meio circulante do Brasil est abatido na
razo de 25 0(0'.
Que na queda do cambio predomina o ele-
mento nominal e n.o o real, est demons-
trado pelo estado da baianca commerml.
O elemento nominal exprime a relacao da
circulaco interna com a dos paizes estran-
gekos: o real as differencas no saldo da
batanea, em cujas conchas se equilibram a
im^ortacao e a> exportaco.
O-elemento real do cambio em nosso
favor. No exercicio de 1S65 06; segundo
consta de tabellas nonaxa* ao reltorio da
faienda, a exportacio sobrepujou a impor-
tacoem 10 mil cantos.
Nao creio- qae neste exercicio (1866
67)'tonha acoateco o coetrariu. O preco
do nosso principal artigo de exportar, 10 (.0
caf)-nao tem-sido animadop.
Se tivessemos d pagar saldo aos mer-
ca doaestrangetrose-devendo' aremessa fa-
zer-se nos gneros- de prouccao d paiz,
ter-se-liia augmentado a sua* demanda, eos
oreos tender lam para a''alga. A'ssia, po-
rm, nao aeonteoe. Resta, pois, o temea-
to nominal o cambio.
Qtoanto ao preco do ouro no paiz; todo<
os qpe lee'os jornaes sabem qual elle.
A. deprecic3o do papel-ntoeda. existente
e pois, incontestavel. EsSa. depreetacSo
ua pode resultar seoo do seu excesso, por
q ue HflceaMriamewl'i m sntA'-'se^rta- O" se o
valor se a quntidade fosse proporcional ao
movimenio commercial do ^aiz.
Pois- bem, senbores, nestas condices
yae o nonre ministro queraiada mais for-
far os canaes da circulaco, que tem para o
papel-moeoa dimetro limitado, com. ri^co
de trazer incalculaveis perturbacoes-
es que os representantes da nacao- tem dft {. A somma de papel-moeda circulante 6
vesoives. neje, segundo o reltorio da fazeida,......
Escosadode monstrar e encarecer jl.t8,4*8:8545000.; Addlcionai mais.de
o que o commercio pde.comportar. Oro al hoje no-lo vem pedir o Sr. presidente do con-
tendencia a ultravassar leste limite por seIho.
tal forma irresisUvei, que a historia n5o of- Opponio-me com toda a vehemencia ao
ferece exemplo de papel-moeda que a nao plano do honrado mioistro, para prevenir a
impresso que fazem suas palavras na maip-
excedesse....
Beconbecestes, que da natureza d na da cmara, vou escorar-me na autori-
naDl-moeda pruvocar desmedida mltipli-' dade e opimao de estadistas eminentes do
cacao cuia iofalHvel consequeneia a baixa paiz, que amplameote discfltiram estes as-
dos bilhetes Isumptos e por vezes oceuparam o alto car-
Consideremos agora os effeitos qae re-'go ora exercido pelo nobre autor da pro-
sultam da depreciac3o do papel-moeda rea- posta. _-
tvamente iudastria, ao bem estar da nacao -Oizendo cmara qae as opininqoe 10-
s rendas do Estado e moral publiea, e voco so autonsadas com os oomesde B. P.
lembremo-nos sempre qae.no paiz em que de Vasconcellos, M; Calmor, J>^ e Ataei-
0 papel-moeda vem abaixar, tem elle ex- da(marquez de branles) e M. Alvar Bran-
pellido'4a circulaco as especies sonantes, e co, creio que posso conslde/ar-me como ten-
sendo uBko'numerario, seus effeitos se faem do alcanzo a sua permissao para lraguns
sentirt"t^5axten8odQWK,comoin trechos por Hltt escnptds em documenws
todas as
t A per*
preciacao
'naci a de- Eis o'que #1 ojie; Vascoicellos nore-
nodbve ser latorio dafazndade 1834. P. .
calcuhda smefate sobre a sotnmr .TU* Davo advertir qoe este reltorio fm esenp-
necessidade de melliorannos o nosso meio>
circulante, pois nao ha oacionaL ou estraa-
geiro quenioatenbaJseconbecido-e aprer
ciado.
