Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11259


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Full Text
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ANNO XLUI. NUMERO 1Q2.
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SABBADO 4 DE MAIO IB' 1867.
PABA UE.MUO E FOst.A BA I'bVI.\t IA.
Por tMMiezes adiutades.. .... jr rv '. r~ V ..
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Por n tos"1 .. -t^y-1*tf .......
Ptr wn
6750
IW500
200230
270000
A8a3ttR4V>83 am a>iaamiBiD r

ENCARRBGADOS DA SUBSCRlpgAO.
' Parahyba, o Sr. Antonia Alexe'udrino de Lima;
-1 ata!, o Sr. Amonio Marques da Silva ; Aracaty,
;'Sr. A. de Lemos Braga; Co'ar, o Sr. Joaqun
os de Oliveira ; Para, os Srs. Gerardo Autonio
A Ivs 4 Fhos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
'/osla:; Alagoas,o Sr. Fran.-ino Tacares da Costa;
aala, o Sr. Jos Hrtins'Alves; Rio da Janeiro,
o Sr. Jos Slbeiw Gasparinho.
PMtiioa ((( S TAPETAS. [Seriobem, Rio Forojoso, Tanaqdar, ot, Bar-
Onda, Cabo, Es.cada e esiagoes da va frrea al { reiro, Agi Preta e Pimenteiras, as quimas
, Agaa Preta, todos os das. feras.
guarass e Goyaon* as segoaas e sextas felra. I AnniK'm'f an nrw TflFFtmVAiK ni raorri
Santo Aotap, Gravai,,Beerro*,Jwii0.JCaruar( lU1"^UA3 s IflfBUWABS DA CAPITAL.
Tribunal do commercio ; segundas e >udiu.
Prime]
ijia. *
Seguida vara
vara do crol: tercas e sextas ao meio
do elvel : quinas esabbados a
Altinho, Garantaos, Buique, S. liento, Booi Con
. seibo, Aguas Bellas e Tacaratd, as termas-reirs.
Pao d'Alho, Natarelh, Llmoeiro, Brejo.Pesqueir,
Isgazeira, Florea, Villa. Bella. Cabrob, Boa-Vis-
la, Oaricury.Salgueiro e Ex, as quartaa fe/ras
Relaco : tercas e sbados s 10 horas.
Paseada: quintas as |0 horas.
Jnizo do commercio : segundas as 11 horas.
Dito de orpnos : tercas sectas s 10 Doras.
da tarde. v
EtalDES DO MEZ DE WaIO
(ova as 4 h.. e 48 m. da re.
cresc' as 7 h. e 12 ro. da t.
libela as 11 h. dam.
roing. as 2 ti.2 b. da t.
_*
------
-----
DAS DA SEMANA.
29. Segubda. Nossa Senhora-dbs Prazeres.
30. Terfa. s. C.harina dfr&na v., s. Sophia v. m
1. Quarla. S. Felippe e S. Tniago app?.
2. Quinta. S. Mapbalda v., S. Alhanasio ro.
3. Sexta. S. Hodolpho m., S. Amaro ni.
4. Sabbadb. Ss. Floriano e Sacerdote rom.
5. Domingo. S. Pi V p.$. Angelo c. m.
ZZ
PREAMAR DE HOJE.
J Prlmeira as 2 horas e SI m. da Urde.
Segnnda as 3 horas e 18 minutos da manbaa.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o sal al Alagoas a 14 e 30; par a o noria
at a Granja a 15 e 30 de cada mez; para Fer-
nando nos dias i't -ios oieres Janeiro, marco, malo
jalbo, se te rubro e novembro.
____:-------;------------------------------:------------
PARTE OFFIGIAL
fiOVEMO A PROI'I\ClA
Expediente de dia 16 de fcvfreiro de 1867.
i* secgSo.
N. 564.OfBcio ao general. Hija V. Exe. de
iofonnar sobre o que pede Aatooia Mara da C'in-
N. 565.Dito ao mesrrjK-^sirTPTff mBrr-wo
mandar pdr em liberdade o recraia Jos Hennqoe
Oas, qae serve de arrimo a familia de sen vclho
pal.
N. 566__Dito ao mesrco.Respondenlo ao offl-
oio de V. Exc. de 4 do correte, sob n 157, deca-
ro-lhe qoe o nomo do reernta que, em 31 de Janei-
ro ultimo, mandei por em liberdade, Jof Severi-
03 dos Santos e nao Jos SeveriDo de Paula, como
se acba indicado no mei; citado offlcio.
N. 567.Dito ao uiesmo.Qu-ira V. Exc. man-
dar por em liberdade o guarda do 8.' batalbao do
municiphdo Reclfe, Eduardo B zerra Caval^anti e
con'-idera-
| oceurrracias lagar a provimentos iodevidos, a
i que forcoso reparar pelo prejuizo de Internados,
I nxiga que V. Exc. alm das ioforma(dai nos re-
quqiimeato* relativamente a idonsldade de cada
, um dos preteOv>eQtes. na forma do decreto n. 817
; de 30 de agosto de i8a, remeta era pfBsio sepa-
rado copia do edital, que em virtade do art. 11 do
mesmo decreto tena V. Exc de mandar. a(Bxar na
capital desta provincia e poblicar pela Imnreasa
referen os offlcio. do bngadelro commandaota das
armas, datados de boje, e sob o. 182 e 183, man-
do pagar se nao bonver "Infinnveniente, os veac-
meoios relativos a 1 quintana desta mer, das pra-
gas dos depsitos de reerutas e prisloneiros para-
guayos.
N?*9".Oito ao neesnw.-^Com as comas e do-
cumentos que iocluso davolvo, cara' V. habili-
tado pan satisfaier a exigencia constante do aviso

cora a decid -acia do da em que foi afflxado-e pu do mini-t rio da jusilca Je |9 de Janeira uitiaio.a r-spo
h'iparln o Qm nna A9a tanr*\lv^B i\ nmttc, An mnn. mi. linda n tan rjfinin St d. Ifc J^ AA>*ani.k ^ il-fll
bilCalO. 6 803 nn ilWa tnrm'Bf|r n ffrain i^p[ffltt-
curso.
Nesso edital necessario qae V. Exc. faca con-
sigaar a data da le, decreto ou provisao qoe creoa
o cilicio que se vai por em concurso, o motivo da
vaga, e o nome da pessoa que anteriormente ser-
via, b md como se a vaga se I. nita ao officio que se
tera de prover, ou se se estende a lodos os aonexos,
cumprindo-me previnir a V. Exc. q ie 03 requeri-
mentcs qae d'ora arante vierem a esta reparlicao
sem esta formalidades serSo devolvidos sem qua
delles se tome conhecimeoio, aonuoeiitndo-se esta
occorrencia no jornal era que se pnblisam.os aetos
ili'.;"...-, para conhecimemo dos interussados. E |
porque a bem da regularidade do sorvici mullo
au**Wfe
ci n. SS de 14 do eorrante.
o
kmo de Iugateira, mandaremettar a V. tuna, e consta-nos qa o comprador do tronco Celia sepoida fflra tomar poslcao na villa, dominando
Ho do uomealo, nesi data, para aqnlle nao i;aiz ebegar a ama accoramodago que Ibe foi assiai a tado lli.
|eoniormidaacoaj a propjsta de V. S. de prepona. Nesta emereri
A qnestao acba-se, como dlssemos, affecta ao
meritissimo tribanal da relacio que ba de fazer
ju-Uga, prestaado-se eHa a longas discnssSes, pois
a matarla vasta, e offerecendo mais de um ponto
para a defosa dessa pobre familia.
Vai bou defluitlvamenu a scecna no nosso
de orden do Exm. Sr. conselhelro pre-!Saola lsabef Xama-0 Demonio do Jogo-de
proposta
i.Dito ao conmandante superior d'Oiin-
lass. Nesta data autorisoa-se a the-
roviunial a pjjar -.,= dirimemos eons-
'prut- qae veram auuexus ao ofBci de
fh1 de 14 do correte, o qual lica ssim
o recrata Manoel Silvestre, qae foram
dos iocapazes do servico em inspeccio de saude, :one,n evilar de|0ng, e ainda os extravos qlje
segundo consta dos termos a qoe allode o officio de soffrein 04 requenmentos dos pretndeme?, nao
viudo todos sob a masma direego e relacionados.
\ Exc. n. 179 de 15 do corrent'1.
- N. 56?. Dito ao mesrao.Tendo por portara
dest.-i data nomeado o capitao reformado do ejer-
cito Manoel Alexandrlno de Albuqaerqua Pin, para
exercer interinamente o emprego de director do
arsenal de guerra ; assim o commluico a V. Exc.
para ordenar-lhe que assama o exerclcio dn refe-
rido emprego.
N. 569.Dito ao mesmo.Pote V. Exc. mandar
por era liberdade, visto-t^rem silo considerados in-
oapazes do servico em inspecen "do saode os re-
ralas Antonio Simo. Jos Fraucisio do O* e An
tonlo Alves dos Santo=. de que trata o spu officio n.
180 de 15-do corrente, que flea assim respooiido.
N. 570.Dito ao mesmo.Sirva se V. Exc. de
mandar pdr em liberdade, visto qae foram conside-
rados iocapazes para o servico em raspelo de
sande, segando consta dos termos annexos ao sen
officio n. 181 de 15 do crreme, os guardas nacio-
;i ie mencionados na relacao lactosa.
fe!e(o dos guarda nacionnes a qae se refere o of-
ficio cima.
Batalbao n. 23 de infantaria do municipio de Santo
Anto.
Joo Antonio de Oliveira.
RataihSo n. 43 de infamarla do municipio da S'-
rinhem.
Jos Alves da Silva.
.'ia ao:_ I Francisco Rodrigues.
Maaoel Cavalcanti dos Santos
Jos Alves de Barres.
N. 571.Dito ao mesmo. Sirva se V. Exc. in-
fomar.se o recrata Felismino Jos da Silva, erabar-
cou para a corte em 29 do pass^do, conferme de-
clara-me V. Exc, em seu efflcio n. 174 de 14
corrente, visto que o procurador d'aquelle recrata
- diz ter aleda hoja fallado cora o mesmo 00 depo-
sito.
3. 572.Portarla. O presidente da pro -inda re-
sol fe nomear p capitao reformado de infamara la-
noei Atexaodrino de AimqaerqiM rm,prwrtf
jatoriaamenti o emprego de director do arsenal de
cuijrra.
2* seccao
.X 573.Oftio M chefi de polica.-Com a co-
pia da informacao ministrada pelo desembarsador
provedor da Santa Casa d Misericordia, cm 15 do
torrente, sob n. 557, respondo ao officio de V. S.
n. 737 de 29 de Janeiro prximo fiodo, sobre a ad-
ra isso da louca Maria de tal, no hospicio dos alie-
nodos.
N. 574.Dito ao comraandante suparior do Re-
cite. Antorisando n'esta data o brigadelro cora-
mindante das arma?, a mandar por em lib'rdade o
guarda do 8. balalho de infantina, Eluardo Be-
ierra Cavalcanti, qua em inspecQSo 0^ saule fof
julgado incapaz do 89rvico da guerra, assim o com-
munico a V. S. aflm de que faca apresentar outro
guarda em substitninao aquella.
.N. 675.Dito ao commandante superior de San-
to Anto e EscadaExpedlndo n'esta data, ordem
para ser posto em liberdade, o guarda do balalho
o. 23 de infamarla do municipio de Santo Antao,
Joo Antonio de Oliveira, que foi considralo inca-
paz do servico di guerra em insoeegao da saude,
assim o commonico a V. S., adra de que faga apre-
sjotar, n'esta capital, oatro.guarda em sobstituiQo
aquella.
N. 576.Dito ao coromandante seperior deRio-
Formoso.Por officio desta data mandei por em
I berdade, por lerenj sido considerados iocapazes
:o servico era inspeccao de sade, os guardas do
liatalho o. 43 de infamarla do municipio de Seri-
iihero, Jos Alves da Silva, Manoel Francisco Bo-
irigue?, Manoel Cavalcanti dos Santos e Jos Alves
le Barros. O que communico a V. S. afira de que
faca designar ootros guardas em subuiiuiro a
acuelles.
N. 577.Dito ao tenente coronel bacharel Pedro
lezetra Pereira de Araujo Beltro.Agradecendo
rauito o louvavel e patritico olTereciwenlo aue fez
V. S. da quantia de 5:000000 para auxilio das
despezas com a guerra qae actualmente sostena o
imperio contra a repblica do Paraguay, levo n-sta
dala este sea acto ao conhecimen'.o do governo im-
perial, que nao deixar de loma-lo na consideraco
que merece. Aos cofres da ibesonraria de fazenda
mando recolber a referida quantia, qaa foi posta
miaba di Filho & C aQm de ter "a applicaco por V. S. in-
dicada.
N. 578.Dito ao juit de orohos do t-rrao do
ltacife.Com a informacao jauta por copia, mlois-
rada pelo desembargador provedor da Santa (Lisa
Le Misericordia, em 15 do crreme, sob n. 555,
respondo ao officio que V. S. me dirigi em 7 desie
raez, relativamente a necessidade de ser removida
para o hospicio dos alienados, o de nome Joaquina
de tal, que se acba na casa de sade do Dr. Joo
da Silva Ramos. .
N. 579.-Diio ao joiz ranniclpal da vara
Remeta Vme. para o presidio de Fernando, com
brevidade, a guia do sentenciado da provincia de
Sergipe, Manoel do Carroo, a qoal foi transmitida
a essejaizo eom o meu officio de 19 de novembro-
do anno passado. '
N. 580.Dito ao mesmo.Estando a villa de S.
Banlo iosiallada por (orea da le provincial o. 476
de 30 de abril de 1860, e tendo-se nella creado
fdro civil por portarla de 28 de outubro de 1865,
devolv a Vmc. o edita! qn velo jaoto ao seu offi-
cio de 26 de Janeiro prximo fiado, para o fim de
ser reformado, abrindose concurso ao provimento
vitalicio dos oficios de doos tabellirjes do publico,
judicial e notas, servindo o prlmetro de eserlvo
de orplios, capellaa e residuos, e o segando de
i'scrivJo das execacoas civejs e crime.'1, de coofor-
(Didau com o disposto no decreto de 30 de Janeiro
de 1834, observando-se por essa occaslao o qae
preceliaaoa o decreto o. 817 de 30 i'e agosto de
1851, o aviso n. 252 de 30 de dezembro de 1854, e
o aviso circular de 15 de ootubrb de 1861, junto
por copla.
Aviso a qt se refere o dfflelo sopr.
Circular.Ministerio dos ue?ocios da jostica.
Rio de Janeiro, 15 de outubro de 1861.lira.e
Exm. Sr.A falta de esclarecimentos mais com-
pletos no processo dos concursos para provimento
dos offleios dejastrea, se\* em rehco a qalldade
devera' V. Exc. reroette-los na forraa indicada, de
pois de haver rala pretandente pago no crrelo o
sello a qne esta' obrigado, visto tratar se de nego-
cio de interesse particular.
Deus guante a V. ExcFrancisco de Paula de
Negrelros Sayo Lobato.Sr. presidente da provin-
cia de Pernambnco.
N. 381.Dito ao comraanlante do corpo de po-
lica. MAnde Vmc. fornecer ao tenentu coronel
corarnandanle do balalho n. 40 da guarda naci
nai, que se acha aquartelada na. fortaleza das Cin
co Postas, 50 espingnrdas cora baionelas, das que
exisiirem em deposita no qoartel do corpo do seu
cummaBda.
N.582.Dito ao mesrao.Com a copia da in-
formaco ministrada pelo inspector da ihasouraria
provincial, em 15 do corrente, e sob n. 82, respon-
do ao officio de Vmc, u. 14, dj 7 dj ra^z fludo,
acerca do desertor do corpo de polica, Aogelo
Custodio do Moote.
:N. 583.-DUO a o mesmo.Tendo por portara
desta dala concedido ao alferes de polica, aggrega-
do a esse corpo, Basilio Luiz Coelbo, 10 dhs de II
cenca, com vencimeutos. na forma da lei, para tra-
tar de sua sale, assim o communico a' Vmc. para
seu conliecimento e directAo.
N. 584.Dito a Lnrentino de Vaseonoollos Ca-
laba Brito.Tendo ior portara desta dan conce-
dido a exoneraco qae podio o cidado Antonio
Correa d'Almeida Padrosa, do cargo de delegado
da polica desse lerroo, e nomeado a Vac. para o
sob litair, recomraeodo-lhe qae, em vista das oc-
curreneias havidas ah, por occasio de se dar co-
mego aos trabalbos eleltorses, procure maater a or-
dem publica, e a seguranza individual nessa loca-
lidade, requisitando para esse fim a torga de guar-
da nacional que Or necessaria, visto nao poder
chagar all, a lampo, a torca que d'aqal eu poderia
fazer seguir, e no caso de fallar ess i recurso, estoa
caaTeocriIO oe qaa Vmo. eoaolr>-' iu p^pilagn.
sensata e ordeira auxilio bastante para garantir a
Iranquilidade publica contra 05 desordeiros. LI--
commendo tambero a Vmc. toda a prudencia, mo-
derado e imparclalidadetio aso de sua auiori la-
de, empregaado de prefereacia os maios branlos e
suasorios, e so recrrendo ao emprego de medi-
das mais enrgicas, qaaudo aquella- forera inelfi-
cazes.
N. 5*5. Porta-ia.O presidente da provincia,
cooformaodo-se cora o art. 73 do decreto n. 722 de
23 de outubro de 183J, resolve desigoar e capiao
do balalho n. 22 de iofanlaria d. guarda nacional
do municipio do Llraoeiro, Ju-tino da Molla Silvei-
ra, para oceupar o poslo de major do mesmo' ba-
lalho.
N. 5S6.Dita.O presidente da provincia, atton
dendo ao que requeran o juiz municipal e de or-
plios do termo da Escada, bacharel Luiz Aotonio
Pires, resolve concedsr-lbe -2 mazes de licenga com
os vencimentos, que por lei Ihe corapetirem para
tratar de sua saude.
N. 587.Dita.O presidenta da provincia, con-
formaudo-se com a proposla do Dr. chele da poli-
ca, dea. dala, resolve conceder a Antonio Corito
0'Almeida Pedrosa, a exoneragao, que pedio do
cargo de delegado de polica do termo de ingazei-
ra, e para o subst luir noma a Laorentino de
Vasconcelos Callaga Brito.
N. 588.Dita.-O presidente da provincia, alten-
dendo ao que requeren o alferes do corpo de poli-
ca Basilio Luiz Coelbo, resolve cooeeder-lhe 10
dias de liceaga com vancirneotos, na forma da lei
para tratar de sua sarjde.
3a seccao.
N. 590.Officio ao inspector da ihesouraria de
fazenda. Expega V. S. as suas ordeas, para
qoe se nao hoaver incooveuiente, e em vista
do pret jamo em duplcala, que me remel-
len o commandame superior ueste municipio,
cora officio de boje, s<.b n. 86, sejam pagos os ven-
cimentos, a contar de 9 a 15 do correte aez, das
pragas do stimo batalbao de lufanuria, aqaarlela
da na fortaleza das Cinco Pomas.
N. 591.Dito ao mesmo.Se nao boaver incon-
veniente, mande V. S. pagar, em vista dos prets
junios em duplcala, que me remellen o comman-
dame'superior deste municipio com officio de boje,
sob n. 84, os veelmentos da forga nao so do pri-
meiro balalho de artilharia, roa tambem do uar-
lo e infamara acuarteladas no quariel do Paraso,
sendo os da primeira a contar de 2 at 15 deste
mer, e os da segunda de 6 at o meaciouido
dia 15.
N. 592. -Dito ao mesmo.Aoouindo ao que so-,
liciiou o bricadetro eommandinle das armas, em
officio de bootem sob o. 178, reommeodo V. S>
qoe, em vista da inclusa conta em duplic;ta, e nao
bavendo inconvenieme, mande pagar a'Antonio
Bernardo Quinteiro a quantia de luA proveniente
roJa da cisa dos expo-tos duas meninas que di-
zam ter a mais veiha 9 a a mais moga 7 anoos, e
filbas de Lu/, de tal e Je Anua de tal ja falleci-
dos, b;in como haver a junta administrativa dessa
Santa Caja resolvido conserva-Ios n'aqaalle esta-
beteciraento para reeeberem educago, fiada a
qaal devero ir prestar seas servigos no ho.-pital
Pedro 11.
N. 61. Dito ao director geral da instruegao
publica.S. Exc. o Sr. c30?lheiro presidenta da
pruvIacii.l-nJo por portara desta dala e em vista
de sua.iufjrmaco de li do corrente sob n. 39,
resolvida nomear a Jallo Cazar e Oliveira, para
reger interinamente e mediante a gratiBcagao an-
desta dala concedido a exoneragao qae pedio Fe
lismaa Claadimira de Melio Lias, do lagar de pro-
fessora loterlDa da cadeira de ins.rucgao primaria
da vula de Garaniurrs; assim o manda corarauni-
car a V. S. para seu conbacimento.
N. 621.Dito ao secretario da mesa parochial
da /.egaeza de IogazeiraS. Exc. o Sr. coose
lh=iro presidenta da provincia, manda aecusaro
recebimento das actas da formago e suspenso
desta'mesa parochial. que por copia vieraro aune-
xas ao sea officio de 4 do corrente.
PEHNAMBUCQ
para sen conhecimento, que por portara
resolv nomear o capitao reformado do exercito v'uc
Manoel Alexandrino de Alboquerqae Pita, para i provincia, tanda
exercer interinamente o emprego de direetor do a eroersgo qae
arseoal de guerra. 1 Mello L'os, do
N. 599.Dito ao mesmo.A vista do incluso re- deira do iostroccao
qaerimemo, d V. S. as providencias necessarias ouus! assim. o raaada commani^ar
para sa abouar a U. Mara Victoria Pinbairo Pinho, seu coflbectiento.
o-sold que pretende coosigar-lbe nesta-provia- 4* secgo/
cia seu marido, o tehente-corooel Sabastio Joi Nr6l8.Officio ao Exm. desembargador prove-
Basilio Pioho, commandame das armas nomeado dor daaniji Casa d- M'sericorJta.S. Exc. o Sr.
para a provincia do Amazonas. cjnselheiropresidente da proviucia, manda deca-
_N. 600__Dito ao mesmo.Man : nao houver inconveniente, ns vencimentos relativos rante *otrjl. 636, Ikon inteirado de tarara sido
reiativos a 1 qulnzona do correle mei, das pra- acbados ndTha 14 no compjriimento inferior da
gas de 2* batalbao de infantaria desta capital a-
quarteladis na fortaleza .das Cinco Puntas, como
se v do pret jauto em dupiicat, qae me remetteu
o commaodante superior desta capital, com officio
de hoja, sob n. 83.
N. 601. Dito ao inspector da. thesooraria pro-
vincial.Transmiti a V. S. os melosos docaraeo
los a que se refere o officio do commaodanie su-
perior da comarca de Ouda, datado de 14 do cor-
rente, afim de qae se nao houver inconveniente,
mande, pagar es vencimentos relativos ao mez de
Janeiro ultimo, dos guardas nacionaes destacados
najuella cidade.
N. 602 Dito ao mesmo.Tomando em craside-
ragao o que expoz seu reqaerimento sobre que nual da 600S000 a segunda cadeira de in.-trucco
versa a saa ioformacao de 13 do correte, o. 79, o primaria da villa da Cimbres : assim o manda
ex-arramataote dos reparos de qaatro langas da cororauniear a V. S. para seu coohecimento.
estrada do Pao du Alho, Aotonio Malaquias de Ma- N- 6IO.-D1I0 ao mesmo.S. Exc. o Sr. coose-
cedo Lima, autoriso V. S. nos termos da citada in- hera presidente, da provincia, tendo por Portara
formago, a concedera-lo exonerado do pagamento
nao s da quantia de 2202710 ris, qae de mais
se despenden com a conclosSo por administrago
dos reparos do 3 de raes Uncos, mas tambem da
parte da multa correspondente a esse lango.
N. 603.Dito ao mesmo.l'jmaodo.em consi-
derago o qne V. S. expoz em seu officio de hon
tero, sob n. 8, o auloriso a mandar por novamen-
te em praga, o pedagio das barreiras da Capunga
e Manguinho, servindo de base a essa arremata-
gao a quantia de 3:0004000, indicada em seu cita-
do officio, visto nao haver apparecido licitantes a
esse imposto, segundo consta do mesmo offl-o que
Oca assim respondido.
N. 604.Dito ao ebefe da reparligao das obras
publica'.Declaro a V. S. para sea coobeeimeoto
e lias convenientes, qoe de cooformidade com a
informacao do inspector da ihesouraria provincial,:
da 13 do correte sob n: 79. acabo de aoDnsa-loj
a considerar o ex-arrematante dos reparos dos
langos 1 e 4 da estrada do Pao do Albo, Antonio!" depotJos.
u,,..,..:,.. ,.- MnBlrt J1u UI,aetAQ o naca- Aporovadas as actas das >e>-5es anteriores ol-
ment nao toda quaotia da 22O710 rs., qUrde:mr^Atrc*8n '"^W' nararjrTWrnra-paia*
mais se despenden coro a conclusau por admlnis- P^'a ordem, e como relator da commissao encane-
trago dos reparos do 3 de taes langos, roas lam da pela assembl* de cumpnmentar ao Exm. Sr.
bem da parla da multa correspoonente a fiSse; conselneiro silveira Lobo, as vesperas de delxar
Ijqcj l a adroinislragao desta provincia. d*a conca de seu
N. 605.-Dito ao mesmo.-Becommendo a V. S. trabalbo, lando as palavras de falie.tago dirigidas
qua manda sem perda de lempo, retelhar, concer- j ao rnesmo Exm. Sr.
tar e por fachaduras em algumas das portas do! Dorante a hora do exp?dleote foram a mesa os
anartl das Cinco ponas. : seguwtes requenmentos :
4 seceso Raqueiro que se pega com urgencia ao govroo ,
N. 608 -Officio ao" director" -eral da inslrucgao do bispado o seu par.-cer sobre l-rojecto n. 56 de
publica. -Concedendo nesta data ao bacharel Ao- l8b- Jl lne 0I remetur'o.S. K.Kego ar-
Ionio Rangel da Torres Bandeira, a exoneragao ros. ro approvado. _____*... I
qaa solicitou de raaubro substitalo do coaselho di- Reqneiro que pelos canaes competentes se pega
rector da ioslrucgo publica; assim o communico informagoes do quamas pracas do corpo de polica
a V. S. para seu coohecimento. emexpedigao ao sol do imperio
gao.
Julgaodo-o 1 o- si mesmo, o nosso publico poder
com raelhor veras dispensar ao actual eraprezano
d > nossa tneitr.:, os favores que costuraa, e dos
Nesta emergencia s Insncfas dos Sr?. te-
nontes-corooeis Gualter e Corelio d'Alencar, tios
do Sr. Antonio Geraldo, que este, depofs de 24
horas de esforges, e consideragoes reciprocas, re-
solveu-se a ceder da posigao boslil qne assuro por forga daquelle acontecim.-nio, recolhendo-se a
sua babitacao.
Ora, segundo o que lica exposto, v-se qae aqu-1-
0 governo, portante, cumpresyuuio.
eom imparcialidade, e lomar as devidas provi-
dencias.
Namerago dos bilbetes da lotera 18.* offere-
quaes elle, ao bosso ver, sa torna merecedor, ja' cidos pelo Ibesoureiro das loteras para auxilio das
pela acquisigao de bous dramas, j pelo esmero j despezas da guerra.
I
REVISTA DIARIA-
Funccionou hoatero a assembla provincial, cem
00 servigo da i
ti. 609-Dito ao juiz da p'ai mais votado da fr.e-! Re", comegaram a perceber 1 gratilicago desiir-,
guezia de logaseira e presidenta da masa paro- 'nada por esta a*sembi>, desde qne parti daqu
cbial.-Teuho presente u offleio de 5 do correoK o rpo de polica, e quamas percebem actoalmen-
em qae Vmc. communica roe as occurrrtf'.iAS qae te.-Silva Ramos.Approvaqo .
ahi se deram e pelas quaes foi obrigado a organ- Requeiro qne pelos canaes competentes se peca
sar a mesa parochial na casa da cmara munici- '"nfonnagas a respailo do andamento das obras ua;
pl e a suspender os seus trabalhos no dia 4 ad-! matriz de Garanbuns, e do destino qne se lam da- j
disndo a eleigao para 22 des'e raer, como declarou : do a qoota de 2 qu 3 coot >s da ris. votados por
nos >ditaas que para este Qm maadou afflxar. j esta assembla para aquella* obras.Am rim. ,
Da ludo seleme cab>me dizeMhe que, finio o Oppozeram-se ao requeriraanto osrs. Reg Barros |
prasi lo adiiameoto, compre que Vmc. contiua e Soulc Lima, qua sobre e
no processo eleitoral, qaa de ve ser feilo oa igreja! tentado pelo eu autor qae por daas vez
ed'taes qaa a paiavra.Foi approvado.
es fallarn), sendo sos-
as usou da
matriz, salvo se Vmc. declarou nos ed'taes q
eleigao t -m de continuar na casa da cmara.
Quanlo s providencias qae pede pira garanta
da mesa e regularidade dos seas trabalbos deve a
Raqueiro que pelos canaes competentes se pega
as seguintes ioforraagdes : s- n> collegio dos
orphaos que se acha a cargo da S*ola Gasa de Mi-
mesa requisita-las da autoridade policia.1, a qaem Mfiawittnnsina-Wttaatoente todas my;
nesta data me dirijo.
N. 610.Dito a Antonio Correa
do aluguel Oe oro carro, que no dia 30 de Janeiro | para assim proceder.
ultimo condoli da enfermara militar para o hos-
picio dos alienados em Oliuda o primeiro cadete
do exiiocto corpo de guarnirlo desta provincia,
Manoel Jos de Oliveira, qoe eutoqoece.
de Almeida Pa-
drosa.Tenho presente o officio da 6 do correle
em que.Vmc. ccmmoolca-roe qae a parcialidade
conservadora rmada invadir essa villa levaodo
comsigo at a propria gaa-da nacional capitaneada
pelo criminoso de morte Umbellno Francisco No-
gueira de Carvalho e pelo capilo da guarda na-
cional Esperldio da Siqueira Campos, Francisco
Joaquim Cmara e outros para provocar desordeos
e perturbar a eleicao, peda me Vme. deroisrao do
cargo de delegado de policia desse termo, visto
qoe nao pode osar de soa aulorldade contra orna
pesso, cuj nome Vmc. nao declara, mas que
abusaodp de soas relag5?s de parentesco se pro-
ouocira pelos perturbadores e tomara parte as
suas Jmoostragoes de desordeno.
Seiente das occarrencias qoe Vmc. rifare e qae
foram trazidas tambara ao mea coabecimento pelo
Juiz-de pu presidente di mesa paroehial e por di-
versos ciaados vetantes dessa parccbla em urna
repraseotago, que me dirigirara, tenho a dizer
que vou providenciar como fr conveoleote e por
portara esta data concedo a exonerado qae
Vmc pedio du cargo de-delegado de policia do
termo, e milito Ibe lonro os escrpulos qua tem
.de que traa o seu respectivo regularoento ; 2o, e*
00 caso negativo quaes os motivos.Amynthas.|
Foi approvado.
N. 593.Dito o mesmo.Mande V. S. entregar
sob minba responsabilidade ao leoenie-coronel
Joo de Sa' Alboquerqae, commandame do bata-
lbao n. 40 da guarda nacional aquartelada oa for-
taleza das Cioco Ponas, a quaotia de 8001, que
aquelle teoeoie-coronal adiantou hnotem por ordem
mioha, seodo 6004 aoteoeote-coroael commaodao-
le do segnodo batalbao de guarda nacional, para
occorrer as despezas com orna forga de 100 pracas
aquelle batalbao, qa.o bontem seglo em diligen-
cia (ora desta capital, e 200A ao capitao Thomai
Rodrigues Pereira, pan igual Qm, com um piqaete
d cavallaria, que sob sea mando teve tambem
igaal dsslino.
N. 594.Dito ao mesmo.Respoodeodo ao ofi-
cio de V. S. datado de 17 do corrente, sob o, 72,
tenbo a dixer que manda, sob mioha responsabili-
dad?, adiantar ao eommandinle do 1* batalbao de
Infantaria da guarda nacional desta capital, a qnan-
lia de 3:0004000, da qoal prestara' comas oppor-
lunamenle.
. 595.Dito ao mesmo.O portador deste a
presentara' a V. S- para ser recomida aos cofres
. 611.Portarla.O presidente d provincia
resolve conceder a exoneracia que pede Felismi-
na Claademira de Mello Lins do logar de profes-
sora interina da cadeira de Ioslrucgo primaria da
villa de Garanbons.
N. 612 DitaO presidente da provincia at-
a-me que parciaiiaaue Na "ordem do di sendo posto em discussao o
uvadira esa villa levaodo projecto o. 37 de 1858, qoa traa da creagao de col-
lectoras proviociaes, foi elle adiado, por ler a as
teoobla approvado ora requerimeuto, emquese
pedia informacao ao inspector da ibesoararia pro-
vincial.
Entrn tambem em tercelra discussao o projecto
n. 18 de 1855, creando orna comarca eaVCaruar,
contra ama de suas emendas, qua relira as fregae-
zlas de Quipapa." e Panellas para o termo da Ca-
ruaru', d'onde ja' fizeram parte, e extingue o ter
m de Bezerros, fallara os Srs. Sonto Lima e Reg
Barros, qne mandn nm reqneriroento pedindo o
adiamento da discnssc, emqnanto sa cbtinha io- ]
for.macdes do juiz de direito da comarca do Bo-;
ni le.
Fallara contra o reqaerimento os Srs. Amorim e |
Epaminondas.
O Sr. Soolo Lima offareceu o seguinte substitu-
tivo : t Fica creada a comarca de Caruar, qae
comprehendera' o termo do mesmo nome o de
S. Bento.i
Em favor do projecto. e emeadas e contra o subs-
titutivo oroo o Sr. Amorim, sendo afloal approvado
em tercer* discussao o mesmo projecto, qu* emen-
dado da' o seguate resallado :
Flca creada a coraarof.de Caruar, que compre-
hendera' o termo do mesmo nome, augmentado
com as fregnezias de Quipapa' e Panillas e o ter-
mo 8a S. Bent 1, augmentado com O distrcto de
> wm. umii.----^ ui uomomo ua inunu iu -
tendeado ao qae requerea Jallo Cesar de Oliveira PM de jorema.
e tendo em vista a informago do director geral a.ordern do d. ai*n,^; = c.on',n^" '
da instrucco publica de 14 4o corrfcte sob i. 39 tecedente, primeira discussao dos pro ectos ns. 7,
8 e 9 deste aano e segnnda do projecto n. 39 da
dos tunamos omeios, seja por o*e oeionar-se a I dessa repartic5o, a quaotia de 5:00J0O0, que para
razo da vacatura e a poca era qoe foram erea- auxiliadas despezas da goerra contra a repblica
dos, lgnoraado-se nao poocas vetes, se devam ou Ido Paragday, cfJerecea o bacharel Pedro Betsrra
nao continor a orver-se, visto como a creagio de [Pereira de Aranjo Beltro. *
taes offleios depeDne d leglslagao provincial, namj N. 69,6 Dito ao mesmo.Recammeoo a V. S.
semj're prstete ao governo imperial, dando tnes 1 resolve nomear para regar intersmeote e me-
diante a gralificacio annuil de salseamos mil res
a 2.a cadeira de Instrnceo primaria da villa de
Cimbres.
N. 613.-DitaO presidente da provincia re-
solve conceder ao bacharel Aotonio Rauget de Tor-
res Baodelrs, a exoneragao qne soliciten de mem-
oro substituto do conselho direetor da iostruegao
publica.
lipidenle do secretaria d* aorerno do dia 16 de
fevereiro de 867.
1* secgo.
N. 614.Officio ao geaeral.--0 Ecm. Sr. con-
selneiro presidente da provincia, manda declarar
a V. Exc. que transmudo a ihesouraria de fazen-
da para os nos convenientes as comas qoe em du-
plcala veram aaoexas aos seus offleios datados
da hootam e sob os. 177 e 178, os quaes f cam as-
sim respondidos. .
2* seogo.
N. 615-Offlcio ao chefe de polica. -S. Exc. o
Sr. conselhelro presdanle daprevncia, teod#*on-
cadido a exoaeragSo, qae pedio Aotoaio Crrela
d'Aimeida Pedresa do cargo de delgalo de poli-
1865.
Foi roubada, no ultimo do mez passado, a
casa 0. 43 da roa de Sania Rila, onde mora a afri-
cana iivre labal Joaquina Lobo da Miranda, no
valor da um cont e quinbenios mil ris, que foi j
snbtrabido de dentro dos movis abl existentes.
Como aulor bi preso o africano Iivre Joaquim Ser-
rador.
Cbegou hornera a esta oldade, viudo do B >-
nilo, ama familia ooroposia d ojio Pessoas, qoe
peraote o tribunal da ralacao ptUeiam a soa li-
berdade- ,
A saa historia pouee osis oa menos e*u .
Urna escrava de F. ngio de sna companbia, e
nao poia ser eocootraa por seu sanbor ; ama-
slou-se, teve fllhoe, e foi prcgredlado ero mdivi-
dur s e bjd tteas da forln. .
m lavidao M atondo da origem dessa fa-
milia e coohecendo wn domicilio, comprou parte
ou toda a escrava a F, boao .fu ^
de reviodicagio de beos, apon mogos anoos da
faglda da escrava.
h familia boje grande, e possqe baos da for-
que eropre'ga em leva los devidameola a sceona.
O Clnb do Reeifa tem amanha reonio de
familia.
Hi amanhaa tren? extraordinarios da vis.
frrea para os Prazeres, onda tem logar a fesla
da Senhora dessa invo:agi>, sendo as partidas
pra all as 9 a iO 1|2 horas da manbaa, e o re-
(Fraseo s 2, 3 1,2 e 1|2 horas da tarde.
Por oceasio das ultimas chavas, desabou
parte do edificio om que fuocciooa a Faculdade de '
Direito desta cidade, que, pelo seu rao estado,
coabecido por pardieiro --entre os estudaoles.
A poasa qoe se segu foi composta por esse mo-
tivo e anloga an successo.
E' prodaegao do Sr. acadmico Anstides A.
Milln,
A QUEDA DO PARDIEIRO.
Era por noile chuvosa
Da medonha escurido,
Era que a msica Jos ares
Era a voz do fur.-.cao.
Era a trraerma e sombra,
L'j. profundo roausblo...
Era o gazcgo sem tino...
Sem focAn esta a o cu...
Ja' dorma agasalhado
Tt do o povo da cidade ;
Alguns nos bragos do goso,
Os utro3 oos da saudade...
Quando de chofre,estaropido
Medonho, enorme, se ouvio,
E das bandas la' do Hospicio
Dizem tolos que parti...
Subi em ouvens a poeira :
A guarda ds armas bradou :
Tocou-se logo a rebata :
Te'dfl a polica acordoo...
Espadas desembainhadas,
Cartuchos, armas oa mo,
Gorrero lodos em procura
Do canead Sauso.
Porque propalou-se logo,
Que um destimido Trtlo
Tinba s d'ama pernada
Posto urna casa no chao...
Da matriz o campanario *
Pela aaipfdao reboou :
Porte grita de mulheres
Logo '-- se lavaniou.
Ma acudam, dizia urna,
E outrmorro esmagada :
Un que vergonho, mea Deus,
Que casa lio desgragada I
Aieus, logo todas dizem,
Oh bellas noitesjte amor...
Cahlraro caibros e telhas,
Nao temos mais cobertor.
Pebre alimaa q'um teclo
Encontrava nos geraes.
Sai toma, mandanao em oerros
Gemidos e tristes ais.
Mas vem a gente... A nm baque
A ve Iba porta cedeu 1
Todos parguntam com susto :
O que nouve, o que succedea ?
Negro campa de batalha
Parece o iagedo ento...
O general .. foi o lempo,
E a arma... foi o tufo I
Ao vr-se tenia desgrana
Nenham dos labios sorrio I
Foi multo serio o negocio...
Que o pardieiro cahio..
Cabio I Mas, em honra sua
Calado nao soccumbto :
O seu darradeiro arranco
At oo Aio se ouvlo I
Morro, disse, de velhice.
Mas de molestias tambem :
lgralos I P'ra rainba cura
Nao destes seqaer vlolem I
A maitos de ts abrigo
Oei oa mioha mocidade ;
E nao neguei-vos senteos
At na senil i da de...
O pardieiro em solugos
O seu lamento flodon ;
E depois ventana
O peilo.aherto entregoo.
' Entao em teda a cidade
Terrivel fragor se ouvio.
Fot nessa hora maldita
Qae opardtetre cahio...
Agora nm canto solease
De rana e de maltcMo,
% Se escota por alta noite,
Qaaoio mais rijo o tofo.
Abrlo-se bontem a segunda seso do jory,
sendo n'ella apreseotados nove proeestos fteviaa-
meote preparados para Jolgimeoto.
Cartas recebida* do Granllo dio aquella lo-
calidadeem serias condigSes de1 falla de .ranqnilll-
dade publica, seodo para lasUmir qne tal stluagao
Blie-se a' vexagSas de parte da autoridade.
Referem as mesmas cartas, qoe a pretexte de
prisao de um lapazrobo geregado do Sr. Antooro
Geraldo, ra a residencia deste cercada e rata-
da, daodo-se nessa occasio maitos tropellias e nao
menores iosoltos a familia desse enbor; o qoal
achaodoseentao sente, aeonleeeo qoe, ao collar
para casa, tendo conhciraanto da ocoorrido, re-
unir uns 60 borneas, e cjm ellos accommettra as
autoridades, uibw Ibes tojo, o atmatn' ato, e em

