Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11312


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Full Text
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ANNO XLU1. NUMERO 155.
P IR V A CANTIL LUfi IBES OXOE SE NAO FAfiA POSTE,
Par res otesJiantdas.,. <. ....'..........
Par h Utos iitm.. I > '
Par an aane idea.. .1 i "< '< *' J )
Cah a-mera aris .]...-.......


424000
240OO
320
flUARTA FEIRA 10 DE JLHO DE 18G7.
PABA DEVTBO E FORA DA PROVINCIA.
Por ir neiei fiABU4d. .-. rr -v......v ..
Por sfisdss dem. ;;..............................
Por oore ditas idem...................
Por un asno idea., rr!..... ,,.........,

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#750
1M30C
28J23C
27*000
A8M<&aA8 M IPlHIfllBllI BD 18MlPffDailD DI ffiABDUMH'WiaiaDA B> VSm& & M lENGAhREGAOOS DA SUBSCRIPTO.
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Amonio Marques da Silva ;Aracaty,
o Sr. A. de Leraos Braga; Gear, o Sr. Joaqaim
Jos de Oliveira Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves & Filbes ; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas.o Sr. Franeino lavares da Costa;
ahia, o Sr. Jos M*rtins Alves; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Ribelro Gasparraho. *
PAKTIOa Di S "vTAV'fiTAS.
Olinda, Cabo, Escaria e estagdes da vi& frrea at
Agua Preta, todos os das.
Igaarass e Goyanoa oas segundas e sextas fei.ras.
Santo Anto, Grvate, Bezerros, Bonito, Carur,
Altiabo, Garanbons, Bnique, S. Bento, Bom Con-
selho, Aguas Bellas e Tacarat, as tercasfeiras.
Pao d'Albo, Naiareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
lagazeira, Plores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Onrleury,Salgoeiro e Ex, as quarla eiras
Sariohaern, Rio Formoso, Tamaodar, Una, Bar-
reros, Agua Preta e Pimenteiras, as quintas
f airas.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do comraercio : segundas e qaintas.
Relajo : tercas e sbados is 10 hiras.
Faienda: quintas as O horas,
/alzo do commerao ; segandas as 11 horas.
Dito de orpbos : tercas e sextas as 10 horas.
Primelra vara do iivej;- torcas e senas ao meio
dia.
Segunda vara do ciwi : luanas e sabbades a
1 hora da tarde.
EPHEMERIDES DO MEZ DE JULHO
1 Loa nova as 6 h. e 56 m. da t.
8 Quarto rese, as 2 h. e 39 m. da t.
16 Loa ebeia as 6 h. e 4 m. da t.
24 Qnarto ming. as 14 b. e 54 m. da m.
31 La nova a 1 b. a 32 m. da m.
DAS DA SEMANA.
, 8 Segnnda. Se. Procopio e PryseiJa mm.
9 Terga. Ss. Cyrillo o Bricio bb., S. Anafolia v m.
10 Quaria. S. Silvano m., SYBianor b.
11 Quinta. S. Sabino m., S. Aboendie m.
la Sexta. S. Juo Gualherlo ab., S. Jansot.
13 Sabbado. S. Adelo p. m., S. Ellas ni.
14 Domingo. S. Boivenlura i>. card. dr. serapbico
PREAMAR M. HOJK.
Primait. t 9 boras e 18 n. da majaba*
Segnnda a* '> horas e 'ti rainal"* d urf
PARTIDA DOS VAPORES COTEIR.
Para o sol at Alagoas a 14 30 ? pafa a sor*
at a Granja a> 15 e 30 de cada raez; par Par
nando nos dias 14 dos anexes jaersiro, marco, sai >
julho, setembro e novembro.
PARTE OFFICIAL
MI VISTE RIO DA JUSTINA.
Aviso.Declara qual a providencia a tomar-se
qoando por falta oo omissoes na escriptoragio | das for5~s ao SQ, da pr0Tjncia de Mato-Grosso na
colonia de Miranda, 13 de *bril de 1867. lilao, e
Exm. Sr. eouselheiro Joo Lujosa da Conba Para-
nagua, ministro e secretario de estado dos negocios
da guerra.Carlos de Moraes Camiso, coronel
lllro. e Exm. Sr.Tenho a distincta honra de nbo a honra de passar por copia as maos de V.
passar por copia M mos de V. Exc. a parte in- i Exc. as orden do da dadas por este enramando ao
closa dada pelo lente coronel de commisso An-1 partir da colonia de Miranda e do apossarmo-nos
tunio Eneas Gustavo Galvao, ao ebegar da expo- j doste ponto, e bem assim as partes que me foram
rago qn Oz executar daqui cinco leguas e mela i transmittidas pelos commandantes de eorpos com-
pelo batalbao de que elle commandante. Detentes destas torgas, por onde mais delalhada-
Dens gnarde a V. ExcQaartel do commando mente conbeaera' V. Exc. ludo quanto se passou
dos trapiches e arroazens alfandegados, se nio
pode conbecer a exaclldao dos balangos, de que
tratam os artigos 89 e 90 do cdigo commercial.
Rio de Janeiro, 19 de jonho de 1867.Em offl-
rio de 17 de Janeiro ullirao coosoltou esse tribu-
nal ao governo imperial qual a providencia a to-
roar-se quando, pela falta de escripturacio, esta-
belecida pelo cdigo commercial, nos trapiches e
armazeos alfandegados, on por ser tal escriptnra-
. o incompleta, nao se poder conbecer a exactido
jos balangos, de qne tratam os artigos 89 e 90 do
referido cdigo.
Sua Magestade o Imperador, a quem foi presen-
ta a mesma consulta, tendo ouvldo o presidente
, hoove por
bem mandar declarar que, no caso de que se tra-
ta, depois de ter-se procedido a exame nos livros
do armazem ou trapiche, .-olic'ta--e da alfandega
os necessarios documentos e informaQdes a respel-
io das mercadorias sahidas e entradas, na forma
dos artigos 238 e 250 do respectivo regnlamento ;
i: provada a nexactldll do balanco e extravio de
lireitos, intentase contra o trapicheiro, deno ou
administrador do armazem o processo, de que fal-
la o decreto n. 862 de 15 de novembro de 1851
para impor sa-lhe a multa do doplo do valor dos
'reitos extraviados, como preceila o artigo 90
-lo cdigo commercial. O que commanico a V. s. 3""^"e ^ud*^' so'ldad'oT^ cavaHarl
para sea eonheclmento e execagao..
Deus gnarde a Vv S.Mariim Francisco Ribeiro
de Andrada.Sr. presidente do tribunal do com-
mercio de Pernambnco.
un i
MINISTERIO DA FAZKMDA
Expediente de a de junlio.
Officlo directora de rendas, que devendo o
rotatorio do ministerio dos negocios di fazenda,
d'ora em diant, fazer mengao especial do com-
mercio e navegagao do rio Amazonas; e notndo-
se muitas lactinas nos documentos eslatislices en-
viados pelas repartieres i-caes alli existentes;
naja essa directora de expedir as mais terminan-
tes ordens para que os mappas estatlsticos das
mesmas repartigdes, quanto ao eommercio e nave-
--ii.'', sejam completos e minucioso?, cumprinJo
lomear sempre os valores :
1.* Da imporlagao directa i
2.* Da importago de mercadorias e>traogeiras
navegadas com carta de gola ;
3.* Da dos gneros nacionaes sujeilos a expe-
diente;
4.* Da dos gneros nacionaes livres de expe-
diente ;
5.a Da exportago para (ora do imperio ;
6. Da exportago para dentro do imperio ;
7.* Da exportago de gneros estraogeiros j
despachados para consumo:
8 Da reexportado para fra do imperio ;
9." Da reexportagao para portos do imperio ;
10. Da reexportagao do entrepos.o em transito
fiara fra do imperio ;
11. Da reexportagao do eftreposto em transito
jara dentro do imperio.
Tanto na imporlagao como na exportago e
reexportagao se deverao discriminar do mda in-
dicado os valores vindos da provincia do Al'o
Amazonas, ou para ella sabidos, de qualqusr ori-
gem, e bera assim os do Perl ou para o Pei, e o
mesrao a respailo das outras repblicas.
Convir anda que transmuta as referidas re-
partigoes os modelos precisos para se guUrem,
nao s quanto aos referidos esclarecimentos, como
sobre quaesquer outros que entender necessarios,
aQm de que em todas as esti gdes flseaes o traba-
commandante.
Copia.Quartel do commando do batalbao 17 de
voluntarios da patria, acampamento na colonia de
Miranda, 12 de abril de 18)7.
Ilim. e Extn. Sr.Dando enmprimento a' ordem
de V. Etc. aQm de. com o batalbao de mea com-
mando fazer um reconhecimento do inimigo pelas
imraedia'.ois do logar denominado Reliro, marebei
deate acampamento s 11 1/2 horas do dia 10 do
corrente, acampando as 6 da tarde na bocaioa do
referido lugar. Levantando acampamento ao rom-
per do da seguiale, ebegaei ao Retiro as 10 horas,
mandei fazer um reconhecimento pelo catainho
novo, aberto pelos F;lrsguayo-, com a vanguarda
reforgada pelo3 indios, eem quanto osse reconheci-
mento se Tazia conservei-me com o batalho em oh
servago no referido ponto, onde se bifurcavam as
deas entradas. Meia hora depois, recebendo com-
munieago da que o camioho novo quu se sappa-
nba existir nao era mais qne um desvio para o
amigo que o la encontrar na distancia de 1 1/2 le-
gu >, marebei para esse lugar i nde recebi commo-
i aeago da vanguarda de ir.-m encontrado all duas
^soldados de cavallaria, arraadoi
de langa, e-/j,..eJirigiam para ellas, os quaes,
avistando o '3.'um retirou-se a lodo o galople
eos mais a p'lfsu'; ento apressanlo a marcha do
batalho, colloqnei-me neste ponto e to.nei as pro-
videncias que exigia a topograpbia do lagar. Meia
hora depois observoa-se que um cavalloiro pelo
flanco esquerdo explorava a uos.-a retaguarda, qae
se acli'ava apoiada no carrego que passa por de traz
nesta marcha. Incluso achara' tambem V. Exc. o
trago lopographico do camioho que percorremos,
le'antiJj por um dos engenheiros dsstas for-
Igas.
Deas gnarde a V. ExcQaartel de ebramando
I das torgas em operagdas ao norte da repblica do
Paraguay, acampamento no forte da Bella-Vista, 23
de abril de 1867.lllm. e ,Exm. Sr. conselheiro
Joao Lustosa da Luuna Paranagna', ministro e se-
cretario de estado dos negocios da guerra.Carlos
de M raes Camiso, coronel commandanle.
das mencionadas casas, rnde me i^ooservsi; man-
dando distribuir a' forga grande quaatidade de abo-
baras, mandiocas e cannas. As 5 boras da tarde
recebi commuoicago de qne oulro cavaileiro ex-
plorava o nosso fltnco direito. As 6 passei revista
ao batalbao, e no'me con II 'i 5fja, alm de uniforme, o
nacioso qae fdr possivel.
mais completo e mi-
\0 DE
Quartel do commando das fergas em operago^s
o sul da provincia de Mato-Grosso na colonia de
Miranda, 14 de abril da 1867.Ordem do da n.
18.C*marada.-! .Am.-ihia seguiremos pan o
Apa I .Vis.margdus daquolla divisa do territorio
brasileiro a 'tuar pela vez primelra o pavllbio
nacional I Seja a sua apparigao saudada palo cla-
mor onisooo dos pellos patriotas, maolid* peU
conslaacia e eoragem, sustentada pela dignidade
do militar. Os exercilos do sal alcanzando a gloria
qae Deus destribue aos bornees inQammados pelo
amor da patria, tragaram aliaba qae deveis se-
guir. Cercando a bandeira, emblema de nossa clvi-
iisagao, de nossa constiluigao poltica, de nossa
honra, levantat-a .o alto qae o Brasil em peso nos
alire as bencos de reconhecimento, e que o mun-
do declare naveis bem merecido de vosso paiz.
Confleis sempre em va, em vossos cheles, n% es-
trella do imperio. O Deas das batalhas vos piolriga-
r a o aojo da victoria, ade.ando sobre v i--a- fron-
tes, arrebatar a immorlalidade os martyres, co-
roando aos victoriosos !Carlos de Moraes Cami-
so, coronel commandante.
la do Apa, en frente do forte, dupou de estarom
em debandada completa os inimlgos, rompen se os
vivas a Sua.Magestade o Imperador, a este bata-
lbao, primeiro que pisn o solo da repblica para-
guaya e Quctuou o pavilha > nacional pelo lllm. Sr1.
tenente-coronel ehefe da eommissn de engenhei-
ros, e em seguida dei eu os vivas a' chegada de V.
Exc. o qte (oi correspondido por V. Exc, dando
vivas a Sua Magestadee I operador, a' iniegrldade
do imperio e a's forgas em operagoes.
lllm. e l$xm. Sr. coronel Carlos do Moraes Cami-
so, digno eommaodaote das forgis Joaquira Fer-
reira de Palva, capitao commandante interino.
lllm o Etm. Sr.Em cumprimentoa' ordom re-
cabida, tanho a honra da commooicar a V: Etc.
que sahlndo do forte da Bell) Vista a' frente do
batalho delnfantaria n. 21 de mea inierino com-
mando dirwl-meao encalgo do inimigo que avista-
va-se no afio de ama imminaocia, procu ailo ob
Qaartel do commando das forgas em operagoes sarvar a forga que S3 achava acampis na raar-
ao norte da repblica do Paraguay.Acampamen- gem esquerda io Apa. A o aproximar dos nossos
to no forte da Bella-Vista, M de abril de 1867 soldados, como sempre, dwapparecerara os cival-
Ordem do da n. 20.O programma que apresen '"ros aprewidameoie, deixando arreios e varios
le s forcas, ao partir da colonia de Miranda, 1 objetos pe caminho, onle estavam bem impras-
achase coocluido em toda a sua briihante pleoltu-! sos os trilh* de dous carros a caretas di artllba-
de. O inimigo fugio aos primeiros passos da briosa na, os quaes se dmgiam para a Loaceicao.
.ogar por achar-me em ama campaah"raza, tendo [ forga brasileira e nos abandonou seos entrinchelra- j Gomo sempre o proce lmenlo do bualaao eorres-
apeaas de distancia em disiancia pequeoos capoas raentos, incendiando as saas propriedades e devas- j pondeu a espectativa mioha. Us soldados suppor-
de mato, e achaodome a menos de legua do Apa,' lando brnialmente o trabalbo da longos annos. O taran, com gosto a marcha durante longo lempo,
del ordem para a retirada, o que effectuou-se as 7 conflicto em que devia patentear se a eoragem que remando o maior enthusiasmo e al-gna, apenas se
da noite com todas as caul-las precisas, visto que propria do soldado brasileiro, nao sa deu, bastoa sappoz que os inimigos nos qaeriam azer rrente,
reconbeclda.afaciliadede nos ser ella cortada e a simples demoostrago de sua placidez e aoergia. i como V. Exc tem por vanas ve.-es presenciado,
tarde airavessar em qoadraoo grandes espagos, ao'Deus em sua resplaoaecenla jusliga parmitlio a Entretanto sera termos esta prova quo todos de.se-
cresceodo ler-se Andado o fornrcimento da vivares cmplela reaego daiojusta invaso do districie de javam ardentemeote, volle depois .
Ihu a msrchemarc.be para a margem drelta do
Apa, e ahi ehegando tomei posigo com o batalbao
e mandei a i* companbia dar ama descarga sobre a
passagem aosioimigos, que aioda se aehavam Lla-
gando logo aos edificios restantes do referido forte,
zer-lbe qne mnito em regra obroa V- Rvma. dando
licenga para que Juventina Candida se casasse com
Manoel dos Sanies Pint -, embora os proclamas nao
e-iivessem concluidos. O attesiado do medico de-
clarando a ntente em perigo de vida, e as cartas
delicio, interrogando o infeliz trabalbador, qne nar-
rou e occorrido como levamos dito.
Aps essa formalidade, foi o pobre Maximiano
transportado em om trem expresso ao Recifo, onde
ebegon a's 2 e meia boras da Urde a' eslagao das
o que resoltoa a debandada precipitada e retirada que V. Rvma. recebeu de pessoas consideradas que Cinco Ponta d'onde foi levado ao bo9pitalPedr;>
delles, e ahi Qz alto com o batalno, e flz passar Ihe declaravam a argente necessidade de apressar- H; e alli, duas boras depois de tr entrado deo
para o outro lado do no os exploradores com o pi- se o acto eram sufflcientes para V. Rvma. poder I elle alma a Deus
quele avangado, e guardel as ordens de V. Kxc, sera escrpulo dar a licenga, urna vez qne se acha- j __ A nol0<.j,
o momeot'os dapois clngao-1 > V. Etc. ordenoa-me | va legalmeole detrado pelo jaiz competente o im '
pedimento de menoridadadeda enferma.
qna passasse com o batalho, o que Qc explorando
alm dasle forte at a distancia da meia legua, sem
poder tirar provaito por so retiraren) os loimigos
em fog precipitada, da qne V. Kxc foi testemanba
oceular ; a' vista do qae ordeoou-me V. Etc. a re
tirada para esta forte, onde nos achamos acam-
pado.-.
Cumpre-me lambam fazer cbagar ao conhaci-
mento da V. Esc. que o comporlamento e eothu-
slasmo de todos os offlciaas e pragas do batalbao
de meo interino commando sao dignos da todos os
elogio
Se os pa-
I rocbos de vera attender aos seas paroehiano?, e
. prestar-se a soccorre-los todas as vezes qoe Ih'o
pedem, este dever anda se torna mais sagrado
qoando os parcehianos na hora extrema da exis-
j leneia im.ioram o auxilio do sea pastor, atim de
poderem regular as soas contai esm Deus e com
os horneo?.
_ 3 -
fflcio ao Etm. presidente da provincia da Para
hyba.Tenlio a honra de acensar recebidos com o
olflcio de V. Exc. de 7 do prximo passado, doos
Por occasiio da nossa chegada a' margem direi- j exemplares do relatorlo qae foi presentado ao
e acampei a 1 hora da ooile, no lugar denominado
Morro do Bemfic Hoje as 5 1/2 horas da maobaa
puz-me em marcha para este acampamento, e da
raoie ella foi o batalho seguido ao flanco e^quer-
do por tres meios esquadrdas de cavallana inira ga
a' vista da extrema retaguarda, sendo esta tambem
observada p r 6 pragas da cavallaria, e (oda esta cagadores a cavado e provis
forga acompaoboa obaulbo al i/4 de logoa antes I batalhes ns. 17, 20 e 21, l
dasle acampamento, conforma as ojrnroiioicagdas [pragas pelo eoibuiasoM
que tive do capillo Delfloo Rodrij!,.;3 de Aludida j inimigo, e r'te mi
Miranda, tocan'do-nos gloria immensa de execu-, urna legua, ehegando a's 4 horas da lardea este
la-la em lodo o seu elasterio. acampamento.
Orgnlboso por me achar a testa de lio distincta I Deus^oarde a V. Etc-Acamoaraenlo do ba-
expedigo, louvo em extremo nesta occasio aos;Ulnao deinfaotamn. 21 aa Biu-V.sta-Rapubli-
empregadus do quarlel deste commodo, Srs. en- icado Paraguay, 22 de abril de I8i7.-Illm. e Ex.
genheiros, mdicos, commandantes dos eorpos de Sr coronel Culos de Moraes Camisao. t
de artilbaria, dos! dante das forgas em opmgSes Jos Tbomaz Gon-
Srs. offlciaes e i gal ves, major de commisso commandante inierino.
de encontrar o
MINISTERIO DA GUERRA
NOTICIAS 0A EXPEDigXO DE MATTO-GROSSO.
lllm. e Exm. Sr.TenOo a honra e prazer de
annnnciar a V. Exc qae no dia 11 do correle
apresentaram-se ueste acampamento 10 brasileiros
qoe se aehavam prisioneros desde agosto do aooo
passado, com suas numerosa.-- familias no lugar
chamado Capilla Orcbita, a 12 leguas da v.lU pa-
raguaya da Conceigo.
Fugiram no dia 25 de margo escapando por e.-le
meio ordem do governo republicano qne chama-
va s armas todos os eslrapgeiros residentes no
territorio paraguayo, e brasilero3 alli retidos, nao
- as vizinhangas da Conceigo, como no Sarro
Leoo, S. Joaqaim e outros lagares.
As noticias que me forneceram os fugitivos sao
de pouca importancia, e soiretodo certeza, visto
como era absolutamente prohibido aos naturaes do
palz conversaren) com elles em negocio relativo
guerra ; entretanto contara que j comega a fazer
sentir os seas efleitos o desanimo qne lavra geral-
mente na repblica, e que ll recursos della ja se
acham quasi de todo exhaurilos.
Informam ainda qne a frodleirt do Apa esta em
alvorogo com a approximafo destas torgas, ha-
vendo j o commandante do1 forte de Bella Vista
mandado pedir ao' i residente Lpez reforgo para
se cppr ao ataque da forga brasileira que elles
soppdeiti ser raailo numerosa.
A' vista, pois, destas noticias que c nfirmam a
vantagera qae eu acreditavaltlrar, trar.endo as tor-
gas para esta frontelra d'onfla ameagavj o territo-
rio vizinho com o receio d urna invaso, tencio-
no brevemente dar ordem |de march-, diriglodo-
me em continenti sobre o A;pa, am de la operar
conforme permitlrem os recursos de que dlspo-
nho, e a torga contraria, lamentando rae achar
desprovjdo de todo de cavallaria, um/dos elemen-
tos
Pi Flores e do alfares commandante dola.
E' o qae rae cumpre participar a V. Exc, asse-
gurando que nossa forga bem observada por fre-
qnentes pairtilbas de cavallaria, e-.i>tindo no Reti-
ro indicios de um acampamento, que nao posso pre-
cisar o numero, senJo de crer qna as duas casas a
qne cima ma redro, coosttluem quartel de um es-
quadrao de cavallaria pela cavalbarice contigua as
mesmas casas. Nao posso deixar de manifestar a
V. Exc. a aclividade e zelo pelo servigo que apre-
sentou o cipiuio da guarda nacional, a qoe ja' ma
refer Deltino Rodrigues de Almeida Po Flores,
addido ao batalho o. 21 de infanta la de linha, que
voluntariamente se otfereceu para marchar com o
batalho de meu commando. E'um offfcial bs-
tanle inteligente, piatico no >ervigo da frente, e
qaasi qne posso afiangar a V. Exc, qna valente pelo
desalio que era pessoa- dirigi a' patrulha para-
guaya, na occasio em que os nossos soldados a p,
pela falla de animaos, corriam afim de ver se os
cercavara.
Dos guarde a V. Exc__lllm. a Eira Sr. ecronal
Carlos de Moraes uamlso, commandante em chele
destas forgas em operagoes.Antonio Eaeas Gus-
tavo Galvo, ente crooel em commisso, cora-
i enconiro, qoe
sa manifataram un todas as occasides desde a sa-
luda da Miranda, nao s nos eorpos que formavam
a vanguarda, os quaes desenvolvern) muda acti-
vidade e vigilancia, como nos demais, o que paleo-
teoa-sa na passagem do rio Apa, o qual, apezar do \
seu pessimo vao, foi era poneos miamos iran-po-
to, ainda mesmo pala artilhana, cuje trem pesado |
fazia crr em lonja demora, dando-se o mesmo!
com o carluxame.
CioltEAXO OO RISPADO*
SEDE VACANTE.
Kipediente do dia 1 dejulho de I-sii7.
Offlcio ao cura da caihedral con-tgo Antonio Jos
de Soaza Carnes. Tendo fallecido no da 28 do
prximo, passado o Rvd. Maaoal JoJ d-> Trladade,
encarregado da desiribaigao das esmolas da caita
pia nessa cidada de Oiin.li, devendo eu escolher
pesso tduoaa, que drsempenhc: o mesmo cargo cora
Etm. presidente dessa provincia, Dr. Americo
Brasllianse de Almeida Mello, no dia 5 do mez pro
ximo passado, por occasio de receber do 3* vice-
presidente a admini.-tragio da provincia ; e bem
assim dous exemplares do relatorlo, com qae o
me.'mo Etm. presidente passou a V. Exc. a admi-
nistrago dessa mesma provincia.
Dito ao vigario da freguezia do Rio-Formoso.
Era resposta ao olflcio de V. Rvma. de 17 do pr-
ximo passado, lenho a dizer-lhe qne necessarlo
proceder novas iodagagdes a respeito do impedi-
mento opposlo por Delfloa Mara da Conceigo ao
casamento de Joao Antonio dos Santos.
Nao sei qne portadores foram cbamar a impe-
dienie, nem que caaceito merece o que elles disse-
rara ; o qao porm me cabe declarar que nao
julgare improcedente o Impedimento, sem qoe seja
ouvlda a impedanle, a declare novaraeote quaes as
razoes que lave para impedir 0 casamento de Joo
Antonio, e qoe provas tem em sen favor.
Sa a iropediente por qaalqaer motivo nao pode
comparecer em casa de V. Hvina., corra o impedi-
acima sogere-nos a lembranga de
reclaraarmos da polica enrgicas providencia.-,
que laobam por Um evitar,.qae os passageiros do
caminho de ferro de Apipocos, descara dos irec-
aniasqne elles tanbam parado nos potitos para bao
marcados.
Pomos testemunhas de impradeocias loqualifl-
caveis da parte da alguns desses passagei'es. qon*
para evitar as passadas qae mediara das esUioes
a* saas habilagoes, descera em face desia>, pendo
em eminente perigo saas vidas ao altarera dos
carros, estando o irem em rcovimenlo.
Jnlgamos de necessidade qae, em beneficio do
publico, alguns policiaes sigam nos Uens para po-
lica los.
Se fdr mistar qae algama prisio se faga cem >.
tiiu de evilar urna desgraga, a polica nao deve tre-
pidar em execota-ia; mao vai o seu e o nt-r -
do publico.
Com o prazo de 60 das acba se abena a mc-
cripgo do exame de babilitago, para o r..,ncor-o
da adeira de latim e francez, da vilia'de Oun-
cur'y.
Q prazo comegou a correr do dia 5 do correr-
te, devendo ser o exame a' 5 de setembro prximo
futuro.
Com o abale da 5a parle aas respectivas ava-
liagoes, vai a praga de novo no dia 19 do correni*.
o imposto do pedaglo das barreiras abaixo mencio-
aafHs:
Capunga a Mangoinho, avahada por
anno em....................... 2.400*000
M>gdaleoa, avahado em.......... 6:688fi7U0
Caxaoga', avahado em.............
Giqcia', avahado em..............
Tparura', avahado em.............
Pont-) dos Carvalhos, avallado em...
do com as despezas, e seja tomado o depoi mente na
propria casa da impedante, am de qoe allegue o ITacaruoa, avahado am
seudlreito. No da 14 do corrente
Dito ao vigario de S. Jos de Piranhas.-Em res-1 j0 Santissimo Sacramento
3:860*800
6:72li;
l:35iA00(>
725*600
728*000
celebra a irmandade
da freguezia da Boa-
posta a' consulta que V. Rvma. me fez em data de ( v,stai 0 respectivo orago, orando ao Evange'bo o
21 do passado, tenho a dlier-lhe que a imagem de | RVm. raonsenbor Pinto de Campos e no Te-Dew o
Santo Antonio, qae Berta, eslande enferma, dooa S RVm. Jos Esteves Viaona.
sua fllha, verdaderamente desta, a dadiva val-! sara- executada a mesma missa que foi na fesla
da, embora Mta in voce, como diz V. Rvma.; os I 0 Espirito Sanio, son a regencia do Sr. Colas.
ISCZ^TSSI ^!'Tao,mere^sirao!2K
MM por particulares o mesmo santo, jamis de- K?t \ tffmBJTS/t e (os/5,alo,os >
vara on.rar era partilhas, como querera alguns \S!TLIST 02LT%
herdairos de Beria, nem pertencem a' po* suidora! J d'nos ,a D0l,c'a publicnem nosso Dtauo de i
da imagem. Se a .maBera carece ser encarnada I ^ "*"l tendo porm comegado *
mandante.
ma7s""necessario7 para'ifatet.a guerra nesses com boas
campos vastos e descobertos.
A chegada dos Brasileiros montados em cavallos
que tronxeram do Paragaay, vieram- por ora re-
mover a difflculdade um que eo me via para o
aprovisiooamento da torga, a tal ponto ebegra a
(alta de cavalhada, comtodo com f viva na Provi-
dencia Divina, a qual em sua eterna jusliga prote-
ge a cansa do Brasil, confiado na eoragem que sa-
be, em honra da dignidade de sua patria, desen-
volver no coodicto o soldado brasileiro, e empelli-
do pelo incentivo de levar as armas do Imperio
como reaegao a injusta invaso do districlo de Mi-
randa al o Apa, dirijo-me, aos pontos exiremos
da provincia de Matio-Grosso, procurando quig"
entrar no territorio da repuhhc
Remeti a relago ociosa, dos nomes dos fugiti-
vos brasileires, aproveitaado a occasio para sig-
nificar a V. Exc. os meas protestos de alta cons
deragao e respeito.
Deas gaarde a V. Exc.-Qaartel do commando
Maiio-Grosso, na colonia de Miranda, 13 de abril
de 1867 -lllm. 6 Etm. Sr. conselbeiro Joao Lus-
tosa da Conba Paraoagu, ministro e secretario
de estado dos negocios da guerra.Carlos de Mo-
raes Camito, coronel commandante.
Relago a que se refere o offlcio sapra.
Francisco Flix. famrrvm in
Francellino Rodrigues Soares.
Gabriel Francisco Lopes.
Gabriel Antonio Ferrelra.
HyppoliM la Machado.
Ignacio Gongalves Barbosa.
Jos Francisco Lopes Janior.
Jo.- Leandro.
Joaqun) Pelisardo.Correa.
Manoel Francisco Machado.
Colonia de Miranda, 13 de abril de 1807.

lllm. e Exm. Sr.O pavilhao brasileiro desd
bra-se sobre as ruinas do torta da Bella-Vista 1
forga brasileira pisa o territorio paraguayo, vendo
fugir ralo a simples demoostrago de sua energa
os defensores da repblica I Tenbo a honra e or-
gulbo de participar a V. Exc. que no dia 20 do
corrtote, a frente da briosa cohorte de soldados
que commando, transpoz o rio Apa, occopando o
furte de Baila-Vista, cujas casas a edicios os Para-
guayos cora a nossa chegada trataran) de Incendiar,
bavendo destruido todas as ras, planiagdes e tan-
gn lo ao rio moilos objectos qna eslo sendo reti-
rados. Sahindo da colonia de Miranda no da 15,
e levando coramigo os fugitivos que all se trabara
apresentado viridos do Paraguy, com tres d as de
marcha ebegaei ao rio Apa, acampanda no lugar
de urna amiga casa denominada por isso tapera.
Abi avistoo-se ama partida inimiga, a qual perfei-
tamente montada, e conhicend'o dasde logo a nossa
falla aosuluta de cavallaria, procurou vir-nos ob-
servando, >t qua consagui faze-la fugir em deban-
dada com tres tiros de granada de excelleote arti-
lbaria qae lev)m estas torgas. No dia 20 oceupei
o poni denominado pelos Paraguayos Machorra,
junto ao corrego de Jos Cirios, onde se achava
formada ama vasta fazenda, protegida por om des-
tacamento, que fugio aos nossos primeiros tiros,
casas e grandes dependencias do terreno
i direila do Apa, e no dia seguinle entref
no forte da Bella-Vista, qae, ao oosso aproche, foi
desampralo pela sua guarnigo, a qaal retlrou se
apressadameotB, apezar do excellente local qoe ti-
nba para urna defeza heroica. Ainda diante dos
nossos poslos avangados acham-se a boa distancia,
algnns cavalleiro, parecendo procorar observar o
raoviraento das forgas, os qoaes serlo afugantados
pelo mesrao mel qae ja' paz era oso. No eslado
em qae se acham as cousas tenbo, confiado na eo-
ragem que lodos os meas romraaodads palenteam,
o desejo de avaogar al a villa da Conceigo a tri-
la leguas daqui, onde eu eslabeleceria \ artilhana
sobre a barraoca do rio Paraguay para encomrao-
dar aos vapores qoe passassem com direccao a
Coimbra, e onde se reuniriara, nao s os 15 brasi-
leros que acham se oceultos em maltas,''como ou-
meroas familias prisiooeiras em pontos oroximos :
farei todos os esforgos para ver se consigo o meuJ,
intento e se levo ao cabo a mprea gloriosa, bem
qua ardua, que me foi confiada. O enlhoslasmo
qne todos os meas subordinados demonstraran no
afn com qoe se aliravam a' procura do ioimigo
fez-me ver qae nao era injusta a coofianga qae ea
deposilava neiles, e que tudo poderia esperar de
to briosos militares. Os nossos soldados de p e
offlciaes mal montados corriam no encalgo de ea-
valleiros, descarregando sobre elles as suas Armas.
e fazendo atroar os ares com os vivas a sua mages
tade o Imperador e a nago brasileira I A occo
pigo de Bella-Vista deuse sem urna gola de sao
gne. Dar-se-hia ella, anda qoando o inimigo re
si-tissa at a ullima exlremidade. As forgas era
operagoes ao sn| de. Malo-Grosso, plantando a ban-
deira do imperio nos dominios do Paraguay, com-
pletaro a mis*o que Ihss estava reservada po-
um deslino glorioso, almejando na poslgao a" qus
asjumirao ao reconbecimento do palz. Junto te-
Ainda merece os raeus elogios o bravo e deaoda-. o zelo e candada que tanto dUlioguiam aquella sa-
do guia deslas forgas Jos Francisco Lopes, o qual,' cerdote, nom-io V. esmoler doa pobres de 0lo-
impellido pelos senlimentos de pal e cida lo, pois da, ceno de que e-ta nomaago >era bem acceita
lera a sua famiiia prisioneira nesta repblica, nun-! pelos mesraos pobres, qoe acostamados a encontrar
ea se esquivou a trabalnos e perigos, assim como os em V. S. o pastor zeloso e doJicado, d'ora em dian-
mais paisanos e fugitivos que ora rae acompaoham te o reonhecero tambem como om osmoler cheio
Carlos da Moraes Camiso, coronel comman- de caridade e de paciencia que os soccorra as
dame. I suas necessidades.
--------- A quantia pertencente ao mez de junbo, que ain-
lilra. e Exm. Sr.Depois do pnmeiro loque para \ da nao foi destribuida em raxjto da morte do seu
a marcha das forgas, ti ve ordem de V. Exc, para; antecessor, ihe sera' entregue com ma olflcio.
com o batalho de infamara n. 21, de meu mleri Corto de que V. S. nao regeilara' ..-te cargo,des-
no commando, fazer a vanguarda, ao que segu lo-' de ja' Iba agradego era norae da religio e da hma-
go, e poaco distante do acampamento, avistamos i nidade os servlgos relevaoles, posto que modestos,
urna forgaraimlga, pouco mais ou meos de 60 a 80 qae vai prestar aos desvalidos. ,
cavalleiros, a qujes ifferecendo llnha de guerrl-. Dito ao reilor do seminario episcopal de Girada,
Iba, retiravam-se na nossa frente, em vista da mar-' Dr. Gregorio Sipparoni Rapoodedo ao offlcio
cha que leva va o batalho; ao passar urna pequea de 2911o corrente. em qne V. S ma refere a sent-
pome qua tam no corrego do Taquaru.-.-, mandei | da morle do lente de historia sagrada e ecclesias-
fazer a vanguarda do batalho, por urna forga de ; tica dessa seminario, laubo a declarar-lha que per-
Ib atiradores, commandados- pelo alfares de com- i feilameola combino cora o pensamenio de V. S.
raisso Simpbronio dos Santos Ribas, o qual, lando qoando me diz que os seminaristas perdern no
passado em seguida do ioiraigo, qae apreseatou de Rvra. padre mestre Manoel Jos da-Trindade ornis
novo ama liaba de goerrilha na colima em frente j perfeito modelo das virtudes sacerdotaes.
ao passo, fez-lbe esta ama descarga, do que resul- Apraz-me saber que os seminaristas reconhecem
toa cabir immedialainanto um, disparando o caval-1 a perda que sofrerara, e fago votos para que em
lo qua outros foram pegar, tendo oeste Inierira os
companbeiros posto o ferido na garupa, e con i-
ooando o batalho oa marcha acelerada, ouvi o
toque da alio que V. Exc. tioha mandado fazer pa-
ra poder coocertar-se a dita poote, afim de passar
a artilharia ; a esse toqoe de alto, o luimigo vendo
que nao tinhamos cavallaria, tambera pararam ese
puzeram dando pasto aos cavallos, sempre em dis-
tancia que nao poderiam ser offandidos pela infan-
loda a tua vida elles conserven) bem presentes no
pensamento as instrocgSes e os saluujres conse-
Ihos, que por longos annos receberara de lo vir-
tuoso preceptor.
Sendo, porm, necessaiio pro ver de promplo a
cadeira que flcou vaga, neste data nomeio para a
reger Interinamente o Rvm. conego Augosto Adol-
pho Soares Knsewetler, lente de geograph-.a nesse
mesmo seminario, o qual se entender' com V. S.
taris; logo que a artilharia passou foi para esta feita afim de se regulararem as boras da aula, de modo
3 tiros que af diapersou e sahiram em debandada, j a nao haver complicago.
Cumpre-me informar a V. Exc. que na occasio i Dito ao conego Augusto Adolpbo Kusewetter.
era que o batalho leve ordem da fazer a vanguar-! Tendo fallecido no dia 28 do prximo pas ado o
da, veio o alfares da infamara addido ao 1 corpo Rvm. padre mestre Manoel Jos da Trindade, lente
de cagadores a cavallo Cemantino Pereira Passos! de historia sagrada e eccle.-iaslica do seminario
Cavalcanii apresentar-se para marchar cora o ba-' episcopal, onda V. S. mu durao lente de geogra-
lalno, visto ter de raarebar na retaguarda o corpo; pW, e deveodo eu prover quanto antes ao preen-
a que perleoce, mostrando muito enthusiasmo e i chmenlo da cadeira que se acba vaga, nomeio V.
vonlade de cambaler. S. lente Interino de historia sagrada e ecclesiastica
O alferes Simpbronio, commandante dos atrfado- desse seminarlo, devendo entrar desde ja no exer-
res, poriou se com mnita galnardia, assim como o' cicio da mesma cadeira.
Io sargento Antonio Augusto Fernandos Ado, que I Nesta data communico esta nomeago ao Rvm.
fazia partedos mesraos. j Dr. reitor do mesrao seminario, com quem V. S.
O eotbusiasrao e alegra foi peral em lodo o ba- i devera' emendarse, afim de combinar as boras de
talho, por ser esto o dia prmeiro em qna avista- jjco de modo a nao ser alterada a ordem estabe-
mos em marcha o inimigo qoe muito procuramos, ucida.
Deus guarde a V. Exc__Acampamento do bata-1 2
Iho n. 21 de Infamara em marcha, 19 de abril de. Offleio ao vigario de Cabaceiras.Tenho presen-
1867.lllm. e Exm. Sr. eoronel Carlos de Moraes ta o seu offlcio de 5 do prximo pasado, em que
Camiso, commandante das forgas em operagoes. diz V. Rvma. que leudo desde o principio da re-
Jos Thoraaz Gengalves, major de commisso, com- genera dessa fregoezia at o presente s exigido
mandante iolurtno. 1*000 palos bapiismos qaer os faga, quer d licen-
--------- ga a outro sacerdote dentro da freguezia, reparlio-
Acamoameoto do bualhao n. 20 de infamara do neeWtflumo caso 500 rs. para V. -Rvma. e 500
Acampaweuij uj "J1."" na rmihiip dn rs para o baplisao e, consulta se pode sustentar
as ruinas do forte da Ba IvV.sta na repblica do rs- par ^ p rftCeb-ndo o baplisan-
llmVEmSr -Tenbo a honra da palpar S ol. A que Ihe qSe'ir.m dar.
larino commando oa vangoard i da p g M flln0 de QID sea parothiano, V. Rvma.
Machorra (lagar onde no i li anienor hav.am, J6srcte 1#000 pela liC6acaqil piSsa, deixando ao
' gratificar o sacerdote
tem em tal oa tal
Se a imagem carece
de novo, oa se tem falta de algam rnalo necessa .
rio, faga V. Rvma. a despeza lirando-a dos 100*000,.
e o que restar, empregae em alguma alMa para o
santissimo Sacramento da sua matriz.
E' este o procedimiento qoe V. Rvraa tem de se-
guir, e qoe Ibe sera' fcil por em praiica, nma vez
que a possuidora da iragam depositoo logo oas
mos de V. Rvma. a qoantla que recebeu com a
mesan imagem, e de qoe ella mm prudentemente
eoteodeo quno Iba ompetia dispor, como V.
Rvma. declara no seu citado offlcio.
- 4
Offlcio aoExm. presidente desta provincia.
Seodo-me entrtgue com o olflcio da V. Etc de 25
do prximo passado o projecto n. 90 da assembla
provincial no corrente anno, dividindo em urna se-
gunda fregaazia a de Garanhuos, sendo a soa .-Ja
no poveado da Paimeira, e tendo por matriz a ca-
pella da .Nossa Senhora da C oceigo do mesmo po-
voado, passo a lomar as necesarias informagoes,
afim de dar em lempo o meu parecer sobre o mes-
mo projecto, c< rao V. Exc. solicila.
Dito ao vigario de Gara'nhans.Incluso por copia
achara V. Rvma. o projecto o. 90 da assembla
provincial oo correle anoo, qoe crea urna nova
freguezia desmembrada dessa, e leudo a sede no
povoado da Paimeira, ser viudo de matriz a capella
de Nossa Senhora da Conceigo do mesmo po
vrado.
Espero qua V. Rvma., a vista do mencionado
projecto, rae dar urna ioformago minuciosa e
exacta das vantagens da creaglo dessa nova fre-
guezia, qae terraaos lira dessa fregoezia de Gara-
ohuos, qae populagao vora a ter a oova fregoezia,
se fica com proporgdes que offeregam ao paroeho
deceote susleotago; e bem assim se com a crea-
gao da aova paroebia essa fregoezia de Garaobuos
flear demasiadamente redozida.
Informo mais V. Rvma. qaal a posigo topogra
piuca da capella que se pretende erigir em matriz
com relago aos limites da respectiva fregoezia, se
dita capella tem sofflcientes dimengoes, se tem
patrimonio cononico, se esta era bom estado, e se
est provida do paramentos e uleocilios para fuoc-
cionar como matriz.
Ministre-me V. Rvma, uo es esclarecroenlos
qae Ibe pego, como todos os mais que poder colher
sobro este mesmo objecto afim de que eu possa
dar a assembla provincial um parecer fundamen-
tado e consclencioso a respeito da nova creago de
freguezia.
Igual mutatts mutandis aos vigarlos de Agua
Branca c de Papacaga.
Dito ao segundo capello do presidio de Fernan-
do.Poi-ma grato saber pelo seu offlcio de 14 do
prximo passado, ts boas disposig5es que V. Rvma.
eocooiroa oos habitantes dessa liba para recebe-
rem a palavra de Dos; e nao meaos agradavel
me foi a noticia de baver sido V. Rvraa. maito
auxiliado na sua cachese e na soa misso, nao
s pelo digno commandante desse presidio, que Ihe
tem prestado todo o apoio, como palo digno pr-
meiro capello, qae o tem ajadado nos seus traba-
lbos pas lo raes.
Nao desconbeco qoe por ora nos devemos con-
tentar cora pouco, e qae s a torga de irabalbo, do
paciencia e de loogaulmidade qua se podero
obter alguns fructos : mas assim que convem
camiohar: os excessos de zelo seriam nial recebi
dos e prodoziriara talvex um elfaiio contra-
rio. Coniinae V. Rvma. como al agora a caltirar
essa trra com zelo e com perseveranga, que coo-
linoarl tambem a merecer o apoio do moi digoq
commandanle desse presidio, e a receber a efflcaz
toadjovago do prmeiro capello, qoe se jolgara
feliz por contribuir com o sea trabalho para se
transformar em abundante cera ama trra, qae a
principio pareca estril e Ingrata.
acampado estas forcas) depoi
amarchPaSavisterSa T^^^*pf f^T ffpnSlfV "M?
lariainiraiga._quecalcule! no numero de M^ ^n**^
rava a' proporgo W**^*" *%X- S meia-ettolo, dve V. Rvma. receber so-
avangavkm, o qua commumqaei a v. b,xc. por in- -j- tt
, ,.nniininnn mete o que cooveocioDar com o mesmo sacerdote,
termedio d ajoaante ^^^X^W- S' *nd 0i seus Pochianos mais de *
" odoTot 3fa marcado, pela tabella dos dimito, parochiaes Se
V Rvraa. contraten com o sacerdote receber dalle
ve receber ; se
a marcha recebi aviso
migos baviam laogado
migos baviam laogado logo a lodos os edificios e marca. <;1"-'
nessa occasio cornigo o lllm, br. tenente-coroue ., se nao t.u
PEfiNAMBUCO
le ponto, e momerno, depiH voliou_o_cOele_oos_en nilfl ^ vlBirin ^^ Lum do ;Norle.-Em
lerga parta deva_ achandoja'o trem era movlmeoto, leve a impra-
ajadantes, estas seohores
gehaTros'com um dos seqs ajudaots a participan-. Dito JI^J S}5!
do .-Be o occorrido oa frente, avaocei com o bata- wpoU ao oOJ-.io de 7
IiUtu do Norte,
ra-z fio!", 'eoho
a di-
REVISTA DIARIA*
Ante-hontera um lamantavel accidente leve lo-
gar no Barhalho, pooco alm do Cabo, onde a
corapanhia da estrada de ferro do sul lem suas tf-
Ocinas de reparago.
O trabalbador Maiimlano Jos devia seguir o'um
trera de lastro para a qoarta secgo ; minutos ao
tes da desmarrago do trem, foi elle buscar canoas
oas proximidades das offlcioas e quanJo voitou,
dencla de querer sobir para am dos wages I lo
fslizmente nao-o pdda conseguir, e cabio sob as
rodas d'aquelles vehicoios.qoa Ihe fractararam am-
bas as per as.
Compartiendo a aotoridada no logar do acciden-
ta fez o competente aolo de vastoria e corpo de
da boa-
lera a correr o prazo legal da poblicago. Ora,
sendo pelo decreto o. 3.796 de 9 de fevereiro pr-
ximo passado ao mesmo banco permiltido esiabe-
lecer orna caita filial nesta cidade a pratica desta
coocesso qoe Ibe trouxeo dever do registro oa-
quelle tribunal dos respectivos estatutos.
Estes contera, era soas dlsposig5as, dltterenies li-
lulos especiaos as materias de que tratam, occo-
paodo se a Ia da loterpretago ; a 2' da Consii-
tulgo ; a 3* dos Negocios: a 4* do Escriplorio ; a
5" dos Empregados ; a' 6" do Capital; a 7* do Fuu-
do de reserva ; a 8' do Emprego da diobeiros; a
9* das Assemblts geras ; a 11* dos Podares des
tas; a 12* das Votagoas as mesmas assemblas ;
a 13* dos Directoras ; a 14* das Direci.oss e cora-
missOes ; a I'i* da Direcgo brasileira ; a l* das
Ailnbuigdes e deveres dadirecgo; a 17* das Com-
missoas locaes e oulras ; a 18* dos Fiscaes ; a 19
dos Directores, depositarios e empreados ; a 20a
das Argoas ; a 21* da Transferencia destas ; a 22"
dos Accionistas ; a 3* das Cautelas ; a 24* dos
Divideudos; a 2o* das Pras ag5as ; a 26" do Com-
misso destas -, a 27* da Cimpra da aeges para o
banco, a das Condamnadas e compradas; a 28' da
Dissoloco do banco : a 29* do Arbitramento.
Nostas secgas abi indicadas, que coostam da
221 artigos. eslo eoc-orradas todas as diaposigdes
reguladoras do banco ; e melhor isio sera' apretu-
do recorreodo-se ao Diario, a que oos referimo.-
acima, oode foram inseridos os respectivos esta-
tutos em sua integra.
No dia 23 do passado, s 4 boras da tarde,
na villa de Buiqne, Virginio Jos Cardoso, tentou
assassloar sua propria raulhar Mara Maaoola do
Nascimenlo Gaivota. Foi preso e esta sendo pro-
cosssada.
No 2" districto policial de Jaboatlo, no dio !
do corrate, indo urna patrulha commandada por
um inspector de qaarteiro prender ama malla de
ladrdas de cavallos, travaram lacla os da nomos
Amonio Claodiaoo Ferreira, Roque Alves da Su-
va, um sohrmho deste e a mulber d'aqoelle, da
qual sahiram ferldos o inspector, Claodiano e a
mulher, flcando presos esles dus.
lijo as 10 huras se exirahira'a 12* parle da
quima lotera a beneficio da Santa Casa da Mise-
ricordia (27*), sendo o maior premio 6:000*.
RGPARTigAO DA POLICA
Extracto da parle ao da 9 do correle :
Foram recolhidos a casa de deleogo no da 8 :
A' ordem do subdelegado do Reife, Joo Paalo.
porlugaez, a requislgo do respectivo consol. A*
ordem do de S. Jos, Aolooio Francisco de Sal-
las, para correegao. A' ordem do da Gapunga, Jo-
s Gongalves Ferraira, para correegao.
O chefe da 2' secgo,
J. G. de Mesquila.
Passagairos que seguera para o norte no va-
por Gitara-.-Albert Laros, Jacob Vigier, Panz Ca-
lien, Manoel Lopes Machado, Micbellangele Falcon,
Vito Marjilia, Francisco Martilla 6 ora criado, Ma-
aoal de O. Serra Jnior, Flix Katon Janior, bacba-
re padre Leonardo Antnnes Meira Henriqua e um
escravo, Casslanno Hypollto de Senna, Benjamn
Jos da Rocha, Manoel Rabello de Oliveira, Manoel
Amonio Pires, Severino Saraiva da Cacha, Manoel
Vieira da Malta Brasileiro, dous presos de jusliga e
tres pragas de polica escollando, Carlos de Mes-
qoila Falceo.
Casa de detb.m;ao.Movimenlo da casa de
deleogo do dia 8 de jolbo :
Existan presos 328 ; entraram 3 ; sabiram 8 ;
existera 323 a saber : nacionaes 228 ; molberes6 ;
esirangeiros 26; molher 1; escravos 58 ; escra-
vas 4total 325.
Alimentados a casta dos cofres proviociaes
35.
Movimenlo da enfermara do dia 9 :
Tiveram baixa :
Amonio Carlos Pessoa.
Jesaloo Ferrelra de Alboquerqoe.
Jos, escravo de Antonio Lopes Braga.
Teve alia :
Maooel Marlaoo dos Santos.
cEBiTERio publico. Obituario do da do
crreme.
Jiaqnim Francisco da Caoba, frica, 40 anuos,
solleiro, Boa-vista ; ttano tramolico.
Maria da Conceigo Alboquerque Millet, Per-
nambnco, 25 annos, casada, Santo Antonio ; penla
interina.
Aon* Claodina Rodrigues Anlran, Percambuco,
43 aooos, vinva, Poco daPanella ; hepatito agod:-.
Amelia Francisca de Figueredo Amarai, Per-
nambnco, 18 annos, viova, S. Jos ; tabercolos pul-
monare.
. Sevarii oo Ferreira de Agolar, Peroamboco, 52
anuos, viovo, Sanio Antonio ; gastro iolerlte. ,
Mara Ferreira do Cirro:, PsrnjrobJi. Mdi
JabAa:io; 'cQ rcr-go.

