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Diario de Pernambuco ( Wednesday, June 26, 1867 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/11301

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Wednesday, June 26, 1867

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:11301

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/11301

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Wednesday, June 26, 1867

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:11301

Full Text
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ANNO XLIH. NUMERO 144.
\ ih ->** b"*Sf A
PARA A CVPITAK, IiCOABBt OTVDB SE Hl PAfiA
Par tres netos adiufidas.,. \,.......... .
Parjis illas len.. ., ,1 .1 ., .;.-,.. ,, ., ,*. ., .,
Por uaiu lita.. .1 .j ,j ,j . ,j *j .] vi .; , .
fiala austro falso .1 ..............; .
.-
6.J000
timo
240000
320
m;>*&.vi* 1*
h
UARTA FEIRA 26 DE JUjVHO DE 1867.
PAMA DENTRO E FOBA 4A IVIHICIA.
Pir tres nmt flautado;, v 'r t :.....
Per seis diM idem. !..................
Por aove aiteo dem...........,. .. .. > ..
Por ni MO ido.. 71
i
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DE PERMMBUCO.
A\82iiHi\-3a am ipiidusibiid oi hiaidiil motm^da idi uma & uaaita ama ip&(DMti!f\i!N>aa
IENCARBE6AD0S DA jJJJBSCRIPCAO.
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima;
Natal, o Sr. Amonio Marques da Silva; Aracaty,
oSr. Ai de Lernos Braga; Cear, o Sr. Joaquim
los de Oliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves 4 Phss; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas.o Sr. Franrino lavares da Costa;
Bahia, o Sr. Jos Martins Alves: Rio de Janeiro,
o Sr. Jos RJbefro Gasparinho.
PARTIDA DOS SSTAPETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estabas da va torrea at
Agua Preta, todos os dias.
Ignarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Anto, Gravat?, Bezerros, Bonito, Carnart,
Altiaho, Garanhuos, finique, S. Beoto, Bom Coo-
selho, Agoas Bellas e Tacaran!, as tercas-feiras.
Pao d'Albo, Nazarelli, Limoeiro, Brejo, Pesqaeira,
Isgaieira, Flores, Villa Bella. Cabrob, Boa-Vis-
ta, Oaricury.Salgneiro e Ex, as guaras toiras
adn
___
Seriobem, Rio Pormoso, Tamandar, Una, Bar-
reiros, Agua Preta e Pimeoteiras, "tas quintas
toiras. f
AUDIENCIAS DOS RIBtJNAES DA CAPITAL.
Tnbnnal do commercio : segundas e quintal*
Relacao : tercas e sbados s iO horas.
Fazenda : quintas s tO horas.
Jnlzo do commercio : segundas as 11 horas.
Dito de orphos : tercas e sextas as 10 horas.
tercas e sextas ao meio I
: quartas e sabbades a
I Primeira vara do civel :
SeguaBfcra do civel
1 hUSa tarde.
BPHEMERIDES DO HEZ DE JUNHO
|2 Loa nova aos 2 m. da t.
9 Quarto erase, as 3 h. e 43 m. da m.
17 Loa ebeia as 2 h. e 3 m. da m.
23. Quarto ming. as 2 b. e 36 m da m.
DAS DA SEMANA.
124 Segunda == Nascimento de S. Jlo Baptista.
25 Terga. S. Guilherme ab., S. Febronia v. -
26 Qnana. Ss. Jo e Paulo Ir?, mm.
27 Quinta. S. Ladislao re da Hoogria.
28 Sexta. Ss. Argyrolro e Irineo bb.
29 Sabbado. # Ss. Pedro e Paulo app.
|3U Domingo. S. Margal b.. S. Lnciana.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 9 horas e 18 m. da manhia.
Segunda as 9 horas 43 minutos da tarda.
PARTIDA DOS VAPORES COsTETROS.
Para o sul at Alagoas a 14 e 30; para
at a Granja a 15 e 30 de cada mea; para
nando nos dias 14 dos metes Janeiro, marco,
julho, seiecobro e novembro.
Fer-
Rogamos aos nossos assigoantes da
estrada do Mauguinho Apipucos que esto
dever o importe da suas subscripces,
queiram mandar satisfaze-las, para nao sof-
irerem iuterrupro oa remessa do Diario.
PARTE OFFICIAL
MISISTERIO DA GEB&A
UEPARTigAO" DQ AJDANTE GENERAL, 15 DE
JC.NHO DE 1867.
Ordem do dia n. 552.
Publico de ordem de S. Exc. o Sr. con-
selheiro ministro e secretario de estado dos
negocios da guerra, a relacSo abaixo trans-
cripta dos Srs. officiaes subalternos que
nesta data s5o transferidos de uns para ou-
tros corpos das armas a que pertencem, e
dos que, tendo sido promovidos por decre-
to de Io do corrente mez, sao distribuidos
por diversos corpos.
Arma de artUkaria.
i" regiment de artilbaria a cavado.
Primeiros teoentes: Antonio da Rocha
Bezerra Cavalcante, Boavenlura Pinto da
Silva Valle, Jo3o Luiz Gomes, Luiz Pereira
de Magalhes Castro, Marcos de Azevedo
Souza, Nicolao Ignacio Carneiro da Fontoara.
1 batalho de artilharia a p.
Primeiros tenantes : Alfredo de Escrag-
nolle Tanpay, Antonio Francisco Duarte,
Bibiano Sergio Macedo da Fontonra Costa-
lat, Francisco Ramos de Oliveira Guima-
res, Luiz Carlos Mouro Pinheiro, Luiz
Felippe de Souza Reg, ajudante, Paulino
Paes Ribeiro.
2o batalho dito.
Primeiros teoentes: Aristides Armio
Guaran, Ant nio Joaquim da Costa Guima-
raes, Jos Pinto de Araujo Rabello, Manoel
Peixoto Cursino do Amarante.
3o batalho dito.
Primeiros tenentes: Antonio Gomes P-
mentel, ajudante, Marcos Bricio Portilho
Bentes.
4 batalho dito.
Primeiros tenentes: Alexandre Rodrigues
Abren Lima, InnoceDcio Galv5o de Queiroz,
Pedro Augusto Xavier de Castro.
5o batalho dito.
Primeiros tenentes: Cezario de Almeia
Nobre de Gusmao, Feliciano Antonio Ben-
jamim, Francisco de Paula Ferreira Fortes,
Joao Roilrigues Barboza Jnior.
Arma de cavallaria.
t regiment.
Tenentes: Manoel Jos de Araujo, secre-
tario, Francisco Varia de Mallos Telles de
Menezes, Manoel da Costa Ferreira, Antonio
Bento da Costa Tourinho, Antonio Virgilio
de Carvalho, Joaquim Theodoro da Silva
Freir.
Alfcres: Domingos de Oliveira Junquei-
ra, quarte'.-mestre, Luiz Affonso dos Reis,
Jos Lino da Rocha.
2o regiment.
Tenentes: Joaquim Alves de Macedo,
Manoel Luiz-da Rocha Osorio.
3o regiment.
Tenentes: Vasco de Azambuja Cidade,
Augusto Ernesto Estrella de Villeroy, Pau
JinoCaetaho de Souza.
Io corpo de creadores a cavallo.
Tenentes: Fornandi Antonio de Araujo
Muniz, Francisco Pires de Camargo.
2o corpo dito.
Teoentes: Guiihermioo Jos de Barros
Cachapas Chaves, Jeronymo da Fonseca Villa
Nota.
3o corpo dito.
Tenentes : Jos Antonio do Santos Caval-
cante, Julio Marianno da Silva, Genuino Ce-
zario Nones,
4o corpo do.
Teoentes: Francisco Maria Pinheiro Bit-
tencourt, Jos Fernandes Jnior, Zeferino
Jos Pereira de Souza, Carlos Machado Bit-
tencourt.
5o corpo dito.
Tenentes: Joo da Silva Barbosa, Julio
Cesar Carneiro da Fontoura, Francisco de
Carvalho e Silva.
Arma de infantaria.
Io batalho.
Tenentes: Marcos Antonio de Albuquer-
que Mello, secretario, Francisco de Paola
fereira, ajudante, Flammio Antonio de
Vascoticellos Machado, Leocadio Jos Ro-
drigues, Joo Pedro Xavier da Cmara,
Pompilio da Rocha Moreira.
Alferes : Sebastio Raymundo Ewerton,
quartel meslre, Antonio Carlos Franco de
S, Eagenio Angosto de Mello, Joo Jos
de Toledo Ribas, Joo Clsostomo Gomes
2o batalho.
Tenentes : Francipco da Fonseca Klgnei-
redo, Joaquim Evaristo dos Santos, Manoel
Anselmo Pereira Goiraares. Jos Thpmaz
Carneiro da Cunha, Manoel Clementino
Carneiro da Cunha Aranha, Manoel Bezerra
de Albuquerqae Jpnior, Henrique Chris-
tiano Benedicto Ottoni, Jos Marcolino de
Andrade Vasconcellos.
3o batalho,
Tenentes: Antonio Leopoldo Pereira da
Cunha, Jos Machado de Souza,- Fernando
Jos da Gama Lobo, Francisco da Lapa
Trancoso, Jos Marinho de Azevedo Villa-
Nova, Francisco-Flprencio Pinheiro Pessoa,
Francisco Antonio Lsitio da Silva.
4o batalho.
Tenentes: Joo Rodrigues Garca, Joo
Pereira de Medeiros Vasconcellos, Fortuna-
to Melcbtades Ferreira Lobo, Marianno Jos
de Ges.
5o batalho.
Tenentes: Candido Marta Alves, Anto-
nio Jos da Costa, Honorio Clementino
Martins, Antonio Joaquim Guedes de Mi-
randa.
a batalho.
Tenentes: Esperidio Jos Muniz, Fran-
cisco das Cnagas Pinheiro, Francisco Anto-
nio Machado, Jeronymo de Amorim Val-
porto, Vicente Ferreira de Faria Goiabeira.
7 batalho.
Tenentes: Manoel Germano Guedes Al-
coforado, Joaquim Alves de Freitas,
8o batalho.
Tenentes: Pedro Pierre de Carvalho,
Polycarpo Jorge de-Campos, Jos Longuinho
da Costa Leite, Francisco de Panla Mon-
teiro de Albuquerque, Joaquim Pedro do
Reg Barro.
9 batalho.
Tenentes: Francisco Genuino Sim5es,
Pedro Velho de S Barreto, Secundino
Alves Velloso de Mello, Albino Jos de Fa-
ria, Pedro Joarjuim Alves, Carlos Nunes de
Agoiar, Pedro de Alcntara Tiberio Capis-
trano.
10 batalho.
Tenentes: Urbano Venceslao Gomes de
Carvalho, Antonio Vicente Ferreira da Fon-
seca, Alexandre Fracisco da Costa, Frede-
ricoJos Wickinliagem, Jos Geraldo Go-
mes.
11 batalho.
Tenentes: Raymundo do Nascimento Pe-
reira, Joo Ignacio de Oliveira Cavalleiro,
Solino Velloso da Silveira.
12 batalho.
Tenentes: Domingos Baptista de Carva-
lho, Domingos de Azeredo Coulinho, Cos-
me Ribeiro de Carvalho.
13 batalho.
Tenentes: Liberato Rodrigues de Fignei-
redo, Miguel Cabral de Moura, Joo Marinho
Falco.
- 14 batalho.
Tenentes: Paulo da Silva Alves, Anacleto
Francisco dos Reis, Josino Francklim Bel-
lota, Clementino Jos Fernandes Guima-
res.
Alferes Manoel Firmino da Costa.
15 batalho.
Tenentes: Carlos Manoel de Lima, Do-
mingos Pereira da Silva, Manoel Antonio
Sudr, Francisco Severiano Benicio de Car-
valho, Epiphanio Manoel de Carvalho.
16 batalho.
Tenentes : Fre'derico Augnsto de Souza,
Antonio de Vera-Cruz Doria, Americo Cons-
tancio da Silva Godinho, Felinto Elisio da
Costa, Joo Nunes Sarment, Contancio
Querino de Aguiar e Silva
Alferes Gregorio Alvares de Siqueira
Bueno.
17 batalho.
Tenentes : Julio Augusto Carlos da- Silva,
Aureliano Pires de Paria, Francisco Anto-
nio de Macedo, Constantino Pedro Duarte,
Jeronymo Fernandes da Silva.
. 18 batalho.
Tenentes: Francisco Antonio de Deus e
Costa, Jos aples Talles de Menezes. Ma-
noel Martinho dos Santos Abreu, Joo Ma-
chado de Souza, Delfino Jos Gouva.
19 batalho.
Tenentes: Manoel Estevo de Andrade
Vasconcellos, DomiDgos da Silva "Nunes,
Francisco Jos Cardoso Guapor.
20 batalho.
Tenentes: Claudino Jos dos Santos Fer-
reira, Jos Craveiro de S, Jos Ignacio
Pinheiro, Paulo Antonio Ferreira Lisboa,
Antonio Martins Milameixas.
21 batalho.
Tenentes: Rodrigo Pinto Homem, Fran-
cisco de Paula Xavier, Felicissimo Jnior,
Jos Virgilio de Lemos, Antonio Augusto
Nogueira Bauman.
22 batalho.
Tenentes: Boaventura Leilo de Almei-
da, Justino Pessoa de Andrade, Firmino
Jos Espinla, D. Faustino Jos da Silveira.
Alferes Verissimo Mximo Gomes d
Silva, Jos Salustiano Fernandes dos Reis.
O teneote-general Joo Frederico Cal-
dwel ajudante general.
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA-
Funcciooou bontem a assembla provincial com
28 depotados.
Approvada a acta da antecedente, o Sr. secreta-
rio leu um offlcio do secretario do governo, trans-
mlttindo os autographos das resolucSes da assem-
bla de ns. 745 a 752 sanecioaados pelo Eim. pre-
sidente da provincia.
Passande a ordem do dia, continen a discutir o
projecto de orcamento provincial, e approvon to-
dos os artigo da despeza, com algumas emendas e
mais o artigo 46 da receita, (aliando sobre suas
materias os Srs. Costa Ribeiro, Ramos, Ayres Ga-
ma, Amrntbas, Maranhao, Gaspar de Drnmmond,
Amorim, Soares Braodo, Lopes Machado e Sonto
Lima, fleando adiado o art. 47 at que sejam im-
pressas as emendas elle offerecldas.
Levantoa-se a sesso as tres e meia hora: da
tarde, designando-se para ordem do dia seguate
a continnaco da antecedente, e mais a 3* discus-
so do proiecio snbstutivo ao de n. 31 deste auno.
Ha ponco demos noticia nesla Revista da
idea que nutre o Sr. l)r. Manoel Firmino de Mello
de (andar nm peoslonato agrcola nesta cidade ; e
as poucas palavras que ento consignamos, ma
nKestamos a nossa approvacao i idea pelos (rucios
que podem d'ella resultar em beneficio do pau,
sem que descessemos a dar orna snmma do esta-
belecimento e de suas relagoes. No sentido, pois,
de completar aquella noticia, e satis(azer a es-
tas conlicoes, valamos a oceupar-nos do referido
pensinalo por meio de sua exposicao rapld> do
sea organismo.
Este estabeleelmento lera por objecio o ensino
profesional da a/rlBliura, a qual entre nos sen-
do o elemento principal da'riqueza social, tem sido
no entretanto abandonada at boje a um enltivo
rotineiro, disperdicio completo da fortuna publica.
Esse ensino dividido em duas seecSss; a* pri-
meira oa a elementar prepara operarios e regen-
tes agrcolas e florestaes; a segunda ou a superior
babilita agrnomos, engenbeiros agrieolas, sllvl-
eotores e veterinarios, sendo o ensino elementar
essenoialmente pratico, dado em terrenos apro-
priado- a sua natnreza, e o superior no proprio
pensinalo.
O ensino elementar e o superior constavam das
difTerentes materias que Ibes sao relativas, forman-
do quatro cursos especiaos; Isto , curso de agro-
nomos, enrso de silvicultores, curso de engenhei-
ros agrieolas e corso de veterinarios.
Os dons cursos primarios comprebende 3 annos
de tbeorla e 1 de pratlca ; e os dous ltimos, 3 an-
nos somonte.
Alem disto ha annexo ao estabelecimento um
ensino industrial, divididos em commam a todas as
artes e odelos industraos e profhsdes industriaos;
e em especial as diferentes artes e offlcios, em-
prebendeudo tanto um eomo oulro urna parte tbeo-
rica e ootra pratica.
Este ensino snbdlvidido em dona.-yos com
disciplinas especiaos sendo destinado o V grao a
formar directores de fabricas e efflcinas%'1egra-
pbistas, cbimicos, tintareiros, machinistas, mine-
ralogistas e conductores de differentes (rabalhos.
O pensinalo reqaer, como parles complemen-
tares.e essenciaes-aos variados ensinos, um hospi-
tal veterinario, urna offlcina sidorotbecbimica, urna
botica veterinaria ; um laboratorio chimico.e re-
positorios das artes agrcolas; teremos para de-
monstraras agrcolas e botnicas; um musen de
machinas, modelos e Instrumentos e productos
agrieolas, um gabinete de collecgoes modelos e
ntencilios para servico e demonstracao das. difTe-
rentes aulas; urna blbliotbeca e sala de estado ;
om deposito de animaes productores; o ezposioSes
geraes e especiaos agrieolas.
Alera disto, tiavera' es seguales estabelecimen-
tos industriaos : urna blbliotbeca, um gabinete de
physica, um laboratorio chimico ; Am musen de
modelos, desenbos, instrumentos e todos os objec-
los proprios para a illustracao do ensino Indus-
trial.
Como Incentivo aos alumnos, sie eslabelecldos
12 premios pecuniarios annuaes para serem confe-
ridos aos mesmos alumnos, ojflbe mostrarem mais
habilitados nos differentes ct$os professados no
pensionato, bavendo tambem concursos com adju-
dicado de recomoeasas e premios de honra.
Oeste apanbado da essencia do referido pensio-
nista, v se sem esforco qual a sua importancia, e
quaes os (rudos que delle ha a esperar com pro-
veito de (odas as classes, sendo, portante, nara de-
sojar que a' idea se d a devida proleccao.
Amanbia a arrematado das bicas e chafa-
rles da Companhia de Beberibe.
Os Srs. Laillhacar & C. distribuem o catalogo
de sua livraria, a. ma do Crespo n. 0.
Pelo Sergipatio vlndo de Fernando de Noro-
nba, nos escrove em data de 16 do corrente o se-
guate :
c Nao sei que mo fado persegue este presidio,
que parece baver sempre nessa capital ama mi
vontade, era satisfazer-se as suas necessidades, (al-
gumas at bem palpitantes, como a primeira de
que trato) apezar roesmo das ordens da presiden-
cia da provincia, expedidas sempre em tempo.
c Desde marco de 186S (mais de dous annos)
que se pedio para a igreja, ornamentos e para-
marlos para a celebrarlo dos offlcios divinos, e
at hoje nao tem sido tal pedido satisfeito.
c A qaasi dous annos que se pedio sipo embe-
curuDa, on litara para arrochar saccas de lia, vis-
to haver-se extiacto o poaco sipo qae produz a
ilha, e nao satisfazer as cordis de andaime de que
se tem nzado, e nada de virem I entretanto qae se
aproxima a colbeila dj algodao, e que tem de ser
exportad) como la eosaccada.
a O regulamenlo do presidio manda destruir os
vegetaes prejudiciaes e substitu los por plantas
uteis, de arvores frutipheras, e que produzcm raa-
deiras de construeco ; padio-se a' quasi tres an-
nos sementes semelhantes as que parecern: mais
proprias ao clima e terreno, e at hoje nada de no-
vo l.... alm disto muilos objectos que por cireums-
tancias qae nos sao estraobas deixam de ser en-
viados, qaando sao satisfeilos o? pedidos a qae
pertencem, cahem no olvido (se nao em exer-
cicios Bndos) fleando o presidio soffrendo por isfo
privacoss, as vezes bem sunsiveis : tambem tem
acontecido virem objectos diferentes dos qua se pe-
dera,-e ontras vezes alguns dos pedidos, de pessi-
mas qaalidades; pelo qae appellaraos para o me-
retissimo Sr. coronel Jos Mara Ildefonso Jacome
da Veiga Pessoa, actual director do arseoal de
guerra da provincia, que conhecedor oftao de3te
presidio, e das precisOes a que esta' sageito o mis-
mo presidio, (visto que ja' o governou) nao deixa-
ra' que continu seraelbante.systema lo pernicioso
ao regular servico deste presidio, mandando satis-
fazer sempre em tempo seus pedidos, e que ve-
nham os de antlga data.
O invern aqu tem corrido satisfactoriamen-
te, o que promette nma boa colbeita.
O estado sanitario do presidio bom, e sua
tranqailidade contina inalteravel.
Hoje as 10 horas se extrahira' a 42." parte
da lotera a beneflcio das familias dos voluntarios
da Patria ( 25") sendo o maior premio 6:0005000.
Passageros do vapor brasllelro Santa Cruz,
entrado dos portos do sal :
Manoel Jos Bastos, D. Francisca Bloxoo, e 3 fl-
Ihos menores, D. Feliciana de Lyra, Jos Custodio
Fernandes, O. Simn e 2 filbos menores, 1 inferior
e 4 pracas de polica, condemnados Matbeos, Palo
Valenie e Fernandes Pereira, Jos da Costa Lima,
sentenciadosTjaiz Goncalves de MOTaes, Gryllo e Do-
mingos Jos de Sonta Braga,William Marsdens, Mar-
chales Giamano Parqnada, Emile Kecha, Gustavo
P. de Oliveira e Beltiolo Jos Pereira, sua seuhora
e 2 Sirios, Kahu Saleoer, Jos Marques dos Santos
Carrega, Amarico Erevelano de Andrade Guerra,
Ciorindo Ferreira Clao e 2 escravos, J is Joaquim
de Oliveira, Antonio dos Santos Oliveira, Manoel
Joaquim de Almeida, Jos Pedro, Joaquim dos San-
tos Maria. Manoel Jos de Lima, Antonio Lazeri.
Manoel Goncalves do Nascimento, Clarindo Mar-
ques Viann, Salvador Leite Nedigas, Manoel Joa-
quim Maia, Jos Antonio da Rocha Cyacletlco Ame-
rico dos Santos, gandido Jos de Figueiredo.
Segaem para o norte :
Jos Henrique Loareiro, 34 pracas de pret, An-
tonio Lmz Correa, Joaquim Vielra Gulmares, l-
ente Raimando Pereira de Carvalho, cadete Joo
Ferreira Leite Jnior, capito Joo Ferreira Leite,
Jos Marianno da Costa Res, Jeronymo E. de Soma
e sua senhora, M. J. Seve, Ramn Valladers, len-
te Joaquim Rodrigues de Soaza, Jos Allino, con-
demnado Jos Mara Gomes e 2 pracas, Verissimo
de Soaza Costa.
Passageros do vapor Mamanguape, vindos do
Aracaty e Ass:
Lucio Ribeiro Guimares, J. Correa dos santos,
Eduardo Correa dos Santos e urna escrava, Fran-
cisco Antonio Cbfon.
- Passageros sabidos para os portos do norte
no vapor Sanra Cruz :
Antonio C. de S. Carneiro e sna seobora, D. Ma-
ria de Barros Brrelo, Manoel R. Mendonca, Jos
Vellacoto, D. Maria F. Borges e um creado, Joa-
quim Anicro de 0. Souza, Jo5o G. M. de Mello,
Francisco Campello da S. e n creado, Newtto
Campeilo da Silva e um creado, J. Amerioo de K,
W-inora Robeiosom, nm sentenciado, 9 orabas, l
eoferior, Dr. Sllviaa F. Cisneiro te Cunha.
Passageros do
vindos de Fernando :
Alexaodriaa Maria
dos.
blate brasllelro Sergipano,
da Conceijao e 8 sentneia-
CHROMCA JUDIGURIi. *
armas insulficientes l vem as ameacas aos
poderes polticos do estado, as allus5e< ao
poder moderador, e at se reccorre a movi-
mentos armados, como ja vimos em outros
tempos.
O resultado de tdo isto nao pode ser oa-
tro se n5o a descrema do povo nos bomens,
e as instituicts.
Ninguem acredita sinceramente nasqnei
TRIBUNAL n.V REL.VC.40
SESSAO DE 22 DE JL'NHO DE 1867.
PRBSIDBWCIA no BXM. SR. C0N8RLHBIR0 SOUZA ,
As t) horas da manhia, presentes os Srs. desem-,xas das opposices. Acostumados a ver ludo
bargUdores Santiago, Gitlrana, Guerra procurador pelo prisma da exagerarlo, e dos despeitos
da ora, Lourenco Santiago, Almeida Albuquer- pessoaes, n30 acreditamos niquillo, que mui-
que, Mglia, Assis, Domiugues di Silva e Souza ....,.,,.
Leao^lndo o Sr. desembargador cba Caval-, ws v e a veruade.
cantoSfio.se a sesso. i Respondemos logo sem mais reOexo
Pasas os feitos deram-se os segontes juiga- isto nao passa de arma de opposicSo : vejam
mt-*, d n k a o com ue exageraco, e invirosimilbanca es-
ios*us7"^^^ i* altendid?s ema'Dm
Das.-Relator o Sr. desembargador Lourenco San- i favor e por IStO eslao apaixonadOS ; C algom
tiago, sortiados os Srs. desembargadores Guerra e i bandido, e vendido que escreve, etc., etc.
Souza Leo.Aaoullou-se todo o processo.
APfBAgSESdvsis.Appellante, Jos Francisco
Tabo7appellado, Luiz Jos Nogueira.Dtspre-
sados os embargos. Appellante, Antonio Carneiro
Machado Ros; appellado, o Exm. visconde de
Suassnna.Despresados os embargos. Appellante,
a fazenda; appellado, Henry Gibson.Despresados
os embargos. Appellante, a Santa Casa da Miseri-
cordia; appellados, os herdeiros do brigadero Gas-
par de MenezesV. de Drummond.Despresados os
embargos. Appellante, o cnsul portuguez; ap-
pellado, Antonio Alvesde Miranda Guimares.Re-
formada a seateoga.
Assignou-se dia para julgamento dos seguales
feitos:
appillacobs civeis.Appellante, Jos dos San-
tos Neves; appellado, Manoel Goncalves Ferreira
eSilva. Appellante, Silva Si Pereira; appellada, a
fazenda. Appellante, Joo SimSet de Almeida;
appellado, Antonio Jos Farruca.
dbugencia ciiiME.Com vista ao Sr. deserabar-
gadorpromotor da justica.Appellante, Antonio
M. Pereira de Souza ; appellada, a ju-tica.
dbugbscia civel.Ao Dr. curador geral.Ap-
pellaow, Seraflm Laarentinode Oliveira Mello': ap-
pellada, Mtri Pastora da Gloria.
PASSAGENS
Do Sr. desembargador Santiago ao Sr. desem-
bargador Gitirana.Appellacoes civeis: appellante
Belarmino do Reg Barros; appellado, Francisco
Cordelro da Rocha Campello. Appellante, Jos do
.-lego Barros Wanderley ; appellado. Loorentino
Jos de Miranda. Appellante, a irraandadede Santa
Rita; appellada, a irmaadade do SS. Saeramen
lo. Appellante, Jos Jeronymo de Albuquerqae;
appellado, Francisco de Oliveira Lima. Appella-
$o crime: appellante, o promotor; appellado,
Antonio Jos Rodrigues.
Ao Sr. desembargador Molla.Appella^o ci-
vel : appellante, Manoel Goncalves de Pinti>; ap-
pellado, Joao Baptista Pe iroso.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gad Lourenco amMtgPj-sAppeRacoo crime : ap-
pelMf, ojaizo; appellab, GrJrrrierma Francisco
de Assis.
Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
gador Lourenco Santiago.appellaco civel: ap-
pellante, Joaquim Ferreira da Costa; appellado,
Manoel Antonio dos Santos Fontes.
Do Sr. desembargador Lourenco Sanliago ao Sr.
desembargador Almeida Albuquerque.Appellaco
crime.: aupellaole, o jnizo; appellado, Pedro Jo;
Duarle. Appellaco civel: appellante, Francisco
Jos do 0; appellado, Jos Honorato Chaves.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerqae
ao Sr. desembargador MollaAppellacSescrimes:
appellante, Manoel Jos de Sa; appeh'ada, a justi-
ca. Appellante, ojuizo; appellados, Francisco Lo-
pes de Soaza e outros.
Do Sr. desembargador Mona ao Sr. desembarga-
dor Assis.Appellaco crime: appellante, Joo Jos
Marqoes; appellado, o juizo
Do Sr. desembargador Assis ao Sr. desembarga-
dor Domingues da SilvaAppellaco crime: ap-
pellante, o jnizo; appellado, Severino Jos Ferrei-
ra. Appellacjs civeis : appellante, a viuva de
Francisco das Cbagas Cavalcante; appellado, Chris-
tovo Xavier Lopes. Appellante, Joaquim Ribeiro
d- Moraes; aopellado, Tnomaz Antonio Pessoa de
Andrade.
Do Sr. desembargador Souza Leo ao Sr. desam-
gador Santiago.AppellaQdes civeis: appellante,
Manoel de So>.a Tavares; appellado, Joaquim Jos
dos "Santos Andrade. Appellante, Antonio de Sou
za Lealdade; appellada, a cmara municipal.
Levanou-se a sesso as duas boras e meia da
tarde.
ommunicados
Gomo qaer qne inimigos meus tenbam
assoalbado, que eston de viagem para (ora
da provincia, declaro mui terminantemente
que inexacto; que d'aqui, em meu post o
de bonra, me nao arredarei por nem u m
modo, no rme proposito de sustentar a
todo transe minba dignidade, alias, sempre
protegida, merc de Deus, por grande
somma de conscidficia e de rz3o. Des-
prezo, pois, arteirices e calumnias adrede
forjadas contra mim ; e contino em mi-
nba clnica, com o cuidado do costume.
Recife, 25 de jpoho de 1867.
Dr. Carolino Francisco de Lima Santos.
O abatimento do espirito publico, o indi-
ferentismo que reina era certas classes para
com os negocios pblicos, concorrem para o
indiferentismo e abatimeoto de nossos par-
tidos polticos ; e trazem o funesto resolta-
do, de s viverem elles pela forca que Ibes
d o elemento governimental, e nao pela da
opinio publica em que deveriam appoiar-se.
O partido que consegue o poder em vez
de procurar a detfruicao da influencia do
seu adversario pelas armas da raz3o, e da jus-
tica, usa logo das que lhe fornece a acejio
governamental. Fortifica-se as posicSes
officiaes, e dahi afronta moitas vezes a opi-
niao publica, e persegue os contrarios, que
lhe fazem face.
Os adversarios, sem a gwndeza de animo
necessaria para arrostrarem o vandaval, dei-
xam-se cegar pelas paxoes polticas, pelos
odios pessoaes, e na arena jornalistica per-
dem logo a precisa calma, sem a qual ne-
nbum resultado podem tirar de seus meios
de accao.
A eia(?erac5o, o a vi I lamento dos caracte-
I res- mais importantes, o depois a defamaco,
j a injuria, e muitas vezes a calumnia s3o as
armas qae logo nos pritaitros combates sao
i empregadas.
i E qmndo no furor da peleja julgam estas
O partido poltico, que at bem pouco
tempo brilhou na arena jornalistica desta
provincia pela sensatez de sua opposicSo,
sempre de conformidade com os saos princi-
pios de seu cdigo poltico, foi o conser-
vador.
Partido da ordem por excellencia nunca
aspirqu o poder senlo pelos meios, qne ibe
facilita a nobreza de seus principios.
Foi sempre sustentculo do tbrono, res-
peitador do principio ua autoridade, e dos
poderes do estado legtimamente constitui-
dos.
Si urna ou outra vez volou alguma dis-
posicao de le, s urgentes necessdades do
estado a isto o levaram.
Ser custoso apontar urna lei desrespeita-
da pelo partido conservador, sem que as
cmaras se nao pedisse o bil de indemni-
dade.
Por crcumstaocias especaes, que n5o de-
sejamos apreciar, transformacoes polticas
se foram operando, at que o partido con-
servador deixou o poder, e como que foi des-
apparecendo, a ponto de o quererem dar
por morto.
Dizia-se as cmaras, que a razo de ser
do partido conservador tinha completamente
desapparecido, e com ella o mesmo partido.
E isto se proclanftva, por que os liberaos
tinham abracado os mesmos principios, que
destinguiam da sua a bandeira dos conser-
vadores ; e compunham entao urna s fami-
lia, disposta a cuidar com empenho na feli-
cidade da patria commam; no bavendo por
tanto mais razo para a existencia dos dous
partidos.
Dessa. utopia resoltou o que todos nos
temos observado.
Tres partidos em vez de dous, sendo que
o intermediario ou terceiro tende necessa-
riamente a ser absorvido por um dos dous,
ou por ambos, nicos que em nossa forma
de governo, e segundo os nossos hbitos po-
dem politicamente existir.
Do amortalhamento do par'do conserva-
dor alea sua ressurreicSodecorreuum certo
espaco d lempo (si bem- que curto) mais
que sufflcien'e, para nelle se opperarem
certas reformas proprias da marcha que leva
o seculo em que vivemos.
Em sua ressurreigo encontrou o partido
conservador o terceiro partido, o ligaeiro,
depois progressista, armado em guerra.
Encontrou tambem caneados e descremes
em seu proprio seio ; pois as lulas passa-
das, e o que se presenciou na chrysalda-
cao do partido progressista, abateu as torgas
a uns, e fez descrentes a outros.
O partido progressista, acastellado no po-
der, entendeu n5o consentir que delle se
aproximasse o conservador pela brecba das
urnas.
Este, ainda enfraquecido nesta provincia,
pois n3o tivera o necessario cuidado de bem
fortificar-se na opinl5o publica, e soffrego
pelo poder nao teve paciencia para esperar
mais tempo, acceitou urna liga temporaria
com os liberaos, e offereceu combate ao ad-
versario, que o fulminou com as armas, de
que lancam mo todos os partidos, ojiando
no poder.
Desta luta.e daquella liga, resultouao par-
tido progressista urna forte, e violenta oppo-
sico na imprensa desta provincia, opposi-
co que por esta mesma violencia, hoje de-
generada, em inconveniente exagerado nao
pode fortificar o partido conservador na opi-
nio publica, nico baluarte em que deve
aquartellar. -
Nao s a exageracao, e a virulencia preju-
dicam o partido conservador, como tambem
o tom ameacador, em que inconveniente-
mente tem sido escripto alguns artigos pn-
blicados oestes ltimos tempos, nao est de
conformidade com os principios cardeaes
deste partido.
Um partido as condicoes tradicionaes,
em que seacha o conservador, paro de li-
gas, aSo deve, nem lhe convem, usar da
linguagem ardente dos liberaos exaltados.
Suas palavras devem ser pesadas, e re-
flectidas, principalmente em poca t5o me-
lindrosa como actual, em que ventos tem-
pestuosos sopram do meio dia.
N5o por certo de conservador puro em
sentimentos de ordem, e-amor aos dogmas
de nosso pacto fundamental indirectas, e
alluses ameacadorasao poder moderador-
como se lem r.os finaes de artigos de certos
escriplores,.que coilaboramna columna con-
servadora deste jornale se deprehendem
de transcripces fe.tas na mesma columna
com arriere pense de coincidencias dos
dous reinados reproducidas de jornaes de-
magogos.
Em evoca to melindrosa todo quanto nao
fr douUinar o povo, e ganhar terreno na
opinio poblica por meio de urna opposica^
franca, honesta, justa e racional contra os
desvos do governo, ser alimentar-nos com
veneno subtil, qae nos levar ao abysmo,
quando menos esperarmos.
Basta de discusses de campanarios, e
lutas mesquinhas de individualidades, e de
pretencoes de escravisamenlos de ideas.
Quaodo se tem emancipado o corpo
destempeiro a escravido do espirito.
Sigamos o exemplo da opposicao na corto.
Sirvam-nos de guia os escriptos profaodos
dos ilustrados redactores do Mercantil em
que os principios, e as ideas sobresabem s
personalidades.
Urna oa outra critica s pessoas, naspro-
pria do homem de educaco. sem ferir a
dignidade albeia.
Censura enrgica aos que nos governam,
mas censura justa, e de utiiidade para a
cansa do partido.
Desabafos pessoaes tenham-nos cada om
sob a sua responsabilidade individual, e nao
por conla do partido conservador.
Si os homens que se dizem parte mais ci-
vilisada da socielade nio derem exemplos
de boa educaco, de trato fino, aonde iro
as classes menos educadas beber esses
exemplos?
O partido conservador nunca necessitoo,
e nem necessita de favonear as paixes popa-
lares.
A sua missao foi sempre opposta a dos
partidos, qae amam as oomm jges popula-
res, e pretendem dellas fazer escada para
Ichegarem ao poder.
Si a sustentado dos verdadeiros princi-
pios do partido conservador podem trazar o
seu afastamenlo do poder por mais algom
tempo em beneficio das ideas liberaes, nao
importa; comtaolo que, qoando chegar a
sua vez, suba escoimado de ideas perigosas,
e attentatorias de seus dogmas.
Podemos estar em erro, nao duvidamos :
porm este o nosso sincero modo de pen-
sar.
Sabemos que a franca e lvre manifestaco
de nosas ideas nos costar ainda nma vez as
delicadas ironas, e injurias dos articulistas
da pagina conservadora, qae nos ebrismarao
como bem Ibes aprouver.
Nao nos abalarlo. Pugnamos por orna
idea, e esta idea to grande e elevada qae
nao nos deixa ver os pequeos vultos que
nos accommeltem.
Os nossos escriptos ah corrtm desde
1857 sob o mesmo pseudonymo actal-
os conservadores sensatos que nos jul-
guem.
Despensamos os juizos dos despertados,
dos apaixonadts, e dos que s conbecem os
partidos como instrumentos para especula-
coes.
Podem recorrer aos ataques pessoaes, ar-
mas dos que nao sabem comb-ter no campo
da razo e da justica.
Nao desceremos a semelhante arena.
Fazem s justica aos cheles do partido con-
servador, acreditando que elles nio lomam
parte nos insultos que nos dirigem os arti-
culistas conservadores, e que nao qoerera
formar um circulo de ferro, dentro do qual
devam girar todos os conservadores, sob
pena de excomunho maicr.
Recife 23 de junho de 1867.
W.
Partido conservador.
Na adminutrago du Sr. :-"ilveira Lobo, c Sr. Fran-
klin Tavora, nao pode ver com bous olhos que *
nosso amigo o Sr. conego Campos accumohsse os
cargos de bibliotecario da Pacoldade de Direito,
e de professor do Gymnasn provincial ; e elo a
incompatibilidade do exercicio do* don* cargos a<-
saltou-rhe o espirito eomo urna Idea,que Ibe Uve.--
sido despertada pelo zelo no comprimento dos seas
everes, como director da instruccao publica.
Levada a queslo ao conhecimento do Sr. Silvei-
ra Lobo, penson tambem esta eomo o Sr. Tavora,
e nio leve dovida de commuoiear seu peasaoua lo
ao director da Faculdade de Direito, cujas infor-
males pedio em 14 de marco deste anuo, faztn 1
nm longo arrasoado sobre o objecio.
O Exm. Sr. visconde de Camaragibe sao se lea
demorar -om sua resposia ao Sr. Silveira Lobo, a
qual como se ver dissipa todas as dovida?.
Acbando-se publicado no Diario de 18 So crran-
te a integra do offlcio do Sr, Silveira Lobo ao Ex.
Sr. visconde de Camaragibe, necessario gue o pu-
blico tenba conhecimento tambem da resposta ; dos
a damos, pois, Ira mere vendo urna eertldo Olla;
ei-la :
t III m. e Exm. Sr. director.Joaquim Pinto Se
Campos precisa a bem de seu direito, que V. Exc.
se digne de mandar passar-lDe por certidio o ttwor
do offlcio, qae V. Exc. dirigi ao ppesideole da
provincia em resposta a oatro, que este dirigi x
V. Exc. acerca do sopplicanle :
t Nesles termos, espera deferimenlo.hafuim
Pinto de Campos. >
Certifique.Recife, 18 de marco de 1867.
Visconde de Camaragibe.
a Em vrtude do despacho supra, eertiSeo aja*
o ibeor do offlcio de que trata a presente peticio
o segainte :Iiim. e "Exm Sr.Aprio eas
responder ao offlcio que V*. Exc. ote dirigi coa
dala de 14 do correo!-, e que recebi do du 16.
c Sei que o bibliotecario desta Faculdade, co-
nego Joaquim Pinto de Campos, professor de rbo-
torica no Gymoasio, e que diariaaMOle vai dar M-
(5es nesse estabelecimento, sem que para esta Ira
peca licenga a esla directora.
c Sempre jolgaei o biblioibecarioaotorist* Da-
r deixar de estar presente na biklioweea daraaio
o tempo de snas lides no Gyaoasio ; aba s per
qae o governo imperial assim o entendeu, ujaiaie
o nomeou bibliotecario, tabeado qae elle ja era
professor, como porque no art. 141 dos eaUfle
ene niro aotorisi(ao para poder o bibUoibeciiae
deixar de estar presente na bibliotbeca a tm car-
go, dando Instruccfes ao sen ajudante eaeaa licea-
ca da directora.
O artigo 143 dos estatutos, trataad? aos iaaaa-
dimeatos do bibhotbecario, pratereve o mod> paln
qaal o director deve providenciar para taaarlr a
sua falta. Has pola Dio preseaca do biWwttMearK
o caso de que irat* o art. 141, o director acaba-
ma providencia tem a lomar. Sateale, aa taaaa
der iae,em prejaizo do ser veo, aquello eaiarrga4>
-U.
i


