Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11325


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Full Text
PMBflP
ANNO XLUJ. NUMERO 168.

th aJliit >& *
PARA A GAriTAb K IiUttABBaj OXDE SE MA# PAA rOME,
Nrlresiiies'aAaiitalM^. 4.a' .
Porseis ditos Kem.. .j .1 ,-j ., ., .,
nraauulUa.. .1 .j ..' .1 ., V, 4 .'1
CaUaaaare

...... ., vi ., .. ,J #1 ,, ., -^ -*
ItfUlM'.l ...... .'i ||V. .< -# J&
6,5000
I20000
24^000
320
a#4f
<" QUINTA FEIRA 25 DE JULH0 DE 1867.
OEXTRO B TORA DA PHOVIXll,
Per tres anat idiuU.M.. m m .., ,.-. r. .....
Par seis tita. Meta. ,............\ .....
I* taita... ......... |..............
Par iriim idea., fa..............................
60780
110600
;ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO.
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Margues da Silva ; Aracaty,
oSr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. Joaqaim
Jos de Jliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Ar?es & Pilhes ; Amazonas, o 8r. Jeronymo da
Costa; Alagoas.o Sr. Franrno lavares da Costa;
Babia, o Sr. Jos Martins Alvos: Rio de Janeiro
o Sr. Jos Ribelro Gasparlnho.
ooWk^i un rawantiro oo wtmwan ira m&stwk vmwm& ra wmm a nudm rati iPiDipmiKiffaiiDs,
*
1
PARTIDA UlS STAPETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estacSes da fia frrea at
Agoa Preta, lodos os das.
Igaarass e Goyanna as segandas e sextas feiras.
Santo Anto, Grvala; Bezerros, Bonito, Carqart,
Altinbo, Garanbaos, Buique, S. Bento, Bom Con'
seibo, Aguas Bellas e Tacarai, as tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoelro, Brejo, Pesqueira,
lagazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Onrienry,Salgaeiro e Et, as quartaa /airas
Serinbem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Bar-
relros, Agiia Preta e Pimenteiras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segandas e quintas.
Relago : tercas e sbados is 10 horas.
Fazenda : quintas as 10 horas.
Jnizo do commercio .-segundas as 11 horas.
Dito de orpbos : tere as e sextas a 10 horas.
qaartas e sahbadss a
Primeira vara do cirel: lercas e sextas a
dia.
Segunda tt do civel
1 bora da tarda.
EPHEMER1DES DO MEZ DE JULIO
i La nova as 6 b. e 06 m. da t.
8 Qoarto rese, as 2 h. e 39 m. da t.
16 Loa chela as 6 h. e 4 m. da t.
24 (uarto ming. as 14 b. e 54 ro. da m.
31 La nova a i b. e 52 m. da m.
DAS DA SEMANA.
PARTE OFFICIAL
22 Segunda. Santa Maria Magdalena.
23 Terga. S. Apolinarlo b. m., S. Llbanio b.
2* Quaria. Santa Cbrisiina v,S. Francisco Solano f.
25 Qulnla. S. Tniago ap., S. Christovo m.
o Sexta. Ss. Sympbronio e Olymp'o mm.
II ^abbado. S. Pantaleao medico, S. Sergio m.
128 Domingo. Santa Aana mal da mi de Dens.
CiOVEBXO DA PKOVlSrii
LE N. 773.
BarSo de Villa Bella, presidente da pro-
vincia de Pernambuco :
Fafo saber lo Jos os seus habitantes, que
a assembla legislativa provincial decretou e
cu sanecionei a resolafo seguinte:
Art. 1.' O presidente da provincia fca
autorsado a contractar a eatalistica da pro-
vincia com qaem melhores garantas oere-
eer, podendo despender para este fim at
13:UO0OUO.
Art. 2.- Sero facultados ratuitameote
ao con trac tan le todos os archivos, certidoes
c informaces.
Art. 3.- Dentro de 3 annos dever estar
acaoado esse trabalho, que dever ser feito
conforme os principios da respectiva scien-
cia. _/""
Art. 4. Ficam revogadas as disposices
cm contrario.
Mando, portanto, a todas as autoridades a
quera o conhecimento e execufo da presen-
teresolu$a"o pertencer, que a cumpram e fa-
Cim cumprir to iuteiramente como nelhse
conlm.
O secretario do governo desta provincia a
a^a imprimir, publicar e correr.
Palacio do governo de Pernambuco 11
de julho de 1867.46. da independencia e
do imperio.
L. S.
Baro de Villa Bella
Sellada e publicada a presente resolucao
tiesta secretaria do governo de Pernambuco
aos II dejunhode 1867.
0 secretario,
Dr. Francisco de Paula Sales.
Registrada a II. do livro de deis provin-
ciaes. Secretaria do governo de Pernambuco
11 de julho de 1867.
. O escripturario,
Theodoro Jos Tamres.
LE N. 774.
Bario de Villa-Bella, presidente da pro-
vincia de Pernambuco:
Faco saber todos os sdus habitantes,
que a assembla legislativa provincial de-
cretou eeusanecionei a resolucao seguate.-
Art. 1.* Apropriflrlado ren ominada Ro-
zario sita no termo do Boni.o, pertence a
freguezia de Bezerros, e nao d'aquelle no-
me, em vista das leis que marcam os limites
das duas freguezias as quaes devem ser as-
sim entendidas.
Art. 2o Ficam revogadas as disposices
em contrario.
Mando, por tanto, todas as autoridades
a quem o conhecimento e execuejo da pre-
sente resolucao pertencer, que a cumpram
e facam cumprir to inteirameote-como nelia
sejeontm.
secretario do governo desta provincia a
faga imprimir, publicar e correr.
Palacio do governo da provincia de Per-
nambuco, 11 de julho de 1867 46 d In-
dependencia e do Imperio.
L. S.
Baro de Villa Bella.
Sellada e publicada a presente resoluto
nesta secretaria do governo da provincia de
Pernambuco, aos 11 de julho de 1867.
O secretario,
Dr. Francisco df Paula Salles.
Registrada a fl. do livro de leis provin-
ciaes.Secretaria do governo da provincia
de Pernambuco, 11 de jonho de 1867.
O escripturario,
Theodoro Joz Tavares.
do corrente, sobre o requerimento de Jos Leite
Rodngo.es Chaves, aatoriso a Vmc. para eliminar
da companbla de aprendizes d'esse arsenal, e en-
tregar ao peticionarlo o menor de nome Jos Ro-
drigues Chaves, visto ser o mesmo menor de cons-
tituicao fraca e por isso incapaz para o servico das
armas.
2.* seccao.
N. 332.-Dito ao presidente do tribunal do com-
mercio.Teodo V. Exc, pelo que dispoa o decreto
n. 3,572 de 30 de dezembro de 1865, de ministrar
a esta presidencia mappas para formacao da esla-
listica commercial, digne-se faie-lo unto esle anno,
como nos seguate* at o flm do mez de janno,
como preceitaa o referido decreto.
N. 333.Dito ao commandante superior do Ca-
bo.Remeti a V. S. para sea conhecimento copia
do offlcio que nesta data dirijo ao lente coronel
commandante do batalho n. 40 de Infamarla para
o Bm de ser recolbido a prisao e snbmettido a con-
seibo de disciplina o tenente da 5." compaonia da-
quelle bataliaj Francisco Paes Brrelo Lins.
N. 334.Dito ao commandante superior de San-
to Anto. -Nio se achando orgamsado o batalbao
n. 23 do municipio de Sanio Antao, resolv nomear
para elle, nos lermos dos avius da reparilcao da
ju.-tica de 4 de Janeiro de 1855 e 15 de fevereiro de
18qO, os offioiaes constantes da relaeao melosa. O
que commuoico a V. S. paralen conhecimento e
direcQo.
N. 333.-Ditoao commandante superior de Pao
d'Alho.-Expeca V. S. as suas ordens, para que
deslaquem ua povoaco da Luz, a disposicao do res-
pecuvj subdelegado, seis pracas de guarda nacio-
nal commandadas por um inferior.
^ 336. Dito ao commandame superior interino de
Cabrob.Em vista do que allegou e provoa o te-
neule coronel commandante nomeado para o bata-
lbao n. 48 de infamara saturnia> Jos da Silva,
determino a V. S. que lance o na campra-se na
patente do referido lenle coronel, que se acba
em sea poder, deBra-lbe juramento e d-lhe posse
no prazo de seis dias cornados do recebimenio des-
te offlcio, sob pena de responsabilidade, que se Ihe
fra effectiva e ao mesmo lempo me informe a ra-
zio por que j nao havia salisfeito essas formalida-
des da le, como ihe cumpria, em prejolzo da disci-
plina e ordem do sobredito batalho, que V. S.
como commandante superior interino deve ser o
pnmeiro a manter.
N- 337.Dito ao tenenle coronel Amaro Gomes
da Cunta Rabello.Declaro a Vmc em resposia ao
sea officio de 2 deste mez, que o tenente coronel
commandante do batalbao n. 14 de Infaotaria Jos
de Sa Aibuquerqae de Mello Gadelha, quem oa
forma da le deve assumir o commando superior da
guarda nacional dss municipio e nao Vmc. que
oficial maia moderno ; nao sendo razo' procedente
o estar aquella offlcial designado para marchar,
visio como o commandante superior tarabea) lem
de seguir de cooformidade com as ordens expedi-
das.
N. 338.Dito ao lenle coronel commandante
do batalho 0. 40 de Ipojaca Joio de Sa Albuquer-
qae.Evidenciaodo-se do ofllcie por copia junto ao
que Vmc. me dsrigio m 2 do corrente, que o te-
nenia da SA ci^aipailn do baialh.i sob ten com-
mauJo.Pcini.itf.i Paes Brrelo Lins, recebendo or-
o
'*
Expediente do dia 6 de abril de 1867.
1" seceo.
N. 320.Dito ao commandante das armas.
Srvase V. Exc. de mandar por em liberdade o
reernta Francisco da Silva Pinheiro que provau
tsencao legal.
N. 321.Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc.
mandar por em liberdade os recratas Jos Maree!-
io Barbosa Velbo e Antonio Innocencio do Monte
jue com r.s'nomes de Jos Marcellloo dos Sanios e
Antonio Vicenie do Monte foram reculhidos ao de-
posito.
N. 322 Dito ao mesmo.Slrva-se V. Exc. de
mandar por em liberdade, daodo-lbe baixa se j
istiver com praca, o recrota Manoel Cavalcanie
de Albuquerque Mello que recolhen ao cofre da
tbesourana da fazenda, como consta do incluso
conhecimento, a qoamia de 600000 na forma da
ei, am de ser eximido do servico.
N. 3.<3.Diio ao mesmo.Ezpega V. Exc. as
suas ordeOs para que o lente Loiz Jeronymo Ig-
nacio aos Santos siga era diligencia a vilia de Pao
'l'Albo, as ordens do lente coronel Sebastfo Lo-
pes -Uuimare*, providenciando ao mesmo lempo
para que ao referido teoente se forneca um caval-
lo arreadj.
N. 324.Dito ao me3mo.Sirva-se V. Exc. de
mandar por em liberdade, se ainda esliver dentro
Uo praso da lei o recrut Antonio MaBoel Montel-
ro visto que prova ser casado.
N. 325.- Dito ao mesmo.Expeca V. Exc. suas
ordens para gne seja recolhido era prisao na for-
'.alesa do Brum o teoente da 5.* companhia do ha-
talbie n 60 de infantaria Francisco Paes Brrelo
Lins que vai responder a conseiho de disciplina.
N. 326.Dito ao me disposlco do Dr. Ernesto Feliciano da Silva lava-
res, qoalro pracas de avallara, bera montadas e
rauoiciadas, alim de irem guardando a ambulan-
cia que leva aquelle medico para a villa de Pao
Jo Alho.
N. 327.Dito ao mesmo__Sirva-sa V. Etc. de
informar acerca do contedo no incluso requeri-
mento de Silvna Maria do Espirita Santo.
N. 328Dito ao mesmo__Sirva-se V. Exc de
mandar por em liberdade o recrota Estevo Ale-
xaodnno de Sonta, e visto ter provado isenco le-
gal do servico do exerciu.
N. 329.Dito ao inspector do arsenal de mari -
nha Mande V. S. postar no caes Pedro II a dls-
PO8I5S0 do Exm. Sr. vigarli capitular no da qne
6ahlr para os portos do sol o vapor Tocanttns, que
se espera do norte, a galiota d'esse arsenal, am
de transporia-lo para bordo d'aquelle vapor.
y. 330. Dilo ao director interino do arsenal
de guerra.-A' vi?ia da soa ioforma*o 0. 80 da 5
dora para aquartellar com u son h.i.ihr,0, ,a do
seguir para Pao d'Alho, reeusou cumprir a urdem
receblda, incorrendo por Isso oa disposicao do ar-
tigo 97 S| i a 4 combinado com o artigo 98 da lei
n. 602 ue 19 de setembro de 1850, determino a
Vmc. que o faca recolner preso a fortaleza do Brum
e o submem a conseiho de disciplina nos lermos da
lei citada.
N. 340.Dito ao tenante coronel Coriolano Vel-
loso da Silveira.Expeamdo nesta data ordem para
que um irem especial esteja amanba na esiacao da
Gamellelra a disposicao de Vmc alim de condntir
para aqui a forga de guarda nacional nao s do
seu batalho, mas lajibem do Rio Formoso; o qne
Ihe commuoico para seu conhecimento, e para que
faga seguir quanto antes para esta capital a forga
que ja deve estar prompta.
N. 341.Dilo ao juiz de dlreito especial do com-
mercio. Tendo Vmc, pelo que dispde o deerelo
n. 3572 de 30 de dezembro de 1865, de ministrar
a esta presidencia, mappas para formago da esla-
tisiica commercial baja de faze-lo tanto esle anao,
como nos seguales, at o flm do mez de junno,
come preceima o referido decreto.
N. 342.Duo ao juiz de direito de Cabrob.
Ao commandante superior interino da guarda na-
cional dessa comarca e por om offlcial do seo
jalzo qoe o certiflqoe, faga Vmc entregar o Inclu-
so offlcio e me communique o dia em que isso li-
ver lagar.
N. 343.Dito ao delegado encarregado do expe-
diente oa repartigo da polica.Maode Vmc. ape-
nas 12 cavados para levar a bagagem do batalho
n. 40 da guarda nacional qne segu hoje para Pao
a'Aiho.
N. 344.Dito ao subdelegado da Gloria, Aman-
eo Carnelro da Cunha e Albuquerque Recommeo-
do-ihe que logo que esle receber venha a esta ca-
pital, para fallar-me sobre objeclo do servico pu-
blico.
N. :J4-j.Portara. O presidente da provincia,
alUendendo a que nao se acha completamente or-
ganisado .0 batalho n. 23 da guarda nacional do
municipio de Sanio Anio, resolve de conformida-
de com o disposto nos avisos da repartigo da Jns-
liga de 4 de Janeiro de 1855 a 15 de fevereiro de
1860, nomear para o referido batalbao os officlaes
seguales :
1/ Companbia.
Teoeole-0 alferes di mesma, Maooel Lydio Alva-
res dos trazares.
AlferesJos Bento de Souza.
2.* Companhia.
AlferesFrancisco Jos da Fonseca.
3/ Compaehia.
AlferesManoei Antonio Correa de Queiroz Bar-
ros.
4.* Companbia.
CapiloAntonio Teixeira Machado.
TenenteO alferes da 2.\ Francisco de Paula Be-
zerra Cavalcante.
AlferesManoei Gomes da Assumpcao Jnior.
5.a Companbia.
CapitoO tenente da 1.', Guilhermino Paes Bar-
reto.
AlferesAntonio Tavares de Figaeiredo Lima.
AlferesManoei Tavares ce Lima.
6.' Companhia.
TtenleO alferes da 5.', Bernardo Jos Bar-
bosa.
AlferesJos Paes da Lyra.
AlferesCteraentlno Teixeira de Magalhaes.
7.* Companbia.
CapitoO tenente aggregado, Joo Laureotino Ca-
valcante de Albuquerque
AlteresMaooel Tnoroaz do Nascimento Jooior.
AlferesSeverlno Fernandos d'Olivelra.
8.a Companbia.
Tenente-Joaqolm Gomes do Regio.
AlferesMartioho Garda de Araojo.
EXTERIOR.
, COBRE9PONDBffCIA.
DO DIABIO I 13 PFT>W%KB1TCO
IMBOA.
4 de julho de 1867,
(Condtt 3o)
Dium jornal d'bojs que o correspondente di
o.noci no Rio de Janeiro, actualmente o Sr. Francisco
de santa Barbara, por proposia do socio o Sr. Jos
Joaquim Duarte de Souza Jnior, que tem feiio as-
signalados ser vicos associaco, pelo que foi con-
templado com o habito de Consto, A exposigo
desta soeieade ser em principios do prximo ou-
tubro.
- No dia 14 do corrente vai ao Pono o Sr.
Corvo, ministro das obras publicas, para assislir
distribuido solemne das medalbas conferidas aos
expositores da exposlgo internacional do Porto de
18b5. O Sr. Corvo lambem assiste s provas pu-
blicas que fazem os alumnos da escola de canto do
palacio de cristal. Nos coros cantam 120 alumnos.
Abrise no 1* do correte o Asylo Mara Pia
a Xabregas, usgrande palacio quefoi dos marque-
tes de iNiza. Um dos dormitorios em que ja' esto
150 camas de veihos que menJigavam, tem 80
metras de compnmento, ha mais doimitonos em
iguaes condigoes de vastido e salubridade. A par-
te mais alta do grandioso edlQcie para ser oceu-
pada pelos rapazes que por vadlos forem ai.i man-
dados recolner. E' Incansavel o coaselneiro Anto-
nio Jos de Torres Pereira, enferraetro-mr do hos-
pital de S. Jos, e um dos membros da commisso
directora do.novo asylo.
A traosformago do palacio Niza, no Hitado dos
pobres, eomo Ibe chama o Sr. Martins Ferro mi-
uistro do reino, imporlou grandes obras, que se
tem executado pela intendencia das obras publicas
de Lisboa, com toda a actividade.
Parece imposstvei o que all se lem feito em
quairo mezes.
A polica dodisiricto de Lisboa prohibi a raen-
dieldade na capital, o que era urna grande vergo-
mu para nos, sobre tudo na presenga de lanos
estrangeiro sque visitam usteibello porto.
Us a?ylados sao tratados com multa caridade; a
veniilagao e aceio, condigo essencial desta ordem
de estabolecimeutos, rema por toda a parte.
Parece que os rapazes sero empregados em di-
versos estabelecimentos fabrls as proximidades do
Asylo, iodo porgo dellesa escola normal (Marvil-
la) para trabalbarem na quinta e receberem as
aulas elementares o ensino primario.
E' urna boa ideia, que lem de assimilar a parle
agrcola deste instituto, as 16 colonias de Metray,e
outras anlogas da Suissa, to justamente coucei-
tuadas em toda a Europa, e que loram sempre
lembradas pela gratido publica os nomos de Fal-
lemberg e de Demetz.
Ao mesmo lempo que se rlsca do nosso cdigo
penal a conderanaco a morte por criraes civis e
eapagam da nossa legislagao lodos os vestigios da
arbaridade dos tempos amigos, era preciso qae
os insumios de beneficencia e de iosiratco se
ampliassem.
Esta douirioa parece ser a do governo. Entre-
tanto falia-lbe muito anda que faier.
E' cario porem que a cifra dos sobsidlos offere-
cidos por 120 municipios am de serem contem-
plados no civiiisador legada do benemrito conde
de Ferreira (1.200000 rs. para coasiracco de
cada casa de escola, extenen do se o beueficio a
120 municipalidades) ja sobe a 100 coolos de res
forlea, ludo por aoaauvos expootaneos das referi-
das cmaras ujuaicipaei. ,
O aMMaero los corsos nocturnos ltimamente es-
iabucia.t poTTooo p p,s nara instrucco das
classea.laboriosas bomtci. m m 0 quadro nao
dos memis promelledores, com tamo ^u. ~ ..0
cruzem os bragos e s alargue a dotago, por ora
muito acanbada, desie ramo de servigo publico.
Esquecia-me dizer-Ihes que tendo ebegado
noticia inicial de que a cnolera-morbus m adira a
Lomba, da, Parma e aples, parece que resolve-
r el-re encomrar-se com su 1 augusta esposa em
Geoebra. As corvetas dirlgem-se i Brdeos. S. M.
a raiaba ja sabio para a Suissa.
As Economas, j rnal poltico da opposigo
deu a segrale noticia que 1 uvl dizer a pessoa bem
informada, nao ter fundamento. O Jornal do Com-
mercio de noje esligmausa qae se devassem os por-
menores da vida Intima seja de qaem fdr, e diz que
o re tem tanto direito a que a impreasa se iniro-
metia com o seu governo domesuco e vida inlima
como quaiqner ciaado, no que diz muito bem.
A noticia a segrate :
Falla-se n'um saque de 150:000$, feito por
S. M. a rainba, contra o Sr. D. Luiz 1 sen esposo.
Diz-se que houve Impossibilidade no pagamento de
tal somma. >
E' claro que deito qoelle jornal toda a respon-
sabilldade da noticia, e que me dizem ser falsa
aquella noticia.
Voiou-se em ambas as cmaras a penso pro-
posta para a viuva do depolado Jus Julio de Oli-
veira Piolo, mono em duello. Houve quem volasse
contra.
Dizem de Braga a 2 do corrente, qne (ram
all presos dous individuos, como suspeitos de alu-
ciajores para ama projeciada revolia naquella ci-
dade, por occasio da sabida de ei-re para o es-
trangeiro.
Pergunlados pela autoridade administrativa, nao
se deprebendeu das suas resposlas prova positiva
da aecusaco.
Diz-se qae existe, porem, orna carta apprebendi-
da a um dolles, que os comprometi.
Parece qae vanas iuvesligai5s pollciaes acha-
ra m rastro de diobeiro para hosiilisar a siluagao
por meios desordeiros.
O Diario de bootem, 3, poblieou a cana de
lei que approva para ser racii&cado pelo poder
execulivo, o accordo concluido e assignado em 23
de maio de 1857, entre Portugal e o Brasil, para a
exeouco do artigo 13 da couvengao celebrada em
4 de abril de 1863 entre os dou paites. Esta car-
ta de le lem a'daia do 1 de jnlbo.
Tambera publica a caita de le que approva para
ser ramificado pelo poder execulivo, o tratado de
commercio e navegago entre Portugal e a Franca,
assignado em Lisboa no da 11 de julho de 1866
pelos respectivos plenipotenciarios.
O Diario lambem pnbliea a carta de lei que ap-
prova, para ser ratificada peto poder execulivo, a
convenci entre Portugal e Hespanba, asslgnada
em Lisboa pelos respectivos plenipotenciarios no
dia 25 de jonbo, para a reciproca entrega de crimi-
nosos e desertores.
E' este o tratado qoe dea lagar aquella noticia
que tanto sobresaliou os nimos, e lado pela falta
de ama leilra oa ooticia qae a tal respeito dea
ama folha ministerial.
Diz o Diario de Noticias que o Sr. Miguel
Cont dos Sanios manJou do Rio de Janeiro ao
conselheiro Nazarelb, paraos ofierecer ao conse-
Ihelro Moraes Soares, opl'inas collecgoes de semen-
tes exhibidas na expssigo brasileira.
A bordo do vapor Seine, da carrelra do Bra*
sil, que chegoa aqui a 28 de junbo, segua viagem
para Soothampton, procedente do Rio de Janeiro
(diz a Revoluco) o conselheiro Octaviano, dlstinc-
10 e benemrito brasileiro. Jornalista, parlamentar,
diplmala, bomem de estado, o senador
As Trairas de Aronca ha dias pediram soeeor-1
ro contra uos adaciosos ladrdes qoe fizeram ar-
rorabaoJentos no ante-coro com o Intento de Ibes
roubarem 8004 que na vespera o governo tinha
pago de joros das inscripgfles pertencentes ao refe-
rido mo-t-iro. Accudiram algaos visinhos a tempo
e nada perderam.
E' magnifico o artigo principal do Jornal do
Commercio de hoje, sobre o assassinalo jaridleo do
ex-imperador do Mxico.
Creio que do Sr. Latino Coelbo.
Recommeodo-lbes a transcripgio.
E' muito curiosa lambem a descripcao que o
Sr. Jote Silvestre Ribelro faz no mesmo numero do
Jornal do Commercio do observatorio astronmico
qoe est qaasi coocluido na Tapada da Ajuda, e
cuja iniciativa se deve ao chorado soberano o Sr.
D. Pedro V.
E' director do observatorio o Sr. Fellppe Falque.
O Sr. F. A. Om, Porlugnez, que foi por commisso
do governo estudar a Russia a aslronomia pratica,
(em lomado muito disiincia parle na direego dos
trabalbos, comprcu dous instrumentos, e vai fazer
sua collocagio. Fica urna obra monumental.
Os desenhos da edificago foram feitos pelo ar-
cbilecto Coison, tendo por base os do observatorio
de Hulkova, e as Indicagoes da commisso qae o
governo nomem. O observatorio rivalisar com
os principaes da Europa.
Eairou arribado, ao Tejo, com falta de man-
lmenlos e aguada o patacho mglez Medea, proce-
dente do Rio Grande do Sul.
O Sr. Jos de Vasconcellos e Souza ministro de
Portugal no Rio de Janeiro, acaba de offerecer ao
archivo do ministerio das obras publicas urna col-
lecgo de grandes lylhograpbias, que representan!
os pontos mais imporlaates da estrada de ferro de
D. Pedro II, e varias plaaias de ponies.
Esteve fondeada no Tejo urna esquadra ame-
ricana composia de cinco vasos de guerra.
Deram entrada no lazareto de Lisboa 218
pasageiros viudos no vapor Seine a 28 dos portos
do Brasil; 106 se$uiram para Soulbampton.
No sabbado 6 do correle ha urna escolhida
represenlacao no tbealro de S. Carlos. Cora o pro-
ducto della se pagam as despezas para a inaugara-
eao dos bustos de Garren e do-actor Epipbaoio
O Sr. Rebollo da Silva val ofierecer um exem-
piar da lei da abohgo da pena de morte a Vctor
Hago, apostlo dedicado das doutrioas daquella lei.
Na sesso do parlamento porluguez 1 rinci-
plada em 2 de Janeiro e terminada em 21 de jaoho
ultimo, foram sobmetlidos sanego regia, depois
de ap provados e discutidos 92 projectos de le. Fo-
ram pela cmara dos pares devolvidas com alera-
ges cmara dos depaiados 12. Ficaram penden
tes da cmara alia 10. Tiveram origem na cmara
dos pares e foram approvados 3 e acarara penden-
tes 13.
Otbeatro da Triodade deve abrir se a lo de
oulobro.
Diz-se que Mr. Tuiers fara' ete anno urna
viagem ? Hespanba e Portugal. .
Corre que el-rei Vctor Eramanuel vira* anda
este auno a este paiz, e qae ira' habitar em Villa
Vigosaalgum tempo.
fin s ele rubro recomegam as manobras ua
charneca de Teos.
Foi assignado no 1* deste mez o decreto exo-
nerando o marquez de Frontera de mord mo-mor
a* rainha Ha lempos que este fidalgo pedir a de-
missao daquelie airo u,0 ine5 DOiiciei en-
lo. t.
A ordem do subdelegado do Red fe, George Rear-
Dey, ingiez, a requisigo do respecllvo consol;
wuiiam Seutb, norueguense, tambera a reqoisigo
ao coosol Americano; e Albino Barbosa, Igaalmen-
H a requisigo do commandante do brigae-barca
tamaraca. A ordem do de Santo Antonio, Mara,
escrava de Maria Leonida Abren Mello, a requeri-
mento de sua respectiva senhora. A ordem do da
Boa Vista, Antonio Loiz Das, a requisigo do ca-
pitn do porto.- O chefe da 2 secgo.-J. G. de
esquita.
riflTr..SAs "? HPBNCAO.Movimento do dia 23
de julho de 1867.
i*.31.'*.00 (p,rfr?s) 325 ectraram5; sahirara
11 exlstem 320 ; a saber : nacionaes 224 ; mu-
inores 6 ; estrangeiros 28 -, mulheres ^ : escravos
56 ; escravas 5 ; total 320.
Alimentados a costados cofres pblicos 225
Mov'mento da enfermarla do da 24 de jalho
de 1867.
Tiveram baixa :
Jos Flix da Piedade.
Antonio Jos Das.
Teve alta :
Joaqoim, escravo de Jos Correa Paes.
Passageiros do biale Sergipano, sahido para
a liba de Fernando :
Manoei Jos de Sooza Nave?, Jos dos Aojos Na-
ves, Aona Josepba da Silva, Alexandrina Evarista
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 9 horas e 18 m. da manhaa.
Segunda as 9 horas a 42 minutos da larda.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o sal al Alacoas a 14 a 30; para o nortt
at a Granja a*rc e 30 de cada mez; para Fer-
nando nos dias 14 dos metes Janeiro, marco, mai j
jalho, setembro e novembro-
---------------
te, Cacemiro Lacio Tavares; appellada, a josri-
ga. Appellaoie a jusliga; appeado, Manoei Fran-
cisco da Trindade.
Do Sr. desembargador Sonta Leao ao Sr. desem-
gador Santiago.Appellago civel: appell.nte
Sebastilo Xavier Correa; appellada, Aooa AoiunU
de Jess.
Encerrou-se a sesso a duas horas
tarde.
e meia da
das Mercs, 1 sargento, 13
Dr. Alcoforado.
pragas e 1 escrava do
ciMiTERio publico :Obituario do da 21 de
julho de 1867.
Bernardina Mana da Concelgao, Pernambuco,
27 annos, solleira, Boa-Vista
nares.
Maria, frica, 70 annos,
sentara.
22
Remigio Cordeiro Reg, Pernambuco, 40 annos,
solleiro, S. Jos ; abeesso.
tubrculos pulrno:
viuva, Boa-Vista ; de-
CMARA MUNICIPAL DO pCIFE.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 24 DE AliRIL
DE 1867.
PRESIDENCIA DO SR. PBREIRA StMOSB.
Presentes os Srs. Aquino Fooseca, Gustavo do
Reg, Dr. Miraoda, Saotos, Silva do Brasil, Dr. Pi-
tanga Dr. Villas Boas a Pinto, abrio-se a sesso e
ro Uda e approvada a acta da antecedente
Leu-se o seguate
EXPEDIENTE.
Um oJDcio do Etm. presidente da provincia, d
U ao corrente, remetiendo a' cmara, competen-
temente approvada, para os fins convenientes, a
planta a que se refere a informago da mesma c-
mara de 27 de margo prximo flodo, sob n. 12, a
qual foi organisada pela repartigo das obras pu-
blicas, uzeado alteragoas as desta cidade relativa
ao bai-ro do Recite.Qoe se mandasse por a plan-
ta em um quadro, e se desse scieocia ao eogeoliet-
ro cordeador.
Outro do mesmo de igual data, comainnicando
que devendo ter lugar no dia 15 do corrente urna
hora da tarde a abertura da sesso ordinaria da
assembla legislativa provincial, recommenda a c-
mara qae man de preparar a igreja matriz da fre-
guezia do Recife, na qual tem da celebrar-se a
missa votiva do Diviuo Espirito Santo.Inleir, do
por a se ter cnmpndo.
Outro do mesmo, de 15 do crreme, declarando
a cmara, em resposta ao sea offlcio de 10 desta
Francisco Flix Nogneira, Pernambuco, 40 an- mez, sob n. 16, que na mesma data desistan ,. d|.
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA.
Por contar mais de 25 annos de exercicio, foi
concedida a gratificago correspondente a quarta
parte dus respectivos venclraenlos ao profssor de
latim do Gymnasio Provincial padre Igoacio Fran-
cisco dos Santos.
Pela le n. 774 foi explicada, que a proprie-
dade Rosario, do termo do Bonito pertence a fre-
guezia de Bezerro.
Foi nomea lo enfermeiro da casa de detengo
o Sr. Joo Pinheiro Calle.
Cbegaram adraioistrago do nosso correio
envelopes ou sobrecapas de co'respondencla epis-
tolar ja selladas com vaio es de 100 e 200 ris ; as
quaes ah eslo etpostas a venda a 20 ris cada
urna, alm da importancia correspondente ao
sello. ,
A obra dos concertos da cobarta e ontros re-
paros qae reqaer o edificio da oapitania do porto,
orgados em 7l6,*O0, acnam-se coocurso dos
prttendentes, que devero apresentar suas propos-
tas no 01a 6 de agosto prximo, para resoiUco ul-
terior sobre a acceliago do que melhor vaniageos
offerecer.
Por hav-lo pedido, foi o Sr. Dr. Francisco
Amyaibas de Carvalho Moara, exonerado de dele-
gado Iliterario da fregaezia de S. Jos desta ci-
dade.
De Caruaru' escrevem-nos em data de 13 do
correle:
t Em um dos dias da semana passada, poz-se ao
fresco um criminoso da cadeia desta eidade, e jun-
tamente o carcereiro interino, qae eslava fazendo
as vezes do effeclivo; o qual se acba no goso de
ama llceoga.
Cbegaado ao conhecimento do delegado,que im-
ra era sua fazenda,que oca oo da guarda lambem fu-
ra cool veole em seraelhaole foga,o maodou recolner
a priio, lev u tudo ao conhecimento do uiz de
direito da comarca, e tera dado suas ordens no
sentido de serem apprebeodidos aquellos fugi-
tivos.
Aproveitaram-se da ausencia do destacamento
ura desees Brasileiros qae tem grangeado no
meio de todos os partidos e no mel das luas po-
lticas, profundas aTeicoes e urna considerago ge-
ral. A sua ausencia e affastamento dos negocios
pblicos, sensivel para todos. Urna eofermidade
cruel qoe ha annos Ihe devora a existencia, obnga
o Sr. Ociaviano a urna viagem Europa.
Tambem ebegou no mesmo paquete a Lisboa,
com sua familia o Sr. Dr. Francisco Jos da Rocha,
que tinha ido a essa cidade levar recrulas (19) e
criminosos (6), para por em pratica, como poteram,
o sea plano.
O invern continua fraco, mas sempre tem
dado nara crear as lavouras.
Hontem pelas 7 horas da maoha, em a ra
do Trapiche, Jos Duarte da Cruz, patro da baleei-
ra de pralicagem da barra, ferio com ama faca de
pona a Joao Ribeiro, remador da mesma baleei-
ra ; sendo que declararan) os peritos da vistoria
procedida pelo respectivo subdelegado, erara
graves os ferimentos, os quaes foram feitos com
faca de pona.
Jos Duarte acha-se recolhido a casa de detengo
para ser precessado.
Tendo a companbia Pernambuca resolvido
ser presente a fasta qae no da 3 de agosto se d no
rio de S. Francisco, por occasio da sabida dos va-
pores da companhia Bahiaaa do Penedo a Piranbas
teem os tonristas oceasilo de ver aquelle rio-mar
Ociaviano 1 e visitar a celebre cacnoeira de Paulo Alfonso.
Na presente qoadra em que as differentes sa-
fras teem acabado e que ha sempre treguas ao
commercio, julgamos azada a occasiaa para nma
excurso como talvez s* nao di mait em nossa
vida.
Consta-nos que da Bahia 9 Macelo concorrerao
muitos commerciantes e tourlslas.
Os qae do nosso porto resolverem ir, eaeentra-
ro a bordo dos vapores da companhia Pernamba
digno redactor e propneiario do Diario da Baha. aatoa o asseio e coofortos qae ella Ibes proporciona
Esle bsuemerilo cavatneiro vem tratar da sua sa- em os nossos navios, com que acaba ella de aug-
de. A respeitabilidade do seo nome, vaniajosameu- \ mentar a sua esqaadra.
le condecido em Porlug I, tenia muito agradavel! Repartilo da polica.-Exlrato da parta do dia
para os nossos conterrneos a sua residencia neste 24 de iolbo de 186.7.
paiz, e oxai qne experimente as raelhoras qae Foram reeoihj/.os a casa de deUio^p DO dia 23
vem procurar aos saos pad cimeato-.
do corrente
no?, solleiro. Recife ; apoplexia.
Honorata Flora da Conceigo, Pernambuco, 30
ana s, solleira, Boa-Vista ; tubrculos pulmo-
nares.
Manoei, Pernambuco, 8 mezes ; Boa-Vista den-
tinga 0.
Joo, Pernambuco, 9 mezes, Sanio Antonio ;
anaiarca.
Jos, Pernambuco, 10 mezes, Recife ; febre per-
niciosa.
Jos, Pernambuco, 80 annos, escravo, Boa-Vis-
ta ; desinteria.
Simo, frica, 50 annos, rscravo, Recife ; ana-
zarca.
Izidoro, Pernambuco, 38 aBnos, escravo, Boa-
Vista ; varilas.
- 23 -
Francisco Correa de Mello, Pernambuca, 61 afi-
nos, casado, Boa-Vista ; cerlile ebronica.
Matbllde Xavier Salermo, Pernambuco, 26 an-
nos, solleira, S. Jos ; tubrculos pulmonares.'
Laiza Maria dos Prateres, Pernambuco, 33 an-
nos, casada, Recife ; febre adeinamica.
Tbereza Mara de Jess, Pernambuco, solleira,
Santo Amonio ; gastrlte.
Maria, Pernambuco, 50 annos, soltolra, B01- Vis-
ta ; ensepbaliie.
Josepba,'.Pernambuco, 4 annos, Bsa-Visla ; e
pasoso,
CHRIMICA JUDICURU.
TBIBV.IL I i REL VitO
SESSAO DE 23 DE JULHO DE 1867.
PRESIDENCIA do exu. SR. CONSEI.HEIRO souza.
As 10 horas da maoha, proseles os Srs. desem-
bargadores Santiago, Gitirana, Lourengo Saoliago,
Motta, Assis, Domiugaes d% Silva, Ucboa Cavalcan-
te e Souza Leo, faltando os Srs. desembargadores
Almeida Albuquerque, e Guerra procurador da
coroa, abrio-se a sesso.
Passados os feitos deram-se os seguimos jura-
mentos :
APPELLAgSas crimbs.Appellante, o juizo; ap-
pellado, Audr Ferreira dos Saotos Carainha.Im-
procedente. Appellante, o juizo; appellado, Jos
da Silva Bruno.A novo jury. Appellante, o
juizo; appellado, Francisco Jos Rebollo.Refor-
mada a pena para o mnimo. Appellante, o juizo;
appellado, Felisberto Jos de Panas.A novo ju-
ry.Appellante, o juizo; appellado, Roberto de
Souza Barros.A novo jury. Appellante, o jalzo;
appellado, Lucio Ferreira de Saot'Aooa.Impro-
cedente. Appellante, Rufino Jos dos Santos; ap-
pellado, Frederico Augusto Neiva Jnior.Refor-
mada a sentenca.
APPELLAgSss civbisAppellante, o baro de
Guararapes; appellado, Jos Francisco de Farias
Salles.Despresados os embargos. Appellante, J.
do R. B. Waoderley ; appellado, Laureo 11 no J. de
Miranda.Confirmada a sentanga. Appellante,
Manoei de Souza Tavares; appellado, JoaquimJos
dos Santos Andrade.Confirmada a sentenca. Ap-
pellante, a irraaadade de Santa Rilta ; appellada,
a irmandade do Saotissimo Sacramento do Reci-
fe.Reformada a senteoga em parte. Appellante,
Belarmino do Reg Barros; appellados, Dr. Fran-
cisco Cordeiro da Rocha Campello e outres.Con-
firmada a sentanga.
babeas Corpus.Indeferib-se a petlgo de Pedro
Alexaadrioo da Costa Machado pedindo ordem de
babeas corpas.
PASSAGENS
Do Sr. desembargador Santiago ao Sr. desem-
bargador Gitirana.Appellagao eivel: appellantes,
o bacbarel Galdioo Ferreira Gomes e ootros; ap-
pellado, Aotoojo Goacalves da Silva.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gado! Lourengo Santiago.Appellagao crime: ap-
pellante, o promotor; appellado, Jpo Vicente de
Araojo.
Do Sr. desembargador Lourengo Santiago ao Sr.
desembargador Almeida Albuquerque.Appella-
gdes civeis: appellantes, Jos Antonio Calbarino e
ootros; appellado, Manoei Jos de Almeida. Ap-
pellante, Manoei Gongalves de Pinbo; appellado,
Joio Baplista Pedroso. Appellante, Manoei Casar
Falco; appellado, Antonio Lelto Vieira de
Mello.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Assis.Appellagdes erimes: appellante, o ba-
cbarel Rufluo Coalbo da Silva; appellado, a jusli-
ga. Appellante, o juizo; appellado, Francisco
Antonio da Silva.
Do Sr. desembargador Assis ao Sr. desembarga-
dor Domingaes da Silva.Appellagao civel: ap-
pellante, Francisco Jos do O"; appella, Jos Ho
norato Chaves.
Do Sr. desembargador Domingaes da Silva ao
Sr. desembargador Ueba Cavalcante.Appellagao
crime: appellantes, Florindo Jos Baplista e on-
tros ; appellada, a jusliga. Appellagdes civeis:
appellante, Claudio Duboux; appellada, a fazenda
nacional. Appeliante, o coronel Jos Antonio Ma-
chado ; appellada, a irmandade de Nossa Senbora
das Dores.
Do Sr. desembargador Ucba Cavalcante ao Sr.
desembargador Sonta Leo. AppellagSes ci-
tis : appellante, Jos Jacintho Pavao; appellado,
o curador geral. Appellante, D. Maria Joaquina
dos Santos Abren; appellado, Manoei Flix de Oii-
velra e Sonta. Appellante, Francisco Jos Leile;
appell.do, Joao Baplista Gomes Penna. Appellan-
te, Joo Luit Ferreira Ribeiro; appellado, Joo
Marqaes Fernandas. Appellante, o, Dr. Henrique
Kransle; appellada, a superior do coltegiu de S.
Vicente de. Paula, Appellacss crlmes: appella^-
rector das obras publicas para com o eogeabero
codeador da dita cmara, encarregar sa da revi-
sao das plaas de diversos bairros desta cidade.
loleirada e que se communicasse ao engenbeiro
cordeador.
Uutro do mesmo, de 16 do correle, recommen-
dando a' cmara qoe Ihe remeta cora toda a ur-
gsncia ama copia das acias da elegao a que lti-
mamente se procedeu para preenehimento de um
dpulado a' assembla provincial, no collegio elel-
toral desta cidade.Inteirada por ter sido cumpn-
da semeihaote recommendaeo.
Urna petico com despacho da presideocia, maa-
dando informar, na qual Luit Gomes Bezerra, ar-
rematante do imposto do imposto de aferiges dos
pesos e medidas deste mumciou, pede a S. Exc.
prorogago da rremaiago por mais dous annos,
udepeudeote de nova praga ; allega era favor de
sua pretenco nao s a primeira informago, que
ja havia dado a mesma cmara, como tambem o
tense ja dado em circosiaocias Idnticas um con-
trato igual ao de qne se trata -Posto em discos-
sao, resoivea-se remelter por copla a S. Exc. a o-
formago dada sobre esla qaesto, accrescentaodo-
se ser verdade e allegado pelo sopplieanie na se-
gunda parte de sua dita peligo, entretanto S.
Exc. que resolva como julgar conveniente.
Ouiro lambem com despacho da presidencia,
mandando informar, na qual Basilio Alvares de
Miranda Varejo, recorre a' S, Exc, queixando-se
nao baver a cmara Ihe mandado pagar a qaantia
r,?a1*/a'C0D(,eniQda pelos iribuoaes, nao obs-
tante ler para Isso sorrermr *.aio.-.,,fi da mgs.
ma presidencia, que conceden ; requw a' S. Etc.
que se digne ordenar o pagamento.Posto em
diseussao, e tendo fallado sobre a maiera c Sr.
Dr. Miranda, resolveu-se por m que fosse remet-
tido ao advogido para dar o seu parecer.
m offlcio do director da reparligo das obras
publicas, Dr. Bernardo los da Camar, da 20 de
margo ultimo, communicao-lo que na mesma data
tomou posse e assamio o exercicio de engenbeiro
em chefe e director daquella reparligo, que por
portara da presidencia de 18 do mesmo foi no-
meado.Que se aceasasse o recebimento.
Ouiro do Dr. juiz de orphos e ausentes deste
termo, Francisco de Carvalho Soares Braodo, de
lo do crreme, partecipando haver naqaella data
deixado o exercicio, por ter lomado assenio na as-
sembla provinciii, como am de seu3 membro*.
lateirada.
Outro do Dr. Celso Tertuliano Fernandos Quin-
lella, partecipando que em 15 do corrate entrou
ao exercirio do cargo de promotor publico interino
desta comarca, para o qual fra nomeado por por-
tara do Dr. juiz de direito da segaoda vara, em
cujo exercicio tem de estar durante o impedimento
do effectivo.loteirada.
Oairo do juiz de paz da freguezia da S. Fre Pe-
dro Googalves, Jos Laiz Gongalves Peoa, remet-
iendo o livro da qoalifleago feta ltimamente oa
mesma freguezia.loteirada e que se arenivasse o
livro.
. Outro do subdelegado da mesma fregaezia de
S. Frei Pedro Gongalves, Jos Luit Goucalvw pe-
na, eommoolcando achar-ie em exercicio do dit)
cargo.loteirada.
Outro do subdelegado da fregaezia de Santo
Antonio, Maooel Antonio de Jess Jnnior, commu-
nlcando ter assumido o exercicio do dito cargo.
loteirada.
Ouiro do subdelegado pnmeiro supplente da
freguezia de S. Jos, Joo Pacheco Al ves, commu-
nlcando ter no dia 15 do corrente assnmido o
exercicio do dilo cargo, visto acbar-se Impedido o
sobdelegado effectivo.-Inteirada.
Outro do advogado, commnnlcano ter sido
denegada a appellagao, que de ordem da c-
mara interpoz do modo pelo qual era orde-
nada a execuclo movida por Basilio Alvares
de Miranda Varejio, interpoz dita negagio o re*
curso de aggravo para o tribunal da relago, e
dito aggravo nao teve provi ment como havia pre-
visto na conferencia verbal a qae assistio em ama
das sessoes ultimas, cabeodo Ihe accresceniar qae
toi censarada a cmara por ter usado de seme-
Ibante recorso, qae se conslderou incabivel. Ago-
ra qne foi removido este ultime regresso, cabe Ine
dizer que neviiavel a execago que se lera Je
fazer pelo modo ja ordenado, e qae nao resta ou-
tro meto, qae nSo seja o de embargos, que impe-
dem dita penhora, a que mesmo nao pJem ser
offareeidos seno depois d'ella feila, salvo o depo-
sito da qaantia sobre qae versa a execago, e qae
coavm tomar deliberago definitiva, e desde logo.
Inteirada.
Outro do administrador do eemiterio publico, pe-
dindo o pagamento das folbas dos serventes empre-
gados no servigo do mesmo eemiterio e dos covei-
ros, as duas semanas ultimas, visto que aioda
continua o Sr. vareador Dr. Miranda encarregado
dos negocios daqoelie estabeleciuento ; a nao que-
rer rubrica-las : pede Igualmente o pagamento de
ama conta de tijollo e cal comprados para o oso de
fechar as catacumbas.Maadou-se pagar.
Achando-se diversas eontas do matadouro pu-
blico sobre a mesa, e qoe tambem oo haviam si-
do pagas pela falta do visto do mssmo Sr. vareador
Dr. Mrand., a cmara resolveu manda-las pagar,
e bem assim seis metes de aluguel da casa em que
a me;ma foneciona na raio de i:000f000 por
anno.
Ouiro do engenbeiro cordeador, Informando nao
haver Inconveniente em que Adolpho Namnano,
continu ao acabamento da casa qoe' se acha' em
calxo na ra dos Prateres, faieodo-lbe porm o
peticionario duas frentes por ser de esquina. Quan-
to Q 8yro, ca ho pode ser COOCedo se nao elu-
_i