Com verdade pode- assevecar-se que a
naci lotoka amestrada pela experiencia
de doza anuos, requer insfaantementa a
adopeo de-umi elliciz medida, que faca
cessar a primeira utuaclo dos valores, a
desconanca inseparavel dos signaes que os
representan!, e a perda incalculavel que 0.
estado eos particulares soflrem diariamente-
em suas forluuas.
E como sej) impossivel que a applioa-
Co de um s remedio baste para curar um
mal 13o acerbo, tao extnso, e to compli-
cado, que fre de morte o crdito publico,
que lavra por toda a superficie do Imperio, e
que ollende aos diversos interesses de todos
os seus habitantes ; forcoso qoe empre-
goemos simultneamente todos quantos
rneios possam concorrer pa.a remove-lo. >
O Sr. Tavares Bastos: Isso muito
velho, hoja temos propbetas no vos.
O Sr. Paulino de Sousa ^ Vamos ao
reltorio do Sr. Alves Branco em 1845
Por diversas vezes se tem tomado me-
didas legislativas com o Om de memorar o
nosso meio circulante, mas tendo sido todas
ellas afinal abandonadas, tem as cousas con-
tinuado no mesmo estado, e empeiorado.
< E entend que. nao compria o meu de-
ver sem chamar toda vossa attencao a este
importantsimo objecto, porque sede 1838
para c, isto no periodo de oito anuos,
tem o cambio baxado desde 40 al quasi
25, pode com razao temer-se que, seguindo-
se o mesmo systema, elle chegoe em 1853
a 5 pence por 1#, com grave detrimento
nosso.
* Sem entrar, pois, em majores desen-
volvimentos dos males que aos causa o papel
circulante, que pela sua constante scilla-
Co nem nem pode ser moeda, cajo prin-
cipal objecto medir, trocar e conservar
valores reaes, direi em poucas palavras o
que creio seria capaz de preparar-nos um
melhor futuro de que aquello qae temos an-
te os olhos.
1 A minba opinio qde o systema de
nossa moeda metallica actual, com excepeo
do cobre, deve mudar pela maneira segua-
te : A moeda de ouro deve continuar a ser
d 22 quilates, porm de duas. espeoies,
oma de cinco oitavas e valor de 200 ele.
Tendo por meu lado essa phalange inven-
civel, nao duvidei entrar em debate com o
nobre presidente do conselho.
Senbores, no estado em que o primeiro
banco 'do Brasil deixou a nossa circulaco
foram Imitis para melhora-la todos oses-
torcos dos poderes pblicos. Inumeras ten-
tativas foram fitas sem efi'.acia.
As leis de 10 de novembro de 1827 e 23
de setembro de 1820 autorisaram. a emso
oe apolices para rsgate de papel monda;
diversas leis do oroamento attriboiram -para
45,e00{0*j)5000:e taris um augmento de
cerca de 400|0.
A depreciacao porm ndo ser nicamen-
te na, razo do augmento, que vai dar-se.
Mesmo assim, se fosse s na' raao do ae-
crescimo teriamos 40 0\ que, accrescidos
aos-25.0|0j conbeciJos, elevariamo desa-
precio a ti5 0|0.
E' porm ponto fora de duvida que a de-
preciacao nao se d somente na. proporco
do augmento da msssa do papel em ttido. A
queda do valor do papal nao segu a pro-
porco anibmeiica, indetermi iada e sem-
pre progressiva, lauto ma>s que 0. que se
vai emittir | entra na circulaco deprecia*
do. Pode ser aprecia ia em vista da cousi-
deragao que vou recordar cmara.
Sustentara os economistas que tralaram
miis especialmente do meio circulanteHque
se pode calcular em dez as evolucoes que
faz a moeda, em quanto urna vezsemovem
os productos, de onde se pude induzr que
a proporco das permutas com o sea ius-
trumento de 10 para 1.