Meiosns. 156 a 175.
RiPARTig.\o da polica. Extracto da parta
do da 3 de maio de 1867.
Foi recolbldo a casa de deteocao oo dia 2 do
crreme :
A' ordem do subdelegado de S. io-, Maximino
Joaqaim Pereira, para averiguagdas ero crime de
oceultar escravos alheios. O ebefe da 2a secgo,
/. G. de Moquita.
- Cemiterio purlico. Objtaarlo do da 1. de
mao de 1867.
Anua Joaquina dos Santos do Sacramento Ferreira,
Pernambnco, 40 anoos, casada, Santo Anlooio,
nncro.
Anunio Contralto, Peroamboco, 19 anoos," solteiro.
Boa-Vista, molestia de peito.
i Pedro, Pernambuco, 2 ano;?. Recite, desyntena.
' Jorge, Pernambuco, 7 dias, Recite, convolsbes.
- 2
Igoacio Francisco de Mello, Peroamboco, 45 anuos,
casado, Boa-Visla, bydropem.
Francelina Oly-mpia da Cosa Ferreira, Pernambu-
co, 30 anuos, casada, Santo Autonio, febre cere-
bral.
Jenoveva Mara da Cooceigo, Peroamboco, 30 an
nos. soTleira, S. Jos, tubrculos pulmonares.
Francisca das Chagas, Pernambuco, 60 aonos, vin-
va, S da ulioda, ti.que cerebral.
Emiliana Carolina dos Passos, Parahyba, 25 annos,
solteira, Boa-Vista, tubrculos pulmonares.
Zulmira, Pernambuco, 1 aooo, Boa-Vista, coovul-
sdas.
Adelina, Pernambuco, Santo Amonio, dentigao.
Marcos, Pernambuco, 6 dias, Boa Vista, espasme.
Maria, Pernambuco, 3 mezes, Santo Antonio, es-
crava, diarrha.
Joaquim, Pernambuco, 35 annos, escravo, Sauto
Amonio, ascite.
IrlKOUlUlD.llAKU.
fUBCNAL O COHJJIGKCIO
ACTA Da.SESSAO ADMINISTRATIVA DE 2 DE
MAIO DE 1867.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DBSEM8AGRAD0R
A.NSKLMO FRANCISCO PERETTl.
As dez boras do da, reunidos os Srs. depulados
Rosa, Disto, Miranda Leal e Felisherto de Oliveira.
presente o Sr. desembargador fiscal, S. Exc. abri
a sesso.
Lida, foi approvada a acta da sesso de 25 do
raez prximo pretrito.
EXPEDIENTE.
Officio do Exm. Sr. ice-presidente da provin-
cia, scieotilicando o tribunal de ter assumido o
exercicio da presidencia d provincia como seu !.
vice-presidcule.Que sa aecusasse a recepgao e
se offerecesse a sua coadjuvago.
Officio do depulado secretario do tribunal do
, commercio da Babia, de 22 de abril ultimo, em
; qoe aecusa a recepgao do que se lhe dirigir em
111 do mesmo mez.Ao archivo.
uificio do presidente e secretario da junta dos
I corretores de 29 do sobredito mee, enviando o b^-
letiui commercial da semana prxima finJa.
dem. '
Foram distribuidos aos srs. deputados os sejuia-
tes livras: -diario de Vaz & Leal.-dem de Tho-
maz Francisco de Salles Rosa.Mera de Jos Cor-
:>'. Braga & C.
A ,r.,1 u.rau UC nui.iuiu uao Ol" u di.ii
se fez transferir para a firma de Silva A Joaquim
Felippe o livro diario qoe iodividualmento lhe per-
teacera, e que se acbava escrpiurado at telhas
136.
DESPACHOS.
Bequeriraeoto do Belroiro Gcmes de Oliveira,
para se ibe registrar a sua nomeaco, que junta,
de calxeiro da casa commercial de Domingos Tei-
xeira. Basto.Registre-se.
Dilo de James Ryder & C, para o registro da
que drram a Francisco Rodrigues dos Santos, ca-
xeiro despachante de sua casa commercial.Re-
gistre-se.
Dilo de Antonio Jos Silva do Brasil para la-
vrar-se termo de iraosfereocia do livro diario que
Ibe pertenceo, e que passa a servir firma de
Silva & Joaqaim Felippe.Como reqaer.
Dilo de Domiogos Joaqaim Ferreira, pedindo
para se Ibe fazer entrega, como bastante procura
dor de seu irmo Aotonio Joaquim Ferreira Porte,
nao s da proenragao bastante qae Ibe outorgra
sea dito irraio, mas lambeta, das duas cartas de
ordens, qae lado juntera aos papis do registro
do dlstrato social da firma-Ferreira Porto & Sil
va, visto ibe serem iodispensaveis ditos documen-
tes__Como reqaer^oando a proearagao e docu-
mentos registrados.
Dito de Manoel Tetxetra Basto, pan se lhe re-
gistrar duas procaragSes bastantes de Antonio
Manoel Bastos constiluindo-o e a Jos Bento Antu-
nas, seos procaradores nesta cidade dorante sua
ausentia.Registre-se.
Dilo de Antonio Francisco Marlins de Miranda e
Francisco Martins de Miranda, .pedtodo o registro
do distrato social da ttrma-^Anteoio Francisco
Marlins de Miranda 4 Sobriouo.Vista ao Sr. de
sembargador fiscal.
Dito de Paulo Gomes de Almeida e Camillo tet-
la Fernandas, para ngistre do contrato social, que
celebraram sobre o botaqoim da roa larga do no-,
sario o. 25.Vista ao Sr. desembargador fi>'.
Dito de Fraocisco Feroandes Doarte. Jos tor-
rea Braga e Antonio Jos.Pires, para tambeni1 Ser-
Ibes registrado o aramio social qoe jodio oftere-
cem. Vala ao Sr. desembargador fi4C,,nmlnoc
Dito de Francisco Feroandes Doarie e Domiogos.
Ferreira da Silva, para igoal flm.-VisU ao Sr.
desembargador fiscal.
Dilo te Angosto Frederico de Oliveira e Eduar-
do CindlodaOlivaira, mostrando acoar-seisatw-
feiu a exigencia do despacho da 11 de abril ulti-
mo nelle eiarado.Registre-se.
Dito de Silva 4 Joaqoim Felippe, para o regis-
tro do sea contrato social.Vista ao Sr. desem-
bargado! fiscal.
Replica de Caroiro 4 Nogueira allegando qu-
por nao se acbar prosete um dos socios de dito
firma' nao pode ser satisfeila a exigencia fiscal.
entretanto que com nao sa haver declarado en.
seu contrato a maonira da nomeaco do 3." arbi
tro, pode ella ser feita como festabelece o codigv
commarcial, a que sa sojeitam.Registre se. o
contrato com a presente replica.
Com ioformagao do r. desembargador fiscal.
Raqutrlmealo de Belitarto Mtweo do Souta


1LEGIVEL


irlo At Pen
P *
alo 4e 186?.
<
*?
dudo da .sessio prxima passadi
ncola.C*tte -'reqoer.
DiO da AlMato Hjerlb, jdem j qoer.
Bit* debWodoLlm*m,-'r*oMtidliui -------------
exigencia coifflda no despicho e-31 de Janeiro batxcvdo
ultimo, para poder dar se o registro do patacho: cara* o reeonheelmeoto
nacional Palma -Yolte ao-ltFWMUrijajJJFajh^coflBteiMkill
cal.
Dito da Manoel Beoto
do matricula de commei
Dito de Jos FeroiodaTUoiipidem.Go
Onecer, si
ser vico importantes, a cooMjiia#n
SrUsfaeT a pfcrverslda
re leal e effleaiL
lerrvel f 0
. q"
andTL mP5dem.-Ca
Jt5t
os e
liin e
Mo
d<>i
naior parte agricultores,
l resacado de sea i traball
i mais proprio das plaotac.
\ neobuma do servieojabuco, <
16 Cotnmaudaate e de certas o'
i Ate Mra tem ocio algom de |
\ dos de defender, conforme. Dcus Maooel Al ves' Corre!
dea, a.
[dos bous desejos do^diataat}-
Unto qae
lento da. nosso irmi
eootrado apolo ean ostras VHBrida
arria o dever da o ajodarem na par
mato de 1867.
Thtokmio da Cam** SaMimjo. 1
requer.
Nada mais hveoJo a
pre>idele encerrou a
do di;..
os^
*.-
'
pode
de
JUBY DO BECIFE
3 DE MARCO DE 1867.
Presidencia do Sr. Dr.Mamott Jos da Stea Aterra,
juiz de direito da segunda vara criminal.
Promotor publico interino Dr. Celso Tertuliano
Peroandes Qimelti. *"
Ecrifo Joaquim Francisco de Paula Estoves Cle-
mente.
As 10 horas da mantea feila a chamada achre-
se presenk.'s 48 Srs. orados.
Foram dispensados a bem do ser vico pablico os
Srs. :
Cactaoo Silvario da Silva.
Dr. Francisca Amyntbas de Carvalbo M jura, de-
potado provincial
Dr. Luu Emigdio Rodrigues Viaona, por tar serv-;
do na bitlma ses.-a do annb passado.
Dr. Luii Salazar Moscqso da Velg Pessoa, a re-'
qoisicao do secretarle do governo.
Flrmino H'rcniauo'Ba'plrsia Rlfiro,idero.
Mareororo Paneraclo" Pereira dos Santos, por} \
ter servido.
Foram multados ern malstOJ os jurados ja mul-
tados nos anteriores olas de sessio e Os qu taita-!
ram boje.
Aberta a sessao comparecen o Sr. Dr. jai! mo-
niclpal da segunda vara, preparador dos procesaos
do jury, e foi admitttdo "a" presentar os proeessos'
qoeJS SCbavaro prparde a egoert-raaeWo t i
por elle apreseotado oeve proeessos competente-1
mente preparados para serem jnlgados na presen-1
te sessao, e sao os seguintes:
Auiori a jnstic, r presa Oertrorfes Maria da Con-
mxSWrma, reos presos Manoe!" Gomes Rodrigues,
Jo> Francisco da Lu e Jos Rodrigues de Oli-
veira.
Dita a dita, reo preso Manoel Francisco de Ol-
veira.
Dita a dita, reo preso Martioho Candido Jos Ma
Ctl: Dita a dita, reo preso Manoel Joaquim do Bom-
bn.
Dita i -ita, reo preso Maaoel Rodrigues Dama
SK. 8ILVIIBA L0O| *?-*. t*tUii
BELLA.
A meaMe o tbema gsral d'egtfMootJaM qae'
se arrogaHtt titulo de
as dflp da capa
e contrar.edade de receber ordem para' desalarte- S^rK.* ^&"&%"**"' qUe S8 *?' "
toda a Iul< :rapare.; dade e\ larobatalhio. O coa^aadaoie, V **V Sll1Bffi St ir^'^^
da reflexinTeprWito'emWp'ebMne convicco de sua existencia, era phenoroeno que dro, mostrou-se visivelmente amuado, tanto que, vede
As Eimas. Srae.
V. Francisca Gul__
. Llberia da Silva
Engracia L
D. Julia Beliiia
> P. Julia Ferreir
1 que se castigue
' te, ja' avahado
e se deslustre um
em
ascl
mrito relevan-
mol
fStSBtiSt =1 Sfs
reos em qu vfviam.
t po la swregHthtdo no ftililBtwh),^eWeBcr' qnado o batalhao se reanlo para deband'ar afjre- '."(rfi ^tJZ^Sl'!^,?*''. A^f"!!^?
presidente de conselho o Sr. Zaeharl dVes e oteu-seno quartei i^minoritm, isto *,de'pVlUot ^^StJ^SSS^^^!* trrn.Po^
Vasconcellos.omeanjoqne boje nomea presidente 'achapo de maoilha, em quanto que ? conraian- P arar ten
se aprsenla-
de Pernambuco o Sr. bario fle Villa-Bella, aquem
protestava que demittiria lofallivelmente deste
mesmo logar, se nao se bouvesse retirado tio dff-
pressa do ministerio I
Que falla de solidaridaJe para comsigo mesmo,
e que falta de pudor para com o pas I
EmOm, esta' ioinaamente reformado b Sr. iNery
Ferreira peU nica circomstaacia de ser um ho-
rnera de bem, honesto, grave e excellente modellos nicos aquinboados; chegoo a lodos,
de foncewnarios" pblicos I Solfrer, qoando cida-' de^gsatswnM,,msmatu, uMms
diosi desta quilate soffrem, soff'er com nm certo us da barriga podero flear satisfsitos. Votamos,
desvaneelmento e orgulbo, embora se reconheca. portaoto, para que se pague ao lente coronel
qoe esses soffrimentos sao filhos e derivados do mo, Matbias e ao: omciaes a servicu de destacamento,
1 anda que Qquem por pagar os goarda.
._ pes-
sea I
VJ: essa patalea da fundibolarios da honra
aloea, (aliar de progreaso I... e pasmae 11
Prugresso para ellas, slro, comprebendemos;
mas prograeso para a patria I ... onde encoo-
lra-lo T
Sao esses microscoplaoa aniaaaiejo- es qoe bat-
iera palmas pela nomeacao do Sr. de Vi IU'Bel I a
estado soc
Nio importa. A reacelo salutar Jia de vir.
As visitas de siude sao commuos as eofermi
dades prolongadas, as vesparas do i as-atn-oto.
Aadimos, vamos I...
A genealoga eos silveihas loso.
Esta gente dominante parece que (ai timbre em
dasmentir as ideas de progresso, com abena auro-
ra da liga nubiMtim mnlina prcJn Fallavam em acabar eom a olygarchia, e el-
ceno.
Dita a dita, reo preso Antonio Jos Pereira.
Dn a dita, re presa Anna Mana da Concejco.
Dita a dita, reo preso Aolooio da Silveira S Bar
re lo.
a crearem na pela suaparte.Apregoaramo aprovei
tamento do verdadeiro mrito, e sob'timiram clda-
dos conspicuas or cogometus e parsitas, preten-
ortu rascioar opovo promeltendo d^sprestiglar a
fidalguia, e estSo todos os dias a Improvisar 8dal-
gbs, e a disputar oobreas.
Ha pooco appareceu am amigo offlloso le-
vando luz da pnblicidade, no Jornal do Retife, a
genealoga dos Silveiras Lobo. O primeiro liberal do
imperio exibido como fldalgo de alta liehagem,
com a inapreciavel fortuna de ter por tqonco o
Loiz Lobo, que antes de ser conle de Orlla, ja
era baro de Alvito-desde o aono da graca de
1653.
Oappeliido Lobo entrou em casa de D. Luu pe-
Antes de fechar o artigo sobre aguarda nato
nal, compre annunclar que est Borneado alfares
um celebre Vianna de Gravis, hornern eminente
mente loimigo, e iuiraigo IrrecoBciliavel de bebi-
das espiruuosas. Tambem eerre desembesiadimen-
te na carreira das honraras o famoso Galdino de
Capoeiras : foi oo ba muito nomeado a feres;
consU ser ja lente a parece que foi ooVvaTser
Hiviimli\i'ipiiin, U h ... imj-i u fc tnp0tfU
do delegadp de polica, em cuj<) exercUlo t'afina.
O' tmpora I o moras I ,
Nesie mar revello da poltica ligueira, as coasas
nao podiam correr senio assim mesmo. E* preciso
deixar passar o fnracao.
de Y. S. moito-ftntiu diado.Frwtisca Htttoyuer Cuort Me-
nezet......
^in^sna*anni
vapor procedente
Francelloa ElamtBU-e Mefle Oliveir?.
D. Mara Mathildes Teljeira da Silva.
D. Elisa Alves Machado.
D. Jofenotna-Ametla-do rlego^aldas.
D. Aon Candida de Luu a Freir.
lo casamento. Pela varooia entrou-lhe o de Silvel-
ra. Neste ponto, porm, nao concordara differeotes
' autores: porque uos qaerem que o principio da
familia viesse de um Silveira de Evora, e ouiros
Booiflm marcado para o da de amanha, e levan-
lou-se a ses o. adiando-a para o segulnte di-,
pe.'..- 10 horas da manba.
iLundon <& Braslllan Bank (II-
mlted).
BALANCO DA CALXA FILIAL EM PERXAMBUCO
EM 30 DE MAR^ i DE 1867.
ACTIVO.
Letras descontadas ....
Crditos sobre diversos oulros
bancos e caixas filiaes .
Caixa : .
Emmoedacrrente ......
l,267:i%#310
5,039:869^370
4fi6:86z$990
3,774:192*670
PASSIVO.
Capital farnecido pela caixa ma-
triz ........
Depsitos.......
Crditos diversos, outros ban-
cos e caixas filiaes....
888:888*890
i,l7s:38i*H:
1 405:931*660
3,77i:192670
Itecife, 3 demaiode 1867.
TU. D. S. Kelly,
Pro-accouotani.
ata
i .C- -
Communicados
Partido conservador.
O SB. CORONEL DOMINGOS AFF0NS0 NEBY FEP.REIRA.
N j ba le^, nem intiilulcoes, por mais fortes e
robustas, que pos-am resiftir aos golpes snceefid-
vos do despotitmo arbitrario de uro governo, que,
reciicaodo com p desdtnhoso os dict.mes da mo-
rar e da jslica, Incarna em s o ruinoso principio
da Tii laco de todos os direitos polticos e so-
eiaes I
Quando Xinophente ds?e que os estados se dis-
solvi-m mais por culpa dos supremos magistrados,
qu>- lis dirigem, do qoe por erro* on embates popu
lares, proferia urna verdad", que recebe, da histo-
ria de todos os lempos a mais completa saBC-
ca".
M' ntesquieu, menos feliz no invento, naofraBou
no sun trino syslema de atlributos, ao seu ver,inhe-
rent;s s tres formas de governo conhecidasa
monarchia, a aristocracia e a democracia Dizla,
por eiemplj, que a honra era o principio das so-
lec ides monarebioas e a nrtode o fundamento
da.- repblicas. N5o pode haver, pensava elle.de-
fQ;'&'intero virlude, nem principado sem honra
c rilo 0? governosYepiii.-eiftivi^ sau a-amanea-,
o p* ilo, a transacQao, a coexistencia da forma de-
mocrtica e da forma mooarcbca, assm tam-
bem nio pie (jomprehender se governo cons^
titue onal, sem honra e sem virtude.
Al pobre Moutesquieo, por qnaes intermnndios
rolava a vos.-a rabfea, quando daveis a' honra a
prin.adu as mooarcblas, a* virtude a roage-tae
as repblicas ? Quem vos diese que as democra-
cias, e uos estados mooarcblcos era sempre o amor
da patrh a regra invarUvel dos reis e dos cida-
paos, qner sob a forma cvica dos Rgulos ou dos
Fabncios, quer sob a forma aristocrtica dos Cril-
loo.- e dos Bayards?
Ali I pobre scismador, queris ver contes-ada a
vo.-si doolrina, refalada a vossa distinecao, con-
fund la a vossaassercodogmaiica, rompei aeryp-
tj, qu i vus esconde a ossada, e vinde ao Brasil ver
um g -v^rno sem honra e sem virtode I Veris aqui
desau olido o orculo da vossa ibeorla n'am gover-
no monarchlco constitucional m lrma, desptico
nos a^ios, vicio:o nos inslinctos, corrompido na
moral, e arbitrario na aegao desbriada do capri-
cho, d* violencia e do despreso para todo o que
lei, nzao, jo"tica, equidade s decoro I
VmJe ver,venerando aoter do Espirito das Lets,
come do Bra-il as leis sSo sfimavespiriio, sem vita-
Hdade 3 sem ouwa procedencia, que a vontade dos
desp'sias constilueionaes, chamados mlnislros de
esUdc. I Vinde ver como se tm quebrantado to-
dos os precelios da boa governa?So ; con se vio
despmlo as honras ao mrito, o valor aos swvicos,
os res; eitos virtude I Vinde ver cordo estsotara-
Ih .:,- todas as nocSesPitaes de um bomregtmsn so-
ciai no jog hediondo de transaec5e Igaominiosas,
em qu padece a moral, gaoba o vicio, decabe o
merec ment, medra a Incapactdade, amortecen) as
mais gloriosas iradiccSes, iroprovisamse trerar-
chias, nivellam se
pm senhor de Baiao, tendo andado>
Aljubarrota n illo tempore.
Progredindo.por abl a descendencia, enlrelecada
com os Souzas e os Tavoras, veio a nobiltar se
ainda mais por morte de D. Joanna da Agoada, e
at consegulo entroncarse com urna blsneta da
dous reis, e o neto de outro.
No catalogo dos merubros dessa familia, que
das mais Ilustres de Portugal e Castella, contara
tz uns poneos de condes e bardes (entre elle- os
das Sarzedas e da Fera), vedores e veadores, se-
uhores de Ges e Vagos, damas' e camareiras, co-
negos da s, arciprestes, priores, alcaides, e frei-
rs de Esperanca ; caolines da guarda alle provedor de capellas, Lumllber da Cortina dos
Reis, e porconitas do folenlo de S. Pedro.
As-armas da supra mencionada cata, segundo
os velhos alfarrabios, team cinco lobos preos com
asp3, armados de verroelhvs.
E' pena, perm, que a geuealegia esl-ja ncom-
plea, abrangendo s o penado de 1653 a 1738. An
da toda populacio a beber os ares por ver termi-
nado esse importantissimo trabalno. E-tendidos os
ramos da ar.ore al os nossos cas, sabere-mos en-
lo mudamente como a ella se prendera os Qdalgos
contemporneos.
anda mais esta I
Diz-nes a columna progresista do Jornal do Re-
cife que, almdas vidrayas,estalaram quebradas as
portas da renartiQeo da polica pelas pedras jog
das da ra durante ultima auift^so publica.
V-se, pois, qoe os acomecimentos forim gravis-
simos Mais larde aprecUremos o modo por qne
serio eiles desflgurados pe s correspondenies li-
gueiros do Jornal do Commercio e do "Otarte do Rio
de Janeiro.
danie superior e os potros offlciaes
ram onlformisados*.
Parece quejoio ba ordem para se pagar esse
ser vico de destacamento, que suopomos oo fra
autorizado pela presidencia -, mas provavel que.
para nao desgostar esta hoa gente, veuba diobelro
da tbesooraria, e ordem para o paitamento. Os ir-
Siwiife cum siintltbut fucile vvtiyi ryunftn
E dlzem, esees pobcee de espirito, qoe nao poda
ser melbor a eseolba do ministerio I e utanam-ae
com essa escarba qne, pezctr doer ao-Sr. de Villa-ieHe.
Em verdade coofessamos qne os aplaudimos.
E como deixar de faze-lo ?
Como obter ti tormenta a bonaoea t
Como echar n'om corpo corrompido uro elemen-
to de vida T
4a,cujas seguem osen curso natural; o pro-
greHo s pede soarehr de accordj comsjgj
mesmo. ~'\------
-ra^-MtnTaTa^Domeaeio do Sr. de Villa-Bella.
O ministerio para er eobereale devia assim pro-
ceder.
Mas nao se lave o arrojo ao ponto de dizer-se
que a raaioria da provincia appia o partido pro-
gresista; aio se minia descaradamente, dizeado se
que a exattacao do Sr. de Villa-Bella direceo,
de direito, da provincia aplaudida por ella I
Onde esli os seotimootos patriticos do Sr. de
Vina Bella, de que biasona o Jornal do Rectfe de
boje no parttdu progressisia 1
. A poca de sacri/icies para os brasileos, ad
mitiaoxs ; onde se foram aoiobar os sacrinaios do
Sr. de Villa-Bella?
Pois o Sr. Villa-Bella que gota na ^provin-
cia da motor constderacao t sympalkia, s pode
prestar servaos ao-paiz dirigindo PernambocoT
Oh tmpora I oh mores 1
Mas~ sao os -vermes do Sr. Silveira Lobo que
assim o dizcm I sao alies propnos qne o condem-
nam I... coodemnemo-lo eom el:es; deseamos al
os vermes j que 'Ibes nao licito snbFm at
dos I
3 de maio de 67.
Simi.s.
' Antonio Ferreira Pinto de Magalhiee. -
Domingos. Coejbo dos SaoJOf Pereira.
Manoel Francisco da Azevedo.
mulo Panirl da'Abren
^SSifm ^Bell*'odi-
10-110 a tN mos compre vi n-
cianw 11 orna ~M ncdW*eo#*ertada eseolba
------*~ imperta 1
nos tenennat-flliaics a nenhom dos
granna noHticosHtiw sesffMatenVxantre dos ; .oles
impareial observador dos bciot-qne se vio descor-
tinrtMi iov nossoalbo^nn pWlo de-ptriidefara qWltO^WBsaroos distiognir
: o mrito do cldadao, quem qner qoe elle seja sem
o accessorio poltico.
Freconisar aqai os mritos do Exm. Sr. bario,
lembrar a sua ndependenie posi^ao social, seo ca-
rcter grave, sen patiiotismo, seo trato cavaibei-
roso e floo, e sobretodo seu comprovado lino go-
veroamenui.fra repetir aqnillo qne sta* na cons-
------------------------ cieoela de todos, e que s a poltica a mais apal-
rhthTica xonada tectara'contradlzer.
n v,mn lUriA a* itrT ^. m; I Nosfo comprovinciano, e tedo Ja' administrado
O xarope etberio de relame por mim pre- esla provincia com gerai appiauso o Sr. baro de
parado rnuilo tem aproveitado ao? que SOf-, Villa Bella, vem reunir mais estas doas circoms-
frem desta rrolestia a de lamentar-so, qoe UDelas >cneiies requisitos aponiado?.
-ao obitaario desta cidade a maioria dos que 9 .,..,.k^ j. 4_l. 1 l_ H alladlmos, sem repicar, para esta proviDC a urna
suecumbem de tubrculos puhnooarus, sem cao?a de imeresse publico -
procurarem o reeor9e-do--prattc-d<^etpe- j Ne nos-assusta o facto de brrerS. Exc. parti-
riente, que Ibes podem encatniohar o meio cipdo acvameote at aqui da direceo dos neg-
de sua salvacSo clos Pllticc* de PerDmbuco Justo e benvolo
O Sr Braca rom lnia <1 farraonm na raa ?' E- nio re4ecloa'o Embora propogna-
n -fl* fr.'acom ioja elerragem na ra dor de n,a ,d> no q6 eiiap-ie ter de licito e
iretta, oi desengaado; por dOBS babeiS-de nobre, nunca S. Exc. esquecera" oque Ibe
meilicos, acha-se bom com o tratamento por' prescrevem a honra a o dver.
mim prescrito N* nos propoMmos porm a considerarS. Exc
A Sr Jeranvma Maria ra rnnrir5n PliliwaieM' ms t*o fomeoleiiar oadmiolstra-
'mmLlaL.' aI^HT i. .L0DCeif', dor, a oeste sentido permitt.ra' S. Exc. qoe Ihe
moradora da travesado Monteiro n. 10,er.jamos algnmas palawas; conv.ndo dlzer des
achaRdc-se desengaada, tambem 1 mim de logo qoe inneg.-velment reuunou e-'attid-sg 1 Bstabeiecfda. "" *?* e4* pnaiiu>uvu ptvmrelevo sbus xons
de 1867.
diz oa bro
CURO PBETO 23 DE MAFgO
Transcripcao.
Vejam os Pernambucanos o que se
sa provincia da Minas.
Em todos os lempos, os governos crois nrocu-
ram Iludir a ppioiao publica..
Nos sculo!. 17 18* os reis d Portugal e de
Hespauha celebraram os aulos dq f e letaram
fogueira as creaturas as mais iunocentes, en nome
da religio.
No Brasil actualmeute, ministros responsaveis,
porque a cori ioviolavefe sagrada, ateo por
toda a parle a mais medonha persegui$o, a pre-
texto de urna guerra com o dictador de um pe-
queo estado.
Sempre a mesma poltica, sempre a mesma as-
tocia e sempre a mesa a crueldade da tyramnia.
Acreditavam todos que era passado o lempo da
perversidade governameotal-
Mas .1 lerrivel lgica dos fados ah v.-ie c.m a
certeza geomtrica urov r aiuta aos mais incre
dolos, qje por capricho dos acootecimeolos, o
despotismo pode voliar com lo Jo sea seqaito de
violencias e de corrupcao.
Pelo sombro quadro qoe apresenta esta infeliz
provincia pode-se avaliar do. qm vai pelas suas
irmaas.
E a verdade manda que se confesse que o Sr.
Saldaoha Manoho nao foi o presdeme que mais
abusou do poder e que corrompen" em mais alta
escala.
No Maranbo, Para, Peruarabuco e Alagoas o
poder se embnagou na orgia do arbitrio e4a ve-
nalidade.
Em Minas o seu presidente vendeu a sua con-
sciencia ao ministro da marinba, que escaln as
urnas pelos degros da infamia.
Nao bouve eleico no imperio.
Represeotou-se urna farca, fez-se uma masca-
rada.
A cmara actual nao representa partido?, por-
qu 1 estes fjram arredados da urna.
Nao representa a soberana da nacao, porqus
nao votou urna sexta parte dos cidafios activos.
Producto vil e baixo da compresso, do tenor,
e t* corrupcao, a cmara aclusl nao pode dar
leis ao i.mperlo.
A sua reunio uma irona an arga ao systeraa
represeoial;vo.
Pr-fto -'le.ialToa ile a
Um sobrinbo do Sr. profesuor de Naa-
reth do Cabo, acba-se oom, como se v de
sua carta aoaixo transcripta, alm de outros
fectos, que poderla aqui mencionar.
A pbthysica a destruico e a magreza
de- todo corpo em conseqoencia de cliagas,
.tubrculos e concreccJo dos bofes e de em
pyema, atropbia nervosa e
Correspondencias
Srs. rdacfors.-Rogo-lbes a pnblicidade do se-
guate artigo da Patria, folha liberal qoe se publi-
ca ua provioeia do Rio de Janeiro, e <*seripta por
un* hbil peana qoe profliga o partido imperial e
as veleidades e caprichos do poder real.
Um liberal
Publiea-se actualmente oa cidade do Recite,
capital da provincia de Pernambuco um jornal im-
portante pelo valor de seus escripias.
Embora se diga elle representante do partido
conservador* certo que eolre nos os nomesnao
regolam boje perfectamente as cousas, moito me-
os m metera poltica.
O joroal a qoe allodmos o Correio do Recife.
com o qual nos tem a empreza respectiva obse
guiado.
, de.-ejos em prol desta provioeia, quer pelo lado
material, quer moral.
Peruambocanos, S. Exc. coohece moi bem as
nossas mais vltaes necessdades. Extremoso do
seu torro natal; temos intelra cosuaoca que coro
o seu governo veremos surgir essa nova era de
mtlboramentos mat-riaes porque urge esta pro-
vincia, e a que fo.eoso allender, se qoe quere-
mos acompaoba essa civilisacao que hoje vai ra-
OUlras molestias 2ida por lod' f*53"16 "ido e aperfeijoando tu-
iam mmn tArwtmto do ?)al0"0 de Proporcionar o bem estar e com-
?ir,! ir. .u u i eSC0 DUl0'1 modos de qoe Pernambuco se tem visto privado,
alporcas, galhco, asthms, bexigas, saram- al dos mais comesinhos.
po, etc. S. Exc, de aecrdo ctm a assembla, a cmara,
Na phtliysica, cheando*ao estado do era- a reDar,'?ao das obras publicas, corporacoes tao
Vidade o Hia mninnriHPcnnenrrAr rara a I negltgeote do servigo publico, multo lera' que
viuaue, o .que mnitopode concorrer para a empreheoder a bem das melboras que requer a
salvacao do doeme e ajeniar os medicamentos; provincia.
, 0 ar do campo, exercicio conveniente e Para o ceotro nos precisamos de novas liabas e
dieta, a qual n5o deve ser de nenhuma COU-' P'oseguimento das estiadas fetas; nossa capital
sa miente OU dedefficil dioestao e s he- i re8*.nte.?e urgeDtisrlmameole de um mercado.de
*d queme, ou ae aeiucu atgestao e pe- um Jardim poolu.0 de utn afy|0 de nendicidade-
biaa enmpre que seja de natureza branda e etc.. etc.
fresca. Nio lembramos a S. Exc. todas, 00 anda; as
Todo o seu alimento se ba de d ricir a tna,s Jur8en,e* necessdades desta capital, pois
moderar a acrimnniarifK hnmnrtis p a nntrir'2ue deVt acbar 8e a sse respeito lio-bem in-
iiiouerar a acrimonia Os oumores e a nutrir (ormsa0 qoanlo nos, e sera tornanmo-nos desar-
e suster o doente, para O que preciso re- rasoados e Injustos, exigindo de S. Exc. talvez no
duzi-!o ao USO de vegelaes e leite- j periodo de nma presidencia de alguns mezes (se-
Toda comida e bebida, que se lomar ha gu?,d0 perpfc'osiMtmo yst roa do governo een-
de ser em nnnru-s nAr.-P nara pvsp nnalTi}> feal'sacflo de trabafhos pata o qoe seria
rvoes, para evitar que ndispensavel aonos de administrae-ao.
oppnme OH bO- Da sabedoria do govern 1 geral, porm devemea
o excesso do chylo iresco
E" hbilmente escripto, e tem, alm da parte re-
servada a' poltica "' *> ":- *---------
ANDAR ASSIM.....
Um dos primeiros actos da nossa asse oblea pro-
vincial foi elevar a 105 diarios o subsidio dos de-
putados da prxima legislatura.
Quando o estado fipaoceiro do paiz se mosta
to carra codo, por causa dos e-banjamento' da
liga, principalmente na guerra com o Paraguay, os
dominadores de Pernambuco, concertara pela sna
parte as Guaneas, augmentando o subsio que re-
dnndar em beneficio dilles proprio*.
J se falla em outras patotas.
Andar assim...
CA G LA MS FADAS HA.
Houve ltimamente duas assuadas as
da assembla provincial da Babia.
E' a noca era das anormalidades.
galeras
- _. luiadoo.-------~~.
Assim o fra, estara perdida a eleicao,
systera* oa se leria estragado e corrompido.
Nao, nao desabafo.
Me sul a oorle o grito s um t
< conquitou as urnas pelos meios os
versos e immoraes. c
E o gjveroo s tem respondido com a perss-
guico a imprensa, aos escriplores, e com a c*-
e a' dtscu?so diaria das qoes-
to -.- sociae*, admioislrativas e econmicas, uma
parte illustrada, de oto paginas de gravaras repre-
sentando assumptos de inieresse geral, taes como
paisageos, vistas de cidades e edirieios e retratos de
uacionaes e estrangeiros illus res.
A impreosa do Correio do Recife seguramente
recommeoda se ao paiz, e deve ser protegida 00
auxiliada. ^ _____ mm '
nas^ JvWa~KTms vfnoescrlptos que, embora us re-
servemos o direito da disseniir delles em um ou
outro out>, honram seguramente erecommendam
a intelgencia do joven escriptor Dr. Jos Beulo da
Coooa Pigueired > Jnior.
E' um tributo devido ao mrito real
pagamos. .
fes 6 acelere muito a Circulado do sangue. '"parar at'eooante "a este mal, sm o que nao
Juitos doente desU molestia se leem en-' possi^i admnistrao proficua.
tresne ao nsn rln nlpn Ha fioarln !p hacalhaWi I lerinlDnao aln<1a felicltarao nos com os nossos
ire0ut ao uso ao Oleo ue ngaao ae Dacainao, comprovincianos e mais babiantes desta
e outras preparares de resinas e blsamos,; pelo cargo de que acaba
o governo
mai^ per-
bo.nito 29 DE
lumnia estrondosa que desgosia.
No terreno das prov.s nao d nm passo. Nega
desfacadameote o que fez, reoegsndo o aclo qoe
prailciju.
A dissoluco da cmara e'u em lodos os espi-
ritos. U proprio goveroo a teme. Elle proprio
esta' horronsado do moostro que deu a luz. E?s*
reaeco depon das eleiges. e-sa eieico princi-
piada de senador pela Baha, tudo indica que o
goveroo teme a dissoluco.
Em verdade seria mais um escaraeo alirado as
faces d nagao a contiouaco de um goveruo que
zorabou das leis, da moral e dos bous cosiuraes.
(Juera oo sabe do papel liiiiculo, qoe alguos
dosactuaes ministros representara na corle?
Ura delles troca o seu a-senio n*s conse'hos da
sem que deltas tenbam tirada proveito; e
alguns expositores de medicina combatem
com muita razio esse tratamento.
E' CStume carregar o estomago do doen-
te com medicamentos oleosos e balsmicos;
porm estes em ?e de tirar a: causa aug-
mentam-na, esquentanio o sangue, ao mes-
mo tempo que^tiram o apetite, relaxara os
solidos, e s3i.de toja sorte perniciosos..
Tudo que se fizer para extinguir a tosse,
alm do exercicio e rgimen apropriado de-
vem ser remedios de natureza acida, deter-
gente e calmante.
O cidos possuem ,a virtude de produzi-
rein boae -eeites fleesa cnfei lurdatte, "JTOT
que, nao s contribuem a apagar a sede
quindo accommetlem a febre ethica, mas ^ ogo\
tambem a refrescar o sangue.
provincia,
de ser investido o Exro.
que aqui
Sr. baro de Villa Bella ; e se assim nos declara-
mos porque actuara no nosso espirit fundadas
e robustas esperanzas de que o honrado Sr. bario
consliluir-se ha Oa caJeira presidencial, mais ad-
raui-trador que poltico; persuad Jos como esta-
mos de que S, Exc. nutra a convcgo Je que o
melhor meio de augmentar o seu prestigio pes-
s:al e polilicj, e de faer i-rospera a provincia,
que Ibe confiada, uo fuf poltica, mas ad-
ralnislra-la.
PerBarobuco tem >ie de governo a de adm-
nislraQo. De Ih'o o Exm. Sr. baro, eos seus
compatriotas unnimes beradiro o seo norae.
*
a
Theatro.
Publicacoes a pedido
Aos doentes desta enfermidade, quando o
seu es'ado de gr?vidade tal que a febre
ethica os accommeile. prescreyo-lhes o suco
de um limo dissolvido em uma chicara
d'agua com bastante asacarem um grande
copo para mistujar com um papelinho dos
__aniar.) imIo inakUa a pmaa-Ttrstaa, ntKrpvaso
callar a agrad^vel iuipressao que sent, quando vi
anuuuciaijo uo Santa Isabel o drama o Demonio
Ooegado ba pouco da Europa e tendo
asabtido a 4 representaces desie bello drama,
quatiUquei-o na midba conscieocia como uma das
melhore produccoes da escola muderua, uo "s
pela subliioiJade das sitoacoes altamente drama-
ticas, como e sobre ludo, pela llgo de escarment
p*ra esse ti nivel vicio que se chama jogo I Alm
Oas b czas, que coreo Odres em primoroso jar-
dim, se espalham aqui e all por lodo o drama;
alea da verdade nos caracteres dos seus persoua-*
troca o seu a-senio n"'S
abril. i cora por uma cadeira na orgia do Alcasar, donde
O veneravel iwlitt- conduzido a bra;os para os seus aposeatos.
co, que traz em agnagio coostaote este malfadado ; Ootro profere os prazeres de um naraOr! de pe-
ITfzes dH;c3e.aEmlneohUuraa X i "J &%$* d."^SK 5f ffltft
seproduzio to completamente este pheuomen :cufa. Sf ?,* f t, ,' d*udoa ma 8 .
coraonesu comarca/onde toda a geote honesta '*'&% t^raeo D u T ^ **""* *-
dos partidos constilueionaes repelliram a liga co, O odio de um Saidauha
mo ama creacao abstrusa e iocoatpreheoslvel. Os'
que a aceilararo, foram somante os barrigudos
de todos os partidos que sobem ao Doder, os abys
sioios, que adorara o-sol ao nascer e apedrejam no
no occaso. D'ah o estado deploravel em qne mar
cham aqu os negocios pblicos.
Nao temos admiolstracSo de juslica. O juiz mu-
nicipal e dos orphos (que seja dito eolre parenthe-
sis e d aqu), parece bem Intencionado; mas da)
orna Ignorancia amperdoavel em materias de dlrei-'
lo, a sobre tudo das leis do processo, o que um '
mal gravissimo para os Migantes. Os orpb<--s vi :
vem por ah em completo desamparo ; ha cenfe-
nares delles, que, per serem pobres, estao sem a
oecessaria totella ; e a adminlstracao dos bens dos
que tcem alguma cousa corr8 sem exame nem Bs-
calisacao.
Marinho, sempre cor-
rompido, de um Alencaslro sempre doudo, de nm
Leao Velloso sempre desleal, de um Lobo sempre
furioso, e de um Alvira sempre militar, sao sella-
dos e cunhados de coz por ministros sem princi-
pios, sem hoora, sem dever e sem pastas.
Ministros de folguedo;
Presideotes bachaoaes ;
Deputa dos. da orgia ;
Nao pedem e ne devem perpetuar o abatimenlo
em qoe jaz o imperio.
ToJas as vistas esto voltadas para o Imperador.
Elle ha de salvar o imperio.
O surge et ambula Brasil, ba de cahir-lbe dos la-
bios.
Mam se aproxima.
'o mez da restaurafo'do governo representa-
tivo.
!' a poca marcada pelo dedo da Providencia
rt-fles-
caracteres, ,'batm se poscd.'s
adqoin !as na dura escola dos sacrificios e fjrma- dante superior passa por'boroemVncapaz c
das nos precedentes da boora ; e por sobre W des- risar persegulcoes; mis, ignrame como e qua
trogos de todos esses edificios rooraea da sociedade 'si analpbabeto, snbscreve tudo quanto Iba persua-
se levaniam as aristocracias do demerito, da vena^ dem ser necessario fazer, de sorte que sera t sa-
udade, e da mercanca torpe da vfda, da alma, 'eda"j ber e sem o querer, aolorisa essas persegoc5es.
O ebefe do estado maior, qne tambem I* sup-
A pol'eia uma institoigao, que s se faz co-
nbecida uestes lugares pelos males qae cansa, pe- f para quebrar o crgulho de nuliidades
las violencias a arbitrariedades que commette, e I tem a lux do governo.
pelas lagrimas que faz derramar. Nio preventi-
va nem repressrva. 0 poneos agentes policiaes,'
que nao sao criminosos e que nao convivem com!
elles, sao passlvos expecladores de toda a sorte de'
atteniados. Os agsntes, que sao criminosos, esses
vlvem Jcerlissimoi de toa impuaidade, egarantem
a impooidade da seus pares. A oc^op-cao de
nos e de outros amea^arj oerseguir e prender os!
horaens pacficos a trabalhaddres do partido libe-1
ral e do partido conservador, qne nao querem reo-! A0 publico.
der preito e homenagera miseravel camarilha "ao grande, esse reo de todos os crlmes, ha pon-
qu aqai dirige os negocios poltico do progresso' eo* oas traicoelramente mandoa assassinar ao
A guarda nacional tambera ootra machina de nt,sso m*no Ricardo Pataleao da Cmara,qos fi
compresso cootra este.pobre povo. O comman C011 morlalm'ente ferido sobre o pelto direito, com
que
iux ao goveruo.
E' a poca marcada para castigar e ponir os cri-
miooso?, que com afJro la das leis e da moraL do
cartas.
E' a apoca assignalada para o Iriumpbo da vir-
tude.
Bem vloda >eja a dissoluco. -
Desde j le saudamos.
cousciencia f
Oh qoe dias etiturvados derivaram pira o Bra-
sil I
Oh quo provac'es amargas pira bomeos, que se-
riara mesmo respetados aas mais corrompidas so
ciedades do Balxo Imperio 1
Sim como se pode ver, sea tetar 1 faee, o as-
oma facada que passou-ihe o polmao.
A sua familia, compost de mulber a quairo fi-
lhos, esta' ameacada de perder o ooico arrimo que
coolava ; no entretanto esse moostro passea im-
pune, ostentando o seo poderio, nao s as roas
desta cjtade, eomono proprio distrteto do allanta-
da mesa regedora da irm an-
dado de Nossa Senhora
da Conceico da igreja da
0 ngregaco para o anno
de 1867 a 1868.
Juiz por eleicao.
O lilm. Sr. J.-ao Feraaudes Lopes.
Juiz por devoco.
O Illm. Sr. Joaqu m Moreira da Silva.
Juiza por eleicao.
A Exma. Sra. D. Leocadia Leopoldina Garca Sao
tos, esposa do lllm. Sr. Antonio Francisco dos
Santos. ti ,
Jniza per devoco.
A Exma. Sra. D. Maria Eduves da Silva Castro
Azevedo, esposa do Illm. Sr.loaquim Francisco
ii Silva Azevedo.
Escri vao por eleicao.
O Illm. Sr. J..s Joaquim B.rbosa da Silva.
Escrivo por devoco.
O Illm. Sr. Maaoel Cardoso de Sooza.
Escriva por eleicao.
A Exma. Sra. D. Fraocelina Nery dos Santos Be-
zerra.
Escriva por devoco.
A Exma. Sra. D. Cl ra Emilia Pinto de Souza, es-
posa do Illm. Sr. Manoel Jos de Sooza.
Tnesoureiro.
O Illm. Sr Joaquim Lopes da Costa Maia.
Procurador geral. -
O Illm. Sr. ex juiz Oliato Dornellas Cambra.
Procuradores.
O Illms. Srs. :
Joaquim Francisco dos Santos Maia.
Joaquim Dias da Silva Guimaraes.
Meaarios.
I Os Illms. Srs. :
Domingos Jos Aniones Guimaraes.
Antonio Jos Barbosa Viaooa.
Maooel Jos de Miranda.
Maooel Severioo Duarte.
Antonio Ferreira d Caoba Lagos.
Antonio Jos Ferreira.
Antonio Fernandos Ramos de Oliveira.
Gollberme Jos de Souza.
Maaoel Jos da Cosa Pereira.
Antonio de Sooza e S.
Mordomof.
Of Illms Srs. :
Affonso Moreir Temporal.
Maaoel Bodngues.da Silva Filbo.
Domingos Jus d Castro Silva.
Candido Carvalbo Navas.
pos refrigerantes: para tomar, com que al- *ens* alm da ouvdad na coocepgo do proio
viara no accommettimento da febre, e pelah',u,,^?'.t'f8Uraa!a,pre.ad, de acl para acl*
manhaa o xarop .erico de veame! SJECj S2S TSS SSSSr^
Fiualuiente, aando os parabens ao Sr. empreza-
rlo pela acertada eseolba do drama; os damos
tambera ao publico pela deliciosa noile, qoe vai
passar assistlodo a represeoiaco do Demonio
do Jogo.
Um espectador.
pente do jai municipal, e lamben delegado de do ; e para malor a Broma ao offendldo passon-ibe
polica, e tambem promotor publico e deputado,!'ootem doas vetes pela porta, e parando Donco
proviDcial e nio sabemos se mais alguma coosa,*msis adlaflte, declaroo qoe breve wia ea do! So7fJ)dfc3 Tv*(i^urleS
esse nao se pode dleer ioaoceute como o comman subdelegado saber se siguen censa bkvfa conifa' iSm fh*,A,rih
dame superior, que uo tem impotaco moral, elle, passando a dar ordm para qoe fosse ladrl-
. Nao se arreda aqai ama pedra sem scieocia e pie- lDada a ssla de ama casa qoe alagon junto a do
pectacnlo de degradaco sodal, qoe abi se dasen- na consceocla do Sr. Jos Gliiraoa ; e lodos sabem pactante, onde pretende ir morar.
,L*HP0.r !do >'ai1' Comoe f^de ver. sempro- porque recommendateis predicados se achs S. S. a
Sr raJnr;.1irD5fao am benimer,,. P.atrJ tnmoii^2rJ^,9d-to^W(*^m*,ew"'l O tfesucamentos da guarda nacional roram
que dSl* eorpo' 1" qm8' 'M CT*> 9Ui Slu P" VW*o- CoOsto por aqu que
Seroja!S JXJ..**1!"*' W ^ doasjfjoararapes foVnVbl para a eap.Ui coi seui
at-onn'.
Manoel Francisco Caroeiro.
Aolpnio Pereira Martins.
Manoel'Dias di Silva Oulmaraes.
Esse malvado, covarde, como todos-o sio, s fere Joaqoim Garrido BaMfos.
A traicio. Prfidamente eapaDcoo o arTetes Esco-! Jos Aolooio Pereira Braga
var, esfaqueou Ioooceneio de tal, a quem arraaeoo Jos* Mara da silva
com os dentes pedacos '* rao, sarron barbara- Jos Domingos de Sanpalo
raente Joo Cabelleira, pntfcaodo recenlemetit o Maiflel Vieira Nev
aconselhado, qni; fajam uso de' vegetaes de
natureza acida, como laranjas, limes, pi-
tangas, uvas, etc., e applicaces de plantas
amargosas, que fortificam o estomago eser-
vem ao mesmo tempo para destruir e miti-
gar a sede.
A Sra. D. Joaquim de S Barreto, tendo
uma sua escrava fallecida desta molestia,
submettida ao tratamento de seu medico,
reso'veu proctirar-me para trajar de um ou-
tro escravo, que soffria da mesma enfermida-
de, prescrevi-lbe o xarope de veame, tero
melhorado consideravelmente.
A senhora do Sr. Antonio Francisco Ho-
norato foi desengaada por habis mdicos
desta cidade, esteve prostrada, e nos lti-
mos paroxismos da morte, foi com o xarop?
de veame salva, como se v da caria impres-
sa no Jornal do Recife de 9 de tevereiro de-I
1863.
0 escravo Emilio, do Sr. tenente-cronel
Rodolpho Joo Barata de Almeida, foi tam-
bem desengaado por habis mdicos, ecom
o xarope de veame acha-se completamente'
restabelecido, como se v tambera da carta
impressa do mesmo Sr. teoente-coronel no
mesmo Jornal do Recife,
Nio deixarei de advertir ao publico, que
as minhay)reparac5os de veame sio reuni-
das com pairos ingredientes, e com elles
tenlio oblido ptimos resaltados : nio se en-
gae o mesmo publico com ontros que por
abi se annnnciam, cujas preparac5ea- ignoro,
assim como o aprovei lamento aos enfermos,
a qnem porventura tenbam sido applicados;
cada uta responde por si, e en afflrmo com
verdade o que aqui tenho relatado, cujos
medicamentos nesta provincia s vendo em
minha botiea na ra Oireita n. 88.
Jo$ da Rocha Paranhos.
Nazareth do Cabo, 7 de selembro de 1863.
IUm. Sr. Jus da Rocha Paranhos.Com
o maior prazer levo ao coobecimento de V.
., que o -doente que V. S. acba-s* adminis-
trando-Ibe ramalos, acba-se no todo res-
tablecido, perianto nada gente, -tendo des-
Consla nes qae o nosso comprovinciano o Sr.
alteres de comraissao Mauoel faotalio da Costa
Monieiro, reqoereira a <. Exc o Sr. commaodao-
te das armas, agradecen do o resto da llcenga que
cbiivera do goveroo Imperial, para tratar de sa
sude nesta provincia, atlm de segor na primeira
upportouldade para o campo da hoora; nao era
de esperar ootra cousa deste offlcial, pois que
desde sua Javeotode qoe milita, p-ova esta do
valor que o caracterial, Ja' por que nesta cidade
nao se liona dado facto desta ordem, Ja' em flm
por qoe este senhor offlcial, lem sabido desempe-
nh*r o lugar que occopa, insirumdj as pracas no
ni;:n j i de arma, e ja' mesmo' combatendo como
nos consta.
Pedimos a S. Em. o actual ministro da guerra,
que nao deixe passar desapercebido os relevantes
servieos deste senhor jjfficial. Proclga, pois, se-
uiior alfere* a carreira qoe o lesiioo Ihe ba guar-
dado.
Aga Florida de Iwray k Lan-
mai.
Em consequenc'a da sua grande e vasta
popularidade e justa celebndade em todos
os mercados da Amrica do Su) e das Anti-
Ihas, para o uso de cujos pazes, ella foi
exclusivamente manufacturada, ba mais de
rime anuos; a mesma tem sido eiteosiva-
mente imitada e contrafeita neste paiz. Po-
rm presentemente o artigo original "foi in-
troduzido, e em virtude do mesmo apresen-
tar a distinctiva marca commercial dos pro-
pietarios, pie fcilmente ser distinguida
pela sua apparencia exterior dessas oulraa
simuladas e fraudulentas composicoes. Os
sigoaes internos de perfeita genuidade si
muito menos fcil de engao, por quanto a
Agua de Florida de Murray e Lanman lem
e desenvolve o aroma proprio das frescas e
floresceutes flores e plantas do trpico das
quaes ella deriva a sua! ella e exquisita com-
. piu,iiv lomuiciucoi- 0
-- -p .v^- .ui *.** ofim otui Jiras mesmi em don guardas nadonaes na Piranga : e Jos* Pereira de Mndeoca
ferreira, r espaco Vtan"i ni?? toSS W?!f |",,W-(* kW *>* "Mraea e dos con-
nent de ado moar; e nio sa-
Cmo wmmaodinte perior intartoo, oemS252n^"!!*a'" <*** n **"*?**t**-
r "*", i.ae ser vico de desucameoto. O pobres guardas.

