Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11306


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Full Text
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ANNO XLI. NUMERO 149.
PAH.l A CAPITAL E LICIRES ONDE SE NAO PAA POSTE. ^
P.r1rMWM,iHUM.,. V J-g ;. / .gr jfiT
Por aeisdtlos dem.. .1 ., .3 .1 ., #1 .;. r., .r.ir.171 j y ,2000
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Per na aaao Jen., .j ..-j ? 77 .] o'".] -g Y] tfj tj rJ1
CaJa ulerearais* .} ...... .;.......; .
240000
320
/
QUARTA FEIRA 3 DE JLHO DE 1867.
PARA DENTRO E PORA DA PBOVIXCIA.
Per tres'RselidiuaoJJ* M rrj rr>;.: <..'.'. rv ,
Por seis di los dem, m ,,- ...........
Por uve ditos idem... ., .?. ., ,, ... ,
P*r uo anuo ideo.. B| .4 ... .'<. Mj .. ... ... r
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:

750
180500
2(5250
27O00
1,
amnwmi m vwstmm m wmmqm m msmm nmiuEMA m uuutA & wsumz. aais in^iaitr^aB^
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IENCARREGADOS DA SUBSL'RIPgAO.
Parahyba, o Sr. Amonio Alejandrino de Lima;
Natal, o Sr. Anienio Marques da Silva ; Aracaty,
oSr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. Joaqaim
fos de OHveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Aires & Filhos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas.o Sr.- Franino Tavares da Costa;
Bahia, o Sr. Jos Martins Aires; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Ribeiro Gasparinho.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada cestagSes da va frrea at
Agua Preta, todos os das.
Iguarass e Goyaffna as segundas e sexias feiras.
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruar,
Altinbo, Garanbans, Baiqoe, S. Beato, Bom Con-
seibo, Aguas Bellas e Tacaratu, as tergas-feiras.
Pao d'Albo, Nazareth, Limoerro, Brejo. Pesqoeira,
agazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Oarienry,Salgoeiro e Ez, as quarias feiras
Seriobem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Bar-I Primeira vara do cirel: tercas e sextas a meio
reros, Agua Preta e Pimenteiras, as quintas | da.
/eim- Segunda rara "do cirel : qnartas e sabbades a
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL. d* ";rde-
EPHKMERIDES DO MEZ DE JLHO
Tribunal do commereio: segundas e quintas
Relaco : tercas e sbados s 10 horas.
Fazenda : quintas s O horas.
Juizo do commereio ; segundas as 11 horas.
Dito de orphos : tercas e sextas 3 10 boras.
|1 La ora as 6 b. e 56 m. da t.
;.8 Quartocresc. as 2 h. e 39 m. da f.
16 La chata as 6 h, e 4 m. da t.
21 Quarto ming. aa 14 b. e 54 m. da m.
31 Xua nova a i b. e 52 m. d m.
DAS DA SEMANA.
1 Segunda. S. Theodorico ab., S. Castro b
2 Terca. S. Isabel, S. Otbon b.. S. Processo m
3 Qoarta. S. Eulogio m., S. Aoatbello m.
4 Quinta. S. Oseas prof., S. Aggeo prof.
I Sexta. S. Pbllomena r., S. Trifina m.
6 Sabbado. S. Domingas v m., s. Isaas prof.
7 Domingo. Ss. Claudio, Nicostrato e Papias mm.
PREAMAR DE AOJE.
Primeira as 2 boras e 54 n>. da tarde. 1
Segunda as 3 norrs e 18 minlos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEfltOS.
Para o sbl at Alagoas a 14 e SO; para e nortea
at a Granja a 5e 39 de cada mez; para Fer-
nando nos dias 14 dos mezes janeiny, margo, nuij
Julho, setembro e novembro.
PARTE OFFICIAL
G O VE RITO 1* A i PROVINCIA.
LE N. 750.
Bar3o de Villa Bella, presidente da pro-
vincia de Pernambuco :
Faco saber toJos os seas habitantes, que
a assembla legislativa provincial decretou e
cu sanecionei a resolacao seguinte:
Art. I." Fica o presidente da provincia
autonsado' mandar construir urna ponte,
que ligue os bairros de Santo Antonio e Boa-
Vista, no logar em que est collocada a ac-
tual, que se acha em estado de ruina.
Art. 2. 0 presidente da provincia pode-
r dispender para a facturada referida ponte,
a quantia que for necessaria.
"~T~Ari~3-cam revogadas as disposicoes

a todas as aalori(iAdesT!^!^"*os~?ff^"'t^^*^ *
'
J


'
\

Mando, portanto,
quem o conhecimento e execucio da presen-
te resoluto pertencer, que a cuinpram e fa-
cam camprir t5o iateiramente como nellise
conim. .
O secretario do governo desta. provincia a
faga imprimir, publicar e correr.
Palacio do governo de Pernambuco aos 21
de jucho de 1867.46. da independencia e
do imperio.
L. S.
Bardo de Villa Bella
Sellada e publicada a presente resol uc5o
nesta secretaria do governo de Pernambuco
aos 21 de junho de 1867.
O secretario,
Dr. Francisco de Paula Salet. m
Registrada a fl. do livro de leis provid-
ciaes. Secretaria do governo de Pernambuco
21 de junho de 1867.
O amanuense.
Manoel Jos de Campos Barboza.
LE N. 751.
Bario de Villa-Bella presidente da pro-
vincia de Pernambuco:
Fago saber todos os seus habitantes que
a assembla legislativa provincial decretou
e eu sanecionei a resolacao seguinte:
Artigo Io Fica approvado o novo coro-
promisso da irmandade de Nossa Senhora
da Soledade, erecta na groja da mesma in-
vocaco na freguezia da Boa-Vista desta
capital.
Art. f Fica igualmente approvado o no-
vo compromisso da irmandade do Saotis-
sioio Sacramento, erecta na igreja matriz
da freguezia de S. Lourenco da Matta.
Art. 3* Fica tambem approvado o com-
promisso da irmandade do Senhor dos
f assos, erecta na igreja do Carmo da ci-
dade de Goianna.
Art. 4o Ficam revogadas as disposiges
em contrario.
Mando, por tanto, todas as autoridades
a quem o conhecimento e execug5o da pre-
sente resolugSo pertencer, que a cumpram
e fagam cumprir, to inteiramenie como
nella se contera.
O secretario do governo desta provincia
a faga imprimir, publicar e correr.
Palacio do governo da provincia de Per-
nambuco, 21 de junho de 1867. 46o da
Independencia e do Imperio.
L. S.
Bardo de Villa Bella.
Sellada e publicada a prsenle resolugo
nesta secretaria do governo da provincia de
Pernambuco, aos 2i de junho de 1867.
O secretario,
Dr. Francisco de Paula Salles.
. Registrada a fl. do livro de leis provin-
ciaes. Secretaria do governo da provincia
de Pernambuco, aos 21 de junho de 1867.
O amanuense,
Manoel Jos de Campos Barbosa.
LE N. 752
BarSo de Villa Bella, presidente da pro-
vincia de Pernambuco:
Fago saber a todos os seus habitantes que
a assembla legislativa provincial, decretou
e eu sanecionei a resoluto seguinte:
Art. nico. Ficam prolongado por mais
cinco annos oprazo, que pela Le n. 535 de
20 de junho de 1862, tora concedidos a Fran-
cisco Mara Duprat, revogadas as disposiges
em contrario.
Mando, portanto, a todas as autoridades
a quem o conhecimento e execugao da pre-
sente resolucao pertencer, que a cumpram-
o fagam cumprir tao inteiramente com'o nerla
se contm.
O secretario do governo desta provincia a
facA imprimir, publicar e correr*
Palacio do governo de Pernambuco 21 de
junho de 18ft7.-ie. da independencia e do
imperio.
L. S.
Bardo de Villa Bella.
Sellada e publicada a presente resolog5o
nesta secretaria do governo de Pernambuco,
aos 21 de junho de 1867.
O secretario,
Dr. Francisco d Paula Safa.
Registrada a fl. do livro de 1& provin-
iaes.
Secretaria do averno de Pernambuco 21
"* Janh" ue 1867.
O amanuense,
Manotl Jos de Campos Barbos*.
LE N. 753.
Bario de Villa Bella, presidente da pro-
vincia de Pernambuco:
Fago saber todos os seus habitantes,
que a assembla legislativa provincial de-
cretoa e eu sanecionei a resolugSo seguinte:
Artigo Io Emqnanto n3o voltar a provin-
cla O corpo -policial effectivo actualmente
em servigo 153 guerra contra o Paraguay,
hatera para sobstiloi-lo 08 corpo proviso-
rio, que ser composto.tambem de quinhen-
taspragas.
Art. 2o O corpo provisorio passar a ser
commandado por um tenente-coronel, e
ter a organisag5o que melhor entender o
presidente da provincia, atlendendo as con-
veniencias do servico.
Art. 3o Para o servigo do corpo policial
provisorio, poder o presidente da provin-
cia aproveitar os officiaes, que se acharem
de vofta provincia.
Art. 4o Ao medico do corpo provisorio
se dar mais a gratificagao de duzentos mil
ris, assim como tambem ao do corpo "effec-
tivo.
Art. 5o O corpo policial effectivo conti-
nuar a gosar das vaotagens que lhe outor-
gou a lei n. 6I1 de 2 de maio de 1865;
mas ellas s sero pagas aos procuradores
mediante attestado de vida semestralmente
procuragoes, que deixaram por urna s
vez.
Art. 6o As quantias existentes na caixa
do batalhao sob titulo de fardamento serao
mensalmente recolhidas aos cofres provin-
ciaes, sendo, as despezas que se bouverem
de fazer para tal fim, ordenadas pelo presi
dente da provincia a requisigo do comman-
dante do corpo.
Art. T Ficam revogadas as disposiges
em contrario.
Mando, por tanto, todas as autoridades
a quem o conhecimento e execugao da pre-
sente resolugSo pertencer, que cumpram
e fagam cumprir to inteiramente como nella
se contm.
O secretario do governo desta provincia a
faga imprimir, publicar e correr.
Palacio do governo da Provincia de Per-
nambuco, 25 de junho de 186746' da In-
dependencia e do Imperio.
L. S.
Bardo de Villa Bella.
Sellada e publicada a presente resolugo
nesta secretaria do governo da provincia de
Pernambuco, aos 25 de junho de 1867.
___ ___ O secretario. .
Dr. FYWKim dr Taua 0, ..
Registrada a fl. do livro de leisprovin-
ciaes.Secretaria do governo da provincia
de Pernambuco, 25 de junho de 1867.
. O amanuense,
Manoel Jozi de Campos Barboza,
m wmtemRtm
4' seccao.
N. 848.Dita ao director gejal da mstruccao
publica.Declaro a Vmc. em resposta ao seu offl-
co de 19 do correte, sob n. 102, que fica desig-
nada a professora da terceira cadelra da reguezia
da Boa-Vista Sophia Gailbermina de Mello, para
examinar em trabalbos de agulha as seohoras que
se tem de apresentar no exame de habilitado a
que se tem de proceder no da 26 do corrente.
N. 849. Dito ao commissario yaccinador.
Mande Vmc. fornecerao general commandante das
armas algomas laminas ou tobos de poz vaccinieo
de boa qualidade para a inoculaco nos recrutas
em deposito.
N. 830.Dito ao juiz de paz mais votado da fre-
gnezia de Nossa Senhora do O' de Goyanna,Res-
pondendo ao offlelo de 8 de fevereiro, em que Vmc.
rae communlca as razoes pelas quaes foram sus-
pensos os traoalbos da junta de qualifira;,ao dessa
freguezia depois de ter funcionado 14 dias suc-
cessivos, tenbo a dizer-lhe que em vista do aviso
o. 186 da 21 de julbo de 1864 5* deve essa junta
continuar nos seus trabalbos no dia 7 de abril vin-
douro, j)odendo fuoccionar al mais seis dias.
N. Sol.Dito a cmara municipal do Recife.
Remeti por copia a cmara municipal do Recife
m additamento ao meu offlcio de 6 do corrente, a
ioformacio ministrada ao Exm. vlgario capitular
pelo administrador do patrimonio do recolhimento
da Gloria, acerca dos terrenos em que esto collo-
cados uo Campo Grande os dons pocos de que tra-
ta a mesma cmara em seu offlcio de 27 de feve-
reiro ultimo, sob n. 10.
N. 852.Circular as cmaras municipaes do Re-
cife, Otioda, Iguarass, Cabo, Escada, Bonito, S.
Bento, Flores, rngazelra, Tacarai, Brejo, Boa Vis-
ta, Cabrob, Ouricory e Granito.Recommendo a
cmara municipal de.....que mande extrabir do
livro competente e remetta-me com a possivel bre-
vidade copias das actas de lodos os trabalbos do
collegio eleitoral para a eleicao de deputados ge-
raes.
N. 833.Dito a cmara municipal do Recife.
Recommendo a cmara municipal do Recife, que
mande extrabir do livro competente e remetta-me
com a possivel br vidade copias das actas de iodo
o processo da eleicao de eleitores a que ultima
mente se proceded oas freguezias d) Recife, Sanio
Antonio, Bja-Vista, Pojo da Panella, Varzea, S.
Lourenc e Jaboato.
lguaes a cmara municipal de Goyanna para re-
melier as actas da eleicao a que se procedeu as
freguezias de Nossa Senbora do O' e Tijocupapo.
A de Olinda para remetter as das freguezias de
S. Pddro Martyr e de Maraogoape.
A de Limeeiro para enviar as da freguezia de
Taquantinga.
A do Cabo para remetter as que se procedeu na
freguezia do mesmo nome.
A daEseadapara remetieras da freguezia do
seu municipio.
A do Bonito para remetter as das freguezias do
Bonito e Bezerros.
A de Caruarn para remetter as das freguezias
de Caruar, Rapora, Altinho e Quipapi.
A de Garanbuos para remetter as das freguezias
do seu municipio.
A de Boique para enriar as das freguezias do
seu municipio.
A de logazeira para remetter as da freguezia do
sen municipio.
A de Floresta para enriar as da freguezia do sea
municipio.
A de Oarieury e Granito para remetter as da
resueiia do sea municipio.
N. 834.Dito ao rice-presidente da cmara mu-
nicipal de Qaranbnns.Transmuto por copia a
Vmc. para seu coobeci memo e execugao na parte
que Ibe toca a portara desta data, pela qual resol-
rl suspender o presidente dessa cmara Antonio
Vctor Correa, bem como mandar respoosabltisa-lo
pelos motivas constantes da referida .portarla.
N. 855.Portara.O presidenta da provincia,
tendo em rista os officios do rice presidente da c-
mara municipal da villa de' Garanbuns, Antonio
Baptista de Mello Pelxoto, de 18 de agosto do an-
uo passado ede 12, 15 e-30 de Janeiro ultimo, dos
quaes consta que o presidente da mesma cmara
Antonio Vctor Correa tem sido oalsso no enea-
primento dos seus deveres, deuando da reunir a
predita cmara para dar camprimento as eideos
expedidas por esta presidencia em 21 de malo e 1
de ootubrq do 40.0.0. cas^d^ -9 ae. 4. de foverei.ro Ul-
timo : o i* para reunir os demais vereadores da
cmara transacta e continuar a fuoccionar, bem
como os juizes de paz do quadrieonio odo, at
que o governo imperial resolva acerca da ralidade
da eleicao parajuizes.de paz e vereadores que alli
se procedeu em 1864, em rista das irregularidades
bavidas as mesmas eleicoes e argidas em ama
representacao dirigida a mesma presidencia por
Joaquina Salgado de Vasconcelos e Francisco Pe-
reir de Carvalbo, e o 2* para a expedicio das con-
venientes ordeos aos joir.es de paz dos diversos
districtos do municipio, am de que guardados os
prasos e mais disposiges de leis em vigor se pro-
cedesse no d a 3 de fevereiro prximo findo, a elei-
cao de eleitores que tem de eleger os deputados
geraes, e o 3'% finalmente para informar sobre o
que expozo rice-presidente no citado offlelo de 30
de Janeiro, resolve suspender o predito presidente
Antonio Vctor Correa, e ordena que se remeta ao
juiz de direito da comarca, copia da presente por-
tara para ser o referido Antonio Victor Correa
responsabilisado de conformidade com a lei.
N. 806.DitaO Sr. gerente da compaobia Per-
oambucana, mande dar transporte para Tamanda-
r na primeira oportunidade e por conta do minis-
terio da guerra ao 2o lente reformado do exer
cito Jos RabeJJo Padilba, commandante da forta-
leza daquelle nome.
N. 857.Dita.O Sr. gerente da eompanbia
Pernambucana, mande dar nma passegem de es-
tado a re at o Rio Grande do Norte no vapor Pa-
rahyba a Augusto Joaquim de Carraiho.
N. 838.Dita. O Sr. gerente da eompanbia
Pernambucana, mande dar transpone at o Pene-
do no vapor Pirupama em lagares de r destina-
dos a passageiros de estado ao juiz de direito da
comarca de Tacaran! Dr. Marcos Correa da C-
mara Tamarindos e a sua senbora.
N. 839.Dita ao director geral da instrnecao
publica.O Exm. Sr. conselbeiro presidente da
provincia, manda declarar a V. S. em resposta ao
seu offlcio de bontem, sob n. 103, qae acaba de
recemmendar a tbesouraria provincial, que pague
a Lteibacar A C. a quantia de 437# constante de
seu citado offlcio.
Expediento da secretario do goteras do dia 20
de maree de 1867.
1* seccao.
N. 860. Offlcio ao Exm. Sr. geoeral comman-
dante das armas.S. Exc. o Sr. conselbeiro presi-
dente da provincia, mandando satisfazer os dous
pedidos de arligos de fardamento, vencidos pelas
pragas destacadas no presidio de Fernando, rela-
tivas ao anno prximo Qn lo, assim o manda decla-
rar a V. Exc. em resposta ao sea offlcio a. 411, e
datado de 18 do corrente.
N. 861.Dito ao mesmo.De ordem de S. Exc.
o Sr. conselbeiro presidente da provincia, deelaro
a V. Exc, que por despacbos de 18 e 19 do cor
rentase coocedeu prasos aos recrutas Jlo Sacer-
luiuuiu joi (i^ Silva, este
rem isenc^o
de 15 dias, e aqoelle de 10, para
legal.
N. 862.Dito ao mesmo. De ordem de S. Exc.
o Sr. conselbeiro presidente da provincia, declaro
a V. Exc, em resposta ao seu offlcio de 18 do cor-
rente, sob n. 416,. qae Oca expedida a ordem ne-
cessaria ao commissario vaccinador para foroecer
a V. Exc. algumas laminas e tubos de pnz vacci-
nieo para a innocnlacao dos recrutas em deposito.
N. 863. Dito ao mesmo. O Exm. Sr. conse-
lheiro presidente da provincia manda declarar a
V. Exc, em resposta ao sen offlcio de 16 do cor-
rente, sob n. 402, que Ocam expedidas as conve-
nientes ordeos para que, no primeiro vapor da
Compaohia Pernambucana que seguir para o sul,
se d transporte para Tamandar ao commandante
da respectiva fortaleza o 2 tenente reformado do
exercito, Jos R.bello Padilba. \ '
2' seccao.
N. 864. Offlcio ao chefe de polica. 0*nn.
Sr. conselheiro presidente da provincia manda de-
clarar a V. S., em resposta ao seu offlcio de bon-
tem, sob n. 1870, que acaba de recommendar
a' thesouraria provincial que pague ao delegado
do termo do Bonito, ou ao sea procurador, a
quantia de 166,5200, constante do citadoofficio.
N. 865. Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. conse-
lbeiro presidente da provincia manda communicar
a V. S., que o commandante superior da guarda
nacional deste municipio tem ordem para fazer
apresentar diariamente n'essa repartico as doze
pragas de que trata o seu offlcio n. 1893 desta
data.
Expediente do dia 21 de marco.
1* seec5o.
N. 867.Offlcio ao Exm. general commandante
das armas.Sirra-se V. Exc. de informar acerca
do que pede Felicia Mara da Cooceicao, no incluso
requerimento coberto com inforraacao do Dr. chefe
de polica.
N. 868.Dito ao mesmo.Expedindo ordem nes-
ta data, para qoe sigam com urgencia para a villa
do Pao d'Albo, 40 pragas do 1." batalhao de artilba-
ria da guarda nacional do maaicipio do Recife,
adra d i aaxlliarem o delegrdo daquelle termo no
servigo do recrutamento ; assim o com.nunico a V.
Exc, para que sirva-se de providenciar conve-
nientemente sobre o servigo da guaraigao desta ca-
pital.
N. 869.Dito ao mesan.Pode V. Exc conce- < rm
der permisso ao soldado do corpo n. 51 de volun-
tarios da patria Joo Baptista de Souza Pinto, para
esperar deciso do governo impeilal sobre sua bai-
xa ou reforma no seio de sua familia. Deste modo
Oca deferido o ref uerimeJto dessa praga, a que al-
lade o offlcio de V. Exc. n. 433 de 21 do corrente.
N. 870.Dito ao mesmo.Tomando era cooside-
ragao o que expSe V. Exc, em sea offlcio de 16 do
corrente, sob n. 394, tenbo resolrido que as pragas
reformadas que se acbam inutilisadas para o tra-
balbo pelos ferimentos recebidos em combate na
campanha contra a Repblica do Paraguay, seja
abonada, sob minba responsabllidade at que a as-
sembla geral approve as peosS que Ibes foram
concedidas, ama racao de etapa em res, para oc-
correr as suas necessidades, conforme V. Exc. pro-
poe em sea citado offlelo a qae respondo.
N. 871.Dito ao mesmo.Sirra-se V. Exc. de
mandar por em Iiberda.de o reernta Romao Jos Va-
lerio, visto ter prorado menoridade.
N. 872.Dito ao mesmo__Sirva-se V Exc. de
informar acerca do qae pede Mara Francisca de
Santiago, no incluso requerimento qae vai coberto
com informago do capitao do porto, sob n. 62.
i. 873.Dito ao inspector do arsenal de mari-
nba.Fago apresentar a V. S. desralidos Laurentino e Jos Laceas, este orphao
de pal e mai, e aquella filho de Mara de tal, qae
me foram enriados pelo juiz municipal de Gara-
nhuns, afino de qae, de conformidade com as or-
deos expedidas pelo ministro da marinba, V. S. oa
faga opportunamente seguir para a corte.
N. 874.Dito ao capitao do porto.Recommen-
do a Vmc. que mande-me apresentar o recrota An-
tonio de Figueiredo ; devenda por isso flear sem f-
feito a ordem comida em .meu offlcio desta data,
mandando-o por em liberdad.
N. 875.Dita ao mesmo.Respondendo o offl-
cio que Vmc. me dirigi nesta data, sob n. 63, te-
nbo a dizer-lhe que o recrota Antonio Santino de
Figueiredo, que mande! por em liberdade por offl-
cio de honteco, o mesmo Antonio de Figueiredo a
a que se refere o seu atado offlcio.
N. 876.Dito ao mesmo.Tendo nesta data dis-
pensado do servido da guerra para que fora desig-
nado o mestre da canoa denominada S. Joo Bap-
tista, Jacinlho Antonio Boielho, visto ter prorado
isengao legal; assim lu'o commnnlco p>ra tea co-
nhecimento.
N, 877.-DUo a.o director 4q arsenal de guerra
Promova o conseibo de compras do arsenal de
guerra, a acqnisigao dos medicamentos constantes
do pedido junto, para fornecimentb da botica do
presidio de Fernando.
N. 878.Portara.O presidente da orovincia, at-
lendendo ao que requereu o alteres do 9." batalhao
de infamara do exerclto Francisco Genuino Si-
raoes ; e tendo em vista a informago do general
commandante das armas, datada de 18 de margo
ultimo, seb n. 405, e parecer da junta de saude, re-
sa'.re de conformidade com o artigo 4. 2. do de-
creto n. 3379 de 3 de Janeiro do anno prximo lin-
do, conceder-lbe tres mezes de licenca com os ven-
c m en tos do artigo 5.* g 1. do citado decreto para
tratar de sua saude nesta provincia.
N. 879.-Dita.-0 presidente da provincia, at-
lendendo ao qne requereu Antonio Luiz de Olirei-
ra Azevedo & C, consignatarios do palnabote na-
cional Dous Amigos, resolve conceder-lhe llcenga
para mandar o referido palhabote ao presidio de
Fernando, ficando, porm, obngado a fazer trans-
portar gratuitamente at 3 passageiros designados
pelo geverno, e bem assim os objectos e gneros do
estado, que nao exfcederera do peso de urna tonella-
da, o que seri verificado pelo director do arsenal
de guerra.
Outro slm, flcar igualmente obrigado nao s a
transportar no mesmo palbabote para aqoelle pre-
sidio os de mais empregados, pragas, sentenciados
militares e de justiga medante Indemnisagao de
conformidade com -a-tabella de 27 de ontubro de
1862, mas tambem-a nao consBCr -ju.e p_ara aJJi
se transporte, ssm permisso da presidencia, gene-
ros e qoaesqoer outros objectos, pertencentes a par-
ticulares, nao podando effectuar o desembarque do
carregamento que IdVar dito nario, sem que por
parte do commandante do mesmo presidio se pro-
ceda a exame, afim de se verificar se ba aguarden-
te ou outra qualquer bebida espirituosa.
N. 880.pita.O presidente da provincia, at-
lendendo ao que requeren Manoel Joaquim Lobato,
resolve conceder-lbe licenga para remetter para o
presidio de Fernando no palhabote nacional Dous
Amigos, os gneros constantes da relago junta as-
signada pelo secretario do governo, nao podando
porm effectuar o desembarque dos ditos gneros
sem que por parla do commandante do mesmo pre-
sidio se proceda a. exame, afim de verificar se ba
agurdenle ou outra qualquer bebida espirituosa.
N. 881.Dita.O presidente da provincia resol-
re nomear o alfares honorario do exercto, Miguel
Joaquim guezias do Pogo da Panella e Varzea e recoramen-
da as autoridades, da mesma freguezia, que lhe
prestem o auxilio, de qua carecer para o bom des-
empenho dasla commisso.
.N 882.Dita.O presidente da prorincla resol-
re nomear o alfares de polica Tranqoiilino Agnello
Pessoa Dutra, recrotador nesta cidade, e recom
meada as respectivas autoridades policiaes que Ibe
prestem o auxilio, de, que carecer para o bom des
empeodesta comdiis>o.
forca a sua disposigo sufficlente para este ser-
vigo e para deixar bem guardada a cadeia d'aquella
Tilla.

I83&
N. 883>-Offlcio ao Dr. crete de polica.Expa
diodo ordem nesta data para que qaarenta pragas
commandadas por um olflcial da confianga e do
primeiro batalbo da arttlbaria deste municipio
vo auxiliar o delegado de polica do Pao d'Alho a
no servgo do recrutameBto ; assim o communico
a V. S. para seu conhecimento.
N. 884.Dito ao mesmo.Respondenda ao offl-
cio que V. me dirigi em 14 do corrente a sob
o. 1,714, acompanhado de copia de outro do juiz
municipal e delegado do termo do Pao d'Alho, re-
lativamente aos rencimentos do carcereiro da ca
deia daquelle terme, Francisco de Assis Campos
Cordelro, tenbo a dizerqoe acado de autorisar o
inspector da thesocraria de faieuda a mandar pa
gar laes rencimentos a contar de 21 de fevereiro
ultimo, visto s ter este direito a esses vencimen-
tos daquella data em dianta, segundo consta do
parecer da cootadona daquella repartico, a que
se refere "a informago do predito inspector, n.
157, datada de bontem.
N 885.Dito ao mesmo.Com a copia do offl-
cio que nesta data dirijo ao delegado de polica do
termo de Flores, respondo ao de V. S. n. 1863 de
19 deste mez, sobre o mesmo assumpto.
N. 886.Dito ao mesmo.Communico a' V. S.
em resposta ao sen offlcio n. 1,775 da 16 deste mez,
queacab de expedir ordem ao commandante su-
perior da guarda nacional de Olinda, para por
disposigo do delegado de polica do termo do
mesmo nome 20 prac.s-do batalhao n. 9 de infau-
taria, afim da auxilla-Io no servigo do reeruta-
mento.
w. 887.Dito ao commandante superior do Re
cife.D V. S. suas ordens para que urna guarda
de honra com masica e bandeira se ache postada
no Campo das Princezas, afim de solemnisaro acto
do cortejo qae a' efflgie de S. M. o Imperador se
tem da fazer neste palacio s 5 boras da tarde do
dia 25 do corrente, anniversario do juramento a
constituigao do imparlo.
N. 888. Dito ao commandante superior de
Goianna.Tenbo presenta o offlcio de 18 do cor-
rente, em que V. S. pede providencias para sarem
postis em liberdada cinco guardas oacionaes do
batalhao n. 12, os quaes foram presos para recru
tas pela autoridade policial.
N. 896.Dito ao delegado de Plores.Declaro
a Vm. em resposta ao sea offlelo de 9 deste mez,
que a qualidad^ de gnarda nacional nao fseogao
legal, e que a eircamstancia de ter esla presiden-
cia exigido ama relagSo dos guardas solteiros que
"*2 no caso de ser recrutados nao exibe a auto-
ridade policial de recrular os que estiverem ues-
sas condiges.
N. 897.Dito ao commandante do Io batalbo
ae ariilbarla do municipio do Recie. Faca se-
guir com urgencia para a villa do Pao d'Albo a
disposigo no sudelegado d'aqaelie termo, afim de
o auxiliar no serrigo do recrutamento quarenta
pcas, <10 se batalhao, commandadas para um
oflkial de confianga.
N. 898.Dito ao delegado de Goyanna.Repre-
sentando-me o commandante superior que tendo
sido posto em liberdade pelo subdelegado France-
iiao ferrera Crespo o guarda nacional Francisco
de Paula Gomes, Vm. o mandara prender nova-
mente, como se v da copia junta, recommendo-
Vo8 me 'D'orme a semelhante respeito.
N. 899.Dito ao mesmo.Pedindo-me providen-
cias o commandante superior da guarda nacional
desse municipio para que sejam postos era liber-
dade, os guardas do batalhao n 12, constante da
relacao junta, a qae foram pres)s para recrutas
pelas autoridades policiaes, recommendo a Vm*.
que manda pdr em lirJWdade. aquellos dos referi-
dos guardas, que tiverdtn a iseogo de le, vi-to
como o simples faci da se* guarda nacional, nao
isenia o cidado do recrutamento, como declarara
o aviso n. 98 de 27 de fevereiro de 1860 em refe-
rencia a ontras decisoas do gpverao.
N. 900 Portarla. O presidente da provincia
conformando se com a proposta do D.^Ttefe-JeL^^Jnj^
polica n. 1876 de 19 do corrente, resolve conceder
a Antonio de Alemo Cysneiro a exenerago que
pedio do cargo de supplente de subdelegado do
dislrlclo de Beberlbe, e para esse lugar, assim co-
mo para o de 2 supplente que considera vago
nomea :
1." Joaqaim Corre i Lima Wanderloy.
! Manoel Maria de Caldas Brando.
N. 901.Dita.O presidente da provin ja, atlen-
dendo ao qoe requereu o alteres do corpo de po-
icia Amador de Araujo Passoa resoire conseder-
Ibe 30 dias de licenga com os vencimentos que
por le lhe competirn] para tratar de sua saude.
N. 902.Dita.O presidente da provincia con-
formando-se com a proposta do Dr. chafa de po-
lica n. 1912 desta data, e abera do servigo pnbli
co resolve exonerar a Sevenano Jos de Moura do
cargo de snpplenta da sdbdelegado da freguezra
de Sanio Antonio desta cidade, e para o substituir
nomea o 3* supplente Sllvino Guilberme de Bar-
ros.
Expediente da dia 22 de arfo de 1867.
v ojc ** secgo.
iv. 916.offlcio ao Exm. general commaadanta
aas armas.Indeferindo de conformidade eom a
sua Informago n. 427 de 20 do crrante, 09 re-
quenmenlos do auspegada Franciseo Pedro Tibor-
eio e dos soldados Vicente Pereira o Wasciment*
e Francisco Jos Ferreira todos do exercilo, om
que pealan para Irem esperar fra da capital a
decisao do governo imperial acerca de suas bai-
las ou reformas, resolv entretanto, de accordo
com a sua citada informago conceder semeibante
permisso, ao soldado do 21* corpo de volunlaaios
oa patria Joaquim Fernandes Laurindo, que tam-
bera a requereu.O que declare a V. Ex para sea
conhecimento e direegao.
N. 917.Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exe. de
mandar por em liberdada o reernta Manoel Fer-
reira da Silva, que provou isengo legal.
N. 918. Dito ao mesmoSirva se V. Ex. de man-
dar com urgencia por a disposigo do delegado de
polica do termo de Pao d'Albo mais urna praga
de cavaliaria bem montada e convenientemente
armada.
N. 919.Dito ao director do arsenal de goerra.
Ausoriso Vmc a mandar transportar para o
qnartel do deposito na Soledade os diversos utenci-
lios que com aqnelte destino se aeham proroptos
nesse arsenal, podendo Vmc fazer a despeza que
for necessario para essa condogo, apresentando-
me1 a respectiva conta para ser paga.
?s. 920.Dito ao mesmo.Mande V
resposta cabe-me dizer a' V. S. que nesta
data recommendo ao delegado de polica desse
termo, que mande pdr em liberdade, dos guardas
a qne V. S. aliada, aquellas que tiverem em sea
favor algumas isengdes, creadas por lei. Por esta
occasio devo ponderar a' V. S. que o simples fac-
i de ser guarda nacional nao isenta a nenhum ci-
dado de ser recrotado, como vera' V. S. do aviso
n. 98 de 27 de fevereiro de 1860, qae aqu junto
por cpia.
Sendo necessario as actaaes circunstancias,
remettter com urgencia reforgos para o nosso exer-
clto em campanha, espero qne V S. auxiliara' as
autoridades policiaes e aos encarregados do servi-
go do recrutamento, que prestando-Ibes de sua parte
todas as facilidades, afim de que possam mandar
para esta capital o maior numero possivel de re-
crutas.
N. 889. Dito ao mesmo.Em additamento ao
offlcio qoe nesta data Ibe dirijo, declaro a' V. S.
qoe roa mandar ouvir ao delegado sobre a soltara
do guarda a' qne se refere V. S.
N. 890.Dito ao commandante superior interino
de Olinda.Mande V. S. pdr a' disposigo do dele-
gado do termo de Olinda, como este reqalsitou,
rate pragas do batalhao n. 9 da infartara, afim
de aoxilia-lo no serrigo do recrutamento.
N. 891.Dito ao tenente-coronel commandante
do segando batalhao de Intantaria do maaicipio do
Recife.Mande V. S. por a' disposigo do alfares
de polica Tranquilino Agnello Pessoa Dutra, cinco
pragas do batalhao sob. sen commando, afim de o
auxiliar no serrigo do, recratamento a que se rai
proceder nesta capi'.al.
N. 892.Dito ao commandante do corpo provi-
sorio de polica.Pode Vmc. fazer engajar para o
servigo do corpo sob seu commando, o paisano
Francisco Paes Brrelo, apresentado pelotea offlcio
n. 159 desta data.
N. 893.Dito ao juiz municipal de Caruar'
Ioteirado pelo sea offlelo de 12 deste mez, de ter
sido Manoel Dias assassinado e ronbado no dia 7
por Manoel Antonio d'Assumpgao, e de ter sido
este capturado, tenbo a dizer-lhe em resposta qae
prooeda na forma da lei contra aqoelle crimi-
noso.
N. 895. Dito a capitao Manoel Joaqaim de
Castro Madeira.Recommendo a Vm. que apresse
quanto antes a sua ida para a villa de Pa> d'Alho
e logo qne alli ebegue condusa para esta capital
os recrutas que houverem, se recoahecer que a'
3* secgo.
\ N. 901.Dita ao inspoctor da ihwouraria de fa-
zenda. N'esta data expego ordem para qua 40
pragas e 1 offlclal do 1 batalbo de amilana
da guarda nacional daste municipio vo para a
povoaco do Pao d'Alho empregar-se no servigo
do recrotamenio : o qae a V. S. communico para
sea conheemento.
N. 905.Dito ao mesmo__Tendo n'esta dala ao-
torisado o conseibo de compras do arsenal de guer-
ra a promover a acquisigo dos medicamentos
constantes do pedido junto por copia, para forneci-
mento da botica do presidio de Fernando : assim o
communico a V. S. para seu conhecimento.
N. 906. Dito ao mesmo. A Antonio Luiz do
Amaral e Silva, empregado n'essa repartigo,
mande V S. pagar a quantia de 10000, como so-
licitan o juiz municipal do termo da Garanhuns,
importancia da despeza feta cora os dous menores
desvalidos d'alli viudos, Laurentino e Jos Lucas,
a que n'esta data mando racolber ao arsenal de
marraba para lerem o conveniente destino.
N. 907.-Dito ao mesmo.Deferindo os inclusos
requerimentos que me foram apresentados pelo ge
neral commandante das armas com offlcio de 18 do
corrente, sob n. 408, dos alteres do 9 batalbo de
infamara da guarda nacional destacados no presi-
dio de Fernando, Francisco Alexandie Dornellas e
Francisco Pedro Celestino, recommendo a V. S. a
expedigo de snas ordens, para que cesse o paga-
mento das consignag9s por elle deixadas n'esta
capital, passando se-lhes a competente guia, afim
de que possim tirar integralmente os seus venc-
memos pelo almoxarlfado daquelle presidio.
N. 908.Dito ao mesmo. Em vista dos pret
juntos em duplcala a que se refere o offlcio do
commandante superior daste municipio, datado
de bontem e sob n. 141, mande V. S.. se nao bou-
ver inconveniente, pagar os rencimentos relativos
a' primeira quinzenoa deste mez, dos guardas na-
clonaes destacados as fortalezas do Brum e Bu-
raco.
N. 909.Dito ao mesmo. Em rista das razoes
plausiveis, expedidas pelo general commandante
das armas no offlelo incluso por copia, sob n. 394,
e datado de 16 do corrente, tenbo resolrido que a's
pragas reformadas, que se acbam inutilisadas para
o irabalbo pelos ferimentos recebidos em combate
na campaaba contra a repblica do Paraguay, se-
ja abonada, sob minna responsabilidade, at qoe
a assembla-garal approve aS pensoes que Ibes fo-
ram concedidas, urna rago de etapa em diohelro
para occorrer a's snas necessidades. O qae de-
claro a V. S. para sea conhecimento e execugao
na parte qae Ibe toca.
4* seego.
N. 910. Portara. O presidente da provincia
resoire conceder a exonerago, que pedio o pro-
fessor publico Simplicio da Cruz Ribeiro, do lugar
de memoro do conseibo director da instruego pu-
blica, e noma para o substituir, de conformidade
com a proposta do director-geral de 20 do corrente,
sob n, IOS, o professor Antonio Rufino de Andrada
Luna.
Expediente do secretario do governo do dia 21 de
narco de 1867.
1* secgo.
N. 911.Offlcio ao Exm. Sr. general comman-
dante das armas. -S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia, expedindo- as convenientes ordeos, para
qae cesse conforme pediram os alteres do 9* bata-
lhao da guarda nacional destacados no presidio de
Fernando, Francisco Alexandre Dornellas e Fran-
cisco Pedro Celestino, o pagamento das con-igna-
goes por elles deixadas nesta capital, assim o man-
da communicar a V- Exc. em resposta ao seo of-
fl :io de 18 do corrate, sob n. 408.
N. 912.Dito ao Dr. chefe de polica.De or-
dem de S. Exc. o -Sr. conselheiro presidente da
prorincla, remeti a V. S. os ttulos do 1* e 2*
supplantes do subdelegado nomeados por portarla
desta data e de conformidade com a proposta n.
1,876 de 19 do corrente para o districto de Bebe-
ribe-
v N. 913.Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. conse-
lbeiro presidente da provincia, manda .remetter a
V. S. o titulo do 1* supplente do subdelegado no-
meado por portara desta data e de conformidade
com a proposta n. 1,912 de boje para a freguezia
de Santo Antonio desta cidade.
4* secgo.
N. 914.-Dito ao director geral da Instruego
publica.S. Exc o Sr. cooselbeiro presidente da
provincia, tendo por portara desta data, resolrido
conceder a exoneragao que pedio o professor pu-
blico Simplicio da Cruz Ribeiro, do lugar de mem-
bro do conseibo director da instruego publica e
Horneado para o substituir de conformidade com a
sua fjroposta de 20 do corrate, o professor Anto-
nio Rufino de Andrada Luna; assim o manda com-
monlcar a V. S. para seu coobecimeoto.
Dito ao mesmo.Mande Vmc. fornecer
com urgeocia teaeole-coronel comraaodaote do
batalbo n. 5 da guarda nacional det-te municipio
cem espingardas, com igual numero de bayonetas
e os competentes correantes, e bem assim dous
mil cartuxos embalado.'.
21.Dito an mesmo.Ao commandante do
' de infamara da guarda nacional do
mnniL-7'<- -larass, ou a pessoa por elle aute-
nsado, ma^.. nc. eolregar viote espingardas
com igual amis de baynetas e os competentes
correamos. ^-,
N. 922. Dito ao lente juio E5Drdo Pe-
reira Borges.Jntelrado do quanto me com mulli-
ca Vmc. em seu offlcio de bontem datado, tenhb'
a dizer-lhe qne acabo de recommendar ao com-
mandante superior da guarda nacional da comarca
do Cabo que palo batalbo n. 40 de Ipojnea se-
jam postos a disposigo do delegado de polica do
termo de Serinoem, mais cincoenta pragas fican-
do certo Vmc. de qne o superintendente da estra-
da de ferro tem ordem para transportar a esta ca-
pital os recrutas que forem apresentados em qual-
quer das eslacoes.
-OVIIIXO DO BISPADO.
SEDE VAGANTE.
Expediento do dia 2$ de junho de 1867.
Circular aos reverendos parochos desta provin-
cia. Acbandonos ainda, pelos altos e Insondaveis
designios da providencia, a bracos com urna goer-
ra, que se tem prolongado muito alm das da nos-
sa expectativa, e em que se acba empenbada a
honra nacional, tornoa se necessario ao governo
imperial fazer mais um appello para os sentimen-
tos patriticos dos Brasileiros; e o Exm. presiden-
ta desta provincia, no iotuits de auxiliar o gover-
no como lhe cumpria, resolveu promover com a
mxima celeridade a organisago de mais um cor-
po de voluntarios da patria, que v aecudir ao
reclamo da narao, compartir os sacrificios que a
honra nacional exige, e os loaros que assegura o
glorioso desenlace de urna guerra que tem causa-
do ao paiz serios embaracos.
Nestas emergencias, devendo cada cidado, se-
gundo a sua posigo social e segundo os meios de
que dispoe, auxiliar o governo em o nobilissimo
empenho qae nutre de por um termo prximo e
honrosa a guerra que sustentamos, mister qae o
clero, e principalmente os oarocbos, em cujos co-
ragoes palpita, a par dos sentimentos de religio e
do Uel enmprimento dos daveres pastoral?, o amor
da patria a o mais vivo interesse pela cansa da
nagao, nao fiquem .quem do nobre a patritico
enlbusiasmo que deve animar boje a todos os Bra-
sileiros.
A guerra que sustentamos justa e santa, e os
esforgos que o clero fizar com o fia de a debellar,
longe de envolveren] a menor quebra do prestigio-
e dgoidada sacerdotal, que todos nos devenios ze-
lar, sero pelo contrario bem aceltos de ueus e da
patria.
Compenetrado desta verdade, fazendo inteira
justiga ao patriotismo de que V. Rvma. se acha
animado, e reconhecando o prestigio e considera-
go de que goza na sua treguezi, nao bezito em
dirigirme a V. Rvma., e pedir-lbe que, com a sua
pregagio, com as suas exbortagoes, com os seu
conselbos, persuada quelles de seus parodanos-
que se acharem em estado de servir no exercto'
o nobre pensamento de se alistarem voluntaria-
mente, e assim preslarem ao governo e ao paix o
mais relevante servigo que as actuaos cirenms-
lancias se Ibe pode offerecer. Faga ver V. Rvma.
aos seus parochianos como a dignldade do impe-
rio se acba comprometida, como a nagao tem di-
reito de reclamar o soccorro dos seus Albos, e co-
mo a religio caiholica, que jamis deixa de al-
tender aos interesses maleriaes dos bomens e das
nages, a todos .impoe o dever de defonderem a
mi patria. -
Fazendo justiga s lnzes e recursos inte"-vu&rs
de que V. Rvma. dispoe, e s boasj*l*r&es em
que se acba, quer com as pessoas 'gradas, qoor
com o povo dessa paroebia, nutro a bem fondada,
esperanga de qae V. Rvma., pezaado a gravidade
das actaaes circamstancias, e tomando em consi-
derago o pedido qoe lhe fago, provara mais ama
rez com o exemplo de abnegago que derem os
seas parochianos, que o patriotismo pernambuca-
no nao arrefaceu, e que a palarra grave e antori-
sada do sacerdote ainda acolbida com 1 mesma
religiosldade e renerago, e ainda desperla no co-
rago dos poros o mesmo ardor patritica e santo,
qoe iDflimmoo ootr'ora om panhado-de Pernam
bacanos o os levou a repelllr com heroico denodo
as phalaoges balaras que infestaran] o nosso slo.
Espero qoe V. Rvma. nao s6 acensara a recep-
gso deste offlcio, como me cot&municar o resul-
tado que for obtendo com a sua pregaco e com
os seus esforgos, que faco votos para qoe sejam
coroados com o mais brilbante xito.
Deas guarde a V. Rvma. Recite, 28 de junho
de 1867.Conego Joaquim Faretra dos Santos,
encarregado do governo do bispado.Rvm. Sr. vi-
gario da freguezia de...
"

