Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11258


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Full Text
I

i
ANNO XLII. NUMERO 1Q1.
--------------- ,..
PAR 1 A. CAPITAL E lLfci.%tftgi XDE SE NAO FACA POBTE.
Por tres meies adiaotades.,. ?.............. 6)5006
Pe? Mis ditos idea.. .! ." ... \ r |2tf000 *
Por ata anno idea.. .. ... .....;...... 24O0
CaJa nuneri avalso ... ^ ....... ........ 320
- ^^IHBii^H amamal
$kM
'
SEXTA FEIRA 3 DE MAIO DE 1867.
PABA OEYTRO E FOIIA DA PROVINCIA.
Per tres mezes adiantadw.., ...............
Por seis di les dej. .......
Por note ditos idea..... .. ..
Por am uno idea.........,
> B <
t
64750
134500
204250
274000
2223M-22 301 IPHEQmiBlKD )?''ilM!)3,
ENCARREGADOS DA SUBSCRtPgAO.
Pirahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Amonto Marques da Silva ;Aracaty,
oSr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. Joaqaim
Jos de Oliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alvos & Futios ; Amazonas, o Sr. Jeronvmo da
Costa; Alagoas.o Sr. FrWWi.Ta vares da Cosa;
Baha, o Sr. Jos Martin3 Aires; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Ibeiro Gasparinho.
_ "Partida o s estafetas.
Onaa, Cabo, Escada e estagSgs da va frrea at
. Agaa Preta, todos os dias.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
SaDto ambo, Gravati, Bezerros, Bonito, Caraar,
Allibho, Garanhuns, Buique, S^Bezito, Bom Con-
selho, Aguas BeHis e Tacaratii, as tereas-feiras.
Pao d'Albo, Nazaretb, Limoelro, Orejo, Pestjueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Ouricury.Salgoeiro e Ex, as quartas feiras
iSerinhem, Bio Pormoso, Tamandar, Una, Bar-
f reiros, Agua Preta e Pimenteiras, as quintas
tai ras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPTAL.
Tribunal do commercio: segundas e qnlnus.
Rea?o : torgas e salados s 10 oras.
Pazenda : quintas s O horas.
Julzo do commercio ; segundas as 11 horas.
Dito de orpnos : tercas e sextas s 10 horas.
Pri^eira vara do civel;
dia. I
Secunda vara do civel
1 hora da tarde.
tercas e sextas ao meio
: quartas e sabbad&s
EPHEMEtilDES DO MEZ DE MAIO
4 Loa nova as 4 h.. e 48 m. da ir.
10 Qaarto cresc. as 7 h. e 12 m. da t.
18 La cheia as 11 h. da m.
26 Quarto ming. as 2 1|2 h. da I.
DAS DA SEMANA.
29. Segunda. Nossa Senhora dos Prazeres.
30 Tere. S. Cilharna de Sena v., S. Sophia v. m
1. Quaria. S. FeltTjpe e S Tbiago apps.
. Quinta. S. Maphalda v., S. Atbanaslo m.
3. Sexta. S. Rodolplio m., S. Amaro m.
4. Sabbadp. S?. Ploriano e Sacerdote mm.
I 5. Domingo" S. Pi V p., S. Angelo c. m.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 1 horas e 18 m. da tarda.
Segunda as 1 horas e 42 minutos da manbia.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEtROS.
Para o bul at Alagoas a 14 e 30; para o norto
at a Granja a 15 6,30 de cada mez; para Fer-
nando nos dias 14 dos raezes Janeiro, marco, rnaio
Jalho, setembro e novembro.
PARTE OFFIGIAL
(OVERIO DAPROVUCIl
Hola ten o apresenlado- assembla purmu-
cial, no dia 15 do corrente, pelo Exm.
Sr. conselheiw Francisco de -aula da
Silveira Lobo, presidente desla provin-
cia. ,
fContronags).
OMfMGHCIO DE EXrORTACAO, IMPORTAQAO E NAVE-
CACAO. ,
Durante o exercicio de 186$ a 1866 o valor da
! exportaco dos gneros de produego da provincia
fot de 30,699:6795259, sendo para o estrangeiro na
' importancia de 26,084:468*004.
\
No semestre de 1866 a 1867 o valor da ex-
portaglo elevou-se a 10,970:998*115, sendo para o
estraogelro 9,196:594*190 como todo se v dos
seeuintes quadros :
Exercicio de 186o a |86G
ARTIGQS a < g PARA 0 ESTRANGEIRO PARA 0 IMPERIO
t Quanti-dade Valor Quanti-dade Valor *
Agurdente............. Ganadas.. Arrobas... dem...... dem...... Libras ___ 542,676 1,057,462 1,044,508 2.6C0.291 2,711,226 205.399*280 16,784:100*954 3,321.400*852 5,021:277*761 344:0124285 408:270*871 26,08*468*004 492,771 7,271 722,376 63,234 41,088 193:165*91* 98:2335824
. 2,333:942*565
109:206*835
Couros salgados e seceos.. 8:489*449 1,872:172*670
4 5:211*255
Primeiro semestre de 1866 ir 1867
ARTIGOS
Agurdenle..............
Algodo em rama.........
Assucar branco...........
Dito masca vado...........
Couros salgados e seceos..
Oalros artigo?............
5
Caadas...
Arrobas...
dem......
dem......
Libras....
PARA 0 ESTRANGEIRO
Quanti
dade
292,9.-
387,168
428.681
1,005.542
1,797,524
Valor
106:616*160
5,632.679*347
1,369:032*310
1,800:792*672
239:309*830
48:163*451
9,796:594*190
PABA 0 IMPERIO
Quanti
dade
263,194
3,287
216,109
3,999
215
Valor
91:771*540
45:802*555
693:915*159
7:082*449
1:732 900
933:099*322
1,774:403*925
Do que flea exposto v se que o algodao foi o l A iraporJago no referido exercicio de 1865 a
genero que mais concorreu para a exportaco, vis-'. 1866 foi de 21,083:654*849, menor do que a ex
valonla!86" Va'r ^^ qQ"' dUS '*r50S d' Prla?"a0 na aaaDlia de 5,616:024*770.
Comparada a exporiacao do algodao no exercicio No exercicio de 1865 a 1866 eniraram no porto
do 1865 a 1866 com a de 1864 a 1865 ha um aug-; desta capital 2,175 navios e sahiram 2,081 ; no
menta de 4,783:848*815, no primeiro daquelles, primeiro semestre de 1866 a 186" eotraram 1,03o
exercicios. e sahiram 1,037, constantes do resumo seguinte :
Exrcicio de 4865 a 1866
i Nacionaes
LoD*oear30............iEslrangeiVosi:
Grande cabotagem Nacionaes.
Pequea dita..................
ENTRADAS
Navios
20
589
609
304
1,262
Lotago
4,925
245,393
250,318
78,379
45.321
Eqnipag.
209
12,889
13,09fc
5,327
5,416
SABIDAS
Navios
35
524
559
Acba-se porm estabelecida em um edificio por
demais acaehado para o sen servfco, e lm disto
em tao mu estado que constantemente exige re-
paros
seja
autorisacao que Vmc. para que se nao hoo,ver inconveniente
14 do correte para'ao sargento Olymplo Perreira Ai Silva, conforme
concertos de que ne-1 solicitou o commandante superior da comares. de
Palmares em officio de 13 do corrente, a imporin-
P.mentelras. Goncodo a
solicitou em seo ol-:j fy
maular fazer os pequeaus
cessitam as casas de residencia do a'jodante, facul-, -
A soa remogo para nm ootro lugar mais vanta-; tativo e capelln dessa colonia como taubem (or- i ca dos vencimentos a contar de 26'de dezembro
joso, urna necessidade, que o governo"no deixa- necer agua aos respectivos empregados. -# jato 25 de jaueiro ultimo, dos guardas nacionaes
ra' de a (tender.
PHAROL DA BARRA
Os candieiros do pharol acharo se tao estragados,
que o capito do porto exige com urgencia e com
ga ; blico para conhecimento de quem (nteressar possa
o edital abaixo transcripto do ju.z de. direito da
comarca de Pao d'AIno pondo a concurso j ofQclo
de partidor dos ndito nos daqoella comarca, r.lim
de que os preteodentes aptesentem seus requer-
mentos no praso da 60 dias
e instruidos na forma
seceso.. cooslantes do pretjunto em dnpiTcata destacados na do decreto n. 817 de 30 de agosto de 1851 e do
N. 528 -Offlcio ao chefe de polilla. -Offlciando villa d'Agua Preta. I aviso n. 252 de 30 de dezembro de 1834.
nesia dta ao commandante suprior da guarda > N. 545. -Dito ao raesrao.-Mande V. S. pagar edital.
nacional do Brejo para mandar retirar e dissolver lute^alm-nte os veaciraentos do cjllabjrador da O Dr. Ssbastlo do R-go Barros de Lcerda, juiz
a forca da mesma guarda uacional, que pot oIHjio secretaria do governo Secundino Predihano Gomes I de direito da comarca de Pao d'Arho, provincia
de 0 de dezembro uluaio maudel destacar no ter-1 de Oliveira, correspondente ao mez d Janeiro pro-!
razo a sobstitaicao por outros, afira de nao ser
interrumpid^ servico em grave damno para a. -
navegaco. nw ?e lagazeira, assim o coramuuico a V. S. para | xirao finio, fleando abonadas as ires Litas, que por I
leudo o ministerio da marlnba em aviso de 5 de |seu conhecimento. e aim de que o faja constar ao -
fevereiro de 1866 determinado que se mandasse delegado do mesm termo.
N. 529.Dito ao commandante superior do Re-
cife.Gommunico a V. S. para *eu conheeWhento
que nesla data mandei por em liberdade o guarda
do Io batalnao da attilharia do municipio do Re- I nel comm.ndante o batalhao n. 39 da guarda na- dentes do dito "lugar a ipresentarem -eus requeri-
ere Maximiano Jos Duart; que protou ser o ciooa do municipio do Cabo em offlcio de 12 do mentos ns forma do mesmo decreto de 1851 e ou-
vir da Europa novos candieiros, urna vez qne nao
se podiam obter aqu, bavla en autorisaij ao capi-
to do porto a fazer i sua encommenda nos termos
do citado aviso
Conimunicandoaase porm este funeciooario que
era possivel adijuinr cesu capital os referidos can-
dieiros, perfeitos, e em menos lempo do que seria
preciso para qae vessem do estrangeiro, tornou-se
desnecessaria aquella encommenda. .
* THEATRO DE SANTA ISABEL.
O anual empresario Antonio Jos Dnarte Coim-
bra, tem comprido.fielmente as obngacoes do seu
contrato.
Tendo requerido prorogaco do prazo de soa
empre.za por espacj de 3 anuos, eu Ih'a conced
por despacho de 22 Jaque lie mez, sob as mesmas
cndilo ;s do rootrato com que Ihe foi
de Pernambuco por S. M. Imperial e Constitu-
cional, a quem Deus guarde, etc.
v v2,a lestia deu naquelle mez. FCo saber qae su acha vaga o lugar de porteiro
. 5ib.-rDito ao mesmoExpeca V. S. as suas: dos auditorios dessa villa, par ter o decreto de 21
orden?, para que ero vista dos inclusos documentos de fevereiro deste anno revogado o de 18 de feve-
e nao bavendo inconveniente, seja paga a Jos Leo-reiro de 1860 vigorando, o ait. 4* do decreto de
Jiqo Perreira, cooforma solicitou o teoentecoro-; 30 de agosio de 1851, pslo qae con vi lo os preten-
rriino da familia do seo respectivo pai.
N. 530.Dito aocoramaudaota superior d) Bre-
[jo.Mande V. S. retirar a dissolver a -futga da
guarda nacional do seu lommaudo superior, que
por offlcio de 6 de dezeonro ultimo, mandei des-
tacar na villa de Ingazeira.
N. 531.Dito ao co.Timandante superior do Li-
moeiro.Tendo, por portara desu data, designa
correte, a quaalia de 15*190 rs. despendida du-
rante os mezes de dezembro e Janeiro ultimo, com
o fornecimeoto de luz e agua para o quartel do
destacamento existente aaqqella villa.