ja tremem em sea prestan I Praneiseo Pereira de Mendenca.
^PbiSnam : solios claoo auaos, a ar neje ainda Jote Pnrnrades Gomes,
nenhom raanchou-se o saaatae da humanidade ; Joto AWonio de Amorim.
somos bem conhecldos a nossa paciencia asi' es- Veflsaiao Ferreira Gomes
gotada. & pan esta* icefWo ; a le delxbn de Joo Custodio MarHns Leite.
imperar e tribunal do bacamarte o nice jes- Praneiseo Nones da Silva.
apfareiiido no todo atoase, tem moita dis- posicie, ea exposicao ao ar* en lagar de
Sosicio comida e acba-se natrido. etxou
e tomar'os ltimos remedios qoe V. S. re-
ceitou no dia30 do passado, resta agora a V.
S. mandar-nwdner quaJaieta epiee doente
derre conservar e por qurtos tetnp*. meo-
cionando is comida qoe deveri usardaqui en
diiwe.
Reati-ae agtra gradecer a V. 8. o coi-
dado que tomou no tratamento do mea so-
brinbo, abaHxo de Deas, devido o sea resta-
belecimento-aperiea-de V. S., e por isso
pode i,V. S., sempre contar com os metas di-
minutos prestimos, e desejarai em todo o
tempo dar ama prova do mea recooheci-
mento.
Dezejo a V. S. todas as ventaras, poner
diminuir, augmenta a delicadeza de seo fino
aroma', em lugar de produzir ama emana-
gao acre oa urna certa effluvia desagradavel
como acontece, com esses perfumes e aguas
de cintro as quaes sio preparada e com-
postas com leos baratos e forssimos de
ssseaeias.
(Tenha^-se pois todo o cuidado de examinar
ver que os nomes de mtjrrat lanman se
ichem ioscriptos e mpressos sob cada ea-
voltorio, letwiro oa garrafa, pois qae da
falta dos mesmos, nenhoma verdadei-
ra).
Vende-se oas pbarmacias de A. Gaors e
J. da G. Bravo C. e Maurer G.

