Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11305


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Full Text
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>
ANNO XLI1I. NUMERO 148.
F.1R.1 A CINKIL B LLfiABES OXDE SK NAO PAGA POITE,
PriresBNesKlimUios.,. f. *.......... 6)$ooo"
Por; ditos Um.. .1 .i .] .. ... ., .. ., .. ... 125000
Por naao idflJ.. .] 1 .; ,4 #J ,.,...,; 24)joOO
CaJiiiasri.inlst .]...;................. 320

. \
i, t



4



IENGARREGADOS DA SUBSCR1PCAO.
Parabyba, o Sr. Antonio Alexandrino d Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty,
o Sr. A. de Leraos Braga; Cear, o Sr. Joaquim
i os de Oliveira ; Par, os Srs. Gerardo Antonio
Alvos 4 Filhes; Araixooas, o Sr. Jeronynio da
Costa; Alagoas.o Sr. Francino lavares da Costa;
Babia, o Sr. Jos Martina Alvos: Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Ribeiro Gaspannlio.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e esia^fc da via frrea at
Agna Preta, todos os dias.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas reirs.
Santo Aniao, Gravati, Bezerros, Bonito, Caruarii,
Altinbo, Garanhuos, Baiqae, S. Bento, Bom Con-
seibo, Aguas Bellas o Tacaral, as tergas-feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqaeira,
lagazeira, Flores, Villa Bella, Cabroo, Boa-Vis-
ta, Ouricury.&jlgueiro o Ex, as quartas foiras
| Sariohem, mr Pornajo, Tamaodaj
reros. Agua Bretsrgfeaienteiras,
eiras. 1
AUDIENCIAS BB TRIBUNAB8;
Tribunal do commereio : seguod;
Refaci : tercas e sbados s 10
Pateada: quintas s 10 horas.
Jnizo do commereio : segundas as
Dito de orptoos : tercas o sextas s

TERCA FEIRA 2 DE JLHO DE 1867.
in. r ___________
1 i i -
FAA DENTRO E FORA. DA FBOVINCIA.
Par tres metes aiiuUdo.. -. v.v.............
Per seis ditos idea. {. .. ^.................. ......
Per nOTf ditos idem......."\. ., ,........ ......*t. 1 ..
Por u anuo idea., cu
W750
185500
280250
270000
val: quarias e sabbadts a
STO MEZ
todas as secretarias se arrojavatn roa os papis
tirados do archivo. A agna das bombas resvalada
das paredes estragava nos, ontros eram pisados e
rasgados, uniros uiesmo roubados, alm aquellas
i que o logo consumi. As perdas que com isto
' soffre.'iam o estado e os particulares que tiaham
jsuas/eclanagoes pendentes dos diversos ministe-
rios, saolabsoyjumentft-incalcalaveis. Parece que
iPB^m potencias eslraDgeras se extra-
cia.-Acbando-nos anda, pelos altos e insondaveis viaram.
designios da providencia, a bracas com orna gaer- O governo aom6oa eororaissoes para orgaoi-
ra, que so tem prolongado maito alm das da nos- ;sar_os_ papis que se poderam salvar, asaque
PARTE OFFICIAL
VOVERXO DO BISPADO.
SEDE VACANTE.
Expediente do da 28 de janhodel867^
Circular aos reverendos parocffl
Lavantoo se a sesso as 3 1(2 horas
designando-se para ordem do dia segoi
antecedente,mais a 1* discusso dos
112,113 e 114 e 3- dos de ns. 72 e 1
anno.
Esto de mez.; no oospital Pedro II Sur. An
tonio Mara de Faria N'eVes, hospicio da alienados.
Hospital dos Lasaros e collegio das orphai Anto-
nio Jos Gomes do Crrelo ; e collegio dos orphaos
ar-i Pritjeira
i dia.
J Segunda vara do ci
1 hora da tarde.
EPHEMERIDES S& VEZpE JULHO
l Lna nova as 6 b. e 56 m. da V
\ 8 Quarto cresc. u 2 h. e 39 m. da l.
16 La ebeia as 6 h. e ai. da t.
2 Quarto ming.as 14 h. a 54 tn. da m.
I La nova a Id. a o m^Ja m.
' '"---------------------------
dQ civoi; tercas e senas ao meio
J
:
1 SegoDda. S.**J gfco ab., S. Ca;t:o b.
? Terga. S. Isa**J| PDtboo b., S. Processo m.
3-Quana. s. Eulogio id., S. Anatholio m.
4 Quinta. S. Oseas prof., S. Aggeo prof.
o Sexta. S. Philomena v. S. TriOna m.
6 Sabbado. S. Domingas v m., S. Isaas prof.
7 Domingo. Ss. Claudio, Nicostrato e Papias tutu.
PREAMAR DESOJE.
Prlmeira as 1 Doras e 18 m. da t
Segnnda as 1 horas o 42 minutos daS^jiiaa.
PARTIDA DOS VAP^*-'"! COsTEIROfi^j
Para o sul at Alagoas a 14 o 30; para o non*
at a Granja a 15 e 30 de cada mei; para Fer-
nando nos dias 14 dos mozes Janeiro, mar$o, mi;
julho, setembro e novembro.
.
e casa dos expostos o Dr. Antonio" Herculao de fer^ com causa moUvada o Sr. depntado Basto,
.. R^nHa.r S. Ale. abrio a sessao. -
sa expectativa, e em que se acha empenhada a
bonra nacional, tornoa se necessarlo ao governo
imperial fazer mals um appello para os sentimen-
tos patrolicos dos Brasileiros ; e o Exm. presidea-
te desta provincia, no intuito de auxiliar o gover-
do como ihe campria, resolveu promover com a
mxima celeridade a orgaoisacao de mals ura cor-
vo de volnotarios da patria, que v accudlr ao
reclamo da nago, compartir os sacrificios que a
bonra nacional exige, e os louros que assegnra o
glorioso desenlace de ama guerra que tem canda-
do ao paiz serios embaracos.
Nestas emergencias, deveodo cada cldado, se-
gundo a sua po-igo social e segundo os indos de
que dispoe, auxiliar o goveroo em o nobilissimo
empenho que nutre de por um termo prximo e
Honroso a guerra qna sustentamos, mister que o
clero, e principalmente os paroenos, era rajos eo-
fcaram todos em quasi ioestrineavel coofuso.
arela para muitos mezes.
6parliQ5es que funecionavam na parte In-
a do edificio passaram provisoriamente para
easas.
cansa do incendio nao eslava bem averi-
al dando noticia da Bolivia trans-
ite d> Epoen, Mha da cidadedafaz-
t Foi hoj approvado e ralifleado o tratado d
amisade, limites, commereio, uavegayo e extradi-
go celebrado entre a Bjlrvia e o BAsil. ^
< Nesta mc-ma data creou-se urna lM||co de
primeira classe no Rio de Janeiro, Bue|^Lyres,
Assumpco e Montevideo, qae foi conflaoap> co
roael U. Quintiuo Quevedo, revestido do carcter
de enviado exiraordinario e ministro plenipotea-
racSe's ualpita, a par dos seotimentos de religio e ""lo da repblica da Bolivia no imperio do Bra-
do fiel cumprimento dos deveres pastoral, o amor' sil, e as repblicas Argentinas, do Paraguay e do
da patria e o mais vivo interesse pela cansa da Uruguay.
nacao nao flquem qoem do oobre e patritico I roram nomeados secretarios desta legagao o
eoibasiasino que deve animar boje a todos os Bra- Dr. Joao Francisco Velardo, primeiro offlcial da
si'leiros. secretara de estrangelros, e addido D. Julio Qne-
A guerra que snstontamos justa e santa, e os
esforQos que o clero flzer com o fia de a debellar,
looge de envolverem a menor quebra do prestido
e diguiJadd sacerdotal, que todos s devemos ze-
lar, sero pelo contrario bem aceltos da tt e aa
patria.
Compenetrado desta verdade, fazendo inteira
iusuca ao patriotismo de que V. Rvma. se acha
animado, e reconhecendo o prestigio e conidera-
cao de quagoza na sua rreguczi, nao hezito tm
dirigir me a V. Rvma., e pedir Ine que, com a sua
pregago, com as suas exhortares, com os seus
voaselhos, persuada quelles de seus parochianos
que se acharera em estado de servir no exercito'
o nobre pensamento de se alistarem voluutaria
vedo.
c Sabia se na Bolivia que na Assnmpcjio reina-
va a mais espantosa miseria
De Montevideo nada temos que noticiar.
O transporte Lamtgo, que tinha sabido de
Montevideo oara a corte, em 31 de maio, e coja
demora causava all serios receios, fleava em Santa
Calbanna, como se v da seguiute descripgo da
viagem :
t tj Lamego na noite de 4 do ooTPntn, em lat
S. 31 18' 30" e loog. O. de 0- 48 33" 7" parti o
excntrico da machina, e 13 oras depois bavia no
poro 8 pos inglezes d'agua, devido sso aos for-
tissimos ventos qus sopravam de O. ONO e SO. Na
! noite de o o temporal foi exiraordinario e omito
mente, e assim prestarem ao goveroo e ao palz o sofireu o costado do vapor, nao podendo nem orear
mais relevante servico que as actoaes circuras-
lancias se Ihe pode offerecer. Faga ver V. Rvma.
aos seas parochianos como a diguidade do impe-
rio se acha comprometida, como a naci tem di
nem mbar.
t Desde esse dia at o dia 16 pode o LameQO
embora setnpre debaixo de tempo, uavegar a' vela,
empregando nio s a tripolago como os passagei
reno da reclamar o soccor'ro dos seus fllhos, e co-: ros a esgotar agua com baldes, visto as bombas
rao a religio carblica, que imais deixa de at-
tender aos inieresses maleriaes dos bogeos e das
uaedes, a todos .impoe o dever.de defenderein a
mi patria.
Fizando justiga s lates e recarsos intellectaaes
de que V. Rvma. dispoe, e s boas relaces em
que se aclia, quer cora as pessoas gradas, quer
com o povo dessa parochia, nutro a bem fundada
esperanza de que V. Rvma., pezando a gravidade
das actuaes circumstancias, e tomando em consi-
deragao o pedido que Ihe fa?o, provara mais urna
vez cora o exemplo de abnegaco que derem os
seus parochianos, que o patriotismo pernambuca-
no nao arrefeceu, e qua a palavra grava e autori
sada do sacerdote ainda acolhida com a raesroa
religiosidade e venerarn, e ainda desperla no co-
ragao dos ppvos o mesmo ardor patritico e santo,
que itflaimou outr'ora um puohado de Pernam-
bacanos e os levou a repellir com heriC'i denodo
as phalaages batavas qua infestavam o nosso slo.
Espero que V. Rvma. nao s acensara a recep-
to deste offlcio, coio me communicara o resul
talo que or obteoda com a sua pregacao e com
es seus esforfios, qua fago votos parque sejam
cornados cora o mais brilhante xito.
Dos guarde a V. Rvma. Recife, 28 de janho
da 1867.Cooego Joaquim Ferretra dos Santos,
encarregado do governo do bispado.Rvm Sr. vi-
gario da freguezia de...
COMMiMO DAS ARMAS.
Quartel general do eemrnando das armas 4e Per-
namliuco na cidade do Recife, 28 de junho
de 1867.
ORDEM DO DIA N. 358.
O brigadeiro coramandante da3 armas d termi-
aa qae no 1" de julho prximo vindoaro, os vo-
luntarios que lera assentado praca no deposito dos
recrutas com destino ao corpa de voluntarios da
patria que sa esta' organjsando para o servico da
guerra, sejaa'emetlidos para o quartel do Hospt-
ci a serem entregues ao Sr. coronel da gnarda
nacional Francisco Joaquim Pereira Lobo, a quera
a presidencia incumbi da organisacao do dito
corpo, no qual sera' erapregado no referido dia
o Sr. capito em commissao do corpo n. 21 de vo-
luntarios da patria Antonio Graciado de Gusmo
-Lobo que nesta provincia se acha a' disposi(o da
mesma presidencia, como foi por ella deliberado
em offlcio de 26 do crreme.
O mesmo brigadeiro espera qae o mencionadu
Sr. coronel Lobo se navera' nessa commissao com
o costomado zelo, tino e amor pelo servico, procu-
rando por todos os meios ao sea alcance elevar o
pessoal do corpo ao maior numero de pravas, no
mais curto espaco de lempo, como urgera as ne-
cessidades da guerra. Em occasio opportuna se
dar' ao corpo conveniente organisacao.
Determina oatrosim, qae na manba do sobre-
dito dia 1* de julho se passe revista de mos'tra em
seas respectivos qnarteis, a' companbia de opera-
rios do arsenal de guerra e depsitos pela ordem
seguinie: '' ? ,
s 6 horas a' companbia de operarios, s 6 1|2
an deposito especial de instrotcSnr *s~7^J0*ifc pri-
sioneros de guerra paraguayos e s 7 itf ao dos
recrutas.
{Assignado) -Joaquim Jos Goncilvet Fontes.
Esta conforme__Emiliano Ernesto de Mello
Tambortm, leuente-ajadaoiedeordens encarregado
do detalbo.
nao poderem faneciooar.
< Na tarde deste da pode o vapor ancorar na
costa da ilha de Santa Catharina, prxima a' ilha
Campeche. D'ahi fez o commandante. seguir ara
escaler com ofJBcios para o presidente daquella
provincia, pedindo-lhe soccorros, mas a noite vi-
roa o veato, e n.ominandante suspeudea o (erro
e veio costa abaixo para o .Y
No dia segulnte appareceu Iba a canhooeira
ingleza Dotttrel, que vinha em procura do Lame-
go, a pedido do jjrjasidente da provincia, e ama o-
ra depois tambera appareceu o transporte Galgo,
que sahio do porto da corte, viudo ja' o Lamtgo
rebocado p- lo Dotterel ; o transporte tambera aja-
dou o renoque e enlraram todos as 5 horas da
tarde ao da 17 em Santa Cathariga.
Eoire a iripolago e passageiros do L*megt
nao houve desgraga algutua a lamentar. Sentiove,
slio de rauito desespero e fadiga, falta de lguns
alimentos.
Os passageiros, que sao cento e tantos, vieram
no lapwuru' de Sania Catharina par* a crie,
oade chegaram a 24.
Leraos no Jornal do Commereio :
t Tendo o Sr. Antonio Marcelino da Ponte Ri-
bairo, ex-capilao-teuente da armada brasileira, em-
barcado em Montevideo no dia 15 do crreme, em
um escaler, para ir a bordo de um navio qae se
acha va fondeado naquelle porto, levando em sua
companbia um Sr. Santos, negociante daquella pra
ga, cabio ao mar o cbapo de um d'elles, e na oc-
casio em que tantavam apaoha-lo sossobrou o es-
ealer em cooseqaeneia do forte vento SO que so
prava, desapparecendo os dous passageiros. Al o
dia 17 nenhama noticia bavia dos corpos.
Minas Gerabs.Assumira de novo o cargo de
chele de polica da provincia, o Dr. Pedro Franco-
lino Guimares.
Baha.Falleceu o anligo negociante Francisco
de Salles Souza Tavares Garias.
Ficava a' carga para Pernambuco, o palbabo-
te Prolector. x"
Souza Baadeira.
Amanba as 10 horas se exlrabira" a 43" par-
te da loteria a beneficio das familias dos volunta-
rios da pa'ria (26a), sendo o maior premie 6:0005.
Era data de 26 do mez prximo passado foi
nomeado coadjutor desta freguezia de Santo Anto-
nio o Rvd. Tnomaz Coelbo Eslima.
Acha-se em exercico da coadjotoria < da fre-
gueia do Poco da Panella, o religioso fr.nciscano
Fr. Ludgero do Santisiimo Nome de Mara
Sepultou se no dia 29 do mez liad
do Rvd. padre mestre Manuel Jos d
de, lente de historia sagrada e ecclesi
seminario de Olinda.
O (loado gozava de gxande estima e coi
gao pelas suas virtodes'apibedorla, eos
panbamento, que foi nuaeroso, dea
grande prova.
Terminou hornera o concurso a
ceda na Ibesouraria de tazenda para
da mesmarepartigo-
Foi prorogada a sesso da assembla provin-
cial at o da 4 do crreme mez.
Pedem-nos a segninte pnblicagio : |
Sao convidados os Srs estadaotes da Bania pa-
ra se reuoirem boje as quatro horas da lard, no
pateo da Santa Cruz o. 99, aflra de tratar de nego-
cios relativos ao dia de hoje, glorioso azjnive
da independencia de saa provincia.
L-se na Opimone Nacional o segu1
< Os jornaes recebidos hootem do Cbil
snperBcialmente da cesso que a Bolivii
Brasil da parte mais importante de seas tei
na fronteir.
CU
TlUIr Y % a, DO m IR9IEBCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 27 DE
JUNHO ML1867. v,4
PRESroSHCIA DO BM."6R. DESEMBARGADOR
AMSBLMO FRANCISCO PBRBTTI.
As dez horas da mauha, reunidos os Srs. de-
n'idos Rosa, Miranda Leal e snpplente S Leitao,
da, foi approvada a aclT^da sesso antece-
ajo-
se pro-
praticantes
BXPEDIENTR.
os Srs. epatados foram distribuidos os sagojo
livros :Dia.-io de Mauoel Alves Barbosa
nho & Cdem de Luiz Fouseca de Macd
ador e Diarlo de Beroardlno da Silva Costa.
rio de Abrea & Veras. ~
DESPACHOS.
Requerroeao de Antonio Marques da Costa
Soares, para se Iba mandar registrar a procuf acii >
bstanle, que junta, constituinlo, como testamen-
leiro do liaado Pedro Cornelia Von, Sohsteo, a
Luiz Amavel Dubourcq, para dirigir e administrar
todos. os negocios da casa commereial deVon
Sohsten & C desta praga, de "que era gerente
aquella finado.Registre-se.
Dito de Domingos da Silva Campos e Beroardi-
no da Silva Costa para se Ibes registrar o distrato
social, que juntam, da firmaCampos & Sobri-
o:.oVista ao Sr. desembargada fiscal.
Dito de Jos Joaquim Gongalves de Barros e
Lehmann Frres, mostrando ha/erem satisfito a
exigencia flseal sobre o registro, que pedera do
seo contrato social.Rogistre se; ,
Dito de John Gallop, director e representante
especial do Brasilian and Portugnese Bank limited,
ollerecendo deposito as copias autbooiicas das
cartas de auionsacao e approvago dos respectivos
estatatos, para que possa comegar suas operages
e eslabelecer-se oesa cidade, como Ihe foi permil-
tido pelo decreto de 16 de feverejro ultimo Sel-
lados os estatutos, volte no primeiro dia de ses-
so.
Dito do mesmo John Gallop, apresenlando re-
.gistro a. tradaeco de um\procorago bastaote
Esu noticia parece ter fundamento, pols eoin- i-passai}a pe|0 jbe Eoglish Baok o Rio de Janeiro
cide com a cbegadaao Rio de Janeiro, do Sr. Pon- Limited.Registre-se.
te Ribeiro, secretario do Sr. Lope3 Netto, ministro
ic, cuja recepgao foi ce-
imperial naqoella repub
lebrada na capital de ama maneira forado cost-
me, de accordo com o carcter mu amistoso do
discurso do dictador Melgarejo, qae aatorisa a
imprensa brasileira a admirar-se da madanca da
poltica boliviana.
i E' com effeilo carlosisslmo o qae esu' se pas-
sando.
i A allianga do Pacifico, que de dia em dia se
emende menos, pronuncia-s enrgicamente con-
tra o Brasil, em consequeocia da guerra contra o
Paraguay; o mandatario peruano assim se exprimi
em soa mensagem na presenca do represea
do Imperio, qae pedio satisfago e foi-lhe ne
do que deduzera os correspondentes lelegrapblco'
de Buenos-Ayres a aproximago de ama guerra
entre arabas as nagSes.
c Emqoanto qae assim acontece por ama parta-,
v se pela oatra rasgos admiraveis de amizade en-
tre o dictador Melgarejo, que era o coco di allian-
ga as qnestSas do Prata, e o agente diplomtico^
de nm governo a quem momentos antes leria co*
mido cr em nome da democracia como a emende
o caudilbo.
c Estamos vendo tantos pheoomenos e temos-
formado uuLConceilo to original do Sr. Melgare-:
jo, do seu goveroo e das tendencias heterogneas^
dos homeos que dirigen as repblicas do Pacifico;
que oenhuma sorpreza nos causa o que vai occort
rendo por aquellos lagares, e muito menos asme,
lamorphoses que a imaginago a mais audaz jar.
mais pbanlasioa, t
Passageiro do vapor fraoeez Extremdtm
viudo dos portos do sul : j
Jos Kleio.
Passageiros do vapor americano SoutrAme-
rica, vindo dos portos do tal :
P. Cohn, Domingos Fernandos Rosa, Gertrn-
des, Boaventara e Gamillo, afri aoos libertos.
I
PEBNAMBUCO
REVISTA DIARIA-
Fanccioooo bontem a assembla provincial com
27 deputados.
Lida e approvada a acta da anterior, o Sr. secre-,
tario deu coula do seguiote expediente:
Um offlcio do secretario do governo, transmitlin-
do o aotograpbo da resolugno da assembla na pre-
sente sesso, sob o. 753.A' archivar.
Urna petigo da Associago Commereial Benefl-
ceme, pedindo ajsengio do imposto da decima do
edificio de saas sessas.V.fipmmisso de orga-
mento provtcial.
Ouira do bacharel Beato JosTta Costa Jnior,
pedindo a concesso de um prevftgio por 40 an-
uos, para coatratar urna linha .detrilbos urbajos
desta cidade a povoago de Sanio Amaro.de J.
to.A' commissao de obras publicas.
Foram lidas e approvadas as segniutes r
goes :
Do projeclo o. 55 que fixa a receita e depeza da
provincia; do de o. 23 qae considera lagar publi-
co, o de enferraelro da casa de detengo; do de n.
77 que crea diversos lagares para o novo raio da
casa de detengo; e do de n. 95, qae autorlsa a
presidencia da provineta a mandar pagar a Joao
Hyppolilo de Meira Lima a quaotia de 4: US$000
como iodemoisaco dos prejoltos qae sofireu o
mesmo qaando arrematante do empedramenlo da
estrada da Victoria.
Em seguida approvou os pareceres da commis-
sao de ordenado que concluem por projeclos de
lei: ara equiparando os vencimentos do portelro
da tbesoararia provincial aos dos amanuenses da
mesma repartigo e outro igualando os ordenados
e porcentagens dos escrivas e offlcaes de jostiga
da Tazenda provincial aos dos da fazenda geral; e
bem assim o da commissao de obras publicas qae
tambem fiada por am projecto, aatorisando ao pre
cuerrlhal na Riojarobrigando o generalVaanero i sidente da provincia a contratar com o bacbarel
a aoromptar ouira expedicao coatra elas. O gene-1 Bento Jos da Costa Jnior oo com qoem melhores
ral fioava em S. Jaao, d'onde passaria a Mendoza, vantagens oflereeer a collocagio de lnlbos de ferro
DIABIQ DE PEEMAMBCO
Cbegou hontem o vapor americano South Ame-
rica, procedente do Rio de Janeiro" e Barraf"com
datas d'alli al 25 e d'aqai at 29 d) passado. -
Ro de Janeiro.Eotrou, no dia 24. do Rio da
Prata, o vapor ingiez Gahleo, com folhas de Bue-
nos-Ayres at 17 e Montevideo 18 do passado.
Do tbeatro da guerra nao ha noticias posteriores
s qae tinturaos com data de 6. Quanto ao interior
ftf S ^ 2 C0Tte?}e tmiii s." companhias, datada de 1862 e qaalqaer outra 1er
,prt ?l da?hs3c39S punidas do imperio e fa- !qae ua occa=io se acntr em vigor concerneme a
a?, ? i ? m a estado.hel por bem permittir companhias Anonymas, on companhias bancarias,
que seja installado nesta corte o dil* Brasillau and e ffeetando o banco
vUWuese Baok, cujos estatutos vo-aj)aixo publ-. (E) Este iostrumeoto quer dizer e compre-
sugeiiaudo-se a companbia s seguintes coa- bende os apontamemos de associago do bauco, es-
na ,... L ,i ; es artigos de associago, e os reguUmeotos do
Mm nmu, b-anC,0' alm dis 0D9raOtJ3 ,d,e banco que-no tempo estejam em vigor.
K h oni-,nte aauallas que (P) R84luga[1,'eSpeCiJa, significa urna r*5dTa-
ffi! Jfl.b,*A ^econwi e depos cau especijA do banco, aa conformidade do para-
tos, creados oo t/uparin doflT,| ^t autonsacao ,^h. .,m-.ia. ,^-A MMMnhl-- datada do
dTTpoder exacativo e a mhrr *St IBM 1? ^f* ^^t', *** ^ ^ aP'lal aU8r 16T C***1 0 biOC0 elD
zembro de 1860, fleandoo memo obrlgado a pafcli- qualquer occasio
car pela imprensa, dentro dos primeiros 8 das da (^-..-AcgM *quer dizer asares do banco
caaa mez, o balango explicado das operagoes enec- Hm qualquer epaca
toadas oo mez aoterior. (i) Directores quer dizer os directores do
z. Que a compauhia do Brasilian and Portuguesa banco em qualquer occasio, ou, como seja o ca-
ubmeltara a admiuistrago desie estbele- 80> os directores reunidos em mesa.
(K) t Fiscae/ Bauqueiros Secretario
todo Isto retardara a reencorporgo daqnellas
a' partir de ama das roas 4esta cidade para ter-
4rolpUa'sUftp7dicIonarIas"ao exerco'em operagbes no minar na povoagio de Santo Amaro ae Jaboa-
P*A Scesto da vico-presidencia da repablica con-1 Passando a ordem do dia, approvou em 2- dis- _
Vmtuva su oensa. I cussao o projecto de orgamento municipal, que fi- empregadas no servlgo do estabeleclmento.
nos dias 3, 6,8, Ift^lTl
RKPARTigAO 0A POLICU
Extracto das partes aos dias 29 e 30 de junho
e 1* de julho :
Foram recolhidos a casa de detengo no dia 28
de junho.
A' ordem do subdelegado de S. Jbs, Mara Jua*'-
, quina da Conceigo, Manoel Francisco de Olivei--;
! ra, para correcgo, Henrique de tal, por embria- 4 A^j
j guez, e Luiz Cezario Emygdlo Gomes Ribeiro, pa
' ra recruta. A' ordem do do Pogo, Francisco Meo-
des da Rocha, por crlrae de ronbo ; e Jos, escra-
vo de Guilherroe Stepple, por uso de armas prohi-
bidas. A' ordem do do Peres, Ludgero Ferraz, pa-
ra recruta.
29 -
A' ordem do subdelegado do Recife, Silvana Ma-
ra da Conceigo e Candida Maria da Conceigo,
para correcgo; e Jos Gongalves da Patxo, por
crime de [erlmeotos. A' ordem do de S. Jos, Joa-
quim Jacinlbo de Abreo Mello e David, Africano
livre, para co, recgo; e Antonio Jos Venancio,
para averiguagSes em crime de ferimentos. A' or-
dem do da Varzea, Victoria, escrava de Francisco
de Paula Correa de Araujo, por crime de feri-
mento.
30 -
A' ordem do Illm, Sr. Dr. chefd de polica, Joao
Francisco da Campos, vindo do termj^dg Pao
d'Alho, como pronunciado. A' ordem doMMele-
ado_do Recife, Jacintho Manoel do Reg5,faiop-
ncisco de Aima e Laurindo Farreft>aa
a correcgajoi A' ordem do de S. Je*, Ma-
o de Beraardino de Lima Leite, para
.O chele da 2* secgo. J. G. de Mes
quita.
Casa dk DETENgAO.Movimonto da casa de
detengo do dia 30 :
tixisiiam presos 373 ; enlraram 9 ; sabiram 5-,
exlstera 377 a saber : nacionaes 279 ; mulberes 9;
eslrangeiros 25; mulhaf 1; escravos 59 ;'escra-
vas 4total 377.
Alimentados a costa dos cofres provinciaes
267.
Movimonto da enfermara do dia. 1*:
Tiveram baixa :
Antonio Ignacio da Conceigo. .
Jos Felippe Santiago. ,
Francisco Berlioo da Costa Medeiros.
Manoel da C. Clorlndo.
Movimento do hospicio de alienados na Mi-
sericordia de Olinda, do 1* ao ultiio de-juoho deJ
167.: J
Existiam 24 horneas e 46 malhers, enlraram D.
hornera e 1 mulber, morreram 1 homeos a 3 mu-
lberes, exislem 23 homeos a 44 mulberes.Total
67.
Exislem 8 empregados nesle.eslabelecimento, 6.
bomens e 2 mulberes, sendo medico i, cape.llo, 1
porteiro e sachrsto 1, enfermero i, barbei
i, enferntaira e cosiabeira 1. Tem duas mainel
Dito de Augusto Cesar de Azevio Guedes, ofle-
recendo registro a oomeago de caixeiro que Je-
ra a Amaucio de Brito Miranda.Begistre-se.
Dito do mesmo Augusto Cesar, para se Ibe dar
por cerlido a sua matricula de coramerciante.
Como requer.
Dito de Jos Antonio Basto, por seu bstanle
procarador Jos T. Basto, pedindo qae se Ibe cer-
tifique se tem cumprido o artigo 89 do cdigo com-
mereial, enviando nos devidos lempos os mappas
a qne se refere dito artigo e desde que lempo fca
cumprido esse dever.Como reqoer.
Dito de Soutt.all Mellors & C., offereceodo re-
gistro a oomeago, que deram ao sea caixeiro F-
lix Amonio Pinto Sarodio.Registre-se.
Dito da companbia pertfim'bucana de navegago
costeira, declarando de conformidade com o artigo
463 do cdigo commereial qua nao Iba possivel
recolber^a secretaria do tribunal a caria de regis-
J,tro que fora expedida ao vapor Persinunga, em
raso de se ter perdido na occasio em que se de-
ra o sinlstro de dito vapor.Vista ao Sr. deseen
*argador fiscal.
?'- Com oformagao do Sr. desembargador fiscal.
t De Manoel Antonio Ribeiro a Jjiquira Salvador
Ppssoa de Siqueira Cavalcaote,di=tralo de socie
Ldade.Regi>tre-se.
, De D. Maria Barrosoregistro de escriplura de
Contrato anteztupcia1.Idera.
|.'Nada mais se apresenlando a despacho, o Exm.
.^f. presdanle houve de encerrar a sesso s onzu
'foras e meia do dia. <
SESSAO JUDiaARlA~E 2,7 DE JUNHO DE
1867. '
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
A. F. PERETTI.
' Secrfario, Julio GutmarM,
A's onze horas e meia da manha/^&Esm.. sr.
"presidente abri a sessao, estando reunrdtos os Srs.
desembargadores Silva Guimares Res Silva e
Accioli, e os Srs. deputados Rosa e Miranda Leal,
e o Sr. suppleote S Leitao.
' : O Sr. Basto faou com cansa.
Lida, foi approvada a acta da sesso antece-
dente.
ACORDAdf ASSIGNADOS.
; o'
p'p'eITadT5s"a"n'
__'OS.
a mesma cmara municipal'd^ Reci-
o mesmo Antonio Moreira de Men-
cimento as leis e regularaentos que regem no Bra
sil, ou regerem no futuro os outros esiabelecimen-
tos da mesma natnreza fundados por sociedades
anonymas.
3*. Que as quesioas suscitadla oo Brasil, entre
terceiro, e a admiuisira^ffi desse banco, ou de
suas agencias, sero submjfcidas a' deciso dos tri-
bu uaes brasileiros. '&'
4*. Que o mesmo baooojjao dar' uomego as suas
oparages amas d ter *> pcaixa 25 / de seu ca-
pital a de havar preenchldo por outra parte as for
mandadas. ex4iaa pelo an. 4* do refenJo decreto
u. 2,711 &.Mr%-Taezecubro dai00, fazeodo outro-
sim publicar nos joraaes de maior circulago des-
ta capital, as instrucgdes regulamentares qua o
couselho director, eslaoerecido em logtaterra, tiver
Jado j^djrectores no Rio de Janeiro, repetindo-se
em*TlBfaco das as veis qua taes instruc-
goes forera alteradas ou mollificadas.
5*. Que a dcraga> do Brasilian and Portuguesa
Bauk uo pleno exercico de suas funegoes sera' de
20 anuos, se o governo imperial nao amorrar op-
portunameme a prorogaco dos-gciases estatutos
podera' ter execugo'no Brasil, st(n4&i|(ia appro-
vago do mesmo governo. "^f<-r
6*. Que o governo imperial peder Bornear,
quaodo julgar conveniente, um ou mais commisia-
nos para o ui da examinaren! o livros, e o esta-
do dos negocios do referido banco ; tendo o dimito
de ordenar a liquidago desle estabeleciment
declarar dissolvida a associago a que elle perten-
ce, quaodo fr provada a violago de urna ou mais
clausulas cima indicadas,
O marquez de Abranlff conselbeiro de
senadoj.au imperio, ministro e secreta
dos negocios eslrangeiros e lotetioo des da
e presidentu do tribunal do thesouic
slra ojeaba entendido e faga excai
Palacio do Rio de Janeiro em' iS de demb
1863, 42* da independencia e do imperto.;*:
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Mwqae
de branles.
DECRETO N. 3,713 DE 6 DK OlCRWO B 186J.
Permute que o Brasilian ani-fomugues*]fanl li-
mited continu sob a denominacito i 4$ Snglish
Bank of Rio de Janeiro limited, a*fasr as ope-
racoes para que foi autorisado petolbcreto n.
3,212 de 28 de dezemtooje 1863.
Attendendo ao requenmeoto em que J be Gallop
orno bstanle procurador da compaabia baocarla
Incorporada na Inglaterra sob a danominago da
Brasilian and Portuguesa Hauk limited, pede qae
sejam approvadas- anas resoiuges da respectiva
assembla geral'dos accionistas celebrada em Ln
dres, pelas qua;s furam alterados os arts. 1
dW^gus estaiutos, coositlindo a primeira alierago
na ufodaoga de danominago da companbia qua
passara' a cbaroar-se Eoglish Bank of- Rio de Ja-
nelro limited e a segaoda em ser a director i.i cen-
tral, que tem su* sede na dita culada, ulArisada a
confiar a gerecia dos negocios no Rio BaJaoeiro
a ama directora local, ou a urna commisfao ou a
um gerente, em vez de ser como at agera obrga-
da ter sarape urna directora local. Hei por
bem permiltir, de accordo cora a anana imperial
resolugo de 29 do mez passado, lomada sobre cn-
sul! da secgo de fazenda do couselho de estado,
que o referido bauco cootioue a fazer as opera-
gdes para que foi autorisado pelo decreto n. 3,212
de 28 de dezembro de 1863 e coaforme as regras
no mesmo eslabelecidas, sem embargo de torera
sido feilas nos respectivos estatutos as duas altera-
gees indicadas.
Zacaras de Goes e Vasconcellos do meu conse-
1ho senador do imperio, presidente do consalho de | j^"^' capiaTr
qaer dizer os respectivos empregados do banco em
qualeaer poca.
(L) f Asseraba ordinaria > qaer dizer ama rea-
nio ordinaria geral do banco, devidameoie convo-
cada e constituida, e qualquer sesso della que
fr adiada.
(M) f Assembla extraordinaria > quer dizer
urna reuuio geral extraordinaria do banco, devi-
daruente convocada e constituida, e qualquer ses-
so deiia que tenba sido adiada.
i N) < Assembla geral > quer dizer urna reu-
uio ordinaria ou extraordinaria.
(0) < Direcgo quer dizer a reuoio em Lon-
dres dos directores, devidameme convocada e cons-
tituida, ou lambem, os directores reunidos em me-
sa em Londres.
(P) t Direcgo brasileira quer dizer urna reu-
.oio dos raeuihr. s da direcgo brasileira, devida-
m-.r-i convuc oa e constituida, ou, o'ootro caso,
os uiembros reunidos em mesa brasileira.
(Q) t Escrlptorio > quer dizer o escriptorio prin-
cipal do banco em qualquer poca.
(S) Sello quer dizer o sello ordinario do
bauco em qoalqer tempo.
(S) a Mei qaer dizer qualquer mez do aune.
(Tj Palay ras sigaifieando someote o numero sin-
gular, lucluura o numero plural.
(V) Palavras significando someote o numero plu-
ral, incluem o numero singular.
JW) Palavras significando somante o geoero
mscuiiuo, induca o genero femiuino.
II. Conslituigo.
L -i. Os artigos da tabella A da lei das cora-
Ola, datada de 1862, nao tero applicago a
la banco, mas.em sea logar adoplarse-ba o se-
fguinte^egufameato, sugeito todava a revogagao e
alteragoStomo se acha providenciado por esta ios-
aumento.
Art. 3. O banco e seus regularaentos, pelo que
qae loca ao imperio do Brasil e reino de Portugal
respectivamente, sero sugeilos s diffareoles dis-
posigoes no tempo vigente dos governos imperial
brasileiro e real portugus, decretos, concessdes,
on regularaentos que possam na occasio ser-Ibes
applicaveis, e que affectem o banco.
Art. 4. Se a direcgo julgar conveniente, podar
o banco ser registrado no Brasil e Portogal res-
pectivamente como sociedade anonyma, ou por
outro qualquer meio ser posto ao alcance das leis
do Brasil e de Portugal respectivamente, que se-
jam applicaveis ao banco.
Art. 5. A constitnigo do banco, no que toca ao
Brasil e Portugal respectivamente, pode em qual-
ufn Quer lempo, de accordo entra o mesmo banco eo
1 governo, ser modificada, mas nao de maneira que
prive os accionistas, ou qualquer delles, da vanta-
gem de respousabilidade limitada a' somraa qae
em qualquer lampo estiver por pagar da suas res-
pectivas aegoes.
Art. 6. A coQsliluigo do banco pode em qual-
quer poca com sanego de ama resolugo espe-
cial, modificar sa da maneira que a direcgo jof/.i
gar conducente aos inieresses do mesmo baoco, e
para esse tim poder-se ba rtquerer qoalquer le
do parlamento, alvara, le especial, decreto, regu-
lamenio, e outro qualquer acto do corpo legislati-
vo ou administrativo, segundo o pareCir da direc-
go.
III.Negocios.
Art. 7. Os negocios do banco comprehendero
lodos os qua se espec ficam dos apontamemos de
associago, e todos os assumptos incidentes, poden-
do comegar logo que a direcgo o Julgar env-
lente, uo obslanto nao eslar subscripto o todo
mava su peosa. ------r '---- \-------__--.r_.,,_- ^^^.^ ,
Os pormenores que encontramo4_.a respeito do cou adiado oa sessao anterior, sendo dispensado o I p0i sitado o
cnalo d0 palacio do governo d^xam era p os intersticio a requerimente do Sr. Drammood ; o pectivo medico
'"ai do palacio do governo nt^p
lacios capiues aue referimos. Arderam loteira- de d. 109, que abre diversos crditos supplemema-
meote ai saereurias do caito e do interior e boa res ao orgamento vigente, cera orna emenda da
parte da aa tiena, as de estraDgeirjs e da commissao dispensando o intersticio a reqoerimen
guerra perdern maUo's naoais e documentos e da ; to do Sr. Aroyntbas; entraodo em 3 o de o. 4 de
da presidencia (or4tn nbi,4hld03 .i8uns objectos j 1864, qua crea ama fregaexia na povoago de Ga-
de valor pelos salvador,, qU9 em taes occasi5e* melleira occopou a aitengo da casa contra a ma-
nunca deixam de apparecer. tea do projecto o Sr Ramo?, depois do que ver-
Emqosnto iavrava o incendio, pe\M aneltos da ficando se nao haver casa^fieou a discusso adiada.
21, 23 a 27; as 8 horas
a a 1 da larde.
palo res'
,..,..,,-,.-, 15, 17, 19
8j, 9, 1 11 da mani
O aordomo de mesa,
A. i. Gomes do Ctrrtio.
O agente,
Luiz io Reg Barros.
M I I 1 .
1. de.
de Mi
. Appellaote
fe, appellado
donga.
Appellantes Meeda, Medeiros 4 C, appellado
Manoel Ferreira de Medeiros.
Appellaote o administrador da massa fallida
de Joaquim Jos Silveira, appellado Joao de Siquei-
ra Ferro. ".
Etnbargaote Leaudro Lopes Dias^embargados
Flix Sauvage & C ,$. .
Embargantes os curadores fiscaes fla*massa fal-
lida de Pedro da Silva Reg, embargado Joaquim
de Souza Ferreira.
JLGAMENTOS.
Aptiellante Thomaz oarte de Aquioo, appella-
dos Monteiro Filho & C.-Foi confirmada a sen-
tenga appellada ; e por unanimidade volou-se para
qae se flzesse ama adverteacia ao juiz pelas irre-
gularidades do processo.
Appellantes Mello, Lobo & C, appelladqs os ad-
ministradores da massa fallida de Amorim Frago
so, Santos & COrdenoo-se nina deligencia. seu-
do voto vencido o Sr. desembargador Reis e Silva.
Appellaotes Fonseca & Abren, aptysIlaV. Ma-
ria Rita da Craz Neves.Nao foi apresentado.
Appellantes Anlooio Severiauo de Vasconcellos
4 lrmo, appellado Joaquim Jos da Costa Tinoco.
Nao foi proposto por nao estar presente o Sr.
Basto. .. .
Appellaote Joao de Aranjo Cmara, appellado
Antonio Francisco da Sllveira.-Foi confirmada a
sentenga appellada, 9eodo voto vencido o >r. sa
Le to.
PASSAGBM.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Reis e Silva. *
Appellante Joao'Pinte-fie tiernos, appellados;
Gnrgel & Perdigo, em liquidago.
'AGGRAVOS DO JIZO ESPECIAL-nft COIUIERCSO.
Aggravante' embrgame 3.% Ftnciscp Thomaz
de Barros Campello, aggravaa, exligaanta D. Ao.
na osapba Pereira dos Sanios, 'etecuHda.D. M-
3 fiajiagdalena de Atraeida'Catsobo. ( '''
! *OExm. Sr. presidente neigaaj(o,HoJe^t8;' 1
Nada mais Ijonve e jarfrrfrfas .avsessO s
2 horas e um quarto'da tarje../ ,
.ti1 *"
--------ii im 6 'J'i
BANCO BRASIL"ETRO*-BQRTGUEZ (LlMI-
I TADO). ^
, DECRETO K. 3,212 DE 28 DE DEaMBKO DE 1863.
Peii^ftte a installacao, na corte, dj/j compannia ban-
1 loria Bremlian ani PortugueseiBank, debaixo de
certas condicoes. *^ ;
JMlendendo ao que me represenlaram Joao Jos
di Res e Rodrigo Pereira Felicio, directores da
-o^panbia hincarla incorporada em Inglaterra,sob
a danominago de Brasilian aod Portoguese Baok,
a qtjal foi all organisada de conformidade com a
lelslago por qua se regem os e-iabelecimeotos
bancarios oa Gra Bretanha ni categora de socie-
dade anouvma \ e de aaiordo com a rainba impe-
^ioistros, ministro e siafaiio de eslado dos ne-
Beciie^^S-oeiosti fazenda e presdeme- do tribunal do the-
itf Moreira souro nacional assim o tenha entendido e faga exe-
cotar.
Palacio do Rio de Jaoeiro aos 6 de outubro de
1867, 43* da independencia e do imperio. Com a
rubricado S. M. o Imperador.-Zacaras de Goese
Vasconcellos.
DECRETO N. 3,796 DE 9 DE FEVKREIRO DE 1867.
Coca peta qual S. U. Imperial ha por bem permi-
tir ao Brasilian and Por tugese Bank Imitad,
ou ao Engltsh Bank of Rio de Janeiro limited, es-
tabelecer urna caixa filial na cidade do Recife,
capital da provincia de Pernambuco.
D. Pedro II por graga de Deus e uaanime accla-
mago dos povos, Imperador constitucional e de-
fensor perpetuo do Brasil. Fazemos saber que
tendoajaosiderago ao que nos representou Joba
Ciiop ector e representante especial do Brasi-
lian aba Portuguesa Bank limited, ora tinglisb
Bank of Rio de Jaoeiro limited, permittimos ao
mesmo baoco estabelecer ama caixa filial oa cida-
de do Recife, capital da provincia de Pernambuco,
ficando a dita caixa snge.la s regras e condigSas
proscriptas no decreto n. 3,212 de 28 de dezembro
da 1863, conforme estabelece o decreto o. 3,796 de
9 do correte mex.
Palacio do Rio de Jaoeiro em 16 de feverelro de
U867, 46* da independencia e do imperio. Com a
nibrlca de S. M. o.Jmperador.-*acarias de Goes a
Vasconcellos.
ARTIGOS DA ASSOCIACSO DO THB BRASILIAN FORTU-
CUEXE BANK LIMITED ORA ENGLISK BANK
OF BIO DE JANEIRO LIMITED.
Forma-se o baoco com o objecto de estabelecer
a condazir os negocios de banco de emlsso e de-
posito tw Braj e Portugal*? n'ootrs parles, e lo-
dosjjan** negocios nShelOBados nos apomamen-
a*jrJ?asso:gio. *
O domicilio do banco ser em Loodres.
A direcgo em Londres ter a seo cargo a ins-
pecgd e gerencia- do banco, sugeila s assemblas
geraes dos accionistas qae tiverem legar em Loo
dres.
.'Havera' urna direcgo local estabelecida no Rio
fcJatreiro, para gerir 5 negocios do baoco no
Brasil. #
Poder haver Qliaes ou agencias do banco em cr,
trosjocaes 00 Brasil e Portugal, e n'outras par-
Concorda se, portaoto, no segninlef
f.Interpretaao. ,
Art. 1. Na interpretago deste instrumento, vai
seguintes palavras e expressSes teem as seguintes
Arl. 8. Os nsgocios sero conduzdos sob a is-
piego e a gerencia da direcgo, e na conformida-
de dos leguiameaios que a direcgo prescreva,
sugeito isso someote a' Oscalisago das assembla^
geraes como se providencia nesie instrumento.
Art. 9. A gnreucia principal e superintendencia
geral dos otgocios do baoco lera' logar em Lon-
dres.
Art. 10. Bayeta' urna direcgo brasileira co
Rio de Janeiro, oode os oegecios oo banco sero
conduzdos, emquanio por urna resolugo especial
se nao determinar o contrario; e havera' tambara
direegoas locaes on agencias, commissdVs locaes,
ou filiaesjoo Brasil, a Portugal, ou n'outras partes
fora do Reino Unido, segaodo a direcgo em qoal-
quer tempo determioar.
Art. 11. Niogaem, excepto a direcgo, e a direc-
go local brasileira, ou qualquer outra direcgo lo-
cal e mais pessoas, expressamente autonsadas pe-
la direcgo, e obrando dentro d'.s limites da aoto-
ridade a ellas dada pela direegao, podera' passar,
acceitar, ou euossar qoalquer nota prumissoria,
ou ledra de cambio,.ou qualquer outro papel de
crdito aegociavel, por parte do banco, ou celebrar
outros quaesquer contractos dos quaes resulte
qualquer responsabilidad do baoco, oo de outra
sorte se empenhe o crdito do banco.
Arl. 12. A direcgo (ara' regulamemos que de-
lermioem recepeio, custodia, e pagamento de di-
Bbeiros pertencentes ao banco, quer em Londres,
quer no Rio de Jaoeiro, ou n'oulra qaalqaer par-
te ; o emqaaoto taes regolameatos estiverem em
vigor obrlgaro a direcgo e directores, a direcgo
brasileira, e outras direccSes locaes e seus meui-
bros, agencias, ou commissSes locaes, empregados
e serventes do baoco.
IV.-Escriptorio.
Art. 13. O escriptorio ser situado em Tbrog-
morton Street n. 21, oa cidade da Londres, on em
outro qaalqaer lo:al na mesma cidade qae a direc-
go em qualquer tempo designar.
Art. 14. Havera' escriotonos flliaes, casas ban-
carias, ou agencias no Ra>de Jaoeiro, Portugal.
ou em outras localidades qae a direcgo filar.
Art. 15. O escriptorio principal, on casa bajea-
rla do baoco oo Brasil, sera' oo Rio de Jaoeiro, al
por urna resolugo espelal se determine o contra-
rio.
V.Prlmeiros empegados.
Art 16. Os Srs. William Bevao, George Tho-
maz Brookio, Joo Koowles, James McGroolb6r,
.Etederick Rodewald, Arthur Beroard White, se-
rio os prlmeiros e actuaos directores.
-Jart. 17. Os Srs. Rodrigo Perefra F Jos dos Beis sero dous dos primejros membros