Os productos desde que sabem das mos
do productor at chegarcra as do consumi-
dor raovem-se tres 00 quatro vezes, de-
inorandii-se mais ou menos tempo nos de-
psitos. A moeda que liquida as transac-
coes nao pode, nao deve parar sem prejuizo
do commercianle, qae precisa ter em gyro
o capital que ella representa.
emissoes de papel-moedla.
Lembrarei ao nobre presidente do con-
selho om1 ultimo faci, e este nao omiti por
ser maito significativo.
Dorante a guerra da independencia do
Estados-Unidos, emktio o governo grande
copia de papel-moeda "que elevou-se ao al-
garismo de 4uO milhes de dollars. A de-
preciacO' foi' gradual como acontece sempre
que as emissoes n3o io feilae- de ura s
jacto.
Calculon Thomaz Jefferson que; levando-
so* em-conta a> depreciacao que cada emisso
j razia pela das notas existentes; os seus
possuidores as haviam recebido por 72 mi-
lhoes. Foi annal todo papel continental
resgatado por 6 milnoes de dollars metala
eos, o que fez dizer aquella Ilustre presi-j
dente que a dillerenca entre os dous alga-
nsmos, isto c 8 milhes de dollar consti-
tuio o imiiosto vexatorio, iniqoo e desigual
que 4 falsa f se lancou sobre a popu-
laco.
Assignalando os deploraveis resultados da
medida indicada pelo nobre presidente do
oonselh; vou ainda invocar om nomo mui-
to autorisado qoetrago em auxilio de-minha
insuftle'rencia na questo. Despulpe V. Exc.
Sr. presidente, esta nova atacan, mas eu-
quero dsixar liquidadas- e bem paleles as
funestas conseqoeneias da proposta do go-
bern, e contrabahancar peta dos bomens
mais competentes-a autoridad* que aqui te-
nba a palavra'doaobre presidente do cense-
loo.
Cbame-j pois, em reforco-do-men-eeun-
ciado oW'orador dos mais- abalizados que
governoa.a Franea e tem hoje a honra- de
pugoar nio corpo egislativo-pla restaraco
das liberdades d^ seo paiz.
Todos os que 'eram a historia da revolu-
cao franoeza e a historia do consulado e do
imperio.. e*ses dous monumentos literarios
do nosso scalo, todos os qae teem acom-
pauhado as discussoes da tribuna parla-
mentar franceza, sabem que M.-Tbters au-
toridade respeilavel em fiaancis.
O trecho que vou 1er de ui discurso
tem eonnexo com a parte bancaria: i.%
por ter em vista fornecer ao governo raeios
de atienuar o dficit que no exercicio de
1865 a 1800 havia prodoxklo o augmento'
das despezas do Estado.
O Sa. PuesiDEvrE do Conselho :Gra-
eas.
O Sr. Paulino e Souza >No fallarei
nem vem ao caso tratar seno das operaces
autorisadas com o lira de dar recursos ao
tbesouro.
O auxilio que deu o legislador ao governo
foi a emisse- do papel moeda, verdade,
mas sem aggravar ,0 mo estado da circula-
Cao, pois que parti deste ponto- importan-
ussimo, e que cumpre nao esqoeeeruao
augmentar Je l.j a somma de papel enco-
lante no paiz..
O Sr. TavatoBastos: Apoiadoi
O Sr. Paulino de Socza :... e itioto
-;oos stio a belleza, asabedoria da combiae-
'S3o. .1
As operacoes determinadas pela lei de *2
de setembro foram concebidas de modo qae
o-goverco alcancasse pela smisso de papel
Qtoeda iRftns de aeud.raodficit sem o grva-
me de mak>r somma de papel fiduciario. Foi
esse o plano do legislador, fw o seo, dest'dr-
ratum.
O Sr. Tavares Bastos :Aqoiaoi
O Sn. Paulino e Souza Paraqpe as-
sim aconUices.se o que maginou o llusire
aator da bet ? Faier retirar certa somma
denotas do banco no Brasil- e autonsar o
governo aeucher com as do tbesouro o vasio
que aquellas.-deixa&sem.
