Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11271


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Full Text
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ANNO XLIH. NUMERO 114.
PA1A A GinfU B UJCtABBfl OXOE IAA BBB*B.
Per.tm aetei adiaatid.,. *............... 65000
Por seis ditos Mea,. .1 ,1 .1 .1 .1 .. i ti t 1 : 1210
Por ai ana idea,
ala. aaauri rali .3
UWIin,. .1 !!! '' !. .i i wwww
inuidaa.. '.1 Vi .) .1 .1 .1 .1 .J .: .]..-..' 2W000
iwi.itiL. 4 .., ........ V 320
DIARIO DE
SABBADO 18 M MAIO DE 1867.
raba BBnma 1
Pr tro BCMC dilatad*.. .v V T' .
PorMte dito idear............. ..
pr lauuii ideai.. r^........ .. .
A PBBTHVC1A.
1750
1
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27*000
BUCO.
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A8SIHH!8B MI IPllBmiBll B 181MIP1MM&1N IDB maWiaM mfllBMli m PAMA A IKCWnDS 81813 3>0iDI?a33!O!D3,
-----------------,---------^p.--------------------------------
(ENCAM2GAD0S DA SUBSCR1PCA0.
t
Parahyba, o Sr. Antonio Alaxandriao de Lima;
Natal, o Sr. A uto ni o Marques da Silva ; Aracatv,
oSr. A. da Lemos Braga; Cear, o Sis Joaqaim
fos de Oliveira; Para, os $rs. Gerardo Antonio
Alves 4 Filhos ; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas.of. Franeino lavare da Costa;
Baha, o Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos ibeiro Gasparinbo.
i PARTIDA Di S BSTP8TAS.
UNind, Cabo, Bseada e estacos da va (erra* al
p> Agua Preta, todos os das.
Igaarass e Goyanna as segundas e sextas reirs.
Santo Anto, Grvala, Bezerros, Bonito, Caruar,
Altiobo, Garaobuns, Quique, S. Bento, Bom Coa-
seibo, Aguas Bellas e Tacarat, as tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazaretb, Limoeiro, Brejo, Pesquera,
lagazeira, Plores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Ourieary.Salgeiro e Ez, as quartas reiras
ISerionem, Rio Formse, Tamaodar, Un, Bar-
reiros, Agiw Preta e Piraeuieiris, as quintas
feras.
AUDIENCIAS DOS
Tribunal do commercio: seguidas *
Relaco : tercas e sbados as 10 horas.
Paxenda: quintas s 10 horas.
Jalzo do commercio ; segundas a 11 horas.
Dito de orphos : tercas e sextas as 10 boras.
Primeira vara do livei: tercas e sextas ao mel I
dia.
DA CAPITAL,
tas'.
Segunda rara doeivel
1 ton d> tara* -
qnartas o sabbados
ephbmeridf.s do Hez de maio
4 Loa nova as 4 ti., e 48 m. da m.
10 Qaartoerese.jp) 7 h. e 12 m. da t.
18 Loa ebeia as n h. da m.
26 Qaarlo ming. at 2 1|2 b. da L
DAS DA SEMANA.
13 Segunda. S. Pedre Regalado fi, S. Giicerio m.
14 Tirca. S. Atbanazio b., S. Sil, S. Bonifacio m.
13 'Juana, s. Isidoro lavrador, S. Torquato m.
16 Quinta. S. Joio Nepomoceno conego m.
17 Sexta. S. Paseboal Baylan f., S. Aqnilino m.
18 Sabbado. S. Flix de Canlaiice 1., S. Prisco rei.
19 Domingo. S. Pedro Celestino 1., S. ivo f.
PREAMAR de hoje.
Prlmeira as 1 horas e 6 m. da urda.
Segunda as 2 Doras 30 minuto 4a sabia
PARTIDA DOS VAPOKES COsTEIROS.
Para o sal at Alagoas a 14 30; pan ai
at a Granja a 15 e 30 de cada ax
nando nos (lias 14 dos metes Janeiro,
Julho, setembro e novembro.
EXTERIOR.
CORRESPOSDEX11
DO DIARIO DE pRK.V4.flfJCCO.
1 tiro certetro__. se algaas do povo, oa da tropa
suecumbem no calor I apenas' orna desorden, orna contraveneno pode
transformar-se era revoineio, por que o saogue
chama por sangue, e a historia de todos es terapos
esta' repetindo em saas mais desastrosas narrati-
va?, que foi assim que todas essas catastrophes
' principiaran).
As noticias do Porto nesles ltimos dous dias,
i tem sido satisfactorias.
Grande celeuroa fizeram t&mbem as folhasadver-
liiNROA.
38 de abril de 1867.
O deploravel estado de saade do Sr. Joaqaim
Antonio d'Agalr, presidente do eonselho de minis-! sag ao ministerio, e at mesmo o depatado e ex-mi
(ros, tem dado assumplo a ama cena expectativa.' Dstro Ayres de Goaveia, intorpelloa o ministro do
Bealroeote os seas padecimemos aggravaram-se rejno, por ter sido preso (e logo solio) o vice-pre-
ponto que alguos jornaes deram noticia da; siente da cmara municipal do Porto, o Sr. Bessa,
artig necrolgicos. Um | n'ama dessas occasi5es. E por qae nao devia ser
a ta
sua morte e ibe fizeram
d'eiles foi o proprio Jornal do Commercio, (olba
importante da capital.
Submettido a ama perigosa operaco, que por
ora parece ter tido bom xito, fot o nobre presi-
dente do eonselho, mostrando algamas melboras
progressivas. Ora a madaoga qae se tea dito
odrera o gabinete, parece depender d'aqaellas
melboras, ouda cessacao d'ellas, se iofeliimeota
suecumbisse o amigo ministro de D. Pedro IV.
O duque de Leja, cujas relaedes com a sitaacao
ja Ihes eoumerei mu minbas anteriores, parece
que tomarla a presidencia do conseibo de minis-
tro, se acontecesse fallecer o dual.
Uuircs dizem qae o Sr. Pontes, ministro da fa-
senda e guerra, assamiria a presidencia do gabi-
oeie, e algaas at ebegaram a aulrmar que a esse
caso, ao Sr. Joao Antonio dos Sanios Silva, stre-
nao membro da oppo.-ico, seriaoffer ecida a pasta
das fioancas, fleando o Sr. Fontes s
guerra.
Tudo conjectaras, mas colectaras qae, d'uma'
bora para a ootra, se vier a suceambir o Sr.
Aguiar aos seos 75 anuos e a urna dolorosa ope-1
racao na bexiga, tem de tomar o carainho positivo{
< urgente de um desenlace qualquer, que garanta
governo ao paiz.
preso, se eoteudeu qae se linbam mandado retirar
todos os cidados nao militares. Qae privilegio
tem o cidado vareador para desobedecer a' poli-
ca 1 Nesle estylo aoalisa boje o occorrido ama
das folhas mioisteriaes, citando-lbe varios exam
pos de cidados revestidos de autoridades, que
por nao seren reconhecidos, ioram momentnea
mente presos em varias occasioes.
O certo qua o Porto nu esta' em estado de si-
tio, oa com sospensao de garantas, mas o- grupos
de 20 pessoas sao all formalmente vedados, e o
direito de reuniao de qaalqaer sociedade sem exis-
tencia legal, nao reconbecido por forma alguma.
Assim devia ser.
Pois nao mais do que ameacar-se o parlamen-
to de qae o povo Ibe hale vir por eteriptot, nao
mais do que intimar a' pedrada a substituido do
ministerio I Isto nao pode ser, Unto mais qae se
com a da i ,)z abertamente. qae os amotinadores sao pagos e
' asalariados para se embriagarem e eotregar-se
depois a todo o genero de assuadas e perturba-
(oes da ordem.
O comufercio na seguada cidade do reine tem-?e
resentido mallo com esta efervescencia de ama
populacao, que em ultima aoalyse instigada, e
tanto apadrejaria ans como outros, com tanto qae
Por outra parte, apartida de SS. MM. paraa desvairassem neste oa naqaelle s'entido.
Paris, j foi addiada, nao sa s?.be por ora para
quando. No conseibo de estado, o conde de La-
vradio, ( presidente da cmara dos pares, e oosso
antigo ministro em Londres) oppoz se decidida-
mente ao projecto da vlagem de el-rei. Se os me.-
Jicos aconseibavam que S. M. a rainba tomasse
ares patrios, nada obstava a que a Sra. D. Hara
Pa fosse viajar, ficando porm el-rai em quanto
reinar a agitacao no pait.
Paraca que o nobre conde asseveroa u aquel la
occasiao aos ministros da corda qae se o projecto
da autorisagao fosse levado ao parlamento, elle
proporia a oomeacio argente d'uma commisslo na
cmara dos pares para examioar-se aitendendo ao
oslado actual da poltica europea {as vesperas de
um rompimenio a proposito da questo .do Lnxem-
burgo) e em vista da continuada agitacao interna,
era prudente qae as cmaras
Este estado de coasas assaz millndroso.
A co3serva{o do baro de S. Jannario como
goveroador civil do dislricto do Porto, dizem mai-
tas pessoas imparciaes, que foi um acto menos
prudente da parte do governo. O barao, atlas
muito babii por seas conbecimentos, energa e II-
lustraco, foi can iUat> a depntado no Pono em
ama eieicao maito disputada. E todos sabem que
estas sollicitacdes, ovacSes, vivorios e fogaetarlas
eofraquecem ooralmente o individuo, qae tenba
de.exetcer a autoridade sobre aquella? mesmos,
Qae arbitros do sea triampho ou da sua derrota,
representaran! por algaas dias o papel de sobera-
nos do sollicitante eleitoral.
Alm dlsso, o baro diz se teve seas d ares e tomares
com algaem do tbeatro lyrlco do Porto, o que Ibe
valen ba lempos a sensaborla de ama desconside-
rado publica no tbeatro de S. Joao. Mais ama
legislativas, na coa-
M?Sd."la S qUe t*TS'9 i con,i,a,0 de *: rzo"p7ra"e"r ^1^0 preUgto*dTa^riaWei:
S&tfSfr1"1 a0re* ,,CeD5a preCUa para| ca como goveroador civil,;nadifflcllconjuncuira
n -2L. h, ,u t .-. a J JZE ?? d'SS9, 2J5S ti-! a I n8010 de *> PT cenlo a imposto de viacao, com
ministros aconselbaram,a el-rei que mudasse da Us Je J g ,
iPii,/*,?AB6 a "' n che8d01 P'W "da consomm, e Analmente a reforma da adrarais-
(o candad Avila) que ja eslava em Pars, nem 1 ,hares de penciOQari os eni tod oopaiz.
?,!/w1a.teiinS0-2* Cnlrl?"reS0,aa0*.d,1ah^! 9 8vero que1 ebegou a Madrid e v.nha ja em caolnho da ,& repl0 0 QSa
fronteira para esparar o re. de Portugal, quando tendo relirado a lempo aquello funecionano di-
Ibe foi communicdo o aadiamento da projectada
digresso.
A opmio publica applaudio a energaa do anligo
diplomata pariugaez no eonselho a'estado, e o povo
v com bons olhos que o re em vez de obedecer
ao natural desejo que a sua mocidade Iba aspira
de Ir agora visitar a exposicao Internacional, atien-
da necessidade de permanecer no reino, emquan-
tempo aquella
quelle importantismo centro de populacao, cujas
tradiccoes e hbitos de pbrenetica energa, tornara
menos dcil, menos governavel, do que em geral
sao os povos n'esia abeocoada larra da Portugal.
Outro passo menos pensado, ter-se dissolvido a
Untao patritica por ordem do governo central, por
que nao imia os estalw.los approvados, e nao ter
sido promulgada Igual dissolaco para outra asso-
to o betaida naco tornar indispensavel a sua pre-, o prejjida pelo condeda- Lagoaca, o que se
sanca. Creio mesmo ter Ihes dito que se fez cons-1 ,B|n|0 nara I,arl'f,irM a 9nlnPlfl!t '^tfiti, os
tar no publico qua o pai d el-rei nao annuia a as
sumir a regencia do reino aa sua ausencia, duran
do a agitacao as provincias.
Esta prosegue, mas sobretudo no Porto, Na
ruaca da sabbado d'alleluia, em qua a polica se
oppoz quema de varios judas allusivos s pes-
soas dos ministros, boove apedrejamento tropa,
da que resultou o ferimeoto de aos 17 ou 20 mili-
tares, um dos quaes ja suecumbio.
Era cabo da cavallaria municipal. Muitos paisa-
nos forara atropellados ou acutilados, e se acbam
ao hospital civil em curativo. Alguos erara cida-
dos inoffanslvos, que sem saber como, o que suc
cade murtas vezes n'estet motms, se acharara en-
volvidos no tropel da dsordem, e tiveram de sof-
frer as tristes consaqaencias d'ama desordem que
ojo tinbam promovido.
Das antes, effecluando a'uma taberna a priso
de um desertor da armada, o povo baixo quiz-se
oppr captara. Soldados do 9.* de cacadores fo-
rara s raaos aos da guarda municipal. Honve
tarabem conflicto serio e multas contuses e fer-
mentos. Immediatamente pelo omlnho de ferro
foram de Santarera para o Porto 100 pragas de
avallarla n. 4, e da Lisboa o regiment n. 10 de in-
famara completo.
O nove de cacadores val para as libas. A oppo-
sico, quereodo especular com todos os expedien-
tes qua se tomara, lamenta o dtgredo dos cacado-
ras, como se maular para as libas um baialbo
nao fosse o aso legitimo de um direito que o mi-
nistro da guerra exerce quando o servico o re-
clama.
insumi para dar forca a autoridade auxiliar os
amigos da tranquilldade publica, segando se diz.
To legal era urna como o a outra. Por tanto,
novos motiv s de aggravo.
Esperam-se hoja (28) com anciedade noticias do
Porto, cojo socego, visto-ser domingo, peder, por
ventara, ser oovameote alterado, pols estas ultimas
medidas aioda mais tea) aclrvado as faccoes locaes
contra a sutorida le publica.
Directamente nao de crer que se possara de-
bellar os principios desordelros. Carece-se de um
derivativo. Qaal ser ?
Uatra oovidade d'estes ltimos dias sao, a re-
raccii immediata de ceoto e tantos emigrados hes-
panhes qup estavam internados em foscaes, na
eorveta Estepkanta, para a ilha da Madeira, per or-
dem do governo. A apparico da urnas duzentas
guerrilhas bespaohes armadas em Barramos, no
dsiiricto de Beja, junto da fronteira ; a priso em
Lisboa do cabecilba e de sea filho, a tomados varios papis, moelas falsificadas, canbos,
etc. *
Boatos maito extraordinarios da tentativas her-
cas tem circulado ; mas a imprensa nao os tem
propalado se nao com extrema reserva.
Coincide com estes acontec mentos, cu jo flo anda
nao do dominio d -. pnblicldade, o lerem-se agora
amnystia 10, por um decreto do governo da Hespa-
aha, todos os soldados e cabos de esquadra bespa-
nhes qae estao emigrados em Portugal.
Em pouco tempo sero pblicos talvet os los
d'esta cadeia de tentativas.
Sem ser preciso eotrar oa apreclago dos acon-
causas da diminaic
ga do Porto, ierran
aa. Um honrado
esposa. Era feliz
ae
. Vr-.-s____4 j n _,. t i k. *; m.a, tecimenl03 qae fazera presumir om rompimento
oiclal, bem como urna
outra commissao nascida
dos mectingt portoenses.
Diz a upposico qne o governo mandando dissol-
ver essa tal commissao, disslveu a 22 um eorpo
collectivo que no da 21 ja se tinba por si mesmo
dissolvido, pols tioba dado por lindos os seos tra-
balbos em um documento qae fez publicar em to-
dos os jornaes.
Diz taafltem a opposico que a unio patritica
oo poda ser dissolvda, por que ainda nao exis-
ta, pois os teas estatutos nao estavam approvados.
Ora por isso mesmo que o ministro do reino
a dissolvea.
O goveroador militar do Porto ( visconde de
iLeiria), e o governador civil ( baro da. S. Janna-
rio ) azarara publicar urna proclamado em que re-
commendam aos portoenses, qae se abstennam de notas falsas do banco de Portugal, das de 2O5O0O.
do Luxemburgo, de que por esta maa devero os
seos leilores oataralmente recebar lareas informa-
goes dos sens correspondentes no eslrangeiro, eram
os acontecimientos que Ibes tenbo compendiado,
mais que sufllcientes para fazer inclinar o Ilustra-
do e patritico espirito do Sr. D. Luiz I a abracar
a opmio dos seos conselheiros quanto desisten-
cia, ou adiamento da projectada viagera a Madrid,
Paris e Florenca.
O photographo Silveira, qae tinba rauita vo-
ga era Lisb a, e que ba pouco mexes tinha trans-
passado o sea gabinete pbotogrphico a outro indi-
viduo fot apaobado pela polica do governo civil
dosta capital, est preso, e creto que ja foi pronun-
ciado, como passador e talvaz mesmo fabricante d
qoaesquer actos em contrario a' boa ordem para
que a autoridade, no sea empenno de manter a
iraaqnilidade publica, nao se veja oa dolorosa na-
cessidade de ter que fazer respailar as lels por
meio da violencia.
Esta prnclamacio, boa oa m na forma (o que
alo discntirel aqot) mas neceasaria, desde que a
O banco logo aonuuciou qua pagava todas que
Ibe apresentassem e que la retira-las da circulaeao
e agradecen publicamente a polica o servico qne
Iba preston. *
O prejulzo para o banco superior a 15 cootos
de reis fortes. As chapas e nota' fabricadas qae
se encontraran) n'ama casa qae o mesmo ex pboto
populacao do Porto qoer dar leis 10 palz e substi- grapho tioba oa roa da ?rata, faz crer que o roubo
prensa da opposico, que ibe acbou grande sabor
bespanhol- E', pois, maito anornaaL estado em
que sa tem encontrado o Porto nestetnltlmos das.
A justica procede con'ra os delinqoeotes colbidos
em flagrante.
Passam de trinta. Ha dias a plebe atiroa cora
ama galinha mora ao commandante da gaarda,
nao sei de qae torca de Itnha oa municipal, que
tinba acadido a uns tumaltos e assoada qae se
estavam tazando as ras. Da parta da autorida-
des preciso moita prudencia, mas edU tem os
-seos limites, e qnando se viram na don uecessi-
<]ade de empregar a violencia, para fazer manter
a ordem, ningnem pode cairelar at que ponto
os soldados, provocados por diluvios de seixos e
fondos de garrafas, u&aram oa abaiaram das ar-
mas que empunham. Al agora tem-e destrrbol-
do moita coronhada de armas em troet- de saral-
, vadas de podra, mas sa acontece di parar-so ara
<_
irmio de Silveir, qae se presume estar nos Esta-
dos-Unidos foi ao banco trocar de ama vez 9 coo-
tos em notas de 21f000. Pargontado pelo director
de servico sobre a origem do diobeiro, deu prorap-
tas retpostas que o dexaram em paz. Senhjiras da
familia do Silveira, qae linham andado a fazer
eompras em varios estabelecimentos com as notas
falsa?, esli presis tambera. Os uromenores des-
tas averigoacoes tara sido do damlnlo da imprensa
e caosaram sensacio.
Parece qae se encontraran na casa qae Silveira
linha alugada macbioa de enveUuar as nous. Al-
guraas andavam circalipdo at arrmendadas, pois
talvez saja Portugal o nico paiz em que se coo-
santera na circnlaco as notas a desfazerera-se da
enfovalbadas, o qoe poda cony) poode agora, ser-
vir de capa de falsicadores, pois mala fcil a
eontrafacco, q'u odo sio admiitiveis esses repug-
nantes farrapos em qae o cebo, o araarroudo, os
remeodds e nodcas encobrem grande parte dos slg-
naes por onde as antas devem ser confrontadas.
Para os freqneotadores dos tribaoes, e para o
publico-que l todo qae for escndalo, com a maior
soffreguido, sio don processos e julgamentos em
perspectiva, este e o da companhia do olh vivo,
que maito deve interessar.
E' de crer qae o banco de PorBgtl, a qaem sahe
cara a lico, ae aetntelle mais de futuro.
Silveira tem declarado sor elle o nico indivi-
duo compromettido.
E' isso qae os iribunaes decidiram. Poi preso
tambera um engraixador de bolas, qae exercia saa
industria na escada do predio onde o Silveira tinba
o sen escondrij] de apparelhos, cbapas e notas.
Quando Silveira foi preso, anda se qaiz desfa-
zer de nm masso de notas qae tinba na algibeira,
mas. foi-lba visto e apanhado.
Aodava am sobarbos eavallos, trajava cota luto, _
e a familia andava sempre comprando objeclos de gir relaiorio ao
arte e de toilette pelos eslabelecimenlos mas pagan- \ Fallecen da
do com as taes notas. Admira semelbaote impra-1 Uemeolina, que (
denca reonida a tanta habilldade, pois as nous real. Era multo
eoganaram os proprlos directores do banco, mes-
rao quando deseontoo os nove contos, e s mais
tarde, na confrontaco do sello branco, qne e
acharara desigualdades.
As assignaturas dos directores, dlz-se que eram
perfeitas.
A gnarnieo do vapor iaglez Antlope fez das
saas em Mangue Grande ao norle do Ambriz na
frica Portugueza. Queriam lavar um porco aos
pretos e paga-lo com botijas a garrafas vasias: Os
pretos nao se deram por satisfettos com o paga-
mento. D'aqol grande confhrto. Os ingleze le-
vara o porco para bordo, e volttaa em laoebas a'
ierra.
A desordem foi grave, acabando os nglezas por
incendiar e destruir na mencionada povoaeso as
cbalas dos pretos, e feitonas de varios europeas.
Os fraoeezes, por meio de sea cnsul em Lo and a,
qua participou logo o occorrido ao ministro fraucez
em Lisboa, reclamaran enrgicamente. Veremos
se a Inglaterra da' satisfaco deste desacato van-
dlico.
A cmara dos depotados, eonseotio qae pro-
segaisse o proceiso contra os depntado' Sa' Car-
neiro Carvalbo qae forara padriohos ao infausto
duello de qoe resultou a mort de Jos Jallo de
Oliveira Pinto.
Os amigos do floado vio levantar I he ara mau-
soleo oor subscripta o no cemiterlo dos Prazeres. O
governo deereloa ama pensao a viava (sera cabi-
mento) apresentado a competente proposta as cor-
tes. A peoso e de 3600 annaaes.
A prorogacio das cortes dar at 1$ de malo
mas de crer qae sejam oovameote prarogadas,
pois o orcamento aioda se nao discutio.
A le do enslno (como era de esperar) ainda nao
vai nesta sesso. Parees que tem enguieo. E' j,
desde 1852 a quarta proposta de reforma que Oca
de remissa nos lymbos parlamentares.
- Por ama carta regia da semana passada foi
S. M. a Sra. D. Mara Pa fnettar protectora do
novo asylo de Gabregas, para mendigos a rapases
vadios.
O reglamento orgnico deste asylo sabio no
Diario. Chama se de asylo de D. Hara Pa. A
commissao a que vai serconliada a dreccao do asylo
sera' composta dos Srs. conde de Cavalheiros (go-
veroador civil) conde de Fclalbo (director do insti-
tuto agrcola de Lisboa) e Torres Pereira eofer-
meiromr do hospital da S. Jos e director da re-
partidlo de contabilidade do ministerio do reino.
Abrio-se a 22 sem apparato algum, a escola*
normal para o sexo femenino no sitio do Calvario.
No dia 21 tinha feito 5 annos qoe se inaugurara
am Marvilla a escola-.normal de Lisboa para aspi-
rantes ao magisterio.
Parece que parle dos rapazesdo asylo de Xa-
brega sero erapregados na quinta annexa-a esco-
la normal de Marvilla, como trabalbadores, rece-
bendo tambera enslno em suas aulas primarias.
Esta escola normal, seja-me permitlldo dize lo eu
mesmo, vai cada da adqairindo mais solida repu-
tado, o que se nota pelo favor e sympathia com
qae os alumaos-mestres, boje professores, tem sipo
recebidos as provincias, no Porto e oa ca-
pital.
-Para verem como o Sr. Ignaeio Antonio de
Agniar era julgado pela imprensa, chamo a atten-
co dos seos leiltres para o artigo necrolgico pu-
blicado ba das peloJornaf do Commercio, Da sup-
posico de qoe o mesmo cavalbelro tinba suecum-
bido aos seos dolorosos padecimentos.
Se elle, como se espera, tiver fortuna de escapar
folgara' de ver come a posteridade o julgava.
c Hoje pelas 7 e 1/2 horas da tarde, fallecen em
PedrouQos o Sr. Joaqaim Antonio de Aguiar, pre-
sidente do conseibo da ministros.
O partido liberal esta' da loto, porque o Sr.
Aguiar foi sempre um bom e leal soldado deste no-
bilsimo partido.
O velho ministro de D. Pedro, o operario valen-
te a denodado da reforma liberal, baixa a sepultu-
ra com o seu nome de baptismonome tmmacala-
doque as palxSes polticas desvairadas sempre
respeitaraiu. '
Airavessou o Sr. Agniar toda a poca desde 1832
at esta dia, sem qne os odios e raoeores polticos
oosassem seqner duvidar da inteireza do seo ca-
rcter a da saa inconcussa probidade.
'Forara longos a distinctssimos os ser vicos pres-
tados pelo Sr. Agniar ao paiz, e jamis qulz escon-
der o sea honrado nome patrimonico por iraz de
qnalqaer titulo; despresoa sempre essas vas hon-
raras.
Possuia elle o mais nobre nraso-fra ministro
do duque de Braganca l) Peflro IV e lora impvi-
do irabalhador na obra da regenerado poltica e
social da sua patria.
J poneos restara dos qoe foram eompannetros
do magnnimo D. Pedro IV no gabinete, e com el-
le cooperaran) para levantar o edificio da moderna
civilisaco.
O Sr. Aguiar era ainda orno o reprasentanle
das iradicdes da revolaco liberal: podero notar-
ibe erros, mas ninguem poder achar na saa lon-
ga car reir, nm allantado contra a liberdade, oa
urna saspeita na sol probidade moral e poltica.
Era om carcter austero, e que nao se dobrava
os vendavaes, nem transiga com o Impudor pol-
tico, qoe infelizmente se tem tornado to vulgar.
Descance em faz o velho ministro de D. Pedro
IV, e de saa augusta Blha, e ltimamente de sea
augusto neto ; e, se algaem poda aproveitar com
as HcBes do passado, aprenda no Sr. Agolar a se
Suir os dictamos da boneStidade moral a poltica,
a inteiresa de carcter, e da lealdade aos sen
principios.
O Sr. Agniar conlava 75 annos de idade. Antes
da emigraco era.lente, eremos qua substituto, aa
facoldade de leis da qnlversldadawe'Wnifcl>*i de-
pois foi membro do snpremo tribunal dejastica.a
por difiranles vezes ministro de estado/wa 4o-
pois passado mullos annos depois da^i, en-
trpn no eonselho'de estado.
- Nao admira qae lio tarde fosse chamado a este
alto cargo, porque o Sr. Agolar jamis solffcitou,
qu por qualquer modo, mostrou ambicionar boi-
ras oa mercs.
A -poltica deste paiz pardea um homem de bem.
A tai rada 00 camrto de Saut'Aam eleve ho'-
je magnifica. 33. Um. e SS. AA. os principes D.
Carlos e D. Alfonso, e seo lia a Sr. infante D. Au-
gusto assistiram a paite d* coirida.
A commissao directora que foi eleita.no mee-
tiog da praca dos toiros para fazer ooposico ao
governo dirigas) h cmara municipal de Lisboa
afim de representar contra o imposto 4 eonsum-
mo. E' de crr que a cmara municipal nao re-
presente pois, pela^ novo projecto de le, oo Oca-
rao os moradores-deste municipio pagando mais
do qae paga varo, mquanto o municipio recebar
mais do qae receto a para as despezas da cidade.
Os signatarios da naeosagetp, sao os Srs. Eugenio
de Almeid, baro da Kozri, Oliveira Marreca a
Antonio Cabral dtfft Noguaira.
O planista brasileiro Liguori den nm novo
concert ao novo safio da Triodade. Foi applau-
dido com enthasiateo. E' um artista de multas
esperaocas.
O nosso ioimiuat Taborda est daodo no gym-
nasio a Tia Benta, m rabogice era prosa a ver-
so, segando diz o iBlar. El-rei D. Fernando foi
applaodlr esta cnMosa scena cmica do Sr. Hon-
teiro, em que o Taflrda tem infiniu graca.
A commissao ge Inqoerito para averiguar as
dos reodimentos da alfande-
os saus trabalhos e vai di ri-
o.
a congastao D. Margarida
actriz no tbeatro do Priocipe-
mosa e prodozlo fanatismo o
Poueo tempo esteva na sce-
merciante dea-lbe o nome de
respeltada e succambiu no
dasempenho da mais sagrada mlssao da mulber.
Todos seotlram a prematura perda d'aquella gen-
til menina.
{}i no mes dos Srs. Ayres de Goaveia, Bram
carap e Mentes. Leal continuara a ser indignados
para a provavel reeomposico ministerial. Tam-
ben se falla no Sr. Santos Silva..
Prodaziram carta impresso os segrales re-
Soerimentos qae o Sr. Lobo d'Avila (ex-ministro
a fazenda), appreseniou a 21 na eamara dos de
pondos.
1.* Qae a commissao de fazenda dsse com ur-
gencia o seu parecer sobre o orcamento de receita
e despaza do estado, sendo para estraobar qae es-
tando abortas as cortes ha quatro mezes, anda es-
se parecer sa nao acba elaborado ;
2. A appresentaco immadiata das eontas do
acampamento de Tanca qae tem sido pedidas in-
mensas vezes, nao obstante a le Impdr essa res-
ponsabilidade ao governo sem necessidada de pe-
didos e ulnmacoes do parlameol);
3.* A discussao de ara projecto de le lirrando o
governo da responsabiiidade em que ineorreA ex-
cedendo a autorisacio que Ihe foi concedida para
emtir iuscripSes por lei de jonho de 1866 ;
4.* Urna nota de (odas as fnscrpcSes e (nodos
pblicos emdidos al marco de 1867 ;
5.* urna nota da divida fhictaante em 30 de
margo ultimo, descrevando-se a parle qua tem pe-
nbor e a qua nao o tam.
Pela mala do Awazon, que parte d'aqni a 3.
de maio, com procedencia da Liverpool, cont es-
crevar-lbes tarabem. Vou fechar esta qua sao ho-
ras. At este momento nao me consta de mais
tumaltos no Porto.
m
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA.
A assembla provincial nao pode fonecionar
hontem por falta de numero.
Consta-nos que a sea pedido tora exenerado
do lugar de amanuense da secretaria do governo o
Sr. Belarmino dos Santos Freitas, sendo no mesmo
lugar substituido pelo Sr. Jos OJilon Annes Jaco-
me Pires.
Por portara do prerldente da provincia, de
data de hontem, foi nomeado o cidado Maaoel Mar-
ques de Goaveia para tenle da 4.a companhia do
8* batalhiode infamara da gaarda nacional deste
municipio.
O Sr. encarregado da admioistraco da fabri-
ca do Sr. Bowman declara, que nao poda entender-
se com aquelle estibelecimeoto o que hontem pu-
blicamos sobre urna fabrica da rna do Brum, visto
como all se nao empregam scravos.
A capitana do partoacba-se funecionando na
casa onde [ora a saude do porto.
Perante a tbesouraria provincial tem de ser
arrematado no dia 23 do correte o segoiote :
A impresso dos trabalbos e publicacao do ex-
pediente de todas as repartios provinciaas, menos
a secretarla do governo, oreadas em 3:300*000,
por um anno.
O fornecimento de objeclos para o expediente das
differenies repartieses provinciaes no exerciclo pr-
ximo futuro de 1867 a 1868.
As obras precisas na casa em qna funeciona a
directora da instruccao publica, oreadas todas em
2:670*000, sendo taes obras as segrales : de ca-
rabina por 800*000 ; da marcineiro por 685*000 ;
de pedreiro por 185*000 ; de tres reposteiros da
panno verde por 600*000; e de pintara, forros, ate
por 400*0.0.
Hoje d o Club do Recife a saa partida desle
mez. *
Foi encontrado por trabalbadores paraguayos,
erapregados na excavaco qae procede-se em Obi-
dos (-Para ) n'um morro de trra, ao lado superior
da fortaleza, duas gacabas di barro, qua tinbam
encerradas era si caveiras a ossadas de individuos
da especie humana.
A urna malor, qae escapea aos golpes da eucba-
da nao parece que por longos anuos estava all
conservada, pois as tinta* encarnada do urucu, e
preta do genipapo ou cumatbi, ostentara inda todo
o seu poder ; e, o barro adqulriado o pexipet miir
de cores mai variadas, inda mais fixas flearam as
tintas. No fondo s agora comeeava a ramificar-
se nm lecido fioisslmo de raizes, qoe a prlmeira
vista parecen ser cabello, em circnmsferencia do
crneo, isto mesmo por ter o lampo se abatido, oo
obstante a precauco com qae parece tora colloea-
do, gradado e atado, dando assim lagar a ierra an-
char o vaso. ,
A ossada toda diluida como est, faz crer, que
mais de dozentos e untos annos naquella igacaba
foi mettida, e este jnlxo tanto mais seguro por te-
rem os indios Pauc$ deixado este montanhoso si-
tio a trezeotos e quatorze aonos, segundo os dados
mais no menos exactos qne possaimos. -
Nenbama inscripc&o tem o vaso, qae perpetu a
memoria da passo de quera sejam esses restos;
snppOem-se ser do principal dessa trlba, por que se
I6ra do primeiro goveiftador; qoe os fastos razara,
fl qoal suecumbtra Jepol de porfise combates,
com os indios Paucs, Ckarumam, Btonctat e
TunailH, cujas ra?as ultimas se refugiaran) para o
rioTrombtas, onde at hoja se conservara em es^
tadb selvtgem, menos as de Paucis qae apenas res-
ta nos a lembranca de sua panada existencia, ao
menos a era nao nos^seria boje desconbecida.
Folgamos de dar boje a estampa em nossa
8.' pagina am bello artigo sobra o nwz maano,
transcripta do Apostlo, i cftrte ; para cuja leitara
convidamos os nossos assignantes. visto maito in-
teressar all ao povo catbolico, mrmente ao d'esta
provincia, parte do Brasil onde primeiro iniciaram-
le to devotos exercicios.
A proposito, acbamo conveniente dr a leitara
poilHca os segaintas trechos de urna carta, escrip-
ia da corle, com relaco a esse exerclcios, all ce-
lebrado : -
Desae o aaoo de 1860,.qaa os reverendo ca-
pnehinhos aqu- tem prega* b mez mariatio bas-
tando entrar ao magaatoso templo da *. Sehaatiao,
ltimamente restaurado polos mesmos capachinhos.
Pa-a fazer ama idea da grande moralidad, que
vai se de-envolvendo no povo to indifferenta antes
da devocio Marianna II!
< Paz admirar o silencio qoe reina na immensa
multidojdo povo, qae acode todas as noites ao mez
mariano ; e ver as senbora mesmo de alta catbe-
gona coofandirem-se com as devotas, tirando da
cabeca a cbapo, e cbbrindo-se de ora panno bran-
co, bem como rea usando em dotar os amorosos
cnticos marannos...
Coosa Incrivel, mas mni certa, qae os pro-
testantes multo se queixam do mez mariano da
igreja dos capocbinbos ; e com razio, pois todas
as tardes elles pregara, a com unta clareza e ener-
ga, qae a falsa doutrioa dos protestanies flea dia-
riamente palvarisada I
E se foi maravilboso o concurso das confis-
soes na qaaresma passada; oo o menos o deste
mez mariano ; pois estamos anda na primeira de-
zena e todos os dias a igreja de S. Sebastlio acha-
se concorrida de penitentes e confessadas.
Estamos com a guerra, estamos com o cholera,
estamos com as maiores dissencoes; estaremos brev
a braco com a fome ; mas gracas ao mez raariao-
no, dizem os caouchinbos, bavemos de a vencer?...
Havemos de vencer ludo pelo podar mariaono
d zem e pregara elles; pols nnirem todas as espe-
raocas a tal respeito, e cada vez se aferroaro mais
e continuando o tempo bom, de certo qae o povo
nao cabera n* immenst igreja de S. Sebastio.
< O mez mariano nos veio de Pernambnco e nos
damos gracas adeos por ama tal devocao.
HEPARTICAO DA POLICA___ExMClO dS partes
do da 17 de maio de 1867.
Foram recolbidos casa da detenco no dia 16
do correte:
A' ordem do Illra. Sr. Dr. chefa de policia, Ar-
rainlo Lopes da Silva, Maooel Joaqun) do Espirito
Sato a Jos Alexaodre, conhecldo por Jos Flix
da Piedad^ como sentenciados ; Joao Dias de Al-
baquerque Montenegro, como condemnado ; e An
Ionio, escravo de Minoel Gomes de tal, como com-
plica em crime de morte.A* ordem do Dr. dele-
gado da capital, Fraocisco Antonio da Silva, como
criminoso evadido da cadeia de Pao,d'Alho.A' or-
dem do Subdelegad 1 de Santo Antonio, Jos Anto-
nio Botelbo, por embriaguez; e Maaoel, escravo da
Jos de Moraes Gomes Ferreira, a reqaerimeoto
deste.A' ordem do de S. J.s, Claadiao Valentino
Valdivioo, por vagabundo ; Benedicta Miria dos
Prawss e anta Maria Joaquina, por offensas a mo-
ral publica.-*0 cbefe.da 2* seecao, J. 0. de Ma-
quila.
Passageiros da barca Seguranca, viada do
Porto :
Manoel Jos Lopes Miranda, Jos Alves Barbosa,
Maooel Jos Ramos, Jos Joaqoim Gomes Ferreira,
Maooel Gomes, Jos Gomes Vieira Juoior, Joo
Francisco Lopes, Jos da Silva, Jos Maria Batalba,
Joo Lnlz de Paula, Jos Rodrigues Liberato, Al-
fredo de Abren, Manoel dos Santos Falco, Jos
Antonio Pareira, Manoel Ferreira de Azevedo, Por-
firio Amonio Pereira, Manoel de Oliveira Mala, Ma-
noel da Azevedb Canario, Jos Lopes Ferreira, Joa-
qoim Francisco d'Olveira, Esmael Goncalves, Ma
noel Rodrigues de Araorim, Maaoel Antonio Soares
da Silva Jnior, Antonio Rodrigues.
Cemitbmo pblico. Obituario do dia 15 de
maio de 1867.
Ignez Maria do Reg Brrelo, Pernamboco, 2.3 an-
nos, solleira, Boa-Vista ; diarrbea.
Jaclnlho Alfonso Boteiho, Pernambnco, 30 annos,
solteiro. S de Olinda ; assassinado.
A'exaodre de Medeiros Pinto, Pernambnco, 26 an-
nos, solteiro, Santo Antonio ; affeecao pulmo-
nar.
Daraiana Sevarina de Parias, Pernamboco, 30 an-
nos, viuva, Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
Ludgero. Pernambuco, 48 dias, Recife ; gastrite.
Mara, Pernambuco. 1 anno, Recife ; dentiogo.
Domingos, Pernambuco, 90 annos, escravo, Boa-
Vista; ascite.
16
Maria, Pal nambuco, 3 mezes, Santo Antonio ; in-
fhuiaco.
Miguel, Pernambuco, Santo Antonio; trabalho do
parto.
Domingos, Pernambnco, 16 mezes, Boa-Vista ; ana-
zarca.
Isabel, Pernambuco, 2 mezas, Boa-Vista ; espas-
mo.
Eoflazia, frica, 50 annos, eserava, Boa-Vista ;
congesto cerebral.
Ciraco, Pernambuco, 50 annos, escravo, S. Jos ;
anazarca.
CHKUHli JlDlURlA.
FHI1U VA5i DO COSf HERCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 16 DE
MAIO DE 1867.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADO!!
ANSELMO FRANCISCO rERETTI.
As dez horas da manha, reunidos os Srs. de-
puiados Rosa, Basto, Miranda Leal a Felisberto de
Oliveira. o Exm. Sr. presidente abriu a sesso.
Lida, foi approvada a acta da ses3o de 13.
IXPEDIENTE.
Aos Srs. depotados foram distribuidos os llvros:
diarlo de Sonza Soares & Irmio, dem de Jos Joa-
quim Goncalves de Barros & C, dem de Manoel
Gomes da Cruz Si C.
Comparece de Antonio de Moura Rolim, e por
seu constitalnte Luiz Goncalves da Justa, pres-
tou juramento de bem servir o lugar de agente de
leudes da cidada da Fortaleza capital da provincia
do Cear.
DESPACHOS.
Reqaerimento da Guimares & Oliveira, soeces-
sores da extracta firma da Ricardo de Freitas *
C, pedludo para que se manda elirpiaar do regis-
tro publico o registro qae all se firma de nm con-
trato de capital e industria raqnerimento do Dr.
Loureogo Trigo de Loarelro, visto como nao s se
aobara extracto dito contrato ao tempo desse re-
gistro, orno porque, devendo ter pago o impasto
legal, pagara nicamente o sello fixo. Vista ao
Sr. desembargador flsebl.
Dito de Joaqaim Jos Alves Liaba res, cidado
brasilei o, natural do Cear,.de 36 aonos de idade,
estabelecido com casa de commercio da mercado-
ras em grosso a a retalbo na cidade da Fortaleza,
pediodo malricala, juntando em sea abono am at-
testado firmado por Oiogo Jos da Silva, Jos Bar-
roso e Manoel Francisco da Silva Albino. Vista
ao Sr. desembargador fiscal.
Dito da companhia da segaros Norihera Assa-
raace & C, representada nesta cidade por Milies
Latbam 4 C, pedindo o registro da carta imperial
que obteve para poder fuoccionar nesta a n'outras
pracas do imperio.Vista ao Sr. desembargador fis-
cal. _
Dito da Belarmino Barroso de Sotza e Adolpho
H>ertb, para se Ihe registrar b sea contrato social
sob a firma da Barroso & Boerth. Vista ao Sr|
desembargador fiscal.
Dito de Jos Oriano Monescal, cidado brasileiro,'
natural da cidade da Fortaleza provincia do Cear,
com 23 anno de dade, onda sa acba estabelecido
em mercadorlas grosso e i'rtalao, pedindo ser
admttlido matricula de commerciaate, offerecaa-
do em prova de sea crdito commercial om atlas-
lado semelhante ao qoe aprsenla Joaqaim Jos
Alve Llnbares,-Vista ao Sr. desembargador fiscal.
Dilb de hidoro Nelto 4 C, para ser admltlido
a regs)/o o distraclo social, que juptaa- Vista ao
Sr. deambargador fiscal. .
Dito de Maooel Gomas da Croa e Antonio Perei-
ra Villela, moatrodo com a deelaracao que axa-
rarara ao Qoal de .seo contracto junto, baverem
eamprida o parecer fiscal sobre o registra 4* a
contrato.Reglstre-se.
Ditole Manoel Perreira da Cruz e Jet Lote*
Ferreira, pediodo o registro do sea wraai sa-
cia!.Vista ao Sr desembargador fi*eal.
Dito de Joao Jos da Silva e Joio Joaejaiaa Al-
ves, para se Ibes rsgistrar o asa coeiraa srca
sobra a loja de ferrageas a mindeus rn ala
Cadeia n. 56___Vista ao Sr. desembargador lacaJ.
Dito de Joio Jos da Silva, portugus de Ma**
43 annos, estabelecdo coro loja de fsnagea* ci-
ma mencionada seb i razio de Silva A Alves fe-
diodo mal icula individual ; apreseataada aaa u-
leslado em qoe abonada sua eoedocta eeeaaate-
cial por Joaqaim Monteiro da Cruz, HeHa Leaa
4 C e Pranciseo Ignacio Tinoco de Sooxa.Vbta
ao Sr. desembargador fiscal.
Dito de Joio Joaqaim Alves, brasileiro, U %
aonos de idade, natural da prometa do Cear, M>
do da firma Silva 4 Alves, pedindo laetaaaa sor
admittido i matricula individoil, aprmaiaela ac-
tesiado igual ao qae offarecea Joo Jos da Silva
Vista ao Sr. desembargador fiscal.
Dito de Manoel Teixeira Bacellar. para reelsera
da procura cao qoe Ihe entrega va Joio Maaoel l
Veiga S-lias.-Registre se.
Dito de Francisco Apolon Bierra a Srtva
(adiado na sesso prxima passada) pediodo aaa-
tricla de comroerefante. Coopareeeeo o aeetg-
na tar i os do atlestado qne aboca o crian do peti-
cionario, e Avista das explicaedes dadas, o trieoaal
eoDcedeo a malricala. Pol veaeMe ee vote a
Sr. Miranda Leal.
Sobre informaco do Sr. desembariador I
De Marques. Barros 4 C-. registro o
declaracio de ter-se retirado de toa sociedade a
ocio Manoel da Silva Santos.Como requeren.
De Manoel Gomes Silverio e capitalino Gomos
Ferreira, dem de seu distraeto de sociedade.le-
gistre-se.
De Luiz Gmealves da Silva 4 C, ora qoe Bat-
ir baverem satis feito o parecer fiscal sofero o re-
gistro que pedem de sea contrato soetaLBegts-
tre-se.
De Francisco Garrido e Maaoel Garrido, contra-
to social.Registra-se.
Replica de Joaquim Doarte de Resaaaa Reg,
apresentando as carias de ordeas do socio Casia-
dio Collaco Pereira Juoior para saaetlaair aaacav
na da falta de poderes especiaos aa nccaraclo
que dera a Felieio Jos Vat de Otttetra para a-
signar o distraclo da firma Joaqoim Dean de Re-
zando Reg &C.Regstrese coa a carta jaa-
tas.
E por nao baver mais a despaehar-se o Exm. Sr.
presidente encerroa a sessie as 11 boras e
do di.
SESSAO JUDICIARIA EM II DE MAIO DE
1867.
PRXSIDINCIA 00 XM. SB. DESIMBABfiADOB
A. F. PEBBTTI.
Secretario, Julio Gmmariet.
A's onze horas e raeia da mantea, o Ex. Sr.
presidente declama abena a sesso estando reca-
dos os Srs. desembargadores Silva Goimaries,
Reis e Silva e Sonza Leo e os Srs. denotados Rosa,
Basto, Miranda Leal a Felisberto de Oliveira,
Sr. depntado sopplente Silviao GoiBcrzae A
Barros.
O Sr. desembargador Aeooli participoo qae, per
lente, oo pede lomar parte nos trabalaos da ara-
se nte sesso.
Lida, foi approvada a acta da seisio aatsce-
denle.
ACORDAOS ASSICXADOS.
Appellante o coronel Joaqaim Cavaleaole d*Al-
buquerque. appellado o bacbarel Joio Lias Caval-
cante da Alboqaerqae.
Appellanie Antonio Jos de Castro, appellado
tutor da orpbia Maria, filba de Fraocisco Paoliaa
Gomes de Mello.
Julgamentos.
Appellanie Antonio Jos de Figueirio, appella-
do Candido Jos de Cerqucira.-Aliado a 9 da
correla.Foi reformada a aeateaea appel ada.
sendo voto vencido o Sr Rosa, qoe opiaoa par
ama diligencia. ^^
Appellante Antonio uomiogaes Pinio. appellado
Antonio Leite de Magalbes Bastos.Adiado aa ai-
tima sesso, adiou-se a pedido do segoado ja sor-
teado.
Appellaotes Adriano 4 Castro, appellado Augus-
to Maoguaba e Silva.Adion-se a pedido de aaa
dos Srs. deputados.
Appellaotes (Loir de Moraes Gomes PasBAli
a outro, appellada a directora da eaix Filial do
Banco do Brasil nesta cidade.O Sr. BBM*
Iherrae de Barros preloa joramenlo para oBciar
come jniz na prsenle cansa, a qoal avio fot pro-
posta por nao estar presente o Sr. desembargado
Accioli.
Appellante o raajor Jos Gaedes Xogaeira. ap-
pellado Carmo Jos de CastroAdiado a 6 e 13
do corrente : nao foi proposto, por nao estar aa
casa o Sr. desembargador Accioli,
DESIGNACAO DE DIA.
Appellaotes Kalkmao lrmlos A.C, appellado o
visconde de Saassuna.Primeiro dia oUL
PASSAGBKS.
Do Sr. desembargador Silva Goionries ao sr.
desembargadorHeis e Silva. ... .
Appellante Thomax JeUerier, adminMUaaor aa
massa fallida de Rostroo Rockar A C. asett eaaa-^
de. ap. aliado Thomaz Dalton, liqaidaUrio da casa
commercial de Rostron Rookar 4 C, da Baba.
Appellaale a vinva e berdeiros de Jos Hygtao
de Miranda, appellado Joo Bosson.O Sr. drseaa-
bargador Reis e Silva joroo sospeicao. K o Kxaa.
Sr. presidente, avisto da presme sospcieio *> *
desembargador Silva Guimares, ofikloo ao Exze.
Sr. conselbeiro presidente da relaco, reojeasMando
juiz.
DISTB1BTJIQA0.
Ao Sr. desembargador Silv* Goiraaries.
AoaaAvo iNTtBPOSTO no jouo Momorai. a ao cozt-
MERCIO DA TILLA DO CABO.
Aggravante embargante lereetro O. Maria As
Prazeres, aggravado exeqoeote BosUqow
Gomes.Executado Maaoel de Barros Cava
O Exm. Sr. presidente den provineato esa para?,
e em parle negeu.
Nada mais boove e encerron-se a sesso a i
bora da urde.
JURY DO RECIFt
Manoel Jt m SaM
Escrivio, Joaqoim
Reo,
16 da MAIO DE 1817.
PrestVaeta do Sr. Dr.
Nema.
Promotor publico interine, o Sr. Dr. Cetsc le
liaaoPemaaaeQau^ielU.
Ad rogado o Sr. Dr. Aawrteo Het A Ba-
doaca.
Fraaciseo At PaoJa Ksleves de-
meale.
MABoel Gooeaives do Saalaa,
^^ criateTa brisase* leves.
A10aorasoaaaaaais, Mu a chai
par6cerara37Srs.jarados. *--
Foram mnltado sm auis MI cada asa isa pi-
rados ja' multados nos anteriores dias A* sessie a
os qae faluraro boje.
Abena a sesso, feita a ehaaaada aaa panosa
sorteado o eonselho de seaweoca, AaferiA) a este o
respectivo jaranalo, foi o rao iaurrogado.
Lido todo o procesto da foraacie As aalp.^o aav
vogado da defeza apreseatoo orna expeaseae po-
remptoria, allegando nio ter o reo sida rese aaa
flagrante, pois ando o crime ee 'riosea
nao poda ser alie aecusade pilo praBOMf