i
rtafolaa*
1
y** i
MUTILADO!
COMMANDO DAS ARMM.
Qairtel general do commando das armas de. Per-
nambuco 1a cidade do Recife, l.^ta jalao
de 1867.
ORDEM DODIA N.atJ.
O brigadeiro commandante das armas acaba de
saber por intermedio do respectivo Sr. comman-
dante, qae o 1.* batalbo de ariilbarla da gnarda
nacional deste municipio, deixa de continuar no
servigo da guarnigo da cidade por ter hoje da
desaqoartelar.
O empenho que s pragis do referido batalhao
mostraran) em satisfazer com pontnalidade s soas
obrigagoes, sacrificando seus interesses e commo-
dos para se occop^rem do serrigo militar, a que
foram chamadas, faz o sen elogio.
Ao zelo, pericia e intelligencia de sea digno che-
fe o Sr. tenente-coronel Joaquim Jjs Silveira, e
de sua bros? cfficialidade se deve o estado de dU-
*
:


h

V
M

%r ri
Mario dfe Pernamlmc tfcuaria letra 3 de -Julke de 1867.
-> ...
.o dos sena eommanadei, e testa a boa conveniente agitar a qoestio da dlminuigio das
.ornada coa que uns e otrtros se dedican ao ser- garantas qae f,eixam o Mar Nena* maruha mi*
litar russa, assegarand a neatrandade das boceas
do Danubio.
Ora, por mais vehementes qae sejam os, desejos
pessoaes do imperador iNapoleo de ser agradavel
ao imperador Alexandre, o governo franeex deseja
moito vifer em boa intelligencia, e em perfeitas
relagSes polticas com a Inglaterra.
O jornal oficial de Varsovia de i de Jonho
(21 de malo segando a era nossa) publica o otases
concedendo ama annistlcia aos polacos.
*Ao conselho adminstratwo do reino da Po-
lonia.
S. M. o imperaor dignoa ordenar em data de
17 de maio <): ..
i. Todos os proeessos polticos relativos a ulti-
ma insarreigo e a's desordens de qae ella oi cau-
sa, e qae anda nao e3tao terminadas, tinto nos
tribanaes> como as commissoes de inqaerito serao
annullados, e os inculpados serao postos em lber-
dade, se nao se tiverem tornado roas de crimes
ordinarios, como o asgasslnato, o incendio, etc.
a. No se intentaram novos proeessos por par-
ticipado na iasurrelco, e as pessoas que forera
suspeitas desta participado, nao serao persegui-
das.
3. As pessoas naturaes do reino da Polonia, e
enviadas, em coasequencia das ultimas permrba-
cSjs poltica?, para dlfferentes localidades da Rus-
sia por medida administrativa, podem tornar a en-
trar no paiz, se o eu comportameoto julgado sa-
tisfactorio pelas aatoridades iocaes. Esta medida
nao se emende ao; eccleslasticos, eu]o regresso
depender' de aviso pessoal do logar-tenente do
imperador na Polonia. .
4.* E* igualmente permlttida a entrada na Polo-
vico dosettpair.
O mesmo brlgadeiro ta* sabef outro srm, que no
da 28 de junbo prximo Ando embarcara paTa
a corte ao vapor Paran a reunlrem-se aos seus
respectivos corpos, os Srs. tenantes do *.* battlnlo
de infamara Francisco Jenuino Simoes e-do 11
corpo de voluntarios di patria Jos Candido de
Barros Jnior e Manoel de Carvalh Paes de An-
drade Gouvim; e que approvoa 'eu^'amento qae
31 de malo ultimo cen'trahlo na forma da le
para servir por mais-sefs annos percebendo o pre-
mio de 400*009, o soldado da 8.a companbia do
4. batalbao "de artllaarla a p Antonio Jos de
Lima qae se acba destacado no presidio de Fer-
nando.
y (Assignado) -Joataim Jos Gtmcitves Fontes.
Esta conformeEmiliano Srtusta.de Mello
Temborm, tenente-ajudantedeordens encarregado
do detalbo.
3 -
ORDM DO DA N. 369.
Obrigadeiro comraandante das armas declara
que o Sr. 1 cirorglo Dr. Joo Honorio Bezerrade
Henezes, tendo com permisso da presidencia, viu-
do do presidio de Fernando onde se acava em
servigo por determlnaco dq governo, com o hm
de eonduiir saa malber qae se actaava enferma e
carecadora de serlo tratamento, fora empregado na
guaruigo desta cidade a espera de transporte para
o sea regresso a aquelle presidio, regresso qae foi
aliado por dnas vezes em virtude de ratoes atten-
diveis que apresentara ; mas tendo de seguir no
vapor qae deve- largar no dia & do correte mez,
dea parte de doente no dia 27 do passado. Sob-
mettido a urna Inspecco de saude, a junta decidi
que necessltava de 30 dias para o resubelecimento
da molestia que esta' soffrendogastro interite agu-
da em resolugoconsegulntemente deve o referi-
do Sr. cirurgio Bezerra de Menezes flndos os 30
dias estar preparado para seguir impreterivelmen-
te ao sea destino, certo de que nao se loe admittira
desculpa qualquer que ella seja, attenta a necessi-
dade qae ha naqaelle presidio de seas servidos
proporcionaos. ,
O mesmo brlgadeiro faz saber que segundo cods-
tou de oficio da presidencia datado de bontem, o
foverno por aviso de 12 foi servido conceder li-
cenga ao Sr. alferes reformado do exercito Felicia-
no de Lyra pjra residir nesta provincia, o qual se
apresontoa no quartel general a 26, e que a mesma
presidencia em portara de 27, tudo do mez de ju-
nho ultimo, conceden ao Sr. alferes do corpo n. 30
de voluntarios da patria e honorario do exercito
Francisco Pereira da Caaha, 3 mezes de licenca,
nos termos do art. 4 12 do decreto n. 3,579 de 3
de Janeiro do anno passado, com os venciraentcs
marcados no ai.. 5 1* de citado decreto, para
ontinuar no tratamento de sua saude.
(Assignado) Joaquttn los Gongalvts Fontes.
Esta* conforrae=.EmtWano Ernesto de Mello Tam-
Borim, traente ajrtcante de ord^ns encarregado t
detaihe. ^-^
/ii^im
DIARIO SE PEBNAIftBGO
De Liverpool e Lisboa ehegeu bontem o vapor
inglez Cassim, adan lando apenas um dia s no-
ticias que recebemos pelo Oneida. A data do
Lisboa 14 do passado.
Da leitura dos jornaes, que recebemos por
esses dous vapores, alada colbeous o cje segu :
A noticia do altentado com f&J -n Pars
contra o imperador da Russia y e no resto da Europa a mais prcV_jda sensago.
Alem do T-Detim cantado em Pars em acgo
de rajas por seseado" inclume o czar, caotou-se
em S. Pefersburgo T Dtum em todas as igrejas.
O Momteur todos os das publica mepsagens de
varias cidades em que se revella a indignacao pelo
facto criminoso, de que acensado Bereyonski.
O conde de Zaowisk, um dos mais importantes
membros da emigraco polaca, pablieou em varios
jornaes urna carta reprovando em sea nome, e no
dos seus compatriotas o altentado.
O conde de Krosnowski tambem protestou ; e^o
mesmo fez urna deputago dos emigrados polacos
residentes no departamento de Sartbe.
Os polaco* emigrados, residentes em Pars es-
li assignando urna mensagem dirigida ao impe-
rador Napolcao, protestando contra o altentado de
6 de junbo.
O assassno um rapaz de 20 annos, loiro, de
sutura mediana, mas moito robusto ; o dlnbciro
com qae comproa a pistolla fazia parle do subsidio
de triota francos qae como emigrado polaco rece-
bera na ve-pera do governo franeez.
Bereyonski tom soffrldo multo em resultado do
ferimento que na mo esqoerda ihe produzio a ex-
plosao da arma ; eatretanto os facultativos nao |ul-
gam necescarfa a amputado da mo, tendo segun-
do se diz sido necessario a amputago do pollegar.
A nonte seeuinte ao crlme passou-a na Concier-
gerie com umita febre.
A senhora ferida a esposa de um tabeliao do
Pay de Dome, eslava ao lado do polaco, e foi feri-
da per um estilbago do cano da pistola que reben-
tou; o ferimento nao grave mas muito doloroso.
Os soberanos tem-se imeressado moito por esta
dama, mandando se informar a-casa d'ella.
O Sr. Raimbeaux, que fez pular o sea cavaljo
para escodar es imperadores, quaado vio a accao
do jovea polaco, casado com una Qlha do falle-
cido Sr. Kocjuard que era ebefe do gabiuete do
imperador NapoleSo.
O Sr. Raimbeaux tem sido multo obsequiado pela
alta soriedade francesa, foi abracado pelo dous im-
peradores, qae Ibe conerrram, o Imperador Napo-
leo a craz de cavalleiro da legiao de honra, e e
imperador Alexandre, a commenda de Estanislao.
O cavalloemqaeo Sr. Raimbeaux ia montado mor-
rea do ferimento qae Ibe foi feito na cabeca.
Em tpgoida a detonaeo viram-se os soberanos
e principes que iam na carmagem todos salpica-
dos de saagae e nos primeiros momentos sappoze-
ram que algnem bavia sidDferido, mas o saogue
era do pobre oavallo, que saceudira a cabeca com
* orga da dfir.
Bereyoniki tam conservado nos Interrogatorios
a mesma attitude dos primeiros dias ; ostenta a
maior serendade, e nao se exalta nem com ges-
tos, nem com palavras; responden ?era hesitar
a todas as pwgoctas que ibe sao feitas, e em vez
de se mostrar arrepeodido. contina a confirmar
fria e tenazmente os sentimeitos qae o 4evaram a
atteotar contra os dias do seu intplacavel immigo.
O sen eomporameat anterior era exeoplar, le-
vava cma vida retirada, loage de todas as compa-
cbiase amlsadeej nao tinta dividas ; filho de
nm professor & piano na Russia, sem domicilio
fizo, e tem nm tratan em companbia de sen pae.
Contina a assevrar qae no liaba cumpliees al-
gara.
O czir caio de Par;; no dia 12 de junho.
O rei da Prussta o Sr. de Bismark anda so
demorara. O principe Humberto, berdeiro da co-
"raa italiana rbegoa a nariz no dia 18 de junbo.
O so!'" parte para.Franca na dia 22 de junho.
O principe Danilo da Serbia era esperado em
Pariz. No dia 20 ao passado era esperado o rei
da Sueeia.
A raiuba- de Hespaaba D. Isabel teneiona se-
gundo se diz assistir em Roma i festividade do
festar os desejos da Austria e da Franca, de qoe
Uaximillano nao fesse fuzilado. Pedia que fosse
condolido froutelra do Meiico, ob a protaccap
dos Estados-Unidos, afla de embarcar para a Eu-
ropa.
_ O congresso americano regettou a proposta
apresentada para ser mettido em julgamento o pre-
sdeme Jobnson,; resolvendo porm admoestalo
pelo sea procedimento.
O Sr. Seward dirigi ama nota ao ministro
merlcano em Madrid, declarando qae a Hespanba
aceitara urna conferencia para terminar o conflicto
com as repblicas do Pacifico, sob a condicao de
se determinarem previamente a dorarlo da confe-
rencia, e os di re tos de arbitro ; declarando o Sr.
Seward que se a confeiencia falhar, o presidente
nomeara' nm arbitro bona-fide, mas qoe so a Hes-
panba eontinua a exigir determinado previa dos
poderes do arbitro, os Estados^Undos retirarao a
sua mediaco.
O gabiuete hespanhol esteve em crlse sendo
demittido o ministro Colonge, e substituido por
Castro ministro das colonias.
As cmaras portoguezas forara prorogadas
al 27 de junbou julga se que baveria nova proro
gaco. O orgaraento bavia no dia 12 fleado appro-
vado na generalidade e votados na especlalidade
differentes captulos em sesso nocturnas.
PERNAMBUCO
nia a's pesseas naturaes dos governos do oeste, e
2ue teem sido affastadas do sea domicilio por me-
ida administrativa, se o sea comportameoto for
julgado satisfactorio pelas autoridades Iocaes, e se
ellas declararem expressamente querer estabele-
eer-se no reino da Polonia. .
Ksta medida nao se estende aos ecclesiasticos
que terao necessidade para reentrarem na Polonia
de nma autorisasao especial do logar-tenente do
imperador.
Don pols parte ao conselho administrativo do
reino, desta vontade suprema, aflm de que se to-
mem as medidas neeessarias.
O logar-tenente do reino gene-al, felde-mare-
chal. Conde de Berg. Varsovia-19 (31) de mato.
O imperador Napoleao esperado na Russia no
mez da setembro, havendo por essa occasio urna
visita da esquadra franceza a Cronstadt. Esta no-
ticia foi recebida com certa frieza era S Peters-
borgo; nao se deseja as altas regioes polticas
moscovistas, ama allianga franceza.
Palla-se no casamento do joven rei dos gre-
gos com a Qlha mais veiha do gran-duque Constan-
tino. Djz-se que esta aihanga contribuir podero-
sameota para o livramanto dos ebristos e tarcos do
'ago ott-)mano,e coraba pin^o pnblioa aa Rnssia,
contina a aer extremamente favoravl a' urna tal
solugao da questo do Orienta, todos os votos sao
pela uniao do rei Jorge com unja" princesa russa.
Continuara eprogriden/os trabalbos da cons-
tituicao da eonfederacao oa-Allemanhado Norte.
Na dista de Reuss Scbleis o Dr. Jaeger fez o re-
latorio sobre a constituido dos estados do norte;
aioda qae demcrata, o relator coocloio pela adop-
cao" do projecto de lei: tMoguem deixara' de co-
nhecer, disse elle-, os defeltos Oeste projecto, mas o
qae distingue este pacto fundamental ter sido ap- Associagao Protectora das Familias dos Voluntarios
provado pela grande maioria dos representantes do : da Patria; e o de o. 72, que flxa a despeza e recei-
povo, eleitos ara vlrtnda da ama lei eteitoral das' ta das caaras munlclpaes da provincia, tendo
mais liberaos. Affoliamaeta podamos confiar o fido para esta discusso requerida urgencia pelo
deseovolvimento aos estorbos ulteriores do povo Sr. Drummond, fleando anda pendente da appro-
allemo a quera nenhum poder governamental po- j vajao nma emenda, sobre a qual falln o Sr. Ra-
dera' por multo tempe resistir. Com effeito a cous- naos.
titaijo passa sob silencio os direitos faudamentaes Continuando a 3* dlsenssao adiada do projecto
do povo, mas delxa intactos os que sao garantidos n. 4 de 1861, sobre saa materia ainda oceupou a
pelas constituicoss particulares. attenclo da casa o Sr. Ramos, fleando a discusso
A commisso propoe simultneamente a revisao adiada por ja ter dado a hora,
da lei sobre a' imprensa, e das dispoic5es de 1856 Levantoa-se a sessao as 4 horas da tarde disig-
pelas quaes os israelitas foram privados dos direi- j nando-se para ordem do dia seguinte a ante-
Na saa sesso de 29 de roaio a dieta
REVISTA DIARIA-
Funccionou hontera a assembla provincial, com
vinte e sete deputados.
Approvada a acta da antecedente o Sr. secretario
leu o segainte expediente:
Um oficio do secretario do governo, cemmuni-
cando que o Exm. presidente da provincia hoje as
3 horas da tarde receber a deputago que tem de
apresentar algans actos legislativos a sua sanc-
g5o.Inteirada.
Outro da cantara municipal desta cidade, pedin-
do aatorisagao para despender no corrente exerci-
cio mais a quanlia de 1:0003 com a verba do 5
do capitulo 2* da !ei do orcamento municipal vi-
gente. A' commisso de orsamento munici-
pal.
' Urna peticao de Pedro Gongalves da Rocha 3e-
nhor do engenbo Fortaleza da villa de lpojuca,
antorlsaco para o presidente da provincia receber
como propriedade provincial a ponte que fez sobre
o rio lpojuca mediante a indemnisago que for
arbitrada pela reprtico das obras puDcas.A'
commisso de ODras publicas.
Foram lidas e approvadas as redacgSes se-
grales :
Do projecto n. 88 que eleva es vencimentos do
bedel do Gymnasio Provincial e do bafbeiro da
Santa Casa da Misericordia; do den. 86, que con-
cele uraa meritoria p-ra pagamento dr- qae acha
a dever a fazenda provincial Joo Anastacio Ca-
mello Pessoa Jnior; do de a. 32, que aulorisa ao
presidente da provincia a contratar a estatistica
provincia; e do substitutivo ao de n. 51, que trata
do pagamento e condicgSes do contrato da limpeza
e asseio da cidade.
Passando a ordern- do dia, approvou em 3* dis
cusso o projecto n. 109 deste anno, concedendo
diversos crditos supplementares; o de o. 87 que
concede urna loteria de 4CO-.O00 a beneficio da
Segando a opinlao de madarae Raymond,as taei
tatet exelniram das toilettes para banhos os recor-
tas, os dentes e os rooj chatos. Todo deve ser
chato ; at os volantes nicamente serao tolerados
sob condicao de se achatarem. Cbateza geral at
aa crinolinas, a qnem se prometteu conservago e
vida, com tanto que deixem cablr livremente as
saias dos vestidos, qae apenas levemente devem
amparar.
i Os volantes das salas brancas de nansouk, ou
raousseilna, destinados a acompanhar as carroa-
gens e nos passeios ao campo-, os vestidos curtos
de organd brancos na de cores, tambera devem
ser chatos, collocando.se de alto a baixo as
salas de qae fallamos no nosso ante-penullimo bo-
letiro.
i Madama Raymond, esta semana, apenas mi-
mosea os ssus assignantes com os segulntes mode-
los de chapeos :
f 1.* Chapeo de palba amarella guarnecido ou
orlado de veudo encarnado, pingentes de palba, e
tobos de azeviebe; com folbagens adiante cahindo
doos festoes de cada lado; e Atas largas branca
atando debaixo da .barba.
2. Dito chamado diadema, enfeltado adame
com violetas de Parma, e vo-tttantilha, de tulla de
seda branca.
c 3.a Dito redondo, de palba amarella guarneci-
do de franjas de muguet ou lyrio convalle, com urna
rosa grande encarnada do lado esqaerdo, e vio-
charp de talle preto.
.* Dito de palba amarella com diadema don-
rado de velludo preto, guarnecido de rosetas de
palba amarella, e com urna ave do paraizo ao lado
esquerdo. Fitas de velludo preto, cruzadas debaixo
da barba.
5." Dito de palba branca bordado cora peque-
Mara, Pernamboco, 6 dias, S Jos; espasmo.
Beatriz, Pernamboco, 6 annos, escrava, Boa-vis-
ta ; cmaras de sangae.
Maria, Pernamboco, 9 mezes,escrava, Boa-vista;
Interite.
centenario de S. Pedro e s na votia pasear* por
Pariz.
A ralnha de Portngal D. Maria Pa derlge-se
segando teaefoaa a Roma a visitar o santo padre
sen padrinbe e depon dirigir-se-ha com el-rei Vc-
tor Empanuel a Pariz onde ja se acha o sea ir-
mo o principe Humberto.
El-rei de Portugal O. Lait teneiona ir a Pariz
naoatrar-sa com ana augusta esposa, depois de
encerrado o parlameato portuguez, cajas sessSes
foram pro-ogados at 27 do passado.
Em coasequencia da morte da archidoqaeza
Malhilde nao hou-re os annonciados festejos para
celebrar a coroacao do imperador d'Austria Fran-
cisco Jos como rei da Hungra.
Ai ceremonias limitaram-se s qae a amiga eti-
queta desse acto recommendaram, a aos festejos
populares qae Ibes sao accessoros. ebrgados. O
imperador e.a imperatriz tencionam percorrer as
prineipaes povoagSas huogaras, nao sendo por Uso
esperados m Pariz senio em fias de junho ou
principios dF]Blbo.
O imperador jtfapoleao prometteu ao rei da Pras-
sia visitar brevemente Berlim, onde j esto
apromptaado os aposentos para o aagasta hos-
pede.
Dizem algans jomaos qae entre o rei da Prussla
e o imperador dos francotes, sari tratada a qnes-
lio da evacuagao da fortaleza da Luxembargo, de
cuja lemiddo se levantara qaaixa* ; mas o qae
positivo, apezar de todo* os desmentidos, que a
questo de urna revisao dos tratados de 1856 em
favor da Prassfa se enceton em Paria.
A entrevista do principe de Gostscbakoff com o
Sr. de Moostier, tem segando se dia relacSo di-
recta com esta questo. Asstgira-se qae o impe-1
rador apoleio tinba grandes dat'jos de-ser agra-
daval ao seo hospeda, mas parece1 que sendo con-
sultado teiegraphieamente o ministro dos estran-
geiros de Inglaterra lord Stanley, pelo embaixader
em Paris lord Cowley sobre este assun. oto, o go
tos polticos. Na saa sesso de 29 de raaio a
adoptou por unanimidade a' constitnico federal,
As duas proposites snppiementarf s foram tambem
aoprovdas. O ministro o Sr. Harbou declarou
qae, iramediatameate depois de posta em vigor a
constituicao federal, faria ao priocipe propostas re-
lativas a' liberdade de conciencia, e ajuotoaque
a reforma da lei sobra a imprensa dependa das
negociagoes com os outros governos di Tburino-
ga.
As sessoes dos estados do MaklemburRO foi ioaa^
gurada por um discurso do gran-duque ejn qae
diz: Gragas ao trabalhc serio e a' raoderagao do
lodos os interessados, aonseguio-se attiogr o flm a
que se propanha.
c Espero que os fiis estados no sea patrio-
tismo sempre experimentado, estaro promptes pa-
ra cooperar resolutamente na prompta realtasago
desta obra nacional.
No seu relatorio o governo gro-ducal recom-
menda igualmente a adopgo do pacto-federal, ain-
da que elle nao preencha todos os desejos dos es-
tados.
ma pequea minora pronunclouse pela no-
meago de ama commisso qae desse o seu pare-
cer sobre o projecto da conslitulgo mas urna maio-
ria de 78 votos contra 61 approvou a discusso in-
mediata d'aquelle projecto.
Na dieta do grao-ducado de Oldembnrgo, o Sr.
Reepiog, primelro ministro nao quiz occultar que
mullas disposigdes da lei fundamental fossem ser
criticadas, mas ajuntou que talvez que mais1' de um
ponto duvidoso, mais de ama difficuldade venha a
desapparecer dentro em pouco tempo.
Ajuntou que evidentemente nesta occasio novas
e muito importantes despezas, obriearao o grao-du-
cado a augmentar a sua receita, e a diminuir as
suasdespezas particulares.; e que neite sentido te-
rao de ser reguladas as finaocas do estado.
A curgaeria la cidade livre de Lubeck sanceio-
noa a coastitnico por 89 votos contra 1. O Sr.
Goertz amigo deputado da pequea repnbliea, disse
que a aova lei fundamental nao era perfeita, mas
que aulla reconhecia um progresso muito satisfac-
torio ; que de qualqqer modo que se encare, Ibe
pareca a adopgo do projecto ama necessidade po-
ltica para oa astados particulares.
A burgueria approvoa igualmente a eonvengo
militar concluida com a Prussia. O senado de Lu-
beck adherio a proposieao da burgueria tendente a
fazer examinar por urna commisso mixta a ques-
to de saber se seria opportane fazer entrar a ci-
dade livre ao Zollverein. Os membros da commis-
so foram eleitos metade entre os adversarios da
adhesao ao Zollverein, e setade entre os partida-
rios dalla.
Relativamente ao Hanover, connuam as visitas
domiciliarias e as prisoes oeeasionadas pelos actos
recentes dos partidarios da sntiga dymnastia :
Segundo afirma o Jornal de Francfort, a Prus-
sia teneiona introdazir as suas novas provincias o
sen eodigo penal; resulta d'aqui que no Nassao ee-
ria raalabelecida a pena de morte abolida desde
1849.
Vinte e seis pregadores do Holsteia que recusa-
ran) de rezar pelo novo monare&a oa de prestar
juramento de Adeudada, foram demtttidos sera pea-
sao.
Diz-se que a Prussia deseja fazer regalar a legis-
lacaote Zollverein no qoe diz respeito a aUandega,
a direus sobre o sal, o assncar e o tabaco, por
urna represenlaco dos estados da Allemanha do
6nl e do Norte. O ducado de Bade, e o Wurtem-
berg adherem a esta proposu. Espera-se a adhe-
sao da Hesse. O governo bavaro reservn a sua
decalo.
0 Luxembargo continuar afazer parte da uniao
adoaneira allem. Eatretanto nao provavel qae
o gro-docado envi delegados para as qoestdeg,
aduaaeiras ao parlamento, por isso que at agora o
Luxemburgo nao tem sido representado as con-
ferencias do Zollverein com um voto deliberativo.
> Na Italia continua na cmara a discusso so-
bre o projecto de llquidago dos bens ecclesiastieos,
e sobre o contrato annexo.
Era Roma celebrou o santo padre o segundo
consistorio preparatorio para a caanoniagao solem-
ne, que ba de ter logar a 29 de junbo. Esperara-
se em Roma 40 bispos francezes, 120 italianos, 14
hespanes, ti ioglezes, 20 americanos. 12 alie-
mes, 4 portugeezes e moitos das missoes. No Va-
ticano trabaina-se activamente em vistosas decora-
.cSes. Na typograpbia pelygiota da propaganda m-
prime-se o missal cera que o papa ha de offleiar na
mlssa solemne da cannonisagio. Grava-se nma
roedaltia eommemorativa que ba de ser ounhada
em oaro, prata e bronze. De um lado tem ama
ioscrlpco launa* e do entro o Salvador corvando
os apostlos, S. Pedro e i. Paulo.
No dia 29 sarao, pois, caononisados os bemaven-
turados Paolo-della-Croce, Leonardo de Post-Mao-
rice, Margarlda das Cinco Cbagas e Gerrcana Coa-
I sin,
O governo Inglez commatou a pena de morte
em que haviam ildo condemnados os fenianos, ni
dos trabalbos pblicos por toda a vida.
At a data das ultimas noticias s se sabia
qae o archiduque Maximiliano tinba sido feito p-
sionelro em condigoes. Diz-se que a 21 de malo
o Sr. Campbell ministro dos Estados-Unidos no Me
I nor.
Reune-se manha em sesso ordinaria o
i Instituto Areheologlco e Geographico Pernambu-
i cano.
' O Novo Banco resolveu suspender os jaros,
que percebiam as quantias all depositadas em con-
! ta corrente.
Havendo no da Io desaquartelado o bata-
lbao da guarda nacional deste municipio, qoe fazia
o servico da gaaroigao destf praga, etjtron po
n/L^juniepara o aquartelaraeinto o i-tf* naasma
gaarda nacional.
Este batalbao arranchiu-se no quartel de polica.
_ Iodios do aldeamento de Panema, comarca
de Garanbuns, acommetteraro no raez ffndo as re-
sidencias de diflerentes individuos de Aguas-Bellas;
os quaes pondo-se em fuga, deixaram no poder
dos mesmos indios tudo quanto possniam.
Os aggressores em seguida derara mostras de
nutrir intengoes hostis contra aquelle povoado, nao
tendo-as iraduzldo em facto de real invaso ao
mesmo, em conseqnencia de providencias toma
das pelas respectivas autoridades.
Consta, que os taes indios lomaram a direcgo
do Ourlcury.
Havendo sido condemnado o Dr. Severioo Al
ves de Carvalbo, jaiz de direito de Peruntimim,
por crime de injurias, requereu habeos corpus ao
tribunal de jastiga, que concedeu por acerdo de
22 de junbo ultimo, o qual firmou jurisprudencia
nos segnintes pontos de direito controvertidos :
l". Que podem requerer habeas-corpus uao-s
os detentes, como todos que soffrerem qualquer
constrangimento Ilegal.
2. Que ohabeas-corpus pode ser concedido, mes-
mo depois de senteoga condemoatori, sendo nuil o
o processo.
3S Qae os juizes de direito nao podem ser pro-
cessados no foro commum, mesmo per crimes in-
aividujes.
Este arresto tanto mais Importante, qoanto de-
cide os dous ltimos pontos, por modo diverso do
que ja' o fez o conseibo de estado, menos compe-
tente em tal materia, e que apezar disto havia cen-
surado em termos enrgicos, por consultada sec-
go de juslica, o procedimento da relago desta
provincia e da do Maranho, quando praticamente
deram a's nossas leis a inlerpretago dootrinal
hoje iocontestavel pelo citado arreato do primeiro
tribunal do paiz.
No somnnte. segando nos informan), a' roa
a Mangueira/freguezia da Boa-Vista, onde joga-
se e tira-se baratos ; mas tamben as ras abaiio
mencionadas da mesma freguezla. existem iguaes
casas, cajos danos e freqaentadores ja' sao conbe-
eidos do respectivo subdelegado, qae promette pro-
videnciar convenientemente e em sentido de extra-
as comas de aze viche, tendo nma rosa grande com
tres botoes do lado esqaerdo; e filas estrellas
brancas.
< Os enfeites adoptados este anno para os vesti-
dos de mosselina branea, qoe s se devem usar em
carroagem, sao semelhantes aos enfeites dos vesti-
dos de fazendas mais fortes, como, por exemplo,
os bordados de gregas, patei; oa esquadrlas, ete
mas tnde em aberlos; por isso os ntremelos de
rendas de Valenciennes ou de Cluny, que devem
tragar oos vestidos de mosselina branca os contor-
nos das diversas guarnieres que pretender appll-
car-ihes, simulando tambem peplums; queremos
dizer : qae os ntremelos devem formar as saias
as pomas dos ptplums, com cintos
t Usar-se-bo tambera, este anno, vestidos de
musselioa branca tapada oa com salplcos. As salas
serao guarnecidas no lado inferior com qma tira de
marcehna azul ou cor de rosa, lilas, ou er de pa-
lba de milho, tendo 15 a 18 centmetros de largu-
ra. Esta tira cobre-se com volante igual ao Vesti-
do, um pouco mats largo do qoa a lira, e disputo
era pequeas pregas perpendiculares, o mais chatas
que for possivel.
< Finalmente estes vestidos cori'Z-ss nesgados,
sao chatos nos I.2J0S, G iera rrafas sobm os fta-
dris, e tttraz; usando-se com paletots da mesma fa-
ienda.
Diremos de passagem, qae os chamados pale-
tots Lucia prestam-se mnito a ser feilos de mosse-
lina, e gnarnecera-se tambem com a gttipure, ou
renda fina de Valenciennes, tendo 4 a 5 centme-
tros de largura, e rosetas de fita da mesma cor de
que a tira qae est por debaixo do velante. As
tiras estreitas que ordinariamente guarnecem os
paletots, partindo do pescogo, sero fle fita, e ter-
minaro por ara lago sem piratas.
Os vestidos afogados trar-se-ho om largos
eintos da flta, ou oom os eorsiltts de seda da mes-
ma cor de que for a das fitas dos enfeites.
Parece que este anuo sao baoidas as riscas do
vestuario das senhoras. A profuso das tazendas
riseadas apresentava tanta symetria, era to gran-
de a profusSo de perjjwcitxij raiada?, que a linba
recta fatlgava a vista e enebia de monotona as toi-
lettes de toda a especie, teitio e cor.
t Como contiuuam as soires e os bailes, eflore-
cemos as nossas leitoras a seguinte toilette de
baile.
c Vestido de cima, de fonlard branco. Vestid
de baixo, de gaze de Chambery branca, guarnecido
na extremidade inferior da saia, com tres fofos se
parados por om vlez de seda c*r de rosa cloute de
contas brancas; mais cima tres tiras de seda cor
de rosa, tendo cada urna seis centmetros de largu-
ra simulando urna tnica, dispostas em bnfctl cur-
vas, dondulagoes; cada urna das tiras sobre-
pujada por urna Bada de comas brancas, meio en-
coberta com renda
CHROMCA JDIGUUA. _
TBIBVXAIi BO CdaHTBCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 1 DE
JLHO DE 1867.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DBSEMBARGADOR
ANSELMO FRAIICISCO PKBKTTI.
As dez horas da mauba, reunidos os Srs. de-
putados Rosa, Miranda Leal a suppente S Leitao,
continuando a faltar com cansa o Sr. Basto, o
Exm. Sr. presidente aabrio a sesso.
QLida, foi approvada a acta da sesso antece-
dente.
ixpbduxti.
Oficio do presidente e secretario da junta dos
corretores, datado de boje, inoloindo o boletim
commerciai da semana prxima passada.Ao ar-
chivo.
DBSPACHOS.
Replica de Joo Luiz Ferreira Ribeiro e Narciso
Jos Machado, ponderando sobre a exigencia flseal
para ser janto ao sea distrato social a escriptura
de cessao dos escravos mencionados nelle, que
nao tendo havido venda formal e s sim cessao a
um socio da parte que' o outro nelles tinba, cava
claro nao ser necessario a exigida escriptura de
cessao.Juntera os snpplicaites a matricula e co-
nheCimente dos escravos de que iratam.
Reqaerimento de Joo Evangelista Gomes & u,
dixendo qae com a leitura do artigo 17 do seu
cootrato social, se ver qae tem satbfeito o despa-
cho de 18 de setembro do auno prximo passado,
e por isso no caso de ser admilUdo registro dito
contrato.Registre-se. ,
Dito de Manoel Gomes da Crnz e Domingos Jos
da Amorim, socios, qae foram, da socledade em
commandita de__Amorim & Cpedindo o regis-
tro do respectivo distrato.Vista ao Sr. desembar-
gador flseal.
Dito de Jobn Gallop viudo sellados, em campri-
mento do despacho de 27 do pastado, os estatutos
do banco Brasiliann and Portuguesa Limited.
Vista ao Sr. desembargador fiscal.
Dito de Jos Antunes Goimares,certido do
registro da cessao commerciai que fizera com Sal-
vador Dias Moreira sobre a loja de fazendas d. 2o
da ra Nova.Como requer.
Com lnformago do Sr. desembargador fiscal.
De Domingos da Silva Campos, e Bernardino da
Silva Costa,distrato social.Registre-se.
De Luiz Poech e Augusto Crettoo,contrato de
sociedad.Nao tem lugar vista do parecer
ttacal.
De Manoel Alves Barbosa Sobrinho & C.,tara-
fcsa contrato social.Registre-se.
acopan.
O tribunal ioteirc o de lavar fallecido Joaqun
Marrano Cavalcante de Albuquerque interprete do
commercio, resolve em vista do que dispoe o de-
creto n. 863 de 17 de novembro de 1851, sclentifl-
car aos que se acbarem habilitados a exercerera
dito oficio a requererem no salisfazendo os quesi
tos exigidos no refer o decreto, marca o prasa
de 60 dias a contar da publicagao do edital.
Nada mais se apresentando a despacho, o Exm.
Sr. presidente houve de encerrar a sesso s onze
horas e meta do dia.
Por outros ttulos
oa especies....
20;346J037
Diversos.
Saldo de varias
comas.........
Dividendos.
Pelos qae nao tem
sido reclamados
Ganhos e perdiu.
Lacros sujeitos 4
liqaidaglo.....
Contas correntes simples.
Dinbero recebMo
Rs.
60:346*037
17:348*200
4:764*000
447*070
55:191*519
15,468:626*826
O presidente interino da caixa filial,
Miguel Jos Alves.
O gnarda-llvrcs,
Ignacio Nunes Correa.
1 1
NOVO BANGO DE PER.NAIBCO.
Batanete do Novo Banco de Pernambuca, em 28
de juabe de 1867.
ACTIVO.
Apolices da divida publica........ 870:800*000
Estrada de ferro da Baha........ 131:074*706
Ttulos depositados. ..... 43:845*350
Letras depositadas.............. 469:134*930
Letras descontadas..... 238:260*061
Banco da Babia N/C............. 16:023*120
Banco Mercantil Portuense....... 600*000
Aluguel de casa...... 583*120
Pornecimento....... 5:000*000
Juros............................. 9.12*661
Despezas geraes....... 3:887*222
Caixa.......................... 995:943*031
'
'
Reis.... 2,776:084*601
PAS3IV0.
Capital................
Emisso........................
Letras por dinbeiro recebido a
juros..........................
Contas correntes com juros .
Cootas correntes simples..........
Fundo de reserva......
Titulos em caugo.....
Knowles & Foster, (rfe Londrei.l
Francisco de Figueiredo & C, do
Rio de Janeiro................
Banco da Bahia S/C ....
Massas fallidas cargo do Banco.
Dividendos.......
Premios de saques e remessas...
Ueacontos..............
2,000:000*000
36:630*000
3O-.D00O0O
353:080*280
89:2029814
109:763*419
43:845*550
15*27
63*358
40:321*900
8:164*597
5:511*630
^C0*000_-----