sTgtcacSesiMcepio'qdo o"ob^ : da dira^ao brasileira, e cada am delles, qaando
as excloa. esliwr ,Londres, tera' direito at oficio, a fazer
(A) banco qaer dizer o banco brasileiro pai^||aair,ecgo
eportaguez limitado.
(B) O Belno Uoido quer dizer o Reioo Uni-
do da Gr-Bretaoba e Irlanda.
(O O goveroo qaer dizer e compreheode 03
goveroos do Reioo Uoido, do Brasil, e Portugal,
eada am respectivamente.
3ank > sera' o
(D) t O estatuto qaer dizer e abraca,.* le das^Sscaes
TrMi. Itk, c O London Joint Stock
primero e aetoal banqoeiro.
Art,-19. Qs Srs. Uptoo, Jobnson & Upton sero
os pUmeirjJS e acluaes advogados.
Artm.*H Sr?. Eward Lloyd, Jobo Silva J-
nior, a.Jobn Yjuog, sero os primeiros e acluaes
is
'
*--,
>iosrmrAnnf
*
-sr
^l\/C"l
*z



/
W. -Capital.
Art. 11. O banco petera' em qnaquer teasco,
ls teste wtromeate, ueUr' /'"I deci,"r *>
Dtorlo de reratmca>
rer* tetar de *lho 1867.
se
de 18

