Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11302


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Full Text
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ANNO XLHI. NUMERO 145.
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PAR A CAPITAL E LUOARKS OXDE l| N.lO MUA F '~
Par Iras maios UaU4s0. *.............. 6000
Par sais diisd idea.. .i ri .? .) t ... -.1 ..:.:.:.. ._ 2W
Par un sano Mear.. .; .j ,j ., .; .i .J ,)-,i .; ,: .* j 2440(
Cali n'lfcr Tais .1 .................... 6
litan* *i S v*

idU^til ilr- oiia2.tr
QUINTA FJKA 27 PE JUNHO HE 1S67.
PABA DEXTKO E FOBA DA' PBOTUVCIA.
Pv ttH n*e* adjutdds;. rr> T v......r-' vnr .;
Pw rdaosles Moa*. fV .. .. ...........,........".[ >.>_."
Ptt net ditos idea.................................
Ptf'lBUBO dMI.. R1 .v .............-........
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**.. I a. Ol^lJKHuIl 11_______
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IENGARREGADOS DA SUBSCWTPCAO.
' Parahyba, o Sr. Amonio Alejandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty,
oSr. A. de Lemoi Braga; Geor, Sr. Joaqoim-
os de Oliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alvos & Filhas; Aoatonas, o 8r. Joroflymo da
Costa; Alagoas,o Sr./rautio^
ahia, o Sr. Jas Marti* Ate**,
o Sr. Jos Hlbeir Gseparinh.
*. PARTIDA DOS TAPETAS.
Olind, Cabo, Escada e esles da va frrea at
Agua Preta, todos os das.
Ignarass e Goyanua as segunda e sextas reirs.
Santo Aato, Grava*i, Bezerros, Bonito, Carnar,
Altiabo, Garanhuns, Buique, S. lia*, Bom Ooo-
selho, Aguas Bellas a Taearain, na lereas-ferras.
Pao d^lno lazareto,. Ijrnnelro, Brejo, l*sqoeira,
' iUgnrS, Flore, Tffla Bella, Cabrob, Boa-Vis-
(, enrtnry.Salgaeiro e Exii, as quartas teiras
SeriooeiB Rio Focmoso, Taaaedard, *v **-
reiros, Agita Preta a Pimenteirss, as quintas
feras. /
AUDIENCIAS DOS TRIBUMAW DA CAPITAL.
Tribunal do eommereio: segundas e quintas.
Relaco ; tercas e sbados as 10 boras.
Pasenda; qa/otas s lO.hpras. '
Julio do commercta ; segundas as ti oras. *
Dito de orphaos : tercas a sextas as 10 horas.
aextas o aaeio
Pri>eeaYarad elVei.
Segt^ida~nra do c'lval : quartas a sabbadss a
PHEMERIOES DO MBS DE JUNflO
ncva aos m. da t.
rte erase, as 3 h. e 45 rp. da ra.
I ebeia as 2 h. e 3 m. da m.
arto niing. *M&9t,&to-to da m.
DAS DA SEMANA.

H begonia g Nscimento de S..Joo Bsplista.
25 Terga. S. Gnilherme ab., 8. Febronrarv.
Ifi Quarta. Ss. Joao e Paulo Ir?, mat.
27 Quima. S. Ladislao re da aagria.
28 sna. Ss. A rg y miro a U'nae bft.
W Sabbado. fe i. Pedro fcPao app..
30 Domingo. S. Marca! b.,-4. Luciana.
PRAMARDI
Primeira as 9 oras e J8 a.
Segunda aa.0oras 4t miaoloa al
PARTIDA DOS VAPORES COfTHROS.
Par* e sral Alaaw > 44 JtiBM ama
al *.Grj a 15 a a caaiiw; para Wm
oaaAa v* a* 14 ***** ***** **** *-
julbo, seteobro a novetnbro.
i -
Rogamos aos aossos assignantes da
estrada do Maoguiobo pipocos que est5o
dever o importe ds saas subscripces,
queiram mandar satisfaxe-las, para alo sef-
rerem iuterrupcSo na remessa do Diario.
PARTE OFFICIAL
/
--
r, connBHCio e orbas
PUBLICAS. .
lllm. e Exm. sr.Um dos fins principaes
e mais uteis do museo nacional esclarecer
as questes que a cada instante s5o susci-
tada no mundo scientifico sobre assomptos
que interessam a naturesa e as cousas do Bra-
sil E V.Exc. dea umtestemanho'.no equi-
oco do quanto aprecia esta nossa miss5o,maa-
dandodar flublicidade nota que Uve a-honra
de communicar-lhe ainda ba poucq sobre a
z^iutua e a parreira brava. Com esta publica-
do foi-me em extremo agradavel notar que
publico de nossopaiz sabe considerar com
bastante criterio o que Ihe de verdadeira
' utilidade, e consequentemente prestar-se de
! bom grado realizado de qnalquer idea
conducente ao bem geral.
De muitas paragens tenho recebido amos-
tras da butua, e bem queme nao tenba suc-
jcedido o mesmo com a planta cbamada pro-
priamente tparreira brava, todava vou re-
uieltenlentro em pouco para Londres urna
collecco que pelas suas variadas amostras
deve elucidar o problema que se impoz o
distincto Sr. Hambury. Hoje umaoutra ques-
Y. Exc. E' ella por ventura de menor utdi-
dade publica, mas tem em compensado um
grande alcance para as pesquisas da antro-
pologa e particularmente das racas indge-
nas do Brsrl.
O Sr. L. Lartet, que se tem dedicado as
nvestigacfles sobre os utensilios dos aotigos
vascongados ou escuaras, me pedio ulUma-
rnente minuciosos esclarecimentos acerca dos
vasos dos nossos indgenas. Muitas vezes
nos jardins das plantas me entretive com este
distincto nataralisto sobre a analoga que pa-
rece existir entre asracas americana? e o povo
-escuara, descendente talvez de tribus sem-
ticas, como o induzem a crer as considera-
res pblologicas de algons autores relativa-
mente a estes poyos..
Tomando a peito desenvolver esta ques-
to lembrando-se de nossas conversares,
o Sr. Lartet quer verificar actualmente se
na vertlade as analogas ethnographicas po-
dem vir dar mais peso s considerares idio
mographicas que modernos escriptores tem
notado entre estes dous povos, primeira
vista to differentes.
E' um poblema bellissimo, mormente para
o Brasil, onde a antbropologia tem um cam-
po t5o vasto quanto cheio de attractivos para
explorar.
Sinto, porm, que este naturalista fosse
to mal avisado em lembrar-se de mim para
coadjuva-lo nesta delicada tarefa. Confesso-
me imcompetente na materia, e ainda urna
vez lastimo a ausencia do Ilustrado direc-
tor da scelo de etbnographia e d'archeolo-
gia do museo, a cuja porta iria bater agora.
Se recorro s bibliotecas noto que mul-
to pouco se tem escripto, e ainda monos se
tem figurado cerca dos utenslios de nos-
sos indgenas, nao havendo at quasi nada
publicado relativamente aos diversos vasos
de que se servo, e que sao justamente os
objecios a que o Sr. Lartet presta particular
attenc5o. ,
Ora, para bebermos esclarecimentos de
fonte verdadeira e limpa, obvio que s de-
vemos recorrer ao exame de vasos cujas for-
mas e cuja oatureza nao participem de ne
nuuma sorte do contacto da civilisac3c, e por
isso ser preciso, ou que estes objetos sejam
provenientes das escavanes das antigs ta-
bas e das cavernas outr'ora habitadas, ou
que nos venham de algumas das tribus bra-
vias e nmades que se tem obstinado a fugtr
dos invasores.
museu nacional nao tem oflicialraente
neohuma correspondencia com as provincias.
Os naturalistas viajantes de que dispem
os museos da Europa, e que tantas riquezas
les tem procurado sito empregados utilis-
simos/ mas n3o os temos anda.
E', pois, ao ministerio da agricultura
quem devo pedir auxilio neste momento, nao
.smente aoimado pela solicitude que elle
tem mostrado em bem das sciencias natu-
raes, como porque se relaciona constante-
mente em todo o imperio com os eogenhei-
ros e pessoas illustradas que se enerregaro
de certo de remetter ao museo nacional,
quer directamente, quer por esse ministe-
rio, os objeetos de que necessito.
Na sala grande em que s acha a nossa
coUecco archeolegica e elhnographica, hoje
consideravelmente augmentada com os ob-
jeetos da ultima exposicSo nacional, j te-
mos felizmente tres tmos provenientes de
scavacao, e que por isso me tem prendido
curiosidade. O autor delles, eacontralo
perto da villa de Serpa, no Amazonas, vaso
que me parece ter pertencido tribu Mora,
inquestonavelnaente ama fnebre, pois
conserva arada, apezar de antiquissimo,
dous crneos qoasi inleiros aolado de moi- vinares,
tos fragmentos de fmures, de tibias, de ca-
viculas, etc.
Os dous outros achados n'uma eacavacao
feita na vizinbanga deMag,,s5o de
taes se a antigatdade que elles parecem ter
nao se oppuzesse a esta snpposiclo que
subetende a cultura da canna a fabrica-
co d'aguardente, existindo no Rio de Ja-
neiro desde o principio do seclo XVI, o
que supponho ser um prochronismo.
Sites sao, pois, DquesUonavelmente de
origem indigena]e parecem pertencer a orna
especie de vasos denominados igagabas em
que'se prepara o famoso e repgname
cautm, beberagem dos risos e das festas,
muitas vezes partilbada ainda pelo primeiro
naturalista que visitn o Brasil, o viridico e
excellente Jo5o de Leri, que tanto prazer
senta, como elle mesmo o diz, em cauinhar
com os selvagens desta trra.
s cimucis ou camudns, vasos grandes
oude se conservavam as mumias entre as
tribus do sul, e de que se v um excellente
desenbo na obra Ilustrada de Debret-; os
vasos que guardam os alimentos e as bebi-
das fermentadas, as urnas funreas, tudo
isto seria de um grande valor para a scien-^
cia e particularmente para a questo pre-
Quer se lanzar ainda alguns raios lumino-
sos sobre as brumas em que se envolve a
origem dos povos americanos, a origem
portanto do poyo indgena do Brasil, e,
como isto est entre mos de quem o pode
fazer, convm que Ihe fornecamos alguns
dados.
. As pequeas analogas da lingua com as
de alguns povos do oriente, a semelhaaca
dos machados de silex, as.lendas vagas on-
de se descobrem os visos de urna historia
remotissima", tudo isso nos faz olhar para a
Azia como para o berco da raga americana.
Qual porm, o caminho que tena ella
seguido dali at este continente ?
Transportou-se de um jacto at aqu, an-
dando sempre para o oriente e; alcanzando
primeiro-as costas occidentaes da America
ou leve de andar ainda alguns seculos em
commum com os povos que se fixaram de-
poisnas vzinhancas do mediterrneo ede
quem se separou afinal ?
Taes slo os qnesitos- que de chofre se me
apresentara mente e que podem ter algu-
ma pequea explicac3o com o esludo mi-
nucioso dos vasos usados pelas racas das
regies ul-audinas da America do Sul.
Nao querendo, porm, tomar mais exten-
sa esta nota, que est bem longe de ser um
trabalho scientifico, tomo a perm-ssSo de
reiterar meus protestos de estima ede mul-
ta considerado a V. Exc. a quem Deus
guarde.
r* Museo nacional em 18 de maio de 1867,
-lllm. e Exm. Sr.conselheiro ManoelPinto
de Souza Dantas, ministro e secretario de
estado dos negocios da agricultura,- com-
mercio e obras publicas. Dr. Ladislao
Netto.
Art. 4." Ficam revogadas as dispoic5es
em contrario.
Mando, portanto.
a todas as autoridades
a quem o conhecimento e exeeoco da pre-
sente resolucSo pertencer, que a cumpram
e facam cumprir tao inteiramente como nella
se contm.
O secretario do governo desta provincia a
faca imprimir, publicar e correr.
Palacio do goverao de PemambHCO I? de
jonho de 1867.*6.0da independencia do,
imperio- !m
L. S.
BarO de Villa Bella. Tjparaybatalbao de reserva n. 4 desse mut
Sellada e publicada a presente resolucao visto nao acbar-se elle organisado os offlciaes
nesta secretaria do governo de Pernambuco,''tantas-toociosa raiacao
aos 17 de juuho de 1867.
O secretario, .
Dr. Francisco de Paula Sales.
Registrada a fl. do Uvro de leis provin-
ciaes.
Secretaria do goverao de Pernambuco 17
de jnnho de 1867.
O amanuense,
Manoel Jos, de Campos Barbosa.
TT '" --------------------------
da igrtja de S. Je s de Riba-Mar no da U. do cor-
rale a 3 boras da larde.
N- IR.Dito ao commaodante superior de O-
lioda.Constando de offlcio do connnandante do
presidio de Fernando de* 44 do correte, sob n. 91,
haver regressado daqaelle pre.'idio para esta capi-
tal o 3a sargento Valeriano Antonio de Mello a o
guarda nacioaafJjo-AQgnste de Mallo, ambos do
9 batatoso ie jnXanlaria do municipio de Olinda,
e cojas sguias do aoccorriuento loram remetlidas
edital do juiz municipal e de orphaos de
Cimbres, abaixo transcripto, para o concur-
so a serventa vitalicia dos officios de parti-
dor e contador, e partidor e distribuidor
daquelle juizo, creados pela le* provincial
n. 504 de 29 de maio de 1861 e at noje
vagos por falta de concorrentes.
Edital
ao general cpmmandaDla das armas; asslmade- O Dr. JoO Vieira de Araujo, jaiz muoicipal
claro | W. S. para,sea conhecimento e flns coove-
eOVGRKO DA PROVINCIA
LE N. 745
BarSo de Villa Bella, presidente da pro-
vincia de Pernambuco:
Faco saber a todos os seus habitantes que
a assembla legislativa provincial, decreton
eu sanecionei a resolufo seguinte :
Art. 1.* F'cam concedidas quinze loteras
de cento e vinte contos de ris cada urna,
sendo :
l. Urna para as obras de que necessita
a capella curada de Beberibe, sob a invoca-
do de Nossa Senbera da Gonceico.
2." Urna para os reparos de que neces-
sita a igreja de S. Joo, a cargo da irmanda-
de do Senbor Bom Jess dos Martirios de
01 inda.
3.* Urna para auxilio das obras da ma-
triz da Boa Vista na cidade do Recife.
$ 4. Urna para auxilio das obras de que
necessita a igreja da Soledade na cidade do
Recife.
5. Urna para as obras da matriz de
Iogazeira..
6. Urna para as obras da matriz de
Floresta.
7. Urna para as obras da matriz de Ta-
cara t.
8." Urna para as obras da matriz de
Cabrob.
9." Urna para as obras da matriz de
Buique.
8 10. Urna para as obras da igreja do
Rosario em S. Lourenco da Matta.
11. Urna para as obras da igreja da
Gasa Forte na freguezia do Poco da Panella.
12. Urna para as obras da igreja do
Rosario emGoiaooa.
S 13. Urna para as obras da capella de
Capoeiras no Bonito.
14. Urna para as obras da igreja do
Rosario em Iguarass.
5 15. Urna para constroccSo de casas
Expedienta de dio 19 de marco de 1867,
L* seceso.
N. 73.Offlcio ao Exm. general commandanle
das armas.Sirva-sa V. Eic. de Informar acerca
do que pede Fre David da Natlvidade de Nossa
Senbora capello do presidio de Fernando no in-
cluso reqnerimento que val coberto com informa-
cao do respectivo cemmandante.
N. 724.Dito ao mesmo.Sirva se V. Eic. de
informar acerca do qoe pede no incluso reqaeri-
mento Manoel do Nascimeoto.
N. 725.Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de
mandar por em liberdade o recrata Jos Alves da
Silva, visto ter provado iseoco legal.
N. 7*6.Dito ao mesmo.Tendo nesta data re-
solvido dispensar do servico da guerra, para que
fra designado, o guarda nacional do bataibao da
fregnetia da Escada Joaqnim Gomes da Silva, visto
ter provado isenco legal; assim ocommuuico a
V. Exc. para QQ8 o mande por em Werdade.
-N.727.Dito ao mesmo.Srvase V. Exc. de
mandar inspeccionar a Gaadino de Carvalbo Paes
de Andrade de qne tratam os inclusos papis qne
me sarao devolvidos com o resultado da inspec-
gao.
N. 728.-Dito ao mesmo.Sirva se V. Exc. de
mandar por em liberdade o reernta Eogeaio Ro-
drigues Baptista, visto ter sido julgado incapaz do
servico segundo declarou V. Exc. em sea offlcio de
18 do corrente, sob d. 417.
N. 729.Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de
informar acerca do que pede ao incluso reqneri-
mento Aadr Goncalves Ribeiro.
N. 730.-Dilo ao mesmo.Pode conceder per-
missSo ao guarda nacional invalido Jos Urbano de
Figueiredo, para esperar decIsSo do governo Im-
perial sobre sua baixa oa reforma na povoacao de
Una onde tem sua familia. Fica assim deferido o
reijuerimento dessa praca a que alinde o offlcio de
V. Exc. n. 412 de 18 do corrente.
N. 731.Dito ao capitao do porto.Mande V.
S. i or em liberdade o reeruta da armada Jos Ce-
mentioo Guedes visto ter provado isenco legal.
N. 732 Dito ao commandante do presidio de
Fernando.Pelo seu offlcio de 12 do correte, sob
n. 20, fleoioteirado de haver Vmc. no dia 11 deste
mez assumido o commando interino desse presidio,
e nomeado na mesma data o capitao do 9 batalho
de infamara da guarda nacional Cbristovo Perei
ra Pinto, para exercer as ancc5es de major da
praga.
N. 733.Dito ao mesmo.Respodendo ao offl-
cio que Vmc. me dirigi era 14 do corrente, sob n.
27, lenho a dizer que na primeira opportunidade
faca seguir para esta capital por coma de ministe-
rio da guerra as mulberes e Albos dos sentencia-
dos que seguiram para a corle com destino a guer-
ra do Paragaay, visto acbarenfcse em abandono
nes3e presidio segundo consta de seu citado o
Ocio.
N. 734__Dito ao director do arsenal de guerra.
Mande Vmc. ornecer a repartigao de polica 2
pares de algemas.
.V 733.-Dito ao mesmo.Promova o conseibo
de compras do arsenal de guerra a acqnislgao com
destino ao presidio de Fernando, dos objeetos cons-
tantes do incluso pedido feito pelo conseibo econ-
mico do referido presidio.
N. 736.Portari i__O presidente da provincia,
resolve oomear o tenenle-coronel Manoel Florencio
de Alencar para reerutador. da comarca da Cabro-
b, a recommenda as autoridades da referida co-
marca qnelbe prestem o auillio.de que earecer para
o bomnesimpenbo desta commisso.
N. 737.Dita. -O presidente da provincia, at-
tendendoao que requereu otenente do 11* eorpo
da voluntarios da patria Jos Candido de Barros
Jnior e tendo em vista a informacao do brlgadei-
ro eommanaame das armas datada de 18 do cor-
rente, sob n. 406, a parecer da junta de saude, re-
solve de cooformidade com o artigo 4a | 2' do de-
creto n. 3,379 de 3 de Janeiro do anoo passado
conceder tres mezes de licenca com os vencimen-
los do art. 5* g 1* do-citado decreto para tratar de
sua saude nesta provincia.
iS. 738.-Dita.O presidente da provincia, at-
tendendo ao qoe requereu o alteres do 93 batalbao
de infamarla do exercito Alvaro Conrado Ferreira
de Aguiar, e tendo em vista a Informagao do bri-
gadeiro commandante das armas datada de 14 do
correte, sob a. 384 e parecer da junta de saude,
resolve de conformidade com o art 4 J 2* do de-
creto n. 3,579 de 3 de Janeiro do anuo pagado con-
ceder tres mezes de licenca com os vencimentos do
arl S* 1* do citado decreto para tratar de sua
saude nesta provincia.
meles.
N. 749. Dito ao commandante superior de
Goyanaa.Tendo por portarla desta data nos ter-
mos das aviaos da reparilco da justiga de 4 de Ja-
neiro de 1855 e 15 de fevereiro da 1860, nomeado
desse municipio
CODS-
lames a inclusa relagao ; assim o commnslco a
V. S. Mira sea conhecimento e direego.
N. ?4t.Dito ao coramandants superior da Es-
cada. -Toado oesta data resolvido dispensar do
ser viga da guerra para qne esta va designado, o,
guarda nacional desse municipio Joaquina Gomes tiaor e dislruibuidor deste termo, creados
da Siita, visto ter pro vado iseocao legal, assinj o | pelo art. 1. da lei provincial o. 504 de 29
commnieo a' V. S. par, seo conhecimento, e anm ^ ^q ^ jgg|
^iliaXr^iSfi^rtior da Na-1 <*i pretendentes aos ditos offlcios sio.con-
zaretl'Deferindo de confaimidrie oom a sua ln- vidados, como exigem 08 C'tadOS decretos
formateo da 22 da fevereiro ultimo, sob n. 291, o jn. 817 art. 11 e 14 e n. 1,294 art. 9.,
requefcwnto do alteres do batalho o 20 desse apresenUrem n0 prag0 de 60 dias S6US re-
muaraDn ancreitao ao de u. 6 desta capital Ma- r r .,. ,
noaiq^oBorl^eba, acabo de mandar pas-: quenmentos acompanhados de certtdSo de
sar-lhTftort de passagem, nos termos do. art. 45 do idade, e folha corrida e exame de sufflciea
e de orphaos do termo de Cimbres, por
S. Magostado Imperial e Constitucional,
quemDeus guarde, etc.
Faco saber aos que este viren, e delle
noticia tiverem que na forma dos decretos
n. 817 de 30 de agosto de 1851 e n. 1,294
de 16 de'dezembro de 1853, aviso de 25
de outubro de 1861, e mais disposicSes re-
lativas em vigor, se acha aberta a concorren-
cia aos officios de partidor e contador, epar-
cia.
(.OVIltVO DO RISPADO.
SEDE VACANTE.
Expediente do dia 12 de juaao de 1867.
Offlcio ao vigario do Cabo.Participo aV. Rvma.
qoe pode o Rvd. Amonio da Conba Barbosa apre-
sentar na ibesourarla provincial a sua proviso de
coadjutor dessa (reguezia, a flm de ser ali regis-
trada, depois de haver trasilado pela secretaria da
presidencia.
Igual ai vigario de M un beca acerea do coadjutor
Rvd. Antonio de Almeida Colbo.
13
ao coa mandante do corpo provi-4 Offlcio ao vigario de Guarabira.Tenho presente goes que Ibes suscita o laaperio mmeowiu, para
o offlcio datado do 1* do crreme, pelo qual V. arranear i infeliz Polonia a sua ortfeooxia.
Rvma. me diz qoe estando a sa fregnetia sem Agradeca pois V. Rvma. da aaha porte aya seos
coadjutor ha um aono, e offerecendo-se-lhe agora paroehianos; e de novo loaa fafa coafeaeer
o Rvd. Antonio do Monte Silva para o mesmo la-1 tracto ioestlsavei que bao i prodniir ai sus-
gar, V. Rvma., vista da grande nacessidade, o olleras, a como ellas bao da ser prodigaaMMa ga
nomeia coadjutor da freguezia, e pede a minba lardoadas por aquellk qoe nao deixa
approvago.
Nao posso deixar de eslranhar qne tendo V.
Rvma. abandonado a sua freguezia por motivo de
molestia, e achando-se anda fra dalla, eem trata-
melo, como me referi o mesmo Rvd. Antonio do
M jule, portador do offlcio, urna s palavra me nao
escrevesse a respeito desse abandono precipitado,
. saego.
.Offlcio io Dr. ebefe de polica.Mande V. S. por
em liberdade o guarda nacional do batalbao da Es-
cada Joaqnim Gomes da Silva, que foi designado
proprias para aulas de instrueco primaria na pari 0 servico da guerra e acha-se a disposfgao de
V. S. visto ter elle provado iseogao legal.
N. 740.Dito ao commancaute superior do Re-
provincta.
Art. 2. Ficam concedidas tres loteras de
duremos e quarenta contos de ris cada urna,
sendo:
1. Urna em beneficio da Santa Gasa de
Misericordia do Recife.
{ 2. Outra para o patrimonio dos or-
phaos.
3.o E outra em beneficio da Santa Gasa
de Misericordia, para ajudar o pagamento
de sua divida ao btebarel La Rodrigues
s.
Art. 3. O beneficio de lotera concedida
associaclo de colonisacio Polaca pela lei
-n. 690 de oj de maio do aono passado, fica
barro perteocendo a Santa Casa de Misericordia
^0**!^^
cifeDeterminando nesta data ao commandante
do 2 batalbao de infantaria que faga seguir quan-
to antes para Serinhiem 30 pragas da- goarda na-
cional para se empregarem all no servico do-fe-
crotemeoto, sob o commando do capitao Thomaz
Rodrigues Pereira, assim o eommunlco a Y. S.
para sea conhecimento...
N. 741.Dito ao mesmo.Deferlado o reqneri-
mento do alteres, do batalbio o. 20 de Nazareth ag-
gragado ao 6* deste municipio- Caetano Borges
DebOa aotorlso V. S. a mandar passar Ihe i guia
de qne trata o art. 45 do decreto 1,130 dali de
marco de 1853, visto ter elle novamente estabete-
cido e sea domicilio no distrlcto do l'daqoaiiefl ba
talhdea. .''
i. 742.Dito ao mesmo.Em vista *> qae poo-
derou V. S. em offlcio a. 135 da 18 de carrete
snandei aogmemar o destacamento dos Afogadoa
ttrMnt.
fva-a V. *. le ex
decreta 1130 de 12 de margo de 1853, para a
distrlofD de referido batalbio 2Q, onde flxoa novi-
sua residencia, Ocon deslgaada para nella
como effectivo a vaga existente na stima
la pela transferencia para a segunda do
Jos Gomes da Canoa Beltrao, em virtule
ria do 1' de fevereiro prximo lindo.
i.Dito ao juiz municipal da primeira
jsta cidade.-Transmiti a" V. S. para os
venientes, o bcIo*o a ato de vestoria e idea-
inlade.de pesso* feito no cadver do sentenciado
de justiga da provincia da Parahyba Luiz Antonio
de Soaia, que fallecer no presidio de Fernando.
N. 149.Dito ao mesmo.Transmiti a* V. S.
para os fias convenientes, a ioclasa gala da sen-
tencala Carlota Lacia de Brito, qde veio do presi-
dio da, Fernando a' sua dlspostgao no vapor Para-
hyba, segundo consta de oficiado comaiandante
daquelle presidio adatado de 13 do corrente, sob
n. 22
fl. 150.Dito ao commandante do segundo bata-
lbao de Infamarla do municipio do Recife.Faga
V. S.'seguir quanto antes para Seriobaem, am de
seren empregados no servico do recroiamento, 30
praga do seu batalbao, as quaes rao sob o com-
mand do capitao Thomaz Rodrigues Pereira, en-
carregado de recrurar naquelle termo.
As telendas pragas seguiro pela estrada de
ferro, para o- qoe flea expedida a necessaria or-
dem.
N. 751.Dito .
sorio de polica.Mande Vmc. destacar em Bebe-
ribe, a' dlsposigao do respectivo subdelegado, o pra-
gas da corpo sob sen commando.
N. 7oi.Dito ao mesmo.-Expedindo .orden
nesia data am de que slgam para Seriobaem 30
pragas do segundo balalhao de infamara da guar-
da nacional deste municipio commandadas pelo
capitao do corpo sob o commando de Vntc, Tho-
maz Rodrigues Pereira, assim lbe coramnnico para
seu conhecimento e flns convenientes.
N. 753.Dito ao mesmo.Aotorlso a Vmc. a
fazer engajar para o servigo do co*rpo sob seu com
mando os paisanos Manoel Francisco Tavares e
Cbrisplniano Francisco de Vasconcellos, aprsenla-
dos com o seu offlcio n. 155 desta dala.
N. 754.Dito ao meso.Mande Vmc. augmen
lar com mais qaatro pragas o destacamento da po-
voagSo dos Afogados. -
N. 755.Dito ao capitao Manoel Joaquim ae
Castro Madeira.Recommendo a' Vmc. que depois
das diligencias que se bonverem de fazer no ter .no
de Pao d'Albo, siga com a forga do seu commando
para a comarca de Flores, onde Vmc. se emprega-
ra' no servigo do recrularaento e oa perseguigao
dos criminosos.
N. 756 Dilo ao jaiz de direila interino de Ca-
brob.Nao tendo vind janlo ao offlcio de Vmc.
de 23 de fevereiro prximo Ando, o do delegado
do termo de Saiguetro. a qae aquello se refere, re
commendo-lhe que m'o remella.
fl. 757.Portarla.-O presidente da provincia,
conformando-se com a proposta do Dr. ebefe de
polica n. 1869 desta data, e a bem do servigo pu-
blico, resolve exonerar a Manoel Feltosa da Silva
do cargo de segundo sapplente do subdelegado da
freguezia de Papacaga, a. para esse lugar assim
como para o de terceiro sopplente do mssmo sub.
delegado noma :
SegandoManoel Craveiro da Souza Dantas.
TerceiroFrancisco Telxeira de Macedo.
N. 758.Dita.O presidente da provincia, atten-
dendo a qae se nao acha organisado o batalho de
reserva n. 4 da goarda nacional do municipio de
Gjianna, resolve, em vista de proposla do respecti-
vo tenente-coronel commandante, e de conformi-
dade com o disposto nos avisos do mioisterio da
instiga de 4 de Janeiro da 1855 a 15 de fevereiro
de 1860, nomear para o referido batalbao os offl-
ciaes seguales :
Estado-maior.
Teneute-cirnrgiao, Francelino Ferreira Crespo.
Alferes-secrelario, Jos Gaspar Domingaes d
Swa.
Primeira companbia. .
Tenente, Leocadio Jos de Figueiredo.
Segunda .compaobia.
Teoente, Luiz da Alboqoerqoe Lios dos (joima-
res Peixoio.
Tarceira compaobia.
Caplto, Flix Pereira Lima.
Teoente, Jos Joaqnim da Silva Brrelo.
Alteres, Antonio Guedes de Barros.
Quarta compaobia.
Caplto, o alteres-secretario Francisco de Paula
Pereira de Aodrafle. -
fonema, Jis Googalves Ferreira Slmoes.
Alteres, Bellarmino Jos Feitosa.
N. 759.Dita.O presidente da previocia, al-
lendendo ao que reqaereu o alfares do batalbao n.
20 de Nasaretb, aggreado ao seato deste munici-
pio, Manoel Caeuno Borges cba, e tendo em
filia o que informou o commandante superior
daquella comarca em offlcio de 22 de fevereiro ul-
timo, sob o. 2U1, resolve coocader-ine paseagem
para o districto do pnmerro dot praditas batalboes,
onda axoo sua residencia, designa a respeel va
seuma comaaonls para nella servir con effeetivo
ba vaga deluda palo alfares Jos Gomes da Canoa
Beltrao, qae foi traosferldo paraa segoda por
portarla de 1 de fevereiro prximo nodo.-
N. 760.-Dits.-O presdante da provlnela re-
salvo conceder a Manoel Goncalves Nunes Mecha*
do a exooeracao qoe podio do cargo de o^lega.
do do stricio da Ggiaona,-nrlma^da fragnezia
de mesmo nomo; e para o sobsWalr nooea a
Joaojm Cerneo ia MaMota a Mello, "".tor.
midade coma proposta do Dr. ebefe de polica das-
ti data.
mengio da aotorisago qoe para isso loa ow, a
flm de evitar no roturo qoalqoar do vida.
17
Offlcio ao Exm. presidente da prometa.as
agora a dar o mea parecer tetro orejees o. 4
de 1864, qoe crea a fregoexla it GamUitn, a m*
me foi enviado por V. Ble. coa o ooVto 14 o
prximo passado.
Senda a nova fregosla creada ao* hota das
fregnezias de Sariobam, Bseada a AfM-Preta a
formada de terrenos qoe, oerteoeoo as dttM
fregaexis, se achara l davia a eonsrteraveis dis-
tancias das respectivas roatrizes.
Havendo summa ulidade ea qoe ao pevoa
poasam ser mais-prompiameote soecorridos caca 6
pasto espiritual, orna vez ereada a oora freg
zla:
Ficaodo ella com suaVieoies proporgoes por
prover decente s astea lacio do parocoo, taso to-
dava rednzlr dessaaladatneola oeoboau das (rt-
guezias, de qoe desmembrada;
Acbaodo-se adiaotadas as obras da capaila sor
da ora matriz, qoe sa est coastroiodo as G--
meleira;
E' mea parecer qae saja ereada a nova I
nao podende pordoa ser caoaolcaiaote
sem qoe a capalla-mr da aova ototrn ss
estado de fonceionar, o eorpo da (groja
caberlo, e a mesma nutriz prvido dos <
e alfaias nacessaras para a ceiabracio dos
divinos, a administragao doa Saeraaaeotw.
E porque a fragoetia da SwloaiitJ, a eoy poro-
cbo se da o dlreito da opeao, acloolaioMa ss acto
sem parocoo collado, a o qoe raosossossass tor
prvido oo possa de prompto sator-sa elarailair.
qoe o direito da opcM, qoe ae da
riobaasa, saja proltngaoa atfo*
asteja
mea parecer
Epara qne chegue ao conkecimeto de!f^**\t^^^
todos, a quem iDteressar possa, mandet la- entrar oa a Dovameme creada, oo a ajoa aatver
vrar o presente, que ser affixado nos luga- vaga em virtode da opead.
res do cosime nesta villa e seu termo, e a *'* Pf*"fa. V* 5! T2
i-onrAin,;^ i deposiur as maos de V. Exc.para qoe sa oojsm
reprdduzdo na capital. ui*-\o ebegar ao conbacimeoSoda aaaaoaMa pro-
Villa de Pesqueira 6de juoho de 1867. vinciai.
Eu, Antonio Se verla no de Mello FalcSo,' Dito ao vigario de Saigoeiro.Aoiori aV.
escrivao do civel e orph5os o escrevi.Jo5o *'** PrlhP,r Mtt ,M *an? t^^L^
Vieira de Aranjo.-U conforme Joao T^^ZZ^T^^^*
Vieira de Araujo.O secretario, Dr. Fran- servir para o oso daquella atavia.
cisco de Paula Sales.
mm
18
Offlcio ao vigario de Floras.Pei-sse endroga o
| seo offlcio de 28 do proslcso passado, a esas oto a
! qnaotia de 714, qae V. Rvma. oblara entra oa seo
paroebianos para o coliegio da miasiooartos potocas
em Roma.
E'me grato todas aa vate qoe leabo do leerrar
um parocho palo asa salo a candada evaogeib-a.
! qae o leva a ioteressar-se palas oeessstdadas dos
christos em qnalquer parte em qoe enes ss
acbem.
As asmlas oblidas para a sosteotacJo o desen-
volvimento do eollegio de missionarios potocos
talvez se deva a reslgoacao a esontanria qoa oas-
teota os povos da Poloola, satopre swtaaaasaa
principios religiosos, a despeno se lodos set
pensa um copo d'agoa dado ata
19
Offlcio ao Exm. presl ente da proviacia.Cosa o
offlcio de V. Exe. da 14 do correla, me veso as
maos o projeeto o. 62 da assembta provioeiat ao
correte aooo, qae pretende remover a sedo da
freguezia do Saobor Bom Josas da lgre)a flova
e dessa molestia prolongada; e pelo contrario pro- j para a povoacao da Cacboeira do R**,ru>j_*8rI*^*
curasse encobrir a verdade datando o offlcio da
sua freguezia, quandoV- Rvma. se acha na fregue-
zia de Araruna, como diz c mesmo sacerdote.
Quaudo en soube que V. Rvma. por motivo de
enfermidade- bavia abandonado a sua'freguezia, a
qual se achava sera ter quem a regesse, dei as
uecessariasprovidenaias nomeando vigario interino,
de matriz a "capella de Nossa Senhora das Dores,
sita oa mesma povoago; a sobre o oiesaao projee-
to passo a dar o meo parecer, como V. Ele. so
digoou solicitar no referido oflkio.
Sendo a capella do Senbor Bom Josas asa tem-
plo particular, asta s considerago ttra baslaot-
para qae se transferirse d'ali a sede da ouiris, qu
que ali administrasse os sacramentos 'em qnanto deve ser eiu urna igreja publica, a ialet
afim de qoe ama guarda de
a. SdccSo.Secretaria do governo
feroambocoem 21 de janho de 1867.