Ris. t,776:084*6l
----------------f~
Estado da caixa.
Em ouro amoedado..... 9:174*070
Era notas do thesouro de 10*000 213:4(0*000
Em ditas menores..... 171:518*000
Em ditas da caixa filial do Ban-
co do Brasil....... 631 :40*000
Em prata e cobre. 320*961
"o inglez responder qae nao era nem meimo] xieo enviara Qffl rosao > Jurez para Ibe mani-
gumas pregas, e outros sao iotelraraente chatos se
bre os quadris; do que se deprehende, que, como
principio, oa regra geral, os vestidos usam-se cha-
tos ; e, como excepeo ou transigencia da moda
com certas cenfiguraedes enguigadas ou repletas,
as pregas sao admittldas para disarcar a pobreza
ou riqueza de... nitidez.
1 J as modistas de Franca tratara de prepara-
tivos para "as toilettes propnas; da estaeo em qae
as pessoas elegantes costumara i'T tomar aguas me-
dicinaos.
c Tambem j ha feito grande numero de lindos
costumes, muito elegantes e alegres, um tanto pa-
recidos com os trajos cyoegelicos, qua as damas da
Imperatriz dos Francezes e mnitas senhoras da
corte, levaram s ultimas cacadas da Compigne ;
vestuario com qne as leas parisienses devem
apresentar-se nos sitios onde se tornara banhos do
mar.
A denominada brodene brelonne toma um la-
gar importante as toilettes que nao forem os cha-
ma Jos trajos cy neg ticos.
1 Os vestidos e os paletots sao de tecidos bran-
cos oa cinzeotoi e al pretos, tendo por guarn-
(Oes bandas ou faxas e potes, bordadas a las da
cores mallo viva, qae se collocam isoladamen-
te na exiremidade Inferior dos vestidos e dos pa-
letots.
dos Monteiro Filho &C,
branca de seda. No cmUeQj. _At,pBiiam8 Togft~ ai
pelo lado de un, nm grande IS50 ne na cor ae ADlonio Francisco da Sllvelr.
rosa pregado'em cada tira.
t Corselet com suspensorios de seda cor de rosa
e enfeites de contas; corpo decotado de musseli-
oa branca em pregas; e festes de rosas na ca-
bega.i
Por ter sido perdida por um nosso emprea-
do, antes de termos visto, ama contra ordem sobre
a publicaco dos decretos e artlgos da associago
do Bant of Rto de Janeiro, foi ella feita hontera,
quando s o devia ter sido aps a respectiva per-
misso do tribunal do commercio.
Na publicagao da ordem do da do comman-
do superior ante-bonlera feita, lase o nome do
guarda nacional, nao Claudino Telesphoro Pinbei-
ro, mas sim Galdino Telesphoro Pinheiru.
j T Hoj as 10 horas se extrahir a 43* parte da
Ibtftia a benefleio das familias dos voluntarlos da
patria (26*) sendo o mair premio 6:000*.
S barca franceza St. Andr, eapito Ndlee,
qoe bontem, por engao, demos consignada a Tis-
set frres vera a E. A. Burle & C
REPARTIQAO DA POLICA
Extracto da parle ao da 2 de julbo :
Foi recolbido a casa de detencao no dia 1 do
crreme:
A' ordem do Illro. Sr. Dr. che fe de polica, An-
gosto, escravo de Joo Baptista Moreira, para ser
castigado.O chele da 2" secgo, /, G. de Mesquita.
Casa de detencao.Movimento da easa de
detencao do da 1 de julbo :
tixisiiarn presos 377 ; entraran) 1 ; sabiram 10;
axistem 368 a saber : nacionaes 272 ; mulberes 7;
estrangeiros 24; mulher 1 ; escravos 60 ; escra-
vas 4total 368.
Alimentados a custa dos cofres provinciaes
267.
Movimento da enfermara do dia 2 :
Tiveram baixa:
Francisco Ignacio de Amorim.
Antonio, escravo de Anna Mara Cavalcanti de Al-
buquerque Maranho.
O Drlgue portuguez Relmpago, vindo de Lis-
boa, trouxe a seu bordo Jos Pinto de Carvlho.
ceuterio publico.Obituario de dia 28 de
junbo de 1867.
Joaqoim Marinho Cavalcante de Alboquerque'
guir taes focos de perdigo. iPernambuco, 54 annos, casado, P050 da Panela ;
As mas sao aseegqintes: a da Jmperatriz e dos honMia
Piree. onde ba dnas daqaellas casas, a do Arago,
onde ha outras tamas, a do Rosario e a da Concei-
go, tem como o beeo do Qaiabo, sendo qne esta'
projeetada a abertura de mais duas, nma nesse
mesmo beco e entra no caes do Caplbaribe.
Nesta fregaexta de Santo Antonio ba diversas
dessas perniciosas casas ; e o mesmo d'-se as
freguezias do fieeife e S. Jos; e deltas promette o
nosso informante dar oxacia cunta por meio de
indicagodas ras, aflm de que a polica faga aca-
bar com a exlsteneia de taes espeloncas, onde o
menos qae se perde o dinbeiro, arrancado mu-
tas vezas a'i precises mais argentes da vida.
Damos em seguida as descripcSes daa ulti-
mas modas de Pars, trazidas pelo vapor in-
glez :
As indcagoes absolutas sobre o systema de
talbar as saias dos vestidos, nao pcssivel descre-
ve-las; porque em geral variara muito, segundo o
gosto das costureiras, ou a vontade das pessoas
para quem essas trabalbam.
Os vestidos qne veem de Paris, us trazem al
enfile.
Antonio Joaqoim de Mello, Portugal, 83 annos,
solteiro, Santo Antonio ; amolecimento cerebral.
Luiz Antonio de Campos, Portugal, 22 annos,
solteiro, Recife ; hydropecardia.
Jos Francisco, Pernambaco, 60 annos, vio vo, Boa-
vista ; nepbite ebronico.
Antonia Maria dos Prazeret, Pernamboco, 50 an-
nos, solteira, Recife ; inflamraagao.
Margarida Senborinba de Carvlho, Pernambo-
co, 49 annos, solteira, Boa-vista ; tubrculos pul-
monares.
Clara Mara do Monte, Pernamboco, 50 annos,
solteira, S. Jos; tubrculos pulmonares.
Satastiana alaria de Oliveira e Silva, Pernamba-
co, 25 annos, casada, S. Jos; tubrculos pulmo-
nares.
Joanaa Francisca Regis, Pernamboco, 16 annos,
solteira, Boa-vista; tubrculos pulmonares.
- 29 -
Clara Maria de Miranda, Pernambaco, 67 annos,
vinva, Santo Antonio; amolecimento cerebral.
Candida Amalia Martlns Pereira, Pernambaco,
45 annos, solteira. Boa-vista; pbtysica pulmo-
nar.
Rosalina, Pernamboco, i annos, Boa-vista ; con-
vulsoes.
-30-
No hooveram anterramento.
de julbo.
' Amonio Affonso Santiago de Oliveira, Pernam-
bueo, "17 annos, solteiro, Boa-vista ; cmaras de
sangae.
Jos Francisco Braneo, Portngal, 47 annos, vlnvo,
Boa-vista; febre typhoide.
Jos Rodrigues Boto, Pernambaco, 45 annos,
solteiro, Boa-vista; tubrculos pulmonares.
Feliciana Maria dos Prazeres, Pernamboco, 60
annos, solteira, Boa-vista; cmaras de saogue.
Maria Manoela da Encarnadlo, Pernambaco, 75
annos, S Jos ; comiplegia.
Adelina, Pernambaco, 8 mezes, S. Jos; den-
U$o.
Henriqaeu, Pernambaco, 4 annos, Santo Anto-
nio ; asuma.
Joo, Pernambaco, 2 mezes, S. Jos; conval-
ides.
Mara, Pernamboco, 4 mezes, Boa-vista; vari-
las oonfldente.
Jos, Pernamboco, i SDno, Boa-vista; cmaras
de sangae. 1
SESSAO JDICIARIA EM 1 DE JLHO DE
1867.
PR1SIDENCIA DO BXM. SR. DESEMBARGAD
A. P. PERETTI.
Secretario, Julio Gumaraes.
A's onze horas e meia da manha, o Exm. Sr.
presidente abri a sesso, estando reunidos os Srs.
desembargadores Silva Guimare?, Reis e Silva e
Accioli, e os Srs. deputados Rosa e Miranda Leal,
e o Sr. sopplente S feeilo.
O Sr. Basto faltn com causa participada.
Lida, foi approvada a acta da sesso antece-
dente.
O escrivo Alves do Brito registrn o ultimo
protesto de letra a 27 do mez Indo sob o n. 1398;
e o protocolo do escrivo Albuquerque conserva a
mesma numeraco e data indicadas na aeta' da
sesso de 25 do mez passado.
ACORDAOS ASSIGNADO?.
Appellante Thomaz Uuarte de Aqaino, appella
Ris. 995:913*031
Cemonstrace da emisso.
91 notas de valor de
124 >
71 i
S. E. e 0.
200*000 19:600*000
100*000 13:i00*000
50*000 3:6S0*00O
Ris 36:630*000
0 guarda livros
Francisco Joaaum Pereira Pinto.
Publicares a pedido
Araujo Cmara, appellado
Appellantes Mello, Lobo & C, appelldos os ad-
ministradores da massa fallida de Amorim Frago-
so, Santos & CPor nao estar presente o Sr.
Basto nao foram propostos os feitos adiados as
sessoes anteriores entre partes.
Appeilaqtes Antonio Severiano de Vasconcellos
& lrmo, appellado Joaqaim Jos da Costa Tinoco.
Appellantes Fonseca & Abren, appeliada D. Ma-
ria Rita da Cruz Neves.
DISTRIBDigAO.
Ao Sr. desembargador Accioli.
Appellantes os administradores da massa fallida
de Seve, Fllhos 4 C, appelldos Kilson Tritton
&C.
AGGRAVOS DO JU1Z0 ESPECIAL DO COMMERCIO.
Aggravante Joo Baptista de Ba rros Maebabo
aggravado Antonio Joaqaim Salgado.
O Exm. Sr. presidente negou provimento.
Nada mais hove e encerrou-se a sesso ao
meio dia.
Caia filial do Banco do Brasil em
PerBambnco.
BALANCETE EM 28 DE JUNHO DE 1867.
ACTIVO.
Letras caucionadas.
Por ouro e prata. 7:400*000
Letras a receber.
De varias proce-
dencias........ 20:346*037
Letras de concordatas.
Valor em carlelra 191:626*965
Titulos em liquidagao.
Por letras protes-
tadas........... 6.36:702*023
Por alcance do ex-
tbesoureiro Do-
mingos Francis-
co Tavares..... 546:790*264
Contas correntes.
Banco do Brasil:
S/c..............15,586:911*268
N/c.............. 1,701:599*344
1,183:492*287
Saques da caixa matriz e filiis.
Aceitos a dias de
vista...........
Depsitos.
Em aegoes do Ban-
co do Brasil, va-
lor nominal.... 40:000*000
Em ontros ttulos
e especies...... 16:648*200
13,885:311*924
300*000
Diversos.
Saldo de varias
contas......
Cauca.
Notas do governo.
Be menores valo-
res e pequeo
valor em eobre.
Notas da caixa :
Bens de raz...
56:648*200
63:766*218
10:372*735
6:000*000
16:372*735
43:362*460
Rs. 15,468:626*826
Passivo.
Capttal.
Valor fornecido
pela caixa ma-
triz............ 2,000:000*000
Emisso.
Pelas segulntes ad-
dicies, cuja tota- -j_.
lidade Igual ao
saldo a favor do
Banco do Brasil,
em contadere-
raessa de notas
a saber:
Valor em circula-
gao.............13,324:230*000
dem em debito da
caixa............ 6:000*000
_2----------- i3,330:23O*0O0
Letras a pagar.
Por saques do Ban-
co do Brasil..... 300*000
Deposttadores.
Pelo valor nominal
de 200 aeges do
Banco do Brasil,
depositadas pelos
directores desta
cala na forma
dos estatutos... 40:000*000
'
Algamai patarras sobre e ta-
mul de d. Joaana Amalla da
Silva, offereeldas ao Illia. Sr.
Jos Das da silva.
Nascer, lotar e morrer.
G. Das.
E' doce ao espirito afastar se do ruido da vida
para ir em urna hora de medilagao pedir loasa
de um tomlo a grande inspiracio dos destinos
humanos.
E a lagrima vertida ento a' memoria das almas
paras, que foram na vida o modesto asylo da vir-
tude, rebenta-nos do seio to temperada de balsa-
mo que n ella parecemos coar nosso proprlo ser,
e depura-lo aos ps da divindade.
I' assira o bolo de profundo respeito e venera-
gao qne vimos trazer aos irmos da Illma. 3 Exma.
Sra. D. Joanna Amalia da Silva.
Sua vida, o lbum dourado cuja ultima pagina
veio rasgar-se contra a pedra tumnlar, nao foi
senio essa doce e triste legenda das almas candi-
das que suecumbem abrasadas de so&rranentos.
Com a consciencia ancorada na virtud", e o
pensamento no co, ella transilava descoidosa
pela va dolorosa da existencia, quando com os
olhos Otados sobre as ruinas ainda faraegantes dos
seus sonhos e aspirarles mais puras e legitimas,
ella por saa vez se achoa fulminada sobre a va-
randa do tmulo.
Foi assim. Em pequeos intervallos, dnas se-
pulluras.se rasgam beira do seu lar, e a eternl-
dade medien entre ella e os dous entes que prin-
cipalmente formavam toda sua ventura, o esposo
e o filho.
Sua alma pode achar na reslgnago evanglica
o escudo confortavel no meio de to duras alterna-
tivas.
Mas, eroOm, a dSr a superou, e a morte trlum-
pbou.
Semelbante a nimpha dos rios iutoo com tor-
rente ; mas a torrente abateu-a. Cboremo-la na
trra, bem digamo-la no co.
__^a
JlLE GVEL1
Triboto de gratidii.
Tarde embora por circunstancias, que nao veem
ae caso referir, sendo urna dellas a distancia em
que moro da capital, venbo boje enmprir um de-
ver que me summamenle grato, qual o de paten-
tear aviva gratido de que me simo possuido por
nm desses actos, que n'uma sociedade egostica e
indifferente como a nossa, fdra assaz para sorpren-
der se, felizmente para mim, nao conbecesse, que
em todas as regras b sempre honrosas excepgoes.
Sim, senhores redactores, sou devedor de ama
dessas finezas, que ao hornera pobre e as minbas
clrcumstancias, quando Ibe impossivel retribuir
na mesma moeda, s dado pagar corao publico
e solemne testemnnho do sen reconbecimento.
Venbo.rend lo pessoa e familia do Sr. Bel lar-
mino de Arroda Cmara pelo que acaba de pra-
tlcar para com um mea filho de nome Jos Baptis-
ta de Alboquerque Mello, a' quem aecudio as
mais criticas circumslancias com todos os benefi-
cios qoe Ibe foi dado prodigalisar.
Havia o dito men filbo sentado praca no 1* corpo
corpo de voluntarios da patria da provincia da Pa-
rabyba. Marchando para o snl aeompanboa o nos-
so exercito em saa longa peregrinaco, regressan-
do afinal ao sen paiz quando, em vista do sen mo
esudo de saade, foi I be impossivel seguir o destino
de seus irmos de armas.
Como nica recompensa o soldado voluntario,
que deixra o lares patrios pelos perigos da guer-
ra voltava ao seo paiz trazando de menos a saude
Miera'* e algans mezes de sold em atrazor e
comp\?ndo-se a saa bagagem de nm baba com si-
coma roaoa *'te mesmo levou descaminbo ao sai-
lar de bordo do vapor; aae condQSl w Rio de
Janeiro. ....
All, naqnella cidade, no', aeJ? Jinbeiro nen^
proteegao lembroo-se de que no seio de s^* 't
lia eu Ihe falla'ra algomas vezes de ama paren
casada com o Sr. Bellarmfno de Arroda Cmara
residente na capital do Imperio. Proeoron-o, -den-
se a conhecer, e effeclivamente o prente p- bre
desprotegido e enfermo, vlo-se de om momento pa-'
ra outro ao abrigo da adversidade, gracas aos des-
velos paternaes qoe Ihe prodigalisaram aquella
familia e sea digno chefe.
Comprebende-se de qae tamanho a divida, qne
me tem preso aos bemfeitores de meo fllbo.Coiio-
qut-se cada qnal as suas cirenmstancias par'an-
uo me respooderem; e quando soober*'-, m. .
JlfST*,mpossivel tpStf&R
sP m reu^ ^toiwwWlo que
so me resta va o*acorso da imprensa^ d>nda ve-,.
*
V,



Mari* e rcrnamUnco Qvarta Telra 3 de Julho de 1867-






~.
nho (sena querer offender a modestia daqoell ge- commendadores e bardes,
cerosa familia) coofessar a miaa nibilidade, cer- cumida a misso
(o, mas mostrar ao mesmo tempo que os pobres de
fortuna oem sempre o sao de seotimentos, e nen-
tium mais cobre do que o da gradao, que ora
apraz me manifestar tanto quinto me posslvel,
satistazendo assim aos reclamos de miaba coas-
ciencia, que d-t oatro modo nao tearia tranquillo.
Agora, porm, que o deve estar, pois que vim de
(azer o reconbecimento dessa Importante divida,
embora nada tenba a hypothecar para sea paga-
mento alera de nm eoraco, pobre sim, mas agra-
decido, devo emfim concloir e o fajo, senbores re*
dadores, pedindo Ibas per sua vea o favor da pu-
blicado destas poucas liabas, com o qae multo
obrigara' a
Manoel Theotonio de Mello.
qaem est in- Qoeautoiramni animo enfraquecido de sea Infe-
de salvar a patria dos Mallas vezas um mal entendido pundonor defa-
apuros, em que se acha. | milia, ama grave ofTensa a" bonra, a" colera, em
' verdade ; por fallar em bares ; ama am momento de furor, sao cau-as de to grave cri-
boa nova vai dar O ponteiro aos seus lei-!m* > entras veres desvarios de cm cerebro fraco,
tores. Cartas da corte wn^WO^^^^Si- Iwtoto
ministerio atteodendo aos ser vicos do-pon-; Esta ultima causa s a vamos encontrar as
teiro que atura com paciencia a gritara classes baixas de nossa sociedade^esta gente, qae
dos dignissimos, e OS mios tratos dos con- T,T? Tida 1aasl 'KO*l dos seres irraelonaes.
tinuos, resolveu honra-lo com o titulo de .^^^.^J!^ dS^lahD.^S
bardo do mostrador.
Ao saber d'esta noticia ooflkial maior,
doator, teneute-coronel, e cavalleiro, bateu
ma se
bypotbese fi-
acbara' porventara em alguma
Caradas T
Obraria sem cansa eficiente
Cortamente qae nao.
A historia do proeesso, qae na comarca da Boa-
das
de sea acto T
Manoel Theotonio de Mello. nalmas rlft r/intentA nnr ter rlfthaixn rio sim1 n.ra,oria ao Proeesso, que na coraarc a* du-
Villa do Bonito, em Pernambuco, U de juubo P ae ?, 4 P ier QeDa,X0 Qe suas i Vista Ibe Instaararam ex-offlcio, historia narrada
de 1867 rernamouco, w ju miem Qm &M fl $a amarello aD1 eommaoicaotes do Jornal do Reeife, e qae se
9.a Semana
pro-
da assembla
vlaelal.
Talvez
caja nao esperasse mais ouvir oponte,
por que, nSo obstante ter elle promettido
analysar os ltimos actos do parlamento pro-
co no sen genero, cojas honras realcaro
as futuras eras o renome da reparticjta,
deque cbefe, mais anda do que ao con-
deprebende da leitara de todas as suas pecas pu
biicadas neste Diario, delxam' bem patente, qae a
causa, qae levara a am bacbarel em ^ciencias so
ciaes e jurdicas, revestido de um importante car
ane a senhora curiosidade nnbli- tulado Romano honrou o cavallo de Coliga- g0 publico a tentar contra a vida de ara sea seme-
fflMmsa mais onvir a nantrro *. POrque esse animal n50f0i O nico ca- Ihante, tao ftil, mesqainha, qae o simples bom
isperasse mais ouvir o ponleiro, .. *,.. _,_ ;j j_ .! seuso a ranal.
vallo a quem se tem
entre senadores.....
querido dar assento
Ainda bem nao baro, ja o ponteir est
vincial, era muito provavel que, encerrando-' .*""*? "JES
seocongressonodia, em que finttava-seo.WjJ0^0'81"".
Praso dfsnas funccses, parLem o_re.ogip,| "TJ^T^L
e por tanto tirassem o elemento motriz do
ponteiro. Mas assim n5o acconteceu; por-
que o El supremo prorogou a assembla por
mais quinze dias.
Certamente nao era de esperar que neste
tempo em que tudo se faz sob o influxo do
progresso, este tambem nao influisse na il-
lustrissima, prolongando o praso da sua
existencia; o que sem duvida progresso,
querpara as algibeirasdos dignissimos, quer
para os innocentes anlbadinhos, e quer para
os cofres pblicos, postoque aqui o progresso
seja para aniquilamento, o que nao lbe {ira
o carcter de progresso. Ora esla proroga-
co veio cansar algum encommodo ao pon-
teiro, que j contava com o seu prximo
descanco, que elle, nao obstante a amisade
que tem aos dignissimos, aprecia muito;
porm, como foi essa a excellentissima von-
tade, fat dominicana voluntas, e mal haja
quem ousar contesta-la. Por outro lado,
essa prorogacao era indispeosaval, porque a
asserabla ainda na"o tinha feito o seo "testa-
mento, nem estabelecido os seus legados,
sem os quaes nao pode morrer cheia das
bencoes da humamdode desvalida. Oxal
que os dignissimas nestes quinze dias, ao
menos por despedida, lembrem-se dos in-
teresses da provincia.
Passouo projecto que supprime o Curso
Commercial!!....
No dia em que se deu este facto, depois
que a sala flcou deserta, appareceu ao pon-
teiro, urna senhora respeitavel, com a fronte
cingida pelo diadema da realesa, trazendo o
seio coberto de sangue, e as faces banhadas
de lagrimas. Coitada! a poDre mulber bra-
davaque tinham-lhe roubado o seu throno,
para da-lo quillo com qne se ata v. g:
meias; que nao lbe respeitavam mais, nao
ouviam as suas reclamacoes, e nem respei-
tavam a garantia da vitaliciedade nos empre-
gos que ella conceda.
Mas quem era essa senhora ? Era a Qlha
do phikjsophoeda sociedadeera a senhora
Lei, pobre mulher que tem sido prostituida
por aquellos mesmos que a deviam prote-
ger. Ora o ponteiro, naturalmente sensi-
vel, consolou a Exma. fazendo-lhe ver qne
eramloucuras de rapazes, estas cousas to-
das que vamos vendo, e que devia ter pa-
ciencia at que aliga, apenando alguma
meia em perna gorda, arrebentasse porque
talvez que a sua sorte raelhorasse.
Disse ella qae os seus protigidos (os pro-
fessores do curso) estavam sem destino, e
"massadas com o acontecido; mas o ponteiro
fez-ltie ver tambem que isso era passageiro,
e que esse dinheiro que perdem agora est
juros, para receberem no futuro. Emfim
retirou-j aSra. Lei ainda muito inconsola-
vel, nao obstante as consolaces do ponteiro.
Os dignissimos deram-nos mais urna pro-
va de que desmancham com os ps o que
azera com as mos: 0 producto das lote
ras, que se haviam concedido em favor da
colonisaco polaca, foi applicado, pelos dig-
nissimos, ao pagamento da divida da Santa
Casa da Misericordia para com o bacharel
Villares.
Realmente esta foi de patente! a Santa
Casa recebe urna doac3 de quem nao a po-
da fazer; obrigada depois pagar urna di-
vida, qae conlrahira com a recepeo dessa
djacjSo, e a pobre colonisaco polaca fica
privada do seu peculio sem se attender mais
as consideracoes que presidiro a conessao
das loteras
Antesos dignissimos destioassem esse pro-
ducto, j que o queriam tirar da colonisaco
polaca, para facilitar a emigracao americana
c para o norte.
Nao pensem porm os leitores que o pon-
teiro vota todas as suas sympathias esta
emigracJo ; e principalmente como ella est
sendo tata. Eocarrega-se um quibuscun-
que de remetter da America os emigrantes,
p igando-se-lhe um tantumpov cabeca; aquel-
le d um passeio aos Estados-Unidos, e pe-
gaj}t quantos reos de polica encontra pelas
ras, e remette-os para esta trra de patetas
como fazendeiros emigrantes assim a emi-
gracao vem ser prejudicial, porque aquel-
es emigrantes, naturalmente, hao de querer
exercer aqu a industria em que se empre-
gavam, e pela qnal tiveram desgostos com a
polica; o que sem duvida os decidi a emi-
grar.
O ponteiro acredita na proficaidade de
tal colonisaco, que em tudo semelhante
a que j se levou a effeito com quanto a
tratante belga se encontrou na Europa, e
que aqui vieran dar-nos o triste espectculo
de augmentar o numero de mendigos, de
bebados e de ladrSes, tornando-se particu-
larmente notaveis por sua pregaba e aver-
sao a qualqaer trabalho honesto.
Promova-se a emigracao dos homens mo-
ralisados, trabajadores, industriosos, pro-
pietarios on capitalistas, que ewstem des-
contentes nos Estados do Sul da grande Re-
pblica. EUes sao numerosos; e por certo
nao hesitaran* em procurar abrigo no Bra-
sil, se por ventara Ihes fossem conhecidas
as vantagens, que podem tirar da uberdade
das nossas trras, e conhecessem a ameni-
dade dos nossos climas. Mas ao governo
tem faltado patriotismo bastante para oceu-
par-se de negocios serios, salvas a dtsign*-
cao de deputados, demisso de emprega-
dos, qae nao quizeram fazer o papel de
cerreios de listas ofliciaes, e nomeaclo para
os empregos de gente menos bravia aos
o ponteiro
que nao serve a cojonlsaco como se tem
querido fazer. De tratantes, vadios, pre-
guicosos e bandalhos ha grande abundancia
no nosso mercado ; ellos se encontram nos
armazens da baixa- e da alta sociedade e
muito particularmente nos armazens da Sra.
poltica, onde oceupam os primeiros luga-
res.
Felizmente o norte do Brsil tem estado
em despreso para a colonisaco de belgas
dos Estados Unidos. E antes que o gover-
no do Sal, digo da corle, se lembre de mi-
mosear-nos cem essa boa gente, seria bom
que Pernambuco tomasse a peito promover
de urna maneira diversa a emigracao espon-
tanea. O ponteiro er muito no poder
absoluto da imprensa dirigida por espirito
afilado ; nesse poder que elle v o meio
mais efcaz de chamar a attencao dos ame-
ricanos amigos do trabalho para a nossa
provincia, e resolve-losavirem espontnea-
mente com suas familias e seos capitaes es-
tabelecer-se entre nos.
Pois bem ; em lugar de se destinar o
producto da lotera para pagamento de urna
divida da Santa Casa contrabida, secundo
dizem, por nm capricho malicioso, seria
melbor que os dignissimos o applicassem
publicaQo, nos jornaes dos Estados do Sul
da Unio), de artigos frequentes, claros e
precisos tendentes a demonstrar o verda-
deiro estado da provincia quer em relaco
as riquezas naturaes do slo, quer em re-
laco a bondade do clima (fazendo desappa-
recer a preveoco contra os exaggerados
rigores do calor) e quer em relaco aos re-
sultados, que ao agricultor laborioso devem
resultar de um trabalho intelligente, etc.
Emfim o ponteiro nada mais diz porque
nao pode metter-se em funduras. Estece-
gocio dos grandes; elles que o deeidam.
Coneederam-se duas loteras, cada urna de
120 contos para o pe*nsionisto agrcola do
bacharel Manoel Firmino.
Que amor pela agricultura 1... Isto que
progresso, o mais historia..
Tratou-se do projecto de fixacao da forca
policial.
Fallaram respeito alguns dignissimos,
mas a discasso nao foi como exiga materia
tio importante
senso a repelle.
Um bomem eJucado desde tenros annos em flna
sociedad--, graduado em ama academia das reafs
mostradas do imperio, na primavera da vida,
ebeio de justas ambicies no futuro, bebendo exem-
plos de virtudes em seus progenitores, e em mem
bros proemioentes de sua familia (tao respeitada
no paiz, e qae ta' tem nome na historia), dotado
de intelligencia bem esclarecida, occapando nm
cargo publico de Importancia, e sem antecedentes
que desabonem a sua vida particular, nao irla ene-
grecer o seo futuro, e nem se atiraria lio desasa-
damente na carreira dosenmes por to frtil mo-
tivo, como o qae asslgnalam ao horrivel atlentado
qae lbe imputara.
Appellamos para a coosclencia dos bosaens sea-
satos de todos os partidos polticos, sejam quaes fo-
rera as suas crencas.
Q jal sera' o bomem, por mais carta qae seja a
soa inlelligeneia, qae acreditara' qae o facto de
ser visto no alto serto um rapaz solteiro na idade
de 2i annos em casa de ama mulber solteira, da
vida duvidosa, Icvasse este a maodar matar a
aqaelle, qae procurara reconhece lo 1
Em outros lempos-i-ito fcilmente alo saccede-
ria, quanto mais em am scalo, em qae estes pre-
coaceitos soclaes vo desappareceado ; e que exem-
plos da mais completa devassido sao dados a' nos-
sa mocidade, por aquellos qae lbe deveriam servir
d e espelbo.
Quando homens qae pelas suas idades, estados, e
posicdes sociaes deviam dar exemplos de contioen
ca, e severidade de costamos, nao se envergonbam
de scenas de verdadeiros escndalos, procurando
torna-Ios bem publieos, nm mancebo, educado
nessi sociedade, bavla de mandar matar um ho-
rnera, de quem punca recebara offensa, somante
para fazer desapparecer -ama testemauba de um
fact), que at applaudido,' e eiiWa'iQ as ras
imis publicas desta capital, por aqoells qa? c;
deveriam evitar, e reprebeode-los nos outros por
amor da lei de Dos III
Por certo que seria preciso muita maldade, on
ter a cabera fra do sea lagar. -
Coohecendo os autores deste Celebre proeesso a
impresso desagradavel qae fez no senso commao
dos leitores a historia do crime imputado ao bacba
re Fraoklia ; procurara fazer acreditar, que bavia
am plano tenebroso dos conservadores de acaba-
rem pelo punhal, e pelo bacamarts certos sertane-
jos da Boa-Vista ; e que o bacbarel J. Fraoklin,
na qualidade de promotor publico, fra encarrega-
do ae o por em execaco, tendo abortado este san-
guinolento plano por um mllagre de Dos.
Sem desejos de offender aos sert.in.-jos, diremos
que semelbante historia de planos sanguinolentos,
s podera' ser acreditada por serlanejos.
O resultado da luta eleitoral mostra bem ciara-
mente a falsidade de tao desconcbavado abaso ;
e o pabiieo sabe dar-lbe o devido apreso, julgando
se am simples promotor publico de uma comarca
longinqua de nossos serlos?, sem auxilio de in-
fluencias partidarias pode por obstculos a um
partido, qae dlspSe de todos os elementos governa-
tivos, e que naquellas altaras tem a sea lado toda
a polica e judicatura.
O que finalmente revelou se na imprensa foi,
qae serviado o promotor publico bacbarel Joo
Fraoku de obstculo a mais facllidade em certos
arranjos de familia, eroprgaram contra elle a bem
conhecida geometra do sertao.
E ainda mais revt-lou-ss*- o espirito vertiginoso
Entrando em 3. dwcoee-o <*U'POjfiCloA 4^^^ awihm.uarzoi tams nos promelte
no fataro.
Reeife, 2 Je julho de
1867.
Y.-
dignissimo Amorim requereu preferencia
para se discutir o projecto que devide a fre-
guezia de Garanhuns. Na verdade este pro-
jecto parece de mais importancia, por que
esta diviso, bem como todas as outras, que
se tem feito, indispensavel para o mais im-
portante negocio da provincia as eleices.
Nota porm o ponleiro que esse requeri-
mento foi regeitado {mitahile visu !) e que
o dignissimo Joaquim do R. Barros fallou
contra elle.
O ponteiro tem observado que os dous
dignissimos andam sempre em desharmo-
nia. Qual dos dous ter razo ? Parece
que desta vez o dignissimo Amorim revelou
intenco de dar um piparote no dignissimo
Barros com detrimento dos interesses do vi-
gario de Garanhuns. Sao miserias da poli-
tica da Aldea !
Continuando a 3.* discusso do projecto
de forja policial, o dignissimo Gaspar tirou-
se dos seus cuidados e atirou uma pedrinba
no sapato dos seus antigos companheiros da
opposicao. Disse o dignissimo que ta en-
trar em algumas consideraedes polticas na
convieco de que nao teria um s appoiado.
Essa pedrinba maguou am calo do dignissi-
mo Barros, que era o nico dos companhei-
ros, que se achava na salinha, e a qtrem a
dor fez dizerveremos. O pontiiro ges-
tou do talveremos, por que era umpro-
testo contra a pretenco do dignissimo Gas-
par de qaerer passar pelo nico setinella
das publicas liberdades no honrado congres-
so. E com effeito no correr da discusso vio
o ponteiro que o dignissimo quiz tirar a sar-
dinha com a mo do gato, pois que, sensu-
rando alguns actos do governo imperial,
disse que estava com as armas ensarilhadas
qnanto ao geverno da provincia. Ora, a
vista desta :espectativa sympathica, parece
justificado o veremos do dignissimo
Barros.
? promettida reforma da.instrucco pu-
blica anda nao vio a luz da existencia ; e ha
quem diga que ella j foi realisada na cele Joaqaim SimSes dos Santos precisa que o escri-
h PTtincran do Curso Commercial. O vl Atbayde lhe d por certido o tbeor da semen-
ore extincgao ao fco """ "*' ." 1 ca qaecondemnou a Jos Joaquim da Fonte Gur-
ponteiro nao pensa assim; por que, sendo*,,,, por qaeixa d0 supplicante.
0 dignissimo Cicero membro da commisso p. a V. S. lbe mande dar a certido que reqaer.
de instrueco publica, foi elle quem mais! -E. R. M. _
Dz em apertOS O dignissimo Amvnthas COn- GolHwraie Angosto de Athayde, serventorlo vita-
yu om atioiwo 5 j icio do offlcio de escrlvo do julio municipal e
tra o projecto, que extingua 0 referido Car- d0 crime desl, cidad9 d0 Reci,e de Pernambuco,
so. Parece que o dignissimo Cicero quer e p0r S. M. Imperiat e Constitucional o Sr. D. Pe-
trabalha n projecto de reforma ; mas a se- dro H, a qaem Deas guarde, etc.
~u n,i*neA(iila nan ta cnntflnlft com a Certiflco qae revendo os autos de qae falla a pe-
nhora Curiosidade nao esta1 comente com a s4 a sent9 c(jt
demora, posto que D. Prudencia aconselbe avqaal do mo0) frma e maneira segainte.
que nao deve haver precipitacao e rreexo vistos estes autos, e nelles attendendo a qae o
nm obiecto de reformas. querellado confessa ser o autor, alias ja reconheci-
Jj___.ioa. An iirmiacimri Amvnthac do neste carcter afl. 9, do artigo publicado no
Se dependesse _do dignissimo Amynthas D coBsUnte d9 fl< aueQd Dd0,,a qQe Dessa
reformar a instrueco publica, ja estava tuao pab|jCacao o mesmo querellado attribae ao quel-
acabado, a D. Curiosidade satisfeita ; por | xoso o crime vago de qaerer apossar-se de bens
nnP rannia tudo no proiecto da extinceo, albeios sem determinar preeisameute os factos
yuc1 iouuio u' r 1 constitaltivos da tenttlva allbaida ; e deste modo
do Curso Commercial e de um so golpe... a altendenii0 a qQe 0 mesmo qaereiiado
Os juizes competentsimos do commercio de
PernamBtrco, sao as pracas importantes cora qaem
continuamente se corresponde ; essas fazem-lbe a
devida JastiQa, consideram-n'o como devem e res-
peitamn'o como merece : entretanto que um
poaeo problematbico, o juizo que as academias es-
traogeiras formariam das do imperio, se muitoj
hachareis houvesse, qae at o proprio idioma nao
soubessem escrever.
Ah I.... Esquecia-me dizer ao illustre ou lus-
troso instrumento, qae temos por ca urnas mate
ras puramente comraerciaes, chamadas escriptu-
rago mercantil, clcalos, cambios, reduegoes de
moedas, pesos e medidas: isto sao camiabos ovios
para sua merc e aposto todo o rendimentodasalfan-
degas do reinodaLua.emcomo sua merc anda qae
se armasse de mais doos, quatro ou det guies,
nao serle capaz de aniquilar 03 tramblhos em que
tropecaria a cada passo.
Nao fallare! em correspondencia: para esta
mister am poaco de grammathica e ortbograpbia,
e n'estas materias mostrou sua merc para quanto
prest, va no seu decantando o que eu disse o
que e no eupbonico quando nao, nao I -
Disse.
Falle como am sino em dia de festividade. Crea
illustradissimo Sr. luidlo qae fiqaei com os pol-
moes avariados : aioda assim,- se quizer honrar o
commercio com mais um ar da sua graga, repara-
re! a a varia, segurarei e mea phisiso e de com
mura accordo com sua merc proporcionaremos^ ra-
pazeada (especialmente) am passatempo mdico e
sobremaneira divertido.
E elles precisam, coitados, mrmente estando
os Bou/fes Parisienses prestes a fazer-se de vella,
por terem a maior parte do carregamento enga-
jado.
Asslgoo-me respeltosa e inicialmente.
Se sua merc fizer muitoempennoemeonhecer-me
ilustrse com algum padeiro para se, pretender
dirigir-se a mlm nao cahir em mais ama asneira
cbamando-me corsario, pirata ou ladrao de galu-
chas.
O cidadSo,
S S S F
reforma estava feita.
Ah I (dizia o imperador Caligula) se o
povo romano tivesse utna s cabeca 1...