relativos sotaneo. -
Art. 58. Urna assembla, ordiaaria _
atlso algum pan esse flg; lagar dlreotero&e s-
50s, se o tioaver, teve ser appllcate,
Art 60. flaaesquer assemblas geraes qae de-
lerariuarem as condi?es com qae as novas acetes
devam ser enjillidas, podero decidir qae as novas
acedes sejam de urna eo mais classes, e podrio
dar a estas navas acetes ou as novas acedes de
todas os de qaaesquer. classes qoalqaer privilegio
especial relativo a dividendo ou jaro com prefe-
rencia, garautioda, fixo, fluctuaste, reeaivel. on
d'ontra forma, bero como podara' llg*r-lue tu pof-
lhajMMsqoer eondicfes ob restricedes esoeciaes.
Art. 64. Se dapois de qoalqaer assembla geral
que tenha. decidido a emisso de novas acedes acon-
tecer que todas as novas acetes nao fossem eroit-
lidas qualqaer assembla geral podera' determinar
que as aovas acedas que se acharem por emittir
nao sejaoi emitlidas, oas sim caoceliadas; eo po-
der' determinar qoalqaer aUeraco tas coBdiodes
com que as novas aecteaneo emitlidas esetem, ou
dos privilegios especlaes ou roslricctes aauexas
as novas acedes oSo emitta?.
Art. 63. Quaudo quaesquer assemblas geraes
ti verana dejdida/Mtr meio de ama resoluco esoe-
cial qufqaer i. .diaia ou futura couverso de
acedes em fuod Sk assemblas aerees oa outras
luco, abVkt.Wher, como julgarem conveniente, as
regras para levar a effaito a conversad, ou para lo-
dos os negoeios occorrentos.
Art. 63. Xa inteligencia poro o deque nenbu-
aia resolacio especial para augmento do capital, e
aeobuma resoinoao para a cenverso de quaes-
qaer aeedes em -fundo, que affe lem a emissao de
quaesquer aovas aceda, sera' passada sem ra-
commandacao previa da dtrecec.
Afl. 64. O banco, era assemblas geraes, pode de aoc,5e*qae o qualificava
mediaote aau Tesorocte especias, aogmenur o ea-
pital par paissio d nova* acedes. r
Qualquer capital tevaotado medanla, -
nova acedas, excepto quante a assembla geral caes, receber no tote/00 em parte,JW> *te
do banto determina.- o coittarlo, aera eoosftera- Armar as coutas, bala neos "'f^^ "trae-
do como parte do capital originario, e cftino tal lores e Iscaes.
sugeito em tuda s massaas dUposldaa, a que (recom
toca a satiafacio da pcoMinVu. ou coawalsso de
ccSjs por (alta de pagamento, ou d'outro moda,
como se livesse sido parta do capital originarla.
Art. 23. A soruma da aovo capital em qoalqaer
tempe, emquanto o baneo em assembla geral
bre a cresjo d'eile nao determina o conteni,
ser dividida de maneira tal qae possa leprtir-se
proporciona I mente peioa accionistas ytue euto
existlrem.
Art 84. As aovas aec3es.no prlmeiro caso, a
nao ser qua o banco em assembla geral sobre a
creaco d'ellasdatermrae o-tootrario, serio ofle-
reaidas pela direecao aoraecteoistas ua proporco
do numero das suas, raspeen vas acedes.
Ari. 2o. As novas acetes que nao torees-toma-
das pelos accionistas, podaro ser pssadas a ou-
tras pessoas, e tob a coQdicoes qae a direecao
jnlgai .soveniansa,
Arj. 36. Todr^ "> o banco dapola de ter lita
-uo-quaesqaer Jtvws iwvas qualquer preferencia
on garanta, ou ootro privilegio especial, crear
mais acedes, os possuidores das novas acedas as
quaes o privilegio eepecial esteja ligado, nao terao
direiio a serem-lbes oflerecidas novas acedes, ex-
cepto se a banco em assombla geral determinar o.
contraro.
Art.47. Sobas claustlas do estatuto, a com au-
tonsacao de ama renjlucio especial,ecoosentimeo
to de tres quartais parta* do Damero dos possoidore
de todas as acedes, ou como podara succeot, to-
das as acedas da qualquer classe, eu tarobaa, le-
das as acedes da respectiva classe, poaero ser
eoasolididas em numero maia pequeoo de acQdes,
on pelo que, respaila as acodes latairameaie pagas,
ser convertidas em fundo.
Art. 28.- A direecao em qualquer tirapo pode
tomar emprestadoMiauar soema sobre bonJi
ou MMMr*BBQQ^me(imt*r e taes cobdices qae julgua couvenienie.
VilFundo de reserva.
Art. 29. Qualquer porcao, ou sejfc,do capital, oa
do rendimento do banco, ou de ambas, pooer sar
posta de parla como fundo de reserva, segando
urna assembla geral o determine.
Art. 30. Para igualar os dividendos, podara sem-
pra o banca, auionsado por orna aasemblea geral,
a medanle recommeodacao da direecao, applicar
qoalqaer pane do fundo de reserva a coala do
rendimenio.
Arl 31. A direccao^podera sembr pdr de parte
quaaaquer^omu^as do banco que julgue necessarias
para tazer face aos encargos do banco.
VIII.Erapregu de dlnbeiros.
Art. 31. Todatf a sommas laaada^ ao fuudo de
reserva, e todos os ootros dinbairos do Banco, de
que este nao carecer para Uaer qualquer paga-
mento, podero ser ampragados oa depositados por
ordem da direecao, ea fondos da palx, esangi
ros, ou de goveroo colonial, beus de raz, pessoaes,
oa em omros ttulos de crdito ou valore.-, como
a direecao jnlgar em propria occasio conveoienle,
e onde a a.rer.co o julgae a proposito, laes em-
pregos oa depsitos se podero faur em nomes de
depositarios.
AfL 33 A direecao podero' sempre conservar
em corre oseos banqueiros, o saldo que julgar
conveniente, e'jiao obstaate qualquer desses ban-
queiros ser diractor.
IX.Assemblas geraes.
Arl. 34. A assembla ordinaria tara lagar ajn-
nualnjente am Londres, a bora e dia de cada anno
qne a dire.cQo cada vex designar.
Arl. 33. Porero, aloque a assembla geral de-
termine a contrario, a assembla ordinaria lera
lagar no mez da mais da cada amo.
Art. 36. A primeira aesembia ordinaria tfcr
logar no mez de maio da. 19o4.
Art- 37. Orna assembla axtraordinaria podara'
em quajqaer poca ser convocada palos directores,
por sua propria wsoluco,
Art. 38. Urna assembla extraordinaria sera'
convocada pelos directores todas as vasas qup
qoalqaer numero de aoeisisla.-, nao menos de dai,
a possnindo todos antes am nnmero nao inferior
a 10,00o aceda, o exigirem, declarando pienamen
te na sua requisteo, que deve ser assignada o en-
tregue ao secretario, ou deixada no escriplorto
para ser presenta aos dreciores. o objecio da reu-
nio.
Art 39. Todas as vates que os directores dei-
xarem, por espac.0 da 44 das depois da entrega
de orna tal reqa.lsico, da convocar a assembla de
que se trata, os signatarios de tal requisico, ou
quaesqaer accionistas em nnmero de des, pelo me-
nos, e possuindo urna sotnina no tola], nao inferior
a 10,000 acedes, podero por si convocar a assem-
bla.
Art. 40. Todas as assemblas geraes terao lo-
gar em Londr-s conforme os directores oa acelor
p.i-las convoe?odo a aasembla designaren).
Art. 41. Tres accionistas constilaem assembla
para urna ruunwo geral, para elegerem presidenta
da assembla, para declaraco de um dividendo
-recommendaao pelos diracioras,' e para o ,adi
ment da reonio. y -''
i Arl. 41 Excepto para estes fias, qualquer ou-
tra assembla geral coc&tuida quando reunidos
,eem tjuaJqoer adiamante
raasqaer negoeios qae pepdneas oa sejaa da ohisma. Em f do que pastal frasate aos
(Assignado)
Act 4)3. A pessoa qne exercer a cargo 4a pra-
anta, am todos os casos de Igaaluaia te vota*
a escrutinio, ou d'outra forma, lera'um vofc
e^pactlvamente, decidir qualquer' addtcional op de desempate,
lo dos directoras acarea te qualqaer X1H.Dlrecteres,
diviirendq/fi confortaando-se aa clausulas desta Art. 84. O numero de directoras, alm dos di-
iMlrujmto, pode em geTal diseutr qwesqaer ue-1 rettores 1%+flto alo sera* mais de nove nem me-
do banco, au que Ihe dlgsm respelto. 10a de claco, a salvo, a emqaanto o banco eaa as-
n. W. Quando qoalqaer asaemWa gara), ase- sembla garai nao resolver o contrario, o Damero
atante resolocao especial, trvar tecidirle um auf- sera' de seta.
asento do capital, as assemblas, ao quaaaqner ou-, Art. 8g. A aualiOcacie para usa director sera a
tras assemblas geraes, poderlo por um resala- posie real, palo meaos, da qusott* BOtaioal de *
cao especial determiaar a exteasae de te laogajao- 5,001 em |M0es.
lo por meto de emissao de novas accSes, as coa-: Are 86. Ixcepto accionistas orl|inartos e accio-
dlcSes em qae se ba de augmentar o capitel, e o nistas reeommeadados pela direecao para eleicao,
lempo, moeo a coaaVtties em qua t aades de- toa director daveM'' ter astado de posse atonuoM-
vem ser emHMdas, e como o premio das novas ac- ro de acedes necessarias para ser quslifleado, pelo
r sempre, por urna resolocao especia', alterar
fazer oovos reglamenos qae sub:tituam oa ad-
ditem qaaesquer regolamentos de baneo, qnei se
cooteaam uestes artigos de assoeiaco, quer nao
Art. 65. A autoridade de assemblas geraes em
ledos os lempos para alterar- e fazer aovoe regala-
raantos, que sabstiluam ou additem qualquer re-'
gulameolos do banco, estender-se-ha a poder auto-
risar toda e qualquer alteraco deste instrumento,
excepto somenta os regulamentos do banco que es- emprestimo de dinbeiro, ou que parlicipoe no* t-
\ ^-^Cionislas.
! Art. 13. Nada se podera' tratar em assembla
geral alguma se o nnmero aecessario para delibe-
rar nao esliver presente a' abertura e encerra-
miento das dtliberaedes ; a declaraco de um
dividendo recommendado pelos directores nao le-
ra' lugar sem terem decorerdo, pelo menos, IS mi-
nutos depois da bora fixadf para a reonio.
Art. 44. Se dentro de meia bora depois do tem-
po flxado para a reunia.o numero suficiente para
deliberar nao se acbar presente, a reonio, se ti-
ver sido convocada a' requisico dos accionistas'
sera' dissoivida ; e n'oniro qualquer caso sera
dissolvida se ;no tiver sido adiada.
Art. 45 Se em qualquer reunio qae ver sido,
anteriormente adiada, o numero sufflciente para
deliberar nao se acbar prsenle dentro de meia
bora depois do lempo Qxado para a reunio, sera'
esta dissolvida.
Art. 46. O presidente, com o consentimento da
assembla, podera' aduar qualquer reunio de
om dia para outre, e de um local para outro, po-
rem o adiamanto nao exceder' n > tod a 3 mezes,
a contar do dia da ccnvocacao da reunio origi-
narla.
Art. 47. Nao se podera' tratar d'oulros negocios
a'uma reonio adiada, seno dos que Qcarem por
concluir na assembla geral, sujo adiamanto leve
lugar, e que podiam ter sido tratados n'aquella
reunio.
Art. 48. Os directores qae convocaren) qual-
quer assembla.geraJ, e os accionistas que igual,
mente convocaren] urca assembla extraordinario,
devero dar aviso previo pelo menos de sete dia-
nao mais de quioze das, para a reunio.
Art. 49. Todas'a vezes qae urna assembla ge-
raf tiver sido adiada para praso malor de sete das,
os directores daro aviso, pelo menos, quatro das
antes da assembla adiada.
Art. 50. O aviso convocando nma assembla ge-,
ral contar-se-ha exeluindo o dia de tal aviso, e
inclniodo o da da reunio.
Art 51. Avisos convocando assemblas geraes
oo seas adiamenlos, serio dados por anuuocios, |
especiOcando a Hora e local da reaniao, e publica-
dos nos Jornaes qae a direecao jolgar conveni-
ente.
- Art. 82. Os directores oa accionistas que con-
vocaren) um assembla geral, podero tambera.,
se o julgarem a proposito, dar. avisa aos accionis-
tas revistados como residentes no Reino trado, por
tneio de circulares.
Art. 53. N'oma assembla extraordinaria Dio se
podera' tratar dViros neg*ios, excepte aquellos
que tiverem sido espeeifleados ao aviso convca-
te r i->.
Art. 54. Km todos os casos em que seganda es-
te instrumento se de- aviso de qoalqaer assem-
bla geral, o annaocio e eircular aepeciflearo
os Be zocios.
Art. 58*. Taes circulares podero ser enviadas
pelo crrelo, come carta dirigida ao accionista, se-
gando a sua morada, constante do registe ; e se
tiver sido assim mandada, eeasiderar-se-ba como
a elle entregue no dia em que o carrete a devana
entregar na direecao ladreada na carta.
Art. 5. A falta, de recepcao te visor, de nma
reonio garai per am accionista, nao affeela a va-
lidada da qualquer acto dessa reunio.
f.Poderes daa.asseablA8 geraes.
7. Toda assembla garai qae par* ease
flm receber a viso ..peder' despedir qualquer di-
rector oa fiscal por ooa' conduca, negigeoaia, io-
capaeidade oa por onlra eaosa que a aasembis
julgae samcieote ; podera' praaneoar a vacatura
de director fiscal, flxar a kemuaeraeao, dos Oseaei,
o nnmero de directores a sua remooeracaa,- eoa-
taato qaa este nao fique redolida abano da m-
nima remuaeraeio estabateoida per ala ariigo-
d'associacao, excepto com o conseotle)M|fcmeDj
ciooado oo art. |24, e confornjando-M j pafu-
tabelecem o limite da respaosabilidade dos accio
nistas, o sv'uinteresse nuslocros do banco, a o m-
nimo da remuneraeao dos directores, os quaes re-
gulamentos exceptuadossero pjrtaotobavidoseo
mo nica regra fandanieotal e inalterml do ban-
co, salvo o que se estabeleoe pelo arl. 124 ; porm
o baneo responeavel por todas as resoiucSes es-
peciaes sob que quaesquer acedes tenbam sido
emitlidas com privilegios especiaes,e todos no-
vos regulamentos do banco lerdo effeilo nesga eou-
formidade.
Arl. 66. Daas assemblas geraes extraordina-
rias que tenbam ti Jo lugar successivamente den-
tro de tras mezes, por urna resoluto passada, pelo
menos, por tras qaarias partes dos votos dos accio-
nistas votantes em cada asembla, podera' deci-
dir a dissolueo do basco, o lempo, modo e condi-
Cdes com que tal dissolueo deva ter lugar.
XI.Preced mantos am assembla geraes.
Art. 67. Em qualquer assembla geral presi-
dente da direecao, ou dorante a su i ao-encia, om
director elelio petos accionistas presente;, oo du
rante a sua ausencia de todos os directores, um
aeciooisti alano pelos accionistas presentes, toma-
ra' a presidencia.
Art. 68. Em qualquer assembla ordinaria, em
que qualqaer director tenha de sabir da directo,
conservara' o seu logar al a' dissolceo da assem-
bla ; ento se demittlr.
Art. 69. O primeiro trabalbo era qualqaer as-
sembla geral, depois de lomada a presidencia, de
vera ser a ieHura da acta da ultima sasso ; e se
a' assembla parecer qae a /-ota aio (Ora assigna-
da conforme o estatuto, sera' assignada, depois de
ter sido acbada conforme, oo emendada, pelo pre-
sidente da assembla em que fdr liua, e ;era' sal-
lada com o sello.
Art. 70. Todas as questdes que tenbam de ser
decididas por qualquer assembla geral, salvo sen
do resolvidas sem discrepancia de votos, sero de-
cididas por simples maioria dos accionistas presen-
tes sesso, e a nao ser que se exija escrutinio,
sero decididas por acetatoaco, excepto porm
quando por este instrumenta fdr determinado o
contrario.
Arl. 71. Toda resoluco especial, a toda questao
cuja resoluco por este instrumento nao fdr deter-
minado seja resol vida por oulra forma que pela
simples maioria dos accionistas presantes a' assem-
bla geral, sero decididas por escrutinio, excepto
se forera resolvidas sem discrepancia de votos.
Arl. 72. llavera' escrutinio sobre qualquer re-
soluco de ama assembla geral, se fdr pedido, pe
lo menos, por dous accionistas, em seg ida de-
claraco feia pelo presidente da assembla do re-
sultado da voiaeo por acel maco, e tambem an-
tes da dissolueo oo adiaoealo da assembla, a
pedido, davidamente assignado e entregue ao pre-
sidente ou ao secretario, de accionistas
suam juntos cem acedes, pelo menos.
Art. 73. Em qualquer assembla geral, salvo
que se requeira escrutinio sobre qualquer resolu-
co, a declaraco feita pelo presidente sobre o re-
sultado da votacao, e o assento a esse respeito na
acta dos irabalbos da assembla, sero prova suf-
iciente do tacto assim declarado, sem prova do
numero ou proporco dos volos dados a favorou
centra a resoluco.
Art. 74. Se escrutinio fdr requerido, tara' este
lugar Ja tal fraoa, e em tal local, e iramediata-
nwnos sais mezes.
Art. 87. Na assemola geral no mez de maio de
1866, e aa assembla ordinaria do mez de malo te
todos sobsequentes aunos, dous directores qoaodo
o nnmero nao rr cima de sete, e tres directores
quando o numero fr cima de sete, largarlo os
seas logares. A assembla elegera accionistas
qualiVados para preeneber a vacatura. i
Art. 88. A volelo para os primelros a aetoaer
directores largaren os aeus logares aaa* daeidlds
amigavelmeate entre ellas em direeoo celebrada
no flm do mez de Janeiro de 1866, e, se dallaren)
da concordar eutra si, a ordem alpbabellca decidi-
r' os que devem despedlr-se. .
Arl. 89. Tedas as vetes que se suscitar qoalqaer
questo sobre qual director devora" em votaeo re-
tirar se, a direcsSo decidir'.
AM. 00. Um director que deixa o seo logar,
tendo a qoairfiwaso exioida, M*t*pte, P*r* "*-
leicao. ^IfMPr *^ *w
Art. 91. Um icelooiste, nao sendo director qae
deixa o sea legar, salvo se fdr recommendado pe-
la direecao para eleieo, nio sera' cualificado pa-
ra ser eleilo director,sem dar so secretarle..;
estregar no escriDinrm.n^o sanos de ti dias, am
m'ais d dous mezes antes do dia destinado para a
tleico de directores, aviso por elle escripto dode-
sejo de ser eleito director.
Arl. 92. Se acontecer que un assembla ordi-
naria em qualqaer auno delxe de elegar um direc-
tor para substituir oatro que se retire, sera' esle
considerado eomo se livesse sido reeleito.
Art. 93. Todo director deixa o seu lugar vago
quando acoDtaea ; a saber,
a. Que deiiou realmente de possuir o numero
V Que faino, se tornou insolvente, suspenden
pagamentos, oo se eompoz oom os asas oredores.
e. Qb foi declarado insano.
d. Qoe exerce qualquer lugar lucrativo na com-
oftonia, excepto o de banqueiro.
e. Que leve parte em qaalqaer contrato com a
companhia, ou qoe participou Bes lucros de serae-
tbanie eontrato (excepto na qaalidade de acoioniste
de urna companhia constituida), oulra que nao seja
cros do-qualquer abra feha para a companbla.
f. Sarro se a di recesa resolver dispeo*a-lo, ei
deiiar de comparecer por seis meses consecutivos |
s suas sessdes.
(K) tteqaerer.camprar, acceiiar, ou recusar cao'
esstes te goverao, eomo a direecao jabear conve-
ateata.
dtraccio jalar oecessario, para seguraacate pro-
prtadite dlreitos do banco, e limiucao da res-
poosablhdsde dos accionistas, e mais coasas assim
para Uaeficlo do banco.
iM) O regi.-io do banco ao Brasil oo em Porto
gal, oo o'outras parles, como seeiedade aaouyma,
ou cama a direecao julgar conveniente.
N) Contratar, levar a eSaita ou akaaonar ae-
gociaedes e aranjos com quaesquer oueros bancos,
companbias banoarias, de deseaste, fioaoceiras on
outraa eompanbias ou assaciaedoi, oa quaesquer
ontras eorporaedes ou pessoas, relativamenie aae-
quisiead, transferencia oo ateateoo te qaalqaer
oegoolo oa ramo de negocio, oa qaalqaer amalga-
Co, absorpeo ou outros arranjos.
(0> InsMoir a laoar a eflaito todos os proced*-
meoios eoncernenles i Inspecelo, exame e regola-
manto des aegeeios te banco, qoe a dtreeceo julgar
conveniente.
(P) Delegar sob ello, oa por escripto sem sello,
em quaesqaer pessoas quaesquer attribuicdas da
mreccio, e investi-las respecttvamenie com outras
quaesquer aUrlbuicdes qoe a direceio no sao en-
tender Julgar acertado para a devida conducta, ge-
rencia e rejalacao de quaesquer negocios 4o
banco.
(Q) Providenciar adeqaadoe e otBcienies litros,
distiactos por nomes que a direecao ordenar, para
seren guardados debafxo da superintendencia da
direecao, ou da outro forma, conforme for determi-
nado, nos qoaes se faro entradas detaihadas de
todo aa pagamentos, encargos, receKas e crditos
do bacfce on per oonia dalle, e lodos os assumpios
que settm proprios da contas do debito e crdito,
receilalu pagamento, oo qual o banco, oo a sua
proprieiade esa^iLiqteressada,, de^torma tal que o
estado \ banco jimk Bkapparecer
to exacta e dislineteflMHzlHMzmMQitanciaa
o permunram.
(R) Dirigir, regular e providenciar acebraac,
custodia, emissio, emprego, gerencia, romessas e
gato dos dlnhelros a fundos do baneo.
(S) Determinar (debaixo comludo da inspeceo
das assemblas geraes) se urna parte, e qual, das
'IfflroSjdo banco deva ser posta de parle para for-
ajafo rendo de reserva.
(T> baterattar (debaixo todava da inspeeco
das assemblas geraes) que porc*o dos loeros do
banco deve ser dividida, e recommendar os divi-
dendos qae devem ser pagos.
(UJ Tomar emprestado sobre bypotbeca ou
bonds, ou sobra peobor de preslacdes por pagar,
ou de oulra maoeira, quaesqaer sommas que no
entender da direcgo forem necessarias para os
negooio* do anco, a alebrar contratos por parte
do hanco, e ppatrabir em nome do banco as divida
e caus.que aa opinio *aa treccao so pracisam
(ara oa negocies,'oo para outros quaesquer flus da
anco.
(V) Passar e dar recibos, quitaeoes, e outras
descargas pelas sommas pagas ao banco, e pelas
reclamacdes e requisadas do banco.
(W) Pazer compromlssos por quaesquer sommas
devidas ao banco, e por quaesquer reclamacdes e
roquisledes do banco.
(X) Submolter a-decisedaarbitros quaesqaer
reclamacdes a requisi^des do banco e contra o
Art. 94. Um director pode em qoalquar oceasio i banco, e exeeutar e observar ou, se-e jolgar pro-
_.!*..____._____ ..___. X___^:_ .;,* nn imtf& Ir an>< I^^(a_ _. ^. aut*2M
dar aviso por escripto qoe deseja retirarse, entre
gaodo-o ao presidente da direecao, ou ao secretario,
ou deixaado-o no escriptorio ; e s quando for ac-
ceda a sua resigaaedo que o seo lugar se consi-
dera vago.
Art. 9o. Qualqaer vacatura accideotal de direc-
tor podera' ser preeuebida pela direecao, nomeando
um accionista qualificado, o qual a todos, os respei-
los preeoche o lugar do seu predecesor.
XIV.Direccdes e commlssSes.
Art. 96. As sessdes terao logar quando os direc-
tores julgarem conveniente.
Aci. 97. Um sesso extraordinaria pode em
qualquer oceasio ter lugar medlanleaviso de dus
directores, com dous dias de aoteeipaco, aos ou-
tros directores.
Art. 98. O numero necessario para deliberar em
qualquer sesso de direecao sera' de ires direc-
tores.
Art. 99. A direecao elegera' de tempo a tempo
um presidenta por um anno, ou por am periodo
meBor.
Art. 100. Todas as vezes que o presidente nao
comparecer oa direecao, esta nomeara' nm subs-
tituto. <
Art. Wt. Os trabalbos da diraocao serio regula-
dos pelas regras qae ella estabetecer ees saus re-
gulameatos, e a outros respeitos como os directo-
res presentes julgarem conveniente.
Art. 102. Todas as questdes da direecao sero
decididas por maioria de votos dos directores pre-
sentes, cada um dos quaes lem um voto.
Art. 103. Em caso de igualdade de volos na di-
reecao, o presidente, oo queo suas vezes*fizar, des-
empatara*.
Art 104. Um director nao podera' votar n urna
qaeslo em que tenha interes-se que nao seja em
commum com os interesses da maioria dos- accio-
nistas ; a se o fizer, o seu vol nao sera' con-
tado.
Art. IOS. Os directores podero nomear ou des-
pedir as.suas pnprias comm ssdes, como julgarem
convdoiente, e podero determinar e regalar o nu-
mero sufflciente para ellas deliberarem, suas-obri-
gaedas e trabalbos.
Art. 106. Todas as comraissdes lavraro actas
dos seos trabalhos, e dellaa daro conhecimento
direecao de tempos a lempos.
Art. 107. Actas dos trabalhos de cada sesso, e
compareocia dos seas directores respectivamente,
sero lavradas pelo secretario n'um livro de pro-
posito para esse Ora, em cada sesso mesmo, oa o
mais breve possivel depois, e sero assignadas pelo
que pos- presidente da assembla em qae forem lidas.
Arl. 108. Tais actas,depois de labradas e appro-
v da a sua exaalido, sero consideradas eomo
feto original.
Art. 109. A direecao pode adiar os'seus traba-
lbos como qnizerj.ei.jiara.qualqaer local que os di-
rectores deterinarer.
XV.uireceo brasileira.
Art. 110. Os membrosda direecao brasileira sv-
ro nomeados de tempes a tempos, e podero ser
substiloidos pela direecao, e seu numero nao deve
ra' exceder a quatro, nem ser inferior a tres, ludo
mente, ou em tal oceasio, dentro de sete das de- determinado pela direecao. Porm em quanto esta
pois de tal requerimeuto, qae o presidente resol-: nao decidir o contrario, o numero sera-' de duna.
ver, e o resultado do escrutinio sera' considerado Arl. 111. O numero necessario para deliberar, e
resoluco da assembla geral em que o escrutinio' os trabalbos da direecao brasileira sero determi-
tiver sido requerido. nados em tempos competentes pela direecao.
XII.Votacoe as assemblas geraes. Arl. 119; A direecao podera' sempre, e por es-
Art. 75. Todo accionista, devidamente qualiAea- cripto sellado, delegar na direcgo brasileira os .po-
do para votar segundo" este instrumento, que se; deres da direecao qne esta julgar conveniente, po-
achar presente a uasesso ondeas questdes pos dando revogar tal -delegaco no todo oa em
sam ser decididas por simples maioria de aceionis- parte.
tas presentes, teovdireito a votar. Art. 113. A direecao braaileira nao assumira' al-
Ati. J6. Em- qualquer qnesie que teoiw de ser irlbuicdes qne expressamente, ou por. impiicac3o
deeldida por escrutraicy lodo accionista presente ou
representado por precurafio, e possuindo dea on
tois acedes, e com direito a votar nella, lera' um
veto per cada desacedes qne possuir : porm-ne-
nbum accionista tara voto sem que possoade'z ac-
edes, e nennum tara' mais de viate votos ; e ex-
espinando as volaedes dentro de dous mezes de-
pois da ineorporaco do baneo, uentaum aceicois-
la tara' voto por acedes cuja posseoaodate de dous
meaos.
Art. 77. >e-maJs de urna pessoa tiverem junta-
mente interesse n'uma acgo, a pessoa eujo neme'
se aefta primeiro no registo dos accionistas, como'
um dos possuidores da aaco, e nab oulra, tera'
direito a volar em virtuoe te tal aeco.
Arl..78- Todas.as vezes que um nal, tutor, com- ]
missao, marido,, testamenteiro ou administrador
respecitvameote de um menor, luntico, idiaia,
malbar, ou fallecido acconisla.desew voter-em vir-
tode da aeeao.dQ aceiouisia.lncapacilado ou falle-
cido, peder* babililar-sa, canVerme ta* providen-
ciado por este instramentc, possuiter da aeco, e
essa conformidade exercer. o sao voto.
A. 79. Um acciooista.'jaresante a qualquer-a-:-
sembla geral, pdde deixar de sotar em qualquer
queitio qae nella. se trate, mas pete sua recusa
nao considerado ansenta da -assembla.
Art 80. Um aceiooi6ta com direito a. votar,
de em qualqaer oceasio nomear outro
como sed procarador, para votar em qaalq
oroUoio. v "
Art 84. Toda proaaraeic devara' escripto, e cna*-se tanto quanto possivel, a* se-
grate forma, ser asatgoada pelo outorgante, depo-
nacessaria, Ihe nao estejam conferidas por este ins-
tramento, oa delegadas pela diraeco.
Art. 114. Conformando-se a este inslrumenio, a
direecao brasileira, podera' quaudo eonvenba fazer,
alterar e revogar qualquer regulameato* para seus
proprios procaduLeoios, porm lodos os regulamen-
tos e todas as aiteragdes e revogaedes sarao sub-
meltidas- approvaco da direecao.
Ari. Ilji. A diraeco brasileira guardara' actas
dos seas trabalhos, de qae informara' a direecao,a
qual data' oa esclarecimentos que de tempos a.lem-
pos possam ser-lhe exigidos.
Art 116. A direecao filara' aremuaerice da.
direecao brasileira.
XVI -Aliribuiedas a deveres da direecao,
Art. 117. A di receso tera' a seo carao e peder
exercer erdeseapeaar as seguales allribuiffc a
deveres, a saber:
(A) A conducta geral a gerencia dos negocios do
banco.
(B) A nomeaco a demisso, fixaeo daa-obriga-
5*es, vencimentosououtras grallcacies do geren-
te, secretarios, eaiieiroa, agente*, e serventes do
banaes e aa^teofas.qua eUes tetam xureater.
(C> A nomeafac a.teaissaw dos adtofates, ban-
queirpsecordetores. '
(D)"X coawiaciote assamblas geraes.
(E)'lasteorar, coaduzir, de/ender e abandonar
procedimeolosjodlBUes, oater comproajlseos
por pane do'bl"nco;Oa aontra.o banca, directores,
depositarios- a empr'^tes; a
8/fatd respeito aos-fitgccios. no
(F)*Comprar, arradar,
son providenciar}
prlo, eontesiar aa suas decisdes.
(Y) Obrar por parte te baneo em lodos os as-
sumptos oonscernentes a fallidos e Insolventes, o
outros devedoaea da asaca.
(Z) Fazer as cootas do bao.o semestralmenle,
ou mais a airado.
(AA) Pazer com que as contas sejam devida-
menle balanceadas e examinabas semestral mente,
ou mais a miudo, na conformidade do estatuto, e
desta in-trumeuto.
(BB) Fazer em toda assembla ordinaria, um'
relatorio dos negocios e perspectiva do banco, con-
tendo os desenvolvimentos que sejam suficientes
para explicar as contas.
(GC) Exigir prestaedes aos accionistas.
(DD) Acceitar pagamento de prestaedes com que
taes pagamentos devem oer faltos.
(Bk) Recommeudar para approvaco das assem-
blas gerae3 os negocios que devam ser resolvidos
por especial resoluco.
(PF) Guar'dar os registeis do banco.
(GG) Determinar a figura e legenda do sello, e
autorisar o uso do mesmo ;na Intelgencia que
todo o instrumento aue tenb da ser sellado dever
ser ssignado, pelo menos, por um dos direetore?,
e refereodado ou rubricado pelo secretario.
! (HH) Providenciar para a seguraba do sello.
(II) Pater ludo que seja necessario para fiel exe-
euco do estatuto.
(KK) Averiguar, ajuslar, e pagar todas as des-
pezas incorridas com a formac>->, estaba'eciraento,
e.reglsto do hanco.
(LL) Inspeccionar, gerlr, e regular a todos os
respeitos, excepto, como alias for providenciado por
este Insiramento^todas outras materias relativas
ao banco e seus negocios,
Art. 118. A direecao, alm destas attrtbuicdas e
deveres, exercera' e ejecutara' lodos as outras at-
tribuiedes e deveres que forera determinados pelo
estatuto e por este instrumento respectivamente,
ou que sao directamente ou por inferencia conferi-
dos e impostes aos directores.
Arl 119. A mesa dos directores podera em todo
o mais exercer todos os poderes do banco, excepto
em materias que pelo estatuto ou por este instru-
mento se determina seiam tratadas por assemblas
geraes; e o exercicio uesses poderes sera' sugeito
a' fiscalisaco de assemblas extraordinarias, mas
nao de maneira qne se torne invalido qualquer ac-
to da mesa antes de resoluco deassembla' ex-
traordinaria sobre o ponto.
Art. 120. Todas as contas da direecao, depois de
examinadas e approvadas por urna assembla geral
sero conclusivas, excepto contendo erro nenas
descoberto dentro de dous mezes em sega'di a'
ana approvaco.
Art. 121. Quando qualqaer erro for desca" '!"
dentrp do tempo indicado, a coala sera" imi e .
tamente emendada e a mesma d'alli em dame
sera' conclusiva. ,
Art i. Tudo que fo feito on autorisado pela
direecao, ou pela direecao brasileira, ou por oulra
qualquerdirecco local, ou por qualquer commts-
so que mostr que tora nemeada pela direecao oa
por oulra qualquer pessoa fazendo de director, on
como membro da direecao brasileira ou de outra
local, oq de commisso qae mostr haver sido as-
sim nomeada, ou por quaesqaer pessoas ou pes-
soa a quera quaesquer attribuicoes tenham sido
delegadas pela direecao, anda que depois se des-
cubra ter bavido algara defelto na eleicao on no-
meaco, ou qaalqaer. falta de quaiiflcaco em qual-
quer direetor ou memhros das direccdes brasileira
ou local, on membros da commisso, ou qualquer
deleito na delegaco das attrtbQcOes, sera valido
eomo se todos os directores e membros da diree-
cao brasiieira, ou direecao local, e membros da
commisso tivessem sido, devidamente qualificados
e aleiios, ou nomeados, e as- altribuicdes fossem
tjevidamante delegadas respectivamente.
Art. 133. A mlpima remuneraeao dos directores
sera' de tftMQ por anno, contada desde o 1* de
agosto de 186 e sera' dividida entre o< directores
como em-ajfu$mpo ellasdeterminarera.
Art. 12CU banco podera' em qualquer tempo,
mediante resolocao de urna assembla geral, aug-
mentar oa diminuir a remuneraeao dos directore;
comanlo que esta nunca saja, sem o consenti-
mento unnime dos directores, inferior a mnima
remuneraeao estabelecida por estes artigos de as-
na d'oulra forma
peo.
ou de ootra
ptorios: baocarios
eoeiaeao
XVII.T
Commissdes loca** e outras.
sitada no escriptorio, pelo menos, 48 horas antes oa do baneo^no.RelBo' Unido. Brasil e Portugal, e
de dio em que devera' ter lugar a assembla ge-1 em qualqaer parte, para oa negocio te banco.
ri onde tem de fazer-se uso delta, e ser guardar (6) Razer aoquteiate. veoder, os dispar de-ler-
da no archivo da banco, mas sera' produzida quan- ras, e outras- prc*redaUes no Beiao Uaite,, Brasil
do azoavelmenle se exija, e a' custa do aecions-'e PortqaaJ, V'awras partes, que o banco posya le-
la- ou do seu representante, ae isso alguma despeza' galmenV adquirir. ...;
eausar. (R) Estabelecer, regular, sapp/mir taes fiancos
Arl. 82;'A segninte pode ser a f^raa po instru-' flliaee, direceda loeaes e eommisates locae8,.agen-
mento de prcuraeo : ciae no Brasil e Portugal, e ea. aulraa oartes,
Eu (A. B), aecieuisla do banco Brasileiro e quaes direecao julgar conveniente aara esTnago
Pitiannez, LioMUMo, declaro qoe oomeio pela pre- ci* do banco.
tlajagon
sent (C. D.), taamam acciooiste do baoco, para
me rapresaotar como mea procarador na .wem
b'a geral flo banco qoe deve ter lagar no da
(II Contratar, levar a efrailo ira abandonar nego-
eiaedas a arraojos com o averno e outrae autori-
dades para quaesqaer Qos do banco.
Art. 125. A direecao peder' nomear e despedir
as direccdes loeaes, commisidas e agencias no
Brasil e Portugal, e n'oulras partes, compostes
do numero de. accionistas, oo de outras pessoas,
on de ambos, como a direecao julgar conveniente,
e podera' determinar e. regular, o numero neces-
sario para deliberar, seus deveres, trabattos, e
jemoueraco.
Artiga 126. A direecao podara' delegar em
qualquer direecao local, commisso ou agencia,
as altribuicdes, poderes e arbitrios da direecao,
como esta Jolgar conveniente para levar a effeilo,
quaesquer negocios do banco.
Art. 127. Toda direecao local, commisso oa
agencia fonwcera' a' direecao as notas e contas,
qoe esta t tempo a* lempo loo determinar, e a
todos os respeitos estara' sugeita a' direecao.
VXUL-Fseaes;
Art 28. Tres flseaes, que podem nao ser accio-
nistas sero nomeados- pela assembla geral no
mez de malo de cada anno, para o anno se-
guirte.
Art 129. A sua remuneraeao sera determinada
pala assembla.
Art 130. A remuneraeao dos primelros-a ac-
tuaes flseaes, sera' fizada, pela primeira assembla
ordinaria.
Art. 131. Os flseaes examlnaro as contas da
banco, Da.conformidade do estatuto e deste instru-
mento. -
Art. 132. Qualquer vacatura que occorrer no
logares de'fiscat, deixando somenle em om exer-
iQte, sata' pwatMa par ana aasemWa lira-
ordinaria convocada para esse Um.
Art 133. Dorante a ausencia de qualqaer dos
flscaw, os ootros, on outro darles, podeQ preen-
eber as vezes dos Qscaes.
Art 1S4. Vinte e oito dias, pela menos,.antes do
dia (tara a reaniao da assembla ordinaria, os di-
rectores entregarlo aos flsces as respectivas con-
tas e bataneo qoe tem de sar aprasentados a' as-
sembla, e oa aseaos recebarlo a etsmlaarao os
mesmos.
Art 135..Deairo te quatorze dias, eptia te os
flseaes baverem recebido as conus e Bolaaoa, se-
ro, eu contratados por eties, ou, aa enteaderem
nao os deverem coovmar, terso o seu ralalorio
sebre os mesmos, aoiregaate aos rectoras as
contas e balanco, acempanbates Aaeu jbtelori
Arl. 136. Dez das ntels antes da reWlio da as
sembla ordinaria, os directores eovftro a cada
accionista residala no Reioe-Uaida. segundo as
.suas moradas constantes do livro de registro, urna
copia impressa das contas a balaaeo, devidamente
examinados, e acompanbados do relatorio dos fls-
eaes a'qoejfe respeito.
Art 137. Em tedas as assemblas ordinarias, o
relatorio dos flseaes sera' lido juntamente eom o
relatorio dos directores.
XIX.-Directores, deposllarlos e eapregados.
Art 138 Havera", sempre qae a diraeco o jol-
gar convenante, tantos depositarios, quaolos forem
necessarios para os dos do banco, a sero nomea-
dos pela direecao, com atlribuicoes a iudemoisa-
gdes; e desempenbando taes obrigac&e!", e sendo
sugeitos a tees regulameolo* quaes a direcgo de-
terminar. Um director pode ser depositarlo.
Art 139. Os directores, depositarios, flseaes, se-
cretario, e outros empregados sero indemulsados
pela companhia das perdas, e despezas ncorridas
por ellas no desempenbo das suas respectivas fuoc-
coos, excepto quando tiverem lugar por causa de
acto ou falla prumedilados.
Arl. 140. i-teaku* director, depositario ou eto-
pregado sera' responsavol por oulro'dlrecwt, apc
sitario ou empregado, ou por assignar o mesmo re
eibo ou outro qualquer acto de couformidade, ou
por qualqaer parda ou despeza acontecida ao ban-
co, salvo quaudo acontega por acto seo proprio e
premeditado.
Art. 14L As contas de qualquer depositario ou
empregado podera ser ajustadas a approvadas ou
regeitadas no todo, bu era parte pela direecao.
Ait 141 O empregado que fallir oa se tornar
insolvente, oo que publicamente se compozer com
os seos credores, sera' por asse (acto desqualifi-
cado para continuar no exercicio do seu empre-
go, e deixa vago o seu logar.
Art 143. Mas, em quanto se-nao fizer um assen-
to oas acias dos directores sobre a tesqualifleaco,
os seus actos oo exercicio do seu cargo sero va-
lidos, como se ella fosse um empregado qualifi
cado.
Art 144. Todos os empregados ou qualquer
dalles devero, quando se Ibes fdr exigido, as-
signar urna declaradlo compromeltendo-se i guar-
dar sigiilo a respeito dos negocios e estado das
eonlas dos varios depositantes do banei, ou de pes-
soas que lenbam com o mesmo iransaccde?, e de
quaesquer outros assumplos que por effaito dos
cargos que oceuparem veotiam a seu conheci-
mento ; excepto coratudo quando seja necessario
na execuco dos seus deveres fazer qualquer reve-
laco.
Art 145. A nenbum empregado do banco com
vencimanto sera! permiltido possuir aeco.
Art. 146. O secretario, sub a autoridade da di
reccap, guardara' os registos, livros, e papis do
banco que nao sejam comas, cautellas ou papis
de crdito, e permitlira' desde as 10 horas da roa-
nha at o meio dia inspeccionar o livro do regis-
tro dos accionistas, como este' determinado palo
estatuto ; de-vera-' assigoar o sea nome a'am livro
para essa flm, aoies dessa inspeeco; e permit-
Ura' ames da assembla ordinaria a iaspecete de
quaesquer livros de cautas do banco, conforme a
direecao julgar cooveaieote, mas nao permitlira'
qualquer oulra inspecca dos registros, livros ou
papis.
Art. 147. O seerelano seilara' com o respectivo
sello, cora autorisacao da direecao, e em preseoca,
pelo menos, de ura director, lodos os instrumentos
que deverem ser sellados, e referendara' todos do-
cumentos taes.
Art 148. A direecao podera' nomear um secre-
tario substituto temporario, que para lodos os ef-
feitos deste instraujento sera' eonaiderado como
secretarlo cffeciivo.
XXacedes.
Art 149. Toda a aceao sera' propriedade pes-
soal, e como tal traosmissivel e iadivisivel.
, Art 460. As acedes do capital originario, nao
em i ludas antes da constituico do banco, e (sugeito
a's resolocdes das suas assemblas geraes) as ac-
edes- de qualquer capital addicional, que venh a
ser creado, podero ser emitlidas oas pocas a's
pessoas, e aos termos e cundicoes que a direecao
julgar convenientes. Porm nenhuma aeco sera'
emittida a descooto.
Art. 151. O banco nao recooneeera', nem se
obrlgara' por qualquer equitativo interesse contin-
gente, futuro ou parcial em qualqaer aeco, nem
admiltira' oulro direito tocante a uraa\eco, afdra
um dlreilo absoluto a ella, na pessoa que constar
no livro do registro ser de reropo a tempo o pro-
prietario. e afora oulrosim o que loque a pai o
mal, tutor, commlsM'.no, maride, testamenteiro,
administrador ou curador de um fallido, ou depo-
sitario da massa da um insolvente era seos respec-
tivos direitos-, conforme esle insirmuento, a ser
accionista ou a transferir accae.
XXLTransferencia de acedes.
Arl. 152. Transferencias de acedes far-se-hao
por meio de instrumento, .conforme a direecao em
proprio tempo estabelecer.
Art. 153. O Instrumento de transferencia para
uso geral sera', em oaanto a direecao nao ordenar
o contrario, conforme a' seguiole forma, assignado
e sellado com. os sellos do trausfendor, e da pes-
soa a quem se faz a transferencia: a saber '
Eu, A B. de & ., accionista do Banco Brasi-
leiro e Portuguaz Limitado, aiendeodo a que C D,
de senle que Iba trausfiro acedas do
banco, nmeros lados os meas dl-
reitos e inleresses as mesms acetres, debaixo das-
rnesmas condledes com que as possno. B eu G. D,
declaro qoe i.coeito as mesmas lambem com essas
condicoes. g para firmexa assigomos e sellamos
a presente aos das.do mez de
do anno do nascimenlo de Nosso Senho* Jiscs
Christo de 18
Arl. 154. Para raciliiar transferencias de acedes
no Brasil on Portugal, ou em qualquer parte fra
do Reino Unido, a direecao podera' estabelecer for-
mas de traosfereneas differentes da estabelecida
para uso garai, e podera' faier, alterar e revogar
os regolamentos respectivos a transferencias fra
do Reino Unido, e registos loeaes deltas, como Jol-
gar conveniente.
Art. 155. O registe de transferencias ser guar-
dado pelo secretarlo sob autoridade da direcc0-
Art. 186. O registo de transferencias sera' eo-
cerrado dorante os quatorxe dias anteriores a as-
sembla ordinaria.
Art. 157. O pai, oo tutor, commisso, marido,
testamenteiro ou administrador respectivamente,
de qoalquer menor, luntico, idiota, mulher, ou
aeeionista fallecido, nao sera' como tal considerado
accionista.
Art 158. O pai, toter, commisso, marido, tes-
tamenteiro ou administrador, podera' transferir
qoalqaer aeco de respectivo accionista incapacita
I do ou fallecido, oo vlr a ser accionista cora rela-
Co a mesma; na intelgencia porm de qoe deve-
ra' apresentar aos directores tal prova do sen di-
reito qoe rasoavelmeote possa saUsfazdlos, fazeo-
do-se as acias dos seus procedimentos um asseato
por onde conste a prova exhibida.
Art. 159. O carador de um fallido, ou o deposi-
tario da massa de om accionista insolvente, nao
sera' nessa qnalidade considerado accionista.
Art. 160. O curador de um fallido oo os deposi-
tarios da massa de om accionista insolvente, pode-
ra' transferir qoalquer acete do fallido oo Insol-
vente, mediante apreseuttco a5 directores de
prova tal te seo titulo qae rasosve!mente possa sa-
isfsz-tos," fazendo-se um assento as actas dos
seos procedimentos por onde conste a prova exhi-
bida.
Art 161. A transferencia de urna accao nao po-
dara' ser faite por pessoa alguma sem primeiro
avisar o secretarlo, ou deixar por escripto bu es-
criptorio o numero de cada accao que deseja ir* De-
ferir, e o nome, residencia, e descripgo da ppssoa
a quera faz a transferencia.
Art. 161 Nao a podara' fazer transferencia te
urna aeco cujas prestaedes na estojan.todaesa-
tisfeitas, sam approvaco da direecao.
XXII.Accionistas. '
Art 163. Q.s accionistas cutos nomes cooslarem
de registo e nao outros, sero membros do banco.
r Art i64. Mingeos.sera' registado como accio-
nista, sem que, ao lempo de ter sido registado te-
nba assignado os ap mmenlos te assoeiaco. do
baueo, ou estes artigas de assoeiaco, oo orna co-
pia impressa delles, oo por escripto devidamente
por elle sssiguado entregue ao seeretar/o, t>p dei-
itii Ahm
iji
ri\ /ir I
(
rado no escriptorio para ser guardado junta rae ole
eom os archivos te aaoeo, tenha declarado qae ae-
ceita oa concorda eaa aateitev a aoeS.
Art. 165. A assignatora dosapoBtemenlos da as-
soeiaco, ou desies artigos de assoeiaco, oo orna
copia delles impressa, ob zntra declaraco por es-
cripto, oo accordo de aceiteflte de ama aeco,' le-
ra', aeraos aflaitos do aaaaaW e desle instrumen-
to, respscjioiaaeote, aceortedese turnar accionis-
ta, e d o sea orne ser ssootado no livro do ra-
gistro-dq aattenisias.
Art 166 Niegeos sera' registado como tendo-
sa-lboiraulianlo orno acotesam qae tenha sido
efectuado o Inslramento ae transferencia que ha*
ja depositado ae escriptorio, eenforme se esubei^e-
< Baste instrumento, aflm te ser guardado nos/ar-
ehivos do banco, para poder tar produzite qBSlnd>
rasoavelmeate exigido, a costa (se boover desbeza)
do transfarenie ou transfarido, oa dos seu|s res-
pectivos repre*entantes; porm nos casos eB que,
segundo o-ftrecer da direecao, nao se deva Bas-
tir na execuco deste artigo, patera' elle ter dis-
pensado.
Art. 167. O registro dos accionistas sera' guar-
dado pelo secretario, sob nspecgo da diraeco.
ArL 168. Todo acciooiste, for e quando fdr
exigido pela direecao, Indicar ao secretario om
endereeo ao Reino Unido, aflm de ser registado
como lugar de sua residencie,-e esta assim regu-
lada se eolendera' eaipra* para os flus do esta-
tuto e deste instrumento, ser o local da sua resi-
dencia.
Art. 169. Tote-aviso dado a um accionista, cdja
morada esteja registada Oo Reino Uaidv sera' sul-
fielante, se fdr assignado pelo secretario, e enviado
pelo crrelo oo por oulra via, a sua morada regis-
tada, e se ella aquello tempo (dr fallecido, quer o
banca tenha ou nao conhecimento da sua mor le, o
aviso para os Has deste instrumento, sera' conside-
rado safflclente aviso aos Mus berdelros, lestamtn-
telros e administudores e a cada aa delles.
Arl. 170. Qqando mais de urna pessoa esliverem
nfetaMua tumo possuidores de urna accio, lodos
os avisos poderlo ser enviados ao individuo cojo
nome primeiro apparece no livro de registro dos
accionistas; e o aviso dado aquelle sua' aviso a
lodos os outros com pane rra mesma accao.
Art 171. Aviso por annunclo ua conformidade
deste instrumento sera' aviso soffieiente para qoal-
quer accionista, seus herdeiros, tostamenteiros e
administradores, querelle ou ellos, ou qualqaer
(relies livesse oo nao podesse ter conhcimento do
eonleado oa da existencia do.annoncio.
XXIII.Camellas.
Arl. 172. As camellas de acedes com sello sero
assignadas por um director e referendadas pelo se-
cretorio.
Art. 173. Todo accionista lera' d'reito a urna
cautela por todas as seras acedes oo a vanas cau-
tollas por parte das suas acr/oas, caa camella es-
pecificando o trtrmero de acedes e a somma paga
sobre ellas.
Art. 174. Sa ama camella sa deteriorar pelo aso,
fdr inntilisada ou perdida, podera' ser recovada,
prodazfndo-se perarrte a direecao prova que a sa
tisfaca de que se deteriorou, Innliltou ou perdeu,
e na falta de prova tera' de dar a flanea que a di-
reecao exigir, devendo tal prova ou flanea ser re-
gistada as actas dos seus trabalhos.
Art. 175. Todo accionista originario tera' direito
a urna caotelia ratts por oada aeco; porm em
qualquer oulro caso pagar-se-ba ao banco urna
quantia qoe nao exceda doos scnilrags e seis pen-
ce, conforme o: directores julgarem conveniente.
XXIV.Dividendos.
Art. 176. Todos os dividendos sobre acedes sero
declarados pelas assemblas ordinaria*, e sero
feitos somante dos lacros lquidos do banco, e (sem
prejuizo porm de qualquer dividendo garantido
ou com prefareucla) nenbum dividendo exceder'
a somma recommeudada pela direecao a assem-
bla. ^
Ari. 177. Aflm porm, de igualar os dividendos,
adiantaraentos feitos de lempos a tempos pelo fun-
do de reserva, segundo esle instrumento, podero
ser applicados ao seu pagamento.
An. 17B Quando na opiulo da direecao os lu-
cros do baueo o permittirem; havera' um dividen
do todas os semestres e para esse flm um dividen-
do semestral oo anno peder' ser declarado e pago
em forma da dividendo por coma.
An. 179. Sempre que sa declarar um premio
sobre acedes tirado dos lucros, ou se pague sd pur
si ou em addico a qualqaer dividendo, tal premio
sera' cousidarado para lodos os Uus, quer deste
instrumento, qoer do goso do premio, ou d'outra
sorle ura dividendo sabr as acedes.
Art. 180. Todo o dividendo depois de declarado
sera' pago immediatamenie ao4 accionistas, cujas
moradas registadas sao no Reino Unido, por meio
de cheques sobre baoqu iros, entregues ou envia-
dos pela direecao aos accionistas, e aos deraais ac-
ciooistas da maneira que a direecao julgar inelbor
adaptada para evitar qualquer demora no seu re-
cebimento.
Art. 181. O accionista d- urna accao que rece-
ber ou tiver direito a r^cober um dividendo por
eonta, com relaco a urna accao, ;era' jus a elle,
nao obstante ter cessado de ser possuidor da ac-
Co aates da declaraco do dividendo, com res-
peito a qual o dividendo por conta tiver sido de-
clarado.
Art. 182. Comanlo que qaando qoalquer accio-
nista estiver em divida para com o banco, todos
os dividendos a elle pagavels ou a parle delles ne-
cessaria, sero applicaos pelo banco ao pagamen-
to da divida.
Art. 183. Qaando varias pessoas teem interesse
eom mura n'uma aeco, o recibo de qualquer del-
tas sera' documento sufflciente para o banco por
qualquer dividendo ou dividendo por coota paga-
v-.-l sobre ella.
Arl. 184. A eorapanbia tera' dlreilo privativo
com torca era direito .e em equidada sobre qual-
quer accao pertancente a nma pessoa que seja ac-
cionista, ou a urna de'varias pessoas com.interes-
se commum na mesma aeco por quaesquer som-
mas devidas por elle ao bauco por si, ou em com-
mum com outra pessoa, qoer seja accionista qoer
nao em qualquer poca emquanto o accionista ou
um dos accionistas registrados da accio.
Arr. 183. Todos os divid-ndos sobre qaaesquer
acedes que nao tenbam teo legal e registrado
cora direito ao seo pagamento, flearo em cofre
al que alguem saja inscripto ao livro de registro
eomo possuidor da aeco.
Art. 186. Todos os dividendos porm qne por
ires aunas depois da-sufdeclaraco Bao forem re-
clamados por alguem oom direito a reeeb-los e a
dar recibo legal por elle, deixam te ser pagaveis
fiado aquella prazo, e sero additados ao fondo de
reserva; lodavia, nos casos especlaes em qoe a
direecao entenda nao devor levar a efrelto esle ar-
tigo, podera' aquella quitar o coramisso.
Art. 187. Dividendos nao redamados nones
reneero joros pagos-pelo baneo.
XXV.-Prestaedes.
Art. 188. Todas as prestaedes relativas a acedes
serio feitas a discrleab dds directores eeulende-se
feita urna preslaco no dia em que a resolocao an-
torisando-a tiver sido passada pela direecao.
Art. 189. Porm a primeira preslaco nao ex-
ceder' libras sierlinas 3 por aeco, e oeoboma
preslaco sobseqoeote exceder' libras sierlinas
5 por aeco.
Art. 190. O intervallo entre prestaedes soeces-
tiaanao sera' menor de 3 mezes.
Arl' 191. Alisos te prestaedes basfar* serern
dadas per anouneios poblicado?, peto menos, en
dous jornaes de manba em Londres, e no Jornal
Offkial do Brasil ePottogal;
Art. 192. Os possoitere junios de ama aeco
sarao individual e conjontamenteresponsaveis pelo
pagamento das. prestaedes das mesmas acedes. '
Art. 193. Stm^re qua so exigir pagamento de
urna preslaco, darse ba aviso, com 21 das de an-
tecjpacao, do'dia o local para o seu pagamento.
Art. 194. Sete dias depois da falta de paga meato
de ama preslaco, repetir-se-ba aviso de 21 das
exigndo-o ; e decorrendo outros sete dias sem qoe
a preslaco tenca sido paga, o banco peder de-
mandar o accionista pela somma nao paga, com
aereseento qoe nao passe teqoioze libras por can-
to per anno de jaro, a contar do- da Qxado para o
seu pagamento.
Art. 195. Um accionista' nao podera votar oo
exercer qualqaer privilegia como accionista, em
quanto nao liver pago as prestaedes que dever.
Art 196. A direcete podera de lempos a tempos,
quando e como jolgar conveniente, receber paga-
mentos por aoteeipaco de prestaedes de acedes
aos termos e coudiedes que julgar oecessarios,
comanlo qoe tal opeo seja oflerecida, sem prefe-
rencia a' lodos os accionistas.
XXVL-Commisso de acedes.
Art 197. Qiiareote mento te qualquer preslaco relativa a qoalqaer
accao (raudos do flm dos segundos viole e um
dias de aviso para pagamente da- preslaco), es di-
rectores podero declarar a accao revenida a favor
do bauco.
Art. 198. Quando qualquer individua com direi
loa urna aeco nao se tenha habilitado conforme
este instrumento, a ser registado eomo possmdcr,
dalla, deixando de o faxer por seis mezes depois de
ter tido viso da directo para se habilitar, a dl-
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reecao Inmediatamente, depoi de Ando ajaelle
prazo poden declarar o commisso da accio em
beneficio di) banca.
Art. 199. As accoes da qualquer arnooistaqa,
directa ou mdireclaOwBie, pC*gae, cornaca, apole
oa aaieac i o tentar aeeo, demanda, oo qualquer
prneesso jodjeial. en tribaoal da.- jostiga oo na
chancellara (fuif)( canlra o buco, seos di-
TOCtores oa apesHartOB, oB qoaesqaar delies (ex-
pto lomete aceda* par havar o pagamento oa
3" Q.0*' coowlho de directores
do,e pela presenta roeoiueSo 8ea aii^ aataruado provinciaes podem destruir" t|o sagradas
rticos da asaociacan poem ser lomeo
i&STSSfii pseqrateoJt *!**> ^ "t ^ "V ^
cidos por urna direetjria local, no o de Ja*l RJ1* patotas C&egassem a tacto,eq*je
ro, e ama directora [ocal ,t urna commlsso, a tira U>do 08 brasitros ja livessem peleado na
saUfaoio de qualquer divida.* alia depila pelo | agente, oa a nm gerente no Rio de Janeiro, con guerra do Paraguay
4uoeooa reclamado eontra o mteajp, oa par? formoeonelnode directoras de lempos a lempos, A Innovarn dn Untraln nSnnnil* ir aar*.
ompellir qoalquef arbitrando, onfoW eaecu- ]algar mais vaotajoso para o* interesaos do baoco, ffl moBvapiO (JO Contra naopode ir avar>
Ur qaalqaer dvclso 6m inHAjjdeatMMirMiMto); e o artigos da associaco serio considerados e ie Pr ser mu oneresa ; e muito boas peo-
podem se^^ao obstante a^peodeMia di fiilqaer tarto eJTailo, como se a antoridade, pela presente as teem escrito demODStrando OKttftaib*
laeeluajodada ao cooaebdhte diwetoOas, Ihe ti vea- da empreza, que agora dere Sf folia, 8
M^ *#''.coofer|d Ho rugo da asso- ^ por ter 0 s commendador Nelto
ciacao, clmo se cada ura desses rticos que se n',.J..,_ 1U" u .
eaferem a' direetoria do Brasil, iitease, qdando ap-, contratado na Inglaterra una campanilla in-
piieatsi, feito refefenoia o< primitiva *'i pessoas; glesa para a mesma empresa, como decla-
oo pessoa de quem os neveras a os oderes san por", rou o Sr. conservador defensor da enwresa :
esta forma delegadas. npromne
O anima dito ama copia Tardadeira da. reso. 1 e
lucdes voladas em dma as&ambta geral exlraordi-
oaria de Brasitian and Portugutte Bank f.tmi
l*d,que leva loga* na qaarta Taita i de abril de
86, e com o Sai da aatneolloar as roes-mas ; a
directora roaadea sellar o presenta com o asilo da
ciropaobia.
Balado em Londres aog 7 das de abril do anno
d Nosso Seobor, 4$ 1868.~A*agaados, ArAor B.
Whtte, pfMidiBl-. K 6. aiujhton, secretario.
procediraeoto e qnalquer qae seja o rondarneato,
oo pretendido fundamento pata tal proeadimroto,)
eom reeommendaco da direccao, n com a saoccio
de ama resolucSo especial, revestidas aitfototmen-
Ifl a favor do banco.
Art. 100. Boa aaa caaaa d eooMOtoD, e baoeo,
dentro de qaatorae das depois de verlrJcado o valor
no mercado da accao ao lempo do cornml'se, pa-
gar Ine-ha o inlelro k* oXla;em 61*0 de diffe-
renca sobra valor, ser este verileado por arbi-
rameatoi
Ar. 301. O commiaso dt, ama acgo traz comsi-
o a eltlflcgae de -teiio interesse, e reclamacees
contrae baaco relattvis d dita aeco, todos ou-
Iros direitos locidenlpt a ella, salvo aquelles dlrei-
tos qae per esta- m^tramenlo sao eapressameute
zceptaados.
Art. 202 O rommisso de dtoaacea* sera sugeito
esem Bfjatto a tedas as raelamaae* do banco
para pagamento da ptoatatfias a airase, se a
houver, a a qnalquer joro sobre os atrasados, e a
todas outras reclamac,5e do banco coaita o posaui-
dor da ac{o quando esta tiver sido condemoada, e
ao direto da baaoe a daaaaadar por pagamento
que a ella toqne.
Art. 208. O banco, porm, nao demandar se
qae, no lempo e madeira qqe adiree^o jalgar ra
Fablcaeoes a pedido
A enpreza alo aawelo te eldade
No Diario dt ?rnambuco de 8 do cor-J
rente, o ponteiro do relogio anoah'saodo os
trabamos da assembla prolTnclal, parece-
xaavei, seja vendida Ir eflao MJbiaWMay aVa9afVBot-l(rje apjfrova sem nanhua modificado
producto liqaido f6r oteaos qoa aaoawn reclama-
da, e nesse uso damaadara someote palo saldo qae
estiver por **ti*tazer da producto liqaido.
Art. 204. Com tanto qf o cottimrsso de qual-
quer aeco p'ossa em qualqaer occasiae, dentro de
12 mexes depois de o seu commisso ter sido decla-
rado, ser perdoado pela direcaao a' saa discrieo,
mediante o pagamente pelo accionista qae deixou
de pagar as soas presiacoes, de todas as sommas
em divida por elle ao banco, de todas as despexas
occasionadas pela (alta de pagamento dallas; e da
mulla qae a dtMccaa jatgar raxoavel, porm, a re-
oaibsao aao se podara' reclamar como am direto.
Art it)5. O couimiiso de ama accao nio preju-
dicara' direto algam a qsaiqper dividendo, oa di-
videndo por coala, ja declarado sobre ella.
ArL 206. m atlestado por escripto sob sello, e
assigaad por am director e rebreadada pelo se-
cretario deelaraoda que ama aeco lora con-
demnada na coniurmidlde este instrumento, e es-
pecificando a poca em qua lora condemnada, sera'
prova conclusiva dos tactos altestados a favor de
qualquer pessoa que depois reclamar ser o possoi-
dor da aeco: e ura asseutj da raissii de tal at-
lestado sera' feite as actas dos trabalbos da direc-
cao.
XXVILCompra de accBes para o banc?. Acedes
condemnada^ e compradas.
Art. 207. Depois do anno de 1866, mas nao an-
te-, podera' a direccao comprar qualqaer acc,o
para o banco da-qaalqoer pessoa qaeaqaelra ven-
der ao prego ;ue a direcgo julgar razoavel.
Art. 208. Na iatellquicia de que a direccao nao
applicara', sem sanegao da assembls garal, para
tal hu parte alguma do readimento do banco, ou-
ira que nao seja do fundo de reserva.
Art 209. A direccao podar, como julgar a pro-
posito, vender oa dispar de accoes condemnadas
oo compradas om beneficio do banco, ou podero
absolutamente ser eztinclas, quando e como mais
vaatajoso fr para o banco.
Art. 210. Accoes assim coniemnadas oa com-
pradas, em quaolo nao forem vendidas, ou tiverem
oulra appilcaQo, sero registradas ero nome d >
banco, e formarlo parte do fundo de reserve, e o
dividendos delta, a o producto proveniente da sua
venda, sero kvados ao fundo de reserva.
XXVULDiisoiacao (do banco.
^Art. 211. A dissoinc) do banco pode ser deter-
minad! para qnalquer Bm, qner o objecto se is-
soluco absoluta do baen, oa saa recoustitulgao,
modifieaco oo amaigamacSo cem outra com-
panhia, associaco, ou corporaco, oa para qual
quer outro objecto.
Art. 212. A dissolucao do banco lera* lagar
qnando fr determinada na conformidade deMe
instrumento, e segvndo os termos e condicSesesta-
belecldas.
Art. 213. Excepto se urna assemfclageral deter-
minar n contrario, a direcgo liquidara' os negocios
do banco como melhor entender. ^
Art. 314. Na intelligencia, porm, de que nao
lera' lugar dissolucao absoluta do banco, a uo ser
liquidacao jodiciai em virtude dos estatutos, se
u'u'oa assembla geral em que tenha sido confir-
mada a resoloco especial de dissolver o banco ou
antes Oa reunio della, qualquer dos accionistas
se obrigar por sufflci-nte contrato a comprar, ao
par, ou ao prego que for convencionado, as acgdes
de todos oa accionistas que desejem retirar-se o
-banco, e der caugao sufBciente para indemnisagao
da responsabilidade do banco.
XXIX.Arbitramento.
Art. 213. Todas as vezes qae occorrer qnalquer
disputa entre o banco e qualquer dos accin sta?,
seus herdeiros, testamenteiros, administradores on
caradoras, a'cerca do verdadeiro sentido, constrnc-
<;ac, acdenles oa cousequencias deste iastrumea-
(o ou do estatnto, ou acerca de qualquer coasa que
eutj ou no futuro tenha de (azer-se, execntar-se,
oTiittir-se oa permlltir se, segando esle instrumen-
to ou o estatuto, oa acerca de qualqaer Infraeco
ou pretendida quebra de'qualquer regulameuto do
bauco, ou qualquer reclamado por causa do tal
quebra ou pretendida qnebra, ou que alia's se reti-
ra a's premissas oa a este instrumento, oa a quaes-
quer 'los negocios do banco, todas taes dispalas se
ra submettldas a arbitramento segando este ins-
trumento.
Art. 216. Todo arbitramento semelbante sera'
regulado segundo as clausulas do estatuto a isto
pertencentes.
Ari. 217. Os arbitros procedero aos negocios
submettldos a' sua deciso de maneira consistente maiona progressista.
com o estatuto, e como cada am dalles julgar acer-
ado, quer uo Reino Uaido, Brasil, Portugal, ou
em outra qualquer parte. No caso de dispula acer-
co, do local em que o arbitramento deve ter lugar,
sera' o mesmo fixado pele governador do baoco de
Inglaterra, a pedido de qualqaer das partes inte-
ressadas oo arbitramento.
Art. 218. A submisso a arbitramento feita em
c iuf iraidade deste instrumento, pode em qualquer
lempo ser determinada em qualquer tribunal de
justica oa de chancellara, a requerimeoto dequal-
quer'das pessoas interessadas^e o tribunal poda-
ra' remetter o negocio ao arbitra ou arbitros, com
as instruccoes que jolgar acertadas.
Art. 219. Km caso de disputa sobre qnalquer
ponto de lei, o arbitro oa arbitros podero consul-
tar qualqaer jurisconsulto versado as leis, como
j algarera acertado, e adoptar qualquer optnio da-
da sobre a materia.
Art. 220. Os arbitros para os flns do arbitramp-
tojero poder para ajustar condieds e deterraoar
jado n determinado pelas pessoai em dispota, e
por este artigo delegara ellas respectivamente, os
poderes oecessarios.
Art. 221. Este instrumento tera' pleno effeitc
ejj a lei de 1831 (*Common Lito Procedure Aet,
186i>,) e qnalquer oulra lei que no tempo seja vi-
ente, e applicavel s clausoaas deste Instrumento
om relaco a arbitramento.
Feito aos 20 das de jnlbo do anno di Nosso Se-
nbor Jess Cbristo de 1863.
28 de Jodii. 4a *7 para adnltose 7 paL.
Algodao de Macelo 1 aortaI^ par arroba posaa ya, oataa da apaalia de Sfl aquellas de
a bordo, e I4J06O dem. Wfaaeado a caara todos os nr*r|a s neeessa-
Idem dem 2 sorte*3&e 13*130 por arroba pos- rios para dita otra : os pretndante* n0dem apre-
lo a bordo. sentar na aaersasna da raesma cmara ,nas Dro.
Assucar maseavado americano-? prtf arrap*. postas am sana fechad, e comparecerem <, tu.
Prete de algodao para ^verpoo^-S8 d. por lio. a #*a no seaiterio pablieo, seo j S&BUl ClS3 |
'- jearvolos, sob o orea-1
daorlai Urna, Jbs Pranclsco do Amparo,
Gome* dep Saoter
cilje.
cirdia to Me-
5 0|0 de capa.
Descanto de letras8 0|O ao anno.
Saeraarla^
Ro da cMiara m
MaiSaT
anicipal de Oilnda 23 de jo
Jos Geraldo da Lima
Presidente.
Marcohne Dias de Aojo
Secretarlo.
Novo banco de Perwmfcujjo Safffe ^^ de Misericordia
em beneficio dos particulares, o projecto em
discussSo da innovarlo da empreza conheci-
da de Cambroune.
T5o bem o Diario de i 1 do correte, deu
a luz um artigo firmado pelo Sr. conserva-1
dor, defendeado a innovaco dssa empreza.
Parece-nos ser urna s penna que eacre-
veu estas duas publicafes, e que j tem
suado muitas camisas deendendo a empreza,
e que por ella muito se interessa.
A respeito da innovaco dessa empreza,
diremos, alguma cousa.
A maioria dos proprietarios desta cidade
dirigiram represeotacSes contra a empreza,
ao governo imperial, ~a presidencia e as-
seoibla provincial.
Nao queremos easa empreza obligatoria,
por ser contraria a constituico do imperio ;
se a empreza fr boa, ser procurada, como
acontece com a do gaz : este o principal
ponto da empreza em questSo em vista da
constituico.
O contracto da empreza celebrado poja
presidencia do Eim. Sr. Taques, nao obri-
gatorio; como declarou o Exm. Sr. Antonio
Marcelino Nunes Goncalves ex-presidente da
provineia, em officiode 15 de julbo de 1861
dirigido a cmara municipal do Recife, en-
viando-lbe o projecto de posturas, relativo a
dita empreza, afim de ser modificado, por
que nao estava na letra, e espirito de con-
tracto ; e que os proprietarios desta cidade
nao sejam constrangidos a aceitar o syste-
ma de apparelhos de limpeza, que o empre-
zario propa a executar ; e conviodo que a
mesma cmara designe ao mesmo tempo lu-
gares em .qae possam ser lanzadas as mate-
rias fecaes, lixos, etc.
A. cmara municipal que d providencias
para o asseio da cidade, gaste dinbeiro com
pregados encarregados do asseio ; esta-
beleca lugares nos arrebaldes da cidade para
os despejos, ate que a populacho conbecen-
do da utilidade da empreza a va procurar
livremerrte; mas nunca obrgatona por ser
contraria a constituico.
Os agentes da cmara municipal, exam-
nete as casas, e seus quintaes se esto as-
seados: procedam restrictamente de confor-
midade com as posturas: aos agentes se
deve franquear livremente a entrada das
casas.
Nao queremos saber da empreza do Rio
de Janeiro, que por exemplo citou o Sr.
conservador. O Rio de Janeiro rico, tudo
pode fazer: o que queremos que se res-
peitem os nossos direitos, o que at o pre-
sente seno tem feito; mas dia vira, que
sejam respeitados; e que nao se falle aos di-
reitos do povo, da falta de berdade, do des-
potismo que solfre, somonte em occasioes de
eleices.
A cidade precisa de asseio, quem o nega?
Mas que o custo n5o seja oneroso para os
proprietarios, e inquelinos, como estabelece
o contracto da ionovacSo da empreza.
Pergunts-se alguns desses defensores, e
sustentadores dessa empreza', que somma
pagao de impostos ao paiz, pelo trabalho, e
bens que possuem ?
Parece nos qae o ponteiro do relogioat
boje s tem encontrado de bom da assem-
bla provincial, o projecto da empreza em
discussSo, e mais nada presta por ser a
TSo bem os proprletari -a sabem, e eitio ,
alerta que a presidencia do Sr. Parauaguli banco,
nao podio facer o contrato da iownacaa>
da empreza, por oo estar autorisado pela
aisem&ia provincial.
A presidencia n3o absoluta para fazer
contractos de semelhaota natureza, e sem
atrtorisacao. Esle um dos pontos pria-
cipaes, que os proprietarios terlo de alle-
gar perante os tribunaas do paiz, qualdo i
poder da forca oa da juslica queiram/obri-
gar aos proprietarios a aceitarem a ipre-
za obrigatoria.
E' de aoppor que o 8r. conservador de-
fensor da empreza, saiba do aviso circular
do de outubro de 1859 do ministerio do
imperio, determinando que os reglamen-
tos que os presidentes das provincias espe
direm para execogo ds leis provinciaes,
sugeem ao coobecimento da assembla
geral legislativa e do governo imperi i.
Provavelmente a lei da innovaco da em-
preza, tera o seu regulamento, e julgamos
que em virtude do citade aviso, nao poder
ser executado sea a approvaco de um dos
poderes mencionados.
Julgaaos, qne nenhuma importaocia
terj a lei da innovaco da empreza, pela
grande opposico qoe se faz
Deus permita, que tudo corra a favor da
empreza ; entretanto defenderemos os nos-
sos direitos com a constituico J porque
gracas a Deas temos exceflentes tribunaes,
O que ainda resta aos Srasileiros; seos
dignos membros honrados, e justiceiros,
sempre teem defendido o direito docidado
atropellado por miseraveis mandes, que
nao teudo o que perderem cedo, on tarde
sero submergidos pela razo e justica.
^Finalmente o Sr. conservador desculpe
es nossos erros: imittinos o que sentimos ;
e sinceramente temos muitas sympathias
ao Sr. cooserrador.
Nao responderemos mais a quaesquer
publicacoes poFque nao podemos sustentar
discussoes.
ftecife. 18 de junho de 1867.
O prjiprietario.
O novo baoco suspende do bWwbo deslo)
mez de junho em da ate os juros s qwntias
qoe por conta corrente permanecem no
Queremos saber como se ha de entrar no
interior da propriedade do cidado, sem o
seu consentimento para a construeco das
obras da empreza, sem ser dos casos mar-
cados pola constituico, visto que a proprie-
dade do-cidado garantida em toda a sua
pleailude.
Diz a constituico. Todo o cidado tem
em sua casa um asylo nviolavel. De noite
nao se poder entrar nella se nao por seu
consentimento, ou para o defender de incen-
dio, ou iniiundagSo,e4eclia-6 ser franquea-
da a saa entrada, nos casos, e pela maneira
que a lei determinar. Vide os arts. 209 a
214 do cdigo criminal, oode se designam
os casos em qae permilido a entrada na
casa do cidado, e marcam-se as penas para
os que a invadirem fra delles.
Os legisladores esqueceram-se da innova-
co da empreza Camaronee.
A' vista da coastituico, o cidado pode
resistir, quando o obrigarem a aceitar a em-
preza em saa casa.
Necessaramente teem de se entrar em
parte do interior da casa, examinarlo, de- j
molir talvez algqmas obras, fazerem-se ou-j
tras para a canalisaco, latrinas, e o mais
desta eompaotati sefa mudado, de Brasian and
PmtHgtteseMnlc L>mted=ptn-EniUsh Bank of
Hio 4e Janeiro Ltrnifeiobtendo se para isso a ne-
essari** sanccwi do governo e autoridades..
fu oortaoto, rasotvido, qaa obtida a neceasaria
Saocco seja o aome dasu caippaobla modado, de
-m Braiiltmand Portugus Bank Limled-pa-
rao de -Enalisk Bank of Rio d< Janeiro Limjte-.
Oaciraa dito urna copra verdadeira das Teseto-
c5es voladas em nma assembla geral extraordi-
naria ao-Brosihn ond Poriuguete Bank Lm*
ted- de 1^56, e eonftrmada om orna aaaembJ4a Bbse-
Kinente qae leve logar oa nana-letra 14 da abril
ae !&>, e eom a flm de aalhaoUcar as mesmas a
directora mandoo sellar o prosele eom o sello da
J
Ao Thug KrasMcIro.
Depatado provincial
Qae seus remoraos alague
E racoy a om Portugal
E Thug.
Depatado quasi ceg,
Que no coinmerclo divulgue
Inteligencia de prego
Tbog.
Diputado previnciano
Que assassine ss nao jolgne
Do idioma lazilano
JiTiiug.
Depulado arreajeodido
Que saa carranca earugue
A qnalquer um offendido
E' Tbug.
O' doutor 13o alustrado,
O* mea grande paspalhao,
Vi r doutor nao Thug
E' um perfeito Thuoxlo.
O Novo Baoco desconta letras de 7 e 0/0
o anno, coiformo es prasas.
-*-
O novo-banco paga o dcimo oitavo divi-
dendo de 60300 res por acc3o.
ALPANDB6A.
oadimenlo do da 1............... 18:!H8#98
MOVH*KNTO DA ALPANOEGA.
Vatauaes eatradw oam faaeodu.
ganaros,
V-Jlitmes sntdoscoa
c gearAs