Edital

durasse o seq impedimento. Nao me dirig logo a
V. Rvma por eotender que nao devia perturba-lo
no seu tratamenlo e socego; e nao repare! tambem
aa falta de commnnicaco da parle de V. Rvma.,
por juigar que a enfermidade lbe nao dea occasio
para o fazer. Agora pois compra qae V. Rvma.
me participe primeiro que ludo o estado em qae se
acha, e guando lbe parece qae podera voltar para
a sua freguezia.
A respeito da nomeago de coadjutor, nao podia
V.' Rvma. fazHa, nao s por nao se adiar na re-
gencia da freguezia, como porque foi expressa-
menie prohibido pelo Exm. bispo D. Manoel que os
parochos nomeassem coadjutores; sendo-lbes to
someott permittido propo tos ao ordinario para
serem por este oomeados.
Acbaodo-se a freguezia sofflelentemente provida
pelo Rvd. Ricardo Brasiliense, por mim encarroa-
do de a reger durante o Impedimento de V. Rvma.,
aguardo o restabeleeimento da sua sa le, e a sua
voita S freguezia, qae fago rotos para qne se reali-
se o mais breve possivel para a salisfagao dos seas
paroebianos, e proveito da igreja.
14
Offlcio ao vigario de Plagabuss.Informe V.
Rvma.clrcamstaneladamente e com a possivel bre-
vidade sobre o qne consta dos documentos que
incluso lbe remeti por copia. Declare se existe
no archivo dessa matriz algam documento qae
esclarega a questo e mostreo diMto qoe tem e9sa
freguezia povoago de Brejd-Grande, e se fra
mais conveniente que fleasse ella pertencendo a
freguezia de Santo Antonio de Villa-Nova no arce-
bispado da Babia. Percorra todos esses docuraen
tos, decretos e autorisagies diversas, e procurando
no archivo da sua matriz o qae ba a tal repeito
faga de todo ama relagiocircumsianciada que me
habilite a dar ao governo imperial os esclareaimeo-
(os qae elle exige.
Dito ao vigario do Peoedo. Tendo sido desmem-
brada dessa parocTiia a freguezia de Piagabuss, a
qual est annexa a povoago de Brejo Grande, que
pertencendo oo civil a Ireguezla de Santo Antonio
de Villa-Nova em Ssrgipe, se pretende qae tambem
Iba fique per tencendo na parte eeclesias.tica, trans-
mitta-me V. vina, todos os documentos qae por
ventara exlslirem na sua matriz a tal respeito, e
d-me todas as informagoes qae poder colher sobre
as vantagens desta desanexago.
Remetto Ihe por copia todos os documentos qae
se achara em mea poder.
__ 1K
Offleio ao vigario forneo da 5* vlgaroria fo-
rnea. Accoso racebido o offlcio de 6 do corrente,
a loovo o zelo da V. Rvma. em providenciar de
prompto para qoa as magaa e vaso sagradas
pertencentes a capella da Praia d.e Carneir.'S dessa
freguezia fossera recollildas oa capaila do Rosarlo
dessa cidade, em quanto se reedifica a referida
capella.
Coqcederei ao administrador da capella a licenca
de que trata V. Rvma., logo qne me fdr requeri-
da.
Dito ao vigario de.Faienda Grande.De confor-
midade com o qae V. Rvma. solicita aa seo offleio
d 9 do prximo passado, en o autoriso para
asigor os laoameotos qae se acham exaradoe.
de nos llvros, dessa matrlx do lempo do sao antecessor,
sem qae por elle fossem assigoados.
Qoanto aos assentos oo certlUSes que se Ihe tem
livre de qaalquer dominio particular. Aceresce
alm disso qae a capella do Seabor Boa Jasas se
acha arruinada, e falta de paramado para a
celebracao dos offlcios Divinos.
A' visia pois deat*s ceosideragoas, neaado tam-
bera a nova matrlx a coovenieote distaana das
limites da fregnexla, jolgo coovaaieaie ajraaalr-
reocia da matrix para a capaila da Nossa tontora
das Dores da Cachoeira do Roberto, deveado po-
rm ser defloilivamento execal-da esta traasferea-
cla qoaado dita capella, qoe ja possoe algos para-
mentos, se achar completamente dotada do alfaias
e utencilios necessarios nao s para a eoteataeao
dos offlcios Divinos em osa igreja oaabrat, ososo
para a admioistrago dos saerameotos.
E" este o mea pareeer, que peco a v. Eic. sa
sirva de fazer chegar ao coubecimaat
bla provineal.
Dito ao vigario da Carabas.Bes ra .
seo offlcio de 6 do correla, tanto a deetarar-lne
que nao existe impedimento da cogaacie espihtoal
entre Isidoro da Costa Monleiro a Joaaaa Fllieta
do Sacramento; porqnaolo tendo aqacUo servido
da padnobo a Alba dasta apeaos por proearacie, e
havendo toeado a crlaaca aa neaede oatroa, nao
foi elle qoem conlrabio pareoseseo, o ato o sto
consumite.
Pode pois V. Rvma. proceder limaron so
casamento desias nubaote*, se etoaalt aie toover
outro impedimento, a strvaiit itjtn \
apreseniado do teatpo dos seas antecessores, verl-
Pel secretaria do aoverno ae fin publico, and) v. Rvma. a autbemicidade de taes ceriides,
- 0 irendo
DUBIO DE PEUAMBCO
recife, 27 on jcuho.
Devemos ao publico em gerai, a
ao Ilustre eorpo commerciai da provincia, i
pleagao a proposito da non
se nos fez neste mesmo Osara, aa oa artigo aon o
UluloO omoureta de Ptraaaoiaco i o psrtadire
acadmico A Fatuidad* i o Poso, ao
pensadamente nao quizamos
mesmo.
Estamos convencidos do qne ;
deranara por nos nao taraos
dencia ulmameete snseitada
a na Sr. depuudo provincial,
dado m explfcaelo qo ssntoaa, ___.
Habitaadof da longa data a tratar esto n cans
deragie a respailo, qoe Me devido, o iUastre
eorpo commercial dasu provincia, de qne ase pro-
sainos da ser os aecerrimoa defansores, nao tos asi-
miamos lomar sua celosa, sa laiissatori ji
mos qne poderiam oflende-lo aignns aforl
slderados, qoe imprudeoleaenlo den na rseanto da
asaembla na Sr. depuudo srovioctoi
O modo de ver errneo de ua aiaoro oapasMi
corporacao, nio implica o erra os lona a eorpo da
assembla, o isto mesmo provaaeeej
distinetos depuUdos qne rapeUiraa a
qne foi feita ao illostre eorpo iiniaawiil
Nos, considerando o eommereio
mallo cima das injnrias ano loo anrans inaladas
por ara Imprudente, nio inlgaaos necesario adorar
esse imprudente cora aula rapis* ea neae de
eommereio.
Os coodeanados pala ofunao pnnWea, na ire-
vas de sen vivar cosiumam aggredir a todas, oa*
nio tarea a" pessoe alguma; sao acto pooaso-
aas, nio pfcm alcaacar a emmeneia oaoaass
aeba collocada orna eorpprqtao stineto por mais
de um titulo, como o eommereio de r



MUTILAT5nf
^


.' <**-**
JMtf
mu

m
I ni
f
Mt.lL.
ferio 4e
teta Itfrn, tlAe Jarabe de 1867.

E" SU a explicace quo llenamos a dar.
Pac*-ao* j rtica qnem .tiver to aWd* ti-'
ae-la.
Teos a' fist* os Jordn de i e 5 o crtente de
Marselba, traiidos pelu vapor trances Soitcjaon*'
aonlem chegado. D.IM (MMMt asaaiMMee-
fOiOttS.
Hr. Ferrara iiutW.q a ecavaooi rofctt-
t* m patrimonio eccleattco, aaoclnfda cea os
Sr. Eriaoger di C a nal se ach estipatasa
ama coramina.) de 3 '/.-pora bao* Srs., que aje-
rio formar a compaotrle Oentt do prazo de ten
mei, aps a ippr*cae d* coHoco.
! NafMNio aehava-ae
0 pr.oeipe aaMMo sthava-ae em Veonaa, onde
foi recebido MiawarasticaflMate pelo pote.
O Sr. de Villana:loa propot a" Soa Santidade
Po IX a oceupacio por tropas iuliaoas da pro-
vincia pontificias, afim ae extinguir os bandidos;
O car dea! Aotoselli, em oome do seo governo, rt-
cusou o uffereeimento.
Saa SaoiidOde celebrou um consistorio publico,
corn a assisieucia de viole bupos ebegados para as
testas de S. Pedro. Pelo advogado do eoaslstorio
foi diseuiida causa da commissao dos betnaven-
turados martyres Josapbat Polonez, Pedro Arbas
e de 19 mrtires de Gorcam na Ho|iaoda.
A cmara se depotados da Fiorenca comecou a
discusso do or carneo lo das obras publicas para
1867, p,o* arUtvs, deixaod j de parto a dlseoiiso
em globo,
O rei da Prosaia parti no da 4 para Pa-
rs.
O projecio de resposla ae tbreao da eamara dos
deputados de Vieaoa salizlez em gerai. Acredita-
-se que o governo proporia a reforma do exor-
dio ao reicbsratb.
A dieta Aungara pedio a correceo des actos de
abdicaco Jos imperadores Femando e Francisco
Carlos (e-ie oiiiiio pae do actual imperador), por
tio meocionarem qoal a coroa que abdicam.
A aoertura dos traba I boa do canselbo federal de-
ve ter lugar no dia 15 de julbo, e a do reichsiat no
Io de seieaibro; devendo proeder-se, no princi-
pio de outubre, eleoo de epatados ao parla-
melo prusiano, nos paites annexados.
Anda nao se aeba detlnilivamente Qxado o dia
da paruda da gaarnicae prussiaua, da cidadella
do Luiamburgo.
Devia ier lugar em Berln, no dia 3, urna con-
ferencia dos inistros da ia viera, Wurtemberg,
Bade e Uesse Darmstad, para iratar-se da recons-
tituirn du Zolwereiu e da ooificacao das Allema-
nbas do sul e do aorte. Assistina a' ella o Sr. de
Bisinai k.
Os governos da Blgica e da Italia, resolvern
coaceii'nir em B-rlm saa representaco diplomti-
ca junio i cufederaco do Norte; conservando
entreunto a.Italia um consol emHamburgo.
Teudo-se espalbado a noticia de que o impe-
rador Maximiliano do Mxico tinba sido capturado
e uzilado pelos revolucionarios, e sendo interpela-
do o ministerio inglez pelo Sr. Buttler, Mr. Stanley
respooo ;u que nada conslava ofBcialmente, haven-
do suspeas de lerem sido Interceptados os offlcios
para o Foreiguo-office.
Anda respoodeodo ao Sr. Layard, ^sse ministro
declaran lar o governo ordenado, ao cnsul ioglez
em Jassy, que protestasse contra a perseguico dos
jadeas.
Cabio, p ,r 369 votos contra 52, a emenda do Sr.
Gasell determinando que os burgos de meaos de
5,000 habitantes nao mandem mais representantes
ao parlamento, depois de orareis os Srs. Disrael
contra e Gladstone a' favor.
O senado bespanbol approvoa a le filando
em t.Ouii borneas o pessoal do exercito, com oad-
ditlvo de poder o governo, quaode Hie aprouver,
cbamar as reservas per um simples decreto.
A r.iuha de va partir para Pars no du 20 do
corrate.
Aduva se acalmada a agitaco. occasionada
pelas medida contra os israelitas, em Jassy, come-
cando eilts a voltar para soas habitacfcs.
O car da Russia achava-se em Pars. SS.
UM. o erar e o imperador Napoieo assistiram as
corridas de cavallos, no dia 2 do corrate, lado
m saguida, com os filhos do primeiro, visitara'
S. Clond o principe imperial.
No da 8 devia ter logar em Cberbourg a revis-
ta das e.-quajras russa e fraueexa, pelos dous im-
peradores.
Esperase em Pars em meiado de julbo, Muley-
Abbas, umo do imperador de Maocos.
Foi eleiio ru'-mbro da academia das sciencias de
Pars, l celebre doutor Nlalon.
No oorpo legislativo continuava a discusso da
le sobre sobre sociedades commerciaes.
Aciu se de novo re3tabelecld o cabo snbmarl-
nho eoire a Sicilia e Argel.
O triuual martimo de Brest condemoou a' pena
de morte, o ex-raarinbeiro do navio Faderu-Arca,
*i que istiUs veies nos temos oocupado, Carlos Fe-
"i. Daouias
A cidade de R.chellc foi autorisada a exigir u-
ma estatua ao almirante Duperr.
De passagem para Boma, lieava em Marselba, o
cardeal arcebispo de Santiago, D. Miguel Garca
Cuerta.
Foi nomeade delegado do gabinete de Fiorenca,
no congresso internacional monetario de Pars, o
commendadur Correuti.
Continuava a reforma do armamento do exerci-
to francez.
Segundo os despaches telegrapbicos recebi-
dos na Europa dos Estados-Unidos, o general Co-
rona ordenou que se nao d quartel aos officiaes do
xercito imperial.
Obombdrdeamento da eapi'al do Mxico tinba
ja' cornee,* o.
O ex presidente Da vis ficava em Moalreal.
Os feoiau'os procaravam celebrar grandes mee-
ttngs em lodos os pontos.
O governo peruano apresentou ao congresso
dous prujectos urgentes : um declarando nada de-
ver a' Hespanha; ootro ordenando a continnaco
da guerra al ulterior deliberacio do congresso,
probibindo a acceitaco de proposlas. de paz, on
aecordo, quer direcus, quer por via de Interme-
diarios, que nao seja baseada oa deelaracao cfflcial
do gabinete de Madrid de que houve vioiacao do
direito internacional em J4 de abril de 1864, as
ilbas Chinchas, e em 31 de marco de 1866 em Val-
paraizo, e da chamada das forgas navaes existen-
tes no Hacifico.
ida em 3"
BSSR
menites aos cirurglies de
,v,= i m 2f a (de ios de divuli, de :
amda oflertrita^m 3.ao tftjjb *. U, d rtt&, de 60*000, igi segnt
SuT&i^ WHP** >Wfc'>M>^> M PteUlros pharniacentleos,
dal. Abdias & t. Conna Salta, ras oso de lie*- gantes ditos,
ca com veoerBMntot; e o de n. 4 de 186A, qae f rc. na,.i aq ,mMrio
su ifsSn fssssrten^ *1" & s*r? ? safo
Pros^Mado a > d.ca. odiada o prolectd S monSl
da orcMuo provineta ra. 47*. ^ J5o go
e 50, a a tabella das Pr*t ^an
com algmas mntu, faliaado a sarta deltas se S"0
Srs. Amvdtbas, Ramat, Soares bra4lo. Cnsu U
,--.*<,
liante, o promotor; appellado.AntoDitfJ
tero,ftVMo Lima, MaraabSo, Drawaocd, Sabido, ,------
Aadr CavalcaMe, tirana e J. do Rogo Barro El
saadoa requerlmento do Sr. Sabiao ditpwsadV* lfel
Interstieo.
Approvoa finalmente em 2* discasvio o projecto
de n. 28, que concede ama iudemoisaei a loaqoim
Jos da Costa, arremtame das barrelras do Mao-
guioho e Capuoga, e dispensando o Intersticio a
requer meato do Sr.-Rego Barros.
Levaotou-se a sesso a's 3 boros da tarde, de-
8ifoando-se para ordem do dia seguate, alm da
anterior, mais a i* discusso do projecto o 99; 2*
do de n. 84 e 3 dos de ns. 23, 28, 55 e 62 derte
anno, a 4 de 1164.
Na roa de Saota Rita-desta cidade, no dia-81
do corrente, o menor Dativo Sitio de Petronilla lg
naca Tavares da Silva, estando a brincar com um
outro menino, soffreo ama pancada na fronte, que
o poz atordoado. Entrando em easa sentlo-se elle
lucommodado, e deitou-se adormir al s 7 horas
da noite, qnando a mal Indo acorda-lo enconrron-o
j sem folna e inanimado:
Na noite de 23 do crrante, estando a crioola
Francisca de Paula Celesllta, na povoaco da Var
zea, acceodendo orna fogoeria no terreiro de saa
casa, aprotmou-se Ibe o pardo Vctor, escravo, tra-
zando urna arma carregada eem plvora e bocha,
e, nao tendo-a visto, por estar lia vestida de pre-
to, disparon a arma, cu tal infelicidede, que se
Ihe empregou o Uro no baixo vehtre. O ferimento
foi jaleado leve.
O vapor franed*, portador da mala de Bor
dos, no correte roes o Ntarre '
Na.tarde de sabbado passado, foi esmagado
pelo trem da via-ferrea de Apipncoa, -um barro
que, acbando-se sobre a liaba, abi se conservou
dellado, apezar do apilar da machina e da agua
fervendo que Ihe deitoo o conductor, por nao po-
der parar o trem em cooseqoencia da curva em
que se acbava e da velocidade que traxia.
No dia seguiote i tarde, no Caminho Novo,
fracturou o mesmo trom a perna direita de um
horneo), que imprudentemente qulz sabir n'um
das wagons, qaaado o trem la j em marcha.
Hoje ero amanoa deve chegar o vapor ioglez
Qneiia, com a mala da Europa.
O Sr J. Biam, a roa do Imperador o. 23, de-
fronte de S. Francisco, acaba de receber de Parts
um rico sortimeoto de objectos de brooze dourado,
proprlos para igrejas, ues que candelabros, caati-
cae8. ambulas, thurlbulos, lampadas e crazes, de
diversos gostos e tamanbos. Recommendamo-lo
ao publico.
A torca aena-se assim ctiv .
operacoei contra o PKagoay :
corvada e eaoboaeira* va-
15 traMpories vapor, 1 car-
transporte i vela. '
'al : l fragau e 3 crvelas i
vapor.
No 2.' districto : 1 crvela, t brigue-barca e 1
brifae-eacon* a vela.
No 3.a districto : 2 corvetas e 1 canbooeira i va-
per, 1 brigoe e 2 biates vela.
Na flotllha do Rio-Grande : 5 vapores.
Na dita de MaltoGrosso : 5 vapores.
Na praticagem da barra do- Ro-Grande : 1 va-
por.
No eslabelecimeato naval do Itapnra : 1 vapor.
Acbam-se anda em coD.truceio ama grande
crvela e 6 mqoitors eocouraetdes, e ama carre-
ta transporte de madeira ; e concluindo ollas a
corveta Vital d$ Otiveira. jF
Chamamos a atleoco dos nossos leitores para
o artigo que bole damos sob a rubrica Port ofli-
cial. B* um offlaio que ao ministro das ebr bllcas dirigi o no-iso amigo Dr. Ladislao Neito, do
mazeu nacional (na corte), pediudo que aquella mi-
nisiro se inieresse peja obteacav de vasos osados
pelos nossos indgenas oa de seu; deseahos, deven-
do servir no e entras para esclarecer a historia e
mostrar a ligag&o que existe entre a raea indgena
americana alguma das do velbo mundos.
Do preco eorrente-dos Srs. H. Beao el Roo-
llar, correctores em Marselba, em data de 1.a do
corrente, extrabimos o segulnte :
Cada. -O do Para' vende-se de frs. 77-50 c. a
80 por 50 kilo, e o da Bahia de frs. 65 a 70 nomi-
naos.
Asiucar.O do Brasil vende-se de frs. 31 a 31-
80 o. os 50 kilo. Comecaaos o mex de maio em
condicSes Tavoravels, e lendo desapparecldo o re-
cejo de guerra, aoimaram-se os negocies, subindo
o assucar frs. 2 sobre os anteriores pr$os. Entre-
tanto no firo, as grandes ebegadas e a procura di-
minuida produiiram urna reaccao. Apezar drsso,
a posico deste genero favoravel.
lgodo. -Nosso mercado deste genero foi bas-
tante animado, sendo importantes as transacgSe?.
Os preg.is sao firmes.
Couros.~Os seceos de Pernambuco colam-se &
frs. 7577 e os salgados seceos a frs. 6263 ; as
do Maraobo e Para' a frs. 60.
bargador Moita.-Appellapk> ci-
1 fazenda; appelladot, ed feetdei-
[oeiroa da Paria.
jargador Almeida Alhaquerqne
irgador Motu.-Appellacaoerime:
ojuuo; appeUado, Pedro Jos Duar-
aoSr.
ifiitwliit
'podesembargador m ao Sr. o^eaatbaeje-
laAS'S.TA*,elta99 ertawe: doaellaMa. Marml
im da Silva t appellada, a jastvx. App*liante, a
iBstgaj appellado, Francisca Lope, de JSzi.
o Sr.desembargador Domlames da Silva ao
Sr. detembargador cboa Cavalednie.-Appellaelo
enme: appellante, ojulxo; appellado, Severloo
Jos reneira.
Levanloo se a sessio as ama hora e meta da
urde.
m
fe
Partido conservador,
m
PMlmfrk a pedido
REPARTICAO DA POLICU.
Extracto das partes aos das 23, 24, 25 e 26 de
junho de 1867.
Foram recolbidos t casa de detengo no da 22
lo corrente:
A" ordem do subdelegado de Santo AutonioT'Ma
- De Marselba, por Gibraltar, Tenerife e S. Vi- noel. escr|vo de SenoVena CorKea de Ar'axijo,' para
-,, .u_______.:' __._______ ._.____ i. I veriO(iacm nm prima inifl->inH__a' nrdam Hn
ue Marseiha, por Gibraltar, Tenerife e S. Vi- uum. "- u 'ua correa ua raujo, i
cerne ehogou bontem o bello vapor francez Bowr-' avenguacies em_ crime inaflancavdLA ordem do
gogne, pertencente a' Societ tgenerale des rans ** J.fros A.0,00,.V?..o. Carm?' Jos Saluslano
ports mantones a' vapeur, que veio inaugurar a II- < da Sl"a e Manoe' Jos da Silva, por crim de furto,
nhe entre Marselba e Buenos-Ayres. E' um navio m, ,,, T" ^ .
nevo, de 1,500 toneladas, movido a' rodas, com ex- ,A 0T'\emi 0 L"01- Sr. Dr. ebefe de polsja. Do-
celleates commodos para passageiro de' prlraeira rains Jos da Silva Braga, Francisco Paes Valen-
e segunda classe, podando recdber 50 daquella e ^ Matheas Fernandes -Pereira e Luiz Goagalves de
cerca de cem desta. MOura Cyrilk), como sentenciados viodos da pro-
CoSdazloelle 175 passagelros iramlgraoles ita- V|DCaf.do,Rl0'1* '"Iro.A* ordem do sabdelega-
lianos, 25 dos quaes para esla provincia. I do a* s- Jo*' E,ias Aatouio dos Santos, para cor-
Como carga, v5o nesle vapor dous bellos biates' rec9ao e.Sotero, escravo de Pedro Tenorio, para
a' vapor, para o servico de soa
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA-
a assembla provincia! com
Faoctiooou hornera
29 deputados.
Approvada a acta da antecedente, o So. secreta-
rio leo o seguate expediente :
Um offlelo do secretario do governo, oommoni-
cando que o Exm. presidente da provincia solicita
da assembla antorisacio para tazar vigorar, no
exercielo viodooro, a lei do orsamento vigente,
at qoe seja publicada a lei que deve reger o exer-
cicio fotnro. A' eommissAo de farenda e orca-
mento.
Ootro do mesmo, trawmitiiflid por eota a in-
formacao miolstrada pelo director-geral da instruc-
cao publica, acerca da peticao da prpfessora da ca-
deira de S. Fre Pedro Goncalves doHecife, Clao-
dina Natiaa do O" Santos. A qoem fez a reqdi-
sico.
Vma petijao de Bernardloo de SenaPontual, ae-
iociante brasilein, pedlndo a concesso de um
privilegio por vinte anoos, para contratar o asseo-
amento de trilbos de ferro da estacao das Cinco
'ontas ao caes do Ramos, oo em ootro qualquer
ugar.A' commissao de obras publicas.
Oatra de fiodrigo Jacome Martins Pereira, cen-
lerenle do consolado provincial, pedlndo seis pie-
'es de lcenja com lodos os seos veneimentos,
- Sea.
Foram lidos e approvaffos os segainles parece-
.-s:
Da .--ommissio de postaras e negocios de cama-
" idicioaaes das cmaras mandpaes da cidade a'
Victoria e da vHfa do Boalio.
Da commi.sso de fazenda e oreamenie. deca.-
<- .uscnasao, a pefteto de Joto Carnelro da Motea 511-
i-ira.
Da commfsJo de lagisfafao, colcialndo por um
-'ihstitctivo ao projecto o. 84 do anno passado qae
ata da aposentadorfa dos eollectores e seas escrl-
viea.
Passnndo a' ordem do &\t, approvoa em S4 dis-
!o ama emenda apreseolada em 3a o projecto
i 78, creando mais um lugar de amanuense da
- retara, da instrnecao publica, depois de sobre-)
; fallarem os Sr. Anjyntas e Cicero, este em fa-
r e aquello conira; em 3a o de n. 100, qg* ao-
: -i o fejto com Edoado Horujr^iira.i utetara
eiramvrajrs no Iriurlor da provlncU-, em
q. 23, qoe considera pmpregado publico o en-
rador, constroldos em Marselba coro
cao e gosto.
Oesejaodo a eompanhia offerecer, s pessoas que
pretenderen! viajar nos seus vapores, iodo oasseioe
commodidades necessarlas, procede actualmente
aos prepares oeeessarios n vapores, pelo que de-
mora o comeco das viageos regalares para 15 de
agosto prximo, seguindo-se-Ihe em cada mez um
vapor. O dssa dala sera' o Pteardte, em tudo Igual
ao Bourgogne.
No dia 23 do corrente, o pardo Lniz de Fran-
ca, que se suppde ser um dos senienciados de Fer-
nando ltimamente perdoados para servirem na
guerra conira o Paraguay, e que se achava homi-
siado as maltas do eogenho Amaragi, do districlo
da Gamelleira, penetroa a' l hora da manba na
casa de sen cunbado Jerpnymo de Barros, nesee
povoado, e ahi assassinou ao Dreto Severino, escra-
vo de Verissimo do Reg Barros ferlndo grave-
mente a' mais quatro bomeos e a qnatro mulheres,
que;ahl estavam n'uma festa, sendo destas urna sua
sobrinba com quem estava para casar. Aprevel-
tan-Jo-se do estado de terror em que ficaram os as-
sistenles, logroa elle evadir se.
Celebrou se, como haviamo3 noticiado no dia
23 do correle, a festa dj Senhor Bom Jess da
Va-Sacra da Igreja da Santa Cruz.
DuraBte o setenarlo foi aquelle bello templo fra-
quemado sempre por um numeroso concurso, nao
obstante as chuvas qae cabiram em algons das; e
laoto do dia da festa, como oo Te-Deum, a igreja
esleve completamente cheia, produzlndo um mara-
villoso effeito a slmplicidade da armaco, o gran-
de nc mero de lozes, e o esvoacar de ionumeros
pombos brancos ao romper o Gloria.
Esteve exposto, em lausperene, o Santissimo Sa
cramenlo desde a commouho do celebrante, at
andar-s o Te Deitm, fazeodo as honras'ao templo
urna guarda de honra do 1.a batalho de infamarla
da guarda nacional.
Pregou no Evangelho o Rvm. Bento Scbambry,
e no Te-Deum o Rvm. padre Vtale, ambos da or-
dem jesuilica.
Na vespera aavia-se procedido a eleicao da res-
pectiva irmandade, tendo sido eleilo provedor oSr.
Manoel Mara Rodrigues do Nascimeoto, thesoorei-
ro oSr. Joao Luiz Ferreira Ribeiro, e escrivo o
Sr. iysses Cockles Cavalcaoti de Mello; aos qoaes
ora incumbe nutrir por seos estreos e boa gestao
o espnpito de devocao ja' to fervoroso naquella
Igreja.
Hoje as 4 horas da tarde, na igreja do Parai-
xo, benze-s solemnemente a venerave imagem do
Senhor Bom Jess das Chags, cujo setenarlo prin-
cipia depois de amanbia.
O aeto feito pela zlosa irmandade do mesmo
titulo, presidido pelo Bvd. vigario desta freguezla,
com a assistenela do Exm. Sr. govrnador do bn-
pado'e outras pessoas gradas.
Na delegacia do Ia districto desta cidade
acbam-se depositados 55J0O0 em notas, que foram
acbadas na ra; 1 Bga de onro e 1 annel com bri-
Ihante, que foram apprebendidos como lunados.
Qaem se achar com direlto, provando-o, recebe-
los-ba.
Huje ao meio dia, no escriptono da compaobia
de Beberibe, procede se a arrematacao das bicas
e cbafariies da mesma eompanhia ; a qual tem re-
solvido, oa falta de licitantes, a fazer o fornecimeq-
lo d'agoa pnlavel por meio de administracao.
Tem boje logar pernote a cmara municipal
a arremataeao'da ebra do cemiterio da Vanea, or-
eada em 3:890*.
Pedimos as vistas providentes da aotorida-
de comptente para om sobrado da rnaVelha.o
qoal dizem-nos achar-se em adiastada damnifica-
cao, a ponto de ameacar nm desabamento, quando
menos pensar-se; pois em um dos oiides ji tem
aberta uma grande feodar.
Convm, pois, examinar tal estado,-afim de dar-
se a provideocia oeeessarla que coober no caso.
Hontem abaten a poniezinba qae exista era
frente ao quartel general, na occasio em que por
all pa.-savam diversas pessoas, que cabiram n'agua
ncaadu maltratadas. E' de simples intaico a ae
cessidade datoella pontezinba all, e, pois, recla-
mamos de qoem compUr que procure remediara
mirrfWi soa ausencia cansa aos nioradores'daqul-
las parageus.
No anno passado deram-se as segolntes vagas
no qoadre da armada : i ebefe de esqoadra (refor-
mado), I Befe de divisao (fallecido), 3 caplies-Be
mar e nerra (reformados), 9 eapitaes de fragata;
9 capiiasflaaeates e 13 prtmelros tenentes. Alm
aestas m haviam.vagas de 1 almirante e de 1 vjee-
almiraue.
Para preeochimeoto deseas vagas foram promo-
vido : I vice-aiairaote a almirante, 3 chefes de w-
quadra vice almirantes (sendo um jradaado), 4i
eteln as dtvtsio- envas de esqoadra (endoom
grado? .o), 4 eaptOeadt maro goetra i ebefes de
divlsio 7 eapitaes de fragau caniti s de mar e
nerra 5 aiprtaM npnmeim tetMOtw a aplflea>tenenies e 31 te-
goodos a prlmeltoi teuenies.
O corpoeimpTs mirlnhfro^ coou Srj^f
pracas
As companbias de aprendrzw marlnhelros tem
"w praca,
O baialhio de fmlfelros navaes'tem 894 praca.
-"" A^cirorifiJaii da armada foram concedidas
dous Denos males """"'."""""'"""""' =rw, v-
magestade o lmpe-1 averlguacoas em crime de furto A' ordem do da
rom toda a perfei-! Ba-Vlsla. Francisco Rodrigues da Luz, como com-
[ nlicA em rrimA dw furln da rnvi'Ans
\ plice em crime de furto de cavallos.
~ S4 ~ L
A ordem do Illm.'Sr. Dr. chefe de polica, Da-
miao Jos da Silva, Joaqaim Jos de Souza, Felicia-
no Autoolo Lopes, Ensebio Jos dos Santos e Pedro
Francisco dos Santos, como sentenciados, vindos do
presidio de Fernando.A' ordem do subdelegado
do Recite, Simo, africano llvre, para correceo.
A' oidera do da Boa-Vista, Joao Heorique Vieifa de
Mello, por fenmeotos; e Mauoel Braz Firmo, Como
indiciado em crime de roubo. .
- 25 -
A' ordem do Illro. Sr. Dr. chefede polica, Jos
Uootelroda Silva, para recrola.-A' ordem do sub-
delegado do Recife, Chrisllaoo, .escravo de Jos Ra-
phael de Azevedo, a reqoerimento do correspon-
dente do respectivo senhor.A' ordem do de S.
Jos, Agostinho Jos" de Barros Praia, para averi
guaSes eai crime de ferimeoios, Alexaodre, escra-
vo de Jos de Lima Bairao, e Luccio, escravo de
Jos Fraocisco de Mello, por crime de ferimentos,
Sebalio Bezerra, Joaqaim, escravo de Aogaslo
Cesar de Abren, e Albino, escravo de Samuel de
tal, por disturbios, Gregorio, africaaoivre, por'ero
briaguex e Francisco de Assls, para correceo. -O
chefe da 2.a seceo, J. G. ie Mosquita.
Passageros do vapor francez Bourgogne sa-
bido para os portos do sul :Jayrae Romagueira
de Agular, Jos Joaqulm Marques Martinbo, Anna
Francisca de Senna.
Passageiros, vindos da Europa no vapor
Bourgogne : Arcangeio Abbatemorco, Arcange-
lo di Porsio, Vineenzo Improto, Biase Improlo,
Francesco Mar-illa, Vilo Marsilia, Biase Impro-
to, Vito Improto, Saverio Rizzuti, atichele. Falce,
Antonio Celll, Antonio Fioizola, Gerardo Giorda-
no, Biase Fmizzola, Gioanni Potito, VIncen'.o Ger-
basi e seu fllho, Micbete Sorle, Nalale Mensit're,
DomiBgos Marouoa, Vineenzo Petrolo, Giwanoi
Laroraze, Anlonse Ovrichlo. V-^
Passageiros do hlate nacional Santa Cruz,
sabido para o Aracaty :Manoel Francisco da Cu-
nta, Antonio da Cunha, Maooel P. Pinhelro, Con
rado de O. Cabral e ama criada, e Manoel Procopio
de Aqolno. -
Casa de drtbnqaO.Movimenio da easa de
detencao do dia 25 :
Exisliam presos 365; entraran) 11 ; sahiram 7;
existem 369 a saber : nacionaes 267 ; mulberes 8;
estrangeiros 24; mulber 1 ; escravos 63 ; escra-
v*s 6total 369.
Alimentados a custa dos cofres provinciaes
JO0.
Movimento da enfermara do dia 26 :
Teve alta :
Jos Antonio dos Santos.
KIO 01 AriBIBO, 14 DI JTOHO DI 1867.
Aimporianeia da discusso da resposla a* falla
o throno na cmara doe deputados, pelos oltimos
aiscoros da opposicao, pronaneiados pelrs dis-
tioetos eooservadores conselbelro 9ay3o Lobato e
r. Keroaodes da Cuoba, consegoi desviar o espi-
rito publico do lamentarel tumulto de 6 do corren-
te, qne teria assumldo proporcBes bem serlas, a
nao ser o auxilio prestado ao governo, represen-
tado se Sr. ministro da jastlca qoe deelarou na ea
mar ter assisdo a todo o conflicto, pela parle
jwwata desta poplenlo, indepeodente de cores po-
Pelo discurso do depotado pelo municipio neu-
tro Dr. D,as da Craz> e p,,,. nm aUg() do Dr Pe.
aT ndelra/Goavea e ootro assgnad o Ceg;
ponjieados no Mercantil de7 e 11, veram com qoe
lenaadade e falta de criterio portoo-se o Sr. mi-
nistro da jusilca, para por termo a agitaco popa
lar, provocada pelos sens actos arbitrarios.
a mioba aotertor correspondencia attribdl o
tumulto a provoeaaio do povo por xlgerjclas me-
nos regolaree, fiei-me na noticia dada pelos joroaes
ao da, que oa intencao de acalmar os espirites,
como expllca$am, depois, flzeram alguma alteracao
f*s circumsuncias do faci, afim de dar forca ao
rno, que tinba chegado ao ultimo ponto de
prestigio, pelo modo arbitrario cora qoe proce-
deu, e que deu em resultado 7 mortes e grande
numero de ferimentos, e pelo precedente qae esta-
beleceu, eedendo a exigencia do povo, prendando
os irmaos Figueiredo.
Bem poderia ter a polica evitado as scenas en-
sangueotadas do da 6, se tivesse comprido o sea
Vtf Prtndendo era flagrante os rdos, oa por,
ciassirJcacao do crime em tentativa de morte, effmn
* opioiao geral, autorisada pelos aotos de por-
guatas feltas a victima e a ama escrava da casa, e
corpo de delicio oa offendida, mas o que quer, a
poltica e o patronato substituto a lei neste bom
lempo de progresso, e sendo os reos inspectores
dequartetro e eleilcres, deviam merecer todas
as considerares da nolicia.
O Sr. ministro da justiea foi nlerpellado na c-
mara sobre o tumulto do da 0, ero seu flfcorso
explicando a prlso dos r *, diese que nao tinba
cedido a imposice popular, a sim evitado que el-
los sonressem em suas seeurancas individuaes,
de-gracado lempo este que atrevessarao*, em que
para se ter segarnca individual preciso Ir para
a cadeta, isto nostra al que ponto ba chegado
o desprestigio da autoridade nesta poca de libe-
ralismo.
Grande irapresso causarais na cmara os mo-
numentaes discursos do cooselheiro Sayo Lobato
e Dr. Fernandes da.Cunha, assistiram os Srs mi-
I nistros e grande concurse de povo as galeras e
tribunas, foram oovidoi com respeitoso silencio,
so interrompido por am arrogaote aparte do Sr.
Araujo B'irros, quando fallava o Dr. Fernandes
da Canoa sobre a illegitimidade da eleicao dessa
provincia, e que Ibe costn orna tremenda patea-
da das gaterasi felizmente compreheodeodo este
deputa o qae ntb eslava oo Forte do Malte rece-
bea o aviso e couservou-se modo at final do
discurso.
Hontem nao houve sesso na cmara por falta
de numero.
A maiora sempre assim procede qaando ba um
discurso valente da opposicao ; falloa por ultimo
o dislincto cooselheiro Sayo Lobato, remontou-se
em sea diseorso a creacao da liga, e espeeifleon
os meios tortuosos e indignos de qne se servlram
os seas creadores para faze-la vingar, grande par-
te das censuras foram derigidas ao actual presi-
dente do conselho, que para cumulo de seas ma-
les vio claramente as suas incoherencias e con-
tradicces polticas patenteadas pelo Ilustre ora-
dor, e foram to salientes qoe o obrigaram a
pedir a palavra; M esse o motivo porque nao
houve sesso hontem, ao menos a voz geral,
S. Ex. presisava mais dessas 24 horas para estu-
dar o seu plaoo de defeza, que tara' de .cerlo a
mema procedencia da exibida em sea primeiro
discurso, que foi muto bem anallsado em nm ar-
tigo oo Crrelo Mercantil de hoje, para o qoal cha-
moa atteocao dos leitores.
Continua em discusso no senado o projecto do
Sr. visconde de S. Vicente de que fallei na mlnha
anterior,eoj um discursodo Ilustre visconde amea
ca o ministerio com opposicao decidida, se o seu
projecto for por elle abandonado, pena qne ta-
lentos como este desvie a sua atteocao do estado
poltico lastimoso do paiz para uma medida que
nao tem opportabldade, e nao traz vaotageos para
resolver a crise poltica e fioanceira porque pas
saraos e qoe de certo ero preferencia mereca a
atteogao dos homeos eminentes, em cujo numero
folgamos recoohecer o (Ilustre senador.
iMirlaraeatar e ceanaaerHo
O parametax boje conhecid do oosso
publico pelo cognome de Macbadada, e o
commercio a classe offendida.
0 commercio, cora todo o jos qae Ihe s-
atele, tem reodllido cathegoricae devidameo
te a expressio vlL do perdilissimo petitmai-
tre que lb'a dirigi. Tem-se-lbe'applicado
a lanceta em tedas as vetas, e nada de san;
Uue: o homem bruto n3o tem calor; e onde
nao ha sangue no ha alr, e onde nao ha
calor o3o ha vergoohal.. A donzella, ao
paroaber o mais acamellado meneio d'olhos
masculillos cora; e porque cora ella ? Por-
que tem vergonha.
A loureira, affeita orgia, devassidao, a
todo o genero de prostbulos, nao cora; os
reproches para ellas s3o sempre bem Tindos.
O oosso m .oequim gratuito, esta as mesmas
circumstancias.
Parece que nada com elle; parece um
ente ante-humano. 0 commercio, pois, tendo
pateado erepellidocom (oda a energa da sua
digoidade, e desafiado esse energmeno para
a arenadadinss1o, e vendo qoe esse exces-
sivo volume da sociedade n3odadesi,quenao
se sent, que nao tem alma, que est miei
ramate perdido da moral, vai fazer-lbe'o
oflieium de proftmdis, acompanhado do se-
guinte'psalmus : Miserere mei, Deas, se
cundum magnam misericordiam tuam.=
Simo, misericordia, meu Deus, porqde o
homem orador selvtico, o ente detractor, o
blasphemico, o ndllusdos latinos, o -rien
pas-dos francezes, o nadadosportague-
zesj pede qoe o deixemos em paz; e
deponiendo o nosso machadada com a lirrgua
na sargenta-do vasa dooro, justo, uma vez
inutilisado, que nos compadecemos delle.
Amigos e illostres collegas, nao repa-
ris que agora vos falle no pretrito a res-
peito do nosso machado, pela razio de ci-
ma o considerar morto.
0 infeliz machado, n3o adiando abrigo
algum na scedade Illustrada cerca do seu
procedimento, sendo o pblico unnime em
dizer mal delle, foi pedir proteccio a um cer-
to pamphleto abjecto que se imprime n'uma
das ras desia cidade, cujo pasquim, pela
sualinguagem ante-lilaviana, tem sido se-
veramente amoestado por reconhectdos ta-
lentos litterarios.
Os nobres collegas conbecem bem o
carcter do protegido do pamphleto, e por
elle pdem ajuizar o do autor do pasquim.
Olliem que o machado onca!vio
que n3o podia fazer nada com os filhos da ci-
vilisaco, metteu-se no esquife mortuario e
fui pedir asylo ao seu sequz Jpiter.
Lamentemos, pois, o pobre diabo
machado, que sendo j calvo, n3o mestrou
ser civilisado, nem leltras ter cursado, u-
gio-nosacoutado, de ser lio ousado, de aos
seus senhores ter maltratado, mandemo-lo
de presente ao diabo.
Os satellites deste aparihador de almas
perdidas nao de saber melhor do que nos
recompensar o nosso machadinho epigram-
matico (mas n3o cuide que de poesas;
de tolices), pelo alto ernceito que fez da
classe cummercial; cuja classe, nao tem
querido cuspir-lhe na pra?a, por ser gran-
de o paralle'n que a separa do desconheci-
domachado, en tudo que de moral
e il!ustrac3o; e o commercio de Pernambu
co s se satifaz com uma plena satisfacSo pelo
Diario, e n3o cora novos insultos pelos pas-
quins das encrusilbadas.
Adieu, mousieur machado, jusques autre
foi, sil vous plait.
Um Ignorante
artea st,
I
cabellos de soa cabeea ser M ao
seas comproaissM eo o paMiee.
Sea oome, qoe a Arate eeva n
deixaodo ota eeeo mli njaiii ea
rluw, ha-de como ea oalras parios do
de imperio, perpetoar se edtre oe
Qtmo I 6 a palavra qoe a fiara me
oa fronte I
Qtfantt I o Ululo qw eealsno-lbe AtkUUt 1
Setenan I a arase > Jtswrea, a mm, qoaao
a/a extra Ibe teoava i calva i
ferro I o soto o OMTaue eootaso, qoe K.
tuvl solioa m tremeodo 41a o faul asaVoo I
Bis pois os teas titulo*. I agora, opa pablko
j o txnheee Mi. Corlante, tea aioda a grata -
lisfaeo de ofterecer a aavaeaacao de todos seo
rico e variada repertorio, a saber:
O 96 de abril.
O depQisdo e oe aeaderalcoe.
O commercio ignorante.
* A 'ju-da do corso cemmereiaL
O corsario Merrtrnac.
A grammaUra motilada.
Mrodunrte... e po-lo.
Quando neo,.. na*.
Todas estas e oatras pecas, qoe lio lacans
sao de magostse o bilariaota efMio.
As daas oliietas cota especialidad* lera propor-
flooado aos amaines deleitosos momelos.
Mr. Lopes Cortante dotado pela naioresa, d'nou
vocacio proouncada para divenas artes e ci*n-
eias, prometa urabea eseapeabar algoas i -
tultoso passos di drnnca, laes eomo
A fuga a catallo.
As causas permanentes
Por experiencia de 10 aaaai, eonservari sempre
a lllusao, trajeado de Minerva, para o raaranlhoso
Man,
secutara' tambera a raulo applaadida eaoeao.
Os apartes n'assembla:
algooi trabalbes de phemtas ninrut, qae deoo-
mloa,
As casas brasiimrts emkidas por maekmfies.
A estatua do commtrao oprenenio a ter fron-
tes.
E oatras maltas trete m-iravhas, bem come
am macoado eooverUdo, eta
Swlphuie
walsando completamente rendada, ao-iea de Pro-
sumpcSo
Ot espectculos terminarlo sempre ao eabir do
sol, eora qoadro alleforieo,
A conscumot onvolotda em sombras.
t a pbaotasia,
Os dispar otes,
mimosa combinaco de doo machados am de sa-
dr ootro de fierro, enttrosrastieameote exreaiaao
por *Bbo commedaaseala repimpado o'ama vl-
irona d., a;erabla dos Densos.
O r*ili> dos bilbeies aeham se a' vcida em to-
da* u tojas de ferragtns oa mo d'Mr. Corlante
| DtlManti.
i
SONETQ.
Ijapoleio de eoxaodla, poaee importa
Da taa orele a arcio diBamatoria;
Neto da Campia Grande, a raereocoria
Triste vls2e nos batera a' per.
Nao sel a trra como te sopport?,
Como supporia o mondo a loa gloria,
Qaando a opmiao publica, irrisoria
Mesmo a toa alma coosidera ra-ria.
Que lies mais aqof T arruora a trnoxa
E vai tratando de faier jornada,
Qne a toa liga de apenada afroaxa.
Mesmo dos teas nao tarda a debaodada,
S.ta dudando o reinado da Caroueha ,
Lopes Corlante, ja nao cortas oada.
Apollo.
Um boto Inplter tonante.
O commercio de Pernambuco
quer caixeiros instruidos.
O commercio de Pernambuco
nao
nao
A casa n. 18 sita ruada Misericordia,
em Oliuda, a que se refere o an nuncio do
juizo dos feitos da fazenda, qoe vem no
Jornal do Recife de hontem, 26, nao pode
ser arrematada, porque parte da mesma
casa perlence a fazenda nacional, e a outra
parte est adjudicada a Santa Casa de Mi-
sericordia, que se acha liquidaadu a divida
proveniente do imposto de dcimas.
25 de junho de 1867.
Jos Tbeodoro Gomes.

