Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11309


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Full Text
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ANNO XLlli. NUMERO 15Jb/
PIRA A ClPIT.lIi E LlABES OXDE SE NAO PACA PQBTE,
Por fres ornes aJiataios.,..' f, ......y .' ^B 6)5000
Par seis ditos idear,.. .1 *1 .] .1 i .: .. '.1;] ,i :.i 71 .: r. 124000
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240000
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SABBADO 6 DE JLHO DE 1867.
ABA 0ENTBO E FOBA DA PROVINCIA.
Por tres mu* adandas;. rr rr rp t. ,. .. rV r, W r. .. 6(5780
Per seis dita idem. rr .. .. ,............;............ 184300
Por noTe ditos i den..............................- #> mt % 260250
Por amanno ideo.. rr.............................. 274000
DE
32IBn-S2 1Q IP21H0i1BVlD l!D B3MP&1!11> I fllAIID'J 0WTO1IM& B)3 VAMA & ITLIDS 8313 IPI&DIPlIIlVlKIKDS*
lENCARREGADOS DA SBSCRIPQAO.
Parabyba, o Sr. Antonio Alexandrino do Lipa;
Natal, o Sr. Amonio Mrgaos da Silva ; Aracaty,
oSr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. Joaqaim
Jos de Oliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alvos & Filhos; Aomonas, o Sr. Jeronyrao da
Costa; Alagoas.o Sr. Francino lavares da Costa;
Babia, o Sr. Jos Martias Alvos; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Ribeiro Gasparinho.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estacdes da va frrea at
Agua Preta, lodos os das.
Igaarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito. Carnarti,
Altiabo, Garanbans, Baiqae, S. Bento, Bom Con-
seibo, Aguas Bellas e Tacaral, as tergas-eiras.
Pao d'Albo, Nazaretb, Limoeiro, Brejo, Pesquetra,
Isgazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Ourieury.Salgueiro e Ex, as qnartas feiras
Seriobem, Rio Formoso, Tamaodar, Una, Bar-
roiros, Agua Preta o Pimenteiras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribanal do commereio: segundas o quintas.
Relago : tercas e sbados s 10 horas..
Fatenda: quintas s O horas.
Jnlzo do commereio ; segundas as il horas.
Dito de orphos: tercas e sextas is 10 horas.
tercas e sextas ao meio
: qnartas e sabbades a
Prit>eira varado civoi:
dia.
Segunda vara do cival :
i hora da tarde.
EPHEMEWDES DO MEZ DE JLHO
i Lna nova as 6 b. e 56 m. da t.
8 Qaarto crea, as 2 h. e 39 m. da t.
16 Loa ebeia a 6 h. e 4-a. da t.
21 Qaarto ming. as 14 h. e 34 m. da m.
31 La nova a Ata. e 32 m. a m. _
-----m T.---------------------
DAS DA SEMANA.
1 Segunda. S. Theodorlco ab., S. Castro b.
J Terga. S. Isabel, S. Otbon b., S. Processo m.
3 Quarta: S. Eulogio no., S. Anatbollo o.'
4 Quinta. S. Oseas prof., S. Aegeo prof.
5 Sexta. S. Philoraena v. S. Trifina m.
6 Sabbado. S. Domingas v m., S. Isaas prof.
7 Domingo. Ss. Claudio, Nicostrato o Papias mm.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 5 horas o 18 m. da manha.
Segnnda as 5 horas a 42 minmos da tarda.
PARTIDA DOS~VAPORES COsTEIROS.
Para o snl at Alagoas a 14 e 30; para o non*
at a Granja a 13 o 30 de cada mex; para Fer-
nando nos das 14 dos mezes Janeiro, marco, mala
julho, setembro e novembro.
parte ornciAL
ovi:r\o da pro vi x ca
Expediente do dia 26 de marco de 1867.
! secgo.
N. 1032.Offlcio ao Exm. general commandante
das armas.-Sirva se V. Exc. de mandar por em
liberdade o recrota Manoel Jeronymo Correa, vis-
to achar-se lsento.do recrutamento por estar em-
pregado em om dos dlstrlctos de conservago da
estrada do ferro.
N. 1033.Dito ao mesmo.Fago apresentar a
V. Exc. os recrutas Manoel FerreiraFernando,Jos
Tbeodoro Cabral da Silva, Adolpho Jjs Dias, Ma-
noel Jeronymo Correa, Minoel Alexandre de Sou-
za e Francisco Xavier, aflm de Ibes dar o conve-
niente destino depois de inspeccionado, os qaaes
me foram ramettidos pelo recrutador da povoago
de Una.
N. 1034.Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de lerio da justiga
informar acerca dos inclusos offlos que me diri-
gi em 22 do corrente o subdelegado de Samo
Aolo. ,
N. 1035.Dito ao mesmo.Em vista do que
ponderou V. Exc. sobre a insufflciencia da forra-
gem concedida cavalbada do deposito especial
tle instraego, antoriso a mandar faier o orneci-
ment da referida forragem de coaformidade coa
o que propoz V. Exc.
N. 1036.Dito ao me3mo.Sirva-se V. Exc. de
mandar por em liberdade o recrota Beojamim Fer-
nandos da Silva visto lar provado seogo legal.
N. 1038.Dito ao mesmo.Etpega V. Exc. as
saas ordens para qae o commandante do deposito
especial da instruego compre vinte e cinco ca-
vallos que se fatem necessarios para o servido.
N. 1039.Dito ao mesmo. A V. Exc. sero
aprasentados pelo lente da guarda nacional
Francisco Xavier Das de Albnquerque, os recru-
tas constantes da inclusa relago, os quaes me fo-
ram remanidos pelo lente coronel commandaote
do 10 batalhao de Infamara do municipio de
Iguarass.
N. 1042.Dito ao director do arsenal de gaer-
ra.Mande Vmc. fornecer ao 2* batalbo de iu-
antaria da guarda nacional deste municipio qua-
tro mil espoletas, ou capelas fulminantes e bem
assioj concertar seis caixas de guerra do mesmo
Jaatalbo.
N. 1043.Dito ao commandante do brigue bar-
ca ltamarac Recommendo a Vmc. que fornega
de seis oito pragas ao cip to do porto, sempre
que o requisltai; para o servico do recrutamento.
N. 1044.Dito ao commandanii do Forte do Ba-
raco.Com o .presente offlcio se apresentaro a
Vmc. o tenente Joaqulm Bartbolomeu Marques dos
Santos e quarenta pragas da guarda nacional, afim
dejref argarem o destacamento que guarnece esse
Forte, que Rever' estar prompto para qualquer
emergencia.
N. 1046.Approvo os contratos qae o conselho
de compras navaes, segundo o- sen offlcio de 20 do
corrente eflectuou com diversas pessoaspara o for-
necimento de vveres, dietas, fardameotos e outros
objectos de consummoaos navios da armada o es-
tabelecimeotos de marioha no trimestre de abril a
juobo prximo viodouro, deveodo o masmo conse-
Jbo remetter a thesouraria de fazenda copia des
referidos contratos.
N. 1047.Pode o conselho da compras navaes
promover nos termo? do reguUmento a compra
dos objectos do material da armada mencionados
em sen offlcio de 22 do corrente, visto que sao ne-
cessarios para provimento do almoxarifaOo do arse-
nal de marinna.
N. 1048.Approvo es contratos que o conselho
de compras navaes, segundo commuoicon-me em
offlcio do 19 d corrente celeorou com diversas
pessoas para foraecerem ao almoxarifaJo do arse-
nal de marinna os objectos mencionados no dito
-offlcio; devendo esse eonselbo remeter a thesou-
raria de fazenda copias de taes contratos.
N. 1049.Dito ao Dr. BeroarJo Pareira do Cu-
no Jnior.Pelo sen offlcio de 23 do corrente e
-pelos documentos a elle annexos, Qco inteirado da
patritica deliberajao que tomou V. S. de offerecer
para o servido da guerra em que se acba empe-
nhado o imperio contra a repblica do Paraguay
os seas escravos pardos de nones Dameao e Mau-
ricio, a quem para esse fina coocedeu alforrla e ao
mesmo tempo poz a disposiQao do governo trinta
lugares no Intrnalo de S. Bernardo, para nelles
serem admettidos como alumnos Igual numeros
filhos dos que forern tomar parte na mesma guer-
ra, sendo quatro desses alumnos internos, aos
quaes V. S. se compromette a fornecer emquanio
estiverem naquelle estabelecimento lodo o nece-
sario para sua manutengo, edocagao e instruego.
Lonvand)V. S. ptr esta lio elevada provade
.patriotismo e dedicado a cansa do paz, e a que
tambem se associam nao menos loavaveis sent-
mentas de bumanidade para com aquellos indivi-
duo? a quem dest'arte se concede a liberdade, vou
scbmelter este sea acto ao conheclmenfo do go-
verno imperial que nao deixara' de toma lo na
consideraco de que merecedor.
N. 105j.Dito ao tenente Joao Pereira Gouveia
Torres Gallindo, encarregado do recrutamento no
termo de S. Bento.Recommendo a' Vmc. que so
br esteja no recrutamento at segunda ordem, em
quanto nao se tira da guarda nacional acuartelada
o contingente necessariopara a guerra e dissolva
immediatamente a torga que tiver a sua dispo-
sic3o.
Igual ao lenecte-coronel Manoel Florencio de
Alenear, recrutador na comarca de Cabrob* e ao
tenente-coronel Trajano Olympio da Cunta Gaa-
veia, recrutador na comarca do G. y auna.
i" ssegao.
N. 1031.Dito ao Dr. chefe de polica.Mande
V. S. por em liberdade o recrata Fabio Jos de
Souza, que prova isencao legal.
N. 1053Dito ao commandante superior do Re-
cite.Determinando nesta data ao coronel com-
mandante do batalhao n. i de artilbaria da guarda
nacional sob sen commaodo superior que entregue
ao lente coronel Mariano do Sa' e Albnquerque,
100 armas das melhores e antigs pertencentes
quelle batalbo, asslm o commnnico a V. S., para
sen conbecimeoto.
N. 1054.Dito ao mesmo.Expedalo nesta data
ordem ao commandante do batalhao n. 1 de infanta-
fia da guarda nacioBal deste municipio, para que
faga seguir com urgencia ama torga de cento o
tinte pragas do sea batalhao, commandadsa por
Otn capito; assim o commnnico a V. S. para sen
conbecimento.
N. 1036.Dito ao mesmo.-Determinando ao
capltao Tbomaz Rodrigoes Pereira que se recolha
a esta capital com as trinta pragas do 2* batalhao
4a guarda nacional deste municipio, que se acham
em Serinhaem; assim o communico a V. S. para
sea conhec 1 ment,
N. 1056.Dito ao mesmo.Nao achando-se or-
ganisado o batalbo n. 7 deste municipio, resolv,
por portara desta data, de cooformidade com o
disposto nos avisos do ministerio da instiga de 4
de Janeiro de 1855 e 15 de feyereiro de 1860, no-
mear o eidado Jos Carlos Vieira Teixeira para o
iosto de capito da 5" companbia do mesmo bata-
bio; o qae declaro a V. S. para seu conbecimento
0 direegao.
N. 1057.Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. de ex-
pedir saas ordens aflaa de qae orna guarda de hon-
ra cmaosla da trinta pravas da guarda nacional
sob seu commando superior, acompanbe a imagem
do Senhor Bom Jesos dos Marlyrios que teas de
sabir em procisso na tarde do dia 29 do correte. Tenente O
h. 059.- 'Dito ao mesov>.Devando estar altera- Mello.
da o mappa n. 3 da forga destacada,que acompanhon
o sen offlcio n. 103 de 28 6 fevereiro prximo fia-
do, convm que V. S. me remetta outro com a
maor brevidade possivel de toda a torga da guarda
nacional deste municipio que actualmente estiver
oceupada em servigo de destacamento com decla-
ragao dos logares em que estiverem, e mals escla-
recimehtos contidos no modelo que para esse Qm
ihe foi enviado.
N. 1059.Dito ao commandante superior de
Palmares.Nao sa achando organisado completa-
mente o batalhao n- 45 do municipio de Barreiros,
resolv de cooformidade com o disposto nos avisos
do ministerio da jostiga de 4 de Janeiro de 1855 e
15 de fevereiro de 1860, nomear para o referido
batalbo os offlelaes constantes da Inclusa relagao
o que communico a V. S. para seu conbecimento e
direegao.
N. 1060.Dito ao mesmo.Nao se achando
completamente orgaoisado o batalbo n. 46 do mu-
nicipio de Agua Preta, resolv nesta data nomear
para elle, de conformidade com os avisos do minis-
terio da jusliga de 4 de Janeiro de 1855 o 15 de
tevereiro da 1860, os offlciaes constantes da inclusa
relago ; o que commnnico a V. S. para seu co-
nbecimento o direego.
N. 1066.Dito ao juiz de direilo da 2" vara des-
ta cidade.Remeti a V. S. em original a queixa
que me foi apreseotada por Hennque de Miraoda
Henriques, contra o 2o juiz de paz do.l* districto
da freguezia do Pogo da Panella, Joio Baptista Pe-
reira Lobo, asslm como a resposta por este dada
em 25 de Janeiro ultimo, aQm de qae a tal respailo
proceda como (or de lei.
N. 1067.Dito ao juiz rouoicpal da vara des-
ta cidade.-Transmitto a V. S. para dar-Ibes o con-
veniente destino as inclusas guias dos sentenciados
de justiga constantes da relagio junta por copia,
os quaes terminaram as peuas a que toram con-
demnados, e vieram para esta capitil, no hiate na-
cional Sergipano. ,
N. 1068.Circalar a todos os joizes de direito.
Recommendo a Vmc. que fiado ocorrenteN*gmestre,
o os que se forem snocedendo, remella immelliata-
mente os mappas de que trata o aviso circular do
ministerio da justiga de 23 de margo de 1858, relati-
vamente a esse joizo, jnizes municipaes e promotor
publico dessa comarca, bem como a informago
circum?lanciada que por torga do artigo 38 do re
gulamento o. 120 de 31 de Janeiro de 1842 Ihe
cumpre ministrar isto pootualmente iadependente
de nova exigencia.
N. 1069.-Dito ao tenenfe coronel commandante
do batalhao de artilbaria do municipio do lleci-
fe.-^Do amigo armamento pertencente ao batalbo
sob sea commando o qae foi substituido por outro
mande Vmc. entregar cem armas das melhores ao
tenente coronel Mariano de Sa' e Albnquerque, ou
a quem por e|le se mostrar autorisado.
N. 1071.Dito ao commandaote do batalhao n. 1
de infantina doReeife. Expega Vmc. as suas
ordens para qae" cento e vate pragas do seu ba-
talbo, commandadas pelo capito Satyro Seraflm
da Silra, sigioi juaoto antes para a villa do P)
do Albo, disposigo do Dr. chefe ae'poticia.
N. 1072.Dito ao teoeate-coronel commandante
do 3 batalhao de infamara do Recito.-Sobresteja
Vmc. no cumprimento da ordem verbal, que Ihe
dei, de seguir com o batalhao sob sen commaodo
para Sao Lourengo, visto chegar tarde para o Um
a qae er* destinado, e continu no empenho em
qae eslava de fazer aquaitolar o mesmo batalhao
com a urgencia possivel.
N. 107J Dito ao tenente-corooel commandante
do batalhao o. 45 de Barreiros.l'endo n'esta data
noraeado para esse batalhao os offl :iaes contem-
plados na proposta, que Vine apreseotonme com o
seu offlcio do do corrente, com excepgo do al-
teres proposto para qairtel-nustre, e do guarda
para substituir a este, em conseqaencia de nao
achar-se vago aquello posto, e sim preenchido pelo
teneote-quanel-mestre do batalhao 46, Guimares
Alvos Maciel, que passou a servir o referido posto
n'esse em vlrtude de portara de 13 de fevereiro
ultimo.
O qoe declaro a Vmc. para seu conbecimento o
direego.
N. 1075. Dito ao mesmo. Com o offlcio de
V. S. de 25 do corrente me toram entregue 19
recrutas.
Aprovelto a occasio para reeommendr-Ihe que
sobr'esteja por ora no recrutamento at segunda
ordem, a em quanto nao se lira da guarda nacio-
eional aqnartelada o contingente preciso para a
guerra.
N". 1077. Dito ao commandante do corpo pro-
visorio de polica.Mande Vmc. por em liberdade
ao cabo de esquadra do 2* batalhao de infantaria
da guarda nacional, Manoel Antonio do Espirito
Santo, que se acba preso n'esse quartel.
N. 1078. Dito ao mesmo.Tendo por portara
dcsia. data nomeado a Hypolito da Silva para o
posto de capito da 2* companhia do corpo sob sen
commando, assim o communico Vmc. para seu
conbecimento.
N. 1079. Dito ao mesmo. Por portara desta
data, promov ao posto de capito da 3* companhia
do corpo provisorio o tenente de corpo de polica,
Jos Thaotonio Pereira de Carvalho; o para o pos-
to que este deixou vago, nomeei a Francisco Jos
do Sacramento e Silva, que Bcar addido ao refe-
rido corpo provisorio : o que a Vmc. communico
para seu conheciraento.
N. 1030. Dito ao mesmo. Mande Vmc. por
em liberdade o rcruta Fabio Jos de Souza, que
so acba recolbldo no quariel da corpo sob seu
commando.
N. 1081.Dito ao delegado encarregado do ex-
pediente da repartico de polica. Mande Vmc.
pOr em liberdade o recrota Francisco Jos dos
Santos, qae se acha preso na casa de detengan, vis-
to ter provado isengo legal.
N.1082.Dito ao jnix municipal e de orpios do
lerma da Garanhuns. Para qae na thesouraria
de fazenda possa ser paga, segundo deciaroo-me o
respectivo inspector em offlcio de 23 do correte,
sob n. 158, a qaaotia de 10,5003 por Vmc. dlspen-
dida com os menores Laurenlno e Jos Lucas, a
que se refere o seo offlcio de 11 deste mez, fiz-se
preciso que remetta a'qoella repartico os docu-
mes'.os comprobatorios dessa despeza, a seja no-
meado outro procurador; pois que o indicado por
Vmc. nao pode, por ser empregado daquella the-
souraria, receber a importancia de tal despeza.
N. 1083.Portara. O presidente da provincia,
attendendo a qoe se nao acha orgaoisado o bata-
lhao n. 46 do municipio de Agua-Preta, e do con-
formidade com o disposto nos avisos do ministerio
da jostiga de de janeiro de 1833 e 15 de feve-
reiro de 1860, resolve nomear para o referido ba-
talhao os offlciaes seguimos :
Estado-maior.
Teoente-cirnrgloOlympio Venancio da Silveira.
Tenente-quartel-mestre Maooel Jos da Cmara.
Aitares-se:retarioJos Pellppe d'Albuiuerqne.
AKotm poria-bandeiraAmaro Santiago Ramos.
1" companhia.
Capito o tenente aggregado, Alipio Camerino
dos Santos.
TenenteO'alferes aggregado, Joo Flix Nepo-
muceno Jnior.
AlteresJoaqulm Jos Tavares da Cosa.
I* companhia.
CapitoAntonio Rogaciaoo de Gouveia Moara.
Tenente O alfares da Ia, Joaqaim Jastino de Al-
meida.
3a companhia.
Capito O tenente da mesma, Amero Aprigio
Forreira da Costa.
tenente da 2a, Pedro Francisco de
4a companhia.
AlteresJoo David Madeira.
5a companhia.
CapitoO eapllao da 2a, Manoel Felippe Paes de
Lima.
6a companhia.
Capiio O tenente da Ia, Maooel Francisco de
Almeida.
7a companbia.
AlfaresManoel Maebado Teixeira Cavalcaote.
N. 1084 Dita. O presidente da provincia re-
solve promover ao posto de capito da 3a compa-
nbia" do corpo provisorio do polica, Jos Theoto-
nio Pereira de Carvalho, e para o posto que este
delxa vago nomeia a Francisco Jos do Sacramento
e Silva, que ficara' aggregado ao referido corpo
provisorio.
N. 1085.Dita. O presidente da provincia re
solve nomear a Hypolito da Silva para o posto de
capito da 2a companbia da corpo provisorio de po-
icia.
N. 1086.Dita.O presidente da provincia at-
tendendo a qae nao se acha orgaoisado o batalbo
n. 45 da guarda nacional do mnnicpio de Barrei-
ros, e de conformidade com o disposto no aviso da
repartico da justiga de 4 de Janeiro de 1855 e 15
de fevereiro de 1860, resolve em vista de propos-
ta apreseotada pelo respectivo tenente-coronel com-
mandante em 1* do crreme, nomear para o refe-
rido batalbo os seguales ofciaes:
Estado maior.
Alfares porta bandeira. Manoel de Barros Wan-
derley.
Ia companbia.
Tenente. O altores da mesma Carlos Roberto
Fott.
Altores.Olympio Tbeodoro da Silva.
Altores.Pedro da Rocha Barros Wanderley.
2a companhia.
Tenente.O altores da mesmo Joao Guiiberme Bi-
zerra Guimares.
Altores.Jos de Barros Santiago Ramos.
3a companbia.
Capito.O tenente da 5* Antonio Secundino Ac-
cioly.
Alferes.Antonio Coelho da Silva.
Alteres.Jos de Barros Wanleriey.
4a companhia.
AltoresLaureotino de Barro* Lins.
6a companbia.
TenenteO alferes da Ia Jos Lins de Barros.
Alferes.Francisco Alexandre Dntra.
Alteres.Joo Panlo Moreira Temporal.
6a companhia.
Tenente.O alferes aggregado Laiz de Mondonga
Vasconcellos.
Altores.Antonio Ferrlo Castello-Branco Janior.
7a companhia.
Alferes.Antonio Francisco de Albuqaerque Mello
Santos.
8a companbia.
Tenente.O alferes aggregado Bernardino de Sou-
za Wanderley.
Alteres.Praocisco Ctaudino de Alboquerqa. t
Alteres.Romualdo Herculaoo Bezerra.
N. 1087.Dita O presdeme da proTiocia ai-
tendeado a qae nao se acha orgaoisado o batalbo
n. 7 deste municipio, e de cooformidade com o
disposto oos avisos da repartico da justiga -do 4
de Janeiro de 1835 e 13 de fevereiro de 1860, re-
solve em vista de proposta apreseotada p.lo res-
pectivo tenente-coronel commandante nomear o
eidado Jos Carlos Vieira Teixeira para capito
da 5a companhia do referido batalhao.
N. 1088.Dita.O presidente da provincia at-
tendendo ao que requeren o juiz municipal o de or-
phaos do termo de Goyanna, bacbarel Henfiqud Pe-
reira de Lucena, resolve conceder-lbe quiaze dias
de licenga com os vencimenlos que por lei Ibe
competirem.
3a secgo.
tt. 1089.Offlcio ao iospector da thesouraria de
fazenda.Teado nesta data approvad > os contra-
tos, que o conselho compras navaes, eftociuou com
diversas pessoas para fornecirnento do almoxarifa-
do do arsenal de marloha, as;im o communico a
V. S. para seu coabecimemo o hns convenientes
devendo o mesmo eonselbo remetter a essa thesou-
raria copias dos referidos contratos.
N. 1090.Dito ao masmo. Tendo nesta data
approvado os contratos que o conselho de compras
navaes effectuou com diversas pessoas para o for-
necirnento de vveres, dietas, fardamenio, e cotros
objectos de consumo dos navios da armada, e es-
tabelecimemos de mirioha no trimestre de abril a
junbo prximo vindooro, devendo o mesmo conse-
ibo remetter a essa ihesouraria opias do referidos
contratos, assim o communico a V. S. para sea
conbecimento.
N. 1091Dito ao mesmo. Nesla data mando
recolber capital o capito Toomaz Rodrigues Pe-
reira com as 30 pragas do 2 batalbo da guarda
nacional deste municipio qaa baviam seguido para
o termo de Serinhaem, aQm de all empregarem-se
no servigo do recrutamento, o que a V. S. commu-
nico para seu conhacimento.
N. 1092.Dito ao mesmo.Recommando a V.
S. que em vista do competente certificado mande
pagar ao arrematante do 3o lauco da estrada de
Muribca a Importancia da Ia pre;tago a qae lem
direito por ja* bver executado a terga parle das
obras do sea contracto, segundo tousta do ofli :io
do ebefe da repartigio das obras publicas datado
de boje e sob n. 64.
N. 1093 Dito ao iospactor da thesouraria pro-
vincial.Mande V. S. ajuslar comas ao teuente do
corpo de polica Joo Pereira Lagos, como pede no
incluso requerimonto, e bem assim p>gar o qoe se
Ihe estiver a dever de seus vencimanlos.
N. 1094.Dito ao mesmo.Em vista da inclusa
coma a que se refere o offlcio do director geral da
instruego pnbliea de 23 do corrente sob o. 116,
mande V. S. pagar ao reiojoeiro A. Bertrand, a
qoamia de l060 res proveniente do conseno
que fez no relogio d'aqella repartieo segundo
consta do offl -io de V. S. datado de hoje, e sob n.
64, o qual flea assim respondido.
N. 1095.Dito ao chefe da repartigio das obras
publicas.Nesta data antorison-se a thesouraria
provincial a pagar, em vista do competente cerii-
tcado, a importancia que ti ver direito o arre-
matante do 3* lango da estrada de Muribca.
4.a secgo.
N. 1096.Offlcio ao presidente da cmara mu-
nicipal de Iguarass.Raspondendo ao seu offlcio
de 22 do corrente, tenho a dfier-lhe que as actas
dos trabalbos do colleglo eleiloral dessa villa para
a eleigo de depulados geraes a que ltimamente
se proceden, nao foram anda recebidas at esta
data, cumpre pols que* essa cmara m'as envi com
a possivel brevidade.
Expediente do secretario do governo do dia 26 de
marco de 1867. -
I. secgo.
N. 1098.Offlcio ao inspector do arsenal de coa-
rtaba.Sua Exc. o Sr. conselbeiro presidente da
provincia, manda transmilllr a V. S. conveniente-
mente despachado o pedido que velo annexo ao seu
offlcio de boje, sob n. 144, o qnal flea assim res-
pondido.
4.a secgo.
N. 1019.Offlcio ao engenheiro fiscal da estrada
d ferro.-De ordem do Exm. Sr. eooselbeiro pre-
sidente da provincia, commnnico a V. S. que nesta
data mandn por em liberdade o recrata Manoel
JeroByrao Correa, cabo de um dosdistrlctos de coa-
servago dessa estrada de torro e a que se refere
o seo offlcio de hootem datado, que Oca assim res-
pondido.
provincia, manda declarar a V. S., em resposta ao
seu offlcio de 23 do correla, sob n. 116, que a
thesouraria provincial tem otoem para pagar ao
reiojoeiro A. Bertrand, a quantia de 12^000, cons-
tante de seu citado offlcio. .
qOMMINOO DAS ARMAS.
Quartel general do commando das armas de Pcr-
nambuco na cidade do Recife, 5 de julho
de 1867. .
ORDEM DO DIA N. 361.
O brigadeiro commandante das armas, faz saber
a gaaroigo para seu conbecimento devido ef-
!eito, qoe segundo coustoa de offlcio da presidencia
talado de bontem, o governo imperial houye por
u 4-bem determinar em aviso expedido pelo ministerio
da guerra a 17 de junbo ultimo, que fossem trans-
feridos para a colonia militar de Pmeoteiras o
Sr. 1* cirorgio do corpo de saode Dr. Joo Hooo-
no Bezerra de Menezes, e desta para o presidio de
Fernando o Sr. cirorgio reformado o contratado
Francisco Marciano de Araojo Lima.
Determina o mesmo brigadeiro qoe o Sr. alferes
reformado Feliciano de Lyra se aprsente ao Sr.
coronel da guarda nacional Francisco Joaqulm Pe-
reira Lobo, alm de encarregar-se da instruego
dos volootarios da patria do corpo qae o mesmo
Sr. coronel est orgaoisaodo, e coadjuva-lo em ou-
tros mlsteres; e que por conveniencia do servigo
seja desligado do deposito dos recrutas o Sr. alfe-
res do 43a batalbo da guarda nacional do muni-
cipio de Seriobem Laiz Felippe Cavalcanti de Al-
querque, e empregado no mesmo daposito o Sr. al-
feres reformado do exercito Tiborcio Joaquim de
Andrade.
(Assiguado) Joaquim Jos GonQilvet Fontes.
Esta conformeEmiliano Ernesto de Mello
Tambonm, teneote-aj danto de ordens encarregado
do detalhu.
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA-
N. 1100.Dito ao director geral da insiruegA
publica.Sua Exc. o Sr. co;elheiro presidente da
A assemhJa provincial tooccionoo bontem com
23 depulados.
Lida e approvada a acta da antecedente, nao
bavendo expediente o Sr. secretario leu as seguin-
tes redaegoes, qae toram approvadas:
Do projecto do orgamento municipal; do de n.
79 qae crea urna cadeira da lingaa franceza para
o sexo tominlno>nesta cilade; da de n. 60, que
crea diversas cadeiras de instruego primaria para
ambos os sexos, em diftorentes lugares; do de n.
4 de 1864, que crea a freguezia de Gameleira; do
de o. 91, que extingue o segundo districto de paz
de Jaboato; do de 100 de 1864, que determina
fique perteneenio a freguezia de Bezerros a pro-
prledade denomiaada Rosario, sita na do Bonito ;
do de n. 104 deste anno, qoe interpreta a le n.
310 de-1861; do de n. 52 de 1864, que crea um
imposto addiclonal de 3 por cento appcado a om
asylWe mendicidade na provincia; do de n. 61
deste anno, que coacede a Thomaz Joo de Carva-
lho Albnquerque, arrematante dos impostas muni-
cipaes da villa de Pao d'Albo, om abate da 6a par-
te do valor da arrematagio.
Em seguida approvou o parecer da commisso
de orgamento provincial, que linda por um projec-
to de lei, dispensando do Imposto da decima o edi-
ficio em que funecioaa a associagao coramercU
bsneficente.
Passando a ordem do dia, approvou em 3a dis-
cusso o projecto n. 111 desto anno, que concede
ao procurador da cora e soberana nacional, a
gratificar o de 600000 ananaes, e equipara os
vencimsntos dos eserivaes e offlciaes de justiga da
fazenda provincial aos da fazenda geral; o de n.
114, quautorlsa ao presidente da provincia a
contratar com o baeharel Boato Jos da Costa, ou
quem melhores vanUgens olferecer o estabeleci-
mento de trunos urbanos desta cidade a povoago
de Jaboato, com um additivo do Sr. Amymhas,
que justificou; em segnnda o de n. 107 que auto-
risa o goveroo da provincia a mandar construir
ama ponto sobre o ro Serinhaem no lugar deno-
minado Pao Sangue, com alguos additivos, fallan-
do sobre elles os Srs. Ramos, Urummood e Sonto
Lima, dispensado o intersticio a requerimento do
Sr. Drummond.
A requerimento e urgencia do Sr. Drommond
foi lida o approvada a redaego do projecto n. 111,
e a requerimento do Sr. Soares Braudo foi lido e
approvado o parecer da commisso de obras publi-
cas, acerca do regnlamento dado pela presidencia
a repartigo das obras publicas da provincia.
Anda approvou em 3a discusso o projecto de
n. 31 deste anuo, con seus additivos, igualando os
veociraenios do colaborador da secretaria do go-
verno aos dos amanuenses da mesma repartigo;
em 2a o de n. 108 que autorisa ao presidenta da
provincia a conceder 6 mezes de licenga com ven-
cimenlos a Rodrigo Jacme Muniz Pereira, confe-
reca do consulado provincial.
Finalmente, eolrando em discusso osarts. addi-
cionaes as posturas da cmara municipal da cida-
de da Victoria, foi apreseotada urna emenda pelo
Sr. Drummond, que justificou a, detxaodo-se de
votar por verificar-se nao baver casa.
Levameu-se a sesso as 2 horas da tarde, desig-
nando se para ordem do dia segointe a 1a discusso
do projecto. n. 118; 3a dos de ns. 107 o 108 lodos
deste anno, o regulamento da repartigo das obras
publicas a continuago da antecedente.
Amanba festejam algans devotos de S. Joo,
que se venera na igreja de S. Gongaio, o sea pa-
droeiro com toda a pompa e brilhansmo.
Do Cear e portos intermedios cbsgoa non-
tem o vapor Pirapatna. Nao foi portador de
noticia, qui merega mengo.
Amanba tem lugar na igreja do Paraso
a toslividade do Sr. Bom Jess das Chagas; prega
ao evangelho o Revd. Manoel Cavalcanti Bezerra
de Menezes e ao Te-Deum o Revd. Antonio de Mello
e Albaqoerqne.
Hoje a nome tero lagar lagar as vesperas,
orando o Rvm. Jos Estevas Vlanna.
Temos as segolntes noticias de Carnar, em
data de 25 do mez ultimo:
t Hootem, 24 do corrente, lendo ido um inspec-
tor de polica, por ordem do subdelegado de S. Cae-
tao da Raposa, prender o desertor Isidoro de Tal,
morador em Cajaieiras do referido distrlcto, succe-
den que o encontrasse em caminho patrulha. Eo-
to com elle agarrando se Maooel Joaqulm, qae
fazia parte da mesma, semelhante desertor desem-
baiohando ama faca de poma que trazia, feno-o
junto ao corago.
c Um irmo do effendido, Indo em soccorro,
qoast que tambem victima desse sicario*Va ni>o
ser um outro irmo, qae derribou-o eom urna ca-
celada.
t Acba-se preso o assasslno, e jolga-se que o
infeliz Manoel Jjaqalm, que casado e pobrfssimo,
vira sempre 1 morrer, pela gravidada do seu tori-
meato. Mas, com nao ha de ser assim, se ainda
ha quem proteja Individuos deste jaez, em se
lembrarem da necessidade que existe de soldados
que defendam a patria empanhada n'ama lacia de
honra, e de que do sea prolongamento teem de
nos vir males incalcolaveis.
1 Se honveram a ha erro, e mesmo abusos,
compre emendar ons ea'abar comontros; mas
sejamos todosBrasilelros em desaffrootar os nassos
bros no estrangero, e em vez de muitos indivi-
duos, que alias qnerm pasaar por bous cidados,
I crearem obstculos as antoridades, que ao menos
aqol teem sabido respeitar as iSengSe?, ajodem-nas,
seno por amor delias, por digoidade propria.
c A patria de todos, e se todos teem direito a
ella, tambem teem igual obrigaeao de a defen-
der. I
O brigue italiano Saraho, qoe hontem* lecon |
em nosso porto, em viagem da Babia para Genova,
na lai. 12a s. e longit. 34a50', reeolbea a seo I
bordo dous botes eom a trlpqlago da galera ameri-
cana Nellie Fogerly, de 1091 toneladas, perteeento
a praga de NewYork, a qual se incendon 36 ho-
ra? antes, no dia 2 do corrente, as 4 horas da
manha.
Essa galera la de New York para S. Francisco
da California, com carregamento de carvo de
pedra, tendo ja 30 dias-de viagem.
A tripolago, composta de 24 pessoas loga depois
do siDistro, passoa-se para os dous escalares, em
demaoda do porto da Baha,qnando toram soccorri-
dos pelo brigne italiano Saraho.
Pedem-nos a segointe publicarlo:
< Os moradores na ra do Jardim, pedem a
iilostrissima cmara municipal que d providen-
cias sobre ama casa n. 11 que existe na mesma
roa; a qual se acba arruinada e s serve de depo-
sito de portaras, e mesmo de foco de quania Im-
moralidade ha.
< No entanto consta qoe o proprietario della
quiz edifica-la;mas acamara municipal nao
permitlio-o por qualquer circomstancia, sendo po'
tanto da justiga qae a mesma cmara, tome, em
considerago este pedido, afim de qae fiquemos
livre dos inconvenientes cima apootados. >
Dizem-oos que a ra de S. Francisco ha
quem dlvirta-se em aodar pelos telhados iocom-
modando aos moradores d'alli. Espectculo de
nova especie, carece de ser presenciado pelapo-
licia.
Segunda-feira, S do correte, effectuar o
geme Pinto a venda da taberna da roa das Larao-
geiras o. 16, conforme se acha annoociada.
Ao meio-dia do mesmo dia, vender o mesmo
! agente nma caixa com llvros portdgoezes de litte-
ratora, religio, uireit, edacago e deccionario,
em seu escripiorio a ra da Cruz-o. 38.
Hoje devem encerrar-se 03 trabalbos da pre-
sente sessao da assambla provincial, a qaal fra
atada mais onlra vez prorogada at hoje.
Ha dias reclamamos providencias com refe-
rencia a frregularidade no servigo da administra-
gao do crrelo da provincia do Cear ; e agora da
novo o fazemos, consignando aqu um trecho de
cartas, que lemoi do Cralo.
c A sua carta de 8 de abril veio-me as mos
jonctamente rom 7 nmeros do Diario, truncados ;
pois para complemeato da collecgo faltavam os
ns. 70, 71, 75 e 79. Parece-me, qae taes nmeros
foram subtrabidoi.
Como v-se, sobre deloogas, ba snbiracgoes ; o
que demonstra no ama incuria, mas um acto
nuliificaa^or da confianga publica depozla na re-
p>- ,- da qual se (em a esperar toda a fideli-
ja exacta entrega de qaaesquer papis, com-
oftitivlos a sna expedigo.
Aquella repartigo, pois, recommendamos taes
abusos qae sao carecedores por certo de um pa-
radero.
Segulo honteu, para o presidio de Fernando
de Noronba o vapor costeiro Mammguape, em
cumprimeote do seu contrato com o governo.
A seu bordo foi orna torga de 70 pragas da
guarda nacional (do 3 batalhao) ao mando do Sr.
capito Joaqaim Albino de Gusmo ; a qual vai
all destaear, rendendo a torga que la' eslava em
igual servigo.
Pomos obsequiados com o Ia numero do Mer-
cantil, qae vem no jornalismo desta capit sabsti
luir ao Oriente, comioaaado e desenvolvento ah
as ideas do sea aotecessor com a proflciencia do
Ilustrado cavalleiro que o rediga e dos seus dis-
tinctos collaboradores.
Peridico qae, em sua esphera de aego, preu-
de-se a variados assumptos e traduz por ceito urna
conquista nos ramos commercial, Iliterario, pol-
tico, forense e religioso, a cujo estudo se elle ap-
plica em sua vida pratica; e do que nesta elle
sera' effectlvameste. Temos arrbas no seu pre-
cursor, que Ihe serve de introdocgo, como dito
em seu artigo inaugural, e deliaa-lbe as toigdes
mais sympatbicas para todos quanto amam a esta
trra.
FazeDdo votos para qae o contemporneo atlio-
ja aos lins de sua aspirago, tamo mais nobre
qaanto tem por limites na ordem moral a religio
santa de#Chrsto, e na poltica a constituigo do
Imperio, saodamos o seu apparecimeoto na im-
prensa, onde desojamos Ihe longa vida.qae nao po-
der deixar de ser facunda ao progresso social da
familia brasilelra e ao desenvolvimento da acllvi-
dade nacional.
REPARTICO DA POLICA.
Extracto das parles do da 3 de julho :
Foram recolbidos a casa de dateogo na dia 4 do
correle :
A' ordem do subdelegado do Recife, Manoela
Mara, da Coaceigo, Umbelina Maria da Conceigo
e Niquelina James Berlbolio, para correcgo, e
Gustavo, escravo de Laiz Antonio Vieira, a reque-
rimeo.o deste; a ordem do de Santo Antonio, An-
tonio, escravo de Antonio Jos da Cabral, a reque-
rimento deste; a ordem do de S. Jos, Jos Fran-
cisco dos Aojos, para correcgo; a ordem do da
Boa-Vist, Janaario, escravo do Dr. Jos Bernardo
Galvo Alcotorado, por ler sido encontrado fra de
horas em orna casa; a ordem do da Magdalena,
Euzebio Jos dos Santos, Veneranda Francisca Ma-
ra da Conceigo e Ignacio Maiiano da Silva, para
correcgo.O chefe da 2a secgo, i. G. deMes-
quila.
Passagelros do vapor americano Lady Lang
entrado de New-York par S. Tbomaz e Ceer: Au'
gusto Alves Peqaeno o 1 criado, Dr. Elseo de
Souza Martins e 2 criados, Antonio Teixeira Pe-
queo, Jos Soares Barbosa e 1 criado, Joaquim
Francisco Aranjo Candeia e 1 criad >, Joaquim Ma-
noel Leite.
Passagelros do vapor nacional Pirapama,
vindb do Acaracu' e escalas :
Jos Rayraondo Ferrelra, Jos Jorge Tasso e 2
criados,Germanolgnacie Araojo, Manoel Francls:
co Ferrelra, Angelo Pinto Almeida, Domiogos Jos
Saboya, Joo Evangelista, Domingos Diocleciaoo,
Joo Baptista, Manoel Francisco, Joo Francisco
Chagas, Francisco Jos Azevedo, Ignacio Ferreira
Gomes, Raymundo Souza Lima, Mantel Francisco
Carvalbo, Antonio Aolones Moura, Francisco Mar-
ques, Jos Mauricio Bitlenconrt, Jos Severiano
Lopes. Jos Antonio Moura, Jos Marques Castro,
Jos Mara de Carvalbo, Jos Gabriel-Mello Pinto,
Casimiro Pinto Nogueira, Amonio Jos Oliveira
Castro, Joo Oliveira Castro, Antonio Borges do
Coto, Jos Raymnndo Borges Costa, Jos Az9vedo
Vlllarouco Jnior, Patricio Auteliano, Manoel Si-
mos Pereira, Manoel Joaqaim Coila Carvalho,
Amonio Mooteiro Silva, Miguel Pedro Souza, Joa-
qulm Jos Alves Naves, Canato Alves, Maooel
David dos Santos, Joaqaim Jos Macana, Maooel
Jos Martins, Joaqaim Jas Martins, Joo Antonio
Silva Caldas, J>s Carlos Silva Braga, A. Y., R-
anosos, Jesuioo Paes Brrelo Saot'Aona, Minoel
J. Pitanga, Francisca Cardoso Severino, Antonio
Saturno Rocha, Francisco I Jeltonso da Conceigo,
Herculaoo Jos de Oliveira, Joaqaim Gomes Aran-
[o Jaaquim Gomei Seabra, Umbelina Maria da CL,
Jos Azevedo Silva, Maooel Aolonio Pires, Manoel
Rabello Oliveira, Joo Americo Carvalgo, sua ir-
ma e 1 escrava, Maooel Oliveira Lima, Mrcollno
Sooza Travassos o sua familia, Antoio Pereira
de Castro, Joo Qainlioo Galhardo, Pbilomeno Jos
Machada, Joaqaim Daarte Colhc, Manoel de B. B ,
Antonio Chrispiano Sooza Carvalho e soa familia,
Joio Jos Carvalho, Joo Lopes Pereira, e 2 es-
cravas.
Pa;sageiros do vapor Mamnnguape sabido
para a liba de Fernando :
Jos Joaqaim de Almeida, Joanua do Espirito
Sanio, altores Emigdio Vieira Lima, Jos Themo-
leo de Amorim e 1 filba menor, Francisca Maria
do Espirito Santo e 19 sentenciados de jostiga.
i mi
CilliOMC i JUD1CURIA.
TRIBUNAL I0 COJIITERCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 4 DE
JULHO DE 1867.
PRES1E.NCIA DO EXM. SR. DBSKMBARGADOR
ANSELMO FRANCISCO PERETTI.
As dez horas da manha, reunidos os Srs. de-
pulados Rosa, Basto, Miranda Leal e supplente S
Leito, o Exm. Sr. presidente declaroa abena a
sesso.
L1da, foi approvada a acta da sesso antece-
dente.
EXPEDIENTE.
Foi presente o mappa do trapiche Baro do Li-
vramento ao caes do Apollo, do semesire fiado em
o ultimo de junho prximo pretrito.Visto, e ar-
chive-se.
Foram destribuidos aos Srs. deputados-os llvros
diario e copiador de Isidoro Bastos & C, e diario
de Alexandre Ferrelra Caminba do Ico.
DESPACHOS.
Requerimento da companbia de sagaros or- -
tbern Assurance & C, salisfaztndo o quanto Ihe
foi exigido em despacho deste tribunal sobre o re-
gisiro dos respectivos estatutos, juntndoos por
certiao.Vista ao Sr. desembargador fiscal.
Dito de Jos da Silva Loyo. Filhos k C, locata-
rios e administradores do trapiche da Companbia,
pedindo para serem admittldos a assignarem ter-
mo de tisis depositarios dos gneros que houverem
de receber em dito trapiche.Como requerem.
Com intormagaG do Sr. desembargador fiscal.
De Manoel Gomes da Cruz e Domingos Jos de
Amorim, distrato de socedade.Raglsif-S?.
De John Gallop director e representante esp6C'*i
do Brasilian and Portogpse Bank Limited, para o
deposito dos estatutos respectivos.Sondo em pre-
jolzo da fazenda publica o deposito dos estatutos
em substituiga do registro dos mesmos; o tribu-
nal manda que sejam registrados com os docu-
mentos juntos os referidos estatutos.
Nada .mais se apresenlando a despacho, o Exm.
Sr. presidente hoove de eocerrar a sesso s onzo
horas e raeia do dia.
SESSAO JUDICIARIa" EM 4 DE JULHO DE
1867.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
A. F. PERETTI.
Secretario, Julio Guimares.
A's oaze horas o meia da manha, o Exm. Sr.
presidente abri a sesso, estando reunidos os Srt.
desembargadores Silva Guimares, Res e Silva e
Accioli, e os Srs. depulados Rosa, Basto e Miranda
Leal, e o Sr. soppleote S Leito.
Lida, foi approvada a acta da sesso antec-
deme.
JULG AMENTOS.
Appellantes Antonio Severiano de Vasconcellos
& Irmo, appellado Joaquim Jos da Costa Tinoco.
Despresaram se os embargos
Appellantes Fonseca & Abreu, appellada D. Ma-
ria Rita da Cruz Neves. Despresaram se os em-
bargos.
Appellantes os euraderes fiscaes da massa falli-
da de Pedro da Silva Reg, appellado Manoel Jos
de Souza Caroeiro.Despresaram se os embargos,
sendo voto veocido o Sr. Rosa.
Appellaote Joo Pinto de Lemos Jnior, appella-
dos Gargei Perdlgo, em llqoidagio.Despre-
saram-se os embargos cem ama modificago, sen-
do nesta parte voto vencido o Sr. Rosa.
Appellaote o coronel Jos Pedro Velloso da Sil-
veira, appellados os herdeiros de Francisco Car-
neiro da Silva.Adiado a pedido de um dos Srs.
depulados.
Appellaote Francisco Jos Germano, appellado
Joo Jos Pareira.
Appellanles Luiz Antonio Vieira e outros, ap-
pellada a directora da Caixa Filial do Banco do
Brasil nesta cidade.Adiados a pedido dos Srs.
deputados.
DISTRIBUigOES.
Ao Sr. desembargador Silva Guimares.
Appellantes Tasso Irmos, appellado o padre
Felippe Beoicio da Fonseca Galvo
Ao Sr. desembargador Res e Silva.
Appellaote H. J. Canoao, appellados Flix Sau-
vage & C.
Ao Sr. desembargador Accioli.
\. Appellantes Caetano Francisco de Barros Wan-
derley e oatro, appellados Manoel Joaqnica Ramos
e Silva & Geores.
AGGRAVOS DO JUIZO ESPECIAL DO COMHERCIO.
Aggravante D. Anoa Mara Muniz, aggravada a
directora da Caixa Filial do Banco do Brasil nesta
cidade.
O Exm. Sr. presidente oegoo provimente.
Nada mais hoove e eocerroa-se a sesso
orna hora a tarde.
Correspondencias
O sr. Dr. Ilenrique Pereira de
Laceas e os progresslstas de
oyauna. v
Nao pode coovir aos actuaes dominadores de
Goyanna, qae, entre as autoridades da comarca, to-
das frenticamente devotadas i! lei do progresso, e
submissas s ordens do aventoreiro alagoano, que
faz all o papel de vir gregis, continu o bonrado
Sr. Dr. Loceoa, juiz municipal e de orpbos, a por-
tar-so om a independencia deseo nobre carcter,
e a tasplrar-se nos semimentos de rectido, qae
lauto o recommendam a' estima publica.
E, pols, resolvern) elles expelllr do termo o dig-
no juiz, recorrendo para este Qm aos meios mais
torpes e a' orna persegigo feroz, a' coja freate se
acham as primeiras autoridades de accordo com
um escrivo maochado de crimes, omr'ora eondem-
oado por falsidades e concassoes, e com algans de-
vedores perdidos, qae nao podem querer que um
juiz honesto proe .'da com justiga era relago aos
credores.
muito longa a historia do que se tem passado
em G jyanna com o honrado Sr. Dr. Lucena. Nos
resumiremos, dizendo qoe a soa perseguigo data
de um processo por elle instaurado ao escrivo Mi-
guel Joaqulm- de Faria Braga, sogro do Dr. Jos
Joaqoim Firmioo, e da execugo promovida pelos
Srs. Lsal & Irmos, desta praga, cootra o seo de-
vedorTrajaoo Olymqio da Cooha Gouveia.
O juiz que at eotao, estimado por todas as pes-
soas boas da comarca, como anda imponha por
seas actos respeito aos mals exaltados progressistas,
qae dlsfarfjavam o odio latente com palavras de
adulago, vio de um dia para outro levaotar-so
contra si ama gritara infernal, e ama maiiiba do
caes damtfados morder-Ihe a repotaco.
Sabraoceiro aos ataque-1, qoe nao podais cau-
sar-lha damno, cootioaoo o Sr. Dr. Lucena, calmo
e tranquillo em sua conseiencia, cercado de pres-
tigio e estima, a trilbar a honrosa senda de seos
deveres.