:r-
232
boa da aotorisacio, que Ibe 4 srmcedt p*fc>s' pagar, estes seriam deajforad'os, para evtttrem o
statutot, pode o director osa* te aUribuicoo^e -
Ibe compete pele nt. II te* meamos esutotos.
Da ra-de Per*biH?* arta letra. t de Jm:nho de
1867.
3Fa=SS^:
M
i
-Mo por cada individo crean
esta dm e correspondente ao
O 404 abi Oca transcripto
aumentarlo : o flra da pretend
moteo*) xecetiv. pagertem, sen o direiu
rampla discasso sobre asfaltos a> enMHf*-------
Eo, -orm, enteido, que o servico nada sdffre acontece na cobranza doe Iraeoito? ; e a .
con eta tnrv do biMteleeeario daraate o tem- por sua parle seaoereci#regeejejote cobfto-| emprexa a airo de contenas __
po, em Q0A4>i soas ligc* naymasio, ama vex ga, qae nao pcqaeoo,ea qae nio polla star so-' ras; flqaem mnito embora a Isto
que a* XMOttetbeea flqae o tjadante; qae o bitilio- geita, ii porque nada contratara con? os particola-. '
tlvecarie pode administrar pereitamente estabe- res, e ja' pela propria natureza da divida, visto qae,
evindo ella da tervlee feio ana paHteoUres, 10
irnd das suas casas, nada tinba a faxenda qae ver
con isto.
B nao fleoa listo o qae dissemos; aecrescenta-
bos anda qae, nio podendo a f tienda ter o ese-
ttJvo na cobranga de Ues dividas, e nem .obra- por nao ter camprido o
las no san joizo privativo, porqae coostitaia-te

lecimento seo cargo, coatervt-Io na njsjbor
ordem, sera estar constttetaiatono envelo doran-
te todas as horas em qjp este MU abarlo; e qae
pode usar da attrlbufgaoqae Ion i date pelo cita-
do ari. 141, de modo que servigo nio venta a
soffrer.
1 As diversas dispottelef do teg Diamanto com-
plementar por V. Exc 'caladas no offleio, a qoe ta-' eredora pela subrogacio que 'a empreza Ibe (aria,
nbc a honra de rennonter, relativas i freqoencia e esta nao tinba neto urna nem ootra eoasa, nio
dos empregados da Faculdade em geral, devem ser podendo ser sacrificado o principio Jurdico em qae
en:endldas de aceordo e eo harmona com aquel- assentatesta nossa opimio.qual : qae o subrogado
las, qne se acbam expresamente eslabelecidas nos nio pode osar de direitos qae o subrogante nao
esi>tatos. Aqaelle regalamento tem por fim rom-' tenba, segua-se que a fazenda sendo obligada a
pletar os estatutos, e nio derrogar suas disposleSes demandar os particulares no (Oro eommam e pe
expressas.
Sao estas as intorm>goes, qae me cabe minis-
trar a V. Exc, aflm de serem levadas ao conbeci
ment do gcverno imperial.
Deas guarde a V. ExcSecretaria da Facul-
dade de Dlreito do Recife, tS de margo de 1867.
Mra. e Exm. Sr. eonselheiro Francisco da Paula
da Silveira Lobo, presidente da provincia.O di-
rector Viseonde de Camaragibe.
c Secretiria da Facaldade de Direito do Recite,
18 de marco de 1867.
O secretario Jos Honorio Bezerra de Menezes.
A EMFHEZA CAMBR01TB.
Tamos sob os-olbos os daos artlgos publicado
no Diario de 19 do crranle, contestando o qae ba
vemos estrilo sobre a proposta feta n'assembla,
da subrogacao de que trata o termo de ianovagio
do contracto do acete e limpeza desta ctete.
A maneira fugitiva -por qne em ambos estes ar-
tigo.-, se traa da materia, qtve ter convencida aos
entendidos, de qne temos fallado a loguagem da
verdade, no Interesse somente do publico e da fa-
xenda. ssim, lora escasado voiiar a' carga, ur-
que, sendo nosso fim principal desperar a atlen-
gao dos membros d'assembla provincial, diste-
mos no nosso artigo publicado no Diario de 15'
deste mez.o quanto era bastante para preencbe-io,
e a estes cavaUeiros nio falta a precisa capacld.-
de para conhecerem a improcedencia da argu-
nienlago ex adris.
Mas, compre nao deixar sera resposta o qae fol
dito nos artigos de que jgora nos dccopamo, por-
qae eoovem que a questao fique bem elucidada e
esclarecida antt o geral da populagio, urna vez
qne loleressaado ibe ella muito de perto, preciso
qne se Ibe toro-ga dados para formar juizo certo
sobre a solugo, qualquer que tettfaa a mesma
qaestao n'assembla provincial,
Deixemos de parte a susceptibilldade a que deu
lugar a plavra patota, que empregamo?, attribuiu-
do-se nos p r islo, o proposito de ofTander a pes-
soas, e m vontaae a emprexa. Ja' explicamos no
nosso artigo anterior o sentido em que emprega-
naos esta palabra, e nieguen) tinba o direito de in-
terpreta! a diversamente, s actos do governo, do;
seus agentes, e mais suxili res delle, como sao
as assemblas provmeiaes, teitos no interesse so-
mente de un individuo ou eotidade qu equivalba,
sempre se consideraran) patotas, indepndete de
qualquer meio empregado para qae sejam ellas
conseguido;. No caso occurreote, nao s temos um
acto do governo feito no interesse sement de um
individuo, o commendadur Netto, como tamben
elle prejudicial a' faxenda e onerosissirao aos par-
ticulares m geral.
Nao nos referimos a empreza, mas sim a pre-
tendida subrogacio a' fazeoda, e sorneule desta
que nos lemo; occuapado.
Protstanos, pois, coatra a ioterpretraco odiosa
que se dea a palavra patota por nos empregada; e
sem atteugo a ella, discutiremos franca e lealien-
te.
nsiste-se ex adverso em dizer-se que lamamos
a questo no ar, e aecrescenta se, uo artigo sb a
assigaiura , que houve de nossa parte so-
menie o desejo de censurar; e, no que vem anda
sob a assignatura de t Um conservador , qne ba
em nos ma' vontade.
Nao sabemos donde concluirara os dous articu-
listas qae outro espirito, qui nao o do interesse
publico, nos lem dominado nesta discasso.
Comprehende-se bem que o juizo do< articulis-
tas a este respeito, semconvlcoao; seu fim ti-
rar to nos.-o trabalbo o mrito real que tem, (a de-
fesa dos direitos do povo e da fazenda), para que o
nter.sse individual aufira as vantagens, que com
espirito inteiramente diverso, se procura propor-
cionar Ibe.
.Nao nos agastamos com este modo de proceder;
quem nos ler nos tara' a devida ju'tiga.
Apreciemos os dous mencionados artigos em to-
das as suas proposites.
Pnineiramenie cumpre tornar bem saliente 00b-
jecto da questao, e ver se delle efl divamente
que nos i-jos occupado, para que se conbe;a se
tomamos a questao uo ar, como os articulistas di-
zem, ou se eiles a lera descarreado e desfigurado.
Na assemb provincial, em 21 de maio deste
annj loi apresentado o seguate projecto : .
< Ai 1. i. Flca o presidente da provincia auto-
rizado a fazer a subrogagio de que trata o art. 38,
de termo, de innovacio do contracto celebrado a
18 de dezembro de 1863 com o commendadur An-
tonio Gomes Netto, cessionario de Carlos LuixCam-
brone, na empreza do aceio e limpeza da cidade do
Rente.
Art 1 Fica igualmente aotorisado a confeccio-
nar o regalamento preciso, determinando o modo
porque deve effectuar a thesouraria provincial a
cobranza da importancia devida pelos oarticalares
em retribuido aos serve,'- da mesma empreza.
Art. 3. Ficam revogadas as disposigSes em con-
trario.
Sala das commissSes da assembla legislativa
provincial de Pernambuco, 21 de maio de 1867.
Soures Brandao.Ayres Qama.Souza Ledo.
Epaminondas.- Silva Ramos.Carvalho Uoura.
O art. 38 do termo de mnovacio de contracto, a
que o projeetc te refera assim concebido:
O governo se obriga a solicitar da assembla
legislativa provincial a necessana aotorisacio pa-
ra ubrogar-se na oongaejio do pagamento estipu-
lado no presente contracto, mediante as condic5es
que forem accordadas por essa occasiao. a
Di combinago dess duas pecas v s clara-
ramente que o objeclo da quest), que se debate,
a subrogacio, a' fazenla, do direito, qae tem o
emprezario do servico da limpeza e accio desta ci-
dade, de baver dos particulares a indemnisacio por
tal servico, sabrogacao capciosamente eslabeleci-
da no termo da inoovaco do contracto, sob a lar-
mala de obrigacao que a fazenda conlrahiria para
com o emprezario.de pagar- Ibe aquella iodemnisagao,
para qae parecesse que a mesma subrogacio nao
era lambem do direito qae liaba a empreza de ha
ver dos particnlares o pagamento de tal indemni-
saeto, quando, bem ao contrario, em virtude da
subrogacao deste direilo que se pretende constituir
a fazenda eredora dos particulares pea referida
in:l' mn'sacSo, que pagara' a empreza, e eredora
originaria de imposto, para sojeiiar os particulares
ao tremendo executivo, no juizo privativo da fezen-
da.
_ Precisado assim o objeclo que susciten a ques-
tao, vejamos o que dissemos, quando pela primei-
ra vez nos oceupamos delle.
No Diario de 8 do corrente, censurando nos di-
versos actos d'assembla, mais nolavelroente o flze-
mos a respeito daqoelle que conslgnava a fallada
subrogacio, 1 saodo destas palavras :
c Melfior, porem, do que todo isto a tal subro-
gacio do termo de innovacio do contracto de lim-
peza e aceio desta cidade.......
Segando estamos informados, a tal subroga-
cio do contrato torna a fazenda um verdadeiro
caixeiro do Sr. commendador Neiio, com o direito
do executivo contra os particulares, daodo-se por-
taotoa anomala de o subrogado usar de direitos
que o subrogante nao tinba.
E' claro, pois, que smente desta subrogacio, j
dita e mais de urna vez repetida, tratamos como
objeclo da questio.
E como o encaramos nos ?
Examinamos os eftMios da tal subrogacio, para
qae seconbecesse se ella convinba ou nio que se
flzess \ se ella eslava ou nio no interesse do pu-
blico e da fazenda, 00 se ao contrario, ella nio de
via ser feita, por ser prejudicial a fazenda e ao;
particulares, e no interesse nicamente da em-
preza.
E eom effeito, no nosso artigo anterior, disse-
m:s : esta subrogacio di em resultado constituir
os particulares devedores da fazenda; e desde que
se emende que por islo Qearioos parllcalares su-
geitos ao tremendo executivo qae a mesma fa-
zenda tem, deveudo responder no Juizo privativo
della (assim pensara os defensores da subrogacio
na assembla e fra della), teremos que, ao passo
qne o emprezario, livre absolutamente de deman-
das, qae nio seriara poucas, porque malta bio de
ser as faltas da empreza no servj$o qne deve pres-
tar aos particulare.s,flcaria na posieio de um servi-
da do estado, recebendo bocea do cofre da fa-,
zeod a iDdemrjisacio qae 01 parlicalire devem
los melos ordinarios, flearta em neior coadtcio
anda, entretanto que a empreza conservarla 1 sua,
leonina, eomo na ontra hypothese ; porqae, alm
do eocargo da cobraoea, dadas as faltas da empre-
za, 00, por qnalqaer eireomstanca, o nio paga-
mento da parte dos particulares, sustentara ella
demandas de longa discasso, algumas Int-rminv
veis, poado-se na Contingencia al de perde las. a.
entao porgaotamos nos, cogitoa disto a assem-
bla T
Alm de todo isto, dissemos lambem qae era
mullo para causar repugnancia a pretendida sa-
brogacao de pagar ama indemni-c5o de servi-
cos prestados a ootrem, ante cnesmo de recebar
o seu valor de quem o dnvia pagar, sogeitando-se
al a nao emblenlo por causa de faltas aluelas,
isto : por faltas da empreza, qoe receberia ante-
cipada e integralmente tal indemni-agio.
Emqoe sabimosns da questao, apreciando-a por
este modo ? E pdese porveniara dizer, com ra-
zio, qae a lomamos do ar T Nao ficaram bem pa-
tentes us eSenos da pretendida sobragaco T Nao
flcou bem demonstrado que ella sera' feita somen-
te no interesse da empreza, se effeeMvameote fflr
approvada, e contra a fazenda e os paaticulares 7
Acreditamos qoe, n> 1ever que nos impomos de
fallar alto e bom som aos membros da assombla
provincial, para os despertar sobre objeclo de tan-
ta monta, visto qoe maltas vezes, em corporales
taes, passam desapercebidos negocios traaeeoden-
les, e altendendo ao objeto da quesio, nio poda-
mos fazer mais da que fizamos, para convencer,
anda aos mai3 emperrados, de que a tal pretendi-
da subrogacao deve flear sem a approvagio da
assembla, cuja- aitribuices Ibe impoem o devar
ds alteader ao b*p giral da eoaledids, aote da
(dio, lando a torca de vontada necessana para re
provar os actos mos do governo, sera altengao a
individuos, e para zelar os dinbelros da fazenda,
bem como para livrar as grandes massas de po-
polagao de actos velatorios.
Us articulistas, porem, uio pos julgaram assim ;
mas o que dizem em contestado aos nossos argu-
mentos T
Vejamos :
Primeiramente 00 artigo sob a assignatara ***
se confunde o que dissemas sobre o direito de
usarse do executivo contra os particulare?. Eora-
eBeiio, onde vio algoem que dissessemos ficar a
J|qn-ps particulares sob a press
da fazeoda, com detrimento dos seos direitos, sa
crificando-se por esu foroa m contrato no qual o
mprezarlo obrigou-se a baver dirscumeala dos
oarticalares a indemaisacio do arvico que roes
prettasse I
Etretaato o emprezario iocorreu em multas,
primitivo, mas
estas nio se fiteram effsotlvaye Orna innovacio,
aomeoie no seu interesse, se fez, e quer-se qoe a
asamblea approve {
Cbegad je a esle ponto nao podemos nos esqui-
var de oeuparmo-nos desta inoovaco de contrat \
Em qae >e landou ella T
Diz o presidente que a fez,( o Sr Paraoaga' }
que no artigo 48 do contrato primitivo.
Mas este artigo assim concebido :
< Se novos apparelhos forem inventados mais
proprios para o servico, a qoe se obriga o empre-
sario, seri esta obrifado a adptalos, *Mo ajus-
tada com o governo a indemnisagao qocHera o
emprexario recebar pelo augmento de dupexa re-
zuliaate das alteracSss exigidas para esse fim. >
Pois oeste artigo ba quem pussa descobrir lacul-
dade para se innovar p contrato, de modo a nulli-
ficar completamenle o qae fui primitivamente
feuo?
Esle artigo aatorlsa apenas ama indemoisacio
currespondeote ao mehora.me.nto de apparethos.
A proposito porm disto, nio smente se elevou
consideravelmente o preeo da lndemosina(ao, co-
mo se fez desu um imposto para ser cobrado pela
fazenda, pagando esta a empreza, antes de reeeber
sua ojport lucia dos particulares, e qner a receba,
quer nio l
Islo um escndalo qns nio deve ser apadri-
bado.
las, diz o articul sta, is-im se pratica oa corte
com empreza idntica, e aqu acerca das cicadas.
Quanio ao qoe se passa na corte nio sabemos, e
uem queremos que se lome por norma, por que
infelizmente, em materia de escndalos desta or-
deno, a corte nos offerece exemplo em grande es-
cala."
Quaolo porm as calcadas que eotre nos se fa-
zem, nao ta a menor cuuoparaco. As calcetes fo-
rano sempre e sio anda em toda a parle sujeltas a
tiscalisacao publica, para que s 'jara fallas aeguado
padrio, 3 se conservem em psrteito estado^, urna
le proviuuial sugeilou os proprietarios a qf las
sdgna Jo um padrio, sob pena de as maodarrazer
! a cusa delles, e islo se tem observado. Onde est a
seme.liauca docaso,comparandoeeta disposicau com
-a que sojaila os particaiards a verem faz(o ser-
vigj de suas casas, mediante urna 4odemujd|io na-
ga a fazenda como imposto, quando a empreza
: dvste servico se obrigou por um contrato a [aze-
' lo, mediante indemnisacao que cobrarla direcla-
, maule dos mesmos particulares T
Alm da djsparidade quanto a natureza do ser-
vico, d-se o facto escandaloso de nullicar-se um
, contrato, de que resulla damno i fazenda e off;usa
( dos direitos dos particulares ; mas grande proveilo
i empreza!
Pensamos ter respondido cabalmente ao artigo
*fi *Vi*ooio Galdino; em quanto lato se dava, o
terrespooteite fol mandado metier em proeesso
0rint/u4* um desertor qae acollara, ttTecti-
gPtett ;JW pr.cessado e esleva preee por teme-
" crinjel
, fleto poderla nio ter slgoineagao se pro-
!? do..despolismo e do odio poltico d admins-
tracio do Sr. Barbosa da Silva, como elle diz, mas
a aeeio te justica fez-se sentir por danuncia do
benrate promotor, anda qe eeatra os ptnUonores
te polica local confiada aos seos paralos.
Ora, se n'esu ultima adminiatraciu ni > consta
ie elle fcosse perturbado uo sen repooso, e te o
empreza com este dirajto pela sobrogacae Lea- de que at agora nos tem os occupado ; passemos
se o qoe dissemos, e ver-se-ha que' o articulista
disse o que nao est no nosso artigo; eis as nossas
palavras, qaando mostravaraos os enaitos da su-
broga gao :
.......e por outro lado collogar-se os par-
ticulares na condigo de deve'.ore- da fazenda, e
por isto mesmo desaforados, por que se os vai por
sob a jurisdiegao do juizo privativo, teodo cootra
si o tremendo exe:ativo. ...
E mais adianto
poli, ao ou:ro, assigoado por -Um conservador.
Era todo quanto se barmonisa este artigo cora 1
o ouiro, nao tocaremos mais; e como, alm disto,
apeuas fez o correligionario consistir a sua defeza
ao acto que se discute na assembli, na aecessida-
de que tem a empreza delle para que possa ser es-1
t b'ji, cida, disto nos oceuparemos, e em poucas pa-
lavras.
Nao pede empreza alguraa, por mais ubi qoe*se-
pretender que se sacrifiquen) direitos e iqieres
Quer-se que a fazenda use do execalivo contra ses publioos e particulares, para que seja estete-
os pariicalare;; mas como, ?e seodo a fazeoda cida. Alm disto, quem nos garante o bom xesul-
subrogada, nio tem o subrogante o executivo ? ) lado desta empreza ? A experiencia que ba de
Entretanto, este mesmo articulista, evitando dis-. mostrar os eBaitos do systemaque a empreza quer
cutir francamente este ponto, trahio se na sua ar-' empregar. E uem basta dizer que ueste oa naquel-
gumeutagao dizendo: que a subrogacao Ja obn- le ponto do Univero se tem empregado o me.'mo
gaga. 1 do pagamento, e qae a fazeada usa de ara | sysiema com os melbores resultados,
direito proprio, fazeado a cobranga como de outro O proprio senbor Gambroane, quando contratoa
qualquer imposto, e afllrraando que se a mesma fa-j comnosco, nos asseguroo os melbores resultados
zeoda tem executvo em virtude 11 le do fisco
e dos privilegios, que Ibe sio concedidos e nao em
virtude de cessao que Ibe nio foi feita nem o
poda ser.
Oh I pois afflrmou o articulista que a pretendida
sabrogacao da obrigago do pagamento; esta obri-
dos seus motaros apparelhos, mas a experiencia
mnstrou que mal avisados teriamos andado se elles
livessera sido aceites pela populagao. Anda o Sr.
Cambronne, quando pedia o privilegilo cootenia-
va com a livre faculdade de serem adoptados os
eus apparelhos, cora tanto que nio o fessem os de
gagio dos particulares; ella deve correspon ler qualquer outro emprezario,.a assim se fez; mas
um direito; este o que tem a empreza de cobrar
a Indemni-agao, e pela subrogacio nao flca a fa-
xenda com tal direito 7
Sem duvida qae sim: e oeste caso bavera' a ces-
sao, nao do executivo, porque a eaoprezi nio o tem,
perera simplesmenste do direito de.haver a indem-
nisagio dos particulares.
Has entao a fazeada nio pode usa* do execu-
tivo, que direito qae o cedeole nao lem; e por
consegrante nao sustentar o articulista qae a fa-
zenda tem o executivo contra os particulares, para
fazer esla indemnisagio, sem sacrificar o principio
jurdico ja invocado, de nio poder Jo cesionario
usar de direitos qu o cedente na j tenha ; 00 sem
sugeilar a fazenda ao foro commura, e meio ordi-
nario de demandar.
Esta que a qaestao; neste ponto fol qae a
collocamos,*e nem podamos deixar de faze-lo, at-
tendendo ao objecto que a suscitou-
Aqui cabe recordar as palavras que emprega-
mos cima, referlndo-nos a redaego do art. 38
do termo de Innovago do contrato, e sao ellas :
sabregagao capciosamente estabelecida, no termo
de innovago de contrato, sob a f >rmala de obri-
gagao que a fazenda contrahiria para cora o em-
prezario de pagir-lhe aquella indemnisago, para
que parecesse que a mesma subroagi9 nio era
lambem do direito qae tinba a empreza de baver
dos particulares o pagamento da indemnisago do
servigo jue devia preslar-lhes....
E taes palavras recordamos para que se veja
como effectivamente se valeu o articulista da re
daegio capciosa deste artigo, para susteotar qne a
fazenda nio cessionaria da empreza, e sim nos
particulares.
Gestionara da obrigagio do pagamento, diz o
articulista, tocando o emprezario 00 pleno goso do
contracto I
Nio se comprebende isto I
E quem tinba o direiti de c brar dos particu-
lares a indmnisagio.7
A empreza.
E uem o ter, feita a pretendida subrogacio ?
A fazeada.
Porqae 7
Porqae pela mesma pretendida snbrogagio a
fazenda se obriga a pagar a empreza para cobrar
dos particulares.
Logo a fazenda toraa-se, pela subrogacio, cessio-
naria da emprexa ; e se a emprexa' nio leai o
executivo, a faxenda nao pode le-Io.
Mas dx o articulista c a fazenda fax a cobranga
como de outro qualquer inpe-to. >
O articolista pois, chama imposto a indemnisa-
sao a que os particnlares esli sageitos. Nio o
acreditaramos se nao estivesse lio claramente es-
criplo I
Nio ha imposto sem urna le que o decrete
expressameott, tendo por fundamento o bem pu-
blico em relagio ao proveito do contribaute, fila-
da a con tribu icio em proporgio do mesmo pro-
veito, qaer se tome por base o capital, quer o tra-
balbo de cada cidado.
Diga-se com franqueza : que lei creoa o impos-
to pelo servigo de que se trata 7 E qaando se
tratas-e de cralo boje, como serla elle jastifi
catiO 7
Que relagio tem o servigo feito aos aquilinos
dos predios com o proveito qae d'elles se tira 7 E
nal seria a proporgio que se guardara cora re-
lagio a este proveito 7 Qual seria o capital ou
trabalbo, qae dereria servir de base para esta pro-
porcao 7
Nao v o articolista que a ndemnisigao a que
esto suaeims os particulares, uo caso verteote,
por servigo que se ibes fax, e que por conseguate
isto um negocio como qualquer outro, sem ca
racter algum de tributo, o qual por sua naturea
nao pode estar sugeito ao fisco T
A passar esta doufiua, nio ba industria que
nao se possa reduzir a servigo publico, dando a
qam a exarca a faculdade de subrogar a fazeada
01 obngaeao de pagar-lbe o seu irabalbo, fletado
a' fazenda o direito de cobrar a indemnisago de
quem da mesma industria se aproveilar, sob o ti'
tu e de imposto. O que um absurdo.
Esla a verdade, qae se deve dizer sem rebugo,
para qae o povo conhega como se pretende tirar-
Itae .ireitos, e sugeita lo a verdadeiros veamos no
interesse de um individuo, e em prejulzo da fa-
zeoda.
Mas o articulista nio a disse. Todava elle ira-
n o-se anda nag seguales palavras: *
A verdade qae no intuito d evitar comea-
das e demandas pequeas e innmeras, qoe se po-
de riam auselttr, e trizer graves embaragos a em-
prexa, o projecto esubelece a snbrogagio para qae
depois, ludo eovldou para consegalr que f*sse
obrigatorio o uso de taes apparelhos, o, ao cabo de
cinco anuos de lucta iocessante, o conseguio. Sao
passados 9 annos que o privilegio fol. concedido.
e a empreza nao so atada nao funeciooa, coto i
exige luje qae seja a fazerrda quem lite pagae, e
nao os particulares I E diz-se que sem isto nio po-
der funecionar a empreza. E' mirto I Araaoha a
empreza exigir novos favores* e, embora em pre-
juizo dos particulares e da faxenda, se deve conce
der, mesmo a pretexto de serem precisos para qae.
a empreza fuucciooe 7 A prevalecer o argameato
do correligionario chegareraos a este resultado.
Nao, isio nao pode ser um argumento valioso, e
cumpre que a assembla provincial pooha ara pa-
ra ieiro a pr-teucoes tae-, O oegoclo mnito sirio.
Trata-se de direitos do povo, e el es devem ser res-
peitados.
Pomos termo as nossas rerlexdes, assegorando ao
correligionario que temos escripto sobre a materia
repouso no criminoso a impnnidadc, claro que,
assim como o Sr. Olilo Steira procurou desaffron-
tar a lei tlrando-o do seo repooao, o Sr. Barbosa
da Silva soabe observa-la conservando-o n'elle.
E', pois, nma revenante calumnia o dizer-se que
esa* dopiujiaifaoo te lofttoo reeommeodavei peto
despotismo e pelo odio.
Todos tabea qoe, te se quixesse cortar os voos
das ag*ias d* Goyauninha, nao preclsava ter te
desptico nem odenlo. All encootra-se : o estel-
liooatario do autor das pedrae meiiidas aos fardos
de la, o perjurio ao sexagenario, o homicida, o
sacrilego nu rouoador los vasos sagrados da ma
triz daquella villa I
Podemos assegurat que as toupeirm nao acora
panbariam. as tguiat ooe toas dramas horripilan
tes. Ellas vivem a escavar a ierra, e a rega-la
com o snor do trabalbo para na verem melos no
ues tos de tranquilla subsistencia.
Afflrraa o correspondenle que o actual subdele-
gado exerceo a profissio de sapateiro, e que a sua
aomeago foi um insulto ioqualificavel, orna tor-
tura pungente para a provincia.
Mas elle tambem afflrma qae, perteacenao aquel-
ie subdeltgado ao lado conservador, tem tbido
ani--rur a eslima de lodos os liberaes I
Elle coofossa que esta estima geral devida ao
seu comportaroento agaekado ; e todava aoles dis-
so dii, que a sua ptiisionorau. desconcertada ex-
prime a imagen do cynismo e da maldade I
Este julio do correspondente a respailo io Sr.
Antonio Alvares de Araujo Gandes moslra bem
qual o juizo qae tem.
Pois um homeai qae entre os do seo lado gosa
da coosideracao exigivel para os cargos pollciaes,
e que lem sabido aogonar a estima do lado op-
posio, nio havendo oa previocia 3* partido, esse
bomem nao gosa da estima de toda a provincia 7
Se assim , como diz qoe a sua nomeaeao fol um
iusuljj fnqutlificavel, ama tortora pungente para
a provincia 7
Se o seo comportamento agachado, como qne
Ibe oppee urna phisioi. mia qae exprime o cyais-
30 e a maldade 7 O cyoleo e o disstiloto, o aga-
chado o bamilde, como conciliar esta qaalida-
des?
As aguuss lera suas quedas.
O correspondente acensa para ler o goslo de de-
defender;'mas a melbor detesa seria esta :
Mais vale o sapateiro que paga os couros que
compra, do que o ourives qae rouba as igr'ejas
para ter prata em que irabalbe I Compre-
hende 7 . .
O eoronei Aotonio Galdino bem conhecido, e o
padre Joo Jerooyrao vingativo, diz o correspon-
dente. l$to, porm, lao vago e lio indetermi-
nado, que nao merece as honras de ama resposta.
Pois o padre Joio Jerooyrao vngat>vn, porque
o Eneas foi preso para o recrutamento 7
O qne esse Eneas, o que vale seu padrinbo
para urna vinganca, quando fosse exacta a impo-
tagio 7
Acreditamos que maguera fara' a injosliga de
suppdr que estes oomes lm mais valor do qae os
Individuos qures representara.
O atildado serve ao padrinbo em falla de es-
cravo, que Ibe carreje agua, e o padrinbo? . .
Ora, esse 6 anda menos do qoe o afilbado I
O padre Joio Jeronymo, e sea irmio o coronel
Auto-ira Galdino sao dous dos maiores propriela
rios da provincia, doaa distraeos caracteres, nota-
veis pelos seus prioalpios de ordeno, de morali-
dade e de respeito a's instituigoes.
Suas qualidades pessoaes os lomara reeommeo-
davei- onde quer que ebegue o seu nome. O po-
bre nao volta de suas casas descontente, e o rico
hoara-se com sua amizade. O primeiro vive se-
gundo o seu estado, particularmente, e fra do bo-
licio do scalo; o segando, sem amblgdes polti-
cas, foi nomeado todava vice-presideale da pro-
vincia, commaoJanie superior, juiz municipal e
de orpbaos, delegado de polica, etc., sem qoe do
exercicio do primeiro destes logares quizesse per-
ceper vencimeato algum, bem como nunca rece-
beu costas em qualidade de juiz de orpbaos, que
as faz reverter em proveito dos mesmos orpbios.
A ninguem anda forano pesados, a manutengo
da sua existencia sabe nicamente das fadigas do
sea trabalbo, e oa posse des oito eogenhos que
Ibes perlencem, dormem trsnquillamente, e acor-
dara sem serem despertados pelo aguilbao do re-
morso.
Taes sao os bomens qoe o reprobo em sna pas-
sagem deseja aboeaobar, serviodo-se de reticen-
cias qu nada occullam, nem mesmo a pegooba da
sua liogua. 4
Felizmente lodos all o coohecem, e as victimas
de sua maldade ; por esse lado estamos quites.
Para os que o nio conheeem, aqui ficam estas
liabas servindo de registro, em quanto passamot a
escrever cora mioudencla a historia da sua vida.
S depois de um mex da retirada do Sr. Barbosa
da Silva da provincia que elle leve coragem para
4.HIIM ruca doeso uouhom nafro; pam porm
son ousadia, servir de poderoso incentivo a essas
tguiat de voallaaeiro, qae medem-a exlenso do
estaco, cpnQaJas pas consistentes zas de seus
apregoadoi pergaminkos, para mostrar em i clarl-
tede da lux meridiana qae nosso bom Manca ti-
aba razio quando diste :
< Doutor nao exprime quem o i, mas o que o de-
wa ser.
E outra consiabas ma ra diter, tenio...... seoio qoe 7....
Qoe receba doutor o balbucante oaVui da des-
pedida do stu aanegyruu e amigo.
Plutarco.
, o accommetler. Cumpre ao novo presi lente ao
na conviegao de que nos eorria o dever de faz-lo, d fl cobarde aue tere roelas co>ta
oestas columnas, por honra do partido conservador. peraer ae nm cotjarae 1ua ,ere P*,a? ~u"
de cujos principios decorre este mesmo dever,
Se na conservadores que pen.-o divarsameate
nio os censuramos por isio.
ta 001
rublicatftes a pedido
Rio Grande do Norte.
Ha certas existencias tio desbragadas qae, nem
ao menos, tem por si a compaixio.
O eme degenerado qae ancomraette sua propria
mi com um ferro era puntio para Ibe rasgar as
entranhas por faltas oceultas; o Impo que alaga
de saogae a casa de Deus, quando nella se reade
fragas por beneficios recebidos; o dscolo qne of-
ende ao pequeuo, ao trace, a mulber, ao padre ;
que urna ameaga viva is leis e a moral social ;
urna dessas crealuras s iospiram desyeso e odio,
compaixo----nunca I
Pesa-nos fallar hoje de ara desses dsgragados,
tUrabeau peraute o seenlo, oa
a deus de Pl atareo.
Esl'il bien vrai que je sois docteur 7
(Moliere.)
E' impossivel qae deixe de baver
escndalos: mas al daqaelles, por
quem elles vem.
. (S. Lucas Cap. xvu v. i.)
Contara que em certa trra deste onsso globo,
habitado s por corcundas e aleijados, appareceu
um bomem vindo de outro paix, porm lioperfeito,
sao e escorreito, que sofireu a xombaria e o escar-
neo de seus habitantes, a pon; de obrigar um
d'entre elles mais phllosopho e racional, a soltar
as segrales pilavras bem pensadas e melbor pro-
feridas :
c Deixem o pobre Diabo. Que culpa tem elle em
ter nascido tao defeiluoso 7
Este caso pode mu bem appliearse ao commer-
j ci desla cidade, qae seado totalmente ahalphabeto
amaldicoado e repellide do lar domestico, e da so-1 e menos racional e tolerante que o tal phosopbo
ciedade : mas torgoso vencer a repugnancia que da trra dos corcundas, condemoa o sabio a sufirur
sea nome inspira para que distante do theairo das 1 o sen despreso por jolgalo um monstro de defor-
suas iniquidades uio se jalgue mal de terceiros, I midades moraes.
qoe nem coneorrerara para o estado de conspira-
gao permanente em qae vive, nem merecem que i
.-k respailo se forme juizus equvocos.
E necessdade udeclinavel, pois, que se tire de
suas garras aumes respeiiaveis para que nio se
peose fra da provincia, que oa mioba trra natal,
no infeliz Rio Grande do Norteaba outro? monstros
qae nio sejam Beojamio Consianl Simooetti
Sim, quem receben o peridico Bio Grandense
de ii do passado, e leo a correspondencia de
Goyauninha, firmada com o sea nome, acreditar
que esse pobre bomem algum* cousa na orden
das cousas, e que tendo em vista o bem publico,
deplora que a provincia s abysme sem baver
quem a tire do plago das desgragas e da miseria
que a aflligem. A stuago poltica, o presideote,
as autoridades subalternas, erafira lado qaanio cao
subversio as leis da ordem, ludo passa pelo qa-
diabo da sua maldade, e abi depois apresentado
como excrecencias polticas e adminlstralivas. E
todava assim nao , pois se algama excrecencia
existe na provioch apenas a formada pelo sen
nome, e pela sua figura retrabida e myrrbada pela
maidigo de Deus e dos bomens I
Nao pretendemos defender a adminlstragio do
Sr. Dr. Barbosa da Silva, pois qoe com ella nao
temos comprotnissos nem affloidades, mas urna
falsldade o dizer-se, que s depois della toi que en-
irou na provincia a clamidade, -o odio e o despo-
tismo, o roano da traoqaillldade e do repouso de
que gosavam os seos habitantes. Isto cousa que
data de mais tempo, e se nio fosse a neces.-idade
reconbeclda de se laucar ma o algumas vezes do
partido conservador, se dira aoje do Bio Grande
o qae disse de Troya a potu Mantaano :=hie c m
pus ubi Traja fmt. 9
Iocontestaveimenle a provincia lem retrograda-
do. Ha all ara partido lofepso A sua prosperida-
de, e qae toma i peito desfazer o qae o ouiro faz
em bem dos seos graodes loteresses. Esse part
do o do correspondente, que ais sabemos por
que especie, de coudemoacae se ach tora do po-
der, qaando o partido progressista o da sltaago I
E o aojo da guarda da provincia qae vela pelos
seas destinos.
O Sr, Uiiutho Melrs, adminlslroa a provincia au
les do Sr. Barbosa da Silva, e nesse lempo de re-
pooso, de bemqqerenja a de mana celestial, re-
r.ahirem geralmente aswbstituigSes ao? juixes ma-
nicipaet para Goyauninha em membros do partido
Prova-o o Or. M. L. Maehado que por sua vasta
erodigio de abalisado phologo, e trancendentes
conhecimentos de Economa Poltica e Historia
Contempornea, lem do a innocente victima de
sua cholera, e o irrisorio Joguete de seas motejos.
i ibesoaram faga o pagamento, qae devem er oonservador, figurando em segando lagar o coro
Como atrevida a gorda estupidez II
Ora, que um areooago de sabios Jostis e sioce
ros, decida exeathedra (embora esteja em erro) que
o nosso doutor i um pooco fraquito na Grammati-
ca Portogueza e conaecimentos de historia (sem
comladolbe negar a sua au/Aoriifa/ma oplniio as
sciencias icogoilas) concedemos; ma-, que um cor-
po de ignaros analphabelos, pretenda aquilatar na
pedra de toque de sua ignorancia, o subido valor
do euro de le de lao assombrosa nte//ijncia; nao
s loaca estulticia, como tambem desafia a hila-
rdade das massas, e a-compaixio dos bomens de
bom senso. Risum teneatts I
Plutarco nio tem a via prelengio de querer 10-
endireitar as vocaces torcidas pelo despotismo da
sorle, tarefa snperior s suas torgas mas revol-
ta-se como mudo espectador da comedia humana,
quando enxersa com o auxilio da prodigiosa lente
da analyse relectlda e calma, essa alluviio de pe-
dantes e mamnels, empoleirados na grimp* do
Pantheon nacional escarnecido da bumanidade in-
teira, por julgarem que a grande altura do pedes-
tal em que se acbam di vulto de gigante a quem
pigmeu de natureza, obrigando-o a repetir a pala-
vra que esclareceu Soartts. gravada por mio-vJes-
coobeclda nos muros de Delphos : Conhece te, que
valgo tradu'. dizendo : Enxerga te.
Sirva pois seu lio justo ressentimeoto, como
ora salotifero balsamo para as cbagas abenas pe-
lo veneno corrosivo da ijnorancia commerctal no
precioso Iniellecto do doutor, pedindo Ibe descalpa
para a pobreza di offerta com que eocerra seus es-
criptos igualmente pebres no estylo para assumpto
lio sublime, mas ricos de ardente amor qae Ihe
consagra.
Com a devida venia retira-te, pois, Plutarco da
arena joroalistica, mas nio to depressa qae Ibe
alte o tempo para contestar (eom a franqueza que
be propria) seu arrojado atrevimento em ler que-
rido como learo remontar a altas regides, para
descrever de parto o offaseante brilho do sol dist
kemupktrio, nao te embrando qae o gelo de saa
erodigio baloofa, ie derreteria faciloisDie aos ar-1
Apotheoats
00 LIGEIRAS COMSIDaRACdCS A VARIOS APARTES DO
DBP0TAD0 L0P2I MACHADO
Nio somos um talento transcendente, nio somos
deesas crealaras escomidas pelo Eote Supremo
para derramarem a luz de sna lotelligeocia por
aquellos que vegetara neste mundo subluraar em
crassa ignorancia.
Somos pura e simplesmente um empregado do
comraercio ; vivemos do meio deesa classe labo-
riosa, onde a tnitruccdo nao acha adeptos, e, ttlve:
por este mesmo motivo nio aspiremos aos pequeos
nem aos altos cargos, que mono- polticos consum-
modos do imperio, alcancam por meio* meaos
honrosos.
Nio aeompaobamos tio regalrmete, como de
venamos, as discus.-oes da deputagao provincial ;
mas, tendo deparado nos ltimos Diarios de Per-
iwnbuco com alguna coramunlcados do coitegas
xro>sos, em refutago a varios apartes dados por
um dos membros da assembla, coatra a nossa
classe fim geral, desperiou-uos saber qual os moti-
vos por que trocavam elles, por momentos, os seus
quotidianos trbateos por urna columna de peri-
dico.
Fcil nos fui descobri-lo. A' falta de moeomo-
nlca oppoz-mos a nosa boa vontade, o c osera-
mos deparar com urna formosa pega digna de figu-
rar em tenebroso quadro I...
Comprebendemos enlio o justo resentimento
dos nossos .collqgas, e a nossa entldade, que uao
apanba a Inva sem primeiro saber quem n'a langa,
comegoa por desprezar o autor de lio pretenciosos
apartes, e demoveu-se do sea proposito para dizer
duas palavras ao aobre panegyrista da familia
commercial, a qae pertence.
Aales de ludo sabei,quenao vos eonhecemos. que
sera os direitos inconcu-sos, qae adqui. isieis cumo
forjador de chufas, certamenle nao travarieis rela-
cotw comnosco, porque naturalmente nSo tendes
rauites amigos, e a vossa esphera parce ter urna
rotaco diferente da nossa, yranJo em srpiide
contrario.
Isto po.-to varaos aos fados.
Disse alguem, cajo uotae uo- nao re corda para
vsrgonha nossa, t que a civilis-icao a tendencia
* de um povo para a ferfeico individual e social,
t adquirida por instituicoes convenientes , por
outra, civilisar formar um hornera; formar um
bomem fazer com que elle adquira qualidades
que melborem a sua natureza ; adquirir taes qua-
lidades aperfeigoar-se ; t-las todas, ser per-
feito.
Ora, Sr. deputado, queris aperfelgoar o voseo
pas declarando em plena assembla qoe o com-
mercio de Pernambuco nao quer senao eatxeiros
ignorantes 11
Quem vos ioformou disso, quera vos bablitiu a
fallar lao afootamente s regras do bom senso 7
Oar-se-ba acaso que o nobre bacharel tenha em
mate algum projecto gigantesco para a reforma
do nosso mondo commercial, como o que empre-
headeram Colombo, Vasco da Gama, e lanos ou-
tros colossos noecolo XV 7
Qoati qae acreditaramos em eemelbaute faganba,
se os recursos de que dispon o Sr. Lopes Machado
nio fossem lio pocco coherentes, pois bacharel
de todos os santos queris melborar o cominero o,
oacionalisa-lo, trnalo indgena, e procuris aui-
quilar o que de mais precioso tendes para alcaogar
o vosso desidertum 7
Nio sabemos se motivado pela nossa ignorancia,
se pela pralica adquirida em mais de dez annos,
pensa nos de urna maneira difirante da vossa.
Declaramo-nos pois vossos antagonistas neste,
como em oatros pontos.
Urna pergunta :
Sois vos Drasileiro 7
Contestamo-lo, porque um natural do imperio da
Santa Cruz, qae aeseja seriamente a felieldade do
seu paiz, nao se pronuncia da forra* por que vos o
fizasteis cora vossos apartes lio pouco assisados,
quanto intempestivos coatra a classe ?. que nos
honramos de pertencer : pensa antes de ludo, que
quando se falla genricamente no commercio de
uma naci, nao se procura saber se elle com-
posto era sua maior parle de estrangeiros ; pensa,
que, era si o coramercio essencialraenle cosmopo-
lita, que no palz em que ocomraercianle recebe
h.ispitalidade, elle o adopta como-seu ; pensa Acl-
mente que a emulagao enire os diversos ramos da
vida social, resulta o sea bem-eslar, a saa felici-
dade, o seu engraadecimealo.
Se sois nacional, porm, nio tendes bstanle in-
diligencia para cornprebender verdades tio
puras.
t Ifest pas intelligent qui le vet ; deixai-vos
de basofias, procarai vivar em paz.
Eotregai o enumrelo a si mesmo, porqae elle
se desenvolver' bongr, malgr.
Coofessai francamente que quando concorresteis
para a queda do Curso Commercial d.-sia cidade,
nio vos lembrasleis, sequer um asante, qae pre-
judicaveis vossos coocidados do comraercio.
Dizei-nos que, com os vossos apartes apenas ti-
ve.-teis em vista estimular o bro dos negociantes.
Clamal, se queris, contra os enlraves que obs-
tara u prompto desenvolvimenio das transaegoes
commerciaes, contra o enfadooho e moroso servigo
oas reparlico;s provinciaes, conlra o meraoravel
projecto da inspecgo do algodo I Com isso pres-
tareis importantes servigos a provincia, mas cobi-
bl-vos de respo tas taes como as que estampasteis
no Jornal do Recife de 12 do crreme, porque nio
tostis feliz*oom ella:', apenas provasteis com a sua
publicago qae descoobecieis os fados mais come
sinhos da historia contempornea, o que bem
triste para um homem da sciencia.
Se nos esculardes seremos indulgentes para cora-
voseo, e contal sempre com
A linterna de Dwgenes.
Nao foi por ffi.-se que fui fiador do Sr. Corde-
ro Braodo, porque de bio mente fui na pessoa
do meu c iropadre amigo o Sr. Joaqaira Jo- Per-
reira Penba, se a crego censura, ella se devera,
cifrar Da mloha.falta de juizo ; porque adiante dos
deveres que consagro aos meus amigos, em extre-
mo devena estar oa miaba cooslderagio os meus
possuidos, viver particular e uum ro_-a familia le-
gitima.
Nao foi esta fiaoga oa pessoa do mea compadre
Peoha, i primeira qae o mea pouco juizo permit-
110, porqae ja' quatro se haviara dado oesla mesma
cidade, e dadas sempre com amigos, de quera en
s inculcara me de simples camarades nos seas
maiores exiremos da precisio.
E' real, qae lenho viver regalar para nao pesar,
mas, os meas muitos fllhos a quera Deus doou a
razio de toda a liberdade, atiaba segunda mulber,
toda encantadora as suas acgdes, a metade oe
seus direitos qae s qaer, e gostosameate se ufana
com o meo poder e querer 7
Pautes e abelbudos aegocios que esli fra
daquelles qae o respetavel publico lem por loi o
direito de eatromellroento
Atrevido, "raante, qae culpa lem inoocenles lio
bem intencionados, e acostumados com o erro da
tua natureza firmada no rigor da bypocresia, oa
desregragao das iels regaladoras do capaz e bonesto
bem intencionado ; nanea fofisse, caxorro dam-
teoJorMlav *!/., te qotou-tetra te tor-
rente, no qqal feto pabiieado o alecorto te Sr. oe-
pntadoRego Btrree, e Ugoe- apame ao-Sr. doat>
lado por esta eapiui tfaxlalaao Tipee Macnoio,
cu-o aparlee pera aqoi eoptaaoe H
senbores do eommerdo aaoqoereai teooo eaixet-
ros ignorantes I *
E' um commorcio qae m> terg afea e te Prr-
uambuco t
Bis os doas pontos prioclptoe tet apari**, jgao-
raates caixeiroe, qne alo prjeoradet por taa igav*-
raacia, por nm commercio qae envergoaaa arta
bella provincia II
Na occasiao em qae foraa proferidos, Irauva to
da extioegio do Corso Coamereiai, ataca aat,
tente e logar oode os Peraamaoeanos podate to-
rnar algumas ligdes para te dedicarem a digaa prc-
fissio do commerclo.
Se o deseovolvimeoto do espirito sofcnilnc a
torgas pbysicas, e nio poucas vexes as excedo; to
todos os ramos da actividade do bomem to amr-
mentam ; e poderem cora a cul.ura. e eiitaifci
dos espirites daqaelles qne e elle* to attratB t,
consequencia, qoe o oemmereio, deve orecer.eta
a maior rasiruegao dos bomene qoe o coatatea, oa
de Bu bar no caso de fallar-Ibes iastraectee; ama o
comraercio desta provincia t-m mr niniiiTefrar
crescido, e progredido mulo nestes nltiaot anata
tob qaalqoer relagio qoe te qoei a coaaiterer ; lo-
go, o Sr. deputado Lopes Machado foi inexacto, tol-
ln a verdade, nio toitou coa o criterio proprio te
um representante desia capital; fez au atarla a
-todos os Brasileircs empregades 00 enamerek, o a
uma classe toletea. Se, porm, nao loi esta toa ib-
teugau, drvena saber, eomo mostrado, que aaa ul
ignorancia devia ser espaocada, dever ser retira-
da, sobstitalda, inda oiesmo contra a vuotaoo te-
qu-ile- que te resignara ne-l estado ; visio
o ligi-laiur nao deve ceder a taes orejano, 1
se deler peranle a ignorancia de ama cU-se,
se estriba a pax e ordem publica : logo, S. S. nao
devia votar pela exlinccio do corso, salva preten-
do novos metes para o detenvulvimeato dos espiri-
tos dos caixeiroi e do eoaaercio : reas atsia aio
fez; por conseguate S. S. c ruu a ignorancia do
commercio, tira dessa pretendida ignora neta pro-
veito, pelo qae jamis a ciaste commercial pode en
coairar pretecgo e apote na soa illastrgio.
S. S. i-oafessando a ignorancia do coiumercie, e
votando a extlncgio do corto, moslra desejar a ig-
norancia ; mas o bomem Ilustrado nao pote te
boa f consentir oeste estado de aaa riase lio iaa-
poriant", a meaos que offereca noza prova te pek r
igooi aocia da do pretencioso; ?B, coaveoba, qne
falsa soa proposicio. 00 eolio veja as eonsequen-
cits a que ella nos leva, nio ni coovenirnlee a
hornera qne jaka aciaIM ejmnerctat toda iftu
ratxe e eanpetera da vergoaba I Lembre te S. %.
que gaeraricia por falla de recars >s part illusaa-
eflo do pinto pretVrivel e oteaos vergoaooto te
qae a qae precidida de ora titulo, qae bz preta-
mir ciencia qoe te nio lea, aio paacat vetes
conseguido por metes diversos das lcobracite
fadigas luteranas.
So bouvesse na as-embla om depotado ignoran
te, *. S. gostarja qae se dissesse qae a assembla
era ama renniio de bomens ignorantes, qoe por
ierem igaorantes, e faxer vergouba a provincia,
qae o governo os faxia eleger 7 De cerio, qae 5.
3. so molestara ; pois bem, nos nio nes jolgaaos
menos offendidot; mas desculpamos a offensa ; por
que pensamos qae S. S. desconbece o pessoal no-,
meroso qoe conslitue o commerclo, e s teo ple-
no coohecimento dos qoe Ibe loraa de perto, e
que fazem parle detta nobre classe injuriada, jol
goo poder fallar do particular para o peral, toa
encontrar uma conleslago, mas S S. rnfaaoa-w,
e permuta Deus que a ligio tproveiie para nao to
servir destes argumentos, facis de indoziraota
erros, e falsdades.
Sabe, S. 9. o qae eovergooha a provincia 7 too
os mandatarios injuriaudo os mandani-.s, tio es
ara tero.- parante as soas victima-1, os vaienldet e
selvagens cora seas actos de cruel t.-.i s, os qae
bomem humildes e servos se mosiravam, e boje te
pateoieiam arrrogaaies e despulas; esic te ceno
que pelos seas actos eovergonbam esta bella Ve
nexa, e a classe commercial tem a prerisa torca
para os repellir e os atirar ao desprexo d'oade ja-
mis devero sahir; outro unto Ozesse o goverao.
Nao , pois, a ignorancia 1o eommereio, qne ea-
vrrL'onha a provincia.
Desenliando esi ponto odioso, e voliando ao Sr
bacharel Machado, sentimos, que S S. nio nos cle-
recesse nma prova evidente do ar< 110 de soas pro-
po-icoes; por quaolo nio aeataaoi qne a Ma de
assignatara de uma revista fosse a pedra de h>qae
para se auferir, e reconbecer a ignorancia te ama
classe qualquer, mxime daqnella, que reuae laa-
tos caracteres dislinclos e importantes.
Tambem falla S. S. 00 comraercio nio ser naetO-
aata; pensamos que seodo elle ignorante e ettraa-
geiro mais fac I qne pela illustragao a desenvol-
vimanto do espirito dos naciona-s, elle veaba a ser
nacional do que se difflcullando eos nac >aaes a
illnstragio necessaria e conveniente ; masg. S. vo-
lando pela extioegio do curso, nnlco rteurso qoe
tooara os oacionaes, s moslra desojar ler fra do
comraercio os nacionaes, nnicos a qoe pr- jut tato
realmoate ; tanto mais qaanio eonfessa qne Ibes
falla o dinheiro, qae s pode ser sob'tituido ao
coramercio, como nos de mais ramos da activida-
de humana, pela culura do espirito, bone lidate
e actividade*
Lastimamos qoe S. S. nao nos declaras?* qoaes
os mlos com qoe pretende (ornar o coramercio na-
cional porque melbor conh-ceriaioos as vistas te
S. S. Senbor : a propaganda das violen -us s pro-
lux raaos efl .-tos ; o comraercio foge d'onoe o op-
primem; Sxa-se ondi o bonram e protegen), per to-
so que cosmopolita, bospllaleiro e D' ore.
Pensar o contraro causar nm mal o. :lcn'avel
ao paiz, causar a pobreza as rendas poniicas,
diminuir a riqaeza nacional e provincial : assim,
pois, mude S. S. de carretea, oio cominoe a julgar
mal de qnem nio conhece, e qae nao tem teoepo
para perder com protestos pblicos contra proposi-
g5es injostas, imprudentes e inconvenientes.
O ccwmeraantr.
NOTICIAS MPOBTAKTOS.
nado, pois ao vr-se-me sem conjoocgo, sou se-
carrio, mas, na occasiio sou como te dlsseram lo-
do moinado, embora eu sinta consequencias da-
qulllo qae mioha natureza permitlio na bda t.
Vi ni sim ao val de lagrimas coto toda a l.berdade,
oio fago thesooro do mea poder, podendo fazer o
bem : pois tcesmo nio sei de meas ptit, qaando
me liveram, foram tio desvanecidos ao prazer
mais perfeito qoe oeste val de lagrimas, se goza,
que se desregraram do precelto matr monial. Nio
troco sim, a mioba felieldade pela toa, tornndo-
me amaldlcoado pelo Espirito Santo, e sobrecarre-
gando-me do Infame servilismo, a cusa do unifor-
me do limite, e o'macio eolebio de suma ama :
detesto o coucelpo de bom viveote, porqae o Divi
no Mestre nao o qulz, quanto e deve o mheravel
fllho de peccado, a qaem toi concedida toda a li-
berdade para vir ao mundo. Ab I falcarte, teos
mulber e filbost, e ao meaos oa segaoda parte con
tiderai com verdade para Ueus, e dever para os
bomens, entio sim, estoa sem escaadalo ao publi-
co iolelrataeole vingado.
Asseveraram-oos queocommercio de Pernataba-
co, ia remeiter pelo prximo paquete para a oaa-
demia real das setnelas de Pars, um precioso do-
enmeoto de erudigao em estylo ambiguo t vae-
lante, parto estupendo do maior aborto niellecioal
de qoe ba noticia nos aooaes dos pbeaomeous Ili-
terarios desle nosso mundo; dizem oulros, pwoa,
que para a Allemaoba qae vai ser enviado como
importante dadiva (ella ao primeiro museo de rari-
dades archeologicas qae existe nesta parte te Ea-
ropa, por ler sido considerado aqoi pelos enteadi-
dos, cumo um dos raros fosseis do anliquissiao
idioma ou dialecto Luso-bunda, perdido na peaia-
sula Hiberica, desde a ocenpagio da mesaa pela
invasao dos barbaros do norte ; nao sabemos
Sou o vvenle de muito genio e todo particular. ^." ?** M , "tlate epilapbio :
Cilio do Arraial, 31 de maio de 1867.
Francitco Jorge d Souzt.
O comraercio a base e a alma dos imperios;
se elle perece, raorre tudo; lado xive se elle flo-
rece.
As publicagres faltas oeste jornal, obrlgod-nos a
devida precisio o grao do verdade deslas data u-
sercoes; porem se a nessa rasleira opiolao podet-
se ser attepdida por algaem, diriamos qoe, acha-
vamos mais racional, o director da Instrncco pu-
blica, man Jar exlrabir algons exemplares do dito
documento, inserto no Jornal do Reaft de 17 de'
junno de 1867, sob o ltelo publicacSes solicitadase
desiribui-los pelos lentes da escola normal, afla de
que os professores que e propoem ao entino te
liogua porluguexa, tivetsem sempre diante do* o-
ihos, o modelo mais vernculo, classio 1 gramma-
lical, que at boje se lem publicado oa liogua te
Carnees.
Consta-nos timbera que se fazem grandes pre-
par?ti vos ou templo dos Oisparatts, oade vio cele-
brar-sa as exequias da nossa lio boa a tu colar
grammattea portugueza, mona de acerbos datgot-
tos e crois ci vicias por pm sai disant, apostlo te
suas doutrinas e lente da escola normal.
O acto deve ser imp mente e concorrido, por ao
sistirem a elle todo o carpo dos ignorantes e aaal-
phabetos, cnamado por aotonomasla toa aterra te
Pernatakuco, e algaus hachareis formados pela tra-
ca de Dos e caridade ios lentes, qoe oio devem tal-
lar a um acto tio solemne.
As cartas de coavile estao-ae ja' litograpaaado.
Team o emblema aegoinlo :
No ceolro do quaaro formando o fondo do mes-
mo, v se a figura symoolica' te respetavel e ve-
oeraud matrona lusitana, abantada arommattem,
ferida moruimenie ao crtete pala bala te ata
co- saru que se introduf (sem ta saber por onde,
como e porque) a disparar seus canaps por detrax
da forte triuebeira dos apartas dadas na luaesa.
Segara na mae etqnerte o Jaaanl te tate te
17 de juoho deste aaoo, e eom o dedo iadieaaor
da qiae direiu, apoqu para a lapide rpaoraa qpa
eocerra a repougao de om eteriptor coatempora-
/ntrodutir-ie...... pH$.
Divis-ie na freole do dito quatro, a' direiu a
colbssal estatua da Asneira, ezoltando te alegra*
e a esquerda o encolbiao vallo do State caatntat,
escoodendo as mios o rosto com vergonba.
QPinalmeoie rodeando le gripe, a campada
multidao dos calxeiros do eommereio, vestidos ota
grande gala, dndo palmas de c Dientes.
I
W>
i
EGIVEL


