Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11297


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Full Text
W"

ANNO XLIII. NUMERO 140.
> uJiHii, Sfc
VIRA A CAPITAI. R IUAB OSDU ME NAO PICA POaxTB,
lor tres ornes adiantaios., .*........... 6fJ0O0
letseis dita*He*.. .1 ef/.f .1., ,t .1 .. .1 ?! .1 .1 .1 .. .'! 120OO
I'or a mno idea., '.j .j '. .'j .1 .j -I .! .1 1 :.!, .1 .... 840000
CiJa MUertjuiliiw .1 .,j ....... ... 320
^H i.
*MV^ ____Jtmbv anal ^ananax*.


iRivv^yi
* ""CUARTA TEIBA 19 DE JUNHO DEJ1867.
PARA DENTRO. E FORA DA PROVINCIA.
'"fu tres wuidiantadoi.. rr tt\ m i, ./ '-" '- '-'-
T%1 ires mut luiuinum r.- :; (: n. 'mre ..
Por seie ditos idea. fr .. .. .. ... j Jpt.
''Por doto ditos dem... ,, .. ., .. .. *y .: .. .. .# ..
0? r'ms


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53UGn-23 3I!t IWimBAfflIBIKD .00 S^MIPVtDiaiKD 0)2 MaTt)31 MW33a!DA 0)2 9MiX A 531711)3, 33TH
6*750
iSJBOO
MUSO
87*000
|ENCARRKGADofc DA 8UBSCMPQAO.
Parahyba, o Sr. Antonio AJpxandrino de Lupa;
Natal, o Sr. Antonia Marques da Silva, Aracaty,.
oSr. A.de Lemos Braga; Cear, o Sr. Joanaim
.'os de Oliveira; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves # Pilhes ;~Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas.o Sr. Franelno lavares *to Costa;
3ahia, o Sr. Jos Mar fin Alies;, Rio da Janeiro,
o Sr. Jos Ribeiro Gspariaho.
3*c
PARTIDA DOS BSTAFBTASI*1/
Olinda, Cabo, Escada e estafes da va frrea at
Agua Preta, lodos os das.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Aoto, Grvala, Bezerros, Bonito, Caruarii,
Altinbo, Garanhuns, Bulqae, S. Beoto, Bom Con-
seibo, Aguas Bellas e Tacarat, as tercas-reirs.
Pao d'Alho, .Nazaretb, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
fa, Oarleury, SalguirO e Ex, as quartas feiras I
fvb mu
SerloMea;- Rio Formse, Tamandar, Una, Bar-
reros, Agua Preta e Pimeuteiras, as quintas
le ras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAJBS DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relago : tercas e sbados s 10 oras.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Julzo do commercio : segundas as 11 horas.
Dito de orpoaos ; tercas e sextas s 10 horas.
quartas e sabbadsa
Primfcira vara do civeJ: tercas sextas ao meio
di*
Segunda vara do elvel
1 hora da tarde.
.. EFEMRIDES DO MEZ Dff JNHO
52 La nova sos m. da t.
9 Qaarto cresc. as 3 b. e 4o m. da m.
17 La ebeia as i b. e 3 m. da m.
25' Quarto ming. as 2 b. e 36 m da m.
DAS DA SEMANA.
17 Sega oda. S. Thereza rainha de Leo.
18 TVnja. Leoncio, Tribuno e Theodnlo mm.
19 Quarta. R. Joanna de Falconieri v.
20 Quinta, cg; Festa dorpo de-Daos.
21 Sexta. 8. Luiz Gonzaga, S. Demetrio m.
22 Sabbado. S. Paulino b., S. Niceas b.
23 Domingo. S. Agrfpfna v., S. Zeron m.
PREAMAR DI HOJE.
Primeira as 3 bora e 43 m. da tari*.
Segunda as 4 boras e minutos da .
PARTIDA DOS VAPORES COaTEROS.
Para o sol at Alajroas a 14 30;
at a Granja a 15 30 fe cada
Inando nos das 1 i dos mezes Janeiro,
julbo, setembro a novembro.


.1

Rogamos aS nOSSOS assigOStes da 'eir Cavalcantl, nos termos da' informaco Ide V.
a dever o importe da suas sobseripooes. | Dacionst sob gea coa,ando superior, tenbo.oesg-
queiram mandar satisfaze-las, para n5o sof-
rerem iutarrupco na remessa do Diario.
PARTE OFFICIAL
GOVERYO 1H PROVI.WI1
LE N. 738.
Bar5o do Villa-Bella. presidente da pro-
vincia de Peraambuco: '*
Paco saber todos o tws' habitantes que
a assembla legislativa provincial decretou
e'ea sanecionet a resoluco seguinte:
Artig Io Fica o presidente da provincia
aotorisado a conceder ama licenca de seis
mezes, com os vencimentos correspondentes
a esse temi>P. ao tenente quartel mestre do
cerpo de polica desta^rovincia Manoel Joa-
quim do Reg Barreto, para tratar1 de saa
sande, onde bm lhe aproaver.
Art. 2o Fica o mesmo presidente aoto-
risado a conceder una anno de licenca com
os seas respectivos vencimentos, ao profes-
sor de instracico primaria da povoacSo de
Apipacos Marnho d.aSilva Costa.
Art. 3o Ficam revogadas as disposices
em contrario.
Mando, por tanto, a todas as autoridades
a quem o cpqbecimento execucao da pre-
sente resolagJo perteocer, qae a compram
a facam camprir, t5o inteiramente como
nella se cocitem.
O secretirio do governo desta provincia
a faca imprimir, publicar e correr.
Palacio do governo da provincia de Per-
nambaco, 14 de janho de 1867. 46 da
Independencia e do.Iutperio.
L. S.
Baro de Villa Bella.
^Sellada e publicada a presente resoluco"
nesta secretaria do governo da provincia de
Peraambuco, aos 14 de junho de 1867.
O secretario,
Dr. Francisco de Paula Salles.
Registrada a fl, do livro de leis provin-
ciaes. Secretaria do governo da provincia
de Peraambuco, aos 14 de junho de 1867.
O escriptarario,
Theodoro Jos Tavares.
Continuado do expediente do dia 15 de marro de
1867
2" secfao.
N. 550.Offlcio ao Dr. chela de polica.Expe-
diado orden para que detaquem ua villa de Igua-
rass, dlsposlclo do respectivo delegado e para o
servifo do recrutamento, 30 pracas do batalhao n.
10 de infamara da guarda nacional, comraandadas
pelo teoente Francisco Xavier Das de Albuqoer-
que Jnior ; asim o communico a Y. S. para seu
conhecimenio.
N. 552. Dito ao commandante superior do Re-
cife.Mande V. S. de.-aqoartelar 3s pragas do 3o
batalhao de intantaria que eiistem no Hospicio e
acuartelar o 1* de artllbaria.
N. 553.-Dito ao mesmo.'TVno resolvido que
se demore na cidade de Nazareib a torca do 1* ba-
talhao de artilharla da guarda nacional que all se
acba ; assim o communico a V. S. para seu conhe
cimento e Sos convenientes.
N. 554.Dito ao eommandante superior de Olin-
da. Tendo por portara desta data nomeado para o
batalhao 10 do monicipio de Ignaras?, de confor-
midade cera a soa ioformaejo de 12 do corrente,
os officiaes consianles da inclusa relaco ; assim o
commonico a V. S. para seo conbecimento e di-
reego.
N. 555.Dito ao mesmo Expeca V. S. as suas
ordens para qne urna torca de 30 pracas do bata-
lhao n. 10 da guarda nacional do seu comisando
superior, commandadas pelo tenenie Francisco Xa-
vier Das ai Albuquerque Jonior, deslaquem na
rvilla de Ipojuca, a' disposi^o do delegado, para o
servifo do recrjamento.
N. 550.Uitd'ao eommandante superior de Na-
zarelh.NSj tendo o tenente-coronel eommandan-
te do baialDo n. 20 de iofaotarla da guarda na-
cional desse municipio, Herculano Cavalcantl da S
Albuquerque, apresentaoo os nrappai exigidos por
esse commaado superior, para cumprlmento# da
circular desta presidencia de 6 dedezv..nbro ultimo, _
e de ordens imperiaes, como consta do seu offlcir setembro de 1830.
n. 288 de fevereiro prximo flodo, determino a V.
S. que o submelta a conseibo de disciplina, nos ter-
mos da le n. 602 de 19 de setembro de 1850.
N. 557.-Dito ao mesmo.Mande V. S. rednih-
o destacamento da cidade de Naiaretb a 13 pracas
sob o commando do aderes Gemlnlano Alfredo Vel-
loso da SilTaira e Si.
N. 588.Dito ao raesmo.D V. S. suas ordene
para que de os cirurgioes do eorpos da guarda na-
cional sob seo commando soperior se aprsentelo
na villa do Limoeiro no dia 15 de abril prximo
vindouro, e eutendendo se cm o eommandante su-
perior daquella comare se prestem a faier parte
da junta de saude qtfe te de-Inspeccionar o te-
nonie corocel commawJame fe batalhao n. 22, de
cooformidaa com asrdeos expedidas por esta
presidencia.
N. 559.Dito ao eommandante superior do Li-
moeiro.Em vista do qae V. S. representou-me em
offlcio de t do correte, acabo de reeommeadar ao
comaiandai.te soperior de Nazaretb a expedigoes
de ordens para que se apresentem oessa villa no
dia 5 de abrtj prximo viodoord, doos cirorgles
da guarda nacional daqoelle municipio, aflm de fa-
zerem parte.da junta de saude que, de conformida-
de com a. miaba ordem de ^3 ae jaoeiro ultimo,
tem de inspeccionar o tenole-coronel eommandan-
te do btalbao n. W desse ttooleipio, Jos Fran-
cisco de Arroda. 'O que commonico a V. S. para
seu cnbeeSmeoto.adlreccae.
N. 5G0.-Dito M mesmo.1Tendo por portara
desta data, um vis do que representaram V. S. e
o eommandante imwroo do btalbao o. 21 da guar-
da nacional desje unicipio era offlcio de 5 do
qorreote, privado fe posto o tenenie da 6* compa-
nhia do referido baiajho, Alexandre Manoel Be-
zerra-, vista acbar-so comprebendldo oa altima
parte dss (sposiges o % 1* do art. 68 da le o.
602 de 19 de setembro de 1850 ; assim o commu-
nico a V. S.para seu conheciment e direecao.
N. 561.Dito ao mesmo.-para maior regulari-
de e exacti lo da matricula da guarda nacional
desta reparticic-, rogo V; 3. se sirva de envlar-me
com a possivel brevidade, orna reiaeao nominal dos
offlelaes da seccio de batalhao de reserva 0. 4 des-
se municipio, com daciaracao das datas de suas
oomeagSes e patentes, eonvindo quesejaro tambem
declarados qmes os poslos que existem vago?, os
motivos porque, e inJicaco dos eldadaes qae lti-
mamente os oceopavam.
.N. 562.Dito ao mesmo.Uoncedendo por por-
tara deta data ao* tenente Manoel da Mo ta da Sil-
nado a 6* eeojpaubUVfe referido batalhao para este
ollleial nella servir como eileclivo oa vaga deixada
por Alexandre Manoel Beierra, que por portarla de
boje foi privado do "posto. O que declaro a V. S.
para sen cenbecimento _ea9.ii de que providencie
fiara qne aquelie offleil aprsenle a saa patente na
secretarla da guarda nacional para ser aposlilada.
N. 563.Dito ao commaddante superior de
Goyanna.-Tendo nesta data resolvido dispensar
do servico da guerra, para que ra designado,' o
guarda nacional desse municipio Mauricio Jos da
Silva ; assim o communico a V. S. para sea co-
nbecimento, e aQm de que designe ontro para sobs-
tiiui-lo.
N. 564.Dito ao eommandante superior de Pal-
mares.Nao achando-se approvada a proposta
feita pelo eommandante interino da batalhao n. 45
e que V. S. enviou-me com .o sen offlcio do 1* do
corrente, e tendo-me o eommandante etlectivo que
nos termos do art. 48 da le a. 602 de 19 de se-
tembro de 1850 o competente para fazer propos-
ta, apresentado-me a que remetti a V. S. com offl-
cio de 21 de fevereiro prximo Ando, cumpre que
V. S. sem demora me devolva a referida proposta
que deve ser acceita de preferencia, fazendoa
acompanhar da saa informaco, conforme exig em
o meo.citado offlcio.
N. 565.Dito ao eommandante do corpo provi-
sorio de polica.Ao capito Manoel Joaquina de
Castro Madeira, que vai em diligencia a comarca
de Pao d'Alho, mande Vmc. prestar o sargento
Luiz Antonio de Araujo e um corneta, para servir
com a (orea qae o referido capito vai com-
maudar.
N. 566.Dito ao mesmo.Devolvo a Vmc. o
processo do cooselbo de jolgamenio a qae (oi sob-
medido o soldado Serapbim Francisco da Canba,
aflm de ser cumpnda a senteos a da jauta de ulti-
ma Instancia, que o manda reformar de fl. 14 em
dianle.
Joma encontrara' Vmc. a portara de ootneaco
de um vogal para o mesmo conselho em substitu.
cao do ex-teaenle Aetooio Monis Tavares.
JH. 567.Dito ao mesmo.Mande Vmc. por a
disposico do subdelegado da freguezia de S. Jos,
o alteres Tranquilino Agnelb J?essoa Datra.
N. 568.Dito ao mesmo.Faca Vmc. seguir
0 lente Joao Eduardo Pereira Borges e o alteres
Juvinlano Jos de Albuquerque, este para o termo
de Ipojuca e aquelie para o de Seriabaem, aflm de
promover ali o recrutamento. -*
-Recommende Vmc. aquelles offlciaes, que neste
servico proceda com toda a aclvidad<> e sempre de
aocordo com as autoridades pollciaes do logar.
N. 569.Dijo ao delegado de polica de Igua-
rassu'.Nesta data expego ordem afim da que des-
taquen) aessa villa, a' disposico dessa delegacia, e
para o servico do recrutamento, 30 pragas do b-
talbao n. 10 de infamara da guarda nacional desse
municipio, commandadas pelo tenente Franciseo
Xavier Das de Albaqueruue Jnior, o que aVmc.
commonico para sua inteligencia.
N. 570.PorUria.O presideme da provincia,
tendo em vista a proposta |apresenUda pelo teuen-
le-coronel eommandante do 1C batalhao de afn-
tana da guarda nacional do municipio de Igua-
rassu', sobre a qoai iotormoa o respectivo eom-
mandante superior em offlcio de Iz do corrente,
resoive nomear para o referido batalhao os offlciaes
seguintes : -
2a compahla.
Capito o tenente da 4' Luiz Ferreira Bandeira de
Mello. >
4* companhia.
Tenenie o alferes da 6' Martiniano Jos Ribeiro
Pessoa.
8* companbla.
Alteres Antonio Gnstavo de Lira Flores.
6* companhia.
Alferes Albino Manoel de Paiva.
N. 071.Dita. presidente da provincia, at-
tundando ao que requeren o tenente aggregado ao
baiafnon. 22 do municipio de Limoeiro, Manoel
da Molla Silveira Cavaicanli, e tendo em vista a
informaco do respectivo eommandante superior
de 27 de fevereiro ultimo, resoive conceder passa-
gm para o batalbo n. 21 do mesmo municipio, e
designa a 6* companhia do referido batalbo para
nelle servir como ffdctivo, fleando assim preen-
chida a vaga deixada pelo lenle Alexandre Ma-
noel Bezerra, que fura privado do posto por porta-
ra desta data.
N. 57i.Dila.O presidente da provincia, al-
tendendo a que o tenente da 6* companhia do ba-
talhao n. 21 de infamarla da guarda nacional.do
municipio do Limoeiro Alexandre Manoel Bezerra,
lendo sido nomeado para aquelie posto em 29 de
setembro de 1859 e solicitado a respectiva patele,
arada nao se apresentoo fardado, nem prestou o
devido juramento, segando ioformam o eomman-
dante interino daquella batalbo e o eommandante
1 superior daquella comarca, em oCQcios de 5 do cor
rente, resoive privar do posto ao referido tenenie,
visto acbar-se comprehendido na ultima parte das
disposicoes do $ 1* do arl. 65 da lei n. 602 de 19 de
N. 573Dita__Para o conseibo de julgameuto
a qu esta' respondendo o soldado do corpo provi-
sorio de polica Seraphim Francisco da Cunha, em
snbsiuico do ex-tenente Antonia Moniz Tavares,
nomeio o alferes Manoel Luiz de Siqueira.
N. 574.-Dita.O presidente da provincia, con-
formando-se com a proposta o Dr. ebefe de poli-
ca, n. l,7li, de 14 do crreme, resoive nomear
para 1* supplente do delegado de polica do termo
da Escada, o 4* supplente do mesmo Antonio dos
Sanios Pontoal.
N. 575.Dita.O presidente da provincia, at-
tendendo ao qae requeren o promotor poblico da
comarca de Tacaratu' bacbarel Tlbortiao Barbosa
N'ogueira, resoive coiiceder-lbe dous mezes de li-
cenca com vencimemos, contados do dia 14 de te
vereiro prximo Bndo, para tratar de saa saude.
N. 576.Dita.O presidente da provincia, at-
ienden jo ao que requereu o promotor publico da
comarca do Recite, bacbarel Arminio Coriolano
Tavares dos Santos, resoive prorogar por qnioze
das a licenca de igual tempo com vencimentos de
qae esta' gosando.
i.ovi:u\o do iiispado.
SEDE VACANTE.
COPIA DE ALGUNS DOS DESPACHOS DADOS PELO
RVDM. SR. CONEGO OVERNADOR DO BliPADO
DE 1 A 15 DO CRREME MEZ DE JUNHO DE
867.
Antonio Jfarllns Saldanha, pedindo lhe mande
abrir Isncamento de bapiismo na fregosla da Boa-
vista, d'oode natural, visto Dio existir o eompe
tente assento.Justifique, depois de apreseotar cer-
tido de nao aebada.
Joio Baptista de Jess e Mara Candida, pedem
dispensa do lapso de tempo dos proclamas corridos
em setembro do anno flodo, e autorisaco para se
casaren), visto ser o nubeote de dioeese limltrophe.
Corridos novos proclamas, volle o reqoeriaento
cora informaco do Rvd. parocbo respectiva
Tertuliano Jos Rodrlgoes, reqaerendo dlsoensa
do lapso de tempo.Apresentados os proclamas de
Santo Antonio e do Corpo Santo, qae o sappileaote
diz ter corrido, informe o Rvd. conepo vdgao da
Boa-vista sobre as cansas que tem'bavldo para se
protelu pela 3* vez este casamento, e se arre ser
ootaeetfida ao.va dispensa da lapso de tenpo,
O mesmo.A vista da informaco, dispenso o
lapso de tempo.
Rvd. Joaquina Manoel de Olivelra, apresentando
o despacho qne obteve a om anno para se lhe pas-
sar prorKao de vigario interino da freguezia de
Pao dos Ferros, e pedindo qae a' vista, defle se lhe
mande passar nova provsSo.O tempo decorrido
de urna proviso conta-se do da em que ella n
passada, e nao do dia do despacio : o sffppli-
cante devia juntar a altima proviso, e nao o des-
pacho que obteve, visto como o despacho para se
passar proviso nao prova que ella se tenha passa-
do : o Rvd. escrivo da eamara, certificado, a' vis-
ta do livro de registro, de qao fol passada ao sup-
plic-nta a proviso mencionad, passe nova, na
forma requerida.
Algans paroebianos do Poco da Panella, pedindo
qae seja nomeado coadjutor pro-parocho daquella
freguezia o Rvd. Thpmaz Coelho Estima qae all
prestou cutr'ora boas servaos.Achando-se no-
meado para reger essa freguezia um sacerdote, para
quem ja' mandei passar a competente proviso e
que brevemente vai entrar no exercicio das suas
luocgoes, nao pode ter lagar o que reqaerem os
supplicantes. -. ,
Manoel Antonio dos Santos, natural e-morador da
freguezia de Muribecs, quer casar-se com Leocadia
Mara do Rosario, f -ibe porm posto Impedimen-
to por Antonio Barbalbo de Lyra e pede qae o des-
faca.O Rvd. parocbo corra a 3" deeonciaco, e
remeta para a cmara eccleslastica o termo de
impedimento, depois de tomar nota del le no livro
competente e nao proceda ao casamento em qaanto
nao tiver ordem em contrario.
D. Anua Maria de Fontes Teyler, pedindo qae
mande ao Rvd. vigario Borges que diga o qae se
dea por occasio de orna justiflcago prestada pe-
rauta elle, quando vigario geral do bispado, pela
qual se pretenda provar qae Joo de Fontes Bra-
ga, falleceu casado.Dirija-se o Rvd. arcipreste
Manoel Ferreira Borg6s, qae atlendera' a' soppli-
cante com a urgencia qae desoja.
A mesma, pedindo qne manda ao prlmeiro offi-
cial da cmara ecclesiastica dizer o que sabe sobre I
a mesma pretendida justicacao.Aprsente ao4
Rvd. arcipreste o mesmo despacho exarado no re-
qoenmento junto e vlte com o que elle dlsser.
Rvd. Fr. Manoel de Nossa Seohora da Sade,
pedrado nova.licenca para administrar os sacra-
mentos do baptismo a do matrimonio.Residindo o
Rvd. sopplicant no convento de S. Francisco des-
ta cidade, nao julgo necessaria a licenca ilimitada
que reqoer -, seado que lhe concederei. (acaldada
quando indiiidaalmenia for convidado para admi-
nistrar qualquar des mencionados sacramentos, ba-
vendo para issp justas razos.
Dr. Luciano de Moraes Sarment, reqaerendo
licenga para baplisar um Bttio na capaila do hospi-
tal Pedro ILComo reqaer, salvos os direltos pa-
roebiaes.
Manoel Ca val cante Pessoa de Mello, pedindo qae
se lance nos livros da catnedral de Olinda o assen-
to do seu baptismo como consta da certldao qae
aprsenla passada pelq Rvd. Joaguim liili?anoLios
Ucbda, que oi qoem. lUe adminUirou este sacra-
mento. Prove nao exfstlf' nos livros da eathearat
o lan;am*nto de qae inra.
O mesmo.O Rvm. conerro cara da calhedral
de Olinda, a' vista da certido junta, passada pelo
Rvd. sacerdote qae admiolsiroa o sacramento do
baptismo ao sapplicante, lance no livro respectivo
do carato o competente assentamento na forma re-
querida.
D. Bernardina Amalia da Silva Doria, viuva do
tenente Epipbanio Borges de Menezes Doria, pe-
dindo para justificar que foi casada com o mesmo,
visto nao se acbar o competente assento no livro da
matriz.Aprseme certido de nao se achar olan-
Camento de sec casamento.
Antonio Pinto de Soaza Neves, querend casar-
se no bispado do Ceara', pretenda nabllitar-se nes-
te bispado, por ser natoral da freguezia de Naza-
retb, justificando seu estado de solieiro llvre e des-
empedidd e igualmente quer justificar o sea baptis-
mo.Corra proclamas na (regaezia de Nazaretb,
onde por vezes residi. Quanto ao baptismo, justi-
fique.
Manoel Al ves de Barros, tendo conseguido que
se celebrasse no seo oratorio privado o sacrificio
da missa em das de algum santo da sua maior de-
voco, e sendo-lbe agora obstado pelo parochqfre-
quer que lhe seja permiltido continor a gosar do
mesmo privilegio.Nunca fot permittido asste bis-
pado celebrado missa em oratorio privado nao pro-
visionado, sem licenca expressa do ordinario ; e o
que o supplicante allega ter obtido de alguns Rvds.
sacerdotes um abaso de que rsponsavel o Rvd.
parocbo.
; u mesmo.A visla da informaco do Rvd. paro-
dio, passe proviso por tres annos.
Alfredo Lopes da Gama, tendo baptisado ama fi-
lha que teve de Genuina Das Vielra, baveodo de-
clarado na occasio do assento ser ella soa fltha,
como prova com a certido que apreseata e tendo
alm disso casado com dita Geoulna, pede se taca
novo lancamento do baptismo de sua filha decla-
rando a legitima.Aprseme eortido de casamen-
to posterior ao nascimento da filha do soppli-
cant. j (
O mesmo.O Rvd. vigario de^S. Jos, a vista da
certido de casamento destes contrahentes, que vai
junta, faca a njargem do lanCameoto do baptismo
da filha dos suppricantes de Dome Amelia, a.cora-
pelente nota de acbr-se,legitimada por subaequeo-
te matrimonio. ,'.' .
Sebastio Pancho, natural de Macio na Chtnr,
querend casar-se cora Rosalloa'Serra de Aadrade,
pede dispensa dos proclamas de sua natural id ade
O Rvd. conego vigario da Boa-visia informe o
que ha a respeito do supplieame, que diz ser nata-
ral da China.
O mesmo.A' vista da informaco do Rvd. pa-
rocbo, dispenso os proclamas 'da naturalidad? do
sopplicant, e o iseote do sello nacional e esmola
da caiza pia, visto serem pobre; es oubentea.
tiernogeoes Galdioo Bispo da.Azevedo, correndo
proclamas para se casar cora olindina Carolina da
Fonseca, com ella esta' morando oa" freguezia dos A-
togados, pede qne h vista da ioformacab avoravel do
Rvd. parocho da saa residencia, autorlse o mesmo
perucho para assislir ao seu matrimonio.Decla-
rando o Rvd. vigario do Cabo, na certido que pas-
sou dos proclamas inclusos, qae o nubente, jl all
se proclamou do anuo passado, sen dlzer Com
quem se proclamou, o Rvd. parocbo di residencia
do contrarente indigne para qae fim eorreu elle
esses proclamas, com quem fyi proclamado, e que
destino teve essa contrlleme do aao passada.
O mesmo.A' vista da informaco do Rvd. pa-
rocbo da residenci? dos entrbenles, que decla-
ra ser esta Dnente a mesma com quem o suppli
carne se proclamou no anno pastado oa fregoezia
do Cabo, podem proceder ao sea casamento com a
assistencia do seu novo paroch* tertatit de jure
iervandu. T.
Os devotos do glorioso padre Santo Antonio,
querend festejar o s.eu padroeU na matriz do Re-
cite em o aen dia p'roprio, p*Bie-ihes conceda
poder celebrar-se a missa vollva do santo, com or-
namento branco.Sendo preyiJegiado o oitavario
do pentecostes, qentro do qual cahe a festiyidafle
de Santo Antonio,' nao tem logar o qae reqaerem
es supplicantes.
Jos Fraocisco de Merae?, toado corrido procla-
mas para se cjsar com p. Qlra Aagllea de Soa-
za Reis, com*prova pp Os documentos jomo?,
pede licenca para efeotaar o sa consocio no ar-
bispado da-Babia, oafe >etV reoWrtido QUben-
taTendo osupplwaate- rrldojiactomas nesta
cidade, para se casar Cm CMpT/SMelte de
Syjaza Res, sem qo att^arefesaftf edlment al-
gum, e ha vendo obtido dispensa do parentesco de gios qae se professem qaanto as vantagens do ea-
eonsanguinidade em qae se ochava ligado cora a samento civil.
nubente, jtrlgo-a llvre e desempedido para poder Continuad! os polticos da opposleio a lastimar
casar com a mencionaba D. Liara no arcebispado que novas adherencias parlamentares procarem
da Babia sermtts de jure sertandis. robustecer o gabinete. Assim, pois, (oi inema de
Rvd. Felit Jos Marques Bacalbo, pedindo qae ; lamemscoes que o depntado por Villa Pooca de
sejam citados os seas denunciantes oa pessoa do Agotar, o Sr. Silveira da Motta, flzesse ba das um
procurador dalles nesta ctdade.Cuera se.
O mesmo, declarando nao se achar nesta cidade
o procurador fes seas deoaaclantes, e pedindo
que sejam citados os proprios, afim de virem coai-
tltuir advogado qae possa proseguir oo libello ac-
discurso ministerial, sendo elle membro de um dos
centros polticos da opposico. Esta guerra oa-
trance o defelto mximo dos nossos horneas
qaaado estio na opposico. E to boas neste pon-
to sao ons, como sao ootros. Nao sao em geral
casa torio.Pasee mandado de coomisso porao escrupulosos na escolha dos meios hoslis, a todos
reverendo vigario interino da Alag i de Baixo, achara decentes : a caricatura, os pamphletes, as
aflm de, pelo escrivo qae tiver de oomear e jura- diairibes, as insinuagoes de delapidago de dinhei-
mentar, conforme o mesmo mandado, fazer citar ros pblicos e oceultaco fraudulenta de documen-
os-suplicados para o fim qae declara o snppll- tes de despezas, emflm indo que ha de mais balxo
e tsdaeroso para homens qae se prezam.
A julgarem-nos os estrangeiros pelos ataques
violentos da opposigio (seja qoal for o sea mote)
nao entravam para aquem da fronteira sem abo-
toar bem os casacos, ou prem as malas no se-
guro.
Nao querem comprehender qae a torca dos ho-
rneas polticos consiste na imparclilidade (se que
a phenix das virtudes polticas assim denominada,
anda existe algures onde o demonio do interesse
tenha feito propaganda.
Acbo boas, pois, algumas refiexdes qae acabo de
Itir n'uma correspondencia dirigida de Lisboa a
Independencia Belgn de 14 do correte. Permittir-
me-ho qae as tradaza 'para aqu.
t A poltica procara fazer grande alarme com
os motios do Porto (por causa de se ter prendido
um desertor, como Ihes narrei), mas o palz nao
segu o impalso dos politieos. O papel da opposl-
gao nao fcil, e nlnguem sabe porque meios ella
cbegarla a fazer apaixonar enrgicamente os_
povos. _
A opposico nao pode inscrever na soa ban-
deira principios novos, porque de todas as libarda-
das se gota nesta trra : liberdade de impreosa
cante.
Reverendo eooego Tranqoillino Cabral Tavares
de Vasconcellos, pedindo informaco aflm de obter
um anno de licenca do governo imperial.Julgo o
sopplicant digno da graca que pretende impetrar,
nao s porque s acba gravemente doente, como
porque a doenca qae soflre (oi eontr&hlda no des-
empenho das funecoas aceamoladas de censor e re-
geaor do Gymnasio Provincial.
Fiorencio Jos Marcellino, pedindo dispensa do
lapso de tempo dos proclamas de S. Lourengo da
Malta, por ter de casar-se oa freguezia de S. Jos
desta cidade.Dispeoso o lapso de tempo dos pro-
clamas da nataralidade do sapplicante, visto nao
ter alli voltado desde qae os correa, como informa
o Rvd. parocbo.
Reverendo Manoel Jos do Nasclmento, tendo
obtido proviso de vigario aocommendado para a
freguezia de Taquara, sem lempo determinado, per-
guata se pode continuar com a mesma proviso,
ou se necessario ,lirar noea.Apresante a provi-
so a que se retere, oara se ver em qae termos toi
passada.
O mesmo.Contioae o sappilcaate a reger a
fregaezla com a proviso aotiga, visto ter sido pag