a m m\tm
>^BBl^Ht***>B**>*l

Mnto de Fei-*_t)iae* Quinta leira ts de all* de 1867.
*_*
t-

vando a Hora de frente de cas* terrea refnlar enea io proprto le *mm o e
cornija en cima, tendo as anejlas as dimences moda-io por terse casida con
aoarcd i as postoras.-*Coneedea-M a Iteenca de
cooforatfftda fcom a ioforntofio. "
Oatro fe Iscal de S. Jjs,.commaaicaado ler o
guarda fefeftaaio Jos de Souza, terminado a II-
cen?a defafimei, e se presentado no dta imme-
diato (14 do corrente) an cumprimento de seus de-
veres. Iateirada.
Entra em discnssio o Mjajeer da commlsso m
petices, addiado na sessie 1traa, sobre a preten-
do do'ex-flscal da freguezia dos Afogados Joaquina
Jos Bello, relativamente a aposeatedorla que re-
quereu ao Eim. presidente da provincia, nesse pa-
recer a mesma comroisso,.tBpois de ter mostrado
o dreito que assisto ao peticionario em seoaelhaote
pretengo, jalga que de joalica e equidade o qae
elle reqaer.
O Sr. Santos, pede a palavra, e fallando bastante
contra o parecer, combate-o em algamas de saas
partes, declarando por flm votar contra.
O Sr. Di. Miranda, um dos membros qae assig-
nou o parecer de qoe se trata, pede a palavra, e
snstenta todo quanto em favor do ex fiscal, declara
o mesmo parecer, sendo de opinlo qae deve ser
elle approvado. _,
Os Sr?. pro-presidente e Silva do Brasil, pronun-
ciam-se em sentido contrario ao exposto no citado
parecer. .
O Sr. GosUvo do Reg, pede a palavra, e comba-
te o qae expoz o Sr. Santos, e conclue mostrndo-
se em favor do parecer em discusso.
Nao bavendo queco mais fallas-e sobre a materia,
foi pos-io o parecer a votos, e approvado, votando
contra os Srs. Santos, Silva do Brasil, Aqulno Fon-
ceca e o Sr. pr-presidenle.
O Sr. Dr. Piianga, pede a palavra, e sendo-lbe
concedido, aprsenla os dous seguintes requerl-
mentos, qoe poatos em discusso sao approvados :
i.* Reqneiro qae se pega a presidencia da pro-
vincia, para qoe nos seja remedida, urna ceriido
do consolado em qoe se prove o numero existente
de casas, em cada freguezia desta cidade, especifi-
cando os sobrados e terreas.
Paco da cmara 24 de abril de abril de 1867.
Dr. Pitanga.
2.' Urgencia.Reqneiro qae se ordeae ao fiscal
da Vanea, para que manda fazer os concertcs pe-
queos que precisa a estrada municipal, que yai
ua estrada do Caxang Vanea, qae se acha In-
transitavel. _,
Paco da caaiara n de abril de 1867.Dr. Pi-
tanga.
Despacharamse os segointes requenmentos de
Atbalybar Cesar do Espirito Santo, Anielpbo Nan-
maoo, Alexandre Rodrigues Almeida, Albioo Jos
da Silva e Francisco Antonio da Rosa, Cosma Ma-
ra de Jess, Francisco de Barros Correa, "Jlo de
Soaza Rangel Jnior, Jos Pereira Mendes Guima-
rae?, Jote J-come Tasso, Josu Materno de Araujo
sanios, Jeronymo Salgado de Castro Accioly, Joa-
qiro Rodrigues .'loarte, Wlliam Roched. Leopol-
do Fcreira M_r.;ns Ribeiro, P>>dro Pereira Ltmos,
Pinto Barbosa & C., Salustiano A. P. de Souza Pi-
res, Tbeolonio Flix de Mello, e levanloa-se a ses-
sao.
Declaro em lempo, qoe, depois de approvado o
parecer sobre a preteocio do ex-fiscal a freguezia
dos Afogados, mandn se informar a presidencia
com copia delle a peiigao do mesmo ex-Qscal, re-
melteodo-se tambem requerimento do Sr. Santos,
copia do primeiro parecer j dado a presidencia so-
bre esta questao e do officio que o acompanboo.
Eq Francisco Canuto da Boa-Viagem. secretarlo,
a sobscrevi. Pereira Simdes, pro-presidente.
Santos. Dr. Pilaoga. Rogo. Dr. Villas-Roas.
Silva do Brasil.Fonseca.Ur. Miranda.
'f par* eneom-
as despeias serio tlridaa-os-renfltosatos doijPe-
dios dados na partliba 4- ese berteif-, e
onum prejuizo soffreo os extrema proearadoren,
quando se bonvesse razio de reotaaaar caato a,
prtilha, nao seria por certo a' %erdefr i qnaT
caneado a quaotia da 26:199*78, foi anainhoada
em predios reoder e na quaotia de SadlWz en
dinbeiro, ao passo que roeelra *e lena terre-
nos qae nada rendem a os peiores predios, che-
gando a vontade da i-tw qoeetdes. a tal ponto,)
qoe ha vendo es joito deas qoeslias jadiciaes
principiadas pelo finado, centra Prtnelsco Antonio
Alvas Masearenbas, e pelas aoaes se teve de pa-
gar conforme o juJgado 190*680, essa mesma.
costas foram hapngnadas e glosadas das contas*
bem comu o salarlo de advogado e procarador qae
pesoa sobre a viova. a qual para evitar qoestSes e
demoras, nao qulz fazer valar seo direito.
O abalxo asslgnado nao est acostumado a ter
qoestds e nao deseja ter, mas, certo da justica
qoe ibe assiste, e confiado na rectido e imparcia-
lldade dos dignos membros do superior tribunal
da relago, neohum receio tem da decisao ioal,
nem da proclamada aecjio de sonegado.
Admira, porm, qoe alguem nao tenba ja em
s tisfagao seos caprichos, comprado os dbitos
do casal inventariado, para demanda-lo e fazer pe-
nhorar aquelles predios, com qae Ihe conviesse fi-
car por metade de sea valor, diminoindo asslm
a parte da meeira, s por qae esta teve_ a audacia
de casar com o abalxo assignade, e nao quiz en-
trar para um- dos recotinientos, como ot instada
pelo intimo amigo do finado seu tnimitavet les
tamenteiro. Pdeos os procaradores facer qaantos
annnooios e publicarles qaizerem, qae nenhuma
resposta mais se Ibes dar.
Dignem-se, senbores redactores, dar pablicida-
de no sea conceitnado jornal, a estas pequeas
ebservacSes do sea affeiQoado
Joaquim tbeiro da Gama.
Recife, 24 de jolho de 1867
Acrstieap.
em darinho, bigode retoKf
>soar na calcada os seos ttW
Bminba o nosso bere enflmnlKi
oei daas, a fater tres estac&ae.
-oilra o cbapo, e como a furto
>menina, d'amor um beijo envia
novo baeor* de Meo corto.
Oyalftft
Caaa
300000
301*000
90*000
COMMEHCIO.
tRAGA DO RECIFE 24 DE JULHO
^ BE 1867.
As 3.X boraa da urde.
Cambio sobre Portugalpagavel em soberanos 90
d|v 21 1(2 d. por t000.
Silvelra.
Presidente.
acedo,
Secretarle.,
O novo b:acode Pernambnco descoma lettrasa
a 7 e 9 por cento ao anno. conforme os prazos.
ALFANDEGA.
Rendimento do da 1 a 23......... 464:669053
dem do dia 2,................ 2r73l|963
491:402*016
Volames entrados com fageddas...
c gneros..
Volames sabidos com fazendas...
te gneros....
2tt
313
-----554
83
417
----- 500
.Publicares a pedido
Nao pensis, senbores, que actjs taes portea-
cem exclusivamente a historia profaoa. Aquellas
deces noces que urna disvellada e cariohosa me
inspira as seos caros bihiubos anda na infancia,
implanlam-se mais profundamente, do que as ex-
periencias da virilidade. Nao era o desojo de glo-
rias e de accessos, era principalmente o dever da
manutencao da paz, o restabeiecimente da ordem,
que o mova a arriscar-se ; era tambem o amor
da patria, que se Ibe bavia infiltrado com a edu-
cado ; e vs sabis, que lodos estes principios es-
to escripias odelevelmeDle na doctrina religiosa
qae aprendemos.
Completo, sempre com moito lonvor de seas
preceptores, o sea tirocinio acadmico, o Dr. Vaz
Carado nao poz mira em seu futuro, o seu cora-
cao nao se alegrava das proprias felicidades, ven-
do ao mesmo tempo deuobar o sen patricio, o es-
traogeiro mesmo, que vergava ao peio da mi-
zeria.
Occapoo, sempre com maita interca e probi-
dade, nesta e na provincia da Parabyba alguns
cargos pblicos; exerco quasi constante a nobre
profissao de advogado; mas o empregado de que
nunca se demlttio, era o da corar por ambos os
systemas todos os que a' elle recorriam : notndo-
se a boa vontade, e interesse particular, que to-
Qa2a_ne4a-6fasse~tnais ndigeof. ~~n
Ha horneas que sem e saberem, sao os executo-
res de urca le providencial; nao obstam os\pre-
jolzos ioberenles a natnxeza b,amaua, os tropecos
do nosso camlnbar nesta vida nao empatam qae
flqaem patentes os fias que nos propomos, ou qae
vamos altingir segundo os altos juizos de Dens.
O finado Dr. Domingos Lourengo Vaz Curado
embora nao estivesse inscripto em alguem obser-
vancia regular, embora frgil, era um apostlo se-
cular que.se nae levav-a conversao a iafieis e obs-
tinados, coadozia de lugar em lugar a primeira de
todas as virtudes cbrlstes, a carioade.
Ah I senbores, qoanfas vezes nao foi visto em-
bargando a voz, estender modestamente mo cari
dosa ao orpbosinbo, ao desvallido I
Nao somente a alta sociedade, ou a classe me-
dia, qae se recorda mais remotamente de favores
impagavels, de beneficios sem conta. O povo mais
desfavorecido, os mais abandonados da sociedade
eram tambem acariciados e soccorrldos por esse
bomem cbrislao.
O sea porte a tiesta va o sea corceo. Sem qae-
bra da digoidade de soa posi^ao social, deixava
fcilmente ver tal accessibilidade, que o fazia po-
pular, geralmente applaudido.
Mas, senbores, todos os seas distinctivos nao
podiam servir-lbe de recommeodacao, para ser
iseoto da inexoravei morte.
Anda no goso de snas robustas laculdades,
nenhuma causa habitual bavia annunciado a pro-
ximidade do seu passamenlo, alimentando talvez
novas esperanzas de contribuir para snavisar os
dissabores da pobreza em soa trra natal, foi des-
apiedadamente arrebatado por ama repentina cen-
gesio cerebral. JA nao esta entre os vivos easa
alma caridesa, o sea carpo cadver, qae encer-
rado n'aqnelle mereocono e tenebroso claustro,
esta sendo rarefeilo, e confundido com a trra, de.'
qae fura formado.
Ab I qoe nao podessemos socc. rre-lo ? Nao
est no poder humano.
Quando o Dr. Vaz Carado lactava de balde com
esse inimlg) commam, qaando sen peito arqaeja-
va de candado, snas ideas eram s pavores, quan-
do nem mais poda fallar, e sens olbos mal s'er-
guiam libios como para soppiicar, nao eramos
mais competentes para accpdi-lo. Circumderunt dm
undique, et non erai qui adjuvarel. Rapiattu,
eram ad adjutorium heminum, et non erat.
A religiao, senbores, nunca esclareceu tanto
ama alma como na hora da morte. Consola-me
ver-vos to accordas as preces qae dirigs ao im-
mortal pelo descaoQo eterno da alma do Dr. Do-
mingos L arengo Vaz Corado. E' esta a mais evi-
Snte prova de gratido qae podis tributar a soa
smoria.
Aqaelle pai de misericordias que veio a trra.
dar testemonbo do sea amor para com os bomens
o abandonara' um s instante ama creatora qoe
to amiga foi do preceito da carldade. Memora
tus vm misericordia tuu, Domine, et cripuisli me
de tempere imtouo, et lberastt me de perditione.
Piadosos Goyannenses, que inconsolaveis pran-
teais a morte do vosto amigo, do vossoo bemfei-
tor, em signal da vosja gratido, e saudade depo-
sitai sobre a fra lapida qoe o cobre orna corda de
goivos; e vehementes impetrai do altissimo para
a soa alma o descanso eterno, e a luz perpetua.
Rquiem eternam donad, Domisu, el lux perpe-
tua luxeat et.
Duse.
Resposta.
O abaixo assigtado lmente por deffereaeia ao
pablieo qae dn-se ao trabaiho de responder ao
annonclo hito neste Oiarto, em nome e taivez sem
sclenela, de Aooa Joaquina da Silva, eotno herde-
de. 260 lB0' finado Jos Antonio Ferrlo de
Ffgaeirdo, no qaal se protesta contra a-venda qoe
o abaixo assignaio preteide fazer, para solver os
dbitos do casal do mesmo finado, comprindo as
sim o dever qoe lhe foi imposto pelo Sr. loiz, no
acto das partbas, e honrar as cias do f nado :
porque, tanto a appellaco interpaeu como o ree-
ido aonuncio, nao alo senio um capricho peque-
Oraco f eiuebjre recitada pelo vi-
gario Lomenv AlUu^uerqjie
Luyla, no da C t!e Juiho del8i57
7o da do olto do Dr. Domin-
go l. Taz Curado.
Circumdederunt me undique, et-
non erat qui adjuvaret.
Bespiciens eram ad adjutormm
hominum, elnon erat.
temoratus MM misericordias
tua, Domine, eterijmisti me de tem-
pere iniquo, tt liberash me de perd-
tiene.
CercaMm-mete todas partes, e naohaviaqnem
n.e ajodaate. Eslava olbaado para o soccorro dos
bomeos, e nao apparecla. Lembrei-me de tua e-
sencordia, eonor, e tiraste-me do lempo do aier-
lo e livraste-me da perdfao. Ecclisiastico, C. 51.
Quando a vida ba sido um lidar constante pela
felicidade do prximo, a' morte parece esperar M.
socaorro dos pareles, dos amigos; mas de prefe
rencia espera e cont, na misericordia do Senhor,
qoe s qoem pode desatar as prisdes do tempo,
abrigando a alma do bemfazojo desses perigosos
abismos, cuja cootemplacao gla e aterronsa o
coraco.
A vista de to sbito ccomeltimento desse fu-
nreo golpe, qaeui s. j*lgara' preservado ou mes-
mo quero podara' jalgar-se preparado para ama
occasiao ignorada T Por mais que se preraedlltem
os meios de defeza, o assaito da morte inevitavel.
Entio aquelles meamos que mais linbam alon-
gado os seus das oa beneficencia, para com o
sea semeibaate, sao naturalmente os que experi-
mentan! mais penetrante ddr, recorrem, e nao
acbam soccorro, exforgim-se por sabirem para
esse es pago livre, ende se acbam aquelles de qoem
esperara gratido, e mais e mais se ibes re^riage
a liberdade, o aperto de tolas as r"r!;,?- ^>*'-
cunulederunt me undique, elnon erat qui adjuoartt.
Respiciens eram ad adjutorium hominum, elnon
erat. Cercaram-me de todas as parles, e uo ha-
via quem me ajadasse. Eslava olbaodo para o soc-
corro dos horneas, e nao apparecia.
Nesia triste emergencia nao pode baver demora
de um s oslante, surge a necessidade do perto,
e s a misericordia do Senhor capaz de retem-
perar as virtudes humanas, e Imprimir-lhes o pre-
excelente e meritorio sello da caridade, depois do
qae smente sao aquellas purificadas, e digoas de
serem correspondidas pelas grabas e rsmaaera-
coes da oulra vida. Memoralus sum misericordia!
tua, Domine, et eriputslt me de tempore iniquo,
el liberasti me de perdtlione.
Esta cidade, a comarca inleira de Goyana a esta
hora pranla inconsolavel a ausencia infinita de
um dos seus mais distrinctos ilbos. Nao acharis
mais nessas reaoies publicas, oememseuuo-
desto aposento, nem mais nanea oo tugurio do
pobre a dispensar beneficios e cotisolagao o Ilus-
tre, o estimado, o bemfazejo Dr. Domingo Loo-
renco Vaz Carado.
Viode lodos gravar na memoria soas virtudes
cvicas e religiosas, sua fraternidade, seas estmu-
los de probidade, vinde desafegar do pejlo a sau-
dade immorredoora do amigo; mas nao toquis
all no arcano de sua sepultura......
Nos compre smente relembrar desde o berreo
ama a urna todas as pbases de soa vida, qae nos
ministrar a occasio. Nao tanto para iimorta-
lisar o nome do nosso finado concidado, quanto
para sapprirmos as devidas provas de gratido, que
foram talvez omittidas, ou bem escassas dorante a
sua exisleocia, e para avivenlarmos as oossss sup
plicas, e podermos encamiohar anenos saffragios
ao Deus de Misericordia em prol de sua alma;
que vos pego para eutrarmos saccintameote oa soa
bograpbia.
Nesta cidade de Goyaona, beri;o de tantas nota-
bilidades, que ho delxado gloria para Pernambuco,
para o Brasil mesmo, uasceu no dia 12 de dezem-
bro da 1811 o Dr. Domingos Lonreoco Va Cu-
rado.
Seos Ilustres progenitores, qu; nesse tempo de
ignorancia pela restrieco de soa conducta, eram
tallados de austeros, nao appeteciam se nao con
qoistar o bom coaceito da sociedade, modelando-
pelas regras qne nos ensina a nossa religiao.
Urna de saas ambiedes era sem duvida bem
formar o eoragao do joven Domingos, mas o ferro
homicida nao eonsentio que seo pai visee realsa-
da algama de suas esperanzas. Foi entan qoe seo
caprichoso e disvellado av, volveu para o menino
suas henificas vistas.
Aos 18 anuos incompletos de sua idade, de posse
da lingaa latina, foi para Olluda continuar n'ou-
tras aulas preparatorias, no intuito de matricular-
se na academia jurdica.
Vaz Curado nao preeison ser con?trangido para
a carreira das letras, essa propensao elle berdou
de seas ascendentes.
Concedei-me, senbores, qae ea diga, qae rae pa-
dece peculiar dos estndaotes de Goyaona, essa
jovialidade, essa expanso de mutuas cordialida-
des em grao elevado: o estadante Vax Carado
possuia esse dom.
Em Olinda os seas coliegas, o povo mesmo era
expootaneament inclinado a.apreciar as qoalida-
des do moco goyannense.
Se abi, a reminiscencia nos recorda a sepiera-
brisada, incendio, cujas lame sabindo de cada
ra, de cada cauto ameagav? consnmmir a bella
capital, nao esqoeceremos tambem, qae o esta-
dante Vaz Curado, na efervescencia de sea deno-
do juvenil, como Inieressado pelo resWbeleoiment
da paz e quietacao das familias, visava altanelro
a fusilara dos amotinados, qne cailava diante do
arrojo dos jovens acadmicos, commandados pelo
nosso valente concidado.
Deacarregan boje 25 de juiho.
Vapor InglezOlindamercadorias.
Brigje isglezCiganamercadorias.
Patacho prussianoAdona-idem.
Barca inglezaMn Wellmandem.
Brigue inglezSonventrcarvo de pedra.
Barca nacioual Favorita -charque.
Palacho banoveriaooAtlante^-idem.
Patache nacioualValenteidem.
Patacho naclooalGutlhcrmmaIdem
Bngne portugnezN. S. daConcetcaoidem.
Polaca nacionalS. Pedroidem.
Intportacao
Brigue inglez Cioano, entrado de Liverpool,
consignado a Mills Lalham & C, maoifestoa o se-
guate :
10 calzas e 6 fardos tecido de algo J o; a Scha-
fneitlim & C.
30 barricas farraha de trigo ; a 3ieber & Suc-
cessores.
t dita e 1 caixa pregos de lato e ferragens; a
J. L. G. Ferreira & C.
'00 saceos arroz, 20 barris oleo da linhsea, 300
caixas folba de Flandres, 11 ditas biscootos, 92 di-
tas e 20 fa-dos tecidos de linho e de algodo ; a
Lalham & C.
100 saceos arroz ; a Von Sohsten k C.
16 firdos refago de al?odo para llmpar machi
aas ; a Soathall Mellors A C.
1 barril pregos^ a Monteiro & Irmo.
2 fardos ps, 1 caixa cofre, 100 ditas folba de
Flandres; a Valentina da S. Barroca.
3 fardos cobertores de algodo -, a L. Veydman
&C.
35 fardos e 45 caixas tedios de algodo; a
Semp=on Broads & C.
20 barrlsiohos, 4 caixas e 2 barricas ferragens,
100 chapas de ferro, 7 caixas fio, 120 ditas folhas
de Flaodres; a Izidoro Netto A C.
60 barricas cerveja, 1 dita alvaiade, 20 barrisi-
nhos sal refinado, 1 barrica globos de vidro, 2 ca-,
xas bocaes, 1 dita peTteneesde ferro e lato, 1 dita
tinta, l feixe tubos de ferro, 1 fardo refugo de al
godo, 1 dita meias de algodo, 196 saceos oxido
de ferro, 1 caixa abrasadores de lato, 50 gigos
louQa ; a ordem.
5 barricas cerveja ; a J. F. Lima.
5 ditas dita ; a M. J. G da Fonte.
2 caixas tecido de algodo a Adriano t\ Cas-
tro.
1 dita cordo de dito ; a Tasso Irmos.
50 barricas carveja; a T. A. Fonseca.
2 fardos e 2 caixas tecidos de la e de algodo;
a J. F. Lopes.
30 barricas barrilhas; a S. P. Johnslon & C.
40 latas soda caustica ; a Maia & Espirito
Santo.
6 barris oleo de libala; a E. A. Borle t C.
37 dilos maoteiga ; a D. C. SempsonA C
7 ditos olee de linba$a ; a P. Maurer & C
30 toneladas carvo, 65 fardos e 24 catxi) teci-
dos -_
31 barricas ferragens; a Sban Havfker & G.
200 calas sabio, 3 fardos tecido de linho e 5
barricas loaga; a J. Pater & C.
Vapor oacioual Ipojuca, entrado de Panado,
manifestoa o seguate :
100 latas oleo de ricino parificado; a J. A.
Aojo.
100 esteiras de perpery ; a Aodrade & Reg.
90 saceos com 424 (> e 25 <8 de algodo ; a J. J.
G. Beltro.
Brigue inglez John Hulmn, entrado de Glas
gow, manifestoa o seguale :
155 toneladas e 12 quintaos carvSo de pedra e
100 barricas cerveja ; a ordem
C59 barricas cerveja: a Saunders Brothers
& C.
5 fardos panno de linho ; a Patn Nash & G.
52 caixas liabas de algodo ; a 8. P. Johnston
& C.
1,000 barrllinbos plvora, 412 barricas cerveja;
a Adamson Hovie & C.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES.
Rendimento do dia 1 a 23........ 32:692*271
Pies do dia 2%................. 639*296
Ra larga do Rosarlo.
do sobrado n. 24 .
idem idem .
Roa da Roda.
_. 3........
[V7......
Beeco do Quiabo.
n. 8.......144*000
Ra do Encantamento. Jfa
Sobrado da dous andares n. 3. 401*000
PfttrimeM de orihao.
Roa das Laraofeiras.
Casan. 17........ 192*000
doa do Rangel
Casa teme n. 86...... 301*600
Roa da Lapa.
Casan.**........196*000
Ra da Moeda.
"-* -*? '"""i
Primeiro andar do sobrado b. 27 181*000
Raa do Pilar.
Caaa n. 99.........256*000
Mam n. 103........ 200*000
dem n. 94.........201*000
Sitio n. 5 no Forno da Cal. 150*000
dem. 0. 108......Z 144*000
As arremalaedee sero feitas peio tempe de nm
anoo, devendo os licitantes virem aeompanbados
de seus fiadores on munidos de crtas destes.
Secretaria da Santa (jasa da Misericordia do
Recife 16 de jolho e 1857.
O escrivo,
Qdia/i AfaVHliaa Aa tnnii
Santa Casa de Misericordia
do Reeife.
0 Illm. Sr. commendador Jos Pires Ferreira,
thesonreiro da S ota Gasa de Misericordia do Re-
cite no dia 22 do corrente pelas 10 horas manaba
no salao da casa dos expostos fara' pagamentoadas
mensalidades de abril i jnnbo fiado, as amas q e
se apresentarem com as crianzas qae tomaram pa-
ra araamentar.
Secretaria da Santa Gasa de Misericordia do
Recife, 8 de juiho de 1867.
O eserivao
Pwfro Rodrigues de Souza.
33:331*567
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 1 a 23.
dem do dia'24..........
98:917*805
1:6149528
100:532*333
MOVIMENTO DO PORTO
IrUnU de sentiment i dedicado ao mea amigo
I. J. de OUveira Ramas, pela seusivel perda
m acaba de aeffrer de aen enerado pai Fran-
dsea Jas de Oliveir.
Insondaveis sao os mysterios da Providencia;
e aora seas designios nos devemos conformar.
Foi vootade de Dos chamar a' soa preanga
Francisco Jos de Oliveira; o vacuo que deixou
ao seio de saa familia, e daquelles qae de perlo o
conheciam, sera' sempre urna recordago grata e
indeleveU
Como bom pai qne foi, deixa em saa descen-
dencia o lypo da honradez e da probidade.
Como bom amigo, existi sempre arraigado em
sen eoragao o sentir da verdadeira amizade.
Era laborioso para o trabaiho, porm a fortuna
sempre lhe foi eseassa... Deixou por heranga a'
saa inconsolavel amifia a riqueza dos beos mo-
caos e a pobreza dos materiaes. .Teste curto pa-
oegyrico, bem mal tricamos as excellentes virtu-
des cvicas e maraes do finado; porm,' se mais
nao dizemos porque o sentimento de que nos
achamos possuidos nos embarga ser mais ampios.
Ao Sr. Raaos soa Exma. ramilla, nosso siacero
pesar. Sos os- aeompanhamos na ddr qae os op-
prime, e do Eterno esperamos o balsamo.
P. P.
Navios sahidos na da 24.
liba de Fernandede Njronbafliate nacional Ser-
gipano, capitio Henriijue Jos Vieira da Silva,
carga difierentes gneros.
Liverpool pela ParabybaBarea portugaeza Flor
de S. StmSes, capito Antonio de Salles e Silva ;
em lastro.
AracatyHiate brasilelro Nossa Senkora dos Na-
vegantes, capitio Joaqaim Felippe de Moura
Guedes; carga differeotas gneros.
Observagao.
Nao bouveram entradas.
DECUBACOSS.
Santa Gasa de Misericordia.
A Mima, junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia, em sesso de 25 do corrente, pelas 4
horas da tarde, recebe propostas, de qnem por me-
nos Gzer o fornecimento de pao e bolacha qae pre-
cisaren! o collegio das orpbas e o hospicio de alie-
nados em Olinda : recebe para isto propostas na
sala de suas sessSos pelas quatro horas da tarde de
18 do corrente.
Secretarla da Santa Casa de Misericordia, 19 de
juiho de 1867.0 escrivo, Pedro Rodrigues de
Souza.
Santa Gasa da MiseriCOTda
do Recife,
A. U Una. j anta administrativa da Sania Casa di
Misericordia do Recife manda fazer publico que
na sala de suas sessoes, no. dia 25 do corrente pe-
las 4 boraa da tarda tem de ser arrematadas a
qoem mais vantagens offereeer as rendas dos pre-
dios em seguida declarados :
Bstabeleeimeatw de caridad*.
Raa do Padre Florian.
Casa terrea o. 49.......182*000
Idrsm idem n. 17.......1861000
Roa de Fagnndes.
Casa terrea n. 92..... W6J6C0
Travessa de S. Jos.
Casa terrea d. 11.......154*oai
Raa dos Pescadores. "'
Casa terrea n. 11 .. 21**OC0
Rna das Calcadas.
Casa terrea n. 30......
dem ideo a. 38.
Ruadas Cinco Ponta*.
175*000
186*000
Caa terrea n. 70.......8*000
O tribunal do commercio de Peroam-
buco em vista do qoe dispe o art. 9, do
decreto n. 883 de 17 de novembro de 1851
faz publica a vaga de um dos officios de in-
terprete de commercio desta praca, e marca
o prazo de 60 das contados desta data para
que aquelles que se anharem habilitados
aprsente.)] seus reqoei imentos instruido}
com os documentos ele que trata o art. 6.a
do mencionado decreto.
E para constar maDdei passar o presente
qoe ser publicado nos jornaes de maior eir-
culaco. o qual vai por mim assignado nesta
secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambnco aos 4 de juiho de 1867.
O secretario,.
Jos Marcellino da Rosa.
Santa Gasa de Mise icordia
do Recife.
Pela secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, se faz sciente aos aquilinos das casas abai-
xo declaradas, que se no prazo improrogavel de
15 das nao vierem renovar o arreadamente das
mesraas casas, serio deltas despejados judicial
mete, conforme deliberou a Illm.' junta adminis-
trativa.
Raa do Padre Floriano, casa n. 49.
Roa dos Pescadores, dito n 11.
Ra das Calcadas, dita n. 30.
Becco do Q al abo, dita n. 8.
Ra do Encantamento, sobrado de 2 andares
a. 3.
Raa das Larangeiras,- dita a. 17.
Ra da Lapa, dita o. 11.
Ra da Moeda, dita n. 47.
Roa do Pilar, ditas ns. 99,94 e 103.
Sitio do Forno da Cal, n. 5.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 19de jumo de 1867.
O escrivo,
_________ Pedro Rodrigoes de Sooza.
Santa Casa de Misericordia,
do Eecife.
A Illma. jun:a administrativa d Sau Cata de
Misericordia da Recife, recebe novas proposus na
sala, das snaaoes7 pelas'4 lloras da tarde do
da 25aocrrente, para a arrematago i qnem
por menos Qzer da publicaco de seus aonancios
e expediente, serviado de base a qaantia de 250*
annuaes, offereclda por um dos licitantes.
As propostas devero ser apresentadas em car-
tas lechadas, nao se admettindo as que nao troaxe-
rem prego fizo.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 19 de julbo de 1867.
O escrivo
Pedro Rodrigues de Souza.
Peio 1 districo desta subdelegada da fre-
guezia dos Afogados se faz publico qae os cavallo
que se acham recolbidos a deposito, nm de cor
rugo pedrez e outro mellado baio foveiro : quem
se julgar com direito aos mesmos comparecam,
que provando e sea dominio lhe serSo entregaos.
Subdelegada da freguezia dos Afogados 20 de
juiho de 1867.
O subdelegado,
Dr. Carneiro Monteiro.
iuistrafao do correio desta cidade pre
cisacengajar horneas para o servico de caminhel-
ros, qoem estiver nestas coodicSe;, dirija-se
mesma com documentos qae atiesten sua cooduc
' dOMlOGRAL
Acbam-se a' venda na admioistraco do correio
sobrecartas ja' selladas com valores de 100 e 200
rs. pelo prego de 20 rs. cada ama, alsm do valor
do sello.
Correio geral de Pernambuco 24 de julbo de
1867.O administrador e thesonreiro,
Domingos dos Passos Miranda.
De ordem do consolado geral da Dinamarca
no Rio de Jaoeiro, sao convidadas as pessoas que
oretenderem o posto de cnsul da Dinamarca em
Pernambuco, actualmente vago, a dirigir seos re-
querimenios a respaito ao real ministerio dos es
traDgeiros em Copenbagen dentro do prazo de tres
mezes, eontados da data desta publicarlo.
Pernambnco, 24 de julbo de 1867.
Consulado de Franca em
Pernambuco.
Conforme o art. 7 da convenco consalar con-
cluida em 10 dedezembro de 1860, entre o brasil
e a Franga.
O cnsul de Franca nesta cidade faz publico,
qae fallecen no da 22 do presente mez, o subdito
fraucez Jean Falque, estabelecido na roa do Cres.
no com loja de chapeos de sol.
Pernambuco, 24 de julbo de 1867.
O cnsul de Franca,
Osmln Laporte.
Iuspectfo do arsenal de
marinha
Faz-se publico que a commisso de peritos, exa-
minando, na forma determinada no regulamento
annexo ao decreto n. 4,324 de 8 de fevereiro de
1854, os cascos, machinas, caldeiras, apparelhos,
nustreacoes, velame,amarras e ancoras dos vapores
Mamanguape e cParabyba da companhia per-
nambucana de navegacao costeira, acnoa todos
esses objectos em estado de poderem os vapores
navegar.
Inspeccao do arsenal de marinha de Pernambu-
co 23 de juiho de 1867.
H. A. Barbosa de Almeida.
Inspector,
, mmw mu-
Relacao das cartas registradas existente; na adml-
nistracio do correio desta cidade para os se-
nbores abalxo declarados :
Benjamn Ferreira Bandeira, Francisco Augusto
da Oliveira, Gaspar Antonio Vieira Golmares, Dr.
Joaquina da Coste Antones, Joaqaim Pedro Barrete
de Mello Reg, Joao Beraardno Botelbo, Joao Pe-
dro de Sa Pereira, Joao Sebastio da Silva Lisboa,
Jos Angosto de Araojo, Jos de Almeida Lima,
Jos Antonio de Oliveira, D. Leandra Joaquina do
Sacramento, Luiz Goncalves da Silva, Mano*I Go-
me* dos Santos, Raymaado da Silva Araojo.
THEATRO
DE
S, ISABEL.
imiZA-NAIATIGI.
O empresario dramtico do Ibeatro de Santa
Isabel, attendendo nao s as despeas, qne fez Mr.
Noury, director da companhia des Bou/fes Pari-
siens para levar a seena o Orphie aux Enfers,
como tambem 4 ciacoautancia de nao baver anda
a dita companhia completado o numero das repre
sentacSes, qae tenclona dar ; e attendendo aioda
ao desojo, qae o publico tem mostrado de apreciar
par mais algumas ees a maaoinca opera de Mr.
Hctor, foi levado a ceder a Mr. Nonry o ibeatro
de Santa Isabel durante os ltimos dex das do cor-
rente mez.
Asslm, pois, tenclona o mesmo emprezario conti-
nuar os trabalbos da companhia dramtica do da
3 de agosto em diaote, fazeodo sabir a seena o
drama do Se Cesar de LacertaO Monarcha da
Coxiihas composigo brilhante, qne mais nm
titulo a alta oprnlo, em que o publico brasilelro
tem com multa justica o distincto dranathnrgo
portoguez.
Nesse trabaiho primoso, o Sr. Lacerta, imagina
gao ardente e engenho cultivado, sonta apanbar e
desenhar eom- fina perspicacia os costantes de Rio
Grande do Sal e entoar um bymno (Taima ao am-
pielo fraternal, em qoe tanto se identificam os
filaos da gloriosa Liria e da vasta e risooba trra
da Santa Cruz.
Estylo corrente e elegante, lingaagem pomposa e
pura sem ser guindada, caracteres perfeitamente
desenliados, anidade de aegao e seenas sempre
animadas, taes sao as virtudes uo vulgares, que,
oesta feliz concepgao, orvalbam e tornam sempre
vieosas as flores da corda, qae graogearam ao
distincto escriptor artista os Mysterios- sociaes,
Joias de Familia, Probidade e entras eomposicdes
proprias.
O emprezario do Saeta Isabel certo pois do ao-
Ihiraenio e aprece do publico nao hesitar om
instante em promover o brilhantismo das galas
scenicas, no mel das quaes deve ostentar-se ra-
diante e bailo o drama O Monarcha das Coxi-
ihas.
COMPAGXIE
roiHSBlA FEHUMMmi
Xa vegacit coseira pop vapor.
Parabyba, Natal, Macao. Ancaty, Gear e
Acaracn,
0< aor Parahyba, cotn-
mandaate Mello, segae para
os portas anima indicados no
dia 30 di corrente as 5 boraa
da tarda; Recebe carga at
da 29, encommendas, pas-
sagelros e diaheiro afrete al as 3 horas da tarde
do dia da sabida : escriplono no Forte do Matos
B. t.
DES
BODFFES PABISIES
Aajouid'hui, jeadi 25 de jnillet de 1867.
Demlre represeniation
ORPH: AUX EiNFERS,
opera bouffon en quatre aows, de Mrs. Hctor Cr-
mieux, musique de Jacques Offenbacb.
1' acte La rcort d'Earydice.
2." L'Olympe.
3.' Le boadoir de Plutoa
Un rol de Beotre.
4.* Xes enfers.
PERSONNACKS.
Japiter, roi des dieuz....... Mr. Noury
Ariste, berger d'Alhees) p ,
Plutoa, roi des enfers )'" rBl
JobnStix.................... > Salvador
Orphe, professear de l'Or-
phoa d'Atbaes.......... > Feraad
Eurydice, sa femme......... M" A. Lenormand
Diane, desse de lacbasse...
Junon, reine des dieux.......
Venas/desse de la beaul...
L'opinion publique..........
L'amour.....................
Mmerve, desse de la sagesse
Emphitrite, desse de lamer.
Flore, desse des fleurs......
Mercure, dieu du comraerce..
Ganymede, cbansoadesdienx
iZephire.......................
Bacchus, dieu des bnveurs...
Neptuoe, de lamer.....
Ver turne, desfruits......
Pan, dieu des cornes etde jar-
dios...................... > Bertin
Eole, dieu des vents......... Louis
Vulcaio, dieu des forgerons.. Josepb
llar?, dieu de la guerre...... Leclerc
Morpbe, dieu du sommeil... > Arfred
Apolon, dieu du joor....... b Valaire
Krebe, desse de I'enfer..... M"" Josephine
Sathamiel, demon........... M" Valentino Pope
Fosphortel, ............'Mr. f: Bemardelli
Gardes de l'opiniop Dnhiiqoo Pisores
Deun-aieax, aemons.
On commencera 8 beures.
Deraain vendredi, 26 jnillet le 1867.
RpreNeotadon extraordioalre
. DBDIBB AUX ELEVES Dg L'ACADEMIB DE PER-
NAMBUCO.
Au bnfice de Mr. Jules Poppe.
Premire rpresentalion
LEiHALET,
opera comique en un acte, paroles de Mrs. Bugene
Scribe et Melesville.
Iotermle vocal, instrumental et de dante.
Secunda rpresentalion
LA DEMOISELLE EN LOTERIE,
operelte en ua acte, musique d'Offenbacb.
aa
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegagdo costeira por vapor.
Penedo em direitura.
O vapor Mamanguape, com-
mandante Cosa, segu para o
porto cima indicado no dia 25
do corrente pelas & hora* da tar-
de. Recebe carga al o dia 24 ;
passageiros, encommendas e diaheiro a (rete at
as 3 horas datarte do da da sabida : escriptorio
no Forte do Matos n. 1._________________________
COMPANHIA PERNAMBUCANJl
Navegacao cosseira por vapor.
Para o Ra de S. Fraaeisco
a ser presente a inaagoraQo da
sabida de Penedo at Piranbas
no dia 2 de agosto prximo fu-
turo.
Partir deate porto no dia 29
do carrete mez de jumo as 3 notas da tarde com
escalas por Macei vapor Ipojuca,
Recebe passageiros para ida e volta, obrigando-
se a companhia a ter em Piranhas a demora pre-
cisa para os amadores terem lempo de visitar a
cachoeira de Paulo Alfonso : escriptorio no Forte
do Mallos a. 1.___________________________
Paro Rio de Janeiro
pretende seguir com maltabravidade- e patacho na-
cional Beoeribe, tem parte de seo. carre(amento a
bordo, e para o resto qoe iba falta e escravos a
frete, para os quaes tem exceileotes commodos,
trata se com os seus consignatarios Antonio I.niz
de Oliveira Azavedo Se C, no sea escriptorio raa
da Cruz n. 1.______________________________
Para a Baiiia
Pretende segplr om muit_.brevlda.le a ve lie ir
sumaca naclooal Hortencia, tem parte de sen car-
regiment prompto, para o resto qne Hre falta fra*
ta-se com os sens consignatarios Antcnic Lu:z da
Oliveira Aevedo 4 C, n) sen escritorio, ru* d
Cruz n. 1.______________________________________
Para o Assii, segu por estes 4 das / veteiro
caler Equador, com a carga que bouver: a tratar
na ra do Vigario n. 13.
1 'i.
Guillemet
i Biuette
t Maibllde Poppe
> >
> Adle
C. Thierry
Albertioe
Claire
Mr. Ernest
i Jean
Emite
i Gourdon
> Salvador
Antoiae
Segae coa a possivei re vi dad: o brigue escu-
na GRACIOSA, capae Ralis, tocando no Mar-
ubao s em ultimo case, para aljama carga que
lhe falta trata se com o respectivo consignatario
Antonio de Almeida Gomes, a' raa da Cruz o. 33,
1* andar. ____ .^___
earacu' pelo Cear
a escuna Georgiana, pretende seguir com brevi-
dade, para carca trata-se com Tasso Inuaos, a' ra
do Amorim n. 33, ou com o Sr. Quintal.
""'"l~-~. -U'l!lg".!i' l'iiii
LEIL0E3.
AVISOS MAHITIMOS
COliriMIK BR.1SILEIB.4
DE
Paquetes a vapor
E' e-pendo dos portes do norte
at o dia 29 do correte o vapor
Guar, commandante o primeiro
tenente Pedro Hyppolito Doarte,
o qual depois da demora do cos-
tme seguir' para os portes do sai.
Desde j recebem-se passageiros e eogaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no dia de sna ebegada, encom-
mendas e dinheiro a frete at o dia da sahida as
2 horas. Previne-se aos Srs. passageiros qoe snas
passagens s se recebem nesta agencia rna da
Cruz n. 1, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo C.