Mt*
Da mlt qae formo anete, airemos ptrte i
laitu
OtmtUqmi
K de jaabo i 1867.
0 conanaao be nurunoco aowatoqico acabb-
MIC -4 WUWWftl **-
u carpo eommercul te fMl<, ailtesi
M deliradas e tesaeatotat
rig a mostrada reteecao 4o aarioteo aeatetBMA
1 fhiiBili Pan; w*aceest%aaren**
offaru ite meta*, por lar a"tau ente retalvite pe>
Miar asas escrtoto* da dateea ao Atara* a* ter-
MMM
Quetra, poli, o tllurfre asnaraocoM arpo aea-
teaneo, fuco a germen avUisacte brastletra, ata
tasto lateresse tomoa por toa oaoaa, recebar a
protosfes de sabida gradao, qae a'am ampielo te
fraternal auisade, Iba anata orna (te*Ml*o-aUea-
dlda araapeitada no* paite* caito* aoade imaen
teerana, ma* lio maltratada, eatpite teanreu-
te aqu, por aquellas ene, por eseartweaefe sesma, e Mbaejia te m latea te itmntm.at
eoasideram eos o dirallo da Iba esealdareo a
fronte, con o ferrata iatelavel la reata infame i
ravollaata meato.
4 claaaa ooxamereiei
asm date deiiar da repellar te allora
a paadaoor atrozmente apaobalado, a grosseria a
nafra afronta qaa ata represaiiaie tetta pro-
vincia Iba arremessoo ai faca* cea* tanto aaeaote-
lo ata pian assemblla : por lito iracu desda ja
em radigir ara solemne protasto, qaa sari publ-
cate aoa principa* tonae* dette atperio e dos
da Europa; para que no tribunal da ImpreaaiJI
lustrada, seje julgado a volado a ezecraco pni-
ca o aome te eptate bratileiro, ojo troca a
honrosa tribuna do orador, pela degradante arena
tes convicios, abrate te injnriaa amatantes e
rergonhosos epUMOaa, urna ciaste composta em
grande parta te tabease a Baofea amigas, cora
qaem o goverao ito Brnen, tratre uteis a importan-
te* relao*B stutai intu
Sirva igoaltaaata aajaa jan aacraja para anes-
tar a todo o lempo do alto da Impronta amia paix
Joao msemele rermaam1
O oro Banco deseonta letras ee 7 a
o anno, coaforme os prasos. I
jaal podem ter ce
i nao s?o permci
deateba
NOVO
BA08 DE FBaV
KAIBUeo T
O aovo banco pega o decidi oitavo
deodo de 6*300 rete por aecao.
uAtnr-
; aMlBBoHaeo-
testa (toiidade, em Raaaimeotodod.t i?i?~ .. 368.9il#W dw notas do bai M,
374:
a tomar oathafarizee a o eollocar
administracao.
Mkre as qites m lev iaipr
Bairro do Reeife'.. '
e bica do caes
fcAitandega.....
DitfaaruadaCruz. .
Dito da roa do Bram .
Dito e bica do Forte do
Malte.........
OVIWNTO DA ALFaSDBGA.
Voiaues airados eoai fueatet.. 7
< eneros....
Yol ornes sabidos com fataadat...
.* ganaros....
,8
Detcarregam boje-*) de anno.
*. -..... ni- Galera inglesa -Bcmumimercadrias.
de mu iSo BwoM prosstana-a*ira>-1(9aa.
IW

-)-
>.
J
por um dos orgftos mala sensatos da prorlocia, qoe
a aniea vor que se fes euvir oesU cldade em prol
de eommereio gravemente oitrajdo, nao parti do
jornal, que dere adrogar-lbe a cansa, mas d'noi
peridico democrtico e poltico, ao qoal elle de
doto se confessa reeoobeeid), protestando Ibe
lerna gratido.
Recita SS de junho de 1867.
sua
HUMA VIDA SALVA!
No tenrae eon!w cmo que o perfeiunieao naaatf* d*n aatv
neira a aaaie dr e penuasiT podarte
BcUnout Medica sobre a molestia; qurnl teja o
de Ahtohm Joaojdqc Psaanu, da Baha.
Basta Uomem infelia liavia mais d'oaa anno qoe
scffria aa dore* aa maia atroiea e ponfrantaa
proveniente >
Tresao %
TcrriYcis.Chigas Abertas
8*p*lbadaa por sobre differeatee partea de ten
corpo, sendo nma das quaes sobre o peito do p*
ama funda e maligna cliaga, a qual o privava
de andar, cauzano-lUe as dores as mais agoni-
santea quer de da quer de nonte; continuada-
mente atormentado por taes affllccoes e doras,
e quasi que aborrecido da contnua*o de sim
aante vida, tendo i*oeto de parte toda a t
ooaaju a em uiedecinaa, e na realidade parela
qu para elle nao lhe restaT* mata esperan?
alguma; asarm pois resignado eeperava oaov
paciencia o termo final de seu mutiplicados
otrrimentoe, eis qne milagrosamente por to-
tuna sua lhe receitarao o grande purificado
lo sangue
A Salsaparrilha
DE BRISTOL
o mediante a sua grande eficacia eexcellencia
elle se achou dentro de pouco tempo, livre d
seu irremediavel estado de desespero, e a dooe
e risonha espelunca tornou de novo revivar
em seu coraco; sob a poderoia e benvola In-
fluencia deetc admiravel medicamento, aa ana*
:hagas em breve principiar5o assumir um ca-
rcter favoravel dlmlnnindo o aspecto de ana
malignidade A maesa do eangue e maia
humores do svetema tornou adquirir urna
apparencia clara e eaudavel, as dore* ato'
ajentadoras d'outro ora o deixarao, e urna doce
j suave tranquillidade principiou precorrer
wdo o aeu aystema, restaurando-lhe desejada
paz e eocego d'eei)tritp; ae chaga* urna urna
te foro fechando at que finalmente ee daa-
trizarao d'um todo, e boje adiarse perfeita-
aacnte sao, osando d'um perfeito estado de
sude, depois de se teT visto privado d'este
grande goto durante mata d'um anno. Ele
durante esta sua cura, apwiaa fez nao de
Demseit garrafas da Crenuina Salsaparrilha
ib Briatol, preparada exclusivamente por
LANMAN & KEMP
De NOVA YORK.
Recoinmenda-ee mu partlcnlarmente ao*
>>entes d'ambos os sexos, que empregueea
toda a cautella na escolha d'este admiravel
remedio, afim qne nSo obtenhSo ootra com-
r-*i<;lo qualquer, que nao aeja a SataapmrrU-
fca Genolna de Brtotol, pols que todas ai
tcais preparacoes e Imltacoes d'esta natnrear
** falsas ate possutado vlrtude algtnna.
Patacho HallaaoMartaHkna.
Barca nacionalFaronfa -cbarqae.
Patacho hanovertanoAtlanteidam.
Patache nacioant Fa'eafeidem.
Patacho nactooaiffa^J*Tta--4detB.
Sumaca baspaabola-aYosapaMam.
Patacho bo1la^ex--lFiertt*i aroptetata-Mem
Polaca nacionalS. ftirodem
Bngoe portugusV. S. te Conctete-idem.
Unidades. Valores.
SJ900
900
800
400
880
900
eento
caada

*
*

a
arroba
i
' a

*
a
caada
3*1250
13*000
14900
ueoo
1*1100
3*W0O
4.M00
rADTADOS PBKCS BOS GEMBOS SnrTOS a DIBUTOS
aa ixPOaTAgXo. simara na a t do miz di
JUBH0 BB 1867.
Mercadrias.
Abanos. ....
Agurdente de cana
Ideas restilada ou do reino .
dem caraca.......
dem genebra
dem aJeooI ou espirito de agua-
ardente.......
Algodao em caroco ....
dem em rama ou em lia *
Arroz com casca .....
dem descascado or pilado .
Assucar mascavado ....
dem branco......
dem refinado.....
Azeite de amendoim ou mendo-
bim........
dem de coco...... *
dem de mamona ... *
Batatas alimenticias .... arroba
Bolacha ordinaria, propria para
embarque ....?
dem fina........
Caf bou .....*
Meta escolta, ou restlo*
dem torrado......br*
Caibros........am
Cal..........vtx*
dem branca .... *
Carne secca (larque) >
Carneiros .......om
Carraovegetol.....arroba
Carvenas de sicupira nma
Cera de carnauba em broto. libra
dem idem em velas '.
Cha.......... *
Charutos........eeaW>
Cevados (porcos).....mn
Cocos (seceos)..... cento
Colla........lbra
Couros de boi, salgados.
dem idem seceos espichados >
dem idem verdes. .... *
Idem idem cabra cortidos um
dem idem de onca. ....
Doces seceos......libra
dem em gela 'ou massa >
dem em calda...... *
Espadadores grandes um
dem pequeos..... >
Esteiras para forro de estivas
de navio........cento
Estopa nacional ..... arroba
Frinha de de mandioca alqueire
dem de araruta..... arroba
Feijao de qualquer qudlidade
Frechaes......' um
Fumo em iolha, bom .... arroba
dem ordinario ou restolho. *
dem em rolo bom.....
dem ordinario ou restolho
Gallinhas........ama
onima......... arroba
Ipecacuanha (raz).
Lenha em acnas......cento
Toros......... ,
Linhas e esteios......
Mel ou melaco ...... caada
Milho.........arroba
Papagaios.......um
Po Brasil........qT"*l
dem de jangada......um
Pedras de amolar ...... urna
dem de filtrar...... .
dem de rebolo......
Piassava ..*.... molho
Pontas, ou ctlfres de vaccas ou
uovilhos ..... eento
Pranchdes de amarello de dous
costados,.......um
dem de louro......
Rap.........libra
Sabao.........
Sal..........alqueire
Bairro de Santo
gens qoe esperara, e para coja NaUsacao Cbaarizdo largodo Car-
MaojeitoQlwqmlm&*to'*to>-*&' ,nw:.........
lal em apolces aa oiva fume* e um ae- uito do largo do Paraizo
C5es de companhias garantidas. Dito do largo da Praca
Parece qae rile preetoo 8m*ati* qoe te Pedro II......
era qoaoto dorar este esta* anotarle talo Mlo-ttrwdoM. .* j j
era poefel ao Hotel* taxer deaerar W*m raadaGatcw#a
ea aoa'eaia qtMtqoer teoo mettrico de
que se -quetra elle profer, atada con gran-
de sacrificio, para poder reagatar aa notas Bairro da Boa-Vista
de sua eaissao. Chafan: e Mea do caes
A coanUsio ponca oo neohoma eape- de Cipitiaribe . .
ranea tem de qoe as circomstancias actoaes Dito da ra da Aurora .
do depreciamento do papel moeda possam Dito da praca da Boa-
ser melboradas promptameate de uaa modo Viste ........
permanente, que permuta ao novo banco Drlo asar qae sem esta ufo deve o banco continuar Dte daraa des. Gmalo
com os encargos ooresos, aqueseeab- DUodoargodaSoledade
metteu conservando aaeUde do seu capital Dito do lugar lora do grro das operacSesbaocarias. '< Verte......- .
Para que cada um dos accionistas empre- Dita da Cidade Non de
a seos capitaes em apoliees, n3o preciso Sapio Amaro.....
A barca portoJtm Wtyayva s*f or ees
onajtaadoa : a tratar cobj os eoaUfaatan a
de gMrra^ \hr ,r, n '
I director tntnfe fuer pabll-1
crreme ** II horas da ma- !
ta para o fabrico de 30'
1,30 dita da hacas, 31 dita
calcas 4a paaoo, 30 saroola,
eodo o arsenal a malaria *J2r^3 K^
atoaaMa a vaitatfo) onjaa ^aatatarv
tereaantario nesta rapartleo do *> *B****.*ff?*! ^*M
asaaat propostas con as ~*S2?SZtTml*m
de flaneas O" prazo qne se falla-ifata-sa eota a eatr^pwtara
btnramentode taes pecas de 3 floaoatva Balirie. fna te Trapjcte a. 17.
Teis contados da data do rocW- t P<\itA
19* arrematados, alm do favor i TWra**
arrentauates palo aviso do mlolsts- Pretende segor eB a malof
arta te 17 de marco de 1960.
rada Pernambaco em 25 a* detaaaartagaln protapia,
coaataate a paiftlto* aaa
,0 senTiptarari, leatet eoasanidcdea, tra*a-*a
ve* barca paMafaata Oaavaav, p**)a lar pasa*
te de tea cavragaataato aroaapta, para a reata a trata