.
JLEGlVEL



IV
ftfart fe T eraamafmc *a*IYad<, de Mal* Te? 67.
COMMEICIO.
AC
DO'RSCIPE 3 D MAIO
OG 1867.
As 3 X horas da urde.
C*Wo sok(.^qdt8e^.-.aO d|v 23 i|2 por
Sllvelra,
lMVtfMMe.
Kaat,
SecNMrto-
NOTO i SE PBR-
, NAMBDGO
O novo banco paga o decno oitarvoflivi-
dendo de 6*38G isaor eoao.
Nao basco de
O Noto Basco descaaia -letras
, *e anno, coofuram os praeos.
ittTA NDJG A.
Rendimeoto do dra la l .........
dem do dia 3..........'.....
drogi, roed lea meo 103 e
Sir8;3Tt'H
23-048*7
56:23151 M
MOVtMETtTODA ALFANDEGA.
Volames entrados-cosa faatmvJas..
genere*-----
VoiOfflM o*lKaj fatowftis...
* < < leeros....
38
71
*._
101
MO
------M
769
Descarregam' hoje 4 de alo.
Brigne ingle-Rnofationmeretdanias.
Barca ingina Mimom-item.
Brigae iagle-Cireamau dem.
Escaoa sueca Jfiranda-fuioha de trigo.
sumaca hespanhaU Guadalupeidem.
Brigae portugun Tritmpkodiversos, genero?.
iPlUcbo parluguei .Varan* a II idem.
Patacho portugoe/.-Mama da Gloria -id >m.
ISarca, p"riu;,'uezi-~Sifcjieo4em.
lSscuua hohsten-aGrwaXid-em.
Barca ingieraHeope madeira.
Brigae ingles Canutan of DmUtyferrageo?.
Importarn
Brigue pbwagui Wt'z Ma falda, entrado da fit-
ina, consignado a Bilthar & OWveira, maorfesteu o
segointe :
50 pipas com 9-100 medidas de cachaca, 2324
mangotes e 50,000 aebas de lenha ; a ordem.
Brigae naciowH-B. Mtwrcia, entrado do Rio
Grande do Sol, eonvig^do a P. J. da Costa Araujo,
laaoifestoa o Sfgarote :
10,214 (> d- charqn, 280 ditas de grata o be-,
ligas e 13 coons vaceuns; a ordem.
Vapor brasilelro Mamanauape, entraado
Araoaj, maoifestoo o seguinte :
De Penedo.
60 saceos arroz, 200 ditos railbo ; a C C. da C.
Horeira Irma-1.
400 ditos dito ; a A. Angosto de Almeida.
211 ditos com 939 arribas e 4 libras de ilgodio;
a ordera.
40 ditos com *9* *a e 17 ditas de algodaa; a
Joaquira Podro da Costa al.>reka.
50 latas oleo de .riciao,147 saceos algodo, por
accrescimo ao mauif.t'sio.
HiatJ naciooal Gloria^U, entrado da Babia,
asignado a i. M. Palmaira,~njantfeslou,o se-
guate :
2 caitas panno de algodo ; a Keller & C.
16 fardos papel; a J. M. Palmeira.
- 1 casco azeite de palma ; a Joaquim Jos G.
teltrlo.
20 prauchoes de proho, 8 cascos azeite de palma
e 3 fardos capacho- ; a orden.
Gneros nacionaes.
10 rollos fumo em corda, 1 barril rael ; a C. A.
S.da'Motla.
6 barriquidhs plrilho ; a Bernardo Jos de
Araojo.
12 fardos fumo ; a Joaquim da Silva Costa.
3 volaaies charutos em ciitiuhas, 30 fardas
pannos -, a J. M. Palmeira.
20 rollos fumo, 9 volames charutos; a J. J. G.
fceliro.
8;volames quartnhs,talbas,garrafas etc. de bar-
ro, 64i ca lionas e 6i volumes com ditas charu-
tos, 111 rollse 39 fardos fumo, 13 saceos flo, 320
fardos panno, 1 sueco coHa, 1,000 filies e 400 ma-
llos piassava; a ordem.
Barca franoeta han Baptula, eatrada do Havre
consignada a Tisswl freas inaoifcstou o seeuiate :
50 barris e 100 meios com -auateiga ; a Tasso
(rmos.
13a ditos e 210 wtos ditos com manteiga ; a J.
Pater & C.
15 caitas azeite, caa- rea lio de roete I ; a II. Linde i.
10 taitas sardiuha ; a r. F. da Costa & Fi-
lho.
10 volames com chales de laa, paano de dila,
cartas de jogar, calcados, tecldos etc^ a H. & Aze-
vedo.
19 caitas com Migados, chapeos, flo.s, papel, es-
pingardas, pannos e tecidos: a Mello L)bo & C.
10 oatris eam pregas ; a F. da Cosa i C.
30 caitas com ardisbas; a A. A. Gomes.
9 canas com fraoja^, botoes de madreperoia,
annomcas, cirterras, aguHras, lecidos, perfumaras
ele. ; a L. J. Ferrara.
4 caitas Com brim de Itabo ; a Rabe Schmettao
& C.
1 caixi com papel ; a J. C. Aves.
3 ditas com chapeos ; a Romaguera Filho
4 C.
1 dita cem papel e livrj*; a W. le M"l9iros.
3 caitas verniz, tarop e drogas; a Caors,
27 volames com porcelana, pellas de porco, coa-
ros, calcados e christaes ; a M Bernel.
2 caitas com calcados, mercearias e obras de
ponto de rooia -, a A. da Silva Farta.
18 barris com canos do chumbo, 6 caltas ob
jactas de sirgueiro, cutileria, ferragens e quinqui-
lleras ; a F. Dubiny.
41 ditas com vaquetas e couros envernisados,
obras de ponto de mala, cartas de jogar, rewolver,
alnetes, brins de linho, piano?, chapees, calcados,
eipelhos, papel, parfumana5, bstSes, pannos ele. ;
a Vit & Leal.
16 das cora leaeoaj obras de ponto de meia,
ferio?, flo de' linbo, chap)?, tecidos de atgedSo,
e chpeos de palha ; a J. F. Ramos.
1 alta com otnpos de palha a A. Ramos.
12 ditas com tecido?, chapeos etc., a Adriano &
Castro.
3 caias com christaes; a Duarte Perelra & G.
8 ditas com panao de lia, mercearia?, barbante
de liaho, armas, copleras, cartas, lencos, utenci-
los para relojaeiro, christaes etc. ; a C. de Hol-
lauda.
8 barricas com lvaiade, 9 caitas drogas, medi-
camentos etc,; a M. A. Barbota.
2 caitas com pistollas e caitiffibo* ; a Monoel
C.
4 ditas com calcados ; a C. F. Campos.
5 ditas com chinellas. peates, carlies, alflnetes,
enredara etc.; a L. G. Ferrelra & C.
x 3 ditas com chapeos, etc.; a L. A. Slqaelra.
4 ditas con tecidos de lioho, obras de ponto de
aieia, chapis ele.; a A. G. d'liveira.
.'i ditas com marraore, |anco tecidos e calcado ;
a J. Xetto & C.
4 ditas com vaqaetas ; a Domingos Alves Ma-
tlieus.
flr.barris e 15 raeioi conu manteiga ; a Darte
Rodrigues. ;.
20 dito; e 20 ditos com dita, 60 volames tecl-
Jiis d- algodo, de linln, mixtos e outras fazen-
dai, bilhirs, estantes, %j>pare!hDs,.coofeic5as, re-
gist s et:., 45 caltas-sardinhas e 10 diUs ervilhaa;
a Keller di ('
32 vIuoim com drogas, medicamentos, prodoc -
tos chiDicaa, tinta?, oleas etc.; a P- Maurer
K,
19 ditos fatendas de algodo e Atas da seda -, a
Scbalbeiller.
2 eaias com'brnqaedos,,dspelbos etc. ; a J. B.
dos Res.
11 ditas com calcad) epelfe ; a Arantes &
Urna.
15 bailas le-papel de imrH> ditas pan-
f os, tecidos, espoha-, -carWPs.ttieTcearias, espe-
!', ehai-o, graa* e quiaqoilbarfa ; a A. Hm-
twirer ti C.
25 barris e 35 roeios com maoteiga ; a-I. J. Af-
es.
25 ditos e 25 d
alona.
10 caitas com WaJpJfltJp,^'dlu* azeite de
'iiveirs, 2 ditas pian- %WMa ; a Inmm UWis-
i aaen.
22
trcidj?, calcadi iros, mobllias e por-
eana; a Magalba* atiniaB.
3 caitas cea batas, taeidot oe iioho, de algo-,
4io, couros, aras de peato de raeia, plpel, mer-
cearia e isaogi, a D. P. Wlld.
8 volumes cora alv
sulfato etc. ; A. Riht
100 barricas com cuneoti.e l cali
B. d Liv ramate.
8 canas too e-tribos, cafc-vo*. *s?Mmmga1*
ranas de jogar, palles de omeiro etc. +m*.
Vlanna.
1 calta com um cofr# forte ; a A. HyKaaajbt
60 ditas caaa taeidos fawnd* diversa, <*>-,
j peo?, roupas etc.; a Cirnelro A Nogueira.
13 canas com chap**, canSas etc ; a Cbris*j
| ani Iroios.
, 18 ditas com vidros, mechas, mereearia, artlgos
da Pars, eaximbos, Otas qnin jullharlas, trancas
, JUarris pregos ;**)) Wim.
ftjuiaaa-T-om verlas; J.*M.JFalaiefra.
0 duas com Otas, artigo* de Pars, chapeos de
jwaMu, pains de aratow, luabaili, coofaiedw,
pmmo, aMirtt e.; M. J. n. Na A G*o-
8.
29 vulumes com teeidos de algodo, de lia, cha-
cBaa-oa i, paNes, rafeard A C.
40 9 e 10 0/0 uVfig coa batatas Si toaMae fapel de em-
aauMo; a Tiesat frars.
ms aaaaaaaaaao horaes-de -lanosle al-
[odi de laa aa>, aaimaaeias, aatatsas, chales
He. ; a Lote Wty4ooo A'C.
55 barris e 110 meioacoo rnaateiga, 300 oaixa
va las. 8 difewpbra* de orto, 1 ditas tecidos, 1
4oa MrmonriHvdt004li|!<*s-ataW, 5 caias teci-
dosvoe.|ioo-,a,o;dm.
20 caitas catcaos, artBqaeao?, oas falsas, fl-
1m, teerdes de hk, de ahjedio, liabas a chapeos ;a
SilmoVCicdoao. 4
2 barris com viaao; a Laae* dt CMivatra.
28 canas com agaloas, lapis e obra de madti
a,olea da eanoiro, fpet,:iiaaaal-lwa, ciaarrw,
aaraaa. -vaaios, & C
Pataabo partugaez Mariam-i i.', viudo o.
itUaa*. oaailaOM o oguiiie :
2700 saceos semeas, 350 caitaes ceblas, 80
ancoris azeitnaas, 300 aras de lagado, 67 fear-
roitoMlatio, 8 barris e 40 aaoareias ohoorieo?, 6
barra liogaica, 2o das vinho, 3 pipas e 35 bar-
ris vinagre; a Thomaz de Aquini Fonseea & C.
50 saceos orneas ; a Rrancisco de AasK e Brtto.
3 pipas, SO barris e 5 aocoretas viitUo, 60 bar-
ris toicinho o 1 caita canalla ; a E. B. Rebello.
1 caita mercan i; a Ciristovao GuHherme Bre-
ckeufeld.
50 caitas massas e 15 raisslahas; a Antonio
de Alraeida Gimes.
4 fardos fl>re< medicinan ; a Bartholomea & C.
Escuoa bolstiaease O' unt, entrada de Ham-
feargo, consignada a llibe Vrrmettau & C, tnanh
4estou o segainte :
7 caitas vidros, abras de couro, de madeira,
sabio, bolacha e salame ; a J. F. de P. Ramos.
1 alta miodezas; a Guimares & Luz.
'i ditas viJroj; a Da irte Pereira.
50 ditas velas stearlnas, 2X) ditas e 100 gigos
geoebra ; a J. L. Burgird.
ljcaixa fsrragens ; a D. P. Wild.
230 ditas cerveja, 5 ditas cansen^; a To
Ghristiaosea.
5 ditas machetes, 7 ditas b-oioes, espelbos
meias, ferragens e lape' ; a Prenle Vianoa & C-
100 calas velas; a Rocha urna & Gairaare?.
1 dita vmros; a Silva & Clrdoso.
10 volumes bul--, Uuteiuas de papel, carta?,
obras de madeira, beogalias, polvarinhos e chico-
es ; a Antooio Duarte Caraeiro Vianna.
3 caitas presuntos, 13 ditas vMros, 8 ditas fa-
-teoJas de algodo, 1 dita cauros, 1 dita conserva,
8 volames papel, 24 ditos nrodexas, 16 toarris
pregos ; a Olla Bobres & C.
50 caixas vela*, 1 dita aban ; a Ramos e Silva
4 Lemos.
1:400 caixas e 23 barricas geoebra, 500 tijollos
c 50 barris vioho ; a Rabe Sehmettan & C.
100 caixas velas ; a D. A. Maiheus.
6 caixas miudezas, 2 ditas obras inflamaveis e
186 volumes ferragens; a Braoder a Braodis.
. 3 caixas cigarros, 2 ditas pape', 50 ditas velas
slearioas, 1 fardo barban'-o; a Ju M Palmeira.
17 ditas fazenda de linho ; a Schapheitfim & C.
3 ditas miudezas; a Aojooio da Silva Faria.
1 dita limas; a S. P. Jjbnslao.
1 dita enceradas; a Cqristlaoi Irmaos.
1 dita caderno?; a Liolen Wey imano.
-3 ditas seda branca, meias de algodo; a Hen-
rqu & Azevedo.
2 ditas qoeijos e Ifgurae?, I dita obras de oaro:
a H. Niemmyer.
24 ditas vidros e fitas de alodio ; a Ladislao
Jos Ferreira.
4 ditas coaro de lastro e de bezerros; a Vaz &
Leal.
30 garrafdes eavada, 30 ditos sag, 12 caixas
geuebra, 50 dilas vela ; a G le les 500 ciitas velas, 12 ditas papel e cartas de jo-
gar, 1 dita espelbos, 7 diu conserva?, 1 embru-
Iho typos, 20 sascos pimeata, 50 ditos arros, 300
garrafoe?, 400 caixas e 50 barricas genebra; a
ordem.
10 caixas ineeis, ouro para dourar, vidws e
drogas ; a Barmoroaeu A C.
4 volumes drogas; a J. da
1 caita flore?, 277 volames
so Irmaos.
Bergantim italiano Sara, entrado de Genova,
manifestou o seguate :
100 caixas entofre, 82 ditas vinho, 1,355 ditas
ma?:-3$, 14 ditas raasMnhas, 64 dita? a 88 fardos
papel branca e azul, 1 caixa impressos, 1 dita II-
vros, 1 caitinha eoraes trabalhado*, 1 caita cha-
peas de palha, I dita missangas, 1 dita pentes de
raarB p, 1 dita bardados, 1 dita teeidos de seda, 1
dita alabastro, 8 fardos saceos vazio?, 10 ditos
barbant, 25 barricas aipista, 200 ditas farinha
de trigo, 500 ucios farele, 300 ditos arros, 25
volumes azeite de cliviira, 1 caixa sanguesagas,
75 volames drogas raediciuaes, 39 caitas marrao-
re trabalhado. 203 ditas ladrilbos de dito, 32 ditas
marmare, 144 cunhos de dito, 102 degvaos de di-
to, 12 pedacos de dit", 76 (geos de dito, 1044 po-
dra? de calamento ; a ordem.
Lugar inglez Morana, entrado de Llverpoo/;
consignado a Mills Latham & C, mantfestou *
seguate :
50 saceos arroz; a M. P. C irga Juoior. *
41 gigas loaca; a orden.
50 ditos dita; a Fjaseca 4 C
10 fardos estopa; a Vaz A L?al.
50 barras de trunos; a Amorim Irmaos.
4 fardos fia; a Wilsoo & Hette.
3 ditos.tecido de liatio ; a J. Pater C.
1 caixa cadarco elstica; a Otls Bobres.
15 barricas ferragens ; Prente Vianna & C.
3 caitas tecidoe linho; a L. J. Ferrelr.
1 dita tinta em garrafa; a Ferreira & C.
20 latas soda caustica; a Maia & Espirito Santo.
12 caixas linbas ; a Linden.
1 dila teeido de linho, 28 volames machiaismo
a Carneiro $ Nogueira.
34 volumes fe/ragen?; a I. Nelto A C.
26 caixas. e II irlos teeido .e algodo ; a
Simpson & C.
65 barra plxe; a Barroca.
45 11 tas soda; a T. Jeffereis.
50 fardos e 41 caixas tecidos de ilgodn, de
liatio, de laa, batas te, SO barris aleo de batuca,
I caixa objectos de ascript ino, 1 dita ignan-ae; a
Mills Latham & C.
21 caixas 4 fardos teeids de algodSo; a foutball
Mollors.
3 caixas cassaa e latidos de linho : a Adamsw
&C
1 diu chales de Igodio; a Scuafeitlin & C
3 dflassapatos; a Arantes & Lyra.
ldita; aH. Broad E.
20 ditas borras de ferro; a Feliyps Brothers
&C.
6 volames ferrageas; a Shan.
5 caixas 4>i&coulo; a J. F. Lima.
33 barricas barrilha, 3.caitas ignora-se ; aS.
V. Joaastoa.
-Becuna sueca Shramb, entrada de Trtesle,
cooiigruda a H. ForslerjSt C, manifestaa oae-
gainte:
1316 barricas farinha de trfgo ; aos mesmosl
Patacho portagaat tna da Qlotfa, vftlio de
Lijj&a.nJfl"Jf?|PJLO. segqiqte.;___J-
300 varas de lagedo ;,:ao;,patio do U*tf*
Ptentg. .
T36 caitas musa de tomates, 0 barris ateita^lO.
ditos toacinho, 20 ditos cboorifias, 24 ditas banha,
200 saceos frelo.90 caitai cera m vela?, 120 di-
tas; ceboljts, 88 pipas e 2 barris triqho "4 t R-
Habano.
B.aipas e =aarfii viafea ; a Jo (Marta al-
etra.
16 pipas e 10 fijjr.ria.diio ; a Marques 'Bv . '5 pipas e M barr dito ; aVoaqoiai la* Oan-
lalaasaeltra
2 caixas eaigao a Jote 4e Atavad Maia
Mfavttmas-ei*M** veri ; FWftoso *f-
aorlfadaas.
23 cara vinba ; a Oliveira Filaos 4 C.
1 brfii. dito ; Manoel Ribelro da
vabo
5 caltas dito e 30 ditas atalejo; i Jos Anlonio
Carpintelro da Silva.
13 pipi? 10 barris vkiha.; a ordem.
dito; a Bariholomeu & ti.
cera em gromo, 2jO saceos semeas; a
a AtAlo**dr'fto'Lima.
a e SO tal -vnassas ; a Joa
lima.
| a Lili MWbio de Siqnelra.
,d\ra#a> Ptiva PVfreira.
Arantes 4 Lyra.
a Jos Marcelino da Rosa &
Cisme da S Pereira.
a Mato* ajffaai Bar-
ceriCafiafi'Uaii ; a
aAoflr
l>i
aa
adaaS
as cal|
din
lilas dito; a
> barrls toaciobo ,
Filho?.
2 volames drogas ; a
1 volaras drogas ;
beaa.
1 Vara* drogas e 1 barrica
Augusto Ciors.
6 eaiufe 6 wrkiaos ch* :
abetro.
9 volustHts drogas, l>tra de liohaca ; a Joaquim Martinho -aa UrufOBrreia
_ Do a 23 de a%il.
Barca rsilelra Nova QarMa. carrerou'para
oRio-a>raf do Sal 1400 barYfe cara fS?l3 ar-
robas e 18 Hutas de ranear tranco.
'Briajee prassiano Henriqme, carran-para o
Rio de Jaaeiro 4,000 saceos com 20.TO0 arh)bas de
assucarbrasKo.
Escuna sueca Helena, oarrfgou para o Ganal
t,8W saceos Om 14,330arrobas de assifear mas-
cavado.
**ta*ho brasilehu JaAoafzlo. crregoo para
NevrYork 3,000 ssMeoa eom ^.tfOOanetrasire dj-
mrms-avaflo, 2,,557 eonros I^Wo xom tW,8f5
libras.
tt -
Vanor Inflez eatmu, oarrvfon pm'Lrvernaefe
|4,000 eeos eom 10,900 arronavde Socar mas-,
/vado, 1.S17 ditos eflm 10JW ttas e 10 libras de
ajajtfajk,
f7
Sumaca Je^panhola Jotwi Ehso, caH-ejou para
"BarwlOBa'Wo tfooros seWos Com 540 Itbra?, 450
rceos-com *,f18 arrObas e *!3 libras de algo-
do.
ODr. Trurio o\. Pencar Araripe, .ofBeial d4am-
I ofde.n di R>sa, juls de dffeito especUdo
cidade do Beeife d
na
commercro desta
boco e sea termo, por S.
cmnalnSr. D.>edro,a
raco saber pela presen
falleocia do eommereiante
sentenca do thear egolo
cao a fulhas doas. bei por
suppiicaote Domingos l
belecido n'esta cidade. a
sado, e manda qne a falle
tie?, dispensan/o-se 03
pape.suo fallido fime!
Jof Faustino de Lemos,
se proceda a inventario,
ralleocia lafrrior a 10:
Mara Pi- nos deraals termos da art,
malo de 1855. Recife, !
tao de Aleocar Araripe.
E por forca de dita sentenca o res
vao fez passar o presente edital, que ser? afiliado
oes luga? do costme e pdTatleado pela im-
Daato'e paasada oesta cidafle j Recila) PW-
nambuco, aos de malo de 1867.
Bu, Mano| Silvioode Barros Faleio, eorlvo
Interino, o shbssfevi.
60MPANHIA PERNAMBUCANA
^ap^gnedo costeira por vapor.
Natal, Maco, Aracaty, Cea-
r e Acaracu'.
spaaf^aV
IVjso de Menear Araripe.
mimm.
C8ftlho ri
fe
ciHr^s IvyfrgniafJ
bJfMa.
Ki.L.C0I*e*'> *i,a'V-atleacao.a sea aonuocio pa-
.bjieadonoj,,. d 30 do roetBoao.
Sala Vaoa-Peaswa
Director.
Gopealv*s 4a Silva
ie tarto.
Tribunal do commercio.
n.i .secreUr,i do tribunal 'de^mmercio de **10lMes do talrli *>fti : escrlptorio no
PToambDc-. se (u publico <> testa data flea re- Forte do Hatos-a. i.
Pplasa hespantiora -flornta, camSoa p*a e
Rio da mu 170 barricas com 1,351 arrrfba3 e 6 ^wira4o o coairun de s
hhraada aracar branca, 30 ditas eom 228 Wws e Carvaiho, Joaautm Goucalves aa Silva Rocha e
il*XJ2 *>la ra*5cr'*to 291 """ eo* Ant0Dt0 dat0<' AUWlacMMi era Jangua!
44,9501 naedMae-de-agaard^nte. I na provincia de Al igoa?, sob a firma de Carvalho,
- Barca ingleza Stlver Sirean, carreguDpaw' ootta & a, com '
fiiverpeol 1,400 saceos com 7,000 arrobas de*ssu
vapor Pirapama, commiu-
daote Torre?, segoira para I
paitos cima indicados n> dia 15 '
do correte pelas 5 horas da lar- i
de. Recebe carga at o dia 14;'
ncommendas e dinbeiro a fete so-
bara? da tarde do dia da sabida.
I Srs. carregadores e pas.'iageiro
trar na parto do Aracaty e peda-se
ratem dede j do embarque d9 soas
escriotorio no Forte do Mates n. 1.
NHiA PERHAUBCJaHA
Jiavegace costeira por vapor.
Aracaju' e escalan.
O vapor Jpojvea, comn>aodan
te Marilbf, seguir' para os por-
tos cima po dia 14 do correte
tfda's 5'hhras da tarde. Receba
carga at o dia 13 ; encommea-
das, pasaaf eiros e dinheiro a frete at as 3 horas
da tarde "da dia da tfria. PMe-se 'aos Srs. ear-
re(iadares que tratera da embarcar soas marcado-
1Was etjhi a prAsi rJr*vPhnte e Drvine-se ios Srs.
passageiros qae as passagen* ? sao vendidas no
eseriptofle : etdrtptorio no Forte do Matos n. .
mm nmmmK
bu
costfirt por vapir.
liba de.'Fernando.
"N'Bia' 1\ Uo correal; h',$
12 horas o"Bli VgnirV s dos
*aporsdes;a companhia para o
sidao- 4* *aando de Noro-
uii. Rceba caetta at o dia 13*:
pis-sgiros e dlrflieiro a frete al
car masca vado, 1,626 ditos com 7,311 arrobas e It
libras de elgadn.
Brigoe inglez Altee Scolt, carregoo pn-u Li
aer-pool 1,444 saceos oom 6,963 arrobas e i libras
de algodo.
1 Patacho partaguet .Mo.earregou para Faya!
8 barris ron 480 medidas de mel, 30 eixas de su
cupira, 200 saceos com 1,000 awobis di a*sacar
branco e 2,181 ditos cora 10JW3 ditas de dita uus-
cavado.
! Brigue Jrsileiro tigre, oafrasjoH para o Rio
Grande da Sut 770 barricas eon 5,071 arrub*s e I
libras de assocar braoeo, 70 dntas om*04 dMes de
dito a asea vado.
29 de abail de 867.
Logre francez Rio Grmie, oarregoa (Jara o
Havre :
79 i saneas 3caa arrobas e 25 libras di algodo,
1:854 couros verdes 93:060 libras.
8arc,a bremense Carolina, carregau para o
Canal :
4:400 saceos 22:000 arrobas da assucar masca-
vado.
Brigae loglez Storn Bird, earreeoj para o
Rio da Prata :
400 barricas i:459 arrobas- e 23 libras de assu-
car branco, 800 ditas e 300 saceos 5:32a arrobas
e 12 libras de dito mascavado o 3*3 barris de 5."
11:303 mettMas de agurdente.
( Brigue francez Befm, carregoo para o Ha-
vre :
1 585 saccas 2:977 arrobas e 4 libras de algodo,
600 saceos 3:000 arrobas -de assucar mascavado.
Brigue porlogues Gomfaoli 1., carregau
para Lisboa :
990 -saceos 4:930 arrobas de assucar braoeo,
2264 ditos M:320 arrobas de dito mascavado.
RECEBEDORJA DE RENDAS INTEWUS
' GERAES.
Rendimento do dia i a 2......... I :?963720
dem do da 3................... I:ll92i8
2.4I3-J968
C. Bravo A C.
fogo do ar ; a Tas-
M
M0TIMST0 DO FOBTO
"Vacio saludo n ta 3.
Lisboa-tbrigue portuguez Constante I, capito Au-
gusto Carias dos Re?, ca^aa assucar.
Obserwoto.
Nao bouveram entradas. "
Fundeou na lamaro om brigue dinamarquez,
mas nao teve coniraunicacao cora a trra.
r=w^>
EOITAES.
dido A. Sodr da
O Dr. Jaciotho Pereira do Reg, uiz municipal
da segunda vara desta cidade.do Itecife de Per-
bambtiso e seu termo, par S. M. 1. a quem
Deus guarde etc.
Faco sabeTaos que a preseote edital virem edelle
noticia tiweremqo- parante estejaizo municipal da
seguoda vara promove urna etecagao de sentenca
a junta administrativa da Santa Casa de Miseri-
cordia contra os herdeiros de Minee! Piot1, paja
entrega da sitio n, 21 particular da Salina, e pelo
procurador da dita exeoaente me foi reqaetid*
J que fossem assigaados os 30 das, passandu-se os
respectivos editaos conforme se v da petiQo do
theor segufnte :
lllm. Sr. Dr. joiz municipal da segnada vaca.
Diz a jauta administrativa da Saota Casa de Mise-
ilca.rdia do Recite, que lando por este juizo, escri-
vio Alhayde, alcancado a seat-nca junta, extrahi-
da dos actos da aecao ordinaria entre parte?, como
aatora a sappllcaote e raos os herdeiros de Manoel
Piulo, e quereodo suppiicauta fazer ejecutar a
raesma eotenc3, afim de entrar na pusse do sitia
n. 21 Crreira dos Muzumbos, visto ter sido o afo-
ramenlo do dito sitia juagado em e )mmiso, o qae
foi objeeto de accio,' estando --os reas ausentes
em lugar incerto e nao sabido, tom eonsta da
sent*nva, vem p;r Usa a suppiicaoie reqaer-er a
V. S. qae se digno mandar pa=sar carta de edite?
com o prazo de 30 dia?, afim de serem as suppli-
cadas citados flor tolo o contendora referida sen-
tenca.
Nestes termos pe^e a V. S. Iba deflra.E. R.
M.Como procarador Jos Thebdoro Gomes.
Despacho.Na farmarequerifa, Recife, 21 de
marca de 1867. J. Kego.
En virtude do dito^on despacho o escrivo fez
passar a presetite caria c edite', por bem da
qoal e seu ieor requeseu a tidas as pessas, pa-
ram>?, amigos a cooTno|da* da rea os herdeiros
doft.ranel Pinto, Ih s faSm aviso de qne de pre-
seate e-eitado-pwa fallaf-Htos termos da aeco pa-
ra entregar a referida proprledade, coja etecugo
Ibes nove a jarata adoiaUlrativa da Sania Lasa
de Misericordia desta cidade do Recife, como ludo
so declara na petico cima transcripta, afim de
aoe qo prazp de 30 das camparec em juizo por
siased paahrapr a.aliegar bkeu direito e de-
fea sbb penare reVefl/ v
Epara qae cftegue ao conhecimeato de todos
maodei passar a presente eam o prazo de 30 dias,
qae sera' publicad) pela imprensa e affltado no
lagar publico do costme.
Dado a passado nssta cidade do Recife de Per-
nambacq, aus 22 das do mez de mareo de 1867
Eu Guilherme Aogosto de Alhayde.
Val pagar os direiros He chancellara. Recife, 26
de-marcflil 18li7.Athavdn.--------------------------
: Vai sellar o irassat aoa a qaaatia de 800 rs
Reclinara supra.Atbiyde.
N. 35.-Pagoo 800 rs. Recife, de abril de
1867.Chaves.Franca.
N. 1024.Fagoa 540 rs. de direltos de chancel-
larla. Recife, 1* de abril de 1867Chaves.-Ser-
rano,-Jae'ttlhoPareiT-a doTieao.
Transitou pala cbaooeihrl. Reoifa, 2 de abril
de 1W7.-tO, escribi Francisco dov Res Nunas
Carapellor
Lan?adti a fafhas 126 verso do competente livro.
o. U.-Recifs, de(-jmtafi de 867.--Campelb.^-
Firndno. Antoood)8oBza,iprid6aia,
E nada mais se coatianaam dito edital, ao qoal
me repoato.
Dado e pnssafla rieta cidade do Recife, aos 4 de .
abril de. 1867.
Ea flaiiaaiaw Amasia de Alhayaa, aicrivao o
f. "*PaKa WW rs. Recife, 3 de abril de
I8W.-Chave.-Fraoea.
' Jos Tbeadoro Gaws.
aaaaiio 4b gMMTosne estiva,
crragens e massaiM, a.groso e rwMw, e o
ca.pital di I6:ij7 para 0 qM( Ukln 0 ^mCar.
viiu com, 11 7lO,o sacie Rocha com t:OO0 e o
ancle Roa om 3*J5.
. arATUr" J,J "t'uoal do commreio 15 de abril
de I867.
O efflcial-maior
Julio Guimares.
Para ftto te Jaueixo
Pretende seguir com multa brevldade o..jaiacho
porluguez Novo Lima, o qu.il um parte e-seu
earregameoto prompta, p'ra o resto que Itie falta:
tratase cora AnKmiVTLntz-ile MVrra Afveda A
C, ao oo egortptowB'e da-Citu-a 1.
lio 4e Jmro
Para o indicada paeta saaue em paueas dia? a
escuna austraca Superb, da l classe, por ter o
seo carregamenta ifl3 --------- I pioca que Itie fa'ta tratt-se -om o consignatario
Pela secretaria do tribunal do commercio de, Vquiro Jas G)m;alvps Bpltrao ra do Trapiche
PeroaTbica se faz publico qae ne? rislrado- o contrata de sociedade de Manoel Mar- AnUMullli nnaOll T 11% m
I I Oiv ,4 |>,r AutonioFerwifa,e>U-L'|OlHrilHHIA BR 4SI LE.I R \
ielecidos oesta cidade sob a firma 1^ jajaes A
Ferreira, eom neh>cio da dlstiiaeo de audarJente
e cairas bebidas e. intuosas, e o capital de ii:O04,
ios qoae HrOOOfi sao do sacio Marques, e 3:0005
pe) .-ocio Ferreira.
Secretaria do inbonl do-aomaonuo 16 de abril
de 1867.
O lki..l-m i'or
Julio Gumare.
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Peroambaco so f jz. publico que oesta data lica re-
gistrado :OBDniro?da wciedad* de^anoBl Ua Go-
ubi Uarbjsa llibeira e. jf^nael de Vasconceilas.es-
UaeleCidos em Micei com negocios de gneros do
paz eeainmis-Ous, sob a firma d-'IWbosa & Vas-
conceilos, cow o capital de 184:0275429, para o'
qual entra o socio Birbo
socio V.1 -canee? tora 130:4035101.
Setrrtana do Wibaaal do commercio 27 de abril
de 18*7.
O 'Offlelal-msitor
Juno Goimares.
Pela secre'.ar.'a da tribuoal do commercio de
iVrnambaco se faz "paBhco que nesta data fle re-
gistrado odisfratoda sceifdade de Marel Jeaqalm
.U'as e Jos B.-roarda da Motta, que gyreu nesta
cidade sob a firnn de Manat Joaquim Das & C,
que fin'ou o praso r.siipulado para soa duracaa, e
cuja activa e passlvu tica a carga do ex ocio Dias,
e o exsofio Motil pago da sen apllal e luero3, e
exonendo da ijum juer re?pon Searetana do tnouaal do commercio, Io de
maio de 1857.
O offlcial-maior
Jallo Gu'marae.
rsen^rde marinba.
O arseoal da marinha recebe pedreiros e serven-
tes parasuas obras.
Arsenal de marinha de Peroambnco, 2 de mai
e 187.
. O secretario,
lexandre Rodrigues dos Anjos.
nili ni'ii iii"i! t*mmmmmmmmmm*H~mmmmmMm
PAQUETESEA VAPOR
, E* esperada das portos do sol
t o dia 8 do carrete o va-
por 21 canfina, commaodanta Pe-
dro Hyppolita Duarte, o qoal de-
pols da demora do costumejsegui-
ra' para oe ortos da narte.
Dasde ja recabem-se passageiros e engaia-se a"
carga qae o vip raader conduzir, a qual dever
ser embarcada no da de sua chegada, >ncom
mendas e dinheiro a frete at o da da sabida as
2 horas. Prevfne-se aos Srs. passageiros que soas
passagens s se recebem nesta agencia roa da
Cruz n. I, escriptorio de Aolooia Luiz de Cliveira
Azevedo C
AOS ft.OOO^OOO
Ctrtllfda-Teira 9.
Acharaaa veoda na respectiva thesoa-
raria, rda do Crespo n. i5. os bilbetes,
meios e quarios da i' parte da l1 lotera
da matriz de Sertnha*em (18a) sendo a ex-
tracSo no Pagar e bora do costume.
Ospremtos de iJtjt't^Ot at 100000
serio pagos urna hora depois da eitraccao
at as 3 doras da Urde, e os outros depois
da distriborfao das IWtas.
As encommenda? serio guardadas tmen-
te at a Doite da vespera da extraecio.
'O thesureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Sonza.
Precisi-se de ora menino dos ltimos chega-
dos da Porte : no pateo do Carmoc. 13._________
Precisa setfe'atn menino purtuguex paca cai-
teira oetaberna sanMo dos ultimo negados do
Parto ; na patea do Terga n. 141. _________
S-rapbira Teiteira Basto, subdito portogoez
vae En ropa.
A o commercio
Moadard & C. fazera sclf tile a esta- praca qae
teodoadmittido como socio da .-ua ejr*a chamar
cial a Sr. Eduirdo Meiller, a firma sBial aiodar-
se-ba em Monhard Mettler & C.
Precisa-se de atna au qae co:4aae e com-
pre ; na ra Augusta n. 4. prtaeiro aaar. -
Saques jmbre LixVfai
Oliveira Filho? & (',., largo !" i'orpo Sanio o
9. saceam SvtTfS a praca de Lisboa.
"~IbThr7Ba pti*ta da Rocha, relo-
.joeira u, dourau: i", i-raga O* lode-
pusrtencia o. 12, auha de rereber
ora so-Umento de relajtkjs de ooro
e doerados e de prata t>rn>'o? co-
bertus e-dereobertr.s cora vidro de
'cr-ystal, cade*as dn ouru de diver-
so? go?tos, reeebe-se na mesroa oalqoer coocerto
pertenceote a arte,* sdOioiTa taat o* relgios veo-
didos coma o.-coocertads mas barato passive a
vista das ubj>cl0s
Precisa-se de oma ama farra oo caatlva qae
compre e eos:abe para tres pessoas : oa na Nova
de Saola Rila n. 19._____
Preeisa-se Je urna ama para casa de pone
familia : na roa estrella do Rosario o. 25, loja.
Jo-e Joaquim de Figu.-lredo, portogoez, reti-
ra-separa Europa.
Precisa-se de urna ama que cosinhe e faca
todo servico de urna sasa e compre na rn ; a tra-
tar na roa estrella it Rosario n. 2, loja.
AliS.
Precisa se de doas amas na ra da Palma o.
junta a cochefn do Sr. Antonio Refinador.
Roga.se ao Sr. Dr. Jos Fraocwu Ribeiro
Machado, qne tenha a boodade de vr receber ama
carta oa ra Nova o. 20.
GDiriiHIl BISVSItEIKA
Paquetes a vapor
E' esperada dos portas d) norte
at o da O do carrete o vapor
Parawi, romniandame o cpitrio
de fragata Santa Barbara, o qaai
depois da-di-mon do casltime se-
guir' para os part is da su'.
Recebera-se desde j pas^iiteiros e engaja-se a
carga que o vap>r podar onlozr a qual llevara"
ser embarcada no dn de
das e dinheiro a frete ate o dia da sabida as 2 ho-
ras. Previne-so aos Srs. passageiros que soas
pa-sageos s se recbera nesti agencia roa da
Crut n. I, escript ti i de Antonia Luiz de Oliveira
Azevedo A C.
S. Miguel
Escona portugoeza Oliveira, sahira' com a maior
brevidade possivel, para carga e passageiros tra-
ta se com o seu consignatario Jao do'Reg Lima
a roa do Apolle u. 4.
THEATRO
DE
Sr. Peregrino.
> Lisboa.
ePRBAA-COHBiA.
S.'ih.ili) de '.'iiiio ile 1867.
Prlmeira repraseotajo da iroportanti?sima dra-
ma em 5 actas de Theoloro Barriere a Crisa fal-
traduzido pelo lllm. Sr. Luiz Felippe Leit?, e re-
pTaeotado pela primeira vez no thsatro de U. Ma,
ra II, eom grande applauso
o mmm do jogo.
Persooigen?.
Raol de Ville pauche ,.
Heltor fAtgets.....
Trameao,1 negilaote' aposen-
tado........
Godalct, capitSo reformado. .
Oprncip) Bal-lo', jogaflor, ..
VTsconde do Sanl'Amand, jo-
gador........
BerjraOd.'SlImaa aa 3o acto,
Irance na 'i ... .
Germana, criado de Margarida
Um Idfpector do jago. ... .
Catnllorc, marcador de jogo. .
Um talliador......
M-?rabfos da circula a/latico,
jogador.......
Io e 2* manceba, jogadores. .
Amelia, fliha ii T.umeau. .
Margarida da Liuuay, viov
moija......, .
Miss Cracbelt, ingleza, gover-
nant do.Amelia.
M.id.rne-1.'!: Gjldciierg, juga-
do a........
Laaieri la Danm-i, jogadora..
Convidados, jogadores e jogadora?.
A aecao passa se o* acto^ridade.
Lisboa.
Pretende seguir com brevidade para o indicado
porto, e recebe car^a a frete o brigue portuguez
liovmento, capito Branca ; a tratar com o con-
signatario Antonio de Almeida Gomes, a' ra da
Cruz n. 23, i.* andar.
Para
Seguir com a passive brevidade para c indi-
cado posta o bem eoubecido hlate Linio Paquete,
capito Birros; para a carga que Ihe falta t*ata-se
com o seo consignatario Antonio de Ahnella Cl-
ines, a toa da Cruz n. 23, 1 aodar.
' m
POiTO
Thomaz.
Teiteira.
Saota Rosa.
Guimares
Jardanl.
Brrelo.
Siqueira.
AlvesJ
CdeLacerda
N. S.
> Siqueira e B.
D. Eagenla.
> Clelia.
Falco.
Julia.
Jesuina.
LIMA COMEDIA
E
Granee e eit'rMrdlitirio baile.
SABBATJO i E DOMINGO 5 DO CORRENTE.
NOS
O arraoffiio da'asa'ie'aind S aeneUto do
Sr. Lu i MVBs-tiorre* Lpe>'s duas ooltss para
ballscqios., intervino ser3o.,prehenobi4os ,Ppr
nov'as,hab|lidades da ja barq conhecldaoavallioba.
O bWracfano'para mafor satsfarjao representara'
nJa^acota om**a de ana tovfs, na qual loma
parteintitulada : Hotel California e om caizeiro
da.safa.ittdaoaAs Jan4i).sate,ttogoas. O mes-
mo beneflcladaMD.$IAJ.ptleccaa do.respeilavel
fSmlfC. Eoir?,: ;rjtis pafa bd-
B>W>tl:*irVdaaiBrfab'O >ft AVISOS MARTIMOS
Segu com brevidade a barca portagaezi Silen-
cio, por ter pirte de su carga prompta. para o
resto e passa^iras trata-sa cara Oliveira Filhos*&
C, largo do Carpa Santa n. 19, oa cora o ctpitao
aa praca. ^^
Mnpanhao.
O patacho brasileiro Volante, capito Trav.ssos,
segu brevemente para o indicado p >rto o pade
aioda receber alguma carga; traa-se com d res
pectivo consignatario Antonio de Almeida Gomes,
roa da Cruz n. 23, 1* andar.
.....i iiiiiLgecatafcw
SB"
LEILOES.
EIL
HOJE
lieuinaauIUt c* prHael|ios
de enripia;* e curtrlro e um
bnrr( nvo.
O agente Pestaa legarraent autori a ao j(ara
leilao de u n moJal i ;nn ano :ipws de carapina e
carreiro e irn hnrr; fuv i : n;j.'as 11 l|2dam>
nbaa na larga l> i:irpaSm > ; tojo *> cit em-
mertlai.
ESTRADA DE FEBRO
DO
Kecife a SSo Francisco.
Dominga 5 de maio de '867.
Alm dos lieos ordinarios de pas ra* oa segualas especiaes :
UA.
Cinco Ponas para Prazures as 9 hras e 10 1(2
da maobaa.
VOLTA.
Prazeres para Claco Ponas a- 2 bar, 3 l|2e
5 l|2 da tarde.
t.stes tren* pararao aa Mtafw i ni-r medias
(Afogados e Boa-viagem) pri r;cebi-r e deitar
pa?-ageiros
Escriptari) da npertatoadaacia Villa do Cabo,
2 de ataio de 1867.
G. O. Mona.
SaperHHOudaaai.
"CS Dft FuRuNAr
Aos 6:000^000.
Bllhetes garantidos
A RA DO CRESPO N. 23 ECASAS DO COSTUME
O abaito assignado venden nos seas moito feli-
/.-s ti I netos garantidos da lotera que se acaboa
de ettrahir a beoetlcio das familias dos olota-
rios da patria, os seguales premios :
N. 1561 dais guarios eom a surte de 1:2005
N. 1602 ufm meio t '^'o
. i\. 121 i i 200S
E outras uiaitas sortes de 100J>, i0# e 205.
Os possuidores podem vfr recebar seas respec-
tivos premios sem os descontos das leis, na casa
daFortoua a'roa4o'Cresn> o. 23.
Acham-se 'a venda os da l* parta da l" lotera
da matriz de Serinoem, que se ettrahira-' quin-
ta-feira 9 da correte.
Pre^.
Bllheres........ 000
Meios............ 3*000
Quartos.......... I*!00
pessoas -jue cainprarea de 100-5000
para cima.
Bilutes........... a.SaOO
Meios............ WW
Qaartos.......... 1,5375
Mantel vuriin* Fhi
v -
Para aa
i*.
muito o praceJii uta da ,-mprieurjo
LEILAO
euma casa t fraa a roa do itm
4o B-bib n. 26.
\\. IIO.IE
0 agente Pestaa lefalmante aator>sado fara
Idilio da ra=a terreo cita na roa do Areal da Brorn
o. 20, a qoal foi tratada ha pauco, de podra e cal,
nm'2-salas* 4-iraaMos, satao, oaslulu fora, copiar
caberlo, caciuaba a orada foreira ao majar Jo-
s Joaqaira do Reg Barros.
Os'Srs.Drcteodente; padadi eumi a-la n o le-
liioaeta 'Vectddbao da cima as 11 horas da
ilaaanaano lavando Carpo Saata dolo ao caf
.lommsrciai.
Appiado.
Loa va tu.
da padanajarua d; I'.it, i% ifi u'j.i *nauu
co da Diana du bouitm e ho, riuioou as comas
um tai Silvano Rad/igues da> Paso, p>r ter cha-
mada a si diobeiros que ihe uo. perMW'*i, porque
qaasi onsuntameole tamos enwntrada iralaales
desia ordem, e que dviam uir c-'i' nt per mellar
o^ larnagij? Jas camainas do P.i asaay, qae in-
felumoate oo-acobiece, tife'. pira lia perverter
o ooso ei*nit .
Recife 2 de maio de 1867.
_____________ Pasa jas vieimit.
Na praga da IhdenVnH una n.t)3, Hoja de
oarives, c:nas*a--e:onra, prata p-.'dr:i< pracosas,
i ', imbem -e til qualia^r bra ift) eaco-umeada e
tado e qoalqnrr aonce^tn, ^________
Aos S s coasmndores do
visos amos.
" '........*!ll I .1 I'! !!
ca/Bt i fr"e|ejiara os por-
Mossor a barca Rainha
Propoem-se
bs do norte
dos A;j;o, 'tittj^Tt|t Ja Midre de Deus
n. 3, escriptoirorbaCorn o maitre namesma
bareican ahk.
-'......
Segu cera brevidade 0 pathabe.' Enffia : para
catfa e pa?sseiros ttlla
Jos Sa' Leilao Jantor, 1 Ma A Miffre de Deus.
- Jaj Francisarj a*mos, emwifgado aa casa de
drogas do lllm. 8r. Dr. Cosme de Sa Per?lia, f*t
Hciente ao publico, e rloeiplmente ap eo'po da
commercio, que
ora em diante se
igml niwe.de
te assigna.
gz
A direccae -da empreta' do gaz convida repei-
tosamanta aos Sr?. coowmidres qae por acaso
pos?am ter qoeixas por falta de ga, ou outro IB-
cooveaieaie. que pos?a sabrevir, qaeiraea dirigir
soas reeliiacas aoescriptariio i\ esaarea o. 31'
ra do Imperador, aoode recebero tmaedi>ua
prompta alte nto. ,,.r._______
P.P. Needham val o* soa'faaMfa para a
Europa. ______. '
Moo-i Ribeiro Feroanies < onora
subditos parigueies retlmsa-se aar* 8oroja le-
vando por criad) Aaumio Hrtfl B dito portogoez.
i
ir
avaira,
s,d islam
ama
casa bem tratada, e
a%> ata* Osatetenda airlian
^Btm.mm.
aSjaaiml rtafar um criada pr e i o a?f
para swfvigt dooie.-tic eaaaa caaatm ao qaalquer
ooiao i *r;B*^^kaaaaaaa\w roa
atan
de vem a esta!
sa fotaV nftldlic'
s dirigir a roa da Cideia o. 36.
qo' nada
__'bisaos al-
leclaracia qae ra i
La^EGVELi
api, loga de plantas.
Obahlra.
KBrf Ov