OIflPAIHIA
DAS
Messageries Imperiales
At o dia 30 do correte mez espera-se dos por-
tes do sol o vapor francez Navarre, commandante
Massenet, o qual depois da demora do costme
seguir' para Brdeos, locando em Dakar (Gore)
e Lisboa.
Para condicoes, frates e passagens trata-se na
agencia roa do Trapiche u. 9.
Segando um contrato feito entre a administra
cao do correio francez e a companhia das Messa-
geries Imperiales, os agentes desta esto aatorisa-
dos a receber qua| jaer quaotia de diaheiro que
sera' reembolsado pelos correios de todas as ci-
dades da Franca, Italia, Snissa e Blgica.
Para conidicss e mais raformagdes tratase na
agencia ra do Trapiche n. 9.
LE ao
_De diversas pecan de algodaozinbo, madapol s,
chitag, chales de la, 7 pecas da algodo azul, ama
dita de dito de tistras, urna pect de bxim pirdu ;
na mesma occasio se vender a o grande santua-
rio de jac randa, ama eommoda de dito, um rico
relegio de parede, diversas mezas, cabides. cadei-
ras e muitos outros obisetos.
UN
Palo anate Mariins na ra do Imperador arma-
icm n. te, as 11 horas em ponto.
BOJE
De 4 escravos no armazem da raa do Impera-
dor pelo agente Martins, as 11 horas de dia.
De velas stearinas.
HOJE.
O agente Pestaa fara' leilo por conta e risco
de quom pertencer de 110 caixas' com ezcelleates-
velas stearinas sero vendidas em um ou mais lo-
tes a vontade : hoje 25 do corrente pelas 11 ho-
ras da ma.-iha na porta do armazem do Aunes
defroote da alfandeg.
LKLA

Moje 9*.
O agente Pestaa fara' leilo de 8 pecas de es-
topas limpas no dia e hora cima mencionada no
armazem do Annes defronte da alfandeg.______
LEILO
DE
Um litio em Santo Amaro em chaos foreiros com
arvoresde fracto, coqueiros e um viveiro de peixe,
casa de vivendacom terraco na frente eees, en-
trando pela mor, tendo a mesma casa 23 X Pe-
rnos de freote e 108 de fundo, sala na frente e
atraz, com alcova, sala no centro com 2 qaartos,
cozinba fra, tendo mais ao lado da sala de deiraz,
duas grandes salas com 3 quartos, fazendo frente
para os fundos do sitio, o qual faz frente para o
nascente e divide pelo sal com terreno pertencea-
te a Joao Fraaeisco de Oliveira ; e pelo nerte com
terreno perteneente aos herteiros de Joo Pinto
dos Santos, e pelo poente com o oitao da igreja de
Saoto Amaro.
Cordeiro lines
aatorisado pelos herteiros do finado Mi noel Fran-
cisco Luiz da Silva, far leiio do sitio e casa de
vivenda cima mencionada : os pretendentes pode-
ro examioar o referido sitio, e para qualquer tn-
formaco dirigir-se-ho no 2* andar a ra da Ca-
deia do Recife o. 27, send) o leilo eectuado no
dia
Sexta felra, 26 do correte s 11 horas,
na porta qae foi da associagao commerclal, largo
do Corpo Santo.
AVISOS DIVERSOS.
COMPANHIA BRASILEA
DE
PAQUETES A VAPOR
g* eaaarit dn& portea d? anl
al o dia 8 de agosto o vapor
Paran, eommandante o capitio
de fragata Santa Barbara, o qnal
depois da demora do costme se-
guir' para os portes, do norte.
Recebem-se desde ji passageiros e engatase a
carga qae o vapor poder condazir a qnal devera
ser embarcada no dia de soa ebegada, eoCommen-
ds e dinneiro. a frete at o dia da sabida as 2
horas. Prewne-se ao Sr. passageiros qae saas
passagans c ae recebem nesta agencia roa da
Cruz n. 1. seripiorto de Antonio LuU de Oliveira
\ Azevedo. d C.
LOTERA
6.fJ0OiWOO E 2000^000
Ter?a-feira 30 do correte mez no la-
gar e horas do costme se extra hir a 6*
parte da I* e i* da 2* lotera a beneficio
da matriz de S. Lonrenco da Malta (30.1)
As encommendas serlo guardadas semen-
t at a noite da vespera da e-tracSo.
O thesooreiro,
Antonio Jos Rodrigos de Sooza.
MSE-
Preeisa-se de ama ama para comprar e coznbar
para tres pessoas : na raa da Cruz no Benita u.
8, segando indar.
JosTavares Carreiro scientifica ao publico
en paral qae de boje em diaote assiguar-se-ha Jos
Tavare Correii.
_
'
-


mi
14^

Mari* 4c
j

Quinta felm 9* d Jtalk efe |W
Aluga-sa,
8iyjl dqus..quartos e$tqca#bs, aa.rua do Ira-
>ewor 8. 3Wffroote da relago, proprios para
asimplarlo : a tratar na mesma casa.
,. AdoitoXaraenha Los, Emiliano Ernesio da
UMo Tamboril, D. Toewa Augusta Lias de Mel-
lo Xana-Mea Mas Sinos, D. Mari Izidera Barre-
* W?. marquaza do Recie, Carlos Augusto Lins
Uty Spuza e. so amainar, e Francisca -Paei Brrelo
J#U88 Lias e sua mikar, agradecen cordeai-
"tM M pesaaas qae se dignaran aoomaaabar o
JH^Q.8tb, a sai roulher, Alba, irmia, nela,
t.ohada.e sobrioha, D. Mera Leoaer Corea
LilK, a de novo a* convida*) a assuireaa at
ujissas que pelo sea repoaso ter 00, naodam cale-
orar na reja m*lrit da Boa-vista a 7 horas da
manida de qnmta-felra, 85 do correle._______
O abaixo agnado &z publico que bavendo
mandado accionar a sea devedor Raymando Jos
de Mello, na eldae de Sonta, prcrinda da P^ra-!
toyba, este depois da tiaver empregado todos os-! Marhins >
ios de eticua. ji negando a divida, ja pedido JE? C Ora do antor Wheeler
depois espaeo par pagar, fes posteriormente a sea w,,g00' negadas ltimamente da Ame-

GRAIfDE BAZAR
n*a Nova n. 20 e 22
PHOTOGBAPHU
Offerece-se
professo, de Df, mn$jca e p|ano> em ^
'mmI*. EV Seu f"or beas reeommendagdes de
P**oas fidedignas desta cidade, quero precisar po-
Jrac'c""^ n'esu typographia cora as
Teaeravel orden fereetra de H. S. do
Car no,
A acioal mesa regadora desia veneravel ordem
eroprehendldo a reediflcago do hospital pa
tratados commodamente c
RA
00 CABCGA i, 18, ENTRABA MEL
PATEO DA MATRIZ.
) oosso estabelecimeoto pbqtogopbtco
i-.-J^ Sre-sa para teeira de taberna um'rapar,
#ohMo a* 44 ames de idade, corn bastante ora- awi obra lio Preciosa como
,itica de negocio
** ae negocio : quera .pretender dinia-se
8e Jos o. *, taberna.
a roa
accionado bypoiheca de seas beas a om sea cu- r,ca DAS qaaes pode COZer-st rom dono
ahait, e era termo diwrso; por Unto protesta con- pespotltOS, toda ei nnlnnfL,f. u
ra o registro da BJaaJfattUe proieatt por sua va- fijar frano^L^- 5 fazenda, emba-
lidade, afim de que a ningaem se possa chamar a '",',?!* "br e maFCar ronPa ." tudo
ignorancia. i jm (com perfeic5o. Sao temples, Juecom-
Antonio Daarte Cortea Carne.ro Viauna. prehende-se fcilmente a maoeira do traba-
Aasentou-s%ao dia 14 do conrete da casa de J? 8-a pessoa tetrtfo pratica de coser em ma
na madrtnba na rna do Carnario, d'oraa das rhioa, pode faer por ao i^to SJ?
meias agoas entro da ara portSo, casa o. 13, o ciam 30 costorira* ^ qUC U'
menino litre por oonje Fraocisao, pardo escaro, rham* ? L
idade 8 annos, cbeio do cqrpo, cabellos solios e cor- ama-se i este eslabeleciruento 8 atteo-
udos. bixo, tero nma marca de fogo no rosto ,do C? do publico, visto qae elle se acha coafr
ado d relio eoatra no dedo de uro dasmios, pletamenle sortido de obiprins ri JS
leoo timao de chita eocarnada com rodinhas bran como hem Urma L Ji J ? J^osto'
s e preus : roga-se as autoridades pojjSaal oa Z?a fivlrT de madreperola e de san-
a Qoalaaer pessoa a spa apprebensao, e o favor de ,0.' avelas' fltas Para cinto, cokes perfu-
l9va-io casa arica mana e etc, *^
naN&CUa D0Va D' 2e 22# Carneir0 Vian'
estisemPre8mdia"Com todos os lEr'i:, djr^SrrSlo^ ^rrVSiaS:
mentos e progressos que na America do Na.__________________________.x<*mo
Norte, 0U na Europa se COnsegne na ele ftwareclsar de ama ama para casa de
photographica, e para alcaocarmos tai m' E?f* *lla, oo oreada para meamos qaelra di-
nnnca poupamos despezas nem sacriaeios.' ^f'^.n Baiajfcfa ?, qae achara com qaem
taifas ios Gcmcaives
Beltro
4W 0 lltiiCHE N. 17 Io ANDAR)
A Afiula branca.
Antes a avisara soa boa fregueiia do qae de
novo ha recebido. vai primeiro dirigir sens cnm-
primeotos a agradecimentos ao bello Vdo branco se convoncionar, com bynohc'ern ,
pelas manaras agradareis com qae elle o tu tratado, casa, otaria, siti com frocE e V. EZ&
ease.m campnndo esse daver, deseja Ibe tambera bnrbios destacidad cXmiUIXh?03?
qae apar da conlinuaco de soa robustez tenha sembaracada, coo M tfoffav nf;9 ^
creido augmento de Us fregueres, e raais que roco qairer faSpSenrT na oa-vls rua^a
om aquella ligereza de que dispSe-se livre da ''"-*~ > m
pootaria d'aquelles qae a pretexto de amostra la-
vara os objects, e pelas snas immensas oecupacoes
nio voltam raais.
Ja y, pois, o bello Viado braneo qae a agjia
^S^fiZ&'Wio por lempo qae
qaem
..., procure na Boa-vista.
lonceicaon.33,quesedira'^aem quer.
Dioheiro a premio.
dfri"n MM a.raa da CoDCOr ere* c m vidrilbos
tambera com vi-
jara
re-
aprecia o sea bondoso tralamento, e Ibe deseja ucn
elir porvir, Assim dita e feito, vai a aguia bran-
ca satistatar a soa boa regneria, pela obrigajo
m que esta' de cominuaraente scienlifica la do'
que de novo receben, pelo qaa avisa, de que acaba i
e rhegar para a loja oagula branca, a ra do
Qoeiraalo ti. 8; o seguinte :
Coques aov.jg de lindos e viriados moldes.
Kafeuee m>derno3 e bonitos para scnboras.
Linios de puntas enf.itadjs cora vidrilhos.
vontOes ar--os, prntos c rts
pai j.oifjilos de vtsUilS.
Trancas pretas e de outras cores,
drilbos para o mes rao Ora.
C-uaruigee .pretas para basqoines, vestidos etc.
vaaeaa e galSas de seda para o raeamo.
Dita dita de lia e algodo.
Fitas de velludo de cores, lisas e chamaloiadas.
Bicos de seda.
FiUs de borracha para cintos.
Digas de seda pm senhcrase meninas.
Eati -tn ios e babadinhos bordados.
G)iliohs e punbos twrdados para senboras.
Collerinhos para homen':.
Ab.ii > i/iras de lversap qualidades e pregos
colet.
Ditas ditas ditas para pnnbos.
BjoUs eorrentes pretas para reloglos.
Agaia Branca a' ra do Quaimado n. 8,
cebeu :
Caixinbas com dous baralhos franceies, de colo-
ridos iiius, entermeads com aburado?, papel en-
ccroado, lustroso e opaco, obra muito boa.
Ditas com tintas de osso, raarflra e madreperola
para voltarele.
Pente de nrarkn com chapa e sem ella, para'
limpar caspas e lirar Wcbos.
Ditas finos d'osao o tartaruga para o i
om.
Ditos de osse baleia e tartaruga para desemba-
rgar.
Ditos, de ditas dita para barba.
Ocoloe asppoara para qaem soflre da vista.
Outros de diffareots araos e cores, com arma-
goes d ajo fino.
Outros tambera de armago fina, vidraga de co-
res.
Ltraetos ou ptncenez com armacSo de ac,o, bn-
(alo e tartaruga, vidros brancos e de cores.
Eavelopes pequeos bordados.
Dito ditos opscos e grandes para officios.
Frasquiabos com superior lila carmira.
Stereoscopos e vistas.
Acaba de obegar um aovo sortimento e conti-
nuara a screm vendidos por piecos commodos.
Meias
freas de la e laia para padres.
Braucis de lia para hora ios e seohoras,.
Ditas de borracha para quera soffre inuco as
pernas.
Ilarretos oa carapneas brancas de algodSn.
Boa gratificado,
A quera appfebender o preto escravo Antonio,
estatura regular, Idade de 2! annos, olhos gran-
des, nwlt chato, belgos grossos, cera alguus sig-
Baes de bexigas no rosto, o qual bastante conhe-
civi, n'asu cidade pelas contioaadas fgidas : pro-
testase contra qaem o ti ver acoitado. Rogase,
port^ati, a's autoridades policiaes, pragas de poli-
ca e capttes da campo a sua captara, e o lvalo
ao sea senhor oo largo do Hospicio, casa do pro-
pritno Elias Baptista da Silva, fronteira ao
pacata.
Fuglo do engenho EscalvaJinho, da comarca
de Nizareth, o escravo Flix, de idade de 32 an-
nos, pertencente ao proprietario da dito engenho ;
levou roupa branca, chapeo do Chile, copa alta,
capote-preto. Os signaes sao os seguinte*: alto,
seco, cor preta, crionlo, falla grosso, pouea
barba, peitos estufados, tem falta de denles na
frente, tem urna marca oa testa entre as sobrau-
celrn, carreiro, sabe fazer aesucar, percebe al-
gutia causa de leitura. Roga-se; a's autoridades e
capia** de campo a captara de dito escravo, e
pr.nnette-se boa paga a quera o pegar e leva-lo
ao dito engenho ao proprietario Josa Alves Be-
aerra.
e dlra' quera da*.
m.7i.!ieiJ"Sie aiogar Dms'com estribarla e
plaa de capim, as proximidades da cidade a
quera o ttver dhlja-se ruado Crespo n. i6, i-
N'"2~KUa D0TORRES~N2.
Caf e lunch
Eocontra se a qualquer hora.
Aceiiaro-SH assmfltes que venham almocar e
J a i-afc. estab-.- u^u s gja. umie se for-
nec=m pararura comedones sadias e bem (eius.
>ao se iratara" bem os freguezes s nos
metros das : o ratameoto sera
prt-
poupamos despezas nem sacrificios,'
de sorte que os uossos numerosos freguezes'
podeoj ter a certeza do que sempre encoo-
traro em nosso estabeleciment tudo quan-
to a arte e a moda offerecer de bom, no
doto e velho mondo aos amantes da pho-
tograpbia.
NOVDAOE PHOTOGRAPHICA.
Acabamos de receber .todo o necessario
para fazer retratos chamados carte-album.
Este genero de retratos ltimamente in-
ventado na America do Norte, rpidamente
se propagoo na Inglaterra o Franca aonde
goza actualmente de todo o favor da moda.
A carie-lbum se faz por duzias como os
antigos cartdet de visita.
Na Inglaterra trocaram o nome de carte-
album pelo.de reirata-galeria e os ingleses
nsam encatrimar estes retratos em quadros
especiaes para com alies formar galeras,
com qae ornara seus gabinetes. Recebe-
mos urna certa qaantidade de taes quadros,
os quaes cederemos por barato preco aos
nossos freguezes.
As pessoas qae quizerem ver specimens
dos retratos chamados carte-album, j fei-
tos em nossa officina s5o convidados a visi-
tar o nosso estabelecimento.
CARTOES DE VISITA A 9|J000 A DZIA.
Em consequencia do novo genero de re-
tratos chamados carte-album, diminuimos
o pre?o dos amigos cartes de visita, os
quaes de boje em disnte fteam reduzidos
ao preco de
0#OOO
i pela primeira dozia, sem que por causa
j desta diminuicSo de preco, deixemos de es-
m^rar-nf, n u.kso trbilhn. ,-oino sempre
jfoi insso cutume. Alw disto, contmoa
I mos a dar os cartdes de visita em cartees
Saeea por to#os oa paquetes
lo Minho em Braga, e sobre os
- ara PortugAi.
Lisboa.
Porto.
Valeoga.
tiOinareeS'
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa.do Conrte.
Arco 8a Val de Vez.
Vianoa do Castelio.
Ponte do Lima.
Villa Beal.
Villa-Nova da Famellcao.
Lmelo.
Lagos.
Covlbaa.
Vassal (Valpessos.)
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
sobra o Banco
garniel iuga-


ra nelle serem _
irmaos pobres, mas balda de rneios para a conclu
sao de om lao justo fim, resolvea dirigir eartn a
i da coacorrercra pira
til mesma rdem
cora o dooativo qae a cada om Ibe diciar o seu
generoso corado.
Toado, pois, sido dl-inbuidas assas carta?, e
achaodo-se a commisaio da mesan obra ahatxo
aaelgnada, autorisada recabar esses donativos
tem deliberado Ir a residencia de cida um para
esse flm, pois qae ja* se achaudo a meftoa otira
em estado da receber o iravejameoto, a Cvinmisso
ve-se embaragada por falla de rneios para a soa
continuacao.
im^SS!"8^ nalr* T"l8elr* coortecio de I
S- "?nm >'raaos de oossa ordem deixara'
de cootribuir para aaa tSo jcwta e bem merecida
applteacao. JUcite 2 de|ulhda 867 fflerewa*
Maneel Aotonio Talxeira.
Jos Joaquina de L'ma Bairao.
Jeroayrao Smiliaoo de Miranda Casiro
Manoel Antn o Viegas iuoior.
Luir AntODia Pereira.
SS. Criopim e^erispiwaBa ()
P/ .ordem "I mesa regedora da irmandade de
SS. Crispa; e Crispiniano erecta .
Nossa Senbora do Carmo do Berife convido
Gabinete Priogrj'z de LeHora em
feraambaco.
De ordem do Illm Sr. preldente sobstftnto con-
vido aos eenhofee socios effeettr'TS a reunirem se
em issembla geral, domingo 28 do corrente, as
i I horas da manha, afim de se apreciaren) os re-
lat ros da directaria e eooselbo deliberativo, e
parecer da coraraissio de exarae de contas, em
confarraidade com o disposto nos | e 2* da art.
43 dos nossos estatutos.
Secretarla do eonselbo deliberativo do Gabinete
Portngaei de Leltara era ?ernambuco 24 de Jalho
de 1867,
Jo: Ribeirn da Fouseca
_________* t Secretario.
Precisa se a/ugar um moieqoe ou negra pa-
ra vender na ra : na ra das Agaas-verdes o. i*
segundo aaaar.
Preetsa-se de orna sin a que cotlnhe, engom-
m e corai>re para casa *
de Hurtas a. t.
de poma famftii : na ra
- Aluga-se a casa tema na r-aa AuftaU jaolo
da casa do Sr. major Jos Marcelino Lapes, com
2 salas, 4 quartos, eoiinaa fura, quintal murado e
cacimba: a tratar na roa do Queimado n. SMoja.
Precisa se atugar om relo por t-51
na roa do Rasgel a. 9.
ates
Preciea-se alagar orna


lo convenio de nhar e (azer o servido de casa da poiroooa TatMIa
-jnvldo a lo- na rna das Crnres, em Santo AoteneTa'ni ni
dos os nossos amados irmos. ex-juizes, sacretatio \ condo aod.r. *lr "
Trocam-se notas do banco do '^asil Be
saascaixas filiaos : na rna da Cad.su o. 52.
e tnesonreiros a corona recerem no consistorio da
mesma irmaodade em masa conjuacia afim de tra-
tar de negocios importantes tendentes a mesma
no dia 25 do corrente mez as 4 horas da larde.
Consistorio da mesma Irmandade 22 de jalho de
1867.
O secretario interino,
Manoel do Nascimeato Rodrigues Fringa.
() Este annuncio ha tres das qae esta' era
nossa officina teodo defxado de sabir por esqae-
cimento do paginarlo.
'"''K^^ oa Poblana, douradosou
cellente, conforme o que cada om quitar despen- "tao2raPnaaos para o que temos urna vane-
: dade de 12 modelos, a escolha de quem se
retratar.
Trocara se
as notas do banco do Brasil e das caixas filiaes-
donr descont multo rasoavel, na praca da lude
oeodencia d. 22.
Manoel da Silva Jacome Pessoa manda celebrar
na qoiDta-fera 23 d) corrente as 8 f|2 horas da
manha na igreja da Santa Cruz, urna missa Dor
alma da Exm." Sr.' D. Mara Leonor Correia Li-
m->nha Lio1--, e para e-se acto de religio convida
toa -i js pirantes da finada p an.igos do inronsola-
val viuvo o dislinct academu Adolpbo Lamenha
Lins, e s seus aroorios amasas.
Gil Braz de Santilhaaa
Este inimitavel romance de Lsa|e. IraJa-
aido parBocage. vende-w por 4# emtro-
xura, e H encadernado: na livrana ficawo-
mica, ra do Crespo n. i defirite to arco
de Santo Antonio.