resto fica para a 10* semana.
O ponttiro do relogio.
AccasajSes ha qae pia exageraeje fazem plena
seus caprichos em substituicao aos miseros,
que ainda ignoram que quem o assento al- 'defexado aecosado\
luoc ido to pod ostentar todas as tezts ***** cas m n,,or u*e"*' ** u' VB" Vva de uiorte felta ao bacbat.i joao Frankiln de
que quer. Alencar Lima, ex-promotor pabilo da comarca
O ponteiro nao injusto, e por isso nao d* Boa-Vista,
squecer nesta occasio o grande servico, Homam algum, por mais rade que teja a toa
que nestes ltimos tempos tem o bom do dacacao, atirase na carreira dos crims, come-
'? Dar o exercito dos oavalkiros, Um-se a' esu observacao, causas muito poderosas,
O COmerCO e as entufadas macha- 2*rca "eional-Farorifn-cbanioe.
dadas, CatanadaS OU COma melhar Paiacbe nacional-Valente-iem.
lime hajam Patacho narlonalGuilhermtnadem.
Nasreg,58s das classes numerosas e importantes, ? if^V^^T ffl*"'1***'
sopraasss forte am vento cbamado-despreso-, r^tSX^f^~P^T'lAZ
que affasta dellas as offensas, qae Ibes atiram ener- ""'""ir V tdZr^z* Mflm
gmenos deseoxabidos. 5",80' PngneZyiV. S. da ConcetfSo-iem.
E.s a razo porque o commercio de Perntmboco Gllera *^-*nmonf-mercadorUf.
soltoo ama garg libada unisoua de desdem. qaando Iiportca.
lbe cansiaram as catanadas com qae o lustroso Escuna nacional Georgeana, entrada de
cutelie o mimoseoa, qaaodo na assembla se disco- Macau, consignada a Tasso Irmos, mani-
projecto de extinego do corso commer- festn o seguinte
i
lia o
Bastava que fossem ellas vltradas por sua 5o alquires sal ; a ordem.
merc, (perdoe-me nao dar-lbe ao menos -senbo- Vapor nacional Paran, entrado do
la: ca no commercio nao se osan essas dehea- Para manifeslou o seguinte :
3o rollos de salsa com 14 arrobas
dezas) para qae, se deixassem passar, como certas
emanacoes desagradaveis, qae caasam apenas am
incommodo ephemero e passageiro.
O commercio sabe psrfeitamente, qnanto a aca-
demia jurdica deve a sua merc.
As catanadas do illustre contundente, foram de
tal forca,- que niogaem, por mais impetuoso que
fosse, deseeria a apara-las no escudo da razao.;
mas como a cousa teve am qaer qae fosse ae pan-
tomima, alguns meas collegas, infrenes apaixona-
dus do burlesco, sabiram a campo ridicularisan-
do-o, aflm de despertaren) os bros de trno moder-
no, e apreciarem novos e&erttcios, e os assombro-
sos recursos da Importante peca de ferramen-
ta. Has qual I O lustroso culello, contra toda a
espectativa, recolheu-se ao estojo, e apenas sabio a
lame coa) am fraqaiisimo golpe, especie de mwno-
tmho Iliterario, que corre abi impresso no Jornal
do Reeife.
0homem- Diarlo de Pernambuco, aprovei-
tou o ensejo, e qual rebollo de ba especie, desgas-
tou-o de ama maneira assombrosa; -e contra todas
as regras da boa amollaqao, reduzio-lhe o brllho j
nm poaco opaco, a reflexo de caveira de ju-
mento.
Ora depois disto, que valor podem ter as cutilla-
aS.
T< Bastse Irmos.
Encommendas.
1 embramo ; a A. A. Gomes.
I caixo; ao Dr. Emiliano Jos Bodri-
gnes.
i caixa; a Justino Jos Baptista.
1 volume ; a Manoel F. dos Santos Maia.
Vapor nacional lpojuca, entrado dos
portos intermedios, manifestou o seguinte :
Do Acaraj.
60 saccas com 5o4 arrobas e 15 libras de
algodo; a ordem.
De Villa Nova.
29 saccas com 183 arrobase 16 libras' de
algodo ; a J. J G. Beltro.
89 saccas com S39 arrobas e 25 libras de
algodo ; a Joaquim P. da Costa Moreira.
4o saccas com 211 arrobas e 15. libras
de algodo ; a ordem.
9 saccas com 49 arrobas e lo libras de
das de sua merc em materia de illustracao?
Qaanto a mlm, valera tanto, como as opinioes do atoado a Augusto de Araujo.
btsav de Ado sobre economa poltica, como as
innovacoes que Calm qaiz introdazir na telegra-
pbia elctrica, ou fallando commercialmente, como
a segunia va de carta recebida qae se langa ao
cisco, para d'ali seguir em direltura praia.
O Sr. Culello oquesliouavelmente muito igno-
rante......em materias de commercio, e como esta
sua ignorancia pode desabonar am poaco a popu-
lacho desta trra exceacialmeote commercial, pe-
rante qaem nao esteja a par da cegaeira do gume
deste derrubador de floreslas, quero conceder-lhe
por momentos a bonra de ser humano, e fazer
algumas reflexdes sobre o commercio,
* Se a tanto me ajudar engenho e arte:
quero mesmo demonstrar-lhe que, o que disse nao i
oque (?)
Em urna das suas canatadas, cuttlladas, macha-
dadas, ou como melbor nome bajam em ba e
ethimologica phrasenloga, excla'moa sua merc :
Commercio illustrado. aqmJ, "
Ora eu nao sei, nem sua merc o disse a nin-
gaem, se o adverbioaguse referia ao logar em
que vibrava os seus golpes : em easo afirmativo
don razo ao bomem ; conbeco por la ilbos de Mi-
nerva, discpulos de Esculapio eirmSos de S. Pedro
e S. Paulo; mas nao me consta qae os lhos de
Mercurio, tivessem ingresso, desta vez, no Olyrapo
em que tem seu lugar de honra o afammdo producto
da tenda de Vulcano.
Se porm aqaelle adverbio se refera praga
commercial do Kecife, cabera perfitamente aqui as
minhas reflexSe, e la vo ellas.
Aquella exclamagSo partida dos pulm&es de am
individuo de inflma classe, costumado apenas fre-
quenciaideesas nauzeantes locaadas, onde a escoria
sociat val saborear a amaretlenta pafncia, o rooxo
caala, ou adulterado figueira, era a cousa mais
natural do mundo; mas proferida por um bacba-
rel, por eavalhelro do grand mond, por nm repre-
sentante 1 pirtibus, de um circulo eleitoral,
intoleravel; porque costa a crr, que um flguro
tao bnlhanlemente collocado na prateleira social,
se tenha extraviado por essas mlseraveis bodegas,
por ellas queira aquilatar o commercio em
geral._
E d'abi.....quem sabe?
Ea nao son sombra de sua merc o nao duvido
de causa alguna, desde que urna velba me contou,
que houvera um santiaho, qae nao duvidou que
um bol podesse voar I
Commercio tlluslrado, aqu I .
Ora sua merc nao far favor de me dizer o que
emende por commercio Illustrado?
Qierera por ventora, oue cada taberneiro sej.
uu*-Ueraio, cada caixeiro am bacbarei iotelli-
geate ?
Querer q;ie os guara livros sejam membros da
Hernia franceza, que os negociantes sejam poe-
llfamaturgos, romancistas, historiadores, pbi-
loaophos, ajusicos, pintores e cboreographos ?
Querera que cada taberna seja ama estante de
ivros, cada loja um gabinete de estado, cada ar-
mszera urna biblotbeca, cada trapiche ama arca-
da, e cada escriptorio uma Babel onde se fallera
todos os Idiomas vivos morios e moribundos?
E.u que paiz o commercio totalmente
Ilustrado?
Acaso 0 commercio de Londres, Pars, New-York,
Rio de Janeiro, Hamburgo,-Lisboa, Genova e tan-
las outras pragas comraerciaes do mundo, nao
coutam no seu gremio homens mostrados e igno-
rantes na mesraa proporcao que entre nos?
Se sua merc soubese alguma cousloha, certa-
meote conhecerla esta verdade; mas como
De Penedo.
4oo-saccas com 1,833 arrobas e 25 libras
de algodo, 246 saceos de milho e 7o latas
oleo de ricino ; a diversos.
Escuna inglesa J. 0. U. entr.ida do
Bio Grande do Sul, consignada a Jos da
Silva Loyo C. manifestou o seguinte :
13,750 arrobas de charque, 60 couros
seceos, 5o saceos com 3oo arrobas de feijo
preto, loo caixas com 5,ooo libras de sabo,
16o resteas ceblas e 2o latas com 2o arro-
bas de erva mate ;-a ordem.
Exportado
Brigae brasileiro Trovador, carregou pa-
ra o Bio de Janeiro o seguinte :
00 saccas com 1,194 arrobas de algo-
do >5po saccas com 2,5oo arrobas de as-
sucar bran"co,^,890 ditas com 9,15o arro-
bas de assucar^mascavalo e 2,o95 meios
de sola. \
-- Barca franceza\SpA ra o Havre o seguinte r\
692 saccas com 3,839Nu;robas e 5 libras
de algodo, 1,163 couro* ""''"" com
57,79o libras.
Barca portugneza Constante.
carregou para Lisboa o seguinte:
5 barricas com 28 arrobas e 14 libras de
assucar braoco e 2,o47 meios de sola.
RECEBEDORIA DEiRENDAS INTERNAS
GERAES.
Rendimento do dia 1............ l:698G0l
dem do dia 2 ................. :12i$93l
3:823JI33o
CONSULADO PROVINCIAL.
ReDdimeutodo dial.-........... 4:186585o
dem do dia 2................. 11:318^713
15:o055568.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 2.
Lisboa-26 dias, brigne portugoez Relmpago, d6
238 toneladas, capltao Joao Epiphaneo da Sil-
veira, equlpagem 13, carga diversos gneros; a
Thomaz d'Aqaino Fcnceca & C.
Liverpool por Lisboa23 dias do primelro porto e
17 do segundo, vapor ioglez Cassmi, de 687 to-
neladas, capitio John Hwdson, equipagem 28;
carga differentes gneros ; a Saunders Brothers
& C.
Observago.
Eo houveram sabidas.
Apparece o sol a barca brasileira Thereza, e
ao norte um hiate.
EDITAES.
O Iilm. Sr. iuspector manda fazer publico
para conbecimento de qaem interessar qae tendo
i-oitwa- o sea forte, e tem oavido dizr que l'sidoapprehendidas pelo offlelai de descarga Silve-
nas cutras taras ludo melhor do que entre ns,'r0 Joao Nepomueeno Bastos, S pistolas de algibe-
eotendeu que tambem o commercio por l cousa | sendo tres de dous canos e duas de am, qae
difireme. Oulra bypotbese. achou na lancha que condazia do bordo do vapor
Sua merc esti talvez persuadido, de que as ope- rraaeez Bourgogne, procedente de Marseille, em 26
ragoes commerciaes de Pernambuco, cingem-se a j0 corrente, e nao sendo conbecido o'dono, D.
simples iroca de mercadoras por dinheiro, ao|ca.|he marcado o prazo de 8 dias na forma do art-
manejo material de balangas, peios, medidas varas'745 do regulamento em vigor, para, independente
e covados ao alcance de qoalqoer cidaiao do Congo' Qe qaalqaer oulra iotimago apresentar sua defe-
ou Cabinda I zavrequerer o que fr a bem de sea dlreito e ver
Obi sauta ignorancia 1 proseguir todos os mais termos do proeesso, como
Faca-se a lamparma I prescreve o art. 7ii 3 do mesmo regulamento.
Saiba pois Sr. Contundente, que o commercio Alfandega de Pernambuco 28 de junho de 1867.
de Pernambuco, eatretem relagSes importantissl- 0 3* escriturario,
mas com as principaes pragas do mundo, e que,
felizmente para elle, nao precisa recorrer a exira-
nhos para qae as operagoes mais difflce s, as tran-
zagdes mais importaotas se effactaem com necessa-
ria regnlaridade.
Sua merc saberla disto se se dsse ao incommo-
do de escorregar do Olympo a cujas jorobabas se
acha agarrado, e se abysmasse neste mundo de
trevas chamado commercio. Convencer-se-bia que
nesta escundao, ha muita luz e com brilho sufi-
ciente para traosmillir a certos lampioes alimenta-
dos com torcidas de diplomas scieotlflcos, qoe
infelizmente nem sempre sao o justo premio da
intelligencia; do estudo e do aproveitamento.
COMMERCIO.
poblieoa es
cripto prejudicial a' repotagao do queixoso contra o
preceito do art. 236 JJ 1, 3 e 4 do cdigo criminal;
attendendo tambem a qae pelos depoimentos de fl.
19 a fl. 21 foi provado qoe o jornal em qae a pu-
blicagSo se fez foi distribuido por mais de 1S pes
soas ; por todo isso e o mais qoe dos utos consta
julgo procedente a qaeixa e coodemno o roo como
incorso no grao medio do art. 237 $ 3 a soffrer
quairo mezes de prlsao simples e malta correspon-
dente a melada do tempo. Pague o mesmo reo as
castas. Reeife, W de jacho de 1867.Jicintho
Pereira do Reg.
E nada mais se continua em dita ceidlo aqoi
fielmente copiada dos proprios autos ata quaes me
reporto.
Dada e passada nesta cidade do Reeife aos 2 de
julho de 1867. Sobscrevo e asslgao. Em f de
verdade. O escrlvo, Guilberme Angosto de
Albelde.
PRACA DO RECIFE 2 DE JDLHO
DE 1867.
As 3 X horas da tarde.
Algodo 1* sorte13600 por arroba.
Silveira.
Presidente.
Macado,
Secretario-,
Novo banco de Pernambuco
0 novo banco suspende do ultimo deste
mez de junho em diante os juros as quantias
qoe por conta corrente permanecem no
banco.
O Novo Banco desconta letras de 7 e 9 0/0
b anne, conforme os presos.
O novo banco paga o dcimo oitavo divi-
dendo de 60300 reis por-aeco.
ALFANDEGA.
Rendimento do da 1............... 2i&2?S
Idemdodia ................. 23:252*747
42:171*715
MOVIMENTO DA ALFANDEGA.
Volamos entrados com fazendas..
1 < gneros....
Volumes sahidos com Tazendas...
1. c t gneros....
Eulycbllo Mondin Pestaa.
DECLARAOS.
241
423
-----664
86
201
-----287
Descarregam neje 3 de julho.
Vapor inglez-CoasiiUmercadoras.
Barea fraucexa-Coi?*mercaderas.
Barca francezaSanto Andridem.
Patacho loglex-Iajwrmff-ldem.
Brigae brasileiroBertha Remtorff-idem.
Brigae portogoexConfanl flidem.
I Patacho uernegoeuMl/*an-fartnha de trigo.
A administracSo do correio desta ci-
dade engaja homens para o servico de cami-
nneiros as pessoas que estiverem nestas con-
diges e quizerem se engajar: dirijam-se a
mesma com attestado que abone sua con
ducta.
Arremata cao.
Tendo-se de proceder aos reparos e outras obras
no edificio da capitana do porto, convida-se a qaem
se queira encumbir de laes obras, a examinar o
orgamento na mesma repartigao, e apresentar suas
propostas em carta fechada no dia 8 do corrente ao
meio dia.
Capitana do porto de Pernambuco 2 de julho de
1867.O secretario.
Pecio de Aguino Foaseca.
Subdelegada da tregoezia de Santo Antonio
do Recite 1 de julho de 1867.
ACHADO.
Nesta subdelegacia entregou o inspector do qaar-
teirao 38 desta fregaezia Paulino Onofre Nones,
com loja na roa do Livramento, a qaantia de 154
em cdalas qae apprebeaiea a um preto liberto de
nome Benedicto, que passando naqaella roa pelas
4 horas da tarde do dia 18 do mez de junho prxi-
mo Ando, o encontrou na calgada, sem qae nessa
occasii se podesse descobrir qaem fosse sea dono:
qaem se jalgar com direlto a tal dinheiro apresen-
te-se, qae dando os signaes e esclareclmentos con-
venientes lhe sera* entregue.
O subdelegado,
Hanoel Antonio de Jess Junios.
Conseibo de compras agraes.
O conselho contrata no dia 5 do corrente
mez, sob as condices do estylo e vista de
propostas recebidas at as 11 horas da ma-
nbaa, o fornecimento dos seguintes objectos
de fardamento no presente trimestre de
julho a setembro.
Para aprendizes artfices aqnartelados no
arsenal de marinha.
Colchas de algodo, lencos de seda preta,
sapatOes, e saceos de guardar roupa.
Para imperiaes marinheiros e prendizes
ditos.
Lencos de seda preta, sapatoes e saceos
de lona de marinhagem.
Tambem o conselho no mesmo da 5 do
correte mez, e por igual forma, promove
a compra dos objectos do
macla, seguintes : 8 barris de alcatix 2
amarras de 918 de grossura, 40 cadernat
bb de j^a il pollegadas, plvora marca
tem, 6 ancoretas para bateloes, 60 pecas
de Naba fina de barca, 50 moitoes bb de
4 a 12 pollegadas, e 200 vidros de 23 3[4
pollegadas inglesas de comprimento e 16 e
lf2 de largura.
Sala do conselho de compros navaea, Io
de julho de 1867.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
Perante a cmara municipal desta cidade es"
taro em basta publica no dia 6 de julb prximo
vlndouro para serem arrematadas a quem por me-
nos fizer, 24 catacumbas no cemiterio publico, sea-
do 17 para adultos e 7 para parvalos, sob o orea-
mento, estas da qaantia de 83 e aquellas de ljl,
forneceodo a cmara todos os materia-s necessa-
rios para dita obra : os prelendentes podem apre-
sentar na secretaria da mesma cmara soas pro-
postas em carta fechada, e comparecerem no refe-
rido dia.
P. go da cmara municipal de Onda 23 de ja-
ndo de 1867.
Jos Geraldo de Lima
Presideote.
Marcoline Dias de Araojo
Secretarlo._____
Santa Casa de Misericordia
do Kecife.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Betife, contrata a factura da obra
que necessita o sobrado n... sito a ra de Mathias
Ferreira na cidadede Olinda, com quem melbores
condigSes offerecer.
Os preteodentes apresentarao ;aas propostas em
cartas fechadas, quinta feira 4 de julho pelas 4
horas da tarde na sala das suas sessoes.
Secretaria da Sacia Casa de Misericordia do Re-
eife, 28 de junho de 1867.
O escrivSo.
Pedro Rodriguts de Sovza.
Os 30 dias atis para o pagamento da deci-
ma dos predios urbanos sobre bens de mo mora,
e de 20 por rento do consamo de agaardeate no
segundo semestre de 1866 a 1867, indara-se uo
dia 9 de julho vindouro, Qndo os quaes estarao es
centribaintes sugeiios a multa de qae trata o art.
50 da lei provincial n. 596 da 13 de maio de 1864.
Mesa do consulado provincial "8 de julho de
1867.
Servindo de administrador,
_______ T. M. G. Pereira da Silva.
Aiteiic*
Companhia do Beberibe
Tendo-se resolvido que na falla de licitan-
tes fosse agna dos chafarizes e bicas dos bair-
ros do Reeife e Boa-Vista fornecida por ad-
ministracSo, as pesseas que quizerem en-
carregar-se desse servico poderaologo apre-
sen3r-se em casa do director ra do Impe-
ra irn. 57.
_ O conselho d compras do arsenal de guer-
ra precisa comprar o segninte :
2 livrosde p?8' ho'anda panudo com 50 fclhas.
1 dito dito dilo 70 c!!!,s-
4 ditos ditos ditos 16 ditas. .
2 ditos ditos ditos 20 ditas. -
2 ditos ditos ditos 24 ditas.
2 ditos ditos ditos de 40 ditas.
1 dito dito dito 50 ditas.
1 dito dito dito 80 ditas.
As pesssas que quizerem vender ditos livros
eseniem as suas propostas em carta fechada na
pbrsala do conselojll horas ao dia 5 do corrento.
Cdnselbo de compras do arsenal de guerra i
de julho de 1867.Jos Maria Ildefonso Jacome
da Vgjj> Pessoa de Mello, coronel director.
Santa Gasa de Misericordia do Re-
eife.
Pela secretarla da Santa Casa de Misericordia do
Reeife se coovida as pessoas abaixo declaradaspa;a
qae venham requerer a retirada do collegio das
orpbas, das educan Jas tambem adianto menciona-
das, as quaes mostrando pouco desejo de continuar
no collegio, a Illma. juota administrativa deliberoa
que fossem entregues a' seus prenles ou pessoas
que por ellas se interessam, ea conformidade do
art 48 3* e do art. 50 do regulamento daquelle
tabelecimenlo :
Niomisia de Lana Costa, irraaa de Manoel de Luna
Costa, morador a' roa da Crnz.
Samarilana, filha de Rosa Claodina;
Leocadia Maria da Conceico, filha de Mara Leoca-
dia ja fallecida;
Francisca hidra;
Isabel da Luz;
Secretaria da Santa Casa de Misericordia de Re-
cite, 28 de marco de 1867.
O escrivao,
^______Pedro Rodrigues de Soaza.
Santa Oasa da Misericordia
do Reeife.
A Illma. junta da Santa Casa da Misericordia do
Reeife, recebe propostas para arrendameoto das
casas abaixo declaradas, que achaudo-se arruina-
das sero arrendadas por qualquer prego, a quem
se incumbir de as concertar :
Eslabeleclmentos de caridade.
Ra Dlrelta n. 33.
Ra da Moeda n. 37.
Roa do Burgos o. 2.
Ra do Pbarol n. 72.
Beccc de Abreu n. 2.
Patrimonio dos orphos.
Ra da Cacimba a. 19.
Os preteodentes'para melhores esclareclmentos
podero dirigir-se a esta secretaria.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
eife, 28 de marco de 1867.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Sonea.
THEATRE
DE
SAINTE ISABELLE
COMPAGNIE
DES
BOUFFES PARISIEnS
*eadl, ijulet 67.
11. Representatiou de fabonnement.
Tremiere representaron
LE 66,
oprette en nn acte, paroles de Mrs. De Forges et
Laurencm, muslque de J. Offenbach.
Les jonrnaux da jonr donneront ie complment
da spectacle.
Prochaiment: Le chalet, opera comique en
un acte, masiaue d'Adolpbe Adam.
La demoiseixe en loterie, oprette en un acte,
musique de J. Offenbach.
Retardes par indisposition de Mrs. Pelva el Fe-
rand.
A" l'tode : Orphbk aux eotebs, Lis bavards,
operas, musique de J. Offenbach.
avisos martimos
mnwtk nmimmm
DE
- Kavegaco cosleira por vapor.
Fernando de Noronha.
Segu no da 4 de julho pr-
ximo ao meio dia, para o porto
cima o vapor Momanguape, com-
maudante Cotia. Recebe carga
al o dia 3. Encommendas, pas-
ageires e dinheiro a frete at as 10 horas do dia
da sahida : escriptorio no Forte do Matos n. 1.


Para o Rio de Janeiro.
Pretende seguir com multa brevidade o velelro
e bem construido brigae nacional DamSa, tem par-
te do seu carregamento prbmpto pa*ra o resto qne \
lbe falta trata-se com os seas consignatarios Anto-
nio La de Oliveira Azevedo & C,, no sea escrip-
material da ar-, torio roa da Cruz o. i.
\.
J.


^^^^ipHB
4V^HHB
1
Diaria de rervambaeo Quarta lelra 8 de Julho de 1867.
ylWPANHIA BRASIL EIRA
, DE
PAQUETES A VAPOR
E' esperado dos portos do nor;a
at o dia 12 de julho o Tapo'
Santa Cruz, commandante Go -
Inerme Waddiugtyo, o quai j-
__ pois da demora do costme se-
guir para os portos do sol.
Recebera-se desde ja passageiros e engajase a
carga qae o vapor poder conduzir a qoal devera'
ser embarcada no dia de soa cbegada, encomraen-
das e dinbeiro a (rete at o dia da sabida as 2 ho-
ras. Previne-se ao3 Srs. passageiros qae soas
passajens s se recebara nesta agencia roa da
Cruz n. i, escriptirio de Aotoalo Luiz de Oliveira
Azevedo A C _____________________
C01IPAMIIA BIUSILEIIU
Paquetes a vapor
, E' esperado dos portos do sal
gfA ,|4 at o dia 8 do correte o vapor
ySIK'l^s. Guar, commandante o pnmeiro
Bij: tenente Pedro Hyppolllo Duarle,
V W iual depuis da demora do cos-
ime seguir' para os portos do norte.
Desde ja recebera-se passageiros e engaja-se a
carga qae o vapor poder conduzir, a qoal dever
ser embarcada no dia de soa cbegada, encom-
mendas e dinbeiro a frete at o dia da sabida as
2 boras. Previne-se aos Srs. passageiros qae soas
passageos s se recebem nesta agencia roa da
Crui n. i, escriptorio de Antelo Laiz de Oliveira
Azevedo C
^^
Segoe com a possivel brevidade o brigoe escu-
na GRACIOSA, capitao Ratls, tocando no Hara-
nbo s em ultimo case, para algoma carga que
Ibe falta ira la-se com o respectivo consignatario
Antonio de Almelda Gomes, a' roa da Cruz n. 23,
1 andar. ______
Rio Grande do Sul
Vai sabir em poneos dias a barca portogaea
Nova ttartaana ; recebe carga a (rete commodo,
para o qae trita-se com Oliveira Filbes <$ C, largo
do Corpo Santo n. 19, ou com o capitao na praca
do commercio.
Porto
Pretende seguir com a maior brevidade possivel
a barca portogueza Oureuse por j ter parte do sea
carregamento prompto: para o reste a (rete com-
modo e passageiros, aos quaes offerece excelleotes
commodos, trata-se com Caoba, Irmos & C, na
roa daMadre de Dees o. 3.
LEIL'OES.
De 20 caixas cera 12
gos (cada Uina) e 5
queijos llamn
ditas com / 50
Photographo da A, casa imperial do Brasil
Roa do Cabog n. 18, sobrado, entrada pelo pateo da Matriz.
Acabamos de receber de Franca pelo vapor Eslremadure urna liada couec-
#0 de
ALFINETES DE OURO PARA RETRATOS- #.. .
Ha alfinetes simplesmente deouro, porm de bonitos teitios, e na j""8"
com pedras preciosas engastadas, perolas, rubios, esmeraldas etc. Os preC* dos ain"
netes com os retratos das pessoas que os comprarem, variam de 18^1 a 400000.
Tambem ba alfinetes de ouro para collocarem-se retratos e especies para gr-
valas ou mantas ltimamente em uso para horneas. Estes alfinetes com o retrato custam
de 140 a 18,5000.
RETRATOS POR TODOS OS SISTEMAS PHOTOGRAPfflCOS.
Retratos em ambrotypo, para caixinhas ou quadros.
Retratos en porcelana. '
Retratos em papel para diversos tamanhos.
Retratos em cartoes de visita.
Vendem-se pass-par-touts e molduras pretas e douradas de todos os tamanhos,
assim como vende-se todo quanto preciso para trablhar em photographia ou am-
Ha ama bella variedade de vistas stereoscopicas representando paisagens, edi-
ncios e monumentos de diversos paizes da Europa, frica e America. Tambem existe
quantidade de academias coloridas e transparentes para stereoscopo, e tudo se vende
por barato preco. Stereoscopos de acaj, pallissandre e mogoo de a i50000.
Albuns de diversos formatos e ostos para 20, 30, 36, 40, 50, 100 e 120 re-
tratos, de 30 a 180000.
A galera e officina acham-se abertas todos os dias e a todas as horas.
N. 2 D y N. 2 Dj
jPF** l'ORACAO 1E Ol no. ^Q
A loja n. 2 D intitolada Coracao de Onro na rna do Cabog, acba-se d'ora em diante offerecen"
do ao respeitavel publico com especialldade as pessoas qne honrara a moda os objectos do ultimo gos-
to (a Paris) por menos 20 por cento do qae em oalra qaalqaer parte, garantmdo-se a qaalidade e a so-
lidez da obras.
O respeitavel publico avaliando o desejo qae deve ter o propietario de am novo eslabelecimen-
to qne qaer progresso em sea negocio deve ebegar inmediatamente ao coracao de onro a comprar
aneis com perfeitos brilbantes, esmeraldas, rabias e perola; verdadeiras em agarras, modernas pele
diminuto preco de 10*, brincos modernos de onro e coral para menina pelo prego de 3#, maracas de
prata com cabos de marfim e madreperola obra de moderno gosto (o qae o encontrarlo no coracio de
ouro) voltas de ouro com a competente crnsinba ricamente enfeitada pelo pequeo preco de 125, brin-
cos de am trabalbo perfeito por ura mdico prego, cassoletas, trncalas, pulceras, alfinetes para re-
tratos e outros modelos todo de alto gosto, aneis proprios para butar cabello e firma, dito para casa-
mento, no artio roseta temo Coracao de Oaroom completo e bem variado sortimento de diversos
goslos, buiSes para ponbos com diamante, rubios e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo sea va-
lor ja' por gosto ds desenbo, brincos a forma da delicada moslnna de moca com pingente contendo es-
meraldas, rabins, rilbantes, perolas, o gesto sublime, alflnete para gravata no mesmo gosto, relo-
gios para senbora cravados de pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras de brilhantes de
naito gosto, crusinbas de rabias, esmeraldas, perolas e brilbantes, aneis com letras, cacoletas de
rryslal e onro descoberta para retrato (a ingiera) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qaal-
qaer jola, para seco]car retratos** obras de cabello, e ontros muitos ebjectos que os pretendentes en-
contraro no Coracao de Ouro qae se conserva com toda a amabilidade aos concorrentes deixando-
se de aqui mencionar precos de certos objectos porqne (desculpem a maneira de fallar) dizendo-se
preco talvez alguem faca mi juizo da obra, por ser to diminuta qaantia a vista do sen valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe se coneer-
tos, por menos do que em outra qaalqaer parte, e dao-se obras a amostra com penbor, qpnservando-se
e Coracao de Onro aberto at as 8 boras da noile.
Qaalqaer pessoa que se dirigir ao Coracao de Oaro nao se podera' engaar com a casa, pois
nota se na sua frente um coracao pendarado pintado de amarello, alem de outro que se nota em um
rotulo (isto se adverte em consequeocia de terem ja' algumas pessoas eoganado com ontra casa.
-fiar, agft fv-b- .pao jm?.
ri/
.>
queijfs prates, ltimamente y
pelo vapor inglez sOneida. r
No anaazeB^-de-SrrAlmes em freote a al-
__y fandega.
O agente Pinto fara' leilao por conta e risco de
qnem pertencer das caixas com queijos cima
mencionadas, as 10 horas em ponto no armazem
do Sr. Annes em frente a alfandega.__________
De 28 barris com violto cherez.
HOJE
Quarta-feira 3 de julho as 10 1{2 horas em
ponto.
No armazem do Sr. Annes em frente a alfande-
ga, em continuaco ao leilie de queijos e pbr in-
tervengo do agente Pinto.
Aloja dasOollumnas
Lindos manguitos com gollinhas.
Grande variedade de golinhas com punhos, de cambraia.
*)e bretanha e de esgniSo.
. ..uobas de cambraia de muito gosto para senhora.
ticos peplum de grosdenaple prelo enfeitado, o que tem vindo de melhor gesto
. ernambuco.
________rtiado Crespo n. 13 de Antonio Correia de Vasconcellos & C.
9 ia sa asra&TW a
Neste estabelecimento encontrara' sempre o publico o mais
fabric
bello sortimento de pianos com-
prebendidos os pianos tanto apreciados do fabricante Cari Scbeel.
O abaixo assignado encarrega-se de concertar e afinar toda a qaalidade de pianos, segando o
o melhor systema, e maior esmero e prompiidao possivel.
Henrique Vogeley.
Quinta ft ira 4 as 11 horas.
Pelo agente Euzebio.
.Por mandado do lilm. Sr. Dr. jaiz especial do
commercio a requerimento do curador fiscal da
massa fallida de Air aro Gongalvcs dos Santos se-
rio vendidos divarsos movis inclusive mobilia de
Jacaranda', tambem dous escravos, cujo leilao tora'
lugar naquelle dia a' ra estrella de Rosario n. 45.
armazem junto a taDerna da esquioa do Sr. Silva
Da armacio, gneros, gaz e pertences da taberna
da ra do Porte n. 2, bem afreguezada e com
poneos fondos, propria para quaiquer princi-
Slasto.
agente Martins fara' leilao por conta e risco
de qnem pertencer da taberna cima, o balando
pode ser examinado em mo do mesmo agente.
Sexta-feira 5 do correnrt
as il boras do dia.
, tmtm.
AVISOS DIVERSOS.
Bcvor da Senhora iant'Anoa
erecta no convento de Fran-
cisco.
De ordem do irmo jaiz fago pnblico que por
deliberado da mesa tera' lngar na ultima domin
ga do crreme mez a festividade da Excelsa Pa-
aroeira desta devocao a Senbora Sanl'Anna, cujo
programo sera* publicado em occasiao opportu
B. Consistorio da devocao P de jolbo de 1867.
O secretario,
Frederico H. da Silveira Tavora.
HUNDOELEGANTE
46 RIJA NOVA 46
THOMAZ FERREIRA DF CARVALHO 4 C.,
Com o proposito de satisfazer o respeitavel publico desta cidade, e em geral a to-
dos, creamos o nosso estabelecimento com um complexo variado de todas as fazendas;
bem como, la, seda, linbo e algodao.
Um variado sortimento de roupa feita, e por medida com toda brevidade e per-
eicS o.
Os proprietarios deste estabelecimento protestando fazer saas transaeces sempre
na melhor boa fe possivel, esperam concurrencia de numerosos freguezes. Convictos do
que vem de expor, convidam aos amantes do bom gosto e elegancia, para qae apparecam
conveocer-se da verdade.
No mesmo estabelecimento vende-se cha verde a U e preto a 20800, encom-
menda especial.
Instituto Afchcelogi o e Geographico
Pernambocano
llavera sesso ordinaria qointa-feira 4 do
corrente julho, pelas 11 horas da manha.
OBDEM DO DIA
eres e mais trabalhos de commis-
soe. v- ~ v
Conclaso da leitura do cathalogo bio-
graphico dos bispos de Pernambuco, peto
Sr. Dr. F. M. Rapozo de Almeida, socio effe^
tivo do instituto.
Secretaria do instituto, 1 de julho de
1867,
Jos Soares de Azevedo.
Secretario perpetuo.
ATTENCAO.
As pessoas* que preteodiam comprar a
mobilia de amarello, annunciada no caes do
Hamos n. 32, sendo qae ainda qneiram
compra-la, apparecam que se ar oegocio:
assim como tambem vende-se urna cama
amarqaezada, ama dita de vento, um can-
diei.co de gaz, am par de lanternas, um dito
-'jarros, grandes, com um par de bou-
quets.
LOTERA
AO O.OOO >O00
Quarta-feira 10 do corrente mez no la-
gar e horas do costme se extrahir a 12a
parte da 5a lotera a beneficio da Santa Ca-
sa de Misericordia (27.a)
As eocommendas ser5o guardadas gmen-
la at a noite da vespera da extraccSo.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Attencao^
Fugio no dia 18 do corrente urna escrava de
nome Jacellna, idade de qsarenta e tantos annes,
parda clara, alta, magra, rosto comprido e enrnga-
do, cabellos am poaco sol tos, toma rap, tem as
veias das pernas solas, peitos pequeos e mrenos,
tem grande falta de dentes, foi escrava da Sra. 0.
Joanna Genoveva Lfns da Silveira; fugio junta-
mente com um flbo da mesma cor, de nome Se-
bastiao, idade de 10 annos, secco, feicoes mindas ;
prsame-se adiar a dita escrava icoutada na Boa-
Vista : qnem souber onde se acha a dita escrava
on a agarrar, dirrja-se a ra da Imperatriz n. 62,
que sera' recompensado, procedendo no primeiro
caso o dono da dita escrava contra o detentor.
Precisa-se de urna ama para 'o ervico nter-
no de urna casa : a tratar na ra do Livramento
n. 21, 3 andar.__________________
Precisa -se fallar com o Sr. Dr. Juvencio Al-
ves Ribeiro, na roa do Arago n. 40.
Pede-se ao Sr. Souza .Oliveira, acadmico do
2o anno, 6 favor de apparecer na ra da Alegra
n. 22, casa de sapatos, a negocie qne Ibe diz res
pello.____________'_ ;' _________
Escrava para comprar en alagar.
Precisase de nma escrava qne eozinbe, por com-
pra on alugnel: aa ra das Cruzes, armazem n.
54, das 10horas damanbaas 4da tarde.
Tribunal do commercio.
Na secretaria do tribnnal do commercio foram
registrados :
0 distrato da ociedade que baviam celebrado
Manoel Antonio Ribeiro e Joaqnim Salvador Pes-
soa de Siqaeira Cavalcante, para a compra e ven-
da de algodao, fleando a cargo do i.* ez-assoclado
a liquidaco do activo e passivo, e o Siqneira pago
do seu capital e Isento de quaiquer responsable
dade.
A escriptnra de contrato antenupcial celebrada
entre Jos Barroso e D. Haria Barroso, em virtude
da qual o esposo dota a esposa com a quantia de
10:000#000 tirada dos fnndos de sua easa de com-
mercio, com a condico de nao entrarem em com-
mnnbo os bens de ambos.
SSecretaria, 28 de jonbo.de 1867.
Offlcial-maior
_____ Julio Guimares.
1 padvogado Amaro Joaqnim rnseca M
Atnqoerqne tem sen escriptorio a' rna
Cruzes n. 35, i andar; reside a* traves-
sa do Veras n. 15. Encarrega-se de
qnestoes em todas as comarcas na exten-
cao da llnba frrea.
Alnga-se um armazem grande na rna ds
Praia n. 33, proprio para carne ou outro quai-
quer negocio : a fallar no mesmo.
Si 3 A-Rua do Cauug-J. 3 A
Agostinho Jos dos Santos C
_ Acabade'cbegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
j'os do ultimo gosto, perfeifo artstica e modellos enteiramente novos; como
seguem: aderegos-com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anneis, botes de punho, brincos e cassoielas com letras, etc.,
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqneiros, paliteiros, calis de mesa e
fructeiras, cujos precos s5o incompetiveis, pois que os proprietarios desta casa,
reeebendo seas artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamente
aos seos freguezes. Gompram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, paga-
se bem, tambem se incumbem de fazer concertos.
ARMAZEM DL ROUPA FEITA
Rego&Moura
ra Nova n. 24
Os proprietarios deste estabelecimento, verdadeiramente penhorados para com seas
amigns e freguezes, pelas continuadas provas de acceitacSo e^confianca que delles bio re-
cebido no qspaco de tempo em que se acham estabelecidos; nutr ndo, agora como sem-
pre, desejos de eorresponderem- sufficientemente a esses ttulos que muito e muito apre-
ciam; resolveram augmentar o pessoal arlistico da sua officina de alfaiate para assim sa-
tisfazerem com a presteza possivel quaiquer encommenda de roupa feita ou por medida:
As pessoas, a cujo :argo se acha a dtreceo da officina, sao os Sis. Lauriano, Castello Bran-
co e Souza Couto, artistas de reconhecido mrito e incontestavel zello e solicitude por to-
do quanto diz respeito a sua arte. Pelo pouco que fica dito e pelo muito que poderemos
accrescentar na preshea dos nossos freguezes, affianeamos desda j a mais restricta ob-
servancia e fidelidade no cump ment uos nossos deveres.
Attencao.
N. 25--Rna do Livramentc-X. 25
Deposito de tamancos e calcado nacionaes da fa-
brica da rna do Jardim n. 19, de Jos Vicente Go-
dinbo, tanto "no deposito como na fabrica se
apromptam todas as porgoes de calcado o mais ba-
rato possivel, esta fabrica tem todas as macbinas
proprias para os calcados ja' bem acreditados pelo
grande numero de freguezes que daqul se for-
neceoh_______________
Ka praga da Independencia n. 33, loja de
ourives, compra-se ouro, prata e pedras preciosas,
e tambem se faz quaiquer obra de encommenda e
todo e quaiquer concert.__________
Na ra do Imperador n. 73, segundo andar'
preoisa-se alugar urna cozinbeira j de idade.
I CASA DE BANHO
26 Pateo do Carato 26.
Neste estabelecimento tao im-
portante para a saude e asseio
do corpo, acham-se montados 20
banheiros, qae s3o servidos com
a ordem e asseio qae para de-
sejar-se. Quatro destes banhei-
ros s5o especia'mente reserva
des para senhoras e por isto
acham-se collocados em lugar re-
servado, aonde s tem- entrada
as pessoas de urna mesma fami-
lia.
i PRESOS DE JBANH0S AVULSOS.',
l banho fri, momo ou de
chovisco..... 5oo
1 dito de cboque. l#ooo
1 dito de farel lo. lffooo
i dito aromatisado. l#ooo
PREgOS POR ASSIGNATRA.
30 banhos por mez (rio,
momo oa de chovisco. lo/Jooo
25 banhos com cartoes
para os mesmos. iofooo
12 ditos ditos ditos. 5ooo
12 ditos ditos de choque. 1 o^ooo
12 ditos ditos de farel-
lo.......lo/Jooo
O estabelecimento estar aber-
to nos dias atis das 6 horas da
manbaa as 10 da noute, aos dias
santificados das 5 as 5 horas da
tarde.
Atten$o.
O abaixo assignado declara ao pnblico qne desta
data deixa de ser gerente da padaria da praga da
Boa-vista n. 14, pertencente ao Sr. Domingos An-
tonio da Silva Beiriz, e aproveita a occasiao para
agradecer ao mesmo senbor o bom tratamento que
receben durante o tempo qne esteve em sua
casa. > w -
-Recite, de jnibo de 1867.
Bernardioo Gomes de Paiva.
Charles Gersll vai para Europa.________
Criado.
Precisa-se de nm forro ou escravo para todo
o ssrvico de urna casa : a tratar na ra do Crespo
a. 16 loja das 7 as 11 boras e das 3 as 6 da tarde
Urna senhora franceza da' ligos de piano, de
francez e italiano em casas particulares: a tratar
na ra do Imperador n. 71, andar.
gSoS.
- sr w v E
Ulili
n
o- o-ja Ka,
3=
Precisa-se de urna ama para lodo o servigo de
casa de pequea familia : na rna das Crnzes n.
41 A, taberna.
Aluga-se urna to aescrava que est creando urna
negrinha de 10 annos, na rna do Imperador n. 50.
Na rna Nova 2.s andar n. 65, ainga-se nma
casa terrea na ra Aogusta n. 112.
Mudanza
A assistente Mara Francisca da Conceicao mu-
don a sua residencia da ra de Hortas n. 68 para
o primeiro andar do sobrado da rna Direita n. 45,
onde pode ser procurada a qnalqner hora do dia
e noite.
Suinio-se da rna do Gaz casa confronte o ga-
zometro, no dia 20 de jnnbo, urna imagem da Con-
ceigo de ouro onca e chela de arreliqoias, o vulto
pouco mais oa menos de nma chave : a queu
qner qne for apresentada queira apprebende-la
e restitoi-la a dita casa qne sera' recompensado.
Vinno tnico e nutritivo
BE
QUINA E CACAO.
DE
BUCiRAMD.
Esta nova combinaco rene em nma bebida as-
ss agradavel e conveniente a todos os organis-
mos, a quina que um medicamento tnico por
excellencia, e o cacao que contem principios nu-
tritivos asss reconbecidos.
Elle se emprega com o maior successo na enra
das paludas cores, soffrimentos do estomago, per-
da de appetite, digestoes dificultosas, menstrua-
les difflceis etc., etc.
Deposite especial
NA
Pharmacia e drogara ',de Bartholomeu C.
34Rna larga do Rosario-34
Na travessa da rna Augusta n. S, acba-se nma
carta para o Sr. Jos Gomes Cordeiro de Mello.
O muito conbecido macbinista do gaz, Olivei-
ra, avisa a todos os seus freguezes que deve ser
procurado na ra das Trincbeiras n. 48, nem s
para concert e llmpeza como para eolocaejio nova,
e se encarrega nao s de dar os encanamentos e
como apparatos sem dar nenbum incommodo aos
consumidores, mas sempre de aecordo com a em-
preza a gaz. _______________
Na ra da matriz da Boa-Vista n. 27 precisa-se
de offlciaes de cbaruteiro, e na mesma^casa preci-
sa-se de um menino para caixelro de taberna.
O abaixo assignado declara que tendo sido
preso um vendedor de bilbete com o nome de Ma-
noel Francisco das Cbagas, e tendo o abaixo assig-
nado a mesma proflsso e o mesmo nome, declara
que de hoje em diante se assignara' por Manoel
Francisco das Cbagas Lins.
Ruada Aurora
Alnga-se e segundo andar do sobrado da roa da
Aurora n. 24, com 4 salas, 6 qnartos, todos forra-
dos a papel e pintado, e sotSo para cozinba, tendo
agna e despejo : a tratar na ra Formosa n. 15
com Candido C. G. Alcoforado,_____________
AMA
Roga-se ao Sr. Demetrio Jos Teixeira, esta-
dante do 3' anno, de vir on mandar na taberna da
rna do Socego o. 56, negocio qne nao Ignora, des-
de o anno de 1865.
Serventes.
Precisa-se de nm ou dous moloques para ser-
ventes do hotel Pernambncano a' ra das Crnzes
n. 39.
r ~ Qa_em tT8r e qnizer vender os volumes
1856,1827,1828,1829,1839, 1850, 1851, 1852
dirija-se a secretaria da polica aflra de tratara
tal respeito com o respectivo secretorio._______
Na rna do Imperador n.
cisa-se de nm criado Sel.
73, > andar, pre
D*-se 1;OOQ| a premio obre praJio nesta
praca : qnem pretender dinja-se a roa do Socego
n. 29, qae la m dir' qnem d.
Sabbado, 6 do corrente, s H horas
da manhaa, na sala das audiencias e paran-
te o Ilim. Sr. Dr. juiz do commercio, deve
ter logar a reuniao de credores da massa
fallida de Sebastio Jos da Silva, afim de
tratar-se da nomeaco dos administradores
oa de concordata so fr proposta, visto nada
se haver deliberado na reaniSo convocada
para 28 do passado e qae por justo motivo
ficou adiada para 6 do correte.
Recife, 2 de julho de 1887.
Os curadores ficaes.
Alves Hambuger dt G.
O Dr. Francisco Pires Machado Portella, pela
brevidade com que resolveu-se a fazer nma vlagem
a Europa, onde pretende demorar-se poneos mezes
nao pode despedirse de todas as pessoas de sna
amizade, e assim pelo presente pede-Ibes descnlpa
dessa falta invoinntarla, faz sus despedidas, e de
clara que deixa encarregados da sna clnica os
Srs. Drs. Estevo Cavalcant Pereira da Silva.
Precisase de nma ama qne engomme com per-
feieao para cesa de poac familia : na rna Nova
as. 20 e 29. __________________
Die ordentliche General Versammlung
des Deutschen Haelfs vereins wird am 20
Juli stattfinden ; im Auftrage des Ausschus-
ses erinnert der Secretair hiemit alie Mlit-
glieder, die Veraenderung der Statuten
betreffende Antraege zu machen haben,
darn, ihm solche, in Ueberein?timmung
mit 3 desdritten Artikels der Stataten,
in Leiten eiuzasenden.
Pemambaco d 1 Juli 1867.
B. Nobiling,
Secretair.
CALCA DO BARATO
Grande pechincha.
Botinas pretas para san hora a 3000.
Ditas ditas para meninas a 2o00.
Na praga da Independencia ns. 13 e 15, loja de
Arantes & Lyra.
Obras venda na livraria
Universal, ra do Impera-
dor n.54.
Resoluces do conseibo de estado sobre a in-
telligencla do acto addicional na parte relativa s
assemblas proviociaes.
Grammatica porlugueza de Sotero.
Dita pbilosophica de Duarte.
Dita franceza de Noel et Chapsal.
Cathecismo da diocese do Maranho.
O Llvro dos meninos.
Jesn-Cbristo a a critica moderna.
10 Sr, Jos Marques da Costa Soares,
(negociante no Recife) queira vir esta typo-
grapbia negocio.
Pedese aos credores da fabrica de charutos
Estrella do Norte, sita na ra de S. Goncalo qae
apresentem seus ttulos para serem satisfeltos em'
a rna esireita do Rosario n. 30, dentro do prazo-
de 8 dias thto seu propietario querer retirar-se
para Europa. Recife i de jolbo de 1867.
Francisco Antonio de Almelda.
CASA~*
de commisso de escravos.
Na casa de commisso de escravos rna do Im-
perador n. 45,3 andar, recebera-se escravos pa-
ra serem vendidos tanto da praga como do mato,
e os senhores de engenho qae por quaiquer moti-
vo qoeirara desfazer-se de algum nao tem mais do
que remdelo ao abaixo assignado qne garante o
bom tratamento e prompta venda, nao se ponpan-
do exforcos afim de em tudo satisfazer as pessoas
que o quizerem honrar com a sua conanca. Nes-
a casa ha sempre para vender escravos de ambos
os sexos.
________ Antonio Jos Vieira de Souza.
Trocam se
Precisa-se de nma ama para casa de ponca
familia, que oosinhe e engomme : na rna do Sol
n. 19. ______________________
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite : na rna Nova
numero 20.
Perdeu-se o qnarto le Mnete n. 2565 da 43*
parte da lotera concedida a beneficio das familias
dos voluntarios da patria, tendo no verso o nome
do abaixo assignado : previne-se portante ao Sr.
thesoureiro das loteras no caso de sabir elle pre-1 de ponea familia on bomem "solteiro
mudo, nao pague se nao ao annnnclante. I tender dlnja-se lo pateo da ribelra de
Jos da Silva Ferreira. J tonto o. 13.
Aos senhores de enge-
nto
' Um caldeirelro desta praca se offerece para con-
tratarle em algum engenho para trablhar pela
sna arte, on lidar com a machina se o engenho for
movido a vapor, do que tem grande pratica por ter
sempre trabalhado em fabricas desta praca, o qual
apresenta seus attestados : qnem pretender dirija-
se a rna do Brom, travessa do ChafaiH n. 47.
Gollherme Jorge da Molta e Manoel Lnlx Ri-
beteo, declarara ao respeitavel pnblico qne tem
nesta data dissolvido e liquidado a sociedade que
tiveram na taberna n. 83 a' rna do Imperador, que
gyron na razo de Uotta & Ribeiro, fleando per-
tencendo ao socio Guilherme Jorge da Molla, o es-
belecimento comprehendendo todo o activo, e res-
poasavel por quaiquer reclamacao que appareca
por parte de alguem que se possa dlzer credor da
extincta Arma, sabindo o socio Ribeiro pago e sa-
tisfeito de sen capital e lucros.
Recife, li julhe de 1867.
Gollherme Jorge da Motta.
Ofitraea-M aoa criada portnguea para casa
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemmsadora, estabeleci-
da nesta praca, toma segaros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercaduras e mobilias:
na ra do Vigario n. 4, pavimento terreo
as notas do banco do Brasil e das caixas filiaos,
com descont muito rasoavel, na praga da inde-
pendencia n. 22. _________
Publicando literaria.
ESTITDO
SOBRE
O recurso corda.
A' proposito do projeeto de le approvado pela
cmara dos deputados na sessso de 1866, revocan-
do o art. 2* do decreto n. 1,911 de 28 de marco de
1857.
PELO
Dr. Rraz Florentino Henriqaes de Souza
Lente de dlreito civil na Facnldade- do Recife.
Sabio a' Inz esta interessante pnblicacao, e acba-
se venda as livrarias de J. Nogueira de Souia, e
Garraux, de Lalbacar & C, ao preco de 3 cada
exemplar.
Joaquina Beblauo de Barros
partieipa aos seus amigos e fregnezes qne mndon
a sua officina de marcenara da roa da Aurora d
25 para a roa Direita n. 112, e contina a fabricar
as ricas mobilia de Jacaranda' e amarello, saota-
arios de Jacaranda' e cedro, e ontra quaiquer obra,
e enearjega-se de concertos e verniz de qoaesqner
movis. Na mesma officina encontram-se grosas e
limas de aro patentes, e ontras ferragens para mar-
cinarla, e tem algnns bancos desoecupados que
convida algum collega ao trabalbo.
nem
amo
pre-
An-
i**.-
| Residencia e consultorio
Medico cirurgico
DO
Dr. Antenie Daarte
Na praca da Boa-Vista n. 21 onde
pode ser procurado a quaiquer
ora.
Especialldade
Doepcas do peito, e de meninos;
Da consultas das 7 s 10 horas da
manha.
Precisa-se de urna ama para cosinbar, la-
var e engommar para casa de homem solteiro :
no pateo da Ribelra.
Samuel Power Jonnston t liempaihia
Ruada SenzalaNova n. 42.
AGENCIA DA
FandlcSo deLow Moor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Moendas e meias moendas para engenho.
Taixas de ferro coado e batido para enge-
nho,
Arreios d carro para um e dous cavalloi.
Relogi's de onro patente inglez/
Ar*dos americanos.
rfachinaspara descarogar algodao.
Motores para ditos.
Macbinas de costura.
Companhia fidelidade de" segaros
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro;
AGENTES |M PRRNAMBDCO '
Aiteiie Liix de Oliveira Azevede C,
competentemente antorisados pela direc-
tora da companhia de segaros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
rla8 e predios no seo escriptorio roa <
Cruz a. 1.
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riBVMJBlV