- 55
115
301
-----4l
Desearregam boj S de julno.
Galera logleza Hermionemercadorias.
Brtgoe brasileiro &srtha Rn;or/f-idem.
Patacho Ingle*-Liprinj-idem.
Barca nacionalFavoritaenarque.
Patacho hanoveriaoo Allantedem.
Patache nacional Va'enteliem.
Patacho nacional Gutthermnadem.
PatLho hollandez Wtlhemtna Mugialena idem.
Polaca nacionalS. Pedrodem.
Sumaca biispanhotaPromptaidem.
Bfigae porlugu N. S. da ConcfiQSo idem.
Bjarea frauceta Colionymercadorla.
Patacho italianoAfanacemento e podras.
Patacho 9ra RBCgBSDIUA DE UJNDAS INTERNAS
GEflAES.
Rendimento de dial........... 1:098*60**
" '- CONSULADO PROVINCIAL.
Readimento do dial............ 4:1915615.
do lecife.
A IIIroa. junta admimstrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife, contrata a factura da obra
que necessjia o sobrado a... sito a roa de Matbias
FerrelNaai4adeda Ohaaa, com quem meioores
conduSsOilp-ecer.
Os pretencntes apreseotaro suas propostas em
cartas recralas, quinto (isa 4 de jolho pelas 4
Ooraa da larda na sala das suas sessoes.
Secretaria* Sasta Casa de Misericordia do Re-
dro, S8 dp $||o e 17.
Q serivo.
Pedro Rodrigues de Soasa.
0 30 dios utais para o pagamento da deci-
ma dos predios urbanos sobre bens de mi mora,
e de 80 (tur canto do consumo de agurdente no
segundo semestre de t86 a 1867, flndam-se no
dia 9 de julbo viodooro, fiado os quaes estarlo os
cenlribuintes sugoitos a multa de qae trata o art.
, 30 da lei provlaclai n. 59C de 13 de raaio de 1864.
Meaa do consolado provincial i9 de julbo ffe
r^rfu SBCre,arl s* Casa de Mlserrcoria do
of ^L^0'"-* MaVooalxo ddaradaspa o
o0fc4a?^u,. 2,MM/ are''af* do- Cllogiodas
daT JLNocaad" lmX,m dao wenciona-
uTJSSLTt ?,0*4'*^-^ #oo desaj. drcodtfnoar
. fc ^ U,m*'8, dministrativa deiberoo
f" *""*** a',eM ^eoles ^-pessoas
art>Aa M J* a floofarmrakla do
tabetec*fl. uu M ""lalanieou daquella
m&Sl ^*fl,ha < Leca
fraocisca Iztfra ; X^.
habet da Lni -r V
j. aiiu ijl i j
moviiiiento m POBTO
iVavifts entrados no dia 10.
Rio de Janeiro e Babia 6 dias, vapor americano
South America, de 2180 toneladas, commandante
Teoklepangh, equipsgem 68, carga varios gene-
ros ; Henry Forster & C.
Rio de Janeiro10 das, brigue brasileiro Ohnda,
de 214 t melad*, capito Franeisca dos Sactos
Lomba, eqaipagem II, carga -JiOO qoiotaes bes-
paoho-s de carne; llalthar & olivdira.
Havre40 das, barca franceza Satule Andr, de
J6& ijaeUdas; Cjjli.lo Sede.lee, equipagem U,
carga raorcarturias; a' Tisscl Frere.
Lisboa29 dias, brigue porioguaz Constante II,
de 20 i meladas, capito Antonio Vctor Pinto.
eqoipagem 14, cvg; vio lio e outros gneros; a'
Oliveira Fabo 4 C.
Navio 'taiido no me uno da.
New Y.irk por S. Thomai e Para'Vapor amerl-
c*no South Awrita, commandante Teukle-
paogh,
EOITAES.
1867.

Setviado
T. M- G,
doadCri
PerWa>
strador,
O Silva.
Altene
Companhia do Beberibe
TenJo-se resolvido qae na falla de licitan-
tes fosse agua dos cbafarizes e bicas dos bair-
ros do Recife e Boa-.Vista fornecida por ad-
ininistracao, as pescas que quizerem en-
carregar-se desse servigo podero logo apre-
sentar-se em casa do director rita do Impe-
rador n. 57.
CJonsnumatus est
Os desapuntados cavalleiros abaixo declarados
por seos pseudnimos, que sabiram arena joma-
listica a quebrar laucas com o difunto Alela, ami-
go do commercio e reformador da lingua portugut-
za, retiram-se convencidlssimos, de que tomaram
a nuvem por Juno, quando ooviram os berros qae
dava a montanha para parir om rato.
Hoje CQfessaui envergonbados sen engao t...
Mas quem dizia, qae do trovejar feroz do monte
Sinay da etiquencia, sahlsse em logar de raios lu-
minosos do saber fallar, a copiosa chava da igno-
rancia n'um chrrilho de immortaes asneiras?
Ninguem Infelizmente ah esto os faci*. Rex
non verba.
>-> ditos can-pedes confes^o mais em alto e bom
soid, sero asedo de seram desmentidos, que foratu
parvos e covardescomo vo provar: parvas
porque iravaram discusso com o que nao existe.
Ora, se segundo am nosso escriptor contemporneo,
travar discusso com o que nao existe ser parvo,
O Dr. Tnsto de Al- car Araripe, offlcial da Impe
nal ordem da Rosa e juiz de diraito especial do
commercio desta cid.de do Recife capital da pro-
viacia de Pernambuco, por. sua Mageslade Im-
perial e Constitucional o Sr. i). Pedro II a quem
Deus guarde, e*c.
F.-.co saber aos que o presente edilal virem e
delle noticia tivereu, f|oe por parte da direccao do|
novo Banco de Peraambuco me foi dirigida a peti-
'eao do theor segaiate :
Ulan. Sr. Dr. jinz de direito especial do commer-
cio.Diz a Jireccao do novo Banco de Pernambu-
co que sendo credra de Maaoel Peres Campello de
Alraelda, Jos Cesario de MpIIo e Joaqum Jos Sil-
veira, a quanlia de i:500J>000 proveniente de 4
letras vencidas em que figuram o primeiro como
sacador, o segundo eotiu acceitante e o terceiro
como endossante; qoer fazer o necessario protesto
para ialerromper a prasenpeo delUs e requer que
lomado por termo soja intimado aossupplicados,
sendo a inlimacas do primeiro por editos valo se
achar ausente, cui lugar nao sabido.
Pede a V. S. deerinwnlo.E. R. M-Alcofo-
rado.
Na qual dei o segulnte despacho :
Sim, juslicaodi) a ausencia no dia 25 do corre-
te mez as 11 horas damauha.
Recife, 23 de junh^ de 1867. Alencar Ara-
npe.
Era vrtode do qual fora mesma petico desiri-
buida ao escrivo desta juizo Manoel Mara Rodri-
gues do ITascimenlo, o qoal fez lavrar o segulnte
lermo de protesto :
Termo de protesto.=Aos 22 de junho de 1867
nesta cidade do Recita de Peroambuco em mea
cartorio,appareeeram os sopBednies. por seu bas-
tante ireearadur o solicitador Bernardino de Sen-
na Dias.e disseiam peraota rolai e as testemunlias
infra assignadas que Teuirm ptotesto o conteu-
de de saa petico retro a qual offereceram como
parle do preseute qae flea sendo v e de como assim
odisserame prolestaram lavrei esle termo no qual
cousa oo crneo de sea contendor, apenas deseo
briram a existencia do vacuo e nada mais; e se
alguem objectar qoe impossivel o vacuo na na-
tureza aponlaram para esle que a prova mais evi-
dente do contrario.
Covard por terem acotilado um corroo morto
Dar em quem est datado covardiadi um di-
tado aotigo e mu vulgar, ora como um corpo mor-
to oao pode sem encost estar em p, logo sao ellas
tambem pela e-magadora lgica deslesylloglsmo,
covardes sera appellacao neui aggravo. Isto claro
como um bico de gaz.. .
Com esta coufissao frajica e sincera, se reliram
lodos de vireira casida e cabisbaixos, murmurando
com devogo araDe profundis ej&respooddo
pelo araao do cororaerco com o edrd* nnrdo Re*
quiescat in pace
iogo, elies o sao, porque Jnlgando encontrar algam d*pois *> se asfignarara com as ditas testema-
Merrimac.
H-
pi
,^*/
Momo. Jy
Apollo.
Diofeaes.
Pollax.
J avenal.
O Homem.
Lamerna da Diogenes.
Catxeiro aaaiphaboto.
Commerciame.
Fr. tatuadlo.
Cabran.
Aleo fl oras.
Dilletanti e mais 12. cavalleiros d'armas negras
Dftas.
Eu Secuodiuo Eleadoro da Cunha, escrevunta
juramentade o escrevi.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascimento, es-
crjvo o suhocrevi.Beroardioo de 6enoa Dias.
Severln* Bitieucouri ce Aviila Mazareth. Franco-
lino Olymplo Pereira de Olivera.
E tendo os supplicantes prodnzido soas testemu-
nhas, sellados e preparados oe autos subjram a oai-
nha conclusao e alies dei e ifoferi a sentenga do-
ibeor seguate :
Hei por Justificada a ausencia e aiando que o
sapjHcado ausenta s.ja cttadoDor edilos de 3f>dUs
para o flra requerido, pagas as costa* ex-causa.
Recife,26 de joahode 1867.Trislode Alencar
Araripe. "'
Por lorci da qual o efendo osenvao fez passar
o presenta ediial pelo qual chatao, cito e bei por
mimado o referido soppllcado Maaoel Peres Caai-
pallo de Almeida, para qoe compareca naste juuo
dentro do indicado praso afim de allegar o que for
dejuslica.
E para que ebegue ao conbecimenlo de todos
mandei pssar o presente qae sera" publicado pela
impreasa e affixado no logares do eostome.
Recife, 28 de jiinbo de 1867.
Eu Manoel Maria Rodrigues do N4eimento, es-
crivo o subserevi.
Ttislao de Alencar Araripe.
CSpia de urna resollido especial que pastou na as-
sembla geral ios accionistas do banco Brasilei-
ro e Portuguez (Hjmled), na sessao de 24 de naio
de 1864, e que foi confirmada em outra de 8 de
junho do mesmo anno.
V^V^V&ZZ^w^fiM^^* fazer alguma obervacao, por sera empwaa esta, nao se tendo podido depedir p ssoaimenta
5lS.TSS^r ^a obfigatoria ; ?*> pago mcU- Amj^^j^^.g^
pradas em beneflcio do banco. D&te, abi vem o executivo4 loslica pro- SiiJfaffllls oSrSVsmma?
f m resolvido. qoe .eoovepleote qae o aome vSnal (o Fisco), qae 0 principal ponto da ffiiaS daiaW
que fr preeiso empreza.
Istofeitoapi'esentar-se-haoemprezariocom promptos para o foueraL^^
a toa conu do yabamo, e custo deappare- Q ^.^ 0lymp0 Mar a^ao lraw
lbos, dizendo pague-me.tanto, sea se poder fenr sua re3idenca da cidade do Rio Formoso para
Coaselho de compras aaraen.
O coDseloo contcala no dia 5 do corrente
mez, sob as condtcSes do estjlo e vista de
propostas recebidas at as 11 horas da ma-
nna, o fornecimento des seguintes objectos
de fardameoto no presente trimestre de
julho a setembro.
Para aprendizes artfices aquartelados do
arsenal de marinha.
Colchas de algodao, lencos de seda preta,
sapatSes, e saceos de guardar roupa.
Para imperiaea marinbeiros e prendizes
ditos. /
Lencos de seda preta, sapatoes saceos
de lona de marnnagem.
Tambem o conselbo no mesmo da 5 do
corrente mez, e por igual forma, promove
a compra dos objectos do material da ar-
mada, seguintes : 8 barris de alcatro, 1
amarras de 918 de grossura, 40 caderoaes
bb de 4 a 12 pollegadas, plvora marca
tom, 6 ancoretas para bateioes, 60 pecas
de linha fina de barca, 50 moitoes bb de
4 a 12 pollegadas, e 20J vidros de 23 3[4
pollegadas inglesas de comprimento e 16 e
lj2de largura
Sala do conselbo d compra navaes, i
de julho de 1867.
O secretario,
Aleaadre Rodrigues dos Anjos._
Sauta Gasa da Misericorda
do Recife,
A (lima.anta administrativa da Santa Casa t:
Misericordia do Recife manda fazer publico qoi
na sala de suas sessoes, no. dia 5 do corrente pe-
as 4 horas datarte tera de ser arrematadas a
ijuem mais vantageQ3 offereeer as redas dos pre-
dios em seguida declarados :
Eslabclecimeutes. 4e caridade.
Roa do Padre Flomoo.
Casa terrea n. 49.......182*500
dem idem o. 45.......156*000
Ra de S. Jos;
Casa terrea n. 5. ..... 170*000
Roa doa Pescadores.
Cisaterrean.il.......216J0C0
Ra das Calcadas.
Casa tema n. 30.......175*000
dem idem n. 34........150*000
Ra de Santa Tbereza.
Casa terrea n. 7.......199*000
Ra larga do Rosario.
Sobrado de 3 andares n. 24 (3* andar) 301*000
Becco do Quiabo.
Casa terrean. 8.......144*000
Ra do Encantamento.
Casa terrea n. 3.......401*000
Ra do Amorim.
Sobrado de 2 andares c. 21. 160*000
Boa do Nogoeira-
Casa terrea n. !7...... .. .
Ba do Padre Floriano.
dem n. 17.......... .
Roa de Hurlas.
Sobrado de am andar esoto .. .
PatrimM* de orphes.
Ba do Burgos.
Casa n. 2L........144*000
Ra das Larangeiras.
Casan. 17..........192*000
Roa Velba.
Casan. 32..........210*000
aladre de Dos.
Casa n. 8...... 302*000
Becco das Boias.
Casa o. 18........
Ra da Lapa.
Casa o. 11...... .
Ra da Moeda.
dem n. 47.......-
Roa do Encantamento.
Sobrado de dous andares n. 11.
Roa do Pilar.
Casa o. 99. .* .
dem c 103........
Idem o. 94. ...... '.
Sitio a. o no Focao da Cal,
As- arremataces $or anno, deveudo os licitaotes virem acompanbados
de seos fiadores oa manidos de cartas destes.
Secretaria da Sauta Casa da Misericordia do
Rauta a da jaiba da 1857.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Sooza.
241*000
186*000
240*000
502*000
196*000
351*000
901*000
236*000
200*000
201*000
li*00i
Secretarla da Santa Casa de Si,^,^. An B
te, J8 da mareo da 1. ^oorova do Re-
0 scri^
PQdao Rodrifne 00^", y
Santa Cas da atisei-idordili
do Redte.
A lllma. jnot da 9a Casa da Misericordia do
Recife, reeeN propeHa para arrodanieoUj das
casas abaixo declaradas, qoe acbanlo-se arruina-
das serie arrendadas por qualqaer prego, a quem
se Incumbir de as concertar :
EslabeleciraaWs *t caridade.
Ra Direita a. 33.
Raa da Moeda a. 37.
Roa do Burgos o. 2.
Ra do Pharol u. 72.
Becco da Abrap n. 3.
Patfi/noato das rpoioa.
Roa da Caelrnba o. 19.
Os pretendealas para aaelooree esclaracaaaantos
Saeratal aoaia >a oa MuerTeadka da Re-
ctfe, 28 de raanjo da 1867.
O escrivo,
____________Pedro Rodrigues de Soaea.
O lBirj mu- -
Rela^So das cartas segaras c re-
gistrada viadas d* aul pelo
vaporfinnecs Kstremadare
part os senhore* abaUo de-
clarados :
Alanco Jos Fnrtado, Dr. Felippe lery eotlaco,
Francisco Candido de Medeiros, Jorge DjwslejvJe-
suioo Nones Vlanna. Jjaqnlm Newton Ferrelra de
narvallx, Dr. JoKfiapfl.ta Wirueir Cosa, Jos
Antonio de Oliveira, Jos Ribeisada Ponsaca, fcean-
dra Joaqoioa do Sacramento, Pedro Carnero da
Silva, padre Raimando Joio de Oliveira (Mara-
nbo), Tasso Irmaos.
V
THEATRE
SAiNTE TSABELLE
COMPAGNIE
DES
BOOFFES PARISIES
Deinaia, 3 Julllet 67.
11." liep sealalioa de l'abouaemen.
Prmiere representalon
LE 66,
oprette en un acte, naiotas de Mts. De Forges et
Laurencio, musique de J. < ITeobacb.
Les jonruaux da jour donneronl le eomplment
du spectacle.
Pruchiimenl: Le chalet, opera comiqoa eo
un acte. musijque 'Adolphe Adam.
La demoiselle en loterie, oprette en ao aele,
moslque de J.OBeebaeb.
Retardes par iodispositioa de Mrs. Pelva et Fe-
rand.
A' 1'tude.: Orphkb aux enfebs, Les bavaros,
operas, musiqae de J. Offenbach.
AVISOS MARTIMOS
COMPAA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
E' esperado dos porlos do norle
at o dia 12 de julbo o vapor
Santa Cruz, commandante Gui-
Iberoae vVddiogloo, o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para os portos do sol.
Recebem-se desde j passagairos e engaja se a
carga qoe n vapor poder conduzir a qual devera'
ser embarcada no dia de sua chegada, enconirnen-
das e dinbeiro a frete al o dia da sabida as 2 ho-
ras. Previoe-se aos Srs. passageiros que soas
pa.~sagens s se recebem nesu agencia roa da
Crut n. 1, escriptirlo de Antonio Luir de Oliveira
Azevedo C __
lir.4SH14" BRaSlLEIItA
Paquetes a vapor
E' e-perado dos portos do sui
at o da 8 do corrente o vapor
Guar, e >-nmandanio o primeiro
teoentt i ...> HyppolUo Duarle,
0 qual depois da decora do cos-
tme seguir' para os portos do norte. \
Desde ja recebem-se passageiros engajt-se a
carga que o vapor podar couduirj.a ouai djpvera
ser embarcada no dia da sua chegada, encom-
mendas e dinbeiro a frete al o dia da sahida as
2 horas. Previoe-se aos Srs. passageiros que suas
passagens s se recebem nesta agencia ra da
Cruz n. 1, escriptor) de Antonio Luiz de Oliveira
Axevedo .* C.
C6MMEBCI0.
eaprexa, em beneficio todo do emprezario : dor n. 45, i andar.
par, quem oao tem o qae-perder, e nSopa- R^te, 1* de i^^jm
ga um real de topostos, a empreza er-
celleote.
0 proprietario por exemplo, nao qoer o
servigo da empreza em sus casa, e nao con-
sente qoe nella se entre. A polica, ofQciaes
de justics, oaepearregack* d wpreza, mi-
mam ao proprietario qee abra a porta de
sua casa,B se sabe por ser obrigatoria a em-
preza : d proprietario resiste, os machados
OlympiQ, Marques da Silva'.
O IUr. Sr. inspector manda faier poblico
para cenheeimont de qaem ioleressar que teodo
sido apprehondidas pelo offlcla! de descarga Silva-
rio Joo Neporooceno Bastos, 5 pistolas de algihai-
ra, sendo tres de doos caaos e aaiad*\-um,--aoe
acbou na lancha que corjdoi.la'de burdo do va|w
francez Sonrpopoe, jirocedeote de..Ma'rseilr,^ 56
do corrente, e nao. sepdo cbnhecid o djpo, 0.
aa-lb* marcado o pfwdadias na forma do art
74 (toragolamenio ea;vl*or, para, independeate
de qualqaer outra Jntlntclopreaenlar sua dafe-
aa, reqoerer o qoe.fr;* bem de on direito e v er
ftesegoir todo e|BAMermos do proceSso,0*8
apascreve o art. W\!3* do mesmo 'regatamoBto.
Altandaga de 'ernaBtnjae-W de Jnobo da 17.
"03* escplararie,
.*_ Eutycbllo Moodin Pestaa.
DE
Kaveg-efa eosteira por vapor.
Fernando de llorooha.
Segu ao da 4 de julho pr-
ximo ao m*4o dta, para o porlo
cima o vapor MotHonguipe, com-
maudaute Cotia. Recebe carga
at o dia 3. Bocommeodas, pas-
ageiros e dinheiro a frete at as 10 horas do da
da sahida r escriptoro n<> Part1 do }fair- n. 1-
Par^ o.ftio de iaseur.
Peiende wiguir opiu.n>uiia brevidarte o velelro
e btii 30B^lrnldo brigue nacinual Dninao, lem par-
teTuu <*u c.irregamenlo prompio para o re.-W qoa
I be talla trata-se com os seos consignalanos Anto-
nio Lniz de Oliveira Azevedo 4 C, no seu escrip-
torio ra da Crnz n. t. '
^%^^
PRAGA DO RECIFE DE JULHO
DE 1887.
As 3 X boras da tarde.
Dia 27 d junho p. p.
Algodao de Macelo 1* sorle iiQQQ por airaba
posto a bordo, e sorte a 13*300.
r
arrombaoj as portas, adentro fazemfogo; A,g0di0 au pro,BCia i sort*-i3#6o por ar
esper^e/na^3W d?^TOi io* qae re- fot.
) >
-r-*-A administrac3o do correio desta -
jade eegaja borneas para e servigo de cami-
nbeirds.as pessoas qae estiverem nestas cqq-
dicoes e quizerem se epgajar: dirijam-se a
mesma con attestado que abODe sua con
duda.
O conarlba4e cojBpras do arsenal da guer
ra precisa comprar o saguiate :
t livrosde papel holanda pauudo com Ofclna*.
1 dito di'.odilo 70 folbos.
4 ditos ditos ditos. 16 ditas.
i ditos dilos ditos 20 ditas.
2 ditos ditos dilos 24 ditas,
ditos dilos ditas de 40 ditas.
dito dito 50 ditas.
dito dito 80 ditas.
s-sas que quizerem vender dilos lisros
apraaotem soas proposias em caria fechada oa
sala do conseibo as 11 horas do dia J- do correte,
anselho de compras do arsenal do guerra !
jolho de 1897.Jos Mara Ildefonso Jacoma
da Vcgi Pessoa de Mello, coronel director.
Goftfto mmi,
Relacao das cartas registradas existentes na admi-
nistrarlo do correio dasta cidade para os senho-
res abaixo declarados : v;
Andr Avelino Pereira a Silva, Vr. Antonio
Baarqne.de Gasmao, Aalonio Lutde liooreiro JB-
ciel, Ernesto de Raiva L9ile* JV\tca w'8'r-f
de Moraes, Dr. Francisco Lucas" sonta Raogei,
Goilherme Dav, Heorique da SU Fetrelra Ra-
bello(P4o dAM), JoJoJos Marines fl), Joio
Marlius Googarves, Joio Theophllo da Marsillsi,
Segoe com a possivel brevidado o brigw esco-
oa GRACIOSA, capito Ralis, tocando oo. Mara-
lo s em nUimo cas-, para algnma carga que
Ibe faHa traase com o respectivo consignatario
Antonhde Almeida Gomes, a' roa da Crnz n. 23.
1* andar.
LE1L0ES.
LEI 40
Be urna casa terrea.
BOJE
O agente Pontual competentemente aotorisado
vender' em leUao ama casa terrea excellenla a
ra imperial n. 70, a qual lem 2 salas, 3 qaartos,
cosinba tora, cacimba^raade, quintal murado a
terrena proprli.
Os Srs. pretndeme* pod^rao ir examioar com
miDQciiisidade a ca-:aa,we la' aebarao oom quem
VK Al I
I
>
1

tratar. f
Ole fta'
1* a. ldla
efeetoadoa* raa da Crqi Q.
aeiwaas U toras,
/



f *


y
LEiUO
De vinho Figueira
O ageite Pesian 6ra* leilo por eont e risco
de quem perteacer e para fechar factura le pipas
e oarns de 5# com superior vioho Unto de Fignei-
ra. o qual-s* acba depositado trapiche alfonde-
eado Barbow largo do CorpfpiHito a porta do
qaatsera eft*>ctaado o referido iellao, ler^a fer* *
de julbo as 101(2 boras da manbaa.
De movis, Ion
burra ntaas
carro.
,cry stacs e unta
proprta para
itrio de rernanbaeo ter^a felra ie Julbo de 1867.
J0I4S
Y -V.
HU

A saber
Urna boinobilia da Jacaranda com 1 sof, 2
corgralo com pedra, mesa redonda, 2 cadeiras
bracos e 18>* 'icSo, 1 mesa de sola, jar-
^ros para flores, quadros com 8nas gravaras, ca-
deiras de balaoco, marqaezao, cadeiras, mesas,
commoda, guarda roopa, camas de ferro, lavato-
rios, espelbo grande, I biblioteca, 2 coosolos, 1 ar-
mario, 1 mesa elastiea, l aparador, 1 guarda lou^a,
1 aparelho para ,aota'r, dito para alrooco, copos,
caliies, garrafas, facas, garfos, comeres, trem de
cosinb, 1 bomba e outros objecns.
U04E
Na ponte de Uchoi segunda r-aa depois do xes
para onde partir' as 10 tioias da manbaa nm
trem especial gratis para os concurrentes o
leilo.
O ageate Pinto autonsado por uro estrangeiro
que reilra-se para Europa fara' leilo dos movis
e mus objectos cima mencionados eilstentesna
segnnda casa depois do cae da ponte de liehoa,
para onde partir' da roa da Aurora as 10 1|2 ho-
ras em ponto nm trem especial gratis para os
concorrentes ao leilSo, deveado volUr as 6 l|
ora* da tarde. _______
LEILO
D"E
!,#
BOJE
O agente Pontnal vender' em leilo por conta
de quem perteocpr K escravcs com habilidades, l
escrava cabra (sem Bino) cora muito leite, 3 es-
cravos proprios para qualquer servico. t
O leilSo sera' eflectuado no da cima no sen
scriptori) a-roa'da Crnz n. 62,*1 andar, as 11
l|2 horas.
Photographo da A. casa imperial do Brasil
Roa do Cabng 8, sobrado, entrada telf pateo da ||l"J- ..
Acabamos de receber de Franca pelo vapor Estrtmadure urna linda couec-
0o de
ALFILETES DE OliRO PARA RETRATOS- lfineles
Ha alfinetes simplesmehte de ouro, porm de bonitos fettos, e na ^ ^
com pedras preciosas engastadas, perolas, rubios, esmeraldas etc. os P"^!
netes com os retratos das pessoas que os comprarem, variam.de 180 a wou"u-
Tamnem ha alfinetes de ouro para collocarem-se retratos e especies J*
vatas ou mantas nltimamente em uso para jjpmens. Estes alfinetes com o rer*
de 14,9 a 480000. ^
' RETRATOS POR TODOS OS STSTEMAS PHOTOGRAPHICOS. ,
Retrato em aabrotypo, para eminhas on quadros.
Retratos em porcelana.
Retratos em papel para diversos lmannos.
Retratos em cartees de visita.
Vendem-se passe-par-toots e molduras pretas e douradas de todos os tamaonoi,,
assim como vende-se tudo quanlo preciso para tnbalnar em pbotograpbta ou am-
brotypo. ..
Ha ama bella variedade de vistas stereoscopicas representando paisagens, edi-
ficios e monumentos de diversos paizes da Europa, frica e America. Tambem existe
qoantidade de academias coloridas e transparentes para stereoscopo, e tudo se vend
por barato preco. Ste||oscopos de acaj, plltssandre e mogno de 45 a *&**'
Albuns de diversos formatos e gostos para 20, 30, 36 40, 50, 100 e u re-
tratos, de 30 a 480000.
A galera e oficina acham-se abortas todos os dias e a todas as boras.
De 20 calas cera 12 jieijos,
gs (cada uiiia) e o ditas com 80
qaeij itHo vapor iniil'/. (Oaeia
Quarta-feira 3 de julho.
No armazem do Sr. Annes em frente a al-
fandega.
O agente Pinto fara' leilo por conta e risco de
quem pertencer das calas com qaeijo cima
mencionadas, as 0 horas em ponto no armazem
do Sr. Annes ero frente a alfandega.__________
______ N.2D ^ N. 2 D,
P^ CORACAO im ouro. ^Jfcd
A loja n. 2 D intitulada Coracao de Onro na rpa do Caboga, acha-se d'ora em diante offerecen*
do ao rwpeitavel paDlico com especialldade as pessoas que hooram a moda os objectos do ultimo ges-
to ( Pars) por meios O por eento do que em oulra qoalquer parte, garantindo-se a qualidade e a so-
lidez da obras. ,
O respeitavel publico avaliaodo o desejo que deve ter o propietario de um novo eslabelecimen-
t que qoer progresso em seu negocio dw chegar iromedlatameote ao coracao de ouro a comprar
aneis cora perfeitos brilhantes, esmerabas, rubios e perola ; verdadeiras em agarras, modernas pelt
diminuto preco de 10#, brincas modernos de onro e coral para menina pelo preco de 3 j, maracas de
prata com cabos de marfim e madreperola obra de moderno gosto (o que o encontrarlo no coracio de'
ouro) voltas de ouro com a competente crusintia ricamente'enfeitada pelo pequeo preco de \1i, brin-
cos de um trabalho perfeito por um mdico prego, eassoletas, tranealws, pulceira?, alfinetes para re-
tratos e outros modelos todo de alto gosto, aneis proprios para botar cabello e firma, dito para casa-
mento, no artigo roseta tem o Coracao de Ouro um completo e bem variado sortimento de diversos
gostos, butes para pannos com diamante, rublos e esmeraldas, obra esta importante a' pelo seu va-
lor ja' por gosto ds deaenbo, brincos a forma da delicada mosloua de moca com pingente contendo es-
meraldas, robins, brilbantes, perolas, o gssto sublime, alflnete para grvala no mesmo gosto, relo-
gios para seobora cravados de pedras preciosas, ditos para hornero, diversas obras de brilhantes de
noito gosto, crusiohas de robins, esmeraldas, perolas e brilbantes, aneis com letras, cazoletas de
erystal e ouro descoberta para retrato (a iuglea) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qual-
qoer jola, para secolocar retratosre obras de cabello, e outros muito* objectos que os pretendentes en-
contrario no Coracao de Ouro que se conserva com toda a amabilidade aos concorrentes deisando-
se de aqnl medelonar precos de certos objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dizendo-se o
preco talvez alguem fa?a mi joizo da obra, por ser tao diminuta quantia a vista do seu valor.
Na mesma loja compra-s, troca-se ouro, prata e pedras precio?, e tambem recebe se concer-
tos, por menos do que em outra qualquer parte, e do-se obras a amostra com penbor, conservando-se
e Coracao de Ooro aberto al as 8 horas da noile.
Qo.ilqner pessoa que se dirigir ao Coracao de Ouro nao se podera' engaar com a casa, pois
nota se oa soa frente nm coracao pendurado pintado de araarello, alem de outro que se nota em um
rotulo (isto se adverte em consequencia de terem ja' algumas pessoas engaado com outra casa.
'&