-
-



der, os presos serao razoavels.
* *-Rna do Torresjf
8

Precisa-se de ama ama para
- casa de pequea
l .. Lna raa d,s Cre,9s n- 4I A. taberna da
['Ol*
larga.
tsW VA GOMO PREVENCO.
Apezar do nosso traballio ser muito co-
! nhecido bosta cidade, aonde trabalbamos a
, 12 anuos, com tudo jdigamos da nosso de-
i ver di/er hoje o se^uinte:
Nos ittratjs feaos e.u nosso cstabeleci-
, ment emprega-se toda a cautela para of-
; ferecer-se a par da belleza do trabalbo, as
| meluores condigoes de duracao. Doura-
mos e fixamos os nossos retratos sem olhar-
1 mos a economas, e ltimamente para Ibes
lavagem .mais ampia
Anna Joaquina da <||va, herdeira de seu fi-
nado fjiho Jos Antonio Ferro de Pigueiredo, ven-
do no Diarto dt Pernambuco de sabbado 20 do
correte anounciado para o da 24 do corrente, pelo
ageote Martina, o lellao de predios e terrenos per-
tencentes a heranca dodHoseo filho, vem pelopre- ,
sent fazer publico, que esses bens stao liiigiosos'' ^A!I a '
por isso que a anounciante appeliou da pSa a Podermos dar uma
qual sendo reformada como espera, Ira' ella ha ver i e se2ura. contratamos com a companhia de
5." __d0 pod8r de ^?dra os ,,ver; assim como Bebiribe ama peona d'agua. Os nossos
is esto sageitos a cartoes de de visita sao verdadeiras photo-
AOS 8r ogucteuos
na botica da ma larga <)o Kosario n.34
Vende-se
SalitreTefinado de 1* qualidade.
Enxofre em cylindro dem.
Limalha de ferro (muito nova.)
dem de ac dem,
dem de pona d'apolha itirm.

.
dec[ara qae os mencionados
acgo de sonegados que a annuncante pretende
propr depois da deciso da pmilha. A annun
came r*z asa declaragopara ^oe nioguem depois
anegue ignorancia
Club Pernambucano
A partida do corrente mez, ter lugar na
noite de 28.
.- Ao Sr. capio do 2* balalhao de iofaotaria
Ignacio Pinto dos Santos Sases pede-se o favor de
se dirigir a raa do Imperador n. 18, afim de con-
cluir oegocios que o raesmo senhor nSo ignora
Igaal f .vor pede-se ao Sr. Francisco Rodrigues dos
Santos Carioca.
258000
Compra a- loja de jolas do CORAAO DE 3UR0
n. ii, tul do Cabug, raoedasda ouro de 203000.
A escrava flereulana.
100#000
De gratHcac5o a pessoa que deseobrir e entre-
gar a sea senhor a escrava Harculana, mulata cla-
ra, cibelios pretos, de trila e cinco annos poaco
mii- ou menos, foi escrava do Sr. teneote-coronel
Joo de Sa Cavalcauli, do engenho Tab, depois do
Sr. Joao Simoes de Almeida, estabelecido na raa do
VigariOkdesta cidade, tendo passado a Sra. D. Clara
Feutm, miradora no Cbaeon (Casa Forte) que a
venden anda ao aununciante, por intervencio do
Sr. J iao Patriota.
Aeoa-se tagida ou oceulta desde priBclpos do
correte aoao : se alguem a qulzer a dona faz ne-
gocio porque a nao quer possuir, podando pois,
qaem soaber dalla, e quizer compra-la, dirija-se a
ra djH.ispico n. 11, onde se dar' a'gratflcaco
cima, a quem dar noticia exacta e sendo encon-
trada. "
Precisa se alagar ama ama livre de boa con
docta que saina cosinhar e fazer o mais servico
para cas? de duas pessoas : na raa das Trinchei-
r*s o. 46, segundo ardar.___________________
J-,rooyrao Ribelro de Soaza faz publico que
tem rssowido vender o seo est belecimeoto da mo-
ibaaos, sno na ra Direita n. 9o, ao Sr. Joaqoim
Autoaio Ja Vascoocellos por se aetnr dito estabe-
le '.imento livre e dasembaragado de qaalqoer res-
p&asaiMli lade, fletado o activo e passivo do mes-
rao estabelecimento at esta data a cargo do ven-
dedor, portanto qualquer pessoa que se julgar com
flireito algamr reclamado pode tararlo no praro
de tre< diasa eootaf # data dasa e nao fazendo,
nao sera' o a esubalaaimeato roapootavel por
couza atgama. Oatrosim avisa a seas fregueses
que clu'iaaera a residir oo raesmo estabelecimen-
to a oaa* deve ser procurado a negocio tendente a
lio; ai *^io.
Alagase um sitio perto da pra^a com com-
moi loan 27.
graphias, que nao precisao de retoques do
pintor para Ihe defifarvareai os defeitos, e
convidamos a qaem quizer a passar sobre
elles uma esponja mol hada em agua, ou a
deixa-los merf alnadas par espago de horas
em agua, ou em espirito de vinho: se apre-
sentarom-aitaracao sero recebidos por nos
e pagos pelo duplo do afte tiverem cas-
tado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
systemas photograpbicos at hoje conheci-
dos em photographia. O nosso sortimento
Aiaja-se a casa terrea n. 26 da rita do Forte de caixinhas, quadros, passe-par-tauts, e
CASA DA FORTUNA.
Aos 6:000^000.
Bllhetes garantidos
A RA DO CRESPO N. 23 E CASAS DO COSTUMB
O abaixo assignado vendeu nos sens muito feli-
es bilhetes garantidos da lotera que se acaboa
de extrahir a beneficio do theatro de S. Isabel os
seguales premios
N. 112 um meio cora a sorte do 2:0001.
N. 1878 uro meio com a sorte de 600JJ.'
N. 3819 um malo cora a sorte de 3001.
E outras umitas sortes de 100$, 40 o 20#.
Os possuidores podem vir receber seus retpec-
vospremiosseraosdescontos das leis, oacasa
daFortunaa'ruado Crespo n. 23.
Acham-se a venda os da 6* parta da e r
da 2- lotera a beneficio da matriz de S. Lonrenco
qae se extrahira' terga feira 30 do cor-
da Matta,
rente.
iPre$o. *
Bilhetes.......... 6JOO0
Meios............ 3jooo
Quartos.......... ijsoo
Para as pessoas que compraren de 100^000
para cima.
Bilhetes.......... 5#o00
Meios............ 2,1750
Quartos.......... i|375
Manoel Martin* Fiuza.
Pechincha
Uma pessoa que sahe para fora do imperio ven-
de toda a sua mobilia ;contando do segrate : ara
sof, doas consolor, ama mesa redonda, doze ca-
deiras, uma commoda, uma mesa grande para
jamar, nma dita pequea qaadrada, um lavatorio,
doas camas de ferro para ama pessoa, om bergo
de ferro, ama mesa para cosinba, nma cama de
vento, nm tocador, ama lampada para gaz, duas
badas grandes, nm trem de cosinha e longa fina :
os pretendentes dirijam-se a casa da rna do Hospi
eio n. 28 entre as duas tabernas na casa terrea.
existe nesta cidade.


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Utensilios typogrpicos.
Acibaro de rhegar de Franca e est5o a ven
da na roa dj Imperador 'n. 15 defrorte dt
S. Francisco: ricas escovas para lavar for-
ma?, ditas para tirar provas, componidores
de diversas larguras mui modernos, tinta
para impresso fina, lihhas e entrelinhaa de
differentes qualidades e pontas. A rnesaaa
casa continua a ter testamentos de differentes
animaes; e folhet>s de Porcina, Magafona
etc., assim cerno cidade de Deus, Horas da
Semana Santa, Manual Encyclopedico, Ripan-
sos, Camiuho do Co, Horas Portuguezaa,
Marianas, imitaco de Christo, Escodo Admi-
ravel etc.

i Soo
Jt)6oo
1<5608
64o
i-tfooo

tua da Imperatriz n. 14, pri-
meiro andar.
Retratos a oleo.
Ditos em Cenctypo.
___Djtos em verdadeiro esmalte sobre por-
celana.
Len Cha elin, pintor e pbctographo, cen
ao Ilustrado publico a visitar a sna galera, onde
se acha urna coecgao de retratos a oleo de alna-,
mas pessoas desta cidade, aiini de fazerera um
jalzo imparciai sobre a seraeihanga e desempecbo
d'arte.
Outro sim, aarante ser elle o nico artista nesta
provincia, que trabilha no syslema de esmalte so-
bre porcelana, ina teravel, por ser vitrificado ao
fogo ; retratos esses proprios para alfinetes, bo-
lOes, cassoleta?, anoels, etr., etc.
Achando se em preparativos de viagem, LeoB
Chapelim, roga as pessoas qae desejarem possuir
um perfaito retrato por qualquer dt'S systemas ci-
ma ditos, aproveitarem esse ponco tempo que pode
dispOr, certos de que ficarao completamente satis
feitos.


Alcga-s- a loja da sobrado da roa da Impe-
ratriz o. 39, com bastante fondo, ladriloada de po-
dra, forrada, com seis bioos de gaz, e propria para
qualquer estabeleeimeuto commercia!; a traiar
na ra Augusta n. 43.
GR4NDE BAZAR
RA NOVA N. .0 E 22
> ?

, 2.2 es
**-<= o-3^ '= a aM
2 C O s
! 3 ra g g- S 2 O
CD
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i- a
M -. S > ft .D
8
o
a
a
CD o
'o^.s.sg>Sg
Esta pa
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurubeba garrafa....'.
Vinho de
Piraias de vidro........
Tiotura de
Extracto hydralcoolico de jurubeba
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jarubeba ferruginoso garrafa. 2#ooo
Xarope 1,5600
Pillas vidro... Jooo
Oleo de jurubeba vidros.... 64o
Pomada de pote...... 6lo
Emplastro libra..... 2<$5&o
PARA ZO EXTERNO
A JURlBEBia
reconhectda como o nm P^,^. ioaic^ omo Qm exce
tal applicadi nos engo-gitamentos do gado e ba^o, na -
3 co
sa
o 5
s.a-3
CD
S
W
o
a
Laiz Jos Pereira Simoes, manos e. manas agra-
decem cordialmente a todas as pasteas qaa se dig-
naram assistir ao faoeral da soa mai presada mi
D. Joaona Francisca de Jess Siaio;s e acorapa-
nha-la ao cemlterk) publico e especialmente ao
Rvmd. prefeto e mais religiosas do hospicio de N.
S. da Fenha e coovento de 5. Prancisco, de novo
convidara a assistir a mista do stimo da que teri
lagar Ba ordem terceira de S. Francisco, as 6 ho-
ras da manhaa do dia 26 do corrente, pelo que ihes
protestara eterna graUdo.
Precisa-se de um mo$o de idade da l
annos para caixelro de nma taberna no Mootelro :
a tratar na roa do Crespo o. 8, esquina.
Alflga-se nma oegrraha de ti a ii aooos de
idde que ja' cosraba sofrivel a lava ; no Pateo
do Terco a. lil.
Qaem tlver necessidade da ama ama de lat-
a, dirlja-se a raa da Matriz n. 44.
ao
___aj
Precisa-sa de orna mulher forra que se quei-
ra encarregar do tralamento de ama menina de
om anno ja desmamada, em casa da propria fami-
lia : a traiar na ra da Cadeia do Recite n. 24
2* oo 3* andar.
Precisa-se de ama ama qae saiba cosinhar e
engommar e fazer todo servico de casa : na roa
Direita n. 96.
Jos dos Santos Ramos de Oliveira avisa ai
pnblico com especiaiidade ao corpo do commercio
que sendo bem conhecido -auto nesta praca como'
fora delta por Jos Rom assignar-se-ba de hoje
em diante por Jos Bom Ramos da Oliveira.
Alaga-se aunualmente oa para passar a fas-
ta, um sillo om Beberibe contiguo a povoacio,
com cata de taina, algnmas arvores fructferas,
baixa de capim a passndo no fondo nao s o rio
Momo como tambera o Beberibe ; a tratar na roa
Angosta o. 43.________
Offerece-se um mogo de nago francera para
professor de lioguas, mostea e piano, em nma fa-
zenda, (em a sea favor boas recommendaedes de
pessoas fidedignas desta cidade: qaem precisar
pode deixar carta fechada nesta typographla com
as iniciaos C. C. C. ________
10/JtOOO
a qaem livor aehado aan papagaio de om p alei-
tado e uma corrente 00 mesma p, no becoo dos
Ferretros, no dia terja-felra, as 7 horas, quelra ter
a bondade de traza-lo na ra da Imperatriz n. 48,
1* andar, qae recebera' a qutatla aetraa Indicada,
aiaadot atradaetmontos.
ufferece-ta ama senhora.
Offerece-se om mogo portngaez com mulla
pratica deuberna : quarn pracisar dirija-sa-8p-|awviio de'oaaada Wmem."loUsii"!"
tao do Paraizo n. 30, liberna. fot da Roda a. 51
portagueza para o
tratar aa
Machinas para desearocar algodo. do me-
Ihor autor que tem apparecido na America.
E' tal a'execuc5o do michinismo que o al-
godo sahe quasi lo perfeito como o de bu-
landeira. Recommenda-se a attenco dos
Srs. agricultores, estas machinas.
D-se dinh8laos a juros: na rna da Concor-
dia n. 5, onde se dir quaes as garandas que se
qar.
O STUDANTE do 2.' auno Jeronymo Leu-
rengo de Aranjo, venba a rna das Crnzes n. 35, pri-
meiro andar, a negocio que nao ignora.________
Aprompia se comida para fra cora todo o
asseio e promptido, dando-se loaga fina e talberw,
e as com'as muito bem preparadas com todos os
adobos necessarios; ha ven do mais a vantagem de
so mandar levar as casas que quizerem as horas
marcadas sem baver falta etc. As pessoas qoe
quizerem, din|am-se a rna estrella do Rosario n. 19
primeiro andar, por cima da loja de funileiro.
Oje
lente desobstruente, e como
bepatites propriamente ditas, ou aTnda complicadas com anazarchas, as
subsequentes as febres niermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glandnlosos, na anazarcha, as hydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparajes ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, chloroses, faltas de menstruaco, leucorrbeias, desarranjos atnicos do esto-
mag), debilidade organice e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais distinctos mdicos desta cidade, entre os quaes
podem os citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconh cem a exceden :ia d'est po-
deroso medicamento sobre os demais at ho? -onheidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazeoa d'elle applicac-'.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juru-
beba, ttvemos por fim ,'eneralisar mais o uso d'este vegetal, fazenJo desapparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e qae tinnara ainda a desva ;tagem de nao
ser calculada a dosa conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficno um
medicamento, que podena prodozir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de haverraos convenientemante
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenen
ea app'icaclo, teadoalm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeicao possivel, para o que nao poupamos esforcos, nao nos importando o pouco lu-
cro que possames tirar
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infallivel cura
de qualque dos saffrimentos, que deixamos innumerados, se forem em tempo apTJttcadas
tendo alm d'isso, medico ou doente a vantagem de escolher as nossas variadas prepa-
races, aquella que melhor Ihe pode convir, j pela fcil applicacjio, e ji pala complicicao
das molestias; ende, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparares ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos saceos gstricos, porque procuramos os compo3tos de ferro que como
taes esto hoje reconhecidos.
Para aquellos que raais minuciosamente queirara conhecer as propriedades da
jarubeba, e saberem a appcagao de nossos preparados, deslribuimos gratuitamente
em nosse deposito um. folbeto, onde tratamos mais extensamente) d esta pirata e dos r -
mos preparados.
Deposito geral de todo. radjif so apeos
lo tica e dirogarla
34Ra larga do Rozario34
% O abaixo assignado tendo ebegado ao sea co-
nhecimento no dia i7 do correte a corresponden-
cia mandada publicar pelo Sr. Aotonio Jos 80
fftscimento, morador na Colonia Militar Lepoldi-
oa, vem pelo presente declarar que nada deve ao
nresmo senhor, visto ter pago em 1S do corralo
aa procurador da- mesuro seabor. O abaixo assif-
nado est convencido que a pnbcagao falta pato
referido senhor s tave em vista desconceitot-lo
para como pnblico.
________Esteyio Rodrigues Baracho".
Precisa se de OOf, dando-se pur segaranoa
NOVO DEPOSITO

DE
MACHINAS
fAttA i)ESCAROCAR ALGODO
Manoel Bento de Olivis Braga.
53Raa Direita n.53
a escrava que lava bem e cozlnba : qaem tlver
awmocie. ________.....
Para eseripttrio oo rapaz solteiro
Aluga se ama exc.ellente sala e alcova com maia
dons pequeos quartos do 2* andar 88 sbralo
amarlo na aaqo;ina 8C palee 80 Cotlef, com ja-
neltas para os ou na ra do (operador n. 84.
Neste estabelecimento se encontrarao a_
verdadeiras machinas americanas chegadas uitima
mente, as quaes s3o feitas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas que precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecimento qae compraro das mais perfeitas
neste genero, assim como mais barato do que em
outra qualquer parte, por isso que se recebe por
costa propria, bem como carraos de chumbo e moi-
ohos para moer mimo, e grande sortimento de fer-
ragens e miudezas em grosso e a retalho.
Machinas americana^ para moer cafe.
no sjJtema, proprias para rensace,
" J.' ,ji vlem para milho.
de

-


I tarn 4e Perttmbieo *ufnta fefera
id? 1867.
Ps de coqueiros
a 300 rs., se a compra fr mil de 100 far-se-ba
un abatlmento
45-Ruai DlreIU-45
CAS4
de commissa'o de escravos,
Na casa de eommissao de escravos ra do im-
perador d. 45,3" andar, recebam se ecxavos pa-
ra serem vendidos Unto da praca como do mata,
e os seohores de engento qae por qoalqoer moti-
vo qoelrara desfazer se de algum nao tem mais do
que remetalo ao abano assiaaado que garante o
bom tratamento e prompta venda, nao se poupan-
do exforcos afim de em todo satisfazer as pessoas
que o quizerem honrar com a sua cenUanca. Nes-
a casa ha sempre para vender eseravos de ambos
os sexo. _
Antonio Jos Vieira de aouza.
f
3"
s
a>
a
&
Cu
A directora do collegio de meninas ]
de Nosa Senhora da Cooceicao, ootr ora
estabelecldo a' Tamarinelra, e a mais de
Aras anoos transferido para a roa dos
Cclbos n. H, lendo entrado do dcimo- j
qaarto aooo de saa fundacao, garantido I
a todos os respeitos, Ja* pelo pesso-l de i
seo aagisterlo, ja' pelo resaltado de seos
esforcos; vem avivenlar as honrosas a
preclac&s dos pais de familias de Per-
Dambneo, com qoe sempre biindaram
este collegio, e sendo que em observan-
cia dos respectivos estatutos tem ensi-
nado dootrina chrislaa, catbecismo de
Montpellier, prlmeiras lettras, gramma-
tica portuguesa, aritbmetica pratica, lin-
gua franceza, geograpbia, Historia Sagra-
da! Historia Universal, chronoLgia, pia-
no, desenbo.danca, bordados de todas as
qualidades. A dirertora, em prova do
aprego em qoe considera o proeresso das
ideas civilisadoras do pais, cfferece am-
pliar a instrncclo das meninas com o en-
sino da lingna inglesa, a lingaa italiana,
o eaoto, a pintora, a aquarelle, a la gua-
che, estas subordinadas ao deseobo, flo-
res, e demais obras de cera. a. direc-
tora espera, sam vaidade, e despida de
estodado fanatismo e hypocrlsia, segura
as garantas que possue, ser attendida e
acreditada. Recite, 20 de inlho de 1867.
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AVISO
Precisa-se de nm escravo de meia idade, de boa
conducta o habilitado para too o sorvico de nma
casa de pouca familia, assim como de urna e$cra-
va que cosinbe e eugomme bem, ensabde e faQa
todo o mais servico proprio de nma criada : quem
tlver e quizer alugar dirija se a' ra da Aurora n.
70' 2* andar-
~ Na praQa da Independencia n. 33, loja de
ourives, compra-se enro, prata e pedras preciosas,
e timbera se faz qualquer obra de eacommenda e
todo e qualquer concert.
Satisfetto o nvencivei Veado IIraneo, com as maneiras atteociosas com que
'oiacoMiklo pelo respeitavel pbblco desia briosa proviocia, a ponto de que maitos a por-
Sa desputarana a salisfac3o de serena os pi imeiros a comprarem em sea importante arma-
zem, se desvanece em declarar com tola a lealdade de que capaz, qae est oda vez
mais animado, n5o s pelo benigno acolhiincnto qae tem recebido, como pelas forcas de1
qne dispSe porqae at boje n3o careceu ainda dos preparados de jurobeba, nem do
xarope alcoolico de veame.
0 Veado Braneo, declara a quem anda o nao conbece qne nao um
desse3 bicharocos intrataveis que por ahi vivem com flgara bu nana; domesticado no
ameno paiz onde n'anme! Aguia Branca vio a laz do astro bemfitor, elle partidario
desse invejavel agrado e smceridade qae com tanta gravidaie se desprende do seo
bico encantador.
0 Veado Branco, como todo o homem civiiisado, ama a sociedade dos
bons, gosta do centro do mando elegante, usa do tnico de Jayme, para previnir que lbe
poonam a calva ao sol. vai a compaohia des BooCfes Parisiens e no meio do partido de
madame Adelle, elle tambem atira-lbe o seu lindo bouqnei.
Digne-se o benigno leitor de jurar as palavras sinceras do sincero Veado
Branco, e venba prover a sua dispebsa do qoe melbor se pode encontrar n'um estabe-
cimento de molbados.
modicidade dos precos, comparados com a boa qual.dadt dos gneros e o
bom modo com qoe s recebe os senhores compradores, deve certamente coovidar.as
pessoas que ainda n5o vieram nossa casa a fazer parte dos amigos e freguezes .do nosso
BELLISSIMO 1RMAZEM
MOLHA
CONHECIDO PELO NOME
VEADO BRANCO
Estabelecido a ra Direita n. 16.
Esquina da traversa de S. Pedro.
A loja da Auror* na ra larga do Rosario o. 38,
jperlencente a ManoM Jos Lopes & Irmio, .rece-
: beu pelo ultimo vapor ebegado da Koropa ricos
colares d differcnies gosios e da nliima motla, ri-
qui-simas fivelas para dolos, e tantem bon\s cin-
tos preos, broches relos para loto, pnleeiras
brancas e da cores a Imltacao de perolas, brnneos
esroailados de pedras finas, ditos a Imitago de\ pe
rolas mu i lo modernos, peotes com laces de
dos mais modernos.que tem ebegado, babadinfbos
bordados mudo finos, ntremelos bordados tambAm
fiaos, assim cono raade sortimento de miodeia>
o qaal se vende barato, e quem duvldar approxi -
mase para apreciar o oom agrado, tovas de pelli-
ca branca para hornero e senhora.
Rap f rancez
A loja da Aurora na roa larga do Rosarlo n. 38,
pertencenle a Uaooel Jos Lopes & Irraao, recebeu
rap francs moito fresco, assim como tambera
tem de maltas mais qnaildades. ,- ^^^_^___
0 mouro~de VTeueza
?ende:
Saeca com farello de Lisboa marca G. 40OO
reis.
Qaei|os do ultimo vapor a J303.
Caisa de vinho moscatel a8uutj como nao pode
haver melbor.
Charoa-se a attengao do Mm. Sr. Or. juiz
manleipal da 2* vara, acerca de um reqaerimeoto
relativo a venda da casa de sobrado no Paleo do
Carmo, quina qae volta para a roa d Horlas,
pertencenle ao espolio do-finado NarcUo de tal ;
pols ba quem diga, (com razio ou sera ella ) que
por este modo se procara evitar a arrematado em
hasta poblica e obter-se a dita casa por nm pre-
einho asas commodo e sem eoncarrencia.________
Precisa se de nma ama qae cosinho e engo-
me para casa de piuca familia, preferlndo-se nma
senhora p irtugaeza : a tratar na ra da Craz o.
55 3 andar.
-----
LOJA
DE
RELOjaElRO
DS
Vctor Grandin
Una da ladeia do fecife N. 40
O proprietario deste eslabeleci-
menlo, premiado com a rredalba
da exposlcSo universal de Paris no
anno de 1835, tem eipssto a venda
em saa loja, ora grande sortimento
i de relogios para algibeira como se-
fjam : deooroe praia,s>ndo dos we-
ibores fabricanes, de pat< nt ts ioglezes, soissos e
irisontaes, Tambem tem ama grande qoantida-
de de relogios para parede, e qae batem eras, di
tos para embarcacSes, e para cima de mesa, to-
dos estes relogios sao dos mais bonitos modelos.
O rresrao concerla relogios de todas as qualidades
existente;, assim como tambem concerta chrono-
metros de algibeira e martimos : recebe sempre
por todos os vapores, um complelo sortimento de
correntes e tranceln., sendo todo de ouro dt lei,
e de roodellos os mais modernos.
Aloaa-M um armazem grande na roa da
Praia n. 33, proprio para carne oa ontro qual-
quer negocio : a fallar no mesmo.
Photographia italiana
Ra da Imperatriz n. 14.
J- ao Firpo director d'esta importante offleina
tem a honra de panicipar ao respeitavel publico
ja- todas as chapas feitas pelos Srs. Stabl Si C i
iVon Chopeo eslo no seo poder e que as pessoas
que aoizerem ter reprodoccio das ditas chapas pelo
cu-to de 40O a duzia podem apparecer qae se-
ro promptamenle servidas.
Vistas de Pernambnco e seos arrebaldes a 2J000.
Cfferece se para caixeiro de taberna nm ra
paz portoguez de la annos de idade, com bastante
pratica do negocio: quem pretender dirija-se a
roa de S. Jos n. i taberna.
gitimos charutos e ci^ar-
ro? da Havana.
Acaban: de chegar a livraria francea,
Ra do Cresno n. 9.
Na roa do Rangel o. 9 precisa-se aiugar um
preto para iraiar de cavallos._______________
Jos Marques da Costa Soares, ex-negociante
matriculado na cidade de Lisboa, tendo>constran-
gidamenie dissolvido sua casa naqoella cidade
para tomar conta do infeliz casal de sea pai o ce
rooel Antonio Marques da Costa Soares, cojo car
go aos viute e cinco mezes depols do falleeimenic-
do dito senbor : declara pelo presente, qae por
haver um ootro de igual nome (intitulado nego-
ciante do Recife) assgnar-se-ha d'ora em diante
Jos Marqoes Soares. .___________________^^
Gabinete Portuguez de Lei-
tura.
Do ordemdoIllm.Sr. presidente subslitoto, con-
vido aos Srs. cooselbeiros a reooirem-se qainta-
feira 25 do correte pelas 6 horas da tarde.
Secretaria do conseibo deliberativo, em 22 de
julho de i8a7.
Jos Ribeiro da Fonseea,
___________________ Secretario.
Precisa-se de -1:000* a 5:000* a joros, dan-
do-.se por garanta ama propnedade denominada
Tres Ladeiras oa nm engenno : quem qoizer fazer
este negocio annuncie por este Diarto, para ser
procurado, ou tratar na roa da Praia n. 37^______
CLUB DO RECIFE
A partida deste mez, lera lugar na noite
de 27 (sabbado)
.
RA DAS CINCO PONAS N. 86
AO GRANDE ARMAZEM
DAS
DUAS AMERICAS.
Sempre barato
i
Hantciga
Ingleza flor a \&, a libra e a Soo rs. soffrivel e propria para tempero a 32o re
dem fraoceza a 56o re. a libra.
Cha
De primeira qualidade a 28oo e proprio para negocio liSoo a libra.
Blseoitos
Ioglezes pearl, nic-nac, oval, cracnel, e outro superiores a l#ioo a lata.
Figos
A 24o reis a libra.
omnaas
De milito branco a 4oo reis a libra, de araruta verdadeira propria para alimen-
tar enancas a 5oo reis a libra e caxinhas com 4 libras por menos, gomma do MaranbSo
a 16o rs. e tapioca sag a 24o a libra.
Choenlate
Superior a 10, a libra.
Doces
De gniaba em latas a i05oo em caixa de 4 libras, muito fino a Ii58a, era caixoes
de 2 libras a 5oo e 32o.
Pelxe
Em latas a iooo reis a libra, sortido em qualidades.
Ostras
America a 8oo rs. a lata.
Baldes e Vassouras
Americanas a 8oo reis cada peca.
Toueinho
De Lisboa a 320 reis a libra.
Tomates
Em latas a 6oo rs.
i
Reanudo era lindos postes por 5oo rs.
Ilirslis de Wasser
A 2^000 a garafa.
verinouth e Abssuho
A I0oo a farrafa.
Bltter
A 10000 a garrafa.
De bordeaux superior, Saint Estephe, Saint Julien, Saint
e 64 re. a garrafa.
Vinho
Do Porto fino a 140ooo a duzia o 105oo a garrafa e magnifico tambem a em bar-
ril a 8oo a garrafa.
tuque do Porto
Adamado e outras marcas a 9oo rs. a garrafa e la| a duzia.
Vinho da FUueira
O que ha de melhor a 40, a caada de Lisboa a 30 e 40 a garrafa.
Vinagre
De Lisboa a 2oa e 28o rs. a garrafa.
Farello de Lisboa
Saceos com 9o libras a 405oo.
Cerreja
Fraoceza em gigos de urna duzia a 60.
Inglesa
Bass verdadeira a......T. e Victoria e Alssop a 5eo res a garrafa
ARA
Lourenco Pereira Meudes Guimaraes.
Froprietario das lejas e armazens da
Arara, roa da Imperatriz
ns. 56 e 72.
Tendo recebido pelos ltimos vapores da
Europa diversas qualidades de fazendas do
que faz ver ao respeitavel publico, vende
barato s alim de apurar dinbeiro, como
nenhom outro.
Attenco.
Chitas a 160 rs. o eovado.
Veodem-se chitas em retalho a 160 rs. o
eovado.
ra
180, 200, 250, do ultimo gosto :
da Imperatriz ns. 56 e 72.
MadapolSo de 24 jardas a 40000.
Vende-se pecas de madapolo com 24 jar-
das a 40, 50, 60, 70, 80 e 100000: por
estes precos s oa Arara ns. 56 e 72.
Algodiosinho a 30 a peca.
Vende-se pecas de algodSosino a 30, 40,
50, 60 e 70UOO o mais barato qoe.se pode
vender: na ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
Gotim e castor para calcas a 800 o
corte.
Vende-se cortes de cotim e castor para
Emilie a 70ooo a duzia
&RAINDE I10TLL CENTRAL
Ra larga do Rosario n. 37
Alogam-se espacosas salas e quartos mobilhades, servem-se comedorias
rado gosto e sseio e reeeneo-se pendonistas por pregos commodos.
a loda bora com apa.
Compaohia tidelidade de segaros
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro;
AGBNTM |M PIBJiAMBUCO
Antnie Liii de Olirtira lieveda t C,
competentemente antorisados pela direc-
tora da companhla de seguros Fidelida-
P| de,tonaam segaros de navios, mercado-
Srias e predios no sen escriptorio roa da
Crns n. 1.
mmmmmwmwmm mmmm
Samuel Power JshostOB A Itnpaahi
Roa di Sen zal Nova n. 42.
AQBNCIA DA
Fuadleio deliOW Roer.
achioas a vapor da 4 e 6 cavallos.
Woeadas e metas moendas para engenho.
Taitas de ferro coad batido para enge-
nlio,
Arreios de carro para nm e dous cavalloj.
Relogios da ouro patenta inglez/
Arados americanos,
idachinaipara deacarofiar algodio.
Motores para ditos.
Ifacbirjas de costura.
Attenco.
N. 2 -Raa do Livrameat--N. 25
Deposito de tamancos e calcado naclonaes da fa-
brica da roa do Jardlm o. 19, de Jos Vicente Go-
dioho, tanto no deposito como na fabrica se
apromplam todas as porebes de calcado o mais ba-
rato possivel, esta fabrica tem todas as macbinas
proprlas para os calcados ja' bem acreditados pelo
grande numero de freguezes que daqul se for-
necem.
Quera qoizer comprar um gaarda-lonca em
moito bom estado, dlrija-se a' roa Augusta n. ii,
qae dir-se-ha quem vende.
Precisa-se de urna senhora que saiba
eosinar a ler, escrever, grammatica portu-
gueza, franceza, msica e piano, para en-
sinar a doas meninas em um engenho na
freguezia da Eescada, urna legua distante
da estacSo, paga-se bem : a tratar na roa
doCabogin. H, 2o andar, com Francisco
Antonio de Britto.
Ensino de msica
7,
S
2 andar, rna i o I apera dar n.
75, 2 andar.
Lecciona-seper solfejo e a tocar va-
rios instrumentos; dando-se as Ii-
ees das 5 horas da tarde as 10 da
noite em casas ou em suas residen-
cias.
Escrava para comprar
ou alugar
Precisase de nma escrava que cotlnbe,por
compra ou alogoel : na roa da Cruz, armazem n.
10, das 10 horas da maobia as 4 da tarde.______
Precisa se de ama senbera qne se qoeira en
carregar da edncaco de 4 meninas em nm engel
oho perto, com Unto qoe saina o francez, porta-
guez, msica e piano e trabarnos deagolha : quem
se quizer contratar dirija se ao eseriptorio de Do-
mingos Alves Mlneus a roa do Vigario n. Ii.
Atten$o
Precisa-te de nma ana ara o servico interno,
Sara casa de pouca familia ; a tratar na roa da
oda n. i ___________"
Pede-se ao Sr. Ernealo Altim da Silva, esta-
dame do terceiro anno jurdico, qae lenha a bon-
dada rir pagar o qae deve; na roa das Agna em urna escrava mi
Verdes n. i, 8a andar. i tratar na ra fmper
Aluga-se o sobrado da roa da Madre
Dos n. 36, com bastantes oommodoi -
iraia-se na raa de S. Francisco collegio da
Cooceicao.
(lnMMnM--nMHMaVM
Residencia e consultorio i
Medico cirurgico
DO
Dr. Antaaia Doarte
Na praca da Boa-Vista o. 31 oude
pode ser procurado a qualquer
hora.
Especiadade
Doencas do peito, e de meninos.
D consultas das 7 s 10 horas da
manhaa.
VM*-**
Permuta se um eogenbo d'agoa de faaer as
soear. sito na fregnezla de Serinbaem, distaste da
va frrea meia legua, moente e correte, coa
maltas, logradoores, e todo o mais aeccessorto, por
predios n'esta cidade : qoam pretender dirija- se
ao largo do Para Izo n. Wi l
Francisco de Sonza Magalb&es.
Precisa se de 800J a jaros
oca e ama cria
rfal n. 515
Ditas em pefa a 200 rs. o eovado : ra cai^s rje bomem a 800 e 10, ditos de brim a
da Imperatriz tojas da Arara ns. 56 e 72. 108O e 10tOO, ditos de brim pardo liso a
Panno preto fino a 10600. 10200 e 10400 : ra da Imperatriz lojas da
Vende-se panno fino preto para calca e [ Arara ns. 56 e 72.
palitots a 10600, 20, 20500 e 30000 o co- Bareje com listas a 32o.
vado, cortes de casimira preta para calcas a Vende-se bareje com listas para vestidos
30, 30500 e 40000: roa da Imperatriz lojas e senhora a 280 e 320 o eovado.
da Arara, ns. 56 e 72. Lasinba escocesa a 280.
M0CAJIBIQU8 A 400 RS. Veode-se laasinhas escocezas para vestidos
Vende-se ama nova Tienda com palmas de senhora a 80j 320 e 400 o eovado: roa
de seda por nome mocambiqne para vest- a Imneratriz loja e armazem da Arara ns.
dos de senhora a 400 rs. o eovado : roa da gg e 72
Impera*iz 'TJSes6.^. Roupa feita nacional.
Vende-se bal5es de arcos de lodos os ta-; Vende-se palitots de panno fino, saceos
manhos a 20, 30 e 30500: roa da Impera-. fraques, a 50, 60, 80 e 100; ditos de
triz lojas da Arara n 56 e 72. casimira de cores a 40, 50, 60, 80 e 100
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma segaros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias e mobilias:
na roa do Vigario n. 4, pavimento terreo
O advogado Amaro Joaqoim Fom-eca (
Albaquerque tem seu escriptorio a' rna
Crnies o. 35, i andar 5 reside a* traves-
sa do Veras n. 15. Encarrega-se de
qnesides em todas as comarcas na exten-
di da linha frrea.
Laazinbas a 200 o eovado. -
Vende-se laasinhas para voottro ^n 1 hi 280, 320, 400 rs. o co-
da Imperatriz ns. 56 e
nbora a 200. 2*.
dtiu: s na ra
72.
Chitas franeezas finas a 240.
Vende-se chitas franeezas largas
coletos de casimira a 30, 30500: calca do
i^ooo, lS; ditas brancas de
a 240,
linho a 30500 e 40; ceronlas a 10, 10600
e 20; calcas de castor a 10280 e 10600.
Palitots de alpaca branca e de cores a 40,
40500. e pretos a 30, 30500 e 40. Palitots
de brim a 20, 20500: roa da Imperatriz
da Imperatriz ns. 56 e 72.
Cobertas
de chita da Arara.
280 e 320 o eovado: ra
lojas da Arara n. 56 e 72.
Chales de merm a 20ooo.
Vende-se chales de mirin estampados a
20, 20500; ditos de 13a a 10000, ditos de
phantasia a 10000: roa da Imperatriz lojas
da Arara n. 56 e 72.
Basquinas a 140000.
Vende-se basqoiDas oo casaqoinhos de' qoe seria enfadonho mencionar
Grosdenapoles preto para senhora a 140,1 Ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
Vinho tnico e nutritivo
BE
QUINA E CACAO.
DE
BlTGRiAI).
Esta nova combinacau rene em orna bebida &s-
ss agradavel e conveniente a lodos os organis-
mos, a gflTba que um medicamento tnico por
etcelleocia, e o cacao que contera principios nu-
tritivos assas reconbecidos.
^Blle se eroprega com o maior snecesso na cara
as paludas cores, soflrimentos do estomago, per-
da de apoetite, digestoes difflcoltosas, menstma-
c3es difflceis etc., etc.
lie psito especial
NA
Pharmacia e drogara de Bartbolomeu & C.
_34--RnaJargajJo l*Mn;-_34___
Uro moco com bastante pratica de negocio
desojando empregar-se uesta provincia, offerece-se
como callelro da qoalqner loja de retalho oa ero
arasso, dando fladur de seu proce imeolo : qnem
precisar dirija-se ao escriptorio da typographia do
Correio do Recife qae ahi achara' com queco
tratar.
Pela .>rgunaa vez e rhamado o Sr. J )- de
Azevedo Sonza a negocio que lbe diz raspeilo : na
ra do Qoeimad', loja de miodezas n. 16._______
Aos maranhenses.
Pelo presente sao convidados todos o&
maranhenses emprefiados no commprcro
Vende-se cobertas de chita a 10800, 20,!desta preca a comparecer domingo 28 de
205DO; ditas de damasco a 40; ditos de
fustao a 60 e 64500: roa da Imperatriz lo-
jas da Arara os 56 e 72.
Vende-se bramantes para lences a 20500
e 2080 > o eovado ; e maitos ootros objectos
JOIAS
N.2D ^ N. 2 D
IPIF* COR 1 CAO DE OURO. ^jfc
A loja n. 2 D intitulada Coraco de Onro na rna do Caboga, acba-se d'ora em diante offerecen
do ao respeitavel publico com especialldade as pessoas qne bonram a moda os objectos do ultimo gos
to (a Parts) por menos 20 por cento do que em oulra qualquer parte, garantindose a qualidade e a so
idei da obras. .
O respeitavel publico avaliando o desejo qoe deve ter o proprietario de um novo eslabelecmen-
to qoe quer progresso em seu negocie deve chegar immedialamente ao coraco de ouro a comprar
aneis com perfeitos brilhantes, esmeraldas, rubinse perola ; verdadeiras em agarras, modernas pek
diminuto preep de 100, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo preco de maraoas de
prau com cabos de marfim e madreperola obra de moderno gosto (o que o encontrarao no coracio de
ouro) vouas de ouro com a competente crusinha ricamente enfeitada pelo pequeo preco de 12#, brin-
cos de nm trabalho perfeito por um mdico preco, cassoleas, ttaneals, putceira, alflnetes para re-
tratos e outros modelos ludo de alio goslo, aueis proprios para botar cabello e Drma, dito para casa-
mento, no rtico roseta tem o Corago de Ouro um completo e bem variado sortimento de diversos
costos, butSes para ponbos com diamante, rubins e esmeraldas, obra esta importante ja pela seu va-
lor ja* por gosto ds desenbo, brincos a forma da delicada roosloua de moca com pingente contendo es-
meraldas, rubins, brilhantes, perolas, o gosto sublime, alfloete para gravata no mesmo gosto, relo-
gts para senbora cravados de pedras preciosas, dilos para hornera, diversas obras de brilhantes oe
noito gosto, crosiohas de robins, esmeraldas, perolas e brilhantes, aneis cora letras, oacoletas de
erystal e ouro descoberta para retrato (a ingleza) brincos de franja, ditos a imperatnze toda e qual-
quer joia, para seeolocar retratos** obras de cabello, e outros muilos objectos que es pretendemos en-
contrarao no CoracSo de Onro qae se conserva com toda a amabilidade aos concorrenles deixandc-
se de aqu mencionar precos de certos objectos porque (desculpera a maneira de fallar) dlzendo-se o
preco talvez algoem faga mao Jaizo da obra, por ser tio diminuta quantia a vista do seo. valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe se coneer-
tos, por menos do que em outra qualquer parte, e dio-se obras a amostra com poohor, conservande-se
e Coraco de Ooro aborto at as 8 oras da noile.
Qoalqoer pessoa que se dirigir ao Coraco de Ouro nao se podera' engaar coro 3 casa, pois
nota se ua sua frente um coraco pendurado pintado de amarello, alem de outro qae se nota em um
rotulo (isto se adverte em conseqnencia de lerero ja' algumas pessoas engaado com outra casa.
julho .pelas 5 horas da tarde, a roa da Auv
rora n. 64.__________________
" Precisa-se de nma mlner capaz, que seja
parda ou crioola para fazer companbla e o servico
de urna s pessoa : a tratar oa ra Direita n. 3,
loja._______________________
Precisase de om preto escravo para creado
de servir, no botequlm n. 9 da ra do Rosarlo,
amiga des Qoarteis._________________________f
Alogam-se as casas terreas da roa do Henrt-
qne Dh?, vulgarmente nonbecida por Estancia,.
ns. 1, 4, 12,16 e 20, todas om commodos para
lamilla : a tratar na ra da Cadea do Recife
n. 39. ___________________________
Xarope de salsa parrilha do p.-r
ou
DEPURATIVO DO SANGCE USADO AS MOLESTIAS DR
PELLB, 1.MPINGENS, DORES RHEUMATICAS R ULCERAS
VENREAS.
Deposito
Pharmacia do Pinto ra larga do Rosario nu-
mero 10.
Sociedade
Na ra da Prata d. 34, se uHece melade dos
interesses qoe se possam fruir era nesocio de car-
ne secca a quem ss preste com a scnlclente pra-
tica e fiador idneo de soa conduela.
w: S ARa do Cabag-N. S A
Agostinho Jos dos Santos fr C
Acaba de chegar a este estabelecimento om esplendido sortimento de
joias do ultimo gosto, perfeicao artstica e modeilos eoteiramente novos; como
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, aoneis, botos de ponho, brincos e AssoieUs com letras, etc.,
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqoeiros, paliteiros, caln de mesa e
frocteiras, cojos precos s3o iocompetiveis, pois que os propri'-tarios desta casa,
recebendo seos artigo* directamente da Europa, podem servir vantajosamente
aos seos fregoezes. Compram-se brilhantes, pedras finas, ooro e prata, pag
se bem, tambem se incombem de fazer concertos.
J4RDIM DAS DAMAS
NOVA
Loja de fazendas
36 Roa da Imperatriz 36
DE
Guimares & Silva
Ts propietarios deste '.bello estabelecimento
partecipam ao respeitavel publico, e a seus di-
nissimos freguezes que encontrarao no elegante
jardlm das damas fazendas todas novas modernas
da diversas qualidades e ricos desenos, indo o
que ba de bom e barato a satisfaclo de todos o
fregoezes, que nos qneiram honrar com sua pre-
senca, a saber : sedas, las, linho, algodo, vas-
quinas, ntremelos, babadlnbos, camisas franeezas
de Moho e algodao, seroolas de linho, camisas fla-
nella de cOr, tudo de diversas qualidades e gostos;
assim como om complelo sortimento de ro.upas
feitas, tanto franeezas como da ierra e por medida,
todo com brevidade a perfeicio, eoo o proposito
de agradar a todos, unto em agrados dos Jardinei-
ros cerno a melbor boa f possivel oa classicacio
de nosss fazendas, por isso parteclpamos a todos
em geral dirigir-se ao elegante jardim das Damas,
verlflcar-se da verdad._______________________
Attenco
Precisa-se de nm caixeiro para tomar conta de
om estabelecimento, que d fiador a sua conducta,
qaem oeste caso estiver procure na roa do Rangel
n. 54 qne se dir onde .
Precisase alagar nma atna de leite :" a trt-
tar na roa do Hospicio n. 68. -.
P
nr'