N. 547.Dito ao chefe da reparligo das obras
publicas.Teodo resolvdo, de conformidade cora
a ioformaco da thesourana p viocial de 13 do
corrente, sob n. 78, dada com referencia a* de V.
com que ihe toi entregue a
empreza de theatro menos qaanto a' subvenco. N. 532.Dito ao commandante do corpo da
De conformidade com o art. 48 da lei n. 687 de polica.Recommendo a Vmc. que ica seguir
30 de maio de 1866, foi contratado com Jos Araat; com orgeocia, um offLial subalterno do corpo
urna serie de espectculos lyncos por espago de 3 sob seu.commaudo para a povoacio dos Montes,^
anuos a contar do corrente anno. nm de render no destacamento exi-tenie o alferes
CONTRACTO DO ASSEIO E LIMPEZA DA CI- An,00''' Ar'Sur Moreira de Mendouga.
DADE 533.Dito ao delegado de policia do termo
Tendo o governo desta provincia contratado em do Limoeiro.Ghegando agora ao meu conheci-
25 de setembro de 1858 cora Carlos Luiz Carabro- i mDto V o teoeote coronel chefe do estado maior
ne o asseio e esgolo dela capital, era de soppor da goarda nacional de Pao d'Alho, Luis de Albu-
que dentro de pooco lempo estivesse realisado tao qaerque Maraaho.seKUlra com gente xrmada para
importaole melborameDto.
Eolretaoto ja' sao decorridos qaasi nove annos,
e anda esta' por satisfazer-se tao argente necessl- ,
dade. i Vmc, oo do subdelegado o all, oa sua ausencia,
Estudadas e conhecdas as sansas, que embara- KW Placas do 2 batjlho da guarda nacional des
gavam a execugao do contrato, um dos meus an-
tecessores, procurtu remove-las na novago que se
fez do mesmo contrato em 18 de dezembro de 1866
do o capito do batalhao n. 22 da guirda naci-; S. de 19 de dezembro de 1865, n. 404, relevar o
nal do seu commando superior, Justino da Molta j ex-arrematanle dos reparo^da estrda de Pao
Silveira, para major do referido batalhao, assim o d'Alho entre o marco 1,300 bragas at a villa
communico a V. S. pira Os flu convonienies. j daquella nome Antonio' Malaquas de' Macdo Lima,
tras disposigoas Dosleriores.
Pao d'Alho, 16 de novembro de 1866.Eu J^o
Luiz Pires escrlvo que escrevi.Sebaslio do Re-
g Barros de Lacerda
Cooforme.O esenvo Joo Luiz i*ires.O se-
cretario Dr. Francisco de Paula Salles.
OVGRXO DO BISPADO
SEDE VACANTE.
Expediente do dia 27 de abril de 1867.
Offlcio ao Exm. commandante das armas desta
provincia.Tenbo a honra de aecusar rpcebido o
\ offlcio qne V. Exc. me dirigi em data de 23 do
I correle, commanicaodo me qne naquelle dia as-
N. 348Offlcio ao Exm'. presidente da provin-!sumir o commando das armas d^sia provincia',
cia do Para.-Recrbi o offlcio de V. Exc. datado de ', Prri qal 'ora nomeado por decreto de 9 des-
25 de jaoeiro ultima, e em resposta cabe-me dizer-i,e ",ez- .
Ibe que fui preso o guarda nacional designado! Aproveita a occasiao para apresentar a V. Exc.
para o servico da guerra Jeroaymo Victorino de i os meus protestos de eslima e coosideracao.
Almeida, que havia fleado em traiameoto na enfer-! Dito ao Dr. reilor do seminario de Ojrnda.-Es-
i freguezia do Bom jjrdim, aflm de p^.nurbar a I maria de mnrinha desta provincia na qualidade de ,lou Je Psse d0 offlcio de V. S. de 23 do emente,
elelgo qae alli se vai proceder, faga partir com criado do bngne Maranhao, e sera' enviado para a e Pe'o portador Ihe enviei a qaantia de 220501W
urgencia pira aquella freguezia a disposlgao da corte na primeira opporluuidade, a' disposigo do de que tralei no meu offlcio de 22 do wrrente e
de toda a responsabilldde de laes reparos por
oo lerem sido eifes conclu los logo deppis de es-
campados como cumpria ; assim o declaro a' V. S. [
para seu conhecimento e lias conveniente.
4* secgo.
la capital, commandados pelo capito Jovino Epi-
phanio da Cuaba e un piquete de avillana sob
o commando do capito Thomaz Rodrigues Pe-
reira portador d-i-te offlcio, afim de que Vmc.
possa manter a ordem publica e a segaraoga in
dividual duraots os trabaliios eleitoraes, fasenlo
com o commrodador Antonio Gomes Netto, cessio
narlo de Cambrone.
Retirndose o commendader Netlo para Lon-
dres, afim de levantar alli os capitaes necessarios .
a'eiecugo da empreza, acaba elle de communi-' raetterem qualquer arime ou alternado tendente
car-me em 23 de fevereiro ultimo m dilTlouldades alle/aL* 9rd_era Publica.
Exm. Sr. ministro da guerra, como .deprecou o
Exm. presidente da provincia do Espirito Sint no oIBcio que a' V. Exc. dirigi em 20 de novem-
bro do anuo passado.
H. 550.-Dito ao administrador do crrelo.-
Respoudendo ao sea offlcio de boje datado, lenho a
dizer-lbe que, segando me declara o commandante
da corveta a.vapor Paraense, ley ella com effeilo
Lotacao
9,156
190,532
199,688
74,710
l,23| 41.386
Eqoipag.
367
7,197
7,564
S78
4 920
que eacontra para formar a companbia, cujos di-
rectores ex Igem qae seja o governo quem pague
a' compaohia, cimo acontece no Rio de Jan iro,
firmando-se elles oa dispssigo do art 33 do con-
trato innovado e concebido nesles termos.
O governo se abriga a solicitar da assembla
provincial a necessaria autorisacao para subrogar-
se na obrigago do pagamento estipulado no pre-
sente contrato medunie as coodigoes, qne forem
accordadas por essa occasiao.
Tuvez nao haja oatro recarso^e n5o attender a
esta exigencia, afim de poder o cesionario reali-
zar a mcorporaco di companbia; a mira, porm,
nao cabe,e sim a esta assembla resolver a' res-
peito.
SECRErARIA DO GOVERNO
Tem sido excesslvo o expediente desta repart-
gao. O sea pessoal insufflcieote, e alm disto
mal remunerado.
Jaigo necessaria a sua reforma, e eu vo-la pro-
ponho do mesmo modo p>r que o fez o meu ante-
cesssor no relatorio que vos apresentca o anno
passado.
Uniendo que o coocurso.e o augmeoto de venci-
mentos sao condigoes indispensaveis pra que se
possa obter funccionarios haBilitados especialmen-
te em redaeco Com os actoaes ordenados e o
demasiado trabalho que pesa sobre a secretaria
por cerlo qae nap a procurara' quem liver bablli
tares as quaes em qualquer outro rimo de vida
garantem maiores vantageos.
No intuito de nao aggravar o atrazo do registro '^Ht eslabelecimeato, como lambem fjrnecer a-
do expediente, o meu antecessor contratou com os 8ua aos respectivos empreados ; assim o cun mu-
Primeiro semestre de 1866 a 1867
ENTRADAS
Longo curso.
iNaeicnaes...
UJem........
Grande cabotagem Nacionaes.
Pequea dita.............*......
Navios
9
280
289
139
607
Lotago
2,669
116,270
118,939
40,840
20,812
Uquipag.
119
6,290
SABIDAS
proprietarios do Otario de Pernambuco"a irapres-
sao do mesmo registro, aproveitada para este fim
a pnblicago diaria de expediente.
A copia dos livros amigos, acha-se interrompida
preader ao- que prturbarem a e'elgio, ou com- de seguir para o Para' tocando no Maranhao, o que
' presume sera' no dia 17 do correte, e que mm
dar' reeeber as malas n'aquelle da as 12 horas da
tarde.
N. 531.Dito ao juiz de paz mais votado do pri-
meiro dislricto da freguezia de Agua Prea.Ten-
do deixado de reunir-se a junta de qualificaejo
dessa freguezia na terceira domloga de janciro
prxima lindo, como Vmc. me declara era seu offl-
con-
reunr oo
I dia 24 de margo, vadouro, que para esse fim fica
desigaado.
N. 552.Dito ao juiz de paz mais volado do r.fi-
meiro districto da freguezia "de Cimbres.lateira-
do pelo sea offlcio de 9 do correte, dos motivos
pelos quaes deixou da fuocciooar na terceira do-
miaga de Janeiro ultimo a juoia de qoalificago
dessa Iruguezla, tecommeodo a' Vmc. que, guarda-
do o prazo e mais formalidades da lei,- faga nova-
mente i i-oavocagao' e rena a junta no dia 7 de
abril prximo vindouro, qae para esse fim tica de-
signado.
N. 533.Portarla.O presidente da provincia,
attendeado ao que requereu a proessora publica
de lostroccao primaria da villa de Iguarassu', An-
tonia dos 'ijos da Porciuncula, resolve conceder-
Ihe 2 motes de licenga cora ordenado para u lar
ole sua sale, a coatar do da 9 de Janeiro prox.noo
fiado.
N. 544.Dita.Os Srs. agentes da Corapar.hla
Braaileira de paquetes tnandem transportar para a
corte, por coala do ministe.io da guerra^no pri-
meiro vapor que passar da norte, ao guarda ua-
cional da proviacia do Espirito Saato, Juvenciu
Victorino de Almeida. designado para o servigo da
guerra.
N. 55o.-Dita.O Sr. gerente da Companhia
Peroambucana mande dar transporte por conta do
ministerio da guerra al a provincia da Parahyba,
no vapor que boje segu para o norte, ao temale
de commisso Francisco Gjmes de Oliveira.
N. 534Dito ao snbdelagado da freguezia do
Bom Jardlm.Ghegando agora ao tmu conheci-
mento, que o t-'neme-coronel chefa do estado-maior
da guarda nacional de Pao d'Alho, Luiz de Albu-
querque Maranhao. seguir, com gente armada,
para sua freguezia, afim de perturbar a eleico,
que alli se va* proceder, fago partir; com urgencia, C|0 de 22 daquelle mez, recommendo Ihe que
para sua freguezia, a disptelo do delegad) do voque novamenle a predita juala e faea reuni
termp, e na soa ausencia a disposigo de Vmc'
cem pr.-gas do f batalhao desla capital, commao
dadas pelo cipito Jovino Ephiphanlo da Cunha, e
um piquete de cavallaria sob o mando do capito
Tbomaz Rodrigues Pereira, portador deste offlcio,
afim de que Vmc. possa raaater a ordem publica,
e a seguranga individual,'durante os trabalhos c-
leiloraes, fazeodo prender aos que penubarem a
eleigo, ou cooidieiierera qoalqoer crime ou alten-
lado tendente a alterar a ordem pnbiiea.
. 535.Portarla.O presidente da provincia
conformandJ-se com a propia do Dr. chefe de
polica, n. 1017 de 13 do correte, resolve cooceler
a Felippe Benicio Alves Buerrx a exoneraco que
pedio do cargo de 1" supplente do delegado do
termo d'Agua Preta.
3" secgao.