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Diarlo de per nt ib neo (fea arca feira S de iulho de 1807.
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OMOURODEVENEZA
Ao respeitavel publico pernambncano pede-se
Attenco
Manteiga ingleza
320, 500, 800 e !> s no armazem se acha visla.
Manteiga franceza
em libras 560 e 640, em barris se far differenca.
Banha de parco
em libras 320 e 380, em porqo se far diferenca.
Fructas
em calda Pera, Pecego, Rainha Claudia, Alperxe e outras muitas 500 e 640 a lata.
JUrvilhas
Portuguezas 640, francezas 900.
Fomo
em latas do Para e de albaneque, lata 1$ e i200.
Gomma de mllho
em pacotes 400 e 500, dita da trra 100 e 200 a libra.
Ylnho
de Bordeaux em caixa a duzia 50, garrafa 500, dito de 88 a duzia, 800 a garrafa, dito a
tk& a dazia, 1)51200 a garrafa, dito do Porto a H, 12$, 180, 24$, caixas de duzia, assim
como flgueira caada 3#500 e 40, puro J A A Lisboa 20800, 3# e 30500 a qualidade
convida.
CSax
lata a 80 de 5 galoes e mais pequeas a vontade do comprador, em garrafa 360.
Alpiste
li9 9 1S 0 a libra, painco a 100 a libra.
Azelte
em garrafas a 800 e 10.
* CHARUTOS
em caixa de 50 por 10, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
da Exposico caixa 50, ditos de Regala Caixas com 100 a 20500 e outras muitas marcas
que s na presenca dos compradores.
PREZUNT0S
delamego em barril, ditos de fiambre o melhor kque ha no mercado por prego que faz
admirar I
DOCE DE G0IABA
caixoes de 560 fino, ditos de 10500 que parece marmellada, dito em latas muito fina
qualidade a 10200. ,,
BOCETAS
com doce secco a 10 e 20.
QUEIJOS
do Alentejo em latas chegado pelo vapor Oneida, ditos Flamengos e Pratos dos mais novos
que ha no mercado.
AZEITONAS
de elvas como no mercado nao temos a 10 a lata, em barris do Porto a 10 como nao ha
melhor.
>
s
AMA.
Precisa-se alagar ama ama forra ou escrava,
preferlndo-se esta ullima para comprar e cazinhar,
paga-se bem se servir bem ; a tratar na loja d
roa Nova n. 11.__________________________
Precisa se de um bom destilador para encar-
regar-se do ama destiiacao bem montada em um
eogenho pouco distante desta praca ; a qaem con-
vier dirija-se a rna da Concordia n. 73.________
' Qaem precisar de ama ama de leite dirija-se
a roa Direita dos Afogados n. 32.
Precisa-sede urna ama : ua ra da Conceico
D.37.__________________________________
Precisase de ama ama para o servido interno
de ama casa : a tratar na rna da Cadeia do Recie
armazem n. 8.__________________________
Precisa-se de am caixeiro com pratica de ta-
berna, de 12 a 15 annos : na roa do Fogo n. 20.
Precisase de urna ama para casa de poaca
familia : na raa Direita n. 2, 1 andar.________
Precisa-se de nma senhora que saiba ensinar
a 1er, escrever. gramm?.tica portognia, francez,
msica e piano, para ensinar a duas meninas em
nm engenbo na fregueza da Escada, ama legua
distante da estacao, paga-se bem : a tratar na roa
do Uabaga n. 11, 2* andar, com Francisco Antonio
de Brito. ______________________
Ama.
Precisa-se de ama ama para coeiobar e mais
servicos de ama casa.de duas pessoas : na roa da
lmperatrit n. 55, tlntararia franceza.
Attenco.
Uma pesso. competentemente habi.itada para
occaoar-se em q como destilador em n como administrador de emgenhes, offerece-se para
qualquer daquelles misteres. o pretendeate j tem
trabalbado no interior da provincia, bem como na
Gutenna Ingleza, e director de planucSes na Trn-
dade e na Jamaica ; eoebecendo porumo perfeita-
mente os diversos ramos de cuitara do pir, acba-
se no caso de ser empregado : qaem de sea pres-
umo se qu ees, dinja-se ao consolado inglez oa a' llvraria
franceza n. 9 roa do Crespo em carta fecbada, sob
o adresie de A.
O Sr. Antonio Jos Domiogaes deixoa de ser
caixeiro de Manoel Jos Lopes & C, da loja da
raa larga do Rosario n. 38, desde o dia 17 de ja-
nho do correte anno. Recife 2 de |olho de 1867.
Gabinete Portuguez deLei-
tura.
De ordem do illa. Sr. presidente substituto do
conseibo deliberativo, convido aos Srs. conselbei-
ros a reonlrem-se em sesso ordinaria sexu-feira
5 do corrate pelas 6 horas da tarde.
Secretaria do eonsiibo deliberativo do Gabinete
Portagaex de Leltara 2 de jalbo de 1866.
Jos Ribeiro l Fonsec,
Secretario.
O Sr. procurador de causas Fredrico Chaves
queira mandar pagar os aiagaeis da casa da ra do
Mondego, que deve como fiador, em quanto nao o
fizer vera' sea nome neste jornal.
Joao Pedro de Helio e Antonio Pedro de Mello
cordlalmente agradecem a todos os senbores que
se digoaram ass'stir ao acto fnebre de sea presa-
do tio o capitao Antonio Joaqoim de Mello e ae
novo rogam aos seus amigos e do finado para as-
sislirem as missas e memento que os mesmes man-
dara celebrar pelo descanso eterno do mesmo na
igreja do Espirito Santo quarta-feira 3 de julho as
7 boras da manbia.
D. Jaan Buson, D. Carolina de Almeida Bason,
convidam a todos os parentes e amieos a onvirem
ama missa que se mandara' celebrar por alma de
saa finada sogra e mai a Exm.* Sr.* D. Constanti-
na Jaciqtb da Motta no convento de S. Francisco
no dia 3 do corrente mez as 6 1|2 boras da ma-
obaa, e desde ] agradecem cordialmente e se con-
fessam gratos.___________________________
Precisa-se de um feitor para trabalbar, que
saiba tratar de capim, bortallce, etc.: qaem esti-
ver nestas circamstancias e der conbecimento de
saa conducta, ppareca na roa do Quelmado n. 26,
1* andar.
Da-se 1:000$ a premio sobre bypotheca oa
bou flrmas: a' ra Direita n. 43, 2 andar.
Mvogacia na corte
0 Dr. Arisiues de Paola Blas Harlirs
tem o sea escriptorio de advocada na raa do Hos-
picio a. 1, l* andar, onde pode ser consultado so-
bre questoss jurdicas, du 9 horas da manbaa as
3 da urde. Eocarrega-s de qualquer causa ci-
vil, commeiclal, ecclesiistca criminal, inventa-
rlos, appellacdes, revistas e negeelos pelas repar-
tieres. Os negocios fora da corte, aiem das pro-
curacoes devem vir acompanbados das competen-
tes ordena.
CASA DA FORTUNA.
Aos 6:000^1000.
Bllhetes garantidos
A RA DO CRESPO N. 23 E CASAS DO COSTME
O abalxo assignado vendeu qos sens muito feli
zes bilpetes garantidos da loteria que se acabou
de extrabir a beneficio das familias dos volunta-
rios da patria, os seguales premios :
N. 3040 bilhete intero cam a sorte de 6:000*.
N. 3_ti Mnete inteiro com a sorte de 2:0O0J.
N. 1489 bilhete Inteiro com a sorte de 600.
N. 795 dous quartos com a sorte de 300J.
E ouiras maltas sortes de 100*, 40* e 20*.
Os possudores podem vir receber seus respec-
ivos premios sem os descontos das lels, na casa
daFortuna a' rna do Crespo n. 23.
Acbam-se a venda os da 43' parte da loteria
ifos voluntarios da patria, qoe se extrabira' quar-
ta-feira 3 de julho.
Pre$o.
Bilbetes.......... 6*000
Meios............ 3*000
Quartos.......... 1*500
pessoas qne compraren d 1000000
para cima.
Bilbetes.......... 5*500
Meios............ 2*750
Quartos.......... 1*375
Manoel Martins Fiuza.
Para as
Precisa-se de ama ama para o servico interno
de ama casa : a tratar na ra do Livratnento n
21, 3* andar.
Ensino de msica
n. 75, 2o andar, roa do Imperador n.
75, 2o andar.
Lecciona-se per solfejo e a'tocar va- %
* ros instrumentos; dando-se as ]- *
JM cues das 5 horas da tarde as 10 da m
^ noite em casas ou em suas residen- M
I cas. w
m m mwmmm m wmmm
Ama
Precisa-se de urna ama livre ou escrava para o
serv50 interno e externo de* urna casa de duas
pessoas : na rna das Crnzes n. 28.___________
Aos Srs..fogueteiros
na botiea da roa larga do Rosario n, 34
Vende-sc
Salitre refinado de 1* qualidade.
Enxofre em cylindro idem.
Llmalba de ferro (multo nova.)
dem de ac idem.
dem de ponta d'agulha idem.
Advocada
O bacharel Olympio Marques da Silva iR
tendo transferido sua residencia da cida- _fl_
de do Rio Formoso para esta, contina no
exercicio de saa profissao de advogado
em sea escriptorio a' ruado Imperador
n. 45,1 andar, onde reside a pode ser
procurado,
Advoga no civel, commercio, crime e
ecclesiastico, e incumbe se de causas pa-
ra qualquer dos termos do snl da pro-
vincia, onde tem pessoas habilitadas que
Ibes deem o devido andamento e ira' sen-
do necessario.
Ao
corpo do commercio
O abaixo assigoado declara que tem justo e con-
tratado a fabrica de charutos sita na ra de S.
Gonzalo n. 17 pertencente ao Sr. F'ancisco Antonio
de Almeida, quem se acbsr com direito aprsen-
te-so no prazo de 8 das na rna dos Coelhos n. 8.
Recife Io de julho de 1867.
Leoviglldo Romualdo da Silva.
MM
Precisa-se de urna ama para cozinbar e comprar
para urna casa de pouca familia ; na rna da Cruz
n. 8, 2* andar.
FAZEND.4S NOVAS
para as festas de S.Antonio, eS. Joo
no armazem do Pavo rna da
Imperatrlz n. 60
DE
GAIA & SILVA
Receber5o-se pelo ultimo vapor da Euro-
pa as mais novas fazendas como sejam:
Bonitas cassas d listas grana- ]
Ditas castelhanas. j vara 800
Ditas da Italia. \
Ditas transparentes com os mais moder-
j nos e mais delicados gostos vara a rs GiO.
Ditas de diversas- qoalidads com novos
1 gostos o covado a rs. 240, 280 e 320.
Cortes de medina sendo urna bonita fazen-
da transparente com lindas palmas e qua-
dros de seda tendo cada corte 19 covados a
rs, 240.
Ricos cortes de vestidos brancos com lin-
das barras bordadas em alto relevo a 24$.
Ditos brancos tambem bordados a rs, 50 e
60.
Cortes de poil de chvre com 18 covados
a 150.
Modernissimas vareges tapadas e transpa-
rentes com as mais delicadas cores e com bo-
nitas listas de seda, covado~a640,800 e 10.
Alpacas lizas enfestadas com as cores mais
modernas o covado a 640.
Ditas enfestadas com lindos lavores gra-
dos e miudinhos covado 560.
Bonitas alpacas lavradas com os mais mo-
dernos dezenhos covado a rs, 800 e 10.
Ricos cortes de vestidos de fil enfeitados
a 300.
Poopelina de quadrinbos transparentes
com os mais aparados gostos e quaze a lar-
gura de chita franceza covado a rs, 640.
Ditas mais estrellas porm muito bonitas
covado 500.
Sedas de cores com 4 palmos de largura
covado 20.
Ditas estreitas lizas de listras covado 20.
Grande sortimento de grosdenaple preto
covado a rs, 10600,10800, 20, 20500 e 30.
Ricas sedas lavradas.
Saias com quatro pannos ricamente bor-
dadas a rs, 50, 60, 70, 80, 1Q0, e 110.
Tarlatanas brancas e de cores vara a rs,
800.
Fil branco lizo vara a rs. 8.0. '
Dito de flores para vestido vara rs. 640.
Outras muitas diversidades de fazendas
que se mandam tambem levar em casa das
Exmas, familbasparaescolberemou do-seas
amostras deixando fcar penhor no armaze-a
do Pavao ra da Imperatriz n. 60. de Gm
ma de Silva.
- Bordados do Pavao
ntremelos largos
Babadinhos estreitos
Babadinbos largos
Entremeios estreitos
Tapados e transparentes
Gama & Silva receberam urna grande por-
c5o dos mais finos babadinhos e entremeios,
tanto largos como estreitos, sendo tapados
e transparentes com os verdadeiros borda-
dos a alto relevo tendo de todas as larguras
e desenhos, grande porc3o igual para qual-
quer obra, que assim possa ser preciso, e
garantem que podem vender por menas 40
50 por cento, do que em outra qualquer
attendendo a grande porcSo que teto
no seu armazem do Pavo : roa da Impera-
triz n. 60, de Gama & Silva
COMPRAS
Ouro e prata.
Em obras velnas : compra-se na praca ;da ln
dependencio n. 22 loja de bilhetes._________
Moedas de ouro.
Nacionaes e estrangeiras assim como libras
esterlinas: campram-se na roa do Crespo n. 16,
primeiro andar.___________________________
Compra-se moedas de ouro de 20& 16, 10$
e 9; a rna da Cruz n. 3.,_________._______
220 rs. se paga por oitava de prata de le
marcada, na loja de onrives no arco de N. S. da
CoJceiQo, no Recife.
Moedas de prata
nacienaes, assim como patacoes pertuguezes) e
hespanbes, compram-se com premio : na ra do
Crespo n. 16, primeiro andar._______________
22S400
para moedas nacionaes de 20 : na ra do Crespo
na 16, primeiro andar.
libras esterlinas?
Comprara se com bom premio : na pra-a da lo
dependencia n. 22. ___________________
Comprapi-sc escravos
Silvino Guilherme* de Barros, compra, vende e
troca efectivamente escravos de ambos os sexos
e de todas as idades : a' roa do Imperador n. 79,
erceiro andar.
Ouro e prata amoedado
Compram-se libras sterlinas a 105300, moedas
de 20 a 22J500, ditas de 165 a 175500, assim co-
mo toda e qualquer outra qualidade, e tambem
prata nacional e estrangeira : na ra da Cadeia,
loja de fazendas' n. 88. ___________________
Compra-se urna escreva cozinheira e engom"
madeira, qne nSa techa achaques nem vicio: na
rna da Senzala velha n. 84.
Compra-s~"
Urna armacSo de armazem ou prateleiras
que n5o seja de pinho, e que es teja em
muito bom estado : na companhia Pernam-
bucara.
Compra-se
libras esterlinas, onro brasilero e portuguez com
bom premio: na ra da Cruz n. 48, armazem de
E. A. Burle & C._______________________,
Libras esterlinas.
compram-se no escriptorio d Antonio Luiz de
Ollvelra Azevedo & C, rna da Cruz n. 1.______
Libras esterlinas.
Compram-se libras esterlinas: na ra da Cadeia
loja n S2.______________ _^___
Jornaes para embrnlho
Comprase na fabrica a vapor de cigarros, na
antiga rna dos Qoarteis de polica n. 21.
Compra-se
nm cofre qne esteja perfeito : no armazem do via-
do branco, rna Direita n. 16.
Ouro e prata.
Moedas de ouro e prata nacionaes, estrangeiras
e de todos os valores se comprara na loja de onri-
ves junto ao arco de Nossa Senhora da Conceico
rna da Cadeia do Recife, assim como onro e prata
em obras velnas, brilnantes, diamantes, e se paga
bem.
u.50
VENDAS
Vends-se nma casa terrea na rna dos Copia-
res n. 9 ; a tratar narna estrella do Rosario nu-
mero 16.
ttival sem segundo.
Ra do Quelmano n. 4.
Qner acabar com as fazendas abaixt
mencionadas.
Queiram vir ver que e bom e baratissimo.
Toalhas de labynntbo com bico, fazenda boa a
35500.
Carreteis de linba com 100 jardas a 30 rs.
Grvalas pretas e de coree muito finas a 500 rs.
Calzas de obreias de massa mnito novas a 40 rs.
oafladores para espartilbo de cordao e fita a 61
ris.
Carreteis de Iinha Alezandre com 400 jardas a 201
ris.
Resmas de papel almaco muito bom a 25300. -
Frasco de oleo babosa a 320 e 500 rs.
Ditos de dito higienique verdadeiros a 15000.
Ditos dito falso a 800 rs.
Ditos de macacar perola a 200 rs.
Sabonetes muito finos a 60, 160, 200 e 320 rs.
Ditos de bolla muito finos a 240 e 320 rs.
Caixas para rap com bonitas estampas a 100 rs.
Miadas de linha froza para bordar a 20 rs.
Varas de cordao para espartilbo a 201".
Frascos com tinta roza muito boa a 240 e 320 r
Pentes volteados para regacar cabello de menina)
a 320.
Frascos de macaca' oleo multo fino, a 120 rs.
Abotoaduras muito finas para colletes a 500 rs.
Cartoes de unha branca e de cores a 20 rs.
Libra de ara preta superior a 100 rs.
Cartas de alfinetes francezes' com 14 pentes
120 rs.
Sscovas par fato, fazenda boa, a 500 rs.
Varas de franja branca de linbo para toalba a
100 rs.
Pecas de bico estrello com 20 varas muito bonito a
15000.
Varas de papalina de differentes larguras a 120,
160eJ00rs.
Caixas de palito balo a 40 rs.
Caixas de palitos de segnranca sem enclufre a
60 rs.
Sabonetes de familia a 100,160 e 240.
Grosas de botoes de madreperola para camisa a
500 rs.
La para bordar de todas as cores e fina, a libra
5000.
Carreteis com 4 oitavas de retroz preto muito fino
a 15000.
Caixas com soldados de chumbo para meninos a
120 rs.
Cartllha de doutrina cbrisla a 320 rs.
Latas com superior banha a 200 rs.____________
Joaqnim Jos Goncalves Beltro tem para
vender no soa escriptorio, roa do Trapiche n. 17,
a precos razoavels, os seguintes gneros:
Parlaba de mandioca em saceos, igual a de Ma-
ri beea.
Caixas eom vinho do Porto de urna duzia.
Viobo do Porto em barris de 5* e 10
Panno de algodo da Babia propro para saceos de
assncar e roupa de escravos* da fabrica do Sr.
cemmendador Pedroso.
Fio de algodio da mesma fabrica.
Cigarros do Rio de Janeiro
YEDM
chumbo de muni;So a 249 o quinfa!: na rna Im-
perial n. 247.___________________________
Vende-se nma taberna sortida e em multo
bom lugar: quem quizar aooaacie sua morada.
Saceos com farinha de mandioca multo b-
jala :.no armazem da companbia Pernambncana.
Fog'os.
de artificio da fabrica da estrada de Joao de Bar
ros da vinva Rufino, aproprietarla desta muito
conceituada fabrica avisa ao respeitavel publico
que em sen estabelecimento existe nm completo
sortimento de fogos para S. Joao e S. Pedro e de
ontros artigos concernentes a essa arte, as pessoas
pols qne quizerem comprar destes objectos podem
deixar suas encommendas no armazem da bola
amarella nooito da secretaria d polica onde
qaver nm portador qne os vai buscar com a maior
presteza possivel.
Perfumaras finas,
INGLEZAS DE GOSNELL A C.
E FRAXCEZAS DE E. PENAUD. ^ /
A antiga e bem conhecida loja de raiude-
zas ra do Queimado n. 16,/c ntinua a
estar prvida de unas perfumaras de diver-
sos fabricantes acreditados cmo Gosnel e
Penaud, sendo deste, excellente? extractos
para lencos, agua de Colonia, oleo, banha,
cosmetique para cabellos, opiata e pos para
dentes, sabonetes para m5os e barba, etc.,
etc.; e daquelle, superior agua de Colonia,
opiata ingleza e pos para dentes. Alm dos
mencionados objectos ha muitos outros que
por suas boas qualidades e bonitos vasos,
agradarao completamente aos apreciadores
do bom.
Fivellas e fitas para cinto,
Na antiga loja de miudezas ra do Quei-
mado n. IG, encontraro os pretenden tes
nm bello sortimento de fivelas e fitas para
cinto, sem que esqueca os lindos pentes
prateados, com fitas pendentes e sem ellas,
sempre a contento do experiente freguez
que se dirigir dita loja de miudezas:
raa do Queimado n. 16.
Differentes objectos
expostos a apreciacao dos esclarecidos fre-
guezes que os quizerem comprar; na ra
do Queimado n. 16.
Bonitas caixinhas de madeira com fecha-
dora, proprias para costura.
Outras ditas com arranjos para costura,
Sapatinhos de setim e merinos para bap-
tisados.
Meias de seda para ditos.
Tocas e chapeosinbos para ditos.
Tercos de madeira, osso, cornalinas, obras
mui perfeitas.
Alfinetes de osso com bonitos moldes,
obras de gosto para peito de senhoras.
Ditos pretos para luto.
Meios aderecos de madeperola.
Porte jupe ou suspende saias.
Lengos bordados para senhoras.
Brincos pretos, pulseiras e alfinetes com
camafeo, tmjo para luto.
Froco grosso de la, para differentes fins.
Bonecas mansas e choronas para crean-
cas.
Cestinhas proprias para creancas e bo-
necas. v
Bandejas pequeas para copos.
Bonitas e modernas chapelinas de seda
para senhoras
Na loja de miudezas ra do Queimado
n. 16 vendem-se bonitas chapelinas. de seda
mui bem enfeitadas e por precos Tas5Me's-
Enfeites de flores a imitaco de ciiapt-
linas
Vendem-se esses bonitos e modernos en-
feites de flores a imitaco de cbapelinas : na
ra do Queimado, loja de miudezas n. 16.
Diflerenles objectos
Vendem-se na ra do Queimado, loja de
miudezas n. 16.
Gravatas brancas de cambraia para noivos.
Gravatas brancas de setim para ditos.
Bosas Camelias, ramos e caixos de flores.
Papel para rosas e folhas para ditas.
Lencos de cambraia fina com barras de
cores, sendo
Para bomens a 3600 a duzia.
Para meninos a 800 rs. a duzia.
Vendem-se na ra do Queimado, loja de
miudezas n. 16.
Collerinhos de linho
obras de ultimo gosto. _
Vendem-se na loja de miudezas; ra
do Queimado n. 16.
CABIDES POBTATEIS
TORNEADOS E ENVERNIZADOS.
Vendem-se na loja de miudeza-s: ra
do Queimado n. 16. *
Caixinhas
com pastilbas de cheiro para
queimar-se em lugar
de incens.
Vendem-se na ra do Queimado ; loja de
miudezas n. 16.
PASTILHAS ODOBIFUMANTES.
Essas cheirosas pastilbas sao sempre
apreciareis, e com especialidade no corrente
mez, porque servem para perfumar os ora-
torios ou altares em que se resam ou can-
tara lonvavelmente o Mez Mariano, es-
tas vendem-se na loja da Aguia Branca:
ra do Queimado n. 8. _
GMNDEEXP0S1C40 DE 1867
LA C0MP4MELY(HXAISE
37,|BOULEVARD DES CAPUCINES, 37.
DE FRONTE DO GRANDE HOTEL.
Estofos de seda, manteletes,* visitas,
mantos, etc., cassas impressas. rendas,
chales da india.efrancezes, tecidos do
gosto o mais novo, enxovaes para ca-
samentes.
A Compagnie Lyonnaise tem a honra de
informar as senhqras brasileiras e portu-
guezas que acharSo no seu estabelecimento
sales de costura para a confecc^o dos seus
vestidos executados no melhor gosto, eso-
bre os mais elegantes padres.
VESTIDOS
PROMPTOS E POR MEDIDAS
Depois da sua fundaco, a Compagnie Ly-
onnaise nunca cessou de cuidar particular-
mente na escolha dos seus artigos, todos
do melhor gosto, e de prime ira qualidades
por sso, nao ha nenhuma casa que poza;
rivalizar com este estabelecimento, que agos
de universal reputaciio. \
NOVENAS
DE
N. S. do C&rroo, e Sant'Anna
Est5o a venda as novenas de N. S. do Car-
ino da Senhora Sant'Anna, na ra do Impe-
rador n. 15 defronte deS. Francisco.
Utencilios typogrphicos.
Acaba de chegar de Franca e estao a ven-
da na ra do Imperador n. 15 defroote de
S. Francisco, ricas escovas para lavar for-
mas, ditas para tirar provas, componidores
de diversas larguras, e mui modernos, tinta
para impressao fina, lionas, e enterlinhas de
differentes qualidades, pontas, e continua a
ter testamentos de differentes animaes; e
folhetos de Porcina Magalona, etc. etc., assim
como aludas de Deus, Horas de Semana San-
ta, Manual encicopledico, Reponeos, Cami-
nho do Co, Horas portuguesas, Marianas,
Imitaco de Christo, quadro admiravel, etc.,
etc^___________
Veade-se a casa terrea roa do Pilar o.
117: os pretenderes podem tratar na mesma raa
casa D. 129.
Prnles de tartaruga e ontros de mU
A aguia branca: ra do Qeimado n. _
acaba de receber algumas amostras de pen-
tes de tartaruga para senhoras, todos de no-
vos moldes e bons gostos, stbresahindo en-
tre elles alguns cujas novillajes em mol-
des, e perfeicSo de obra os tornam recom-
mendados para quem apre.'ia o bom ; assim
como recebeu igualmente outros mui forni-
dos e bem feitos para desenibaracar e outros
com eixo para dobrar e proprios para barba.
Tambem recebeu outros de metal pratea-
dos e dourados, que de tal molde sao os pri-
meiros qoe apparecem os quaes com o semi-
crculo que fazem sobre o coque tomam-os
mui bonitos.
Carapncas braicas
Vieram muito boas, e por isso vendem-se
a 1(51200 e 2$ na loja da aguia branca : ra
do Queimado n. 8.
Babadinhos crespos
O novo sortimento que acaba de chegar
continua a ser vendido como daates 2#>00
e 30 a peca e sempre na ra do Queimado
loja da aguia branca 8.
Pentes enfeitados para meninas
Vendem-se na loja da aguia branca: rna
do Queimado n. 8.
Bollas de anii
Vendem-se na loja da aguia branca: ra
do Queimado n. 8.
Bonitos port-relogios
Vendem-se na loja da aguia branca: ra
do Queimado n. 8.
fara mesas
Galbeteiras para azeite e vinagre.
Saleiras de vidro e paliteiros de porce-
lana.
Vendem-se na loja da aguia branca: ra
do Queimado n. 8.
Lavas de pellica preta.
Chegarara para a loja da Agaia Branca \\ a raa
do ijueimado o. 8.
Ramos de flores para coques
A aguia branca acaba de receber um nico
carto com ramos de flores para coques.
A perfeicao e delicadeza dessas flores tem
satisfeito a todos que as tem visto e com-
prado a 5(5 cada ramoisso na ra do Quei-
mado, loja da aguia branca n. 8.
Faca favor de 1er
para saber o que de novo chegou na Aguia
branca a ra do Queimado n. 8.
Trancas pretas de vidrinhos com pingen-
tes, e sem elles.
Botoes pretos e de cores, enfeitados com
vidrilhos tendo com pingentes e sem elles.
Alamares pretos para basquines.
-Novas e bonitas guarnieses pretas para
ulras^evestidos.
CoquesNje bonitos moldes.
Enfeites de~fi6S^obra de bom gosto.
Pentes ne tartaruga "obras- ffleknas, e
apurado gosto. \ ^~._ __
Pentes dourados e prateados, moldes no-
vos e bonitos.
Bonitos e modernos galoes de seda, de
cores para vestidos.
Bicos de seda e guipure.
Leques, todo de madeperola e sndalo.
Ditos de sndalo e seda. ---------
Ditos pretos para luto.
Ditos de faia, os quaes fazem quatro
vistas.
Ditos todos de sndalo, e sndalo e seda
para meninas.
Bonitas cestinhas bordadas a froco para
meninas.
Escovas de cabo de marfim, e madrepe-
rola para dentes.
Abotoaduras bonitas para coletes.
Brincos de corrente de borracha, voltas e
pulseiras de dito.
Aderecos pretos para luto.
E muitos outros objectos que sero pre-
sentes ao comprador que se dirigir a dita
loja d'Agua branca a ra do Queimado n. 8.
Agora sim
Acabam-se as moscas.
Porque a aguia branca acaba de receber
porcSo de papel mata mosca e continua
a vende-lo como d'antes a 40 rs, a folha,
compareci pois os pretendentes e serao
servidos na loja d'Agua branca ra do
Queimado n. 8.
Nova remess
De correles de boracha.
A aguia branca a ra do Queimado n. 8
recebeu nova remessa das desejadas corren-
tes pretaz de borracha, e continua a vende-
las como d'antes a 3$ a vara.
PASTILHAS
VERMFUGAS
DE KEMP,
NOYA^YORK.
DE COR CHEIRO E SABOR AGRADAVEIS
Infinitamente mais eflicazes do que todos
os mais remedios perigosos enauseabundos
que existem para a expulsad daslombrigas.
Naocausam dores e produzem seu effeito.
sem precisar logo depois de purgante ne-
nhum e taoincitantes em apparencia e deli-
ciosas em gosto, que as crianzas estao
promptasa tomar mais do que marca a re.
ceita. /^
Uteis como um excellenle meio de fazer
remover as obstrucepes do ventre, mesmo
no caso de n3o existirem verme algony, as
PASTILHASVERMIFGAS DE KEMPS SaO-pTOmp1
tas einfalliveis na sua operacao/e por todos
os respeits dignas deconfianca e approva-
(3o de todos os paes de familias. Prepa-
radas nicamente por Lanman & d,
Nova York.
A' venda as drogarias.de A. Caors, Bra-
vo & C. e P. Maurer & C, e em todos os
estabelecimentospharmaceaticos do imperio
ap Paulo Cordelro e viajad
A loja de miodezas a roa do QMimada o. 1.
recebea aova remessa do rap Paolo Gordeiro a
Viajado, e continua a receber orto os vaporetposp
Vende-se nma cabra moca de 24 anoos e
idade, alta, bonita figura, engomma e coilnba bem,
peca; tratt-se na roa do Fogo o. 9. Na mesma
casa ba outras escravas pan vender-se.
-
X
t

MUTILADO


alarlo 4c emalmc* Quaria felra 8 de falbo de 1867.