i
NMERACO INCORRETAf


i.- "'na.
dE


<|'HH
Mari* de Penraaafeoc abbad* de Julho de 1867.
x
-
Cegos de ralva, os seas InimigosprocnraTara am
pretexto qualquer para servir a base a* orna-de-
naocta, contando com o apoto 4o jaix de direito
Dr. Francisco Gong Ivs da Rocha, apoio coosfs-
eate m suspeico, que este senhor costama jurar
m todas as quStoes importantes, em qae inte-
ressado o en partido, quando aedsae pode ser
dada por aqaelles de seas sabstitatos legaes, qae
nao contra veatum s vistas e dosejos do mesmo
partido; de modo qae flqaem resguardados os io-
teresses deste, e elle jala de direito livre da censa-
ra, qae sappSs nao caber-lhe, sendo o acto pratiea-
do por outrem I
Erros de ofllcios, am crime qaalquer de respon-
sabilidade, nao os tioha o Sr. Dr. Lacena, e por
mais qae procarassem os seus inimigos, nada des-
cobriraoi com apparenclas de aceusacao. proce-
dente.
Recorrerap.pois.elle?, qae dias antes loavavam a
interveoco benfica do mesmo Sr. Dr. Lecena no
tamalto e desordeas promovidos pela polica em
2 de fevereiro, a' calumnia de qae S. S. era culpa-
do, como principal autor, do qae boave nesse da,
nao se envergonzando das tristsimas cootradicgoes
em qae cabiram, a qae sao provadas por documen-
tos qae forneceram.
Esta calumnia cabio diante do protesto unnime
da comarca, e dos citados documentos. Nao sao,
porm, os progresistas de Gjyanna bomens qae se
deicem flcar vencidos, qaando a Iota pode ser sus-
tentada de sua parte com as armas da mentira e
da onsadia. Inspira os esse demonio, por todus
bem conbecido, qae abi se eleva a alturas, nanea
sonhadas, no jogo e pelo jago das mesmas ar-
mas....
O qae cavia de apparecer ento 1 Incrivel,
mas verdade : o Sr. Dr. Lacena'mora va em ama
casa do subdelegado de Goyaana, que, segando di-
zem, faz de conta nao i umprir os ligados de sua
virtuosa av, ba pouco fallecida. Disseram a esse
homem, esquecido do qae deve a santa mulber,
coja ultima vontade contraria, qae para se livrar
do jali provedor de capellas e residuos, capai de
obnga-lo a comprlr o testamento, era necessarlo
constitoir-se sea inimigo capital, e qae o ateio de
chegar a tal fim era intentar aecao criminal contra
o Sr. Dr. Lacena. Dito e fito.
A casa exigida ao inqailino com desrespeitosa
insistencia em praso brevtssimo e, desoecupada,
procede-se a' ama vistoria com o fim de demons-
trar que o Sr. Dr. Lncena tinb em saa mudacca
arrancado roselras (alias delle), constltuiodo-se por
este facto criminoso de furto, diz a peticao I
To ridicala accasacao morrea abi no acto des-a
vistoria, qae foi presidida pelo delegado suppleute,
o Dr. Flrmiao, centro de toda essa persegulcao, sob
os conspllio- secretos, segundo dizem, do Dr. Gon
alves da Rocha I
Por esse lempo o Sr. Dr. Lacena aasentou-se da
comarca com liceoca, depois de ter pulverisado, em
resposta digna de sea talento, ama representado
dirigida contra elle ao Sr. Sllveira Lobo por Joao
Paulino da Cunln Gouvela, ontro individuo contra
quem corretu diverjas esecocoes para pagamento
de letra?.
Nao referiremos o que dorante a saa ausencia (i-
zeram na casa para a qaal se tioba mudado o Sr.
Dr. Lacena. indigno de nos relatar o mais gros-
seiro e infame insulto, qae podea praticar inimi-
gos selvagens, e seria desrespeito ao publico trazer
a luz da pablicidade am faci, que por honra da
eldade de Goyanna desejamos que fique ignora-
do.... Renunciamos por taes motivos o mais clo-
quete argumento contra a capacidade das autori-
dades progresistas daquelia ineli cidade.
De volta ao exerclcio de sea cargo, foi o nosso
illastre amigo recebido com o mais espontaneo en-
tusiasmo. Kotrou na cidade com am brilhante
acompanhamento de pessoas, qae se foram congre-
gando pelo camiobo, na iutenco de levantaren as
sim am solemne protesto contra o Insulto, de que
tinna sido victima o digno mu^ *""" *~y
Razo de raais foi Jric para que immediaiameote
se urdasfr-cnnttr elle o monstruoso processo, ^e
_. *$&**' Dr. Firmiao qaer a todo transe ser juiz,
tendo jurado suspeico o juiz de direito, que assim
sacrifica, juiz letrado e competente per saa posicao
para cortar por tristes abasos e immoralidades, am
sea collega a quem bypocrllamente tecia elogios, e
finga amisale, declarando que nao abra correicao
porque com tal juiz municipal nao era necessa-
rta I
Os motivos d'esse processo e a suspeico do Sr.
Dr. Goncalves da Rocha, nos os reservamos para
ontro artigo. Por boje limitamo-nos ao que fica
escripto, e & traoscripcao dos doas reqaehmentos
dirigidos pelo Sr. Dr. Lacena ao Dr. Firmino para
qae se declare sospeito, ou desigue audiencia para
a apresentaco dos artigos de suspeico. Por elles
ver o publico a qae maos o juiz de direito da
Goyanna, qae se diz Honesto, entregoa o sea col
lega. Se n'isto i virtude, a mesma de Pilatos,
lavando as mos e declarando-se innocente do san-
gue de Jess Christo, com a differenca de qae Pi-
lat js precarava levar o povo jadea a desistir de
ama cruciflcacao to ajusta quaoto cruel, ao passo
qae o Sr. Rocha, subsiiluiodo-se por durissimo
algoz, toroa-se o assessor d'este, segundo gem-
mente te er com bons Indicios I
Que situaco I e que bomens I
O escndalo se ha de consummar ; foi irravoga-
velmente decretado... Sera' a isto estranbo o Sr.
bario de Villa Bella 7 Para os que anda tiverem
dotidas, mais orna occasio se oflerece de flcar
bem coohecide o espirito de moderacao e justiga,
que anima S. Exc.
Recife, 4 de julbo de 1867.
.
.
cea nesta cidade com intellif encta e honra
a nobre proflsso de advogado ate o aono de
1839, em que foi nomeado juiz municipal e
de trphos para o lagar de Campia Grande
na Parabyba do Norte, d/Onde regresson em
1842 a esta cidade de Govanna.
Desde esta data ate 1.865 oceupou alter-
nativamente os lugares de juiz municipal e
deorpbaos, promotor publico, l.juiz de
paz, verador da cmara municipal, etc etc.
ao estudo dellas, que muitos profissionaes
se nao injuriavam de soccorrer-seda sua lori-
ga pratica, nos casos em que a gravjdade
das molestias a exiga.
Parece que o seu gosto pela medicina era
activado palo desejo de tornar-se cada vez
mais til aparte soffredon da sociedade,
porquanto vimos a liberalidadcom qae elle
espalhava -nao s os seus corielbos, mas os
proprios medicamentos, que deviam levar
a sade e a vida ao enfermle sej^volvia
na enxerga da indigencia.
A morte de ura cidado dotado de taes
virtudes por todos sioCeramente lastimado.
Prova-o o numeroso concurso de pessoas
de todas as classes que acompanhavam at
morada anal o cadver de to presmoso
brasileiro.
Pela nossa parte, com o coracSo erido
pela mais pungente dr que escrevemos ei-
tas linbas.
..
Illm. Sr. Dr. juiz de direito interino. O baeba-
re Henrique Pereira de Lucena, juiz municipal e
de orphaos deste termo, tendo recebido do escrivo
do jury a copla da denuncia por crime de respon-
sabilidade contra elle dada por Trajano Olimpio da
Cunha Gouveia, e vendo, que, por haver urado
suspeico o Dr. jaiz de direitoFrancisco Goncal-
ves da Rocha, e por se acbar impedido o 1." sap-
plente deste juizo municipal, Dr. Antonio Pereira
Barroso de Moraes, foi commettido a' V. S. o co-
obecimento de dita denuncia, vem ponderar-lbe,
que, em vista dos motivos existentes, nao licito,
nem legal, que V. S. faoccione nesta causa ; e es-
pera, que ossentimentos de dignidade, de que nao
de presumir, que seja destituido, e o respeito a
le, que nao se deve deixar de snppor n'um cida-
do, qae exerce cargos pblicos, facam V. S. re-
considerar o acto, qae acaba de praticar, e resol-
verse atina I dar-se de sospeito bem da justiga
e da sna propria repatacao.
Nao pode V. S. funecionar nesta causa por ser
inimigo do supplicante, e por ter na deciso della
particular interesse.
Pravas de inlmisade, tem-nas V. S. dado mui-
tas.
Nao fazem muitos mezes, qae com lagrimas nos
olbos, e convalso de raiva, em presenca do Dr.
jaiz de direitoGoncalves da Rocha, e do ex-pro-
motor .publico desta comarca, Dr. Corroa da Silva,
aecusou Y. S. ao supplicante de ter conspirado
contra a sna existencia.
Ora, se exacto, qae V. S. acrediloa esta torpe
calumnia, e conveneeo-se, que o supplicante resol-
veu-se, com outros, a mandar assassna-lo.necessa-
riamente constituio-se de ento em diante sea ini-
migo ; e se nao accredltoa, o facto da se haver
feito debo de calumnia to negra, e de extorcarse,
mpregando, al lagrimas, em faze-la pastar por
verdade, revela altamente, qae ja era inimigo do
sopplicante, e Inimigo da peior especie.
Pactos olterorea, asss significativas, presencia-
dos por vanas pessoas de criterio, tiram toda a
dovlda a' esse respeito.
Com o fim de perder o sopplicante na opinio
publica, e de desconsiderado perante o governo
eral, qae ja' por doas vezes o jolgoo digno de
tercer o importante cargo de juiz manicipal e de
orpbos desta comarca, acoauelhou V. S. ao te-
nante Manoel Gongalves Nones Machado, que
dsse contra elle ama qaeixa por crime de furto
de flores, offerecendo-se para Instaurar o procesio,
na qualida.de de delegado snpplente em exer-
cicio.
com o mesmo fim aeonulboa tambem a Tra-
jano Olimpio ( celebre denonciante I), que de-
nunciare do sopplicante, promeuendo-lhe o sea
valiosissimo apoto, e garantindo-lbe, qae se o pro-
cesso viesseparar s suas mos.a pronuncia do sop-
plicante seria infallivel.
Depois, nao podendo contar o immenso prater,
de qae se delxoa possair por baver conseguido,
^eo Trajano se presiasse, como doeil iostrumen
lo, a' dar a denuncia, e por Ibe haver tocado ins-
taurar o processo, diste V. S., em pretenca.de
maii de ama pessoa, at legointet palavras :'
< O Lucen nao peniava, que am jaiz brnto
( o wppiicanu nanea o teve am conta de broto,
teja dito de passagen ) vieste cbama-lo a' conta ;
too processar selle, e hei de esmaga-lo.'*-
E quan'io mesmo nio votaste V. S. tao raneo-
rosa immisadi ao suplicante, era bastante a cir-
cumitancia de ter gtnro intimo amigo do esenvo
do crime civil e tabelliao de noUt, Miguel Joaqaim
de Pariat Braga, contra o qaal mais de urna vei o
sopplicante tem procedido criminalmente, e que
agora va ter processado por crimes de falsidade
soborno, para que te sopposeste com verdad* ter
cante, tanto por despoKo, para viogar ea que-
rido sogro, como para afanar o snppktoante do
julgaaento deste proeatso por crines de falsi-
dade e soborno, ni eiperaaca de, fizando valer
sua inluencia e prestigio junto aos juixet mamoi-
paes sopplentes, salvar dito sea querido logro de
toda pena e incommodos.
A' vista destes motivos, e de outros, qae bo
tSo ignorados por Y. S., e qoe ftriam dar-se de
sospeito mesmo o homem menas escrupuloso em
materia de dignidade, de esperar, qoe V. S. jora
suspeico, e, caso o nao faga, o qae, embora inde-
coroso, possivel, alteuta a fragilidade humana, o
supplicante averba-o de sospeito, protestando,
como protesta, apresentar na audiencia, qae por
V. s. fdr marcada, os saos artigos de suspeigao.
P. tjf. S. deferimento.E. R.. M.Henriqoe Pe-
reiaa de Lacena.
Illm. Sr. Dr. jaiz de direito Interino.Diz o ba-.
charel Henrique Pereira de Lucena, Jaiz municipal
e de orphaos deste termo, qae, bavendo V. S. de-
clarado no despacho exarado na petfg"ao retro, qae
nao receber os artigos de suspeigao, qae o suppli-
cante protestoo apresentar, por nao dever faze-Io,
em vista do aviso de 14 de novembro de 1850, e
entendendo o sopplicante, qae o aviso citado nao
tem applicagao especie, replica, insisiindo ainda
em pedir V. S., qoe se digne de marcar-lbe orna
audiencia, para nella o sopplicante averba-lo de
suspeito, deoonfermidade com a !ei.
Isto nao deveria ser negado ao sopplicante, caso
mesmo nao tivesse lagar a recaiacao, qae se pre-
tende intentar Y. S., quaoto mais tendo ella todo
cabimento.
O conselheiro Pimeota Bueno na sna obra
Apontamentos sobre o processi criminal brasileiro,
tratando do processo criminal, em geral, no ca-
pitulo III, secgao 2.a, n. 120, depois de observar,
qae os juizes nao podem ser recasados na forma-
go daxulpa, accresceota si apezar disto a par-
< te asar da recasacSo, dever-se-ha observar o
disposto no artigo 6 do cdigo do processo cri-
< mioal. i
Este artigo nao autorisa o jaiz nao consen-
tir, qae a parte o recuse, mas smente a continuar
oo processo, como se nao Ibe fura posta a suspei-
gao, no caso de nao se reconhecer sospeito, sem
que por isso o processe de recusago deixe de se-
guir os tramites legaes. Admittir o contrario, fora
dar lugar, a que om jaiz recasado viesse i jalgar
da legalidade ou illegalidade da sea propria recu-
sago ; o que seria absurdo em face da iei.
Ja v, pois, V. S., qae sappoodo-se mesmo ver-
dadera a saa dootrica, firmada no aviso de 14 de
novembro de 1830, era seu dever deferir a peligo
'o su"p]c.in!e na parte, em que pedia orna aodieo-
cia, para apraseour artigos de saspeigao.
Passa agora o supplicante mostrar, que esse
aviso, nao applicavel ao caso, em queslo.
E'exacto, que os jaizes nao podem ser recasa-
dos nos processos de tortnago da calas, ainda
mrsmo no cro de recerso asm o eclara o av!s?
de 14 de novembro de 1850; assim ja baviam dia-
posto, motto antes desse aviso, os artigos 66 do co
digo do processo, e 248 do regolamento ; mas con-
testa-se, que essas disposig5es extendam-se, e se-
jam applicaveis aos processos por crimes de res-
poosabliidade dos empregados pblicos, nos quaes
o jaiz jolga deBnltivameote, como expresso oo .
artigo 200 i do regoismeato n. 120 de 31 de ja- Hes'panha, isto em outubro de 1866.
neiro de 1842. Ao depois indo eu a Macei procurar
O cdigo do processo criminal e o regolamento y .. naoamAntn o Qnn.nnn nao m p
n. 120 nos artigos 66 e 248 cima citados compre-; eue. pagamento de yU^UO que me e
hendem smente os casos d tormacao de colpa, nos; aeveaor, denunciou-me, e fez-me prender,
processos ordinarios, coja darfsao final compute ao Inda nao satisfeito, no inleresse de des-
jury. E' smtale -awses aroeessoa, nos quass a cooceituar-me ante meus amigos e protec-
formagao da culpa ddve tciinar dentro de 8 Macei tem mandarli invrir no
das, que o legislador, para evitar delongas e ou-1 "Jres. aem(f^ iem manaaaj- senr no
iros abusos nao permitte, qae se recasem os jafzes j Diario das-Alagos annuncios infamantes
qae sao simples formadores de colpa, e que nao contra mim.
fazem mais do que investigar e colligir pro vas do
crime, e nao assim nos processos de respoosatili-
dade dos empregados pblicos, e em todos aqaelles,
em que o jaiz, que forma a culpa, o mesmo que
julga definitivamente.
Isto posto, se os juizes de direito podem ser re-
casados nos processos por crimes de responsablli-
dade dos empregados pblicos raviso de 18 de maio
de 1843 ), a recusago poder ter logar no comego
do processo, e mesmo devera ser intentada a esse
tempo, sob pena de nao ter mais logar, por que.
como V. S. nao ignora, oo te ignora, como podera'
verificar lendo a ordenagaolivro 3.* titulo 21, orine,
o parle obrando perante e ptiz algum acto por que
pareca consentir nellt, nao pie j mais recsalo.
Eotretaoto, como o sapplicaote, que oo se faz
cargo de esclarecer a V. S. sobre este pooto de di-
reito, trata smente de n5o ser privad? do urna
garanta, que a le Ine concede, nao
Formado em direito no ao.no det837,o'nao s de vantagem por sua qualiJad*
Dr. Domingos Lourenfo Vez Carado, exer- j diafortica, como pela ansi-septiea para
imped a putrefacto as molestias.
Na erysipelia nio deve o enfermo nos
primeiros tres dias usar de comidas e bebi-
das que possam esquentar e inflammar o
sangue.
A comida durante esse tempo deve ser
do reino vegetal, como sag, farinba do Ma-
ranbio, pao torrado, bolacha, etc.
Ainda nao vi expositor de medicina que
aconselhasse que nos primeiros tres dias de
sempre com a dignidade propria de seu ele-' acommettimentos do mal, nao se usasse de
vado carcter. I meditiaiMptos; o que elles repellem sao os
Possuindo pronunciada vocacSo para as unguentM, unturas que obstruem mais e
sciencias m-idicas, dedicou-se portal modo repellem do qae promevem a evcuaco da
Magistrado integro! Homem compenetra
do de urna das mais sublimes virtudes evan-
glicas a-caridade/a tua memoria ser
abensoada na trra, em quanto que tua al-
ma gosar junto a Deus o premio concedido
aos justos!
Goyanna, 1 dejulbode!867.
J. F, liamos Jnior.
Domingo* Ivs Ilespanhol eAlean
re J s fcibein.
De muito que emenden Alexandre Jos
Ribeiro, de Macei perseguir-me e calum-
niar-me, ousando denunciar-me a polica
fazendo aprehender a quantia de 1:2500
que eu remettia para minha familia em
se 5-.y
mais, iimitando-se as constderagoes feitas, e a
na, pedindo segunda vez, que V. S. lhe designe
orna audiencia para elle apresentar os seos artigos
de sospeigio, protestando osar eontra V. S. dos
melos, que a Iei lhe faculta, se por ventara lhe l. r
ainda indeferido to justo pedido. Pede a V. S. de-
ferimento e recebera' mere*.Henrique Pereira de
Lacena.
fublicaooes a pedido
Sob o peso de tanta desenvoltura pude
afinal conseguir do muito lustrado e pro-
bo Sr. Jacintho Pereira do Rago juiz muni-
cipal d'esta cidade, levantar o deposito da-
quelia quantia, recebendo-a da mo domen
procurador o Sr. Dr. Antonio Borges da
Fonseca.
Resta alcancar contra aquelle meu gratuito
perseguidor o pagamento do que me deve,
e a reparado dos damnos qoe me ha cau-
sado, para o que breve me passarei a -Ma-
cei.
Em respeito ao publico, e para justificar-
me ante elle que rogo aos lllms. Srs. re-
dactores d'j Diario de Pernambuca a im-
pressao d'estas linhas.
Recife, 5 de julto de 1867. ?'
Domingos Abes Hespanhd.
parte; oqueconvem trazer o lugar ataca-
do e bem agasalbado para a transpiraco e
defender do ar.
O verdadeiro xarope de veame vende se
na botica da ra Direita n. 88, de Jos da
Rocha Paranho*.
Teolio recebido cartas de algumas pessoas
de outras provincias que me commnnicam
ter desta cidade sido remettido o meu xa-
rape falsificado, que tem dado resultado ao
descrdito de mipha preparacao, cujo co*
nhecimento se tem verificado depois dos ef-
feitos que taes remedios apresentava ; as-
sim, pois, tenho a declarar ao publico que
no letreiro que vai pregado na garrafa do
xarope, sempre foi assignado por meu pu-
nho, e daqoi em diante, alm desta assig-
natura o farei tambem no papel que cobre
a garrafa. Rogo ao mesmo publico que
quando forem assim engaados, tomem tes-
lemunhas, me remettam os rtulos falsifi-
cados e me participem para fazer effectivo
o artigo 167 do cdigo criminal do Brasil.
Jos da Rocha Paranhos.
COMMERCIO.
PRAQA DO RECIFE 5 DE JLHO
DE 1867.
As3> horas da tarde.
(Hontemr)
Algodo sorte-13600 por arroba.
Acgoes do nevo banco de Pernambuco ao par
(em pagamento).
Acges da cempanhia.de Beberibe 60 OO de pre-
mio.
Cambio sob.-e Parisa 60 d|v 440 rs. por franco.
Descont de letras de 90 dias de praso 6 0,0 ao
anuo.
Silveira.
Presidente.
Maceit,
Secretarie,
Novo banco de Pernambuco
O novo banco suspende do ultimo deste
mez de junbo em diante os juros s quantias
qoe por conta correte permanecem no
banco.
O Novo Banco desconta letras de 7 e 9 0/0
10 anne, coaforme os prases.
O novo banco paga o dcimo oitavo divi-
dendo de 60300 reis per acclo.
ALPANDEG.
Rendimento do da 1 a 4........... 72:2274839
dem do dia S................. 43:7604469
10 taccas algodo 52 voluntes com 227
arrobas de carnauba ; a Tasso Irmaos.
32 saccas com 142 arrobas e 26 libras de
algodSo ; a Luiz Goncalves da Silva.
l barril mamona emazeite, 40 arrobas
de carne, e 3 ditas de sebo; a M. S. c.
Pimp3o.
4 volumes com 10 arrobas de carnauba;
a Jos Joaquim da Silva Gomes & C.
15 volumes com 30 arrobas de velas de
dita ; a Bibiano da Silva Caldas.
1 caixao com 6 arrobas de queijo; a A.
da Silva Puntes Guimares.
30 arrobas de carne, 230 courinbos, 3
arrobas de sebo, 20 libras de peonas de
emma, 30 couros salgados, 13 caixoes com
13 arrobas de velas de carnauba; a Luiz
de Faria & G.
7 saccas com 21 arrobas de carnauba, 1
barril com 3 caadas de mel de abelha, 2
saccas com 14 arrobas de algodo em ca-
rago ; a C. Jos da Silva Callado.
7 arrobas carne, 20 saccas com 87 arro-
bas e 11 libras de algodo ; a Albino & C.
Do Aracaty.
22 saccas com 96 arrobas e 27 jbras de
algodo ; a Silvestre Ferreira Cmara.
10 saccas com 39 arrobas e 10 libras
de algodo; a Jos S Leitao Jnior.
16 ditas com 44 arrobas e 18 libras; a
L. A. Siqueira.
Da Parabyba.
200 saccas com 1,200 arrobas e 24 li-
bras de algodo ; a Balthar & Oliveira.
RECEBEDORIA DE RENDAS NTERNAS
GERAES.
Rendimento de dia 1 a 4.........
dem de dia S..............;..
O diitrato da sociedade de Domingos da Silva
Campos e Bernardino da Silva Costa, qoe girava
nesta cidade sob a Arma de Campos & Sobrlnbo,
coja liquidagao fica ezclasivaraente a cargo do ex-
socio Bernardino.
O contrato de Joao Evangelista Gomes t Manoel
Jos Gongalves, estabelecidos nesta cidade sob a
firma de Joao E. Gomes 4 C, com negocio de fa-
zenda, e o capital de 9:850*000, para o qaal en-
tra om commanditario com 4:9004000.
O contrato da Manoel Alves Barbosa Sobrlnbo e
Lourengo Pugi, com eslabeleclmeoto de modas
nesta cidade, sob a firma de Manoel Alves Barbo-
sa Sobrioho & a e com o capital de 3:0004000
foroecide pelo socio Batbosa.
Secretaria, S de jalbo de 1867.
O offlcial-msior,
Julio Guimares.