N. 536.Offlcio -o iosper.ior da thesourarla de
fezenda.Goncedeodo nesu dala a aulorisago que
"Solicitou em offlcio de 14 do corrente o director da
colonia militar de Plmenteiras, para mandar fazer
pequeos concertos de que u-cessitara as casas da
residencia do ajudaale, facultativo e capelio d-
nico a V. S. para seu conhecimento
N. 537.-Dito ao mesmo.loieirado de que V.
S. expoz em seu offlcio de 11 do correte e
sob n. 76, leoho a dlz-r em resposla que declare,
Navios
17
209
.409
2,489
2.185
226
25U
561
Lotago
4,176
67,783
71,959
40,948
20.35
Equipag
"l66
2,782
2,294
por ter sido-empregado em auxiliar os trabalhos onde se impoz a-Manoel Jos de Campos Barbosa a
da secretaria o collabirador encarregado da!C0DUICau de presur eootas da quaain da 200* rs.
mesma. .. I qae a presidencia mandou entregar-lhe sob sua
CON'LUSO .!; fcsponsabilidade para o transporte e nutras des-
Senhores deputados.- Deixo de ahosar por mais! Pe"s na commisso de qua foi elle incumbido no
lempo da vossa benvola aileocao,terminando aqo|Cen""> da provincia, pois tm nao constai e*ia
a iraperfella exposlgao dos negocios da provincia, i clausulaU| ordem expedida pela mesma presiden-
Nos documentos aonexos a este relatorio a nos | cUem,2* de agosto de 18^7
que vos tiverem de ser ministrados encontrareis I N 538.-Dito ao msmo.-Expediodci nesta da-
quaesquer ouros esclareciraeotos de que por ven- **** P ser dissolvida a fors* da guarda na-
cional do municipio doB ej), que por offlcio da o
O rendimento liquido arrecadado pela llandega
desta provincia foi no exercicio de 1865 a 1866 de
7,978,722*444 e no primeiro semestre de 1866 a
1867 de 4,880,749*224. O qoe se tem\jrreeadado
no presente semestre islo de 2 de jaueiro a 22
de i i-irgo ultimo chega a 2,489,718*077.
COLONIA MILITAR DE PIMENTifilRAS
O governo imperial por aviso expedido pela re-
parligo da guerra era 18 de agosto do anno pr-
ximo passado, resolveu extinguir esia colonia, man-
dn que fossem demarcadas as soas tena- e dis-
tribuidas em lotes pelos colonos. Portalia porm
de engenbeiro, que faga esse trabalho, nao teve
anda execugao o sopracitado aviso.
PRESIDIO DE FERNANDO
Tendo o governo imperial exonerado, do com-
mando do presidio de Fernando, por portara e
aviso de 12 de Janeiro nltimo, o tenente coronel de
estado-maior Jos Lucas Soares Raposo da Cmara,
ordenei em offlcio de 29 daquelle mez, amorisado
pelo governo geral que o major da praga, capito
Tiburcio Hilario da Silva Tavares, assumisse inle-
rinuaenle o commando do mesmo presidio.
Do grande numero > sentenciado, qua existiam
uaquelle presidio, e qae se elevava a 1,068,199 ob-
tiveram de S. M. o Imperador perdo das penas,
que campriam. e segoiram para o theatro da
guerra.
ARSENAL DE MAR1NHA
E' inspector o capito de mar-e goerra Hermene-
gildo Antonio Barbosa de Almeida.
As offldnas do arsenal bem qne se nao aebem
montadas como convinha as necessidades aciuaes
cora ludo prestara com promptido os servigos que
Ibes permittem os seas recursos.
15' ndispeasavel qae este estabelecimento tome
as devidas proporgoes e qae as afflcinaa de ma-
chinas e de ferrara tenbam todas as machinas,
qu) fac litera e servigo.
Urna serrarla a vapor' e estofas de vergar ma-
deiras sao exigidas para o rpido andamento e eco-
noma das constrnetes navaes,
O tllrector das offlctas e machinas esta' pres-
tando servigos proprios de toa proflsso em Cor-
rientes, e o da de constrncedea navaes foi ltima-
mente chamado a corte em servigo, e seguio no
vapor Tocantiii.
Havendo difflcaldade ara obier-se com presteza
madeiras de constraecoes nesla provincia conirar
un se coa a casa de Joe Etteves de Araujo A C.
do Rio de Janeiro, a madeira precisa para o fabri-
co da corveta qae esta' no eslaleiro e se acha ajaaai
u la encavernada.
COMPANBIA DE APRENDIZES
O aviso de 29 de abril de 1864, reduzio a 50 o
numero dos aprendizes da companhia de artfices
que era de 80 pelo regulament>.
O numero dos existentes actualmente, de 49,
contando 20 avalsos.
A de aprendizes marinheiros menos procrala
do qae a de artfices, no ten) jamis completado
04eu estado effectivo que de 200 menores. Exis-
tem muitas vagas devidas lambem as continuas
remessas de aprendizes para a corte, depois que
princlpiou a goerra.
No ann > prximo passado alistaram-se 53, e fo-
rara remeitidos para corte 31. Nos 3 mezes do an-
no corrente lem sido alistado 9 e segaido para
a corte 13. O effectivo da companhia de 52
aprendizes: existem 148 vagas.
Trata-se de completar esta companbia, como ama
das loles, onde os nossos navios de guerra ubtem
boas i disciplinadas tripolagoas.
MELHORAMENTO DO PORTO
tora viernes a precisar.
Os grandes e valiosos elementos deprosperidade,
com que a natureza prdigamente dotou esta pro
vincia, se forem encaminhados e protegidos por
leis sabias, que s vise'ffl a publica utilidade, ga-
raatem-lhe certamente nm roturo grandioso e(bri-
Ibante.
Da confecgo de taes leis qae vos commettida,
depende em mxima parte tao lisongejro fuinro :
confio qae em proveito da provincia e para gloria
vossa desempeohareis cabalmente tao honrosa
misso.
Palacio do governo de Pernambuco, la de abril
de 1867
Francisco de Paula bI Silveira Lobo.
Expediente de dia 15 de fevereiro de 1867.
I.* secgio,
N. 521.Offlcio ao general.Sirva-seV. Exc. de
mandar por em liberdade o recraia Bernardioo
de Senoa Cavalcante visto ter provado isengo
legal.
N. 522.Dito ao inesmj.Sirva se V. Exc. de
I mandar por em liberdade o goarda do Ia batalhao
. Os trabalhos que ora se faiem, limiam-se a' con- j de artilharia Maxtmlano Jos Dnarte qae provoa
servago das obras que existem feitas. ser o arrimo s sea vefbo pal. .
Goncerta-se a maralha da ilha de Nogueira, es-1 523.Dito ao inspector do arsenal de mar!
tragada pelas grandes mares e ventanas, aindainba.Mande V. S. fornecer as capitanas do porto
nao se den comego aos reparos do caes ao norte | para o servigo do pharol da barra 25 candieiros e
do arsenal por falta de operarios e serventes. i 21 reverberos proprio para o mesmo pharol.
Urna so das barcas de escavago qae tem conti-! N. 524Dito ao mesmo.Sciente pelo seo r-ffl-
nuado a trabalhar no canal, foi suficiente para'ci de trolera, de ter sido reolhido preso a bor-
conservar-lbe o lando, qae admita as grandes | do do brigue barca Itamarat o goarda nacional"
mares aavios de 18 ps de callado d'agna, e as ; Januario Victorino de Almeida, qne ficoa em trata-
peqaenas, navios de 16 ps. mentnjeafarmarla de marioha como criado com-
Entretanto se a profundidade do canal augmenta t mndalas do brigue Maranhao, offiele ao comman-
dedezembro ultimo mandei destacar na villa da
Ingazeira; assim o commuuico a V. S. para seu
conhecimento.
N. 539.Dito ao mesmo.Transmuto inclusas
para os fios convenientes as contas nai importancia ^^,,,,,3 da provncia,' respoodendo'ao offlcii
de 1:209*567 dos medicamentos forfiecidos a en- ^. s. daUdo deK l3 docorremo, manda deca
ferraaria militar per Augusto Caors, -
Expediente do secretario do governo do dia li) de
fevereire,de 1867.
2'secgo.
N. 556.-Offlcio ao ebefe de polica.S. Exc o
Sr, cooselbeiro presidente da provincia, tendo con-
cedido nesta dala a Felippe Bec-'cio Alves Beztrra
a exoneragc qne pedio do cargo de 1 supplente
do delegado, de policia do termo d'Agua Preta ;
assim o manda communicar a V. S. em resp:sta
ao seu offlcio n. 017 de 13 do corrente.
N 557.Dito ao commandante superior da co-
marca dos Palmares.S. Exc. o Sr. conselb
1 d
a sua largara diminne, tornando ja' dfflcil a um
navio virar sobre as amarras- sem tomar todo o
canal.
Este grande mi o resoltado da grande qaan- cimento.
dante d'aquelle navio para.o reroetter ao Exm. Sr.
ministro da goerra no prlnelro vapor qoe passar
do norte. O qae declaro a V. s. para seu-conbe-
tidade do llxo qoe diariamente se deita no rio, e
que o vai entulhando.
Urge, pois, a adopgu de medidas, qne obstem
N. 515.Dito ao capito do porto.Fica expe-.
dida a conveniente ordem para serem fornecidas
pelo arsenal de marinha os 25 candieiros e 21 re
a coottanago de (o abusiva pratica, a quil iouti- verberos que V. S. sollcitoa em sea offlcio de 14
lisa os esforgos empregados para o melboramento
do porto.
Nos ioteresses da aavegaeo e do melboramento
do porto, e mesmo para abrigar o isibmo de Olinda
de estragos ignaes adsqas soffrea em malo de 1864,
eniendendo o iasjeclor do arsenal de marinha qne
couveiia laosbeWstender o aac>radouro do porto,
at a baha do Brara por mel de nm qaobra-mar,
e oor um proloogaraenlo do Recife at Olinda.
CAPITANA DO PORTO
Esta reparligo coattana a fanecionar redjilar-
mente sob a direegio do capito de fragata Lodga-
ro de Salles Oliveira.
do corrente a que respondo.
V 526.Dito ao commandante do brigde barca
JaaaracRemella VflW. para acorte t disposigo
do Exm. Sr. ministro da guerra no primeiro vapor
qae passar do norte, qoe ficam expedidas as con-
venientes srdeos, o guarda nacional da provincia
do Espirito Santo designado para o servigo da guerra
Jmuario Victorino de Almerda, qne teodo obtido
baixa para a enfermara de marinha na qualidade
de criado do commandante do brigue Maranhao
acha-se actualmente preso a bordo desse brigue
barca.
N. 527.Dito ao directo da colonia militar de
no semestre
decomdo de julho a dezembro do anno prxima
Ando, Indo annexo as me.-mas contas o altesiado
do facultativo encarregado de examinal as_
N. 540Dito ao mesmo =Daclaro a V. S para
sen conbecimento e tos convenientes que acabo
de recommeodar ao inspector da thesourarla pro-
vincial que faga recolber ao cofre dessa reparligo
a quaatia de 4I}5'.D rs., proveaienie da metade
dos vencimentos correspondentes ao mez de de-
zembro do anno.proximo passado do tenente Ma-
noel de Souza Braga; commandante do destaca-
mento dos guardas nacionaes existentes na cidade
do Caruar, visto ter sido aquella quautia cedida
por esse offlcial a favor das despezas com a goer-
ra do Paraguay.
N. 541.Dito ao inspector da thesouraria pro-
vincial.Recommendo a' V. S., qne em vista da
folba, relago de mostra e pret, juntos em-duplica-
ta, e oo haveno inconveniente, mande pagar a
Amonio Jos e Arantes di C, conforme solicitou
o commandante superior da comarca do Bonito em
offlcio de 14 de Janeiro ultimo, os vencimentos cor-
respondentes ao mez de dezembro do anno prxi-
mo passado do teneote Manoel de Souza Braga e
dos guardas nacionaes destacados na cidade de Ca-
raar, com exeepgo smeote da netade dos ven-
cimentos do mencionado tenente, a qaal devera
ser recolbida a' thesouraria de fatenda, visto ter
sido por elle cedida a favor das despezas da goerra
com o Paraguay, segando consta do predito offlcio.
N. 542.Dito ao mesmo.Tando resolvido, de
conformidade com a'informagio de 13 do corrente,
sob n. 78, relevar o ex-arrematante dos reparos
da e.trada de Pie-d'Alho entre o marco 1,300 bra-
gas at a vida daquelle nome Antonio Malaquas
de Macdo Lima de toda a respoosabilidade de taes
reparos, visto nao terem sido elles concluidos logo
dspois de encaropados, como cumpria, assim o de-
claro a' V. S. para sen conhecimento e uns conve-
nientes. C
. 543._Dito ao mesmo.A Francisco de Panla
Mindello, mande V. S. pagar, se nao houver Incon-
veniente, e em vista do pret junto em duplcala, a
qae se refere o oficio do coa mandante superior
da comarca de ftasarsth do 1* do corrate mez,
sob n. 187, os veoeimeatos correspondentes a ja
nsiro prximo lido, dos'gaards nacionaes desta-
cados naqaatla cttede.