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_ Mam
9>
Mtri 4e Per
apar Alto 10 de Jaiba de 1867.
I


ConMmg, Pr-rnambuco, 30 iodos, soIleln.Jba-
vista; tubero u I-i* pulmooares.
Is&belU. Pernambuco, 18 anuos, casada, B ja tu-
la ; anemia.
Manoel, Peroaroboco, 3 annos, Recite ; incepba-
lite.
Manoel. Peroaraboco, Santo Antonio ; espasmo.
Julio, Pernambuco, Imb, S. J-s ; diar-
rhea.
-
i
.'*!.,i -iMi7airtf,
reproduzrei Mota, que elle muito (Jepro-
posito omittiol ,
Nao as adorars, nem lhes dars
culto < EntBnie;se turto soberano, diz
Pereira, coma aqu prarapferasea Saci, Cal-
met, e de Garrieres: isto caito de Latria,
convulsos;.
I-idoro, Petnunbuc, 16 metes, Sanio Antonio;
lumor.
Antonio, frica, 70 jubos, escravo, Bja-kla s
diarrbea.
Saturnino, frica, 30 MOf, escravo, Bja-ota ;
catarro pulmonar.
Jeznina, Pernambuco, 33 annos, escrava, S. J s,
(o
laterculos pulmonares.
Cosme, Pernarubuco, 11
tao.
anuos, Boa-vista ; te-
CHU0MC4 JUDCURIl.
TRIRU.V1L lil UC.lCii
' SESSAO DE 9 DE JULHO DE 1867.
PHESIDKRCJA DO BXM. 8R. CONSBLHKIBO SOUZA.
As 10 horas da manbaa, presentes os Srs. desem-
bargadores Santiago. (JiUraua, Loureneo Saatiago,
Almelda Albuque?que, Mona, Assis, Djmiuguas di
Silva eSooza Leo, fallndoos Srs.desembargadores
Guerra procurador da corto, e Ucba Cmlcaato,
abrio-se a sesso.
Passados os feitos deram-se os seguintes jura-
mentos:
recurso commbrcul.Reecorreete, o juizo; rec-
corrido. Amaro Goucalves des Sanios.Relator o
Sr. desembarjador Santiago, sortiaos os Srs. de-
sembarg idores Gitirana, A*i e Domiogue da
Silva.-Addiado.
AHPKLLAgoEs CftiMBS.-Appeilanl, o juiio; ap-
pellado, Fraucisco Lopes de Sjiwa. A novla
ry. Apelladle. Manuel Jos da Silva; appeliada,
a jasliea.A auvo jury. Appeilaoes, Guiloerme
Francisco de kan .e lUroi; ca. Imprpcedtcle Ampollante, Jos Pereira Bata-
ta; appellada, a iuslig. Improcedente.
iubbas CORPUS(vjncedeu-.-e ord*n para odia
irese do correle 9 bacbarel Joao Frankun da
Aleocar Lima.
Assigoou-se da ^ara juigamento ds seguintes
feitos : j o .
lllWIILIin civel -Appel|aote, J>se dos saetas
Neves; appelladi', Manoel Gaogalves Ferreira e
Silva.
DEUGBnciA civel. -Ao Dr curador geral. -Ap-
pellaule, Amonio Joaquina da Rocha e ouiros; ap-
petiado*. I-i i ii tos Sintos Lima e yja ujalhar.
deligenc'a ckuis.Com vista ao Sr. Dr. piorno-
tor da ju-uya.Appellanle, o juixo; appdiado,
Manoel da Silva Justo. Appellaate, o baeharel
Rhdi Ulbo da Silva; .appeliada, a jusilla.
kWSs.Vii.NS
Do Sr. desembargador Sauliago ao Sr. desera-
bargadoi Gilnana-Appfcllagoescrimes: appeliant*
Joaquim Rodrigues M*ia e Oiiveira; appellado,
Francisco J> Girraioo Dia de apparecer: ap-
pella.-o,Porie:'a&Branc; appellaote,Pedro iildro
Freir da Siiva.
Sr. de.-erabargador Alraeida Aibuquerque
o systema de falsi(cacao jla Sr,nej}e.ral,
Mana, Pernambuco,si metes, Santo Antonio; qual se deve tributar ao verdadeiro e aaico
eos, creador do-co e da ierra.
Por este verso !> inferan gravissimo*
tlie logos, qae a prohibido uta {tor Daos
aos Hebreos para 3o terem imagem algua*
Bemde escUara, oem de ptatuF*, oo o
urna prohibicSo absoluta de sorte que Deus
lhes prohibisse todo o uso de jpaigeos se.m
excepcfe; mas ama prohibicJo restricta
neste sentido, que as nSo tivessem para as
adorar como deuses, nem para lhes dar cai-
to de Latra, que o sumuio. Gonfirraam
esta inteligencia com aivertir, que tanto
n5o prohibir Deus absolutamente aos He-
breos o uso das imageos, que antes pelo
contrario o mesmo Daus ao depois deu or
dem a Meyss ($ud. XXV. 48,40) que pu-
zesse obre a arca as estatuas de dous Que-
rubins. E de SalomSo refere a Etcrlptura
(UI. eg. VII. 14) qu-i guaraacara o mar te
brooze de muitas estatuas de turo do mes-
mo metal.
Idmittida esta restricto, ou mojitjcacao'
do preceito divino do verso 4 como antes
dossobFoditostbeologos"inodernus a tinham
seguido os padres da stima Syoodo geral;
nenhum argumento podem farer qs moder-
nos Iconoclastas ilaquelle logar, paraimpug-
uareai o culto aDnlia, que boje damos s
imageas dos cantos; cuito n5o ab?oluto, co-
mo o qae damos a 0eu3 por amor delle
mssmo; mas relativo, como o tambem o
que damos aos mesmos santos por serem
amigos de Dos.
Mas demos que a dita prohibirlo fi
absoluta, como com effdito querej outros
pidres, e tbaologos. Nem anda assim se
pode fazer dequi argumente contra o culto
das santas imigens. Porque se responde,
que do que Dos marjd.u aos Hebreos, 3o
se argumenta bem i>ara o que detMMD obser-
var os christios. Este preceito de se nao
fazer iraawens algamas era nm d's judi-
ciaes de Moyss. Com lie quiz Dous pre-
caver que o Hebreos ni3-eahiMem na ido-
latra, como um povo que estivaacostunado
por duzentos annos a ver no Eypto tantos
dolos adorados por deuses. Gomo por urna
parte este perigo de cahir em idolatra ces-
ao Sr. desembaFgador M tta. AppeiUcfos eivets: sou entre os chritaos, e pela oulra parte os
appellaule, o coronel Jos Antonio Manhado; ao- preceitOS juiciaes e ceTemoniaeS da le
pellada, a Irmandade de Nossa Sentiora das i-
res. Appfllnto, Francisco Jj^ do 0' appallado
J.i Hjoorat- Cbaves.
Do Sr. des-imbarfador Malta ao Sr. lesembarga-
dor Assis. AppellacSes civeis: appeltante, Utriti--
lina de Araojo G>-rra ; appallado,' Benlo Jos das
iNeves Wanderiry. Appellaote, Jos Lopes Barrei-
ros; appellado, Bernardiuo Gomes de Oliveira.
Do Sr. desembargador Assis ao Sr. desembarga-
dor Domiopues da Silva.Appellacao crioe: ap-
pellante, o juizo; appellado, Jo\Baptiza Romoiro
d'Albuquenme. AppflUfap civel: Appellaule,
Segisnando Casar dos Sautps; appellado, V.cent-
Ferreira Padilha Calumbi.
Do Sr. desembargada Oomlngues da Silva ao
Sr. dessmbargidor Uibd>Gavalcaote.-Appelacao
crime: appellaote, Agostinho Ferreira da Silva;
appellado, Fiorentioo Lopes da Silva.
Do S:% deseoUarg*dor Sjuja Lvao ao'Sr. deseui-
gador Santiago. Appellagao civel: appellnte,
Joao Andr Teueir-a Manaes; appellado, J.iao
Evangelista do Espirito Santo.
Do Sr. desembargadr Giurana ao Sr. desem-
bargador Guerra.App.-llato civel: appellanies,
o coronel Pedro Pareira Jiore outros; appellado,
Antonio Mamel da Silva Brando.
Eocerrou-se a sesso as duas horas menos um
quarto da tarde.
OoniiiinicadS
. Impo resistite. Qui pro veri-
tafDei certat, contumelias con-
temhet.
Resist ao im.iio. Quem pela
verdade de Dos peleja, e com-
bate, despreza as injurias e af-
frontas.
*. *. *.
Nao obstante o compromisso solemne,
que flz na presenta de Dos, e do mundo,
de so responder a dous pontos controverti-
dos, e atacados no pestilente livro do Sr
general Abreu e Lima; todava, pateado
mais detidamente este sarapatel de here-
sias, e pesando cum toda a reflexo os im-
properios, que ah se derramam contra o
cuito das santas imageos, contra as solemni-
dades e festas religiosas, e contra a morali-
dade dos nossos customes, nao me suffreu o
coracjio, que deixasse sem prompta respos-
ta tao monstruosos desacatos con'ra os ob-
jectos, que a nossa sociedade mais respeita,
e presa; e pelo o que eu vou transcrever
desse livro, que tanta protecco, ajada e
favor ha recebido dos domiuadures da si-
tuacao, se conbecer quanta razo tive de
proromper em duras invectivas contra o
desalmado, que saccudio ao seio da nossa
populacho essa bomba inflammada, prenhe
dos mais agudos projectis 1 Altenda-me o
respeita vel publico, em Compensa cao do
marlyrio, que soffro, copiando cousas 15o
repugnantes, e asquerosas.
A pagina 276, diz o Sr. general: Des-
de o secuto 5o, para a diante as tgrejas
estariam repletas de imagens, se a isto
se nao oppuzesse o primeiro maodamen-
to da lei de Deus. Todava comecou-se
a collocar nellas as imageos de Maria e
Jess; ms ninguem se atreva a pres-
tar-lhes adoraclo at o Mato IX, em que
definitivamente foi decretado o culto das
imagens. Bem v pois o Sr. padre Cam-
pos, que a igreje pnssou perftitamente
durante nove seclos sm santos, e o
' christianismo fbndou-se, cresceu e pros-
perou de urna maneira espautosa sem o
culto das imageos.
Dissemos que desde o seculo V as gre-
jas estariam ebeias de imagens, se a isto
se nao oppuzesse o primeiro mandamento
da lei de Deus. Com eUeito, diz o xodo.
Cap. 20 Vv 1 a 5 o seguinte: tDeus
fallando a Moyss dtsse: Eu sou o Senhor
teu Deus, que te tirei da ierra do Egypto,
da casa da servido. Nao ter-s Deuses es-
trangeiros diante demim. (I) Nao fars pa-
ra ti imagens de escultura (tynem figura
alguma (3) de todo o que ha em cfma
no co, e do que ha em baixo oa trra;
nem de eousa, que baja as aguas da
trra,
Ora bem, o Sr. general, transcreveodo
esta passagem do xodo, reproduzio algu-
mas notas do padre Antonio Pereira, sob os
nmeros que ficam citados, e relativas aos
pontos que lhes correspondem; mas, em
prova de sua m f, omittio a nota esseo-
cialmente explicativa do complexo de todo
o periodo citado; nota em que o padre An-
tonio Pereira coocilia perfeitamente o pa^so
do xodo com a doutrina da igreja catholi-,
ton mais ufana e aint*k ; >m$*m* fioafjw,CO0 do N;)V0 Testanealo. Elle c3o; Se me diseis, que honramos urna car est o esoirilo doto aue ella reo- esenta e
< devassido, o assassinat fe.^Hg. 2, U; 13, 21) queu propheta ne consammida e Sfyi em p. de qae IdM^^riSlt S U
Basta; ir adiaote seria luxo de eru-
Bsvm9s com a capa ae isuas, e que um gunianao-vos; unae esta a veraaae, que elle' cao o aue ah fica dito mais que
morto Toi repase Udo ao toque do^ ossos do mesmo nos enslna pelo seu propheta, quan-' sufficienle para confundir eternamente o mo-
El.so ; o queiactfaMr atojptura do diz: a marte dos santos precwsadtan- dera0 ^JL, d()dm[> o cuit0 dos saQ.
Ai), qae o sea, corpo, mes*|rxlepois te o Benhurt O Sermor grda exac- ^ cu~ Votecc* rlis o submeo oara
!?iS?l!?!?.0Stroa qwrft,a elteom Ter" ameQte.l0(l0? os ?*\ aw8S; aenhum des-:-9 Deus Tcoalpadeca dos deliros'de tal
roubo consliluiram, cowiuyw,
c benemerencia.
Pondo de lado os golpes profundos que"
oSr. gee^ral Abreu eJ^ma atra a-fen<-
cio a :loal de Pernambuco, sob o dominio
dos pro$toret do seu livro, o5o possi tole-
rar, que #acem sem o mais enrgico pro-
testo, eatas tkimnias, e atrases diamaces.
qae assaalba contra afamilia pernambocina,
doe, no eeu errado e iniquo devorad* pelo cancro da basadlo, e da
immoralidade I Protesto, pois, em nome
.da verdade eustica contra eisas^xpresj.s
azedas^e aerjs em demasii, com qae cafte-
terisaes o estado da nossa sociedade, em re-
laco sua moral! Nao; sena) tejaos
attingido perfeicSo evanglica, nao temos
Jeicido na eseda da regeaeracao moral.
Se disserdes que o estado po'itito horrivel,
acredito qae n5o estaes longe da verdade ;
mas, no que respeita ao vi ver intimo da
nossa socieiade, compostura dos seus ha
bitos, e cojtwD.es, sois sobreaaneira injus-
to ; caramniaes os vossos patricios, dos
q-aaes, om reeonap^asj, qaeris 3W03 poto
livro, eoaque seu carcter moral iao cruel-
mente atacado Vos porm nSo tdes
culpa, pois este o vosso ofll-Mo ; colpa
teem aquellas que nao se pej-m de andar
palos rmameos da aifaudaga, fajlo de
correctores desso frasco de veneno, impon-
o-o, com a auloridade de superiores, e
maioraes da situacao I "*
Entretanto, ao passo qae vos moslraas to
seiento de lucro; ao passo que exigs que
D povo pernambuesno compre o vossb livro,
revlaos na sua pagina 291 o maior djspei-
to pelas < innmeras festas de igreja, que
se fazem em Pernambuco durante o atino ;
pelo consummo da cera, de foguetes, e ou-
tros fogos de artificio, de msicas, de ar-
inacdzs, de sermdes e de padr-n-ajualai a
a tudo, bradais vt, ai subscripebes para
os collegios calholic >s de Londres, Pola:o
de Romt, os dinJieiros de_ S. Pedro, o ca-
lote do;Paira Abantas, at canenisacoes das
santas, eoutras muitas eousis ; e per^untai
depois com qnanto teav coficorrido o clero
4e Pernambuco, o bispaao mais piugue de
tod) oBrail, eos catholicos da ptran-oa
para o asylo dos invlidos,- ou para as fami-
lia-i pobres dos volautarjos desta pfovin-
cia ?
Nio fico'j pedra sobre pedra I O hiwaem
r cordando-se do tempo de suas facanhas da
Bjiiiia, travou da durindana, e toca"a de-
<*ecl.
^fit'-m c 4 tes ossos sera-quebrado. ooaMm,que|fcniotendoaiais qae aborrecer
lAaeuiibem em S. Leas v. i.-.M e 44): Que umaau! bar padeca catrises dasohag^que reeebeu Mi..pele- -bornee, voftcuoseusSo humor sarcastico
fluxode sangue, havia doze ann*. e tmba gas de Jess Caristo, sustantando a fttdada 'para Deuse eus sanlosl
despoaaido com os madioog todo-o ou ea- e gloria do seu oome. Honro 4 menor* Ceaduiodoeit trtigo, previno ao publi-
bedal, sem poder de nenhum delles ser cu- daqaelle qae est vivo por urna duracSo co de que, dentro de um mez eu daria a
wda : ebegou por dotraz e toc,iu a orla do p3cpetua4e virtade; honro as -cinzas con- mnha resposta promettida no meu Drimeiro
vestido de Jess; e no mesmo instanteihe sagradas pela confino do nome do Senhor;
parou o floxo.-i Et confestim HHil fia-1 honro neslas cioas as-sementes da eternida-
xus sanguinis ejtts. Ensebio, na sua bis-, de; honro um corpo, que me ensina amar
tari ecclasiaaliea, liro V, capitulo XIV. i ao Senhor, e que jo tera ensinado a nio te-
refere, diz Pereira, que esta muroer, em mer a morte por seu amor.
agradecimento, e memoria de to estupendo J vietis vos, senhor general, nada mais
beneficio maodra levantara Jess Christo (eloqueote e tocante? comparai estes rasgos
uma estatua de brooze em Cevara. Facto, de celeste lacundh co a algaravia earan-
que o stimo coacitiG geral apontm para zl do vosso livro !
prova do caito das-sagradas imagens. Vamos agora ao grande S.Basilio (in Ps.
L-se, por guaios Actos dos Apostlos, ,115). Na lei antiga, diz elle, os carpos
cap. JUX, v.-4<2, nao qyaes'iuer, por ra) de Paulo :.< cba* ^uemsoure a mirto por aeaor do nome de
gando estes a tal extremo, que at, senJVv Jess Cliristo, estimam-ee as suas reliquias,
applicado aos enfermas slenlos e aven-[como urna coasa preciosa. Eatlo, se al-
taes, que tionam tocado no. carpo detaulo, guem tocava um corpo, ficava joancbado;
um goveroo, que cuide na educago do
vosso povo para preserva-lo aO menos
daquelles, que me chrjpam o sangue,
pervertendo a sua moral. Em resultado
o que tamos nos em materia de religiao ?
qual o ensino religioso, que se di as
nossas escolas, e atoas nossas familias T
contrista ao verdadeiro christao a falta de
sentimento religiosa, que se nota na vossa
moctdade.
E oque a vossa igreja ? ch/istSa ?
naoella pode ser ludo : idolatra, pa-
c gao, feilieeira, budhitta, brahmista,
t menos christq, isso no.Sr. Padre I
Ora, om homem que taes absurdose im-
properios vomita contra a religiao dos bra-
sileros, contra a sua igreja, pode ser adop-
tado como mestre da religiao, e merece que
o sou livro saja propagado, mediant"3|jt)00,
por empregados ,desse governo, que abi
qualificado de relaxado oa edocaoSo do povo?
E quem vos disse Sr. general, que a nossa,
mocidade nSo tero senhmento religioso ?
Ah I quem dera qae vos, sendo ve'lho, po-
desseis imitar essa mocidade espe-ancosa
nos seus nobres impulsos derejigiosidade 1
Onde vistes j ama Academia,, qqe mais
primasse por seos sentimeotosorlhodoxos e
catbolico6, dnqoe a de Pernambuco ? E'
do os ps de Jess cojo o balsamo de nardo
puro, escreve que Judas Iscariotes,
Moysaica j os nao obrigavam : prudente- cepar becas de mortos, e vivos, e, o que
mente poda a igre/a introlu?ir o uso das'mais, at das santas imagens, se fez dogo-
imagens dos santos," e jast me ite ag raari la ladir | A' proposito dos olnos vesgos e
venerar sem que nisto offenda algum pre- famulentos com que o Sr. generar olha para
ceito da lei na,ton! (Pereira).
Ora os aqui a grande e importante nota
do padre Antonio Pereira omittida pelo
Sr. general Abren e Lima! E oberva o
leitor, que quando quilquer upioiSo do pi
dre Anlonio Pereira. por mal comprenen-
dida, parece ageitar-se s opini^s do Sr,
general, a ella se aborda como Ac iiles
sua espada 1 O mesmo faz elle, em rela-
cao a i Concilio de Tremo, de cujo i oatexto,
contra todas as regras da hermeoeutbica.
desliga palavras, que, opiadamente con derada?, parecem favorecer os conceitos do
mesmo Sr. general I Argumentar cora aba-
sos desta ordem, feio e pessino argu-
mentar 1
A' pagina 288, o Sr. general, depois de
incinerarse, seu gosto, contra as santas
imagens, desaba na> seguintes irrupcoes:
Desenganii-vos, S-, padre Campo,, ds
* que a favor da doutrina dat'O*a igreja, e
< do culto sacrilego das imagens n51 acba-
t reis um s ponto de apoio as Escriptu-
ras, nemsereis capaz de citar um s tex-
presumpcao de semelhante culto ; ao
passo que para pulverisar as dus insti-
tuiges paga s, de que fazeis alardo (cul-
to e canonisac:), basta abrir os dous
tetamentos em qudquer parte, onde
acharis um preceito divino, ou um con-
se'.ho, oa urna advertencia, ou'umaprohi-
bc2o,formal para vos coafundir, para vos
anniquar.
Neste aggregado de irreverencias! e de-
sacatos, v-se claramente qu? o S". general
l fra do gremio da igreja cathaiica, e
como tal as suas doutrinas nao pdela dei
xar'de ser detestadas por todos os calh (li-
eos apostlicos romanos, sob pea de cra-
varem, como elle, o punhal da apostasia no
corado de tao boa mai I Que est ora da
igreja catholica, provam estas expresses
desdenhosas, com que me diz : doutrina
da vossa igreja, e do culto sacrilego das
imagems.
J na pagina 286 do seu execravel ops-
culo, bavia dito:
f Nao admira, Sr. Padre Campos, que a
vossa igreja joyue to porcamente sobre
f a credulidade pnblica ; o que verdadeira-
mente espanta que anda nao tenhamos
os pingo; de cera, que se gastara as fes-
tas re igiosas, para os foguetes, araoac6es,
msicas etc. lembra nos aquebe passo-do
Evaogelho de S. Jo5o, "capitul XII, em
que, depois de descrever a b mita acgo,
quepratisou Maria rraaa de Laaaro, uogin-
ioj
Judas Iscariotes, ralado
de inveja, disse : Porque se nao vendeu
este balsamo por trezeutos dinheiros, e se
deu aos pobres ? E disse isto, observa o
evangelista, nao porque elle trvasse cuidado
dos pobres, mas porque era ladrao, e sendo
oque linha a bolsa., trazia o quesfflancava
nella. Qaare hoc unguent'im non catntit
trecntis denariis, et datam es' egenis ?
Dixit autem hoc non qaia de egenis per-
tinebat adeum. sed gata fur erat, et l-
enlos habens, ea qnm mittebantuu porta-
bal. *
Ora nest passagem, afora o epithetode
ladrao, que de mado algom vos ap-plico,
porque nao costumo ser injusto, todo o mais
applicavel ao pezar qae mostraos, Sr. ge-
nera!, peto dispendio que se faz com as nos-
sas festas religiosa?, para.as quaes, apasto,
que nunca estendetes a mao, oil.contri-
boistes com o menor seitil 1 E como nao
seria assim, se vos detestaos os santos, a
respeito dos quaes dizeis, pagina 185; as
seguintes horrveis blasfemias ? Pois
bem, Sr. Paire, juramos pelo santissi-
* mo nome de Dos, que nao quereriames
* viver em conpanhia com algtns delles
t (os santos) neste mundo, e muito minos
* no otitro.
Felizmente, para honra e gloria Je
i Deus, essa olaria de fazer imagens, e
essa chancellara de dar passapoites para
o Co, esto acabando. Ainda esperamos
na misericordia divina, que ni carrete
anno nao se darao o escndalo e a im-
piedade de ver elevar s^bie um altar, e
consagrada veneraco dos verdadeiros
christSos, a imagem do mais torpe e do
mais infame assassino, qae jamis existi,
do horricel fantico Pedro de Arbues,
t inquisidor geral de Navarre, muito mais
infame, e cruel que Torquemada e Cs-
eros.
Vejo agora quanta razao t'raha om dos
mais distinctps vultos da nossa sociedade,
quando me dizia : o. geooral Abreu e Li-
ma perdeu a cabeca ; eacommende-o a-Deus
em vez de fastiga-lo.
Sim, o homem perdeu a cabeca ; mas
nem por isto lieide deixar de combater os
seus errse beresias, e muito menos de
pedir Deus que o ilumine, e o chame ao
gremio da comraunho dos fiis.
Entretanto, como elle asiste, o me pro
ao s fugiam delles as dosneas, mas tam-
bem os espiritos malignos se retiravam.
Ilauteliam mptr laugttidos deferentura
corpor jus sudara, t semicinla, et rece-
debint ab eis languores et spiriius nequam
ogrediibantur. V forte este texto, diz-Pe-
reira, para convencer os protestantes de
que a veoeraco, -que a igr-eja, romn i tri-
buta s reliquias dos santos, nao om
caito supersticioso : nem a esperanza, que
ella pe no tocamento das mesmas reliquias,
aguraa esperanza vS, Porque vemos
aqui os fiis da primitiva igreja a pp! i cando
aos enfermos os lencos e aveatass do uso
de Paulo ; e Deus Cjiq estupendas curas
preuiiaudo a iLvico de uns, e honrando
a santidade de oatro.
En 5o. senhor general, n5o dissestU com
tod.o affinco, q .o eu nao seria capiz de a'pre-
senlar ums testo da Escriptura, que po
desse insinuar, se quer, o culto e venwacao
das imagens1? Paisaqni tendes mais de um
.teito exirabldos'dos livros sanios, Coja cano-
nicidadejfazeis o favor de acceitar-l E' ver-
dade, que j provastis, qae b6o acreditis
em emonicidade de livro algum da Biblia;
pois viemos que a bominaes o Deus dos Ja-
deos, o Deus I'erse sanguinario do Peuta-
euco !
Vejamos agora o que disseraro, e pensa-
ram os Santo Padres sobre esta mat.-ria.
O graode Chrysothomo nio tem expresses
cum que encareca o culto da santas reli-
quias ; culto que elle diz era umversalmente
recebido em toda a igreja no IV seculo,
como fra nos secubs precedentes. Isto se ma-
ntfesta pelo elogio que faz a Santo Ignacio,
que sofreu o martyrioemRoma, anao 107.
Nesse elogio diz .Chrysostbomo: que os
ossos do Santo martyr foram involvidos ew
linhos preciosos e transportados a Aot'D-
chia, como um thesouro inestimavel; sau-
dados pelos fiis em todos lugares por onde
passavam; que os acompaoharam at Anlio-
ehia, onde foram cecebidos com a eff*so da
maior alegra e respeito. Todos aquelles
que visitam essas santas reliquias, contina
Chry'sostaoma.^iacebem benacios conside-
raveis; porque aSo smeote os corpos dos
Santos, mas iroVyn os seus esquifes e t-
mulos, respram gtacas espirituaes.
Por este eloquente testemunho se v que
os primeros ebristaos, que baviam sido ins-
truidos pelos Apostlos, honraram as reli-
quias de um dos seus principies discpulos;
visto como pencos annos havia, que sao Joo
tinba morrilo, quando sao Pulycarpo foi
martyrisado. Eusebio *de Cesrea, (Hist.
eccl. c. 14) que viveu do III. para o IV.
seculo, nos ministra urna prova authentca
da veneraco das reliquias, reproduzindo a
carta da igreja de Smyrna sobre o martyrio
de S. Polycarpo, bispo desta cidade, e disc-
pulo de 3. Joao ; em cuja carta se l qu i os
liis, que assistiram ao seu martyrio, anno
167, arremessaram se fogueira, para re-
colher os remanescentes dos ossos do seu
bispo ; que estes ossos lhes eram mais caros
que as pedras mais preciosas, e mais puros
que o ouio mais fino; e que com toda a ve-
nero os collociram em um lugar conve-
niente, onde depois faziam suas reunes so-
lemnes, para celebrar com alegia a festa do
seu martyr.
A historia da trasladaco das reliquias de
S. Babylas, de qoe fallara Scrates (lib. 2.
c 46) eTneodoreto (lib. 3. p. 9) urna
prova valente da veneraco das reliquias, na
igreja grega, e a trasladaco, que fez Santo
Ambrozio, era Milo, dos corpos dos San-
boje quem h:a o ossos dos raartyres attrae
a si a sancjficacao e a graQa, que res-dem
nos corpos dos que morrem no sculo do
Seanor,,
Se consultara js a Eusebio d'Emese (Hom.
de S. Blandina), elle uos pergunar: Oode
esto os que ousam Jizer que se nao deve
prestar nenhuma veneraco aos sagrados cor-
pos dos martyres ? h Omitlindo, por bre-
vidade, a referencia outros padres da igre-
ja grega, como S. Gyrillo de Jerualem (Ca-
tcb. 18), S. Gregorio de Nysse (Oral, ia
Tbood. Mart.), e tantos ou'ros que ensinaram
unnimemente o culto dos santos, nao po-
demos deixar de adduzir em favor da nossa
ihese o testemuoho dograiie S. J:roaym),
o quai, no seu livro contra Vigilancia, cap.
2 e 3, depois de reproduzir as objeccoes
daquelle rapio contra a veneraco das reli-
quias dos martyres, que lax,avade idolatra,
como agora faz o senbor Abreu e Lima,
prorom.e: Oh cabeca desmioladal hate-
ra entre os catoulicos quem tenha jamis
adorado os martyres 1 Vos infureceis por
ver as reliquias dos santos martyres cuber-
as de um veo precioso... Pois quel Somos
sacrilegos quando entramos nos lugares san-
tos on le repousam os corpos dos Apstol ,s?
Neste caso, sacrilego foi o im.-era-lor Cons
taatioo, quando fe. trasladar para Coustaali-
nopla as reliquias de Santo Andr, de S.
Lucas, e de S Thimoto, cuja aproxima-
\fjfo os demonios levantaram espantoso ru-
gido!... Sacrilego foi tambem Arcade Au-
[gusto, quando mandou transferir da Ju lea
para a Thracia os ossos do santo propbeta
Samuel!... Sacrilegas foram os povos de
todas as igrejas, que marebaram na vanguar-
da da procissao de triumpho em honra das
santas reli juias, que foram rece'oidas cora
tanta alegra, como estiemecimeftto e trans-
porte, em Constantinopla, como se fora'o
proprio propheta vivo!.. Povos, que fizeram
nada menos, que urna procissao desde a
Palestina at a Calcedonia, enloando era todo
o trajecto repetidos louvores a Jess Cons-
to Vejo, pois, que o bispo de Roma anda
mal qvs ido, quando offerece sacrificios so-
bre as reliqaijs dos Apostlos de S Pedro
e S. Paulo, que nos honramos, e que vos
chamis vil poeira.... Emfim, nao sement
o bispo de urna cidade, mas tambem todos
os bispos do universo, esto em manifest
erro, quando, despresando as loucuras, e
impiedades de Vigilando, entram nos luga-
res santos, onde repousam as reliquias dos
nossos mariyres I
Aps Jeronyno deve fallar Agostinho. Na
Cidade de Deus, cap lulo 8, refere este santo
doutbr urna infinidade de milagres, opera-
dos em presenca das reliquias de Santo Es-
tevo, entre os quaes figura a resurreico
de seis morios! E quem poder ac usar de
ignorantes, supercticiosos, e idolatras a bo-
rneas do sa-er, virtude, santidade dos que
deixo mencioaados, quando afirmara que
viram com os seus proprios olhos os mila-
gros, e prodigios, qae referem I E se o cul-
to das imagens fosse urna superaticao, urna
idolatra, como possessamente diz o senbor
general Abreu e Lima, como teria Deus ope
rado prodigios to notorios em favor daquel-
les que prestam veneraco s reliquias dos
bem aventurados? E se estes milagres e pro-
digios nao tivessem sido operados para au-
torisar esse culto, essa venerado, qual seria
a sua razo de ser ? Pois um culto que Deus
faz acompanhar de tantos milagres e bene-
ficios notorios 'podara deixar de ser o mais
justo, o mais razoavel, o mais santo, e o mais
tos martyres Gervasio e Protasio outro conforme a honra e gloria do mesmo Deus ?
testemunho authentico da f, e da practica A Providencia do Creador, diz S. Agostiabo,
da igreja latina sobre esta materia, e por con- que d testemunhos to brilhantes, quando
seqaencit de toia a igreja. No sermo 5!obra estes prodigios jualo aos corpos dos
de Sanctis faz Santo Ambrosio meoso de i martyres, se digna de reamar por esses mi-
ara cgo, conhecidoem toda a cidade, qnejlagres a honra das reliquias dos horneas.
recobran a vista no mesmo panto em que' Neases despojos sem vida, o auctor da vida
tocou as reliquias desees santos martyres; dsignaes evidentes de sua presenca. (Ser-
duendo: t Aquelles que ousam negar este mo 275, de S. Vicent.)
O papa Celestino 1., escrevendo aos pa-
dres do Concilio-geral de E'pheso que os
protestantes se gabam de acceitar, os ex-
horta a seguirem as inspiracoes de S. Joao,
cujas santas reliquias ellas l tinbam diante
faci prodigioso, o fazem por inveja da glo-
ria dos santos martyres. No mesmo ser-
mo o Santo Prelado notou tambera. qae os
voca a apresentar pravas da Eseriptora, de hereges, por urna incredulidade infernal, ne-
um e outro Testamento, que possam auto- gawm os mritos dos martyres, cujas boas
rlsar, ou ao menos insinuar o culto a vene- j obras os proprios demonios confessavam, J dos olhos:' Cujus reliquias presientes ve-
raco das santas reliquias dos hroes do bradaodu, como outr'ora: t Porque nos vi- nerari.
christianismo ; a, sem embarga de ter eu estis atormentar to cruelmente antas de
j no meu trabalho, pobtioado no Biario de tempo ? (S. Math. 8. 29). Si os nessos adversarios, exclama Bos-
Pernambuco do anno passado, exibido asi Aia mais robustas provas em favor do uso, e de haver Qecaberto as reliquias dos santos cloqaetemos.pora!guemseestede. semdi-
constaute tradico da igrejaaeerca da invoca- maiyres y^i e Agrcola, no lugar que o vidir-se, a seus filhos, a seus amigos; e por
cao e veneraco dos santos, compltarei este Senhor lhe havia revelado, refere que, edu- ja^' gradualmente a tudo o que o representa,
artigo com um novo estudo sobre esta ma- ranle 0 lraect0 da procissao, que condtuia todo o que delle resta, e a tudooqoe lne
tena, adJuzmdo n;o s fados -d5 tes estes sagrados penhoresdo Co, Deas ope-jenova a memsria -. si elles compreheodes-
hscnpturas, como oprnioas seguida-asus- raraosmaioresmilagresem presenca de to- sem que a honra tambem progressiva-
tentadas por distioctissimos ParW feDiu- d00povo- que os demonios uivavam, em mente transmissival, pois que a honra nio
tores da igreja que de certo vafam muito i alta mei'a0 sahirem dos corpa* dos posses- outra cousa' Q11* am amor raesclado de te-
mis doque^odos os IcoBoclastai, de onde ,va; que muitas pessoas, aucadas de outras' mor e respeito; si elles emfim. coosideras-
osr. general copioa as detestara Miaras molestias incuraveis, tora a restituidas sa- sem que todo o culto da igreja catholica tem
?obre o culto das imagens. de m ^^ dos suflari0Sj que involviam as a sua fonte no proprio Deas, e que a elle se
Jada mais digno de veneradla, Sr. ge-, ireliquias dos santas martyres (EpUt. o5). devotve, nao creriam nunca que este caito,
neral, do que um memoro mystico de Jasas Jess Christo dizia aos jodeus, por S. Joo, vprdade, que dizeis a pagina 295 do vossi Christo, do que um templo da Espirito cop. 38: Se nao credes em mim, orede me; venam, pelo contrario, que, si Deus
livro o seguinte : E anda dizes que ha, Santo, do qoe um corpo, que faiorgo de | as minhas obras. O mesmo posso dizer o m como e do amor dos horneas, nao
religiao em Pernambueo, ea ao meaos que1 urna alma, que Deas revisti deimmortal-. ao senhor general Abreu e Lima: Se nao ^s olha como se tis 003 dividissemos en-
exista o menor sentimento religioso ?On-'glorh, e instrumento de que se servio, em! credis qae necessario venerar as imageas tre elle e a creatura, quando amamos nasso
de, Sr. Padre, ainda concedendo vos, gloria sua, para tantas obras boas, e to a reliquias dos santos, como a igreja eosiaa,; prximo por amor delledesse Deus, que
que easa eslapida idolatra osse urna meritorias. Este membro mystico de Jess' crede ao menos, em honra a Deus, que por, posto que zeloso do respeito dos fiis, nao
religiao, mas nanea uma religo chris- \ Christo, este templo do Espirjto Santo, s o ellas opera tanto prodigios, que sois obri-,0 no se elles dividissem ocuto. qu
t tSa ? Se medirdes a extensa) do espiraos corpos dus bemaventurados, segando a gado alnas tributar honras; pois que os
artigo, se outros traba bos adantados n^o
chamasse j) a miaba attaoco ; mas por tedo
mez de setembro estar do prelo.
Leio agora no n. 7 da Opinio Nacional,
em um pequeo artigo, que o Sr. general
Abreue Lmame levou vaniagem emmais
de um ponto. Interpellomuito respeto s-
mente a Ilustrada redaeco a que declare
com franqueza e lealdade quaes foram esses
ponfos, afim de que eu me retracte, se me
convencer de erro. Em questes desta or-
dem 8 ha favor, nem amieade ; ha verda-
de e decisio. Vttere el twon probare tst
non eoncludere.
Bacife, 8 de jnlbo de 1867.
Jjaquim P.uipo de Campos-
P. S.Previno tambem a qualquer dono
de typographia, a quem o Sr. Abreu e Li-
ma procurar para imprimir cousas con-
tra mim, que o na"o admtttam sem exigir del-
le formal responsabilidaie do que disser;
pas estou disposto, pela parle.. que me to-
ca, a leva-lo penante os tribunaes, pelas uo-
vas injurias e insultes, que hoover de diri-
gir-me. Digo pela parte que me toca, por
que, segundo se me diz, o senhor. general
quer levar os seus ataques alm da minha
pessoa.... E posto qae das represalias de
offeosas conectivas nao resulte responsabili-
daie individual declaro em tempo, que nao
sahirei dos procediiaentos legase centra o
meu aggressor, nicos qae se unifoimisam
coa o meu carcter, e seotimentos. O publi-
co que seja tesiemuoha desle kolemne pro-
les*., que jamis quebrantare:.
Ptnto deCampos.
Correspoadejieias
Em ama correspondencia publicada trente Dia-
rio de Pernambuco foram imputados! por rn id-> n ui
pistivo estellian iUs, abusos e maiversicoes ao
Sr. Jos Velloso Soares ta qualil ido do coHcessio-
nario dogovern" U3 seu trapiehj alfaadffado, ou
< e.urepo?to s ( a-.tu lei a chama ) deoomlua
do tfri>lehe 4a compwhia.
Citado o Sr. KgaeifOt, dono da fflcin-i typogra-
pbica reqaerkoento -do Sr. Velloso exhibi em
julio re-pjanabiliale escripia i elle prestada pelo
Sr. JoajQim de Souza Silva e CubIi .
O Sr. Velloso, deiamlo, enlo de m.b aquelles
factos imputados, suj-it>s por sna oaturpia ao do-
mloio ile aeei-> pablca, e p-r eoasegamte sujeilos
a' prova, destacando d'elles algamas palavras, qoe
eram urna fiicao nataral, como fo- ni as in-
famias j numeradas; eynico etc. chamoa ao
) ponstvel porcrimes de injurias partreutares.
Eacarregaudo-me o Sr. Cuoba da delea desti
causa, exbibindo desdi logo em juiro .ilirigsrao
de r^sponsabilidade do vo^adeiru autor d'aqoe la
correspon-lenela, depois :e aprs*enti'i.s e desen-
volvidas por mim na rau-a diversas q'ie?tes pre-
ludlciaes, eis o que se decidi.
cid.o-se I.".- que aquello ;ie presta ao ira-
pressor ou dono da lypngraplii* v responsabili-
daie pela poblioacio .de nm esenpt qoalqa?r,
fica seudo em todo o caso o nter a o agente .
redaego de (al escripto, de modo a .< po ler de-
clioar tfesta sua res^oasabiltdae para a de oulro
que se teoba obrigado eowo autor do eserlpto cri-
minado.
Decidise 2." : que as palavras Infaii'ias na-
merad's, como se assim cynico erjm injuria?,
e um segundo o novo cri.ne distincto dos factos ou
criles pblicos imputados; pelo que uao podan.)
admilr as provas que o reo allegava ter em sua
defeta, e requera para apresenta-las.
Decid) se 3.: que o Sr. Velloso, n'aquelle seu
entreposto, ap?zar de ser denomiua-Jo pela lei
coacjslonirio do gjveruo, e apeiar *'e, como
tal, licar investido das funeees privilegiadas do
deposito, carga e descargas dos assucares viudos da
provincia de Alagoas, e passar guias ao consulado
provincial para recebimento do divido, imposto,
apezar de exercer estas funegoes debaixo de rigo-
rosa flscalisago da alfandega, ao ponto do pessoal
para o servigo de tal entreposto ( e assim o de
todos, quantos o governo conceda j < como sejam >
guardas e vigilias, deperJder d'approvtag ou re-
provagio do inspector o-'alfinl ga, apelar de exer-
cer um deposito nao de coatlaoga das partes, mas
uungJturlo e foreado de modo a approheader bar-
cagas e prender baroaaeiros aperar de tudo Bao
era um agenta publico do goveros uu gente de
autoridade publica ; mas sim um simples parti-
cular.
De sorte que segundo uma tal deciso o Sr. Vel-
loso exercia todas esas fucgdes, futa luio, coi-
pregando al meius exercetivos pela torga de sua
acgo ou efllcleoeia privada, e nao em viriado da
autoridade da le de sua concesso, e da autorida-
de publica.
Por estas decUSes flcou o Sr. anba, meu cons-
titainte, sob a pressao das seguintes consequeu
cas : 1.a destituido de provar os factos imputados
ao Sr. Velloso, para sna plena de lea, factos que
continbacn crimps, qae admitiera procedimento
nfflcial, e cuj ponigao do interesse publico :
Ia o Bear debaixo de urna aleada sem as garantas
concedidas para o jni/.o ordinario, deven do espe-
rar uma condemaacao certa.
Ist i posto, venho apeuas declarar, que neabama
parte tive na aecumodago entre o Sr. Velloso e o
rorj coDstiloiole, o Sr. Gooto, para dtbaixo da
oppressao em que este se achava, realisarse a .
desistencias d'aquella accao, pelo modo por qu;
realisiu-se, s em desvantagem do 9. Cunba.
Tenho teda a confianza em qualquer dos Srs.
dous Drs. joizes de direito desta cidade, de quem
esperava, que por appellaco, qoe honvesse de ser
infrposta da seoleoga coademoatoria,todo aquello
Drocesso (icaria redolido a nada, atteotas a incom-
petencia d'acgao e do joiz para juigar a cansa de-
fialtivamente.
Nao sou offemivo ao Sr. Velloso, aem q.oem
qaer qw Mja : aao procedo oa pablicagao deslas
liobas por motivo reprovado. Pareceu nae ter h .-
vldo erra funesto do modo porque se emenden, e se
quu execntar as leis eriminaes, apezai de asss
claras e precisas: pareeeu-me, e anda parece me,
que um tal modo de-entnder e execntar as leis
punitiva-^ poeineru estreaecjmenso e grave perigo
a sognranga dos direitos ao hornera -pacifico, e para
se dar asa a hnaqedade de cnimes pblicos.
Pelo qoe do hiieNsse de lodos, que quesloe?
desta ordem aao flqnem para' sempre abaladas, e
martas por meras accomodagSes de parias-, mas
que sejam decididas pelas nliians instancias.
Se, pensando assim.por amor da seienola da se-
foranga dos direiios e como advogado, pens mal,
ie.a-me perdoadu o arre, a nada mais m6 poderao
impetar ao passo que certo estova de (jue. sao ami-
tos os espiraos e illuslrados, e conscienoiiisos que
louvaro esta minba dtelaragao.
Recre 9 de juibo de 1867.
Dr. Francisco di Pauta Baptuta.
No artigo poblioado bontem sob a epigrapheO
Sr. Dr. Hmrtque Pereira de Lacena e os progres-
suts de Goya**1* dwam-se rnuitos erros lypogra-
pbieos, de pontoaco principalmente.
Sirva esta declaraco de i'rrara, que sao damos
especifleadameote, per parecer-nos desoecessario.
* to religioso por essas festividades, qoejdoutrioa de S. Pab (i. Cor. 6% IS, 19).! milagres s5o, digamo-lo assim, a voz do
ah se faaem. deveis convir em que ne- O Sensor nos faz evidentemente conhecer, mesmo Deus, pela qual altesta e confirma a
nbum paiz no mando foi mais religioso que devemos honrar as reliquias des santos verdade, que dispresais. Anda finaljiente
a do que actualmente esta proviniia; e| pelos milagres, que se digna de obrar as o meamo Santa Ambrosio, no sermao 14,
sem embargo nunca houveram "tantos oceasioes pporluaas; milagres ^de qae nos'pregado na fes'a dos santos martyres Nasa-
ca; e para qae se veja at que ponto sobe] crines ; nunca a immor&lidade te men-' qaiz.instruir pela santas Escrpiuraa, tanta'to, eCetea^ porpSeaos hereges esta objec-
no devem se nao a elle s, quando nonram,
pelo respeito qae lm para com elle, aquel-
les a quem elle mesmo honro a.
< Dir o protestantismo que isto idola-
tra?exclama emm o IlustradoSr. Alejan-
dre Herculano. Que I ignora, acaso, o mais
fublicacOes apedllo
Steamer Regulatar, Peroambaeo, July 6 1867.
To wiom it may concern.
Tbis is to ceriify tbal Mr. Angosto Victoriano
Borges bas piloted Ibe american steamer Reau-
lator from Maranho lo Ceafa ihence va San Ro-
que Cbannal to Pernarabnco, tonebing for a few
boars at Natal (Rio-Grande do Norte ), in a per-
grosseiro calholicj que cima dessa imagem tectiy saii-faciory manaer.
i
^