Foram ts seguales astros operacoes-nesta
parte ordenadas pela le:
1. Pagamento pelo governo ao banoo do-
Brasil dos i 1,000:000? de papel moeda qae
este resgatara e d?.-vam lugar -emissao cha-
mada addicioual O-governo ficou autori-
sado a emiilir em substituico desseo-.......
1.1,000:000^ igual somma de papel moeda.
O banco tinha de retirar a emissao aUdi-
cionl.
resultado desta operacaonao pedia ser
ouiro seuo repdr as cousas no e lado an-
proferido na assemblea const.tu.nte em 1848jlerior 6 ose 3() da ,e d8 5 dejulho.de
.in-.n all ca -kiiiliu (i-iaotarv fia ito'-hi ..... .
quando all se agitou a questo da creacio
de um.papel-n2oeda destinado acoadjuvar a
lavoum.
Depois de dizer que o papel emittido
perdera 40, 50 0|0, no que j fazia grande-
concesso, diz M. Tliiers:
.Quaes seram os resultados? Haveida
dous, dous h .rriveis para os. particulares.;e
para o estado.
tPara os. particulares.
J se vos disse que o papel-moeda era
para os particulares urna verdadeira axpo-
liagao.
ProBunciou-se aqui algumas vezes, a
respeito da propriedade, a palavraroubo.
Pois bem. o papel-moeda sabis o que ?
E' o roano, o roubo pela le. (Sim, sim ;
tendeo razao). Seguramente ent o dous in-
dividuos qua tratam depois de urna, emissao,
Se o papel perdeu 50 0(0, nao ha poraa
para aquelle que compra ou que vende. E'
bem certo que aquelle que recebeu papel
pelo que elle vale a 50 0*0, por exemplo, e
que vai a um fornecedor, ao carniceico, ao
-padeiro, e compra o genero com papel a 50
0|0 como reoebeu, nada perde nem ganha.
Cuidai, porm, naquelles que teem de ser
reembolsados em virtude de um titulo es-
cripto.... (E' isio, isto; viva approva-
cao). Pensai naquelles que tem de baver
crditos que se Ibes paga em papel I '' a
Assim. puis, para justificar um augmento classe manos numerosa; mas, emm,
de 45,OuO contos no meio circulante sem urna classe j bastante interessaote. Mas
abaiimento deste, seria mister que se dsse pensai em todos aquellos que recebem ren-
nas traasaegoea um movimento de mai 450 (dimentos, tendo-os em virtude de ttulos
mil cootos, o que nao de esperar proxi-, escriptos. Daudo-se-lbes ao par papel que
mmente, atiento o estado da iodustria do Do vale seoo 50 OwO, rouba-se-lbes 50
0[0....
A tonto da nossa riqueza a produccao E agora queris saber qual o egundos
agrcola, sobre a qoal quiz-se fazer pesar a iuteress sacrificado ?
ameaca de grave questo do elemento servil eVou dizer-vo-lo, e ah que ides ver
tao imprudentemente levantada pelo govr- quanto a comparaco com os assignados
paiz.
00 as" chxumsUocias difficeis do paiz. [em detrimento da vossa medida. O segun-
Alm de soflrer maito o crdito da la-: do ioteresse sacrificado o do estado, do
voora com a imprudente ameaca (rep*ito a estado, pelo qual teoo o mnor interesse;
phrase), sanido que os capilaes disponi- porque, ainda que minbas opinioes nao se-
veis que a alimentavam tem sido sugados jam as de lodos aqui, posso affirmar que
pelo thesouro o qual como urna -bomba de amo ardentemente o mea paiz, como quem
esgoto os vai absorveodo para consumi-los quer que seja. As finanzas do paiz emba-
nas despezas improductivas da guerra. racadas, seus exercitos desbrganisados, sao
Estou muito lobge de censurar por esse para mim soffrimenlos crueis
faci o nobre mioisiro da fazenda, faz elle! Pois bem, figurai-vos o estado que pre-
0 sea dever, pois o Estado precisa de re- -cisa de toa^as suas rendas, que hojersento
cursos para continuar a guerra e recebaros a necessidad*. a mais cruel para um gover-
por essa form>daquelles que lb'os vp of- no novo, a de*,crear novos impostos, fig-
ferecer. /^ rai-vos o estado nao recebendo gracas a m
Assjgtalo, porm, o facto para concluir. papel depreciado, seoo 50 0[0 das conlri-
que"n3o possivel contar com augmento de'buicoes, em lugar de 1,300.000:000^000
riqueza, e maior movimento das transaccoes ou 1,403.000:000(5000, nlo recebendo se-
nqueza.