25:3001000
Passagem da Magdalene
Cbafariz do l.rgodo Vi-
veiro.........
Oeeoire as i pontos.
io# afrete a>earTalho.
0 contalbo ecd*otia* te daaaako de re-
iaipi"iwa atwas tea tecontraut, coa ouem melhor coo-
dlcfio apresentar, ot gneros alimenticios abaizo
eacloaados, qne devea ser remecidos ae simes-
3:500*000 T* proalma, titeo o* meamos geaeret de I* qna-
Assncar refinado deprimeira e segunda sorte, ar-
ras, sate doaei aletrta, bacalhao, bolacha, boln-
9:0000000 nbaiogleza, cha', caf, earne verde, dtU secca, do-
ce de goiaba, farinha de maodioca.dUa te Mara-
{ rwvvannn " laetas> lto, Ibrtnleira rngteza a franceta,
1.5OO0UUU 0T8^ pj^ i, e 4* toueinho, vtaatjre, vinhe do
2:000,5000 Porto.^ **
Os preteodentes, pois, devero comparecer im-
i-Kfu 1 preterivelmente uo quartel da Soledade no dia 27
te correte as 10 oras te da, com as devldas
pi.aaasma maaaaai, ..> i., aaatjsmo con-
3:000)5000 seibo, reoaida para- imttaaaat Boa, u secreUrfa
Jo mesm, deposito.
Qaartel na Soledade. em Parnambueo 14 de Jo-
cho d* 1867, ,
O leneate secretario,
Antonio de Sa Barreto ooior.
24O.5O0O
360i|t'OO
3*000
7000
im
64500
iiO
360
400
580
um
4*000
1*600
3*500
3iJ
500
3*000
3*000
15*000
4*001
660
165
360
110
380
10*000
1*000
360
4*000
2*000
16*000
3*000
3*000
5*000
4*000
5*000
15*000
8*000
10*000
8*000
1*000
3*000
35*000
3*500
13*000
6*600
160
2*000
3*000
6*000
5*600
900
800
1*000
160
gue seas capitaes em apoliees, nao e preciso
recorrer a esUDatecimanto desta orden.
Portanto Dio podeodo olferecer vantagen
a cootioaacao do banco aestaa circuuistan-
cias, a commissio prefere a sua liquidadlo,
ainda com certeza de per la pa-a os accio-
nistas ; afim de que estes recebara o qae
Ibes houver de caber, ou tornero qualquer
trovidencia em ordem a estabelecer outro'
anco sem emisso, mas sem os bices qoe Cbafariz do tugar da Ca-
sSo consequen -.a della. punga .....,-.
Hesita, porm, a cotnmissao sobre a con-1
veniencia da occasrto em que se deve proce-'
der a est liquidadlo, e vista da descon-1
flanea ge-al, e do estado depterafel do ere-' Escriptorio da companbia do Beberibe,
dito, quer pdico, quer particular, entende 22 de junbo de 1867.
que se deve conceSer algem espaco, e pro- i <> aeirttarte
p5e. Dr. Prxedes Gorjea d Soa Pitaega.
1. que seja adoptada a Hqdidaao do' _pe|a recebedona te rendas internas geraes 0D/e,,e eBaaaete,"parl>laVdeMrs.deForge3et
riAVA KmWWA I-* a.. ...li:.. .. a *, 2. qoe seja posta em em effectrtidade no
entender c*ve- decimi addlc,onal de mao mor,a-
6004000
6OWO0
600,5000
&&.arntetter>tet)BBr;
Segne com a patatvel
oa GRACIOSA, capiBo Bails,
abao ao em altimo cas^, para algataa
Ib falla inta-s* com o raspaetrva
Antonio de Aknelda Gomes, a' rea te Crm
1* andar.
--------wxsr
O palaaho portognet Deitimido,
frele mdico, e para tratar oa ra
10, com Baltar & Oti*eira.
caraa a
Para o
Espera-se de Now-York o brlgne sBarata
i terff, qne seguir' para o Pari aonco* atea
*- - hagaia, cpm a carga aoa tatt : qaant eatla
sarto m. 14. .
THATrE
DE
SAN TE ISABELLE
C0MPAGIIE
MS
BOFPBS PRISIERS
Beawlmv !*! 27 Jala.
\\: ttif settalot le rabonneneit.
Prmiere rearesiefatioo
LES6,
- .~v.-v-..- ------------- opereiie eo ib co, peroles
se faz publico que no corrate me de janho que LaureBcm mDSIqae de J. ffenbacb.
os contribuintes dos imposlos laneates, a satr,i rtoatrm0 reDre enti
tempo, e pela forma qae entender eme-j^^^^TmZS iEteS\
nieote O esclarecido criterio, experiencia e aarR, roopa, ele, fabricados em pal* etiraogeiro,'
zelo da actual direceSo. continuando as COO- teem &) pagar, hvre de molla, o segondo semestre
sas no estado em que se acham at a liqui-
darlo.
Recife2i dejunbode 1867.
(Assigoados.)Visconde de Camaragibe.
Jos Bernardo Galfo Alcoforado.
MOYIffiENTO DO PORTO
Navios entrados no da 21.
A-acatye A< 4 das, vapor DfasKeiro Jaman-
guape, de 333 tonelaa?, commndante Mail.
naano Jos dt Costa, quipagem SI, em las
tro.
Ribia| das, barca ingleza Regala, de 311 tone-
ladas, cjpiiao I.Pnser, equipagem 10,em lastro-,
a ordem.
Navio snhii no memo dii.
Portos do norteVapor braailmro Santa Crm%,
commaodaute G. Waddiglboo.
Navi't entrados no dia 25.
Ass16 das, escuna brasileira Georgiana, de
149 toaelada!>, capiao HaDoel Praockiio do A-
maral, equipaitem 9, carga sal'; a Tasso dt Ir-
mao.
Rio de Janeiro8 das, lugar pertuguei Julio, de
277 toneladas, eapitao Joo de Barros, equlpa-
gem 13, carga varios gneros ; a Thomaz de
Aqu no Pooseca & u
S. Francisco (na California)110 das, brigue In-
gles Ann, di 283 toneladas, caplio Stipho,
eauipagem 10, carga farinba de trigo ; a ordem.
Velo refrescar.
Observafiio.*
Xo houveram entradas.
do exexlcio correle.
Recebedoria de Pernsmbuco ! de junho de 1867
_____anoal Carneiro de Sonta ttcerda.
llOliilEtO fifcKL
Pela aaininisiracao do cofreio desta cidade, Se
fu publico que em vlrtude da conveaco posta
celebra* pelos governos brasileiro a fradeet se-l
Iro expedidas malas para Europa no dia 3*) do
correui pelo v.por francez Exlremadnre.
As cartas sero recobida- al 2 boras antes da
em que fr marcada para a sabida do vapor, e os
jornaes at 3 boras antes.
Adrainistracao do correio de Peroambuco 32 de
junbo de 1867.
O administrador,
D >mingos dos Passos Miranda._
Santa Gasa d Misericordia
Qaatrime repre entation de
LA CHANSON DE FORTUNO.
Deux tentelas de daoeecomplternn lespsc-
tacle.
ajaaaj
'*'
AVISOS MiWTIMOS
Pan Havre
Oaavio franez SaaMe'tataa earaa para ala
vro : a Katar com os contigaaurio* Titee Ptaraa
aa rn do Trapiche a. 9.________________________
fara Liaftaa
Sege em pook) ata*a nana aa"
tante ti, para carga e aaajamtep irta-**
Oliveira Pilbo* & C. largo do CoraoSaa
ou com o eapila na pra^a do comaaerrta
It
IIWSS.
LEiLAO
do Eecffe.
EDITAES.
Salsa parrilba .
Sebo em rama .
dem em velas .
Sola em vaqueta .
Taboas de amarello
diversas
arroba
a
*
nma
duzia
>
3*800
20*000
10*000
1*000
160
' 400
25*000
5*000
7*eoo
2*000
140*000
87*000
3*000
2*000
6*000
380
10*000
8*000
6*400
800
Tapiocas .......arrdba
Tatajuba ......quintal
Travs. '......nma
Unbas de boi......eento
Vassouras de de piassava) >
Ditas de timb...... '
Ditas de carnauba .....
Vinagre.........caada
Alfandega de Pernamnco, 32 de junbo de 1867
ADITAMMKHTO. flHiAA
Cera de carnauba arroba 6*4
Cassueiras de Jacaranda, duala 950000
[ Eicbameis...... nm 'jw
Esteiras de carnauba. ama i60
Ossos........ arroba 240
Pal ha de carnauba molho oO
Penna de ema .... Jibra 2*000
SapatosdecourobranGO. par 800
Era ut supra. a .
Approvo.'- Afandega de Pernambnco 2S ae jn-
Idem dodVt35..
.
3:300*2at
Agua Florida de Marray e
ummmm.
A verdadeira prova da genuidade e pu-
reza de qualquer um perfume extrabide das
flore* consiste na soa -J^"--^PS?-S&m**+ *- *
quando exposto a fluencia do ar. j g^^p-^ e Joti Baptta de Ca$tr$ e Silva.
O aroma derivado de leos chunicos des-1 conformaO 3.a*eriptarario, aipaf Jfetem
vanece em breve e deixa aps si um ebeiro Pwiana.
por certo mai potreo agradatel, porm a- ickbbw)iu^dbrbndas internas
quelle que obtido mediaot a lesWlacao| ff-S.... 33:346*683
de frescas e odpnfers flores, se apara e "
aperfeic6a pelo contac.o do ar, e por conse-
guinte a sua duraeSo de maior espaco de
Eis ra/ onasa,.formando ama concentrada dem do dia35
prodcelo das maia ja/as florea do sal, apa- \
nbadas durante o xearth da aaa florescencia
e maior fragrancia, no s posane a fres-1 ^^
quid5o d'um fresco ramalhete, mastambem iJn-^i RanrV (ft PftrnaTIlbilCO
Sis. accionistas do banco para 5 de jotbo
36:846*914
flDNSULADO PROVINCIAL mmmmMm
::::: m5SS
88:687*5
0 Dr Jacintho Pereira do Reg, jala municipal da
segunda vara, nesta cidade do Rocife de Per
nambnco. por SJ M. I.. ele-
Fago saber aos orne o presente ediial virem em
como a junta administrativa da Santa Cisa da Mi-
sericordia o Reclfe, aleancou sentenca para acSo
de libello, contra os aardelros de Miguel Ferreira
de Mello, julgando em commisso o aforamento do
sitio no lagar das Salinas, e sendo coodemnados
mais nos foros vencidos e contas, cuja sentenca
ra intimada ao Dr. corador dos reos, e Dr. cura-
dor geral; depois do que litera a mesma junta ad-
ministrativa da Sania Casa, a peUco do tbeor se-
guinte:
Illm. Sr. Dr. joit municipal da 3.' vara. Diz a
junta administrativa da Santa Casa da Misericor-
dia do Reclfe que teado por este jnizo escrivio Cu-
oha, alcaneado a sentenca (unta, extrahtda dos au-
tos da aeco ordinaria entre partes, como autora
ella snpplicanle] e reos os berdeiros do fallecido
Miguel Ferreira de Mello, e querendo o soppiican-
te (azer exeeotar a mesma sentenca, afim de en-
trar na posse do sitio n. 15 particolar no lugar de-
nominado Salinas, visto ter sido o aforamento do
dito sitio jolgado em commisso, e que fol objecto
da accao, o estando os rcs ausentes e lugar io-
eerto e nao sabido asmo eon-ta te sentenca -, vem
por Isso o supplicante requerer a V. 9. qne se dig-
ne de mandar pastar carta de editos com o prazo
de 30 das para seren os supplicados citados por
todo comeado aa referida sentenca. pena de reve-
na.-Pede a V. S. Ibe deflra.E R. M.-Como pro-
curador, Jos Tbeodoro Gomes.
Nada mais contioha dita petico a qual sondo-me
apresentada nella dei o despacho do theor segtriole:
Sim. Reclfa 16 da malo de 1867. J. Reg. Ea
vlrtude do dito man despacho o escrivio fes pes
sar o presente, por bem do qual e sea tbeor sao
intimados a sentenca cima referida, os berdeiros
de Miguel Ferreira de Meile; e para o que mando
a todas as pessoas, prenles, amigos e conheeidos
dos berdeiros te Miguel Ferreira de Mello, Ibes
facam aviso de qoe pela prsenle sao Intimados da
sentenca cima mencinate, para que dentro do
prazo de 30 dias omparecam em jaizo, por si on
por procurador, alegando ten direito, sob pena de
revelia, de protegulr a esecuc&o seos termos. E
para qne ebegue aa conbecimeoto de todos man-
d! pastar -o presente qaa seri publldado e afflxa-
do no logar publico te costme. Ntdo e passado
nesta cidade te Reeife da Peraambaco, com o pra-
te de 30 diat, aos 30 te maia de 1867. Eu Pedro
Tertuliano da Conba, ater vio a escrevi.
Assignada-Jacmtbo Pereira do Reg.
A illostrissima junta administrativa da Santa
Cata de Misericordia do Reclfe, contrata comquem
pof menos flzer, as 12 portas que preciam as
jaouHa* 4o dormitnos do collegio dos orpbSos a
seo cargo.
Os pretendentes podem Ir ao eollegio examinar
a olra- e devero apresentar as soas propostas em
cartas fechadas no da 27 do corrente, pelat 4 ho-
rasla tarde," na sala das snas sess5es.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recite, 22 de junho de 1867.
O escrivio
Pedro Rodrigues de Soma.
Santa~Gasa~de Misericordia
do Keeife.
A Illma. junta administrativa" da Santa Casa da
Misericordia do Reclfe, recebe propostas para o
fornecimento de pao e bolachas que houverem de
consumir os diversos estabalecimentos pos seu
cargo, tanto desta cidade como de Olinda, qninla-
felra 27 do corrente, pe' 4 BorM *,arde na
sala das suas sessoes.
Secretaria da Sasti asa d Misericordia do Re-
cite. 21 de junho de 1867.
O escribo.
. Pfro Rodrigues de Souza.
* ~~0 ooseihoda aompraa do arsenal' de gnerra
precisa comprar o segointe :
3 cordffes de la proprlos para reposteiros.
8 balotas idem idem.
As pessoas qoe quizetem vender ditos objectos
apreseotem sua* ptopostas no dia 37 do corrente,
as 11 horas do o>a. ,
Conseibo de compras do arsenal de guerra, *>
de junho de 1867.
los Man Ildefonso Jacome da Veiga Pessoa e
Mello, coronel director.
CousclLio de
COMPANHIA PEBNKMBCUNA
< os
Nav*|aca costara por vapir.
Macei e escalas e Penedo.
Afim de serem levadas imme-
diatamente aos portos do tnl as
malas da Europa e sul que forem
tratida* pelos vapores inglez
francs, prximos a ebegar, sahl-
r o vapor Ipojuca desta compannia no dia 30 do
corrente ss o horas da tarde ; recebe carga at o
dia 37, eocommeadas, passageiros e dinheiro a
frete al as 1 horas da tarde do dia te sabida :
escriptorio da compannia eroambucaaa Forte do
Mato n. 1. ________________
GOWPANHrt PERNAMBIICANA
DE
Navegago costeira por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Aracaty e
Cear.
Afim de serem levadas imme
diatamente aos portos do norte
as malas da Europa e sol, que
forem trazidas pelos vapores in-
glez e francer, prximos a ebe-
gar, sablra o vapor Parahyba desta companbia,
no dia 30 do corrente, as 5 horas da tarde : re-
cebe carga at o dia 27, encommendas, passagens
e dinheiro a frete al as 2 horas da tarde do dia
da sabida : escriptorio da companbia Pernambo-
cana Forte do Malos o. 1_________
De It eaervoa mmeme e de *-
ola figura a
0 aaaolt Matlins fara leilao competemeateola
antorisado de 12 escravos de II a 33 anaot a te
bodiias flgnfBB, teodb 4 eseravat a 8 temea.
Quinia-teira 27 te corrate.
O leilao tera' lugar em seu escriptorio a rea te
Cadela do Recite n. 9, primelro andar, sto as 11
horas do da. ___ ___ _
Mudanza de leilao
Em coaseqaeoeia da chova nao pote lar lagar
no du 21 do cuerete o leilao das vb, mas-
ras, massame e ffltis pertences de navio confor-
me se aehava anauneiado, detendo dito letlio ter
effeetuade no principio- da semana lateara aaa
sera' anooociado.
AVISOS DIVERSOS.
(1PAMIU BRASILEIRA
SB^V
DB
Paquetes a vapor
E* esperado dos portos do norte
at o dia 27 do corrente o vapor
Paran, commandante o capitao
de fragata Santa Barbara, o qual
_____depois da demora do costume se-
guir' para os portos do su1.
Desde ja recebem-se passageiros e engaia-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no da de sua chegada, encom
mendas e dinheiro a frete at o dia da sahida as
2 horas. Previne-se aos Srs. passageiros que suas
passagens so se recebem nesta agencia ra da
Cruz n. 1, escriptorio de Antonio Luiz de liveira
Azevedo y C. ______-
emaaprma marae.
O eonselho promove no da 38 do corrente mes.
a v.sta de propostas entregues at at II horas da
manha e sob as condlcSas do estylo, a compra dos
seguiotea objectos para provimente do almoxKl-
30pecae de lioba grossa de barca, 60 dilat de
dita mais fina, 8 barris de breo, 8 ditos de alcatrao,
60 arrobas de almagre. 30 resmas de papel almaco
paulado, 30 dita* de dito branco, 100 baldes ferra-
dos, 50 raoitSes brooteaJos sorUdos de 4 a 12 poi-
laeadas. 50 caderuaes bronzeadot de 4 a 12 polle-
caas, 6 ancoretas para batel5es, 30 arrobas de
raxa do Rio-Grande do Sul, 4 resmas de papel
noliaoda, 2 amarras de 9/8 de grossura, 200 vidros
de 23 3/4 pollegadas inglesas de comprimento e
16 1/1 u largura, 10 dusias de taboas de pao car-
ga de 1 pollegada, W ditos de ditas de piano te 1
Dallegada, e plvora marca torre.
Sala das sesstes do conseibo te compras navas*,
39 de juoho de 1867.
O secretarle,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Compauhia americana e bra-
sileira de paquetes a vapor
Al o dia i* de julho esperado dos porto* do
suf o vapor americano Sonth Amtncct, o qual de-
pois di demora do cosime seguir para New-York
tocando no Para' e S Thomaz,
sagens tratase com os agentes
C, ra do Trapiche n. 8.
Careo de l>logiia Frameeza
de *egrapBiaeHiatarla
de Phllosophia
de Rhetorica e Poelea
para os alumnos qoe pretenderen fazer exa-
me em novembro prximo:
Professado
por Jos Soares de Azevedo, lete da iingva
e litteratura nacional oo gymoasio provincial
do Reeife:
Roa Bella n 37
As pessoas que quizerem preparar-se em
qualquer daquellas materias, podem dirigir-
se residencia indicada, de manbaa at s S
horas e meia, e de tarde a qualquer hora.
Offerece-se um rapaz para caixeiro de tabac-
na com prallca e d* conheclmeoto a oa eendoeta:
qaem precisar dirlja-se a ma Direita n. 16.
Hennqne Lelden, Prossiano, vai a Europa a
negocio.
Dr. Francisco Pires Machado Portell*. Bra-
sileiro, vai a Europa.
Francisco Jos Germano desped nesta data
ao seu caixeiro Eduardo Eogelhardi, e como
mesmo se acbava encarregado da coloca pre-
vine-se aoS devenires qoe so ao anooneu-ole de-
vem pagar oa a pessoa por elle aui-rlsada. Reei-
te 21 de junho de 1867. __
Na roa do 'Livramcoio n. 1 r -precisa-je te
orna ama forra ou escrava para o ser vico lotera
e externo de casa de pequea familia.
"^"EmiKaRn, subdito frtBeez. rrlua-se para
Europa.
LOTbRU
AOS Quarta-feira 3 de jolito do corr ote anno
no lu?ar e boras do cosiume se extnhira a
43 parte da lotera a beneficio das familias
dos voluntarios da patria (46.1)
As encommendas serao guardadas somon-
te at a noite da vespera da extraccSo.
O ihesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Para fretes e pas-
Henrv Forster &
excepc5o de lavagem do lenctj interiormente
humedecido na mesma.
Vende-se em casa de A. Caors, e B. C. J.
C. Bravo 4e P. rntaTOrtf C.
~^~Pela secretaria da ataara municipal desta
cidade se fas publico qoe nao tendo se f flecloado
em o dia 21 do corren te a arrematacao da obra do
moro do cemiteno di fregtena da Varsea or$ada
na qoaotia de 3:870*. eoniiuuara em praca em o
da 27 do masrae para ser arrematada por qaem
menor preco efferecer. ^j_ *.
Secretarla da cmara municipal d Rete Jo de
junbo de 1867.
O secretarlo,
~Jos da Triddade Alraeida, subdito porta-
guet, retira-senara Portugal.^;____________.
Aiugtm-sa duas casas novas muito fraseu,
com bastantes commodos para familia : na Capan-
g, ra das Crioulas n. 3.
ma
COMUBCIO.
PRACA DO RITE mCJVNBO
^ DEiae7.
tetarte.
As i9tm tetarte.
caate, sobre 1M**.~M&*Hgigw>
Ci^Wo eb.-e Partsm *Y *j *Jttm9
Pftt#0mU6.
Maeteat
prximo ao meio dia aa tasa do banco, re-
commendando o sea comparecimento por ai
oa por procaradores, que deveri ser accio-
ninastatebea, afial de amreciar-ae (a*h
' aieotemeoteoparecer apresentado, qae abat-
id segu, siAfeodlBmil oiaoco.
Reeife 22 de Jtabfde W7._____
Viscoide de Camaragibe,
Presidente da assemnlea gnL
PA*E
COnPAlTHIA
DAS
Messageries Mperiales
At o dia 30 do eorrente mel esperas* dos por-
tot do sol o vapor franeez Eramadwe, comma>
danie H. de Somer, o qoal depois da dmete o
cosame teaalra' p.ra iorMt tocaad* aa Dakar
titease aa
Francisco Canutte y-tUfam.
^T< VpraBai)eranlao film. r. r. m a* p, condtooea, fraM a pass
orpfttes o aaaaate da aa da matr* da Boa-vista ro, do Traatoa* a. 9.
aTdeml ^.esito^t^e^^-a; __,__-^ ^ ^^^
raltea eai
do terreottf
tenatete ao
Compafta* 4g Beberibe
No dia 27 do correte perae 12 boras do
da mpt**if+mm ra fcfar ae ewrip-
toritf da cempauMa rria d> GaWgi ft. 40, a
arrematacSo dos cbaarixe a bica por bair-
roe, aa ae admatinme aampoUia qaa com
preaeadam maia da m bairror tem aor es-
paco maior de aa anee; oa SnuUcittttes
comparecam cO a*W fiflre dti declara-
coesdos mesmos naaaeMioDidodia, deven-
do irmt ffWfBtas em drU&rtkapw-
seauda RtM*i 6*as1a(j M aofwr rw ea-
Maliateem 14:000*1. nos a* 3I g^^M* 0WTOtrtto feW .
V iulbn proilmo vwtenro, per- ^ |0 crrelo francs a a companbia da Massa!
rdelros d D. Mara d'Atsamfcao ees rmpetistes, o agentes desta est
Pelas indagac5e a qm jWaedemos, e in-
*m mt operafiea. reautacle. Dedanmrfb que r caao de no
Sem (Miar na deficiencia/* dmicootoa, eomparecimento dogliBittmaiia^cflttaiMMa
f*f-1-
AthtoraVto"."quem pretender e precisar"teEJJJ"Teeeber "noalqoer qoantla de dfnlBlrh qw
nWscKKosqpodara'amsnlt-o edH.1 na eff*malilmi-ifala earrmialetottr as cite
e* te FrWMat late, Solssa e BettW*.
tm *3fa mu latawcges t
tsnmm ras VTrepene n. 9.
m*rxr
&m^**^^**^**"^^ Sne para o Rio te Jaaelw a tf.|ea<
hi*o 6 clante: TROVADOR, por ia lar parte do seo carn
^aateMmte, Dr. Antonio Bnarqoa i^f, Tratto da ci a escrafos tra-
til m Aotoai Mara de Castro Del-K rt om ooua1|1iataribs arqne, Barro* &
AutoS SlanodmRego tertes^srvtjao dj^aattaatm 6vsaiatlteanmwx
Cialiftr^ia*o Sodr te ****P^-------Para o Rio de Jaok '
PrMtate stanlr eom malte *****?
belmlmiraii^eomjat ante ***** ^
ato Lat te Oliveira Azrete C-, nd ste seme
XrVROPE
DK CASCAS DE LARANJAS fcMA6A9
a al. a*, liaroae, pharaaacemtlem
ca Parla
35 aonos de saccessas attesUm a saa antama,
cama:
tnico ExeiTANTE, para ajodar as fdne-
q6ks do estomago, assim como dos intesti-
nos, e curar as doencas nervosas, aguda oo
ebronicas, _^^ >-
. tnico anti-nkbvoso, jBmwemrar oa toco
modos percursores de doepcas asaim evita-
das, e para facilitar a dgestSo.
AIm-rEinoweo, contra ee calofros, coto-
m, com oe sem rntermittencias, e que teea
por especficos as substaneie amargas; tam-
bem efilcaz contra asgastrites e as gaa-
tralgias.
I Tornee REPAHADoa, para combater a ex-
baasticSo do sangae, dispepsia, anemia, v
gotamento, ioappetencia, langor ele.
Deposito em todas as pnarmacias e casae
de drogaras no Brasil.
Expedicbes. em casa de J.P. Laaore. roa
des Lions-St-Paul. 2, Pars. .
Deposito em Pernambaco, pbarmacu dm
< Maurer d C. ra Novan. 25.
,1 jLm
vatawa-
eitci
"mAisai.
ras, Htm^ttmtrmjim'
Goncatvas, Joa a*
los'torio ra 4a Cruza, t.
Gil Braz de antilhana
Este inimiuvel romance de Leaaga, tradu-
tido por iocage vender por i mWo-
tara, e W encadernaaa: na IrwartJSmo-
ajlca, roa do Crespo n. 2 defiroote do aro
de Santo Antonio.


II
l\ #1


Precisa se de-ama ama que sirva para servido
de orna casa d > duas pessoas: Arate oo pato*
de S. Pedro o. 13.___________________
Irmandade da, Seahor Bom
Jess das: Ohugas
I

I
I
Tendo a mesa regadora determinad? faier a
beocao solemne da imag*m a Seabor Bom Jetos
las Cbagas oo dia 37, aa 4 horas da Urde, convida
a todos os seus raaos e devetos para comparece-
rem a este acto.
Climerlo Rufino Alves de Sani'Aoaa,
Escrivio.
..... i
Precisa-se de urna eso/a va para carrejar um
peqoeno taboleiro de faienda, paga-se bem : na
roa flo Huspioio b,-4>1____________ --..
Precisa-se de ora hornera sen familia, e qae
OBador, para tomar eola de na taberna dis-
taote esta cidade ana legoa : a tratar na ultima
taberna la rea Aotasta, defronte do chafarte.
Precisa-se alagar urna ama pretere-se es-
crava, qae eogommo e> cosinhe : na roa da Impe-
ra tris n. 48,1* andar._____________
* Precisa-se de am cosinhelro e dous criados,
preferiodo-se estes escravos: no hotel Peroamba-
caoo a rna das Crasas n. 39. !*
As pessoas abano declaradas qaeiram vir a
adrmoistraeo do crrelo desta cidade afim de re-
ceberem objectos recommendados :
Antonio Marcelino Sonta B.
Jo Aqaino Fooseca-
Severiano Moutelro Lelte.
los Marti s Ros Janior.
Miguel Aogasto Oliveira.
Francisco B. Aodrade.
Alexanara Piabo Borges.
Manoel Silva Ponies:
Quem precisar de am portaguez e dous de
boa conducta para copeira ou deapcanoiro-rT tra-
no pateo da RlbeUa n. 15, taberna.
V
\
O bacbarel Feliciano Francisco Martins
retira-se para Europa.
**** *
Antonio Affonso Moreira vai a Europa e dei-
xa por seus bastantes procuradores em 1* lagar
os Srs. Antonio Lopes Braga, em v Manoel de Sou-
?a Machado, em 3* Antonio Alberto de Sonta
Agniar.
Pardea-se um buhen Inteiro garantido e da
numero 1433 da 42* parte da lotera a beneficio das
familias dos voluntarios da patria, cuja lotera cor-
re qaarta-feira 26 da correte : qaem o aehar le-
ve-o a roa Direita o. 74,.que ssra' gratificado.
Prendeu-se no dia 22 am pavao.qae andava
ja' aljuos dias: quem fr sea ,djoo annnncie por
este Diario qae pagando o aununcn.lhe sera' en-
tregue, deelara-se qne nii se responsabiliza pelo
dito caso possa evadir-se.
Aos Srs. administradores da nassa
fallida de Antonio Rodrigues Jar-
Pergunta-se aos ditos senhores, se nao
quereta fazer mais dividendo do que existe
apurado dos bens da referida massa, pois
no grande espaco de tempo de mais de
seis anuos apenas se lem feilo um nico di-
videndo de 0/0, em 1864, e isto depois de
muito instados, ecomo qne obrigados, ten-
do a massa bens, segando sedisse, para
pagar integralmente aos credores, de quem
s se pedia urna moratoria i I Os credores
da massa esperam ser embolsados quanto
antes do que a mesma est a dever ; e por
isso se ainda existem bens por vender-se,
quesevendam j em leilao dinheiro, e
nao se espere mais melhores pocas para o
fazer, visto como em mais de seis annos j
deve estar ludo vendido e aparado. De-
claramos aos Srs. administradores que, se
nao procederem ao pagamento quanto an-
tes, recorreremos aos tribanaes competen-
tes para sermos embolcados."
Dous credores.
Photogfrapho da A, casa imperial do Brasil
Roa do Cabeg a. 18, sobrada, entrada aelo ateo da drii.
Acabamos de receber de Franca pelo vapor Estremadure orna noa coueo
<$o de
ALFILETES M OBRO PARA RETRATOS-
Ha alfioetes simplesmente de ouro, porm de bonitos fettios, e na "*
com pedras preciosas engastadas, perolas, rubios, esmeraldas etc. O preg8 * aiD"
netes com os retratos das pessoas qae os comprarem, vafiam de i8# a 400OUO.
Tamben ba alfinetes de oaro para collocarem-se retratos e especies part gr-
valas ou mantas ltimamente em uso para homens. Estes alnetes com o retrato cisura
de i4 a 180000. *
RETRATOS POR TOBOS OS SISTEMAS PHOTOGBAMUCOS.
Retrato eaea aaafrrodypo, para c.iixinhas 00 quadros. '''**
Retratos em porcelana. I '
Retratos em papel para diversos tamanhos.
Retrato em cartoes de visita.
Vendera-se passe-par-touts e molduras-pretas e douradas de todos os tamaibos,
assim como vende-se tudo quanto preciso para trabalhar em photograpbia ou am-
brotypo. i
Ha urna bella variedade de vistas stereoscopicas representando pisagens, edi-
eos e monumentos de diversos paizes da Europa, frica e America. Tambem existe
qoantidade de academias coloridas e transparentes para stereoscopo, e tudo se vende
por barato preco. Stereoscopos de. acaj, pailissandre e mogno de 44- a 150000.
Albuns de diversos formatos e gostos para 20, 30, 36, 40, 50, 100 e 120 re-
tratos, de U a 180000.
A galera e oficina acham-se abertas todos os dias e a todas as horas.
^^ H, 2 D ^ N. 2 Di
EP** CORACAO DE OURO. ^jfcC
A loja o. 2 0 intitalad Coracao de Oaro na rna do Cabugi, acba-se d'ora em diante offerecen-
ao ao respeitavel publico com especialidade as pessoas qae pooram a moda os objectos do ultimo gos-
to (a Paris) por menos 10 por cento do qoe em ootra qoalqner parte, garantindo-se a qoalidade e a so-
lidez da obras.
O respeitavel publico avallando o desejo qae deve ter o propietario de am novo estabelecimen-
to qoe qoer progresso em sea negocio deve chegar iminedlalameote ao coracao de oaro a comprar
anefc Com perfftos brilhantes, esmeraldas, rabins e perola; verdadeiras em agarras, modernas pele
diminato preco de 10#, brincos modernos de onro e coral para menina pelo preco de 3,}, maracas de
prata com cabos de marflm o madreperola obra de moderno gosto. (o qne o eocoatraro no coracao de
rondn
onro) voltas de oaro com a competente crueioba ricamente enfeitada pelo pequeo preco d 121, brw
eos de nm trabalho perfeito por am mdico preco, cassoletas, tranealtas, pulceiras, alfioetes para re<
tratos e ontros modelos todo de alto gosto, aneis proprios para botar cabello e firma, dito para casa-
mento, no artigo roseta tem o Corceo de Oaro am completo e bem variado sortimenlo de diversos
gostos, butSes para pochos com diamante, rabins e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo sen va-
lor ja' por gosto ds desenho, brincos a forma da delicada moslnba de moca com piogente contendo es-
meraldas, rabins, brilhantes, perolas, o gesto sublime, alfloete para grvala no mesmo gosto, relo-
gtos para senhora cravados de pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras de brilhantes de
nono gosto, ernsinhas de rubios, esmeraldas, perolas e brilhantes, aneis com letras, eacoletas de
trystal e oaro descoberta para retrato (a ingiera) brincos de franja, ditos a imperatrize toda qual-
quer joia, para secoliocar retratos** obras de cabello, e ou tros muito? objectos qae os pretendentes en-
contrario no Coracao d Ouro qoe se conserva com toda a amabilidade aos coocorrentes delxando-
se de aqol mencionar procos de certos objectos porque fdescolpem a maneira de fallar) dizeodo-se o
preco talvet algaem faca mo joizo da obra, por ser o diminuta qnantia a vista do sen valor.
Na mesma loja compra-se, troca-sc ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe se coneer-
wsj por menos do qoe em ootra qoalqner parte, e dio-se obras a amostra com penhor, conservndose
e Coracao de Onro aborto at as 8 boras da ooile.
Qnalqoer pessoa qoe se dirigir ao Coracao de Ooro nao se podera' engaar com a casa, pois
?^8e/-Df Sua eDte'nm coral0 Pendnrado pintado de araarello, alera de ootro que se nota em um
rotulo (isto se adverte em consequencia de terem ja' algnmas pessoas engaado com ootra casa.
s
m
&Mk
Precisa-se para casa de om estraogeiro solteiro
que mora o'um sitio perto da praca, de orna ama
recolhida e de (oda a conQanca, para tomar conta
da casa, fazendo todo o servjco interno, sendo o
principal tratar da roupa : a quem convier dirija
se a ra Nova n. 19, 1 andar, para tratar.
Ama.
Na roa da Cadeia o. 52 precisa-se de tima ama
para euidar de nmacrianca de peilo.
Samuel Power JohDston & liempanhia
Ruada SenzalaNova n, 42.
AGENCIA DA
FundlcSo de Low Roer.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos,
Moendas e meias- moendas par^ engenho.
Taixas de ferro coado e batido para enge-
nho,
Arreios de carro para am e dous cavalloi.
Hetogios de onro patente inglez.*
Arados americanos.
>1 uoa6para descarocar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
Va ra do Trapich n 16.
acham-se os seauintes depsitos
De H. Bruninghaas em >'ails.
Boargogoe.
>inno Pommard tinto.
Cortn tinto.
Santo Georges tinto.
> Chambertin tinto.
Kcbeboarg tinto.
Clos de Voogeot tin o.
> Cbablis branco.
DeM A.Woefem Fraacfert:
Bheno.
Geisfinheimer.
Liebfraomilcb.
Marcobrnnner._________
Em casa de Theod Christansen.rna do Tra
piche-novo n. i6, nico agente no norte do Brasil
os brandenborg freres, Bordeanx, encontra-ae ei
lectivamente deposito dos artigosseguintes:
St.Julien.
St. Pierre.
Larose.
Chatf Loville.
Costean Margaux.
trand vio Cbateau Lafitte 1858.
Cbatean Lafitte.
Haut Sauternes.
Cbatean Sauternes.
'.-'batf.au Lataur Blancbe.
Cbatean Yquem.
Cognac ea tres qualldades.
_Atee doce. Pregos de Bordeanx.
Joaquim Jos Goncalves
Beltrao-
IA BO TlPICHE !!. 171 ANDAR)
l scca por todos oa paquetes sobre o Banco
loU'ohc em Braga, e obra oa gaintes loca-
-' era PortugaL ^
abtr:
._ Lisboa.
Porto.
Valeoca.
Guimarcas. ^H
Co:mbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Con/te.
reos de Val de Vde.
V anna do Caate'.lo.
Ponte do Lima.
VRiS Beal.
Vi la-Nova de Pa mllelo.
Lamego.
Lasos.
Coviibla.
CHEGARAM
Aloja dasOollumnas
- Lindos manguitos com gollinhas.
Grande variedade de golinhas com puohos, de cambraia.
De bretanha e de esguiao.
Gravaliohas de cambraia de muito gosto para senhora.
lrcos peplum oe grosdenaple prelo enfeitado, o que tem vindo de melhor gcs.o
Pernambuco.
__________rua do-Crespn. 13de Antonio Correia de Vasconcellos dr C.
SlNIO ELEGANTE
V 46 RA \OVA, RA UOVA X- 46
THOMAZ FERREIRA DE CARVALHO & C
Grande sortimeoto de faztndas de todas as qualidades de seda, la, linho e algo-
dan o mais barato que possivel, assim como um variado soriimento de roupa feita,
aprompta-se encommendas sobre medida com brevidade e perfeicSo.
Sinceridade e preco commodo sua divisa.
18IHA (Da ilPISiaTSJ2 9
Neste estabelecimento encontrara' sempre o publico o mais bello sortimeoto de pianos eom-
prehendidos os pianos tanto apreciados do fabricante Cari Scheel.
O abaixo assignado encarrega-se de concertar e afinar loda a qualldade de pianos, segoodo o
o melhor systema, e maior esmero e prompifdao possivel.
________- _________ Henriqoe Vogeley.
!t: 8 aRa do CabagJ. 3 A
Agostinho Jos dos Santos $ C.
Acaba de chegar a este eslabeleciment um esplendido sortimento de
joias do ultimo gosto, perfeico artstica e modellos eteiramente novos; como
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anneis, botes de pnho, brincos e cassoletas com letras, etc.,
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqoeiros, paliteiros, calix de mesa
fructeiras, cujos precos s5o incoapetiveis, pois que os propridarios dest casa,
recebendo seas artigos directamente da Europa, podem servir \antajosamente
aos sens freguezes. Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata paga-
se bem, tambem se incambem de fazer concertos.
ARfliZEH DL ROl'PA FEITA
Reg & Moura
ra Nova n 24 ___
Os proprietarios deste estabelecimento, verdaderamente penhorados para com seus
amigos e freguezes, pelas continuadas provas de acceitaco e confianca que delles hlo re-
cebido no espaco de tempo em que se acham estabelecidos; nutrindo, agora como sem-
pre, desejos de corresponderem suficientemente a esses ttulos que muito e muito apre-
ciam; resolveram augmentar o pessoal artstico da sua officina de alfaiate para assim sa-
tisfazerem com a presteza possivel qualquer encommenda de roupa feita ou por medida.
As pessoas, a cojo :argo se acha a direccSo da officioa, s5o os Sjs. Lauriano, Caslello Bran-
co e Souza Couto, artistas de reconbecido mrito e incontestavel zello e solicitude por tu-
do quanto diz respeito a sua arte. Pelo pouco que Sea dito e pelo muito que poderemos
accrescentar na presenga dos nossos freguezes, affiancamos desde j a mais restricta ob-
servancia e fidelidade no cumprimento dos nossos deveres.
O advogado
Affonso deilimqoerqoe Belfo
i a sua residencia para a Capunga a' roa
das Cnoulaj o. 15, e conserva o seo esenplorlo i
roa estreir do Rosario n. 3\, onde pode ser pro
curado para os mysferes de sua proflsslo das 10-
do da, as 3 horas da tarde. ,
Retirado completamente a vida civil para mais-
nunca se oeeapar de poltica desta trra, onerece
a sena clientes intefra garanta de zelo e activida-
deem seus trabamos. E os aceita tambem para
o Wbo, Ipojnea e Escada onde tem procuradorea
probos e diligencia e at para lugares mais longi-
quos onde pode Ir pessoaimente, sem grande re-
moneracio, nao sendo excesslva demora : pela*
appellacSes e por ontros trabalhoa porm, qoe pa-
ra aqu I be Izerem a bonra de remetter de fr
se contenta com mdico honorario.
Alm do civil e commereial trabalha tambem na
ara] eeeislestieo e no jary:
tiieiiiifiH,!
* Ensino de msica
73, andar, na 4o Imperador .
78, 2o ariar.
Lecciona-e per solfejoe a tocar va-
rios instrumentos; dando-se as li-
c5es das 5 horas da tarde as 10 da
noite.em casas ou em suas residen-
i cas.
mmmmmmmmmmmmmm
^ PILUI.AS
Varopee Tlnho ferraglooso de
jarnbeba eom pyrophoiha(o
de ferro.
Cblorose, anemia, escrofnlas, racbitismo, blennor-
-!*'leocorrna- fcbres intermitentes e ame-
norrha (menstroaco dolorosa e Irregular)
6U-.J 61C.
Ha muito que tiohamos em vista assoclar o ferro
snossas prepararles de jorubeba; mas levamos
tempo a experimentar qoal a prepara cao ferrugi-
nosa, que mais cooviria ao organismo humano,
vinao por fim a decidirnos pelo pvrophosphato
de ferro, com o qual podemos prepara r os nossos
xarope e vioho de jurobeba ferruginosos.
Temos a observar, porm, que o nao dos medi-
camentos de mrubeba com.o pyropbospbato de
ferro nunca pode occasienar a pbtysica as pes-
soas ainda as mais delicadas, como mulla* vezes
oatecido atea pessoas robustas, que se bio
servido do mesmo mlicamente preparado com
outras substancias ferruginosas, por isso que o
pbospnwo debaixo da forma de pyrophospbato,
am meio prophylatico reeonhecido infalllvel con-
tra esta terrivel affeccao.
As preparacSes de jorubeba, a que havemos as-
sociado o pyrophospbato de ferro, sao mol provei-
tosas no tratameoto das molestias das senhoras
taes como a cblorose, anemia etc.
Estas molestias manifestam-se com os sympto-
mas seguimos :-Descoramento geral da pella e
das membranas mucosas, magrea, inehaeao das
faces ellas pernas ; excitacao nervosa, hysterls-
mo melancola, debllidade muscular, dores ne-
urlgicas, pulso mais freqoente do qne no estado
de saude, calor febril, pella secca, appatites de-
pravados, vmitos, prlso de venire, menstruacao
dolorosa. irregular, pouco abundante, descolada,
nulla, flores brancas, amenorrhagia e infecundi-
dade.
Dste estado espantoso, alias to ordinariamente
reeonhecido entre dos em crescido numero de se-
Dhoras, desapparece s com o prudente uso das
prepararas cima.
nico deposito destes medicamentos :
pharmacia de J. A. Pinto, ra larga do Ro-
sario n. 10. em Pernambuco.
Precisa-se de urna ama q? saiba
para casa de homem solteiro : a ra do
u. 46.
cosinhar
Arnorirn
CASA
de commissao de escravos,
Na casa de commissao de escravos ra do Im-
perador n. 45,3* andar, recebemse escravos pa-
ra seren vendidos tanto da praca como do mata,
e os senhores de engenhj qae por qualquer moti-
vo queirara desfazerse de algum nao tem mais do
qne remette-lo ao abaixo assignado que garante o
bom tratamento e prompta venda, nao se poopan-
do exforcos afim de em tudo satisfazer as pessoas
que o quizerem honrar com a sua coobanca. Nes-
a casa ha sempre para vender escravos de ambos
os sexos.
Antonio Jos Vieira de Souza.
: Residencia e consultorio
Medico cirurgic
DO
lli". Antonio Dnarte
Na praca da Boa-Vista n. 21 oude
pode ser procurado a qualquer
hora.
Espeelalldade
Doencas do peito, e de meninos.
Trocam se
as notas d0 banco do Brasil e das eaixas filiaos,
com descont muito rasoavel, na praca da Inde-
pendenej D. 22 %
Publica^uo literaria
l> 11 IIO
. SOBRE
O recurso k ebra.
A* proposito do projecto de le approvado pela
cmara dos depotados oa sessao de 1866, revogan-
do o art J do decreto n. 1,911 de 28 de marco de
1857.
PELO
Dr. Braz Florentino Henriques de Souza
Lente de direito civil na Faculdade do Recife:
Sabio a' luz esta Interessante publicaco, e acba-
se a venda as iivrarias de J.Nogoeira de Souia.e
Garraux, de Lailbacar & C, ao preco de 31 cada
exemplar. _
Aloga-se a casa trrea sita confronte ao porj
to da fabrica do gar, lado do norte, tem 3 salas
quarto, cozinha, qalatal e caetmba, preeo de 12f
por mez: a tratar no mesmo logar.
Joiqnlm Beblano de Barros
partieipa aos seas amigos e freguezes que mudou
i ana ofllclna de marcenara da ra da Aurora o.
25 para a roa Direita n. 112, e contina a fabricar
as ricas mobillls de Jacaranda" e amarello, santo-
arlos de laearanda' e cedro, e ootra qoalqner obra,
e enearjega-se de concertos e verniz de qaaesaner
movis. Na mesma offlcioa enconlram ae grosas ai
iimaa de acn patentes, e outrts ferragens para mar-
cinaria, e tem alguna bancos desocenpados qoe
convida algom collega ao irabalao.
Percisa-se de om creado escravooa
urye, de 12 14 annos de idade para ser-
vicos internos de casa' 4 familia; a ra do
Sol sobrado p. ai.
eYaeisa-s* da nm proteeaor de primeiraa let-
tra,esoaaibabea grammatea portagoexa e m-
sica, ne Mira cansar fra da cidade, em nm en-
1 wmtwp da-esucao de Una meia legua *. dlri|a-
j se a rna do gol a. 31 * andar, qne tneoMrar'
,. com quem iraur. '
Criado.
Precisa-se de om forr ou escravo para todo
o servico de urna easa : a tratar na ruado Crespo
u. 16 loja das 7 as 11 horas e das 3 as 6 da Urde
Confeitaria dos Ananazes
Rna da Cruz u 16
H bom sortimento de. papis de estelos
para sortes, amendoas confeitadas, grande
sortimeuto de enfeites para bollo, pndelo e
bandejas, recebe-se emeomendas para bol-,
los de S. Jo5o, simples e emfeitados, e tam-
bem se recebe de fra para se emfeitar. Ha
todos os dias sortimento de doces para cha,
pastis, empadas e fiambre.
Attenco
o
Urna pessoa competentemente habilitada para
oceupar-ee em qualquer genero de plantarles, ou I
como destilador em qualquer destilacSo, on aind|
como administrador de engenbos, offerece-se para
qualquer daquelles misteres, O pretndeme J tem
trabalbado no interior da provincia, bem como oa
Gnienna Ingleza, e director de plantacoes oa Tnn-
dade e oa Jamaica ; conhecendo portento perfeita
mente os diversos ramos de cnltnra do paiz, acba-
se no caso de ser empregado : quem de seo pres-
umo se qoizer utllisar on obter melhores ioforma-
edes, dirija se ao coosolado ioglez em carta facha-
da, sob o adresse de A.
.
Atten$lo.
S. 2--Raa da Livramenti~N. 25
Deposito de tamaocos e calcado nacionaes da fa
brica da ra do Jardlm n. 19, de Jos Vicente Go-
dinbo, tanto no deposito como na fabrica se
apromptam todas as porgues de calcado o mls ba-
rato possrvel, esta fabriea tem todas as machinas
proprlas para os calcados ja' bem acreditados pelo
grande numero de freguezes qne daqul se for-
necem.
Offerece-se urna senhora estrangeira para co-
sioheira : quem pretender dirija-se a ra da Cadeia
n. 36, prlmeiro andar._____________
Na praca da Independencia n. 33, loja de
ounves, compra-se ouro, prata e pedras preciosas,
e tambem se faz qualquer obra de encommenda e
todo e qualquer concert.
PAR V QUE?
Nao vindes ao armazem da bolla amarella pro-
vst-vos das rolinbas e plstolinbas para vqssos fl-
Ihinhos que vos bao de atormentar Tpor ellas as
vesperas de S. Antonio e S. Joo, quaado talvez ja
as nao encontris e tambem os lindos cravelros
qae tem tanto de inoffensivos quanio bellos, nao
esqnecendo as candeias romanas (pistolas) de bal-
las de differentes cores tudo preparado com a
maior observancia dos preceltos dessa arte, vinde
pois ao armazem da bola amarella no olla o da se
cretafia da polica fazer vossas encommendas com
antecedencia.
^m
*
Na roa do Imperador o. 73, segund) andar'
preoisa-se alogar ama cozinheira j de Uade.
USA OA FORTUNA.
Aos 6:0000000.
Bllhetes garantidos
Precisa se de nma ama br3sileira 00 estrangeira
que engomme e entenda de cozinha, para casa de
ponca familia, e qae se preste a ir para a cidade de
Mamanfuape, na provincia da Parahyba ; a tratar
na ra do Crespo n. 19, loja do Sr. Santos Neyes.
Urna senhora franceza da' llcoes de piaooTde
fraocez e italiano em casas particulares a tratar
na ra do Imperador n. 71, Ia andar.
AMA.
Precisase de urna ama para cemprar e cozlnbar
para urna s pessoa, paga-se bem; na roa da Cruz
A BA DO CBESPO N. 23 E CASAS DO COSTUME
O abaixo assignado venden nos seos moito feli
es bilbetes garantidos da ioteria qae se acabou
de extrabir a benetlcio do Gymoasio Provincial,
os seguiates premios :
N. 126 um meio om a sor te de 6:000f.
N. 46 dous qoartos com a sorle de 2:000.
N. 3767 dous quarlos com a sorle de 6004.
N. 9S2 um meio com a sor te de 300.
E outras umitas sortes de 1005,40# e iOi.
, Os possuidores podem vir receber seos respec-
tos premios sem os descontos das leis, na casa
da Fortuna a' rna 4o Crespo n. 23.
Acham-se a venda os da 42a parte da lotera
< ta (eir 26 do correte.
Preeo.
Bilbetes.......... 6*000
Meios............ 3#000
Qoartos.......... 14500
Para aa pessoas que compraren e 100)9000
paraeiraa. .
Bilbetes.......... 5*o00
Melos............ 24780
Qoartos.......... 14375
. Manoel Martina Finia.
Viao tnico e nutritivo
Livro de grm
O catalogo amphto da Iterara '
sopp.emanto da 1864, distribu se ,
nm* do crespo
QUINA E-ACAO.
DI
BCQRAID.
Esta nova combioacio rene m ama bebida as-
fia agradavel e conveniente a todos os organis-
mos, a quina que nm medicamento tnico por
excellencia, a o cacao qae contem principios nu-
tritivos asis reeonbeeidos.
Elle se emprega com o maior snecesso na enra
las paludas crea, soffrimentos do astoasago, per-
da de appetite, digesldes diflucoltosas, naesslroa-
?8es diffloeis etc., etc.
Depasita especial
MA
Pharmacia e drogara de Bartbolomeu & C
34-8aalart ia|asaria-S4 ,
Corata-se broa peesoa para ensinar a ler
ver a eonlur aa quiro operacSes de iateiroa
"" W oe,
Fabrica de cerveja nacional
DE
HEERIQUE LEIDEN
n. 35 ra do Cebo n. 35
0 proprietario deste estabelecimento, prl-
meiro introductor deste rano de industria no
Brasil e ex-proprietarios da Imperial e amiga fa-
bliea de cerveja nacioual, Tna de Hata-eavallos
76 e 78, Rio de Janeiro, faz sciente ao respei-
tavel publico desta capital, que, depois de
novse aturados estudos sobre oobjecto,
acompauhados de multplices e prolongadas
experiencias cerca da grande differenca
de clima, para chegar a resultado idntico ao
a colinda no Rio de Janeiro, isto , obter
urna cerveja que se possa justamente com-
parar melhor para aqui importada, acaba
de fundar urna grande faDrica de importan-
cia tal rJoder produzir, mais de 3000 gar-
rafas diariamente, pelo que, desta data em
diante, acha-se habilitado a fornecer, com a
mxima promptido, qualquer qmntidade
de cerveja branca e preta de superior qoali-
dade, aos seus numerosos fregnezes, quer
para uso particular, quer.para negocio.
Igualmente faz publico, ter um grande
sortimento de vinhos 6nos e ordinarios de
Allemanha e Franca por mdicos precos, ha-
vendo dos da ultima especie deste 360 reis
a garrafa, sera casco, at ISA", a dazia. To-
das as encommendas serSo] entregues livres
de despezas, eos domicilios dos senhores
compradores.
Prevalecendo-se da opporttmidade previ-
ne o mesmo proprietario ao cmmercio de
grosso e a retalbo que timbem encarregar-
se-ha de fornecer-lhes urna excellente qoa-
lidade de vinagre, por elle fabricado, o qual
revalisa com o melhor que se vende nesta
praca.
O estabelecimento do Sr. Leiden acaba de
ter honrado da visita do lllm. Sr. Dr. ins-
pector dasadepnblica, o qual Sr. Dr. achon
as fablicas montadas e e?tabelecidas as me-
lhores condices bygiemcas e as qualidades
da cerveja, dos vinhos e do vinagre dos me-
lhores que se possa recommendar ao aso do
publico.
Achando-se o sea estabelecimento mon-
tado em om dos mais amenos sitios desta
capital moito se recommenda concurren-
cia dos amadores dos recreos honestos, qne
nelle encontrarlo alm de ptima cerveja de
differentes sortes, caramacnoes naturaes,
jogos lcitos, da bola e buhar e finalmente
boa companhia.
Um aviso anterior indicar os diversos de-
psitos que o Sr. Leiden prop&e-se a esta-
belecer em diversos pontos desta cidade,
para melhor attender a quem se dignar
honra-lo com sua confianca
Escravo fgido
Fugio baoum o escravo Vicente, idade 28 an-
uos, pouco mais ou menos, estatura regalar per-
nas um pooco arqueadas, tem pouca barba, sem-
pre tras raspada, levoa calca e camisa branca a
chapeo de feltro, spp5e-se eMe andar por Beberi-
be, Cachang, e em Olinda: recoramendase a
captura delle e leva-lo a rna da Cadeia do Recife
n- 27, 2* andar, qne se gratificara'.
Ama
Precisa-se de urna ama livra ou escrava para o-
servico interno e externo de urna casa de daas
pessoas : na rna das Cruzes n. 28.
Ama oe leit"
Precisa-fe de nma ama de leite
daderor n. 83, segundo andar.
na ra do Im-
Aos Srs. fogueteiros
Ha lio tica da roa larga de Hesario a. 34
Vende-se
Salitre refinado de Ia qoalidade.
Bnxofre em cylindro dem.
Limalha de ferro (muito nova.)
dem de ac dem.
dem de ponta d'agnlha idem._______
Jos da Trmdade Almeida, subdito porttf-
gnez, retira-se psra Portngal.
Ra da Aurora
Aloga-se e segundo andar do sobrado da roa da
Aurora n. 12, com 4 salas, 6 quarto--, todos forra-
dos a papel e pintado, e soto para rorioba, todo
agua e despejo : a tratar oa rui Pormosa o. 15
com Caodido C. G. Alcotorado,
Precisase alogar urna ngrioha para andar
com ama crianca : na ra estrena do Rosario n.
43. 2 andar.___________^_^^__
Previne-se a quem convier, que de-
vendo conclnir-se at o fim do correte
mez, a publicaco da obra sob o titula de
Prelecgdes de Direito Internacional, com r$-
ferenca e .applicaco de seus principioss
leis particulares do Brasil, pelo Dr. Anto-
nio de \asconcellos Menezes ds Druin-
mond, tic, desde entao ser encerrada a
assignatura, e ser elevado o preco de 10#
establecido para essa obra, e as daas ou-
tras; annexas que a acompanbam sob os t-
tulos de Preleccdes de Diplomacia, e Epi-
logo dos Dirtitos, e Deveres do estrangeira
no Brasil fra do Imperio ; tudo na conlor-
midade do respectivo prosaecto, qae j tem
sido por vezes publicado.
Recife 22 de junho de i867,___________
Aluga-se um armazem grande na ra dr
Prala n. 33, proprlo para carne ou ootro qual-
quer negocio : a fallar oo mesme.
SECURS
MARTIMOS
Km Ponte de ch, sitio do tenente-coronel
TnotnaxJose da Silva Gosmlo, precisa-se de om
feitor qoe entenda de jardlm e borla : a tratar no
mesan sitio. ___________
CALCADO BAKATO
Grande pecMncha.
Botinas preta para santera a 3*000.
Ditas ditas para meninas a 2*500.
Na praca da Independencia ns. f3 e 15, Iota de
Arantes & Lyra._____________________
Atiendo.
Lo Poneeta de Maaaia tea sciente ao respelte.
vel pofaUoe qoe c Sr. Joaqoim Caetaoo de Carva-
Tlb(i deixa de ser uta eaiselro em o esubelecimenta
er dinja-e a roa do mperalorn. 3,ejdepadarianarna dw Cinco Pontas o. 38 desta
gnadoandar, do ladojirelto. 'data m toan Baeft IT a> Jnoho de 87.
CONTBA FOGOn
A companhia Indernnisadora, estabeleci-
ia nesta praca, toma segaros martimos so-"
bre navios e seas carregameotoe, e contra
ogo em edificios, mercadorias e mobilias:
aa roa do Vtgario n.t, pavimento terre o
sog
aritimose terrestre
establecida no Rio 4a Janeiro:
atenia Laii dVfiw vede G,
eompetentemeaf^^Kloa pala direc-1
toria
de,tomara egares de navios, mercado- M
Mas e predios nu sao escriptorlo roa da 8
Crui n. 1.
immm inl
i