v L


Mario de Peraambaeo l*nai i* felra O de Julho de IS07-
V
3
.

A .
As also p!1--.td the steamer oot of th* Port o'
Maraoho an t sIm oot n the two i. a. Ciar A
Rio-ran in him as I ;' olass caat pilot no the rauta ahove
rneotioned, and also as barboar piiot (or Mara-
nbn, Cear and Natal.
Cheerfuly reeconendin him la any oae reqni-
ring bis servirs [ rsalo..
O. W. Phtltpps,
Master Stearoer Regulaivr.
A borde do Regulador. Peraambueo, 6 de jotho
de 1887.
A quem possa interesar.
Certifico qae o Sr. Atiflrsto' Yletortane iWges
troaxe, na qoalidade de pratico, o vapor anwri-
caop ReguMor do Maratrtao ao CearV, e 'ahi
por dentro do canal de S. Roque at Pernewaow,
tocando por poicas, tiara*-eos. Natal (Rio Grande
do Norte), e desernpenheu da maneira a mais sa-
tisfactoria as soas incumbencias. Convtro oh-er-
var que do mesmo modo poz o navio-fra do por-
to do MiraohSo, n ssslra tambera dos do*Geara' e
filo-Grande" rjo Nttrte; dawtiy 1trg*r qwn'ellai
podesse depositar t>d* a conGan^a, como- prattco
da cosa de i'classe Da derrota cima mencionada,
t raais como pratlco daaatrs do Maranho, Cea-
ra' e Natal. Desta formar encarecidamente re-
cororaendo o dito sentar aqualqner que veoba. a
oecessttar de seos serviere.
C. W. PkiliptH,
Gotmsandan do vapor Regulador.
1 dita chapos ; a hidoro|Netto & C. | 8 dita* cbatros de sol, brin* de acodan, alnete*
"4 voluroes earles, perfumarla?, etc.; a S. T. .e tecido de algodo ; a MonharJ.
Bastos Irmao. 7 icmn chapos, 2 ditas panno e tecidos, z di-
3 caixas courcs e miadeas; a Jos L. afc-fapt\ lea MMa* mercearla, I dita qoadros ; a Maga-
reira $ C. I wwt InBio
9 ditas calcado, mrodeza?, etc.; a A. da-Sde? S'voawBse filtro, 2 caixas ferflwegsit3 litas fer
Parla.
1
i
2
pe?,
1
I
dita papel; a Ji N. de Soma.
dita perfumara a Risa Adoor.
ditas malas e eiapo de sol; a Joo
F. La-
1 u* irumu.
"Vflasara^eitroyaxaixas fermge(%3 C
ro-betWo; a F. Dobarav.
ianeir, sarr
i aBanrifu*
Apa de florida delrraje U-
aran.
Que os poetas erbbra folemdos ares
edoriferos da balsamca~A*ati, porm
ape?ar de tudo poderse nrutto aera por em
duvida, se jaaa* algum dasses floresceotes
bosques de Carmetleiras ou Laranjes pro-
duzirSo oa derramara iBceMrj e perfume
mais refrigerante e deleitavel, do q ue aqael4
e delicioso e-del^f i| ajoBasque exbala e
dimana desta adHimve^ fesaneia, colhida
dos campos virgioaes de Flora. A aimos-
phera, a qul roba ediveste a fragancia a'
quasi todas as mata aguwchtfirosas, parece
produzir bem pouco effeito sobre a exquisi-
ta raridad deste aroma, a qual pertence
por excellencia esta preparaco sublime e
refrigerante. Ella encerra om si, por assim
dizer.o condensado respiro e Tida dar ftorvr
as mais exquesitas e odorferas do reino
vegetal e sua fragancia parece inexhaurivel,
inesgotarel, mesmo depois-de ter sido ex-
posta urna prolongada- evaporaco ou dif-
fusao. Neste respeito ella se assemelba
original Agua da Collonia de Faria, e
preferida por toda araerica,. do.sul" e~nasj
Anuiras, n5o obstante-o vlet-e casto de-
brado daquelle outro perfume.
( Rcparai bem que os nomes de Mur-
ray e Lanman, se actaea- inscriptos soboa-,
da envoltorio, letreito e at mesmos embu^
tidos no proprio vidro da garrafa e na falta
dos me,smos toda.amais falsa-).
Vena-se as pbarmacias de A. Caors, J.
i G. Bravo 5i C. e P. Maorer & C.
MMEBO,
PRAGA DO RECIFE 9 DE JljmO
DE 1867.
As 3 X horas da tarde.
Hoieui.)
AlgoJIj da Parahybil* sorte13^000 por arroba
posta a bordx
Hjj).
Cambio sobre Londres90 d/7 21 d. por l..
Camiiia ?ob;e Paris90 diy 430 rs. por (raneo.
Silveira.
Presidente.
Macedo,
Sec.retar.lo-,
Novo banco de Pernambuco
O novo banco suspende do ultimo date.
mez dejunhoemdiaate os juros squantias
qoe por conta corrente permanecem no
banco.
O Novo Banco desconta
so anuo, co:-.forme os prasos.
letras de 7 e 9 0/0,
A e:iixii da administradlo da
ptopriedide Apipo sos.
DEVE.
1867Abril 30.
Saldo existente nesta data. 1:8915700
Rei-.ebimentos.
\ Julho I.
Do arrematante das matas
Joao Wi>ter, de sua se-
guola letra vencidas ho
:)' arrematante Migael Joa-
ijuim do Reg Barros na
icesma cooforraidaie. .
331*230
362oOO
1:093*730
2:983*430
HA VER.
1867laobo 28.
iaywrtaocla paga do preste
trimestre; a saber:
Ao Rv. capelo.....100*00
Ao sacbristo da capaila. 13*000
Ao escripturario...... 123*000

Impottancia da l.1 presla-
58a psgi a eitlncta com-
pauhia.........
Jonho 4:
P-li publicaco do presen-
te batanete......
Saldo existente em caixa.
240*000
300*000
740*000
3*000
743*000
2:242*430
279*3*450
Apipuros 4 de jnlho de 1867.
O ihesoureiro,
Jos Cetario de Mello.
ALFANEA.
B-ndimento do da 1 a 8....'....... 172:303*544
dem do di 9 ................. 32 668*338
204:971*882
dita qninqailbarla ; 1 A, H. D.
dita coaros ; a Manoe! 6 ditas clcalo, peales e pannos; Monteiro A
Irmao.
I dita lacido de algado-ef*. ; a 9. Maeatraly.
1 drlarataaieas etc. ; a A. Robar & PMmi.
7 ditas tecldos de algodo, chapeos e calcadas ;
a Adriano Castro & C .
II ditas parfuaurtao, chapeos etc., 1 diU mo-
vis ; a A. Hoaborger & &
2 ditas chapeos; a Silva & Cardoso.
6 dMa vidro de vidrag ; a Tbeodoro Chris-
tiaasea.
1 dita chapeos da feltro ; a Chrlstiani & Irmao.
2 dita leioioari, 2 ditas marroaaias; a D; P.
Wlla.
. 1 dita bisceoto; aH. Nieaeyer.
2 ditas espadas, i dita calcado, 3 volumes te-
cidoa de Ha,, da bobo* cabartoree ; a L. Wyd-
man 4> C. .
2 ditas liaa, 1 dita- caapos ; a Mello Lobo
4. C.
16 barris alvaiade de zinco, 2 canas looca e
vidrose 11 ditas acddos, agua-forte, dita, mineral,
dita de or de laranja, xaropes e drogas ; a Bar-
tholomeu A C.
30 dita* calc>do, panel de emhrulho, peales da
chifres, pannos etc.; a Lopes & Oliveira.
3 ditas chapos de sol ; a J. Falque.
1 dita bogias, 3 ditas pelles. calcado e prea-
ros para fl ires, t dita e 3 barricas porcelana e
cris'aes; a Bemel.
1 votme obras de ferro ; a Detacoarr.
1 caixa aoinqailbaria, 3 ditas chapeos de fel-
tro ; a ffenrigae 4 Arevedo.
3 d calcade e conroj a ordem.
6 cascos e 1 caixa pregos e peoles ; a Vaz &
Leal.
I 23 calas calcado, perfumara e tecldo ; a Aran-
tes & Lira.
100 fardos papel de embrnlho, 200 taceos t-
relo, 150 barricas cimento, 140 caixas qoeljoa, 2
volumes arados, 150 gigos cerveja, 10 caixas ar.
diohas, 2 ditas miadezas de vidro a papel pintado,
-2 ditas movis, 6 ditas calcado a cauro*, 13. ditas
chapeos, tecidos de algodo e de linho, 230 barris
e 60 meios maateiga, 10 altos, alvaiade de tioco,
10 ditos e 1 caixa drogas e (Jotas : a E. A. Bur-
le .&C.
Barca franceu Cohgny, entrada do Havre, coo-
signado a Tisset freres, ra.inife.-tuu o segain-
te :
1 1 caixa,,chales do lia, e tmM. A- 4H Sl*
Faria.
2 caixas porcelana, bacas; ao bario de Villa
Dalia.
50 barris e 100 meia< ditos maateiga ; a Tasio
Irmaos.
7 barris pregas de, ferro, 21 ditos arligos de
phoiographia, ditos de Paris, papel para cartas,
(perfumaras, variohas dourada?, capsulas para
garrafa*, lagos de la, ferrageos, lapis, vidros para
espelbo?, conservas, argolas de lato, crystaes,
eu-.; a Otto pobres.
1 caixa serolas da liabo; aj. vv'elmer.
1 dita pelles, brindes, chicotes; a D. J. Ferreira.
4 ditas argoes, pe les.preparadas, selins, tecidj-
de la, chicotes, tecidos duffenro, pot'celan., crys-
taes, revolve >, coleriohos de camisa, etc.; a Roberto
& Fijaos.
3 caixas champagne e vinho ; a Gbrisliaol.
4 ditas chapeos iavernisados, ditos de seda,
ditps.de laa; a Christianl freres.
6 dita chapeos de seda. Jilos iaveruisilos, ditj.s?
de la. de filtro, boaels da panno, a J. de Suu:a
Hala i C.
7 ditas tacidos de algodo; a F. Soavaga.
- barricas alvaiade de zioco, 1 caixa papel de
embrotho; a J. M. da C. Correa.
6 dit.s' papel, vidros para vidraca, cylindro|s,
qoadros, retratos, agulhas para costura, cagalo
madeira, gallocbas ; a E. da C. Medelrs.
i 1^ volumes vidros, cryslae-, porcelana, lanlarnlis
de,papel; a Duarte Pereira & C.
30 caixas espelhos, 1 dita cordas de guitarra, 12
ditas papel, 1 dita pentes, 30 bailas papel; a A.
Hamburger <& C.
20 caixas liaba;, perfumaras, tecidos elsticos
de seda, lagos de dita, papel para cigarros, boldos,
cadielros, chamineis e vidro5, porcelana, mercei-
riaa crystaes, paonos, flaaela, veos, escovas, reb-
gios, rendas, vestidos de seda, camisas, barbant;,
chapaos de sol, gai5es, calgados, velas -, a A-. C. ( e
HMianda.
15 ditas calgado, argSe?, coaros, pelles e crystaes
a M. Bemel.
1 dita colchetes; a Prente Vlanna & C.
4 ditas dobradigas, calgado, tapete e chapeos; a
G. Vianna.
3 ditas alnetes, papel. Ifnha de algodo e arligos
da viagera-; a Monteiro & Irmos.
2 caixas chapeos de la, bonets; a J. L. Q.
Ferreira $ C
2 caixas calgado ; a C. F. Campos.
11 ditas piano ; a J. Vi gees.
i ditas chap js de la e panno braoco de linhaj;
a Adriano & Castro.
2 ditas armas e cartuxos ; a Manael & C.
30 ditas tecidos de algodo e bordados ; a Silva.,
& Cardoso.
2 ditas brins e obras de ponto de meias; a A. G.
Abreu.
4ditas coares ; a i>. A. Mathens,
27 ditas espingardas, lixa, quinqoilbarfa, guarda
comida, panno de linho, botoe- de portas, vaqueta?,
cordas, espoletas, fitas de seda, papis, mursalinak
vidros, colchetes, eofeites, pentes, etc.; a Vaz |Sc
Leal.
2 volumes vinbo, 4 ditos rolhas, 25 caixas vela
a S. Minpeboox.
3 ditas caracteres para imprimir e guarda cocui
da; a Amaral & Filbo. -1
2 ditas bnnquedos; a H Adenr.
5 ditas drogas, medicamentos, saceos de papal,
dstrunientos cirnrgicos, caixinbas de papelo, tu-
bos de vidro, etc.; a. Caors.
3 ditas vidros, balangas e gramma ; a Bar-
bosa.
7 ditas productos cbimicos, artigos de pharm i-
da, e vidros ; a P. Maurer.
1 caixa perfumara ; a Lebmann Freres.
4 ditas lagos, calgados, colxttes, peales, perfu-
mara, cristal, etc.; a L. J. F.
23 volumes tintas, papel, porcelana e mercearla.;
a B. Norat.
100 barris cimento ; ao baro do Livramento.
367 barris e 293 meios maateiga, 259 balas pa-
nel de embrulbo, 100 caixas sardinbas, 240 tahuas,
i volume vinagre ; a Tisset Frere.
1 oaixa eavelopes e etiquetas, 13 volumes tecido
de algodo, estofos de la, chales, tecldo de Jloao,
melas de algodo e calgado; a L. Weydmann
&C.
i-flaobjectoi lecerimeir, esferas, tecido
i*UoaSo, cnitat drlafaiaorifue A Aie
vedf, f .
M Mas velas; a F. da Costa d P.lho.
idfa brins; a Carvalho A Nogueira.
t dita vidros,fl dita*cagalo e chapeos; a Mello
Lobc. r
OtH**o f -r O cowelho de compras do arsenal ds guerra
mo, vencida em 29 da outabro do dito auno, e da
quaotia de 4:000*.
Outra diti sacada pele-metr e aceita pelo mes-
mo. vencida em 10 de datembro da mesmo aooo,
e da quantia de 2:6508.
Ootra dita sacada peta mesara e aceita, pelo mes
mo, vencida em 12dembro do dito aooo, daquao-
Ka de 2:500*.
Outra dita sacada pe > m;smo, e aceita pel> mrs-
mo, vencida em 10 de fevereiro de 1861, e da quao
tia de 3:000*.
Outra dita sacada pelo mesmo e aceita pelo mes-
mo. vencida em 11 do fevereiro do dito aaao, e da
11 canas mobilia, vidros, irrrvln ald) ^iiJLilf qoantia da 3:300*,
de sol mar mar ; a& Fakme. Ootra dita sacada pel mesmo
n. 11
flll
e aceita pelo mes-
do mesmo anno, e da
13 ditas obras d*>paolc*ae-meia, brfW|NHl|* mo, vencida em 5 1e abril
chat eos de sol, longos, chapeos e porcelana; a KT. qoantia de 2:650*.,
Lop*. Uutra dita sacada pelo mesmo e aceita pelo mes-
sumaca nacional Rort0wia, entrada 1 d*.4Ba>> mo, vencida em. 9 di abril do mesmo
hia, consgnala a A. L. a'iieica Awvedo 4C, quantia de 2:000*.
manifestoa o segainte
2 marrados cabos de linho, II cascar azeite mo, vencida em 24 d- abril do mesa-v aano.e da
e palma, 30 paos, i reiogio, 16 aavalliaba*, 1 cai- quaotis- de 3:000*.
xdes ferrageos, 2 ditos objecu ; ordaaav- Ootra dna acida por Jo Cesarte d| Mello e
Gneros nacioaaes. aceita por Maooel PeresCampello de Almeida, ven-
t gamellas da madeira; a.Smpsoo Broca* clda era 10 de deiembro de 1862. da qoantia de
* C. ; 2:765* ; somman lo em 37:165*, k
molbos de piass; a. G. dvS*'. Leio- E mais >e o conimna a dita ajela, dea#s dM
flue produifr;n es supplicanlas sus testemuohas
precisa comprar o segurte
Siivros.em braaav de papel holanda pautado
con 50 Moa*.
i dito dito dito cata 70 Mas.
4 ditos dito drtacou! ib' dra-.
2 ditos dito dito cocD.Uditas.
2 ditos dito dito com 24 ditas.
2 ditos dito dito com 40 ditas.
t dito dito dito com 50 ditas.
1 dito dito dito com 80 ditas.
* oMdoirdes para 50 prew (le ferro.).
2 gastos, granjas da metal, pay cosioha.
2 facas ditas ditas de dita.
20 lengs de lato de 10 libras .cada um.
i arrobas de estanbo em veagaioha.
Quem quizer vender ditos artigos aer,#seQ'tn>
suas projiosia.' em oark. fecMda 090 as respeetl
vas aniostras na sala do conseibo as II horas do
anno, e da da ll/do corrente.
\ Conseibo de compras do arsenal de guerra 6 de
Outr. dita sacada pelo mesmo e aceita pelomeV j^lhirde 1867.Jo< Maria Ildefonso Jacome da
Veiga Pessoa de MeJIo, presideote.
Jnior.
100 ditos 6 700 betas dita; a t. J,d-Aguiar
& C.-
5 barricas tapioca; a 4. M. Balmef ta.
saceos milho ; a B. J 'v'Araujo-
a a A. Sodr da Motta.
16 volumes cbaratoa; a J.J..G Beluo.
2 ditos ditos-; a M. J. d'Axaoio.
3 ditos di ros; a D. A. M.
46ditos ditos.; a' ordera.
Lancha nacional Ftcr do Rio ttande^ entra.-.
da da Mcio, coosigoAda a' ordam, maojestoa o
segainte :
310 alijueires de cal^. a* ordem.
Vapor braslleiro Ipojuca, eqtrado ds>portos
intermedios, manifeatoa a segqiitte :
73 saceos algodo ; a i. A. ofc Araujo.
RECKBEOR1A DE RENDAS INTERNAS
GERAltf.
Reodinwnta da da 1 a 8......... 11:456*385
fdemdod9 ................. 843J37
ca do supp
Depois ai
zend 1 sellar pr
suppbcado.
os no ((11 i a
$
espstkio esrilnia atenu ta-
ra ros anta ooJBTOleVccnciUT
Iuspec^ao do arsenal de
marinha
Fax-se pobtco ojae Lacofl|missft dj BerMft xa-
minando, aa frara d4erainada no regataanento
aonexo ao decreto n. 1,324 de 5 de fevereiro de
^^T'lr,a.rn^oovemeDl8meDt*^rca^^*eB lSJ-fcQMW**, phia, caldeiras, apparelhos,
70 paos fumo em corda,.12 fardos dito em.folha> sos,-e nos iroa>i>>dd e pruferi a seoteaea do theo
12:29*12
COlStiVDO PROVINCIAL.-
Randimantodotdta^l a 8......... 51:519*143
ideado* da 9 >.....;........... 6:228*?0
I l. ~57^47
MOYIDlEilT.O, IK) PORTO
S4^HotB;
Procede a justiOcaco, e mando que o spplicado.Q
ausente sr]aci;ado por editos dd 30 das, oa foraia
pedWa.-p-fjf a-r 8ita#wr-caie.'
Recife, 4 de julho de 1867.Trlstao de Aleocar
Atao*.
Em fiunaprimeato,, aajta-aiinha sentengi.o res-
pectivo escrvao fez passar presente edHal c.m o
pVo de 30'dM<>, [lelwibeof dqaat eftin(Siw e
aaastreagSaSvVelamf, amasias e aoqpras dl? vapores
Pirapataa cloaca dp compllM aernambu-
caoa de nrregagao cersteir, aobou todos esses ob-
jeelos em estado-de pe4erai os vaporas navegar.
Insptceiodo arseoai-.de Dtanoha floiPeroiipboco
'e jii:h(* .le 1867.
O laspector,
tf. A Brbosa de Akneida.
DE
Var a terveira e altinst ppag* pernote o llln. Sn
Joiz dos etftts o 'lo**ado- o. i da roa da Matriz
bel por citado ao dito supplicado aueeote, para que j da Boa-vista, pert.T.otnteAW h d*iHfo.do ruarKkvpraiocampatega. pr si oa.pw:.U^MariA-4a,AjviMttiS'w HAJbaqjierqoe Pilla, 00
seu procurador ante esta jaizo, allegando e provao-1 da 12 do corranl-*, pelo prego da avaliago 14:0009;
do o que f,,r a bam de ea direito e Justina, sob
p*aa-de revelia. E para que o suppiicanle cadu-
que lodefez), toda e qualquer pessoa, parete,
amigo ou coohflcido poder-lbe-ba fazer scieate de
todo o expendido
E para- qu-a chegue ao coohecintentoi de lodos
raaodei passar o presenta que sera' publicado pela
impruosa e Hdu uos lugares do co-tuine.
Dido,e -assado aesta cidado do Bocifa da Prf,-
oamboqo.aBs*6 d#Malbo darldOT,.
Eu Mauoel Silvmo de Qirro Fajcift e*criaaa
iniprioo o subscre^i.
_____ Tristao de Atencar Araripe.
O Dr. Tristo de Alencar Araripe, "ofcial da im-
perial ordem da Rosa e juiz direlo, especial do
quera pretender pode tateoder-se eoflxo porteiro
des auditorios.
R^o Grande doSoJ1-'23'dlas, escan,* hmoveriaita
Caftirina, (fe 12fr loo*ladae,!capit.i Albet,
equipagera 5,cara.7.arrobA,da. ca/ne sac,-
ca ; a iUia t. Hikl Sftft^-
Najaos sahito\nqt mesmo da.
Portos do oorte.yar nacional Gnira, coraraao
daote 1 taeola P. Mi Buam
Havre.T-.Bjirc4 .fraacetA F*ft\; exilio MiclviJ,;
carga assacar e oatros geoeros.
.1--------j.-'U-WfV--------J
K!S=5f*5-
le
UI1.!|MJ .lioc'io un ro'in'H-
1, pof"$ni Mags'ude" Imperial
'Sr.-D.-Pd/o I!,' a'qam Des
De ordem do Illm. Sr.- inspector ae, f-^ pnbl
ao que no da 10 do corrente, a 1 horajfe larjle,
a' porta aesta reparligo, sero vendida epi hasta
publica, livra d direitos, 50 bairis com manteiga
da marca F-'A t (deteriorada), viadas de Liverpool
no vaaor ihk,Im Am,>i9n ,eq(riad,o eo, oexembro
de 1865, e aoa.od.opa.iis, pelos, direMSa-' reqvterj -
m ntb de Ferreira,* toareiro-
Aifandega de Peraamba'eo 8,de Julho de 1867.
O escriptnra.'io
_____________Euty^bo Mu.Qdim,. Pestaa.
u Dr,. rristi) Je Alinear. Aranina, offl-.iai. da rape
ril orIj.m da R.wa, l'aitd^ dire.it esjjee/al .do
cjqjmercio nafta, cidaifa^o Recife de Pernirp-
buei e sea termo, por1 Saa a;
e Constitucional c
gurdo, etc.
Faco saber pelo, prasenj,* qfl ao da. Ido met
de. agosto do Correle anno >o ha ie arrematar por.
venda a quem mais der em praga publica deste
juio'depois di aadjeucia, respetiva, os predios se-
guintas :
Una casa lerrea o,, 16, sita a' rna do Caldarelro,
com porta e paella na frente, duas salas, doas
quarios, cozioha f;a, quintal a cadfnjqa, avallada
por 2:400*.
Urna dita, n.~18, sita a'mesma ro, com doas
portas da freote,, duia.sala?, dou> quinos, cozioha
fr.', quintal e cacimba meeira, yaljada por.. .
2:400*.
Urna dita c. 48, sita a* ra da Gloria, na fregpe-
zi. da Bo.i-VMa, com porta e jaoella nfrente,
doas salas, dous qaartos, crznh 1 fra, quintal e
cacimba, avauada por 2:400*.
ma dita n. 273, sita a' ru Imperial, com urna
porta e doas jinellis na freote, duas salas, qaalro
quartos, coziaha fra e mais quareati palmos de
terreno ao lado e aonexo a' me.-ma casa, avaliada
por 2:300*, os quaes vj a" praga por exeengo
de Antonio Sergio da Cru'. Mupiz, contra Horacio
Tibarcio da Cruz Mnniz.
E na falta de laogador que cabra o prego da
avaliago, sera'a arrema'.ago feitapelo prego da
adjudcpgo cota o abaliraeoto respectivo da iei.
E pata q.ue chegti ao conhecimeuto de todos,
msodei tazer n presente edita!, que sera' afflxado
nos lugares do coslume e publicado pela im-
preosa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
namouco, aos 8 de julho de 18B7.
Eu, Manoel Silvmo de Barros Falco, escrivo
interino o subscrevi.
Ti-is.'j de Alencar Araripe.
De ordem do Illm. 9. regedor do Gymaasio, de-
claro qae esta' abena a inscripg) por seis mez^s,
parao prowimento do* logaras d reiie.iidores do
mesmo Gymoasio. Os. pfeanJjtsoVt. devezp apre-
sentar-n secretaria d-ww ealaDilecimenlp s seus
raquonmentos, ajonundo prova da ida Ja maior de
18 ao.ao, ayasiad;). de moralilala. coosentimemo
de seus.pais ou de' quem os representar, se nao ti-
vereui aiqJa iitiingiJ.) a maionJad.', e documentos
qae aboaam a sua, aiitid.io Vitara ra
commercD n-su cfd.de no Kecife de Pcrnam- 1 .afa sua, ai^q.io Clarara nowaipsdp
buco por Sua Shgeslade o Imperador, a quem *. 30 J2 do regoslo, da de jufho de183o.
DetTs guarde ele Secretaria do uy.mn.as.o, i da,pvlbo de 1867.
Fago saber ao; qua o presente edital virem ej Antonia o'A-su mpcao Cabra I,
d'elle nutie lirer-m'que por parle de Ges &:________________________Secretario.________
Bastjs, me I 1 oir^'i.li a p-ticiio do Ihor s- Os 30 dra^uieis para o pagamento da deci-
guiole : I ma dos predios urbanos sobre bens de mo mora,
Ilim. Sr. Dr,.juiz do cooMnarcio...G/s, &.Bs- e"de 20 por cento do consumo da agaardeole no
tos, sandio-Ibes..d(,**dore$ Jrpny,mo Jo,- Corraia segundo semestre de 1866 a 1867, fiadam-se no
Pixoto da quaiitu.de R, 1.124*910, pnu.cipl dia 9 de jiilho vinlouro, lindo os qaaes estarn os
de uiua letrp ni. reaniil acceita a 13 de junbo de cenlribointes sugeitos.a multa de qae trata o arl.
1862, a 0110 mezei de praw, ven.Cttn.do. os juros de SO da lfprofochi a. 596 da 13 de maio da 1864.
doas por ceato ao mjz ; Joan Isidoro oa -ilvahm Mesa do consulado provincial :8 de julho de
bem de urna letra mercantil de Rs. 523*905, ac_ 1867. '
Volumes sabidos com fazendas...
c gneros....
WV1HENTO DA ALFANDEGA.
Volumes eutrados com fazendas..
< gneros----- 312
------311
153
770
------923
Dalcarregam boje 10 de albo.
lirigue portugaez Relmpago--mercdorias.
Britu.0 porluguezConstanlt //dem.
Polaca italianaPeglldem.
Patacho noruegueasertjuiranfarinha de trigo.
dalera ingleza -flrroioneferro.
Barca nacionalFauorifacharque.
Patacho hanoverianoAllanteidem.
Patacho nacionalVlemeidem.
Patacho nacional6ii*erminaidem.-
Pat:i ho hoilandezWilhermtna Magdalena dem
Sumaca bespaahola Promptaidem.
Polaca nacionalS. Pedroidanj. .
finque portugaeziV- S. da ConceteSolitm.
iatpor,ta$o
Barca franceza So/n Andr, entrada do Hafra,
consigaada a E. A. Borle & C, manifestou o se-
gainte ;,
40 biriis ^40 meios manteiga ; a J. M. da R,osa
A Filaos.
20 ditos e 30 ditos idem ; a L. J. da C. Amo-
rir t C.
23 ditu,
A C.
50 ditos
e 25 ditos idem; a T. A. Fooaaea
e SO ditas idem ; a i. Pater & C.
dem ; a V. F. da Costa 4
31 ditos e 30 ditos
Kilho.
t,i caitas tecidos a> algodo e vistuarios oovos,
5 ditts frvilhas ; a Keller A C.
2 ditas movis; a Moreau.
1) l tris alvaiade de xiaga ; a Roc^a, Lijaa. &
Guimarrit" '
3 ca'xis ebras da flandres ; a J. P. de Araojo
Gomes.
11 caixas marmores, cartas de jogar, conros e
vaquetas ; a Izidoro Netto & C.
1 caixa calgado, 1 barril tinta; a J. J. de
Mel.
10 caixas perfumara e calcado ; a Arantes &
Lyra.
3 ditas fumo, papel para cigarros, etc.; a J. II.
dos Res.
1 dita papel; a J. W. de Medeiros.
8 ditas tecidos, brins, roupas e Atas de algodo;
D. P. WHd.
1 caixa perfumara ; a Hervelem.
40 ditas sardinbas ; a Duarte Rodrigues.
14 ditas papel, artigos de escriplorio, et.; a
Lailbacar & C
U.Z ditas dito; a J. C. Ayres.
60 barris e 120 meios manleiga, 7 caixas tecido
de linho, coi ic tes, brinqaedos, sapa tes de trangn,
camisas de algodo, brins e roupas ; a ordeno.
110 caixas e 15 volumes vinho, 2 caixas tecido
de algodo ; a Th. Cbrlstiaosen.
1 caixa chapeos de palba; a Patn Nasb
6t C.
2 ditas cartas de jogar ; a A.
bosa.
2 ditas tecido de linho ; a L. A. Siqueira.
3 ditas vidros; a A. J. D. Medropho.
45 ditas champanhe, 13 ditas tecidos de algodu,
e de la, chales de la, melas de afgodio, fio de d -
to ; a Schafbeitlin & C.
22 volnmes teeidos de la, da algodo, de linho
e mixto, 20 barricas cerveja, 5 barris vinho, 45
barricas e 75 metas djta* manleiga-; a Keller
& C. '
200 barris manteiga ; a E. A. Borla & C.
4 caixas ppel,regitro, ele.; a Jos Nogueira de
Soasa.
2 ditas mobilia ; a J. F. do Reg Mello.
25 barris e
Molla.
O Dr. Tristo de Alencar Araripe, offlcial da Impe-
rial ordem da Rosa e joiz de direito especial do
commercio desta cidade do Recife capital da pro-
viadi de Pernambuco, por Sua Migestade Im-
perial e Constitucional o Sr. U. Pedro fl a quem
Deas guarde, ele.
Fago saber pelo prsenle qae os administrado-
res di oaas>a fallida de Joaquim Jos da Silveira,
por seu procurador, me fttejam a peligo do theor
seguate :
Illm. Sr. Dr. juiz do commercio.Dizem os ad-
ministradores da massa. fallida de Joaquim Jos da
Silveira, que Manoel Peres CaiopeJI.o di Almelda e
Jos Casario de Mello, sao devdores a dita -roassa
da quantia de 37:065*000 e seas jaros, proveniente
de oaze letras ja vencidas, sacadas as datas e
pelas quantias constantes da ola jnnia. assignada
pelos suplicantes, e porque esteja prximo o ter-
mo fatal da prescripgo das mesmas' letras, e os
supplieantes devam garantir o direito futuro da re-
ferida massa, querem por isso interpor d compe-
tente protesto judicial, aflra de ser Iotertompida a
prescripgo, requerem a V. S. se digne de mandar
tomar por termo o dito protesto,. e iotima-lo aoa
supplicados davedores ; e porque o pnmeiro sup-
plicado Se ache ausente empregado no exercllo na
repblica do Paraguay, querem os supplieanies
produzir a competente jastifleago, afiai da ser elle
citado por carta edita!, com oprazo legal, requerem
a V. S. se digne designar dia e hora para serem ios
queridas as lasteojunbas, julgando depois a jusii
cagap.
Pede a V. S. detenmento.E. R. M.Rodolpbo
Joao Barata de Almaida, procurador.
E nesta peligo dei o despacho segainte
Tome-se, jasliflcsndo a ausencia amaohaa as 11
horas do dia. Recife, 27 de juoho de 1867.Alen-
car Araripe.
E em vista deste meu despacho Coi felta a des-
tnbuigo ao escrivo deste meu juizo Manoel de
Carvalho Paes de Aodrado, e lavrou-se o tero d
protesto do tbeor seguinte :
Na mesma data retro, nesta cidade do Recife, em
mea cartoro, peraote mira e as testemanhas ass'g-
nadas, comparecern) os supplieantes, por sen pro-
V. da Silva Bar- carador c solicitador Rodolpho Joo Barata de A.I-
meida, a por esta foi dito que reduzia a termo, o
contedo de saa peligo retro, que otferech como
parte do presente, em qae depois da lldo se assig
non com as indicadas tesle/panhas.
celta a 1? de cmtyhjjo do,, mfsmo^nno, a dous;
roetes deprszo, e jurojt d^ um e mem por cento ao!
mez, e Cimillo da, Cunhi Figueireda de igual ti-1
tolo na importancia de lis. lzOit^a^e^s ujj;;.es
de prazo, e juros de uf, por cento q ine'z pre^ea-
dem es sapoli.cajilt'^' protestar ess's letras para'vl-
tar-lhes a pripripgao : requerem pois V. S. dig-
ae-se de nja.ndjir. t jro^r. por termo o seu protesto ;
por i lusa'r'qfJB os suplicanJts ignoram de admittir a
respectiva ju>lifi:ago, an\ de serem es supplica-
dus intimados, poc tirta.s, de edijos, nos termo, do
art. 4J3, p''r'eraphq 3* do cod. ri corn., 53, pi-
ragrano>, e 3H2o regulalnnto 0. 737 de 25
de'ilovembro de 1850. '
Pedo a V. S. derVriroeoto.E. R. M.Netlo.
Na qual del o despacho do theor seguioie : Sim,
justificando a ausencia amanba as 11 horas do
da. Recife 17 d junhg de 1867. Alendar Ara-
ripe.
Em virtude do qual foro a mesma peligo disiri-
buida'a. escrivo deste juizo Manoel Mara Rodri-
gues do Na?c1 n^nto, h qaal tivrou o termp de pro-
te*to do tbecr. ejyjiple:
Tern/'n de pn4esio os 17 de junljo de 1867, na
cidada do IW,ife em, mea cario'rio appareceram
os supplieantes Gfles ^.Bastos, por seu bastante
preurad'.r o solicitador Caetaoo Pereira ae Britq,
e disseram percate inim,eas leslemuat^as infra
asslgnadas, que reduzia a protesto o contedo de
*oa peligo retro, a ql of-ireceu como parte do
preseote, que flea sendu e de, como assim o dis-
seram e proteslaram, lavre esta termo, co qualj
depois de lido se asirgnaram com as ditas t te-
mnhaj : eu'Manoel Mnri3 Rodrtgnes do ^ci-
mento Ver iva o o esc.rlvl. CaetanoPerira de Brl-
to. Srvenno llilliencourt d'AvIHa Nazareth, Fraa-
j^eelino (.limpio Pereira de Olivei'ra.
E tendo os supplieantes produzido suas testema-
nhas sellados e preparados os autos, subiram a'
mioha cbncluso e aellas' dei a seotenga do theor
seguinte;
ProcoJaa justificago; e mando qae os sappli-
cados sajaui oaadoi por editos de iriota dias para
o flm requerido, pagas as cusas ex ca-a. Hecl
fu 27 de, jiintio de 186?. Trislo di} A leu car Ara-
ripe.
Por, fj( g* da qual o escrivo fez parar, o presea-
te e|ibi, pelo qual chamo cito e hei'por intimados
os ditos supplicados para que fique seienle da todo
o expendido oeste edita!.
E para que chegu' ao conhecimeoto de todos
maodei. passar o presente qae sara' publicado pela
Imprensa, e aflxadjo no lugar d, costume. Recife
28 de junho de 1867!
Bu Secundino Eiiodoro d,s "unba. escrevente ju-
ramentado o escrevl,
Eu Minoel Mina Rolrigaes do Nisciraento, es-
crivo o subscrevi.
Trislio de Alencar Araripe.
Servirido de adminWrador,
T. M. G. Pereira da Silva.
Para a Baha
Pretende seguir com meita hravidala a vellelr*
sumaca nacional Horltneia, lew parte de sen rar-
regameato prorapto, para o resto qae Ihe falta ira-
ta-e com os seus coosignataris Antonio Luiz da
Oveira Aievedo 4 C, na seu escriplorio, rna d?
Cruz n. 1. ______
Para o Aracaty
Segoe em poneos dias o bem ennrn cido e vellel-
ro palbaboie nacional Dous Amigos, lem parte do
seu rarregamantq pronajuo, p*/a o ra>o qae Ibe
falta traia-sa coovo.seu conj^ii .no Aelooio Luiz
de Oliveira-Aaevado-A.C, Da.-m i.-criplorlo, ra
da Cruz o. 1.
MSILEIRA
E
PAQOEISS A VAPOR
E' esperado dps portos do nor|e
a|4 o dia 12 da julho o vapor
Sij/a Cruz, (orqi,ndante Qui-
Ihorrce Wa-ldiogi m, o qual de-
pois, da demora do cosame se-
guir para os portos do sol.
Recebem-se desda ja .passageiros e engaja-se a
carga que o vapor podan cotfrdufti' qual devara'
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dioheiro a frete at o dta da sabida as 2 ho-
ras. Previne-se aoa Sas pussagajrqs qae suas
passageas s se receben) nesu agencia raa da
Can tvl, escxipUada.Aoirtiiiii Luja dj} OJjjreira
Azevedo A C.
^5io Grande-to u\
Vafcsahi.em noncos ia> a b.i*jja ortngnera
Noca Harwana ; recete eara^ a tete commodo,
para o quu trla-se c.mi Olive** Filam*! C, lar'go
do Corp Saoip o- Itf, oq com o capuo. qji. pr.aga
do eornmerck.
'