sada sem tctnpo pelo Exm. bispo D. Emraaoael, e liberdade de rennio, liberdade da palavra, todo
* isto esta' inscripto da couslltaico e a constuuiQo
observada. Os ministros perteneem ao partido
liberal, todas as reformas propostas por elles na
ordem administrativa tem no mais alto grao o ca-
obo do progresso. Atcalos como delapidadores
dos dmheiros pblicos, tatiea que se emprega fre-
nilnlAManln n nnn m n '. Irt Hf.sr.ii A .* vnKIlllqrl 1 A
haver pago os oovos e velos direitos oessa mesma
conformldade.
Manoel Antonio dos Santos, natoral do arcebispa-
do da Baha, pede licenca para se casar nesle bis-
pado. Pifen receber-se em matrimonio depois de
corridos oovos proclamas na cidade do. Peni
em Poru-teai, dispensando eu o lapso fe tempo qumenteme, e qne muirs vezes da' resoltado,
impos-i veL A opposjco bem sabe que os ministros
acinaes nao sao daqaelles a que taes censaras te-
nham podido ser jamis dirigidas.
Resta porianto s nm argumento a' opposico :
os novos impostos. Aqui arada o terreno escor-,
regado. Toda a gema esta' de accordo sobre o
principio ; diverga-sa na forma sobre o modo da
applicagao, sobre osystem.* adoptar, mas nao so-
bre a absoluta necessidade qae torna os novos im-
postes neeessarios.
< A opposico critlea e nada propoe. Se ella
ebegasse ao poder, aceitara a obra feita e dse ja-
rla aproveila-la, mas sempre laucando contra o
ministerio adverso, oodfoso com qae habilaalmen-
te recebada qualquar medida finauceira qae ve-
amcfeeifeoTse em atrres impostos.
lato explica a siiuacao. Sao as questes pessoaes
que s agiiam, e nao qstdes de principies. E'
em vo que os < meellogs > provocados se suc-
cedera.
O paz observa admirado d iodo este raolim fac-
ticio, e o ministerip constitacionaj apoiado sobre a
maieria das duas cmaras, nao. esta' de modo al-
gum abalado por estas agiacojs esteris.
Vejo que mais adianto o mencionado correspon-
dente esta' de accordo com o qae Ihes liaba dito
sobre as eventualidades de modifieaco ministe-
rio!. ,,
Oucerao-lo :
i.'jl'm acomecimooto futuito pode comtudj mo-
dificar as saas condc5es de existencia, e preuzlr
ama crise ministerial. O presidente do cooselho, o
Sr. Aguiar esia' muilo doente e talvez que seja
preciso subsiltui-lo. Neste caso bavera' urna alte-
rac5> ministerial. Seria possivel que o actual mi-
nistro da fazenda, o Sr. Fontes Pereira de Mello as-
sumisse a presidencia do conselho. O ministerio
nao seria oeste aso modificado.
< Um parte do poblico (coolina u mesmo cor-
respondente) acredia comtudo que o ministerio se
dirigir' ao Sr. duque de Loul e Ibe offerecera' a
presidencia do cooselbo.
c Esta npinlao parece ama arrojada. A alta
personalidade do nobre duque, os emioentes ser-
vicos qae presloa cora, a sua importantissima
psito no paz, onde elle reprsenla o partido li-
bara! e popular no que tem de mais consideravel,
lhe criara um* siiuacjto tal, qae nao pode aceitar,
que nao pode pertencer seno a om ministerio
creado por elle, dirigido por elle. Jaigamoe pois
ae, se os aeoatecimeatos chamaren)' o Sr. duque
e Lioul a presidencia, a nova administraeio se
compora' de borneas que representen: mais parti-
cular menle as suas tendencias e a saa propria po-
ltica.
No entretanto, o ministerio continua a sua
dos proclamas corridos em Propria', se o nubeote
alli nao voliou depois qae (oram corridos.
Silvioo 8ores Martius Pereira, tendo de casar-se
sabbado com Maria Meadoaca das Chagas, e tendo
ja' corrido doos proclamas, pede diipeosa do ter-
ceiro.Eitaodo corridos dous proclamas sem im-
pedimento, concedo qoe se corra i O' terceiro no dia
de Santo Amonio.
Revereado Custodio Francisco de Mello, coad-
juctor da villa do Pilar de Alagoas,.reqaerendo no-
va proviso.Nenboma davida terei em mandar
passar a trovijio que o'Rvd. sapplicante solicita,
qaande fr devidamente proposto peto Rvd. pa-
rocho. ;'
Reverendo Francisco Justino Pereira de Bnto,
vHKo d lrtaMk ao Jardlon, tenfe slfeupafe
Rvd. i^^rSnud koc jugada improeedema a
queiza, em viriude da qual sa absteve- do exlrciclo
das soas orden-, pede ser reintegrado no referido
exercicio, o que fhi tfl oao qaer fazer em deferen-
cia ao sea superior__Tendo sido declaradas ira-
procedente pelo Rm. juiz a Itoc as accusacSes
que levram o Exm. bispo D. Emmaooel de Medei-
ros a suspfudar 0 Rvd. supplicarila do offlcio e be-
neficio, reintegro o mesmo Rvd. sopplicant no
exercicio das ordens sacras e na posse e regencia
da soa fregoszla; declarando todavi qoe, .toado
sido esta sspenso nm acto peeoliar do Exm. or-
dinario, nao mais do processo, jamis podia o
supplicante prescindir da miaa declsio, e entrar
no exercicio do seu ministerio somante em virtu
de da senteoca que obteve, como parece estar per-
suadido, segando o modo por que flnalisa esie re-
querimento.
F... pedindo qae nao consima no casamento de
sna filha eom Jjo Quintino de Menezes Galbardo.
Qualqar Rvd. parocbo, a qoem este despacho
fr apreseotado, nao case a filha do supplicante
sem ulterior autorisaco deste goaerno do bispado,
e tome oota do hapedimento oo livro comp-
leme.
COBRE9POXEXCIA.
DOBIAMO irE**'"V\3IBl7CO
IaWboa.
'" 27 de mi fe 1867.
Pelo Chrysoltte a 2S Itws escreti largamente.
Que novidades Ihe3 darei hoja 1 Pencas realmente,
mas desse mesmo pooeo farei algumas Habas pa-
ra o nosso Diario
A Sra. D. Maria Pia, ratona de Portugal ebegon
s 10 1|2 horas da noato de Ma^Torim, onde era
sperada per seo pt, o re fe TOflta. Gozou sem-
pre b6a saude. Chegou poftif fatigada porque
atravessou de carroagem o monte CenlS.
A Sra. Infanta D. Isabel Maria, hosnedoa-se em
Madrid nos mesmos aposentos que rara. D. Ma-
ria Pia.n
Os res de Hespanha tem-se esmerado em ac-
Iher com os mais finos obsequios os memoros da
lamilla real pwtugoesa, penhorados, como estaQ
aqueUes soberaoos pela-cortear ^bnfdade cotfl'*
que em Portugal toram recebidos 6 BOSpWados.
Falleceu hoie repentinamente o dqrjue ip U1
pboes na eslaco prrntoal de caminho de ferro
em Lisboa. Viva retirad na saa quinta c
piarca no Riba-Tejo.
I
obra fe reorganisaco. Nos ltimos das do mez
de marco, o ministro das obras publicas o Sr. A-
orada Corvo, apresentoo feas projeelos de lei, re-
lativos a' consirnecio por coma do Estado, de
dous camahos de ferro .do Porto a' Regoa e do
Porto a' Braga. A importancia das doas novas li-
abas; como trafico, das mili consideraveis. Be-
presentara' a satisfaco das necessidades mala im-
periosas. Este's camiobos de fefro d'uma extenso
loiii de 260 kilmetros, atravemram os territorios
taals-ricos e populosos. Alm disso sero mais de
80Q kilftmelros a'ganbir no trajelo actal para a
As cmaras votaram os doos projeclos sem dif-
(teuldade algoma.
, ( Votaram com effeito.).
Fra de todo o movimento poltico, o
que. depois da restanracd da liberdad
ra-e exclnsiaraente a vida imima. Um profundo
desgosto lhe minara ha poe6 a existencia, pela
morte de saa Alba mais vella a Sr*. D. Maria Car-
lota, de Braganca, casada com e- Sr. D. Pedro de
Portugal, irmao do conde fe Viroloso. A Sr*.
marquesa de Vallada tambem fllha do fallecido
duque. As daas marquesas da BJbeira Grande ja
fallecidas, eram tambem fllha .do finado doqae de
Laph5es. O marqoez da Ribelra casoa ltimamen-
te em terceiras nupcias eom a Sra. D. Luiza fe Cu-
nha e Menezes, neta do condes de Faroobo e La-
miares.
Grande parte da corle val pois flear de lato eom
a morte do velho fldalgo, coja firmeza de carcter
e quadades pessoaes o tornavam mallo respaila-
do, sem contar que esta urna das casas mais oo-
bre fe aristocracia petogueza. Nao deixou des-
cendenti vario, passans portamo a casa para
seu neto, o fltbo mais velho do Sr. D. Pedro de
Portugal e da fallecida Sra. D. Maria Carlota fe
Bragmnoa.
Gonunuaui as memoras de Sr. Aguiar, presiden-
te do materno fe teinietros. Os joroaes festa se-
mana tem fallado de sea prximo casamento, mas
nao diiem com qoem.
Como nio publico o Dome fe senbora que o
illosire estadista vai recebar em matrimonio, aeho
mais discreto oceultar o qae presumo, pois ae*
sumpto este qae perteaoe por ora a' vida pri-
vada.
Urna correspondencia fe urna tolha portaense,
referindo-se fe das ao oeneorclo fe Sr. Alexandre
Hercolano, fez notar qae tote eecripto ha poaco
tempo o eeiebre historiador am folfeto omito no-
tavel o favor do casamento.civil, qoiz provar pes-
loalroeole qne o caumaMe catUolico e chrisUo
nio Ineospativel toja, qaaesqaer ideas a princ-|
nohre-i& L.1-* Prov*VBj aQe e" votn0 Igoalmente o que
de urna reaoio numerosa qoe celebrou ba
em qae nio obsunte boave maius
de opiaio.)
< As oondi(5ei econmicas das doas naefes. diz
o correspondente, fio perfeiumento ecosiliaveis,
o tratado as consagra p r assim dizer. Portogal
nm paz esseoclalmento agrcola, aiafe pooeo
povoado; todos os seas esfreos fevea eotmrfir
para a prodaccao das materias primas; o qoe lia
faltava, era mercados e iniciativa. Befe a nova
carta commereia! aetegsra las, e provoca a oa
ira. Veremos, sem dovtfe alguna, (cnh ja m
vai tratando,) chegarem cotoooe estrangeiros, a fea
mesmo quem se lembre fe qae vira' ala esa ftaa
esla crrante da emigracao fe centro fe Europa
se dirigir' para om paz cajas barrearas esto
abaixadas, e cujas leis liberaos dio a tafea en
seguranca que os emigrantes do eacoatraa por
toda a parte alm dos mares. O solo rico ;
esiabelecimentos poaco dispendiosos, e
popalacdss portoguezas nio profe-sam
forasteiros esses odios ferozes e ininiellig
so enconiram pela Hespanha.
Falla-se de companhias francezas e all
E" ja as Influencias commereiaes **traogetras e
particularmente as casas fe meio da fe Franca,
que Portugal deve a extenso da soa industria se-
riccola.
Emquanto as tempestades se amoaao no
norte e no centro daEoropa (isto toi uertoaa es-
tes da solugao pacidea da qnesto fe LoxeaaT
Portugal contina o seo progresso pacifco.
envolve-se; o seu movimento Lumiarclal
dse, as suas estradas sao eooalroatos a
esperar que os eapities estrangeiroe. nt
qoe ba todo a gaobar, em ravoreeerVte
lo to pacifico e lio enrgicamente progresslvo.
Foi grande a transcripcio, mas eoanola-nao a
idea de qae toes conslderaefes, fetts
to lida na Europa lisongeiam altomeoto a
amor patrio.
Hornera boove segonda (esto popolar a* Ta-
ja!. El-re o Sr. D. Lola toi comvidafe a
a mirada, e panto para alli fenol'
Naqoelle sitio, o Sr. Casal Ribeiro (
negocios estraogeiros) possue orna li
campestre.
Diz-so qae urna compafea francesa se propfe a
coostraccao do eantiabo fe retro fe Pera a'
Braga.
Esperase em Lisboa o Sr.
oome a' qnesto das feckas a
para Cintra.
Brevemente vai lancar-se no
pacos do coneeltto de Lisboa, a'
inaugural. Assislira' a este acto a
el pal qoe as>ignara' o auto fe olemaidade.
as escavacas a qae se tea ecocedife para
maltor a esta caria para os aliceres* i nava nu-
ncio do ministerio fe reino, tem
gios de amigusimas muralbas, e nm mosaico ase
se julga ter perteocidu ao auto fe eaaefla fes
Pacos da Ribelra. Sajas aotigoifefes tosa sido
piedosamome revolelas pela assortacio dea ar-
chTfectos portugoetes a torio te agorar ao sea
museo, oas ruinas gothcas te Carao.
Tanto os novos pacos do concerno, como o edi-
ficio para o minislerio do remo sero eonstrnsfes
na rea que era occopada peto edificio fe banco
de Portugal, eamara municipal e ootros qoe arfe-
ram ha tres annos.
Contina a dizer-se que o jeven vtoeonfe fe
Cbancelleiros ser nomeado ministro fe Portugal
n'uma das cortes estraogeiras. Tem-se ja repente
que sera para o Rio de Janeiro.
Esto concluidos oe estados fe variante fe
caminbo de torro te Porto a' Regoa. E-la varian-
te excede 6 kilmetros te tracate marginal, ma*
aproveita 8,500 metros do caminbo fe ferro fe
Braga.
Fallecen oo Porto a Sra. D. Juliana fe Silva
Noronha, fllha dos marqaete de Vagos.
O Sr. Aguiar, presideme te consom, foi eos>
vallescer para o paco do Lomlar. Eslava ea Po-
droaros. O Sr. Amonio Jo.- Doarte Nazaretb, a
Irrao do Sr. Agoiar, o Dr. Barbosa, visenafe fe
Carvalbo, Crofi e ootros acompaoharam o iUnstre
enfermo para a sua nova residencia.
Diz o Diario Popular qoe os mnppas entre-
gues ltimamente peto nosso governo ao governo
brasileiro, sao os seguintes:
A carta topograpbica fe Paracal, falta por Igna-
cio de Como Moren j o mappa fe capitana fe
Gaye!, feito por Francisco Tos Colombina em 1715
carta do rio Guapore, pelo Dr. Francisco Jos
de Lacerdaearta topograpbica Jo pas biabado
pelos ros Claro e Tibdjsmappa corograpbtco fe
ilha de Santa Camarina, peto engenbeiro D. Mi-
guel Blasco em 1782plano da barra de Perman
buco, apreseniado a academia real fe navegacao
por Jos Patricio de Sooza em 1793 carta eore-
graphica do continente do Vio Grande fe Sed-
earla geographica da Amerfra meridional, aaaa-
nhada no Archivo MUar do Rio fe Janeiro em
1819.
Ao largo dos Nerys em Visen, fol posto e
nome de Largo Altes Martius. Aires Manan o
oome do bispo de Vizeu.
Urna representacao de 16 negociantes e eom-
merciantes da praca de Lisboa foi a presentada na
Samara dos dppntados contra o tratado Latearais
ntre Portugal e a Franco. ^^
Continuara em discussio as emendas ooeracanas
ao projecto fe reforma d'admioistraeio eivil.
PERNAMBUCO
uo uuU.XJ^^rf/V/hXd'^.-:"," ;: diz respeito a' lioha de Cintra, destinada pela cons-
depois da atoarte da Jb#dafe anwga, truoco das dokas qne Ibe competen), a fazer da
Lisboa amalldede comrqercial martima das mais
Importantes. B Al.; ^
t Em quanto o goverao e as cmaras se occa-
pam das diversas reformas econmicas e das leis
de interesse material, a industria privada nao per-
manece inactiva.
Porlogal a torra das minas por exceileocla.
Ae compaobias estraogeiras abundam, e contam-se
ja resultados maravillosos. S. Domiogo3, entre
oulras, emprega todos os antes mais de (00 navios
de grande lonelagem em transportar a Inglaterra o
bou minarlo de cobre.
Dentro em pouco lempo o carvio hespanhol
ebegari aqui pelo preco mximo de 23 (raucos a
tonellada, e nos asistiremos ento a um movimen-
to commerctal a qae diffleil determinar limites.
A Reniosula ibrica era a grande offleina metal-
lurgica dos temos de Cartbago e de Roma. Nio
ba om ponto onde seno eneootrem vestigios dos
amigos, e uando se examina a grandeza dos seas
trabalbos, comprebeBde-se a importancia econmi-
ca das guerras da Iberia. Era a torra dos matees,
e por oonsefolnte a domioaco do mondo. ^Kji
c Dentro em algans annos as estradas estaro
feHas, e emio.se desenvolver este movimento que
vemos alvorecer, e que exceder toda a expecta-
O palz, contina anda o meo desonabeclte
oolisga da oirpitdmcia BiiKi^ afelbeu eom sa-
tisfaco o tratado de commercio eom a franca,
(parece rae nm pouco suspeita esta aprociapao,
como Ja Uve occasio de>we communiear as mi-
abas anteriores, pois as reoniSes de gremios (abrs
oootinuam a disaulir e representar aos podares
poblicos contra o alado. Kotretanio a,associcao
cjmiflercial de Llsboi represeotou a tavor, depou
REVISTA DIARIA.
Faoceionou hootom a assembla provincial aaaa
vlnte e um depniados.
Lida e approvada a acia te anaeeedeun, a Sr.
secretorio den eoota do segointe expedteatej ^
Um offlcio do secretario do governo, remetiente
por copla a informaco ministrada pees cometo
eocarregado do bispado, acerca do projecto a. fe
1864, sobre o qual da' seu parecer esa tarar fe
materia daquelle projecto.A' qoem lea a reejei-
si(o.
Outro do mesmo, transmitiindo por epia a in-
formaco minisirada pela tnesoararia pr
sobre o requerimento do coronel Jos fe i
de Araujo Cavalcanu.A' qoem (ex a re
Outro do mesmo, remetiendo por coa t
maco ministrada pela cmara muaailgl *****-
dada, acerca da petleao de Eanw Vi** ^**
Cavalcantl ae Albuquerque.A' eoem fes a reenj-
sico.
Outro te mesmo traasntMtlate es mu
das resoluc5es da assembla de na. 7e_i
clonados peto Esm. preejnaote fe nrovfeea.A
"umreoterimento te ^Wf^^*ft-J:
te, proprietario do engente Pnete ae t
freguezia de S. LoareejOp da MatU. ned
que fique a pequea parto de trras .ao
do eogenho qae actualmenie perteafe i
da Loa fe comarca de Pao d'Altea,'
ueabem a aquel] fretoaxlaA'
Lestatisiica. _^. ___
IrOutrode J.oJos Barroso da Silva Jvenes,
proeeaor pawieo fe i* eafeira fe msmec>e pri-
maria da cidade de Goyanna, pedindo Ofe felfea
(ac extensiva a disposico do art. fe toi a. Sal
de x8 de junho de 1850.A' commtesao fe legas-
Outro de Palicrpo**d LT. if5rt*
Ctub Pernama ano, ytjelndo a resWntete oa
'



Imcm arte letra -4e Jatfb* ele 18*7..
impostas jue indevidameote ten Jw*f *f-
lequim Minar daquelle loe.--Jr uulaWilii'flo
faseada o efeemeoto.
Por insovadas m seg atetes redacjoOs.
Dos ajeteaos. 88, que asaros os ordenados
dos pratewTde latimda* Illas de -Oerenims,
sos crditos iappItnMB* obertoi por portarla
4a presidencia, faiendp BoaSbllele do. Mjflmmr
vigente ; ii. 80, qae fisoo tir <>HM>*
xerciclo de 1867 a iSfie, n. M, ene ^"K,
por mals tineo anos o boom qae 'eWtal a. o*
dV JO de Juaho de 186* Mm conoaoMo Preis.
co atarla DopraL .
Em seguida approTOBMtNpareejBM oommis-
5o de lee slacio, um acere da aotieoo 4o profes-
sor de inirucctoBrieaartaoVfropseiiade .Pe-
dro Martjr de 01 iodo, padre Francisco Verissimo
Bandeira, qae concia* mandando .Que seja a refe-
rida pelicto e mais papis reaeuidos a presiden-
cia por aer ebjecto de soas attnbuieoes; e ootro
sobre a pcticao dos coofereotes e ponelro do con-
solad prcYineial.que mandara ousir ao ioapec-
lor da tbssourarla provietciaJ; e o da comestssao
de obras publicas acerca do contrato celebrado en-
tre o governo da provlneia e Eduardo Moraay, o
qaal cooclu* por am projeeto aatorisando o mes-
bbo governo a' rever o referido contrato coro as al-
teraces que jolgar conveniente na coostruecao de
am ramal de tramwnf s, qae 4a esucAo da Escada
o da Trombetas va' terminar as villas de Boailo
oo de Beierro. -
Foi considerado objecto de delberacio e manda-
do imprimir uro projecto qae transiere a sede da
f regoeiia de S. Caetaoe da Raposa para, a capella
- do S. Pedro de Taealt.
Passando 4 ordem do da, approToa em 1* dis-
cossio o projecto n. 91 deste anno, que extingue o
2* districlo de paz u freguezia de Jaboata, dis-
pensado o intersticio a reqnenmento do Sr. Ramos,
approvoo tambem em 1* o' de n. 79 qae crea ama
cadeira de lingoa francesa para o sexo emlntno
esta cidade, depols de orarem os Srs. cero, (am
dos autores do projecto), dando as eiplicajdes pe-
didas antecedentemente peto Sr. Drommond, e
Sonto Lima em opposicio ao projecto, qae a reqae-
rimenio do Sr. Cicero foi dispensado do inters-
ticio.
ApproTou em nica dlscassifo 03 prajectos ns
9i e 96, qae approvara os eompromissos das r-
mandades do Senbor Santlssimo Sacramento da
matriz de S. Looranco la Malta a de Nossa Seuho-
ra da Soledape erecta na igreja da mesiaa invoca-
o na freguezia da Boa-Vista desta cidade ; em
primeira o de a 85 qoe concede am anno de l-
eenca com venclmentos a' professora da freguezia
dosAfogads D. Maria Coelho da Silva, sendo a
reqaerimento doSr. Ramos dispensado o intersti-
cio ; e bem assim o de o. 72 qae Oxa e orea a
despeza das cmaras monicipaes da provincia, sen-
do dispensado o intersllcio a reqaerimento do Sr.
Reg Barros; e regeltao em segunda dlscasso o
de n. 59 qae aagmentava o ordenado do professor
de latim da freguezia de S. Jos desta cidade.
Entrando em segunda ditcnsa&o o de n. 55, qae
fiza a despeza e orea a receita da provincia, no
atoro exercicio, foram approvados os artigos de i
a iO, (aliando sobre elles os Srs. Amorim, Drum-
mond, Andr Cavalcantl, Souto Lima, Maranhao e
Pao* de Andrade, fleando a discussao adiada por
veriflear-se nao*aver casa.
Levantou-se a sessao as 2 3ii toras da tarde,
desigoando-se para ordem do da seguate a ante-
rior, e mais a primeira diseussio dos projectos a.
4 de 1864, 61 e 100 deste anno; segunda dos de
ns. 72, 79 e 85 e terceira dos de ns. 58, 66 a 78
todos ao presente anno.
Hoja e a segooda praca da obra do muro do
cemilerio da freguezia da Vanea, sendo a ultima
ao depois da manba, peranie a cmara municipal
desta cidade.
Esta oreada a obra em 3:8705
A irroandade do SS. Sacramento desta fre-
guezia de Santo Antonio, faz a manha a proeisso
de Corpus Christi, as i boras da tarde.
O itinerario do prestito abrange a ra do Cabnga,
do osario, travessa do Qaelmado, largo de Pedro
II, roa do Imperador, travessa do Oavidor, roa
das Cruzas, do Queimado, praca do Livramento,
roa desie, Dirella, pateo de S. pedro, ra de Hor-
tas, peleo do Carmo, Gamboa deste, rna das Flores
eNova.
Faz-se mister que medidas rigorosas sejam
tomadas no sentido de fazer-se eflectiva a probibi-
cao do fogo de artificio conbecido por buscap. Em
diversos lagares da cidade, a at mesmo as roas
mais concorridas, sollamaos com grave encom-
modo e perigo dos transentes. Ainda ba poneos
dias am moco qne passava a eavallo or ama rna
bastante concorrida foi aturado ao chao pelo ani-
mal qne se espantou com um buseap qae se Ibe
metea entre as mos, resultando ao infeliz moco
varias fracturas no crneo. Assim, pol, convtn
que se nao d tregoas aos amantes desse terrlvel
divertimeuto.
A ioja do Pasto, a roa do Crespo n. 7 A,
acaba de receber am rico sortimento de chapeas
para senboras, e variedade de laasinhas.
as Faenidades de Dlreito do imperio matri-
cnlaram se, no anno passado, 775 esludantes, dos
quaes 668 foram approvados plenamente nos exa-
mes qoe presuram, 69 simplesmeate e 16 foram
reprovados. Tomaram o grao de bacbarel 132 es-
tndantes, e o de dootor 3 bacbareis.
Nos diversos exames preparatorios foram appro-
vados plenamente 512 estudaates, simplesmeate
550 e reprovados 453.
Dorante o anno decorrido do 1* de maio de
1866 a 31 de maio de 1867, foram remeltidos da
rrte para o tbeatro da guerra, pelo ministerio res-
pectivo 14,139 pracas qae, reunidas a 4,338 do 3"
corpo de exercito, a 476 directas do Rio Grande e
816 de Santa Calbarina, elevam a 19,749 o nume-
ro do reforcorecebido pelo nosso exercito nos cam-
pos do Paraguay.
No arrolamento mandado fazer pelo ministe-
rio da agricultura, para a estatislica das casas
commerclaes do imperio, foram classificadas 272
treguezias de diversas provincias, abrangendo.....
20,930 casas commereiaes, das qoaes 17,503 de fir-
mas individnaes e 3,427 de firmas sociaes, empre-
gando-se 1,177 no eommercle por atacado e 19,753
no i retalno.
Elevase a 22,522 o numero de negociantes, sen-
do: 10,613 brasiieiros, 9,911 portugueses, 616
francezes, 210 inglezes, 82 americanos e 1,160 de
ontras nacionalidades.
Nestas casas esli empregados 18,945 caixelros,
dos quaes : 7,562 brasiieiros, 10,535 portuguezes,
273 francezes, 173 ingleses, 7 americanos e 395 de
ostras nacionalidades.
as colonias do estado existiam em 31 de
dezembro do anno passado 15,675 habitantes,
sendo: h
Blameneau'........ 6,861
Itajaby............ 1,333
Thereropolis....... 1,614
Santa Isabel....... 1,195
Assnmguy......... 310
Tbereza............ 444
Canan........... 387
Mucnry.......... 870
Ro Novo...:...... 595
Santa Leopoldina... 1,265
Santa Isabel........ 801
Alem dessas ainda existem oatres estabelecimen-
tos coloniaes no imperio, que se dividem em: co-
lonias provinciaes, colonias particulares das qoaes
algumas sao auxiliadas pelos cofres pblicos, e fi-
nalmente colonias oa esubelecimentos agrcolas
de particulares organisados pelo systema de parce-
ria.
_ Foram lidos no dia 16 do corrate, na nu-
triz da freguezia de Santo Antonio, es seguales
proclamas:
1;' denunciacio.
Francisco Gollberme Aasterberto Machado, com
Helena Perpetua dos Santos.
Julo Rodrigues de Sonta, com Tbereza Antonia
Ferrelra des Santos.
Giryllo Jos da Silva, com Maria Rita dos Praze-
res.
Joaquim Estevio de Gouva, com Jesalna Maria
Pires de Carvalbo.
Manoel Alexaadre de Menezes, com Umbellna
" Francisca de Paula.
Joaquina Jacintbo d'Aires Mello, com Claadtna
Maria da Conceico. *
Ayres Ferreira, com Felisbella Morandolina
Glassor.
Clauuino Jos dos Santos, com Guilhermina Ma-
na da GonceIcao.
Salvador Lelte Yedigal viuvo de Anua Rosaiina
Res Vedigal, com Leopoldina Goncalves Prea.
Caetano Pires da Silva, com Lidia Umbellna
Lniza de Garvalbo.
'1.' denunciacio.
Levindo da Costa Menezes, com Tbereza Emula
Bornes cboa.
Abilio Francisco de Lima Freir, com Tbereza
Joaquina dos Santos.
Ezeqoiel Pompeo Rodrgaos Canato, com Maria
Francisca X-tvier da Souza Ramos.
Luiz de Franca Baptieta dos Santos, com Ignacia
MHiaMda Silva GeMu,comEatalla Jnviniaaa
de wesetra Marques.
J* Besa da Fonseoa-e Silva, coa Maria AXaPJa
Janasilm da Cesui'Brandio vlavo de Anaa Go-i
mes. Podro Fnneamo-daxBrlto, cemalbfn Ftrmhia
Pareara da Silva.
Manoel Jos Mavaoaa, eom UasMina do* Aojos
Posan.
Pedro Camlltf l'ABmqaerqao^aTsir, oan Te-
roasaa Arcana Menezes de Ollveira.
3.' ianamdanio,
Lniz los dnPeasoca, com Folela do Amor1
DMno.
Manoel ario driMlvaifa, com Isabel Maria da
Canetelo.
Candida Vieira CU vas, oom' Laeina Hetentaa da
Jess da Moita.
Bacbarel Olympio Marqnas da Silva, oto Joa-
quina Amella Monleifo Pinto.
Numrica* dos bilaatejda loteria 25* eflaFO-
cidos pelo tbesonreiro das-levjrias para auxilio da*
despezas da .guerra.
Bilbetes ns. 3043 a 3010.
Moje ser veadida em lellao para pagamente
de credores a taberna n. 93 sita a ra das Cinco
Ponas.
REPARTIQi.0 DA POLICA.
Extracto das-partas do dia 18 de junho de
1867.
Foram recomidos a easa de detencao no dia 17
do corrente: _
A' ordem do Mm. Sr. Dr. chele de polica, acln-
tho Jos de Sonza e erooymo, escravo de Sf m-
pbronio Olympio de Queiroga, como pronunciados:
a' ordem do Dr. delegado da capital, Antonio Cer
rea Fras, para averigaacSes em enme previsto no
arL 222 do cdigo criminal; Jlo, escravo de los
Joaquim Tavares Betferd, a reqaerimento deste
Maria e Silvana, esclavas de Francisco Antonio
Correa Cardoso, para serem conservadas em eos-
todia ; ordem do subdelegado do Recite, Manoel
Hontelro Braga e Antonio Machado Gardoso, por
desobediencia ; 1 ordem do de Santo Antonio Mar-
tlaiana Maria da Conaeigao, para eorrecc&o; 1 or-
dem do de S. Jos, Jos Antonio Bolelho e Pedro
Manoel Pegado, por disturbios ; i ordem do da
B ia-Vista, Manoel Jos do Nasclmento, para eor-
reccao.O chele da segunda seccao, J. 6. it lies-
quita..
Casa de detkxqao.MovimentD da easa de
detencao do dia 17 :
Existiam presos 350 ; eairaram 12 ; sahirara 8;
existem 354 a saber : nacionaes262 ; mulheres 7.
estrangeiros 22; malber 1; escravos 56 ; escra-
vss 6total 354.
Alimentados a costa dos cofres provinciaes
243.
Movimento da enfermara do dia 18 :
Ti vea m baixa:
Joaquim Teixeira de Barros-.
Jerooymo, escravo, sentenciado.
Manoel Joaquim da Paixio.
Tiburcio, escravo de D. Ueoiinda.
Benedicto, escravo de Uruanto Nobre de Almcida.
Tiverm alta :.
Marcelino Rodrigues da Silva.
Lourenco Cordeiro dos Santos.
cuutirio publico. Obituario do dia 16 de
janho :
Vicente Ferreira da Exaltacao, Parnambaco'
110 anno?, solteiro, Boa-visU ; gastro interite.
Manoel, Pernambuco, 72 annos, solteiro, Boa-
vista ; derrmenlo cerebral.
Maria Pastora dos Santos, Macei, 37 annos, vm-
va, Boa-vista ; tubrculos pulmonares.
Urna mulher de cor parda, 70 annos, S. Jos ;
aspbixia por sabmercia -
-17 -
Manoel Panlino Ramos, Psrnambuco, 60 annos,
casado, S. Jos ; escrefnlas.
Deodoro Antao de Albnquerqae Mello, Pernam-
boco, 25 annos, casado. S. Jos;. plbysica pul-
monar.
Pedro Antonio do Andrade, Cmara, 38 annos,
casado, Santo Antonio ; congestio cerebral.
Raymundo de tal, Peroambaco, 40 annos, Boa-
vista ; congeslao cerebral.
luisa Maria da Conceico, frica, 75 annos,
viuva, Santo Antonio; hepalite.
Emilia, Pernambaco, 10 mezes, S. Jos; coa*
valcSes.
Francisco, Pernambuco, 4 anuos, Boa-vista ;
queimadura.
Headencio, Pernambuco, 15 das, S. Jos ; es-
pasmo.
Lino, Pernambaco-, 3 annos, escravo, Recite ;
dezinteria.
Rufino, frica, 58 nnos, escravo, Boa-vista, \
entero calilo.
Vital, Pernambuco, 35 annos, escravo, S. Jos ;
fulmonite
talo e absardo eonas-6.^*.
fae padotar dado S. S. da e
M osneosamodo qoa ha
datoeWa, Incommode qoe
roo desalagar pola saeoroasa
diz-nos S. &.:: UerrtmaQ
Ora, responda-nos, .r queja mellen
/altar de caneas ano taaora T
ZL
JlliYDORECIFE.
17 JUNHO.
Presidencia do Sr. Dr. Jlo Antonio de Aranjo
Freitas Uenriques.
Promotor publieo interino o Sr. Dr. Celso Tertulia-
no Fernandos Quintella.
Advogado o Sr. Dr. Francisco Leopoldino
de Gusmo Lobo.
Escrivio Joaquim Francisco de P. Esteves Ce-
* mente.
Reo afflancado, Joo Francisco Bastos de Olivei-
ra, acensado por crlme de damno.
Feita a chamada as 10 boras da manha compa-
recern! 48 senbores jurados.
Foram dispensados a bem do servlco publico, os
Srs.:
Dr. Antonio Vasconcellos Menezes de Drommond,
Capitao de mar e guerra Hermenegildo Antonio
Barbosa de Almeida.
Firmo de Paula e Silva.
Por doente o Dr. Manoel Artbor de Hollanda
Cavaicanli de Albuqnerque.
Foram multados em mais 20,5000 eada am dos
Jurados ja multados nos anteriores dias de sessao
e cada am dos qoe faltsram boje.
Aberta a sessao procadea-se a chamada das par-
tes acbando-se todos presente.
O advogado do reo apresentou nma exeesso
peremptorla,al!egaodo que sendo seu contltuinte ac-
ensado por tal crlme, nao podia ser acensado pela
promotoria publica, visto o oflendido nao ser pes-
aos miseravel e neffi constar do processo que fosse
elle preso em flagrante, a vista do que requera
fosse julgada perempta a cansa, o qne oavldo pelo
Sr. Dr. jalz de direlto e nao sendo contestado pe)
Dr. promotor publico, loi lgida perempta a caosa
mandad) dexonerar o fiador do reo, e jaigando o
processo em perpetuo silencio.
Levantando-se a sessao qne (oi adiada para as
10 boras do da segointe.
'II a.
Commtucados
Oeneta
^
S..6.am
Se ba um eorsano
asjoi o por narte*.-*
Daixe noa uaMba am obsennle; 8. 8. taera
alie; 4a ontra vez seta' mals rndito... O Mr-
e foi nmiiaiinlo danurinoa coiielirada
dos Isudoa^Jnioc, amando osles, am norte a sat
divididos cimoailim-ee.
Caasd-oe enema o tombo qoe S. S. ante
dar na repataaio do ex govnrno de lom f Pri-
vina-se paraoem os americanos; dio batattt mals
i/ficazet do qoe as punbaladu das sicarios gover-
namentaee.
Ainda temos consai.
Como qoe S. S. serta capaz de reger esla ora-
cao .: o cautre t que eu pinto, n&O existi! Isto
de nma eoosirueoaogramaticobunda. Deseoipe-
nos.
Poneo mais ao meaos S. S. qolr diser : o qne en
pense 6 que o caixeiro nao existi. Acertamos,
doutor T Seja ranco; nada de acanaameaio cbm-
nosco.
Adianto. O caixeiro nio existi, oo nao exis-
te ? Se existe por qne ja' existia; se nao existe
existi; de qoalqoer modo deu-se en da-se a exis-
tencia contestada pelo dootor. Continuemos.
Introiuzr-se um corsario para (Usparar contra
mm teus canhes, pok ao edrefedes apartes
dados na atumblia, cousa qut n5o acredita ao
autor da idea, e nem ao commercio.
Ora, man enero, forcoso coniessar que um
corsario nao cousa que se possa introiuztr em
qualqaer parte, assim eom ares de revolver para
desparar cootra S. & todos, ledos os seos ea-
aboes, naturalmente rayados. Queirera' S. S fa-
zer espirito quando talla serio T Tal vez, S. S. tan-
tas coosas.
Tenna a paciencia de eiplcat-nos. Se nao SJS.,
coma supponbo, qpem ^nne tutroiuz o corsario i
Bsae mtrodutir-u de dootor, verbo activo oa
reciproco? So redoraos,oe admita o oestre
qne esse corsario pbaalaama uuba a aceao de
inlroduzr asi mesmo, ensiae-me, a quem se refere
este sinno, o ultimo de po-loT A' corsario ?
Perded: asoeira descabellada; doria dizer --por-
te; se nio se refere a' corsario entlo a.....nada
mais dizemos a macKadada incensaravel, nao
pedemos fazer descer lio baixo a nossa crines.
A cousa contina.
P cousa que nao acredita ao autor da idea.En-
tlo, sempre existe algama cousa, heim, Dr. i
Existe urna idea ; anda bem, sempre algama
oonsa mais do que um corsario espectro.
Acabemos o pelo do dignissimo : e nem ao
oemmertto. A respeito do commercio deixe que ibe
digamos muito bailinho, s para S. S. ouvir que,
o qoe nao acredita oo commercta que S. S. dolie-
se oceupe.
Guardadas as devidas excepcoes. Bonitas pata-
rras I Ja' encontrn excepeSes T S. S. urna rna-
raviiba, crea; S. S. am carcter de fLimmula ;
vario como... como om rlso.decortezan; nao
admira, a variedade deve ser nm dos attribotos dos
seres parahybunamente dengosos, e alo o ba mais
que S. S. parte a irona.
O que eu diste o que*.
Nio acha que desse modo s fallara, o papa em
Roraa e o Lpez no Paraguay 7 E forea eoofessar.
Nao receta escatar nma dessas risadinhas qae
offendem os ervos, quando talla em tom lo auto-
ritttalivo T S. S. am hroe. verdadeque ba urna
affinidade extraordinaria entre S. S. e aquellos
dous vultos do seclo; queremos dizer, qoe tem o
papa pela corda e o Lpez pelo abdomen.
inconlestavel qoe S. S. algama cousa ; a
natareza, porm, dessa coasa que est aioa por
descobrir-se.
Vamos ao final do melanclico artlgunbo.
Venham esclarecer-nu com a raiao.
Que tolice I Nao o sappunbamos de urna inge-
noidade lio alvar. A razo 7 Razo para S. S.
lus para ceg de nascenca Mas .. taivez esteja-
mes engaados. De que razo talla 7 Nos temos
nma rai&o. mas com esta S. S. sbese mal, decidi-
damente naufraga no eacbopo do algarismo. Ser
da razo psicolgica ? Com liceo;a, eom esta nao
admittimos discusso com S..S. S. S. nao a possue,
e quem Ibe diz isto nao somos nos, mas sim todos
os actos de S. S. Sao finalmente os Argos da Cam-
pia Grande.
Estamos acabando.
Para isto mister um homem e nfto um cor-
sari:
O qoe o corsario 7 Quem poa em pratica
accio do corso 1 Segunde o pensamnnto de S. S.
podemos aiUoritalivamente dizer umbem : mis-
ter que nos responda om homem e nao um dipu-
tado. S. S. tem boas, aquella urna deltas.
Vamos, vamos s soas ultimas patarras.
Venha o homem, e quando nao.7. nao.
O qoe liga aquella cipalaiiva e 7 Nao con-
corda comnosco, qae mettea-a all a golpe de ma-
chado.
Oque significa essa reticencia depois do primei-
ronao 7 ama ameca de silencio oa despre-
so 7 De silencio nao pode ser. pois S. S. o arle-
quim da actaalidade e sua misso divertir-nos,
tazer-nos rir; de despreso tambem nio, porque
S, S. deve ter conhecido que o qoe despreslvel
nao podo despresar cousa algama.
Temos concluido o nosso pumprimento de boje
ao digis simo. Se as nossaaoccopacSes commer-
claes o permittirem logo mais voltaremos a pales-
trar com S. S.
Assignamo-nos em satisfacao ao sea amavel pe-
dido
_. O Homem.
FA^Z^SfitSStS^'JSffSSSSr:
accessivel aone
govemativa nos meioe vio-
, qne -nem por isso a aoanla-
todaa aa circomatanctas de con-
aeelo da lei, supitando impulsos
da *m*^*Tiifft anjnilnmn njri
rasao,o recorrer a Jenoreasa, na
non o roanrso aa aotoridadw.
A vo n-impreosi poderosa j sm ios na
ieanBosknalvadoem tumulto eagrantaa psln
eipioada ardem e liberdade.
Pecas 4o processo a qie se ferio o Sr.
Dr. Joio rraocklia ne AJemar Lema na
publicado qae fez no Z>aT de 14 do
correte ob o titalo processo ioiqao.
CoodoiSo.)
Tes temarn 4.a Antonio Jote it Oliueira
Antonio Marioho, eom Cleomenes de Siquei-
ra, Jos Pordeus e Manoel, filho de Joaquim
Francisco, arli lora ter Manoel Laureotino,
Clemeota Flix e Antonio Leonardo, os qoaes
foram convidados pelos dous primeiros ci-
ma mencionados para nm passeio na roa do
Collegio, esabindo os tres ltimos, voltaram
as 8 horas da noite, e reunidos todos diri-
giram-se armados, segando dizem, com fa-
cas e pnohaes casa de dita Maria na ra do
Collegio, para matarem ao subdelegado Apo-
looio Pedro da Silva, o que nio realisaram
por nao o encontrarem, donde foram a casa
de Joo Magro tomarem am poaco de Tinho ;
que os mandantes, ou autores desse crime
premeditado foram ditos Cleomenes de S-
queira, Aoiooio Mariano, Dr. promotor
Alencar Lima, e Nezinbo. filbo de Joaquim
Francisco, os qoaes deram, ou tiobam de
dar 200 a Manoel Laurentino para que
fosse morto o dito subdelegado : que Cle-
mente Flix fura oa noite do dia 27 do pas-
sado raez armado de faca casa do subdele
gado para assassinar o mesmo, por caja ra-
teado nessa noote preso e appcebeodida a
faca, ouviado o proprio Ce mate Flix dizer
que na noote do dia 21 condtria sua faca:
que o crime intentado contra a pessoa dp
subdelegado era o resultado de combiaacJb
do dito promotor, Ctoomanes de Signeira e
Antonio Mariobo, teodo encarrgado de
executar o plma centra o subdelegado o
proprio Clemenee Flix, cajo interrogatorio
elle testemoossl assistio : qoe o predito pro-
motor at sabir esta villa continooo comas
mesmas relacoet de? amizade comCleome-
es de Siqoeira Antonio Marinbe.
Testemunna 8/ Jos Bezerra Lins:
isse, qoe apenas sabe qoe houve
om accordo entre Cleomenes de Si-
Disse, qoe em urna tarde de am des dits qoeri^rT promotor Jo3o Franklio, An-
do mea passado, estando jogando emana case tonio Marinbe e Manoel filho de Joa-
A &._! mar___*_*__________ *-ii____________ j r<: riman Hsma *< i
quim Francisco, pura fazerm um ata-
que ao subdelegado Apolonio Pedro da
Silva, e qoe nesse praposi to foram, o pri-
meira, terceiro e qaarto individuos cima
mencinalos, a casa de Maria de tal, na roa
do Collegio, na nonte do dia 21 do passado
mez, a cojos individuos acompanbaram Ma-
noel Laorentino, Clemente Flix e Antonio
Leonardo, sabendo pelos interrogatorios,
qoe assistio, qae alguns d'entre elles iam
com facas, e porque nao encontrassem o
subdelegado nada veio a surtir; depois do
qae Clemente -Flix tora a-casa do vigaro
conduzindo urna faca, ahi solicitara pelo sub-
delegado, pelo qoe 4 vista da desconfiaoca
fra preso.
Informantes Mari Unza do Espino
Santo :
Disse ser verdade o fado referido pela
2a testemunna Joo Pereira de Magalbes
em relacJo ao qne Ihe havia dito Jesaino de
tal, pois qoe dito facto deu-se em sua pre-
senta no mesmo lagar referido pela teste-
muoba, e que ella vista dessa disposico
zao fra preso, sendo isto naquella occasi5o| pedir ao dito Clemente Flix, que em taes
por um menino da casa, o qual observou o circumstancias n5o- viesse.a villa ; no qae
Clemente Flix expreitar a casa de Emygdio
de Lavor, onde tem de coslume estar 0 sub-
delegado e onde positivamente foi o predito
fra attendida.
Mantel Jooquim de Souza :
Disse ser verdade ter conversado e re-
Josepbna Porte:
O Si*. Copes cortante e o sea ar-
tigolnho do formal do Reel-
fe.
E' com todo o respeito que vimos boje respon-
der, por nossa conta ao artignlnho qoe o nosso
dignissimo Lope fez publicar no fnebre Jornal do
Becife; artignlnbo em que o mesmo Sr. teve a ha-
bilidade de s eserever afflrmativas negativas o
negativas afflrmativas. A* primeira vista parece-
r' isto nm contra senso, pois nao ; tenbam a
bondade de ler-nos e verlo.
Antes de ludo, da que somos do commercio, ain-
da qne om simples wrrador de livros, offereee-
mos a nossa palavra de bonra; se S- S. nio ligar
a este sentimento a inesma Importancia qne ihe
damos no?, 6 isso la'tom asna eonsoiencia e com
a oplnio pnblica, qae nos Julga a todos.
Bom: entremos na materia, mas entremos eom
cuidado.
O Sr. dignissimo abre o sea artignlnbo eom as
seguintes palavras:
O caixeiro Merrimac cousa qut nao existe.
Onca-nos Dr,:
O caixeiro Merrimac existe, e tanto qoe S. S.
deu-lbe a honra de nma resposta, S. S. qne lio
avaro de honra; o catxetro Merrimac nos Ibe ex-
plicamos, doutor, 4 om pseudnimo como ontro
qoaiqoor, a os pseudnimos tem a sua existencia,
por qoe sendo a mascara, pode se dizer assim, que
occoa o veradelro nome de alguem, exista como
a qaeoobre o roste do deiconhecido; nma som-
bra OBealtando ama faz; digamos de ama vez lo-
go o anee, ama oonveniencia; pode ser orna
talsldade tambem, sao duvidamos, mas linda as-
sim, nngaem melbor do qae S. S. sabe como
i real a existencia da ulsidade.
8. S.eentlnuao tratm imuuio orno que nao
existe i ser parto.
ulbe: par volee Justamente o que 3. s. mostron
sustenundo a existencia do caixeiro Merrimac
quando mais autkorittittivamente procera nega-la.
O qae nio existe fiio se v, nao-se bouva, nao se
sent, escapa a perceueao bomaea, deve ser ma-
nos qne o nada, por qae o nada existe. .
Ser parvo, pois, ser iocobenle, ser contradi-
Clemente Flix p'ergantar, si. o mesmo es- ferido a Jlo Pereira de Magalhas e facto
tava em casa, depois voltou a propria casa, e por elle deposto, mas que nao tlnba preci-
iodagando por elle e nao o acbando em casa, sado o nome de quem offerecera os 200$.
desconfiando qae poderia ser preso, ret- ^~~
roo-se, e foi enUo nessa occastSo qoe effec- transcmpcAo do correio wacANTiL
tuoo-se a prisio: que ignora, e mesmo nio aoietm^ pomuo.
sabe, si na noote do dia20 do passado mez' Pelo ramo qae os Srs. mioistros de 3 de agosto
foram casa de Maria de tal em procora do dio a nao do estado, leram-a intallivelmente a pi
lttrti!(5!2? >, n,ao ^oPia.! Marinbeiros de primeira vlagem, SS. Exes.lgno
Disse mais. que sabe, que antes de Ce- nm ,odos os rlsl0^ e p6Tg0S^ag cercIID,
mente Flix vir assassinar ao subdelegado,. as maiores tempestades se annauciam, e SS.
estando amolando ama faca, dissera mu- Excs. doraJem a somno solt, entregando o patz a
Iher de Manoel Laurentino, qoe tinba por ?erc das Incertezas dos mares encapillados, e ao
orft Aa 0T^^ a _- To r,a r, borisonte de am fataro tio negro e to anesto pa-
cerlo de ser preso no Oaricury, mas que an- ra a Bago braelra, mfeiizmante embarcada no
tas de O ser tinha de incapar a ponta de sua chaveco qae a fatalidade entregara o eommando a
faca em alguem, posto que dita mulher insis- ss. Excs. os Srs. ministros de estado l
tira com elle para ca nao vir: que o DtJ Caaca-86' de balde, anaco peo indo porto de
nr/vmJ. z7..iiTi. a! laZLZ- -.a Zl! arribada, ou sa vacio-; porqoe Os seas orados sao
promotor Franklm de Alencar continua com despresados, como se para ella nao houvesse aiii-
muita amizade com Cleomenes de Siqoeira. vio, en refugio m
Tcstemuaha 5.a Luiz Rodrigues de Car- Alto castigo dos eee, oa triste sor te do Brasil,
valho: J !e2 Porania oa trra I
Disae, que sabe por ser publico, qae An-
tonio Marinho, Cleomenes de Siqoeira, Ma-
noel, filho de Joaquim Francisco, aos quaos
acompanbou o menor filho de D. Isabel, fo-
ram casa de Maria de tal na ra do Colle-
Triste slna dos brasiieiros, deploravel eegaeira
que gula os bomens I
II
O senado brasileiro ameaca urna attitade energi
ca pela cenviecio profunda de que o ministerio di
rige o paiz para nm abysmo irremediavel, e com <
sacrificio de todos os interesses sociaes e da paz
Partido .conservador.
SEGURAXCA PKSSOA.L.
Acabamos de 1er na revista do Diario i* Pernam-
buco a noticia da morte de Ignacio de -fiooveia,
feita por urna escolta, que acompanbava o subde-
legado da villa de Bezerroe para effectaar urna
priso.
Este facto lameatavel nos desperioa considera-
coes, qoe suscita a repeticao freqaeole di tactos
semelhantes, que se vo dando em todo o impe-
rio contra o segnranca individual.
A polica, repetidamente esta matando, ferindo e
espancando a titalo de prender criminosos, e fa-
zer recratas.
Ha nesse procedimeato am grave defeito, qae
cumpre remediar.. A frequencia dos fados de
mortes por occasiSo, ou a pretexto de pnsoes
nao pode escapar ae reparo, e censara publica.
Esta freqoencia moslra oa poaco criterio das
pessoas, a quem se confia a autoridade publica,
ou deliberado proprositu, com qoe sob o nome da
autoridade se exercem vindictas particulares
Sem enomerarmos os taetos, qoe se tem dado no
paiz, e que a imprensa vulcarisa, recordaremos,
eomo examplo, alguns mals notaveis n'esta pro-
vincia.
Em Garanhuns e Baiqaa, nao ba maito lempo,
bouveram mortes feitas por escoltas encarregadas
d prender criminosos e reerntar guardas nacio-
naes. Estes fados o Diario os pnblicou.
Em Granito fui por nma escolta assassinado
Manoel Pendao ;e uestes ltimos lempos na vJHa
do Ouricury o proprio subdelegado desfezoa um
tiro de pistola sobre nm pobre homem Inofensivo,
sendo oatro individuo (rido por punbaladas da-
das por om tio do mesmo sabdelegado, ludo laso
a titulo de diligencia policial.
Se a autoridade publica assim procede sem
prudencia, sem tino e sem prevenco, mal vai a
sociedade, eme ve se sem garantas, desprendida
da accao dessa mesma autoridade, de quem de-
pende a realidade da segaranoa prome'tda na
lei.
Nos das aetoaes a seforaoca individual est
enfraquecida nao inspira eonaoca.
Ji nao no serto, qae s* violencias materiaes
se praticam ; as nossas prinoipaes cidades a (or-
co brota empregada oonjea as maesas popolares
inermes.
Assim vimos aqoi am abril ultimo correr o
sangoe miocente pala Irrsflexo da autoridade,
qne em vez de acalmar a irritaeo dos nimos,
excitados por om acto da injostioa, os exacerba
para depois mandar carregar a' bayneta calada
sobre o povo, que reunido pedia jnsca.
Agora aa corte vemos repetir-se a mesma ca-
na, nao t sob as ordens de om delegado on che-
le de polica, mas sob a vos e mando do proprio
ministro da jnenea.
Compre reffeetir.sobre a melindrosa sltaaao
do paiz; cumpre da parte das autoridades toda a
prudencia, e n&d provocar esse manifest antago-
nismo da ppamelo eom a autoridade.
Se ba desvos passagairos o povo por exaltaeSo
de om seo ti meato, embora nobre, qual de ver
fosar justica, compre o amorago da moderacao
por parte da autoridade, qoe, prudeociaudo, da'
eiempjoa aos cidadlos, e excita a conflanc nesta
Justica qae elles procaram.
gio; no intento de se encontrarem com o sub-! interna, o que ba
delegado desta villa Apolonio Pedro da Silva,
a quem proiestavam fazer urna desfeiia,eax
desafronta ao Dr. promotor Joio Franklm de
Alencar Lima, por causa de um pequeo in-
cidente apparecido entre ambos naquella
casa ; mas qae nada resullou, porque ali
n5o fura encontrado o dito subdelegado.
Disse mais, que sabe pela mesma razao,
que os Individuos cima mencionados asso-
ciaram-se a Clemente Flix, Manoel Laureo-
tino, e Antonio Leonardo, sem que este ulti-
mo de nada soubesse, foram na noite de 21
tambem do passado mez, a mesma casa, e
com as mesmas inteoses, tornando-se a
abortar seus intentos, porque igualmente
nao encontraram o predito subdelegado, indo
nessa occasiao com facas e punbaes os tres
ltimos individuos convidados, e Manoel. de, -,
.i cu j r r- a a Aacbanas, a testa das nossas flnaneas, fez declarar
tal, filho de Joaqatm Francisco, depois do 0 Sr. Dias de Carvalbo, decidido adversario do ga-
qae retiraram-se, e passando em casa de Joao bnete.
Magro tomaram algam vinho. O distincto parlamentar, e o muito llustrado Sr.
Disse mais,qae sabe pela mesmarasao que| uacon,feniefl1Tl!!n a* mostra"se em ex|
Clemente Flix em ama das noutes do mez
passado fra a casando Kvd. vigario, em caja
de mals Ilustrado e provecto,
boslilisa o governo. Caso raro, se am miaisterio
sem torcas na opfniio e fraeo, poder governar o
patz sem o concurso das lates daqnelta magestosa
corporacio I
Desde o seo respeitavel presidente, at ao mais
moderado dos senadores, o ministerio nao encon-
tra urna adheso. ama tolerancia. Quando que
o senado se manifestou assim t
A eansa existe seriamente, qoe o senado estre-
mece-so ao contemplar a incapacidade dos Srs. mi-
nistros.
A batalba, os fortes tirotelos comecario na res-
posta a falla do tbrono, que sera* demorada, visto
qoe os Srs. ministros teem de asslstfr na eamara
electiva o voto de graca, que eomecara' all tal vez
na seganda-feira.
O senado nao dispensara' de certo a presenca
dos Srs. ministros, quando Ibes foram dirigidas as
acensares de lodos os seas feitos I
A Idea da emane!pacao dos nossos captivos levou
o Sr. marquez de Olinda para os bancos da opposi-
cao, e a triste Ogara qae tem representado o Sr.
dar dos- vahos qne desgracadasosote am gover-
ajaaa.
Fallarse qoe o
sera* o Sr. marques
rato arpilnlH saaaiiiariel,
da 01stda,oo a Sr. Lobo.
ria, i Jiie,eootra o retaaario de Sr. Zacearas,.
ministro da (azoada.
Adatara a
P.L
r
do
idatooaaga
oSr.
dotrasH.
do
mmvala]
asa vermeas*
pelo Rio Graado
ibesaoSaias Lorres Horneas,
fazlUr
Uoaataw mata qoe o eeame aaoaiUria a ateleio
de senadores aosd Ceara* ajea apraseaiava olio ty
Potheses, a alda assim todas vietadas.
D6 ao meaos o senado o boa exoaepio da atora-
iidae, de que tanto precisa o paiz.
Publicares a pedido
porta, batera, e sahindo um escravinbo, este
observou, que dito Clemente Flix estava
com urna faca em punho, que chegando nes-
se momento dona da easa, dito Clemente
Flix procurava oceultar a faca a sahindo da-
hi fra preso, teodo perguotad* em casa do
vigario por este e pelo subdelegado, com
quem dizia ter negocio.
Disse finalmente, qae Clemente Flix fra
convidado por duas vezes por parte do Dr.
promotor Joio Franklm para fazer um ata-
que ao subdelegado; que Antonio Marinho
se prestava expontaneameate a esse intento.
Testemunna 6/ Joo Pereira, Barroca:
Sabe, de ouvido albeio, qoe Clemente F-
lix, Manoel Laurentino e Antonio Leonardo,
procuravam assassinar ao subdelegado Apo-
onio por mandado'do Dr. promotor Joao
Franklin, em a :cordo com Antonio Marinho
e Cleomenes de Siquerrai qne Clemente F-
lix fra em orna noote do mez passado, ar-
mado de faca a casa do Rvd. vigario, ainda
pergantava pelo subdelegado, sendo nessa
occasiao vista por pessoa de casa a faca, que J ministros
condazia, sendo rerdade qae na noute do I -
tiva. Homem de ideas, S. Eic apoiara' o gablne
te, se convencer se de qae elle abraca cordiaimente
a emancipado.
Mas lera' o gabinete forca para levar a effeito es-
ta grande obra ?
Nio sera' Isto um engodo a naco braslleira T
Ja' ouvimos dizer qae o ministerio exige 33 an-
nos para principio da Idea emancipadora III
Se assim nao passa de am escarneo, de ama
triste mentira digna de severa reprbensiol
Consta-nos que o nobre parlamentar vai inter-
pelar o ministerio a este respeito, para em tace
das suasdeelarafBes, declarar-se opposicionista, oa
ministertallsta.
E' esta o aniea razio.que tem trazido callado e
ilustre veterano da independencia. Cedo e Sr. vis-
conde de Jeqaitinbonba se convencer qae este mi-
nisterio nio quer nada de serio.
E as eontas a saldar entre S. Exc. e o nosso
afamado flnancelro Pitt braslleiro o actual Sr. mi-
nistro da tazeada ?
O nobre visconde nao deve desprezar o saldo a
sea favor.
III
A cmara dos depotados ningoem a emende,
nem os proprios ministros: porque todo e todos
sao amigos iivres.
Nanea se vio ministros lio carinbosos e nem lio
humildes I Nio inrejavel a posieio dos actuaos
conselheiros da cora.
O Sr. ministre da justica e capaz de dar todo e
imperio por um voto I E o mais ambicioso dos
a presidencia da eamara foi
; dada ao Sr. Silvira Lobo, como Imposicao a corda,
da 20 foram a casa de Mana de tal na raa Da 0 falnro organisaaor do novo ^(^,^0.
do Collegio Antonio Marinho, Cleomenes de Recorrem aos exemplos de terem sido organisa-
Siqueira e oulros, qae ignora, em procura dores os presidentes da cmara quando se forma-
do subdelegado para o desfsitiar em, e por ,"2 s Paetes de 13 de Janeiro e 12 de agost.
n5o acharem foram na noute segointe ses-! lnaEdS0^T.0b9r,a aD,eC'Par S Ja'109* "
ma casa, indo em soas companhias Manoel t o ministerio eom recelo de interpellacOes, trata
Laurentino, Clemente Flix e Antonio Leo-! de dar novos presidentes as provincias, visto qae
nardo, ignorando se foram, ou n5o armados naisdoque anti-constituefonal a conservaco de
que a apresentacao de Clemente Flix -.{KSa^T-r^^ '""
casa do vigario em procura do subdelegado; I o ministerio fax* que quer, e parecem-se mais
fra alguns dias depois que procarava o dito membros de am governo de Napoleio III do qae
sabdelegado em Casa de Maria de taina roa 2 reia,eo qoe nos rege:Nao faz mais,porque
do Collfloo i | nao quer.
3!l t 4,.~- r a a ~ Anda nio se mandn proceder a elelcio popa-
Testemunba 7.* Antonio Jos de Car- lar pelo Rio Grande do Sol II .a-
valho. I Em breve vai-se discutir a resposta a (alta do
Disse saber0, que oa noute do dia 20 do Jfto%8ittiS!'U,a,to Ter,ladeir,menle"et'
passado mez, Cleomenes de Siqoeira, Anto- o qne significara' ella? Nada, perfeitameate
nio Marinho e Manoel, filbo de Joaquim nada.
Francisco, foram casa de Maria de tal, na A *"" P*4-3! ** ^doiboi e aso
ra do Collegio, ,na crenca de ahi encontra- S. *""a w 4#paudO' Mtm twU M
rem ao subdelegado, a quem procuravam) Cbama-se isto, systema representativo, ouragi-
para fazerem-lk* urna desfeita, ou o mata- men constitucional l
rem por causa de um incidente ffPParflJ O miolstrio tem offeadido wlamenta no Jontof
cido antriormente na mpsma raa fintrnrli :* C9xmira oo deputados liberaos porS. Paoip,
. S f mesma casa entreo- auribniodo a avor e proteoeio ministerial a elelcio
to subdelegado e o promotor Joao Franklm; de to duUnctos paalUtuT
mas n5o estando ali o subdelegado fra na! B' orna ooonwio plena de qoe e ministerio u-
noute seguate procarado pe os mesmos in-1 ter'e0 n" 's*' ....._:;.
dividuos.aos qS assoefavaffi-se Manoel1 Sssft^fivatT^^
Laurentino, Clemente Flix e Antonio Leo- goado seriamente eom o dasprezo saliente a qne e
nardo ; nada porm sortndo por nao se en- votado por ordem ministerial,
contrarem con o subdelegado: que Ciernen-' JSJ^Sl Wl ,os ^ **litt0t '"*
teFehxfralepoiS diSSOa nasa do subdele- ""Sr, Tavares Bastos, ja'deve ter axperieoea
gado, que a do vigario, sollicitando por do qae sio os taes progresslstas, a modo e a pata-
0 articulista do Diario de Pernambuco sob a epf-
grapnede feits do progresso, eosisla asa qoe
seda de patota no projeeu qoe estabalaaa a sobro-
gracao do governo ao pagamento que-um da rece-
ber o empresario da Ifmpeza a inris daata esdade,
por qae embora reconhsca a otilidade da asaoreu.
o referido projecto acerca de garantas e arevUo-
gtos, qua nao tinba, enoeedeodo-U e exeeaUvo
P^rjj 0DFatAs3aV~4Aft ~ftaftsMts%A flssM ^ksMrssW^A *(
por cada apparelbo isempundo-a do amitas deman-
das, que deviam cerrar ao foro coeaoaa, e qae
provaveimeole promoveriam os coasrlbolnles, e ac-
crescenta qae estes fleavam inhibidos da allegar a
irregularidade qae se desse no servico dos appare-
Ibos, e qne era eitranhavel, e at absurdo jurdico
qae o traosferenle eedease diraitos, qne nao tinba,
isto a, o execnUvo.
Bem mostra o articulista qne losaoo a qoestao
no ar, sem examina-la; qoe se daUaa amatar pele
desejo de censarar, e qoe so acaa diaSnada peU
idea fixa de patota, qne considera expressio mol
osada e qae pode ser iodeffereotemente empregada
quando se censara qoalqoer soto.
De felto se attentameoia examioasse o proj>cio
virla qae nio concede ao empresario o inculcado
ezecuiivo, nem o poderla eooeader subrogando o
governo no pagamento qoa tesa da aavor o aaapre-
zario pelo ser vico da UasBoaa o asseio-, o aaaaaw ar-
ticulista reconbece qae o empresario tem de baver
no lempo determinado e pagamento da ibesooraria,
qual pois o exeeotvo qoe se Ibe concede, e con-
tra qoom tem de exaree-lo T
Certamente qoe nio era de ana Intenco, refra-
se a thesouraria, e assim o exeeaUvo, qne se ago-
ra concedido ao emprezario, sem objecto, eotua
Imaginaria.
A verdade i qoe oo Intaito de eviur.eootaodas a
demandas pequeas e innmeras, qoa se pederiam
suscitar, e irazer graves embaracos a eaaprea, o
projecto estabelece a subrogacao para qoe a tne-
soararla faca o^agamento, qoe deverta aer feio
por cada individuo creando nm lososlo para esla
na e correspondente ao dito paatmwlo
Feita a subrogacio, a tbescoraria retla a fas o
cobranca do imposto, eomo de ootra qualqner, a
pelo modo pratico qoe determinar o respectivo ra-
gniaoento, e nada tem o eaorazarto qoe ver eom
os particulares.
Nem o poaco se di a pretendida eosso, nem o
emprezario transiere o. execnUvo, qoe nio tinba,
como se aflgoroo ao articulista para fazer sobresa-
bir o absurdo do projeeta.
O emprezario oca no pleno goto do contrato e
snjeito as obrigagoes qne d'elle deiivam, nao (ax
cessao algama do dlreito que Ibe (oi garantido de
baver o pagamento estipulado no mesmo contrato,
e pelo projecto o governo aa obriga a este pagasaao-
to para navelo por meio do imposto, qoe se esta-
belece ; ba subrogacao, ba sobstlloicio da pessoa
qne devia (azer o pagamento, mas se nio d eesso
ou transferencia, qae se nio comprehende, sobsis-
tindo o contrato em sen vigor.
Pela dita subrogacao ou sobstituieao a thesoura-
ria usa do dlreito proprio, faz a eobranca como da
ontro qualquer imposto, e se tem exeentivo e em
vlrtude da lei do Oseo, e dos previlegios qoe Ibe
sao coneedides e nio em virtode de cessao qoe Ibo
oio foi feita nem o podia ser pelo que Dea ponde-
rado.
A creacio de um Imposta para Om certo e deter-
minado e qae (em de ser exigido de qaem recebe
o servlco, a qoe destinado, oo se pode alconbir
cessao, embora o imposto tenna appiieaeao ao pa-
gamento do servico prestado por nm emprezario oa
comnanbta.
Accusjcao por este lado tambem ineabivel, e
por tanto se nao d o inculcado absurdo e transfe-
rir o cedente direlto que nao tinba.
Do mesmo modo se prticon com a empreza da
corte, ezpedindo-se o regnlamento de 29 de abril
de 1837, sem qae se levantaste clamor, oo cen-
sura e sem que se enebergasse a snpposu ces-
sao, ou absurdo, qoe se eneberga oo referido pro-
jecto.
Procedimento quasi idntico se leve sesta pro-
vincia acerca das calcadas, como ja se ponderen na
anterior ezposlcio.
Poder-se-bia dizer, no intuito de atacar o projec-
to qae era menos conveniente, ou mesmo oneroso
se para isto houvesse razio sofflciente, mas admi-
ravel que se levan tem pastel los para combate-lo,
qne se Ibe argnam defelios, em qoe nao acorre,
smente pelo desejo de (azer censaras, sejam oa
nio cabiveis.
Observamos desde ja qne nem mesmo se pode
rasoavelmente considerar oneroso, nma vez que a
thesouraria tem de baver o pagamento, qoe so
obrigado a realisar pelo servico, qae se recebe, e
sendo este obrigatorlo nio se pode eximir d'elle o
contribunte, e nem se pode considerar vexatrio,
por que tem por fim evitar as relactancias a de-
mandas que cada Individuo poderla suscitar a em-
preza, e exigir o prompto pagamento do qoe se de-
ve pelo servico prestado.
A recoobecida otilidade da empreza rectamava
esta providencia para qae fosse levada a effeito.
Nem o particular fleo a merc do emprezario,
como se presapde : se o projecto (or convertido em
lei, ser sem. duvda expedido regnlamento para
determinar a ezecucSo do contrato e providenciar
acerca das reclamacoes qae por ventara se faeam.
E' notavel qae reconbeeeudo-se a otilidade da
empreza, o qae seado ella acto consummado se le-
vantem clamores contra as garantas qoe posean
faze-ta electiva e sustenta-la ; qoe se deplore nao
flear ella suje/ta aos embaracos e dffflcoldades, qoe
se ibe podem suscitar, qoe to considere nm vea-
me, nm alternado nio se dar largas a innmeras
repetidas demandas no (oro commum, e a esiabele-
ce'r o pagamento sem chlcaoa, sem qaolidiaoos tro-
peos.
A subrogacio foi prevista no contrato, nao
oonsa que agora se lembrasse, e bem pode diser-
se qae o complemento do contrato, e da aso me-
Iboramento qae 6 inconlestavel, qoe se nio podo
levar a eSeito sem os metes necessarios, qoe foi
iniciado e aceito oo lempo des conservadores, qoa
tem sido sustentado por diversas legista taras e ad-
mlnistracSes, e que nio deve sor encarada por es-
pirito de partido.
Recife 17 de junbo de 1867.
o
ni
A EilPREX A. SO ASSOO DA OO AI
Delxaramos sem resposta a resposta com
que nos bonrou, no Diario de Pernambuco
de hontem, o escriptor das columnapar-
tido conservadorqoe se tem feito cargo
de hostilisar a subrogacao pedida peta em-
preza do asseio desta cidade, se nao foseen,
os tormos em que est concebida. Penco
nos importara a excitacao de iras, qoe nos
attribuio, a despeito da conveniencia e mode-
racao com que nos bouvemoi, em nosso pri-
neiro artigo, ____
N3o a insistencia no emprego da paavra
patota, que nos obriga a esta respoita.; sio
sim, diversas api-eicoei*co rasoavets,
que nio devem passar t*afercebidas.
Vulgarmente denowoam patota astillo
que, sem utidade pobfica, feito em pro-
ve to particular ; o contrario justamente do
que occorre com a empreza, de que se trato,
que embora interesse a um mdrvidao, re-
dunda principalmente em proveito publieo.
A questao da empreza reduz-se a ser om
nio mil. Que o ningsem o cosatala,
Por tanto, para nao ser preterida nasa ne-
cessidade argente, como a do asseio da ci-
dade, carees a empreza de um favor, e este
favor a subrogarlo.
Deve ser denegada?
Ahi 6 que convem coBocara quesHo, at-
tendendo-se que o favor aempr en nao coa
.