ii
r^mXimTi


* ,,".. "

*&*
de pernifca -
_ Ferreira & Mattl
n. 02, acato sobre Lt-boa.
ra
Chamase a aiteocao do Sr. Dr. director das
obras publicas para os reparo porco qjw. se
tao fazendo no calcameoto d raa do erwp".
9av
O contrato.
VHfflMU|S
pa Is felas de$.Antonia es. Joo
no armazeat do Pari rna da
GAMA SILVA
ReceberSo-se pelo ultimo vapor da Euro-
pa as fflais novas 'fazendas como sejara:
Boitas cas3S de lisias grapa- j
dies. U_-a800
Ditas castelhanas.
Ditas da Italia.' \
Ditas transparentes cora os mais modty1-
nos e uuis delicados gostos vari a rs 610.
Ditas de divarsas qualidades cot novos
Precla-se clugar oroa escrav. para todo s
servido de urna casa de pone* familia: tratar na
roa do Hospicio n. 38. ___ ________
- Acha-se JoTsti e cjotraJa a taberna da roa
do rogo n. 10, cora o Iho: aera s achar com d.re.to m-.ma por
quander um titulo, dir.ja-ie a mesma dj praio de
jdias.-Ondoosqaaes nio se attendera' mata re
clamado algoma. ...... j. tna otf)yid(j # 40, _80 e SlO,
Sei AtSftbeM,em 00a .^.^^e_ai_go_d5o da transparente com lindas palmas e

i" no forte da Matto desta ciiade, cndo sem
ous ou encargo .gam pendente a dito contrato
desde malo prximo.
Rec U, 25 de junho de 1867.
Joaqoim Salvador Pesaoa de Siqaeira Cvale antl.
- Erai le Kaho, subdito franca, retirase para a
Europa.
Pueio no da 3 do correte urna preta criou-
|a, de uome Felicidade, representa ler 22 aoaos de
idade, levou vestido de chiia-roxa com florea.ama-
relias e chales de casimira amare la, couheclda
pela polica da Capaoga e Manguinho at Apipa-
eos, onde ja fol presa em um mocaran : roga-se
a polica e capites de campo a prendam e a man-
de a rna da Gadeia-Velha u. I, que aera pago o sea
trabalbo.______________
O Sr. Jos Marques da Costa Soares,
(negociante no Recife) qaeira vir esta typo-
grapbia negocio. ___\.
Olub do Recife
ReuniaO de familias sabbado 29 do cor-
rente.___________.____________
3- Precisase de ama ama de leite : na roa d
Apollo n. 20.
...ORO DE VENHZA
Ao reepeitavei publico pernambncano ^ede-se
Attenco
COMPRAS
- Comprase nma mobttia de Jacaranda 00
mesmo amarello que esleja em bom uso : na roa
dasCrnies n. 34, taberna.___________________
Compram-sc escravos
Silvino Guilherme de Barros,.compra, vende e
troca lectivamente escravos de ambos os sexos
e de todas a idades ; a' ra do Imperador _. 79,
erceiro andar. _______
**320, 500, 800 e IjJ s
/
Manteif a ingleza
no armazem do Veado Branco, se acna vista.
Manteiga franceza
em libras 560 e 640, em barris se far _ifferena.
Banha de porco
em libras 320 e 380, em perco se fara differenca.
Fructas
em calda Pera, Pecego, Raiaha Claudia, Alperie e outras muitas 500 e 640 a lata.
Grvli-aa
Portuguezas 640, franceza. 900.
Fumo
em latas do Para e de albaneque, Uta 4* e l200. -
omina de mllho
em pacotes 400 e 500, dita da trra 100 e 200 a libra.
\ I DDO
dP Rnrdeaax em caixaa duzia U, garrafa 500, dito de U a duzia, 800 a garrafa, 'dito a
S iadS? S* a garrafa, dito do Porto a 84,12*. IU. 24*, canas de> duz* assim
orno"taSra 55- 3.500 'e 4*, puro J A A Lisboa 2*800, 3* e 3*500 a qualidade
Oaro e praia.
_B obras velhas : compra-se na prac* _da ln
depeodencio a. 22 toja de brinetes.__________
Moedas de oaro.
Nacionaes e estrangeiras assim cowo libras
esterlinas: campTam-se na raa do Crespo n. lo,
primelro andar.
Comprare moed.s de aro de 90J, 16J, 10>
e-9*; a ra da Cro- o. 3. _____
- IKTrs. * paga por oitava de
marcada, na loja de orives no arco
CoSceiCo, no Ref'Oj______________
prata
de N.
delei
S. da
Moedasde prata
nacienaes, assim como patae.es portugue.es
bespanbes, compram-se com premio
Crespo n. 6, pnmeiro andar.
como figue
convida.
Caz
lata a
*!
8^ de 5 gatoes e mais pequeas a vontade da comprader, em garrafa 360.
Alpiste
ili* 1A a 1bra* Paiucoa 100 a libra.
em garrafas a 800 el*. ^^^
_m Lo <\e JiO Dor t* ditos Delicias, trovadores* Parisienses em ca.xas de 100, ditos
?lSfX M> Rega.ia.aixas com 400 a 2*500 e outras mu.tas marcas
que s na preseocados compradores. !pRCZUNTQS
de'lamego eo barril, ditos de fiambre o m.lnor .que ha no mercado por >reco que faz
admrarI! D0CEDEG01A1A .^^
cai-5es de 560 fino, ditos de 1*500 que parece armellada, dito em latas mu.to fina
qualidade a 1*200.
com doce secce a I* e 2$.
.BOCETAS
QDEIJOS
do Alentejo em Jalas chegado pelo wapor 0Mida, ditasFlamenge e Pratos dos mais notes
jue ha no mercado.
AZEirONAS
de el vas como
raelhor.
ne -nercad. nao temas -a 1* a lata, em barris do Porto a 1* eomo n ha
na
e
roa do
228000
para moedae nacionaes de 30* : na rna do Crespo
n. 16, pnmeiro andar.
Eseravas
Compram-se duas eseravas dejdade de W a 23
atos, que aibam coxinhar, engommar, coser e
lavar com perfeicio, paga-se bem.: > tratar na
roa do Imperador n. 3, 2 andar, ou na raa da
Cadeia do Recite n.Z7._____________
labras sterlinasc
Comprara se com bom premio;: na pr*-a t> I n
dependencia o. 22._____________________________
Cot^a de medloa sendo,urna booila azen:
)almas e qur
dros de seda tendo cada corte 19 corados a
rs, 24*.
Ricos cortes de vestidos brancos com lin-
das barras bordadas em alte relevo a 24*.
Ditos brancos tambem bordados a rs, 5* e
6*. .
' Cortes de poil de chvre com 18 covaaos
a 45*.
Moderoissimas vareges tapadas e transpa-
rentes com as mais delicadas cores e com bo-
nitas listas de seda, covado a 640, 800 e 1*.
Alpacas lizas enfestadas com as cores mais
modernas o covado a 640.
Ditas enfestadas com lindos lavores grfi-
dos e miudinhos covado 560.
Bonitas alpacas lavradas com os mais mo-
dernos dezenho* covado a rs, 800 el*.
Ricos, cortes de vestidos de fil enfeitados
a 30*. <
Poupelina do quadrinhos transparentes
com os mais apurados gostos e quaze a lar-
gura de chita franceza covado a rs, 640.
Ditas mais estreitas porm muito bonitas
covado 500.
Sedas de cores com. 4 palmos de largura
covado 2*.
Ditas estrellas lisas de listras covado 20.
Grande sortimeoto de grosdenaple preto
covado a rs, 1*600,1*800, 2*. 2*500 e 3*.
Ricas sedas lavradas.
Saias com qaatro pannos ricamente bor-
dadas a rs, 5*, 6*, 7*. 8*. 10*, e 11*.
Tarlatanas brancas e de cores vara a rs,
800.
Fil branco lizo vara a rs. 8 0.
Dito de flores para vestido vara rs. 640.
Outras muitas diversidades de fazendas
que se mandam tambem levar em casa das
Exmas, tamilbasparaecolheremou do-seas
amostras deixando ficar penbor no armaze-a
do PavSo ra da Imperatm n. 60. de Gm
ma & Silva.
Bordados do Pavo
Entremeios largos
Babadiuhos estreitos
Babadinhos largos
Entremeios estreitos
. Tapados e transparentes
Gama & Silva receberam urna grande por-
C5o dos mais inos babadinhos entremeios,
tanto largos como estreitos, sendo tapados
o transparentes com os verdadeiros borda-
dos a alto relevo tendo -de todas as larguras
e desenhos, grande pencSo igual para qual-
qi>er obra, qae assim possa ser preciso, e
tarantera que podes vender por menes 40
ou 30 por cewto, do que em outraqualquer
parte, attendendo a grande porc3o que tem
no seu armaeem do Pavao: ra da Impera-
tlrie a. *0, de Gama & SHva
/
t
A NACIONAL
tCompanhia geral hespanhoia de seguros sobre
a vida
AUTORISADA PELO REAL DECRETO DE 21 DJWJgE 1859
BASQCE1R08 DA COMPANHIA DIRECCAO GERAL
O Baieo de Oespa-ha Madrid: Raa de m. Agoatl-ho
suuaco da eompamhla em 15 de Jalho de 1866.
A^liees 19:700 Capital Rs. 127:144*670 ou moeda brasrieira
A Nacional abraca toaas as conbmaces do seguro de supervivencia ! n'ellai pode
fazer-setabrTpc., Je m)do que em nenhum caso se perca o capital imposto nomos ln-
cros ^Xtcrdepositada nos cofres, dojestado, garante a boa administraeo da com
panhia.
oiroe.
Compram-se libras merlinas a. JW800, meedas
de 30* a 2*00, ditas-e 164 a 175500. assim co-
mo toda e qualqoer oora qoalidade, e tambem
prata oaaional estrangeira:: na roa da Cadeia,
ioja de fa.endae o. 38. ________________________
Comprare ama es madek-a. qae o^ tenha achaques nem vicio: na
roa da.Senaala*elha n.-84.__________________
Attenco.
Precisa se comprar ama preta escrawa at 25
onnos sem aohaqoes e nem vieios, que saiba bem
engommar e^avar ; ua ra da mperaw n. 7, 2*
andar. *_________- ______________
Compra-se urna estante para livros, nova, oo
m bom esttdo : na ra do Caldeireiro n. S2.
Doce de goiaba.
De"h}a qualidade era latas recebido ie dous e_-
fienbos onde se fabrica com perfeicio, os apre-
ciadores do bom doce, assta como acuelles que
comprara para negecio, encontrara um bom sortt-
mento do dito doce: ni ra da Cadeia -do Recife
n. K?, primeiro andar._________________________
Perfcmarias finas,
INGLEZS DE GOSjpJ Mt. ,
E FRCEf AS DE i. PENAUD.
A anliga 6 bem conhecifla loja dltniode-
zas ra do Queimado n. 16, c ntinua a
estar provida de Atas perfumaras de diver-
sos fabricantes acreditados como Gosnei e
Pwndi sendo deste, excellentes extractos
para lencos, agua de Colonia, oleo, banha,
cosmetique para cabellos, opiata e pos para
dentes, sabonetes para m3os e barba, etc.,
etc.; e daqulle, superior agua de Colonia,
opiata ingleza e pos para denles. Alm dos
i mencionados objectos ha muitos outros que
Iporsuas boas qualidades e bonitos vasos,
agradarlo completamente aos apreciadores
do bom.
Fivellas fitas para cinto,
Na antja loja de miodezas ra do Quei-
mado n. 10, encontrar.o os pretenderes
i run beiio sortimeoto de fivelas e fita para
cinto, sem que esqqeca os lindos pentes
prateados, com Atas pendentes e sem ellas,
sempre a contento do expedente freguez
que so dirigir dita loja de miudezas:
rna do Queimado n. 16.
Diferentes objectos
expostos a apreciado dos esclarecidos fre-
guezes que os quizerem comprar ; na ra
do Queimado n. 16:
Bonitas caixinhas de inadeira com fecha-
dura, proprias para costura.
Ootras ditas com arranjos para costura,
Sapatinhos de aetm e merinos para bap- ao yaeimaao n.^o.
usados.
Meias de seda para ditos.
. Tocas e chapeosinhos para ditos.
Tercos de madeira, osso, cornalinas, obras
mu perfeitas.
Alfinetes de osso com bonitos moldes,
obras de gusto para peito de senhoras.
- Ditos pretos para luto.
Meios aderecos de madeperola.
Porte jupe ou suspende saias.
Lencos bordados para senhoras.
Brincos pretos, pulseiras e alfineles com
camafeo, tudo para luto.
Froco grosso de 15a, para differentes Hns.
Bonecas mansas e choronas para crean-
cas. .
Cestinhas proprias para creancas e bo-
necas.
Bandejas pequeas para copos.
Benitas e medente s cha pe "mas de seda
para senheras
Na loja de miudezas ra do Queimado
n. 16 vendem-se bonitas chapelinas de seda
mui bem enfeitadas e por precos rasoaveis.
Enfcites de flores a imitato de chape-
linas
Vendem-se esses bonitos e modernos en-
'feites de flores a imitar-ao de chapelinas : na
ra do Queimado, loja de miudezas n. 16.
Diferentes objectos
Vendem-se na ra do Queimado, loja de
miudezas n. 16.
Grvalas brancas de cambraia para noivos
Gravatas brancas de setim para ditos.
Rosas Camelias, ramos e caixos de flores.
Papel jararosasefolhas para ditas.
Lences de cambraia fina com barras de
' cores, sendo
I Para bornens a 3-5600 a duzia.
Para meninos a 800 rs. a duzia.
, Vendem-se na ra do Queimado, loja de
miudezas n. 16.
Collerinhos de linho
obras de ultimo gosto.
Vendem-se na loja de miudezas ? ra
do Queimado n. *6.
CAB1DES PORTATEIS
TORNEADOS KNVERMZADOS.
Vendem-se na 'loja de miudezas: ra
o Quei_aado n. 46.
f nlesd (arfariga e onlr derrefal
A agcii braaef { ra d|Sf m 3
acabi; de jeceBEllAo_as anSosl-as c ^cu-
tos d tartaruga para senhoras, ledos de no-
vos moldes e bons gostos, u bresahindo en-
tre eHeaalaos'coja% ndvidades em mol-
des, e perfeigo de obra os tornam recom-
mendados para quem apresa o bom ; assim
como recebeu igualmente outros mui forni-
dos e, tem Jeitos para desen baracar e outros
com eixo para debrar e propriospara barba.
Tambem recebeu outros de metal pratea-
dos e dourados, que de tal molde *So os pri-
meiros queapp.recemosquaes eomo semt-
circukxiae fazem sobre o coque tortam-o
mni bonitos.
(Jarapneas braicas
Vieram muito boas, epor isso vendem-se
a 10200 e ifi na loja da agoia branca : ra
do Queiraadty n. 8. ',
Babadinhos Crespos
0 novo sortimento que acaba de chegar
continua a ser vendido como dantes 205UO
e 30 a peca e semue ra roa do Queimado
loja da aguia branca n. 8.
Pentes enfeitados para meninas
Vendem-se na loja da aguia branca: ra
do Queimado n. 8.
Bollas de ail
Vendem-se na loja da aguia branca : ra
do Queimado n. 8.
Bonitos port-relogios
Vendem-se na loja da aguia branca : roa
Para mesas
Galheteiras para azeite e vinagre.
Saleiras de vidro e palitiros de porce-
lana.
Vendem-se na loja da aguia branca: a ra
do Queimado n. 8.
Ln?_* de pellica preta.
Chegaram para a loja da Agnia Branca ;1 a roa
do Queimado d. 8.
Ramos de flores para coques
A aguia branca acaba de receber um nico
cartSo com ramos de flores para coques.
A perfeicjio e delicadeza dessas flores tem
satisfeilo a todos que as tem visto e com-
prado a 5 cada ramoisso na ra do Qnei-
mado, loja da aguia branca n. 8.
Faca favor de ler
para saber o que de novo chegou na Aguia
branca a ra do Queimado n. 8.
Trancas pretas de vidrinhos com pingen-
tes, e sem elles.
Botfles pretos e de cores, enfeitados com
vidrilhos tendo com pingentes e sem elles.
Alamares pretos para basquines.
Novas e bonitas guarnicoes pretas para
ditas e vestidos".
Coques de bonitos moldes.
Enfeites de flores obra de bom gosto.
"Pentes de tartaruga obras modernas,e
apurado gosto.
Pentes dourados e prateados, moldes no-
vos e bonitos.
Bonitos e modernos gales de seda, de
cores para vestidos.
Bicos de seda, guipure.
Leques, todo de madeperola e sndalo.
Ditos de sndalo e seda.
Ditos pretos para luto.
Ditos de faia, os quaes fazem quatro
Y_t-___M
Ditos todos de sndalo, e s.nlalo e seda
para meninas.
Bonitas cestinhas
bordadas a froco para
demarfim, emadrepe-
PRESUNTOS
Superiores taglezes para fiambre: os rma-
ens'de Tassoirmos a ra do Amorlw.________
Batatas a 800 rs. ogtyo
m libras a &0 fs., axeitonas ovas a 800 rs. a an-
coren : a* roa das Croies., armaiem da porta
larga o. 41 A. /.' ________________
Compra-se diarie a 140 rs. a libra, < arroba
a 4*500 : na rna Dir-eita n. 15, abrica 4e ci-
garros.
VENDAS
*00t.
tandee a.
Azeitonas novas
no armarem do Anaes, deronte da al-
Vende-se
Metade do sobrado de dous
raa da Gra. do Recife : a tratar
gel n. 56, egundo andar.
daree _. 16 da
oa rna do Ran-
Cavalloecabiiolet a
Vndese uoi eavalle e um cabrleiet americano
por preco conaiodo e tambem sefae negocio com
u cavajio separado : a iraur na ra 4a Imperatriz
n. 46. ___________;_____________________
Ao Srs. consumidores do
gz
A direceo da erapreza de gaz convida respei-
osamente aos Srs, consumidores que por acase
pouam ter queUa* por falta de gar, ou oa(ro ln
.conTeniente que possa sobrevlr, queiram dirigir
de tobyrinino eom biea, fazena boa a p-_s reclamaces ao eserlptorio da emprea n. 31,
rra do Imperador, aode recebero immedi.ta .
soorapia attencSo
Caixinhas
eom pastilbas de ebeiro para
queimar-se em lugar
de !tacenso.
Vendem-se na ra [miudezas n. 16.
PASJILHAS 0&ORIFUMANTE8.
Essas ebeirosas pastilhas s5o sempre
apreciaveis, e com especialidade no correte
mez, porque servem^para perfumar os ora-
torios ou altares em que se resam ou can-
tara louvavelmente o Mez Mariano, es-
tas vendem-se na loja 4a Aguia BraDca:
ra 4o Queimado n. 8.
************
oc

Os fundos da companbia se invertem em ttulos do esUdo e se depositara no ban-
de Hespanha com iatervenco do delegado do governo edoeooselho administra ivo
ASanaia estranha toda a empreza ou ospiculaao perigosa, e os ttulos
2Ue se invertem os fundos imp s na rmesma, nao-se correm
Jaraatidos pelo governo, podeatonacoo da-a tor p.eizoad
pengosa, e os ttulos em
o menor risco, pois esto

i
____*:
SOVO DEPOSITO
MACHINAS
pAtiA DECAROCAR ALGODO
Manoel Bento de Oliveira Braga;
-Raa Dlrclta .53
*-.
Neste estabolecimento se encontrarao a
verdadeiras machina americwas chegadas ultima-
mente, asqoe. io fertaa pelo mai aiamade.fa-
bricante da America,.por sao avisa a todas ui.pja-
soas que precisarem comprar, de se dirigir a este
egubeWmento qae comprarlo das mais perfeitas
neste genero, assim como mais barato do trae em
oma qtwkpiar parte, por iaao qoe m> recebejg
eonta propria. bem como caonoa de chombo e moi-
Sap^fmoer mimo, agrande sortiiM-lo deei^
nim e mimten. em groa ea retamo..
Machinas americanas para moer .cafe, _de
propriaa fiar. reflnacSo,
Rival sem segundo.
Raa do 4ueI_Mau a. 4B.
(.aer acabar c_a as (a_eadas abaut
mcEeionadas.
Qneiram r ver qM * ^?r*^__*?_,
Toalbas
o XfflO
Carmeis de Jtia com 100 jardas a 30 rs.
Gravatas preus e de cOree multo Dna aours.
Calas de oireias de massa maito novas a 40 ra.
oofladores para eepartiiho 4e cordao fita a I
Carretls de iinha Alexandre com 400 jardas a SOI
F__l_-
Resmas de papel almaco muito bom a Z*500.
Fraseo de oleo babosa a 320 e 500 re.
Ditos de dito higeniqae verdadeiros a 1*000.
Ditos dito falso a 800 ra.
Ditos de macacar perola a 00 rs.
Jabonetes muito finos a 00, 160, 200 e 320 ra.
Ditos de bolla muito finos a 240 e 320 rs.
Caixas para rap eom bonitas estampas a ,100 r.
tiadas de linha froxa para bordar a 20 rs.
Varas de cordao para espartiibo a 20 rs.
Frascos com tinta rOxa mnfto boa a 240 e w n
Pentes volteados para regacar cabello do menina
3S0- ._
Frascos de macaba' oleo muite nao, a 1x0 rs.
ibotoaduras muito BnM pa*a colletes a 500 rs.
_art5es de lmha branca e de cores a 20 ra.
Libra de ara preta superior a 100 ra.
Cartas de aifinets france.es com 14 pentes
l0"- u
Sscovas par (at, faienda boa, a 600 ra.
Varas de franja branca de nbo para toalba a
100 ra.
Pecas de bico estrello com 20 varas mnit) bonito a
1#000. .
Varas de papafina de differentes largaras a 120,
60e200rs.
Caixas de palito bailo a 40 rs.
Caixas de palitos de seiruranea sem enoborre a
S-bonetes de familia a 100, 160 e 240.
Grosas de boto>s de madreperola para camisa a
La para bordar de todas as cores a fina, a libra
61000
carreteis com 4 oilavas da retroz preto moito fino
Catfas com soldados di chombo par meninos
Cartllha de dontrin chrsUaa-d rs.
Latas com superior banha a 200 rs. _'
CABfilOLET.
Vende-se um cabriola! d 4 rodas com 2 assen-
tos, em ooneo nso : para ver, na'rd da Florenti-
na, ofllcina do 8r. J. Grosjen, e a tratar na iua do
Crespo n. 4.
Bseriptura^ao mercantil
cana de cnegar e vndese por 5J>
Na Hirrta fraieeu a raa do Crwpa a. 9.
O tratado de escriptoraco o mais completo at
boje publicado em portugnez por
J. M. de Almeida Oateiro.
Vtodi-te oleo de recio em l_!as de 30 li-
bras : na roa da Cadeia-Veltia n. i, segando
andar._____________________________________
Manteiga barata -
Ingleza a 11280, 800 e 640 rs., e de tempero a
320 rs., rranceza a 640 e 480 rs., sab ao a 200 ra. a
libra : na rna das Cr utes n. 41. _^^^^^
Machinas americanas
para deajearocar algodo de 15 a 35 sorras
vende-se no escriptorio de A. Dumont:
ra do Trapbicbe n. 48,1." andar.
Rotondas
Vendem-se rotondas do fil : na rna
ment 0. _6, a 000. _____________
do Livra-
DROGARA i
Graade a_a_azen_ de tin-l
! tas medieamentor etc.
Rna _ I-iaerador o. 22.
I Productos chimicos e pharma-
_ ceuticos oa maie empregados em
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tara e para tinturara.
Productos iodustriaes e tintas
para flores, como bot5e de Aeres
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-"
tente desenlio.
Productos chimicos e industriaes
para pbotograpbia, tinturarla, pin-
tura, .pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
pride directamente de Paris, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena
confanca e satisfazjr qualquer en-
eommenda a grosso trato o a reta-
Iho e por preco commodo.
meninas.
Escovas de cabo
rola para dentes.
Abotoaduras bonitas para coletea.
Brincos de correte de boroena; voltase
pulseiras de dito.
Aderecos pretos para luto.
E muitos outros objectos que sero pre-
sentes aocomprador que se dirigir-a dita
loja d'Agna branca a ra do Queimado n.
Agora sim
Acabam-se as moscas.
Porque a aguia branca acaba de receber
porco de papel mata mosca.e continua
vende-lo como d'antes a 40 rs, a folha,
compareci pois os pretendentes e sero
servidos na loja d'Agua branca ra do
Queimado n. 8.
Nova remessa
De correnles de boracha.
A aguia branca .a raa do Quemado n. 8
recebeu nova remessa das desejadas corren-
tes pretaz de borracha, e continua a vende-
las como d'antes a 3 a vara.
AGUA FLORIDA
VMBI
Farallo taceos com 90 libras a 44: na
ra doAmorimn. 39."
Attenco
Vendemse 22" jogos de pedras de moinbo por
prego mott rezomid. : n* ra do Vigariq n. 14.
VENE-SE
Queijo do serto e coalha.
Vend-e muito frescos e novos de 500 a 800
'. a libra : na raa da Con chumbo de municio a 14 o qolnfal
tm\ti%Ut.
oa raa Im
oleque
Vndese um moleque bes preto,'de idade- de
18 anata : na rui do lolttnli n. 1
___Antonio Alberto de Soaza Agniar, na rn
do Amorim n. ai, tem para venfer ao eseravo
pee ooo 15 anao de lale.
Novamente ebegada boas russianas, perneras
e mela perneiras da meihor qualidade qae temos
visto, no armazem do vapor rna Novan. 7.
COIROS
Reei-
Ferreira & Matheas na roa da Cadeia do
fe a< W, vendem :
Coaros de Vitalia, de cavallo, de vacos, de bol
e sola envernisada proprios para calcado, berta
de carros etc- etc. _________________
Gairalet
Veade-se um cbriolet com coberta e os compe
untes trrelos: a an. do Sol coxelra o 35.
_->-B
MRRAY & LANMftN
A agua florida de Murray & _,anma_d
olhada como um artigo de perfume, nao
tem podido ser igualada pelas prepararles
as mais costosas: conserva seu aroma, co-
mo se formasse parte da prenda a que ella
se applica.
Sua eficacia to delicada, como elegan-
tes sao- ses multiplicados usos, qur sejs
empregada como artigo de toacador, qur
no uso do banbo, Ou como suavisador da
pella, depois que se tenba feito a barba;
j para limpar as gengivas ou aromatisar 0
hlito.
D suavidade, brilbo e elasticidade aa
compleicoes, depois de so baver lavado; al-
livia a, irritaco de empeces ordinarias; faz
desapparecer o desap-adavel aspecto dos
pannos, das sardas, do rosto, rugas e toda a
casta de ebuHc5es, e d vigor e frescura
parte onde quer que se applique. Sua efi-
ciencia e elegancia sao igualmente infalli-
veis nos casos em que seja preciso applica--
la como estimulante e antisptico, nos con-
cursos e assemblas numerosas, as loca-
lidades infeccionadas, na alcova de um en-
fermo, assim como um antidoto exceen-
te para os desmaios causados por cansaco
ou suffoiaco. Preparada nicamente por
Lanman A Kemp, Nova York, e a venda por.
Caors* Barbosa.
Joio da G. Bravo & C.
A' venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo A C. e P. Maurer & C, e em todos os
estabelecimentospharmaceoticos do imperio
V
t
'*


V
'


-
lart 4o eraalriWN arta loara ole Juna* m 1M7.