Diario de Perna
/
reo po.-t> em liOerdade, levantaado-se a ssssao.por
nao bavs nnmero legal ai oa(rp juljjgdQio,
adiando-se a sesso para as 10 horas da raaniiaa
de seguinte di.
17 DE MAIO.j _____
Presidencia do Sr. Dr. aaSprei d Silva
Newa.
Promotor publico interino, q 8r. Pr. Celw Tertt/-
liano Fernanda* Qpintella.
Advocado, o Sr. Dr. Ante* Maaoel de Siqueira
Cavaleafn.
Escrivao, Joaqoim FrancHm de Paula Bsteve
Reos Maooel Gome Rodrigas?, Jos Francisca da
Lat e Jos Roflrigaes da Silveira
acensados por crine de fuga de preso?.
As 10 horas da machia, Ma a chimada, com-
parecern) 37 Srs. jurado?.
Fort dispensados da sesso de boje os Srs. Dr.
Maooel de Souza Cavalcaoti e Mano:I Meades
Caroeiro Lrto.
Foram multados em mais 20$ cada um dos ju-
rados ja multados nos anteriores dias de sessio e
os que faltaram hoje. )
Abena a sesso e (ella, a chamada das partes,
oi sorteado o jury de seotenga, sendo* a este defe-
rido o respectivo juramento.
Foram os reos interrogados, e lldo todo o pro-
cesso da formago da colpa, desenvolvida* a ac
sacao e defeza e fiados os debate', depois da re-
plica e treplica, resumi se a materia da aecusa-
o e defeza. Foram propostas as qnestoes de facto
ao jury de senleoca, o qual se reliron a' sala se
creta a 1 boaa e meia, d'onde voltoo s 2 eom suas
resposus, qce foram I idas em alta voz pelo .pre-
sidente do jury de souterjga, em vista de cuj di
cisao foram os reos absolvios.
%"
meten
rioiaas
frefoajias
|*rn*$M
frenmia,
er a. por
'de-
Segundo jajgimento 4a r Guillurmina, escrava de
Joo Fer%andes Lopes, sendo aivogado o Dr.
Americo Netlo de Mendonca.
Interrogada a r e lido toJo. o processo da forma-
cao da colpa ; desenvolvida a acentacao e defeza e
fludos os debates; resumida a mlaga da aecusa-
cio e da defeza ; foram proposlas as quesloes de
fado ao jury de seatenga, o qual se retirou a' Sala
secreta as 2 4(2 horas da tarta, d'onde vollou as
3 com suas resposus, que foram lidas em alia voz
pelo presidente do jory de sentenga, em vista da
cuja deciso foi a r aasclvida.
Levantoo-se a sesso, sendo esta adiada para as
10 horas da manha do dia seguinte.
r
Feliciano
Joaquim dos
* neo fot re-
ornes de Sonta PiUnga, ____
Santo A commisso de pulida,
Jie.it i do q ofUcio .do fecal supJi
b S. Jos, em que pede a nomeacio de mais um
guarda para o srvieo ta fregoezia a" sea c
depois de ter esrodado a qnestaf < pareo
nao seja attendida a peUcaodo mesmo fiscal:.nri-
All va segundo o lairo
lar, attrtlhe I.......atire-tkt,
wrl... -
Q visinbo qne nao era li de
dasumpera a ttcopUa I ^
vjir seg ninte nao houve ninguenTqai
uardas, nuaifMPq sope-
ras
liar
ra,
iqnella
especial fa-
'. t
e sendo a frtguezia
Malo de 1867.
i
InsSensvo a
ue bu ta- ne
ns tumul- t*
! ve
or pa re *W d| a -d
parajl Made ande velo acacharse, tea ma._
i as autoridades eempetentea, deuir
elair a WMade, mas par/a t-ticiar cora que me
o^ggcgplH desveaiuradn vlynfco, I los do
-.r*"* Moad*,.csa-flw Sajis o precisa p
oootor sua victima,1 ordenando-lbe qm se occnl- mandos, q
tasse das vistas da polica que o persegua; em- esta parte,
quaato eUe se incumb* da arraojar Iba a fuga de mana atira/ a toa autora sobre
molo seguro e secreto em qualqaer navio ds sua nos poltico
oaco I
Isto (ello, faltava anda ao bom doutor iooocen-
lar-se aos ohos das autoridades de um modo eom-
pativelasua uspeiiavel posico.
Para esta til resolven mais tarde dirigirse pes-
soalmente a polica, aflm' de denunciar celebre-
fuga por alie proprio acoaselbada, mostrando desta
forma um particular interesse pela puoigo e cap-
tora do seu pobre vlslnho, oojo nico peccado liaba
C\M\R4 .niXlGlPiL DOftEClFE.
SESS ORDINARIA AOS 7 DE MARCO
DE 1867.
PRESIDENCIA DO SR: GUSTAVO DO REG.
Vresentes os Srs. Dr. Miranda, Santos, Aquino
Fonseca e Dr. Pitaoga, faltando'com causa os mais
Srs., abrio-se a sesso, e foi lida e approvada a acia
da antecedente.
Lsu-se o seguate
EXPEDIENTE.
Um ofJBcio do Exm. presidente da provincia, de
6 do crrante, declarando a cmara que em vista
da sua ioformacao de 27 de fevereiro prximo An-
do sob o. 10, dada com referencia a petlco de di-
versos proprielarios e moradores do povoado do
Campo Grande, recommeodaa mesma cmara,que
mande levantar a planta daqu,elle povoado, que
se refere a sua citada informacao.Que se offlcias-
se ao eogenbeiro para dar execucao
Outro do juiz de paz Io votado, da fregueza da
Varzea, Francisco Xavier Carneiro Lias,com dispa-
cbo da presidencia mandando Informar, no qual
diz o mencionado juiz de paz. que em 18 de Janeiro
deste aono participara a S. Etc., que aquella fre-
gueza se acbava &em juiz da p\z para exercer o
3o auno, visto que o 3* volado declarou que nlo en-
trava em exercicio, por que nSo tinha acceitado o
lagar; e tanto assim que nao prestou juramento.
S. Exc. em dala da 23 do mesmo mez dignou-se
responder que tinha providenciado conveoiente-
wente, porm como at o present neohuma pro
videncia appareceu, achando-se as causas parau-
sadas, sera saberem as partes a' qaem se devam
dirigir, cumpre lhe por tamo tornar a levar ao co-
nhecimenlo de S. Exc, para que se digoi provi-
denciar.
Posto em discusso, resolvtu-se informar a S
Exc. que ja' se cfBciou ao juiz de paz de que se
trata, para vir prestar juramento, oo provar a li
gitim pode juramentar o immediato, era vista do que dis
poe o rl. 4 da le de 13 de outubro de 1827.
Outro do promotor publico interino Dr. Celso
Tertuliano Feroandes Quintella, participando ter
entrado em exercicio deste e. rgo, para o qual foi
comeado merinamente, por portara do Dr. Joo
Antonio de Araujo Freitas Heoriques, Juiz de direi-
to da 1" vara criminal, era cojo exercicio tem de
estar dorante o iuiDedimento do effeclivo.Intei-
rada.
Outro do secretarlo da mesa parochial da fregue-
zia de Muribeca, Jos Rodrigues de Olivelra L'ma
Jnior, remetiendo o livro de actas aa eleigao pro-
cidda ltimamente na dita fregueza.lote rada.
Oulro do secretario da mesa parotbial da fre-
gueza deS. Lourengo da Matta, na capella de Nos-
sa Senhora da Conceigo do eogenho Tiuma, Dr.
Francisco Joo Carneiro da Conha, dirigido ao
secretario da camara,accusando a remessa do ivro
das actas da elelgao da fregoezia de S. Lourengo,
feia Da mencionada capella do dito engenho, de-
clara que o faz em virlude do que preceiluado no
art. 59 do cap. 3 da le n. 387 de 19 de agosto de
ISiti, devendo por semelhaote occasio observar,
que o referido livro comea seis diversas actas res-
pectivas a' eleiglo de eleitofes, e que o mesmo li-
vro e escripturago nelle feita, nao tem veeiago
aleunia.
E cumprindo assim o seu dever, tem a solicitar
que re-pondeado-ihe, se digne darifcasar o rece-
bimento do presente offlcio, e Uno a' que vai o
mesmo acompanbado, servindese de cfBcialmente
declarar o estado em que receben o livro e eserip
turagao nelle laucado.
Acabada a le tura do efficio citado, o secretario de-
clara a cmara qoe receben o livro e ifflcio.archivon
aquelle, e ao dia 4 remetteu-o igualmente com os
demaisao collegio, acorapaobados de ofDciodo pre-
sidente merino do mesmo collegio.A cmara fl
cou ioteirada.
Oulro do engenheiro cordador, informando o
reqoerimento, no qual Felippe Santiago Cavalcaate,
peue para que lhe seja permeitdo fazer alguns
concertos, em sua casa qoe possue na povoagao de
Santo Amaro de Jaboalc, a margen) da estrada da
Victoria, diz que a casa a' qoe o peticionario se
refere, de taipa se acM toda colkicada dentro
do terreno por onde passa urna rna all projectada.
Posto em discusso, dillberoo-se conceder a l-
cenga pedida para os concertos, urna vez que o sup-
plicanle se sogeila a demolico, quaado fisse ne
cessana fazer, sem que recebesse indemnisago.
Outro do fiscal d*a fregoezia da Boa-Vista, decla-
rando que tendo pedido demissao a cmara, como
se evidencia do reqoerimento qoe junta, o goarda
da mesma fregoezia Antonio Felippe Rodrgoes da
Suva, e cabendo-lbe como fiscal propr a' qaem o
sabstltoa, assim o faz propoodo a Francisco Anto-
nio Teixeira de Alboquerqoe, qoe tem as qoalida-
des oecessanas para bem aesempeobar o referido
lugar.Coiicedeu-se a d>raisso pedida, e appro-
von se a proposta, m;ndando-se fazer as devidas
comrauoieacoe?.
Outro do fiscal da fregueza dos Afogados, parti-
cipando qoe aebaodo-se bastante armiada a pon-
tesinha, que da' passagem para a (ravessa do Loc-
ea da raes-a fregueza, roga a cmara que provi-
dencia os seus reparos.Que se offlclasse ao enge-
nheiro para examinar e orear os coocerlos.
A eommissao de polica apresentoo os dons se-
guintes pareceres, que foram approvados.A eom-
missao de polica a" quem foi presente a consulta
do contador desta cmara, sobre a le o. 698 do !
de Jaobo do anno prximo passado, arl. 29 36,
qae traa do orgamjnto vigeaie/se/deveser a ni-
ca a* ser observada na arrecadagao das rendas
indebidamente detidas, oo se apezar dalias a' con-
tadoria deve exigir o daplo dessas reodas, daqnel-
les, que estiverenva dever anteriormente, a' pro-
rjButgago da le, de parecer qae a contadorta s
tem direito de exigir 10 /. daqoelles qoe iodivi-
damente detiverem a renda, a' qae sio obrlgadot.
Sea assembla provioeial lomou como medida
decisiva a elevago ao daplo 'das rendas odevida
mente detidas, quando apenas ero obrig)do3 os
individuos, qne- as detinhao ao pagamento da mal-
ta de tres por cento, com o m de melhormeote
fazer recalber em lempo os direitos panadenles a
mnnicipalidade; e se por sea lai Acarara lodos
sojeitos ao pagamento do dobro, embora sea ebi
to fbsse anterior a promolgagio daquella lef; e at
ento a mesma le nao acobertou a'qoeiles, qae
pareciio estar fora da sea alcance, com maiorfa de
razio, quitan va, qne a actual teuba o mesmo ef-
eito, taato mais irisante em sua accio, quanlo o
artigo 45 da citada le, que rege o orcamento vi-
gente, revogoa todas as dispusieres em contrario.
A commlsso eanQada oo zeta, e illostraco daca.
ara, espera qae lia resolver' eomo fr da-jai-
tica, a bem do municipio. Paco da eaasara moni* ________
cipai do Recie, 7 de malo de 1867-Dr. Prxedes ento o doutor :
aba* Wra oa me
traieasadoB; tereajao, r.
da Bo-Vlsu de raror exteoco, e teodo eomo a
de S. Jos ama rlbeira, o servico do fiscal feito
por tres guardas, sam que por esta seja reclamado
outro guarda. A eeramissio, porem, submelte a'
cousiderago da commisso esta sua opiuiao, que
resolver* como for de justlca, a bem do servigo
do municipio. Asgo da cmara municipal do Reci-
e 5 de margo oe 1867.Dr. Prxedes Gomes.de
Souza Pianga, Feliciano Joaquim dos Santos.
Entra em discusso um ofBcio do engenheiro
cordeador, adiado na sesso de 5 de dezembro do
anco passado, informando sobre a preteoce de
Mara Jos da Eocarnaco Velloso, de edificar ama
casa oa estrada do Monteiro, diz qoe essa edifica- ; sido levantar.ose/ios pecaminosos para a saa ade-
co tem da recnar da mesma estrada para dentro ravel I
mais de cem palmos, e nao Bornate 24 qae foro
desapropiados osla companhia dos trllbos de far-
roO Sr. Dr. Miranda pade a palavra, e sendo-
lhe coacedida, diz qua oa petigo da que se traa-
va, r s iiiau qoe a peticionarla allegando, que ara
proprletaria do terreno, em qua na estrada do
Monteiro pretenda edificar urna casa de talpa, pa-
ra a coaslrucgo da qual, lendo apenas a compa-
nbia dos trilhes urbanos desapropiado 20 palmos
daquelle terreno, axordeago qne se dera, para
que licasse distante o>ais de cem palmos da estra-
da actual; pedia qne se lhe indemnisasse o valor
de mais dos cem palmas desse terreno, qne pela
planta do Poco da Panella, lem de tazar parte da
praga, que all est projeclada, ou enlo quanto a
praga, que parece- nao ser da utilldada, se man-
dasse reformar essa planta. Em qualqaer das by-
potheses, oo caso de ser a proprieiaria desse ierre-
no ; mereca ser attendida, am visia da informa-
go do engenheiro cordeador, que assim se expri-
ma : t Sou a dizer qua verdade estar mareada
a plaa da fregueza do Pogo, urna praga no lu-
gar em que a peticionaria pretende edificar nma
casa na estrada do Monteiro, sendo ceno qoe essa
edficago tem de recuar da mesma estrada para
dentro mais de cem palmos, e nao somante 24,
o ao digno acadmico Porin-
imprudencia, qae prepria do
', quaado, entra eutras fathtal-
que ao, de parcerla -019 oa
ilgos os Srs. Pinto de Campos e ca-
Caroelro, Insuflamos os estndanles
desatinos I E
igos, nem fin
rnidKbaero
mos''de defen, n
tas ralla por nos,
aravtos do pro
o progresso; co
da mpransa, e coas a diasMade.
ida, reppllir os emaoales malevo-*
ndente qae. um Mr a rrakqneza
poosabilisar aPue!* pella des-
se tem suecadider de ceno tempe a
em lodo o imperio, proeura ardilosa-
os seus adversa-
-Tsr^-----------------,7---------r-----------------r
Poeo da Paaella.
O reverendo coadjutor do P050 da Panella, em
ves de defeoder-se -das gravas aacasaedas, qae s
lhe tan feito, pela falta de seas devores parochiaes,.
ealendeu na caridad eeangelica que devla iasultar
e calumniar os* sigdatarlos da representacao, que
nem eu4 ^us Si0 peMoas mais, 00, meaos .ijpportajoiei.e.
-------*- qae perteocem a diversas, apin^ polUMat, ana
apodendo dizer,.qoe o flierao por espirito >
partido, por que neni mesaaote aba a qua part Jo
. digjWt*
10 p*ta*
PfHea
cbafas ao. |5rtence o revtreado coadjaior.
Recife 17.de mato de 1867.
Bellarmino do Reg Barros.
Publicares a pedido
luarU enana da asseanbla
provtaelal.
O ponteiro vai aesta semana mudar de lingos-
gem. Na semana passada, falln nm poaco serlo,
Descobnodo-se aflnal todo este rama, foi salva a mas Isso nao obiU a que elle continu galboar
vittima por um negocame da Recife, cajonome com o mundo, e plheriar com a humauidade.
ignoramos, BuudU oUI Impofa desmadrado e Tem dado o que fazer a ranitas bolas o cuidado
ooqheoide eoow no cobarde sem oome | de saber quem o ponteiro da assembla. Real-
0 resto, fcil de prever-; o doutor desfezaa mete admraver que nao conbecam o ponteiro,
do supposio rival, e a garducha Dulcinea desfruc- qQ6 est em um lugar tao visivel, ne reeiplo da
sfEt iayiiia M dellciJ do *eu ioimita- illustrissima, e que visto por ludo as diputados,
wl D. Qnnoall 0 e.priDcipalaeDte.pelodianissimepraaidenteqaando
Lxpondo o fado sem commentos, resla-nos nao ha numero legal. -
acresce.ntar, que rouita infeliz a nacionalidade-a Nao sabe pois o ponteiro a .rasiw porque o nao
coja frente "se acha um homem de tal qualidade, conhecem, sendo elle o oonbecdo.
quaado mais provaitoso sera no emprego de mi- Para soreg dos curiosos a apreciadoras do
rinho na Lotinna, do que para guiar e proteger ponteiro, ello declara aos laitores que nao receiem
aos seus compatriotas em trra estraoha
Firajairt Buruze.
1 nta O coadjutor do Foco da Panella.
O Sr. padre Francisco Jos Alves, coadjutor pro-
parodio do Pogo da Panella', velo sob a mascara
de tres estrellas aggravar a sua siluagao, porque,
em vez de defender se peranle a respectiva auturi-
dade, e peranle o publico, vera alacar calumniosa-
mente os sigaalrlos de urna represntago contra
os seas desmandos.
Hivamos de responder mais detidamenia ao Sr.
que foro desapropiados uala companhia dos. iri- Padre Alves sobre a manelra inslita por qoe ag-
lh de farro. E accrescentar : a pr^a projeela- igrideaoa signatarios da represeutafiao e pode ser
da aprsenla urna figura irregular; em mlnha i Qua al seja obngado a toqir-a responsabiiidade
opiniao nao tem nenhuraa utilldada, mis qua loga j ieIa' das injurias, que lio nseu;atameote vomt-
mais adunia eocootra-se o largo do Monteiro. > toa. O que por ora exigimos do Sr. padre Alves
Entretanto nao estando provado que a policio-! 19* desmlnta com documeotos verdicos as seguiu-
naria fosse a legitima proprieiaria desse terreno; tes ac^usacSes, qoe Ibe fazemos parante a autofi
por emquanto nao se devla lomar outra rsolucio,
que nao fosse exigir se, que exibisse o respectivo
titulo do seu dominio, para que ficasse formada a
competencia de sua reclamago, ou se procedesse
com conhecimento-da rzo das causas; o con
trario em assumpta da aTguma importancia, nada
menos stria que ficasse exposto ao erro, e a prec-
pllago que sampre se deve evitar na publica ad> 19
ministrago, descoabecer-s) que a illegitimidade *
das partes, ou seus procuradores, ou successores,
conteai urna excepgo prejudicial, oa impedimea-1
lo que obsta o andamento de. toda e qualqaer ac-.
gao.
Nao haveodo quem mais fallas-e sobre a mate-
ri), resolveu se que a peticionaria exbibisse o titu-
lo do terreno.
Autor siu-se a eommissao de policia a mandar
fazer o pequeo reparo de que precisa o ladrilbo
da ribeira da fregoezia de S. Jos. .*
Despacharo-se as petig5?s de Amorim tt Filho,
Antonio Fdippe Rodrigues da Silva, Adolpho Nan-
mam, ntooio Mootioho d'Assumpco, Antonio
Crrala de Frias, Francisco Hermogeoes Correia
de Albaquerqne, Francisco Carneiro Mmteiro,
francisco AIvbs Mooteiro, Jo- Jacomo Tasso )2)
e levantou se a sesso. Ea Francisco Canuto da
Boa-Viagem, secretario a subscrevi, Pereira Si-
ra5es, pro-presidente, Dr. Villas-Boas, Fonseca, Dr.
Seve, Dr. Miranda, Santos, Reg, Dr. Pitanga.
ommunicados
^_______________________________________________o^_______
Partido Conservador.
Os abaixo assigoados oflkiaes do Io batalhao de
infantaria da guarda nacional do municipio do He-
ttife, fallaran) a um imperioio dever se nao se
apreseotissem perante o publico, em momento to
solemne'a dar um lestemuebo de apreco esincera
amizade quesempre tributaram ao seu muito digno
cnefe e amigo o Ulra.Sr. coronel Domingos Affonso
Nery Ferrera, por occasio da separar-se do seu
batalhao, que to dignamente commandou por es-
pago de 31 anoos, por ter o governo imperial por
decreto de 24 de abril ullimo lhe dido a sua re-
forma.
Durante todo esse longo periodo S. S. foi sempre
respeitado e coosideravelmenie estimado do todos
os seus officiaes, inferiores e soldauos, pelas ma-
neiras delicadas e sioreras com que sempre os
tratou ; iot^ressando-se sempre cora a maior dedl-
cago pela sorte dos seus subordinados que procu-
ravam a sua valiosa proiecgo, quer officiaes ou
pragas.
E por tao valiosos motivos, S. S. separa se do seu
batalbo deixando as mais sinceras saudades, nao
s dos seas amigos compaohelros e amigos, como
tambem dos qoeserviram pouco tempo debaxo do
seu commando.
Quarlel do 1 batalbo de infantaria no Carmo,
14 de mao de 1867.
Claadiao Beoicio Machado,
Major.
Miguel Jos de Almeida Pernambuco,
Capilao.
J0.10 Henriques da Suva,
Capito.
Manoel Antonio Gongalves,
Capilao.
Joaquim Luiz Vires,
Capio da o* companhia.
Vicente Nunes da Serra,
Tenenie.
Augusto Cesar Pereira de Mondonga,
lente.
Lydio Alerano Bandelra de Mello,
Teoente da 6a companhia.
Jos Aatonio de Paula Madureira,
Teoente.
Antonio Norberto de Malaqui&s Pacheco,
Teoente.
Fraocisco Affooso Ferreira,
Teoente.
Joo Jos da Cruz Monis,
Teoente.
Thomaz Jos Marnho,
Teoente.
Maximino da Silva Gusmo.
Alferes.
Antonio Jos Cordeiro SimSes,
Alferes.
Jos Das Alvares de Quintal,
Alferes,
Josu Materno de Azevedo Santos,
Alfares.
H. F. da Silva,
Tenenie.
Fr. Jorge de Sant'Anna Locio,
Capello.
Manoel Silvioo de Barros Falcao,
Alferes.
' Maaoel Goncalves Ferreira e Silva Jnior,
Al/ores.
Miguel Archojo da Croa Munix, ^.
Alferes.
j, ------- aajjbaatv
ver a sua correspondencia com titula e asslgnalura
diversos, porque.elle afo gosla de variar de nome,
a tea mnita bonna em osar daquelle, que Ibe
deram quaado a coiloearam ao mostrador para
exercer a soa amso, que o seo saeerdoew.
A' proposito disto.oberva opmteiro orna grande
|differenca na publicago dos trabaltios da*assem-
bla ; porque aotlgamente se publicava que as
sessdes eram presididas pelo vigario Francisco Pe-
dro, e boje pelo commendador Francisco Pedro. O
ponteiro ficoa admirado porque extraobou o nova
nome do dgnssimo presdanle, e suppz que fosse
outra pessoa, e qoe boovesse ja alguma daplicata
de assembla; mas tiraram-lhe dessa admiraco,
fazaudo-lhe ver qae o presidente commendsdor era
o mesmo a aligo vigario aom o peito enfeitado oom
nm caracha (pelos grandes feitos na guerra do Pa-
raguay) ; e que pablicavam-se agora os trabalhos
$ob a presideocia do commendador, porque este
nome mais bonito do que o de vigario (qae oao
se harmoolsa muito com a poltica). Aquelle mos-
tra que o dgnssimo subdito ao governo e hroe
do Paraguiy, este qae subdito do ebefe da igreja
e ministro oa religio de Cbristo (pela qual nao se
destribue commendas c por baixo). Ora moilo
justo que se d a S. Esc, na poca actual, a trata-
menlo que mostr ser elle subdito fiel do governo,
para nao ser esquecido, mesmo para que o Lopes
enobega que tem aqu um hroe mais dos que leu
destacado as suas tropas,
E, domis, pede se barmoaisar todo mullo bem
(systema da liga) pelo modo seguinte:Quando se
fallar em negocios eeclesiasticos S. Exc. ser o Sr.
vigario; quando fallar-se de pogres-'o e de poltica
S. Exc. sera o Sr. commendador711a sunt Cesaris,
Gesari, qua sunt Dei, Oee.-Fica a^im S. Exc.
senda crealara de Daus como vigario, e do diabo
como commendador. Note-se qae a palavra diabo
empregada .aqu para significar a poltica, este
mundo etc., e nao o verdadeiro Satanaz, porque o
ponteuo lam al convicio de que lodos os digoiss-
mos, quando sature deia vida, iro direitinlios
para o cu, se at- l o progresso ja liver aboli-
do o ioferno, que una repartlgao publica, para
cuja sustealaco os dignissinos nao deixau de
concorrer. ;
Podero djzer algons crticos que, segundo a
Bscriprara,non potest unus Servas diabus dominis
servir,Mas as ineorias do progresso revellem
esse principio.
As galeras leem lldo concurrencia extraordt
nana..... Hi das em que tal essa coacurren-
ca que l estn todos os guardas (6 ou 8) para
manieres) a ordem e bamonia entre os bancos, e
para representaren) o papel da policiante e de
policiedos.
Tambem theoria do progresso qoe um sujello
possa aq mesmo lempo, ser porquetro e porco.
O pontaro, ha poocos dias,ficou admirado dever
no recinto da assembla um bomer qua Ibe pare-
ca ser italiano, assim com ares de tenor da cora
panhia do Amat.
O ponteiro julgou que elle tivesse vindo pedir
perneta agora em conservarse a II por caprlcno. dlQbeir0 p,ra a compaoba, ou cantar alguma
Esperamos que o Sr. padre Alves nos respon-. ariasin,,a para dar urna amostra do panno, mas
dera satisfactoriamente; a que o Sr. conego en- aBna| 0 onteif0 ouvjo 0 djgnissimo Ayres Gama
carregado do governo do bispado ha de proceder chaa)a.lo Aio D)me ^ dgOSSimo Amythas, po-
em vista de documentos autbenlieos.e nao em vis-"r^ pareCU.lne anda ouvir dher o dignissimo
ta do estrellado artigo, cora que tnje nos brindou Gkmi-Signori Amynthas. E talmente era este
dade eceiasaslica e perante o publico :
l. Sera' 00 p verdade que o Sr. padre Alves
abandonou a fi'eguezia durante a semana saucta,
e que velo cantar por diobeiro ua igreja de S.
Francisco desta cidade?
2. Sera' ou nao verdade, que no de mingo de
Ramos deixou'de benzer'e distribuir as palmas; e
oe cele'rou missa a's 7 horas da manhaa em vez
e ser a's 9, como era costume, e isto para vr
para, o Recife 1
3." Se/a,' ou nij Vedaae, que o Sr. padre Alves
tem sido remisso na adminislrago dos sacramen-
tos, especialmente em levar o santo viatico aos en-
fermos ?
4." Sera' ou nao verdade, qoe urna escrava do
propietario Cruz morreu sem sacramentos, por se
negar o Sr. padre Alves a leva-Ios em tempo T
5. Sera' ou nao verdade, que o Sr, padre Alves
lera feito baptisados solemnes era soa casa, espe-
cia Ira anfi ara de qae fol padrloho o Sr. Maia, esta-
belecldo com loia de chapeos n'esta eidade ; e isto
com preguiga de ir a' igreja que lhe flea a poneos
passos ?
6." Sera' ou nao verade, que militas pessoas
deixarara de desobngar-se na ultima quaresma,
por se ter a Isso negado o Sr. padre Alves T
Por ora bastante que nos responia a isto; p,
para nos satisfazer e ao publico bastara', que o fa-
ga cora attestados do Rvd. pancho daquella fce-
guezia, que, se infelizmente nao tem'olhos para
ver, tem oavldos para oavir as quelxas de seus
freguezes, sem differenga de affeigds ou desafie!-
g5es polticas; dos ditos.Srs. Cruz e Maia, e tam-
bera das autoridades locaes.
E. sobre o pedido de saa exooerago ao Sr. co-
nego encarregado do governo do bispado, permit-
tira' o Sr. padre AJves qua duvldemos da sua pala-
vra honrada, em quanto nao exhibir os requeri-
meotos e despachos negativos. Ao contrario sa-
bemos, que o Sr. padre Alves, estando com desig-
nio Je deixar a fregueza por causa das sias mo-
lestias, e de negocios de familia, e tanto assim que
ebegeu a mandar os livros ao aespectivo parocho ; j
por eapricho.
o Rvd. coadjulur proparocho, o Sr. padre Fran-
cisco Jo- Alves, que nao deve desprezjr-ae era
apparecer com o seu nome, e deixar a sua honra
por raaos alheas.
Alguns dos ijnatartos.
dgnssimo, que, raspando a barba, ficou com o
rosiinho bein amavel.
O ponteiro nao sabe se deve admirar a mudanga
do rosto de- S. Exc, ou se o facto de ter com-
prebendido o digoissimo. Ayres Gama, nao obstante
ser dillicil euunder-se 'o que elle diz, por eausa
de urna feijoada de liagua, que lem ferver con-
tinuaainente na bceca.
Em quanto os depptados mudara da casa smen-
te, a patria est em paz ; quando mudam de ca-
saca qoe as cousas se tornara diferentes. O pon-
Nos Diartos de quinta e sexta-feira-da semana
passida, appareceu um annnucio, convidando a to-
dos os irmos da irmandade de Nossa Senhora da
B)a-Viagera, para reunio de mesa geral domingo
12 do crreme, afim de ser discot :o o novo com-
proraisso, organisado por urna commisso de tres leiro est j cansado de ver touar-se medidas ten-
irmo?, que para isso foi nomeada ha mais de anno denles iostruegd e'creago dos ojjfns infantes,
pela mesa regadora. ; cojas barriguinhas encerrara taivez, a resolugo
Na mesma sexta-feira, porm, vagou a noticia do grande problema socialo esbcrnjamenlo do res-
certa, de que a mesa geral ficara transferida (a to dos cobres oihesouro. E para notar-se que
pedido do Rvd. capello ) para o demingo 19. Mu- todas estas medidas se tomam sam se ter em vista
tos dos irmos ficaram certos dessa transferencia, a lei do orgamenlo, e os interesses vtaes da pro-
e por isso deixaram de comparecer no indicado vjnc>a. Mas verdade que isso nada: arromados
da 12. os compadres, e dando-se-lbe meids de augmenta-
Porm, por olelo ou por dbalquer outro mo-. rem as barrigas dos afilhados, futuras esparaogas
tivo, o irmo juiz apresentou-se no consistorio da da patria, tudo mais historia da caroxinha. A
Igreja com 15 irmos, e com esse numero quiz | respeito dos Interesses vitaes da provincia, os dig
' ......... ,.---------------------------,
T^ Deecarrefam boje 18 de maio.
Barea iaglazaiMaMi'rlaismerca aortas.
Barca ineiaiaSerapluna < idaaa.
Barca americanafloaardildaoj.
Escuoa banovenana Areki ideav
Palacio hollaodez-^ffKlatert-ldam.
Patbo inglezRivalbacalhq.
Brlgna MMtriacoJftoM-!
Somaea i:*paobola-wr
OalerattMlonal-JMti
Hiavnaaafonal
laa^oraae^
I Oo /Mais, aaasad
bigo.
o do Mara-
E nio fol s aos aif oaiarios da represaotiaao, a I
qaem escandalisoQ e offeoden o Ir. padre Praaeis- nho, eoasifnado a Taas lmo% ajunif co Jos Alves, mas a todos os saus paroeblauaa, guale
todos medio pela mesma bitola no coof-
pois que a
primelo de seus deveras religioso* : teria o caso
de dizer-se, a^er verdade o qae avancen que
sic sacerdos, sic populas.
O que verdada qpe (fall ajada o povq nio
represeotou contra parocho algum, come se diz
calumniosamente na correspondencia, sendo o Sr.
padre Alves o primeiro qae dea lagar a esse deses-
perado recurso.
Confiamos qae o Sr. conego eucirregado do go-
vern j do bispado fara a justiea reclamada; e vere-
mos aflnal de qne lado est a verdada.
Se o Sr. padre Alves coola eom certa proiecgo,
julgamos qae est engaado; por qae a verdade
pode mais do qne o embaste, e a jaslca nao pode
ser mistificada por moilo tempo. ,
O qoe para estraobar no Sr. padre Alves nao
lomar a paiarnidada das offensas, qoe Irrogoa aos
signatarios da repre&eniacao. Uacliue comas ; e
dispoaha-se a responder nos tnbunaes pela auto-
ra do que dfseer.
Por ora o que basta. Deixemos qae proceda a
auloridaoe eeclaslastica; e depois liquidaremos
oontas; afflaogando desde j ao Sr. padre Alves,
qae nao bao de fiear sem resposta as suas calum-
nias ; e que a seu lempo mostraremos, se tur ne-
eessario, que o Sr. padre Alves, a haver jusuga ua
aatoridade ecclesiastca nao pode corar a fregoe-
zia do Pogo da Panella nem outra qoalqoer.
Alguns do calumniados.
1 1
Ped a mioha exoneragio de chefe da estaco
do Recife, e gaarda-livros da empreza dos trilbos
urbanos: fallara aos meas deveres se deixasse de
dar am publico teatemuobo do recooheclmeolo ao
Illm. Sr. Dr. Jos Bernardo Galvo Alcoforado,
digno director da mesma empreza, pela maneira
distincta com qae se digaoa tratar-me, e pela eoa-
fianga qae em mlm depositoo, durante o tempo qae
serv sob suas ordens.
Nao menos grato me confesso Exma. familia do
mesmo senhor doutor pelos Inumeros obsequios
que em soa casa prodigalsou-me.
Aproveito a occasio para agradecer a lodo os
seohores empregados da mesma empreza a consi-
deragoque sempre se digoaram cooceder-me: ac
ceitem pois os Srs. Goava, Horizonte, Soares, Sao-
tos, Freitas, Galdioo, Peixoto, Browu e especial-
mente o Sr. J. O. Talles da Saldaoha, os meus
protestos de gratido e estima. ^~
Recife, 16 maio 1867.
V. Chaves Jnior.
Filho de botacodos, qu-i me engeniraram no cen-
tro das-florestas de Malto-Grosso, onde eu, j talu-
do, fui agarrado a lago, para ser com outros de mi-
aba casta instruido por um frade missionario, con
segni, depois de sera-catecbisad fugir da aldea e
xefugisr-me na capital da provincia do Rio-Grande
do Sul. Nesta eidade passe vida de bandarra da
rante alguns anoos, al que por arles de barliques
e de berloquea del fundo na patria dos Ctmardes.
Aqu me apresante in -ulcandc-me como sapien-
tissimo guarda-Uvros, e, gracas as mahas farofas,
pode eacaxotar-me n'ura escriptorio, que situado
bem peno da (ra plebe de pao. Sem ter estudado
Lavater, Gal), Poria, e outros, pode todava qual-
qaer pessoa coobecer pelos meus traeos physiono-
micos a 60a pega qae soii: focinheira polpuda
qpmo um replho, btala cor de fiambre, olbos de
oamaleo, bigodes d'salilmbanco, e pera a laia de
barbas de bode. Corpo de mono com alma de gato,
carrego um tubo de cor branca e de anlignidade
cannica, ando amortalhado n'ura a borjaca feita de
um habito franciscano,eolio-rae n'umas pantalooas
emprestadas, e emnuoho ama flexivel beogaliotn.,
caja acquisigo geralmeote attribuldaa ligeireza
dos meus cinco mandameotos I
Apezar de ser estpido como um palo, ou como
o burro do Bessa, prevaleccodo-me de ceno desea-
ramento, com que a natureza -me doloo, dissimulo"
a mioha ignorancia, proferiodo algons palavroes,
que'tenho agarrado a cttigaiallanJo de oitiva so-
bre qualquer assumpaj, quando u auditorio com-
posto de baorelhas oamo eu.
Deseovolvida a miuha genaailogia, e tragado o
meu retrato physica e moralmente, passo a paten-
tear o molvo que me fez encarapitar no alto de>le
escriplo a palavra palinodia. Ah vai a explica-
gdo : Impelllda pelos vapores da cabelleira, que
me toldavam a bola, a mioha dextra aliohavou um
aranzel, a que dei o titulo de Club auri verde, s
qne maodei publicar no Jornal do Recife de 11 do
corrate. Varios trechos pessimamenti filados de
certo roraaocc, seis duzias de parvoices, e outros
tantos desaforos, formara o contexto daquella po-
mada. Alm disto, forcoso confessar, o tal pas-
tel, qua ea tambem deoominei sonho, constitue um
acervo de patranhas, urna enriada 4e bernardices,
um complexo de crassissraas ineDtiras I Eu so-
nbei, verdade ; mas nessa sonho, sob o- dominio
da mais furiosa canuca, sent as miabas valas
ungidas da um olao, qu exhalava exquisito odor,
e sorvi certo liquido, que pireceu-me um ver ja-
deiro nctar, apezar de en ser naquella occasio o
pomo disputado por peno de qrJInhentos mil perso
vejos I Pois bem I naquelle meu escriplo dlsse
que acordei abragado ao travesseiro ; foi pela 1
Disperte! com a cabeca enfrascada no capilao, e
com a chocolaleira bezontada de certa ecusa que
bola a' tona d'agua I
Baptae.
(Jroo.
nntonio Pereira
de mandioca e 1/00 aseo*
1 caizotes doce em ta
Leite.
81S saceos farinha
de sola -, a' ordem. .
Vapor, nacional Parahyba, entrado do torte,
maaifesiou o seguinte :
De Macu
3 saceos com 13 arroba e i libra da aif odia,
70 couros sargados, 88 raeos de sola, 80 eooriabis,
lOVBiixdes com 13 arrobas e 36 libras da velas de
carnauba, 3 barricas com 8 arrobas a 1C libras da
eera de dita, 2 ditas louca de barro i a LHo de
Paria & C.
Do natal.
19 saceos algodio ; a Conha Irmos.
Do Araeaty.
29 saceos eom 112 arrobas e 9 libras de goeama
de mandioca ;_a Lino da Faria & C
Vapor brasiieiro Paran, entrado dos por t *
do norte, manifestoa o segaiate :
Do Uaraoho.
2 fardos panno de algedio para rede*, 26 barra
baoba de porco, 2 caixs eom i,'iiH pelles de gua-
ras ; a' ordem ..
Dj Para'.
1 caixa com 240 chapeos de palba do Chill; a
Ferreira & Malheus.
1 eaixioha 70 ditos dito; a Antonio-de A. Go-
mes.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAKS.
Rendimenlo do dia 1 a 16........ I5:72il6
idemdod 16:271*816
MOYIMENTO DO POETO
Naews lirado* no da 17.
Rio-Grande d Sul27 dias, brigne trasleiro-
imelia, de 228 toneladas, dapilae Joaqoim Anio-
nio do Soceorro, eqoipagem 12, oarga 11,490 ar-
robas de carne secca ; a Antonio Luis de O.
Azevedo & C.
Rio-Grande do Sul23 das, patacho brasiieiro
AdtHno, de 201 tonelada, capito Frnel.'o
Bernardo de Sooza, equipagam 10, carga 9,862
arrobas de carae seeca ; a Maia & Espirito-
Santo.
RioGraode do Sul26 das, patacho bra-ilein.
Venus, de 136 toneladas, capito Pedro Jos de
Mallos, eqoipagem 10, carga 2,075 saceos com
farinha de mandioca; a Maia & Espirite-
Santo.
Pono32 dia, barca portogoeza Sguranca, de
280 toneladas, capito Lonreogo Fernandos do
Carmo, eqoipagem 18, earga viobo coiros gt-
. eros; a Cuoha Irmos & C
Rosario de Santa F42 das, barca ingiera Polhj,
de 387 toneladas, capI pagem 10, em lastro ; a Piipps Brothers & C
Navio saludo no mesmo dta.
Babiapatacho brasiieiro Cyro, capito Cassemiro
Ribeiro Gomes; carga carne secea.
EHITAES.
Vtaganea original!
Desapootado o Dr. Impofia, com certo amigo
sea visinbo, por caas.a dos olhos bulicosos da saa
gorducha Dulcinea, protestoa desde logo vingir-se
daqaelle supposlo aggravo, seno de modo condu-
cente a sua prosm e iiluslrago, pelo menos de
maneira digna dos fnslinctos do sea refalcado ca-
rcter.
Ets o facto :
Ha um anno ponco mais oa menos, por volta de
0110 horas da noite, alguem pedia socorro em al-
tos gritos, de ama casa que nondizem flear prxi-
ma ponte Ueka. .Vase alguem fcil sera' tfes-
cobrlr o typo estoplo V arredondado do trgico
rtooior enja posigo entre nos asss conbeclda I
Tendo o tal amig que era o visinbo mars prxi-
mo, oavido aqaelles grifos, nao se fezesper r mui-
to, e (aneando mo da soa tscopita, drigio-se pam
e.M* do doator no momento em qae abra .este
urna das jinellas de saa casa, todo a#apalrnao
como se estlvesse realmente em lacia eom algum
demonio.
Aproximando-fe o vlslnho, a ponto de ser reeo- Srs. redactores.01 corresponden'^e ligustro, que,
onecido, petar da escorido da naife; brpdonlbe]no sdpplamento do Jornal do Commercto de 8 do
, crreme, referi os acontecimentos da 26 do mez
fuaccionar com) reunidos em mesa geral, porm,
como um irmo presente declarasse que a' vista
do art. S" do compromissa que rege a jrmandde,
nao poda haver mesa geral, por se nao acharem
pelo meos 21 irmos; o irmo jniz desisti de
seu intento, e declaran qae com os irmos pre-
sentes inslallava mesa conjuncta.
Anda ponderon o mesmo Irmo, que tal nao
poda fazer, nao s por nao ier havido coovocago
especial, como porque alguns dos irmos prsenles
nao podiam fazer parte da mesa conjuncta, por
nao terem exercido cargos em mesas transacts,
como dispe o art. 9". '"
Acceitando o irmo juiz as justas reciamagoes
dessa irmo, disse que la dar principio aos trabal
lho, constitoindo mesa regedora. A vlst de ta-
deelaraco, retlraram se lous Irmos ex-lhesou-
reros, que nao sao membros da actual me.=a re-
gedora. Com effeito, o irmo jala, com o numero
dos irmos presentes, dea principio aos trabamos,
e consta que foi submeltido o aovo compromiso
a' discusso, e logo approvado.
V-se, porlanto, que a mesa regedora nao a
competente para reformar o actual compromisso,
e muito menos discutir e approvar'um outro.
A mesa regedora esta' foncelooando illegal-.
mente, anda mesmo as atiribuigoes qae lhe com-
petem, porque, nao lendo o irmao eleito secretario
acceiudo este cargo, como commuoicoa por es
crlpto; cumpria ao. irmap jota immadlaumente
convocar mesa geral para proceder a eleigo de
novo secretarlo, 00, quando multo, convidar o ir-
mo immedlato em votos, para exercer.esse lugar,
porm assim nao acontecen. .
O rmSo jo nomeoa am mesarlo pira exercer
esse logar, e assim vaUaodaado o"%eu camnbo.
Esla', portanie, provado que a mesa regedora
esta* incompleta, a por Isso naofode funccionar..
Como seja possivel, a' vjjta de taes feilos, qua o
chamado compromisso leona de ser asugnado por
algons irmos, e, com visos de legal, ser encaml- na, saltando anmiodc
nhado ao Illm. Sr. Dr. provedor de capailas, Exm. aperlado tregoa I plfer
governador do bispado e a' dignisslma assembla
provincial para ser approvado? declarare em
tempo o oceorrido, para o Om de nio serem Iludi-
dos estes pederes.soperlore, sem davida alguma,
aos desvarios da meu regedora, e nao darem suas
approvagoes, em quanto legalmeate nao fr discu-
tido e asslgoado pera mesa geral o mencionado
compromisso.
Recife, 17 de maio de 1867.
O IrfhSo ex-thesonrlro,
Josi Simplicio de S steves.
' II
Agua de Florida de Hurray e
l-inman.
verdade cousa eslranha
Na
Sil vino Guilberme de Barros, official da im-
perial o;dem da Rosa, e teen le-coro-
nel cornmandante ch 4. bata)h5o da guar-
da nacional do municipio do Recife e pre-
sidente do conseibo de quaKIicaco da
fregueza do Poco da Panella, por S. M.
o Imperador a quem Deus guarde, etc.
Faco saber a quem interessar possa qce,
de conformidade com o disposto no art 1.
2. do art. 9. do decreto n. 1,130 de 12
de m reo de 1853, e art. 8. das insiituico^s
do 25 de outubro de 1850, se tem de reunir,
na terceira domioga de maio, (19 do cor-
Tente,) o coaseiho de qualiQcacao da guar-
da nacional 'daquella parochia, no consisto-
rio da igreja matriz do Poco da Panella.
E para quc.cb.egue ao conbecimenio de
todos mandei fazer o presente edilal que
ser afufado nos lugares do costume e pu-
blicados pela imprensa.
Recife, 12 da m*io de 1867.
Silvino Guilherme de Barros.
O Dr. Trisio de Alcncar Araripe, official
da imperial ordem da Rosa e juiz especial
do commercio nesta eidade do Rtcife de
Pernambuco por S. M. Imperial, etc., ele.
Fa^o saber aos que o presente edilal vi-
rem e delle noticia tiverem que por este juizo
especial do commercio pendem ons autos de
execucao de sentenca de Domingos Jos da
Silva contra Benedicto Marques da Silva. E
tendo-se ito peohora em dinbeiro perten-
cente ao executado, fra pelo solicitador
Balbiao Simes de Crvalho Camello Pessoa.
i procurador do exequenle, feito o requeri-
mento do seguinte termo : Aos 9 de maio
Jde 1867, na eidade do Recife em publica
var ao delirio do bomem sdenlo de goso) mas
vex qae o copista do projecto, amante oa paz e da
Gorrespondendas
nissimos deixam a natureza obrar, por que conbe-
cem a fragilidade do genero humano, e muito con-
Sam na grandeza da natureza.
Tratou-se tambem na semana do celebre projec-
to apreseotado pelo dgnssimo Paes de Aadrade,
sobre a creaeo de anf ckronisfa da provincia. Mas
ao ponteiro preceu ouvir derem no projecto a pala-
lavracaorni/a. Ora elle julga ser eogano;
por que sust- ntar-se um chornisla cusa da pro-
vincia, elevar-sa o sen oficio calbegoria de em-
prego pub ico, sem duvida o raaior de todos os.
escndalos.
Quantos pretendemos nao appareceriam para
oceupar am tal lugar, urna vez que, como empre-
gados pblicos, estavam com as costas garantidas
contra os arrebatarnentos de algum sujeiio que
viesse invadir a sua searal I...
O ponteiro ouve dizer que algamss pessoas exer-
cem o efflcie de chornistas, mas como particulares,
por qae como empregados pblicos ser esla a pri-
meira vez.
O ponteiro nao quer que livesse sido tal a oten-
cao do dignissimo Paes (posto que os arroobos po-
ticos excitados por alguma paixo o podessem le-
isp) mas tat-
tranquilidade publica e dos interesses da provin-
cia, tivesse querido interpretar a
S. Exc. N
O ponteiro apreclon tambem durante a semana
urna farca interessante entre os dignissimos Car-
los Martins e Ramos. Dlzem que apelle dignissi-
mo havla feito um projecto e deltado nelle a assig-
natora do dignissimo Ramos (sem duvida na sop-
os ic3o de qae este concordarla com a graca) mas
o dignissimo Ramos deu algnns apartes ao projec-
to (sen Bino desconhecido) o qne suscllon algumas
observarles dos ootros depntados que estranbavam
o pal desconhecer e maltratar sea filho anda no
J>erco. O dignissimo Ramos quiz ver orna escapato-
1o o collega, mas veodo-se
aperlado BHdttTpl&rnldide aooifno projecto,
e este- Bcda*o desamparo.
O jsonmro.nio sabe como.sncredem estas coa-
sas, mas o que certo qne a renetigo destes
tactos muito prometle regularidade e ordem da
assembla.
.-. Te moa posse da presidencia da provincia o Exm.
bario de Tilla Bella qne o ponttiro conhece como
El supremo 3*. Ditem algons Indiscretos sobre Is-
to, qne a nomeacio de direito.velo sanalooar a de
facto, mas o ponteiro po quer gracas com ente
to alta.
A assembla este anno tem sido feliz. J vio em
seo seio tres caras dlstloctas vestidas eom a mes-
ma farda. lato qne progresso o mais historia.
O ponteiro nio pode agora dizer mais nada por
se acbar BjeaJo da Sriltes eom as noticias da
cholera-ftfSlOf.t* Pt isso se despede at para a
semana.
O ponteiro d* relogio.
eidade do Recie em .
para a mirar que este delicado e precioso perfuma juiz especial do comme;cio Tristo de Alen-
lendo sido manufacturado ba mais de 24 an- car Araripe, nella pelo solicitador Baibino
nos exclusivamente para os mercados de; simBes da Carvalho Camello Pessoa, procu-
america do sul, e das Antilhas, e estimado | ra(jor qUe m0strou ser do exequente Do-
por toda a popqlagao da america hespanhola mingos Jos da Silva, fra aecusada a penbo-
de preferencia todas as mais essenciaes e' ra eDa dmheiro perlencente ao executado Be-
aguas de cheiro, s pouco viessse a ser. nedicto Marques da Silva, erequereu que fi-
lentamente introduzido pela vez primeira lcasse as;gnado os seis dias da lei a penhora
neste paiz depois de to largos annos de' feita e dez aos credores incertos, passando se
existencia O affinco e louvavel promptido \ editaes ; o que ouvido pelo juiz houve a pe-
que as nossas bellas patricias mostraram na
adoptaclo da mesma pro va que as sen horas
nbora por feita e aecusada, os seis dias por
assignados, e tambem os dez aos credores
hespanholas, as quaes a preferem propria DCertos, e o mais por deferido, depois de
eau de Cologe nSo d3o mais que um mandar apregar pelo pofteiro dos audito-
justo aprefo delicada pureza do artigo, rios que o fez na forma do estyto, do que flz
(Ctomo um meio preventivo contra quaes- ^te termo extrahido do protocoHo das au-
quer impostces e fraudes, torna-so neces- diencias e juntei a precatoria e termo de pe-
sar o pedir-se a gua genuina de Murray
e Lanman. tendo-se o cuidado de examinar
e ver que ditos nomes se achem inscriptos
sob cada envoltorio, letreiro e garrafa, pois
a falta dos mesmoa prova evidente de sai
Intengao de \ falsidade.)
Acha-se a
venda" na9 pbarmacias de A.
Gaors, de J. da Conceic3o Bravo 4C. e de
P. Maorer & C.
COMMEBCIO.
nllora que seguem. Eu, Sicundiao Eleodoro
da Cunta escrevente juramentado o escrevi.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Nascimento,
escrivao o subscrevi.
Por forca da qual o escrivao fez passar o
presente edilal pelo qual chamo cito e hei por
intimados aos credores incertos do dito exe-
cutado para" que compare^am ueste juiao
dentro do dito prazo, aQm de allegarem e
qne for de jastica.
E para que ebegue ao conhecimento de
todos mandei passar o preseute. Recife 14
de maio de 1867.*
Eo, Manoel Mara Rodrigues do Nasci-
mento, escrivao o subscrevi.
Tris0Q.de AU*ear Arattpe.
O tenente Dci~~&r Aqoino Fonseca, juiz
- de paz mam'oudo da fregueza da Boa-
" Vista, e nridenle de quahficac5o de
votantes da mesma freguezia, en virtu-
de da lei etc.
Faco saber que nao tendo sido possivel
Rendlraento do din;\l? ... 3:038J99I "S*?* I *** de l^^ *-
Idem do du 17........... Vwo* n's desia fregueza, d, terceim domioga
------------do mez d^neiro do corrente anno, pan
384:8691716 0 fim adicado na lei, S. Exc o Sr.' pre-
" sidente da provincia designen o dia 16 de
#junho prximo futuro, para ter logar a
"reunlSo da mesma junta; e-perianto con-
360 toco o:; senbores eleitores e soppleotes re-
sidentes nesta fregoezia, para que nopre-
- 68i citado dia comparecam na igreja matriz as
NOVO BAN0 m PER-
NAMBUCO
O ovo banco paga o dcimo oiavo divi-
dendo de 6|300 reis por acc3o.
Xmao banco de r-ernambaieo
O Novo Banco desconta letras de 7 e 9 0/0
ao anno, eosforme os prasos.
MOVfMErTTO DA ALFANDEGA.
Volnmes entrados com fazendas..
t c gneros.
Volnmes sabidos com fazendas
' gneros.
140
4
59
630