_w


I

l.. Mr, > d rfulh. de 1807.

DO
i oifi



R. SI-VIAL.
Para o tratamento e cara rpida e completa das molestias syphiliticas, eris-9-_
las, rhenmatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, infiammacoes chronicas do igade
e baco, ddres sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias, plenri-
sias, gonorrheas chronicas e em ge al todas as molestias era que se tenha em vista a pu-
rifkacao do syslema sanguneo.
consideraces geraes
A saade um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao ens
fermo o avalia-lo.
incontestavel que o homem nesle mondo constantemente, e por todos os lador
atacado por ama infinidade de agentes morbficos que todos ten lo n, dadas certas e deter-
minadas circumstancias, a alterar o regalar exercicio das funecoes orgnicas, resoltanbo
pesse desequilibrio o que se chamamolestia.
A molestia nao mais do que a desvirtuado das forcas vitaes, occasiooada,- d,
gundo as investigaces e experiencias dos mais abalisado mestres da scencia, pela depra-
vado dos humores geraes, consequencia da aeco maligna desses mesmos agentes mora e
fleos introduzdos no organismo pelo acto da respiraco, pela via digestiva, pelo contacto
immediato etc. etc. etc.
A syphilis infelizmente tem sido a partiltia da humanidade, e como fra de duvi-
da que esse terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas to variadas, enfraquecendo
constituyes robustas, produzindo mutilacoes, e cortando ainda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral dos
humores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos flgoram em primeiro lugar para preencher esse iesiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
immensos successos obtidos pelo uso deste salular agen'e tanto na Allemanha. como em
Franca e Italia, o tornara, c companlieiro inseparavel de quasi todos os doentes.
Sendo as molestias, como cima dissemos, devidas s alteracoes dos humores, o
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado vantajosamenle na syphilis, erisy-
pelas, rheumatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, nammacoes chronicas do
ligado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias,
pleurisias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que se tenha
em vista a purificaco do syslema sanguneo; pois que ama pratica constante tem feito
ver que elle indispensavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, e pre-
parar o doente para medicacoe. superiores ; e as menos graves a cura a conse-
quencia do sea aso, convenientemente repetido.
As substancias que entram na composico do Elixir 'depurativo do Dr. Sevia
pertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
cias depurativas e antisyphiliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evau-
a tem feito erupeo no exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne tara
bem os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella anda no
estado de encubaedo, isto sera se ter manifestado sob formas externas: beneficio
mmenso, tanto mais quanto neste estado os individuos ignoram completamente se es-
to contaminados por este terrivel infmigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua accSo so-
bre o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias medi-
camentosas, como acontece ao porgante dito Le Roy, que na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
tado, muitas vezes, hydropesias, que quasi sempre terminam pela morte do doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
sas asseveracoes, porque sendo um medicamento to simples na sua composico. a
pratica tem confirmado sua utilidade.
(Juico deposito em Pernambccc.
Moedas de ouro.
Nacionaes e estrarjgeiras assim como libras
esterlinas: campram-se na roa do Crespo n. 16,
primeiro andar. _^_____
Comprase moedas de ouro de 20, 16J, 10
e 9 a roa da Crm o. 3. _^__________
li-
e
Gompram se patac5s e pr.ua hrasileiia
bras esterlinas moedas, de 9, de 10, de 16,1
20* por malor prego do que em ootra qoaki-er
pane: na ra da ('adela lo|a de fnin',a* o. 58.

Moedas de prata
nacieoaes assim como pataco?? portueoezei e
bespanhes, compram-se rom premio : na roa do
Crespo n. 1C, primeiro andar._____________
258000
pr.ia moedas nacionaes de 203 : na ra do Crespo
n. t. primeiro andar.___________________
Libras esterlinas?
Comprare se com bora premio : na pra a da la
dependencia n. _..
Compra m-sc escravos
Silvino Guillermo de Barros, compra, venda e
troca effectivamante escravos de ambos os sexos
e de todas as idades : a' roa do Imperador n. 79,
erceiro andar.
t5o
e prata.
Moedas de ouro e prata nacionaes, e.-trangeiras
e de todos os valores se compram na toja de ourl-
ves junto ao arco de Nossa. Senhora da ConcelQao
ra da Cadela do Becife, assim como ouro e prata' g,0n""j8 d f.mi. inn tfin B ^
nra obras velbas, brilbantes, diamantes, e se paga 3 > "
bero.
Rival sea segundo.
Rua do Que Imano a. 4.
<|Qcr acabar com as .alendas abaiit
mencionadas.
QnMran vir Ter e qne bem c baratsimo.
r*^|fe iabynntho com bico, faienda boa a
Carreteis de linha com 100 jardas a 30 rs.
Grvalas pretas e de coree multo iloas a 500 r
CJias de o'Dreias de massa muito novas a 40'rs.
infladores para espartilho do cordao e uta a 8
ris.
Carretees de liuha Alexandro com 400 jardas a 801
ris.,
-esma* de papel almaco moito bora a -J600.
e rasco de oleo babosa a 320 e 500 rs.
pitos de dito bigieniqoe verdadeiros a 1J0O0.
Ditos <|lo falso a 800 rs.
Ditos dunacacnr parola a 200 rs.
Sabunetes muito Buos a 60, 160, 200 e 320 rs.
Dito, de -bolla mmto Onos a 240 e 320 rs.
i~ixat para rap --> > >> .s estampas a 100 rs.
Miadas de linha roi ,,_i lardar a JO rs.
Varas de cordao pato espailtu a 20 re.
frascos com tinta rxa maito boa a 240 e 320 :.
! entes voltalos para resacar cabello de meain
a 320.
irascos do macaca' oleo muito Abo, a 120 rs.
Abotoaduras-muito Haas para rolletes a 500 rs.
_>rtoes de linha branca e de cores a 20 rs.
Libra de ara preta superior a 100 rs.
S Varas de franja branca de linbo para toalba a
100 rs.
PeS*s de bico estrello com 20 varas muito bonito a
1*000.
Varas de papaflna de difluentes larguras a 120,
160e200rs.
Caixas de palito balao a 40 rs.
Caixas de palitos de seRuranga sem encbofre a
60 rs.
Pataces
Compram-se patac5es bespanhes, porlogneies e
brasileiros de coobo antleo, em casa de Aiamson,
Henry 4 C, roa do Trapiche-novo n. 40.
Caes de Apollo, armazem n. 55.
Comprase um copeiro de 14 a 16 anoos, e
preto que sirva para tratar da dous cavados.
Grosas de botSes de madreperola para camisa a
500 rs.
Caixas com
120 rs
Camina de doulrina ebrista a 320 rs
Latas com superior banha a 200 rs.
soldados de chambo para, meninos a
ii m

Na botica e drogara

DE
Bartotliomeo Companhia.
34RA DO ROSARIO LARGA34

INJECTION BRO
-;!l)lralc lulallltcl c rtwnHn, _ahilaaiv uiu S mu tahum djuto. Veud*_
u principan bolita, _u_lo. ( Ku m _Mra*M 4* IMl. ( 4* -----'- 1 ^ __
. _wr >.. tilTwi |n, Mt, ^^ "'-- ----"
Goilherme S^tts comora at 24 travs de
qualidade, de 52 palmos e 12 pd toadas, po3 tas no
caes do Ramos : a fallar na roa di Iraper atril n.
45, segando andar.
VENDAS
DE
.
-
CAROSA
PREPR&DAA FRI



POR
AUCUSTE Pharmaceutico pela escola de Paris e successor nesta cidade


0F.

Aristide Saisset e J. Soum
22.-----Ra da Cruz
-22.
Tratamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, nem oatro qaalqoe
mineral.
i Verdadeiro pnrificador do sangoe sem azougue.
Especial para a cura de todas as molestias que tem sua origen) na impureza do
sangoe, como sejam as molestias boubaticas, syphiliticas, escropbulosas, dartbrosas, qoer
venham ellas por heredttanedade, quer sejam adqueridas pelo contado com pessoas in-
feccionadas dos diversos virus que contaminam o sangue e os humores.
A earofra om remedio prodigioso, usado desde remotas~ras pelos indio*
do Brasil, e passando seu uso de geraco em geracSo, hoje ara dos remedios mais co-
nbecidoscomo propno para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse nume-
ro a morpha ou elepbantiases, para cajo curativo os nossos sertanejos considerara a
caroba como remedio especifico.
A maito ttmpo eatroa a caroba nos formularios como preparacSo magistral
sob a forma de eleictuario, ainda hoje lembrado as pbarmacopas com o nome de seu
celebre aotor Jo2o Alves Carueiro: n5o ella portanto remedio novo\jem desconhecido.
O ungento de caroba da mesma sorle preconisado desde tempos immemo^
riaes como o mais apropriado para o corativo das boubas e ulceras syphiliticas srdidas,
e empregado com proveito depois de ioiproficoa applicaciio de moitos ootros agentes
therapeoticos enrgicos e de uso quotidiano.
Muitos dos nossos mdicos de considerac3o e entre elles o muito distincto pratico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Atbayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio de ex-
perieucias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no trata-
mento das boubas, das diversas formas sob que a syphilis se aprsenla e muito especial-
mente as que teem soa sede na pelle, e poderiamos relatar algons casos de data muito
moderna bsarvaflos pelo mesmo Sr. Dr. iloscozo em que a caroba produzio admiraveis
efieitos, depois de iooteis e prolongadas applicaces de salsaparrilha, mecurio, iodo, ou-
ro e seos preparados, etc., etc.
Nao era possivel que urna planta to notavel por suas inappreciaveis virtudes es-
capasse a perspicacia e investigaces dos mais abalisados praticos europeos, qne se ap-
pbeam com especiaHdade ao estudo e tratamento das molestias syphiliticas e herpeiicas
e para prova abi esio os Srs. Drs. Casenave, Schurfer, Ricord e oatros daqdo as mais
lisongeiras infbrmacoes sobre as propriedades curativas da caroba e preconisando-i como
remedio poderossimo para o tratamento das ropaBes cutneas, seccas ou suppurativas,
darthros de todas a qualidade, ecemas, nlceras d diverras naturezas, tumores, osseos
e outras moitas molestias de natureza sypmtica oa boubatica.
Por ter-se generalisado muito o uso da esseocia da caroba que eu pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar em suas observaces,
deliberei-mea ter prompta urnaqoantidade da mesma essencia, obtidasem a aeco do
ogo, para nao prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encon-
eL11? M mDha Poarmacia sempre e em porc3o sufliciente para todos os pedidos a
UCENCIA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma plunta para que nan-
ea rauem aosSrs.mdicos que quizerem experimentar 13o precioso-agente medicinal.
Recire de Psrnambaco, 17 de ootobro de 1866.
Adgoste Caohs.
Vende-se arrox pilado em saccas, vindo das
Ajagoas; na ra da Sandalia Velha n. 84.
Aviso agradavel.
Souza Soarcs de Irmio.
Roa Nova o. _8. .
Vendem :
Linoas muito superiores em nowllos sortida
34000 e 2450J a libra.
Dita mais Inferior a 1 200 e 1*500.
Dita do gaz, preta, branca e de cores, em cai-
xas de 40 novellos, 800 res.
Dita em caas de 50 novellos, branca, a 700
res.
Dita em calas de 10 novellos grandes, a 540
reis.
Dita branca e preta, em eartoas, a 160 reis a
duzia.
Dita de Alejandre, carros 200 jardas, a 14200
a dozia.
Dita em carros, com 80 Jardas, a 360 reis a
duzia.
Aitolbas de fundo dourado muito tinas, caixa a
220 res.
Ditas inglezas, sortidas, milneiro 700 res.
Grampas com eabeca de vidro, duzia a 160
reis.
Ditas lizas e crespas, maco 30 e 60 res.
Colxete en eaixiahas, duzia 640 reis.
Dito em candes, dozia (00 e 900 res.
Esaeleta? verdadeiras, B B, eaixa t06 reis.
Amueles em carta* grande* a 140 res
Dibs em cartas menores, 10J r.ls.
tJitos em caixas cora meia libra, 320 reis.
DiSts de madreperola para camisa, grosa 460
e 500 re.
Di ms de oso para cale, grosa 200 res.
Diips de louc.i, grosa ItiU a MO res.
Ditos de moedinba para panbos, a 1*600 ris
a dnzia.
Pentes para alizar, dozia 1*100, 22CO e 3*000
reis.
Ditos muito superiores para bixos, dozia 2*000
reis. *
Ditos para coco, dozia 1*800, 1*900, 2*400 e
3*400 res. .
Pnosfjros de cera muito superiores, duzia de
caixihhas 320 reis.
Uaraltios iranceze* maito liuop. 200 reis.
Ditos porluguezes muito Poes a 120 e 160 reis.
E-pelbos em qaadro dourado a 120.
Trancas lizas e de caracol, peca 40 50 e 60
reis.
Fila de la para debrom, vara 100 reis.
Dita de algodo brwMft, peca 240 res.
Dita de linno, peca 40 reis.
Lia de todas as cores para bordar, libra 6*000
reis.
Fitas de todas as qualidades, papel almaco, de
peso, aroizade, envelupes, peuu *s de ac, canelas,
lapis, metas para homem, rumberos o meninos,
brincos, roteta?, sapatos de traiga e tapete, boti-
nas enfeitadas para senboras, cintos moderos,
coques, grvalas, voltas.caniveies, tbesooras, tiras
bordadas, labinnlho, franjas para cortinados e
loalbas, colannhos etc. etc. e muitos objectos de
gostoe novidade que continuadamente recebem
por todos os vapores.
Perfamarlas.
Agoa Florida verdadera, garrafa 1* res.
Tnico oriental de Kemp, frasco 19 res.
Olio pbilocome, frasco 1* reis.
Dito de Oreza, frasco 1*200 reis.
Extractos muitos finos para lenco.-.
Agoa colonia aBaacada.
Saboneles, pos para dentes, sextiobas com per-
fumaras ttc.
Jarros de mnitn gosto para flores.
Figuras de porcelana par eofeite de cin a
mesa.
Copos de vldro para agua, dotia 4* re.
Lanternas, candieiros. capotelras ele, etc.
Facas e garfos, dozia 2*500, 3* e 4* reis.
Hacas e>iaobadis de diversos lmannos.
Colheres de metal para cha', dozia 2* reis.
Ditas d rat-tal para sopa^dutia 3*200 reis.
Salvas de metal de 6 a 12 po!legadas.
Paoellas, frogidelras, cacarollas, cltaleira.-,
xadas, pa, preges etc. ete.
Gaz.
E_ latas de 5 galops. 9:500 res.
Em latas de 2 i|2 galoes, o> reis.
Em garrafas, 400 res. X
E tudo quanto seja tendente ao seo grande
novo e>tab6.ecimealo de miudezas, ferragens
quinquilnarias e candtairos a gaz.
Raa Nota n. 28.
Garanle-se sinceridade e barateza nos precos.
Sedas largas
A 2* o covado
Se m laja d-> pavao.
Vendem se moderoistlmas sedas com largura
de chita franceza, sendo com padroas modernos,
tendo entre ellas cores proprias para quem esta de
luto : vende-se pelo barato preco de 2* o covado :
grande pechineba : na loja e armazem do Pavo,
raa da Imperalriz n. 60, de Gama & Silva.
Corles blancos
A 500 rs.
Vende-se bonitos cortes de cambraia branca com
bonitas barras bordadas e tendo tambero algons
com bonitas barras de cores ; vende se pelo bara-
to preco de 5*, na loja e armazem do Pavao, roa
da Imperalriz n. 60, de Gama & Silva.
Alpacas de cores
A 500 rs.
Chegaram a; mais bonitas alpacas de cores para
* vestido com desanos miados e graudos, tendo
largura de chita franceza, e vende-se pelo barate
preco de 60J rs. cada covado ; grande pechin-
eba : na toja e armazem do Pavao, raa da Impe-
ralriz n. 60, de Gama & Silva.
Bramante a 2}}.
Vende-se superior bramante de linbo alvo com
10 palmos de largura, pelo barato prego de 2* a
vara : na loja e armazem do Pavo, coa da Impe-
ralriz n. 60, de Gama & Silva.
Algole avariade
Vende-se pecas de algodo largo muito en corpa-
do, pele barato preco de 5*500 a peca : na loja e
armazem do Pavo, raa da Imperalriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Reta Ibes
Vende-se orna porcao de retalbos'de chitas e ca-
cas pretas, por preco barato, na loja e armazem do
Pavc, roa da Imperalriz n. 60, de Gama & Silva.
Sedas a 320 rs. o cavado
Vode-se um bnlto sorPraento de sedas de listas
que sempre se veoderaro por muno mais dinheiro
a liqoldam-se oelo baralissimo preco de 320 rs o
covad, s para acabar : na loja e armazem do Pa-
vo, roa da Imperalriz n. 60, de Gama & Silva.
-4 Vende-se urna casi terrta sila na estrada no-
va do Caxaog, com 37 palmos de frente e 83 de
FH4RMiCI\
DE
Joaquini de Aimeida tinto
A jurubeba contra o ingorgi
lamento do fajado e do bago
Em extracto alcoolico, emplas-
tro, oleo, tintara, plalas,
xarope e vlnho
A jurubeba urna das substancias medi-
camentosas qoe pertencem ao reino vege-
tal, e perteoce a classe dos inicos e desobs-
troeoles, sendo empreada com vantagem
contra as febres intermitentes acompaobadas
de ergo gitamenio de figado e de baco. Ella
tem sido applicada com incontestavel pro-
veito contra a anemia ou cblorose, e hydro-
phesia, catharw da bexiga, e mesmo para
combater a meosiruacSo difficil, resollante
da mesma anemia ou cblorose.
Depasilos praes
Em Peroambuco, roa larga do Rosario
o. 10, Rio de Janfiro, pharmacia do Sr.
Dourado, Rio Grande do Sol, em casa dos
Srs, Cascao & C, Macei, pharmacia do Sr.
Glaudino, no Havre, pharmacia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, na pharmacia do Sr. Feij.
fundo, 2 sallas, 1 saleta para ngommado, 4 quar-
tos, cosinba fra, 2 quartos fra e 1 telbeiro pro
prio para estribara o ig.s.lho de vaceas, cacimba
ealgumas larangeiras, sendo todo murado com por-
lo de ferro ao lado dlreito : qoem pretender den-
ja-se ao abaixo assignade morador na estrada dos
Aducios.Candido Jos dos Santos.
Vende-se ama casa terrea na ra dos Copia-
res n. 9 : a tratar na roa Estrella do Rosara
o 16.
ATTENCaO
No armazem de fazendas de
SantusCoelho,rua do Quei'
madd n 19.
Bom e barato
Cambraia de cores matisadas Goissimas a
800 a vara.
dem brancas transparente finas de S,
U, U, U, H e 8A50t a peca..
BalSes de arcos para senhora a 2^500.
dem de arcos de cores a 3$500.
dem de arcos brancos nesgados a 35 e
30500.
dem de mursulina a 50.
dem de mursulina para meninas a 30 e
30500.
dem de arcos para meninas 10600 e 20.
Cambreia de salpicos branca a 40500 a
peca com 8 1/2 varas.
dem admascada para cortinado a 120 a
peca com 20 varas.
dem para forro a 30 a peca com 10 jar-
das.
Retondes de fil a 60.
Gbales de fil a 50.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
20 e 20500 a dazia.
Lencos de cassa finissimos a 30200 e
3060o a duzia.
Cambraia de linbo muito fioa de 60 e 90 a
vara.
Madapoles finos de 70, 80, 90,100,110
a 120 a peca.
dem entestado maito fino a 90 a peca
com 20 varas.
Platilba de algodSo superior fazenda para
saias a 30200 a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas da India, muito grande
a 20600,
Lences de hamburgo fino a 20400.
dem de bramante a 30200.
Pannos adamascados" para cobrir mesa a
CALLOS
PomadaGalopeanpara a extracto e cora ra-; 40500.
Goardanapos de linbo adamascados a.
3500aduzia.
Atualhado adamascado com 7
pidae completa dos callos duros, sem a menor dor,
vende se na
j'hai nacia e drogara
DE
de
en-
Vende-se orna bonita escrava creoola com
idade de vinte e tantos annos, alta reforcada e sa-
dia, boa cosioheira, emgomma e lava : quera a
pretender dinja-se ao largo do Paraiio o. 19 2
andar.
VENDE-SE
Vende-se 18 travs de qua^ade de 30 palmo*
de cCmprldo e II e 1,2 porgadas da grssor_, a
ver as Cinco Ponas, a tratar no Pateo do Tergo
o. 141.
Taberna veada,
Faz-se todo e qualquer negocio "cora a taberna
da roa Imperial a. 215, a dinheiro ou a praso. &A
tambera vende-ge >6 a armado
Na Soledade n. 70 vende se om piano de masa
em bom eslado, com boas vozes, e por preco com-
modo. v
Rip ariucipe Alberto.
Vende-se em latas de qaarta a 2J3Q0 : na roa
do Crespo n. Crioja de rateadas de Gregorio Paes
do Amara I & C_________________
Vende-se om preto velho por preco eoromo'
do : quem pretender dfrlja-se a roa Velha n. 7-
Bartholovaeo C.wpaahla.
34-RA LARGADO B0SABJ0 34
Untco deposito._____
Xarope e pasta de Seiva
DO
Pluhelro martima
DI
E. Lagasse
PreparacSes mui preconisada pelos sabios mdi-
cos de Pars, com as melhores at boje diseoberta
para a cara certa de todas as molestias do aeito,
broocbites agados e enrooicos, asthma e aioda da;
affeccoes das. vias urinarias.
DEPOSITO ESPECIAL
34Ra larga 4 Rosario34
Pharacla de Bartholomeu C.
Farinha superior
Tem para vender Antonio Lolz de Oliveira Aze
vedo & C, no seq escriptorio, ra ra Ctm n. 1.
De pan aria
Um balco, comme it faot, ama masseira, pesos
ballaoca e tendedeira, vende-se por todo o prego,
na ra do Hospicio n. 33 ou da Cadela n. 87.
Vende-se Orna escrava crionia, de idade de
SO annos : estrada de Joao de Barros o. 4.
Terrenos para edificar
Vende-se terrenos no Caxaag, mnilo altos, e
proprios para ediflcacao. Qoem pretender dirijase
a raa do Apollo n. 31
LEITETjPl RO r
ao p da vacca, oa travessa dos Pires n. 4, vende-
se por com'modo preco.
H^Pbaroaacia capela I borneo
pathlca do Dr. a bino O
L-. Plnho.
Cha de 1* sorte -para uso das
pessoas qoe se tratam homeopatbi-
camenle.
Vende-se em pacoles de libra a
30200 rs.
Ra Nova n. 43.
mmmmmmmm m mmmml
4LEALD4DE
Neste estabeleclmento a' roa da Imperalriz n.
70. encontrara' o respeiiavel publico um lindo e
vanado sortimento de mludea, perfumaras da
socledade bvsieoica Lubio, Piver e Condrai, lavas
de Jouvin, cbapelioas, coques e enfeites para ea-
beca, objetos de modas de Parts, que recebe de
sua coala e por esta razao vende por menos qoe
em ootra qoalquer parte. Os Sr;. consumidores
nao necessitam ter encommodo de irera ao bairro
de Santo Antonio e Recite para se proverem do
que precisaren), pois na Lealdade acbario todo
do melhor gosto gpor precos moito commodos.
Vende-se om sitio a margem do no Capiba-
ribe, trata-se oa roa do Queimado n. 18 A.
Farinba de mandioca a 34800 o sacco : no
armazem de Candido Alberto Sodr da Malta o?
travessa da Madre de Dos n 14.
. 1/2 palmos
de largara a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 30 a vara.
dem trancado dj algod5o a 10500 a vara.
Algod5o eofestado com a mesma largura
a 10100 a vara.
Toalhasalcochoadasdelinhoa 110a dozia.
dem com pello a 130 e 140 a dozia.
Fil de linho liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 900 a vara.
Grosdenaple preto superior de 10800,
20 e 20500 o covado.
Morantiqoe preto superior a 20800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 o covado.
dem branca a 600 o covado.
Bramante de linho com 10 pabilos de lar-
gara a 20500 a vara.
dem de linho com 5 palmos a 10200 a
ara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Assim como outras muitas fazendas que
se vende por menos que em ootra qoalqoer
parte, o d-se amostras de tudo,
Perfuman s finas,
INGLEZAS )E GOSNELL C.
E FfiANCE^AS DE E. fENAD.
A antiga e bea condecida'loja de miude-
zas ra dn Queimado n. 16, c ntinua a
estar provida de flnaa perfumaras de diver-
_ sos fabricantes acreditados como Gosnel e
Penaud, sendo deste, excellente extractos
para, lencos, agoa de Colooia, oleo, bao?;
cometique para cabellos, opiata e pos para
dente?, sabonetes para m3os e barba, ete.,
etc.; e daqoelle, superior agoa de Colonia,
opiata ingleza e pos para dentes Alm dos
mencionados objectos ha muitos oatros qoe
por soas boas qualidades e bonitos vasos,
agradarSo completamente aos apreciadores
do bom.
Fivdlas e fitas para cinto.
Na antiga loja de miudezas ra do Quei-
mado n. 16, eocontrarSo os pretendentes
nm bello sorlimento de fivelas e fitas para
cinto, sem que esqueca os lindos peritos
prateados, com fitas pendentes e sem ellas,
sempre a contento do experienle freguez
que se dirigir dita loja de miudezas:
roa do Queimado o. 16.
l>iffereiites objectos
espestos apreciado dos esclarecidos fre-
guezes qoe os quizerem comprar ; na ra
do Queimado o. 16.
Bonitas caixmhas de madeira com fecha-
dura, proprias para costura.
Outras ditas com arranjos para costura,
Sapatinhos de setim e merinos para bap-
tisados.
Meias de seda para d tos.
Tocas e chajieosinhos para ditos.
Tercos de madeira, osso, cornalinas, obras
mui perfeitas.
Alfioetes de osso com bonitos moldes,
obras de gusto para peito de senhoras.
Ditos pretos para luto.
Meios aderecos de madeperola.
Porte jupe ou suspende saias.
Lencos bordados para senboras.
Brincos pretos, pulseiras e alfinetea com
camafeo, tudo para luto.
Froco grosso de 13a. para differentes (ios.
Bonecas mansas e choronas para crean-
cas.
Cestinhas proprias para creanfas e bo-
necas.
Bandejas peq nenas para copos.
Boula- e mu(!t'.-n s chapeliaasdeseda
para senhoras
Na loja de miadezas roa do Queimadc
n. 16 vendem-se bonitas chapelinas de seda
moi bem enfeitadas e por precos rasoaveis.
Enfeites de florvs a imitato de chape-
linas
Vendem-se esses bonitos e modernos en-
feites de flori s a imitado de cbapelioas : na
rua do Queimado, loja de miudezas n. 16.
Differenles objectos
Vendem-se na rua do Queimado, loja de
miudezas o. 16.
Gravatas brancas de cambraia para noivos.
Grvalas brancas de setim para ditos.
Rosas Camelias, ramos e caixos de llores.
Papel para rosas e folbas p ira ditas.
LeBeos de cambraia fina com barras de
cores, sendo
Para homensa 30600 a duzia.
Para meninos a 800 rs. a dozia.
Vendem-se na rua do Queimado, Ma de
miudezas n 16.
Collerinhos de linho
obras de ultimo gosto.
Vendem-se na loja de miudezas; rus
do Queimado n. 16.
CABIDES PORTATEIS
TK"EAD0S K EHVEIUTIZADOS.
vendem-se na loja de miudezas; rus
do Queimado n. 16.
Caixinhas
com pastilhas de cheiro para
queimar-se em lugar
de incens.
Vendem-se na rua do Queimado ; loja de
miudezas n. 16.
PASTILHAS OUORIFUMANTES.
Essas. cheirosas pastilbas sao sempre
apreciaveis, e com especialidade no correte
mez, porque servem para perfumar os ora-
torios ou altares em que se resam ou can-
lam louvavelmeote o Mez Mariano, es-
tas vendem-se na loja da Agaia Branca:
raa do, Queimado h, 8.
XAROPE
DE CASCAS DE LARANJAS AMARGAS
_e V. P. Laroze, pharmaceutico
em Parlo
35 annos de successos atiestan t su cicaria,
con*:
tnico excitante, para ajudar as foac-
ces do estomago, assim como dos intesti-
nos, e curar as doeocas nervosas, agudas ou
chronicas.
tnico anti-nervoso, para curar os incom-
mdos percusores de doencas assim evita-
das, e para facilitar a digestao.
anti-periodico, contra os calofros, calo-
res, com oa sem intermittencias, e qne teem
por especficos as substancias amargas; tana-
bem c efQcaz contra as gastr i tes e as gas-
tralgias.
tnico reparador, para combater a ex-
haustaco do sangoe, dispepsia, anemia, es-
gotamento, inappetencia, langor etc.
Deposito em todas as pharmacias e casas
de drogaras no Brasil.
ExpedicSes. em casa de J.P. Lazore. roe
des Lipns-St-Paal. 2, Paris.
Deposito em Peroambaco, pharmacia de
o. Maurer d G. raa Nova n. 25.
a_gueugas
Vfodem se as tnelores saMoesagas de Ham-
burgo a retalho, por preco mnilo diminuto : n_
roa da Croi o. 60, 1* andar.
ATTfitfCAO.
Vende se orna malita com 13 anote, na roa do
Qoe.: nado b. 73.
Loja
DAS
%W|fVMA_
Bustos
Vaquetas de lastre proprias p:ra cobertas de
carros, mnilo novas e da melhor qaaliiiaae pos-
sivel : vendem-se por precos raroavets na rm ta
Cadeia i. .6 A.
iritacao dos pulmer. augi-
nas, tosse, escarros de
sangue, crupo ou garro-
tilho, catarro, rouquidao
e todas as innumeravei molestias qoe affeo
to aos orgos da respirarlo
DESAPPARECEM
ediante a accao da balsmica e irrev
ANAGAHUITA
PEIT0RAL de KEMP,
aianacahaita mexicana que d o nome es-
peciar este incomparavel remedio, ama
arvore, cuja madeira por moito tempo se
ha asado no Tampico para a cara das d-
fermidades cima mencionadas. Foi taro-
bem ensalada e approvada pela academia
medica de Berlim 0 peitoral de Kemp
om xarope delicioso inteiramenle livrede
opio, acido hydrocyanico e oatros ingre-
dientes nocivos.
A' venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo 4 C. e P. Maurer & C, e em todos os
estabelecimentospharmaceoticos do imperio
''.