t


y
_a___
-i.
Atiendo ao publico.
0 abaixo assigiiado, a nica respos|
siste em pd4aao abrigo do foro prirativo da
lateada; consiste o. em desvia-la da aceo-
alacfo de-queetioocetas, qae arloetata-
das do execativo pan afrowira, orna ver que
as mema Wades do servia sao toda* al-
tada do juizo de paz.
Para resguardar tmpreu da dlMcnldadi
tem a dar ao aoauacio do sr. Jos Jeatanm
da Fonte Guiaaraes, poblieadt no 0ar
n. 137 a 139 de a 18 do correte jamao
a que abaiio publica. 'T~
Jt aqun* Simbaos Santos.
Jos Joaqum de Fon tes Gui maraes,
da taberna
no Cabo,
a tapnbiieo
ao meto di, a parta
duendo sen pesso1 desnrvi* ; *qlS>^{_a,^ 'vam^^Tn.*
aubrjK#^(SSoifavoi' da taior impor-, "B-S^n?S!niSi ^ *
tanniav
Este favor ai prefodicara fazenda provin-
cial, qaa ha dt ser indtmnisada, e muito
menos aoi particulares, tfae nfc vao aaof-
rer augmento no onns creados no con-
tracto.
Alm de que, ama circomslancia eccorre,
rdevtxwr ttda em attencao; e e que fia-
os 30. antes do contracto, Acara a m-
prem, com todo o material de Mrvico, per-
tencendo a prov\ftc\a,i'ndqwn>nt de neVa-
nisqp&o alguna.
Se pastados os- 30 anuos, a provincia en-
tra na pos da empreza, O^amtto^qOO,
na MTMaHac*) dos- dinbeitw d* empreza
se anticipe, conw meto de fiberta-la do nau-
fragio ? ^^sp^eluesosjlb'timr
bem a provincia, pordesembaracar a execu-
cao de urna empreza ottt, que, defatoro.ba
de ser urna das sms (botes de renda ?
Note-se mais, qne a'especie Bio4 noval
Empreza gaal na corte, paga pelo governo
estando os particulares desaforados.
A empresa d calcameoto desu cidade,
tambera goza da aculdade de fazer os pas-
seios das casas* cojos propietarios sejam
descuidse, recebendo da thesoararia pro-
vincial, a topoitaacia. d8t servido fieando
assiaa os mesmos pitoriaarios desaforados.
A qoestao, pote, se no puramente de
palavra, nao sabemos o que seja.
Se em vez de subrogando, se dissaase a
provincia obrlg**e i pagar empreza, e
cobrar dos particolarea, o que elles deve-
rem; nao haveria queseo, os principios de
direito nao andariam na arena!
Posta a qaastSo no sea verdadeiro ponto,
o da utiiidade da empreza, o qne notamos
no artigo a qne respondemos, pora m
vontade empresa ; mi voatade qae se re-
vella nestas palavras: pondo-a na con
tingencia de perder multas demandas, per
que umitas ho ds ser as faltas da em
prexa etc.
Esta certeza parece qns tea o escriptor
de demandas perdidas; esa amtieeio qne]
^T^T^^SJTTifL^lUo Cabo, rna do Rosario. Jara o engento
setr batelo, qae Jetqaim SimSa dos San-
tos tana a resg-naaniudade publica desata.
negocios teodeatea a mesas abaran: e de-
clara tambera por este e qner qoe Iba teja
dado todo o valor que Joaqum Simao
dos Sanios kgo que se sebe prejodicado s awl5=
posea destazjc raodo-se da mponsabili-
dade qne tea para oom o comaamo tazen-
do por este tnnoncfo.
Rocifa,l7deianftde 4806.
Jos Jo; cpa de Fortes GoimafSas.
Joaqun Simio do Santos.
Como teste montas.
Antonio Meodes Pereira.
Ventara Jos Ferreira.
Franasoo Lacas Ferreiwh.
aleconheco poa semelbanca as firmas so-
pea e don f.
Recia, 13 dedajnobo de 1857.
Em testemanno de verdade (o signal pu-
flMico).OtabaHiao publico, Joao Baptsm
de S.
Sello n. 443 (ris 209), pagou 300 ria.
Recia, 15 dejuobo de *M7. Chaves,
Franca.
E mais se nao continba em dito documen-
to a cojo original me reporto em mao do
apresentante a qaem entreguei com a pre-
sente conferida e concertada, sabjcripta a
assignada nesta cidade do Recife aos 1$ de
jooho de 1867. Subsereva e aasigQO.
Em testemuno de verdad tabeBiao pu-
blicoJoao Baplista de Si.
0 abaixo asignido deetara que tea
aberto urna taberna aa villa do Cabo, rea
do Rosario, aqual est entregue a gerencia
do Sr. Jos Joaquina da Fonte Guima-
raes, podendo o meenio senhor fazer todas
as transaccoes coacernentes ao mesmoesta-
belecimento, e isto abaixo de miaba asig-
natura. Outro sim declara que fica sem
effeito o annuncio publicado no Diario n.
247 de 27 do corrente, na parte relativa a
peder osar da minba firma.
Joaqum Simfo dos Santos.
Eu abaixo assiguado declaro qae ma-
dei o mea estabelecimento que tinha na villa
d.UlaV.'sr.
19 do corr
l8prliio, wrio arraaitadM m buu po
lirra de amito, uu mxu con casto oi-
tenf* pflfs de cWus ithImu, con dais mil te-
ucelo e muou a oito varu qaad^ajaj^jlafj
abril do cottMMa nao, SnUtits t c rets a
ra, u q6s foram .bndooadas peloi dlrito re-
qoeriBMto A F. Soavef*. eomo m t a termo &
0.1S& i. Ao wpectlto lrrov
aJtaadasa da Parnamljoco, 17 de joalio de 1807.
O eaeriMaracfo,
do Mmy. Dr.e*efa aotfea
re-
t*p pobtte*, r
axBeeM, o aacolata MUa da oUtu
de 30 de tone a ISeJart .
< Fica profc&ido dentro da ettad o mu
anata, bombM efcf Up
tnelarae tarto moMaaa em M* e
as A pmaMi
Swreuri da polida d Pera^mbaeo, 12 Ae jo-
nao 4 18*7.-0 secretario, Sdmrdo 4 Berree
MkOa A< Laeeria.
Persa eamar aMatfpaf det Wnia
atar em praca aosm Xt, I9 M Ao arrear?,
para aer arrematada por qaem meawr areeo oflere-
cer, a obra do maro do cemhorio e> aeAttrt da
Vanea, oreada n qnantla d 3:87ee0O: aqoelles
qae pretederem arremramr Aetert oeaparocer
po paco municipal em or iaAteaAoa AM 11 ho-
ras da manbia, manidos A Banca Monea qae
Rttanta mesm arremaajio.
Miiericortm do Recife, na, m Ae mm aeetSa,
4 aora da Urde Odia. SI do correte,
par o (Mmeeiateto Aos |ew
de eouomVflo mete A
" i867. os uiiiLaaaanmu
Estaoi^tnMBU^ taa-aw.
Mamelga fraocea,.libra. ^^'aV
Caf em irrao, dem. ? #
Ch welo, dem. /wTJ
C3ti byioo, dem> A"
Atracar refinado, L-sorie;. dem.
Dito dito, diu, dem.
Dito em torrio, dem. t.?r '
Arroi do Maralo,, ideoi.
Baealho, idem. ^\i#J
Tapioca, idem. vT!.TiV
Aletrla, idem: I
Sabio amsrello, Wem.
Famo do Rio, idem. ^F_B
Velas de carnauba, idem.
Ditas de e?permacete, idea.
Vinbo de Lisboa, garrafa.
Dito aranco. Um. */
Vina/e de LUbt* idea
AaS dan, P-- '2l
Dito de carrapo, idem.
Fvlnht de meaUt, tminjun.
Feijio mulidtifl.'WiatT^
Agwdeou btema, aatrif*.
Batatas, arroba.
Sal, alqneire.
Lean em cbas, eento.
Cre oerde, libra.
As psoMsu* AMern ser especiaos, ja par os
esubeleclnaeni carsAaie, e jipar ot eotto-
miens etBoAOTic Balevy, mnsiqoe de Jaeqoe
JWanirti.
DKSTBtKmOir.
IreFrtnno, notaire......Mr. Pelt
........... Peha
a........ M- A. ILenormand
'de Portante.. ffa Ifomet
i Por Ionio... Cae i Blaette
i MatlMIde Poppe
C. Ibierry
Mr. Smlle
M^GIaire
V*
empreza, nascem sem duvida da ma wonta
de do escriptor.
Eotretanto mais urna razSo, para que a
sobrogacio seja feita. Ella trar a necen-
sidade de nm regolamento, e de um coa-
tracto, em que serao previndos e acautel-
ados os abuses" e faltas da empreza. Assim
tero os propietarios urna garanta de
mais.
Quanto ao histrico do contracto, a cujo
trabalho se deu o escriptor, nao lbe vemos
outro prestimo que nSo seja confirmar o qae
haviames dito, Uto o contracto e di-
versa? modificaees, inclusive a de ser obri-
gatorio, foram obras dos eonserradores.Ccm-
ti'a este Xacto nao prevalece a invocacao feita
as repugnancias da menora da assembla,
desde que a matoria nao as teve ; e muito
menos a descoberta da substituido do ivs-
tema de apparelbos, feita no contracto ino-
vado. Esta substituic5o estava prevista no
contracto primitivo, como o est no con-
tracto innovado.
Se taes repugnancias foram trazidas a
iscussao, como um attestado da coherencia,
nao temos o que allegar em contrario. O
que nao podemos admittir a insinuacSo
do que fizessemos um appeilo aos brios do
partido conservador para sustentar a em-
preza.
Nao te nos carencia deappellar para esse
partido, mxime ea negocios que nada tem
com a poltica, tanto mais quanto os artigos
a que respondemos, nao sao para nos o modo
de sentir do partido conservador ; consti-
tuem a opiniaf do sen escriptor, e de mais
alguns conervadores ialvez.
Nao obstante, por consideraijes do or-
dem muito espciaes, n3o continuaremos
com a discussao. Com est artigo damo-Ia
por linda.
Recife, 16 de junho de 1867..
Um conservador.
Um caso asnobrmnn !!!
Avant done que iecrirt
apprenez penser.
(Boilbau.)
Nao vio os leitores pensar lendo litlo do mea
escripm, qae se trata de Satsa parnlka de Bristol,
nao, senhores, trata-se d'am acontecimento ex-
traordinario qae passo a expor sem ouis prem-
bulos : Eis o caso. Raira a manba do dia 17
de i.mj de 1867, como era de cosime raiarem
os outros dias, e ainda ea estava aftarado cama
de v.-mo. como a ostra ao pao, soohando, (aquel-
te enleoo i'alma ledo e ceg) qae de caixeirc unba
passado a pairo, oaando soa acordado e arranca-
do as loiobas Masas per um raido infernal capaz
de fazer irrigar a grenha Satanaz, sabido do
corredor da casa em qae moro. Visto-me a toda
a pressa, dirijo-me ao lagar indicado, e o qae vejo
ea encostado pqrta da roa pela parte de den-
tro ?.....Um Jornal do Recife, todo encolbido e
machacado ; am saurrimac gritando com toda a
f jrga qae tioba no por&o, qne nao era corsario ;
nm caixeiro prolesUodo qne estava vivo emquanto
o nao matassm; e ama trammatiea eoitagaexa
fenda mortaimente em diversas partes do sea
corpo 11... Aposto, qae o lellor pensa, qne lbe
estou contando ama peta andradarma. Pois en-
gaa sa. Tsto verdade. Escale o resto.
uerigl kfiraeiro paUVr ao Jemal do Recife
perguotando-lbe : O' mea amigo t Qaem o pez
nesse triste estado ?... Ao qae ello responden : 0
desejo dt ser mparaal.
Ao acabar de pronunciar ultima syllaba oavi
a forte detonaco d'am espirro iapprotacdo dado
por am artigo obra o Ihtatro nos eslava oovindo.
Aproveitando asta espirro para Interromper a
nessa conversa, ebegon-se a mita o "Merrimac,
pergantaado-me : Vmc. ja onvio Oiaer qae ea ti
vesse sido corsario 1 JtonponAHt m :
Nao eonsU essa ma oou na so repoUeao Ae
navio de guerra dos Estados do Sol da America.
Pois mea amigo, me tornou lie, por isso que
ea grito desu forma.
E grilava a bom gritar,
E eu, *raAva como oMmtm do hile o oaiieiro
nesssparado, en nio estoa bem vivinbo da Silva,
meu senber 7
Est, disse-lbe eu, nao ha dnvlda. Pois ha
quem diga, connnon elle, qae ea nana ss/i l
Forle ceg I..
A grammatio entio arrasUndo-se a mallo gas-
to at amo de mim, pelos ferimenios morlaea qne
recebera dava gritos, qaa acbavam de dr co-
ragao, d'eov Jta coa a aegointanalavra, ana
segando ella dixla, eram a can 4 lea, suri:
Ialroiuzrse amcaraar pira desparar contra
mim S3us ejmhoes..e polo.....aqai a gram-
matica eitjaloa altllno saseiro, apesar de ea
a por ao aarifo dnt apartes dado* na assembla. .
*V^%aa%aMnTV0ll
enterro da Ilustre4nA, w9dia em qae se pabli-
rem os ATwatn de cerlo depOUA provinciano,
/ser yiraSiiu 4* mmtreic eW Ptrnambnc,
nesl 'a"* M pakneirMende ant o sabia',
AtnVro Qna/pAaftfQ,
Algodoaes, o qual esta entregue gerencia
do Sr. Jos Joaqum da Fonte Gutmares
podendo o mesm o senhor fazer todas as
transaccoes concernentos ao mesmo esta-
beleciaento, isto debaixo da minba assig-
natera. Recife, 21 de Janeiro de 1867.
Joaqum Simio dos Santos.
BBJ
COMMEiCIO.
~5-----------"^-------------"
Naaa banco de trernamabaco
O Novo Banco descoma letras de 7 e 9 0/0
ao anno, onfonae os prasos.
NOVO BANCO DE PEE-
NAMBUOO
O novo banco paga o dcimo oitavo divi-
dendo de G<3300 res par accao.
S5o convidados os Srs. accionitas do
novo banco de Pernambuco para a assem-
bla gerat extraordinaria, que oi marcada
na ultima sessSo para o dia 21 do corrente,
ao meio dia na casa do banco, na qual a
comraissao nomeada tem de apresentar o
sen parecer sobre o destino do banco.
Recre 14 de junho de 1867.
Visconde de Camaragibe,
Presidente daw assembla geral.
ALFANDEGA.
Rendimentododia 1 a 17.......... 275:050*189
Idem do dia 18................. 25:120*407
BEtmitfB.
Tribunal do eommercio.
Nesta data foram Inscriptos no litro da matrisn-
s^eonsmaroiantes os Srs. Felippe Antonio ifl-
nej dCosta, Irasileiro, esubelecido combe-
Ae molnados ferragens e miadezas, emgros-
e a reamo, o idade da Victoria, e HanoM Cee-
tt linhetro, Porafnez, eslabeiecido com padaria i
nesta cidade.
iiarta do tribunal do eommercio 14 Aajn-
nbo de 1867.
O offleial-maior
Jalio Gaimaries.
Compantiia do Beberibe
No dia 22 do crrante pelas 12 horas do
dia tora lagar no escriptoro da companbia
roa do Cabog n. 16, a arremataco dos cha-
farizes e bicas por bairros, nao se admittindo
propostas que comprebendanr mais de am
bairro, nem por espago maior de um anno;
os Srs. licitantes compare?am com seus fia-
dores ou declaracoes dos mesmos no men-
cionado dia, devendo ser as proposta em
carta fechada apresentada na mesma occasiao
ou antes no escriptoro onde melhor se de-
verio esclarecer e informar das candieles do
contracto de arrematado.
akzes sobre as qaaes se deve Uncar
Bairro do Recife
Chafariz e hica do caes
da Alfaodega..... 6:Q0000
Dito da ra da Cruz. 7:200,00
Gato da ra do Brum. 5:000,9000
Dito e bica do Forte do
.salte........ 4^005000
S DE L'OMBRE;
t par M"' Clestine Thlerry.
antatlon
!ME AX OEFSIW,
on aeteypar Mrs. Da mano ir o Clair-
afanilde Poppe remplira rolesdediffrentt
ise danseradenx pas:
1. La Madrilea. |
I-La Gigne.
waaowuG.
Becter, alant.............. Mr. Pe va
B/inc m'gnas, son oacle...... Monry
(Frmoaillovidem............. FAnad
iRosU, grisette............... M-Mkilde Poppe
Cht^iMMiant........... Mg-fieMn
Leontrd.idem................ Antoine
Ordre iu speetacle.
I> La Cbanson de Fortnnlo.
On eooMnaneera i. 8- htnres.
atM eoamrnate qne Uertem
t B^d "2 relajo W5Sf?ef"
criptos neste edital.
Nesta secretaria se Anrlo a etdamioMaat Ae
qae os concorroaanrmiiiarom, e no acto Aa ar-
rematago deverio *% comparecer com seas Da-
dores oa munidos AT cartas destes, que ficarae
responsaveis pelo inteiro enmprfmetK dos rotpee-
llvos contrato. v -
Seeracarib da Santa Cm Ae Misericordia do
Recife, 11 de jonfco A 18*7.
O eserlvao
______Pedrp Rodrigmet de Stmxa.
Casa de Misericordia
n
atoos Himnos
-------------------------ra!, -t .v
COttNHUDJNUSH.EIRA
A VAPOR
Recebem-se dt
nanAac.^n
de toAAt ot inajatMa sa, tp
as. 11aera em ponto. ffBAbj
kaAottVtxu
tre a mulos ontres pertancM A
_ S*xa-feiral dejunfco
norn Aa
O agente
qoemi
os qaaetanAnra ieen i*ter iimiini
lio AevttA |er lagnr m M Utu Ao a
le m (rente Ao arjtaatott Aa
bnetnoFerfe
IH oOaiaaseSirTiiia
ftt tiilt.
snxrA-rana>a M> o
O agente Pasta Sara' tnUa par
>ajtmanrlenar i 10 saana
'em vinbo Unto saair Aa
vendido em nm on mal
etonaAoMiite^ralai
Vem
S DIVERSOS.
do Becife.
A iUoatrissima junta administrativa da Santa
Casa de Misericordia do Recite, contrata com nem
por luenosprece fizer, o forneclmento de medica-
mentos de qne precisar, a boUca do aospitai Pe-
dro H nos mezes de jalbo i setembro de 1867,
para o qae recebe proposta na sala de snas sessSes,
dalas 4 horas Aa urde d* dia ti do correte:
anba, libra.p
Salsa parriiba contasa. I .'
Uismotb. ^H j -
Asaatmr candi. H
Gomma arabiea.
Oleo de amendoat doces.
Oleo de amendoas pnro ingles.
Emplsslo confortativo.
P>eado de enxofre.
Massa caustica.
Agua ra. .
Iodureto de potassa.
Saboguelro.
Raii de altbeia.
Parleataria. """ '
Raiz de espargo.
Semeptes de linbo ntaras.
Ditas'em p.
ir esperado dos aortos do sol
at o dia 12 do eorrtnte o vapor
Sana Cruz, e qoaf Aepois da de-
mora do costme seguir para
os porios de norte.
. desde ja passagekos e exigaja-se a
carga qae o vapor poder condazir a qoai devera'
arembartAanodiaesnaenegda,eneommen-
das e dinictro a frote atd o dU a sabida as 1 ho-
ras. Previne-se nos Srs. passagelros qne saas
passagens sd se recebas nata agencia roa da
Cruz n. I, escrlpt irlo ae Aatofllo Lalz de OTIvera
AnsveAo* C
22:7004008
Bairro de Santo Antonio
Chafariz do largo do Car-
me. ......... 10:0000000
Dito do largo do Paraso 8:0005000
Dito do largo da Praca
de Pedro II...... 4:5000000
Dito da ra do Sel. 3:0000000
Oito da roa da Concordia 5:0000000
300:170*696
MPVIMENTO I>A ALFANDEGA.
Voiumes entrados com fazeedae.. 154
re gneros.... *9!
Volamos sabidos com fazendas...
te gneros....
346
117
436
-----853
Descrregam boje 19 de unbo.
Vapor ingezChrgntitemercadorias.
Galera mglezaflmionemercadorias.
Escuna prassiaaaElmtraidem.
Esenna scbleswing-Holslennexa Uorothea\
Paucho ItalianoMana-dem.
Patacho oldembarguezJohan HcnrickiiT
trigo.
RECEBEDORIA DE RENDAS NTER?
GERAES.
Readimeoto do da 1 a 17....... 25:9
dem do da 19................. 1:3
MOVIMENTO DO PO
idem.
fiario en/rodo no dia 18.
Ass16 dias, lancha braslleira Mara & Amelia,
de 55 toneladas, capito Francisco Tnomaz de
Assis, eqnipagem 5, carga sal e palba; a Pren-
le Vlanna & C.
Navios sonidos no mesmo dia.
Liverpoolvapor mglez Amazon, capito Rebert
Elles, carga algodao.
Rio Grande do Salbrigae brasileiro Firma, ca-
pito Joo E. B. das Noves, carga assucar e on
iros gneros.
Rio Grande do Sal barca portagaeza Aratnafa,
capito Francisco Ignacio da Nova, carga assa-
cAr- / '
Ooserpacao.
Fandeoa no lamario ama barca portagaeza,
mas nao teve commuaicace com a trra.
EDI TI ES.
30:5000000
Bairro da Boa-Vista
Chafariz e bica do caes
do Capibaribe .... 3:5000000
Dito da ra da Aurora 2:0000000
Dito da praca da Boa-
- Vista......... 6:000jt000
Dito da.caixa d'agua dos
Pkes......... 5:8000000
Dito da ra de. Goncalo 1:5OO0OOO
Dito do largo da Soledade 2:0000000
Dito do logar do Campo
Verde........ 1:5000000
Dito da Cidade Nova de
Santo Amaro. .... 3:0000000
25:3000000
Passagem da Magdalene
Chafariz do largo do Vi-
vejro.......... 2400000
Dito entre as 2 pontos. 36O0OOO
Mostarda inteira.
Loso a.
Raspa de viado.
Camphora.
Macella.
Gomma de batata.
Flor da enxofre.
Cevada.
Rosas, libra.
Snlpbato de soda.
Grana cortada.
Aleen').
Alfazema.
Carona.
Tili
Man.
Flores de malva.
Amoniaco liquido.
Oleo de ricino.
Labaraque francs, garrafa.
Agoa iogleza de Lisboa.
Le Roy vomitarlo.
dem porgante.
Pos de Rog, frasco.
Pastilba de Kemp, vldros
Xarope de Forget.
Dito de pona da espargo.
Pillas de Vlete.
Magnesia Henvys.
Xarope peitora* ioglez.
Oleo de vernrifoga. .
Dito de figado de bacalbio.
Pillas de Alisiom.
Secretaria da Sania Casa de Misericordia do Re-
cite,- 11 de ionno de 1867. ...
O esenvao.
Pedro Rodrigues de Souza.
~~pl* secretaria da cmara municipal desta
cidade se faz publico que a mesma cmara princi-
pia a sua segunda sesso ordinaria desfe anno em
o da 19 do correte, e nos que se segufrem.
Secretaria da cmara municipal do Recife 13 de
lanbo de 1867.
O secretario,
Pranciseo Canato da Boavtagem.
Pretende seguir para o Indica Ao porta, o bem co-
nhecido e velleiro brigae Aielaidt, capilo ptico
Jaaatbo Nnnes da Costt, por ter a matar parte de
sea carregamenlo tratado, e para o resto qne lbe
falta trata-se com o consignatario loaqnim Jos
Goncalves Belirao, roa do Trapiche n. 17._______
A barca portagaeza Sympatbia deve seguir com
brevidade por ter grande parte da carga prompta
para o resto que lbe falta e que recebe fretes
commodes : trsur com es consignatarios a rna
do Vigarlo n. 10.
Para Havre
O navio anace Spa* toma carga para o Ha-
vre : tratar com os consignatarios Tisset Freres
tura,atragaaeB.9.
Institua ireneajtfirt t
CmPANlU BRASILEIKA
DI
Paquetes a v^por
E* esperado dos portos do norte
at o Ala T do carrete o vapor
Paran, cbmaundaDte o capito
de fragata Santa Barbara, o qaal
depols da demora do cosame so-
pnos do sal.
Desde i recebem-se passageiros e engaja.-se a
carga qae o vapor poder conduzlr, qaal deveri
ser embarcada n dia *de sua chegada, encom*
menflas dinhefro afrete at dTa da sanias a
* boras. Previne-se aos Srs. passageiros que soat
passagens s se recebem nesta agencia ra da
Cruz n. 1, escriptoro de Antonio Lniz de Oliveira
Chafariz do lugar da Ca-
punga ......
6000000
6*00000
6000000
i De ordem do Ilion. Sr. Inspector Aa alfande-
ga se faz pnblico ae teado-te Ae contratar o for-
neetmento dos objectos abaixo declarados para o
expediente desu repartlgao principiar do 1* de
Julbo a 30 de ]unbo de 1867 a 1868, sao convida-
dos es preteadeotes a presentar anal propostas
em carta fechada at o di SO do corrente, a
saber:
Objectos para a goarna-moria.
Lonas, brini, bandeiras nacionaat Ae 1 e 3
pannos, oleo de lina;, tintas preparadas olee,
dios en pe, breo, alcauio, verniz, fio de lgoda9,
lijlos para llmpeta de (erragem, piassava,.ao-
pa, prego ae ferro da dierentes Umantaos, ditas
de cobre ditos, graxa oa sebo, cera em graaw, ca-
darco estrello, azarcao, talxas de bomba, ejeo da
differtniexraalMada etftaaras, Sawle car
rapato e de cfloortntrao ptarees, forqael
de ferro, carreate*AAiaWena grontan, tarros
Ae diflerante umaamos, naos A 1S, 14.a 4d
{pes, loaca A aee entina.
Par wrvleo A caautat.
. Livrot m arana pama artaa
ce pan a gnln(lt, ttai roe,
nrosae pira piolara, wdi A earvio
MfMasgai Prnabaco da aa>
O 3* aaerlpaena,
EQtyclio Moodtm
Escriptoro da companMa do Beberibe,
18 de janho de 1867.
O secretara
Dr. Prxedes Gomes de Soaza Pitonga.
De ordem do Illm. Sr. inspector se faz pnbli-
co qae, tenderse de contratar o fbrnecimento dos
objectos abaixo descriminados para o expediente
das secces esta repartico, a principiar do 1 de
de jolbo a 30 de junbo do anno Onancelro de 1867
a 1868, sao convidados os pretendemos apresen-
lar suas propostas em carta fechada at o dia 20
do correte, acompanbadas das respectivas amos-
tras, a saber :
Ara preta e aznl.
Cadarco de algodao largo oa estreito.
Canelas para peonas.
Lapes preto.
Ditos deieores.
bras pequeas e grandes corladas.
Papel deaettaada paotade.
Dito almaco greve pautado/
Dito dito liso.
Dito AKo grave branco.
Dito dito de linbo.
Dito mata borrio.
Caivetes.
Raspadeiras.
Peanas de ac,o.
Dita. de aves.
Regoaa d madeira.
Trata fasta.
Dita tona. I *
fatrmai paa tnae-
^Ha-daParnembaco, jKiaiho AAjl867l
> en
"io de compras aaarseoal ff
I
Sexta feir 21 do crrante, na audiencia do
Illm. Sr.Dr. Juiz municipal d primelra vara, es-
crivo Unnba, vo a' praQa diversos escravos e mo-
vis, pertenceaies a massa da finada D. Mara Rosa
de Jetas : qaem nelles qaizer Uncar compareja
no lagar e bora do costme.
O conseibo econmico do deposito de re-
erutas, tem de contratar, com qnem melbor con-
diegao apresentar. os ganaros alimenticios abaixo
mencionados, que devem aer fornecidos no sinies-
tro prximo, sendo os mesmos gneros de qna-
tldade. *
AsBucar refinado de primetra'.e segunda sorle, ar-
roz, atette doce, aMtria, baeamae, bolacha, boiaxi-
nhas mgleza, cha', caf, carne verde, dita secca, do-
ne de goiaba, farrnia Ae mandioca.dlta de Mar-
nbao.gommade araruta, feijo mulatlnho,galllnhas,
anba, nenas, leite, matelga iogleza e francesa,
evos, pes de 6 e 4|0, toucinbo, vinagre, vinbe do
IPorto.
Os pretndantes, pois, deverio comparecer im-
preterivelmente uo quartel da Soledade no da 27
do correnta as LO Doras do da, com as devMas
propostas fixadas, e apresunta-lat ao mesmo coc-
aelbo, reunido par semelhante nm, na steretaria
da mesmo deposito.
Qnartel na Soledade, em Pernambaco li de ja-
lo de 1867,
O lente secretario,
Antonio de SA iarrato ionlor.
Sociel genrale de transpqrts
maritimes a vapeur.
At o dia 25 do corrente mea esperase de Ge-
nova por Marselba, Gibr,:itar e S. Vicente o vapor
francez Bourgogne, o qaal depols d demora do
costume seguir para Bueoos-Ayres pela Babia'
Rio de Janeiro e Montevideo.
Para condieedes, fretes e passagens trata-se na
agencia roa da Cruz n. C3.
Parto.
Pretende segair eom a maior brevidade possi-
vel a barca portogneza Ourence, por Ja ter parte
de seo carregamenlo prompto, para o resto a frote
commodo e passageiros aos qaaes offerece exeel-
lentes commodidades, trata-se com Caoba Irmios
& C, a rna da Madre de Dos n. 3.
ta'~*- Baha.
O patacho portugus Desunido, recebe carga a
frete mdico, e para tratar na roa do Vigario n.
10, com Billar & Oliveira.
Oei#sU especial de iaslruet de ca
cadtrea a ca vallo.
Tendo-se de contratar o
ros abaixo descrlptoe para
lbada do referido deposito, dorante o prximo se-
mestre de julbj dazaaa'O.J) capito comman-
dante abaixo alsaaJdaT#anJpa o pretendemos a
dia 12 do
i forneclmento dot gene-
i aUa>aaMM A cava-
as
mnbia
-A
precita comprar o seguinte :
Papel eartoxinho, reamas 8, o|ao de llnhaca, S
Is, vaatoors Ae piaataba 100. dius de junco
duan e palha 300 : floainqniaer vender ditot
_oe prnt toas prono a sala do conse-
Ibo, as U boras do dia 11 pernote. }
Contelbo de compras Oo arsenal de guerra 16 de
innbo de i867.-Jos Mara Udetoaso Jacome da
Veiga Paste e Millo, presidente,
conseibo de compras do trienal de gaarra 16 dt
Aapaanaio qoarem venda-a siga pe-
didos pelo conselDo l* eomatas do arsenal de guer-
ra, tenbam a vista a aomtaate 4v metmo cense
toe Ae 16 Ao eemaa, _
a aan ; we^ ^
comparecerenr com saas
correte as 10 boras da
Capim de planta em arrobas.
Milao en) alqaelres.
FarHem.libri.
Me! de foro em garrafas.
Qutrtel aCaopA dan Prinasaa 18 de janho
de 1867.
J. L de ModeirosRego Montelro.
9
mffWB Sautaam do