CflftOMGi JUDIGI4RI4.
mm^T&lofTi^XnSi ^^r^W\^^^!T^
TRIBUSTITL IA RELACiO
SESSO DE 25 DlS JUNO DE 1867.
PRESIDENCIA DO KXM. SR. CONSBLHBIBO SOUXA.
As 10 horas daroanhia, prsenles os Srs.-desem-
bargadores Santiago, Gitlrana, Lourenco Sanilago,
Almeida Albuquerque, Molla, Domiugues da Silva
e Souza Leio, faltando os Srs. desembargadores
oerra proorador da coroa, Assis e cboa Caval
cante abrlo-se a sesso.
Passados os feitos -deram-se os seguintes inlaa-
mentos: ,8
aggiuvo di psneao.Aggravante, Jos Camello
do Reg Barros-, aigravado, ejolio.-Relator o
bt. desembargador Domlngnes da Silva, sofirados
os Srs. desembaritadores Motta e Sanliago.-Ne-
gou-se provimeoto,
appbllaoao orvBL.Appellaote, Joao Paee Bar-
reto deLacerda; appellado, Manoel Ignacio de
Albuquerque Maraonio.Jolgoa-se aor senteoca a
desistencia. Y
habbas cobpiiS. Concederam soltara a Manoel
Joaqaim Cbavier Riberro.
dbligencia cRuiB.Ao $r. desembargador pro-
raotor da justiea.Appellante, ojoloo; apprliado.
Jos de Azevedo Das.
Assigooo-e dia para jalgamento dos seguintes
feitos:
AKLiAQSwcrrfc---Appeilanm,noBlPeraaB-
desPlmeofa; appellado, Manoel Ferreira Barreto
de Araojo Jnior. Appellante, Jos do Reg Bar-
ros Wanderley; appeHtrJo, UnreoMbo Jos ot Mt-
randa. Appeilanie, Belarroroo do Reg ~"
appelladp, Dr. Francisco Cordeiro da Retna
pe. Appetraate, a Irmandade de Se ata B____
Cassf; appellada, a Irmandade do S*aHIir
oacramenw. ^
MMAGBHS
Do Sr. desembargador Santiago ao 8r. desem-
bargador Gitirana.Apoelracio crime: appfllate,
AtHco Januario Serragraode ; apperTada, Jastl-
1. Appellacio efvM: appelianie, Manoel de Sonta
i vires; appelladc., Joaqoia 1<* dos Santos An-
drade.
. Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. dse.
bargador Guerra.IWlIsfa BfWI: rencorrente, a
cmara manicipa; reetorridos, Jos Joaqota ttea
Santos Pereira nutro.
Ao Sr. tteserobwgaoof Loorfbco antiagb.Ap.
pellaclo crime; appellante, o IoIo: appellado.
Antn* Jos Rodrigues. '
O vapor Guar, ultimo ebegado do Rio da Prata,
da' como ceno o encontr do digno marquex de
Caxias e bario do Herval, qoe conferenciaram so-
bre o ataque deciclvo, a todos os momentos espe-
rado, lude o que ba sobre a ma Hadada guerra.
Pelo mesmo vapor consta que o nosso ministro
oo Per pedir sens passaportes por nao ter obti-
do expficacies satisfactorias da liognagem do po-
der executivo em referencia a guerra com o Pa
ragoajr.
Em compeosaco foi assgnad pela Bolivia e
pelo nosso ministro um tratado de amisade, limites,
commercio, navegacao extradiccao, e por effeito
do mesmo foi recommeodado pelo governo d'aquel-
la repblica a mais estrella nentralidade no paiz
em nossa guerra com o Paraguay, e prohibida a
venda de artlgos bellicos que se faxia pera provin-
cia de Chiquitos que Ibe Hmitrophe.
Foram condecorados com as dignatarias do Crn-
leiro es-Srs. Saraiva e Ocuviano.
Em ora artigo do Jornal do Commercio de 9, om
sr. X. leova o governo por este acto e applaude a
excluso do conselhefro Paranbos. E' lamentavel
que actos parclas e Injustos do governo, come
este, encontrem quera os tonve.
Se o brilbante convenio de 20 de fevereim me-
recen censuras, os sens importantes resultados sao
por todos reeoobecidos; crelo qne n3o ba hole
qOem, de boa f, tfeixe de consldera-lo nm dos ac-
tos felixes da nossa diplomacia; o mesmo nao
aeonlece com o ultimtum do Sr. Saraiva, qne nos
levoa ImmediaUmeote a esta deploravel goerra, e
com as tristes eondiedes do tratado da trplice al-
lianca, assignido pelo Sr. Oetavfaoo, cujas mis
consequencias mais de nma vei tranos ambara.
$ado o'dsta guerra. Nada disto, porm, vale para
oaoverno qne faz poltica de todo, e 6 assim lera.'
pllcacio o aeinte que.procovaram fazer ao dis-
uado cooselheiro Prannos com a sua excluso.
Pol uomado presidente da Babia, em sobstitoi
ci ao Sr. Ambrosio Lettao, que pedio demlssio, o
Sr. Dr. Jos Bonifacio Nasceotes de Axambuja.
'Dlzem qne o nomeado n3o estimado ero poltica
e bastante honesto para nao servir de instru-
mento.
Cbamo a atteacSo de seos leitores para om artigo
Outrto do Bto de beje. qne tem por ltalo -
arfaraiiu/raiiea-. E" ama aaalyse dos ra
. dos Srs. ministros, qoe mostra aoaoto ato
les esteris.
la* ija" leromando esla, sem dar noticia do Ois-
iwrso do abofe den zuavos, oome peto qoal i eo-
atattda a depoueie dessa provincia, por ser a
toaii miatstorlalisu de ledas.
Qaeve (arlar do. Sonta Carvalbo, dtipnudo.por
osea loelii provibeis. S. Exc. em seu dlioarso rol
iofelix, e flcoa mailo aqom doe sena apre-
i talentos; provavelmente foi isto devido a'
qae deleode; esleve lio massante, que
------grande parte da cmara, qne s vellos
__ o recato anaado armeipioa a fallar o coase-
Ibeiro Sayao Lobato; at os Srs. ministros poaco
naso prestaram; eoaversaraa) todo o lampo:
assigna urna Revista par que naosa
be lr francez.
(Dr. Lopes Machado. Sesso da as
sembla proviocial de 4 de juuho J.
O Demoslhenes, o' Cicero, o' glorias do mtindo,
brilhantes constelases do taes morios I Morios sim, embora un? poneos de
seclos tenbam apregoado a vossa Immortalidade I
O" seclo de>aoove, glorate I O' Brasil, exulta I
Alegra te, o* assembla iie Pernambuco, qoe o
homem appareeea I
Surgi o Sr. Lopes, a faisca elctrica da tribuna,
o Proiheu dos apartes, o Inexoravel machacador
dn harnaoidade ignorante, machacador de todo que
na-> alto e sobllme, inclusive a grammatica, co-
sinha chura e prosaica para homeos de lal feilio I
Vicior Hugo diste:
U stele est grand el fort; un noble instinct le
mene.
Qaando o grande poeta escrevia islo ja' va atra-
vez das nevoas do futuro, a rotunda e impotente
rJgura de to farnlgerado Parabybano.
E, por Infelicidade nossa, nos os homeos do
commercio, os pobres de espirito, os ignorantes te-
mos peia nossa frente, contra nos conspirado este
parlamentar collosso I
Mas ruto 6 mnito bem feito. Llevemos soffrer
para aprender a Imitar o Sr. Lopes, ao menos no
pedantismo. E se o commercio de Pernambuco
nao fleoo completamente aaiqoilado com os doas
raios de eloqueocia, qae sobre elle despedio o J-
piter da provincial, sala quanto antes'da lama p-
trida da ignorancia em que est' raergaliado, aco-
Iheodo-se a" sombra erudita do Napoieo da pala-
vra.
Eotao o commercio ha de regenerarse, e em vez
do insuportavel chetre de estupidez que boje exha-
la, iraossudara" por todos os poros, talento e saber
profuodissmos.
Confia, o' eoramereio, no Sr. Lopes, e elle, novo
Moysesterlevara' a! trra prometlida da Ilustra-
Uo.
Sim, elle te erJsioar' a lt francs, e ffpols pd-
deras assiguar quantas Revistas quizeres escripias
na liogoa de Voltaire.
Porlogoez, qae ta oo aprenders, nem disso
precisis, por que en coohejo um lente muilo dis-
lincto da escola normal, depotado e subdelegado
ao mesmo lempo, qoe nunca o sodbe, nem de tal
se deshonra.
Para om homem fazer nm discurso de arromba,
ou dar doas apartes de metter raedo, oto oecessi-
u de grammatica, oem de senso commum, e disto
pepo visia para a vida parlamentar do Sr. Lopes,
coja despovoada cabaca concene coutas taes, que
indignarlain se nao fl'.essem rir.
ABoal a classe eommercial que, segundo a opi-
niao do Mirabiau Parahybano, boje de atoa era*
sisima Ignorancia, h de Vira possuir deseommo-
nal sapiencia, se qolzer mairicolar-se na asele,
nao de moral, que a oto tea._____abena o dig-
no late da norma!, oas na de lodos as sciencias
clarase Mearas', relias e por fazer, 6m qae o digno
Sr. Lopes probssl-joal. E ea qae ba mu lo de-
sojo lr ama certa Jfeofila franciza, irel prdcdra
0 illastre sabichlo para que me dirija nos eaoaer
desta liugua.
Carfoa.
Attencao.
Xarope alchoolico de veame, preparado
pelo pharmaceutico Jos da Rocha Paraohes,
estabelecido com botica na ra Direita o
88 em Pernambuco.
Este xarope incontestavelmente supe-
rior a todos osxaropes depurativos, de cuja
composico o seu maior elemento a salsa
parrilha. pois que se tem coobeeido ser o
veame mais enrgico para a prompta cora
das molestias, cuja base essenciai depende
da parificacSo do sangae ; assim pois se
(em verificado por muitas pessoas qoe se
acnavam desengaadas, as qoaes acbam-se
boje restabelecidas com o referido xarope
alchoolico de veame:' entretanto qoe al-
gn?, tendo usado do xarope de Curinier,
de Larrey, de salsa parrilha, de sapooaria,
oleo d Ggado de bacallao, e outros agentes
desta ordem nada conseguirn. E' elle de
fcil digestSo, agradavel ao paladar e ao ol-
pbato. Alguns mdicos desta cidade e da
de Macei o teem recommendado para a ca-
ra das
Impigen8, tinha, escrophulas.
Tumores, ulceras, esc rbuto.
Cancros, sarnas degenerada, fluxo alvo.
Todas essas affecedes provea de ana can-
sa interna ; nio ha pois razao alguma em
crer que ellas se podem corar com reme-
dios exterpos. Tambem se prescreve o xa-
rope alchoolico de veame para o tratamento
das afleccoes do systema nervoso e fibroso,
taes como :
Gotta,|rheumatismo, paralysia,
Dores, impotencia, estenlidade.
Marasmo, bypocondria, emmagrecimento.
0 xarope alchoolico de veame sobre
tudo, da maior ntilidade para corar radi-
calmente, e em pouco lempo o rheumatis-
mo.
Adverte-se qoe o verdadeiro xarope s
se vende nesta cidade na botica cima indi-
cada, do abaixo assignado ; e em oatra qoal
quer parte qoe se tem aoooociado nao da
mesma composico, e nem o abaixo assigna-
do se responsabtflsa.
Jos da Rocha Paranbos.
wmu
cmunicio.
por arroba
postea
neis genheres,
mnita altPMc*)!!!
PftACA DO RHG1PE 6 Dg JUNHO
DE 1867.
As 3j horas da urde.
rHoMro.)
Algodao do Moeeid I- enre iHm
posto a betdo.
dem i lera ^ sorle 13*300 per arroba
bordo.
Cambio sobre LoOtlres-40 d/v JI tje M lii i.
lambo sob e Parls-a' vttta 130 rs, por franco
Hoje)
Algodao Ia sorte13*500 por arroba.
Cambio sobre LO'nares-98/t|l lA M i.
nclrt.
Preaalen.e.
Urna nava oompanhia.de Bufos e Varudadh i
Mtmia pois l
Mr. Lopes Coate, tem a beata de parietipar
??e ac*^a d bagar o apiul cora oro*
ascofflldb 0 eorajlttcmpalill tirB*f fVa-
4aM, etrjoi atlStas sXo:
BIIa qtw rana, qrfe aanra, ttan danca, e tirio
maie faz; e comparsas hw*#v*, que.. qae nao so
bem tato I ue acoote$a rsto ao Sr. Carvalbo para bem nodo.
gQBtoaaai
Au reteir.
B vijjta^o'iffereo-l
too d meneo, por tafo faoo tes lagares'do Brasil, o casta de atrados fra- 0 novo banco pan o dcimo
baiiu e sacruUem Mtan a posado reeom- *9*io de fi#300 ra i por aceto.
mandare! artista identifico, promette e jara pelo
Sacretario.,
O Novo Banco desconu letras
oanw.wsfotrW'cprasos.
de 7ef 07
NOVO BANOO m PB8*-
banco paga Jecuto oUavo di?r-
ifc.



MI ITII


~* iMrtilfl Wm 9% U tal* V iW<

_
x
i
'
/
Novo Baaco de Peraambuco
Convoco lie novo a assemWa geral dos
Srs. accionistas do banco para 5-dejulho
prximo ao meio da na casa do banco, re-
commeodando o su comparecimento por si
ou por procaradores, que devem ser accio-
nistas tanttam, aflm de appreciar-se conve-
l" otementeo parecer apresentado. que abai-
o segu, sobre o destino do banco.
Reci 22 de joshode 1887.
Visconde de Camaragibe,
Presidente da aasembla gerai.
PARECER
Pelas indagacoes que procedemos, ein-
formacoes que colhemos, nosso parecer que
o doto banco nao pode coatioaar pitwiiosa-
menle suas operacssa
Sem fallar na deficiencia dos descontcs,
para a qaal podem lar concurrido diversas
causas que nao sao perauoeoies; existe mi
deleite de orgarrisacio desar banco, que ter-
na impossivel a saa contranac3o com vanta-
gem para os accionistas-
Este baci) ioi instituido sob certas condi-
3es onerosas, coa e fina de obter do gover-
no a facaldade da eraiseJo; mas nao Ibe sen-
do possivel usar desta faculdade, ea quao-
to o valor do papel moeda do governo, e o
das notas do banco do Brasil, de curso tor-
eado, esti ver depreciado em relaclo ao valor
do ouro ; nio pode elle auferir as vanta-
gens que esperara, e para cuja realisaco
se sujeitou a empregar metade do seu capi-
tal em apo ices di lvida publica e em ae-
ros de companhias garantidas.
Parece que nao preciso demonstrar que
'em quaato durar este estado monetario nio
ser possivel ao novo banco fazer demorar
em sua caixa qualquer fundo metlico de
que se queira elle prover, ainda com gran-
de sacrificio, para poder resgatar as notas
de sua emisslo.
A commitsao pouca ou nenhuma espe-
ranza tam de que as circumstaooias actuaes
*" j deareciamento do papet moeda possam
oer mel lloradas prona pamente de um modo
permanente, que permuta ao novo banco
usar da faculdade da emissao; e enteode
que sem esta nao deve o banco continuar
- com os e;icargos onerosos, a que.se sub-
metteu conservando metade do seu capital
fra do gyro das operacoes bancarias.
Para que cada um dos accionistas empre-'j
gue seus capitaes em apolices, nao preciso
recorrer a estaoelecimentos desta ordem.
/ Portante nao podendo olferecer vantagens
J continuac5o do banco nestas circomstan-
cias, a commissJo prefere a sua liquidacSo,
ainda com certeza de parda para os accio-
nistas ; afim de que estes recebam o que
Ibes houver de caber, ou tomem qualquer
providencia em ordem a estabelecer outro
banco sem emisso, mas sem os bices que
sao consequen -.a della.
Hesita, porm, a commissao sobre a con-
veniencia da occasiao em que se deve proce-
der a esta liquidaclo, e vista da descon
flanea geral, e do estado deploravel do ere-
dito, quer publico, que.* particular, entende
que se deve conceder algum espaco, e pro-
r pe.
" i." que seja adoptada a liquidaclo do
uovo banco.
2. que s.'ja posta em em effectmdade no
lempo, e pela forma que entender conve-
niente o eschrecido criterio, experiencia e
zelo da actual direccSo. continuando as cou-
sas no estado em que se acbam at a liqui-
dacao.
Recife 21 de joobo de 1867.
(Assignados.)Visconde de Camaragibe.
Jos Bernardo GalvSo Alcoforado.
ALFANDEGA.
Rendiroeuio do du 1 15-.......... 374:546*279
dem do dia lo................. 11-923*467
14,895 arrobas e 10 libras da asaocar gjrn-fcn Haga a MiseTCOrfl
branco, 478 saceos com 2,390 arrobaste;
dito masca vado, 59S couros salgados con
12,451 libras e 46 pranxes de vinb
Barca portufuezi Farreara
carregou para Lisboa o seguinte :
1,215 saceos com 6,aV7 arrotas de
car branco, 937 ditos com 4,935 ditas
dito mascavado, 330 couros salgados com
7,740 libras, 2,036 meios de sola, e 16
pranchoes de vinbatico.
MCB8ED0RIA DE RKvDA UITERNAS
GIRA*.
Rend memo de di 1 a15....... 35:5401914
Ideada dia 16................. 1:764*613
do Rcife,
ta adariuisiratrva da Santa Casa dt
Reato manda fuer pn*baeo qo
i statias. no di W de eornrote pe-
3*311*537
CONaULADO PROVINCIAL.
Roodimento do du i a .........88:827*313
idem do di 16................. 7:101*513
95:929*836
MOflUElfTQ 0 POMO
Navio mirado no ton 26.
Genova, Marseille, Gibraltar e S. VicenteVapor
fraocei Bourgoone, de 870 toneladas, comman-
danle Aagust Rate, eqoipagem 73, carga va-
rias gen o rus; a Ke ller & C
Navios sabidos no amo iia.
Aracaty Hiate brasileiro Sania Cruz, captio
Jos Victorino das Nev;, carga varios g-
neros.
Assa'Patacho brasilero Bom Jess, capltio Joo
G. Res; em lastro.
Portos do SolVapor fraocei Bourgognt, eommao-
dante A. Ronaze.
ObssrvaiSo.
Pondion no lamario ama polaea bespanhola, mas
nio leve commonlcaeo com a trra.
EDITAES.
3" seeco. Secretaria do governo de Peroambu-
co eui 25 de jonbo de 1867.
'Pela secretaria do governo se faz pablieo qae,
teodo S. Exc. o Sr. presidente da provincia resol-
vido contratar os reparos do empedramento de toda
a e'irada da Victoria, oreados na qnantia de......
34:491*700, e divididos em cinco leos .corres-
pondemos aos cincos termos da conservado da-
qnella estrada. Oca marcado o graso de 30 das, a
contar desta data, para os que pretenderem contra-
tar aexeeacSo daqaelles retaros hahilKarem-. eraos do regalamento de 31 de juiM do aono pas-
sado, devendo os pretendeotes apresentar nesta
secretaria suas propostas em carta fechada jio dia
seguale a'quelle em que Sudar o praso ao meio
da, aflm de serem abenas na presenta de todos os
proponentes e proceder-se nos termos do art. 99 do
citado regolamento.
O secretario,
Dr. Francisco de Paula Salles.
SUS
Recle,
da Santa Casa da Misericordia-* de
d /otrno de 1867.
Pedro
Oescri
170,
!16*OC0
175*000
DEGLABAS.
386:469*736
MVlMBNTO DA ALFANDEGA.
Voiumes entrad. com (azendas.. 34
c c < gneros....
Voiumes sabidas eotn (azendas.
< eneros..
------342
62
408
------470
Companhia do Beberibe
No dia 27 do correte pelas 12 boras do
dia impreterivelmeite ter lugar no escrip-
torio da com pan ti i a ra do Gabog n. 16, a
arrematlo doscbafarzes e bicas por bair-
ros, nio se admittindo propostas que com
prehendam mais de um bairro, nem por es-
jpaco maior de um aono; os Srs. licitantes
comparecam com seus fiadores ou declara-
coes dos mesmos no mencionado dia, deven-
to ser as propostas em carta fechada apre-
sentada na mesma occasiao ou antes no es-
ciptorio onde melhor se dcerSo esclarecer
e informar das condices do contracto de ar-
rematado. Declarando que no caso de nao
comparecimento dos licitantes, a companhia
passar a tomar os chafarlzes e os collocar
sob sua adrainistracao.
Bazes sobre as qnaes se deve laucar
Bairro do Becife .
Ghafariz e bica do caes
da Alfandega.....
Dito darua daCroi. .
Dito da roa do Brum. .
Dito e bica do Forte do
Matte.........
6:00,31000
7:200(5000
5:000 000
da tard te* dft sarwranrtidat a
vanuftMi oa\re#w aa rendas ios pre
nida declarados :
Utfeleciaieilas ale caridade.
Rna do tNwlra Ftoriano.
Casa lerre*> a. 49.......
dem idem a. 45......-
Rea de *. Jas.
Casa terrea a. 5......
Roa dos Paseadoras.
Gana torras d. i\
Roa das Calcadas.
Casa terrva n. 30......
dem idem n. 34........(50*000
Ra de Santa Ttaereza. ..-
Casa ierre n. 7.......199*000
laa larga da Bpsarta. ,,.
Sobrado de S andares o. 14 (3* andar) 30**008
Becco do ftnlaaa ...--,.
Casa terrean. 8.......144*000
Ra do Encantamento. ^^
Casa terrea o. 3. 401*000
Roa do A mor i m.
Sobrado de 2 andares o. 21. .
Rna do Nogneira.
Casa terrea n. 17.......
Rna do Fadre Flortano.
Idem>. 17......... ...
Roa Nova.
Casa terrea n. 72. h .
Rna de Rortas.
Sobrado da am andar ejeotlo .
Patrimonio de
RaadoBargot.
Casan.2L ,......M**000
Rna das Laraogeiras.
Casan. 17..........191*080
RnaVeite.
Casa n. 32.........210*000
Madre de Dos.
Casa n. 8.......... 302*006*^
Becc? das Bolas.
Casf-rt 1H.........502*000
Rna da Lapa.
Casa n. 1L ....... 196*000
Rna da Moeda.
dem nv47. .....
Rna do Encantamento.
Sobrado de dous andares n. 11. .
Rna da Cadeia do Recite.
Sobrado nd de nm afra toja n. 61. .
Rna do Pilar.
Casa n. 99.........
Idem n. 103.........200*000
dem n. 94.........201*000
Sitio n. o ao Forno da Cal. 150*000
As arrematacSes sero feitas pelo tempo de nm
aono, devendo oe licitantes virem aeompan hados
de seas fiadores ou munidos de cartas destes.
Secretaria da Santa Gasa da Misericordia do
Recite 13 de icobo de 1857.
O escrlvlo,
____ ______Pedro Rodrigues de Soma.
Santa Casa da Misericordia
do Recife,
A Illma. junta da Santa Casa da Misericordia du
Recife, recebe propostas para arrendameglo das
casas ahsiio declaradas, que achando-se arruina-
das senio arrendadas por qualquer preo, a qnero
ie incumbir de as concertar :
B Rna Dimita n. 33.
Rna da Moeda n. 37.
Rna o Burgos n. 2.
Ra do Plurol n. 72. ; m. .
Becco da Abreu n. 2.
Patrimonio dos orpbSos.
Roa da Cacimba n. 19.
Os preleodentes para melfeores esclarecimento*
podero dirigir-se a esta secretaria.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cre. 28 de marco de 1867.
O esemio,
Pedro Rodrigues de Sones.
CORREIO
Hela f>ifnistracau do corr
fai poblk que em virtode
celebradjbeloi governo
rao eipedpas malas oara Sari
correte pjslo v.por francez
As cartjs serio recebida*
em que ttf marcada para a sab
jornaes.ati 3 horas antes.
A d mina trac-o do crrelo de
iunbo de 1867.
i VAPOR
E' esperado dos nortes do norte
al o dia 12 4* JaMio o vapor
Santa Crut, coma-andante 'Gui-
ase Wnddrogtoo, .aaal de-
is da demora do cosvotne so-
los de snl.
Os abaiio assifandos declaram. aa r^onHawl
pablieo qae o baile atareado oara o da 28 arcar'
rente no aario do ci do Ramos lera logar aa
referida noli', p >ls at a presaoi* 1-iu dS > hoava
e era ttavera' modtoca algara. Igaalmeale pa>
anuas Desloas q lev Ma a honra de reeeber os
eartoes, qne ne deem erndiio nos boatos qne 99
Domingos dos Passos Mira
poder condoiir a qaal devera'
la dia de saa chegada, eoeommen-
baarfttiMsete at o dia da sabida as i ho-
FIiilalnni TI ilii "* aVaafMaj aos S;s. passagelros que isas
pa/sanjnnn s se recebem nesta agencia rna da
Cnaa-aw 1, anerinori da Antonio Luir de Oliveira
passageiros e eogaja-se a i tea esparhado de nao baver baile.
aa**?
Awvedo
Lnnnrintj
m?m\\ pu.iAIiitaiu
9%
Nivegacio cosleira por Taitr.
Fernando' de Koronha.
Segne n dfa 4. d* julbo pr-
ximo o meio da, para o porto
cima o vano Maatanguape, com-
maudante Cusa. Recebe carga
. ai-o dia 3. EncomnModa?, pas-
caras de flaneas. O prato qne se! sageiros e dinheiro a frea at a 10 horas do da
para o cosiaramento de laes pecas de 3, da sabida : escriptorio no Forte do Matos n. 1
da dala do
Joau Jjt da Foosacn.
anosi h* da Silva Navas.
T*n"^P -aj'OliCdaSk'OvB
I Arsenal de guerra*
O Illa. Sr..coronel dimelor manda fater pflbll-.
^^T* W** crrame a 11 notan da naa.
blISaainra' ^opom para o fattrtco da *0
biazas de paBno aioVaO ditas de baetas, 30 ditas
Dar*, a* ta%as a pnon, 38 fweuln
tioho, fornecendO o arsenal a masera
oortuta.
entes apreseatario nesta raparlieio ooj
**flreaetandoas toas propys'a* <*oa asi
* Pede-se a ora moco da m dnfJanWial qne
nio deiae os seos aflfazeres para vrr aaojurar la-
teado dn al seo amigo- aa ron Nova pon de ca-
belletra, do contrallo paasara' pal destpelo a-
ver o sea nome por extenso em latrna garrafais.
O vi*Ctiadn i
urogaveis uouudos da dala do recen*-
objeetos arrematados, alea do favor
aos arrematantes pelo aviso do miaisls-
erra de 17 de marco de 1960.
' le cji'.rra de Pernamboco em 28 de
O naeriptarario,
Jo Alfredo de Carvalbo.
THEATRE
DE
SAINTE ISABELLE
COMPAGNIE
bis
'131*000
901*000
903*000
256*000
8MIFF']S PARSIENS
An)ourd hu. Jestdl 27 juia.
Rfillne par Indisposltloo de Mr. Pelvaf Fe-
rand e tr> Celenune Tbierry;
AVISOS MARTIMOS
4:500,K>00
,/
\
Descurregam boj" 27 de fonbo.
Barca nacional favorita charque.
Patacho banoverianpAllanteidem.
Patache nacionalVoMiteidem.
Patacho nacionalGuilkermnaidem.
Sumaca bespanbola-/"rompaidem.
Pat'.bo hollandes Wolkermtna Magoolenaidem.
Polaca nacionalS. Pedroidem.
EriRU portugus N. S. da Concncdoidem.
Culera mgleza Hermtonemercadorias.
importacSa.
Escaria hollandesa Antje, eDtrada da Ba-
bia, consignada, a Baltar & Oliveira mani-
festou o seguate:
12,962 rrobas de charque, 114 arrobas
de graxa em bexigs, 60 coaros seceos e
36 saceos com 172 a'queires defeijo ; aos
mesmos.
Patacho nacional Viamo, entrado do
.Rio Grande do Sal, consignado a Baltar &
Oliveira manifestoa o segaiote:
10,100 arrobas de charque, 72 coaros
seceos, 158 arrobas de graxa em bexigas,
e 23 barricas com 162 1*2 arrobas de sebo
ccado.
Vapor nacional Mamanguape, entra-
do dos portos intermedios do norte, mani-
"lestou o segaiote.
Do Aracaty.
164 saccas com 661 arrobas e25 libra* de
algodSo ; a Gomes de Mallos s, Irmaos.
Vapor brasileiro Santa Cruz, entrado
dos portos do sal manifestoa o soguinte :
Da Baha.
7 fardos cobertores de algodo; a Sou-
thall M. & C.
Gneros nacionaes.
i caixinha20 libras de rap ; a Mearon
a a
2 caixoes cbaroto--; i M. Jos da M.
I caixio imgens, i embralbo charutos;
a ordem.
Do Rio de Jaaeiro, gneros estrangeiros.
4 caixote mercadorias ;iA. *. Paoasoo.
i caixSo charutos: a IK L. Bourgard'.
1 caixote livros: a J. W. de Madtiros.
I caixio gallinhas, 1 bat wwpauaada ;
a ordem.
22:700^1000
Bairro de Santo Antonio
Chafarizdo largo do Car-
mo.......... 10:000,5000
uito do largo do Paraizo 8:0000000
Dito do largo da Praca
de Pedro II. .... 4:5000000
Dito da ra do Sol. 3:0000000
UMto da ra da Concordia 5:0000000
,30:5000000
Bairro da Boa-Vista
bica do caes
Chafariz e
do Gapibaribe ....
Dito da ra da Aurora .
Dito da praca da Boa-
Vlsta.........
Dito da caixa d'agua dos
Pires,........
Dito da roa de s. Goncak)
Dito do largo da Soledade
Dito do lugar do Campo
Verde ........
Dito da Cidade Nova de
Santo Amaro. ....
25:3000000
Passagem da Magdalene
Chafariz do largo do Vi-
vw......... 2400000
Dito entre as 2 pontea. 360i)!000
3:5000000
2:0000000
6:000j000
5:8000000
1:5000000
2:0000000
1:5000000
3:0000000
Sania Casa de Misericordia do Re-
cife.
Pela secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife se convida as petsoas aballo declaradas para
qne venbam requerer a retirada do collegio das
orpbaas, das edncaodas lambwn adan te menciona-
das, as qnaes mostrando pouco desejo de continuar
no collegio, a lllma. junta administrativa deliberon
que fossem entregaos a' seos prenles ou pessoas
que por ellas se inleressam, na conormidade do
art. 48 S 3* e do art. 50 do regolamento daquelle
tabelecimunio :
Niomisia de Luna Costa, irma de Manoel de Lona
Co-ta, morador a' roa da Cruz.
Samaritana, lilha de Rosa Clandina ;
Leocadia Mana da Conceico, lha de Hara Leoca-
dia ja fallecida;
Francisca hidra;
Isabel da Luz
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 38 de marco dn 1867. -
O escrivo,
Pedro Rodrlgnes de Sonta.
O conseibo de compras do arsenal de guerr*
precisa comprar o segaiote :
3 cordoes de lia proprlos para reposleiros.
8 belotas idem idem.
As pessoas qoe qaiierem vender ditos objectos
apresentem saas propostas no dia 27 do correte,
as II boras do dia.
Conseibo dn compras do arsenal de guerra, 25
de junho de 1867.'
Jos Maria Ildefonso Jacome da Veiga Pessoa e
Mello, coronel director.______________
Conselho de compras aaraea.
O coaselho promove no da 28 do correte mez,
a vista de propostas entregues at as 11 horas da
manba e sob as condiedes do eslylo, a compra dos
seguinles objictos para provimenlo do almoxari-
'00 :
30 pe^as de linha grossa de barca, 60 ditas de
dita mais Una, 8 barrls de brea, 8 ditos de alcatrio,
60 arrobas de almagre, 30 resmas de papel almaco
pautado, 30 dita* de dito branco, 100 baldes ferra-
dos, 50 moiloas bromeados sonidos de 4 a 12 pol-
legadas, 50 caderoaes bromeados de 4 a 12 polle-
gadas, 6 ancorlas para bateiOM, 30 arrobas de
graxa do Rio-Grande do Sol, 4 resanas de papal
hollanda, 1 amarras de /8*de grossura, 200 vidros
de 23 3/4 pollegadas inglesas de compnmento e
16 1/t de Iw-gara, iO dntias de taboas de po car-
ga de 1 polleRta, 40 ditas de dita* da pinbo de 1
poliegada, e plvora marca torre.
Sala das sessies do conseNie de compras aavae,
25 de joobo de 1867.
O secretaria,
Aiexaadre Rodrigos dos Aojos.
desta
COIlPANHIA PEBNAMBUCANA
tm
flavegaco cosL-ira por vapor.
Macei e escalas e Penado.
, aHiu de serem levadas irame-
C-'Al*^ diaiam"trt* aosportos do :ol as
) ,2/1^^, malas da Europa e sul que forem
i v*3 nanaB ,raI'das ot-los vPifes inglez e
V*a3H WP francez, prximo* a rheRar, satu-
ra o por pojuca rilla companhia no dia 30 do
crrela as 5 horas da tarde ; recebe carga at o
dia 2, encommendas, passa^eiros e dinheiro a
frete .t as 2 horas di tarde do dia da sshida :
escrilTlo da com-unhia Peroambocana Forte do
Mato). 1. ___________
DB
Nivegaco costeira por vapor,
Prahyba, Natal, Maco, Aracaly e
Cear.
Aflm de serem levadas immc
diata mente aos portos do norte
as malas da Europa e sai, qae
forem tratidas pelos vapores in-
glez e franca;, prximos a che-
gar, nflira o vapor Parakfba desta companhia,
no di 30 do corrate, ^5 n iras da tarde : ru-
cehtearga at u dia 27, envomniendae, passagen?
e diaeiro a frete ate as 2 horas da tarde do dial
da sida : escripturlo da companhia Pernamba
canaToTte do Matos o. 1.
MPAMliA BlUSILEWA
DS
Paquetes a vapor
E' oepsrada os pnrtns do f"irl
at o da 27 da correte o vapor
Paran, comiaandaute o capnw
de fragata Santa Barbara, o qual
_____ depols da demora do costme se-
gus' para os portos do sol.
Dsde ja recebem-se passagelros a engaja-se a
carg qoe o v.ip.r poder conduiir, a qaal devera
ser mbarcada oo dia de saa chegada, encom
menas e dinheiro a frete at o da da sahida as
2 hdas. Previne-se aos Srs. passagelros qae toas
passgens s se recebem nesta agencia roa da
Croan. 1, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Atevdo i C._______________________________
Rio, ate Jaaetra
Segoe para o Rio de Janeiro-o brgoe brasileiro
TROVADOR, por ja ter parle do seo carregamen-
10 Drompso, para o resto da carga e escravos tra-
la-ae eom os coosigoalarlos Marques, Barros & C.
largo do Corpo Sanio o. 6. segando andar.
Para o Bio de Janeiro.
Pretende seguir com multa, nrevtdade o velelro
e nem construido brigoe nacional Damio. lem par
te do seo earregamento prompto para o resto qne
Ihe Ma trata-se eoivos seas eonsigoalarios Amo-
nio Laic de Oliveira Ataveda A C, no" sen escrip-
lorio roa da Crnsu. I._______________________
Parto.
A barca portagufza Sympathja deve seguir eom
brevidade por ter grande parte da carga prompia
para o re-tu qoe Ihe falta e qne recabe a fren*
commodos : tratar eom os consigDatario a ra
do Vigario o 10.
Porto.
Pretende segnir cora a maior brevidade possi-
vel a barca portuguea Ourence,- por ja ter par'e
de sea earregamento promplo, para o resto a frete
commodoe passagairos aos qnaes offerece exeel-
ntt-s commodidides, trata-sx eom Caoba Irmaos
Si C, a roa da Madre de Dos o. 3.
D. Aotoa Praacuca Cadaval Pinto. Migoel Fan-
reira Pinto, Soilhermina Ferrelra Pialo, Galibar'
me Ferreira Pinto, yicente Ferreira Piola, JuaqamV
na Candida Perreira Pialo, Joaquina aria da
Silva Plato, eoftorinba AJeiaide Cavalaanii Pinto,
Manoel Marques de Abreu Porto, agradan* tan-
das as petJOM qoe se dignara acompnnhar aa
cemiieno o cadver ds sen moito araada Uno,
Irmao e enaltado Manoel Ferreira Pialo, a de aa*ra
loes ruga para assisiirem t missa do .timo ata
que uiaudam celebrar oa matriz da Oaa-viMa at T
hora^ da maosa do dia seganda-kira t* da jghe
por cujo acto de caridad mmlo grato ta Mwi non]
fesaui.
O bacbarel Paalioo R -irigues Feraandes Cha-
ves convida aos seas amigos e aos de seo fallecida-
pae o harn de Qoaraini, a assisiirea a atissa qoe
tmaohaa man ia celebrar ot matriz da Boa-rjsta,
as 8 boras da manad*, em eommeraoracio do 1*
anniversario do fallecimeulo de.sen pae.
^%^
Sagoa caso a pnssivel brevidade o tingue escu-
na GRACIOSA, capltio Ratia, tocando no Mara-
nhio s em ultimo cas*, para alguma carga qoe
Ibe falta trata-se com o respectivo oonsignatari<
Antonio de Almelda G>ms, a' roa da Crnz o. 23,
1 andar._____________________________
Babia.
O paiaoho porluguct Destituido, recebe carga a
frete mdico, e para tratar na roa do Vlgarto o.
10, com Bailar & Oliveira.
Para o Para.
Espera-se de Now-York obrigtie eBeriha Kalns-
terff, qae seguir* para o Para poneos das depols
desoa chegada eom a carga qoe lera : qoem nelle
qaizer carregar a frele modieo dirija-se a seo coo-
gigaatarie Domingos Alves Matbeus, a roa do Vi-
srio o. 14._____________________________^
Para e Havre
O navio francs Sphene toma carga para o Ha-
vre : a iratar com os consignatarios Tisset Freres
na roa do Trapiche b. 9.______________^______
Tora Lisboa
S6goe am poneos das a barra pottgoeza Cons-
tante ff/.nara carua e pas^ageiros Irata-se com
Oliveira Filos & C largo do Corpo Santo n. 19
ou com o capit) na praca do commerclo.
LEIlVOES.
LEiL\0
De 11
e ale bm-
eeravoa snocoa
altas figuras
O agenw Manas fara lello competentemente
aotorisado de 12 escravos de II a 23 anoos e de
noniias flguras sendo 4 escravas e 8 escravos.
iio.ii;
O leilo tera' logar em sea escriplorio a roa da
Cadeia do Recife o. 9, primeiro aodar, isto as 11
horas do da. ,__________________
Flix Francisco de Suma Magalbaet n npraj
Jos da Silva, agradecam a tojas as pessoas qpn
no dia 2& do correle comparecern) na idreja att-
trlt da fregnexia de Sanio Aaloalo, para assis-
iirem as exequias de saa presada sogra D. Maria
Joanna da Graca, acompaohando-a ao canillarlo
publico.
^nMHvnBMin^a^Bi^i^^^B-^^^BH^^K^B^HBinn^
A. Damont.cl'iadio am-ricano, vaia Europa.
Alugum-a duss casas uovas muiiv frescas,
com bascules commodos para familia : tu Cipao-
ga, roa das :rionias n. 3.
Placido Jos do Hego Araojo, Ui sneote ao
res pena vel corpo do cowmereio qae o tV. Jota
Bapiista do Reg deisoo de ser sea caixeirn desda
o da 23 de maio prqximo passado.
, Jos da TriliH Alioeida, sundito norta-
guez, relira-se para P.-i tugal._______________
lina da Aurora
A uga->e -> segundo andar do sobiado da ca da
Annra n. 42, com 4 salas,6 quarto.% lodos forra-
dos a pape' e pintado, e solo para eozinha, teoda
agua e despejo : a tratar na roa Poro-osa n. 15
com Candido C. G. Alcoforado, ___________
Previne-se a qnem convier, que de-
veodo concloir-se at o fim do correnio
mez, a publicado da obra sob o titulo de
Prelec(Oes de Direito Internacional, com re-
ferencia e appltcaco ie stus principios $
leis particulares do Brasil, peh Dr. Anto-
nio de Vasconcellos Menezes di Dnm-
mond, tic., desde eotap ser, encerrada a
assignatnra, eser elevado o prego de 104
estabeiecido parasessa obra, e as duas oq-
tras, aonexas que a acompaaham sob os t-
tulos ae r i elsea logo dos Direitos, e Deveres do estrangeir
no Brasil e do Brasiteirt Ora do Imperio ;
tudo na conformidade rto.auei tern sido_por vezes publicado,
eciteai de junn0 fj ww.
tq.a
Re
LE
Chafariz do logar da Ca-
panga .....
6000000
rJO0,JO0O
Cojopanhia americana ebra-
sieira de paquetes a vapor
AUo dia de jolh esperado dos purtos do
sul o'vapor amerteano iSouth Amrica, o qoal de-
pols demora- do cosame segairpara New-Yofk
locaoto oo Pana' e S Ibasntc, Para (retes a pas-
sageu trata.se om os agentes Henry Forster &
C, ra do Trapiche o. 8.'
De algodao.
Sexia-feira 28 do corrente.
O agente Pootual fara' leilao de 18 saccas
algodo por ordem de Illm. a>. joz especia
commerco, existentes oo armaxem dos Srs;
ques Irmaos & C, oo Forte do Matos, as II
do dia cima. __^__
de
I do
Mar-
horas
Aluga-se um arroazem grande oa roa dt
Praia n. 33, uroprio para carne ou outro qOal-
quer oegocio : a fallar oo mi-sroo. ____
Mofma
dlr
El 10
Chama se a atteogo do Sr. Dr. director dat
obras publicas para os reparos porros qoe se et-
lo fazeodo oo calamento da raa do Crespo.
o cstralo.
Preclsa-se alagar urna estrave para todo
servico de orna casa de poooa familia : a iratar aa
roa do Hospicio n. 38.
Acba-se Justa e contratada a taberna da roa.
do Fogo o. 20, com o -r. Joo abch-ti* i Evange-
Ibo: qoem se achar com direito m-^aa por
qualquer- am titulo, dkija-se a mesma n i prato da
3 dia?, flodo os qoaes nao se atieoder*' mais re-
clamaQo algoma.
.: Precisa-se de urna ama de leite : ua roa da
Apollo O. 20._______
Escriptorio da companhia do Beberibe.
2 de Junho de 18157.
O secretario
Dr. Prxedes Gomes da Souza Pitanga.
Pela secreuria dt cmara moolclpal
cidade se fas publico qoe nao leodo ta tOtetoaao
em o dia al do corrale a arreroatacao da obra do
moro do cemiterio da f ragoatit da Vanea oreada
aa qaantta da 3:870*, cooiioaara am praca em o
_-' diardo animo para ser atraatatada par qaeat
V***0 \ "OES a?3Sa tnoainipal do Raeife 25 de
joobo de 1867.
Oancreurio,
Praocisco Canato da Boaviagem
Isepeccaa do arsenal de mirinht
Faz-se pablieo que a commissio de peritos, naa-
mintodo. aa forma determinada oo reguiaraetrto
anaaxo ao decreto a. Ijm, da de fnvaroiro dt
180a, o easeo. maeWa, calaarat, tftataraat,/Aii^w^r*-.^-^v^rj^Z'"" Z*
mULlpM veame amarras a ancoras do vanar i s**11 etclareoimeotos podertraoBsoitar a adltai tra
Vai t praca pente o film. Sr. Dr. Jnit da
orphios d sobrado da roa da matrit da Boa-vista
a. 44, de doas andares e sotio. teolo qtrtatal na
rado e cacimba, avallado am lltOOSJJ. aoa dia* 28
do crreme e 2 de jarho prximo vlodearo, per-
leneeata aoa*ardalros dn Di Maria d'iUiaoipefe
Alboqaerqae PltU : qaea preleader e prnetsar da
COMPASHIA
1 DAS
Mmageries Imperiales
Atenda 30 do correte nwx espera-se dos por-
tos oo sul o vapor francs fislroinadur^, commao-
daole H. de Soraer, o qoal depois da demora do
cosime seguir' p*r* Brdeos tocando em Dakar
(djti) e Lisboa.
Para cjndigSos, fretas e passageos
agoacia rna do Trapiche u. 9.
fagondaa contrato feto entre a adaiaistra^TCa|rav de Uagaaa Fraaeexa
cia do correio francez e a companhia das Mm nmmrmmt%mr, Hiai
u
De urna casa terrea.
Terca-feira de jnlho,
Otgenie Pontnal compelentemente anionsado
vender' em leilo urna casa terrea ejcallente a
roa Imperial n. 70,a qoal lem 2 salas, 3 qoartos,
cosioha fora, cacimba grande, qaiotal murado e
terreno proprli. ... .
Os Srs. pretendentes podero ir esamtnir com
minociosidade a ca;a que la' acharao com qoem
iratnr. ._
O leilao sera' effectaada a roa da Crax a. ox,
! andar, ne da cima as II horas.
Mudanza de leilao
Em conseqaenda da ebova aio pftde ter lugar
oo da 21 do corrente o leilo das velas, masa-
reos, matame < mais perteoces de navio con'or-
me se achava annunciado, devenao dito leiUo ser
flectuado no principio da semana vindoura o que
sera' anonadado.
trata-se na
"
AVISOS DIVERSOS.
CaSA OA F0RTU.Ha.
Aos feOOOtfuOO.
Blllietes araatldos ____
A RA DO CRESPO N. 2*B*SAS UOCOSTUMB
O abaito assignado voodeu nos *us muito ieJ
es bilhetes garantidos d luierja que se acabos
de extrahir a benatteio das familia dos volunta-
rio- da patria, os seguiates premios :
N. 3040 bilhete inieiro om a surte de 6:000*.
N. 3264 bilhelH ioiairo com a >'J'te de -'PJJW-
N. 1489 bilhele inieiro om sorte de H00#.
N. 795 dous qjoarlos com a sorie de. 3004.
E outras muitas sofles de 100, 40# a 20*.
Os^ossaidoreapodera vir reeeber seas respae-
ivos pre mos sernos deseclos das leis, oa casa
da Fortuoa a' ra do Cr*po .23.
Acham-se a venda os da 43' parte da lotera
Aos TokiBta/ioa d* pairla, qoe se nairabira' aar-
(a-feira 3. de-jalbo.
nPi'aaja*.
Bitbeies........ 6*006
Mero............ *00
/ Qoartos........ IW80
Par* aa pananas que ctaprarenn da IdOjtNl
naraaiaa.
ttiibeies.......... 5*300
H*#.........-- *&*
Qnartns.......... 1a75
Manoel Manas Fraxa.
ganes lapetltles, os agentes desta essao aoto-
safas a reeeber qualqner qoantia de dinheiro qoe
serf reoiaSoieadt peloreorreins de todas as cida-
da da FYaaes, Italia, Suissa e Blgica.
fara condices e mais informales trata-se a
agracia roa a Trapiche o. 9.
u
m eagraania e HisCnrla
dfc Pallasapala
de Rhetorlca e Potica
para oa atamnoa- tpoe ini^laodereiB aasr exa-
mp eos noverabro proxkno:
Proetsado
mi da portolro dos auditorios.
Vapor inglez Anaxon, earregon para
Liverpool o aegainta :
1,759 saccas con 10,823 arrobase 12
libras de lgodio-.
Sumaca bmpanbora Ptatte, carregsaf
ara Barcelona o seguiste :
I,OiO saccas con 4,403 ara*a& *a 2 li-
bras e tl|odSb, a 8t mm secaat com
1,000 libfas.
Ssmacaaeniaiibolajan^oflttiso* caixar
|ao7eea ea \^ta**i*-4>44iUa*j
aejSa^laiaBi
para o'fttia-aj2aant|:__^
20 tteew SBat fif TC-B|l
de algodao ; 6 barricas e^,972
co
co costeira, aenoo todos esses oBjectos em estado
dn podare vapor navegar. _____
Oistpaator,
H. A. Barbota da Atmeida.
Santa Uas de^iserieerfe
do Keeife.
a lHr*T rtr niaataimiiirri il- -T-rf-f*- **
4b aaatf --------
dapia aa
-alfana
anjuatoanu <
fnira 27 do correte, pelas 4
Pedro Rodrigues ie Souza.
PeU mcebedorla de randas iotarnas arana
te tat pablieo qoe o coaenla. mu.de joobo qw
os cooirsbaioies das insunlm lancanot, a tajar,
dnciasa addtcioaul da alo orla, iny^st aobea,
vai a cantad descanta, dita tobas, caaj* aa ijat-nn,
aaaaJSM. alai Jabrlotdaa a aatt ?iwn*aip,, j d(
taera dn lagar, A na**,* sagtUaV ieaar>. J^.
Ilaaaai Carav^^Sijoaa.Uetfaa. 1^
Gasa fe mstilasxtoL
CH8BUB:\SttEII*
fliPIlf k V4P0R.
E' esperado dos portes do
at a dia 8 de jalho o
por Ibeoaha, oommasdaala
ctnla tenente Parias, o qoal av
pnit da dawbrAda atoaje tnfttb
"SpSSrSSRhaS rr*
Pial ama a^^m*^'^a^
''tSSSffi I^-STSe Tveira
Club FeraambiMiano
Domingo 30 do corrate, haver reaniio
femiliar.
S.
Desnopareeea no da 14 do correle da ras
da Rod^ numero 46 a naotata Fraaeoliaa, nstnta-
.. ra baila, tera om sigoal no rotlo 4 Indo *2*T --'
por Jos Soares de Azevedo, leole da liogna ,,0 psrecl) qDeiroadur,, oihos artadas^j-saa-
*ada,ao tasar-parai Jff"
e Ittteratnra nacional do gymnasio proTiocial
doBeeife:
Boa Relian 37
As pewoes qae-^aitsrsta Pajf*^f. *
^Jqualquer daqoallsa aasariis, pojan dinigtr-
* uJaaiaatsa aadioav4aaa*la*4taaa.8
* wn'nbatata, s as-taras s qnaiqasr Dar
- Kotl tan. ttiMdra? inoasv nar>*t pata
ama bandeja oom veadagem
ltalo com roletes. Uvoo veaaao
49*4* bnte-de metrm cnajo^.jaaaaa^coat L
anM.no, deateafla-se asn ata aaaS) ***
aconuda em algoma caa : roi>na as natorldaata
policiaesa pprtbeota>a .attrava para sar
saa
star, ai
daasaat-i
11 portas
Tlganaaiararri
OsprTtandmtespoda it tp.oaiagloittaMnar]
[a obra o daverio avtsitsiir at rasa praaort
i tratas
Anas oaoao
- JbaralaW
irut Bnltrio, roa doTrapleoa a: 1'.. t
faja aa *ia W tri araiiaa .
travo DeoDltlo, mulato, com ot ttgasa ntfniatnt s
fMtde to anuos, estainrt ragolar falu da too
denles aa freale do lado soperior, olbos otp aoaec.
'apenados, teodo os dados atiaiaoi dot pes sarab-
lidot, coslomt iraier o cbapao cabida, tabrn aa
olbos, e tem mait o oome esctipt e aja da ara
oo, como nsam os marojos : qoem o appribnsitr
a levar a seo seohor lose Qoacajvas 4a Atavado,
----------- ^ aa roa da Croi do Rtotfe o. 34, reoebaraf ajrsfa>
JBE^^ *T prnto aja^aa^ afrk:
43* parte da lotera a beoeAm-ta* taimas ^ M para qoaiaaar serviea; as roa Duau sa
caKtao nratloa SS Oa1aaTiaaVaan^ JpnMM^ Rscmva aara
y a tantor sartn M to at a Q& da BWS. o asas^avlfe} Q inaasarrs. Un oo aiogl -^ tt raa das Crow.
Antonio Ws-RodrigOa at'tava. | H, 10 mw a oanMa u 4 4 tata.
vW
II I"
l\
]mi (ti hhn