6:226470o
1:8884867
8:1154572
Rendimento do
dem do dia S
CONSULADO PROVINCIAL.
dia la4.
31:9499154
6:5304573
39:4724727
MOYIMEST D9 POETO
Sanes entrados no iia 4.
Acarac e portos intermedios 6 dias, vapor-ora-
slleiro I'irjpima, ao 312 tou^adas, oarnaadan-
te A. G. Torres, eqaipagem 30, carga varios
gneros ; a agencia Pemambucana.
adia8 dias, sumaca brasileira Hortencia, de 94
toneladas, capitao Francisco Jos de Paula,
eqaipagem 8, carga charutos e oatros gneros;
a Aotonio L. de O. Azevsdo & C.
Trieste -34 dias, brigue bollandez George Evvert,
de 246 toneladas, capitao Sparrios, equipagem
10, carga 2,500 barricas com farioba de trigo ;
a Joboston Paier & C.
Ass12 das, hiate brasileiro Flor do Rio Grande,
de 42 toneladas, capitao Vicente P. da Costa,
eqaipagem 6, carga sal -. ao mesmo capitao.
ames sahtdos no mesmo dia.
Ilha de Fernando Vapor brasileiro Siamanguape,
commandante Maximiano J. da Costa, carga va-
rios gneros.
ParabybaVapor brasileiro Uoleque, commandan-
te I. D. de Soaza ; em lastro.
EDITAES.
115:9884308
MOVIMENTO DA ALFANDEGA.
485
817
Volames entrados com fazesdas..
* < gneros.
Senhores Redactores.Km seu concekaado Da-
no, de 28 do prximo passado, e sob o titulo de
publicagio pedido foi enserido um-artigo, onde
tractando-se do aquartelameot) do 4* batalho de
cagadores da guarda nacional, articalam-se nesse
sentido qaeixas, e fazem-se Insinnagoes malignas
em am estylo irnico sobre o motivo de tal aqoar-
telamento; e como o aotor do artigo para melhor
oceultar-se figarou como sigoatarios deile os
guardas do mesmo batalho de cagadores do mu-
nicipio do Recife apressamo-nos os os verdadei-
ros guardas daquelle batalho a protestar contra
tal publicago, na qual nao livemos directa nem
indirectamente parte alguma; nao podemos con-
sentir qae sob o nosso oome qaalquer maldizeote
invejoso venba derramar sua bilis sobre caracteres
distinctos e dignos de teda a consideracao.
Declaramos, pois, qae com quanto reconhegamos
que o servigo do aquartelamento nos muito pe-
sado e incommodo, nao podemos todava contestar
que em vista das circunstancias ezcepcionaes do
oosso paz, elle se torna de indeclinavel aecessida-
de, e como bons cidados amantes de nossa patria,
estamos resignados a concorrermos tambem com
os nossos sacrificios, sujeitando-nos conteutes e sa-
tisfeitos ao dito aquartelamento.
O nosso actual commandante ne precisa de nos-
so sold para fardar o batalho; elle tem bastante
dignidade para detestar semelbantes meios, sendo
qae antes mesmo do aquartelamento ja' bavia dis-
tribuido fardas e diobeiro a moitos guardas.
Muito folgamos por termos a' oossa freme, como
eommaadaote, om perfeito cavalbeiro, que em tao
pouco tempo tem sabido conquistar as sympatbias
de seus subordinados, oSo poopaodo estorcos e fa-
digas para rodear o sea batalho de todu o presti-
gio e consideracao pelo que bem diremos sem-
pre do governo imperial por dos ter honrado com
lio digno ebefe, como 6 o Sr. usnente-coaonel Sil-
vino Guilberme de Barros, e fazemos votos para
qae por lereos anoos se conserve elle no eiercicio
de seo cargo, em cujo desempenbo tem desenvol-
vido tanto tino, xelo e acUvidade, mostrando-se
sempre amigo e protector dos
Verdadeiros guardas do 4 batalhas
da guarda nacional do Rtcife.
wammmmmmmmmmsBm
Dnas palavras sobre o chorado passamento do
Illm. Sr. Dr. Domingos Lonrence Yaz Curado.
Qaando a porta do tmulo se abre para
esconder o cadver de um homem de mrito
a sociedad pranteia, e parece que o nosso
espirito se revolta contra a Iei fatal da dis-
soluco, a que a materia est sujeita. A
obra sabia e santa da intelligenca divina
parece-nos, n'essas occasiSes cruel e deshu-
mana.
MorrerlMas para o homem til e vir-
tuoso, cujo camioho da vida tem atravessa-
do eotre os louvores dos seus semelbantes
agradecidos, para esse a hora Goal deveria
soar mais tarde. O fo de urna existencia
preciosa cortado em meio pelo cotello da
morte, quando essa existencia promettia ain-
da muitos fruetos, uma'verdadeira ealami-
dade para nos, que olhamos para os sabios
decretos da providencia com os olhos da
nossa razo limitida e contingente.
Suggerio-oos estas coosideraces o recen-
te e lastimado passamento do Illm. Sr. Dr.
Domingos Lourenco Vaz Carado, fallecido
de urna con gestad cerebral a 29 de janbo
deste anno, n'sta cidade de Goyanna. .
O Ilustre tinado gosava das sympatbias de
todos os que tiveram occasio de apreciar o
V. S. ioteressado na deciso da causa do suppli-jtbesouro d suas bellas qualidades. .
Erysipelia-
O medicamento que com mais influencia
e energa tem combatido essa terrivel en-
fermidade, tem sido o xarope alcohlico
de veame.
Urna escrava da mi do Sr. Francisco Fir-
mino Monteiro, pessoa bem coabecida nesta
cidade, acbando-se de cama, e com as per-
nas bastante incbadas, e cheia de tumores,
tomando o xarope de veame, acha-se hoje
boa, prestando servicos.
A mana do Sr. Jos Francisco Pinto, mo-
rador na ra Direita n. 51, tendo sido ac-
commettida do mesmo mal, acha-se tambem
boa.
A Sra. D.ienhorinba Umbelioa dos San-
tos, moradora na ra das Calcadas n. 38.
achando-se atacada de erysipelia as coxas,
com quatro tumores bastante volumosos, no
estado indolente, que a privava de pr-se
de p ha muito tempo, com o uso do xaro-
pe alcohlico de veame e pilulas purgativas
do mesmo, acha-se restablecida, e no uso
dos medicamentosos tumores terminaram
pela suppuraco.
A Sra. D. Rita, moradora a ra de San-
ta Rita n. 13, primeiro andar, solfrendodo
mesmo mal ha muitos annos, pois que a
erysipelia atacava amiudadamente, depois
que tem tomada esse remedio uunca mais
lhe dea.
Outros muitos fados desta ofdera delxo
de mencionar aqui para nao me tornar prr>
liso e enfadonho.
Sendo a erysipelia urna molestia que sem
duvida cffeito de materia ge rada no cor-
po como expoem alguns escriptores de me-
dicina, e em consequencia da febre lauca-
da na pelle, onde produz infJammaco, e
que muitas pessoas, por nao se terem con-
venientemente tratado, suecumbem com o
pernicioso uso de que, nos tres dias nao
devem usar de remedio algum, o que faz-
se estender o mal por nao se ter a princi-
pio combatido; por isso, pois, convenien-
te que, logo que alguem se sentir atacado
de tal mal, deve provocar a transpiraco
tomando ao principio urna colherinha de
cb do xarope alcohlico de veame dis-
solvido em urna chicara de infasao de flor
de sabugueiro quente, adocando-a com mais
assucar, continuando nos tres dias nesse
trata memo, no. fim dos quaes osara' do xa-
rope de veame na forma prescripla no re-
ceituario, tendo todo o cuidado de se aba-
lar, adm de soar convenientemente, alm
de conservar o ventre correte, que conse-
guir tomando urna ou duas pilulas purga-
tivas do mesmo veame.
T< dos quantos suecumbem desta molestia
se diz : falleceu de erysipelia reeolbida-s
ao contrario, alguns expositores presnmem
ser o desenvolv ment da putrefeco no
sangue, tatito que o lugar inflammado que,
en tao a sua cor era encarnada, se troca
em lvida ou negra e termina em gangrena,
e por essa razo que conveniente o xa-
rope alcohlico de veame na infuso de
ff de sabugo, para se conseguir resolver
ammaco, ou pelo menos terminar pela
. poraco, impedtndo assim a gangrena.
Os effeilos do xarope alcohlico de vela-
applicado na fiar de sabugo- ao doente,
Velumes sabidos com fazendas... 86
t > < ganaros.--- 196
1302
222
\
Descarregam hoje 6 de albo.
Barca fraoceza Colignymercaduras.
Brigue portoguezConstante -IIdem.
Barca fraocezaSanio Andridem.
Galera ingleza-fermioncarvo de pedra.
Patacho neruegaeaseRjukanfarioha de trigo.
Brigue portuguezRelmpago diversos gneros.
Barca nacionalFat'onfa-cbarqae.
Patacho hanoveriano Allanteidem.
Patache nacional Valenteidem.
Patacho nacionalGuilhermtnaIdem.
Patacho hollaodezWfhermma Magdalenaidem.
Sumaca hespanholaPrometaidem.
Polaca nacionalS. Pedrodem,
rigue portoguezN. S. da Concetccloidem.
ImportacSo
Brigue nacional Berth, entrado de New-
York, consignado a D. Alves Matheus, ma-
nifestou o seguinte:
300 barriquinhas bolachinha, 250 caixas
kerosine, 101 barris cimento, 200 ditos
breu, 1,104 meias barricas abatidas, tO car-
ros de aterro, 12 fogoes de ferro e perten-
ces, 5 caixas 500 duzas de facas de char-
quear, 250 remos de faia, 20 duzias de vas-
souras, 20 jogos de gamellas e 10 barricas
farinha de milho ; a D. A. Matheus.
15 caixas fazendas de algodo; a Ferreira
& Matheus.
150 barriquinhas banha ; a Marques Bar-
ros & C.
100 ditas dita e 200 caixas kerosine ; a
M. F. Corga Jnior.
100 barriquinhas banha; a J. J. G. Bel-
tro.
3 caixas drogas; a R. e Silva & Genros.
8 ditas relogios; a Lehman Freres.
5 cascos lampioes, arandellas e cbamins;
a Lima & c.
153 barris breu; a ordem.
1 caixa pennas de ouro e livros; a A.
Dumont Si C.
Barca hespanhola \enturita, entrada
de Barcelona, consignada a Tasso Irmo,
manifestou o seguinte
229 pipas, 12 meias ditas, 305 barris de
quinto e 130 decimos vinho tinto e branco,
10 barris de quinto vinagre; ao capitao.
Barca nacional Thereza 1, entrada do
Rio Grande do Sul, consignada a Baltar &
Oliveira, manifestou o seguinte:
12.424 arrobas de charque, 381 ditas de
graxa em bexigas, 500 resteas de ceblas;
aos mesmos.
Vapor nacional Pirapama, entrado
dos portos intermedios, manifestou o se-
guinte :
Do Cear
,15 caixas louca de barro, 600 telbas de
ferro ; a Carneiro Sobrinho.
3 caixas candieiros; a A. dos Santos
Neves.
83 saceos arroz; a L. Ribeiro da Cunha
& Sobrinho.
De Natal
38 saccas 246 arrobas 18 libras de algo-
do ; a Oliveira & Filho.
Faculdade de Direito
ue ordem do Exm. Sr. director fago cons-
tar que nos dias 5 e 6 de julbo prximo vin-
douro, ter lugar, perante esta Faculdade,
a defesadetheses ao bacbarel Jos Joaquim
Tavares Belfort comecando o acto s 10 ho-
ras da manba ; e que no dia 2 s 8 horas
da manha, dever o doutorando compare-
cer nesta secretaria para tirar 0 ponto de
dissertaco.
Secretaria da Faculdade de Direito do
Recife 27 de junho.de 1867.
* secretario,
Jos Honorio Bezerra de Menezes.
De ordem do Illm. Sr. inspector se
faz publico que no dia 6 do correrte, aomeio
dia e a porta desta repartco, se bao de ar-
rematar em hasta publica, os seguintes ob-
jectos appreheuddos pelo sargento da com-
panhia dos guardas, Americo Vespucio da
Hollanda Chacn a diversos passageiros do
vapor francez Borgognt, procedente de
Marselle em 26dejunho prximo findo : a
saber 67 lencos de fouslard pesando, 6 li-
bras avahadas a 130333 a libra.
14 pistolas de algibeiras avahadas a 1^500
cada urna.
6 duzias de caivetes de mola com cabo
de osso avahados a 8,-5 a duzia.
12 portas moedas avahadas por 3#.
1 Revolwer avahado por 8#.
3 duzias de thesouras de ferro poldo at
6 pollegadas avahadas a i-$ a duzia, impor-
tando tu do em 171^998.
Alfandega de Pernambuco 3 de julbo de
1867.
O 3. escripturario,
__________Eutyebio Mondim Pestaa.
De ordem do Illm. Sr. inspector se
faz publico que no dia 6 do correte a 1 hora
da tarde, e a porta desta repartido sero
vendidos em basta publica, livre de direitos,
45 garrafes vazios e quebrados que conti-
nbam gneros, vindos de Hamborgo no na-
vio Eltnira, entrado em 14 de juoho prxi-
mo findo, abandonados pelos direitos re-
querimento de Domingos Alves Matheus, e
avahados por 20.
Alfandega de Pernambuco 4 de setembro
de 1867.
O 3. escripturario,
Eutychio Mondim Pestaa.
DECUBlfjOIS.
O tribunal do commercio de Pernam-
buco em vista do qae dispe o art. 9, do
decreto n. 863 d 17 de novembro de 1851
faz publica a vaga de am dos officios de in-
terprete de commercio desta praca, e marca
o prazo de 60 dias contados desta data para
que aquelles que se acharem habilitados
apresentem seus requerimentos instruidos
com os documentos de que trata o art. 6.'
do mencionado decreto.
E para constar mandei passar o presente
que ser publicado nos jornaes de maior cir-
culado, o qual vai por mim assignado nesta
secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco aos. 4 de julhode 1867.
O secretario,
. Jos Marcellino da Rosa.
No dia 6 do correle mez depois da aadlen'
A Illma. juota administrativa da Sa na Casa
de Misericordia do Recife, contrata com qaem por
menor prego fizer a publicaco do sea expediente
e annancios.
Os pretendentes devero apresentar soas pro-
postas em cartas fechadas, quinta-feira 27 do cor-
rete pelas quatro horas da tarde na sala de suas
sessoes.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 12 de junbo de 1867.
O escrlvo
__________________Pedro Rodrigues de Sonta
Santa Casa de Misericordia.
A Illma. jun:a administrativa da Santa Casa do
Misericordia de Recife, contrata com qoeui por me-
nos fuer o fornecimento de pao e bolacha que pre-
cisaren] o coliegio das orpbas e o hospicio de alie-
nados em Olinda : recebe para isto propostas na
sala de soas sessoes pelas quatro horas da tarde da
11 do correle.
Secretarla da Santa Casa de Misericordia do Re-
cite, 5 de jolho de 1867.
O escrivo
Pedro Rodrigues de Saoza.
Santa Gasa da Misericorda
do Recife,
A1 lima, junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico que
na sala de suas sessoes, no. dia 5 do corrente pe-
las 4 horas da tarde tem de ser arrematadas a
qaem mais vaotagens offerecer as rendas dos pre-
dios em seguida declarados :
Elabelecimeuto de caridade.
Roa do Padre Floriano.
Casa terrea n. 49.......I82*r>fl0
dem idem u. i.3.......150,5000
Ra de [S. Jos.
Casa terrea n. 6.......170J000
flta das Paseadores.
CiiaterreaH.il.......IfttfDCt
Ra das Calcadas.
Casa trra a n. 30.......175J0OO
dem idem o. 34........ i50000
Rui de Santa Thereza. .
Casa terrea n. 7.......199J000
Roa larga de Rosario.
Sobrado de 3 andares n. 24 (3* andar) 301,5000
x Becco do Quiabo.
Casa terrea n. 8.......144J00O
Ra do Encantamento.
Casa terrea n. 3. .' 401J0GO
Ra do Amorim.
Sobrade de I aatares a. 21. 160#009
Roa do Nogueira.
Casa terrea n. 17........ 24I00O
Ra] do Padre oFlorian. 2
dem n. 17............" 186000
Rui de Hortas.
Sobrado de am andar e.soto 240,5000
PatriuiADio de orphaos.
Roa do Burgos.
Casa n. 21.........1440006
Roa das Laraogeiras.
Casa n. 17.......... 192000
Roa Velba.
Casa n. 32.........2I0JOOO
Madre de Dos.
Casa o. 8.........3020OO
Becco das Bolas.
Casa n. 18.........502J0OO
Roa da Lapa.
Casa n. 11.........196*000
Ra da Moeda.
dem n. 47....... 331*000
Ra do Encantamento.
Sobrado de dous andares d. 11. 901*000
Roa do Pilar.
Casa n. 99.........256*000
dem n. 103.........200*000
dem n. 94.........201*000
Sitio n. S no Forno da Cal. 180*000
As arrematacoes sero feitas pelo tempo de um
anno, devendo os licitantes vfrem acompanbados
de seus Dadores ou munidos de cartas destes.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife 2 de jolho de 1867.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Sooza.
Sabbado, 6 do corrente, s H horas
da manba, na sala das audiencias e peran-
te o Illm. Sr. Dr. juiz do commercio, deve
ter lugar a reuniSo de credores da massa
fallida de Sebastio Jos da Silva, afim de
tratar-se da nomeacSo dos adminislradores
ou de concordata se r proposta, visto nada
se baver deliberado na reunio convocada
para 28 do passado e que por justo motivo
ficou adiada para 6 do corrente.
Recife, 2dejulho de 1867.
Os curadores fcaes.
Alves Hambuger & C.
Santa Casa de Misericordia do Re-
cife.
Pela secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife se convida as pessoas abaixo declaradas para
qae venbam requerer a retirada do coliegio das
orpbas, das edacandas tambem adianto menciona-
das, as quaes mostrando pouco desejo de continuar
no coliegio, a Illma. junta administrativa deliberoa
qae fossem entregues a* seas prenles on pessoas
que por ellas se ioteressam, na conformidade do
art 48 3* e do art. 50 do regolamento daquelle
tabeiecimttnte :
Niomisia de Lana Costa, irma de Manoel de Lona
Costa, morador a' roa da Cruz.
Samaritana, Alba de Rosa Claudina;
Leocadia .varia da Coneeicao, filha de Mara Leoca-
dia ja fallecida;
Francisca hidra;
Isabel da Luz ;
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 28 de marco de 1867.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Soaza.
a, i o i_ a. aa j. o u u uu wnreuiti iuvl ueuui na auaien-
dita 43 arrobas dito, 650 caibros de cia do Illm. Sr. Dr. juiz municipal da segunda va-
filio 1 AtiriAm a>* (am An la* Am n*A nirt onm RmPHM.i>flA nn*
mangue; a ordem.
2 caotes livros impressos; a santos A G.
DeMacao
1 fardo fazendas; a R. J. Monteiro & Ir-
mao.
13 saccas com 82 arrobas de algodo ;
a L. Antonio Siqueira.
14 ditas com 60 arrobas e 24 libras; a
Americo & G.
5 garajos com 29 arrobas de carne; a
Alberto de Sonza Aguiar.
ra, tem de Ir em praja para ser arrematada por
qaem mais der, ama mobilia de amanero penbo-
rada a Candido de Albuqnerqae Maraaho, per
ezeeocao de Antonio Henrique Rodrigues.
Tribunal do commercio.
Na secretaria do tribunal de commercio fleam
registrados :
O contrato de sociedade de Jos Jeaquim Gon-
calves de Barros e Lebmann Frres, estabelecidos
nesta cidade sob a Arma de Jos Joaquim Goncal-
ves de Barros 4 C com negocio de joias, podras
preciosas, ooro e prata, e o capital de 80:000*000.
Santa Oasa da Misericordia
do Eecife.
A Illma. junta da Santa Casa da Misericordia du
Recife, recebe propostas para arrandamento das
casas abaixo declaradas, qae acbando-se arruina-
das sero arrendadas por qualqaer preco, a qaem.
se incumbir de as concertar:
Bslabelecimenlos de caridade.
Roa Direita n. 33.
Roa da Moeda n. 37.
Roa do Burgos o. 2.
Roa do Pharol n. 72.
Becco da Abreu n. 2.
Patrimoolo dos omhos.
Roa da Cacimba n. 19.
Os pretendentes para melhores esclarecimento
podero dirigir-se a esta secretaria.
Secretaria da Santa Casa a Misericordia do Re-
cife, 28 de marco de 1867.
O escrivo,
Pedro Rodrgaos de Sonea.
MUT
Arremataeo.
Tendo-se de proceder aos reparos e ontras obras
no edifleie da capitana do porto, convida-se a qaem
se qaeira encambir de taes obras, a examinar o
orcamento na mesma rtpartlco, e apresentar saas
propostas em carta fechada no dia 8 do corrente ao
meio da.
Capitana do porto de Pernambuco 2 de jalbo-de
1867.O secretario,
_______________Pecio de Aqoino Fenseci.
lnspccc> da arsenal d nta-
rlnha.
A Inspeccao do arsenal de marfnba compra ama
vergontea de pinbo qae tenba 62 ps de compri-
ment e 13 a 16 pollegadas de dimetro.
Inspeccao do arsenal de marinha de Pernambu-
co 5 de jalbo de 1867.
' O secretario.
Alexandre Rodrigos dos Aojos.
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Diario de Pernankaco Saltado de Jnlho de 1867'
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Para o Rio de Janeiro.
Pretende seguir eom murta brevidade o velelro
e bem construido brigue nacional DamSo, ten par
te do sea carregamento prompto para o resto qne
Ihe falta trata-se con os seas consignatarios Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no sea eserip-
torio ra da Craza. 1.
Lisboa.
Santa Casa de Misericordia
do Kecife.
A Illm. juota administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recffe, contrata a factura da obra
cae necessita.o sobrado n... sito a roa de Malhias
Ferrelra na cidadede Ohnda, com quem raelhores
condicSes offerecer.
Os pretendenles apresentarJo soas propostas em
artas fechadas, qoinia feira 4 de jolho pelas 4
oras da urde na sala das suas sessoes.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cito, 28 de junao de 1867.
O escrivSo.
_______________Pedro Rodrigues de Souza.
A admioistracSo do correiesta ci-
dade engaj* homens para o servido de cami- peu.
Oheiros as pessoas qae estivercm cestas con- o qae se trata com os consignatarios Tbomai
< mesma com attestado que abone sua con- v*mo.naw.________________.__________
iM- COMPANHIA BRASILEIRA
Segoe em poneos dias o brigae portagaei Com-
anle 11', para carga e passageiros trata-se eom
Oliveira Filhos & O, largo do Corpo Santo n. 19,
ou com o capitao na Praga do Comtnerclo.
Para Lisboa.
Vai sabir com toda a presteza o bem conbecido
lugre portuguez Mo, por ter a sna estiva cora-
Recebe algama carga e passageiros, para
Os 30 dias atis para o pagamente da deci-
ma dos predios arbanos' sobre bens de mo mort,'
e de 20 por cento do consamo de agurdente no
segando semestre de 1866 a 1867, findam-se no
dia 9 de julbo vindouro, fiado os qaaes estarlo os
ctotribuintes sugeitos a multa de qae trata o art. I
50 da lei provincial a. 596 de 13 de malo de 1864.
Mesa do consolado provincial 8 de jalbo de
867.
Servindo de administrador,
T. M. G. Pereira da Silva.
DE
THEATRE
DE
SAINTE ISABELLE
COMPAGNIE
DBS
BOFFES PARISIEWS
tujourd'hul, samedi Julllet.
12. Keprsentation de Tabonoement.
Sconde rpresentation
LE 66,
oprette en ua acte, paroles de Mrs. De Forges et
Laarancn, mus que de J. Ofenbach.
DBSTRIBDITIOH.
Fraotx, jeuoe Tyroiien, cban-
teur ambulant...........Mr. Pe va
Griitly, sa coasine, Idem dem Mn< A. Lenormand
Joseph Berlbold, colporteur
ambulant................ Mr. Noory
La scoe se passe am environs d'ane petlte Tille
do Wartemberg.
Qaatrim rpresentation de
LA CHANSON DE FORTUNIO,
opera comiqoe en un acte, de Mrs. Hctor Cr-
mieox et Ladovic Halew, musique de Jacqaes
Otfenbacb.
DESTRIBUTION.
Maitre Fortanlo, notaire...... Mr. Noory
Friqaet, elere............... Pelva
Valentn, dem.............. M* A. Lenormand
Laurelte, femrne de Fortnnio.. Gaillemet
Babet, servante deFortanio... Lacle Blaette
Oaillaurae, elere.............. Mathilde Poppe
Landry, idem............... > Emlle
Saturnio,idem............... > C. Thierry
Sylvain, dem.............. MUt Claire
La scene se passe en 17*0.
nter mde de danse
LA CACCHA,
pas espagnol, dans par M" Clestlne Tblerry.
Cinquieme rpresentation
LE FINANCIER ET LE SAVETIER,
opera comiqae eo an acte, de Mr. Hctor Cr-
ain-ux, masique de J. OfTenbacb.
PEBSONNiOBS.
Anbpine, Glle da Financler M- Mathilde Poppe
Belazor, Financier............ Mr. Noary
Larfaillon, Saveer...........
Le duc de Cbaventra......... < Feraad
La duchesse idem............
Le vicomte de Coacaratoha... Mr. Salvador
La vicomtesse idem.......... M"* Claire
L coeil....................... Mr. Berlin
L marquisa idem............ MUa Albertloe
Le general Ladmiae........ Mr. Goardon
La genrale idem.i.......... Mu* Adle
Mr.de Poatecoalaat.......... Mr. Ernest
M" idem......*............ Mu< Lacile
Cp cbassear................. Mr. Lecrerc
La comlesse Napoly.......... M-" C. Tbierry
Invit* de deas sexes.
La scene se passe de nos joars.
Ordre du spectaelt.
i.* Ls Financier et le Savetier.
2. Le 66
3.e La Cachucha.
4.e La Chansoo de Fortanlo. /
On commencera .8 heores.
Prochaiment: La demoise^b bV-loterib, op-
rette, rausique de J. Offenbach.
Incessamment: Urphbi ax enfers.
Demaln dlmanche, 7 Julllet.
Reprsentalioa extraordinaire endehors de l'abon-
nement.
Troisime rpresentation
LE 66,
oprette en on acte, rausique de Jacqaes Offen-
i>a;h, joae par Mrs. Pelva, Noary et M"" Adle
Lenormand.
Si 11':.na rpresentation
LA CHANSON DE FORTUNIO.
opera comiqae en an acte, rausique de Jacqaes Of-
fenbach. joae par Mrs. Noary, Pelva, Emile et
,-" Adeie Leoormand, Gaillemet, Mathilde Pop-
pe, Clstioe Thierry, Blaette el Claire.
Interneles de danse
LA TARENTELLA,
LE PAS DE L'OMBRE,
danss par M- Celestina Thierry.
Troisime rpresentation de
LA FEMME AUX OEFS D'OR,
vaodeville eu un acte, par Mrs. Dumanoir e Clair-
ville. .
M" Mathilde Poppe rempr 4 roles dediffrents
caracteres e dansera deux pas:
i.' La Madrilea.
2.* La Gigae.
PBRSONNACES.
Hedor, tuiiant.............. Mr. Pelva
Blanc mignon, son onde...... > Noary
Frmouilloi, idem............. > Ferand
Rosita, grisette............... M Mathilde Poppe
Chilpenc, tadiant............ Mr. Bertio
Leon'ard, idem................ Antoine
E'tudiats.
Ordre du spectaelt.
i.' La Chanson de Fortanio.
2.' La Tarentelle.
3.' La femme aux mus d'or,
4. fas de l'umbre.
&' Le 66.
On commencera 8 Heures.
Mrs. les abonns sont pris de taire savolr s'ils
conservet leors cbaises oa ioges, jusqo' diman-
ebe a 10 beares; pass ce dela l'adminlstration en
disposera.
PAQUETES A VAPOR
E' esperado des portos do norte
at o dia 12 de jalbo o vapor
Santa Cruz, commandanle Gui-
Iherme Waddington, o qoal de-
pois da demora do cosame se-
guir para os portos do sol.
Recebera-se desde ja passageiros e engaja-se a
carga qae o vapor poder coudazir a qoal devera'
ser embarcada no ia de sua ebegada, encommen-
das e diobeiro a (rete at o dia da sabida as 2 ho-
ras. Previne-se aos Srs. passageiros qae suas
passagens so se recebem nesta agencia roa da
Crnz n. 1, escriptjrio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo 4 C.__________________ ._______
CeMP.HHA brvsTlei
IM
Paquetes a yapor
E' esperado dos portos do sal
at o dia S do correte o vapor
Guar, commandante o primeiro
tenente Pedro Hyppolito Duarte,
o qoal depuis da demora do cos-
tme seguir' para os portos do norte.
Desde ja recebem-se passageiros e engaja-se a
carga qae o vapor poder condnzlr, a qual dever
ser embarcada oo dia de saa ebegada, encom-
mendas e diobeiro a frete at o da da sabida as
2 boras. Previne-se aos Srs. passageiros qae suas
passagens so se recebem nesta agencia roa da
Crnz n. 1, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo .4 C
Pregramma da festa de Seaher Born
Jess das Chagas.
Sabbado6 do correte, ao slgoal de malo dia, su-
blraoao ares diversas girndolas de fogo, anun-
ciando a veipera da festividade; s 3 horas da tar-
de oolras girndolas faroo mesmo aviso; is 7
horas da- tarde terao logar as vesperas qae serio
presididas pelo Rvm. vigarioecavalheiroda orde
de Cbristo Joio Jos da Costa Ribeiro, occapando
a-tribuna sagrada o'Rvm. Sr. Jos Esteves Vianna.
Na madrugada de domingo barer missa rezada;
ao toqae d'alvorada soltar-se-ha ama salva real.
As 10 boras meia teri logar a festa, presidiado
este acto o Rvm. Sr. Jos Esleves
ebestra ser regida pefo Rvm
ordem de Cbristo Candido Ferreir
do cantada a missa;nlitalada Pernambacana, do
insigne mestre Manoel Pereira da Silva Serzedello.
os solos serao cantados pelos professores : Lauda-
nos Tobias Calmelitaoo Barcellos, gralias Candido
Francisco Diniz, domine Dos e qui sedes Benja-
mim do Carrao Lopes, qm talles Joao Polyearpo
Scares Rosas; a nolte ser cantado pela segunda
vez o Tt-Deum denominado S. Jos; no Ora do mes-
mo sera' ezecatado pelo professor Jos Feliz da
Trindadejima pbantasla no saiopbone alto, sobre
motivos |da opera do Nabnco Dazor. Sao oradores
ao Evangelho o Rvm. Manoel Cavalcante Bezerra
de Menezes e ao Tt-Deum o Rvm. Antonio de Mello
AMA.
Precisa-s de nraa ama para cuidar de menioos,
a roa da Croz n. 62, X andar._______________
Preclsa-se de 200JW00 reis a oros dndose
por flanea ama boa firma do commeroo, a pessoa
qae qazer dirjase ao Chora Menino na seganda
garapelra qae achara' com qnemjraur_
Os abaixos assignados sodas da firma de
Silva 4 Braga eclaramos ao corpo do commercio,
qae dissolvemos a sociedaii'e qae tiobamos, sobro
aquella firma, ficando o socio Antonio Jos de
DO
DR. SRVIAL.
Para o tratamento e enra rpida e completa das molestias syphiliticas, erisype-
Aranjo Braga com o estabeiedmeoto na ra do las, rheomatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, Bfiammac5es chronicas do finido
Vianna. a or- *'jf> f. onicamente responsavd pelo e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydroDesias Dteari-
IrS^E^VSKS'reS.^^ t. UonyAe.. chrooicas'e em'gea. todas'as molestias em que UWS^^L
rificacSo do systema sanguneo. r
tonsidera^es geraes
ba no prsso de 4 das.
Reci/e 4 de julbo de 1867.
Jlo Custodi da Silva.
_^^^^ Antonio Jos de Ara ajo Braga.
A saude um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao en-
- fermooavalia-lo.
ti dDriCa OO Cerveja nacional E meootestavel qae o homem neste mundo constantemente, e por todos os lados
de al?cado por nma infinidade de agentes morbficos que todos tendem, dadas certas e deter-
HiTiTP f Af TI? T l?ril?"\r mina ui^EifXHjUJL L*aIUCa1^ pesse desequilibrio o que se chamamolestia.
n Jwm*.! fT^ ? ^' A molestia n5omais do que a desvirtuacao das forcas vitaes, occasiooada, se-
..?/ ?Z tatno/e?le esiabelecimento, pri- gnndo as investigacoes e experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela (Tepra-
metro introductor deste >^a a Kmoh _._ __________ *
Albaqaerqae. Serio preencbldos todos os actos pe- Brasil e
bliea de
76 e 78, Rio d Janeiro, fez sciente ao respei- j a syphilis infelizmente tem'sido a partilha da humanidade, e como fra dedim-
tavel publico desta capital, qae, depois de da que esse terrivel Proteo da medicina nma molestia hereditaria, ella tem sido obser-
^^
AVISOS MABITIMOS
rOMPAMHiA
i ^i
fy.:m
Segu com a possivel brevidade o brigue escu
na GRACIOSA, capitao Ratis, tocando no Mar-
alo s em ultimo c&se, para algama carga qae
Ibe /alta tratase com o respectivo cousigoatarh
Antonio de Almeida Gomes, a' ra da Cruz n. 23,
1* andar. ______'
Eio Grande do Sal
Vai sabir em poacos dias a barca portagaeza
Nova Manaana ; recebe carga a frete commodo,
para o qae trata-se com Oliveira Filhos & C, largo
do Corpo Santo n. 19, oa com o capitao na praca
do commercio.
Porto
Pretende seguir com a maior brevidade possivel
a barca portagaeza Oureuse por j ter parte do sea
carregamento prompto: para o resto a frete com-
modo e passageiros, ais qoaes offerece excellentes
commodos, trata-se com Cuaba, Irmos & C, na
roa daMadre de Dos n. 3.
a banda de msica marcial do 1. batalhao da
guarda nacional deste municipio.
O escrivio,
. Cllmerio Rofino_Alves de Sant'Anna.
Na rna Nova 2. andar n. 65,~aToga-se ama
casa terrea na roa Aognsta n. U2.___________
Precisa-se de alagar ama escrava para todo
servico de nma casa de ponea familia ; a tratar na
rna do Hospicio n. 38.________
O abaiio aseigoado declara ao publico, e es-
peclalmente aos respeitavel corpo do commercio,
qae nada de ve nesta praca nem fora, porem, se
algoem jolgar-se sea credor pode apresentar soas
canias para serem pagas immedr. lamente.
Recife 5 de julbo de 186S.
Jacinibo Jos de Mello.
ntrodnetor deste raa de intuira ne yac3o dos humores geraes, consequencia da aegao maligna desses mesmos agentes morbi-
.ei-propnetarios da imperial eani.gafa- fleos introdaztdos no organismo pelo acto da respirac5o, pela va digestiva, pelo contacto
cerveja nacioual, rna de Mata-eavallos immediato etc. etc. etc. w-^w
Aloga^se am bom escavo
e ama negrinba de 10 anuos, i
n.80.
para todo servico'
ra do Imperador
Ausentou-se da casa de sea senhor o escravo
Eastaqoo, preto, crioulo, com os signaes segun-
tes: baixi do corpo, p* e raaos pequeas e
bem feitas, espadado, representa 30 anaos pouco
mais oa meaos, tem falta de am dente na frente,
muito pagodelro : qaem o pegar leve a' ra da
Cadeia do Racife n. 56, escriptorio de Leal Irmaos,
on a' casa de sea senhor, no segaado andar da
Ioja da Eiposigo de Loadres; na mesma roa.
Na rna dos Pire3 n. 36 precisa-se aluear ama
preta qae saiba cozinhar e lavar.
AH
Preclsa-se de ama ama forra oa captiva para
servico de ama casa de poaca familia : na roa de
Hortas n. 142, f andar.____________________
Quem precisar de uarbom mestre destilador
festraogeiro): para informacao ra da Imperatriz
n. 24.
Precisa-se
de ama ama para comprar e cosiobar
treita do Rosario n. 41.
na ra es-
Precisase alagar am escravo oa rna da Cruz
n. 46, culo trabalho das 8 as 5 horas da tarde.
LEILOES.
Est desocupado o sitio da ponte de Ucboa a
beira do rio Capibaribe junto ao do conselheiro
Jos Bento da Canba e Figueiredo : qaem o qazer
dirija-se a ra da Cadeia do Recife escriptorio nu-
mero 21.
FEITOK
Urna salva de prau, 12 colheres para sopa, am
par de casticaes e ama cooxa de tirar sopa,
diversos movis, ama esorav cjsinbeira e am
importante cosmorama.
MJli
Pelo agente Martins, no armazem da ra do
Imperador n. 16 as 11 boras do da.
LiU
rna
DA
armaco e gneros da taberna
das Larangeiras n. 16.
SEGUNDA-F5IRA 8 DE JULHO (1867.)
As 10 oras em ponto.
O agente Pinto far leilo a reqaerimente doDr.
promotor pablico como carador fiscal da massa
fallida de Vicente de Aqnino Albnqaerque e por
mandada do lllm. Sr. Dr. jaiz especial do commes-
cio da arraacao e gneros da taberna da roa das
Larangeiras n. 16, pertencente a referida massa;
as 10 horas do dia cima dito na mesma taberna.
DE
ama caixa com livros portoguezes de
litteratora, religio, direito, edn-
cacao e diccionaria.
(Com toqae de avaria)
SEGUNDA-FEIRA 8 DE JULHO (1867.)
Ao meto-dia.
O agente Pioto far leilo por aotorisacao e em
presenca do Illm. Sr. Dr. consol de Portugal e por
coota e risco de qaem perteacer de ama
caita marca DLACn.5, com livros avariados, a
bordo do vapor inglez Oneida, na sna ultima via-
gem a esse porto; o leilo ser effectaado ao
meio-dia do dia cima dito no escriptorio do;
referido agente a roa da Cruz n. 38.
LEILO
De 100 calas com velas stearinas
Segunda-feira 8 do correle.
O agente Pestaa fara' leilo por conta e risco
de qoem pertencer de 100 caizas com velas stea-
rinas em nm on mais lotes a voniade : segunda-
feira 8 do correte pelas -1 i boras da manhaa, na
porta do Annes de-fronte da alfandega.
Precisa-se de um homem qae tenba algama pra-
tica de eogenbo para feitor de campo, preferin-
do-se portuguez : qaem pretender din ja-se ao pri-
meiro sobrado ao p da ponte dos Afogados qae
achara' com qaem tratar.
^^^^^^^^^^^^^^^^a^l^ia^MI^I^R IVMBHHMHttb.
Joaquim de Albuquerque Mello agradece a to-
das as pessoas qae se dignaram assistir as exe-
quias de saa finada irma, e convida a todos os
seas afeicoados a assistirem as missas qae se tem
Oe dizer pelo desoaofo eUraj 4a masma na 6-
gunda-feira 8 do correte pelas 7 horas da manhaa
ba Igreja da Coogregaco, pelo qae se confessar
alada mais agradec do.
novos e aturados estudos sobre oobjecto.Jvada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas tao va7ia^aVenfraOTecendo
acompaunados de multplices e prolongadas constiluicSes robustas, produzindo mutilaces, e corundo ainda em flor da idade vidas
experiencias cerca da grande differenca preciosas.
de clima para chegar resultado idntico ao, EUminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa ceral dos
meiro, tsto e, obter, humores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos figurara em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou fim.
Alfinett) de Mirlante com
retrato
perdeu-se am na nolte de 4 do corrente do theatro
de Santa Isabel at a roa da Imperatriz: quem o
tlver adiado se o quizer restituir a seu dono diri-
ja-se a mesma roa n. 17, 2 andar, que sera' gra-
tiScado.
urna cerveja qae se possa justamente com-
parar melbor para aqui importada, acaba
de fundar urna grande fabrica de importan-
cia tal poder produzir, mais de 3000 gar-
rafas diariamente, pelo que, desta data em
diante, acha-se bahilitado a fornecer, com
mxima promptidSo, qualquer quantidade
de cerveja branca e preta de superior qoali-
dade, aos seus numerosos fregnezes, quer
para uso particular, qoer para negocio.
Igualmente faz publico, ter um grande
sortimento de vinho's finos e ordinarios de
Allemanha e Franca por mdicos precos, ha-
vendo dos da ultima especie deste 360 reis
a garrafa, sem casco, at 15(5, a dozia. To-
das as encommendas serao] entregues livres
de despezas, nos domicilios dos senhores
compradores.
Prevalecendo-se da opportunidade previ-
ne o mesmo proprietario ao commercio de
grosso e a retalho que tarobem encarregar-
se-ha.de fornecer-lnes urna excelleote qua-
lidade de vinagre, por elle fabricado, o qual
revalisa com o melhor qne se vende nesta
praca.
O estabelecimento do Sr. Leiden acaba de
ser honrado da visita do lllm. Sr. Dr. ins-
pector da sade publica, o qual Sr. Dr. achou
as fablicas montadas e estabelecidas as me-
lhores condigoes bygienicas e as qualidades
da cerveja, dos vinhos e do vinagre dos me-
lhores que se possa recommendar ao uso do
publico.
Achando-se o seu estabelecimento mon-
tado em um dos mais amenos sitios desta
capital muito se recommenda concurren-
cia dos amadores dos recraios honestos, que
nelle encontrarSo alm de ptima cerveja de
differentes sortes, caramaches naturaes,
jogos lcitos, da bola e bithar e finalmente
boa companhia.
Um aviso anterior indicar os diversos de4
psitos que o Sr. Leiden "prop5e-se a esa-
belecer em diversos pontos desta cidade,
para melhor attender a quem se dignar
honra-lo com saa confianca.
LEILO
Terca-feira 9 de julho as H horas.
Transferencia.
Pelo agente Euzebio.
DO ESGRAVO MATHIAS.
Por mandado do Illm. Sr. Dr. jalz especial do
commercio e a reqnerlmenlo do curador fiscal Ira'
novamente aleiloa mobilia e o resto de algaus
movis qae Bcaram por vender e bem assim nm s-
crlvo de nome Mathlas, tado sera' entregue qaem
maior prego der, naqaelle dia e hora a ra estreita
do Rosario n. 45.
tBm-amasBeaaesmmmmsmmmmm
AVISOS DIVERSOS.
FERHIMBUUIit
WaYegae costeira ^r Yapar.
Parahib), Natal, Macao, Aracaty, Geara
Acarac.
No da 15 as & horas da urde
segne o vapor Pirapama, com
mandante Torres, para os portos
cima Indicados. Recebe carga
____ale o da 13. Encommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete at 3 boras da tarde do
4ia da sabida: escriptorio no Porte do Matos n. 1.
GOMPANHIA PERNAMBUCAIU
DB
Navegando oosteira por vapor*
laeei e escalas, Petado Aracaj.
No dia 15 as 5 horas da Urde
segne o vapor fytjuca, comean-
dante Mirtina pare os portos tM-
rna Indicados. Recebe carga al Precisa-se de dais, am para cofBar, e ontra
________nala. BnMineiwlW, pMa- para tmgommar : na GapQoM, roa dM PsRuun-
eiros e diobeiro a frele at 3 becas da Uwle do bacanas, casa defroMe da liHrn* da Sf. Joia nos
da da sabida : escriptorio Ob Porte do Hilos n. 1. Santo?.
'J#:\*K
LOTERA
&000)00 e sooo^ooo
Qnam-feira 10 do correte mez no a
gar e horas do costme se extrahir a 12
parte da 5a lotera a beneficio da Santa Ga-
sa de Misericordia (27/)
As encommendas serio guardadas gmen-
te at a noite da vespera? da extraed.
O tbedooreiro,
Antonio Jos Rodrigues d Soqt.
Amas.
Ama de leite.
Na roa Aogasta n. 78 ba ama ama.de leite :
quem precisar dirija-se a- dila casa.___________
Aluga-se a casa terrea com soio na ra da
Alegra (Boa-Vista) o. 46 : a tratar na roa de Sao
Francisco n. 3.
Agencia de passaportes e
portaras.
Claudico do Reg Lima, despachante de passa-
portes, portaras, tiraos para dentro e fra do im-
perio, por commodo prego e presteza : na roa da
Praia, primeiro andar, n. 47.
Offerece -se ama mulber para lavar e en-
gommar : a tratar oa ra das Pernam bacanas,
defroate da venda do Sr. Joo dos San! js, na Ca-
panga.
Att enfrio!
Deseja-se saber se ainda vive D. Maria
dos Aojos da Silva Tavares, flba do falleci-
do Vicente da Silva Tavares, casada com
Manoel Goncalves Telles, para negocio de
seu interesse: a ra da Madre de Deas n. 3,
escriptorio de Gonha IrmSos A C.________
Precisa-se alagar am moleqae para vender
na roa : na ra das Aguas-Verdes n. 46, segando
andar.
MAMEEXPO$.C\'OI>E.87
l\ i:OM|V4*IELY0\'\iiSE
37,|BOULEVARD DES CAPGINES, 37.
DE FRONTE DO GRANDE HOTEL.
Eslolos de seda, manteletes, visitas,
mantos, etc., cassas impressas. rendas,
chales da iodia efrancezes, tecidosdo
gosto e mais novo, envovaes para ca-
samentes.
A Corapagnie Lyonnaise tem a honra de
informar as senhoras brasileiras e portu-
guezas que acharo no seu estabelecimento
sales de costura para a confecgSo ios seus
vestidos eseculados no melhor gosto, e so-
bre os mais elegantes padrees.
VESTIDOS
PROMPTOS E POR MEDIDAS
Depois da sua fundaco, a Gompagnie Ly-
onnaise nunca cessou de cuidar particular-
mente na escolha dos seus artigos, todos
de melhor gosto, e de primeira qualidades
por sso, nao ha nenhuma casa que poza;
rivalizar com este estabelecimento, que agos
de universal reputacao.
Aos Srs. consumidores do
gz
A direceo da empresa do gaz convida respei-
osamente aos Srs. consumidores qae por acaso
possam ter queias por falta de gar, oa oatro in
donveniente qae possa sebrevir, qaeiram dirigir
suas reclamacoes ao escriptorio da empreza n. 31,
roa do imperador, aoode reoebero immediata e
prompia altenso. .
Na botica e drogara
DE
Bartothomeo Companhia.
34-RUA DO ROSARIO LARGA-34
A NACIONAL
PILUIjAS
V a r opee t alio ferraglnoso de
jurubeba eom pyrophosphato
de ferro.
Cblorose, anemia, escrfulas, racbHismo, blennor-
rhagia, leacorrha. febres intermitentes e ame-
norrba (menstraaco -dolorosa e irregular)
etc., etc.
Ha muito qae tiobamos em vista assoclar o ferro
as nossas preparares de jurubeba ; mas levamos
tempo experimentar qoal a preparacao ferrugi-
nosa, que mais convira ao organismo humano,
vindo por flm a decidir-nos pelo pvrophospbato
de ferro, com o qual podemos prepara r os nossos
zarope e vinbo de jurubeba ferruginosos.
Temos a observar, porm, qae o aso dos medi-
camentos de jurubeba com o pyropbospUato de
ferro nnnea pode occasionar a pbtysica as pes-
soas ainda as mais delicadas, como moitas vezes
tem acontecido at a pessoas robustas, qae s bao
servido do mesmo medicamento preparado com
ontras substancias ferruginosas, por isso que o
pbosphoro debalzo da firma de pvrophospbato,
nm meio propbylatiso reconbecido infalllvel con-
tra esta terrivel affeccao.
As preparares de jurubeba, a qae bavemos as-
sociado o pyropbospbato de ferro, sao mui provei-
tosas no tratamento das molestias das senhoras,
taes como a cblorose, anemia etc.
Estas molestias manifeslam-se com os sympto-
mas segoints :Dscoramento geni da pelle e
das membranas mocosas, magreza, inimafcio das
laces e das pemas ; eEcitacao nerrosa, bysierls-
mo, meianootia, debilidad* mtwcnlj-, dore* ne-
vralgioas, pateo mais freqaente do qae no estado
de sade, calor febril, pelle secca, appatites de-
pravados, vmitos, prlsao de ron tre, ownstraicio
dolorosa. Irregular, poneo abuitne, deeeorttm,
nnlli, flores brancas, rhetnrrligia e inreena-
Ds'te estado espantoso, alias to drtlnattiaatt
reconbecido entre tos em crscldo nWebro fe &
nkoras,- desapparece s com o prudente nc# <*i
preparagies Mima.
nico deposito destes moeaM*tos:
pharmacia deJ. A. Pinto, inakr0a> dolfc*
ario n. 10. em Pe matabas o.
&m
Precisa-se de ama ama para cozinhar e comprar
para urna casa de poaca familia; na roa da Cruz
a. 8, 2 andar.
> A pessoa qae annadciou querer vender ama
taberna appareca na ra Direita n. 16, Viado
Rranco.
Aos Srs. fogueteiros
na botica da roa larga do Uosario n, 34
Vende-se
Salitre refinado de Ia qaalidade.
Enxofre em cylindro idem.
Limalba de ferro (mnito nova.)
dem de ac idem.
dem de ponta d'agalha \em._______________
Precisa-se de um feitor para trabalbar, qae
saiba tratar de capim, hortalice, etc.: quem esti-
ver nestas circomstaacias e der conhecimenlo de
sua conducta, apparega na roa do Queimado n. 26,
i andar. ^^^^ ^^ ^^^^
Advogacia na corte
0 Dr. Aristides de Paula Das Martins
tem o sea escriptorio de advocada na rna do Hos-
picio n. t, t andar, onde pode ser consultado so-
bre qoestees jurdicas, das 9 horas da manhaa as
3 da larde. Eacarrega-se de qualquer causa ci-
vil, commerclal, eeekwiastica e criminal, invenir
iUSs, appellac3s, revtstas e negeblos pelas repar-
tieses. Os negocios fora fla corte, a!4m das pro-
toracfos devem vir aeompanbados das competen-
tes ordeneV'
SunaM e
lidndes; a amar
ka.
leite dotada du raelhores qaa-
roa do Jardlm n. &.___
^
Preeist-se d nroa ama para can de wm pes-
eta ; a tratar na rna das Trlncheiras n. *.
ara eetteife do
limos cbegaOw: a'rna
a.Sk
AUTORISADA PELO REAL DECRETO
BANQUEIROS DA COMPANHU
O Banco de Hcspanha
Companhia geral hespanhola de seguros sobre
a vida
DE 21 DE DEZEMBRO DE 1859
DIRECCAO GERAL
Hadrld: Roa de s. Agostlnbo
n.io
Slcnaeao da companhia era 15 de Jolho de 1866.
Apolices 19:700 Capital Rs. 127:1445670 ou moeda brasileira
Rs 12,714:4760000
A Nacional abraca teaas as conbinaces do seguro de supervivencia e n'ella pode
tazer-sesabscripca') de m)do que em nenhum caso se perca o capital imposto nemos lu-
iros correspondentes.
Urna aflanca depositada;nos cofres dojestado, garante a boa administracJo da com
panhia.
Os fundos da companhia se invertem em ttulos do estado e se depositam no ban-
oc de Hespanha com intervencao do delegado do governo e do conselho administrativo.
A companhia estranha toda a empreza ou 5ospiculac5o perigosa, e os ttulos em
gue se invertem os fundos imp s na rmesma, nlo-se correm o menor risco, pois estSo
garantidos pelo governo, podeatonac^) da a tor p.eizosd
"
NOVO DEPOSITO
DE
MACHINAS
PARa DESCAROCAR ALGODO
Manoel Bento de Oliveira Braga*
53Rna Direita n.53
Neste estabelecimento se encontrarSo as
verdadeiras machinas americanas chegadas ultima-
mente, as quaes sao feitas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas que precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecimento que comprarSo das mais perfeitas
neste genero, assim como mais barato do que em
outra qualquer parte, por isso que se recebe por
conta propria, bem como cannos de chumbo e moi-
nhos para moer inho, e grande sortimento de fer-
ragens e miudezas em grosso e a retalho.
Machinas americanas para moer "caf, de
Ivono systema, proprias para refloac5o,
i.oii Hlem par, jrnilho.
ww>m
DE
DE
J. VIGNES,
M. 55. RA DO IMPERADOR M. 55.
O* pianos desta amiga fabrica sao hoje asss conhecidos para qne saja neces&ario insistir sobre
m perioridade, vantugense garantas qae offerecem aos compradores, qualidades estas incontestt
veis qae etles tea deonllivamente cooqnstao sobre todos es qae tem apparecido nesta praca ; pos
Botnao na teclado e macbtnismo ne ebedecem todas as vontades e caprichos das pianistas, sea
tlunca ralbar, por serem fabricados de proposito, e im-m IWo nWranoentn oelnonmeotos impoftaa-
vssinoe para o din oeste pah ; qnaarto fs votes, sa* nelodMeas e flautadas, e por tsso rarato agrada-
Mis aes onvioe dos apreciadores.
Faiem-se eonfonne as encommendas, tanto nesta fabrica con na do Sr. Blontel* de Pnns, sodo
umspondento de i. Vano, ea etrj*. capital foram seopre preaudes a todas u etpoeicdes.
He ntenao eetabelecinienlo se acbart sempre ua eiplendido e variado sormento de msicas don
ntamoroo antoran di lariipi. t-* ooao bnrmrainns ? piano* haroaonieos, sendo tndo tend-) p
nre^wenoanoose rasoavejtk
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
immensos soccessos obtidos pelo uso deste salutar agente tanto na Allemanha, como em
Franca e Italia, o tornam o companheiro inseparavel de quasi todos os doentes. -^
Sendo as melestias, como cima dissemos, devidas s alteracoes dos humores, o
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado vantajosamente na syphilifc erisy-
pelas, rheumatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, inflammaces chreuieas.do
flgado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesiis
pleunsias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em qae se tenh
em vista a purificacao do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem fek
ver que elle indspensavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, e.pre
parar o doente para medicaces superiores ; e as menos graves a cura a conse-
quencia do seu uso, convenientemente repetido.
As substancias que entram na composc3o do Elixir depurativo do Dr. Soria
pertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das oubstan
cas depurativas e antisyphiliticas; assim, ao passo que este remedio depara o orga
nismo, elimioando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das eva u
aces alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus syphilitico qnando este virjcm,
tem feito erupcao no exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne taai
bem os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella anda !no
estado de encubaro, isto sem se ter manifestado sob formas exlernas: beneficio
mmenso, tanto mais quanto neste estado os individuos ignoram completamente se es-
to contaminados por este terrivel nimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sna aecSo so-
bre o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma prodoz molestias medi-
camentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qoalidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
tado, martas vezes,. hydropesras, _que quasi sempre terminam pela morte do doente.
Assim pois esperamos que o '* sas asseveracoes, porque sendo um mediu -mo tao simples na sua composicSo. a
pratica tem confirmado sua ulildade. -X__
nico deposito em Pernamrhct^