W$i ^i^fwplW,-.' styM de ai de 18W.
.-Prefiisa-se de .um caixeiro^e 14 16-
axmoSi> ttlar Da travessa do Marisco n. 7,
ds febrica*de charuloar_________;______
"Viho de Jurubeba,
Sdp s ionices conheeidos contra a
anemia, i hydropaa, ubstruccio do ab-
omen. E tarabem -mpregado nos casos da roeos-
iraago d fflcil' nes estarrhos da bexiga.elc.
_ Piolo pharmacemico.
Roa larpado Rosario n. 40
_______ Pfcrnambucc.
Precisa-se aloear orna ama que cosinhe e'
engomme para casa de urna familia de duas pes-
soas : na rna do Hospicio n. 36.
Precisa-se de ama ama para andar com menino
e traur da roopa do u esmo : a tratar na praca
do Corpo Santo n. 17, 3 andar. '____________
Nesta typographia se precisa hilar
com orgencia ao Sr. Justino da Silva Car-
doso, negocio.
!****&: ,*aa iimg
ADVOGADO
Bacbarel Mantel Joaquim Silveira^
N. 7 ARoa do CrespoN. 7 A S
Crespo-
1* andar.
Attenftio.
N. 2 t-Roa do Livrament -X. 25
Deposito de tamancos e calcado naciooaes da fa-
brica da ra do Jirdim n. 19, de Jas Vicente Go-
dioho, tamo no deposito como na fabrica se
apromptam todas as poredes de calcado o mals ba-
rato possivel, esta fabrica teco todas as macbioas
proprias para os calcados ja' bem acreditado' pelo
fnate numero de fregueses que daqul se for-
necem.____ .
Trocam se
pendencia n. 22.
Photographo da A, casa imperial do Brasil
Ra do Caboga n. 18, sobrado, entrada pelo pateo da Matriz.
Acabamos de rceber de Franca pelo vapor Estremadure orna linda collec-
c3o de
ALFIiETES DE 0HB0 P-tRA BETR4T0S.
Ha alflnetes simplesmente de oaro, porm de bonitos feitios, e na amneies
com pedras preciosas engastadas, perolas, rubios, esmeraldas etc. Os precos dos ala-
vetes com os retratos das pessoas que os comprarem, variam de 185 a 404000.
Tambem ba alflnetese ouro para collocarem-se retratos e especies para gr-
valas ou mantas Diurnamente em uso para horneas. Estes alflnetes com o retrato custam
de 14^ a 185000.
RETRATOS POR TODOS OS SYSTEMAS PHOTOGRAPHICOS.
Retrato em aaabrotypo, para caixiohas ou quadros.
Retratos em porcelana.
Retratos em papel para diver.-os tamaitos.
Retratos em canes de visita.
as nota* do banco do Brasil e das calas liaes, Vendem-se passe-par-touts e molduras pretas e donradas de todos os tanwnbos,
com descont muito rasoavel, na praja da inda-; assim como vende-se tudo qoanto preciso para trabajar em photograpbia ou am-
___________{brotypo.
I3i7^^li, I CD h ^a nma ^e"a varedade de v islas stereoscopicas'representando paisagens, edi-
I IfljLloiilJtf litios, e monumentos de diversos paizes da Europa, frica e America. Tambem existe
qoaotidade de academias colorida.s e transparentes para stereoscopo, e tudo se veode
por barato preco. Stereoscopos de acaj, palssandre e mogno de 4$ a 150000.
Albuos de diversos formatos e go>tos para 20, 3.i, 36, 40, 50, 100 e 420 re-
tratos, de 34 a 18,9000.
A galera e officina acham-se abenas tod >s os iUs e a todas as horas.
de orna ama na roa do Arago n. 9. ___ _
Quero tiver comas com P. F. Needtiam, fara
favor d as apresentr at o di* 8 do correnle, no
cscriptorio de Saonders B-others S C, para seren
pagag._________;_______________________
Urna pessoa habilitada offereca-se para lecciO-
nar em casas particulares oso a meninos de
ambos os sexos, como as snior?? que se quire-
rem propor ao magi-l-rio : a tratar no caes do
Apollo, collegio de Santo Amaro, e na ra rga
do Rosario n. 40.
Attenco! I!
Nos abano asslgnados fazemos scipnte ao res-
peitavel pnbllco e especialmente ao corpo do rom-
mercio que julgamos nada riever nesta praca nem
fra delta ; mas quem se julgar credor aprecenle
seos documentos no prazo rtp tres das a fcontar de
Iboje, e que depois dessa data, nao se nlteedera a
reclamacoalguma. Recife 2 de maio de 1867.
___________________Gumaraes & Vietrx
Atenlo.
Guimaraes & Vieira f.uem ;ciente ao respeitavel
publico e especialmente ao co^o do commercio
qoe dissolveram amigavelment-; a sociedade que
tinbam na taberna cita na roa Angosta, o. 114,
Gcando o activo e passivo m socio Vieira. Recife 2
de maio de 1867.
Jos do Cotilo Guimaret.
^____________Antonio Jos Vieira.
Quem precisar de um mofo de idade de 16
annos,.para caxeiro de taberna, do qoe ja tero pra-
tica, dirija-se a roa da Matriz da Boa Vista, n. 27,
que se Ihe dar' informac5es de sua boa conduc-
ta. _____________
Vio Lio tnico e nutritivo
BE
QUINA E CACAO.
DE
BUGRAID.
E la njva combinado rene em urna bebida as-
eas ignivi] e conveniente a todos os organis-
mos, a quina que um medicamento tnico por
e:;cellencia, e o cacao que conisto principios nu-
tritivos assas recnbecids.
Elle se PBiprrga rom o maior saccesso na cora
<2.ts paludas cores soBrimeBtis do estomago, per-
d de appete, digesloes difflcultosas, menslrua-
0* difflceis tic. etc.
lie|i-. silo espeial
NA
Pnarmacia e drogara de Bartholomeu & C.
34-Rn' larg< o Rosario -34
-- Na rna da Matriz da Boa-Vista n. 6, vends-se
nina escrava boa qu:nlandeira e seto vicios por di-
minuto preco.
~ hI as VtMTri:
Vndese cbitas a 260 rs. o covado, algodozi-
nho ai)e 4^300 a peca, dito com quatro palmos
de largara a 5 : m armaiem do Passeio Publico
n 6, por baixo do sobrado novo.
Farello.
Vende-:e farello em saceos por preco mas com-
midoqoe em ouira qoalquer parte : na roa da
I f'p-rairiz n. 60, loja do Pavo.
Algodo d
OR
OIMIENTOS DE IGREJA DE
Veslimenteiro e bordador de Paria.
22 RITA DO IMPERADOR 93,
Defi'oote dit igreja de S. Francisco.
Concurrencia impossivel .
justificada pela snppressao de Intermediarios, pela compra directa das materias primas, pela exe-
coco dos trabalnos as oficinas da casa e pelo diminuto lucro coro 906 se satisfaz.
Animado pelos importantes npttoclos que faz com grande parte do mondo calholico da Europa
resolveu o annnnciante establecer Giiaes da casa ae Paro em diversos paizes longinqoos que
offerecem vantagens, e velo ioaognrar o primeiro estabelecimento nesta cidade, sem dovida ama
das mais adiantadas e commerciante da America do Sal, e que por isso mesmo necessita d'um
estabelecimento qoe nada deixe a desejar, quer em relaco s precisdes maleriaes e quer intel-
lectoaes. .
Os Srs. sacerdotes e demais pessoas, que se digoarem visitar o estabelecimeato, ah acbarao
sempre nma grande varibdade de todos os objectos para lereja e para o clero.
ORIVESARIA PARA GREJA.
Novos modelos de custodias e de vasos sagrados.
ALFAIAS DA IDADE MEDIA, A' LUIZ 13*
Os precos variam segando o tamanho, o peso e a frma.
TAPEQARIAS E ARMACOES PARA-IGREJA.
Fornece toda a qaa'idade de armacoe?, por precos mdicos, vontade do fregu ; ter do
sempre. ama pessoa 00 estabelecimeoto para ir tomar as medidas necessarias para completa satis-
fafio da pflcommemla. ,
NUVAS UMBELLAS PRIVILEGIADAS.
Estas ombellas de molas, adoptadas pr S. S. JPio IX, tem por soa perfeicSo, novidade
e riqne/.a a dopb vantagera de cobrir ioteiramente o Santissimo Sacramento e o padre, sem diffl-
cnltar o andar.
Ensino de mvsicapar
$ ticular
.Na ra do Imperador d, 75 "segun-
J do andnr, lecciona-se soifejo e div.er-
I s' s instrumentos de msica, e tam-
^S bem darn'as licoes em suas proprias
casas das 5 boras da tarde as 10 da
HP** CORAC40 E OURO. -^J^C ""*
to (a Faris) por menos 20 por cento do qoe em oatra qoalqoer parte, garantindose a qoalidado e a so- --,-,, -----.' -------:
lldez da obras. ^ v S roa do Jardicn o. 19 preciase de om
O.respetuvel publico avahando o desejo qoe deve ter o proprietarlo de um,novo estabelecimen- caixeiro qoe tenha pratica de corlar calcado, o or-
to qoe quer pregresso o seo negocio deve chegar imiredatamente ao coracao de onro a comprar) eDado ow)C00. ____________
aneisqora peifeitos bnlhanles,esmeralda, roblse petla-, terdadeiras em agarras, modernas pek I Wn^nm ei>
diminuto precio de 103, briBcos mo4ernosde*ouro e coral para meoma pelo preco de 3J, manics de ULU m SL
prata com cabos e marBra e madreperola obra de moderno gosto (o qoe o encontrarlo no eoricao de. Nulas das calas Giiaes do banco Jo Brasil e do
ouro) vollas de onro com a competente cru>iutia ricameote enfeitada pelo pequeoo preco de liJI, brin- Proprio Banco am om pequeo descont : na roa.
cos.de om trabalho perfeito por om mdico preco, cassofotas, tranealins, polceirae, alftoetes para Te- i da cde do Recif? n. 8S.
tratos e cairos nrodelos todo de alto gosto, aneis proprios para botar cabello e firma, dito pam casa-J
ment, no arlieo roseta tom o Coracao de Ouro um completo e bem variado sortimento de diversos!
goslos, butOes para punbos com diamante, rubios e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo sea va-
lor ja por gosto ds deseoho, brincos a forma da delicada moslnha de moca com piogente conteodo es-
meraldas, rubios, bnlhantes, perolas, o gsto sublime, allioete para gravau no mesmo gosto relo-
gios para senhora cravados de pedras preciosas, dos para homem, diversas obras de brilhaiMes de
noito gosto, crosinhas de rubios, esmeraldas, perolas e brilhantes, aneis com letras, eacoletas de
trystal e ouro descoberta para retrato (a ingleza) brincos de franja, ditos a imperatrize toda .i qoal-
quer jola, para secojiocar retratos e obras de cabello, e ontros moitos objeetos que os pretendentes eo-
nor.trarao no Coracao de Ouro que se conserva com toda a amabilidade aos toncorrentes dejndo-
se de aqu mencionar precos de certos objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dizeno-se o
preco talvezalgoem faca mojaizo.da obra, por ser to dimioata quaotia a vista do seu valor.
Na mesma loj'a compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem rocebe se oncer-
tos, por menos do que em outra qualqoer parte, e dao-se obras a amostra com penbor, conservtmdo-se
e Coragao de Ouro aberto al as 8 oras da noile.
Qualquer pessoa que se diriRir ao Coragao de Ooro.nao se podera' engaar coro a casi, pois
nota se ua sua frente um coracao pendurado piotad-i de amarello, alem'de outro qae se nota sm um
rotulo 1.1*10 se adverte em consequencu de terera ja' algumas pessoas eoganado com outra ca **M
COLLEGIO DE SANTO AmAH0
BAIRRO DO RECIFE
N. 61-Caes do Apollo-tf. 61
DIRIGIDO POR
JOS FRiKCHCO RIBEIRO DE Ot.1.
Este collegio fundado em Santo A-naro das Salina no anno de 1863, acha-se it>
peseme fonecionando no bairro ao Recife, caes d) Aopllo n 6f, onde contim'n a recebar'
alumnos tanto peosionistas, como meio penstdnistas e externos para as aolas primarias ti
secundarias ou preparatorias.
A aula de lostruccao tleraemtr acha-se melhoJicamente dividida em tres seccSen
cada orna com osea professor.
O director deste collegio jnlgon conveniente abrir dous corsos noeturois, os qnaes
sao de reconhecida vantsecm nao s para o commercio como tambem para qualquer ou-
tro ramo da vida : o 1* de ingle e francez e o 2o de grammatica da liogua nacional,
aritbmelica, calligraphia etc., como se v abaixo :
tula de fnstrnceSo privarla.
Professor Jos Francisco Ribeiro de Souza.
> Manoel da Costa Pereira, alumno do 2 anno da escola normal.
Rvm. padre mestre Antonio Manoel da Assumpco.
Instrilcciio secundaria.
, Liogua latina professor Jos Faustino Marinho Falro.
franceza e iagleza Foriun l> aphael dos Santos, acadmico do 3 anno.
Rhetorica e potica, geographia e liisUria l)r. Antonio Hangel de Torres Bandeira.
Geomeiria Rvm padre mestre Francisco Joo de Azevedo.
Pbilosophia Tobas Brrelo de Menezes, acadmico do 3* anno.
Instruccio recreativa.
Desenho Edoardo Claudioo Correia Cabral.
Missica vocal e instrumental Trajano Fllippe Nery de Barcellis.
Dansa Manoel Baptibta de Souza.
Curso Eiocturu das 9 as O horas da nolte.
I ioglez e fraocez, ler, escrever, contar e fallar correctamente.
2# grammatica da lingua nacional, analyse e ortti igraphia, contabilidade om-
prehendendo systema melrologico decimal, calligraphia etc., etc.
Desappareceram na noute de 23 para 24 docerca-
do do Sr. Joao Muoit al S. os, um burro e brr
burra.lodos dous casUnhos cor de rato, o burro
mais alto qae a borra. Recompenca-se a qa*-rn
der noUcias delles, e ser maior a recoape<-a a
quem os entregar na roa do Imperador n. 23. ;
de artificio da fabrica da estrada de Joo de Bar-
ros da viuva Rufioo, aproorietana d-'sta' muito
conceituada fabrica avisa ao respeitavel puWieo
que ero sen estabelecimento existe um complete
s. rtimeuto e fogos para 8. Jjao e S. Perd e de
ontros artigos concernentes a essa arte, as pessoas
po s que quizerem comprar destes objectos podem
deixar soas encommendas no armazem da bola
amarulUnooitj da seereurla da polica onde
ha vera um parlador que os val buscar com a maior
preslea possivel.
Precisa-se de um cosJnbeiro na roa "do Ran-
gel n. 9.
Aloga-se a casa defronte drigrejrde'S. Jos
do Maogoioh) n. 21, com Um quintal e cacimba
a tratar na ra da Madre de Dos n.;i4.
O Sr. Joaquim Albino de Gusmo, emprega -
do da alfandega, queira mandar a" ra do Destino,
d. 16, a negocio qae Ihe diz respeiio.
Pede-se ao Sr. Jos Rufino da Silva qoe ve-
nba a roa das Cinco Pootas, o. 86, armazem duas
americas, a tratar c*rt> negocio.
Ama
Na ra do LiTranwnlo n. 2I,terceiro andar, pre-
cisase de urna ama para o servir interno de ntp.a
casa de p-ucu familia.
Francisco Garrido, ^ubd^^Lc.-panbl, vai a
Eoropa, e deixa como seus procuradores nesta ci-
dade os Illms. Sr. Antonio Valeolim da Silva Bar-
roca e D. Juan Bnson.
-%S
\
\
H
Precisa so de urna ama para coziohar
do Apollo o. 14, armazem de assucar.
na ru
Medico com mais de 20
de pratica Dr. J Antlo de
ra ISova n. 58, Io aodar.
annos
Sena :
Dianas, de veludo, de crina e de
galo lustroso.
De damaaco com cruz de ouro e
seda.
De damasco dobrado, com direr
sos bordados em relevo na
Babia. cruz.
Vndese al^odo da Babia a 440 rs. a vara a I De tecido de prata ou de ouro.
dinbeirc_: na roa do Crespo loja da esquina n. 8 dem com diversos bordados em
ueijos' do sertao [
Na ra da Conceico taberna n. 11, chegaram
os afamados queijos do serlSo muito frescaes por
E'CULPTURAS
EM MARFIM E EM OSSO.
Imagens de Christos, caldeirioha?, cruzes, quadros e todos os objectos devotos.
Objectos em argila, simples e prateados.
de
sJiem da safra nova, a ellos antes que se acabem
o preco commodo.
dem dem multo ricas.
De veludo de seda com cruz
onro Oso em relevo.
De cha malote de seda bordado.
Gethicas e da idade media.
A cor da casula nao InOoe
prego.
CAPAS.
De veludo estofado.
no
Gralifica-se generosamente a qoem pegar e
le' ar a sea senbor na ra do Cotovello n. 8, a es-
crava Paulina, que costura a chamar se Cosma,
fuia, representa a i Jade de 45 annos, magra, es- De damasco'
tatura regular, lem as pernas encbadas, foi escra. De tecido de nra inm
vade Francisco Prospero e a pouco arrematada 'SemTcoa embteSti em eeve
par o Pao d Albo levou vestido de chila velho *
ooi pouco desbotado e carregara um taboleirioho
ecoui saceos de etlopa.
Aloga-se o armazem da ro nova da Prai*
n. 30, propria para recolher gneros, prensa de
alj;odoou outro qualquer estabelecimento : a tra-
tar na rna da Cadejo n. 39.
Precia se de nm mogo de 14 a 16 annos de
idade ou nm homem de 30 a 40 annoa, que saiba
ler : na ra da Concordia n. 38.
Gratifcalo
Desappareceram de jnnto ao arsenal de narinha
cuco pranct-'s de amarello com 48 a BC palmos
de comprlmeolo : rogare a pessoa qoe soober no-
ticias dos meamos avisar na serrarla de Paulo Jo
se Gomes & Costa, na roa nova de Santa Rita n.
td, qoe sera beawecompeoaado.
^EtS1 l0i* 1eoni rande sobrado por
icobar se zoolto proprio para estabelecimento de
qualquer oficina, teodo no fondo perlo desem-
barque coofronte ao hospital Pedro II a tratar '
rn.i do Mondegoolaria n. 13. ",r,I,r*
A pessoa que pede a Jjaquim Albino da Gua-
ma j para mandar a roa do Destino n. 16, i nego-
cio, tenna a bondade de Ir ou mandar a roa dos
Pin'o. II on assigoar seu nome por extenso pa-
ra aelhor se procorar.____________________
LIDIORAMA
De velado de seda.
De tecido de prata e de onro fino.
DALMTICAS.
O nJfemo preco das caslas.
ESTOLAS PASrORAES.
De velodo estofado.
De dito de duas faces.
De damasco.
De dito de duas faces.
De tecido de prata ou de ouro.
dem dem, com emblemas em
relevo, franjas e bordados de
toral
dem dem em relevo muito ri-
cas.
De tecido de onro e de prata floo.
De charoafote bordado de seda,
com daas faces.
VFOS DE HOMBROS.
De tecido de Lyo.
De dito dobrado, de oaro floo.
Corporaes de cambraia fia*.
Toaihas para comaanbo e alta-
res
Guaroicdes de rendas para alvas.
Ditas para toaihas de altar, aos
metros.
Toda a qualidade da roupa ga-
rantida e perfeitamen < execu-
lada.
Todas as informaefes sero ministradas gratis, acerca dos ornatos de igreja.
Conceder-se-ha faciiidade para os pagamentos.'
Bis o cathalogo do qoe tem a venda :
CASULAS. De damasco, bordado em relevo,
dem idem, muito rico.
VE'OS PARA EXPOSICAO.;
De tecido de Lyo.
De chamales de prata com em-
bltuias em relevo.
De do dito, muito finos.
VE'OS DE SACRARIOS
De todos os precos.
BANDEIRAS.
Da Santa Infancia.
De confrarias de Nossa Senhora.
Parochiaes, qualqoer que seja
invoca cao.
Gijes com emblemas em relevo.
A collecao varia de 35J000
3:0004000.
PALLIOS.
Em veludo estofado as quatro
pomas e no forro.
De tecido de Lyo, com onro.
De dito de prata e de ouro lus*
troso.
De dito dito, com quatro emble-
mas bordados em relevo.
Muito ricos, inteiramente bor-
dados em relevo com onro fino.
PANNOS MORTARIOS.
De 13a.
De veludo Ioglez preto verda-
deros
De damasco dobrado de brocado. 650
Estes pannos tem dons metros de '812
s.
INTERNATO
DE
DIVERSOS OBJECTOS.
Bolsas para tirar esmolas.
Cordoes fios para alvas.
c para meninos do edro.
Volts, s duza?.
Cintos e cinturoes.
Sacras de altar, em cario.
Ditas em quadros.
Marcas para missaes, com seis
percas, em camalote.
Flores artificiaes, o ramo.
Bstfos e todos os demais objec-
tos de igreja.
BRONZES DE IGREJA.
Castigaos para altares, prateados,
de novos modelos:
325 milmetros (12 pollegadas).
379
433
487
541


<
14
16
18
20
24
30
largura e tres de comprlmeoto. Cruzes de altar, corresponlentes
ROUPAS DE IGREJA.
Alvas de panno de linbo fino,
c de cambraia fina.
< de panno de linho, para
meninos do coro.
< guarnecidas de reodau finas.
c de fil, .le rices de-
seo hos.
Roquetes em panno de linbo sem
mangas.
< com ditas.
Amictos.
Toaihas e saogoinbos.
aos casfiews, o-p"ar.
Thorlbulos e navetas prateadas.
Caldeirinhas com bysoppe idem.
Custodias ditas e donradas.
Lustres ditos e correles fortes
para os mesmos.
Crozes para procfssSo, com ralos
ditas.
Varas, alabardas para suissos e
cada para porteiros.
Estes objectos todos sao em co-
bre e nao em materiaes de
composico.
BA
ILLSAO 10 NATURAL.
fraocpt Meno faz ver ao respeitavel publictrqae
noj.i 4 serao espottos ricos quadros cnetados ol
Umamente de P.ris e atada oaj visios, sendo os
primeiros logare* atis jioUvels d varias nco4s
assim como baulbas, naufragios e paizagens qu
Aviso essencial para evitar qualquer erro ou iu|.
Os Sre. compradores n3o devem igoorar que o onro uSo pode ser fledo nem
tecido, e que por conseguinte os galdes dos ornamentos chamadas de ouro fino s3o de
prata doorada, os de ouro meio fino sao de metal doorado e os de onro falso sao de
cobre doorado, e como tal confundir os ttulos qoe se Ihes dea sempre, qae sao mera-
mente commerciaes.
Os ornamentos que o annnnciante tem venda sa*o o de galdes de oaro meio
ht v ? de 8ed's mandando vir os de oaro fino por encommenda; e nenhum
T ~ !iSe eH Ww'tmento sem ser aoompanhado d'ama faetnra por Ae firma-
vL!!S*?rf5wq?,kladfld00bJecto' para poupar-se expUcSes sempre incon-
venientes ao oepois de realaada a venda.
Eslabelecido na cidade de Reeife em 18 2
Sob a pi-otecQo do turnio Pontfice Po IX
DIRECTORO BACHAREL EM MATHEMATICAS
Bernardo Pereira do Oarmo Jnior.
0 director do internato de S. Bernardo, n5o tendo evitado esforcos
rem sacrificios para proporciooar aos seas alumnos urna perfeita educacao
pl ysica, moral, intellectaal e religiosa, cfferecendo-lhes urna habitac5o com
bastantes condiges de salubndade, habis professores que s5o solcitos em
prepara-los convenientemente ao fim a que se destinara, medico pratico
que Ihes faca comprehender os preceitos da bygiene e Ibes cure das doencas
e'finalmente um sacerdote illastrado e honesto que Ihes explique os princi-
pios da religi5o chr-stSa, espera que assim constituido e em vista do ex-
cellente resultado, que tem apresentado, contando om crescido numero de
alumnos na Faculdade de Direito, que concluiram alli var tujosamente os es-
tudos preparatorios, nao deixar o seu estabelecimento de continuar a mere-
cer dos senhores paes de familias o auxilio e confianza com qoe j rauitos o
tem honrado; e Ihes roga, bem como a todas as pessoas interessadas, que
se dgnem de visitar o mesmo sea estabelecimento, onde sempre encontra-
r3 frnao ingresso.
Cadeiras de ensino:Primeiras lettras dividida em dais classes, ten-
do cada urna o seu professor, latiray francez, inglez, arithmetica, algebra e
geometra, geographia, rhetorica, philosophia, desenho e msica.
0 collegio tem a sua sede nos espacosos edificios ns. 32 e 34 a roa
da Aurora.
Nos estatutos do collegio, que estao disposicSo de quem os quizer
ler, se-acham consignadas as coudicoes de entrada e matricula as diversas
aulas do estabelecimento.
APREVIDENTE
Sociedade pertigoeu de segares atees sefcre a;vida, fun leda e
administrada pele
BANCO ALLIANCA D PORTO.
Todo o pai que desejar acautelar b fatoro de seas filaos dev,e quinto ntes,
azer inscrevr os seos nomej na lista dos socios daPrevidente por que, com urna
pequea quantia que, todos os annos para alli fr appltcando, tirada do fructo das suar
economas, no Om de 25 annos alcancar-lhes-ha ama fortana, que por nenhum outro
meio e com tifo pequeo desembolso podera obter.
Os exemplos praticos de outras sociedades anlogas tem mostrado qoe:
Alugam-se os tres andares da casa n. 57 na
ruadaCrui do Recife, recentemente edificada e
piolada de novo : a tratar no armazem n. 3 da
mesma rna.______
Precisa-se de urna ama forra ou escrava pa-
ra o servico externo e interoo de orna casa de poo-
ca familia, na ra das Cruzes n. 28,1 andar.
Vereravel contraria de Sania Rita de
Cassia.
O abaixo assignado em nome da mesa regedora
desla contraria convida a todos os oossos carsi-
mos irmos a compareeerem no domiogo prximo
(5 de maio) as 9 horas da cnaoba afjai de elege-
rem os nov.i funcciiinarios que lem de reger no
anno de 1867 a 1868.
Consistorio da veneravel coofraria de Sania Ri-
ta de Cassia 30 de abril de 1867.
O esenvao.
___________Jos Rodopiano dosSjQtos.
CtSA
De conmiissto deescravos.
Na casa de commissaode escravos, ra do Im-
perador n. 45, 3o andar, recebem-se escravos pa-
ra serem vendidos, tanto da praca como do mato
e os Srs. de eogenho que por qoatquer motivo
queiram desfazer se de algum, nao lem mais do
que remelle lo ao abaixo asslgoado que garante o
oom tratamento e prompta venda, e tambem se
eocarrega de tratar doentt s de frialdade. Nesta
casa ba sempre para vender escravos de ambos os
sexos.
Antonio Jos V. de Souza.
Cosinheiro
Ou cosinbeira, prtcisa'se na casa a rna da
dla n. 39. .
Ca-
Aluga-se om sitio alm do povoadoApipu-
coscom vaotagem de faer-se graodes planta-
coes, tendo mais de meia legua em juadro e mui-
tos arvoredos fructtfaros : trata-se a ra da Penba
n. 21, segundo andar.
A pessoa cbfgada de Lisboa uestes ltimos
dias, e qu9 deseja rallar com Antonio Pialo Mea-
'des, pode procu.a-lo na ra da Sentada Velba
n. 96.
iOt$W0 pagas anaualaente pede preditir.
L"
AMA
jrragMs
nada ter* a dewjar-se de aawhor.
Entrada geral ICO rs.
________Rna da Icpecalm n. 31
, -- PweU se de urna ama par
lamilla : a>traur di roa de -acta S
f atado andar.
Na roa do Triplene n. 44. segundo andar, pre-
cisa se de nma ama forra ou eaptlva qoe eoaiaoe
e engomme.
7^, Club o Reeife.

Alaga se o primeiro andar
ra da Madre de Dos, malta
torio.
do sobrado n. &
pr. prio para eserp-
Dominfo, 5 do eorreot, havera' reonio de U- mierno de nma ca'sa po*^ro?!la"*n* 'i
"" Cadela do Rcife b. 8, ar
Por um memoo de
de
i dia a 4 anno.
i a 2 annos...
2a 3 ....
3H 4
4 a 15
> a de
t de
* i de
Por urna pessoa de 15 a 20 anno*
> de 20 a 30 > ..
de 30 a 40 ..
de 40 a 50

....
Em 5 an-
nos.
~1!00|
90OJ
8604
860J
860*
86041
8661
8601
900J
Em 10
annos.
4:0004
3:0004
2:9004
2:8004
2:7004
2:7004
2:7004
2:7004
3:0004
annos,
9:0004
7:5004,
7:2004
7:1004
7:6004
7:0004
7:1004
7:5004
Em 20an-
nos.
20:0004
17:0004
16:0004
15:6004
15:5004
15:4004
45:0004
46:f
18:
Em 25 an-
nos.
47:0004
37:0004
35:0061
34:0004
33:3604
33:i004
34:0004
37;0004
'004
pw
Agcaeia de passaporles e
tarls.
Claodino do Reg Lima daspacbaate de passa-
portes e portarlas par dentro e fxa do imperio
tira-oscom presteza e ctmoiodo preco :. na roa
da Praia primeiro andar n. 47.
O Sr. L. J. de S- qoeira vir ao pateo da matriz
de Santo Antonio n. H, do contrari sera publica-
do sen nome por wteoeo e o motivo para qae
chamado.
Criado e criada
pTclsa-se de ama criada para eogomaar e tam-
bem de um criado : na rna do Imperador n. 73,
> andar. ____
imt
Precisa-ae de u aa ama pin. todo o servico de
cima casa de pouca taaitia : na roa do Torres n.
14, 2* anar.
Quem pretender subscrever para a Previdente dsele cicen-
PreoisMe de nm4
de i
quem oe pe^jr. >ep? o. Ifi, 3* indi
Pfe-.isa-se de nma aa lar da ama me*
,i> .
trir m mi ^


r
-*i^-
wmmm
Diarlo rfe'peMMouc Sabbado 4 de lulo de lb7
COMPRAS

Approvndo pela facnlduae
de Medicina, empreado no
hoapllaea de Parln.
ELIXIR HO D
Occupa o primeiro lugar entre as preparares ferragino:as as mais ssimilaveis. O Elixir do D
approvado pela faeuMadc
de medicinn, caiprcgudo non
boapitaea de Pars.
. THERME8 empiegado diariamente nos hospitaes de Paria e principalmente no
H6tel-Dieu (ervico da Faculdada^de McdieiBa de Paris). Administra se com o inaior xito as docncnx tic contiiiii ;V* resultantes da cxhuaUe&o do Mtixnc. clilo-
rosis ou ere* paludas, flores ltrauea, anemia (iepois dus liemorrhagias, ou durante as coiivalescencias de t'ebres perniciosas, nuiloeacos, e palpltaeos das mul-
lid es pejadas. Nao menos efficaz contra o rurhittmo c obra poder .smente para osliomens cujas torcas estam esgotadas pelos trabalhos intellectues, abusos de todos os gneros, etc.
ToiiiM-ae con a dosis de urna eollieriiiha dcpols le cada refcleao.
Deposita (eral na pharmacia, ra Reaumur 43,, e em casa de E. GALLOIS, pharmaceutico do S. M. Imperador, place Vendme, 2, em Pars.
- Deposito em PERNAMBTCO, P. MATJRRR ht O, e em todas as Pharmacias no Breai!.___________________________
Coiupi'am-sc asertivos
Silvlno Qnili'-Ttae flt Barro:, compra, vende
iroca effec'va meale csrravos do asnbss os sexos
e de todas as iade; : a' ra do aperador o. 79,
creciro andar.
Ouro e prata.
Era obras velhas : compra-se na praca (la Iu
pendencio n. ii loja de hilbeics.
Moeas de ouro?-
Naciooaes e estrangeiras assc como libras
-terliaas: campram-se na roa do Crespo n. 16,
primeiro anclar.
na. praca fl
btP. ':
J
DO
Para o tratamenlo e cura rpida e completa tas molestias syphiriticas, erisype
las, rheutoatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, iniiainmages ciroicas do ligado
e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesia?, pleuri-
sias, gonorrheas chronicas e em ge al tolas as molestias cm que seteaba em vista a pu-
rificacao do systema sanguneo.
Conslderaces geraes
A saude um bem inapreciavel, cuja hnporiancia e valor s est reservado ao en-
fermo o avalia-lo.
incontestavel que o homem nesle mundo constantemente, e por todos os lados
atacado por urna infinidade de agentes morbficos que todos tende i, dadas certas e deter-
minadas circumstancias, a alterar o regular ejercicio das funeces orgnicas, resultando
pesse desequilibrio o que se chama molestia.
A molestia nao mais do que a desvirtuado das torcas vitaes, occasionada, se-
gundo as investigaces e experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela depra-
vado dos humores geraes, consequencia da aeco maligna desses mesmos agentes morb-
ficos introduzdos no organismo pelo acto da respirado, pela via digestiva, pelo contacto
immediato etc. etc. etc.
A sypbilis infelizmente tem sido a partilba da humanidade, e como fra de duvi-
da que esse terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e^ebaixo de todas as suas formas tao variadas, enfraquecendo
constiluicoes robustas, produzindo mutilaces, e cortando anda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral dos
humores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos figurara em primeiro lugar para preencher esse deseratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
immensos successos obtidos pelo uso deste salutar agen e tanto na Allemanha. como em
Franca e italia, .o tornam o companheiro inseparavel de quasi todos os doentes.
Sendo as melestias, como cima dissemos, devidas s alteracoes dos humores, e
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode serempregado vanlajosamente na sypbilis, erisy-
pelas, rbeumatismos, bobas, gola, debilidade do estomago, inQammagoes chronicas do
ligado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias.
pleurisias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que se tenha i
em vista a purificacao do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem feito :
ver que elle indispensavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, e pre-
parar o doente para medicaces superiores ; e as menos graves a cura e a conse-
quencia do seu uso, convenientemente repelido. ,
As substancias que entram na composicao do Elixir depurativo do Dr. Sevia i
pertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria. das substan I
cias depurativas e antisypbiliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga.
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das eva u I
acoes alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus sypbilitico quando eslevirjcm-l
tem feito erupcSo no exterior debaixe de suas multiplicadas formas; e previne taoi |
bem os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella anda no'
estado de encubacao, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beneficio
immenso, tanto mais quanto oeste estado os individuos igneram completamente se es- i
tao contaminados por este terrivel intaigo..
O sabor agradavel d'esle Elixir convem a todos os estmagos, a sua acejo so-
bre o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias meii-\
camentom, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando dste es-
tado, muitas vezes, hydropesias, que quasi sempre terminam pela morle 'o doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remed justifique cabalmente as nos-
sas asseveracSes, porque sendo um medicamentu tao simples na sua composicao, a.
pratica tem confirmado sua utilidade.
Caico deposito em l'ernamhr .
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jastm
Na botica e drogara
DE
Bartothomeo Companhia.
34-RUA DO ROSARK) LARGA-3
ORNAMENTOS DE IG
Ma roa a 'iadea n.
ira (}n\<\uee parte :
Ra da C adela u. a5
i A SABER :
raameatos de damasco branco de 244000 a 324000
d encarnado de 224000 a 324090
rOxo de 224000 a 304000
preto de 204000 a 304000
' > > verde de 204900 a 294000
de velladOjpreto 264000
A tis da bja procura ijue ten havido destes objectos prevenimos ao publico que breve che-
gara' >ie Pari ama nova retnessa de oraamento de todas as cores, inclusive ornamentos, sebasto?, ca-
las de asperge*, ombellas, etc.
Recebe->e toda e qoalqaer encommenda relativa ao culto.
Tiifiamiiia ifisasses
55 fua da Impcratriz em Pernambuco 55
^ciinii 4* c.
F/temlados na exposicl nacional de 1861, no B pri metra_ urdem, para Ungir e limpar com a raaior perfei?o azendas em pe^as ou em obras d quies-
qner tecidos como sejam : ia, algadao, seda, cachemira, touqaim, pennap, osos, oarfim e mesmo ma-
dera, chapeos de feltro e de palblnha de todas as cores etc., prometiendo os annuociantes entregar
as suas obras perfeiUmente limpas e eom o lustro das lateadas novas, pois tem o seu eetabeieclmento
os productos os mais fios e dos roelbore* fabricantes, assiaa com) possnam os uteueillos os mais
aperfeicoadoi at boje conhecidos o teo por correspoodeote a primeira casa ,de Paris nesta especiali-
dade, a qaaJ o ter sempre a par dos ltimos aperfea amentos e nova* desoberta?.
Tintura preta tercas e sextas-feiras.
Abortar* m prlocipio de ohp.
j %aiit braii^B feedeode bouraes.
^~ i'Sgwa branca rtcebt'o ora bello e variado spr-
lmenlo de bonecas, si^tdo grau.es e pequeas,
bouilas e di?, vttiidas e na vestida, com ro*:o
.4e cera, porcellaoa e maia, olhos fixes. e movi-
e dlcns e por conBgpmte caras,-* baritas.
Ei; quat,to ao$ precos o c(raprador uo tenha ctri-
liado, porque nao querera' dar, hiala do que se Ibe
'xedir e assim pode drrigir-se com di>potf$n de
comprar das boueca, que est vendendo a Agoia
orar el, da ra do Q'ueimado d. 8.
Collares Royer magnticos, medalbas e pul-
seiras magnticas.
A A;,oia branca recebeu nova jemessa dos pro-
veilfitosos reliares Ituyer mapnetieoe,ja sommamen-
te conhecidos para prestrvar as cocviilvSes e faci-
litar a denticao das criat-C?, enm esses uiefs col
larue -lectrico? maeneticos vit-raa lambem nSo
pequeas quantidades de medalbas e pnl elctricas magnticas, caja utilidade tem sido apro-
Vfellada por quem seffre de nervoso hypocrouuico,
tremores as niaos, etc etc. Asara cmuo os col-
lares Roycr estio geralme te conhecidos e acredi-
tados pelos eticases effHos, bons resoLados que
tem olhidos as pessoas qye delira m nsaoo;
assim tanibem'cbegaram a ganhar tao alta repuu
gao essas apreciaveis medalhas e nukejras roag-
netlcas urna ver que o oso 'ellas Mr ae'eslenden-
do a todos qoe deltas necessitem. A Agola bran-
ca continua a receber por todos os varoris fran-
cezes urna determinada qnanudade desses sempre
precisos e estimados collares Royer macnetteo, e
por bao Bqae na lerntiraoca de tudos qoe os ach-
ro conslanlemenle em diu loja d'Agna branca,
ra ia Qoeimado n. 8.
"Biips de crochel para sof, cadeiras,
jan es ele.
A agola branca a ra do Queimado n. 8 receben
bonito? panos de crochel de diversos moldes e l-
mannos, lendo nelles algons cuja superiondade se
ernhece por imitarem perfeilamenle o lat>ynntbo.
cheio. lano os de algodo como os de Ia a agola
vende-os por precos commodos.
11 tientos enfeiles para nupasbrau-
cas de seahras e DieD?n?s.
A agufa branca 6 ra do Queimado o. 8 rece-
ben Rlai modernos e bonitos enfeites para roupas
brancas de senboras e meninas, sendo elles da
moldes novo?, de dentes, por um e an nos i s la-
dos, c outr-js que a forma de ligueranua bzem
um bel I entremeto, cojos moldes tem geralmenle
Chitas larvaa a SJn n agradado por sua novidade e galantera. As amos-
lunas largas a io rs. iras serSo dadas peDncr.
bscoras e cores,nas com um pequeo principio *ik- j. na nrn ..
de mofo : na roa da Madre de Deus n. 16, loja de-. i>DUB8 de 20 a 200 retratos.
fronte da goarda di alfandega. A .guia branca receben novo sortlmento de al-
~~ Trn ""i] ~ t rAA Dncs at furentes goslos e diversos tamai>bu> pa
rarOllO a 4^0(J(J jradmittirem de 20at 200 retratos, u quecos-
o aacco com noventa e tantas libras : no armazem
da estrella, largo do Paraiio o. 14.
Compram-se libras sterliuas
'dependencia n. 22.
Compra se moedas de ouro d> 20{, 164, 104
- 94; a ra da tJror. o. 3.________
Comprase
chambo : no armaiem da bola ama-
1 > da secretaria da polica.
Compra-s
Na ra da Gloria o. 3, forqailhas de ferro chum-
hadas ere pedra, 12 ou mais pee de larangelras
!js melbsres enxertos, assim como pes de par-
elras mu*catel : qnem liver tas objectos para
tender dinja-sr- a mesma casa de manha 2t 11
oras on dts 8 da tarde em diante.
220000
para mredas nacionaes de 204000
. 16, primeiro andar
ra do Crespo
Para plano.
Compra-se ama cadeira proprla para piaoo po-
rm qoe esteja em bom estado : na roa da Inpe-
ratri^n 60, loja do Pavao.
Pataches helpanhes"
Compra-sepaar5e he~panhes : em casa de
Adamsons H>wie & C, roa dj Trapiche Nove nu-
mero V. '
VENDAS
Palha de carnauba
Vende-se palha de carnauba muito nova desta
safra : na roa da Moeda n. 43, armaiem.
tam re comprar o bom dirijam-se ra doQuel-
otado 'n. 8 loja da agoia branca qoe sero bem
. I servidos. .
Para baptisados.
,0 A sguia branca ra do Queimado n. 8 receben
novrseme camisiuhas de cambr;la, bordadas e
enfeltadas, chapenzinbos de setim, moldes nvos
de benitos sapatinbos do selim e merm, todos
bordados e enfeitados e meias de seda e de 0> da
eseossia.
Alcatifo do ga.
Os fina a qoe pode ser applieado, sao anda pon
12KS"aSS!ioSATiKnW!,'l^8 w"* ^.-
apreciadas. All, 'empregado como agente pre- VO MigUIil liraiica recebeu, por 1SS0
servativode madelras, ferro, etc., quando expostas., famm fawflr (tt> Ipr a nnc sp s-enp
a' acelo atraospherlca, no da agua doce ou salga-, *-'amA0 '" ,'r e ,er J"e 8t b**UL
da. E' usado, anda como preservativo da aecao1 TranCS de vidrilhos, pretas e braceas, larcas e
d.stinctiva do copim eoulros insectos, e evita que es'r(1!a?. cm pmgentes e sem elles, moldes nuvos
a homidade penetre em qualqeer compartimento. e ^ BX
Serve, aflnal, nao s como veroii para ancoras de ,.B),6es Prel0| e d,% core* Ctn P'">e e ^n
navios, correntes, alvarengas e barcacas, madeiras el,ei' *lue de melhor 80sto se pode encontrar
de roDstracco, mas anda come poderoso e ex- ne?,?-e,i celleote desinfectante untos pretos com dentes fundos, enfeitados com
A' venda por atacado, no escriptorio da empreza ; vidr^. o que ba de mais moderno.
do gax n. 31, ra do Imperador, a refalho smeote G no armarem da Bolla-amarella, do 8r. Jeronymo reitas jara os corpos dos vestidos.
Gomes da Fonseca. i Cordoes grossos, pretos e de cores enfeiUdos
com vidnlhos e sem elles.
Rosas de vidro para enfeites de vestidos.
; Eiparlilnos de sultana, muito bea faienda e
Cortes de caiga de casemira soissa por 24o00, bem enfeitados, para senboras e meninas
fazenda escura propria para o invern, appare$am Leqaes de madreperola e sndalo, ditos de eba-
antes qoe se acabe : na roa do Qoeimado nomero' no com seda preta para luto, ditos peqneno* de
*.*._______________________________i sndalo para meninas, ditos baratos a 14000 pro-
Vende-se nma parda qaltandeira, que eosinha Prlos para casa.
scffrivel, compra na raa, lava roupa, propria para | Pentes prateados com filas cabidas, obra moer-
- todo o servico em que se quizer empregar, por ,na e ^e EOsto.
ser corpulenta : a tratar na roa das Aguas-Verdes' Pactes, de tartaroga modernos para seoh. ras.
E' de graca.
n. 80.
Vende se nm molallnho de quaterze annos,
com bonita figura para nm bom pagem : na roa
do Q'ieimado n. 47.
ATTENCiO
ditos dito para meninas, ditos dito de deseaba
racar.
Ligas de seda para senboras.
Bicos e rendas de guipure.
Fitas para sombras de ditos.
Meios aderecos de flores.
Ramos de flores finas para coqo. hipeo;.