eaiina
A Ulna. JoaU admlnMrafvi da 8mta Casa da
Barca Pereira Borges
Este navio que deve a' sabir para Liga at o
i 14 do correte, offerece boas accommodaedes
para passageiros : a tratar com os consignatarios
no largo do Corpo Santa n. 19 oa com o capito
O Pca. ________ _________
Para o Para.
Espera-se de Now-York o brigne cBertba Kalns-
terff, qne seguir' par o Para poneos dias depols
de sna chegada com a carga qae tem : qaem nelle
qaizer carregar a frete medico diri]a-se a seu con-
signatario Domingos Alves Matheas, a roa do Vi-
gario n. 14.
Para o Rio de Janeiro.
Pretende seguir oom multa brevidade o velelro
e bem construido brgoe nacional Damo, tem par-
do sea carregameoio prompto para o resto qns
_ e falta trata-se cora os seos consignatarios Anto-
nio Lniz de vJlivelra Azevedo 4 C, no sen escrip-
toro roa da Cruz n. 1.
filo1 de Ta-elr
Seaae- para o Rio Ae Janeiro o brigne brasileiro
TROVADOR, por ja ter parte do sen carregamen-
io prompto, para o reato da carga e escravos tra-
ta-se com os consignatarios Marqaes, Barros 4 C.
largo A Corpo Santo n. 6, segando andar.
respectivo -
LUISES
_EI-_>
-i
Qaarla-feira 19 de carrete
U horas dt aiaaia.
Pelo agente Eozebio.
De nm taberna sita a roa das Ctaeo Pena Ae
n. 93, conundo diversos gneros, ara:
iaisainiiiniis aam, ax
dos, e bem afregnaaja. Mt*k,lfP>
c?ISn da gia nic^la'-U 4 hora v.
referido leilao ojo jH-odadio sera' pira;1
___~e__j
Ha ver seasao
corrate, pelas li bora da
oansa oo bu
Relatnos, pareceres e asi
coamissoes.
Continnacio da leitora do
grapnico dos bispos de
Sr^Dr.F.M.Raaoao-iaarli,
tivo do iostiioto.
Secretaria do insttato. 47 dt
1867.
JoeSoaras de
Segeiaio
Proclsso de Corpis-clirifte
Irmandade de Santissimo
Santo Antonio.
Tendo a mesa regadora Ana I
berado faior no presente asna a
pos-Cbristi, convido a leAos
cerem em nena igraj no Ai SO
4 boras da tara, anea Ae acoten*
dita prociasao, qna-aaenrrera*
ao sabir da igreja roa do Cebnc', rn hwf
Rosario, travesea Ao QneimaAa, larga A Mtl,
rna do Imperador, travets A
Crazes, Qoeinudo, precs Aa
Ligamento, INrmta, paa e 8.
Horlas, paleo AoCarmo, caaaea i1
das Floras, roa Nova reeotnar-M; a
se pede aos morad/es Aa rnAtttta rana, a
oasaei da meamnt, na i
Consistorio, 16 dejnnbo da 1M7
Jerooymo Emiliano M
________________Eicrrvaa.
LOTERA
AOS t3.O0*4O*#
QuarU-eu-a 26 do corran- mez atia-
bar e boras do costume se extrahir a aP
parte da lotera a beneficio das ananas dos
voluntarios da patria (25.*)
As encommendas serio guardadas aoaaa-
te at a noite da vespera da extraccao.
O tbcaonr caro,
______ Antonio Jos Rodrigues dt
Joaqaim Simao dos Santos, snMta
val Portngal.
Club Peraambucano
A partida do correte mez tari lagar aa
noite do din 21.
Olub do Kecife
A partida do corrente nasa, ara logar aa
noite do dia 22.
Attencao.
Luiz Fonseea de Macado fax seiena a
val publico qae o Sr. Joaqaim Caetntn Ae
lbo deixa de ser sen caixeiro am
de padaria na rna das Ctoeo Pealti a. 38
daaem Atante, ieetf 17 ana a MA?.
Alagase nmeseravapara
nm bom moleque, nm eserava i toAo
rna do Imperador o. 50.___________
O irmo mestre dos novicoe da vtat-
ravel Orden Terceira de Nossa Senaora do
Monte do Carmo, convida aos seta aftt
novicos o comparecimeoto na diu cayana
no dia 20 do corrente mez, a 10 horas a
manhaa a negocio da mesma Ordem.
Recife, 47 de junbo dt i 847.
Manoel Jos da Costa Reg.
Mestre dos oovicaa.
Preelsa-sa A ama aana para
fmula :ao pateadas. Petan, il
mm
Escrav crimiatst, SOI fe gr*tiicact
Contina ainda fagido de roen sitia A aalra
do Arrayal, desde 9 de maio de 1967, fgate aaa
crite, e eom orna crrante cravats no p, a asea
aseravo ja annnneiado os Aanas, eaa sAf-
na^s seguales : ___
Simao preto nengaella Ae 3 aanes Aa Mn ,
esmura regular, sitndo, sem barba, emaiap
com orna marca de ferida na eaantfc.
na frente : vestido de pAtlIof 4 atanra
eatoopa a de ensate sino Ae aaa: A
qae mnde de ronpae : levoa bla*n Aa
carnauba com asa da enttar no braco,
Oa com listas encarnada aa letra, I
camisa com salpico* eneamat a:
co, chapee pequeo preto de copa bata i
mais palitol de alpaca prew roto atea
aiulo.
Pot aseravo do engenho i
A vttlt de Iguar**, A I
Cirio, a aoje Ao Sr. Dr. 1
a Caneo, casado com ana Irataa A i
lnet.
mtSAmKu ffaa tT^-*
mtnaa otaria n. t* s rn% a
do Recife.
>a a
jtt4' tiU fe rat%neeit.
opera ^comlqae
l'ljflfTOKFBNi'O,
a aarnt, |ef|ia.Het8r
.s

Be una tbilia djaearai mm ttn-
ttjy TOJtti,
*W eoau e ordem *? WtSaW Wrq fVW'
rao oaSSBBB
joja de cera.


* -- -"' '.-'


*l&*n3UH?Z && MrW%b& i. 1867.
CWtrTE
u escrivao da irmandade do Santissimo
amento da freauezia dej&Jps, pelo
kie J&ivida aBdSbs (iAcharos ir-
para compfre|fluiota*iri 20 do
te, 3 i* Ipr da tarde na igreja
matriz, para em corperacao acompaabar-se
a proci>s3o de Corpas Christi, qae tena de
apresentar a vista dos fiis a irmodade do
Santissimo .Sacrament da freguezia de Santo
yotoaio, para cujo fin, foi nossa corporacjio
convidada por esta illastre irmandade.
O escrivao,
los Ellas de Oliveira.
Secretaria 4a Veaeravel 0r4e Ter-
ceira 4e Nossa Seahora de Carme.
De^ordem de nosso irm5o prior, convido
a todos os nossos cbarissimos irosos a com-
parecerenl am nosso consistorio-, paramen-
mentados eom seos lubiios, qnittta feira 20
do corren la c 9 boras da maobaa, pan
acompanharmos a procisso que tem de sa-l
hir do convento do Carmo a recolber-se
aaa nossa igreja o assistirmos ao Te Deom.
No mesmo dia as 4 horas da tarde, devo-
remos reunirmo-nos no mesmo consistorio,
para encrporados acompanharmos a pro-
ciss5o de Corpo de Deas qae tem de sabir
da nutria da Santo Antonio, para que lo-
mos convidados pela respectiva irmandade.
Secretaria da veoeravel .Orden Terceira
de Nossa Senbora do Carmo, 47 de junbo
de 1867.
O secretario,
Gabriel Antonio de Castro Ouintaes.

Photographo da A, casa imperial do Brasil
Irmandade das Almas recta
na matriz de Sao Frei
Pedro -Goncalves do Ee-
i?
De ordem do irmio juiz, e de conformi-
dade com o disposto no artigo i 04 do com-
promisso, coavido aos nossos cbarissimos
irmaos a se reunirem no consistorio da ir-
mandade quinta feira 20 do corren te s 3
boras da tarde, para encrporados acompa-
nharmos a procissae de Curpus Christi da
matriz de Santo Antonio para o qae fomos
convidados pela irmandade do Santissimo
Sacramento da mesma matriz.
Consistorio da irmandade, 15 de junbo
de 1867.
escrivao,
__________Joaquim Xavier Vieira Ligo.
Padaria allema de Santo
Amaro.
Maternas A Lenz aotorisou posi-
tivamente aos seos procaradores de avisar
a todas as pessoas que se acbam em atraso
nos seas pagamentos por este Diario, para
saldarem os seqs dbitos no praso de 15
dias improrogaveis, e nao o fazendo, sero
chamados indistinctamente peranle o juizo
contencioso. Roga-se por tanto a esses se-
nhores que evitem semelhante passo, que
tao contra vontade se devc dar, porm a
necesssidade assimo exige.
Recife, 17 dejnnho de' 1867.________
Precisa-se de am calxeiro para taberna com
pratica : na roa do Pilar n. 89.______________
Alaga-se am arroaiem grande na roa de
Prala n. 33, proprio para carne ou ootro qual-
quer negocio : a fallar do mesroe.
O Sr. Jos Rodrigues Canhoto tero nma carta
vinda do Porto : na ra do Vigano n. 19, primei-
ro andar.______ ________________________
Fabricado cerveja nacional
DE
HEERIQUE LEIDEN
n. 35 rua do Cebe n. 35
0 prop riel ario deste estabelecimento, pri-
meiro introductor desle raao de industria no
Brasil e et-proprielarios da Imperial e antiga fa-
lilira de cerveja nacioual, roa de Mata-cavillos
76 e 78, liio de Janeiro, faz sciente ao respei-
tavel publico desta capital, que, depois de
novos e aturados estudos sobre o objecto,
acompanhados de multplices e prolongadas
experiencias cerca da grande differenca
de clima, para chegar a resultado idntico ao
j colhido no. Rio de Janeiro, isto obter
urna cerveja que se possa justamente com-
parar melhor para aqu importada, acaba
de fundar urna grande fabrica de importan-
cia tal poder produzir, raais de 3000 gar-
rafas diariamente, pelo qae, desta data em
diante, acha-se bahilitado a fornecer, com a
mxima promptido, qualquer quantidade
de cerveja branca e preta de superior qnali-
dade, aos seus numerosos fregnezes, quer
para uso particular, quer para negocio.
Igualmente faz publico, ter um grande
sortimento de vinhos finos e ordinarios de
Allemanba e Franca por mdicos precos, ha-
vendo dos da ultima especie deste 360 reis
a garrafa, sem casco, at 150, a dozia. To-
das as encommendas serio entregues livres
de despezas, eos domicilios dos senhores
compradores.
Prevalecendo-se da opportunidade previ-
ne o mesmo proprietario ao commercio de
grosso e a retalho qoe tambem encarregar-
se-ha de fornecer-lhes orna excellente qua-
lidade de vinagre, por elle fabricado, o qual
revasa com o melhor que se vende nesta
praca.
O estabelecimento do Sr. Leiden acaba de
ser honrado da visita do I Uro. Sr. Dr. ins-
pector da sade pnblica, o qual Sr. Dr. achou
as fablicas montadas e estanelecidas as me-
lbores condicoes bygienicas e as qualidades
da cerveja, dos vinhos e do vinagre dos me-
lhor es que se possa recommendar ao uso do
publico.
Achando-se o seo estabelecimento mon-
tado em um dos mais amenos sitios desta
capital muito se recommenda concurren-
cia dos amadores dos recreios honestos, que
nelle encontrarlo alm de ptima cerveja de
differentes sortes, caramacboes nataraes,
jogos lcitos, da bola e bilhar e finalmente
boa eompanhia.
Um aviso anterior indicar os diversos de-
psitos que o Sr. Leiden propoe-se a esta-
belecer em diversos pontos desta cidade,
Eira melhor attender aquem se dignar
onra-lo com sua confianca.
ci de
Ra de
Acabamos
a 48, Morada, entrada a4e patea dalatrta-
d receber de Franca pelo vapor Eitrcmadurt ama liada collec-
, ,. ALWETES DE ORO PARA MTIATOS. Jfl L
Ha alfinetes simplesmeate de ouro, porm de bonitos feitios, e aa mbb^h
com pedras preciosas engastadas, perolas, rubios, esmeraldas- etc. Os precos dos aifl-
uetes com os retratos das pessoas que os comprarera, variam de 180 a 49)5000.
Tambem ha alfinetes de oaro para coHocarem-se retratos e especies para gra-
vatas ou mantas ltimamente em uso para horneas. Estes alfinetes com o retrato custam
de 140 a 180000.
I fj ETBATOS tas TOPOS OS STSTSIUS WWTOORAPHIOOS.
Retratos en ambrotypo, para eminhas ou quadrot.
-A Retratos em porcelana.
Retratos en papel para diversos Umanhos. *
Retratos en cartees de visita.
Vendem-se passe-.par-touts e molduras'pretas e douradas de todos os tmannos
assim como vende-se tudo quanto preciso para trabalhar em photograpbia ou am
brotypo.
Ha orna bella variedade de vistas stereoscopicas representando paisagens, elli-
cios e morramentos de diversos paizes da Europa, frica e America. Tambem existe
quantidade de academias coloridas e transparentes para stereoscopo, e tudo se vende
por barate preco. Stereoseopos de acaj, palHssandre e mogno d 4$ a 150000.
Albuns de diversos formatos e gostos para 20,30,36, 40, 50, 400 e 120 re-
tratos, de 30 a 18,0000.
A galera e officina acham-se abortas todos os dias e a todas as horas.
A loja n. 2 D intitulada Coraco te Ouro na roa do Cabogi, acha-se Tora en diante oBereeen-
do ao respetta to (a Parts) por menos 20 por eento do que em ootra qoalqoer parte, garantindo-se a qaalidade a so-
lidez da obras.*
O respeitavel pnbllco avahando o desejo qae deve.ter o proprhjarlo de am novo estabelecimen-
to qae quer progresso em sea negocio deve chegar imnrliarameote ao coracio de oaro a comprar
aners com perfeitea briibantes, esmeraldas, rabias e pereta; verdaietrs em agarras, modernas, pele
dimioato preco de iOJt, brincoi modernos de oaro e coral para menina pelo preco de 3, maxacs de
prata com cabos de marta nadreperola obra de moderno gosto (o qae o encontrarlo no coracSo de
ouro) voltts do oaro oeai a competente crasin&a ricamente enlejiada pelo, pequeo preco de 1SJ, brin-
cos de um trabalbo perieito por am mdico preco, cassoleas, traaealkis, pnwerru, llnaetet para re-
tratos o oatros moMostadoee alto gosto, aneis proprloe pitra buur cabello e Irma, dito para casa-
mento, no rtico roseta tem o Coracio do Oaro am completo e bom variado sortimeuto de diversos
gostos, but<3o para panbosoom diamante, rubios e esmeraldas, obra esta importante .Ja' pelo seo va-
lor Ja' por gosto ds desenlio, brincos a forma da delicada moslnoa de moca com plagante contento es-
meraldas, rabins, brilbantes, perolas, o gasto 6 sablrme, alflnete para gravata no mesmo gos,o, relo-
gios para senbora cravados de pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras te brilhantes de
nuito gosto, crosishasde rabins, esmeraldas, perolas e brilbantes, aneis.com letras, escoletas de
trystal e ouro descober para retrato (a inglea) brincos da franja, ditos a imperatrize toda e qual-
quer jola, para secoliocar retratle obras de cabello, e oatros maitos objectos qae os pretndeme <
contrario no Coracio de Duro qae se conserva com toda a amabiiidade aos concorrente delxando-
so de aqal mencionar precos de certos objectos porque (desculpem a maneira do fallar) dlaendo-se
preco talvoa algnem faca mao jaio da obra, por ser lio diminuta quaolia a vista do sea valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe se conear-
tos, por menos do qae em ootra qoalqoer parto, e dao-se obras a amostra com penhor, conservando-se
e Corac4|dfl Ouro aborto at as 8 horas da noile.
Qoatqner pessoa qae so dirigir anComnio de Oaro nao sa podera' engaar com a casa, pois
nota se ua sua frente um coracio pendurado pintado demarello, alem de*outro qae se nota em am
rotlo (isto se adverte em coaseqnencia de terem ja' algnmas pessoas engaado com oatra casa.


DE SORTES
DE
TODAS AS QUALIDADES
A venda na limara franceza
RIJA DO CRESPO tf 9
A loja das Collumnas
Lindos manguitos com goliinhas.
Grande variedade de golinbas com punhos, de cambraia.
De bretanha e de esguiao.
Gravatinhas de cambraia de muito-gosto para senhora.
Ricos peplum ae grosdenaplepretoenfeitado, o que tem vmdo de melhor gesto a
Peraambuco.
rua do Crespn. 13de Antonio Correiade Vasconcellos G.
NT.
MUNDOELEGANTE
46 RUA x\OVA- RUA HOYA IV. 46
THOMAZ FERREIRA OE CARVALHO & C
Grande sortimento de fazendas de todas as qualidades de seda, 13a, linho e algo-
dao o mais barato que possivel, assim como um variado sortimento- de roupa feita,
aprompta-se encommendas sobre medida com brevidade e perfeicao.
Sinceridade e preco commodo sua divisa.
N. 2-D W K. 2 D,
CORaCAO DE OURO.
I lUm meus amigos
Vndese mnasa do rnaadiona mjiMo fM pan
boto : na abodadafeoba,casa do cloom4b. J7.
Aaa i* leite
rVeeiu-M do aaa ama de lelia ; ao ma do !-
perador o. 83, segondo anar.
AMi

^a
Prectsa-se de ana eserava
roa do poetando n. 31
Para eotiaaar : aa
Aos Srs. fogueteixos
Ha botica da rea larga 4a Rasara a. 34
Salitre roteado do 1* qaaMade.
Enxofre en eylindro idooa.
Limalb da ferro (mallo nova.)
dem de ac dem.
dem de pona d'agolna idem.
^-~ma senbora franceu da' iieoos de
francs e itatigao en casas |
na rna do Imperador n. 71, i
X. 3 aRua do CabalgaN.
Agostnho Jos dos Santos $ C
Acaba de chegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
jeias do ultimo gosto, perfei^o artstica e modetlos enteiramente botos ; como
. seguem: adereces com rubim, esmeraldas e perolas Anas, pulceiras, broches
para retrato, anneis^ botSes de puliho, brincos e cassoleas com letras, etc.,
etc., etc. Salvas de^rata do Porto, faqueiros, paliteiros, cafix de mesa e
fracteiras, cujos precos s5o incomptiveis, pois que os.proprieiaris desta casa,
recebendo seus artigo* tlirectamente da Europa, podem servir vantajosamente
aos seas freguezes. Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, paga-
se bem, tambem se incumbem de fazer concertos.
aRMEN DL ROUPA FEITA
Reg & Moura
rua Nova n 24
Os proprietarios deste estabelecimento, verdadeiramente plnhorados para com seus
amigos e freguezes, pelas continuadas provas deacceitacio e confianca quedellesho re-
cetado no espaco de tempo em que se acbam estabelecidos; natrindo, agora como sem-
pre, desejos de corresponderem suficientemente a esses ttulos que muito e muito apre-
ciare ; resolveram augmentar o pessoal artstico da sua officina de alfaiate para assim sa-
tisfazerem com a presteza possivel qualquer encommenda de roupa feita ou por medida.
As pessoas, a cujo :argo se acha a direceo da officina, sao os Sjs. Lauriano, Castello Bran-
go e Souza Cont, artistas de reconbecido mrito e incontestavel zello e solicitadle por tu-
do quanto diz respeito a sua arte. Pelo pouco que Qca dito e pelo muito que poderemos
accrescentar na presenca dos nossos freguezes, afflancamos desde j a mais restricta ob-
servancia e fidelidade no cumprimento dos nossos deveres.
Precisa-se de orna ama
familia : a rua da Cruz n. 8,
para casa
1 andar.
de pouca
Attentfo.
do Livramentf-N. 25
N.25
Deposito de tamancos e calcado nacionaes da fa
brica da rua do Jardim n. 19, de Jos Vicente 6o-
dinbo, tanto no deposito como na fabrica sa
apromptam todas as poredes de calcado o mais ba-
rato possivel, esta fabrica tem todas as machinas
proprlas para os calcados ja' bem acreditados pelo
grande numero de freguezes qae daqal se for-
necem.
Percisa-se de um creado escravo ou
livre, de 12 14 annos da idade para ser-
vicos internos de casa de familia; a roa do
Solsobradon.il. *
Hi
CASA
de commissao de escravos,
Na casa de commisslo de escravos roa do Im-
perador n. 45,3 andar, recebem se escravos pa-
ra serem vendidos tanto da praca, como do rnau,
e os senhores de engenbo qae por qaalqaer moti-
vo qaeiram desfazer-se de algam nao tem mais do
qae remette-lo ao abaiio assignado qoe garante o
bom tratamento e prompta venda, nao se poopan-
do eiforcos afim de em todo satisfazer as pessoas
que o qaizerem honrar eom s sua conanca. Nes-
a casa ha seapre para vender escravos de ambos
os sexos.
Antonio Jos Vieira de Souza.
filllll-llllll
| Residencia e consultorio \
Medico cirurgico
DO
Br. Aniaaia Daarte
Na praca da Boa-Vista n. 21 oude
pode ser procurado a qualquer g
hora.
Especialidad^
Doencas do peito, e de meninos. |
wmm-mmmmmm
Trocara se
as notas do banco do Brasil e das calzas OUaes,
com descont muito rasoavel, na praca da inde-
pendencia n. tt. -________
Secretaria da veoeravtl ordem tercei-
ra de 8. Francisoo do Recife,
Sendo pela mesa regadora aceito o convite da ir-
mandade do SS. Sacramento desta freguezia de
S. Antonio, para acompanharmos a solemnisai-
ma procissio de Corpas Christi, qae tem de ser
exposta a' vista dos fiis, na tarde do dia SO do
eorrente, convido a nossos c harfssimos irmaos a
comparecerem em nossa igreja pelas 3 boras da
tard do referido dia, paramentados de seos h-
bitos, aflm de encrporados, satisfazermos dito pe-
dido.
Joaqutm Claudio Montetro,
Secretario.
Venham ver.
As mais ricas sortes confeitadas para as noites
de S. Jlo, sao as melhores ebegadas da Franca, a
realho on por atacado : na roa do Pilar em Pora
de Portas casa n. 37.
Atten$Lo!
Palmeira & Beltro em liqoidacSo fazem
publico, como por vezes tem frito, que a
nica pessoa authorisada para receber as
dividas o Sr. Jos Antonio Alves Bastos.
Divino Espirito
ao convento de
5 2.x -
if:ifja

l-s
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* 2 S a.
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2 q.5
5=2 *3?%
c -sise
Is
irmandade do
Santo erecta
8. Francisco.
Por deiiberacao da mesa regedora e a convite
da irmandade do Santissimo Sacramento/da ma-
triz de Santo Antonio convoco a todos os nossos
irmos a comparecerem no nosso consistorio na
quinta fei a 20 do eorrente as 3 t|3 boras da lar-
de, aBm de encrporados acompanharmos a pro-
cissio de Corpas-Cbrlstl, que tem de sabir da dita
matriz. Consistorio 17 de junbo de 1867.
Joaquim Moreira da' Silva, *
Secretario interino.
Offerecese urna senhora estrangeira para co-
sioheira: quem pretender dirija-se a roa da Cadea
n. 36, prlmeiro andar. ________ _____
Ifa praga da Independencia n. 33, loja de
ounves, comprase oaro,prata e pedras preciosas,
e tambem se faz qualquer obra de encommenda e
todo e qualquer concert.
Precisa-se de dous pedreiros para serem
conlratados para trabalharem na igreja de Gamel-
leira: para contratarem no escriptorio da rna do
Imperador n. 83.
Araa.
Precisa-se de urna ama de leite: tracta
nesta typograpbia. ________________
Joaquim Simio dos Santos declara ao respei-
tavel corpo do commorcio, que tem dado sociedade
no sea estabelecimento Conservativo, sito na rna
das Cinco-Pontas n. 23, a Antonio Mendes Pereira
da Costa, cuja sociedade leve principio em 12 de
maio prximo passado (1867), sob a Arma Simo
dos Santos & C
Irmaadade da Setaor Beai jezas sa
Passas da lecife.
Da ordem da mesa regadora convido aos
nossos irmaos a se reunirem ao consistorio
da irmandade quinta feira 20 do corrale,
s 3 horas da tarta para eoeorporados
acompanharmos a procissio de Corpos
Christi da nutriz de Santo Antonio, para o
qoe fomos convidados pela irmandade do
Santissimo Sacramento da mesan matriz.
Consistorio da irmandade, iSdeiaoho
de 1867. *-" J
0 escrivao,
____^ Jos Joaquim da Ca nba.
Sclenflc-se ao reverendo desta praca
coniraton a capellana da MalbadinSa, na i
do Limoeiro, qoe fot peeimo negocio, pois
pellaes naqaella logar nSo iaraaa, o aoea o avian
um seu coropanhetro qne alU j4 f*tm.
AMA.
Precisa-se de ama ama para cenprar a rnilnanr
para nma s pessoa, paga-so benT; na ma daCmz
n. 18, I andar.________ _______
Ao publico
Joaqnim Caetano de Camino faz poblieo nao
nunca fez parlada firma de Luiz Poossea d Ma-
cedo, nem nanea sa consideren como tal; entro
sim o mesmo fa ver ao comaoroto qae nonio o
dia 17 do eorredte deizen do assulir na
mesmo senbor. '
Proaisa-so de oaa professor de prn
tras, qae saiba bem grammaiiea poriogaoan i
sica, qoe queira ensinar fra da cidadn, em as
genbo perto da estacao de Uoa meia lego :
se a' roa do Sol n. 31 2 notar, qoe encontrara'
com quem tratar.____________________
No sabnado a' ooite pernea se non palseira
com 21 oilavas do ouro, ao sabir-so do tnoatro, oa
as direccSes das raas do Imperador, Rosar
Aguas-Verdes: qaem aeba-la dihia-so a esta ntti-
ma rna n. 124, qae sera' gratificado._________
Publicago lieraria
ESTUDO
soaan
O recurso corea.
A' proposito do projecto de lei aporovado pela
cmara dos depotados na sesso de 1SSS, revogaa-
do o art. 2* do decreto n. 1,911 de 28 do mareo de
1857.
PELO
Dr. Braz Florentino Henriques de Souza
Lente de dlreito civil na Paealdade do Recife.
Sabio a' loz esta interessanle publieacio, a aeaa-
se venda as livrarlas de J. Nogoeira do Sonta, o
Garraoz, doLailbaear & C, ao proco do 3f cadn
eiemplar._____________
Continaua a ^m fogid desde o dsa 14 a>
margo do corrale anno, a eserava Hereoiana, do
idade de 35 annos, com os segaintes signaos : foia,
cor preta, e mi pello, olbos salientes, falta da den-
tes, aliara regalar, nma marca de oa san no
pescoco, e muitissimo fallante, e eostaaaa a nMa-
lar-se de forra. Roga-se, pois, is autoridades poii-
eiaes a captara de dita eserava, e graUflea-so a
qaem leva-la a liba dos Ratos n. 30.
Obras-de laby.intho do
Aracaty.
N> loja n. 7 da rua da Cadeia do Recife achaco-
so a venda :
Toalbas
Lencos
Lencos .
Toalbas
de am prlmorado trabalbo o gosto qae se ven
dero por precos multo cemmodos para acabar.
SAQUES
Acba-se ausente desde 25 de maio ultimo,
da casa de sna senbora na Estancia, sitio n. 7,
freguezia da Boa-vista, o cabra de nomo Miguel,
official de pedreiro, alto, corpo regalar, com suls-
sas cerradas, que talvez ja' as tenha rapado como
costama algumas vezes cooseavando somente bi-
gode e pera e a barba crescida no queizo, repr-
senla a idade de 35 annos, falla muito e apressado
e tem os dentes perfeitos e muito alvos, cabello
pouco earapinbo, bracos e pellos cabellado?, tendo
no dedo paUogar de ama das mos a cicatriz de
nm panartero qae soffrea : recommenda se a sua
appsgbensSo pelo que se gratificara' sendo condn
ildoTo mesmo sitio.
Caixeiro.
Precisa-se de um
pratica de taberna n
enino da 12 a 18 annos, com
roa do Padre Floriaoo n. 41.
9
Precisa-se de orna ama br3slleira on estrangeira
que engonuneo entenda de cozmha, para casa do
ppnea familia, aqne ao presto a ir para a cidade do
-Mamangaane, aa provincia da Parabyba; a tratar
na roa do Crispo o. 19, Iqm o Sr. Santos Noves.
wT *m,*&&Ve%$' W "nonowronoi
Tboraaj Joa da Sra Gosmio, preclu-ie de nm
feitor qoe eoteQd de jardim e borla : a tratar no
fiesmo sitio.
Joaqnim Simio dos Santos val a' Portugal, e
deiza comosens proenraderos em 1* lagar ao sen
socio Antonio Mendes Pereira da Costa, em 2* a
Lnii da Fonseca Macedo, a em 3* a Antonio Fer-
ajrnlborto, dorante soa aosencla.__________
ftaaadade do S. Sacramento
do Recife
Por dellberacio da masa regadora a a convite da
irmandade do SS. Sacramento da nutria a Santo
Antonio, convoco a todos os nossos Irmaos a compa-
recerem nobpshconsistorio aalnta-feira SO do
' eorrente, u 31|S oras da tarjo, afim da encrpo-
rados, acompaoharoMi a fttaio de Corpas
Christi qae tan de unir da daVioaVii.
. Jos Joaqnto da Suva Gomos
Bserivlo.
Coalrata-se ama pessoa para ensinar a ler,
escrever a contar as qoatro operacSes de iateiros,
dando-so comida, casa a ordenado : a pessoa que
pretender dinja-sea roa do Imperador o. 35, se-
gundo indar, do lado direlto. ^^^^^
Ama
Ma roa do Imperador n. 73, segando andad*
iwci|i i> alagar nma cosinbeira ji de idade.
AIojs-m a casa te/rea alta confronta
loa fio gas, lado
aopor
do norte, ten 1 salas
ojoarto, eoxinna, nlnu o cacimba, preeo do 12*
por ej: i tratar- so mismo Ingir.
Precisa-se de ama ama para todo ser vico de casi
de familia : na roa das Crasos n. 37 2* andar.
Na fabrica d cervqa
35-Raa da Sefce-35
Vende-se repoibo salgado
_________nanr kramt.
criado.
Precisa-se do nm forro en escravo para todo
o servico de nma casa : a tratar na roa do Crespo
a. 16 loja das 7 aa 11 noraa a das 3 aa 6 da tarto
i i i l i [i n i
Confeitaria dos Ananazes
lina da Crarn. 16
Ha bom sortimento de papis de estilos
pan sortes, ameadoas confeitadas, grande
sortimento de enfeites para bollo, pndelo e
bandejas, recebe-se emeomendas para*bol-
los de s. Jo5o, simples e emfeitados, e tam-
bem se recebe de fra para se emfeitar. Ha
todos os dias sortimento de doces para ch,
pastis, empadas e fiambre.
Atteoco.
No escriptorio de Jos Maria Palmeira na pra
ca do orpo Santo n. 6, ba para vender os geno-
ros abaizo mencionados, a saber:
Farinba de mandioca superior e*em boa saca-
rla, ltimamente chegada do Rio de Janeiro a pro-
co razoavel, em poredes superiores aJO saceos.
Pe les de guarares muito novas e bonitas.
Vinho do Porto engarrafado ds boas qualidades
e em caitas de dnzie.
Panno de algodo da Babia das mallo conbecl-
dss fabricas Todos os Santos, do commendador Pe-
drozo, e da Conceicio.
Dito dito ioglez de muito boa qualidade.
Papel de cores proprio para llvreiros-
Velas de sebo fabricadas no Porto em calzas de
t arroba.
Garrafas novas vasias.