RA DO BRUM tf. 38
0 proprietario deste estabelecimento deseja chamar a attenco dos senbores pre-
prietanos para os acreditados mechanismos que contina a fornecer; os qaaes garante
ser como sempre. da meihor qualidade possivel:
Machinas de vapor
forca de um cavallo par cima. As menores sao mui proprias para motores de descaro-
camentos de algodSo ; ellas viajam armadas e podem trabalbar dentro de 24 horas, depois
de ebegarem no logar. Ella3 levam tudo qaanto 6 preciso para o trabalho, e diversos so-
brecenantes. As machinas maiores sSo proprias para a moagem de canna, e ha aellas
que podem janta e separadamente-moer canna e descarocar. Ellas podem-se applicar a
qoalquer moenda j existente sem outra mudanca do que a substituido das rodas da alman-
jarra, ha tambem com moenda juuta. Ellas tem depsitos d'agaa e boeiros de ferro, e
nSo precisara para sea ssentamento de obra alguma, qur de carapina, qur de alvenaria.
O tempo para assenta-las n5o excede de doze das ao sais, e em casos de mortes de ani-
maes oa arrombameutos de acodes, etc., garante-se o assentamento em oito dias. Todos
estes vapores s5o simplissimosna construccSo.eseregem por qualquer pessoa intelligente,
a facidade da condcelo seado especialmente considerada, tanto que nao ha lugar em que
nSo se possam condozir, qor por trra, qor embarcado.
Lembrase aos senhores de engeotao qoe a venda dos animaes e o ser vico da
gente oceupado no seo tratameoto os hSo de recuperar da maior parte da despeza do
vapor, deixando-lhes a vantagem de ama moagem certa e accelerada ; e acabando com a
despeza da compra continuada de novos animaes, e com os desgostos do trabalao que se
tem com e'.les.*
Ser talvez desnecessario lembrar aos compradores de vapores a vantagem que ibes
resulta de comprarem suas machinas garantidas em urna fabrica, tendo artistas compe-
tentes para assentar as mesmas e ensinar a maneira de trabalhar com ellas, e j prepa-
radas para arremediar qualquer desarranjo; facilidades estas que jamis podem encon-
trar comprando as aos simples negociantes, os qaaes por falta de conhecimento na ma-
teria nem se qor podem garanti-los de que as machinas que vendem sejam proprias ou
suficientes para o trabalho em que se queira emprega-las, e no caso, de desastre nao po-
dem prestar-lhes soccorro algom; sendo qa anda quando venham s fabricas para con-
certar as machinas alheias, torna-se-ha preciso fazer repentinamente moldes novos, etc.
para as pecas estragadas. J numerosas vezes estes vendedores tem representado seus
vapores como sendo de forca mni superior sua actual e verdadeira forca; equivoco
este que nao s engaa ao comprador acerca do trabalho que possa tirar do vapor, mas
tambem da lugar ao pagamento de una preco excessivo, vista da forca real da machina
que compram.
Tambem ha sempre prompto rodas d'agua de ferro, sarHhos com crozetas para as
mesmas moendas de'canna de todo o tamanho, rodas de .espora e angulares, paroes ou
coches para receber o caldo, crivos e portas de fornalha, taixas de ferro batido, fundido e
de cobre, formas de ferro galvanisadas para purgar assucar, bombas simplesve de repu-
cho, alambiques de ferro, eixose rodas de carro, arados, grades, encbadas aovallo e ou-
tros instrumentos de agricultura, moinhos e tornos para fazer farinha e finalmente todo o
objecto de mechanismo de que se costuma precisar.
Na fabrica se fazem obras novas encommenda e concertos, com a maior presteza
e solidez. O grande deposito de pegas e objectos habilitam-na muito para esta fim.
O proprietario ser sempre mui feliz de poder dar informaces o a cdarecimento
aos senhores que se servirem de seu prestimo.
D. W. Bowman, engenheiro.
e
a
DE
AZEVEDO fc FLORES
RA DA CADEIA N. 47
Madapoldo do baldo.
Superior madapolSo camiseiro que val 8^a 6)5!.
Dito que val 70 a 50.
Chitas do balo.
Bonitas chitas cores fixas e panno fino a 3oo e 32o rs. o eovadq.
Baldes de cauda.
Os mais modernos Dates de arquinhos finos, que por isto se toraam recommen-
daveis ao bello sexo.
Ceroulas e camisas.
Ceroulas de bramante francezas a 106oo.
Camisas de pregas largas que valem 3(5 a 20.
As metas inglezas do baldo.
Superiores meias cruas para homem que valm 90 a 70.
Roupa feita do baldo.
Sortimento de calcas, paletos, colletes de brim, panno fino de casemira, tudo por
preco commodo.
O BALIO
ende muitos outros objectos e por insignificantissimos perros.
BELLISSIMO ARMAZEM
DK
MOLHA
CONHECIDO PELO NOME
DE
ATTENCAO
A' LOJA DE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO 4 C,
11Ba do Queimado11
Angosto Porto 6 C acabam de receber da Europa superiores cortes de seda de ceres para
bailes e casamentas.
- Ricos cortes de blond cem manta e capelia para noivas.
Cortinados bordados para camas de noivas e janellas de 7 a 805 cada nm.
Colzas de seda e ontras de la e seda o que ba de meihor para camas de noivas.
Toalbinbas de croch para cadeiras e sofs, espartilhos a saltana para seohoras, camlsinhas
com manguitos bordados e lindes enehovaes para baptisados, e baldes de masselina e de arcos para
senboras e meninas.
Lavas de pellica para homem e seohoras e superiores chapeos de sol de todas as qualidades.
La para vestidos baratissima bonitos padrQes o covado a 280.
Tapetes grandes para sof, ditos para piano, ditos para cama e pequeos para portas e janellas.
Moir branco e preto saperior para vestidos de lindos desenhos, grosdenaple' de todas as cores
seda de qoadriotns. rambraias brancas de muitas qualidades, ditas de cores e lindas percales.
Basqui? de seda preta ultima moda, chales e retondas de guipare, vende-Be barato.
Camisas para borneas francezas e inglezas de llano e de algodio Qnas e seroulas de liuuo su-
periores.
Capas de borracha, sobretodos e perneiras as melbores e mais elegantes.
Malas grandes para vlagens, ditas pequeas e saceos de tapete e cooro.
Bramante branco de 4 largara a 2$300 a vara, pauoos pretos e zoes, casemiras pretas e de
cores tudo bom e batato.,
Neste estabelecimento ha sempre nm completo sortimento de boas fazendas taoto para a praga
como para o centro da provincia e superiores objectos proprios para casamentos como sejam capellas,
mantas, vestidos de blonde e de molr branco, cortinados, colchas, vendendo-se tado mais barato e
tambem as melbores
Esteiras e alcatifas para forrar salas.]
11 Ra O ARMAZEM DE MOLHADOS
INTITULADO
DAS AMERICiS.
Situado as Claco Ponas 86.
Toma a subida honra de chamar a attencao dos amantes da economa para o seu
bello sortimento de novos e apetitosos gneros.
As Duas Americas muito se apraz em receber em qualquer de seus pontos o
Viado Branco, fazendo-lbe as devidas cortezias em prosa e verso e envidando todos os
esforcos para congratular-se com elle o melbor possivel, desejando-lhe sempre rpida e
brilbante carreira.
Alerta grita o Baliza
Quem que junto a mim pisa ?
Vapores.
Vende-se em casa de Saanders Brothers & C
no largo do Corpo Santo n. 11, vapores patentes
com todos os pertences proprios para fazer mover
tres oa qaatro machinas para descarocar algoaao.
Aos agricultores
Saanders Brotbers & C. acabam de receber de
Liverpool vapores de orca de 3 a 4caaallos com
todos os pertences, e mol proprios para fazer mo-
ver machinas de descarocar algodao, podendo caaa
vapor trabalbar ate com 140 serras, tambem ser-
ven para enfardar algodao on para outro qualquer
servico em qoe nsam trabalhar com animaes. os
meamos tambem tem a vnda machinas ameriev
as de 38 a 40 serras : os pretendentes dirljam-
se ao largo do Corpo Santo n. l.
Verdadeiros
Collares Royer
Electro Magnticos Anodinos
. u Collares Anodinos, para facilitar a den-
ticSo das crianzas contra as convulsSes
das mesmas, a estes collares nos escuzado
fazer qualquer recommendacSo, visto a
grande utilidade que tem produado quelles
pas que os tem applicado em taes circun-
stancias pois nos parece que nSo haver um
s pai ou mal que por este meio n5o quei-
ra por termo a taes soffrimentos de seus
filhinhos visto ser nm mal que tanto os
flagella, pois a estes collares acompanka nm
folbeto que ensina como se deve applicar, e
vende-se na toja do Gallo Vigilante, ra
do Crespo n. 7, polo preco de 40000, 50
e 60000.___________________"
Loja do Gallo Vigilante
Responde as Duas Americas
'Com carcter puro e franco :
Sou eu que venho saudar
Ao lindo Veado Branco.
Eis-me aqui lindo Veado,
Como sempre em boa liga,
Sandando-te como ordeno
A lealdade de amigo.
As Duas Americas aproveita a'occasio para avisar aos seus amaveis fre-
guezes que o seu grande armazem acba-se prvido de um bello sortimento de especia-
ras proprias para as festas de SantOxAntonio, S. Joo e S. Pedro. Bem como manteiga
ingleza e franceza, amendoafly-soiW e outros muitos gneros.
As Duas Americas p^de que lhe poupem o desgosto de seu chefe mandar por
bandeira a meio pao com o pedido de =flado 11=
Por menos de 10. e 20, e 30 por cento.
VIADO BRANCO
Estabelecido ra Direita n. 16.
Esquina da traressa de S. Pedro.
SEM MAIS CEREMONIA
Satisfeito o invenci vei Teado Branco, cora as maneiras atlenciosas com que
foiacolbido pelo respeitavel publico desta briosa provincia, a ponto de que muitos a por-
fa desputaram a satisfacSo de serem os primeiros a comprarem em seu importante arma-
zem, /se desvanece em declarar com toda a lealdade de que capaz, que est cada vez
mais animado, n5o s pelo benigno acolbimento que tem recebido, comer pelas torcas de
que dispe at hoje nSo carecer ainda dos preparados de jurobeba, nem do xarope ai-
coolico de veame. ,
0 Teado Braneo, declara a qaem anda o nao conbece que nao e um
desses bicharocos infrataveis que por abi vivem com figura humana domesticado no
ameno paiz onde aamtvel Aguia Branca vio a luz do astro bemfeitor, elle partidario
desse invejavel 3graao e sinceridade que com tanta gravidade se desprende do sen
bico encantador. ... ,
O Tejido Brame, como todo o bomem civiuaado, ama a sociedade dos
bons, gosta do centro do jaundo elegante, usa do tnico de Jayme, para previnir que lhe
ponham a calva tfWf -wi a com'panhia des ionffes Parisin e ao mua-do partido de
madame AdeUe; h^t(jem atira-lne o seu lindo bouquel.
Dig^B^o^WBigBoleitordeiurarnaspalwrassiaTcera do sincero Teado
Braooo, e veaha psovtr.a sua dispensa de qmmelhor sapode encontrar tfam estabe-
cimento de moteados. -
A modieidadffdoi prams, comparados com avboaiquaUdade dos.generase o
DE
Joaqnim slmes dos Santo
23 Largo do Terco 23.
0 proprietario deste estabelecimento de seceos e molbados tendo de fazer orna via-
sm, est resolvido a vender por menos de 10 a 30 por cento a dinheiro; para isso tem
um grande a vantajoso sortimento paraos amigos do bom e barato, qa a maior pane
este, vieram por conta, para o que fa^annuncio de alguns gneros, e a vista destes
regularlo os outros mais.
A dinheiro avista
Gaz americano a 8,800 a lata e a 380 rs. a garrafa.
Toucinho de Lisboa a 240 e 320 rs. a libra, e em barril ha grande abatimento.
Caf do Rio a 180 e 20 rs. a libra, eem arroba ha grande abatimento.
Cerveja das mis bem acreditadas marcas a 5,ooo e 6,ooo rs. a duzia.
inho Figueira da meihor marca a 3,500 a caada, e 480 rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 2,700 e 2,800 a caada, e a 360 e 400 rs. a garrafa.
Phosforos do gaz a 2,000 rs. a groza, ea i80 rs. o maco.
Manteiga franceza nova, a 560 rs. a libra, e em barril a 520 rs.
dem idem ingleza flor a l.ooo rs. e 800 rs. a libra.
Arroz pilado de India a i 10 rs. a libra, e em arroba 3,400 rs. ou a sacca.
Sabao massa a 220, 200 e 240 rs. a libra, em caixao ha abatimento.
Papel marca martello a 5,500 rs. a resma e viado 4,ooo rs.
Vinho branco de Lisboa da meihor qualidade a 500 rs. a garrafa.
Banha de porco refinada a 500 rs. a libra, e em porclo ter abatimento.
Alm desies gneros ba outros muitos que enfadonho menciona-los.
O proprietario deste armazem avisa aos seus fregueses que tem contas e letras ven-
cidas, o favor de as mandar pagar.
THATAMENTO dod- CHABLE, db PARS
Medico ispela!, consultacdea, 36, ra Vlvlenne f
AVISO AOS DOEHTES. U^^^S M pateM "gram,e nBe,de
N4o estoa cu-
ndo, tome! Cu-
beba, Copabiba
sob todas as
formasen opia-
to, capsulas,
confeitoi, tnho
o estomago
dnlo e tilo estmi corado? Usei e abusei de um grande numero de injecaqbs, que p;
curar em 4 das, etstou aiuda mais docntes.
BA BAES SO Ai\HOS *
?w coro radicalmente sem rcrahidas, Cor rmenlos, Relaxafo do canal, Catarrho i ixxiga,
ardas seminaes, curando primeira a causa virulenta iiiOammatoria d'essas doeocas sexuaes,
com algnms vidros do meu Di>unATivo do sangue para parar essas aflect}oes, ieccar o
canal e lhe tornar a dar sua regidez dou p;>.ra acabar meu ezccllcnte xarope ao curato de
ferro el miulia injeccao. A cura radical, as senhores para os uxos brincos, seguem
o mesmo tratamento. [Vejase a noticia explicativa.)
40.000 DOENTES CURADOS
Verdadetro tratamento depurativo do sangoe. As herpe* a* mais envetaradas, errnpcdes,
pruridot, virus, chaas e affeepes venreas, humores, e todas as doen?as que altera o a pureza
ba.mios mimeraks, minhas pililas depurativas e minha Pommada amti-dartrosa.
Vija-se a maneira de tratar-se. A noticia que se da gratis no deposito de meus medica-
mintos. Esse cxcellente tratamento nao contem mercurio1, sua supertoridade a bem eonhecida e
nao ha urna so casa qne possa cobo eo apresentar tantas attestafles d curas. t--
Em Pars, ctnsullafts do dmoor Chabl$ $ por correspondencias.
Vende-se na pharmacia.de P. Maurer & C, ra Nova.
3.
FMUC4NTE DE ORNAMENTOS DE 1CBEJ*
Ba do Imperador N. 23,
Defronte de S. Francisco, 1* andar.
Acaba de receber de Pars um rico sortimento de ornamentos e objectos de
bronze, prateados e dourados, proprios de igrejas e capellas, taes que : candelabros,
casticaes, custodias, turbulos, lampadas e cruzes de diversos gostos e tamaolios. Os
pregos desses eneros sao commodos, edevemser aproveitados.
________________________________ | _, __ i '------------------r
DEPOSITO GER4L
do assucar crystalisado da fabrica a vapor da
povoaco do Monteiro
n. 26 Gms 22 de Kt?enbr* n. 26
O novo proprietario deste grande estabelecimento convida ao respeitavel pnblico,
que sa acha de novo funecionando fabrica do Monteiro, e que no estbelecimento acim
bom modo coni que se*recebe os 8nbwe campiadorea, dore, certamen* convidar as enconrarao sempre um sortimento de assncar crystalisado em pans e ralado que se ven-
^^SSttoSSmi wm a S^?todos amigos e freguezes ;do nouojder nao so a varejo (isto di nm arroba para cima) como por alteado para fra da
i>Uii) armaba. prorinda.
Gaimares & Freitas
RA DO CRESPO N.*7.
Os donos deste bem conhecido estabeleci-
mento, tem a honra de avisar ao respeitavel
publico, e com especialidades aos seus nu-
merosos freguezes, que acabam de receber
um completo sortimento de objectos de mui-
to gosto e de completa novidade neste mer-
cado e que os tendo recebido emdireitura, os
poderao vender por menos que outro qual-
quer.
Requissimos leques de madreperola
branca.
Requissimos leques de madreperola preta.
Lindos leques de sndalos para senhora,
Ditos de sndalos para meninas.
Leques de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lindos port-bouquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentos e bailes.
Lindos cintos para senhoras com fif ellas
e fvellas de differentes qualidades e gosto.
Requissimos enfeites con> coques e sem
elle.
Luvas de jouvin, inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Luvas de seda, fio da escocia, algodao e de
outras qualidades para senhora e homem.
Lindas trancas pretas e de cores om ve-
drilho e sem elle, assim como lindisslmas.
guarniges para enfeitar basquines e botos
para os mesmos.
Lindas touquinhas e sapatinhos ricamen-
te enfeitados proprios para baptisados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Bengallinha para meninos.
Lindos pentes de tartaruga, massa e outras
muitas qualidades.
Muito boas escovas para dentes, chapeos-
rouDa. cabellos, unhas e para mpar pentes.
Superior linhas para crochet.
Agualha; para o mesmo fim.
Lindos agulheiros e dedar de madrepero-
la emarfim, assim corno de metal.
Lindas guarniges de botes, para colets,
pannos e colerinhos.
Ricas capellas para noivas.
Meias de seda para senhoras.
Superior thesouras para unhas, costara,
cortar cabello, etc., etc.
Finas navalhas cabo de tartaruga, marfim
e outras quididades.
Suspensorios de seda para homem.
Ditos de algodao para homem e meninos.
Requissimas caixas com msica contendo
o necessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Requissimos livrinhos para missa.
Lindos indispensaveis para meninas das
escolas.
Finos aderegos pretos para luto.
Grande sortimento ae finas perfumaras
dos melhores fabricantes at hoje conhe-
cidos.
E muitos outros objectos que impossivel
seria menciona-los e que se encontrarlo na
loja do Vigilante, rna do Crespo n. 7.
CALLOS
PomadaGalopeaupara a extracto e cara r-
pida e completa dos" callos duros, sem a menor dor,
vende-se na
Pharmacia e drogara
DB
Barholomeu & Companhla.
24-HDA LARGADO ROSARIO34
Unjco deposito.
Collares Royer magnticos
Medalhas e pnlseiras magoetieas,
A Aguia Branca receben nova remessa dos pro-
veltosos collares Royer magnticos, ja sommamen-
te conhecidos para preservar as convnls5es e faci-
litar a denticao das enancas.
Com esses uteis collares elctricos magnticos
tambem nao pequeas qnantidades de medalbas
e pnlseiras elctricas magnticas cuja utilidade
tem sido aproveitada por quem sodre do nervoso
nypocondico, tremores as maos etc.
Assim como os collares Royer esto geralmente
conhecidos e acreditados pelos efflcazes effeitos e
bons resultados que tem colbido as pessoas qne
delles tem usado ; assim tambem chegaram a ga-
nbar t5o alta repatacao essas apreciaveis medalbas
e pnlseiras magnticas,- urna vez que o uso deltas
fr se estendendo a todos qne dellas necessitem. A
Agula Branca contina a receber por todos os va-
pores franeezes urna determinada qontidade des-
ses sempre precisos e estimados collares Royer
magnticos e por Isso Oque na lembranca de todos
que os acbarao constantemente em dita loja da
Agula Branca, ra do Qoelmado n. 8.
Francisco Jos Germana
|RUA NOVA N. ti,
acaba de receber nm lindo e magnifico MT*
timento de oculos, Innatos, binculos, do al*
timo e mais apurado gosto da Europa e oca
los de alcance para observacbes e, para o
martimos.
RIVAL SEM SECUNDO
Rna do feneimade a. 49, Io|a d
mladezas
DE
Jos Bigoutnng
Carriteis de reteoz'de todas as cores a 80 rs.
Frasees d'agna de Colonia muito superior a 500 rs.
Frascos de oteo muito fino a 500 rs.
Baralbos franceses muito finos a 160 rt.
Pegas de trane branca de caracol a 60 rs.
Duzia de tesouras pequeas a 480 rs.
Frascos d'agna para limpar-dentes a 500 rs.
Caixas com colzetes franeezes a 40 rs.
Redes pretas lisas para- segurar cabello a 320 rs.
Dnzias de pennas de ac muito finas a 60 rs.
Caixas de linba do gaz de 30 novel los a 600 rs.
dem de palitos de segoranca a 30. re.
Lencos de cassa com barra a 100 rs.
Dnila de facas e garfos de cabo preto a 3f600.
Garrafas de agua Florida verdadeira i JOCO.
Babados do Porto de todas as largaras e todos cj
precos.
Sylabarios eom estampas para meninos a 320 n
Memento da ronpa de lavar a 100 rs.
Duzlas de meias multo finas para senhora a 4.00
Agolbas francezas a balo (papel) a 60 rs.
Pares de sapatos de tranga e tapete a 1500.
Pegas de fitas de la de todas as cores a SCO K.
Grozas do boioes de porcelana prateados a UOl {
Caixas com alfioeites franeezes a 80 rs.
Caixas de 100 envelopes mallo finos a 500 rs-
Resma de papel de peso branco liso a 2#.,
Frasco com soperior tiBtt a 100 rs.
Grosas de pbasphoros de gaz a 2J0O0 a
Pares de botoes de panno muito bonitos 80
Linhas em carto de 200 jardas a 100.
Caixa de superior linba do gaz com 50 novellot
' 700 rs.
Talberes para meninos a 240 rs.
-Masso eom superiores grampos. a 30 rs.
Grosas de pennas de ago muito finas a 320 rs.
Bonets para meninos a tf.
Pentes cora costa de metal a 400 rs.
Realejos para meninos a 100 rs.
VERDADEIRO LE ROY
t HCXtlET, Doetetir-Mdedn
Ru de Saine, 51, PARS.
Em cada garrafa, ai. mire a rcillia c 11 panri iu\
que 1er o meu linele, um nituliv imuri-sso ra ama-
rellc com o Sello IaiiixiAi. do Cotmno n i >.: t.
N. I. emet-
.tfiirl'vsi-ii.i-.al.-fr S
ir SnO !i"!ii:.x >n-
brel'.ir >,m-iiju-i
a 6 ia< .(" v .'a.
aoHiix;i>i>i,^ni.i-.p *
o aba!.ni- vi :, \
uiior &-m, .\'.,
de P. Maurer o
^
DOCTEUR-MDECIN
J| PHARMAC1EN
Deposito na pbarmacia
C. em Pernambuco.
X A R0PE~DET KATIVO
DE CASCA DE LAANJAS AMABGAS
COM IODURETO DE POTASS10
DE
JP. Laroze.
pharmaceuteo em Paris
O ioduretodepotassio um verdadeiro al-
terante, um depurador de incontestavel efi-
cacia; combinado com o xarope de casca de
laranjas amargas, aturado sem pertubaco
alguma pelos temperamentos os mais fracos,
sem alterar as funecoes do estomago. As do-
ses malhematicas que elle contem permittem
aos mdicos de receital-o para todas as com-
pleices, as afleccoes escrofulosas, tubercu-
losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'sso, o agente o
maispoderoso contra as doencas rheumaticas.
Deposito em todas as pbarmacias e casas de
drogaras no Brasil.
Expedices, em casa de J. P. Laroze, rae
des Lions-St-Paul, % Paris. _
A' veuda na pbarmacia de P. Maurer &.
C.a, ra Nova n. 25.
DEPURATIF
d SAJVG
Xarope e pasta deuSeiva
DO
Plnhciro martimo
DI
E. Lagasse
Preparagdes mu preconisadas pelos sabios mdi-
cos de Paris, com as melhores at boje discobertas
para a cara certa de todas as molestias do peito,
bronebites agudos e ebronicos, astbma e anda das
afiecgdes das vias urinarias.
DKPOSITO ESPECIAL
34Roa larga de RoanoJi, f
Pharmacia de Bartholomca A C.
Batatas a 800 rs. o gi^o"
em libras a 40 rs azeltonas novas* 800 rs. a an-
coreta : a* roa das Crates, arranwn da porta
larga o. 41 A.
Rotondas
Vendem-se rotondas de fil : na roa do Livra-
ment n. 26. a 20O0.
Pars, 36, Ra Vivenne. a>
CHABLE MDECiNSPClAL
DAS ENFERMIDADAS DES SEXUAES, AS AFFEC-
CjOYS CPTAWEA^, E ALTERACOKS DO SANGUB.
30.000 curas das impingens,
puitulas, herpes, sarna,
comixoes, acrimonia, e al-
lercoes, viciosas do sangue;
virus, e altsracoes do san
gue- (Xarope vegetal sem mercurio). Bepurativaa
Tcgelaea BAiUios miNCBACS tomao-se doos
por semana, segoiudo o tractamento Depurativo i t
empregado as mesmas molestias. (,
Este XaropeCitractodeferro
de CHABLE, cura immedia-
tamente qualquer purgacao,
relaxacao, e debilidade,
igualmente os fluxor e flores
brancas das mulheres. Esta injeccao benigna em
prega-se con o Xarope de Citracto de Ferro.
Hemorroida, Pomada qne as cura em tres dita.
POMADA ANTIHERPETICA
Contra: na affeecoes cutneas e comixoes.
PILULAS VEGHTAES DEPURATIVAS
do o' Chabie, ctAi frasco vai aceompaljsdo de ss
AVISO AOS SR8. MDICOS.
Can catarrhos, tostes
coqueluches, irrlacet
nervotas t do bren-
chiot e todas a dotucas
do peito; bttU ao doeota
urna colhe retido* deste xarope O' Fobcet.
Dr. em Pars, roa Ylvlcane, S*.
PLUS DE
COPAHU
Sirop du
DrFORGET
Vinho de caj'
de superior qualidade: vndese na ra da Madre
de Dos n,3i, armaitm de Ganha|lrm^ s C
A venda na pharmacia de P. Maurer 9
e C, em Pernambuco.______________
GAZ GAZ GAZ ~
Cbegon ao antlgo deposito de Henry Forster &
a, rna do Imperador, nm carregamento de gu de
primeira qualidade.o qual se vende em partidas e
1 retalbo por menos preco do qoe em outr* qntl
""^_____________.--------a^a*
Farinha de nandioca superitr.
A,tratar eom Tasso rmeos, ou no trapiche Ba-
r5o do Llvramento no Forte do Mattos.
Farello novo a 4f400
em sacos grandes: a lO do Apollo a. 4.

-
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A

MUTILADO
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v.i
v *-<,
tarto 4c Peraanbnco Qaarta feira S de Jnlhe de 1867.
femetos do dr. J. C. Ayer, ei-leiti
da eiversidade de Peasylvania, noi
Estaas-nidos,
Exlraeto eooapooto de saUa-pax
rllha de Ayer.
Peitoral de eereja.
lleaaedlo para aeiea.
Plalas cathartleas.
0 deposito central para as provincias
Pernambuco, Alagoas, Parahyba e Rio-
Grande do Norte, destes remedios t2o fa-
voravelmente coohecidos e acolhidns em
todas as partes da America do -Sql e do
Norte, acha-se em casa de Theod Chria-
tiansen, 16 raa de Trapiche en
Pernambuco.
Os precos de
S3 por duzia de estracto de salsa-parrilha.
27 por duzia de peitoral de eereja.
270 por duzia de remedio para sezoes.
70 por duzia de pillas catharticas
se entendem dinheiro vista, coa
o descont de 5 por cento em quantidades
de 6 a 12 duzias, e de 10 por cento em
qaantidades snperioresa 12 dorias.
^m %% mw^\*
V3

0 "S
H 0
* 5J 18
< 9S
S a as
-a
GRANDE SORTIMENTO
DE
FAZEYIAS BARATAS
NA
LOJA E ARMAZEM
DO
A(?o de Milao
Nos armazens de Tasso Irmaos, em ennbetes de
4 arrobas.
MAUlGIa
DE
Joaquim de Almeida tinto
A jBiDbeba
Em extracto alcoollco, emplas-
tro, oleo, tintara, plalas,
xarope e viubo
A jurubeba ama das substancias medi-
camentosas qne pertencem ao reino vege-
tal, e pertence a classe dos tnicos e desobs-
truentes, sendo empregada com vantagem
contra as febres intermitentes acompanbadas
de erjgorgitamento de Ggado e de baco. Ella
tem sido apphcada com incontestavel pro-
veito contra a anemia ou cblorose, e hydro-
pbesia, catharro da bexiga, e mesmo para
combater a menstruaco difficil, resultante
dj mesma anemia ou chlorose,
Depsitos geraes
Isa Pernambuco, roa larga o Rosario
n> 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
Dourado, Rio Grande do Sul, ea casa dos
Srs, Casco & C, Macei, pnannacia do Sr.
Claudino, no Havre, pharmacia de Mr. M-
rica 1, em Lisboa, a pharmacia do Sr. Feij.
,w* AmJ0I,an?fl ,srtimeDt<> dasmelhores machinas, americanas para descarroca
SSk ft 5&* '8' 2' 3' JBSSR

ATTEKCiO
No armazem de fazendas de
Santos Coelho, ra do Quei-
mado n 19.
Bom e barato
Cambraia de cores matisadas finissimas a
800 a vara.
dem brancas transparente finas de 40,
30, 60, 70, 80 e 80500 a peca.
Baloes de arcos para senhora a 20500.
dem de arcos de cores a 30500.
dem de arcos brancos nesgados a 30 e
30500.
^Idem de mursulina a 50.
dem de mursulina para meninas a 30 e
30500.
Azeite de espermacete propria para machi-
nas.
Vapores de forca de 3 a 4 cavallos.
Serras avulsas para machinas.
Manca"es e todos os mais pertences para as
mesmas.
Carros de m*o para aterro.
Cylindro para padarias.
Debulhadores para milho.
Arados americanas.
Carrinhos proprios para armazens.
Moinhos para refinacSo.
dem para milho.
Escadas de madeira americanas.
Caixas com vidro sortidos.
de todas as qoalidades.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para engommar a vapor.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de verguinha.
Guarda comidas.
Peneiras d'arame para padarias e refinac5es*
Correntes para almanjarra. .
Machados e faces americanos.
Barricas com milho branco americano.
NOVIDADES
9 A. esquina da do Imperador
Custodia Jos Aires Gaje'!*,
PAVO
Roa da Imperatriz d. ta
BE
AMA fc SILVA*. ___
Os proprietarios deste grande estabelecimento acabam dereceber da Europa um
grande sortimento das melhores fazendas de lia, linho, algodSo eseda, as quaes vendem
por precos baratissimos, afim de apararem dinheiro, dando de todas ellas amostras,
amando ficar um penhor oo mandam-nas levar em casa das Exmas. familias pelos seus
caixeiros, assim como as pessoas que negociam em pequea escala, neste estabelecimen-
to comprarao pelos mesmos precos que se compram as casas inglezas, ganhando-se
apenas o descont.
Doce de goiaba.
De boa qualidade em latas recebido de doas en-
gorraos onde se fabrica com perfeicSo, e os apre-
ciadores do bom doce, assim como aqnelles que
compram para negocio, encontrara ora bom sorti-
mento do dito doce: na roa da Cadeia do Reeife
n. 47, primeiro andar.
flRjRsH wjK
Casemiras pretas enfestadas a rtoo.
Na oja do Pavao vende-se superior casemra
enfestada preta para calcas e paletos pelo barato
preco de 1 #600 o covado on a 2J800 cada c rte
de caifa, dita moito mais fina, covado a 2,3200
ou o corte a 35500, ditas moito finas sem serem
enfestadas a 1J8O0, 2*000 e 2*500 cada covado :
m loja e armazem do Paveo na roa da Imperatriz
n. 60 de Gama & Silva.
As casemiras do Pava*o corte a 30500.
Vendem-se bonitos cortes de casemiras de cores
escoras proprios para o tempo de invern, pelo
barato preco de 3500, oo o covado a 2*000, sen-
do enfestadas, assim como bonitas meias casemi-
ras escuras com msela de seda a 640 rs. o covado,
ou 2)240 o corte de caiga, sendo fazenda at moito
propria para os meninos que freqoentam a escola,
Isto na loja e armazem do Pavo na roa da Impe-
'airiz n. 60, de Gama & Silva. '
Celestas para saias
s na loja do pavo.
Vendem-se pegas de celezla de algodao, sendo
acbamalotada e moito propria para saias on botra
qoalqoer especie de roopa branca, pelo barato pre-
go de 40C0 rs. a pega com 10 Taras, oo retalha-se
a 440 rs. a vara: na loja e armazem do PavaeJ
roa da Imperatriz n. 60. de Gama & Silva.
saias econmicas a 3*200.
Su na loja de Pavao.
Cbegoo um grande sortimento destas novas saias
escuras proprlas para tempo de invern por evita-