Alarlo e Pernambaco abitado de Julho de 1867.
PHOTOGRAPHIA
VIIELIA
BA DO CABCGA N. 18, ENTRADA PELO
PATEO DA MATRIZ.
0 nosso estabelecimento photogriphico
est sempre em da com todos os melbora-
mentos e progressos qe na America du
Norte, oo na Europa se consegue na arte
photograpbica, e para alcncennos tal fim
nunca poupamos despezas nem sacrificios,
de sorte que os nossos numerosos freguezes
podem ter a certeza de que sempre encon-
trarlo em nosso estabelecimento indo quan-
o a arte e a moda offerecer de bom, no
novo e velbo mundo aos amaotes da pho-
tographia. .
NOVIDADE PH0T0GRAPH1CA.
Acabamos de receber todo o necessario
para fazer retratos chamados carte-album.
Este genero de retratos ltimamente in-
ventado na America do Norte; rpidamente
se propagou na Inglaterra o Franca aonde
goza actualmente de todo o favor da moda.
A carte-album se faz por duzias como os
antigos cartdes de visita.
Na logia trra trocaram o nome de carte-
album pelo de retrato-galera e os ingleses
usam encaixilbar estes retratos em .quadros
especiaos para com elles formar galeras,
com que ornam seus gabinetes. Recebe-
mos urna certa quantidade de taes quadros,
os quaes cederemos por barato prego aos
nossos freguezes.
As pessoas que quizerem ver specimens
dos retratos chamados carte-album, j fei-
tos em nossa officina sao convidados a visi-
tar o nosso estabelecimento.
CARTOES DE VISITA A 90000 A DCZIA.
Em consequencia do novo genero de re-
tratos chamados carte-album, diminuimos
o preco dos antigos cartdes de visita, os
quaes de boje em diante ficara reduzidos
ao preco de
0OOO
pela primeira duzia, sem que por causa
desta diminuidlo de prego, timemos de es-
merarles no nosso trabalho, como sempre
foi nosso eos i u me. Alm disto, continua-
mos a dar os cartdes de visita em cartoes
de luxo, BrUto!, ou porcelana, dourados ou
lithographarJos para o que temos urna varie-
dade de 12 modelos, a escolha de quem se
retratar.
SS?" VA GOMO PliEVENCAO.
Apezar do nosso trabalho ser muito co-
nhecido nesta cidade, aonde trabalhamo?
12 annos, com ludo jalgamos de n/ ue-
ver dizer boje o seguinte^.' ^
fo Nos retratos- fettos em nosso estabeleci-
mer[u emprega-se toda a cautela para ef-
ferecer-se a par da belleza do trabalho, as
melhores condicoes de duracSo. Doura-
mos e Miamos os nossos retratos sem olhar-
mos a economas, e ltimamente para Ibes
podermos dar urna lavagem mais ampia
e segura, contratamos com a companhia de
Bebiribe urna'peona d'agua. Os nossos
cartoes de de visita sao verdadeiras photo-
graphias, que nao preciso de retoques do
pintor para Ihe desfarcarem os defeitos, e
convidamos a quem quizera passar sobre
elles urna esponja molbada em agua, ou a
deixa-los mergolhados por espaco de horas
era agua, ou em espirito de vinho: se apre-
sentarem alteraclo serao recebidos por nos
e pagos pelo duplo do que tverem cos-
tado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
systemas photograpbicos at boje con noci-
dos em photograpbia. O nosso sortimento
de caixinlm, quadros, passe-par-tauts, e
joias de ouro para a collocajao de retratos
o mais completo, variado e abundante que
oxiste nesta cidade.
A loja das Collumnas
Lindos, manguitos com gollinhas.
Grande variedade de golinhas c"m punhos, de cambraia.
De bretanba e de esgoio.
Gravalinhas de cambraia de muito gosto para senbora.
Ricos peplum de grosderraple prelo enfeitado, o que tem vindo de melaor gesto a
Peraambco.
ra do Crespo n. 13 de Antonio Correia de Vasconcellos 4 C.
NODO ELEGANTE
46 RUI MOTA 46
THOMAZ FERREIRA DF CARVALHO G.
Com o proposito de satisfazer o respeilavel publico desta cidade, e em geral a to-
dos, creamos o nosso estabelecimento com um complexo variado de todas as fazendas ;
bem como, lia, seda, linbo e algodSo.
Um variado sortimento de roupa feita, e por medida com toda brevidade e per-
feicb.
Os proprietarios deste estabelecimento protestando fazer suas transaeces sempre
na melbor boa f possivel, esperam concorrencia de numerosos freguezes. Convictos do
que vem de expor, convidam aos amantes do bom gosto e elegancia, para que apparecam
h convencer-se da verdade.
No mesmo estabelecimento vende-se cha verde a 3 ? e preto a 20800, encom-
menda especial.
DE
CAROSA
PREPARADAA fro
_ N. 2.D N. 2 D,
^^ CORACO DE OURO. ^fcfl
A loja n. 8 D intitulada Corado de Ouro na roa do Cabogi, acba-se d'ora em diante offereeen*
do ao respeiuvel publico com especlalldade as pessoas qoe booram a moda os objectos do ultimo gos-
to (a Pars) por tastos 20 por cenlo do qoe em ootra qualqoer parte, garantindo-se a qualidade e a so-
lider da obras.
O respeilavel poblico avaliando o desejo que deve ter o proprietario de om aovo estabelecimen-
to qoe quer progresso em sea negocio deve chegar immedlatameote ao coraco de ouro a comprar
aDeis com perfeilos brilhantes, esmeraldas, robins e perola; verdadeiras em agarras, modernas pek
diminoto preco de 105, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo preco de 3, maracas de
prata* com cabos de marflm e madreperola obra de moderno gosto (o que o encontrarlo no coraco de
oaro) voltas de ooro com a competente crnslnba ricamente eofeitada pelo pequeo* preco de 124, brin-
cos denm trabalho perfeito por am mdico prego, cassoleas, tranealras, polceiras, alflnetes para re-
tratos e outros modelos todo de alto gosto, aneis proprios para botar cabello e firma, dito para casa-
mento, no artigo rsela tem o Coraco de Ooro om completo e bem variado sortimento de diversos
goslos, butoes para ponbos com diamante, robins e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo seo va-
'* Pr 6s? ds deseoho, brincos a forma da delicada moslnba de moca com pingente contendo es-
meraldas, robins, brllbautes, perolas, o gesto soblime, alfinete para grvala no mesmo gosto, relo-
gios para senbora cravados de pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras de brilhantes de
nnito gosto, crusinhas de robins, esmeraldas, perolas e brilhantes, aneis com letras, eacoletas de
trystal e ooro descoberla para retrato (a ingleza) brincos de franja, ditos a imperatriie toda e qoal-
qoer jola, para seco! car retratse obras de cabello, e ootros moitos objectos que os pretendentes en-
contrarao no Corago de (Joro qoe se conserva com toda a amabilidade aos concorreotes delxando-
se de aqai mencionar preces de certos objectos porqoe (descolpem a maneira de fallar) dizendo-se o
preco tal vez alguem faca mo joizo da obra, por ser to diminuta qoantia a vista do sen valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe se concer-
tos, por menos do que em outra qualquer parte, e do-se obras a amostra com penhor, conservando-se
e Coraco de Ooro aberto at as 8 horas da noile.
Qualqoer pessoa qoe se dirigir ao Coraco de Ooro nao se podera* engaar com a casa, pois
nota se ua sua frente um coraco pendurado pintado de amarello, alem de ootro qoe se nota em um
rotlo (islo se adverte em consequencia de terem ja' algumas pessoas engaado com outra casa.
POR
AUG-iUSTE CAORS
Pharmaceutico pela escola de Paris e successor nesta cidade
DE
Aristide Saisset e J. Soum
22.-----ma da Cruz-----22.
uuw mi'"
Tratamiento puramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, nem outro qualque
Aluga-se urna escrava para vender na
ra e um escravo para todo o servico: quem
precisar dirija-se ao caes do Ramos n. 12 ou
no aterro no sitio que foi do Campello.
Aviso
As pessoas que tverem obras na tintura-
ra da ra Direita casa n. 117 tenbam a bon-
dade de tirarem as mesmas at o dia 15
do mez corrente, do contrario serao vendi-
das para embolco da sobredi h tinturara.
mino^al,
Verdadeiro purificador do sangue sem azougue.
Especial para a cora de todas as molestias que tem sua origem na impureza do
sangue, como sejam as molestias boubaticas, syphiliticas, escrophulosas, darthrosas, quer
venham ellas por bereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos virus que contaminam o sangue e os humores.
A carota um remedio prodigioso, [usado desde remotas eras pelos indios
do Brasil, e passando seu uso de geragao em geraejo, hoje um dos remedios mais co-
nhecidos como propno para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse nume-
ro a morpha ou elephantiases, para cujo curativo os nossos sertanejos consideram a
caroba como remedio especifico.
A
N. 8 A-Rua do Cabug X. 8 A
Agostinho Jos dos Santos G
. Acaba de ebegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo gosto, perfeicSo artstica e modellos entecamente novos; como
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anneis, botes de punho, brincos e cassoleas com letras, etc.,
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqueiros, paliteiros, calix de mesa e
fructeiras, cujos precos sao incompetiveis, pois que os proprietarios desta casa,
recebendo seus artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamente
aos seus freguezes. Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, paga-
se bem, tambem se incumben! de fazer concertos.
ARMAZEM DE ROUPA FITA
Reg & Moura
ra Nova n. 24
Os proprietarios deste estabelecimento, verdadeiramente penhorados para com seus
amigns e freguezes, pelas continuadas provas de acceitagSo e confianca que delles ho re-
cebido no espaco de tempo em que se acham esfabelecidos; nutrndo, agora como sem-
pre, desejos de corresponderem sufficientemente a esses ttulos que muito e muito apre-
cian ; resolveram augmentar o pessoal artstico da sua officina de alfaiate para assim sa-
tisfazerem com a presteza possivel qualquer encommenda de roupa feita ou-por medida.
As pessoas, a cujo :argo se acha a directo da officina, sao os Sjs. Lauriano, Castello Bran-
26 Pateo do Carao 2&
Neste estabelecimento t5o im-
portante para a saude e asseo
do corpo, acham-se montados 20
banbeiros, que s3o servidos com
a ordem e asseio que para de-
sejar-se. Quatro destes banhei-
ros s5o especialmente reserva
df s para senhoras e por islo
acham-se eollocados em lugar re-
servado, aonde s tem entrada
as pessoas de urna mesma fami-
liar
;PREgOS DE BANH0S AVLSOS. \
1 bauhofrio, morno ou de
chovisco..... Soo
1 dito de choque. lj?ooo
1 dito de farelio. -lPoco-
1 dito aromatisado. ! PREgOS POR ASSIGNATURA.
30 banhos por mez fri,
morno ou de chovisco.
25 banhos com cartoes
para os mesmos. .
12 ditos dit03 ditos. .
12 ditos ditos de choque.
12 ditos ditos de farel-
lo.......
O estabelecimento estar aber-
to nos dias otis das 6 liaras da
manha as 10 da noote, nos dias
santificados das 5 as 5 horas da
tarde.
loooo
lo^ooo
Sijooo
10#000
lojjooo
Aluga-se um armazem grande na ra de
Praia n. 33, proprio para carne ou outro qual-
quer negocio : a fallar no mesmo.
Mudanza
A assistente Haria Francisca da ConceicSo mu-
don a sua residencia da ra de Hortas n. 68 para
o primeiro andar do sobrado da ra Direita n. 43,.
onde pode ser procurada a qualquer bora do da
e noite.
Roga-se ao Sr. Demetrio Jos Teixeira, estu-
dante do 3* anno, de vir ou mandar na taberna da-
ra do Secego n. 56, negocio que nao ignora, des-
de o anno de 1863.
Serventes.
Precisa-se de um oo dous moleques para ser-
ventes do bolel Pernambucano a' roa das Cruzes
n. 39.
qtj I a.
o o ft .,
< T" w ft i
11 "*
2. 3 -a -a
a- S re a
52-?
as
O sil o
B f 3 S
o- o-ja gas
3 =
JO??'
moito tempo entrou a caroba nos formularios como preparaclo magistral
sob a forma de eleictuario, ainda hoje lembrado as pharmacopas com o nome de seu.
celebre autor Jo5o AlvesCameiro: nao ella portanto remedio novo nem desconhecidb. |SS2S!;!?.le ?nhen? rl!A!n5?nl^taTe,.z?!10. e.?ollc,tade ,por_tu"
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde tempos immemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras syphiliticas srdidas
A pmnrpfrarln rnm nrnvoitn Honnio ra ImnrAM nnr,i;n/>Xn Ar. .,:in. .,,-<. nnnim
Precisa-se de urna senhora que saiba
ensinar a ler, escrever, grammatica portu-
gueza, franceza, msica e piano, para en-
sinar a deas meninas em um engenho na
freguezia da Eescada, urna legua distante
da estacSo, paga-se bem : a tratar na ra
do Cabug n. 11, 2 andar, com Francisco
Antonio de Britto.
A. Dumont reiirando-se temporariamente
para a Europa deixa por seus procuradores em 1*
lugar ao Sr. Torqoato Henriques da Silva e em 2*
ao Sr. J. O'C. Uoyle.
ROLE JE UtO
No caes do Apollo armazem n. 53, precisa-se
alogar um bom heleeiro.
Precisa-se de orna ama para coiinbar, la-
var e engommar para casa de bomem solteiro :
no pateo da Ribelra n. 13._________________
Precisa se de urna ama para o servico de
orna casa de familia: na Soledade casa da profes-
ara poblica.
e empregado com proveito depois de improficua applicafo de muitos outro's agentes
therapeuticos enrgicos e de uso quotidianoj i
Muitos dos nossos mdicos de considerado e entre elles o muito distincto pr\jico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Alhayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio de ex-
periencias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no trata-
mento das boubas, das diversas formas sob que a syphilis se apresenta e maito especial-
mente as que teem sua sede na pelle, e poderiamos relatar algons casos de data muito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em que a caroba produzio admiraveis
efleitos, depois de inuteis e prolongadas applicaces de salsaparrilha, mecurio, iodo, ou-
ro e seus preparados, etc., etc.
Nao era possivel que urna planta 15o notavel por suas inappreciaveis virtudes es-
capasse a perspicacia e investigacoes dos mais abalisados praticos europeos, que se ap-
plicam com especialldade ao estudo e tratamento das molestias syphiliticas e herpejicas
e para prova ahi esio os Srs. Drs. Casenave, Schurfer, Ricord e outros dando as mais
lisongeiras informaces sobre as propriedades curativas da caroba e preconisando-i como
remedio poderossimo para o tratamento das erupces cutneas, seccas ou suppurativas,
darthros de todas a qualidade, ec.emas, ulceras de diverras naturezas, tumores, osseos
e outras muitas molestias de natureza syphilitica ou boubatica.
Por ter-se generalisado muito o uso da essencia da caroba qae eu pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar em suas observaces,
deliberei-me a ter prompta urna quantidade da mesma essencia, obtida sem a accao do
ogo, para n8o prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encon-
trar -se-ha na minha pharmacia sempre e em porcISo suficiente para todos os pedidos a
ESSENCIA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma plenta para que nun-
ca fallem aos Srs. mdicos que quizerem esperimentar tao precioso agente medicinal.
Rect'fe de Parnambuco, 17 de outubro de 1866.
Augcste Caors.
Roa da Aurora
AInga-se a segundo andar do sobrado da rn da
Aurora n. 24, com 4 salas, 6 quartos, todos forra-
dos a papel e pintado, e soto para cozinba, teudo
agua e despejo : a tratar na ra
com Candido C G. Alcoforado,
Annnncio.
Declaro que desde o dia 3 do corrente mez che-
gou em miaba casa o escravo Joaquim pertencente
Formosa n. 15 a Illraa. Sra. 1). Umbelina Francisca de Jess,
I propietaria do engenbo Alijados na comarca de
i Nazareib, a pretexto de procurar novo senborio;
faco o presente annnncio para que conste ao pn
Joaquim Buane Pereira declara qoe tem
ontratado com Antonio Duarle Pereira veuder-
he soa oocheira a ra do Calabouce n. 20.
Na roa da Cadeia do Recife n.
urna ama para cssinbar.
30, precisa-se de
Samnel Power Jdhnston & liompanhia
Ruada SenzalaNova n. 42.
AGENCIA DA
FnndifSo de Low Hoor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Moendas e meias moendas para engenho.
Taixas de ferro coado e batido para enge-
nho,
Ayeics de carro para om e dous cavallos,
Relogios de ouro patente inglez.'
Arados americanos.
Machinas para descarocar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
WM WWW WW
l (^mpanhjafia^lidaae de seguros
marhimos e terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro;
AGBRTIS KM PMAIBUCO
liUiU Lili ie Olir.ir iititi A C,
competentemente aatorlaadoi pela direc-
tora da companbla de segaros Fidelida-
de.tonum segaros de navioa, nMreado-
rias e predi o ao sea escriptorio raa da
Obi B^l. _____
Hospital Poituguez
Sao convidados os Srs. socios do Hospital Porto-j 5i'i0:,f..* ^^SS^SifiSS,.'^.^J*H
goez de Beooflcencia em Pernambuco a se reuni-
rem no edificio do estabelecimento domingo 7 do
correle pelas 10 boras da manha para em ses
sao da assembla geral asslstir a posse da nova
do quanto diz respeito a sua arte. Pelo pouco que fica dito e pelo muito que pod'eremos
accrescentar na presenca dos nossos freguezes, affiangamos desde j a mais restricta ob-
servancia e fidelidade no cumprimento dos nossos deveres.
. ponsaliso por qualquer eventoalidade qoe possa
apparecer ao dito escravo.
1867.
administrado de conformidade com o que dispoe
o art. 29 dos estatutos.
Secretaria do Hospital Portuguez de Beneficen-
cia em Pernambuco aos 3 de junbo de 1867.
O i secretarlo,
1. i. Fiuza de Ollveira.
Recife 4 de jolbo de
Hennqoe Saraiva de Araojo Mello.
Atiendo.
O abaixo assigndo declara ao publico qoe desta
data deixa de ser gerente da padaria da praca da
Boa-vista n. 14, pertencente ao Sr. Domingos An-
tonio'da Silva .Beiriz, e aproveita a occasio para
agradecer ao mesmo senbor o bom tratamento que
receben dorante o tempo que esteve em sua
casa.
Recife, 1 de juibo de 1867.
Bernardino Gomes de Paiva.
Urna senbora franceza da' ilcoes de piano, de
francez e italiano em casas particulares ; a tratar
a roa do Imperador 'I i* andar.
0 Sr, Jos Marques da Costa Soares,
(negociante no Recife) queira vir esta typo-
grapbia negocio.___________
Atencao.
Urna pessoa competentemente habilitada para
occopar-se em qualquer genero de planucSes, ou
como destilador em qualquer destllacao, ou ainda
como administrador de engenbo?, oferece-se para
qualquer daquelies misteres. pretndeme j tem
trabalbado no Interior da provincia, bem como na
Gmemta Ingleza, e director de plantacSos na Trin-
iadee na Jamaica ; coBbecendo portanto perfeita-
mente os dlveros ramos de cultura do paz, acba-
se no caso de ser empregado-: quem de seo pres-
umo se quizer utilisar ou ofcter melbores informa-1
cOes, dirija-se ao consolado ingles ou a' llvraria
franceza d. 9 roa do Crespo em carta fechada, sob
o adreste de A.
Tendo fallecido o meo presado amigo Ig-
nacio Ferreiro de Mello Lessa, no 1.* do
corrente mez, no seu engenbo Grvala, por
isso convida aes seus amigos e parentes,
para assistirem as missas e memento que
tem de ser celebradas na igreja do Carmo no
dia 8 do corrente pelas 7 horas da manha.
Quinteiros & Agr.
Trajino Antonio Vaz Ferreira, sua senbora D.
Aiexaodrina Lniza de Albnquerqoe, lhas e nela
veem por este mel significar o profundo reco-
nbecimento de qoe se acbam possuidos, a aquel-
las pessoas que durante a tonga enfermldade de
soa sempre lembrad filha, irma e mai D. Enedi-
na Claadioa de Araojo dispensaram para com
ella os offlcios de amizade proprios das almas bem
formadas e bem assim as qae se dignaram acom-
panbar-lne ao jazigo os restos mortaes, a todas as
qnaes e mais parentes e amigos convidam a com-
parecer no cemllerio publico drsta cidade do dia
8 do corrente pelas 7 boras da manha afim de
oovirem a missa do stimo da por alma da mes-
ma soa filha. irm e maf.
Na roa da Praia n. 53, segando andar, alu-
ga-se nma escrava para servigo domestico.
Precisa-se de orna ama forra oo escrava pa-
ra cosiobar : nos Quatro Cantos da Boa-Vista nu
mero 1.
Attenc&o.
N. 2 5-Raa do Livramcati-X. 25
Deposito de tamancos e calcado nacionaes da fa-
brica da ra do Jardim n. 19, de Jos Vicente Go-
dinbo, tanto no deposito como na fabrica se
apromptam todas as porcoes de calcado o mais ba-
rato possivel, esta fabrica tem todas as machinas
proprias para os calcados ja' bem acreditados pelo
.grande numero de freguezes que daqul se for-
necem. _______________
Na praga da Independencia n. 33, loja de
ourives, compra-se ouro, prata e pedras preciosas,
e tambem se faz qualquer obra de encommenda e
todo e qualquer concert._______
Vinho tnico e nutritivo
BE w
QUINA E CACAO. '
DE
BK.RAXD.
Esta nova combinagao rene em urna bebida as-
gas agradavel e conveniente a todos os organis-
mos, a quina que um medicamento tnico por
excellencia, e o cacao que contem principios nu-
tritivos assas reconhecidos.
Elle se emprega com o maior successo na cura
as paludas cures, soffrimentos do estomago, per-
da de appetite, digestoes difQcultosas, menstrua-
coes difficeis etc., etc.
Deposite especial
NA ,
Pharmacia e drogara de Bartholomeu & C.
34--Rna larga do Rosario34
"ni ^^w ^
Aos senhores de enge-
nho
Um caldeirelro desta praca se offerece para con-
tratar-so em algom engenbo para trabalbar pela
soa atte, ou lidar com a machina se o engenbo for
movido a vapor, do que tem grande pratica por ter
sempre trabalhado em fabricas desta prata, o qual
apresenta seos attestados : quem pretender dirija-
se roa do Brum, travessa do Cbafarlz n. 47.
Publicacu iliteraria.
ESTITOO
SOBRE
O recurso corda.
A'proposito do projecto de le approvado pela
cmara dos deputados na*sesso de 1866, revocan-
do o art 2* do decreto n. 1,911 de 28 de marco de
1857.
PELO
Dr. Braz Florentino Henriques de Souza
Lente de dlreito civil na Faculdade do Recife.
Sabio a' luz esta interessante poblicaco, e acba-
se venda as livrarias de J. Nogoeira de Soma, e
Garraox, de Lailbacar & C, ao preco de 3 cada
exemplar.
Obras venda- na limara
Universal, ra do Impera-
dor n. 54.
Resolucoes do cooselbo de estado sobre a in-
tendencia do acto addicional na parte relativa s
assemblas provinciaes.
Grammatica portogueza de Solero.
Dita pbilosophica de Duarte.
Dita franceza de Noel et Cbapsal.
Catbecismo da diocese do Maranbao.
O Llvro dos meninos.
Jeso-Cbristo e a critica moderna.
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praga, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
(ogo em edificios, mercadorias e mobilias:
aa roa do Vigario n. 4, pavimento terreo
n
foaqalm Beblaao de Barros
partieipa aos seus amigos e freguezes que mudoo
a sua officina de marcenara da roa da Aurora n.
23 para a roa Direita n, 112, e contina a fabricar
as ricas mobilias de Jacaranda* e amarello, santu-
arios de Jacaranda' e cedro, e outra qualquer obra,
e encarjegase de concertos e verniz de quaesqner
movis. Na mesma officina encontrara se grosas e
limas de ac patentes, eoutris ferrigens para mar-
cinaria, e tem algons bancos desoccopados que
convida algum collega ao trabalho.
Precisase de urna ama para o ervico inter
no de urna casa : a tratar na ra do Livramenlo
n. 21, 3* andar.___________
Precisase fallar com o Sr. Dr. Jnvencio Al-
ves Ribeiro, na roa do Arago n. 40.
Escrava para comprar ou alegar.
Precisa se de urna esdrava que cozinhe, por com-
pra ou aloguel : aa ra das Cruzes, armazem n.
54, das 10 horas da manha as 4 da tarde.
O advogado Amaro Joaquim Fonsec"
Albuquerque tem seu escriptono a' roa
Crozes n. (^l? andar reside a* traves-
sa do Vetas n. 15.. Encarrega-se de
queslSes em todas as comarcas na exten-
cao da linha frrea.
Quem tiver e quizer vender os volumes da
Legislado Brasileira dos annos de 1824, 1825,
1826, 1827, 1828, 1829, 1839, 1850, 1851, 1852,
dirija-se a secretaria da polica afim de tratar a
tal respeito com o respectivo secretario.
esidencia e consultorio
Medico cirurgico
00
/
Dr. Antonio Duarte
Na praca da Boa-Vista n. 21 onde
pode ser procurado- a qualquer
bora.
Especialldade
Doencas do peito, e de meninos.
D consultas das 7 s 10 horas da
manha.
Na ra do Imperador n.
cisa se de um criado del.
73, i' andar, pre
Precisa-se de urna ama para cozinbar, e eu-
gommar ; na roa das Cruzes n. 21, andar.
Precisase de urna ama para e servico intern
de compra : na roa Direita n. 175, segundo'andar
Trocara se
as notas do banco do Brasil e das calas flliae?,
com descont muito rasoavel, na praca da Inde-
pendencia n. 22.
AMA
Precisase de ama ama forra ou escrava para
cosiobar para p)Dca familia ; o* ro do Crespo
D. 7, loja do Fasso.
Irmandade do Divito Espirito Santo
O procurador geral da irmandade do Divino Es-
pirito Santo em observancia ao qae Ihe fmpde o
art. 68 do compromisso, roga a todos os membros
do conseiho fiscal qoe nao flzeram parte da admi-
nistradlo, qae terminoa sea mandato em 28 de ju-
nho prximo passado a se reunirem em sesso or-
dinaria no domingo 7 do corrente as 10 boras da
manha no consistorio de sua igreja, para darem
cumprimento ao disposto no art. 83.
Consistorio da irmandade do Divino Espirito
Sanio aos 4 de jnlbo de 1867.
Jos fie Mello Costa Oliveira,
Procorsdor geral-
Precisa-se de ama ama para casa da ponca
familia : na raa larga do Rosario n. 8.
A drogada na corte.
O Dr. Aristides de Paola Dias Martos, tem o sea
escriptorio de advocada na roa do Hospicio n. 1
1* andar, onde pode ser consultado sobre questSes
jurdicas, das 9 horas da maaba s 3 da tarde.
Encarrega-se de qualquer causa civel, commercial,
ecclesiastica, e criminal, inventarios, appellacoes,
revistas, e negocios pelas repartieres.
Os negocios fra da corte, alm das proearacoes
devem vir acompaobados das competentes ordens.
pedido
Constando qae hontem fra remedido da
repartido das obras publicas para a presi-
dencia o orcamento do impedramento da
estrada, do Casanga, pede-se ao Exm. Sr.
presidente da provincia sedigoe mandar para
a thesouraria o mesmo orcamento, visto que
differentes pessoas legalmente habilitadas
e manidas de seas fiadores qoerem con-
correr a arrematado da mencionada obra, o
que de grande conveniencia para os cotres
pblicos.______ .
Ana
Advocada
Precisa-se de urna ama liwe ou escrava para
servico interno e externo de nma casa de doas
pessoas : na roa das Crozes n. 28.
ggMSMttBfH****
Ensino de msica
I
n. 78,
5
2 andar, mi do Imperador n.
7, 2o andar.
Lecciona-se per solfejo e a tocar va-
rios instrumentos ; dado-se as li-
coes das 5 horas da tarde as 10 da
noite em casas ou em suas residen-
cias.
Precisa-se de ama ama para o servico interno
de urna casa : a tratar na raa da Cadeia do Recife
armazem n. 8.
Criado
Preclsa-se alngar am criado forro oo escravo
at 25 annos para copeiro e mais servico de casa
de pooca familia : na roa da Imperatriz n. 7, se-
gando indar. _______
Precisa-se de urna ana par todo o servico
de casa; na roa de Horjasn.1.
a di
O baeharel Olympio Marques da Silva
tendo transferido soa residencia da cida-
de do Rio Formoso para esta, contina no
txercicio de soa profisslo de advogado
em sen escriptorio a' ra do Imperador
n. 45,1 andar, onde reside a pode ser
procurado,
Advoga no civel, commercio, erime e
ecclesiastico, e incumbe se de cansas pa-
ra qualquer dos termos do sol da pro-
vincia, onde tem pessoas habilitadas que gf
Ibes deem o devido andamento e ira' sen-
I do necessario. ...... SR
CASA
de commiss&o de escravos.
Na casa da commisso de escravos raa do Im-
perador n. 45,3 andar, recebem-se escravos pa-
ra serem vendidos tanto da praga como do mat?,
e os senbores de engenbo qae por qualquer moti-
vo qaeirara desfazerse de algum eo tem mais do
que remette-lo ao abaixo assigndo qw garante o
bom tratamento e prompta venda, nSo se poapan-
do exforcos afim de em todo satisfazer as pessoas
qoe o quizerem honrar com i sua confianca. Nes-
a casa ha sempre para vender escravos de ambos
os sexos. ....._
Antonio Jos Vieira de Souza.
Attenco
Na raa Nova n. 3
boas garantas aqaaotia'de
de 1 por cento.
dir' qaem
1:600* com
da' sob
o jaros
Jos Lopes de Oliveira retira-se para Europa
e sua senhora a trataren de soa saude, levando
Precisa-se de 200* a jaros dsndo-se giran- em sua companhia om criado, fleando por seas
da a contento : qaem qaizer fuer tal negocio di- procuradores em 1* lagar o 8r. Francisco Jos Lo-
rlja-se a praca da Independencia n. 22, que aeba- pet, enifo Sr. Albino Jos da silva, e em 3* o
ra' com qaem trata. 'Sr, /oiTjoim Ildefonso da Motta Silveira.
m rapazlnho brasileiro de 1S annos de Idade
offerece-se para caixelro de algama casa de com-
mercio em grosso ou a retalbo, com tanto qoe nao
seja taberna. Qaem se qaizer utilisar do presumo
qne elle pode offerecer equizer ter Informaces di-
riga-se ao 2 andar desta typegrapbia das 8 as 10
horas da manha e das 2 Vz as 6 da urde.
Caixeiro.
Precisa-se de am caixeiro para taberna dos lti-
mamente ebegados do Porto ; na travessa da raa
Angosta n. 5.