De 28 narria com nono cberez.
Quarta-feira 3 de julbo as 10 1)2 horas em
ponto.
No armazem do Sr. Annes em frente a alfande-
ga, em continuaeo ao leilo de queijos e por n-
ter vencaodoagepte Pinto.
Quinta f- ira 4 as 11 boras.
Pelo agente Euzebio.
Pir mandado do Illm. Sr. Dr. joiz especial do
commerci a requerimento do curador fiscal da
massa fallida de Amaro Goncalv> dos Santos se-
ra ) vendidos divarsos movis inclusive mobllia de
jacarand', t.mbem dous escravos, cojo leilo lera'
lagar najuelle dia a" ra estrelta do Rosario o. 45.
armuzera junto a liberna da esquina do Sr. Silva.
AVISOS DIVERSOS.
CHEGMM
Aloja dasCollumnas
Lindos manguitos com gollinhas.
Grande variedade de goliubas com punhos, de cambraia.
De bretanba e de esguio.
Gravalinbas de cambraia de muito gosto para senhora.
Ricos peplum de grosdenaple preto enfeitado. o que tem vmdo de melbor gesto a
Pernambuco. ,, n
na do Crespn. 13 de Antonio Corroa de Vasconcellos & L.
i mu m
bello sortimento de pianos com-
Neste estabelecimeoto encontrara' sempre o publico o mais
prehendidos os planos tanto apreciados do fabricante Cari Scheel.
O abaixo assigoado encarrega-s4.de concertar e afinar toda a qualidade de pianos, s
o raelhor systema, e maior esmero e prom^JpSo possivel.
Henrique Vogeley.
*evocad da Seahora Naut Anca
ereeta ao convento de SI. Fran-
cisco.
/ De ordem do irmo joiz faco publico qoc por
delibera^ao da mesa lera' lugar na oliima domin-
galh corrente mez a feslividade da Excelsa Pa-
droeira desta devo?o a Senhora Sanl'Anna, cajo
programma sera' publicado era occasio opportu-
na. Consistorio da devocao 1* de jolho de 1867.
O secretario,
Frederico H. da Silveira Tavora.
Instituto 4rcheologi o e Geograptalco
Pernambncano
llavera sesso ordinaria qoinrt-feira 4 d
corrente julbo, pelas 11 horas da manha.
ORDEM DO DIA
Pareceres e mais trabalbos de commis-
soes.
Concluso da leitura do cathalogo bio-
graphico dos bispos de Pernambuco, pelo
Sr. Dr. F. M. Rapozo de Almeida, socio effec
tivo do in>tituto.
Secretaria do instato, 1 de jolho de
187.
Jos Soares de Azevedo.
Secretario perpetuo.
OTERI
AOS GoOOO^OOO
Corre amanMa.
Quarta-feira 3 de julho do corrente anno
no lugar e horas do costume se extndiir a
43a parle da lotera a beneficio das familias
dos voluntarios da patria (i6.a)
As encommendas sero guardadas somen-
te at a noite da vespera da exiraccao.
\ 0 thesonreiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
%
AT rJBM^AO.
As pessoas que pretendan) comprar a
mobilia de amarello, annunciada no caes do
Ramos n. 32, sendo que anda queiraru
compra-la, apparecam que se far negocio:
assim como tambem vende-se. urna cama
amarquezada, urna dita de rento, um can-
dieiro de gaz, um par de lanternas, um dito
de j irros, grandes, com um par de boa-
quets. _________
Precisa-sede um feitor: na Estrada Nava,
sitio da viuva Vllaseca ; e no mesmo vende-se nm
boi de carroca, novo e gordo, por preco commodo
Precisa-se de um menino com pratica de la.
beroa de 19 a 14 anaos : no becco da Carvalha
o. 1._________________^^______________
Precisa-so de orna ama que roziohe e en-
gomme, llvre oa escrava : ni ra de HorUt-
n. I.
de eommisso de escravos.
Na casa de commiiso de escravos roa do Im-
perador n. 45,3o andar, recebem se escravos pa-
ra serem vendidos tanto da praca como do mato,
e os senbores de engenho qae por qualquer moti-
vo queirara desfazer-se de algum nao tem mais do
qne remelle lo' ao abaixo assigoado que garante o
bom tratamento e prompta venda, Dao se poopan-
do exforcos afim de em ludo salisfazer as pessoas
que o quizerera honrar com a sua contianga. Nes-
a casa tn sempre para vender escravos de ambos
os sexos.
Antonio Jos Vieira de Sonza.
Trocam se
as notas do banco do Brasil e das caixas filiaes,
com descont muito rasoavel, na praca da Inde-
pendencia n. ti. __________________
Publicacuo literaria
KSTUilO
SOBRR
O recurso corda.
A' proposito do projecto de le approvado pela
cmara dos deputados na sesso de 1866, revogan-
do o art. 2 do decreto n. 1,911 de 28 de marco de
1857.
TELO
Dr. Braz Florentino Henriques de Souza
Lente de nimio civil na Facnldade do Recite.
Sabio a' luz esta interessante publicacao, e acba-
se venda as livrarias de J. Nogueira de Souia.e
Garraux, de Lailbacar & C, ao preco de 3 cada
exemplar.
Joaquina Bebiano de Barros
parlieipa aos seos amigos e freguezes que madou
a soa ouT'ina de marcenara da ra da Aurora n.
25 para a ra Direita n. 112, e contina a fabricar
as ricas mobilias de Jacaranda' e amarello, antu
arios de acaranda' e cedro, e outra qualquer obra,
e encaraegase de concertos e verniz de quaesquer
movis. Na mesma officina encontram se grosas e
limas de ac patentes, e ontres ferrageos para mar-
cinaria, e tem alguns bancos Cesoccupados que
convida algom collega ao trabalho.
Escrava para comprar on alagar.
Precisa se de una escrava que cozmhe, por com-
pra ou alugoel : aa ra das Cruzes, armazem n.
8, das 10 horas da mantisa as 4 da larde.
A rma commercial d'esta praca Izi-
doro Netto Je u., espira hoje, e substitui-
da do-primeiro de jolho pela de Izidoro
Bastos & C.
Izidoro Bastos de Oliveira, Francisco
Gonpalves Netto e Jos Joaquim Moreira,
participam ao commercio, que de commum
acord disolveram em trinta e um de de-
zembro do anno passado a sociedade que
entre os msmos existia, e girou n'esta pra-
ca sob a firma de Izidoro, Netto.d G, ficando
a cargo e por conta smente dos ex-socios
Izidoro Bastos de Oliveira e Jos Joaquim
Moreira, a liquidaro da referida firmaL
Alnga-seuma baescrava que esta creando orna
negrinha de 10 annos, na ruado Imperador n. 50.
Na ra Nova 2." andar o. 65, aluga-se urna
casa terrea na ra Augusta o. US.
Criado.
Precisa-ae de. nm forro ou escravo para todo
o servico de urna casa : a tratar na roa do Crespo
u. 16 loja das 7 as 11 horas e das 3 as 6 da urde
Confeitaria dos Ananazes
Ra da Cruza. 16
M bom sortimento de papis de estlos
para sortes, amendoas confeitadas, grande
sortimeuto de enfeites para bollo, pndelo e
bandejas, recebe-se emcqmendas para bol-
los de S. Joo, simples e emfeitdos, e tam-
bem se recebe de fra para se emfeitar. Ha
todos os dias sortimento de doces para cha,
pastis, empadas e fiambre. _______
~Uma senhora franceza da' llcSes de piano.de
francez e italiano em casas particulares : a tratar
na ra do Imperador n. 71, Io andar.
Aluga-se um armazem grnde* na roa d
Praia o. 33. r.roprio para carne ou outro qoal-
qoer negocio : a fallar no mesm..._____
A. Domoni. cidadao amerfeanp, vaTtiuropi.
Procisa-se de ama ama para Todo
casa* pejoena famjlia : na /na
^.taberna.
Mudanza
A assistente Mana Francisca da ConceieSo mu-
don a sua residencia da ra de Hurtas n. 6yra
o primeiro andar do sobrado da ra Direita o.43,
onde pode ser procurada a qualquer hora do da
e noite. -
- i .------------------------------------------------------
%: 8 ARa do CabugM. 3 A
Agostinho Jos dos Santos G
Acaba de chegar a este estabelecimento ora esplendido sortimento de
joias do ultimo gosto, perfeicao artstica e modellos enteiramente novos; cmo
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anneis, botes de punbo, brincos e eassoletas com letras, etc.,
etc., ele. Salvas de prata do Porto, faqoeiros, paliteiros, calix de mesa e
fructeiras, cujos precos. sao incompeliveis, pois que os proprietarios delta casa,
recebendo seus artigos directamente da Europa, podem servir ventajosamente
aos seus freguezes. Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, paga-
se bem, tambem se incumbem de fazer concertos.
AnHAZEM DL ROUPV FEITA
Eego & Moura
ra Nova n 24
Os proprietarios deste estabelecimento, verdaderamente penhorados para com seus
amigos e freguezes, pelas continuadas pravas de acceitac5o e coafianca que delles ho re-
cebido no espaco de tempo em que se acham estabelecidos; nutrindo, agora como sem-
pre, desejos de corresponderem suficientemente a esses ttulos que muito e muito apre-
ciam; resolveram augmentar o pessoal artstico da sua ofcina de alfaiate para assim sa-
tisfazerem com a presteza possivel qualquer encommenda de roupa feila ou por medida.
As pessoas, a cujo ;argo se acha a di recelo da officioa, sao os Sjs. Lauriano, Castello Bran-
co e Souza Couto, artistas de reconbecido mrito e incontestavel zello e solicitude por tu-
do quanto diz respeito a sua arte. Pelo pouco que fica dito e pelo muito que poderemos
accrescentar na prqsenca dos nossos freguezes alfiancamos desde j a mais restricta ob-
servancia e fidelidade no cumprimento dos nossos deveres.
Atten$o.
N. 2>-Baa do Livrament --X. 25
Deposito de tamancos e calcado nacionaes da fa-
brica da ra do Jardlm n. 19, de Jos Vicente 6o-
dinbo, tanto no deposito como na fabrica se
apromptaro todas as porcoes de calcado o mais ba-
rato possivel, esta fabrica tem todas as machinas
proprlas para os calcados ja' bem acreditados pelo
grande numero de freguezes que daqul se for-
oecem.________________________________
Na praca da independencia n. 33, loja de
ourives, comprase ouro, prata e pedras preciosas,
e tambem se faz qualquer obra de encommenda e
todo e qualquer concert.
ic> de
uze- 0
S.im-- e da ra do Gaz casa confronte ao ga-
lometro, no dia JO de jooho, urna imagem da Coo-
ceicj de oar-a-paca e cheia de arreliqoias, o vulto
ljpu--o mais oj menos de urna chave : a qnei*
-J^per qne for apresenlada queira apprebende la
?resiitoi-la a dita cas que serj>ecompensado.
Roga-ae ao Sr. TJsmelrlalos Teixeira, estu-
dante do 3* aoqo, de vir ou mandar na taberna d>
ra do Socgo n. K6, Dffiocio qae nao Ignora, de*-
d* o iodo de iSO
IV Al ITII A
0 Sr. Jos Marques da Costa Soares,
(negociante no Becife) queira vir esta typo-
graphia negocio.
Previne-se a quem convier, que de-
vendo concluir-se at o fim do corrente
mez, a publicacao da obra sob o titulo de
Prelecfdes de Direito Internacional, com re-
ferencia e applicaco de seus principioss
leis particulares do Brasil, pelo Dr. AntO'
nto de Vasconcellos Menezes d$ Brum-
tnond, etc., desde entao ser encerrada a
assignalura, eser elevado o preco de 10$
establecido para essa obra, e as duas ou-
tras, annexas que a acompanbam sob os t-
tulos de Prelecces de Diplomacia, e Epi-
logo dos Direitos, e Deveres do estrangeiro
no Brasil e do Brasileir$ fra do Imperio;
tudo na conformidade dorespectivo prospe-
cto.que j tem sido Por vezes publicado.
Recife2 de juobo d 1867.
*mmmnnm-mmmmmmm
m Residencia e consultorio
Medieo cirurgico
DO
Hf. Antonio Doarte
,rTNa praca da Boa-Vista n. 21 oude
pode -ser procurado \a qualquer
hora.
Especialldade
Ooencas'i pejto,.e^de meninos.
D consukfdas?s 10.boras da
manha.
I Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite : na ra Nova
numerlo. _______:____________________
Pede-se aos credores da fabrica de charutos
E-trella do Norte, sita oa roa de S. Goncalo que
apreseukm seos ttulos para serem salisfelios em
a ra esireita do Rosaran. 30, dentro do prazo
de 8 dias i*to seo propretario querer retirar-se
para Europa Recife 1 de jolho de 1867.
Francisco Antonij de Almeid.
Na roa do Imperador n. 73, segundo andar'
preoisa-se alogar urna cozinbeira ja de idade.
Vinho tnico e nutritivo
BE
QUINA E CACAO.
DE
BUQRAIKD.
Esta nova combinaco rene em orna bebida as-
ss agradavel e conveniente a todos os organis-
mos, a quina que um medicamento tpico por
excelleocia, e o cacao que contem principios nu-
tritivos asss reconbecidos.
Elle se emprega com o malor successo na cura
as paludas cores, soffrimentos do estomago, per-
da de appeiite, digestoes difBcultosas, meostroa-
;5es difflceis etc., etc.
Deposito especial
n NA
Pharmacia e drogara .de Bartbolomeu & C.
34--Rm larga do Rosario-3-4
MU
Ra da Aurora
Aloga-se 6 segundo andar do sobrado da roa da
Aurora o. 24, com 4 salas, 6 quartos, todos forra-
dos a papel e pintado, e soto para cozinba, tendo
agua e despejo : a tratar na rna Pormosa n. 15
com Candido C. G. Alcoforado,__________
A.MI
Precisa se de urna ama que engomme com per-
feicao para-cesa de pouc familia : na ra Nova
ns. Hit. .- *_________
DieordentlicbeGeneral Versammlung
des Deutschen Hue'fs vereins wird am 20
Juh statttinden ; im Auftrage des Apsjschus-
ses erinnert der Secretair hiemit alie Mlit-
glieder, die Veraendernng der Statuten
betreffende Antraege zu machen baben,
darn, ihm solche, in Ueberein?timmung
mil 3 desdritten Artikels der Statuten,
in Leilen eiozusenden.
Pernambuco d 1 Juli 186?.
B. Nobiling,
________Secretair._______
Aos senhures de enye
nho>
Um caldeirelro desta praca se offerece para con-
tratarse em algum eogenbo para trabalhar pela
sua arte, ou lidar com a machina se o eogenho for
movido a vapor, do que tem grande pratica por ter
sampre trabalhado em fabricas desta pra,a, o qu'al
apresenta seos attestados : quem pretender dirja-
se roa do Broro, travessa do Chafiriz n. 47.
"Gailherme Jorge da Molta e Manoel Lulz Rl-
beiro, declaram ao respeltavel publico que tem
nesta data dissolvido liquidado a sociedade que
tiveram na taberna n. 83 a' roa do Imperador, qoe
gyrou na raio de Molta & Ribeiro, ficando per-
teocendo ao socio Guilherme Jorge da Molta, o es-
beleoimento comprebende nao todo o activo, e res-
poasavel por qualquer reclaroaco qne appreca
por parte de alguem que ae possa dizer credor da
extincta firma, sabindo o socio Ribeiro pago e sa-
tisfeito de sea capital e lacros.
Recife, 1 de julhe de 1867.
Guilherme Jorge da Motta.
Na travesea da rua Augusta o. 5, acba-se urna
carta para o Sr. Jjs Gomes Cordeiro de Mello.
O muito conhecido machinista do gaz, Olivei-
ra, avisa a todos os seus freguezes que deve ser
procurado na rua das T incheiras n. 48, nem s
para concert e llmpeza como para coloca^So nova,
e se encarrega nao s de dar os encanam^ntos e
como apparatos sem dar nenbum incommodo aos
consumidores, mas sempre de accordo cora a em-
preza a gaz. _________________________
Na rua da matriz da Boa-Vista n. 27 precisa se
de offlciaes de charuteiro, e na mesma^casa preci-
sa-se de um menino para caixelro de taberna.
V abaixo assigoado declara qne tendo sido
preso um vendedor de bilbete com o nome de Ma-
noel Francisco das Cbagas, e teodo o abaixo assig-
oado a mesma proflssao e o mesmo nome, declara
que de hoje em diante se assignara' por Manoel
Francisco das Cbagas L'os.
O abaixo assigoado pilo presenta auuuocio
declaravque tendo urna pessoa d Gjianoa com-
prado urna mobilia e ouira deste mesmo lugar um
par de consolos, e teodo este sido por seus orfi:iaes
enfardados aconteceu qne foi trocado e sendo este
Je meBor valor do qoe os ajastados, pede a essa
pessoa qoe qoeira ter a boodade de mandar os
ditos consolos, que foram por engaa para llie se-
rem remeitldos outros, oa que ficando os de me-
nor valor maode receber o resto do diohelro que
eotregou o occasio da compra, qoe a quantia
de 64, responsabilisando se pelas despezas da con-
dcelo desles objectos.
Francisco Rodriguos da Silva.
C4L(AII0B4UT
Grande pechincha.
Botinas pretas para senhora a 3,5000.
Ditas ditas para meninas a 25500.
Na praca da Independencia ds. 13 e 13, loja de
Arantes & Lyra.
Precisa-se fallar com o Sr. Jos Jacmtbo da
Silva : na rua da Cadeia o. 50 A.
Obras venda na livraria
" Universal, na do Impera-
dor n. 54.
Resolucoes do conselho de estado sobre a io-
lelligencla do acto addiciooal na parte relativa s
assemblas proviociaes.
Grammatica portugueza de Sotero.
Dita philosophica de Doarte.
Dita fraoceza de Noel et Chapsal.
Cathecismo da diocese do Maranbo.
O Llvro dos meninos.
Jeso Chrislo e a critica moderna.
Prcc sise de ama ama para casa de po*ca
familia, que ao'siohe e engomme : na roa d Sol
n. 19.__________________________________
Gil Braz de Santilhana
Este inimitavel romance de Lesage, tradu-
zido por Bocage, vende-se por 40 em bro-
xura, e 5$ encadernado: na livraria Econ-
mica, rua do Crespo n. 2 defronte do arco
de Santo Antonio.
CASA DEBAJO
26Vateo do Car abo 26.
Neste estabelecimento to im-
portante para a saude e asseio
dd corpo, acham-se montados 20
banheiros, que s5o servidos com
a ordem e asseio que para de-
sejar-se. Quatro destes banhei-
ros sao especia mente reserva
dos para senboras e por isto
acham-se collocados em lugar re-. |
servado, aonde s tem entrada
as pessoas de urna mesma fami-
lia:
PRECOS DE BANHOS AVULSOS.
i baubofrio, morno ou de
cho visco..... 5oo
1 dito de cboque. .. l^ooo
1 dito de farello. Iffooo
1 dito aromatisado. looo
PREQOS POR A&SIGNATRA.
30 banhos por mez trio,
morno ou de chovisco. lojjooo
25 banhos com carines
para os Sesmos. lo^ooo
12 ditos ditos ditos. SiJooo
i2ditosditosdechoqHe. lo^looo
12 ditos ditos de farel-
lo. ..... 100000
0 estabelecimento estar aber-
to nos dias nteis das 6 hars da
manh5a as 10 da noute, nos dias
santificados das 5 as 5 horas da
tarde.
Matadouro do Poqo da Pa-
nella
O sitio da casa amrella no Arraial, lembrado
para este fim pela cmara monlcipal do Recife,
nao julgaaxis aproprlado por estar confronte ao ce
miterio e jauto a puvoaco do Arraial.
Lembramos ontro sitio no Arraial, maior e mais
elevado o sea terreno, e por isso mais apropriado,
pertencente'ao Sr. Joaquim Jos da Costa Leite, ero
cojo sitio o Christovo ja teve matacca ; nao tem
casa, mas fucam-se os telheiros precisos : o terreno-
do sitio da casa amrella nao proprio, e tem de
ser comprada a posse ; alm destes sitios, ha ou-
tros no Arraial de cima.
O riacho que a cmara municipal di* que tem o
sitio da casa amrella, na grande torga do verao
scea, e sendo um riacho particular, os proprieta-
rios dos sitios annexQS nao consentirn que fique
ioulilisado, qae assim pode acootecer por causa da
matanca, e privados de toda serventa do riacho, de
qoal os moradores bebem as soas aguas, e delle a
cmara monlcipal nao pode dispor para servidao
publica, se porveotura inutilisar a serventa do
riacho, no qual exlstem banbeiros de pedra e cil e
ootras bemfeitoras.
Se a matanca incommoda os narizes des mora-
dores do Poco da Panella, tambem incummodar
os do Arraial. Facam-se as cousas em termos a
previnir fntnros prejoizos e qoestoes.
O Arraial om dos melbores lugares dos arra-
baldes, onde atgons doentes se teem restabelecido,
mandados pelos mdicos : esta maldita matanca
nos vein lucommodar; nao faltara logares para ser
estabelecida : convm aos moradores do bello Ar-
raial clamarem eenira a matanca, se para all for
transferida.
0 morador.
Atten$Lo.
- Offerece-se ama criada portugueza para casa
de pooca familia ou hornero solteiro ; quem pre-
tender dirjase so paleo da riberra de Ssnto Ao- \
con o. 1.3.
SECURS
MARTIMOS
CONTRA FOGi
A companhia Indemnisadora, e/tabeleci-
ia nesta praca, toma seguros martimos so-
are navios e seus carregamentos/ e contra
ogo em edificios,.1fcercadorias ejBobilias:
aa rua do Vigario n. i, pavirwenVo terreo
-^~ a r U_
O abaixo assigoado declara ao publico qoe desta
data deixa de ser gerente da padaria da praga da
Boa-vista n. 14, pertencente ao Sr. Domingos An-
tonio da Silva Beiriz, e aproveita a occasio para
agradecer ao mesmo seohor o bom tratamento que
receben dorante o lempo que esleve em sua
casa.
Recife, 1 de julho de 1867.
Bernardino Gomes de Paiva.
Charles Gersil vai para Europa.
Na rua do Trapich n 16.
acham-se os seauintes depsitos
De I. Brunioghanseiu Piuits.
Bourgogne.
Vinho Pommard tinto,
i Cortn tinto.
Saoto Georges tinto.
> Chambertin tinto,
i Richehourg tinto.
> Clos de Vougeottin o.
Chablis branco.
DeH A. Wocfcui Francfort
Rhcuo.
Geisenheimer.
Liebfraumilch.
Marcobrunner.________________________
Em casa de Theod Christiansen, rua do Tr-'a
piche-novo n. 16, nico agente no norte do Brasil
le Brandnburg frres, Bordeaux, encontra-se ea
lectivamente deposito dos artigosseguiotes:
St.Jalieo.
St. Pierre.
Larose.
Chateau Loville.
Chateau Margaux.
Grand vin Chateao Lafitte (868.
Chateaa Lafitte.
Haat Sauternes.
Chateao Sauternes.
Chateaa Lataur Blancbe.
Chateau Yquem.
Cognac em tres qualidades.
Aze'ite doce. Precos de Bordeaos.
Samuel Power Jotinsioii & lioinpanhia
Ruada SenzalaNova n. 42.
AGENCIA DA
Fund!?So de Low ffioor.
fachinas a vapor de 4 e 6 cavallos,.
Moendas e metas moendas para engenno.
taixas de ferro coado e batido paraenge-
nho,
-"
Arreios de carro para um e dous cavalloc.
fllogios de ouro patente inglez."
Arados americanos.
fachinas para descarocar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
Joaquim Jos Goncalves
Beltrao
RUA DO TRAPICHE N. .7 V AKBAR)
{.jSacoa por todos os paquetes sobre o Banco
lo Minho em Braga, sobre os guintea luga-
em Portugal,
aber:/
Lisba.
Porto.
Valenca.
Gui maraes.
' Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conrte.
Arcos de Val de Ver.
Vianoa do Castello. .
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famellcio.
Lamego.
Lages.
Covilbaa.
Companhia fidelidade de seguros
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Jaueiro:
AOBNTBS EM PERNAMIlUCO
intonie Lniz de Oliveira Axeved k C, ia
competentemente antorlsados pela direc- J
toria da companhia de segaros Fidelida- Wt
de,tomam seguros de navios, mercado-M
rias e predios no sea escriptorio rua da 9
Cruz n. i. S
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D Urlo de peraambneo fferea feira de Sulho de 18t>7.
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09
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CASA DA FORTUNA.
Aos 6:0000000.
lllketes garantidos
A RA DO CRESPO N. 23 ECASAS DO COSTME
0 abaixo assigoado veodeu no> seus muito fe
es bilhetes garantidos da lotera que se acahou
de extrahir'a beneticio das (aroiijis dos vulanta-
rios da patria, os seguales premios :
. N. 3040 bilhele inieirj c<.m a sorte de 6:00114.
N. 326* bilhele nteiro cora a sorte de 2:0OiS
N. 14H) bilhele nteiro Cura a- sorte de '.004.
N. 795 dous quarlos rom a >orie de 3004-
, E outras omitas sorles de 1004, 40* e 2y-
Ospossnidorespodem vir receber seus resoec-
ivospremios sera os descontos das leis, na casa
da Fortuna a'roa do Crespo n. 23.
Acham-se a veoda os da 43* paite da lotera
("os volontarios da patria, qoe se extrahira' quar-
ta-eira 3 de jolbo.
Prec.
Bilheles..... .... 6*000
Meios............ 34000
Quartos.......... 14500
Para u psima que comprare de i 005000
para cima.
Bilhetes.......... 54300
Meios. .......... 24750
Qaartos.......... 14375
. Manee! M2t&- F:u:a
Ensino de msica
n. 75, 2o andar, rna do Imperador a.
75, 2o andar.
Lecciona-se per solfeifle a tocar va-
! rios instrumentos ; 3SWo-s*y ces das 5 horas da tarde as 10 da
noite em casas ou em suas residen-
cias.
vara 800
Ana
0M0R0D
Ao respeitavel publico pernambncano pede-se
A ttencao
Maoteiga ingleza
320, 500, 800 e 10 s no armazem do Vead Branco, se acba vista.
Manteiga franceza
em libras 560 e 640, em barris se far differenca.
Banha de y orco
em libras 320 e 380, emporio se far differenca.
F rucias
em calda Pera, Pecego, Rainha Claudia, Alperxe e outras muitas 500 e 640 a lata.
Ervilhas
Precisa-se de ama ama livre od eserava
servlco interno e externo de urna casa de
pessoas : na roa das Crnzes n. 28.
para o
daas
Aos Srs. fogueteiros
m botica da roa larga do Rosario o. 34
Vende-se
Salitre refinado de 1" quadade.
Enxofre ero cylindro dem.
Limalha de trro (muito nova.)
dem de ac dem,
dem de ponta d'agulha dem.
llliillllliill
Advocacia
j| O baeharel Olympio Marques da Silva gR
tendo transferido soa residencia da cida- g
~ de do Rio Formoso para esta, contina no
! exercicio de sua proflsio de advogado
M em seu escriptono a' ra do Imperador
j n. 45, Io andar, onde reside e pode ser
I procurado,
M Advoga no civel, commerclo, enme e
Pf ecclesiaslico, e incumbe se de causas pa-
jil ra qualquer dos termos do sal da pro-
re viocia.onde tem pessoas habilitadas^ que
*jg! ibes deem o devido andamento e ira'
tflf do necessario.
Ao-corpo do commercio
O abaixo assigoado declara qae tem jato e con-
tratado a fabrica de charutos sita na ra de S.
~r. F ancis'-.o Antonio
Almeida, qiiem se actnr com direito apresen-
tj-se no prazo de 8 dias na ra dos Coelhos o. 8.
ec.fe 1* de jutbo de 1867.
Leoviglldo Romualdo da Silva.
MMk
Precisase de urna ama para cozinbar e comprar
para urna casa de pooca familia; na roa da Crnz
n. 8, 2* andar.
Portuguezas 640, francezas 900.
Pomo
em latas do Para e de albaneque, lata 1# e 1*200.
.omina de uiilhu
em oacdtes 400 e 500, dita da trra 100 e 200 a libra.
r vinho
de Bordeara em caixaa duzia U, garrafa 500, dito de 80 aduzia, 800 a garrafa, dito
\hA a duzia 15200 a garrafa, dito do Porto a 80,120, 180, 240, caixas de duzia, assim- tiooplo n. 17 pertencente ao S
como flgueira caada 30500 e 40, puro J A A. Lisboa 20800, 30 e 30500 a quadade 5
convida. cu
lata a 80 de 5 galoes e mais pequeas a vontade do comprador, em garrafa 360.
Alpiste
140 3 16 0 a libra, painco a 100 a libra.
Azelte
em garrafas a 800 e 10. ^^
pm caixa de 50 por 10, ditosDjslicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
d? Exposic-aoTZ 3: ditos de Regala caixas com 100 a 20500 e outras muitas marcas
que s na presenca dos compradores. pREZUNTOS
delamego em barril, ditos de Qambre o mehor que ba no mercado por preco que faz
admirar DOCE DE GOABA
caixes de 560 flno, ditos de 10500 que parece marmellada, dito em latas muito fina
quadade a 10200. ^^
COtndoceseccoal0e20. ^^
do Alentejo em latas chegado pelo vapor Oneida, ditos Flameugos e Pratos dosmais novos
que ha no mercado. ^
de elvas como no mercado nao temos a 10 a lata, em barris do Porto a 10 como nao ba
melhor.
sen
para ss festas de S. Antonio, eS. J>ao
no armazem do Pavo na da
Imperatrlz a. 60
DE
GAMA SILVA
Receber5o-se pelo ultimo vapor da Euro-
pa as mais novas fazendas como sejam:
Bonitas cassas de listas grana-
di nes.
Ditas castelbanas.
Ditas da Italia.
Ditas transparentes com os mais moder-
nos e mais delicados gostos vara a rs 640.
D.tas de diversas qualidades com novos
gostos o covadu a rs. 40, 280 e 320.
Cortes de medira sendo urna bonita 'azen-
da transparente com lindas palmas e qia-
dros de seda tendo cada corte 19 covados r
rs, 240.
Ricos cortes de vestidos brancos com lin-
das barras bordadas em alto relevo a 240.
Ditos brancos tambera bordados a rs, 50 e
60.
Cortes de poil de chvre com 18 covados
a 150.
Modernissimas va reges tapadas e transpa-
rentes com as mais delicadas cores e com bo-
nitas listas de seda, covado a 640, 800 e 10.
Alpacas lizas enfestaias com as cores mais
modernas o covado a 640.
Ditas enfestadas orn lindos favores gra-
dos e miudinhos covado 560.
Bonitas alpacas lavradas com os mais mo-
dernos dezenhos-covado a rs, 800 e 10.
Ricos cortes de vestidos de fil enfeitados
a 300.
Poupelina de quadriohos transparentes
com os mais apurados gostos e qaaze a lar-
gura de chita franceza covado a rs, 640.
Ditas mais estreitas porm muito bonitas
covado 500.
Sedas de cores com 4 palmos de largura
covado 20.
Ditas estreitas lizas de listras covado 20.
Grande sortimento de grosdenaple preto
covado a rs, 10600,10800, 20, 20500 e 30.
Ricas sedas lavradas.
Saias com quatro pannos ricamente bor-
dadas a rs, 50, 60, 70,81, 100, e 110.
Tarlatanas brancas e de cores vara a re,
800.
Fil branco lizo vara a rs. 8 0.
Dito de flores para vestido vara rs. 640.
Outras muitas diversidades de fazendas
que se mandam tambem levar em casa das
Exmas, familhasparaescolheremou do-seas
amostras deixando ficar penhor no armaze-a
do Pav5o ra da Imperatriz n. 60. de Gm
ma < Silva.
Bordados do Pavao
Entremeios largos
Babadiuhos estreitas
Babadinhos largos
ntremelos estreitos
is e transparentes
Gama Silva receberam orna grande por-
oso dos mais finos babadinhos e entremeios,
tanto largos como estreitos, sendo tapados
e transparentes eom os verdadeiros borda-
dos a alto relevo tendo de todas as larguras
e desanos, grande porc3o igual paraqual-
qper obra, que assim possa ser preciso, e
ga.antem que podem vender por menes 40
ou 50 por cento, do que em outra qualquer
parte, atlendendo a grande porejio que tem
no sea armazem do Pavo : ra da Impera-
triz n. 60, de Gama & Silva
Perfuman, s finas,
INGLEZAS DE GOSNELL. & C.
. E FRANCEZAS DE E. PEflAl'D.
A anliga e bem conhecida loja de miude-
zas ra do Queimado n. 16, c ntinua a
estar provida de finas perfumaras de diver-
sos fabricantes acreditados como Gosnel e
Penaud, sendo deste, excellentes extractos
para lencos, agua de Colonia, oleo, banha,
cosmetique 'para cabellos, opiata e pos para
denles, sabonetes para mos e barba, etc.,
etc.; e daquelle, superior agua de Colonia,
opiata ingleza e pos para denles. Alm dos
mencionados objectos ha muitos outros que
por suas boas qualidades e bonitos vasos,
agradarlo completamente aos apreciadores
do bom./
Fivellas e fitas para cinto,
'Na aniu loja de miudezas ra do Quei-
mado ii. I (i, encontrado os pretendentes
uu bel-i) sortimento de fivelas e fitas para
cinto, sem que esqueca os lindos penes
prateados, com fitas pendentes e sem ellas,
sempre a conteni do experiente freguez
que se dirigir dita loja de miudezas:
roa do Queimado n. 16.
Diferentes objectos
expostos a apreciado dos esclarecidos fre-
guezes que os qoizerem comprar; na ma
do Queimado n. 16.
Bonitas caixinhas de madeira com fecha-
dura, proprias para costura.
Qulras ditas com arranjos para costura,
Sap*afif*os de setim e-merins para bap-
tisados. .
Meias de seda para d tos
Tocas e chapeosinhos para ditos
P ales de tartaruga e ou(rs de metal
A aguia branca : ra do Qeimado n. 8
acaba do re.eber algumas amostras de pen-
tes de tartaruga para enhoras, todos de no-
vos moldes e bons gostos, sebresahindo en-
tre elles alguns cujas- novidades em mol-
des, e perfeifo de obra os tornam recom-
mendados para quem apresta o bom ; assim
como recebeu igualmente outros mui forni-
dos e tem feitos para dese.i baracar e outros
com eixo para debrar e proprios para barba.
Tambem recebeu qtros de metal pratea-
dos e dourados, que de tal molde sao os pri-
meiros que apparecem os quaes com o semi-
crculo que fazem sobre o coque torcanvos
mui bonitos.
fiarapucas brancas
Vieram muito boas, e por isso vendem-se
a 10200 e 20 na loja da aguia branca : ra
do Queimado n. 8.
ltaliaditihos crespos
O novo sortimento que acaba de eh^ar
continua a ser vendido como djg^es 205Oo\
e 30 a peca e sempre ca roa oo"Queimado
lt ja da aguia branca n. 8.
Pentes enfeitados para meninas
Vendem-se na loja da aguia branca: ra
do Queimado n. 8.
Bollas de ail
Vendem-se na loja da aguia branca : ma
do Queimado n. 8.
Bonitos porl-relogios
Vendem-se na loja da aguia branca : ra
do Queimado n. 8.
rara mesas
Galheteiras para azeite e vinagre.
Saleiras de vidro e palteiros de porce-
Tercos ckwnadeira, osso, cornalinas, obras lana,
mui perfeitas. Vendem-se na loja da aguia branca : ra
Alfinetes de osso com bonitos moldes, do Queimado n. 8.
obras de gusto para peito de senhoras.
Ditos pretos para luto.
Meios aderecos de madeperola.
Porte jupe ou suspende saias.
Lencos bordados para senhoras.
Brincos pretos, pulseiras e alfinetes
com
Uvas de pellica preta.
Chegaram para a loja da Aguia Branca ;*; a rna
do (jueimado n. 8.
Raaos de flores para caques
A aguia branca acaba de receber um un
cartao com ramos de flores para coques.
A perfeico e delicadeza dessas flores tem
camafeo, tudo para luto.
Froco grosso de la, para differentes fins.! satisfeilo a todos que as tem visto e com-
Bonecas mansas e choronas para crean- prado a 50 cada ramoisso na ra do Qn6i-
gas> mado, loja da aguia branca n. 8.
Cestinhas proprias para creancas e bo-! F&C& fftVOr de 1er
* j para saber o que de novo chegou na Aguia
branca a ra do Queimado n. 8.
Trancas pretas de vidrinhos com pingen-
COMPRAS
Comprase nma mobilia de Jacaranda on
mesmo amarelio que esteja em bom nso : na ra
das Cruies a. 34, taberna.__________________
Ouro e prata.
Kraobras velhas : compra-sena prac* ;da la
dependendo n. 22 loja de bilhetes.
Moeas de ouro.
Nactosaes e sirgeras assirc como libras
esterhs : campram-se na roa do Crespo n. 16,
primetro andar._______________^_____
MA.
Precisa-se alugar urna ama forra ou eserava,
pre'erindn-se esta ultima para comprar e cazintiar, MI& <*%f^4 4 paga-e bjm se servir bem ; a tratar aa loja d i Q gr proCQrador e causas Frederica Chaves
tua Nova n. II.___________________ ~~ queira mandar pagar os alaguis da caa da rna do
Mondego, que dev como fiador, em quanto nao o
Precisa s de um bom destilador para encar-
re"ar-se de urna destiiacao bem montada em um
eoeeuho pouco distante desta pra^a a qnem con-
vicr dlrijasea rna da Concordia n.73.________
Qaem precisar de urna ama de leite dirija-se
a ra Direita dos Afogados p. 3?.
Precisa-sede urna ama : aa ra da Concelsio
n. 37.___________________________ ^^
Precisa se de orna ama para o servlco interno
de urna casa : a tratar na ra da Cadeia do Recite
armaiem n.^8. ______________
Precisarse deam ca.ixeiro com pratica deu-
beraa, de 12 a 15 annos: na rna do Fogo n. 20.
fier vera' seu Borne neste jornal.
Compra-se aoedas de ouro e 204, 104, 104
e 94; a rna da lirot n^J. _______._______.
- 220 rsT'sB "paga por oltava de prata- de le
marcada, na teja de onrives no areo de N. S. d*
CoEceicao, a* Recite.____________ .
Moedas de prata
nacienaes, assim como patacSes portugaezes e
hespanhfls, compram-se com premio : na roa do
Crespo n. 16, prlmeiro andar.
22S400
para moedas nacionaes de.264 J na roa do Crespa
p-16, primeiro andar.
Libras esterlinas
Compram se com bom premio : na pra-a da
depeaencia n. 21_______\___________
Precisase de ama ama para casa de pouca
iamilia :_ na rna Direita n. 2, 1* andar. _
"1T PreMsa-se de urna senhora que saiba ensinar
a 1er, eserever, grammMiea "portuguta, rancez,
msica e piano, para ensinar a doas meninas em
um eogenho na freguezia da Escada, urna legua
distante da estacSo, paga-se bem : a tratar na raa
do t;abug n. II, 2 andar, com Francisco Aatowo
de Brito. ________i__
Ama.
Precisa-so de urna ama para cosiohar e mais
serrteos de urna casa de duas pessoas : na roa da
Imperatriz n. 55, tinturara franeeza.__________
Da-se 1:0004 a premio sobre prriio oes
pra?a : qaem pretender dinja-se a roa do Soceg<
n. 29, qua la se dir' qaem di.
Aos Srs. admiiistraderes da aassa
fallida deintonio Rodrigues Jir-
dim e Companhia, do par.
Pergonta-se aos ditos senhores, se ao
querem fazer mais dividendo do que existe
apurado dos bens da referida massa, pois
no grande espaco de tempo de mais de
seis annos apenas se tem feito um nico di-
videndo de 0/0, em 1864, e isto depois de
moito instados, ecomo que obrigados, ten-
do a "masaa bens, segundo sedisse, para
pagar integralmente aos credores, de quem
s se pedia urna moral>ria I! j credores
da massa esperam ser emborcadps quanto
antes do qoe a mesma est adever ; e por
isso se aioda .existem bens por ?ender-se,
que se vendara j em leilo dinheiro, e
n3o se espere mais meihores pocas par o
fazer, fisto como em mais de seis annos ja
deve estar todo vendido e apolH
claramos aos Srs. administradoreaj se
nao procederem ao pagamento^fl ) an-
tes, recorreremos aos tribunaes competen-
tes para sermos embolcados.
^ Dous 'redores.
J v
Joo Pedro de Mello e Antonio Pedro de Mel4o
cordialmente agradecem a todos os senhores qae
se dignaran) atafetir ao acto fnebre de seu presa-
do to o capito Antonio Joaquira de Mello e ae
novo rogara aos seus amigos e do finado para ae-
sisiiren as missas e memento qoe os mesmoi man-
dam celebrar pjlo descano eterno do- mesmo na
Igreja do^Kspirito Santo quartt-feira3 de julho ae
7 horas da mantisa.
'dios I