---------
MU B0 BRUM X. 38
O pf upritorto ctest etffteleermeato deseja enantr atiendo des senaoree oro-
^rietarios pata os crtfdftMtt nechaUtsmn na contina a tomecer; es qoees gnele
ser comosenpre. di flfettWf plififlfde potsivat:
Machinas de rapor
ferca de un carillo para etnt. A Oseoores sio moi proprias para motores de descaro*
puertos de ai-*t>; sUas viajara arundas e podem trabalhar dentro de 24 horas, desos
de CBegtren to tefar. HUs lev tu to ornante preciso para o trabalbo, e diversds so-
brecalientes. As sseeataas ntioreo aso proprias para a moageq de canna, e ha aellas
que podem jurta e separadamente moer catea e de-carocar. Elias pdem-ee appcar a
ijualquer moeoda ji existente san uutra mudanca do que a substituidlo das rodas da alman-
jara, ha tambemcem moenda jauta. Ellas lem depsitos d'agoa e boeiros de ferro, e1
o|o precisa para sSaassenUanote deobraalguma, qur de cara pina, qur de alveoaria.
0 tempo para asseota-Ias Dio exaede de ose dias ao mais, e en caeos e asertes de arM-
maes oa arrombanieatos de acodes, etc., garaate-se e assentamento em oite das. Todos
estes vapores sao slmplissimos na coastraojao, e se rege por qo rtqoer pessoa iateliigeote,
a facilidade da conduce* sendo especialmente considerada, tanto queoloos lotfsr emque
q5o se possam condtttir, qa8r por trra, qar embarcado.
Lembra se aos sniores de engenbo que a renda des nimaes e o servieo n*
gente oceupado no seu trata ment os Dio de recuperar da maior parte da despeta do
vapdr, deixando-mes a vaotagem de dora moagem certa e accelerada ; e acabaette com a
despeza da compra coMiaaada de novos animaos, e cam os deagostos do toabno que se
tem com ellos.
Ser taivez desnecessario lembrar aos compradores de vapores a ?antagem que Ibes
resulta de compraren saas naebieas ftrantidas em urna fabrica, tendo artistas compe-
tentes para assentar as mesnas e eosmar a maneina de trabalbar com ellas, e j prepa-
radas para af remediar nal joerdesarranjo; facilidades estas que jamis podem encon-
trar comprando: as aos simples negociantes, os qoaes por falta de conbecimento na ma-
teria nem se qur podem garanti-loc de qoe as macbinas que vendem s^jam proprias ou
suficientes para e trabalho -em que ee qaeira emprega -las, e no caso de desastre nao pe-,
dem prestar -Ibes soccorro aigum; sendo que ainda quaodo veoham s fabricas para con-
certar as macbinas albeias, torna-se-ba preciso fazer repentinamente moldes novos, etc.
para as pecas estragadas. J numerosas vezes estes vendedores tem representado seas
vapores como sendo de forca mu superior sua actual e verdaieira forca; equivoco
este qoe nao s engaa ao comprador acerca do trabalho que possa tirar do vapor, mas
tambem da lugar ao pagamento de una preco excessivo, vista da forca real da machina
que compran
A TTENCAO
LO JA OE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO
11Roa do Qoeimado11
& C,
Aotaoto porto a C. acabam Os reeeber da Europa soportaras coruf So soda it cares pan
baile e iiiinuoi.
Rico* corte de blond c*m manta e eapelia para nolvas.
CorUnadj* bordados para camas de ao\m e paellas de 7* a 80* eada ou.
Colxas de seda e oulrai de lia seda o que ha de melbor para cama d* aoivas.
Toalinhas de croch para* oedeira* e sof, etpartllaos a saino para Moboras, earaisinbas
cora mnyalas bordada e liado* eaebovaas para baptUads, a balSss de mu >seliua e de reos para
seaboras e medlaas.
Lavas e pellica pan homae a saaaeris e superior* etiapje de ol de todas a qaalidades.
Lia pura aaattdae bsraUssissa Ooaites padf5es o coado a 380.
Tapases grande* para wf, dits para,pUao, ditos para e*ae e peonen atea sertas e fraoHas.
Moir br*aco e preto sjperior para tullios do-liados d*sehOT, groad aple de todas ai cores
teda d<* TiilHh-n cTibratas braaeu do anuas a/uirdade*. ditas de cores lala* percalas.
*ufufe^ Ud itt*ara> Hita soda, ctnies e rot > Cuj 6> par booMoe franoeaa e ia|fcus de llaho e de alfido au e seroalas de Hafco ao-
periores.
Capu de borracha, sobretodos e peraaira* as mol boros e mais elegantes.
Halas grandes para viageos, AlU pequeas e saceos de tapete e cooro.
Brasaaaletiaoeode 4 larguras a t$S90 vara, paaoos protos e aes. caseoiras presas e de
earestudoaomaeaaato.
Neste estabelecimeato hasempre am comajoto sjrtimeato de boas fazeodas taoto para a praca
como jura o centro da provincia e superioras objectos proprtos para easameoto^ como *rai eapeMts,
mantas, vestidos de blonda e de mjlre branco, cortina Ijs, cjlcha., vondendose todo mais barato e
tambera as melbores
Bsteiras e aterfias peira forrar mh*.
Id alna ata ftuehttada-l
Vapores.
Vende-se em casa de Saaaders Brothers & C,
ne largo do Corpo Santo n. 1, vapores patentes
com todos os pertences proprlos para Usar mover
yes oa qnatro machinas para deaearotar algodio.
les tgrictlUres
Jaexs & C. acabam da recaber de
Liverpool aaaret **** de 3 a 4aaaltos com
todas os perteBce, a r#roprios pera (aaar mo-
efmachina* de de*cio?af algodio, aodendo eada
rapar trabalbar ata nUO **rai, tanaa* **
vem para enfardar iMim para oatro nlquer
;rua mf^ n. *>
--------------------------------------------- acabada receber onlmdo magnificoMf*
SB?XiSmM^?ri&t 0. faanda de oculos, knetca, amocoloi, do #
meamos tmbeos tan a venda macbpu
as da 38 a O trras : a* pretendefftes
se mW^do ^arpo Santo a. tt.
erlc*', tino o mais aparado foato da Eropa a oes
"" I toada tcance para obeertac5ee e, para o
RIVAL SU SEGIIDO
Roa do ameianado n. 4, UJaaio
i 'i
0 ARMAZEM DE MOLHADOS
INTITULADO

mitak na cinco Poilaa 86.
Tamben, ba semf l'agua de ferro, sarnbos .zetas .a as ^ ^%*^*^^ d0S d> eCOQOma para M
mesmas moendas de canea de todo o tamanbo, rodas de espora^e angulares paroes,ea AsDm merjca8 Jg 8e Jg em re ^
oches para receber o. caldo, en vos e portas de fornalba, tatxas de ferro balido, foodtdo^e vado Br faieodo-lbe as devidas corieaias em prosa e versJ e envidando todos os
de cobre, formas de ierro galvaotsadas para purgar assucar, bomba* simples e de rapa-'
abo', alambiques de ferro, fineeredas de carro, arados, grades, encbaJas a cavallo e ou-
tros instrumentos de aitricultara, moinboee fordos para fazer fannba e linalmente todo o
objecto de mecbanismo de qoe se costuma precisar.
Na fabrica se fetem obras novas k encommenda e coocertos, com a maior presteza,
a solidez. O grande deposito de pecas e objectos babilitam-aa mnilo para est fim.
O proprietario ser sempre mui feliz de poder dar informacoes ou esclrectmejitQ.
aos senhores qae se servlrem de-sea prestio.
D. W. Bowman, engenheire.
9
a
DE
1ZEVEDO Je I I OKl>
RA DA CADE1A N. 47
Madapolo do baldo.
Superior madapolSo camiseiro qoe val 85 a 60.
Dito que val 7,1 a 55.
Chitas do balo.
Bonitas chitas cores fixas e panno fino a 3oo e 3-2o rs. o uado.
Balees de cauda.
Os mais modernos oalas de arquinhos finos, que por isto se toream recommen-
daveis ao bello sexo,
Ceroulas e camisas.
Ceroulas de bramante fraocezas a l6oo. .
Camisas de pregas largas que vaiem 3tf a 20.
As metas inglezas do baldo.
Superiores meias croas para bomem que valm 9r> a 75.
Rout>o. feita do balo.
Sortimento de calcas, paletos, colietes de brim, panno fino de csemira, tudo por
prego commodo,
O BAIilO
ende muitos outros objectos e por insignificabtissimos perros.
erforcos para congraiular*8e cj elle o melbor possivel, desejando-lhe sempre rpida e
britbante carreira.
Alerta grita o Baliza
Quesn -qoe junto a min pisa?
Res, onde as Duas Americas
Com carcter puro e franco :
Sou eo qae venbo saudar
Ao Hndo Vedo Branco.
Eis-me aqui lindo Veado,
Como sempre em boa liga,
Saudando-te como ordeno
A lealdade de amigo.
As Da a* Americas aproreita a occasiSo para av3ar aos seus ama veis fre-
gtrezes qae o seu grande armazem acba-se prvido de am bello sortimento de especia-
ras proprias para as festas de Santo Antonio, S. Joo e S. Pedro. Bem como manteiga
igfeza e fraoceza, amendoas, sor tes e -outros muitos gneros.
As Duas Americas pede que.Ibe poupem o desgosto de seu ebefe mandar por
bandeira a meie pao com o pedido de =fiao I !=

Por menos de 10. e 20, e 30 por eento,
NO
NOVO ARMAZEM
MOLHADOS
Ra Direita n. 16.
Esquina da traveesa de S. Pedro.
AO YIADO BRANCO
O armazem maito novo,
Os gneros sao muito novos,
Os presos sfto muito razoaveis,
Pata okimar muitu freguezia.
Os proprietarios deste ooro e angoirico armazem, no mais perfeito accordo e na
posigao mais respeitosa tem a-subida honra de finer os seus cumprimentos ao estimavel
publico desta heroica provincia a qoan sio sumnamente gratos pela amenidade do trato
e excellente hospitalidade que de todos ton recebido.
DECLARACO
Destribuida asta cortizia tambem da obrigacaV),do8 mesones proprietarios (atar
ilgumas deJaracCes indispensaveis para sciencia de todas as pessoar^ae* os dignaren
'le lr este aononcio,
ATTEItiOm i
No firme proposito de agr lar a todas 6 lando Branco, cerrera por noeles
e Talle?, atravessart rioe a nado, ira a todos os pantos daoDuas Aneriea e al swfr
f)reciso invadir o Rancho das Ventanas, embera corra o risco de sabir iOaatdo, con tanto
que possa como a Agua Branca, tambem fazer sobaesahir o se- agrado a sinceridade.
A BOA FE
Todo* o coatnra* qoa ae digaarende comprar oeste b&k> atalttlaeiiBeao, desde
o ma *ubklQ-(M **&> awtne tonudo regaooh das uohta*, Haffie ortamente
mu sau ftjitoa m em*ooarto dt ^wteadaB/aaM. ha nm tito espada*
neifociar e 410c kio> jmate era 4-watt* aliga dus compauhtiros.
L firme nena conviccio annti a Vaadn nUanea, sen tener a wuiiaf i doo
proprlos enoovafadM II l 33o demore o amigo Baliza a sua continencia a
roneo.
DE
loaquiu Inides doo Santoo
23 Largo do Terco 23.
0. proprietario deste eslabeleci ment de seceos e mol indos tendo de fazer ama via-
jm, est resolvido a vender, por menos, de 10 a 30 por cento a dinheiro; para isso tem
m grande a vautajoso sortimento para os amigos do bom e barato, qae a maier parte
deste, vieram por conta, para 6 qae faz annuncio de algns gneros, e a vista destes
regularlo os outros. mais.
A dinheiro a vista
Oaz americano a 8,800 a lata e a 380 ri a garrafa.
Toucinho de Lisboa a 240 e 320 rs. a libra, e em barril ba grande abatimento.
uaf do Rio a 180 e 220 rs. a libra, eem arroba ha gran le abatimento.
Serveja das mais bem acreditadas marcas a o.ooo e 6,000 rs. a duzia.
inbo Figueira da melbor marca a 3,300 a carrada, e 480 rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 2,70 > e 2,800 a caada, e a 360 e 400 rs. a garrafa.
Phosforos do gaz a 2,000 rs. a groza, e a 180 rs. o maco.
ianteiga fraoceza nova, a 560 rs. a libra, e em barril a 520 rs.
demidem ingleza flor a l.ooo rs. e 800 rs. a libra.
Arroz pilado de India a 110 rs. a libra, e em arroba 3,400 rs. oa a sacca.
3ab5o massa a 220, 200 e 240 rs. a libra, em caixSo ha abatimento.
Papel marca martello a 5,500 rs. a resma e vido 4,ooo rs.
Vmbo branco de Lisboa da melhor qualidade a 500 rs. a garrafa.
Banha de porco refinada a 500 rs. a libra, e em porcSo lera abatimento.
Alm desies gneros na outros muitos que enfadonho menciona-los.
0 proprietario deste armazem avisa aos seus'freguezes que tem contas e letras ven-
idas, o favor de as mandar pagar.
Novo e grande deposito de superior carvo de Oardiffna
Babia.
Antonio Gomes dos Santos <5 C, roa Santa Barbara n. I, esto habilitados a sapprir *
oarrio em condicSes mais favorareiS qae em outi j qaalqaer deposito, a todos os navios a vapor qne
cerrera naoueila oorio. A contratar nesta com OominKOS Alves Matheu;:.,
VUeiros
CoWareeioyer
Hoeira UgMlicos A"odioo
Oa Collares Anodinos, para facilitar a den-
tigSo das enancas centra as convalsoes
das Mimas, a eatos collares nos eseuzado
fazer qualquer recommendaclo, fisto a
grande utiltaade que lem produzido quelles
paii qae os ton aprcado em taes circom-
staactas pois nos parece qae n5o baver om
s pai ou m5i que por este meto n5o qaei-
ra por termo 1 taes soffrimentos de seas
ifllhinhos visto ser am. mal que taoto os
\flageita, peis a estos celares aconpanoa om
folbeto qoe eosioa como se deve appiiear, e
vende-se na toja do Gdlo Vigilaste, i roa
deCpo n. 7,pejofrecp de #40, 5*
Loja do ailo Vigante
os
Gainaracs& Freitas
RA DO CRESPO N. 7.
Os donos deste bem conheeido estabeleci-
menio, tem a honra de avisar ao respeitavel
publico, e com especialidades aoe seas nu-
merosos fregueses, que acabam de receber
am completo sortimento de objectos de mai-
to gosto e de completa, navidade neste mer-1 Pares de botoes de pantxf mallo'bonitas 80
cado e que os tendo recebido emdireitura, os ca*w8da*ssio^MfB^2l!^?o aovan
poderlo vender por menos que oatro qual-^ aoo n.^^ -^*^""
nalndezao
*>*
Jos Bigoairmo
^auitais dd reteas.de todas as enes a 80 rs.
Fraseas d'agoa aa Colonia moltoanparior a 500 rs.
Fraseos de e eo jmtito Uno a 500 rs.
Baralbos francewi maito finos a IW rs.
Pecas de tranga* branca de caracol a 60 rs.
Dalla aa tesooras aeqaeaas a 480 rs.
Frasca* d'aaa para limpar denles a 100 rs.
Cairas eom colsvles (raacetes a 40 rs.
Redes preus lisas para segurar cabeHo a 30 rs.
Itadu de peonas Oe ara mallo finas a 60 rs.
Caisasde linba do >ai 30 novellos a 600rs.
Man Os jwlitos ae seg|lDea a rs.
Leaos de eassa eom narra a lOOrs.
Dast a4acs e garfos\te cabo arete a 3*600.
Garrafas de agua Fluridta vetdadeira i*0CO.
Baados do Porto de nflas as largaras e todos oa
precos. \
Silabarlos eom estampa* para meninos a 310 n
Memento da roupa de laar a 109 rs. *
Dulas de meias multo fina* para sanbora a i 00 >
Agaibas francezas a balio (papel) a 60 rs.
Pares de sapatos de tranca e Upte a 1*500.
Pecas de fitas de lia de todas as.cores a 5C0 r;.
Grozas de botoes de porcelana prateados a 160 r |
Calas com alfineltes trnceles a 80 rs.
Caixas de 100 envelopes mallo finos a 500 rs-
Resma de papel de pese branco liso a 2*.
Fraseo com sapenor tiiu a 100 rs.
Grosas de pbospboros de gaz a *000 ~ -"

-
quer, Taere para mentaas Htt rs.
R-quissimos leques de nadreperoU nso asan aoiMriare*jamaaa* O n.
5ranca. *8 ee-peonas de ac maito finas a J rs.
Requissimosleqoes de improperla prete. [iXSlSSfffjM^m^.
Lindos leques de sndalos para sennora.
Ditos de sldalos para meninas.
Leques de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lindos port-bouquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentes e bailes.
Lindos cintos para senhoras com fi ellas
e fivellas de differentes qaalidades e gosto.
Requissimos eofeites com coques e eem
elle.
Luvas de jouvin. inteiramente nova , bran-
cas, pretas e de cores.
Lavas de seda, 80 da escocia, algodo e de
outras qualidades para senhora e homem.
Lindas trancas pretas e de cores om ve-
drilho e sem elle, assim como lindissimas
guarnices para enfettar basquines e botoes
para os mesmos.
Lindas toujuinhas e sapatiobos ricamen-
te enteitados proprios para baptisados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Bengallinba para meninos.
LiuJos peotes de tartaruga,massa e outras
militas qualidades.
Muito boas escobas para den tes, chapeos-
roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes.
Superior lionas para crochet.
Agualba; para o mesmo fim.
Lindos agulheiros e dedar de madrepero-
la emarfim, assim como de metal.
Lindas guarnicoes de botees, para colets,
pnaos e coleriobos.
Ricas capellas para aoivas.
Meias de seda para senhoras.
Superior thesouras para unhas, costura,
cortar cabello, etc., etc.
Finas oavalhas cabo de tartaruga, marfim
e outras qualidades.
Suspensorios de seda para homem.
Ditos de algodo para homem e meninos.
Requissimas caixas com msica cooteodo
o necessario para costara, proprias para um
delicado presente.
Requissimos livrinbos para missa.
Lindos indispnsaveis para meninas das
escolas.
Finos aderecos pretos para luto.
Grande sortimento de finas perfumaras
dos melhores fabricantes at hoje conbe-
Realejos para meninos a 100 rs.
VERD1DE1R0 LE ROY
dt aipaoMKi-,,
Ru* d Stn*, St. A pars.
la eaU.i jarraa, ai. mire rulha- n ,.a,..i .,|
qut loa o ui.:u 'lele, um ruliilfl iiD|irnii rm nmt-
rtUucooi a Hu lariaiAL M ctiiim rixr ,
/V. H. K'-.rT.
r Sun iraa-iM --
brI'.ru. arrtlsAH
a0in'iiuiir.,if.i,a-.
di alrat !., -4.,
Mienuii
\
,
!
Deposito na pbarmacia
C em Pernambnco.
de P. Maurer e
GRANULOS ANTIMONIAES
Do Docteur IMIMLL11D
Nove
para flrata dai moUatias do coraoaS,
da tsica, ele:
da
do eaUnho, da coqualucha,
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS
Pan a oorse.da anemia, da cUorosU, da ameaorrbaa, das MVTaJgia, aavrwai, da* moloatiM
aacrfnlaa, te.
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH
Para a oncM dw noleatiu, oarvoaaa, daa\vaaf digastrraa, dypapaiaii, ale.
mANf A t Pknnacia de E. MOUSNIEB, I Saojcn (Ghareatavlnfrieure).
|Bm Rio-de-Janeiro, FlLIX FARAUT. pharmacia, 77, roa Seta Setembro.
aOsjf ai< i (Km Pemambnoo, P. maurer et C*. pharmacia, ma Nova.
f Bm Maceso. f ALCO MAS, pharmacia imperial.
andaStl
BMaaaH
Vende-se na pharmaciajdeOP. Miorer 4.C., roa Nova.
-
0Ki\AMEl\T0S DE IGKEJA
Rom la tadela n. *&
Na roa oa Cadeia a. 53 ba para venderle ornameotos de greta por menos preso qne em on-
tra qaalqaer parte :
. A SABER :
lUroamentos'Oe damasco branco da 14*000 a 31*000
' encarnado de 21*000 a 31*000
- roso de 21*000 a 30*000
a a preto da 10*000 a 30*600
> > verde de 10*000 a 29*000
e reliado prtto 16*000
Capas de asperges de damasco 46*000
. JfflDeflas de idem dem 45*660
, i i ni i .i .i. i ii i i i i m, i ni i,, o n i i i .......
DEPOSITO GERaL
do assucar crys(alisado da fabrica a vapor da
povptco do Monteiro
o. 6 Ote 21 de ftofenfcre R, 16
O noro proprietario deste grande estabelecimento coosida ao respeitavel publico,
qae ee acba de novo aocciontwo fabrica do Monteiro, e que no estabeleoinento acias i
eoeootrario sempre aro sortimento de assucar crystalisado en Mus oroWo qoo le ven-
cidos.
E muitos outros objectos que impossivel
seria meuciona-los e que se encontrarSo na
loja do Vigilante, ra do Crespo n. 7.____
CALLOS
PomadaGalopeaapara a eztraccao e cura r-
pida e completa dos callos daros, sem a menor dor,
vende se na
Pharmacia e drogara
Bortholomen & Compaahli.
34 -KJk LARGADO ROSARIO34
nico deposito.
bollares Royer magnetiai"
ledalhas e diluiros nagoeticas.
A Aguia Branca recebeo nova remessa dos pro*
vellosos collares Royer magnticos, ja sammamen*
te coobecldos para preservar as convalsoes e raci-
mar a deniicao das crilnca?.
Com esses utels collares elctricos magnticos
tambem nSo pequeas qaaotidades de mediiibas
e pulseiras elctrica} magnticas coja utiliiade
tem sido aproveitada por qaem soffre do nervoso
hypocondlco, tremores ais mos etc.
Assim como os collares Royer esli feralmente
conbecidos e acreditados pelos efflcates effeitss e
bons resaltados qae lem colbido as peesoas qne
delles lem asado ; assim tambem cnegaram s ga-
nbar to alta reputajao essas apreclaveis medalbas
e pulseiras magntica?, urna vez qne o nso dells
tdr se esteodendo a todos qne dolas neeessitem. A
Aguia Branca coa iniia a receber por todos os va*
pores franceses ama determinada qantidade >les-
ses sempre precisos e esUmados collares Rorer
magnticos e por isso fique na tembraaaa de Om
qae os acbario constantemente esa dita loja da;
Agola Branca, roa do Qaelmado n. 6.
Jarope e pasta 4eSeva
PlnhcIro^mnrltinM
na
E. Lagasse
iracdes mal precoisaas peles saaioapatV
8, coa as melMM ata troje AeOtoatin
para a cara certa de todas as molestias do pello,
broncbltes agudos e ebronicos, astbma 9 aifidO iw
ancedes das vas urinarias.
XAKOPE DEPKATIVO
OE CASCA DE LARANJAS AMARGAS
COM IODURETO DE POTASSIO
DE
I P. Laroze.
pharmacentico em Pars
O oduretodepotassio um verdadeiro al-
terante, um depurador de incontestavel efi-
cacia; combinado com o xarope de casca de
laranjs margas, aturado sem pertnbacao
alguma pelos temperamentos os mais traeos,
sem alterar as funcc5es do estomago. As do-
se> mathema ticas que elle contem permittem
aos mdicos de receital-o para todas as cem-
pleices, as affeccSes escrofulosas, tubercu-
losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'isso, o agente o
mais poderoso contra as doencas rheuma ticas.
Deposito em todas as pharmacias e casas de
drogaras no Brasil.
Expedi$es, em casa de J. P. Laroze, rae
des Lioos-St-Paol, 2, Paris.
A' venda na pharmacia de P. Maurer de.
C,\ rna Nova n. 25.
AlgodiS** Baha.
Vndese algodo da Babia a 440 rs. a vara a
dinheiro : na ruado Crespo loja da esquina n. 8.
AlcatrSo do gas.
Os flos a que pode ser applicado, sao ainda pon*
co conbecidos no Brasil : na Europa, porm, as
vaotagens do alcatro do gax sio bem patntese
apreciadas. All, empregado como agenta pre-
servativo de madeiras, (erro, etc., qnando expostas
a accao atioospberlca, ou da agua doce oa salga-
da. E' asado, aioda como preservativo da accao
distinctiva do cupim e ontros insectos, e evita que
a bumldade penetre em qnalqeer compartimento.
Serve, aflnal, nao s. como veroii para ancoras de
navios, correles, aivarengas e barcacas, madeiraa
de eoDstrnc(3o, mas ainda como poderoso e ex-
celienie desiofeetaDle.
A' venda por atacado, ao escriptorio da empresa
do gaza. 31, roa do Imperador, a retaibo somanta
no armasen) da Bolla-amareria, do Sr. Jeronymo
Gomes da Fonseca.___________________________
MOLESTIAS 00 PEITO
i
*
\
34~anUrf*a
der bao s a varejo fisto de mea arrota para, cima) como por'aiaeado pafra da
provincia.
itk'iicio
Veode-' a frterns dO trlvans a rea AlgBO
un. 6, am ban taaat aanmoonao
- Vende-se a (atora* na na da Hotln &16I
com ponco fondo,
comnsdos para taatias
amias aa
amo
laaporUate.
Os aicos VerfaiOros xaropes de bypopbospht-
tas de soda, de cal e de Ierro do Dr. Cborcblll tra-
a Irma qnatro vetas repetida daate sabio asa-
satre o softseriptt e a marca le fabrica da
watia Swann, II, rn CaaMiona, Parts.
a-sa a venda en) frascos modnoos com o no-
do Dr. Cturehill ao vidro. Irrafb 4 trancos on
Is : Com InstrotfpR)
Voto-sasm casa dq P. Manrer A C_________
eide-se groide torf de nel prt-
prio ftn eiHi*U{io.
n> nanonoowlrs. Canba Irmaos A C, a
roa da Madre dtfUto so Ara' eom qaem se pode
tsatar a respailo da venda desse mel.
V
Attmco
X
Vaea-ie auna
n. t, taaao b a
eostOba n*nia>
n na j i
sannraad fter
Peij
Ma una;
UUsado ia trand
de Novembro a.
A
WM
II
t^iv/ri


^k ufa*- 3> %5 e*** urinal
Mari* < rerMuaMe* -
** 1807.
UttCm'
*
T"
3S:
=
I!'II
4, ,iJil-,'-T" f-^4-
.- r j;" -8 igS'-' :S==
|ee 4a UtirmMHe e feasjlvaaia, ao*
i le salsa-par-
O deposito central para as proveo
Paatabaeo, Alagoaa, Prhyh e llis-
Graode do Norte, astas reatad*** tto n-
voravelmeote cochecidoi e acorhjdne en
todas as partas da America do Sal e do
Norte, aofaa-oe esaeau de TheW tete*
tlsasea, 46 ra aa Trapiche eos
Peraacabaeo.
Os preco* de
994 por Aaia i eettaaa* de ajsa-parrima.
17d por duzia de peitortl de cerejt.
27 por duzia de remedio para sezoes.
7f5 por duzia de plalas eithartica
ae entendem UaasaVa i rt&t, oom
o descont de 5 por cento em quanudadei
de 8 a 12 duzia*. e de 10 por cento ea
qnantidades saperiores a li doea.
PHAIM CU
DE
m w !&&%%.%
GRANDE SORTMENTO
WAMBS9A HABATAS
XA
LOZA E ARMAZEM
00
Alm do grande sortmento das melhores machinas, americanas para descarrocar
lgodlo.de 40, l, 14, *6, 18,20, 12, 23, 30,88, 40 e SO, oeste eettbelecimeoto se
oncooira mais oaegumte:
Joaquim de Almeida Hato
A JH'Boeba
Esa extracto alcsolle*, caspia*
tro, le, Matara, plalas, J
xaropc e vlnta
A jurubeba ama das substancias medi-
camentosas que pertencem ao reine efe-
tal, e portones aelaae dos tnicos e desobs-
trnentes, sendo empregada com vantagom
contra as febres intermitentes acompanhadas
de engo gitomen'o de figado e de baco. Eli
tem sido apphcada con incontestavel pro- [
veito contra a anemia oo cblorose, e hydro-j
pbesia, catharro da bexiga, e mesmo para.
combater a menslruatfo difficil, resaltante
d# mesma anemia ou chlorose.
depsitos gerxe
Em Pernambuw, ra UrajaMo toaarie
n. 40, Rio de laonro, pharaacia do Sr.
Dourado J Rio Grande do Sai, em casa dos
Srs, CascSo & C, Macei, pbarmacia do Sr.
Claudrho, oo Havre, pbarmacia de Mr. Ma-
> rican em Lisboa, a pbarmacia do Sr. fieijo.
No armazem de fazenda* de
y SantsCaelho,rua do Quei-
mado 19.
Azeite de espermacete propria para machi-
nas.
Yapores de fWca de 3 a 4 cataHoe.
Serras avulsas para machinas.
Mancaos e todos os mais pertences para as
meamas.
Carros de mi para aterro.
Cylindro para padarias.
Debolhadores para milho.
Arados americanas.
Carrinhos proprios para rameos.
Moiobos para refinado.
dem para m-lho.
Escadas de aadeira americanas.
Caixas com vidro sonidos.
de todas as qualkladea.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para eogommar a vapor.
Vassouras americanas.
Baldee americanos pare compras.
Tinas de madex
Ballaios e cestas de verguinba.
Guarda comidas.
Peneiras d'arame para padarinS e refinacoes*
Correntes para almanjarra.
Machados e faces .amer canos.
Barricas com milho branco americano.
NOVIDADSS
DA
da V Imperader
Agua minera]
ferraASeu, adaW, saieu e carbnica
lUIZA
o M tfAaai i+i oaai narticolarmeate
TKxmmEfiSo MlMMis de pedieloa de Pars,
para tosa* a? adfeeedae do tao (estivo, iogorgiu-
aenlo iu aaam* Jtdejriato, e anDeote todas
u motoatU provenientes de treqoe orgnica, oo
pobreza de sango*.
DSFOSiTO SWSCUl.
lMRa torga la Rasarie34
rharmaaea e attjholoatcii at C.
Bap Pamla Cretelra e Viajad
AtopemiodeiMa roa do Qaeimada o. 16,
recebes aora renessa do rae fa Viajado, e eootiooa a receber or lo os vaporespos
Escravos fundos
Cooliooa a estar (agido desde 10 de maio do
aodo paseado o esoxavo eiora Honorato, erioolo,
to copfax3o~^orm^os^reco6" "aje secoropfam as casas Inglezas, ganhando-se ^^R^^^M^t^bm^'
Ut da Ieritr!i i. 6k
AMA t SILVA.
0$ proprietarios deste grande jestabeleciwento acabam de receber da Eoropa om
grande sortmento das melhores fazendas de lia, bobo, algodio e seda, as qaaes venden
per preeos baralisaimos, ufina de apararem dinheiro, daodo de todas ellas amostras,
detaaadoflcer om peebor oameodem-nas levar em casa das Exmas. fiwihas pelos seas
caixeiros, assim como as pesaoas qae negociam em peqoena escala,'nette estabelecimen-
apeoj e descont.
OMMiras arfU eifeslsadaa a f %,\
Na loja do Patle venda-so soaerior casepsra
eafesata preta para calcas e paWs pelo tapto
prfeo de li00 o covado on a 5*800 cada, c rte
de calca, dita multo mais Ana, ovado a 21200
oa o aorta a 3*500, tas amito finas sem serem
entestadas a 1*809, '#000 e 2JK00 cada covado :
na toja e armazem do Paveo na raa da Imperatriz
n.OdeGaroa Hra.
As casemiras do Pavio corte a 3S00.
Vendem-se bonitos cortes deeaseaicee de cotes
escoras profiri* mu o tempo deJnveiBo, pelo
barato preco de 34500, oo o covado a 2*000, sen-
do aefsepdtw, Htm como e*U*s meias casemi-
ras ef coras com msela de seda a 640 rs. o .aovado,
oo lafAO o orle de ealp, sepdo (atento at aauito
profltapara os manios qoe (reqoentam escola,
MaVrm arqpjia-4o Mav#o iaroa da Impe-
rairit o. 60, de Gama & Si I va.
Celeties *ra saiae
t ara leja do Favio.
Vem3em-se pajas de celetit de algodio, sendo
achamalotada a motto propria para-salas oo ootra
qoatqoer especie de roopa branca, pelo barato pre-
go de 4OC0 rs. a peca com tp varas, on retalha-se
a 440 rs. a vera : na loja e armazem do Pavo|
roa da- Imperairit o. 60. de Gima & Silva.
SAI AS ECONMICAS A 3*200.
p na loja da Vavio.
Caafofl.em grande sorumacto dess aovas sai as
escoras proprlas para tempo da Invern por evita-
ren) que asias braacas com qoe umaseobora
Reos
de nelvae.
Vende o Pavio
cortinados bordados a 8*000,10*. 16*.
liona a estar (qgido o aeravo Bunio, desde o da
24 de feverelro deste anno, eojos ei|oaes sao : 14
aooos de idade, chelo do corpo, ps curtos e(rm
sos, sendo om atis grosso do qoe e ootro, testa s-
lente, bons denles, lando as presas mais altas :.
20* e 25* o par; assim como os pesmos tambero qioem os aprehender levep a roa do Imperador o
servem para janelias; ditos adaa>ascados a 10* e 24,,qoe se recompensara com generoeidade.
12*; bonitas pecas de cassas adamascadas para o uj\c j. ralifi-nrio
fmesmo eielto; bonitos damaseos de lia de orna! * ,k ,.^?'rmir *nIO
e daa larguras, proprios para colchas, assim oo-1 A qnem trouxer ao conselbeiro F.rmino Anto-
mo bonitas colchas de croch : tolo isto se v^nde' dio de Sooza, no Hospicio, o sea moleqoe Joaqalm,
mais barato do qoe em anira qSplanar part-, na fgido desde o pelado do mez de abril coro os
loja do Pavio, roa da Imperatriz n. 60, de Gama s-gnaes segolntes : edr preu. cabeca comprrda.
a Silva.
Gasaas de edr a 24o rs.
VnnAe-se nm bonito sortimeoto de cassas de'
cores, palos baratsimos procos de 240, 180 e
3*0 rs. o aovado, assim como om bonito orti
ment 4a cassas francesas com listas largas i 800
rs a vaa, flnissino organdys matisados a I*, aa
loja e armazem do Pavio, rna da Imperatriz a.
60, de Gama & Silva.
Orgamdy a 4,9*9*.
VeDdem-se bonitos cortes fie organdy
4