r



Diaria* da Pernafeoe* Sabbado 18 de Mal* de 1867.
i
mea GoncalVes da Silva, Mahoei & Nasci-
meoto da Costa Momeiro, Bernardo Jos
Martins Pereira, Jos Joaquina fiamos e-SH*
va, Dr. Lourenco Trigo de Loureiro, Tbo-
maz Garrelt, Francisco Rufino Correa de
Melio, Flavio rteiieira Cauto, Gustavo Jos
do Reg, Vicente de Paula Oliveira Villas-,
Boas, Dr. Aprigio Juitinhno da S.Guimar5e,
Feliciano JoaqUim dos Santos, Joaquim Clau-
dio Monteiro. Jlo H. Bezerra. de Menees,
Joaquina Jorje de Helio, Dr 7o8quiai de O i-
veita e Souza, SinafroBio Olympio deQaei-
roga, Tboaaaz de Ca ralbo Soares BrandSo,
Antonio Carlos de PinM Borges, Antonio Jo-
s da Costa-Alves, Francisco Antonio da Sil-
va Cavalcanle, Joaquim Goncalves Ferreira,
Jeronymo Jes Ferreira, Manoel Antonio Tei-
xeira, Manoel Francisco Honorato. Antonio
Carneiro da Cunda, Francisco Mondes Mar-
tins, Dr. Henrique do Reg Barros, Dr. Luiz
deGarvalbo Paes de Aadrade, Antonio Jos
de Castro, Manoel Jos da Silva Guimaraes,
Luiz da Costa "Porto Carreiro, Luii Jos da
Silva Guimaraes/ Dr. Eduardo de Barros
Falco de Lacerda,. Joo Atbanask) Botlho,
Dr. Nabor Carneiro Bezerra Cavalcante. .
Supplentes:
Dr Mapeel Joaqoim< Sil veira,-Leopoldo
Ferreira Martins Ribriro, Manoel Tbaodoro
Rodrigues Piulo, Antonio da Silva Ferreira
Jnior, Antonio da Silva Guimaraes, Dr.
Antonio Ferreira Martins Ribeiro, Antonio
Carlos Leaos Daarte, Antonio Elisu Antu-
nes Ferreira, Antonio CatWido dos Guima-
raes e Silva, Andr Al ves Rios, Beato Fran-
cisco da Gunha, Antonio* da Silva Azevedo,
Dr. Jos dos Santos Nunes de Oliveira, Ma-
noel Luiz da Veiga-, Carlos Augusto Jios
de Souza, Elprdio de Araujo Ferreira Jaco-
bina, Edadro Fi ramo da Silva, Tertuliano
'Ssipio da Fonseca, Francisco Joaquim Ra-
mos e" Silva, Francisco Jos da Silva Gui-
maraes, Francisco Affmso Ferreira, Dr. Joao
Goncalve!} da Silva Motarroyos, Francisco
Antonio de Menezes, Hilario Urbano da Sil-
va, Joao di Deas Quintella, Jos Thomaz de
Aguiar, Jos Mara Geraldes^ Jo3o Antonio
dos Reis, Lniz Mtlanio Franco, Luiz Jos
Antunes, Manoel Domines da Silva Jnior
Manoel Colho da Silva, Manoel Jos de Lo-
mos Barros, Manoel de Mello e Albuquer-
que.
Para constar mandei passar o presente
que ser afinado nos lugares mais pblicos
da freguezia, publicado pela imprensa e no-
tificados os senbores eleitores e supplentes
para comparecerem.
Eu Francisco de Barros Correa, escrivo
do jizo, que este subscrevi.
Freguezia da Boa-Vista, 15 de maio de
4867.
Decio de Aquino Fooseca.
9 horas da manliSa, sendo multados of que toldos im casa de coraraerclo 'de hindase ge-
nao comparecer* sem motivo justificado;, -^^^^^jf^
os serihore? eleitores e supplecies sao os
seguintes: v .
Eleitores:
Decio-de Aquino Fonseea, Dr. Silvio Tar-
qamfo Vills-boas, Dr. Joao Maria Seje, Jos
Francisco -Lvra, Manoel dos Santos Nunes
de Oliveira, Clrindo Ferreira Cali, Fran- c
Cisco AeeiWy G-mveia Lins, Jab fcrtbolo- ^""^rMenUr-se nesta repartlco no da e hon
de 1867.
O offlclaJ-BMdor
----------i________:!#i -
tfseiil it #rra.
O Illm.Sr. Coronel director maula f"
queoj dia IB do correte as 11 boras da
rect-bTi'propcbtas par u fabrico das pee
cortadas abaixo declarad?. 0< proponentesle-
DECERAJSS.
indicado, e competentemente habilitados om car
las de fianca.
SSseroulas de algodozlobo.
100 capotes do paooo azul.
70 camisolas de brim.
118 leness de brlm.
(trotinas de brim.
46 roobas de brim.
90 goardanapos de brlm.
3 caberlas da brim.
O prazo que so concede para eostarameoto das
pecas Mima de 8 dias improrogatis, contados
da data do reeebimealo de taes pecas.
Ars*nal de guerra de Peroambueo 16 de mato
de 18*7.
O eseriptnrario,
Jos Alfredo de Carvalho.
De ordem do iilm. Sr. Inspector da theson-
raria de fazeoda desta provincia sao chamadas as
pessoas qae compraram apolices da divida publlea
sob o. 33 a 41, para que comparecen) na tnesoura-
rla comas cntelas qae da mesan recebaran), aQm
de Ihes seren entregues as saas apolices, qae ja se
acbam na referida thesooraria. *
Secretaria da ttaesouraria de fazenda de Pernam-
baco 16 de maio de 1867. Servindo de offlciai-
matorManoel Jos Pioto.
Vai a' praca no da 23 do correte, parante oj
joizo de orpbos de Olioda, e a reqaerimento de
seas propietarios D. Mara Jos Daarle Nunes,
viuva do eapltao Antonio Lniz Daarle Nones, o
sua filh menor de nome Mara, o sitio naEtsrada
Nova ao norte de Agua Fra de Fragoso, cora mais
de 80 bragas de frente e talvez o triplo ou mais de
eitensao, muitas arvores fructfera?, agua potavel
e crrente todo o auno ; boa casa e corintia cobar-
las de telbas e ontra casa mais de taipa coherta de
palha, e urna pequeoa baixa de capim ; servindo
de base o prego por qae foi avaliado no inventario
a qae ltimamente se proeedeo. .
COMPANrlIA D~BEBERIBr~
0 caiza desta companhia commendador
Thomaz de Aquino Fonseea, aetaa-se autori-
sado a paga* no eeu escritorio ra do Rosa-
rio n. 19, das 10 as tres horas da tarde o
38 dividendo desta companhia, na pr<>por-
co de 3 aos senbores accionistas que ste pagamen-
to dever ser em cobre, visto ser na especie
que o mesrao Sr caixa, recebe dos arrema-
tantes dos cbafarizes desta companhia.
Escriptprio da companhia, 17 de maio de
1867.
O secretario
Dr. Joao Jos Pinto Jnior.
Companhia do Beberibe.
Sao convidados os senbores accionistas
desta companhia, a reunirem-se em assem-
bla geral no dia 22 do corren te mez, ao
meio-dia no escriptorio da mesma ra do
Cabug n. 16, para em conformidade dos
seus estatutos, deliberar sob as cootas do
anno findo, approvar o orcamento vindouro,
e eleger a nova admiuistracao.
Secretaria da companhia do Beberibe, 17
de maio de 1867.
O secretario
Dr. Joao Jos Pinto Jnior.
anrquez................ Sr. Giilmaria.
lo< e picadores !
accao passase em 1813 ao castalio de la
, J.-Nio toa intevaHos |j 1 lo 5* acto, neo-
do 3 ao 4*. l- I-
*mina-a'* ipeceoft em a ftmidia ornada
|*uit. moflea
Um marido atrapalhad
pela Sra .D. Palco e G. de Lima*.
CJomecar s 8 horas
~A.
W, ;& ^
riftlPAWll BRtSItEH
Paquetes a yipor
Dos portos do norte 6 esperado
at o dia 17do corante por.To-
canttns. commandanteocspltkne-
nente Farias, o qrial depols da de-
'mora do costme segoiri para os
portes Ti o sol.
Dese ji reeebm-se passageiros e engaji-se a
earga que o vapor poder cendu-lr, a qoal dever
ser embarcada no dia de >ua ehegada, encom-
mendas e dinheiro a freta al o dia da sabida as
hora. Previne-se sos Srs. pa'ssagelros qae saas )
passageas s se reeebem nesu agencia roa da;
Croa o. 1, escriptorio de Antonio Lniz de Oliveira,
Atftvedo j.____________________________ i
COMPaHTA BRASILEIRA
PAQETA VAPOR
Dos portog do sul esperado
at o dia 23 do correte o vapor
Cruzeiro do Sul, commandante
Alcoforado, oqual depois da de-
mora de costme seguir' para oe!
LEILA0
Josostoo P*ter C. farfi,|j|5o pjr irtterveoeao
do agente Peslaia, de !fr>5 de loa* ioglea
larga branca avanalas d%H a*
la Resoiution.
T;rca-fiira tvd#" brrente
salgada, vbai pe-
f
>s II horas da
Vigario n'. 3.
mnni no araues da ni ia
De urnas terne no 1
Pedras ffeffnezia
! cenes a mssa fallid
Coelho.
Seita-feira 24 de maie.
Oagente.*ioio,firii' lllA/ eqaerliaajinio dos
aewnistrireft da ms*a#il!ili de J^lm VJei-
ra Coelho e per ria-faeni do Illm. Sr. Dr. jala es-
pecial di eonjuercij, da larri taima qwaeioea
; das perteocentes a massa fallida de Joaquim Viel-
ra (Joelho, (eutr'ora de Maximino Antonio de Pi-
Mlo))olila,sera, effecioiaoas IMkrtfas <8 A\i
cima.di'o no escriptorio do referido agente rna
.aiCroifcfe.
AVISOS DIVERSOS.
ACIA-SE TRABALHANDO A 6RANDE
55 Ra da Imperatriz em Pernarrtbuc -55
SCHiflIT Jt .
malos na exposicao nacional d 18fit, no Rio de Janeiro, acabam da abrir o sea Mfabeleci-
rimeira ordem, para tiosir e limpar com a maior perfilfo fazenda? em pecas ou em obras
er tecidos como sejam: laa, algodSu, seda, , cba-)s de feltro e de paltiinha de todas as cores etc., prometiendo os annunenotes en-
iis obras perfeitamente limpas e com o lastro das fizendas novas, pois tena o seo estabele-
os productos Os mais Anos e dos melhores fabrirrntes, assim como possnem os teoelllos os
. rfeicoad js at boje conhecidos e tem por correspondente a priMeira caa de Pars nesta espe-
dade, a qial os ter sempre a par dos ltimos. aper/ei<; amentos e novar descoberta*.
Tintara prela tercas e sextas-feiras.