BE
tZEVJSIO s FLORES
RA DA GAOEIA N.
A diabeiro
No armazem de frzmdas de
Sant sroelho,rua do Quei \
madon 19.
Vende-se
com aros di r: Jreperl*
Delicadas tbesouras
para costuras.
Bonita- caixinhas com agullias't sjfinete? uan-
eos, pretos e dourados.
Retroz fraocez em miadas e carrettis para ma
chinas e ditos de torga). J
Agolhas parisienses e fundo doorado, ditas pa
_ ra trabalhar-se em Ia e ditas e llohas para ero-
Madapolio fino de 7(J, 84, $4, i O, 114 ebet.
Baloesde arcos de 20500, U, 3^500. NOVOS OBJECTOS
Dito de arcos encarnados de 3#500. Vinlos para a Agoia Branca ra de
Ditos de mursulina a 54. Queimadi D. 8
Algod5o enfestado COlfl 7 i/2 palmos de, Bonitas fivellas i-Crispini-alUmo gosto para
largura a 1410) a vara. ciatos.
Gambraia branca fina de 44, 54, 64, 74 e Fuas escessezas e ontras com differenies carac-
-------------- : 84 a Des8a j teres, gostos apreiaveis.
Koapa tena em porcaa e a reta'ho por preco muito barato, que a vista podere : n;/- nar'a fnrrn oA _.,. Novissimas golliobas de crystal e aljfar com 6
aliar da realidade. I "lia Pra lorro a 4 a pes&a. ; tas as extremidades para dar laco e flearem pen
Kn-ronA Com salP,C0S branca a 44500 com 40, denles, obras essas de mntto gosto e inteiramente
. razeiaas varas a pessa. '. novidade em Paris, e aqu as primeiras que appar-
Lindos baloes de mussena, nao s3o baratos ; bafes de arcos este^ sim. sfo ba- Diu para cortinado com 20 varas a pessa "uiL. -....-. .
ratos, lindas chttas eseuras, cambraia modernas com lista ao meio, easema-as em cortes, 124. P* i ffl S Xm os veTt osTo'u^o S
hdosdesenhos, collar,nhosaCaVour,retondasr eadadas, chales rendados, ebaiesde merino I Retondes de fil preto a 64500. fu?a qae ^rem'o^ulse torol de m.taif
pretos, aros cnH '^t^^para coberta, superiores meias inglezas, sao caras e boas, so-; Chales de fil .preto a 540^-t. | dadeJe principalmente agora que os vestidos cm-
DE
vado. rolas.
Flanella de todas as cores a 800 o aovado. -B^Uos cabases f M proprias para as se-
Cobertas de chitas da India a 24600,
semr da mmm
Para ducac* do n% mascaliuo
Direetor Manoel AlvesVianna
j a p.*"legi0 da Conce?o, modado ltlmamenie para o b;irro de Santo AMoolo, ro
?, mnfl wf ?aM 72, C0B"oa esta?ao central dos trilhos urbanos dos Apipucos,
2n? ?imi? n"r rea,,r?,eate. cebeodo alomo >s cuernos e Inlernos, lano para as"
P.^fm.T m para td0? os "rf'Pa',atorios necessarios a' matricula de qualquer
rtui h h^fl^fasTe^tlivoi profassores pessoas moralisadas e de nm eonceito ma-
gistral ja oem firmado neslj eidade.
nh.i .f'T f*df,,e OVO c.0,leB' eoo,ao ^hnr< ^t^JTn '"""i"?" "no i conflaoca com qoe o vo honrando os
bestin pus de familia, coofiando-lhe bondosamente n. fllhos.
a suas dependen-
t ^tVm,0,8 d ?,lle8i0 ssSim c,mo tr*oa> ngresso em todas
cas, estao sempre a disposicao de quem possa inleressar.
AOS SBS.GAD.MIGOS.
Por seo doni se retirar para fora da provincia, vendem-se os seguintes livros de
iireito jurisprudencia, a maior parte dos quaes com peuco oso, eocadernados com
josto :
Diccionario geral de legislaco, doutrina e jurisprudencia, por Dalloz,
i vof. em grande folio................. 5O4CO0
Diccionario do contencioso commerciar? por Mass, 1 vol. em folio 54000
Jurisprudencia das soccessoes, por Cooflaas, i vol. ...... 54000
Elementos de dlreito romano, por C. Maynz, i vol....... 55000
Espirito do direito, por Fritot, I vol........... 45000
Tratado lobre /alinelas, por Geoflroy, l-vol............ 35'JOO
Cdigo predial porta .uex, por Silva Ferr?o, i vol 14000
Lflgislacao do thesouro em materia cooteaeiosa, por Dumesuil, i vol. 34000
Espirito das le, p Mootesquieo, i vol........ 3^000
Economa poltica, por Forjaz de Sampaio, i vol. ...... 3|Q00
Coatrainte par corps, por Duverdy, 1 vol. ....... 3^000
, A NACIONAL
ompaEiiia geral hespnhola de seguros sobre
a vida
O Caaeo de Heapaaha Madrid: Raa de, f*.
I n. i#
a ^"*^*^ "P*i em 15 de jHlho'de 1866.
Apolices 19:700 Capital Rs. 127:1444670 ou moeda brasilera
..,.. *< 12,714:4764000
a Nacional abraca toaas as conbtaacoes do seguro de supervivencia e n'ella pode
taser-sasio^npca n m>lo que em oenbum cito se perca o capital ioiposto netos la-
cros correspondentas.
Urna afiaoca deposiUda nos oofres do|esttdo, garante a boa admioislrao da eom
Os fundos, da cotapanhia se iovertem em ttulos do es4ado e se depositara no ban-
co de Hespanba com tatorveoco do delegado do governo e do conselho adatinitrativo
Lences de hamburgo fino a 254O0.
Ditos de bramante uperior a 34200.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
j gura a 24500 a vara.
Dito de linho com 5 palme 10200 a
vara.
Dito de linho com 3 i 19 palmos a 800 a
! vara.
Lencos de cambraia branca finos a 14800,
24, 24500. 34500 e 44 a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara; e com
; salpicas a 900 a vara.
Atuaibado trancado com 7 i/2 palmos de
I largura a 10600 a vara.
Dito adamascado com 7 1/2 palmos a 20.
Dito de linbo adamascado a 30.
Panos de adamascados para cobrir me-
sa a 44500.
Toalhasalcochoadasdelinhoa 120 a duzia.
Toalhas de pello de 130 e 144 a dnzia.
Guardanapos de linho adamascados a...
30500 a duzia/
i Cambraia de linho superior de 60 d 90 a
vara. '
Chitas francezas finas, escuras e claras a
1320 e 360 o covado.
Assim como outras muitas fazeod s qoe
i se tornara enfadonho mencionar que te veo
. de por baratissimos procos.
nboras e meninas trazerem nos bracos.
A Aguia Branca deixade mencionar aqui algnns
objectos que recebeu para loto, isso para nao con-
fundir os de alegria com os de tristeza, mas se al-
gnem liver a infelicidade de precisar comprar :
Manguitos e golliobas pretas bordadas.
Voltas e brincos de borracha e benoitre.
Ditas de vldro cem bonitos e novos moldes e fi
tas as extremidades. .
Ditas as mesmas circu instancias, para caneca.
Peales pretos com fitas e sem ellas.
Flvelas, fitas e conta pretas.
Alflnetes e brincos de vidr, e borracb ete., pa-
ra pregar.
EoMtes ae Ia para vestidos pretos.
Cadeias de borracha e vidro para relogio.
Kumos para chapeos, etc.
Nesse caso pode dirigirse a dita loja da Agu-
Branca, a ra do Queiocado n. 8. nT^
CJisiao n? roe dcCreepo n. 4 fabrica de chapeos de sal.
panilla
A ellas antes que se acabe
Saits Bordadas muito finas de elegantes
bordados pechincha por 80 na roa da Im
per.-triz n. 20.
roa
do Rtclfe n. 31, a obeiro oo a letras com eejo-
8c, ruja loja Im airefueui, bim-m
constqoaaei mq doto ae retirar para Europa a,
lr*!?rJ ^ aao4" ^*t h u mmHtyy__
Litm e iellica reta.
Cbegaram para a loja da A
do y limado u. %
garaetidos pelo gateroo, podeatooaedo da a tor p.eftosd
W4HO
o. 16 re-
aataew.
de oaireiri. : 4
tap Paalo Cordelre e Viajado
A lojiderniudezasarua do Qaeimada n. 16
recebeu aova remessa do rap Paolo Cordeiro t
Viajado, e continaa a receber por lodos os vapores
firaide reducen |rec*sls pre
LANMAN & KEMP.
Sa.sa parrilha de Brlstol duzia. 334000
Agua Florida de liarray & Lanman.. toaOOO
AnacabuiUPeiDral de Kemp. SiJOOO
Em qaaoto a agua florida preciso a aior cau-
tela Contra as falsificacSes fraudulentas francezas :
aa verdadeiras preparaedes se veodem no nice
da psito roa do Trapiche n. 8^___________
Para quem^tem machinas
Poiac de todos os lmannos e a preces commo-
dos.
AgailhSee Ideo dito.
Maeaes Um dito -
MolAboe da ferro,- americanos, para faier farl-
nba de nHIbo mullo fina, ou moer caf, para traba-
jhar tantoa mi como movidos,per motor.
areUo a 4fa saeca.
Veode-se na raa de 8. Francisco d. 70 arroz
coa cajea, ateca com M ce
vende-te ama em te? ata ao bac-
eo do Qulsbo, om Afogadoe : tratar com a vlava
do air uso Pereira do Naseimeoto, no to-
brtde tww na qnlaa c sao boceo.
SAL DOASSJO
Vende-se a bordo do palbabote Emilia : a tratar
Jos de Sa* Leilo Joator.



UJy i
larlo t rernaahne sabbado 4 # Mal* de 1887.
53 BA DA CADE 53
Acaba de reeeber pelos ltimos vapores Amazon e Extwfladare os segotes no-
vo gneros.
QEUOS 80 AUXTEJO
en latas de diversos tamnhos,,
UNfittfCAS
muitos superiores-amlatas de dez libra ermeticamente fechadas.
Pescada
excelente peixe .em salmoura.
PEIXE
de todas as qualidaeedsm tatas.
Presuntos
para fiambre, iaglezes, os albores pie vem ao mercado.
preparadas em peauoaas latas de orna libra.
QTJKIJS
pntos e flamengos.
J0V08 figOS
em latas e calimbas.
Marmelada -e gelea de marmelio
Latas com frutas
pera, pecego, rainha Claudia", alpe-ce etc.
Estes e outros muitos artigos de superior qualidade se Teadem porpraeo#>o^as
com modos.
Por meaos de 10, e 20, e 30 por canto,
NO
DE
Joaquina S lindes 4o-9ait9*
23 Largo de Terco 23,
O proprietario deste esiabelecimento de seceos e moteados teado de fozer ama via
jm, est resolvido a veoder por meaos de 40 a 30 por eento a dioheiro;ipaiiaiB8o4em
um grande a .vaatajoo sortimento para os amigos do bom e barato.-que -a -mator ^P,eu|B ^ arito gesto, ipomo sejo lindos cortes.deoireantique de mui lindos. padrSes e_que
deste. vieram .por conta,.para o,que faz mnuncio de alguns generosa vista: apstes Vendem,ir'precosjbaratissia)s, gorgurao de sedj preto com listas asse'inadas (fazenda
mmu frea mk
A' loa.de faze&das de Augusto farto & C.
Hl Uua do Quemadoii
Augusto Perto'4 C. rceberam pe) aRioao paq pto ornis .superiore
vestidos preios ricamente bordados a aguiha.
Linios cortes de raoreantique preto pira vestidos.
Pasquines e polowaises de edapr"etaenfeitado3 com o meJbor gosto.
Sedas pretas de flores rauito supe i mes, moireantique pwto e grosdena-
ple preto de muitas qualidades e mo lieos preeos.
Rotondes-e eHh>sdjuipure de sedi e de algod3o.
Patinse CAsem'Tas pretas de diversasqualididas.
Ricos vestidos de Dlond com manta e eapella para noiva.
Enxovaes e vestidos bordados para baptisados'dc I0#a 30,$.
seda e >do lia e seda piraemasde-noi vas.
;s-de seda e-moireinliquede coresvpar-a veatidoi.^apefijr^s.
MoireaBtique branco, sedas braacas e,gro*ltmapotes'bc*neo e decores
par vestidos.
Chapeosdec*fltor temaos e deidai^tos..parahomam, senhra e.me-
ninos. *
Ralees, oanrti&09, -cwaUUibas com* manguitos bordaos e'irndot.cbapos
de sol para senhora.
Malas para viageraaos vapores, malotes e saceos de viagin e um bello
sor ti ment de -,
Alcatifas para for ar salas
U Ra do Inclinado11
VXW-
Vapores.
Vende-se em cas* de Saooders Brothers & C,
o largo Oa i>rpo Santo n. 1, vapores patentes
com todos o* pertenees proprios ura faier mover
ires ou analto macbnas para desearqcar aljwllo. hem feta, de apBrado bom posto e reconneclda so-
------ -----------------"^ **''' ldez. Igualmente se vend palba apparelhadj pa-
os agrictritores
Sanoden Brolhers & C. aiaham.de reeeber
Liverpool vapores d* top?a de 3 a 4caaa41< odj
todos os rtywes, e mal proprw para faier mo-
MT.aebia^dfi dwcaroQar.ajgn.Iao, podendo c*fla
naor trabajar 4le coukHO erras, ambem sir-
van para eflfcwlar ^ode-on iara outro qnalinrer
^ervieo emqfle asara trabiWur com trotes, l
mesraos tauw>em lera a-tenda ii6hinas ameiiea-
as de 33 a 40 serras : os p,etentles rija-
te so Iirgojo Gorpi Santo n. II.
ama mobilia -de Jacaranda' a Lmz XV, nm dita
de amarellu do raesmo feitio, sendo obra itoito
ra empalhar, por menor prego floe em ontra |oal-
faer parte; na camboa do Garmo n. i?, loja de
marOMMiro
Y^rdadfiiros
Mfom Royer
Fraa*3kieo Jos 6ei?mami
TtlA NOVA N.-5H,
RleelM Mafneliws Jpwuiios .Lp^ba de rceber nm lmdo e m&gnific* ior-
Ou Collares AaodTnos, para facilitar a den- timen !q de oculos, lnnetos, binculos, do al-
ucio das criancas coatra a$ coovuisoes I fuao-emsis 'jurado goato aBafopa ioca
das mesmas, a estes coHares nos escu8ido[ios.dfrilaace para observ-aSes a pala o
Lfazer quakjuer recommendaio, Tiste a
grande utiMade que tera produiidciauaHea
pais que os tem aplicado em taes circtim-
taacUs psjwSfOatafi.ifle.ao baver um
s pai ou m5i que por este meio rtio qne\-
ra* poc termo a tes cTfffimentos de star
filhinhos visto ser um mal qoe tanto os
macitimos. ^_______
mi sm mffitio
Ra do Qnelnado n 419,
mbfif**"
Jos Biaoumno
lobada
flagella, pois a estas coHares acempanha na (Camteis dewMejrfT*is8-cres a 80 ts.
folheto aue eosioa como se deve appfear. Wphos d'atua le cftoiatitoao-soperior aSOO rs.
'vende-se aaloja do Gallo Violante, roa rseos de **>o*ofco*
j do Crespo n. 7, pelo preco 4t 4jjt000^ "S#
e 6(5000.
Baralhos fraeeicsniia fltos a 160 r?.
9*qs de trasca1 branca'de araeol a 60 r?.
Duala de tesooras peqoeoas a 480 rs.
Frasco^ d'agaa para lirnpar denles a 500 r=.
Caisas com colxetes rancezes a 40 rs.
Bedes^ratnfiJisas para segnrar cabello a 3.0 rs.
Contiiraa a qaeimar todo qoanto tem em sea **
iablecia.ento.
Pares de sapalo de t pete IfOOO.
Duiiw de peonas de<.'crwoilo asa* a 60 rs.
Cai xas de I inh do.gaz. do. SO noveJ los a 600 rs.
Mera de lianas do gaz de 40 rs. o novello a 700 rs.
dem de palitos de saguranca a 20 rs.
Lencos de cassa -eom*bam a't( rs.
Darla de taaa e garlos de cabo preto a 3600.
Mnssode.pafctos itiadopira deDtwsi 120 e 160 rs.
Pegas dn ntremelos moin floas a 500, 600, 800 e
OOO.
Wfc DA FR4G1TA AMAZONAS
DE
Monteiro QwmaiTiles.
N. 5 ta da Qucimalo n, ,
A-kiada-frafaa ta caha derece':er.deP.irj um bonito sortimento de fazendis pre-
regularo os outros mais.
A dinkeiro a uta
diz americano ar8,809 a lata e a 380 rs. a garrafa.
Tou -inbo de Lisboa a 240 e 320 rs. a libra, o em barril ba grande abatiraento.
Jaf do Rio a 180 e 2iOrs. a libra, eem arrobaba gran Je abwimento.
arveja das mais bem acreditadas marcas a S,ooo e 6,ooo rs. a duzia.
7iah> Figueira da melhor marca a 3,500 a caada, e 480 rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 2,70 i e 2,890 a*Caaada, e a 360 e 400 rs. a garrafa.
Phosforos do gaz a 2,000 rs. a groza, e a 180 rs. o maco. ^
Wanteiga franceza nova, a 560 rsA libra, e em barril a 520 rs.
Mdm idem ingioza flor a 4,ooo rs. e 890 rs. a libra. _
Arroz pilado de India aUO rs. a libra, e em arroba 3,400 rs. ou a sacca.
Sabio massa a 220, 200 e 240 rs. a libra, em caixo ba abatimento.
Papel marca martello a 5,500 rs. a resma e viaxb 4,ooo rs.
Vmbo branco de Lisboa da melbor qnadade a 500 rs. a garrafa.
Sanba de porco refinada a 500 rs. a lib:a, e em porco ter abamenl-i.
Alm desies gneros ha outros amitos que enCadonho menciona-los. .
0 proprietario deste armazem avisa aos seas freguezes que tem contas e letras ven-
adas, o favor de as mandar pagar.
MACHINAS AMERICA?AS
Verdaderas do fabricante \. Y C'aatto^gla & c.
Mainnos aaierteaaos para moer mi I he.
Na ra Nova o. 20 e 22, grande deposito
das verdadeiras maquinas americanas de todos
os f.ibrieantes; se en;on,tra neste deposito
grande porcio de machinas, e soveadem por
menos pre?o do qae-emoataa qualquer parte,
por se recebar em direitnra da Ameriea; se
fornece todas as explicages necossarias ao
comprador para iooaarvacio das mesmas;
neste grande astabeleciroento se encostra ami-
tos artigos americaoos, que muito deve agra-
dar aos agricultores que usam de taes artigos,
encontra-se tambero todas as collecoes de de-
senos sobre os quaes se aceita qaalqaeruma
encommsnda, que com promptidio ser ejecu-
tada; ueste grande esiabelecimento, encon-
ista, mteiramente tova nesteanereajo) gwsewaples pretos e de ores de dilferentes lar-
gara*-qualidades,-por mui mdico preco, -rinones americanas para bdio, grande
serlimeQt40-da-poil-4e chevre-com listra de seda para vestidos e oatros mnitos objectos
de goslo, como sejara:
Chapelinha de seda, crep, e palba para coque.
Barquines da seda preta ricamente bor !adas.
Lejpws.d-sndalo raaito modernos.
Ditos de ma'Jreperola jnuito unos.
Lindos cintos a Clotilde novos gostos.
Rotondas de seda, e algodo.
Cortes de blondo para casamentas.
Corles de seda de cores finos.
Cortes de fular de seda.
Cambraia branca com 9 palmos de largura.
Espartilhos sultahe.
Camisas bordadas para senhoras.
Entremeios e babadinhos bordados.
Veos de fil de seda pretos para a semana santa, e outros muitos obje;tos que
monotana-los seria enfadonho,
OUTa^RA PROPHETA
HOJE AS
Loja do Galio Vigilante
DE -
(nimires & ^reitas
AUA.DO^GRESPO.N. 7.
Os donos deatebem conheeido nlibabM
ment, tendo em vista seropr o melhor
meio de bem ser ir a seus numerosos fre-
guezes a lequeriram em Parwnm correspon-
i dente, o qoal nada tem deixado a desejar na
| escolha de saas encommpndas, p->r isso aoje
j mais que -nunca se airtwm habilitados a bem (jar*^'d^^ua Ftorida*ert**Hra i*oro.
servir a seus frep;u8zjs, tanto na escolha dos Babadas i*i--ferto4frlu Mttargsras.e todo?
objectos como em presos, como sejam: I psecos. .
i in,l fr-jnr-ae n.-Ptas p Ha rrA c m vp- Sv.labarias.eom sumpas para roemios a 320 ,;
Lindas trancas pias e ae cores c m )[emm ^ roupa de|4var a te0ts.
drilbo e-96' Ue, pFOOf+aspra enfeiUr IWS- Njv>s earHihaspara meaines a -mo n.
quinen, assim como botos para os mesraos. 0utis<** iMia.-8>iitto!Bnw)m Lindos ntos pretos e de cores,.-fazonda .-AHHias-inowa3.*aia.1jBi|>aiO;rs.
enteiramente aov.m gostos.
Luvas de pelica
cal, pretas, brancas e de cores. iCa9-eni-aiwMe.' rnacMes'^^o ts.
Meiasda la para padre. aaste:iooi^pes wwcrjw.s^.eoors.
Ditade todas as qoalidades para homem >*<*<
senhoras e meninas.
Agulbas proprias para crochet.
Lindas capeHas para oivas.
Superior papel almaco fino liso e pauta-
do com 33 linhas, assim como de pese pe-
queo, amisade e tarjado
Lindastouquinhas e sapatinhos ricamen-
to enteitados para baptisados assim como
meias de seda para o mesmo fun.
Pares de #apaiin.de tranca e.tapete a Io00.
,^ Pecas de Bts de lx.de tedas a* cores a-.6..
s^aa, no da escocia, e tor- GroMS de bolies de.porcsiaoa #wtados !M>
res.
Resma de papel detpere-hraueo liso a 2.
: Frasco com superior lisia a 100 rs.
Gruas ^^iliopheroS de.flaz .IfcHJQO
Pares-debg/Jes-dcnnniio UHW fcootit* 80
Linhas.ep cana.. d- :2C0 jardas a 100.
CaiM de aopewor nifa togi cero SO-oovo|ioi
700 rs.
i'nkeiras de conta para-meninas a 320 rs.
Taibvre-s paralAf sinos a 340.rs.
Gaixa com so.perior.es iseas para eharutos 20 r
_Masso com superiores graiopos a 30 rs.
Ci

da mais oova iiue h.i n i rnercao-i : vende-se no
arrutiem do DaviJ Ferreira. Bailar, ra do Brum
u, 66; barris de i arrobas, toda t ped/a, por of,
latas e 2 ditas, h<*ineticarr.ente fechadas por
25U0.
Rna das Claco -Hontas a. 86.
Habitantes de S, Jos.
Eis vossa disposigo o venerando Propheta que tendo-se levantado do abysrao em
que o tinham colloca lo vem de novo emplorar que lhes estendaes vos?a mo proctetora.
0 ex-propheta consentindo em si urna grande reforma no to.-ante csa, limpeza
e bem escollado sortimento de novos gener s, tambera coasenlio em mudar ; nome, in-.
titulando-se as Duas Americas; cora este pompo-o titulo pertende esto grande estabele- pa,"cabelos, dentes e unhas, assim com para
cimento ser til, aem s aos cidadoes anantes da economa, com) ta nbem aos Illms. Srs. mpar ouro, e muitos outros objectos que
de eogenbos e lavradores, e com especblidade aos Srs. commerciantes que costumam msnciona-los seria enfadonho.
transitar pela via-feriva, por fer perlo da-estacao dsa Cinco Pontas.e nohaver dispeza al-; 55 no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
guma na condcelo.
AttengSo 111
Esta casa lendo cahido no discredito do publico em ger.il
Liodos vasos de porselana e metal para Grosas de nce de ac moito flnas a 320 rs.
pS de arroz. Bonets para mMhios a"l*.
PaCOtes com superior pS de arroz aro Pentes com coata.de etal a*O0 rs
. r Capachos compridos e redendos a 500 rs.|
matlC0- Realejos para meninos a 100 rs.
Ricas caitas com msica para costura, '---------
ricamente infeitadis e tods marcaetd?:s de f\ I
madreperela. **i
Lindos livrinbos.com capa de tartaruga
proprios para missa.
Lindo port-booqiif t com cabo de msdre-
perola proprios para casamentos e bailes
etc., etc. I
Grande sortimento de peates de tarta-
ruga paracock, alistar o regacar -os cabellos,
assim como de marfim, massas e borracha.
Grande sortimento de abneles de todas
as qmidades.
Superior banha em latas de diversos ta-;
manhos. e preeos.
Superior linha para crochet. |
Grande sortimento ae perfumaras dos
memores autores al boje conhecidos.
Grande sortimento'de botes tanto para
punhos, como para colletes.
Finas thesouras para costura, unhas B ca-
belleireiros.
Grande sortimento de escovas para rou
CALLOS
tra-se em grosso e a Tetalho, grande porcSo tnciavendendo"ormelhTrergenerosd^ lacrando abenas o disconto de cinco por! piaa0compleuX=aacaiiPoYdu\"
de ferragens, e miudezas que se vendem por preco commodo, pediado-se a attenc5o
ie todos para este esiabelecimento qoe muito lucrarlo em fazer suas compras: na
aua Nova n. 20 Carneiro Vianna.
"
_
fAtiA i)ESC AROCAR ALGODAO .
Manoel Bento de Oliveira Braga.
53-Uaa DireUa u53
Neste esiabelecimento se encontrarlo as
verdadeiras machinas americanas chegadas altima-
mente, asquaes sao totas peloi mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas que precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecimento que compRBrofdasmis parfeitas
ueste genero, assim como mais barato do qoe em
ootra qualquer parte, por ktso'qae -ae recabe >por
conta prop'iai bem eouw casaos de obumbo e moi-
nhos para moer milho, e grande sortimWto wgeas e miudezas n grosso e a retama.
Machinas americaaas oar moer caT, de
vono sytena,-ta-oprias para~*eflBacao,
dem para milho.
cenle.
Md Jeiga ingleza l'r a Soo rs. a libra. ; dem francezas a 3 lo rs. o frasco.
dem igua! a que se vende c pelo nosso Copos lapidados para agua e vinlTo a
bairro a l.ooo, por 560 a libra, so as Duas G.ooe, 5,ooo, ],ooo c 2,-"oo 1 duzia. ,
Americas. 1 Papel pautado greve a 4,3oo a resma e
dem franceza em barril ou meio a 540 de-embrulho a l.ooo rs.
e 600 rs. a libra.
Caf de 1.a, 2.a e 3 a sorle a 24o, 5oo e
iCo rs. a libra, e arroba a 5,800, 5,3oo e
-Moors.
Arroz do Maranhlo a !oo rs. a fibra oar-;
roba 3,2oo.
Ranha de porco fina, em latas, a^?o rs. 7oo rs a iata.
ToucinUo deLisb.w a ll.eoo a arroba.
Vassouras americana-; a 36o rs.
Idm proprias para sallas a 800 rs.
Baldes para compras a l.ooo' cada um.
Marmeladaa 64o rs a lata.
D6ces portuguezes em calda de assucar a
a libra e Coo rs., a retalho.
Queij os do, ultimo vapor. .
dem do penltimo a 2,000 -rs.
Gomma de nimo'branca a '00 rs. a libra
admira, mais o primeirfr alimento 'para
criancas.
Tapi'jca a Soo rs.
Sag a 2iors.
Sevadinha a I (o rs.
Geoebra de Hollanda, verdadeira, a 37o
rs. a botija.
dem em frasqueira com 12 frascos a
8,5oo rs.
. dm de laranjaa.io,oo e o frasco a 9oo
rs.
dem de lima a 1,000 o frasco, muito
aromtica e excita o apetite.
Velas de speraaoete, proprias. para car- morT 200
ro, a 800 rs.
Pomada 2o r. a duzia.
Adubos: cravo a So rs. a libra, com;nhos
a 3oo ervadce a 36o rs. pimenta a 32o rs.
Azehe-dce portugueza,64o rs. a garrafa.
"dem frane37 clarifi ado a 9oo rs. a garraa
Licores franoezes de boas qualidades ?
l,';oo agarrafa.
dem nacional a i,Soo a caado.
Louca, grade sortimento de pratos, ti-
gellas, bacias, bules, chicaras e pires por
preeos reduz lo?.
Chprimeira qti'lulaJ-? a;6ooe 2#oors.
al iibra. .
vende se na
Pharmacia e drogara
DE
Ha tli>Ii>ci 11 d C ipaahi;i.
c i -aua la^oa do nos\Bio -34
_________ Ualco ttopostto. -___________
Collares Royer magnticos
Medalhas e palseiras magiielic?.
A Aguta Branca recebeu nova remessa dos pro-1
vellosos collares Royer magnticos,} sommiraen- :
te coohecldos para preservar as convulio.'s e faci-
litar a dentiQo das crianga.
Com esses" uteis collares elctricos magnticos I
tambem nao pequeas qoaotidades de medaibas 1
Le palseiras elctrica-- magnetitas caja utilidad
tem sido aproveitada por quem soffre do nervoso
hypocondico, tremores oas maos etc.
Assim carao os callares Royer estao geraltoente ;
conhecidos e acreditados pelos efigies en*ios e ;
bons resultados qoe tem colbido as pessoas que
dellestem asado ; -assim tambem chegaram a ga-
ubar tao alta reputacao essas apreciaveh medalbas
e pulseiras magntica-, ama vez que o uso dells
tdr sevsreodeudo a lodos que deltas neeessitera- A ;
Aguia Branca can ina a receber por todos os va- ;
pares fraucezes ama del- rminada qontidadii des
Idmnproprio para neg-.>i:i!'a I.Too a libra
Fdenr preto superior a-',)'oo j libra, ver-
dadeiro homeOpalhico.
dem tienes bom a l,.'oo a libra.
e 2'10 rs. a libra e em
caixa por menos.
Vincos, do Porto .fino...
Lagrimas do Doaro verdadiro a l,8oo,
t Dufue 4o Porto
Adaraido a 1,000.
Pedro V, Duqueza e outros a 9oo rs. a gar-
M. 9 t-Hu tk C*k*gk
SI S A
Agoitiabo Jos dat Santos, proprietario deste antig estabelealieate^ <
lendo teit urna reforma ,geral no sen qegweio, apresen^se a. cancorreajia,
poblica couvicto que poder servir vaqtaj&aoiente aos iei^'Iragiiiees, ; fista
ca^a atbalocompletaaiente sorda de bbfa-do t/uro, a^rrtarbrdbaates, Ju-
;os preeos saoo mais resumido posaivejf GMlpfMB-e'tf cima declaidos em obras vethas. bicumbfe-se ;-de r^alqiierencttfmejida
concerneale a4 seUegoc i %l *f *
^ .-iacua|A,iaaI-aj
^^^^1. ^ dos Sai

dem de 6 em libra a 64ojs. ^ fl
Carnauba do Araeati a Ufo rs. a libia e
12,5oo aarr<*p.
Gaz vetdadeiro americano a 8,600 a lata
com 27 garraas, edatasjie-alao'a.'^,000 e
garrafas a 38o rs. wfa .e ,00o a caixa.
Cebollas da Lisboa a 1,000 omolho,atho( Yfnbo do Porto Mangzes em barril a 5,5oo
a9r9.'omaso. a'caiKida, da vida avlhose atento a moscos.
Phosphorasa2,loo a.grOza. Madeta fino a 1,5oo,
Paita'paofl d#ntes a-12a ;rk o.so Vinbo-do Porto-am -piasa4,o3 ca-
com 20 macinbos. Jnada.
Peixes emiatas* prapadesdeietcarjmie Biaaaii- engarrafado afeara duzia.
a 95 rs. a lata. aboina 2,8o a-anida e 36o rs. a garra-
Idem secco do Rio Grande, sardCatesCa la.)a*mlieixar de beber vinho soffrivel por
YERDADEIRO LE ROY
de SIGNORET, Docteur-Mdecin
Ru de Seine, 51, PABIS.
Eb cada garrafa, ral, eotre a rolha o apl azul
que le o met sinett, um rotulo impreno em asa-
relio com o Sillo Imfual m cotirn funciz.
iV. B. l'.emettemlo-se urna lettra de 5*0 frsDcoi
sobre Farit, accitarel l 60 diu de Tarta, ao mailso,
gozare do abalimtnto e do malor detconU.
Depottto principal
Mo IcgitlBo Le Ro/
em Caza do noiso
nico agenta pelo
Frazil a Sita Awo-
nio Faim.:deLa-
CHBi, na Baha
no* arincfpaei phar-
maceuteM.
Deposito na 'pbarmacia
C em Pernambuco.
de P. Maurer o
taiaiws em quantidade.
Bacaiho, ba consjatemente -atidade
de barricas, pelo preco do trapiche
Sardtoaas de Naotes, ..a Wo re. a Jatiaba.
Sal refinado em lindos potes i ?# rs.
"iaifrreoo.
Vi* branco superior proprio para missa
a 6,!5oo a duzia, encarrilado, e 6o rs a
fearorfa.
Vinbo caj do afamado Carreira do Cea-
fcatanom aaorcilas, nourieas e flgao r 4:4o^oo rs. a dwia.
guisados a 2,3a, excelleoepetiseo, choa-j Chamtas para candi i ros de gaz diversos
rifa, em barril a 64o rs. itamaohos para diversos presos
XAItOPE DEPURATIVO
DE CASCA DE LARANJAS AMARGAS
COM rODURETO DE P0TASSI0
DE
I P. Lare^e.
pharmaceatleo em Pars
Oioduretodepotassio iim yerdadeiro al-
ses seayrp predios e estimados collares iioyer terante, um depurador de incontesttrVel effi-
q^l'le^'Saa^!?^^^ caciai ^<\o como xarope de casca de
guia Branca, ra do Queimado o. 8, wranjas margs. e aturado sera pertubacao
/11 .- ? rf* algoma peloe temperamentos os mais fracos,
UlOriOSO \ AlOlTIO sem alterar as funecoes do estomago. As do-
Esu' a venda a roa do imperador n. 15, n ir- se- mathematicas que elle contem permiltem
zena do glorioso S. Antonio, nitidameate impresso ;10S medC0S de receital^O para todas 3S C^m-
e brochado formando om lindo lolbetinho. ____' p|eLc3es> nas affeceoesescrofulosas, tuberCU-
NfnHffla iinnnhli'n losas> cancerosas e nos accidentes interajit-
j*oneia ao puoiieo tentes e terce.ro9. alm d,iSi0> 0 agente o
Uke ou carwio 4 gas 'mais poderoso contra as doencasrhematicas.
Vende-se agora na fabrica do gaz d'esta { Deposito em todas as pharmaciase casas de
cidade, coke, ou carv5o do gaz, de primeira drogaras no Brasil,
qualidade, proprio para tudo, aonde fr ExpedicSes, em casa de J. P. Laroze, rae
necessario um bom erc*Jularcalor coito se- desai#njl-St'4%l, 2, Paris.
jam cosinhas, padarias,<#aktfic#ide4ia|or, .jy veada aa abarmacia de P. Maurer A.
destilaras, etc. Recebem-se ordens no es- c.* ra Nova n. 2.
Mis
d9.eacasa de Wmare's 'derjomlmida caf
teadoa'neuqa Mlbares de jnwaad em todos
04 seos perteeSrO esasiaqx (#a? roarmo-
re, grandes Bteiros envidra^ados, cadetras, me-
sas, rooenos todos os mals;p" >f e
son ete, ac+wrido-se a as *em afragaiRtada e
bera lca*isaJa, tenito baataie ipe9 para razer-
se*m ba cit^afttoola 0 pr****s diri-
das t^^^^LHIH^
na ottoatro'l
do Car
criptorio da empreza do gaz, na ra do Im-
prdo? n.'^l'wna fabrica do gaz.
S6-'8ev-'
Na roa ulreita-loja de caloado- n. 73, venderse
bMis inglezes par* eolajsde 7 a II anioe a
3JI500. botinas franceus para senhora obra *pe-
cial a H, **309 e 3#00, ditas para meninos e
menlos de 1 a 3'anaos alie J*300, snalos de
tapete velladados a t&lQO traitca a-4#SiO. di-
tos de marroqalm.a 7iO o par, lem .p*ra. BOffi
aa completo wrtimento de lamaaeos ianj n^
rosso aomo a relamo, vidros Pra .fa mt. e marfoaum,le*rTo,n,
M mAft-haratn neadnilra. i n n
ralTos
seXrtvesdequaHdade
0.8.
tra
iiH
tnn
taber-
ao paveo
EGIVEL