-,


n^N sirva pira servido
as pessoas: a tratar do pateo
Precisase de ul
de ama casa d 3 d
(te S. Pedro j^.
Preci?a-se de orna eserva pati carregar am
[leqoeno uboleiro de fazendas,
roa do Hospicio 0. 69.
paga-se betn : na
Preeisa-se de um bomem sea familia, e qoe
d fiador, para tomar coala de orna taberna dis-
tante desta cldade o mi legua : a tratar na ultima
taberna da roa Augusta, defronte do chafara.
Precisa-se alagir um* ama prefere-se es-
erara, qoe p.ngorame e costnhe : na roa 4a Lope-
ratrit n. 48,1* andar..'_______________-_
ab pessoas abaixo declarada qaetram vir a
administraco do crrelo desta Cidade aflm de re-
cetaren) oftjeetos recommeadado* :
Aotorio Marcelino Soma B.
Joi Aqarao Pooseca-
S*erfm Monteiro Utte.
Jos Martins Ros Jnior.
Migoel Augusto Oliven-a.
Francisco B. ABdrade.
Alexandre Piano Borges.
Manoel SilvaPont*. .
Quem pfteisar de um pofteftiez e dous de
taa coodocti par eepeiro eu despenseiro : a tra-
tar no paieo'd Rlbelra n. 8, utarna.
* MIS HHH
m O bacbarel Feliciano Francisco Martins
5? reilra-se para Europa.
mff-KlH IHIH
AntonW AfTonso Moreira vai a Europa e dei-
xa por seus' bastantes procuradores em 1* lugar
os Sts. Antonio LopesBraga, em 2* MaBoef de Sou-
za Machado, em 3a Antonio Alberto de Souza
Agolar.___________________
" Prendeu-se no da 22 um pavo que andava
ja' aleuns das :.qnem fr sen ;dono annoncie por
este Diario qne pagando o annuncio rhe sera' en-
tregue, declara-se qoe nao se respeosabilisa pelo
dito caso possa ovaaV-se.
Srsl
*
administradores da massa
fallida de Antonio Rtdrigaes Jar-
dn e Compauhia, da Para.
Pergaota-9e aos ditos seahores, se nao
queris fazer mais dividendo do que existe
apurado dos beos da referida massa, pois
no grande espado de tempo de mais de
seis anoos apenas se tem feito um nico di-
videndo de O/O, em 1804, e isto depois de
muito instados, e como que obrigados, ten-
do a massa bens, segundo se disse, para
pagar integralmente aos credores, de quem
s se pedia urna moratoria I! Os credores
da massa esperam ser embolsados quanlo
antes do qoe a mesma est a dever ; e por
isso se ainda existem bens por vender-se,
que se vendam ja em leilao dinbeiro, e
nao se espere mais melhores pocas para o
fazer, visto como em mais de seis annos ja
deve estar tudo vendido e apurado. De-
claramos aos Srs. administradores que, se
nao procederem ao pagamento quanto an-
tes, recorreremos aos tribunaes competen-
tes para sermos embolcados.
Dous credores.
Olub do Reeife
Reuoiao de familias sabbado 29 do cor-
rente.
Photographo da A, casa imperial do Brasil
Roa do Cabogit b. 48, sobrado, entrada pela pateo da *"!.,
Acabamos de receber de Franca pelo vapor Estremtdure urna itnuaeoirec-
c5o de
ALFILETES DE OttO PABA ICTRAWS.
Ha alflnetes shflplesmente de ouro, porm de bonitos fettios, e na ai new
com pedras preciosas engastadas, perolas, rubios, esmeraldas etc. Os PjW* '
netes com os .retratos das pessoas que os compraren!, variam de 18l a 40o00-
Tambem ha alfnetes de ouro "para collocarem-se retratos e especies jw gra-
vatas.ou antas ltimamente em uso para bomens. Estes alfnetes com o retra< tam
de 14(91 a <8000.
RETRATOS POB TOBOS OS SYSTEMAS fHOTOGRAPfflCOS.
Retratos em atnbrotypo, para caixinnas. ou quadros.
Retratos esa porcelana.
Retratos em papel para diversos tamaitos.
' Retratos em cartees de visita.
Ve'ndem-se passe-par-touts e moldaras pretas o doradas d todos os tanunhos,
assim -como vende-se tudo quanto preciso para trabalbar em photograpbia oa am-
brotypo. ..
Ha urna bella variedade de vistas stereoscopkas representando p|isagta$ edi-
ficios e monumentos de diversos paizes da Europa, frica e America. Tambem existe
qoantade de academias coloridas e transparentes para stereoscopo,- e tudo sevende
por barato preco. Stereo'scopos de acaj; pallissandne e mogno de a ISiJOOO.
Albuns de diversos formatos e gostos para 20,30, 30, 40, 50, 100 e lO re-
tratos, de U a i8f000.
A galeria e officioa acham-se abortas todos os das e a todas as horas:
^^ N. 2 D "* N. 2 II,
UHP** CORACAO IE OURO.
A toja n.J* Intitulada Corceo de Ouro na roa do Cabogi, acba-se d'ora ero (liante offerecen-
do ao respeitavel publico com especlalldade as pesioas qne bonram a moda oa otjjectos do nltimo gos-
to (a Pars) pof meaos 20 por cento do que em ouira qualquer parle, araando-se a cualidade e a so-
lidez da obras. _
O respeitavel publico avahando o dselo qne deve ter o proprtetarlo de um novo estabeleclmen-
lo pie quer progresso em sea negocio deve ebegar immedfatamente ao carabao de ocro a comprar
amiseom perfeitos brilbantes, esmeraldas, rubinse peroia-, Terdadeiraa em agarras, modernas pelt
diminuto ireco de 104, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo preco de 31, maracas de
prata com canos de marftm e madreperota obra de moderno gosto (o qne o encontrarao no coracSo de
euro) voltas de onro com a competente crasinba ricamente entenada pelo pequeo preco de 12, brin-
cos de nm trabalho perfeito por um mdico preco, easseletas, tranealus, pulceiras, alfiletes para, re-
tratos e oatros modelos tudo *e alto gesto, aneis proprios para buur cabello e firma, dito para casa-
mento, no rtico roseta tea o Coracae de Ouro nm completo e bern variado sortimenio de diversos
gostos, bi5es para pontos com diamante, rubtns e esmeraldas, obra esta importante s.' pelo sea va-
lor ja por gosio ds desenao, brincos a forma da delicada mioslnba de moca com pingente contando es-
meraldas, robins, brilbantes, perelas, o gesto snbtime, alfinete para grvala no mesmo gpsto, relo-
gios para senbora cravados de pedras preciosas, ditos para hornera, diversas obras de brilbantes 4e
noito gsto, crusinhas de rubios, esmeraldas, perolas e brilbantes, aneis com letras, cacoletas de
erystal e ouro descoberta para retrato (a ingiera) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qual-
quer jola, para secol/ocar retr*tos*e obras de cabello, e outros muito* ebjectos que os preteodentes en-
contrarao no Corago de Oaro qae se conserva com toda a amabilMade aos concorrentes delxando-
se de aqu mencionar preces de certos objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dlzendo-se o
preco talve alguem fa^a mo jnuo da obra,por ser tao diminuta quantia a vista do sea valor.
Na mesma loja cempra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe se concer-
tos, por menos do qne em entra qualquer parte, e dao-se obras a amostra com penbor, conservando-se
e oracao de Ouro aberto at as 8 horas da noile.
Qualquer pessoa que se dirigir ao Coraco de Ouro nao se podera' engaar com a casa, pois
nott se na sua frente am coracio pendurado pintado de amarello, aiem de outro que se nota em uro
rotwo fisto se adverte em cooeequencia de terem ja' algumas pessoas engaado com ootra casa.
O adrogado B|
flfoisa de Altuqnerqoe Helio
muden a.soa reslden?ia para a Capanga a' rna
das Crioulas 13, e eooserva o sen eseriptorio
ra estrerta do Rosario n. 3%, onde pode ser pro-
enradeearao mystefes d sua profcslo das 10
do die, as 3 horas da larde..
Retirado completamente a vida civil para mais
nunca se ocenpar de pojitica desta trra, flV '*
a seus clientes intefra garanta de relo e ctiviuf-
de em seus trabalho. E os aceita tamben para
o Cabo, Ipojnca e Escada onde tem procuradores
probos e digentjs e at para lagares mais loegi-
quos onde pode ir pessoalmente, sem grande re-
munera?ao, nao sendo, excesslva demora : pelas
appellaces e por oatros trabalhos por, qoe pa-
ra, aqot loe ierem a honra de remetter se fura
se contenta com mdico honorario.
Alm do civil e commerclal trabalba tambem no
arojeecisletlco e no jnry:
Edsiiio de musiea
gg n. 7S, V aodar, na U Inserador 8
75, 2o andar. ff
s
Lecciona-se per soMejo e a tocar va-
nos instrumentos; dando-se as li-
coes das 5 horas da tarde as 10 da
noite em casas on em suas residen-
cias.
S
mt
Precisa-sc para casa de um estrangeiro solteiro
que mora n'um sitio perto da praca, de urna ama
recalhida e de toda a confianca, para tomar conta
da rasa, faieodo todo o servido interno, sendo o
principal tratar da roopa : a qoerc eonvier dirija
se a ra Nova o. 19, 1 andar, para tratar.
-Na ruicjii.il. a. 1x7....;. T d .cuucT se
saceos vasios a 209 bu. proprios para toalhas de
cjtinha e roupa de escravos.
A.1I4
Freci>a-se de urna ama que engomme com per-
;o para cesa de pouc familia : na roa Nova
uJO e 22.
servio de
na ra Di-
Precisa-se de ama ama para lodo
c .sa, que saiba coiiohar e engommar :
reita n. 96._______
Na ra do Atecrim n.
CHEGAMM
Aloja dasOollumnas \
lindos manguitos com gollinhas.
Grande variedade de golinbas com punhos, de cambraia.
De bretanha e de esguiSo.
Gravatiobas de cambraia de muito gosto para senhora.
Ricos peplum de grosdenaple prelo enfeitado, o que tem y indo de melbor goto a
Pernambuco.
_______ruado Crespo n. 13 de Antonio Gorreia de Vasconcellos A C.________
Precisa-se de orna ama qo6 jaiba
para casa de humera solteiro : a ra do
a. 46.
cosinhar
Amorim
Ama
Preclsa-se de orna ama llvre oo eserava para o '
servlgo interno e externo de ama casa de doa-
pessoas : na ra das Craies n. 28.
Ama de leite
Precisa-e de urna ama de lelie
daderor d. 83, segundo andar.
na roa do Im-
M.
46
MUsNDO ELEGANTE
46 RA AOVA RA AOVA A
THOMAZ FERREIRA DE CARVALHO & C
Grande sortimento de fazendas de todas as qualidades de seda, la, linho e Igo-
d5o o mais barato qu possivel, assim como um variado sortimento de roupa tita,
apronipta-sc cncommeodas sobre mfidida com brevidade e-perfeicSo.
Sincridade e preco commodo sua divisa.
V 3 ARa do cabag>. 3 A
Agostiiilio Jos dos Santos $ C
Acaba de chegar a este eslabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo gosto, perfeico artstica e modellos eoteirameote novos; como
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, aoneis, botes de punho, brincos e cassoleus com letras, etc.,
etc., etc. Salvas de prata"do Porto, faqueiros, paliteiros, calix de-mesa e
fructeiras.jjujos precos sao incompetiveis, pois que os propietarios desta casa,
recebendo Seus artigo!, directamente da Europa, podem servir vantajosamente
aos seus freguezes. Compram-se brilbantes, pedras finas, ouro e prata, paga-
se bem, tambem se incombem de fazer concertos.
4RH4ZEN DL ROUPA FEITV
Aos Sr& fogueteiros
lia botica da roa larga da Rosario n,
Vende-se e^
Salitre reflnado de I qoaldade. g- \-
Enxofre em cylindro idem. *
Limalba de ferro (muito nova.) '
dem de a?o dem. )
dem de pona d'agolba idem.
M
i
Aluga-se
urna loja no patea da matrli de Santo Antonio n.
a tratas na mesmcasa, primeiro anclar.
V
MARTIMOS
siMMurami
1 precisa-se de urna
ma para casa de pequea familia.
/
Ama de leiie.
Precisa-se de urna ama de leite : na ra Nova
numero JO.
O devotos do glorioso S. Joo Baptista, erec-
to na igreja de S. Goocalo, nao tendo podido feste-
jar o sen prolector no dia proprio, mandaram nes-
se da celebrar urna mlssa, e mudaram a festa pa.
ra o da 7 de julho.
Manoel Jos Marques Baealha'o.
<____>___^^^^^ Esch v o.
Ama.
Precisa-se de urna ama para cozlnbar e mais
Frvicos de urna casa de doas pessoas: na ra da
iruperairii n. 53, tinturara franceza.
Neste estabelecimeuto encontrara' sempre o publico o mais
prebendidos os pianos tanto apreciados do fabricante Cari Scbeel.
O abano assignado encarrega-se de concertar e afinar toda a qualldade de
o melnor systema, e maior esmero e prompiidao possivel.
______________ Henrique Vogeley.
bello sortimento de pianos em-
pianos, seguno o
Reg & Moura
ra Nova n. 24 ___
Os proprietarios deste estabelecimento, verdadeiramente penhorados para com seus
amigas e freguezes, pelas continuadas provas de acceitac5o e confianca que delles hSo re-
cebido no espago de tempo em que se acbam estabelecidos; ntrindo, agora como sem-
pre, desejos de corresponderem suflicientemente a esses lilulos que muito e muito apre-
ciam; resolvern augmentar o pessoal artstico da sua officina de alfaiate para assim sa-
tisfazerem com a presteza possivel qualquer encommenda de roupa feita ou por medida.
As pessoas, a cujo :argo se acha a direceo da officioa, sao os Sjs. Lauriano, Castello Bran-
co e Souza Cont, artistas de reconbecido mrito e incontestavel zello e solicitude por tu-
do quanto dizrespeiloa sua arte. Pelo pouco que fica dito e pelo muito que poderemos
accrescentar na presenca dos nossos- freguzes, affiancamos desde j a mais restricta ob-
servancia e fidelidade no cumprimento dos nossos deveres.
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelec-
la nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamgntos, e contra
togo em edificios, mercadorias e mobilias:
na ra do Vigario n. 4, pavimento terre r>
COMPRAS
Caixeiro.
Precisa se de um caiielro Bel -para tinturarla
franceta, ra da Imperatris n. 53.
Precisa-se alugar urna ama forra "on captiva
para casa de pouea familia : no pateo da matrii
de Santo Antonio n. 4, segundo andar.
Ama.
Na ra da Cadeia n. 52 precisa-se de urna ama
para cuidar de omacrianc de pello..
Aos Srs, consumidores do
g&i
A directo da empreza do gaz convida reapei-
osamente aos Srs. consumidores qae j>or acaso
possam ter queixas por falla de gar, oa oatro in
donvemeote qae possa sabrevir, qneiram dirigir
ouaspeclaraacoes ao eseriptorio da empreza n. 31,
rra d: Imperador, aonde recebero immediata.
ODpsBlatteotao.
Sanoel Pawer Jotonstan Umpanhi
Ruada SenzalaNova n. 42.
AGENCIA DA
FimdleSo deLow loor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavaloa,
Moendas e meias moendas para engenho.
aixas de ferro eoado o batido para enge-
nho,
Ar/oios de carro para um e dons cavllot.
.Heiegios de ouro patente inglez.'
Arados americanos,
^hinaspara descarocar algodo.
Rtotor.es para ditos.
achinas de costara.
CASA
de commissao de escravos.
Na casa de commissao de escravos rna do Im-
peradora. 45,3o andar, recebem se escravos pa-
ra seren vendidos tanto da praca como do mao,
e os senhores de engenhj que por qualquer moti-
vo qneiram desfazerse de aigum nao tem mais do
que remette-lo ao abaixo assignado que garante o
bom traiamento e proropta venda, nao se poupao-
do exforcos aQm de em tndo satisfazer as pessoas
raue o qoizerem honrar com su confianca. Nes-
a casa ha sempre para vender escravos de ambos
os sexos.
Antonio'Jos Vieira de Souza.
mmmmmu-mmmmmmm
Kesidenciae consultorio Si
Medico cirurgico
DO
Br. Antonia Dnarte
Na praca da Boa-Vista n. 21 onde !
pode ser procurado a qualquer *
bora.
Especlalldade
Doencas do peito, e de meninos.
Criado.
Precisa-se de nm forro oa escravo para bdo
o se i-vico de nma casa : a tratar na roa do Crispo
a. 16 laja das 7 as 11 horas e das 3 as 6 da frde
---------- "- i
Confeitaria dos Ananaz$
Ra da Cruz. 16
H bom sortimento de papis de estilos
para sortes, amendoas confeitadas, grade
sortimeuto de enfeites para bollo, pande
bandejas, recebe-se emeomendas parasol-
Ios de S. Joao, simples e emfeitados, e tm-
bem se recebe de fra para se emfeitar.Ha
todos os dias sortimento de doces para pastis, empadas e fiambre.
a enco
Attenco.
W. 2 >.-|u do Livramenti-N. 25
Deposito de tamancos e calcado nacionaes da fa-
brica da ra do Jardim n. 19, de Jos Vicente Go-
dinho, tanto no deposito como na fabrica se
apromptam todas as porcSes de calcado o mais ba-
rato possivel, esta fabrica tem todas as machinas
proprlas para os calcados ja* bem acreditados pelo
grande numero de freguezes que daqal se for-
necem.
Trocara se
as notas do banco do Brasil e das calxas flliaes,
com descont muito rasoavel, na praca da Inde-
pendencia n. 22.
Joaqun Jos Gfon^alves
Beltrao
MK M TilfldM .\7i0 HMrR)
finita jr tiJdw oa paquetes sobre o Banco
ii M.o^o em Braga, e sobre os gaiste* Ms-
em P aber:
Lisboa.'
Porto.
Valenca. i
'jnfonrass.
. 'lotmbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Con-te.
Arcos de Val de Vav
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Tilla tl.
inactiva de PVBetfela.
Umego.
*-L**oe.
Cotimu
Publicacu [literaria
ESTUOO
SOBRB
O recurso corda.
A' proposito do prejecto de le approvado pela
cmara dos diputados na sessio de 1866, revogan-
?2f Srt" 2# do decret0 '4'9114e 28 de mar de
1857.
PELO
Dr. Braz Florentioo Henriques de Souza
Lente de dlreito civil na Facnldade do Reeife.
Sabio a' luz esta interessanle pnblicacio, e acba-
se a venda as llvrarlas de J. Nognelra de Soma, e
Garranx, de Lallnaiar & C., ao preco de 32 cada
exemplar.
Urna pessoa competentemente habilitada iara
oceupar-se em qoalquer genero de plantacdes,, oa
como destilador em qualquer destilarlo, ou abda
como administrador de engentaos, offerece-se Jara
qualquer daquelles mlsteres, O pretndeme j tem
trabalbado no interior da provincia, bem comj na
Gmenna Inglesa, e director de plantacoes na 7>in-
dade e na Januuca ; connecendo portanto pe/fta-
mente os diversos ramos de cultura do paiz, ama-
se no caso de serempregado i quem de mu (f es-
limo se qnizer otllisar on obter melhores infOma-
c&es, dirija se ao consolado ingle em carta faba-
da, sob o adresse de A. /
-- Aluga-se a caa terrea sita confronte ao por
tao da fabrica do gar, lado do norte, tem i salas
qoarlo, cozinha, quiutal e cacimba, preco de 4SJ
por mez : a tratar no mesmo lagar.
aalM Bcblaao de Barros
participa toa seus amigos aanaofflcna de marcenaria da roa da Aurora n.
25 para a roa Dinslla n. 112, e eominoa a fabricar
as ricas mobilias de Jacaranda' e amarello, santo-
arlos do jacarando' cedro, otra qaaia.uer obra,
a encawega. de toa nkiTuS
rW" que
Urna senbora franceza da' licoes de piaoo,de
francez e italiano em casas particulares: a traiar
na rna do Imperador n. 71, t* indar.
W Q.O 3 B
SjogS
" 5
o
o- er^, g- a. S
Sr> ~
Offerece-se ama senbora estrangeira para co-
sinheira : quera pretender dirija-se a rna da Cadeia
n. 36, primeiro andar.
Na praga da Independencia n. 337 loja de
ourives, comprase oaro, prata e pedras preciosas,
I e tambem se faz qualquer obra de encommenda e
todo e qualquer concert.
Na ra do Imperador n. 73, segundi andar'
preoisa-se alngar ama cozlnheira j de Idade.
Vino tnico e nutritivo
BE
QUINA E CACAO.
DE
BUCiRAXD.
Esta nova combinaco rene em urna bebida as-
. ss agradavel e conveniente a todos os organis-
mos, a quina qne nm medicamento tnico por
excellencia, e o cacao qoe contera principios nu-
I tritlvos asss reconbecidos.
Elle se emprega com o maior snecesso na cura
as paludas cre3, soffrimentos do estomago, per-
da de appetite, diest5es difflcoltosas, menstraa-
c5es difflceis etc., etc.
Deposita especial
NA
Pbarmacia e drogara de Bartbolomeu & C.
34-Ra larga do Rosario-34
Contrata-s ama pessoa para ensinar a ler
escrever e contar as quatro operacoes de inteiros
dando-se comida, casa e ordenado : a pessoa qae
pretender dirija-se a ra do Imperador n. 33, se-
gundo andar, do lado'direito.
1H.IIA!S
Xaropee viaho ferraglaoso de
jar a beba eoin pyrophosphato
de ferro.
Chlorose, anemia, escrfulas, rachilismo, blennor-
rhagia, leucorrha. febres intermitentes e ame-
norrha (monstroacao dolorosa e Irregular)
etc., ele..--
Ha muiio que tinhamosem vista associar o ferro
as nossas preparacoes dejurubeba ; mas levamos
tempo a experimentar quaj a preparacao ferrugi-
nosa, que mais conviria ao organismo humano,
rindo por flm a decidir nos pelo prrophosphaio
de ferro, com o qnalpodemos prepara ros nossos
xarope e viobo de jurubeba ferruginosos.
Temos a observar, porm, qne e-uso dos medi-
camentos de jornbeba com o pyropbosphato de
ferro onnea pode occasionar a putysica as pes-
soas-ainda as mais delicada?, como omitas veses
tem apetecido atea pessoas robustas, qae se bao
servido do mesmo melicamento preparado com
ostras substancias ferruginosas, por isso qae o
^f pbospboro debaixo da forma de pyropbosphato,
nm meto prophylato reconbecido iafalllvel
Fabricado cerveja nacional
DE
HEERIQUE LEIDEN
B. 35 ra do Cebo o. 3">
O proprielario desle estabelecimento, pri-
meiro introductor deste rano de industria no
Brasil e ex-proprietarios da Imperial e amiga fa-
bliea de cerveja nacional, ra de Mata-eavallos
76 e 78, Rio de Janeiro, faz sciente ao respei-
tavel publico desta capital, que, depois de
novos e aturados estudos sobre o objecto,
acompauhados de multplices e prolongadas
experiencias cerca da grande dilferenca
de cuma, para, chegar a resullado.identico ao
j eolhid.o no Rio de Janeiro, isto obter
urna cerveja que se possa justamente com-
parar mellior para aqu importada, acaba
de fundar urna grande fabrica de importan-
cia tal poder produzir, mais de 3000 gar-
rafas diariamente, pelo que, desta data em
diante, acba-se hahilitado a fornecer, com a
mxima promptido, qualquer quntidade
de cerveja branca e preta de superior quali-
dade, aos seus numerosos fregnezes, quer
para uso particular, quer para negocio.
Igualmente faz publico, ter um grande
sortimento- de vinbos finos e ordinarios de
Allemanba e Franca por mdicos precos, ha-
vendo dos da ultima especie deste 360 res
a garrafa, sem casco, at i5#, a dozia. -To-
das as encommendas seo} entregues livres
de despezas, nos domicilios dos senhores
compradores.
Prevalecendo-se da opportunidade previ-
ne o mesmo proprietario ao commerci j de
grosso e a retalbo que tambem encarregar-
se-ba de fornecer-lhes urna escellente qna-*
lidade de vinagre, por elle fabricado, o qual
revalisa com o melbor que se vende- nesla
praca.
O estabelecimento do Sr, Leiden acaba de
ser honrado da visita do Hlm. Sr. Dr.ins-
peclor dasadepnblica.o qual Sr. Dr. achou
as fablicas montadas e eptabelecidas as me-
lhores condignos bygienicas e as qualidades
da cerveja, dos vinbos e do vinagre dos me-
lhores que se possa recommendar ao uso do
publico.
Achando-se o sen estabelecimento mon-
tado em um dos mais amenos sitios desta
capital muito se rec.ooamenda" concurren-
cia dos amadores dos recraios honestos, que
nelle encontrado alm de ptima cerveja de
dffereotes sortes, caramachoas naturats,
jogos lcitos, da bola e bilhar e finalmente
boa companhia.
Um aviso anterior indicar os diversos de-
psitos que o Sr. Leiden prope-se a esta-
blecer em diverlos pontos desta cidade,
attender a quem se dignnr
Comprase nma mobilia de Jacaranda ou
mesmo amarello que esteja em bom aso : na ra&
as Crnzes n. 34, taberna.
Compram-sc escravos
Silvino Gailherme de Barros, compra, vende e
troca effectivamente escravos de ambos os sexo?
e de todas as idades : a' ra do Imperador n. 79,
erceiro andar.
Ouro e prata.
Em obras veihas : compra-se na praca *da Id
dependeucio n. 22 loja de bilhetes.
Moedas de ouro.
Nacionaes e estrangelras assim como libras
esterlinas: campram-se na ra do Crespo n. 16
primeiro andar. '
S
Compra-se moedas de oaro de 200, IGJ, 10&
e 9|g; a rna da Cruz n. 3.
220rs. se paga por oitava de prata de lo
marcada, na loia de oorives no areo de N. S. da
Cojceico, no Reeife.
Moedas de prata
nacienaes, assim como patacoes portuguezes e
hespanhes, compram-se com premio.: na rna do
Crespo n. 16, primeiro andar.___________
22M00
para moedas nacionaes de 20
n. 16, primeiro andar.
na roa do Crespo
Escravas
Compram-se duas escravas de idade de 18 a 25
anoos, que saibam cozinnar, engommar, coser e
lavar com perfeico, paga-se bem : tratar na
ra do Imperador n. 83,-2* andar, ou na ra da
Cadeia do Reeife n. 27.
\
Libras esterlinasc
Compran) se com bom premio
dependencia 21
na pra-a da la
Ooro e prata amoedado
Compram-se libras sterlinasa 10*300, moedas
de 20* a 221200, ditas de 16/ a 17,5800, assim co-
mo toda e qualquer ootra qnalidade, e tambem
prata nacional e estrangeira : na rna da Cadeia,
loja de fazendas n. 38.-
Compra-se nma esereva coiinheira e engom-
madeira, que na^ lecha achaques nem vicio: na
roa da Senzala velha n. 84.