N.i4.-4to ao mMmo.^Providteiando V. S.
urar
qae a thesouraria provincial tem ordem para pa-
gar ao sargento Olympio Ferreira da Silva os ven-
cimentos cons antes do pret, qae em duplcala reio
apuexo ao sen citado offleio.
N 558.Dito ao commandante superior de Na-
zar.th.Nesta data.recommendou se a thesouraria
provincial qae pague a Francisco de Paula Mindel-
lo os vencimentos constantes do pret, qae em du-
plcala veio annexo ao oficio de V. S. datado do
1* do crreme, e sob n. 2S7, o qojl fica assim res-
pondido de ordem do Exm. Sr. cooselbeiro presi-
dente da provincia.
N. 559.Dito ao commandante superior da ce-
marca do Bonito.O- Exm. Sr. cooselbeiro presi-
dente da provincia, manda declarar a V. S. qae
transmittio'a thesouraria provincial, para o Qm in-
dicado era seu offlcio de 14 do c.rrentp, os dac-
menlos que vieram aonexos ao citado offlcio que
fica assim respondido.
N. 560.Dito ao tenente-corooel commandante
do batalbo 0. 39 de infamara da guarda nlciooal
do municipio do Cabo.O Exm. Sr. cooselhelro
prosidenle da provincia, respondendo ao offlcio de
V. S. datado de 12 do corrente, a-sob n. 327, raan-
da declarar que acaba de recommeodar a thesou-
raria provincial qae pagne a Jos Leopoldino Fer-
reira a qoantia de 15*190 despendida duranie os
mezes de dezembro e jaueiro ltimos, com o fe roe-
cimento de luz e agua para o quartel do destaca-
mento existente n'essa villa, deixando de faier o
mesmo acerca dos vencimentos do predito destaca-
mento, porque ao citado offlcio nao vieram unne-
xos es respectivos prets.
N. MI.Dito ao miz, de direito de Pi d'Alho.
S. lie. o Sr. consettieiro presidente da provin-
cia, faxeodo reproduzir nesta dala o edital polido a
concurso o offlcio de porteiro dos auditorios dessa
comarca qae aeompanhoa o oficio de V. S ie lo
de novembro ultimo, recommenda qne terminado
o praso legal enve a relago e requerimento dos
pretendemos devidameate informados para tel.'emo
conveniente destino. _,.
N. 562.Dit* ao (alz municipal do termo' A-_
gua Preta O. Exm. Sr. cooselbeiro *>
piovincia, manda declarar a V. S. em r
S'U offlcio de 4 do, crrante, qoe ""*,a
pedio ordem para ser substituido por eolio omu
o alferes commandante do ** ***
^S-Pela secretarla do governo se po-
de que V. S. faz mengo.
Sabr os cem exemplares do Gury, que o semi-
nario pagou por ioteird, e teve de entregar viole
e sete exemplares, de que o Exm. hispo ja' havia
disposto, ple ser o seminario inde'mnisido dessn
quaalia com o producto das obras de Bulsano e de
Scatnm, que para l tenbo enviado.
Agora chegou mais urna pequea remessa de
compendios de Bu/sano, que V. pola maadar
procar&r aqoi, logo que tenba occasi >. Consta-me -
porm que e:ta encommenda nao esta' paga, sendo
que ainda.me ao foi apresentada a cont?. Qaanto
a plata quebrada, que ss achava no cofre desse
semioario, e que o Exm. prelado tomn para man-
dar reformar, como V. S. declara no cilado offlcio,
nada resalvo. Existem aqni algumas obras Je prli-
ta mandadas vir da Europa pelo Exm. prelado fal-
lecido : porem nao pretendo deliberar' causa aigu-
raa a tal respeilo. Em tempe conveoteote exporei
ao Exm. vgario capitular a justa reclaooago que
V. S. faz em favor desse semioario, que da modo
algum deve flear privado do qne Ihe pertence.
Dito ao vigario de Flores..Pelo seu offlcio de 17
do mez prximo passado fleo scieote de baver V.
Rvuia. ciimprtdo o que Ibe foi determinado em offl-
cio de 19 de fevereiro nltimo, Horneando para re-
ger iolerinamente a vigararia de Alagoa de BaiXD
o Bvd. Francisco Tavares Arca Verde, coja nomea-
go approvo.
Cumpre que me parlicipe logo que houver dado
execugao ao mandado que acompanhou o mencio-
nado cilicio.
_ 29 -
Offlcio ao Exm. vice-presidenle da provincia.
Por offlcio de 26 do corrente exige V. Exc. que eu
d o meu p irecer acerca do requerimento, que de-
voivo, do rird. visario encommendado d freguezia
de Santo Aolo, Sebaslio de Andrade Vieira, o
qual pede que seja nuhificada a licenga qne ob'eve
0 Rvd. coadjutor da mesma freguezia, ou seja con-
cedido ao supplicanie outro coadjutor c-mi as van-
tagens da lei, fundando-se em qae aquella licenga
fora obtida 06 e subrepticiamente, porquanlo, ac-
cresceuta o sapplicante, em virtude das leis ca
1 nooicas e civis as congruas que nao sao por be-
< neficios collados, em cojo caso se aeham as de .
t coadjutores, sao absolutamente pro iooore e por-
tanto cessam de perceber-se, logo que cessa o ira-
c balho da coadjutora. '
Cumpre-rae dizer a V. Exc, que roe parece oo
ter cabimento oque pretende o Rvd. supplicanie.
Bastara' lr-se o aviso de 17 de Janeiro de 1851
para se conhecer que a licenga que, o xm. Sr.
presidente hoave por bem conceder ao Rvd. coad-
jutor, havendo precedido informago minha, nao
fra obtida ob e subrepticiamente como to
inconsideradamente declara o Rvd. parocho ; sen-
do qae do mesmo aviso se v que os coadjutores
podem obter liceuga oa dispensa de residencia por
tsmpo limitado e com a respectiva conpoa, oa for-
ma dos jvaras de 13 de Janeiro de 1774 e 11 de
outubrode 1786.
A bncesso de nm novo coadjutor que o Bvd.
sapplicante, talvez por equivoco, requer a V. Bxc,
importara a destiloigo do agraciado, e consegnio-
temenle a nulhflcago da licenga dada pela presi-
dencia. Fra conveniente que o Rvd. sapplicante
tivesse em lembranga qae sendo o ordinario quem
da' o ltalo 00 proviso de coadjutor, elle nica-
mente quem pode destitoi-lo, revogando a provi-
sto ; e eo, Mspellaodo aqoelle acto da presidencia,
e tendo em considerago os bons servigos do agra-
ciado, estou resolvido a nao prover outro sacerdo-
te 11 coadjutora ia qoe se trata.
Se, como iz o jpplicaole, nao pode o agraclaio
obter liceuga cora vencimenlo da congrua, porque
a coadjlona nao beneflcio collado, ento tam-
bera o sapplicante nio poda obter a licenga de
quasi dous mezes, que pedio com_ yenclmento da
congrua, para vir fazer opposigo s fregaezias
vagas; visto como, nao sendo vigario collado, nao
podia perceber, como prcebeu, a congrna, qae
dada pro labore, segundo diz.
Se o sapplicante nao pode prescendir dos servi-
gos do coadjutor pelo tempo da licenga, porque
emende que a freguezia nio pode ser bem admi-
nistrada por ara s sacerdote, devia ter feito essa?
considerageies quando, obtendo a licenga de qae ha
pooco acabou de gozar com vencimento da coa-
gru, deixou toda a regencia da freguezia a cargo
jmenle o coadjutor, de que se trata ; sendo de
mais para notarse que a licenga do sappllcne en~
trou pelo temptfdeqnaresma ; e a liceoca do coao-
fbtor foi obtida depois de paschoa.
Finalmente mea parecer qae 'lcnSa ne
Rvd. coadjutor obteve dessa presidencia comban-
nuencia minha foi bem coneedid,
e nao ba razo
aK,tsis s ^ ,x.
mKsobreoqueseallMav no requerimento
Si, noraloos mofadoreTdessa freguezia, e por.
Sim oesiebadd e remettido a V Rvraa. data ^
d8Dito ao reltof do seminario episcopal de Olinda.
Participo a V. S. qoe pe* despacho de 27 do
eorreote prorogoel por mais tres mezes com ven-
cimento do ordenado a licenga que -oelo Exm. vi-
SariO capitular fot eoeedldo ao Rvd Joaquira
[ando Maciel, late de pbilosopaia racional e mo-
ral desse sa.m< narlo.Comnwoleou-Je a thesoura-
ria de faienda.
30 -
OIBcio ao Exm. Sr. blsp>. dJ Caara'.-Tenho *
M
^daaja
*m


r
ftl.rlo Je ''""Um ^ lea letra & de Malo de
1867.

-=_

bonf da acensar recibido o oato-**tVaes*"*
.22 do .corradle, participando m baver sagrado o*
Saoio Olee para servir.* nesta diocese, e ter
mandado -entregar ao negociante -dese prega, An-
tonio Coalboga Fonsec*,Drtraias qoe. pelo mesmo.
fram apresentados na catbedra].
Agrdego profundamente a V. Eit. Rvma. o 63
cecial favor que se dgnoa prestar a esta diocese,
e apreveilo a oceaslo pera reiterar ospTOleetCs de
coosider'Qa e respeito qae consagro ajpessoa de
Y. Exc. Rvma.
Dito ao negociante do Ceara' Antonio Goerho da
Fpnse'ca.Agrdego a V. S. o servigo que me
presin enaarregando se de prover o qae era ne-
cessario para a sagragao dos Sanios Oleo* pafajs-
u diocese, e espero qae, cem a possivelUrevidWe,
me euviara' o calxSo qae cont os vatos, aUm de
abastecer as matrizes de novo oleo sagrado.
Dito -*v vlgarlodo Penedo.Com oseuofflcioi
de 20 do corrente recebi a carta precatoria que o Firmiano,
Exm. brspp fallecido envin a V. Rvma. para que
a intimase e ibe dsajandamento.
Espero me doctore* quera nevo mandar entro-
gar a importancia da despezl que V. Rvma. fez
com essa precatoria, como eclara no seu citado
offlcio-
Dito ao vlgario de Ilamb Antonio Rufino Seve-
rlano da Onoha.Tendo o sea portador deixado
boje nesta secretaria a petjgo de dispensa de Joo
Alves '"o, Nascimeoto e. Umbeiina Francisca do
Amor D.vino, ja despachada e prompta, agora Ih'a
remttto inclusa, aflm de que V. Rvma. Ibe d
A> A0IVb Correto. *gf. *' T%: ,rag2 X&SO&t t2&2W$ 8^u chefa """muravam at ^^#tt^teM5a**Wf*lffc'frWr pefiflM. Pui om, ta testeronbas oculares do*
O regente. .Z^a V*a o "V9bsbbbbbssbbbb1 5K!*IS*e *Sr- PereHl- ladepeodente na ierra de Santa Grni. Ficto de espaaeemea,* tuftfma tas manas oes-
Otmi ljae-fc*r So. 3*$n ma,(> ?Q proXh*il|H, i 'Kfejr-'0P as plagas 4>ernambacanas, Esft aclo foi solmnfsado com a prestoga da oa- soas qoe acVmp^saa, preses o* iJehYrel Ma-
- wiiTKRW puwaab. 1M>IIbw to* Wlt |*20-/iat,"sm'le ^ai.?flS Mu cabio najndlacrbjao de Bao r re- marrtnualcipal, presidente da provincia, senador crjado e seas dons .Irma* ete-a'.seetelaria de no-
abril de 187.. f? vaccoro, consnmmido^-fatsfta* gav-ftordo, e de nao mandar rotor tetes os do imperto, chefeseempregados.de tedas-as rapar- UCtt, "
'Anselmo Alves .PlaMIaJ PrMdnnnco,,3-na . casado, Santo Antonio 5 megellte. "\"aD*> "}> *l> Tacart, Cabro, e pefou que o Sr. Olinda fosse prjmeiro a palacio to afior fnnccfonaBs para esse a. (rancio arco (po#eo*mfl8 on menos) da ponte da
Francisco Kliaaittaat08,ParMmbta<), ift anuos, Boa-\ isla, e dos que talhwem a ame parWsen (^atadla I); e nao sabeaM afioal se sa visita- Poram enHoflo observadas as ceremonias4o es-' Reikv. no passeio da **m do lado do sal onde
solteiro, Boa-^sTearaara*de afu. \L^J^^S^^!fT^T efl*.qneI,,ll" .2^i 0 que pre?*ea : *erdad9 "e lylZ **> Vandeaos os na5T *b encontr! o Sr.