t;eara
doas tirco< rfa carga ja a bvdo : qoeo qoi.
carregsr trate com Sr'. QnouJ ou com o. Sr.
Tssu Irmos, Bostes 3 diaa._
Para "a Baha e Rio deJia-
n*iro.
Saha'imprelerivelmeal^.no dia ti de julho o
vapor saiericano
RKGlX.4Tf>R,
commaodanie Phillips, lem excelleutes eommodos
para passageiros podando'levar de 40 a'6pessoas.
Para nassaaens e(c tsaia.-sa no escrittorlo de
Theod CtirijtiaDsen, rui du.lr^pieH u. 16, pri-
rueiro andar.
LEUDES.

tHEtre
SAINTE SSBELLE
COMPAGIIE
DES
BOOFFKS PAMSIENS
Dmaln Jeudl 11 jiilllet.
13.' Heg'seniation de i'.ibuiineiuent.
Tro'tsiCifl^rp.rescntatio.p de
LE R6,
op.ceite en an acte, par.oles da Mrs. De Forges el
Laarsocn, masique da J. i Tenbach.
DBSTniBClTlOX.
Frantz, jenqa Tyrojien, chao;
teur ambIiqU.-..;.....Mr. Pelva
Grinly, sa coniine, id,emdera M-" A. Lenormand
Joseph Ba.rljholv, colporte,ur
ambnlant..............'.". Mfr Noury
La srne se pase aux environs d'une petile villa
do Wurtemberg.
Quatrim representatioo de
LA FEMME AUX OEUFS D'03,
vaadeville eo ua acte, par Mrs. Dumaoor e Clair-
n 1 le.
.M Malhilde Poppe remplira 4 roles dediffreots
caracteres et dansera denx pis :
I." La Midii.etia.
2.e La Gigue.
PBnSOSNACES.
Hctor, tudiant.............. Mr. Pelva
Blanc miguoo, son oocle,-. ..
Frmouillot, idem.............
Rosita, jrriselte...............
Chilpenc, tudianl,...........
Lennard, Idem___'............
E'tudiants.
O agente Pontaal lira (eiWi po conta de qnem
perlencer de 2 moleques de 7 >nuos, lindos, 1'di-
to de 22 anuos, escravos ees.eravas cosin.bjjjras e
enzoitmadei.ras, ds. jdafles dya,r,sas..
No es:riptor)o do mavno agente a mi da Cruz
o. 62, 1 andar, as i i 1(2 huras db dia cima.
Noury
Feraod
M' Mathilde Poppe
ilr,. Berln
Antoioe
?ga5-H
ii
95!
DEGLiBlOO!
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
O H.lro. Sr.. commeodador Jos Pires Ferreira,
thesonreiro da Santa Casa da Misericordia do Re-
cite no dia 22 do correal 1 pelas 10 horas manuha
no salo da easa dos exp.ostos fara' pagaraentoadas
mensalidades de abril i junbo lindo, as amas q e
se apresentiram com as enancas que toraarara pa-
ra amamantar.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia.do
Recife, 8 do jaleo de 1867.
** O escrivo
Pedro Rodrigues de Souza.
AVISOS MARTIMOS _
m?m\k ?mmmmi
DE
VavegicQ cosleira por Yapar.
Parahibi, Natal, Maco, Aracaty, Cear e
A carac.
No ala 13 as 5 horas da tarde
segu o vapor Pirapama, com-
maodanie Torres, para os portos
acim Indicado'. Recebe carga
at o dja lo". Eocommenda?, pas-
sageiros 'd:heiro a frete at 3 horas da larde do
da da saluda : escriplorio no Forte do Malos n. 1.
C031P1NHIA
DAS
Oc um cubrile! do 2 r das e ana
burra maus-a e gor;da.
Qnarta-feira 10 e jlbp, a 1 bora em poeto
Em freute ao sobr'aao da ra ao Brum n. 74,
onde hav'era' ateriorrribrj,e Ieilb de movis, por
iniervenco do agente Pinta.__________________
LEILA
DE
A SABER :
Uma, mobiiia de Jacaranda com tampos da pedn
marmore, 4 csticaes e rr.angis, qadros, espelhos,
1 cama franceza de Jacaranda, 1 :narda roupa, I
toillete com pedra marmore e espe'.ho, i lavalorio,
i sof, 2 consoIos, 12 cadeiras e 2 ditas de balan-
qo de amarell, ca,deiras americaua--, ditas de ba-
taneo, 1 mesa elstica. I aparador, louca para al-
raocoejantar, 1 carteira de vlsgem, camas de
ferro, marquezas e mullos outr* objeclos.
MI
Qnarta-feira. 10-de jnlh) no Io andar do so-
brado da ra do Brum n. 74.
O agenta-Pinto fara' leilo i>- r conta e ordem
de um estraogeiro qoe r. tirou-se desta provincia,
dos movis e ohjectos cima mencionados existen-
tes no 1* andar do sobrado da rna do Bram o.
74, onde se effectuara' o leilo as 10 horas do dia
cima dito.
LEIIAO
Quinta-feira 12 do corrente.
Transferencia.
I* lo agente Cuzfbio.
DO ESCRAVO MATHIAS.
Por mandado do Ilim. Sr. Dr. juiz especial do
commercio e a reqaerimento do curador fiscal ira*
oovamente a leilo a mobilia e o resto de alguns
movis que flearam por veorter e bem assim um es-
cravo de n'ome Mfhfas, tudo sera' entregue quem
maior prego der, oaqaelie da e bora a ra cstreita
do Rosario n. 4o.
LliLAO
estros da
Laroiigeiras
nn
^R
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesonra-
ra de tazenda desta provincia se faz publico a
quem inieressarpossa, que no dia 12 do corrente
mez comegaro na referida tbesouraria os paga-
mentos das pensoes do mate po geral dos servi-
dores d,o esialo, vencido,s at o ultimo de junbo
'Tinfdathesouraria de fazenda de Pernam- NavegaQQ COStdraj>QrVap0r
buco 8 de julho de 1857. Sarvindo de offlcial-
Manuel Jos Pinto.
Messageries Imperiales
At o dia li do corrente mez e-mera-se dos por
Us da Eirpa o vapor fraacez Nuv.irre, o depois da demora do coslume seguir' para a
Baha e Rio de Jineiro.
Para coadico-s, fretes ajKpassagens traia-se
agencia ru-da Trapiabe
&OMPANHIAPERNAMBUCANA
m
Macei e escalas, Peoedo e Aracaju,
No dia 13 as 5 huras da tarde
A y^. segu o' vapor Ipojuca, comman-
O tribuJl do ooramercio de Peraam- '3llt3^. danla *IirtiDi Par os Dorlos ac-
o em vista do que disp6e o art 9 do J ? ftJ^^Jl
3 de 17 de novembro de 1851 eeiros e dtobetro a frele at 3 horas da tarde do
fttt publica a vaga de um dos officios de in-; dia da sahida : escriplorio no Forte do Matos n. 1.
terprete de commercio desta pra?a, e marca |
o prazo da 60 dias coatados desta data para
que apelles que se acharem habilitados
apresenteai seus reqperimentos instruidos
Lisboa.
com os documentos de que trata o art. 6.
do mencionado dctelo. v
E para corsta/ iandet passar o presente
qae .ser publicado nos jornaes de maior.cir-
culacio, o qual vai por mim assignado nesta
Eo Manoel siivioo de Barro Fakao, escrivo lo- secretaria do tribuQal do commercio de Per-
ff%^.^ i **'a0S *** JUh0 ^ i,867>
Ferreira Mart.us Hibelro. O secretario,
E depois do qae se mostr a nota dos devedore- ________ Jos Marcellino da Rosa.
^VoTleSf Meada por Manoel Peres Carjepello 9\ A admioiStracao do COrreio desta Ct-
Aimeida e aceita por Jos Osario da Melle, veoci- dada dngaj homens para o servico de canu-
da em 29 de setembra de 1841, a da qnantia da nheros us pessoas qae estiverem nestas con-
; aSoo74da4:oSud. pelo mesmo a .caita ,* mas-o, ^ ^^2.^ Sa|^r?1L'
\vencida em 14 de^aiabn) do dito auno, da oan- mesjna con aUesUdo que abooe sua coq
Segaeem poucos dias o brlgue portuguet Cons-
tante l: para carga e passageiros trata-se com
Oliveira Pullos A O, largo do Gorpo Santo n. 19,
ou com o capito na Praga do Commercio.______
Para Lisboa,
Vai sahir com toda a presteza o bem conhecido
logre portuguez Julio, por ter a sua estiva com-
pleta. Recebe algnma carga e passageiros, para
o que se trata com os consignatarios Thomaz
d'Aqoino Fooseca C, na roa do Vigario n. 19,
pnmeiro andar.
DAS
dividas novis, a nunca: e
taberna da ra das
ii. 16.
QUINTA-FEIRA 11 DE JULHO.
As II oras em ponto.
O agente Pinto levara uovaiuenta a leilo nao s
as dividas como a armaeao e gneros da taberna
da ra das Larangeiras n. 16, pertencentes a
mgssa fallida de Vicente de Aquiao Albio>ii-rqae,
serviodo da base as maioresolTert.s nhlidas oo
leilo do din 8 do correte, a'reiiaeriraento doDr.
promotor publico como curador riscal oa reti-rida
roassa, e por maodado djlllio. Sr. Ur. joiz dn direi-
to especial do egramercio; o leito lera lug.r as 11
horas do da 11 do correte, na mesma taberna na
rna das Larangelras n. 16.
De
urna lpja de charutos
1 calza tecido de algodo; a Wilot r.
< ta de 5:000*000.
duda.
me com a possivel breVIdatf o brigue escu-
na GRACIOSA, capito Ratls, toeaodo aa Mara-
nho s em ultimo case, para alguma carga que
Iba falta tratase eom o respectivo ooosifuaiari<
Antonio de .\rm.oKh Gomas, a'iraada Gra; o.. 23,
! andar.
Quinta-feira i i do corrente.
O agente Pontual fara leilo por mandad) do
Illm. Sr. Dr. jniz de direito especial do commercio,
da armrjo, pertences e uteneijios do euabeleci-
mente do Sr. Joo Vctor F. da Cruz, a ra Dimi-
ta o. 25-
O leilo sera' elTectuadj no dia cima no mes-
mo estabelecimento as i i boras ; e os Srs. preten-
dentes podero ver o magddo oode esta' maucio-
oado todas as mercdorias e objctos pertoocentes
ao e>tabelecimeato, a roa da Croi o. 6, escripto
ro do dito agente.
"letat"
DA.ama es.cca.VA CQiatj.elta. urna salva de pra-
ta, um par de casliaaes, 12 colhares para sopa e
ama coaxa, ana mobilia da farSafandl asada, 6
cadeiras de amareilo, 1 sola, 2 consolos, ama me-
sa de amareilo de meio de sala, om marqaezao,
urna mesa de amareilo elstica, om cofre de ferro
e ranitos outros objer.104 oovos e usados.
Quinta-feira 11 do corrate.
Pelo geme Maruos na raa do Imperador a. 16
as II boras do da.___________________________
sxa&o
De iUma tabe na.
Seita-feira 12 da carrale.
O agenta Ponlual fara' leilo a reiuerimento do
Sr. Joo Martiai de* Barros cantra o Sr, Manoel

[

t


--^1 -----------


-
tHrf e Wtmtmhnf Agosnho S. da Fonseei e por mandado dr. Mro.
Sr. Dr. jaii espctal da commercio, da taberua al-
la a raa do Rosario da Boa vista n. 53, coniendo
armaco e mercadonas.
O leilao sera' efT-r.toado no dia cima na mes-
ma taberna, as 12 n iras.
O Srs. pri*nrt-niM qneiram ir ao escriptorio
do agente, a roa da Crux o. M, para verem o man-
dado onde exl>ie a relaeo das mercadorias que
contem a dita taberna._____________________
De verjas, mastaios, pao de bujarrona e de cu-
lello, pannos, roassame, cabos para troca, cor-
relas fina?, poliame, tanques de (erro, barme-
tro e raaU pertences de navio, sendo os paes de
pioho viga de superior qoalldade e o panno
oo rnelhor estado.
SextaTetra 42 tlejulhe
NO FORTE DO MATTO R FRENTB AO ARMAZEM DA
C jMPANIA I'ERNA JIBl'CANA
O agente Pinto (ara' leilo por conta e risco de
quem perteneer dos objeetos aeiraa mencionado?,
os quaes poderlo desde ja' serem examioados : o
leilo devera' ler lugar as 10 horas du du cima
dito tea (rente do aruiazaiu Ja Companhia
Dambucana dj Forte do Mato.
CHEGRM
I
Per-
A leja das Oollumnus
landos manguitos com gollinhas. .
Grande vartedale de golmuas coetymhos. de cantora.
De fcretarjba e de fsguio.
Gravalinbas de cambraia de muito posto para senhora. ....
Ricos peplm "" grosdeaapta pristo nfeitado. o que tem vmdo de melhor gesto

JOUS
Peroamboco.
na do Cresp n. 13 de Amonio Corroa de Vasconcellos 4 C.
m
mm
. ... -j-"".i"
*m
AVISOS DIVERSOS.
OOMOO E 2001)4000
Terca-feira 16 do (corrente mez no lu-
gar e horas do cosiume se extrahir a 44a
parte da lotera a beneficio das familias dos
voluntarios da patria (8.a)
As encoramendas serao guardadas somon-
te al a noite da vespera da extraeco.
O thesoureiro.
Amonio Jos Rodrigues de Souza..
PHQTOGMPHU
%IliEliIi%
RIJA DO r.ABGA N. 18, KXTRAOA PELO
PATEO DA MATRIZ.
O nosso estabelecimento pbotogriphico
est sempre em dia com todos os meihora-
mentos e progressos qoe na America do
Norte, ou na Europa se consegue na arte
photographica, e para alcancarmos tal fien
nunca pouparaos despezas nem sacrificios,
de sorte qm os nossos numerosos freguezes
podein ttr a certera de que sempre encon-
iiarao em nosso estabelecimento ludo quan-
|T) a arte e a moda offerecer de bom, no
_ N, 2 D ^ N. 2 !>,
PP^ < OIM( O HE OUKIN ^fefiS
A toja n. 2 D intitulada Horacio de Ouro na roa do Cabug, acba-se d'ora em dianle offerecen-
do ao respeitavel publico com espectalidade as pessoas qne honram a moda os objectos do ultimo gos-
o (a Pars) por meaos 20 por cento do que em outra qualquer parte, garantindo-se a qaalidade e a so-
tidei das obras.
O respeitavel publico avallando o desejo que deve ter o proprietario de um novo estabelecimen-
to que quer progresso em sen negocie deve chegar immediatamente ao coracao de ouro a comprar
aueiscom pet(eitos brilhantes, esmeraldas, rubios e perola ; verdadeiras em agarras, modernas pel<
diminuto preco de 10JJ, brincos modernos de ouro o coral para menina pelo preso de 'i, maracas de
prata com cabos de marflm e madreperola obra de moderno gosto (o que o encontrarlo no coracao de
ouro) vollas de ouro com a competente crusioba ricamente enfeitada pelo pequeo preco de 125, brin-
cos de um trabalbo perfeito por um modicc preco, cassoletas, tranealras, polceira?, aleles para re-
tratos e ontros modelos tudo de alto gosto, aneis proprios para butar cabello e Qrma, dito para casa-
mento, no artieo roseta tem o Coracao de Ouro um completo e bem variado sortimento de diversos
gostos, butSes para punhns com diamante, rnblns e esmeraldas, obra esta importante- ja* pelo tfeu va-
lor ja' por gosto ds desenho, brincos a (orma da delicada maoslnba de moca com pingente contendo es-
meraldas, robins, brilhantes, perol, o gosto e sublime, alDoete para gravata no mesmo cost, relo-
glos para senbora cravados de pedras preciosas, ditos para hornero, diversas obras de brilhantes de
noito gosto, crusinhas de robins, esmeraldas, perolas e brilhantes, aneis coro letras, eacoletas de
trystal e ouro descoberla para retrato (a ingiera) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qual-
quer jola, para secnlocar retratos**e obras de cabello, e ontros muitos ebjectos que os pretendanles eo
contrario no Coracio de Uuro que se conserva com toda a amabilidade aos concorrentes delxando-
feiC/0. j. | se de aqu mencionar precos de certos objectos porque (desculpem a maneira de (aliar) dizendo-se o
Os proprietarios deste estabelecimento protestando fazer suas transaccoes sempre j prcro Mvet j|g0ftaj faca mao ja)t0 obra, por ser to diminuta qoantia a vista do seu valor,
na melhor boa f DOSStvel esperam oancurrencia de numerosos freguezes. Convictos do Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prau e pedras preciosas, e tambem recebe se concer-
qiie vem de expor, convidan aos amantes do non gosto e elegancia, para que apparecam os, por menos doiquei em outra ouaiqner parte, e do-se obras a amostra com penbor, conservndose
convencer-se da verdade. I z.sJJt
No mesmo estabelecimento vende-se cha verde a 3*5t e preto a 2*800, encom-
menda especial.
i TU
DO
MUNDOELEG4NTE
46 lili 1 MOTA 46
THOMAZ FERREIRA DF CRVALHO l C.
Com o proposito de satisfazer o respeitavel publico dest cidade, e em geral a to-
dos, creamos* o nosso estabelecimento com um complexo variado de todas as fazendas ;
bem cumo, laa, seda, linho e algodao. A A* n
Um variado sortimento de roupa feita, e por medida com toda brevidade e per-
% tiene
ii <
novo e velho mundo aos amantes da
tographia.
NOVIDADE PHOTOORAPHICA.
Acabamos de receber todo o necessario
para fazer retratos chamados carie-album.
E-te genero de retratos ltimamente in-
ventado na America do Norte, rpidamente
se propigou na Inglaterra e Franca aonde
goza actualmente de lodo o favor da moda.
A carie-lbum se faz por duzias como os
aotigos carines de visita.
Na Inglaterra trocaram o nome de carte-
album pelo de retrato-galera e os ingleses
usam eocaixilhar estes retratos em qoadros
especiaos para com elles formar galeras,
com que ornam seus gabinetes. Recebe-
mos urrra c^rta qnantidade de taes quadros,
os quaes cederemos por barato prego aos
nossos fregueses. ^
As pessoas que quizerem ver specimens
dos retratos chamados corte-albmn, ja fei-
to; em nossa oficirja sao convidados a visi-
tar u no?so estabelecimento.
CARrOKS DE VISIVA A <$()00 X Dl'ZIA.
Km cotiseqiiencia do novo genero de re-
tratos chamados cdrte-albtim, diminuimos
o preco dos anli<;ds cartoes de visita, os
quaes de li"je em di nte kam reduzidos
ao preco de
pela primeir.i duziai, sem que por causa
xemos de es-
como sempre
foi nosso costume Alm disto, continua
nos a dar os candes de visita em cartoes
de liixu, ristol, ou porcelana, dourados ou
liihographados para o que temos urna varie-
dade de \ modelos, a es-.olha de quem .e
re-ralar.
*~f VA GOMO PREVENCO.
Ap-zar do nosso trabalho ser muilo co-
ndecido bosta cidade, aonde trabalhamos a
\ anuos, com tudo jalgamos de nosso de-
ver dizer boje o seguinte:
Nos retratos fetos em nosso estabeleci-
menio einprega-se toda a cautela para of-
ft-ie er-se a par da belleza do trabalho, as
m-lhores eondicoes de durac5o. Doura-
mo< e (ixamos os nossos retratos sem olhar-
nos a economas, e ltimamente
Desappareceu nosabbado 6 do correle, o mole-
que JullSo, idade de 16 annos, teudo ido por man-
dado de seu actual seonor, levar de maobaa a es-
tacas das Cin^j Ponas, um sacco com eocommen-
das e um embrulho eom (azendas, do que t ia pre-
sente nSo ba noticia, suspeitandote que dito escra
vo tenha sido seduzido por algoem, por que nunca
ogio e nem houve motivo para Isso, levando vesti-
do camisa de algodio riscao e calca de dito azul,
bonet de seda preta com o qual as vezes aeda de
palla para trar. estatura baia, ps um pouefci apa-
Ibetados por causa de muito bichos, que n'elles tem,
calcanhares oveir s, rr um pouco fulla, filia,
maDsa, mas bastante regri.-t, cabellos crescidos,
cara rejular, tendo na (ce um talbo e outro na
testa, e costiima cocinlar quando esta sentado; ten-
do dijo moleque sido escravo do casal de Autonio
Lins de Vasconcellos Barros, dono da proprlleiade
Pontabie prxima a Gimeleln, e estado roaf^ de i
annos, em Barreiros e Agua-Preta, depositadp em
poder do Sr. Joaquim Jos Tavares da Costa, por
ezecucao de seu actual possuidor Antonio Gon es
da Cunba e Silva, contra dito Lins, seu devedor.
Quem souber onde se acha dito eicravo, ou o pe-
gar, dirija-se a ra do Imperador n. 2. que se gra-
pho- tificar.
Reci(e 8 de julbo de 1867.
Antonio Gomes da Cunba e Silva.
^i.iu piwi>'in u.;/.m, >cih uuc
dest/i iliminuico de) preco, deix
mirar-nos do nosso trabalho, co
A luga se a meiade de urna casa, a al
D.i--oi : a tratar na ra do Cotovelio n. 2o.
urna
Juo Pedro de Mello convida aos Srs.j ere
dores de seu tinado tio Antonio Joaquim de Mello>
a reunirem-se quinta-feir* 11 do corrente as 11
horas da manha a ra Direila n. 6, 1" andar,
afim de deiiberarem sobre o espolio do mesmo
Precisase de urna ama iivre ou escrav pa-
ra casa de lamilla para cosinhar e engommar, pa-
ga-se bem agradando : do largo da R taberna.
No dia 11 do corrente mez e anno (juinta-l-ira)
das 7 as 8 bnras da rtianbaa se celebrarlo na gre
ja d Nossa Senhora do Carmo algumas missus e
u'ii mementJ noralma do Dr. Dumiogos LoureDco
Vaz Curado (ba pouco (aliecido na cidade de
Goianna) a pedida do seu amigo o Dr. Antonip de
Vaseriiicsllos Meneroe dn Drnmmonrt._______i
Atten^o.
Na roa do Aooilo n. 47, cosinha-se pira!(ora
cora muila perelco e por preco commodo.
Precifa se alugar um escra vo na ra da Cruj
n. V". culo trabalho das 8 as 5 horas da tarde.
Precisa-se de 200* a juros dando-se garan-
ta a contento : quem quizer fazer tal negocio di-
rija-se a praca da I-idependencia n. 22, que acha-
ra' com quem trata-._____________________
Na praca da independencia n. 33, loja de
ourves, compra-se uuro, prata e pedras preciosas,
e tambem se faz qual-juer obra de eacommenda e
todo e qjjalqoer concert.
e Coracao de Ouro aberto al as 8 oras ds noile.
Qoalqner pessoa que se dirfplr ao Coracao de Ouro nao se podera' engaar com 3 casa, pois
nota se ua sua (rente um coracio peodurado pintado de amarello, alem de onlro que se nota em um
rotulo (isto se adverte em conseqoencia de terem ja' algamas pessoas engaado com outra casa.
Precisa-se de um
da raa do Rangcl n. 9
amansador : na
padaria

9 h.
Agencia de passaportese
portadas.
Claudino do Reg Lima, despachante de passa-
portes, portaras, tira-os para dentro e fra do im-
perio, por commodo preco presteza : na ra da
Praia, primeiro andar, n. VI.
Prelende-se edificar urna casa que devera'
servir para um asylo po : a tratar com o solicita-
dor Barroso, roa da Concordia n. 3*. o qual apre-
senlara' a descripcao e orcamento respectivo. As
propostas sero enviadas ero carta fecbad?.
rencao.
Os abalzo asslgnado: declaram ao corpo do com-
mercio e tambem aos sns amigos e comitentes,
que dissolveram a sociedade quegyrava n-asta pra-
ca em sua prensa de algodo sob a Qrma de Lobo
& Filbo, finando a cargo do socio Manoel Izidoro
de Oveira Lobo, toda a llqoidacio da mesma
firma.
Recite, 1 de julbo de 1867.
Manoel Igoacio de Oliveira Lobo.
Manoel Izidoro de OliveirakLobo.
iraUiO
boje
a .fu
Manoel Izidoro de Oliveira LoboX contina
sob sua firma de Oliveira Lobo, com a fu prensa
de algodo, e roga aos seas amigos e freguezes a
continaacao de seos favores.________________
Na roa Nova 2." andar n." 68, aloga-se ama
casa terrea na ra Aogusla n. 112.
Precisa-se de alugar urna escrava para todo
servico de urna casa de pouca familia ; a tratar na
rua do Hjsplcio o. 38._____________
Ra da Aurora
Ainga-se 6 segundo andar do sobrado da-roa da
Aurora n. 21, com 4 salas, 6 qnartos, todos forra
dos a papel e pintado, e soto para cozinha, tendo
agua e despejo : a tratar na rua Pormosa n. 15
com Candido C. G. Alcoforado,
l
Qjem precisar de um boro mestre destllidor
festrangeiro): para iuf irmacao rua da Imperitriz
n. 24.
podrimos dar ima lavagem mais ampia
e s< gara, coniratamos com a companhia de
B:!jiribe urna penna d'agua. Os nossos
cartSes de de visita sio verrladeiras photo-
giapliias, que nao preciso de retoques do
pitit ir para Ihi desfargarem os defeitos, e
convidamos a quem qoizer a passar sobre
elles uma esponja molhada em agua, ou a
deixa-losmergolhados por espaco de horas
em agua, orj em espirito de vinho : se apre-
sen! arem alteraco sero recebidos por nos
e panos pelo duplo de que tiverem cos-
tad'".
Continuamos a fazer retratos por todos os
system^s photographicos at hoje conheci-
dos em photographia. O nosso sort;mooto
de caixinhis, quadros, passe-par-tauts, e
jolas do ouro para a collocacao de retratos
o mais completo, variado e abundante que
exiite nesla cidade.
Aviso para nos importante
No comeco da administracao da actual mesa
regadora da irmandade de Nossa Senhora da Roa
Viagem, annunciou o irroo thesoureiro que os
negocios tendentes a irmandade na povoacao da
I! a Viagem seriam tratados pelos respectivos pro
curadores abl moradores (ignoramos quem Ihes
des-e semeihante poder). Agora vimos que uma
casa edificada ero trra do patrimonio (que nao
tem pago foros e nem ltimamente laodemio por
incuria das administrardes) (ez-se Ibe quintal todo
cercado de madeira na extenso de mais de eem
palmos de (nndo exeedendo muito do alinhamento
dos demais qmntaes das casas do patrimonio da
igreja, tirando-se at o caminlio de transito antipo
que havia, tudo isto (ello (segundo dizem) por um
dos procuradores (factor ou administrador de cer-
para Ihes! cas e baoheiros). Percunta-se? o tal senbor pro-
t'reciia-se de uma senhora qoe saiba
entinar a ler, escrever, grammatica porlu-
gu-xa, franceza, msica e piano, para en-
siiinr a las meninas em um engenho na
freguezia da Kescada, uma legua distante
da fsuejo, paga-se bem : a tratar na rua
do (/tug n- II. 2o andar, com Francisco
Antonio de Brilto.
HOljEKSltO
N i naes do Apollo armaren n. 53, preclsa-se
alo^r um bom beleolro.
l'rei:isa-se de uma ama para erntobar, la-
var e engommar para casa de homem solteiro :
no pH.>o i!a Ribe-ir n 13.
Prrnsa te d
uii" '>--: de familia
sora yuMto*.
iicna ama pan o servico de
na Soledade ca-a da proles-
Cozinheiro
y iern precisar de umiomcozinbei'o portognez:
f>.:rija-"ti a' rua Nova, loja o. 56.
Ama.
P'e-.ls.-sedf uma ama para ca de aa
sta : rstise oa rua dasTrinHitlras c. t*.
i
pes-
corador est autorizado a fazer semeihante con
ce.-soese iranslormacos? Parece-nos qne nao;
porm cada um vai fazendo o quo Ibe parece. Pe-
dimos ao respeitavel joiz da irmandade, que por
sua reconbecida b ndade e cavalherismo tem sido
tantas vezes illudido, providencie para qae o patri-
monio da igreja nao seja" lesado, e casse os poderes
de algoem que se julga o lodo da Irmandade ( o
resultado de caballas) So as mesas reunidas re-
gedora, conjunta ou geral, conLrme manda o com
promlsso qne compete resolver os negocios da
irmandade, e nao cada um em particular.
-Os 27 Irmos ante-nontem reunidos.
ao commercio
O anmo assigaado declara ao commercio, e es-
pecialmente aos seus devedores desla prca e tam-
bem os do mato (centrr) qne de julho do cor ente
em diante o Sr. Antonio Valentina da Silva Barroca
socio commandilario de sea estabelecimento, gy-
rando a Orma de Jos Gomes Villar & C, cerno do
contrato qae ambos (iterara, e tem de ser regis-
trado no tribunal do commercio desla cidade.
Approveita a occasiao de pedir aos ditos seas
devedores que paguem quanto antes os seus dbitos
pols muito se precisa de dmbelro para cumpri-
mento oe dbitos do dito estabelecimento; e ga-
rante continuar a vender aos seas boas fregaeiei
que at c preseot* tem dado provas de verdadeiros
aroigor, saiisfaieudo semnre os seas dbitos.
Jo.- G>roes Villar.
Escrava para comprar
ou alugar
Precisa se de ama escrava
compra ou aloguel : na roa da Cruz, armaze
10, da> 10 nora< da mauba as 4 da larde.
Atten#io.
O abaixo assigodo declara ao publico que desta
data deixa de ser gerente da padaria da praca da
Boa-vista n. 14, pertencente ao Sr. Domingos An-
tonio da Silva Beiriz, e aproveila a occasiao para
agradecer ao mesmo senbor o bom tratamento qae
recebeu durante o lempo que esteve em sua
casa.
Recito, { de ulho de 1867.
_________Bernardioo G^mes de Paiva.
Uroa senhora franceza da' IcSes 4e piaoo.de
francez e italiano em casas particulares: a tratar
a roa do Imperador .71 l ailar.________
Precisa-si de uma ama Iivre ou escrava qae
saiba bem cu.-iohir e engommar paa uma fami-
lia qae consta de duas pessoas e que resi le fra
da cidade : a rua da (mperatriz n. 39, 1* andar.
Aos Srs. fogueteiros
.1 botica da rua larga do Kosarie n, 34
Vende-se
Salitre refinado de 1' qaalidade.
Enxofre em cylindro dem.
Limalba de (erro (muito nova.)
dem de ac dem,
dem de pona d'agulba dem.
V 8 4-Rua do Cabiig-N.
Agostinho Jos dos Santos & &