lar l o 4c Pernambue* Quinta lelra 13 de eluilio de 1867
,_______L-_________________. ______
0M0R0D
RIJA DO BRtJllI X. 38
0 proprretano deste estabelecimento deseja chamar a aencSo dos senbores pro-
pietarios para os acreditados mecbanismos que contina a fornecer ; os quaes garante
86T comosempre. da melhor qoafidade possivel:
Machinas de vapor
forca de um cavallo para cima. As menores sao mui proprias para motores de descaro-
eameatos de algidio ; ellas viajam armadas e podem trabalhar dentro de 24 horas, depots
de chegarem no lagar. Olas levam tado qaanto preciso para o trabalho, e diversos so-
brecelleotes. As machinas maiores sao proprias para a moagem de canna, e hai aellas
que podem janta e separadamente moer canna descarocar. Ellas podem-se aaplicar a
qualquer moenda j existente sem oatra mudanca do que a substituico das rodas da alman-
jtrra, ha tambemcom moenda jauta. Ellas tem depsitos d'agaa eboeiros de ferro, e
nao precisam para sea assenUmento de obra alguma, qur de carapina, qar de alvenaria.
O tempo para assenta-las no excede de doze das ao mais, e em casos de mortes de ani-
maes oa arrombamentos de acudes, etc., garante-s o assentamento em oito dias. Todos
estes vapores s3o simplissimos na construcclo, e se regem por qualquer pessoa intelligente,
a facilidade da coudaccSo sendo especialmente considerada, tanto que oJo ha lagar em que
nao se possam condazlr, qar por trra, qar embarcado.
Lembra se aos senhores de engenho que a venda dos animaes e o servico da
gente occnpado no sea tratamento os h5o de recuperar da maror parte da despeza do
vapor, deixando-lhes a vantagem de ama moagem certa e acceierada ; e acabando com a
despeza da compra continuada de novos animaes, e com os desgostos do trabalno que se
tem com e'.les.
Ser talvez desnecessario lembrar aos compradores de vapores a vantagem que Ihes
resalta de compraren! saas machinas garantidas em ama fabrica, tendo artistas compe-
Ao re^peitavel publico pernambucaao pede-se
A t feneci
Iftftteiga ogleza
320, 500, 800 e 15 s no armazem se acha vista.
Manteiga franceza
em .oras 560 e 640, em barris se^ftr differenca.
Banha de porco
em libras 320 e 38*, em porcio se far differenca.
frucas
em calda Pera, Pejcego, Rainha Claodia, Alperxe a outras muitas 500 e 640 a lata.
Errtthas
Portagnezas 640, francezas 900.
Fumo
em latas do Para e de albaneque, lata \& e .200.
omita de mllbo
em pacotes, dita da trra 100 e 200 a libra.
Vlubo \
de Bordeara em caixa a dnzia 55, garrafa 500, dito de 85 aduaia, 800 a garrafa, dito a
Loja do Gallo Vigilante
DE
Gramiles & Preitns
RA DO CRESPO If. T.
Os donos deste bem conhecido estabeleci-
mento, tem a honra de avisar ao respeitavel
publico, e eom especialidades aos seos nu-
merosos freguezes, qne acabam le receber
um completo sortimento de objectos de mui-
to gesto e de completa novidade oeste mer-
cado e que os tendo recebido em direitura, os
poderlo vender por menos que outro qual-
quer.
Requissimos loques de madreperola
branca.
Requissimos leques de madreperola preta.
Lindos leques de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Leques de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lindos porl-bouquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentes e bailes.
Lindos cintos para seohoras com fl ellas
e fivellas de dilTerentes qualidades e gosto.
Requissimos eofeites com coques e sem
elle.
Lavas dejoovin. inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de coresv
Lavas de seda, fio da escocia, algodo e de
Francisco Jos Germann
!UA NOVA N. 21,
acaba de receber om lindo e magnifico ior-
timento de calos, lunetos, binculos, do ni-
timo e mais aparado gosto da Europa e oca
los de alcance para observacoes e,para o
martimos.
Uttl'SB.SKCRN
Ra 4o Queiinade n. lS, loja a
miiidezas
f*
Jos Bigoumno
Varas de babado bordado a i*to a 200 rs.
Carreteis da rer o preto com doas oilavas propiio
para madrinas a 500 rs.
Agolhas para machinas a 2*1000.
Pregos franceies de todos os lmannos a 240 rs.
Groias de boioes de osso para calca a 200 rs.
Espelhos dourados amito finos a 1*000.
Canas com linha superior para marcara 240 rs.
Carriteis de reteox'de lodas as cores a 80 rs.
Fraseos d'agaa de Colonia amito superior a 500 rs.
Frascos de o'eo muito fino a 500 rs.
Pecas de tranca branca de caracol a 60 rs.
. U4 a duaia, 45200 a garrafa, ditodo Porto a 85,125, 185, 245, caixas de duzi, assim outras qualda,1s P* senhora e bomem.
couda, anio e sem ene, assim como unuissimas Re4es preUs Uug part segnrar cabe|l0 a g0
guarnices para enfeitar basquines e botos
para os mesmos.
Lindas touqoinhas e sapatinhos ricamen-
te enfeitades proprios para baptizados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Bengalliaha para meninos.
CHARUTOS Linios pentes de tartaruga, massa e outras
50 por t, ditos Delicias, Trovadores* Parisiense} em caixas de 100, ditos motas quadades.
o caixa 55, ditos de Regala caixas com 100 a 25500 e outras mutas- marcas' MuUo boas ovag para dentes, chapeos-
cabellos, unhas e para mpar pentes,
PREZUJS'TOS
ditos defiambre o melhor que ha no mercado por preco que faz
em caixa de
da Exposic
que s na presenta dos compradores.
de lamego
admirar !
lentes para assentar as mesmas e easinar a
radas para arremediar qualquer desarranjo; facilidades estas que jamis podem encon-
trar comprando as aos simples negociantes, os quaes por falta de conheciment na ma- .._M..!_ 'IV.' :.::: .,. '*?*? j ____t
teria aem sTqor podem gSraoti-los de que as machinas que vendem Scjam proprias ou em lata d 5 S** mism^is a uta* do comprador, em garrafa-
suficientes para o trabalho em que se qaeira emprega-las, e no caso de desastre nio po- AIplace
dem prestar-lhes soccorro algum; sendo que anda quando veoham s fabricas para eon- 'w e u u a "b". painco a 100 a libra.
certar as machinas alheias, torna-se-ha preciso fazar repentinamente moldes novos, etc. a m fl ja Aeice
para as pecas estragadas. J numerosas vezes estes vendedores tem representado seus *
vapores como senda de forca mu superior sua actual e verdadeira forca; equivoco
este que n5o s engaa ao comprador acerca do trabalho que possa tirar do vapor, mas
tambem da lugar ao pagamento de um prego excessivo, vista da forca real da machina
que comprara.
Tambem ha sempre prompto rodas d'agaa de ferro, sarHhos com cruzetas para as m barrl
tnesmas moendas de canna de todo o tamanho,. rodas de espora eangulares, paroes ou almr i i
joches para receber o caldo, crivos e portas de fornalha, taixas de ferro balido, fundido e,aaiHirar
do obre, formas de ferro galvanisadas para purgar assuear, bombas simples e de repu-' n ...rn x% .JE* UK ""'A'1*
cho, alambiques de ferro, eixose rodas de carroNrados, grades, enchapa cavallo e bu- "'"J ,de 5ef0- d,los da WP que parece, marmeada, dito em latas muito fina
tros tastrwnentd de agricultnra, moinhos e fornos para fazer farinba e rnalmente todo o!"u d2 u# kopftv '
com doce secco a 15 e 25.
QEUOS
ir'uJ'e7,oVrsclawcimeute!d A'enteJ06ra lalas chegadopelo vapor Omida, ditos Flameos ePrat.s dos mais botos
que na no mercado.
AZEITONAS
obiectu da mechanismo de que se costama precisar.
e solt
Na fabrica se fazem obras novas encommenda e concertos, com. a maior presteza
2z 0 grande do.wito de pecas-e objectos habilitam-sa muito para este fim.
l yioprieuriu sera sempre vaai f.iliz de poder
aos senhores que se servirem de seu prestimo.
D. W. Bowman, engeojieiro.
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------1-----------------------------------------r

1

.
- "-----------
*




AZET.EDO 4$ FLOIIEW
RA DA GADEIA N. 47
Madapolo do baldo.
Superior madapolo camiseiro que val R5 a 65.
Dito que va! 75 a 55.
Chitas do halo
Bonitas chitas cores fixas e panno fino a 3oo e 32o rs. o cvado.
Baldes de eaeda.
. Os mais modernos Dales de arquinhos finos, que por isto se tornam recomraen-
javeis ao bello sexo.
Ceroulas e camisas.
Ceroulas de bramante francezas a 156oo.
Camisas de pregas largas que valem 35 a 25.
As metas inglezas do baldo.
Superiores meias ernas para homem que valm 95 a 75.
Rou-,.a fea do baldo.
Sortimento de calcas, paletos, coetes de brim, panno fino de casemira, tudo por
oreeo commodo.
O BALlO
en ie muitos outros objectos e por insignificantissimos pegros.


MU1TA um
Kua larga de Rosario n, 27.
Os Dous Alliados convidan]"'ao respeitavel publico a irem apreciar o bello sortimento qne re-
ce beram pelo ultimo paquete ebegado da Europa, assim como outros muitos viudos de onta propria
da corte do imperio como sejam caf da expo-ic j, tapioca, massas Gnas, sendo alelria, macarrio, ta-
ri m etc., pelo diminuto pre^o de 600 rs. a libra.
" i
PILITIjJlS
Xaropee vfaho ferraglaoso de
J33Sbeba eom pyropbosphat*
de ferro.
Cuiorise, anemia, escrfulas, racbitismo, blennor-
rij.igia, leacorrha. febres intermitentes e ame-
: rrhi (menitruacao dolorosa e Irregular)
ele, etc.
IU muito que tiohamosem vista associar o ferro
ss u ssas preparacoes djdrnbeba ; mas levamos
teipj a experimentar qual a prepracao ferrugi-
nc;-', que mais conviria ao organismo bunano,
v:2d > por flin a decidirnos pelo- pvrophptphato
de f-rro, com o qnal podemos prepara r os npssos
.' ?g e yjnbo de jurubeb ferruginosos.
Tomos a observar, porm, que o uso dos medi-
camentos de jrubeoa eom o pyropbospbato de
ferro ouiina pile occa.-ionar a putysica as pes-
soas niQ'Ja as mais delicadas, como mnitas vetes
tem a oo-cid j atea pessoas robustas, que se bio
servijo do mesmo melicamenlo preparado com
ontrss substancias ferruginosas, por isso que o
pb"?i horo debaixo da forma de pyropbospbato,
um meio proj>hylati:o reconbecido inl^ivej con-
tra eta terrivel affeceo.
A preparagoes de jornbeba, a qne bavemos as-
seriado o pyropbospbato de ferro, sid mol provei-
tosas no tatamento das molestias das senboras,
4ae como a chlorose, anemia, etc.
Es!..s molestias tnanieslatn-se con os sympto-
ma. spguinies :Descorameato ge'ral da pelle e
da? membranas mocosas, magreza, incjwcjn ^as
f-.c-s e das pA'rnas; excitado, nervosa, fystsris
r i;u-m1, d^bllldade mnoJac, dore ne-
vraika<:, p'ilso mais frequente do qne no estado'
d> s te, alor fcbrtt, pella secca, appatites d-
pr,av*d vpmiios, pf isi d vanVflj mansticiacj
4 ier ,, irregular, popco abundante, descocada,
nulla, flores brancas, amenorrnagla e Infeeandi-
dait.
Mm 11 mm 19
I
.Ms tiidj espantoso, alias to ordioariam Me
reci^tdo entre c^s em piesclda Wfm# i lk
deposito destes medicamentos :
,pB.*rmacia de i. A. Pint, ra larga do Ro-
sh'in 10, em Pernambuco,
rande aiina.zem de tin-
tas medicamentos etc.
Rna do Imperador d. 22.
Productos chimicos e pharma-
ceuticos os mais empregados em
medicina.
Tintaj para todo o genero de pin-
tora e para tinturara.
Productos industriaos e tintas
para flores, como botes de flores
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com-1 o compe-
tente esenho.
Productos chimicos e indnstriaes
'para photographia, tin!uraria, pin-
f'tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
prido directamente d Pars, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena
[ confianja e satisfaz^r qualquer en-
commenda a grosso trato e a reta-
mo e por pre?o commodo.
i
m
m
s
s
de elvas como no
melhor.
mercado n3o temos a 15 a lata.em barris do. Porto a 15 Qomo nao ba
roupa
Superior liabas para crochet.
Agualdas para o mesmo fim.
Lindos agulheiros e dedar de madrepero-
la emarfim, assim como de metal.
Lindas guarnices de botes, para colis,
punfcos e colerinhos.
Ricas capellas para noivas.
Metas de seda para senhoras.
Superior thesouris pira unhas, costura,
cortar cabe I h, etc., etc.
n.
Duiiis de pMrus de *fo moito tinas a 60 rs.
Caixas de linba do gat de 30 novel los afiOOrs.
dem de palitos de seguranza a 20 rs.
Lencos de cassa com narra IDO rs.
Garrafas de agua Florida verdadeira 1X0(0.
Babados do Porto de todas as larguras e lodos ci
preces.
Sylabarlos eom estampas para meninos a 320 rs
Memento da roupa de lavar a 100 rs.
Dnzias de meias muito Boas para senbora ai 00
Agolhas francezas a ba|ao (papel) a 60 rs.
Pares de sapatos de tranca tapete a 1JS00.
Pegas de Blas de la de todas as cures a 500"
Grozas de botdesde porcelana prateados a 160 i
Caixas com alfineites Irancezes a 80 rs.
Caixas de 100 envelopes moito Unos a 500 rs.
Resma de papel de peso braceo iiso a 2.
Frasco com superior tinta a 100 rs.
Grosas de pbosphoros de gaz a 2*000
Pares-de botes de punbo mallo bonitos 80
Lionas em carto de 200 jardas a 100.
Caixa de superior uul.a do gaz com 50 uovellot
700 rs.
Taeres para meninos a 240 rs.
MU
wmrSO >ror,i Mirri.-ifpa cr---Mi,iJ a 30 rs.
i mas l .v .,!u ubo de tartaruga, marfim. urusa, u^ v, IJas lU. a?; Uju;t0 flnas a 330 rs.
TRATAMENTO wv CHABLE, d. PARS
ie


Medico especial, oonMiItacdes, 36, ra Vlvlenne
AVISO A0S AGENTES. &$? -pahM gm4e wam
Me estoa cu-
rado, tomei Ca-
befca, Copahfta
aok todas u
forma em opia-
to, cptalas,
coafeltoi, Uoho
dido e nlo estou carado? Usei o absoi de um grande numero de injeccaocs, u mlaaocn
corar em 4 da, e estou anda mais docnles.
II \ MAIS 90 AWOS *"
que ruro Mdicalaiente sem recahidas, Corrimentos, Relaxafo io tamal, Catorrho 4a Hnifa,
Ptrdat seminaet, curando primeira i cansa airuleuta iuflammatoria i'essas doeaeaa aaxuea,
com algnms vidros do meu depibativo do sa.ngue para parar essai affeceoaa, aacear o
cana) e Ihe tomar a dar sua regidez dou para acabar meu excellente xabopi ao citkato dc
rBRRo et miniia iNJEefAo. A cura radical, as aEiraour para os fluxot brucos. scauem
a snsoo tralameato. [Vaja-u amotia txpHcativa.)
).000 DOENTES CURADOS
Verdadetro traUmento depurativa do sangne. As htrpet m mait mvtktrUai, arrmaUt,
prvidoa, nrui, ckaqat a ofteaim vaaaraat, bumores, e todas deencas qae alterto alua
do angae sa* curadas em pone ienao pr mea xabopb sipcbativo do sa-Nccb
N "OS MIMBRA M, mJnBM PILLA. >mn> *!> A Mi -
Ve]a-*e a maneira de tratar-ac.
meatoa. Eaae esoettaota traaaasMS
oto ka oua aa casa ne poaaa como ea
Mm Paria, aanmltaotm o tomar C
BA>BOS MIMBRIS, ffijlu PILLAS DBPCRATIYAa t miaba rillllll AJtTI-AimOA
e. i leticia qae se da gratis ne deposite de ateua aaedica-
WtvHcmUm m*tutnd, toa superioridad* a bem tecBetUl *
i aprescator tontas aalaataalaa da saga '----=-
mw # por oorrutoniaaciaa.
P1LLAS de BLAHCARD
j AO MDnURO BI mu WaXTIBaVBL
Approradas pela Academia de Medcina de Pars
aatMHAaas pbo eoinauo msmcal aa lA-parisacaeo
KXPBaiMEKTADAa ROS H0SHTAS DB PBANCA, DA BLGICA, DA IRLANDA, DA TCXQD1A, BTC.
Mtnfo konroimi not Erpoiifoit Univerfoii da New-York, 1853, a i* Paria, 1855.
Estas Plalas enrolrldas B'ama carnada resino-bakamica de urna tenuidade 'icessira, tem
aTaniagem de serem inalteraveii, ion utbor, de um pequeo Talme, e de neo cansarem ea
orRaoe digestiros. Gotando das propriedades do Iodo e do Vutao ellas conresa princi-
palmente as affeccoes CUorolica, Eicrofulotat, tuberculoiai, Cancrotat, na Imterrkaa,
amenorrkaa, anemia, etc.; enfila, ellas onYreccm aos pialicos urna medicaca dai auis ener-
'im para modificar aa coosliaicoes lymphiicat, frota oo debilitada!.
!? a. O io Jurel de (erro impuro ou alterado c un medica-
ment infiel, irritante. Cerno pron de parta e de antheneidade das
veraladelras Plalas de Blancard, aere -se exigir aosso no de
prata reactiva e nossa nrsna, squi repioduzid,que Eeseba na parte
inferior de um roalo verde. Dte -** desconfiar da* talaifieacees.
Achaca -ee em toda es PUartaaelaa. Pkoraucrah'e*, ra Bonaparle, aa. Paria.
e outras qualidades.
Suspensorios de seda para bomem.
Ditos de algodo para bomem e meninos.
Requissimas caixas com msica cerniendo
o necessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Requissimos livrinaos para missa.
Lindos indispansaveis p>ra meninas das
escolas.
Finos adereces preto* para lulo.
Grande sorli.n&ulo ae finas perumarias
dos memores fabricantes at hoje conhe-
cidos.
E muitos outros oDjectos que impossivel
seria meiciona-los e qae se encjntraro na
oja do Vigilante, ra do Grejpo n. 7.
BuMts p*a meninos a .
Pentes cem costa da metal a 400 rs.
Realejos para meninos a 100 rs.


Uara800
GRANULOS ANTIMONAES
Noto medicacaS
pera curtja8
Docteur PAPIL.aL.%lJD
de astbma, do
caterrho, da coqueluche,
dea molestias do coracaj,
da tisica, etc.
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS
Para a corceo da anemia, de chlorosis, da amenorrhea, dea neTralgiaa, e neTroaea, da* molestia
escrofulosa*, etc.
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH
Para a eoracao dea molestia, nanos**, das ras digestivas, dypepsiaa, etc.
aTRANCA i Pharmacia de E. MOUSNIER, a Saujon .Gharente-Infrieure).
Bm Rio-de-Janeiro, FLIX FARAUT, pharmacia, TI, ra Sete Setembro.
Bm Pernambuco, P. MAURER et C, pharmacia, ra Nov.
Km Maoeio. FALCO MAS, pharmacia imperial.
V.nde-se na ra Noya n. 25, pharmacia franceza de
P< MAURER Ve.
A loja das Collumnas
Lindos manguitos com gollinbas.
Grande variedade de polinbas compunhos, de cambraia.
De bretanba a de esguiao.
Gravatinbas de cambraia de muito gosto para senhora.
Ricos peplum de gro sdenple preto eofeitado, o que tem vindo de melhor gesto a
Pernambuco.
ra do Crespo n. 13 de Antonio Gorreia de Vasconcellos 4 C.
m Tasso Irjpijos, o\x. xj r
ment na Porte Jo Jlaitos.
A tratar com Tasso Irin^oj, ou a iracjcbe a-
rao do Lsramento na Pone Jo juOos.

Nos armazeos de Tasso Irmaos, em canbek-i de
tna>; %
PECHI^HA.
O novo propietario da loja de calcado da roa da
Crnz n. 21 vende a dioheiro vista jupenores bor-
zegaios enfeitados e lisos para senbora, menina e
menino, pelo barato preco de 1*300, 2000, 3A e
ii i i. ir
Farinlia
Nos aamazeos da Madre de Dos n. 23 e da es-
cadlnba defronte do arco da Coneeicio vendem-se
saceos com farlnba de mandioca de superior qaa
lidade, (Dais em coala do qae em boira qaalqqer
parte.
Ltya da consciencia
Ra Jas Crnzes n. 30.
Nesle estabelecimento encentra rao os freeueies
om completo sortiroenn de aviamenios proprios
para calcad.) por precos moito commodo?, bem
como om variado e eicolbido sortimento de calca-
do para bornes como sejam-:
Borzeguins franeexes de lastre para homem a
FaWOO.
Ditos ditos de bezerro para dito a GJ500.
Elsticos de seda para borzeguins a vara por
1*800. H
Formas francezas chapeadas para homem a 4f
Veode-se leo de ricino em lata? de 30 libras
aa ra d Gadeia-veiha n I, no segando andar.
faze\d4S mm
para as feslas de S.Antonio, es. Jao
no armazem do I'avo raa da
Imperatriz a. 60
DE
GAIA & SILVA
Receberlo-se pelo ultimo v$por da Euro-
pa as mais novas fazenlas como sejam :
Bonitas cassas de listas grana-"
dies.
Ditas castelhanas.
Ditas da Italia.
Ditas transparentes com os mais moder-
nos e mais delicados gostos vara a rs 610.
Ditas de diversas qualidades com novos
gostos o covado a rs. 240, 280 e 320.
Cortes de medina sendo urna bonita fazen-
da transparente com lindas palmas e qua-
dros de seda tendo cada corte 19 covados a
rs, 24.
Ricos cortes de vestidos brancos com lin-
das barras bordadas em alto relevo a 24$.
Ditos brancos tambem bordados a rs, 5)5 e
6.
Cortes de poil de chvre com i 8 covados
a i5(.
Modernissimas vareges tapadas e transpa-
rentes com as mais delicadas cores e com bo-
nitas listas de seda, covado a 640, 800 e 1$.
Alpacas lizas enfesta jas com as cores mais
modernas o covado a 640.
Ditas enfestadas com lindos lavores gra-
dos e miudinhos covado 560.
Bonitas alpacas lavradas com os mais mo-
dernos dezenhos covado a rs, 800 e 1$.
Ricos cortes de vestidos de fil enfeitados
a 306.
Poupelina de quadrinhos transparentes
com os mais apurados gostos e quaz a lar-
gura de chita franceza covado a rs, 640.
Ditas mais estreitas porm muito bonitas
covado 500.
Sedas de cores com 4 palmos de largura
covado 2jj!.
Ditas estreitas lizas de listras covado 2$.
Grande sortimento de grosdenaple preto
avado a rs, 1600,10800, U, 20500 e 30.
Ricas sedas lavradas.
Saias com quatro pannos ricamente bor-
dadas a rs, U, 60, 70, 8& 100, e 110.
Tarlatanas brancas e de cores vara a rs,
800.
Fil branco lizo vara a rs. 80.
Dito de flores para vestido vara rs. 640.
Outras muitas diversidades de fazendas
que se mandam tambem levar em casa das
Exmas, familbasparaescolheremou do-seas
amostras deixando ficar penlior no armaze-a
do Pavao ra da Imperatnz n. 60. de Gm
ma d Silva.
Bordados do Pavao
Entremeios largos
Babadiuhos estreitos
Babadinh5s largos
Entremeios estreitos
Tapados e transparentes
Gama & Silva receberam urna grande por- J
gao dos mais fin js babadinhos e entremeios
tanto largos como estreitos, sendo tapados
e transparentes com os verdadeiros borda-
dos a alto relevo tendo de lodas as larguras
e desenhos, grande porco igual para qual
quer obra, que assim possa ser preciso, e
garantem que podem vender por menas 40
ou 50 por cento, do que em outra qualquer
parte, attendendo a grande porcSo trie tem
no seu armazem do Pav5o : ra da Impera-
rirn. 60, de Gam & Silva,
VERDADEIRO LE ROT
se RinnatET, Deetear-Mte4n
Ra de Saino, St. a\ PARS.
lineada garrafa, val. mire a rolhat o i'rw! i
que lera o meu inelf, um rotulo tmftrwi na n-na
rtllo om o bSALO iMisaiAL do cvui-.no ra*nz.
/V. f. rairt-
a"' Mi Iraii.tii ....
i i krel'3r:5.acfii3ifl
a 60 das ,i- i,
<" '-.'l.-i" .1 T
ssalor eVacoul*)
Deposito na pbarraacia de P. Maurer o
C. em Pernambuco.
XAROPE EPUHATIVO
DE OASC*. DE LARANJAS AMARGAS
COM IODURETO DE PTASS10
DE
af.P. Laroze.
phsrmaceulieo era Paris
O ioduretodepotassio um verdadeiro al-
terante, um depurador de intontestavel efi-
cacia; combinado com o xarope de casca de
iaranjas margas, aturado sem penubacao
alguma pelos temperamentos os mais fracos,
sem alterar as funecoes do estomago. As do-
se> matbematicas (pie elle contem permittem
aos mdicos de receital-o para todas as cem-
pleices, as affeccoes escrofulosas, tubercu-
losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'isso, o agente o
mais poderoso contra as doencas rheumaticas.
Deposito em todas as pharmacias e casas de
drogaras no Brasil.
Expedices, em casa de J. P. Laroze, ru
des Lions-St-Paal, 2, Paris.
A' venda na pharmacia de P. Maurer &.
C.a, rna Nova n. 25.
Rotondas
Vendem-se rotondas de fil :oa rea do Livra
ment n. 36, a 2tOOO.
Paris, 36. Rna Vivienne. 1
CHABLE MDEClNSPCiAL
DAS ENFKBJIDADAS DES SEXUAES, AS AFFEC-
CUTANEAS, E i '.TERAf;OES DO BANGUI.
30.000 caras daa impingena,
pustulot, kerpea, tama,
comixoea, acrimonia, e ai-
lercota, virva,ealtarmcoeadotan.
gue (Xarope vegetal sem mercurio), aseparatieaua
veceaaaa baiumob Mninna toaiao-se dooa
por semana, segnindo o tracUmeaU) Depurativo i i
empregado as mesmas molestias.
Este XaropeCitraetodeferro
de CHABLE. cura immedia-
tameDte qualquerpurga cao
relaxaeao, e deoilidade, a
I igualmente aa fluxoi florea
branca* das mulheres. Esta injeccae beaigna ess-
prega-e coaa o Xarepe de Citracto de Perro.
HeeaerroidM, Femada qne aa ra aa tres das,
POMADA ANTIHERPETICA
Centra: aaa afectte cuW-was a oastoaa.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
aV av OMrisas, o4a fraaw rai iinmHiHi > g
DEPURATIFi
du SAJVG
PLUS DE
COPAHU
Sirop du
DfFOKGET
AVISO AOS SRS. MDICOS.
Cara catarrkee, toan
ctaueluckte, irritacou
nenmae toe d,$ tre*-
chioe e todat u doencaa
~ dP*i,baedoeirte
urna colhe rebdee deste xarope O* foascT.
Dr. CaVAJBLB aaa Paria, rstat iwi.--T
A venda na pharmacia de P. Maurer p
e C, em Pernambuco.
-------------m
-----.
i'
m GAZ GAZ
Escrara
Vende-6e ama negra moca, perela coiinheira,.
engommadeira e coalareir n rna da Ctela ^ retlho ppj ioenos prejo do qoj oa o*
numero 47. '}or parte
Chegou ao amigo deposito de HeBry Porsler 4
C, ra do Imperador, nsn carregameato da gaz ia
priaaeira Qoalidade.o qoai se vende em parudM
40*1
"i

i


^i
IMnHHBiMHVBBBMBHHBHHHiBMi
m
tari* te Peraanfemee qnln frira t& 4e Yait* *e
1867.
.

i*
I
'
dl)r. J. C. Ijttv CL-taaH
t'Biversidado 4e fViajlwiav aat
SsJract* ennspae t Aetaa p
ritmaste Ayer. ~
Peltoml de eereja.
Keaaedto para aeae : fi"
Mkilaa esttiMrale.
0 deposito central para as provincial
Pernamboco, Alagoas, Parabyba e Rie-
Grande do Nortea destes remedio tao fa-
voravelniente eonfcecidas e aoolhidos er
todas as partes da America do 80} e do
Norte, acba-se em casa de Theod chrla-
tiansen, 46 ra te Trapiche en
Pernantraeo.
Os precos de
330 por duzia de estracto de salsa-parrllba
7 por crazia de peitoral de eereja.
271 por duzia de remedio para sezoes.
7iJ por duzia de pilulas oatbarticas
se entendem dlabeiro vista, con
o descont de 5 por cent em qaantidadei
de a 12 duzias, e de 10 por cento em
i>m*r<
\M%> ^
{
1 I J. iij.i
i

quantidades superiores a 12 duzias.