Compra-se orna estante para livros, nova,
em bom estado : na ra do Galdeireiro n. 92.
oo
Compra-se diario a 140 rs. a libra, e
a 4*500 : na rna Dlreita n. 13, fabrica
garros.
arroba
de ci-
VENDAS
Bom negocio
*W^"
**4Wou
lir^i de li 14 annos de idade para ser-
vicos internos de casa de familia; a roa do
Solfiobfado^o. 21.
Livro de gracia!!
n ..i,! __ ,, j \ mM ngunnn .irasnimarDiu gorai a polio o
nLfli%H??0pto^llmrt,,w,fM* cnidas membranas mucosas, magreza, in^io as
opplemMto de 1866, dislrlbBe* gratis f flcw fe pena, excitacfo nervosa, bysteris
con
tra esta terrivel afeccao.
As preparacoes de jurubeba, a que havemos as- para melbor
ociado o pyropbosphato de ferro, sao mol prove- boora-lo COm sua confianca.
losas no tratamento das molestias das senhoras,'
laes cont a chlorose, anemia etc.
Estas molestias manifestaot-se com os sympto-
mas segrales :Descoramento geral da pelle e
Crcap .
-/redaedo M probMcr deprioalraile>
iraa, qt aaita tea ttaamatiea porugaea e mo-
slca qoe oamra f a uar fra dt cidade, e um eo-
gBibo pert-da esiacl de Tff mela legna: drrtfa-
('rordo Sor B,3l>tDar, qae fBeonirarV
-tem qmttifutr. *
- roaio no la J3 do corrooto ana preta crlft-
m, de nome Fellodade, representt ler fl annos de
i 'ade, iflvnn Mfitff rifl r.tijfn tfa% *fTJ~HflTM ama-
relias e ebaletde^iiiWf jnwiellati^onbeclda
fel polica <*C ___ Sl Apipa-
mo.mela
os, onde ja fot
a polica cap!
as pertti
colla,
eblltdade ranscolar, lores te-
C4LCA DO BARATO
Grande .pichincha.
Vende-se nma machina de facer gelopropria pa-
ra montar em nma provincia como Macei, Pa-
raiiyba, Ceara' oa qualquer logar aonde llver
grande pescara sendo perto de urna cidade de-
fraude populacao, os palies encatxotados com ge-
lo potiem se guardar muito tempo fresco,- -podo
deixar nm lacro malte grande, ao Para' leu ama
empresa qoe ta lucros enormes, para o qoe so
pode ganharcom a venda de sorvetes, o dono se
encarrega de ensinar a fazer o geto e dtr urna
pessoa para ir-ai mar no lagar : para ver e traiar
na roa do Moirdego i. 09.


OSr. Jos Marqae da Costa Sowat,
(negotiaot no Reeife) quer* vlr csi ^rpo.
grapjis i negocio.
m
vralgieas, pateo mais frequente do qoe te eatado
desande, ealor febril, pella secca, appatlies de-
pravados, vmitos, priso de ventre, 'tpenstraaeio
Jg*?"8<^w1M>*<^fcC^M,<,^0 i">y^*}owooaeadwwi infarto* s oa o pntm^tMi; a^t .^ ^h*
Reeife, 15 de jMtio de 1867.
Joaqntm Salvador Pwsoa de Siqoetra Cvale an.
Emile Kfho, flito france, retira-se' ptrf *
Botinas pretas para soooort 3#000.
? mi ditas para a.oiaa a im.
Na praca da Independencia ns. 13 e 43, loja du
Arantes & Lyra.
- O abaixo asaigaadu fu pataco qae disaolve'o
aalgavaltuawe o oootfeto qne tloaa com o Sr. Ma-
noel Antoolo WlMlro,' eaa nma prensa de aifodc
flnantaii
dito contrato
praparaeies cima.
nico deposito dostes medicaawoios
pharjnacja de J. A Pinto, ra larga > Ro- i
*ar io n. J 0, em Pernambuco.
Europa.
Vendo so urna boa casa terrea em ana das
princlpaes ras do turra o Boo-vtela : na botica
n.Jl_da praga da Boa-vista se dir qnem a vende.
Vende-se un escravo de cerca de 20 annos :
a tratar na roa da knperatrii a. 9, 1* andar.
Veaje-ie nma criooia boarta aora, ten to-
das as ha*idades: quem pretender dirija se a
rnade&.Bjm Jasas das Crioolasa. 30.
/itlenco
'St
Veode-se .taberna tfa travessa da roa Angos-
te n. 5, em bom local e afregaatatf
.....^flMWa^ag'iyWCAs.----------
ento de mnita eanw idade e dis-
por 1*200 a daxla, oo 8C- ,. dmia :
UMKroieatQ 4. Saw
va p. 18.
II
^\/r-|
ra No-
HP


*
fe ira' de Jubiio de 18t>7.
--*-
---------_
Jtepri'vs i* Dp. h C. Ayer, ei-taite
da Utiversidade de peisylvaite, sos
fisitos-Bidos.
Extrae te comporto de sala-par
rllha de Ayer.
**ffwral de cerja._
Remedio para aeiea.
Plalas cachar cicaa.
O deposito central para as provincias
fernambuco, Alagoas, Parahyba e Rio
Grande do Norte, destes remedios to f-
voravelmente conhecidos e acolhidos em
todas as partes da America do Sul e do
Norte, acha-se em casa de Theod Ckrfta-
tiansea, 16 roa do Trapiche en
Peraainlraco.
Os precos de ,
33* por duzia de estrado de salsa-parrllha.
27* por duzia de peitoral de cereja.
27* por duzia de remedio para sezes.
16 por duzia de pimas" catharticas
6e entendem a dlahelro a vista, con
o descont de 5 por cento em quantidadei
de 6 a 12 duzias, e de 10 por cento em
qaantidades superiores a 12 duzias.
NMIMiCU
DE
\fcWa m
Alm do grande sortimento das melhores machinas, americanas para descarrocar
algodo. de 10, 12,14,1, 18, 20, 22, 23, 30,35, 40 e 50, nesta estabelecimento se
encontra mais o segninte:
Azeite de espermacete propria para machi-
nas.
Vapores de forca de 3 a 4 cavallos.
Serras avulsas para machinas.
MancSes e todos os mais pertences para as
mesmas.
Carros de mi para aterro.
Cylindro para padarias.
Debulhadores para milho.
Arados americanas.
Carrinhos proprios para armarais.
Moinhos para refinacao.
dem para milho.
Joaquim de Almeida tinto
A jambeba
Era extracto alcoollco, emplas-
tro, oleo, tintara, plalas,
xarope e vluho
4 A jurubeba urna das substancias medi-
camentosas que pertencem ao reino vege-
tal, e pertence a classe dos tnicos e desobs- Escadas de tnadeira americanas,
truales, sendo empregada com vantagem
\ contra as febres intermitentes acompanhadas
de engorgitamento de figado e de baco. Ella
tem sido apphcada cora incontestavel pro-
veito contra a anemia ou calorse, e hydro-
phesia, catharro da bexiga, e mesmo para
rabater a mensiruaco difficil, resultante
a mesma anemia ou chlorose.
Depsitos geraes
Em Pernambuco, ra larga do Rosario
n. 10/ Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
^ Dourado, Rio Grande do Sul, em casa dos
* Sps, Casco dt C., Macei, pharmacia do Sr
-Claudino, no Havre, pharmacia de Mr. Ma-
rica), em Lisboa, Da pharmacia do Sr. Feij.
Caixas com vidro sortidos.
de todas as qualidades.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para engommar a vapor.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de verguinha.
Guarda comidas. -
Peneiras d'arame para padarias e refinacSes1
Correotes'para almanjarra.
Machados e facoes americanos.
Barricas com milho braceo americano.
GRANDE SORTIMENTO
DE
FAZEYIiAS BiRtT4
' NA
LOJA E AHMAZEM
DO
Ro da lirperatrli n. 6b
BE
GASEA. & SILVA.
iPeules de tai taruga e oilros de metal
A aguia branca : ra doQe'<-.. n. 8
acaba de retener algumas a^noptrs do pn-
tes de tartaruga para senhoras, todos-de no-
; vos moldes e boos gostos, stbresahindo en-
tre elles alguDS cujas novidades em mol-
des, e perreicjto'de obra os tornam reeom-
mendados para qoem aprecia o bom ; assim
como receben igualmente utros mai forni-
dos e bem Jeitos para desen.baracar e outros
com eixo para dobrar e proprios para barba-
Tambera recebeu outros de metal pratea-
dos e Jourados, que de tal molde lo os pri-
meiros que app.;recem osquaes com o semi-
crculo que fazem sobre o coque tortam-os
mu i bonitos.
Carapucas brancas
Os proprjetaros deste grande establecimento acaham de receber da Europa um
gride sortimento das melhores fazendas de 15a, nho, a.tgodao e seda, as quaes vendem! Vieram muito" boas, e por isso vendem-se
pop precos baraiiss-imos, afim -de apurarem dinheiro, dando de todas" ellas amostras,; a IdOO e 2* na loja daaguia branca : ra
deixando flear um peohor ou mandam-nas levar em. rusa das Exmas. familias pelos seus
oaixBiros, assim como as pe&soas que negocian* a pequeoa escala, neate establecimen-
to comprarao pelos mesmos pregos que se comprara as casas inglezas, ganbando-se
enas o descont,
isemiras pretas eufestadas a | 6oo.! Para camas de Boiras.
Na loja do Pavao rende-se.superlor casemira Vende 0 PatSo.
e Testada preta para calcas e paletos pelo barato Ricos cortinados bordados a 8I0O0, 103,16$,
P ego de 1#600' o covado ou a 2800 cada c. rte 20 e 2o o par -, assim como os mesmos tambem
calca, dita muito mais Baa, covado a 2J2UO | servem para jaoelias; ditos adamascados a 105 e
NOVIDAD
DA
mm m n

ATTOCIO
No armazem de fazendas 4e
Sant>sCoelho,rua do Quti-
mado n 19.
Bom e barato
Cambraia de cores matisada* finissimas a
S00 a vara.
dem brancas transparente nas de 40,
SMi5,7iSI. W-e 8^00 apega.
Baldes de arcos para senhora a 2^503.
dem de arcos de cores a 3(5500.
dem de arcos brancos nesgados a 3*5 e
3^500.
dem de mursulina a 55-
dem de mursnlina para meninas a3#e
35500.
dem de arcos para meninas 10600 e 2#.
Cambraia de salpicos branca a 4500 a
pega com 8 1/2 varas.
dem admascada para cortinado 8 12$ a
peca com 20 varas.
I !ca rara forro a 3l a pega com 0 jar-
das.
Retondes de fil a 6$.
Chales de filo a 5(5.
Lencos de cambraia brancos finos a 45800,
25 e 2(5500 a dazia.
Lencos de cassa finsimos a 3#200 e
:3-ji)0 a duzia.
Cambraia de nho mnito fina defife 9(5 a
vara.
Madapoles finos de 75, 85, 95.105,115
e 125 a peca.
dem -entestado muito fino a 95 a peca
com 20 varas.
Platilha de algodSo superior fazenda para
saias a 3#200 a peca com 40 varas.
Cobertas de chitas da India, muito grande
a 25000,
Lenees de hamburgo fino a 25400.
dem de bramante a 35200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
45500.
Guardanapos de nho adamascados a..._
35500 a duzia.
Atualoado adamascado com 7 1/2 palmos
de .largura a 25 a vara.
.IJcm adamascado de linho cem 7 1/2 pal-
mos de largura a 35 a vara.
dem trancado de lgodao a 15500 a vara.
AlgodSo enfestado com a mesma largura
a 15100 a vara.
Toa Ibas alcochoadas de linho a 115 a duzia.
dem com pello a 135 e 14 a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 900 a vara.
Grosdeaaple preto superior de 15800,
25 e 25580 o covado.
.Morantique preto superior a 25800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 o covado.
dem branea a 600 o corado.
Bramante de nho com 10 palmos de lar-
gura a 25500 a vara.
4em de linho com 5 p~almos a 15200 a
rara,
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Assim como OHtras multas fazendas que
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de tudo,_________b
00 corte a 35500, ditas mnito finas"sem serem
e fagadas a 1*800, 2*000 e 2*500 cada covado i
n tija e armaiem do Pavo na rna da Iraperatriz
a 60 de Gama & Silva.
As casemiras do Pavao corte a 35500.
Veudem-se bonitos cortes de casemiras de cores
curas proprios pira o lempo de Invern, pelo
(rato prego de 3*500, on o covado a 1*000, sen-
do enfestadas, assim como bonitas neias casemi-
ras escoras com msela de seda a 640 rs. o covado,
on 2j240 o corle-de caiga, sendo fazenda at muito
propria para os meninos que freqaentam a escola,
isto na loja e armazem do Pavo na roa da Impe-
ratrit n. 0, de Gama & Silva.
. Cele lias para saias.
1 so na loja do pato.
Vendem-se pecas de Celuiia-de algodo, sendo
cbamalotada e mnito propria para saias on ontra
lualgner especie de roopa m-anca, pelobaTato pre-
fo de 4000 rs. a peca om tO varas, ob Tetalba-se
i 4*0 rs. a rara: na loja e armazem do Pavae'
roa da Imperatrz n. 60. de Gama & Silva.
SAIAS EOjiNOMICAS A 3*200.
S na loja de Paveo.
Cnegoo um rinde sortimento destas novas saias
escuras proprlas para tempo de invern por evita-
Tem qne as satas brancas com ooe nma senhora
rtia do Crespo n, 9 A. esqnlna da do Imperador
DE
Custodio Jos Alvos Guimailes.
_, j U'J J* 'A I r* 1v wu or*o UIBUVIO -U1U ijC \1 lija DCU ilUl
loado recehido m dtretttira pelo vapor francez Estreinaaure, om variadissimo vae composta o se suje, de Urna ao "mesmo tm-
sorlimento de fazendas finas e da ultima moda em Pars, e aprox'rmando-se as testas de fsi0 >*m*onUasi)or terem lindas barras como
!' 03; L5/Sanl'ABna' Pr issoaPressa"se em vir 'War^ respeitevel publico, 2 atS.Ser
e com espectahdade aos seus numerosos freguezes, o^je venham -ver o qae ha de mais
moderno ueste mercado. Como sejam :
Riquissimos cortes de seda para vestido
3 505,605,705, 805, 905.
Lindos cortes de foulard de seda, pelos
baratissimos precos de 255, 305 e 355.
Cortes de blond paranoiva, trazendo cada
corte saies de setim, capella e veo.
Ditos de dito com pequeo toque a 405
e 505.
Moireantique branco, azul -e preto.
Seda branca para vestidos denoivas.
Grosdenapolcs de todas as cores.
Biquissimas basquines de eda preta, bor-
dadas com gosto.
Lindos cortes de la com 'barra e de ulti-
ma moda tendo cada corte o sen figorino.
Riquissimos corles de rizita. la com lis-
1 tas de seda para vestido, esta fazenda re-
commenda-se
novidade.
muito porer inteiramente
LVAS
I

Novo sortimento de turas de Jonvin, brancas,
pretas e das mais Importantes eflres da aetaal mo-
da de Pars, ebegadas pelo vapor Iraneet de 13 do
correte-, a ellas emqaanto eetio frescas e sortidas:
no armazem do raper roa Nora i. 7.
Boias
Vende-se na fundilo da Aurora em Santo
Amaro, 2 boias de folha de ferro de 3[8
grossura, com fundo semispherico e altura
cnico, tendo 15 1[2 palmos de alto e 6 3|4
ditos de dimetro com olhaes manilhas e 2
balas da ferro fundido para amarracao, etc
XoTos vestidos a 6f000.
Na loja do PavSo.
Cbegaram os mais modernos e bonitos corlee
de orgiodys para reslid*, tend 10 ratas .<*
corte, mido 7 vara* ft*t*m para salas e 3 raras
sem listas, roas eom enfeitepara o corno (oo ca-
saqulntwj f araata se neste genero ser o mais mo-
derno .qae tem riado ao mercado, tendo ntr* el-
le manos brancos cona lss e eniHee pretos, e
vendem-se pelo Wrao prego de 6*, onlcamente
no armir.em do Pari roa ot Impratrlz n. 00, de
Gama k Silva. '________"-
Queijo do serto e coaiha.
, Vende.se malto frescos e novel de
rs. a libra
Dita da mesmaqualidade porm em pecas.
Requissimo transparente ue seua para ves-
tido de senhorastambem novidade.
Riquissimasgtravatinhas para senhora.
Bitos cortes de barege e de laa para ves-
tidos.
Lindas cbapellinas de sed para senhoras.!
Ditas ditas de dita para meninas.
Chapeos de palha para senhoras.
Riquissimos chapeos de sol parsitas.
Requissimos enfeites com coque e saeala-
inteiramente novidade.
Riquissimos leques de madreperola.
Ditos ditos de sndalo.
Lavas de Jouvin preta, branca e de cores.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Riquissimos manteletes decores, inteira-
meole novidade. f
Riquissimos cintos para senhoras.
Riquissimas fivellas para cintos.
Riqaissimas cobertas de poma de crochet
Meias d laias para padres.
Ditas de la para padres.
Ditas de seda para senhoras.
Ditas de dita para creancas.
Ditas de algodao de differentea qualida-
des e prego para bemem, senhora e crianzas.
Luves de todas as qualidades.
MadapolSo francezo que de melfaor
no mercado.
Organdy braeo com'listas.
Dito de urna so cor e com listas da-Ctes-
ma er.
Chapeos de-seda para faomem.
Ditos de pbsntasia para homem.
Casemira prota muito fina.
Ditas de cores inteiramente novidafies.
Chapeos de-sol com lindos cas toes.
Toalhas delabyrinthO'muito ricas.
Ricas fronhas de lahyrinto.
Riquissimos lencos de dit >.
Rondas, feices da trra e grades para lencos.
Urna roquissima toalha toda aberta de la-
byrmtho o que ha de melhor oeste genero.
Peitos de nabo bordados para camisas de
notvoj.
Collarinhos
dade.
barato preco de 3200 cada uwa, na toja e armaiem
do Pavao, roa da Imperatrit, n.<60 de'Gama & Sil-
va.
Espartilbos.
Vendtmi-se magnicos espartilltos francezes
ingieres na loja e armacem de Pavao, na roa da
Imperatrz n. 60. de Gama & Silva.
PANNOS D rflJOCHE'.
Vende-se na grande sortimento dos mais boni
tos pannos de broches proprios para cadeiris, so-
phs, cadeiras de balaneo, para almofadas e para
cobrir presentes, e vendem-se por precos baratos
na loja e armazem do Pareo, roa da Imperatrit
n, 0, de Gama & Silva.
FAZENDAS PARA LUTO.
Loja do-Pavo.
Vende-se setim da'China preto sendo nma fa-
aenda motto leve e snv lustro eom O palmos da.
largura proprio para vestidos e reepas para lio-
raem pelo barato pre?o de**O60 o eerado nien-
12*; Jionitas pecas de cassas adamascadas para o
mesmo effelto; bonitos damascos de lia de orna
e dnas largaras, proprios para colchas, assim.oo-
mo bonitas colchas de croch : tu|o isto se rende
mais barato do que em aatra qualquer parte, na
loja do Pava'), roa da Imperatrz n. 60, de Gama
6x Silva.
Cassas de cor a 24o rs.
Vende-se nm bonito sortimento de cassas de
core*, pelos baratissimos precos de 240, 280 e
320 rs. o covado, assim como om bonito sorti-
mento de cassas francezas rom listas largas a 800
rs. a vara, flnisskno orgaodys matisados a 1*, na
toja e armazem do Pavao, ruada Imperatrz d.
00, de Cama & SI Ira.
Organdy a 40OOO.
Vendem-se bonitos cortes de organdy
sendo com listas todas brancas ou com lis-
tras de cores tendo oito varas cada corte,
pelo barato preco de 40, pecbincha: na
loja e armaiem da Pav9o roa do Imparatriz
n. 60 de G >raa e Silva,
Chitas 200e 240 rs.
Vendem-se chitas inglesas de cores fixas
pelo barato preco de 200 e 240 rs. o cova-
do : na loja e armazem do Pavo rna da
Imperatrz n. 60 de Gama e Silva.
tetas Inglezas a 50OOO a
dtozla.
Vendem-se meias inglezas para homem a
80600 a duzia, ditas para senhora a !000 :
na'loja e armazem do Pavao: a ra da
Imperatrz n. 60 de Gama e Silva.
Chales baratos
20, 0500, 60 e 70000.
Vendem-se chales de merino- estampados
a 20, ditos lisos a 30500, ditos estampados
finos a 50800, 60, 60500, ditos crepon
com listras de seda a 70800 e 80000,
pecbincha : na loja e armazem do Pavao
ra da Imperatrz n. 60 de Gama e Silva.
As 10 mil varas de cambra ias
Covado 300 rs. vara 500 rs.
S o pavio
Cassas muito finas e inteiramente novida-
de s.
Riquissimofi veos e mantas de blond.
Ditos diales de toquim.
Fri de liBbe, liso e de salpicos.
FU de seda, dito e de ditos.
Espartilhos para senhora inteiramente no-
vidade.
Lindos bale de la para senhora,
Dites de dilatara menies.
Ditos de muculina para enflora.
Riquissimas vestimentas para baplisados
contendo, chapeo&ioho, sapaiinho, meiasinha
e camisinha ricamente bordadas.
Ceeiros bordados muito finos.
Um rieo lencol de labyritho, proprio'para
casamento.
Chitas, cambraias, madapoles e .amitos
outros objectos, quesedeixa de mencionar.
.0 dono desle hnportantissimo esUbelecimento contina aos proposito de que-
rer vender muito e gaohar pouco, para o que sgeita-se a ganhar nicamente o descont.
Vendem-se finissimas cambraias france-
oo preto enfestado mito boma 1*699, superiores zas com-Hstras miudas craudas e com
lisa a 400 eSOOrs. o covado, m grande sort-! todas com as cores mais modernas emais
tnento e alpacas e prineeeas pretas que se ven-1 lindas que tgmvindo aojmgrryfl- --pio Da-
derr. mais barato qae em itraialB-,1r0r--*;-i-uiu yii/J IW JUO rs. O covado ou a 50U a
r~ ?^TTZ7mrr'rmar^ **,mpera,ni' vara, grande pechincha attendendo a
de Itabo inteiramente n0Vf-po,,^Ba&Br5a,IiBte4e Unho grande porcao que tem, senlo seria para
' I Vende-se superior bramante de ' Punhos e gollinbas para senhora. palmos de largura peles baratos preces de J*4O0, do Pavao, ra da impera Lnquissima* saias bordadas. > 2*S00 e-a^500 a var, -anpenor panno ae nnoo-' Silva.
Riquissimas camisinhas para senhora. re^^J2&^wT %T- chal lerenda a 4^
lo barato preco de 640,"708 e- 800 rs. a vara, pe- j
Vendem-se bonitos chales pretos de renda che-
corpadoproprm para lencas a vara a I*. dita eoJ 5fti!?5Eif IfflPerairl1 6
Juaneado muito superior (fazenda com a mesma
largura a; 1*100 a vaca.aesn como mais ama in- ,
Onidade de fazendas Orancas que se vendem mais
baratas .que em outra aoatqner parte *& com o Om I
de aparar dinheiro; oa teja-e armazem do Pavao,
.ra da imperatrz o. 00 de roa & Silva.
Lencos brancos
a-50ooo/208oe -e 302oo.
de Gama & Silva.
VENDE-SE
Motores americanos para dous cavallos.
Dito dito para qaatro eav8ilos.
Machinas para descarocar algodo de 14,
18, 20. 30, 35 e 40 serras.
, Prencas para enfardar algodo fazendo os sac-
. eos com 6 palmos de eomprimento com o peso de
lo,
i Vende-*e.um grande sorttmenu de lencos de 430 e 200 iibras. viudas ltimamente lia America
camhraia toranca pelos baratos precos de 2*000 e m( armazem de Henry Forster & C, na cas Pe
VENDE-SE
Loureaso Pereira Meudes Guimaraes.
Proprietario das lojas e armazen* da
Arara, ra da Imperatrz ..
ns.56e72.
Teado recebido peios ulli mos vapores da
Europa diversas qualidades de fazendas do
que faz ver ao respeitavel publico, vende
barato s alim de apurar dinheiro, como
nenbum outro.
Attengo.
Chitas a 160 ra.;o eorado.
Vendem-se ebitas em retalho a 160 rs. o
covado.
Ditas em peea a 200 rs. o covado: roa
da Imperatrz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Panno preto fino a 1600.
Vende-se panno fino preto para calca e
palitots a 1jJ600, 2 25O0 e 3*000 o co-
vado, cortes de casimira preta para caigas a
U, 3#00 e 4(}000: ra da Imperatrz lojas
da Arara, ns. 56 e 72.
MOZAMBIQUE A 400 RS.
Vende-se urna nova fazenda com palmas
de seda por nome mocambiqne para vesti-
dos de senhora a 400 rs. o covado: ra da
Imperariz lojas ns. 56 e 72.
Baldes a 2*000.
Vende-se balSes de arcos de todos oa-ta-
maitos a U, U 3*500: ra da Impera-
trz lojas da Arara n 56 e 72.
Liazinhas a 200 o corado.
16*. 18*. 20*, 25*, do ultimo gosto : roa
da Imperatfiz ns. 56 e 72.
Madapol5o de 24 jardas a 4*000. .
- Vende-se pecas de madapolao eom 24 jar-
das a 4*, 5*. 6*, 7*. 8* e 10*000: por
estes precos s$ na Arara ns. 56 e 72.
Algodlosinho a 3* a peca.
Vende-se pegas de algodSosinho a 3*. 4*,
5*, 60 e 7*000 o mais barato que se pode
vender: na" ra da Imperatrz ns. 56 e 72.-
Gotim e castor para caicas a 800 o
eorte.
Vende-se cortes de cotim e castor para
caigas de homem a 800 e 1*. ditos de brim a
l*i80 e 1*600, ditos de brim pardo liso a
1*200 e 1*400 : ra da Imperatrz lojas da
Arara ns. 56 e 72.
Bareje com listas a 32o.
Vende-se bareje com listas para vestidos
de senhora a 280 e 320 o covado.
LSasinha escocesa a 280.
- Vende-se 13asinhas escocezas paca"vestidos
de senhora a 280, 320 e 400 o covado: roa
da Imperatrz toja e armazem da Arara ns.
56 e 72.'
Roupa. feita nacional.
Vende-se palitots de poOno fino, saceos
fraques, a 5*. 6*, 8* o 10*; ditos de
casimira de cores a 4*. 5*, 6*. 8* e 10*
2*800 a datla, assim eomo.dKos com lista de c- ,df0 u D. 2 joni0 ao Gabinete Portuguez.
res fixes em ^olta, ramo propVio para botnens co-
mo para moninos, qae se eadem pele barato
preco de 3*200 a dazia, ditos grandes de cassa li-
ta qae se vendem a 600 rs. .cada um, na loja e -cerveja de superior qnaltdade embarris grandes e
armazem de Pavo, roa da laperalriz o. 60, de uP#uenos : a roa da Senzala Nova n. 42.
fiama & Silva.
fladajrolo pechincha a 64
Vendem-se pecas de madapolao sendo fa-
jeada muito -sgperior com 24 jardas cada
peca pelo barato preco de -6*, dito muito
.mais superior 6*500 e 7*, assim como
lito finissimo.a 8*, grande pecbincha: na
bja e armazem do Pavo roa da imperatrz
n. (50de Gama & Silva.
As chitas baratas
la loja do Pavo a 40, 280, 320
360 rs.
Vendem-se urna graade porcSo de ebitas
H&ftsmmcam pequeo toque de mofo, tan-
do miudinhas e gradas, que se vendem plo
barato prego de 280 rs o covado, sendo fa-
zenda que val moito mais dinheiro, ditas lar-
gas e escuras sem deleito a 240 rs. o cova-
do, ditas preclaras escuras e alegres a 3*0 e
360 rs., tudo isto pecbtoete na loja e ar-
mazem do Pavao: ra da Imperatrz o. 00
de Gama & Silva. .
a*".
t
Rara calcas
Yer.dem-se meia casemira muito encorpa
da e escura pel barato preco de 320 reis o
aovado ou ..a 1*120 reis o corte de calca,
sondo ftzenda propria para caigas, paletos e
coletes.' grande pechincha na loja e arma-
zo't. do Pav5o, ra da Imperatrz n. 60, de
Gama &lvi.
Chitas p etas a 160 e 200 rs.
Vendem-se chitas pretas inglezas com sal-
piquinhos a 200 rs. o covado, ditas' lizas a
160 r?/, no armazem do Pavio: roa da Im-
peratrz n. 60, de Gama & Silva.
Atoalliado.
Vende-se snperior atoallido de algodo ada-
mascadofcbm.to palmos de largura, vara ai*,
Grande reduccao
NO PRECOS DAS
Preparaces
DE
Laminan & Kerap
Salsa parrilha de Brlstol duzia 33>.
Agua Florida de Murray i Lanraan 105.
AnacabnUa peitoral de Kemp 22*.
E quanto a agua florida precise a maior cao-
tela contra as falsificaces fraudulentas francesas :
as verdadeiras preparares se vendem no nolco
deposito rna do Trapiche n. 8.
GAZ GAZ (AZ
Chegon ao antigo deposito de Henry Forster &
C, roa do Imperador, uro earregamento de gaz de
primeira qoaldade.o qual se vende em partidas e
i retalho por menos prqgo do qae e oatr* qual.
iner parte.
Farello
em saceos grandes
novo a 4,400
a ra do Apollo n. 4.
Avisa o barateiro
qae esta' acabando com as ebitas largas, panno sn-
perior. escaras e tizas com ara pequeo mofe a
240 rls o eorado ; cheguem a ellas antes qae se
acabem : na loja da roa da Madre de Deus n. 16,
defronte da guarda da alfandega. __
A(?o de Milao
Nos armazeos de Tasso Irmios, em cunhetes de
4 arrobas..
TINTA VIOLETA, DE ESCKEYER
DE
Domingos Ferreira da Silva
KM
MIAGA.
Esta TINTA externamente liqoida e exclusiva- ,
mente composu de vegetaes, ao escrever d#trtia UW(B.'
coletes de casimira a 3*. 3*500; calcas de! J-ffiSK TdtmTd" vara tiso;
brim pardo a 1*600, 2*; ditas branca d| Uo superior ff lioho adamascado rara 2*800 e
72.
Vende-se laiinhas para vestidos de se-
nhora a 200, 240, 280, 320, 400 rs. o.co-iliDbo a 3*500 o 4*; ceroulas avifJIfOP 3*.gaar
vado- s na ra da Imperatrit ns. 56 ee2*; calcas de castor a 1*280 6 l^nii.-.
Palitots de alpaca branca e de cores a 4*.
4*500, a protoa a 8*, 3*500 e 4*. PaKtots
de brim a 2*, 2*500: ra da Imperatni
ns. 56 e 72.
Cobertas de chita da Arara.
Vende-se cobertas de cHHa a 1*800, 2*'
2*500; ditas de damasco a 4*; ditos de
Chjtas francezas unas a 240.
Veodo-ao chitas raacozas largas a 240,
280 e 320 o covado: ra da Imperatrz
lojas da Arara a. 56 e 72-
Chales de merm a 2*ooo.
Vndese coates de mirip estampados a
2^ 2*600; ditos de 13a a 1*000. ditos de uslJb" a 6* o 6M0O i rtad Imperatriz lo-
pbantasia a 1*000 : roa da Imperatrz toja j da Arara o* 58 e 72. ^ ,
token- n '-rmTVft Vende-se bramantes para Jehewa a 1*500
squtnas a 14*000. o 2*801 o'covario; e moitos outros objectos
Vende-se basquinas oo casaqoinhos de que Mria enfadooho mencionar.
rosdeBapole lelo para senbora a 14*, iua da Imperatrz ai. 58 e 72,
bo cr que sao os mais
a, oa loja e armazem do
it o. 0, de Gama & Silva.
eODOoinl
Ptro, rdal I-.
Chitas c* ofo a 28 rs., b& lja do
Pavio
Yandotte- uaia rfc#ade porcao de chitas
francezas co'm.Baitos Jionilo deseohos, pelo
rbarato reco -t#wtK rs. o covado, por ter
um pequeo togo% de mofo, seo* decoros
segaras eif irantiado-se qoe sollam o moto
logo qoe se lavem o a nao terem este pequeo
defeito seriara para 400 ra. o covado, esta
pecbiochl acha-se unicad
matem do PavSo : roa d*
de Gama Silva.
? na loja e f-
izn. 60,
cor de violeta muito linda, tornando-se edl -
lempo preta e inalieravel.
0 moito consumo qoe na Europa tea iisip wu
TINCA qae ha poaeo mais de 6 annos foi faraata-
da e a estagoaco completa da anacbroniea Unta
prrta e outras, provam evidentemente q* a TIM-
TA VIOLETA do Ferreira, de Braga, a mais *
cell-ute e snperior a todas as tintas de escrerw
at boje conbeeldas no mercados: nanea engros-
9a aem fe derranes, quanto mais amiga for mais
se parifica e melhor tendo por isso merecido
elogus e anlmacio d Ilustrada impreasa peri-
dica.
Tr-m a preferencia as repartieses pob!ioi, nos
tsubalecaieaioi da primeira ordem. as casas da
eoiqniefclo e escrlptorios como TINTA mais til e
econotttea. '.
ReeooMMOda-se multa llaneza na garrafa, ri-
Aro on tinteiro onde seja laucada a 1' vez.
D'poailo central, para lodos os msc*4o. djnsta
..rpvlncla ea casa do Sr. Antolo Lope* Braga
Farinba t maidioca iupcriorT-
A i raur eom Tasso Ir mos, oa no trapiche Ba-
r- Jo Llrrmeoto do Forte do Mallos.
do Queimado n. 8.
BaMinitos crespos
O novo sortimento qoe acaba de chegar
continua a ser vendido como dantes 2*500
e 3* a peca e sempre na ra do Queimado
loja da aguia branca n. 8.
Pestes enfeitados para meaiflas
Vendem-se na loja da aguia branca: roa
do Queimado n. 8.
Bollas de ail
Vendem-se na loja da 3guia branca : ra
do Queimado n. 8..
Bonitos port-relogUs
Vendem-se na loja da aguia branca : ra
do Queimado n. 8.
tara mesas
Galheteiras para azeite e vinagre.
Saleiras.de vidro e paliteiros da porce-
lana.
Veodem-se na loja da aguia branca: ra
do Queimado n. 8.
Lavas de pellica preta.
Cnegaram para a loja da Aguia Branca;, a roa
do yueimad o. 8.
. Ramos de flotes para eques
A aguia branca acaba de receber um nico
cartao com ramos de flores para coques.
A perfeicao e delicadeza dessas flores tem
satisfeiio a todos que as tem visto e com-
prado a 5* cada ramoisso na ra do Qtei-
mado, loja da aguia branca n. 8.
Faca favor de 1er
para saber o que de novo chegou na Aguia
branca a ra do Queimado n. 8.
Trancas, pretas de vidrinhos Com pingen-
tes, e sem elles.
Botes pretos e de cores, enfeit8dos com
ridrilhos tendo com pin.entes e sem siles.
Alamares pretos para basquines.
Novas e bonitas guarnieres pretas para
ditas e vestidos.
Coques de bonitos moldes.
Enfeites de flores obra de bom gosto.
Penies de tartaruga obras modernas, e
apurado gosto.
Penles dourados e prateados, moldes no-
vos e bonitos.
Bonitos e modernos gaioes de seda, de
cores para vestidos.-
Bicos de seda e guipure.
Leques, todo de madeperola e sndalo.
Ditos de sndalo e seda.
Ditos prilos para luto. ._
- pitos de aiar- s-qudos fiMii qabo
vista.
Ditos todos de sndalo, e sndalo e seda
para meninas.
Bonitas cestinhas bordadas a troco p
meninas.
Escovas de cabo de marfim, e mad'
rola para denles.
Abotoaduras bonitas para coletes.
Brincos de corrente de borracha, voltase
pulseiras de dito.
Aderecos pretos para luto.
E muitos outros objectos que serao pre-
sentes ao comprador que-se dirigir a dita
loja d'Agoa branca a ra do Queimado n. 8.
Agora siin
Acabam-se as moscas.
Porque a aguia branca acaba de receber
porgad de papel mata mosca e coutinuu
a vende-lo como dantes a 40 rs. a folha,
comparecao pois os prelendentes e seo
servidos na loja d'Agua branca rita do
Queimado n. 8.
Nova remessa
De correles de boracha.
A aguia branca a ra do Queimado n. 8
recebeu nova remessa das desejadas corren-
tes pretaz de borracha, e continua a vende-
las como d'antes a 3* a vara.____________
Eival sem segundo.
Rna do tueliuano a. 49.
Qoer acabar eom as fazendas abaiie
mencionadas.
Qoeiran rir ver qne ben e baratissM.
Toalbas de labynntho coa bico, fazenda boa a
3*500.
Carreteis de linba com 100 jardas a 30 rs.
Grvalas pretas e de coree mnito finas a 500 rs.
Caixas de obreias de massa mnito novas a 40 rs.
onfiadores para espartiibo da cordio e fita a 69'
ris.
Carreteis de liona Alexandre com 400 jardas i. JC
ris.
Resmas de papel amaco mnito boa a 2500.
Frasco de oleo babosa a 310 e 300 rs.
Ditos de dito bigleniqae verdadefros a IfOOO.
Ditos dito falso a 800 rs.
Ditos de roacacar perola a 100 rs.
Jabonetes moito-Anos a 60,160, 200 e 3S0 rs
Ditos de bolla- moito finos a 240 e 320 rs.
Caixas para rap eom bonitas estampas a 10C rs.
Miadas de linha froxa para bordar a 20 rs.
Varas de cordo para espartiibo a 20 rs.
frascos coa tinta roxa muito boa a 240 e 320 n
Pentes volteados para regacar cabello de menina
a 320.
Prascos de macaca' oleo muite fino, a 120 rs.
Abotoaduras muito finas para colletes a 800 ra.
Cartoes de lmha branca e de eOres a 20 rs.
Librare ara preta superior a 100 r. ^^
Sartas de aifineles franceses com 14 peni
120 rs.
Escotas para fato, fasenda boa, a 500 rs.
Varas .de franja uraoca de linbo para toalha a
100 rs-
Pe
bu atreito cem 20 varas mnito bonito a
de dlfferenies largaras a iti.
IM20r.
Cala* de palito balo a 40 rs.
Caixas de palitos de segnranca sem eucbjfre a
, 0 rs.
Sabonetas de familia a 100,160 e 240.
Srnsas de lotoes de madreperola para camisa a
500 rs.
Laa para bordar de todas as cores e fina, a libra
64000.
Carreteis coa 4 oitavas de retroz preto moito fino
a 000.
GaifM o sotfados de chombo para menino a
Caraiba de doutrina- cbrisla a 320 rs.
Lata om soperlor banha a 100 rs._______
Cfbritlet
Vndese om cabriole! eom eoberta oscompe
Andes arreos : a aaa do Sol coielra a 35.