<
ti
*
.
*v
Precisa-se deum criado para compras:
roa do Imperador n. 73, 2. andar.
MUTiMDQl

/



Diario de i-emnmihro abbndo de aiiiiko de !8o7.

T-
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-.
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I
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OMOURODEVENEZA
Ao respeitavel publico pernambncano pede-se
Attencao
MaDteiga iogleza
320, 500, 800 e I & so no armazem se acba vista.
Manteiga, franceza
em libras 560 e 640, em barris se far diflerenga.
Banha de porco
em libras 320 e 380, em porgo se far differenca.
Fructas *
em calda Pera, Pecego, Rainba Claudia, Alperxe e outras muitas 500 e 640 a lata.
Ervkihas
Portuguezas 640, francezas 900.
Fono
em latas do Para e de albaneque, lata 1)5 e 14200.
Ciomma de mllho
em pacotes 400 e 500, dita da trra 100 e 200 a libra.
Vluho
de Bordeaux em caixa a duzia 55, garrafa 500, dito de 80 a duzia, 800 a garrafa, [dito a
140 a duzia, 10200 a garrafa, dito do Porto a 80,120, 180, 240, caixas de duzia, assim
como figueira caada 30500 e 40, puro J A A Lisboa 24800, 30 e 30500 a qualidade
convida.
Ciaz
lata a 80 de>-galoes e mais pequeas a vontade do comprador, em garrafa 360.
Alpiste
UO a 13 0 a libra, pataco a 100 a libra.
Azelte
em garrafas a 800 e 10.
CHARUTOS
em caixa de 50 por 10, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
da Exposic2o caixa 50, ditos de Regala caixas com 100 a 20500 e outras muitas marcas
que s na presenca dos compradores.
PREZUNTOS
delamego em barril, ditos de fiambre o melbor .que ba no mercado por prego qne faz
admirar 11
DOCE DE GOIABA
cai&oes de 560 fino, ditos de 10500 que parece marmellada, dito em latas muito fina
qaalidadeal02OO.
BOCETAS
com doce secco a 10 e 20.
QUEUOS
do Alentejo em latas chegado pelo vapor Oneida, ditos Flmengos e Pratos dos mais novos
que bati mercado.
AZEITONAS
de elvas como no mercado n5o temos a 10 a lata, era barris do Porto a 10 como nao ha
melhor.
CASA DA FORTUNA.
Aos 6:000$000.
lUihetes garantidos
A RA DO Ci\ESPO N. 23 E GASAS DO GOSTUME
O abaixo assignado vendeu nos seas muito feli
es bilbttes garantidos da lotera que se acabou
de extrahir a beneficio das (anillas dos volouta-
rios da patria, os seguales premios :
N. 827 dous quinos com a sorle de 2:0005,
N. 98 dous quartos com a sorle de fOO.
N. 3993 dous quartos com a sorle de 3005.
Epulras muitas sortes de 1005, 405 e 205.
Os possuidores podern vir receber seus respec-
tos premios sem os descontos das leis,Jiacasa
da Fortuna a' ra do Crespo n. 23.
Acbam-se a venda os da 12" parte da 3* lote-
ra da Santa Casa da Misericordia, que se extra- Djtos de dito bigieniqoe ve'rdadeiros a 15000
hira' qnarta-feira 10 do correte.
Preeo.
-Bilbetes.......... 65000
Meios............ 35000
Quartos.. r....... 15800
Para as pasmas que comprarem de 1000000
para cima.'
Bilbetes.......... 35300
Meios............ 25780
Quartos.......... 15375
Manoel Martios Pinza.
Rival sein segundo.
Ra do inelutano n. 4L9.
Queracabar con as fazendas abaii
mencionadas.
Queiram vir ver qne bem e baralissime.
r|'Da' da labyriotho com bico, fazenda boa a
35800.
Carreteis de linba com M0 jardas a 30 rs.
bravatas pretas e de coree muito Boas a 500 rs
Cantas de obreias de massa muito novas a 40 rs.
onfladores para espartiibo de cordo e fita a
ris.
Carreteis de liaba Alexandre com 400 jardas a 20
ris..
Resmas de papel almaco muito bom a 25800.
Frasco de oleo babosa a 320 e 500 rs.
AVISO
I
Satisfeilo o invencivel Veado raneo, com as maneiras attenciosas com -que
foiacolbido pelo respeitavel pablico desta briosa provincia, a ponto de qae muitos a por-
fa desputaram a satisfcelo de serem os primeiros a comprarem em seu importante arma-
zem, se desvanece em declarar com toda a lealdade de que capaz, qne est cada vez
mais animado, nlo s pelo benigno acolhimento qae tem recebido, como pelas torcas de
que dispe porque at hoje nao careceu ainda dos preparados de jarnbeba, nem do
xarope alcoolico de veame.
0 Veado Braneo, declara a qaera ainda o nao conhece que nao um
desses bicharocos intrataveis que por ahi vivem com figura humana; domesticado no
ameno paiz onde a amavel Aguia Branca vio a luz do astro bemfeitor, elle partidario
desse invejavel agrado e sinceridade qae com tanta gravidade se desprende do seu
bico encantador.
O Veado Braneo, como todo o homem civilisado, ama a sociedade dos
bons, gosta do centro do mando elegante, usa do tnico de Jayme,- para previnir que lhe
ponham a calva ao sol, vai a compaa des Booffes Parisiens e no meto do pariido de
raadame Adella, elle tambem atira-lhe o seu liado boaqaet.
Digne-se o benigno leitor de jurar as palavras sinceras do sincero Veado
Branca, e venha prover a sua dispensa do qae melhor se poda encontrar n'um estabe-
cimento de molbados.
A modicidade dos precos, comparados com a boa qualidade dos generse o
bom modo com que se recebe ossenbores compradores, deve cortamente convidaras
pessoas que ainda nao vieram nossa casa a fazer parte dos amigos e freguezes do nosso
Fernando Gomes da Silva tendo comprado a to-
ja de fazendas d6 Augusto Hygioo de Miranda, sila
a roa do Crespo o. 8 B, declara ao respeitavel pu-
blico qne, se alguem se acbar com direlto a mes-
ma leja e qne por esse motivo qoeira oppor-se a
esla transaeco, qoeira reclamar no praio de 3
dias, fiodos os qoaes sera' julgada effectiva.
Lava-se cora perfeicao tanto de sablocomo
de varrella dando-se garanta, podehdo-se tratar
na ra da Crnz d. 55, 3 andar.
Urna pessoa solteira offerece se aos Srs. de enge-
nbo, para administrar, assim enmo estila e resilla
em qualquer macbina, e fas o concert qae a dita
precisar no offlcio de caldeireiro : qoem pretender
annnncie o engeono oa dirlja-se a' rna Direila
n. 47._______________
. O abaixo asslgeado, estodaote do terceiro
anno, deciara que nao se entende com elle um an-
nuncio do botel Dons Amigos.
Jos de Carvalbo Cesar.
COMPRAS
Onro e prata.
Km obras velbas : coaipra-se na praca "da lo
dependencio n. 22 loia de bilbetes.
Moedas de'ouro. ~~
Nacionaes e estrangelras assim como libras
esterlinas : campram-se na roa do Crespo n. 16,
primelro andar.______________ .
Compra-se moedas de ouro de 205, 5S 105
e 95; a roa da Craz n. 3.
220 rs. se paga por oitava de prata de le
Ditos dito falso a 800 rs.
Ditos de macacar perola a 200 rs.
sabonetes moito finos a 60, 160, 200 e 320 rs.
Ditos de bolla muito finos a 240 e> 320 rs.
Gaitas para rap com -bonitas estampas a 100 rs.
Miadas de linha froxa para bordar a 20 rs.
varas de cordao para espartiibo a 20 rs.
Frascos com tinta rdxa muito boa a 240 e 320 n
rentes volteados para regacar eabello de menina'
a 320.
Frascos de macaca' oleo muite flao, a 120 rs.
Abotoaduras muito Unas para colletes a 508 rs.
utrtoes de linha branca e de cores a 20 rs.
Libra de rea preta superior a 100 rs.
Ganas de aidnetes franceses com 14 nenies
120 rs.
Escovas par fato, fazenda boa, a 500 rs.
Vi de r,D'a branci de linno Par t|ba
uu rs
Pe?^rw? bico eslreltocom 20 varas maito bonito a
V"de papafloa de difluentes largaras a 120,
160 e 200 rs.
Caixas de palito balao a 40 rs.
Caixas de palitos de seguranca sem enchjfre a
oo rs.
S.bonete8 de familfa a 100,160 e 240.
Grosas de bot5es de madreperola para camisa a
800 rs.
L* J2? Dorda' de todas as cores e fina, a libra
650OO.
Carreteis com 4 oitavas de retroz preto maito fino
a 15000.
GailoS Com so,(la,los de cl>nnit>o para meninos a
Cartilba de doctrina chrislaa a 320 rs.
Latas com soperlor banba a 200 rs.
Perfumaris fina?,
INGLEZAS DE GOSNELL & C.
E FRAXCEZAS DE E. PENAUD.
A antiga e bem conhecida toja de miude-
zas ra do Queimado n. 16, c ntinua a
estar provida de linas perfumaras de diver-
sos fabricantes acreditados como Gosnel e
Penaud, sendo deste, excellentes extractos
para lencos, agua de Colonia, oleo, banba,
cosmetique para cabellos, opiata e pos para
dentes, sabonetes para mSos e barba, etc.,
etc.; e daqaelle, superior agua de Colonia,
opiata ingleza e pos para dentes. Alm dos
mencionados objectos ha muitos outros qne
por suas boas qualidades e bonitos vasos,
agradarlo completamente aos apreciadores
do bom. *
Fivellas e fitas para cinto,
Na antiga toja de miudezas ra do Quei-
mado n. 16, encontrarSo os pretendeotes
um bello sortimento de fivelas e fitas para
cinto, sem que esqueca os lindos pentes
prateados, com fitas pendentes e sem ellas,
sempre a contento do experiente freguez
qae se dirigir dita toja de miudezas:
roa do Queimado n. 16.
Diferentes objectos
expostos a apreciapo dos esclarecidos fre-
guezes qae os quizerem comprar; na ra
do Queimado n. 16. "I
Bonitas caixinhas de madeira com fecha-1
dora, proprias para costura.
Outras ditas com arranjos para costura,
Sapatinhos de setim e "merinos para bp- do Qeimado n. 8.
tara
Pi nfes de Uu tarnga e oatros de metal
trarww .1 rna *x: f> > n. 8
ac^i/.i de recebei' aigu.. uu pau-
tes de tartaruga para senhoras, todos de no-
ves-moldes e bons goslos, stbresahindo en-
tre elles alguns cojas novidades em mol-
des, e perfeicSo de obra os.tornam recom-
mendados para quem apre.ia o bom ; assim
como recebeu igualmente outros mui forni-
dos e bem feitos para desen barajar e outros
com eixo para debrar e propriospara barba.
Tambem recebeu outros de metal pratea-
dos e dourados, que de tal molde 3o os pri-
meiros que app;irecem osquaes com o semi-
crculo que fazem sobre o coque tornam-os
mu bonitos.
Carapa$a8 brancas
Vieram muito boas, epor isso vendem-se
a 1)5200 e 2$ na toja da aguia branca : ra
do Queimado n. 8.
ltabadiiihos crespos
O novo sortimento que acaba de chegar
continua a ser vendido como dantes 20560
e 3 leja da aguia branca n. 8.
Pentes enfeitdos para meninas
Vendem-se na toja da aguia branca: ra
do Queimado n. 8.
Bollas de ail
Vendem-se na toja da aguia branca : ra
do Queimado n. 8.
Boflilospoit-relosios
Vendem-se na toja da^guia branca : tb

FAZENDAS NOVAS
para as festasde S.Antonio, es. Joao
no armazem do Pavo rna da
Impcratriz n. 60
DE
, GAMA & SILVA
ReceberSo-se pelo ultimo vapor da Euro-
pa as mais novas fazendas como sejam:
Bonitas cassas de listas grana- Y
dies. /
Ditas castelhanas. J vara 800
Ditas da Italia. \
Ditas transparentes com os mais'moder-
marcada, na loja de oorives no arco de N. S. da nos e mais delicados gostOS vara a rs 640.
ftCceic.0, no Recito. D.tas de diversas
qualidades com novos
gostos o covado a rs. 240, 280 e 320.
nacwnaes, assim como paiaces portugaezei el, Cortes de medina sendo.'uma bonita fazen-
bespanbes, compram-se com premio : na ra do | da transparente com lindas palmas e qua-
Moedas de prata
Crespo n. 16, primeiro andar.
5S000
para moedas nacionaes de 205
n* 16, pnmeiro andar.
na rna do Crespo
Libras esterlinas?
pra-a da
Comprara se com bom u/emlo
dependencia n. 22.
n
na
In
tisados.
Meias de seda para ditos.
Tocas e chapeosinhos para ditos.
Tercos de madeira, osso, cornalinas, obras
mui perfeitas.
Alfinetes de osso com bonitos moldes,
obras de gusto para peito de senhoras.
Ditos pretos para luto.
Meios aderecos de madeperola.
Porte jope ou suspende saias.
Lencos bordados para senhoras.
Brincos pretos, pulseiras e alfinetes com
camafeo, todo para lato.
Froco grosso de 15a. para differentes fins.
Bonecas mansas e choronas para crean-
cas.
Cestinhas proprias para creancas e bo-
necas.
Bandejas pequeas para copos.
Bonitas e modernas chapelinas de seda
para senhoras
Na toja de miudezas ra do Queimado
n. 16 vendem-se bonitas chapelinas de seda
mui bem afeitadas e pr -^oos rasoaveis.
Enfeites de flores a chape-
linas
Vendem-se esses bonitos e modernos en-
feites de flores a
imitacjto de chapelinas: na
ra do Queimado, loja de miudezas n. 16.
dros de seda tendo cada corte uTcovadoTa Differentes objectos
rs, 24i. Vendem-se na rna do Queimado, loja de
Ricos cortes de vestidos brancos com lin- mi^ezas n. 16.
das barras bordadas em alto relevo a 240 Grvalas brancas de cambraia para noivos.
Ditos brancos tambem bordados a rs, 55 e Gravatas brancas de setim para ditos.
60. osas Camelias, ramos e caixos de flores.
Cortes de poil de chvre com 18 covadosU PaPel para rosas e folhas para ditas.
a 150.
Modernissimas vareges tapadas e transpa-
rentes com as mais delicadas cores e com bo-
- j nira.s listas de seda, covado a 640, 800 e 10.
Alpacas lizas enfestadas com as cores mais
e modernas o covado a 640.
BELLISSIMO ARMAZEM
DE
MOLHA
CONHECIDO PELO NOME
DB
VEADO BRANCO
Estabeleciuo ra Direita n. 16.
Esquina da traTessa de 8. Pedro.
Uompram-sc escrayos
Silvino Gmlherme da Barros, compra, vende
smess .Tsr-'sstf T5 tSSSSSrxfiSs.lavores grt:
Bonitas alpacas lavradas com os mais mo-
erceiro andar.
Onro e prata amoedado
Compram-se libras sterlinas a 104300, moedas
de 20 a 22*500, ditas de 16 a 173S0O, assim co-
mo toda e qualquer outra qualidade, e tambem
prata nacional e estrangeira : na rna da Cadeia,
loja de fazendas n. 58.
Lencos de cambraia lina com barras de
cores, sendo
Para homensa 30600 a duzia.
Para meninos a 800 rs. a duzia.
Vendem-se na ra do Queimado, loja de
ajaa
5
*
PREPARARES FEREEAS-IAR6AR1GAS
APPROVAfjlS PELA ACADEMIA M KBDICIRA
DE BURIN DU BUISSON
tumiuac*, \muie pela Academia de fieificisi de Para
! sia attencio
O eminente professor Tr8ssbaii, na ultima edicSo de een Tratada de Thera-
peutita e Materia medica, reconhece qae es ferruginosos simples s9o mullas
veze ineffioMe para orar as molestias que teem por causa o empobrec memo
rio singue. Muitos mdicos dos mais distinctos attribuem esse m o xito ausencia,
n'essas preparacoes, do mmganese, qne se aclw uo sangue,como o tem reconbecido
^s chimicoa os mais peritos, sempre kitmamente unido com o ferro.
E" pois, prestar-se nm verdadero servco aos Sr" Mdicos, o cbamar-se s
sobre as preparares segnintes.
RflS (RPPfi m9HffRH/,M ando nimcrliaUmente ama agua, acidulada,
IW WIIWJ lUdUgdUlttf gaZQI8i agradaveit subsUluiiio com vaatagem
economa as aguas mineraes ferruginosas.
Plalas e Xarope de iedureto 6 ferro e de maoganese inaleraveis
contoBdo cada urna cinco centigramos de iedureto de ferro mangamco indicadas
particularmente as molestias Tympnace, escrofulosas, e oas chaasadas cao-
erosas e hibercnlosas. v
insm de hetato de ferro e de mangese i ^fSSff^S
t Fitas de earironao frreo ffiasganieo ) ^tTSsSZ
alternar estas dnaa sreparacSes di oa melnores resultados.
O ir Barin da Buisson desejaado abtex a adheso eorapleu do publico meeico a
cerca do yalor de suas preparacoes, previos que elle a pe tratuitmente n*
dispeocl*, dirigendo-se;
No PmtmHct, a sen agente geral, Maarn O, pharmaceucoa, rea Hora.
i9
%
Comprase orna escreva cozioheira e engom
madeira, qne na> tenba achiques nem vicio na
rna da Senzala velfaa n. 84.
Compra-se~
Urna armacSo de armazem ou prateleiras
que n5o seja de pinho, e que es teja em
muito bom estado: na companhia Pernam-
bucaiia._______
Compra-se
libras esterlinas, ouro brasleiro e portuguez com
bom premio: na rna da Cruz n. 48, armazem de
E. A. Barle & C._____________________
Libras esterlinas.
compram-se no escrlptorlo de Antonio Loiz de.
Ollvelra Azevado & C.,j-na da Cruz n. 1.
Jornaes para embrallio
Compra se na fabrica a vapor. de cigarros, na
antiga roa dos Quarteis de polica n. 21.
Ouro e prata.
Moedas de onro e prata nacionaes, estrangeiras
e de todos os valores se compram na loja de ourl-
ves Junto ao arco de Nossa Senhora da Conceico
roa da Cadeia do Recife, assim como ouro e prata
em obras velhas, brllbantes, diamantes, e se paga
bem.
Compra-se nm santqario de Jacaranda em
bom uso : na roa do Queimado n. 33 A, loja da
Esperanca.________ ___________ '
Compra-se
urna armaQo de madeira da trra, propria para
armazem de loja ; no largo da assemblea d. 1, es-
criptorlo da companbia Pernambucana.
VENDAS
mmxmm
'
Vende-se nm sobrado de om andar na roa
do Amorlm n. 10. com chao proprio : quem pre-
tender dlrija-se a rna da Cruz o. 18, segando
a O U a I
Vndese urna casa no Caminbo Novo e om
terreno na Baia-verde : quem o pretender dlriia-
so a rna Direita n. 64.
demos dezenhos covado a rs, 800 e 1$.
Ricos cortes de vestidos de fll enfeitados
a 300.
Poupelina de quadrinhos transparentes
com os mais apurados gostos e quaze a lar-
gura de chita franceza covado a rs, 640.
Ditas mais estreitas porm muito bonitas
covado 500.
Sedas de cores com 4 palmos de largura
covado 20.
Ditas estreitas lizas de listras covado 20.
Grande sortimento de grosdenaple preto
covado a rs, 10600,10800, 20, 20500 e 30.
Ricas sedas lavradas.
Saias com quatro pannos ricamente bor-
dadas a rs, 50, 60,. 70, 80, 100, e 110.
Tarlatanas brancas e de cores
800.
Fil braneo lizo vara a rs. 8' 0.
Dito de flores para vestido vara rs. 640.
Outras muitas diversidades de fazendas
que se mandam tambem levar em casa das
Exmas, famtlbasparaescolheremou d5o-seas
amostras deixendo-ficar penhor no armaze-a
do Pavao ra da Imperalriz n. 60. de Gm
ma Silva.
Bordados do Pavao
Entremeios largos
Rabadiuhos estreitos
Babadinhos largos
Entremeios estreitos
Tapadas e transpareates
Gama & Silva receberam urna grande por-
C5o dos mais Anos babadinhos e entremeios,
tanto largos como estreitos, sendo tapados
e transparentes com os verdadeiros borda-
dos a alto relevo tendo de todas as larguras
e desenhos, grande por3o igual para qual-
quer obra, que assim possa ser preciso, e
garantem que podem vender por menas 40
oo 50 por cento, do que em ontra qualquer
parte, attendendo a grande porcSo'q'e tem
no seu armazem do PavSo : ra da Impera-
triz n. 60, de Gama 4 Silva
miudezas n. 16.
Collerinhos de linho
obras de ultimo gosto.
Vendem-se na loja de miudezas; ra
do Queimado n. i6.
CABIDES PORTATEIS
_. TORNEADOS B ENVBRNIZADOS.
Vendem-se na toja de miudezas: ra
do Queimado n. 16.
Caixinhas
com pastilhas de cheiro para
queimar-se em lugar
de incens.
Vendem-se na ra do Queimado ; loja de
miudezas n. 16.
mesas
Galheteiras para azeite e vinagre.
Saleiras de vidro e potciros-de porce-
lana. -
Vendem-se na loja da aguia branca: ra
do Queimado n. 8.
Lavas de pellica preta.
Chegaram para a loja da Aguia Branca ;] a roa
do yueimado n. 8.
Ramos de flores para coqaes
A aguia branca acaba de receber um nico
cart5o com ramos de flores para coques. /
A perfeiejo e delicadeza dessas flores tecn
satisfeilo a todos que-as tem visto e com-
prado a 50 cada ramoisso na ra do Qnei-
mado, loja da aguia branca n. 8.
Faca favor de 1er
para saber o que de novo chegou na Agu*
branca a roa do Queimado n. 8.
Trancas pretas de vidrinhos com pingen-
tes, e sem elles.
Bolfies pretcs e de cores, enfeitados oom
-vidrilhos t3ndo com progenies e sem elles.
Alamares pretos para basquines..
Novas e bonitas guarnices pretas para
ditas e vestidos.
Coq^de. bonitos moldes.
Enfeites de ores, obra de bom gosto.
Pentes de tartaruga obras modernas, e
apurado gosio. ~^~
Pentes dourados e praleados, moldes no-
vos e bonitos.
Bonitos e modernos gales de seda, de
cores para vestidos.
Bicos de seda e guipure.
Leqnes, todo de madeperola e sndalo.
Ditos de sndalo e seda.
Ditos pretos para luto.
Ditos de faia, os quaes fazem quatro
vistas.
Ditos todos de sndalo, e sndalo e seda
para meninas.
Bonitas cestinhas bordadas a froco para
meninas.
Escovas de cabo de marfim, e madrepe-
rola para dentes.
Abotoadoras bonitas para co'eles.
Brincos de corrente de borracha, vollase
pulseiras de dito.
Aderecos pretcs para luto.
E muitos outros objectos que serao pre-
sentes ao comprador que se dirigir a dita
toja d'Agua branca a ra do Queimado n. 8.
Agora sim
Acabam-se as moscas.
Porque a aguia branca acaba de receber
porcSo de papel mata mosca e continua
vende-lo como
a vende-lo como d'ante3 a 40 rs, a folba,
PASTILHAS ODORIFUMANTES. comparecSo pois os pretendentes e serio
Essas cheirosas pastilhas sao sempre servidos na loja d'Agua branca ra do
apreciaveis, e com especialidade no correte Queimado n. 8.
a rs.jmez, porque servem para perfumar os ora- Nova
torios ou altares em que se resam ou cau-
tam louvavelmenle o Mez Mariano, es-
tas vendem-se na loja da Aguia Branca:
ra do Queimado n. 8.
Hev*
GRANULOS ANTIMONIAES
Su Doctcur PAP1LLAID
pm nafta da* aotertiu do cora,*, j. Uuntf j, Mtantof ,,, copuche,
molestia* do cortctS, da
da tilica, u
daa moleatiu
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS
Pan a tmeao^da anemia, da cbloroaia, da amenorrhaa, daa Barfa-t.. ___.
nirrifnlmn, te. -" narre,
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH
Par a anfa da molertiaj, narrotM, da va -IflA Pitraud* de E. MOUSNIER, t Saujon (Gharente-Inrte.uxe)
{Bm Bic-dt-Janero, FLIX FARAUT, pharmada, T, roa Seto Bttoanbro.
toPemarntraoo, P. maurer et C, pharmacia, roa NotiiT^
Em Macelo. FALCO MAS, pharmacia imperial.
Vende-se na rna Nova n. 25, pharmacia franceza de
MAURER C.
Vende-se oo permuta-seporum sitio,
o engenho Marianna, cito na fregoezia de
Serrohem, bom d'agua, e urna legua do
porto de embarque: tratar com Leal &
Irmao, na rna da Cadeia do Recife n. 56.
Vndese orna burr ( cofre ) e tambem se
vende nma balanga romana e tndo em bom estado
e por preco commodo, a tratar na rna da Moeda
D. 29.
Vende-se ama escrava vinda do mato : na
ra Bella n. 45.
Vende-se a casa terrea a rna do Pilar n.
I7 : os pretendentes podem tratar na mesma roa
casa o. 129.
Xarope de salsa parrilla de para
O
DEPURATIVO DO SANGUB USADO MAS MOLESTIAS DB
PBLLE, MPBGBNS, DORES RHBMATICAS B ULCERAS
VENEEAS.
Deposita
Pharmacia do Pinto ra larga do Rosario nu-
'________mero iO.
iravessa das
a tratar oa
Vende-se a loja de calcado da
Craxes n. 12, com poneos fandos :
mesma.
Gongalves Beltro | para
n. 13
Joaqulm Jos
vender no son escriptorio rna do Trapiche
a precos razoaveis, os segaintes gneros :
Parlaba de mandioca em saceos, igual a de Ma-
ribeea.
Caixas com vinbo do Porto de nma dnzia.
Vlnbo de Porto em barris de 8* e 10*
Panno de algodao da Babia proprio para saceos de
assacar e ronpa de escravos, da fabrica do Sr.
commeniador Pedroso.
Fio de algodio da mesma fabrica.
Cigarro do Rio de Janeiro
cornos
Ferreira & Maheus, na roa^da Cadeia do Re-
cife o. 62, vendem :
Coaros de vitelU, de cavallo, de vacca' de bol e
sola envernisada, proprias para calcada, coberia
de carros etc., etc.
Agua mineral
ferrof iaasa, acidulada, gaiou e carbnica
DI
RK/Zi.
O aso d'agua de Orezza mui particularmente
reeommendado pela escola de medicina de Pars,
para todas as affeccSes do tubo digestivo, ingorgita-
ment das viceras abdominSes, e geralmente todas
as molestias provenientes de fraqaeza orgnica, oo
pobreza de sangae.
Diposrro ESPECIAL
|34Roa lir|a da Reaario34
Phaifaelai de Bartholoaiea t C
BOTAS.
Novamente ebegada botas rnssianas, perneras
e meias perneiras da melbor qualidade qoe temos
vlst): no'armazem do vapor raa Nova o. 7.
\
Fogoa.
de artificio da fabrica da estrada de Joo de Bar
ros da viova Rufino, aproDrietaria desta muito
conceitnada fabrica avisa ao respeitavel publieo
que em sea estabelecimento eilste nm completo
scrtimento de fogos para S. JoSo e S. Pedro e de
ontros artigos concernentes a essa arte, as pessoas
pois que quizerem comprar destes objectos podem
deixar snas encommendas no armazem da bola
amarellanooito da secretaria d polica onde
qaver nm portador qae os vai buscar com a maior
presteza possivel.________
Bap Paulo Cordelro e viajado
Aloja de miudezas a roa do Qneimade n. 16
receben nova remessa do rap Paulo Cordiro e
Viajado, e continaa a receber .orto os vaporespos
NOVENAS
remessa
De correnles de boracha.
A agria branca a roa do Queimado n. S
recebeu nova remessa das desejadas corren-
tes pretaz de borracha, e continua a vende-
las como d'antes a 30 a vara.
AGUA FLORIDA
jd:h
DE
N, S. do Carmo e Sant'Anna,
Estao a venda as novenas de N. S. do Car-
mo e da Senhora Sant'Anna; na ra do Impe-
rador n. 15 defronte de S. Francisco.
. Utensilios typogrpliicos.
Acabam de chegar de Franca e esto a ven-
da na roa do Imperador n. 15 defroote de
S. Francisco: ricas escovas para lavar for-
mas, ditas para tirar provas, componidores
de diversas larguras mui modernos, tinta
para impress5o fina, linhas e entrelineas de
differentes qualidades e pontas. A mesma
casa continua a ter testamentos de differentes
animaes: e folhetos de Porcina, Magalona
etc., assim como cidade de Deus, Horas da
Semana Santa, Manual Eocyclopedico, Ripan-
sos, Gaminho do Co, Horas Portugueas,
Marianas, ImitacSo de Christo, Escudo Admi-
ravel etc. ______
Attencao,
Vende-se a armacao da taberna da travessa da
roa Aogoata n. 5; a trattr na mesma.________
Novo rap
Loja a jurera na roa larga de Reaa-
rio b. 18 de Mantel Jas litf
i Ir!t.
Receberam rap grosso a Imltaco do francez
da fabrlea de Meron & C, do qnal se vende bara-
to, assim como de ootras maltas qualidades.
MURRAY & LANMAN
Ac de MilSo
Nos armazens de Tasso Irmo?, em caoitetes de
4 arrobas.
A agua florida de Murray Lanmand
olhada como um artjgo de perfume, n3o
tem podido ser igualada pelas preparacSes
as mais costosas: conserva seu aroma, co-
mo se formasse parte da prenda a que ella
se applica.
Sua eficacia ta"o delicada, como elegan-
tes sao seus multiplicados usos, qur seja
empregada como artigo de toucador, qur
no uso dotanho, ou como suavrsador da
pelle, depois que se tenba feito a barba;
j para limpar as gengivas oo aromatisar o
balito.
D suavidade, brilho e eiasticidade as
compeices, depois de-se haver lavado; al-
Ima a irritaco de erupcoes ordinarias; faz
desapparecer o desagradavel aspecto dos
pannos, das sardas, do rosto, rugas e toda a
casta de ebulifoes, e d vigor e ft escora
pane onde quer que se applique. Sua efi-
ciencia e elegancia sao igualmente infalli-
veis nos casos em que seja preciso applica
la como estimulante e antisptico, nos con-
cursos e assemblas numerosas, as loca-
lidades infeccionadas, na alcova de um en-
fermo, assim como om antidoto excellen-
te para osdesmaios causados por cansaco
on soffocaclo. Preparada nicamente por
Lanman Kemp, Nova York, e a vende por
Caors & Barbosa.
Jlo da C. Bravo & C.
J A venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo & C, e P. Maurer & C, e em todos os
estabelementospuarmacciiwi o -perio




lrlo de ernambae* ... sabbado 6 de fulba de 1867.