Aim do grande sortimento das melbores machinas, americanas para descarrocar
Igodao, de *0, 42,44,46, 48, 20, 22, 23, 30,35, 40 e 50, neste estabelecimento se
encontra mais o segumte:
Raa da Iiafentch n. 6h
GIMA A SILVA.
2!rS!!neta/0S d?P* grfde ^ecimento acabara dereceber da Europa om
porteSTXalTlbf aMBd98 de "J !'nh0' 'dlo e seda, as quaes vendem
por preco* baratsimos, afim de apuraren dmheiro, dando de todas pilas amostras
rSoL^srirnrhor ou m,Ddam-nas ,evar m **das **i>iSK2
, Msimcomo a pessoas que negociara em pequea escala, neste estabelecimen-
> se compram as casas inglezas, ganhando-se
peales de tartaruga e aelros de metal
A aguia branca: ra do Qeimado n. 8
acaba de receber algnmas amostras de peo-
tes de tartaruga para senhoras, todos de no-
vos moldes e bous gostos, sobresahindo en-
tre elles alguns cujas novidades em mol-
des, e, perfeic3o de obra os tornara recom-
mendados para quem apre:ia o bom ; assim'
como receben igualmente outros mai forni-
dos e bem feitos para desembarazar e outros
com eixo para dobrar e proprios para barba.
Tambem recebeu outros de metal pratea-
dos e dourados, que da tal molde sao os pr>
meiros que app.irecem os quaes com o semi-
crculo que fazem sobre o coque tornam-os
mui bonitos.
Garapucas braucas
Vieram muito boas, epor isso vendem-se
a 10200 e 20 na loja da aguia branca : roa
do Queimado n. 6.
Rabadiaooa crespas
O novo sortimento qtoe acaba de chegar
continua a ser vendido como dantes a 20500
e 30 a pe?a e sempre na ra do Queimado
leja da aguia branca n. 8.
Peotes enfeitadw para mentas
Vendem-se na loja da aguia branca: ra
do Queimado n. 8.
Bollas de ail
Vendem-se na loja da aguia branca : ra
do Queimado n. 8.
Bonitos part-relagios
Vendem-se na loja da aguia branca : ra
do Queimado n. 8.
Para mesas
Galheteiras para azeite e vinagre.
Saleiras de vidro e paiiteiros de porce-
lana.
Vendem-se na loja da aguia branca: ra
do Queimado n. 8.
Lavas de pellica prela.
Chegaram para a loja da Aguia Branca ;' a roa
do yueimado n. 8.
Ramas de flores para c qaes
A aguia branca acaba de receber um nico
sartSo com ramos de flores para coques.
A perfei?o e delicadeza dessas flores tem
satisfeilo a todos que as tem visto e com-
prado a 50 cada ramo-isso na ra do Quei-
mado, loja da aguia branca n. 8.
. Fa^a favor de 1er
para saber o que de novo chegou na Agu*
branca a ra do Queimado n. 8.
Trancas pretas de vidrinbos com pingen-
tes, e sem elles.
Botoes pretos e de cores, enlejiados com
vidrilhos tendo com pntenles e sera elles.
Alamares pretos para basquines.
Novas e bonitas guarnieses pretas para
ditas e vestidos.
Coques de bonitos moldes.
Ditos de sndalo e seda.
Ditos pretos para luto.
Enfeites de flores obra de bom gosto.
Pentes de tartaruga obras modernas, e
apurado gosto.
Pentes dourados e prateados, moldes no-
vos e bonitos.
Bonitos e modernos galoes de seda, de
cures para vestidos.
Bicos de seda e guipure.
Loques, todo de madeperola e sndalo.
Ditos de faia, os quaes fazem quatro
vistas.
Ditos todos demndalo, e sndalo e seda
para meninas.
Bonitas cestinhas bordadas a froco para
meninas.
Escovas de cabo de marfm, e madrepe-
rola para dentes.
Abotoaduras bonitas para coletes.
Brincos de corrente de borracha, voltase
pulseiras de dito.
Aderecos pretos para luto.
E muitos outros objectos que serlo pre-
sentes aocomprador que se dirigir a dita
loja d'Agua branca a ra do Queimado n. 8.
Agora sim
Acabam-se as moscas.
Porque a aguia branca acaba de receber
porc3o de papel mata mosca e continua
a vende-lo como d'aotes a 40 r. a folba,
comparecSo pois os pretendentes e serio
servidos na loja d'Agaa branca ra do
Queimado n. 8.
Nova remessa
De correntes de boracha.
A aguia branca a ra do Queimado n. 8
receben nova remessa das desojadas corren-
tes pretaz de borracha, e continua a vende-
as como d'antes a 34 a vara.
Azeite de espermacete propria para machi
as.
Vapores de forca de 3 a 4 cavallos.
Serras avolsas para machinas.
Mndese todos os mais pertences para as
mesmas.
Carros de mSo para aterro.
Cyl'radro para padarias.
Debulbadores para milho.
Arados americanas.
(larrinhos proprios para armazens.
Moinhos para refinacao.
dem para m>lho.
Escadas de madeira americanas.
Caixas com vidro sortidos.
de lodas as qualidades.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para engommar a vapor.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de verguinha.
Guarda comidas.
Peneiras d'arame para padarias e refinacSes*
Correntes para almanjarra.
Machados e faces americanos.
Barricas com milho branco americano.
NOVIDADE
DA
iva um m
ANDE SORTIMENTO
na
FAZEMHS BARATAS
LOJA
KA
E ARMAZEM
DO
Verdadeiros
, Callares lajer
Wcetra lagneticos Aaadinos
Ou Collares Anodinos, para facilitar a den-
tico das cniancaa contra as eonvulsjes
das mesmas, a estes collares nos escuzado
fazer qaalquer recommendacSo, visto a
grandautilidadeque temproduzidoquelles
pas que os tem applicado em taes circum-
sUoeias pois nos parece que nao baver um
s pai ou mSi que por este meio nSo quei-
ra por termo a taes soffrimentos de seus
fllhmnos visto ser om mal que tanto os
flagella, pois a estes collares acompanha om,
folheto que eosina como se deve applicar, e
vende-se na loja do Gallo Vigilante, ra
do Crespo n. 7, pelo preco de 40000, 5
e 60000.
apenas o descont.
ra do Crespo n, f A. csaaiaa tfa 1 lauper%dr
DE
Custodio Jos Al ves Suimaies.
Tendo recebido em direitura pelo vapor francez Esiremadure, um variadissimo
sortimento de fazendas finas e da ultima moda em Paris, e aproximando-se as festas de zenda ma,l l8ve ?em 'ostro com
S. Jo5o, S. Pedro e Sant'Anna, por isso apressa-se em vir convidar o respeitavel publico, H" R, SSSloooVSo^me^ i fefn7qYe S"53* "=" ^o ue*
ecomespeciahdade aos seos numerosos freguezes, que venham ver o que ha de mais n pre mSKK enfeites pretos, e
bombarinas pretas a 1^600, 1*800 e 2A0OO rs. o'
Casemiras pretas enfestadas a ( 6eo.
Na loja do Paveo vene-se saperior casemira
enrestada preta para calcas e paletos pelo barato
preso de 1*600 o corado ou a 2*800 eada c re
de alca, dita maito mais Boa, covado a 2*200
ou o ecue a.3*S00, ditas muito finas sem serem
entestadas a 1*808, 2*000 e 2*500 cada covado :
na loja e armaiem do Pavio na ra da Imperatrii
n. 60 de Gama & Silva.
S na loja do Pavo.
Chegeu om grande sortimento destasaovas salas
escuras proprlas para tempoide invern or evita-
rem que. as sajas brancas com que umasenhora
vae composta nao,se soje de lama ao mesmo lem-
po sao muito bonita? por terem lindas barras como
se u? ltimamente* na Europa e vendro-se- pelo
barato preco 4e 3200 c*da u-i a, na loja e armasem
do Pavo, ra da ImperatrU, n. 60 de Gama & Sil-
va.
Espartilhos.
Vendem-se magnficos espartilhos (ranceies e
nglezes na loja e armazem do Pavo, na ra da
Imperatrii d. 60. de GAuu & SUva.
PANNOS D CHROGHE'.
Venderse um grande sortimento dos mais boni-
tos pannos de ebrochs proprios para eadelras, so-
phs, cadeir.as de balanyo, para aticoftdas e para
cobrir pnaseotea, e veodemse por pregos baratos
na luja e anqazem do Pavo, ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
FAZENDAS PARA LUTO.
Loja de pa\a.
Vende-se setim da Cbina preto sendo urna fa-
6 palmos de
Para camas de uoivas.
Vende o Pavao.
n5lc,s- "rlinidos bordados a 8*000,10*. 16*.
K>0 e 2o* o par ; assim como os mesmos tambem
ireDSLp"a JaDelias5 dws adamascados a 10* e
lz*; bonitas pecas de cassas adamascadas para o
mesmo effeito;-baiHlos damascos de iaa de urna
e duas larguras, proprios para colchas, assim oo-
mo bonitas colchas de croch : to|u lslo se vende
mais barato do que em autra qualqner parte, na
loja do Pavo, ra da Imperatria n. 60, de- Gama
silva.
CassaadecAra 24o rs.
Vecde-se om bonito sorn'mento de cassas de
cores, pelos baratlssimos precos de S40, 280 e
320 rs. o covado, assim como um bonito sorti-
mento de cassas ffancezas com listas largas a 800
NOVENAS
DE
N. 8. do Carmo e Sant'Amia,
Estao a venda as npvenas de N. S. do Car-
mo e da Senhora Sant'Anna; na ra do impe-
rador n. 15 defronte de S. Francisco.
Escravos fgidos
Contina a estar (ugido o escravo Luciano
crioolo de idade peuco mais on menos 29 a. 30
aonos, baixo e grosso do corpo, rosto oomprido e
camodo, nariz chato, cabellos carapinhos, bei?os
grossos, barbado, as vezes usa s de bigede, olhos
pequeos ; maito ladino, trabaiha de sapateirc,
assim como no campo: consta que transita em
Trombeta, Coilonia de Pimenteiras I^eopolpiou o
nos engenbot Candatn e S. Beoedicio : quem o
capturar leve-o ao seu Sr. o capito Jos Candido
re a (ir.;.--!., .____---------. i ._-----i....-. ioro-u u ui. u t-a^uau jubo uauuiuw
LVwm. rBTdys "f sa,dos dw NevesnoeogennoPapagaio, termo de. Porto
B.deGa^&sL '"Peratriz n. ^'vo^oa no ReSfe na ra!lai Apollo n. 32, que
40OOO.
Oigaudy a
Vendem-se bonitos
era generosamente gratificado.
- cortes de organdy ~ Fo^ n0 dla 4 o correte doenge-
sendo com listras todas brancas ou com lis- nho Macaco escravo Jos,crioulo, com 40
tras de cores tendo oito varas cada corte,
pelo barata preco de 40, pechincha: Da
loja e armazem do Pavio wa da Imperatriz
n. 60 d G.ima e Suva.
Notos vestidos a 60000.
Na loja db Pav3o.
Chegaram os mai: modernos a bonitos coates
de organdys para vestidos, tendo 10 varas c da
corte, sendo 7 varas listadas para salas e 3 varas
sem listas, mas com enfeite para o corpo (oa ca-
saqulnbo) garante se neste genero ser o mais mo-
moderno neste mercado. Como sejam:
Riquissimos cortes de seda para vestido
a50, 60, 70& 800-, e 900.
Lindos cortes de foulard de seda, pelos
baratissimos precos Je 250, 300 e 350.
Cortes de blond para noiva, trazendo cada
corte saias de setim, capella e veo.
Ditos de dito com peqaeno toque a 400
e5O0.
Moireantique branco, azul e preto.
Seda branca para vestidos de noivas.
Grosde aples de todas as cores.
Riquissimas basquines de seda preta, bor-
dadas com gosto.
Lindos cortes de la coin barra e de ulti-
ma moda tendo cada corte o sea figarino.
Riquissimos cortes de vizita, la com lis-
tas de seda para vestido, esta fazenda re-
commenda-se muito por ser inteiramente
novidade.
DiU da mesmaqualidadepormem pecas.
Requissimo transparent de seda para ves-
tido de senhorastambem novidade.
Ditas de algado de diSerente qualida-
des e preco para komexa, senhora e criancas.
Luvas Je tedas as qualidades.
MadapolSo francezo que de melhor
no mercado.
Organdy branco com listas.
Dito de urna s cor e com listas da mes-
ma cor.
Chapeos de seda para homem.
Ditos de phantasia para homem.
Casemira preta muito fina.
Ditas de cores inteiramente novidades.
Chapeos de sol com lindos castes.
Toalhas de labyrintho muito ricas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dito.
Rendas, bicos da trra e grades para lencos.
Urna requissima toalba toda aberta de la-
byrintho o que ha de melhor neste genero.
Peitos de liuho bordados para camisas de
noivos.
Collarinhos de linho inteiramente novi-
dade.
Riquissimas gravatinhas para senhora.
Ditos cortes de barege e de laa para ves- Pnhos e golliahas para senhora.
.* Riquissimas saias bordadas.
Lindas chapellinas de seda para senhoras.! Riquissimas camisiuhas para senhora.
Ditas ditas de dita para meninas. Cassas muito finas e inteiramente no vida-
Chapeos de palha para senhoras. 'des.

Riquissimos chapeos de sol parsitas.
Requissimos enfeites com coque e sacata-
inleiraraente novidade.
Riquissimos Jeques de madreperola.
Ditos ditos de sndalo.
Luvas de Jouvin preta, branca e de cores.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Riquissimcs manteletes de cores, inteira-
mente novidade.
-
Riquissimos cintos para senhoras.
Riquissimas fivellas para cintos.
Riquissimas cobertas de ponto de crochet.
Meias d,1 laias para padres.
Ditas de la para padres.

Ditas de seda para senhoras.
Ditas de dita para cranlas.
O dono deste importantissimo estabelecimento contina nos proposito de que-
rer vender muito e ganhar pouco, para o que sugeita-se a ganhar nicamente o descont.
Riquissimos veos e mantas de blond.
Ditos chales de toquim.
Fil de linh, liso e de salpicos.
Fil de seda, dito e de ditos.
Espartilhos para senhora inteiramente no-
vidade.
Lindos bale de la para senhora,
Ditos de dita para meninas.
Ditos de mufulina para senhora.
Riquissimas vestimentas para baplisados
conteodo, chapaosinho, sapatinho, meiasinba
e camisinha ricamente bordadas.
Coeiros bordados muito finos.
Um rico lepcol de labyritho, proprio'para
casamento.
Chitas, cambraias, madapoles e muitos
outros objectos, que se deixa de mencionar.
covado, superior canto a l*i00, lanzinha preta
lisa a 400 eSOOrs. covado, om grande sorti-
mento de alpacas e princeza pretas que se ven-
dem mais barato qne em-ou4ra qnalqner parte, na
loja e armazem do Pavo, ra da Imperatriz. n
60,e d Gama & Silva.
Bramante de linho. ..
Vende-se superior bramante de linho com dez
palmos de largura pelos baratos precos de 1*400,
2*600 e 2*800 a
proprio para lences, toalhas e. sereulas, pe-
lo barsrto preco de 640, 700 e 800 rs. a vara, pe-
cas ^e Hamburgo de linho maito superior a 40*,
11* e 12*, algodaozinbo infestado liso muito en-
corpado proprio para lences a var a 1*, dita en-
trampado muito superior fazenda com a mesma
largara a 1*200 a vara, assim como mais urna in-
iinidade de fazendas brancas que se vendem mais
baratas que em oatra qaakjaer parte s com o um
de aparar dinheiro, na loja e armazem do Pavao,
ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Lencos braceos
a 20000, 208oo e 302oo.
: Vende-se um grande sortimentJ de lencos de
eambraia branca pelos baratos precos de 2*000 e
2*800 a dozia, assim como ditos com lista de co-
re > Bies em volta, tanto proprio para bomens co-
mo para meninos, que se vendem pelo barato
preco de 3*300 a duzia, ditos gi andes de cassa li-
za que 3,0, vendem a 500 rs. cada nm, na loja e
armazem'do Pavao, rt da Imperatriz
Gama & Silva.
Hadapolo pechincha a G*
Vendem-se pecas de madapolo sendo fa-
zenda muito superior com 24 jaadas cada
peca pelo barato preco de 60, dito muito
mais superior a 60OO e 70, assn como
dito flnissimo a 80, .grande pechhcba: na
loja e armazem do Pava roa da Imperatriz
n. liO de Gama & Silva.
---------,. ,,.. iioioj o culonas ureils, e
vendem-se pelo barato prego de 6*, nicamente
ATTENCAO
A' LOJA DE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO
11Roa do Queimado-11
c.
no armazem do Pava'rua da Imperatriz n. 60. de
Gama & Silva.
VENDE-SE
Motores americanos para dous cavallos.
Dito dito para qnatro cavallos.
,0Milnhi1Aa8.Paraescaro5!,,' 'odio de 14, 16,
lo, 20. 30, 35 e 40 serras.
Prensas para enfardar algodo fazendo os sac-
vara,. operior panno de nb 5'co0 6 palmos de comprimento com peso de
rt: 150 e 200 libras, vlndas ltimamente da America
no armazem de Henry Forster & C, no cae Pe
dro II n. 2 junto ao Gabinete Portugnez.
Collares Royer magnticos
Nedalhas e pulseiras magnticas.
A Aguia Branca receben nova remessa dos pro-
veitosos collares Royer magnticos, ja soturnamen-
te conhecldos para preservar as convulsSes e faci-
litar a denticao das criancas.
Com esses nleis collares elctricos magnticos
tambem nao pequeas qnantidades de medalbas
e pulseiras elctrica; magnticas cuja utilidade
tem sido aproveitada por quem soffre do nervoso
hypocondico, tremores as mos etc.
Assim como os collares Royer esto geralmente
conbecidos e acreditados pelos efficazes effeitos e
bons resultados que tem colbido as pessoas que
delles tem osado ; assim tamhem chegaram a ga-
nhar to alia reputaco essas apreciaveis medalbas
b. 60*, de' o. pulseiras magnticas, orna vea que o oso dells
fr se esteodendo a todos que deltas necessitem. A
Aguia Branca contina a receber por todos os va-
pores francezes nma determinada qontidade des-
ses sempre preciaos e estimados collares Royer
magnticos e por isso Qqae na lembranca de todos
que os acbaro constantemente em dita loja da
Aguia Branca, ra do Queimado n. 8.
annos de idade pouco mais ou menus, cor
fula, pooca barba, altura regular, o nmbigo
mnito grande, pernas acambetadas, e com
marcas de ftidas, ps grossos e finos, fjusm
o pegar leve o ao referido engeoho Macaco, da
fregoezia de S. Lourenco deTijucupapo a seu
Sr. Jienriqne Olympio lavares dUtocba, ou
na cidade do Recife a seu correspondente o
Sr. JoSo Pereira Moutinho, que ser gene-
rosamente recompensado.
tenca
XAROPE FERRUGINOSO
As chitas baratas
Pa loja da Pavao a 240, 280, 320 e
360 rs.
DE CASCAS DE LARANJAS E CASSIA AMA1GA
Com iodureto de ferro inalteravel
>* J. p. Laraze, pharmacentleo
em Parla
E sob a forma liquida que mais fcilmente
Vendem-se urna grande porcao de chitas e assemelna o ferro, eisto,sem produzir
anissimas com pequeo toqae de mofo, ten- perturbado alguma: n'esta forma, tambem
do mmdiDfjas e gradas, que se vendem pelo preferivel s piiulas e pastilhas em todos
barato preco de 280 rs o covado, sendo fa-! os casos em que slo proscriptos os ferruai-
zenda que val muitp mais dtnheffo, ditas lar- nMOs. E o melhor auxiliar do oleD de
gas e escoras sem defetto a 240 rs. o cova-'gado debabalho, porque contem o xan
do, ditas preclaras escuras e alegres a 3iO e de cascas de laraDjas amargas, to ger--
360 rs., tado slo pechincha na loja e ar- mente appreciado, para a cura das dores de
'estomago, digestoes difficeis, inappupia,
6
Contina andar fngido do poder do abaixo as-
signado, desde o dia 12 de marco do corrente anuo
o sen escravo pardo claro, de nome Cyriaco, com
os si^nat segnintgs : representa ter de idade 40
annos, rosto redonda, e nm tanto envergado, olbos
encapazados e fundos, bocea grande, beicos gros-
sos, barba fechada e ruiva, ps e mos grossos e
carnudos, peitos vermelbos e cabelludos, cabellos
crespos e avermelhaos, costuma andar armado de
faco e urna bayoneta n'um pao, gosta de tomar
cachaba, e qoaodo tica bebado da' para poeta, e
regris a : roga-se, portanto, as autoridades poii-
ciaes e capitaes de campo a apprehensao do mes-
mo, e leva-o a seu senbor, o abaixo assignado, no
engenbo Pedregulho, em Nazretb, qne sera' bem
recompensado.
__________Jos Ignacio Pereira Torres.
Pofiodo engeoho Caribe, na fregueiade
Ipojuca, nm mulato de nome Joaquim, idade 35
annos, cabellos estirados, qneixo fino, e com mui
pooca barba, cor muito clara, altura regular, per-
nas grossas e malfeltas, ps grandes e tambem
malfeitos, tem offlcio de sapatelro, muito tallador
e mentiroso, traz cartas apadrinbando-o, algumas
vezes inculca se forro. Dito escravo foi do Sr. Ma-
noel da Costa, do engenho Plndoba, mas nao obs-
tante nao se-lo mais, ainda por muitos como tai
conhecldo : qoem o pegar e levar a roa de Apollo
n. 8, oo ao referido engenbo Caitb, sera' muito
bem rect mpensado. ______
Fogio no da 20 do correle mez, o escravo
Vicente, nac.o Angola, Idade 40 aonos pouco mais
oo menos, com signaos segulntes: altura regular,
secco do corpo pernas arqueadas sendo nma mais
qae outra, bastante ladino, barba raspada e tambem
a eabeca, per ter estado a poneos dias na casa de
detensao; osa camisola de algodao branco por
cima da caiga; levou chapeo de feltro pardo, guar-
da sol e nma ironxa, soppde-se andar em Olinda,
Cachanga cu Beberibe. Paga-se a qoem o pegar
e leva-lo a ra da Cadeia do Recite n. 27 segando
andar, qne se gratificar.
ATTENSAO.

Agua mineral
ferruginwa, acidulada, gaioza e earboaiea
DI
O oso d'agoa de Omh nmi particularmente
reeommMao pela escola oa medicina de Parlad
para todas as aecdet do tobo digestivo, iamirgji
ment das vicaras abdominaes, e geralmente todas
as molestias provenientes de fraqaeza orgnica ou
pobreza de sangue.
DWOSITO MPKLLL
34Rm larga da Raaaria34
Pharmacia de Bartholenaea c
Boias
Vendeja na fundicao da Aurora em.San
Amaro, 2 boias de folha de ferro de 3(8
grossura, com fondo semispherico e altara
cnico, teudo 13 1|2 palmos dealtoe6 3[4
ditos de dimetro com olhaes manilhas a 2
balas de ferro nanlo para amarracSo, etc
Vapores.
Vende-se em casa de Sauoders Brothers & a,
'o largo do Corpo Btnton. 11, vaporas pateites
ob todos os pertences proprios para faaer mover
m oo qoalro macbfoas para dejcarc^ar alfodio.
Angosto Porto di C. acabara de receber da Europa .superiores cortes de seda de cores para
bailes e casamentos.
Ricos cortes de blond cam. manta e capella para nstate.
Cortinados bordados para camas de noivas e jauellas de 74 a 80 cada um.
Colxas de seda e outras de lia e seda o que ba de melhor para camas de noivas.
Toalbiohas de croch para cadeiras e sofis, espartilhos a saltana para senhoras, camlsinbas
com manguitos bordados a lindos enchovaes para baplisados, e-bal5es de musselina e de arcos para
senhoras e meninas.
Loras de pellica para homem e senhoras e superiores chapeos de sol de todaa as qualidades.
Laa para vestidos baraissima bonitos padrSes o covado a 280.
Tapetes grandes para sof, ditos para piano, ditos para eSma e pequeos para portas e janellas.
Moir branco e preto superior (tara vestidos de lindos desertos, grosenaple de todas as cores
seda de qoadrinbos, cambraias braacas de muitas qualidades, ditas de oores e lindas percales.
Basquines de seda preta ultima moda, chales e retondas de guipure, vende se barato.
Camisas para bomens franoetas e inglezas de linho e de algodo Suas e seroulas de linho su-
periores.
Capas de borracha, sobretodos e peroelras as melhores e mais elegantes.
Malas grandes para vlagens, ditas pequeas e saceos de tapete e couro.
Bramante branco de 4 largaras a 2500 a vara, pannos pretos e zoes, casemiras pretas e de
cores todo bom e barato.
Neste estabelecimento ba sempre um completo sortimento de boas fazendas tanto para a praca
cmo para o centro da provincia e superiores objectos proprios para casamentos como sejam capella,
mantas, vestidos de blond e de unir branco, cortinados, debas, veodendo-se todo mais barato e
tambem as melbores
Esteiras e alcatifas para forrar salas,
11Ra do Indinado11
.....
I
FAB IME DE 0INAHN1V8 DE HHJ4
*a: do Imperador f. ,
Defronte de S. Francisco, le andar.
Acaba de receber de Pars um rico sortnent de ornamentos e objoeto de
bronze, prateados edonrados, proprios de igrejay ecapellas, Ues qae: candelabros,
casticaes, cnstodlas, tnribalos, lampadas eorozes de diversos gostos e taannos. Os
precos desses eneros sao commodos, e devem ger aproveitados!
mazem do Pavo: ra da Imperatriz n. 60
de Gama & Silva.
Atoalhado.
Vende-se superior atoalhado de algodao ada-
mascado com cito palmos de largura, vara a 2,
lito transado sam ser adamascado vara a 1800,
dito superior de linho adamascado vara 2800 e
32, goardanapos de Hubo cr que sao os mais
econmicos a 34 a dozia, na loja e armazem do
Pavo, roa da ImperatrU n. fiO, de Gama & SHva.
Chitas can mofo a 2$0 **-, oa loja do
Pa^*
Vende-se nma grande porreo de chitas
francezas cora muitos bonitos deseohos, pelo
barato prego de 286 rs. o covado, por ter
ora pequeo toque de mofo, sendo de cres
seguras e garantndo-se que sokam o mote
logo qne se lvem e a nao terem este pequeo
defeito seriam para 400 rs. o covado, esta
pechincha acha-se nicamente na loja e ar-
mazem do PavSo : roa da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
As 10 mil varas de cambraias
Covado 300 rs. vara t)0 rs.
S o parto
Vhdem-se finissiin cambraias france-
zas com stra; miuda,. e graudas e com
lindos deseohos de flo"es e palmas, sendo
todas com as cores mais modernas e mais
Iradas qne tem vindo ao mercado, pelo ba-
rato preco. de. 3C0 rs. o covado ou a 500 a
vara, grande pechincha attendendo a
grande porcao que tem, seno seria para
muito maisdinheiro : isto na loja e armazem
'do PavJo, roa da imperatriz n. 60 de Gama
Silva.
chales de renda a 4.
Vendem-se bonitos coates pretos d renda ebe-
Slados Diurnamente pele barato preco de 4 : oa
oja e armazem do Pavao, roa da Imperairlz n. Ca-
de Gama & Silva.
Cales baratos
Vendemrse chales de merino estampados
a 2f?, ditos lisos a 3^500, ditos estampados
finos a 5*500, 6^ 6*500, ditos crepon
com listras do seda a 70500 e 8*000,
ptchiDcba : na loja 8 armazem do Pav5o
ruu da Imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
Chitas a 200 e U% rs.
?ncUm-se chitas inglesa de ceras fixas
pelo barato preco de 2#0 a S40 rs. o cova-
do : na loja a armazem do Pavio roa da
Imperatriz n, 60 do Gama e Silva.
etc.
Deposito em todas ss pha imacias e casas
de drogaras no Brasil.
Expedices, em casa de J. P. Laroze, rae
de6 Lkms-St-Panl. % Paris.
Deposito em Pernambaeo, pharmacia de
P. Manrer & C. rna Nova n> 29.
O oleo de ligado de bacalbio desinfectado
de Chevrier, conserva as qualidades e pro-
priedades reconhecidas ao oleo de ligado de
bacallao ordinario; o sen ebeiro gosto
sao mnito a grada veis, e a digestao faz-se f-
cilmente.
Deposito em Pernamboco, casa de P. Man-
rer A C, roa Nova n. 18.
Na ra do Trapich n 16.
dcham-se os seauintes depsitos
DeR. BrBnBfbaascuiNait8.
Boorgogne.
Vinho Pommard tinto.
> Cortn tinto.
i Santo Georges tinto.
Cbambertin tinto.
* Ricbebourg tinto.
Clos d Vougeot tin o.
> Chablis tranco.
De E A. Wwf em Praaefart:
Bben.
Geiseoliotnier.
Lieblraamilcb. .
Marcotoonaer._________ ________ _
Em casa do Theo Ghristianseo.rua do Tria
piche-novo n. 16, nico agente no norte do Brasil
da Brindenburg frres, Bordeaax, enconlra-se ea
lectivamente deposito dos artigos seguites:
St.Julien.
St. Pierre.
Larose.
Cbateaa Loville.
Gbateao Margaox.
Grand vin Cbateaa Lafitte t8W.
Cbateaa Lafitte.
Haut Sauternes.
Chatean Sauternes.
Chateao Lataor Blaoche.
Cbateaa Yqoea.
Cognac emtresqoalldaes.
Azeite doce. Precos de Bordeaax. .......
- VetVM om enllriafea do armar eem
mallo bom astado e bem forte: a trattr na roa do
Imperador, sobrado c. i, entrada pela rna de S.
Francisco.
VENDE-SE
cera de caroaoba a lOJMO a arrobaj na roo Di-
reiu n. 3B; e umbtto se venden vela por 1*#
a arroba.

Ainda esta ausente o moleque Julio, escravo de
Antonio Gomes da Cunha e Silva, que no dia sab-
bado 5 do corrente, desappareceu, indo estacao
das Cinco Pontas, levar um sacco com gneros, e
om embrolho com fazendas, constando que tem si-
do encontrado em varios lugares da fregoezia de
S. Jos, como seja na ribsira, becco do Lima, roa
Imperial, matadooro publico, e linha frrea, as
immediacdes de ditos logares, assim como nos Af-
fogados, tendo levado vestido camisa de algodo de
lista, calca de algodao atol, e boaete de seda preta,
com o qual costuma andar de palla para ira-, es-
tando a roupa bailante suja, e maltratado, tendo
alem disto os seguintes signaes: idade 16 annos,
estatura baila, cor fulla, cabello crescido, rosto
regnlar, e nao nal parecido, orna pequea cicatriz
na face e outra oa testa, falla mansa, fuma, bastan-
te regrisia, andar vagaroso e aneciado, ps nm
pouco apalbetadot, por ter nelles muitos bichos,
slgnal mais visivel para ser conhecldo, tendo nm
ou ambos os calcanbares foveiros, e por cosame
cocbillar e adormecer, qaasi sempre qae se sema.
e diz qoem o tem encontrado qae elle diz ser for-
ro. Roga-se a quem o pegar de leva-lo a ilba do
Retiro, residencia do annnnciante, eu & roa do Im-
perador n. 2, qoe se gratificar; protestando pro-
ceder contra qnem o tiver aeoitado.
RielfeI3 de)ulbodoi867.________________
Escravo fgido.
Fogio da casa de sea senbor, no dia ti do cr-
lente, o escravo de nome Semio, de naco Mo-
cambique, representa a idade de 40 annos. sem
barba, com ta;hos em circulo redondo ao p das
orelbas, calca de casimira de cor em bom estado,
ebapo de massa novo, camisa de algodao, com
(alia de dentes na frente. Roga-se a todas as au-
toridades e cspies de campo a aprebeoso do dito
eseravo e levem-o i roa DirelU n. 30.
Birnardtno Antonto Pereira Bastos.
50$ de gratifcalo
a qnem trooier ao cooseiheiro Firmino Antonio
de Sooza, no Hospicio, o sea moleque Joaquim, f-
gido desde o meiado do mez de abril, com os sig-
naes seguintes : edr preta, eabeca comprida, testa
saliente, canela fina, secco do corpo, beicudo, falla
apressado e atrapalbado, ps pequeos; sabio ves-
tido de caiga asul curta e camisa de riscado : cos-
tuma andar sem chapeo e representa ter meneo de
16 annos. Sopp5e-se ter-se dirigido para Po
d'Albo. ____________________
talfltit do engenbo BatMetrai na nolte* de
SI para SS do corrente, nm mulato de neme Ma-
noel, altara pooco menos qoe regalar, cor parda,
cabellos carapinhos e empnador, oesentadr, sco
do corpo, beicos groases, cara fel, idade SO annos.
Foi comprado ao Sr. Joaquim Martins Horeira, no
Reeife; e Capistrano, altara regalar, idade 19
annos, cr bem preta, eheio do corpo, olbos en fu-
macados, foi comprado ao Sr. Setaatiao de Aeciol
Ltns, do engenho S. Paulo : qoem apprebender o*
ditos eieravos e leva-Ios a Bemardino do Sena
Pontoal, na ro da Smala Nova oo oo engenbo
cima dito, sera' generosamente recompensado.
Ftfgio em 11 de jolfio1 ama escrva crbala
de nome DelOM, idade 18 annos, com os signes
seguintes: ato poaeo baixa, magra, rosto secco,
olbos un tanto veagw, nos ps e mios calor de
flgado, O'ceiro om tanto lixado, levoo vestido de
chiu cor de cale, asado, om cbale de algodao de
qoadros anda neto ; esta eserava foi comprada m
senbor de engenbo Panlisu eco ti de nado : re-
gate as autoridades e capitaes de campo a appre-
bensio do diu eserava e leva-la a roa Direita des-
la cidade n. 96, a sea senbor, qoe serio recom-
pensados.