Pela secretaria da Santa Gasa de Misericor-
dia do Recifeconvidase ssenhoras abaixo men-
cionad s para qae venhm recolher ao colleglo
das orphsas a menrrres eu s?gaida dedarrdas, de-
vndo apresenlirem as respectivas certldSes de
i dado :
Maria, lihi de Candida Cotinho Pouce de Len.
nha.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife 10 de maio de 1867.
O escrivo,
_______________Pedro Rodrignes de Sonza.
Santa (lasa de Misericordia do Re-
cife.
Pela secretaria da Saata Casa de Misericordia do
Recife se convida as pessoas abaixo declaradas pata
que ventura reqaerer a retirada do collegio das
orpftias, das educandas tambera adiante meneiona-
i*, as quaes mostrando poaco desejo de cootinuar
ui collegio, a lllma. juota administrativa deliberou
<4ue [osem entregues a' seus parentes ou pessoas
que oor ellas se interessam, na conformidade do
arL 4S 3* e do art. oO do regalamento daquelle
(abelecimento :
Niomisia de Lana Costa, irma de Maaoel de Lana
Costi, morader a' ra da Cruz.
Samartana, fllha de Rosa Claudina;
Leocadia alaria da Conceico, fllha de Maria Leoca-
dia a fallecida;
Francisca Izldra;
gaitera dos Prajeres; _
Isabel da Luz ;
Secretan i da Santa Caa de Misericordia do Re-
cife, 23 do marc.0 de 1867.
O escrivo,
_____________Pedro Rodrigues de Souza.
Santa Gasa de NUerieordia do KR
cife.
Pela secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife se convida as pessoarabaixo declaradas para
que veihara reqaerer a retirada do collegio dos of-
p!os, dos educandos constantes da relaeao abaixo
publicada, os quaes, tendo.attingido a idade fixada
pela lei para a sua edueaco, foram pela lllma. jun-
ta mandados entregar a seas parentes
Maximiliano de Lima Ribeiro, aniado do Dr. Jos
Qomtino de Castro Leo ; ,
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 28jde marco de 1867.
O escrivo,
______________Pedro Rodrigues de Sonta.
Santa Casa da Misericordia
do tecife.
A ulna, juota da Santa Casa a Misericordia do
Recife, recebe propostas par arrendamento das
casas abati declaradas, que acbando-se arruina-
das se ao arrendadas por qualqaer preco, a qaem
e ii :umbir de as coneartir:
Estabelecimentos de caridade.
Ra Direia n. 33, .
Raa da Moeda n. 37. >
Su do Burgos n. 2.
Hua do Pharol a. 72. '
ua dos Coelhos n. 94.
iecco da Abren n. 2.
Patrimonio dos orpbios.
Roa da Cacimba n. 19.
Boa do Amoro n. 26. -
Os pretndeme* para meltieres esclarectmeatos
poder > dirigir-se a esta secretaria.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cie^Sde-arode^^^
gfUpi, Rasgues de Sonza. ___
Foram reglirtdos-tSwcfbUrta o contrato de
sociedade de Joaqnra da Silva Nogaeira e Domin-
gos de Si Perelra Jonlor, ret*savels, MWel Jos
Carneiro e Manoel da Silva Nowrfra. eotWnanidiU-
ruis, estabelecldds nesta eidad* cem negocios de
faieodas, sob a Arma de Nogaeira C, e o capi-
ti de 66:0O0A, pira o qual eolram os ommandi-
lanos com 4a:000f ; e o distracto -de Manoel X-
Deiro Fernaodes e Manoel Jos Ferretra Craz, ms-
-soivendo a sociedade que tinbam ob a Arma de
Santa Casa da Misericordia
do Recife,
A lllma. unta administrativa da Santa Casad
Misericordia do Recife manda fazer publico qui
na sala de suas sessoes. no dia 16 do corrente pe-
las 4 boras da tarde tem de ser arrematada; a
qoem mais vntageos offerecer as readas dos pre-
dios em seguida declarados :
SstaiieiecimeiiUs le caridade.
Ra do Padre Floriano.
Casa terrea n. 4........182*500
dem idem n. 43........156*000
Roa de S. Jos.
Casa terrea n. 5'.......1704000
dem idem n. 7.......1574000
Roa dos Pescadores.
Casaterrean.il.......l6*0Cf> eDe "*? a qualqoer prefo : tratar
Ra das Calcadas.
Casa terrea n. 30.......175*000
dem Idem .. 34........150*000
Ru de Santa Tbereza.
Casa terrea n. 7.......19*000
Ra larga do Rosarlo.
Sobrado de 3 andares n. 24 (3* andar) 301*000
dem idem n. 26 (1* andar). 35300(
dem idem idem (2" e 3* andares). 604*000
Loja o. 1 C dita dita......508*000
Travessa do Calabooco.
Casa terrea o. 2.......180*000
Becco do Qoiabo.
Casa terrea n. 8. 144*000
Ra do Encantamento.
Casa terrea n. 3.......401*000
Ra do Amorim.
Sobrado de 2 andares d. 21. 160*000
Roa do Nogueira.
Casa terrea n. 17.......2415000
Patriinni9 de erphos.
Praca de Pedro II.
Sobrado o. 33 publico (2" loja). 3504000
Ra do Imperador.
Sobrado de dous andares n. 81. 1:000*000
Ra das Larangeiras.
Casan. 17..........192*000
Ra Velba.
Casa n. 31....... 2103000
Roa d S. 9oncaIo.
Casa o. 22.........189*000
dem n. 24: ........ 194*000
Roa do Rosarlo da Boa-vista.
Casan. 88.........169*000
Madre de Dos.
Casa n. 8.........303*000
Becco das Bolas.
Casat, 18.........502*000
Ra. da Lapa.
Casa n. 11. -......186*0001
Ra da Moeda.
portos .do norte.
Recebem-se desde ja passageiros e engaja-sa a .
carga que o vapor poder conduzir a qial devera' |DQeos
ser embarcada ao dia de sua ehegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sahida as 2 bo-
ras. -Previne-se aos Srs. passageiros qae saas
passagens s se reeebem nesta agencia rna da
Crai a. 1, escriptirlo de^mpaio Luiz de Oliveira
Azevedo i C_________'
Para q Porto
O brtgae portagaez liumpho, pretende sabir
com a maior Brevidade ptf- quanto tem ja ua es-
tiva comprada : para o resto da carga e passagei-
ros, trata-se com os coosigaatgrios Thomaz de
Aqaioo Fonceca & C, rui do Vigario n. 19 !
andar.
Santa Casa de Misericordia
extracao oo lugar e hora
PARA.
Pretende sabir com brevidade para o Indicado
porto o vleiro histe nacional Lindo Paquete, capi-
llo Barros: para alguma carga quj aioda pode
receber, trata se com b respectiva consignatario
Antonio de Almerda Gome3, ra da Crdz n. 23
prireeiro andar.______________________
Pafft Lisboa
val sahir con toda brevidade o vfeiro e bem co-
nhecido patacho portagnez Mana da Gloria, capi-
llo A. do Barros Valent;: para carga e passagei-
ros trata s com o consignatario E. R. Rabello,
roa do Trapicha n. 44, segundo andar, on com o
dito capitn na praca.
Co re quieta fera 23.
Acbam-se veoda na respectiva tesoa-1
ria, ra do Crespo -u. 15, os blhetes,
'S e guarios d 11* parte da 5a lotera
a beneficio da
(20*) sendo a
do coslume.
Os premios de 6:0000000 at lOOO
serio pagos urna hora depois da extraccSo
at as 3 boras da tarde, e os-ootros depois1
da distribuido das listas.
As encorumendas sero guardadas somen-'
te at 3 noite da vespera da extracc5o.
O thesoureiro,
_______Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Flix Francisco de Souza Magalh5es,
precisa de urna pessoa para trabalhar consi-
go no foro, dando para isso llanca' ido'nea,
quem quizer pode dirigir-se ao largo do Pa-
nizo n. 26, das 6 9 da manh5a, ou das
4 s 6 da tarde, para tratar.
.Agostinbo Jos des Santos, prprietario deste arrtigo estabeleciweoto,
tento fito urna reforma geraf no seu negocio, aprosema^se a concorrerwia
publica convicto que poder servir Tartajosa mente aos seos freguezes. Esta
casa acha-se comp etamente sortida de obras de ouro, prata brilbantes, cu-
jos ppecos s5o o triis resumido possirel., Corapranr-seos mesmos objeelos
cima declarados em obras veluas. Incurnbe-se de qaalquer eocommenda
concrnent ao seu negocio.
Agostinbo Jos dos Santos $ C
PORTO
Segu com brevidide a barca portogaeza Silen-
cio, por ter parte de su carga prompta. para o
resto e passageiros trala-se com Oliveira Fllhos 4
C, largo db Corpo-Sant. n. 19, Ou com o capitao
na praca. ____
,- Vende se o pataeao sneeo BBTIY, de 1'
classe, de 200 toneladas inglesas, de lotaco de-
mandando carregado Upes d'agua, forrado e en
cavllbado de metal e prompto a Bavegar para
qualquer parte : tratase com ocipito a bordo do
dito navio que se aeba fondeado no ancoradoaro
da descarga na praia do Collegio, ende pode ser
visto' examinado. / ^^^^
ntw ic aneiro
Sesue para o Rio de Jaoeiro o bngae Brasileiro
TROVADOR, por ja ter parte do seu carregamen-
to nrompto, para o resto da carga e escravos tra-
ta-se com os consignatarios Marques, Barros & C,
largo do Corpa Santo n. 6, segundo andar.
Para o Rio te Janeiro segu com mui-
ta brevidade o brigue nacional Ligeiro, re-
com
ra
Francisco Ribeiro"
do Apollo p. 24.
Pinto Guimares
Para o Rio de Janeiro
Pretende segoir com moita brevidade o patacho
portugoez novo Urna, o qoal tem parle de seu
carregamento prompto, para o resto que Ihe falta:
trata-se rom Antonio Luiz de Oliveira Azevedo &
d, no seo escriptorio na rna da Cruz tu i.
Para o Rio Grande do Sol.
Pretende sabir at o dia 25 do corrate o brigue
nacional D. Hiuricia, anda pode reeeber algnma
carga a frete, para tratar com Francisco Jos da
Costa Araujo na raa da Cadeia n. 40, 1 andar.
Liverpael em direitara.
A barca fogteza Deogaum, partir' no dia 20
para Liverpool em direftura, tem boas accommo-
dac59s para passageiros : a tratar com o capito
a bordo ou com os eoosignatario.
Assa' e Massor. "
Segu p)r estes dias a barcaca Dous Amigos,
ainda pede receber algama earga : a tratar na es-
cadinba com o mestre da mesma Joo Antonio de
Brito. _______________
Rio Grande do Sul
O brigne brasfreiro Firma pode receber algama
carga : trata-ss co da Silva Novaes, travessa da Madre de Dos nu-
mero.S.
LEILOES.
Casa o. 1.
dem n. 17.
Casa q. 37.
Casa n. 101.
dem n. 99*
dem n. 110.
lem b. 94.

Raa da-Safc.
Roa do Pfrar.
. .
.......-
SitVnJ timkasa da
Vi
3o
127*000
SO
I
101*000
801*080
sol defra
troer o
hartadas-^a -bw**. do
Sobrado de dous andares u. u.,
As arHetiratcfes'sirSb'ttiras pforem,
a twAaMsrdSro oS'lirttwites *virWMm- ^JriSfi^
paobados toMbs adonwnmi(Ws He <&** #'*Wilffr
destes. ......../caes^e,1
iiiiiiMUii it 8aan han ia Min>iiilia
Recife 10 de maio de 18S7.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Sonza.
Fernaodes & Craz, coja liqnidacio flca a cargo do emico o Sr. GrrrrtarSe ttaior.
x-socio Ferreira Croz.
Secretaria do tribuna* ao wmefcio, 15 di
tiaio de 1867.
O onjelal-mafor
Jaflo RHm arles.
Nesu data foram laaetiptos no litro da matriea
la dos commerciantes os Srs. Adotohe' Hoerth, al-
lemoi de 29 unos de idade, BdHo Barro*
de Sonza, brartlelro, de aooorMllMe, estaie

s
THEATfiO
DE
.-' i
imm
com
Be lMhafts de fojo da fihioa
-tttffc dra^rta.)
Saguoda^ajsa ^.-0 de maio.
^o armfzm tIs SVs. "Tasso Irm3os uo caes
do Xpl.
O agente Pinto fara' leilo a requerimen o de
l"t^.vMdiJ^^AW4)Sr. cen-
isca de quei per-
daCnina (tr inesj
^^mlewig-b Isten
nrgo, as 10 hoi s do
da* it..Xtttc I mios
Benjamn Virs Duira convida aos >ea* amigo
para asslsiiren) algumas missas por alma de saa
av, na igreja da Santa Cruz, segunda feira, 19 do
corrente, pelas 7 boras da manha.
CLUB DO RECIFE
A partida do crreme mez ter lugar na
noite do dia 18.
PREPAMDAA FRI
POR
AUftUSTE i ORN
Pharm3ceutico pela escola de Paris e successor nesta cidade
DE
Aristide Saisset e J. Soum
22.------Raa a Cruz------2.
Tratamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, nem outro quakjuer
mineral.
Verdadeiro puriicador do sangue sem azougue.
Especial para a enra de todas as molestias que tem soa origen oa impureza do
sangue, como sejam as molestias boubaticas, sypbiliticas, escropbulosas, darthrosas, quer
venham ellas por tiereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos virus que contaminam o sangue e os humores.
A carofca um remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos indios
do Brasil, e passando seu uso de geracao em geracSo, boje um dos remedios mais co-
nhecidos como proprio para rombater as molestias mais hediondas, entrando nesse nume-
ro a morpha ou elephantiases, p-ra cujo curativo os nossos sertanejos considerara a
caroba como remedio especifico.
A moilo ttmpo ntrou a caroba nos formularios como preparaclo magistral
mengos do ultimo vapor, vanos do Porto, Flguei
ni, LisbOa e otro mullos gneros de primeira
quadadp, o mais barato que possivel.
Club pernambucano
A partida do corrate mez, ter lugar na
noitdo dia 23.______________________
Aga-se um sitio perto da praca com com
modos para arele familia: a tratar na roa do
Crespo n. 8 B.
Attencao.
Precisa-se de um caxeiro para botequim. com
pratica ou sem ella : Das Cinco Ponas n. lOi.
No collegio do Bom Cooselho precisa-sj de
orna pe.'soa as condic^o >s de ser porteiro.
Aluga-se um mulalinho de 14 aonos proprio
para mandados ou outro qualquer servico de ca-a
de familia mi algum h itel: quem precisar trate
m ru i da Gloria o. 19.
JdIo niissa ollieina o. 42
no amigo e.acreditado estatrelecimento de Joa-
quim da Silva Costa, vende-se gaz de primeira
qoaiidade em latas grandes a 8*, e em garrafas a
360 rs.; queijo pmo a 800 rs. a libra ; manteiga
franceza a mais nova que ba no mercado em barris son a forma de eleictuario, ainda hoje le r.brado as pharmacopas com o nome de sea
; qaeijos Oa- celebre autor Jo3o Alves Carneiro: nao ella porUBto remedio novo nem desconbecido.
O ungento de caroba da mesma sorle preconisado desde lempos lramemo-
riaes como o mais aprOpriado para o curativo da? boobas e ulcera* sypbiliticas srdidas,
e eupregado com proveito depois de imprQcua applicaro de muitos oulros agentes
tberapeuticos enrgicos e de oso quotidiano.
Muitos dos nossos mdicos de considerarlo e entre elles o paito distiocto pratico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Athayde Lobo Moscoso, tem confirmad) por meio de ex-
perieacias repettdas, o qiTe diz a fama das DeneQcas propriedades, da caroba no trata-
mento das boubas, das diversas formas sob que a syphilis se aprsenla e muito especial-
mente as que teem sua sede na pelle, e poderiamoi relatar alguns casos de dala muito
moderna obsarvados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em que a caroba prodozio admiraveis
effeitos, depois de inuteis e prolongadas applicac5es de salsaparrilha, mecurio, iodo, ou-
ro e seus preparados, etc., etc.
Nao era possivel que urna planta 15o notavel por suas inappreciaveis virtudes es-
capasse a perspicacia e investigacoes dos mais ablusados pratico3 europeos, qae se ap-
plicam com especialldade ao estudo e tratamento das molestias syphiliticas e nerpeiicas
e para prova abi esio os Srs. Drs. Caseoave, Schurfer, Ricord e oulros dando as mais
lisongeiras informagoes sobre as propriedades curativas da caroba e preconisaodo-i como
remedio poderossimo para o tratamento das erupces cutneas, seccas ou suppurativas,
dartbros de todas a qualidade, ecemas, ulceras de.diverras naturezas, tumores, osseos
e outras muitas molestias de natureza sypbilitica oa-boubatica.
Por ter-se generalisado muito o uso "da essencla da caraba que ea pre-
paro e pelas instancias de varios medieos que desejam continuar em saas observacoes,
deliberei-me a ter prompia urna quantidade da mesma essencia, obtida sem a aeco do
ogo, para ro prejudicar as propriedades medicamentosas; a d'ora em diante encon-
3
Precisa-se de urna ama para casa de pequea
familia : na rna do Hospicio n. 'S.
Roubaram ua noite do ala 12 do crrente, da
bi\VrrombntoV^ru'do "lrai/w ob|JS:^h^^ niah"a pnarmaci sempre e em porc5o sufficiente para todos os pedidos a
seguintes: 4 voltas di coliar com urna medalua ESSENCIA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma penla para que non-
com diamante, i volta de comas do Rro de Janeiro ca fallem aos Srs. mdicos que quizerem esperiment3r:15o precioso agente medicinal.
com urnas estrelinhas, i par de brincos de ouro
com diamaote, I par de brincos de pedras unas,
1 par de brincos de ouro, 2 anneis de ouro com
diamantes, 1 annel de ouro com om diamante, 1
dito de onro com orna pedra, 1 dito de ouro esm
rubios, 1 pooleiro de oaro rom baobulins, i por-
Qo de onias do Rio de Janeiro com coraaijoas
enearnad^s, 4 pares de botoes pequeo*, 100^ em
euro, 53 em prata, 8J em sdalas, 1 letra da
qaanlia de 400, pascada por Paulino das Santos
Carvalho, do 1 dd junho de 1864 : pede-se as au-
toridad* policiaes a appreheaso destes objectos
e aos particulares qae nio facam neuhuma tran-
saceo sol re os meamos, e a Paulino dos Santos
Carvalho que nao pague a referida letra senaj .a
abaixo assigaada. Recife 16 de maio de 1867.
Geralda Mara do Sacramento.
Na noite de (3 para 14 do crreme mez de
maio, arrombaram a estribara de Bento Jos de
Miranda, ou logar do Campo-Grande junto ao sitio
da Taearana, < ronbanm-lbe tres cavados, sendo
um castaoho, outro ruco-pedrez e ootro raco ru-
dado, os qoes tem os ligoaes seguintes:
O casiantto tem, como st diz vulgarmente, ama
estrella na testa, tem um 8 deltado em urna das
perca-', anda baiso c pesado.
O ruco-pedrez te*, este ferro : C com urna lor-
quiiha no lado esque-do, e mais este: H vi e tem
igaalmeate um r pequeo; anda baxo, e estalam-
Ibe as juntas qnaado anda.
O ruco-rodado tem urna cicatriz lis ooslellas,
orna sobre eanaa queiraada em orna das naos,
esta' bem camodo, anda de baixo a meio a io-
teire.
Desconfiase qae oeasUnho fura levado para as
partes de Nazaretb, n outros pira Santo An-
tao.
Roga-ze as autoridades desses lagares, ou de ou-
lros, onde apparecam ditos cavallos f ivor de os
apprahender.
Recife de Pornamboco,
47 deoutubro de 1866.
Aogste Gaors.
Do abaixo assigaado rbgio om escravo de
nome Nicolao, crioalo, tom idade de 16 anno?,
pouco mais oa tteao*, com 03 sigaaes ssguiates :
altara regular, car fula, tem todos o? denles na
frente, falla bem esplicado, tem as peraas finas e
braco?, tem pannos pelo rosto, cabellos'carapinho?,
nao tem barba, tem no dedo pontador da mo es-
cuerda urna cicatriz em cima da junta, que tem a
junta mais grossa do'qoe as outras, tambem tem
verrugas por cima de um dos p?, o tem os pos
perfets; fugio a taoto3 de marco do corrente
anuo da povoacao do Mrice, provincia de Alagoas:
qnem o pegar sera' bem recompensado no Cor-
rente.
_________Jo Lopes da Silva Lima._____
#Aluga-se a mei-igaa do becco
Be crea 300 barricas com bacalhao.
Seguoda-Wra 11 de maio as \i li2 horas
O tglnteinto far leilo precedida a compe-
tente autorisaeio e por coala e risco de quem i>er-
teocer de cerca de 800. barrica com bacalbao em
Utesa'teDJadaM|pdplttBLi as 11 1|2 ho-
ras nb aYrmzliraoTSrs rasso irmios na escai'
dlaba.
Em nm sitio no Barbalb'o freguezia da W-
zea a mir' un Ao C.MeirelrO, recebem-se cavallos
e L. iisr.i t > r, tm bom cercado, coebtra e
effeclivamenie palba d,e milho, mandioca, canois
e o-*iI|ifc W'to'ar* o -Bbi*ttMto li
apimaes,; qaem M.aaizer..ulilisarme4|nte mofl-
eo precodirti-s'a*. Meio ferrdor em sna
~p5FTTOR5.
DMM)rWKi _
d> larde o malfembo cttro ae .me MwoW,
representa ter lTannos, posto que tenba 12 ; o
,LJivre mas .acha engalajp como .creado dp
i'xo asignado, mse mulalinho paludo e
oto feWrk'Veslldo de eamrsa de Vblta en-
^U,
A segunda represewaeao
en 4 icios traifnrido do francea pelo llluztre ac-
o marquez la Seiglire
PenoMtens
Owrqtret de la Seigllr*.. r. C. de Lacerta.
Des Tonnelles advogato.... *r. Jordanl.
Beffllrt ) Stamptf.......... Sr. Ll6l.
RaoNeVinSert..;...... Sr. ftflW.
BeleitlnaeBJIrqoez.... Sra. D. Pafeo.
AUrwn de VirAert..... Sra. D. Cleila.
Jaeaim, criado p artieolador
De 1r>0 tens cora vetas
ca a*efr
Ter?a^e4r% f de mlfo.
^oo SobH 4 a^fW Mtio por-
do ageata^Pinto e p?r cid* e.Hseo 6"
tancerdelOOcallWiam *D mili
100, con tetas motadas tradas de AT
navio hOllindez tlhabetb, as 10 horas
floermtr''^iB*s esct^torl rna
B.9.
i irdadhcow florta ptfdas, calca da feaMMOMI f
...rta#or4*a*a daCMWWki. Qaam elle- Um.
noticias qoeira ter a bodade de informar ao
mesmo aballo assignado no armazemdoSr. RnO-
^tPf.na i na da Quneelgo, T4ue ser gewi osamenta
recompensado. J' bom aiertir-sp que a prl-
i i,sttiici7mi&9ai^-.caidM. -.
*m-'***m*mtikaf** atl
4 : a tratar na ra de Santa
do Kalco o.
Tbereza n. 2.
XIROPE
DE CASCAS BE LARANJAS AMARGAS
oe #. P. Laroze, pharmnccutlc&
em Pars
35 asnos de successos atteslan a sua eficacia,
- com:
tnico exotante, para ajuiftr as func-
c5es do estomaRd, assim como dos intesti-
nos, e curar as doedeas nervosas, agudas ou
chroicas.
tnico ANTi-NEWoso, para curar os ibeom-
modos percufsores de doencas assim evita-
das, e para facilitar a digesto. .
ANTi-PEaiomco, contra os coa/nau, cale-
rs,com on sem intermittencias, e que teem
especificas as substancias amargas; tm-
eflicaz contra as gastrites 4 as gas-
Ualgias.
tonco reparadob, para corabater a ei-
baustacJo do sangue, dispepsia, anemia, es-
gotamento, inappeteaeia, langor te.
Deposito em todas in phtriirh e easis
de^rogaiias no Brasil -
toedicoes. em wsa de J.PLaore.toe
Xi(mWtoli,> Paris.
Deposito eAs|?flfawlMH^pbanBiacia de
n. Ibtfter A C- ma,Nova n. 25.
Jre
bem
Saata Cecilia do L,lrraaaeal*
Ojoiz convida a todos os seos irnos para ama
mesa geral seguada-feira 20 do orrenie, as 10
boras da manha.0 secretario,
_____Maaoel Antonio d* P.>rcianala Ferreira.
Na raa de saata I! la o. 08 lava se e esgom-
ma-se com -aceio e por preco eommodo, e com
presteza.____________________
O aballo assignado durante a viagem qo
vai fazer a' E iropa, de'xa ne-ta prag-i, romo seo
procuradores, em 1* iugar e .-eu socio o Sr. Jos
Aatonlo Barbosa, 2 o Sr. Antonio Ferreka da Ca-
pha Lagos, 3 o Sr. Joaqalm Ju de Oliveira. Re-
cife 18 da maio de 18t>7.
Jos do Cauto OaftKres.
dia
tratar e saa ande.
do Reg.
crw ffedH-se ae oocalUro o* k i.aaas':
aa raa Direl nfn: '
Os auteos erdioetrsa xaroaai
tom
tn do Br. Cbij
Pfe: Com
Tede-s en>QUA 4e P. mover
jJGrftQdehtmaKefii de tin-j
tas medicamentos ete.
Raa do !iuj.eraaar a, 22.
Productos chiMies e pbarma-
ceuticos os mais empregados em
medicina. ______ .
Tintas para todo o genero de pin-
tura e para tintararia.
Productos industriaes e tintas
ira e modelos em gesso para imitar
fructas e pasaaxos com o compe-
tente deseaho.
Productos cbimicos einduslriaa
para photograpnia, tiniuraria, pia-
tura, pyrotecoia etc. tj
Montado em grande escata a ap-
pride directamente ;de Paiia, AVon-
dres, Hambiirgo^AjaTers e Lisboa J
pode offerecer prqdastoa da plana
conflanca e^j*?.*****" "'
U
nmn>
CO
14$
r qflWi:
prompta alte
I
1
I
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1


!