Acaba de chegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo gost, perfeicSo artstica e modellos enteiramente-noros; como
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas Anas, pulceiras, broches
para retrato, anneis, botes de punho, brincos e cassolelas com letras, etc.,
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqueiros, paliteiros, calix de mesa e
fructeiras, cajos precos s5o incompetiveis, pois que os propri tarios desla casa,
recebendo seus artigos directamente da Europa, poiem servir vantajosameute
aos seus freguezes. Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, paga-
se bem, tambem se incumben de fazer concertos.
ARMAZEM DL lOlJPA FEITA
Reg & Moura
rua Nova n 24
Os proprietarios deste estabelecimento, verdaderamente penhorados p"a com seus
amigos e freguezes, pelas continuadas provas de acceitafj e coafianca que delles h5o re-
cebido no espado de tempo em que se acham establecidos; nutrindo, agora como sem-
pre, desejos de corresponderem^sufficientemente a esses ttulos que muito e modo apre-
ciam; resolveram augmentar o pessoal artstico da soa olcina da ah'aiate para assim sa-
tisfazerem com a presteza possivel qualquer encommeada de roupa feita ou por medida.
As pessoas, a cajo Jargo se acha a directo da officina, sao os Sjs. Lauriano, Caslello Bran-
co e Souza Couto,af listas de reconhecido mrito e incontestavel zello e solicitude cor tu-
do quanto dizrespeito a sua arte. Helo pouco que Qca dito e pelo muito que poderemos
accrescentar na presenga dos nossos fregu/es afangamos des le ja a mais restricta ob-
servancia e tidelidade no cumprimento dos nossos deveres.
Advogacia na corte
O Dr. Arislides de Paula Dias Marlins
(em o seu escriptorio de advocara na rua do Hos-
picio n. 1. t andar, onde pode ser consultado so
bre qoestoes jurdicas, das 9 horas da manha as
3 da tarde. Eacarrega-se de qualquer causa ci-
vil, commercial, eeclesiasiica e criminal, inventa-
rlos, aopellacdes, revistas e negocios pelas repar-
tieses. O negocios (ora da cflrle, a n das pro-
curacoes devem vir acompanhades das competen-
es ordens.
Des-ja-se alugar um sitio com estribarla e
plaota de espira, as proximidades da cidade :
quem, o ttwr dirija-se rua do Crespo n. 16, 1*
andar.
ma pessoa evidamenie habilitada, encar
rega-se de preparar comida para caixeiros, promel
tendo servir a contento : os senhnres logistasque
do sea presumo se quizerem ntilisar, podem tra-
tar a' travessa da Bomba, casa n. 1.
OESTUDANTEdoz* anno Jeronymo Loa-
renco de Aranjo, venha a raa das Cruzes n. 35, pri-
meiro andar, a negocio qao nao ignora.
Attencao.
N. 1 >-Uua 4o Livrament--V. 25
Deposito de tamancos e calcado nacionaes da fa-
brica da roa do Jardim n. 19, de Jos Vicente Go-
dinbo, tanto no deposito como na fabrica se
apromptam todas as porcoes de calcado o mais ba-
rato possivel, esta fabrica tem todas as machinas
proprlas para os calcados ja' bem acreditados pelo
grande numero de freguezes que daqul se (or-
necem.
O Sr. Jos Marques da Costa Soares,
(negociante no Recife) queira vir esta typo-
graphia negocio.
H2.f* && "KrWs V
Wy? casa de mm
26 Pateo do Carao 26.
Neste estabelecimento t5o im-
portante para a saude e asseio
do corpo, acbam-se montados 20
banlieros, que sao servidos com
a orJem e asseio que para de-
sejar-se. Quatro destes banbei-
ros s8o especia'mente reserva
des para senhoras e por isto
acham-se collocados em lugar re-
servado, aonde s tem entrada
as pessoas de uma mesma fami-
lia.
gPREQOS DE BANHOSAVLSOS/M
Obras venda na Horaria
Universal, rua do Impera-
dor n, 54.
ttesoluedes do conseiho de estado sobre a in-
teligencia do acto addicional na parte relativa s
a^semblas proviociaes.
Grammatica portugueza da Solero.
Dita phnsophica de Duarte.
Dita (ranceza de Noel et Chapsal.
Cathecismo da diocese do MaranhSo.
OLivro dos meninos.
Jesu Chrislo e a critica moderna.
MARTIMOS

Antonio Jos Barreiros, subdito porlugoez val
Europa tratar de soa saude.
O professor de piano Claudio Ideburque Car-
nsiro Leal, mudou-so da roa das Cruzes n. 30, 3*
nadar, para a roa da Gamboa do Carmo n. 21,
primeiro andar.
Fugio no ssnbado 6 do corrente da caa n
5 da raa da Uangoeira om xexo cantador em
casa : quem o pegoa qaereado-o restituir levg-o a
mesma casa que alm de se dar o valor delle se
Acara' bastante agradecida
cusa
de commissao de escravos,
Na casa-de commissao de escravos raa do las-
que coilnbe, por | perador n. 45,3* andar, receben) se escravos pa-
ra serem vendidos tanto da praca como do mato,
e os senhores de engenh > qoe por qualquer moli-
4-----;;:--------rr-------------------------------: vo queiram desazer se de alaum oo tem mais do
- Precisase aligar ama escrava para o servico qoe remen, lo aba.xo assignado que garante o
de una i-equena familia, ou ama ama forra : na boa tratamento e prompta venda, nao se poupao-
3-, sobrado do armazem do .*, exlorcos attm de em indo satsazer as pessoas
_____________. qoe a qiierem h^nraf com t sua conanca. Nes-
- Precisase de orna ama para cozinhar, e en- a easa ha sempre par vendar escravos de ambos
gommar; oa raa das Ci uzesn.zJ, l'aaaar. o= sexo.
- Aloga-se um armazem grande na Wa d. ____________Antoalo Jos Vlelra de Son.
Praia n. 31, proprio para carne ou oolro ijua'-
\ banhofrio, morno ou de
chovisco..... 5oo
1 dito de choque. l#ooo
\ dito de farello. IPooo
\ dito aromatisado. tooo
PRECOS POR A&SIGNATRA.
30 banbos por mez fri,
momo ou de chovisco.
25 banbos com cartoes
para os mesmos. .
ii ditos ditoi ditos. .
l2ditos ditos de choque.
42 ditos ditos de farel-
lo.......
O estabelecimento estar aber-
to nos Oas otis das 6 hora; da
manha as 10 da noute, nos di-as
santificados das 5 as 5 horas da
tarde.
r
fojooo
lofooo
5,5000 j#E
iojooo^
iojooo
K*"


a A'
mto
M
sol.
; ;:,er cegaejo : a fallar no mtrtDt.
- Precisa e de. orna
de ceirpra : na roa Dir
ama para e servico intern
e:ta n 17!5, egando andar
*9oaqtilm Beblano de Barros
partieipa aos seus amigos e freguezes que modou
a sua officina de marcenara da rua da Anrora o.
23 para a tua Direita n. 112, e coniinia. fabricar
as ricas mobillas de Jacaranda' e amarello, santu-
arios de ; a caranda' e cedro, e outra cualquer obra,
e encaraega-se de concertos e verniz de qaaesqner
movis. Na mesma officina encontrara se grosas e
limas de ajo patentes, e outras ferragens para mar-
ciaaria, e tero algn; bancos cesoccapados qoe
convida algom collega ao trabalho.
Precisase de ama ama para o ervico nter"
no de orna casa : a tratar na roa do Livramenio
n. SI, 3a aodar.
KKMBlfffiJIM8M&
O advogado Amaro Joaquim Fonseca i
Alboquerque tem sea escriptorio a' rua
Cruzes n. 35, 1* andar ; reside a' traves-
sa do Veras n. 15. Encarrega-se de
qoestdes em todas as comarcas na eiten-
co da linha frrea.
esnmasmstametmaitmea bmhw
fB m t^wlfWKmmsWmlmmSmt Wmtm
Quem liver e qoizer veoder os volumes da
Legislacio Braslleira dos annos de 1634, 182o,
1826, 1817, 1818, 1829, 1839, 1850, 1851, 1855,
dirija-se a secretarla da polica aflra de tratar a
tal respeito com o respectivo secretarlo._______
Na roa do Imperador n. 73, 2* andar, pre
cisa se de om criado del. _
Precisa-se.de um caixeiro de (2 a 14 anou<
a rua do Rangel, taberna n. 73.
CONTRA FOGO.
A companhia Indeunisadura, eslabeleci-
Ja uesta praca, toma seguros martimos so-
ore navios e seus carregamentos, e contri
'ogo em edificios, mercadorias e mobilias:
U rua do Vigario n. 4, pavimento terreo
'mmmmmmm-mmmmmmm
N Residencia e consultorio p|
Medico cirurgico
1 do 9
Dr. Antonio Doarle
SNa praca da Boa-Vista n. 21 oude S
t pode ser procurado a qualquer |
Sbora- s
Especialidade
p| Ooencas do peito, e de meninos. jf
E D consullas das 7 s tO horas da j
aa manha.
Vinho tnico e nutritivo
DR
QUINA E CACAO.
DR
E-la nova orobioavao renae em uma bebida as-
gradavel e conveniente a todos es organis-
, %os, a quina quer om medicamento tnico por
excellencia, e o cacao que contem principios nu-
tritivos atsas reconhecidos.
Elle se esprega com o maior snecesso na cura
das paludas cores sofJrimentos do estomago, Der-
da de appetile, digestes difcoHosas, menstrua^
(das difflces etc., etc.
Deposito especial
HA
Pharmacia e drogara de Bartboiomeu d C.
34-Rpa larga do Rosario-34
os senhores de enge-
nho
Um caldeireiro desta praca se offerece para con-
tratar-se em algum engenho para irabalhar pela
sua arte, on hdar com a machina se o engenho for
movido a vapor, do que tem grande pratica por ter
sempre trabalbado em fabricas deMa pr.a, o qual
aprsenla seos atlestados : qoem pretender dirija
se rua do Broro, travessa do Cbafanz o. 47.
A ttencao
Um rapazlnho brasileiro de lo aonos de idade
oflerece-se para caixeiro de algnma casa de com
mercio em gros.-o ou a retalho, com lano que nao
seja taberna. Quem se qoizer olilisar do prestimo
que elle pode offerecer eqoizer ter Infcrnucfes di-
riga-seao 2a aodar desta typsgraphia das 8 as 10
horas da maobaa e das 2 '/2 s 6 da larde.____
ALLGAM-SE
duas casas terreas os. 32 e 34 sitas na Capaog?,
raa da Ventura, junto ao porto denominado do Las-
aere, caiadas e pintadas da novo, e com commodcs
para familia, tendo cacimba, senzala, estribarla,
alm de om grande quintal morado ; qoem preten-
der dirija-se a roa do Trapiche n. 3, i* aodar, que
achara' com qoem tratar.
AJuga-se
um criado escravo : a tratar no escriptorio de SI-
queira, Irmaos & C, largo do arsenrl de guerra
nomero 3.
Precisa se de ama ama para cozinhar para
Ires pessoas: na roa de S. Francisco n. 22.
Precisase de ama ama
rua do Crespo o. 16, loja.
para cozinhar : ca
Na noite de domingo para seguadafelra 7 d
corrente desapparecea om cavallo lasio, pequen),
om pouco magro, com freote aberta, doas ps e a
mao esquerd-. calcados, e as orelhas acabaadas ;
qoem o tiver acbado dirija-se em Saoto Amaro ao
sobrado jonto do cemiterio nglez, que sera' recom-
pensado. ___________^____________
Precisa se alagar om moleque ou negra para
veoder
andar.
na rua de Aguas-verdes n. 46, segundo-
Na rua do Socego n
1:000 sobre bypotbeca.
29, se dir' quem da
Aluga se uma escrava ba eog^mmad^lra e
coslnheira : qaem 'pretender dirija ;e a rua do
Queimado n. 13, loja de ferragens.
D. Francisca Candida da Silveira Carduz > agra-
dece cordialmente a todas as pessoas qae s? dig-
naran) comparecer a matriz de s Jos para ouvi-
rem s ruissas e memento qae por alma de sea
finado e sempre iembrado marido o major Joao
Aotooio Cardozo, fallecido no acampamento on'.ra
a repblica do Paraeaay, fez celebrar no dia 8 do
corrent-.
Alaga se uma escrava para todo servco,
menos engommar : na rua do Vigirio n. 23, ter-
ceiro andar.
Cozlnhelro.
Precisa-se de nm bom cozinbeiro para todo o
servjco (endent a comedorlas para uma casa de
negocio : na rua Nova n. 28. Paga-se bem.
Ik>
S
Aluga-se uma escrava para o servco de muito
pequea familia, ou uma ama forra : oa ruada
Concordia n. 34, sobrado do armazem do sol.
Trocam se
as notas do banco do Brasil e das caixas filiaes,
com descont muito rasoavel, na praca da Inde-
pendencia n. -'2.
Pubticacu' iterar ia.
JBSTUDO
SOBRE
O recurso corda.
A' proposito do projecto de le approvado pela
cmara do- epolados na sessao de 1866, revogan-
do o art. 2* do decreto n. 1,914 de 28 de marco de
1857.
PELO
Dr. Braz Florentino Henriques de Souza
Lente de dlreito civil na Faculdade do Recife.
Sabio a' loz esta ioieressante poblicacao, e acha-
se venda as livrarias de J. Nogueira de Souia, e
Garranx, de Lailhacar & C, ao preco de 3 cada
exemplar.
a ma
Precisa-se de rT,a ama livrs no escrava para o
servco interno e externo de uma casa de duas
pessoas : oa roa das Crnze* o. 28.
I

m
m
Ensino de msica
i. 75, 2o andar, raa In Imperador n.
75, 2o andar.
Lecciona-se por solfejo e a tocar va-
rios instrumentos; dando-se as li-
coes""das 5 Lora- da tarde as i O da
noite em casas ou em su is residen-
cias.
Advocada
O bacharel Olyropio Marques da Silva
tendo transferido soa residencia da cida-
de do Rio Kurmo-o (.ara esta, contina no
(xorcicio de soa profisso .de advogado
em sea escriptorio a' ruado Imperador
n. 45, Ia andar, onde reside a pode, ser
procurado,
Advoga no civel, commercio, crime e
ecclesiastico, e iocombe se de cansas pa-
ra qoalqner dos termos do sul da pro-
vincia, onde tem pessoas habilitadas qae
Ibes deero o devido andamento e ira' sen-
do necessario.
Na rua da Cadeia do Recife n.
uma ama para csslnhar.
50, precha-se de
Dl-se 500000
a qoem pegar um cavado, que roubaram na noite
do dia 6 do corrente. da-casa do caes de Capiba-
rlbe, pertencente a Tbeodoro Rampa). Os gnaes
do cavallo sao os segolntes: melado, crinas e can-
da preta, as roaos calcadas de preto, os cabellos da
eoxa direita sao arrepiados, sendo por isto desco-
nbecida a marca de nm farro, castrado, anda de
balxo a meio esqaipar : a pessoa qoe dr noticia
verdadeira sera' tambero gratificada.
ES
Precisa-se de ama ama para o servco Interno
de orna casa : a traiar na roa da Cadeia do Recife
armazem o. 8.
FEITOK
Precisa-se de um homem qne tenha algoma pra-
lica de eogeoho para feitor de campo, prefera-
do-se porlugoez : quem pretender dirija-se ao pri-
meiro sobrado ao p da pinte djs Atogados qoe
achara' com qaem tratar.___________>_____
Para escriptorio.
Aluga-se ama sala e alcova do segando andar
do sobrado amarello do pateo do Collegio, proprio
para escriptorio d'advogado. oa rapaz solteiro : a
tratar no lertfeiro andar do mesmo, oa roa do
Imperador, armazem n. 81.
! Oferece-se um caixeiro brasileiro com pra-
i toa de laberna, livrn da guarda nacional : dirija-
i e i rua da Guia n. qae se dir.
Roga-se ao Sr. Demetrio Jos Teixeira, esta-
dante do 3* anno, de vir oo mandar na taberna da
roa do"Scego n. 86, oegocio qae nao ignora, des-
de o anno de 1888.
TilgiveD

y
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S 1
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Mario de pern.mboco naria Jelra O de slbo de i8<>7.
OMOURODEVBNUZA
Ao respeitavel publico perambncan pede-se
A ttencao
Maoteiga iigleza
320, 500, $00 e \& s do armazem se acna vista.
Manteiga franceza
em libras 560 e 640, em barris se far drfTe.-enga.
Banka de porco
em libras 320 e 38 -, em porcSo se far diferenca.
F rudas
em calda Pera, Pecego, Rainha Claudia, Alperxe e outras muitas500 e'fiiO a lala.
Ervilhas
Portnguezas OiO, francezas 900.
Fumo
em latas do Para e de albaneque, lata 15 e I 200.
(omina de mllho
em pacote3 400 e 500, dita da trra 100 e 200 a libra.
Tfuho
de Bordeaux em caixa a duzia o, garrafa oOO, dito de 85 a diuta, 800 a-garrafa, dito a
i 40 a duzia, 15200 a garrafa, dito do Porto a 85-125, 185, 245, caixas de duzia, jssim
como Qgueira caada 35500 e 45, poro J A A Lisboa 25800, 35 e 35500 a qualijdade
convida.
lata a 85 de 5 galbos e mais pequeas a vontade do compra lor, em garrafa 380.
Alpiste
110 e 18 0 a libra, painco a 100 a libra.
Azette -
em garrafas a 800 e 15
CHARUTOS
em caixa de 50 por 15, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em .aixas de 100, ditos
da ExposicSo caixa 55, ditos de Regala caixas com 100 a 25500 e mitras mutas ma-cas
que s na presenca dos compradores.
PREZUNTOS
delamego em barril, ditos de fiambre o melhor que ha no mercado por prego que! faz
admirar !!
DOCE DE GOIABA
caixes de 560 fino, ditos de 15500 que parece marmellada, dito em lats muito Boa
qualidade a 15200.
BOCETAS
com doce secco a 15 e 25.
QUE1JOS
do Alenlejo em latas cliegado pelo vapor Oneida, dito? Flamengos e Pratos do? mais nevos
que ha no mercarlo.
AZEITONAS
de elvas como no mercado nao temos a 15 a lata, em barris do Porto a 15 como n3o ha
melhor.

Satisfeito o invencivel veado Braneo, com as maneiras attenciosas com que
foi acolhido pelo respeitavel public desta briosa provincia, a ponto de que muitos a por-
fa desputaram a salisfacao de seren os primeiros a comprarem em seu importante arma-
zem, se desvanece em declarar com tola a lealdade de que capaz, que est cada vez
mais animado, nao s pelo benigno acolbimento que tem recebido, como pelas forgas de
que dispoe porque at hoje nao carecen, anda dos preparados de jurubeba, nem do
xarope alcoolico de veame.
0 Veado Braneo. declara a quetn nimia o nao conhece que nao um
desses bicharocos intrataveis que por alii vivem com figura bu nana; domestcalo do
ameno paz onde aamavel Ayuia Branca vio a lo? do astro bemfeilor, elle partidario
desse invejavel agrado e sinceridade que com tanta gravdade se desprende do seu
bico encantador.
O Veado Braneo, como todo o horneen civilizado, ama a sociedade dos
bons, goUa do centro do mundo elegante, usa do inico de Jayme, para previnir qae Ibe
poanam a calva ao sol, vai a companhia des Bouffes Parisiens e no meio do partido de
mi' i ne A elle, elle tambem atira-lhe o seu lindo bouquei.
Digne-se o benigno leitor de jurar as palavras sinceras do sincero Veado
Braneo, e venha prover a sua dispensa do que melhor se pode encontrar n'um estabe-
cimento de molbaJos.
A modicidade dos presos, cemparados com a boa qualidade dos generse o
bom modo com que se recebe os senhores compradores, deve certamente convidar as
peswas que ainda nao vieram nossa casa a fazer parte dos amigos e freguezes do nosso
casa da fortuna.
Aos 6:000^000.
Bllhefea garantidos
A RA 1*0 Gft^JajJ.23:GASAS.DOCOSTlJME
O aljaij^B||i}e',todeu nos sens mono feli
es bilbetes garantidos da lotera que se acabou
de eitrafeir a tMoetlcin das famitfas des volunta-
rios da patria, os s^goietes premios :
N. 527 deas qa'.rtos cote a orle de 2:000*.
N. 98 >-i quarlos com a sorle de 600*.
N. 3993 dous %miIvs com a sorle de 300*.
E outras mnitss'sorles de tOOj, 40* e 10*.
Os possuidore podem vir receber aena respec-
ivospreoDiossemosdescoDlos das leis, ha casa
da Fortuna a" ra do Crespo n. 23.
Acbam.se a veoda os da 12 parte da 8* lote-
ra da Snta 'Jasa i\ Misericordia, ijoe se erira-
hira' quanafeira 10 do correte.
Preeo.
Bilbetes......... 6*000
Meios.........'... J*000
Quartos.......... 1*500
puaaas ijue cemprarf m de 100*000
paraeina.
Biihetes.......... ,"*S00
Meios............ 2*70
Qaartos.......... 1*375
_______________Manoel Martios Fiuza.
Antonio GuDsalves dos Santos, leslarneuleiro
de sua finada conhada D. Joinna Mara Xavier Pe-
reir, cokslaodo-lne que pelo julso do commercio
desta cidade tem de ser vendido em leilo diversos
bens do casal da finada como constitoindo a massa
fallida de Amaro Gonsalves dos Sauto?, marido da
finada e irmao do anunciante, apressa-se em vir
pela imprensa protestar eontra scraelbanle venda
para qae no futaro Dingnem chati e-se a ignorancia,
pois taes bens eslao sojeltos ao enmprimento de dls-
posicoas testamentarias da finada e por isso seques-
irados por mamdadodo Illm. Sr. Dr. provedor de
residuos deste termo do Reclfe, escri'io Vasconl
cellos.
Para as
i
AMA
Precisa-se de orna ara- para cozlobar e engom
mar : oa roa estrella do Rosario n. 32, segundo
andar.

COMPRAS
Orioula
Compra se orna escrava erioula de 15 a 20 an-
cos, que saiba perfeilamente engommar, cozinhar
e lavar : a tratar no armazem do sal da ra Impe-
rial, com Valdeviao da plvora.
Onro e prata.
Em obras velbas: compra-se na praca 'da Id
dependencio n. 22 loia de bilbetes.
Moedas de onro.-
Nacionaes e estrangeiras assm como libras
esterlinas: campram-se qa ra do Crespo n. 16,
primeiro andar.
Compra-se moedas de onro de 20*, 16*, 10*
e 9*; a ra da Cruz n. 3. __________
Moedas dfr prata
nacienaes, a-sim como paiaeoes porlaguezes e
bespanhes, compram-se com premio : na ra do
Crespo n. 16, primeiro andar.
vara 800
6ELLISSIM0 ARMAZEM
DE

%
CONHECIDO PELO NOME
DE
Estabeleciuo ra Direita n. 16.
Bsqaiaa da travesga de H. Pedro.
GRANULOS ANTIMONIAES
Da Docteur PiPILLllD
Not dkaeaf para eorataS dai nolectiaa do coracaS, da asthma, do caUrrho, da coquelucha,
da tilica, etc.
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS
Para a euraeao da anirta, da chloroaii, da amenorrhea, dw Mvralgiaa, a nanetaa, dai moleatiaa
per*MaMB,M.
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH
. Para ttntm m Kileatim, oarroaai, daa riaa digeatiTat, dypapaiaa, ate.
rnA^fCA t Plumada de E. MOUSNIEB, i Stnjon (Gharente-Infrienre).
Em Rio-de-Janeiro, FLIX FARAUT, pharmacia, 71, roa Sete Setombro.
Bm Pernambuco, P. MAURER et C*. pharmacia, ra Mora.
Km Macelo. FALCO DAS, pharmacia imperial.
Vmde-se na roa Nova o. 25, pharmacia franceza de
P. MAURER & C.
NOSSA SENH0UD4 CANCEI(1\0
Para edueacSo de sexo masculino
Director Manoel Alves Vianna
O colleglo da CooceicSo, mudado oiiiinameate para o oairro de Sanio Aa-
lonio, ra de 3. Francisco, casi n. 7. contigua estaclo central dos trilhos
urbanos dos Apipucos, coniina a fuoccionar regularmente, recebendo alum-
nos externos e internos, tanto para as aulas primarias, como para todos os
preparatorios necessarios matricula de qualquer ficuldare, sendo os seus
respectivos pr.-fessorei oessoas uioralisadas e de u;n concito.magistral ja
bem firmido ne>ta cidade.
O director deste ROvocollegiocontinnanJoa empregar toda a solicitude no
desempeoho de seu mandato, espera fazer-se mais digno da cooflanca cora
qoe o v5o honrando os senhore pais de fam lia. onfiando-lhe bondosamente
os seos fiibos
Os estatutos do colleglo, assim como o franco ingresso em todas as anas
dependencias, est5o sempre a di 25S000
para moedas nacionaes de 204 na ra do Crespo
n* 16, primeiro andar.
Libras esterlinas*
Compram se cora bom premio : na pra a d a In
dependencia n. 22.
Compra m-sc escravos
Silvino Gnilberme de'Barro?, compra, vende e
trnca eflectivamente escravos de ambos os sexos
e de todas as idades : a' roa do Imperador n. 79,
srceiro anda/._________________________
ero e prata amoedado
Compram-se libras sterlioas a 102300, moedas
de 20 a 222500, ditas de 162 a 175500, assira co-
mo toda e qualquer outra qualidade, e tambem
prata nacional e eMrangeira : na ra da Cadeia,
loja de faiendas o. 58.
Comprase urna escreva cozinheira e eng om
madeira, que na> tenha achaques nem vicio: na
roa da Smala velha n. 8.
Compra-se
Urna arrnacao de armazem ou prateleiras
que nao seja de pinho, e que esteja em
uito bom estado : na companhia Pernam-
buca a
'ottspra-sc
libras esterlinas, ouro hr>>fleiro e portuttuez com
h ni premio : na ra daCrui n. 18, armazem de,
K. \. Burle & C__________________________
Libras esterlinas.
compram-se no escripnrio de Antonio Loiz de
Oiiveira Azev^do & C, ra da Craz n. 1.
Ouro e prata.
Moedas de ouro e prata nacionaes, estrangeiras
e de todos os valores se compram na loj de ouri-
ves junto ao arco de Nossa Senhora da Conceigo
roa da Cadeia do Recite, assim como ouro e prata
em obras velhas, brllbantes, diamantes, e se paga
bem.__________ '!*'".________
Economa
Compra-se um jogo de diccionario Inglez e por-
tugoez por Vieira formato grande, prefere-se edi-
cao de Londres : ra Direita n. 79, Ia andar.
Compra-se
nma escrava preta qae tenha bonita figura e com
habilidade- : na praca da Independencia nmeros
13 e 15. ___
Compra-se
um calix u>ado mis em b>m estado : na pra;a da
Boa-vista n. 6.
VENDAS
- Vende se um sobrado de nm andar na ra
o Amorim n. 10. com chao oroprio : quera pre-
tender dinja-se a ra da Cruz n. 18, segundo
andar.
VKNM-SE
rhumbo de munico a 2'ij> o quinfa! : na ra
cal o. 247.
I o.
sil
^
Vende se a taberna da ra Direita n. 93,
bem afreguezada para esta praca com> para o
centro : os preleuloutes poJe dirigirse ao mes-
mo esiabelecimxuto.
Vende-se um prelo de 35 annos, boa condnc"
la, matulo mnito ladino, carreiro e tambem en'
tende de servicos do mar e de sitios : na roa do
Fogo n. 9.
Rival -sem segundo.
Hita (! lueluauo a. 49.
Quer acabar cernes fazeadas adaii:
meRceDadas.
(Hfiram vir rer o que bom e uaratissiin*.
Toalbas de labynntho cqm bico, fazenda boa a
32500.
Carreiels de llnha com 100 jardas a 30 rs.
Grvalas prelas e de coree mnito unas a 500 rs
Caltas de obreias de raassa mijito novis a 40 rs.
onfladores para e.-partilho de cordo e Ota a 6
ris.
Carreteisde liaba Alexandre com 400 jardas a Hk
ris.
Resmas de papel almaco muito bom a 22500.
Frasco de oleo babosa a 320 e 500 rs.
Ditos de dito bigieniqae verdadelros a 12000.
Jilos dito falso a 800 rs.
)itos de macacar nerola a 200 rs.
Sabooetes mnito Unos a 60, 160, 200 e 320 rs
Ditos de bolla mnito finos a 240 e 320 rs.
Caixas para rap com booitas estampas a 100 rs.
Miadas de linha froxa para bordar a 20 rs.
Varas de cordio para espartilho a 20 rs.
Frascos cora HnU roxa raoito boa 240 e ^20 r>
Puntes volteados para regacar cabello d menin*
a 3x0.
irascos de macaca' oleo rauite fleo, a^20 h.
Abotoaduras muto unas para coiletes a 500 rs.
:art5es de linba branca e de cores a 20 rs.
Libra de ara preta sopenor a 100 rs.
Cartas de aiflnetes fnncezes com 14 pentes
120 rs.
Escovas par fato, fazenda boa, a 600 rs.
Varas de franja branca de linho para loalba a
100 rs.
Pesas de bico estrello com 20 vara ranit > bonito a
Varas de papalina de difluientes lareuras a 12",
40e 200 rs.
Ciixas de palito balo a 40 rs.
Caixas de palitos de segoranca sem enclufre a
60rs.
S.bonetes de familia a 100,160 e 240.
Grosas de botSes de madreperola para camisa a
600 rs.
La para bordar de todas as coref e fina, a libra
62000
Carreteis com 4 oitavas de relroz preto moito fino
a 12000.
Caixas com soldados de chombo para meninos a
120 rs.
Cartilba de dontrlna ebristia a 320 rs.
Latas com superior banha a 200 rs.
FAZEMD4S NOVAS-
para as feslas de S. Antonio, eS. Joo
no armazem do PavSo na da
Imperatrlz n. 60
DE
GAMA & SILVA
Recebero-se pelo ultimo vapor da Euro-
pa as mais novas fazendas como sejam :
Bonitas cassas de listas grana
dies.
Ditas castelhanas.
Ditas da Italia.
Ditas transparentes com os mais moder-
nos e mais delicados gostos vara ars640.
Ditas de diversas qoalidades com novos
gostos o covado a rs. 240, 280 e 320.
Cortes de medlna sendo urna bonita razen-
da transparente com lindas palmas e qua-
dros de seda tendo cada corte 19 covados a
rs, 24*.
Ricos cortes de vestidos brancos com lin-
das barras bordadas em alto relevo a 24.
Ditos brancos tambem bordados a rs, o e
60.
Cortes de poil de chvre com i 8 covados
a 150.
Modi^rnissimas vareges tapadas e transpa-
rentes cym as mais delicadas cores e com bo-
rn, s listas de seda, covado a 640, 800 e Ifi.
Alpacas lizas enfestadas com as cores mais
modernas o covado a 640.
pitas entestadas com lindos lavores grfi-
dos e miudinbos covado 560.
Bonitas alpacas lavradas com os mais mo-
dernos dezenhos covado a rs, 800 e 10.
Ricos cortes de vestidos de fil enfeitados
a 300.
Poupelina de quadrinhos transparemes
com os mais aparados gostos e quaze a lar-
gura de chita franceza covado a rs, 640.
Ditas mais eslreitas porra muito bonitas
covado 500:
Sedas de cores com 4 palmos de largura
covado 25.
Ditas estrellas lizas de listras covado 20.
Grande soriimeuto de grosdenaple preto
"covado a rs, 1*600,10800, 20, 20500 e 30.
Ricas serlas lavradas.
Saias com quatro pannos ricamente bor-
dadas a rs, 50, 60, 70, 8J, 100, e 110.
Tarlatanas brancas e de cores vara a rs.
800.
Fil braneo lizo vara a rs. 8 0.
Dito de flores para vestido vara rs. 640.
Outras muitas diversidades de fazendas
que se mandam tambem levar em casa das
Exmas, familhasparaescollieremou dao-seas
amostras deixand> fi>ar penhor no armaze-a
do PavSo ra da Imperatriz n. 00. de Gm
ma & Silva.
Bordados do Payfio
ntremelos largos
Babadiuhos estreitos
Babadinhos largos
Entremeios estreitos
Tapad's e traspareatcs
Gama Silva receberam urna grande por-
co dos mais finos babadinhos e entremeios,
tanto largos como estreitos, sendo tapados
e transparentes com os verdadeiros borda-
dos a alto relevo tendo de, todas as largaras
e descnbo?, grande porcSo igual para qual-
quer obra, que assim possa ser preciso, e
garantem que podem vender por menss 40
ou 50 por cento, do que em outra qualquer
parte, aliendendo a grande porcao que tem
no seu armazem do PavSo : ra da Impera-
triz n. 60, de Gama & Silva____________
Vende-se urna escrava vinda do mato : na
roa Bella o. 45.
nma casa terrea no Qm da ra da Concordia, edifi-
cada de novo e de boa eonstrucco, cootendo duas
salas, dous quartos, cozloha fra, quintal mralo e
plantado e cacimba propria e quem a mesms pre-
lecder dirija se a' praca da Independencia n. 22
Veod-i se um eabrioba d 8*aonos, um mula-
tiohode II, e sao bmiilohas pecas : na roa do Fo-
go o. 9. Na raesma casa ha escravos para ven-
der-se.______________________
Sevada.
Venle-se sevada mulo nova a 32 a arroba : oa
ra Direita o. 30.
luencao.
Vende-se um terreno tilo na roa do Destino com
42 palmos de frente e com 120 de fondo, no prin-
cipio da ra ao entrar pelo lad) do Hispido; a
tratar ni roa do Catinga loja d esqiina com J.
C. ie L-jaa Prei-e.
Vende-se a casa terrea a ra do Pilar n.
117 : os pretendentes podtm tratar na mesma ra
casa n. 129.
Perfuman tsfas.
INGLEZAS DE GOSNELL d C.
E VRANCE2AS DE E. PENAUD.
A antiga e bem conhecida loja de miude-
zas ra do Queimado n. 16, c ntinua a
estar provida de finas perfumaras de diver-
sos fabricantes acreditados como Gosnel -e
Penaud, sendo deste, excedente extractos
para lencos, agua de Colonia, oleo, banha,
cosmetique para cabellos, opiata e pos para
dentes, sabonetes para maos e barba, etc.,
etc.; e daquelle, superior agua de Colonia,
opiata ingleza e pos para dentes. Alm dos
mencionados objeclos ha muitos outros que
por suas boas qualidades e bonitos vasos,
agradarlo completamente aos apreciadores
do bom.
Fivellas e fitas para cinto,
Na nntL'i loja de miudezas ra do Quei-
mado n. i c, encontrarao os pretendentes
-n be i'.. sortimento de fivelas e fitas para
unto, sem que esqueca os lindos pentes
prateados, coaa' fitas pendentes e sem ellas,
sempre a contento do expedente freguez
que se dirigir dita loja de miudezas:
ra do Queimado n. 16.
Differentes objectos
expostos a apreciaco dos esclarecidos fre-
guezes qae os quizerem comprar; Da ra
do Queimado n. 16.
Bonitas caixinhas de madeira com ficha-
dura, proprias para costura.
Outras ditas com arranjos para costura,
Sapatinhos de setim e merinos para bap-
tisados.
Mcias de seda para d tos
Tocas e chapeosinhos para ditos.
Tercos de madeira, osso, cornalinas, obras
mu i perfeitas.
Aiflnetes de osso com bonitos moldes,
obras de gusto para peito de senhoras.
Ditos pretos para luto.
Meios aderecos de madeperola.
Porte jope ou suspende saias.
Lencos bordados para senhoras.
Brincos pretos, pulseiras e aiflnetes com
camafeo, tudo para luto.
Froco grosso de 15a, para differentes fins.
Bonecas mansas e choronas para crean-
cas.
Cestinhas proprias para creancas e bo-
necas.
Bandejas pequeas para copos.
Btiitas e medenn s chapetioas de seda
para senhoras
Na loja de miudezas ra do Queimado
n. 16 vendem-se bonitas chapelinas de seda
mni bem enfeitadas e por precos rasoaveis.
Eofeiles de floivs a imaco de chape-
linas
Vendem-se esses bonitos e modernos en-
feites de flores a imitacao de chapelinas : na
ra do Queimado, foja de miudezas n. 16.
Difierettles objeclos
Vendem-se na ra do Queimado, loja de
miudezas n. 16.
Gravatas brancas de cambraia para dovos.
Gravatas brancas de setim para ditos.
Rosas Camelias, ramos e caixos de flores.
Papel para rosas e folhas para ditas.
Lencas de cambraia lina com barras de
cores, seu'Jo
Para homens a 36600 a duzia.
Para meninos a 800 rs. a duzia.
Vendem-se na ra do Queimado, loja de
miudezas n. 16.
Collerinhos de linho
obras de ultimo gosto.
Vendem-se na loja de miudezas; ra
do Queimado n. 16.
CABIDES PORTATEIS
TORNEADOS B ENVERMZADOS.
Vendem-se na loja de miudezas: ra
do Queimado n. 16.
P. oles de la taiHga e cairos de metal
A aguia branca: ra do Qeimado n. 8
acaba de receber algumas amostras de pen-
tes de tartaruga para senhoras, todos de no-
vos moldes e bons gostos", s( bresabindo en-
tre elles algons cujas novidades em mol-
des, e perfeicao de obra os tornam recom-
mendados para quem apre.ia o bom ; assim
como recebeu igualmente outros mu forni-
dos e bem feitos para dse i baracar e outros
com eixo para dobrar e propriospara barba.
Tambem recebeu outros de metal pratea-
dos e donrados, que de tal molde s5o os pri-
meiros qoeappirecem osquaes com o semi-
crculo que fazem sobre o coque lorcam-os
mu bonitos.
Carapncas brancas
Vieram mnito boas, e por isso vendem-se
a 10200 e 20 na loja da aguia branca : roa
do Queimado n. 8.
Babadiubos crespos
O novo sortimento que acaba de chegar
coniina a ser vendido como dantes 20500
e 30 a peca e sempre xa ra do Queimado
lija da aguia branca n. 8.
Peales enfeitados para meninas
Vendem-se na loja da aguia branca: ra
do Queimado n, 8.
fiol'as de ail
Vendem-se na loja da aguia branca : rua
do Queimado n. 8.
Bonitos part-relegias
Vendem-se na loja da aguia branca : ra
do Queimado n. 8.
fara mesas
Galheteiras para azeite e vinagre.
Saleiras de vidro e paliteiros de porce-
lana.
Vendem-se na loja da aguia branca: ra
| do Queimado n. 8.
Lavas de pellica preta.
Chegaram para a loja da Aguia Branca ;* a roa
do (Joeimado n. 8.
Ramos de flores para c?qnes
A aguia branca acaba de receber um nico
cartSo com ramos de flores para coques.
A perfeic5o e delicadeza dessas flores tem
satisfeito a todos que as tem visto e com-
prado a 50 cada ramoisso na ra do Qnei-
mado, loja da aguia branca n. 8.
Fa^a favor de 1er
para saber o que de novo chegou na Agu;
branca a roa do Queimado n. 8.
Trancas pretas de vidrinos com pingen-
tes, e sem elles.
. Botes pretos c de cores, enfeitados com
vidrilhos tendo com pin^entes e sem elles.
Alamares pretos para basquines.
Novas e bonitas guarnices prtas para
ditas e vestidos.
Coques de bonitos moldes.
Enfeites de flores obra de bom gosto.
Pentes de tartaruga obras modernas, e
apurado gosto.
Pentes domados e praieados, moldes no-
vos e bonitos.
Bonitos e modernos galoes de seda, de
cores para vestidos.
Bicos de seda e guipure.
Leques, todo de madeperola e sndalo.
Ditos desndalo e seda.
Ditos pretos para luto.
Ditos de faia, os quaes
vistas.
Ditos todos de sndalo, e
fazera quatro
sndalo e seda
para meniDas.
Bonitas cestinhas
s a froco para
de marfim, e madrepe-
Caixinhas
com pastilbas de cheiro para
queimar-se em lugar
de incens.
Vendem-se na ra do Queimado ; loja de
m udezas n. 16.
PASTLHAS ODORIFUMANTES.
Essas cheirosas pastilbas s5o sempre
bordad
meninas.
Escovas de cabo
rola para dentes.
Abotoaduras bonitas para c'eles.
Brincos de correte de borracha, voltase
pulseiras de dito.
Aderecos pretos para loto.
E muitos outros objectos que sero pre-
sentes ao comprador (j,.- se dirigir a d;ta
loja d'Agaa branca a ra u'o Queimado n. 8.
Agora sil
Acabam-se as moscas.
Porque a aguia branca acaba de receber
porgao de papel mata mosca e continua
a vende-lo como dantes a iO rs, a folna.
compareci pois
servidos na loja
apreciaveis, e com especialidadenocorrente Queimado n. 8.
os pretendentes e serao
d'Agua branca roa do
mez, porque servem para perfumar os ora-
torios ou aliares em qus se resam ou cn-
taro louvavelmente o Mez Mariano, es-
tas vendem-se na loja da Aguia Branca:
ra do Queimado n. 8.
F