Precisa-se do ama ama forra oa captiva para
easa do ponca familia: na roa da Cadeia n. 21.
' Precisa-se do dons amassadores para pada-
ria qae sejamperfeitos nesle servico : na roa do
Rosario larga n. id. __________________
Vende-se oa ainga-se ama canda de carrei-
ra : a tratar na rua do Jasmim n.*5i.
Perreira 4 Matbens ni roa da Cadeia do Recife
n. 62, sacam sobre Lisboa.________________
Jos Lehmaon, Mayar Leimana, Cirios Le-
vy, Edmond Willard, Natban Mayor subditos frao-
cena rearan se para Europa.
Alaga-se o andar t*rreo do sobrado dlTraa
do Hospicio n. ti com eonoaodo para familia.
Copeiro
Offerecese nm homem estrangeiro para este
fim oa para tomar eoott de qaaloaer caen para o
qae tem as babilitacoas precisad a tratar na ron
da Cadeia o. 47.__________________________
HavenJo miman a bordo do Bstrtmwimre
precisa-so de am naisn : qaem se actur as coe>
dicSes qaeira aonancia-lo nesta folba, se elle fot
um cbote melhor._____________
irmandade da Santissimo saeraneaie
da matriz 4a Bsa-v sta.
Pelo presente sao convidados todos os irmaos a
comparecerem em sna igreja pelas 3 boras da
tarde do dia 20 do corrate afim de aeompaaba-
rem a procissio de Corpas Christi qae no referi-
do dia tem de ser ezposta a vista dos Seis pola ir-
mandade do Santiss'rao Sacramento da matriz de
Santo Antonio, conforme o en cooviie.
Consistorio 18 dsjaono de 1867.
Manon! Antonio Cartozo.
sari vi*.
Nio vfndes ao armazem da nlla amarella pro-
ver-vos das rodlnhas e plstolinbas para vanea fi-
Jbinnos qoe vos bao de atormentar fpdr alias as
vosperaa de S. Antonio e S. Joio, santo Ulve ii
as po encontris e tambera ds Untos eravsiros
qae tem tanto do.Inoffensivos quanto batios, nio
esqoecendo u eandniaa romanas (pilllas) da bai-
las de differentes cores todo preparado com a
malor observancia dos preceltos deesa arte, vinto
pois ao arnasom da bofa amarella no oltio da so-
crettria da poltcia fazer vossas aocoaanadas non
antacodenela.
Adolpho A' V. Pimentel
Relojeeiro e dourador
Roa DiroUa a. 139, conearta toda qualidade de
retogtoa para algibeira, para cima de masa, para
parada, para embarcacao, calza de msica seja derno
Atteu^io!! I
Desappareceu am Ciiorrinbo com os segaintes
signaos: edr amarella esbranqnieada, orelhas cor-
tadas em forma de ponto, ciada pequea e trono
cada e felpada, e levindo ao pescoco orna peque-
a calleira de marroqoim rfizoeom ama chapinha
de metal contando as iniciaos J. E. O : gratifica se
a qaem o levar a roa do Pilar n. 63, 1* oa 2*
andar.
Canfraria de S- Jts 'Agaiia. .
De ordem da mesa regedora, convido a
todos os nossos irm3os, a comparecerem
em nosso consistorio na quinta feira 20 do
eorrente, pelas 8 horas da manhaa, e 3 da
da tarde, afim de encrporados acompa-
nharmos arasoola e procissio do Corpo de
Deas, qae tem de sahir -deste convento e
aa matriz de Santo Antonio, para o qnal
fomos convidados pela respectiva irman-
dade/
Consistorio, 17 de junbo de 1867. *
O secretario,
Antonio d'Azevedo JNeves.
Precisa-se de ama ama para coiiabar : a
tratar ama da Cadeia > andar do sobrado n. 34.
Precisa-se alagar on moleqne on am preto
velbo nio se olba adiantar algoraa quiatia sobre
os alaguis : a traur na rna da Conoordla n. 64,
ptdari._______________
IVoToa ?eadldoa
O reeebedor de 2 caizdea urea J. B. O. S_
coniendo 180 eaizas e 160 metas calzas coa cha-
rutos vindos da Babia palo brigoe naetoaal na-
rinbo III.,aonde foram carregados por Jos Beata
de Oliveira e Silva, sea direeeio, eoavMado a
vir ao escriptorio de Amorim frotaos rna da Cruz
n.3
Ama.
Precisa-se de urna ama qae compre e costas
para casa de pouca familia :-a tratar aa na es-
trellado Rosario o. 34, Ia i
IrnaadaOdo orlas Espirite Saila
erecta 10 caiTeatf it S. Fraieisca
O abaizo assignado thesooreiro da dita irman-
dade declara ao respeRavni poblieo anda dever
dorante a soa admiustracio, e qosai se Jonja
credor qoeira apresentar soas eonus. Beato 18
de janho de 1867.
O tnosoareiro,
Joa Maria Perreira da i
SI 6f ooa
Na loja do-Patio.
Cbegaram oa nato moderaos a bonitos cortes
de organdys para vestidos, tonto 10 varas ezto
corte, sendo 7 vana Hatadas para salas e 3 varas
sem listas, mas eom enfeito para o carpo (on ca-
saqalnbpi garaato-so aasto foaero ser o mato mo-
ton viada ao atareado, t
CASA DA FORTUNA.
Aos 6:000000.
Bllhedea ana aanildna____
A RUA DO CRESPN. 23 B CASAS DO COSTME
0 abaizo assignado venden aos anas 00*10 fea.
xes bllbetes garantidos da lotera nao m acaben
de azirajiir a beneneio do Orias Provtactal,
os seguales premios : ^^
N. 136 nm noto em a aortoto J0*
N. 46 dous quartos eom a sor da S-OOSa.
N. 3767 dona quafloa nnienen to SOOS.
N. anto0toeooaointo3pa|.
1 ootra motos sortos* *M*i*-
O noaaoidbrea podoowreeeSnr san* apee
iros premios sen oa oseonios das iI s, aa casa
daPoriMua-rn^Creajo ^^
Acham-se a venda as da 41 parto da lotera
dos volaataros da asirla, qae aa estrsafea' faar-
totofraaldo'
Bilheto.....1..
M.6IM o a o
Quartos
para ama.
Pira u aataaM qie eenpraran as IMHM
boi do qnja am ootra parte.
Gana Silva.
*,*e*
Qnartos.
Maaoel Manas1 Plaza.
*
(


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r
U.U>
9muh ,*!> 0* til-si llMiay .Jn^M" ?> 2H#U|
de fernainbiici dnarU letra 19 de fruuho de r8o7.
!
I


2L
,
Oan>e> c atrata.
Km obras velba : eompra-aena praea da lo
d6pD(toncio a. ioja 4#. bilbetgs.
de.ou,
como libras
D. 16
Moedas de.ouro.
Naeionaas o estraageiras assim
esterlinas: campram-se na roa do Crespo
primelro andar.,
e9#;t
"mcedas'de ouro de SO*, 16*. 10*
prati'flTel
220 rs~.Tie plga poroltaVave
marcada, na loja de oorfve* 00 arco de N. 8. da
Cojceicio, no Recite
prata
nacienaes, assim como patacSes porluguexes e
nespanbes, compram-se com premio : na roa do
Crespo n. 16, primairo andar. _____
'-
[QrrnniRANj)E SORTIMtfTO
DE I
"j PAZEWDAS HABATAS
?! '
22*000
para moedas nacionaes de 10*
'o. 16, primeiro andar.
is
na roa do Crespo
Esora
vas
Compram-se daaa escravas de idade de 18 a 25
anuos, que saibam cozinbar, engommar, eoser e
lavar com perrelcio, paga-se bem : a tratar na
roa do Imperador n. 33, 2* andar, oa na roa da
Cadeiadofredfen. 17.______________
labras esterlinasc
Comprara se com bom premio : na. pra-a da In
dependencia n. 21
Oaro e prata amoedado
Compr&m-se libras berlinas a 10*300, moedas
de 20* a 22*200, dius de 16* a 17*600, assim co-
mo toda e qualquer oalra qualidade, e tambera
{trata nacional e estrangeira : na ra da Cadeia,
oja de lateadas n. 58.
Corapra-se oaro e prata en moeda, e paua-se
por mais do que em outra parte : na ra do Cres-
po n. 19, loja.
Compra-se ama elcreva cotiobetra e engom-
madeira, qae ola tenha achaques nem vicio i na
ra da Senzala velba n. 84.
Attenco
Compram-se dous escravos, ando ama preta at
25 anuos qae tatba bem lavar, engommar e cozer
algnma cousa ; um moleque at 23 annos para
copeiro e mais servico de urna casa de familia, ad-
vertindo-se que estes escravos sejam sadios e sem
vicios ; na raa da Imperatriz n. 7, segando andar.
Precisase cemprar ama casa terrea em qual-
qoer bairro da eidade : a tratar na rna do Impe
rador n. 24, loja de sapatos.
a
VENDAS
Kival sem segundo.
Rna do (uelmauo n. 49.
Varas de franja branca de linbo para toalba a
100 rs.
Pecas da bico esireito com 20 varas muito Bonito a
1*000.
Yiras de papado* de diferentes largaras a 120,
160e200rs.
Caixas de palito baiao a 40 rs.
Clisas de palitos de segranos sem eoclufre
60 rs.
Sabonetes de familia a 100,160 e 240.
Grosas de bolees de madreperola para camisa a
500 rs.
Lia para bordar de todas as cores efiaa, a libra
6*000.
CarreHs com 4 oitavas de retroz preto mnito fino
a 1*000.
Caixas com soldados de chambo para meninos
120 rs.
Cartilha de 'doctrina ebrista a 320 rs.
Latas com superior banhaa 200 rs.
Vende-se ama molequinba de 10 a 11 annos1
nm moleque le 12, e um mulatioho de li, todos
sao pegas; a tratar na raa do Fegoo. ft._______
ATTENCiiO
No armazem de fazendas de
Sanios Coelho, ra do Quei-
mado n 13.
Rom e barato
Cambraia de cores matisadas nissimas a
800 a vara.
dem brancas transparente Anas ds 4$,
S?, 60,70, W e 80300 a peca.
Bales de arcos para senhora a 20500.
Id -ra de arcos de cores a 30500.
dem de arcos brancos nesgados a 30
30500.
dem de mursnlina a 50.
dem de mursalina para meninas a-30e
50500.
dem de arcos para meninas 10600 e 20.
Cambraia de salpicos branca a 40500 a
pega com 8 1/2 varas.
dem admascada para cortinado a 120 a
peca com 20 varas.
dem para forro a 30 a peea com 19 jar-
das.
Retondes de fil a 60.
Chales de t a 50.
Leos de cambraia brancos finos a 10800,
20 e 20500 a dazia.
Leooos de cassa inissimos a 30200 e
306Ou a duzia.
Cambraia de liaso mnito fina de 60 e 90 a
vara.
Madapoles finos de 70, 80, 90,100,110
e 120.a peca.
dem entestado mnito fino a 90 a peca
com 20 varas.
Platilha de algodSo superior fazenda para
saias a 30200 a peca com 10 varas.
Cobertas de coilas da India, maito grande
a 20600,
Lences de bambargo fino a 20400.
dem de bramante a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Gnardanapos de linho adamascados a...
30500 a dazia. .
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmos
de largara a 20 a vara.
dem adamascado de linbo com 7 1/2 pal-
mos de largara a 30 a vara.
dem trancado de algodao a 10500 a rara.
AlgodSo enfesUdo com a mesma largara
a 10100 a van.
Toalnas alcochoadas de linho a 110 a dazia.
dem com pello a 130 e 140 a dazia.
FilO de linho liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 900 s vara.
Grosdeuaple preto superior de 10800,
20 e 20500 o covado.
Morantiqoe preto superior a 20800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 o covado.
dem branca a 600 o covado.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 20500 a vara.
dem de linbo com 5 palmos a f200 a
vara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
?ara.
Assim como ostras muitas fazendas que
se vende por menos qae em outra qualquer
parte, e d-se amostras de todo,
Alm do grande sortimento das melbores machinas, americanas para descarrocar
algodao, de 10, 12,14,16, 18, 20, 22, 23, 30, 33, 40 e 50, neste estabelecimento ,se
eneobtramais 0 seguint:
Azeite de espermacete propria para machi-
nas.
Vapores de torca de 3 a 4 cavallos. '
Serras avulsas para machinas.
Maneaos e todos os mais per teneos para as
mesmas.
Carros de mito para aterro.
Cylindro para padarias.
Debulhadores para milho.
Arados anericanas.
Carrnhos proprios para armazens. .
Moinhos para refinacSo.
dem para milho. *
Escadas de madeira americanas.
Caixas com vidro .soriidos.
de todas as qualidades.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para engommar a vapor.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de verguinha.
Guarda comidas.
Peneiras d'arame para padarias e refinacoes*
Correntes |ara almanjarh.
Machados e faces americanos.
Barricas com milho braneo americano.
lom: E
RA
AHMAZEH
mm
* i
Grande pechincha.
Boflo pretas para senhora a 3*000.
Ditas dius para meninas a 2*500.
' lodepeneneia ns. 13 e 15, loja
rr
VO
AnafertMj.
mm mk is n
Bar U Ioiperatrh i. 6b
<:\n& Je silva.
Os proprietarios deste grande estabelecimento acabam dereceber da Europa nm
grande sortimento das melbores fazendas de laa, linho, algodao e seda, as quaes vendem
por precos baatissimos, afim de apurarem dinheirn, dando de todas ellas amostras,
doixando ficar um peohor ou"mandam-nas levar em casi das Exmas. familias pelos seos
caixeiros, assim como as'pessoas qae negoc.vn em pequea escala, ne*te estabelecimen-
to comprarSo pelos mesmos precos que se compram as casas inglezas, ganhando-se
apenas o descont.
Casemiras pretas enfestadas a I 6oo.
Na loja do Pavao vende-se superior casemira
entestada preta para carcas e paletos pelo barato
Sreco de 1*600 o covado ou a 2*800 cada c rte
e calca, dita mnito mais fina, covado a 2*200
oa o corte a 3*300, ditas muilo finas sem serem
enestadas a 1*800, 2*000 e ;*C00 cada covado :
na loja e armazem do Pavo na rna da Imperatriz
0.80 de Gama & Silva.
As casemiras do Pavao corte a 30*00.
Veudm-se bonitos corles de casemiras de cores
escoras proprios jnn' o tempo de Invern, peio
batato prego de 3*500, oo o covado a 2*000, sen-
do'enfestadas, assim como bonitas meias casemt-
Bj^ escoras con meseft dejeia a 040 rs. o covado,
prepria para os meninos qne frequemam a escola,
lato na loja e armazem do Pavao na ra da Impe-
ratriz d.60, da Gama & Silva.
Celezias par saias
I s na loja do pavo.
VeDdem-se pecas de celezis de algodao, sendo
acbamalotada e maito propria para salas oa outra
qualquer especie de ronpa branca, pelo barato pre-
go de 4030 rs. a peca com 10 varas, oa retalba-se
a 440 rs. a vara: na loja e armazem do Pavef
rna da Imperatriz n. 60. de Gama & Silva.
saias econmicas a 3*200.
S na loja do Pavao.
Cbegon om grande sortimento destas novas saiaa
escuras, proprias para tempo de invern por evita-
ren que as saias brancas com qae urna senbora
rna do Crespo n, 9 A. esquina da do Imperador
' DE
Custodio Jos Alves Guimaies.
Tendo recebido em direitura pelo vapor francez Estrewnadure, um variarssimo' vaelcbmposta nao se saje de lama* ao mesmo ten>
sortimento de fazendas finas e da ultima moda em Pars, e aproximando-se asfestas de p
S. Jo5o, S. Pedro e Sanl'Aana, por isso apressa-se em vir convidar o respeitavel publico,
e com especiafidade aos seos numerosos freguezes, que venbam ver o que lia de mais
moderno neste mercado. Como sejam :
Riquissimos cortes de seda para vestido
a 500, 600, 700, 800, e 900.
Lindos corles de foulard de seda, pelos
baratsimos precos de 250, 300 e 350.
Cortes de blond para noiva, trazendo cada
corte saias de setim, capella e veo.
Ditos de dito com pequeo toque a 400
e5O0.
Moireantique branco, azul e preto.
Seda branca para vestidos de noivas.
Grosdenapoles de todas as cores.
Riquissimas basquines de seda preta, bor-
dadas cora gosto.
Lindos corles de 13a com barra e de ulti-
ma moda tendo. cada corte o sen figurino.
Riquissimos cortes de mita, 19a com lis-
tas de seda para vestido, esta fazenda re-
commenda-se mnito por ser inteiramente
novidade.
Bita da mesmaqualidade porm em pegas.
Requissimo transparente de seda para ves-
tido de senhorastambera novidade.
Riquissimas gravatinhas para senhora.
Ditos cortes de barege e de 13a para ves-
tidos.
Lindas cbapellinas de seda para senhoras.
Ditas ditas de dita para meninas.
Chapeos de pallia para senhoras.
Riquissimos chapeos de sol parsitas.
Requissimos eofeites com coque e sacata-
inteiramente novidade.
Riquissimos Jeques de madreperola.
Ditos ditos de sndalo.
Lavas de Joirrio preta, branca e de cores.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Riquissimos manteletes de cores, inteira-
mente novidade.
Riquissimos cintos para senhoras.
Riquissimas fivellas para ciclos.
Riquissimas cobertas de ponto de crochet.
Meias de laias para padres.
Ditas de 15a para padres.
Ditas de seda para senhoras.
Ditas de dita para ereaoeas
Ditas de algodSo de differentes qualida-
des e preco para homem, senhora e criangas.
Lavas de todas as qualidades.
Madapolo francezo que de melhor
no mercado.
Organdy branco com listas.
Dito de urna so cor e com listas da mes-
ma cor.
Chapeos de seda para homem.
Ditos de phantasia paca homem.
Casemira prela muito fina.
Ditas de cores inteiramente novidades.
Chapeos de sol com Irados castoes.
Toalhas de labyrintho muito ricas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dito.
Rendas,bicos da trra e grades para lencos.
Urna requissima toalha toda aberta de la-
byrintho o que ha de melhor neste genero.
Peit08 de linho bordados para camisas de
noivos.
Collarinhos de linho inteiramente novi-
dade.
Punhos e gollinhas para senhora.
Riquissimas saias bordadas.
Riquissimas camisinhas para senhora.
Cassas muito finas e inteiramente novida-
des.
Riquissimos veos e mantas de blond.
Ditos chales de toquim.
Fil de linho, uso e de salpicos.
Fil de seda, dito e de ditos.
Espartilhos para senhora inteiramente no-
vidade. *.
Lindos bales de 13a para senhora,
Ditos de dilatara meninas. t
Ditos de muculraa para senbora.
Riquissimas vestimentas para baptisados
centendo, chapeosinho, sapalioho, meiasinba
e camisinha ricamente bordadas.
Coeiros bordados muito tinos.
Um rico lenco! de Iabyritbo, proprio para
casamento.
Chitas, cambraias, madapoloes e muitos
otros objectos, que se detta de mencionar.
*-
O dono deste importaotissimo estabelecimento contina nos proposito de que-
rer vender muito e ganhar pouco, para o que-sugeita-se a ganhar nicamente o descont.
\8t\K\
Lourenco Pereira Hiendes Guimarles.
se osa Diurnamente na Europa e vendem-se pelo
barato preco de 3200 cada ana, na loja e armazem
do Pavo, roa da Imperatrii, n. CO de Gama & Sil-
va. [
Espartilhos.
wndem-86 magnficos espartilhos francotes e
ingles na loja e armazem do Pavo, na raa da
imperatriz n. 60. de Gama & Silva.
PANNOS DE CHROCHE'.
nde-se um grande sortimento dos mais bonl-
nnos de ebroebs proprios para cadeiris, so-
cadeiras de balango, para almofadas e para
presentes, e vendem-se por precos baratos
a e armazem do Pavo, roa da Imperatriz
de Gama & Silva.
FAZENDAS PARA LUTO.
.* Loja do pavo. .
Vnde-se setim da Cbina preto sendo nma (a-
zecdi mnito leve e sem Instro com 6 palmos de
largura proprio para vestidos e roopas para ho-
ment pelo barato preco de 2 jOOO o eovatio meri-
no preto entestado mnito bom a i600, superiores
bomtazinas pretas a 1 600, 1800e 2J000 rs. o
covado, superior canto a 1200, lauzlnha- preta
lisa a 400 e 800 rs. o covado, nm grande sort-
menk Je alpacas e princezas pretas que se ven-
den., iiais barato que em outra qualquer parte, na
l' 0O,e fl.Gama & Silva.
Bramante de linho.
Vende-se superior bramante de linho com dez
palmes de largura pelos baratos precos de 3400,
2600 e 2808 a vara, superior panno de linbo
proprio para lences, toalhas e sereulas, pe-
lo carato preco de 610, TOO e 800 rs. a vara, pe-
cas de Hamtiurgo de linbo maito superior a i0,
lie i2, algodozlabs intestado liso muito en-
corpido proprio para lences a vara a t, dita en-
tran(ado muito' superior (azenda com a mesma
largara a 1200 a vara, assim como mais nma in-
flnidade de fazendas trancas qae e vendem mais
baratas que em entra qualquer parte s com o rJm
de aturar dinheiro,na loja e armaren) do Pavo,
rna 4a Imperatriz a. 60 de Gama & Silva.
Lencos hrajicos
a 2^000, 2^800 e 3fjaoo.
Vaude-se nm grande sortimeot) de lencos de
camtraia branca pelos baratos precos de 2000 e
2W) a dozia, assim como ditos com lista de co-
ras tres em voita, tanto proprio para bomens co-
mo (tara meninos, que se vendem pelo barato
pre^o de 3200 a dazia. ditos grandes de cassa li-
za qae se vendem a 500 rs. cada um, na loja e
armazem do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Algodaosioho pechincha a 4$
Vendem-se pecas de algodaosinho supe-
rior com 18 jardas, pelo barato preco de
-4|, ditos com 20 jardas a 50500 e 60, i
grande pechincha: na loja e armazem
Para camas de noivas.
Vende o Pavo.
Ricos cortinados bordados a 8J0OO, 10, 16$,
20 e 25 o par ; assim como os mesmos tambera
servem para janelias; ditos adamascados a 101 a
12S; bonitas pecas de cassas adamascadas para o
mesmo effelto; bonitos damascos de lia de nma
e dnat larguras, proprios para colchas, assim oo-
mo bonitas colchas de croch : tn|u lsto se vende
mais barato do qae em antra qualquer parta, na
loja do Pavio, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
di Silva.
LSazinhas de cor.
Na loja do Pava*o.
Vende-se nm grrnde sortimento das mais mo-
dernas lazfnhas para vestidos, sendo de listas e
flores mnito proprias para a estacao tanto escuras
como alegres pelo naratlssimo preco de 500 rs. o
covado, na loja e armazem do Pavo, roa da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Roopa barata.
Vendem-se palitos de panno preto, sobrecasa-
eos peio barato prego de 10}, 12 e 16a, ditos
saceos a 6 e 8, ditos de cazemira de cor multo
boa fazenda, sobrecasacos a 12, i i* e 16, di-
tos saceos a IOS e 121, caicas de cazemira de
cor mnito boa (azenda a 71 e 81, ditas de caze-
mira preta mnito fina de 61 a 121, calcas de brlm
de linbo branco trancado a 31600, 41500 e 51,
ditas de bnm pardo de 21, 21900. 31 e 41, ditas
de cazemira esenra com msela de seda a 31 e
cotros muitos artigos neste genero qae se ven
dem mais barato qne em ontra qualquer parte,
afim de aparar dinbeiro, na loja e armazem do
Pavo, rna da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Cassas de cera. 24o rs.
Vende-se nm bonito sortimento de cassas de
cores, pelos baratissimos procos de 240, 280 e
310 rs. o covado, assim como nm bonito sorti-
mento de cassas francezas com listas largas a 800
rs. a vara, flnissimo organdys matisados a 11, na
loja e armazem do Pavo, roa da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva.
Atoalhado.
Vende-se superior atoalhado de algodao ada-
mascado com cito palmos de largara, vara a 21,
dito trancado sam ;er adamascado vara a 11800,
dito superior de linbo adamascado vara 21800 e
31, gnardanapos de linbo cr que sao os mais
econmicos a 31 a duzia, na loja e armazem do
Pavio, raa- da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
is con mofo a 286 rs., na loja 4a
Pavo
Vende*se nma grande porco de chitas
francezas com muitos bonitos desenos, pelo
barato preco de 280 rs. o covado, por ter
um pequeo toque de mofo, sendo de cores
seguras e garantindo-se que sollam o mofo
logo qne se lavem e a nao terem este pequeo
defeito seriam para 400 rs. o covado, esta
pechincha acha-se nicamente na loja e ar-
mazem do Pav3o : roa da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.____________________^
VENDE-SE
. Motores americanos para dons cavallos.
Dito dito para qaatro cavallos.
Machinas para descarocar algodao de 14, 16,
18,20. 30, 35 e 40 serras.
Prencas para enfardar algodao fazendo os sac-
eos com 6 palmos de comprimento com o peso de
150 e 200 libras, viadas ltimamente da America
no armazem de Henry Forster & C, no cae Pe-
dro II n. 2 junto ao Gabinete Portuguez.
. LVAS,
nrt. *0rUnw""<' de lavas de joavin, braneas,
51^D\ruTs !<""Uuw or da iewal mo-
da de Pars, chegadas prlo vapor trantex de 13
corrente; a ellas emqoaauMao frescas e tortidas-
bo armazem do vapor rna Nova 7.
Pechin cha
sem igual.
Aos senhores pas de familia, directores do eof-
legios, professores, etc., e os saibores livreiras ote.
Caihecismos de dootrina ebrista por D. Jet As
Urcull, obra bem encadenada, boa laspresaSo,
em bonitos volumes a 11600.
Mimo a' Infacia por Emilio A. Mooteverde a
11300.
Thesouros de meninos por Pedro Blancbard a
1*400.
finn*lned9n10 da dioeese por Montepeliier a
ou rs.
' Cartilha de dootrina ebrista por D. Jos de Ur-
cull a 400 rs.
As pessoas qae pretenderen um objectos ejiei-
ram dirigir se s seguimos lojas : Iraveasa da roa
d( Rosario de Santo Antonio, loja de miodeaas dos
Srs. Mala & Landeiino, no Quehnado. loja de la
zendas dos Srs. S 4 C., onde tem om vapor
retabulo.
Roga-se aos senborts pretendemos qae ante; de
fazer negocio com taes objectos, qneiram examinar
e verem qaanto barate, tant) pea bondade das
obras, como tambem por estarem approvaoas para
o ensino mutual.
ti
Bom negocio
Vende-se ama machina do fazer gelo, propria
para montar em urna provincia como Maeei, Pa-
rabyba, Ceara' oa qualquer logar aonde tiver gran-
de pescara, sendo perto de nma eidade de grande
popoUcio, es peizes encaizotados com gelo, po-
deudo-se guardar moito lempo fresco, pdideizar
om lucro moito grande. No Para' tem ama em-
preza que da' lacros enormes, para o qae se pude
ganhar com a venda de sorvetes; o dono se encar-
rega de enslnar e fazer o gelo, e dar orna pessoa
para ir armar no lugar ; para ver e tratar na rna
do Moudego n. 99. *
Boias
Vende-se na fundicao da Aurora em Santo
Amaro, 2 botas de Ib! ha de ferro de 3$
grossura, com. fondo semispberico e altara
cnico, tendo 15 i|2 palmos de alto e x 3(4
ditos de dimetro com olhaes manilbas e 2
balas de ferro fundido para amarracSo, etc
0 REmlEYfO DO SELLO
no
decreto a. 2713 de 26 de dezcv
bro de 1860,
organisado alphabeticameote e anotado pelo i* es-
criplurario da recebedorla de renoas inieroas ge-
raes desta provincia, Francisco Augusto de Aimei-
da, com o extracto de todas as dispo-icSes poste-
riores ao mesmo decreto at o da 20 de noTembrc
de 1866 : acha-se a' venda/ por 31000. na (ypo-
graphia commercial a' roa estrella do Rosario nu
mero 12.
Chales de renda a -lid.
Vendem-se bonitos chales pretos de renda che
gados ltimamente pelo barato preco de 41 : na
loja e armazem do Pavo, roa da Imperairlz n. 60-
de Gama & Silva.
Propietario das lojas e armazen6 da
Arara, raa da Imperatriz
ns. 56 e 72.
Tendo recebido pelos ltimos vaporee da
Europa diversas qualidades de fazendas do
que faz ver ao respeitavel publico, 'vende
barato s afim de apurar dinheiro, como
nenhum outro.
Attenco.
Chitos a 160 rs. covado.
Vendem-se chitas em retalho a 160 rs. o
covado.
Ditas em peca a 200 rs. o covado: rna
da Imperatriz tojas da Arara ns. 56 e 72.
Panno preto fino a 1(5600.
Vende-se panno fino preto para caiga e
palitots a 15600, 24, 24500 e 30000 o co-
vado, cortes de casimira preta para calcas a
34, 34500 e 450OO: roa da Imperatriz lojas
da Arara,* ns. 56 e 72.
MOf AMBIQUE A 400 RS.
Vende-se urna nova fazenda com palmas
de seda por nome mocambiqne para vesti-
dos de seohora a 400 rs. o covado: raa da
Imperatriz lojas ns. 56 e 72.
Baldes a 25000.
Vende-se ba!5es de arcos de todos os ta-
maitos a 24, 34 e 34500: raa da Impera-
triz lojas da Arara n. 56 e 72.
Laazinbas a 200 o' covado.
. Vende-so 15asinhas para vestidos de se-
nhora a 200, 240, 280, 320, 400 rs. o co-
vado: s na raa da Jrnperatrix ns. 56 e
72. ^
Chitas francezas finas a 240.
Vende-se chitas francezas largas a 240,
280 e 320 o covado: raa da Imperatriz
lojas da Arara n. 56 e 72.
Chales de merm a 24ooo.
Vende-se chales de mirin estampados a
24, 24500,- ditos de 13a a 14000, ditos de
phntasia a 14000: raa da Imperatriz tojas
i Aran b. 56 e 78.
Basquinas a 144000.
Vende-se basquinas on casaqninhos de
Grosdenapoles preto para senhora a 144,
roa
464, 185. 204, 255, do ultimo gosto:
da Imperatriz ns. 56 e 72.
, Madapolo de 24 jardas a 44000.
Vende-se pecas de madapolo com 24 jar-
das a 45, 54, 65, 75, 84 e 105000: por
estes precos s xa Arara ns. 56 e 72.
Algodosinho o 34 a peca.
Vende-se peeas 54,64 B 74000 o raais barato que se pode
vender: na roa da Imperatriz ns. 56 e 72.
Gotim e castor para calcas a 800 o
eorte.
Vende-se cortes de cotim e castor para
calcas de homem a 800 e 14 ditos de brim a
14280 e 14600, ditos de brim pardo liso a
14200 e 14400: roa da Imperatriz tojas da
Arara ns. 56 e 72.
Bareje com listas a 32o.
j Vende-se bareje com lisias para vestidos
de senhora a 280 e 320 o covado.
Laasinha escocesa a 280.
Vende-se 15asinhas escocezas para vestidos
de senbora a 280, 320 e 400 o covado: rsiieamasTsendo di"cazemira cbineza
da Imperatriz loja e armazem da Ama ns. Undoana tem vindo ao mercado pe
56 e72.
Eoupa feita nacional.
Vende-se palitots de panno fino, saceos
fraques, a 55, 65, 85 e 104; ditos de
casimira de cores a 45, 54. 84, 84 e 104 ;
coletos de casimira 34, 34500; calcas de
brim pudo a 14800, 24; ditas brancas de
linho a 34500 e 44; ceronlas a 14, 14600
e 24; talcas de castor a 14280 e 14600.
Palitots de alpaca branca t de cores a 44,
44500, e pretos a 34, 34500 e 44. Palitots
de brim a 25, 25500: roa dt Imperatriz
ns. 56 e 72.
Cobertas de chita da Arara. *
Vende-se cobertas de chita a 14800,24,
245k ditas de damasco a 44; ditos de
fostao a 65 e 64500: raa.da Imperatriz lo-
ja* da Arara os. 56 o 78.
Vende-se bramantes pan lences a 84500
e 258O0 o covado; e muitos outros objectos
que seria enfadonho mencionar.
Roa da Imperatriz ns, 56 e 72,
Pavao roa da Imperatriz n. <0 de Gama &
Silva.
Madapolo pechincha a 0$
Vendem-se pecas de madapolo sendo fa-
zenda muito superior com 24 jardas cada
peca pelo barato preco de 64, dito muito
mais superior a 6500 e 75, assim como
dito flnissimo a 85, grande pechincha: oa
loja e armazem do Pavo ra da Imperatriz
n. 60 de Gama & Silva.
As chitas baratas
Na loja do Pavi a 240, 289, 320 e
360 rs.
Vendem-se nma grande porco de bitas
finissimas com pequeo toque de mofo, ten-
do miudinhas e graadas, que se vendem pelo
barato preco de 280 rs. o covado, sendo fa-
zenda que val muito mais dinbeiro, ditas lar-
gas e escuras sem defeito a 240 rs. o cova-
do, ditas preclaras escaras e alegres a 320 e
360 rs., todo isto pechincha na loja e ar-
mazem do Pavo: roa da Imperatriz n. 60
de Gama & Silva.
COBERTAS CHINEZAS
/ lia loja de Pst*
/ Vende-se as mais bonitas cobertas para
o mais
lindo qne tem vindo ao mercado pelo proco
do 84, mil res.
Ditas de fusto a 65, 64, 34, mil res na
loja o armazem do Pavo raa da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
Para calcas
Vendem-se meia casemira mnito encorpa
da e aseara pelo barato preco de 380 reii o
covado ou a 14120 res o corte de calca,
sendo fazenda propria para calcas, paletos e
colotes, grande pechincha na loja e arma-
zem do Pavo, raa da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
fiassas para scabar
Vaad-r um porc* de restos de casia de co-
res fixes, palo barstisslmo preco de 000 rs., isto
para acabar, os loja e armazem do Pavao, roa da
Imperatriz n. 00, de Gama 4 Silva.
Chitas pretas a 160 e 200 rs.
Vendem-se Chitas pretas inglezas com sal-
piquinhos a 200 rs. o covado, ditas lizas a
160 rs., no armazem do Pavio; roa da Im-
peratriz n. 60, de Gama 4 Silva.
VENDE-SE
cerveja de saperior qaalidade em barris grandes e
pequeos : a roa da Senzala Nova d. 48.
Grande reduc^ao
NOS PREQOS BAS
Preparages
DB
Laminan Kemp
Salsa parrHba de Bristol duzia 334.
do A8Qa Florida da Marray dt Lanman 105.
Anacabuita peiloral de Kemp 224.
En qaanto a agua florida preciso a maior catr
tela contra as falsiflcacSes fraudulentas franceas :
as wdadeiras preparages se vendem no nico
deposito rna do Trapiche n. 8.
m GAZ li\Z
Cbegon ao antigo deposito de Henry Forster di
C, ra do Imperador, om carregamento de gaz de
pnmeira qnalidade.o qoal se vende em partidas e
t relalborpor menos preco do qae em oatr qner parte. _______
Attengo.
Na cocbeka do Quedes, em Olinda, actiam-se a'
venda dous excellentes cavallos de sella, sendo
an rasso poobo, bastante gordo e mnito manso,
proprio para, senbora, e outro castaaho, ambos an-
das de baixo a esqnipado ; vende-se tambem um
seHn com todos os arreios qoasf novos: quero I
qaicer pode dirigirse ao proprletario da dita eo-
oAeiada.1 bora da urde em diante.
Gomma de milho
americana I caizinbae de 90 libras: vende-se
no escrtptorie de A. Du Ifoni, a' raa do Trapiche
n. 48,1* andar.
Vende-se nm preto de 30 annos, nm rcoiatc
de 33 annos : tratase oa roa do Pose n. 9. Ir
mesma casa ba outros escravos para venderse.
Vende se urna mobilia de amarello, nova,' o
ultimo gosto : no caes do Ramos, armazem n. 32,
se dir'quem vende._____^^__^___
Lnvas de pellica treta.
Cbegaram para a loja da Agota Branca ;* a rna
do yueimado n. 8.
VNDESE
Farello saceos com 90 libras a \ : m
rna do Amorimn. 39.
Ramos de flores para c ques
A aguia branca acaba de receber um nico
cartao cem ramos de flores para coques.
A perfeico e delicadeza dessas flores tem
satisfeito a todos que as tem visto e com-
prado a 5<$ cada ramoisso na ra do Qnei-
mado, loja da aguia branca n. 8.
BOTAS.
Novamente chegada botas rossianas, perneiras
e melasperneir9s da melhor qaalidade qne temos
visto : no armazem do vapor ra Nova n. 7.
Estelras do Araeaty.
A tratar com Antonio Mara da Silva & C, u
rna da Sanzalla Nova n. i), as qnaes por ser de
propria encommenda, vende-se por menos do qao
em ontra qualquer parte.___________
Agua mineral
ferruginosa, acidlala, gaitia e earbemea
M
ORE/,/. A.
O aso d'agaa de Orezza moi particularmente
reeommendado pela escola de medicina de Piris,
para todas as affecces do tubo digestivo, ingorgio-
mento das viceras abdominaes, e geralmente h^ai
as molestias provenientes de raqneza orgnica on
potreza de sangne.
DEPOSITO nSPBCUL
|34Rna larga de Ruarle l*
FJMraola de Bart a>laaieai at C.
Vende se nm bomescravo, sadio, e prenric
par todo o service: na roa da Aorora n. SO.
Eanteiga inglesa
Soo rs.
a
Vendas
No trapiche bario do Livramento, no forte do
Mattos n. 15, vendem-se saceos com farinna de
mandioca de moito superior qaalidade e preco
mmtocommodo, que a vista da fazenda ninguein
deliara' de comprar. -
ii e lylOO, de tempero a 300 rs., efranceza a 600
rs., vinbo de Lisboa a 2*800 a caada e 360 a gar-
rafa, Figueira a 3*400 e 4V), stearinas a 640 rs.,
traques a 120 e 20)rsa carta : no armazem da
Estrella, no4argo do Paraito n. 14.
Vende-ie famo maito bom de Garanbnns
1* libra : na zamboa do Carmo casa o, tO.
Farello novo a 4,400
em saceos grandes : a rna do Apollo n. 4.
At que a final chegaram a
muito desejadas chapelli-
nhas.
. ,.,' ,. Roa do Crespo n. 7 A.
A loja do Passo acaba de receber nma cnods
porco de cbapellinbas e enteites. o qne be de mata
rico neste genero de modas, e vende-se por meaos
do qne em ontra qoalqoer parte.
Batatas a 800 rs. o gi/?o
Azeltonas novas a 800 rs. a axworeu, em libras
a 40 rs.: a' roa das Crozas, armazem 4a aera -
largan. 41 A. .
Azeitonas novas
a 800 rs.: no armazam do Annes, defroule d a!*-
BBdega,_________________________
.GOUBOS __^__
.es-s.lr;.rr ~*Crt"* **r bttoo, s. joo
Coaros de viulla, de cavallo, de vacea, de bof I No armazem do molhados denominado viao-
e sola, envernisada proprios para calado, cebera araaee, faeah le temmuaendu de mateua a roas
de carros etc., etc.__________. afogo do ar, de nma can ja ooabecida pefa
Sre
Uera de cftrnailba
Vendeja a I0|S00 : a roa a Moeda n. 43.
Vende-se om escravo erioaio de X annoi,
bonita figura, sea vicios nem acbaqaes e tambem
m vende vinbo engarrafado do moacatel a dnzia
10*, o o Porto lU manteiga ingleza a 1*100
francena 710 407feijao muUUnbo a cala 500
e 400 rs.: na roa Dlreitan. 99, taberna.
Vende- on cavallo proprio para cangalha:
a tratar oom Maximino da Silva Gastlo, na raa
do padre FloriinO 0. 7t.
{fogo do ar, de nma casa ja ooabecida pela qoah-
fade de seo trabalho : na travassa e S. Pedro
farinha de aMaca sipertr:
A tratar com Tuso Irmlos, on no traakae fia-
rio Oo vrainento no Forte do Mattos._______
Batk PamU Careler* e Vla*aeU
Aiojikdemiodexasa raa do Qoeimade n. 16,
or to o vaperespesd
ve mola ia432an-
'nos, bom cosibeiro; no pateo do Paral n. 4.
recebea nova
Viajado, a
EGIVEL


hurlo 4e
eruMmhmf Qaarta letra 1 4c Jmohe 4c 1807.
i_____________!_____________^__________- i *"**+*->___