.--...I ..
8
Diarl
i
Ie_
c -- (44&ua felr* de Juho de 186?.
*
inof'nj Ai rmn 11 coifega o Sr. ur. Chaves, depaiado pelo 2o flcavacom os bfa?os desembaracados para
looLwLL 4 IlLKVL districto da Bahia e deolararam quano eram desornhainhar a gloriosa espada do Brasil
_________ '------------------ voluntarios, foio.proprio honrado candida- e dizer-ao lyranno do Paragaay : t nao,
rinMnnAfip\UADB'wfPllTiftiS to ^e vendo-se em exirem diiUculdade, tu nao nos insolutas maisI E eolio a
MnUM IMJ5a6\HlKMstriMfa- procara noj6 ex^Iicart te ficto, dizendo opposicao conserva, da qualme des-
SESSAO EM 3 DE JULHO DE 1867. que aquellos individuos tinham sido appre- vaneco de fazer parte, dianle do cutello que
PRESIDENCIA DO 81. SILVEIRA LOBO.
(Contmuagao.)
hendidos com as armas na mo, e qoe o
, delegado os havia depois remeitido como
O Sr. Ju.nqeira : Se, pois, havia tan- voluntarios. (Oh I otil)
tos elementos de victoria, como o meu no- Ora, Sr. presidente, como que se ro-
bre adversario confesson perahte a commis- mette como voluntarios pan guerra contra
sao, se essa parcialidade coraecou a eleo o Paraguay indivisos-apaohadoi com as
na matriz, como acreditar-se que quizesse! armas nasmSos, commettendo um crime na
iniquina-la devino e deoullidade? Alte-fpraca publica? Esta tangente, inventadas
ga-se para isso urna razo que r3o resiste' posteriori para modificar o procedimento
ao seu proprio enunciado. Dizem os meus' criminoso daquella autoridide policial, anda
adversarios que os papis foram levados assim nSo procede, porque a verdade ba de
para casa afim de que os do lado contrario apparecer, nem que a procurem cercar de
nao ot.servassem a leicSo. todas as vestes e mnameos ella bade deixar
Onde se vio urna parcialidade dispondo estas vestes e blhagem e resurgir res-
de tantas vantageos retrar-se da mairi, plaodecente como ama estrella brilbante.
onde princpiou a eleicao. para conclui-la (Muito bem.)
em urna casa por semelhante motivo ? E
assim que se quor arrebatar o meu diplo-
ma, com esta argumentado que se me
quer arredar desla casa I Mas eu entendo
que esta cmara se deve collear. em urna
po-icSos braoceira a semelbanies cnside
races. Os argumentos produzidtfS contra
a miaba eleicao sao da esptiera desees. Por
forca dedes o mea- diploma nao pode ser
fcilmente rasgado, como eu rasgo este pa-
pel (rasgando om papel. SensacSo.)
Sr. presidente, a chave da eleicao no col-
lego de Lences, um dos mais importantes
daquelie districto, eslava na influencia do
coronel Antonio Gomes Galmon. Pessoas
mu lo notaveis daquelle collegio rae haviam
oroairitido continuar a sua adhe?5o, entre
rila* o Sr. raajor A. Lopes da Silva e outros
cavalneiros que pertenciam parcialidade
contraria ao Calmon. Prometteram-me o
sou apoio at a vespera da eleigo. Em
outras pocas, em outras candidaturas mi-
nbas. WBpre m'o tinham prestado.
Os adversarios do coronel Calmon, que
l'dziain a maior forca do partido ^contrario,
declararan que dariam o seu apoio ao wn-
didato ou candidatos que obtivessem a de-
missSo do Sr. Calmon do posto de comman-
danle snperior. Assim essa demissio ou
iispenso foi posta em almoeda.
Eu nao desejo fazer acousacoes sem pro-
va ; mas sabe-se que moita cousa m e in-
justa se tem feito a proposito da guerra do
Paraguay. NuDca governo algom leve a
f.1-5 uaactoil. Basta que em urna aldea
se levante urna preieoc5o qualquer, a influ-
encia se dirige ao candidato, este se dirige
ao presidente em nome dos ioteresses da
guarda nicional, do recrulamento, da desig-
nac5o, o presidente ao ministro em nome
desses interesses grandiosos, em cojo nome
tambera, e em nome da guerra do Paraguay,
o ministro obtem da vontade irresponsavel a
acqaies :eocia desejada E'um abaso pra-
tica 10 por essas autoridades, que n3o se
pejam de Iludir a seus superiores.
Entretanto nem metade desses postos, des-
das condecorares e litlos, cujas lisias pe-
jam as columnas dos jornaes, so applicam a
servicos prestados para a guerra do Para-
guay. Digo isto porque o coronel Calmon,
toado sido um dos mais benemritos na
prestado de contingentes, pois que de urna
s vez conduzio para a capital 250 guardas
nacionaes, e por outras vezes deu muitos
m-iis, foi susoenso e depois reformado, e
nao teve nem um habito. O mesmo suc-
cedeu ao rlistinclo tenente-corunel Jos de
Souza Botelho, de Maracas.
E' este o caso em que (ja que estamos no
tempo de citar poesas) se pode dizer com
o grande pico protaguez, fallando dessas
honras :
Melhor merece-las sem as ter
. Do que te-las sera as merecer.
Pnst, assim em almoeda a Wff^
coronel Calmon foi decreuda, Eatao esm
cidados a quera ha pouco me efend r
eiram-se ao humilde individuo que esta tai
Kdoelbedeclararam W+*^
nao ihe poder dar o sea WPJJg
com quanto o julgassem digno de re presen
lar a provincia, com ludo tinham bypotbe-
cio oPseu concurso a favor aqaeUei^que
obtivessem do governo a saspens5o do co-
Ti^osraus tres adversarios obtive
ram o apoio do partido que pleiteoc.con a
o coronel Calmon. Foi em v.rtuddeste
pacto, do qual o governo foi o chanceller
que sobteve o apoio dos d.stractos cidadSos
por mira mencionados. Foi em virtude
desse paci que se obtev a coooeracio de
um. pessoa distincta de Lences". do tenen-
te-coronel Jos Martina da Rocba, membro
dessa familia que os meus nobres adversa-
rio^ querem estigmatisar.
O Sr. Espinla : CidadSo muito dis-
nct e meu amigo.
OSr. Junqueira: Sim, porque apoiou
o nobre candidato ; mas pertence a essa fa-
milia de que S. Exc tanlo maWisse.
O Sr. Espinla :Pode lhe fazer servicos
sem levantar cattellos. **,
O ^R. Jnqueira : Eo n5o quero fazer
servidos nem preciso disso. O nobre can-
didalo que os procura agora prestar.
O que quero fazer sentir a cmara e qae
o iilustre candidato teve o apoio de urna
parcialice, porque ella poz como cndilo
um aao do governo. Realisou-se ah, por
lamo, Sr. presidente, a inlerveoc3o mdehi-
ta, completa, violenta, facciosa do governo.
Foi essa interveoco que veio fazer com
que a eleicao de Lences fosse perturbada,
que fez com que o Sr. coronel Calmon o3o
oidivesse urna victoria fcil, como outras
vezes obleve, ou que pelo menos a eleicao
corresse arti plcidamente e os partidos che-
cassem a um accordo.
Oh t meiis senhores, como e, pois, que
vosqueisais de um governo como este?
(Apoiados da. opposicao.)
O Sr. EspinCX: V. Exc e qae se es-
ti iqueixano. -
O Sr. qha:- N5o, o governo supe-
rior naturalmente foi ilquido, e se n5o ro
Aludido digno da mais severa censura ;
mas em todo o caso o que quero fazer sa-
liente qae, por este ob por aquello motivo
o fado deu-se, e este fado foi decisivo para
pertubar as eleicoes de Lences; e isto o
que serve para a nossa questao.___
Mas, Sr. presideote, foi o meu proprio
antagonista que. qoerendo explicar os ados
criminosos praticados pelo delegado de
Lences, nao achando meios para sabir da
diflicaldade em que o colloca o fado anor-
mal de que esse delegado bavia recrutado,
nns dias da eleicao, e remettido para a
capital da provincia, oito individuos, que
foram all interrogados em presenta de tes-
lemunbas conspicuas, e entre eHas o nosso
O delegado dizia ora que estes homens
eram criminosos, ora que eram recrutas,
ora que eram voluntarios: eis o fado : elies
entretanto, declararam que tinham sido pre-
sos e estavam all porque p8rtenciauQ par-
cialidade do Sr. coronel Calmon.
Mas disse o nobre candidato : como se
poderia saber se esses homens eram idn-
ticamente aquelies que estavam qualifica-
dos?Senhores, quem sabe que o effeito
produzido na imaginacao das massas ludo
desde que.se disser por entre o povo que o
delegado de polica estava prendendo e en-
carcelando os individuos que acompanha-
vam a opposicao-, claro que taes individuos
retiram-se, abandonm tudo, porque, Sr.
presidente, entre nos muito dficil lutar
contra a autoridade, quando essa autoridade
n3o quer procurar na lei e nos seus deve-
res o circulo legal e legitimo em qae deve
gyrar.
Conseguintemente, senhores, para mira e
para todos acuelles que quizerem apreciar
a quest5o luz da justica e da moralidade,
ha de se concluir que a intervenco das
autoridades as eleicoes do municipio de
Lences foi extraordinaria, indebita e fac-
ciosa, ha de se concluir, se se lancar as
vistas para o que se passou em outras fre-
guezias, que igualmente a manopla pesada
do governo all se fez sentir sobre a oppo-
sicao.
N5o tem razSo o meu collega quando diz
que a demissio do Sr. Dr. Yaz nada inQuio.
Pois, senhores, dasiirestigiar-se um indi-
viduo porque se quena enterreirar o seu
emulo, o seu rival, tirar-se-lhe loda a in-
fluencia nos negocios policiaes do municipio
para se fazer urna eleicao clandestina (pois
que a eleicao da villa foi s publicada na
j*vespera), em .que esse juiz muoicipal nao
era contemplado como eleilor, nada quer
dizer, nenhuma importancia tem ?
O Sr. Espinla:Elle j nao linha sabido
eleitor na eleicao passada.
O Sr. Jdnqoeiha : N3o era isso dar
ganbo de caus aos contrario?, manifestar o
gov rno muito claramente s sua opini3o de
a poda matar, mas tambem dame da honra
e dignidade do paiz, nao hesiten um mo-
mento, depoz as aras da patria todas as
suas aspiraooes, rio qae o governo neste
ialervallo podia renirmais 20,000 valen-
tes que fe*sem as mygens do Paraguay
defender a honra e dignidade nacional, que
podia enviar mais 6 ou 8 eneouracados que
rossenj com o estampido de seus canbes
diwr a Curupaty : vos qae lendes feito ca-
hir aos centos 'os'valentes voluntarios da
patria, os denodados soldados do Brasil,
vos que nos ametcais com um repte de
de cousas oram immensos, como provarci Desde que teaho assenjonesi.a.casa, tenho
conquistadas com o saqgue e os sacrificios
de nma gerapao inteira", para deswmbrar-se
as glortss explhfldas daquelle qoe ainda
em Santa Helena dizia estar manietado ao
inhspito roebedo por ter, como Prometheu,
querido ron bar o fogo celeste paga da-lo
Franca.
Pois bem: nessepleito grandioso emque
mditos apoiados). expediente de* desesperac3o dos governos
Durante alguns aanos, e notavelmente de desprestigiados e impotentes.
morte, as voseas muralnas bio de cahir i quente desapreco do papel circuanle.
que desejava que naqneile municipio a can-|tado
como asdeJerie diante da justa colera
do imperio; haveraos de ir Assumpcao.
bavemos de conduzir os n'jssos valentes al
aquellas plagas. (Muito bem I)
Eis o que disse, Sr. presidente, a opposi-
cao conservadora ; conheca que era a sua
morte, mas timbem conheceu que era a sua
gloria. Noerrou, mas se errou eu appel-
lo para a grandeza d'aima de V. Exc. oue
decida a qaestao. (Muito bem f Muite-bem.)
(O orador comprimentado por 'mutos
Srs. depotados)
Vozes: -Voto*, votos/
O Sr. Presidente :Tem a palavra o Sr.
Bittenconrt Sampao.
O Sn. Buten court Sampao :Vendo Sr.
presidente, a anciedade que mostra a cma-
ra para volar-se o parecer, (desisto da pala-
vra nicamente para'proceder-se vo-
tac3o.
O Sr. Presideete: NSo havendo mais
quem tenha a jialavra, fica a discussSo en-
cerrada.
Procedendo-se votacjfo do parecer,
rejeitado, com todas as|emendas, sendo ap-
provado o voto em separado em todas as
suas conclusas.
O Sr. Presideote declara deputados pelo
5" districto da provincia da Baha es Srs.
Antonio de Soma Espinla, Frederfco Au
gasto de Almeida e Salustiano Ferreira Souto:
os quaes achando-se na. sala immediata sao
introduzidos cof as formalidades do estyto,
prestara juramento e tomara assento.
Vem mesa a seguinte declaragao de
voto:
tDeclaro queTplei pelo parecer da mate-
ria da commisslo de inquerito em relaco
s eleicoes do 5 districto elerfcoral da pro-
vincia da Bahia.Abetarf d Sro.t
O Sn. Belfort Dujirte; (pela ordem) re-
quer, por ser de nat .treza urgente, a pre-
ferencia na discuss3o de parecer da commis-
s3o de inquerito sobre o 2 districto da pro-
vincia da Babia.
O Sr. Bittencort de Saom-wo diz nao-
ser possivel entrar-sc nessa discusso por-
que aioxla nao foi impresso eroavalso o res-
pectivo parecer.
Posto a votos o reqlBTimento rejei-
didatora daqaelles que erara sympathicos a
essa autoridade e aos seas amigos tivesse
de ser derrotada no pleito de 3 de feve-
reiro.
O presidente da provineh, em vista dos
factos praticados em Lences, nao pode
cruzar os bracos; e isto foi que veio provo-
car as grandes iras dos nobres candidatos
contra aquella autoridade. Existe entre os
papis, Sr. presidente, urna portara moiio
bem fundamentada suspendendo o hachare!
Americo Pinto Barreto das fuocces de juiz
municipal, e outra demittindo-o de delega-
do de polica pelo fado do recrutamento
na occasio da eleicao.
O meu Ilustre adversario pretendeu ne-
gar os fundamentos daquella portara, di-
xendo que o poder judiciario e o poder ad-
ministrativo j tinham proferido a ultima
palavra. Seohores, o juiz de direito que
absolvea o juiz municipal de Lences
justamente aquelle que com elle foi igreja
do Rosario, e em companhia do delegado
de polica e coraman ianie do destacamento
procuraram levantar da cadeira de juiz de
paz ao Sr. major Deraldo quando estava na
presidencia da mesa.
Portauto, a cmara v que valor jurdi-
co para a questSo actual pode ter a absolvi-
c3o dada pelo juiz de direito que era cm-
plice com aquelles homens. Elle absolvea
o seu co-ro, isto n3o pode ter a menor in-
fluencia para o caso.
Portante tudo qunto tenho dito em re-
lacSo violencia do juiz municipal est ab-
solutamente em p, ainda que o juiz de di-
reito tivesse proferido centenares de.senten-
ciS'Como essa que proferio.
Sr. presidente, eu n3o quero alongar-me
muito, a cmara mesmo precisa.de oceupar-
se, talvez, de outras materias; recordare'!
com os factos e com o testemuuho de no- o sempre coajbatilo jfrsMjyota*como
mens os mais competentes. remedio anormal, pe^ovHjgrava o
Conseguimos supera-los", grabas ^vilali- mal que se qaer sanar, perturbador da in-
vade do paiz e uberdade dejlosso solo, dustria, do commercio, da riqueza publica e
gracas prin plmente Divjna frovidencia, j da fortuna particular. Sigo a opioi3o dos
que as vezes, p^r momentos, como boje,j economistas que, unnimes, o considerara
parece^BSbjd*nar-ns, nos ha de levantar 'meio ruinoso de obter recursos momenta-
altura dos destinos que, creio firmemente, neos e fallazes, compaoheiro das grandes I a ing'ialerra asprava1 a
esto tracados a nossa patria Kqito bem, crises sociaes e das guerras ruinosas ulMMo 0 teodo frente de se(J9 ,jesljnos os no.
mens Hlustres daquella geracao brilbante
que atiesta quanto fecundo o seu rgi-
men de governo lvre, ainda entao se proca-
rou recursos de lnancas na violaco das re-
gras da prudencia que se bavia imposto nm
banco de circulaco creado na metropole do
imperio Britannico para auxiliar a distribui-
c3o do crdito ao commercio do paiz.
Transferido para o tuesouro inglez o fun-
do metallco do banco de Inglaterra, bus-
cou-se no augmento das notas bancaria
novo meio de fazer frente a despezas urgen-
tes do governo. A opposicao dos directo-
res do estabelecme ito, que comprehendiao
em todo o seu rigor os deveres da honra
commercial, conteveo gov^ino em suas re-
petidas exigenchs NSDde e'la, comiudo,
obstar a suspens3o do pegamento metallico,
decretado pelo bil de 1797 que J. B, Say
com raza"o cbamou IeFfle baocarota. >.
A depreciac3o das nblas- do banco era em
v-
18i9 a 1857, manieve-se firme o padr3o
m metario fixado em 1841 Nos annos se-
guintes. at 1863, oscllou sempre o cambio
Undendo, porm, para o par.
A cri8e"bancarraSte-l86i, as largas emis-
soes que se lbe seguiram do banco do Bra-
sil trouxeram.e superabundancia e conse-
Est elle hoje depreciado de mais de 20
0|0, como o atteslam as colaces do cambio
e o preco dos metaes nos mercados inter-
nos. J o commercio, j as industrias, j
os particulares comecam a soffrer as conse-
quencias de t3o desagradavel estado de
cousas.
Se j ha excesso de papel na circulaco,
se est elle depreciado, como quer o nobre
ministro da fazenda que, sem garantas nem
segurarlas, lhe concedamos a faculdade de
emittir mais 45,000:0000 de papel-moeda ?
Seria iss votarmos a ruina do meio circu-
lante do Brasil por muitos e longos anno?.
Terei a honra de recordar cmara, algu-
mas phases mais importantes da historia da
nossa circulaco monetaria, pensando, como
pens, qne na vida das naces as toces do
passado sao os mais Seguros guia que as
podem dirigir nos passos- lacertos do futuro.
(Muito bem).
Antes, porm, de entrar no exame das
importantes quesfes que subleva esta dis-
cusso, seja-me permit ido fazer urna de-
claraco, qoe V. Exc., Sr. presidente, n3o
tomar por mera precaucao oratoria, ms
como a expresso de sentimentos sinceros,
manifestados com a franqueza de que costu-
mo usar nesla tribuna.
N3o preciso que o dga, para qae todos
aqui saibam, qual a mioba posico em rea-
cao poltica do gabinete.
Dirigiudo-rae em fevereiro ultimo aos
eleitores da provincia do Rio de Tunen u,
disse-lhes:
# As minbas ideas s3o ainda as mesmas,
o meu procedimento ha de ser inteiramente
anlogo ao que live as duas legislaturas em
que tomei assento ao parlamento. >
Disse mais : Se aiguraa cousa devo ac-
crescentar, que^gorai mais do que nunca,
pugnarei para qu o systema constitucional
se torne urna reatdade no Brazil. A razo
destas miuhas pal'vras ah est nos acooteci-
mentos qae nhimamente lemos ppesen-
cado.
Este simples enunciado constilue-He na
obrigaco de combater o gabinete, porqqe.
senhores,. a sua existencia a negace do
systema constitucional (apota*- geroes- da
opposica&i nao apoiados da ntaioria) : com
a sua continuacao tkaro anda mas agou-
rentadas as ultimas poucas esperancae que
podemos- ter de seu restabelecimento no
Brazil. (.Muito bentt muttos opoiados o nao
apoiados.)
N3o sao somente os principios da escola
poltica a que pertenec-, e as- tradicoe* do
partido em que teotoo militado, que rae le-
vara a desejar a substituic3o do gadiuotepor
ouiro que melhor compreheada as praticas
do nosso systema de governo..
Reconheco os elevados talentos parlamen-
tares do- nonre presidente do conselho, faco
justica a cerlas qualidades que o distioguem,
como nomem, mas nao posso desconhecer
que o ministerio a. que S Exc. preside nao
est na altura das circumstancias difiieeis do
paiz. {Apoiados contestadles. Cmiam-se
varios apartes.).
Em vista das. reclamacoes da- honrada,
maioria, precisando eu tamo da benevolencia
de toda a cmara para qae meresam. as mU
nbas palavras alguma attancao...
Vozes.Merecem sempre toda a alteocaa:
[Mtutos apoiados,)
O Sr. Paulino de Souza.:... direi so-
mente que o pensamento politico do gabi-
0 Sr. Macedo (pela ordem>:Sr. pre-
sidente, eu chamo a attenco de V. Exc.
para o fado que acaba- de se passar: eslava'
na ordem do da o parecer da-commissao
de inquerito sobre a eteico do 2 districto
da Babia; eu perguoto se mesa tinha o
direito de por na ordem do da um parecer
da commissSo sem que se nouwesse distri-
buido na casa esse mesmo parecer.
Se por ventura oSr. 1o secretario tinha
esse direito, eu reclamo contra a obserVacao
do nobre depulado per Serglpe, que falis
me parece muito bem fundada e que no
suspeito mesa...
O Sr. BnvrENCOORT Sampalo :Nem, ain-
da corrigi as provas do mea voto em sepa-
rado.
O Sr. Macedo; ..mas. se aquel ob-
servac3o bem fundada. eu> protesto contra
mais esse abuso praticado peio honrado Sr.
Io secretario.
O Sau FonseeaVianna. (t secrdario).:
A mesa cumpre restrictamente o que est
determinado pelo regiment da ca6a, o qual
diz que cinco dias depois de publicados os
pareceres das. commisses de inqueFito, se-
ro elies dados para discossSo. (Apoiados).
Por consequencia no prazo fatal a mesa deu nete, e muitos de seus actos admmisu au-
para ordem do dia a discusso do parecer | vos, que hei de aqu de palavra estigmatisar
somente que neslas questoes, como as m-
ximas quesles que affectam o interese do
paiz, deve-se dexar de parte o interesse
poltico.
Eu recordare'! a V. Exc. qae no fina da
sessSo passada, quando poucos dias faltavam
para que a cmara se encerrasse, o nobre
presidente do conselho appellou para a op-
posicao conservadora afim de que ella com-
parecessee fizesse numero para se votarem
as medidas urgentes, do adiamento da elei-
c5o, da reforma do Banco do Brasil e dos
crditos de guerra e marinha.
A voz antorisada do nobre presidente do
conselho foi onvida pela opposicao conser-
vadora ; a cmara nos ltimos dias de se-
tembro abrio-se com poucos membros alm
daquelles que estrictamente eram necessarios
para poder fonecionar, e nesse numero esla-
va a opposic3o conservadora ; e entre ella o
humilde orador qae neste momento falla.
Quando nos vemos a bracos com urna
guerra estrangeira, quando procuramos as
menores impressoes qoe vem as azas dos
ventos daqoellas regibes meridionaes, quan-
do estamos neste estado, nao occasio a
mais propria para levantamos interesses
pequeninos ; os conservadores, pois, obede-
cendo voz do potriotismo compareceram,
fizeram numero, votaram o adiamento da
eleicao ; votaram talvez a sua morte votando
esse adiamento.
Eu noto qae algumas lacaoas se deram
nesta casa ; n3o vejo aqai o honrado Sr.
Dr. Nebias e outros compaoheiros. Mai
relativo ao 2o districto da provincia da
Bahia.
Nao contava, porm, com a demora que
tem havido na impresso; a secretaria tem
mandado repelidas vezes apressa-la; at
boje as suas reclamacoes nao foram atten-
didas pela typograp&ia.
PorUnto, a mesa cumprio o seu dever.
Alguns dos nobres deputados reclamara, o
parecer impresso. Quanto transferencia
da discuss3o, outra questSo; fica por con-
ta da cmara e nao da mesa.
SEGUNDA PARTE DA ORDEM DO DIA.
CRDITO SUPPLE^STAR AO MINISTERIO
DA FAZENDA.
Entra em 2a discusso a proposta do go-
verno sobre crditos.
O Sr. Paulino de Souza (movimenlo de
atlenc3o):Sr. presidente, a proposta, que
em nome do poder executivo apresentou o
nobre ministro da fazenda, versa sobre as-
sumpto da maior gravidade, e que exige a
mais seria e refledida atteocao da parle de
todos nos, que sobre ellas nos temos de
pronunciar.
Traia-se de nada menos do que aulorisar
o governo a emitUr 45,000:0004000 de
papel-moda, ^somma quasi igual que se
achava em circulac5o quando em 1846 se
firmou o novo padr3o monetario do Impe-
rio.
Os 46,000:000/1 de papel, entSo existen-
tes, representavam ama longa serie de de-
sastres financeiros desde crnaufragio do pri-
mero banco do Brasil at que o paiz pode
aspirar a entrar em urna ordem de coosas
regular sob o ponto de vista econmico e
finaneeiro. '
O meio circulante o ramo mais delicado
e talvez o mais imp atante das Enancas de
qualquer.paiz. A raoeda, medida commum
de lodos os valores, o esialao pelo qual vao
aferir-se todos os producios, deve ser fixa e
de valor constante, sob pena de graves per-
torbacoes na fortuna publica e particnli',
de grandes prejuizos a todas as classes da
sociedade. (Moitos apoiados).
A circulac3o do Brasil tem sido sempre
como em consciencia os tenho eonde;uBado,
sao motivos mais do que sulfieientes para que
eu lhe faca a mais decidida opposicao.
A miaba opyosieo circnmscrever-se-ha,
porm, no terieno poltico e administrativo.
No que se refere guerra e s finaacas, es-
timara ter occasi&es de prestar o meu con-
curso, nao ao mnisterio, mas ao governo do-
Brasil.
No que se refere & guerra, porque em, sua
solucao condigna ek5o empentados a digni-
dade e o renbme d na\;5o, e nao ha, se-
nhores, sentimentcfMioe sejamais caro ao co-
raco brazileiro d al&o da bonra nacional.
(Muitos apoiados, tuJlQ bem, mutlo bem.)
No qne se refere as financas, porque n3o
ba hornera que pense selamenie sobre o
estado de nessas cousas, que nao searre-
ceie, que nao tenha apprebensoes s" bre o
estado desanimador em que v3o em ca-
hiodo. .. _
O Sr. Tavares Bastos e. octtos &ks. De-
putaoos : Apoiado, muito bem. .
O SR- Paulino de Souza :.Quando, pois,
me viries apparecer nesta tfibuna para tra-
tar de assumptos concernentes guerra ou
a financas, ficai certos, senhores, de que ve-
nho os utir as medidas, sem olnar a quem
s3o os ministros; venho dizer sinceramente
_ minba opniao, cumprir o meu dever de
representante da nace, e nao fazer opposi-
cao poltica e systematica. (Muito bein.)
Darei as torcas de mar e trra de que o
governo precisar para a campanha do Para-
guay ; votarei impostes, aulorisarei empres-
timos, resalvado sempre o direito de discus-
so e emenda. Tomarei mesmo a liberdade
de, alguma vez como nesla proposta, lem-
brar o meio que me pare mais adequado
em subsiituicSb daquelle que condemno.
E' assim que, n3o aceitando tal imposto
dos indicados pela primeira commisso do
orcamento do anno passado, aponlarei a fon-
te de que me parecer poder urar-se igual,
renda com menos desvantagem das torcas
productivas do paiz, e nao aceitando, quanto
Resomindoa declaracSoqu pefl perrtis-
so para faer, e na qual o descostume da
tribuna ez-me alongar mais do que teociona-
va rediizi-la-hei aos seguales termos.
A t*o ser a victoria e a feliz term.inac5o
da guerra, maior fortuna talvez nao posa
acontecer ao Brasil do que.a retirada do
actual gabinete da gerencia dos negocios
pblicos. (Apoiados geraes da oitposicdo.)
Hei de combatefo resolutamente as ques-
toes de interesse politico e administrativo:
no que fr da guerra, no que lr da finan-
cas, limitar-me-hei a discutir com franqueza,
sem espirito de opposicao : vutaiei cora im-
parcialidade, sem ter em vista fazer benefi-
cio, nom iojuria ao ministerio. (Mudo
bem.)
E' notavel, seabores, a inclinac3o iuoesta
que tm em geral os governos para nos em-
baracos financeiros buscarem no excesso e
desordem de meio circulante meios iluso-
rios de crear recursos, .-em se lembrarem
que logo depois as rendas publicas recebidas
em mceda depreciada nao representara o
valor que dantes tinham, pois que a moeia,
tanto a que vem ter aos cofres do tbesouro,
como a que est as mSos dos particulares,
tem perdido grande parte de sua forca para
acquisico do productos de que o Estado
precisa para a gaerra, e esles para o con-
suno diario da vida.
Fot orna tendencia fatal dos governos da
idade media, que se perpetuou nos lempos
modernos, a de adulterarem a moeda, dimi-
nuindo*lbe o pese para no lucro da differenc*
entre o>algarismo do cuabo e o peso do rae-
tai fazerem consistir um meio reprovavel de
financas.
Factos muito siftnificativos menciona a his-
teria da economa poltica em abono das pro-
posicoes que acabo de enunciar.
Todos sabem que a. libra franceza (moeda)
que no lempo de Garlos Magno conlinba em
prata o peso desse nome a 6erto grao de
afinacao hoje representada pelo franco que
equivale a cerca da centesima parte da anli-
ga libra.
Na Inglaterra a libra actual corresponde; em
prata a um terco-do peso que tinha da libra
troy (libra de-12 oncas empregada para pe-
sar ouro, prata e joias) no reinado do re
Joo, que a historia commemora por nelle se
terem firmado as hberdades brtiannicas da
Magna Carta que os baroes normandos ar-
rancaram da realeza como recocht cimento e
garanta de seas direito*.
Do mesmo-expediente usaran em larga
escala os goveruos de Portugal desbastanrj
a moeda de peso de metal e conservando-lbe
o mesmo cunbo.
Ifo Brazil a oitav de ouro que em 1808
tinha o preco legal de 1)5600, pelo novo pa-
drao- de 1846 vale de direito e hoje de
fado no mercado cerca de '>$.
Se as extorsbes praikadas psla subtrae-
c3o do peso na moeda produziam um recur-
so, alm de deshonroso, momentneo e fallaz
para-o erario, pois no.seu reflaxo empaga
ment dos triOutos o Rilado a recebia tam-
bem pela ioseripcSo do cunho, as relaces
econmicas des particulares, grandes se tor-
naram os vexames resallantes de semelhante
abuso, alterando-se a. base das obrigacoes
cootrahida&e avaliadas em moeda. Estipu-
lavam-se em um valor, solvia*se em outro
muito decrescido.
Os clamores que levantara o meio fimn-
eeiro, a que alludo, levaram alguns gover-
nos mais- honestos, que se saccederam^ a' s
promotores da fraude, a lomar providencias
no sentido de resguardar a fe-dos contractos
e obstar o detrimento que desses factos-pro-
vinha para todos. Taes foram varias orde-
nabas de diversos res de Franca, ua.esta-
tuto inglez que raandou solver as obrigacoes
pela moeda do tempo do contracto, e n3o
pela da poca do pagamento, o precito ana-
logo de urna das ordeaaces do remo de
Portugal.
lima lei brasleira, referindo-se ao popel
moeda, mandou observar as convencfies so-
bre pagamentos. .
Se prevalecer o plano do nobre ministro
da fazenda, de fazer do papel moeda fonte
de renda para o ihesouro, neohum homem
de prudencia a mais. vulgar deixar de esti-
pular as saas traniaeces que a solucao de
seu crdito seja feita conforme o valor Ua
moeda no dia em que as tiver effeduado.
Alterando cada eraiss3o a forca adquisitiva
da moeda, deixa ella de ser o denominador
commum dos valores, sajeita como fica a
fljctuacoes constantes que infelizmente iro
sempre crescendo na razo de seu envileci-
meoto. Quanto mais subir a onda do pa
pe moeda, mais fundar o padro ma-
netario.
J urna companbia desla praca, a compa-
nhia do g2Z, para acautelar os gravames que
poderia soffrer com a depreciacao do papel
circulante no paiz, teve a previdencia, quan-
do ha alguns annos renovou o contrato para
a illuminacao da capital, de exigir que o pa-
gamento do consumo de gaz se fizesse na
forma do padrao monetario do imperio, isto
. na razSo de 40 por oitava de ouro, ou 27
dinheiros steriioos por 1#.
Permilta-me V. Exc. Sr. presidente, que
eu insista em certos principios e adduza al-
guns factos em reforco do que pretendo es-
tabelecer, pois, sendo inteiramente sincero
no protesto que fiz d nSo bostil.sar o gover-
no no que'diz respeifb a financas, preciso
fundamentar os motivos por que com toda a
vehemencia me opponbo ; proposta em dis-
cuss3o, na qual o governo faz consistir o
seu primeiro e mais efficaz recurso para
vencer os emDaracos do thesouro.
O progresso da sciencia econmica tem
condemnado varios precedentes que no lem-
po era que foram firmados tinham por si a
a desculpa do atraso e da incerteza que en-
13o reioava as graves quesles relativas ao
1810 de So *|0 em relacloo ouro, o que
nos n3oTesitamos; sabamos que iamos dar r enes viciada.
ao governo maior espaco de tempo para se
preparar contra nos, Bzemos numero, vota-
mos por essas medidas, adiamos a eleicao
que bavia de ter logar em novembro do anno
passado para fevereiro deste anno ; enten-
demos que se-por om lado o gverno poda
preparar o cadafalso a que tinham de subir
as soas victimas, por outro lado tambem
Desde os dias qoe antecedern nossa
emancipacao poltica at 1846, em vinte e
tantos annos, perdeu a moeda do Brasil 150
0[0 de seu valor, algarismo este qae repre-
senta a expoliarle que soffreram os parti-
culares por cejas maos passou duraote esse
periodo de tempe.
Os males resallantes de semelhante estado
raTgu^,';utroro"Vodo"porqae oquerem meio circulante. Homens muito eminentes
asseaiar e distribuir, direi como julgo mais commetterara erros que boje nao Ibes pode-
convenente o sea assento e distribaicao.
N3o tenho a preteDco de querer aceitar
idea alguma que parta de origem talvez sus-
peta ao ministerio": tere*, porm, assim
cumprido rigorosamente o meu dever, enan-
ciando-me francamente, sem reserva
riam ser relevados.
JL cmara sabe qaantos esforcos nos fins
dp^secuTo pasado e no principio do actual
empregou o governo britannico, como o pa-
triotismo do povo inglez fez convergir todas
as torcas e recursos da nado na grande lula
em que se prodoz levantar um paradeiro ao
Quanto ao papel moeda, porm, e na es- lorrftrn do" mu
offeru de seguranca efficaz, podero do maiorjofrreirai do munaoaue|
cala pedida, sem
po ser elle concedido com o mea voiq<.
Ifizera a Frdnca esquecer'M dss liberdade?
chamou a attenco do parlameoto para oe
inconvenientes origioa'ios de tal fado, abrirv
do-se largeioquerilo sobre as dnwas que o
haviam determinado e motivos d sua per-
manencia.
Pouco antes um professor de moral, es-
pirito profundo e investigador, Adam Smith,
estudandoos factos sociaes no qoe diz res-
peito prodcelo, distribaicao, coqsubw e
movimenlo dos valores, lancra no li-vre* qae
o immortalizou os principios da sciencia1 eco-
nmica, os quaes n8o s3o mais do que a es-
presso de certas retacees da vida da sociB"
dade em sua razo e desenvolvimento. En'
tre as adeptos da nova sciencia figurawm
entSo horneas do valor mlelleetual do cele-
bre RicardoJTborntoo. S Francis Baniof.
Hoskinson, Pavnell e outres muitos.
Nos trabalhes da, commisso encarregada
pelo parlamento de examinar a questao, fi-
guro, j como-inquiridores-, j como teste-
munhas, appar de outros muitos Ilustres,
os nomes que profer. O parecer ento la-
vrado, ainda boje celebrado na historia da
sciencia pela denomraac5o de bulho report,
conduio que a causa do desequilibrio entre
valor do papel bancario incoaverlivel e o
de ouro era o excesso da circulaco fiducia-
ria, qae superabundante se depreciaba. O
meio deTestabelecer o papel do banco, ele-
vamlo-o altura do padr3o monetario nao
podia ser outro 3en3o a sua retraccaoat a
concuweneia da somma que irouxera-o-de-
sapret.
VerV. Eic. Sr. presidente, que o-fado
menas nado tem. a maior retaceo coa o-pon-
to principal da discusso, se attender que o
papel inconversivel da Inglaterra em 18*0
estava por excessivo deprecado na razao de
25| eque o roes papel fiduciario' est
adualsaenie decatiido na mesma pruporco
e pelo mesmo moiivo, como provam a que-
da do ambio a 21 e o preco do ouro nos
mercados internos..
Alli obulltort eommtlheepropunha a
contracao da circolacao do>banco; no 6aso
idntico em que estamos n3o occasio de
augmeoiar o papel do governo, seria de ac-
cordo eom o disposto na lei de 11 de setem-
bro de 1846 o de fazer asoperaces neces-
sanas para em parle retira-lo.
O Sr. Tavahs Bastos :Apoiado
O Sr Paulino de Souza :As conGluses
dofeu/tom reportalo foram aceitas em
18U eso viecam a prevalecer no bil de
18lft> com o qual sir Robert Peel cooseguio
reslabelecer em 1821 o troco metallieo. Pre-
dominou o erre de Vaesittart, que fez de-
clarar ao parlamento ser aquelle estado da
circulaco devido alc>do ouro e nao que-
da do valor das notas.
Das discusses ento havidas no parlamenr-
to, na imprensa, perante a commisso de in-
querito, que ouvio os depoimeatos dos ho-
mens mais competentes e praticos, reban-
tou grandts luz, fixando-se os verdadeiros
principios, deste ramo de coobecimeatos.
S5o boje to certas e invariaveis as leis da,
circulaco, que no-ba moi*o tempo umee-
tadista eminente, primeira autoridade do
paiz nestas materias, alrmou no senado
que a sua precisad matbemaflca igual das
leis que Keplere Newton assignalaro mar-
cha dos astros na abobada celeste.
Preciso eslabelecer quaes os principios
capitas da circulaco ara lu3 delles com-
bater e pedir a c 'mar a condemnaco do
expediente subversivo e revolucionario que
nos prope o Sr. presidente do cooselbo,
como meio admissivd era financas, para
dar recursos ao Estado.
Restringir-me hei no que poderia dizer so*
bre as leis geraes da circalaclp-para alargar-
me um pouco mais na parte em que espere
demonstrar os inconvenientes e perigos do
papel-moeda.
as circulaces purara ente metalUfias
e as mixtas, de metaes e de papel bancario
conversivel o txcesso, que sobrevenha por
maior afluencia das especies, por si mesmo
se corrige, derivaDdo-se parte para o com-
mercio onde sao applicadas aos usos que
lera os metaes nobres na sociedade, e en-
camiohando-se a outra parte para outros
mercados, restabeiecendo-se afinal o equili-
rio na forma das leis que regem a disiribui-
Co dos mdaes pelos marcados do universo.
Sobre o meio circulante, exclusivamente
metallico traz o mixto de metaes e de pa-
pel bancario conversivel o proveito de pou-
par naca o grande somma de capital dis-
ponivel que, deixando de empregar-se as
mercadorias (curo e prata) de que se faz a
moeda, vai fecundar a ioduslja, augmentan-
do pelo seu coocurso na prodncc5o a rique-
za do paiz. Este regimeo bem dirigido, com
o correctivo do iroco melallico, tem ainda
a vantagem de regular a expanso e con-
traeco da circulaco conforme exigem o mo-
vimenlo das traosaecese a maior ou menor
offertade capitaes, coja distribuicao encar-
resada aos lornecedores do crdito,
i -A circulaco composta de metaos e de pa-
pel inconversivel ou papel moeda exige, a
maior attenc3o e cuidado para manter sem-
pre no ponto lgalo padro monetario. O
risco est no crescimentp do agente fiducia-
rio alm das exigencias do commercio; ain-
da neste case a maior concurrencia de me-
taes por si mesma se corrige, porque achan^
do fcil esgota.para outros mercados s por
momentos noae perturbar i regularidade do
meio circu'ajle. (eontintar-sc-ha).
TYPT
* .rc
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BIQ~R.UA DAS CRUZES N, 44,


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