Maria dos Passos de esus eordialaveate agrade-
ce aos Rvms. cabido, sacerdote;, seculares, reitor
do seminarlo e sua communidade, D. abbade de
8. Beato, religiosos capachinhos de N. S. da Pe-
nba, franciscanos de ulinda, aos amigos devotados
e mais pseoas qae se d'gaaram de earidosamenle
assistir aa igreja .do recolhimento.de Olinda as
exequias de seu rooi presado irmo o padre mos-
tr Manoel Jos da Triadade e da acompanhar o
fretro at o cemiierio publiro.
Compram-se eseravos
SiIwdo Gailaerme de Barros, compra, vende e
troca ffectivaraeote eswjwos de ambos os seop
e de (das as idades : a' rna do Imperador n. 79,
ercetro andar. __________
Ouro e prata amoedado
Compram-se libras slerlinas a 104300, moedas
de 204 a 224500, ditas de 4&4 a 174500, assim co-
mo toda e qualquer outra quadade, e tambem
prata aclonal* pstraag)ra,^aa ra ^ Cadeia,
loja da-(azendas n. 5._____r' _}.,%.J'.' ..
Goipra-se urna escreva ozinheira engom"
madeira, roa dafteazaia velha n.8i.
Kivai sem segundo.
Ra do Queluiauo u. -tS.
Qoer acabar com as fazendas abaiit
mencionadas.
Qaeiram vir ver e que bom e baraiissime.
Toalhas de iabyntho com bico, azenda boa a
34500.
Garreteis de llnha com 100 jardas a 30 rs.
Grvalas pretas e de coree rnnito Anas a 500 rs
Caixas de obreias de massa muito novas a 40 rs.
onfiadores para esparlilho de cordo e fita a 6t
ris.
Garreteis de linba Alexandre com 400 jardas a 104
ris.
Resmas de papel almajo muito hora a 24500.
Fraseo de oleu babosa a 320 e 500 rs.
[Ditos de dito bigieniqae verdadeiros a 14000.
Ditos dito falso a 800 rs.
Ditos de macacar perola a 200 rs.
Sabonetes muito fiaos a 60, 160 200 e 320 rs.
Ditos de bolla muito finos a 2*0 e 320 rs.
Caixas para rap com bonttas estampas a 100 rs.
Miadas de linUa froxa para bordar a 20 rs.
Varas de cordo para esparlilho a 20 rs.
Frascos com tinta rxa muito boa a 240 e 320 r
Pentes volteados para regacar cabello de menina'
i 320.
Frascos de macaga' oleo muita fino, a 120 rs.
\botoadrs muito finas para clleles a 00 rs.
artes ue iiuha branca t de cores a 20 rs.
Wbra de arda preta superior a 100 rs.
Cartas de ainetes francezes eom 14 peales
120 rs.
"scovas para fato, fa'.&nda boa, a 500 rs.
Varas de franja branca de linbo para toalha a
100 rs.
Pecas de bico estrello com 20 varas coarto bonito a
Viras de papalina de differentes larguras a 12Q,
160e200rs.
C-iixas de palito balo a 40 rs.
Caixas de palitos de segaranca sem encbore a
60 rs.
S.bonetes de familia a 100,160 e 240.
Grosas de toldes de rnadreperola para camisa a
500 rs.
La para bordar de todas as core-' e Boa, a Uura
64000. v
Garreteis cott i oilavas de relroi preto-mono mo
al4O0ft.
(Jaixas com soldados de chumbo para meninoi a
120 rs.
faarlilha de doutrina christa a 30 rs.
Latas com superior banha a 200 rs.
Bandejas pequeas para copos.
Bolitas e modernos chapelinas de seda
para senhoras
Na loja de miudezas ra do Queimado
n. 16 vendem-se bonitas chapelinas de seda
moi bem enfeitadas e por precos rasoaveis.
Enfeites de flores a imitaco de chape-
linas
Vendem-se esses bonitos e modernos en-
feites de flores a imitac5o de chapelinas: na
ruavdo Queimado, loja de miudezas n. 16.
BilFcrcnles objectos
Vendem-se na ra do Queimado, loja de
miudezas n. 16.
Gravatas brancas de cambraia para noivos.
Gravatas brancas de selim para ditos.
Rosas Camelias, ramos e caixos de flores.
Papel para rosas e folhas para ditas.
Lencos de cambraia Ana com barras de
.'lft ros, sendo
' Para homers a 35600 a duzia.
Para mennfesa 800 rs. a duzia.
Vendem-se na ra do Queimado, loja de
miudezas n. 16.
Collerinhos de linho
obras de ultimo gosto.
Vendem-se na loja de miudezas; roa
do Queimado n. 16.
CABIDES P0RTATEI.
TORKBADOS E ENVERNUADOS.
Vendem-se na loja- de miudezas: ra
do Queimado n. 16.
Caixinhas
com pastilhas de cheiro para
queimar-se em lugar
de incens.
Vendem-se na ra do Queimado ; loja de
miudezas n. 16,
PASTILHAS ODORIFUMANTES.
Essas cheirosas pastilhas sao sempre
apreciaveis, e com especiadade no corrente
mez, porque sorvem para perfumar os ora-
torios ou altares em que se resam ou can-
tam louvavelmente o Mez Mariano, es-
tas vendem-se na loja da Aguia Branca: M
ra do Queimado n. 8. _________
D. Jaafa Booo, D. Carolina de Almeida Buoo,
convidan todo* os pareotes e amieos a ouvirem
ama musafque se mandara' celebrar por alma de
sua finada 'sogra e mu a Exm." Sr. D. Coostanli-
na Jacinttva da Motta ao convento de 8. Francisco
do da 3 do crreme mei as 6 1|2 roras da ma
nba, e desde ji agradecem cordialmente e se con
fe-sam (??'
Compra-se
Urna armacSo de armazem ou prateleiras
que nao seja de pinho, e que es teja em
muito bom-estado : na companhia Pernam-
fanca ^a._____________________________
Conpra-ae
libras esterliaa, aro brasileiro e portaguez com
bom premio: na rna da Cruz n. 48, armazem de
E, A. Burle & C______________^______
Libras sterloas.
compram-se no escrlpiorio de Antooio Luiz de
Ollvelra Azevedo & C, ra da Cruz n. 1. ____
' Libras esterllaaa.
Comprsm-se libras estrlioas : na ra da Cadeia
toja n 52.
VENDAS
Vends-se urna casa terrea na ra dos Copia-
res n.-9 ; a tratar ni rna eslreita do Rosario no-
mero 16__________'''
moga
.
Vende-- ama cibra moga de 24 annos de
' dade, alta, bonita figura, engomma e eoilnba bem,
' peca; tratase na ra 4o Fogo o. 9.. Na mesma
' casa ba outra? escravas para vendei
Vende
e um sobrxto de un aadaf na raa
saiba traiur de capim, hortallce, etc.: quem esti-
ver nes tas circumsiancias e dar conhecimenlo de
sua condflcu, appareja na raa do Queimado n. 26,
1* andarA______________________________,
Da*se\l:0o0j a premio sobre hypotbeca oj
andar.
boas firmas* a'
ra Direit a 43, andar.
BRE.
Vende-se no escriotorio de A. Domoot a' r oo
Trapiche o. 48,- so-Jar.
Attencao.
Vende-se urna eserava crioula, bem robusts, com
alfumas bbllidades, assim como propna para o
campo : a tratar no pateo da Peona n. 10, arma-
zem progresso.____________________
Vede-se oleo de recio em latas de 30 li-
bras : na rna da Cadeia-Velna o. 1, segunde
andar. ^^^___
"Novo rap
Loja da Aurora ua rna larga do Rosa-
- rio n. 18 de Ha noel Jos topes *|
k Irmo.
Receberam rap grosV a" imita^cefo. francez
da fabrica de Merd C, do qual s vebda bara-
to, assim como de).,oatca>.moiias qualidades. y
Vende-se uti escravo de aieia idade, robtrej
to, de boa eondu3to.e proprio para qualquer ef-
vico : a ver e irJBr-na.lravessa do Carioca o- 2
caes do Ramos. '"'' _______..-
Veoda-se um,t-1>nrra~~r>o(re;. e tambera se
vende nma balaoca-r man tal) era bom estado
e por preco commoi i : a tratar na ra da M;eda
29._________.________________________
Vendem-se dous bons eseravos preprio para
servico de campo : a tratar na raa da Praia ar-
mazem n. 3. ._____' _
- Vende-se urna crloala de roeia idade por
5004, cozinha bem e urabem sabe engnmmar; na
roa do Fogo n. 9._______'
Vende-se um boom escravo de idade de 20
aonoi pouco mais oa mnos : attem pretender di-
fijvje i, rna Direa o. 99,
ClMDEE\POSIC40DEi867
LlfiOlpiG^lELYOXS.SE
37 IBOIXEVARD DES CAPUCINES, 37.
DEFR05TE DO GRANDE HOTEL.
Estfo 4e seda, manteletes, visitas,
mantos, ete, cassas impressaa. rendas,
chales da india e francezes, tec'dos do
gosto o mais novo, enxovaes para ca-
sis neo tos,
A Compagnie Lyonnaise tem a honra de
informar as senhoras brasileiras e portu-
gtiezas que acharSo no seu estabelecimento
salos de costara para a confecc3o Jos seus
vestidos exeeutados no melhor gosto, e so-
bre os mais elegantes padres.
VESTIDOS
PROMPTOS E POR MEDIDAS
Depois da sua fondado, a Compagnie Ly-
onnaise nunca cessou de cuidar particular-
mente na escolha dos seus artigos, todos
dx melhor gosto, e de primeira qualidades
por isso, nao ha nenhuma casa que poza;
rivalizar com este estabelecimento, que agos
de universal reputaco.
tes, e sem elles.
Botes pretos e de cores, enfeitados com
vidrilhos tendo com pinentes e sem elles.
Alamares pretos para basquines.
Novas e/Jtomtas guarnices pretas para
ditas e vestidos.
Coquesale bonitos moldes.
Enfeites flores obra de bom goste.
Penes de tartaruga obras modernas.
apurado gosto.
Pentes dourados e prateados, moldas.no-
vos e bonitos.
Bonitos e modernos galoes de soda de
cores para vestidos.
Bicos de seda e guipure.
Leques, todo de madeperola e sndalo.
Ditos de sndalo e seda.
Ditos pretos para luto.
Ditos de filia, os quaes fezem quatro
yotgc
Dilos todos de sndalo, e sndalo o seda
para meninas.
Bonitas cestinhas bordadas a froco para
meninas.
Escovas de cabo de marfim, e rnadrepe-
rola para dentes.
Aboloaduras.bonitas para soletes.
Brincos de correte de borracha, voltase
pulseiras de dito.
Aderecos pretos-para luto.
E muitos outros objectos^ue,.sero pre-
sentes ao comprador que se dirigir ~^ ta..
loja d'Agua branca a ra do Queimado n.o.
Agora sim
Acabam-se as moscas.
Porque a aguia branca acaba de receber.
porco de papel mata mosca e continua
a vndelo como d'antes a 40 rs. a fotira.
comparec5o pois os pretendentes e serao
servidos na loja d'Agua branca ra do
Queimado n. 8.
Nova remessa
De correles de boracha.
A aguia branca a ra do Queimado n. 8
recebeu nova remessa das desejadas corren-
tes pretaz de borracha, e continua a vnde-
las como d'aates a 3$ a vara.
Atten^o
Vendem-se 22 jogos de pedras .de moi abo por
preco muito rezamlde : na rna do Vigario n. l't.
PASTILHAS
VERMFUGAS

VENDE-SE
chombo de rounicao a 24 o qainfal : na ma \m<
perial n. 247._________________.
Vende-se um moleqae peca de 18 annos : no
Coelhos, caa em concert defronte do hospital Pes
dro II. ______________^_______________
Vende-se um escravo de cerca de 20 annos :
a tratar na roa da Imperatriz n. 9, 1 andar.
urna das
na botica
a vende.
Vende-se urna boa casa terrea em
principaes roas do bairro da Boa-vista :
H.,ft da praca da Boa-vista se dir, quem
W
Lencos de labyrintuo
Cnegaram a ra do Crespo n: 8 esquina e ven-
dem-se por menos do que em outra qualquer par-
le liadissimoslottcos de Iabyrintho do Ceara'.
LIVRS DE SORTES
Para entretenimenU) das noites de Santo An-
tonio, S. Joo e S. Pedro, o que ha de
melhor e mais moderno.
Vende se na livraria Econmica, deronte (do
arco de Santo Antonio.
Vinh de caj'
de superior quadade j vndese na raa' da Madre
de Dos Q- 3V armazem da Copbafclrtoaos & C.
NOTA YORK.
DE COR CHEIRO E SABOR AGRADAVEIS
Infinitamente mais efficazes do que todos
os mais remedios perigosos enauseabundos
que existem para a expulsSo daslombrigas.
Nao causara, dores e produzem seu effeito
sem precisar, logo depois de purgante ne-
nhum e t5oincitantes em apparencia e deu-
dosas em gosto, que as criancas estao
promptas a lomar mais do que marca a re
ceita.
Uteis como um excellente meio de fazer
remover as obstruccoes do ventre, mesmo
no caso de nSo existirem verme algum, a?
PASTlLHASVEWnFGAS DE KEMPS SO promp
tas einfaliiveisnasuaoperacao e por todos
os respeitos dignas deconfianQa e approva-
I Cao de todos os paes de familias. Prepa-
radas nicamente por Lauman & d,
Nova Yorl^.
A' venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo & C. e P. Maurer & C, e em todos os
estabelecimentospharmaceuticos do imperio
Baplllo Cordelr e viajad
Alojademindezasa roa do Queimada n. ,
receben nova remessa do rap Paulo
I ViaaJ cootlnna a
yl\yil ITII AHA
"f
,1|,
receber orto os vporepos>>


'
larlc de eraambae* ... fer^a letra S de J ulho de
1867.
RUI OO BBUM W. 38
0 proprietario deste estabetecimeto deseja chamar a attencjkv dos senhor pre-
priotarios para os acreditados mechanismos que contina a foroecer ; os qaaes gsrawte
sty comosemire, da melbor qualidade poaaivel:
Machinas de vapor
foroa de um cavallo pira cima. As menores sao mu proprias pa motores de descaro-' Jico cortes de biood cm manta e capel:. para noin?.
canete de atg jd3o ; ellas. viajam armadas e podea\ trabalbar dentro de 24 liaras, d*gos! 9f**ail,0S bardados para camas de n w e jaoeiia de 71 a m$ da om.
ia caegarer* no lagar. Ellas levam todo qoanto preciso para o trabaHw, e diwrws sd- ffiaas4de\^S*ra rlllda T" ">a'!5!,hor P"S MW8 ''* "T"*
^*Mt^enies. As machinas maiores so pnpriitfvi a moagetn de canoa, eV 4aUa*! J^xTAto-* **"' lh"5 a- -u,,?ni par* ,eahor">
qae podem junta e separadamente moer caona e de>caroc,ar. Ellas podem-se appcar
ATTENCAO
A1 LOJA DEFAZEItDAS DE AG^TO PORTO i L
fl--Hta do Queimado11
Abjwuo Porto A C aea'iaa de reeeber da- Europa supeflore cortes do se5a Ce coree para
bailes e casamenta*.

a
qualquer moendaj existente semoutra mudanca do que a substituido das rodas da aman-
jaira* ba lambeom. tnoenda jtjaU, Ellaslem depsitos d'agai eboeiros deferro, e
alo. preawiB paca sea assentomeoto da obra algqm, qur de carapina, qur de alvenaria.
O tempo para assenta-las nao excede de doae (fias ao /pas, e em casos de mortes de ani-
maos oa arTombameatoa de acudes, etc., garante-se o assentamento em oito dias. Todos
antes vapore* sao simplsimos na coostruec5o, e se regem por qualquer pessoa intelgente,
i &(^dadfe^cn4uccJo seodo especialmente considerada, taato que nao ha lugar era que
y Qfoftt. poJsSS^nduzir, qur por trra, qur embarcado.
Lembra se aos senhores de engento qoe a venda dos animaos e o servlco da
gente ooeopado qq seujrataaaento oe, blo de recuperar da mator parte da despeza do
va0C> deis.in.do-lb.es a vaotagem de urna moagem certa e accelerada ; e acabando com a
despeza da compra continuada de novos animaes, e com os deagostos do trabalno que se
tem com e!les.
Ser talvez desnecesaario lembrar aos Gonpr*dor$s de vapores a vaotagem que toe*
resurta d compraren suas naaehioas garantidas em urna fabrica, tendo artistas compe-
tentes para assentar*as mesmas e ensoar a maneira de trabalhar Cornelias, e j4 prepa-
radas, para remediar qual7uerdtarranjo; facilidades estas que jamis podem encon-
trar- eompraado aa ae* simples ^ociantes, os qua.es por falta de conbecimeato na ma-
teria era se qur podem garantios de que aa machinas que vendem sejam oroprias ou
suficientes para o trabalho em queBe qaeira emprega-las, e no caso de desastre nao pa
Jein prestar-lb.es soccorro alguna; sendo que ainda quando veobara as fabricas para con-
certar aa mafibjjMs alheias, torna-se-ha preciso fazer repentinamente moldes novos, etc.
para as pecas estragadas. J numerosas vezes estes vendedores tem representado seos.
vapores como seodo de forca mu superior sua actual e verdadeira Torca; equivoco
este que alo s engaa ao comprador acerca do trabalho que poasa tirar do vapor, mas
tambem da? logar ao pagamento de um preco xcessiyo, i vista da forca real da machina
qus eompraat
Tambem ha sempre prompto rodas d'agua de ferro, sariihos com cruzlas para as
., camisinhas
o Hados encboaes para biptisadoi, e balos*do masseliaa e de reos para
seniora* e mealaas.
Lava de pellica,pata homem e senhoras e -ujertoros ehapw d j| te tolas ai qnalidade.
LSs para vesttdJS.Mratissima bjnHos padris o cjvado a 2S0.
Tapeten(jg ira sof, ditos- pirapun>>, ditos fara cama e peamm pira portas o )anella.
Motr braajja M sjperlor parTesUdo> lo lindos dssoobos, gr;i*d.-tnaplo de todas as cores
seta de oba^^H ponas brancas ds oaji^asr .jaaiidades, dito de cores e liadas percales.
^jyjtfBW1* tJI'el* Q'li93> mala cojjes.e reualis fa gaip'ire. venase barato.
GaM^fara homens fraoceias e iogrezas de llabo e da aleodao loas e seroalas de liobo so-,
penores.*
Capa de borracha^ sobretodo* o peratiras as melhores e mals eleiraates.
Marta* grandes, pata viageas, ditas d Bratnaote braocodo 4 laj-guras a 2.5300 a var, paonos pretos e ames, easomiras pretas e de
coros tuda bom e barato. .
Neste eslabelecimento Jja sempre um eompWo sortimonto de boas fazeodas tanto para a praca
cooMf^eittra4lifoTro(Ma.e suporiores objectos,proprios para casamentos como wjam capellas,
manta||7?pstidos de blonde e de moir branco, cortinados, oolcbas, vendenia s talo mais barato
tambem as mtlbores
e alcatias para forrar salas.
H-Raa d -----------:---------------------------------------.---------
Vapores.
Vende-se em cas de Saanders Brothers & C,
lo largo do Gorpo Sauto n. lt, vape/es patentes
com lodos os perteoces proprio para faior mover
tro* oq qqatro machinas par descarojar algodo.
ios agricoltorcs
311iltir BroJHrs & C. acabam de reeeber do
LiTerpool tlfJWam KffC < iaaallos com
todN mi imtoMiilil tm >roprios para faoer mo-
te machinas de descarocar algodo, podendo cada
vapor Motora*r.MKt40 sorras, Umbaco ser
oo para Wro qoaiqner' acaba de reeeber ou liado 0 magnifico sot>
Ihar eom aoimaes. 0^f-ito(Blr>de ocolos, ltnette, Mnocnlos, do o-
serrlcoi em ,-
eimo tambetn tem a venda naentas *g"ic* tIHIirt} ^^^mv gimo a i dui upa o u
BMi^^9sao?onret *ri,'m* los de ilcance paravobrcods apara
, tinlo e mais aorado godo 4 Europa e ott % *'
i
ldeiros
Ciliares Ro jer
Electro Sagaalieos Anodinos
Ou Collares Anodinos, para facilitar a den-
tic3o das crlancaa contra aa convuls5eolr
Jas mesmas, a odas collares nos aseuzado |q
fazer qaalquer reconimendacSo, visto a
grande otidade que tem produzido quelles
pail que ot tea applteado em taes circum-
stancias pois nos parece que nao havor um
s pai ou mal que por este raeio n3o quei-
ra por termo a taes soffri montos de seos
filhinhos visto ser um mal que tasto os
mantillos.
RIVAL SgH SEGEHDO
Roa de QQClaoado a. 4, 1 ojo ote
mladezas
DE
Jos BtijoutnriB
le reteofde todas as cotes a 80 rs.
rascif d'agoa Colonia molio saperior tSOO I
Fraseos de o'eo mallo Uno a 509 rs.
Baraihos rranchtesmoitO floos^ 160 rs.
Pecas de tranca tranca de caracol a 60 rs.
Duzla di te-oaraf-peqoenas a. 480 rs.
o d'agua paira (impar denles -600 rs.
s com eolxeteo Traocezes a 40 rs.
i
Redes pretas lisas para segurar cabello a 320 rs.
Duzjs de ppaBtde ac moito Qnas a 60 rs.
Dagella, pois a estes collares acompanka um Caixajtoeiioba do gaz de 30oovoiios a 600 rs.
j -----------
O ARMAZEM DE MOLHADOS
INTITULADO
ituad na Cinco loaas t*. 86.
Toma a subida honra de chamar a attencp dos amantes da economa para o seu
resmas apeadas de eanoa do todo o tamanbo, rodas de espora e angulares, pafoes-ou m iQ[Um^[0 novos e apentoaos genero^
joches para wcaher o caldo, crivos e portas de fornalba, taixas de ferro batido, fundido e v. DAS ^ Amencas mnito se apraz em rec-jber em.Kqualqtter. de. seas pontos o
de cobre, formas de ferro galvanisadas para purgar assaear, bombo-i simples e de repu-^ vj,aao nm>> razendo-lhe as devtdas cortezias em prosa e verso e envidando todos os
cho, alambiques de ferro, eixoserodas de carro, arados, grades, enchadasa cavallo ooij.'S?k^Lpf!?.,i8[ral e Com e mel'm P0isWri1' ^^P^-lhe. sempre rpidae
tres instrumentos de agricultura, moinbos e foroos para fazer farinha e Analmente todo o
objecto de mechanismo de que se costuma precisar.
Na fabrica se azem obras novas a encommenda e concertos, com a maior presteza
e solidez. O grande deposito Ue pecas e objectos habilitam-na muilo para esti fim.
O proprietario ser sempre mui feliz de poder dar informacoes ou esclarecimaato
aos senhores que se servirem de seu prstimo.
D. W. Botoun, logenheiro.

-r
brilhanta carreira.
Abra grita o Baliza
Qem que junto a mim pisa ?
Res;.onde,a?.Deas Aflaerieas Eis-meaqui lindo,Veado,
Ca carcter puro e franco: Como sempre em boa liga,
Sou eu que venbp saudar Saudando-te como ordeno
Ao lindo Voadoficaoco. A lealdade de amigo.
^v
As 0a. Ankerlea. aproveita a oeeas5o para avisar aos seus amaveis fre*
fueaes que o seu grande armazem acba-se prvido de um bello sortimento de especia-
ras proprias.para, as .fastas de Santa Antonio, S. Joao e S. Pedro. Oam como man^eiga
ingieza e raneeaat arBendoas .awtes-e ontros muitos gneros.
As Doos Americas pede %ue, M pouaem o desgosto de seu chefe mandar por
bandeira a meie pao com o pedido tto =6ado 11=
Por menos de 10. e 20, e 30 por cento.
/
DE
AZEVEDO ofc I I OH!>
. RA DA CADES A N. 47
Madapolo do baldo.
Superior madapolSo camiseiro que val 80 a S.
Dito que val 7tf a Sfi.
-.i/' Chita do balo. *
Bonitas chitas cores fixas e panno fino a 3oo e 32o rs, o cubado.
Baldes de cauda.
Os mais modernos oales de arquinhos Snos, que por isto se toraam recommen-
daveis ao bello sexo.
Ceroulas cnticas.
Ceroulas de bramante francezas a 13600.
Camisas de pregas largas que valem 35 a 2-3.
As metas inqlezas do baldo.
Superiores meias c.-nas para homem que valm 9)5 a 70.
Rouva fea do baldo.
Sortimento de calcas, paletos, colletes de brim, panno fino de casimira, tudo por
reco commodo.
O UAJLAO
ode muitos oulros objectos e pqr insignifleantissiraos perros.
DE
Vuaquiai Sinioes dos Santo
23 largo do Terco 23.
O proprietario deste estabelecimento de seceos e moiaados tendo de fazer orna via-
3m, est resolvido a yender por menos de iO a 30 por cento a dinherro; para tsso tem
ato, grande a vantajoso sprtimento -para os amigos do bom e-barato-, que a maior parle
deste, vierara por cont^ para o que faz aoaurcio de alguns eneros, e a vista destes
cegularao os outros mais,
A dmlmro avista
Gaz americano a 8,800 a lata e a 380 rs. \ garrafa.
Toucinho de Lisboa a 240 e 320 rs. a libra, e em barril ba grande abatraento.
Gaf do Rio a 180 e 20 rs. a libra, eern afroba ha grande abatimento.
Qerveja das mais bera acredita las atareoi a o.ooo e 6,ooo rs. a dzia.
inho Figueira da mellvar atarea a 3,500 a caada, e 4S0 rs. a *amfa.
dem de Lisboa a 2,70 1 e 2.8U0 a caada, e a 360 e 400 rs. a garrafa.
Phosforos do gaz a 2,000, rs. a grasa, e a 180 rs. o mago.
Aanteiga fraoceza nova, a 560 rs. a libra, e em barril a 520 rs.
demidem iopleza flor a l.ooo rs. e 800 rs. a libra.
Arroz pilado de Inlia a 110 rs. a libra, e etn arroba 3,400 rs. ou a sacca.
Sab5o massa a 220, 200 e 240 rs. a libra, en caixo ha abatimento.
Papel marca martello a 5,500 rs. a resma e viado 4,000 rs.
Vtnho branco de Lisboa da melbor qualidade a 500 rs. agarrafa.
'Banba de. poico refinada a 010 rs. a liba, a etn parca lera abatimento.
Alin desies ^eneros ba outros muitos que enfadonho menciona-Jos.
O proprietario deste armazem avisa aos seus fregueaes que tem eontas e letras ven-
cidas, o favor deas mandar pagar.
folheto que ensina como se deve applicar, e
vende-se na loja do Gallo Vigilaste, ra
do Crespo a. 74.noJa:pTeco de 4060, 5^
e Wdoo..- .._.__________-w...-
Loja do Gallo Vigilante
DE
Gairaaraes k Freitas
1JA DO^TRESPO N. 7.
Os donos destetkem conhecide estabeleci-
mento, tem a honra de avisar ao respeilavel
foan da- palitos d* segoraog a JO rs.
Lencos de cassa com barra a 100 rs.
.DtWBdOfacas e garios de oabo preto a 3600.
Garrafas de agua Florida verdadeira UOt'O.
Babados do Porto de toda as largaras e todo* cf
preoos: a>
Silabarlos eom estampas para meninos a 330 rs
Memento da roapa de lavar a 100 rs.
Dnzias de meias multo Anas para senhora a 4 00
Agulbas francezas a balao (papel) a 60 rs. .
Pares de sapatos de tranca e tapete a 1*500.
Pecas de fitas de la do todas as cores a SCO rr.
Grozas de botoes de porcelana prateados a iO0{ j
Caizas com alfineites traocezes a 80 rs.
publico, e com especialidades aos seus nu-' ^aixas ^e 10 enveopes moito anos a soo rs.
MOVO ARMAZEM
MOLHADOS
Ra Bireita n, 16.
Esquina 4a travessa 4 Pedro.
VIADO BRINCO
DE
k CRUZ.
TRATAMENTO dod- CHABLE, de PAWS
Medico especial, cnsultacea, 3O, ra Vlvlennc
AVISO
AOS DOENTES. 5^-*.??i-0 doentes me eserefen:
de
1> vs
0 armazem '4 muito novo,
0 geaeroe sao muito novos,
0$ .presos ^lo muito razoaieis,
Para ebamar muit^ fcegueaia.


Os propietarios deste novo e magnifico armazeoa, qd mais perfeito accordo e na
posigj mais respeitosa tem a sabida honra de fazer os seus cumpriraentos ao estimavel
publico desta beroioa provincia a qnem s5o snjnmamente gratos pela amenidade do trato
u-el lente hospitalidade que de todos tem recebido.
DECLAMAD
Destribaida esta oortia laiabeiB.(|aobrigac3o dos mesrps proprietarios fater
uaaas delaragSes indispensaveia para sciencia de teda* M pesaoas. qae sedgnirem
de lr este annancio.
ATTENCAO!!!
No tirme pr,psito do abalar a todol'o veado Branco, correr, por monles
raveswc rios a aado*. ir4 a tddos os pontos da* Duas Ataericas e al se fox
Ventanas, embora corra o risco de sabir tostado, com tanto*
mo a Aguia raaca, tambem faaer sobresahir o seo agrado e slncetidade.
A BOl FE
Tods-os enhores que se digoarem de comprar neste bello wtabeleetmento, desde
o mais sabido em posiejio social at o hur,ild# Ratono oas hootas, ficare c#r%mente
mu sativfeitos e se convencerao de o,ue do Vea3o Oraue, la ftesUlp esneiel de
r a -ceita a liga dos 4MK*anbkifos.
rme nesta conviccSo andar o Veado trne, sem temer pontana dos
iprios eacourscados t i I Mo-tmae o amigo Baliza a sua contioeocia ao Tea do
kJ.
btfca, Copaaita
m tadat ai
fomaioB pia-
to, eapiulai,
eonfeitos, Unho
o estomago mt-
alo ettou carado T Usei e abuaei de um grande Quinero de ujiccaoss. aue BKtaodem
B 4 dus, e eatott anda mais doentea. '" "OT
, HA MAIS 29 AYAOS *
mt aro radicalmente tan recahidas, Corrmeniot, Relaxato do canal, Catarrho &$ btxiga,
rm'aat lemmaei, curando pnmcira a causa Tirulenta inflammatoria d'essas doencat aaiBM
Mat algums minu do mea depcaativo do ianodi para parar essat affeccoes. aeeear ~
canal lhe tornar a dar soa regUez dea para acabar eu exeelente xabapr ao citato bb
rmaao et miuna umxccao. A cura i radical, ai k,>hos para os Oaua braocoa.
aatpo Uatajnento. (F^a-aj a noticia extfcith*.) v wvm """"^
A0.000 DOENTES CURADOS
tWaelr tratamento depuratif* da singue. As hrpet a* mait nveaarada
frwtfM, wlru*, chafa afftctfu matrtai, humore, e todat as doencw w aMerao a
do aaagaa ale curadas en poico tempe por meu zumon sarcaATivo ba aaMin BMaa
efcinha Pommaia airmanau.
i"iot auuuu,
Taja-ae a auneira
en poico tempe por mea xakoi
pillaj navnaATiVAa
morosos freguezes, que acabam de reeeber
um completo sortimento de objectos de mui-
to gesto e de completa novidade oeste mer-
cado e que os tendo recebido eaK&eitura, os
podero vender por menos queoutro qual
qoer. "^^
Seqoissimos loques de oaadreperola
branca.
Requissimos toques de madreperola pret.
Lindos loques de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Leques de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lindos port-bouquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentos e bailes.
Lindos cintos para senhoras ora 8 ellas
e flvellas de differentes qualiades e gosto.
Requissimos eofeites com coqoes e sem.
elle.
Luvas dejouvin. inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Luvas de seda. So da escocia, algodo e de
outras qualidades para senbora e homem.
Lindas trancas pretas e de cores c >m ve-
drilho e sem elle, assim como lindisslmas
guarnicoes para enfeitar basquines e botoes
para os mesmos.
Lindas touqninhas e sapatinhos ricamen-
te enieitados proprios para baptizados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Bengaltinha para meninos.
Linios pentes de tartaruga, mas3a e outras
muitas qualidades.
Muito boas escobas para deutes, chapeos-
roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes.
Superior liohas para crochet.
Agualhas para o mesmo fim.
Lindos agulheiros e dedar de madrepero-
la emarfim, assim como de metal.
Lindas guarnices de botoes, para colets,
punhos e colerinhos.
Ricas capellas para noivaa.
Meias de seda para senhoras.
Superior thesouras para unhas, costura,
cortar cabello, etc., etc.
- Finas navalhas cabo de tartaruga, marfim
e outras qualidades.
Suspensorios de seda para homem.
Ditos de algodo para homem e meninos.
Requissimas caixas com msica contendo
| o Decessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Requissimos livrinhos para missa.
Lindos indispensaveis para meninas das
escolas.
Finos aderecos pretos para luto.
Grande sortimento de finas perfumaras
dos melhores fabricantes at hoje conhe-
cidos.
E muitos cutros objectos que impossivel
seria menciona-es e que se encontrarlo na
loja do Vigilante, roa do Crespo n. 7.
Resma de papel de peso branco liso a 2.
Frasco com superior lista a WO rs
Grosas de pbosphoros de gaz a 2JO00
Pares de botdes da punta moito besitos 80
Liabas n earto de 100 jar*sa MO.
7rm **p8ri(>r "Oh*dff|aacoaa 60 novaHo
Tobera para meninos a 240 ra.
asso a superlere granfpw a*0ts>
brosas de peooas de ac muito finas a 320 rs.
Boaets par* meolore a i*.
Pentes com costa de metal a 400 rs.
ftialejos para meniDos a 100 rs.
TERDADEIRO LE ROY
Deposito na pbarmacia
C. em Pemambnco.
trlM,k.7 n.,iaj- ':r*
di .'. III rj:i,.. v>-
bltl'jr,. :,r,:l.v,|
^ SO .U->. .>,' .
doJj:.! ::> i r Aa
de P. Maurer e
XAROPE DEPURATIVO
Vende-se na plLiKinacia^lelP. Mauper 4^C, nitfcva.
__*
I
d
f Al KANTK BE eBN4X'NM M KREJ4
i
Ba do Imperador N. 23,
. Defroutee S. Fr ncisco, p amlar.
Acaba de reeeber de Peris um rieo. sortimento de ornamentos e objectos de
bronze, prateados e dourados, proprios de igrej3$ e capellas, taes que : caaaelabros,
CALLOS
PomadaGalopeanpara a extracto e cura r-
pida e completa dos' callos duros,sem a menor dor,
vende se na
phai-maeia e drogara
M
Bartholoamon & Coaapanhla.
34-BBA LABOADO BOSARIO-34
nico deposito.
Collares Royer magnticos
Medathas e pulseiras magnticas.
A Aguia Braaca receben nova remessa dos pro-
veUosos collares Roytir magnetici, js sommameu-
te conbeeldos para preservar as coavulsoes o faci-
litar a dentiQo das crianga?.
Com esses alis collares elctricos magnticos
tambem nao pequ^u^4pBjaMirtlia*Qe medalbas
e pulseiras elWtnca! magoeticas cuja utilidade
tem sido aproveitada por quem soffre do nervoso
bypocoodico, tremores oas mos etc.
Assim como os collares Royer estn geralmente
pohecidos e acreditados pelos ef&cazes efleitos e
ons resultados qa tem eetotdo as pesfioas qae
delles tem asado ; assim Ua*em ebegaram a ga-
nbar to alta reputatoessas-apreciaveis medalbas
e palseiras magnticas, um* yaz que o aso dells
fr se esiendendo a todos qae deltas necessitem. A
Aguia Branca con.iniia a reeeber/por todos os va-
pores traocezes urna determinada qontidade des-
ses sempre preciso, e estimados collares Royer
magnticos e por isso fique na lembranca de todos
que os acharo constantemente em dita lo]a da
Aguia Branca, roa do Qaelmado n. 8.
DE CASCA DE LARANJAS AMARGAS
COM IODURETO DE P0TASS10
DE ,
* P. Laroze.
pharmacputlco era Pars
Oioduretodepotassio um verdadeiro al-
terante, um depurador de incontestavel effi-
cacia; combinado com o xarope de casca de
laranjas i margas, aturado sem pertubacao
aguma pelos temperamentos os mais fracos,
sem alterar as funecoes do estomago. As do-
se- mathematicas que elle contem permittem
aos mdicos de receital-o para todas as cr m-
pleices, as affeccoes escrofulosas, tubercu-
"osas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'isso, o agente o
mais poderoso contra as doencas rheumaticas.
Deposito em todas as pharmacias e casas de
drogaras no Brasil.
Expedicoes, em casa de J. P. Laroze ru
des Lions-St-PauJ, 1, Paris.
A' venda na pharmacia de P. Maurer &.
C, ra Nova n. 25.
Rotondas
Vendem-se rotondas de fil
ment n. 26, a 20O0.
na ra do Livra,
DEPURATIFI
i.. SANG
Xarope e pasta de Sei
no
Ufa
r 1
C38ticaesyefstodias, ufrblos, lampadas
precos ie0fs gneros &3. ceinaodos, e del
'uzes de diversos gostos
Bm ser aproveitados.
e tamanhos. Os
iraaeo.
<1
0 6EB.iL.
mmvtfFlwgstali&eMbda fabrica a vapor da
potwacaQ $o Monteiro
o. 26' (]oca 22 de Nevembro i. %
O dbvo proprietario deste grande estabatocimente corwWla ao tespeitavel publico,
que se acha de novo iuDCciooaodo fabricado Monteiro, e qo na Bstabelecitnento cima
encontrarao sempre um sortimento de assorar crystaliaado ea> pans e ralado que se ven-
der nao s a varejo (isto e meta arroba para oiaw) como por atacado para fra da
provincia.
Pin he Ir martimo
m
t
PreparacSea mol preconisadas pelos sabiosimedi-
eos de Paris, com as melnores at boje dlseoberta:
para a cura certa de todas as molestias do peito,
bronebites agudos e chronicos, astbma e ainda dat
affeccSes das vas urinarias.
DEPOSITO ESPBCIAL
34Raa larga da Raaario34
Pharmacia de BartheUmcjH at C.
Batatas a 800 rs. o i^o
em libras a 40 rs., azeltooas novas a 800 rs. a ao-
coreta : a' raa das Crines, armazn da porta
larga a. U.A
No trapiche bar
do Mallos n. 15, vende-se saceos com farinha de
maodlea de moito superior qualidade e preco
moito commodo, qae a vista da (alenda oinjuem
den ira de comprar
Pauis, 36, Ra Vivienne. l>
CHABLE MDECINSPCIAL
DAS ENFEEMIDADAS DES SEXLAKS, AS AI1EC-
S CUTAWBAS, E ALTERA-COKS DO SANGUE.
10,000 curas daa impingens.
Muas, herpes, sarna,
comtxoes, aertmonia, e at-
lercoes,vitiosas dosanguei
_ i'irtM, e alUfacoes do san
gue- (Xarope vegeUI sem mercurio). D< vecetae* BAituos MiMniia tomao-se dous
por semana, segnindo o tractamento Depurativo:
pregado as mesmas molestias.
Este XaropeCitractode ferro
de CHABLE, cara immedia-
tameotequalquerpuroacao.
relaxacao, e debilidade,
_ igualmente os fluxos e ora
orticas das mulheres.Esta injeccao benigna eat-
prega-ce coa o Xarope de Curado de Ferro]
HeaaamhlM. Pomada qae u cora em tres diaa.
POMADA ANTIHERPETICA
Centra: as a/fcc.o#* cutnea* e cotnixoes.
^4^2 VEGETAES DEPURATIVAS
Sl*.""*' ""^tnMt *! aceomsabado de aa
COPAHU
AVISO AOS SRS. MDICOS.
Sirop du
orFORGET
Cnrm caiarrhot, lotttt
r cequthuku, hraces
Hirvotas tu doi bro*-
chioi i lodo ai doencas
do peito: basta ao doenta
urna colhe rchdea deste xarope D* Foai et.
Dr. CH AJBLK em Paria, raa Vlvleue, *.
A venda na pharmacia de P. Maurer
e C, em Pejrnambuco.
m
gaz m
Porster 4
lamento de gaz d
em partidas 4
qne m outr* qaal
Chegou ao antigo deposito
C, ra do Imperador,
primeira qoalldade,oj
iraulhoper
nnf_ ___
aaaioea saaariar.
Tasso Irmaoa, oa no trapiche Ba-
Trajaento no Forte do Matitps."
Farello novo a 4*400^*
em saceos grandes: itr lo n, 4,
1
'ILEGVEL


S
fttarto de Perajuabiiec Fer^a frlra S 7.
Imedta 4a Dr. 4, C. ijw,
a Uiivcrtidrie de p
llrset* coipos
rl
rlIkadcA]
toral d
i
l
aw
talaa-pxr-
Mlitlaa afefliarrr**
0 aposito central para, a proviotii
Pernambooo, Alagoas, Paraayba e IOn
Grande do Norte, destea remedios rao fa-
voravelmente cefohecidos e acol&idr.s em
(odas as partes da America do Sol do
Norte, acha*ee en caale Thd ebria-
tlanaea, 16 ras do Trapiche en
Peroaofthueo.
Os prscoe de fcj
33$ por doa de estrado de salsa-parrllha.
S7) por dnza de petterat de cereja.
27# per duzia de remedio para sez3e*i.
1& per duzia de plalas catharticas
se entendem k dinheiro vista, tm
o descont de 5 por ceoto em qoantidadei
de 6 a 12 duzias, e de. 10 por cento em
quantidades superiores a i2d\as.
\*m m mwm%
GRANDE SRHMEN0
DE
Ac de Milao
HA
LOJA E ARMA2E1*
DO
Boa 4a taperalrU u. 6h
BE
GUkWLA a* SILVA.
Joaquim de AlmeilEf ino
En
A jai abeba
extracto aleoollco,
Afm do grande sortimento das melbores machinas, americanas para descarroca
algodo, de le, ii, 14,14, 4% 80* ti, 3, 33, 40 e SO, oeste esabelecimento a
encontra mais o segumte:
Azeite de espermacete propria para machi-
nas.
Vapores de for^a (te 3 a 4 cvanos.
Serras avulsas para machinas.
Mancaese todos osmas pertences para a
mesmas.
tro, oleo, tlotnra, pilulia,
Carros de mSo para aterro.
Cylindro para padarias.
Debulhadores para milho.
Arados anericanas.
Carriahos proprioa para armazeds.
xarope e
A jurubeba uma das substancias med- Mojnos pira Yefina"c3o.
eamentosas que perteocem ao reino vegev dem para milho.
tal, e pertence a clsse dos tateos e desobs- Escadas de uiadeira americanas,
truentes, sendo empregada com vantagem
contra as febres intermitentes acompauhadas
de eogo gtomento de ligado e de baco. Ella
tem sido applicada1 conr mcontestavel pro-
veito contra a anemia on chlorose, e hydro-
phesia, catharro da bexiga, e mesmo para
combater a menstruaco difikil, resallante
da mesma anemia ou chlorose.
iepesiles geraea
Em Pernambuca, roa larga to Rosario
n. 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
Dourado, Rio Grande do Sat, em casa dos
Srs, Cas cao & C, Macei, pharmacia do Sr
Glaudino, no Havre, pharmacia de Mr. Ma<
rical, em Lisboa, oa pharmacia dceSr. Feij. i
Calzas com vidro sortido?.
de todas as qualidades.
Bombas de japyz.
rdem americanas.
Ferros para engommar a vapor.
Yassouras americanas.
Baldes americanos para1 compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas davergtiraba.
Guarda comidas.
Peneiras d'arame para padarias e refinatfJes'
Correntes para ahftaojarra.
Machados e fatoes americanos.
Barricas com mimo braooo americano.
Os propietariosdeste grande eUabelftcimento acabam dereceber da Europa nm
grande sortimento das aminores fazeadas de rea, linho, algodiu eseda, asqaaes vendem
por areooa baraasiaeg&aitai de apararem dinheiro, dando de todas ellas amostras,
deixaodo flear om ponhSpBhMBdam-nas-levar em casa das Exma6. familias peles seus
cai&eros, assim coma as peaMeteatte aegociam em pequea escala, nesteestabelecimen-
to comprarlo pelos mesmos presea, qae se compran as casas ioglezas, ganhaado-.se
apenca o descont:
naa do Crespo
Imperador
Casimiras prelas eufe&laias a i Goo.
Na loja do Pavo vndese superior casemira
entestada preta para'c|cas e-j fetos pelo barato
ptrt;o aVlJ6W o covatto 'fa 2900cada c rte
de calca, dita muito mais fina, covado a.2#2O0
o o oort a 3#5QO, ditas ramio floas seto- serero
euesudas a 1^808,. 2*000 e 2*300 cada covado :
oa loja e armazem do Pavo na roa da Imperalriz
n. 60 de Gama & SiWa-. *
As easemiras do PavSo corte a 30500.
Vendenvw bonitos corte ecaseoHras de cores
escuras proprios pira o tempo de-ioveroo, peto
baralo prego de 35O0, ou o covado a 2*000, sen- '
no enfestadas, assim como bonitas, meias easemi-
ras escoras com msela de seda s 640 rs. o covado,
ou WW-ff corte* d ealfca, swid {enda at-rcaito
propr-ia pina os maoifco> qne freqoeulam a escola,
ish% ea loja. e armaiem -dr P"iua.ruat,(> Impa-Ua,
ralnt o. GOrde Gama & Silva.
Celezias para salas
s na loja do pavo.
Veodem-se pecas oVcelezh de lgodao, sendo'
BCbamalotada e mallo propria para salas- oo outra
qualqaer especie de roupa LraDca, pelo tralo pre-
go da 4010 rs. a peca oom 10 varas, ou retalba-se
a 440 rs. a vara : na loja e armazem do Pavau|
roa d Irr.peratrhrn. 60. de Gjma & Silva.
SAA5 ECONMICAS |k, :i*200.'
$* na loja da-s'avao.
j CbegQ um- grande sortlmenio destas novas saia
escoras propria para lempo de inverna por evita-
ren] qoe as saias brancas com que um.. enhura
Para camas de nolvas.
Vende o Pavao.
Ricos cortinados bordados a 8*000, 10*. 16*,
20* e 23* o par assim como os mesmos tambem
servem para jaoelias; ditos adamascados a 10* e
12*; bonitas pecas de cassas adamascadas para o
mesmo efella; bonitos damascos de laa.de uma
e duas larguras, proprios para eolebas, assim oo-
mo bonitas colchas d croch : la|>> Iste se vend
mais baraUt do que em autra qnalqoer parte, na
loj.do Pavo,. ra da Imperalnz m 60, de Gama
& Silva.
Casias decora 2o rs.
Vecde-se nm bonito sortimento de cassas de
eflres, pelos baratlssimos precos de 240, 280 e
320 rs o oovado, assim como nm bonito sorti-
Nos rameos de Tasso Imiot, em < uobetts de
! 4 arrota.
Koee de golaaa.
De boa qoalidade em latas receido da dous en-
gentos onde se fabrica coa perfeicio, e os apre-
ciadores do bom doce, assim como aqaellas que
compran para negecio, encontrara nm bom aorti-
menio do dito doce: ni rna da Cadeia do Recite
n. W, primeiro adar.
rande u*aiazem de fifi*
tas medicamentos et.
Ra do Imperador n, 21
Prodnctos chimicos e pbarma-
ceuticos os mais empregadns. em
medicina..
. Tintas para todo o genero de pin-
tora e para tinturan a.
Prodnctos industriaos e tintas
para flores, como botos de fiares
e modelos em gesso para imitar
fructaa e passaros com o 'compe-
ten te desenho.
Productos chimicos e mdustnaes
para pootograpa, linuraria, pin-
at tura, pgfeptecnia etc.
,. Montaao em grande escala e sup-
: pridarectamente de" Pars; Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena m,
ment decassasfrancezas com listas largas a 800 .^.confianca e satisfajr qualaaer*1 en- M
ts^a va.a,.Bniiiimo organdys masadosi a i*,naKtt n~.___j ._____. -
toja e armazem do Pavao, roa da mperalrjz o.M commePda a grOSSO^trato O arat> 3
60, de Gama VSilva. e P01" Preco COfflmodo.
Vendem-se bonitos cortes de' organdy I ^BKSt SBL^-SWSSaScSI
sendo com listras todas bratcas oo com lis-J McttltG?a ba6atft'
tras de cores tendo oito varas cada corte, ,ogleta a lJtWd, 800 e 640 rs., e de temP,ro
peto barat'J preco de 4fi, pecbmcha : na 320 rs., franceza a.640 e 480 rs., sabao a 200 rs. a
loja e armazem de Pavito ca di Imperatriz &ra : Da ruadas Crozes o. ii.
n. 60 de Gima e Silva.
Chitas-a 200 2O rs.
Vendem-se chitas inglesas d cores fixas .
petobaTato preco de 20 e 240 rs. o cova-
do : na loja e armazem do Pavo ra da
.
K