Jheodoro ioaqrtm Lapes Betdvldes, Parnambuco. em,PaK*m,?5?. P*1L*i. ,? ** era vlsU tole *. OBJi|a Jcoa axuado, e crenoa qoenemjnes- O acto esleve aportante e para isao maMa con- hMfc.r| LoMaUaotMAe>]b08 de sens irmos es-
32 amos, snWnv. fos; *obeakw polmona- -^, doT ^h.a*,el'**in, que no artl- o fRe desamuar a (ehcUa^to reja daWtu- correa o respeite, a aY*m e oraier que teava r,tmmo oaa*emo-nne)Pis soobe cbamar-se
res. *ii*WMoiedeiiTp_oB: A -oamaras tnsaMta cmara municipal. A verdade flpro na grande reonlao. fa ioM ia-Mttva Hara d'Assuropcab Gtr de Ftgn<*redo, Pernarn-; auoictM caro autora*, arracadr du- aIMiintia dos Itauetros voltoa Mojado para oHio E' ama da! puncas tetas 4o povo Its abelas d7^Wtdo 8r-#**aedl.Lopes Machado esta-
boo, W anana, caaada, S. Jos, tbercnlos pnl- ^f*^faceiesta i^fls reodtajro- de JNmo, proteltando vingar<. O obre wr- de magestade e brilha,t,ae temes vitto. 'Vg Sil,So<* sol e vi qne a calca
. -Mtenlas d tewsicfle espiadas no. H te- qnex * Sf1,el; lJ!l 14 cresota : baotos D feto : o Sr. Olinda obegou, vrt, e ve- tanta enlhaslMfflo em 67, dWiam earemwer do -.2?J0S!r M Jfm!tul' mi"l ra'
. rato P**eC- m dJ\f' mindSr d- ovel^am,e caP" R"" d, e, */' rebaixado na lista dos vice-pre- de v.va a* IndepVWbcia do Brasil qae echoaram I a^ ChelS no Sa? d? eoflSo S m?l2
la, poismandar.se qne o fiscal cobre esse Imposto, sidentes, s porque havia governado bem, e a con- dos qoatro ngulos da praca, como um s hornera quaa'10 cheg'
qBeeavf, acontar o-roi^o do -anno wolc-^rafKSlo Je Sr. Domiagns e soas competentes responden a laa imXrnrosa ate ata
pal, para qae seja recolhidoo respectivo cofre, e ^Ihargas.
monaras.
Riu ZeOrtaa Torree Giliado, Pernaarbneo, 26 as-
nos, soltetra, Santo Antonio ; deMntefla.
Maria Joanna da Penha, Pernambuco, 45 annos,
casada, Boa-Vista ; febre typboide.
ernambaco, 8 bmw, P050; co*ol-
Manoel, Pernambucn, Boa-Vistaj espasmo.
Maria, Pernambuco, 1 anno, Santo Antonio i^on-
valsees.
Um prvulo encontrado morto na praia de Santa
Rita; S. Jo:.
_________,__________ /
multe squfiles qae nab quiierem pagar, ou forem Na adminlstracao do Sr. Paranagn aproave ao' te possuldo de amor da patria e da liberdade.
qn:iudo chegtei no
, pessoas cercavam os aagressores
. -..1c_ a'! rem-se elles presos a' ordem do ebefe de polica,
cora o frenes so propno de corasSes legitlmamen-, Eol eu liwem% qoe testemunbara- c espanca-
a dizlam acha-
CA1AR4 \Hj\ICIPaL-00 REC1FE.
SESSAOE XTRADRDINARIA EM 13 DE FEVE-
REIRO DE 1867. ,
Presidencia do Sr. Peretra S9noes.
Presentes os Sis. Gastado do Reg, Dr. Miranda
Santos, Aqnino onseca, Dr. Pitanga, Dr. Villas
Pcom causa os mals
reincideotes nessa infraccao, caso'nTere'c* ser ap
provado o presente parecer, qae se tobmette a con-
siderado desta cmara. *
Pago da cmara municipal do Recife, 13 de fe-
vereiro de 1867.=Dr. Jbaqam Jos de Miranda,
Dr. Silvio Tarquinio Villas-Boas.
O Sr. presidente expondo a cmara que por in-
governo dar outra revira-voiu urna lisia de vice-
presidentes (como se costoma faier na de supplea-
tes de subdelegados) e veio a tona o Sr. Clementi-
no, corno carcter serio e modesto.
Quem disse qoe Isso agradon ao ebefe. da /19a
em PernanbucoT Nao obstante haver o Sr. Dr.
Clemenltno satisfcilo os ligueiros, dando-lhes qoa
commodos physicos defxou de comparecer as ses- si ledos os tugares as listas de snpplentes dejut-
soes anteriores, oque commnnicar em tempe ao zes muoicipaes; nao obstante .baver conservado
prompta execucao como se fax mister.
Dil'ia' commissao da mesa regedora dairmn-.-
dade^eNo.-saSeuliora das Ures do seminar' Boas eDr Seve, faltandaom causa os mals se- !*u,\Dt'd(,id"n ^ h ? ^e pnmi|,al e CUl"' C0D' >f,sis W^M'01 rebaxado, a pedido,
deOtioda.-Acco recibido o ofBeio de 22 do nhores, abrio-se a sessio efojhdae approvada a Ds ""* a J* Ia* moVfi CQtra acz- na lutados vlae-presidewes, para ser exaltado o
corrente, .pelo quel a commiso da mesa regedo-1 ta da antecedente m"f*c "*.? erriraen.. m flue esta edifleada a Sr Abil.o, qae, domo todos sabem, passou sn
ra^a ir mandado de Nossa Senhora das Dores | Leu-se oseguiote : ^^f&f^a^^'V^' ,tind s! .; f ,J^f Tphel:fiDais c/rert0S da l,9a
erecta no seimnarij episcopal ^ Olinda me par expediente. fe, *J,'Bi">.oM,' do Juo mtrnieipal da IV progressi.ta-de Pernambuco. Pode ser qoe S.
ticipa haver ai sido eleito juix da me. dade on corrente auno, e tenhoa satisfacao de de- do corrfDte, resbondendo ao da earaara de 30 de Perora no,cofre jnnniclpal o que fra obstado remos,
clarar mesmo eomenssao, para que o faca coos- janero prximo flodr, sOb n. 6, tem a airet que ap-' fmfc,^"K^f f **; btdo do mf15m,
tar di.-tiDcu Jrmaudade que aceito aom agfado o pro?a a arreroatacao dolado do norte da estrada J
logar para que fui eleo.
MW<'fK>l^
PEKNftMBUCO
REVISTA DIAHIA-
A falta de numer, deixou boalem de funecionar
a assembla provincial.
Aiada hmiera nao pdle reunir-?e numero
snflicie.'ite da seohores jaixes de faci, aQm de ser
berta a 2* sessio indiciara* do jury desta ca-
piUl..
A aula de instrnecao primaria regida pelo
profesaor Jos Vuleutlra Ferreira Baos acha-se
aberla.
Un; oeeailie mui aao^iom se apprescLta ao
Sr. Dr. delegado de pqiicia ueste termo para nella
S. S. pat-r.leiar qoanto solicito pelo bem estar
pablir i.
Ei-la :
Deuois do celebrrimo jI 26>4e abril teem sido
atacados, as ras <: jsla orejad.-*, diversos mi eos
acadunicos e oulros que portees sao lomadiil. O
pretesto habitual paraa abordagetn o pedido de
logo para ii charolo, e depois de feilo o recobheci-
meatn pela individoo snspeito, que o pede, sai-se
este tranqmam'nU a, ser que lera ella por ella
em qu.ilijuer certame que busque com o fu-
mante.
Dse ibnr qaaes os aatores dessas farcas too
-intfressuntrs e, cromo lo pelo meoot, assumpto
para ora brilkarctnr da polica, e materia para
serlas occopa<5e**) Sr. Dr. delegaik1.
Chananos mui ,-eria e instan'.'mcnte'a altenco
de S. S. de t.ida a polica para esses faclos qne
diariara-nte se repr idur.era. Por nos rwsmos po-
demos affirma-lc, pojs que nao fomos dos ltimos
sern'ios incoramodads pelo tal e/assej-dd-me
e fogo-.
Bsan actos ja nao sao praticad s anuamente
sob o \ da nom>, nao; elle; sai praticados, i
Inz merWiaoa *3 toque da- don badaladas que
iedieain a divteo do da civil em uas partes
iguaes.
Todo o cuidado que liver a polica com taes
individuos peone.
Pela nnssa parle temos feto o acaso de cumpr.- qne a poiieta faca o seu.
C'mmuuicam-nos o seguinte :
A wplcsa chiiva jejecebio hontem, inundou
1 rtameate a ^anWPiref, rulo que esti io-
iraaita !. 'l'i enentoaj p?i. que se deve.j tomar
providenc'asmo OntidcT de se dar fcil esgoto as
agaas, que ameacam mvadir a? casas que cam
mai< ao nivel '..ijuerh roa. E' verdade 'u- jl se
constfulo all um canno de e;goto para as aguas
pluvias, seja porque eeleja latapfdo, ou por
que anda se nao presie ao esgeto das asuas pela
faK.i do calcament-j; acert qas-os morad res
da.|i-iu ra eslo ameacidos de iminente perigo,
senao apparecer altrama provi leccia, de quea
competir, em lempo: accreseendo ue as ra? e
sapos, al.n de barrara constante com que nos
atordoam, invadem as casas a nonte, aos ceat:s;
0 qoe au deixa de ser desagradavel.
A Vmcs., senhores redactores da Revista
Diaria, que lao zelosos sao em pugnar psio publi-
co bem estar, pedimos a iosercao destas linha-,
ajadanio-n 9 a pedir promplo remedio em tal
coDjonciura, e desde ja Ibe anticipamos uessa
gratida:. Os mcvinmodados.
0"Sr. commandan,le da fortaleza doBmro,
pede ni"s declaremos1 qno elle igoorava os abusos
praticados pelos guardas nacionaes, rio destaca-
mento .illi estacionados, mas que a vista da noticia
qae publicamos vai dar as providencias a seu
- >alcacce para que nao se reproduzaro abusos seme-
"ibantt-s. Louvamos o procedimentodoSr.com-
mandante.
Ssria conveniente qae se- procurasse dar
escom.oto as aguas de dons lagos em miniatura,
qae as chnvas formaran) aos lados da estrada em-
pedrada que comtrnica a ra das Cinco-Pontas
com a estacao da va frrea do sal. Cremos qae
nao ha .otencio de fazer-se delles viveiros para os
peixi-d algurn compaohia de "piscicultura, e
por Use reclamamos essa medida, em beu-.icio dos
moraderes daquelles lugares, que despensam qs
males que elles Ibes podem causar.
HEPARTigAO b.\ polica__Extracto das partes
dos das 2 de maio de 1867.
Form recolbidos a casa de detenco no da 1"
do corrente : .
A' ordem do subdelegado da Boa-Visia, Manuel,
escravo da viuva de Manoel Goncatves de Silva,
por fogl lo. O chefe da 2 seccao.J. G. de Mos-
quita.
Pa-sageiros do patacho portuimez Afana da
Gloria, entrado de LWnoa : Luiz Machado Leal e
Fraociso Feroaodes Molla.
Pas^agelros do vapor americano Memmarck,
sabido para o Para > Grane Barrett sna snbora e
1 nrh-, H. Vacbam, Me. Bauman. Atkint, W.
Bell, S Im M. Imalol, Rotort Gockeryille, Me. Miid,
Roben Brtnr, Me. Klttrlfigbam.