Para camas de noivas.
Vende o Pavita.
Ricos cortinados bordados a 8*000,10*, 16*.
20* e 25* o par ; assim como os mesmos tambem
servem para janelias; ditos adamascados a 10* e
12*; bonitas pegas de cassas adamascadas para o
mesmo effeito; bonitos damascos de 13a de orna
e doas larguras, proprios para colchas, assim oo-
mo bonitas eolebas de croch : to|u isto se vende
mais barato do qoe em aotra qoalqoer parle, na
loja do Pavao, roa da Imperatriz n. 60, de Gama
t Silva.
Cascas decora 24o rs.
Vende-se um bonito sortimento de cassas de
cores, pelos baratissimos pregos de 240, 280 e
320 rs. o covado, assim como nm bonito sorti-
mento de cassas f?ancezas com listas largas a 800
rs. a vara, finissimo organdys matisados a 1*, na
loja e armazem do Pavo, roa da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva.
Orgaudy a 4fOOO.
. Vendem-se bonitos cortes de organdy
sendo com listras todas braceas ou com lis-
tras de cores tendo oito varas cada corte,
pelo barato, preco de i4, pecbincha: na
loja e armazem do Pavao rna da Imperatru
n. 60 de G.'ma e Silva.
Chitas a 200 e 240 rs.
Vendem-se chitas inglesas de cores fias
sortimento de fazendas finas e da ultima moda em Paris, e aproximando-se as festas de p s8 muit0 bonitas por terem lindas barras como
S. Joo, S. Pedro e Sant'Anna, por isso apressa-se em vir convidar o respeitavel poblwo, Srn" ilmnaHmAn^D*HEaropa e v,endem-se Pel
para vestido
pelos
moderno neste mercado.
Riquissimos cortes de seda
a50*, 604/ 700, 80*, 6 904.
Lindos cortes de foulard de seda,
baratissimos precos le 250, 300 e 35*.
Cortes de blood para noiva, trazendo cada
corte saias de setim, capella e veo.
Ditos de dito com pequeo toque a 400
e 500.
Moireantique branco, azul e preto.
Seda branca para vestidos de noivas.
Grosdenapoles de todas as cores.
Riquissimas basquinesde seda preta, bor-
dadas com gosto.
Lindos cortes de Ia com barra e de ulti-
ma moda tendo cada corte oseo figurino.
Riquissimos cortes de vizita, la com lis-
. ,** tas de seda para vestido, esta fazenda re-
peca com 8 1/2 varas.
dem admascada para cortinado a 420 a
peca com 20 varas.
dem para forro a 30 a pe?a com 10 jar-
das.
Retondes de fil a 60.
Chales de fil a 50.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
20 e 20500 a duzia.
Lencos de cassa finissimos a 30200 e
306Oi) a duzia.
Cambraia de linho muito fina de 60 e 90 a
vara.
Madapoles finos de 70, 80, 90,100,110
e 120 a peca.
dem enfestado muito fino a 90 a peca
com 20 varas.
Platilha de algodSo superior fazenda para
saias a 30200 a pe?a com 10 varas.
Cobertas de chitas da India, muito grande
a 20600,
Lenges de hamburgo fino a 20400.
dem de bramante a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Guarda apos de linho adamascados a...
30500 a duzia.
Atualbado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 30 a vara.
dem trancado de algodo a 10500 a vara.
AlgodSo enfestado com a mesma largura
a 10100 a vara.
Toalhas alcochoadas de linho a 110 a duzia.
dem com pello a 130 e i40 a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 900 a vara.
Grosdenaple preto superior de 10800,
20 e 20500 o covado.
Morantique preto superior a 20800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 o covado.
dem branca a 600 o covado.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 20500 a vara.
dem de linho com 5 palmos a 10200 a
vara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Assim como ostras muitas fazendas que
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de tudo,
"Bolas"
Vende-se na fundido da Aurcra em Santo
Amaro, 2 boias de folha de ferro de 38
grossura, com fnndo semispberico e altura
cnico, tendo 15 4[2 palmos de alto e 6 3[4
ditos de dimetro com olhaes manilbas e 2
balas de ferro fundido para amarracSo, etc
Agua mineral
ferruginosa, aeidalada, juou e earboniea
M
IORK/.ZA.
O oso d'agua de Orezza mol particularmente
reeommendado pela escola de medicina de Paria,
para todas as aftaeedea do tubo digestivo, ingorgiu-
Mtto das viceras abdominies, e geralmente todas
as molestias provenientes da fraqoeza orgnica, oo
pobreza de lanfne.
MPOMTO ESPECIAL
|4Roa Urg < Rasarie34
Phatraaaela de Bar holoMeo dk C.
Propietario das lojas e armazens da
Arara, ra da Imperatriz
ns. 56 e 72.
Tendo recebido pelos ltimos vapores da
Europa diversas qualidades de fazendas do
que faz ver ao respeitavel publico, vendev
barato so afim de apurar dinheiro, como
nenbum outro.
Attengo.
Chitas a 160 rs. o covado.
Vendem-se chitas em retalho a 160 rs. o
covado.
Ditas em.peca a 200 rs. o covado: roa
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Panno preto fino a 10600.
Vende-se paono fino preto para cal^a e
palitots a 10600, 20, 20500 e 3*000 o co-
vado, cortes de casimira preta para calcas a
30, 30500 e 40000: ra da Imperatriz lojas
da Arara, ns. 56 e 72.
MOZAMBIQUE A 400 RS.
Vende-se ama nova fazenda com palmas
de seda por nome mocambiqne para vesti-
dos de senhora a 400 rs. o covado: ra da
Imperatriz lojas os. 56 e 72.
Baldes a 20000.
Vende-se baloes de arcos de todos os ta-
manbos a 20, 3* e 305CO: roa da Impera-
triz lojas da Arara n. 56 e 72.
Laazinhas a 200 o covado.
Vende-se 13asinhas para vestidos de se-
nhora a 200, 240, 280, 320, 400 rs. o co-
vado : s na ra da Imperatriz ns. 56 e
72.
Chita* trancezas finas a 240.
Vende-se- chitas francezas largas a 240,
280 e 320 o covado: rna da Imperatriz
lojas da Arara n. 56 e 72.
Chales de merino a 20ooo.
Vende-se chales de mirin estampadas a
-nssianas, perneras 20, 20500; ditos de 15a a 10000, ditos de
Roviment chfgadj botas '^^* e meias perneiras da meibor <,- -'-ui- da Arara n. 56 e 72.
visto :no;rmaiem do vapor rna fto. | Basquinas a 14*000.
. 'se basquinas ou casaquinhos de
Vende-seiweicriptoriodeA'DQmonta'roadol^J^^^ ofeio para senhora a 140,
novidade.
Dita da mesmaqualidadepormem pecas.
Requissimo transparente de seda para ves-
tido de senborastambem novidada>
Riquissimas gravatinhas para senhora.
Ditos cortes de barege e de laa para ves-
tidos.
Lindas chapellinas de seda para senhoras.
Ditas ditas de dita para meninas.
Chapeos de palba para senhoras.
Riquissimos chapeos de sol paraditas.
Requissimos enfeites com coque e sacata-
inteiramente novidade.
Riquissimos leques de madreperola.
Ditos ditos de saodalo.
Luvas de Jouvin preta, braDca e de cores.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Riquissimos manteletes de cores, inteira-
mente novidade.
Riquissimos cintos para senhoras.
Riquissimas fivellas para cintos.
Riquissimas cobertas de ponto de crochet.
Meias d laias para padres.
Ditas de la para padres.
Ditas de seda para senhoras.
Ditas de dita para cranlas,
Ditas de algodo de dlfferentes qualida-
des e preco para hornera, senhora e criancas.
Luvas de todas as qualidades.
MadapolSo francezo que de melhor
o mercado.
Organdy brinca csttlistas.
Dito de urna s cor e com listas da mes-
ma cor.
Chapeos de seda para homem.
Ditos de phantasia para homem.
Casemira preta muito fina.
Ditas de cores ioteiramente novidades.
Chapeos de sol com lindos casloes.
Toalhas de labyrintho muito ricas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dito..
Rendas, bicos da trra e grades para lencos.
Urna requissima toalha toda aberta de la-
byrintho o que ha de melhor neste genero.
ASil-
Tndn ronahiHA m;i ,rem 1ue as salas brancas com qoe urna senhora pelo barato prego de ^.60 e Xfl rs. o cova-
rrSSiS'S **.d!,reitara PeI y5">r francez Eslremadure, um vanadissimo vae composta nao se snje de lama ao mesmo. tem-1 do: na loja e armazem do Rivo ra da
Imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
Bielas Inglezas a 5JfOOO a
duzia.
Vendem-se meias jnglezas para homem a
50000 a duzia, ditas para senhora a 40000:
na loja e armazem do Pavo : na fna da
Imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
Chales baratos
, a 20, 30500, 60 e 70000. .
Vendem-se chales de merino estampados
Punhos e gollinhas para senhora.
Riquissimas saias bordadas.
Riquissimas camisinhas para senhora.
Cassas muito finas e ioteiramente novida-
des.
Riquissimos veos e mantas de blond.
Ditos chales de toquim.
Fil de linho, liso e de salpicos.
Fil de seda, dito e de ditos.
Espartilhos para senhora ioteiramente no-
vidade.
Lindos baloes de la para senhora,
Ditos de dita para meninas."
Ditos de muculina para senhora.
Riquissimas vestimentas para baptisados
contendo, cbapeosinho, sapatiobo, meiasinoa
e <;amisinha ricamente bordadas.
Ceeiros bordados muito finos.
Um rico lencol de labyritho, proprio'para
casamento.
Chitas, cambraias, madapoles e muitos
outros objectos, que se deixa de mencionar.
O don deste importantissimo estabelecimento contina nos proposito de que-
rer vender muito e ganhar pouco, para o que sugeita-se a ganhar nicamente o descont.
Espartilhos.
Vendem-se magnficos espartilhos francezes e
inglezes na loja e armazem do Pavo, na roa da
Imperatriz n. 60. de Gama & Silva.
PANNOS DE CHROCHE'.
Vende-se um grande sortimento dos mais boni-
tos pannos de ebroebs proprios para cadeiras, so- .
pbs, cadeiras de balanco, para almofadas e para 2& dltos sos a 30500, ditos estampados
cobrir presentes, e vendem-se por pregos baratos; finos a 50500,60, 60500, ditos crepon
Dafi?a e prm"em do-Pav5o> ra da Imperatriz com listras de seda a 70500 e 80000,
n. 60, de G^ama & Silva. pecbincha : na loja e armazem do Pavao
FAZENDAS PARA LUTO. run da Imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
Vende-se JSi Sf pfeo sendo orna fr A SJ^SS SP""
senda moito leve e sem lostro eom 6 palmos de LOVaQO UU rs. vara 5UU rs.
largara proprio para vestidos e roopas para bo- 86 o pavo
mem pelo barato prego de 2ooo o eovado men- Vendem-se finissim cambraias france-
n preto entestado moito bom a 1*600, superiores 7as Pnm iiora= mirirla p oranrla"! a rnm
bombazinas pretas a 1*600, 1*800 e 2*000 rs. o ^1 u "?- e.a
covado, soperior cantao a i*OO, lanzinha preta ]m** desenos de flores palmas, sendo
lisa a 4CO eSOOrs. o covado, om grande sorti- todas com as ce res mais modernas e mais
Peit hordadns nara rani > ment .de alpeas e princezas pretas qoe se ven- lindas que'tem vindo-ao mercado, pelo ba-
M.. de hnho bordados para cambas de j, j,.^,,,. {JfJPgyj-^ rato prS de 300 rs o vado bOO a
60,e d Gama & Silva. vara' e grande pecbincha attendendo a
Rramante de linho. grande porco que tem, seno seria para
' ande-se soperior bramante de linho com dak; muito mais dinheiro : isto na loja e armazem
l,x dJoIffra pe,osbaratos Pre?os de 2** do Pavao, ra da imperatriz n. 60 de Gama
2*600 e 2*800 a vara, soperior panoo de linho' c]va
proprio para lences, toalhas e sereolas, pe-
lo barato preco de 640, 700 e 800 rs. a vara, pe-
cas de Hamburgo de linbo moito superior a 10*,
11* e 12*, algodozioho infestado liso muito en-
Grande aiziazem de tin-
tas medicamentos etc.
Roa da Imperador n. 22.
Productos chimicos e pharma-
ceuticos os mais empregados em
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tura e para tinturara.
Productos industriaos e tintas
para flores, como botes de flores
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenho.
Productos chimicos e industriaes
para photographia, tinluraria, piu-
tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
pride directamente de Paris, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena
confianca e satisfaz-jr qualquer en-
commenda a grosso trato e a reta-
lho e por preco commodo.


notvo3.
Collarinhos
dade.
de linho inteiramente novi-
ARARA
Lourenco Pereira Mendos Guimares.
160, 480, 200, 250, do ultim* gosto: ra
Chales de renda a 4#.
Vendem-se bonitos chales pretos de renda che-
gados ltimamente pelo barato preco de 4* : na
corpado proprio para lences a vara a 1*, dita en-1 'ia e armazem do Pavo, ra da Imperairlz o. Cd
trancado moito superior fazenda com a mesma ^e Gama A Silva.
largura a 15200 a vara, assim como mais orna in-
flnidade de fazendas brancas qoe se vendem mais
baratas qoe em ootra qoalqoer parte s com o Um
de aporar dinheiro, na loja e armazem do Pavao,
ra da Imperatriz o. 60 de Gama & Silva.
. Leucos brancos
a 20ooo, *208oo e 302oo.
Vende-se om grande sortimeot) de lencos de
cambraia branca pelos baratos pregos de 2*000 e
Motos vestidos a 60000.
Na loja do PavSo.
Chegaram os mais modernos e bonitos cortes
de organdys para vestidos, tendo 10 varas c da
corte, sendo 7 varas listadas para saias e 3 varas
sem listas, mas com enfeite para o carpo (oo. ca-
saqoinbo) garante se neste genero ser o mais mo-
derno que tem vindo ao mercado, tendo entre el-
les. moitos brancos com listas e enfeites pretos, e
Gama de Silva.
2*800 a duzia, assim como ditos com lista de c-1VX**" pe] ,ra.t0 preS ?9 6&, ?nica?AeDe
re3 fixes em volta, tanto proprio para homens co-1 arm."-ef? do Pava0 da Imperairis n. 60, de
mo para meninos, que se vendem pelo barato
prego de 3*200 a duzia, ditos grandes de cassa li-
za qoe se vendem a 500 rs. cada nm, na loja e
armazem do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Hadapolo pccliiucha a 6?'
Vendem-se pecas de madapolo sendo fa-
zenda muito superior com 24 jardas cada
peca pelo barato preco de 60, dito muito
mais superior a 60500 e 70, assim como
VENDE-SE
Motores americanos para dous cavallo.
Dito dito para qoatro cavados.
Machinas para descarocar algodao de 14,
18,20 30, 33 e 40 serras.
Prencas para enfardar algodo fazendo os sac-
eos com 6 palmos de comprmanlo com
16,
Trapiche o. 48, 1* andar.
Veu- -
i Grosdenapoie*
da Imperatriz ns. 56 e 72.
Madapolo de 24 jardas a 40000.
Vende-se pegas de madapolo com 24 jar-
das a 40, 50, 60, 70, 80 e 100000: por
estes precos s na Arara ns. 56 e 72.
Algodosinho a 30 a peca.
Vende-se pecas de algodosinho a 30, 40,
50, 60 e 70000 o mais barato que se pode
vender: na ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
Cotim e castor para calcas a 800 o
corte.
Yende-se cortes de cotim e castor para
calcas de bomem a 800 e 10, ditos de brim a
10280 e 10600, ditos de brim pardo liso a
10200 e 10400: ra da Imperatriz lojas da
Arara ns. 56 e 72.
Bareje com listas a 32o:
Vende-se bareje com listas para vestidos
de senhora a 280 e 320 o covado.
Llasinha escocesa a 280.
Vende-se aasinhas escocezas para vestidos
de senhora a 280, 320 e 400 o covado: ra
da Imperatriz loja e armazem da Arara ns.
56 e 72.
Koupa feita nacional.
Vende-se palitots de panno fino, saceos
fraques, a 50, 60, 80 e 100; ditos de
casimira de cores a 40, 50, 60, 80 e 100 ;
colotes de casimira a 30, 30500; calcas'de
brim pardo a 10600, 20; ditas brancas de
linho a 30500 e 40; ceroulas a 10, 10600
e 20; calcas de castor a 10280 e 10600.
Palitots de alpaca branca e de cores a 40,
44500, e pretos a 30, 30500 e 40. Palitots
de brim a 20, 20500: ra da Imperatriz
os. 56 e 72.
Cobertas He chita da Arara.
Vende-se cobertas de chita a 10800, 20,
20500; ditas de damasco a 40; ditos de
fust a 60 e 60&1O: ra da Imperatriz lu-
jas da Arara os 56 72*
Vende-se bramantes par lences a 20500
e 20803 o corado; e muitos ouu Ps objectos
que seria enfadonho mencionar.
Ra da Imperatriz os. 56 e 72,
o peso de
150 e 200 libras, viadas ltimamente da America
dito finissimo 80," grande pechinch: na n ""em deHenry Porster C, na cae Pe
[_______j n..?___- j. t_____._.. dro 11 n. z tonto ao Gabinete F
loja e armazem do Pavo ra da Imperatriz
n. 60 de Gama & Silva.
As chitas baratas
Na loja da Pavo a 240, 280, 320 e
360 rs.
Vendem-se urna grande porco de chitas
finissimas com pequeo toque de mofo, ten-
do miudinbas e gradas, que se vendem pelo
barato preco de 280 rs. o covado, sendo fa-
zenda que val muito mais dinheiro, ditas lar-
gas e escuras sem defeito a 240 rs. o cova-
do, ditas preclaras escuras e alegres a 30 e
360 rs., tudc isto pecbincha na loja e ar-
mazem do Pavo: ra da Imperatriz n. 60
de Gama & Silva.
Para caigas
Vendem-se meia casemira muito encorpa
da e escura pelo barato preco de 320 res o
covado ou a 10120 reis o corte de calca,
sendo fazenda propria para calcas, paletos e
colotes, grande pechinch na loja e arma-
zn; do PavSo, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Chitas pretas a 160 e 200 rs.
Vendem-se chitas pretas inglezas com sal-
piquinhos a 200 rs. o covado, ditas lizas a
160 rs., no armazem do Pavo: na da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Atoalhado.'
Vende-se superior, atoalhado de algodo ada-
mascado com cito palmos de largara, vara a !*,
dito trancado sam ser adamascado vara a 1*800,
dito snperior de Itabo adamascado vara 2*800 e
3*, goardanapos de linbo cr qoe sao os mais
econmicos a 3* a duzia, na loja e armazem do
Pavio, rna da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Cktas coa mofo a 280 rs., na laja do
Pavo
Vende-se urna grande porco de chitas
francezas com muitos bonitos deseohos, pelo
barato proco de 280 rs. o covado, por ter
om pequeo toque de mofo, sendo de cores
seguras e garantindo-se que soltara o mofo
logo que se la vem e a nao terem este pequeo
defeito seriam para 400 rg. o covado, esta
pechiocba acha-se nicamente na ;;a e ar-
mazem do Pavo : roa da Imperatriz a. $0>
de Gama & Silva.
Portogoez.
Grande reducto
NOS PRECOS DAS
Preparages
DE
Lamman & Kenip
Salsa parrllha de Bristol dozia 33*.
Agua Florida de Murray Anacaboita peitoral de Kemp 22*.
Em quanto a agua florida preciso a maior cau
tela contra as falsiflcacdes fraululenias francezas :
as verdadeiras preparares se vendem no nico
deposito rna do Trapiche n. 8.
XAROPE "
DE CASCAS DE LARANJAS AMARGAS
Ae *. P. Laroze, phsrmaeeutIco
em Parla
33 annos de suceessos atiestan a sna eficacia,
como:
tnico excitante, para ajudar as func-
ces do estomago, assim como dos intesti-
nos, e curar as doencas nervosas, agudas ou
chronicas.
tnico anti-nervoso, para curar os incom-
modos percursores de doencas assim evita-
das, e para facilitar a digesto.
anti-periodco, contra os calofros, cal(h
res, com ou sem intermittencias, e que teem
Manteiga baeata
Ingleza a 1*280, 800 e 640 rs., e de tempero a
320 rs., franceza a 640 e 480 rs., sabo a 200 rs. a
Ibra : na roa das Croies n. 42. .
Novo rap
Loja da Aurora na rna larga no n. 18 de Sar-oel Jas Ltt/ .
& Irmo.
Receberam rap grosso a imltacSo do francez
da fabrica de Meron & C, do qoal se vende bara-
to, a s s i m como d e ootras quitas qualidades.
Vende-se um esccavo de meia idade, robus-
to, de boa conducta e proprio para qualquer ser-
vido : a ver e tratar na iravessa do Carioca n. 2
caes do Ramos^___________________________
Vende-se orna borra (cofre) e tambem se
nde naia batanea romana todo em bom estado
or preco commodo : a tratar na roa da M>eda
-. '9.__________ ______
f Vendem-se doas bon3 escravos proprio para
servido de campo : a tratar na roa da Praia ar-
mazem n. 3.
Vende-se orna crloola de meia 'de por
500*, cozioba bera e tambem sabe engnmmai : P*
rna do Fogo n. 9.________________ """"
Vende-se o bonito ecravo mde idade de i
annos pouco mais oo menos: qoem pretender J
rija-se a roa Direita n. 99,
Vende-se nm sobrado de om andar na roa
do Amorim n. 10, com chao proprio : quem pre-
tender dirija-se a roa da Cruz n. 18, segando
andar___________________________________
Mi ra do Trapich n 16.
acham-se os seauintes deposites
De fi. Brnniaghans em Nnits.
Roargogne.
7inho Pommard tinto.
Cortn Unto.
Santo Georges tinto.
Cbambertin tinto.
Rlchebonrg tinto.
Clos de Vongeottin o.
> Cbablis branco.
De H. A.Woef em Francfort:
Rhono.
Geisenheimer.
Liebfraomilch.
Marcobrunner.
Em casa de Theod Christiansen, ra do Tr/a
piche-novo n. 16, nico agente no norte do Rmil W
de Rrandenborg freres, Rordeaoz, encontra-se ea
fectivaments deposito dos artigos segointes:
St.Julien.
St. Pierre.
Larose.
Chateau Loville.
Cbateau Margaax.
Orand vin Chateau Lafltte 1858.
Chateau Lafitte.
Haut Saoternes.
Cbatean Saoternes.
Chateau Lataar Rlancne.
Chateau Yquem.
Cognac em tres qualidades.
Azeite doce. Pregos de Bordeaox._________
Joaquim Jos Goncalves
Beltrao
RIJA DO TRAPICHE N. 17 Io ANDAR)
j. Sacca por todos os paquetes sobre o Raneo
lo Minho em Braga, e sobre os gaintes luga-
1 em Portugal.
aber:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Gnimares.
Coimbra.
Chaves.
Visfti
Villa do Conde.
Arcos de VaMe Vez.
Vianna do Castello. .
Ponte do Lima. ^ ^
Villa Real. -'
Vla-Nova de Famelico.
Lamego.
Lagos.
Covilbla. r
Escravos fgidos
508 A quem tronxer ao eonselbeiro PIrmino Anto-
nio de Sooza, no Hospicio, o sen moleqoe Joaqobe,
fgido desde o melado do mez de abril com os
slgnaes segointes: c6r preta, cabera compnta,
testa saliente, canella fina, secco docorpo, beicud,
falla apressado e atrapalhado, ps pequeos, sabio
vestido de caiga azal corta e camisa de riscade :
costuma andar sem chapeo e representa ter menos
por especficos as substancias amargas; tam- de 16 annos, soppdo-se ter-se dirigido para Pe
bem e efficaz contra asgastrites e as gas- d'Aino. ________
-

tralgias.
tnico reparador, para combater a ex-
haustago do sangue, dispepsia, anemia, es-
gotamento, inappetencia, Iangor etc.
Deposito em todas as pharmacias e easas
de drogaras no Brasil.
Eipedic5es, em casa de J.P. Lazore. rae
des Lions-St-Paal, 2, Paris.
Deposito em Pernambuco, pharmacia do
n. Maurer A C. roa Nova n. 25._________
MOLESTIAS DO PEITO
Aviao importante.
Os aicos verdadeiros xarones de hypophosphi-
tos de soda, de cal e de ferro do Dr. Chorcbill tra-
zem a firma qnatro vezes repeUda deste sabio me-
dico sobre o subscripto e a marca de fabrica da
pharmacia Swaon, 12, raa Castiglione, Paris.
Acha-se a venda em frascos quadrados com e no-
me do Dr. Chorcbill no vidro. Prego 4 francos em
Paris : Com instroccao
Vende-se em casa de P. Maurer & C
Contina a estar fgido o escravo Luciano
cnoulo de idade pouco mais ou menos 29 a 30
aonos, baixo e grosso do corno, rosto oomprido e
carnudo, naris chato, cabellos carapinbos, beic
grossos, barbado, as vezes osa s de bigode, o]
pequeos ; moito ladino, t rabal ha de sipatetrj,
assim como no campo: consta que transita em
Trombeta, Collonia de Pimenteiras Leopolpina e
nos eogenbos Cndalo e S. Benedicio : quem
caoturar leve-o ao sea Sr. o capito Jos Candido
das Nevos no engenho Papagaio, termo de Porto-
Calvo, oa no Reeife na roa do Apollo n. 32, qne
era generosamente gratificado.________________
100,5000 de gratificacao.
Foglo no dia 22 da abril prximo passado o es-
cravo Deonlzio, mulato, com os sigoaes segointes:
idade 22 annos, estatura recolar,, falta de dois
dentes na frente do lado soperior, oibos um powc
apenados, tendo os dedos minimos dos ps arres-
tados, costuma trazer o cbapo cabido sobre os
nlhos, e tem mais o nome escripto em om dos bra-
cos, como usam os marojos : qoem o apprebender
e levar a sea senhor Jos Goncalves de Azevedo,
na raa da Cruz do Reeife n, 34, recebera' a grati-
ficacao cima.
1
mtm
MUTILADO
i
ILEGIVEL