8.
de artificio da fabrica da estrada de Joao de Bar
ro^ da vinva HoBao, aprourielaria desta muito
con?eituada fabrica avisa ao respeitavel publico
qne em seu estabelecimeolo existe um completo
s.rtimeoto de logos para S. JjIo e S. Pedro e de
oa'.os ailigos concernentes a essa arte, as pessoas
pois qne qaizerem comprar destes objectos podem
dewar snas encommendas no armazem da bola
amarella nooito da secretaria da polica onde
qnvra nm portador que os vai buscar com a malor
presteza possivel.
lape Paulo Cordelro e Viajado
* toja de miudezas a ra do Queimd.i n. 16
reooeu nova remessa do rap Paulo Cordeiro '
Viajado, e continua a recetor orto os vaporespos6
NOVENAS
DE
N. S. do Carmo e Sant'Auna,
Esto a venda as novenas de N. S. do Car-
mo ed Senhora Sant'Anna; na ra do Impe-
rador n. 15 de'ronte deS. Francisco.
Nova remessa
De correnles de boracha.
A ag>:ia branca a rea do Que.'imdo n. 8
recebeu nova remessa das desejajas sorren-
tes pretaz de borracha, e continua a vende-
las como d'antes a 30 a vara.
AGUA FLORIDA
CIUB0.
Ferreira & Malheus. na ra da Cadeia do Re-
cite n. 62, venden; :
Couros de vitelh, deeavalij, de vaeea' de boi e
sola envernada, proprias para ra'gid.*, cober'.a
de carros ele., etc.
Agua mineral
ferroginesa, acidulada, gazeza e carbnica
ORK//.1.
O oso d'agua de Orma mui particularmente
reeommendadu pela escola de mtjicioa de Paris,
para todas as affecc5es do tubo digestivo, ingurgita-
ment das viceras abdomines, e feralmente todas
s molestias pro*eeaies de fr*queza orgnica, on
pobreza de saopoe.
OBPOSITO ESPECIAL
(34Roa Urja do Rosario34
rharacla de Bartholofea A c
BOTAS,
Notamente cDegada b Has russiaoM, perneras
rnelas peronras da melbor qoalMade que temor
\lo : no rTiszem dj vap-r ma Nova n. 7.
Utensilios typogrpiicos,
Acabam de ebegar de Franca e estSo a ven-
da na ra do Imperador n. 15 defronto de
S. Francisco: ricas escovas para lavar for-
mas, ditas para tirar provas, componidores
de diversas larguras mui modernos, tinta
para impresso fina, linbas e entrelinbas de
differentes qualidades e pontas. A mesma
casa continua a ter testamentos de differentes
animaes; e folbetos de Porcina, Magalona
etc., assim como cidade de Deus, Horas da
Semana Santa, .Manual Encyclopedico, Bipan-
sos, Caminhd do Co, Horas Portugueaas,
Marianas, imitacao de Christo, Escudo Admi-
ravel etc.
Novo rap
Loj i a ABrra Da ra larga do Raja-
ra a. 18 de Mainel Jos Lp
Irmo.
Receberam rap grosso a imltac do rancez
da fabrica de Meros & O, do qaal se vende bara-
:o, asim como de potras multas qualidades.
Ac de Milao
Nos armatens de Tasso Irmaos, em cuoneus de
4 arrobas. _________^____________
~arinha superior
Tpid para vender Antonio Luiz de Olive ira Aie
VfCo & C, oo Jen escriptorio, ma da Cruz n. 1.
MURRAY & LANMAN
A agua florida de Mnrray & Lanmacd
olhada como um artigo de perfume, nao
tem podido ser igualada pelas preparac5es
as mais custosas: conserva sen aroma, co-
mo se formasse parte da prenda a que ella
se ap plica.
Sua efficacia Ufo delicada, como elegan-
tes sao seos multiplicados usos, qttfir seja
8mpregada como artigo Je toocador, qur
no uso do banho, ou como suavisador da
pelle, depois que se tenba feito a barba;
j para limpar as gengivas cu aromatisar o
balito.
D suavidade, brilho e elasticidade as
compleicoes, depois de se haver lavado; l-
livia a irritacSo de erupces ordinarias; fez
desapparecer o desagradavel aspecto dos
pannos, das sardas, do rosto, rugas e teda a
casta de ebulices, e da vigor e frescura
parte onde quer que se applique. Sua efi-
ciencia e elegancia sao igualmente infalli-
veis nos casos em que seja preciso apptica-
!a como estimulante e antisptico, nos con-
cursos e assemblas numerosas, as loca-
lidades infeccionadas, na alcova de um en-
fermo, assim como um antidoto excelen-
te para os desmaios causados por cansaco
ou soffcacSo. Preparada nicamente por
Lanman 4 Kemp, Hova York, e a venda por
Caors & Barbosa.
Joo da C. Bravo & C.
A' venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo & C. e P. Maurer & C, e em todos os
estabelecimentospharmaceu'Jcos do imperio


""f ii jiii nwmmmammmmmmbubm
Url< 4c eruBbaea Quarla feira O 4c f ulh* de i&67.
TRATAMENTO do CHABI& m PARS
>^4^9 9f*>e^ln n,il tardes, 36, roa ,Vl-*l*ra t
AVISO AOS DOENTES. a:eK-,,,**",*,M, *
RA lMfe RA II \. $8
0 pfoprietano deste eatabeiecimoal deseja cqaro,M a atiendo dos sensores p;o-
pt ietarios para os acreditados nwchamsmoa que contina a cmecer ; os qua^s garaale.
ser como sempre. a metoor goalidade peaaivl:
Machinas de vapor
forca de um. cavallo. paga cima. As menosta sao mui proprias para motoree de dec**-
camentos de al^-wlo.; illas viaam\arm.adas;o podem trabalhar dentro de 84 horas, dpois
do, cttegareuiqo lugar. Ellas levara lado brecellentes. As machinas maiorea sSo proprias paca a moagena de canoa, e ha qeitas
qae'podem jauta e separadamente moer canna e de'cwo^ar. Ellas podem-se applicar a
qualquer moeoda j. existente sen), ootra, mudanca do qoe a substituto das rodas daalman-
arra, ha tambem com inunda juuta. Ellas teca depositas cPagaa e bpeko* de ferro, e (
nSo precisara para sen asseoia ment de obra alguma, quer- de- caiapiM,qu*) de alveoarta.,
O lempo para assenta-la? o5o excede de doze dias au jas, e em casos de mortes de api-1
maes oa arrombameatos de acudes, etc., garante-se o a3entamento emoito das. Todos |
estes vapores s5o simpHssimos na construyo, frseregem.por quilquer pessoa intligente,
i facilidade da conducco sendo especialmente considerada, taato queneba-laga.! eqe
a5 se possam conduzir, qor-por tetra, qur embarcado.
Lembra se aos seohores de ngenho que a venda dos aniaaaes eo ser viso da
gente occupado no seu-tralameoto 09 hJp de recuperar da maio.r. parte da. desbeza 4o.
vapor, deiiando-lhe6 a vaotagem de urna moagen certa e acoderada ; e acabaado.com a
despeza da compra continuada de aovos ammaes, e com os desgostos do trabalno'que se
tena com elles.
Ser taWei desnacessaiio iembrar aos compradores de vapores a vantagem que ibes
resulta de comprarem suas machinas garantidas em urna fabrica, tendo artistas compe-
tentes para. assenUr as,.m.esma3 8 ensinar a manera de trabalhar oom ellas, e j prepa-
radas para aremediar qualquer desarraajo; facilidades estas que jamis podem encos-
trar comprando as aos sinaplas negociante, os qoaes por falta de coobecimento na n|a-
teria nem se quer podem. garanti-los de que as machinas que venden Sejam oropnas ou
sulcientes para o tcabaloo em que se.queira emprega-las., e no caso de desastre nao pe-
dem prestar-Ins soccorro algun>; sendo que aioda quando veoham as fabricas paravcoo-
certar as machinas alheias, torna-se-ha preciso fezer repentinamente moldes oovos, etc.
-para as pecas estragadas- J numerosas vezes estes Tendedores tem representado seus
vapores como sendo de forca mui superior sua actual e verdadeira for$a; eqoiveeo
este que napvS engaa ao comprador acerca do trabalho que possa tirar do vapor, mas
tambem da lugar ao pagamento de um preco excessivo, vista da torca real da mchipe
que compram.
Tambem ha. .sempre prompto rodas d'agua de ferro, sarnhos com crozetas para, as
mesmas moendas de canna de todo o tamanho, rodas de espora e angulares, parns pu
joches para receber o caldo, crivos e portas de fornalha, taixas de ferro bado, fundido e
de cobre, formas de ferro galvaoisadas para purgar assuear, bombas simples e de repu-!
cuo, alambiques de ferio, eixose rodas de .carro, arados, grades, enehadas a cavalto e oa-!
tros instrumentos de agricultura, moinhos tornos para fazer farinha e finalmente todrj o1
obiecto de mechanismo de que se costuma precisar.
Na fabrica se fazem obras novas encommenda e concertos, com a maior presteza
e stiidez. O grande deposito de pecas e objectos babilitam-na moito para esta flra.
O proprietario ser sempre mui feliz de poder dar inforraaces ou esclarecinie^to
aos senhores qoe se servirem de seu prestimo.
D. W. Bowman. engerAeiri.

iPlil'Sis
l> Ar,S
tormutm U-
i tO, Cl>tDlt,
ItMfdtM, Moko
di Jo e nao estou curado? sei e abusci de "iim" grande
corar em 4 dias, e ettoa anda mais doentes.
de injecaom, xa*
HA MAIS 90 A1V1VOS *
oye curo radicalmente sera remanidas.-Corrimeno, Rciaxafdo do canal, Carr*o i* Ueeigm,
Ptrdat lemintei, comido primara a causa tirillenta inflammatoria d'ess Utmm muum,
com al|nm vidMi. de neu mpu^ativo bo sancci pan parar ess fettoe. Macar o
canal-e 1M terur a dar sua T4*fia ilau para acabar meuxcelleote XAKOPB AO. citkato de
rcmao et miuba hixcqa. A cura a radical, as scmbohes para os luxoa aacea, sefuem
o mesoo tntamejBtq. (Vejo-i a noticia txplicaika.)
40.000 DOENTES CURADOS
VtraaMr* traUnjento depuratiTe de aanase. Ai herpet a* ma emwMrcia*, .
pmtrido*, thntt, ckaaai e fftefi* >MaM, humores, e todas as deencas qae atterie a pama
jckaaai e i
do nano* sia "radas en poaco. lm*o. per' bku xakofk dpatito so salgue
ba.s uu* siuuiKAui, mlnhas filla dkj?
DATiAa e miulu ycwi)i-Airaiafa a
deposite de raen nedka-
(erloridade a fecal caobackla
Vfja-se a manein de traUr-ee. A neHeia que se da gratis oa deposita de raen nedka-
eteatenta tntaawnta ala eoatea erctri, ana snperloi
ao tan qae pean >~~
i ea apreseaUr tantas aUestacAes 4e cana.
Km farta. amwWaoaw e anier Cfeaala t por ccrrupouimtt*
ala ha

K Ittl
DE
IZEYDO 4fc FLORE
RA DA GADEIA N. 4?
Madapoldo do baldo.
Superior madapolao camiseiro que val 85 a 6.
Dito que val 7# a 5jJ.
Chitas do balan
Bonitas chitas cores fixas e panno fino a 3oo e 32o rs. o cuvado.
Baldes de canda.
Os mais modernos oales de arquinhos finos, que por isto se toraam recommen-
daveis ao bello sexo.
Ceroulas e caminas.
Ceroulas de bramante fraocezas a i&Qoo.
Camisas de pregis largas que valem 3,5 a 25
As meias inglezas do baldo-.-
Superiores meias cruas para homem que valm 9# a 7jJ.
Rou a feita, do baldo.
Sortimento de caigas, paletos, colletes de brim, panno fino de-casemira, tudo por
preco commodo. _
O BAIilO
onde muitos outros objectos e por insignificantissimos pegros.

INJECTION BRO
lltflllliHllg
PREPARARES FERREAS-MAHGANICAS
APPROVADAS PBU ACAnaiIIA D8 HBMCIRA
DE BRIID' BUISSON"
fasuccmica, ntida ptU icadtnia de lalciu fc hfii
6 eminente profeaaor TnovsstJATj, a ultima edicio da sen -Tncada peuta Maltr ineka, reconhet* cfae a ferruginosos simples sSo mwiaa
vea inefficazes para curar as moleatas qne teem por causa o empabreci ment
do sangne. Muitos atedeos dos maiarfisti netos attribuem esse m oex-Ho a aesttM,
n'essa* preparacoes, do mftnganete, qne se acba no sangae, como o tem reeoubecido
os chimicoa oa mais peritos, seapro Wimamenie unido cotf O ferro.
E' pea, prestar-s um vaedadeiro aervi aos S"' Mdicos, o ehamir-eeama atteoco
sobre a* preparaeCes seguintes.
PS forruAc mnffanipftfi itn* inmediatamente tmiifn, aewMada,
I ICUCT IUau|aillCw zaza, agndavei, anbsltumdo com vantagem
a eeonemia as aguas mineraes ferruginosas.
Plalas e Xarope k ioureto k ferro e de siaog aoese inal temis
ewttendo ead urna eioeo centigramos de iedureto de ferro manganico indicadas
particularmeate as majestias lymphaticas, escrofulosas, e oes citadas een-
croaas e lutae re alosas.
trines de ltalo de ferro e de manganeso j SffASSffS
4o Pullas b alternar esta* dw peeparaces di os melhores ressludo.
O S* Isrin do Buisson desejindo obter a adbeaio completa do publica medko a
erei dp valor de sota pieparacoes, previ* qte elle u pd* gratuiumente a toa
dispoaicfc), dirfndo-u; |
No Ptnumbuco, a seu agente gen), Mauro? O, ptearmacestic** ra* H.
mwv*iiMMh***Liu
Vapores.
VMde-seom cas de Saaaders Brothers & C.
ao la.rgo do Corpo Santo n, 11. vapores patate?
oom.todoso*.peren<:es proprio Pjir; ier mprar
tre on quatro maehioM para descarocar algoaao.
Aos agricaltorc
Saaaders Brothers O. acaba de rpceber da
tiverpool vapores de forc de 3 a i caaallos com
todos os pertenece, e mol proprios para faxer mo-
ver macbiaas de descarocar algodo, poden*) cad
vapor trbalbar ate com UO serras, tambem ser-
vem para enfardar algodo on para outro ^uatoer
servico em qaa usam trabalhar com animaos. Os
mesmos tambem tem a venda machinas america-
nas de 35 a 40 serras: os pretendite dirljam-
se ao largo do Corpo Santo n. 11- ^^__^_
Yerdadeiros
Collares Royer
Electro Magnticos Anodino
Ou Collares Anodinos, para acililar a den-
tic5o das criangas contra as convulaoes
das mesmas, a estes collares nos escuzado
fazer qualquer recommendaglo, visto a
grande utilidade que tem produzido quelles
pais que os tem applicado em taes circom-
stancias pos nos parece que n5o havera um
s pai ou mii qoe por este meto nSo quei-
ra pdr termo a taes soffrimentos de seus
filhtnhos visto ser um mal que tanto os
jflagella, pois a estes collares acompanha um
'folheto que ensina como se deve applicar, e
'vende-se* na loja do. Gallo Vigilante, ru*
do Crespo d. 7, pelo preco de 41000, 5*
e 60000. _____________m________
Loja do Gallo Vigilante
DE
Gaimaraes k Freitas
HA DO CRESPO N. 7.
Francisco Jos Germann
[RA NOVA N. 21,
acaba d# receber um lindo e magnifico wr-
timento de oculos, lunetos, binculos, do ul-
timo e mal .apurado gosto dt Eurofra 'i Oflo
los de alcance para observares e para o
martimos. ._____________
RIVAL
Hundo (melMifdo 4, leja *
mlndrzas
Dft .. ..
Jos Bigoumno
Carriteis de retaos'de lodae as cojas a 80 rs.
Frascos d'agaa de Colonia muito soperior a 500 rs.
Frascos de o'eo moite fino a 500 rs.
Baralhos francezes mnito finos a 160 rs.
Pecw tranca branca de caracol a 60 rs.
Dnsta de tesooras p^juena a 480 r=.
Fraseos d'agaa para liropar denles a 500 rs.
Caixas com colzeles (raocezes a 40 rs.
Redes pretas lisas para segurar esbelto a 320 rs.
Daiias de peonas de ao moila Otra* a 60 rs.
Caixas da liona do gaz de 30 noveUo a 609 rs.
dem de palitos de segaran;a a 20 rs.
Lencos de cassa com barra a tCO rs.
Dlnia de facas e garfos de cabo prelo a 3600.
Garrafas dB agua Florida verdadeira i*O0O
Babadns do Porto de todas as largaras e todos c*
Sylibarlos com estampas pava mentaes a"3lO r;
Memento da roopa de lavar a 100 rs.
Dazias de meias multo Ocas para seehore ai 00
Agalbas francezas a balao (panel) a 60 rs.
Pares de sapatos de tranca e tapete a i00.
Pecas de fitas* de lia de todas as edres a 5tO ;
Grozas de botoesde porcelana prateados a 10C.< j
Os donos destebem conhecido estabeleci-,
montn tam a hnnra rlp avisar an rpneitavel C31"8 coa> loMltes Iranceze a 80 rs.
ment, tem a nonra ae avisar ao ".peiiayei ^^ publico, e com especialidades aos seus nu- Resma de paDe, de ff*-fe braM0 |is0 a ^
merosos freguezes, que acabam de receber Frasco com soperior linti a 100 rs.
um completo sortimento de objectos de mni- Grosas de pbospboros de gaz a 2#ooo
to gosto e de completa novidade peste mer- Jj^ ^^Vw^SS Sb"
cado e que os tendo recebido em direitura, os ^m de superior linha do gaz com 50 noveUoi
poder3o vender por menos que outro qual-' 700 rs.
Taeres para meninos a 240 rs.
leques de madreperola ?asso com superiores-gracopos a 308._
Vende-se na pharmicia de P. MMNer & C, ra Nova.

? LOJA DE FUEMUtS DE AUGUSTO POBTO A C.
11Ra do Queimado11
Angosto Porto AC acabam de receber- da Europa superiores cortes de seda de ceres para
bailes e casamentos.
Ricos corles de b!onJ era uuota e capaila para noivas.
Cortinados bordados para cinvis de nw e aaellas de 1f\ 80$ ctda am.
Colxas de seda e oarrarde Ida e seda o qae ha de rrwlhor para eamis de noivas.
Totrihintm de croch par-eadeiras e sofi=, es a saltana p*ra senhira,, camisinhas
coro mangu-.los bordados e lindos encluvaes para baptizados, e ba'S de rnusselina e de arcos para
senboras e meninas.
Lavas de pellica para horam e saahorase *u jerioras chapis de sjl de udas as qualidades.
Laa para vestidos baratissima bjnitoi paljro^s > coado a SSO.
Tapetes grandes pira sof, dito* pira tfwd, oltos p^ra orat e peqa^m? pira portas e JaneHas.
Moir branco e prelo superior pwa vesto- da linios d^seoh><, srosdioaple de lodas as cores
seda de quadrinbos. carpbraias brancas di oiuitis qnlidilaz, ditis de or'es e lindas parales.
Basqomes de seda preta ultima mol: ontkn retxilii di guionr*. vanie se bwato.
Camisas para homens rrancezaso inglezas da !lnh j e da algilai tiuas saroaUs da lioho su -
periores.
Capas de borracha, sobretodos a peraeirAs as melhores e imis elegantes.
Malas grandes para viagen?, ditas i>equana.s e saceos de tapeta e conrj.
Bramante branco de 4 larguras a 2J500 a vara, paooos pretos e ames, casemiras pretas e de
cores todo bora e barato.
Neste estabelecimenlo basempre um completo sortimento de boas fendas tanto para a praca
como para o centro da provincia e superiores objectos proprios para caamantos como sajam capellas,
manus, vestidos de blonda e de moir branco, cortioao*, colchas, vendendosa tai.) mais barato e
tambem as melhores
Esteiras e alcatifas para forrar silas.
11 Bita lo Inclinado 11
O ARMAZEM DE MOLHADOS
INTITULADO

Situada aas Cinco Poata
H.
quer.
Requissimos
branca.
Requissimos leques de madreperola preta.
Lindos leques de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Leques de taias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lindos port-bouquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentos e bailes.
Lindos cintos para senhoras com fl ellas
e fivellas de differentes qualidades e gosto.
Requissimos enfeites corn^ coques e sem
elle.
Luvas dejouvin. inte'tramente nova?, brao-
cas^ pretas e de cores.
" Luvas de seda, do daescucia, algodo e de
outras qualidades para senhora e homem.
Lindas trancas pretas e de cores c >m ve-
drilho e sem elle, assira como lindissimas
guarnieses para enfeitar basquines e botoes-
para os mesmos.
Lindas touquinhas e sapatinhos ricamen-
te enfeitados proprios para baptizados.
Meias de seda para o mesmo fim. .
Rengallinha para meninos.
Linios peotes de tartaruga,massa e outras
muitas qualidades.
Muito boas esco-as para deotes, chapeos-
roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes.
Superior liaras para crochet.
Agualda, para o mesmo flm.
Lindos agulheiros e deiar de madrepero-
la emarfim, assim coaio de metal.
Lindas guarnieses de botoes, para colets,
puhos e colerinhos.
Ricas capellas para noivas.
Meias de seda para senhoras.
Superior thesouras para unhas. costura,
cortar cabello, etc., etc.
Finas Davalhas cabo de tartarnga, marfim
e outras quididades.
Suspensorios de seda para homem.
Ditos de algodSo para homem e meninos.
Requissimas caixas com msica contendo
o necessario para costura, proprias para um
' delicado presente.
Requissimos livrinhos para missa.
Lindos indispensaveis para meninas das
escolas.
Finos aderecos pretos para luto.
Grande sortimento de finas perfumaras
dos melhores fabricantes at hoje conhe-
cidos.
E muitos outros objectos que impossivel
seria menciona-los e que se encontrarao na
loja do Vigilante, roa do Crespo n. 7.
6rosas de pennas de ac muito finas a 320 rs.
Bonets para meo i dos a i.
Pentes com costa de metal a 40 r.
Realejos para meninos a 100 rs.
rutea lafaJUvel e PreeerTaMva, akettaUaMMo mi* que can Md naahu Udiro. Veudt-w
ucipac boiieai n*V (Kxle* e Mneeee e wm\. {**** m eMBaeta4 falte, es eeaa
-. :Jyst'
'...: pricdpaei _
< laiait tialeaii
Yende-se na BoticalFranceza ra Nova n. 25.
B
Ji o Cu i:- SD o 3
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i
tnv.ttJi o
l' ilos os
r.i;idae
Toma a subida honra de chamar a attenco dos amantes m ecti uva [tara i ;eu
bello sortimento de novos e apetitosos gneros.
As Duas Americas muito se apraz em receber em qinlqu^r ile sens
Viado Rraoco, fazeodo-lhe as devidas coriezias em prosa e verso e em .lando
esforcos paravcongratular-se com elle o melhor possivel, dsejando-1 he sempre
brilbante carreira.
Alerta grita o Baliza
Quem que junto a raim pisa ?
Eis-me aqu lindo Vwdo,
Jomo sempre em boa lu**,
Saudandq-te como ordeno
A lealdaeJe-amigo. **
Res. onde a> Duas Americas
Com carcter puro e franco :
Sou'eu q.ue venho taudar
Ao lindo'Veado Brancu.
a occa^i
|if.ivi!d i
As ju.h .iuicric.~s a,T veili
gnezes que u sen uranije ar:a,'i'm a^ii.i-s
riasprc:i'S para as fotw de Sr,i. Ani iiiio, s. lifiitq .S;
ingleza e ira >'/,<. anjtJ'^inai, sm'w o om/ns mu i>< en r>i
AsL-ua^ Americas peJe que ihe pjupem o desgosio de seu chefe maadi. por
bandeira a meio pao com o pedido de =fiado! !=
pa a av!..,r
e um Im'I'h
--s -Hii- .' v. v. is frp-
<9
CALLOS
VEHDADIRO LE HOY
te llCItaT, Destear-He Ru de Seine, 51, A PARS.
Baajeaaa^ajaaaaaaaaiaaaaaeaBaai i> i iim
KlDfjili svraf, i. svrt : r.Mfcv n '"l J.-l
que li'*i o inri i m-(,, mu m U}i>\ Uuti&&w *.- imim
rellurum o : ilm lu Ksut on e. ,. ...!,,-. ,,
.V, /( ,u

D0CTl'R-w >EW
v ET PHHMjVCIE"
Deposito na pbarmacia
C em Pernambuco.
d. ^ ..
i i \ /.-.. j
ti .-. > ,1.1
Baiv,r .:-, i ...
de P. Mauret a
FAB \mn DE OlNAHfiNTOS DE IGHEJA
Ba do Imperador N. 23,
Defronte de S. Francisco, le andar.
Acaba de receber de Paris um rico sortimento de ornamentos e objectos de
bronze, prateados e dourados, proprios de igrejas e capellas, taes qoe candelabros,
casticaes, custodias, turbulos, lampadas e cruzes de diversos gostos e tamanhos. Os
pregos desses gneros sao commodos, e devem ser aproveitados.
DEPOSITO GER\L
do assmar crystalisado da fabrim a vapor da
pouoaQao do Monteiro
96 Ce 29 de Xovembw n. 26
0 novo propfteUfia dete graade fstabelecimeot convida-ao respeitavel publico,
que so acha>e novo fcnecianando fanjjca do Monteiro, e que no estabelecimento cima
encontrarao-sempre um sortimento de acucar crystalisado em pans e ralado que se ven-
der nao al a varejo (isto^ de meta roba para cima) como por atacado para fora da
provincia. ----*#1r* ^SJSSfc ^KkWBM
PomadaGalopeanpara a extraccao e cura r-
pida e completa dos; callos duros, sem a menor dor,
vende se Da
phaimacia e drogara
DB
Barthotoafteu 4 Caapaahia.
34 -BA LARGADO RQSAB10-3
Udco deposito.
Uollares Royer magnticos
ledalhas e pikeim magueikw:-
A Agnia Brasea reaenea nova remeaeit dos pro*
vellosos collares Royer magnticos, ja sommamen.
te eonhfoldp pm preservar as coQval6$S e,acU
litar a denticao iras crlanga.
Com esses otel8eoliaN elecanicaa naneltcos
taiibem nao jkvjwuus qoanlWdes de, m^da^a^.
e pulseu^s elctricas magpelicas coja utilidade
tem sido aproveitad.a p^r qom soBre de. nervoso
nylocondico, tremores tis maos etc.
Assim como os collares Royer eslo geralmenle
conhecidos acreditados pelos eflJeazes effeitos e
bons resollados que tem CQlbido as pessoas que
delles lem nsado ; assiin tambem ebegaram a ga-
nhar to alia repulagao essas apreejaveis medalbas
e pulseiras magnticas, ama vei qoe o aso della
fr se estendendo a todos qu deltas necessitem. A
Agula Branca contina a receber por todos os va-
pores francezes ama determinada qontidade des.-
ses sempre preciaos e eslimados collares Royer
magnticos e por Isso fique na lembranca de todos
qae os acbaro constantemente em dita loja da
Agnia Branca, roa do Queimado,n. 8.
"Xarop e pasta de Seiva
DO
Pineiro martimo
DB
1^ Lagasse
Preparares mal preconi?ada pelos sabios mdi-
cos de Paris, com as melhores at hoja diseoberla
Sara a cura certa de todas as molestias do peito,
ronebites agudos e brmeos, astbaa e aioda da
aJTeccoes das vas orinarlas.
DIPOSITO KSPSCIAL
34Raa larga do 'JsarU34
Pharmacia de Bartholomeu ?* c.
Batatas a 600 rs. o gi^o
em libras a 40 rs a|e|top,is nox^s, a 800 rs. a ai:
crela : a' rna das Grates, armai m da porta
larga n. 41 A.
XAROPE DEPURATIVO
DE CASCA DE LARANJA^5 AltfARGAS
COM IODURETO DE P0TASS10
DE
JP. Laroze.
pharmaceutlcoem Paris
Oioduretodepotassio um verdadeiro al-
terante, um depurador de incontestavel effi-
cacia; combinado com o xarope de casca de
laranjas ^margas, aturado sem pertubacao
alguma pelos temperamentos os mais fracos.
sem alterar as funecoes do estomago. As do-
se- mathematicas que elle conten* permittem
aos mdicos de receital-n para todas as cem-
pleicoes, as aflecgoes escrofulosas, tubercu-
losas, cancerosas e nos accidentes Lntermit-
tentes e terceiros; alm d'isso, o agente o
maispodt'roso coptraas doengas rheumaticas.
Deposito em todas as pharmaciss e casas de
drogaras no Brasil.
Expedices, em casa de J. P. Laroze, ru
des Lions-St-Paol, 2, Paris.
A' venda na pharmacia de P. Maurer &.
C.a, ra Nova n. 25.

Rotondas
Veadem.-S.rotp.nias de Bl
ecto n. 26, a 2000.
="
mecto
na ra do Livr;*
Paris, 36, Ra Vivienne, D-
CHABLL' MLtCiM SPCIAL
DAS {.NFERMIDDA'S fJS'"SEXUAES", AS'AFFKC-'
COES CUTNEAS, E ALTERAQOES DO SANGUB.
30,00e cuwtlHiw/ien*,
puttulds, herpes, sarna,
itrhitoet, acrimonia, e at-
\1er,co*,vieQtAdosangw,.
__vsnia, e alleracoet do *a-.
gal (Xarope vegetal seo eecario). D<-|>urativaa
voceUM-a BAMMeM. MV1kMH~.*Mm*<*fi otos
por *nwu. eeguiftdo o traconento Depurativo.- ii.
emnrp.zido Das mermas molpslia*.
UtPK/Vlir
.ii. SANG
PLUS DE
COPAHU
Sirop du
orFORGET
Vndese um escravode meia idade, robus-
to, de boa conducta e proprio para qualquer *er
vqo : a ver e tratar QA traversa do drloca n. a
caes do Ramo?,
ropeCitractode ferro
i de CHABI.E, caraimmedia-
lamente qualquer puro cao,
relaxacao, e debilidade, e
igualmente os fluxos e flor*
branca* das mulheres. Esta injeccao benigna env
prega-se con o Xarope de Citracto de Ferro.
Heaaorroidaa. Pomada qae u cura em tres dita.
POMADA ANTIHERPETtCA
Centra: as affeccoes cutnea* t comixoes.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
do'Calata, cada frasee val accempahado de **
AVISO AOS SRS. MDICOS.
Cora emlTThot, loue*
cequelucku, imlacot*
nervosa* es do* bron-
chie* toiai ai doencat
de p'ft>-basta ao doenta
urna colhe rebdea ueste xarepe D- Foscet.
Dr. CHalLS em Pars, rai VI vleane, av
A venda na pharmacia de P. Maurer o
e C, en Pernambuco.
Gbegoa ao antigo deposito de, He.nry Porster &
d, rna do Imperador, om carregaroento de gaz de
primeira qnaffdade.o qol se vende em partidas e
t retalbo por menos prego do qoe en ootr* qual
mer parte.
Vende-se ou permata-sepbrnm $,
o engenho Marianna", cito na fregnezta de
Serinhem, bom d'agua, e urna legua do
porto de embarque : tratar com Leal A
lrm3o, na ra da Cadeia do Hecife n. 56,




* la re rfe PeruambROO .arta felra IO de Jnlho c 1867.
J

/*




!