/
*a-io 4e Hf
JtV
ja
Precisase de ama ama n raenioo
e tratar da rcups do tnesmo : a tratar oa pra\:
do Corpa Santo o. 17, 3* andar.
Nesla 4ypographia se precisa fallar
conv urgencia ao Sr. Justino da Silva Car-
doso, negocio. %
S Racha re Maneel Jun.utm Silveira m
N. 7 ABoa o CrespoN. -7 A S
1* andar.
mmmmmwt *-****
Attenc&o.
flf. 2 S-Raa da Lifcameatr-'. 25
Deposito de umaneos e cacado nacionaes da fa-,
briea da ra do Jardim b. 1, de Jos Vicente Go-
dieho, tanto no deposito como na fabrica se
aproaiptam todas as porcdes de calcado o mals ba-
rato possi vel, esta fabrica tem (odas as machinas
proprias para os calcados ja' bem acreditados pelo
rande numero de fregueses que daqol se or-
neeeo.
Trocara se
as notas do banco do Brasil e das eaixas Gliaes,
com descont maito raspavel, na praca da Inde-
pendencia n. ti. _________^^^
Vinho tnico e nutritivo
M
QUINA B CACAO.
DB
Esta nova combinaeao rene em urna bebida as-
ss agradavel e conveniente a todos os organis-
mos, a quina qne nm medicamento tnico por
excelencia, e o cacao que contem principios nu-
tritivos assas reconbecidos.
Elle se emprega com o malor snccesso na cnra
as paludas cores, soflrimentos do estomago, per-
da de appetite, digestdes difflcultosas, meostraa-
c5es difflceis etc., te.
Deposite especial
NA
Pharmacia e dr<5fcara de Bartbolomeu 4 C.
34-Rni larga do Rosario -34
Precisa-se de ama ama forra oa captiva que
compre e cosinbe para tres pessoas: na ra Nova
d Santa Rita n. 19.
Pa a o |ei Nana ano.
Na ra do ftosario estreita n 24, tem nm
grande sortimeoto de flores para enfeites do
mez Marianoo e apromptam-se com presteza
e perfetejo, arcos, capellas e palmas, rosas,
boquets, todo com presteza, bem feito e
mais barato do que em otitra qualquer par-
te e aprompta-se qualquer encommenda
para fora com prestexa : oflerece-se as se-
nhoras floristas fainas de rosa, dalbas e ca-
melias a grosa a mil ris, de todo o tamanbo
e apendeces e clices para rosas.
Aviso.
Deixei de ser caixeiro do Sr. Joaquim Lnix Viei-
ra desde o dia 6 de maio de 1867.
Manoel Marllns Pego.
A polica..
No dia tO do correnle maio, sabio da casa do
abaixo assignado o sen fllho menor de nome Luis,
levando comsigo 3 escravos e 4 quarlos, os es-
cravos sSo os seguintes: Joo crionlo, estatnra re-
gular e desdentado, Crispim altara regular e se-
co, Andr, baixo, grosso e pernas ura tanto cam-
betadas; os cavados nm melado, nm rosso sojo
tendo sido de roda, ontro castanho acaebitado, ou-
tro castanbo claro e pequeo, todos 4 castrados e
bem carnudos, os escravos sao todos crioulos : es-
peje zelo e aptido da polica a captura de ditos
escravos e cavados, assim com aos Srs. capilaes
de campo e quera os prender pode leva-Ios so en-
genhj em Sibir da Serra (reguezia da E-cada ou
nesta praca a sen correspondente Francisco Quia-
teiro Rodrigoes Estoves.
Lat Barbaino de Vasceocollrs.
A rp eceleslastlco.
Gregorio faes do Amara I C. acabara de rece-
be r pelo vapor cScbannon um rlqaissimo paleo
de damasco de seda branco, todo bordado a ouro e
eDfeitado com galSes do mesmo meta1, cuje paleo
figurn na ultima exposlcao do Port", e vende se
por orden do fabricante e por prego razoavel, oa
loja de a:endas fioas a' ra d i Crespo u. S.
P&Otographo da A. casa imperial do Brasil
In Jo Cabuga 18, sobrad*, entrada pelo pateo da Matriz. -
Acabamos de receber de Franca pelo vapor Estremadure urna linda collec-
cSo de
ALFli\ETES DE OlRO PABA RETR4T0S. k ic .
Ha alfinetes simplesmente de ouro, porm de bonitos feitios, e ha alfinetes
com pedras preciosas engastadas, perolas, rubios, esmeraldas etc. Os precos dos alfi-
netes com os retratos das pessoas que os comprarera, variara de i 8(5 a 40000.
Tambem ba alfinetes de boro para coocarem-se retratos e especies para gr-
valas oo mantas, ltimamente em uso para borneas. Estes alfinetes com o retrato custam
de 14$ a 18,0000.
RETRATOS POR TODOS OS SISTEMAS PH0T0GRAPHICOS.
Retrates em ambrotypo, para c lixinbas oa qaadros.
Retratos en porcelana.-
Retratos em papel para diversos tamaohos.
Retratos em carioca de risita. -
Vendem-se passe-par-touts e molduras pretas e douradas de todos os tamanbos,
assim cerno veode-se todo quanto preciso para trabalbar em photographia oa am-
brotypo.
Ha orna bella variedade de vistas stereoscopicas representando paisagens, edi-
ficios e monumentos de diversos paizes da Europa, frica e America. Tambem existe
qoantidade de academias coloridas e transparentes para stereoscopo, e todo se vende
por barato preco. Stereosoopos de acaj, paliissandre e mogno de 4$ a 150000.
Albuns de diversos formatos e goltos para 20,30, 36, 40, 50, 100 e 120 re-
tratos, de 33 a 18#O00.
A galera e officina acbara-se abenas todos os dias e a todas as horas.
JOIAS
untrnuEsamiani
Entino de msica par m
1
ticular
N,2D ^ N. 2 Di
CORCEO BE OURO. aa*jfcf|
A loja n. 2 D intitulada Coracao de Ouro na roa do Cabugi, acha-se d'ora em diante offere&ia-
il^K Ponteo com espaclalldade as pestoas que bonram a moda os objectos do ultimo ges-
to (a Pars) por menos 10 por cenlo do qne em ootra qualquer parte, garantindo-se a qualidade e a 30-
lidex da obras. H
O respeitavel publico avallando "o desejo qne deve ter o proprietario le nm novo estabeleeimen-
to que quer progreeso em sen negocio deve chegar immedlaUmente ao coracao de onro a comprar
Seis com perfeitos brilhanles, esmeraldas, rubios e perola ; verdadeiras em agarras, moderna* pok
ninnto preco de 10*, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo preco de 3*. marac* de e os Sr*. de ngen
prata com cabos de marfim e madreperola obra d* moderno gosto (o que o encontrarlo no coraeio de qneiraaMastazer se
ouro) volla* de ouro com a competente ernsinba ricamente enteitada pelo pequeo preco de 12*, br n- qne rao elo ao ab
eos de nm trabalho perfeito por nm mdico preco, cassoletas, tranealtns, polcelra?, almete* para re-
tratos e outros modelos ludo de alto gosto, aneis proprios para botar cabello e firma, dito para cala-
mento, no rtico roseta tem o Corceo de Ouro um completo e bem variado sortimento de diverso*
goU>*, butoe* para punbos com diamante, rublos e esmeraldas, obra esta importante ja* pelo *en va-
lor ja por gosto ds deseo bo, brinco* forma da delicada mioslnha de moca com pigente conteodo us-
meraldas, rnbln*, brilbantes, parolas, o gesto 6 sublime, alflnete para gravata no mesmo gosto, reto-
glos para senbora cravados de pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras de brilbantes le
nuito gosto, crusmhas de rubios, esmeraldas, perolas e brllhante.s, aneis com letras, escoletas de
rrystal e onro descoberia para retrato (a ingleza) brincos de franja, ditos a fmperatrfxe toda e qual-
quer joia, para secolocar retraiosre obras de cabello, e outros jnoitos objectos qne 09 pretendemos en-
contrarlo no Coracao de Onro que se conserva com toda a amabiltdade aos concurrentes delxantlo-
se da aqu mencionar precos de certos objectos porque (deseulpem a manelra de fallar) diiendo-se o
preco tal vez alguem faca mi juno da obra, por ser tao diminuta quantia a vista do seo valor.
Na mesma loja corapra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas,e tambem recbete cooetr-
tos, por menos do qne em ootra qualquer parte, e dao-se obras a amostra com penbor, eonservando-se
e Coracao de Onro aberto at as Choras da noile.
Qoalqer pessoa que se dirigir ao Coracao de Ouro nao se podera* engaar com acata, pcis
nota se ua sua frente nm coracao peodurado pintado de amarello, alem de ontro qne se nota em um
Na roa do Imperador n.75 segan-
do andar, leccioa-se soifejoe diver-
sos instrumentos de msica, e taav
bem dar>s JicSes em saas proprias
casas das 5 horas da tarde as 10 da
noite.
i
USA
De commissao deescrayos.
rotulo (ato se adverte em conseqoeneia de terem ja' algurnas pessoas engaado com ontra oasa.
FABRICA
OR
ORNAMENTOS DE IGREJA DE
VestimeDteire e bordador de Par*.
29 RA PO IMPERADOR 93,
Defrtfnte da igreja de S. Francisco.
Concurrencia impossivel
justiGcada pela snppressio de intermediarios, pela compra directa das materia* primas, pela eie-
cucao dos trabalnos as uffieinas da casa e pelo diminnto lucro com que se satisfaz.
Animado pelos importantes negocios que faz com grande parte do mondo catbolico da Eoropa
resolveo o annunciante estabelecer flliaes da easa le Pars em diversos paites longinquos qne
ofiferecem vantagen*, e velo inaugurar o prlmeiro estabelecimento nesta cidade, sem dnvida orna
das mais adiantadas e commerciante da America do Sol, e qne por isso mesmo necesslta d*om
estabelecimento qne nada deize a desejar, quer em relaco as preeisoes materiaes e qner intel-
lectuaes.
Os Srs. sacerdotes e demsis pessoas, que se dlgnarem visitar o estabelecimento, abi acbarao
sempre urna grande variedade de todos os objectos para Ittreja e pan o clero
OUMVESARIA PARA IGREJA.
Novos modelos de custodias de vasos sagrados.
ALFAIAS DA IDADE MEDIA, A' LIZ 13*
S.
JNTERNATO
DE
Na easa de commusao de escravos, roa lo Im-
perador n. 48, 3* andar, recebem-se eteravos pa-
ra serem vendidos, tanto'da praja como lo mato
%. de eogenbo que por qnalquer motivo
dealgum, nao Mm mais lo
abaixo assigoado qne gnale o
bom tratimento e prompu venda, e tambem se-
eoearrega de tratar deeatus de friaUala. Nesu
casa ba sempre para vender eterno* la ambo*
seaos.
" Antonio Jos V. de Sonta. ;
AMA
PrecItMe la urna ama para tratar de oma'ak
nina de um anno le idade: a tratar aa roa Be
Crespo o. 18, 3 andar. (
AMA
Para servico de um easa le doas persoat -
pateo de S. Pedro n 13.
Precisa-se de nma ama
par* casa de bomem soltelro:
n. 46.
qne taiba cosinlr
i roa do Amor
Aluga-sao 4. andar da casa n. 57 a
roa da Cruz, proprio para escriptorio
tratar no armazem n. 55 da mesma nc.
Criada.
Precisa-se alogar urna criada livre oa atenva,
para eogommar e eosiobar : na roa las Lraweia'
ras n. 14, andar. '
Gonvite especial para
a roa larga do Rosario nmiere 36.
F. M. G. pede aos le cores deste annuocio se
digoem vr ao estaoelecimento cima monirem-se
de modernas obras de palba e de vime ultima-
mente ebegadas de Lisboa, liba da Madefra e de
Hamburgo, os novos sortfmentos consistem de p-
timos bercos de palba para criaocas, bercinbos
para bonecas, boleas de palba, maracas cobertos,
cesimhas finas e grossas para meninas de escola,
diUs de coslnras, condeciobas para dsces secos,
acafates de p de por fructas as mesas, balainbos
fios pra flores, ditos para ninhos de passaros,
balaios de meninos aprenderem andar, ditos de
depositar pa el rsgalo nos escrlptorlos, ditos de
dcposiiar roopas sojas, achates on balaios rasos
Orticos e de cores dos maioies ao menor, conde-
cas altas e rasas na mesma conforro idade, cestas
para compras, bandejas de palas, o annunciante
tem a convicgo de ser este deposito o nico nesta
cidade aonde se encontr qnalquer objecto perten-
ceote a arte de eesteiro e por precos ratoavels;
nao nos limitamos sement a cestas vamos ena-
rcar a attencao dos nossos amigos para que nos
i retira os consumo de p*o alvo de manbaa e a
tarde fabricado com as melbores farinbas do mer-
cado, massasagoaaas e doces a atisfacao de todos.
Os precos variam segundo o tamanho, o peso e a firma.
TAPETARAS E ARUACOES PARA IGREJA.
Fornece toda a qualidade de armacSes, por precos mdicos, vontade do fregnjz; ter do
sempre urna pessoa no estabelecimento para ir tomar as medidas necessarias para completa satis-
fagao da encommenda.
NOVAS MBELLAS PRIVILEGIADAS. ,
Estas umbellas de molas, adoptadas por S. S. Pi IX, tem por sua perfeieo, novidade
e riqueza a dupla vantagem de cobrir Inteiramente o Santissimo Sacramento e o padre, sem diffl-
cnltar o andar.
ESCULPTURAS EM MARFIM E EM OSSO.
Imagens de Chrlstos, caldeirinhas, crnz's, qaadros e todos os objeelos devotos
Objectos em argila, simples e prateados.
Establecido oa cidade do Rfcifc en i862
Sol a proteccSo do Ktiimmo Pontfice Po IX
DIRECTORO BACHAREL EU MATHEMATICAS
Bernardo Pereira do Oarmo Jnior.-
O director do internato de S. Bernardo, nao tendo evitado esforcos
nem sacrificios para proporciooar aos seas alumnos ama perfeita educacSo
pbysica, moral, intellectual e religiosa, t fferecendo-lhes ama babitaco com
bastantes condices de salobndade, habis professores que sao solcitos em
prepara-los convenientemente ao fim a que se destmam, medico pratico
qae Ibes faca comprehender os preceitos da hygiene e Ibes cure das doencas
e finalmente um sacerdote Ilustrado e boneeto que lhes explique os princi-
pios da religi5o chrlst5a, espera qae assim constituido e em vista do ex-
cellente resultado, que tem apresentado, contando u;n crescida numero de
alumnos na Faculdade de Direito, qne conclairam all vantajosamente os es-
tudos preparatorios, n5o deixar o seu estabelecimento de continuar a mere-
cer dos sensores paes de familias o auxilio e conflanca com que j amitos o
tem honrado; e lhes roga, bem como a todas as pessoas interessadas, que
se dignem de visitar o mesmo seu estabelecimento, onde sempre encontra-
rlo franao ingresso..
Gadeiras de ensino:Primeiras lettras dividida em duas classes, ten-
do cada urna o seu professor, latim, francez, inglez, arilhmetica, algebra e
geometra, geograpbia, rhetorica, philosophia, desenho e msica.
0 collegio tem a sua sede nos espacosos edificios ns. 32 e 34 a ra
da Aurora.
Nos estatutos do collegio, que estao disposigo de quem os quizer
ler, se acliam consignadas as cjndices de entrada e matricula as diversas
aulas do estabelecimento.
Ama de leite.
Precisa-se de nma ama de leite : a tratar a roa
do Imperador n. 83, segundo andar, ou a" roa da-
Udela do Reclfe n. 27, prlmeiro andar.
O adrogado
Iffoisd de AlbMierqie Mella
mndou a sua residencia para a Caponga a' rea
das Crioula n. 15, e conserva o seu escriptorio a
ra estreita do Rosario n. 34, onda pode ser pro-
curado para os mysteres de sua profiuio das 10
do dia, as 3 boras da larde.
Retirado completamente a vida civil para mais
nunca senecopar de poltica desta trra, ofJereee
a seos clientes intelra garanta de telo e activida-
de em seos trabalbos. E o* aceita tambem para
o Cabo, Ipojoca e Escada onde tem procuradores
probos e diligentes e at para logares mals bmg^-
qoos onde pode Ir pessoalmente, sea grande re-
mu neraco, nao sen lo excesslva demora ; pelas
appellacdes e por outros trabalbos porm, qne pa-
ra aqui Ibe izerem a honra de remeiter de Bra,
se contenta com mdico honorario.
Alm do civil e commercial trabalba tamben: do
oro eclesistico e no jury:
Precisase de orna boa eozioheira, prefaf-
do-se escrava : na ra da Aurora, sobrado o.
Rudolph Lau'-ityer subdito dinamarquei T
um fllho menor, val para a Eoropa.
Ama.
Precisa-se de ama ama para cozinhar
lavar para casa de pequea familia: trat
na ra do Sebo n. 29.
Todas as informaedes sero ministradas gratis, acerca dos ornatos de igreja.
Conceder-se-ha facilidade para os pagamentos.
Els o catbalogo do que tem a venda :
A PREVIO
0 abaixo assignado faz sciente ao res-
peitavel publico e com especialidade ao cor-
po do commereio, que tem justo e contra-
tado com o Sr. Francisco Jos Pires, a sin
taberna cita na roa da Concordia n. 77, li-
vre edesembaracada de qualquer atraosac5o
que baja at esta data, quem se julgar com
direito a mesma apparega no praso de 3 dias
a contar de hoje. Recite 14 de maio de 1867.
Antonio Jorge dos Santos.
com-
CASULAS.
Precisa-se de nma ama forra oo escrava para
o servico externo e Interno de nma easa de pouca
familia : na ra da Potes n. 88, primeiro andar.
Atbfho Baptista da Rocba, ~relo^
joeiro e doorad< r, praca da Inde-
pendencia n. 15, acaba de receber
nm sortimento de relogios de ouro
e doorados e de prata brincos co-
i bertos e descocerlos com vidro de
crystal, cadeias de onro de diver-
sos posto*, reeebe-se na mesma qnalquer concert
perteocente a arte, e afflanca tanto os relogios ven-
didos como os concertados mas barato possivel a
vista dos obiectos
Alfredo Henriqoe Erbeaer, feidado francs
retira se para Europa.
PRECISA-SE
Alogar om arelo Idoso, ; oa travessa do* Pires
n. 54.
Samuel Pawer JtkasUa 4 Cempaiiia
Ruada SenzalaNova n. 4S.
AaiMClA DA
Fuatdlcio deLawl
Machinas a vapor de 4 e 6 cavados.
Aloendas e nidias moendas para
Tainas de ferro coado e batido para"enge-
nno'
Vrreios de carro para nm e dons cavalloa.
Relogios de onro patente inglez/
arados americanos.
fachinas para descarocar Igodo. .
Motores para ditod.
Machinas de costara.
Dianas, de veludo, de crina e de
galo lustroso.
De damasco com cruz de ouro e
seda.
De damasco dobrado, com diver-
sos bordados em relevo na
crm.
Be tecido de prata on de onro.
dem com diversos bordados em
relevo na ero:.
dem idem multo ricas.
De veludo de seda com cruz de
onro Uno em relevo.
De cbamalote de seda bordado.
Gelhicas e da idade media.
A cor da casla nao infloe no
preco.
CAPAS.
De velndo estofado.
De damasco.
De tecido de prata e de onro.
dem com emblemas em relevo
e ricas franjas na mnrea.
De velndo de teda.
De tecido de prata e de onro fino.
DALMTICAS.
O mesmo preco das caslas.
ESTOLAS PASTORAES.
De velndo estofado.
De dito de doas faces.
De damasco.
De dito de doas faces.
De tecido de prata oo de onro.
dem dem, com emblemas em
relevo, franjas e bordados de
torea!.
dem idem em relevo moito ri-
cas.
De tecido de onro e de prata Bao.
De cbamalote bordado de ada,
com duas faces.
VE'OS DE HOMBROS.
De tecido de Lyie.
Pe dito dobrado, de onro Qoo.
De damasco, bordade [em relevo.
dem idem, maito rico.
VE'OS PARA EXPOSICO.j
De tecido de Lyao.
De charoalgte de prata com em-
blemas em relevo.
De dito dito, moito finos.
. VE'OS DE SAGRARIOS
De todos os precos.
BANDEIRAS.
Da Santa Infancia.
De confrarias de ossa Senbora.
Parochiaes, qaalqner qae seja
nvocacao.
Golees coro emblemas em relevo.
A collecao varia de 35*000
3:0005000.
PALLOS.
Em veludo estafado as quatro
pontas e no forro.
De tecido de Lyo, com ouro.
De dito de prata e de onro lus-
troso.
De dito dito, com quatro emble-
mas bordados em relevo.
Maito ricos, inteiramente bor-
dados em relevo com ouro Qao.
PANNOS MORTARIOS.
De lia. 433
De veludo ingles preto verda- 487
deiros 541
De damasco dobrado de brocado. 680
Estes pannos tem don* metros de 812
largara e tres de eomprlmento.
ROUPAS DE IGREJA.
Alvas de panno de lintao une.
de cambraia fina.
< de panno de linho, para
meninos do coro.
i guarnecida de renda finas.
Corporaes de cambraia fin.
Toalbas para communbao e alta-
res
GoaroicSes de rendas para alvas.
Ditas para toalbas de altar, ao*
metros.
Toda a qualidade da roapa ga
rantida e perfeita ment i execu-
tada.
Sociedade portagaeza de segaros mutuos sobre a>ida, fu lada e
administrada pele
BANCO ALLIANCA DO PORTO.
Todo o pai que desejar acautelar o futuro de seos filaos dev,e quanto otes,
azer inscrever os seus nomos na lista dos socios daPrevidentepor que, com urna
pequea quantia que, todos osannos para all fdrapplicando, tirada do fructo das suar
economas, no fim de 23 annos aicanfar-lhes-ha urna fortuna, qae por nenhum outro
meio e com to pequeo desembolso poder obter.
Os exemplos praticos de outras sociedades anlogas tem mostrado que:
DIVERSOS OBJECTOS.
Bolsas para tirar esmolas.
Corddes finos para alvas.
para meninos do coro.
Vollas, is dunas.
Cintos e cintaroes.
Sacras de altar, em cariao.
Ditas em qaadros.'
Marcas para missaes, com
pernas, em cbamalote.
Flores artificiaos, o ramo.
Estofos e todos os demais objec-
tos de igreja.
BRONZES
Casticaes para
de novos modelos
10U$000 pagos auoiaimcDle podem prodezir.
seis
Por um menino de i dia ai anno..
> de 1 a 2 annos
> de 2a 3 > .....
de 3 a 4 i .....
de 4 a 13 .....
Por ama pessoa de 15 a 20 anno* ...
> de 20 a 30 *.....
> > de 30 a 40 .....
de 40 a 50
Cm5 an-
nos.
I:i00
900,5!
860?
8600
860
860<5
8600
8600
Em 10
annos.
4:0000
3:0000
2:9000
2:8000
2:7000
2f7OO0
2:7000
2:7000
900013:0000
Quem pretender subscrever para a Previdente e desege quaesquer esclarecimen-
Em 15
annos.
9:fOO0
7:5O0
7:2000
7:1000
7:0000
7:0000
7:1000
7:2000
7:5000
Em 20 an-
nos.
20:0000
17:0000
16:0000
15:6000
15:5000
15:4000
15:6000
16:0000
18:0000
Em 25 an-
nos. .
47:0000
37:0000
35:0000
34:0000
33:3000
33:3000
34:0000
37:0000
50:0000
de IGREJA. tos pode dirigir-sa, em Pernambuco aos Srs. Manoel Joaquim Ramos e Si
altares, prateados, gario^n. 11 qae darao todosj'os esclarecimentos qae se desejarem e prosj
quem os pedir.
de fil, de rices de-
senbos.
Roquetes em panno de llano sem
manga*.
< t com dtus.
Amiclos.
Toalbas t saoguinhoe.
325 milmetros (12 pollegadas).
379 (14 .
i 16 c ,).
18 .)
* SO ).
< 1 ).
(30 ).
Cruzes de altar, correspondentes
aos casticaes, o par.
Tburibnlo* e navetas prateadas.
Caldeirinnas com bysoppe idem.
Custodias ditas e douradas.
Lastres ditos e correte* fortes
para o* meamos.
Cruzes para nrbcissSo, com ralos
ditas.
Varas, alabardas para sulssos
cada* para porteiroc
Estes objectos todos sao em co-
bre e nao em materiae de
composfeio.
Silva, roa do Vi-
prospectos gratis, a
Companoia fidelidade de segaros
martimos e terrestres
esUbelecida no Rio de Janeiro; i
AOBNTtS KM PIRIf AKBCO
Antale Liit fatveira Axerede* C,
competentemente aatorisados peladiBM*]
J
de,tomamgurode navios, mercado-1
I" predios no sea escriatorio roa da
'"** wmm\
Aviso esseueal para evitar Qualquer erro ou mf.
Os Srs. compradores nao-deven ignorar qoe o ouro nao pode ser fiado nem
tecido, e que por consegtrinte os galoes dos ornamentos chamados da odbo nm sao de
prata dourada, os de ooiio meio ftno sao de metal doorado e os de ouro falso sao de
cobre doorado, e como tal confundiros ttulos que se i he dea sempre, que sao mera-
mente crouaerciaes.
Os ornamentos qae o arfnunciante tem venda sao o de galoes de ouro meio
anos, talaos ou de seda, s mandando- vir os de ouro fino por encommenda; e neahum
objecto sabe de sea estabelecimento sem ser aoompaohado d'uma faetnra por elle firma-
da, espeeifleando a qualidade do objecto, para poupar-se 4 eiplicaces sempre incon-
venientes ao depois de realzada a venda.
GRANULOS ANTIMONIAES
Da octeur P.IPILLiin
Novo medic4c* para curatt das molestias do corae6, da astbma, do catarrho, da coqueluch,
da (laica, etc.
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS
Pa a caracal da anemia, da
chlorosis, da amenonhea, daa nerralgiaa, e
eacrofulotaa, ele.
nevroses, das molestia!
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH
Para a coracao das moleatia, nervosa*, das to digestiva!, dTpepsia, etc.
WmAJIQA i Pharmacia de E. MOUSNIEfl, A Saujon (Gharenle-Infrieure).
Bm Rio-de-Janeiro, FLIX FARAUT, pharmacia, 77, na Seta Setembro.
Em Pernambuco, P. MAURER et C't pbarmaei, roa Nova.
Inuiiotiiiuiuuw, P. MAURER Ot C. |mwHHl
Em Maceio. FALCO MAS, pharmacia imperial.

Vende-se na pharmacia .de P. Maorer 4 C, ra Nova.
---------------------1,1 tv. .:^---------1-------.-......,
DE

PRECISA-SE
de 5000 juro rasoavel, por 3 afezas;
qaem quizer dar, deixe ficar carta fechada
com' a inicial G, oo escriptorio deste Otario.
Preeita-M de nm unoeiro para arer em nm
engonbo porelo da formas le madeira para asu-
car : a eoteoderse na ra estreita do Rosarlo a.
13, ^ andar.
Alog-s o primeiro
roa da Madre de Dos,
torio.
andar do obrado n. i
maito proprio para e*erp-
--Predaa"*!*
oR
boa icrava para o i
ponca fatnltla : na roa
acmasem.
.-si
0*1
DE
, .i. VIGNES.
. 5. RA DO UPERAME W. 55.
aWigaJaytcMia hoje asss conhecidos para ana sala neoestario insistir sobr a
oridade, vawugen*ejaranUa* ftmoferecem^aos compradoras, qtulidades estas incontasta-
elles tem dednftivamente conquisdo sobre todas o* qoe tem apparecldo nesta praca; ppe-
anlndo nm teclado e maehtalsmo que obedecem i tunas ai vontade* e caprichos das planista*, sem
nanea falhar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ulUmameata melaoramentos importaa-
vssinjos para o clima desta pan; quanto as vosea, sao melodiosas lanudas nortasa matto atraa-
Mis aes oovidos dos apredadores.
fasemse conforme aa eacomraeodas, noto nesta fabrica como na do Sr. Bloadel, de Paria, sacio
onaspoedente da J. Vigoes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as exposiede*.
No mesmo estabelecimeato se achara sempre om eieleadido e variado s o de mosMaffos
saibores antnre* oa Eorof-a, assim como barmoulcos pianos harmonic ndo vaadlf tOt-
preces commodo* e rasoavets.
J*recisa*e de urna ama que cosiabe e
pre ; na-riia_Angneta n. < prlmeiro andar.
Precisa-se de~am'*Vtio nos arrabaldes desta
cidade, que lecha aceommoda(5es para seis veeas
de leite, baixa de capim, dua> boas casas de viveo-
da embora urna seja menor qae ootra, cocheira
estribara e quarlos para preta, quem uver e qui-
zer allugar entenda-se com Hermenegildo Eduardo
do Reg Mooteiro, na ra do. Queimado n. SO.
Em casa de Tbeod Cbristlansen, roa do Tra
iche-novo n. i6, nico agente no norte do Hrasil
e Brandenbarg frres, Bordeaox, encentra-se a
fectivamente fleposito dos artigos segniates:
St. Jnlien.
St. Pierre.
Larose.
Cbatean Loville.
Chateau Margaux.
Grand vin Cbateau Lafitte 868.
Cbatean Lafltte.
Hant Sauternes.
Cbatean Sauternes.
Cbatean Lataur Blanche.
Cbatean Yquem.
Cognac em tres qualidade'.
Azeite doce. Precos de Bordeaox.
A/a ra do Trapich n 16
txcham-se os s'eauintes devosot
Be R, Bruiiighaigem Noils.
Vinbo Pommard tinto.
> Cortn tinto. '
Santo Georges tinto.
Cbambertin tinto.
Rlcbebourg tinto.
Clos de Vougeottino.
Cbablls branco.
De M A. Woef em Francfort:
Rheno.
Seisenbeimer.
Liebfraomilcb.
Mareobrunner. m
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeieci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentoa, e contra
logo em edificios, mercaduras emobiliss:
ta ra do Vigario n. 4, pavimento terreo
Joaquim Jos Goncaives
Beltrfto
MI M mncM 1-171" IHBAI)
Sacca por todo* paquetes sobre o Banco
loMinbo em Braga, e (obre os; galotas laga-
' *m Portugal.
Lisboa.
Porto.
Valeoca.
r Guimaries.
Cotmbra.
Chave*.
Ttaeo.
Viltajto, Conde.
reos de Val de Vx.
Vianoa do Castalio.
I de Pameileio.
-%*:



Olarl Je k'trp%mhacm abbado 19 de Xa)o de 1807.
-
afffawad* pela facaldade
*e Medleiaa, twynwfc m
hoapllaca ae Paria.
THEBMES
Appravado pela facalaaae
a> medicina, emprefndt noa
fcoaallae* 4e Parla.
:upa o primeiro lugar entre as preperacoes ferruginosas as mais assimilaveis. 0 Elixib do bV THERMES empregado diariamente nos hospitaes de Pars e PnnciP"i.mee1"
Htel-Dieu fservico da Faculdade de Medicina de Pars). Administra se com q maior xito as doeneai e eMM-mp$M resultantes da rxhaaaiurao f **{ *.
roa, ou eres pal I i.a. flaorc* hrancaa, .nrmi. depois das hemo'rrhagias, ou durante as convalesoencias de febres perniciosas, uflrqea?as. e palpa taeoa das mu.
heres pejadas. Nao menos effica contra o rachltUma o obra poderosamente para os homens cujas torcas estam esgotadas pelo trabalIiosmteUectu4es, abusos de todos os gneros, eic.
TomH-ae tmat daal. ale ansa raliierlnha. lepla de cada r e reieaa.
pasito fceral na pharmacia,-ra Reaumur 43 e em casa da B. OALLOIS, plurmaceutioo do S. M. Imperador, place Vendme, 2, em Papas.
Depaalta em PEBJAHBrcO, P. MAURER W O, e em todas as Pharmacia no Brasil.
i *
BE
AZEVEMO t FLORE
RUADA CADEIAN. 47
A dfnhelro
Raapa etta em porcao e a retalhS por prego omito barato, que a Vista poderse
avaar daxeaiidade.
Faztndas
Liados baldes de masselma, nao slo baratos; baloes de. arcos-estes sim, sao ba-
ratos, bodas cbitas escaras, cambraia modernas com lista aom.eio, oazeaniras em cortes,
lindos desenos, collarinhosaCavour.retondasr endadas, chales rendados, cbalesde merino
pretos, finas chitas largas para coberta, superiores meias ioglijxas, Socaras e boas, su-
periores camisas de flanella branca, para evitar constitacoas, boa brim branco para cal-
cas; ha muitas outras tazendas e ronpa feitas, que todas se ve ade amito barato a d+ntieiro
a vista dam-se amostras e mandam-se levar as casas.
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I,

CASA DA FORTUNA.
Aos 6:000#000.
Blltaetes carantldos
A RA DO CRESPO N. 83 ECASAS DO COSTUME
0 abaixo assignado vendeu nos sens multo feli-
zas jubetes garantidos da lotera que se acaboo
de extrahir a benetlcio das familias dos volunta-
rios da patria, os segaiates premios :
N. 3002 bilbete ioleiro coro a sorte de 1:200*
N. 377o dois qaertos 5*
N. 31 ti meto bilbete **-
E outras multas fortes de 100*, 40* e 20*.
Os posadores podem vir recebar seus respec-
tivos premios sera os descontos das le, na casa
da Fortuna a' ruado Crespo n. 23.
Acbao>se a venda os da II* parte da 5" lotera
da Santa Casa de Misericordia, que se extrahlra
qulata-feira 33 do correte.
Preeo.
Bllhetes.......... 6000
Meios............ 3*000
Quartos.......... 1*500
Para ai pesiis que comprar fin de 1006000
para cima.
Slbeles.......... 3*500
Meios............ 2*750
Quartos.......... 1*375
Manoel Marlins Fiuza.
Fogos.
de artiflelo da fabrica da estrada de Joo de Dar-
ros da viuva RoOuo, aproprietaria desta mnlio
cooceituada fabrica avisa ao respelavel publico
que em seu estabelecimenlo existe um completo
scrlimento de fogos para S: Joao e S. Pedro e de
ootros artigas couceroeotes a essa arte, as pessoas
polsque qnizerem'comprar destes objectos podem
deiiar suas euconmeiidas no armazem da bola
amareila no oitu da secretaria di polica onde
h* veri um portador que os val buscar cou a maior
presteza possivel.
Na praca da lodepeodencia n. 33, loja de
oonves, comprase onro, prata e pedras preciosas,
e tambera se faz qualquer obra de eacommenda e
todo e qualqutr concert.
Predso-se de ama pessoa"babillada~para ad-
ministrador de eogeoho ; qoem estiver nestas cir-
cumstancias appare^a na ra do Queiraado n. 2 i, a
fallar com'Hermengildo Eduardo do Rejjo Monleiro.
Precisase de ura oficial ue funlelro e pa-
na-se-lbe-bem : na ra da Cruz do Reclfe n. 59,
Al tenca
100,$
Fugio no dia 7 de maio de 1867 um escravo de
poma Loaren? prelo, alto, ponca barba, falla un.
amo descaecida, quaodo anda bota a#|)orjtas dor
Ps para ora, rendido de ama verilh, Idade !8
annos, pooco mais a meos, hem ladino, fol
comprado em N.S. di Gloria d,Giiia', comarca
do Po-d Albo, onde lem seus anligo/ senbores aoe
o criaram ; foi almocreve, e podera' ser qne lenha
pegado algom cavallo e lenha seguido para o ser-
tao. Em N. S da Gloria fol casado com nma mu-
lata rorra, porm esta o deixon, e dizsm que anda
para as bandas do Llmoeiro : roga se as autorida-
des policiaes, capules de campo e pessoas do aovo
o apprehendam e levem ao seo senhor, abaixo as-
signado, morador na villa de Po-dAlhe, que gra-
tificara' com 100$. .
COMPRAS
U)mpi*am-sc escravos
irl'ivlS Gulnern>e "e Barro, eompra, vende a
I^.Tec,,yamenleescra,08de ambos os sexos
erceo Vudar?*^ '' *' "* ,0,perador 79'
Odre e prata.
-SLi rawl!!M: C0BP-wna praca da ln
depen^encpn. 22 loja de bilhetes. "
Nadonaes
esterlinas
asde^eoro.
eslrangairas assim
como libras
loja da bandeira.
OsSr?. Uanoel Alves Ferrelra, Francisco
Xavier Cavalcanfi (da cidade de Olinda) e Ttiere-
za alaria de Jess, lem cartas vindas do sul no es-
criptorio deste Diario
q^tegi^^ em bom uso":
e 5;r^S5 P*5 -e *"!* 10,
Compra
AttencoII!
auerZ'llf nmac's ^"8. Pequea, em qoa|.
iosiocr
Pagam se as libras esterlinas
dependencia n. 22.
Da praca da ln-
A 10$100
Attencao.
Oferece-se um moco para caixeiro
cas: na ra do Cotovelld n. 43.
r
de cobran-
Sefl-Tffl fe eaS,7"Da : Da raa da Cade'a lo
cional fazendas e tambera ouro na-
Inuan'iitle dn liiviu Espirite Santo.
O procurador geraj desta innandade abaixo ss-
signado, convoca os membros do conselho fiscal
para a segunda sessao ordinaria deste anuo que
tet lugar uesie oosistorlo domingo 19 do coi*
rente asf horaj d; maohi, afim de dar-se exe-
eocio ao dispost,. no 'apKirte do tit. 10* do
DOCSO crtiBprr.misso. Cjasistori da innaodade 16
; de maie de I8G7.
Amonio Anitost dos Sant-is Porto.
Moedas de prata
oactenae?, assim como paiarois portuguezes i
urespo n. ib, primeiro andar.
ROVOS OBJECTOS
'-r para a A^nia Br.i)t', ro i <
Bonitas Bvellas tCrisplninltlmo gosto para
cintos.
Fitas escessezas e oulras com diferentes carac
i res, gistos apreeiaveis.
Novissiroas gollinhas de crvstal e aljfar com ti
lis as extremidades para dar laco e ilearem pe
denles, obras essas de mailo gosto e inteiramentt
novfdade em Paris, e aqu as prlmeiras que appi-
recem.
Mollas am. trancelins e mais arraojos para a.*
senhoras suspenderen os vestidos do lado e na al-
tura que quizerem, o que se torna de rouita mili
dade, e principalmente agora qne os vestidos coro-
l-ridos cerrero o rlseo de serem pisados e rotos, nos
apertos que sempre ha por occasiio de visit.ir a.'
igrijas e ontros actos.
Melos aderegos de aljofares miodos, imitando pe
rolas.
Bonitos -abases ou bolsas proprias para as se-
nhoras < h -mnas trazerem nos bragos.
A A.> li.ancadeixade mencionar aqal algun.-
' i cii f .iih receben para loto, isso para nao con
(jdir i>9 de alegra com os de tristeza, mas se al-
tuem 11 ver a infelicidade de precisar comprar :
Manguitos e gollinhas pretas bordadas.
Voltas e brincos de borracha e benoilre..
Ditas de vidro cem bonitos e novos moldes e 0
lis as extremidades.
Dius as mesmas circumstancias, para cabeca.
Pentes pretos com filas e sem ellas.
Fivelas, fitas e conta prefas.
Allinetes e brincos de vidro, e borracha etc., pa-
ra pregar.
Eofeltes oe lia para vestidos pretos.
Cadeias de borracha e vidro para relogio.
Pomos para chapeos, etc.
Nesse caso pode dirigir se a dita loja da Agoia
Branca, a roa do Queirrado n. 8.
Panos de crochet para sof, cadeiras,
jarros etc.
A agoia branca a ra do Queimado n. 8 recebeo
bonitos panos de crochel de diversos moldes e ta-
raanbos, tendo nelles alguns cuja superioridade se
epobece por mltarem perfeltameote o labyriDtb<
cneo. Tanto os*de algodo como os de la a aguia
vende-os por precos commodo?.
Para baptisados.
A aguia branca ra do Queimado d. 8 recebeo
novamente camislobas de cambria, bordadas e
enfeitadas, cbapeozinbos de selim, moldes novos
da bonitos sapatinbos de setim e merino, todos
bordados e enditados e meias de seda e de fio da
escossia.
Interessa a todos saturen o qne de bo-
yo ajguia branca recebeo, por isso
facam o favor de ler o que se segae:
Trancas de vldrilhos, pretas e brancas, largas e
estrellas, com piogentes e sem elles, moldes novot
e bonitos. t
BctSes pretos e de cores, cora piogentes e sem
ellas, o que de melhor gosto se pode encootrar
nesse genero.
Cintos pretos com denles fondos, en'eiudos com
vidrllbos, o qne ha de mais moderno.
Guarnicbes de Olas largas para as barras e es-
trellas para os corpos dos vestidos.
Corddes grossos, pretos e de cores enfeilados
com vidrilhos e sem elles.
Rosas de vidro para enfeites de vestidos.
Espartilhos de sultana, muilo baa fazenda e
bem enfeilados, para senboras e meninas
Laques de madreperola e sndalo, ditos de ba-
no com seda preta para luto, ditos pequeoos d
sndalo para meninas, ditos baratos a i000 pro-
prios para casa.
Pentes praleaos cem fitas cabidas, obra moder-
na e de gosto.
Pentes de tartaruga modernos para seohoras,
ditos dito para meninas, ditos dito de desemba-
Ligis.de seda para senhoras.
Bicos e rendas de goipure.
Fitas para sombras de dilos.
Meios aderecos de flores.
Ramos de flores finas para coques e chapeos.
Delicadas thesouras com aros de madreperola
para costuras.
Bonitas caixinbas com agulhas e alfineles brao-
cos, pretos e donrados.
Retroz fraocez em miadas e carreteis para ma
chinas e ditos de torcal.
Agulhas parisienses e fundo doorado, ditas pit-
ra irabalhar-se em la e ditas e linlias nara cro-
chet.
Escravo para vender
Na roa da Praia n. 37, ha para venier-sa om
moleque de 15 a 16 annos, mmto esperto, bonita
a ttiJSL 1% Sn\S e Lel S*0"' ser.ve,para p8gem ou cpeiro e serTe Iam-
"-*n "c a N. S. da j bem para lidar com cavallos porque monta em
__ poldro brabo, e p?ga gado no campo por ter sido
Terfumari.-s fina*
iNGLZAS DE fiOSNF->'
"'r-?.::. lt t.
A amiga e bem conficcida loj ae Diiude-
zas iua do Queimado n. 16, c naoa a
star prvida de linas perfumaras de diver-
sos fabricantes acreditados como Gosnet e
Penaud, sendo deste, ccllenu* extractos
para lencos, agaa de Colonia, o:, banba,
cosmetique para cabellos, opiata e pos para
denles, sabontes para mos e barba, etc.,
etc.; e daquelle, superior agua de Colonia,
opiata ingleza e pos para denles. Alm dos
mencionados objectos ha mnitos ootros que
por suas boas quulidadei-e bottilos vasos,
agradarlo completamente aos apreciadores
do bom.
Fivellas e fitas para cinto.
Na antiga loja de miudezas raa do Quei-
mado n. 16, encontraro os prelpodentes
nm bello sorlimento de fivelas e fitas para
cinto, sem qne esqueca os lindos penit-s
prateados, cem fitas pendentes e sem ellas,
sempre a contento do experiente fretroez
qne se difigir dita loja de miudezas: i
ra do Queimado n. 16.
ifferentes objectos
expottos a apreciaclo dos esclarr '*'' fre-
gaezes que os quizerem comprar; Da ra
do Queimado n. 16.
Bonitas caixinbas de madeira com (echa-
dura, proprias para costura. 9
Outras dilas com arranjos para costura,
Sapatinhos de setim e merinos pan bap-
tisados.
Meias de seda para d tos.
Tocas e chai-eosinhos para ditos.
Tercos de madeira, ossu, cornalinas, or?
mui perfeilas.
Allinetes de osso com bonitos moldr
obras de gesto para peito de senboras.
Ditos pretos para luto.
Meios aderecos de madeperola.
Port jap ou suspru de saias.
Lenco? bordados para senboras.
Brincos pretos, pulseiras e alfineles
camafeo, tudo para luto.
Froco grosso de 15a, para differentf
Bonecas mansas e choronas para
cas. .
Ceslinhas proprias para creancas.
necaS.
Bandejas pequeas para copos.
Collermiio? de \m\\
obras de ultimo gosto.
Vendem-se na loja de miudeza
do Queimado n. 16.
CAB1DES PORTATEIS
TORNEADOS E ENVERNIZADOS.
Vendem-se na loja de miudezas:
do Queijiado n. 16.
Caixinhas
com pasiiu;:d? c!:::rc ^;a
queimar-se em lugar
de incens.
- Vendem-se na roa do Queimado ; loja
miudezas n. 16.
PASTILI1AS OliORIFUMANTES.
Essas cheirosas pastilhas sao sempr.
apreeiaveis, e com especialidade no correntt
mez, porque servemfpara perfumar os ora-
torios ou altares om que se res?! ^n-
tam louvavelmento o Mez Mariano, es-
rendem-M na loja da Aguia Branca:
Queimado n. 8.
tas
ra
L0
AGUA FLORIDA
ORNAMENTOS DE IGRE
Ha* da Ctela ai. ftft
Ma roa 4a Cadeia d. 55 fea para vender-se ornamento* de igreja por awnoe crco one.
ira qaaiqer arte : v i
A SABER :
Ornamentos de damasco branco de 84*000 a 32*000
a encarnado de 225000 a 325000
> rxo de 225000 a 305000
preto de 205000 a 305000
> verde de 205000 a 295000
de velludo preto 265000
Capas de aspergee de damasco 455000
Umbellas de dem dem 455000
D.-Emilia iognsia Vital de Oliveira, D. Joanoa
Florinda densmo Lobo Vital e uD. Mara Ade-
laide Vital de Oliveira, Marta Emilia VliaJ Sablo
e Mana do Carmn Vital de Oliveira. viuva, mai e
irmaoadofiuado Dr. Francisco Antonio Vital de
Oliveira, agradecen) as pessoas que se digoaram
assistir a< exequias que se etehraram na ordem
lerceira de Nossa Seobora do Carino, e as convi-
dsm a que comnarecam na mtsma igreja no dia
de por 7 horas da manba para o piadoso obse
saffracio do Goado.
1.00-
Joaozinho ests maluco T Que diabo t Pois tens
diofceiro para chamar i ^ responsabilidade qoeo te
m m m m m m m
mmmMMmm'maf:
PREPARACOES FERRES-HAIGARICAS
APPROTaBaS PM.A AC4BEMIA SE MBDlCIrU
DE BURIN D BISSON -
HuaiiiMin, kmrnk fel* lattm i latea. *, tm
peutita 0 Mauna medica, reconhece que as ferroginose* tmales ato b>bHm
vece. iMfficaM -a-a curar a. moleatla. om teem par eauaa o pobrccinewo
do aangue. Manea aedtcoa dos aaua datinetos altribaem esv> mi o xito i acs>ncyi
iessa* prep aracocs, do manganeu, que se aena no tangu, come tem recenWid
s efauateat^M huu antes, sempre inaoiamenle anido eem o ferro.
' peie, preatar-se aa verdadeiro ser vi ce ees S'- Medico, caaaur-M aaa ananUo
sobre as prepara6es atgnintea.
I* Ff ferrete saiDUBeosMd0 "f**^ ",**. daiada,
I I rcuew BMUgflBKOB zoia, agradavel, sobsttaiflde con vmitagem
e eoensiia ai agaa aiaeraet fcrraynotts. ^
2 Pililu e Istrape de idBreti3 d forro e de mafigese iuUertve.
aladeada eada ata eiaee eaaafraaaea de iedarete de ferr mangaaico indicadas
riTAIIA.
is maluco 7 Que d
Limar responsa
pede que late pagues e nao leos para pagareTo"qu'e
deves a alguem ? Joaeztnho, para que le enerts-
pat por cada am te pedir o quec sea 1
Nao sei para que le serve arattbar tanto na ca-
neca : nao le .corriges; cada ver ot cteos fleam
mais daros* Safa, cab;eudo, arreda, desmioladof
Teu amigo do eoracao, palaco, passalbo-0 1*
goarda liwos do nuiverso.
AH
Precisase de urna ama forra ou captiva : na
a da Concordia sobrado de om andar, Me les)
a. 26 na porta do armatam ; paga.se bem|
O joiz da irmaodade de oisa Senhorada
Satedade erecta esa sua igreja na fregoezla da
Botriist, tendo de submetter discusso o com-
promiaso que acaba de ser confeccionado, como
lambeta tratar do melbor meio de se reparar as
ruinas do templo, convida a todos os irmos da di-
ta irmaadado a se reunirem em mesa geral no
respectivo consistorio pelas 10 hora* da raaahaa
do da 1% do corrate. Consistorio da Irmaadade
de N. 6. da Soledade em 15 de maio de 1866.
Pelo escrlvao,
, Janaarlo C. Montelro de Audrade.
- 2i0 rs. se
_ircada,na loja...
Conceicao, no Recife.
- Compra-se urna mes? e'usliea ceta "pouco
nso.qtreregnredel2al4 palmos de umprida :
qoem liver e quinr vender, dirjase a praca da
Independencia os. 7 e 9. v
0
VENDAS_______
DO SELLO
criado no serlao donde veo.
JbaTelio a 405UO
o sacco com noventa e lanas libras
da astrella, largo do Paraizo n. 14.
no armazem
ou
Massa batida.
Vende-se muito boa massa batida a 400 i?, a li-
bra, pira lodo qualquer arte de fbgVarliOciaes :
no aruuiem de sil da roa Imperial n. 221, pouco
alm da fabrica de sabo.
decreto mi. 2713 de 26 de dezein ,,a*>!6 Pa"> Cordel ro e Viajada
A loja. de miudezas a ra do Qoetmada n. 16.
recebeo nov remessa do rap Paulo Cordeiro
Viajado^ continua a receber por todos os vapores
bro de 1869,
organisado alpbabelicamedte e anotado pelo 1 es-
cripiurario da recebedorla de renaas internas ge-
raes desta provincia, Francisco Augusto de Alnai-
da, com o extracto de todas as dispo^lcoes poste-
riores ao mesmo decreloat o d.a 20 de novembro
de 1866 : ach-se a yenda por 35000. na typo-
grsphia commercial a' roa estrella do Rosario nu-
mero 12.
Vende-se um escravo de 18 a 20 an-
ons, robusto proprio para todo trrico : no
pateo do Terpon. i 41.
Vende se cor 8005 orna preta da costa, qui'-
landeira, alta, bonita,figura, muii, barata ; na
roa de Fugo n. 9.
Vndese nma preta crloula de"35 annos."co-
sinna eengorama bem : atraurna ra do Fogo
n. 9, na mesma casa ha ootros escravos para
vender-se. v
Lavas de pellica preta.
Cbegaram parara loja da Aguia Branca
do goeimado n. 8,
a roa
VEME-SB
registos de iodos os santos e santas da corte ce-
leste, ntida impresso, proprlos para serem dis-
tribuidos no me, marianno : na roa de Imperador
a. 15, tvpographla- Kauur
VENDE-SE
a casa terrea n. 44 ai ra de Motccolomb, com
a tratar na mesma com sea
grandes commodos
proprieiario.
Sal.
Vende-se o bom sal do Ass
do Recife o. 3.
oa roa da Cadeia
aaracalanneate aes molestias
leBrtwwleam
danuaes
ilvmpba
' mangaaico indicadas
lympbatKas, eserefuloaas, e ate ebaraadas ean-
! Briies de latUto 4e ferro e e iiKiaese j JS^SSAX
4oNiliikwrtwBiUfermwipiiw \ZZTxrz
aaraar eeas dan awaafaaiai di ea misaira reta ludia
Banada______________
y *-^y Prajaiaatoa.
ale aaaaMa de pabltee maiNea a
aite % pto graiaiumenu a eaa -
Ke.
a seo ag.u aal,:
SI