RA 0 BRIM X. 38
0 propietario deste estabelecimento deseja chamar a atleoclo dos senhores pro-
pietarios para os acreditados mechanismos que contina a fornecer ; os qoaes garante
flr como sempre. da melhor qualidade possivel:
Machinas de vapor I
forca de um cavallo para cima. As menores sio mu proprias para motores de descaro-
cameatos de algodao ; ellas viajam armadas e podem trabalhar dentro de 24 horas, depois
de chegarem no logar. Ellas levam tndo quanto preciso para o trabalbo, e diversos so-
brecellentes. As machinas maioros s5o proprias para a moagem de canna, e ha aellas
qae podem jaata e separadamente moer caima e descarocar. Ellas podem-se appltcar a
qualquer moenda j existente sem oatra mudanca do que a substituido das rodas daalman-
jarra, ha tambemcom moenda junta. Ellas tem depsitos d'agaa e boeiros de ferro, e
nSo precisam para sea assentamento de obra alguma, qur de carapina, qur de alvenaria.
O terapo para assenta-las nSo excede de doze das ao mate, e em casos de mortes de ani-
maes oa arrombameotos de acudes, etc., garante-se o assentamento em oito dias. Todos
estes vapores sao simplissimosna construcco, e seregem por qnalqaer pessoa intelligente,
a facilidade da condcelo seado especialmente considerada, tanto qae nSo ha lagar em que
nao se possam conduzir, qar por trra, qur embarcado.
Lembra-se aos senhores de engenho que a venda dos animaes e o ser vico da
gente occapado no sea tratameato os bao de recuperar da maior parte da despeza do
vapor, deixando-lhes a vantagem de urna moagem certa e accelerada ; e acabando com a
despeza da compra continuada de novos animaes, e com os desgostos do trabalno que se
temcomelles.
Ser talvez desnecessario lembrar aos compradores de vapores a vantagem que lies
resulta de comprarem suas machinas garantidas em urna fabrica, tendo artistas compe-
tentes para assentar as mesmas e ensinar a maneira de trabalhar com ellas, e j prepa-
radas para arremediar qualqaer desarranjo; facilidades estas que jamis podem encon-
trar comprando-as aos simples negociantes, os quaes por falta de coohecimento na ma-
teria nem se qar podem garaoti-los de que as machinas que vendem sbjam proprias ou
suficientes para o trabalho em qu se queira emprega-las, e no caso de desastre n50 po-.
dem prestar-lhes soccorro algum; sendo que ainda quando venham s fabricas para con-
certar as machinas alheias, torna-se-ha preciso fazer repentinamente moldes novos, etc.
para as pecas estragadas. J numerosas vezes estes vendedores tem representado sws
vapores como sendo de forca mui superior sua actual e verdadeira forca; equivoco
este que nao so eBgana ao comprador acerca do trabalho que possa tirar do vapor, mas
tambem da lugar ao pagamento de um preco excessivo, vista da forca real da machina
que compram. *
Tambem ha sempre prompto rodas d'agaa de ferro, sarHhos com crazetas para as
mesmas moendas de canoa de todo o tamanho, rodas de espora e aogulares, paroes jou
oeches para receber o caldo, crivos e portas de foroalha, taixas de ferro balido, fundido e
de cobre, formas de ferro galvantsadas para purgar assucar, bombas simples e de relu-
cho, alambiques de ferro, eixose rodas de carro, arados, grades, enchadas a cavallo po-
tros instrumentos de agricultura, moinhos e fornos para fazer farinha e finalmente todo o
objecto de mecbanismo de que se costoma precisar.
Na fabrica se fazem obras novas eacommenda e concertos, com a maior presteza
e solidez. O grande deposito de pecas e objectos habilitam-aa muito para este fim.
O propietario ser sempre mui feliz de poder aar informaces ou esclarecimente
aos senhores que se servirem de seu prestimo.
D. W. Bowsun, engenheiro.
ATTENCAO
A' LOJA DE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO & L
11Ra do Qaeimado11
Angosto Porto & C. acabam de receber da Europa superiores cortes de seda de ceres para
bailas e casamentos.
Ricos cortes de blood csm manta e capella para noivas.
Cortinados bordados para camas de noivas e janeilas de 1> a 80} cada om.
Colxas de seda e outras de laa e seda o qae ha de melhor para camas de noivas.
Toalhiahas de croch para cadeiras e sof*, espartilbos a saltana para senhoras, camislnbas
com mangados bordados e lindos eacbovaes para baptisados, e balSes de masselina e de arcos para
senboras e meninas.
Lavas de pellica para homem e seoboras e superiores chapeos de sol de todas as qoalidades.
Laa para vestidos baratissima bonitos padr5es o covado a 280.
Tapetes grandes para sof, ditos para piano, ditos para cima e peqaenos para portas e janeilas.
Hoir braoco e preto superior para vestidos d lindos deseohos, gro3denaple de todas as cores
seda de qaadrinhi. cambraias braneas de moitas qaalldades, ditas de cores e lindas percales.
Basqaiae de seda prela ultima moda, chales e relindas de guipare, vende-se barato.
Camisas para bomens francezas e inglezas de Itabo e de algodao Unas e seroalas de liaho su-
periores.
Capas de borracha, sobretodos e perneiras as melbores e mals elegantes.
Malas grandes para viagens, ditas peqaenas e saceos de tapete e coaro.
Bramante braoco de 4 larguras a 2J500 a vara, pannos pretos e zoes, casemiras pretas e de
ocres tudo bom e barato.
Neste estabelecimento ba sempre um completo sortiment de boas fazedas tanto para a praca
como para o centro da provincia e superiores objectos proprios para casamentos como sejam capellas,
mantas, vestidos de blonde e de moir brauco, cortinados, colchas, vendndose tudo mais barato e
tambem as melbores
Esteiras e alcatifas para forrar salas.]
il-Rua do QuelmadoH

O ARMAZEM DE MOLHADOS
INTITULADO
DS AMERICAS.
Situado Am Cinco Ponas n. 86.
Toma a subida honra de chamar a attenco dos amantes da economa para o seu
bello sortimento de novos e apetitosos gneros.
As Duas Americas muito se apraz em receber em qualquer de seas pontos o
Viado Braoco, fazendo-lhe as devidas cortezias em prosa e verso e envidando todos os
esforcos para congratular-se com elle o melhor possivel, desejando-lh sempre rpida e
brilhante carreira.
Alerta grita o Baliza
Qoem que junto a mim pisa ?
Responde as Duas Americas Eis-me aqui lindo Veado,
Com carcter puro e franco: Como sempre em boa liga,
Son eu que venbo saudar Sandando-te como ordeno
Ao lindo Veado Brinco. A lealdade de amigo.

As Duas Americas aproveita a occasiao para avisar aos seus amaveis fre-
gueses que o seu grande armazem acha-se prvido de nm bello sortimento de especia-
ras proprias para as festas de Santo Antonio, S. Joao e S. Pedro. Dem como manteiga
ingleza e fraoceza, amendoas, sortes e outros muitos gneros.
As Duas Americas pede que lh poupem o desgosto de seu ebefe mandar por
bandeira a meio pao com o pedido de =fiadol !=
Vapores.
Veode-se em casa de Saonders Brothers & C
no largo do CorpoSantn. 1!, vapores patentes
com todos os perteoces proprios para wt.mover
tres oa goatro machinas para descarocar aigoaao.
Aos agricultores "
Saonders Brothers & C. acabam de receber m
Liverpool vapores de forca de 3 a 4 caaallos com
todos os perteoces, e mol proprios para^ater mo-
ver machinas de descarocar algodao, podetdo eaaa
vapor trabalhar ate com 140 erras, tambem ser-
vem para eofardar algodao on para ootro qualquer
servico em que asam trabalhar com animaes. us
mesmos tambem tem a venda machinas america-
nas de 35 a 40 serras : os pretndeme* dirijan-
se ao largo do Corpo Santo n. 11-
Verdadeiros
Collares Royer
Electro Magnticos Anodinos
Ou Collares Anodinos, para facilitar a den-
tico das crianzas contra as convulsoes
das mesmas, a estes collares nos escuzado
fazer qualquer recommendacSo, visto a
grande utilidade que tem produzido aquellos
pais que os tem applicado em taes circum-
stancias pois nos parece que nao haver um
s pai ou m3i que por este meio n5o quei-
ra por termo a taes soffrimentos de seus
ifilhinhos visto ser um mal que tanto os
Iflagella, pois a estes collares aeempanha um
folheto que ensina como se deve applicar, e
vende-se na loja do Gallo Vigilante, ra
do Crespo n. 7, polo preco de 40000, 50
e 60000. _________ ^
DE
IlZEVEIMI ifc FLOKES
RA DA CADHA N. 47^
Madapolo do baldo.
Superior madapolSo camiseiro que val 80 a 60.
Dito que val 70 a 50.
Chitas do balo.
Bonitas chitas cores fixas e panno fino a 3oo e 32o rs. o Cu vado.
Balees de cauda.
Os mais modernos Dales de arquinhos finos, que por isto se tornam recommen-
daveis ao bello sexo.
Ceroalas e camisas.
Ceroulas de bramante francezas a 106oo.
Camisas de pregas largas que valem 30 a 20.
As metas inglezas do baldo.
Superiores meias croas para homem que valm 90 a 70.
Roupa feita do baldo.
Sortimento de calcas, paletos, coetes de brim, panno fino de casemira, tudo por
preco commodo.
O BAULO
ende muitos outros objectos e por nsigoiucantissimos pecros.
INJECTION BROU
...4,1 f.H... .bwluuanaw wue* queou.
su priDpc boUeo i* mundo. (Bxlft a ImI|U|M m ). I MMt r* '
t IKWH BROB. Mtarnd WifH. II*.
Yende-se na BoticlFranceza roa Nova n. 25.
adiliT*. Veuae-M
B
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Por menos de 10. 20, e 30 por cento,
DE
Joaqalm slmSes dos Santo
23 Largo do Terco 23.
O proprietaro deste estabelecimento* de seceos e molhados tendo de fazer orna via-
am, est resolvido a vender por menos de 10 a 30 por oento a dinheiro; para isso tem
om grande a vantajoso sortimento para os amigos do bom e barato, que a maior parte
deste, vieram por conta, para o que fai nnuocio de alguns genaros, e a vista destes
regularlo os outros mai. *^
dinheiro avista
Gaz americano a 8,800 a lata e a 380 rs. a garrafa.
Toncinho de Lisboa a 240 e 320 rs. a libra, e era barril ha grande abatimento.
Caf do Rio a 180 e 20 rs. a libra, e em arroba ba grande abatimento.
Cerveja das mais bem acreditadas marcas a 5,ooo e 6,ooo rs. a duzia.
ficho Figueira da melhor marca a 3,500 a caada, e 480 rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 2,700 e 2,800 a caada, e a 360 e 400 rs. a garrafa.
Phosforos do gaz a 2,000 rs. a groza, e a 180 rs. o maco.
Manteiga fraoceza nova, a 560 rs. a libra, e em barril a 520 rs.
dem iden ingleza flor a l.ooo rs. e 800 rs. a libra.
Arroz pilado de India a 110 rs. a libra, e em arroba 3,400 rs. ou a sacca.
Sabao massa a 220, 200 e 240 rs. a libra, em caixo ha abatimento.
Papel marca martello a 5,500 rs. a resma e viado 4,ooo rs.
Vinho branco de Lisboa da melhor qualidade a 500 rs. a garrafa.
Banha de porco refinada a 500 rs. a libia, e em porcScitera abatimento.
Alm desies gneros ha outros muitos que enfadobo menciona-los.
O proprietario deste armazem avisa aos seus freguzes que tem contas e letras ven-
cidas, o favor de as mandar pagar.
TftATAMENTO dod- CIIABLE, de PARS
Medio especial, conaultacde*, 30, roa Vlvlenne f
[AVISO AOS DOENTES. &#?M pakM m graode "*" de
- Nlo toa ca-
tado, tomel Cu-
beba, Copafciba
sob todu as
formasen opia-
to, capsulas,
confeitos, tenho
o estomago per-
dido e nao estou corado? l'sci e abusei de um grande onmero de i>jec{aobs, qae pretendem
corar em 4 dias, e estou ainda mals doentes.
IIA MAIS O AVOS *
que can radicalmente sem recabidas, Corrimentot, Relaxado do canal, Catarrho dt btxiga,
ferias teminatt, curando primeira a causa virulenta inllammatoria d'essas doengas sexuaes,
com algums Tidros do meu depurativo do sangob para parar essas affecc/)s, aeccar o
canal e loe tornar a dar sua regidet dou para acabar meu excclfente xarope ao citrato de
ruso et miiiha injeccao. A cura radical, as senhores para os flaxos brancos, Kgucm
o mesmo tratamento. [Veja-se a noticia explicativa.)
40.000 DOENTES CURADOS
Vertldefro tratamento depurativo do sangne. s kerpet as mais envelaradat, emtptott,
prwridos, tirus, chagas e afftccoes venreas, humores, e todas as doencas qae alterao a pureza
do sangue sao curadas em poaco tempo por meu xarofb depurativo do satigce nw
dakhok mimeraes, minhas pillas depurativas e mlnha Pommada ajiti-dartoa.
Veja-se a maneira de tratar-se. k noticia que se da gratis no deposito de mus medica-
mentos. Esse excellente tratamento nao contem mercurio', sua soperiordade a bem caslMCida
nlo ka urna so caza qne possa como en apresentar tantas atistales de caras. ""
Em Pwris. ctnsnHacHi do ioutor Ckabe $ por correspondencias. *
eade-se na pharmacia.de P. Maurer 4 C, ra Nova.
I
m IIC4NTE W ORNAMENTOS DE 1GBEJ4
Ba do Imperador N. 23,
Defronte de 8. Francisco, le andar.
Acaba de receber de Pars um rico sortimento de ornamentos e objectos de
bronze, prateados e dourados, proprios de igrejas c capellas, taes que : candelabros,
castigaes, custodias, turbulos, lampadas e cruzes de diversos gostos e tamanhos. Os
precos desses eneros sao commodos, e devem ser aproveitados. _
Loja do Gallo Vigilante
DE
GuimarcsA Frcitas
RA DO CRESPO N. 7.
Ofdonos deste bem conhecido estabeleci-
mento, tem a honra de avisar ao respeitavel
publico, e com especialidades aos seus nu-
merosos freguzes, que acabam de receber
um completo sortimento de objectos de mui-
to gesto e de completa novidade neste mer-
cado e que os tendo recebido em dlreitura, os
podero vender por menos que outro qual-
quer.
Requissimos leques de madreperola
branca.
Requissimos leques de madreperola preta.
Lindos leques de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Leques de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lindos port-bouquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentos e bailes.
Lindos cintos para senhoras com fiv ellas
e fiveilas de differentes qualidades e gosto.
Requissimos eofeites com coques e sem
elle.
Luvas de jouvin. inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Luvas des8da,fio da escocia, algodao e de
outras qualidades para senhora e homem.
Lindas trancas pretas e de cores om ve-
drilho e sem elle, assim como lindisslmas
guarnieres para enfeitar basquines e botes
para os mesmos.
Lindas tDuquinhas e sapatinhos ricamen-
te enfeitados proprios para baptisados.
Meias de seda para o mesmo m.
Bengallinha para meninos.
Lindos peotes de tartaruga, massa e outras
muitas qualidades.
Muito boas escovas para dentes, chapeos-
roupa, cabellos, uohas e para limpar pentes.
Superior lionas para crochet.
Agualhas para o mesmo flm.
Lindos agulheiros e dedar de madrepero-
la e marfim, assim como de metal.
Lindas guarnices de botes, para colis,
pnnbos e colerinhos.
Ricas capellas para noivas.
Meias de seda para senhoras.
Superior thesouras para unhas, costura,
cortar cabello, etc., etc.
Finas navalhas cabo de tartaruga, marfim
e outras qualidades.
Suspensorios de seda para homem.
Ditos de algodao para homem e meninos.
Requissimas caixas com msica contendo
o necessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Requissimos livrinhos para missa.
Lindos indispensaveis para meninas das
escolas.
Finos aderecos pretos para luto.
Grande sortimento ae finas perfumaras
dos melhores fabricantes at hoje conhe-
cidos.
E muitos outros objectos que imposstvel
seria menciona-los e que se encontrarao na
loja do Vigilante, ra do Crespo n. 7.
CALLOS "
PomadaGalopeanpara a extraccao e cura r-
pida e completa dos; callos duros, sem a menor dor,
vende-se na
Pharmacia e drogara
DE
Bartholomeu & Campnula.
34ROA LARGADO ROSARIO3
nico deposito.
Collares Eoyer magnticos
Medalhas e palseiras magaeticas.
A Agola Branca recebea nova remessa dos pro-
veltosos collares Royer magnticos, ja snmmamen-
ttconhecldos para preservar as convalsfjes e'faci-
litar a denticao das mangas.
Com esses ntels collares elctricos magnticos
tambem ne peqaenas qnantidades de medalhas
e palseiras elctricas magnticas caja utilidade
tem sido aproveitada por qoem soffre do nervoso
bypocondico, tremores as mos etc.
Assim como os collares Royer esto feralmente
coohecidos e acreditados pelos efflcaies effeitos e
bons resaltados que tem colbtdo as pessoas qne
delies tem asado ; assim tambem chegaram a ga-
nbar Ufo alta reputacao essas apreciaveis raedalbas
e palseiras magnticas, ama vei qae o aso dells
fdr se estendendo a todos qne dellas necessltem. A
Aguia Branca contina a receber por todos os va-
pores francezes nma determinada qunlidade des-
es sempre precisos e estimados collares Royer
magnticos e por isso flqoe na lembranga de todos
que os acbaro constantemente em dita loja da
Agola Branca, roa do Qaeimado o. 8.
Francisco Jos German
|RUA NOVA N. 21,
acaba de receber nm lindo e magnifico oor*
tmente de ocnlos, ltmetos, binculos, do ul-
timo e mais apurado gosto da Europa oea
los de alcance para observares e,para o
martimos. ; ...
RIVAL SEH SEGUNDO
Roa do luelmado 4, loja t
miudezas
DE
Jos Bigoumho
Carriteis de reteoz de todas as cores a 80 rs.
Frasees d'agoa de Colonia m oito superior a 500 rs.
Frascos de o'eo maito fino a 800 rs.
Baralbos francezes maito flbos a 160 rs.
Pegas de tranga branca de caracol a 60 rs.
Dosia de tesonras peqaenas a 480 rs.
Frascos d'agoa para limpar dentes a 500 rs.
Calas com colzetes francezes a 40 rs.
Redes pretas lisas para segurar cabello a 320 rs.
Duziss de peonas de ac muite finas a 60 rs.
Caixas de lioba do gaz de 30 oovelios a 609 rs.
dem de palitos de segnranca a SO rs.
Lengos de cassa com barra a 100 rs.
Duzia de facas e garfos de cabo preto a 3#600.
Garrafas de agoa Florida verdadeira 1*010.
Babados do Porto de todas as largaras e lodos es
precos. ^^
Sylabarlos com estampas pata meninos a 320*?*
Memento da ronpa de lavar a 100 rs.
Dnzlas de meias mnito finas para senhora a 4.00
Agalbas francezas a balo (papel) a 60 rs.
Pares de sapatos de tranga e tapete a 15500.
Pegas de fitas de laa de todas as cO'res a SCO r;.
Grozas de botdesde porcelana prateados a 100 r j
Caixas com alfineltes francezes a 80 rs.
Calas de 100 envelopes mnito finos a 500 rs*
Resma de papel de pese braoco liso a zf.,
Frasco com superior tinta a 100 rs.
Grosas de pbosphoros de gaz a 2J000
Pares de boloes de pnnbo multo bonitos 80
Linbas em eartao de 200 jardas a 100.
Caixa de superior lioba do gaz com 50 oovelios
. 700 rs.
I Talberes para meninos a 240 rs.
Masso com superioresgrampos a 30Ts.
Grosas de pennas de ano maito finas a 320 rs.
Bonets para meninos a 1.
Pentes com costa de metal a 400 rs.
Realejos para meninos a 100 rs.
VERDADEIRO LE ROY
4 IIGtICT, Doeteur-Mdtfin
Ra de Selne, 51, A PARS.
f
\ 6 "^
Emcada garrafa, rt, mire a rolliae n |>aprt a*iri
que lf o mru imete, um roturo impn'ssn m ama-
i-ello cora O &M.L6 Ixi tailL ao Qorrrio rmxerz.
f.H. orirt-
!
00CTER-MEOECIN
J PHARMACIEN
tcnd-vwuiiiaiflira
de Silo fr.iiiins *n-
breParis.acrilav^l
a KO lia* li- v'a.
oifirfnn.L'o/i-^
doalohm'ii'-.r no-i
aior 4con(o
DEPOSITO GER4L
do assucar crystalisado da fabrica a vaporada
povoagao do Monteiro
i. 26 Cs it de Kovembr 26
O novo proprietario deste grande estabelecimerito convida ao respeitavel publico,
que se acha de npo mnedomindo fabrica do Monteiro, e qae no esUbeleciment acinn
encontrarlo serapre um sortimento de aunar crystalisado em paos e ralado qne se ven-
der nfo s' a vireio (isto d mete airob* para cima) como por ataetio par* fr da
provincia. ..?-.
Xarope e pasta de Seiva
DO
Plnhelro marUlmo
DI
E. Lagass
Preparagoes mol precooisadas pelos sabios mdi-
cos de Pars, com as melbores at ho)e discobertas
Sara a cora certa de todas as molestias peto,
roocbites agudos e ebronicos, astbma e ainda das
affecc5es das vias urinarias.
DEPOSITO ESFBCIAL
34Rw larga Rasaris34
Pharmacia de Bartholomeu A C.
Batatas a 600 rs.og^a
Bioibrls a 40 ra^aaUtiMS.nhiM^
coreu : a'roa das Crozas, armuem da porta
larga n. 41 A.
Deposito na pbarmacia de P. Maurer 9
C. em Pernambuco.________
XAROPE DEPURATIVO-
DE CASCA DE LARANJAS AMARGAS
COM I0DURET0 DE POTASS10
DE
JP. Laroze.
pharmaceutlcoem Paris
Oioduretodepotassio um verdadeiro al-
terante, m depurador de incontestavel etB-
cacia; combinado com o xarope de casca de
laranjas margas, aturado sem pertubacao
alguma pelos temperamentos os mais fracos,
sem alterar as funecoes do estomago. As do-
ses mathematicas que elle contem permittem
aos mdicos de receital-o para todas as com-
pleicoes, as affecfes escrofulosas, tubercu-
losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'isso, o agente o
maispoderoso contraas doencas rheumaticas.
Deposito em todas as pharmacias e casas de
drogaras no Brasil.
Expedices, em casa de J. P. Laroze, roe
des Lions-St-Paul, 2, Paris.
A' venda na pbarmacia de P. Maurer fe.
C.1, ra Nova n. 25.
Rotondas
Vendem-se rotondas de fil : na roa do Livra-
atento n. 26, a 2,1000.________
Pars, 36, Roa Vivienne. 1>
CHABLEmdecinspcial
DAS ENFERMIDADAS DES SEXUAES, AS AFFEC-
CQES CUTNEAS. E ALTERACOES DO SANGUB.
"" 30,000 curas das impingent,
pstulas, herpes, sarna,
comixoet acrimonia, e at-
lcrcoes,vieiosas do sangue;
virus, e altsracoes do san*
Que. (Xarope vegetal sem mercurio). Drpuraiiru
Tendaos IIIMKIX MIIVEBAES toma>)-se doas
por semana, seguindo o tractaroento Depurativo: 4
empregado as mesmas molestias.
Este XaropeCitractode ferro
de CIIABLE, cura immedia-
tamente qualquer purqacao,
relaxacao, e debilidadi, a
igualmente os fluxos e flores
brancas das mulheres. Esta injeccao benigna aa>
prega-se coa o Xarope de Curado de ferro.
Hemorroidas, Pomada qae as cura em tres dias,
POMADA ANTIHERPETICA
Centra: as affeccoet cutneas t comixoet.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
doav Ck*Me, cada frasM val accoapahado de M
DEPURATIF
dn SANG
PLUS DE
COPAHU
AVISO AOS SRS. MDICOS.
Sirop du
D-rORGET
Cara ctmrh**, ueste
et^uetuekes, trrtsatee
nervotms sos des ero*-'
cito* e todas es doencas
de pote-, basta ao doento
colhe rchdea deste xarope 9" FaaSET.
r. cisASLB em Paria, r VUIMH, IK
A tenthr na pbarmacia
!., em Penwmraco.
de P. Maurer p
Vandt se nm escravo de meia Idade, rooos-
Ubdeboa conducta e proprio para qnalqaer ser-
vico : a ver e tratar na travassa oo 0rc t>. 3
,aes do Ramos.
GAZ GAZ GAZ
Gbegoo ao antigo deposito de Heorv Forster &
i rewto por aaeso preca d <*m mm oatr- qaal
Firinkt de mmHto superior:
A watar com Tas Irmioav oa n tMfkbi I
rio do UTrasaeote oo Porte do Mittos.
'areno novo a %*bb
erfl saceos grandes: a toa oo Apollo n. 4.
V
V
'
i


M

larl* 4e reraaaabaco Safebado de Julho de 1867.