Pa.sagelros So bate nacional Santa Cruz,
sabido i,ara o ^racty : ftavmundo-Francisco
Carneir.; Monteiro, Frt**cp Pructobw Das,
Francisco de Ollver CIBrsi, S 1 ascravo a e-
tregar.
Movimento do Hospicio de alienados na Mi-
sericordia de Olinda, do i* ao ultimo de abril
de 1867:
KxNarn 22 bomens e Si mulberes, eotraram 3
bomeus e 1 raulher, morreram 2 molheres, exietem
25 horneas e Si oulheres.Total 76.
Existem 8 empregados neste estabelecimeate, 6
homens e 2 molheres, sendo medico 1, capello 1,
poneiro e sachrisio 1, eaTermeiro 1 barbelro
1, enfermeira e coainbelra 1. Tem i mulberes
iropregadas no servico do eatabeleoimepio.
Foi vieitado o mesmo estabelecimeate pelo res-
uectiv medico nos djae J, &, jq, u, 14 i jj
< 6,as ii oras, II, 11^ e 12 damaoba a I, IM
2 da tarde. .
Obseryaoac.
Falle-eu o eefermeiro deste estabetacimealo e
-st oBtro em seo logar.
mordomo de mesa,
A. J. Gomu do Crrete.
O agete^
Luis do Rtgo Bqrm.
Movimento do Jieepal de Noeea Senhora
la Coaceicao dos Lafaros, do 1. a 80 de abril
le 18*7:
Existiam 1S horneas e \\ raolheree, entrn 1
Mas u que est patente e bem averiguado :
que nem a reciidao do.Sr. Perettl, nem a hooesli-
de que trata o citado cffleio da raesma cmara.-! m,eu, da caBa'- para qoe o lome em considera-1 dade e sisudei do Sr. Clemenilno servirn ao es-
Que se flzesse o termo de contrato | gao, e resol va o que entender mais conveniente,! pirllo reactor, eminentemente parcial, e escanda-
Outro do iuiz de paz primeiro votado da fregue-J Para quepuohaem dlsea;s". E por que toda a losameute inmoral dos reverendlssimos senhores
xia de S. Fre Pedro GodCarves participando qoV cmara tliv.sse Ja seiente o posto, por ter fi-
me5. i do judicialmente intimada eslaodo reumda-em ses-
tendo-se co cluido os trabalhos eleitoraes da _
ma reguezia, foi determinado pela mqsa pa-cchial 9aoAeudo une cada um de sens raembros tambera
odia 14 do cormnte, para a celebraao do Te- o foraru nejihuma delibaracao tomou a respeit",
Deara na igreja matriz, conforme determina a le. I i\ojniis quanto nao existe verba na lei do or-
-Intelrada por j se haver dado as ordens ao pro-; carnelo para ser paga semelnanie importancia,
curador Despacnaram se as peticojs d.- Antonio Joaquim
Outro"do jaiz de paz primeiro votado do prime!-1 do ?"" deOliveira, Auldn.o Cortes Marinbo, An-
ro districto da freguezia da Boa-Vista, dizendo ser toBl trancisea da Conceicao,
.nsufflciente o numero de folhas io l.vro era irn-! 2heiro> *n? de B;ro* c."a Guilherme
co para serem lavradas as actas da'eleielo que se; Pcoe, Gailherme Augusto de Athayde, Joaouim
est procedendo na mesraa fregoezia, roga re com da >ilTtego, Joaquira Francisco de Paula Este,
a maior urgencia seja fornecido um outro livro w Clemente, Jos Antonio Fernandes Pradiqna,
competentemente numerado, rubricado com os!' Goo?alves Torresioaquim Jos Bello, Joaqun
termos de ahertnra e eocerramento.-Inteirada por I Antonio Uroeiro. Jo Theoduro bnibes, iaqQffc
se ter i fornecido. Antonio da Silva, Joaquim Manoel Ferreira de
Outro do jaiz de paz segundo votado da frejoezia Souza Luir Pereira Raposo Lzaro Pereira do Ro
de Santo Antonio e presidente da janta de quallfl-: "r,1AM,*lonil A010"0,.08 $" Rg*. Manoel Fi-
cagao da difa (rogaeV, dirigido ao secretario, di- ^eir^ zendo ler sido interrompido a processo da raesma ?=, Romao do Rogo Barros ; e levantou-se a ses-
p.-.ra ter Tugar a eleicao de eleitores no da 3 doisao; _L... '*" .
corrente, em rezao de nao ser pessivel o escivao1 Eu brancisco Lanuto da Bja-viagem, secretarlo
do juizo ron:conar em ambos es processo?. resol-' asaq^crovi. Perelra -mSiS, pro-presrdente.-
ven addiar* continuag-^ da dita qualificsgao para *",cs-rrDJ; ViHas-boas.-Rego.-Dr. Seve.-Fon
o din 11 do corrente, e disto fez pessoalmtcie scien-! ,^ci- Ur- Miranda.

da legra. O gabinete tem se esmerado em provar,
que s espoletas caprichosos podem sallsfazer as
soas vistas, jjno recaa no seo proposito de levar
Pernambuco ib maior grao de aviftamento.
Eia, pois, brasileiros I lempo de unirmo-nos
para trabalhar-ntos na salvaco do paiz. Ddpois
qae os liberaes histricos 'abanftonmm as ideas
exageradas, que ameagavam os dogmas da consti-
ala Francisca da Conceigo, Bernardo Alves Pr-Uuigao poltica-do imperio, nofeou legtimamente
restando entre elles e os conservadores ponto al-
gn de antagonismo, que os torne impossiveis uns
aos ontros: todos queremos a ordem e a liberda-
.de; todos queremos a pratica sincera ejeal da
couslituigao; todos s repetlimos o despotismo,
quer seja desenvolvido por u,ma pesso phystca,
qaer por ama pes.'da moral.
Quoolo aos teelos praticos de desenvolver o ver-
dadeiro {wnsarento constitucional, a diseusso
pautada e sincera, ou no parlamento ou na im-
prensa, nos guiar ao eeguro porto de salvago :
quem mais razo tiver sera o vencedor. O que
conven) : que nao renca a mentira, a ganancia,
a impostura, o j#rsonff(isr?io, a barriga.
te ao guarda raanicipal, mandado para servir as
ordens da Junta, qne, comparecesse, mas fol-lhe
( com sorpreza sua) respondido pelo mesmo'que li-
uha sido pela illustnssim cmara mandado servir
as ordens do subdelegado da freguezta de S. Jos!
Nao podendo acreditar em semelhaale eousa, roga
que sirva-se levar ao couhi cimento da mesma c-
mara para dar as previdencias.Rosoveu-se man
dar que o secretario respoodesse que, tendo sido o Ttulos depositados,
guarda nomeado para servir durante a junta de Letras depositadas.
.VIVO BANCO DE PEIINAMBUCO.
Balanceto do Novo Baaco de Peroamhnce, em 30
de abril de 1867.
ACTIVO.^
Apolices.da divida putlica........ 870:8005000
Estradatle ferro da Bahia.......
qualilicag?o, e tendo esta-suspendido o? seus traba
Iho?, voltoa o mesmo gaarda^o sea servico prai-
Lelras caucionadas
Letras descouladas c. .
Letras protestadas ,
Banco da Bahia N/G......,......
Francisco de Figueiredo & C, do
Rio de Janeiro................
Alugue de casa.....-.
PornetirUenlo .- .
Juros.............................
Despezas geraes. *. '. .
09IX3 ........
nano.
Outro do secretario da rasa e'niloral da frego
zia dos Afogados, rerpettendo o livro das actas da
el6i(5o, qne se procedeu naquella fregueia no d'a
3 do rorrete.Ao archivo.
Outro do engeallBirc" cordeador, dlzendo ern r,-n
sequencia do qaelne foi ordenab era offlci-i *e 23
do ntez passadoj qae a cordearao que deu a D. Isa--
bel da S. M. Save e Francisco de Miranda Leal Se-
ve, para edtflcagao que pretenda fazer era seu ter-
reno na roa do Brtim, bairro do Reclf, foi pelo
moro do arsenal de rairlnhs, por asslm estar mar-
cado na planta da cidade, approvida pela- cmara
e pelo governo da provincia Posto em discuso,! Capital....
Psolto-se em vista do yjerequ'ereram osprop-le-jEmi-sao ...
tarics, que o procarador se entendesse com ces, t Lenas por
aflm de sabir o menor pre^o que queriam pela par-| juros .............?............
te de sea terreno, ncessariopira-alargameoto da r.ontas correntcs com juros .- .
ra do Brnm, e do re.'ijlfdo commuoicasse para CnnUs correles simples.........'.
se tratar da desapropnacao amigavel on judicial- j Fundo de reserva. .'....
mente. Ttulos em cauoao '.....
Outro do mesmo, remetiendo o oreamenta do Knowles'iS Foster, (e Londres.
muro que' deve cercar o terreno preciso para o ce-; Banco da Bahia S/C .' .
miterio da fregoezia da Vare?, rja importancia de j Massas fallidas cargo do Banco.
3:1005000.Que se offleiasse ao Exm. presidente Dividendos.......
da provincia pedindo autorisago para fazer a! Premios de saques e reraessas...
131:0745706
-47:6465318
8:21o5700
2:oD05000
1,136:95 5W
243:1775031
16:0235120
1255642
4955^20
0:0005000
247533'
2:0605516
37o:20R59''0
Reis.... 2,839:6335100
FASSIVO.
dinhero recebido a
obra.
Outro do mesmo, ennmanicando ler-!ne sido
apresentada o requerimento, que devolve, para dar
cerdeagao ao mnro que Jja."tuim Rodrigues Duar-:
te, pretende fazer em seu sitio roa do Principe, j
freguezia 1a Boa-Vista, e que declareu ao peticio-!
nario qoe por agora nao poda ter losar o que elle |
pretenda, visto como por este logar est projectada
ama ra na planta em vigor, a qaal vai ter ao ee-
miteno publico, estabelecimento que parece nao es-
tar bem collocado na raesma planta, e coja posigao
vai ser verificada. Dessa operaclo depende a di
recgo da raa em ouesto, e conseguinteraente. o
alinhamento domoBaeo peticionario qir cons-
truir. mas como nle^fcha ficado satisfeitocom essa
declarego e lioha vollado a fallar sobre o mesmo
objecto, devolve o requeriraenlo, expondo as ra-
r5-s, por que nao Ibe era possivel saii.-fazer o des-
pacho exarado.Posto em discosso, deliberou-se
mandar offlciar-ao eogenh^iro, que, em vista do
seu parecer, fosse com urgencia verificar a posiflo 1
do cemiterio, e indicar qaal deva sr, aflm de que!
possa ser decidida a pretencao do peticionario.
Outro do mesm"j informando sobre o requer-
ment que devol*ej no qaal Joaquit-i Antonio Car-1
neiro, pede para que ibe seja concedido reparar a
casa terrea de sua propriedade, sita a raa dos Cu-
piares n. 12, fregoezia de S. Jos, sendo os reparos
que o mesmo qaer fazer demolir um oitao e levan
ta-lo de novo etc. ; diz que a casa fka na esquina
da roa, fazendo conseguintemeate tambera frente
para outra roa, na qaal se acha o oitao que preten-
de rediear, olto qae est todo ddesaprumado. A
casa nao tem as dimensoes mercadas ns poagar i^-Mandou-se cordear.
Foi approvado o seguiu'.e parecer da commissic
de saade, em vista delle, manddu-se recommeniftr
ao fiscal do Recife que a seu-arbitrio nao pode au
torisar a ninsnem abrir estabelecimentos sem
renga da cmara.
Descunto?....
2,000:000500a
38:2.05000
40:l30c0U0
398r9l;5029
105:3163414
109:7635419
55:8625016
15270
40:5215300
. 8:2685667
il:lo?50S0
6M0O0
51:3785433
Ris. 2,859:6355100
Estado da caixa.
Em uoro amoedado..... 6:35G^SiiO
Em nolis do Ihesouro de 105000 24:1605000
Em ditas menores..... 16:2455000
m dilas da caixa ilial do.Ban-
co do Brasil....... 328:0705000
Eij pmta e cobre. s 3775q80
Res. 373:2085940
l.eaonslrarao da eiuissn.