raaMava,

Preeisa se de ama ama para o servijo ioter
no de nma casa : oa roa da Cadeia do Recife n. 8-
triado
Precisa-se de um criado para tratar de 2
cavallos e fazer mais alguna pequeo servico
no caes de Apollo n. SS.
Precisa-se de urna ama; na roa das Crures
a. 36, 2 andar.
Aluga-se
orna casa com bastantes commodos e pintada de
aovo na povoacio do Monteiro, defronte da casa
do Sr. Albino : a traala roa de Apollo
2* andar.
Motorea americanos para dous cavallos
Dito dito para quatro cavallos.
Mtofamas para desearecar algodo de 14 16
18,20, 30, 35 e 40 serras "
Prencas para enfardar algodo fareodo
leatrilo do gas.
Os flus a que pode ser applicado, sa? alada pon-
co eonbecidos no Brasil : na Enropa, porm, as
vamagens do alcatro do pat sao bem patntese
apreciadas. All, empregedo como agente pre-
servativo de madelras, ferro, etc., aj]nn exposlas
a aicio almospberlca, on da agua doce ou salga
da. B* asado, anda como preservativo da aeco
distiacliva do cupim e ootros aselos, e evita que
a liumidade penetre em qualqeer coroparjjtnento.
Serve, aaal, nio s como veraiz para ancoras de
navios, correles, alvarengas e barcacas, madelras
de eonstrocgo, mas anda como poderoso e ex-
celleole desinfectante.
A' venda por atacado, no escriptorio da empreza
do giz n. 3I,_rua do Imperador, a retalba sdmeote
no armazem da Bolla-amarella, do Sr. Jeronymo
Gomes da Fonseca.
Ceblas
Vendem-se a 500 -rs. 'o cento; no arma-
zem do Annes defronte da Alfandega.
PANNO DE4LG0DA0
TANSADO
de Pernio Velho : na raa da Cadeia
da fabrica
n. 4.
-a-
GAZ 6AZ GAZ M
Cbegoa ao antigo deposito de Heary Foratar 4
_ eie Ponuguez.
Folba de Flatfdret
Vende-se na roa da Cadeia o. 4, armuem.
o. I,
Ja roa da Senzala Velba o. 80, de=eja-se
aallar ao Sr. Jos La* Crrela, sobdlto portotaz
natural da freguezia de S. Rcque lagar de VHfa,
Uiaa, a negocio de sea Interesse por parte de sea
mee Jmo Lalt Crrela, roga-se qoe oto faite ae
twueilif aejoctaado ae mato.
O Sr. Maooel Freir Barbosa da Sirva de
KreeMra*, qnaira vir oo mandar a esfa typ-
graptjla, '
Atteaijfto.
Veade-se ama las melhore^ tabernas no bairro
do Recife a'roa do Aroorlm, prepria para am
priacjpiaue por ler douuqs fuados a moli boas
eofflraodos para familia e o aluguel muito em coa-
la : a tratar na mesma oo oa ra larga do Rosarlo
b. W cora o sonantianie. Na mesma casa preci-
sa-se fallar am o Sr. Joao Deodato Bovrmam ou
qoemsoas veaeiflter a m-goclj de seo loteresse.
Attenc2o,
Vende-se nm escravo de detoito annos
ro com am pequeo defelto as
Cinco Pontss a. 102.
MURRAY & LANM/iN
A agua florida de Murray & Lanmand
olhada como um artigo de perfume, nao
tem podido ser igualada pelas preparaces
as mais custosas: conserva sen aroma, co-
mo se formasse parte da prerMa a que ella
se applica.
Sua eficacia t5o delicada, como elegan-
tes sao seus multiplicados osos, qnr seja
empregada como artigo de toucador, qor
no uso do banho, ou como suavisader da
rile, depois que se tenha feito a barba;
para limpar as gengivas ou aromatisar o
hlito.
D suavidade, brilho e elasticidade as
compleicoes, depois de se baver lavado; ai-
livia a irritac5o de erupcoes ordinarias; faz
desapparecer o desagradavel aspecto dos
pannos, das sardas, do rosto, rugas e teda a
casta de ebnlic5es, e d vigor e frescura
parte onde quer que se appliqne. Soa efi-
ciencia e elegancia sao igualmente infalii-
veis nos casos ein fue seja preciso applica-
la como estimulante e antisptico, nos coa--
corsos e assemblas numerosas, as loca
lidades infeccionadas, na alcova de nm en-
fermo, assim como um antidoto excelen-
te para os desmaios causados por cansaro
on soffocaclo. Preparada nicamente or
oSaSS:*?1?* '-*!-
. Joao da C. Bravo 4 C.
va a raJtnS drogarias de A- C0"- f-
vo & C. e P. Maurer & C, e em tnrin n
estatoleoimentosp^^^
larJlfmi
DE
coxinhei-
Peroas : n;u
Feijao mulatiho
. Vende se fe'ijao malatiobo mallo aovo
tqnire e<60 n. a caa: no paino do fir
. i
<*
Botinas pretas para senhoras a
d*: na praca da Independencia n. 13
efi^M^AraDies & Lira.
(US'
ITI
B. Lagasse
./Ti* m[ P"wnidas pelos sabios mec-
eos ae Paris, com as memores at boje diseobertas
P*ra a cura certa de todas as molestias do mu
bronchites fados e efereoieos, astbma e atada W
affecedes das vas arioarias.
DIPOSITO ISPICUL
J4Raa larca da Raaarie34
Pharaaiaiela ale aaarthttloaatcal A C.
VENDERSE
balance de Rornao: na raa do Trapiche
Vender"
oro escravo moco l robaste Dronrlo
Pira -jgalqq-r ae,,^ f^^ 8etw pm
ti*-4
id. 34'.; ^w^oe aa^prca
calcado n. 37 e 30 :
B^ieniM pin topea} i 84
Ditos de bexerro ara boaaeoit-*.
Sipatossde bexerro para hoajem a 3|500.
SapatdM de bexerro para ~fijan a 3i.
Sapatos de traaca paca bometn.e ssnboris
S pilos de bjrrtci pa4 seniora a 14
artilMaes.
E'cbeajadci em breve os afamados dws.
S. Antonio, S. Jlo e S. Pedro, das estesde
Jnmacio para todos aquellos que de jos
Awm festejar.eits glorioso. Sos: pira
este festejo existeo os melhores fogos n-
tificiaat em ama das melbores fabricas ce-
da lodependena leja do Mecidas oeste cidade e para commoriida
s compradores recbenle encommendw
a
-. -- -Vande-se ama es:rava
annos.
------------- preu i 10 ou
^u^T'*' ,ae ,m e001 Mtinba, e sem
Saau l5SQtl?t.,,,,M' q0,W dri,*"M *
;
/
/




uylo 4c eeim+mkOM Min Jtf. 4$ M W1.

&,
RA 1IO BRUff JV. 38
0 proprietario deste estabelerimento deseja amara atlenco dos senhores pro-
grigiarins para os arredilados mechaoismos que contina a fornecer.; o quaes garaate
ser como sembr, da melbor qualidade possivel:
Machinas de vapor
firca de ora cavallo para cima. As menores $5o.mui proprias para motores de descaro-
aueut a de al odio ; ellas viajam armadas e podem trabalnar duntro'de 24 liaras, depois
de c iegrem no lugar. Ellas levam todo quaoto preciso para o irabalho, e diversos so-
fcrec9lltrates. As machinas maiores s3o proprias para a moagem de canna, e ha dellas
qtw podem junta e separadamente moer canna e de carpcar. Ellas podemse applicar a
*j aiquer noenda ja existente sem oatra mudanca do que a substituido das rodas da alman-
fr* ba tambem com moenda jh.ila. Ellas tem depsitos d'agn; e boeiros de ferro, e
'nu precisam para seu assentamento de obra alguma, qur de carapha, qur de alverjana.
O tempo para asseoU-las n5o eicede de doze dias ao mais, e em cajos de mortes de ani-
maes ou arrombamentos de acudes, etc., garante-se o assentamento em oitodias. Todos
osles vapores s3o siniplissimos na construcco, e se regem por qualquer pessoa inteligente,
. a factiida le da -condcelo sendo especialmente considerada, tanto que nao ba logar em que
a5o &e jiossam conduzir, qur por trra, qur embarcado.
Lembra-se aos senhores de engenho que a venda dos animaes a o servico
gesie occupadu.no seu tralamento os hao de recuperar da maior parte da despeza do
M>ir, deixando-lbes a votagem de urna raoagem certa e accelerada ; e acabaodq cm a
despeza. da compra continuada de novos animaes; e com os desgostos do trabalno que se
tem com elles. .....
Sir talvez desoecessario lembrar ao- compradores de vapores a vantagem que mes
resulta de comprarem suas machinas garantidas em urna fabrica, tendQ artistas'compe-
tenies para assentar as mesmas e ensnar a maneira de trabalhar com ellas, e j4 prepa-
radas para arremediar qual^uer de^arranjo; facilidades estas que jamis podem encon-
trar comprando as aos simples negociantes, os quaes por falta de conbecimento na ma-
tera nem se qur podem garanti-los de que as machinas que vendern Scjam proprias ou
suffiolontes para o trabalho em que se queira empregalas, e no caso de desastre nlo po-
de u prestar lhes soccorro algum ; sendo que aind quando fenham s fabricas para con-
ce U' as machinas alheias, torna-se-ha preciso fazer repentinamente moldes novos, etc.
para as pecas estragadas. J numerosas vezes este vendedores tem representado seus
vapora como sendo d forca mui superior sua actual e verdadeira torca; equivoco
este que nao so engaa ao comprador acerca do trabalho que possa tirar do vapor, mas
Umburn da lugar ao pagamento de um preco excessivo, vista da forca real da machina
qud cumpram. ; *
Tambera ha sempre prompto rodas d'agua de ferro, sarilhos com cruzetaspara as
mesmas moendas de canoa de todo o tamanho, rodas de espora e angulares, parpes ou
cuches para receber o caldo, crivos e portas de fornalha, taixas de ferro balido, fundido e
de c bre. formas de ferro galvamsadas para purgar assucar, bomba-; simples e de repu-
cho, alambiques de ferro, eixose rodas de carro, arados, grades, enchadasa cavallo e ou-
lr- s instrumentos de agricultura, moinhos e fornos para fazer farinh e finalmente todo o
iecto de mechanismo de que se costuma precisar. .
Na fabrica se fazem obras novas encommenda e concertos,j;om a maior presteza
A' LOJA DE FAZEttDAS DE AUGUSTO PORTO & C,
ll-^-Rua do Queimadoill
Vapores.
Vende-seem casa de Saao-Jers Brothers 4^
no lafo do Corpo Saiito o. II, vipores patenten
cok tobosos perteuws proprios pira faier mover
tre oo quatro machinas para.itoacarocar. algodio.
nSte reeber da Europa Superiores cortes de sefia da ort-*tra
''
/
/
Angosto Prto" C acaban
bailes e casamentas...
Ricos corlas de blond com manta e capaila para noivas. ,
Cortinados bordados para canas de avivas e janetlas de 7# a 90* cada om. -'s
Clxas de seda e ouira Toalhinhas de croch para cadeiras e sofas, esoartilhos a saltan* para teoboras, aaUsinlfas
com manguitos bordadose lidos enebovaes para baptisados, e baldas de m'isseliua e de reos par
sehom meulus, ,.J4l q,,s>, .'.'.
Lufas de pellica par*,no|pem esenhoras e superiores chapis de sol de jas ts (jualiaade. .
Lia para estidos fcaratissima ioBItos padrSes o covado 2. ...
Tpele* (randej para "sof, ditos para plano, ditos pira cima e twj'*?! P**511 Portas e l*tIla?-
Moir broco e preto superior para VSiilj- de linai d9Senti, gTOffwapre^tfe
[de muiias.aual|dad^9, ditas ,de cwaL JjPd| percales.
iSiiiaj E !rWo"" o*atwim*lftji;^ Hvti\iS tfe I
Capis de to>rcj'i
Malas rindes pari vi
BraoiiMite bfateJriR V
Neste e5tabelecimeDto.bgemcM:qm'fomp^efoJs^^etit fle MaFrffl'nffift ferito fTi-WM'
como-oari o centro qaTtfovluuIlfl 8B|Wflum wWwwywwurtill > mmhmi wa H>*a .IMHiWn
manta^, vestidos de btwdu u tambem as melbores _
Esteiras e alcatifad para forrar salas.
41-Ra lo Queinado11
Moir brinco e preio s seda da.qu'1rj/>hqs <-*F?t?,,)jf^
Cam ,.u ua:a fto^erTrW
todas efires
o*s e saceos de tapete e couro.
^MJift,>rB^tf:a*e,'BiBiras ipreaas *
p-e1#efhs'Sl'(lleftb'fes VlWri'ilWHffts.
Has, Utas pe;
rasa tf?1
At gricdHopes
Saofaders Brothers A G. acabam de receber d*
Liverpool vaporete torga de 3 a 4 caaallos com
todas ooeflaces, mui pfoprios para (aier mo-
fOr maeWnas dscrovar algodao, eoendo caai
vapor trabalhar com 140 aorr, tbem ser-
Tem para*eofarda.r algodao on para ootrbiiual(fir
seriieo eai qae usara trabalhar com aatmaes. <
meeroM tambera.tam 4end. machinas aeri-*'
as de 35 a *0 aerrs : os pr-ndems flH|am-
ge ao largo do ("orpo Santo n. CiL EL1S8D4
da mais nova QTie ha do merea* : vasde-se no
armatem de David Ferreira BalUr, ra do Brum
d, 66: barris de & arrobas, toda em pedif, mor 8#,
latas de 2 ditas, hermticamente fecaMas por

t
OUTR'ORA PR0PHETA
AS
Verdadeiros
Gtllars Ryftr -
Electro Magielic A*^>* ,
Ou Collares Anodinos, para facilitar a den-
ticao dais criacas contra as covotew
das mesmas, a wtes chilares aos cazado
fizer qualquer recbm'm&affi3o, vito a
grande ulidade^t wm^roduzido aquello.4^
pas qae.ofl-tem.apt^eBd'^8 wat-' *
-tgrffla-1 m sTOflyHirre ism
Ifilhinhos visto ser um mal que tanto os
I flagella, pois a estes collares acompanka um
folheto que easina como se deve applicar, e
vende-se na toja do Gallo Vigilante, ra
do Crespo n. 7, polo pre?o de 4JO0O, 30
e..60OOO.__________________^__
"Loja do Gallo Sigilante
Ra das finco Ponfa* u. 86.
' Habitantes de S, Jos.
Eis vossa disposico o venerando Propheta que tendo-se levanladrjdo ab^Mm
tS a VOSSa aitOaiO U TCUOIdUUU nouuow juo ./..- ~----------------------*, *----;------------------ ll;i;,j-_ Kart
qoe o tinham colloca lo vem de novo empforar que Ibes estnse* vos?a mi Pltora, ma.s que nunca actam habhi dos a ben>
1 % __._,. ... .__ .___4. _f^-,n nn i(,--'nt nasa ll.mnp.za oarvir a aons frp.crnp.zes. tanto na esCOtna QOs
O ex-nropheta cbnsentindo em si urna grande reforma no to-ante- casa, Urapeza
DE
(uinnresi Freitas
RA. DO CRESPO N. 7.
Oa doBOs deste bem coahecido estabeleei-
mefnto, tendo em vista sempre o melbor
meio-de bem ser.ir a seus numerosos fre-
guezes a lequeriram em Pars um correspon-
dote, t> qual nada tem deixado a desejar na
escolba de suas encommendas, por isso boje
Francisco
, {RA NOVA N. 1,
acaba de receber oa liad* etaagiifco tur
timento de delitos, laiHJttt, binocole, !
tupo e mais apurado gosto da Eurofa e oeo
los de alcaav*tM obeerfac5es i para
martimos.
sdT
aflojada
servir a seus freguezes, tanto na escolha do3
O grande deposito_depecas:eobjectos^ goma UL-onaefio
cimento ser. mil. nem s aos cidad&es a
de engenhos e lavradores, e oro aspecialidade aos Srs. commerctantes que costumatn
transitar pela viaWorrea, pW fer1 perto da estaeo dsa Cineo Pontas e n5ohaver dtspeaa al-
Carrileis de reteoijde lodas as cores a 80 ra.
Fraseos d'agoa de Golooia moito superior a 500 rs.
Frascos de o'eo -muito Ono a 500 rs.
Bralhos francotes muito finos a 160 rs.
PeCs ** tranca branca de caracol a Wra.
Dazia de tesooras pequeas a 480 rs.
Frascos adagua para liropar deotes a 5t> rs.
Caizu Redes pretts lisas para segwar eabello a 3x0 rs.
Continoa a queimar tudo fuutu tem em son -
tabelecimeito. ^.__.
Pares de sapue de t pele a ifMO.
Dazits de peonas de a?o moito iaa# a Ora.
Caitas de liosa do ga de 30*0VB!fos a* rs.
dem de llobaa do gaz de 40!** oovello a 7ra.
dem de palitos de seguranza ra.
Lencos de cass com barra a ICO r. *
Dazia da taca* e garfos de cabo preto a 3*600.
Masso de palitos Hxado para datrei a IJfle 160rs.
Pecas de ntrenselos moito mm* O, X, 860
1*000.
Garrafas de ago Florida verdadera 1*0(0.
Baados do Por de todas as larguras e lodo
precos. amtK
Sylabarlos com estompas para meninos a 310 ,3
Momento da roopa de lavar a 100 rs.
-hm flsrnlhdo sorttmentri de, novos lleneros, tambara oMuealio em mudar de nome, in- objectos como em presos, como sejam:
O proprietario ser sempre mui feliz de poder dar informacies
aos senhores que se servirem de seu prestimo.
D. W. Bowman,
iro.
'
A?%
NOVO ARNAZEM
DB
OLHAD
Ra Direita n. 16. ,
Bsqulna da travesaa de S. Pedro.
VIADO BRINCO
DE
k CRUZ.
NEVES
O armazem multo novo,
O gneros sao muito novos,
Os presos sao muito razoaveis,
Para chamar muit freguezia.
Os proprietarios deste novo e magnifico armazem, no m-is perfeito accordo e
na posieSo mais respeitoza tem a subida honra de fazer os seus cumprimentos ao estima-
vel publico desta heroica provincia a quem sSo suoamamente, gratos pela amentdade do
trato e escolente hospitalidade que de todos tem recebido.
DECLARADO.
Destribuida esta cortizia tambem da obrigaco dos mesmos propietarios
fazer alirumas declaraces indespnsaveis parascieicia de todas as pessoas que se dig-
narem de 1er este anuncio.
ATTENQAOI
No Arme proposito de agr lar a todos o Vad rauco, correr por montes
i valles, atraveisar ros a nado, ir a todos os pon'os das.Duas Americas e at se for
preciso invadir o Rancho das Ventanas, embora corra o risco de sahir tostado, com tanto
que pis-a- como a Aguia Branca, tambem fazer sobresahr o seu agrado e sinceridade.
.1 BO.I F.
Todos os seohores que se dignarem de comprar neste bello estabelecimento
desde o mais subido em posico social at o humilde regador das hortas, ficaro certa-
rnertte mui satisfeitos e se convencerlo de que no Vead Brauc, ha um estylo
especial de negociar e por isso jamis ser acceita a liga dos companheiros.
E firme nesta conviccco andar o t'eado Branca, sem temer a pontaria dos
prmrios encouracados 11! NIO demore o amigo Baliza ajua continencia ao Veado
fSraueo.
AttencSoftf .
Esta casa tendo Cahido no discredito do publico e geral, deseja adquirir impor-
tancia vendendo os memores gneros do mercado, lucrando/apnas o disconto de cinco por
Ma'ateiga dgleza llr a 8oo rs. a libra. I dem franeezas a 3io rs. o frasco.
dem iguaU que se vende c pe nosso i Copos lapidados para agua e vioho a
bairro a l.ooo; por 580 a libra, s as Doas 6,eo, 5,5oo, 3,oo, e 2,5o a duza.
Americas. i P^P1 Petado 8reve a 4'3o(> a resma e
dem franceza em .barril ou meio a 540! de embralho a \ ,ooo rs.
Toucinho de Lisboa 4 ti,ooo-a arroba.
Vassooras americanas a 36o rs.
dem proprias para sallas a 8oo rs.
Baldes para compras a l,ooo cada um.
Marmelada a G \o rs a lata.
Doces portugueses em calda de assacara
Too rs a lata.
Pumada 24o rs. a duzia.
Adubos: cravo a 5o rs. a libra, com'nhos
a 5oo ervadce a 36o'rs. pimenta a 32 rs.
Azeite-dce portuguez a 64o rs. a garrafa,
dem france2 clarificado a 9oo rs. a garraa
Licores francezes de boas qualidades a
i,5oo agarrafa,
dem nacional a l,5ooa caada.
Louca, grande sortimenlo de pratos, ti-
a 37o gellas, bacias, bules, chicaras e pires por
precos reduzidos.
e 6oo rs. a libra.
Caf de 1.a, 2.* e"3.a sorte a 24o, 2oo e
16o rs. a libra, e arroba a 5,8oo, 5,3oo e
4,8oors.
Arroz doMaranbao loo rs. a libra o ar-
roba 3,2oo.
Banha de porcoofina, em latas, a 52o rs.
a libra e 6oo rs., a retalho.
Queijos do ultimo vapor. .
dem do ptJBHltimo a ,ooo rs.
Gomma de mue branca a *oo rs. a libra
admira,mais o prinfiro atfmento para
crancas.
Tapioca a 2oo rs.
Sag a 2io rs.
Sevadinha a 16o rs.
Geoebra de Hollanda, verdadeira,
rs. a botija.
dem em frasqueira com 12 frascos a
5,5oo rs.
dem de laranja a lo.ooo e o frasco a 9oo
rs.
dem de lima a 1,000 o frasco, muito
aromtica e excita o apetite.
Velas de speraaoete, proprias para car-
ro, a 8oo rs.
dem de 6 em libra a 64o rs.
Carnauba do Aracati a 4oo rs. a libra e,
42,5oo a arroba.
Gaz verdadeiro americano a 8,6oo a lata j
com 27 garrafas, e latas de galio a 2,oo e i
garrafas a38ors.
Cebollas da Lisboa ai,ooo omolho.alho
a 9o rs. o masso.
Phosphoros a 2,loo a groza.
Palitos para deotes a 12o rs. o masso
com 2j macinhos.
Peixes em latas, preparados de escabexe
a 95o rs. a lata.
dem secco do Rio Grande, sardinhas e
tainbas em quanttdade.
Bacalho, ha constantemente quantidade
de barricas, pelo preco do trapiche
Sardinhas de Nantes, a 31o rs. a latinha.
Sal refinado em lindos potes a 5oa rs.
.Lalasjcom morcllas, cboorieas e figado
guisados a 2,3oo, excellente petisco, chou-
rica em barril a 64o rs.
Pares de sapatos de tranga e tapete a i500.
Pecas de fttas de leo de todas as cores a 6Go;
6roaa da- bolees e porcelana praleados a 160; #
quines, assim como botes para os mesmos
Lindos cintos pretos.e de cores, fazenda
entecamente aova e t**s-
Luvas de pelica, seda fio da escocia, e tor- Calzas ^ffSS^SSIm ra.
cal, pretas. brancas e de cores. J*JM fraDceies de todos os umsnaos (libra) i._
Meias de 13a para padre. ( ris.
Dita de todas as qualidades para hornera R^ma de papel de pe* braneo liso s#.
senhoras e meninas. Fco com superior tu a
Agulhas proprias para erochet.
Linda^capellas para nOrvas.
Soperior papel almaco fino liso e pauta-
do com 33 lrobasy assh eomo de peso pe-
queo, amisade e tarjado
Lindas tooquinhas e sapatinhos ricamen-
to enteitados para baptisados assim como
Orosas de phosphoros de gaz a 2#O80
Pares debotoes de pooho moito bonitos 80
Llnlias era carto de 200 jardas a 100.
Caisa de superior linba do gat com 50 novenos
700 rs. "
Fulgirs de coma para meninas a 330 rs.
Talheresr para meninos a 240 rs.
Gaixa com so-periores iscaa para cbarntos>20 ra.
Masso com superiores grampos a 30 ra.
para
Pentes com costa de metal a 400 rs.
Capachos compridos e redondos a 600 rs.|
Realfiios nar. meninos a 100 rs.
Chprimeira qualidade a2,6ooe 2,8oors.
a) libra.
Idemproprio para negociosa l,6oo a libra
dem preto superior a 2,5oo a libra, ver-
dadeiro homeopathico.
dem menos bom a i,5oo a libra.
Sab5o massa 2oo e 21o rs. a libra e em
ca xa por menos.
Viohos, do Porto fino...
Lagrimas do Donro verdadeiro a l,8oo.
Duque do Porto
- Adamado a l.ooo.
VERDADEIRO LE R0T
de SIGN6BET, Doctov-Medecin
Ru de Seine, 61, PARS.
Pedro V, Duqueza e outros a 9oo rs. agar- Cab-enos lentes e unhas, assimcom i para
fn n Q niu piin 1 ___.__ ._. K'.., >(,^.- nna
PILULAS de BLAHCARD
^io WDDIRO di rraao waltbbavxl
Approvadas pela Academia de. Medecina
nmaiNi ibm oombuo mamu. m u-mom
nniamuMi Roa bospitas db nanea, da blgica, da irlanda
Utnfoukmrtuu nm Expc-ifoi* Unwtrfoit itNtu-York, 1853.
Eftaa POuUj BvatTMaf b'Bbmi aatad* raipo-Ulnmio le <*mn U
iTantagem de seroa hultemei. m aafcw, de a pequeo Telme,
orgad digestiros. Gozando das propriedadet do Iodo e do Mas
palmenta Has atleocoes CUorotiou, Bscrofulm**, tuttrculot*,
amnorrhta, anemia, ele.; enin, ellasofferecem aespiaUeaa urna
gicu para modificar a* comUiaicow l^mpkmicoi, fHum oa Militados
TT.B.-O Manta e.fcaro h^ran oa Itenao u **-
meato lote), irriunt*. C*he ptort de puret e da auBvuddtiJe iu
Teraaaclru Ulula de BUbcm-B, *er -e exlftr Basta Be
pru reactiva bmm una, aawt irproauakls, qoe teteaa h partt
inferior d* am nMalo erBe. Dere -M aasteiir das UUilctct*.
aehaai -te m i*Ba as Munsuelat. PkarwuiMlk,
Yende-se na Botica Franceza roa N#JW o 2&.
~


MACHINAS AMERICANAS
Vsrdadelras do fabricante N. Y. Caottongln & C.
Moinhos americanos para meer milhe.
a roa Nova n. 20 e 22, grande deposito
das verdadeiras maohinas americanas de todos
os fabricantes; se eowntr'a neste depilo
grande porcjSo de machinas, e se veadem por
menos preco do que em outra t.aalqoer'- parte,
por se receber em direitura da America; se
*-9 Meas as explicacCes necessarias m
idor perk cofeWrUfa ta mesmai;
{rande estaheledmeaiio se onceaa mui-
((os americanos, qe muito deve a
agricultores ~
rafa e 9,ooo a caixa.
Vinho do Porto Menezes em barril a 5,5o
a caada, da vida a velhos e alent a moscos.
Madeira fino a 1,5oo,
Vinho do Porto em pi;>as a 4,5ooa ca-
ada. .
Figueira engarrafado a 6,ooo a duzia.
Lisboa a 2,8oo a caada e 36e rs. a garra-
fa. Quem deixar de beber vinho soffrivel por
tal preco.
Vinho braneo soperior proprio para missa
a 6,5oo a duzia, engarrafado, e 6oo rs. a
garrafa.
Vinho caj do afamado Garreira do Cea-
r a lo.ooo rs. a duzia.
Ghamins para candieiros de gaz diversos
tamanhos para diversos procos.
Por menos de 10. e 20, e 30 por cento,
NO
impar ouro, e muito* outros objectos que
menciona-los seria enfadonho.
S no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
CALLOS

lil
de le; agens, e miodexas
ia todas para Me1 'W
aaa Nova n. 20 Carneim'
tr^-se eitf gtosso e a
jx por greco commoo
reta
O, iTAtA>
ijwito looraraVt' em faser sais c,
DE -----
Joaquina Slmes dos Sanlot
' 23 Urf do Terco 23,
O proprietario deste estabelecimento de seceos e molhados tendo de fazer ama via-
em, est resolvido a vender por menos de .10 a 30 por cento a dinbeiro; para isso tem
um grande a vantajosa sorlimento para os amigos do bom e barato, que a maior parte
deste, vieram por conta.para o que faz amnelo de alguns gneros, e a vsta dcstes
regula rao os outros mais.
dinheiro avista
Gas: americano a 8,800 a lata e a 380 ts, a garrafa.
Toucinho de Lisboa a 240 e 320 rs.. a libra, e em barril ha grande abatfraento.
Caf do Rio a 180 e 220 rs. a libra, eem arroba ha grande abatimento.
rjerveia das mais bem acrediudas marcas a 5,ooo e 6,ooo rs. a duzia.
iaho Figueira danwlhor marca a 3,300a caada, e 480 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 2,700 e %800 a aada, e a 360 e 400 rs. a garrafa.
Phosforpadogaza-fi^OO re, i'grbza, e a 180-rs.'o maco.
anteigTrancza nova, a 560 ra. a libra, e em barril a 520 rs.
dem dem raheza flor a l.ooo rs. e flOTrs. a libra.
Arroz pilado da todia a 110. ra. a libra, e em arroba 3,400 rs. ou a sacca. v,'
3ab5o massa a 220, 00 e 2*0 re. a libra, em caix3o ha abatimento.
Papel marca artello a 8,500 ra. a resma e viado 4,eoo rs. -
Vbo braneo de Lisboada mellror qolidade aJ$00 re. a garrafa.
Banha de porco refinada a 500 rt. a libra; e em porcio ter abatimento..
Alm desies gneros ba entro* mattos que enfadonho- mendoo4bs.
O proprietario deste armazem avisa aos seas fregueses qoo tem eontas e letras ven-
adas, o favor de as mandar pagar.
H
PomadaGalopsaapara a extraccao e cara r-
pida e completa dos callos durojem a menor dor,
vende e na .
Pharmacia e drogara
DE
artholeaeo cpauhla.
34 -RA LARGA DO ROSARIO -31
nico deposito._________
Collares Royer magaeticos
Medalhas e palseiras magnticas.
A Agaia BraBea recaben noa remessa dos pro-
vellosos collares Royer-magoellcos.ji goramarnerj-
la conheeldos para preservar as coovalsoes e faci-
litar a denticio das eriwcaj.
Com esses ntefe cortares elctricos magnticos
tambem nao pequeas qnantiades de med
e palseiras elctricas magnetfca co}a
tem sido aproveilada por quem soHre
hypoeondieo, tremores as maos etc.
Assim como os collares Royer eslo geralmonle
coohecidos e acreditados pelos efficazes efleitos e
bons resaltados qae tem colhido as pessoas qoe
delles tem usado ; assim tambem chegaram a ga-
nbar lio alta reputacJo essas apreciaveis raearaas
e palseiras magntica?, nma vez qae o nso dellas
fr se estendendo a todos que della oecessltem. A
Agola Branca caninos a receber por todds ''8 va*
pores franceies urna determinada qontidade fles-
ses sempre precisos e sumados collares Royer
magnticos e por isso flque na leobraqca de todos
os acbaro constantemente em dita loja da
otirWade
do nervoso
meias de seda para o mesmo fim. Grosas de peonas Liados vasos deporselaaa e metal paratB
pos de arroz.
Pacotes com superior pos de arroz aro-
mtico.
Ricas caixas com musiea para costura,
ricamente infeitadas e todis marcheladas de
madreperola.
Lindos vrinhos com capa de tartaruga
proprios para missa. .
Lindos porl-bouquet com cabo de madre-
perola proprios- para casamentes e bailes
pti' ptr
rande sortiHiento de pentes de tarta-
ruga para cock, alisar eregacar os cabellos,
assim como de marfira, massas e borracha.
Grande sorlimento de sabonetes de todas
as quiiidades.
Soperior banha em latas de diversos ta-
manhos e procos.
Superior linha para crochet.
Grande sorlimento ae perfumaras dos
memores autores al hoje conhecidos.
Grande sortimenlo de botes tanto para
punhos, como para colletes.
Fina ttaesowas para costura, unhas e ca-
belleireiros.
Grande sortimeoto de escovas para roo -
%

Esa cada garrafa, vai, fBtn a ratha
qus lev o tac ttaete, o rtala '
relio com Sbllo raraaiAi a*
lf. g.-RennttmHata-a latinea Mal
Loare Psris, aultaTet a ala ac VfcU, aa i
goza-ae de ba lmente i
Deposito priadaal
lo le^iUsao U B*r
em Caza da aoaaa
unieo agesta pala
Brazil a Saa Abib-
nio Faaac : de La-
cho* aa SaUa
nos prlMtpaet
auceutcas.
Icisba aa BaUa a
nos prlneipaca afear
maeeultas.
deP. BBBBaftr e
que
Aguia Branca, rna do Qoelmado n. 8.
Glorioso St Antonio
Rita' a venda a rna do Imperador n. 15, a tr
xena do glorioso S. Antonio, nitidamenta inanres!
a brochado tormapdXfoftwM'r?B*P
o.

Soyo q grande
carvao de Gardiff na
BBB> t ni mli nlhal imraaAdf rr C TM f^VJafBa .i, 1*0 DBUlB*M *****
"' aat3PkSk^iSn^tSS& awi- com1)onlngos aUmPUM*,
Noticia fw pttWfco
Ceke on carvo da gaz
Tende-M agora na fabrica doffaz d'esta
cldade, coke, ou ctrvao do gar, de prkneira
qualidade, proprio para ludo, aonde for
necessario om bom a regular-calor como se-
jam cosinhas, padariu, caldeiras He vapor,
destilarias, etc. Recebem-se ordensnoes-
criptorioda empreM dogaz, na rtfa 96 im-
perador n. 3! ouoa fbrica do gaz.
A oompanhla mandara' entregar nai resj
caaas, sen MtipeM' aigiiin ver contratado.
""' PlatRItet.
A toja de miuleas a rn do
ceben-lovas.dq pellica.pretfjj
co do Quieto, noa JHagadoa *iaatar d
do alfares Fructuoso Pereira bsIIbMi
brado que faz qntna ctwn o mam hay*
aWlloa^Vsa'A^
Venese. na-ran- AavV datMwi
com^lfca, oca com M etflas a
Deposito na pnarmacia
C. em Pernambuco. _______
XAROPE DEPURATIVO
DE CASCA DB LARArUAS AMARGAS
COM IODURETO DE POTASSK)
DE
al p. L,arze.
pharmacentleeeiro Pars
O iorhiretode potassio om verdadeiro al-
terante, um depurador de incontestavel efi-
cacia; combinado com o xarope de casca de
laranjas amargas, aturado sem pertobaeo
alguma pelos temperamentos os mais racos,
sem alterar as funeces do estomago. As do-
se malhematicas que elle contem permittem
aos mdicos de receital-o para todas as ccbbV
pleicoes, as affeccSesescrofulosas, taberco-
losas; cancerosas e nos accidentes mternBii-
tentes e terceiros; alm dTsso, ojgeafc O
mais pod .toso cootra as doencas rheOmMcas.
Depoertoem tt*r t*ri3S tasas de
drogaras no BrasiL
Ex pedieses, em casa de J. P. Lame, rae
des Lieos-St'Paul, 2, Paris.
A' venda na pnarmacia de P. fiaarer 4.
C, ra NOvan. S^_______* ,
Grande redicct ios irfcwii
das fttr
LAMAN f BUf.
Sa)aprrilhader1HBr
Af na Florida de Marra? k !
Anaearurita FeRaral *j Kfm-
Ka, qaanto a-BfnaIfflg211
tela contra aa#aiBRMafisa hbbbupi
uuJSBfmVA
HBsl
MFClN/rTl



w
ferio 4e rersambaco sabbao 18 de Sato d 1867.
i"
leftediwdo'ftr. J. C. I jar, n-le|U
da llaiversidade de peasylvaaia, a EsMtsOuiat.
Eilroeco >opai<> de al*a~ar
rlHfe de Af er.
Pe I toral de eerej'-
Reotedl para *#.
Pllalao eataartleaa.
Odfcpositoceatrat para h provincias
Perna'mboco, Alagaos, P'arahyBa e Rio-
Grande do Norte, ddtes remedio Uo fe-
voravelmente conbeeidos e acolhidns em
'.odas as partes da America do Sal e do
Norte, acha-seem casa de Theod Chrlo-
tlaosea, 16 raa do Trapiche en
Peraortraco.
Os precos de
330 por duzia de estrado de salsa-parrllha.
27A por dazia de peitoral de cereja.
27^ por dazia de remedio para sez5es.
7)5 por dazia de plalas catharticas
se enteodem dlohelro vista, com
o descont de 5 por ceato em qaantidadei
de 6 a 12 duzias, e de 40 por cento em
quantidades superiores a 12 dazias.
No armazem de fazoadas de
Sanls Coelho, ra do Quei
mado n 19.
Uom e barato
Gambraia de cores matisadas finissimas a
800 a vara.
Idem-brancas transparente Bas de 4&
5,5, 60, H, 80 e 8,5500 a peca.
Bal5es de arcos para senhora a 2^500.
dem de arcos de c$res a 30500.
dem de arcos brncos nesgados a 35 e
3^500.
dem de mursulina a 50.
Idm de mursulina para meninas a 30 e
30500.
dem de arcos para meninas 10600 e,20.
Cambr?ia de salpicos br?nca*a 40500 a
peca com 8 1/2 taras.
dem admascada para cortinado a 420 a
peca com 20 varts.
dem para forro a 3)5 a peca com 10 jar-
das.
Retondes de fil a 00.
Chales de tilo a 50.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
20 e 20500 a dazia.
Lencos de cassa fimssimos a 30200 e
306OJ a duzia.
Cambraia de linho muito fina de 60 e 90 a
vara.
Madapoloes finos de 70, 80, 90,100,110
e 120 a peca.
dem enfestado muito fino .a 90 a peca
com 20 varas.
Platllha de algodao superior fazenda para
saias a 302QO a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas da India, muito grande
a 20600,
Lences de bamburg fino a 20400.
dem de bramante a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Guardanapos de liubo adamascados -a...
30500.a duzia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura 30 a vara.
dem trancado de algodao a 10500 a vara.
Algodao enfestado com a mesm largura
a 101UO a vara.
Toajbasalcochoadas de linho a 110 a duzia.
dem com pello a 130 e 140 a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara.
dem com salpicos a 900 a vara.
Grosdenaple prelo superior de 10800,
20 e 20500 o covado.
Morantique preto superior a 20800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 o covado.
dem branca a 600 o covado. -
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 20500 a vara.
dem de linho com 5 palmos a 10200 a
vara.
dem de linho com 31/2 palmos a 800 a
vara.
Assim como outras muitas fazendas que
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de ludo,.
Agua mineral
ferruginosa, acidulada, gazoza e carbnica
DE
lon.Ezz.%.
O uso d'agua de Orezza raui particularmente
reeommendado pela escola de medicina de Paris,
para todas a? affeccoes do tubo digestivo, iogorgita-
mento das viceras abdomiDaes, e geralmente todas
as molestias provenientes de fraqueza orgnica, oo
pobreza de sangue.
DEPOSITO ESPECIAL
(34Ra larga do Rosario34
Pharmacia de Bartholonen <&C.