*


'
r


y
t
i
\m w mm%\& i
PHARH4GIA
DE i
Joaquim de Almeida Pinto
Ajurubeba contra o ingorgi*
tamento do figado e do bago,
Em extracto alcoollco. emplas-
tro, olee, tintara, plalas,
xarope e vlntto
A jnrubeba ama das substancias medi-
camentosas qoe pertencem ao reino vege-
tal, e pertence a classe dos tnicos e desobs-
truentes, sendo empregada com vaotagem
contra as febres intermitentes acompanhadas
de engorgitamento de figado e de baco. Ella
tem sido apphcadacoro incontestavel pro-
veito contra a anemia ou chlorose, e hydro-
phesia, catharro da beziga, e mesmo para
combater a menstrua cao difficil, resultante
da mesma anemia ou cblorose.
Depsitos gem
Em Pernambuco, roa larga do Rosario
n. 10, Rio de Janeiro, pbarmacia do Sr.
Dourado, Rio Grande do Sol, em casa doi
6rs, Casca"o & C, Macei, pbarmacia do Sr.
Claudino, no Havre, pbarmacia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, na pbarmacia do Sr. Feij.
o
'3
e
W
O
GRANDE SORTIMENTO
DE
F1ZE\1I%* l.tltA TAS
K9 fflK
NA
LOJA E ARMAZEM
te
lrn*iAAitmi0i?'a?fe iT15.1?6^ das melhores machinas, americanas para descarrocar
SfraUfos^e:6' "' *' ? ^ 4 *' "" AelecimeDto
Azeite de espermacete propria para machi-
4TTEN(40
No armazem de fazendas de
Santos Coelho, ra do Quei-
mado n 19.
e barato
Cambraia de cores matisadas flnijsimas a
800 a vara*
dem brancas transparente Gnas de 4&
U, 66,70, H e 8,9500 a peca.
Baloes de arcos- para senbora a 20500.
dem de arcos de cores a 30500.
dem de arcos trancos nesgados a 3 e
30500.
dem de mursulina a 50.
dem de mursulina para meninas a 30 e
30600.
dem de arcos para meninas 10600 e 20.
Cambraia de salpicos branca a 40500 a
pega com 8 1/2 varas.
dem admascada para cortinado a 120 a
poca com 20 varas.
dem para forro a 30 a pega com 10 jar-
das.
Retondes de fil a 60.
Chales de fil a 50.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
20 e 20500 a dazia.
Lencos de cassa finissimos a 30200 e
3(560 j a duzia.
Cambraia de linho muito fina de 60 e 90 a
vara.
Madapoles finos de 70, 80, 90,100,110
e 120 a peca.
dem enfestado muito fino a 90 a peca
com 20 varas.
Platilha de algodSo superior fazenda para
saias a 30200 a pega com 10 varas. .
Cobertas de chitas da India, muito grande
a 20600,
Lences de hamburgo fino a 20400.
dem de bramante a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Guardanapos de linho adamascados a.
30500 a duzia.
Atualbado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 30 a vara.
Ideai trancado da algodao a 105OOra vara.
Algodo enfestado com a mesma largura
a 10100 a vara.
Toalhas alcochoadas de linho a 110 a duzia.
dem com pello a 130 e 140 a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara,
dem com salpicos a 900 a vara.
Grosdenaple preto superior de 10800,
20 e 20500 o covado.
Morantiqoe preto superior a 20800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 o covado.
dem branca a 600 o covado.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 20500 a vara.
dem de linho com 5 palmos a 10200 a
tara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Assim como ostras multas fazendas que
se vende por menos que em ontra qualquer
parte, e d-se amostras de todo,
as.
Vapores de forca de 3 a 4 cavallfcs.
Serras avulsas para machinas.
MancSese todos osmais pertences pana as
mesmas.
Carros de mSo para aterro.
Cylindro para padarias.
Debulhadores para mimo.
Arados americanas.
Carrinbos proprios para armazens.
Moinhos para refinacao.
dem para milho.
Escadas de madeira americanas.
Caixas com vidro sortidos.
de todas as qualidades.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para engommar a vapor.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de verguinha.
Guarda comidas.
Peneiras d'arame para padarias e refinacoes'
Correntes para almanjarra.
Machados e faces americanos.
Barricas com milho branco americano."
NOVDADES
PAYO
Roa da Iwperatrlz n. 6i
GAMJL Os propietarios deste grande estabelecimento acabam de receber da Europa um
grande sortimento das melhores fazendas de 15a, linho, algodo e seda, as quaes vendem
por precos baratsimos, afim de apurarem dinheiro, dando de todas ellas amostras,
donando flear um penhor ou maodam-nas levar em casa das Exmas. familias pelos seus
caixeiros, assim como as pessoas que negociam em pequea escala, neste estabelecimen-
to comprarlo pelos mesmos precos qoe se compram as casas inglezas, ganhndo-se
apenas o descont.
tasen i ras p re tas enfestadas a 1 6oo.
Na loja do Pavo vende-se superior casemira
entestada preta para caigas e paletos pelo barato
prego de 1600 o covado ou a 2*800 cada c rte
de calca, dita muito mais Boa, covado a 2*200
oo o corte a 3*500, ditas muito finas sera serem
enfestadas a 1*800, 2*000 e 3*500 cada covado
Da loja e armazem do Pavao na roa da Imperatriz
d. 60 de Gama & Silva.
As casemiras do Pavao corte a 30500.
Veudem-se bonitos cortes de casemiras de cores
escoras proprios p? ra o tempo de invern, pelo
barato preco de 3*500, oa o covado a 2*000, sen-
do enfestadas, assim como bonitas meias casemi-
ras escuras com msela de seda a 640 rs. o covado,
ou 2g240 o corte de caiga, sendo fazenda at muito
propria para os meninos que freqoentam a escola,
isto na loja e armazem do i'avao na roa da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Celezias par saias
s na loja do pavo.
Vendem-se pegas de celezia de algodo, sendo
acbamalotada e moito propria para sajas oo outra
qualqoer especie de roopa branca, pelo barato pre-
go de 4000 rs. a pega com 10 varas, oo retalha-se
a 440 r.. a vara : na loja e armazem. do Pava!
ra da Imperatriz o. 60. de Gama & Silva. .
SAIAS ECONMICAS A 3*200.
S na loja do Pavo.
Chegou nm grande sorttmento destas aovas saias
escuras proprlas para tempo de invern por evita-
\ rem que a? saias brenca? com qoe uua senhora
rna do Crespo n, f a. esqnlata da do Imperador
Custodio Jos AIv Gofa*'***,
Toado recebido em direitura pelo vapor francez Estrema s e da ultima moda em Paris, e aproximando-se as festas de D0 s5 rnn.i, bonitas por terem lindas barras como
" vendem-se pelo
e armazem
Comosejam: Gama* Si
Ditas
ouiHuioiiiu uo latcuuaa uuas e ud uiuuio, moua em rans, e aproximanoo-se as festas de fsao raD,, Bonitas por terem iinoas t
S. Joo, S. Pedro e Sant'Aana, por isso upressa-se em vir convidar o respeitavel publico,' ie s,a oUimameDte na Enrona e vene
rd^Sttdo!"XKK?freguezes'qde veDham verqDe hademais ^W5SK*
Boias
Vende-se na fundicSo da Aurora em Santo
Amaro, 2 boias de folba de ferro de 3 [8
grossura, com fondo semispherico e altara
cnico, teodo 13 1 |2 palmos de alto e 6 3[4
ditos de dimetro com olnaes manilhas e 2
ludas de ferro fundido para amarroslo, etc
Vendem-se dous bons eseravos proprio par
servig de campo : a tratar na roa da Praia ar-
mazem 0.3.
f emeties do Dr. J. C. ayer, ex-lente
daMversidade de Peusytaiia, nos
Bstados-Onidoo.
Bxiraeto coaaposto de aalsa-par-
rllha de Ayer.
Peitoral de eereja.
fteioedlo para sexeo.
HU as eathar oleas.
O deposito central para as provincias
Pernambuco, Alagoas, Parahyba e Rio.
Grande do Norte, destes remedios Ufo fa-
voraveimente conhecidoi e acolhidos em
todas as partes da America do Sal o do
Norte, acha-ee em casa de Ttateod chrla-
tlaaseo, 16 roa do Trapiche en
Peraaaabneo.
Os precos de
830 por duzia de estrado de salsa-parrllha.
170 por duzia de peitoral de eereja.
870 por dazia de remedio para sezSes.
70 por dazia de pilulas catharticas
se entendem dlaabelro viata, con
o descont de 5 por cento em quantidades
de 6 a 12 duzias, e de 10 por cento em
juantidades superiores a 12 duzias.
moderno neste mercado.
Riquissimos cortes de seda para vestido
a 500, 600, 700, 800, e 900.
Lindos cortes de foulard de seda, pelos
baratissimos precos de 250, 300 -e 350.
Cortes de bload para ooiva, trazendo ciida
corle saias ite setim, capclla e vo:
Ditos de dito com pequeo toque a 400
e5O0.
Moireantique branco, azul e preto.
Seda branca para vestidos de noivas.
Grosdenapoles de todas as cores.
Riquissimas basquines de seda preta, bor-
dadas com gosto.
Lindos cortes de la com barra e de ulti-
ma moda tendo cada corte o seu figorino.
Riquissimos cortes de vizita. la com lis-
tas de seda para vestido, esta fazenda re-
comtnenda-se muito por ser inteiramente
novidade.
Dit? da mesma qunlidade porm em pecas.
Requissimo transparent de seda para ves-
tido de senhorastambem novidade.
Riquissimas gravatinhas para isenbora.
Ditos cortes de barege e de laa para v js-
tidos.
Lindas chapellinas de seda para senhor ts.
Ditas ditas de dita para meninas.
Chapeos de palha para senhoras.
Riquissimos chapeos de sol parsitas.
Requissimos enfeites com coque e sacata-
inleiramente novidade.
Riquissimos leques de madreperola.
Ditos ditos de sndalo.
Lavas de Jouvin preta, branca e de coras.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Riquissimos manteletes de cores, integra-
mente novidade.
Riquissimos cintos para senhoras.
Riquissimas ivelias para cintos.
Riquissimas cobertas de ponto de croch t.
Meias d laias para padres.
Ditas de 15a para padres.
Ditas de seda para senhoras.
Ditas de dita para creancas
de algodo de differentes qualida-
des e preco para homem, senhora e criancag.
Luvas de todas as qualidades.
MadapolSo francezo que de melhor
no mercado. **~-
rgandy bnta MUftitii.
Dito de ama s cor e com listas da mes-
ma cor.
Chapeos de seda para homem.
Ditos de phantasia para homem.
Casemira preta muito fina.
Ditas de cores inteiramente novidades. ,
Chapeos de sol com lindos castes.
Toalhas de labyrintbo muito ricas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dito.
Rendas, bicos da trra e grades para lencos.
Urna requissima toalha toda alerta dela-
bynntho o que ha de melhor neste genero.
Peitos de linho bordados para camisas de
noivos.
Collarinhos de linho inteiramente novi-
dade.
Punhos e gollinhas para senhora.
Riquissimas saias bordadas.
Riquissimas camisinhas para senhora.
Cassas muito finas e inteiramente novida-
des.
Riquissimos veos e mantas de blond.
Ditos chales de toquim.
Fil de linho, liso e -de salpicos.
Fil de seda, dito e de ditos.
Espartilhos para senhora inteiramente no-
vidade.
Lindos baloes de laa para senhora,
Ditos de dita para meninas.
Ditos de mucultna para senhora.
Riquissimas vestimentas para baplisados
contendo, chapeosiolio, sapaliobo, meiasinha
e camisinba ricamente bordadas.
Coeiros bordados muito finos.
Um rico lencol de labyritbo, proprio'para
casamento.
Chitas, cambraias, madapoles e muitbs
outros objectos, que se deixa de mencionar.
O dono* deste importantissimo estabelecimento contina nos proposito de que-
rer vender muito e ganhar pouco, para o
que sugeita-se a ganhar nicamente o descont.
ARARA
Lourenco Pereira Mendes Guimares.
Espartilhos.
Vendem-se magnficos espartilhos francezes e
ioglezes na loja e armazem do Pavao, na roa da
Imperatriz n. 60. de Gama & Silva.
- -PANNOS DE CHROCHE'.
Vende-se om grande sortimento dos mai boni-
tos pannos de ebroebs proprios para cadeiras, so-
pbs, eadeiras de bataneo, para almofadas e para
cobrir presentes, e vendem-se por pregos baratos
na loja a armazem do Pavao, roa da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
FAZENDAS PARA LUTO.
Loja do Pavo.
Vende-se setim da China preto sendo orna fa-
zenda mnito leve e sem lustro com 6 palmos de
largara proprio para vestidos e roopas para ho-
mem pelo barato prego de 000 o covado meri-
no preto enfestado moito bom a 1#600, superiores
bombazinas pretas a 16U0, 15800 e 000 rs. o
covado, superior canto a 15-00, lanzlDha preta
lisa a 400 e 500 rs. o covado, om grande sorti-
mento de alpacas e princezas pretas que se ven-
dem mais barato'quo em ontra qoalqner parte, na
loja e armazem do Pavo, roa da Imperatriz, n
60,e d Gama & Silva.
Rramante de linho.
Veoe-se superior bramante de linho com dez
Salmos de largura pelos baratos pregos de 2J400,
J60 2800 a vara, superior panno de linbo
proprio para lenges, toalhas e serenlas, pe-
lo barato prego de 640, 700 e 800 rs. a vara, pe-
gas de Hamburgo de linbo moito superior a iOJ,
115 e 120, algodozinbo infestado liso muito en-
corpado proprio para lenges a vara a 15, dita en-
trangado muito superior fazenda com a mesma
largura a 15200 a vara, assim como mais urna in-
fioidade de fazendas brancas qoe se vendem mais
baratas que em outra qualqoer parte so com o Om
de aparar dinheiro, na loja e armazem do Pavao,
roa da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Lencos brancos
a 20ooo,208oo e 302oo.
Vende-se um grande sortimeno de lengos de
cambraia branca pelos baratos pregos de 25000 e
20800 a dozia, assim como ditos com lista de co-
re) fies em volta, tanto proprio para bomens co-
mo para meninos, qoe se vendem pelo barato
prego de 30200 a dozia, ditos grandes de cassa li-
za qoe se vendem a 500 rs. cada om, na loja e
armazem do Pavao, rna da Imperatriz n. 60, de
f^Gvcai & Silva.
Madapolo pecliincha a 6$
Vendem-se pecas de madapolo sendo fa-
zenda muito superior com 24 jardas cada
peca pelo barato preco de 60, dito muito
mais superior a 60500 e 70, assim como
Para antas de noivas.
Vende o Pav5o.
R'cos cortinados bordados a 80000,10, 160,
205 e 250 o par ; assim como os mesmos tambem
servem para janelias; ditos adamascados a 105 e
125; bonitas pegas de cassas adamascadas para o
mesmo effelto; bonitos damascos de lia de nma
e doas larguras, proprios para colchas, assim co-
mo bonitas colchas de croch : tu|u isto se vende
mais barato do qoe em autra qoalqoer parte, na
loja do Pavao, roa da Imperatriz n. 60, de Gama
Sl Silva.
Cascas de cor a 24o rs.'
Vende-se nm bonito sortimento de cassas de
ores, pelos baratissimos precos de 240, 280 e
320 rs. o covado, assim como nm bonito sorti-
mento de cassas Uancezas-com listas largas a 800
rs. a vara, finissimo organdys matisados a 15, na
loja e armazem do PavJo, rna da Imperatriz o.
60, de Gama & Silva.
Organdy a 4fOOO.
Vendem-se bonitos cortes de organdy
sendo com listras todas brancas ou com lis-
tras de cores tendo oito varas cada corte,
pelo barato preco de 40, pechincha: na
loja a armazem do Pavao esa i Imperalru
n. 60 d Gama e Silva.
Chitas a 200 e 240 rs.
Vendem-se chitas inglesa de corea Ixas
pelo barato preco de 200 e Ufi ra. o cova-
do : na loja e armazem do Rtvo ra da
Imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
Helas inglezas a 5QOO a
dazia.
Vendem-se meias inglezas para homem a
50000 a duzia, ditas para senhora a 45000 :
ba loja e armazem do Pavao : na ra da
Imperatriz n. 60 de Gama e Silva1.
Grande annazem d tin-i
tas medicamentos etc.
Roa do.Imperador o. 22.
Productos chimicos e pharma-
ceuticos os mais empregados em
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tura e para tinturara.
Productos industriaos e tintas
para flores, cmo bornes de Aeres
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenho.
Productos chimicos e industriaes
para photographia, tinluraria, pin-
tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
prid directamente de Paris, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena
conflanca e satisfawr qualquer en-
^ eommenda a grosso trato e a reta-
| lho e por preco commodo.
VENDE-SE
chombo de munigo a 24} o qninfal
erial n. 247.
oa roa Im
Proprietario das lojas e armazens da
Arara, ra da Imperatriz
ns. 56 e 72.
Tendo recebido pelos ltimos vapores da
Europa diversas qualidades de (azoadas do
que faz ver ao respeitavel publico, vende
barato s alim de apurar dinheiro, como
nenhum outro.
Attengo.
Chitas a 160 rs. o covado.
Vendem-se chitas em retalho a 160 rs. o
covado.
Ditas em peca a 200 rs. o covado: roa
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Panno preto fino a 10600.
Vende-se panno fino preto para calca e
palitots a 10600, 20, 20500 e 30000 CO-
vado, cortes de casimira preta para calcas a
30, 30500 e 40000: ra da Imperatriz lojas
da Arara, ns. 56 e 72.
MOZAMBIQUE A 400 RS.
Vende-se urna nova fazenda com palmas
de seda por nome mocambique para vesti-
dos de senhora a 400 rs. o covado : rna da
Imperatriz lojas os. 56 e 72.
Baldes a 20000.
Vende-se balees de arcos de todos os ta-
manhos a 20, 30 e 30500: roa da Impera-
triz lojas da Arara n. 56 e 72.
Laazinuas a 200 o covado.
Vende-se lasinhas para vestidos de se-
nhora a 200, 240, 280, 320, 400 rs. o co-
vado : na ra da Imperatriz ns. 56 e
72.
Chitas francesas finas a 240.
Vende-se chitas francezas largas a 240,
280 e 320 o covado: ra da Imperatriz
lojas da Arara n. 56 e 72.
Chales de merino a 20ooo.
Vende-se chales de mirin estampados a
20, 20500; ditos de 13a a 10000, ditos de
phantasia a 10000 s ra da Imperatriz lojas
da Arara n. 56 e 72.
Basquinas a 140000.
Vende-se basquinas ou casaquinhos de
Grosdenapoles preto para senhora. a 140,
ra
160, 180, 200, 250, do ultimo gosto:
da Imperatriz ns. 56 e 72.
MadapolSo de 24 jardas a 40000.
Vende-se pecas de madapolo com 24 jar-
das a 40, 50, 60, 70, 80 e 100000: por
estes precos s na Arara ns. 56 e 72.
Algodosinho a 30 a peca.
Vende-se pecas de algodosinho a 30, 40,
50, 60 e 70000 o mais barato que se pode
vender: na ra da Imperatriz ns. 56 e 72._
Cotim e castor para calcas a 800 o
corte.
Vende-se cortes de cotim e castor para
caigas de homem a 800 e 10, ditos de brim a
15*80 e 10600, ditos de brim pardo liso a
10200 e 10400: roa da Imperatriz lojas da
Arara os. 56 e 72.
Bar eje com listas a 32o.
' Vende-se bareje com listas para vestidos
de senhora a 280 e 320 o covado.
Liasinha escocesa a 280*.
Vende-se lasinhas escocezas para vestidos
de senhora a 280, 320 e 400 o covado: ra
da Imperatriz loja e armazem da Arara ns.
56 e 72.
Roupa feita nacional.
Vende-se palitots de panno fino, saceos
fraques, a 50, 60, 80 e 100; ditos de
casimira de cores a 40, 50, 60780 e 100 ;
coletos de casimira a 30, 30500; calcas de
brim pardo a 10600, 20; ditas brancas de
linho a 30500 e'40; ceroulas a 10, 10600
e 20; calcas de castor a 10280 e 10600.
Palitots de alpaca branca e de cores a 40,
40500, e pretos a 30, 30500 e 40. Palitots
de brim a 20, 20500: roa da Imperatriz
ns. 56 e 72.
Cobertas de chita da Arara.
Vende-se cobertas de chita a 10800, 20,
20500; ditas de damasco a 40; ditos de
fusilo a 60 e 60500: ra da Imperatriz lo-
jas da Arara ns 56 e 72.
Vende-se bramantes para lences a 20500
e 20800 o covado; e amitos outros objectos
que seria enfadonho mencionar.
Roa da Imperatriz ns. 56 e 72,
Chales bar?-
4 10,30500^^0000,
VendeUPs^tbrerW merino estanfwdos
a 20, ditos lisos a 30500, ditos estampado:
finos a 50500, 60, 60500, ditos crepon
com listras de seda a 70500 o 80000,
pechincha : na loja e armazem do Pavao
ru da Imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
As 10 mil varas de cambraias
Covado 300 rs. vara 500 rs.
H6 o pavo
Vendem-se finissim cambraias france-
zas com listras miuda e graudas e com
liados desenos de flores e palmas, sendo
todas com as cores mais modernas e mais
lindas que tem vindo ao mercado, pelo ba-
rato preco de 300 rs. o covado ou a 500 a
vara, grande pechincha attendendo a
grande porcSo que tem, senao seria para
Siuito mais dinheiro : isto na loja e armazem
o Pavo, ra da imperatriz n. 60 de Gama
Silva.
Chales de renda a 4.
Vendem-se bonitos chales pretos de renda che-
gados nltimamente pelo barato prego de 40 : na
loja e armazem do Pavo, ra da Imperairiz n. 60'
de Gama & Silva.
\ovos vestidos a 60000.
Na loja do Pav5o.
Cbegaram os mais modernos e bonitos cortes
de organdys para vestidos; tendo 10 varas c-da
corte, sendo 7 varas listadas para salas e 3 varas
sem lisias, mas com enfeite para o corpo (on ca-
saqainbo) garante se neste genero ser o mais mo-
derno qoe tem vindo ao mercado, tendo entre el-
las moitos brancos com listas e enfeites pretos, e
vendem-se pelo barato prego de 60, nicamente
no armazem do Pavo rna da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
VENDE-SE
Motores americanos para dons cavaJlot.
Dito dito para qnatro cavallos.
Machinas para descarogar algodo de 14, 16,
18,20, 30, 35 e 40 serras.
Prengas para enfardar algodo fazendo os sac-
eos com 6 palmos de comprimento com o peso de
150 e 200 libras, vindas ltimamente da America
dito finissimo a 80, grande pechincha : na "} arrnaiem de Henry Forster A a, no cae Pe-
loja e armazem do Pavo ra da Imperatriz
n. 60 de Gama & Silva.
As chitas baratas
Na loja do Pavo a 240, 280, 320 e
360 rs.
Vendem-se urna grande porcao de chitas
finissimas com pequeo toque de mofo, ten-
do miudiohas e gradas, que se vendem pelo
barato preco de 280 rs. o covado, sendo fa-
zenda qoe val moito mais dinheiro, ditas lar-
gas e escuras sem defeito a 240 rs. o cova-
do, ditas preclaras escuras e alegres a 30 e
360 rs., tudo isto pechincha na loja e ar-
mazem do Pavao: roa da Imperatriz n. 60
de Gama & Silva.
Para micas
Vendem-se meia casemira mnito encrpa
da e escora pelo barato preco de 320 res o
covado ou a 10120 reis o corte de calca,
sendo fazenda propria para calcas, paletos e
colotes, grande pechincha na loja e arma-
zem do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Chitas pretas a 160 e 200 rs.
Vendem-se chitas pretas inglezas com sal-
piquinhos a 200 rs. o covado, ditas lizas a
160 rs., no armazem do Pav3o: roa da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Atoalhado
Vende-se superior atoalbado de algodo ada-
mascado com cito palmos de largara, vara a 2,
dito trangado sam ser adamascado vara a 10800,
dito superior de linho adamascado vara 20800 e
30, gnardanapos de linbo cr qoe sao os mais
econmicos a 30 a dcizla, na loja e armazem do
Pavao, rna da Imperatriz n. t0, de Gama & Silva.
Chitas com mofo a 280 rs., oa loja do
Pavo
Vende-se urna grande porcao de chitas
francezas com muitos bonitos desenos, pelo
barato preco de 280 rs. o covado, por ter
um pequeo toque de mofo, sendo de cores
seguras e garantind-se.que soltam o mofo
logo que se lavem e a nao terem este pequeo
defeito seriam para 400 rs. o covado, esta
pechincha acha-se nicamente na loja e ar-
mazem do Pavao : rna da Imperatriz n. 60,
de Gama Silva.
dro II n. 2 jamo ao Gabinete Portngoez.
Grande reducto
NOS PBEQOS DAS
Prepara ges
m
Lamman h>mp
Salsa parrllba de Bristol dozia 330.
Agua Florida de Morray & Lanman 100.
Anacahnila peitoral de Kemp 220.
Em quanlo aagaa florida preciso a maior cn-
tela contra as alsiflcac5es fraudulentas francezas :
as veriadeiras preparagSas se vendem no nico
deposito roa do Trapiche o. 8.
XAROPE
DE CASCAS DE LARAN'JAS AMARGAS
0e f. P. Laroze. pharmaceutico
em Pars
35 asnos de snecessos attestam a sna efficacia,
come:
tnico excitante, para ajudar as func^
coes do estomago, assim como dos intesti-
nos, e corar as doencas nervosas, agudas ou
chronicas.
tnico anti-nervoso, para curar os incom-
modos percursores de doencas assim evita*
das, e para facilitar a digestlo. ._
ANTi-PERiODico, contra os calofros, calo-
res, com ou sem intermittencias, e que teem
por especficos as substancias amargas; tam-
bem efficaz contra as gastri tes e as gas-
tralgias.
tnico reparador, para combater a ex-
baustaco do sangue, dispepsia, anemia, es-
gotamento, inappetencia, langor etc.
Deposito em todas as pharmacias e casas
de drogaras oo Brasil.
Expedices, em casa de J. P. Lazore. rae
des Lions-St-Paul, 2, Paris.
Deposito em Pernambuco, pbarmacia de
n. Maurer G. ra Nova n. 25.
MOLESTIAS DO PEITO
Atso Importante.
Os nnicos verdadeiros zarapes de bypophospbl-
tos de soda, de cal e de ferro do Dr. Chorcblll tra-
zeos a firma qnatro vetes repetida deste sabio me-
dico sebre o subscripto e a marca de fabrica da
pbarmacia Swaoo, 12, roa Castigliofie, Paris.
Acha-se a venda em frascos quadrados com o no-
me do Dr. Cburehill no vidro. Prego 4 francos em
Paris : .Com instruego
Vende-se em caaa de P. Maurer & C.
XAROPE FERRUGINOSO
DE CASCAS DE LARANJAS E CASSIA AMARGA
Com iodureto de ferro inalteravel
De f P. Laroze, pbarmaceutleo
em Pars
E sob a forma liquida que mais fcilmente
se assemelha o ferro, e isto, sem produzir
perturbagao alguma; n'esta forma, tambera,
preferivel s pulas e pastilbas eor'todes
os casos em que s5o proscriptos os ferrugi-
nosos. E o melhor auxiliar do oleo de fir
gado de babalho, porque conte-n ojy ~m.
.de cascas de laraoju amargas, tu g^aT
mente appreciado, para a cura das dores de
estomago, digestes difficeis, inappetencia,
etc.
Deposito em todas ss pharmacias e casas
de drogaras no Brasil.
Expedices, em casa de J. P. Laroze, ru
des Lions-St-Paul. 2, Paris.
Deposito em Pernambuco, pharmacia de
P. Maurer d C. ra upu n. 29.
O oleo de figado de bacalho desafectado
de Chevrier, conserva as qualidades e pro-
riedades reconhecidas ao oleo de figado de
baCalbad--er4ia^rio; o seu cheiro gosto
s5o muito agrad^veisr-eJuiligest5o faz-se f-
cilmente.
Deposito em Pernambuco, casa de P. Mar>~"
rer&C. roa Nova n. 18._____________
Na ra do Trapich n 16.
acham-se os seauintes devositos
De R. Bmninghaiis em Nnits.
Bonrgogne.
Vinho Pommard tinto.
> Cortn tinto.
i Santo Georges tinto,
i Cbambertin tinto.
> Rlcbebourgtlnto.
> Clos de Vongeot tin o.
i Cbablis branco.
De M A.Woef em Francfort:
Eheno.
Geisenheimer.
Libfranmilcb.
Marcobrunner___________________
Em casa de Theod Christiansen,roa do Tra
piche-novo n. 16, nico agente no norte do Brasil
da Brandenburg freres, Bordeanz, encontra-se ea
(activamentedeposito dos artigos seguintes:
St.Jnlien.
St. Pierre.
Larose.
Chateau Loville.
Chateau Hargaux.
Grand vin Chateau Lafitte (858.
Chateau Lafitte.
Hant Santernes.
Chatean Sauternes.
Chateau Lataur Blanche.
Chateau Yquem.
Cognac em tres qualidades.
Azeite doce. Pregos de Bordeanz.
Joaquim Jos Goncalves
BeMo
RA DO TRAPICHE N. 17 Io ANDAR)
c.Sacca por todos os paquetes sobre o Banco
lo Minti em Braga, e sobre os gaintes Iuga-
em Portugal. v
aber:
Lisboa.
Porto. .
Valenca.
Gui maraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famellcao.
Lamego.
Lagos.
Covilhaa.
Eseravos fgidos
50$ de gratificaco,
A qnem tronzer ao conselbelro Flrmino Anto-
nio de Sonza, no Hospicio, o sen moleqne Joaqalm,
fgido desde o meiado do mez de abril con] os
sigoaes seguintes : cor preta, cabera comprida,
testa saliente, canella fina, secco do corpo, beicudo,
falla apressado e atrapalhado, ps pequeos, sao
vestido de calca azul corta e camisa de riscado :
cosluma andar sem chapeo e representa ter menos-
de 16 annos, snppde-se ter-se dirigido para Pao
d'Alho.
Contina a estar (agido o escravo Luciano
crioolo de idade pouco mais oa menos 29 a 30
annos, baizo e grosso do corpo, rosto oompride e
carnudo, nariz chato, cabellos carapinbos, beigos
grossos, barbado, as vezes nsa s de bigode, olbos
pequeos ; mnito ladino, trabalha de sapateire,
assim como no campo: consta que transita em
Trombeta, Collonia de Pimenteiras Leopolpiaa e
nos engenbos Cndalo e S. Benedicto : quera o
capturar leve-o ao seu Sr. o capilao Jos Candido
das Neves no engeono Papagaio, termo de Porto
Calvo, on no Ref ife na roa do Apoll n. 32, que
era generosamente gratificado.
Fnglo no dia S7 de jnnbo de 1867 o escrave
de nome Felippe, idade de 25 annos, cer fula, *
crioulo.dentes largos e alvos, ja leve bezlga, mos-
tra na ponta do nariz, tem os ps grossos e os de-
dos curtos, muito paizolla e qoer entrar na pe-
litica, alto, com pouca barba ; quena o pegar le-
ve-o a Varjada, termo da villa do Limoeiro, que
ser bem graUflcado. _________
Escravo fgido. ,
Ansentoa-se na noite de 3 do corrente o prei
Antonio, erioulo, oibar espantado, andar lento, ten-
do difflculdade em ezprimir-se, levon cales, e ca-
misa de algodozinbo branco, e julga-se ter segui-
do caminho de Ponte de Ucboa ; qnem o encontrar
leve-o a praga do Corpo Santo n. z, qoe sera' gra-
tificado.

'