Booa e
Cambraia' de cores matisadas fhriestmas a
800 a vara.
dem brancas transparente Boas de 4#,
5d, 66, W, W e *63M a peca.
Bales de arcos para senhora a 2*500.
dem de arcos de cores a 30500.
Idea de arcos braacos nesgados a 34 e
30500.
dem de mursulina a 50.
dem de mursulina para meninas a 30 e
30500.
dem de reos para meninas 40600 e 20. ommenda-se muito
Cambraia de salpicos branca a 40500 a novidad?.
peca com 8 1/2 varas.
dem admascada para cortinado a 420 a
peca com 20 varas.
dem para forro a 30 a pea com 10 jar-
das.
Retoodesdefila60.
Chales de fil a 50.
Lencos de cambraia brancos finos 110800,
20 e 20500 a duzia.
Lencos de cassa finsimos a 30200 e
3060'J a duzia.
Cambraia de linho maito fina de 60 e 90 j
vara. I
Madapoles finos de 70,-80, 90,100,110 _
e 120 a peca.
dem enfestado muito fino a* 90 a peca
com 20 varas.
Platilha de algodao superior fazeoda para
saias a 80200 a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas.da India, maito grande
a 20600,
Lences de hamburgo fino a 20400.
dem de bramante a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Guardanapos de linho adamascados a...
30500 a duzia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 30 a vara.
dem trancado de algodSo a 10500 a vara.
AlgodSo eoestado com a mesma largara
a 10100 a vara.
Toalhas alcochoadas de linho a lid" a duzia.
dem com pello a 130 e 140 a duzia.
Fil de linbo liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 900 a vara.
Grosdenaple preto superior de 10800,
20 e 20500 o covado.
Morantiqoe preto saperior a 20800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 o covado.
dem branca a 600 o covado.
Bramante de linbo com 10 palmos d lar-
gara a 20500 a vara.
dem de Unbo com 5 palmos a 10200 a
vara,
dem de buho com 3 1/2 pdmos a 800 a
vara. ,
Assim como ostras muitas fazendas qae
' se vende pramenos que em oatra qualqoer
parte, e d-se amostras de tudo,
va.
rila do (rr p a, ? A. esquina
Custodio Jos Alvos Guhnai%>,s.
Tendo recebido em direitura pelo vapor francei Estre-madure, um yariadissimo vae cmposta nao se 'soje de lama ao meso ,tem-
ortiraento de fazendas finas e da ultima modaem Paris. eaproximaodo-se asfestas de ^*^ff^^^J!^y>^^^
S. Jlo, S. Pedro e Sant'ABna, por isso apressa-se em vir convidar o respeitavel publico, toftt0 pre?0 de 3^^ cada a 5^ M |oj, e mm
e oom especialidad* aos seos numerosos freguezes, qoe venham ver o qoe ha de mais 40 Pari, rea da imperairii, n. 60 de Gama Sil
moderan neste mercado. Como sejam :
Riquissimos cortes de seda para vestido
a 500, 600, 700,-80, e 900.
Lindos cortes de foulard de seda, pelos
baratissimos preeos le 250, 300 e 350.
Cortes de blond para noiva, trazendo cada
corte saias de setim, capelia e veo.
Ditos de dito com pequeo toque a 100
eSO0.
Moireantique branco, azul e preto.
Seda branca para vestidos denoivas.
Grosd -aples de todas as cores.
Riquissimas basquines de seda preta, bor-
dadas com gosto.
Lindos cortes de 15a com barra e de ulti-
! ma moda tendo cada corte o seu fiurino,
1 Riquissimos cortes de rizita. 15a com lis-
'tas de seda para vestido, esta fazenda re-
teta snente, canella fina, secco do corpo, beicodc,
falla apressado e atrapalhado, ps pequeo?, sabio
vestido de calca atol carta e camisa de rlscado :
costnma andar sem chapeo e representa ter meos
de 16 anno*, suppde-se ter-se dirigido para Pao
d'Albo.
FIGIO
Continua fgido desde o dia 3 do corrente,
o cabrinhi Antonio, de idade de 12 a 13
sendo"com Ustraslo"daslratcas"oa coailis- j annos. com os signaos segointes: cabeca re-
tras de cores tendo otto varas cada corte, dooda, cabellos froocbos, olbos maito vivos,
pelo baratv preco de 40, pechiocha: na quando falla com algaem fica como espsn-
toia e armaiem do Pavao roa da Imporatm1 lado, bocea um poaco grande, o beico^le
n. 60 de G mae Silva. ^cima meio virado^pescoco corto, e-.adaddo.
flbilaaa Iflfl c MO re rperws e ps regulares, soppoabo teri-em
VW^^h^d.^ta'*P7,-^^
pelobanlopRCOde 500 e S rs o c.a-'1M - "*?; ?"* "" th,c0"
por ser inteiramente
DiU da mesma qui I idade porm em pecas.
Requissimo transparente de seda para ves-
tido de senhorastambera novidade.
Riquissimas gravatinhas para senhora.
Ditos cortes de barege e de la para ves-
tidos.
Ditas de algodio de dlfforeate- qualida- j EspartiltlOS.
des e preco para hornera, senhora e enancas.' eadeai-se magnificas espariilbes ^francetes a
Luvas de todas XS qualidade?. ioglezes na loja e arroaz* do Pavo, Da ronda
Madapol2o francezo que a de melbor imperatrii n.o. de Gama & Mu.
'PANNOS DE CHROCUfi*.
Vende-se nm grande sortimeoto dos mais boni-
tos pannos de caroches proprios para cadeiras, so-
phs, cadeiras de balance, para almofadas e para
cobrir presentes, e vendem-se por preeos baratos
na loja e armaiem do Pavio, rna da Imperatriz
n.OO, de Gama & Silva. .
FAZENDAS PARA LUTO,
laja do pavo.
Vene e-se setim da China preto sendo ama fa-
zenda maito leve e sem Instro com 6 palmos de
largura propno para vestidos a roonas p*ra ho-:
mero pelo barato-preco de tfttOO o eovado meri-
i n preto entestado moito boro a 10600, superiores
bombaxinas pretas a t0OQ, 1A8O0 e 2*000 rs. o
covado, 9operl>r caore a lllOO, lantlnha preta
lisa a 410 ebOOrs. o covado, om grande sort-
mento de alpacas e princesas pretas que se ven-
den) mais barato qoe em ontra qaalqner parte, na
loja e armazem do Pavao, roa da Imperatriz, n
60,e d taroa Oilva.
Bramante de lioho.
Vende-se superior bramante de iinbo com dez
palmes de largura pelos baratos preeos de 21400,
no mercado.
Organdy branco com listas.
Dito de urna s cor e com listas da mes-
ma cor.
Chapeos de seda para hornera.
Ditos de phantasia para homem.
Casemira preta muito fina.
Ditas de cores inteiramente navidades.
Chapeos de sol oom landos castes.
Toalhas de labyrintlio muito ricas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos Jen*;os dedit j.
Rendas,bicosda trra e grades para lencos.
Uma requissima toalba toda aberta de la-
byrmtho o que ha de melbor neste genero.
Peitos de limbo bordados para camisas de
noivos.
Collarinhos de linho inteiramente aovi-
dade.
Panhos e gollinhas para senhora.
Riquissimas saias bordadas
Lindas chapellioas de seda para senhoras. Riquissimas camis'mbas para seuhora.
Ditas ditas de dita para meninas.
Chapeos de palba para senhoras.
Riquissimos chapeos de sol parsitas.
Requissimos enfeites eom coque e sacata-
inteiramente novidade.
Riquissimos loques de madreperola.
Ditos ditos de sndalo.
Lavas de Jouvin preta, branca ede edres.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Riquissimcs manteletes de cores, inteira-
mente novidade.
2J600ety800a vara, superior panno de linho silva.
Imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
Helas Inglezas a 5jfOOO a
dnzia.
Vendem-se meias inglezas para homem a
50000 a dnzia, ditas para senhora a 40000:
na loja e armazem do Pavao : na
Imperatriz n 60 de Gama e Silva.
Cbi|es baratas
20, 30500, 60 e 70000.
Vendem-se chales de merino estampados
a 20, ditos lisos a 30500, ditos estampados]
finos a 50500, 60, 60500, ditos crepon
com listras de seda a 70500 e 80000,
pechiocha : na loja e armazem do Pavo
ra da Imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
As 19 mil varas de cambraia:
Covado 300 rs. vara 500 rs.
m o pavo
Vendem-se finissimas cambraias france-
zas com listra miadas e graudas e com
lindos deseobos de flores e palmas, sendo
todas com as cores mais modernas emais
lindas que tem vindo ao mercado, pelo ba-
rato preco de 300 rs. o covado ou a 500 a
vara, grande pechiocha attendendo a
grande porcao que tem, senSo seria para
maito mais dinheiro : isto na loja e armazem
do Pav3o, roa da imperatriz n. 60 de Gama
Riquissimos cintos para senhoras.
Riquissimas fivellas para ciclos.
Riquissimas cobertas de ponto de crochet.
Meias d' laias para padres.
Ditas de 15a para padres.
Ditas de seda para senhoras.
Ditas de dita para crearnos
Cassas muito finas e inteiramente novkla-
des.
Riquissimos veos e mantas de blond.
Ditos chales de toquim.
Fil de liBho, liso e de salpico6.
Fil de seda, dito e de ditos.
Espartilhos para senhora inteiramente no-
vidade.
Lindos bales de lia para senhora,
Ditos de dita para raenims.
Ditos de muculina para senhora.
proprio, para lences, toalhas e sereolas, pe-
lo barato preco de 640, 700 e 800 rs. a vara, pe-
ca* de Hambargo de linbo muito superior a i0,
110 e 120, sJsodozioho i afeitado liso moito en-
corpado proprio para lences a vara a 10, dita en-
trabado moito superior fazenda com a mesma
largura a 1J200 vara, assim como mais urna !n-
Gnidade de fazendas brancas qae te vendem mais
baratas que em ootra qualqoer parte s com o Bm
de aparar dinheiro, na loja e armazem do Pavio,
ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Lencos brancas
a 20ooo, "208oo e 302oo.
Vende-se nm grande sortiment) de lencos de
cambraia braoca pelos baratos preeos de 20000 e
Chales de rea da a 4$.
Vendem-se bonitos-cb&les pretos de renda ene*
gados nltimameote pelo barato preco de 40 : na
loja e armazem do Pavo, roa da Imperairlz n. 0'
de Gama h Silva.
VENDE-SE
Motores americanos para dons cavallos.
Dito dito para qnatro cavallos.
Machinas para descarocar a'godo de 14,
18,20 30, 35 e 40 serras.
Prencas para enfardar algodao fazendo os sac-
eos com 6 palmos de comprmeme com o peso de
ISO e 200 libras, viadas ltimamente da America
Pe
, -----------,--------r---------------,--, ----- no armazem de Hepry Forster & C, no cat
Riquissimas vestimentas para oaptisadGS 248OO a dazia, assim como ditos com lista de co- dro u n. 2 junto ao Gabinete Portuguez.
contendo, clnpeosinlin, sapaunho, meiasieha
e camisinha ricamente bordadas.
Ceeiros bordados muito finos.
Um rico lencol de labyritho, proprio para
casamento
re. flies em volta, tanto proprio para bomeos co
mo para meninos, qae se vendem pelo barato
preco de 30200 a dozia, ditos grandes de cassa li-
za que se vendem a 500 rs. cada um, na loja e
armazem do Pavio, roa da Imperatriz
Gama & Silva.
Madapolo pechiucha a 6$
Vendem-se pecas de madapolo sendo fa-
policiaes e capRaes de campo que mandem
prendir ditocabrinba eleva lo ra do Sol
n. 31, cu no seo engerho Ribingodo sito na
de Agua-Preta, a entregar a aeu adminls-
. d" i trador Miguel Jeronymo de Carvalbo, fi-
cando certo que ser bem recompensado o
portador.
RecifeSi de abril de 1867.
Sebastio Alves da Silva.
;%tlenc<
Pogin na manbia do dia 23 de de'embro prt
ximo passado, do logar da Casa Porte da freguezia
do Poco aa Panella, o mulato Laiz, esersvo, de 18
anuos poaco mais oa menos, claro, de corpo e ai-
rara regular, rosto redondo, ps bastantes largos.
de mallos bixos qae te ve ; tem em om dos bracos
as segointes Iniciaes: L. J. M. escripias com ti: la
azul eolranbada na entis, deutes alvjs e largos na
frente, tem genio dcil e humilde, entende soffr
velmenie de coslnba.
Desconfiase ter Ido em algnm comboio para <
centro da provincia, por serem esses os sens n
ieoios talvez para Gravatt' donde filho etero p
rentes. Velo para esta cidade cora idade d" 6 a
bs para pagamente do fallecido Jlo Jos Gore;
Piohelro, qae o coroprou em Taqoarelinga a An
toDio de Castro Perelra e Antonio Jos flo Nas^t-
mento, sendo vendido ao annunclante por aqoelle
Pinbeiro de qoem o boave. Levoa apenas a roup-
4o corpo, calca de casemira cimenta clara de lis-
tras, a* camisa de algodsozlnho, costoma ignrcs-
vezes embebedar-se, nos primeiros dias de sna fn
gida foi encontrado m bairro do Reeile desu cida
de por pessoas qoe ignoravam esta clrcumsiancia
Consta qae se intitula forro com dinheiro qse ti
roo na loteria, e bastante ladino e astucioso. Re
commenda-se as autoridades policiaes e capile?
de campo a sua captara a entrega a sen senbor c
abalxo assignado na Casa Porte oa na rna do Qaei-
roado nesta cidade, nis tojas da Boa Pama, Agam
Branca oo na de Guimaraes & Bastos, na roesm:
rna qoe ser recompensado com 1000.
Recite. 10 de fevereiro de 1867.
Francisco Jos Alves Goimare
nome Tac
barba
16,
VENDE-SE
cerveja de saperior qualidade em barris grandes e
n. 60, de pequeos : a ma da Semala Nova n. 42.________
rer
Chitas, cambraias, madapoles e muitos'
ontros objectos, que se deixa de mencionar.'
0UuonoV deste tawrUntissimo estabelecimento contina nos proposito de que- 'zenda maito superior com 24 jardas cada
vender muito e ganhar pouco, para o que sugeita-se a ganhar nicamente o descont, peca pelo barato preco de 60, dito anulo
mais sopenor a 60jO e 70, assim como
i dito finissimo a 80, grande pechiocha: na
loja e armazem do Pavao roa da Imperatriz
n. 60 de Gama & Silva.
As chitas baratas
Na loja da Pavo a 240, 280, 320 e
360 rs.
Vendenvse uma grande porcSo d chitas
j finissimas com pequeo toque de mofo, ten*
domiudiohas e gradas, que se vendem pelo
barato preco de 280 rs o covado, sendo fa-
i zenda qae val muito mais dinheiro, ditas lar-
' gas e escuras sem defeito a 2.40 rs. o cova-
ARARA
Lourenco Pereira Meudes Guimares.
160, 180. 200, 250, do ultimo gosto : roa
da Imperatriz ns. 56 e 72.
Madapolo de 24 jardas a 40000.
Vende-se pecas de madapolo com 24 jar-
das a 40, 50, 60, 70, 80 e 100000: por
estes preeos so na Arara ns. 56 e 72.
Algodosinho a 30 a peca
Novo sortmento de lavas de jonvtn, brancas,
pretas r das mais Importantes cores da actual mo-
da de Paris, chegada peto vapor francez de 13 do
corrente; a eas eroqoaoo estao frescas e soriidas:
ao armazem do vapor roa Nova n. 7.
\
"i balas
Boias
Vende-se na fundicao da Aurora em Santo
Amaro. 2 boias de fclha de ferro de 3j8
grossura, com fondo semispherico e altara
cnico, tendo 45 1|2 palmos de alto e 6 3(4
ditos de dimetro com olhaes manilhas o 2
balas da ferro fundido para mamelo, etc
\ovo* vestid** ai 60000.
Na loja do Pav3o.
Cnegaram os mais modernos a bonitos corles
de orgaodys para vestaos, tendo 16 varas c da
corte, sendo 7 varas listadas para salas e 3 vara
sem listas, mas com enferte para a earpo (on ea-
aaqalnbo) garante se ne genero ser o mate mo-
derno qoe t"m vindo ao mertado,' tendo fre el-
los maitw brancos com Rsus e enMtaa arelas, a.
vendem-se pelo brato preco de 60, .onicaganja
no armazam ao Pavao PO a Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva. -
- Vende-se ama encrav* erjaoia.de J4da de
22 anuos sem achaques Wtn vlcoi > qo1 en-
gomma, e cosinha mo'1 b9tn : oa roa oe norias
jl, 130, sobrado.
Proprietario das lojas e armazens da
. Arara, ra da Imperatriz
ns. 56 e 72.
Tendo recebido peios ltimos vapores da
Europa diversas qualidade's de azeodas do
que faz ver ao respeitavel publico, vende
barato s alim de aparar dinheiro, como
nenhum ootro.
Attengo.
Chitas a 160 rs a eovado.
Vendem-se chitas em relalho a 160 rs. o
covado.
Ditas em peca a 200 fs. o covado: raa
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Panno preto fino a 10600.
Vende-se panno fino preto para cal?a e
palitots a 10600, 20, 20500 e 30000 o co-
vado. cortes de casimira preu para calcas a
30, 30500 e 40000: ra da Imperatrix lojas
da Arara, ns. 56 e 72.
MOCAaBlQUE A 400 RS.
Vende-se ama nova fazenda com palmas
de seda por nome mocambiqne para vesti-
dos de senhora a 400 rs. o covado: roa .da
Imperatriz lojas ns. 56 e 72.
Balos a 20000.
Vende-se balos de arcos da todos os l-
mannos a 20, 30 e 305> O: roa da Impera-
triz lojas da Arara n 56 e 72.
Laazinbas a 200 o covado.
Vende-se laasinhas para vestido de se-
nhora a 200, 240, 2*0, 320, 400 rs. o co-
vado : s na ra da Imperatrii ns. 56 e
72. -
Chitas francezas finas a 240.
?eode-OB chitas francesas largas a 240,
20 .320 o covado: raa da Imperatria ns
lojas da Arara n. 56 e 72.
Chales de merm a i0oso.
ft S^-Se rssairi"-:
50, 60 e 70000 o mais barato que se pode
vender: na ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
Cotim e castor para alcas a 800 o
corte.
Vende-se corles de cotim e castor para
oalcas de homem a 800 e 10, ditos de brim a
108O e 10600, ditos de brim pardo liso a
10200 e 10400: ra da Imperatriz lojas da
Arara ns. 56 e 72. ,
Bareje com listas a 32o.
Vende-se bareje com lisias para vestidos
de senhora a 280 e 320 o Covado.
Lasinha escocesa a 280.
Vende-se ISasinhas escocezas para vestidos
de senhora a 280, *2 e 400 o ovado: ra
da Imperatriz loja e armazem da Arara ns.
56*72. ,
Boupa feita nacional.
Vende-se palitots de panno fino, saceos
fraques, a 50, 60, 80 e 100; ditos de
casimira de coros a 40, 50, 60, 80 e 100 ;
coletos de casimira a 30, 30500; calcas de
brim pardo a 10600, 20; ditas brancas de
linho a 30500 e 40; cerouUs a 10, 406QO
o 20,' calcas de castor a 40280 e 10600.
Palitots de alpaca branca e de cores a 40,
40500. e pretos a 30, 30500 e 40. Palitots
de brim a 20, 20500 : raa da Imperatriz
56 72.
Cobertas de chita da Arara.
Vende-se cobeftas de chita a 10800, 20,
Grande reducto
NOS PRECOS DAS
Prepara gfs
DE
Laminan I lmp
salsa parrilha de Bristol dnzia 33*.
Agua Florida de Morray \ Lanman 10*.
Anacabnila peiloral de Kemp ii&.
En qaanto a agoa florida preciso a maior can
tela contra as falsificacdes fraalolenlas francesas:
as verdadeiras preparacoes >e vendem no nico
deposito roa do Trapiche n. 8.
m m gaz
Cbegon ao antigo deposito de Henry Forster &
:., roa do Imperador, om carregsment de gaz de
trmetra qnnljdade,o qoal se vende ero partidas e
i retalho por menos preco do que en> ontr* qtial
>er parte.
Em o ia 3 do cerrante o escravo de
m, eautora regalar, cor fula, rosto largo,
s na poeta do quxo, pernas nm poaco tortas, e
vesta camisa de madapolo e calca de casemira
escara, com ootra por baizo, de cor alvadia e de
quadros, anJa dentro d cidade ganbandn e fre-
quenta as noites o logar da Estancia onde ba ren-
niao de escravos : querr o acbar qoeira ter a ben-
dade lvalo ao escriptorio do tabelliio Pedro Jorge
roa do Imperador junto a igreja de S. Francisco
q. e ser recompensado.
Ainda continna estar fgida desde o dia 13
de Janeiro de 64 a escrava Lolza, preta, crionia.
qoe repaesenta 38 a 40 annos de Made, coas e-
crava foi comprada oesta praca vinda do Ceara
para onde se soppde lar fgido, pede-se portaolo
aos capiles de campo e as autoridades policiaes
a apprebensao de dita escrava e leva-la a rna da
Cadeia n. 64 em eau da viova de Antonio Pedrc
das Nevos, que sera' bem recompensado alm de
se pagar qaalqner despeza.
Farello novo a 4,400
em saceos grandes: a roa do Apollo n. 4.
VmMi^ SaTasltetSraBwam^ d^8 de damasco a 40; ditos de
20J20SOO; ffi!7iSX *i?- ^f: sr ta**-*-10-
phantasia a 10000: ra da Imperatriz lojas jasa
da Arara n. 56 e 72.
Basquinas a 140000.
Vende-se bramantes para leoes 20500
e 2080 j o covado ; e muitos outros objectos
"%Er X*tt$Ttn.
Grosdenapolea preto para
mazem do P^v2o: raa da Imperatriz n. 69
de Gama & Silva.
Para caigas
'" Vendem-se meia casemira muito encorpa
da oteaenra pelo barato preco de 320 res e
covado ou a 102O reis o corte de caiga,
1 sendo fazenda propria para calcas, paletos e
coletos, grande pechiocha na loja e arma-
se n do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Chibs p elas a 460 e 200 rs.
Vendem-se chitas preus ngleaas com sal-
piquinhos a 2C0 rs. o covado, ditas lizas a
160 rs., 00 armazem do PavSo : roa da Im-
peratriz n.*0, de Gama t Silva.
Ataalhado.
Veoda-se saperior atoalhado de algodio ada-
mascado com cito palmos de largura, vara a U,
dito traadado sam ser adamascado vara a tgoo,
diroaauBrior de linho adamascado va J08OO e
31.naraaaoos delinho era que sfe os mais
ecoBomieoa a 31 a dozla, na loja e armazem do
pTvlo?rna daTmpratfiz n. 0. de Gama & gilva.
tilia ooat ai280., n * 0
Pavia
Vepde*ae umi grande porc5o de chitas
fraoootasoom muitoa bonitos doseohos.!pek>
barato preco de 280 n.. o covado, por lar
um pequeo toque de mofo, sendo decoros
seguras e garanlindo-se que soltain 0 mofo
i losa que oelavesa e a nSo teiorn este-pequeno
defeito seriampara 40) rs. o covado, esta
pechincha acha-se uniimente na lo>a e ar-
mazem dd Pavao : ruada Imperatrix n. 60,
di Gama d- Silva.
Avisa o barateiro
qae esta' acabando com as chitas largas, panno sa-
perior, escuras e lizas com om pequeo mofo a
240 ris o covado ; efieguem a ellas antes qae se
acabem : oa loja da raa da Madre de Deas n. 16,
defronte da guarda da alfandega.
Ac de Milfto
Nos armazens de Tasso Irmos, em aonates dd
4 arrobas.
TINTA VIOLETA, BE tedVER
__Fngio nentem o mulato Raymnndo, natural
de Sobral, provincia do Ceara', da tamanbo rega-
lar, chelo de corpo, tem ps e moa grandes, ca-
bello crespo, penca barba, quebrado e levoa fon-
da ; levoa mais camisa e calca de riscado e ootra?
de I nbo branco E' cozioheiro e costnma comprar
na ribeira, al o principio deste anno era escravr
Jo Sr. Jos Nogneira de Soaza : qoem o lavar a
roa do Mondego n. 107 on a rna da Croz o. 19. se-
ra' generosamente recosaoeaado. Recite, 18 de
malo de 1867: v >____________
Connna a estar fofifi o eacravo Loeiaa
crioato de Idade pooeo mais on aMOos 99 a 30
annos, bafxo e gfosso do corpo, rosto oomprMo *
carnndo, nariz chato, cabellos carapinbos, aeieos
grossos, barbado, as vezes osa id de MgoAe, olncs
pequeos ; mallo ladino, trabalba da sapaleiro,
assim como no campo: consta qoe transita em
Trombeta, Collooia de Pimenteiras Leopolplna e
nos engennos Cndalo a S. Benedicto : qnem o
capturar leve-o ao sen Sr. o capio Jos Candida
das Neves no engebho Papagafo, lartoo 4a Porto
Calvo, oa no Recite na rna do Apollo n. 3?, qae
seri generosamente gratificado.
DS
SUVA
Dsuiogag Ferreira da
IM
BRACA
Esta TINTA eitremattiBute liqaWa e eicloslva-
ente cmposta de vegetaes, ao escrever de ama
c6r de vtolea ano lida; wroaodo-se ero pouoo
tempo preu e Inaltraveh
O maito consumo a.ae na Europa tem ti do esta
TINTA qoe ba poneo mais de 6 annos foi InveSta-
da e a estagnacj completa da anachronif a Unta
preta a oolra*, prwvam evidentamente qm a TtN
TA VIOLETA do Ferfeir, de Brafa, a mala at-
aliaste e saperior a odas as tintas de eseraver
al boje coshacWas nos mercados; oonca eagros-
ia naan aa datranca, qaanto mais anliga for ato
se purifica e melbor , tendo por toso merecido
eiesns e aolmacao da Ilustrada impreosa peri-
dica.
Tem a preferencia aas repartieses pobliea", nos
estabeleeimentoa de nrimaira ordem, as naaaa de
fommercio e escriptorios como TINTA saals otil e
econmica.
Raeommenda-se maila limpeza na ganafa, vi-
dro on lintelro aoode seja lancada a Ia ve.
Deposito central para toda os mercada* desta
..rovincto em casa do Sr. Antonio Lopes Braga &
pU rna da Croan. 36._________ ____
IiriRia de maadlaca aBperiar.
A tratar com Tasso Irmo, oa no trapiche Ba-
rSo do Llvramento no Forie do Matto*.
Pagio no dia 18 do erraste nana parda cu-
ra de nome Janelina, aterava da Vicente Astesio
do Bspirrto-Saato, eom os segoiniaa aigsan: ai,
magra, malo asrosado,nproaastajar sasraatta
UMoa annos, aaa alia a aniea, taaaa np, Man
cabelkTo pnoaa^nwaiioa. i-lloa saostsaa a
marabea, as vetos das paras; isailsfai. Fkw
levaudo comslgo om Bino de 10 anana *a son
Senastiio, saeco, Mates anaen, r PfrdMlara,
lavanoa aesutae umbem 10 moadaa da 0*000,
aftOe 16*000, de 94000 e i da 1*000, qoe rea-
bira do dito senbor. Deaconsa-ee aenar-aa a es-
erava. acostada ; pede pote -o acosar i qoea Salto
tUrer noticias de commnniear-lhe na rna da lase-
ratriz . Ot, qna aerare.....upiisaarli, prosstosdo
a aannar cosita anea acosar. A diu aaerava j
paitenaas a luna. Sra. D. Jaaoas fiasovava Usa
da Ivolra.
-AckaaaasooudaiaVtf O m3S
da casa de sua senhora na EsUncla, das a 7,
fregoezla oa Boa vlst 0 casta de nome Mifod,
ofncial de pedreiroi afio, corpa rafBlar, eom safe-
sas cerradas, que ulvez to'aa toaba rapado coaa
costama algumas vetes conservando sosenle M
godoparaaanbrUereloJda se qoelto,^aprt-
Bl idadaaa33 aaooa, UIU multo e aproaaa*.
oidenl
pouco earapnbo, icos e pe- *so
no dedo poTlegar de nana das mos a cicatriz o
nm panarfcto ^aVen : nnsSWlKJn a asa
apprebensao pelo que se gTattStara* sendo nonda
ildo ao mesmo adi.
t/