RITA DO BRUM X. 38
0 proprietano deste estabelecimento deseja chamar a tteng5o dos senbores pro-
priotanos para os acreJhoJ meehanismos que contina a ornecer; os quaes garile
ser como sempre. da meUtor qualidade possivel:
Machinas de vapor
forca de om cavado para cima. As menoTes s3o mui proprias para motores de descaro-
cameQtos de aigodSo ; ellas viajam armadas e podem trabalhar dentro de 24 horas, deptois
de caegarem do lagar Ellas levam todo qaanto preciso para o trabalbo, e diversos so-
brecenantes. As machinas maiores sao proprias para a moagem de clona, e hi dallas
que podem juoU eaeem^dameateojoer caana e descarocar. Ellas p*bdem-se appticar a* aenborM* *:
A'
LOJA DE FAZENDAS DE MJGWTO P8AHI & C,
11Ra do QtttiWlb^U'
Aafaslo Porto 4C abara de recebar da EofVp* na*r*Wf oarte* t iHl M atUs -pan
bailes e casameotos.
Reos certas de bknd cem nauta e capaila par
CqrUnadw bordados para camas de notas e j
Col xas de seda e oatras de lia e seda o qae b
Toalbinbas de croch para cadeiras e sofs, e
eom mnganos brdalos e lindos enebovaes para baps'
7#i 80* cada om.
rMr|MMU> SKmi etmlsinhas
e btmt Vapores.
l Vende-te eaaeasa de Sanadora Brothers C.,
no largo do Corpo Santo n. 11, vaporea patentes
cora todos os pertences proprios pira ftier morar
tres oaqaatro-raachinas para deacarocar algooap>
Aes agricalteres
Saunders Brothers & C. acabam de receber da
Liverpool vapores de forca de 3 a 4 caaallos eom
todos os pertences, e mol proprios para lser nao-
ver machinas de descarocar algodo, podeado cada
vapor trabaftar at eom 140 seeras, tamben ser-
vem para enfardar atgodio o* pera osjtre qualquer
servtco om que osean trabalhar eom aaimaes. Os
mesmos taaabem tem a venda aacuiaas apenca-
as de 38 a 40 sorras : os pretenderles dirijam-
sb ao largo do Corpa Santa n. 14:
qualquer oenda j existente sem ootra mudanca do qae a substituido da rodas da alman-
jarra, ha tambem coat moenda i unta. Ellas tem depsitos d'agoa e boeiros de ferro, e
Osl precisa para te ajseataaento de obra algaraa, qur de carapi na, qur de al venara.
O tempo para assenta-las n5o excede de doze ds ao mais, e em casos de mortes de ani-
maos ou arrombamentos de acudes, etc., garante-se 0 assentamento em oito dias. Todos
estes vapores slo simplismos na construeco, e se regem por qtialqaer pessoa intelligente,
a fcilidade da conduccSo sendo especialmente considerada, tanto que n5o ha lugar em que
nao se possam condazfr, qur por trra, qnr embarcado.
Lembra-se aos senhores de engeoho que a venda dos animaes e o servico da
gente oceupado no "seo tratamento os hSo de recuperar da maior parte da despeza do
vapor, deixando-lhes a vantagem d orna moagem certa e accelerada; e acabando con* a
daspeza da compra continuada de novos animaes, e eom os desgastos do trabaiho que se
tem eom elles.
Ser* talvea desnecesaario Iembrar aos compradores de vapores a vantagem que Ibes
resulta de comprarem suas maehinas garantidas em urna fabrica, tendo artistas compe-
tentes para assentar as mesmas e eoSiaar a maneira de trabalhar eom ellas, e j prepa-
radas para arremediar qualquer desarranjo; facilidades estas, que jamis podem encon-
trar comprando as aos simples negociantes, os quaes por falta de conhecjmento na ma-
teria nem se qor podem garant-los de que aa machinas que vendem sejam proprias ou
suficientes para o trabaiho em que se qoira emprega-las, e no caso de desastre nao po-
dem prestar -Ibes soccorro algum; sendo que anda qoando venham s fabricas para con-
certar as machinas alheias, torna-se-ba preciso fazer repentinamente moldes novos, etc.
para as pecas estragadas. J numerosas vezes estes vendedores tem representado seus
vapores como sendo de forca mui superior sua actual e verdadeira forca; equivoco
este que nlo s engaa ao comprador acerca do trabaiho que possa tirar do vapor, mas
tambem da lugar ao pagamento de um preco excessivo, vista da forca real da machina
que compram.
Tambem ha sempre prompto rodas d'agua de ferro, sarHhos eom cruzetas para as
mesmas moendas de canoa de todo o tamanho, rodas de espera e angulares, paroes ou
oches para receber o caldo, crivos e portas de fornalha, talxis.de ferro batido, fundido e
Je cobre, formas de ferro galvaoisadas para porgar assocar, bombas simples e de repe-
cho, alambiques de ferro, eixose rodas de carro, arados, grades, cachadas a cavallo e ou-
tros instrumentos de agricultura, moinbos e fornos para facer farinha e finalmente todo o
objecto de mechanismo de qoe se costuma precisar.
Na fabrica se fazem obras novas eneommenda e coneertos, eom a maior presteza
e solidez. O grande deposito de pecas e objectos babilitam-aa muito para est fim.
0 proprietario ser sempre mui feliz de poder dar infrmaces ou esclarecuaetrte
aos senhores que se servfrem de seu presumo.
D. W. Bowman, engeobetro.
Lavas de pellica para bprnem e senhoras e superiores eaapos dfodPde todas as qaalidades.
Lia para vestidos baratsima boaos padrSes Tpeles gratfdes para sota, ditos para plano, ditos pswa
Moir braneo e nreto saparior para ve'stidos de linBs i
le qnadrinhns. caAtrraias brancas de martas qaalldadesT
BtWjttiHb^ Ja ai'prdta'ltmil'mWr, cMftfc e rotondas
seda de qnadrlnhos.
henos para portas e janellas.
osdenapte de todas as cores
es e lindas percales.
re, vende-se barato.
finas e seroalas de llano sa-
e de
Camisas para horneas franeexls elogiis de llnho e de algod
parlare
Capas de borracba, sobretodos o peneir as melhores e mals el .
Halas grandes para viafcens, ditas pequeas a sacos de tapete e eouro.
ramante braneo de 4 largaras a 2*500 a vara, pannos pretos e ames, casemiras pretas
do bom e barato.
Neste estabelecimento ba sempre nm Completo sortimento de boas rateadas tanto para a praea
como para o centro da provincia e superiores objectos proprios para casamento como sejam capeHas,
mantas, vestidos de bloode e de moir braneo, cortinados, colchas, vendendo-se todo mas barato e
tambem as melbores
Esteiras e alcatifas para forrar salas.
ii-Atia do Qneimado14
--------------------------!---------e=-----------------------._______________........; '--'-mui *.;l:.,.

Mata

HW^
NOVO ARMAZEM
MOLHADOS
Roa Direita n. 16.
Esqalaa da travesa de S. Pedro.
40 VIADO
o
DE
METfiS CRUZ.
armazem muito noto,
Os gneros sao muito novos,
Os preoos sao muito razoaveis,
Para chamar milita freguezia.
O ARMAZEM DE MOLHADOS
IH1TULADO
Slcuad mas Claco Postas a. 86.
Toma a subida honra de chamar a ttenco dos amantes da economa para o seu
bello sortimento de novos e apetitosos gneros.
As Doas Americas muito s apraz em receber em qualquer de seos pontos o
Yiado Braneo, fazendo-lhe as devidas cortezias em prosa e verso e envidando todos os
esforcos para congratolar-se eom elle c melhor possivel, desejando-lhe sempre rpida e
brilbante carreira.
Alerta griu o Baliza
Qoem qoe junto a mim pisa ?
ni
r
-
Responde as Duas Amerca3
Com carcter paro e franco:
Sou eo que veabo saudar
Ao lindo Veado Braneo.
Eis-me aqu lindo Veado,
Como sempre em boa liga,
Saudando-te como ordeno
A lealdte de amigo.
As Duas Anaericas aprofeita a occasiio para avisar aos seos amareis fre-
guezes que o sea grande armazem aaia-se prvido de om bello ortimento de especia-
ras proprias para as festas de Santo Antonio, S. Jo2o fe S. Pedro. Bem como manteiga
ingleza e franceza, amendoas, sortes outros mui tos gneros.
As Doas Americas pede que he poupem o desgosto
baodeira ameie pao com o pedido dej=fiado! t=
----------------------------4 '-.....' ......... i .i i i i......
Por menos Os proprietarios deste novo e magnifico armazem, no miis perfeito accordo e
oa posigJo mais respeitoza tem a subida honra de fazer os seus cumprimentos ao estima-
vel publico desta heroica provincia a quem sSo summamente gratos pela amenidade do
trato e excellente hospitaldade qoe de todos tem recebido.
DECLARAC&O.
Destribuida esta cortizia tambem da obrigac5o dos mesmos proprietarios
fazer algumas declarares indespensaveis para sciencia de todas as pe3Soas que se dig-
narem de 1er este anuncio.
ATTENQfiO!
No firme proposito de agradar a todos o Veado Braneo, correr por montes
e valles, atravesar rios a nado, ir a todos os pontos das Duas Americas e at se for
preciso invadir o Rancho das Ventanas, embora corra o risco de sahir tostado, com tanto
que possa como a Aguia Branca, tambem fazer sobresahir o seu agrado e sinceridade.
A BOA V.
Todos os senhores qoe se dignarem de comprar neste bello estabelecimento,
desde o mais subido em posicSo social at o humilde regador das hortas, icarao certa-
maule mui satisfeitos e se convencerlo de que no Veado Braneo, ha um estylo
especial de negociar e por isso jamis ser acceita a liga dos companheiros. '!%sat*"
E firme nesta conviccco andar o Veado Braneo, sem temer a pontana dos
proprios encouracados 1!! Nao demore o amigo Baliza a sua continencia ao Veado
o raneo.
kklM
DE
Jaqulm SlmSes do Santot
23 largo do Tero* 23.
0 proprietario deste estabelecimento de seceos e moteados tendo de fater orna via-
em, est resolvido a vender por meos de 10 a 30 por cento a dinheiro; para isso tem
om grande a vaotajoso sortimento para os amigos do bom e barato, qoe a maior parte
deste, vieram por conta, para o que faz muuncio de algons gneros, e a vista destes
regularo os outros mais.
dinheiro avista
Gaz americano a 8,800 a lata e a 380 rs. a garrafa.
Toocinho de Lisboa a 240 e 320 rs. libra, e em barril ba grande abatimento.
Caf do Rio a 180 e 220 rs. a libra, e em arroba ba grande abatimento.
Cerveja das mais bem acreditadas marcas a 5,ooo e 6,ooo rs. a dozia.
finho Figueira da melbor marca a $500 a caada, e 480 rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 2,703 e 2,800 a caada, e a 360 e 400 rs. a garrafa. .
Phosforos do gaz a 2,000 rs. a groza, e a 180 rs. o maco.
Manteiga franceza nova, a 560 rs. a libra, e em barril a 520 rs.
dem idem ingleza flor a l,ooo rs. e 800 rs. a libra.
Arroz pilado de India a 110 rs. a libra, e em arroba 3,400 rs. oo a sacca.
SabSo massa a 220, 200 e 240 rs. a libra, em caixo ha abatimento.
Papel marca martello a 5,500 rs. a resma e viado 4,ooo rs. *
Vmho braneo de Lisboa da melhor qoalidade a 500 a garrafa.
Banba de porco refinada a 500 rs. a libra, e em porcao ter abatimento,
Alm desies gneros ba outros moitos qoe enfadoobo mencionados.
0 proprietario deste armazem avisa aos seus freguezes que tem eontas e letras ven-
cidas, o favor de as mandar pagar.
Verdadeiros
Miares foyer
Electro Magnetice* AireJies
Oo Collares Anodinos, para facilitar a den-
ticSo das criaocas contra as convulsoel
das mesmas, a estes collares dos escazado
fazer qaalqaer recoauaeodacSo, Tst0
grande utilidade qoe tem produzido qoelles
pais qoe os tem aplicado em taes circum-
staocias pois oes prese qoe nao haver ana
s pai oo m3i qae por este meio oSo qaei-
ra por termo a taes soSrimentos de seos
filhinhos visto ser om mal qoe taato os
flagella, pois a estes collares acempaoka om
folbeto qoe cosida como se deve applicar, 6
vende-se na loja do Gallo Vigilante, ral
de Crespo a. 7, polo preco de 4,0000, 54
e 6g000. __________ .. .....
"Loja do (Mo Vigilante
* G ni maraes k Fre tas
RA DO CRESPO N. 7.
Os donos deste bem conh eeido estabeleci-
eto, tendo em vista sempre o melbor
de bem servir a seos numerosos fre-
guezes a lequeriram em Parisumcorrespon-
dasjte, e qoat nada tasa deixado a desejar na
es col ha de suas encommendas, por isso hoja
oais qae nunca se acham habilitados a bem
servir seos freguezes, tanto na escolha dos
objectos como em presos, como sejam:
Lindas trancas pretas e de cores c)m ve
drilho e sem elle, proprias para enfeitar bas-
quines, assim como botces para os mesmos.
Liados ciatos pretos e de cores, fazend
enteiramente nova em gostos.
Lavas de pelica, seda, fio da escocia, e tor-
cal, pretas, brancas e de cores.
Meias de lSa para padre.
Dita de todas as qaalidades para homem
seoboras e meninas.
Agolbas proprias para crochet.
Liadas capellas para noivas.
i Soperior papel almaco fioo liso e pauta-
de seo chefe mandar por do com33 linhas, assim como de peso pe-
queo, amisade e tarjado.
Lindas touquinhas e sapatinhos ricamen-
te enlitados para baptisados assim como
meias de seda para o mesmo fim.
Lindas vasos de porselana e metal para
pos de arroz.
Pacotes com soperior pos de arroa aro-
mtico.
Ricas caixas com msica para costura,
ricamente infeitadas e todas marebetadas de
madreperola.
Lindos livrinhos com capa de tartaruga
proprios para missa.
Lindos port-bouquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentes e bailes
etc., etc.
Grande sortimento de pentes de tarta-
ruga paracock, alisar eregacar os cabellos,
assim como de mar fim, massas e borracha.
Grande sortimento de saboaetes de todas
as qaalidades.
Superior banba em latas de diversos ta-
annos e procos.
Superior linba para crochet.
Grande sortimento de perfumaras dos
melhores aotores at hoje conhecidos.
Grande sortimento de botoes tanto pan
pannos, como para colletes.
Finas tbesouras para costara, onhas e ca-
belleireiros.
Grande sortimento de escoras para roo-
pa, cabellos, dente s e onhas, assim como para
limpar ooro, e muitos outros objectos qoe
menciooa-los Seria enfadoobo.
S n Vigilante, roa do Crespo n. 7.
cisco
(RA HOVA K. 11,
acaba fe ree*bw raa lindo i
tmenlo da ocatos, fauatoa, bbwcolot, da al
timo e mais aparada goste da Europa a eco
los de alcance para observacOe e/para a
martimos.
MM SHI SflilNBO
Knardoqsaeinaadon. 4S,Io|ad
lindezas
Jos Bigdhxnno
Carriteis de retarde toflas as corsa a 80 rs.
FrascM d'ataa d Cotona SMito soserier aatOn.
Fraseos do oleo Mito fino a 800 rs.
Baraibos franceses BMrito Om 49 rs.
Pocas d* tranca branca de carasol a SO rs.
Ga oflm colees fMncensjsl t rs.
Redes preas lisas para segurar cabello a 330 rs.
Doatis de pennas de neo mnMa anas a 60 rs.
Caixas de linba do gai de 30 novello* a 600 rs.
Lencos de cass ooar narran ICO rs.
Daifa de facas e garios de cabo prelo a 3O0.
Garrafas de agua Flsrida rerdidelra l*0CO.
Babados do Porto de todas as taaras e todnt ei
grecos.
Sylabarlo! eom estampas- para meninos a 390 n
Memento da roopa de layar a 100 rs.
Dulas de meias matto flaas para seniora a 4.00
Agnlbas franeezas a balo (panel) a 60 rs.
Pares de sapatos da tranca n Apote a SiWOft,
Pe?as de fitas de la de todas al cores a 5CO rr.
Crozas de botoes de porcelana prateados a MOr |
Caixas com alflneltes mmenua a 80 rs.
(Jalxas M 100 envetopet moMO Hh a 0 rs-
Ilesma de papel de pese braneo liso a if.,
Fraseo eom anpertor tinte a 100 rs.
Grosas de pnospneros de ca a SfMe
Pares de bot5es de panno nrorto bonitos 80
Lanosa em cartio de WO jardas a 100.
Calanle superior liaha do can con 80 noveleo
700 rs.
Talfceres para menluos a MO rs.
Masso com superiores granos a 30 rs.
Grosas de peonas de ac multo finas a 320 rs.
Bonete para meninos n i.
Pentes com costa de metal a 400 rs.
Realejos para meninos a 160'rs.
VERDADEIRO LE RO
Uta* do 8oin, 84, PARS.
Em cada garrafa, ni, catre i roltiaco paprl aiul
JM lia o mru ainrtt, om rotulo ibprfsn ta
relio com o >illo Ihtbiai. do cuvkumi mm,.
/V. B. > rillf t-
teiutivtr ii n- j -(l r>
de S-Hi Iraii'.. -.,-
brel'ar- .i,ia..-i |
a n *.i. .1- rtfa, f
lafll1r.|fiiTl n
tfo abatimi'!
alar etcuuu,
lu
de P. Maorer e
Novo e grande deposito de superior carvao de Car^ffna
Babia.
Antonio Gomes dos Santos & C, ra Santa Barbara n. 1, estao habilitados asupprir de
owvo em condicoes mais favoraveis que em oun o qaalqaer deposito, a todos os navios a vapor que
cerrera naouelle porto. A contratar nesta com Domingos Alves Matheus.,
1ZE1EDO tfc I l.Oll E>
RA DA CADEIA N. 47
ffadapolo do baiao.
Superior madapol5o camiseiro qne val 8$ a '60.
' Dito qoe val 74 a 50.
Caitas o bala*. .
Bonitas chitas cores fixas e panno fino a 3oo e 32o rs, o cvado.
Baldes 4e canda.
Os mais modernos cales de arqainhos fiaos, qae por Uto se toraam recommen-
daris ao bello sexo.
^ Cereolas e camisas.
Ceroulas de bramante franeezas a 106oo. .
Camisas te pregas largas qoe vaiem 30 20.
As metas inghzas do baldo
Superiores meias croas parabomem que ralm 90 a 70.
oupa hita do baldo.
-Jfe!J36pt0 dexafl?,ls' *WoV^auetes deJjrim, panno fioo de caseawa, todo por
ende moitos outros objectos e-po? uvigottctatiisinos pecros.
GRANULOS ANTIMONIAES
Du Boetenr PAI1I.L 1IID
Noto atedicat8 par enraeaS da molstias do coracaS, da asthm, do catartho, da cocpwluche,
da tsica, etc:
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS
Para eoracao'da anemia, da chlorosis,
da amenorrhea, dai nevTalgiis, e
escrofulosas, ato.
nevrose, dai molestias
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH
Para a aneao das moleetiu, nervosas, das tu digestiyu, dypopeias, etc.
FHAWCA. i Pkarmacia de E. MOUSNIER, i Saujou (Gharente-Infrieure).
Km Bio-de-Janeiro, FLIX FARAUT, pharmacia, 77, ra Seto Setenbro.
lEmPeraanmeo, P. MAURER e Cf phormack, ra Nova,
fKmMaceio. FALCO rXAS, pharmacia unpenaL
**
CALLOS
Vende-se na pharmaciajde]P. Maorer dC, ra Nova.
ORNAMENTOS DE IGSEJA
Ra ] cadeia n. ftft
ornamentos de igreja por meaos preco qoe en on-
Na roa da Cadeia n. 85 ba para veud
tra qualquer parte :
A SABER:
: Ornamentos de damasco braneo de 24*000 a 32|000
> s encamado de 290000 a 32*080
, rOxo de 22*000 a 30*000
4 preto de 20*000 a 30*000
, > verde de 20*000 a 29*000
, e velludo preto 6*000
Capas de asoerces de damasco
upas de asperees ae ata
UmbeHts de dem dem
..... ii '
450000

PomadaGalopeanpara a extraccao e cora r-
pida e completa dos callos daros, sem a menor dor,
vndese na
Pharmacia e drogara
Barcholomea & Ceaapaiihla.
34BA LARGADO ROSARIO 3i
_______________nico deposito._______________
UollaresKoyer magnticos
Medalhas e pulseiras magoeticas.
A Aguia Branca receben nova remessa dos pro*
vellosos collares Rover magnticos, ja summamen-
te conhecidos para preservar as convulsoes e faci-
litar a deotlcSo das orfaneas.
Ccm esses atis collares elctricos magnticos
tambem nao pequeas qaantidades de medalbas
e pulseiras elctricas magnticas cuja utilidade
tem sido aproTeitada por qoem soffre do nervoso
hy poeoridico, tremores as mos etc.
Assim como os oollares Royer estao geralmente
conbecidos e acreditados pelos efflcazes efleitos e
bons resultados que tem coIbfSo as pessoas que
delles tem usado ; assim tambem chegaram a ga-
nbar lao alta reputaco essas apreciavels medalbas
e pulseiras magnticas, ama ves qae o aso dells
for se estendendo a todos qae deltas necessitem. A
Agala Branca conlina a receber por todos os va-
pores francezes urna determinada qantidade des
ses sempre precisos e estimados collares Royer
magnticos e por leso fique aa lembranea de todos
qae os acharo constantemente em dita loja da
Aguia Branca, roa do Qaetmado n. 8.
Deposito aa pharmacia
C em Pernamboco.
m XAROPE DEPURATIVO
DE CASCA DE LARANJAS AMARGAS
COM IODURETO DE POTASSIO
DE
I.P Laroze.
pharmaceullco em Paris
O ioduretodepotassio om verdadeiro al-
terante, om depurador de incontestavel efi-
cacia; combinado com o xarope de casca de
laranjas amargas, atorado sem pertubaco
alguma pelos temperamentos os mais Uracos,
sem alterar as funeces do estomago. As do-
se matbematicas que elle contem permittem
aos mdicos de receital-o para todas as com-
pleicoes, as affeccoes escrofulosas, tubercu-
losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'isso, o agente o
mais poderoso contra as doencas rheumaticas.
Deposito em todas as pharmacias e casas de
drogaras no Brasil.
ExDedices, em casa de J. P. Laroze, rae
des Lions-St-Panl, % Paris.
A' venda na pharmacia de P. Maorer &.
C\ roa Nova n. 25.
Algodod Babia.
Vende-se algodo da Babia a 440 rs. a vara
dinbeiro : na ruado Crespo loja da esquina n. 8.
Xarope e pasta de Seita
DO
Plnheiro martimo
M
E. Lacease
Preparacjes mol precooisadas pelos sabios mdi-
cos de Pars, com as melhores at boje diseobertas
para a cora certa de todas as molestias do peito,
broochites igados e cbroolcos, astttma e anda isa
affeccoes das vias armarlas.
BUOSITO KSfBClAL
34Roa larga do Rasarle34
Pharmacia de Bartbolomea t c.
ttenco.
ARTIFKUES.
E' ebegado em breve os afamados-dias de
S. JoSo e S. Pedro, dias estes de animacaq
para todos qoelles qoe de jos devem feste-
jar estes gloriosos Santos: para este feste-
jo existem os melhores fogos artifieiaes em
orna das melhores fabricas conhecidas nesta
cidade e para commodidade dos comprado-
res recebem-se encommendas ntroa Nova
n. 39 loja de ferragens de Souza e Goima-
fSes.
Alcatrao do ga.
Os fins a qoe pode ser applicado, sia atada poo-
eo conbacidos no Brasil: na Europa, pateta, as
vantagens do alcatrao do gaz sao bem patntese
apreciadas. Alli, empreado como agente pre-
servativo de madefras, ferro, etc, quaao eipogas
a' accao atmospberlea, en dar f oa doce a sesga-
da. E' asada, atada coa aresenaU daaapio
dtetiactifa do oapim e outros tosectos, que
a bumidade penetre em qualqeer eotopuaaam.
Serve, aflaal, nao s como vernis "'J'S
navios, eornmtes, alvarefas a M*!J'""?ir!a
de coastoccio, mas atada cas poderoso a ex-
e brlnqaedos de todas as cualidades, ^^0, no aseriptorio da etuprexa
DEPOSITO GEE4L
do assucar crystaliwdoda fabrica a vapor da
povoago do Jlonteiro
b. 26 Caes 22 de HeTeabre a, 26
J$0 ovo preprietwio deste grande eatabeteclteato eootida ao respeitaval pobfleo,
qoe se acba de novo fonecionaodo fabrica do Mootehro, e qoe no estabeiMimento atma
encoatrarS sempte um softbiiento de assocar crystaliado em paos e tbido qae se vmt
der aso s a varejo (isto de ota arroba para fina) como por teenJo para f6ra da
preyitKii,
para entretw criancee, assim como aestiabas, car-
dabas e maracaes i patea para os mesaos: ne
basar da briaaaeos na roa do Queimado n.
Farelio a 8.J80 e milfio
4,500
Vsaaet saacos fraades; a roa da Madre Den
omero sS e9.
Mazeltasda actualidade
ra toa
do gaz n. J!, rni do Imperador, r,hoJ?5S?
oo amaten da BoHa-amaK*, 8. Jawajjjmo
Gomes da Pooseea.
o Hosano, a* aartar n. II,
tS? para mhw 4 tmmmm, brtawNftu
para boqoets com letreiros asMaa.oMiia>B
roatsaa a perfeiaio, ha para vandet arcos de .Bo>
ib res para Santo Aatofllo, S. Jlo BSJBfa.mtk,
Acba-se a venda na
Crespo o ioterenaate ______________________
pheMazellas da ActoaWidf^iSeo o^ I S^pn-se qualquer eacomm^^ para tra om
exemplar. Ipnateu-
> ". DZJZI majsbarato do qoe em caira qaalqaer parta t-
^-SS?" pXpwasaha a aonaparaaMtedaiftar,

legivelJ


A.
T?

1867.
th
=
"
/
I

1
so

11 .
iHjtW
Perfuman is finas,
INGLEZAS DE GOSNELL A G,
FRAKCEZAS DE E. PBNAD.
a bem ccmhecida loja de miude-
d. 16, continua a
Peoaud, sendo deste, excellente* tractos
Recebero-se pelo nttimo vapor da Euro- -para lencos, agna de Colonia, oleo, bantu.
pin as (stas de flofli
loarmiw doP^vioi
laperatri m. 60
GA1A SILVA
\