1

9WW


y
c
Diario de Pernambuco *- &abfoado de Julho de 1867.
mmm geril
1.CAB4RA DOS SNIORES EPUTADOS-
SESSAO EM 17 DE JuNHO DE 867.
PRESIDENCIA DO SR. FABIA (V1CE PRESIDBNTE).
( Coniinuafo. j
Depois de citar autoridades scienliQcas e de
mais coaslderacao soh-e eMe assnmpto, dli que
preciso que tantos bravos qae vio levar o sacri
flcio de snas vidas aos campos da peleja era des-
affrcoia da hoora nacional, flqyem sabend > qae
nao sao Eaerideados pela incuria das autoridades.
(JUuilo bem. Muitos apoiados.)
O Sb. Ministro da Marinha : Xo morrcu de
escorbuto ora marioheiro.
O Sa. Das da Cruz lamenta que o3o seja esta 0
ubico facto que mostra a wndeneia do pouco relo
J" manifestara os actos do Sr. mloisiro da raari-
/ -t 3Piadjs) Qae S. Ei. parece ter por
eostume desprezar as opioioes doj proO^sionaes,
aeuaodo-se levar por suas proprlas opinioes. (Hi
m aparta)
Que o proprio depoiado que Ibe d ora aparte,
memoro do conseibo naval, nao pode ignorar qae presidente
o br ministro da manoba onve muas vezes a honra d<
lea do ibesonro
data da presente lei.
Art. 7. Na prxima sesjo da anembla e-
rji, o govern dar' parte eircamrtanciada da erais-
sao que realizar em virtnde desta lai.
Art. 8*. A subslitoicio da? notis, qae por di-
laceradas oa por ontros motivos devem at retira-
das da circalacao, nio podera' effeclaar-se se nao
nos precisos termos da lei de 6 de oatabro de 1335
. e respectivos regal-.melos; Asando prohibida a
snbslitmco por meio de aoticipac5es fetas pela
caixa da amortizaco, sob as penas do rt. 175 do
cdigo criminal.
Art. 9*. a assembla'f ral, logo qae cessar o
estado de guerra, assignart' na lei do ornamento
de cada eiercicia a quiotla que se tera' de apoli-
nar ao ressate do papel-moeda.
Arl. 10. Ficam ravogadas as dUposi^das om.
contrario.
Rio de Jaoeiro, (9 de junbo de 1857.Zaca-
ras de Goes e Vasconeellos.
S. Eic. rettra-se com as mesmas formalidades.
Segunda parte.
Dlscosso das InterpellacSes do Sr. Hacedo ao
Sr. ministro da jostica. -\
O Sr. Macedo : ( M ivimento de attenco). Sr.
..-
aquello cooselho, e nao segu sua? opimoss.
U bR. Presidente pede llcenfa ao orador para
laierromper o seo discurso, visto se ter de deferir
juramento a nra Sr. depoia to.
Acnanao se oa sala imraediata o Sr. Amaro Be-
ierra, deputado eleto pela provincia do Rio-Gran-
de do Norte, introdaido com s formalidades
00 estylo, presta juramento e toma assenlo.
Comino a di$casao.
JL*1 .P**8 Cr"i prosegnindo, diz qae o Sr.
ministro da raarintia declara em sea relatono qoe
tena dado algamas reforma-, todas de conformida-
ae com a le; mas que-Ibe consta qoe om offlcial
ae marraba fdra mandado Jospeccionar.
gue, segundo a. lei, nao basta que o individuo
n-fnPraseolea,en,e DCaoaz de 88"'?^; qa9. Para
que elle seja reformado, preciso que a moleta
nm.,l?(;a.rave.1 ; o0 9 'e* nova lospefcio e esse
fo1 afirmado, em seguida, e por conse-
cuencia, a opmiao do nobre ministro da marioba
ol contra da letra a lei. >
O Sn Ministro da Marinha : V. Ei. depois,
ate me ba de elogiar.
O Sr. Das da cruz observa que, infelizmente,
para o 5>r. ministro da manaba a junia da ins-
pecgao de sande urna cbiroera, q:e S. Ex nao
tea dado a menor importancia. Que individuos
_ acapazes do ser vico so mandados assentar pra-
ca e julgados capazes os que se acbam em caso
inverso.
Para provar sua proposico, o orador vai deelinar
nm tacto de que tem o mais cabal coobecimeoto :
Evaristo Maria lelxeira foi recrutado era Nube-
roby tendo IsencSes legaes, e nio sabendo o ora-
dor que a sua recommendacSo era um fado que
ira agravar a cansa de Evaristo, dirigi se ao
novo ministro da marraba a qoem fez sentir a
il.egaliaade das iseoc.tHi desse individuo para o
servico da guerra.
Correram os lempos, Evaristo foi inspeccionado
a joigado incapaz par sofTrer de urna leso no co
ragao e, ap^zar dessa deciaraco da inspecco,
.0 nobre ministro da marraba entender nao espe-
rar pelos docamenns e otandar assentar praca a
esse individuo. Eolio o abalo fez com qoe Eva-
risto nvesse um atnjue de molesila aguda, encer-
rado no nospital, o nobre ministro da marioba
iandou qoe o transassem a chave. (Cruzam-se
apartes. Grande seusaco.)
O Sr. Ministro da Marinha : .No emtanU de-
clarei qtie se o nobre depuialo o dsse por Inca-
paz, eu mandara soltar esse Individuo : e o nobre
deputido nao quiz. ,
O Sr Das da Cruz aera-i^ 0 avor Com que
.'ratl -io se loioisiro da marraba, mas se
--eiiasse aggravarh o erro commettido por S.
Eic.
O Sr. Presidente lembra ao orad-ir que esta
esgotado o tempo para a discussao dessa mate
ra.
O Sr. Mart.nho Campos>- Pelo regiment nao
se pode ioterromper o orador.
Sr. Das da Cru diz que, volundo ao Sr.
ministro da raarih*, S. Ex. com effiito dissera
qce se elle orador eximioasse esse individuo e o
dsse por iocapaz, o mandarla soltar; mas o ora-
dor nao podia faze lo, uanca tinba examiuado esse
Jumera, e a sua re^lamicio era toda relativa as
isengSis que elle liaba como guarda oacional re
croiado.
O Sr. Ministro da Marinha ;Eo nao sou obri-
gado a segolr o parecer d* oota.
O Sr. Das da Cruz vai mlsirar o grave incon-
veniente desta opiaiao de S. Ex.
O Sb. Ministr da Marinha:Nao sei se io
cooveoieoie. Oqua 6 verdade que V. Ex. nao
se animou a dar a sua opiqio. .
O Sr. Das da Cruz diz que ao examinou esse
individuo por qae uo sabia se elle era com effeilo
doente oa nao: tratftva das isencoes legaes que
elle tirina para o servigo do exercito, como provam
os documentos que o orador tem em sen poder, e
qoe a junti de saude era competente para jolgar
to estado de sanidade desse hornera, e o Sr. minis
tro da marinha entender que a juota liaba dado
ama informacao fal>a ; tinba commettido oa om
erro de inleiligencia oa de vonlade cao bavia
meio termo.
Evaristo tora reraellido para a infermanae exa-
minado por nm outro medico civil o Dr. Joao Jos
da Silva, que depois de examiua-lo, escreveu na
papeleta que pode ser vista na 11" enfermara;
depois do que Evaristo fu-a fe*.hado a frrrolho. A
inspecco reonhecera no enfermo obscuridade de
sons, asplraco prolongada e todos os diagnsticos,
o orador os cita, qae querera di&r tisica pulmonar.
Observado depois pelo sr. Dr. (Moni, aina se ve-
v_^- riflcou urna byperirophla do coraco. E esse in
divlduo que foi jolgado as im pela juota a qae o
nobre ministro raradoa asseotar praca e qua esla-
va fechado a' chive.
qae esiiverem em circula?*) na raerstoa demorar-sehla, e Londres estiva soba
pressao de ama crise bancaria.
O biii de indemnldade s se pode pedir em casos
exiraordin rios, qaando anteriormente se torne im-
possivei a autorisacSb de urna palpitante medida,
pelo poder competente.
Nio param, porm, as observabas qae o orador
dix ter a adduzir em relacio a' medida dos libertos,
porque esse acto se preode ao da apresentacao de
individuo' nessas condi(5es, por parte daqaelles
qae foram seus seabores.
Para esses, o orador nio acha, nao tem expres-
ases com nne loave e exalte o patriotismo desses
eidados. (Maito bem.)
Nao s o amor da patria pela guerra, o
amor da patria pela civilisacao qae vai nesses
feilos de patriotismo e hamaoldade, e q mais
santo recoohecimeato da patria qoe agradece a
esses eidados os servicos qus esto prestaado,
seriaos qae no enlamo o oradr v amesqoi-
nbados pelo governo, oa antes anda pela Jaiali-
dade.
Esses eidados por certo qae merecem titolos e
loa'os; mas o que de ao orador, qoe Ibe re-
pugna, e o qae reprova, o qae a capital do Im-
perto sabe, a tabella qae se lem estabelecido
para a distribaico dessas gragis. (Cratam-se di-
versos apartes.)
Diz o orador, qae am perfeito leilao, que lem-
bra o mercado d03 privilegios da igrajs por Leo
X, prodozindo a profunda resolnco de qae sorgio
a reforma. Qae, depois do cataclismo, Leio X dei-
xra sobreviver a Baslica de S. Pedro ; qae a
nossa Basilicalpolitica aconstitaic.o do imperio,
da|qual usjvossos.Buooaroiis sao arebitecos poli-
itcas.
O orador nao p le terminar, sera dizer daas pa>-
lavras qae teem referencia os disenrsos do nobre
epatado pela Babia, a quem, por muitos nnos o
orador admira por sua elocuencia, e pela noticia
que tem de saas grandes virtudes.
Nao o pode acorap.nbar, qaando esse illnstre de-
potado aponlou o voluntario da patria sendo obn-
gado a dar orna mo ao gal e outra ao eseravo.
(Appfausos. Multo bem, muitos apoiados).
O voluntario da patria nao offerece a mo ao es-
eravo (raailos apoiados), e sim a om liberto no Pili-
tado. (Applansos). E nesse caso, marchando avan
prefere o sorteio ao arbitrio, qae, alm de lado,
anda um grande- auxilio falto aos cofres pbli-
cos, "i^etm
O sorteio corrige a imtiofelldade do recruta-
mento, e as autoridades serio moralizadas qaando
o governo qaizer moralisa-las porqas a corrupeo-
parte d'abi.
Pique certo o nobre ministro da justica de qae
a designacio pelo sortele se fara' mais iealmente e
urna boa qaaliQcaco da guarda nacional a maior na "guarda nacionaf, est esse recurso autorisado
necessidads reclamada por essa iostitaigSo. I na propria legislago do paix, e o governo, no caso
Urna qalificaco qae alo pese sorneuie sobre os | extremo qae se veriQcava, nio pdia nem devia
operarlos e os pobres, porque a guarda nacional i prescindir delle.
lem-se lornido o terrivel flagello para a pobreza e Quanto a ter sido reerntado nm negoclanle qae
o inferno para os operarios. estava qualidcado como guarda nacional, e fura
Quanto a historia da guerra com o Paraguay j designado, nao se apresentou para o servico.
naciodjfy estando esses iodividuos dispensides do
servico activo da mesma guarda, nao o esto do
da reserva, e desde que a reserva foi chamada a'
servigo, o orador teve necessi iade de mandar cha-
mar todos os caixeiros de casas commereiaes que
deviim coocorrer ao servico da reserva a qoe per1-
tenciam, e que nao podia constituir ama excepgo
das ontra classes.
Quanlo aecusaco pelo facto do recrotamento
crd o orador que anda nao muito opportuno fa
zel-a, e qae no momento em que todos devem as
a materia das interpellacoes, qae tive
de ."-presentar a' considerado da casi,
indica bem qae o pensamemo qua me preocca>a
e aquelie principalmente qae se apodera do espl
rito de todos os brasileiros; indica bem que eu
quero refenr-me especialmente a' guerra : por con-
sequenci 1, que nao nm espirito de partido, que
nao urna opposico systemalica que me traz a'
tribuna.
Nao nao pode e nem podia ser, por qce
guerra do Paragaay de todos, por que a guerru
do Paragaay, grande pela importancia de sua cao?/
sa, grande pelos raeios que nos temos empregado
nella, grande pelos resultados que ella pode ter.
resul lados embora malficos, sendo em todo o caso
um fligL-o, por que guerra, apresenta-aos ao
menos urna eoocluso, abre um campo em qoe nos
reunimos todos, abre nm campo em que o ministe-
rio e todos os pardos fraternisam, por qae, repito:
a guerra nio do ministerio, nao de nenhum
partido; da nacSo tihasiletra. (Apoiados. Muito
bem).
Mas, senhores, en* dir.' qae se boover um mi- Lie, com "ifierto"'a sen lado, o' volaTaT" diz :
O orador pergant^ ng quando"Vetn de citar tac-
tos dessa oatarf-^ 0 n0^re ministro da marinha
node pedir ''- ;, novas {oreas T Se S. Exc.
cmara novas forc,
PO^8 "Clarar qoe emprega icios os meios para
^ SSE3S que os W^SS9?
Bos pantanos do Paraguay teem s do aMMMI
lo proced.meoto do nobre ministro. ( Cruiauvse
apartes. Vivas rerlamacoes).
qualicado e servio al junho do auno passado, ro
mandado para N.therohy e ah PMtou ierv 50 de 1
a rtP7Pmhro al ianeiro deste anno, aqaartelou,
Termina notando anda que Evaristo era goarda
lalidcado
andado p
de dezembro at Janeiro _
aiuda prestou servias at jonho, e assenton praca
mandado pelo Sr. ministro da marinha. (Muitos
anotados. Main bem). ,.;... ..
Achando se na sala immediaia o Sr. ministro da
azenda, introduzido com as formalidades j|o es-
tyio, toma assento a direita do presidente e 1* a
seguinte proposta:
% Art Io. Ficam approvados os decretos h>....
3S30 8370, 3373, 3377 e 3373 de i8 de novembro
a 27 e 30 de dezembro e. 1865, qne na confo-mi-
flaoe do art. 13 da le, n. 1177 de 9 de miembro de
185. transportar-. d^ u-was tykra ouir.a verbas
ra meriaa lei fb lfr ) tvmm : l\-* f
por v.-mde H reaJluci 11 UfaMtrr JJJtg
de abnl AASa\, a i;.it,Jiuu-ia de 1,018.0 9^838
cvssl'rale r-\ UbeHa K.
< Art. 2o. Picaro tamban apor'jva^-- os d'cre-
WS de ns. 3638, 3676 A, 3760, 3764,376-f A, m 7
de abril, 28 de janho, 17 di novembro. 2' o
de dezembro de 1866 que autorisaram ttxrwf >rw
de ornas para outras verbas da le. c. 1:5i 28
de janbo de 1863 do exercieo .i *W>-18hb, da
quauua de 3,812^79^630 demoatrada ua tabel-
t ArL 3. Ficam finalmente approvados os decre-
tos ns. 3843 e 3857 de 27 de abril e 4 de malo de
1867 une, na conformidade do citado art 1J da le
de 9 de selembro de 18*52, transportaram de urnas
Dar ontras rahricas da le cima referida dn
de iunho de 1865, era vi-fornjexercicio de 1806-
1867, pela resoluto n. 1292 de 15 de juobo de
1866, as qaantias contantes da tabella L a ira-
nortancJa total de 660:000$.
Arl 4o. Alera das despezas votadas as referi-
das leis e resologSes. aberto ao governo um cre-
3 to supolementar e extraordinaria da somma tola
de 30 925:371*217,demonstrado na tabella D. As
ramas partencentes a cada. eiercicie seraodU^
tribuidas pelos dlfierentes ministerios conforme as
tabellMEPe^. ^ ^ Oiorlsado a realixar
operacSes de crdito ou a emitur papel-moeda se
as necessldades do tbesouro o exigirem, at a
importancia do augmento de crdito ue que trata o
artigo antecedente. .
t Art. 6o. E' facnludo ttcnbem ao governo emit-
tir em bous orna somma correspondente ao resto
das autorisa?5as concddas pelas leis ns. 2177 de
19 de setembro de 1852, art 22 g 3. n. 123o ds 20
de setembro de 1884, ns. 1244 e 1245 de 26 e 28
de Iunho de 1865, e ns. 1330, 1331 e 1332 de 24
agosto e 19 de selembro do anno passaio; no caso
de que seja indispensavel esse expediente, comtan-
to qne essa cmisso, jauta a' perralttida no artigo
antecdeme, nao ezeela a' importancia dos bHhe
nislro que calcule com'a guerra, como meio de se
conservar no poder, e 3e donver nm partido qoe
qneira calcalar o poder, subindo pelos cadveres
das victimas, esse ministerio e es?e partido serio
Indignos. (Muitos apoiadosi Muito bem). A esse
mioislerio e a esse partido, as voluntarios da pa-
tria, os bravos que soffrem os martyrios das priva
c5es nos campos da guerra, repetiro esta signifi-
cativa palavra: Caim (Applausos).
Antes de todo, en declaro qne raspeito muito as
intengSes de todos osnobres ministros; mas, muito
principalmente nesta materia, en son decididamen-
te opposicionist do a-etnal ministerio, e coposiclo-
oista tio decidido que me parece que, aint'a qaan-
do se admitiisse a hypotbese improTave! de qae to-
do* os seas adversarios corressem a apota*' a Sua
admioistragao, na parece que eu flearia sc\
Diz o orador que o honrado depntado pela pro-
vincia das eMagoas lera nm periodo 00 trecho de
orna correspondencia quaat offlcial, do campo da
guerra, da qual (ranspirava o seguinte pe osjtneu-
to: qua ^s forcas de Lpez eno sendo diztm-
dos pela peste e pelo tempo; que Lpez cerneja a
ficar exhausto, e que, por conseqoencia, a falta de
urna batalha nao um grande loponvenicnte, por
que a demora esta' f"Bando com o exercito int*
migo. ',
Mas, na qiw;j Uv -a nacional,
nao qaizer De 0 pa,z Teno,.^3 po SA Ora'a E'
roaior u sasnficio do exercito invasor, parque
,"lulo mais se demorar a guerra, mais padec era-'
o exercito do Brasil, e nao o exercito do Paragt -ay.
(Muitos apoiados). E essas conslderaeoeso fax. anr
receiar de qae o governo do paiz teaba cecessiA a-
de de langar mo de novos sacrificios para cont i-
nnar a guerra.
Urna outra considerado o taz tambeov pensai'
assira. Comparando os dous r-.latorios dos minis-
tros da guerra de 1866 e de 1867, observa o ora-
dor, qoe o relatorio do minlslro da gaerra do anno
passado diz que tinturaos em campanba 33,000
homens, em qoanto que o relatorio do actual mi-
nistro da guerra diz que temos all 31,000, ha-veo-
do, porlanto, urna differenga de 2,000 homens para
menos : e alm disso, o nobre ministro da guerra
informa que tem mandado para os exercito* em
opragoas mais 19,000 homens, e consegniniemen-
te, ha aiii om abyajno que tem absorvido 21,000-
homens. (Muitos apoiados).
O orador tem por fim com suas interpellagoes
provocar o nobre ministro "da juniga a aeclarar
se, continuando o paiz coro a guerra exterm, con-
tinuara' o povo a sofTrer vexaraes e violencias
causadas pelos ministros na organisa$ao di mais
torgas para contingentes aos exercitos cm opera-
g5es no Paraguay.
Apreciando a guerra sob tres periodos, qne- p-
dem ser marcados, o orador sent dizer que, sao i
vonlade expontanea do governo, roas obeieocia
pass-iva de urna especie de fatalldade, o mtBisterio-
val contrariando por seas acios as Soas dispesigoes
naciouaes : fatalldade qae faz comqae o zoisaa
erre sempre em todos os seas acto-.
O primeiro periodo foi de enUiuslasmo.:. todos
virara a rapidez com que appareciam deaenas 4e
voluntarios da patria, verdadeiros voluntarios que
marcbavam ardeates para os campos da- baialba ;
e era preciso nao contar demasiadameate con a I
a perduracao daqoelle enthosiasmo, porque o en-
thusiasmo i* um vulcao, e esse vulcono tinba
anda terminado qaando o raioisiro da atierra de
21 de maio dissera-.-basta I (Muitos- apoiados.)
E fdra o governo quem apagara o eittbusiasmo :
fura essa fatalidade personificada em em mia-istro
que nem ao meaos era. o ministro effactWo- da
guerra, mas ministro interino, que com qoii espe-
rar que chegasse o mtaistro ta g.serra oflectlvo
qae liaba visto o que sa passava nos campos.
S. Exc, a quem o orador aliode,.snfloeira com-
pletamente o.enthusiasaio da nagao brasilelra, que
nao tem felizmente do que enverponhar-se, porque
esses tactos de ndente patriotismo figuraran] so-
lemnes na historio, ainda mesma equiparados aos.
effeitos do entbuiiasmo desenvolvido na Franca em
1792, ficando muito cima dos voluntarlos franoe-
zes o numero., dos uossos volnol*rios. Nao lera, de
eovergonluv-;e ainda comparado a' Italia, que nao
apresentoa. numero superior de voluntarios, uan-
do no enlamo a natnrexa da guerra desse paiz era
mnilo diversa, porque abi se tratava de ua a guer-
ra de conquista, que de improviso se acaboo, gra-
gas ao generoso concurso do imperador dos trance-
zas, e depois ao concurso interesseiro do rei da
Prassia.
O segundo periodo, nobre periodo do devei>,
perteoceu a' guarda nacional, ipe apresentou-se
prompta para seguir aos campos da guerra, e alada
alii a fatalldade fez com que o governo errasse era-
pregando a pratica malfica bo arhltrio das desig-
nacoes, de modo que cada offlcial da guarda naci
nal podia, injustamente e a capricho, designar
guardas nacionaes smenle do lado de seus ad-
versarios polticos; e Isto cansa, e isto fatiga, e
isto acaba com a paciencia do povo. (Muitos apoia-
dos, multo bem.)
Qaaoto ao orador, neste ponto, nao faz excep-
cao de partidos, coacordando que em algaus muni-
cipios os Iih3raes eram perseguidos pelos con-cr-
vjoros, e em ontros municipios os conservadores
foram victimas dos liberae: mas tanto em uns
como em ontros fez se da guerra orna arma de
partido, o que, nao podendo estarnas vistas do go-
verno era no entauto o effeito malfico dessa fata-
lldade. E fosse qual fosse o partido victima das
desigoagoes caprichosas, diz o orador que a ques-
13o agora buscar o mal em sua origera e destru-
lo radicalmente. (Mullos apoiados.)
O terceir periodo foi o da obediencia ; P>8^-
se o enthusiasmo, desapparecea a espontaneidnae
com que os guardas nacionaes se apresentaram, e
o qae resta o periodo da obediencia. E eomqaan-
to ainda deve e ba de continuar esse periodo,
porque nao possivei que os briosos cidadi03 que
tanto hio provado o mais exemplar patriotismo, o
desmiau agora, tambera preciso qae nao se aba-
se ; qae se empregae meios digno do governo.
(Muitos apoiados.)
A prova de que os recursos qae se tem emf re-
gado nio sao sufflcientes para acudir a todas as
Vinde, a fiberdade vos elevou al a mioi, mar-
chemos juntos, inspirados pela granjea de ama
causa commans a honra nacional I (Muito bem).
Marchemos juntos, fraternizados no combate, fra-
teroisados na victoria I (Applausos).
Sent, porm, o orador nao poder acceilar esses
apoiados da nobre aaiorla, peto que o governo fez
quanto ao gal. (Apoiados):
Qaaoto ao gal, nao; com quanto o orador nao
rela que o hornera nar se possa regenerar: que o
horaem que commetteu nm crime, nio esta' de lo-
do perdido para a sociedade. Mas qae, perdoaro
gal com a condicao delle ir fazer a gaerra, nio
concorrer para regenerar o-hornera. (Muitos apoia-
Jos). E' essa opinlao de orador, diz elle, qae esta
fundada em am documento, qae, ha poucs sema-
nas proceden do proprio governo ;- o- projelo de
lei do recrutamento apresentado a' cmara dos
Srs. depuiado.=,.e subscripto por distioctos estadis-
tas. E no art. 4 diz o projecto o seguinte :Nao
podem servir no exercito os individuos que bouve-
rem cumprido a pena de gal.
O Sa. Fkrnandbs m. Cusha :ETqnem respen-
de isto 7 (Tocam-se diversos apartes).
O Sr. M.v.edo lembra que o ministro di gaerra
mandara o projecto para a cmara e o recommen-
.da em sea relatorio. Q governo lata oom a> gra-
o tirador mstanai diffleoldades com 50? Jalara 3-Sen ante-
cessor i e as dais fontee de soldados com qne o-mi-
nisterio pode contar, sio o recrutamento fbrgado' e
a guarda nacional, qoestSes de qne se ocenpam as
interpellagoes.
Quanlo ao recratamee'.o forgado, em 18SC onsi-
nisterio fez passar na cmara am projecto adianto
a eleigio para o mez de fevireiro, porque qutria
recrutar e acaava que o-reGrutameatc. era indis-
pensavel.
O orador pronunciou se contra essa projectej vr>
Ion contra elle, e lembra-se-que na dlsenssao, cba-
inou a altengao do goverce para a neeessidad de
um alistamento geral, de uro sorteio pera se facer
soldados.
Mas a lei, que adiava a eieicao por cansa do re-
1 ratamento foi nm sophwora evidente-, pnrqu o
p alz todo sabe que na elercoo de 1867 waHsou-se o
j> ior de tolos os recrutameWos a designagio da
gt larda nacional, t,ue o governo podera.' dizer qae
ni o se tez nos das da eia>jao, mas qpe-os offlciaes-
e coramandantes que quenam comprimir o vol e-
ob rigar os cidalios, prononciava-ibes- aosouvidoo-
t >a!avra desigoago. (Moitos aaoladw). di a
44 signftc/do era o recratamento, era a-vijarjca -r
* 1 lesignago era o sold*#9' amia qne-Baese'ea-
sai lo I ?
Julga o orador maito justificadas se-su: previ-
s5i is sobre o recrutamenU) feriado, or-ter bons.
iat damentos para se convencer disso. Cr que
el as se realisaram. Quanto ao numero dos recru-
m los en>peobou-se debalde em saba-lo, nao o en-
caotrando-nein no proprio relatorio do ministerio
da justica em referenaia aos guardas Bactonaes.
O Sr. Ministro da-Jos-ti^a d um.apart,a que
o orador responde.
O Sr. Macedo conserva grandes sympaHMas e
afi'eigSes pelo Sr. ministre, da justlcp* porque per-
tenceu a' mesma escola poitica one foi creado o
orador ; razao -porque ainda mais IHe de-e- proce-
dmento de S. Exc-., nao Ibe doendo- tanto o- de seus
adversarios polticos, porque nio s pode esquecer
que S. Exc. foi sempre contado no numero de seos
ivmiosrliberaes ; e tomara ja ver obro ministro
da justica fra da- admiaisiragao para esWa-lo de
novo nesse amigo ampiexo. (Hlandade).
Twnando ao reorolamento forcade, acredita que
ello nao passa de-ama fonte pauprrima > immoral
pela.maneira por que se.executa, nao-sendo mais
do que urna Yerdadmra cagada de homens, feita
violentamente, sem qae se alteada ao menor sent-
asento da dlgnidade, e na maior parte dos casos,
bservando-se a mais clamorosa Immoraiidade. E"
lempo de abandonar nm systema indigno do te-
culo, e que. neje nao accei em ootro qualqaer
paiz.
(Ha um aparte. O orador diz que ha de ser accei-
to no Paragaay).
A experiencia deve ter asmado que nada tem
dado o recrutamento, verdadeirp martyrio do povo
d'entre o qual, muitos teeaa Ido bascar escondrijo
no seio das florestas, recelosos de ser assaltados as
cjdades.
Nota o orador que durante maitos mezes de tra-
balho insano, o governo, apenas tera' podido conse-
guir duzentos reerntase mil.qne ffi-a nada siria
adame da grande immoralidade. (Muitos apoia-
dos).
O ministerio tem om provecto de reforma da
lei do recrutamento, o orador pergunta ao nobre
minlslro da justica se S. Exc o adopta, in fimine,
ou com restric(5es i se S. Exc. quer propor a c-
mara que seja para aoab.r com o reoratamento,
notando, qae esse projecto em suas bases capitaes
ainda tem nm artigo saltatorio para S. Exc, um
artigo fata) pelo qual o governo Sea autorisado a
empregar o recrutamento forgadp, em cap. de
guerra.
Que no ultimo artigo do psojecto, S. Exc tem
esse recurso estendiao .provisonaroeistevem quan-
to o governo nio podesse tirar da alistamen-
to e d sorteio todos os meios de qua lenju neces-
sidade.
o relatorio do nobre ministro da guerra apaas
v como objecgo seria ao projeoto a actal'da-
de : objecgo seria porque parte de nm ministerio
que se diz muito sirio. E com qaanto a actnail-
dade seja urna qnesio invocada por malta gente, o
orador, pelo contrario, acha que a poca actual a
(mais opportuna para as reformas. Appella para
o que se tem observado em lodos os pajzes, e na
propria Roma reformou se a cavallarla qaando se
entenda que era om privilegio de classe.
Em Frange reformouse profundamente a orga-
nisagao militar drame a guerra. Nos Estados-
Uoidos todas as grandes reformas se fltram sob
as mais graves circumstancias da guerra : e se nao
se fizerem essas reformas drame este periodo,
cortamente que ellajuJo. se effectu rao n.s lempos
da paz, em que o piz tera
(Mullos apoiados).
Quanlo a' designacio
da guarda nacional, nao
c aos partaos.
Fgase, porlanto, o qua se deve fazer : do con-
trario, o orador nio vera' na designagao senao urna
exigencias do servigo da guerra, diz o orador qoe pode convir com a pratica, e os resultados d10 sor-
est' no labo praticado pelo governo para augmeu-' telo nao serio por certo os que se ociem pere1 arai-
lar o exercllo braseiro, sobre cojo acto o orador (trio. Os designados, cojo numero era oe sao a
laucara' orna vista d'oluos moito de passagem. j sorte da urna, nio terao de s qoelxar aa intiuen
Reprova o acto da libertacao dos escravos da na- c|a des partidos
cao pelo nico motivo de nio ter o governo pedido *<-
llcenga ao corpo legislativo, nio sendo possivei {>...*, >,..--. --.- ------?-.- -...,},.,
jastiflear-se a imprevidencia desde qae no auno arma ele oral o qnel urna irrisao, ^'
nasudo o Boverno nao podia acreditar que ao ainda mais tacil e.lrrlsona a soberana nacin?! do
con inaanater ces^idade de mais eontiogantes povo. (Muitos apoiados). E nou anda mah., qo e
naraacuerra- e o presidente do conselno, y ,-se tffio fert em pedidos de 6.1/ de indm- viudo o povo dizer-se soberano, e observando-o re^
nUdV devia saber aue ia' existia ara projecto na coobece e se convence que" qaando o povo mais
?Sff4aVi*Bilo escrvo' Reconhece que nessa occasiao que as
Na?o\3K mi !mG o faolo do procedimeole auloridades fazem pesar sobre o povo o jugo de sua
t^VSSE^ PreNlademor.ra' mais neste pomo, porque
! S ?. KrauTemab teiniase urna revclu- parece-lhe i rapos sal vei qae a governo nao aceita_o
^fX'SvSiSM eH 4 M U MSlhO q9 e di o orador; qua o gover,o nag
soberbar o flagello da guerra, necessa'io a raais
impassive constancia no esqueeimenter de discos-
s5ss partidarias, e nio se p<*ocarar na palavra
guerra, orna palavra de maldigo para se langar
sobre quera quer qae seja.
Que nm honrado depotado dissera com todo o
prestigio de sua eloqaeacia qae a sitaagao de 1863
lem as colpas desta gaerra; mas cr o orador
qae alo exacto, porque a gaerra que sustenta-
mos tem dous periodos distractos : o periodo Ori-
ental o o Paraguay.
Qaanto ao 1 qae podera' dizer de quem a col-
pa ? Nragusm podera' attrar a pedra, nem o pro-
prio orador, porque ficou calado.
A primeira voz bellicos, que se ergusn no re-
cinto do parlamento, pedindo vinganga ero altos
brados, foi a de um conservador, o Sy. Evaristo
Ferreira da Veiga. (Maitos e prolongados apoia-
dos.)
Depois de S. Exe. fdra am nobre depntado pelo
Rio-Grande do Sol, profundamente progre>srsla.
(Muitos apoiados.) E neonum dos raembros da c-
mara protestara. Todos acompanbaram, e conse^
quentemente, se boave culpa, a culpa foi de todos.
A gaerra nio podia deixar de ser resofvida,
porque eiia eslava rra opiaiao publica, viaba at se
pronunciar nestas gateras, elxando bem manifes-
las as syropalbias pelaovozes bellicosas qoe se le-
vantavam no centro deste recinto. (Multo bem.>
Nao foi, porlanto, a silaaeio de 1863 culpada pela
gaerra oriental; e, diz o- orador que todo o paiz
reconhece que a guerra oriental foi o pretexto da
gaerra do Paraguay. (Muitos apoiados)
Dessa gaerra em que o Brasil nio foi o provo-
cador, mas sim o provocado era 183' na tomada
do vapor Olindi, e na iovasao de Matto-Grosso, e
qae em tal emergencia o Brasil tinba o absoluto
erapenbo, a Indeclinavei necessldade de aceitar a
gaerra, ou de riscar o seu nome do mappa das na-
g5)s. (Apoiados.)
E se eotao, o orador por ventura nio tivesse t-
do a honra- de apoiar os nobres depuiados, seas
adversarios poltico?, qne proclaaiavam tio alta-
mente a guerra, terla dado esse apoto'na acfrnli-
dade. (Muitos apoiados.)
Referindo-se arada guarda nacional, diz o ora-
dor que o nobre ministro da justiga, olTendera o
municipio d corte em sua guarda nacional, e qi
depois dos protestos de seu digno collega por esse
municipio, corra ao orador odever de, protestar
por seu turno; contra esse acto do nobre mraisir;
da justiga, que langon urna nodoa guarda nacio-
nal da cdrle; flizanle, porem, orna nodea qae
est completamente lavada.
O orador refere-se e (rala detldomsnte da* sos-
pensio do commnndante do 4 batalbao, o tsente
coronel Guerra, e conctaindo este ponto, diz qae a
injustica deste a-sf fora tao revoltanta, qae, com
applauso do povo, qne se nio maorfeston em jrr
tar, foro Jo Sr. tchate-coronel Gaerra unanici-
rnante absolvido depois de brilhant defesa de ::m
dos mais- esplendidos talentos, que Bao pode ter
assento oestn casa___
O Sr. C. Or Ski:Aperlado. E por isso qae
nao pode ter assento--, incoromodava muilo.
, O Sa. Magbbo diz que* o nobre ministro da jus-
lca lngara orna nodoa de falla de patriotismo en
de cobarda no 4 batalbao da guaran nacional do
municipio neutro; mas- aeplniao pabhea lavou
essa nodoa ; a farda do guarda nacional' lena lra-
pa e a de um'ministro de estado, fieos com nma
nodoa da mjcsttgi. E qoe se um lenente-coronel
moito pouca coasa, a lei vale muito mais do que
om, do que dez, do qae cero mraistras-d estado.
(MwUos apoiados. Cruzam-se apartes.) >
Boque lcou-foi apena a.injnsiiga do nobre mi-
nistro, foi o erro, foi a fatalidad I
Bepow de maitasconsideracDs sobra a dissola-
fodo4balalbao, que alias conlinu aprestar
servicos destacado, e qoe, segundo o orador, nao
poda ter o dooda ubiquKade que Ibe- imponba o
jiabre ministro da justiga, dissotvendo o per nao
estar ao me ato immpo qurll>do em Dabam e
na liba das Cobras-, o oradorrememorando os ser-
vtgos prestados pela guarda nacional da curte,
lembra a hstoria-eonlemporanea que arsignala os
servicos prestades-no campo-da legalidad do anno
de 1832:
Lembra os servigo* le guarntoio qm-a -gurda
nacional presta ci capital do imperio, e referindo-
se ao tumulto do da 6 do correte, lembra ainda
a defesa que essa guarda nacional prestou a* auto-
ridade polica; e -apresenta nma eetatistiea do3
guardas naciona6S'da crte,. qoe pordtwersas ve-
jes teem concorrido com. seo contingente; coo-
cloindo neste port que, a provincia da Babia, ca-
ja patriotismo o orador recoohece, nao tem ido
clora da provine: do Rio de Janeiro.
Dorador accu- a o nobre ministro da- justica por
sor sido recrutado nm negociante matriculado, que
al era director de um banco, qne se mandou
chamar a policio, e se dis6e que esvava recrutado.
Ei que depois de ter declarado qae-da va um ho-
rnera por si, velando as costas, foi mandado pa-
ra o xadrez, conduzido por um urbano. (Seca~
?ao.>
O Sr. Fernmwbs da Cunua.Eacam ida do
que nao vai pelas provincias l
Q Sn. Macboo diz quo um o&sr-i negociante^foi
recrutado.
O Sb. Horta db*rab:V. Exc. quer qp s
se recrulem os pobrestl
OSr. Macebo:O uparte do nobre deputado de
bada aproveta.. A favor dos pobres nunca ouvi a
voz do nobre deparado nesta casa.
(Cruzam-se- apartes entre o orador e o S&. Horta
de Araujo.)
O orador acensa, o nobre ministro da instiga por
ter chamado a servigo os caixeiros nacionaes, no-
tando que atol, di pensando do servico activo da
guarda nacional, realisava am meio di. equiparar
o commercio nacional com. as vaotageos qae (era.
o commoreio estrangeiro.
Acensa igualmente a SExc. por ter chamado a
servigo05 alumnos do Instituto Commercial, e-es-
tranhando qae o nobro ministro assim derogasse
orna le; nota qoe esses alumnos,, com os servi-
gos repelidos na guarda nacional, podem perder o
anno, bastando para sso que comraettam 4d faltas
durante esse periodo, sem que onobre minitro pos-
sa responder por semelbante prejnizo.
Accusa ainda a S. Exc. por ter mandado,pren
der uro deputado. (Sensago.)
O Sn. Mikistbo. n.v JcsnrjA :Nao exacto.
O Sr. Macedo termina o seu discurso reconhe-
cendo a urgente necessidade de se acabar a guer-
ra com honra para o Brasil, e que nesia nobre
empenho, os conservadores, os libeiaes, e- os pro-
gresslstas devem formar todos um s partido: por-
que sao lodos brasileiros, qaerera uroa s causa
a victoria, o triompbo da causa nacional. (Moito3
apoiados. Mallo bem.) Mas para que o nobre mi-
nistro possa contar com toda essa dedieagao, pee,
ciso que naja, mais jastica da parte do governo
(Apoiados, maito bem, o orador coraprimenWdo
por todos os.seus amigos.(
O Sr. MAaTisi FRANMcb (Signaes de aitogao.
Profundo silencio.) Diz qo* comegara' pelo fim por
que a cmara sem duvida deve comprebender que
a ultima parte do discurso do nobre deetHado pelo
municipio nemro a mais importante.
Na primeira parte S. Exc. referr-e a novos
systemas e reformas, porm na nllima fizera aecu-
sagoas muito severas que emenden com a pasta
que Ibe foi confiada. Agradece no enlamo ao nobre
dapuudo o mojo parlamentar e digno por que se
referir a i ua pessoa.
Sent o orador a indeclinavel necessidade de
reivindicar a sua reputacab de hornera justo, e de
liberal moderado de. iodos os lempos.
0 nobre deputado acensara, dizendo que o go-
verno a que o orador pertepce havia mandado
prender a um representante da nagao. Qaanto- a
este facto, porm, apenas constou ao governo qae
um fanecionario havia dado essa prdent, essa func-
cionario fara demillido, nao eni conseqoencia de
a ter realisado, mas pelo simples (acto de a ter in-
tentado.
Accusara-o o nobre deputado de baver incorpo-
rado a' guarda nacional, sem necessidade alumnos
do Insiltato Commercial; mas essa qaesto esta'
afTecta ao conselho de estado, e nota o orador que
ha individuos de 30 e 40 anuos, que abi se ineor
poram esquivndole ao servico da guarda nacio-
nal. .
Accusara-o de chamar ao servigo da guarda, na-
clouai caixeiros de casas commereiaes : mas o ora-
dor vai reduzr este argumento a saos verdadeiros
termos. Era virtnde do que. disee l\ei a* 80'N*
Procedea-se para com elle com a maior impar-
clalldade, pola que a sua qualidade de negociante,
desde que fazia parle das flleiras da guarda nacio-
nal nao o isentava : e logo qoe elle qoiz dar subs-
tituto foi aceito.
Em vez do governo ter applieado as penas que
sio duplicadas no caso de se tornarem rebeldes os
guardas nacionaes chamados servigo, proceder
com toda a benevolencia, e nio podia ser aecusado
o orador qaando nem recorreu aos raeios extremos.
Nao faz urna accosagao ao nobre deputado ; in-
capaz de faze-lo, coobece o sen carcter e S. Exc.
esta' no caso de ser Iludido por falsas ntorma-
edes.
Nota o orador que o nobre depntado Ibe
nm grande capitulo de aceusagdas pelas dfsposi
gdas que o orador toma'ra para orgadisar um con
ti agente da guarda nacional, segando e decreto de
13 de margo.
S. Exc. dissera qae nio tioha havido ignaldade
na designagao, mas nio aitendeu a qoe e governo
langava mao dessa medida extrema como um re-
corso de momento, em qoe nao podia, porque era
impossivel, dadas as imperiosas circumstancias qae
juslificam esse decreto, destribuir em todo o rigor
da proporgao e da ignaldade, esse contingente.
(Maitos apoiados.)
O governo pensoo qae nos centros populosos en)
cojas condignos se acbava a capital do imperio,
mais fcilmente se conseguira maior nomero de
individuos; que o sacrificio qne a capital do impe-
rio ia fazer era sem duvida algnraa pesado ; mas
era ora sacrificio que o patriotismo commum im-
pnnba a todos os Brasileiros sem excepgao. fMui -
tos apoiados.)
para desemptmbar a necessidade momento
reclamadas pelas- circumstancias da guerra e para
lomar as providencias qne dependa do decreto de
13 de mareo, o orador, kroge de por a' margem a's
consideragSes que- Ibe roerecia a guarda civica do
imperio, ao contrario teve para com ella- a maior
deferencia possivei. (Apoiados.)
Hito e seu collega da gaerra assistiram a confe-
rencia para que foram convidados os commandan-
tes dos corpos da guarda nacional. Por essa occa-
siao, e-orador appella'ra para e patriotismo de to-
dos os ofeiaes que 1 re prometieran! auxiliar, qne
Ibe notaram as difflculdades-para a immediata rea-
lisago de todo o centingente pedido; mas qn? nao
disseram -ue era impossivel obter.
O qae disseram que era muito difneil. Nota
mais o orador qae o simples facto de ter o gorerno
designado nm numero qnalqoer, nao se segoe qoe
quizesse de-afogadilbo obter a toialldade dasse nu-
mero. E desvanece-se de poder assegurar ao bo-
bre deputado pelo municipio neutro qoe, depois do
decreto de W de margo- o governo lem achado-
bastante patriotismo nesso dlstinetn corporagao, da
qoal ja tem seguido para a guerra duientos guar-
das; e o governo acredita que ainda qaando cao
poesaxonsegair o numeroeompieto-da at, a guar-
da nacional da- crte farar por tornar o-maw nume-
roso possivei o< seu contingente. (Bultos 1 poiados.
Muito bem.)
O orador rsfecindo-se a' comparacao gsa, com
elle fizera o nshre deputado pelo maniclaro neu-
tro, do general romano qae linba a-pretenco de
(kzer surgir soldados da trra,-como'se fdra sim-
ple vegeiagao na rapidez de sen apuarecimantti ; e
queroodo o nobre deputado obegar a estes resalla-
dos por outros meios nao .labe porqne o acasa
nes caso ? Porque o accoe, qnando- deve rew-
ahener qae o orador com tola- >a responsabiiwade
qoe Ibe da' aqcella eadeira nos- couselbos da co-
roa,.e as circumstancias belHcas da sitaagao, en-
i\i> todos os seus- esforgos, appjHa todo os ovios,
para qne os resaltados, a'vta 9 soffcegameDn- es-
perado*, se reallsem pela sostentacao ecdefezat de
sna dignidade. (Mui'.os apoiados. Muito aera.)
Qaanto a' accosagao pelo facie tersuspenddo
a um-dos commandantes dos-corpos da guarda ca-
etooat sera ter motivos para so, diz o ersvdopqo*,
desde qne o governo juigar oonvenients- sespeader
gm oficial da guarda nacional,na est*' 00 a
*eer suspenso, o governo-o pode fazerc
0 orador nao'desejava traeer para a- csccmso
so pariamentc-esta questao -, m.- ja qutf^ fai provo-
cado sobre este assompto, satisfar' cora.toda a boa.
vonlade os desejps do nobra deputado pe caoi-
eipio neutro.
Qoanto ao oommandante-do i* bataioe, suspen-
so, uada tem. o oraoor em seajuizo qise desafeos
aquelle individuo como cidadao; mas como ofBcia!
da guarda nacional, nao pode deixar do mzer que,
nao tem mulla voeacio. 9
O Sr. lli:zsRii.v de Mes^zes--:Mas- neemucto
o governo o condecorou.
O Sr. Mamb FRAttcisctv(>inistro- da jqsfc?a);
respondendo ao aparte do nobre deputado peto
municipio neutro, diz que o tenente-coronet cora-
man Jauta do ic baiaihao da guarda, nacional ia
cora fdra condecorado por ter caocorrido eficaz-
mente para a organisajo le um oc-niingeove,.o
fra posteriormente suspensa porgue o orador
entender depois que esse oficial raao quera eon-
correr para qne foss organisado. novo coatio-
gente.
Qae deram-se fados, qne assas> revelara qsc-o
Sr. teneote-corooel fitieu-a nao licba vontade da
auxiliar o governo no servigo da guarda nacional.
E qne enlre outros lacios, avulta o ter esse ssnen-
ta-corenel demorado inlrmagoas .qae Ibe foram
pedida por tres vetes,, e durante o longo espago
de quasi qae tres mezes acerca de ama iota, que-
ti vera logar entre esee lenente-coronel e o guar
da do.corpo de urbaa a qaem-S. S-prendera,
sem sciencia do commandante do.respective-corpo.
Essas iEformagaes fofam demoradas, apezar da
urgencia com que focara por vaxes reiteradas as
rsciamagoes, qae-afinal vieram depois de consumi-
dos dous mezes o viole e sete dias de espera. '
O orador diz qne desde essa occasgao- oomocou
a.vf e verlficar-se que o tenente-coroa! Guerra,
alias nm boro cidadio, nio esa um bom> offlcial da
guarda nacional.
Alm d ter o Sr. tenente-coronel Guerra se
apresentado apaisano oa casa da arrecadagao, o
major e ooiros offlciaes inCormaram ao orador que
o balalbao.esta va em tai, estado de desorgaoisa-
e), que nao era possivei mandar listas dos guar-
das, o que bem revelava qne o Sr. lenente-coronel
Guerra nao. ligar* importancia a or.gaojsacao desse
balalbao. Alm.das inermacoes do majar obteve
as o orador do proprio commandante superior, e s
depois de altende-ias que mandou- processar o
commandante do 1* balalhao.
Proseguindo o orador nest poolo, depois das
outras consideragoes, dix qae tanjo respeita o di-
reito.da defeza, que nao s facultou, mas mandou
entregar ao Sr. lenente-coronel Guerra todos os
documentos, e al misma alguns reservados, e qae
Ibe erara necessarios para se defender.
'Mas o nobre- depntado, pergunteu ae oraior,
como podia elle suspender do exercicio quem.nao
estava em execcicio. A' (jrlmeira vista parece-com
eff'.ito tornar-se difBcil aresposta, que o nao sera'
desde que se ficar sabendo qae, no momento em
que o govorno nio liaba confianca nesse offlcial,
liaba o direilo de suspend-lo; e'essa falta de coo-
flanga se fundava em o governo entender qae elle
oio tinba a subordioagao necessaria dt um offlcial
da guarda nacional. (Apoiados.)
Nio procede ainda a accosagao que fax ao ora-
dor o nobre depntado, por baver c governo man-
dado suspender 9. & batalbio, qoando elle estava
aquartelado em Barbnos, porque all s estavara
104 pragas, inclusive os offlciaes, e o 4 balalbao
tinba mais de 300 prag*s: esqneceodo-se o nobre
deputado, qua o interpellou, de ama importanlissi-
ma crcumsiaocia, e era que,, mandando o orador
aquarlelar o 4 bilalbao, apenas appareceram
daas pragas, (apelados,) e o nobre deputado, sendo
o proprio que assegurara qae palo menos baviam
40 pragas, mostra qae as ontras nio cumpriram
com o seu dever.
Accusou-o tambera de ter mandado incorporar
os gard&s do 4* batalhao, dissolvido, a ooiros cor-
pos; mas anda esta aecusago nao procede, por-
que essas pragas nao deixam de ser guardas na-
cionaes pelo facto de estar dissolvido o batalaio a
que pertenciam. O que deixou de existir foi o 4
batalbao, mas esses guardas foram devida e legal-
mente qualificados, e oonlinuam a ser tao bons ei-
dados, a a ter todas as qualidades e dlreitos como
outros quaesquer. (Apoiados.)
Depois de ter tocado neste ponto" mais especial
do discurso do nobre deputado pelo muoicipio neu-
tro, e com o qoa| perecea ao orador que &. Exc.
queria fulmina-lo, passara'.a examaar as outras
proposlgoes que loe narecem ter nexo ou relagao
com o ejercicio e armada, Quinto as demals pro-
poslgei, o orador deiiara* ao criterio da c-
mara.
O nobre deputado manifestara o desejo de qae
a guerra com o Paraguay termine por nm brilhan-
te combate, em que as armas do Brasil triam-
phero, e o estandarte braseiro seja elevado bem
alto.
E" tambem o qae o orador ieseja. (Maitos apoia-
dos). E' tambem o seu maior anhelo, a sua mais
rdeme esperanga qae a campanba termine de
um modo glorioso para as armas brasileiras. (Mai-
to bem/ E para isso confia na pereca dos gene-
raes no valor, ao denodo, e na bravara dos solda-
dos. (Moitos apoiados/ Mat Isto, porem, bo basta
para que bo seja tambem nma probabIHdade e
nio seja lambern glorioso o friampho iacruento
das armas brasileiras I (Muito bem). E nena ci o
orador, que se a guerra com o Paraguay terminar,
nesta bypolbese, a honra e dignidade do Brasil fl-
quem prejadicadas. (Maitos apoiados.^
O orador deraora-se respondendo a todo* os pon-
tos em qoe tocara o nobre depntado pelo muoicl-
pio neutro, e jusiifieando-os, apoiado eoostante-
menta por grande nomero de senhores debutados.
Tratando da mobllrtafo da guarda nacional, diz
que o nobre depntado, a quera tem a honra de res-
ponder, nio pede ter to mais consideragao do que
elle os servigos/ a dedirago e o patriotismo da
guarda nacionaf do Rio de Janeiro; e nesse pro-
jecto de raobiiisagio o orador prope a organisa-
1 gao de corpos especiaos, coBotando por calotgo*-
rias esta briosa guarda cvica em condieSes muito
vantajosas.
O orador termina, aasegurano' qoe fallara con*
lodo o seotimento da honra e digmdade nacional,
sentimentos que devem estar nos corceas de todos
os Brasileiros, as circunstancias actnaes. ("Mui-
lo fcero. Muito bem. O orador comprlmenlado
por grande numero de senhores depurados.)
Dada a hora, marcase a ordem do di e levan-
ta-se t sesso. .
< '
LITTER4TM.
IH POLCO DE TL'IM).
Teve lia pooco lugar na Irrglatt'rra,

vea
Fisberslslanda, nma lata selvtica enlre dous
jogadores de socco, boters, de grande for-
<;a, uiu irlaodea chamado Jorge Rooke, e o
outro inglez chamado Carlos CoIds.
A lucia duro urna hora e om croarlo
fbouve dezesseis intervallos- para o& comba--
tentes poderem escaocar, e um dos ata-
ques Dao durou menos desoilo minutos-. Col-
lio tioha o rosto transformado em compo-
ta; os msculos da face, o nariz, a barba e
os labios formavam1 urna especie de bolo en-
sanguentado; Rook nao tinba nma bclisca-
dura, apenas se lhe divisava nma incht^o
no olho-esquerdoe oulra no lado superior.
Isto era o resultado cfo differeote tatica
empregada pelo dous comba tentes: Rook.
mais alto cinco polegadas do que o seu anta-
gonista, toma va a cabeca e o rosto para al-
vo dos seuj soceos; e Gollins- fazia pontana
ao corpo e atacava as cosiellss com furor.
Todava, este ultimo paresia dever ser
vencido, e ja por mah de um vez estirera
qoastem termos de nao poder continnar a
lata, quando, depois de come-;ar o degimo
sexto ataque, Rooke tendo caide sobre o sea
edversario, os padrinhos*d'estey por ter sido
sonado no chao seu afilhado, pediram qae
Rooke nao fosse proclamado venceiior, por
isso que com ni; Itera urna velhacada.
O juiz d'esta conlenda (refere) admittio'
estas rectemaces, emandoa terminar 0 com-
bate, adjudicando aos partidarios do Collios
o beneficio das apostas.
Depois-d'isto, os^ombatentes e-os-padrt-
nhos retiraram-se tranquillamente para a ca-
pital da Gr-Bretanha, entregando-sea nu-
mereses commentarios em wntido divnrso
sobre o desfecho imprevisto do combate.
As apostas de cacto todo eram de- 500 so-
beraaos.
Rok es-t preste a recomecar- a- Iota;
desafia por nma quaatta qualquer, qualqaer
valento que nao o*se .mai* do qjieelle,
isto !;iC- arralis iaglezes em- trajes de
combtel-
os licbitanes da raa VivieDne.-.em' Pariz,
presencaaram ha das- ama scana qse feliz-
mente nao teve as nas-- conseijueneias- que
eram para receiar.
Um individuo extremamente gordo* i& por
om dos passeios e ao ebegar a om certo sitio
estremecen-dos ps eabeea, emeonseqoen-
cia de fcr soflrido o peso d'am.pratoi. que
Ibe havia transformado o chap-io n'am figo,
como vulgarmente se-diz.
Quers.ido saber donde tinba partido
aquello- projeetil, levantlos olbos-e vio no
ar umaichma de prate, de.faeas) tegarfos,
etc.
NaoquiK.vr mais, porque -troto ti logo de
fugir para dentro d'am, portal:
Eisaqui o queden lugar a astasaraivada
d'objetos-:
Umz.familia recaalemeate-ebegad das-
colonias francezas nha .trazido um macaco.
para divirtu* urna erianca.
Ora-, tendo sabido os denos da casa depois-
do jaatar, e deixado ficar s em casa urna
creada -mulata, o macaco aprove.itou a o:ca-
sioemqueesta sabio da sato do jantar, e,
laneandomao de. uma-gancaJa de Borchux
esgetou-a.
Poueo tardou o vinbo a faaer effeito.
Desde eni:o o quadromano eatregcu-se a.
toda a especie do Jouoocas: tudo qaaoto es-
tava sobre a mesa do jantar foi laucado pelo,
biebinho ao meio. da ra; nao contante com
isto dependarou-se da janella e fez todas sa,
momices inugnavcis. muldao amontoada
no passeio frouteira^
Advertida a mitaca do que se pas-ava pe-.
las risadas dos. espectadores, carreu .sala
de jantar o langon.a cadeia da penitencia ao
corpo do macaco e administron-lhe nma boa
conecgo pava lhe tirar a vontade de imitar
o homei nos. seus actos de imtemoer.aoca*
vajor do ouro importado para a Gra"-
Rretanh* no primeiro trimestre deste anno
foi de 2,153:182 libras esterlinas, tendo
sido de 2,425:989 libras em igual poca de
185G, e de 2,051:237 libras em 4865.
As maiores importaces vieram da Aos-
tralia, a qual expedio para o Reino Unido
metal aurfero no valor de M68&10 libras
durante o primeiro trimestre desta aono,
tendo mandado para o mesmo destino em
igual po:a de 1866, libras 1,309:178 e
533,032 em 1865.
A Gr-Bretanha recebeu dos Estados-Uni-
dos durante os primeiros tres mezes deste
anno 210,524 libras, 353,522 libras, em
igual poca de 1866 e 987,829 libras, era
igtial periodo de 1865.
A Gr5-Bretanba exportouat 31 demar-
co deste anno 1,471:794 libras, tendo gldo
o valor das exportaces em 1868 de.........
1,396:364 libras, e de 1,470:511 libras em
1865..
Neslas totalidades as exportaces para
Franc i figuraram com 1,078:848 libras at
31 de marco deste anoo, tendo sido essa
exportacSo de 943,759 libras em igual pe-
riodo de 1866, e de 881,3:1 libras, em,
1865.____________
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