Vende-se
ama annaeio da amarello em boa- eetodo
no pateo da -
d9 Sanio Antonio o. i, pbotpirapbla "-
IV'


r&i
J
l
larlo de
,<
Quinta lelra %% de Juoko de 1867.
233:
3
=
RA SM BRIIHX.38
0 proprietario aste-estabeleciriaeato deseja chamar a atteocao dos senhore* pro-'
prietanos para ns acreditados mechaQismos que contina a fomecer; os quaes garage
ser como sempre. da aeibor qualidade possivel:
lwhmaB de vapor
i-
LOJA DE FAZENDAS DE AUtUSIO POsTI t
,11Ra A QtitlmasV-41
i,
forca de um estallo para cima. As menores-s3o mai proprias pira motores de escaro-
camentos de algxfifo; ellas viajan armadas e podeoa trabalhar dentro de 2% hora*, dapoi*
de che garem ne lugar. Blas levam tudo guante preciso pura o trabalho, e diversos so-
brecellentes. As machinas mtiores sao proprias para a moagem de cajana, e ha dellas
que podem junta e separadamente moer caona e de:carocar. Ellas psiiem^ aspucar a
qoalquer u.oenda jt existente sem outra modanca do que a substituido das rodas daalman-
jarra, ha tamben com moenda juuta. Ellas lem depsitos d'aga e boeiros de (ferro, e
nao precisan parasen assentamento de obra alguma, qur de carapina.o^dealveoarta.
0 tempo para assanta-las nSo excede de doze das ao mais, e en casos de mortes de ani-
maos ou arrombamentos de acudes, etc., garante-se o assentamento em otto dias. Todos
estes vapores sao stmolissimosna construcco, e se regem por qinlquer pessoa inteliigente,
a facilidade da coodacoSo sendo especialmente considerada, tanto que nao ha logar em que
afose possam couduzir, qor par Ierra, qnr embarcado.
Lerobra-se aos senhor-es de aogenho que V venda dos .nimaes e o servio da
rente occapado no seo tratamiento os hio de recuperar da maior parte da despeza dq
capor, deixjndotloes a wotagem de urna moagem certa e acclerada ; e acabando.com a
despeza da compra continuada de novos animaos, e com os desgostos do trabaluo que se
tem comelles. '
Ser tal vez desnecessario lembrar aos compradores de vapores a vaotagem que lhes
resulta de compraren suas machinas garantidas em urna fabrica, tendo artistas compe-
tentes para assentar as mesmas e ensinar a maoeira de trabalhar com ellas, e j prepa-
radas para arremediar qualper desarranjo,- facilidades estas que jamis podem encon-
trar comprando as aos simples negociantes, os quaes por falta de conhecimento na ma-
teria nem se qur podem garntalos de qpeas machinas que vendem scjam proprias ou
suficientes para o trabalho em que se qoeira emprega--[as, e no caso de desastre nao po-
dem prestar lhes soetorro algom; sendo que ainda qnando venham s fabricas para con-
certar as machinas alheias, torna-se-ba preciso fazer repentinamente moldes novos, etc.
para as pecas estragadas. J numerosas vezes estes vendedores tem representado seas
vapores como sendo de forca mui superior sua actual e verdadeira forca ,* equivoco
este que nio s engaa--ao comprador acerca do trabalho que possa tirar do vapor, mas
tambera da lugar ao pagamento de .um preco excessivo, vista da forca real da machina
que compran.
Tambem ha sempre prompto rodas d'agua de ferro, sarrlhos con cruzetas para as
mesmas moendas de canoa de todo o tamanbo, rodas de espora e angulares, paroes ou
Angosto Porte d g. acabam de receber d En aos* injerte*) i i orna** Ja
'bailes e calamentos.
pal
a par* HA**,
e jaMtUM> Z> a-
u" *" 1~ Tialhni pane. npMianiwi
s, acataos saiaaa san. mame, eaanlsinbae
bapti=a*rs, bajo** a aaaaaadtm e da ancos para
Rieos enres de afead cm roiota e e*{
Cortinados bordados para camas de o Vv
Clza de seda e ontras de lia e seda o
- Toalbinhas de croch para cadeiras e sol
com mngalos bordados e lindos enebovaes pal
senboras e.eesolnas.
Lavas de pellica para horaem e seohoras'e sapvioraa^aapos de-MHte todas as qualidades. -
U* para vestjd os baratlssima bonitos padr5e* o ado.n.*nU.
Tapetes grande para sof, ditos para-piano, ditos par* olma Mqaenos para portas e janellas.
Moir braoco e preto saparior para vestidos d8 lionas deeaaltes,grosd teda invtrinbos. cambraias brancas d moiMqaaiididas, dtterds ores Halas percales.
lU-uumMlt! **4a p*eta untanmuja,-otas reta !*s ds tanas", vende-se barato.
C.iui sa- para *omeo fraafieus ejwfriu de llnho e de algodoiAnas a seroulas de linno sa-
perlores.
Capas de borraeh*, sobrelad e proelras*s mlbores e mals eleirMts.
Malas grandes para viagaas, diUs p|e|i e saceos de tapete e eooro.
Bramante braoco de i largaras a 2JK00 a tara, pannos pretos e aiues, casemiras pretas e de
cores todo borne b*rato.
Neste est*beleemento ha sempre ao eomrlpto sortimento de boas'faieBdas tanto para a praca
como para o centro da provincia e suoeriorea objtttos proprlos par* casamaattn como sejam eapellas,
mantas, vestidos de blonde e de moir braoco, eoftinados, colcha, veadeadose todo mais barato e
tambem as memore* |
Esteiras e rfeati(3 para forrar salas.
41 Ra* doQaelmado11
Vapores.'
Vende-aeem easa de Saaoders Brothers & C,
'ao largo do Corpo Santo*. 11, f*for* patentes
cora todos os pertences proprlos p*m b*er mover
tres- oo qoatro maeoilaa par* desearoear alfodio.
As agricultores
Saunlers BroihM & C. acabam de receber da
Liverpool vapores de forca 4 3 a 4 caaallos com
todo* os pertences, e mol proprios para fazer mo-
ver ibaobinas dedesearoear algodao, sodendo c**a
vapor trabalhar ate eom IV* ierras, tsnbem ser-
vem para enfardar algodo on para ootro qaalqner
serviao em que osam trabalhar com animaos.
mesraos tambem tem a venda machinas ame
as 3 a 40 ierras : os pretndeme dirjan-
se ao largo do Borpo Santo n. 1L '
O ARMAZEM DE MOLHADOS
INTmJLADO
MERICS
Hltuudo aaa Claco Postas a. 86.
Tona a subida honra de chamar a attenco dos amantes da economa para o sea
bello sortimento de novos e apetitosos gneros.
As Duas Americas mito se apraziem receber em qualuuer de seos pontos o
oches para receber o cakio, envos e portas de fornalba, tanas de ferro bando, fuadido e viado B fa^ndo-lhe as devidas corUzias erfl prosa e Jerso e envidando todos os
de cobre, formas de ferro galvantsadas para purgar assucar, bomba, ampies a de re*u-1 ^^ para mgnixtoM* com elle o melhor possivel, desejando-lhe sempre rpida e
'iio. alambiques de ferro, eixose rodas de carro, arados, grades, enchadas a cavallo e ou
tros instrumentos de aaricultnra, moinbos e fornos para fazer fariaha e finalmente todo o
ib.iecto de mechanismo de que se costuma precisar.
Na fabrica se fazem obras novas encomraenda e concertos, com a maior presteza
e solidez. O grande depos-to de pecas e objectos habilitam-aa muito para, esta
O proprietario ser sempre mui feliz de poder dar ioformaces ou esclacepiA^jlp
ios senhores que se servrem de sen presumo.
D. W. BovnuN, eogenheire.
>J----------------------------_--------------------------,-----------
. i saaM
DK
%ZEVEIMI s FLORES
{ s RA DA GAD0A N. 47
/ Madapoldo do baldo*
Superior madapolSo camiseiro que val 85 a 6d.
Dito que val 75 a H.
Chitas do balo.
Bonitas chitas cores flxas e panno fioo a 3oo e 32o rs. o wado.
Balees de canda.
Os mais modernos oales de arquinhos finos, que por isto se tornam reeommen-
aveis ao bello sexo.
Cerenlas e camisas.,
Geroulas de bramante francesas a IA600.
Camisas de pregas largas que va lem 33 a 25.
As metas inglezas do baldo.
Superiores meias cruas para homem que valm 95 a 70.
Rou.a feita do baldo.
Sortimento de calcas, paleto?, colletes de brim, panno fino de casemira, lado por
preeo commodo,
O BAIilO
ende muitos outros objectos e por insignificaotissimos pecros.
brilhante carreira.
Alerta grita o Baliza
Quem que justo a mim pisa ?
Res; onde as Duas Americas
Com carcter puro e franco '
Sou eu que venbo- saudar
Ao lindo Veado Braneo.
Eis-ne aqoi lindo Veado,
Como sempre em boa liga,
Sandando-te como ordeno
A lealdade de amigo.
As Dnas Americas aproveita a occasiSo para avisar aos sais amsveis fre-
guazes que o seu grande armazem acha-se prvido de um bello sortimento de especia-
rlas proprias para as festas de Sarito Amono, S. Joo e S. Pedro. Bem como maoteiga
ingleza e franceza, amendoas, sortes e ootms muitos gneros.
As Daas Americas pede qoe Ihe pjiapem o desgosto de seu chefe mandar por
bandeira a meie pao com b pedido de =fiaSoU==
----------ic-^-----------------------------------------------------------------------
menos de 10. t 20, e 30 p*or. cento.
Joaqniut MiiDes dos Santos
23 Larga
aalahflloi-iiriftQtO
i
o Teres 23.
seceos e molhados tendo do facer
NOVO ARMAZEM
MOLHAD
OS
Ra Direita n. 16.
Esquina a traveesa de S. Pedro.
O VIADO BRANCO
m, est resolvido a vender por manes d$ *n an Pr b, 4iw.^o, Po ioao tem
jm grande a vaotajoso sortimento p*ara os amigos do bom e barato, que a maior parle
deste, vieram por cont, para o que faz aflnuncio de alguns gneros, e a vista destes
regularJo os ontros mais.
.4 dinheiro avista
Gaz americano a 8,800 a lata e a 380 rs. a gsrrafiu
Toucinho de Lisboa a 240 e 320 rs. a libra, e em barril ha grande abatimento.
Saf do Bio a 480 e 420 rs. a libra, eem ar/oba ha grande abatimeulo.
arveja das mais bem acreditadas marcas a 5,ooo e 6,000 rs. a duzia.
finho Figueira da melhor marca a 3,500 -a caada, e 480 rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 2,7D> e 2,800 a caDada, ea 360 e 400 rs. a garrafa.
Phosforos do gaz a 2,000 re. a groza ea J80 rs. o maco.
Afanteiga franceza nova, a 560 rs. a libra, e ^m barril a 520 rs.
demidem ingleza flor a l.ooo rs. e 800 rs.' a libra.
Arroz pilado de India a II0 rs. a hbra e ej arroba 3,400>rs. on a saece.
Sab3o massa a 220, 200 e 240 rs. a libra] em caixSo ba- abatimesto.
Papel marca martello a 5,500 rs. a resma e viado 4,000 rs.
Vtnho braneo de Lisboa da melhor qnalidade a 500 rs. a garrafa.
Banba d porco rbfinada a 500 rs. a libra, e em porco ter abatimento.
Alm desxes gneros ha outros muitos que enfadonho menciona-los.
0 proprietario deste armazem avisa aos eeus freguezes que tem contas e letras ven-
cidas, o favor de as mandar pagar.
- -----------------------------------------*-------------------------------------1 i,. 1. ... .1 1 1
Novo e grande deposito de superior earvao de Gardiffna
Wia.
Antonio"Goraes dos Santos & C, roa Santa Barbara n. i, esto habilitados a suporir a*
oarvo em coodicSes mais favoraveis qoe em ootij qaalquer deposito, a todos os navios a vapor qne
cerrera naoael le Dorto. A contratar nesta com Domingos Al vas llatheus..
DB
VETES & CRUZ*
0 armazem muito aovo,
Os gneros sfto muito novos,
Os pre$oa sao muito razoaveis,
Para chamar muita freguezia.
Os proprietarios deste novo e magojfic armazem, no m;$ parfeito accore a na
posicao mais respeitosa tem a subida hoaaa de fazer os seus cumprimentos ao estimavel
publico desta heroica provincia a quem sao summamente gratos ^U aseaidade do trato
i excellente hospitalidade que de todos te,m recebjjip.
-:
GRANULOS ANTIMONIAES
Da Doctear 1\III.I. %l n
Nore BMieraS pm eqrrf di. molestiu do' eorataS, i uOom, te cUrrho, da ooqu^acK
para eqraaS das molestiu do eorataS,
da tsica, ele:
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS
Para a onracai da anemia, da
ciloroaia, da amenorrhaa, daa amgiaa,
croMom, U.
nerroaea, da* DMleata
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH
Para a aufaaao daa maUati, aarraan, da H &g*tm, dypayla*, ato.
aTnAM^A 1 Pfcarmaci* 4a E. MOUSNIER, i Saujon (Ciarente-Iiifrieurt).
IBm Bio-da-Janeiro, FLIX FARAUT, pharmaeia, 71, rea Seto Setembro.
ifEmPernambaco, P. MfURER et C, pharmaeia, rea Nora,
f Bm Macelo. FALCO CHAS, pharmaeia imperio
Verdadeiros
Csllarea Isjer
Electro agneticos Anadinos
Ou Collares Anodinos, para facilitar a den-
ticSo das criancas contra as convusoes
das mesmas, a estes collares nos escuzado
fazer qualquer recomnendac^o, visto a
gramn utilidade que tem produzido quelles
pas que os tem applicado em taes circun-
stancias pois nos parece que nSo.haver um
s pai ou m51 qoe por este meio n3o quei-
ra pdr termo a taes softrimentos de seus
$ Mininos visto ser um nal que tanto os
flagella, pois a estes collares acompaas un
folheto que ensina como se deve applicar, e
vende-se na loja do Gallo Vigilante, ra
do Crespo i. 7, pelo preco de 41000, 5$
e 6400^_______________________
Loja do Galio Vigilante
DB
Gninnraesi Freltas
RA DO CRESPO N. 7.
Os doDos deste bem coobeeido estabeleci-
meoto, tem a honra de avisar ao repeitavel
publico, e com especialidades aos seos nu-
merosos fregueses, que acabam de receber
um completo sortimento de objectos de mni-
to gesto e de completa novidade neste mer-
cado e que os tendo recebido em direitura, os
podero vender por menos que outro qual-
quer.
Rpquissimos loques de madreperola
branca.
Requissimosleques de madreperola preta.
Lindos loques de sndalos para senbora.
Ditos de sldalos para meninas.
Leques de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lindos port-bonquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentes e bailes.
Lindos cintos para sen horas com fi ellas
e Bvellas de differentes qualidades e gosto.
Reqoissimos enfeites com coques e sem
elle.
Luvas dejonvin. inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Lavas de seda, to da escocia, algodo e de
outras qualidades para senhora e homem.
Lindas trancas pretas e de cores c >m ve-
drilho e sem elle, assim como lindissimas
goarnices para enfeitar basquines e botos
para os mesmos.
Lindas touquinhas e sapatinhos ricamen-
te enfeitados proprios para baptisados.
Meias de seda para o mesmo m.
. Beogallinba para meninos.
Lio tes pentes de tartaruga, massa e outras
muitas qualidades.
Muito boas escoas Dar dftntns r,haon roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes.
Superior linhas para crochet.
Agualba* para o mesmo fim.
Lindos agulheiros e dedar de madrepero-
la emarfim. assim mrao e metal.
Lindas guarniges de botos, para colets,
pannos e colerinhos.
Ricas eapellas para ooivas.
Meias de seda para senhoras.
Superior thesouras para unbas. costura,
cortar cabello, etc., etc.
Finas navalhas cabo de tartaruga, mar fim
e outras qualidades.
Suspensorios de seda para homem.
Ditos de algodao para homem e meninos.
Requissimas caixas com msica contendo
o oecessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Requissimos livrinhos para missa.
Lindos indispensaveis para meninas das
escolas.
Finos adereces pretos para luto.
Grande sortimento de finas perfumaras
dos melhores fabricantes at boje conhe-
cidos.
E muitos- outros objectos que impossivel
seria menciona-los e que se encontrarlo na
loja do Vigilante, roa do Crespo n. 7.
CALLOS
PomadaGalopeaupara extraccao e cora r-
pida e completa dos callos duros, sem a menor dor,
vende se na
Pharmacia e drogara
DB
Bartholomen Cowpankla.
J4HUA LARG.VDO ROSABIO 3
nico deposito.
. Francisco Jos# Uwwaa
jra mfk n. M.
acaba de receber um lindo e niaftiHks mM
os tinento da oculos, Innatos, blsociloa, 4 A
k*' timo e mais apurado gosto da tfopa a seo
los de alcance para observacSss e'para
maritimas.
MVAL SEN SCOINM
do QaelBsado n. dr, lofo lo
lindezas
Jos Bigotnho
Carritel de reteor'de toda* ai cores a 80 rs.
Praseee d'agaa de Colonia molto superior a 500 r*.
Frascos de *eo mnito Ono HO r.
Baralbof (raoceies mnito flnoa 460 rs.
Pecas de tranca branca de caracol a 80 rs.
Dnxfa de tesonras poqnenas a 4SS rs.
Frascos d'agua para limpar drata* a 900 rs.
Calas eom colzetes francezes a 40 rs.
v
Roadi
1
Redes preUs lisas par* loprar aaSwtlo a 320 n.
Doriis de pennas Se ac tanto UM a 60 rs.
Caixas de hnba do gaz da 30 noTellos a 600 rs.
dem de palitos de segnranca a SO rs.
Lase* de caes* com barra a SOO rs.
Duzia de facas e garfos de cabo, preto a 3SS00.
Garrafas de agna Florida verdadeira 1SO0O.
Baados do Porto de todaa as largura* e todas ot
precos.
Klabarlos eom estampas par* meninos a SSO n
imento da ronpa de lavar a NO rs.
Dnlas de meias mnito noas par* senbora a 4 00)
4gulhas francezas a bati (sapai) a 60 rs.
Paree de sa patos de tranca e tapete a 1*500.
Pecas de Atas de lia de toda* as cores a 500 ru
Grozas de botdes de porcelana prateados a ISOr I
Caixas com alQnelles rrancezes a 80 rs.
Caixas de 100 envelopes mnilo Onoa a 500 rs-
Resma de papel de pese braneo liso a 5*.
Frasco eom superior Unta a 100 rs.
Grosas de pbospboros de gaz a tJOOO
Pares de botdes de panno mnito bonitos 80
Unte em eartao de MO jarda* a 160.
Caixa de superior linba do ga* eom 50 notigc*
700 rs.
Talheres para menlnd) a J40 rs. 1
Masso coro superiores grampo* a 30rs.
Grosas de pennas de ac mnito fina* 310
Bonets para meninos i J.
Pentes com costa de metal a 400 rs.
Realejos par meninos a 100 rs.

VERDADEIRO LE ROY
f OBTOBB*,
Ru d Boina, 51, a\ PA.RI3.
#
Vende-sa na pharmacia jdeJIP. Maurer &'.,. ra Nova.
tr
"
DE IGREJA
m
Destribuida esta cortizia e^qk&am da" obri
ilgumas de larac5es indispensaveis parasciencia
de !er este annnncio.
0
o dos m^smjs proprietarios faxer
-.Ifelas as pessoas que s dignaren
!!
No Arme pr psito de agradar a todosl*?Oado Braoco, correr por montes
o v>!les, atravessar rios a uado, ira a todos os pontos das'Duas Americas e.at se 6r
pretiso invadir o Rancho das Ventanas, emora cojea o risco dedahiriosiado, eom tanto
que bossa cono a Aguia Branca, tmbem,zer ;ohreihir a sea agrado e sisceridade,
t k a no % WE
Todas os ,euhor,e que ge digaarem (Je comprar Beste be!1': e^tobetonpaOlo. desde
n maus subido em poeicao social at o hundat wfixbOR das Vortas, ficarS cpratooto
aiui ssti feitos s c^.veo^rb de yueno Voo> r**r*v m v* atfto eatisnW.de
venenar e pi nais era,'ceife.alin| "'
"* K ikoic njsut coftviccao aadara o V
oprtos eocouracados- f f f J^rdsmore Olfnigo
raateo.
Raa da adela o
Na roa da Cadea o. 55 na para vender-se ornamento de iarej* por menos prego qna em on-
tra qoalqaer parte :
A8SBIB: '
fOfoasBentos'd* damasco lonco de 2i#000 a 32*000
* encarnado de 23*1000 a 31090
- > rozo de 131000 a 30SOOO
> preto de 301000 a 301000
verde de 20J8OO a
da velludo preto
Capas de aspergea da daatasoo
SUmbtliu de idem ulem
11 ":'' '
Collares Royer magnticos
edalhas e pulseias nagaeticas.
A Aguia Braica receben nova remessa dos pro-
vellosos collares Royer magnticos, i* sarnosamen-
te cenbecldos para preservar as coovalsSes e faci-
litar a deotlcao das criancas.
Com esses nteis coliaras elctricos magnticos
tambem nao pequea* qaantidades de medalbas
e polseiras elctrica* .magnticas coja atilidade
tem sido aproveilada por qnem soffre do nervoso
hypocondico, tremores nis los ele.
Assim como os collares Royer estio prilmanlc
coohecidos acreditados petas efflcazes eOeiloa e
bons resaltados qne tem comido as pessoas qoe
delies tem asado ; assim tambem ebegaram a ga-
bar to alta repalaeao essas apreciavels medalbas
polseiras magnetitas, ama vez qoa o nao deltas
fdr se eslendendo a ledos qoe dellas neeessilem. 1
Aguia Branca contina a receber por todos os va-
pores francezes nma determinada qantidade des-
ees sempre precitos e estimados Bollares Royer
magnticos e por laso fique n* lembcanca de todos
qne os achanto conauateeaanta em dita loja da
Agola Branca, roa do Qoeimado n. 8.
Km f.i "*'*. *. in lm .. mi-u 1*1, uta rabilo imprr.tn i .i-
rf!btou.OMii.i)|,fiu,o(,u,s, IV ,
flf. B. rmr<-
lfl:4.'fiifT.a l-dra
r Vio Atoara, -.-
kMl'jri.jirlIji'l
rt rfia* .
a* *a tlM!if>.Kx >-.
4o atiiliiM 'uto taMata*
Deposito na pbarmacia de P. Maurer s
C. ftm Pernambnco.
XAROPE DEPUATIVO
DE TASCA DE LARANJAS AMARGAS
COM IODURETO DE POTASSIO
DE
I P. Laroze.
pharmacentieo em Paris
O ioduretodepotassio um verdadeiro al-
terante, um depurador de incontestavel efi-
cacia; combinado com o zarope de casca da
laranjas 'margas, aturado sem pertubafao
alguma pelos temperamentos os mais fracos,
sem alterar as funecoes do estomago. As do-
ses matbematrcas que elle contera permuten
aos mdicos de receital-o para todas as cen-
pleicoes, as affeccoesescrofulosas, tubercu-
losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm dlsso, o agente o
mais poderoso contra as doencas rbeumatkas.
Deposito em tedas as pharmacias e casas do
drogaras no Brasil.
Expedicoes; em casa de J. P. Laroze, ros
des Lions-St-Paol, i, Paris.
A' venda na pharmaeia de P. Maurer 4.
C.*, ra Nova n. 28.
Xarope e pasta de Seiva
DO
--------
m
w? ll*<
-r^
Algodao dS Baha.
Vende-se algodo da Babia a 440 ra. a vara a
dinheiro : na ruado Crespo loja da esquina n. 8.
Alcatro do ga*%
Os flns a qne pode ser applieado, sao aind* pen-
co coohecidos no Brasil : na Europa, porsa, as
vantageos do alcatro do gaz sao lean patentas*
apreciadas. Alli, empregado como ageata pre-
servativo de madelras, ferro, ele., qnando -rgirttai
a* aceio atmospberiea, on da agna doce oo salga-
da. E' osado, ainda como preservaiivo Sa aecao
dlsUocnva do cnpim e ontros insectos, e vita ean
a bamidade penetra em qnalqeer eompartiBeata.
Serve, afinal, nao s orno vernix par anaoraa Sa
navios, correles, alvarengas barracas, nndoaiai
de eoostrneeao, mas ainda como poderoso e e*>
cettante desnfectaote.
A' venda por atacad*, no escriptorto da i
do gaz n. 31, roa de Imperador, a retalbo i
no armazem da Bollaamarella, do Sr. J
Gomes da Fonaaaa.
M0LEST14S 90 rEITO
r ^rW nansj aousta.
Os aicos*verdaderas xaraaes d* bypegaosaat-
e de ferro do Dr. CaarehHI tra-
. -jios Ci
d oQttnencia, ai
DEfOSITO GER4L
do asquear crtf$taU$ad>dq fabriei a vapor da
povoaco o Monteiro
i. UJfm %% |% IS>mi***> jyj
O aovo sroprietark dastoinraade estabeledmeno confid m
Pie m seas de novo i'uMcioamdo a ^anr^ca do Monteiro, e que no
eocoiiararaofsaapfe um lo^isMotodasi sao a6 a varejo (isto de maja arroba para- cima) cano sor
pminsjn.
x
val poblice,
te acim
e#eaa-
* era di
Plnhelro anarUiano
o*
I. Lsfssae
Prepargoes mol preeonisadas pelos sabias me>
eos de Pars, com as melbores at nota diseoSertas I
p*ra a cora oerta de todas as motastras **peito,
IronenNea a godos e ebrontao*, sattuna e iasi >
aOeccSes da fias ariaarfcW-
DBtQStt asmcuL
34Ru lana a losarleU .
Poaraaarla de aUrtnolonten at e.
em libras a 40 rs., azel
eoret* : a' rna da
Vendan nm
tai, ea asneo nao
na, offlclna do Sr. J.
Crespn. 4.
fadaj aomSi
r*Teg,aai
irosiean, e a trati
tos de soda, da nal
em a Ir roa qoatro vetes repetida deesa sabio sa*-
dico sebee o anDacnto a atarea Sa aortas Sa
pbarmacia Swaan, iz, roa raUlajiese, Paris.
Acha-se a vaoda em frasee* qnairaioa sananas
me do Dr. Cbnrcbill no ana. Proco 4 frascos en
Paris : Com instrneco '
VenS*-*ofccaa*d* P. Manaer H
4n*-8 tjraie aortas e nel aro.'
tria san eit^rtafia).
No armaxam dos Sr*. Coaba Iraaioe G, a
Ki*da.Mi4r*deBeoiseArVeoaejo*Bi se nada
tratar a reenetto da venda dse* aasi
ttencSo
ala ama i
n. 44, tendo-bws
eosinbaaaterna. doaa
Btoi*a n* mayado* *. a
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F4ZEND48 NOVAS
para as feM1* "c S.MttiU, el i*
oanuzr.'i m?m\rtm9ms*
Immrsf-iT -. 80
r>G
G&4 i SILVA
ReceberSo-je pe> uinmo vapor da Er<-
pa as mais aovas fozen-ias Qiima sejam:
Bonitas casfas de'lista> grana- j
d,nS; ik (va a 800
Dilas castemaiias. i
Ditas da Italia.- V
Dttas tr-Tispnrt tus-anit rfc tWf* ru.der-
nose mais delicados gosios vdia arsfivo,
Ditae de diversas quafi^S'*4< mi no <>-
gostos t) covado a rs. 240, 280 h 3t>. -
Cortes d$ medlrarflWMio.'cmnt'h-i.'ria nxou-
da transparente com lindas palma; e qua-
dros de seda tendo cada corte 19 coyados a
rs, 24.
Ricos cortes de vestidos brancos com lin-
das barras bordadas em alto' relevo a 244.
Ditos brancos tambera bordados a rs, 50 e
6*.
las,
RXSbZA* tE -PBMAUD.'
a ton* caQhaoida loja da aunde-
n. 46, onttnua a"
i finas perfaaarias de dtver-
icantes acreditados como Gosoel a
sendo deste, celteate extracto
agua d Colonia, oleo', banba,
cnsaaniqrje para cabellos, opiata e pspara'j
sabonetes para maos e barba, etc.,
e daquelle, superior agua de Cotoaia,
ingiera e pos para dentes. Aleados
ados objects ha moitos outros qne
boas qualidades e bonitos vasos,
completamente aos apreciadores
t-tom. .
Fitellas e -fitas para cinto.
Na antiga loja de miudezas rna doQuel-
raade n. 16, encontrarte os pretendeotes
nm bello sortimento de flvelas e fitas para
cinto, sera que esqneca os lindes pentes
pratedos, com fitas pendentes e sem ellas,
expeliente freuez
sempre a contento do
que se dirigir dita loja de miudezas:
Cortes de poHde cbvre com 18 covados:rna Operado n. 16.
a 150. Dmerenes objects
Modernissimas va reges tapadas e transpa- eipo tos a apreciacao dos esclarecidos fre-
rentes com as mais delicadas cores e com bo-; gUez s qne os qoizerem comprar; na rrar
nitas listas de seda, covado a 640, 800 e 18. d0 Q leimado n. 16.
Alpacas lizas entestadas com as cores mais Bobitas caixinhas de madeira com fecha-
modernas o covado a 640. dura, proprias pan costara.
Ditas entestadas com lindos lavores graO- Outras ditas com arraojos para costara,
dose miudinhos covado 560. .Sapatinhos de stitn e merinos para bap-
A^ua mineral
ferra|ia, aaiahla, ume earanika
ioun.
O o d*afaa de Oren moi partieolirmeMe
nBeomeaeodado pela escola de medicina de Pars,
pera toda* ***$} do tobo digestivo, inforgfta-
awaao ati-vWis abdomto2es, e feralmente todas
moleatlM provenientes d fraqneza orgnica, a
Dobreza'de smcae.
DIP08IT0 ESPECIAL
tUBia larja'de Rasarlo34
Ptuu-aaaacia de Barthaloaaeai at C.
OMOORODEVEliZ
A rapitavel publico pernambncano pede-se
lanteiga inglea
320^508, 800 e U s no araazem do Veado Branco, se acha vista.
y Manteiga franceza
em libras 560 e 640, em barris se far differenca.
Banha de porco
em libras 320 e 380, em porc2o se far difirenos.
Fructas
em calda Pera, Pecego, Rainha Claudia, Alperxe e ontras militas 50n e 640 a lata.
Ervllhas
Portuguezas 640, francezas 900.
. Fu rao
em latas do Para e de albaneqqe, lata 1$ e 1 ($200.
.omina de rallho
em pacotes 400 e 500, dita da trra 100 e 200 a libra.
i vinho
i de Bordeaux em caixa a duzia U, garrafa 500, dito de 80 a duzia, 800 a garrafa, dito a
IU a duzia, 1^200 a garrafa, dito do Porto a 80,120, 180, 240, caixas de duzia, assim
como figoeira caada 30500 e 40, poro J A A Lisboa 20800, 30 e 30500 a qualidade
convida.
Bonitas alpacas lavradas com os mais mo-
dernos dezentaoscovado a r8,8O0 e 10.
Ricos cortes de vestidos de fil eneitados
a 300.
Poopelina de qoadrinbos transparentes
com os mais aparados gostos e qnaze a lar-
gura de chita" franceza covado a rs, 640.
Ditas mais estreitas porm muito bonitas
covado 500.
Sedas de cores com 4 palmos de largura
covado 0.
Ditas estreitas lizas de listras covado 20.
tisadps.
Meras de seda para d*e#
Tocas e chai>eosiobos para ditos.
re. os de madfr, osso, cornalifias, obras
mui perfeitas.
Aifinetes de osso com bonitos moldes,
obras* de gfcsto para peite de seohoras.
Ditos pretos para luto.
Meios aderecos de madeperola.
Porte jope ou suspende satas.
Lances bordados para sen horas.
Brincos pretes, plseiras e aifinetes om
Grande sortimento d gmdenaple preto ovado a rs, 10600,10800, 20,20500 e 30. Frece grosso de 13a, para diflerentes fins
Ricas sedas lavradas. Bonecas mansas e chorooas para erean
Saias com quatro pannos ricamente bor- leas.
Ilaa Paalo cordelro e VUJada
A loia de miodeua a, roa- do Qaeimada n. 16,
receben nova remesas do rap Paulo Cordeiro d
Viajado, e continua a reeeber orto os vaporespose
aKanav
rande ai mazem d tin
tas medicamentos etc.
Roa dt Imperador a, 22.
Productos ebimieps e pbarma-
! ceticos os mais empregados em
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tara e para tinturara.
Productos indostriaes e tintas
para dores, como botes de flores
e modelos em gesso para imitar
. fructas e passaros com o compe-
tente desenho,
Prodnctos cnimicos e indostriaes
parapbotggrapbia.Sinlnraria, pin-
tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
prid directamente de Paris, Lon-
dres, Hambnrgo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena
confianca e satisfaz^r qualquer en-
commenda a grosso trato e a.reta-
Ibo e por preco com modo.
dadas a rs, 50, 60, "70, 85, 100, e 110.
Tarlatanas brancas e de cores vara a rs,
800.
Fil tranco liaovara a rs. 8 0.
Dte de flores para vestido vara rs. 640.
Ontras mnitas diversidades de. ifazendas
que se manda m tambem levar em casadas
Exmas, familbasparaescetherem ou do-se as,
amostras deixando ficar penbor no armaze-a j
do Pav3o ra da Imperatnz n. 40. de Gm
ma 4 Silva.
Bordados do Pavo
Entremeios largos
Babadiubos estreitos -
Babadinhos largos
Entremeios estreitos
Tapad s transpareates
Gama & Silva receberam urna grande par-
cao dos mais finjs babadinhos e entremeios,
tanto largos como estreitos, sendo tapados
e .transparentes com os verdade'iros borda-
dos a alto relevo tendo de todas as larguras
e desenhos, grande porc3o igual para qual-
querobra, que assim possaser
Cestinbas proprias pera creancas e be-
ecas. ;
Bandejas pequeas para copos.
Benita e moderas .bapeliaas de seda
para sen horas
Na loja de miudezas ra do Queimado
u. 16 vea mui bem enfeitadase por preces rasoaveis.
Eofeites de flor s a roirtaii* d chape-
Hnas
Vendem-se esses bonitos e modernos eo-
feites de flores a imitado de capelinas: na
rna do Queimado, loja de miudezas n. 16.
DHTerentes objects
Yeadem-se na ra do Queimado, loja de
miudezas o. 46.
Gravatas brancas de cambraia para noivos.
Gravatas brancas de setim para ditos.
Rosas Camelias, ramos e-caixos de flores.
Papel para rosas e folbas para ditas.
Lpoeos de cambraia flaa com barras d
Wrj.
X
Manteiga baeata
Ingle a 1*280, 800 e 640 rs., e de tempero a
320 rs.. franceza a 640 e 480 rs., sabio a 200 rs. a
libra : 5 ruabas Grotes n. 4i._______
Macliinas americanas
para descarocar algodao de 15 a 35 serras
vende-se no escriptorio de A. Dument:
roa do Trapbicne n 4J.1.* andar._______
Rotondas
Vendem-se rotondas de fil : na ra do Livra-
nenio n. 26, a 31000.
Atten^a >
Vendem se 22 jogos de pedras de moinbo por
prego mnilo retnmldo : na roa do Vigario n. 14.
VEME-SE
chambo de mantcao a II) o quinfa!
perial n. 247.
na raa Im
5Gf de graflleaela.
AqaHa ttWseraeeMNMMro Pfraiaw am-
nio de Soaaa, M ***** ttn aali|ar lupaa,
regido dei4e o melado aaex la abril eokja
sigoaes segolntaa : rlr prcta. eabefa enaafrafa,
tette satiaMe. cmKa flaa, aaceo o eorpo, b*io*a,
falla aprwsado e atrapalhado, pea pequeo?, saMo
veatldo da calca atol etu eanha de riaeada :
eos toro andar asm chapeo reprasenu ler meaMt
de 16 anaot, soppe-ae aw-se dirigido para Paa
d'Albo.
- Continua estar rugido deade 10 a> maio da
auno paaaado o eseravo cabra Honorato, cricoia,
idade 3S annac, eitatara regular, ebeio do cerpo.
ponca barba, pee grosaos e eorloa. Tamto> -.?.*
tiona a estar regido o eseravo Romle. desde o di*
24 de feverelro Oeste anoo, enjos signaes alo : 14
annos de idade, chelo do corpo, pea car loa e^ros
sos, sendo as mais grosso do qoe o ouu, testa sa
iente, bou dentes, tendo as praxaa aaais ala :.
qluem os aprehender ievem a rna do Imperador n
24, qoe se recompensara coaa geawroatada.
\tencaii*
Fngio na atabla da da 23 de dezemoro pr
ximo paseado, do lagar da Casa Porte da fregoesfr
do Poco da Panella, o rtolato Loix, eseravo, de 19
annos pooto mate oo awaos, claro, de eorpo af-
lora regalar, rosto redondo,' pea baatana largos,
de amitos biios que leve ; test em am dos bnew
as segnintes Iniciaes: L. J. M. escripias com tinta
azol entranhada na cutis, denles alv e argos a
frente, tem genio dcil e bnmtkle, entende oaV)
veimente de cosioba.
Pseonfia se lar ido a aajaaa eomboio para t
centro da provincia, por sartaa caaes oa seo; la-
telos tarvez para Gravau' donde fllho e tem p*
I rectas. Veio para eau eniade com Idade de 6 a*
i nos para pagamente do fallecido Joiv Jos Ge dos
Pinhetro, qoe o comproa em Taajaaretinga a Aa
ionio le Castro Preme AotoadoJoa da Naje-
i menio, sendo vendido ao annn acianto por aqoelk
Pinbeiro de qoem o bouve. Levoa apenas a roopt
de corpo, calca da ensenara cimenta clara do lis-
tras, e camisa de algodaozlnho, costoma algama.
veies embebedar-se, nos prioaeiros das de na fo
gida fot eneontrado ni bairro do Recile desta rida-
de por pessoas qoe igooravam esta cirumsun i*-
Cooia qoe se intitula forro com dioheiro qee b
roa oa lotera, e bastante ladino e a^ocioso. ?*>-
commeada-se as antoridades policiaes e capilar*
de campo a soa captara e entrega a seo *nh t i
abauo assigoado na Casa Forte oo na roa $ Qoei
raado nesta cidade, ns lojas da Boa Pama, Agora
Branca oo a de Gwfnares& Bast?, .a roa qne ser recompensado com I00#
Recita. 19 de tevereiro de 1867.
Francisco Jos Alvos Gaioarae
En o da 3 do correte o eseravo d4 n >me Tbo
me, eak tura regular, cor fula, rosto larga, bar li-
so na ponta do qu-ixo, pernas om pooeo tortas, e
vestia camisa de madapolio e calca de casimira
escora, coa ontrs por balxo, de cor alvadia e de
quadros, anua dentro d < cidade ganbando e fre-
quenta as noiles o lagar da Estancia onde ba ron
nto de escravos : queo> o acbar qaeira ter a boa-
dade leva lo ao escriptorio do tabeiliio Pedro Jorg.
a roa do Imperador jonto a igreja de S. Francisco
q, e sari recompensado.
Ainda eonnaa estar fgida desde o dia 13
de Janeiro de 64 a escrava Lolza, preta, rriooia.
qne representa 38 a 40 annos de idade, cofa es-
crava foi comprada nesu praca viuda do Ceara'
para onde se suppoe ter fgido, pede-se portaott
aos apites de campo e as autoridades policiaes
a apprehensao de dita escrava e leva-la a rna da
Cadeian. 64 em casa, da vinva de Antonio Pedrc
das eves, qoe sera' bem recompensado alm de
se pagar qoalqaer despeza.
lata a 8$ de 5 gales e mais pequeas a vontade do comprador, em garrafa 36G.
Alpiste k
14C> a 4$ 3 a libra, paiaco'a 100 aHbra.
Azeitc
em garrafas a 800 e 10.
CHARUTOS
em caixa de 50 por 10, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
da ExposicSo caixa 50, ditos de Regala caixas com 100 a 20500 e outras maitft marcas
que s na presenca dos compradores.
M PREZNTOS
de lamego em barril, ditos de fiambre o melhor.que ha no mercado por preco que faz
admirar I l
DOCE DE GOIABA
eaixoes de 56Q fino, ditos de 10500 que parece marmellada, dito em latas maito fina
qualidade a 10200.
BOCETAS
em doce secco a 10 e 20.
QEIJOS
do Alentejo em latas ebegade pelo vapor Oueida, ditos Flameogo6 e Pratos dos mais owos
que ba no mercado.
AZEITONAS
de el vas como no mercado nio temos a 10 a lata, em barris do Porto a 10 como nao ha
melhor.
cores, senda
'recisuT e i PaaJw#ui W^ Jorra,
menas 40 f mentos a 800 rs. a duzia.
, ,yor cento, parte, attendendo a grande porc.5o que tem *maaews ^ 4*-#
no seu armazem do Pavao : ra da Impera-
triz n. 69, de Gama & Silva
roa do-tjtjrtnratro, laja de
Doee da goiaba.
De h.-a qaalidade-em latas recebido de dous eo-
genbos onde se fabrica com perfeico, e os apre-
ciadores o bom doce, as'lm como aqoelles qne
comprara ara negocio, encontram om bom sorti-
mento do dito doce.: ai ra da Cadeia do Rccife
n. 47, iriaieiro andar.
PRESIWOS
Soperiones Dglrtes para Hambre : nos
*jis de T*.->(> Innos a roa do Artwrira.
rma-
Azeitoaas novas
-a 800 rs.: no armazea do Aun.:?, dfronte ra al-
fandega. ____________^^._
Ca vallo ecabmlet
Veade-se por pn-c.0 rommodo e tambem seaz negocio osen
o avallo separado : a Katar Da roa 4a Irnoeratriz
o..__46.______________
Vende-seoleo de reeino empatas de 30 U-
iiras : na raa 4a Cadeia-Velba n. i, segundo
i andar.
Collerinhos de linho
obras de ultimo gosto.
Vendem-se na loja de miudezas; roa
do-Oueimado n. 16.
CABIDES PORTATEIS
TORNKADOS B ENVERHIZADOS.
Vendem-se na loja de miadezas: ra
do Queimado n. 16.
Caixinhas
com pastiihas de ebeiro para
queimar-se em -lagar
de incens.
Veadem-se na a do Queimado ,' loja^de
miudezas n. 16.
Moleque
Vende-se am moleque bem preto, de idade de
18 aonos : na rea do Codorniz n. i.
adiiwo AMerto de Sooza Agoiar, na roa
doAmorim n. Si, tem para vender um eseravo
pega com 36* annos de idade.
1
Nvamenie rttegada botas rnssianas, perneras
e meta perneirae da melnor qualidade que temos
fisto : oo armazem de vapor roa Nova n. 7.
COLROS
Verreira & Matneos na roa da Cadeia do Reci-
te n.>63, vendem:
Osaros de viiella, de cavallo.de vacca, de bol
e sote envernisada proprios para calcado, eoberta
de carros etc., etc.
Escravos fgidos
Eseravo fgido
PASTILH AS ODORIFUMANTES.
Essas ebeirosas pastiihas s5o sempre, Fogj9bmtttl0 tmtm Vicente, idade Ka
apreotaveis, e com especialidade no correle; om pooeo mais oa meos, estatura regular, per-
mez, porque serven para perfumar OS ora' [ as nm pooeo arqueadas, tem pouca barba, e sem-
torios ou altares em ^ne se resam Oo can- P" Xn* raspada, le-rao calca e camisa branca a
tem lnnvavAlmpntft n -_Mc> Mariano u' onaPo deeltro, sppe-se elle andar por Beberl-
wm iouva\etmeoie o Mez Mariano, es- ^ caohaaga e em Olinda : recoramenda^e a
tas venaem-se na loja da Agaia Branca : a gptnra delle e leva-lo a ra da Cadeia do Recife
ra da $*emado n. H. a. 17, V andar, qne se -gratificara'.
Pogio bootem o mulato Rjymondo, nalura.
de Sobral, provincia do Ceara', de umaobo rega-
lar, ebeio de corpo, tem ps e mos grande?, ea
bello crespo, ponca barba, quebrado e levou toa-
da ; levou mais camisa e caiga de riscado e ootrat
de I nbo branco E' eozinbeiro e costoma anauprar
na ribeira, Mt o principio dinte armo era escra v
do Sr. Jos, Nogoeira de Sonza : qoem o levar a
ra.do Mondego n. 107 ou a roa da Croz n. 19, se-
ra' generosamente recompesado. Reeifr, tttj
mato de 8*67.
Contina a estar fui ido o eseravo Laclan.-
crenlo de idade penco mais oo menos 29 a 90
annos, baixo e grosso do eorpo, rosto oomprido e
camodo, nariz chato, cabellos carapinbos, beicos
grossos, barbado, aa vezes usa s de bigode, oibos
pequeos ; moito ladino, trabalba de sapar-' -
assim como no campo: consta qoe trans:.. .
Trombeta, Collonia de Pimenteiras Leopolpin*
nos engennos Candab e S. Benedicto : qaer .,
capturar leve-o ao seo Sr. o capitao Jos Caindia
das Neves no engenbo Papagaio, termo Porc
Calvo, oa no Reeife na raa do Apollo o 32, qoe
ser generosamente gratificado. ^
.Fngio no dia 18 do correte orna parda ae-
ra de nome Jacelioa, escrava de Tcente Antean
do Espirito-Santo, com os seguintes signaes: alta,
magra, rosto enrngado, representa tV qnarenta t
tantos annos, tem falta de deules, toma rap, tem
cabellos nm pouco crespos, pellos peynencs e
morenos, as veias das pernas empoladas. Fngio
levando com sigo om Albo de 10 annos de nome
Sebastio, seeco, feigoes miadas, cor parda-rlara.
levando consigo tambem 20 moedas de 50*000
30 de 161000, 9 de 90000 e 1 de 2*000, qoe reo-
bara do dito sennor. Desc. nfla-se acbar-ae a es-
crava acoitada ; pede pols o senbor qaem della
tiver noticias de commooicar-lbe na roa da Impe-
ratnz n. 61, qoe aera recompensado, proeedendo
o senbor contra qoem acoitar. A dita escrava ja
perteneea a lllma. Sra. D. Joanna Genoveva Um
da SHveira.