.
*

1
I
V&lfe %% %\&%WM
FH4BH4CI4
DE
Vapores de forca de 3 a 4 cavllos.
Serras avolsas para machinas.
Mancaos e todos os hus perteoces para as
mesmas.
Joaquim de Almeida tinto
A jurubba contra o ingorgi-
tamento do figado e do bacom
Km extracto aleeollco, emplas-
tro, oleo, tintara, plalas,
xarope e vlntao
A jurubba urna das substancias medi-
camentosas que perteocem ao reino vege- Carros de m5o para aterro,
tal, e pertenee a claree dos tnicos e desobs-.! Cylindro para padarias.
truentes, sendo empregada com vantagem Debulhadores para milho.
contra as febres intermitentes acompafehadas Arados tmericsiias.
deeogo gitamen.o de figado ede baco. Ella (arrinbos proprios para armazens.
tem sido applicada com incoatestavel pro- Moiohos para refinado,
veito contra a anemia ou chlorose, e hydro- Idea para m'lho.
phesia, catharro da bexiga, e mesmo para Escadas de madeira americanas,
combater a mensiruacao difficil, resultante
da mesma auemia ou chlorose.
Depsitos geracs
Em Pernambuco, ra larga do Rosario
n. 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
Deurado, Rio Grande io Sol, em casa dos
Srs, Casc5o Claudino, no Havre, pharmacia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, na pharmacia do Sr. Feij.
tondaft^in0!?^6 sortimeoto das melhores machinas, ameroaoas para descan-oco
etta mU0 ^g'uintef' H' 2' 22' 3' 30>35' 40 e 50 osSelecimento
Azeite de espermacete propria para machi-
nas.
GAMA Os propietarios deste grande estabelecimento acabam de receber da Earopa um
grande sortimento das melhores fazendas de Ha, linho, algodo e seda, as quaes vendem
por precos baratissimos, afim de apararem dinheiro, dando de todas ellas amostras,
detxando ftear om petftior ou mandam-tras letar em casa das Exmas. familias pelos seus
caxeros, assim como as pessoas que negociam em peqoena escala, ne*le estabelecimen-
to compraro pelos mesmos precos qoe se compran as casas inglezas, ganhando-se
apenas o descont.
Caixas com vidro sortMos.
de todas as qualidades.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para engommar a vapor.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e oestas de vergoinha.
Guarda comidas.
Penetras drame para padarias e refinacSes-
Gorrentes para almanjarra.
Machados e facoes amer canos.
Barricas com milho 'braneo americano.
4TTm!\0
No a.mazem de fazendas
de
NOVIDAD
COPortolGr
la
ra do Cre-po n, 9 A. esquina
Custodio Jos Alvo'(tatai.'faft
Tendo recebido em direitura pelo vapor fraocez Estremaiure, um variadissimo
oelkO,rua aO (Juei- sortimento de fazendas finas e da ultima moda em Paria, oaproiMiano-se m 19 is- ,o3o> s- P?.06 Sant'Asna, por isso apressa-se em vir convidar o respeitavel publico,
ecom especialidade aos seus numerosos fregueses, que venliam ve* o que ha.de mais
moderno neste mercado. Como sejam:
GRANDE SORTIMENTO
DI
FAZENDAS BARATAS
NA
LOJA E ARMAZBM
do
Roa 4a taperatrlz n. 6b
SE
Sant
nvado
Bou e barato
Cambraia de cores matisadas finissimas a
800 a vara.
dem brancas transparente finas de 40,
50, U, 70, 80 e 80500 a peca.
para vestido
pelos
.-Baloes de arcos para senhora a 20500.
Id-m de arcos de cores-a 30500. corle dem ue arcos braacos nesgados a 30 e ptos e rjt0 com
30500.
dem de mursulina a 50.
dem de mursulina para meninas a 30 e
30500.
dem de arcos para meninss 10680 e 20.!
Cambraia de salpicos branca a 40500 a
peca com 8 1/2 varas. |
dem admascada para cortinado a 120 a'
peca com 20 varas.
Riquissimos cortes de seda
a5O5,6O0, 700, 800, e 900.
Lindos coutes de foulard de seda,
baratissimos presos ie 250, 300 e 350.
Cortes de blond para noiva, trazendo cada \ no nmadoil
Orgaody ir&aM
i pequeo toque a 400; Dito de urna scor e com listas James-
Ditas de algodo de difireme:, qualida-
des e prego para homem, senhora e criancas.
Luvas de todas as qualidades.
JYadapoIio franco* 6 500.
Moireaotique branco, azul e preto.
Seda branca para vestidos denoivas.
Grosd .aples de todas as cores.
Riquissimas barquines de seda preta, bor-
dadas com gosto.
Lindos cortes de 15a com barra e de ulti-
ma moda tendo cada corte o seu fi^uriae.
Ri^uisimos cortes de vizita, la Gom lis-
Idem para forro a 30 a peca com 10 jar-' ts de |-a ^n s&sMo> 8sla fazenda re_
*.**-* a* ra com-nenda-se muito por ser imeiramente
Retondes de f.l a 60. novidade
? ICS h ha!'hr9a,ne finn, .nn Dik da mesmaqualidade porm em pecas.
*!"$& camb,:an,abrancos fioos a W*00' Requissimo transparent de^eda para ves-
20e205OOadHz.a. ;tido de senhoras-tambem novtdade.
JSITjSk^ U Riquissimas gravatinhas para senhora.
j/jou a auza. Ditos cortes de barege e de lia para ves-i
Cambraia de linho muito fina de 60 e 00 a tdos_ 6 F
vara. |
Madapoies finos de 70, 80, 90,100,410
e 120 a peca.
dem enfestado muito fino a 90 a peca
com 20 varas.
Platilha de algodSo superior fazenda para
saias a 30200 a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas da India, muito grande
a 20600,
Lences de hamburgo fino a 20400.
dem de bramante a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Guardanapos de linho adamascados a...
30500 a duzia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmos j
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linlw com 7 1/2 pal-
mos de largura a 30 a vara.
dem trancado de algod5o a 10500 a vara.
AlgodSo enfestado com a mesma largura
a 10100 a vara.
Lindas chapellinas de seda para senhoras.
Ditas ditas desdita para meninas.
Chapeos de pallia para senhoras.
Riquissimos chapeos de sol parsitas.
Requissimos enfeites com coque e sacata-
inteiramente novidade.
Riquissimos leques de madreperola.
Ditos ditos de sndalo.
Luvas de Jonvin preta, branca e de cores.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Riquis?imcs manteletes de cores, inteira-
meole novidade.
Riquissimos cintos para senhoras.
Riquissimas fivellas para ciatos.
Riquissimas cobertas de ponto de crochet
Meias d laias para padres.
Ditas de la para padres.
Ditas de seda para senhoras.
Ditas de dita para creancas.
ma cor.
Chapeos de seda pwa honsem.
Ditos de pbantasia para homem.
Casemira preta milit fina. .
Ditas de cores inteiramente novidades.
- Chapeos deso com lindos cstes.
Toalbas de labyrintho muito ricas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos lencos de tito.
Rendas, ticos da erra e grades para lencos.
Urna roquissima toalh.i toda aberta de la-
byrintho o que ha de melbor neste genero.
Peitos de Moho bordad s para cambas de
noivos.
Cullarinhoj de linho inteiramente novi-
dade. .
Pannos e goliinhfls para senhora.
Riquissimas s-.ias bordadas.
Riquissions camisinhas para seahora.
Cassas muito finas e iuteiramete novida-
des.
Riquissimos veos e mantas de blond.
Ditos chales de toquim.
Fil de liafao, liso e de salpicos.
Fil de seda, dito e de ditos. f
Espartilhos para senhora inteiramente no-
vidade.
Lindos bal&es de la para seahora,
Ditos de dita para menmis.
Ditos de muculina para senhora.
Riquissimas vcsiiaienias para haplisados
contendo, ohapeosiirlio, sapaiiobo, meiasinba
o camisinlia ricamente bordadas.
Caeiros bordados muito finos.
Um ric> leoc^il de labyritho, proprio para
casamento.
Chitas, cambraia?, madapofoes e muitos
outros objectos, que se deisa de mencionar.
O dono deste importantissirao estabelecimento coatiwia nos proposito de-que-
Toalhas alcochoadasdenho a 110 a duzia.' rer vender muito e ganhar pouco, para o que sugeita-se a ganhar nicamente o descont.
dem com pello a 130'e 140 a duzia.
Fil de tnho liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 900 a vara.
Grosdenaple preto superior de 10800,
20 e 20500 o covado.
Morantique preto superior a 20800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 o covado.
dem branca a 600 o covado.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 20500 a vara.
dem de linho com 5 palmos a 10200 a
vara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Assim como ostras mnitas fazendas que
se vende por meaos que em outra qualquer
parte, e d-e amostras de ludo,
Boias
Vende-se na fundilo da Aurora em Santo
JB-m*', lL
Lourenco Pereira Meudes Guimarcs.
ProprTetario das lojas e armazens da
Arara, ra da mperatriz
ns. 56-e 72.
Tendo recebido pelos ltimos vapores da
Europa diversas qualidades de fazendas do
qoe faz ver ao respeitavel publico, vende
| barato s afim de aparar dinhoiro, como
nenhom outro.
Attegao*
Chitas a 160 r o covado
Vedem-se chitas em retalho a 160 w. o
covado.
Ditas em peca a 200 rs. o covado: raa
Amaro, 2 horas de folha de ferro de 3(8,
grossura, com futido semispherico e altura da mperatriz lojas da Arara ns. 5b e 72.
cnico, teudo 18 1|2 palmos de alto e 6 3|4 Panno preto fino a 10600.
ditos de dimetro coa olhaes manilhas e 2 Vende-se panno fino preto Pracalca
balas de ferro fundido para amarracao, etc palitots a 10600, 20, 20500 e 30000 o co-
armaiem
travessa da Mafe de Dos n. 14.
lenediM 4 Dr. J. C. iyer, ex-leat*
daCaiversidadede peasylvania, as
Estados-Unidas.
Bxlraoto composto de salsa-par
rllha de A.yer.
Peitoral de cer,ja.
Remedio parasezea.
Plala* eatnarticas.
O deposito oeatral para *s nrotincias
Pernambuco, lagoas, Parabyba e Rio-
Grande do Norte, destes remedios tio fa-
da Arara, as. 56 e T2.
MOZAMBIQUE A 400 RS.
Vende-se urna aova fazenda com palmas
de seda por nome mocambiqoe para vesti-
dos de senhora 400 rs. o covado: ra da
Imperakriz lojas ps. 56 e 72.
Baldes a 20000.
Vende-se baloes de arcos de lodos os l-
mannos a 20, W-6 3*oC0: raa da mpera-
triz lojas da Arara a 56 e 72.
L5azinbas a 200 o covado.
160, 180, 200, 250, do ultimo gosto : ra
da mperatriz ns. '56 e 72.
MadapolSo de 24 jardas a 40000.
Vende-se pecas demadapolao com 24 jar-
das a 40, 50, 60, 70, 0-e 100000: por
estes precos s na Arara ns. 56 e 72.
Algodaosinho a 30 i peca.
Vende-se pecas de algodaosinho a 30, 40,
50, 60 e 70000 o mais barato'que se pode
vender: na ra da mperatriz ns. 56 e 72.
Cotila e castor para calcas a 800 o
eorte.
Vende-se cortes de cotim e castor para
calcas de homem a 800 e 10, ditos de brim a
108O e 10600, ditos de brim pardo liso a
10200 e 14409: ra da mperatriz lojas da
Arara as. 56 e 72. ,
Bareje com listas a 32o.
Vend-se bareje com listas para vestidos
de senhora a 280 e 320 o covado.
Lasinha escocesa a 280.
Vende-se laasinhas escocezas para vestidos
de senhora a 280, 32j. e400 o covado: ra
da mperatriz loja e armaiem da Arana as.
56 e 72.
Roupa feita naoioal.
Veirae-se pa'fitots rJe panno fino, saceos
fraques, a 50, 60, 80 e 100; ditos de
casimira de corea a 40, 50, 60, 80 e 100 ;
coletes de casimira a 30, 30500; calcas de
voravelmeate conheerdos e acolhidos
(odas as partes da America do Sul e do 72.
Norte, aebase em casa de Tbeod (Dbriav
ttaasea, 16 raa do Trapiche en
Peraatabuoo.
Os precos de
330 por duzia de estracto de aaisa-parrha
270 por duzia de peitoral de cereja.
270 por duzia de remedio para sez5es.
70 por dnzia de pilulas catharticas
se eatedem dladaeiro vista, coa
o descont de 5 por cento em quaatidadei
de 6 a 12 duzias, e de 10 por cento em
(juandades superiores a 12 duzias.
Vende-se laajnbas para vestidos de se- brim .pardo af0flO,^J; ditas brancas de
nhora a 200, 240, 280, 320, 400 rs. o oh,linho,a 30500 e 40; cerotrias a 10, 106OO
eovado: s na ra da Imperan as. 56
Chitas francezas finas a 240.
Vende-se chitas francezas largas a 240,
280. e 320 o covado: ra da Impacalrix
lojas da Arara n. 56 e 72.
Chales de merm a 20ooo.
Vende-se chales de mirin estampadas a
20, 20500; ditos de 15a a'ltWoO, ditos de
phantasia a 10000 : ra da mperatriz lojas
da Ar^ra o, 56 e 72.
Basquinas a 140000.
Veade-se basquinas ou casaquiahos de
Grosdeaapoles prelo para senhora a 140,
e 20; calcas de castor a 10280 e 14600.
Palitots de alpaca branca e de cores a 40,
40500. e pretos- a 30, StlBOO-e 40. Palitots
de brim a 20, 20500: ra da mperatriz
B8.-56 e 72.
Cobertas de chita da Arara.
Vende-se cobertas de chita a 10800, 0,
20500; ditas de damasco a 40; ditos de
fastlo a 60 e 60500: ra da Imieratriz lo-
jas da Arara os 56 e 72.
Vende-se bramantes para lences a 20800
e 20803 o covado ; e muitos outros objectos
que seria enfadonho mencionar.
Ra da mperatriz ns. 56 e 72,
fiasemiras pitias entestadas a 1 Gao.
N loja do Pavo *ende-se superior casemir
enfesiada prela para caifas e paletos p9to barato
preco de l90O o covtfc oa a 20800 cada c rte
de c?lca, dita moito mais Boa, covado a 5200
oa o corte a 35500, ditas miMto finas sn serem
entestadas a tjHJO, 2po90 e 2030 cada ovado :
oa Toja e armaiem do'Pavo na roa da mperatriz
n. 60 de Gama & Silva.
As casemiras do Pavao corte a 30500.
Veodem-se benilos cenes de casemiras de coces
escaras proprios p; ra o trmpo do ioveww), palo
barato preco de 36'0, ou o covado a 24000, gen-
io eBettad-, assim como bonitas gotas casemi-
ras escuras com meset de seda a 640 rs. o covado,
oa 2)240 o eorte de calca, sendo fazenda-ate muito
copela par us metios que trequeotam a escala,
isto na loja e armazem do Pavao-ua ruae* mpe-
ratriz a. 60, de Gama -Silva.
Geleiias Bar saias
s na toja rfo pavo.
Vendem-se peges de celezu de algodo, setKto
achamataaea e muito pfopria para saias ou ootra
qoalqoer especie de roopa branca, pelo barato pre-
go de 4OC0 rs. a peca com !0 raras, ou retama-se
a 440 rs. a /ara : na loja e armazem do Pavo;
ra da I-ttperatriz n. r>0. de Gama & Silva.
SAIAS ECONMICAS A 3^260.
S ua loja da avao.
Chepon um grande sortimento destas aovas saias
escaras proprlas para templo de mverao or evita-
rm que as srias blancas cjih que araaaenavra
vae cumptisia.iwo se uje de lama ao neeaao (am-
po sao mnito bonitas por.4erm Unds barras camo
senas uliimamenle na Europa e veodem-se peto
barato preco de 3200 cada u a, na loja e armazm
do Pavao, ra da.Ivporeiriz,o. 60 de Gansa-4 Sil-
va.
Espax'tiiHios.
Veodem-se majioifieos espartilhos franceses e
inglezes na loja e armazem do Pavao, na ra da
mperatriz n. 60. de Gania a Silva.
PANNOS BE tttOOHG'.
Vende-se um grande sortiatemo dos mais boni
tes pannos de ebrochs proprios para cadeiras, so-
phas, cadeiras de bataneo, para atrcofadise para
ce brir presrntts, e vmfiera-se por precos baratos
naioja e-armaiem do PsrvSo, ma 8a mperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
FAZENDAS PARA LUTO.
Loja Venf e-se sem da Cbina preto sendo urna fa-
zenda muito leve e sem I ostro com 6 palmes de
largor proprio para TestMos e roopas pera too-
j mem pelo barati preeo de 2,5000 o rovado mri-
prieto ofertado muito bem a t#600, superiores
{ bomtaznas prctas a 1*800, U&00 e 20000 as. o
' covado, soperinr oantao a Ifi'-O, lanzluha preta
! lisa a 4C0 eSOOrs. o covado, um grande sorti-
mento de alpacas e prineezas pretas que se ven-
dem mais Paralo que em outra qualquer parte, na
loja e armazem do Pavc, raa d mperatriz^ n
0,efl Gama & Silva.
Bramante de linho.
Vende-se soperlor bramante de linno com dez
palmos de largura pelos baratos precos de 2**00,
2*600 e 2*800 a vara, superior panno de linho
prtori para leecfs, toalhas e serecrlas, pe-
lolarato preco de 6*0, 700 e 00 rs. a vara, pe-
gas de Harbnrgo-de Hubo moito superior a 10*,
11* e 120, argedSozitrho Infestado liso multo eu-
corpado proprio para lences a van a i*, dita en-
trancado muito superior fazenda com a mesma
largura a 4*200 a vara, assim como mais ama n-
floidade d fezentas brancas que se vendem mais
baratas qoe em ootra qoalqeer partero con o fim
de aparar dinheiro, na lo} e armazem do Pavao,
jua da mperatriz n. 60 de Garra & Silva.
Lencas hi-ancos
a 20ooo, "25800 e 302oo.
Vende-se um grande sortimenu de lencos de
cambraia branca pelos baratos precos de 2*090 e
2*800 a dozia, assim como ditos com lista deco-
re. Bies em volta, tanto proprio para borneas co-
mo para meninos, qoe se vendem pelo barato
preco de 3*200 a duzia, ditos grandes de cassa li-
za qua-se veodem a 500 rs. cada om, na loja e
armazem do Pavao, roa da mperatriz n. 60, de
Gatoa & Sirva.
Madapoo peehioeha a $8
Vendem-se pecas de madapolSo sendo fa-
zemia -muito superior com 24 jardas cada
peca pelo1 barato preco de 60, dito muito
mais superior a 60500 e 70, tissim como
ditovflnissimo a 80, grande pechiocha ; na
loja e armazem do Pavo ra da mperatriz
n. 00 de Gama A Silva.
As chitas baratas
Na foja da> Pavo a 240, 280, 20 e
360 rs.
'Vendem-se urna grande, porco de chitas
finissimas com pequeo toque de mofo, ten-
do miudinhas e grvidas, que se vendem pelo
barato preco de 280 rs o covado, sendo fa-
zenda que val muito mais dinheiro, ditas lar-
gas e escoras sem defeito a 240 rs. o cova-
do, ditas preclaras escuras e alegres a 3 O e
360 rs., tudo isto ^chincha na loja e ar-
mazem do P.>vao: ra da mperatriz d. 60
de Gama & Silva.
Para calcas
Vendem-se meia casemira muito encorpa
da e escara pelo barato preco de 320 rots o
covado ou a 10t2O res o corte de calca,
sendo fazenda propria para calcas, paletos e
coletes, grande pecbincha na loja o arma-
zet, do Pavo, ra da mperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Chitas [i elas a 1G0 e 200 rs.
Vendem-se chitas pretas inglezas com sal-
piquinhos a 200 rs. o eorado, datas lizas a
160 rs., no armazem do Pavo: raa da m-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
AUalhado.
Vende-se superior atoalhado de algodo ada-
mascado com cito palmos de largura, van* a 2*,
dito transado S3m ser adamascado vara a '*S0O.
dito soperlor de llntto adamascado vara 2*800 e
3*, guardanapos de linho er qoe Bao os mais
econmicos a 3* a dosis, na loja e armazem do
Pavio, ra da ImperaUii a. 60, de Gama & Silva.
Chitas con mofa a 2g# rs., ua laja da
Pavao
Vende-se urna grande porcSo de chitas
francezas com muitos bonitos desenos, pelo
barato preeo de 280 rs. o covado, por ter
wn peqrjeno toqoe de mofo, sendo decore
seguras e garantindo-se que sottam o mofo
logo que se lavem e a nao te; em este pequeo
defeito seriam para 400 rs. o covado, esta
pecbincha acha-se nicamente ua loja e ar-
mazem do Pavo : roa da mperatriz n. 60,
de Gama 6 Silva. _~?38
Para cama* de nofvas.
Vende o Pavo.
Ricos cortinados bordados a 8*000,10*, 16*.
20* e 23* o par; assim como os mesmos lambem
servem para janelias; ditos adamascados a 10* e
12* ; bonas pecas de cassas adamascadas para o
mesmo effelto; bonitos damascos de 13a de ama
e duan larguras, proprios para colchas, assim oo-
mo bonitas colchas de croch : togu isto se vende
mais barato do qoe em autra qaalqoer parte, na
loja do Pavo, roa 8a mperatriz n, 60, de Gama
& Silva.
Cascas de cor a 24o rs.
Vende-se um boaito sortimento de cass*s> cores, pelos baratissimos preces de 240, 280 e
330 rs. o covado, assim como om bonito sol-
menlo de cassas francezas rom lisias largas a OUO
rs. a vaia, finis-imo organdvs itatisados a 1*, na
lra e armazem do Psvio, raa da fasperatrie n.
60, de Gama & Silva.
Organdy a O^OOO.
Vendem-se bonitos cortes de organdy
sendo com listras lorias brarcas ou comks-
tras de cores tendo oito varas cada corte,
pelo barat) preco de 40, pechiocha: na
loja u armazem do Pavo roa da mperatriz
n. 60 de G ma a Silva.
Chitas a 200 e 240 rs.
Vendem-se chitas inglesat de eort* txas
[pelobarato prego di 200 %iQ r& o cova-
\ do : na loaa armazem do Pavo ra da
mperatriz n. 0 de Gama e Silva.
Helas Inglezas a 50OOO a
duzia.
Vendem-se meias inglezas para homem a
50000 a duzia, ditas para senhora a 40000:
naioja earmazem do Pavo: na roa da
mperatriz n. 60 de Gama e Silva.
Caaics baratos
S-20, 3#tK)i,60 e 70000.
Venem-se chales de merino estampados
ia-20, ditos lisos a 3>500, ditos estampados
finos a 50500,60, 60500, ditos crepon
j com listras de seda a 70500 e 80000,
I pechiocha : na loja e armazem do Pavo
: ruu da mperatriz n. 60 de Gama e Silva.
As 16 mil varas de cambraias
Covado 300 rs. vara 500 rs;
S o pavo
Vendem-se fini9*m cambraias france-
zas com listta-- miuda^ e graudas e com
lindos desenhos de flo"es e palmas, sendo
todas com as cores mais modernas e mais
lindas que tem vindo ao mercado, pelo ba-
rato prepo de 30 rs. o covado ou a 500 a
vara, grande pechiocha attendendo a
grande porco que tem, senJo seria para
muito mais dinheiro : isto na loja e armazem
do Pavo, roa da mperatriz n. 60 de Gama
Silva.
Chales de renda a 4#.
Vendem-se *ooltos chales pretos de reod che-
gados ltimamente pelo barato proco de >* : na
loja e armasem do Pavo, roa da Imperairlz o. 60
de Gama & Silva.
Votos vestidos a 60000.
Na loja do ParSb.
Cbegaram os mais modernos e bonitos cortes
de orgaodys para vestidos, tendo 10 van s c. da
corte, sendo 7 varas listadas para salas e 3 varas
sem listas, mas com enfeite pari cjrpo (oa ca-
ssqafoho) garante se neste genero ser o mais mo-
derno qoe tem viudo ao mercado, 'tendo entre el-
les muitos trancos com listas e eofeites pretos, e
veodem-se pelo barato preco de 6*, uocaraeote
no armazem do Pavo roa oa mperatriz n. 00, de
Gama & Silva.
VENDE-SE
Motores americaBos para dons cavallos.
Dito dito para quatro cavatlos.
Machinas para descarocar a^rodo de 14, 16,
18,20 30, 35 e 40 serras.
Prencas para enfardar algodo fazendo os sac-
eos com 6 palmos de coroprimeato com o peso de
ISO e 260 libras, viadas altimaoeote da America
no armazem de Heory Forster & C, no cae Pe
dro II n. 2 juBto ao Gabinete Portnguez.
(Grande aimazem de tin-fi
tas medicamentos ete.
Roa do Imperador o. 22.
Productos chimicos e pharma- *
ceuticos os mais empregados em $
medicina. R
Tinta8.para todo o genero de, pm- *e
tura e para tinturara. $
Productos industriaes e tintas $&
para flores, como botoes de flores
e modeles em gesso para imitar
frnctas e passaros com o compe-
tente desenho.
Productos chimicos e industriaes
para pbotographia, tinturara, pin- i
tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup- j
pride directamente de Paris, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa \
pode offerecer productos de plena
confianza e satisfazr qualquer en-
commenda a grosso trato e a reta-
lho e por preco commodo.
XAROPE FERRUGINOSO
DE CASCAS DE LARANJAS E CASSIA AMARGA
Com iodureto de ferro inalteravel
De I. P. Laroze. pharmaceatleo
eat Pars
E sob a forma liquida quemis fcilmente
se assemelba o ferro, e isto, sem produzir
perturbaco alguma; i.'esta forma, tambem,
preferivel s pilulas epastilhasem todos
os casca em que sao proscriptos os ferrug-
: nosos. E o melhor auxiliar do ole} de fi-
gado de babalho, porque contem o xarof
de cascas de laranjas amargas, jlaogeiau-
mente appreciado, para a cura das dores de
'estomago, digestes difficeis, inappeteneia,
; etc.
Deposito em todas ss pha macias e casas
de drogaras no Brasil.
Expedices, em casa de J. P. Laroze, ru
I des Lions-St-Paul. % Paris.
Deposito em Pernambuco, pharmacia de
P. Maurer & C. ra uava n. 29.
0 oleo de figado de ba:alho desinfectaio
de Cbevrier, conserva as qualidades e pro-
! priedades reconhecidas ao oleo de figado de
' bacalho ordinario ; o seu cheiro gosto
i sao muito agradaveis, e a digestc faz-se fa-
; cilmenie.
Deposito em Pernambuco, casa de P. Mau-
rer & C. roa Nova n. 18._____________
Joaquim Jos Goncalves Beltrao tem para
vender no soo escriptorio, roa do Trapiche o 17,
a presos razoavels, os segoioles gneros :
Faricha de mandioca em saceos, igual de Mu-
ribeea. y
Caixas com vinho do Porto de orna dozia.
Viobo de Porto em barris de 5* e 10*
Panno de algodo da Babia proprio para saceos de
assncar e roopa de escravos, da fabrica do Sr.
commendador Pedroso.
Fio de algodo da mesma fabrica.
Cigarros do Rio de Janeiro_________________
Xarope de salsa parrilha do pr
ou
DEPURATIVO DO SANGUE USADO AS MOLESTIAS DE
r-ELLE, IMI'I.NGENS, DOBBS RHEUMATICAS E ULCERAS
VENREAS.
Deposito
Pharmacia do Pinto ra larga do Rosario nu-
- _____mero tO.____________
Farioha de rnaadioca superior.
A tratar com Tasso Irmos, ou no trapiche ti.'
r5o do Livrameoto no Forte do Mattos.

brande reduc^ao
NOS PRECOS DAS
Preparages .:" .
LaaiDian i Kejjip
Salsa parrilba de Bristol duzia 33*.
Agua Florida de Aturra v & Lanmao 10*.
Anaoabuita peitoral dekemp 22*.
En'quauto a agoa florida -preciso a maior coa-
teta centra as alsiticacSes Irauiutenlas francezas :
as verdadeiras preparagoss se veodem no anlco
deposito roa do Trapiche c. 8.
XAROPE
DE CASCAS DE LARANJAS AMARGAS
P. Laroze, pharmacentlco
. em Pars
35 aones de saccessos attestaat a soa etOeada,
cmm:
tnico excitante, para ajodar as fonc-
cBss do' estomago, assim como dos intesti-
nos', e curar as doencas Dervosas, agudas oa
chronicas.
tnico anti-nervoso, para curar os incom-
modos ; percursores de doencas assim evita-
das, e para facilitar a digestSo.
AOTI-PERIODIOO, CQBtM' 94alafr0S, C*lO-
rev, com oa sem intermittencias, e qne teem
por espeeifleos as-substancias amargas; tam-
bem efflcaz contra as gastrites e as gas-
tralgias.
tnico reparador, para combater a ex-
baustafo do saBgne, dispepsia, anemia, es-
gotamento, inappetencia, langor etc.
Deposito em todas as pharmacias e casas
de drogaras do Brasil.
Expediofjeg. om casa de P. Laaore. roe
des Lions-St-Pwl, % Paris.
Deposito ea Pernambuco, pharmacia de
n. Maurer G. ra Nova n. 25.
Na ruado Trapich n 16.
icham-se os seauintes depsitos
De R. BiDniflghans em Nuits.
Boargogne.
Viabo Pommard tinto.
Cortn tinto.
Santo Georges Unto.
> Chamberlin tinto.
" Richeboorg tinto.
Clos de Voogeottino.
> Cbablis branco.
De M Woef em Francfort:
Rheno.
GeiseDheimer.
Liebfraomileb.
Mareobronner_____________________
-^ Em. casa de Tbeod Christiansen.rna do Tria
piche-novo n. 16, nico agente no norte do Brasij
da Brandenborg frres, Bordeanx, encontrase ea
fectivamentedeposito dos artigos segointes:
St.Jolien.
St. Pierre.
Larose.
Cnatean Loville.
ubatean Mrgaos.
Grand vin Chateao Lafite (85S.
Cbateaa Lfitte.
Haut Saoternes.
Cnatean Saoternes.
Chateao LauarBIanche.
Chateao Yqoem.
Cognac em tres qualidades.
Azeite doce. Precos de Bordeaor.
Joaquim Jos Goncalves
BelMo
RIA DO TRAPICHE N. 17 Io ANDAR)
, Sacca por todos os paquetes sobre o Banco
lo Minho em Braga, e sobre os gaintes luga-
em Portugal.
aber:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Guimaraas.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Tilla do Conde.
Arcos de Val de Vs.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelleo.
Lamego.
Lagos.
Covilbaa.
Eseravos fgidos
s<
tttttifiAS DO PE1T0
AvIno importante.
Os nicos verdadeiros xaropes de bypophosphl-
tos de soda, de cal e de ferro do Dr. Cbarchlll tra-!
zem a firma qoatro vezes repetida deste sabio me-,
dieo sobre subscripto e a marca de fabrica da .
pharmacia Svraw, 12, roa Castiglione, Paris.
Acha-se a venda em frascos qoadrados cota o no-
me do Dr. Cborchill no vidro. Predo l iranios em .
Paris : Com Instrarco
Vende-se em casa de P. Maurer & C
0$ de gratificado.
A qoem troozer ao cooselbeiro Pirmino Anto-
nio de Soasa, oo Hospicio, o seu moleqoe Joaqolm,
fogido desde o melado do mez de abril com os
signaes aegoinUs: eOr preta, cantea cempnda,
testa saliente, caaella fina, seoco 4o corro, beicodo,
fall apressado e atrapalhado, ps peqoenos, sahio
vaetido decalca atol cara e cansa de riscado :
costana andar sem chapeo e representa ter menos
de ti annoi, sappOe-se ter-s* dirigido para Pao
d'Alho.
Contlnoa a esttr fOfid1) o escravo Laclan
crloofo de idade ponen m "os 29 a 30
aones, balxo e grosso do torpe-, rosto oonlprido e
camodo, nariz chalo, ctlwnos carapiohos, befaos
grossd?, barbado, as vrtes osa 6 de blgode,olbos
peqoeos; moiio ladino, trabalba de sapatelro,
assim como no campo: eonsta que transita em
Trombeta, Cooota de Pimeoteiras Leopolpina e
nos engenbos Cndalo e S. Benedicto : qoem o-
captorar kve-o ao sea 8r. o eapRio Jos Candido
das Neves no engento Papagaio, termo de Porto-
Calvo, oa no Recite na roa do Apollo o. 31, qoe
era generosamente gratificado.
M