*
J
frtamr* Ktoke aMUU 4iha W ifcb7.
Jenedios do Dp. J. C. Ayer, ei-fartr
d Hiycrsitfstle de peifcvlviiia, ao
Estados-1 nidos.
Ellraeto composto de salsa-pa*
rtlb de Ayer.
Peltoral de ceneja.
ft diopmmm eeaftea.
Plalas catltarUeae.
0 deposito central para as provino***.
Pernamboco, Alagoas, Parabyba e Hit>
Grande, do Norte, destes remedios to fa-
voraveknente conhecidos e aeolbid/.s ea
todas as piries da America do Sul e do
.Norte, acha-seemcasa de Theoil Chcs-
tlaasen, 16 na do Trapiche es,
Peraaa tabuco.
Os precos-de N
53,5 por duzia de estrada de salsa-p amiba.
7A por duzia de petteral de cereja.
7* por duzia de renado pan seioes.
7* por duzia de pofHatharticas
.?iSS?!!.iKl!!!l'elro rUt*' om Alm'do #"ande sortimento das melhores machinas, americanas para descarrocar
L Tl^/J i ?DtiA em 1aantidad* ,I8dSo' de 40 **> "> 6, 18. 20, 2*. 2; 30, 3, 40 e 50, ueste estabelecimentO se
ae o a tz auzas, e ae fj por cento en encontra mais o segninte:
qnantidades superiores a 12 duzias. Azeite de espermacete propria para machi- Caixas com vidro sonidos.
ivJ&nV** uova8, *&de ** *3*
seodo Qqos extractos a esseacia couceotrada, cbei- Mancaei> e to(l08 OS mais pertences para as
ros agradavers para lengos, leos surBne, philoco-1 Biesma.
me, e babosa para cabellos, banhas e cesmetlqaes Carros de mo para aterro. m
tambera para os cabeltos, poz de coral e hygienieos Cvlmdro Daraadarias
para denles, opta iogleza e franela para ditos, ffilh'dSSwJ S'h,
sibooetes em barras qaadradas, ootros em calzi- UeDu'n-'UOres pjHa miloo.
nhas, e outros de bollas transparentes para mo,e Arados mencanas.
oatres mui Anos em oalxlnhas de louga para bar- (Jarrinhos proprios para armazens.
fca, agua rh colonia de superior qoalidade era fras- Minhos para Tefinaclo.
eos de diversos lamanbos e prego?, agua- ambreada iA~m '_ mihr
para banhar e refresca* o rosto, aguY florida ( da. "m.para m m.B'. ,
verdadeira) tnico de Kemp, e mui as outras per-, meadas ae uiaaeira americanas.
fumarias que a vista da boa qualidade e commo-'
Hijii
.......-i
*-r
tamas
A 100 ra. para lato, reaefe
Psyo.
Vendem-se lazinhas retas proprias para lato
peto baraHMInlo prt^o aViOO rs: o evntb'. ni
loja armazem do Paria roaMa Impgratrfci n. 60,
e Gama & Silva.
Crochs
Paracadwias
Para sofs
Para camas
Para presentes.
Gbegaram o* mais ricos pianos bordad*" ero
cb proprios .para encostos de cadeiras pe se
reidera a 2,1500 e 3*, ditos para eneosto de sof
a 6*, ditos proprios' para cobrr aimofidas a
51500 e ditos para cobrir presentes a UoOO e 3*:
, ia loja do Pavo roa da Imperatrir n. W, de Ga-
ra* dtSlW.
de todas as qualiJades.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para engommar a vapor.
Vassoura8 americana.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de verginlia.
Guarda comidas.
Peoeiras d'arame parapadarias e refinagoes-
Correles para almanjaiTa.
Machados e faces amer canos.
Barricas com milbo branco americano.
i m v&m
dldade de precos, o comprador nao objectara*.
Meia pretas de aa e de laia.
Pura padres.
Vendem-se na loja de mluiezas a' ra do Que! Rna do Cre*po II, 7 A
ando a. 16 Custodio Jos Alves Guimar3es, prpprietario deste aovoesiabeleciinentt, pattieipa'ao
rara DaptlSadOS. ; S T ,LU que 1 sempre enconrrarao um vard&simo soriimenta de fabadas
Bonitos chapeusmbos #neiudjs, sapatinhos de' J MWas as, quafidades, assim como objectos de graLde novidade nropriameate
s?tim e merm, bordados e enfeitados, melas de Para as t-xmas senboras, para o quenSo se tera poupado na escolha de taeS'atiaos acln-
Ba da Iiapei?atz H4.66
DE
0JMk mm.
&Spa^^^JSL Nw vestido Pojl de Gh
tem revolvido cont.nuar a vender arada maTbT1
*U!fnd,*,?or cwi.'do.|*Ao a qae ^^
cefleraro em 31 de deaembro'n poderem-satifaier e-avreseinM1 so respeitavM)n-
blico os seos Domerosos fregnetes Unto desta.pra-
ga coto do mato um n^'o e vanado sortimentj de I
Cera de carnauba
Yende-se oa rpa da aladre di Deas n. 5, mals
barata do gae e'oaisiqolqar-parte.
Motores americanos para dous cavados.
Dito dito para qaatro di tes.
Machinas para descarecar algodao de 14, 16,
i; 10r30, 3.e 40 ierra*.
Prenoat para enfardar algodao fazendo os cae-
eos com seis palmos de coroprimenio, cons o peso
de 160 e JOS liaras, viada* nllhHiMrMe da Ame-
noa : no armaiem de Henry Forster &.**, no caes.
Pedro II n. 2 junio ao Gabinete Porioguez.
vre a 16<000.
Na laja do pavo,
Cftgarm pelo vapor do dia 18 'do corrme; os'
mantiiadas cortes de poil de che vre para vistios,
sendo lazenda inteiramente nova no mercado, ten-
do esta faienda bastante lustre com os mals deli-
todas ui*Msi,:., ltmJa,; *_... ni,(^,,71Itau.'aaao "toZlV^s
de
A Silva.
Os espartilhos- do PavUo.
Veadwm-snma,gTle e variado sortimtuto de
espartilhos'do-mais-.bem feitos que ten 'vioda ao
merca do,.sendo de todos os tamanhos, veodendo-se
pdr um preco maito razoavel : isto na loja do Pa-
van-oairua da hnaeratrw a. 60, de Gama & Silva;,
amostra, con. peahqr, ou maoUa-ias por sen *> W' d,?t,*n*i
aeiUs em casa das Exm: familias.
OaaiMo-swavSW'a ^5001
Vende-se om. grande sortimeain das melliore,
cambraias Iransparentes, tendo 8 varas e meia ca-
da pee*, 'pelos' batSf rteos i* 3JIW0, 4(060,
S'cova6SS a7S^amaft.'trf!LraflW toto**a-i*8e 1600nalojado
A loja de miodesas a' ra do Queimado n. 16,
recebsu novamente oulro sortimento dainelles bons '
e bem conhecidos bicos e rendas- das ilhas, cuja
fortidao, e seauraaca de teeido,- irtes da' immebsa";
duraQo e os dinereutes fies a que acertadamente
sao applicdos farera a grande procura, e prompta
extracjo como constantemente tem acontecido ;'
a '?im pois coneornmi os pretndeme, qne a vista
di commodidade dos precos nao objectarao em
comprar.
Qfli eeoaoraie.
Em caixinbas, latas' e-bsrris, a' loja demiudsas
a' ra do (ueimado n. 16, recebeo novo sortimen-
to dessa boa grasa econmica.
- La* para bordar.
A loja de miudesas a' ra do Queimado n. 16,
recebo novo sortimento de ia tina de bonitas co-
res, e cumo sempre vende a baratamente, e o sor-,
timento a contento do comprador.
Bonita eairmnas.
De madeira com enfeites dourados, e oulras de
meta! para guardar jota*. Vendem-se na ra do
Queimads loj.i de miudesas n. 16.
ifeite o jr,rinahia8.
Na loja de miudesas a* roa do QaeimaO n. 16,
acharao os apreciadsres do boro, um bello sorli-
nwnto de hunitoe enfeites para bailes, theairos e
casameotos; assim como delicadas grinaldas para
nofvas, eaixos de flores Boas para enWtar os ves-
tidas de ditas, muito ootros oojectos, e ludo se
v?iide por pregos to rasoavais quo o-comprador
exper{ente; nao se atrave a ubjectar a respesto.
Babadioltos bordados, Todos de Ba carabraia e delicad s bordados.
Vendem-se na loja do miudesas a' ra do Queima-
do n. 16.
rlmtits brancas e de cr-es.
Vendam-se na loja de raiodeas a' ra do Quei-
mado n. 16.
Fi-aojas
Com borla e setri ellas, para cortinados, toalhas
etc. Vendem-se oa loja de miudesas a' ra do
Qneimadon. 16.
Boas e bonitas fitas.
Lizas e lavradas, larga e estrenas; venden) *e
na loja domlodesas a' ra do Queimado n. 16.
Bonitos enfeites para vestidos.
A loja do miudesas a' ra do Qaeimado o. 16,
esla' recentemente prvida de moi bonitos eufeites
para vestidos, sendo bicos de seda tanto branco
como preto;, de diferentes latguras e com vidri-
lhos, on sem el les.
Traogas e gales de sda dos ltimos oslos, di-
tas com vidrilbos, pretas e brancas e de differeates
larguras e estos... Fitas de velludo pretas e de
cores, com lista as relas. E assim muitas outras
coasas de moda o novldadQ, e tudo por precos tao
commodos, que o comprador fica satisfeito e cao
onjecta a comprar.
Bollas de borracha.
De divefsos tamanhos para brinquedos. Ven-
dem-se na loja de miudesas a'roa do Queiflado
m m gaz
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster &
C. roa do Imperador, um carregamento de gaz de
primpira qualldade.o quai se vende em partidas t
a relalho por menos preco do qne em ontr"' qual
qoer parto.
Requissimos cortes de sedas de cores com listas.
Sedas prlas de todas as qaalidades.
Barqtiine de seda prela enfeitados com gosto. -
Rotondes de seda e de algodo e liohu.
Canoisinhas para senhora.
Espartilhos c ullimo gosto novidades.
Mantas pretas de blond, ..
Cintos pretos bordado de aljfares novidades,
Requissimos enfeiles com coknovidades.
Lindas nvellas para cint)novidades.
Organdy mteiramenle- novid?des. -
Cambraia cbineza novidades.
Puoho e gollinhas nara senhora,
Chapellinas de sedr
Ricas saios bordadas.
Meis de I5as para homm e senhora.
Luvas de pellica.
Riquissimos antes de tartaruga.
Meias pr tas para padre.
Coque muito ricos viudos pelo ultimo-vapor.
Fionhas de labyrinio muito ricas.
Lencos de labyrinlho muito flos.
Rendas e b;cos da trra.
Grades para lencos.
Ricos corpiohos de cambraia para senhora.
Times bo dados para1 batisados.
Ceeiros bordados muito ricos para baptisados.
i
ri ose amitos -outros
aras cada peca, tendo mais de vara
de largara- a 6*009 7*000,8*038 e 1 Victoria a 6*000, 7*000 u 8*000 ditas largas com
8 palmos1 d largura a l*OO0'e'l*2O a vira, son-
do preciso apenas 4 vsr;.* para vestidojj atienden
oo?Pradaas paril f"rro rtuit" encorpadas
a j*200 a pfca \ na Ibja e arm.zem Jo PaVa' na
raa da Imperalru.n. 60, de Gi-ma & Sivj
Para cama de no i vas vende o Pavo
Vendem-se ricos cortinados bordados e adamas
cados proprios para:eamas jieellas pelos baratos
presos de 8*, 40*000, 169,20*000 e 25*000; su
pfirlor damasco de II enfeitdo a imita5ao de eeda
propno para celcbas a 9*500 o covado ; ricas- col'
chas de croch, pelo baratissuno preco de 10* t) e
j2*000 : istotfa bja e armazem do Pavao oa raa
daUropmtnirn. 60,-de Gan A Stva.
Oselioles do pavo ooo- e 2ftoo* rs.
Jepdeai-se chales de awriB estnropados 2*
*"T cada um.
4e'manad-liso-a 3*500.
estampados de repea a 6*. 7*, e 8*000.
t Ditos prelos bordados com franja de s-.da a 14*.
Na loja e armazm do Pavv. na ra da Impera-
i tr n. 60 de Gama & Sil*.
Casimiras pretas a 6,..7# e 1&5i 0
VebdeiE'-se"fidissmas casemlrss para calca do n
los baratos precos de 6*, 7*/ 7*300 o corte, saeo
muiio finas a 2*, 2*5001 3* o covado, gran e
prth'WctW : na Urja- e aYirrlem do Pavao ra da
lm.eratrJt-v. 60, de tama & Sih.
Alpacas e princezas -oa loja do Pavjo a
560, 640 e-720.
Vndese alpaca' pVeta M* tnotb boa (izerida a
5>C0, 6i0 720 rs., ditas de cordio moItcrtmpB'rlor
a 800 rs. o covado, princeza preta encorpada a
720, 800, OOOe 19, assitb como un grande sorti-
mento de bombazinas e canlSj -preto qan so ven
dem mais baratos do que em outra qualquer par-
te : na Icj3 e armarem do Pavao ta da Impera-
iriz n. 60, de Gama & Silva.
Para lulo.
Vndese superior marin com 6 palmos de lar-
gura propriopara vestid jse outras obras por ser
OJOIP leve a 2* t> covado, supefiores bombazinas
e caotdes sendo faienda tao propria para vestidos
como para roupa para, homens, lazinbas pfetas
lisas, cassas france7as pretas tanto de Usaras como
com palmas a.f6fi, 040 e 800 rs. a vara, chilas
pretas lano largas :oa\o estrtitas que se vendem
por prec/js baratos : n.. lo)4 e armazem do pavo
ra da Imperan iz o. 60, de Gama & Silva.
Meias casemiras a 2$ o corte.
Vendem-se superiores cortes de meias casemiras
esenr^s com mselas'de seda e sem.ella pelo bara
iisimo preco de 2* o corle uu a 600 rs. o covado,
S'Bdo fazenda propria para calcas, paletots e col-
Pavo.
Vetde-se bonitos lencinhos bordadas para
Dio
Grande iu znzem de tin-j
tas medicameptos ote.
Roa do Imperador i. 22.
Productos chimicos e pharma-
ceticos os nwri empreg^dos em
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tura e para tinturara.
Productos indusiriaes e tintas
para flores, como botoes de flores
e modelos em gesso para imitar
foletas e paasaros com o compe-
tente desecho.
Productos chimicos e indnstriaes
para pnotographia, iinlurara, pin-
pebs bartiMrmos precos de t*800 e l#O0(> cada M'tura DVrotecnia-efc
om ; loja e armazem do Pavo na raa da Impera- *g nAi^ ~ ~Ja
iriz n 60, de Gama & Silva.
Algttoiiiiliu enft-lado
Veo e-se superior atgodatzinbo ea/ctado, muito
encorpado, proprlo para len{es, por ter 8 palmos
d*'lar|nr, pelo barallsslmo preco de 1*000 a
vara.
Dito com a mesma largara, sendo trancado e
nmiu encorpado, a 1*280 <> vara, assim cono pe-
cas de dito de urna largura so, com 18 Jsras, -a
4*, grande pecbincha: na loja e armazem do
Pvar>, na roa da Impertirle n. 60, de Gama r
Silva.
Cassas francezas
j Veudem-se as mais bunii&s cassas francezas para
vestidos pelos barassimos precos de 240:, 280 e' Dc
320 rs. o covado, assim como bonif organdy coro '
'aseeM:ttraneo'e palmas com lisias de cflresrpelo
bsratissinio p're^o de 300 rs. o covado on a(100 rs.
a vara-: na loja e armazem do pavo, na raa da
lopertnz b. 60, de Gama & Silva.
Cassa R-aadidas
Montado em grande escala e sxip-
pride directamente de Paris, Lon-
S dres, FUmburgo, Am*ers e Lisboa?
R pode offerecer productos de plena m
f& confianca e satisazjr qualquer en- g|
^J commenda a grosso trato e a rea- -jg
^ lho'e por preco commodo.
XAROPE FEfiRUGINO^O
nt CASCAS DE LARANJAS E-CASSIA AMABGA
Com iodureto de'ferro -inalt-rave
j P. ft.aroze pharmaccatleo
et Paria
E sob $ forma liquida que mais fcilmente
se assemelha o ferro, e isto. sem producir
perturbado alguma; c'esta forma, tarobem,
preferivel s pimas e pistilhas em todos
li.Pif^f.V .ma'S b0011*3."885 francei!.s com 0s casos em auesio prescriptos os ferrui-
listas largn-tanto ao comprido ermo envasadas, *, 2. ,. r *.
sendo os padroes mais bonitos qne tem viudo ao nsS- E o melhor aunliar doole^defi.
mercaio. e veademse 800 rs. a vara : na loja e gado de babalho, porque conten o xarope
r'T^*11cfi p.a?io' na rua da Im^eratriz n- a>ae de cascas de laranjas amargas, t5o geral.-
bama silva. ^ mente appreciado, para a cura das dorts de
WPgaifly DiaflCO estomago, nigestes difficeis, inappetencia,
.Vndese o mais Qno organdy branco com pa- ,
idrSs roiadinhos proprio para vestidos, pelo brati; ^ ... .
preo de i* a v?ra, assim como pecas tie dito' Deposito em todas ss phamactas e casas
com 8 1/1 varas a 9*. Guissimas pecas >. cam-' de drogaras no Brasil,
braja branca da Escossia ^cc-in^ varas, tmdo 5 Expe'liv&es, em casa ueJ.-i?. Lanze, ru
2, Par;
Brilhantinas, chitas lietoJas as calidades, panno, casemiras,
artigos que seria enfadonlio menciona los.
O dono deste estabelecimento est resolvido a lucrar nicamente o descont, .e por! fP j^oMTm oja" e'inrazem'do Pavo
sso os precos de su nos empregados deste estabelecimentu agrado e sinceridade.

i
ru da Imperalrte n. 60, de Gama & Silva.
fladapdo
ladapela
Rival sem Rua do Queimano a. 4.
Qoer callar com as faze**ag a
mencionadas.
Quciram vir ver o que boa e baralisistaw.
Libra de gomma de mllho a 400 rs.
Toalhas de labyrinlho com bico, fazenda boa >
3*890.
Carreieis de liaba eom 100 jardas a 30 ra.
Giavatas pretas e de coree maito -finas a 500 rt>
Calzas de o'ire'us de massa mallo novas a 40 rs.
onfladores para espartilho de cordio e fita a 61
ris.
Qirreteisda liaba Alexandrecom 400 jardas a IQ<
ris.
Resmas de papel almaco maito bom a 2*500.
Fraseo-de oleo babosa a 320 e 500 rs.
Ditos de dito bigiemqae verdaderos a 1*00.
Dito dito falso a 800 rs.
Ditos de macacar perola a 200 rs.
Sabonetes muito finos-a 60, 160, 200 e 320 rs.
Ditos de boihvmoito Anos a 240 e 320 rs.
Cairas para rap eom bonita estampas a 160
Gias de palitos a balao a 40 rs.
Miadas de liaba froia para bordar a 20 ra.
Varas d cordo para espartilho a 20 rs.
Frasco? com ttttta rdxa moli boa a 240 e 320 r,
Pentes v jileados para regacar caballo de meaitai
a 340.
Frase de maca?a' oleo muit figo, a 120 rs.
Abotoadaras muilo tnas para colleles a 500 rs.
dirtdes de Imha branca e de odres a 20 rs.
Lora de arapreta saperior a-100'rs.
Urtas de atteelas fraaaeaaa com 14 ftaita
120 rs.
Escojas par^ fato, lazeada boa, a 500 rs.
Agoa ferragiaesa, acidulada, uta t eart^nter

ORKI/t.
O aso dlagaa-d^OrecMi a mi.naracolarmente
reeoamendaO pela escola daaaoia* da Paria,'
para todas a? affecees do tobo digettlvo, ingorgita-
mto das viceras abdomfoSes, e gralmente todas
as alesnas provenientes de frroneta ortamaa, oo
pobreta aaaaayav
'Dirosrro pEau. '
- 34Raa larga de Raurto34
l*araaaela de Bartbolone *i,
INJECTION BRO
. Hyf Irnlea lnllllvrl t Prearrvatlva, bsoluUtnento i uuict que cur ein Deohuiu jddili'o. VcUde-n
Y(.ude-se na rua Nova n. 23, pbarmaeja franceza de
P IMURER1 C.
Lourenf^) Preira Meudes Quimar&es.
Proprtetario das lojas e armazens da- Arara, I Arara vende os baloes a 2,000.
rua da Imperatriz OS. 56 e 72, ~ V-de-s baldes para s.enbora a 2*D0O; 2*500,
,-, -' j350O e 4* ; as lojas da Arara, rnad'Impe-
tendo receido pelo ultimo, vapor da Europa diver- ralriz. o*: 56 e 73 -
?as factorasde fazendas, como seja : jrrosdeoa- Mejag 5^3 meQ0O6 a 5(W O-par.
plopreto, sedas pretas e de cores, mor.antiqae Vende-se meiaTcruas para menino a 500 o par
preto para vestrdo de senhores, pannos -flaoa, ca- diIas Dara hompm &L Z&A&IL ^T
seroiras pretas e de cores, brim de cores, panno
de linho, chitas de multas qualidades, m aIgodSes e otras maltas fazendas que avista, dos
compradores se dirt, para ver a qaalrdade e prego
como se vende, so as lojas e armazens da Arara
rua da Iraparatrie a. 56 e 72^
Yende-se algodao a 3 a peta.
Vende-se pega de algcdaoa 3*4.4*, 5*, 6* e
7* : na rna da Imperatriz armazens da Arara os.
56 e 72.
Chitas a 16o o covado.
Vende-s collas em rettlhos a. 160o cando, di-
tas de cores, flaas a 200, ditas foancezes fina a
280, 320, 360. e 400 rs. o covado : na lojas da
Arara, rna da Imperatriz ns. 56 e 72..
Par.a preto para a auareacia a 1,600 o
covada.
Vende-se panno preto pata calcas e paleiots -a
1*600, 1*800, 2*, 2*500, 3*,.e 4*, o covado : na
roa da Imperatriz, lojas da Arara ns. 56 e 72.
Laazmhas para vestidos a 240 o covado".
Vnde-se laazinhas para vestidos de senhora a
320 e 400 vndese ditas de listas trena-
prente a 320 o covado : na rna da Imperatriz,
nos armazens da Arara ns. 56 e 72.
Grosdenaple preto a 1,600.
Vende-se grosdenaple prelo para vestidos, a
1*000, 1*800,-2*, J*800""e 3* o covado ; raorUn-
tiqne prea para rasados a 2*0e, 2*000 o cova.
do : as lojas e armazens da Arara, roa da Im-
peratriz ns. 56 e 71
Cortes d casimira pretf'a 3,000.
Vewre8e-coTtes'^e casimira preta para- caiga a|
3|, 3*500, e **;; corte de brtm para <^tc* de
bamema 1*, 1*280* 1*060: na rnadaimpwa-
triz, 'oja* da Arara-ns. 56. e 79.
Bareje com listas para vestidos a 32<
COTfdO.
Vendase bareje transparente para vestido de
senhora a'300 e 360 o covado, latninha para ves-
tidos a 320 e 360 o cavado : aa roa da Impera-
rlii n?. W e 71
ditas para homem a 3*500. 4, 5* e 6*, ditas pa-
ra senhora a 3*, 4*, 5* e 6*: as jijas e arma-
zens da Arara, roa o* laiperatrienr. 66>e 72.
Mozambique a 4oo.
Vndese urna nova fazenda -por noaie mneam-
biqoe, dito com palmas de seda para senhora a
400 rs. o covado : na rna da Imperatriz, loja^ e
rameos do1 Arara, ns. 56 e 72.
Madapdiao entestado a 3<$Soo.
Vende-se peca de madapoio enftsiado a 3*500
e 4*. ditos de 24 jardas a 4*. 5*, 6>, 7, 8* e
10* ; na rna da laueralrli, lojas da. Arara ns.
56 e 72.
Leos brancos a 2jj(ooo e de cores* a
1,600.
Vende-se lencos de cassas com inmt te cres
a 1*600, ditos'todos bancos a 2*; 2*590 e 3*00t>,
ditos de iiaho a 5* a 6*: aairaa imparatrit, lo;as
e armazens da Arara as. 56 e 72.
Sedas novas e bonitos gostos a t*4oo.
Vende-se sedas de novo gosto a 1*100, 1*600 e
2* o covado : as lojas do Arara, raa da Impe-
ratriz ns. 86 e 71
Golinhas a 2oo.
Vende-se golinhas para seoheras e moinns a
200 e 320, manguito e gota de I ion o. a i* e 1*600,
corpiohos para meninas a 1*, ntremelos bordados
a 1* a peca ; roa da Imperatriz os. 56 e 72.
Bramante para lences a 2,400 a vara.
Vende-se bramante com 10 palmes de largara
proprio para leoees a 2*400, 2*600 e 1*800'rs.
avarj.; panno de linho a 640 e 7N t*.~ a vara r
ai lejas da Arara d.*6 e 71
Roitpa M TiiieioBfl,
Vende-se pah-toi? de-panno preW para 'honren)
a 5*. 6*000 7*, 8* 10*'j caWa de ^casimira
pr.la -e Oe'eOro) 5J00, 6*-e 8* t oetkl-9-de
aimiiia> prttos*de^Mea 3*000, d#fiO ; po.
letois da brim a 2*000, 3* e 3*500. palitou de
alpaca pretos a 3* 3*500 e 4*, chambres de chi-
para andar por casa a 5*.
Rea da Imperatriz m. 56 e 72,
Vendem-se pe^as de madaprlo "moito flur. com
t2 jardas a 3*200, 350-e i*, ditas com 24 jardas
6. 7* e 8*, ditas muito superiores a 9*, ditas
de 40 Jardas a 560 e 640 rs. a jarda, ditos france-
zes deludes os preces e qnalidales,pegas de alao-
dao7.inho rom 18 jrdis a 4*000,' ditos cora-20
jardas e muito eBcorp.-.do a 6'*50C, 6*, 6*400 c
7*. AI|odo2ioho nfestado liso vara a I*, dito
trancado vara 1*280, ludo isto pechinchi para
apurar dlnbelro : na loja e armazem do pavo, na
rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Vestidiobos para meninas.
Vendem se elegantes vestidiobos para nieeiii
de lsitria mBMo twm enfeitados pelo baratissii *
preco de 2:300, ditos de gorgurao de seda 3*GU-
. oa loja e armaiem do Pavao na rua da Imperar j
: n.-OO.de Gaojs A Silva
Cbses de merino
Vendem se flnissimos chales de merino lisos 1
diversas cores, tendo as frantas de seda a 4#0OC,
tendo com as franjas de la a 3*500 rs., ditos n-
, lampada maito fios a 5*500, 63000 e ?*Oeo, e>
i tas de erpon eom listas de seda a 8*000, dilo
: mus ordinarios para acabar a 2*000 e 2*600 : t
! toja e armazem do Pavo na rua da Imperatris
160, de Gama <& Silva.
Poil de chevre a 640 rs., na loja do Pavo.
Vndese esta nova fazenda muito lostr elegantes llstras assetinadas propria para vestidos
sendo com as cocee e nadroes mais modernos qne
lera vindo ao mercado, enriem-se pelos baratos
preeos de 640, 800, 1* e 1*200 o c vado, dae-se
tambera as amostras : na loja e armazem do Pavao
na roa da Imperatriz n. 60, de Gama 4 Silva.
LSastonas bonitas-na loja do Pavao.
Chegou para este estatietecimerjto um graode
sortimento das mais bonita.* laasinbas lislradas
com difsrentes cores que se vendem pelo barato
preco de 500 rs. o covado, ditas de urna so cor
mais com salpiqaiohos muilu proprias para roa
pas de meninos a 480 o covado, assim como om
grande soriimealo de alpaats lisas e brObaBtes
qae se vendem a 440 : oa loja e armazem da Pa-
vo rua da Imperatriz o.'60, de Gama & Silva.
Alpacas para luto na loja do' Pav3o,
Vende-se um bonito sortimeuto de alpacas pre-
tas con lisiras brancas proprias para lato a I* e
covado : na loja e armazem do Pavo roa da im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Atlanta a 200 rs.
Vendem se bonitas allantas proprias para ves
dos pelo baraio preco de 200'rs. o covado ; n lo,
e arraazemjdfrPavao roa da Imperatriz 60,
GaszacSirMi
Cbaiio' de sl de alpaca.
Vendem-se os melhres e mais bem armades
chapeos de sol de'alpaca com l basteas, sena os
melbores que leu) vindo ao mercado, assim como
um'bonito Botlimaaao da cMados de sol da ai da
que se vendem por prego muilo em conta :'na Jpja
e armazem do Pavo roa da Imperatriz o. 60, de
Gama-a* Silva:
C rfcs de chitas
de 10, 11 ellcovados a 240, 200 e 320 rs.
Veedem-se superiores cortes de bitas de 10, 11
e 12 covadosqjue se faz a eonta pelo'barato preco
de 240, 280 e 320 rs., sendo chitas que cnstanam
muito mais dinheiro e, faz-se a conta por estes di-
minuios precos pir acabar : na loja e armazem
do PavSoTBida fmpfatrtz *. 00, Oa GaOKuflr
Suva. fl'B
pora. vsU4ai tenalo.
Coa 6 pslmoe dalargara.
Veadanta fioiaaimq M|im jbv.tlna^a wrfli,
obo com 6 palmos de largara.quo facilita fazer-se
um vestido ate com 6 Wvatfor e' adVWKndVstf
que ama aova freod sera lastr velo baot
praao da>Uaatia/Bovaaa : na loja e armaaamido
Pavla.raadauaaaratnio-.60, da Gama & Silva.
Cachins a U.
Vendeae nm Hegaote sorltmanto dor malg-bo-
oitos caacbDsfKaseaboras: na loja e arma
cam do Pavo roa da Imperatriz a. 60, de Gama
4 Silva.
palmos de largura, a 7*, 8*, 10* .'12*, assim
como outras muito mais baratas : na loja e arma
zem do pvao, na rua da Impera!riz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
. Boleas para 80000 e 10*000.
Vende-se maoeiras huleas de tapete com eaixa
de conro, proprias para*roapa engoraroada o mui-
to proprias para quera viaja em camiobo de ferro,
pelo barata pre;o de 8* e 10*, assim come ditas
sem caixa para barato prejo : na loja e armazem
do Pava, roa da Imperatriz n. 60, de Gama
Silva.
Pechiacha a 30500.
Cortes de casemira.
Vendem-se superiores cortes de verdadeira ca-
semira toda de lia padrdes escaros proprios para o
invern pelo baratissimo prego d^ 3*500 cada cor-
te de caiga on a mesn a fazenda a 2* cada cdvado
tendo 6 palmos de largura e muito propria para
calcas, paleiots e colletes serla fazenda para muil>
mals dinhelrda nao ter-se f^i'.u urna grande "pe-
ebiecba na compra desta fazenda e vendem se
nicamente por este preco na loja e armaiem do
Pavo rua da Imperatriz n. 60, de Gama (Silva.
Celios bara los
Ciortea de cal^a = 800 rs.
Veude se cotins escuros moito encorpados a
240 o covado ou a 800 rs. o cuite, grande pe:
cbicha principalmente para quem faz roopa'par
vender e qoem comprar em pega* tera* o abittmen
to de 20 rs. em covado : na loja e armazem do
Pavao roa da Imperatriz n. 60 de Gama S; Silva.
Lenci feos bordado
A 500,640, 800 e 1*.
Vende-se um grande sortimento dos mais lindos
lencinhos bordados para mao, sendo a 500, 640,
800 e 1*, e maito ricos a i$600 cada um. Dra-
de ditos brancos lisos proprios para homem a 2j
30 e 49, ludo isto pecbiocba : na loja o arma
zem do pavo, na raa da Imperatriz n. 60. de Ga
ma & Silva.
Organdy a 4^000 s o PavSo.
Veudem-se pegas de cambraia organdy de listas
hraneas tendo 8 e meia varas pelo barato prego de
4*000 a paga no corte de vsiido, isto na loja e
arnazem do Pavo : ru da Imperatriz o. 69, de
Graa & Silva.
Pechincha a 4*000 e 5*000.
Meias da Escocia
Meias da Escocia.
Meias da Escocia
Ch roo para a loja io Pavo urna grande por-
cio de meias da Escoda, sendo de cor escora e
muito elsticas proprias para homens qne se ven
dem pelo barato prego de 4*000 e ditas da mesma
cor, sendo maito mais eocorpadas a 5*000 e se-
riara para maito mais dinheiro a nao ser ana pe
chincha ; na loja e armazem do Pavao : rua. dalm
paratriz a. 60, de Gama & Silva.
Pannos de linho,
Vende-se saperior pannos de liobo proprio par
ioDges, toaloas e seronlas etc.,' pelos baratsimo,
pregisde 640, 700 e 800 rs. a vara ; bramante c"<
linho com 10 palmos de largara a 2*-00, !*500 <
2*800 a vara; om graode sortiaiento de Hambarg
oa Cregaellas por baratos precos : na loja e arm
zem do Pavo na rua da Imperatriz n. 60, de Gi
ma & Silva.
Graode pechiacha em e-bitas fraacezas
A 240 ra.
Ghius a 140 rs.
Chitas a 240 rs.
Chitas a 240 rs.
. Vend team grande sortimento de- caitas frn-
ezas esnoraa aroprias para vestidos de aadat ero
casa afflocaodoseserem de cores fizas pele ba-
ratisfirao prego de 240 rs. o covado : na loja e ar-
mazem do Pavao roa da Imperatriz o. 60, d Ga-
ma & Silva.
des L:o-:S ?t-Panl
DeiMisiin em Pernainbuco, puannacia de
P. Maurer & C. rua }j.,va n. 29.
0 oleo de flgado de ba alho de .afectado
de Coevrter, conserva as qaalidades e pro-
pritdadts reconhecidas ao oleo de figado-de
bacalbo ordinario ; o seu eboiro- oslo
sao muito agradaveis, e a digestao faz-se la-
ci I mente.
Deposito em Pernambuco, casa de P. Mao-
rer 4 C, rua Nova n. 18.___
Vende-se orna mrbilia de amareilo. ainda
nova : qeem qnher aoooocie.
Escravos fgido?
60#000rei8.-
De gratifleagao, quem pegar o eseravo Maooel,
preto, de 40 annos de idade, beizo, grosura regu
lar, peross arqueadas para fora, e com o braco e
qoerdo cortado junto ao coto velo.
Estj eseravo ja' foi preso noR-roedioonde se au
! b.- que esleja.por alguma olana fazendo tij lio por
ser esse o seu ifficio. Roga-se pois as aoin.'nda-
l!e^ policiaif e oapites de camoo, a sua .:u>viien-
vo, podeodo ser entregue nu Recif- ao Sr Btroar-
dino de Sena Pontual, ou no ecgenbu Magaua.-s*
ao abaizo assigoado.
Marciooillo da Si:v..; .. Lins.
Muita attenco
Contioua a andar fgido do eogenho PedregaJtio,
comarca ae N'azaretb, desde o m?z d dezembro
prximo passado, o.eee-ravj ur jome Cyrlaco. que
representa ter 33 a 40 aono J. 1 lads, cojo esera-
vo p 'rtence ao abaizo assignado. o qual tem os
signaes seguintes : c6r alva, cabellos crespos e
vermelhos, cirios fundos, reforgado do corpo, as
mao?, pernas e ps grossos, maita baria, esu
avermelbada. Rogase porlanto as autoridades po-
li''iaes e ca iiaes de campo a apprehenso do mes-
mo eseravo, e leva-lo ao dito engenho, a seu seobor
abaizo assignado, que sera' geoerosamenit? reconi-
prnsado. Desde ja prolesta-se contra quera o nv-cr
acollado.
Recife, 3" de abril de 1867.
Jos Ignacio Pereira Torres.
"Escravc fgido
No dia 28 de abril fngio da villa de Pan d'Aiho
o preto crioalo, de nome Alezandre, de 28 sanos
de idade pouco mais 00 menos baizo, cor fula,
bem fallan!?, pe- grossos, eos os dedos grandes
abertos, sem barba, e hortera 30 do mesmo mez
audouaqui na cidade; coj; eseravo perlencea a
Jos Pinto Ribeiro, desta praga, e depois a Lniz
Jos Piolo da Costa, da cidade de Olinda ; a ppssoa
qne o pegar portera' leva-lo ao Sr. Antuoin Anio-
oes da Silva morador em Pao d'Aiho, a iu-m per-
lencc o mesmo eseravo, oa oesta praga ao Sr. Ni-
comedes Mara Freir, na rua do Apollo n. 51, qae
recebera' a gratifleagao de 50*_________
Fngio no dia 20 de"abril do correte anno, o
prelo Antonio, crioulo, idade de 3)nn .*, pnneo
mais ou menos, com os signaes segoiotes: boa
altara, corpo regalar, rosto redondo, cor fula, lera
os ps bstanle graode> e apalbetados e as jontas
om poaco techadas tem urna das orcinas da par-
te de cima cortad* om pedaco e ama. cicatrntda-
btiio do queizo dolado direito, a qaal j esta sia,
falia um pouco apressado e arrebatado, ie*ou ves-
tido calca de casemira de quadros preto e branco
camisa de chita Je palmas encarnadas e jaqaefa
de panno azul, chapeo preto copa redonda com
ama fivella'de osss ao lado: roga-se as autorida-
des policiaes, capites de campo a apprebeneo do
dilo eseravo e leva-lo a casa do sea senbur na roa
Imperial taberna 0. 45, qae *r recompensado.
0S capit&es decampo"
55000 de gratieaco
No dl 13 do correte a nolie, fogio da ca
do abaizo assignado, na Capunga, o eseravo de
nome Vctor, eom os signaes segaiot** : obt
tela, caballo* caraptobos, oibo pecos, oarzi
chalo, bocea graode, rosto om Unte redondo, sen
barba, qae representa tef iTaooo d idade, ala-
la e corpo regalar, levou vdslido, camisa de \g-
' do braofla, c cilga de brim; af o apreao4er
- Mn^^s^^strovnm^O Hhermlfte leve* casa de Lebmano Fw*w, oa-rua *> Grea-
ada sMaa aotermo de Serlda aoamiaadit Bca*;no 16, w na cga da Imperador n. 43, l'aodar.
via,i'aaf
e loga,' tedas
Q^e tem em
liilIfll
eawlptorioao unaaciante., awv"'
T>.,J A~ T------'^^jl^i- Kl" Acb-8e9lP*atefirw'.i eseravo do Sr.
Kua ao inro^Wfc u ^2 ^^6^**,, co*,* lll6j:
Na grande armuera Qt^Sne-se pfe Mgos; pTregulr-e lecca, Idade n.fe
#o menos, denles podres, e tem cortado a poota He
oafaudo'd'aalliOas mi*. E" bato eoolipeido aeat
cidade e em seo6 ar.adores: tem sido tuina** da
logaes, e ulitmime
Xarope e pasta de Seiva
PlBhelro'narltlaao
na
E. Lugasse
Prparacoes mui precentsadas pelos" sabk mdi-
cos de Parts, cora as melbores at boj dtMcbetla*
pan a eaaa certa de todas as molestias do paito,
broocbites agndos e ctzrooicos, asthma e ainda das
affecges das vas armarlas.
DC*oarro ismciat
34-Ma Uru da Rasarat-34 .
CDoS^
SHlre refluado.
Bniofre.
Limalha de fe
Dita de ago em
Varias prear
Helo.
''rl^H
wtit''b&toti*- ra ArTH rarm** *"w nfl'eogaali*
1 io Mato da Varzea, sera' bem recompensado.
Lia.