<' -'
""
GRANDE SORTIMENTO
WAmmmjk mu ata
LOJA B ARMAZ&M
DO
Eaeraros fi#Sfe
Alm do grande sortimento das melhores machinas, americanas para descarrocar
argodao. de 10, ii, U, 16, 18, 20, 22, 20, 30, 35, 40 e 50, oeste estabelecimento sa
encontra mais o seguinle:
Azeite de espermacete propria para machi-
nas.
Vapores de forca de 3 a 4 cavallos.
Serras avulsas para machinas.
, Manc5ese todos os mais perteoces para a
t mesmas.
1 Carros de mo para aterro.
I Cylindro para padarias.
Debulhadores para milho.
Arados americanas.
Carrinhos proprios para armazens.
Moinbos para refinago.
dem para m-Jho.
Eseadas de taadeira americanas.
Caixas com vidro sonidos.
de todas as qualidades.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para eogommar a vapor.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de verguinba.
Guarda comidas.
Peneiras a'rame para padarias e refioacoes"
Correntes para almanjarra.
Machados e facoes americanos.,
Barricas com milho braneo americano.
a mm mm u
toa da IffieralrJi.a. 6h
D
AWkV 4t SILVA.
i pwprietaiios (testo,gand* eitakelioBiento acabam de receber da Europa um
granae sortiment das. melnofe* fazendas delaa, linbb, algodso e led, as quaes vendem
lw" PKS baral8Smos>, aW de apurarem dioheiro, dando de todas ellas amostras,
leuanao ncar um perhor op mandam-ns levar em,casa das Exmas. familias pelos seos
caixetros, assim-como as pessoas qoe negociam em pequea escala, ne to comprarao pelos mesmos precos qoe se compra as cas^s inglezas, ganhando-se
apenas o descont.
Casimiras pretaftcafe atadas a 600. Os pana** lo Parto.
Na loja do Pavao-vndese superior casemira Vndese sopnor panno preto fino a J,SO0O,
entejada preta par,calcas e paletos peto laroto' $0*P 3#, 4J, H e 6: na loja a armazem do
preco de 16U0 o covado ou a 2J800 cada c rte "ave, roa da Imperatriz n 60, de Gama & Silva,
fe caica, dita moUo mais Ooa, covado a ?*2(X)! Chapeos de sol de alpaka.
0D, *rle 3500, dita* muiio finas Mm 8ero>l. Veodea se os melhores cbaped de so) a'alpaka,
pasudas a $80, SQOO e ?#300 cada covado : I qoe lm.iindp aMa mercado, com araiagfies fn-
nJ e"a,ne"> d"o Pavo na roa da Imperatriz! glezas e bonitos cabos,, pelo barato preco de 6& ;
y *e a & Suva. ditos Iraneetes a iLety: ditos de seda ingteies a
As casemiras do Pailo.eorte a 3dS00. il?* *'** e, *2f-^ist0 aKi*e ",n"e'n Vendem-se bonitos corles de casemiras de cores vao> P?' *? ^PwaWi 60, de Gama A Silva,
escnris" proprios pira o lempo' de invern, peio;' CJtlf *diC ^OlIe MrJrk.
para*) prefo.de 3#600, ^ o, covado a tjOQO, sen- i Veodem-se corles do cotiro, qne mullo boa f
ras escaras com msela de seda a 640 rs. o covado, 300 rs- o *> 240 rs, o eovadp, sendo faienda i o
on 2*240 otorte decapa, seadq zeDda al mu i lo. iropriapara caigas, cemo para paletpts : Isto
proprja para os meninos que freqaeniam a escor# *)a e a/mazem do Pavo, ra da Imperatriz n. ti
tiaGajiia e Silva.
Rival sem segundo.
Rna do Queiinaao a. 49.
Qaer acabar can as fazeudas abaix*
raeiiciouadas.
Qieiran vir yer o que \m e barassimo.
Libra de-gomma de milho a 400 rs.
Toalbas de labynnibo com bieo, fazenda boa
3*300.
Girreteis de linba com 100 jardas a 30 rs.
Gravatas pretas e de coree muito finas a 500 rs,
Caixas de o'oreias de massa mnito novas a 40 rs.
onfladores para espartilho de cordo e fita a 6*
ris.
Carretels de llnba Alexandre com 400 jardas a lOt
ris.
Resmas de papel almaco muito bona a 2*500.
Frasco de oleo babosa a 320 e 500 rs.
Ditos da dito higianique verdadeiros a 1*000.
Ditos dito falso a 800 rs.
Ditos de maeacar perola a 200 rs.
Sabonetes muito fiaos* 60, 160, 200 e 320 rs.
Ditos de bolla muito finos a 240 e 326 rs.
Caixas para rap com bonitas estampas a 100
Caixas de palitos a balo a 40 rs.
Miadas de linb* froxa para bordar a 28 rs.
Varas de cordo para espar til no a 20 rs.
Frascos com tinta rxa muito boa a 240 e 320 r
Pentes volteados para regalar cabello de meninai
a 320.
Frascos de macaca' oleo maito flao, a 120 re.
Abotoaduras moli Boas para coUetes a SOOrs.
Cartoes de Unba hrapcf e de eres a 20 rs.
Libra de arte preta superior a 1001$.
Carus de alSaetea ftaeiM oom 14 pentes
lra. ;;:
Escoras tar (ato, faienitor boa, 500 rs.
Raa do Crespo n, 9 A
Custodio Jos Alves Gumaraes, proprietario deste aovo estabelecimento, participa ao
respeitaval poblico que ahi sempre encontrarao um vriadissiao sortimenta de fazndas
Anas e de todas as qualidades, assim como objectos de grande novidade propriamente
para as Exmas senboras, para o quen5o se tem poupado na escolba de taes arligos, achan-,.
do-se assim habelitadissimo para bem servir aos seus fregoezes, de qnem espera toda pro- e armazem do Pa
tecei), principiando por virem visitar seuelegante estabelecimento para assim melhor po- de 6na Silva.
derem apreciar o segointe:
Requissimos cortes de sedas de cores com listas.
Sedas pretas de todas as qualidades.
Barquino de seda preta eneilados com gosto.
Rotondes de seda e de algodJo e linho.
Camisinhas para senhora.
Espariilhos c altimo gosto novidades.
Mantas pretas de blon.
Cintos pretos bordado de aljofares novidades,
Requissimos enfeites com coknovidades.
Lindas flvellas para.cintonovidades.
Organdy inteiramenle novidades. M
Cambraia chineza novidades.
Puolios e gollinhas para senhora,
Chapellinas de seda >
Ricas saias bordadas.
Meias de laas para homem e senhora.
Luvas de pellica. '
Riquissimos pentes de tartaruga.
Meias pr tas para padre.
Coques muito ricos viudos pelo ultimo vapor.
Fionhas de labyriotho muito ricas.
Lencos de labyritho muito fios.
Rendas e bicos da trra.
Grades para lencos.
Ricos corpinbos de cambraia para senhora.
Timoes bordados para batisados.
Ceeiros bordados muito ricos para baptisados. "-
Um rico lencol de cambraia de linho com labyritho, proprio para casamento.
Dous ricos pares de fronb:-s de cambraia de linho, tambera de labyritho.
Brilbantinas, chitas de todas as qualidades, panno, casemiras, fcri nse mnitot ontros
artigos que seria enfadonho menciona-los.
O dopo deste estabelecimento est resolvido a lucrar nicamente o descont, e por
isso os precos de suas fazendas ser5o razoaveis, encontrando sempre o respeitavel publico
Dos empregados deste estabelecimento agrado e sinceridade.
liiOJ loja e armazem7 d*Pav5'na rua'da mpe-
ratru n. 60, de Gama, ^ Sdya.; .
Celeiiat para saias
ad na flo}a do patio.
yedem-8e pecas .de celeii de algodao, sendo
aenantalotaa e multo prop/ia para saias ou outra
qualquer espeeiede'roopa branca, pelo barato pre-
co d rco rs. a peca eom 10 varaN ou retalha-se
a, 440 rs. a vara: na leja e armazem do Pavo
ra da Imperatriz n. 60. de Gama & Silva.
Bretanha de rolo a 20500.
Vndese pecas.de bretaora de rolo com 11 va-
8 pelo barato pfec de BOO rs. a peca, na loja
Pavo, na ra da Imperatriz n. 60
a. l?
SAIAS ECONMICAS A 3*200.
S na leja do raya.
Cbegou om grande sortimento destas novas saias
escuras propriaau tempe de inverso por evita-
ren) que as saias brancas com que urna senhora
vae composta nao se soje de lama ao'mesmo lem-
po sio muito bonitos por terem lindas barras como
se usa ltimamente na Europa e vendem-se pelo
barato prego de 3500 cada u i a, na loja e armazem
do Pavao, roa da Imperatriz, n. 60 de Gama & Su-
va.
As saias brancas do P*v3o.
Vara a 900, 1200 e 1500.
Cbegou pelo ultimo vapor francez om grande
sortimento de pecas dos melhores lecidos nica-
mente proprios para saias sendo a largura desta
fazenda a altura da saia, e de um lado enfeitada
coro bonitas pregas largas e estrenas' assim como
lambeta tem bordado e veude-se pelo preco seguin-
te : so eom pregas sendo a fazenda mais ordina-
ria a 000 rs. a vara, dita com pregas porem
melhor fazenda a 1200 rs. a vara, e ditas com pre-
gas e buraado em baixo a 1500 rs. a vara, facHi-
todo fazer-.-e urna saia com 3 1|2 ou 4 varas, Isto
pechincha na ioja e armazem do Pavo, ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As saias bord d; s do Pavo
A 50C0, 60000, 70000 e 80000
Vendem se bonitos sajas bordadas com 4 pan-
nos pelos baratos precos de 5*, 6*, 7* e 8*, na
laja e armazem do Pavio, na ra da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva.
Os babadiibos do Pa\a...
Cbegou para a loja do Pvao um grande lorti-
meaio das mais bonitas e mais fints tiras borda-
da?, propria* para guarnecer salas e vestidos, ten-
do de qualquer feitlo qoantidade suficiente para
qualquer obra, sendo neste genero o mais delicado
que tem vindo a este mercado, assim como um
graude sortimento de ntremelos tapados e trans-
parentes que se vendem mais barato que em outra
qualquer parte, na loja e armazem do Pavo, ruu
da Imperatriz p. CO, de Gama & Silva.
. .
INJECTION BROU
. Ujfli-nlc. mutUvel PrtMrvaMVB, iKhIiiHI a uiei n u pifrcfr bU tMlM >B. Uttmm Mhmii. M. ^^
> HMua Uuto. Veudm
i i xim*mm.) raito, m mm
Vcnde-se na ra Nova n/25, pharmacia franceza de
P. MAURER & C,
Lourengo Pereira leudes Quimares.
Es' fazendo orna grande liquidatao
de fazendas de t das as qoalida- ,
des e ronpa feita nacional.
Basquinas a 140000.
Vende-se basquinas ou casaquiobos de grosde-
naple preto para senhoras e' meninas, pelo barato
preco de 14*, 16*, 18*, 20* ua do Impfi^fjr n. 3S;
No grande armazem de linfa vende-se por fitPWf
eorqmodos ;
Salitre reunido.
Eoiofre.
Limaiba de ierro, va gra agulba.
DiU de ac em rao e agulba.
Varias preparares cbimteas para fosos de-artl-
flcio. ____
(Jaleados baratos *,
Vende-se boraef otas de. beaerro em per-
feito estado a 0#, -a ditos para senhora a
31100'. na ra doTrUperador n. 3, lqjti
calcados francez.
tas e armazens da Arara ra da Imperatriz os. 56
e 72.
Chitas a 16o o covado.
Vende se chitas em retalhos a.160 o covado, di-
tas em pgea a 200 rs. o covado : as lojs da'
Arara, ra da Imperatriz os. 56 e 72.
Arara vende cassas a 240 o covado.
Vende-se cassas de cores flxas para senhora, a
240, 280 e 326 rs. o covado : as lujas e arma-
zens da Arara, raa da Imperatriz ns. 56 e 71
Cotim ou castor para caifas a 240 o
covado.
Vende-se urna nova fazenda para calcas de ho-
rneas e meninos por nome cotim a 240 e covado ;
vende-se cortes de castor a 800,1* e 1*288 para
calcas de homem : na roa "da Imperatriz, nos
armazens da Arara ns. 56 e 72.
tyogambjque a 4oq.
Vande-se urna nova fazenda por nome musam-
bique, dito com palmas de seda para senhora a
400 rs. o covado : na roa da Imperatriz, lujas e
armazens do Arat, ns. 56 e' 72.
Cbitas fraselas finas a 280.
Vende-se.chita francezas ftoas a 280, 320, 360,
e 400 rs. o covado, fazenda que se vepdeu a 500,
logo por esto preco : na ra da Imperariz, tojas
da Arra ns.'M e 7t.
albas a 2,000.
Vende-se baldes de i5, SO. 15, 30 e 35 arcos
pelo aarato preco de 2*000, 2*500, 39 e 3*500;
as tojas da Arara, rna da Imperatriz ns. 56 e 72.
Cortes de casimira a, 2,000.
Vende-se cortes de casimira 'para calca de ho-
mem 2*. 2*500, e 3*; corto de brlm para calca
a l*e800rs. 3 as lajas rmateos da Arara,
raadImMratr||ns.o6j7.
Baraje com listas a 32p.
Vende se ama, nova fazenda para' vestidos de se-
ubpra pqr norne7 barej fazenaa de listas, boje do
ultimo goslo, pelo barato pfajo i 320 e cavado
para oafcar depresi* : na rna I Iroperatit
ns. 56 e 72.
AtoaUrado de.liD0ppar4p a 20OjO,
Vende se atoalbado de IDD0 Pardo e branco Pa~
ra toalhai de mesai M500 vara, bramante pira
leo** a 1*500, e *89B ra, vaia,, na vara e
e meia d om laqeol ; panno de-tobo a 640 e
700-ts. a rara : tojas da Arara n. W e 71.
Vende-se algodao a 3 a peca.
Veude-se pega de algodao a 3*, 4*, 5*, 6* e
7* : na ra da Imperatriz armazens da Arara ns.
56 e 72.
Laazinhas a 200 o covado.
Vende-se laazinhas para vestidos de senhora a
200, 240, 280, 320 e 400 o covado : ra da Impe-
j ratriz, tojas da Arara ns. 56 e 72.
Madapolao enfestado a 3;>5oo.
Vende-se peca de madapolao enfestado a 3*500
e 4*. ditos de 24 jardas a 4*. 5*, 6, 7, 8* e
10* ; na ra da Imperatriz, tojas da Arara ns.
56 e 72.
Laasiuha escocesa a 280.'
\ende-se laazinhas escocezas d quadrinhos pa-
ra vestidos de senhora a 280 e 320 o covado : ra
Imperatriz, tojas e armazens da Arara es. 56 e 72.
Brim pardo lona a 500 a vara.
Vende-se brim p ro lona a 500, 600 e 640 a
vara, brim trancado pardo a 720, 800 e 1*000 a
vara, dito branco fino de linho a 1*800 1*280 e
e 1*600 a vara, bretanha de linho a 640 e 800 a
vara, celecto mnito largv a 1*400 a vara, breta-
nha de rolo a 2*000 a pessa ; ra da Imperatriz
ns. 56 e 72.
* Algod5o enfestado a lpoo.
Vende-se algodao enfestado a 1*000 a vara,
tongos brancos 1*090 e 1*600 a duzia : as tojas
do Arara, ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
Chales de merino a 2ooo.
Vende-se chales de merino estampados a 2*,
2*500, 3*500 e 4*, ditos de la a 1*00 \ e outras:
Espartilhos.
Vendem-se maguifkos espartilhos francezes e
ingirzes na loja e armazem do Pavo, na ra da
Imperatriz n. 60. de Gama & Silva.
Cambrai.s alecienne ou com aafiahos.
Cbegou para a leja do Pavito uro grande sorti-
Para canias de nolvas.
Vende Pavao.
Ricos cortinados bordados a 8*000,10*. 16,%
20* e 25* o par; assim como os mesmos. un.b, w
serven) para jacelias; ditos adamascados a 0 -
12*; bonitos pecas de cassas adamascadas par* o
mesmo effeito; bonitos -damascos de la de urna
e dnas larguras, proprios para colchas, assim i.o
mo bonitas colebas de crorbd : tu|u isterse vende
mais. barago do que em antra qualqner parte, na
loja do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Corpinhosa 80.
Vendenj-se superiores corpinbos de seda pretos
icamente enfei lados pelo baratsimo prego de'8*
sendo fazenda que va e 169 e vendem-se por este
preco por causa de estarem eom um pequeo to-
que de mofo, na loja e armazem do Pavo, na ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Laazinhas de cor.
Na loja do Pav3o.
Vende-se um grrnde sortimento das mais mo-
dernas laazinhas para vestidos, sendo de listas e
flores muito proprias para a estacio tanto escoras
como alegres pelo baratlssimo preco de 500 rs. o
covado, na toja e armazem do Pavo, rna da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Poli de Cbevre.
Vendem-se esta nova fazenda de la com listas
de seda denominada Po i I de Chevre, sendo os pa
droes mais modernas que tem vindo ao mercado
pelo baratissimo preco de 640, 880 e i* ocovade,
assrm como bonito merino de lia para vestidos
com listas e mesclados a 800 rs. o covado, isto na
loja e armazem do Pavao, ra da Iroper tria n.
60, de Gama & Silva.
<; ros-lea apios preto
Vendem-se superiores grosdenaples pretos sen-
do fazenda qne vale muito mais dinbeiro peto ba-
ratissimo preco de 1*600, 1*800, 2*, 2*200 e
2*500 o covado, assim como superior moranti-
que e sedas pretas lavradas mnito encorpadas que
se vendem mais baratos que era outra qualquer
parte, na toja e armazem do Pavao, na rna da Im-
peratriz n. 60 de Gama & Silva.
Ronpa batata.
Vendem se palitos de panno preto, sobrecasa-
cos pelo barMo preco de 10a, 12* e 16a, ditos
saecos a 6* e 8*, ditos de cazenira de cor mnito
boa fazenda, sobrecasacos a 12*, 14* e 16*, di-
tos saceos a 10* e 12*, calcas de eazemira d
ror muito Loa fazenda a 7* e 8*, ditas de eaze-
mira preta muito fina de 6* a 12*. calcas de brlm
de linbo branco trancado a 3*500, 4*500 e $t,
ditas de brim pardo de 2*, 2*500, 3* e 4*, ditas
de eazemira escura com msela de seda a 3* e
cu tros muiios arligos neste genero qne se ven
dem mais barato qoe em outra qualquer parte,
afim de apurar dinheiro, na loja e armazem do
Paro, rna da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Cassas de car a 24o rs.
Vende-se um bonito sortimento de cassas de
core?, petos baratissimo* precos de 240, 280 e
320 rs. o covado, assim como um bonito sorti-
mento de cascas fhncezas com listas largas a 800
ment das mais bonitas cambraias brancas alecien- rs a va; a, flnissimo qrgandys matisados.a 1*, na
toja e armazem do Pavao, ra da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva.
Cassas para seabar
Covado a 200 rs.
Vende-fe um porejio de restos de cassa de co-
res fizes, pelo baratissimo preco de 200 rs., isto
ara acabar, na luja e armazem do Pavao, roa da
mperatriz a. 60, de Gama & Silva.
Aloalhado.
Vende-se superior atoalhado de algodao ada-
mascado com cito palmos de largura, vara a 2*,
difp trancado sam ser adamascado vara a 1*800,
dito superior de linho adamascado vara 2*800 e
oe ou de pafinho?, assim como um bonito sonl-
mento dos mais bonitos organdys brancas transpa-
rentes com listas miudas e raudas que se ven-
dem por preco multo razoavel na loja e armarem
do Pavao, na rna da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
PANNOS DE CHROCHE'.
Vende-se um grande sorlinento, dos mais boni-
tos pannos de ebrochs proprios para cadeiras, so-
phs, cadeiras de balanco, para almofadas e para
cobrir presentes, e vendem-se por precos baratos
na loja e armazem do Pavao, roa da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
FAZEvDAS PARA LUTO.
vara
I OA dO Pavo* l.3*i Eoardananos de linbo cr qoe sao os mais
Vende-se setim da China prelo sendo ama la- fSS"!.^ 1!?,!',. "Jn ^5T, *
senda mnito leve e sem lustro com 6 palmos de Pmo>rQa da1}mif.'5irilkDl^.^.Ga,na S,,Ta-
largura proprio para vestidos e roopas para ho-
mem pelo barato preco de 2*000 o eovado meri-
no preto enfestado muito boro a 1*600, superiores
bombazlnas pretas a 1*600, 1*800 e 2*000 rs. o
covado, superior canto a 1*!00, lanzloha preta
lisa a 400 e500rs. o covado, um grande sorti-
mento de alpacas e princezas pretas qoe se ven-
dem mais paralo que em nutra qualqner parte, na
loja e armazem do Pavo, ra da Imperatriz, n
60,e d Gama & Silva.
Alpacas para lato.
Chegaram as mafs modernas e mais bonitas al-
pacas pretas enfestadas com listas brancas propria
para vestidos de quem esta' de luto qoe se ven-
den pelo barato preco de 1* o covado, na loja e
armazem do Pavo, roa da Imperatriz n. 60 de Ga-
ma & Silva.'
Cassas para tuto na loja do Pavao.
Cbegou um grande sortimento de cassas pretos,
que se vendem pelo barato preco de 560 rs. a va-
ra, ditas melhor fazenda com listas eramagens a
640 rs, ditas 'multo superiores com ramagens e
listas a 800 rs., ditas1 brancas com listas pretas
proprias par aliviar luto a 649 rs. a vaca, na te-
ja e armazem do Parto, na ra da Imperatriz n.
60 de Gama drJMlvi
Bramante de linbo.
Vende-se superior bramante de linbo com
des
toditas fazendas qoe se vende mnito barato para
palmos de largara petos baratos precos de 2*400,
2*qO0e2*800a vara, superior panno de linho
proprjo para lences, Jpafnas e sanlas, pe-
lo barato preco de 640, 700,e 900 rs. a tara, pe-
cas dei Harabnrgo de Robo muito superior a 10*,
i i* e 12*, alodiozlabo infestado liso multo en-
cordado proprfe para toneles a yara a 1*, dita en-
trancado multo superior fainada com a masma
' largara a 1*200 a vara, ssriPbmo' mais um* !n-
1 vendem mais
liquidar, por isso e avisto do comprador poqer ^lnU% ^ m otira.qnalqvvt pacte so oem o am-
ia
sset
A"*
avaltfr ou
zens da Aran, ra
Roupa feita nacional,
Vende-se ronpa feita de todas as qualidades.
vnde-se paletoto de casimira preto e de petrao pre-
to a a 5*. 6*000, e a*OQfU atoas de casimira
aedec"
ira pr
dftj
brim a 1*000 e 1*500, cortes.
3*500, calcas de meia casemira 4
sawsaf'
i a 3*000,' japoni
baila a-4*500 3*010, cateas atqej a 64#p8fl0,
ditos da listos a 1*003, ditas de orto partto tocto
Raa da Imperatrii tu. 56 e 72,
;3$oTp
Ato 'del
te iidraj.
cinrTsa
de orvaltjo
id
finutode de fazendas braneds'
a JiJooo, 2*8oo e 3*200.
reVflxes en * mo tara mejjlnoa, qo* M IrendMi palo barato
u que se vet^maTt nMjm, .
armazem doWvo, rnk da Impmlffz n. 60, de
GatoMorSirva-' >!
Toallas tara mi.
Venda se teataas de llibo nrppnas para mo
Mm franjas, dalia a A*, dito de lilo bota fran-
ja a 7* adula, ditos a mitayo de felpudas a
8*. ditas felpudas mpitp boa telenda a 12*. isto
la loja e armazem do Pavio, roa da Imperatriz A.
60, de Gama & Silva,
Vestidos braocos.
Chegaram tt mais ricos cortos de vestidos braa
eos bordados em cambraia finissiraa com os mais
delicados desenos, que se vendem pelo barato
preco de 18$ o corte, assim como lindos cortes de
medlna transparentes com bonitos narras de seda,
que,se vendem pelo barato prego de 24* o corte,
ricos cortos de fil branco com lindos enfeites de
cores qne se vendem pelo barato nreco de 30*,
na toja e armazem do Pavao, Uto a Imperatriz,
n. 60, da Gama & Silva.
Atlanta a 160 rs.
Vendem-se bonitas laazinhas ou atlantas
para vestido pelo barato preco de 100 rs.
o cpvado para acabar: na loja e armazem do
Pavao ra da Imperatriz n, 60 de Gamad
Silfa.
Algodosioio pechincha a i$
Vendem-se 'pecas de algodosinbo supe-
rior com 18 jardas, pelo barato prefo de
4i, ditos com 20 jardas a 50500 e 6(5,
grande pechincha: na loia e armazem do
Pavio roa da Imperatriz 60 de Gama &
Silva. *>'
Hadapolo pechincha a $'
- Vendem-se pegas de madapolSo sendo fa-
zenda muito superior com "If jardas cada
paga pelo barato preco de 60, dito muito
mais saperror a OiJaOj) e H, assim como
dito flnissimo a 80, grande pechincha: na
loja e aj-maxem do Pavao rna da Imperatriz
n. oo de Sima d Silva-
As chitas baratas
{la loja do Pavo a 240, 289, 320 t
V*de,m-se pma grande porgjo de phitits
Qnissimaa com pequenp toque de mofo, tea-
do miudiohas e gradas, qp,e se vendem pelo
barato prco de ^80 rs. o cpvado, sendo fc
zenda que val muito'mais dii Mirp, ditas la,r
!as esepras sem defeito a 24o rs. o cov,
O-^KfeW e.
60 rs..
dTfiaU
- F^fto-no -Oto T*>
Pedro, da fregnez*
de MaMiMt
oUctol do upateiro, eo_
cor escora, a*> aoe > t*mt*mmmttw*
calvo, it, ostoHwowt,' fs-v>
farse. Levo vestido catea e wmm r
do, cbapo d tetera vefkwrOrOif rfto&,> sido eicomrado por diraraapera o ttki,tmm
yo.pintimtuntmmiM*; pe* .**> ***~*
aotoridtiw MMetpiia>fjra)0 eraran, > r
mo aos cafftiea de eraiiwf ,^ryw r> ***+*%
va-lo ao dito.eBgralMt era*r i i u ato
sera' gtowwararato rwimpramu ;- **** m"
nbor do,eiwa fato PWrae u amk* am#
Muitoafoflffter"
Continua, a andar, fuaido daeagrafco "fringa*
comarca d,Aaza/?t,'dWiV mi i*- *m
prximo passado.^o eKravo de io represento tor 35 a 40 anooa.d* toao>, j
vo pertence ao abaixo aif oada< o qoal
signaos segointes cor alv, eaOeDs
vermelbos, efhos fondos, refercad wou, m
xnaos, peraa* e ps grosaos, moka barav
avermeihada. Koga-se *orUo aa j ni rid t$
liciaes e caphes de campa* ptefecu.- *> bm>
mo escravo, e leva-to aodrto eoffeOo, .* sa*ar
abaixo assigaado, qne sera' geaerosam** ne. m-
pensado. Desdeja protosia-se cootfa .io< ..
acojtado.
Recite, 3J de abril do ta7.
____ Jos Igsjacto rer*ia Terra.
rugi do eogeono ionoia a ler. pe-
cada de 5 parado correot.o erara Mi6f
preto, baixn, grosso, ps deljtados ajp
este ve na casa de delqeiQpcr facidj e i~mtm
io finado vgario de S. Abtoo, rrart los Santos : qoom pegar o referido ~ ve-o ao engenba iddi cd no to'o ii 5. iVOJr
a. 17 a Albino Jos Ferreira daCck -ara'
pera recompensado; consto aiidw,'oieHlo por
aqol._______?* v
Pogio no-dia 1* de aoraanfera' do *bm eiiraJsy
da comarca de Goiaaaa frejaelta do himM,
escrava Mara, a qoat iatitat-M M>na li,
tambem conbecida poto boom do Mara r-4*o-
oa, eom a idade de 18 para 19 aoo-, ti* s^rra,
olhosgran dos, bracos e hombros cabellodos, ti vt ca-
bellos da cor ao corno, nariz em proporc-
e hombros cheios da pooos, eostuou i *mtr *m
casa das raparigas inlitalando-se de Um \-m-
bem encajar se pora trabalbar, toa* e oo ar-
na & marcas de sardas imitando urna rroz : >\ m
> pegar leve-a aseo sennor o ajila 1 uyato
Cavaleanti de Alboqoe qoe so eagecbo Barra do
Tiuma districlo de Timbado, que sera r ,z.,-:t-
sado com a quautia cima.
Fugio.
Fogio no dia 1.* do correte do Uto C*aa-to O
Norte eom destino s provincias da P*r*ftyiM
Pernambueo o escravo do Sr. Maitotl o
Martins Romano de nome Izidoro, toraodii i
go om cavaflo. Dito escravo toa os >i
guiles: idade de- Si aoora, edr ore,
alta, mais magra qoe gorda, bafigin., ira ra-
los as costas das maos de aoustor tari-ka tra-
go, pronuncia bem intolligivel o desemoaraf^d,
muito agradavel e alegre, prosapia era ao-
goes, tem toda a denudara da freoto. a* raoaftra
finas, tem urnas eicalrizes de espiobadr Us o> car-
deiru em om hombro, pro*edtde de oaoa qi d
que dera no certio da villa de A?arv "r oo-
tural. Dito escravo f.i comprado a, St. Jd lt>
ronymo da Araujo morador n'aqoelte lo>r w >-
no prximo passado. R gase as autiri<>" p- kV
ciaes ou a quem o apprehender de l-v. rraa-O* o*
armazem da travesa da Madre Deas n. 10 de Judo
Martins de Barros qoe sera reeompeoaa.

5
Atttici
Desappareceo do cercado do eogeobo Botod
na fregnezia de Jaboatao. oa boi de oom a.Jm>
manso, de eooee, pelo qoe tem peiiadoras i
quartos, onde neosta o eabeealbo, de 14 ii ar-
robas, rapozo, teodo o lomtK nm pooco o> do qoe as espadoas e os qoartoo, eoifrt-s gnodo*
com as ponas om tanto virados para mi, e< m
ferro do mesme eogeobo oa esportea a mi
direito qoe om G entrelazado coco nm P. S<*>
boi fol comprado pelos proprietario do r?frrdo
engenbo a Joo Filgneiras de Araojo Lira, l*.. lt
vrador do engenbo Velbo o dita frrgo<-M-. q*o*
comprara a Beroardioo Ferreira do C< o:, .~-n
dor na povoacao de Santo Amaro de J aMo:
qnem o descobrir sera' generosamirfe 2..>e>a#o
por Antonio Pires Ferreira morador n< roa da
Trempe n. 5 freguezii da Boa-vitU oo p. r MaMel
Pires Ferreira morador na :obredita povj.^So Sto
Santo Amaro de Jaboatao.
enea
Fogio na ro?nna do di; ?3 oaaorakri r:
ximo passado, do lugar da Casa Forte da lr*goado
do Poco da Paoelia, o mulato Loiz, oootarra, < 10
anoos poun.o mais oo meaos, cloro, de e r,j e ad-
iara regular, rosto redondo, pe* bastabits Urgoo,
de mallos bixos que leve ; tem em oto i tt i
as segointes foietoes: L. J. M. escripia.* coa ii ta
azul eotranbada oa coito, Jenlr >Ivjs tariru* oa
freoto, tem genio dcil e hamilde, emende sJri-
velmenle de cosinba.
Desconfiase ter ido em algnm consocio paro o
centro da provincia, por serem estes oa rato ta-
lentos talvez para Grvala' donde filbo et* pa-
re nas. Veio para esta eidade coa idade d as-
nos para pagamento do fallecido Joo J S pos
Piohelro, que o comprou em Taojoareltoca o Aa-
tono de Csstro Pereira e Aotowo Jora oo Matoi-
meoto, sendo vendido oo toonortoaoo oor ataHot
Pinbeiro de qoem o hon ve. Levoa oprais a naja
do corno, calca de eoseairo zioioalt clara do ha-
tras, e camisa de algodaozlabo, eosloan algaatoo
vezes embebedar-se, nos primearos das de oa fa-
gida fol encontrado m bairro do Recito da* oMaV
de por pessoas que igooravam esto eirroatuorto.
Cooata que se intitula forro coa diatoer qae aV
rou pa lotera, e bastante ldano o osmetoan. Ro-
commenda-se as ooloridadoo pottriora eooOOoo
de campo a sua captara e entrega a tea .-raY* o
abaixo assigoado na Cosa Forte oa aa roa do i>ot-
mado oesta eidade, oas tojas do Boa Fama, Agota
Branca oa na de Guimaraes & Boatos, na tsaao
roa que sera recompensado eom 100(1
Recito. 19 de fevereiro de 1067.
Frantiteo Jos Abra Goiaarioo.
Aos capites de campo
oGOOO de gratilcact
No dio 13 do corrento a ooito, fogw da
do abaixo assigoado, na Caponga. o .-era
nome Vietor, eom os signaos seguan :
fula, cabellos carapiobos, olbos peqo-oo,
chato, bocea grande, rato om talo redondo, ata
barba, qoe represento tor 17 aoaot de idaoV, atoa-
ra e'eorpo regular, levoa vestido, eoontra do o!a>
do branco, e calca de brim; qoem o ap-enrodar
levoK) oasa de Lehmann Freres, aa roa do Crat-
po o. 18, ou na roa do Imperador o. 43, I.
que ser* generosamente HHoapoaiodu.
Recito 14 de aareo dadfJt?.
lapaanao Fraotf.
Vendem-se bonitos caxins on d'008.
eabeca pet barat proco de 3#, loja o a
ram W Pavio, rtadalmoeratro eo, di
SU va.
No meado do mez deabril,ieoappaf
da casa do consel|Biro Firmino Aoiowai
Sooza, o molerme Joaqoim, propndade <
aetaao, coa o signaas
beca comprida o testa saliente;
coco do corpo, bekjdo, falla aproaairto, %
atrapalhado, pes peqoeooa, aahio v
calsa azul e carniza da 'Mii|s atr-
dar sem chapeo; e repiaiti ler
delaannoacoe.
ou deHe tiaw-aataaa Ita*
aechar, no Hoapits que
aHa. _^ ^
ffH
todo
aperlados ; toado ot dedo 1
bitodoa: eoetuaa ttaxer a i
braoot, eooto asam *Pfy-
'e Gama dr' Axavedo, a ra da Croa do Recito d. 34,
a |ratiflctio i