mijpi. .i .
'i1-
----------------;
Diario de I'cruaiiJ>uco (guar a lelra O de luliio de 1867.
CAHUU DOS SEMINES EPU TiDOS*
SESSAO EMiiDE JiAIlODE I87.
PH8IDBNCI\ DO SR. SILVEIRV I.ODO.
Ao dia, feia a chamada, verilio* haver
numero solnciente, abre-se a sesso, e se e ap
i r v.i-se a acta da antecedite.
0 5a Io Secreeaiuo da' cont do seguate
ExptJ'ente.
' Offlcio i)o ministerio da fazenda 'la 19 de julhu
di! 1837, remetiendo a copia do decreto e tjJo os
papis que serviram de oase eoneasso de apo-
seotdoria ao contador da cu xa. da amorlsago
Miguel Cordelro da Silva Torres e Alvim, afltn de
i|ue est camar -, ten i>> s. era vista, se sirva lo-
mar a esto respeito a res. efugio quo loe parecer de
ju-iigi.A' commisso de peu.-es e ordenados.
dem do ministerio do imperio, da mesraa dala,
declarando, em respo-ta ao offlcio de 18 do cor-
mul, que aesta data exige do presidente da pro-
vincia de Goyaz que remeta com urgencia copia
da acUs das eleices qua uliimameoie se proee-
deu no Bomtim, Catalao, Sania Luzu, e na capital
da mesma provincia.luleirada.
dem dem de 21 de junho de 1867, remettendo
as actas da eleicao primaria as Parochias de S.
Jos de Toe.anlins, Trabiras, Luzla, Formosa, Caia-
Jao, Vaivn), Taguatioga, San.'Anoa da Posse, S.
Domingo.*, Santo Antonio do Cbapo, Arraial, Meia
Ponte, Jaragoa, Cooimb, Pilar, Cavalcanw, Santa
Rosa, Flores, MorrioboS, Santa Rita da Parnahyba,
Pe Uso-Alio, SanU-Cruz, Sam'Anna de Goyat, Rio
Vende, Massamedes, Rosario da Barra, Pilar do
0:iro Fino, Sania Rif, Curralinho, Aicos Rio
Chr\>, Natividade, Sanl'Anna da Chapada, S. Flix
f O Sr Gama Asase : (Siguaes De alt-nc.
Sr. presidente, a primeira vez qoe fallo aesta re-
cinto; e a primeira vez qua tomo a liberdade de
oceupar a attengo da cmara; e a eooogo qae
sislo nesle momelo me Ui coobecer o quaot. de
mim exjido ero atteogao as capacidades qae
consumera a cmara qne me ouve, e ao pooco que i ra qualquer manobra e ainda assim nao s
minba consciencia me diz qoe vaibo. (Nao apota-; artilbarta
dos.)
Sr. presidente, tem sido o >yst;ma
Anda mais, estas guaroicSes serian capazas de
resistir a urna campanba ? Eu relo qoe ellas ao
principio na.) seriara capazos de laier ama simples
viagera, porque nao se crea marlnbeiros com a
mesma faciiidade com que se crea aoidados, qne
com qnatro mazas de exarcicio estio aptos pa-
da
por
ri-
dos
a GoT. -f sesuda ,a n elegosla y c attengo do pa.r, *~
seguido
quasi todos os oradores que tem occopado a
buna nesta sesso, far.er orna resenha histrica
diversos partidos polticos que nos ltimos anuos
leem administrado o palz, e defeodeodoos ou ac-
cusando-os, tirar como corolario ss poslgoes que
oci-upavam na cmara.
Quinto a minha pe<-oa, "porm, as votaedes qier
sy'nbolicas, quer nominaos, disp-.-usam-rae dosta
drclarago. O que sou, eu o estou -lizendo, a mas-
rao quando o nao eslivasss, qaal o grande provino
a tirar dostas declaragdes, era relago as gran les
qaesldas qoe se agitam na aclualidade 1 A aprecia-
go do passado T Mas para a apreciago do paasa-
do era applicaco ao presante, sena preciso que
nos fliesseroos escriptores de u; mesmos, e a im-
parcialidade correra grande risco, porque nenhum
de nos falla verdadeira ou imparcialmente ne=te
assnroplo. (Monos apolados.)
As paixSes que ainda ba pouco lempo domi la-
vara os partidos, as ambigjs. mallograda, as a.-pi-
raedes nao saiifeitas, sao ontros tantos motivos
que me (azem suppor que ainda cedo para nos
lazermos historiadores do passado. (aloito bem.l
E nao taremos de altender a oulras difflculdades
do presente? E nao reclamam da nos medidas jar-
gentes necessldades da s:tua$oT Ei creto ijae
sim. Creio que o concurso de lodos o?,da cma-
ra mleira, para o. grande m, para o grande thema
chama a atiencSn do oair. ditflciliaente aira'
es qae
guerra t as
O mannhelro precisa de grande aprendlzagem,
porque a vida martima, e ludo quaoto dii respeilo
a' marinhagem s com o lempo se alcanca.
A nossa marinhagem nos ltimos combates tem
provado qne nao dispuoba smenle de energa,
de valor, e coragem, mas tambera de exercicio.
A prasenca. ua espirlo e sangua fro, bastantes
para affroatar o perigo eminente no momento da
erlse, ou troveja a artilbarla, ou a electricldade,
prcclsam de habito, para se nao perder a ca-
beca.
E basta a recordacio deste facto para bem con-
S. Eic. aao lera' pbarol, o qae eqalvale
cem contos de res.
Que a neetssano a coastroccao de ama grande
extensao de caes.
Qae a respailo desses melboramentos, ja' o ora-
dor tinha apreseotalo ao ministerio passado am
minucioso parecer: qu4 Ibe sendo exigido segando
parecer, ello satiszera a exigencia, e exigindo-se-
Ibe um terceiro, elle declarara terminaatemente
qae nao dava mais nenhum, por qoe Ja' traba dado
suffldentes.
Contando o orador com os bous desejos do nobre
ministro da maiioba, em relacio a essa barra prin-
cipal do Amazonas, chuna a attaocao de S. Exc.
pira e>te pool", e couu que sera' atiendido.
Qoe precisa se fazer algurn consa as tres bar-
ras em qoe se divide a entrada qae ofTerece urna
largura de 45 leguas.
O orador cita os pontos mais essenctaes do rio,
e que de preferencia luarecera oceupar a aiiooci-,
perder as qaantias qae fr pediado, al completar a de
3:0003 para as despezas evenmaes da mesma ca
mar, dorante o correte anno Onanceiro. latel-
rada.
dem d > secretario do senado, do Ia de janbo
de 1867, remellando a propostcao qae dispensa as
leis do amortisaco em favor da irmandade de
Nossa Senhora da Conceico de Marab, na pro-
vincia da Babia, a' qaal o senado nega o sea con-
sentimenlo.-Inteirada.
dem, idem, idem, remetiendo a propisicao qae
dispensa as leis de amortisaco em favor da Ordem
Tercena de S. Francisco da Penitencia, e de va-
rias inoandades na cidade de Cabo-Fro, na pro-
vincia do Ria-da Jaooro, a' qaal o senado naga o
cluirmas qae a e-qudra nao tara estado em nati- do goveruo; faz sentir a quanti4ade de baizios no
lidade. trajelo do Cabo do Nrte a' Macapa'. notando a
Alera disso, nao tinhamos depsitos, nao linha-.'necessidade de se eolloear am pbarol nesse cabo
irroslnospitae<, e todo islo lim sido creado. Forano j nao sendo de opinio qua Macapa' pussa ser o por-
creados transportes para torcas accumuladas quan- to principal da eapital, puis que tem-se notado a
do os nao havia, e a necesidadn urgente aconse-' dlminuigo da profundidade das agoas na difieren-
Ihava esses maios de rapidez. Navios, hospitaes de ca de varios palmos
s -^vz^'i^i^^^^^'r^
a acta da apuracoo geral dos votos dos collegios de
Mallo Grosso,A' mesma commis-ao.
Idem dem da mesma dala remetiendo a acia da
eieigao primaria na parochia de Campo Grande da
provincia do Rio Grande do Norte.A' i* comrais-
. jo de poderes.
dem do secretario do senado, de lo le junho de
1867, participando por offlcio do ministerio da fa-
enda, datado de do correte, consta ao senado
. que Su Magestade o Imperador consente na reso-
lucSo da assembla geral legislativa qoa remelle a
. Eogenia Gai de Sena Pereira, viuva do che-
fe de divisao Jaciii'io Roqua de Sana Pajeira a di-
vida de 1:3003 qua Iba resla pagar do alagaei da
cata pertencote a' reDrlic,ao de marinba, em qae
inora na Kha das Cobras -Ioieirad3.
dem idem da me.ma data, parlir.pando que o
senado adoptou o dirigi a' saoceo imperial a re-
soloeao que iseota de todo e qualqaer direto de
iraportago os objectos necessarios s obras do
hospicio de Nossa Senhora da Piedade da capital
da provincia da Babia.Inteirada.
idem Idem ce 19 dejaubo de 1867, participando
que por ocio do ministerio Jt fazenda, datado de
17 do correte raez, constou ao senada que Saa
Migestade o Imperador consente na resolaQo da
.ssembla geral, que isenla de lodo o qaalqaer di-
reto de nnporlago os oojjctos uecossanos as o-
oras do hospicio de Nossa Senhora da Piedade, na
capital da Babia.bleirada.
dem Idem de I da junho de 1867, par icipando
que porofflci) dimioisterio da fazenda, constou
.o senado que Saa Magestade o Imperador consen-
te na resoluco da assembla geral legislativa, que
concede seoeo de todo e qaalqaer direito de im-
rurjao para os objectos necessarios aos trabalhos
d \ companhia Hydraalica Porto-Alegrense no Rio
Grande do Sal.Inteirada.
Requ-rimeo'.odo Dr. Severiano Braalio Mootei-
ij, pediado a grtiiiv-acao qae inherente ao lugar
i mdico do estabelecimento naval de ftarr
A' commisso de pens5es e ordenados.
dem de Jos Lopes da Silva Trovo, pedindo
vara ser admettido ao 1 anno medico, obrigando-
o a fazer exame dos preparatorios qne lhe fal-
um, antes do acto..V commisso de instrac-
g.io publica.
I lera de Augusto Pereira da Silva Guimares.
i-odiado para fazer acto do 1 anno medico, depols
da ter feito o exame de historia e geographU. A'
oesma commisso.
I lem da Luiz Manoel Pinto Netto, pedindo para
ser admtido ao 1. anno medico, obrigando-:
e a faer exime dos preparatorios que Iha faltara,
-jtas do acto.A' mesan commisso.
RepresenusSo dos eieitores da fregaezia de Pe-
.ro II, di provincia le Mato Grosso, contra a elei-
i'io que se grocedeu na dita provincia. A' 3" com-
lisrio de poderes.
Vam a imprimir para eotrarera na ordem dos
trabalhos os seguales projectos :
Art. 1. Fieam approvadas, desde a data dos
respectivos decretos, as pensos concedidas pelo
decreto de 9 do fev*-rero da 1867 a D. Jacintha
Miru do Esp;rito Santo, da quantia de 60J men-
.;--, a Anna Josepha de Franca Amaral, viu-
va do capilo da guarda aaciooal Bernardmo Anto-
nio do Amar.il, na 603 rntosaes; a l). Maria Fir-
mina do Amor Divino Ro-Jngues, vinva do tenente
o 31 corpa de volnutarios da patria Manoel Jos
\olrigues, de 423 mensaes; a D. Anna Espioola
a Cooha l'ounnbo, viuva do altores do 2 dito
I- II-- Polycarpj de 'ies Tourioho, da 363; o final-
nenie au anspecada do 7* balafnio de infamarla
Stbastiao Francisco de Paula, da 503 r?. diarios.
Art. 2 Ficatn revogadas as dipsosigoas ero
c nir.irio.
Sala da coramisso, em 26 de junho de 1867.
Joao Carlos de Araujo Morelra.
Art. 1 Ficara; approvadas as pensSes conce-
bidas por decreto da 14 de margo desle anno, a D.
intooia Maria de lesas, D. Mariana Izabel Soares
Pinto, D. Mana Soires Pinto, me e irmes do ca-
pllo tenente Joao Soares Pinto, da quantia de 843
.nensaes reparlidamente ; a D. lulia Candida de
acedo Galhardo, yiava do capitao Joao Carlos Oa-
ihardo, da de 303 [nensaes; a D. Man Luiza A-
uoaa Ramos meldo tenente do 4o corpo de vo-
untarios da patria Joao Ribeiro Ramos, de 423
.nensaes ; a D. Maria Francisca Boff de Agolar,
viuva do tenente do 1 balalbo de infamara E-
uanio Honona Vteira de Aguiar, de 395 men-
saes; a D. Adelina Ala Paralzo Moura, viuva do
2o lente de arlilbaria Eduardo Affon.o de Mou-
ra, de 183 mensae}; a D. Maria Loiza de N'oro-
aha Wool, me do alteres do estado malor de 2*
.lasse Carlos Luiz Woolf, de 183 mensaes ; ao ca-
jitao honorario Antonio da Cunha Frota, de 423
mensaes ; ao capilo de commisso Jos Ribeiro
da Luz, de603 mensaes; ao capilo de volunta-
ras da patria Joao, de Macedo Plmenlel, de 603
nensaes; ao alferes de commisso Thadeu Pereira
Kolindo, de 363 mensaes, a a oniras.
Art. 2 Estas pensas devero ser pagas des-
Jo a data dos respectivos decretos.
t Art. 3o Ficam revogdas as disposicoes em
contrario.
ssao, 19 de janbo de 1867.
Carlos de Araujo
Sala da coran
Joao Francisco Tel^eira.Joao
Moreira.
Presta juramento e toma assenio o Sr. Dr. CNe-
aario HercalaaodeAquiao e Castro deputado elei-
j pelo 3 Astricto fle S- Paulo.
l.'PARTB DA ORDEM DO DA.
Enlra em discassSo e approvado sera debate o
segainte projecto.
A assembla geral resolve :
c Art. 1* Fica o governo aulorisado para coacc-
'.t carta da naluraUsago de cidado brasileiro
aos subditos italianos padre Nicolao Luiz, residen-
;e na provincia de Minas-Geraes, Henrique Kon-
-io, residente na do Espirito Santo; aos subditos
portoguezes Joao Lourelro de Carvalho, residente
na corte, Jos Pereira da Costa Maldonado e padre
Jos Maria Das Pereira, residentes na do Rio de
Janeiro, Jos Cutrim de Sooza a Francisco Noro-
iiha da Meueies, residentes na do Cear; Jos-Luiz
de Araujo e Nicolao Telxeira de Araujo, residen-
tes na de Minas, Antonio Jos Perreira de Vascon-
.-ilos, residente na da S. Pedro do Rio Grande do
Sal, e fiaalmeale ao subdito prossiano Dr. Fran-
cisco de Paula Cavalcaole de Aibuquerque resi-
dente na do Cear.
Art. % Ficam rev gadas as disposicoes em
contrario. ...
< Paco da cmara dos deputados era Jo de ju-
nho de 1867.Carlos Pinto de Figaeiredo.L; de
Albnqaerqae. t
u Sb. Maetinho Campos manda mesa o seguin
:e requer ment:
Para complemento e esclareeimento das tabel-
las 25 e 26 annexas ao relaiono da fazenda.
Requeiro qae se peea com urgencia a este mi-
nisteriodemonstraeao dasremessas de papel-moe-
Por isso nao creio que seja conveniente invocar
o passado, que nos traz a reminiscencia a ultima
sesso, em qae escessivos e renbidos combates na
arena das excavaedas polticas dividiram a cmara,
provocaran) a queda do goverao e prodazirain a
impossibilidade de se obter a realisaco de medi-
das iniciadas. (Apoiados,) 1
E deinais, continuando a luta, ebeia de paixoas,
nao nos pode trazar saao difflculdades a execu;o
do Bosso systema poltico, porque a nossa consti-
ioic.i j garaulio poderes polticos differentes, resul-
laado de sea equilibrio a marcha governameatal.
Creoa os poderes de eleicao popular, que leem ipor
lira cohibir a tendencia de absorpeo e invaso de
ouiros poderes; de poderes perpetuos como a co-
rda, e com o Um de. pela sua parte, garantir a
mesma corda contra u embale das paixoes popula-
res. Por outra parte, a corda creou fanccSes iue
exigem a mais alta intelligencia, e as mais distipc-
las qualidades.
Mas, quando as lulas se do, os partidos que se
rivalisam no encarnicamenlo dos combales elevara
al ao capitolio ama silaaco e um ministerio, que
na continuacao da mesma Inta derrubam ministe-
rio e siluaco no da segointe, subindo hoje o qae
foi destruido hoalem e deslruiado amanba o qae
foi creado ho,e.
E no meio de ludo Isto, onde e como coahecer se
a opiaio publica ? A opinio publica qae nao pode
d izar de se manifestar imparcialroenteT
Nao bavera' anda ouira difflculdade ?
Sera davida. E' a de acbar amaos que quei-
ratn fcilmente aceitar a direcQo do estado. E nao
e muilo fcil acha-los hoje, quando ellas teem toda
a certeza de ser elevados para decabirem em se-
guida. fApoiados)
E alm de provarem o batimento aps a eleva-
gao, nao aceitaram o sacrificio das pastas, ainda
por outro motivo, e que quando se asseotarem
nestas cadeiras, onde preciso tanta energa como
as eadeiras da opposico, (muilo bem) ellos!)*
preveera, ellas ja' cootam com a lula que os aguar-
da. (Muitos apoiados.)
Quindo nm raioistro vem oceupar ama daquellas
sete cadeiras, elle de ve esperar a opposico forte,
decidida mesmo, porm imparcial: mas infelizmen-
te era serapra assim ; pelo contrario,quasi sera-
pre vemos at a opposigo ultra passar a mais seve-
ra parcialidade. (Muitos apelados.)
Por consequencia, senbores, tendo en adduzido
estas consideraedes, para provar qua nao caminbo,
que nao pretendo caraiobar exhumando o passado,
0 que alimentaria a mais estril lata de susceptibi-
lidades, nao desejo tambera tomar mais lempo a
casa com esplaoacoes no campo da poltica, porque
alm de ludo, muito novo na vida poltica, nao
posso apreciar com madureza os seos tactos, que
s a muita prudencia o pralica dos negocios o con-
seguiran. Portanto, entrarei em materia.
Ainda na casa tem sido tomado este assumpto
por um lado qne eu nao sel classidcar, limitndo-
se a dscutso sobre Hxago de forgas de mar as
aecusagoes dirigidas ao ministro da marinba.
Eu entando, senhores, que para a boa apreciado
dos negocios relativos a torga nval, que de vem
ser to vastos, que comprebeudam o todo das ope-
ragSes, nao devem car de parta os trabalhos que
leem sido levados a effeito pelo ministro da mari-
nhi. Essas aceusagoes nao podsm tormar um ver-
dadeiro corpo de debate, um verdadeiro esludo da
torga naval.
Por isso eu, upposto que incompetente, tratare!
de apreciar, tanto quanto me seja possivel, o que
se tem feito oeste ramo de servigo publico.
Nao entrarei nesta mate-ia fazendo referencia
alguma, ou apreciando de qualquer son as opera-
gdes do exercilo; nao entrarei na parle que diz
respeito aos motivos fuodamenlaes nesta guerra.
Um depuiado da opposigo ja' o fez ci ra pala-
vras tao elcquenles, que eu tic-ana mailo abano se
intenlasse fazer; e s direi o que esta' no espirito
de todos. As violencias e os insulus, qae nos to-
rara alirados, nao podUm determinar da parte do
paiz outra resolugaoqne nao fossa a de ntetvlnnos
nos negocios da repblica do Estado Oriental.
(Muitos apoiados.)
!'. foi nesta primeira parta das nossas operagoes
de guerra que leve lugar a nlervengo do dicta-
dor do Paraguay. Creio que nao ha na cmara
nioguem que possa contestar boje a razo que nos
assisiia quando foi declarada esia guerra. (Muitos
apoiados.)
Creio que nao ba um s brasileiro em todo o
imperio qoe se nao revoltasse quando ebegou a
seus ouvidos a noticia dos ataques dirigidos a Mi-
randa, a Dourado e Colrabra ; da invaso dossas
burdas assoladoras devastando Malto-Grosso; do
aprisionameoto iragoeiro de um alio fuoccionario
e seas companheiros na propria erabarcaco qne os
condazia a essa provincia, e de outros tantos mo-
tivos superabundamos para nos fazer em massa
reprimir o dictador ousado no caminho que lavaiva.
(Muitos apoiadosj
E oeste ponto, senhores, cabe.ma fazer um re-
paro sobre o qae avangou o nobre deputado pelo
Rio de Janeiro, o Sr. Sayo Lobato, que, historian-
do as nossas relagdes com o Paraguay no lempo
do velbo Lpez, 4issera que a posicao da forliflca-
cao de Hamaita' e de outras, nao era especialmen-
te destinada ao Brasil, mas sfm a Repblica Ar-
gentina.
(O orador relere-se a nossa posigo geograpbica,
descrevendo .J
No comeco da campinha a forga naval brasitoira
que se apresentoa foi na verdade pequea; mas,
no entanto, nos livamos os dias gloriosos de Cue-
vas, Mercedes e Riaebueio.
Eoto, a nossa esqaadra nao passava de 17 va-
pores, montando todos 94 pegas de arlilbaria, e
dando em sua toialidade a forga de 1,970 caval-
los.
Apreciando o que valia esta armada, diz o ora-
dor, que destes 17 vasos, que eram os melnores
que libamos, o Amamos, Parnahyba e bel-
monte, eram bons ; mas as canboneiras tinbam si-
do (citas em 1852 na Europa, e eram navios de
pouca torga. E esta esquadra pequea em nume-
ro e na qualidade de navios, e estragada pelo ser-
vigo de 10 a 12 annos, nao era elemento para se
emprebender orna guerra como a que tinhamos, e
cujo pnmeiro facto nos deu a medida do emptobo
que o inimigo tinha de leva-*a avante. A despeito,
porm, a historia desta campaoba foi gloriosa, e
ser* sempr grato recorda la ao corago brasilei-
ro. (Muitos apoiados.)
Segaio-se depois o tacto da immobilidade na as-
quadra, e este facto lem sido invocado como causa
dos ataques dirigidos ao ministro da marinba.
Veja-se, porm, se ha iootllidade em se acbar a
esqnadra nesta posigo I A esqaadra nao se cora-
1 pSe somente de natos, mas de material, etc. E
nao era somente o material diminuto e mi, anas
' flcou lambem demonstrado quao pequea era a
' parte do pessoal, qae nao eslava raelhor.
sangua e ontros transpones para os fondos, e to-
dos estes a uutr -s recursos ainda mais provara que
uo foi intil nem improQcaa a demora da esqua-
dra. (Muitos apoiados.)
O orador faz emparago minuciosa e de al-
garismos a'cerca da torga naval de ento cora a
actual ; traa dos encooragados que por sua
natureza dispendioso, mas de incalcuiavel van-
tagem.
Diz que actualmente possuimos dez encouraga-
dos, e anda tivemos a infelicldade de perder um,
do qae foi mais sensivei anda, perderse om ti.a
o bravo crucial que o commandava.
Depois de assignaUr os servigos relevantes do Sr.
ministro da'marinha no augmento do material e
pessoai da esqaadra.diz qae nao forams uente estes
servicas fetos por S. Exc.; qoe as grao les obras
relativas ao arsenal; que o da corle pode nao Qcar
envergonbado a par dos arsenaes da Europa, e qoe
sem ter o espaco e local dos de Inglaterra e
Aliemanha, em seas palpitantes melboramentos
faz boje ludo ou quanto se fax naquelles grandes
arsenaes.
O orador, tratando da parte econmica, quanto
ao orgameoto da marloha, compara com a da nos-
sa esqaadra a despeza qua em 1864 subi em Fran-
ga, com o servigo da armada, a 153 milbes de
francos, que em nossa moeda corresponde a......
61,400:0003, tendo um pessoai de 63,009 bomens.
Coacide, depols de loaga apreciago de estatistica e
orgameotos, qoe nao ba essa discordancia enorme,
que indique um dispefaTcio na dlstribuigo de saas
verbas, quaoto s despezas do actual ministerio da
marinba.
Ainda quanto a' immobilidade de que acensa-
da a esqaadra era saa demora as operagoas, in-
fundado qaalqaer reparo desde qua ella tem de
marchar de accordo com o exercilo, e Infelizmente
nos temos tido Insuperaveis difflculdades, total
mente imprevistas, como sejara a contrariedade
da revolugo no Estado Argentino e o appareci
memo do cholera-morbas. E sobre este ponto o
orador lembra que Napoleo I foi derrotado na
llussia, nao pelos borneas, mas pela torga dos ele-
mentos qua coospiraram contra aquello genio con-
quistador.
Respondendo s aceusagoes que o nobre deputa-
do pelo Maranhio fuera ao Sr. ministro da mari-
nba a respeilo do Sr. De Lamare, diz que j foram
respondidas da modo a deix.T- a plena conviego no
espirito do nobre deputado, qoa nao teria feito es-
sas iceusagoas, se porvenlura coobecesse o Sr. De
Lamare (muitos apoiados), que de tal carc-
ter que nao permlttiria que se fizesse o qar qae
tosse tora dos lmites da legalidade. (Mullos apoia-
dos.)
E ja* que se oceupou do discurso do oobre de-
putado pelo Maranho, impugnara'a sua proposi-
gao, quando disso que o ministerio nao comprehen-
dia bem a vaotagam que havia no paiz em seguir
urna poltica essenciaimente americana, recrimi-
nando o ministerio porque sa mostrava pouco dis-
posto a seguir essa poltica.
Mas o orador declara qae como o nobre depu-
tado sectario da poltica americana, e por isso mes-
mo defender' o ministerio coulra a opinio do no-
bre depotado.
Essa aecusago foi pelo facto de nao ter o minis-
terio modado plenipotenciario para Lima. Mas
*. Exc. nao aiteodeu a qoe os Inleresses das
repblicas americanas sao differentes aos nossos
por suas proprias institulges, e o orador faz sen-
tir que a origem da grande questo dessa re-
publica sobre territorios, vera do tempo de Fe-
lippe IV.
E a raio verdadeira, a segointe :
Quando se tralou do primeiro coogresso, $fnda
antes de se saber se o Brasil mandava ou nao um
represntame, ja' appareciam jornaes tacando o
Brasil por todos os lados, quando oera libamos
probabilidade alguma de bom exilo. No segundo
coogresso timbera nao foi plenipotenciario, porque
oessa data tinha sido declarada a guerra a' rep-
blica do Paraguay, e asas repblicas linham pro-
testado contra a guerra
Que figura tana o representante do Brasil Ti
Aluda mais, o nobre deputado quer a poltica ame-
ricana como meio de evitar a iotervengo da Euro-
pa sera se lembrar, qoe pelo contrario sena um
meio de chama-la mais depressa, porque as tres
Goyaonas, iogleza, francesa e hollaodeza, no ni)
melo em que se efiectuasse nm tai coogresso, se-
rum disputadas por essas nagdes da Europa, cuja
inlervengo, em vez de ser arredada, como emende
o nobre deputado, seria precipitada.
Quanto a' aecusago em referencia a' parcialida-
de que o nobre deputado diz exercida pelo governo
a favor dos navios hespanhes e contra os perua-
nos, nota o orador que pelas notas trocadas, tanto
por parte do Per', Chile, como pela Hespanha,
uns e outros se queixaram, e por consequencia o
tratamento por parte do governo imperial salisfez
as coodicoes de igualdade, e se foi parcial, foi para
ambos os paizes. (Muitos apoiados.)
Por esta occasio pede o orador as nobre depu-
tado que, revestido do poder de chaoceler *) parti-
do liber&i, o expedir do gremio desse partido, que
Ibe permita protestar contra essa usurpago ; e
acha que S. Kic. ainda muitJ novo para oceupar
o Ingar de chanceler: alm disso, nao Ibe concede
o monopolio das Ideas liberaes, e recosa o sea juizo
nesta materia porqne, quando S. Exc. era o redac-
tor da Tribuna, no Maranho, defenda inleresses
que Ibe sao comaruns com a raaioria da cmara.
(Trocam-se apartes entre o orador e o Sr. Baltort
Unatu.)
Quanto ao facto do recruta de que honlem se
tratoo, o que ficou provado para o orador qoe
esse recruta tinha urna prolecgo bastante grande,
e que ao ministro da manaba foram apresentados
documentos, qae al boje nao merecern) f da au-
toridade .superior que a negau.
sea consenlimento.Inteirada.
dem
O Sa. Baptista Pkbbira ; Mostr qoal fot *
eoaccao exercida no 2* districto.
O Sa. Ministro da Justiqa. :O qoe nteres-
sanie, qne se grite cootra as cmaras unnimes,
e se que xe qae se caminha para ellas.
O Sb. Yaz Pinto : -Sr. presidente, ti ve em vista
somente tornar sensivei, e provar. como o presi-
dente da proviocia do Rio de Janeiro demedia em
massa as autoridades.
O Sa. Spkbidio ( com forg*): Pro ve Uto.
N^go.
O Sb. Vaz Pinto :Apresentarei a V. Exc a
immeosidade de deraissdes dadas em diUereote^
municipios a' autoridades liberaes, e as nomea-
g5es fetas por V. Exc. de autoridades conservado-
,-
ras. (Apoiadds e route-tagrs.)
, idera, dem, remllenlo a proposigao qaa > o fu, C. Ottom : -Al hoove luso nisso.
dispense as leis de amortisaco em favor da coo-i o Sn. Vaz Pinto :-Nos mooleiptos de Araroa-
fraria de Nossa Senbora da Concaigo da cidada mii Cabo-Fro, Cautagallo, Aldea da Pedra, Baria
de Liraogeiras, da provincia de Sergipe, adm de I de s. Joao, Santo Antonio-de Sa'. Nilherohy. Para-
que possa possoir bens de raz, a' q
nega o seu consenlimento.Inteirada.
da feiU3 pelas ihesoorarias das provincias ao lhe-1 Recordando nesta parte o roaterial|de que dlspu-
sooro por cenia da substitnigo nos annos de 1864, nhamos ento, faz sentir tambera que penco apro-
1865 e 1866, e dos mozas decorrldos de 1867, com veilavamos com a Itoiada marinhagem, queem
declarago das dalas de cada remessa e da soa ef- numero de 1,300 pragas nao estava no p de sos-
fectiva entrega i caixa da amortisaco, e dos sal- tentar a guerra.
dos desias remessas existeotes nd thesouro al ho-' Apreciando neste ponto os servigos do mmis-
jeMartiobo Campos. tro da marinba, faz sobresahir a" elevago do
E' apoiado e ero segoida approva-o. : algarlsmo, chegando a 5,723 comBateutes, no-
ContiBUa a ducusso do projecto sobre torgas de mero que qaadraplicou as gaarniges dos nossos
ajar. */los-
O orador declara que tomara hoje a paiavra nesta
que.-io, porque, para o fazer ncra de aoimo de-
terminado desde que cuvira um merobro da cama
ra dizer que o ministro da manaba injunava a
guarda nacional da corte. Mas tal nao hoove ero
se poda injuriar a essa distincta corporagn, quan-
do se Iha pede os sacrificios de seus coramodos e
de sen sangae. (Muitos apoiados.) E quando fosse
possivel cahir sobre essa briosa insiitaigo urna
injuria qualquer, o brilho de snas armas seria bas-
tante para fase-la calar. (Muitos apoiados.)
O Sr. Martinho Campos :V como vista ao
governo.
(O Sr. ministro da u>ari qoe responde o Sr. Das da Cruz, trocaodose eo-
ire os mesmos outros apartes vehementes, nos
quaes lambem loma parte o Sr. Dr. Macedo. Resta
belecida a discssao pelo Sr. presidente, o orador
prosegue.) i -,,.,:
O Sr. Gama Abrku, tratando do primeiro tenente
Camillo LeJis, sobre a' reforma do qaal tora accu
sado o Sr. oiioi.-txo da marinba, depois d ler a
informago da junta de sade, diz que ella propria
foi de opinio de nao acbar esse offlcial em condi-
gnos de coolinuar na vida militar, condiges que
nao lhe permittiam a contibuago do servigo mi-
litar.
O orador passa a pedir providencias ao gover-
no para a sua provincia.
Diz que o decreto de 7 de dezembro abri o
Amazonas, esse vasto territorio que promette untas
1 ri ;nezas ao Brasil e ao mondo.
O Sr. Martinho Camkh : Abri realmente,
on Ungi qaa ahrto?
O Sr. Gama Abbeu diz qoe realmente abri, com
quanlo ainda mallo reste a fazer: facilitar a
sua navegago e os relos de tornar transitavel
aquella extensao de mil e lanas leguas, de um rio
qoe asombra a propria imagioago.
Qae preciso cuidar no melboramento das bar-
ras, principalmente da do Para' qua muito peri-
gosa.
O Sr Ministro da MarinMa : Ja' maodel col-
locar urna barca-pbarol.
O Sr. Gama Abobu juiga que oo bastante, por
que, se nao se cuidar delia, daqoi a-Sienas anuos
Acha mesmo qae a na bo do Norte para o interior do Anazonas bas-
tantemente arriscada.
Referindo-se a tercelra barra, diz que timbera
preciso om pbarol ni P.-nta das Flechas, oa Pona
da Cooceigo e na Ponti do Bosso^. E, conse
guintemente, que nao basta a abertura do Amazo-
nas, que preciso balisa-lo, e que a liba do Capia)
precisa tambara de um pbarol.
O orador cita ontros pontos de denominago in-
dgena, no rio Amazonas, que merecem ser bene-
ficiados e atiendidos pelo governo, a favor da na-
vegago, que em sua opinio s pode ser taita
por barcos a vapor, nesse rio.
Depols de insistir assaz para que o nobre minis-
tro da marioha satisfaga as necessidades urgentes
da saa provincia, o orador diz qaa curapre um ri-
goroso dever imposto por aquelies que iha destina-
ran! urna cadeira na represemago nacional, e es-
pera que o nobre ministro atienda a estas consi-
derages feitas pelo mais incompetente dos mam
bros da cmara. ( Nao apoiado).
Aioda mais necassario que o oobre ministro
alteada para a reclaraago contra os servigos dos
iirali :os, que teem sido faiios regularmente, erabo-
ra apparega urna ou atra queixa. E sera davida,
o nobre ministro com o nome a que tem feito jas
de creador, nao s atiendera' para os melboramen-
tos quaoto a' navegago do Amazonas, como aos
de que tanto carece a barra do Para*.
Aproveita a opportaaidada para tazar ju-tic > a'
iostituicio da Companhia Amazonas, que se tem
estorgado am crear praticos, prestaado relevantes
servigos ao governo.
O Sb. Leao Velloso : Mailo bem.
O Sr. Gama abrbu com lodo o prazer que faz
justica ao cavalhelro qae dirue e-ta compaobia.
O Sr. Leao Velloso : E* muito dislincto ca
valbeiro.
O Su. Gama Ambo reclama com instancia po' i
formago de praticos para os vapores, aura de que
se possa obter om pessoai numeroso que pos tire
das difflculdades, visto que, os que ha, eslo acos-
tomados a' navegago em navios de vela, a recu-
saro-se a' responsabilidade da dlrscgo nos va-
poras.
A hora vai diantada, pelo que o orador termina
aqu, ped ido desculpa a cmara pelo tempo *m
qae Ibe occapoa a attengo. (Nao apoiados. Mul-
to bara, multo bem ; muitos Srs. deputados com-
primentam o orador).
O Sb. Presidente declara a dlscuss&o adiada
pela hora.
SEGUNDA PARTE DA ORDEM DO DA.
Discusso do oarecer sobre a elaigo do 5a dis-
tricto de Miaas-Geraes.
O Sr. Ferreira da Vbiga ( profundo silencio e
manifastis signaos de ailengSo), principia cobIos-
saado a mais intima esperanga ou antes fondada
conviego na manifesiago da justiga e da impar-
cialidade da cmara dos senhores deputados, al-
bora composta quasi que em sua totalidade de seus
adversarios polticos.
Mas, aioda assim, o orador declara que nao pode
prescindir de impugaar algamas das considera-
coas do parecar da commisso de inquerilo sobre
as eleic3 do 5 districto de Mioas-Geraes.
Nao poo prescindir de vr pessoalmente defen-
der nao smeote o seu direito, mas os direilos mui-
to sagrados.a inaliebaveis dos eleitores desse dis-
tricto.
E' pois em nome desses di reitos conculcados que
o orador vem muito solemnemente protestar con-
tra a injuslig, contra a violencia de algumas me-
didas que foram tomadas com o flm de obstar a
manifestagao franca e levre do voto popular na-
quelle districto.
Recoobece o orador a iilustrago e a dignidade
dos membros da 3a commisso de ioquento, e res
pella a consciencia de lodos elle-; renda homena-
gem aot sennroentos de justiga que os caractarisa,
e nao pode crer que fosse a maioria dessa comrai--
so infallivel em seus juizos, desde que o erro
partilba da humanidade.
Que da discusso calma, desapalxooada, despre-
venida e em terreno franco, da apreciago de al-
guns fados occorridos oas eleigfies primarias e se-
cundaria do 5' districto de Miaas-Geraes, pode sur-
gir a luz que teoha de Ilustrar o espirito daquel-
les que anda nao leem opinio formada sobre a
qoesto I Podem mesmos os dignos membros da
commisso modificar a opinio ja' manifestada,
por que ningaem pelo facto de conhecer o erro
pela advertencia querera' errar duas vezes, tendo
opportnnidade de emenda-to.
A cmara dos senhores deputados, constituida
em tribunal supremo para julgar da validada dos
direilos de seus membros, nao pode ser urna- c-
mara poltica. E oessa.- condigSes de poder judi-
ciario, ella nao pode recusar justiga pleoa e inleira
nem aos seus amigos, nem aos seus adversarios.
E se a cmara actual quer mor alisar as elaigoos
em oosso paiz e condemnar os excessos das par-
cialidades, a fraude e a vioiancia que sem acom-
panbar o jogo immoral das doplicatas, qoa teve in-
gresso na sua provincia, nao consentir' que a ve
nficar jo de poderes seja urna questo de torga.
O orador faz a aoaiyse de todas as fregaezias e
dfstrictos eleitoraes, e, ora confrontando o parecer
da commisso, ora lendo as actas do collegio elei-
loral, e citando o voto em separado, nao deixa um
s argumento, um s ponto do mesmo parecer,
qae lhe combate a eleigo, sem resposta.
Desee a todas as mluudencias do processo em
todas as suas partes, combate-o, ora com a mais
enrgica vehemencia, ora sob a pres;o de bem vi-
siveis emoges, terminando do segointe molo :
Que se as suas palavras se perderera nos mbi-
tos do recinto, como as nltimas justiicagoes do
condemnado sobre a plataforma do cadafalso, pai-
rando sem cbo sobre as cabecas da mnltido ira-
passivel na espectago de seu martyrio ; se se ve-
rificar a seu respeito os boatos que correm de ha
mailo as avenidas da cmara, de que preciso
que se se immilie ama victima a esta sitoago, o
orador cabira', mas arrastara' oa saa queda um
pouco da moralidada e da Jasliga da camva dos
seohores deputados I ( Muilo bem, e applausos do
algaos Srs. deputados, que felicitara ao orador).
Seguio-se o Sr. Araujo Barros, qae como relator
dem, idem, idem, remetiendo a proposigao qae
dispensa as leis da amortisago em favor da ca-
pella de Santi Presciiiana, no termo da villa da
Iguass, da provincia do Rio de Janeiro, adm de
qae possa pessuir baos de raz, a' qual o sena lo
nega o seu consenlimento.lotetrada.
Idem, idem, idem, remetiendo, com os dous re-
qnarimentos que aompanham a proposigao que
aotorisa a Cisa de Misericordia da cidade da Cons-
titnigo, e outros e;iabelec mantos pios, a possuir
bens de raix, para a formago dos respectivos pa-
trimonios, disoeosando para essa fira as leis da
amortisago, a' qual o senado nega o seu uousm-
liraento.Inteirada.
Um reqoerimento de Antonio FaustoN."es de
Souza, pedindo para fazer acto do 1 anno na fa
cuidase de direito de Pernambaco, depois de ap
provado nos preparatorios que iba faltara.A'
coraraisso de iostruego publica.
dem de Guilhenn- Frederico de Miranda Mon-
teiro de Barro?, pedindo pan ser inscripto no 2
anno medico, dapois de exhibidos os preparatorios
qua lhe falum.A' mesraa commisso.
primeira paute da ordem do da.
hyba do Sul, Marica, todas ai autoridades liberaes
foram demttida o Horneados con-ervadores, con-
tinuando a ageitar-se a machina policial no sentid:-
conservador
O Sr. Baptista Pereira : Nao apoiado. O oo-
bre depaiado nao conhaee o pessoai da provincia
do Rio de Janeiro, do contrario nao dira que o de-
legado de Cabo-Fno conservador.
O Sr. Vaz Pinto :Nao conbego o pessoai da
provincia do Rio de Jaaeiro, mas teado lido varias
rorre-pondencias publicadas pela imprensa diaria ;
e lenho oovioo a mailas passoas dfstioctas e carac-
teres iraparcuas que me informara que hoove craa
completa iuverso na provincia di Rio de Janei-
ro no sentido conservador. fMuitos apoiados e con-
lestagdVs)
Mas, prosigamos.
as uul"a provincias dava-se o contrario.
Na minha provincj, por exemplo, dava-se r-
rhas ao partido liberal.
All susienlava-se a*esse partido, coocedendo-
se as nomeagdes das autoridades no sentido li-
beral.
Sr. T-iesi-leie, bem determinada assim, a inco-
herencia do mioisfrio, pela incoherencia da seos
delegados, e passaodo aos ataques a' cooslituigo a
Proceda- se a' votago do parecer sobre a eleigao as |ejSi lre qu a |el ,jagaar(ia nacional foi com
de Goyaz, o qual sendo approvado, o Sr. presidente | patamente obliterada na rrte (apoiados), alm da
declara depuiados por aquella provmcia aos Srs. | SUSpeoso do teneme-coronel Guerra, e da libar
Andr Augusto de Padua Fieury e Jos Vieira
Couto de Migalhes.
Aciiando-s) na sala inmediata o Sr. Andr Au-
gusto de Padua Fieury, Introduildo com as for-
malidades do estylo, presta juramento etoraa as-
sent.
ssgunda parte da ordem do da.
Contina a discusso'jsobre as torgas da mar.
U Sr. Vaz Pinto ( Mov ment de attengo):
Sr. presidenta, gragas a' independencia, gragas a'
honradez do 2* districto eleitoral do Mioas Geraes,
eu tenbo a honra, eu tenho o prazer de dirigir
a paiavra camarj dos Srs. deputados e ao paiz
Representante do povo, acho-me aqu ua esta-
cada para curar de seos inleresses.
S-ipre-n\ le dos paizes livres, por sera duvida
a dos ciuaios que se fazem representar n'esie po-
der, uuico poder responsavel, realmeute responsa-
vel, poder purarainie responsavel para aquellos
que se desvanecen) de o accaitar.
Sr. presdeme, eu comprehendo que as circum-
stancias altameuta difflcultosas do paiz impdera ao
representante do povo responsabilidades to aver-
badas, qae sinto ser frgil para poder averba-las.
Mas tenbo conrhoga de que os bomens da bam,
que abundara n'esta cmara, faro cora que sflam
subjugadas essas difflculdades, e que o palz quan-
to antes entrara' na senda da organisago, do pro
grasso, da prosperidade e do engrandecim nio a
que lem direito. (Muilos apoiados.)
E' necessarlo, Sr. presidente, qae comprehenda-
mos que a primeira udsso, a misso a mal* alta
do representante do povn, as quadras difrJceis do
paiz, pronunciar a verdade, a verdade, e ; a
verdade ; acabando com os sopnisraas com qae os
guvernos traeos costomam embair a boa f do po-
vo. (Muitos apoiados.)
E' nocassario qoe o representada do povo, em
soa dignidade e honradez, lembre-sa de que o pes-
cador da Galilea puni com lepra terrivel ao cria-
do da apostlo, qoe ousoa mentir. E a mentira,
seohores, qoe lem assassioado aos paizes livres,
e infelizmente parece querer assassinar ao nosso
paiz (apoiados) ao nosso paiz, Sr. presidente, que,
fadado para to altos e supremos destinos, v, no
emtanto, com olbar pungente, cora semblante de
cabido, a gerencia dos negocios pblicos cami-
nbando to mal. (Muitos apoiados.)
Sr. presidente, V. Exc. comprebende que a po-
sigo daqnelles que pela primeira vez fallara e que
team de tocar corajosamente era todas as chacas
do paiz, para mostrar ao povo o que necesario
fazer, sem davida urna posigo seria e difflcil.
Mas, oo diier a verdade, no desempenbo desta
misso nobre, augusta e santa, eu adopto a opinio
de dous estadistas iroporlantissimos; am que pas-
in ao tmulo, quando de sua cadeira tribunicia
pronunciava o seu canto de cisne ; e outro, a
quera as eas da velbce, symbolisaudo sa au-
reola dos predestinados, mereceu o mais honroso
e pleno testemunbo da gratido nacional Chalan
e Lamartine. (Muilo bem.)
Chatan diz que nos momentos crticos nao sao
as maneiras palaciauas que oo podem salvar
(apoiados), nio sao os perfumes da lisoaja oque
maiscmvm ao paiz I E Lamartine diz que o po-
vo o oobre leo a quera devemos olhar de lace,
e passar cheios da coofiaoga as nossas raaos pela
sua |uba. (Muitos apoiados.)
Verdade, verdade para o paiz.
Sai que umitas vezes ella terira' o amor pro-
prio e o orgulho ; sei, Sr. presideute, que me e
doloresa esla misso, doloresa, e muito, porque
tenno de ir olfaoder a melindres da anigos a
qaem profundamente respeito; de amigos, que
dispondo alias da senlmentos patriticos, eu es
ton convencido de que alada Do puderam apar-
tar completamente de suas vistas a nuvem de II*
Inses.
Mas, nesta misso a que rae dedico eu nao ex
cederai os deveres da representante do povo, que
deve respeito a conslderagao a seus collegas, aura
de qua possa merece-la por seu torno ; eu nao
despirei as vestes de represeotante do povo para
invergar as vestes do tribuna, que as pragas pu-
blica! pode sem a menor parcella^ de responsabili-
dade procurar coramover as paixoes fogosas a os
incitamentos desnaturados, e sobretodo inconve-
nientes : -Saberei ser representante.
Eu, Sr. presidente, dizendo a verdade, ou pro-
curando dize-la, principiarei por manite;tar ao
districto que mandn me a este reciato, e a' cma-
ra que roa ouve, as razos porque me acbo senta-
do oestes bancos, oos bancos da opposigo.
A razo, senhores, porque eu vi que os esta-
distas que eslo dingindo os nossos negocios p-
blicos sao ince hereoles ; incuherentes em seus
principios, incoherentes em suas opimos?. (Moitos
apoiados.)
A razo porque vi que se atacava as leis, que
se atacava a cooslituigo. (Muitos apoiados.)
A razo por que vi tendencias de regreso.
(Apoiados.)
A razao porque vi, Bualmeole, Sr. presidente,
nao somente ataques s leis e constituigo, nao >o-
mente completa incoherencia, nao somente tenden-
cias de regresso, mas desejo mamteslo de tazar no
exterior com que o paiz decahisse, arrojado, cm
da 3* coraraisso de ioqaerito, fazendo o histrico ve: de se apreentar, como devera, sustentando al-
do partido liberal e das persegniges do partido tivo a sua dignidade.
conservador, na provincia de Minas, o qual desceu
at ao derramamento de sangae, qae mais anda
fecundou e fez crescer e avulur a arvore da lber-
dado; e fazendo applicages, e aoalyse das irapug-
nages da parecer, snstenta-o em lodas as parles.
O orador falla na ultima hora, lamentando o
A razo porque vi qae' o ministerio anda no
interior quena laocar o (acbo incendiario no meio
da populago. (Apoiados.)
Estas miohas tbeses, Sr. presidente, eu poderel
confirma-las com tactos. *
O ministerio proceden incoherentemente em
pooco lempo que lhe tora reservado, e a ausencia suas ideas e oplnies na maeeira contradictoria
de quasi que todos os membros da cmara. ( E' cora qua procederam seus delegados as differen-
apoiado por alguos dos senhores deputados presen- [es provincias.
tes, qae o comprimentam no flm de sea discorso).
O Sr. Presidente declara a discssao adiada, da
a ordem do da, e levant sesso.
Ao
SESSAO EM ir DE JUNHO DE 1867.
presidencia do sr. silveiaa lobo.
i/2 da, feita a chamada,
Em amas snstentava-se um poltica francamen-
te liberal, entretanto que em outras procurava-se
dar arrhas ao partido conservador. ("Mailo bero,
Moitos apoiados.)
Eu embrava me qoo nos bancos acadmicos ou-
vira a voz autorisada de um Ilustre meslre, qae
eosinando dlzia qae os presidentes de provin-
domiaaote da si
verifica-3e baver,
^vaS?,atUrtor0' ,end^ Z^S ^^r*
i)Tr 1- secretaS da cont do seguate -os d.tagados do governo s tazem o que o
Krfdunf ,verD0 .aer- ,
Offlcio do ministerio do imperio, de 26 de jaoho O Sb. Ministro da Just.ca^-E assim ;
de 1867, acensando o recebimento do offlcio de 22 que do coutrairiojer.a om Babel.
que Oca de nenhum
go-
pOls
dente mez, no qaal se declara
effaito o de 27 do mez Ando, em que se coramt;-
nioa que o deputado pelo V districto eieiioral da
provincia de Peruarabuco, Manoel Buarqne de Ma-
cado, optara por seus venclmentos de eng.enbeiro
fiscal da estrada de ferro da mesma provincia; e
declarando qne n'esta data se expede aviso ao mi-
nisterio da tazenda para que mande abonar ao re-
ferido depotado o subsidio qua lhe compete, de 22
da raaio a 21 deste mez.Iottlrado.
dem Idem, dev26 de junho de 1867, communi
cando, em resposta ao offlcio de 15 do correle,
qae n'esta dala se excede aviso ao ministerio da
fazenda para que se vo eotregaodo ao offlcial-
maior da secretaria da cmara dos Srs. depatados
O Sr. Vaz Pinto :Eu pergunlo se o presideo-
le do Rjo de Jaaeiro represenlo. o pensameolo
qae V. Exc. devia ter T Nao, Sr. presidente, nao
reprasentou. (Apoiados e coalestages)
O Sr. Speridiao (com energa):Eu represen-
te! o prestigio da liberdade do voto 1
O Sr. Vaz Pinto :-Eu continuo a declarar que
o presideote da provincia do Rio de Janeiro, no
pleito eleitoral, dea ordem para que se dsse ar-
rhas ao partido conservador.
O Sr. Speridiao :-Pan dar arrbas a liberdade
do voto.
(' Sr. Vaz Pinto :Em vespera da eleigo, nao
s se nomeou sessenta e tantos suppleotes de Jui-
zes muoicipaes...
tago dos o-cravos da nago. (Muito Dem. Muilo-,
apoiados.)
Vemos raais qne o Sr. presidente do conselho
ministro da fazenda, nao faz como devera a subs-
tilaigo das notas do thesouro. Vemos o adiamen-
to da eleigo da provincia de S. Pedro do Rio
Grande do Sul; todos esses assuraptos ja foram dis- .
cutidos aqu na casa.
Mas, recooheeendo o Sr presidente do coOselbo
que tinha commetiido iofraegos das nossas leis o
da cooslituigo, uo p dio entretanto nm bil da
iodemoidade, a ao contrario, declarou qae o cao
pedia, porque o tinha na consciencia unnime do
paiz.
O Sn. AristidisLobo : Nao dbse tal.
O Sr. Vaz Pinto .Na propria Hespaoba reac-
cionaria, o rainisi-no, infringindo a le, ligo qoe
se rene o parlamento, apresent-se como que cur-
vado diante a opinio popular, supplicando uro
bil de iodtmnidade. E esta a pralica que deva-
namos introduzir enlra nos.
O Sb. Aristides Lobo :Nao precisa islo : bas-
ta ao ministerio a approvago da cmara e o seu
apoio demonstra a approvago de seda actos.
O Sr. Vaz Pinto :-Quando, Sr. presidente, eu
vi o nobre presideote do conselho apresentar-ae
com ideas liberaes nessa casa, com o tira d nos
obriitar a aceita-lo, eu lembrei-me.
O Sr Presidente :-V. Exc. nao pode enlrar
as iniengdes do nobre presidenta do couselhu..
OSr. Vaz Pinto :Eu nao estou eutrando am
suas iniengoes.
OSn. Presidente :Parde : assignalado3 mo-
tivos que nao forara pronunciados, e qoe s po-
dem existir na consciencia.
O Sn. Martinho Campos :Ja se sbe que nao
se pode discutir o presidente do conselho.
O Sr 1'resioentb : O qae nao se poda con-
trariar o regiment, que oos veda enlrar as il-
tengoas de qualquer orador.
O Sr. Martinho Campos :-Mas um progresso 1
O Sn. Presidente :Attengo 1
O Su. Vaz Pinto referindo sa ao nobre deputado
por Pernarabuco, qu* lhe parece dirigir a maio-
ria da casa, ouvira S. Exc. declarar os priuclpios
que eram geralmente aceitos pelos partidos polti-
cos do Brasil, e aqueles que o nao eram, notanoo
em primeiro lugar a lei de 3 de dezembro.
O orador cita outros pontos indicados palo par
tido liberal, que sao lambem aceitos pela maioria
da cmara em alguns apartes de varios senhore-
deputados.
Declara que o partido liberal qner qne os juizes
de paz nao sejam simplesmente capitaes do malo,
e que teobam mais aitribuiges.
Que as provincias sejam oesenfeudadas em certa
espnera...
O Sr Aristides Lobo:Eu tambera emendo as-
sim.
O Sr. Vaz Pinto: Eotendo que as provincias
nao devem estar lo intimamente ligadas ao ceolro
da aJmini-naco. (Apoiados.)
O Sr. Ministro da Justiqa: A este respeilo ja
ba nm proj-elo no senado.
O Sn. Vaz Pinto:Mas eu davido que Vs. Ezs.
tratera seriamente era tempo algnra deslas nece>si-
dados.
Aioda mai.*: quanto ao sintenlo municipal, nos
devenios alargar tnais i poder das municipalida-
des e reconhecer que ahi devem rezldlr as liber-
dades publicas, e que dahi que 'em partido mul-
tas vezes as resistencias ao abuso, ao arbitrio, e
as absorpges. ( Muitos apoiados. ) E Ss. Exs..
amigas como sio das praticas do systema ioglez,
sabera perfeitameote que na Inglaterra procura-
se no elemento municipal a principal fonte da li-
berdade. (Apoiados.)
Que as municipalidades, as communas, exerce-
rara grande preponderancia a respeilo dos direilos
pblicos, em relago a Goilberrae III.
E deviara, pois, tratar mais seriamente desta im-
portante instiluigo popular, era vaz de se servi-
rn! da palavras embriagadoras, para que o povi-
fique cada vez mais imbaido.
Em relago a manifasta incoherencia da que
fallara, o orador recorda a maneira porque o oo-
bce deputado por Pernarabuco, depois de muitas
questoes, tratando da eleigo dilecta concluio as
suas proposiges provando a existencia da incohe
rencia no propria seio da raaioria ; e faz sobresa-
hir a opinio do nobre deputado pela Parabyba,
quanto a polica electiva.
O Sr. Aristioes Lobo:Acceito as ideas liberae?,
venhara d'onde vlerem.
O Sb. Vaz Pinto: A maioria deve representar
urna pega social, a desda que assim nao (r, ella
nao ser mais do que urna simples agglomerago
de nmeros. (Trocaram-se alguns apartes.)
Pelas divergencias, incoherencia de ideas pollticrs
pelos ataquei as nossas leis, ios vemos que a ad-
miuisirago procurou langar no seio do paiz o ta-
cho incendiario da libertago dos eseravos.
Um vr. Deputado: V. Exc. vai-se tornar con
ser ator agora. (Risadas.)
O Sr. Vaz Pinto:Sa nos tivessemos de e.-lu-
dar asta questo i luz dos senlmentos e da philan-
tropia, eu seria o primei o a declarar que a adop-
lava, porque me lembro, que nao s urna idea
brilhaneraente sustentada peto cbnstiao*mo, po-
rm antes do apostolado ella j linha principiad..
Mas devemos acceila-la como legislador, como
hornera o'Estado, como economista.
O Sr. Aristides Lobo : Economista sem cora-
go.
O Sr. Vaz Pinto: Em quanto os bragos livres
nao abundam no paiz, e nao principia a colomsa-
gao, coucorreodo espontanea para snbstloir os
bragos escravos, sempre cedo tratar deste as-
sumpto.
Esta doolrioa sustentada por todos os grandes
economislas, e entre outros aposento a opinio
muito autorisada do Sr. Moulinare ...
O sr. Aristidbs Lobo : De Macbiavel e ou-
tros.
O Sr Vaz Pinto : Ejs aqoi Sr. presidente, a
opinio desse dislincto economista. (L4).
O Sr. Aristidb Lobo:-V. Ex. eoganoa-se dis-
tiocto gasironomisia.
O Sr Vaz Pinto-Consultando a historia mo-
derna os vemos que a Pranga ebegou a abolir
compleiaraeme os bragos escravos em suas colo-
nias em 1862, porque tendo principiado em 1848,
foi sobstitolnoo-os pelo recroiameoto dos pretos li-
vres, mediante rsgate
Depo;s de 1861 que, por orna cnvencao com
a Inglaterra, ella concordou com essa paiz nos
pontos da negociago em que a Inglaterra se com
promettia a facultar seus colonos.
i
(Cuntinitaar se ha)
"f YP DO U1AUI0.-RUA DASCRZESN.
lH^rlD
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I ^ -*



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