8
,lar lo de Peruambaca &J)budi> 4 de Malo de 18&

I.ITTF.RITRA.
............ "i^i.......'
THfiATRO DAGOHRA.
Hostilidades pela.imprensa
(Concluso.)
| Nao necesario -rebaler urna aecusaco das questes do governo desta repblica com
tifo xtravagjo'e.-qne basta enunciar para o Brazil, o presidente do Paragaay se jal-
- que se lince ao desprazo que merece, gnu com direito a pedir explicares ao go-
I Porm recordaremos o fado a que'se re- verno argentino, e em virtude do que este
fere, para assottbrfrdos que vejara a accrj- rae respndeu e declarou que s attende-
sac3o do presidente do Paraguay.
Nao ha expressSas pera quairacar o acto Nj ^ Buenos.Ayres se imprimi-
deaa governo que invade temeoenaraeote ram ^^ par,, o. Paraguay no anuo
a omi naco pelas proloccoes de S03 im-
de!856. O.presidente daquelia repblica
,,-ensa, mrmente sem preceder a mais pe- $e ism0 gon>rno da provincia deBue-
luena gestonem reclirrf>?h a est- respefr DAyr^ que se mantinha separado da re-
to Basta enunciar uaia idea semelhante
publica, passou a causa aos triounaes, que
,wa que a reprovar/,. caia sobre o gove no fo suslenUfla pel0 representante do pre>i-
; dente do Paraguay contra o impressor de
burletes, os quaes a resolveram como era
C'iitmercio
Pretenle o governo do Paraguay que o
argentino entorpeca seu comoaercio por
meio de direitos injqstos.
Sao to conhecidas as ieis liberaos da re-
publica Argentina em materias de coramer-
cio, que intil tazpr urna expsito deltas.
S recordaremos que
egislacSo, e i ao lizeiido distinecao de na-
guas, o presidente 5o Paraguay nao tem se-
nio motivo para applaudir esta legislado.
de justica. O presidente daqueila repblica
ho se atreveu a formular reclamacao algu-
ma contra o governo de Buenos-Ayres, nem
muito menos a attribuir-lne participaco nes-
te fado.
i E' cnvel que dez annos depois venba a
sendo uniforme sua .. r ,. .
, responsabilisar ao governo argentino por
actos albeios completamente sua autori-
dade ? N5o se comprebende tanto desvario.
Porm porque nao apresenlou.sua reclama-
Porm a prova ma.s endent da inexacti- f ^^ ^^ ?
do deste carao e que o governo do Para-| Fundar neste fado a aggress5o aleivosa
guay jamis apresentou sua reclainago a frepblica Argentina demonstrar o maior
ste respeito. O systema commercial do Pa- desprezo opioiio das naces civilisadas,
raguay nao poderia manifestar-se perante o Sustentar que se fize.am amigavels recla-
systema da repblica Argentina em materia maces por tal motivo, que nunca merece-
de liberdades e franquezas. ram satisfactorias explicaees, e que, ao con-
Foi muito mal escolhido este motivo, que trar0> eramiliudidas com razes capciosas,
comprometi seriam; nt'e ao governo que o
nvoca.
E' a repblica Argentina que pode quei-
xsr-se pelis restric^oes que pe a seu com-
rnercio o presidente do Paraguay.
inmigrados- paraguayos
Se allega que na cidade de Buenos-Ayres
se ab'igava a um comit de cidados para-
laros, e que o governo argentino os alen-
uva i'pmtega na empreza de levar a anar-
ihia e a diviso a seu paiz.
quando se tem conciencia de que nada disto
existe, demonstrar as razo s que as.istem
ao-goverao argentino para estabelecer que a
aatoridade do presidente do Paraguay est
fora daleicommum das naces civilisadas.
e que a saa existencia urna ameaca para
eus vizinhos e um escanialo para as demais
naces.
Protecco aos que promooiam questes ao
Paraguay?
O Paraguay nao leve questes externas
antes da present guerra seno com os Es-
Logo que se siiba que os cidados para- jtados-Unid.s, com o Brazil e com a logia-
guayos inmigrados na cidade de Buenos-Ay-a trra. Todas estas uestes foraui anterio-
res afo em numero reduzilissimo se com-1
preen lera a iocommittencia do cargo.
Nao exacto que o governo argentino te-
rina ti !o a menor relaco com os mmigra-
dos paraguayos, nem a menor parte em seus
ados.
Nao basta fazer urna aecusaco vaga;
necessarioprova-la. O presidente ao Para-
guay devia ter reclamado ao governo Ar-
gentioo sobre este assumpto se o julgava
oslo. Porm nada, absolutamente nada Ihe
pedio a esie respeito, e verdaderamente
sorprendente que o presidente do Paraguay
nao tentaa retrocedido para fazer sua justiQ-
.ao peranie arbitros, que faro mais cen-
suravel seu proceder contra a repblica Ar-
gentina.
Mneles falsificados
O presidente do Paraguay ha de sen-ir
wui brevemente as consequencias de abusar
ilo que todos os governos respeitam. Nao
pode empreg-u'-se, sem serios inconvenien-
tes, inexadidoes, com animo deliberado,
romo meio de defesa.
Se diz que de Buenos-Ayres m iotrodu-
ziam no Paraguay bilhetes falsificados do
oredito publico, e que, por bastardos que
f.isse a os meios de bostilidade aquella rep-
blica e a seu governo, erara acolhidos com
benevolencia e empregados pelo argentino.
A'5o possivel discut r cargos indeter-
minados. E' preciso contrahir o-nosaouni-
co que se articula.
O presidente do Paraguay aprsente o go-
verno argentino como cmplice ou autor da
introdujo de bilbetes falsos do credit) pu-
blico naquella repblica.
mm
res organisacSo aclual dos poderes pblicos
da repblica Argentina.
N3o se comprehende como o presidente
do Paraguay tenha podido dizer que o gover-
no argentinoapoiava constantemente todas as
questOes que podessera trazar ao Paraguay
urna guerra, e que seus portos eram pon-
tos em que as forcas armadas que se d ri-
giam contra a repblica encontravam recur-
sos de todo o genero.
Estas ^ecusacoes nJo se poderu referir
seno ao governo de Buenos-Ayres durante
a separaco, e ao goverfo do Paran, de ne
nhuma maneira ao actual governo argentino'
por serem anteriores sua existencia mui-
tos anuos. Porm sao completamente in-
fundadas.
us governos dos Estados-Unidos, da In-
glaterra e do Brasil sabem perfeitamente a
verdade disto, e digno de admiracao que
o presidente do Paraguay faca esta assevera-
cao dirigindo-se ao governo dos Estados-
Unidos, que se aperceber da pouca consi-
deraco aue merece tanta inexactido.
Porm o presidente do Paragaay, decla-
rando aomesmi lempo que nunca incom-
modou ao governo argentino para dar ex-
plicaees por sua conducta contraria ueo-
tralidade as questes externas que venlila-
va o Paraguay, restabelece que, ainda exis-
tindo estes motivos de qeixa, niio poder ia
autorisar urna aggresso, desde que nao ti-
nba pedido explicaees nem exigido repa-
ra ces.
Independencia da repblica Oriental do
Uruguay.
Em consequencia da invaso o general
Flores repblica Oriental do Uruguay e
na a sitas proprtas msptracdes sobre o al-
cance dos fados que podttn comprometer
a saberania a independencia do Estado
Oriental. ,
Depois de 6 de fevereiro de 1861, em
que fez esta declaraco, o presidente di Pa-
raguay nao dirigi a menor reclamacao so-
bre a poli tica do governo argentino relati-
vamente repblica Oriental lo Uruguay.
Agora pretende justificar a guerra que
trouxe repblica Argentina com a imputa-
cao que faz de que se ltenla indepen-
dencia daquelia repblica para reconstruir
,o antigo vice-reinado de Buenos-Ayres.
O presidente do Paraguay se encarregou
de provar que isto um pretexto pueril,
Aomesmo tempo que altribue ao governo
argentino o pensamento de incorporar a re-
publica Orienta! Argentina, aecusa ao go-
verno do Brasil da mira de incorporar esse
paiz ao imperio, destruiodo urna aecusago
com a outra, pois so excluem mutuamente.
A independencia da repblica Oriental do
Uruguay nao foi ameacada pela repblica
Argentina, e notorio que seu governo nao
tem a menor ingerencia nos negocios da-
quelle paiz. ,
Invadir traicooiramente a repblica por
esta causa, foi commetter o mais immoiiva-
do dos escndalos.
O presidente do Paraguay; em todo o caso,
devia, ter previamente intimado ao governo
argentino e exigido o que julgasse antes de
lancar-se a reprovaveis vas de fado.
Negativa de transito por territorio argenti-
no para^ operaedes de guerra e explica-
res pedidas pelo governo argentino.
O presideote do Paraguay solicitou tran-
sito por territorio argentino para passar em
operaces de guerra provincia brzileira
do Bio Grande. A negativa do governo ar-
gentino por elle considerada motivo justo
para a aggresso'que Ihe fez.
Esta doutrina inteiramente inaustenta-
vel; porque, usando a rebublica Argentina
de urn direito incontestavel, nenhuma offen-
sa infera ao Paraguay ; pelo fado de pe-
dir-lhetransito, o presidente do Paraguay
deixava estabelecido que havia direito para
nega-lo.

As explicacei amigavelmente pedidas
pelo governo'argentino, pela aggloraeraclo
de forcas do Paraguay em suas frontiras, era
o fado mais legitimo, e urna resposta satis-
factoria era obrigatoria.
A negativa de transito' nao se prestava a
nenhuma queixa, e o presidente [do Para-
guay n5o a formulou. As explicaees pe-
didas por causa das forcas postas as fron-
tiras lambem nao podiam origina-la.
O presidente do Paraguy disse, sem em-
bargo, que vio nisto urna injuria bonra de
sua na gao e um attentado a seus direitos, e
quejulgou dever submetter o assumpto ao
congresso nacin 1, que achou necessario
decarar a guerra ao governo argentino*.
De maneira que a guerra foi declarada
porque o governo argentino pedio explica-
ees sobre aggloraeraco de forcas em suas
frontiras.
E' conhecido o systema do Paraguay, e
que a vontade desptica de seu presidente
que impera ; porm, ainda quando assim
nao fosse o facto confessado e evidente
que, a urna nota pedindo explicaees sobre
um facto grave, se responde com urna de-
clarado de guerra, que se notifica depois
de urna invaso aleivosa e traicoeira,
FOLHETIM
O ARMEIRO DE MIJO.
POR
PONSON DU TERBA1L
Parte prlmelra
X
Os dous irmos.
(Continuaco.)
O rei den om suspiro, depois, olhoo
para Bapbael com urna expresso de ternu-
ra em que brilhava a grandeza e bondade
infinitas do seu coraco.
Eu julgavadisse elleque a amiza-
de do teu rei,.. do teu irmo...
Ah 1 senhor eiclamon Rapbaelnao
accrescente urna palavra, porque essa ami-
zude de que V. M. falla, opprime-me de dr
e de remorsos.
Que queres dizer ?
Ah nao o sabe V. M. ?
Henriqu estremeceu pela segunda vez.
Tens-lhe muito amor ? perguntou
elle com bondade.
Senhormurmurou Rapbael a mi-
cha resposta seria urna blaspbemia.
O rei tinha comprebeodido.
- Deixe-me voltar para Milo, senhor,
continuar a minha humilde e socegada exis-
tencia de ferreiro e desposar Marianna, filha
do armeiro Guasta-Carne.
O re guardava silencio; porm, a voz do
sangue fallava em seu coraco e, pela sua
tffi, expenmentava esse sentimento de ar-
jnte affdicSo que se traha apossado de Ra-
pn crosar as espadas. %
E durante esse silencio, Raphael ficou
trmulo, com os olbos fitos no chao, como o
homem que espera a suprema sentenca do
seu destino.
Por fim, o rei levantou a cabeca e por-
gan tou-lbe :
Serias feliz em Milo ?
Esta pergunta perturbou Raphael.
Feliz ldisse elle com ligeira'irojia
-^posso acaso se-lo ?
Quem sabe ? Talvez om dia ames
Marianna.
Esse nome de Marianna, pronunciado pelo
i Jl, produzo em Raphael estranho eraocTo.
Pareceu-lhe ser j o esposo da filha de
seu mestre, de Marianna que o amava e que
elle nao amava, que em vo procurara em
seus labios um sorriso, na sua fronte, nm
raio de feficidade, em seus olhos nm ciarlo
de esperanca, e a quem seus olhos e sua
fronte repeliriam, a toda a hora, e com tal
eloquencia, que o seu sonho e o seu ideal, a
mulher a quem pertenceriam eternamente
o seu coraco e o seu pensamento, nao era
ella 1
E Raphael entrevendo semelhante futuro,
leve horror de si mesmo e respondeu com
vivacidade ao rei:
N5o, senhor,. nao, nunca voltarei a
Milo j
O rei estremeceu
Eoto ficas ?:disse elle.
Nao, senhor, parto...
E onde irs, irmo ?
Pergante onde vai folha despegada
do tronco e arrebatada pelo vento de ou-
tomno 1 Perguote rocha arrancada dos
altos cumes em que abysmo parar ? Per-
gunte ao homem impellido pelo vento fatal
do deslino onde esse destino o vai arras-
tar ?...
Raphael suspirou com amargura,
Porm, de repente, brilharam-lhe os olhos,
eodireitou-se com o orgulbo de nm Valois
que podesse, em voz alta, usar do seu nobre
nome e pareceu a Henriqu II que va
diante dalle, mais joven vinle annos, o pro-
prio Francisco I, na vespera de urna bataiha,
com o orgulho cavalheiresco da grande raca
na fronte, com o ardor do combate nos
olhos.
Senhordisse Raphaeleu nasci sol-
dado i a minha vida tem estado ligada ao
punoo de urna espada. Devo morrer n um
campo de bataiha. D-me om lugar de
soldado ou de capitao nos seas exercitos, e
Se as explicaees solicitadas eram indevi-
damenle pediJas, podiam n$gar-se ; porm
nunca fwer-se por isso urna guerra.
O presidente do Paraguay veio com esta
declarac3oconfess3r>qQe commeBt^, grave
attentado de qu? se queixa i Repblica
Argentina.
Nem o transito fluvial concedidos a am-
bos os beligerantes, nem o oso dos portes
de que seftijuehava o presidente, autorisa-
va urna dclaracode guerra, sera ter pa-
sado previamente um ultimtum, que teria
dado occasio para discutir os direitos alle-
gados antes de comecara guerra.
Demonstrada a injustificavel conducta do
presidente do Paraguay na guerra que tpou-
xe Repblica Argentina, vamos agora
apreciar o carcter e as tendencias dessa
guerra.
Fins da guerra. '
O presidente do Paraguay nenhuma ra-
zo teve para fazer o que fez. Porm elle
segu urna poltica que, tradicional nos
dictadores do Paraguay- e a existencia de
sua autoridade veio a ser incompativel com
a paz do Rio da Prata.
O governo argentino, ao declinar a media-
go offerecida pelos Estados-Unidos, explicou
a verdadeira ortoem da guerra e os pro-
psitos dos beligerantes.
|) presidente do Paraguay, conbecendo
isto e querendo evitar as cotisequencias. for-
cosas de sua poltica, procuroa um tratado
de paz, di/.endo que quera evitar a pro-
longado da guerra, considerando que o san-
gue derramado era bastante para lavar as
offensas que tinbam posto as armas as mos.
dos belligerantes.
O sangue derramado, os immensos ma-
les que causn o presidente do Paraguay,
os deveres que impoem a humanidade e a
civilisaco, nao permittem que o autor de
tantas calamidades fique em sitnaco de re-
petidas, esterilisando os sacrificios que im-
poz aos aggredidos, que nenhuma seguranza
teriam para confiar nelle.
Nao ha termos habis, nem ao menos hon-
rosos de fazer cessr a luta sangrenta que
provocou o presidente do Paraguay, sem a
terminaco e destruicao da autoridade que
exerce.
O tratado secreto de allianca nao o obs-
tculo insuperavel que se offerece para
transferir a quesio que se de:ate pelas ar-
mas no terreno da diplomacia, como diz o
presidente do Paraguay.
O obstculo unico, o obstculo insupera-
vel para buscar-se pelas negociaces diplo-
mticas urna solugo as questes que sede-
batem i elas armas, sua. pessoa e a sua
autoridade de que ella se acha investida.
Seus actos, sua poltica, a natureza de
seu poder e os attentados que commetteu
contra os alliaios o collocam fora da le das
nages, e nao ha termos habis de tratar
com elle, fican lo exercendo a mesma auto-
ridade.
As offensas feitas as naces alliadas nao
receberiam a reparago devida se o presi-
dente do Paraguay ficasse investido da auto-
ridade com a.qual vnlou a f publica, as
praticas das naces cu'.tas e os principios
do direito e da justica.
Quando o presidente do Paraguay nvoca
os de veres que impoem a ci vi I isacSoe a hu-
manidade se esquece de que esses deveres
reclamo o castigo do aggressor aleivoso e
prfido de seus vizinhos, quem assassinou
seus habitantes, roubou e saqueou suas
povoaces, e lenou captivas as senhoras e
matronas, que conserva em seus acampa-
mentos, da maneira mais cruel e desapie-
dada.
O presidente do Paraguay se subleva con-
tra a exigencia da terminaco de su auto-
ridaJe, cita em seu apoio o protejo do:
Per, e declara qne jarnaj se sobmeter a I
esta condico, e que est disposto a salvar o
seu poder ou a suecumbir.
Tal o motivo da continuaco da guerra e
a razo pela qual nao pode negociar-se com
p presidente do Paraguay nenhum tratado
de paz
A exigencia dos adiados a mais legitima,
tem mitos precedentes na historia das na-
ces, e o mesmo presidente do Paraguay
recorda o dos alliad contra o poder do
dictador Rosas.
Separado o presidente do Paraguay", a
negociaco de um tratado de paz entre os
belligerantes seria mui fcil. Os alliadas
esto compromettidos a respeitar a iodepen- i
dencia e soberana do Paraguay e nao exigem
seno o que a mais estricta justica e sua
seguranza acoaselho para obier as repara-;
ges devidas/a soluco de questes que nao
podem deixar-se pendentes sem perigos para
o futuro, e para poJer-se desarmar e ea:re-
gar-se com conflanca aos trabalhus pacficos
e reparadores de estragos e desastres causa
d s pelo presidente do Paraguay, D. Fran-
cisco SolancLopez. f
O deshumano empenho levar adianto
a guerra com os males que !he#8o inheren-
tes obra do presidente do Paraguay e nao
dos adiados, e elle responder perante Deus
e os povos cultos pela guerra que provocou
e por sua continuaco por nao querer su-
jeitar-se a urna condico que nao podem ab-
solutamente deixar de pretender os alliados
para celebrar a paz.
RUFI.NO DE EUZU.DE.
Buenos- \yres, 8 de abril de 1867.
. Mtlelio esu' simada ao norle da ilha de Cbie?,
a entrada do gollo de Adramaii.
O clima delicioso e o territorio era extremo
ferlif.
A povoajo grega, mas sob a dominasSo,
turca.
O governo de Atbena?, apasar dos seas xingoi-
dos recurso?, tratou de aeodir aos seas saMltos
de CeDhalonia, oTel Jorge foi ao lugar do des-
astre; mas que tara' a Turqali em favor de Me-
ieliT
Eite anoo abrio- Argel,-em 2 de rnciro; o desastre de Melelin A
j o erceiro fl?ta orJem oeste primeiro trimes-
tre.
E' de presumir que et3 acontecimeolos prove-
nbam da mesma causa physica, e que la I vez breve
dar a codtiecer os seas resultados eom algama
erurco dos vulces das Dais Sicilia?.
\_,
i
Dua- descobsrtas impellantissimas assigoalam
a bisiona do coenmercio na idade-mdia exlrama
ou baixa.
A pnmeira foi a invencao das letras de cambio,
que facilitaram as traiisiijoes coramerciaea e que
antes do eeulo qaatorze nao eram conhecidas.
A seganda foi a til instituigo de cdigos mer-
cantil quo regalarisaram o trauco europeu.
O modelo do um cdigo martimo apparecea na
Catalaoha e L a amiga cidade de Barcelona qne
lotro'iuzio na legislarn to importante mebora-
mento.
s.
o meu destino murmurou
Tenho
elle.
Ento s to fraco que o possas
vencer-te ?
Que quer- V. M. dizer ? perguntou
Raphael.
E temerasproseguio o monarcha
encontrar-te a toda a bora.,
Raphael, com um gesto, interrompeu o
rei.
Cqmprehendo, senhor disse elle. **
Nao, V. M. tem razo, e o homem deve ser
maior que o infortunio que o opprirae e
deve supportar o seu ceso. Quer fique na
corte, quer me afaste delta, nunca Raphael,
o armeiro, levantar, para a soa sob-rana, um
olbar culpavel.
m grito de alegra escapon no mooar-
cha,
Pegou as duas mos de Rapbael, fe-lo
sentar ao p de si, e piando de lado essa
fria dignidade que o eterno apanagio e o
immutavei involucro da magostado :
Irmo disse elle o rei de Franca
nao est aqui, pois que estamos sos. Em
publico, aos olhos de tolos, serei teu rei ;
quando nos encontrarraos sem testemunhas
serei leu amigo e ten irmo.. A braca-me,
irmo. Entre Henriqu e Raphael, entre
o filho da raioha de Franca e o da duqueza
de Eltampes nao ha lagos mysteriosos que o
vulgo deve ignorar, porm de que, nos, de-
vemos recordar-nos sempre ?
Urna lagrima brilhava nos olhos de Hen-
riqu n.
' Ah l senhor murmnrou Ra^kael
porque nao morri de vergonha e de dr no
dia em que pronunciei, em tom de odio, o
nome de V. M. 1 *
Creaoca I... disse o rei com ter-
nura.
Mas, tambem ~ proseguio Raphael,
eom eothusiasmo disponba, agora, V. M.
UM POUCO DE TUDO.
Acab* de fallecer em S. Fetersburgo om perso<
t.^eo my.-terioso que, como manos oalrus em
differentes pocas, tr. lendia ser, nada meojs que
o l'n) de Luiz XVI. Era conbecido pelo nome
de conde L'gny de Luxemburgo. Era lho adopti-
vo do conde Carlos de Laxembargo, emigrado na
Russla durante a revolucao franceza.
Dizia-se era S. Petersbargo qne foi entregue a
sea pai adoptivo, pela imperatri> Josephlna e Mi.i
Tallien n'uma audiencia que o conde Carlos obte-
ve era Malmaisoo.
Pallava-le cer4o de baplismo e t azi i cons-
laotemente junto do peito um retrato da raioha
Mara AntonHta.
Assistia D. Joo de'Ma-c.Tenhas, \;\ adiantado
em annos, aos conselbos de el-rei D. Sebastio, e
opioava eoergieame'nte contra a jornada d'Africa.
Kl-rei, nao teodo em muita conta os dictames da
experiencia, tulgava que D. Joao votiva assim por
estar ja velho e amar o re;;ouso.
Quantos annos tens? Ibo perguntou o re
para o motejar.
Senbor, tenho i5 annos para vos servir e 80
para-vos aconselhar qne nao vais frica.
No lempo em que se fazla o zimborio de ida
fra, cabio la de cima um obreiro em cima de ura
pobre desgranado, qqe arachipou, tacando apenas
confuso o que deveria ter-se feito era rol! peais.
Qoeixea-se o fllho do morts a el-rei D. Joao V alU-
gando-lbe que Acara orpho e pediudo-lh- que
maodasse punir o assassino.
O melnor, Ihe respondeu o monareba, tu'
ires para o zlmborio e deixares-le camr tambem
em cima do perverso ; assim o paoiras tu' proprlo
e viogars teu pai.
O sojeito nao esteve pelo3 autos.
a dias anouncioo o telegrapbo om espantoso
lerremoto em Metelio.
O Oriente foi sempre achacado a terremotos :
Maitas vezes os tem soffrido Smyroa, e pela
mesraa cansa tem havido estragos em IlboJ-.-,
Chios o outras ilhas.
Hivera' am mez que Ceptwlouia soffreu un ter-
remoto, e eis que urna calamidade anloga oppri-
mo a ilha de Metelin ou Mytilene, a aotiga Les-
bos.
S se sabe o qne disse em poucas palavras um
descacho telegrapbico; mas corao tssas piucas
palavras fallara de ara mooto de minas e de al-
gn? centenares de pessoas. monis, advinham se
os pro menores qne trara' o crrelo de Smyro.
Qoasi am seculo era passado desde que o reino
da Polonia prestara a civilisago um ssrvico deci-
sivo: Joo Sobi.'^ki delivera os turcos a porta de
Vienna (2 de setembro de 1683), e com o impera-
dor LeopoUo salvara ? Austria, h portaoto a Eu-
ropa de ama nova iovas barbaresca.
Mas esse seculo convertera a Polonia n'um
tbeatro de ansrebia e ja' as patencias circamvisl-
nhas Ihe volviam olhos ameacadores, qoando as
guerras de religiio alijarara ura mais vivo incen-
dio e aprissarain a ruina do Estado.
A Rossia, a Prussia e a Austria, impacientadas
com tio longos debates, iniervieaoi na lula e as-
signarara o tratado de 177x,' qne eleminoo do map-
pa a anliga monarebia de Joo Sobierki.
Tal foi o primeiro desraembramento da Polo-
nia.
A Beoda era lhada pelas uutraa regioes heiis-
nicas como ura paiz rude e grosseiro ; e obre tu-
do a engenhosa Atlicaa reputava iucapaz de pro-
duzr ora homem eminente, aitnbuindo a atmus
pbera crassa o brumosa to triste esterllidade.
Comtuoo Kpamlnoodas e Pelupidas sao ambo
beodos e foi a ineema Alhenas que perpetuou a
heroica morte du primeiro.
S-gunoo a tradicao, a essa hora solemne, um
amigo lamentava-lbe a cateceira o nao deixar Q-
Ihos.
Dei\o duas fllhas immortaes-acudi o beo-
cioLeuclra e Manilna I
Disse, e arrancando a eboupa, qoe recebera
nesta ultima bataiha, suecuabio de hemorrhagla.
Ha poucos dias soffreu a pena ultima em
Pars um mancebo de id annos, chamado
Lemaire, que assassinou a sua totora ma-
drasta e que qoizassassinar tambem seu pai.
Este criminoso foi condemnado morte,
apesarda sua juventude, pelo espantoso cy-
nismo de qoe deu prova durante todo o
processo, e no qual demonstrou quanto ti-
nham extraviado a sua razo leituras perni-
ciosas e o afn de adquirir urna horrivel ce-
lebridade.
Rapbael o ferreiro, cahir, ferido no peito, de mim I disponha do meu sangue, da m-
gritaodo : Yiva o rei! nha vida I Nunca o mea braco ser pesado
Raphael, pronunciando essas palavras,
era bello de soberba e euthoeiasmo, o rei
rabracou-o, e d^se-lhe :
Irmo, j aue assim o queres, enviar-
te-hei para o eierclto, nao para qae morras,
mas sim para que voltes victorioso e conso-
lides o meu tbronc. os ltimos degros do
qual ters sempre o teu lagar,
Rapbael abanoa acabeca.
bastantemente para ferir os seas inimiges,
nunca o meu sangue ser assaz abandante
para regar esses campos de bataiha que a
aariflamma do mea rei Iluminar com a
saa valeote aureola, nem a minha vida, dig-
na assaz de se extinguir sombra sagftda
de tal bandeira.
Ento ficas rpergontou Henriqne
mais velho. A lembranca de Raphael voou,
^pela ultima vez, para Cathanna, e ento um
generoso e sublime pensamento se apossou
do seu coraco ; pensou que a rainha de
Franca podia ser, tarde on cedo; sacrificada
i deminaco ambiciosa e prfida de Dianna
de Poitiers;e ousou dizer comsigo queja
que Catharina noo p da amar,devia amar,
o seu esposo; que era forcoso qne, de ento
por diante, reinasse realmente sobre o es-
pirito e sobre o coraco do rei, que, etnfim,
fosse feliz, e que Ihe partencia a elle, Ra-
pbael, firmar essa felicidade em bazes ina-
balaveis.
Enllo ?perguntou Henriqu II com
inquietaco.
D-me vinte e quatro horas de refle-
xo, senhorrespondeu RapbaelAmanha
terei feito a minha escoiha entre a corte e
o exercito.
Seja Idisse o rei com um suspiro.

Na nonte desse mesmo dia, a rainha Ca-
tharina de Mdcis, eslava s, no seu ora-
torio, nessa pequea salla oriental em que
tinha recebido Raphael e que dava para
urna "estufa, para a qual. a joven princeza
tinha mandado vir todos os arbustos e plan-
tas de sua querida Italia.
Eslava s, tristemente sentada no sea Ie-
to de repouso, tentando dulrahir a amar-
gura dos seas pensamento*, pela leitura de
um poema do seu paiz, o Orlando furiose.
A marqueza de santo Andr, a bella Ma-
na di Polve, entrou em bicos de ps e cor-
reu para ella.
Ah!disse a rainha ergueado a ca-
beca-s tu,minba filha? Obrigada, veos
sempre as horas em que soffro.
Nao sou eu a mais dedicada e mais
antiga creada de V. .M. ?
Diz, antes a sua melhor amiga.
Maria beijou a mo da rainha.
Minha pobre Mariacontinuou Catha-
rinalembras-te da nossa to feliz mocida-
de... e de todos esses sonhos que ambas
faziamos... tu queras ser amada por um
bello fidalgo de bigode retorcido... Eu, so-
nhav urna cora!...
A rainha suspirou.
noute de insomnia e das de desespero p >
garia essa va grandeza... Oh! Maria, Ma-
ra... que saudades tenho da nossa Florenca,
to branca e to perfumada, dosnossosjogos
infantis e das nossas tranquillas tardes
beira do Arnol...
E urna lagrima brilhou nos olhos de Ca-
tharina.
Mara vio essa lagrima, comprehendeu
essa dr profunda que torturava o coraco
da Joven princeza, e, esquecendo-se de que
tres dias tinham levantado entre ella e a sua
amiga urna nova barreira, cavado mais um
abysmo, collocando a cora de Franca sobre
a sua fronte, tomou Ihe as mos e abracou-
a como outr'ora murmurando:
Querida princeza!...
Mariareplicou Catharina -beijnde-
a na frontedesde algumas horas sou vic-
tima de estranaos pensamentos e vejo-me
atormentada por urna singular record a f-o.
A marqueza olhou para a rainha com in-
quietago.
Reeordas-ieproseguio Catharina
desse celebre nigromante que o duque Lou-
roHCO, meu pai, mandeu um dia chamar ao
palacio ?
Simdisse Maria=era se me nao en-
gao, um senhor hispaohol chamado D. Luiz
Herrera. Novo, bello, magnifico, em nada
se pareca com esses ciganos que se mostram
cobertos de andrajos, usaado grandes bar-
bas brancas e mendigando alguns escudos
em compensado das suas mysticas revela-
Ces. D. Luiz era alchymista por prazer;
tinha.achado a pedra philosophal; conver-
ta o cobre em ouro, o car vo em diamantes.
Sempre novo e bello, apezar dos annos
que passavam, vangloriava-se de ser immor-
tal (1) e pretenda ter coohecido Felippe Au-
gusto, no dia segrate bataiha de Bouvines.
Semeava o ouro, pelo seu caminho, com a
prodigalidade de um prncipe e os sobera-
nos da Italia faziam-lhe todo* bom acolhi-
mento.
E' isso owsraodisse Catharina.
(I) Nao nos acuzem de renovarme* aqui
a historia to conhecida do conde de Sam
Germano. Ete ultimo, eqtre outras iraos-
Louca, desgranada louca que eu era!. ., fojmaces porque pretenda ter pausado,
--continuo ella eu nao sabia de que crois sustentava que tinha sido, no 46 seclo, D.
espinhos ornado esse soaho de creanca; Luiz Herrera, e que tinha predicto o tdturo
II, coma afTectuosa insistencia de um irmo'ignorava. com guardas lagrimas, .tortoras, a Catharina de Mediis. ,
Por incunjbencia.de Vaudin, o celebre ma-
estro Rossioi escreveu um coro a quatro vo-
zes,de homens, que ser cantado nos fes-
tivaes que prepara o director da France
cholare por occasio daexposico universal.
Rossini tambem escreveu para a mesma
exposico um hyrano. para msica militar.
No dia 25 de abril verificar-se-ha em
Berlina o matrimonio do conde de Flandres,
irmao do rei da Blgica, com a princeza de
Hohenzollern, assistindo cerimonia os reis
da Blgica e os principes de Galles.
Enio corao pode V. M. lembrar-se
desse aventureiro ?
Lembrei-me das suas prediccees.
Ah!-disse Maria com olhar interro-
gador.
Eu tinha ento treze ou quatroze an-
noscontinuou a rainha.Estavamos me-
sa n'um salo de esto que meu pai tioba
recentemente mandado construir beira do
Arno. D. Luiz olhou para mim repentina-
mente com estranha expresso que nunca
esquecerei. Depois, levantando-se da mesa,
dirigio-se para mim e pegou-me na mo:
Sennoradisse-me elleV. A. ser
rainha.
Eu respond com um sorriso de incredu-
lidad e.
Porque nao Tdisse meu pai que me
idolatrava e sonhavapara mim os maioresdes-
tinos.
Creia-me V. A proseguio D. Luiz
ser isinha.. O futuro nao me p doria oc-
cultar am unico dos seus segredos.
Serei feliz ?perguntei ea.
Nao, respondeu elle com tristeza.
E como me vio impallidecer, acresceotoo:
V. A. ser desgpacada em amor, o
homem a quem amar, estar eternamente
separado de V. A porm ser urna grande
rainha e a Europa estar um dia aos seus
ps. Ter seis de rei e mi de rei.
Meu filho reinar!murmurei eu.
Os filhos de V. A. reinaran.
Estremec.
- Ver quatro filhos continuoa ella
tres subir m ao throno e tres ver morrer
em seus bracos. .
Ea dei um grito e qoasi que desmaiei.
Senhora terminou D. Lora V. A.
nao ser feliz esposa, nem fel mi, tem
amante afortunada; as alegras da familia nlo
Ihe sorriram; porm ser urna mulher de ge-
nio e a sua poltica Iluminar o mando e
projecur a travez dos seclos futuros edas
empoeiradas paginas da historia, sublime e
immorredoure.
E' estranho!murmurou a senhora
de Santo Andr.
Estranho, com effeitosuspirou Ca-
tharinaporque ama parte da prediepo es-
t j realtsada. Amava Raphael e Rapbael
est perdido para mim... sem rainha* rai-
nha abandonada... jConiiimar-se-haJ
TYP. DO DUBtO.-RUA OASCRUZBSrUV
-

V


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