(
O MORQ DE VENBZA
Ao respeitavel publico pernambncano pede-se
Attengo
Acaba de cbegar s plagas de Pernambuco o attencioso MOURO DE VENEZA, o aepois da mais cordeal sauda$o a todos os seos presentes e futuros conhecWos e amigos,
tem a sabida honra de participar-lbe que se acha domiciliado na ra da Imperatriz n.
15. onde despejando-se -des seas jubitos, turbante, anange, e dudo o mais que possa met-
ter medo, passa a assevorar que todo-He cbegado sua trra natal a noticia de que to-
dos os habitantes destabella provincia, ram lesados nos seas mais sagrados diretos, e
particularmente nosoobres, no artigoGNEROS E COMESTIVEIS,n5o pode dei-
xar de commover-se com to lastimosas queixas. Por consequencia O MOURO DE VE-
NEZ A, dcpois de convenientemente adoptado aos osos e costamos, quer desta cidade, quer
dos seas mais recnditos arrebaldes, tem despresado os seas galeoes, e tem a subida bon-
ra de apresDtar, a quem convier, ama minuta des precos dos seus gneros de primeira
necessidade, os quaes-se acbam venda no seu grande armazn, luto .
Ra da Imperatriz n. 15.
Mantega inglesa a 1 A, res e 800 veis, a libra, dita franceza de 560 a 640 res a libra.
Baoha de porco de 320 a 480 res a libra, latas de fructas, pera, pecego, jinja e ou-
tras mu i tas a 500 reis.
Cenonraslata 400 reis, ervilhas, eijao, etc. (portuguesas) latas 500 reis, ditas fran-
cexas 800 reis.
Chocolate de diSerentes marcas de 600 reis,800 reis, e Id, reis a libra.
Charutos Regaba I*, reis a caixinha, diios de Gimas Delicias, Goanabaras, etc., etc.
a vista da grande porco e qaalidade que existe veoder-se-ho por diminutos precos.
Latas defame do Para a 1$, reis e 1)91200.
Gomma de milbo, pacote a 400, 560 reis, dita da trra a 100 reis a libra.
Vinhos, Bordeaos dazia 5& e 8$, reis, idemdo Porto, de diferentes marcas de 85,
12^000 e 181000 res a duzia.
Gaz, lata 8|, reis! garrafa 360! 1 Alpista 160 e 140 a libra, Paince 120 e 100 reis a
libra.
Azeite doce engarrafado 700 e 800 reis a garrafa! E milito mais gneros que se tor-
nara enfadonbo de mencionar.
A' vista pois destes precos, e da qaalidade dos eneros (primeira) 0 fiOURO DE VE-
NEZ A asse ver a que:
Qu' em seu amarzem entrar,
Nao deixar vez alguma
De comestiveis comprar!
Entenda-ee porm que nao iste urna ameaca, ama intimacao, oa urna ordena; nao.
' a certeza que tem O MOURO DE VENEZA, do limitadissimo preco des seos gene-
ros, e da sua bella quadade; portante:
Fregueses! corram a comprar,
Que os precos farao admirar 1!
pa aa mais novas fazendaa como sejam:
Benitas casias de listas grana- J
Ditas castelhanas. jvarawu
Ditas da Italia. )
Ditas transparentes com os mais moder-
nos e mais delicados gostos vara a rs 610.
Ditas de diversas qualidides com novos
gostos o covado a rs. 240-, 280 e 30.
Cortes de medtoa sendo urna bonita 'azen-
da transparente com lindas palmas e qua-
dros de seda tendo cada corte 19 corados a
rs, W.
Ricos cortes de vestidos brancos com lin-
das barras bordadas em alto relevo a 245.
Ditos brancos tambem bordados a rs, 55 e
65-
Cortes de poil de chvre com 18 corados
a 155.
Moder Dissimas va reges tapadas e transpa-
rentes com as mais delicadas cores e com bo-
nitas listas de seda, covado a 640, 800 e 15-
Alpacas lizas enfestadas com as cores mais
modernas o covado a 640.
Ditas enfestadas com lindos lavores gra-
dos e miudinhos covado 560.
Bonitas alpacas lavradas com os mais mo-
dernos dezenhos covado a rs, 800 e 15-
Ricos cortes de vestidos de fil afeitados
a 305.
Poupelina de quadrinhos transparentes
com os mais aparados gostos e quaze a lar-
gara de chita franceza covado a rs, 640.
Ditas mais estretas porm muito bonitas
covado 500.
Sedas de cores com 4 palmos de largura
covado 25.
Ditas estreitas lizas de listras covado 25.
Grande sortimento de grosdenaple preto
covado a rs, 15600,15800,95,-25500 e 35.
Ricas sedas lavradas.
Saias com qoatro pannos ricamente bor-
dadas a rs, 55, 65, 75, 85, 105, #.
Tarlatanas brancas e de cores vara a rs,
800.
Fil branca lizo vara a. rs. 8C0.
Dito de flores para vestido varars. 640.
Outras mutas diversidades de fazendas
qne se mandam tambem levar em casa das
Exmas, familbasparaescolherem ou do-se as
amostras deixando'ficarpenhorno armaze-a
do Pavlo ra da Imperatriz n. 60. de Gm
ma & Silva.
Bordados do Pavao
Entremeios largos
Babadiuhos estreitos
fiabadinhos largos
Entremetas estrei tos
Taadas e transparentes
Gama & Silva reoeberam ova grande por-
-c5o dos mais finos babadjnhos e entremeios,
tanto largos como estreitos, sendo tapados
e transparentes com os verdadeiros borda-
dos a alte relevo tendo de tedas as larguras
e desenlies, grande porcao igual paraqual-
quer obra, que assim possa ser preciso, e
garantem que podem vender por menos 40
ou 50 por cento, do que em outra qualquer
parte, attondendo a grande porpao que tem
no sea armazem do Pav5o: ra da Impera-
-triz n. 60,-de Gama & Silva.
Hntta alternlo.
Liquida&io de livros mallo baratos :
Mimos t infancia a 9f.
Catecismos por Orales a 2*.
Tbesoaroc de meamos a 1J3C0.
Cartilbas de doatrioa chnstaa 500.
Catecismos por Mootepiecer 800.
A' raa do Queimado n. 5, loja da fragata.
Cera de carnauba
Vende-te na roa da Senzaia Nova n. 22.
Chapeas nanillia
Na aova loja de chapeos da roa da Imperatriz n.
12, acatara de receber nm grande sortimento dc
verdadeiros e finos chapeos raaoilha, prometten-
do-se vender pelo mais barato prego que for pos-
ivel.
Vende-se as trras proprias deocmioada
Riachao sita ao termo da villa do Pago de Cama-
ragibe : a pessoa qoe qoizer eoaprar dirija-se a
raa 5ova de Santa Rita o. 17.
Ooce de goiaba.
De boa qoalidade em latas receido de doas en-
genbos onde ee fabrica com perfeico, e os Apre-
ciadores do bom doce, assim como aquellos qne
compram para negocio, encontrara um bom sorti-
mento do dito doce: na roa da Cadeia do Recite
b. 47, primeiro andar.
isa livraria universal, janto ao arco decan-
to Antonio, ha para vender, as'recentes e segain-
tes obras:
Vutgem de /-sooa Qeeania, dedicada aos por-
tognezes no Brasil, por Iravassos Valder, preco
8*000.
Roturo da Viagem de Vewo da 'Gama, por Ale-
xandre fiercalano e o barc do Castello de Paiva,
preco 2000.
A Uberiade e a iegislagae. mistas trela das cousas, por Frederlco Flganire, secre-
tario qne foi da legaco portuguesa no Rio de Ja-
neiro, hoj oa de Madrid, preeo ifOM._________
PRESUNTOS
Saperlores ingleses para fiambre: nos
ene de Tasso trmios a na do Amorta.
raa-
cosmetique para cabellos, opiata e pos para
denles, sabonetes para mos e barba, etc.,
etc.; e daquelle, superior agua de Colonia,
opiata inglza e pos para denles. Alm dos
mencionados objectos ha muitos outros qne
por suas boas qualidades e bonitos vasos,
agradaran completamente aos apreciadores
do bom.
Fivellas e fitas para cinto.
Na antiga loja de miudezas ra do Quei-
mado n. 46, encontrarlo os pretendeotes
nm bello sortimento de fivelas e fitas para
ciato, sem qoe esqueja os lindos pentes
prateados, com fitas pendentes e sem ellas,
sempre fccentento do experiente freguez
qoe se dirigir dita loja de miudezas: i
ra do Queimado n. 16.
Diferentes objectos
expostos a apreciaco dos esclarecidos fre-
s que os quizerem comprar; na ra
do Queimado n. 16.
i tas caixinhas de madeira com fecha-
dura, proprias para costura.
Ootras ditas com arraojos para costura,
Sapatiohos de setim e merinos para bap-
tisadps.
Meias de seda para ditos.
Tocas e chapeosinhos para ditos.
Treos de madeira, osso, cornalinas, obras
mui perfeitas.
Alfinetes de osso com bonitos moldes,
obras de gosto para peito deaenhoras.
Djtos pretos para roto.
Meios aderecos de madeperola,
Port jap ou suspru de satas.
Lencos bordadas para senhoras.
Brincos pretos, pulseiras e alflnetes com
camal&o, tudo para luto.
Froco grosso de 13a, para differentes fios.
Bonecas mansas e choronas para crean-
cas.
Cestinhas proprias para creaocas e no-
necas.
Bandejas pequeas para copos.
Benitas a medenas chanelinas de seda
para senheras
Na loja de miudezas raa do Queimado
n. 16 vendem-se bonitas chapelinas de seda
mui bem enfeitadas e por precos rasoavais.
Enfeites de flores a imitacao de ciaae-
lioas
Veadem-se esses bonitos e modernos en-
feites de flores a imitacao de chapelinas: na
ra do Queimado, loja de miudezas n. 16.
Drffereales aajeetas
Vesdem-Se na ra do Queimado, loja de
miudezas n. 16.
Gravatas brancas de cambraia para noivos.
Grvalas brancas de setim para ditos.
Resas Camelias, ramos e caixos de flores.
Papel para rosas e folhas para ditas.
Leftcis de cambraia i na com barras de
cores, sendo
Parahomensa 35600 a duzia.
Paca meninos a 800 rs. a dazia.
Vendem-se na ra do* Queimado, loja de
miudezas n.+6.
CoUerinhos de lmho
(Aras de ultimo gosto.
Voodem-se na loja de miudezas; raa
do Queimado o. 16.
CABIDES PGRTATEIS
TORNEADOS E tNVEBNIZADOS.
Vendem-se na loja de miudezas: ra
do-Qaeimado n. 16.
Caixinhas
com pastilhas de cheiro para
qheJmar-se em lugar
de incens.
Veadem-se na ra do Queimado; loja de
miudezas n. 16.
PASTILHAS ODORIFUMANTES.
Essas ebeirosas pastilhas sao sempre
apreciaseis, e com especiadade no correte
mez, porque servem para perfumar os ora-
torios oa altares em que se resam ou can-
tara louvavelmente o Mez Mariano, es-|
tas vendem-se na loja da Aguia Branca: ,
J-raa do Queimado n. 8. 1
Haralhas Anas de apa refiaada
Obra dos bem conheeidos e acreditadas fa-
bricantes J. Rodgers 4 Filhos N
A aguia branca avisa a todos que interes-
sam possuir boas navalhas, que ella acaba da
resaber um ontro sortimento de ditas nava-
Ibas com cabos de marfim, a respeito das
qnaes nada mais preciso dizer do que,
fo ^obra das fabricantes J. Rodgers *
^flS?MMva,h"Teram tambem mni
bons afladores, caixinbw com massa para
aflar as navalhas; assim como umas amos-
tras de caivete finissimos, e tudo vende-*,
na roa do Queimado, loja da aguia branca
n. 8.
Brincos, alfiletes e fivellas de madre-
perla
A aguia branca : raa do Queimado n. 8
receben um ootro pequeo sortimento dessas
modernas obras de madreperola, e contina
a vende-las por precos rasoaveis como de ou-
tras vezes.
lamas de cabello oh cresceites paca
coques
Vendem-se na ra do Queimado^Joja da
aguia branca o. 8.
Pe ates de tartaruga e antros de metal
A aguia branca: ra do Qeimado n. 8
acaba de receber algumas amostras de pen-
tes de tartaruga para senhoras, todos de no-
vos moldes e bons gostos, sobresahindo en-
tre elles alguns cojas novidades em mol-
desx e perfeicao de obra os tornam recom-
mendados para quem aprecia o bom ; assim
como recebeu igualmente outros mui forni-
dos e bem feitos para desembaracar e outros
com eixo para debrar e proprios para barba.
Tambem recebeu outros de metal pintea-
dos e dourados, que de tal molde sao os pri-
meiros que apparecem osquaes com o semi-
crculo que fazem sobre o coque loroam-os
mui bonitos.
Carapocas brancas
Vieram muito boas, e por isso vendem-se
a 1)9200 e 25 na loja da aguia branca : ra
do Queimado n. 8.
Babadiabos crespos
O novo sortimento que acaba de chegar
continua a ser vendido como dantes 20500
e 30 a peca e sempre na ra do Queimado
loja da aguia branca n. 8.
Pentes enfeitados para meninas
Vendem-se na loja da aguia branca: ra
do Queimado n. 8.
Bollas de ail
Vendem-se na loja da aguia branca: roa
do Queimado n. 8.
' Bonitos port-relogios
Vendem-se na loja da aguia branca : ra
do Queimado n. 8.
Para mesas
Galheteiras para azeite e vinagre.
Saleiras de vidro e paliteiros de porce-
lana.
Vendem-se na loja da aguia branca: ra
do Queimado n. 8.
rao
Continua fagdo desde o du 3 do corrate,
o cabrinba Antonio, de idade de 12 a 13
aunes, cornos stgoaes segnintes: eabeeare-
donda, cabellos frouebos, olhcs muito vivos,
quando falla com algue/n flea como espan-
tado, bocea nm pooco grimfo o beico de
cima meio virado, peseoco curto, espadado,
pernas e ps regulares, supponbo ter em
urna das pernas urna tortura de urna queda
qne levou, tem algumas marcas de chicote
as cosas e muito ladino.
O abaixo asignado roga as autoridades
policiaes e capitaes de campo que manem
prendir dito cabrinba eleva-lo a ra do Sol
n. 31, ou no seo eogenho Ribingudo sito na
de Agoa-Preta, a entregar a seu adminis-
trador Miguel Jeronymo de Camino, i-
cando corto que ser bem recompensado o
portador.
Recife24 de abril de 1867.
Sebastio Atoes da Silva.
Altencao.
Pngio na manbia do dis 23 de deiembro pn
ximo passado, do logar da Casa Forte da fregoezia
do Poco da Panella, o mulato Laiz, escravo, de ib
annos pon* mais oo menos, claro, de corpo e al-
tura recolar, rosto redondo, ps bastantes largos.
de mallos blxot qoe leve ; tem em nm dos bracos
as segnintes Iniciaes: L. J. M. escripias com ua
atol entranbada na cntis, denles altos e largos oa
trente, tem genio dcil a humilde, entende soffri-
velmente de costaba.
Desconfla-se ter ido em algom comboio para o
centro da provincia, por ser ssas os seos in-
tentos talve para Grvala' donde Albo e tem pa-
rentes. Velo para esa cidade com idade de 6 an-
nos para pagamente do fallecido Joio los Goaes
Pinbeiro, qoe o compron em TaqaareliDga a ap-
Udo de Castro Perelra e Antonio Jos do Nase*
ment, sendo vendido ao annnnciante por aqoeli9
Pinbeiro de qoem o boove. Letn apenas a roop
do corpo, calca de casemlra cimenta clara de lis-
tras, e camisa de algodlozinbo, costama algomas
vezes embebedar-se, nos primeiros das de .oa lo-
gida foi encontrado ni bairro do Recile desta cida-
de por pessoas qne ignoravam esta circomstaocu.
Consta qoe se intitula forro com dinbeiro qee li-
rn oa lotera, e bastante ladino e astucioso. R>-
commeoda-se as autoridades policiaes e oapiis
de campo a sua cantora e entrega a seo senber o
aballo assignado na Casa Forte ou na rui do Quei-
mado nesta cidade, ns lojas da Boa Fama, Agn-a
Branca oa na de Guimares & Bastos, na mesma
roa qoe ser recompensado com 100.
Recite. 19 de fevereiro de 1867.
___________Francisco Jos Altes Guimares.
"Em o da 3 do correte o eserato de noroe Too
m, esutura regular, cor (ala, rosto largo, barba
so na pona do queixo, pernas um pouco tortas, e
vestia camisa de madapolio e calca de easemira
escura, com outra por baixo, de cor alvadi e da
qaadros, ao4a dentro di cidade ganbando e're-
quema as Bolles o logar da Estancia onde ba rea
nlo de eseravos : qoem o aebar qoeira ter a bon-
dade leva-lo ao escriplorio do tabellio Pedro Jorge
roa do Imperador jauto a Jf reja de S. Francisco
qce ser recompensado.
Feijo mUito novo o8,9
0$ o sacco.
No armazem do deposito geral do.assucar crys-
talisado da grande fabrica do Monleiro no caes 22
de Novembro n. 26.
'nr
Eseravos figidos
Continoa a estar fgido desde 10 de malo do
anno passado o escravo eabra Honorato, erloulo,
Idade 35 annos, estatura regular, ebeio do corpo,
pooca barba, ps grossos e cortos. Tambem con-
tinua a etar fgido o escravo Romao, desde o dia
2i de fevereiro deste auno, eujos signaes sao : 14
annos de idade, chelo do corpo, ps cortos ejros
sos, sendo um mais grosso do que o ootro, testa s-
jente, bons denles, tendo as prezas mais altas :.
qiuem os aprehender levem a raa do Imperador n
21, que se recompensar com generosidade._____
SOg de gratilicacao.
A qoem troaxer ao conselbeiro Firmino Anto-
nio de Sooza, no Hospicio, o seo moleqoe Joaqnlm,
fgido desde o meiado do mez de abril com os
signaes segointes : cor preta, cabeca comprrda,
testa saliente, canella fina, secco do corpo, beicndo,
(falla apressado e atrapalhadn, ps pequeo?, sabio
vestido de calca azul corta e camisa de riscado :
costama andar sem chapeo e representa ter menes
de 16 annos, soppde-se ter-se dirigido para Pe
d'Alno.
Achs-se fgida ba dous mezes a escrava Joan-
oa, parda, moito magra, com o dedo mioimo da
o direita torto, am pouco corcovada, e represen-
ta ter 40 e tantos aonos, consta estar occolta em
orna casa de familia, contra qoem se protesta com
o rigor da lei; e qoem del la der noticias oo a troa-
xer a* nraca da Boa-vista n. 22 sera' generosamen-
te compensado.
Acha-se fgida
desde o dia 2 de malo do correte anno, a e crioola de nome Florencia, tom os signaes segnin-
tes : fola, baixa, idade de 45 annos, as pernas ar-
queadas pelo qoe tem o andar defeitooso, om dedo
de offla das mios aleijado, em coosequencia do
nm pananco, falla moito, e intitula se de torra ;
quem a pegar leve ao abalxe asignado, em sea
sitio na Torre, qoe sera' bem recompensado.
Joaqun Francisco tranco.
Anda continoa estar fgida desde o dia 13
de Janeiro de 64 a escrava Lnlza, preta, eriooia,
qoe representa 38 a 40 annos de idade, cofa es-
crava foi comprada nesta praca viada do Ceara.'
para onde se soppde ter fgido, pede-se pomnto
aos capitaes de campo e as autoridades policiaes
a apprebensao de dita escrava e leva-la a roa da
Cadeia n. 64 em casa da viuva de Antonio Pedro
das Neves, qoe sera' bem recompensado alco de
se pagar qualquer despexa.
Foglo boDtem o malato Baymoado, natural
de Sobral, provincia do Ceara', de lamanbo regu-
lar, ebelo de corpo, tem ps e mios grandes ca-
bello crespo, pooca barba, quebrado e levou fon-
da : levou mais camisa e calca de riscado e ootras
de lnho branco. E' cozioneiro e eostoma comprar
na ribeira, at o principio desle anno era escravo
do Sr. Jos Nogoeira oe Sonta : qoem o levar a
roa do Mondego n. 107 oo a ma la Crox o. 19, se-
ra' generosame ote recempesado. Reeife, 18 de
malo de 1867.
50# 'e gratlflcafS*.
Fogio no dia 22 de abril prximo passado o es-
cravo Deoolzio, mnlalo, com os signaes segointes .
idade 22 aonos, estatura regalar, falta de deas
dentes na frente do lado snperior, olbos om pcoco
aperlados, lendo os dedos mnimos des ps arreba-
tados, eostoma trazer o chapeo cabido sebre os
olbos, e tem mais o neme escripio em um dos ora-
eos, como osam os marojos : qoem o apprebeaJtr
e levar a seo senbor Jos Goocaives de AzevcJo,
na ra da Crox do Reeife o. 34, recebera' a grau
cacao cima.