99 notas do valor de 2005000 19:8005000
143 1005000 14:3001000
82 505000 4:1005000
S. E. e O. .
Ris 38:2005000
O guarda livros
Francisco Joaaium Pereira Pinto.
Partido conservador.
A NOVA OLYGARCHU.
Que procaron-se levantar urna olygarchia fatal
para destruir a pbantastica, cunlra a qual ioces-
santemenle ciamavam os rapazes ambiciosos, nao
resta a meaor duvlda; e qae em Pernambuco de-
vra ella ler raizes mals profundas para poder do-
minar no norte do imperm.os factos o provam de
h-'Tima maaeira espantosa. Fallemos de Peroam-
buco.
aiilin 1 puiii-ia mauaou espiagaruear o povo, que se ac
ana i liberdade aue i r?unido ,a'M Imperador, om alferes de
?ms conVulauram a' qi,e de^e m Palenle "n,eo do Sr"'
,r^wiU,M:-ph^, apprxiraandc-se do Sf! Joao do
TtlANSCRIPQA'O.
Pernambocanos o que se diz em Ml-
Vejam os
as:
OURO PRETO, 13 DE ABRIL 0E 1867.
O ministerio de 3 d abril esta' em crise.
O brii.hawte triumpho d sens procnsules.
As uiao-ies sommas de dmiieiros dispendidas
com os amigos;
Asjnil a trezenlas e seis fragas concedidas de
28 deuovembro do anno passado at esta data;
Os poslQs iannmeros da guarda nacional confe-
ridos ;
A creagao de novos empregos e a deslituigao
dos desaffectos^jaTa abrir lugar "aos passados ;
A corrurcao ostentosa e a venadde cynica do
crime que nao teme o" pudor pnbbco ;
A foroa bruta de orna dictadura sem exemplo
em um paiz constitucional;
Etn ve?, de dar vida e vigor ao ministerio, tem
co.isnini'i i seus dias.
A hora de sea medonh? passamento se avisinba.
Como o implo, qoe nao se pode resignar a' mon-
te, porque a raorte a expiago ; o ministerio
quer viver absurdameota rbsibtinoo a*s leis ira-l
mntaveis da existencia.
Hoaiem elle se apeoava cebarde e insidiosa
meaie a' guerra santa, que o Imperio move ao Pa-
ragaay, pw,a prolongar seas dia
H 'je, porque aqoella idea se gastn, no abus^i
de violencias eslrondosas no pleito- eieitorl, olla
se apega a' intriga miserave!, que u5o respeila a
propria corda.
Viver mai algnns 'das, com o descalabrlo
paiz intiro ; gar mais'algnmas horas do poder,
o>m a perfidia de ama intriga, qne descosta a am
principa respeltatfo de toda a ftago; respirar
mais alguns minutos a atmosphera delirante das
grandezas, com qdebra da dignidade e dos princl
pios que regem a vid d?s ministerio?, nos gover
nos representativos; d sea insaclavel e nico de
sejo.
'Qae Ihe importa a sofle. miseranda do paiz ?
A sua poltica ainla nao esla' montada. E pre
ciso moldora-la.
A obra infernal da reaegao, da eorrupcSo, da
venalidade e do arbitrio, -anda nao receberaoj o
soprn que da' a vida.
Gomo Satn, qoerendo fazer nm hornera a' sua
imagera, para imitar a Deas, o ralblsterlo se ex-
torce em Qma agonia medonba, sem poder dar-lhe
a chamma divina.
Sua obra, o partido progressista, talbado, cor-
tado e burilado pela mi da fnveja, da soberba, da
locara, da galla, da pregles, da avareza e da
ira, esta* fra como o marmore, e horrenda como a
estatua do'anjo decabido,
> Gomo as figuras de barro qae os selvagens ado-
rara, assim tambera o partido progressista tem os
seus crentes.
Hoje sao objecto de riso os doloslos selvagns
do Mxico.
Amanha o escarneo publto zombara' do par-
tido, que s respeitOn as les da barriga.
8o, porra, perdidos os ltimos esforgos do mi-
nisterio. Sene das e os de sen partido esto con-
tados.
tile tem contra si:
A opinlio publica,
O consefho de estado, .
A cmara vitalicia.
A sna perilaacia em qaerer governar nltrapas-
sando tedos os limites constitucionaes, val pondo o
paiz em perigo.
Sem a forc moral precisa para enviar novos re
Jorges para os campes do Paraguay, por virtud?
de sua poltica vertiginosa, o ministerio querendo
salvar as sete pastas, assigoa decretes -obre de-
cretos, cada qual mais absurdo.
Os metas mals apropriados sio deeprezados pelo
Acommisso de saade pnbltca, a quem foi pre- i a >va seita escolheu para presidente o Sr. Sil- oltimo recurso de om paiz completamente per
snle o requerimento de^Joao Garlos Frederico veira de Soaza, que leudo sido acollado e atmen- a,li0-
Klangevald. de parecer qae se Ihe conceda a II- taao em Pernambuco pelo partido conservador, foi I Contra a lettra da constitulgo, a guarda nacio-
cenga requera, nao obstante nao ser a ra a das; a primera vbora que ihe cravou os denles por'Da' ^ completamemle ctiamada a servido de faarra
- sedrque o imperio esteja invadido
indicadas as posturas municipaes, altendendo a
qorao s identidade de casos se ter derido da
mesma maneira^somo qne a casa n. 42, tem'a pre-' Nao quizeram elles tomar sobre sens propnos
cisa commodMave. A commissio, purffi, e^tranba hombros a tarefa de escalav/ar amigos, prenles e
que encontrasse j estabeleclda no a. 4t da roa do proteciores; encarregaram da urra a umforas-
Bram a ferrara de que trata o requerimento -junto teiro, qne dejara dia para Outro podia mudar de
antes qne esta cmara tivasse dado a competente Ii-' *"
ceno*, a qne isto se passe com eonseotimento do
n=cal, segando declaren o proprio dono do estabe-
lecimento.
Pago da caejai mnbieaaal, 13 a fevereiro de
1867.-Lr. Prxedes Gonfesde Sania Pitanga.Dr.
Silvio Tajuiao.-Villa-Boas.
domicilio. O Sr. Silvetm de Souza executlh a
reagao atntenlo, e aplainou as maiores diffienj-
dades para a ascengo do Sr. Domingos.
O Sr. Domingos sabio ao capitolio pela soadas
fe i las pelo seo antecessor, de saadosa memoria:
mas nao obstaste acbar tnde ja' descabellado, ala-
da elle fez o que pode, de roaos dadas com o seu
A commisso encarregada dos negocios do ma- escudeiro a Sr. Araoje Barros, a menina de seos
tadouro apresenleu tambm o seguinte parecer quefolbos e e seu pensamento 11 O ministerio, porm,
foi approvado, e mandoo-se no sentido do -mesmo I nao pode mais tolerar a gravtdade do Sr. Domln-
oaanm, evadto.ee 1 tMttaer, eitamm 43 homeos e
Omafierea^haBkM.
Existem emnregadoe ao aatabalaaimanto i, a ea-
i.-r : eapaMp l.naedien i, regenta 1, dita 1, bar-
ira 1, mheiro 1, serveates'-S.
Foram vlsiudas at enferroariai peto medica 4o
labetocimento Sr. Dr. Ignacio Jlnaft Jtavlar.
' dias segufntes : f, 3, 5,10, 14% 14, H, e ao
"Pedimeeto deste no da 23 pelo 8r. Dr. Seve, e
JV P* medico do etabeleeimenlo.
O mordomo de mesa,
parecer, otBciar^p Sacal da fregnaxia de Munbeca
para tratar da arreeadaeio do impasto de 300 rs.,
por cabega de gado, morto para o consouimo da
mesma fregoezia.
A commiseao do matadonro publico desta cidade
aceroa do offlcio do fiseal da freguezia de Mnribeea,
datado de II de deaembro do amo prximo passa-
do, em qae participa qoe os marchantes daquella
fregnetia a pretexto de nio baver na mesma ma-
tadonro publico, e ser retirada desta cidade, ne-
taavee ao pagamento de 600 re., por eabM de ga-
do, que aHi se consomm, de parecer qDs roes-
aaea nao eslo excluidos dessa contribnieio, por, deaeial qoando
tinto, a precederem estas razdes, segnir-sabia,
Tqae aquella locadade deverU estar ora da aegao
mnnicipal, entretanto pele eootrario, est sugeita a
mesma especial am vista do ututo 4.a das postoras
je 30 de jouba 4a 1849, que ao artiga 1. assim se
xpressa.. < Ningnem. podera
gos; e en om de sena awmeotos de hypocrisia,
quando via ludo em temando na provincia, faz
do Sr. Perelli vice pretidente para esperar pe-
la Cbegada do novo presidente Caetello Branco, de
caja nomeago nao gostra o Sr. ljnda; porqne
sabia, que esse cavaibelro io cantarla peta sol-
pba, qoe S. Bxc. Ibe poria di ante dos olbaa. liga, n
O Sr. Olinda nao pode aqu dissiaaoiar o deapei- j tas de senado ao oont
maodado do Sr. OlindapSes brrelo, on PaeaJ P" ba>*'hdes,
Brreloolinda. | por torgas estrangeiraa.
No delirio de coneervar-se no poder.-mdos os
melo's, sejam elles quaes forero, ainda mesrbo que
^ I ment, entend qne o devia acomprnhar at a* se-
Nao s oflende impunemente o lefto que dorrae fcretlrU de ^j. 0 qae effeC|ivamente flz com a
E como se pode traduztra explosao com qo#sau roQUida0 de gente qoo accorrera aquella lagar do
davam a librdade-esses centenares de bomens.
Oh I a Idea do monumento nao om facto sim
pies nesla poca para o profundo pensador.
E' aBtes om protesto vivo coatra as cWgas, qne
diariamente nm foverno estlido abre no como sa-
grado e Inviolavel do pacto que nos rege, e qoe,
sem questo, das lels fandarentaes das socieda-
des Clvilisadas do mundo, a mals liberal o garanti-
dor dos direltos do povo;
' um aviso prudente, que aceito era tempo, po
de servir para conjurar males Incalcalaveis, que
esto imminenles;
E' a prova de que nao est apagada no corago
mineiro, quie> do Brasil o juramento que prestou
o povo de ser leal forma de governo coihida,e-sob a qual rnenle qaer ser feliz : *
E' tainbem a maoifestagao da desconflaog que
se apodera de todos, de qoe os dominadores ;l a
poca-arrastam cobardemente o paiz a um preci
picio, corrompendo, desmoralisando, estragando e
aniquilando as nicas bases da felicidade de um po-
vo qoe sio os principios do justo eilo honesto.
Ese assim poique nao se lea broa at agora
o povo dessa divida sagrada ? Porque neo tratou
de immortalisar esses 19 ou zU mfeliees, que em
nome da liberdad-, sublram ao cadafalso ou perde-
rn) a vida as masmorras e no exilio t
Foi porque tlnba certeza de
ella presa,a liberdade queseas
a iroco de tantos soffrimentps, a cusa e.saogue,
eslava garantida, com o justo respeito que' uns e
outros inbTrtavam a le fundamental, e que ella
se encarna ;'
Foi porque mesmo nos mais phreneticos delirios
dos partidos "que se debatiam. enxergava o bHIho
da urna luz pura'e vivificadora que Ihe diiia: N)
temis pelo paiz, perqu no raeio desta luta res-
plende Deus, patria o liberdade, ambora procura-
dos e servidos por raeios diversos.
Eram, sim, ruins os odios qoe os partidos no
triara, mas nao assustavam, porque Sitios esses
partidos da consiliuigao nao podiam atteiitar con-
tra ella.
O-respeilo a seus dltames era a divisa de ambos.
Eotao dormlara em paz as cinzas tfbs morto,
pporque dlspulava o pivo as pregas publicas, nos
tribunaes, no parlameato, na liprensa com a m-
xima liberdade; tnmavam justa9 erigorosas contas
aos depositan* da lai o a opinio publica, esse
trihunal temivel, era ioexoravel :
Eolo os ministros respoodiam por seus actos e
a pessoa sagrada e inviolavel s appareeia fazendo
o bem e sustentando o equilibrio social.