3 3*3
a loja e;-
ratriz q.lK
^
L


^

wr^^n

Diario de Pttmbf* ~- abitado 18 de Malo e mi.
mfM GH4L.
DSCIHA NONA SESAO PREPARATORIA EM
8 DE MAIO Dfi 1867.
PttBSIDEffClA DOSR. HHO DB FIGUiREDO (VICIPRg.
SIDHHTI.
A's ooie horas e meia da manha faz se a cha-
wada, e aehando-se presenta numero sofflciente,
brese a sa^sa, sendo l.da e approvada a acu
n anieced'-nt-'.
O Sa. 1 SKCnTARio da' conu do seguate
KXPBDIBHTK.
Gincoj fflcias do ministerio do Imperio, envtaodo
as cofias e mais papis relativos a3 elelefas feias
las provincias de S. Paulo, MioasGeraes e Baoia.
As respectivas commis> Outro do mesmo minutario, declarando, *m res-
posta, qoa fora levado ao alto eonheciaiento de S.
M. o Imperador o motivo que obstou a qae no dia
j seBOdciaasse a abanara da assembla geral.--
Inteirala.
maculados, de todos os carinos os maht te-; mos abandonados nos nossos prvprw
gitimos o sagrados. arraes pelos qoe tem a espada e cfope do
E' em urna palavra dizer ao- filho vos nao erario publico.
tendes mai, ao irmo, vos nio tendea rina,
ao genero humrao, ah I psrdei ollim es-
peranca, porque o vosw peccado si tem no
sangoe de Jess Gliristo o prego do resgate
ter nelle tambem a medid* da vossa.con-
demnacao.
IV
O Filho de Deus soffre por nos : pa>
goa com o preco infinito de sua palxlo 8
morte as nossas dividas: a f qo re*gate qiie
Elle-atfquirio-nos, basta para salvar-nos.
t A mulher, que foi o instrumento do
Acba-M fobr a nava e remettido i respectiva sea na9emeno, nao pode ser o objecto de
eKabelS d'Pl0ma ^ Sr' JS a<,a"D Vw' n0SSS CUt08' Pr ."' ordem do da. mslrumento as mSos de Deas, e nada
Eleljao da Bihia ( distrlcto). mais.
Troeedese a votaeao do parecer da 2' commis- Pi .*>... .. ,., .
?io de poderes sobre a elelco do f dislricto da L,s a Palavra ff-3 protestantismo. Oh I
prn Sf't: \& ?mViio.-> 1am nao v ness discurso o mais meon-
0 Sa. PBEsioBNTB declara depntados pelo refer- n j j
do districto e provinen os Srs. Joaqulm Jeronymo be(Iuente da todos OSTaciOClOJOJ 7 Ess* pa-
S!2ffi d" UDlli e Alnt0 T,b9fi0 de Mon" lavra Tale tant0 C0IQ0 loella-que nos dissee-
"" *eiodo Rio tt^elw(idistrlcto). |M- Pec,ai W* tendesnosaogne do Sat-
Procede se -ttmbem i vstafiJo do parecer d.\ vador carta bracea para tu Jo ; a religio que=
mesma commlsso sobre as elsicdes do i distrie- j nos ensjna cs mag no>res sentimentos d*
o da proviotfia do Rio de Janeiro, e e da mesma i _,. ,
orla apurovado. natureza, exclue dentro estes o amor filial.
O Sr. prbsidb.ite declara depatados pelo supra-
tlslo distrliilo e proviocia os Srs. Jos Joaqaim de
Lima e Silva, Joaquim Jos de Moraes Costa e
Antonio Venssimo de Manos.
Elelfio de Mins-Geraes (l distrlcto).
Procede-se finalmente i votago do parecer da
3a commisio de poderes sobre a eleicSo do 1* dis-
iricic da provincia de Minas-Geraes, e appro
vado. Qcaado prejudicado o voto em separado.
O Sr. presidente declara depatados pelo roen
donad-i districto e provincia os Srs. Alfonso Celso
de assis Figaeiredo, Francisco de Paala da Sil-
veira Lobo e Francisco de Paala Santos.
Nada mais bavendo a tratar, levantase a ses-
sao ao meio-dia.
LUTERATORA.
RELIGIO
O Mez Maano
I
Ha na*erra carajes, que sabem respon-
,ler s har.nonias do co : sao os corroes
dos devotos de Marta.
Ccmo bello ver esse concert universal
de preces e i ca >icos entoados em louvor
Ja r.ii'aa dos anjos neste mez dedicado sua
gloria!
* II
Nenhuma parte do mundo deka hoje de
tribuir Mai de Deas do culto que lhe
devido p'ilo su alio destino na regenerado
ja hu-nanidafle.
Deas pjdia silvir o liomem poroutro meio
qae reservara nos absconditos thesouros de
saa innipotencia, mis sem urna revelado,
que nos manifestasse a possibi'udade de ou-
tro plano, nos nao po leamos conceber a
relempgSo sem Maa; n3o s como aquella
mulher em cojo seio se fez carne o Verbo
Divino, mai a soberana mediaoeira entre
nos o sea fitup, assim como Jesas i-hristo*
nosso mediador na presenta Je seu Eterno
fai.
III
;ss n5o pdenos mesmo comprebender
omo o protestanlismo, pronunciand>se
cjitra a severidade Jos principios catbolicos,
ataca a pirte mais doce e benigna de nosso
culto EwluirjtMia dos tnflaxos salutav
res da religio no mnlo, tirar a brisa
que amenisa os ardores do esto, apagar o
suave dir) do luir qae embelesa a noite,
o fulgir brilhante das estrellas, que esmal-
lam o lir.nametJ; tirar afonte cristalina
que refrigera o viandante no longo e rido
camiabo da vida ; privar o navegante Ja
bossola, que o conda?, ahumanidade emfim
i esperanc. Ja iatercesso, da familiari-
dade e do zelo iocansavel de urna m5i, da
tidelidade anima Jora de urna mulber supe-
rior toda a miseria, mas carinhosa at a
cidade, de uma virgem a mais pura, a
mais santa, o iJ*al de todos os amores im-
pedimos ao leitor um momento de seria
reflexo sobre estes dous pensamenlos, pa-
ses fundamentaes das seitas dissidentes.
Oxal qae nos enganassemos na apreeiacao
que acabamos de /azer.
V
Entretanto como si"pouca fra a ferid^qoe
a socied.aJe brasileira traz no cotacSo pelos
golpes repetidos d ama corrapcao, que-to-
do mata, qaer-se por forra importar para o
Brasil d protestantismo.
A necessidade da imigracSp, o ca-arreato
civil, a liberdade dos cultos', sao os pretes*
tos com que se illudem os altos poderes do
Estado afim de se abrir as portas do impe-
rio de Santa Cruz a reforma que tantos e Bo
grandes desastres ba produzidos em outro&
paizes.
E os altos poderes do Estado se J 'xa
infelizmente Iludir, porque preciso antes
de ludo figurar ante o estrangeiro que esta-
mos iniciados nos altos segredos das s:ien-
cias do progresso, ainda que este progresso
tenha por castigo a guerra, o roubo e a per-
versao de todos os principios da eterna jus-
tiga.
VI
Amamos os poderes do Estado, porque
somos brasileiros, e as redeas do paiz estao
em suas mos; por amor delles pois, e por
amor do povo, bradaremos bem alto contra
essas pretences ante-catbolicas, embora caa
sobre nossa cabera o raio desia sabedoria
que appelii Ja de estupidez e ignorancia os
eis defensores do catolicismo.
cima dos homen- est Deus. Elle sabe
que nao temos em nossa consciencia outra
ambico que o bem desta trra, digna de
raelhor sorte.
VII
E nos podemos ainda clamar, porque por
ora o paiz n3o est protestantisado. Nao
est! ousamos afflan?ar. fuereis a pro va ?
Ella ahi est bem evidente e incontestavel
na frequencia dos Sacramentos, que se ob-
servou em todas as parochias no tempo qua-
resmal. Ahi est altisonante na devocjiado
Mez Mariano, que todos os annoase cete-.
bra em diversas igrejas, oralorios a casas
desta capital, assim como as provincias do
norte e do sul.
Este bellissimo espectculo o tumpho
mais esplendido da ver Ja Je desta religiSO
que falla todas as inteligencias e responde
todas as necessidades do coracSo.
VIU ,
Para que nos engaarme s ? corto,
mais que evidente, qae estamos em uma
Iota medonha com osinimigos Jo catbolcis-
mo : e esta luta tanto mais terrivel quanto
Sin: ludo favorece pela acciono poder a
eisa invas'ao na nossa humilde opinio mais
cruel do que todas as qae se podem imagi-
nar. A poca, em que a indifferenca reli-
giosa eiantou a descrezca, offerece fcil ac-
cesso i uma setta, que* dpgmatisa uma li-
berdade. de consciencia sem limites.
O terreno se prepara entre nos de ante-
mao : como, nos dias de Voltaire/mente-se
luz do dia em descrdito do cristianismo:
onsa-so escrever face do mundo qae a re-
ligio de Jess Ghristo oasceu e -t pdde vi-
ver com a liberdade da consciencia. Em-
bora os martyrios dosqnatro pr,-o/-.>$ se-
clos da igreja clamen con'ra ussa lals'rdade
notoria, a mentira prevaiesce contra a verda-
de, porque ainda nao ebegw o dia do triua-
pbo desta. Elle ebegar.
a
m> bt debalde que o dogma da Concei-
eSo Immaouiada Je Mafia flera reservado
para este seculo; j o temos dito mais de
uma vez. Deas nada faz sem ira firn. Esse
dogma nos-salvar. Por ora o povo*braai
leiro ainda or nelle. & Mez Mariano- est
sendo solemnisado en diversas igrejas, col-
legtos e oratorios particulares. Pedimos a
todos os fiis calholicoe que jse afervorem
nesse culto : elle a nossa taboa de- sal va-
cae, assim como- o nosso- dfetinctivo.
casas russas, via-se fra a multido dos cu-
riosos, o Neva gelado o caes e a praca do
AlmirantaJo deliciosamente Iluminados.
A's tres,horas retirou-se toda a gente.
Somos devotos de Mara, porque somos
ver dad e ros amigos e adopadres de seu- Fi-
lho haas Chrito Nosso Senbor.
Por mais que-so abran todas as portas do
inferno, ellas nao-prevalecero contra- a igre*
ja.BPprliB iferi tum jxravalebtmt ai-
vrsu* eam.
(Do Apostla.)-
um meo- DTTim
Dos jornaes daParis, tnoidos pelo "vapor
Guienne, transcrevemos seguate jscrip-
(3o das ultimas modas:
Poacas mudao^as ha a notar as modas
desla primavera. Tudo se- v nos boultoard*
de Paria, todos as vestidos que as modistas
preparam, nao azem diflterenca dos que ja-
se leem usado.
c Sompro os mesmos paletot do-fazear
das iraais dos vestidos, ou de tafetVpret.
Sempre os corpetes de percala, de foulard,
de cachemira, de nausouk, e de renda, que
se usam com corselete* on comJargosoiotos.
Alguns delles postos por cima, dos pi-
le lots- justos.
Alguns pepinos sobro vestidos aboga-
dos.
t Grande aliaviam de azeviche... Tal e
a feigo das modas acluaes, -j. cooheeidas
pelas nossas tortoras ; porque sao as mes-
mas que seusaram dorante o annopassadoi
< Vem-sO j nos passeios alguns vesf-
dos curtos, de foolards de duas ces, ou de
uma s, com desenos.
c Eisum lindo trajo para uma menina de
treze a quartoze annos: Saia de foulard
azul guarnecida de votante com pregas ;
vestido de cima curto recortiio em dentes
redondos, de foulard com risoas pretas e
azues: o aaul aove ser igaal ao da saia, e o
recorte do vestido debrua-se com seda pre-
ta. Paletot justo com um cinto largo preto,
e atado por detraz ; chapeo hespaohola
(montera), de velado preto com am tufo de
pequeas plumas azues ; ten Jo de cada lado
da cabera uma grande tranca de cabello
fluctuando a vontade, e terminando com am
lago azul.
e A moda dos vestidos curtos nesgados,
e a possibilidade de simular) a saia com uma
lira de pregas de percaiina grossa, ou de
oatra quaiquer fazenda tirada de algum ves-
tido fra de uso, reduaeiu consideravelmente
as despezas que as mamas fazem com os
trajos das meninas. Nada tambora se oppe
a que este syslema seja adoptado pelas se-
nhoras ainda jovens... devengo comtudo at-
tender-se a que o fado curto exagera, ou,
pelo meos, aecusa bastantes defeitos phy-
sicos, que a arte precisa dissimular.
f Quaiquer senhora, apesar de ter poaca por negros em costume das cMil e urna noi-
idade, se fr tipmm, ou de estatura muita tes. o imperador nao comia, mas ia de
cima da medianajfwti evitar o trajo cario ,. urna para outras mezas conversando amiga
Por outro lado, este trajo pouco favoravel velmente cora os convidados. Nao tendo
s seoboras i.aito baixas e muito Qiif i/ portas asjanellas do palacio como todas as
porque Ibes commuoica a desengrsgjida pa-
recena co urna dae pragas do Egypto...
com os gafanbotos.
t E' pou neeessario, para oiar.'>fttb cur-
to, que urna senhora nao sej nem baixa,
nem alta/: oen? gorda, nem magra, nem ve-
Iha, nem mafeita. Por todas estas razes
se v qaanto custar a generalisar-se-a mada
do faci curto f
* As fazeodasde palle de cabra, de riseas
assetinadas, terao este anno a preferencia;
porque feram as e-coibidas pelas prhnetrw
modistas de Paris, entre as amostras que
os rmaseos do Louvre Ibes enviararo. A
tr de palba de milho ser* portantD e9*e ve-
ro a cor da moda. SIuito desvanecido ou
quasi branco, e com riscas assetinadas, o
poil de dwvre eompor essas bellas toilette*
de verSo, que oferecem a particalartdade do-
serem ao- meswo tempo sedosas e Kgeiras-,
ricas o simples. O bournou* de renda pre'
ta deve formar o tubo Datural para todas1
as cambiantes possiveis da palba de milho.
* Os babys nao se devem usar como so-
bretodos durante os dias calmosos E' pre-
ciso nao esquecer, .qnc os sobretodos de ve-
rs rio apenas preservativos da homidade
dos jardios, em noi tes frescas; ou resguardo
para passar as totres no campo; e qne ja-
mis- sao considerados vestuario obrigtork),
maneira dos paletots.
t As meninas pequeas devem asar o
anto-piplum d fazenda semethante do
vestido ; o que suffieiente como tdileite
PSe vista ou de passeio ;e os meninos po-
dem trazer camisfnhas, cifamadas outr'ra
Garibatdi, e bojo- Luiz XBI, que caenpor
cima do cs das calcas. Estas camisinhas
azem-se ordinariamente VISa fina, deww-
souk, dVfeulard. de cacbemira, oa de per-
cala.
Eis om lindo trajo de paeseio.queofte-
recemos s nossa litorae-para quaodo a>
cmara municipal decretar a abertura no-
cturna do- Passeio Publico :qaanio na sua
alta sabedoria entender que es-babitaotesde
Lisboa dercm ter catar...
c Saia do barto de cachemira azul, i;ue-
nao passe-do tornoielo. Vestido curto do
tafet cor de castaoba, corta Jo -ern bicos Jo
comprimento de trtota centimetros, debroa-
dos cora fita e contas pretas. Mais cima,
a mesma fita o u gao simte' oatra ordem
i
de bicos. Paletot dreito de ftaenda igoai
do vestido recortada da mesma maneira,
que reproduzida em-iragooae collocadas
no alto dos-mangas do paletet. Chapeo re-
dondo de velado preto guarnecido em roda
com pencas de pavao.. Botn has altas cor de
castanbacom salto alto, guarnecido de orna:
tenue foiha d'ago, que o toma brildaote;: e
lavas da. cor das botinas..

FOLHETIM
O ABMEIRO DE MILlO.
POR
jPONSON DU TERRA1L
Parte prlmelra
JXVfll
O cartel.
(ContinaacSo.)
O velho, Picando s, fec'iou a jane la e foi
sentar-se co meio do qaarlo, tomando de
novo essa posicao meditativa e sombra qae
lhe era familiar.
Emfim murmurou elle embm I
essa creanca, esse homem, esse maldito fruc-
to de um amor maldito, vai ser o instru-
mento da minha vinganca. E se verdade
que os pais morios, dispertara e estreme-
cer, no seu esquife, debaixo da sua pedra
tamular, quando o vento de um fatal des-
tino agita, verga e destre a sua rae i, ch I
Francisco de Valis, toas cinzas ainda quen-
tes agitar-se-ham, teus ;ossos estremecerSo
de colera e de dor, porque este homem, em
cujas veias corre o tea sangue^ cahir, des-
honrado, e a historia dir que (^bastardo de
am rei de Franca entregou ao inmigo uma
fortaleza franeeza!..
De odioado sorriso d sligo pelos labios
do velho.
Bem seicootinuou elle que son
fidalgo e qae am fidalgo ordinario se en-
veroobaria, antecipadamente, do crime qoa
A Gacette des ttrangers d os segantes
pormenores acerca de um baile, ver dad aira
fes ta de fadas, dado em S. Retersburgo-pelo
imperador da Russia:
Caba nev em abundancia quando part-]
mos em treno para o baile; entramos pri-
meixo no salao.de malaches, onde s-nove
horas e meia appareceram o imperador e
toda a familia real.
O baile teve lagar no grande sali branco
Ltuminado a : havia mais-claridade
que a meio dia, no me de agosto, em Ar-
gel. Ao longo desta sala estendia-s uma
vasta galera, onde eslava um magnifico apa-
rador asmado de vermelho e guarnecido de
pratos de ouro e do prata de estylo byzan-
tino e renascenga.
Havia ao todo 400 convidados,, que dan-
caram alternativamente polacas,, mazurkas,
quaJrilhas e walsas.
A' meia noite abriram-se-as portas da sala
de baile e appareceu a sata da ceia, Ilumi-
nada por 20:0QJ velas e eontendo 40 meza&
de i O cobertas car regadas de christaes, pra-
tas e iguarias. Cada meza estava debaixo da
urna Jarangeira em flor, guarnecida aop
de jacintbos multicolores. Duzentos creados
vestidos de verraolbo a serde serviam, os
convidados. A' voita da sala resplaudeciam,
coino uma muralba viva, os granadeiros im--
periaes de grande uniforme.
Em cada extremidade da sala, orebestras
invisiveis executavam deliciosas harmonas.
N'uma destas extremidades eslava sentada
sobre um estrado a familia imperial, servida

que conduz a planicie, a oseada talhada na
rocha por onde introduzirei o hespanhol na
fortaleza.
O duque, a essas palavras, levanton-se e
dirigio-se para o canto mais escuro da sala
e examinou attentamente uma lonsa qae pa-
reca mais gasta do que as outras.
Bem !murmurou .elle a mesma;
e de certo, o novo governador ignora o qae
ella oceulta Dous homens, apenas, pos-
soiam esse segredo que nem os proprios
hespanlioes conbeceram, o rei e eu. O rei
morreu...
Acton tinba-se dirigido para o quarto
particular de Raphael.
O joven governador receben o pagem com
uma affabilidade qae trahia ama secreta sym
pathia, e Acton, vendo-se com elle mesa
e obedecendo aos seus mstinctos do glutao e
de bebedor, nao pode deixar de fazer a se-
guate reflexo :
Que pena qae o Sr. Raphael seja
nosso inimigo. e que a condessa Dianna, a
quera amo, o tenha tomado em tamanha
averso I E' o mais galante senbor qae te-
ch visto, e eu estara Inteiramente disposto
aama-lo e a fazer-me sea amigo se nao
amasse a condessa 1..* Ah'! qae fatalidade
essa consequencia do amor qae nos faz
mimi|os daqaeiles a qoem aquella que ama-
mos odeia...
Acton era alegre', espiritaoso, agridava
muito a Raphael, e o nosso hroe esqueceu
momentneamente as sua ores, oa sua ama-
vel companbia.
Os de veres de um governador de fortaleza
qae nao est ainda sitiada, nao lhe tomam
E' bastante singular o se^oiBte (acto r cha do pe-
lo Observador de Avesnes (Prawja :)
i tres semanas, oro operario de L-mvroi!, cfra-
roado M igma, e de 23 annos de i U Je, perden saa
roulher, alterada de molestia de peitov
A piofuai roigoi qaa ell>) senta foi poneos
das depois aogmenfaJa pela nnrie de mu- filho, e
eotio Magna" dsu are* de estar tomado de- doloro-
so esvairameoto.
Pallava de coqsduo em sua muliier, "afe poden,
do crer qae ella o- livosse ifetaado para sempre e
imaginando qae nao lardarla a apparer.er-ltm:
DebaWe os seus amigos e os visinhos -prostira-
vaai dar-lbe consolares ; Mpeftia--. e nada poda
distrahi-f/ da saa ddr.
Dezeseis dias depois do enterro da flnadi, os
seas cama radas de ofSbiaj poderam resolved.'
posto que com mmto casto, a aeempantur at ao
cawinho de ferro am amigo oomoraro, militar U
eeaciado, que vollava para o seu regiment. Has
logo>ojue cbego estagio, retiroa-3eorlivaui3ate,
e voNoa para a ciiaie, aiuda- mais preoecupado do
qae al ento.
Beben em nrofeteberua algans copo de eerveja
qne aabaram de- pertorba-lo. e foi- nesee estado
qne enron em cas-is nove horas da-norte.
Veode-se s, o peoeamento de-qae sim mulher
nao eslava alli, ainda-mais o sotr6>exeitoay o Mag-
uan seMioam desejo-irroaistivel de torn a ve-la.
Pode ser qne at mesmo esperasse reeU(uir-)be
a vida.
Ento' oejou em done utensilios de ferro, foi ao
eemiiar*,-e- apesar da- escoridade e-da-iotM eba-
vaquecaaiay comecouilogo a levantar a teura-que
cobna a deuala.
S depMs ie algamao-feoras de uai-4rabajthO' so-
b#ebumaDe>-qoe chegoaia tirar o caiiio da eoa.
Somente-oocas mao* e espedacaodo todae as
abas,arraooea a lampe depois,. sobrscaodoo
c*rpo da so pobre coa^aofceira, lewu-o paeta-
sa e depusrtoU' so lew.
' Haviam de-ser tres hora da manfm,
Depois de-ter aecendiifc ama boa fogoelravdes-
eobrio a caneca da finid; s- qnasi aiesre correa
a casa da viaofei-qu a havia amortalbado,. pera
dher-lbe qo sua malhera* linha vcKado cono
ette ih'o havie, predreto.
Sem dar nenhoma im#rtanela as palavras- de
ttagnao, qusjooroo ella diiio, .iinha wsoes,. a 7i
itoha levanmarse, e acompaaboa-o esmu) &b. de
traoquilisa-io e move-lo a deiur-se.
Imagine-se-o- sea espaatei*- terror qfando- vi o
cadver desenterrado.
O nftflit operario fallarara defuot como s eiia
podesse 0UV+.1O, e procura* eom tocante toaseida-
deobter ama{resposta, dando a sna.voz toda a
brandara epersaaso de- qoo era capas.
Aquella afoico qqe iavalm da sepqUsro> afle-
recia um espectculo qae orlava o aeraaet
Ealretantea vltinha lev bastante ssFeoidae de
animo para instar com u pobre allaeinadOtqpe tor-
nasse a levar, sua mulber para o caixao, o>qjoe elle
promelteu'.Teado o porfise silencio., daqoeiaa que
elle julgava barer chamado a vida,, eceafiada aes-
sa promessa eotrou eea-, soa casa a-viziaa mais
murta d > qae viva. Has Magnan n&a se- ion tentn
com o gju estava feMow
Foi acordar dous vittanos, qae se tevantaram
como aamortalhadeua para tranqptliisarem o la-
feliz, e tambem como ella, passado o ptimeiro mo-
mento- de espanto, ioslaram para.,qae elle tornasse
a por a tinada noeemilerlo.
Ento Maguan..sem mais.hesitarles, sobradar
soa. mulher e foi. deposita-!* qo eaizo d'ond a.
tirara, e cobrio-o de trra.
Os viilnbos^qne tinbaa. ido ialraz delle paravve-
nem o qae elle fazia, enararam no cemilens de-
pois que-elle sanio, e veodo.qoe a cova nao seta va
bem cheia,. forara fazar sobre isso observa^QjS a
Uagnao, qpe foi logo acabar ajaelle trab Uac.
Eram eoto cinco, bocas.
Havia. djesete dias qaa fra enterrada a, decan-
ta, mas ainda se acbava em perfeito estado.de eon-
serva?ao.
A expresso do sea rosto era exactamente a que
moslrava quando foi sepultada.
Pazeado sa no dia seguate pergaatesa Magnan,
dea ares de nao se lembrar do qu Unha teiio ero
do qae se tinha passado algaroa bpras antes, e s
disse qne julgava ter visto saa mulher dorante a
noate.
Quando Unto se falla do Luxemburgo por
causa das pretences da Franca a soa posse.
e das resistencias oppostas pela Prossia a
satisfdc3o de isas pretences, alo ser fora
de proposito dar algnos promenores geogra-
pbicos e estratgicos daquelle gran-ducado.
Do (]ue se tem tratado ltimamente do
Luxemburgo hollandez, por qne o Luxem-
burgo belga, que constitue a maior parte do
antigo ducado do Luxemburgo, est fora de
questao. Por ama anomala qne moito fre-
qente, a parte menos consideravel a qne
conserva o titulo de gran-ducado.
Segundo os tratado de 1815, compre-
hendia o gran-ducado ama exteos2o de 85
myriametros quadrados com 315,000 habi-
tantes-. Depois da re volueo belga, o ducado
foi dividido em dous por ama linha que des-
ea aproximadamente de noria a sol, descre*
vendo um arco coja corva se dirige para
oeste. A parte occidental qae pertence
Blgica lew uma extenso de 59 myname-
tros- qnadrados e 200:000 alma* de povoa-
o5o.
A parte oriental, qne a qoe possneo re
da lollanda com o carcter de grao-duque,
tera una exteosao de 28 my ra metros- qua-
drados. Segundo o reeenseamento de 1-865,
a sua populacho era de 296,574 habitantes,
ou 4,43$por milbaqDadrada. O Luxembur-
go heilandez comprehenie oto cdadea'o
eento e dowmaDcipiororae. E'adminis-
trado como dneado particalar pelo principe
Hirique foiliierme Frederieo, irmo do
reda lollanda, quem tem'o ltelo de tenen-
lodo rei no gran-ducado-do Lo&emburgo.
Ames de dissolver-se a confederacao ger-
mnica, occopava o undcimo logar no con-
seibo restricto, e toba tres votes-no conse-
liio- pierio. O seo contiagente federal fazia
parle do nonocorpo, e era de 2;536 ho-
mens.
Graode parte do territorio esO coberto de
bosques que sao a-continuarlo dos Ardeooes.
Os habitantes s calholico, e a Hngua da
paiz a allem.- Porm, a fronlsira de
oeste-f;rfla-se wala, que mais especialmen-
te a !ingua do Luxemburgo belga.
A Gi-pitaI do gra-ducado tem uma- popu-
lado de i.:i a 14,000 allema.- E' urna-das
pracas mais fortes-da Europa. A cidade alta
est edificad; sobre uma rocha qaasi; inac-
cess-ve!, talhada em sete aaguios, cingida-
por gncisaa muratba e por fosea profundos.
Fortes avanzados defendem a entrada do-re-
cinto ceotinuo. Sb meio da cidade- alfa:
abno-se -ni rocb um poco "profundo qoe
basta^ara todas as necessidades dos habi-
tantes-no caso de ser desviad-pelo-inimigo
o curso do AlceKe-.
LHxembnrgo a. residencia-'do priacipe
HenFkmo e de todas as autoridades do gran-
ducado. Ha nellnotaveis edificios, tae
como a %reja des jesutas, oostruida no
seculo XVIII sobre, as ruina de um con-
vento- fondado ea ^ 120, a cae da cmara,
ediCeada em. i 830,. e -fabrica.-portantes.
Aa siUc3o geogxaphica de- Luxemburgo
dava-lhift nma imoortaocias estratgica qoe
hojeme or. A rapidez das guerras acluaes
dispeas. que se- estabelecam- eexcos, e as
ciddeUas j nao fazem parar os exercitos.
Ma-era 1815, a .praca forte de Luxembuc-
go,.sitoada em fceute de Tbianville, coafia-
da t guarda da foreas federaes, era a.sen-
linella avanzada, da Allemanha, sentinella
encarregada de- dizer faBca.':*NSo
irs. aJ-m I **
+*
septentrional, de qne estavam ISo abaodan
temente providas as adegas do easiello.
Porm o som de uma bosina veio repen-
tinamente por termo a essa alegra e cha-
mar Raphael aos seus graves deveres.
Essa bosina aonnnciava a ebegada de um
novo visitante. O recem-chegado era nm
soldado hespanhol que ao apresentava como
parlamentario, com uma t>andeira braiea na
mo e que pedio para ser levado presea-]
ca do governador.
Raphael recebeu-o, anda mesa, e tomou
de suas raaos, uma carta, erijo sello quebroo
e qae era concebida n'esses termos:
< Mea charo senbor.
Acontece algumas vezes sahirem os mor-
tos dos- seus tmulos, ou antes, o que ainda
muito mais natural, parecem as portas da
eternidade, aqnelles que deviam morrer e
quese julgavara defuntos. E'essaaminba
historia, mea charo senhor. Deixoa-me
por morto, banhado no meo sangue ; enter-
roa-me no peito a sua espada at ao punho
e havia muito a apostar em como eu nao
oscaparia. Com tudo, escapei. Passo, at,
perfeitamente e creto que, to bom o mea
naloral I que ficaria muito satisfeito ao sa-
ber que est sao e salvo perfeitamente
restabelecido das consequencias do nosso
enconlro, se eu nao tivesse tido a inielictdade
de perder, durante Maraha convalescenca. a
medito, desse crime sem nome qoe nioguem todo o seu tempo Raphael tinba passado
a n5o ser o mrchese, imaginon antes de
mira, porque a propria Dianna de Poitiers,
essa outra corteza, se entregou. a ma 40- por isso, senhor do sea tempo.
em revista os seos soldados e a saa artilbe-
ria; os postos tinham sido rendidos; era,

gamente e nada sabe dos mea projectos ;
porm. nm odatgo deshonrado n5o tea pa-
tria nem soberano qoe o encadeem, jnra-
mentos nem consciencia que o liguem I
i Na verdadeterminoo ellecreio qoe
Satanaz por mim, porque este precisa-
rr,pn'" "uarto que eu oc:upava, lia vinte
0. almoco dos doos mancebos proloogou-
se mnito e Acton conloa w mais galantes
historias, as anedoctas mais salvrica 9ue ti-
nham divertido a corte do
de
espirituoso e paradoxal* fets
Gioseppe, que Hoha, por elle,, c
terminado e qoe nSo se cancavi; de o elogiar
aunas, qaaao>commandava este torio, pelo; e admirar a cada um dqs. seos chistes,
impo rei que rae calcava aos ps. E all, | O proprio RapojeJ-distrahia-se e comecava
debaizo dessa lonsa, est a saTflda setreil a sentir a inffawciaae?ses vinhos da Italia
< Sou muito obediente,
c Mrchese della Scalla.
Raphael leu essa carta, em voz alta, a Giu-
seppe e a Acton. Depois,-pedio pergami-
nbo e respondeu :
t Charo mrchese.
O seu desejo parece-me* dos mais leg-
timos e apresso-me a pr-me s suas or-
dns. Porm, bem sabe que o governador
de uma fortaleza na pode sabir das suas
muralhas e que me no seria permittido
transpor a ponte levadla para me bater
comsigado oatro lada do fosso. S posso
pois offerecer-lbe por campo a plata-forma
da minha cidadella. Venha dermir aqu es-
la noute, e amanba ao nscer do dia, bater-
nos-hemos. N5o recuse a hospitalidade no
forte ; nao a minha, mas sir a do rei.
< Todo seu
c Raphael. >
Eis um homemmurmurou Giosep-
pe, que sabia a terrivel habilidade de Ra-
phaelque me parece pouco...satisfeilo de
existir anda oeste mondo, e que quer, a
todo o preco, saber o que se pass > no oa-
tro.
Amenrespondeu Acton.
XIX
O escondrijo.
O perigo encerra uma acre voluptaosida-
de qoe tem o privilegio de dissipatv as anti-
gs preoecupaces e de minorar a dor.
Um ,'ugeiio qae ha poacos diaa-ia Je Steasbwgo
para Paris, esteva para solTrer no camiobo.de>fer-
ro ma operaco para a qaal nio tinha sollsitado-
auxilio de eirwgio.
Estava moJesumeole no sen.casto qpando oa
sogeito, todj vestido de preki, que Ibe fleava tai
trente, poz sobre os joelhos aro estojo, tirn dNe
nro bistur, -t disse:
O senbo ba de permitir qaa lhe faga, uma ra-
dueco no ariz porque esaede as ploporfloaa na*
tur aes.
o outr.fi> qae nao tero o nariz muito. aonaarido,
mas texroo delgado, nao besitoo attroo-ea o ci.
rurgiao, aperDu-o nos bracos coa todas as suas
forjas, a nao lhe deixoa livr nenhua movi-
mento.
A posijio era loesmmoda, psiocipalaBente porv
qae o cirargiio. dabatiase eom vtoleocia. Mi-
chegbo-se assim a urna esiacao. onde o condador
do trem poz termo ao perigov
O cirargo era am doado qae havia escapado
vigilancia da saa familia.
MBioha convaiescenca, a gas preocupares t ut uiiuumi a uuit.
gSorina Maria di Polve, ...O legre genio de Acton tinha j ser-
minha noiva, a sij,
hoje marquesa de Santo Andr, gracas a
estocada qae me admioistroa. Ora, meo
querido senbor, depois de nma tal traifio,
nio posso resistir ao desejo de rae medir
segunda vez comsigo e de por de novo em
pratica as sabias Iic5es do nosso professor
commum, o vemo (a^ta-Carne. Apenas
me vi reslabeiecido. pfoeorei-o em Mlo,
Tinha partido para .a Arte de Franca. Ghei
gaeia Piris rio diaaeguiote ao da saa par-
tida, emflm, eis-me aqu. Tenho am primo
rando que ter a cortezia de se p6r rainba
disposic3o.
nado, a meio, a fronte aoouveada de Rapbael
que tinha immediatamente visto no joven
pagem um companbeiro, um amigo. Calvez
mesmo um confidente futuro dos seussof-
frimentos; a chegada do cartel do seu
implacavel inimigo, o mrchese della Scalla
acabou de o tranquillisar, e experimenlou
como um' movimeoto de alegra ao pensar
que jogaria, no da segrate, essa existencia
tSo montona e aflictiva qne s arrasiava
com posar e amargura.
no"xercito hsMAofque o sitia; I bem I -jSe a mortepade ter nm aspecto repug-
ne oJo tenha mais ^rMUecco plp rei da ante para, aquelles cuja vida coma festa
espanba oaue pelo re de. Franca, j>1- sem fim, cercada, a nm lempo, do sorriso
-------------- deslumbrante da fortuna e do melanclico
e encantador olnar do amar e da gloria, tem
nm attrativo fatal e irresistivel para aqnelles
que vivera (solados e tristes, entre as ruinas
fumeganles anda, das suas illuses e mais
charas esperanzas.
De certo, qae se tivessem dado a esto-
Iher a Rapbael, entre am duello e nm com-
bate, entre essa lata ao sol claro, ondeo
here cahe ebrio pelas harmonas guerrei-
ras do clarisa e pelo barulho da metralba,
diante de Deus, que abencoa os bravos, de-
baixo dos olhos da patria que os lastima e
do rei que os enobrece e recompensa, e
esse combate obscuro, tenebroso, sem glo-
ria nem proveito para alguem, luta em que
dous homens disputam na sombra a sua
mutua existencia,de certo, n5o teria hesi-
tado.
Porm Raphael nao poda escolher. A
hora da batalba poda estar longe ainda, a
do duello estava prxima, e de quaiquer par-
ta que visse a lata, debaixo de quaiquer
forma que se lhe apresentassem as proba-
bilidades da raorte, isto do esquecimanto
devia acolite-las sorrindo-se.
Preparou-se, pois, para receber, cortez-
mente, o seu adversario epara com elle
crusar o ferro na manha segninte.
O mensageiro do mrchese tinha partido
e essa partida tinba sido seguida de um
momento de silencio entre os tres con-
vivas.
Com a breca Idisse emfim Gioseppe
esse endiabrado mrchese est? pois, can-
eado de viver?
Tal vez,..murmnrou Raphael.
E nao Ibe basta nma primeira licao ?
Qoem sabe se a segunda nao ser para
mim ?
Ora!
Mea bom amigo disse Raphaelo
mrchese esgrime perfeitamenie
O senhor esgrime ainda melhor. E commandar.
D'ah proceda a sbita admirarlo de-
Acton,
\ habilidade entra por rnjaito, sen
duvidareplicou Raphael as. diversas
probabilidades de um duello porm, o
acaso representa nellas igualmente um gran-
de papel, O mrchese pode, matar-me.
Elle Idisse Giusepp*> encolheodo os
hombros.
Porque nao ?
Porque um misoravel nao poderia tri-
umphar de um nobre cavalleiro.
Ento consideras a morte como um
castigo ?
Qu duvida fdisse Giuseppe NJo
se bebo vinho de Borgonba do oatro mundo!
Essa facecia fez rir Raphael. .
A minha opiniaodisse pela soa vez
Acton qae todos devem apegar-se com
tenacidade vida quando o esplendor da
mocidade brilha no olbar e na fronte. Existe
alguma cousa to boa como a vida ?
Quem sabe se a morte nao o repon-
so, e se o repouso nao a verdadeira feti-
cidade!
Hom Imurmurou Giuseppe o Sr.
Raphal diablicamente melanclico e phi-
losopho depois de beber. Todas essas sur-
rapas de Italia nao valera as sandalias rotas
de nm poeta, e o vinha de ftorgonha o
nico que alegra o coracSo.
Acooteca o qoe acontecer contmoou
Raphajl como ea posso moito bem ser
morto e como nesse momento a minha vida
pertecw miis ao rei do qae a mim proprio.
e forcosoque, se lhe faltar a coraba vida, os
seus interesses soffram o menos possivel ;
por consequenia devo tomar todas is medi-
das wcessanas para a defeza da fortaleza,
no caso em qae ea amanha nio i possa
preciso estar lenco ou caneado da vida para
ousar experimenta-lo.
A estas palavras de Giuseppe, Acton, qae
senta j uma certa sympathia por Raphael,
senlio essa sympathia degenerar em admi-
rarlo.
Nessa poca, em qoe todos era'm bravos
ior rastrado, o homem qae possuisse, a
ondo, essa nobre a- maravimosa sciencia di
esgrima, era qnal am seml-deas.
Raphael, ao proferir essas palavras, olhou
para Acton.
_ Nao dise o seo parecer f pergun-
tou-lh.elle.
Isso parece-me intil, bem que pru-
denteresponden Acton Um mbra ca-
valleiro como o seobor nao morro as portas
da mocidade o de uma vida rica de futoro.
( CMttMMM-M*4ff)
WrfiobiAttid.-hUiii nr*
v


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