-
.."-"
t
25:

DOS PREMIOS DA
4
PARTE DA LOTERA CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 60B, A BENEFICIO DAS FAMILIAS DOS VOLUNTARIOS DA PATRIA, EXTRAHIDA EM 26 DE JNMO DE 4867.
NS. PRtMS. NS. PREMS. NS. PRE1K. NS PREMS.
/>
.
7 68 310 6* 400 6* 600 6* 793 6* 1008 6* 1238
17 11 5 1 r 95 300* 10 39
11 , i 16 A. 8 7 96 10* 11 . - 42
18 20* 18 _ 22 10 97 6* 31 40* 43
30 6* 31 10* 23 18 800 13 6* 46
40 32 8* 36 40* 20 10 m 43 53
44 40* 36 38 10* 22 11 -* 50 10* 64
M 10* 41 41 81 25 16 ' 87 10* 67
58 6* 44 _ 42 39 ,' 31 66 6* 88
67 49 48 47 37 - 69 61
68 to* 81 49 -49 39 at\ 73 83
71 8* 82 . 80 . 81 83 im l 43
73 61 _ U . 88 20* 64 ' 89 88
80 63 88 67 6* 56 1107 r 80
81 _ 69 _ 67 - 68 57 _j 8 +* 98
84 71 * 76 69 -T 69 - 13 ~ E
85 74 % 77 __ 60 67 \~' 30 98
8 . 78 to - 61 71 ~- tt 100* 1300
97 79 91 64 83 13 * 4
lB M M _ a ' M 70 87 * ~ 39 30* 8
8 88 _ 801 JO MM 93 61 8* 1!
9 94 ... 7 81 ~ 98 86 48
14 _ 7 *t a 93 87 ui 88 - 31
18 _^ 311 mi 9 - 708 10 69 38
17 __ 18 23 11 17 69 47
18 ^^ aa 18 23 im - m 70 - m
31 41 m 30 24 jj 38 77 m
38 _ 44 8 34 31 39 - 78 63
48 -1" 4 ~n 37 43 48 -* m . 68
48 81 -r -I * 88 >io 88 J 88 *i 71
81 -~ 87 _ 40 10* 88 6| 89 304 88 -* 81
82 m 88 A ai *$ 61 74 u 93 . 88
56 * 63 _ 44 . 67 77 88 ao.
62 " 88 18 " -V 88 19* 79 1201 +m 94
kM 78 40* 80 * -*- 40* 85. m 16 99
\ 84 8 81 - 78 8* 89 6* 17 t~. 1401
T\ 87 57 - 77 Ma 94 M 13 +. 6
B 88 ' * "88 " _ 87 101 99 24 45 18
98 74 _ 88 V* 1063 -- 17 17
99 -J 79 10*} 90 -* 4 -- 3 W 18
1
NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
6*
40*
40*
8*
90*
1090
-1
1421
14
17
33
38
40
46
48
66
70
76
77
83
89
93
95
98
99
(830
33
34
39
42
57
89
80
87
71
73
93
99
ia
34
47
65
66
87
W
80
iti Ann1
T
:ms NS. PREMS. NS. PF EMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PI IEMS. NS. PB EMS. NS. P REMS. NS. P REMS. NS. H IEMS. NS. PI IEMS. N9. PREMS. NS.
6* 1667 ?* 1875 6* 2119 6* 2313 68 2506 6* 2742 6* 3926 6* 3088 6* 3188 6* 3467 a* 3675 6* 383
71 80 , 21 ' 18 15 10* 43 33 40* 3109 89 104 69 SO* 77 43
_ 72 83 36 i 21 31 8* 51 35 8* 6 91 6* 98 6* 79 4
10* 73 _ 93 39 10* 26 * 34 64 37 . 11 - 94 3601 83 60
8* 81 _ 1905 41 n 38 10* 38 56 40 36 3305 10 w* 84 81
82 13 43 40 8* 39 _ 88 46 *! 6 H 8* 85 86
_ 86 33 48 41 44 89 . 62 36 7 "^^ 16 95 66
d 94 48 68 48 47 m 62 10* 94 39 n '84 _ 3706 76
97 _M 51 20* 58 S_b 49 51 67 0* 61 (0# 84 38 18 m* 8 10* 77
1712 54 8* 59 52 -> 67 - 89 74 # 56 t 16 _ "90 10 10* 79
. 11 30* 69 61 . 69 -i 88 71 77 63 17 46 ~T 11 0* 80
H 23 6* 68 67 67 9601 mW 88 . 43 84 99 67 16 _ 81
__ 35 U7 70 *- 80 2 10* 84 m\ 89 mi 86 48 I 58 ' 19* -83
600* 34 __ 89 86 ^1 02 11 .4 87 92 73 ^ 59 8 36 99
* 38 a* 801 _. 87 97 25 91 3000 75 47 71 18 3900
to* 41 6* 5 ... 90 V 98 * 35 -ao* 99 * 10* n -m) 48 ._ 78 33 100* 3
6* 41 7 . 87 1406 Lm 38 * 93 4 8* 80 64 73 44 8* 6
_ 48 - m 11 40* 9901 7 47 98 P9 5 84 86 ^mm 79 31 7
86 -4 14 8* 9 H 48 9980 _ 6 88 94 mm 6 -i 63 . 14
89 17 10* 6 *.... 13 M 40 * 8 _ 10* 99 10* 78 M 88 64 -^ 16
_ 83 M i 8* 9 - 14 ^m 74 . 11 ~ 19 8* "94 6* 78 aman 9* 86 93
86 11 11 - 36 fM n 48 15 97 sol 79 m. 94 . 86 97
ul 89 90* 93 15 _ 29 _ 78 10 ej 16 8804 U t 40* 97 mp-> 69 40* 8 33
71 o* 29 _ 93 31 ^^ 88 mi 11 10* 32 33 -* 89 i 9891 so* 75 86
81 30. _ 30 39 , 82 _L 99 8J 98 -J ft -* 91 11 81 81 y 37
88 w* 33 38' K* 48 _ 84 8* 31 34 91 12 88 40
*M 89 ' -. 36 38 H 44 .180* 6 43 40 nm* 36 '89 15 - 90 ~- 44
' 90 to* 38 56 '47 101 88 M 46 __ 41 a* 43 . 9401 17 +- *i * 47
93 fi* 39 62 m 48 6* ?o 47 99 48 S 34 98 a 49
1819 53 - 64 .8* 63 XI 81 aa 81 47 13 > 36 mr, 3890 88
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d Juaho de 1861