aoando os capitaes nao correm em auxilio
da industria nacional, antes della se^bam
desviados. .
Como recurso pir^aTolbesJuso, seo papel
que o nobre ministro emittir em virtude de
autorisacao que pe le, lti troux*r allivio
1853, que deu lugar creacao do banco do
Brasil.
2. Retirar do banco somma de notas suas
igual ao valor das letras do thesouno qae ti-
vessa descontadas em sua carteira, seodo-lhe
paga a. respectiva, importancia pelo governo.
Em sonsiituico das notas do banco assim
retiradas, o governo emittiria sommi igual'
de notas do thesouro. Sempre o pensa-
miento de nao avolumar anda mais a circu-
laco. Sahia desta o papel do banco; enca-
va o do thesouro.
Sobre o desempenho- desta operaco nada
teoho que dker. O goveroo resgatou as
suas letras que eslava na carteira do baoco
no valor de 3,837:7005. O banco w>firoa
notas nessa importan da e o governo. emittio
as suas em quautia igual.
3. A lei mandn qae o banco vendosse
a saa'Teserva metallica e que retirasso de
notas suas (do banco) somma igual A que
produzissem os metaes. O lugap que >ccu-
pavamna circolaco as notas do banco que
assim fazii recolber seria preeocbdo por no-
tas do tbesouro em somma igual s que o
banco retirasso. Essa emissao do tbesouro
foi porm destinada pelo legislador para pa-
gar os bilhetes ou letras do tbesouro qua
existissem n circulaco.
A's notas do thesouro emittidas por esta
fru-a nao poda o governo dar ouira appli-
cacao sedo o pagamento de letras do the-
souro. A em sso de sotas que nao fosse
applicada a pagamento de letras do thesouro
nao a emissao autorisada pela lei de 12
de setembro 'nesta operaejo: a emissao
prohibida pelo art- 3. da le de 1850.
.
Eis os termos em que se cootm o pre-
ceilo da lei de 12 de setembro : 5 (do
art. 1.). Para effectaar n pagamento men-
cionado no paragrapho antecedente, e Um
assim o de oulros bilhtes ou letras do the-
souro que existapi na cirmiacao, emittiro
governb wna semma de papel moeda igual
das notas do banco qae tiverem de ser
resgata las, etc.
A lei clarissima.
O Sr. Tavares Bastos : Apoiado.
Sr. Paulino de Squia : -O banco ven-
deu o metaes, comprando-lh'os o govevno
por, 766:0-810248.
.Tem o banco com o producto dessa venda
d resgatar igual somma de notas suas. Em
lugar deltas tinha ou tem o governo de
omitiir igual quaniia de notas do tbesouro :
idas para applica-las exclusivamente ao que
nao 701,000:0 X)0OO!
" Arruinarieis de momento as suas finan-
cas ( Movimento prolongado). O estado 3eve aos particulares de letras suas em cir
seria o primeiro e o mais gravemente expo- -
liado.' O que digo do conteslavel. Nao
ha exemplo de a e.iiisso suba de papel-
momeutaasOj ser elle duramente compeq- moeda nao trazer i depreciacao de que vos.
eulaco.
(Continuar-$e-ha.)
' f
/



*
*
1
...
*


TYP. DO DIARIO-RUA DASGRES N.U.


Full Text
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