No armazem Sant>s CoelkorruGL do Qut-
mado n 19.
Bom barato
Cambraia de cores mateadas ftttsamas a
800 a vara.
dem brancas transparente finas de 4&
U, 6?, 7jj, W e 80500 a peca.
Balesde arcos para senhora a 2|JRJOO.
dem de arcos de cores a 3)5500.
dem de arcos brancos nesgados a 3#- e
3^500.
dL dem de mursuhna a 5<5.
dem de mursolina para meninas a3)Je
3,5500.
dem de arcos para meninas 1*600 ei 2*. ^ommendl-se r
Cambraia de salpicos branca a 40500 a rjovidade-.
peca com 8 1/2 varas.
dem admascada para cortinado a 12# a
peca com 20 varas.
dem para forro a 33 a peca com 10 jar-
das.
Reondes de Sl a 6*.
thaies de fil a 5*.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
20 6,23500 a duzia.
Lengos de cassa finissimos a 30200 e
3560 j a dazia.
Cambraia de linho muito fina de' 60 e 90 a
esquina
DE
Custodio.Jos" AlvesGuimarSe.
renao receido em direilura pelo vapor francez Estretnadnre, om variadissimo vae coroposia nao se soje de lama ao mesmo tem
sortimento de fazendas finas e da ultima moda em Pars, e aproximando-se as festas de p sSo maiI bonita* por trem Hndss barras como- imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
1 Joao, S. Pedro e Sant'Anna, por isso apressa-se em vir convidar o respeitatel publico, sbe"f9 SSXI&^TiiCfamua m elas "olezas* a 50 OO a
ecnm asnecialtdadA os nnniAm fr^ezes, que venham vc-r o que ha de mais }"$Z Joa daSpSrfi; nVw&ma&sf dmfa.
t iva. Yendemise meiasingezas parahomem a
Ditas de algodo de dlffrente* qualida-! ESBaEtIliOS. 50000 a duzia, ditas para seahora a 40000 :
des epreoo pacahememi senhora ecriancasJ v^iBmw-jBaAa^eipatiilhoa fraeezei e|Da ^ e armazem do PavS?,: ^ ra da
e armazem do Pavao, .na roa da Imperatriz n. 60 de Gama e Sllvai
e com especiahdade aos seos numerosos fregueses,
moderno neste mercado. Como sejam:
Riquissimos cortes de seda para vestido
a 500, 600,703, 800, o 900.
Lindos cortes de feuiard de seda, pelos
baratissimes precos ie 253, 300 e 350.
Cortes de blJnd.paranoiva, trazendo cada
corte saias de setim* capaila-e veo.
DRos'de dito com pequeo toque-a 400:
e
Moireantique braaco, azul e preto.
Seda branca para vestidos deaoim.
Grosd-napoles de todas as cores.
Riquissimas ba^qoiaes dfe seda prela, bor-
dadas com gosto.
Lindos cortes de l Gom barra e de ulti-
ma moda' tendo cada corte- o seu fignrno.
Riquissimos cortes de mita, la com lis-
tas de seda para vestido, esta fazenda- re-
por ser inteiramente
Dit< da mesmaquatidadepormem pecas.
Reqoissimo transparente de seda para ves-
tido de senhorastambem novidade.
Riquissimas gravatinhas para senbora.
Ditos cortes de barege e d laa para ves-
tido.
Escravos fn?idfs
'


I
.
al
vara. '
Madapoloes finos de 70, 80,90,100,110
e 120 a peca.
dem eiOstado muito fino a 90 a peea
un 20 varas.
Platllha de algoiKo superior fazenda para
saias a 30200 a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas da India, muito g;aude
a 20600,
Lences de hambargo fino a 20400.
dem de bramante a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesan
40500.
Guardanapos de linbo adamascados a...
30500 a duzia.
Atualhado adamascado cota 7 1/2.palmos
de largura a 20-a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 30 a vara.
dem trangado de algodo a 10500 a vara.
Algodo eofestado com a mesma largura
a 10100 a vara.
Toalhas alcochoadasdlinho a 110 a duzia.
dem coa pello a 130 e 140 a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 900 a vara.
Grosdeoapla preto superior de 10800,
20 e 2*500 covado.
Morantiqoe preto superior a 20800 o co"
vado.
Flanella de todas as cores a 800 o covado.
dem branca a 600 o covado.
Bramante de hoto cowlO palmo* de lar-
gura a 20500 a vara.
dem de linho com 5 palmos1 a 10200 a
vara.
dem de linbo com 3 1/2 palmo a 800 a
vara.
Assim como oatras multas fazendas que
ae vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de tudo ______
Boias
Vende-se na fundico da Aurora em Santo
ro, 2 boias de foiba de ferro de 3(8
ora, com fondo semisphterico e attaf
ico, tendo 15 1(2 palmos de alto e 6 3[4'
tos de dimetro com olbaes manilhas e 2
fralas de ferro faadido para amarrado, etc
Agua mineral
ferrngnsa, acidulada, gazoza e carblica
OKK//.A.
O nso d'agoa de Orezza mu particularmente
feeommendado pela escola de medicina de Pars,
para todas a affec^oes do tabo digestivo, ingorgita-
mento das viceras abdominaes, e feralmente todas
as molestias provenientes de fraqnexa orgnica, oo
pobreza de sangae. ,
DEPOSITO ESPECIAL
|34Raa lar ja da RnarieII
Pharmacia de KatUlomro dk\C.
I
Lindas chapellinas de seda para senhoras.
Ditas ditas de dita para meninas.
Chapeos de palba para senhoras.
Riquissimos chapos de sol parsitas.
Requissimos enfeites com coque esacata-
inleiramente novidado.
Riquissimos loques de madreperola.
Dito ditos de sndalo.
Lnvasde Jonvin preta, branca e de cores.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Riquissimos manteletes de odres, inteira-
mente novidade.
I
Riquissimos cintos para senhoras.
Riquissimas fivellas para cilos.
Riquissimas" cobertas de ponto decrouhet
Meias d laias pata padres.
Ditas de 15a para padres;
Ditas de seda para senhoras.
Ditas de dita para creancas
Linas de todas as qualidades.
Madapollo franceeo que- de melhor
no mercado.
Organdy braaco comlistas.
DK de uma c&r e com- lita da mes
ma cor.
Chapeos de seda para fromem.
Ditos de phaotasia para homeau
Casemira prela multo fina.
Ditas de cores inteiramente novidades.
Chapeos de sol oom lindos casoes.
Toalhas de labyrintho muito ricas.
Ricas frnhas da labyrinto.
Riquissimos lengos de dit i
Rendas, bicos da trra e gr: ps ">ara lencos.
lima reqoissima toailia to bynntho o que ha de melhoi : s's genero.
Peilos de linbo bordados para camisas de
noivos.
Coiiarinlios do linho. inteiraaMOte novi-
dade.
Punhos-e gliiohas para seuhera.
Riquissimas saias bordadas.
Riquissimas camisinbas parasenhfa.
Cassas muito finas e inteiramente novida-
des. .
Riquissimos veos e martas de blond.
Ditos chales de toquim.
, Fil de linho, liso e de salpicos.
Fil de seda, dito-e d& ditos.
Espartilhos para oeohora inteiramente m>
vidade.
Litdos baloe de la para senbora,
Ditos de dia para meninas.
Ditos de muculins para senhora.
Riquksimas vestimentas para haptisados
Inglezes na loja
Imneratriz n. 60. de Gama &.Sitia.
PANNOS" DE CHROCHE"..
Vende-se um grande sortimento dos mais boni-
tos pannos d'cbrodiV proprios para cadiras.'so-
piw, radei ras de balando, para aliviadas e para
cobrir prsenles; e vendem-se por precos baratos
na loja e armazem do Pavo, roa da; Imperatriz,
n. 60, de Gama & Silva.
FAZENOAS PARA LUTO:
Loja do Pavo.
Vne-se setfm da'China preto sendo nma ta-
tenda molto leve t sem tnstro com -6 palmos de
largara proprlo para vestidos e roopaspsra'ho-
mem pto barata preco d 2^000 o eovado meri-
no preto entestado atotto boma tlit)0, superiores
bombazinas pretas a 1,8600, 1 800 e 2000 rs. o
erta" do-lar---! ovado, superior cantad a l^OO, lanzfnba preta
lisa aUO eSUOrs. o covadu,- nm grande sorti-
arento de alpacas e princesas prelas que se ven-
dem mais barato que em outra qnalqoer parte, na
loja e armazem- do Pvao; roa da Imperatriz, n
60,e di3a Bramante detnho.
Chales baratos
bW, 3#>0, 6 e 70000.
Vendem-se chales de merino estampados
a 2.->, ditos lisos a 3^500, ditos estampados
finos a 50500, 60, 60500, ditos crepon
com listras de -seda a 70500 e 800O,
pechincha : na loja e armazem do Pavo
. ruu da Imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
As 10 mil varas de cambraias
Covado $00 rs. vara 500 rs.
S o Puvio
Vendem-se'finissim cambraias france-
; zas com listra miuda e graudas e -com
i lindos deseohos de flores e palmas, sendo
todas com as cores mais modernas e mais
, lindas que 4em vindo ao mercado, pelo ba-
j rato preco de 300 rs. o covado ou a 500 a
; vara, grande pechincha altendendo a
; grande por#So que tem, sen3o seria para
Vende-se superior bramante de linho eom dea j muito maisdinbeiro : isto na loja e armazem
palmos de largura pelos baratos precos de 2^400, do Pavao, ra da imperatriz 0. 60 de Gama
jJOO e 2g0 a vara, superior panno de linho Si|vi.
prupr para lences, toalhas e sereulas, pe-', -,wa= .a. .i ^
lo tartto prego deW 700 e 800 rs. a vara, pe- ^"l** de *ea* *$\ .
as d Hamburgo d8'linho mallo snpenora Of, Vendern-e bonitos chales preos de rend- che-
li e 12$, algodozioho intestado liso muito eu- Bados ltimamente pelo barato prego de 4 : na
cornado proprio para lenges a vari a !, dita en-, loa e arm"^m do Pavao>roa da Imperairlz d. 6t
trancado mato superior faieml com a mesma "e Gama & Silva.
Votos vos!idos a 6^000.
contende, chapeoskiho, sapaUnho, meiasinba res fies em votta, tanto proprio para bomens co
e cansisiBha ricamfite bordadas.-
Cteiror borda dos muito finos.
m riG lengol de labyrho, proprio para
oasaraeaio.
Cbitas, eambraias, madapoloes e muitos
outros objectos, qne se dea' de mencionar.
Madapolo pechincha a U
Veadem-se pecas de madapol5o sendo fa-
Odenodeste mp'ortaotissimo estabelecimento contina nos proposito de que- zenda muito superior com 24 jardaa-cada
rer vender muito e ganhar pouco, para o que sugeita-se a ganhar nicamente o descont.- peca pelo barato preco de 60,- dito multo
' dais soperior a 60^00 ej, assim como ^0,10. 2 junio ao Gabinete Portoge*
dito Qnissimo a 80, e grande pechincha: na
largura a IJiOO a vata.-assim como mais uma n
finidade de fazendas brancas que se vendem mais
baratas qne em outra qualquer parle s com o tira
de apurar diateiro, na loja e armazem do Pavo,'
ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Lencos brancos
a 2#ooo/20oo e 302oo. 1
Vende-se um grande portlmeno de lenco* de
cambraia branca pelos baratos preco; de '008 e
2J600 a dnzta, assim'como ditos eom listado c-
mo para meninos, que se vendem pelo barato
prego de 3&200 duzia, diles grandes de cassa li-
za qce se vendem a 500 rs. cada um, na' loja e
armazem do Pavo, roa da Imperatrlc n. 60, de
Gama <& Silva.
Na Ipja do Papio.
Cbegaram os mais modernoa* e bonitos cortes
de organdys para vestidos, tendo 10 varas c da
corte, sendo 7 varas listadas para saias e 3 varas
sem listas, mas com enfeite para o carpo (oa ca-
saquinho) garante se neste genero ser o alais mo-
derno qne tem viudo ao mercado, tendo entre el-
Jes muitos brancos com listas e enfeites pretos, e
vendem-se pelo brato prego de 6, nicamente
no armazem do Pavo rna aa Imperatriz n. 60, de
Gaa & Silva.
VENDE-SE
Motoresamericanos para donscavador.
Dito dilo para qaatro cavallos.
Machinas para descarogar algodo de li, 16,
18,10. 30, 33 e 40 serras.
Prencas para enfardar algodo fazeodo- os sac-
eos com 6 palmos de corapriraento com o peso de
150 e 200 libras, vindas ltimamente da America
no armazem de Henry Forster & C, ne cae Pe-
Louren^o Pereira M^udes Guimaraes.
200; 250, do ultimo gosto :
ovamente ebegada botas rnssianas, perneras
las perneiras da melhor qoalidade que temos
o : no armazem do vapor rna Nova n. 7.
a 800 rs.
landega.
Arntosm novas
no armazem do Aonea, dafronte da al-
Proprietario das lojas e armazens da
Arara, ra da imperatriz
ns.5ee'72.
Tendo recebido pelos ltimos vapores da
Earopa diversas qualidades de fazendas do
que faz ver ao respeitavel publico,- vende
barato s aflm de apurar dinheiro* como
nenhum outro.
Atten$ao.
Chitas TBr>w rliiwjll.
Veadem-se chitas em retalho a 160 rs.1 o
covado.
Ditas em peca a 200 ra. o covado: roa
da Imperatriz'dojas da Arara na;- 56 e 72.
Panno preto fino a 10600.
VeBde-se- panno fino preio para calca e*
palitota a 106OO> 20, 20500 e 30000 o co-
vado, cortes de?casimra 30, 30SOO e 40fJOO! ruada Impertir!* lojas
da Arara, ns. 56 e 72.
MOgAMfelQtfE A'MOUs.
Vnde-se uma nova fazenda com palmas
de seda por> nome mocambiqoe para vesti-
dos de senbora a 400 rs. o covado: roa da
IiBfratriz lofs os; SQ e '72.
Baldes 20000.
Vende-se baloe*.-de arcos do todos os ta-
maabos a 20, 30 e 305O: raa da empera-
triz lojas da Arara n. 56 e 72.
- Laazinhas a 200 o covado.
Vende-se laasinbaa para vestidos de se
nbora a 200, 240, 280, 320,' 400 rs. o co-
vado : s na roa da Imperttfii n*v W e
72.
Chitas franeezas finas a 240.
Vende-ee cbrtai franeeeas largas- a 240,
280 e 320 o covado: roa d Ittperatfit
lojts da Arara a. 56 e 72.
Chales de merm a 20ooo.
Vende-se chales- de mirin estampados a
20, 20500; ditos de 15a a '10000, ditos de
phantasia a 10000: roa da Imperatriz lojas
da Arara o, 56 e 72.
Basquinas a 140000.
VeDde-se basquinas oo caaaqafabo* de
GrosdenapoJeg pretfo para senhora a 140,
roa
T
160, 180,
da Imperatriz ns. 56 e 72.
Madapollo de 24 ardas a 40000.
Vende-se pecas de madapolo com.24 jar-
das a 40, 5'0; 6& 70, 80 e 100000: por
estes precos s na Arara ns. 56 e 72.
Algodosinho a 30 a-peca. g
Vende-se pecade algodSosinho a 30,4*
50,60 e 70OW'omais barate qne se pode
vender: na ra da Imperatfz ns. 56 e Ti'-
Cotim e castor para calcas a 800 o
corte;
Vende-se corles d"cotim*-e castor parr*
calcas de hornern a'800 e 10, ditos d bfm a
1028ttfltfl4pO, ditos da#rim pardo liso a
10200 e<10400: rtra-dalmoeratrii lojas da
Arara ns. 56 e-72.
Bareje comlistas a 32o.
Vende-se bareje com listas para vestidos
de senhora a 280 e 320 ocovadow
Kashiha escocesa a 280."
Vende-se laasinhas escocezas para Vestidos
de-senhora a 280, 320 e 400 o covado: ra
da Imperatriz loja e armaaem da Arara- ns.
Sflf'eTt:
Roupa feita" nacionU
Vende-se palitts de panno fino, saceos
fraeues, a 50, 60, 80. e 100; ditos da
casimira de cores a 40, 50, 60, 80 e-100^,
coletos d casimira 'a 30; 30500; calcas de
brim pjardo a 10600, 20';.ditas brancas de
linho-a 30500 e 40; ceroulas.a 10, 10600
e20-, calcas de castor a 10t*8a e 10*00.
PaHtots de alpaca branca e--d coreB-a 40;
40500, e pretos a 30, 30500 e 40; Palitts
de brim a 20, 20500: roa da Imperatriz
DSt 50 0-72-,,
Cobertas de- caita di Atar*.
Vende-se cobertas d chita a 10800, 20,
20500; ditos de. damasco a 40; ditos de
fastio a 6000*500-: ra da Im^ecattia la-
jas da Arara< os 515 e 72.
Veode-sebramadtes paralehlJoS'a,20!W:
e 208ft o covado; e aitos ootros objectos
qtre seria enfadoabo mencionar.
Roa da Imperatriz ns. 56 e 72,
A
loja e armazem do Pavao raa da Imperatriz
o 60 de Gama VSifoai
- As chitas baratas
Rtiaj* da PYva 24^, 28, 320 e
360 rs.
Vendem-se uma grande porcSo de chitas
finissims com' pequeo toque de mofo, ten-
dmiudiohas e gradasy que^a. vendem pelo
barato preco de 280 rs o cbVado, sendo fa-
zenda que val muito mais dinheiro, ditas lar-
gas e escuras sem defeito a'2t0 rs. o cova-
do, ditas preclaras escuras e alegres a 30? e
360 rs., tudo isto pechincha na loja e ar-
mazem do PavSo: ra da Imperatriz n. 60
de Gama A Silva.
i .i <
VENDE-SE
Parti caigas
Vendem-se meia casemira muito encorpa
da e escora pelo batato preco de 320 reis o
covd dt a l'0i26vreis' corte decalca,
sendo fazenda propria' para caifas, paletose
coletea, grande pechincha na lbj e arma-
zn do Pav, roa da Imperatriz n. 60; d&
Gamd & Silva.
Caitas petas al 60 e 200 rs.
Vadem-se chitas pretas inglezas com sal-
piqainhos a 2C rs. o covado,1 ditas lizas a
160 rs., no armazem do ft.vSo: roa da Im-
peratriz, a. 60, de Gama & Silva.
AtMlnado,
Veade-ae soperior aloalhado et algodo
mascado sa olio palmos de largura, vara
dito trancado stm ser adamascado Vara a 1
dito so^eHor de Itabo adamascado vara 2080*
30, gnardanapes de-linho cr qne saa> os mais
econmico* a 3 a dazia, ja loja e armazem do,
Pavao, rPA.da Imperatriz d W, de .Gjtm& &,SU*V
Chitas mm b
afba^rS.i%*l%V
Pavo, ^
Vendo-ae uma grande porco de chitas
fraacezas com muitos bonitos deseohos, pelo
barato prco da 280 rs. o, covado, por ter
um peqaeno toque de mofo, sendo decores.
segaras e..garant4o-se que sollam o mofo
logo que se lavem e a nao terem este pequeo
dafeite seria para 400 ra. o covado, esta
peebtaeba acha-se nicamente na loja ear-
mazenv-do Pavao : ra d* Imperatriz n,. 60,
de Gama & Silva,
cerveja de soperior quahdade em barris grandes e
peqaenos : a roa da Senzala Novan. 42.
Qrajide reducQ^b
NOS PRECOS Dki
Preparages
Laminan & Kemp
Salsa parrilha de Bristol dazia 330.
Agua Florida de Murray & Lanman 10.
Anacabaita peitoral de Kemp 220.
En qoanto a agua florida preciso a maior cn-
tela contra as falsi6cac5e3 trauiulenlas francezas :
as verdadeiras preparacfei se vendem no nico
depo.-ito ra do Trapiche o. 8.
XAROPE FERRUGINOSO
DK X^SCAS B LAHANJAS E CASSIA AMAGA
Com iodureto de ferro inaltertvel-
De J. P. Laroare, pharmaceutlco
ete Pars
E soi) a forma liquida que mais facffmnte
J se assemetha o ferro, e isto sem preduzir
portOTbac?o alguma; 'esta forma; tamben,'1
preferivel s pilulas-epastilbasiem todos
os casos em que s3o prescriptos os ferrugi-
nosos. E?o melhor auxiliar do oleo de fi-
gtldo 'debabamo, porque conten o xarope
de> casaa- de laranjas amargas, t3o gerai
mente appreciado, para a cura das dores de
estomago, digestes difficeis, inappetencia,
etc.
Deposito em todas ss pha rasadas e casas
de drogarils no Brasil.
Expedicoes, em casa de J. P. Laroze, ru
des Lions-St-Paul. %, Paris
Deposito em Pernambuco pharmacia de
P. Maorer dt'C. roa Nova n. 2.
O oleo 'de flgado de bacalho desinfectado
deChevwr, conserva as qaalidides e pro-
priedadis reconhecidas ao oleo de figado de
bacalho ordinario; o seu cheiro gosto
sao muito agradaveis, e a digesto faz-se f-
cilmente.
Deposito em Ptrnambuco, casa de P. Ntao>
rer & C, ra Nova n. 18.
\
a*
-Vetd-se a uberna-da travessa da roa Angas-
H n. 5( em bom local e afreguezada
-----Fugio do engenbo Campo Aleare, cou^L.-ca i>e
Santo AntSo, no da 25 de abril do corrent anno'
Lourengo, mualo, com 35 a 40 annos de idade; eom
os signaes seguintes : o dedo pollcgar da raardi-
reita grosso, proveniente de nm paoancio, um pe-
queo (albo no nariz, altara regular, ebeto do cor-
pa, tem maitas cicatrizes na eostas, proveniente \
de castigo, esta' bastante descorado : qoem o ap- .'
prebender leve ao abaiso assignado qoe sera' gra-
tificado.
Manoel Cavalcantl de Albuquerque S.
u0$ de gratificadia.
A qaem trouier ao conselbeir Firmioo Aoto*
nio de Sonza, no Hospicio, o sen moleque Joaquim,
fgido desdeomeiado do mez de abril coqjos
signaes'segulntes : cor prela. eabeca comprrda,
tta saliente, caneila Boa, secco do corpo, bezudo,
falla apressado e atrapalbado, ps peqaenos, sabio
vestido d? calca atol curta e camisa de riscado :
cosloma andar sem chapeo e representa kr menos
de 16 annos sopp5e-se ter-se dirigido -para- Pae
d'Aiio.
i. i, ^-
Continua a estar egido desde 10 de tr.;io do
auno passado o escravo cabra Honorato, ertoulo,
idade 35 anuos, estatura regular, ebeio do corpo,
pouca barba, ps gtossos e cortos. Tambem con-
tinua a estar fgido o escravo RomSo, desde o dia
i'i de feverelro deste anno, cojos signaes sao-: f4
annos de idade, chelo do corpo, ps curtos e;rov
sos, sendo nm mais grosso do qne o oo'ro, testa sa
iente, bons denles, tendo as prezas mais altas :.
qlnem os aprehender levem a roa do Imperador n
21, que se recompensara com geoerosidade.
Fugio na mantisa do dia 33 de dezembro pri
zimo passado, do logar da Casa Forte da fregaezi
o.Poeo da Panfila, o mulato Lail, escravo, de 18
annos pouno mais ou menos, claro, de e irpo e ai-
tura regalar, rosto redondo, ps bastantes largos
de mnitos blxos qoeteve ; tem era o ni dos bracos
as segointes iniciaes: L J. M. escripias cora li- U .
azul enlranhada na culis, denles alvos e largos oa
trente, tem genio dcil e humilde, entende soYi
velmente de coslnba. *
Desconfia se ter ido em aiguoi comboio para <
centro da provincia, por serem esses os seus in-
tentos talvez para Grvala' donde filbo e tem p-
renles. Veio para esta cidade com idade de 6 an-,
nos para pagamente do fallecido Joao ;os Goaies
Pinheiro, qoe o compron em Taqoarelinga a Ao
Ionio de Castro Pereira e Antonio Jos ao Nauei-
ment, sendo vendido ao anno ociante por aquelie
Pinheiro de qoem o boove. Levoo apenas a roupa
do corpo, calca de casemira ciozenta clara de lis-
tras, e camisa de algodaozlnbo, costum alguma:
vezes embebedar-se, nos primeiros dias de sna fu
gida foi encontrado n> bairro do Becile desta cida-
de por pessoas qoe ignoravam esta circumstancia
Consta qne se intitula forro com dinheiro qxMif
roa na lotera, e bastante ladino e astucioso. Re-
commeoda-sa as autoridades pojiciaes e capite*
de campo a sua captara e enlrega a seu eubor o
abaixo assignado na Casa Forte oti na ra do Quei-
mado nesta cidade, ns lojas da Boa Fama, Aguia
Branca ou na de Guimaraes & Bastos, na mesma
rna qoe ser recompensado com 100.
Recite. 19 de fevereiro de 1867.
i_____________Francisco Jos Alves Guimaraes.
"Em o d_ia 3 do cerrente o escravo dT nome Tbo
at, eUtura regular, cr fula, rosto largo, barba
s Ha ponta do qusixo, pernas nm pouco tortas, e
vesta camisa de madapolo e calca, de casemira
escara, com outra por baixo, de cor alvadta e de
quadros, anda dentro d i cidade ganbaodo e fre-
quenta as noites o lugar da Estancia onde ba ren-
nio de escravos : qoem o aebar qoeira ter a bo'-
dade lvalo ao escriplorio do tabellio Pedro Jorga
roa do Imperador junto a igreja de S. Fraocisee
q^ e seri recompensado.
Anda connna estar 'fgida desde b 'dia 13
de Janeiro de 64a escra va LuiZa, preta, crionla,
qoe repjesenta 38 a 40 annos de idade, cofa es-
crava roi comprada nesla praca vinda do Cea/a'
para onde se soppSe ter fogido, pede-se portante
aos capites de campo e as autoridades policiaes
a apprebensadde' dita escravad leva-la a roa da
Cadeia n. 64 em eaW da 'viova de Antonio Pedro
das Neves, qoe sera' bem recompensado alm
sc.P.l.qWl Contina a estar fogido o escravo Luciano
crioulo de idade penco jnals oo meos 29 a 30
annos, bixo'e groswdo corpo, rosto ooropridoe
carnudo-, nariz Chat, cabelloe caraplnbos, beicos
grossos, barbado, as -vezes osa s de bigode, olbos
peqaenos ; muito ladino, trabalha de sipateiro,
assim como no campo: consta qoe transita em
Trombeta, Collonia de Pimenleiras Lec-polpina e
nos- esgeobos Camtato e S. Benedicto : quera > o
captnrar leve-o ao sen Sr. o capilo Jos Candido
das Neves no engenbo Papagaio, termo de Porto
Calvo, oa no Reeife na rna do Apollo o. 31, qoe
seri geneTosamerite gratificado.
Desappareeen no da 84 do correte da rs^ r
da Roda nomere 48, a mulata Francetina, etvny,
ra baia, tem nm sigail no rosto de- lado esqoer
do qte parece qoeimadora, olbos grandes e espan-.
tad, oo andar parece sdffrer das pernas, levoo
uma bandeja com vendagem de arroz doce, e na
btalo eewtolW.- levon vestido de* chita escora
desfcotada, chal dd roetim campo ranco, cera dm-
tante nso, deseoofia-se qoe existe nsta cidade
acontada em algoma casa : roga-se as autoridades
policiaes a appt-hensto de df escrava para ser
entrdgne na rea do Crespo, toj* da eaqnina v. 8.
"~ 100^00 de grttifftacia.
Foglo no dia 22 de aftll prximo paisaff o w-
cravo DMoottfo, moMo, eom- os sigaaes segointes:
KMM'M-'n*,-e dattfMna freik do lado superior, olbos aro ponec
feriados, tendo os dedos mnimos dos ps arreen
lados, oestama traier o chapeo cabido sobre es
olfcbtV'-ale mkis'o nome escripra em onrdos-brtr-
ceaicofflO'tteaiw marajos : qoem'o aoprehender
e levar a seo ies*or Jos Goncalvea de- Aievedo,
na roa da Cruz do Reeife n. 34, recebera a grali-
tjcaeo cima.

"-,


1
IV/II ITII APii^il


/Mario de Pernaubdeo Terca lelra i de Jolho de
4867.
GElL

torisado para levantar toi* a popularlo como das armas, tendo perdido assim a forca mo-
um so hornera naos para cora esforz ede- ral, durante cinco annos de orna administra-