I


GERAL
24:
*
DOS 1 PREMIOS DA 5. PARTE DA 5. LOTERA CONCEDIDA POR LEI PROVINCIAL N. 605, A RENEFIGIO DO CYMNAZIO PERNAMRCANO, EXTRAHIDA EM 18 DE JNHO DE 1867.
NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PRESS. NS. PREMS. e> NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
5 6 242 6* 447 6* 646 8* 817 6* 1000 20* 1248 6* 1430 6* 1611 100* 1791 6* 2003 6* 2211 6* 2386 10* 2589 0* 2793 6* 3041 6* 3266 6* 3416 0* 3608 * 3893 6*
12 51 51 54 34 1 6* 80 34 12 6 96 5 lio* 14 99 6* 2605 2806 43 70 23 10 27
13 52 _ 55 10* 55 _ 35 _ 2 ? _ 59 - 37 15 20* 96 14 6* 20 9400 8 8 51 76 94 19 98 ..
16 53 _ 56 6* 59 _ 41 i 6 0* 54 100* 39 90* 93 6* 98 17 26 9 13 90* 10 56 78 36 14 34
19 58 k_ 70 60 _ 45 __ 9 6* 57 20* 46 6* 32 1808 22 33 14 _ 19 6* 20 88 s- 88 _ 37 18 39 m.
SS ^ 62 . 75 100* 65 _ 46 ^ 13 59 6* 50 38 10 10* 26 " 35 90* 97 40* 93 99 89 ' 87 38 90* 36 40 m
26 68 81 e* 67 _ 49 _ 37 _ 61 81 41 10* 21 6* 29 38 6* 29 6* 96 96 64 M ir 40 * 47 48 90*
30 82 94 68 10* 58 43 M Q9 - 54 - 49 6* 93 32 41 31 27 36 66 95 43 r- 86 40 0*
31 90 501 .77 10* 73 10* 44 pd 63 20* 63 10* 49 31 34 45 33 10* 99 38 75 m 97 47 67 80
39 98 _ 4 _ 80 90* 74 6* 47 ^^ 65 -6* 73 6* 50 36 20* 38 ' 49 37 6* 31 39 84 3301 90* 58 67 51 a
40 307 9 __ 83 10* 75 87 m 78 _ 80 58 38 6* 45 52 47 . 44 49 85 1 ti* 59 69 64
44 10 mm 10 10* 84 61 80 MI 71 10* 79 - 84 - 60 10* 41 46. 58 10* 49. 46 *- 47 3103 * 5 69 76 08 .
46 2:000* 18 15 6* 86 89 80 8* 84 - 89 61 6* 46 48 89 * 64 ** 46 41 5 * (0 M 88 83 68
80 6 19 M 22 90 mi 87 86 96 - 90 - 68 47 49 60 85 km 60 40* 85 13 10* 19 m_ 91 94 78 10*
58 - 21 28 __ 95 _ 89 _ 87 ^^ 1301 - 93 ! 75 48 51 69 89 10* 63 * 70 28 6* 16 99 3709 i 78 0*
64 29 l_ 29 _ S9 ^^ 90 90 . Z 96 - 76 _ 49 55 _ 70 10* 60 90* 69 94 99 40* 18 _ 97 13 \l 84
74 10J 30 37 _ 700 nm 99 __ 93 - 4 97 - 79 _ 60 57 72 H 71 6* 78 9900 34 # 90 Lm 3800 16 96 ^
81 6* 37 44 - 9 ^^ 93 1107 ,,. 14 98 82 61 68 73 73 79 10* 9 39 31 __ 1 94 _ 3907 _
83 46 _ 48 18. 97 _ 18 18 1801 - 86 66 ' 10* 71 78 78 80 * 18 4> 7J 33 _ 4 _ 95 M 96 _
68 49 J 49 27 - 902 90* 21 __ 90 - 6 - 87 70 6* 79 ~ 79 86 93 91 47 38 _ 9 37 M 34
93 86 10* 85 " 33 10* 7 6* 98 ^^ 99 - -10 94 75 75 89 89 96 * 99 66 m 41 90 m 44 38
118 59 6* 68 38 40* 8 29 96 - 13 40* 1710 76 84 95 90 98 " 93 83 44 34 m 49 40
22 62 70 20* 42 6* 9 ^m 33 30 - 16 10* u 77 92 (100* 9316 10* 2505 99 96 78 41 r"~ 89 63 46
26 6:000* 64 71 6* 63 11 39 U - 98 10* M 87 . 94 r* 17 6* 9 9706 *- 99 M 77 81 10* 41 _ 86 44
28 6* 79 76 57 _ 14 43 48 - 97 6* 17 1906 -t 97 18 19 9 Mi 33 78 "~ 69 6* 43 ^^ 67 47
36 m 81 90 58 15 ^^ 47 46 39 - 91 7 99 90 17 _ 11 47 T- 89 10* 83 44 88 59 es
51 6 82 10* 99 " i 59 __ 99 j L 81 81 - 34 - 98 16 _ 9109 _ 91 _ 91 90* 14 -- 72 99 0* 69 48 9* 61 00
59 -_ 92 t 99 61 VB 98 86 86 38 - 96 99 _ 4 . 98 _ 93 6* 93 _ 77 3901 74 6t *e* 64 00 10*
66 97 600 69 __ 49 ^m 70 87 39 - 31 97 . 6 40* 95 m 36 98 84 3 76 69 8* 67 600* 88 0*
68 98 1 75 __ 89 300* 74 63 - 46 - 38 31 100* 9 6* 97 90* 36 37 10* 98 7 86 63 69 8* 79 "
70 400 6 78 10* 63 6* 78 . _ 69 - 47 - 42 40* 38 6* 19 39 s* 41 10* 39 # 3003 * 8 88 69 ^ 71 **^ 70 77 i 08 80
74 . 2 ' 11 79 6* 69 84 0m 71 - 87 40* 86 6* 74 27 10* 34 49 H 41 1 H 10 90 68 *~ 71 mm "~
76 7 so* 16 80 76 -_ 88 * 71 74 6* 62 80 34 * 39 43 80 9 17 91 - 69 =- 76 86 *mm ^^
79 " 8 * 20 99 J 77 40* 1204 a 79 - 78 66 L 80 . 41 2 46 81 __ s _ 11 16 98 40* 70 ^
914 10* 11 91 97 _, 81 6* 81 85 67 m 87 *_~ 46 _ 47 10* 89 _ W 17 M 98 10* 99 6* 71 98 mm *0f
18 * 17 " 29 40* 99 10* 86 13 84 86 93 - 78 _ 90 4J| 47 * 57 6* 69 mm 83 __ 90 __ 99 0* 3400 76 - 91 mm, 80 00 94 08 4000 #
27 92 23 10* 800 6* 89 mmm 1400 78 J 98 too* 49 mm 67 61 90* 73 99 44 6 83 90* 3809 mm< ^"
29 38 98 6* 3 91 .^ Yl 13 96 - 83 99 o* 89 M. 79 69 6f 81 98 66 . 7 84 6/ 13 ^" ^m*
34 43 97 8 _ 98 mm 39 18~ 1605 88 9000 67 20* 84 . 78 83 _ te 89 11 88 mm 17 90* mm m^m
38 ^ 48 28 19 1 96 41 ^m 98 -v - 10 - 89 i 40* 81 6* 86 r- 82 - 87 20*1 33 60 "" 14 97 * m " H
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JDibti de Veroailueo Coaita
tt-m .i t.^ait*. ai. Y i.lint 1 > ,-
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I*
ta,
de Judhv> d*
ZI____
1867.
i
ASSEMi GER4L
sacgoes toraam-se Iropossivel, & descorjiaega
eral, o valor das (erras desee, desee e desee com-
pre, comprometiena por est forma vasllssimos
Intereases.
6 quando eaniemplo, senhores, a perpttaA eon-
tradiego entre o pensamento e a pelavra, entre as
promessas e os (mol, entre os programlas poli-
ticos e a sua conseqoeale realisacao, etqaeeo-me
E, Sr. presdeme, oo somente sob o ponto de dos governos que paseas para $ pausar ao mea
vista econmico e iodaslrial que este coovita pobre paiz qaeflea ; e bascando na reglad dos prln-
uma verdadeira proclamaco de gaerra social, ciptos ama espllcacSo phnsfvel a todas as aqoma-
(Nao apoiados da maioria.) lias qae temos presenciado n'estes ultimes lempos,
este piji de populacao vasta e esparrmala, e ero presenga das quaes nio pesso delxar de bos-
sem granda edocago polittoa, a propriedade ter- lil|?ar a sitnagad actual, creio firmemente, Sr. pre-
ntorul talvez mals do que em neonata outro sidente, que a origem do mal esU' na reaego per-
n grande elemento de.forga e de conservacJo manete do exeeutvo contra o parlamenta!. (Mol-
(Apoiados.) toa apoiados)
Dar vida
CMARA DOS SEMORES DIPUTADOS.
SES3AO EM.3 DE JUNHO.
PRESIDENCIA DO SR. DR. PABIA (VlCg-PaSIDSNn.)
(Cootlouacao.)
Sr. presidente, as disenso? da tribuna, as
lulas da imprensa, nos programmas mioisteriaes e
anda as ultimas palavras proferidas ao terminar
da sesso do anuo passado, o que nos promedia a; para as aossas insiitoicdes nacionaes.
presente sitaago? Pela rotaba parte preflro os horlsontes claros e Bar vida a esse grande elemento de forca entre
Ella prometieu ntfs a observancia leal, a execu- as posigdes dedoids (apoiados) as raaias palavras, o povos modernos ser*' a mals nobre, a mata ele-
cto fiel das leis; e ba largo lempo o reamen da e as declaragoas duvidosaa, da honrada commisso.. vada, a mais sublime tarefa da camar
mojuigo opporrona a dlscusso para a qaal se merecer'as bencos
nos convida; nao jolgo prudente tratar actaalmeo-' sap esse desidertum. (Mujts apoiados.) E, ter
teda emancipagao do escravo. E-neste sentido minando, sr. presidente, pego lieeog a" cmara
N de mandar mesa'urna emenda, que sujeito
oado nao dos melhores eabos de guerra para diri-
gir o pleito di,honra em qie o Brasil esta' empe-
Bhado cjnara* dspota do iPiragaay. (Apoiados.)
As demoras qu teem apparecldo na goefra resul-
tara de (actos que ninguem poda prever. .
Wo cootvamos com o t:.ag*llo da tholra tMT'
o*s,*o eoatavMnos eem a' saWevagio das aro
dictadura tem usurpado as mals importantes aitrl-
buicoes do corpo legislativo (apoiados e nao apoia
dos), e ebegou mesara a elevar se as regioes de ara
poder cocstitulnte I
Queris exemplo?, stnhores? Citar-vos-hei doas,
como os mais frisantes; citar-vos-bei o decreto pe-
lo qual o goveroo do pan, com manifest infraccio
da constitutgo, lber;, a os escravos da nagao, vio-
lando urna attnbuigo que nao era sua; oitar-vos-
bei ease outro decreto, nao monos atunlatorio e at
absurdo na forma, pelo qaal se mandn suspender
a eleigo de deputados geraes em urna das provin-
cias do imperio.
O Sr. Martinho Campos :Apoiado ; injustlfl-
uval.
O Sn. Gaviao Peixoto :Sr. presidente, a situa-
gao presente prometteu-nos a mals severa e escru-
pulosa economa dos diobeiros pblicos; e nanea,
senhores, mais largas deapezas e menos pensadas
se Bzeram.
O Sr. Martinho Campos :Apoiado.
O Sb. GaviaS Peixoto : Queris exemplos? Ci-
tarvos bei esses contratos celebrados por dlfferentes
ministerios.e essas grtiflcagdes extraordinarias que
se tornamm verbas ordinarias, figurando anda nos
orgamenlos apresentados ao corpo legislativo, como
no orgamento do ministerio da fazenda ; e filo, Sr.
presidente, em ama poca triste, em am tempo de
didleuldades, em urna guadra desastrada, em que
ae pretende pedir ao pevo mais 20,000:000^000 de
impostos I
A sitaage presente prometteu-nos a verdade dos
orgamenlos; e como temeamprido sua promessa?
Para nao apontar-vos, senhores, mais de que um
tacto, citar-vos bei a completa inversao da nomen
ciatnra legal a respeito de crditos supplementares
o extraordinarios, meio indirecto pelo qoal o geveft
no do paiz tem conseguido nulli:ar as providen-
tes e salutares medidas com as qaaes o corpo le
gislaiivo pretendeu corngir os continuados abasos.
Entre outros citar-vos-bel o crdito que se abri pa-
ra a exposigSo nacional nesta corte.
A situago de boje, Sr. presidente, prometteu nos
a reorgaaisagio da guarda nacional, no sentido de
dar mais llberdade aos cidados (apoiados); e to->
dos os das nos est dando a ler graves alteragdss,
iu(a6s modiQcagoes, importantes e verdadeiras re-
lormas, e sempre em sentido opposto I
Os Sns. Martinho Campos, Christiah Ottoni e
itros :Apoiado.
O Sr. Gavia") Peixoto :E nao ba maitos 4ias,
senbores, que o honrado Sr. ministro da guerra
a Ilustrada consideraco da cmara.
Qual o limitte desse tempo nao definido pelos
Srs. ministros T Se o projecto a respeito do ele-
mento servil no impero tem de ser oTerecido na
presente sossao, qaaes os principios qae Ibe serv-
rara de base, e como respaila elle a propriedade
actual ? Se, pelo contrario, a opportonldade anda
nao chegou, que pressa, que agoda ment em decla-
ra la I
Pasma, Sr. presidente, que taes questdes se sus-
citen! quando as vistas do representante da nagio,
alongando se pea poltica exterior, foge as vetes
espavorida ; e 'amentavel que a honrada com-
misso, pejeorrendo a variadsima lista dos tac-
tos annunciado pelo ministerio ao parlamento so
encontrasse louvores para teoer-lhe, e, em seas
arrabos laudatorios, chegue at a contrariar' as
vezes o proprlo pensamento do governo f
E' a?sim qae a falla do tbrono v no decreto de
7 de dazembro do auno passado apenas ama pro-
messa d futuros beneficios, porqne ni forma da
propria declaraglo do Sr. minisiro dos negocios es-
irangelros no sea relator, exige ama serie de
actos importantes, algans dos qaaes nao sao da
competencia desse ministerio, actos que abrang'em
interesses complicados e dignos do maior estudo ;
esses actos a honrada comralssSo n5o cotihece, nSo
foram mesmo concluidos, e a honrada commisso
assegura desde ja, seja qoal 6r a solocao delles,
que o decreto est promoveado largamente a pros-
pendade do imperio.
O Sr. SotrzA Carvalho:Isso nio est na res-
posta a falla; pode ler o texto todo.^
O Sr. Gavia Peixoto:Reproduii as proprias
xpressSes.
E' assim, Sr. presidente, qae a honrada commis-
so folga em sanar que assignoa-se era Pariz e
esta em vigor ama declarago interpretativa do
art. 7o da conveBgo consular celebrada com a
Franca, que acaba o desaccordo em materia de
he rangas manifestado na pralica daqaella conven-
gao ; e qne o goverao espera obter idetico resal-
tado a respeito de oairas convengas de igual oa-
tureza ; e no entanto eu leio com tristeza no 2
dessa convengo, depols de ter regalado a adral-
nistrago e liquidacio da heranga de um francez
fallecido no Brasil, as seguintes palavras : Re-
ciprocamente a beranc de am brasllero fallecido
. pego
para ofJerecar sua (Ilustrada consideragao
emenda a qae ha pouco me refer. (Le.)
Alm desta, a opposigSo prop5e-se a mandar di-
versas ouiras emendas polticas, qae opportuna-
mente serao apresentadas a' mesa.
Tenbo concluido.
(Muito bem, multo bem.)
Vem a' mesa, llda, apoiada, e entra conjunta-
mente em discosso a segointe emenda :
< O periodo qae principia a cmara dos depu-
tados se associa, etc., seja substituido pelo segoin-
A cmara dos depntados sent, por considera
anda nos veio declarar a necessidide do maior em Pranga ser administrada e liquidada segando
mobilisago para essa infeliz guarda.
O Sr. Ministro da Justiqa :Fui eu.
O Sr. Gavia<5 Peixoto :E o honrado ministro
da guerra, e a propria falla do tbrono, e creio que
todo o goveroo, ein -amina, nos vem dizer qae na
necessdade de raobilisar anda mais a infeliz guar-
da nacional I
Pois, senbores, o que mais pretende o governo
dessa desventurada guarda do pai T Porventura
nao t-ni elle conseguido ludoqqanto tem querido?
(Apoiados.) Nao tem ella cencorrido com .todo
quaoto se Ihe tem exigido ? Porventura recuou al-
icurca vez, erabora postergadas as disposigdes da
soa le ?
Vozes :Nunca.
O Sr. Ministro da Jostica e outros Srs. mi-
nistros : Tem prestado importantes servigos.
(Apoiados.)
O Sr. Gaviao Pe xoto :To submissa como se
fura pragas ae linha, nao se tem ella prestado s
exigencias do governo, quer iBternas qae eiternas?
Esta guarda, senhores, que por tantas decepgoes
tem passado, que tem prestado to heroicas mani-
festagos de civismo, deve ser agora remunerada
desses sacrificas com anda maior raobilisago ?
Deve ser Batelada de ps e raaos aos caprichos do
exeeutvo ?
(Trocam-se apartes.)
E a respeito di su materia o esludo podena ser
curioso para quera qoizesse percorrer todas as pro-
vincias do imperio.
A situago, Sr. presidente, promettea-nos anda
reerguer o parlamento, nobilitar as'eleicSes; e ca
emtanto, por maior que seja o respeito cmara
dos Srs. deputados, ao proprlo governo' e aos seos
delegados, peto menos forgoso confessar que em
todas as provincias nao predominou a raesma poli-
tica : as alllangas occasionaes subslituiro muitas
vezes as alliangas de principios, e as vantagens das
lulas do momento paouram em algumas as condi-
roes de accordo entre os cembatente.
O Sr. C. Ottoni:Apoiado, em certos dislrictos.
USr Gaviao Peixoto :Nao assim, senbores,
que o espirito nacional se [;rtiiiea, e, nos das de
grandes crises, ai dos povos, ai dos governos, pa-
raos quaes a dlviso o unic-j elemento de vida.
Os Ss. Hartwho Campos, C. Ottoni e outros :
Apoiado : ni ni lo bem.
O Sr. Gaviao Peixoto :A sitaago de boje an-
da nos prometteu a reforma judiciana ; e, se nao
leve anda tempo para torna-la urna realidade, em-
bora possa desculpar-se com circumstanclas espe-
ciaes que a impossibilitaram oe atlender a este ra-
mo de servigo publico, deva ao menos dar ao par-
lamento as raz5es por que tinha deixado de parte
essa reforma, que a propria situago declarou to
'iionanie como instante. _
Fapenar de tudo a honrada comrnissao de res-
posta a falla t) lirono v no socego que em gefal
observou-se Ea ultima eleigao mais do Mi
prio governo ? Nao so urna prova de amoro
povo brasileiro s Institag5es nacienaes, porem
ainda um signal eloquente da consolidagao da or-
dem publica no nosso paiz. ------.-
Amplan 'o opeasamento do goyerno, a honrada
commisso parecen fechar es olhosao* tristes
acontecimentos qaesederam em algumas das pro-
vincias do imderio. .
E' crio ainda que a ordera publica nao se con-
- solida seuo peo mutuo respeito de *m*g*
res, e pela Bel e leal execugao das le?, ?ertadeira
aspirago dos eternos livres e que em seus resul-
tados o equilibrio de todos os m'eresse.
Mas a Acarada commisso a nada **j>**
rando os olhos a todo, so v no socego (Mg^
que em geral observou-fe DI ulllma eleigao (riso)
dos bancos da opposigo) mais urna prot desn
coosolidago e do amor do povo brasileiro as insti-
,ao18'sacrosntangeauidade! (Hilaridade.) Se
sois sincera, eu vos sando 1 (Hilaridade.)
A honrada commisso, ^PW*^4J1J!
rosto a mais de urna qoestao .mP0"",
ando entre as exigencias do ""!\g.
deporta bo actual gabint?, aceitnM o^on
vite aue Ihe dirige o governo a proposit da emau-
c 6agqaUo da tscagvatu?a no Brasil. Menos m.n.ste-
rialista neste ponto do que nos outroaltpicos 'da
sua resposta, a honrada commisso M"0*"
introduzr urna pbrase nova que, se oso orna, as
pera censura ao gabinete, pelo menos urna Hgei
ra advertencia. .___
O Sr. Souza Carvalho :-Nao mais do qae a
resposta a um pensamento do governo.
Uma Voz :-Nao era de esperar outra consa t
OSr. Gaviao Peixoto :Para qae pois o termo
prudencia t
O niscurso da corea declarara apenas -que cum-
pria considerar opporlunamente o elemento servil
no imperio; a honrada commisso, porm, emende
que nao basta a opporlunidade, qae tambera 6
preciso prudencia para o eonhecimenio de tal ma-
teria : que uto, pois, senbores T
A honrada commisso arreceiou-se que o gabi-
nete dilecto, qae tantos louvores arranooa-lhe do
peto, pudesse oceupar-se de um assumpo de tal
niaguitade com meaos reflexo e com meaos pru-
dencia T
E Sr. Dresideote, de qaeopportaaidade se falla, 1 para conjarar
que prudencia se r^que?? Como se :pretnjeij 1
peitar a propriedade actual, e sem ^rofanJ
na agricultor ergae-se e>ta wca filWBio
contra to vastos imnnrtantissimos 1
as regras estabelecidas pelo presente paragrapbo,
no que nao forem contraria le fratueza como
se pira n3 brasllelros a le de nosso paiz pudesse
ser menea sagrada e respeltavel do que as leis de
um paiz estrangeiro para seus cidados I
Essas simples palavras importara a comflsso de
nosaa fnferioridade em documento publico, e qaan-
do deviamos pelo menos maoter illesos os direltos
de nossa soberana territorial.
O Sr. aeistides Lobo : Mas ba reciproeidade.
O Sr. Gaviao Puxdto : Reciproeidade I To-
mai sentido, nos diz a convengo consular, as leis
da Franga nio podem ser modificadas pelas con-
vengoas que comvosco flzemos, mas as kls do Bra-
sil... essas podem s-lo, e ainda assim tereis di-
reito de contar mais am triampho I
Devo diz-lo, Sr. presidente, nio fago oeste pon
to urna aecnsagao ao governo actual, e nern to
pooco so negociador; ao primairo porque nio
poda deixar de ractiflcar o tratado, desde que nao
tioba elle excedido os poderes conferidos pelas ios-
trnegijes; ao negociador, porque limlttou-se a cum-
prir com zelo e dedicago a incumbencia de qae
liaba sido encarregado.
Sr. presidente, da poltica externa do ar.toaV ga-
binete am facto pode dar idea : a priso de
Mac voo Verren em seu transito para o Paraguay
onde ia servir ao respeciivo goveroo. A leitnra
dessa parte do relatorio do Sr. ministro de eslFan-
geiros enluta o corago e abale o espirRo.
Cs Srs. Macedo e outros:Apoiado.
O Sr. Gaviao Peixoto:Nao S3necessllam eom-
mentarios, nao preciso qae nos cansemos ero
largos desenvolvimentos: a historia simples, mas
a conclusao entristece.
E_ uma priso, seabores, qoe; segaado dir e
prop'ro Sr. ministro de estraogeiros em sea refa-
torio, efTertaou-se cum todas as formalidades- da
le internacional, oenham direito foi offendldo ; o
ebefe de polica obroa de conformldade com as
vistas do governo e oao pedia deixar le .fazer o
qae fez; no entanto encontr este ootavel treeho
no relalorio do Sr. ministro O governo do Btar
sil, por deferencia que o da Franga nao dei&aram
per certo de apreciar, resoca repr o Sr. Verrea
sob a bandeira fraoceza, e de feito f-lo condozir
para bordo do navio de guerra Curieux. Para o
governo francez, pois, ; resta desta questaa a
parle abstrata, qae pode ser examinada e discuti-
do do modo mais agradavel. > Para que, pois, o
prenderam. Pelo gosto de poder ter posterior-
mente deferencias com a Franga ? Para que- sus-
tantou-se orna dlscusso antes da soltura orde-
nada ? Para encarecer o prego do favor 6ince-
dido?
A deferencia tlda para mim om um governo
estrangeiro, depois da sustentarlo de anvdreilo
que se repota claro e ncontestavel, pode parecer
fraqueza, e nao se coaduna com os ptjndoaorosos
sentiraentos da naga o, qne se oppozeram-a* accei-
tagau da graciosa mediaco que por parte do go-
verno dos Estados-Uodos nos foi ofierecida para a
paz com o Paraguay.
Sr. presidente, se a poltica interna e externa
sao taes, qaaes acabo deulescrever, o qoe podemos
esperar da administsago financeira r-
V. Exc. comprehende qae n'este debate nao se
pode dar mais largo desenvolvmaato a esse ramo
de servigo publico, que, boje mais. do que nunca,
loroon-se de prolando alcance para o pala, e nem
fazer am exame mais minucioso das differentes
partes do rotatorio offerecido polo honrado Sr. mi-
nistro da fazenda. Entretanto fiqaem consignados
alguns fados, nao porque fa/tem maitos, mas ryjr-
que esses bastara pira descrev-la.
Durante a adminislrago passada, com aqnelle
sanete de attlca eloqaencia com qae o nobre pre-
sidente de conseibo sabe temperar as censaras qae
dirige aos sehs adversarios, S. Exe. proQigoa aquel-
es de seus antecessoes qne emittiram na ireula-
gao papel do governo. Queris saber, senbores, o
que fez o nobre ministro? iBcorreu na mesma
colpa, apresenta-se reo as mesmas condigdes.
O |Sr. Tavabes Bastos : Apoiado.
O Sr. Gaviar Pbixoto : E por esse modo vio
loa a propria le qae com tanto enlhusiasmo de-
fendeo na sessio passada I
O Sr. Tavares Bastos : E* moedero falso.
(Riso.)
O Sr. Gaviao Peixoto :S. Ext, Sr. presidente'
em seq relatorio apenas soube pintar com tragos
negros o qoadro noanceiro do paiz. Infelizmente
esses traeos sao verdadeiros : mas o honrado Sr.
ministro da fazenda*, em vea de se apresentar des
crente e sceplico, davia auxiliar a cmara com s
illustrago de qne disp5e\sobre esta materia.
( Apoiados.) Em vez de apresentar-se perante o
parlamento a apenas dizer:E' Imposslvel om
emprestimo.^ur interior, qur exterior, incon-
veniente a emissio de mais papel do governo.
go~es polticas eminentemente braslleiras, e que
nao escapara ao alto criterio de Yossa Magestade
Imperial, que o goveroo consignasse na falla com
que o tbrono abri a presente sessio o grave as-
sumpto do elemento social.
i A cmara dos depntados, sen'nor, esta' profun-
damente convencida de qae s o tempo, o progres-
sivo augmento da riqueza nacional e a prosperi-
dade eslavel das nangas publicas podero deter-
minar apoea de attender se a' antlguisslma insti-
tuigao servil, qae as leis do estado recooheeem,
sem abaios bruscos do valor e segaranga de toda a
fortuna publica, e sem detrimento grave des mais
elevados interesses brasileiros, interesses qae at o
presente firmara-se, alada por muito's annos des-
eangaro na agrieallnra e organlsago actual do
trabalho.
A este pensamento, que a cmara dos depu-
tados se compfaz de acreditar que seria o do go-
verno de Vossa Magestade Imperial, ella se asso-
cia, e espera assim que o-elemento servil sera' op-
portuna e prudentemente e nttderado sem os pa-
ngos que tememos, sem offensa da propriedade, e
sem pesados sacrificios do thesouro publico.Ga-
viao Peixlo0
O Sr. Mahtim Francisco (ministro da fosti-
ea ): Sr. presidente, permitta-ma a cmara-nue
eu manifest a minha sorpresa em relago aodis
curso com qae a nobre opposigo acabar d estrear
a discusso da resposta a' falla do tbrono. Vejo
nao relo, presencio e nao posso acreditar. Pois o
nobre neputado pelo 2 district da minba- pr(win
cia, que ba poneos dias estava em perfeita harmo
na com a poltica que hoje vem impugnar, qae
se enearregoa de estrear era opposigo na deos-
sao a' falla do tbrooo 1 Pois o nobre deputado'no
sabe que tem vivido n'esses ltimos tempes em
perfeita harmona poltica coraigo
(Ha diversos apartes.)
0 Sa. Tavares Bastos : O que o*nobre niinia
tro da jastrga qaer dizer que nos libamos a
obrigagao de atara-lo smpre I (Hilaridade; recia-
magoes.j
O Sb'. Martim Pramcisco : O apartr t pe-
queo como o sea autor.
O Sr. Tavares Bastos : Esta redarjjotyao
de quem nao digno da caderra que occopa.
O Sb, Ministro d Jcstiqa ;Nao loe respondo.
(Ha muitos apartes, e reclamagoes; a to& do
orador nao se ouve.)
O Sr-.. Ministro d< Jcsftr;* : Ea peco- aos
meus amigos quo conservera a malo calma. Sr.
presidente, eu dou por indo o iacideoie,-- pe?c '
nobre opposigo qoe me ouga com a mesraa ^i!n-
cao com que ouvi o seo orador. Esse. pode dar-
me algans apartes, e eu os aeeeito com Wdc-o
prazer, mas pego aos outros merebros da oppo3">
gao ^ue me ougam cem mesma attengo coas
qoe ouvfo sea collega.
Ea contino, senhores : o nobT depatado pelo-
2* districio da minba prciacia las erailo em vir-
tude de om pensamento poltico qoe presidio tam-
bera a minba eleigo. & nobre deportado pelo 2*
district da minha provracra esteva at agora d
accordo coaigo, nio- so-da aecord* peseoal, roas
de,DerfeiK> aecordo poltico.. O nobre epatado
amifeeaeveem harmona comigo quaoto a' irec-
go qae-deva ler a adinlBwtraeo d pr&vkicia ;
tenho diroHe, pois, de me maotfeswr sorprendido,
qnando, era' vas de enconara lo pa posteo e ami-
go do governo, o encontr aa opposice eitrema.
Voa explicar todo o me'* pensamento. o par-
tido liberal em 3. Paolo tem acompanhado esta si-
tuago com toda a lealdade, alias nao podra, aceci-
nar uoiiges de eonfianfa ;mas, tendo-r feria, se-
gne-se que aTHpanba censamenl> poU:co do
actual gabinete. O facto do .-partido liberal sr ac-
ceitado osas posirSes de coofiaaga demoBstea qae
o parti j ,'ib-r! de S. Paulo acompaa o actual
gabineto com toda a sioesridade qoe o- distiegue.
(Ha di-verso! apartes.)
, A questa simples. Srf- o partido Iftara* de S-
Paulo sao acomuanna a poltica do gabinete, ha s
jaara ee um comportameoto a seguir, o desistir
dessa* pesic&es. Si-nhoreo,- oo ea voa mal,oa o
nobre diputado, au ea ewo, ono nob#o depoudo.
Nao be.aliemuva enlre nos ; goardada^ as rea-
(oes pessoaes, as rehgoes polticas entro mim e o
nobre depoiado esto completamente rota*-.
(Ha.niiiiJos. apartes.)
Seaaores, eu sou respensavel por todos s erre*
qae o residente de S. Paolo possa tercoaamettld,
porque os prosidentes oo fazam seolo oaae o g'
verno.quer-
(Ila diversos apartes.) i
E' verdade, o partido.liberal d*o precisa de f:
vores, mas flemasiadamedle hoaest para ic:ei
tar posigoos de coniiacja da um-goveroo qafcao
apoia. ( Apoiados.) Ella responaara* e eu passo
adiante.
Um Sn, deputado: Niaguem pd sar eleito sem
luenga nnoisterial.,
O Sr. Ministro 0A..JHS.iiCA:-atre o coostHuin.
ia e ocoasiiluido deve naves*-parfeita ideu dade
de paasamento. Nao se. trata da-confianga li i go
vernoy e sim da do carpe- eleiletal.
Agora passo a acalysar cada- nma das proposi-
goes apresentadas pelo nobre capotado pelo l'dis-
irict da minha provincia, exceptuando apenas
se refere s finangas porque, tendo o.raen
vincias argentinas -qa%fari|ea o* aoasos alliados
a distrahlr parte de saas torgas. Estes obstculos,
poli, explica pirteitamente a demora da guerra.
(Apoiados.) \/ a
Lastimn "tambeW o nottf& depufellr ^lo 2" dis-
trict da minha provincia qae a agrealtdr se es-
tava pilorceodo por falta de capltaes. Deveria a
nobre deputado indicar-nos qual-o meio de crear
cmara actual, que de sbito este capitaes. O nobre deputado sabe
do paiz, se eoegoir reall- que os capltaea cream-se lentarheBle; pela ac-
cumulagao de reservas que depols se applicam a'
prodaego qua se podem crear capUae.
Quaes sao os tneios que podem favorecer a agri-
cultura, e a qae o ministerio se tBha recusado ?
Nao v o nobre deputado que o. ministerio cuida
com o maior esmero" em encamlnhar a emlgrago
para o nosso.paitt Nao v o nofire depatado que
garantas de jostiga sao dadas ao nacionaes e es-
trangeiros ? (Apoiados.) Nao v o nobre deputado
que o mloistetio procura desenvolver o nosso sys-
teroa de viagSo T E nao sao esses os meios confe-
eidos para dar a' agricultora os elementos conve-
nientes de desenvolvimeato f
' Aocusou tambera o nobre deputado'o ministerio
porque o dficit cresce todos cs dias. Mas como re-
mediar reto? Se somos abrigados por honra e dig-
nldade da nagao a fazer despezas improoctivas,
como dficit aio ba de ereseer ?
Venba o proprlo nobre depatado para os assen-
tos mioisteriaes, e duvido que descubra um elixir
portentoso para impedir o augmento do dficit,
quando se da' o tacto anmalo da gaerra, e quan-
do nao se podem crear repentinamente lentes de
renda. (Apoiados.) .
Mas ao mesmo passo que o nobre deputado o
primiro a dizer que o dficit cresce de om modo
espantoso, parece entretanto o-ppflr-se i creaead de
impostosl Esta' no caso de am dos nossos parla-
mentares amigos, alias hornera muito digno, que
estava sempre prpropto a votar despezas, coas nio
quera votar receita, porque dizia eHe qoe epovo
nSo gostava de imposto, (ftiso.)
Nao rejo outro mel de remediar esse cresei-
mento do defic se nao a creago de impostos.
Querera' porventura o oobre depatado qae ns
condigSes em que estamos vnr contrahlr aa
emprestimo externo?
O Sr Gavia* Peixoto:Nio dlsse-lsso.
O Sr. Ministro da Justiqa:Eotac qaal o
mer>?
O sr. Gavia PeIxto- (em voz alta);-"Qne Ih'o
diga o Sr. ministro da fazenda; se nao- o pode
deixe o-logar que occopa. _
O Sb. Ministro da Jstica-.Para qne esta exa-
cerbagao da parte do nobre depotado ? Jfo tem
razo; estoa lomando em consideragao ca? nma
das soas proposigdes e respoDdenao a ellas.
O Sr. Gaviao Peixoto>-No me exacerbo-,
O 6r Sosa-CarvalhN8d querera re".ri3wr
a attengo com que foram ouvid*?.
O Sb. MiNisT-ito da JusTie>:'Ko" s coroprehea-
do eoraoopposigo legitima aqneift que se prepara
para sabir ao poder, e nes.'.e caso deve ter om
systbema sea, deve dizer: este meio melbor do
qae qaelle. (Apoiados.)
Mas aiada argumento em ontro terreno, estoa
apenas demonstrando qoe a ereaco- de impostos
ladspensavel.
0 Sa. Gaviao Paraora .-'Nognam coalestoa Is-
to ; 6 qaerer levantar eastellos, para tero gost de
os debellar.
O^rj Ministro DA-HjsraeA :Acredito -qoe o no-
bre depatado nao nos- acooselharla tf-meio> de con-
trahlr aro emprestimo sem mesmo crear impostos
para pagamento de seos- jaro e igualmente de soa
amortisacao.
Qual "o-pensamento-que esclarece- a-presente
siluago, pergontoa o jx/bre depatad pela pro-
vincia de-3VPaolo. O geverno quando se aprsen-
lo*! neste ricioto dorante a Mgislaturv passada,
solicitando coofianga > cmara, foi- completa-
mente frasco a este respeito; disse : o nesso pre-
gramma o programma de ti&i. Ora, cprograro-f
rn de 186*,^oe f>recea-o asseogo de maitos do
aakres depmado qae actoaimeMe se sentara aes
pbacos da op>osi?30, nao sei porque fatal!lade asn
Ihe merece mais as symaathla. (Apoladoe;>-
Aseeguroo'tameta o nobre depatado psla pro*
vlocia de S. Paulo, que o r-egimeo da dictadura
ha-m invadido toda a aegio d fwreroo qae o go-
ven nao precede senao dictorjmente; e o no-
bre depotado, segoodo a micha remloisceneia) cl-
too deo fact-para comprevr a>aso dessa diela-
t ara.
PHmeiro faeto .-)ibertac3o-do seravos do es-
loxlOvsSegundo- facto :aaspensae da elelgo'n
provincia do Rio Grande do Sol.
& Sb. Arisi3>m-1iOB9 :Ule'* aceita cera- ap-
planse da provinera respectiva,
O toa. Mini^1 no da .Justiqa :San duvida qoe
caneado, tomando-se toda-as cautelas precitas
sem suscitar conflictos com potencias amigas.
Agora vou discutir um ponlo'lfue emende espe-
cialmente com a pasta qne me foi confiada, eom a
pasta da jasliga. O nobre deputado arguio me, e
arguio o gabinete a que pertengo, de ha ver querido
I agfravar a poaigio da guarda nacional. Disse o no
breiaftttado : Quando o pensamento geral, 6
peoMfltttto aceito pela populaeo diminuir o
servigo da guarda nacional, vos queris tornar es-
se ervigo mal* rigoroso, tornando tamnam raals
faops-as coufltgrj's da motllisago da mesma guar-
da nacional. x_____
Seo nobre deputado tivesse feito o favor de lr
com alloma attengo o mea relatorio, veria que,
tange-de apartar-me do pensamento de tornar mais
suave o servigo da go*f*Ueacooal, pelo contrario
ea consigno esta idea raato expressamente no meo
relatarlo ; proponbo, oa a melbares condigoas de mobilidade
da guarda oacionai tonga de augmentarero o aar-
vigo'da mesma guarda, pelo contrario collocam em
posigao raais/avoravel, mais desembaragada, mais
commoda, a elasses mais favorecidas pela mesma
lei da guarda nacional: voa demnstralo. '
O Sb. Gavia Peiioto :E' liberdade proraet-
tlda.,.
O Sr. MroiiTaa oa JosngA :_Em primiro lu-
gar eu digo expressamente no meu relatorio que
os servigos policiaes a que esta* snjelta a guarda
nacional, na deficiencia de eorpos policiaes, nio sao
proprtos da mesma guarda e devem acabar com-
pletamente, Isto se o mea pensamento fr reali-
sado, a guarda nacional nao tara' mals de guardar
cadeas, de acompanbar presos e de fazer entro
servigos qae em occasioes de eleigdes prestam-se
multas vezes a grandes abasos.
O Sr. Harhtkho Campos :Como geralmeate as
ultimas,
O Sn. Ministbo da JusTig.v.: Nao posso dlzer
ao nobre deputado qde as ultimas eleigdes nao
podesse ter bavido alguns abusos ; a geverno nao
o Espirito Santo, n Jo pode estar em todas as par-
tas 1 mas o que acredito que onde ha menor
somma de abusos justamente na altrmas eiei-
g5es.
O Sr. Martwho Campos rHouve menor som-
ma de abasos T
O Sr. Ministro da JosTtg :Qaant, porm, 4
mobilidade da guarda nacional, como proponbo,
nao grava de modo algum essa milicia cvica. O
qae prepooho eu ? Qae, toafando por pooto de
partida as disposigjjs da lei da guarda nacional,
qae classifica os individuos sojeitos a esse servig
em diversas categoras,, segundo as eendiges mais
oa menos hvoraveis ea qae esto ;' qoe tomaodo
por base essas eategsrias^orgaaisem-se os carpos e
as compaeras. Assim taremos compaornas oa
eorpos orgaalsados com soltelro?, com- viuvos e
com casados sem Sitios,com casados e viuvos com
filbes.
Ora, digo euy isto grava mals porventura o ser-
vigo da guarda- oacionai 1 N6o, torna mais- leve o
servigo para as elasses mais favore:idas,e ao mes-
mo tempo faz com que a guarda nacoaal, qoe foi
creada esencialmente para a- deleza do imperio
em clrcmstnclaa extraordinarias, possa servir
para tal fim com mais facilidada e aprevelta-
mento.
Alm dso esta moba idea evita os abusos qoe
se do nos processos de desigoagc-; com a minna
idea na bavera' raar necessidade da desigoaejo.
i>a'-se o facs> de ter de marchar para a gaerra om
;eootingente da guarda nacoaal; ditvse: tMareba-
rio em primiro logar a eompanbias' oa eorpos de
soitelros; acabarn assim-as desigoafees e bavor*
mais facilidad de mebtnsago.i bto grava a
gaarda nacional f Nao, as elasses aunrfavorecidas
licara em melbores condiges ; nao bavera' eoto
mata o abaso de se manda? om casado- sem Orlos
oo coa filbos quando aind>ooaver soiteiros e viu-
vos sem lilhos.
Se* -qoe se podara'- objecar que durat o auuo
alguna desses gMrdas-nacioaaes poden-ter muda-
do de^eslado ; rose ainda aseim o qoe- proponho
mato conveniente do qoe- o actua-1 processo
das csrgnafes coi que se do abuso-am larga
escala.
(Ha-ora aparte.;
Nao sel se o irso systeraa ataca pea-- base o
deseo vclvimento oao augmenta da poputafo ; sei
qae elle colloca eia aielhor ccndieo o ibdiv>duos
casado ou viuvos san filhos qoe nao podero ser
mandados para a gaerra com tanta facilidada eomo
sao actualmente ; este systema. bem longe-de op-
por-se ao- augmento d* populacao, pelo contrare- fa-
cilita ; -exaetamecta-o inverso- daqaillo qae afllr-
mam os- merabros da opposigo.
O Sk G. Ottoni :*-Pde ter muita forga-dfepo-
nivel em tempo de paz...
O SteMiNfSTRo o* Justiqa :*-Perdoe-mo-.o-no-
bre depatado ; a aaa objecga neo proeed-o-neste
easo, poto actualmente, da manelra por que est
organisada a guarda nacional,- qoando o governo
qner chaata-la a servicp, chama- al a reserva. Lo-
go, se o inconveniente ter a guarda nacional o-
mo forga disponlve!, este inconveniente ex:*ta ae-
qaesto, nio miro o pensamento do govefio; o
goveroo comprenende a gravidade da qaaatio, o
goveroo comprebende qae ella nio pode palea-
mente ser decidida pelas Ideas do pbrtoaopno: aja
compre attendepao esudo do pala, a riaaiati cosa
maito cuidado para o fim desatada. (Aponoa).
Falln tambero o nobre depatado pala proriaeta
de S. Paulo as gratifJeagdes extraordtaarlas q
se tem dado; era eonventoote mostrar qaaas sao
essas gratiflcagdes, ponjae, pela minba parte, de-
claro qoe nio as conheeo; venba a apresaataead
dos factos, apootem-os miaoeiosaroeaie, para qoe
possamos responder; pelo mena coro o mea eo-
nbecimento nao se tem creao gratiheagaes extra-
oraiaanaa.
Eotende o nobre deputado qae 6 governo se deve
aprsenla? a's cmaras com toda a franqueza, pe.
dindo-lhas metoj-para acudir a's difiealdades da
situago e dizeado loe quaes essas diffleuldafes.
E' este o modo por qoe o goveroo ba de casa*
prir os seas devere, elle ba sojeilar soas ideas a
approvgao da cmara, por qae o governo qoer vt-
ver com o voto e a eonfianga do eorpo legislativo a
oao passar uma vida ingioria, qne oto. pode ser
aceita ; estas cadeiras que boje oceupamos eom sa-
crificio, mas em curoprimento de om dever, na
sao sera dnvida Janeadas de Odres, sao verdadeiro
.'ito de Procusto, por qoe as diffkaldades sorgaaa
por toda a parta, por qoe os nossos adversario
nao tyuerom apreciar deeapaixonadamente notaos
actos, por qae lioaimente e trabalbo da goveraaea
do estado difflclrflmo. (Apoiados)...
Protaocie-se a eamara com toda a Bjanqaezi ea]
relagao a' poltica do mrnistetto, por aae o minis-
terio qaar saber ae, goaando da eooflaaca dos re-
presentanfes do paiz, goal tambera da onflaaga do
mesmo paiz, por qoe oeste angosto recinto qoe a
vontade dj piiz se deve manifestar eom mais so-
lemnidade. (Malo apoiados).
Tenbo concluid*.
Vozes : Mui;o beor -Moito bem-r
O Sr. Bezerra de Meo&es declaron qoe tem ne-
cessidade de expr qoal a sua sitaago poiitiea, tan-
to mais quaoto se considera a isto obrigado porque
verdadeiro eleito do potfo.
Declarando perteocer a reli^o liberal, tem eom-
prido o seo dever, a peca? de qoe boje o paiz lo-
dos- querem ser liberaos, a ate os proprios- mem-
bros do partido conservador.
Entrando em diversas coosidexagdes a respeHO da
pelliiim liberal e cooservadorariaeelaroa qu; ami-
go devofado da descentralisapo, e aio poda con-
cordar em aesbum dos pontos da- poltica qoe is-
teata o prinetpio da centrallsacSO.
Actuakntnte governo por si e por seos agente:
compra e- vende a consereaeia poblica, e 16 exlsl?
o poder moderadep que dirige tuda, por que as ins-
iiluigoes esto era- aerfeito estado de- decadencia, e
qoe as mora dos partido troaxeram- a aaorta do
parlamento por cama da destronca qae a ehaga
da sociedde, pela corrnpgo qoe vem de cima.
O* depatado elefio eom o favor do goverao nio
pode pedir cooias aos- ministros dos seos aaosos,
por qa perde a-proteciao e o aoxilio para soa re-
eleigo -e portaato ah' principia a imnoratrlade
administrativa.
O partido prog.tssista nSo partido polrtt-o, por
qae no par soba doas parcialidades polticas a li-
beral e conservadora, e considera a actual por.'o
eomo uma aserescaaea; sem opinlo firme-Ot pria-
cipios uolifleos.
Esta' na eonsclencia da cmara e da paiz qoe o
governo acHml nao oeta' na altara da sitnagij di'-
tteil em qoe aos acharaos, por qaw os seos mera-
bros nao tem< os cooecimeDlos oecessarios para
dirigirem as .toas resoeetvas rpar>goes.
Aeeuse o gabineter actual da- tar sustentado
apraveitado o partido conservador, e por ter lam
>bem sustentad a ceniraMaaeio da-matbanimo ca-
Jllieo.
Nunca vio tanta ostentado de despotismo eomo
no rafeado aetoad, ao ponte de ae catear o pacte
lundasaentaJ da- estado, vtoland-se e ferlndo-se a
eonstitaieio n medida de- libertarse- c escravos
da na rao, cujo faot coosu'ara come-ama immora-
lidadedo goverao^e ama oearpagio d lea,
Pdee lamnem -esa almaeda as condeeoracoes,
bavend at oa tarifa na secretarla da polica
para es donativeen
Pro-esta afina!1 em neme da>paiz contra o acto do
govern* de qaerer mwbtlisara gaarda nacional, a
declara mallo termiDantemeat qae v?u esotra a -
respssta a' falla do. tarona. -
A discosso Ac adiada pela bora.
Dad a ordem de daa, levaatanie a seco aa 4 V-
boras da tarde.
ni m
estes doos factos depeodem de am approvaga-do tnalmente eem maior forga do qoe com o systema
eorpo legislativo. ero foi ontro o pensamento do I0? propua.
goverao ; mas aasiaaago era qae- elle se acaava
que
cotlega da fazenda de fallar em tempo competunte,
tomara' em consideragao as suas obser.vagoes a
respeito Uest-assampto.
Comegou o nobre depatado como qoe langando
sobre u ministerio a responsabilldade da guerra,
que nos val empobrecend*....
Realmente nao sel porque o nobrB depatado po-
dera' tancar ao ministerio actual a laspoasabilida-
de desta guerra.
O Sa. Gaviao Peixoto:Nem Ihe ianoel.
U Sr. Ministro da Justiqa:Mas o ministerio
actual aceitara fraoeamenie esta rosptmsabilidade^eos^recipr^cas
porqae enienfle que a guerra feita conn-a o dicta-
dor do Paraguay, foi um wdadeira facto prov-.
dencial. (Apoiados.) ,
Se a nao fizessemos boje, teriamos de faze la
mais tarde, estando O inimigo moiio mais prepara-
do do qae esta' actualmente (apoiados), e nao po-
deriamos ter obtido. sem grandes difflcaldades os
trlumphos que o Brasil tem alcaogado neste- pleito
da honra. (Apoiados.) Mas disse o nobre deputa-
do: A guerra val empobrecer-nos.
Senbores, isto um attributo da gaerra a guer-
ra um sacrificio, a gaerra empobrece as nacoes;
mas a gaerra uma triste necessidade a qoe as
nagSes sao levadas mallas vezes para manter Ile-
sas a apa honra e a digntdade di sea pavllbo.
o era possivelproeeder de modo-diverso daqoet-
to- porqne proceden^ Vou explicar-e.
Seria por ventura, conveniente,, podara ser mes-
Rio espticavel que raandasseraes- preceder ama
eleica aa provinei do Rio Grande-do Sul "quando
abise trata va de levantar um tereelto exerorto- T
Pedera isso fazer-se no meio das latas parudacias
desenwoividas pela eleigo ?
0. Sa. GaviaoPbhoto :4O,Q0O braslleiras ea-
terrados nos campos do sal nao sabiram de lodo o
impetra?
O Sb. Anis-ricEs Lobo : E* omita exageracao I
O.Sa. MiHisrsa bla JustiqA).:Relativamente a
outro ponto, explicago tambera perfeita e raaoavel
le pode dar. Pois qnando pFeulsavamos maodar
soldados para a defeaa da hoara do paiz, nao ba-
viamos langar mo de om meio que nos poda dar
grande quaatidade de pragas- pai a o exeroto ?
O Sb. C. Ottoni d un aparte.
O Sn. Ministro, da Justina..:Tomamos. eonta
ao poder no da i de agosto,a V. Exe. vio a por-
eau de medidas argentes que livemos de sajellar
approvago da eamara.
E depois aindaV. Exc. prataea.um ou*o anacro-
nismo. Quando aa encerioia a cmara, nao estava.
aiada conheclda a necessidade de levantar um ter>
ceiro exeroto no Rio-Graade do Sul, a augmentaa
extraordinariamente a cassa forga no> Paraguay ;
nio tinbamos ainda noticia do ataqae de Curupal-
ly, necesidades estas que apparecoram depois.
(Apoiados.)
O Sit. (. Ottoni d um aparte.
03a..MiwsTBo d\ JpsTirjA : Porventura pedia.
mos nos contar com esse revez da Curupaity t
Todos nos libamos noticia da victoria de tluru-
z, contavamos com outra victoria em Curupaity.
Logo onde esta a improvidencia t (Maitos apelados.)
Tambera censaroa o nobre depatado, mas de le-
ve, a convenci celebrada eolre o Brasil e a Fran-
ga relativamente a intarpretag,o do art. 3* da con-
vengo anterior.
Nao comprebendo onde so possa encontrar rao
tivo de censara em am convenio e&que as vanUr
S. Exc. devia tambera tpontar-nos os recursos de (Muitos apoiados.)
que podemos actualmente dlspor. ,.,.. ,,..,,
S. Exc. nio nos indica em saas palavras qaal o I Loco o que coropna ao nobre WWMs
recurso que exista, mas elle transparece esponla- trar' Que a guerra quememos JEg*9
neamente da leito do seu relatorio. Sio oa Ira- Paraguay foi euterreirada em mis wndges q08.,0
Dostos Sr. presidente; pague o povo, boje mals do governo brasileiro ao Unba motivos para fue- a.
qae ante!i empoSecido com os erros da actual ad- Mas fago-lbe ajastiga de aerediur gne nem_to elle
minlstragol
S. Exc, em
sem abal
p-ta amelga
e Importantissimos
(io apoiados da malorla.) ,
Vozas da oprostqAo:-Apolados; muito bem i
O Sb. GaIvaS Peixoto : E baver prudencia
em suscitar semelbate qaesto na presente poca,
qnando todos os valores deprecianY-se, tzoando a
gaerra nos est roubando os braco: livres, qaanao
se proearam novas fontes de receita para augmen-
tar a renda publica, quando a agricultura anda
nfio merecen a promettiffa repartigo bypotbecarla
no banco do Brasil; quando neste pata ella a
grande foBle da recelta publica e o-principal ele-,
ment de nos?a vida indastrial.
Opportaoidade 1 Has claj, senhoTes* para o qae
ja se est passando em todo o imperior- As traa-
vez de mostrar o caminbo proprip
a clise que descreve. sem indicar
um trag para a reconstrueco das finangas, limi-
ta-se apenas a apresentar ama collecfco ociosa de
documentos e pareceres, e, nio oosando acereseen-
lar nada a esse acervo de ideas desconnexas, che-
ga a' oltima edificagao da. torre de Babel, onde
ninguem se emende I (Muito bem.)
Sr. presidente, por maier que teja a considera-
gao que tributo aoa honrados cavajheiros qne eom-
p9em o actoal gabinete, em quem eu folgo de re-
conhecer talentos, illustrago e as melbores intea
g3es; entre os qaaes distingo am distiocto com-
provinciano meo, qae me honra de longos annos
eem sua amitade, todava maior o respeito qae
devo a' conMitnicio e a's leis do neu pata.
Devia ser franco no cumpriraento da meos de-
veres, exponao claramente as minbas opioioes as
difficeis rircomstaneias que atravassamos.;
Nc crimjqo os betaens, deploro Hoagio.
incapaz de apresenlu pansaraento tal, ooqjo nao
bavera' brasileiro algum qoe emenda qae fgoer-
ra qne fazemos iquelle dictador nao 4 de toda a
]03tlea, e feita em defesa da bonra nacional. (Mui-
tos apoiados.) >
O Sb. Gaviad Pbixoto:Ninguem disse o
trarie.
O Sa. Ministbo da Jstica:Eoto para que
trazer este facto como aecusago ao mlnislerloi oe,
porem, o nobre debutado (e en nao quero inter-
pretar mal o seu pensamento) nao quer dar a es-
sa sua, pbrase ama signlficago, qoe alia pode
nao ter, estr. preropto a aceitar toias as explica-
c6es. .
Se qulz dizer que a guerra sa I prolongando
demasiadamente, e ento parece que elle devia,
apotsr quies os erros que podessera r concor-
rido para esta demora. *
O- Sr. awstides Lobo:Destes generaes ti
lido mu1 tos.
0.nobre depnlado, tratando da nossa poltica ex-
terna, referio-se ao facto da priso de am subdito
prussano qae era suspeito de ir para o Paragaay, e
censaron o governo por esta tacto. Eu voa expli-
car o que se deu pa que acamara possa bem
compre hender qua acensara oo cabida.
Tendo tldo o goveroo brasileiro communlcagao
de qae am militar prussano, hbil, se diriga ao
Paragaay para tomar servigo debaixo das ordens
do marechal Lpez, eateodea que devia impedir
essa'viasem^ eeato procurou deter esse indivi-
duo em trra, mas nao o podendo fazer por nio ha-
ver elle desembarcado, deteve-o oo paquete fran-
cez, na momento da partida para a Rio da Prata.
Tomaram-se inforraagOes. relativamente ao facto,
e -appareeeram visos que alentaram as suspeias
do governo. Pudindo, porm, o ministros francez
qae esse individuo fosse reeoaduiida para bordo
de am navio de sua nago, o governo imperial ac-
ceden isso, no.euxergaodo inconveniente nessa
cortezia e deferencia para com nma nagio amiga.
Qaal era o fim qae o governo* tinha em mira ? Era
impedir qae esse militar foase prestar sarvigo. ao
Paraguay; esle fim cou completamente obtido com
a sil detengjo, ficando elle por este modo em po-
sigao de nao poder mais ir prestar os servigos qae
queramos evitar.
O Sb..Candido Tobrbs Filbo :Ouvi dizer qae
seguio, nao para o sol.
O Sa. Ministro da Justina :Ea voa dizer o
qoe ha; ouga al o fim qae ba de ver qae o que
o geverno teve em vista foi.coaipietameote reati-
sado.
Acompanhado por agente nosso, esse individuo,
ebegaodo ao Rio da Prata, foi anl appreheadid no-
vameote, e so foi solt sob fianga de qae nao se-
guirla para o Paraguay, e eom effe-ito lomou passa-
gem para o Pacifico, em navio aa vela, a para li
sigui no dia 7 do con passado. Logo, e fin qoe o
governo tioba em mira, que era impedir qne esse
O S" Mwimo pa IwtTca: -O goveroo tem |M. i agente fosse pan o Paragu.?, foi perfeit/wenta ah
O S..C. OTToxr :Pedem mato mobilisario-para
chamar menos genle ; esta nao- esta' ma' l
O Sa.JxtuiSTRO da, JuaTig.v :Notou tambe a o
nobre deputado que a falla do tbrono nao se tives-
se oceapado com a- reforma judiciaria ; roas o no-
bre deputado sabe qoe nos nao- podemos eswr io-
dos oe- annos a expender ese longo relatorio de
necesidades, quo- >*o de ser realisadas soccessl-
vameaie, e qud urnas esto-subordinada as ul-
tras.
E tanto o governo qaer a reforma judiciaria em
tempo competente^ quando as-medidas mais.urgenr
tes tiverem sido votadas, que no mea relatarlo ex-
ponbo as minbas vistas em relago reforma judi-
eiari, qae sao. as vistas garalmenle aceitas pelo
parrido liberal.
0-Sb. Gavia.Peixoto da* um aparte.
G-Sr. Ministro da Jcsriga.:Perdoe-me, o no-
bre deputado v. no meu relatorio nao se expoe o
qne o ministro pretenda realisar, qaaes sao as
sil vistas ? Seria possivel annunciar na Talla do
throoo ludo asnillo qu giadualmeale se ba de ir
fazeudo ? Eoio a falla do tbrono seria um com-
pendio enorme.
Mas, Sr. presidente, a idea qae mals assnsta o
nobre deputado p&la provincia de S. Piaolo, a idea
qae o faz estremecer, tomado de am terror pnico,
a qae se refere a emancipagao da escravalora.
Vozes :E com toda a razo.
O Sr. Ministro da Justh;\ :Fiqpei, Sr. presi-
deote, pasmo quando ouvi que dos bancos liberaes
parta uma impugoago radical a' liberlago da
escravatura ; fiquei profundamente admirado que
os nob/es, deputados qne se dizem liberaes, e qae
ea quero acreditar qoe o sao...
O Sa. Gaviao Pbixoto :Nao acharaos que a me-
dida seja oem opportuna, nem prudente.
0< Sr. Ministro da Jusng.t :.... ataquem em
frente o pensaraeBto da librtagio da escravanra.
Seos.nobr%s depotados acompaohassem o gabine-
te na prudencia, oo cuidado com qae esta qaesto
deve ser tratada ; se dissessem como o governo
disse e expoz cotn teda a franqueza, qae era uma
qaesiio de tampo e opporlunidade ; se os nobrea
deputados reconhecessem que preciso am tacto
multo fino, para corar a cbaga que*eorro o Bra-
sil...
O Sa. GavjaO Peixoto :Mas qual essa oppor-
tanidado ?
O Sa. Ministro da Justiqa :... ea oa eompre-
hendra perfeitamente; mas quando o goveroo da
com franqueza que em tempo oppoxtuno sieitaria
ao exame do corpo legislativo esta questo ; quaa-.
do o governo nao aprsenla ainda projecto e espera
essa opporlunidade para apresenta-lo ; porque,
senbores, aopitar os anhelos desta popuUco qae
tende para o prograsso e para a liberdade e que
pretende, erabora em tempo remoto, que ella se
ostente em todo o Imperio para qae topitar estes
anhelos T E vos qoe sois liberaes, dizei-me se ba
alguem no paiz que nao tanha esta aspirago t
(Muitoe apoiados.;
Senhores, o governo imperial tem a enmprir
seu empenho de honra ; o governo Imperial ba de
respailar a propriedade, o governo imperial nao na
de obedecer s ao influa do philosopbo, mas ba de
ter tambera em subida consideragao as razoes da
estadista, as razSes do palmeo, que considera o sen
paiz tal qaal elle .
E' por Isso qoe o governo imperial nio vem fa-
zer promessas fltales, 4 por isso que o governo
imperial Dio vem dlzer ao paiz : iNos vamos des-
de ja realisar a liberdade dos escra vos. E' por
isso qne o governo Imperial diz com toda a fran-
queza : Havemos de respailar a actual proprie-
dade escrava declarago esta qae tranquilla a
iodos, menas aquellos qoe, por demasidamenia em-
perrados, nao querera caminbar e esperara qae 6
sol de amanha os venba encontrar no mesmo la-
gar em que esiiveram boje.
O Sn. C. OrfbHii Aqnellas a quem o sol de
manota acha no me*mo logar porqae caminbam
de noite... as tp*vs. (Hilaridade.)
O sr. Ministro da Justia -.Aceito a cooflsso,
diz bem, caminbam as trevas.
Mas, senhores, sa tandas simptesmente em mira
declarar que preciso caminbar cora muita pru-
dencia o cora BIqO cuidado em relacio a esta
f -
SESSAO RM- 5 JNRODB- tMT.
PkKSlBCNCIA DO>Sa. BIA ( K0-PRESID3TB ).
A meio dia, feita aetamada a aebando-se pre-
sente aumero saffieienl, abre-se-a sessio.
L-se e approva-se a acta da aalecedenta.
u Sn. i* secretgjmo da' eonta da segnicie
aXfiBMBNTK.
UoofOek) do ministerio do ia^evio, enviando as
copias dos decretes- peloa qaaes Sv A. o Imperador
boa ve bem conceder varia penedes.A' commis-
so di'penoes e erdenados.
Ootao do mesmo ministerio, enriendo o oOc'o da
presidencia da provincia de S. Paulo com as adpas
das acia* da eleigo primaria aaa paroebia da
mesm .provincia.A'. 2 eommissao de poderes.
Outro-do mesmo miaietorio, deetarando, em res- .
posta, que se expedir- aviso ao-da fazenda para
que sej-4 atmiada ac-ajod?nte do archivista da m
(-relaradesta cmara, Boaveotnn DelOm linio, a
gratiljcaio qae compelo ao i>ilk:l Jorge Naylor
duraD'.e o lempo em que esta se aeaar no rjozo da -
licengadeoous mea9oulbe lo; concedida em Si-
da raaio oilimo.lateirada.
Ooiro do ministerio da agricultura, commercio a -
obras publicas, coramuntaando qae s em celados-
do comete mez devora" Bear canalaido o encana
ment- qoe tem de uendtuip agoa para o marro da>
Castello, e qae s- de eolio em dtaate sera' regalar
o abasleeimento d'agca desta cmaraInieiradu
Dito do secretan da- senado, participando qoa ,
por ofScos do ministerio do imperio, consten a j
mesmo senado qaaS^M-o Imperador cnsente na s
resotages.aalorUaado o goverao para ceooedi r
aposentaaoria a GciiUermo Thompson Viegas 1V j.
rinho rraogei, Inspector de alnmnos no eatersy ,to
do imperial collegio de Pedro II considerando Ta-
llos os exames preparatorios fei'.as.pelo eetadr me
Hcdolpbo Sergio Rerreira as aalas preparar Jrias
anoexas a' facoldade de direito do Recito-: e ap-
provando as peasees concedidas a D< Mara Carlo-
ta de Jasas PoDseca, a D. Mara Qeiteria. &'< jrreira
Guerra, a D. Urabelioa Leopoldina de Sfcy .o e Al -
buquerque e ootras, a D. Anoa Matoildes. ios Cha-
gas Olivera, ae oaptlo de voluntarios da patria
Fernando Schneidere ao soldado Maxio; no Rjd.-j
gues Nery.(pteirada.
Um requerimenlo de Julia Aiexaodrvja das Coa-
gas, pedindo que seja aulortaado o governo para
pagar Ihe Integralmente a pensad concedida a sua
mi, ora fallecida, repartidameota eom a sappli-
cante.A' commisso de peosdes. e -ordenadoa
Oatro de Joio Nascenles Pinto, pedindo Ibe se-
jam contados os annos de servigo na 3a linha de
milicias,. qae seja aatorlsado a governo para me-
Ihorara sua aposeotadiria eomo 1* conferente da
alfcDtlega da corle.A' mosma commissac
Outro de Jos Marlios Caraeiro 1.'aa. pedioJ-
qae seta considerado valido o exame de arithmeti'
ca, afim de matricalar-sa ao l* auno medico.A"
commisso de instrnccao publica.
Tres de Francisco- Bernardino de Masado, Pa-
doo Ignacio Gomes a Jos de Araojo Souza Medai-
tros, pedindo este o logar de gaarda das galerna.
e aqaelles o de continuo desta cmara.A' com-
mlsse de polic.
Lm-se, sao apoiados e approvados sem debatos,
os segoiules requerimentos -.
< Reqaeiro qqa se peca ao goverao copla de te-
da a correspondencia trocada entre o ministerio
da agricultura e a legace imperial em Londres
sobre os negocios das estradas da ferro de Per-
nambuco, Babia e S. PanJo, desde jonbo de 1865
at a presente data.
Sala das sessoas, 5 de junoo de 1867.Joiti
Ernesto Viriato de Medairos.
Reqaeiro qae se peca ao governo copia das
lostrucgoes dadas ao Sr. Quiotino Bocaynva sobre
os immigrantes daa Estados-Unidos, e bem assim
copia- do contrato entre o goverao a o ateatao sa-
nhor Bocaynva, caso tal contrato exista.
t Sala daa aessfies, 5 de juoaa d l67Joao
Ernesto Viriato de Medeiros. >
O Sr. Arawjo Babbos .-rSr. presidente, ped a
paravra para fazer nma raotamtoio maito breve :
e declaro francamente qae a aio faria sa o prece-
dente aberto em ama das tastes passada por na
ds illastres membros da deputago mlnelra nao
me antorlsasse a fazlo.
A minba reclamagio, Sr. presidente, relativa
a ama ocenrrencia havida netta cmara, e qoa
niio referida na chroniea parlamentar do Diario
do Rio con exaciido com qne procura sempre
proceder,
Conttmuar-st-ku
TYP DO DIARJO.-RUA DAS CRZKS N. 44,
I

MGIVEL
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