ASSEMBLEA OERIL
(AMABA DOS SEORES DEPUTADOS.
tao digo da cairos eargos, e eom espeeiatdade do
eroprefos de fiienda. A poltica, ioterviodo nos
negocios da azeada, produz malas incaleolaveis e,
en, qoe des'ejo e foto a necessfdade de promover
a raalor fiscalisaclo na arreeadago da rendas, a-
(o da exclosao.a poltica nos negocios de faienda
ama especie de progrmala.
O nobre depurado, #?. presidente, censaron mui-
to o destino que tiveram os presos da liba de Fer-
nando, sendo remettidos para a guerra do Para-
guay. Diste elle : c Pote. cansa brasllhelra pre-
cisa va de ser susieDUda por borneas qae havlam
sido condemnados pelos frlbunaes do pait T
Senhores, eslranba doctrina professa o nobre
da tbeoria da penalldade I
SESSAO EM 7 DE JUNHO-
PRESIDENCIA D SB. DR. FARIA (VlCf-PUBSIDENTE.)
(Gontioaaco)
O Sr. Presidente dj Cinsblh) : E' questo
pas;ada ; mas de que no se esquece o nobre de-
putado pelo municipio, neutro, apezar de'no igno-
rar que bona exemplos abonara o meu procedimen-:
te. Aiada em fias de 1866, qaaodo aqai me cea-'
suravsm a franqueza com que me enanelei, o actual denotado a re>peito
presidente do conselho na Inglaterra declarava qae ("Malos apollos).
ntn'-i ih peraD,f a rainba "osT, mas que, orde-| No sysiema moderno, fondado bos rerdadeiros
nanao-inea ramba terminantemente que aceitasse, principios da pbilaatropia e caridade, nioha pena
ceat.ra. (Apoiados.) i que seja perpetua, nao ha pena que, desos de cer-
raosa-se acaso que no governo de um estado a lo lempo, nao possa seWperdoada, se o -indlvldao
coro e mu, na discate, nao raciocina ? Nao [ condemnado raostra por sea procedlmento qae es-
e as-im. Mo systema constitucional nao transpira J ta' arrependido. E' esta a idea qae caracte/isa d
a oicussao, nem o querer da corda se maoifesta systema moderno penitenciario, i Moitos apoiados).
sem a reeponsabilidade de ministerio. Foi o qae; Senbores, o homem qae foi sentenciado a ama
.'m .ex.< qa-ei mV5 de niDa veI> e ainda in" P*01' aina PrP8ina, tem eo anas mos minorar
.sin na expiicagao. Nao devia passar aos olbos j a pena que Iba foi imposta, corrigiodo-se. Se Den*
'io> mea? amigos nem aos dos meas adversarios perda a guem searrepende, por maito graves que
como sorreg do poder, quando nao era. sejam seas peccados, tambem na ordem poltica
u aa U Ottoni :V. Exc. deu todas as razoes, social nao ba castigo que-no seja sosceptivel da
por qae nao se Julgava proprlo para o poder. miooragao onde perdao, se ba no individuo arre-
c vr. Presidente do Conselho :Del. Urna del- pendimento real,
las e ver nesta cmara a V. Exc e oatros nobres | Asiro qae na Irlanda, em Portugal e em ou-
oepuiados, que militavara coraraigo em 1862, agora! tros paizes da Europa; pratica se Ja a doulrina da
na posigao de meus adversarios; era ter de defen-, perdaar-se a pena de gales de nm ceno periodo,
der-me de accasacoes qae m9 fatem, nio os adver-j urna vez qae os condemnado9 deem proras de ae
sanos qae eoto derrubei do poder, mas amigos baverem emendado.
O Sn. atas Lobato :--Dando apoto 1 tazando
toda a opposicao lei, V. Exc. argumenten ami-
go naqaeUa-oeeastao.
O Sr. Presidente do Conselho : Arguraentei
com V. Etcem 1860, e de ara moda- qae ento
acredite! e anda boje acredito ser-me honroio.
Em tSQ dlacutia-se nesta casa na contrato so-
bro a estrada de ferro denominada de D. PelroIJ,
celebrado em. 1840 entre nm estrangeiro (o Sr.
Cockrane) e o governo, contrato qne em 1830 (Ora
de novo reconsiderado pelo governo dando garan-
ta de jaros e offerecendo ao Sr. Cockrane luirs
vantagBs. Bntao e qaando menos se esperati anr-
gio nma emenda substitutiva, qae, pondo inargera
o contrato alludido, habilitara* o governo a contra-
tar a obra cora qoem melbortes eondigfles olere
eesse T
nao se baria Dudado o qoatrlennio, nem o governo
poda por termo s saas fuoccSes Em tal caso
nao era ioadmissivel qne. o presidente da provin
'* ino 0!" billdade o nomeasse delegado : quem era o mals
poda ser o raenra.
Acabado, poi*, o qaatriennio e tratando-se de
reconduxr que governo central poda franca-
mente Intervir e dlzer : Negis a religio calho-
llca, nao* podis contlnoar na magistratura. A re-
condjgao de tal julz fra da parte
ral um acto aun digno de reparo,
lerancia at onde poda chegar.
O Sr. Belport da- um aparte.
O Sr. Presidente do Concblho :O joven de-
putado pela provincia do Maranbo talla de Nstor
parlamentar; mas quera aqai o Nstor parla-
mentar ?
qoe me coadjararam no triumpbo dos mesmos
principios. ( Maitos apoiados.)
Nenhoma opposicao, por exemplo, me podera in-
commoar mais do qae a do oven deputado pelas
Alagods; por qae desda 1861 o nobre depatado es
leve commijjo, e eu sempre apreciaodo oseu bello
talento. Hi>je o vejo acompannando um grupo
di amigos de outr'ora. A quem nao faz da poltica
usa especalacao, Isso desagrada re...
Os nobres depuiados deste lado ( apontando para
a esqaerda ) esto em caso diverso : a elles derri-
be! do poder. Mas com os nobres depuiados (apon-
nodo para a direita J sub ao poder.
Senbores a entrada dos Itonrados deputados (in-
dicando o banco dos conservadores) toj para mim
motivo de prazer, declaro o a' cmara ; nao por
que tiresea motivo Dera direitc de esperar que me
auxiliassem ; mas por um interesse mais elevado ;
por que entend qaj esta cmara nao esta' em con-
digoes normaes, qaando ao lado de ama malorla
compacta nao se seota urna minora respailare!
pelo talento, por suas connccS'es, como a que aqu
^vjo : em minba opinio, esta a rerdadelra ex-
presso do systema constitucional.
SEGUNDA PARTE DA ORDEM DO DA.
RESPOSTA FALLA DO THR0N0.
Quando eoire em 1830 nesta casa, bavia na op-
posigao um s orador que agora me oure de urna
das tribunas: sentava-se naquelle lagar ( apontan:
'lo para as cadeiras mais elevadas do lado dlreito).
Era a uaica voz da cmara em opposicao. Nio
era por certo a condico normal do systema.
pw ai" i l
>'. ( Apoi
/ OSr. Pep
S mais par ;
Sr. presidente, a'opposlgo deve ter parte no go-
verno do paiz, e essa parte Ibe compete por mel
da Bjalsacao dos actos e decises da maioria. A
opposigac, sendo regalar, presta ao governo servi-
cos ioapreciavei'?.
Ao lado daquMie^ jue possuem a torga e a maio-
ra de votos curapre Que bai voieS que os desper-
m e lembrtoj-lhes o seu dever.
Assira, eotendo qae a cmara, composla como
tsia' boje, em ve: de trazer ao governo um mal,
lb Prrira1 g6 tW|||0i
No emtanto, nao deixa de ser rerdade qoe a op-
posicao conservadora til, sem incommodar-me,
ao passo que a de outros nobres deputados tam
oem un, mas sinto a.
O Sr. Martinho Campos : Nos nao sentimos.
O Sr. Presidente do Conselho : Senhores.. a
loesiSo do poder moderador como parte Integran-
te do cbos descrlpio pelo nobra depotado do ma-
ircipio neutro deve acabar Je ama rez, por honra
dos partidos. E' nocessari; qua tenhamos f era
nossa dlgniJade e independencia, para acreditar
i|ue os poderes supremos no paiz gyram na soa
rerjadelra esphera.
?fo esqoefamesjjma circumstancia, e que do
rabino rondo que levamos a censura a esmo atudo
.i a todos, assi v fra daqui sera' julgada c,amara
cio deputados. Qaem com trro tere, etm ferro
sera* ferido. Se adoptamos'inbito dejjrfjw mil
de todos, perlera os o direito de ser julgaros com
,3suca, aiuda quindo procedamos bera. & elel-
oei no imperio nao s5o exactamente aquillo que
raa nagao civisada reclami. Ainda nenhum mi-
nisterio p5de proceder a eloigSes de modo qae nao
susciassem censuras. Para que, pols, leranta-
* Quem podera' desvanecer-se em nosso paiz
_failo urna eleigo totalmente extreme de
i? ?
^ sin. Satao Lobato : Pode-se fazer, se o mi-
nisterio Jr justiceiro ; se nao perseguir a um par-
ulo e proveger a outro,
O Sn. PntsiE.\TB do Conselho : Nao nos en-
rolvamos aite debate, por que de lado a lado se
diz a.mesraa cousa. Um dix: o governo penden
pa< alli; out'o diz: o governo penden para ac-
' Apoiados).
-.mi.', da Silva : Ea crelo qae pendeu
ac?la".
O Sr. Pesidentedo Conselho*. O nobre de
putado pela provincia de Sergipe, a quem vou ago-
ra responder, declaroa-se em posigao de represalia,
lando-nos :issim urna sexuada edigao'do motiro
iue oatr'ora dea para hostilisar nm gabinete, em
ieiago ao qual disso qae Acara em espectatiya
sympathica. Agora, como nos achamos em estado
de guerra, pareceu-lha que a represalia a ex-
presso nuis applicavel.
Censurou o nobre deputado o governo pelas no-
meacoes para o con?elho de estado. Eoganoa:se
qaando suppz de confiauga o lugar de conselheiro
de estado. Desconhego esta theorla.
Eotendo que um individuo que tero de dar con-
seibos nao da conQinga daqaelle a quero deve
acoaselhar, tomaulo-se a palavra conanca no sen-
tido ttricto. ,
O Sr. Barros Pimentel : E' ama theorla sin-
gular I ,
O Sr. Presidente do Conselho : Emprego ue
conflanca e aquelle em que o Horneado, para Dem
proceder, deve averiguar o peosamento de qoem o
noineou e sonformar-se cora elle: o conselheiro ae
estado nao faz Isso, opina e procede como a sna
consciencia ihe dicta ser de atilidade publica.
O Sr. Barros Pimentel : Ha de pedir conse-
Ihos ao sea nimigo? V. Exc. nao farla ainda no-
m.'sroes como essa. .
O Sr. Presidente do Conselho :Fa-las-bei em
raaior grao, se fr preciso.
O nobre deputado diz que nao se pede conselho a
um ioimlgo I Nos estamos em orna- assemblea po-
ltica ; mas V. Exc, Sr. presidente, ( dirigi-ido-se
aoSr. rice-presidente, que esta' na cadeira), nao
levara' a mal que eu combata o erro do nobro de-
potado por Sergipe coro tactos da igreja.
Qaaodo se tem de canonisar nm santo, designa-
se aro advogado ao demonio ( riso), o qae prora
esta pratica da gre'a ? Qae nos conselbos dos
govornos nao se deve'oavir ;meate a voz dos que
pensara de certo modo, mas adro'lttir a variedade
das opinioes; nJo se deve ouvir smente a
amigo, mas tambera a do adversario.
O Sr. Pereira da Silva : A explicacao nao e
muit- boa para os nomeados. ( Hilaridade).
O Sr. Presidente do Conselho : NSo isso
la minha Intengo : o que desojo mostrar que o
lagar de conselheiro nao de conflanga poltica,
nunca o foi. .Se fosse, enlao realmente o governo
nao poderia ter nomeado conselheiro de estado in-
dividuos pertencentes % ama poltica opposta.
Mas nao; nao logar de conflanga. Convero que
no conselho de estado entrem os bomens de g"ode
merecmeoto, qualquer que seja a sna parcializada
poltica.
O Sr. Llma Dlarte : V. Exc. nomeon-os todos
^.e nma s crenca.
OSr. Presidente do.Conselho : Nao eram d
mesroa crenga qae ojontros os Srs. Jabaco, Domi-
oano e Ferraz; roas, para qae estas contestagdes 7
Qnereria o nobre deputado qae se tomassem tan-
tos de um lado quantos do antro?
O Sr. Martinho Campos : Sustento a opinio
.1 V. Exc, e accrescelo apenas -, cada ara nomea
os sens.
0 Sr. Presidente do Conselho : Uto tena um
mal. E declaro a V. Exc. qae es.o lo imbuido
na idea de qae o emprego de conselheiro de* estado
nao um emprego de conflaoga, qne, se livese
de propr a nooeagao de novos conseihelros, eba-1
raaria os bomens mais capazos de dar conselbos a''
Fof o qoe fez o governo no caso eo questo. Man-
dou vir de Fernando e de outras pnsoes listas doa
condemnados e e perdoados os qae os estavam no
caso de mercelo, foram remanidos para a guerra
Esta medida de perdoar a condemnados, to acre
mante censurada pelo nobre deputado por .Sergipe,
longe da merecer censura, deve-se tornar ordina-
ria, mandando o governo vir sua presenca rea
ges dos condemnados, d'entre os qaaes sejam per-
doados os que dlsso forem dignos. (Jma re per-
doados, o qae pode inhibir que sejam esses indivi-
duos aproveitados, como foram os de que falla o
nobre depi tado ? (Muitos apoiados.)
Usou, pois, o governo de nm direito que reco-
nbecidamenie tem, e dando a taes presos o destino
que se notou, nao poda incorrer em censara.
(Apelados.)
Vou agora, Sr. presidente, responder ao nobre
deputado pelas Alagoas.
O nobre depatado attribne a sua ora posico
oa casa a urna razo priocipal e a razdea occasio-
naes.
A causa principal de retirar-se o nobre depatado
do governo, se resume na impossibilidade em qne
, esta o seu espirito de admittir a existencia do par-
tido progressista. E disse : oa liberaos, ou conser-
vadores.
Respondo ao nobre deputado: o governo libe-
ral, (mullos apoiados) : os progresslstas sao libe-
raos (Apoiados ; maito bem). Com qae direito nos
exclue da qualifleago de liberaes ? (Muito bem.)
o Sr. Bezerra : Com que direito T Com e do
e.-tudo dos fados.
O Sr. Presidente do Conselho :Pois eom
ellas que u governo raostra que um governo-li-
beral. (Apoiados.)
Cma Voz :E' conservador.
O Sr. Presidente do Consjlho :E o qae ee>
tende o nobre deputado por conservador ? Qoer
adoptar a dontrina do digno representante, do ne-
bro depatado pelo municipio-neutro, segundo a
qual Deas a llberdade, e o poder nasca do espi-
rito das trevas, chamando por isso criminoso o par-
tido conservador T
A liberdade vem de Dos, cario, mas abosa-so
dalla multas vezes, e at os aojos abasaran) na
grande rbellio que flzeram em campo contra e
Creador.
Por outro lado, a autoridade ou o poder, de que
tambem, nao o neg, pode-se abusar, nao tem outna
orlgem seno Deas, e portaoto to nobre como-a
llberdade.
E admira como o nobre depatado pelo municipio
neutro, o qual eicolheu um partido potinco consul-
tando a re ligia o de seas pas, como nos declaro
-aqu, desconheea esta rerdade da religio : non s
pot estas ni si a Deo.
Debaixo deste ponto de vista, nao ba governo
regular que nao suppouha o elemento conservador,
por qae alias a nao do estado correia sem ramo o
abysmo. A autoridade oa o poder, to respeiuvel
como a llberdade, nao e men mu.
OSr. Satao Lobato :-^Garaote a llberdade..
O Sr. Presidente do Conselho :Eis a dantri-
na verdadeira. Rasgue, pois, o nobre deputai pe-
lo municipio neutro, o seu contrato social. (Bltari-.
dade.) O qna distingue o partido conservador ou o
liberal nao a exclu.-ao de aro dos doas elementos,
ambos rigorosamente indispensaveU, mas a pre-
ponderancia de nm dos ditos elementos. Aaem, o
ministerio de 3 de agosto liberal sem ser histri-
co, e acata o poder e autoridade sem exagera-los.
(Muitos apoiados.)
Voltando ao nobre deputade palas Alageos, direi
francamente, qne S. Exc. separou-se do n, nao
pela razo principal qae allegoa, roas poo outra de
ordero diversa. O nobre depatado tero consciencia
de seas talentos, acha agradavel a altitode da snc-
cessor, aspira ao poder...
OSr. Ta vares Bastos :Sem duvirta.
U Sr. Presidente do Conselho :Bts-abi tudo..
Combat a emenda, e combat-a com a lt dos
contratos, com o direito adquirido pelo contlan-, O Sn. Belfort : Reflro-me a V. Exc.
le, menos nicamente na parte relativa garanta O Sh. Presidente do Conselho :Mas eu, gra-
de jaros a outras rantagens de novo ccracedllas, e cas a Deas, nao tenbo a Idade que V. Exc. suppSe.
a respeito das quaes somante era licito a dlscasso (Hilaridade). '
e a recusa da cmara. A emenda oa projeeto taba- O Sr. C. Ottoni : Tambem nao tao moco cc-
titntiro passou contra o mea voto ; mas depos a mo parece.
pratica mostrou a iojaslica reir ao contratante O Se. Presidente do Conselho :O nobre de-
Cockrane, e o meu roto prevaleeea bos conselrios potado pela provincia das Alagoas tocoa no tpico
da eora sendo raconbectdo por todos os canee- relativo ao elemento servil, nao para censurar qae
Iheiros u*e estado do partido do nobre deputado o iraie-se do assumpto, mas exigir tirmeza e decisao,
direito de Cockrane. Essa opposlgo, pois, f-me-, e sobretodo para estranbar que a palavra do go-
benrosa. (Apoiados.) verao do Brasil a respefio da exlincgo da escrava-
0 Sr. Sayao Lobato:Haja vista o seu diicur-1 tura sasse primeiro no estrangeiro do que no seio
so. |da assemblea geral da nago.
O Sr. Pre8!dei*te do Conselmo:Grandes des-' Qoanto 'primeira parteda observagao do nobre
petas na marinba I deanneioo o nobre deputado dapntado petas Alagoas julgc que nada rae com-
pelas Alagoas-. | pre dlzer, porque ja expui as '.'tatas e o pensamen-
J disse a' eamara o repetir*! que, embora este-, to do governo.
ja o governo sempre disposlc a ponpar os cofre?pa-!' Pelo qae toca a' segunda, perganlo ao nobre de
blicos, cpmo g de sen dever,- qaando s traa da putado ende esta' a disposlgo de lei oa o esiylo
A mlnhi reserva, portanto, nio pode *t bjec-
to de ceosnra procedente.
O Sr. Pereira da Silva : Abi vera a disco*
sao, e ento examinaremos. '
O Sr. Presidente do conselho :Simo acbar,
Sr. presidente, certa analoga entre o modo por-
que soa aqu acensado pelo nobre depatado pela
provincia das Alagoas, e a accusagflo qoe fez-me o.
Jornal do Rio de Janeiro em sen numero de boje,
dizendo em artigo d.e fondo, eseripto em francez e
do governo ge-' inglez, que aprsenlo e reeommendo no rotatorio a
Levoi se ato- idea de reduzir os jaros da nossa dirida estran-
geira a 4 1/i, idea que o mesmo Diario com men-
ta asslm em bom portugngz:
Nao ha dorlia qae o credor qoe forncea os
seas capilaes ao estado, mediante ama laxa esti
palada, a qual foi por elle garantida, e qae, tran
qulllo na f do governo, sbitamente v-se amea-
cado de recebar urna laxa inferior, nao poder
conter i natural exacerbaee de espirito, ao rece-
bar essa imposigio resoltante. >
Qoe calronla, Sr. presidente I (Apoiados.) Qae
contradleeo I
Dlzem que o retatorio oSo d a opinio do go-
verno sobre os impostos, e agora attribuero ao go-
verno urna opioiao tao desastrada, qoe ira abalar
o nosso crdito na Europa, e fazer-nos passar por
um governo do botecudos.
Calumnia, sim, senhores I
O Sr. Tav*ei Bastos :V. Exc. d licenga pa-
ra nm aparte f
guerra nao pode fazer o mesmo.
Pensa o nobre depotado pela provnola das Ala-
goas que nao sao precisos encooragades para a
guerra do Paraguay.
OSr. Ta vares Bastos:- Disse qoe nao sao pre-
cisos untos.
O Sr. Presideete do CoNstuiQ:u govtrno
oovw pessoas competentes, e tem' opinio divrsa
do nobra depatado.
OSba Tatares BASTostDesejara ver esses pa-
receres.
OSh Presidente do CossBtBO:Pca-os. ftl
loa o nobre depatado das despe;as lei tas com te
legrapbo, cemurando-as por demasiadas, Obser-
vare: a V. Eie. que o governo actnal encontrou es-
se servico em andamento e nao poda embaraca-lo;
mas oppoz-se- a qoe prosegorsse logo qoe foi posa
vel, sem damno, inierrorap lo. O relatorio do meu
eoiega o Sr. ministro da agrtenltura responde ea
balmeate a' sensor do nobre depatado pela pro-
vnola das Alagoas.
Censaron o sobre depatado qae a falla Jo tbro-
no deixasse de mencionar a reforma jodieiaria,
parle do progrmala da actnal s-itoagao.
Respooderei que o governo nao esquece a refor-
ma judiciaria, addiada somante a> soa adopcae. A
reforma judiciaria, conaprehende essencialmeffieo
melborpmento da serte da magistratura, e isso re-
qaer desqeza qoe- as eircamstanilae presentes o
tbesoaro nao comporta.
O Su Ta vares BastoscHa ama parle da retar'
ma qoe nao carece de despeza: qaamo a garanta
Individual.
. O Sh. President* do Conssslho>:O governor
disse ainda o nobre-depatado, alacoa- a llberdade
de coBBcaeneia, garantid pela constlmigo, dei-
xando doreeondacir o basilar el Macedo Soares no
lugar da jutz municipal-de- Ara.ruama, ^uando apa-
as Iba faltavam 17 das para completar o seu qua-
triennisv que o habilitav a ser nomeado jaiz de
direito. O oobre depatado pela provinaia* das Ala-
goas, procurando o motivo do tal offesjj i\\ algum
modo atiribaio-a a despeltc do .iresideate- do con
seibo, porque o referido bacharel esarevera o au-
no passado uan artigo-nos jornaes contra-mim.
Sr. prs^idenie,. declaro a V. Ese. que- nenaom
despeilo- determinou o prooedimeartb de governo,
sendo orto qne atln$ bom coaceito do baebarel
de que setiMta pelo- testenaonho.de multas pessoas
que mareoeaa p meo raspen e ceafianga. A naga -
Uva de reconduego, que fez objecta da censara do
oebre deputado pela-arovwcia das Alagoas,.asien-
ta em raza de ordem elevada sem mesla-de
resentimento imaginariOj.
O ez--joi municipal de Araruama, Sr. presiden-
te, e.-cravon ba tempos nm opoecoio, qae corre
irapresso, que foi beaigBameat e at com ontbu-
siasuao- acotoidg Pu Soeindada Internacional de
Iramigf ac.o, a por ella, aprsentelo e aestrtoaUo
^^.M^ mi[ *>*&> aos- Sna da
Ora, nesae opnscalo ojorea magistrado Jtofcra
exprsssa e formalrntate qoe- neohuma da& reii-
gioes-contitciUas vevdadeirav que verdadeira sev
orna relittio qae nao esta" ainda descoberta. A
religio. pois, de q V Exc i roiaislr, S*. presi-
dente, a religio di-aossus pai, a- qce todos os bra-
sileiros professamos, diz o referido autor a^po-no
vardaaeira I
O: Sil FEuiEiiu.riA Silva:Isso. nao o inbabili-
tava. para ser joix municipal.
O Sr. SayaO Ljuato: -Pejdo, o caso e imoor-
taote.
OSa Presideiw.e 'do Cchkelho ; Quem ataca
nesses termos todas as religies coohecidas, iaclu-
ivaaaenie a religio de estado....
t O Sr. C. Orrarw:Deve ir a' logaeira.
O Sr. PitG::ifiE.\TE do Conse*^:... 3o digo
qua v a' fogoelra, o temyo da inquisigo nao vol-
Para que investigar e prodazir oiras razoes de ti mas que nao pode sar juix ao Brasil, desres
phenomeno 7 A razo allegada nao procede, por-,
que sa tosse a impossibilidade do partido progres-
sista, que aparton de nos o nobro depatado, como
que S. Exc, que ba tanto tempoestara comnosco
e nos auxiUava, s agora descobiio essa impossi-
bilidade ? Eu folgo com ver o nobre depatado na
posigo que Ihe compele, embora deplore, por. oa-
tro lado, a prlvago de um anxi'iiar lo valioso da
quem receamos uteis consolos.
O Sr. Tavares Bastos :V. Exc. nunca, me ou-
vio como conselheiro. i
O Sr. Presidente do. Conselho : Ainda "to
pouco, sobre trabalbos relati vos ao Amazonas.
O Sr. Tavares Bastos :Ouvio a moitos,.
O Sr. Presidente do Conselho:Prova de que, pi ha de elle deferir juramento ?
e-apostlica, romana,
d imperio a reli-
peitando a religio catholica
qae conforra a constitoloo
giao do estado. (Apoiados),
O Sr. Psrbira da Silva;Exprime-j de urna
manetra toda abstracta :. nao se qneira. condem-
na- lo agora a nao ter mais cargo pubheo na Bra-
sil. -
O Sk. Presidente do.Cmwblho:-O- governo
tolerante, e uisso curapre o dever que Iba impoe a
constituido; maso governo nao podfa recoado-
zir ao cargo de juii municipal nm rooeo'foa deala-
rou pela impreosa estar convencida e qpe. a neil-
gio eatbolica nao verdadeira. (Apoiados.) .
OS*. Sayao IkpBATo; sem davlda aIg.uma.ico-
ouvimos" a todos que nos podem coadjuvar. O cer-
to qoe o nobre depo'.ado era nosso amigo, foi
sempre nosso amigo, nao achando impossibilidade
de existir o partido progressista seno agora. Va-
mos as razies ocoasionaes.
Pergootoa o nobre depatado : Acabis a guerra?
Quando acabarais a gaerra t? Uomo acabareis a
guerra ?
Depois do qae ja expend e respeito deste as.
sompio, re feriado-me aa nqbre deputado per S-
Paulo, iimilo-me a dizer ao nobre depatado pela
provincia das Alagoas: que a guerra ba de actbar,
acabar brevemente, acabar cora honra para o
Brasil e par os seos alllados. Nesta parte o go-
verno est identificado com o sentimenl' nacional,
nem admitte bypolhese em que a pequea rep-
blica do Rio da Prata, qoe nos offendeu, possa, o
poodo-aos as vantagens de sea territorio e as mo-
lestias doi seos paotanos, desairar o imperio e
seasalliades. (Muitos apoiados.)
Outra caosa occasional da reparago do nobre
deputade pela pro?incia das Alagoas foi o ter o go-
verno abandonado s'melhoramentos matenaes,
particularmente a conlnoacao das vias-ferreas. Os
melboramantos materiaes, Sr. presidente, deman-
dara avultadas desoezas, e na pteseoga de ama
guerra, qae consom tanto doheiro, a prudencia
ordenava s adiaste toda despeza qae podesse flear
para melhores lempos. A guerra 6 torga malor
qoe nterr mpe e suspende os prazos mais fataes,
e entretanto o nobre depatado quererla qae o go-
verno procedesse como se gaerra nao boovesse,
continuando as emprexas comegadas e envolven-
do-se em novas t
Accresce que o prolongamento das ras terreas
depende de um projucto, qna, havendo passado nes-
ta augusta cmara, ainda nao foi disentido no se-
nado Como poderia, portanto, o governo mandar
faxer o prolongamento das ras terreas ?
O qoe nao dira o nobre depatado, e oeste caso
eom sobaja raxao, sa o ministerio, nao esperando a
adopgao do projeeto a qoe me reten, resolresse "a
continuagao das obras T
O Sr. Tavars B*ros :-oi opinio de V. Exc
no sen anterior ministerio.
O Sr. Presiente do Conselho :-Sem dorida
adoptei nesta cmara o projeeto ; mas nunca disse
nem poda dizer que antes de ser elle lei do
paiz as despezas se flzessem, alara de que entre
o mea anterior ministerio e o actnal interpoz-se a
guerra, e a gaerra qoer dizer oecessariamente
adiamnto de todas as despezas qoe podem ser re-
servadas para depois. (Apoiados.)
Tai foi a raxao, Sr. presdante, pela qual o go-
verno nao proseguio como era para desojar nos
CSu. I'hesice.vtk oo CoNsELHO:-J6x*claE#nte :
nio pode oresiar nem ddlerrr ijama
n%o podia ser recoaduzido no iDgar e
eipal. Agraiego ao nobra depelado pe|
do Rio de ueiro o sen ajoio nesl par
O joven a qnera rae rreri, nao s at
-Log^
mu-
prHSnci|
-
ia no seu
seno qae
por:
a re-1 de
eij^r.c
que vede cora recober cartas de-'uma associafo
estrangeha e.respender Ibes, urna vez qae o faga
por Intermedio de um ministro de estado respon-
save T O pansamtnto- de carta imperial a qne se
allude ministerial nesse documento eomo na
ralla do tbrouo. as relagdes internarlbaaes o or-
fao do paiz o chefe do estado.
0 Sr. Satao- Loato >- Perdde-me : a' assocla-
go moito resgeiiavel, mas nao nma Baco.
C>Sr. Pesident* DO'CoisfiLHo: Ningoo des-
coobece a difJerenga qoe o nobre deputado aesig-
nala coro o seu ; parte. Mas que conslderajo va-
liosa oeeorre para prohibir 'jue urna associacfio- es-
traugeira, tendo de dirigirse ao governo do impe-
rio, se encamiobe ao primeiro representante do
paiz, qnetleque o orgo natoral das relages do
imperio para o exterior T -
O Sr. Satao Lobato':Podia bem deixar de dar
reiposta.-
0Sn. PimsiDENTE do- Conselho:Deixir sem
resposta cartas de certa ordem tai de polidei
qoe se Do pratica era aconselba.
O Sr. Saya* Lobato :Se fosse de governo a
governo, sim ; mas urna associago particular nao
tem direito a essas coosa.
O Sr. Presibbnte do Cosselho ;^eco liceo-
C ao. nobre depatado para discordar d sua opinio
e proseguir.
Eolro na parte ftnanceir do dlscorsodo nobre
deputado pela provincia das Alagoas, raas-atoda nao
no hbtllo, que deixo para o 3ro.
MS8 S. Exe. ama exposigo obscura, paluda, ira, iadeoisa,qoasi
muda, e nao sel o qoe mais Mas que provesapre-
seniau o nobre deputado pela provincia das Alagoas
de tantos defeitos r Eis a priraeira.
' O' fBinisiro da azeoda affirraa que a despesa do
actna* ejercicio ba de ser menor do qoe a- do er-
croio de 1865 a 1866; mas sem oenhum toadamen-
to, pote qae, tendo sido a despoza do exereiclo a-
lerior de_ 12l,560:O00000, ieto ssroa dw
64O0ft)OO0O mais que a renda respectiva, no>
en vel que no actual exercicio se despeada mi-
sos, qaando para liquidar as despezas do mesmo
exercicio ja se falla aaqaantia do46.043:^*oeSL
Tudo inexactidao oesse asserto do nobre depa-
tado pelas Alagoas.
Priraeif menle a despexa do esercicio de-186$ a
1866 nao de 121,-3d:O00C0i>: a tabella. annexa>
ao relatorio, sob n. 6, diz qae foi d>...---
tt8,435d)00, proriodo o engaado nobre depata-
do de i ocluir no calclo os depsitos que atbate.
esclue.
O Srv Tatares Bastos :Mais oa meoosv.
0 Sr. ?beside.>tbs do Conseimo- :Ah 1 mais- sai
menos f
E-m segundo lugar, o excesso d despeza sobro a
raoeit?. no exercicio aoienor nao foi, come-dlsee- o
fare-daMtado, de 64^:000)00, roas e-crea
d-58,860:0004000 GO(iiando-3 coa o liquido dos
d>po3iK> sa ipof4aBa de t,6O:O00A0ttO B
consta das tabellas-ns. 5 e 6.
E' anda nexaato que o relatorio falla de......
46,043:380*000 para liquidar as despezas do
exercicio acta): orHatorio- (ate de.........
3a\7W:S804385.
9 mini-tro da fazearfa nao affinaa que a despeza
no- axereicio crtente seja necessariameae menor.
Avalioa a despera do actual asercicio e.........
U#31:206080 (Me a do anterior.' Mas cs-qner Isto dizer qae as
ciToumstancias- nao- possam exigir despesas impre-
vistas e avultadas-que alterem o seu eatoulo, antes
d3 -presumir que isso aeoatoga ltenla a. coniinua-
gao da guerra.
Ma proposta apresen lacla, peo gorarao esa 8 de
agoste do aono passado p?.ra abrir-se o crdito ex-
traordinario de 17,433:48-54000 concedido aos mi-
nisterios da gaerra e mar i aba l-se-oseginte tre-
cho relativamente s despezas do ultimo minis-j
ter io :
Considoraoao-se, entretanto, qua o dispendio
aom as constrocgSes aavaes e a aeqoisieao do nvi-
tenal de guerra ha de avallar menos de ora em
diante, podem ser avalladas as referidas despezas
np actual exercicio em 7,327:0J4061X >
Mas essa previso pdde falbar, pela eontinaaeao
da guerra j- e, portaoto, o clcalo eito no relatorio
nao dev reputarse ialallivel.
O nobre deputado pela provincia das Alagoas ag-
grediocruelmeota a artigo do relatorio concernente
aos iiapostos, diseodo que eu omitli a opinio do
goveeao e limilei-ma a apontar pareceres anony-
mosv Responder) antes de tudo que os pareceres
nao. sao anonymos, mas da pessoas altamente quali-
ficad8s, eo ronro-me aos eonselbeiros de esta-.
do,, ou aos outros individuos, qoe ouvi sobre a ma-
laria.
O Sr. Tavares Bassos :.-depois do man, discur-
so qae foram distribuidos os aooexos..
OSr. Pbjbsidentb do.Conselho :-Jerdfts-rae,
na relatorio se diz qne os pareceres constara, dos
annexos.
O Su. Tavaiies. Bastos:Mas elles. nao liabam
ainda sido distribuidos.
& S. Presidente, do conselho -*Y. Exc. des-
colpe-me ; restava-lbe o direito de pedir qne fos-
sem distribuidos. Desde que o relatorio dix que
esses pareceres coastam dos ano^xos, como pode o
nobre depatado chamar aoonymos pareceres de
pessoas to respeitaveis e respailadas ?
OSr. Tavares Bastos;-las desde qoe foi
distribuido o annexo eu recoaJieci qae esses pare-
ceres sao de pessoas qualifkadas.
0 Sr. Presidente do QpNStHO :Bem i de
pessoas qaalificadas ; era o qoe aa quena obriga-
lo a dizer estoa satisfeilo.
Mas subsiste ainda orna censara do nobre de-
putado, e : por qae razio o governo nao emiu
to soa opioiao obre o assumpto T Isto fugir
difSculdade, isto nao estar na altura da siloa-
gao > Sr. presidente, don ponca importancia 4
questo de alturas.
O Sa. Tavares Bastos :Tem razo deve (a-
zer Uso mesmo.
0 Sr. Presidente do Conselho :Deixe me V.
Exc. continuar: sao qnasi tres bpras, e quero aca-
bar.
O Sr. Tavarss Bastos :Ea nao traba intengo
de ofleoder a V. Exo.; dizia qae espantara ver
nma pessoa de to reconbecido talento proceder
dessa maneira ; foi ama bo raen age m em vex de
censura.
0 Su. Presidente do Com.elho : De qoe se
trata, Sr. presidentef Tratase de augmento e
crea gao de impostos, e V. Exc. sabe que ha na ca-
sa, ja pendente do juizo da cmara, o exeellente
trabaiho de soa priraeira commisso do orgamento,
trabilbo que estava o anno pastado em dncussio,
inferrompida pelos tactos qua oooorreram.
Pois bem : este trabaiho, offerecido cono base
de estado ao conseibo de estado'* s pessoas qoe
f-oosultei, e j sujeto ao juizo da cmara, dispeo-
ra-me de emittir a minba opinio, tanto mais
O Sr. Presidente do Coiwelho :Pois nao.
0 Sn. Tavarcs- Basto:Os artigos a que V.
Exc. se refere sao maito bem escriplos, e declaro
que nao os escrevi.
O Sr. Presidente! no rJonsei.HO :Nem eo digo
qae V. Exc. os escrevesse : V. Exc. estima tanto
o sen pair, qae ainda estando era opposigo, como
se aelia, nio era capaz de fazer ao governo ama
semelbante injnria.
Tamben nao digo que-os artigos sao mal escrip-
los: se o fossem, ea nao- traria o seo contedo a
esta tribuna.
O SR. T*vark Bastos :' Eu penseque o artigo
diz que so aconselha isso.
0> Sr. Presidente do Conselho' AW que
estar a calmnnia. Ninguem deu tal sonselbo. O
qae nm dos pareceres diz que seria convenien-
te, preparando-se o governo com os melos preci-
sos para taze-ro-, a leduego dos tilulwdki dxvxda
externa1 i 4 t/i*.
Ora, Sr. presidente, reduzir assira os ttulos da
divida pnblica, fazer ama converso de ttulos,
fazer nm novo contrato em substituigo ao ante-
rior, propondo dimlnoigo de joros, se o credor
quizer aonnlr, oa selvendo a divida sem o menor
rebate dos jaros devrdos, sem a menor qoebra da
f dos contratos, se o eredor nao qnizer aceitar a
ova proprsta.
O Sr. Tavares Bastos:E* qneatao de pala-
vras.
O Sr. Prbsidentb do Conselho *:Questo de
palavra! A reduccao de jaros, de qae falla'o
Diario, bancarota, a violago do estipulado,
porque, suppondo existeste o titulo qne assegara;
per exemplo, 5'/.,- paga-e 4 1/2, ao passo qoo if
redoeco, no sentir do parecer anoexo ao relato-
no; sopode antes da todo ama alteraglo, orna
;nbstitul?ao do titulo, qoe fique rezando em vez
de 5 / so 4 1/2.
Votes :Muito bem.
I 0*Sa. Presidente do Cowselho :Pense qae a
intengo dos redactores do Diario cao seria preci-
samente atlribuir ao governo tai pensaraento, mas
suas-pravras prestam-sa a m lalerpretacao...
L>Sr- Tavares Bastos :-Enlo para "que 1b
sIsls-T
O Sr.- Pbisidente do Conselho :Porque m
nba obrigaeao defender a honra do governo...
Vozes':Mu to bem.
OSr. Pmsidente ochselhoqae nes-
ta assumpto a honra do proprio paiz. (Uuitos
apoiados). Reduzir joros no sentido do relatorio
um- acto de dlreilo- e de perfeita moralidad?.
Recebei, dii o devedor, o vosso capital a juros
vencidos, e, se queris continuar a empresur-tr.e
o vosee dlnbelro, s reeeberei 4 t/l,.i /, e me-
nos anda.
O Srv Tavahes Bastos -:Est claro.
O sb> Pbesisente no Co-nselho : Ento const-
gai o meu rim. .Nenhum governo regular conca-
beria o peasamento que o Diario d* Rio pareceu
allribsar-me, e o do Brasil menos que nenhum ca-
iro, porcia* o crodi.i do nosso iroverao loi senipre
e ba- da ser sempre tSe ele vado na Bdropa como o
dos paizes qoe mais alto- o tlverem. (Mallos apoia-
dos.) .Nao se confunda o aparo qae o estado da
guerra posea produzir momentneamente com qoe-
bra de crsdttt do governo. (Muitos apoiados.)
Davo seetarar samara que, sao obstante la-
raaahas despezas que faiemos com a guerra, te-
o passado para Losdres mais de 10,009:000^000
de -agpsse para c, sen> fazer presso sobre a pra-
c> do Bi3-o> Jaueiro, e sem que os nosso agentes
em Londresnos h>jam> aduntado ama libra storli-
oa sequen.
coroa, sem olhar para saas opinioes polticas.
Senhores, ba ama qaalidade nesta posigao em j melhoramentos materiaes, e principalmente nat
qae me acbo, qae sobre todas prezo, a lealdade; | obras das vas terreas: (alta de lei e dinbeiro.
e o gabinete nio se :em apartado dessa norma. Uoave, porm, orna pequea excepeo em favor
(Apoiados). Se os nobres deputados aprsenla-1 da estrada de (erro de D. Pedro II, como aquella
rem oomeroas feitas pelo ministerio para logares; de todas as nessas vas frreas qae .mais vantagens
de confianza, qae ao sejam de individuos de nos-, e importancia olferece. Sempre o entend assim
sas crengas, \i\ o direito de cbama-lo desleal.: na disimulei em 1864 a convegio de que o pro-
Ma quando sa tiver de nomear um conselbeirc de" longuiento des.'a estrada era o qne mereca pree-
escripto a religio qae prciessamo
tambera reclama com acceolo.de viva instancia a,
reforma de varios artigo do nossa lei fundamenta!,
coma sejam aquellas qua estabeleeem. dideree-ja
entre cidadlos brasllelrcs. naturas e naturalisa-
dos.
Soa amigo dedicada aa imroigragio e fago votos
para que todos os das aportara as nossa pzajas
numerosos estrangelras qoe venham aproveax as
grandes vantagens. qoe o paiz ollereoe, assim
concorrer para a sna prosperidade. Mas, sr. pre-
sidente, nao posso querer que o interessa da Inv-
migrago faga abolir da nossa carta constitucional
o artigo qoe declara religio do estada o oalholi-
cismo, nem outros. artigos qoe consagran diffe-
renga entre cidadaos naturaes e oaluralisados.
A nossa constitu>gSo o tracto de coismmada
sabedena, ora cdigo poiitieo que nos deve en-
eber de orgulbo, aporque nenhum outro p*iz o pos|
soe tao bello. (Apoiados.) Se aps vantagens da,
immigrago eliminarmos ora um artigo ora outro
da nossa constitoig o qoe restara' delU dentro
em pouco tempo ? E o que sera' da nacionalidad
brasileira se as lionas e valor que a coutitaiga
tracoa providentemente para qae a cplonisaeo nao
importasse absorpgo fossem apagados e destellos T
Se os naturalizados podessem ser deputados, sena-
dores, ministros?.....
O Sai Ta vares Bastos:Nem jaes.'
O Sr. Presidente ds Conselho:1 altes, podem
ser ama vet qae professem a religio do estado.
(Apoiados.) Estimemos, senbores, o qae digno
de estima, e a nossa tai fundamental credora de
religiosa venerago. (Apoiados.) Consideramos os
Brasilejros de todos o partidos um dogma com-
al am de nossa poltica respailar e manter intac-
ta a costitulgo poltica do imperio. Ella o me.
rece..,w- : .
O Sa. Satao Lobaw :Eira o impde.
. O sr. Presidente- do Consbluo :Nj'foi, por-
tanto, despeito qae raovea-me na negativa da
condooao eeneurada, e como prova'disslidlre
nobre depotado pelas Alagoas que, desejaao o p, .
sideote da provincia do Rio de Janeiro ornear dev. qoaoto nao poda baver melhor opportunidade da
legado de polica .de Araroama o mencionado ba- pronunciar o mea sentir sobre O assumpto do qae
charol, ainda eolo no exeelcio de jaiz staaicipai, no debate qae se approxidu. Acredite o nobre
consuliou-me particularmente se eu tinaa qne op- dapntado qua nao abandonara! a discussao qaan-
por 'a tal nomeago. Respond immadiaumen- do ella tiver lugar.
la, Sr. presidente, qae nio embaragiva a 00v, E' certo qae nao vire aqai ottentar i
Digaav o qne qnierem do governo do Brasil os
3eus adversarlos : em pundonor de crdito ne-
nhum o excede. fMoitos apoiados e moito bem.)
Appelte- para a exeellente obra do Sr. baro de
Pontho:, sobre as oangas do. Brasil; estrangeiro
impareial, qoe lando residido entre nos algum
lempa, nao vio o Adas nn que sobrenada o espiri-
to dot tretas, imaginado pelo oobre depatado pelo
municipio neutro.
O.Sb. Saya Lobato :O crdito do Brasil esta
reconbecido por lodos. (Muitos apoiados.)
0>Sa- Preridbnte do Conselho :Nem ha nis-
so questo de partido. (Muitos apoiados) A cma-
ra na de convir em qae era de meu dever estyg-
matisar to hvre traducrSc
O Sr. Satao Lorato.:Tem raz&o e dever.
(Muito bem.).
O Sr. Prssidbnte do Conselho :Entrona ma-.
tena do libtllo, Da accosago de notitiro fallo. A.
expresso era propria. para magoar-me, tanto mais
partindo de orna voz argentina, sempre at eolio
grata aos meas ouvidos. (Riso.)
A accosago tem doas partes.. Na primeira par-
te se afflrroa que vjolei a lei do banco, como disse
o oobre depatado pela provinej&das Alagoas, a le
de 12 de setembao de 1868. E porque violeta ?
Porquonao resgatei ainda esmpapel do governo a
somraa de papel, nanearlo, aoja retirada da.sirco-
laco. Ocou coala do mesmo governo.
Marchemos som pausa.
A lei de 13 de setembro aatorisou o governo a
eittir, para substituigo das notas do banco, ama
somma de papel-moeda correpondeule as tres se-
grales parcellas, a saber : ll:000:v004 de papel-
moeda, resgatados Dlo banco; na forma da lei de
5 de jolbo de 1853,3,837.7004 de bilhetes que e
governo devla ao banco, e 25,766:6814248, pro-
ducto da venda da reserva e mobilia do mesmo
banco.'
O relatorio da as razoes pelas quaes o govorao
ainda nao resgatoa a importancia da primeira par-
celia o nobro deputado pelas Alagoas aeolbeuas, e
nao tenbo, portanto, qoe discutir.
O que o nobre depatado etranha e considera
violago da lei citada qae se nao tenba feito a
resgate na importancia da segunda e da terceira-
parcella, Isto 29,604:3l42i8.
O Sr. Martinho Cambo d um aparte.
O Sr. Prbsidbnte do Conselho :Trato de de*
fender-me de um libello : V. Exc. ni me pode
dar apartes (hilaridade), respeite no acensado os
direitos sagrados da defeza. (Riso.)
O Sr Martinko Campos da' outro aparte.
tinado, oao tero qne atleoder a'
poiica. O roes- 'rancia a dei'loe o mo apoio.
meage.
O Sn. EspridiaO :Apolado.
OSa. Cawdido Torres rtio :Nio .pedia ser
melhof a nomeago.
O Sr.'Presidente do Conselho ;E nao emba-
rcela.
m Sr. Deputado :E delegado -nao -juiz ?
OSR. PRBSIDEfTE do GwtBLHO :Mat o ba-
criare! era qdesto era nesse-lempo jaii aoni'cipal,
1 de am Gladstone. Quantos Gladstones ba na In-
glaterra ? E quero aqoi preteade os seas fotos de
Boaoceiro 1 ...
O Sn. Tavares Bastos : -La noJia relatortos;
cada trra com sen uso.
O 8r. Presidente do Consblho : Hei de dlxer
' a mea modo o que entender; hei de dlzer no de-
bato o qoe omim no relatorio, porque jaigaei des.-.
Becessarl expender. t)?5e documento.
i\yii itii a
Q S,R. Presidente do Cqnselbx :O nobre de-
putado por Minas qoer condemnar sem oovir I Co-
mo ia dizendo, a costa das doas (parcellas dix o
nobre depatado pelas Alagoas qoe ainda me falta
resgaur una 13,260:9434000.
Confessa deste modo o nobre depatado qae e
thesooro tem resgatado moito mala da metade da
referida somma, isto a differenca que val da
qnaniia de 87,086:3204, total da emisso em clr-
culaco do banco em 12 de setembro le 1866 ; a
de 70,733:4654, total existente em!3de abril ni-
timo.
Depois, Sr. presidente, a lei de 12 de setembro
de 1866 nao marcoa prazo improrogave! dentro do
qual o governo Bzesse o resgate, deixod ao arbitrio
do governo-flxar este prazo.
O governo estabataeea o periodo de seis mezes,
e acaboa de proroga-lo por am decreto, fondado
em raides a fundamentas da maior procedencia.
A eqairocago do nobre depatado pelas Alagoas,
nasce de suppor qua a tai ordeos que em prefl-
xado tempo se concluisse o resgate.
Ootro aogano do oobre deputado pensar que
dessa sopposta (tita de rsgate resolta k ctecula-
gao algum augmento de papel, qaaodo a ventada
qae, felto oa nio o resgate das notas do banco qoe'
cabe ao governo realizar, a somma de papel circu-
lante sempre a mesa, eom a s, dfareaca qae
coutlptU por algum tempo mals. a.lgao] papel bad/
II FflVFI
cario do que papel dd foTermr, M o re^Jt* d sd
Ozer, oo mais papel do governo do qae do banco,
se eflectuar-se o resgate, e somma, o papel cir-
culante nao se altere.
O Sr. Tavares Bastos da' am aparte.
O Sr. Presidente do Conselho :O nobre da-
potado qaer loterromper-me : isto nao loe asien-
ta bem. Accusa-roe, quero explicar roe, e 8. Exc.
nio cessa de dar-roe apartes.
O Sr. Tavares Bastos : Nao os dare mais.
O Sr. Presidente do Cc.nselho:As razoes pelas
quaes o governo nao fes todo o resgate da impor-
tancia das notas da 2a e 3* parcellas, vrn eipostas
no relatorio, como as qae actaaram para qoe se
nao resg'ttasse a quaolta dos 11,000:0004. O nobre
depatado achoc procedentes estas e nao aquella?.
Porque razo ?
O Sr. Tavares Bastos d am aparte.
O Sr. Presidente do Conselho ;Ja' se v que
o nobre depotado nao tem palavra ; no momento
em qae promeite silencio, qaebrc-o.'
A segunda parte do libeilo d nobre drpotado
pela provincia das Alagoas versa sobre a iobsti-
tuigiio de notas do thesooro por outras da mesroa
origem, quando algomi'classe de valores, oo por
dilacerago, o falsiflcagSo, tem de ser recobi-
da a' caixa da amoriizagao ero troca de aovo* va-
lores.
.topera?5 d* "thstiioicao, a partir do aono de
1844 sob a ad miis tracto do Sr. Manoef Alvw
Branco, lem-se feito-, ora'pro sopprimeotosdacaf-
ia de amoriizagao, ora per meio da renda gerai,
maniendo por isso as- tbesonrarias, no primeiro
caso- e o thesooro no segundo", urna conia crrente
coro a secgo de snbstitaigo do papel-moeda da
caixa.
So& e rgimen desse expediente acontece qce en-
tre a sabida dos novos valores e a mirada des va-
lores coi* troca se pretende ba nm lempo era qoe-
a emisso do papel-moeda mals do que devra
ser, embora nao cesse nem se interrumpa por par-
te do thesooro- o reconbeclmenle das iotas qoe d*--
vem ser substituidas.
Os relatorlej dos meas antecessores exponham
* operago como se fosse de iseontesJare! leaali-
dade.
> Sr. Tavarss. Batos da' nm aparte.
0"Sr, Presidente do Cujiselhc:O nosrs depa-
tado decididamente qoer embaraear-me a palavra.
E' osa intolerancia infantil. Comeas a desdar da
coropsleocia do nobra deputado para ser mes juiz :
n8o passa de aecusador.
A diflferenga enir meu relatorio e os aaterio-
res qoe os relatorlcs anteriores nao dlzis pa-
lavra sobre a legalidad oo illegalida.de da pratica
e o meu relatorio declara que a pratica pode dar
e tem dado Ingar a aboso, qne deve cssur c^ao
contraria lei de 31 de mato de 1850.
De sorte qo8 daqnillo qoe con.-Uloe om njeri:
no relatoricdotorrente aono, a franqueza,.* nobr-
deputado pela provincia das Alagoas qnw fazer
rae uro grave capitulo de accosago 1 '
O nobre denotado pela provhacia das Alabeas ci-
toa, para accaser-me, as pararras do nobre ns-
coede de Itaberaby em om debate sobre este am
suaapto o anno passado na cmara malicia. Mas-
a opinio do osare vsconde-de Itaboraby sao fa-
vorece o intento- do nobre depatado contra mim. C
qoe dixia aqoelre honrado senador T Dizia a cstra-
nhava qae, estando reunidas, ha* mais de loa-
tro mezes, as crinaras, nao sfr-o ministro de ento
nao kouvesse dao costa do aoto ao corpo legisla-
tivo, mas, ao contrario, procorasse oshxnr a pra-
tica carao normal.
Eu proced diverseajente ; eonseaii qoe a pr-- *
tica proseguisse, coma firme intengo de pedir ao
corpo legislativo escusa, era vista da absoluta ne-
eessidade do thesoaro na occaso.
Sigo a dontrina que no mesmo debate snstentou
no senado o referido senador, a saberqae zcim
de todas as dsposic.3es vigentes esta' a obrigago
de salvar a sociedade, ama voz qoe o governa
d t-na de seas actos aos representaates da na-
gao e sa sujeite ao seu julgamento.
O Sifc Tavares Bastos :A lei do aaao passado-
eslabeleceu apenas.
O Sr-Presidenti do CoNSBuro :A lei do an-
no passado nao creon pena algama, r ferise ac--
art. 171 do cdigo criminal, qne mais velbo do
qae o nobre deputado, pois de 1830. Nem a lei
de II de selembro V 1866, nem-a de 31 de maio
de 1850'crearam peses : a penalidade do eooigc-V
criminal. A pratica de que se trata era vedada pe- 1
lo espirito e pela letra da lei de t859;
Eu declaro formakaeste no relatorio, donde se
segu que o nobre deputado nao fez achado repe-
lindo as minhas palabras. O sw iwt sr> m .
irar que nao ha va orgeacia em prosegnir a pratica
adoptada, e foi t que fea. Ahi esta' a qaesio, e eu
entrego ao juizo da cmara.
O Sa_ Tavares Bato : Confessa o facto. Va-
mos ao Capitolio dar gragas^os deuses.
O Si. Prb.-identi-'do Conselbu : Na** gosto.
ja disse, de bymnos, nem em prosa, nem m ver-
so ; o que desejo relatar llbellos como os do no-
bre deputado, deixraios os bymnos e os loovores
para as oaiurezas privilegiadas.
Acredito, Sr. pre#Wente, ter leito cahlr o libel-
lo. (Apoiados.)
Vozss :Perfeitamente.
O Sextavares Bastos :-Confessa o facto, &-
diz que o libello cahio.
O Sa. Presidente do Con-ii.o :Pois a ca-.
mar nao tem o direito de faxer cabir o libello T
O- Sr. Tavares- Bastos :1,300:0004 nao .sal-
vara o thesouro quando o dficit de..........
100,000:0004000.
O- Sr. Presidente do Cohuio :Isso nao .
exacto ; o derleit nao de tanto. Lea o relatcrio.
O Sr. Tavares Bastos :E" pelo menos de.. -
50,000:0004. v
O Sr. Presidchte do Conselho : Quem de
100,000:0004 passa lo rpidamente a 50,000:0004
bem pode fazer o favor de calar-se emqaanto se-
iba responde. (Riso.)
Descanso no juizo da malaria da eamara.
O Sr. Martinho Campo.:Eo pensava quo no-
da cmara.
O Sr. Prbsidbnte do Comsslho : Quera diz-
cmara dix maioria, e qoem diz maioria diz cama
ra. O que nao posso e nem devo descansar no
jalzo da minora. (Riso.), t
Terminarei pelo pedido do nobre deputade pelu
provincia das Alagoas. Disse S. Exe. qae o gover-
no podia ainda presar um serv,.o impo?uoiissimo
e era solicitar a sua dernissao. Uro tai pedido,. Sr.
presidente, erabora. feito com to bom modo (riso _
pelo nobre depatado das Alagac, nao esta sos
estylos parlamentares, & por isso nao poda ser de-
ferido.
Serla porvectora.curial qae ea tosse ao poder
moderador, e dissesse.Senbor o ministerio, deso-
ja ratirar-se, porque o nobre depatado petas Ala-
goas e aigons. amigos seos pedem qpe as. retire-
mos-? (Hilaridade.))
O nobre deputado. qne to versado ios esty-
los parlamentares, sabe o qae Ibe compre fazer
para o gabinete retirar-se.
Hasie bem alto a sua bandara,, chame a pos tos
os seus amigos, laca com que o governo nao tenba
maioria, que elle se retirara', cedendo o lagar ao.
vencedor, mas a pedido, nunca t (Riso.) E vec
talvaz ajadas ao nobre deputado peta provincia.
das a iagas, declarando cmara qae na d ac
governo votos de pora complacencia.
Ivas gravas- cireumstancias do paiz, o qne sarve
franqueza, severidade a patriotismo. -Nada de
condescendencia. Se o governo tem errado, se ao
esta' na altura da situagd, passa o lema da nao
do estado a raaos mais apropriadas
Dula am espirito lorie, Sr: presidente toccopa a
cadeira o Sr. 2a vico-presidente;, e muilo estimo a
mndanga na presidencia para repetir aa palavras
do pbiloscphoque com padres nossos nio se go-
vernam os poros. (Risadas.) Eo, pela miaba par-
le, direi qae com declaragao qoe os poros se nao
gorernam.
O Sr. Satao Lobato :Sio gowrnadcs com jo*-
tiga.
O Sn. Tavares Bastos :Com declamago sao
se governa, isso rerdade.
Q Sr. Phksidente do Conf.lh :Ja aei, como
alteei neste momentc aro pouco a voz, o sobre de-
potado quer dizer que astou declamando ; mas a
declamago nao consiste so tom da yox como na
facilidad? de dlxer oousas qae. nao vam a propo-
sito, pensandoycommover cia e torra oem pala-
vras sem sentido a eom promessas fallases.
Eo nio declamo, porque nao tenbo altas praten-
g5as, antes a torea de dizerem-rae os nobres depu-
tados quem respondo, qae o relatorio sao esta'
oa altara das cireotnstaeclaa, qae a talla do tbre-
no nio esta' na altara da slloagio, tenbo vontade
de repetir aa palanas do pygmo do soaso poeto
Gentil Homem de Almelda :
t Soecorre, Senbor Deas, a qoem te implora
< Favor de o libertar deeta agosta.
(Multo beta, moito bem.)
Vcws-.E" um discurso magistral.
(O orador i maito comptimestado.)
A disenssao Oes adiada paU sera. >
Bada a ordem do dia, levania-te a sessF-

I
LV
IURIO.-RA OASJCT-


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