i


J
***
ASSEMBLlH GER\L
CAHUU DOS SENSORES DEPIJTAUOS.
SESSAO KM 7 BE.iU.NH9.
PRKSIDRNCIA DO SR DR. PARIA (VICS-PRESlOSirr0
(raiinosg.)
SEGU.VD\ PAUTE I) K f)RDBW DO DIA.
RESPOSTA FALLA DO TOROSO
ii a}>aai a d|scossao do projeeto de resposta
falla do tbrono, com a emendi apoUda.
V'.-oj mais mesa, sao tambem lidas e apoiadas,
as seguales :
]A i 4. paragrapho aeeresceute-se :B, so an-
da Mr adiado o termo da guerra, a cmara espera
que o governo imperial, forialecendo-se pelo s prestigia e sempre ajudado pelo decidido ipoio'da
nagao, adopte sem demora as medidas de que de-
pepder a victoria.
O 1 i. seja sabsijiui lo pelo seg lote :
E grato ver a prosps-riJade constante da ren-
da publica as actoaes eireamstancias, posto nao
-----------:--------------------------------------' ----------------------------------------------------------
ca qnasTevanglica de o eovir seno loterrora lamntese eocamintum a extlncclo di escravato-
ra* UZ& MeP>de. 1** ft *? ?L!? obr8 deP.tt>>- * ** V * $s? iniciativa individual, declarando as eamaras, ao
para qae tanto agoa-1 paiz e ao mando qne trata oeste objecto.
de responderme; e eoto
ment tomndome ajera o lempo dequecarego
para defender o alterno ?
Mas porque ninas lera dado a btalha ?
r. presidente, facto ao alcance de todos que,
H **nos espera va, rebentoa no Interior
aa Hepublca Argentina ama revolacfo, sendo por
isso preciso retirar do acampamento mlbares de
borneas de sen ejercito para nffoca-la.
Isto nao inmrtava so-aos Argentinos, era tam
bem negocio nosso, porque da derrota do nossoj
*inaoo ex til commoifD resultava urna critica?
posigo para as fo-g is alliadas. '
Depols appi recen a choitra-morbui no Rio da
trata e causn aos exercilos alliadas diante'd int-
migo os estragos qae sabemos.
is,Sr. presidente, explicadas ai caam 4a de-
mora da batalha.
Anda ba oatra causa. Entrn no plano que le-
vantsemos nm novo ejercito. Foi idea do nosso
general, idea mnito
Sff dJES?"0 *" ^^^ m-eiboramentos dadesqe ^TveiS tinto "
ie que depende o seu malor desenvolvimento. A -
rasoavel.
-. leve de vencer tanto o nobre
rann rt-ninr. >eQe.ra'.0st>''io como o digno presidente d'aqnella
uram" ^p'0"," clrcaaJ,aas qne nao permit- provincia, o 8r. Hornera de Mello, a quem nesta
,r?^, f"enbli Bral prover ao desequilibro do oecasio nio posso deixar de tecer os alores elo-
orcamento ordinailo. Ella empeolyr-seha em satis- gios. (Apoiados)
in^r' '* "1' *s}id** e as urgentes despezas da Tenhamos paciencia, senhores. A batalba tem
guerra, aguardando os esclarecientes de qne pro- de ser dada m logar qu nos desconnecido, e
ci mas, e formando vetos pela melbor arrecadago da marcha de nossa tarcas siga com a rapidez que
rc-cena e severa economia na despeja. .' desojamos.
O 13. seja substituido por este : | A batalha ha de darse e a victoria ba de ser
* a cmara tomar em considerado as medidas, pelos alllados, e o resollado ba de ser honroso pa-
sobre a colonisacio, a instrucgao publica, o recra-: ra o paiz. (Apoiados. Mailo bem.)
lamento, a jastlga militar, o quadro dos offlciaes da |" Disse o nobre depntado qae o governo commeM
aroiada e a goarda nacional, nao esqueeendo tam-. leu um alternado adiando a eleigo do Rio Grande
cem a reforma jodiciaria, que deve assegurar ga-!do Sal...
Ms como se tratad-era qae estado acha-se esse
trabalbj?-SeBbores,-poaio d.*e-lo : foi offerecldo
ao estado do conselho de estado um projeeto con-
tendo certas bases. O conseibo de am reunie-
se, den sea parecer. O governo enfeodeu que
d'entre os conselbfros de estado devia nomear
eommiss o especial encarregada de examinar
projectoe a coaimisso esta' tratando disto,
ello o tr*Mbo, seva' discutido artigo por artigo
em eoaseino de estado pleno, e ulteriormente sob-
mettido a's cmaras.
Aqu farel a segniQle observaeo. Urna folba
diaria desia-edrie julgou que o governo desmentio
com relajo ao elemento servil urna noticia por
-elle dada e que depois conflrmon: enganou-se. O
qae eeu folba bavia dito foi qae se Unba apresen-
tado ao conselho de estado om projeeto sobre eman-
cipacao e qne estava adoptado em certo e determi-
nado sentido. Gontestpa-se Issd no. Wario O/Jlcwf,
sendo ceno que nao se podiam considerar aceilos
qae ea for argido de ama falla semelhante, a qne das de ferro, telegfaprjos.frandes melboramemos
nao poNf #ar resposla cabal, Utafei de ser mi- materiaes, st6?e?c3es aflnWwpoCMc. E,
!L ^ *- / \, . -i Sr- Pr^^/qaeremo,fl>*atW^rblem;
J^Bl**'**.**'*>, *^. SSr nLZ1?1^ iclPPeraeDl*W e^traordl- so, sailsfazer as necessidads da crescjnte civilisa-
, a2H ,0 **? (,^c" 0?enM Prtoeiro po, sem acompanhar a despeza com os raelos ne-
n*i .lif"6, 8 aneJeDde/ a crescer. No cessarios, que sao os imposlos T Nao. O imposto a
qn toca aos crditos ei iraordinarios e supplemea- base do crdito.
- J?r*ce'IBa <,oe -* Kit** a pratica arada j O nobre deputado podiadizer :
nao pofleram introdaxlr no. palz otftro metbodo de prestirnos! ; mas os emprestimos
proceder em taes casos. .---- -
A objeccao do nobre depatado por S. Paulo, se
nhores, eiia em geral contra "o aystema dos cr-
ditos sopplementares e extraordinarios, objecto de
tanta controversia em Franca.
0Sr.Gavm6 Pkixoto : Sendo os orcaraentos
mais beo hitos, nao bavera' essa neeessidade.
O Sr. Pbbsidntb do Conselho :-"fcla um eco- [
noroista que va a Idea
sopplementares e extraordinarios, que o peior
querer acabar com alies.
A verdadeira garanta, Sr. presideote, nestas ma-
terias esta' no exame do corpo legislativo e na
responsabiildade effictiva d)s ministerios. (A-
c Tamos os em
_ resol vem-se esa
antlcipaco TJe Impostos, porque oa omprestimos
pagam-se coa os impostes. Como eontrabir em-
praatimos se impostes nao os acompanham ?
Ajtnbuo o pesslmo resultado do aciprestimo de
1865 em grande parte a dnas circo instancias. Em
prioaeiro logar a contrahir-se o emprestimo para
uma guerra aberta; nao era urna gaena imminen-
, te, era urna guerra que se eslava fajeado. Em se-
de absirahlr os crditos guodo lugar, a idda de te eontrabir um grande em-
ane das circunstancias motivos aaUHeaj. (
nobre deputado pelo aaaadfo aaatra, Sr. pre-
sidente, tez na longo discurso: des** atecam Nro
muadi-
rantias a liberdade Individual, nem o raelboraraen
io urgente de antros importantes ramos de admi-
nistrado.
Snohor I A cmara repotar-se-ba feliz se.po-
ner corresponder plenamente ao sen dever, sope-
raodo as difHealdades do presente e promovendo a
prosperidade do Brasil.
Sala das sessdas, 5 de jaoho de 1867.-A. C.
lavares Bastos.
O Sr. Zacaras ( presideote do conselho.) Sig-
naos de attencao: Sr. presideole.como o nobre de-
putado pela provincia de S. Paulo qae encelda este
debate, eu pens qne as-circorastanclas do palz sao
graves, sao gravissimas.
Por um lado, temos urna guerra no estrangeiro
qne ainda nao chegoa aot)rmo desejado ; por ou-
tro lado, temos no orcamento do estado nm dficit
que mais se augmenta em consequencia de des-
pjzas indecllnaveis que a mesma gnerra exige.
Etb tal siiuafo, Sr. presidente, eu tirara urna
consequencia inteiramente opposta a que deduzio
em seu discurso o nobre deputado por S. Paulo;
eu dira qne nesias circumstancias, e a vista de
flifflcuidades to graves, o qae camprla cmara
era elevarse a aliara da situacao, limitar-se neste
Ueoate a urna resposta de simples cortezia, de para
deferencia coroa. ( Apoiados. )
E este precisamente o .estylo adoptado em In
fililerra; a resposta falla da coroa apenas con-
come all o tempo necessario para sua redaego ;
appreva-la noqur dizer que fleam approvados to-
dos os actos do gabinete ( apoiados ); esses actos
aevera ser apreciados depois de discutidos ulterior-
mente com toda a seredade, em vista das provas
tjrnadas pelo governo em documentos offlciaes ou
luvidos aliund.
Sr. Tavares Bastos :Cada trra com seu
uso.
O Sr. Presidente do Conselho :-Mas esse aso,
eohores, a que o nobre deputado pelas Alagoas
parece dar preferencia, e de que' a legislatura de
laou pretenden descartar-sa sob os dictames do
honrado Sr. Ensebio de Qaelroz, conserva-se esta-
beecido aqui e ni outra cmara, onde nos deixa-
mos arrastrar por essa forfa de eloquencia nter
tropical que objecto de escaroeo dos nossos ad-
fefJRos oa Earopae na America___
O Sa. Martinho Campos :Nao apoiado.
O Sn. Presidente do Conselho : Hoje, Sr. pre-
sidente, o estylo loglez devia ser adoptado, por que
. em presenta do tumulto de bontem, que nao teve
carcter poltico, que na abalou os fundamentos
da ordem social, de toda a parte o governo receben
coadjuvaejio sem differen?a de partidos, na presen-
ta de nma guerra estrangeira nao era de Sdmlrar
o accordo dos partidos responlendo ao discurso da
coroa.
O Sr. Marti.vho Campos :Por tanto, hymnos i
V.Exc.
O Sr. Presidente do. Conselho :Eu dispenso
hymnos de gera qaer que seja; so pego jnstigs.
Pareca, Sr. presidente, que, se a cmara, em tal
nioacao, respondesae logo por ama parapbrase a
faila do Ihrono, daria smente ao paz e as qacoes
;>tr.i!'g-r.is nma prova de que aprecia as nossas
JiQicul Jadt-, sem abdicar o seo direito de exame e
de justo castigo aqnellesquelofringiram a lei.
O Sr SataO Lobato :Seria mister que a falla
do throno estivesse na altara das circunstancias.
O Sr. Martihho Campos : Apoiado; afnito bem.
O Sb. PREsmENTE do Conselho :Mas, ja" que
os boas estylos nao prevalecen), devo ceder a' tor-
rente e procurar responder aos nobres depotados,
uao facto per faci, por que seria impossivel, mas
quanto aos pontos capltaes sobre que discorreram.
O diguo deputado por S. Paulo a quem me redro
tallou na procrastinaco da guerra.
Procrastraago da guerra envolve a idea de qne
o governo tem omltlido os meios ao seu alcance
para que ella lenha termo. Ora, nesta apreciarlo
do nobre deputado ba inexaotidio manifesta.
Senhores, a primeira necessidade qne o gabinete
de 3 de agosto, entendeu dever salisfazer com ur-
gencia foi dar as nossas for$as em operaedes a
nnidade do commando. Por infelicidade, o came
e a rivalidade tiaham penetrado em nossos ar-
ralaes. ( Apoiados. ) Urna divergencia ejtre os
chefes, algum lempo sopitada, manifesloo-se depois
do desastre de 22 de setembro. (Apoiados.)
O governo recenbecea desde logo a necessidade
urgente de nomear um ebefe que puzesse flm a tal
discordia, e mandou commandar o exercito quem
devia ir.
nobre marqnez de Caxias, alm de ootros m-
ritos, tem nm incontestavel, o de impor o jugo da
autoridade e da disciplina sem excitar clamores em
seas camaradas. (Moitos apoiados.) Este so fac-
to eqoivaieo a mandarse para o exercito mais urna
:erga parte dos homens que contava. A disciplina
e a harmona queriam dizer um auxilio immenso;
esse auxilio o governo prestou-o, e prestou-o com
iodo o patriotismo e dedicagao.
Nomeado o Sr. marqnez de Caxias, cumpria, em
consequencia do mesmo principio de nmformidade
e disciplina, dar a' esqnadra o ebefe qne elle indi-
casse. fndicon o Sr. Joaquim Jos Ignacio, e fot o
nomeado, coneedendo-se ao Sr. almirante visconde
de Tamandar a demisse que por mais de n
vez pedir.
Era preciso mais forga, mandamo la em nnmero
pouco menos de 20,1)00 borneas.
APergunto a' consciencia da-camara : poderiamos
ter mandado mais, qurando essa mesma qne man-
damos lanos clamores tem suscitado ? Muitos
apoiados.)
O Sr. Pbrnandes da Cunha :-Nio a
de forga, o systema.
O Sb. Prbsidentk do Conselho :O systema era
aqaelle qae a lei, os precedentes e as circomstan
das indicavam. (Apoiados.)
Vozbs : Nem podia ser ontro.
O Sr. Presidite do Conselho:Se bem oa mal
o palz julgara'; do que trato agora da necessida
de de remessa de reforgos para o Rio da Prata, e
ssses reforgos foram. *
Se eu podesse desvendar aos olhos dos nobres de
putados o joizo que os generaos qae la' se achara
formam da selieitade do governo, loriamos ganho
de cansa. Qoasi qne vamos adlanle em solicitude
aos seas intentos : ailas vezes quando lies indi-
cam nma providencia ja' ella esta' tomada...
O Sr. Tavarss Bastos :E por que nao se da'
a batalba T
O Sr. Presidente do Conselho :Porque nio
se d a batalha ? Sr. presidente, esta pergenia
faz recordar o lempo em qae de Pars se queriam
delinear as batalba*...
O Sr. Taya re* Bastos :Nem ba 10 paiz Car-
BOtS.
O Sr. Presidente do Conselho :Perde o no-
fcre depatado; as batalbaa sao delineadas ao cam-
po pelos generaos que merceos a coofiaaga de go-
verno, d'onde se coneioe qae pode estar na admi-
nistra gao da gnerra nm simples administrador, um
cidadao que nio seja militar, sem prejnizo do ser-
vigo; embra nio possa, nem convenha mandar
O sr. Mahtinho Campos :Apoiado.
O Sr. Presidente do Conselho :... e o no-
bre deputado por Minas a quem consagro grande
syrapathla, apezar das maiores divergencias que
entre nos possam baver, diz apoiado.
Sr. pr. sldente, o terceiro exercito era necessa
rio ou nao ; se era necessario, como pensara os
geoeraes, como o governo tambera pensa, como
pensa o firasil inteiro, a eleigo de depuiados ge-
raes nao podia ter lagar n'aqnella provincia ;
claro que a eleigo obstava a reanto de gente, a
reuniao de gente oflah sobre a eleigo...
O Sr Martinho Campos :Dava-se o mesmo
em todo o imperio.
O Sr. Presidente do Consecr .-Era Impossi-
vel, Sr. presideote, nesse estado da provincia do
Rio Grande, qae corresse regalar o processo elei-
toral. Has oavl a om nobre deputado : Porque
houve eleigo em Mato-Grosso ? Porque as ctr-
eumstancias nJo eram inteiramente idnticas. A
provincia de Maito-Grosso estava ba tempo ocen-
pada apenas n'nma peqnena zona de terreno ; a
capital da provincia acbava-se desassombrada.
Nao havia comparagao possvel entre o estado
de Matto Grosso e o estado do Rio-Grande \ nao se
da va n'age i la provincia como nesta levauamento
n or?as' orffan,sa?a de om exercito.
O Sr. Ta vares Bastos :E porque o governo
nao pedio essa medida quando propoz o espaga-
meato da poca da eleigo f
O Sr. Presidente do Conselho1 : Sr. presiden-
te, o governo qnando propoz agella lei partiKiou
o Densamente commam. Todo o paiz acredilava
qae a guerra acabara dentro de moito pouco lem-
po. Se houve erro, foi do palz inteiro; e o go-
verno pagou tambera ao erro sen triboto. Mais
nVa uo e5,aTa reonil,a a assembla geral.
O Sr. Macedo d um aparte.
O Sr. Presidente do Conselho :Pego ao no-
bre depatado que laraoem me poupe seos apartes-.;-
elles me doem porque partero de pessoa a gera
consagro verdadeira eslima,
O Sr. Macedo : Pago na mesma moeda a V.-
Exc.
O Sr. Presidente do Conselho*:!Poi eoto pe-
go-lbe que me onga; reconoega a- di acordado de
mioha posigo; digo difflculdade per que sempre
difflcil a posigo do ministro.
Mas dsse anda alguem nesta tocase*: Por
qae nSo se adloa a eleigo em lodo o-imperio ?
Muita gente entenda asslm; mas o goverao apar -
tou-se desse modo de pensar, para o qne leve a
razo que vou expdr etn poocas palavras^
Foi porque, embora diga o contrario- o- aobre de-
putado por S. Paulo, o ministerio.de- 2- de agosto
nao pode e nao qner viver sem as cmaras. Pela
minha parte, deelaro qae deiurla o poder desde o-
momento em qae me parecesse ene lerka d atra-
vessar esta poca sem o concurso das cmaras.
O goverao liona recursos bastantes,, ea eonse-
quenci; das ultimas autorlsagoes^votadaem 1866,,
para marchar por alguos mezes; mas uao podi
prescindir do auxilio da assembiea geral de malo
em diaote. A sna rennio era iodispeosavel para
prover de remedio as necessidades-tmperiosas.quaes-
as que se deprehendem dos documentos- offlciaes-
qae o governo ja' exhibi ao coapo legietetevo.
Portante, o governo entendea. do sen rigorosa-
dever expedir as ordens necestarlas para a eler-
go, coraqoanio reconhecesse quo-o naie aao eslava-
no sen estado normal, porque na veraade nao 64
normal o estado de nm paiz qoe esta" esa gnerra.
Sendo, porm, muito especiae as emomstancio
da provincia do. Rio Grande, determtaea-se o ad-
ment da eleigo smente no o Graade do Sul.
Oatro attetado que o nobre desalado por S
Paulo imputen ao governo foi a. iibortogo de escla-
vos da nago.
Sr. presidente, o nobre depntackn por S. Paulo
julgou offeodda a coosilluicao por esse acto doge-
verno; mas en, discordando inteiramente d sna
opioio, alias sempre respe+taveligo que no.aoq-
ve offensa a' constitnigao ; o que houve (al ama
violago de lei. Se porventora o ministro, da fa-
zenda, a cuja conta corra es-e negocio, llaertasse
escravos da nago e vi*sse dlzer-vos que asara de
om direito escrpto na asi, eoto tenis oaiao para
accusa-lo.
( Ha nm aparte).
Nao venho enveratsar attentados, como- dizia om
fallecido Andrada, mas onso declarar qne minha
mo nao tremera ao assigoar para flm tao santo
a libertago dos escravos naeionaes, ainda nos m-
lbares, snbmellendo-me depois ao veredict da c-
mara e do paiz.......
O Sr. Martinho Campos : Devia pedir uta eili
de indemnidade.
u Sr. Presidente do Conselho : Pols a neees
sario que eu venba expressameote pedir asa bil
de indemnidade para este acto, qnando fago ver no
relatorio qne por motivo jastisstmo violei a lei ?
Esta' subentendido qae pego esse bil; sojeito-rae
a' vossa deciso, que solicito...,, .
Uma Voi : Ja' a tero.
O Sr. Presidente do Consri.ho : Tenbo-a ja' n
consciencia nacional e agora aa da cmara.
" O Sr. Martinho Campos : Mas unba o dever
de pedi-la ao parlamento.
O Sr. Presidente do Conselho : Pols bem, ea a
estou pedindo.
Senhores, este acto, como moitos outros do go-
verno, lem ama razo de ser suprema ; a da
guerra de honra qae sustentamos com o governo
do Paraguay. Todos esses actos sao corolarios da
mesma guerra.
Aquellos qae pensara qne* gnerra qae fazemos
jasta, de honra, nao podein deixar de absolver
o governo; mas aqnelles, se os honver, qne enten-
derem que a gnerra injusta, qne ama guerra
caprichosa, esses nao contesto qae tem todo o di-
reito de acensar-nos.
O Sr. SataS Lobato : Nao na nenhum de nos
que asslm o entenda.
O Sr. Gaviao Pbixoto : V. Exc. nio tem mais
amor ao pais do qne en.
O Sr. Presidente do Conselho : Ea fago jas-
tiga ao carcter do aobre deputado por S. Paulo;
Paulista e basta; rallo em geral e sem applieago
a ningaem.
O nobre depntado censuroa acremente o gover-
no porque incluio na falla do tbrono o tpico de
emancipaco do elemento servil. Esse lopica
para mira e para os meas collegas nm titulo de
gloria. Quando oatro servigo o ministerio de 3 de
agosto nao tlvesss prestado ao paiz, fleava-nos a
satisfagan de ler sido o prmeiro governo a qne
coobe a sorte de, em documento oficial, fallar da
emancipago do elemente servile inculca-la a' me-
ditago e estado do poder legislativo.
Sr. presidente, o elemento servil asta' abolido
moralmente em todo o mondo elviltsado. O Brasil
qoasi o uaico pais qae, por circumstanelas qae
eu nio condemno, por que serla condemnar o nos-
so passado, conserva o elemento servil. Pode o
Brasil confiar excesivamente, como emende o no-
bre depotado por S. Panto, no ministerio do tempo,
bases de um projeeto, qae depeodem anda de dis- poiados).
cusso no seio do conseibo de osudo. O qne aflan- Senhores, -se o ejemplo de punir os ministros
co a cmara a ao paiz que o pro>ecto ba de res- qae abusarem de seas pastos: revisia-se a cmara
penar a proprledale, procurar evitar profundo aba- de coragera. desea ao exame enfadonho dos alga-
lo na agricultura, a primeira de nossas industrias, rismos.
u govenoprocedeodo assim assumo a ioteiativa
que lbe toca nesta materia, em qne; conforme de-
claren om coneeibelr de estado qae nao snspel-
to aos nobres deputados a quera me dirijo, nunca
se julgou o mesmo cooselbeiro eompetento para
exercer iniciativa, apezar de seas eentimentos hu-
manitario-, por entender qee peta gravidade do
assumpto isso compete esseoeialmenle ao governo.
O Su. Fernandes a Cunha : A questio de
opportanidade.
O Sr. Phb'sidente do Conselho ; A opportani-
dade, por ceno, nao ba de darse emqaanto esti-
vermos a bragos com a guerra, mas foge que as
circamstanoias o permittam.....
Um Sr. Deput*do Determine a oppertnnl
dade.
Otro Sr. Depotado : Depois de acabada a
guerra.
Owtbo Sr. Depttab-o : A iniciativa deve par-
tir da nago.
O Sa. Presidente do OmHuto :-Perdoe-no-
bre depotado, estranho qae saa illustrago o dei-
xasse proferir semelbante idea.'
Senhores, no rgimen constitucional, onda o go-
verao a expresso da opinlo pblica, nao-deixa
o mesmo governo de marchar adtante da opinio
nacional.
Derxemos eseas tbeorias coadeanadas, mas que
ainda ha poneos das foram aqui reproduzidas por
um nobre deparado pelo municipio Dentro, de hu-
milhar-se o poder. '
E' preciso abandonar de ama vez para sempre o
Intento de rebaixar o poder ; sioids- do Ctnlra-
to Sncial de f. . Rosseau. & poro lera interesse
bem entendido era elevar o enaceito do governo,
qae ama emanado da vnatade nacional. (A-
poiados).
O nobre deputado" por,S. Paalo' aflllaio^e sup-
poado nos hnmilhado dnas vezes peranaa a Fran-
ca ? a primeira' vez, Sr. presidente, pelo art. 2* da
deelaragSo interpretativa da convedgo consolar
con>a Franga, qnando*certo, para conOece-lo
basta-a sua leinra, que otili vemos-justa reciprocl-
dade..
JMgoo-nos segnnda verbamilbados pela ejaesto
do Pruesiano Venen, porque qaizemos prenee-lo, e
depois o entrganos a' Franca.
Es te-fado siaaples. Versen om qfflcial pros-
siaoo qoe, segundo saas declarages e a denuncia
que tinturaos, ia para o exercito do Paraguay. O
governo aao podia consenr em tal. Qniz prnde-
lo em Ierra,.mas ae foi acbado ; mandn, prnde-
lo no vapor fraocea Ame.
Nestas-eircorastaneias o secretario da legagao
de Frasea, encarregado de n^ocios Interino, pedio
qoe Verses'fossd caaztdo para bordo de ara va-
por francs, comproraetteodo-se aqaelle enearrega-
o a dar-he passageo para a Earopa, so o mesmo
Versen ooiaesse, ou-avisar a governo se Versen
qai esse seguir par filo da Pa.
" O -goverao nao quena persegair a Verseo, eMe
felpara o Alo da Prata viglado-por nos de-aecrdo
eom o eaoarregado de negoclae~aa Fraaca,. q/te o
sabia. L-te enlregaa-as vislae-d governo argn-
tieo, e o governo argentino, a euja responsabiilda-
de passouy.eoasentio qsje elle se dirigisse ao Paei-
lao.
Nao fo>,.porlanio, servir ao presidente Eopas. O
nosso flm eslava coasegnido,. seafrores ; para qae
daf impertancia a nm faco-que neabama li-
aba T
O nobra deputado pela provincia de & Paute, e
nesta parte falla comproflcieaeia,. 6 baaqaeir, o
cambio saa prottss habitoat por coaiegniate,
lera o direito de ser envido- cora, attengao pala ca-
lmara, e aorre-rae o daver de ixer-lne desda ja que
espero o oeu.auxilio efflcaz. era todas as medidas
qoe se rsferem ao tpico de qoe vou fallar. O no-
bre depatado deve ser economista.
Sr.. presidente, bsraam felto-eva David Ricardo, e
Ja com ama. fortuna regular, devida suaprofls-
so de corrector, sera que nanea tivesjo lino uma
pagina de economia poltica.
Estando um da eco urna casa de campe, aconle-
ceo-lho por acaso hragar osolbos sobre umvolame
avnlso de Riquezm-dtis Nceve&, de AdaovSraitb ; fl-
cou sorprendido cora a ex'ieivdo das demonstra-
goes qae lia.
Correa a comprar a.obra completa, lea a, eslu-
dou-a,.efoi ecoaamisla da-nome, que at fundoa
ama escola.
Ora.se David.Ricardo, ata taes circumstaneias,
pde^esiadando-economia. poltica jahomem^ser
aQaal to forte nessa scleacia, acredito qpe o no-
bre deputado por S. Pealo, que compulsa os eco-
nomistas desda tenros aaaos, e qoe banqjieiro,
tenia sobre astas materias opinio formada e opi-
oio autorlsada. Em auxilio, pois,. dos principios
qoe tenbo eaposio, preciso do sea concarso nwses
grandes debales, qoer aqui, qae* em commissoes
eepeciaes.
O Sr. Gaviaj PEOjMro :E' mnito fraeo ^ espe-
ro antes que V. Exc. seja o nasso David Ricardo e
venba fundar nova escola.
O Sr. PRgsDSKbB: do CoMSEtiio : laniu no-
bre depatado paciencia*; ha de ajudar o. governo
com a sua opinio esclarecida. Mas- deuemos o
incidente.
O nobre depntado disse qne o paael<-moeda tioba
invadido o paiz, qae os canaes da.cLrcolago esla-
va cheios, qae a onda crescia, pareeendo ja ir
sobrado a sorra do CoLaiio. (HUuidade).
Tranquil!isa-se o nobre depatado; nao bouie
invaso de papel-moeda ; o porque tal capitula do
accasaco cabe naturalmente no libello qoe o mea
ex-amigo (como elle se deolarou), o Sr. deputado
pela provincia das Alagoas, lormoloo contra airo,
quando responder a esse libello considerar! tara-
bea) o qae sobre este assumpto disse o nobre depa-
tado pela provincia de S. Paulo.
Da iovaso do papel-raoeda resulten, disse o ao-
bre depntado, a baixa do oa rabio. Sem davida, se-
nhores, quando o papel-moeda invade lodos os ca-
naes da circnlago o cambio baixa, porque depre-
ciare a moeda ; mas ea esperava qoe o nobre de-
patado, em vez de pairar as altaras onde o leva a
forga de sea genio, descesse aos lacios particulares
e most'asse eomo de agoste para -ca o cambio tom
balxado.
Ora, se o mbre depntado se qaizesse dar ao tra-
balbo impertinente de ler a tabella de 13 do men
relatorio, veria qne, achando en o cambie a 13 i/i
em agosto, d'abi am diaaie foi sempre de 13, II e
de 25 na corte e as provincias do norte.
Note-se qae a ultima remessa feita para Landres
pelo men antecessor ainda participou da posicio em
qoe o collocira o emprestimo de Lonires era 1865.
Isto , tiuba l fundos diiponivels, e ea achei-os es-
gotados.
OSr. Gaviad Pkixoto:Nio aecusei a V.
xc.
O Sr. Presidente do Conselho : -Eolio para
qae falln da baixa do cambio em referencia in-
vaso do papel moeda aa circulagio T
O Sa. Gaviao Peixoto :Para mostrar o mal
qoe faz.
O Sr. Presidente do Conselo : Nio pode
langar-se papel-moeda na circuirgio sem aacqnies-
cencia das eamaras; para qoe anleeipar Berta oe-
casio os fados T Eo esperava qae o nobre depa-
tado, examinando o que ha de verdade -obre este
object), acbasse antes motivo para elogiar a go-
verno pelo xelo eom qae tlnha procedido do qoe
para censora-lo.
Realmente, se o gabinete de 3 de agosto nio se
livesse esforcado para faxer passar a lei de li de
setembro que acaben com a emissio do banco do
O Sr. Ta vares Basto ;Uavemos descer.
O Sr. Presidente do Consbuio : O nobre de-
potado pela provincia das Alagoas bem mostra que
tem aspiraedes ao governo, por Isso vai ao'amago
da questio, nao achaque a nonvenchilura de crdi-
tos extraordinarios e sapplementares nma falsi-
Bcago de doulrina : est, pois, de accordo co-
migo...
E' escusado combater a existencia de crditos
""ordinarios e suppleneniares...
O Sr. Ta vahes Bastos :Eu nio disse que era
escasado. Explcarei depois.
OSr. PtesiDBNTB do Cowblho : -'Esoerare-
mos por esta explicago.
O aobre depotado, por S. Paalo, Sr. resideote,
falloa das grandes graliflcagSes convertidas ero or-
denados. Declare qae desconhego esse facto no
grao era qae o igorou o nobre deputado.
Na repartigo da fazenda, a qoe o nobre depo-
tado espeeiatoenle se referi, urna verba doorga-
-raente autorisa o governo pjra dispender certa
quaniia era gratifreagees que o servigo publico'
exija. Surge a necessidade, por ejemplo, da np*
raeago de ora Inspector de fazenda para corto la-
gar, a bem do servigo poblico; preeisa-se dar a
esse funeciooario uma araliflcago, qne eessa ret1
rando-ss elle.
O'nobre depatado sabe- que os venerraentos dos-
empregados compSem-segeralmente de ordenados,
gratifleagoes e porcentagens, e que ha gratifica-
goes qne sao vencidas por trabamos decorarais.
sao...
O Sr^ Gavias Pbixoto : Nao falle! de tedas.
O Sr> Prbsidbniv do Cos8SbHO: Peco entao
ao nobre- deputado o favor de indicar as qoe sao
reprovadae; de raen malor interesse que a ver-
dade se descubra. (Muito bem.)'
Declaro, Sr. presidiente, qoe nao tenbo protegi-
dos, nem aniados -r e entende- qoe, guando ato
represntame da nago levanta-seediz: do mi-
nisterio tal deu-se urna gratlflcago excessiva im
merecida, ISegal fa nm grande servigo ao pal
eaprimeirologar, e depols ao governo, que pra-
suroso ba de correr a acabar cora oabaso.
0' nobre depotado disse qae o relatorio da fa-
zenda um tmbalbo imperfetto, porqoe nao apoo
la a solueao do nal quedenuqcia ;-qoe, acbande-
se o paiz era- criticas drcumslaoeias, nao de-
clarao remedio esta-; appelta eomo onieo
recurso para o iuro, isto , para o mesmo minie-
terio, a qae o nobre depotado qner soecorrer-se
qoanto ao elemento serv!;
Ora, Sr. presidente, qae o meo nelaierio im-
perfeto, son o priaelro a retonhecer -,-para qae oe
nobrs-j deputados fazem capitulo de-ateusago-
desse facto, que nao descoaaego V '
O Sa- GAm5 Pbixoto : Nao devlenaos espe-
rar Isso do tlenlo e illusirago de V~Exe-
0>Sav Presidebicb do C^selho : Eairetanto,
o relatorio nao tem o defeko que o ntbre deputado
assigaala.
Mostr o nobre-depntadoao relatarte- eapresso
algaraa eom que-en appelle para o futuro, para o
lempo, aora de solver as graves difflcaldades Unan
ceiras do prsenle f
O-nobre depaade diz : Ogoverno qaer s im-
posto, o goverao qaer maie O.OOOcOOO* Se-
nhores, o algarisrao de 20,000:000,} o governo nao
enuoou em parto algoma ;.o traba Hw .qoe ba de
ser a base dos debates n'esta casa orea o augmento.
era 9i00: OOOJL Se o goverao, na opiaia do no-
bre depatado, nao foi explcito no relatorio como
enmona, d'onde veto a dea de 20,000.000*, qae o
goverao nao enuaeiou ?
'JSi GaviaO .Peixoto : E' sabido para quera
canhece estas coasas.
0'Sa.PRBiDBNtado Consumo:Abl'para quera
conbeee Isto, nao preciso qne o governo diga mi-
nuciosamente todo no relatorio ? E' o que eu que
ra qoe V. Exe. dissesse.
O Sr. Gavio. Peixoto.r Eote-para que V-
Exe. apresenta relatorio M? de soppor que nos.
representantes da nago, eonbegamos- mais ou me-
nos as circunstancias do paiz.
O SR PREBiBanTE do Conselho :.O que digo
- que o relatorio foi eseriplo de modo que qoal-
quer representante da nagao, examinando o, reeo-
abega perfeitamente o que pensa o goveruo.
O Sr. GawAa Peixoto,: O qoe pensa o go-
verno T
O Sr. Rbs$u>bete ao. Consfaho,: O peasa-
Bsento de. goverao traaslaz no relatorio, e vea
ostra lo.
Seoborea, de qne meios, segando a economia
pelitica, deve asar o goverao que-qaer superar-di f-
flculdades flnanceiras, qne quer eslabelecer esse
desejadeequilibrio entre a receita-e a despeza pu-
blica, qpe essenciai a's nagdes, coma essencial
a's familias, porque,, ai da familia, ai da nago,
cuja despeza nao igual a' receita, senBo poder, ser
menor. I de qae velos devo ser vir-se T Seave-se,
Sr. presidente' primeiramento da economa elevada
' altura de systama rigidaraeale observado.; este
meio esta' a cada nasso ludioado no relatorio.
Note a camaaa qae tambem na reafcacio de
economas se exige mallo saber e disoigo, por-
qpe, como dizia.Gladstone,. na Inglaterra,, ha a's ve-
es maior mal era cortar a eomo do qae em conser-
var a despeza. emHbra ascessiva ; preciso mnito
criterio, nao sa corta a tatbo de machado no orga-
mento, porone pode ir o ferro a logar- perigoso;.
preeisa-se de raaito estado e tino para fazer eco-
nomas.
E a economa, Sr. presidente, devo confessa-lo,
nao poda ser observada com toda a precisa rigidez
no tempo. de guerca, como dever ia ser em teapo
de paz. O. pensameoio de grandes cortes do erga--
raente, *de considerar a economa como orna vir-
tude suprema da administraedo, j nos deve ir en-
camlahando.aaJs anda nao pode ser alagada agora
como recurso Inmediato. Declaro a V. Exc. qne
estou disposte a cortar qnanta despeza roa parecer
adiavel; mas qnando se diz : E' preciso rnaadar
encouragados, preciso mandar plvora, vesti-
menta aos nossos soldados....
O Sa. Candido Torres Fieho : O qoa deseo
nhego a necessidade de mandar mais enooura-
gados.
O Sr. Presidente do Conselho '. ....tint-
me aoaobado, nio quero assamtr a responsabili-
dade de uma imprevidencia, de qae depois eom
jasta razio o nobre depatado vlria tancar a colpa
ao governo.
Quando se trata de ama gnerra de honra nio se
pie attender aos pices da economia da mesma
maneira qae am individuo, quando trata de solver
deveres essencies, abre os cordoss da bolsa e nio
pode observar aquella economia que geralmente o
pai de familia deve estabelecer em saa casa.
Depois da economa, Sr. presidente, qnat o
mel com qoe o governo deve acbar-se para faxer
' despeza T E* o Imposto, nio ba ontro.
O Sr. Pinto oe Figueiredo : A flscalisagio
das rendas tambera.
O Sr Presidente do Uorselho : A flscallsa-
gao da renda comprebende-se na economa.
O Sr. Martinho Campos : Nio.
O Sa. Presidente do Consblhq : Se nio esti
coreprehendida, ea a considero como am ponto
Importante; mas achoque esta'.
O Sr. Martinho Campos : E aquella repri-
menda pai te de algos.
O Sr. Presidente do Conselho : Ea u ac-
cedo tambem de inimigo, qnando ara inimigo
preotimo sem langar-se am real de imposto.
O Sr. Fernandes na Cunha : -Em toda esta sl-
tuago nao se atienden a semelbante necessi-
dade.
O Sb. Aristides Lobo :Vem de muito longo.
O Sr. Fernandes da Chnha :Nao; vem desta
sltaago.
O Sr. Aristides Lobo :--Vem de mailo longe.
O Sr. Fernanoes da Cunha : Havia muitos sal-
dos a favor.
O Sr. Fialho : Mas nio tinbamos a guerra.
O Sr. Presidente do Conselho :Pego a V.
Exc. qne maotenba a ordem, Sr. presidente; pare-
ce que son eu quem est com a patarra.
O Sr. Presidente :V. Exc. pode continuar.
O Si. Fernandes da Cunha :Pego pardeo de
ler ioterrompido a V. Exc.
OSn. Presidente do Conselho :la trato de
defender o gabinete actual da aecusago, qoe a elle
se fez, de ler fondado a malor das saas esperances
no imposto.
Entretanto, isto indispeasavel, porqoe te nesta
sesso nao votaraos o sacrlQcio do imposto, o nos-
so crdito ba de flear abalado ra Europa; precisa-
remos no futuro de novos emprestimos, de cerner-
g5es de erapreslraos Ja' feltos, e como reallsar es-
tas operagdss coa vantagem se nao augmentamos
es meios de pagar bossos empenbo ?
Mas, Sr. presidente, nem a economa, nem o im-
posto, nem o emprestimo, vem prestar o auxilio ef-
icaz de qae neste momento precisamos.
O imposto votado aas cmaras demanda regala-
mentos e medidas preliminares para sna eobraoga;
neo se pode,, peis, obter resultado V Imposto com
presteza. .
P emprestimo na Europa agora iapossivel;
no paiz, difflcillmo por cimomstancias diversas que
o relatorio expende. O qae resta? Appeltar para
o futuro? Nao, senhores, preciso ter coragera e
dizer : tO goverao nao pode prescindir de pedir
nem o corpo legislativo de conceder uma emisso de
papeJ;
Senhores, eslava previsto desde o momento em
qoe o goverao proeoroo cerchar a emisso do bao-
ce-, que abusava largamente dessa facnldade, esto-
va prevlMo, digo, qoe, se a guerra contincasse, era
impessive) que nao se recorresse a emisso-de pa-
pel-moeda.
En digo no relatorio bem elaraaenle qoe o tbo
souro tem 3,300:006*000 de renda por mez e gas-
ta 5,3*3:00OJ0O0 ; donde tira,.Sr. presidente, es-
ses S^0eoW40O0 para fazer a-deapeza mensal T
Dos seas burieles ; mas esta verba j nao pode
elevarse. Donde tirare! oa donde tirar recursos
o nobreo>DBtado se as-sumir o poder? De nma
eraisio. E esse o expediente de qae em Ideticas
eircumstancias teem laagado rae divernos gaver-
aos, tanto o governo da-Unio Angte-Amerleana,
como o goverao inglex:
Fazer um banco a eraissio ou fase-la o governo
vem dar no mesmo resonado; lado papel adnal
com a difereaca que a emisso n'nma h y prte-
se do geverno, e na oatra clrcorastaacia parti'
calar.
Tenbo horror, Sr. presidente, ae papel-mooa ;
raas tenbo mais horror aiada que o neme do Bra-
sil seja vilipendiado noModa Prata, faltando re-
cursos para a gnerra.
. Nao hesito,. pois, na adopgo do expediento
devo declarar qoe nao heova hornera eniendido no
coramercio ou (ue lesse desprevenidamente o re-
latorio qoe nao neasse eafcradendo qae a concluso
era essa.
\ Mas popqne nio ti vestes a coragaa de dize-k>
eapressaraeate ti
Sr. presidente, teobo taala coragera como o. ao-
bre deputado por S. Paulo, porque, se o nebro de-
putado, por tradieoes de herosmo agas, iabeqoe
Paulista ne- lera mede,. en lamben pelos fastos
modernos posso dizer qne Babiano nio e falta de
coragem (apeiados), porque na gnerra actual ae-
nnoma provincia tem prestado taatos servidos
e dado provas de valor eomo a Badta. (lieciaeja-
goes.)
O Sr. Batista Pebkira : E o Rio de Ja
Mira.
O Sr. Presiocnte do Gjnselho : E o Ric-Gran-
de de Sal.
O Sr. Sohza Asdcam : Q> Ceara' nSo fica
atraz.
! (Ha multes apartes.).
O Sr. Peswsnti dqiConselho .:-Perdea; to-
das tem prestado.
OSr. Baptista Perjoba :O que ea desejo
collocar o Rio de Janeiro a par da Babia.
OSr. Presidente no Conceubo.:Qnaato me
apraz, Sr. presidentp, ver-rae contestado neste pon-
to I V. Exc. acredite que o que eu disse-fei para
provocar estas manifestagSes. Sim, seakores, todas
as provincias sao iguaes...
0 Sr. Martinho Campos :Nao apo+ado.
OSr. Presldi:nt-;:do Cu.\>eino : --..... Em pa-
triotismo (apoiados),; todas teem contribuido na ra-
zo de saas torgas.
No Imposto de sangne se observa c mesmo qne
no imposto pecuniario; cada om d tanto eomo po-
de, e o pobre qae da menos, da' muita vezes mais
do que o opulento millonario.
Um Sr Depurado :-Haja vista a provincia do
Amazonas.
O Sn. Pesidewk do Conselho :A provincia,do
Amazonas, a do Paran', etc.
OSr. Pinto, de Figbsiredo :A do Espirito
Santo.
OSr, Presidente oo Conselho :Por conse-
qoencia eonfesso me vencido e cora prazer rabro a
expresso qne tinba annunciado.
Mas, diiam: tallar da emisso? Sr. presidente, pelo respeito
devtdo a." inlelligencia da r.amaja, a' sna iniciativa^
enteodo qoe o governo poderla dize-lo, a at apre-
sentar oeste sentido algara trabalbo, aas. desde
qae orna emisso envolve a necessidade de Impos-
te, coaprehende se a especial attengao qpe mere-
ce a cmara em semelhaate assnmpto. Ha qpem.
pense qu da iniciativa da cmara.....
O Sn. Ta vares Bastos ;Nunca se disse Isto.
O Sr. Presidente, do. Consblho iTem-sa dito,
embora en nao pense asslm.
Em todo o caso, porm, qoe importa qae o rela-
torio nao dissesse expressamente o qoe sesnbeoleo-
de do qne elle contera ? Domis V. Exc sabe qoe
a cmara e o governo vivero, e devea viver as
mais intimas relagSss; cmara e governo veem a
ser em cert > sentido, ama e a mesma cousa.
E', pois, evidente que a competente commissio
da casa pode apresentar nm trabalbo relativamen-
te emisso, ouvido o governo, aa forma do cos-
ime, e de accordo cora ella, oa o governo solici-
tar directamente a medida. O certo - qoe o relato-
rio contera os esclarecimentos e os motivos qoa
exigem lodispensavelmenta a medida.
Veja a cmara se mediante economas no arca-
monto pode restabelecer o equilibrio entra a re-
ceita e a despeza do estado, e acredite qae nio rs-
caarei.
ao Sr. marqnez de Caxias am plano de campanba. e esperar qoe elle traga ama solugio desse pro- Brasil, o cambio estara no nfimo. Foi o goverao
Nem o nobre depatado pode ser mais severo blema qne interaasa a todo o mando, o no qaal te- de 3 de agota qne, comprehendendo a rtlnecto,
para com o goverao do qae am ministro estran- mam parte as maiores ntelligeneias? I senhores, traten de esuncar essa fonte impara de
geiro que ha pouco dizia ao seo governo : Ao Em 1864, Sr. presidente, estava ea nesta cadelra,' emissio...
governo do Brasil nenbnma censura pode caber, guando am nobre depotado pelo Rio Grande do I O Sr. Martinho Campos-.-Faitea se da emisso
porque um emprecado toda a solicitude e activi- Sai leve a boodade de apreseniar-me am projeeto. i Ilegal qae o goverao fer.
dade na reoaiio dos elementos neeessarios para Dizia o projeeto: t Da dau desta le eo dlante I O Sr. Presidente di Corselho :Hei te ir l.
conunoar a guerra. > oca declarada a liberdade do ventre, etc.* Pode Peco ao aobre depatado qoe rae faga a instiga de
O sr. Ta vahes Bastos di na aparte. obter dente sobre depotado qoe Dio exereesse por soppor qae nanea delxaret em silencio aeonaagao
O Sn. Fresioente do Conselho : -O nobre das. entio o sea relio de iniciativa. No senado tem- algoma da ordem daqotllas que formaloo o nobre
pinado falloa bastante lempo, e eu Uve a pacten- se ^presentado projeeto* que mais oo meno dlreg- depyia4<7 pfUs Ailfotl; e que. oo momenteera
Inimigo, nio; ad-
como V, Exc.
0 Sr, Gaviao Pbixoto
versarlo.
O Sr. Presidente do Conselho : Adversario,
lia.
,0 Sr. Candido Torres Filhi : -A cmara con-
ciiia-se poaco com esse excesso do material da ar-
mada.
O Sa. Presidente do Conselho :-Sr. presiden-
te, os Impostes, sempre necetsarloii para fuer face
u deapezas publicas, em nosso paiz si agota ri-
gorosamente Indispensavels, porque ha mais de 10
annos qne se fez a ultima elevacio de nossu Im-
potigSes, -i do tgto para c qq tlvmoi Wtra.-
0 Sr martinho Campos : -Eoto a cmara ?
O Sr Presioente do Conselho.Se a cmara
poder, de aciordo com o governo, s por meio de
economas e de imposlos, conseguir a exlincgo do
dficit a offerecer recursos para a guerra, estou
prorapto a acompanha-la ; mas si fOr indlspenu-
vel, eomo parece, a emissio de papel-moeda, espe-
ro qne a concedis oa delxnrei de ser ministro.
O nobre depntado pela Babia disse qne a otis-
sao de langar-se novos imposlos vem de tris; de!
xemo-nos de taes reoriminagoes. Venba donde
vier o descuido, reeriminacoes nada renedeaa,
antes fazem grande mal, qoando toaos era frente
ana guerra estrangeira. (Apoiados, ana aera I)
Evitemos sceots qae todos os annos aqai se repro-
duzca, nem porqoe as cmaras nao esli no Rio
da Prata, eomo dase o nobre- depntado pelas Ala-
fallar como se a
gdis, seja-nos licito proceder e
guerra nao exisltsse.
Sr. presidete, nio tenbo mais nada a dizer ao
honrado depatado pela provincia de S. Paplo ; re-
pito somenle qoe cont coa a sna illusirago para
o debate das materias de lateada, debate inspira-
do pelo patriotismo e nao pelo simples desejo de
snppUnlar o ministro qae esta' prtenle, no qoe
alias nenhum damno Iba (aria o aobre depalado...
0 Sn, Gaviao Pbixoto :-Sem duvlds.
0 3a. Presidente do Conselho :... porqoe
declaro-lbe que de boa ventada lbe cederia, posto
se a conservagio das de ministerio oa a sna qoe
da dependesse nm da TOntade eos honjam do
ja anta illacco, e qne o
rea de dher de ads o qae atol lbe .
esses eacriptores fraacezes, iagratoa oa
dos, qae deprimera o nosso carcter e
sos costamos doaesliaes casto boa Ih
(ario no sao direito,
discurso do nobre dapatade-
Abre aqui na pareatnesis; nio costase ana
ser infiel na reprodcelo das palavras de oatrea ;
mas, se aeoateeer ia verter algnaa sreasie de
sen discurso, o nobre depalado ara' a boada4s t
rectiQca-la.
Disse o nobre depatado, qoe religicsaraenie o
paiz laborara na inerednlldade, qne sotianawn* a
corrnpcae reioava em baixo e ea atona, qoe poli-
ticamente fallando, doaJiaava deseraaea cosapktt;
e por camote de mallos, Sr. prssidanlt. saasts de
pintar o paiz eoao nm ebios, qoe records o
de Ovidio o o da Gnesis, san a
apontada na Biblia : spirttfi Dei fenkmtnr
aquar, aeereteenla qne no chaos qoe
tooreoada em espirito das trovas. Qoe espirito
esse, pergnotaram-lbe de lodos os lados ? Uao an-
dino nomes, torna o nobre depatado.
O Sa. Bansnu :-Esu' lagartt, resalas a
fados passados.
O Sr. Presidente di Conselhj :Isse ai asas ;
factos passados qae foram iraxtdos a' dbensaia.
E a corrnpgo ea baixo e ea daa, a des
crenga a iaeredulidade I
O Su. Bbxerra .-uso verdade.
Q Sn. Presidente ao Cotatano :Mas sjoe es-
pirite raao esse qae, na abrase fo sabr depa-
lado, domina tndo ?
Se 6 verdade esse faca, indique aos a aoanr^ pa-
ra ser stygmasado o reprobo ; se nao d ver
conteste o nobre depatado ana fez asna
fetasu. (ApolaM.)
Depois, Sr. presidente, a
lamente o paiz so estado eje* aproare aa asarr
depotado, S. Exc. tocoa na aoaeadasara dos
sos partidos, e enri exhibi na araonas *e
pliffcago admlrarel. Asneada
ara exempto desse proeasso da-
parte de pessoas qoe se ssnragan a' aobre pr
sao d aobre depauoo pelo municipio
Assinr, o medico Qbesnay.qon a
ta intefMgenda ao estado dos pasosa saos se
mieos, eatenden e sustaotoa qoe s a torra
dos valore novos, qoe < a lavoora oro
ra, que lodos es mais esforeas hamanos, qae
as mais industrias ea saas diversas- eatogortae aa
da prednziam. Mas o tseapa asaren ojo Qanaay
naotmha razo;o eosasnercto, as aasaaaon.
prot siaram sempre cootra essa docir.na, e ota-1
gera hoje igrfcra qoe todas a aiaitoiis sao pro-
ductoras, dada* certas coesigees. >
O oobre deparado applreoo a* potitie o syvaaa
de Qaesnay e disse : o partid piegraaaia ai
tem rao de ser, ama eoabbuco rrybrida o
partido- conservador rfm partido ti iwsoaa, ano
edificio velbo qne repoosa ea bases sabr as qsrass
nio pode edificar coas* qoe presto, s
completa ; portanto, Ifcopo aatoa o
litica. fica exisndo aa snrtM sonco (e aerado
do nobre depotado) para salvar palz I
OSn. Sbzerra :IsU eO*)sa*a; eoasidere.
lie necossano o partido e tasan adra, carao ob
heral. x
O Sr. PnsiDBNTa do CoNSKsa:Eatao deixa
de-ser criminoso o partido cooservador, eoaa V.
Esc. o qoalifieoo, exeaado no pratoato farsa do
parle dos conservadora ?
O Sa. Heierha : Referi-ae a* partid pro-
gressista.
OSh. PRBSaENTE j Cojszus; Mas,
re, para qae consumir sa parUmel
cise era dlscosso desta aatarezaT'f
dos. )
O'Sr. MARrraHo Campos: Qjest agora i tas
de 7. Exc (so.)
O'Sr. Primiiairri un ITiaisiaii ooOsoriaso
deadoao que se disse; mioba ureto obrff sd
porira ebeodeo ao nobre deparada, aao
re no assumpto....
O'Sr. Martiib*o Campo-: Na sao
dar ordens a V. Exe.
Jbtai tbmoo..........Csaomua Taabsaotaasa \
dize, e cumpre-me abandonar ansseies de oe-
meBdatura de partidos peenpa a* 00 entoas
cooses.
Absolatamento esiraabo a gassiis* stoOsnis a a
veriflsago de poderes, aebo aa arara* de toa
caceara qae me sostena, oo aa oa caaara qae
me repelle ; se se repella-, oo so ssa raOr, a* a
cmara, Isto preprio de registen ; se ase apara,
preciso idenlOcar-rae cora eMa; sea ssatadt ter
ambicie do ceder, porgo* a pssirjs s assaoro
coHoca-ma era Iota cora as ratabaa saaaas aa>
deoevas e inclinares.
OSsu. Mart:n* Campo,-: Isso ji araa-ra-
velacao. a
O Sr;: Pressbbte do Cosneubo : Se d reas- '
lago nao da agora, annea o cssaatei asa-
guera.
O-nobre depntado pelo ranaidpto asratro aeran
depou um aitoaiadn o facto de declavar o g^vetao
imperial quererlos presidentes seriara ecaserva-
dcs-nas suas*admnisiracoes al segsrada arses,
seado qoe, se boaverae necessidade de craOaaa-
rea, se pedira.lieeoea a aaasara.
Bu pego ac nobre depatado qne >a*a a banda-
de de ler os-arts. 33 e 3k.do nosso pacto fonda-
mental dalcliura delies o da amarrado ia 10
annos resolto qne, estaade aberta a raer, a*o
pode ser d&rabldo depatado algosa para sraatojoor ,
onira coaralssao, sea qne o gavera* obtoob* b-
cenga da Kiesma caaara; aas no ratuvanada
sessoes, a censlilnigio sao veda qoe o gotera
empregoe-am depalado, eoataato qoe aba tiyae
impossibiliado de vir tomar assento.
O-Sr, Bbzerra da ara aparto
O Sa. Presidente ao CoNsaano : Mas, a case
de qoe se trata, nao baria donla** ataba*, tato -.
a noraeageo nio retablo era
presdanles haviam sido
sido sleKos deputados ; e pois a
desnecessaria.
O. Sa. Martinho. Campos : Al 3 de
erara deputados ?
O. Sa. Prbsidrnik no.Craanaura: aras a ao-
aeageo de preshenle tere logar a*m a* tarso
rem sido eleitos deputados.
O Sr. Bezerra : En reteri-zae ordera s>
Bcarem as adminislrad**.
O Sr. PnsaraawiR no intwans
deputados qiando foraa
podio em rigor ser conservados
goes sem pedir-se liesnea i earaara. tal aao ora
a pratica.
O Sr. Bezerra : Son depatado anran, T. lie
sabe qoe nao sel das prattoas,
O Sn. PaBsmEKB: ao Consrls ; fa T. Exe.
novo aestes debates, oa* aova aa totaoro da
lei fundamenta! do estado, eroto ea.
O Sn. Bezerra : E ta aio esto piratabda a
resolago 40 governo.
O S. ?resuen rx no Consbioo ; o7 paros
nio qaer ler alternamente ; ara* tttasraitbns n o
oobre dapoUdo; o goverao ba do
para conservar as prevra*tos aorasstas saoat
qoe fdr indispeasavel conservar, o desde Jfc
ro que seri pedida para a ia
Grande do Sol.
O assumpto em qoe a aobre
nicipio neutro atacan o gesoro* vrvaranoon, fr.
presideote, foi o das grao* por
tos.
O governo entendea
presentes, sr libertos para o ssrvtca da gratrra
era no trrico digno da sor igra sin Is. a
effeito tera-se ssossiiis gratas f
mis coa diselo a consona.
O Sa. Bxxbbra : E o oaeaad
O Sn. Pass rasutTE no Censis :
errado algoma ves ; asas data ni sa raga* ajan a
medida sej* conderaaaveL r
qoe a raesma rirnoamorii arana* a sjoo aran*
no principio, a gnerra, ilirsiiais a irirraaaaii
do gorerao: o governo aasta a taJararao* da
caaara. .
flmio Man eagaaaao, a a*nt* anpatai noto V
municipio Bentro, qoan inwsvio o oto** oa
Joe eaxerga esto pobre pata,
atoos os poderes peto
da iavasora do poder m
OSa. Baxjuuu:-Kae a* tsralo Orar aa cs*>
seqoeodas do qne dedare*.
o Sa. PRsarararrn ao Ciasm au : lo aonjorni
no senado a
nUlerfo depois da raotta
segunda a rareeira a
oeta, qne nio sodia aooar o
de ceder as raadss ptU ooria
do, porm, assora! i
spansabilidads is
O Sn. Maminoo (Uao**; aT



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TYP DO DIAWO.-1A DaSOOZbTJII. 4,
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