anua dos semmbs depudos.
SESSAO EM 12 J0NHO f>E 1867
EitOU DO SR. SILVB1RA DE SOLZ.V ( VICK PBKSI
dente),
segunda parte da oroem do
DIV.
a mil sacrificio* quantos rejuerera as noto- aicipal da capital do imperio.
as calamitosas circurastancias do nosso Gom toda a razao -esse partido foi despe-
malfadado paiz ? dido da administrado. Ven entSo um mi-
Sd o n ibre deputado oa algum de nos nisterio organisado com todos os requisitos-)
gracas do poder, importara o mesmo que a eo&|r* a prosperidade nacional, leve da retirarse,
sappor realisavel por va de ama especie /?! "euido pelo ministerio organisado pelo
ITT "m ao,mal ia a\emrDi "?' 7?- ast bjsss'.s
aquellos que o aceitassem. Se, porm, ef- pasu da fazeoda o Sr. conselbeiro Torres Hornera,
lectivamente tinha desapparecido toda a Ia" P'i estados professionaes, e com a vasta
contro?ersia sobre pontos da dontrina cons-' IfLr,UC5ao ,qae ,odos lbe reconbecem, era segora-
i.--------fL______.____:._____ aito coa plenle para a administraco das
*; s.vn r il? tfvi ',*** alten- ulros assia> mquerisse ao nobre presidente que dVvia ter para ser essa autoridade'capaz
^M feT pee" ..- J> craselbo:- Onde a vossa forja moral? hbile forte peb apoiodaopiniao, pelafor* .
i a V. Exc e ao? ilustres raembros _.eo aP*? d? opioiao publica? que res- moral, que lbe presta va a justa confianca da ao melhor provimemo do servido publico, a
'.' silencir<)_: r, presidente,
desta cmara para cora u da a' /KnqTeTibe f Pieria obtef *
prenunciar nesu discussao importante, a \os mesmo, Sr. presidente do conselho.
*e sou chamado pel-idwer de interpretar fsle ogosto recinto, expressastes a falta
o ju>to reseotimento da popu'a<,o, expri- ?e/1^fieoSSo das circumstaacias do paiz tactos, que^so os argumen1
IB;- a verdadeira opiniao do paiz, em re-
apoio da opioiao, pela rca | dever de imparcialmeote, *e s em" attencao cinara*0 ? e8t rilde cabla' Di0 se fas
Encarregado da administ
rio de 29 de setembro, a
Carencia s raves cmoautaneras d presen-
il jtuacao e em referencia ao goveroo, a
.--, ni incumbe a ardua tare'a de dirigir a
;! / como critica. i
Cao o ministe-
ulaclo vio por
mais convin-
e das hbin'taces que ha raister o governo I cenes, influencia benfica de urna aulori-
Sr. presidente, a cmara ouvio, e devia dade capaz.
ouvircom pa^mo, o qea o nobre presidente Senhores, o trafico de importacao de es-
do conselho disse no final do seu discurso, cravos contra a f dos tratados e contra os
em que, reconhecendo-se e dando-se repe- altos inleresses do pai c jntfeoava ainda de-
I tidas vezes como reo. invocando urna e mais pois da lei que o tinha inhibido. Exiingui-tp
Senhor^ Q?sta discuss5o entrare* eom'veiesos direitos de reo, e tratando da siia pareca empreza ta"o difficil, visto que .enteri-
toda a cotfBtti&a, como himem que pro- defesa contra o libello, como qualificou o que da com os inleresses mais preponderantes
es?2 sinceramente os principios goveroa- foi offerecido pelo nobre deputado das Ala- do paiz, que nem foi tentada por adminis-
m?ataes, qoe entende que na autoridade, | f^as' s- Etc. como que carvou o joelho pe- tracao alguraa anterior. Ncese comprehen-
i'omo constituida pela nossa le fonda''dindo a grafa de nao orepelliremdogremio.dia que se podesse consegui-lo sem muitis-
mental, est a condcao esseacial da lber-!do partido liberal, protestaudo que era libe- simas diiculdades. que frisavam a impossi-
da-ie pratica : ella o instrumento necesral e squerij apoio dos liberaes! E diri- bilidade.
--rio do bom servico, ella a eide e o ga-!8,nQV^e para o nosso lado exclamou : . rante dos direitos-individuaos Por Unto, i ofPos'Co deste lado, dos conservadores, constituida realisou semelhante emprezacom
Sr. presidente, bala, se v que estou era i natural, era por mim esperada, nao rue-gom-io apoio da opiniao, ainda desses^mesmos in
diametral opposic3o%0 nobre deputado pela Pun8^-e o seu apoio nooquero!^
UiTS*. Dentado:-Elle disse isso sem
querer.... (Risadas)
O Sr. SatAo Lobato: S. Exc. repellio
c apoio dos poucos membros do partido con-
servador que se assentam nesta casa f E re-
pellio-o com lamanha iodiscrico, com tan-
ta inconveniencia, que por erto o n5o teria
feito se se comperetrasse da ardua empreza
que lleve desempenbar na poeico de gover-
no do paiz. (Apoiados.)
osu aos verdadeiros principios de systema
reprfcjuUfo, do repugnante com a sa doniriaa
constitOAui, teve o nobre presidente do conseibo,
dtJYiaodo-s>*.senda qoe sempre liaba trilbado,
no intoito de se n^iiur a ser um dos cbefes del la,
de chegar ao ponW^^i nesia casa sasleniar dontrl-
nas mais sabver=ivasvSostentar o direito da revo-
lugj, que S. Exc. altoS^nj som apregooo com.
pasmo de toda a cmar TS*Sdo mesmo Sr. sena-
dor Oitoni, que bem me lembnvStocara estas pala-
vras com S. Exc.: A unto nfcbeguei eu.> Ao
que S. Exc. responden : mos pelo mesmo camioho. *^^_
O Sr. Martinho Cahp s : Tambera veraaa.^
OSr. Sato Lobato : E aaui, Sr. presidenle,
!iH??l,tfr^8iTa??!1e ace^ia "^^-^i^^^"^",^^^
lada a constituic3o do Estado, nao havia praucados pelo seu antecessor.
que faer alarde de concesses que para' ^as grandes eram as difflcoldades, porque nao
todos eram nm direito, e para o troverno o tcadeaa3 p3i5s 'aes como a avidei de tc-
_^ ero, nao se ajuca o espirito de cubija, nit .
ainda os mais probos com as maravilbas de
grandes beneficios, sem que se forme um grande
todos indistintamente conceder. Era, por *'*> apaixenadlssimo, que neepssariamenie ha periua e urna digreiso : a doulrina subversiva,
tanto, descrer dos principios e recorrer a ?Ar"" "?? PPusfcaoa ,0,B e ,ad0 aue o direito de revoluto, tantas veas proferido peto
tentaC5odointeresse individual; era mani- > fis,0;8?^l?r/,^ edxrtcsTminiSleri0 ^bM Pres'den,e de c.oseibo foi depo.s tradurido
lente chegar ao personalismo, tro-, As, discus'sSef ^d2SSfl adi;jJBS*S!: BBJKa,to ""* to0 '" im"
Eo eui^o neobuma reclamaclo tit, entenda que
l deste modo S. Ex. prustaya bomeorgem a verda-
ressadas, pelas singulares adbeses de inte-; Somera hllon epoudopeta Babia qae!deira d0BirB,, e como minisiro Dio qnli
resseiros.
nao pudemos ouvir.
cando a base larga e solida da religio poli-1 mel* fo 00 terreno das quesises econmicas,
tica, nica capaz de dar dedicacOes desrate-1," atisbwca : Nesta part^ pode respon-;
_..j _.. v. Eic. o uobre deputado pela Babia qae!
"{tal do ImperirJ'raJo vejo na autoridade,
como constituida pela nossa lei fundamen-
tal, essa ameaca constante, ee attentado
wntra a liberdade absoluta,'pleno direito
nprescriptivel, qoe o nobre deputado en-
ii'ade que ftao dado a ninguem, a cousa
alguraa, por limitadlo.
Senhores, faco justica sabedoria de to-
dus os membros desta cmara, reconhecen-
do que no que sustentou o nobre deputado
i tal respeito nao houve um s, por mais
(dilatado na escola liberal, que lbe pudesse
prestar apoio.
Vozes : E' verdade.
O Sr Sato Lobato : Essa theoria
ora doutrioa de Rousseau, esse phosopho
" seivagem, e neste seculo somente um Pru-
liuon o poderia sustentar.
O Sr. Bezerra : Ha de permittir que
proteste.
O Sr. Saiao Lobato : De certo, V.
Exc. est no seu direito.
Mas, senhores, por que razo me separo
por tal modo do nobre deputado, cujo ca-
rcter respeito, cuja pureza de intenclo re-
conheco, e a quera, portanto, nenhuma in-
juria irrogo, vjso que de modo algum ag-
grido a sua honra pessoal e a nobreza de
sentimentos, assigoalando e esligmalisando
mesmo a theoria da liberdade Ilimitada, de
')dio e de liostilidade era toda e qualquer
c rcurastancia ai) principio da autoridade ?
O Sr. Bezirua : Nao foi isso o que
sustentei.
O Sa. Saiao Lobato: E' porqae pro-
fsso os verdadeiros principios da constitu-
co, e reconhepo que a autoridade, segun-
do a constituico, a capacidade, a res-
ponobilidade, a coaanca, a fonja mo-
ral no encarregado de executar a lei, para
resguardo de lodos os direitos e deserape-
n'o do ser vico publico; nestas condicoes
qae repousa n5u s a effiacia do desampe-
nho offi;ial do servifo p iblico, como a ae-
nuranfa que vera sociedade de que assim
serapre ha de ser beneficiada e nunca pre-
liada. Esta for^a moral, Sr. presidente
que ha mister, a condico essencial que
ueve ter a autoridade constituida ; e, se Ihe
taita, jamis desempenhar a sua missSo:
em vez de ser essa egide tutelar dos direi-
: s, esse instrumento afinado da execuco doj
senrico, entSo sim.como corrupeo do pti-
mo torna-seo psssimo, converte-se em 3u-
,loridade conceituada pelo nobre deputado
da capital do Imperio; euto, verdadeiramen-
e depravada, cabem-lhe nao s todas as
censuras, porm mesmo a repulso Ilimita-
da qoe demons'ra o nobre deputado.
A forca moral, Sr. presidente, por toda
a parle necessaria autoridade, a muito
mais no Brasil, em que ao governo nao as-
sistem me.os coercitivos bastantes para apoio
de sua legitima aeco offlcial nesta vasta ex-
tensJo de territorio onde est disseminada
a populacho,; a mingua de for^a physica
deve ser supDria pela forga moral. E essa
forca mor'd'| to necessaria que ainda mes
poderiam
So do tra
teressados que se supunha jara
aceitar de boa vonlade a extin
fko.
O estrangeiro abusava da forca insultando
os nossos mares terntoriaes, commettendo
violencias contra as fortaleza do Brasil.
Nao pode ser repellido com a fbf$a como
deveria se-lo; porque o fraco nao tinba meios
de reagir contra as violencias do forte.
Mas, Sr- presidente, o triumpbo moral.toi
do Brasil. Era entao ministro de estraogi-
S. Exc. nao via em nos un grande par-i ros o digno Brasileiro, o fallecido S. vis
tido poiitico e a fiel representcS da naco,; conde do Uruguay, de gloriosa memoria,
nao via seno urna minoria ^significante | Este grande honoem de estado repelli con
mo> uos paizes em que domioam os despo-
v\,s, cercados de jamzaros, de esbirros e de
pelo numero de votos-, que S. Esc. godia
desprezar, e rejeitar-lbe at o apoio 11
Senhores, nestas circamstancias?, aas cir-
cunstancias de urna guerra cora o> estran-
geiro e (Wflculdades calamitosas no interior;
as circumstancias de urna qoasi bancarota,
como S. Exc. asseverou, declarando-, qne
nem era possivel tentar um emprtimo qjae
pSo fosse ruinoso, nem bastante e prestes o
djbe se poderia haver pelos impostos, e qne
assim era chegada a quadra de se recorrer
as emissoes de papel-moeda; S. Exc. enten-
Q%ue tanto para se agabaresta gaerra, come
para se acudir a tamanhas difficuldades, que
nao podem ser superadas seG'o com imraen-
sos sacrificios, pode repellir o apo do lado
conservador!!
O Sa. Presidente do Conselho : Nao usei
de semelhante expresso.
O Sr.. SayAo Lobato :V. Exc. no disse
que nao qoeriao nosso apoio?
O Sr. Presidente: do Gonse liio :No
sen cor.
O Sr. Sato Lobato-:Ds^e-o franca-
mente e tomei notav
Vozes: Nao disse.
Um Sr. Deputado-:Eseapoo-; Ihe no cor-
rer do discurso.
O Sr. Sayo Lobato rDisse e foi per-
feitamente ouvido. Entretanto, ac aito a re-
tracta(?5o....
O Sr. Presidente do Conselho:Nao me
retracto.
OSr. Sato Lobato:.... e-veniia efla
a lempo; estimo muito que 3 Exc. real-
mente retire suaspalavras pcr-liGra do paiz
e a bem dos altos mteresses pblicos.
Em condiroes tSo calamitosas, va Iha so
menos essa retractado do nobre presidente
do conselho.
Mas voltando,. Sr. presidente* as condi-
coes necessarias e essdneiaesv que en i todo
o tempo devem caracterisar a aatoiridade
constituida no Brasil, principalmente em cir-
cumstancias tao extraordinarias, dira que
admittiria a'deutrioa do nobre ministro cer--
ca da or i tem divina da autoridad no Brast'
no sentido de tomar a constiti^So poliliea
como inspira^ao, como nm. donvda Divina
energa as offeosas ao direito de seberania
do Brasil, procedendo por modo tao bri-
Ihante que realmente esse mesmo incidente
que to vexatorio era para o imperio se con-
vert em documento hoorosissiiuo para
nos. No mundo civilisado o Brasil foi exal-
tado, medindo-se a illustracjfo, a importan-
cia, o progresso moral, deste paiz pelajabe-
Eis o porque entend, como homem sem-
pre coherente com os saos principios go-
veroamentas, que devia me oppor a polti-
ca da coneilidQao como foi manifestada, e
depois desenvolvida, dando aso a tornar
su-peita a moralidade da accao governativa
e ainda mais suspeita a dos adherentes que
a apoiavam. Recordo-me que entao com-
parei o artificio conciliatorio do governo
coma desastrada operaco de urna mo
estouvada, que procurando benefic;ar urna
fdhte natural, a faz estancar ou turva-lhe
aswguas puras
Sr. Silva Fiuueiheoo alagartes recla-maado.
[Sb. Sayo Lobato i- l
cerlw contratos celebrados,
certas pomeagSes feitas, mais pareeeram conces-
ses polticas, ageitameolo de conciliario, do que
actos deterraioados por justa e deliberada deciso
administrativa na aeterminaco do servido e esco-
Iba daqneiles que melbores litlos tinhara.
O projeeto d refurma le de $ de dezembro
de 1841, que oesia cmara propoz 0 irfostnrd Sr.
Nabuco, eolo ministro da Justina, bem- mostron
que era ; ntes arrbas que poiitica da concri-iago
conceda do que mesmo natural pensamenlo absen-
tado do Koverno era assompto de latoanba gravi-
dade. Purqoanlo esm projeeto. alias ofTerecido- e
tazer
; escndalo, acceitel essa tradnecao mais do que li-
no nniamT DA CNBA d am 'P*'16 qDe lireilo de revoloco para direito de resis-
o s .t i,,r" n -m ... "* 8el desconhecer Qoe resistencia e revolu-
SATAO Lobato :Propugnando a llusire, 5a0 sio entidadesOppostas, eslao era dous polos :
opposicdo pelo elasteno dj crdito, e tal era o en-
! tnusiasmo que sa notava em saas fllelras que al-
guns dos honrados membros, e entre outros o no-
bre ministro da guerra actual, que al entao nnnea
urna i, oo pode ser tao legitimo como a oolra,
era lo o caso Ilegitima e o roaior dos alternados
qne se pode pratlcar na sociedade.
Admitii a traduecio mais do qoe llvra do nobre
rlZVtt >?Jq f0dS de "melbante ordem, de presideote do'conseibo, mas o que pasmou-me iti
repente se lornon enlbosiasta propgbador do elas
leno do crdito, e to vehementemente declamara
ello a favor dessa doulrina, que merecen do nobre
deputado, que entao o era pela capital do irop-rio
e boje pela provincia de Minas, orna man.j:taQdO
.de entbusiasiico applauso nestas proprias palavras:
t Cada vez me convengo mais de que sd os legistas
sao capazes de goveraar. i
O Sa. Martixho Campos- d um aparte.
O Sb. Satao Lobato : O nobre depniado era
"assim foi, porque i 8Plaa precursor, anoonciava a boa nova da aseen-
algumas concessde, lsao P"n do nobre ministro da guerra de hoje,
que passoo a aer cont apiado como ministro da
jastiga no guinte ministerio, organisado pero Sr.
Ferraz....
O Sr. Maotinho Campos : Ji sem o raen ap-
plauso.
OSr.Sata Lobato:___qne recommeoda-
m** por C0Dec'raQlos professionaes, pela activi-
dade, e por murtas^relacdes com varM membros
da cmara, e que ff'eirtretaoto.aiadv cedendo 4s
exigencias do espirto publico pervrttdc pela falsa
doutrioa do elaslero do crdito : viose aa neces-
sidade de /ormar o na ministerio escolbeado prin-
com afa sustentado por jurisconsulto- to babii, cipaimenle-entre aqoelles qoe sostentavaa a fasa
de per si kem raaotfdstava que era obra- imposta a
conirafeita: incoherentemente alterav* a lei de 3-
de dezembro, ja' no sentido das Ideas do partido
liberal e Ja'' ainda mais no eerceamento' do jury
ao- ponto de qoasi aaiquila-lol Tanto no animo
de seu illustrado autor relatavm ideas exageradas
em ambos os eatremos.
B por flm, Sr. presidente,, no-decidido eotoenho
de dar a malor salisfaco aos aMigos adversarios
e hoje concillados, propoz o ministerio Parau j
dona do-ministro quijo dignamente^ j-- ^gSSSUKXSSS^ "*" *
presentava. (Apotado). D Sr, visconde do
Uruguay foi estimado no conceuo dos ho-
raens eminentes da Europa igualha dos
distractos entre os distinctos diplmalas e
estadistas do-velbo mundo.
Por esse mesmo tempo arultava as mar-
geos do Prata-uma individulidade que se
linoa levantado e constituido oppressor da
sua repblica, oppressor das republisas itzi-
nbas, que no sea |desregrado procedimento
tinha desafiado at justas reclamaces das
grandes potencias da Europa, eque, acas-
lellado nos plaioos do Rio da Prata, a favor
das ircura-taocias locaes, tinha mesiao rt-
pellido as armas- inglezas e fraacezas, pas-
sando- perante a-opiniSo da Europa coa
homem de outras-proporces> como tyraoBO
de outra forca, de muito maior vulto do que
esse mesmo do Paraguay.
Nos alternados que effectiwmente coa*
raeltia sobre os seus -naturaes e sobre os seas
vizinbc8, subi de ponto a sna audacia,, o
pretendeu insuitar tambera o Brasd, amea-
<;ando invadir a nossa fronteira principal
do suli-afironlando-a soberaaia do Bras
em- correspondencia diplomtica provocado-
ra, en* que se revela va a arroganeia seiva-
gem do dspota afeito a fazer a-sua vontado
e a ter r> mais perverso capricho por norma
de sua aceces.
Era treiio do BFasit resguardar-se dos-
insultos do tyraoao; era. obrigaco do seu-
governo prevenir urna invasao esostentara
dignidade e honra-da Dacao coBtra o vizinho
iuquieto,. que .insultava-nos e pretenda r-
baixar-nos no coi^sito das outras repblicas
limitropbes.
O-que. fez esse- mioisterio com.o apoio de
toda a forca moeaLda opiniao, com todas s-j
coodious-dacapacilade? DebeHoo odespo
Providencia (apoiados); porque nesse ver- ta do Rio da Prata sem exhaurir os cofres
satellites, nao deixam elles de pedir ao alco-
sao u inquisicSo esse freio interno, essa
especie de forca moral, que com a maior
extenso lhes presta a cegueira do fanatis-
mo, ou da supersti;Io na ilumitada subser-
viencia s ordens do despota, por dever de
religio. (Muito bem.)
J se v, Sr. presidente, que, sustentan-
do o principio da autoridade to smente
dentro das raas que Ihe tracou a cons-
uic3o4o Estado (apoiados), nao possd ad-
mittr a extenso oo a consagrarlo que
aprouve ao nobre presidente do conseibo,
no empenho de refular o illustre deputado
pela capital do Imperio,
divino, invocando o texto da cartitha qne
todo o poder vem de Deus, owois. potexias
a beo.
S. Exc declinando para o direito divino
bem revelou a repugnancia de justificar e
exn^ato^iciocipip. da autoridade (que re--
presenta) no terreno da censtituigo, de-
monstrando as condicOes essenciaes de capa-
cidade, responsabilidad., confianca e forca
moral.
S. Exc. bem r/aconhecia, poruue dita-ihe
a consciencia-, que, demonstrando os pre-
dicados caractersticos da autoridade cons-
-titucional, punha patente a fewda, mostrava
o calcanhar de Achules do seu ministerio,
que todo calcanhar, porque nao tem parte
vigorosa que o habilite para a posiclo que
oceupa.
*' O illustre deputado a quem o nobre pre-
idente do conselho contestava po^ia op-
^r-lhe: Qual a vossa forca moral, qeJ
^Jbnanca mspirais ? Que apoio solido e
'. seguro vos habilita para emprehender o
grande fto, e levar ao cabo a ardua em-
preza que as actuaas circumstancias in-
cumbe ao governo do Estado ? Sois o go-
verno verdaderamente nacional t Nestas
gravissimas circumstancias estis acoimado
de todo o mo fermento do espirito parti-
dario T (Muito bem.)
Apoio vos preciso nao s de um partido
poltico mas ainda de todos os partidos em
que se possa subdividir a qgeo. (Apoiados)
Em to criticas circumstlncjias, quando se
trata de sustentar e salvar afilora .e digni-
dade nacional, a fortuna publicado bem es-
tar e o futuro da sociedade brasileira; nes-.j
(as circumstancias to gravissimas, como mais
nao f-odem ser, sois o governo Gjm e au-
Uma Vox :_- Cuja maioria era conservador;
O Sb. Satao Lobato : Contra esse acto im-
portante ntanlfeston-se o nobre presidente do coo-
selno; foi meu compaobelro ncsia cas na opposi-
co que flzemos.
Bem se t, Sr. presidente, como aquella adrar
orairaco desde qae ceo>u dos prmcipio e se che-
gou para o fersonalismo- foi levada a-eieessos in-
cooceliaveis com o passado poiitico de cada um
dos- seus membros. Faeo justica ao patriotismo
do ministerio presidido pelo estadista illustre cuja
importancia o paiz aprecio e esta' oa memoria de
todost Faco piem justica ao distinctos ministros
do gabinete Paran, todos-- elles primam pelos
talento e inteira capacidad e eminente qnaii-
dades,
Mas, senh9res, a verdade histrica obriga que
se reconteeca que, com as eraroenles qoadades de
qae o floado marqoez era dolado, tinha os defeilos
proprios dellas; por exemplo, urna forca de von-
lade que maltas veaes en exagerada e pecava> so
bre os amigos. A esperienea qoe elle
governo em tempos- aaormae,. a longa pratica de
fercar maiofias nesta> cmara, en que sempre fi-
gorou eos. primeira plana come- babillissimo chefa
e sobretodo a experienea adquirida nos- temos
aaieriures..guando r>avia a mais resbida lala- o pariido--polticos, e tanto exaltava os amo a
paixao par:idana, prlaipluiBDt(aa(jBelles qae n
s declararlo conveacidos da exeeencia & perfei-
c>o da conetitoico, e qne s dentro deila se devia
bascar os meto para eada um faaer vingar as sua*
Ideas, levavo o nobr raarquezaireooDhecer tue h;'.
pratica verdadeira da vida, e mesmo quaota aos-
aetos mais graves, o iiteresse indvWoal e o amor
proprio offereeiao meioe raais facei e efflcaaes- de
se alcangar apoto e adheeao que ne serapre al-
ca ac o valor-dos principise a- sua applieaco
ioexoravel. Homem positivo e de vonlade de fer-
ro eom taraaaba preponderancia no paiz, na presi-
dencia do eonsemo, leodt per collegas amigo dedi-
aadissimos, nao poda deiiar de exercer a lullueo-
cia a mais decisiva, tamo mais qiae- eo> verdade
de tal arte era procurada eom certa* geoerosidade
a consolidaso da pausa da lula exagerada dos
partidos.
Ho|e, de meto auxiliar otelevadeo peronu.'^-HO
a systema ae goveroo, demonstrado ostensivamen-
te na rgawsago dos ministerios, ao arranj das
noes e km discussoes da irlbona, como acai)a
izer o nobre deputado qae me preeedeu, alto e
aom som apregoando quena Brasil mais prepoade-
ram e valemas auen;6as- pessoaes-do qne os prin-
cipios e djotriaas I
Omloistarlodo nob,-s raarqaez de Paran mar-
ca urna poca muito aesigaada no paU : nell pre-
ponderou mperiosamente a forca de vonlade de
sea iUnstrpfesidente,que mnitas- veies arrasloa
os collegas, amigos dedicados, alm do qoe nao
iriam sena cedessem taraanba ioflaeocix E
sendo o i4 lustre m anjaez o verdadairo nexo.a chave
do ministerio por eUe organisado, logo que falleceu
deixou este de ter actividade poltica, pairea, por
pouco lempo, e veio. a ser substilmd por aqoelie
qu foi organisado pal Sr. marqjua de Ohada as-
sociaoo-so ao Sr. Saoaa Franco.
Aqu, Sr. presidente, principia o deseav.ivtmen-
to fatal do germen, do personalismo. Nao-era pos-
sivel que se flze^se- bandelra de qnestao- poltica
naquetlas circumstancias, todas as sat-fasoes ti-
nbaovsido largamente dada; ao lado liberal; todas
as salisfacSes tinham sido dadas-e aceitas-,. mas era
misier ao Sr. Souza Franeo, wn dos ciefes apre-
goados do parttdo liberal, faier osteniacao de po-
paiaridaae, desenvolver os meios de emrito t-
bano, cordmover a populacao e ostentar o apoio da
opiniao manifestada com enthasiasmo.
Em falla de um programla p .litico que desper-
lasse a a ais nobre paixao. da multido, hasteou o
pendo do etesterio do' crdito e a- de. gaerra ao
banco do Brasil. S. Bxc., ministo da fazenda,
sem estadar e medir as circumstancias reaes do
Brasil, sem ver e recoahecer o aicanee fatal qae
trarla para o paiz a proolamaco de semelhaoles
ideas, e ainda mais a soa appllcacao naquella.qua-
dra, cora deaconhwMmento oa despreso dos princf-
|Bos3'sciencia econmica.....
O Sa. Ratisbosa: tO Sr. conselheiro. Souza
Franco costuma estadar.
O Sa. Satao Lobato : Repito, com descoobe-
cimento oa despreso dos verdadeiros- pncipios da
sciencia, snslentou, Sr. presidente, que o eapital
para existir nao precisa va de cabedal real, qne
mesmo econmicamente lallando o querer po-
\. a reserva qoe afiance o pagamento oa pelo menos
demonstre a capacidade de adquirir, de par si po-
da ter o malor elasteno.
Sem medir as circumstancias reaes do paiz, di-
go, porqae erara claras, bem notorias e revelavam
e demonstravam o pendor pronunciado .para em-
presas temerarias, importunas e absolutamente (ora
de possibilldade; sem altender para a sabia e pru-
dente pratica empre segoida ainda nos paizes dos
maiores recursos, sm que, quando se desenvolve
esse espirito exagerado e temerario de empresas e
especulagoes insensatas, alea-se sempre o jaro,
procurase ImpOr com med ment, o ministro da
-farpada de eolo emenden qae devia acorocoar e
tSuientsr o espirito de emprezas temerarias fra
mordica posta epioi5o adversa de m^fi^S^S ^ qu^IdeTroTaionstitui-" !Sn^J3SS f cSSava
tido que n5o respyjava senao porum anieeu5o po^a a,ha^. os eios neces'Sios *para a multido a reqaerer e reclamar o maravilboso
memnro dessa cmara. tr ,, "vftrrlaitAirr?nanido oolifco e na- on"as de 'una e riquea, o eiasterio do crdito,
' ., \ :. Mf-O.^fladeiro/Par"oo poiiBCO epa Mmo ajnda majs com a mauipUcaQo de ban-
Tem-se explicado, Sr. presidente, e mu- triotico qu^-Or* fTaevia ser. cos de emisso que S. Exc. impvidamente aato-
lo, essa circamstaocia, que era conseqoencia AconciliacSo era um facto qu natural- risoui'i
togica e necessaria dos acootecimentos da- monje se dera enlre os amigos pfriidarios, O Sr. Ratisbona : Com o apoio da maioria
qella poca. devia ser assim reconbecida pelo gbverno, %"rto Lo.?-'Sr
Pela ullima vez, o partide liberal sabira e proclamada ento a poltica da justica,
do terreoo~da constituicJo, depois de cinco formal e substancialmente era a poltica que
anuos de governo, emque se tinha desmo- cumpria em taes circumstancias,.^ desen-
raizado peraate o paiz, conservando e inco- volver. .
berentemente estimatisando as mesmas leis Se a conciliaco nao fosse ora fclo pre
dadeiro Evaageibo poltico, pota perfeieo
qua Ihe assiste, ba seguramente urna prwa
positiva e bem assignalada da merc da Di-i
vina Providencia ao imperio da Santa Cnaz^
Nesses tempos primitivos da nossa coosti-
tuicSo poltica, em que-seguramente nf> har
via tamaaba Jeitura aem nstrucco sobre
essa nova frina de-governo iotroduzida no
paiz, paranadmirar-se qoe obra tio perfeita
fossa de homens daquella velha geracSo,. e
que nos que temos a experiencia de quasi
seculo n3o tenbamos senao motivo* para ad-
miramos a penfeic5o.de obra to iierfeita e
devamos reconbecer que nao temos progre-
did.o.
Que proguesso -esse de que se faz tama-
ibo alarde?" O que ba hoje que se possa
comparar com a constitu'iQo do Estado? O
povo braseiro-, ^u foi to bem dotado pe-
los grandes homeos da gloriosa geraco da
independencia, no seu simples bom senso,
dedzirdodireitoh0 Vnstitt0l devia eSperar maravilhas
desss obra.
Depois que se transpoz o (.eriodo do tiro-
cinio poltico, que considero aqaelle em que
o partido que se dizia liberal tinha sabido
do terreno da constituicao e pleiteava pela
reforma della no sentido de desenvolver ain-
da mata as ideias liberaos, at que vencido
e convencido voltou ao terreno -da constitui-
cao, e .leve de confessar qoe a experiencia
lbe ensinara a conhecer que dentro da cons-
tituicao e s por ella devia lutar pelas lber
pblicos, sem *exar a populaolo. O paiz,-
por esse feito glorioso." cresceu; na estima,
na coosideraco,. no reconhecimeoto daqael-
les povos vjsiBhbs, que at eolio olhavam
para o imperio-aom certa validade e me-
nospreoo.
K dessa sabia.ebera>coosttuida adminis-|
tragao que datam,os grandes melboramentos-
iotroduzidoe no paiz; assim marca ella nos-
fastos naciooaes as paginas as mais gloriosas,
quer as relages. para com o esttangero,
ouer no que toca administrado inlenor.
Os melborameotos da ordem das estradas de
ferro, quena seculo actual assigoalo aci-
vilisaQo dos povos, ds^em-lue ai sua, inau-
guraglo.
Prestou-the decidido apoio o. nobre pre-
sidente do conseibo, e tanto se recommen-
dou pela. distinccSo eom que a apoiou sem-
pre que mereceu ser, n reconstruccio do
mesmo ministerio organisado pelo integer
rimo Sr, visconde de Itaborahy, contempla-
do. Esta administraejio ainda foi constitui-
da com todas as condicoes proprias deum
governo digno de apoio, e tendo o da verda-
deira opiniao do paiz. No entretanto,. Sr.
presidente, por mo fado do Brasil, ella te-
ve de desapparecefe^de^se^jjirem-se outras
que successivamehte trouxeram esta unjem
ou desordena de-cousas.
Seguio-se o mojsterio organisado por bm
cidado illustre, um dos parlamentares mais
distinctos que teve o Brasil, o Sr. Honorio
dadespuolicas e pela melhor defesa dos di- Hermt0 CarDero Le3 d '^ de
renos, por fetos assignalados ento, Sr. pre-
sidente, houve praticamente urna autoridade
constituida nos termos da constituicao, au-
toridade hbil e capaz, pela forca moral que
Ihe vinba da opiniao, da confianca intcse-
r.a da nnnulap.in. ^
ca da populacao.
Que essa autoridade era hbil, era capaz
de desempenhar a sua, wf)ojiante misso,
experimentou o paiz naepocamemoravelde
1850. ^_
Nem se diga, como se tem dito e insisti-
do, que ento havia urna cmara "unnime,
o que demonslrava a violencia da eleico, a
Paran. Este ministerio proclamou a poltica
da conciliac-o, e pelo modo por que o fez e
desenvolveu pareceu-me declinar da marcha
dos seus antecessores, e a elle fiz opposicio.
O Sr. marquez de Paran, proclamando
a^onciliago programma poltico, deu Ihe
urna feico que necessariamente a desvjrtua-
va e desnaturava, visto que a annunciava
como'obra que ia emprehender elrealizar,
por virlude de coocess5es graciosa!
. A c^nciliaco^eslava ella de per^i mesma
dti|rJjMjo ^sBHjr^D terreno constitucional, Aoltara a
que tinham sellado de pretexto para sahlr existente, proclama-la como plano do go-
fortt do-terreno da constituicao, Janeando mao verno paro ser realisado, mediante as boas tentado contra a fortuna publica eos parttcoiares
Alvorolou o espirto
publico, den impulso a especulacSea e emprezas
qae logo se ennnciaram devendo ser desasiris, e
qne infelizmente a experiencia lera demonstrado
que anda (orara alm das prsvisdes ; ainda boje o
paiz est sofriendo as tristes conseqaencias.
Sr. presidente, tsse ministerio to mal inspira-
do, em qae o feilo caracterstico fot umanbo ai-
ijputrina de-que elle lepois se tornoa severo-eensor
promovendo a reforma qae para mutos paresea al
exagerada no sentido de reaccao.
O paiz pasmoa do proeedimanie contradictorio do
nobre ministro da guerra, enlo ministro da jas-
hca, qne depois de ter1 merecido tao enthasiasflea
aceitacSo do distseto deputado de Minas, e ter su-
bido p si-a-responsabilidad da reforma operada pelo Sr.
Per rae qae no entender de amitos fot excessiva.
Sr. presidente, a este ministerio succedea o de T-
de marco, a qne tiva a honra d pertencer; o nobre
marqoez de Casias foi o encarregado dessa organi-
saco. Poodo-me de parte, que sou o primeiro a
reconbecrer e a confessa-r que ocnhum tila\o tinha
para tamanha distlncgo-fnao apoiados), possodizer
francamente, Sr. presideale, que nobre marquez
acertou, teve a felicidad de acbar distinctos com-
paaheiros;-eram verdadeiras notabHidades. .;
O nobre marquez presidente do conselho oceu-
oaodo a pasa da guerra seguramente eslava no
sen lugar, para o qual niogoem mais digno : a ana
nomeago nao fez mais do qae ainda ama vez con-
sagrar a primazia pelo mrito e posto qae ledo
lbe recoahecem' para presidir a admiorstrago da
goerra e Imprimir-lbe a rjrfbor direeco; assim
como a sua nebreza de carcter, bom ssuso e emi-
nentes qualidades mais que muito o reeommenda-
vam para a presidencia do caoselbo.
M^a ministro da marinba esse digno almirante
que boje commanda a esquadranas aguas- do Pa-
rageay, segramete ama das-notabilidades da sa
classe, aquelle que seria o escolbiao pelos offloiat
tinha do della se fosse negocio de eleico;
Era ministro da agricultura-o- Sr. Manse^Fe*-
zardof homem adestrado aa admiBistragos.parla>-
mentar distincto, sabio e conscraoaado aUiDinistra-
dor q-oe ao paiz nae leve superior em instrtzegao e-
conheeimeoto dos servicos de qoe-em varias repar-
tios ra encarregado.
Era minisiro da faeaoa o Srtconselheiro-Para
nbos, cujo talento e capacidade lodo reconheceiD-
e rende a devida homenagem,.coo aind* o fez
o proprio Sr. presidente do conselho quaudo- dtzia
em re>agao as oomeaeSe de conselneiros de seta-
do : Superior capacidade, saber, experiencia-dos
negocios e probidad sao os titulo para eoaselbei-
ros de estado, e estes ttulos teem o qae toram
nomeados com a mtabaresponsabiiidade. -
Eram imaistros do imperio e de estrangelros
os Srs. conselheiros Soaza Ramos e Tqoes, tlen-
los superiores, horneas coobecido e respeitades em
todo o paiz peles seas feitos no parlamento aem
varias admiaistracoes- imporlante.
E entrstanto, Sr. presidente, era este o ministerio
de mediocridades, mcapai por falta de prestigio,
o conceuo do nobre presidente do cs*lho, quan-
do de repente transfermando-s de um da-para
oo.ro roHipea em osxosicJo.
Era ete o mioistorio-qae proclamo o program-
ma da justiea ab-oluta e ecooemia dos dinneiros
pblicos, que to sincera como acertadamente
adoptou o programna qoe verdadeiramente oca e
devia serado governo em urna.qoadra em-que
lodos esAvam no terreno da cooetltaico, em qae
nao se faltara mais era reformas radicaes, am qae
eom a constituicao aeeordemenla aceita e sustenta-
da estiva-se no abura du liberalismo; contestado
e nao mais cabla a poltica partidaria, j portante, era a jaslica frmale- subslaocaimen-
te..........
Ma.Voa :E a toterancia tambara.
O SbuSayao LtiBA.ro: Mais deque 2.:olran-
cia ; a justica e a economa do dinbeiroe pblicos-
devia ser e foi o nosso programma de palavras, a
a nossa pratica smeero nos tactos.
O nobre presidente do eooselho de nepente i -
ciaroo- em opposico ao miDisierio de 2 de mar-
5\ ao qual a prtacipio parala apoiar eom sinceri-
dad, visto que al chegoa, a manifestar qae aeei-
taria ama posioao de alta coonaoQa para o que fra
lembrado; e^nao acbaudo Irazaes para apoiar e
justificar soa posicao, nao nos podtodo rasoavel-
meote censurar os feitos, e^ainda menos as tnien-
cces, declinen para as personalidades, senao. para
o insulto.
' assim que dirigindo-se a mim dizia em relaco
a lodo o ministerio de qae fazva parte: tDeveis
eeder essas cadeiras-de ministro? as sumidades do
partido conservado?., aos nossos cbefes, nao sois
vultos na altura de as oceupar.
E, pois, S. Esc, adestrado parlamentar e ex-mi-
nistro, com longa pratica daadministraeo o per-
feilo coahecimenlo dos estytos parlamentares, nao-
besilou de sabir do terreno regalar de ama oppo-
sigo rasoavel cara odas envedivas e iaultos onde
nao. o p.odiMD '6Sperr"rtinaa menos corres-
ponder t
Nao se pode explicar tamanha seca razio em am
bomem de espirito superior, em posicao elevada, a
nao ser pela cegueira da paixao qae Impetlia
contra nos : nao achava o. qae argir nos nosso.-
actos, nao lioha ebegado ainda a occasiao de rene-
gar principios e donirinas qoe at ento elle sem-
pre tinha sustentad; restava o-reenrso de deprimir
pessoas, e assim media-nos pela altara oom o sea
alburie odente asegundo as regras que depois o.
vinvis adoptar, quando por sua vez teva de orgaoi-
sar ministerios em tres edc5es I
O ministerio, porm, qae proclamou o program-
ma de juslicae de economa dos diaheiros pblicos
e o execaton sincera a fielmente, em tempes cal-
mos, em circumstancias qae quasi nao davant aso
a controversias polticas, nao poda ser politica-
mente combatido, Sr. presidenle, e s foi pelo modo
porqae era possivel. Pormoa-se ama colligaco
heterognea qne, pondo de parte principios polti-
cos e prescindmdo do interesse publico, sallenlou
para a conquista material do poder eom i possa do
goveroo. Esta colligaco, nao pudendo escrever
na sua bandeira orna divisa poliliea, proclamou a
palavraprogreuo e que progresso, Sr. presiden-
te? Progresso do pait e para o paiz, oa progresso
de tortuca para alguns dos colligados t
A colligaco era boa para deitar abaixo o miois-
terio ; foi empreza to fcilmente emprehendida
como executada; mas seria boa para edificar, assim
como foi efficaz para arruinar e destruir? Seria
capaz de dar ara governo regalar, as condigdes
coastitacionaes da de autoridade cora a capacidade
necessaria, inspirando conanca e alcanzndola,
autoridade sustentada com o forte apoio da opiniao,
opiniao dirigida e regida por principios sem os
qaaes nao pode haver disciplina, qae assegare
anio e eslabilldade, qae irape sacrificios e oblem
dedicacQes, sem o qne oaoca i autoridade ter
toda a forca, ser effleaz e capaz, mesmo nos tem-
pos ordinarios, quaalo mais nos extraordina-
rios TI
Sr. presidente, para foran$a.Q dessa assocla?ao,
depois ouvir e ter qoe o nobre presidenle do con'
seibo, com lado o desembarazo, preferir no se-
nado c que tncorrera no teir do partido conser-
vador porque sustentara o direito de resistencia.. >
Pois nao dftava a cooseietwia de S. E*. que de-
eadera alioe bem som o direito de revortrcao que
fra por mim refutado cora apoio de toda a c-
mara ?
E oosoa bascar argaraen ,naqaillo mesmo
que agitara com palete adalterago qae profe-
rir com tamaoho escndalo T
O Sr. Prkwdkntb do Comsbloo da' nm atttrte.
O Sa. Sayao Lobato:V. Ex. dizia : Eu por
ter defendido o direito de resistenca.... Pois bem,
senhores, quer o significado' de todo islo t Bem
se v que a nova situaco precieava de laes ano-
malas, precisava de amalgamar homens incohe-
rentes e contradictorios, exiga defceles cora
desrooralisaQao de homens laes como o nobre
presidente do conseibo, qae, esqnecido das doslri-
nas qoe- sempre professon, e to briltootemente
snstenloo e praticon nesia cmara as differenles
posicoes importantes qae tem occapado; viesse at
sustentar o direito de revotofao, e toeass* a am
excesso a qoe os mais exaltados nunca chegaram
no paiz.
E entretanto..Sr. presidente, esso amalfeama se
fez; sitaaco fci formada sera texto e principios
poltico, foi afcvnbada progresso por onica
divisa taspirago, ou para melhor dlzer cou-o-em
ama symthese perfeita sigoificoa am dos distidctes
parlamentares, oSr. conselheiro Nabaco e tu per-
sidttis fofo programara desta sitnaco, instromeB-
10 proprio para destruir, e absolotameole iccapaa
de conservar e ainda menos de edificar.
O mioisterio de 2 de marco retiroa-s oi c q6
bre presidente do conseibo chamado, como sm
dos cbefes preeooisado da associago, p ra orga-
nisar o ministerio qne devia succeder a ess e rea-
Usar o programma. Batn o nobre preid>nte do
eonselbo, preseindiodo da praticas it cato ob
servadas ua orgaoisacao dos minislen s em que
sempre se maniere toda a- reserva a des-irpco,
convocando os pnocipaes colligados e corrtHSan-
do em grande conselho, S. Exc. esmerou-se em dar
arrbas- da dedlcacao e lealdade associaco. Pare-
ce tp lbe pesava oa consciencia que pelos seus
antecedentes nao poda ser extreme de raz.o de
deseenfla-Bca da parte dos seus -uovos amigos, e fue .
para arreda-la Ihe era necesaario organisar o jat-
uisteF! claras, debaixo da vistas- e inspeccao
da aseeciae^o, para qne fosse reconhe-da fillu ge-
nuiuo das entranhaj della.
S. Exc, durante tre das, no. seeripterio do Cr-
relo MertanW, debaleu essa queste peraole mni-
tos do- priocipaes pariamentares e algwnas pes-
soas mais qoe nao ttnbam assento no par lamen lo ;
a por finrasseutou ser neste ministerio, composto
de verdadeiras sumaidades, no entender de s.
Exc.
Esse ministerio, Sr. presidente^ viven meos do
qne o tempe- da gestaeo e o parto delle,. durou
menos; 3. Exc. reiirou se peranto urmv vetaco
da cmara d ento, o que era malte natcral, vis-
to que havia ama grande materia conlra S. Exc.
Foi chamado o nobre marquez de Olinda.
Nao poda a associaec achar um gerente... que
mais lbe fosse pro eitoso : o Sr. Olinda se eonsti-
tio o verdadeiro paj.^tareha da ga; e acora-
panbado deva?6es di primelra dis'.incco,- oome
etle, qoasi todos ancideav com o prestigio dfOma
tonga carreira, da idade provecta, de longos-ser-
T150S, coo>pareceram nesta cmara,, e o tobre
marque:, erapeabando asoas cans, a-sna paiavra
de honrado cavalleiro, de nm homem- qoe tinha
percorrido urna carreira tao nolavei, que liutw
prestado relevantes serigos, e qua no fim da vida
nao poda deixar de sustentar todo c seu pass-df -;
ser acreditado;. pedio nosso apoto,, pedio-o, pro-
testando urna adminisa-acio toda d*justicj> teda g
de impireialidade ; eomprometteu-.s"-1 palavra J
honrada e esso penhor rnagestoso 'to assignaia- '
do das cans, que a nossa historia (nesse tempo
era'a^ortacoeaa) t'nh^iprr*1!0 proverbial pnr ha-
ver o celebrado goverca^rda iuO:a, para obter o
necesfario ao prover aos-*ervicos do estado, empe-
Dhado as ssas bombas.
Soube-as- doempenhor o illustre D. Joao d-Uas-
tro; e coci se houve- o Sr. marqoez de Olinda ?
6 pa vio- o nobre marqoez de Ofenda alcacear
lodo o lea! o decidido apoio daquella cmara.,, vio
encerrada ella inmediatamente, sm haver ara
fac. se haver urna qualquer circumstaniia.qaa
motivassetrouxe8s& oovtdade, operar-so a-, reac-
cao a mais- radical.
Esses administradordas provitaas qac-tin^am
sido sustentados 00 aollocados pete rntuislerio de 2
do margo, fiel e leal ao programma de jpslica e
economa dos dnh"iros publico?..... esses admi-
nistradores impareiae e capazes, merscendo a
conflaDca decidida das respectivas provincia*,, fo-
ram todos retirados-e snbstituidcs pelos mais-par-
ciaes inia.-essado*, ,oivados da paixao partidaria
sut gennris, aforro a* associagao que se-lioha le-
vantado como partido poltico !-
As eieicoas se fkeram debaixo de tai oppressao,
e em consequencia nao poda vir ama cmara
mais. fiel representante da sttnago heterognea
que a.determinon; e qnanto mais fiel represen-
tante era ella da-associaeo on colligaco que a
tinha originado, mais se revelou e se demonstren
inetipaz de prestar apoio ao ministerio e da ser o- *
complemento essencial da alta adminislracao do
estado, no sentido de imprimlr-lhe justa direccao
em bem do servleo publico. (Apoiados.) A
a
O Sa. Tieiuo : Foi a cmara, eleita por cuk
pas abertas.
O Su. Satao Lobato-:---^Ha/aiBa, circnms!an>
cia ooiavel e sobremodo significativa, que bem re-
veln anatnreza e ndole da liga ainda antas da
eleicao- a de ser traasposto o periodo M#q\-oonx
tamaaba effleacia & sustentado empenho o nobr-ay
marquez d9 Olinda, verdadeiro patriarcha da liga,
oporeo a inverso, e prescreven o partido censor- *
vader, o paiz ouvioo Sr. Octaviano, pelo Mercattil
o orgo da assoeiaco, exclamar : A mo. 511a
sostenamos arma a fogoeira que nos consom a
Jog-> lente, chegada a nossa vez de sabir ac po-
der, a vs no-lo usurpis i (Quem era o r 1 o
Sr. marquez de Olinda, o Sr. visconde de Albu.-
qaarqae, o-Sr. visconde de Maranguape, o Sr. con- *
selbeiro Sinimb, e iodos os outros preclaros ser-
vidores, amestrados. pela experiencia, e pratica doy*
negocios I j e tavam empachando e usurpando a '
administreco, qoe perlencia a quem? Qua*.
quer qoe foss.ii ehamado, ainda sendo da genanu
da assoeiaco, outros podiam da mesmo modo, le-
vantar igual clamor e proceder em consequeacia
e fol'o, qua se deu I '/
Era, neis, impossivel a consistencia da am go-
verno em taes condiefes: entretanto o Sr. mar- >
nuez de Olinda, snrdo a queixurae tao ingrato ce- -
mo natural do Sr. Oc'.iviano pelo orgao autoriza-
do do .Wercanfi'f, eoatinuoa na tarefa de extermi-
nar o lado cooservador I ,
Depois veio a cmara, fiel interprete da situaco,
e tb fiel que desde logo moslron. tal aspecto, qne
o Sr. marqoez de Olinda, ao ioverso de Saturno
fngio espavorido diaote dos albos qae ameacava
devorar (nilandadej, deixoa o poder I I
Ento foi chamado' o nobre presidente do copse-
Ibo actual peJasegtinda vea; S. Exc. ja' tinha ei--
periencia e tomando a al a orgaoisagao ministerial
seguramente davia ter assentado a mo em esco-
tner os compajtaetros mais adequados a vigorar o
gabinete.

r

\
(Continitaarte-jia)
TYP DO DIARIO.RA DAS CRZES N. 44.
.

a.
mi iTii^ann
Ui
Y


Full Text
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