A
n>U%
^ W
V
Diaria de FfAflubueo Q&4H* if ? de ulh t 1867.
ASSEIBLGI GER\L
bre presidente do conselho Inangnron a soa 3' d-
C4iRA DOS SEMIORES DEPLTADOS-
SE S8AO M 12 JUNHO DE 1867.
FREStDENCU DO SB. SILVIIRA DE SOMA. ( VICE-PRESI-
DENTE).
SECUNDA PAUTE DA ORDEM DO DA.
( Continuaco. ;
O Sr. Satao Lobatq :s. Eic, dispoudo da tan-
tas qaalidades eminentes, e entre ellas, cora dis-
rece a estima e a verdadelra affeicio que lhe tri-
buto.
3 Sn. Ministro da Justica : ubrigado.
O Sr. SaaS Lobato : Mas, Sr. presidente,
ninguem desconhece que o iiobre ministro.....
OSr. Socza Carvalho : Tem provado os seos
o thesoaro exaarido, o crdito
do estado abatido; emfim, em todo e por tado o
pali reduzido a' mais depluravel sitoaclo.
O que, senbore3, campria sobretodo ao governo
prover em tal conjanctura, em relaco a' eleicao
da cmara dos deputados, que cbegara ao la da approvaco', e applaoso eleiflo de tal arte I que o nobrtT.aralstro da justica dizque sedera
faifa I C** id A i Am nkilfia*!: i. -*_ J_ J.___.' vw I I paattmia ~ I__. u I______ i *
taita I E' idea da mobilisago da guarda nacional
Depois de tamaobos sacrificios que com animo
| demanda trabalho to activo, que mollas vetes mal
[ pode ser sopportado por mogos vigorosos; em ,Ul mioistracio.
wnjanctora o varo anda o mais eminente pre- Qoando ja* tnhmos chegado s circumstancias
cisa _de dsscanso : Otium eum dignitati. calamitosas qne nos tronxeram oq occasionaram-alaupenor tem inpportado a guarda nacional, deDois
c-i cnamado para ministro d justiQ, reparticao situacao progreaaisla, e cada vez vito sendo aggra- "
tao importante, que emende directamente com ser- vidas; quando, quer ao interior, qoer no exterior,
vle.08 qae aetuam efficazmenle no processo da elei- as dlfflculdades crasceram e reeresceram, a guerra,
cao, o nobre ministro actual, que em verdade me- com todo o seo cortejo fatal, a popnlacio, avexada
'de todos os modos, o tbesooro
restituir ao jory asea julgamento 11
Seobores, a vista das calamitosas elrcorostancias
do nosso paii, sob ao ministerio organlsado -sem
de baver ella prestado, relevantissimos servicos, apolo da opinio geral, inspirado pelo mais mes-
quando lado a recommendava como digna de am | quinbo espirito partidario, o personalismo, qae
voto de agradecimento, qae cada vez mais a acoro-1 todo amor proprio e ioteresse individual da roinis-
coass e conlortasae, ella ameagada de mobili-1 terio qae nesta siiuacio s teve por mximo em-
s*o.f penho prolongar a existencia fatal da collgafio
O qoe principalmente se nota em relacao mais progressista, negacio de todo o governo, ministe-
Importantee prestimosa ciasse do paiz, sobre a qual rio que anda esforca-se nesta discusso solemne
em ultima analyse pesam todas as cargas de impo- por se fazer reconbecer partidario, ao ponto de de-
si?5es e os maiores sawtfcios, e tanto mais digna clinar do apoio de ura grande partido poltico e da M5" conredidsT an mrS'
Kvdl -veo-; talentos nasl:^^
df niam pL*Urah,r e de ?ed"r pela "u' Sr/ Sata0 Lobato :".....nestas c.renmstau- Quando de nm lado, mais do,que nanea, tinha ne- te a agricultura, qual o promettido fomento la- sico possivel e como que abandonad
tp,T,h seguramente todo empregou cas nao se recommeodava para nm ministerio im- cessidade o paiz de verdaderos representantes; e voura e especial proteccio aos lavradores ? I
para trazer a um accordo a ^otligago atlm de Iba'parcial, e tal como devera ser aquella que preten-
prettar apoio decidido ; ao entaato S. Exc. expri- desse ler o apoio da toda a naco.
aJ.eD!0 3 oesmos defaitos reconhecidos, a inca- O nobre mwistro da justica, Sf.
pacidade, nao a prop'ii, porque (como disse) pela -
lutelligencfa esu' aclmi do bora, mas a incapaci-
dade proveniente da falta das condicSes essen-
ciaes segundo a ndole do rgimen representativo;
nao havia tois religlo poltica, nao pod'.a baver
f; faltava-lhe toda a base da cooliasca e apoio fir
me da opinio, qne nunca da' o personalismo que bre ministro da joslija, se levantavam na sna pro
se inspira pelo amor proprio e o Interesse indlvi-j vioeia.
daal que nao aceita sacrificios, que, sempre exi- j E' sobretndo necessarh ao governo ler por aaxi-
gente, desconhece dedicagSes edesinieressada liar cma verdadeira representagionicional no cor-
na peior po
. qae abandonado pela Divina
Providencia que tanto o proteger. Procoro por
ae outro, com as urgentes necessidades da guerra | Falla-se no elemento servil, iodlca-se a Ida de I toda a parte essa imagem de liberdade e progres-
e jio estado notorio do paiz, ja' era tao difflcjl, se- eraancipago para ser opportunamente considera- I so qae n'um arroabo de imaginacao pinlou ou so
presidente, tem nao quasl imposstvel, ama eleicao regalar ? quan- da, sem a mnima attenco para as reaes eirenms- -
o bapito arraigado da ser o diligente e iniatigave do de per si a clrcamstancia da designagao da tancias do paiz I O goveroo raaommenda opporta-
arratijador das eleicoes na provincia da b. Paulo, guarda nacional para o servico da guerra impossi- nidada acerca desta gravissima materia, uando
nao podl. de nm dia para outro rennnciar praticas; biliuva nma elelgSo regaUr, se nao boavesse o' lio Impertinente e inoponanamente a venta seme-
n- sempre por ella muito seguidas, que o mais sustentado proposito da parte ao governo a Ibante questo, qoe anda nos lempos ordinarios
dos agentes de conflanca de deixar livre a man- em sesso secreta devia ser tratada...
O Sr. Martinho Cahp.s :Apoiado.
nao podariam deixar de ser em urna quadr em
que outras candidaturas, igualmente gratas ac no-
cooperacSo. S. Exc. cahio porqae nao poia domi-
nar a sltuago qae nao era de poltica nacional e
pertenca exclusivamente aos colligados.
Segolo-se oatro minisierio e foi-se procurar nov*o
chefe da colligagao, mas de um matiz diverso, sa-
b.do das fileiras dos liberaes, como S. Exc. era sa-
bido das fileiras dos conservadores.
O Sr. conselbeiro Fuado ja' tioha a experiencia
ftita do ministerio do Sr. Zicbarias, deva esfor-
car-se na escolna da companeiros, devia organisar
um ministerio o mais adaptado possivel a' sita-
?ao ; e S. Exc. organison o gabinete e appareceu
com todo o.prestigio occasional de um antigo a de-
cidido liberal, e experlmentoa a mesma sorte que
o nobre presidente do conseibo, porque nao havia
capacidade de governo, nao havia nexo qne conti-
vesse urna maioria, nao havia rallgiao nem f pol-
tica, nao' bavla meio de conquistar adbes5es nem
impor sacrificios ; o minbtauro de personalismo de-
vorava toda e qualqaer combinaco.
Entretanto, cabido este ministerio, volton-se ao
antigo patriarcha da liga, veio-se pedir ao Nstor
poltico o apoio da sna experiencia, o prestigio do
seu nome, a como qae os lbos prdigos qoe tanto
o attribolaram, se inclinavam arrepeedidos e vol-
viam ao lar paterno, mostrando boa vonlade
de honrar o venerando ancio.
S. Exc. anda aceitn a tarefa, organison o gabi-
nete, e com a experiencia e juizo prudencial da
soa idade cercou-se de cumpanheiros habilitados ;
chamou a conseibo as grandes summidades : era o
Ulysses da escola ecletica, o inventor do f i possi-
dexs, era o Ajox liberal, era o iucalculado Achu-
les, e at oi convocado o solado Phililotetes, que
na actividade e conhecimentos proQssionaes tinba
as verdadeiras tlexas hercleas I
u Nstor poltico (contino nesta allegoria) orga-
nisoa nm ministerio qae seguramente, se fosse pos-
sivel baver ministerio que obtivesse verdideiro
apoio de semelhante sltuacao, era aqaelle qae de-
via permanecer; nao lbe faltava prestigio de no-
mes, nao lhe faltava experiencia de negocios, arro-
jo e oasadia, que sao bons elementos de execugo,
quando dirigidos na pratica dos negocios pelos con-
seibos da prodencia e sabedoria; eram summidadr
apregoadas, e pelos da situacao reconhecidas; ti)
do havia ; e havia mais anda essas circumstancu
extraordinarias qne fhgellavam o paiz que se/ ^
foram apropositadameote determinadas, foram por
certo_occasionadas por essas administraoes da si-
majao. Entre ellas avnltava a goerr com o Para-
ruay, circumstancia,que,tem sempre a virtude de
Jf''uciX^e-Soveo, imprimindo em todos a con-
ILirJjaOdo imperioso dever de sustentar o lidador
nacional.
Entretanto, o qae a experiencia demonstroo se-
nao o eabal rcconnecimenio d> impossibilidada de
um governo com o apoio em to falsa situacao ? O
nobre marquez de Olinda foi obrigado a deixar o
ministerio.....
O Sr. Socza Carvalho :Nao pela cmara.
- Uma Voz :Knto pela cora.
O Sr. Sayao Lobato:... porque reconheceu'
com os seus collegas que nao podiam administrar
e desempenbar a ardua tarefa qne lhes lora com-
mettida.
Un Sr. Deptado da" um aparte.
O Sr. SayaO Lobato : Nao posso agora entrar
era certos deseovolvimentos a respailo da adminis-
trado da fazenda desse ministerio ; o que digo
que ludo quanto se operou -era consequeucia ne-
cessaria a infaliivei do vicio de soa origem : falta
de nnidade de pensaraento, falta de fortaleza, que
s vem da nnlio a do apoio necessario que s pie
dar orna opinio esclarecida, dirigida e inspirada
pelaraliglo e f poltica, pela segnranga e con-
vicio de que o goveroo constituido aquella que
deve ser capaz do desempenbo de to grava e
importante encargo. (Apoiados.) A liga tinha dito a
sua ultima palavra, recebida ao nascer nos bra-
qos do Sr. Oliada, com elle devia ser enterrada.
Cahido, porm, esse mini=terio, foi chamado o
nohre presidente do conseibo : S. Exc. vinba enlo
com a trplice experiencia de um bomem que nao
s era oriundo da coliigago, sendo um dos seus
mais distinctos chefes, como tendo percorrido a
escala de ministerios era que praticamente vio,
apalpou e reconheceu a impossibidade de ura go-
verno, rinda em tempos ordinarios, quanlo mais
naqnelles em que S. Exc. foi chamado I
Eotao a guerra desastrada com o Paraguay ja
tinha progredido e tinha domado as proporcoss no-
torias ; entao as finanzas do imperio, se anda nao
inteiramenta arruinadas, estavam altamente com-
prometidas e quasi exoaarldas ; eotao o crdito
do estado ja' tinha soffrido tal abalo, que S. Exc.
reconbece a impoSsibilidade de tentar nm empres-
timo ; ento ja' a populaco eslava vexada de mil
modos, ja' tioha pago em larga escala o tributo
da sangue ; ema as clrcumstancias climatricas e
calamitosas d poca actual ja' se tinham desen-
volvido com todo esse cortejo de oppressSes para
a populaco brasileira.
S. Exc. era cbamado no Qm de ama sesso le-
gislativa, quando estava a expirar o periodo da
existencia quadrienal da cmara dos deputados,
quando fcil e desembarazadamente poda sem de-
ferencias pessoaes para com os depntados, por de-
pendencia de votos, smente attender ao ardao
servigo, a' importante tarefa de que era encarre-
gado.
S. Exc, por experiencia adquirida, deveria
comprebender que so um governo imparcial, tendo
por base a conQanca nacional e o apoio da opinio
publica, esclarecida e inspirada, nao direi por nma
idea poltica, mas pelo mais alto principio superior
a' poltica, qae resume em si a poltica e todo
quanto ha de mais precioso em lodos os sentidos;
emfim, am governo verdaderamente nacional, cora
apoio de todos o partidos, poderla, em presenta
os- circumstancias actuaes, servir o paiz, vencen-
do tamaBfras difflculdades.
E por cario, senbore?, quande mister que a
populaco, como nm s bomem, se levanta para
acabar essa guerra, qoe tanto affronla a bonra e a
dignidade nacional ; quando mister qae, resig-
nada, dobre a serviz e aceite os immaotros sacrifi-
cios que exigem tao urgentes necessidades do tbe-
sooro e da guerra, e para a reparacao de tantos
estragos, de tantos males qne affligein o Brasil,-
concebe-se que o governo resses pameiatteu rdaa
tidarios, e deize de procurar o apoio geral e de
tea merecer a-conflanca de todos ?!
E com a experiencia adquirida, com o conbec-
meuto da tremenda responsatillidade qae Ib) pesa-
va, S. Exc. cuidou de organisar nm ministirlo
appropriado s notorias circumstancias ? S. Exc.
procarou convencer o paiz de que era dominado
senao pelas vistas patriticas da salvaco publica ?
O ministerio qoe S. Exc. organ'.siu poda proceder
com espirito escotmado de mi fermento partida-
rio, poda inspirar a geral confianza, alcanzar o
solido apoio da opinio publica esclarecida, ter ca
pacidade de attrablr dedicares e impor sacrificios
bam aceitos ?l
Declinou S. Exc. dessa anmala, dessa falsa si-
tuajo, qae ja' tnba demonstrado a sua fatal es-
terilidade, ou antes, a soa frtil malignidada ?
Nao, Sr. presidente, S. Exc. foi dreto 4s enlra-
nbas da colligacao, nella escolheu os seas mais di-
lectos Binas para renovar-lbe a existencia, e por
todos os modos empenhou-se em dar condigna suc-
cessSo a' cmara, fiel representante d'ella, eleita
mediante a presso da violencia e fraude por ou-
tra de igual quilate, qne com a mesma fldelidade
represenusse a coiiigaco e perpetaasse-lhe a ma-
lfica influencia.
Asslm V. Exc. chamou para o ministerio do im-
perio o Ilustre conselbeiro que oceupa a respecti-
va pasta. E' am varo respeiuvel por maitos tira-
os, a quem nunca faltare! coa as devidas atten-s
c5es. Mas |qaalquer reconhecera' qae nos, pobre
Albos de Adi, estamos snjeitos a' le fatal qae
afflige bamanldade. yaando ebega a idade pro-
vecta, a velbice, trazando o seo triste cortejo e
achaques que debilitan) o corpo e enfraqoecem o
espirito, nao posivel servir-so em poslgo qoe
pq legislativo para amormadamente poder servir ao
paiz, a as aetuaes circumstancas levar ao cabo a
empreza ardoa da salvaco do Brasil.
Directamente nao poda nara devia intervir no
processo da eleicio, mas pelo modo indirecto que
festaco do voto popular ?
Se em circumstancias ordinarias, a le, com tor-
ga de razo, determinoa a suspenso do recruta-
mento por algum tempo anterior ao mesmo pro-
cesso elelloral; se de fado a gente recrutavel
por asslm dizer a menos habilitada para intervir
na eleicao, e em regra a guarda nacional a que
quasi sempre tem a actividade do voto; se a desig-
nado da guarda nacional para o servido da guer-
ra substancial raerntamento mais aggravado do
te quer qoe a eleigio se faga xprimioo a verda
deira opinio do paiz, eslava ao alcance do gover-
no, e era de sea rigoroso dever, promover, sempre
repriraindo todos os abasos. E tanto mais o devia
nesta quadra, em qoe, mais do qoe nanea, era ne-
cessario que a representado nacional foise rodea-
da de toda a forca moral para slr o que deve ser
semp-e, e desempenbar a ardoa rnissao qoe lbe
peza.na actual situacao do paiz, de impor com ac-
ceitaco os enormes sacrificios qne tem de onerar
a todas as classes da popnlaco ; quaudo mullos
milheiros de eontoi sao indispensaveis para acudir
aos servicos indecliniveis; quando compre decre-
tar medidas do mais transcendente alcance, tjoe,
se nao forera com toda a forga'moral decretadas,
tornar-se-ho sempre um monumeolo de descon-
fianza e justa repulso para o paiz-, quando s; tem
de decretar a emisso do papei-moeda....
Quem nao v qae em circamstanciaes taes que
o governo que realmente quizesse ser capaz, forte
da conflanca nacional, se devia despojar de todas
as ideas partidarias e esorgar-se por convencer o
paiz da sua intenco firme de smente cuidar dos
altos interesse3 do estado, da acudir a to instantes
necessidades, saerifieando-lbes o amor proprio, e
qoaesqner pretenedes individuaes e partidarias?
Quem o negara'?I
Era, portanto, o nobre ministro da jastiga o' me-
nos proprio, nao s por ser um dos partidarios de-
cedidos, como aquello que, por peador natnral e
longa pratica, foi sempre adestrado no manejo de
ageltar eleiges. ,
Foi nomeado ministro da guerra^ distincto Sr.
conselbeiro Paraaagua". S. BCTcora razo reco-
nhecea o presumo a toda a.prova do nobre conse-
lbeiro, em quem o paiz nao desconhece gravidade,
sisudez e puras iotang^.
M>- Sr. presidente", a verdade manda qae se re-
lambera qae ha casos qae deixam certos
qoe nao dado apagar. Qaando ambn>
. .diheiro teve a infalicidada, em posico im-
nente, que o expSe a' vista de todos, commetter
urna grave coolradicgao, como commelteu o nobre
ministro da guerra, deve retrahir-se, por que fica
sempre em posico equivoca parante o publico.
Como eotbasiastico sustentador do elasterio do
crdito, tinha o nobra conselbeiro snbido ao minis-
terio Farraz, e logo nesta assumia depois a respou-
sabilidade di le de 1860, qne to contradictoria-
mente correspondeu aos principios a doutrioa que
o nobre ministro, quando depotado, sustentara com
tamanbo afn a conviegao, qne tanto arrebatoa o
nobra deptado por Minas.
O Sr. Martinho Campos da' ara aparte.
O Sr. Sayao Lobato : Digo, pois, qaando se
tem Incorrido era to flagrante contradiego, re-
coramend* a prudencia, qne o homem assim assig-
nalado nao aspire a confianga Ilimitada de todos,
porque, por exemplo, os snslent idores da doutrina
do elasterio do crdito, que tanto haviam exaltado
a S. Exc, quando seu distncto interprete, deseo-
oheceram-o quando virara S. Exc pratlcar acto to
desconforme. Aquelresde opinio diversa, qae ap-
plaudiram a restriccao de qae S. Exc. lomoa a
responsabilidade, nem por isso esquecem a contra-
diego do nobra ministro, e tem razo para descon-
fiar de que la' para adiante nao caa em outra.
Acertarla o Sr. presidente do conseibo, quando
escolheu para ministro da agricultura o nobre con-
selheiro que occopa essa pasta ? Nao era S. Exc.
tambem avesado e influente manejador das eleiges
em sna provincia? Nao era tambem um dos par-{
tidarios'assignalados dessa colligago, por todas as
razes reprovadas a condemnadas? E alias quem
ainda ha poucos das oovisse o nobre presidente
do conselho, nao teria sobeja razo para acreditar
qoe jamis S. Etc. pedira a cooperago do nobre
ministro da agricultura ?
O qne direi do nobre ministro da marraba?
O nobre ministro da marinha, no verdor dos an-
nos, tinha-se distinguido a demonstrado talento no-
tavel *, mas to mogo anda nao tinba occapado lo-
feempregar urna administragao qu siocaramen- qQe o simples recrotamento em tempos ordinarios,
patente qoe a designagao da guarda nacional,
que nao foi suspensa, torooa-se uma espada de Da
mocles qoe nao era nma simples amaaga, porem
uma effactiva violencia contra todos os que encor
riam no desagrado "dos governantes armados das
desigoagSas.
Um Sr. Deptado:Foi peior do que o recruta-
mento.
OSr. Sayao Lobato:Como poderia haver nma
eleigo livre, interpretre da opinio, se o governo e
seos intermediarios, qae dispanbam da designagao
da guarda nacional, alera de tamanba influencia
pelos seus agentes pollciaes, nao fossem superio-
res a toda a tentagao do espirito partidario, nao fi-
zessem quanto era possi/el para deixar a' popui-
gio a li.-re maoifestagao do seu voto ?
Sa o governo comprehendesse a necessdade de
levantar fiis representantes na altura das circums-
tancias do paiz ; representantes qoe viessem com
toda a forga moral por feito obra patritica da
salvago do paiz; qoe viessem plenamente auto-
risados pelo verdadeiro voto nacional sem dei-
xar as suas respectivas provincias o mo
fermento do despeito, rancor e forte palxo por
uma das mais pungentes injurias, tal como o es-
bulbo do precioso direito de votar eier votado, o
governo por certo se esmerara na escolba dos
mais serios, deslnteressados e imparciaes adminis-
tradores em cada nma das provincias.
Compenetrado da gravissima situago do paiz,
devia reconhecer o governo qae, perante a patria
em perigo, mister toda abnegago do amor pro-
prio e interesse individual. E quem a nao ser ob-
secadp pela mais vil paixo de estulta vaidade ou
ignobil e mesquinbo interesse partidario, ousarla
em semelhante conjectura pospdr os altos Interes-
ses da patria em perigo, corrompendo a eleigo,
para, trazer ao seio da representago falsos repre-
sentantes, em vez das summidades de todas as pro-
vincias, os nicos capazes de inpr e fazer aceitar
ao paiz os enormes sacrificios que reclamaram ca-
lamitosas circumstancias, os nicos na altura de
acalmar o espirito da popnlago de infundir-lhe
esperangas e resignago, da auxiliar o governo
com efflcacia, em Qm de desempenbar a ardua
rais-o que oestes tempos pesa sobre a cmara dos
depntados.
Era evidente que principalmente uma eleigo
verdadeira e to necessaria dependa da escolba
dos presidentes qae tiobam o poder de por e dis-
par, com a designagao da guarda nacisnai, com a
oomeago dos agentes de polica, etc., etc.
Sr. presidente, qoando se vio entregues as pro-
vincias a tantos candidatos afervorados partidistas
eempenhados na conquista eleitorai? Quando se
vio em epocha de eleigo escolba de presidente a
mais acintosa e adaptada a esbnlho do voto de lu-
do quanto nao fosse adherante a' associago pro
gresssta I
Assim como o nobre presidente do conseibo ti-
nba organisado o ministerio com os mais exaltados
partidarios da situago progressista, assim elle en-
tragou a administradlo das provincias a oujaos
a.ntos mais frenticos partidarios a por si mesKis
candidatos elaidao t Era possivel que a attJgao
de tal arte corresse drmodo a ser aqoillo que sem-
pre devia ser, o que nestas calamitosas circums-
tancias era sobretndo necessario qoe fosse ? O qae
exprime a chamada eleigo, nesta fatal situago, a
vista de tantos fados escandalosos ? I
Senbores, boove at um fado estrondoso, que
a syoopsa da moralidade desta eleigo: ella no-
torio, corren pelo paiz, e at certo ponto o nobre
presidente de perto o cooheceu. Em principio da
sn,i adminlstrago, S. Exc parecu querer fazer
uma digna escolba de presidente para uma das
mais importantes provincias do norte convidando
um Ilustre cidado que era deptado na outra c-
mara e que deve ser desta pela provincia da Ba-
bia....
Um Sr. Dbpctado:Nao mais digno do qoe o
que foi nomeado.
O Sr. Sayao Lobai.o: -S. Exc. dirigise a elle
e convidou-o para aquella presidencia; encontrn
relatancia, insisti al por intermedio de um ami-
go e prente...
O Sr. Presidente do Conselho:Sao precisa-
va.
O 8r. SayaS Lobato:Padio-ibe o apolo, ou ao
menos fallou sobre isso.
O Sr. Presidente do Conselho:Son muito a-
mlgodelie, a nao me era mistar, porianto, recor-
rer a terceiro.
O Sr. Satao Lobato:Assim instado resolveu o
iilostre cidado satisfater a S. Exc aceitando a
commissao com muito sacrificio: e logo corren
por toda a cidade que elle estava nomeado ou pres-
tes a s lo.
Nestas circumstancias, nm notavel deptado e
chafe poltico dirigi-se a esse illustre cidado, e
dlsse-lbe : V. o que val fazer em aceitar esta
commissao ? V., bomem honesto, grave e mode-
rado, nao se envolver' na eleigo, a deixara' cor-
rer livre; no entretanto V. pondere que os nossos
amigos sero sacrificados, porque para serem elei-
tos necessario que se empregue a violencia;
nao com justiga (ou na pbrase do nobre presi
dente do conselho, com Padres-Nossos, qae isso se
fara') portanto V. renuncie essi commissao, e on-
tro seja nomeado. >
Esse Ilustre cidado responden qoe ja compro-
metiera a soa palavra e nao a poda retirar; se o
fizesse o goveroo icaria em difficoldades de acbar
pessoa como requera qae lbe merecesse ioteira
confianga para to importante commissao; salvo
se V. mesmo a quer aceitar.... .
Senbores, aqaelle ilustre cidado partir para a
Babia, ia talvez predspr os seos negocios...
O Sr. Presidente do Conselho:E' Inexacto. O
nobre deptado nao pode continuar neste estyio.
O Sr. Satao Lobato: Eoto o qae boave ?
O Sr. Presidente do Conselho:Pego a pala-
vra.
O Sr. Sayao Lobato:O certo qoe foi para a
Babia, a o primeiro vapor que por la' passou leva-
va aqaelle mesmo nclavel partidario, que snggeri-
ra a renuncia, nomeado presidente da respectiva
provincia.
O Sr. Presidente do Conselho :E' inexaeto.
O Sr. Sayao Lobato :Este fado toroou-sa no-
torio nesta capital; e se elle verdadeiro, como o
mesmo Sr. presidente do conseibo, com os seas pri-
meiros apartes, pareeeu revelar...
O Sr. Presidente do Consblho :-Como, se es-
toa declarando que loaxacto ?
0 Sr. Sayao Lobato :... digo qae bastante
para dar a demoostrago do qoe foi essa eleigo.
E, senbores, nessas circumstancias em que o go-
verno, em vet de ser despojado de todo o espirito
partidario, de todas as affeigois pessoaes, pondo de
parte o personalismo para smente levantar a jus-
tiga como divisa do sea procedimento, pedir o
apoio de toda a nago para qoe como um s ho-
I mem se levantasse, pedir o apoio da representago
; nacional para impr com aceltago ao povo tama-
! nbos sacrificios qoe sao necessanos, o nobre presi-
dente do conselho segoio o caminho opposto, apre-
sen lou-se mais do qoe nunca partidario, e fez todo
para renovar a liga progressista, evidente negago
de lodo governo eslavel e capaz, liga fatal ao paiz
que esmagou, e para todo sempre reprvada e con-
I demnada I (
Mas, senbores, o qne depois de S. Exc. assim
preparado vaio apresentar ao corpo legislativo e a
iodo o paiz ?
Quaes sao essas medidas qoe esse goveroo par-
tidario, governo inspirado pelo personalismo, ndi-
cos do mais solese documento que orada to al-
to, que seeipre soffregamante' esperado e onvido
com artr attencio ? Qaaes sao ?
0 qae ha de notave, Sr. presdeme, a manifes<
O Sr. Sayao Lobato: ...e qae asslm to incoo
venientemente aventada por isso mesmo deve ser
era parte considerada para ao menos sa fazer um
protesto, que leve ao paiz, a toda popalago brasi-
leira, a certeza da qoe da parta do corpo legislati-
vo ba o U/me proposito de se atteader s verdadei-
ras e reaes circumstancias do paii, de escodar a
sociedade brasileira desse golpe fatal qoe tao Im-
portuna como Impertinentemente j desfecha o go-
verno aventaodo no presante semelhante questo.
De sua natureza ella assim exposta uma fais-
. ca elctrica que levara o pasmo, consternagSo e
abalo a todo o paiz, augmentando os pergos e ris-
cos em que j esto esses nossos coacidadaos,
que vivem isolades, e que a experiencia demons-
tra qoe sao t?ntas vezes victimados.
O Sr. Martinho Campjs :Apoiado.
O Sr. Sayao Lobato : E como defendea S.
Exc. e o sea collega da justica essa desastrada ma-
oifestagao ?.
S. Exc. disse qae ao menos o ministerio ganbava
a gloria de ser o primeiro iniciador de tal materia
em am documento solemne, da ordem da falla do
throno I O foi, pois, por mera va gloria, ou antes
quasi pretendendo-se a gloria da Erostato........
(Apoiados.)
Como o defenden o nobre ministro da justiga ?
Como quem nenbum esludo fez das graves cir-
cumstancias do Brasil, e deaprezava absolutamente
os seos mais vitaes interesses, e assim arrojou-se
s declam'agoes abstractas de um philosopbismo
nhou o nobre depotado pela Parabyba, qae anima-
va e inspirava o grapa dos varoes llostres que se
assentam as cadeiras de ministro ; nao descubro
nem liberdade nem progresso; o que por toda a
parte se manifasta clara e positivamente, a patria
real, afilela e desesperada, ao contemplar os domi
Dadores da situagc, exclamar com o venerando
Cayr:Nao cabe no engenbo e nos esforgos de
semelhaotas homens acbar remedio para tama
nbos males de que ellos mesmos sao os princi-
pies autores I ( Apoiados; moito bem, muito
bem. )
O orador e compr montado por maitos dos Srs.
deputados.
gares nem posiges qoe o fizessem conhecido e re-
commendado para uma pasta.
Mas, S. Exc. sendo eleito depntado por Minas,
veio a esta cmara e merecen a dlstincgo de ser
nomeado secretario. Aqui principia S. Exc. a
dar demonstrado da si, e os seus fetos da secre-
tario seguramente merecem coolemplago para se
conhecer a boa disposigo, o peodor que tem S.
Exc. para a administrarlo.
S. Exc principiou por promover a elevagio dos
ordenados dos fflciaes da secretaria, e foram por
tal modo exagerados qae, apezar do limitado e pou-
co importante trabalho daquelles empregades, fo
raa elles retribuidos muito cima do mesmo sub-
sidio dos deputados. Depois, por influencia de S.
Exc, duplicou-se a secretara, concederam-se re-
formas com todos os vencimentos (ordenado e gra-
titlcagao) a quasl todos os fflciaes da secretaria
para se dar logar a protegidos I
(Ha am aparte).
Isto nao insignificante nem mesqalnbo, merece
seria attengo o alcance pernicioso que tem seme-
lhante acto, por si mesmo escandalossimo, e ain-
da mais prejudicial por qoe desmoralisa a cmara
dos deputados, que tem o dever rigoroso de fisca-
lizar os desperdicios do goveroo, de repriml-los,
nao approvando as peosoes, ou graciosas, ou de
aposentadorias mmerecidas. E quando a mesma
cmara chega a taes excessos, da' ao goveroo a
norma de soa fiscalisago, e como qae acorogda-o
a esbaojar do mesmo modo.
Tempos boave, e sao passados, qoe a discusso
de orna simples peosio, de uma aposentadora,
eram objecto de muita ponderago, zolava-se o dis-
pendio dos dinheiros pblicos por modo que loca-
va a' exageragio; lembra-me qae nesta cmara
veio um decreto que aposentara am dos mais res-
peitaveis magistrados, o Dr. Miranda (nao o mon-
senhor), membro do supremo tribunal de justiga,
qae na idade de 60 annos, e com 63 de servigos
dstinctos na magistratura, e antes como lente de
prima na nniversidade de Coimbra, foi aposentado
com tres qnartas partes do ordenado, e aqui bouve
impugnadores a semelbante aposentadoria dada a
tao venerando ancio como benemrito servidor do
estado 11
O nobre minrjiro como secretario promovea a
daplicago da secretarla, aposentando sem alten-
gao a' idade e tempo da servtgo com a integrida
de vencimentos, sendo aquinboados os fflciaes,
verdadeiros amanuenses de uma repariigaaque
tem trabalbo dorante qaairo mezes com 2:800# de
ordenado I E' por certo am dos fados qae recom-
mendaro o nobre ministro da marinha como apro-
veilavel e aproveitado adepto da seita do persona-
lismo, e da' a medida de sua capacidade para con-
tentar os amigos ex dgito gigans.
Razio tem o nobre depotado. relator da commis-
sao do voto.de gragas, qaando boje nos demons-
troo, que o Brasil mais preponderara atieogoas ,
pessoaes do qne os principios e dontrinas: cobe-1
rntenteme foi bem escolbido e destiogaido o co-
bre ministro da marinha, visto que no verdor dos
annos ja' se mostra tao adiantado maravilhoso
color das dontrinas e praticas do progresso. Foi
bem inspirado e certeiro o nobre presidente do
conselho na escolha qne fez desta gloria da maioria
progressista, no proposito de perpetuar as das de
existencias de to generosa situacao.
Mas nao era por certo o administrador requer- i
do as circumstancias to notaveis, como no orlas
da quadra adnal, para restanracao das flnangas,
para reergner o crdito do estado, para crear e
Laproveltar todos oj recursos floauceiros em ordem
a acudir a's despezas immensas qae casta a goer-
ra, e de qne bi mister para untos servicos ar-
gentes.
Foi o miuiitro, Sr. presidente, coto qaem o lo- -
humanitario qne iria alm de ludo 1 S. Exc. s se
enternecen pelos embrutecidos, e esqueceu se dos
cidadaos, augmentando-l bes riscos e perigos, deque
S. Exc. em cada dia tem entre mos provas horri-
veis. Teve demais a leviandade de fazer injustas
imputagoes ao partido liberal, como ao partido
conservador, exprobrando a nm qoe era idea pro
pria do. partido liberal e nao podia ser por elle
repellda sem contradiego aos seas principios I E
ao partido conservador fatia a injuria de inculcar
qne, conforme a sna ndole e systema, pertenca
sustentar e defender semelhante inslituigo
Sr. presidente, nunca o partido liberal, poltico,
ainda nos sens ureos das, proclamou como these
'de sua doutrina e aspiracao praticaa emancipa-
gaoas circumstancias do paiz.
O Sr. Martinho Campos :Apoiado.
O Sr. Sayao Lobato .-Anda nesses tempos pri-
mitivos, em qae nao estavam adestrados os libe-
raes pela experiencia, e sacrificavam a verdadeira
utopia, ao ponto te serem sempre a prior oppos-i
tores ou antes contradictores de lodo e qoalquer
governo, ainda nesses tempos, em que os liberaes
fallavam com mais desembarago, visto qae nao se
arreceiavam da assnmir em qoalquer oceasio a
responsabilidade da administrago; ainda nesses
tempos primitivos dos Evaristos, Paula Souza, Ver-
gueiros, Feijs e Maooel Alves Braoco...
O Sr. Martinho Campos :E Vasconcellos.
O Sr. Sayao Lobato :.... e Vasconcellos, nun-
ca se fallou em emancipago, porque, se elles eram
sysiematicos e Inexoraveis oppositores do goveroo,
eram tambem fiis representantes do paiz: mediam
as circumslaacias reaes do paiz, eonsideravam com
toda a discrico a impossibidade de ama seme-
lhante emancipago, emqoaoto nao se proporcio-
oasse ensajo opportono, que agora mais do qae
nunca nao se da I
E era, Sr. presidente, com a mesma sabedor e
com o mesmo criterio qoe om dos mais aotorisados
vultos do nosso paiz, ama das glorias mais radian-
tes do Brasil pela coosnmmada sabedoria, rtrladas,
nobreza de carcter e humanitario corago, emfim
o venerando visconde de Cayr, escrevia em um
opsculo que intitulon o Manual de poltica orto-
doxa um captulo sobre a escravido no Brasil, abi
apenas imprimi estas tres textuaes linbas : acon-
tra o mal da escravido no Brasil nao cabe no en-
genbo humano achar um remedio, pira provimen-
lo de remedio a tamanbo mal s nos pode valer a
Divina Providencia.
O Sr. Souza Carvalho :iNo pensou assim o
Sr. Joo Severiano, marquez de Qaeluz.
O Sr. saiaq Lobato :Eram estas as verdadei-
ras crengas dos liberaes, assim como dos conserva-
dores, s de todos os Brasileiros, que seguramente
nao podiam nem podem sustentar ou jastificar a
iostituigo da escravaria em ponto de doutrina e
principios; mas todos iodistinctamente, sem dille-
rengas de partidos, considerando esta questo em
concreto, segundo as circumstancias do Brasil,
nanea desconheceram nem podem desconhecer a
impossibidade de orna soiuco improvisada em
tempos ordinarios, quanto mais oestes, seobores,
em qae tudo se accumula, para alvorotar e aterrar
o paiz com a simples manlfestago da semelhante
idea, afnda como mera promessa em futuro prxi-
mo. (-Muito bem.)
Seria destechar nm golpe fatal ne-te paiz, con-
sumar o seu aniquilameoto, com a agltagao de se-
melbaata questo.
lavoeoo o nobre ministro da justiga as ideas do
sea relatorio. Qaaes sao ellas e o que merecem ?
O que no relatorio do nobre ministro vi exposto
de mais notavel em assumpto pertioenta a admi-
nistrago da juslica.'.e que entende to directamen-
te com presente sitnago, que se restitua ao
jury o jolgamento dos crimes de homicidio as
fronteiras; que se restitua ao jury o jolgamento do
crime de resistenefa aggravada as ordens das au
toridades; que se restitua ao jury o jolgamento do
crime de bancarota; qne se restitua ao jury o jol-
gamento do crime de papel-moeda.
Nao sei se o sobre presidente do conseibo per-
feitaraente concorda em semelhantes ideas, e se
aceita estas indicagas como medidas qae opportu-
namente devem ser adoptadas. Devemo-lo snppr.
Senbores, o nobre ministro da justiga indicando
ties reformas, propondo-as mesmo, porque os rea
torios seguramente sao o assento das propostas,
deu a medida de que nao homem para fazer par-
te do governo do paiz nestas circumstancias, assim
como o ministerio qne as aceita.
Senbores, quando temos uma grande guerra com
o estrangeiro, e qoe as fronteiras naturalmente
se accnmularam os malfeitores e se reproduzirsm
os gravlssimos allantados de homicidio, qoando
sobe de ponto a razo que determinon que o jul -
gamenlo do crime de homicidio as fronteiras fos-
se retirado ao jury, porque ba mister para a re-
presso dessa especie, de todas a mais grave,
qmttanto se multiplica as fronteiras, de jnlga-
dores mais idneos do qne o jury desses lugares
loDgioquos e atraiadlssos, que o nobre mi-
nistro propoe que se restitua o julgamento ao ju-
ry I ?
Quando por todo o paiz as circumstancias cli-
matricas desta quadra fatal tratera a popalago
attriDoiada a sao para leva-la a algum acto de des-
espero, e que neste calamitoso estado mais de
qoe nunca necessario qoe a aotoridade, qoe deve
ser forte pela opinio, esteja quanto fr possivel,
resguardada com todas as possiveis garantas,
que entende o Sr. ministro da justiga que se deve
restituir ao jury o jolgamento de crime de resis-
tencia aggravada? | Crime este qoe.de soa nata-
re requer oatro jolgamento, porque visto, senbo-
res, qoe os cidados sorteados para o jury, por via
de regn sympatbisam com aqaelle qne reluca
contra a aotoridade, e qae sempre mais ou menos
explica o seo acto como defeza de um direito in-
dividual delle, e eomruura a lodos os seus conci-
dado3; restituir ao jury as notorias circums-
tancias do paiz o jolgamento de semelbante cri-
me?!
Restituir ao jury o jolgamento de bancarota,
qaando o paiz esta' soffreodo as desastradas conse-
qnenclas do elasterio de crdito, que tronxeram ao
paii essa crise commercial, esse abalo de todas as
forrabas em qoe se multiplicaran! as bancarotas,
e quando a experiencia demonstra que deve ser
revisto o respectivo processo no sentido de ser
prompto e efficazmenle jalgado nos tribunaes to-
gados, qaando pareeeu ao Sr. ministro da justi-
ga qae se devia restitui-lo ao yv'} \ T Restituir .ao
jory o crime de papel-moed, falso, quando somos
ebegados ao rgimen ^o papel-moeda, qaando
mais que nunca dmiaistraeo deve prover aos
meios de qoe '."uteiramente nao se desacredite esse
meto circuate to.exposto a fcil falsrcaso,
SESSAOEMiiDEJUNHb.
PRESIDENCIA DO SR. DR. FAR1A (VICE-
PRESIDENTE.)
Ao meio da, feita a chamada, verifica-se baver
numero snfflciente e abre-se a sesso.
Leem-se e approvam-se as actas das anteceden-
tes.
' O Sr. Secretario da conta do seguinie
EXPEDIENTE.
Qaatro offlcios do ministerio do imperio, envian-
do as actas a mais papis relativos as eleigoes tai-
tas as provincias do Rio de Janeiro, Paran*, San-
ta Catbarina e Minas-Geraes.A's respectivas cem-
missoss de poderes.
Oatro do mesmo ministerio, transmttindo as co-
pias dos decretos pelos qaaes S. M. o Imperador
boave por bem conoeder varias penses.A' com-
missao de pensoes e ordenados.
Oatro do ministerio di guerra, enviando o pro-
cesso do tonselbo de invesligago a que se proce-
deu para qualificar a falla de comparecimento
eommettda pelo 1 cirurgio do exercito Dr. An-
tonio Jos Morelra, visto ter elle pertencido a pas-
sada legislatura quando se deu o fado que moti-
vou o referido processo.A' commissao de justiga
criminal.
Oatro do ministerio da agricultura, commerclo e
obras publicas, remetiendo a copia do requer-
ment em qoe o hachare! Sabastio Antonio -Ro-
drigues Braga pede antorisago para fazer os estu-
dos oecessarios para constrocgo de uma estrada
de farro da Santa Catbarina a Porto-Alegre, bem
como a respectiva planta. A' quem fez a reqai-
sigo.
Oatro do juiz de dreto da primeira vara cri-
me, enviando o processo por crime de responsabi
lidade ex-offlcio instaurado contra o joiz municipal
da primeira vara desta cidade, bacbarel Arysti-
des da Silveira Lobo, ora depotado pela provincia
das Alagas. A' commissao de constituigo e
poderes.
Um requerimento de Joo Jos Fagundes de Re-
zende e Silva, pediudo qoe Se autorise o governo a
conceder-ibe privilegio para explorago de ooro,
prata e outros mioeraes no rio Cayapa e seos af
tluentes.A' commissao de agricultura, minas e
bosqnes.
Outro de Jorge Benjamn de Souza, pedindo para
ser admiilido a matricula do primeiro anuo medi-
co da corte, levaodo-se-lbe em conta os exames de
aritbmelica e historia feitos na academia de mari-
nha, devendo antes do acto prestar os exames pre-
paratorios que lbe faltara.A' commissao de ns-
trocgo poblica.
Oatro de Diogo Jorge de Brito, pedindo para ser
matriculado no 1 anno do curso medico da edrte,
mostrando-se habilitado em historia e geograpnia
antes de fazer acto das materias do i' anuo.A'
mesma commissao.
Oatro de Leoncio Gomes Pereira de Maraes, pe-
diodo ser matriculado no 1 anno medico da corte,
depois de fazer o exame da historiar qae lhe falta.
A' mesma commissao.
Oatrovda JooB*Mi-Porrolr Ferro, evdan-
te ao i" anno pbarmaceptico da faculdade de medi-
cina da Babia, pedindo ser matriculado no 2* an-
no medieo da mesma faculdade.A' mesma com-
missao.
Outro de Francisco Fernandos Vieira pedindo
para fazer exame de geograbia e fazer acto do 1
anno do curso jurdico da faculdade do Reeife
A' meima commissao.
Outro d.e Augusto Mendes de Moura, pharmaceu-
(ico estabelecido na Babia, pedindo para sar ma-
triculado no curso medico da faculdade da mesma
provincia.A' mesma commissao.
Ootro de Euclldes Alves Ferreira da Rocha, pe-
dindo ser admittido a exame do segundo anno me-
dico da facnldade da Baha, depois de feito o de
preparatorio que lbe falta. A' mesma commis-
sao.
Oatro de Antonio Martins Torres, pedindo para
fazer exame das materias do segundo anno medico
da facnldade da Baha, visto te-lo cursado como ou-
yinte.A'mesma commtsso.
Outro de Francisco Gomes de Andrade Lima,
estudante do primeiro aono medico da facnldade
da Babia, pedindo ser admittido a exame do segun-
do anao dispensando se-lhe o de anatoma do pri-
meiro anno.A' mesma commissao.
Acha-se sobre a mesa, e remettido a' tereeira
commissao de poderes, o diploma do Sr. Caetano
Xavier da Silva Pereira, deptado eleito pala pro
vincia de Matto-Grosso.
FIXagAO DA FORgA NAVAL.
Le-se, e vai a imprimir para entrar na ordem
dos irabalhos, a seguinte proposta do governo, con-
vertida em projeeto de lei pela respectiva com-
missao.
< A commissao de marinha e guerra examinou
proposta do poder executivo tizando a forga. na-
val do imperio para o anno financeiro de 1863 a
1869, e de parecer que seja a mesma proposta
convertida ns seguinte projeeto de le; reservn-
dole a commissao para na discusso jostifica-lae
dar as informagdes qae porventara sejam exi-
gidas.
t Accrescente-se : A assembla geral decre-
ta. > O mais como a proposta.
< Sala das commissSes, em i& de janbo de
1867. Jastnjano Baptista Madureira. Isidoro
Jansen Pereira. Francisco Lelle Blttenconrt
Sampaio.
ELEICAO DE MINAS GERAES (3 dStrClO.)
L-se e apoia-se o seguinie reqoerimemo :
< Requeiro urgencia para que amanba entre
em discusso o parecer da tereeira commissao de
Inquerito sobre o terceiro districto da provincia de
Minas-Geraes.
Sala das sessoes, 14 de.jonbo de 1867.Horta
de Araujo.
O mesmo Sr. Horta de Aranjo requer urgencia
para ser discutido o reqaerimoato.
Consaltada a cmara, resolve pela affirmativa.
Entra, portanto o re juerimento em discusso.
Depois de ama pequea discusso entre os Srs.
Tavaras Bastos, Horta de Araujo, Lourengo de Al-
buquerque e Martinho Campos, sobre o requeri-
mento, o Sr. Horta de Aranjo requer a retirada do
mesmo, o qoe approvado pela casa.
O Sr. Souza CARVALHipede urgencia para eon-
Hnuar amanba a discusso do projeeto de resposta
a' falla do tbrono.
Consultada a cmara, approva a urgencia pe-
dida.
PRIMEIRA PARTE DA ORDEM DO DIA.
NATl-RALlAgOE.
Entra em discusso, e approvada sem debate,
a redaego do projeeto que aulorisa o governo
para conceder carta de cldadao brasilein aos sub-
ditos estrangeiros Joo de Menezes e Silva, Jos
Antonio de Oiiveira, Marcelino Melchior de Souza,
Pedro Mara do Couto, Urbano Wenceslao Herco-
lao Cmara, Jos di Costa Nones, Manoel dos
Santos Pinbo, Fernando Antonio de Menezes, Luii
da Silva Baptista, Antonio Luiz de Oiiveira Aze-
vedo, Antonio Caetano da Cmara, Narciso da Cos
ta Pinto, Jos Joaqaim de Campos, Marcelino Jos
Teixera, Antonio de Aranjo Freitas, Antonio Mar-
tos Salvado, Joo da Conceico Bravo, Joto de
Dos Severino, Joao Jos Ribeiro e padr* Carmine
Calo Mauro.
CONCESSAO A L. B0CL1ECH. PARA W UMA M'NA
DE CARVAO DE PDItA.
Entra igualmente em discosso, e approvada
sem debate, a redaego o projeeto que approva os
decretos em que se eswbelecem as condlgoes com
qne foi concedido a Laiz Booliech.lavrar a mina
misso de poderes sobre as eleigoes da.provincia
do Ro-Grande do Norte, e e approvado em todas
as suas concluses.
O Sr. Presidente declara depntados pela refe-
rida provincia os Srs. Amaro Carneiro Bezerra Ca-
valcanti o Jos Mara de Albnqaerqne Mello.
Acbando-se na sala immsdtata este seahor, in-
trodaziao com as formalidades do eilylo, presta ju-
ramento e toma assento.
PENSOES AO IMPERIAL MARINHEinO RBNO CON?AL-
VES E AO SOLDADO DAMIAO GOMES DE SOUZA.,
Entra em Ia discusso o projeeto que approva as
arlnbelro Rufino
de lUJfDpp amraaes, e ao
soldado Damio Gomes de Soza, da de 400 rr.
diarios, ambos invalidados em campanba.
0 Sr. Horta de araujo pede, e a cmara coa-
sente, qae ste projeeto tenba ama s discusso.
Vm a' mesa, sao lidas, apoiadas, e entrara eon-
jundamente em discusso, as segrales emendas :
c Offerego como emenda os seguimos projec-
tos : Horta da Aranjo. '
A assembla geral resolve :
t ArL i. Ficam approvadas as pansoos conce-
didas por decretos de 29 de setembro de 1866 ao
capiio Joo Vicente de Brito Galrao, da qnantia
de 605000 mensaes; ao tenente-henorario do exer-
cito Francisco Antonio de Sooza, da de 6 men-
saes ; ao tenante do 1 i* corpo de volontanos da
patria Manoel de Carvalho Paes de Andrade Gcm-
vim, da da 42 mensaes; ao alferes do li* corpo
de volamarios da patria Horacio Pires GatvSo, da
de 36 mensaes; ao alteres do 5 dito Jlo Car-
neiro Aaerico da de Freitas, da 36 mensaes ; ao
r cadete do 8 batalho de infantaria Braulino Jos
de baria, da de 400 rs. diarios; ao cadete do 6
corpo de voluntarios da patria Jeronymo Marones
de Paiva, da de 400 rs. diarios; ao cadete do 24*
dito Manoel Amaro da Silva, da de 400 rs. diario".;
ao soldado do 8 batalbao de infantaria Lzaro da
Silva, da de 400 rs. diarios.
Art. 2o Estas pensSes serio pagas desde a
data dos respectivos decretos.
< Art. 3. Ficam revogadas as disposigoes em
contrario.
< A assembla geral resolve :
Art. 1. Ficam approvadas as pensFes conce-
didas pelos decretos : de 30 de Janeiro de 1867, a
D. Mara Gertrudes da Slva Pereira, vinva do al-
feres Florentino Jos Pereira, da quaotla de 184000
mensaes; e pelos do de fevereiro de 1867; ao
2* sargento do 36" de voluntarios da patria, Dori*
val da Costa Pinto, da de 600 rs. diarios; ao ans-
pegada do 7 cito, Jos de Campos Arroda, da
de 500 rs. diarios; ao soldado do 41* dito, Manoel
Cyrlaco, da de 400 rs. diarios; ao dito do 9*-dlto,
Joo Evangelista de Jesos, da de 400 rs. diarlos;
ao dito do 7 batalho de infantaria, Olympio Mo-
reira de Carvalbo, da de 400 rs. diarlos; ao dito
do 10* dito, Pedro Antonio, da de 400 rs. diarios ;
ao dito do 16 dito, Antonio Vicente Barreto, da
de 400 rs. diarios; e finalmente ao soldado do 2*
corpo de cvallaria da gurda nacional, Joaquim
da Silva Alves, da de 400 rs. diarlos.
< Art. 2.* Estas peosoes sero pagas da data das
referidas coocessd"e.
t Art. 3.* Ficam revogadas^-as disposigSes em
contrario.
< A assembla geral resolve :
Art. i. Fica approvada a penso de 30*000
mensaes, qoe por decreto de 14 de oovembro de
1866 foi concedida a D. Eulalia Candida da Sil-
veira Niemeyer, vinva do capito do 10* batalho
de infantaria, Joo Conrado Niemeyer.
Art. 2. Esta penso sera' paga da data do
respectivo decreto.
< Art. 3.* Ficam revogadas as disposigoes em
contrario.
< A assembla geral resolve:
< Fica approvada a penso concedida por de-
creto de 6 de outabro de 1866 a Sabina Joanna do
Espirito Santo, vinva do capito de znavos Qcririno
Amonio do Espirito Saoio, fallecido no hospital
de Montevideo, da qnantia de 60*000 mensaes
equivalente ao sold daquella patente, sendo esta
peaso paga desde a data do respectivo decreto,
revogadas as disposigSes em contrario.
A assembla geral resolve : .
Artigo nico. Fica approvada a penso de 400
rs. diarios, concedida por decreto de 15 de dezem-
bro de 1866 ao sojdado do batalho de engenbeiros
Jos Tnomaz dos Santos, sendo esta penso paga
desde a data do respectivo decreto; revogadas
para esse fim as disposicdes em contrario.
f A assembla geral resolve:
c Artigo nico. Fica approvada a penso conce-
dida por decreto de 6 de setembro de 1866 a D.
Marianoa de Freitas, viuva de tenente-coronel
commandante do 8* corpo de voluntarios da pa-
tria, Francisco Flix de Freitas Barreto, fallecido
em carapanba por molestias adquiridas, da qnantia
de 96*000 mensaes, equivalente ao sold daquella
patente, sendo esta penso paga desde a dala do
respectivo decreto; revogadas as disposigSes em
contrario.
< A assembla-gersl resolve :
Art. I. Ficam approvadas as pens5es conce-
didas : pelo decreto de 12 de setembro de 1866, a
D. Anna Carneiro Machado da Costa e seus fllhos,
da quantia de 120*000 mensaes, cabendo 30* a
D, Mathilde Colho Machado da Costa \ pelo de 17
de ootubro de 1866, a D. Urania Adelaide de Ar-
gdioSilvado, da de 60* mensaes, pelo de 20 de
outobro de 1866. a D. Etelvraa Adelaide Mendes
de Araorim, da da 30* mensaes ; e, finalmente,
pelos de 24 de outubro de 1866, a D. Emilia Au-
gusta Bernhauss de Lima, da de 30* mensaes, e
ao menor Julio, filbo do major do 41* corpo de vo-
luntarios da patria, Julio de Menezes, da de 54*
mensaes.
< Art. 2. Estas pensoes sero pagas das datas
dos referidos decretos.
t Art. 3." Ficam revogadas as disposigoes em
contrario.
< A assembla geral resolve :
c Art. 1.* Fica approvada a penso de 60* men-
saes, concedida por decreto de 10 de agosto de
1866 a D. Mara Antonia Alves de Camargo, vinva
do capito do 30 corpo de voluntarios da patria
Ignacio Joaqaim de Camargo, morto em conse-
quenea de molestias adqueridas em campanba.
Art. 2.* Esta penso sera' paga da data de res-
pectivo decreto.
c Art. 3.* Ficam revogadas as disposigoes em
contrario.
A assembla geral resolve
Art. 1.* Fica approvada a penso de 1:200*
annuaes concedida por decreto de 3 de novembro
de 1866 a D. Manricia Elisa de Mello e Alvim, D.
Marianoa Placida de Mello a Alvim, D. Manricia
Elisa de Mello Alvim e D. Emilia Augusta de Mel-
lo e Alvim, viuva e Qlbas do conselbeiro de estado
Miguel de Souza Mello e Alvim, sendo a metade da
dita ponso para a viuva e onira metade para as
tres Qlbas, reparadamente.
< Art. 2.* Esta peaso sera' paga da data do
mesmo decreto.
Art. 3.* Ficam revogadas as disposigSes em
contrario.
Ao art. 1* accrescente-se :
(Conlinuar-s-ha)
LITTERATDRA.
DI POLCO DE TODO.
L-se em uma folha de Verviers qae nm
espectculo carioso movia, no dia 10, a at-
tenco dos L abi tan tes de duas ras prtnci-
paes d'aqnella cidade e das proximidades da.
estaco do caminho de ferro.
Acabavam de ebegar de Inglaterra 48 gal
gos para o imperador da Russia. Cada un
d'aquelles magnficos animaos era avallado,,
termo medio, em 500 francos.
Apesar da sua importancia, nao poderam
os bichos atravessar a frooteira prussiaoa, e
foi-lbe concedida hospitalidade em um esta-
belecimento publico at que houvesse uma
decisSo administrativa. Mas os caes, fiis
aos seus instinctos, o que queran* era cor
rer e a-pro veitaram a ente-aben a de uma
gor'ta para visitarem a cidade. Em massa
impacta e em corrida desenfreada peroor-
reram as duas ras e invadiram a estaco.
Os conductores da imperial matilha po-
zeram-se logo a chamar os caes por assobios
e foram-nos recolhendo como poderam, mas
s outo horas e meia da noute faltavam an-
da quatro.
Creaturas t3o pouco respeita^ A .
eregulamentos, impo"' ^[.^2
de carvo de pedrt, descoberta oas margeos do rio bm na cSrte ^ -"T ^T
Jagwro e saos aflluentes, na provnola do Rio- OUl v~~ w o. Fetersbargo.
Grande do Sol.
KLEig.XQ DO BIO GRANDE DO NOBTE.
Proceeo-80 voljco do parecer da 1- ^ffl., TYp D0 DIAR10.-RUA DAS CRIZES N. 44
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MUTILADO


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