Na.TiaVla pois rju temer, e dormiam pa o
rflortos. ,
Trosam-se as scenas ; uraa louca, par nao di-
zer criminosa pecteng, apparece; qh se har-
roonisat principios que se oppunham, esvairando-
se os depositarios que os tinham, e ganhou-s?- a
corrupgo-das consci-ncias ; pretendia-se fazer um
co de urna trra de pensadores, ecreou-se urg ia-
fernn de descrenga ; pen homognea trabalhando de accordo par'a ura m s
mo flm, para o bem de todos, e abrio-se as portas
do abysrao da ruins paixpe?, oas aras do indi-
vidualismo ateou-se o W do inwresse de cada
urna : fle corropgo em corrupgfio destllou-se no
eorago da patria o veneno lento qoe ora Ihe ap
plica era altas doses um governo-que quor durar a
custa da gangrena g-ral, a custi da patria, e que
mais qne sea9 antecessores mercadeja oa praga
publica cora a houra da naga>, com a f da eoroa,
e cora o pudor e legtimos interesses do povo.
As aras e-colladas de bayonetas dcsigoan* os
servos, e com escarnej nos labios bradaju os 6>'l-
11?, que o povo escolheu seus representante?.
O juiz, a polica accorrenla o innocente, langa-o
na mazmorra e grium os corruptos qa-< so distn-
buejusliga.
Despejam-se rios de onro as algibeiras venaes,
e snstenta-se que os dinheiros pblicos nuoca fo-
ram tieconoiPis-.d'S I
delicio. Defronte da reiago anda o Sr. Lopes
Macbado qaiz dar bordoada era- nm acadmico, e
foi eu quem o segurou pelo braoo e Ibe. disse que
nao dsse em urna cnanga.
Desde a ponte at a' secretaria de polica, indo
eu hombro a bombrMiem o Sr. Lopes Macbado,
nao vi o Sr. baro de Villa Bella, e nem este se-
nhor, se amigo da verdade e presa a sua repnta-
go. podera afirmar qoe (ivosse acompanhado o
Sr. Lopes Machado. S. & appareeo foi na porta
da secretaria.
Esla a verdade, e debalde seproenrara' escure-
I ce-la. O Sr. bacharel Machado e seos dous ir-
I mos, am dos quaes per leu a grvala e o ouiro o
j cbapo na lucia, foram presos em flagrante delicio.
i a nem creio-qne fosse.preciso qoe* algnem articu-
latse a voz de prisSo, qoando eflectivamente foram
lualerialiii- ule couduzidos presos desda o logar do
I delicio aLa' pr senga da auloridade eriminal.
A parte*nue tmiei na'priso do Sr. bacharel Lo-
i pes Machado, d>. vida indignarlo }tie me catisoa
! o seu brutal procedimento contra om .moco fraco
; e inerme, foi activa e tQVaz, porque, evitei que elle
j se evaJisse no meto da mOUtoSo. Gar me la isto
jcustando; pirque a nonte, quando o Sr. chefe de
polica maodou espiagardear o povo, qae se achava
~tt poli-
Lopes
Reg
cora as eofados, maodou que estes o malassero,
e*s depois de reclaraago do Sr. Reg Ihe declaren
tjoe se tierra engaado sappondo qoe era e'b.
O Sr. Reg fe:-me o f vor de me avisar logo do
occorndo para me precaver, e de feto pode evitar
de ser assassinado.
Reio aqui esla ultima oecorrencia como am
I prot-'rito. io tenho iniajigos e nem indisposigao
com pessoa.alguma. Se pois me succeder alguma
dpjgrag3,ape7ar das precugoes que tenho tomado,
nao posso deixar de a attribnir a' realisagao dos
ieteaios do tal Itoras de poiicu, oa de quera o fez
lastruroento de sua cobarde vincanga.
O Sr. bacbarel Lopes Macnado diz -que tem sete
irmos. Se isto nma araeaga, devo declarar-lhe
que poda ter viote oa ti iota, porque isso nao me
impedira de direr o que sei do faci criminoso da
tKioie do Recife. Tambem nao sou d^fonto sem
choro ; tde o Sr. bacbarel Macbado ficar btm
zwlo d'isto.
Recife, 30 de abril da 1867.
Joao Pires Ferreira.
PblicaCOes pedido
Kiegnada semana da asseuibla
provicial.
O ponturo vai continuar hojo a sua honrosa ta-
refa ; mis OUassa.- que, se nao fosse gustar de
cumprir suas prodtessas, uu poderla coutiouar na
aarrago dos toetos pansidos na Itonrada sala, por
qae a tem)s!aie di dlcusse*s por occasio de
tratar se da elei(,o'do ex-dignissirao Jacobina, e
OS movrmenios qne a ratfrVa e os interesset parti-
darios produz.ram nos etam-ius polticos foram
taes, que conduiram o eorjio < ::slativo provincial
a chocar'se com as gato; iis, de modo que a eiec-
tnciuada iiiQuindo no ponteuo eocommolou-o bas-
unta ; tornando ao mesmo lempo irr.-r ilar a m..r-
ctia do ralRto.
"Livre, fezinenle, do jierigo o.pyniwoamza-S
tres minutos em signal d-, cumpriwento aos leito
res e pa&ga a desempe'nhar a sua missao.
Ora, aluial de coutas e a iostancias do digni.-.i-
mo Gaspar Drumm'jud, eutrou o Dr. Jacobina,
(oesumido digoissimo)^ a' tomar p. re na disens-
so de sua eieigo, nao obstante oppor-se a isso o
dignissimj Francisco Pedro. E o ponteiro n5o oei-
sa de adiar i azo na opposlgao desle dignissimo,
porque p.rece-lhe que o regiment *dizque nao
dos a>-allega-se que sao recompensas ao mrito.
Oh nem tanto foi necessari &ari rolareth mi-
ibar.s da cabacas oas canas de Paris! >'em tanto
aniquilou a invencive! Roma.I
* Justes sio, pois, os receios do povo, saldar o
protesto que faz nessa dura rocha, que na paria
da liberdade e ergue orvaihada cm o suor do
povo, c,mo a seutinelia alerta que guarda direito",
que avisa e que"protesta contra o palypo ^ue quer
ergner-se no seto -de nma sociedade, que nao co-
nhece, njo Dode e nem quer conhecer se oo dons
principios, duas bases de sen apoto, o elemento li-
beral e o principio de ordem 1
Nao ba muiw bradava um demcrata as pregas
da curie : O monumento que se ergue uraa men-
tira dbronze que a lisonja levanta, agora o po-
vo que grita e ordene os dspotas qaj respei
tem neste urna verdade de pedra, contra a qual ha
de quebrar-se a sua vootad de ferro,
Ouro Preto, 13 de abril de 867.
tragara uma geral cenflagraclo, Ibe parecen) regu
lares, desde qne o poder nnlco sustentculo de
seo partido nio Ihe escape das mes.
Os presidentes as provincias nao do gente pa-
ra a guerra, porque comprometlteram sua palavra
com os votantes, qoe bateram a chapa do governo-
A provincia de" Pernambuco comega a resistir | ^e^^m.m'p^r e^ela^do.^Vou're'pre-
cora a torga ao recrotamenlo, qtt%nor esse motivo ^Jen50 ellste envenenar-rae as IntengSss,
confessera ao menos os dominadores qne no meto
a face
da corrupgeo qne lavra, nao falta ainda qnem es-
ioi suspenso.
Na corte e provincia dd Rio Tto Janeja,
do ministerio, estudado bem de prlo, pbrquem v k ..-. -. d
SSSSSu?seos ac,os'5oele,R, n^^Zl^mtXT^^S^
Bpposicionisws. (||iejp mtat feraiet Dimiga jnrada da j;anan-
Na capital da Babia, a' escolna de dons oppoai- tliB, e um meto 4ucongruente para elevagoes.
ciopistas, se accumola a da entrada de nm conser-
vador vermelho na lista de senadores por um atoi-
torado felto pejo partido progressleta. ^t,
O eleltorado tambem escplbido no datMnto da
de Janeiro, abri as por-
iro Pedreira.
to que votava ao Sr. Gutello B/aane, que leve a A' frente do exercilo o nobre e bravo mirquez
petulancia-de aceitar a presidencia sem reader-lhe | de Caxlas, e o valeroso almirante Jaaquim i. Igna-
o devido prelto e bomenagem.
Batremeote, sobe o Sr. Perettl i cadeira presi
a provincia stribMava debaiio
jeto, disttnctos membros do
Matar, esqnarieijar
t Tetes para ooatnmmo daow, a.nio oos mata- o correligionario activo militante, qne wUsHm-
rtiajp pnbtiooa. oa particularjs coa licetca da se as neceasidades de om pulido espimbado;
AU*** mBnlcipal, seb peoa de m multado em, qaa porque viam selle o bomam Ineapai de nutrir
MJO0O, o perda d-earne. a B no migo ia- as paixoes gaeiras. Todos aeaUram come a po-
f^Me acerescenta. > Niaguem podera picar rez pojaeao respiren, qnando o Sr. Pereui assomio a
-Mfama se *o depon de pago o imposto aos adminiiraeio; e todos sabem. qne nao ibe pedln-
< exactores dos direltos nacionaes para qne depois do os conservadores o menor favor, esta vari con*
t sena dones poesara vende-la como ihes approu- lentes m5 oom a esperance de-jnstlca, jostig, e
ver, sob peoa de %VW de mol! por cada r.. mals nada, peto contrario, o ligueiros eslavam.
preparam-se para dar flm a'guerra do Paraguay.
. Stm dedieaeoes, sem amigoa, anitealadc pe|o
dos taces dos botina des governadore oonsccios, prestigio de adversario7, o ministerio, tual a vam.
Domingos e Araujo Barros, ambo flortnte*... ar- piro, vai viyendo com o saogue de snaa vkmimas
cades aam um pea, entro fidalgo; mas sempre' aaoTBOToaas.
arcadti ambo, ^ o janeraado pal da titngee, ove JaeMw-
A provinai* flcoa satisfeiU, e oa conservadores ato, preparoa-lha o auma na vu*.
ex al tarara : nio par eaeberiarem ao Sr. Perettl Has o corpoo romfclerlo esta' gasto.
Elle ja' aao pode viver. A stm morte, para be-
neflclo do pa e aproxima.
' o dedo da Provideaoia Divina.
.rrojam-se paohatos de gragas peitos prostitu-1 p^j,. um Reputado lomar parte na discussao de sua
eteii^ao todas as vezes que elle faz opposicao a meno-
ra da assembla, que est decidida per faz ou
per nefas, annuitar a tm oUteao.
Ao ineons, se nao diz isto claramente o regi-
ment, da' a eulender, e a praxe seguida as as-
serubias autorisa semeihaole disposicao.
Pode ser que o ponteiro e-leja engaado, porm
elle (imitando os digoissimes) sabe perfeitawnte o
regiGietti.', e vai supprindo as suas lacuns, con-
forme as circumslancias e as conveniencias da pro-
vincia, representada pela raaioria des seas repre-
senDnttS. J se v pois que o-presidente da sal-
nha eslava na lei e tora della o dignissimo Drnm-
moud que andou argumentando eom a lettra do
regulamento, jusliga, equidade e coslumes amigos,
que o progreaso toro revugado a bem do servigo pu-
blico e desenvntvimpnto rto'rnilz.
Nao pode passar desapercibida a gooerosldade
da maioria que, conscia de soa torga e firme ero
sua resologao, mandn correr o reposteiro, e fran-
quear a entrada ao Ur. Jacobina, qne cuja sen-
lenga ja' eslava decretada nos plano^ dos dignissi-
mos.
Raiito vai, razo vera, deram com o4)r. Jacobina
no olho da rea, pirque o cdigo civil fraocez (ci-
tado no parecer da commisso) autorisa expressa-
meute a sua exclosao, bem como o cdigo cbinez e
uma constituigo da uoochiochina e otaras multas
legislaces que a commisso consullou.
O ponteiro a vista de tanta el parece qae acha
razo ao parecer da commisso'
Por occasio desta discusso nouve nm pequeo
barolbo as galeras; e^o dignissimo Lopes Macha-
do aiiriouio isso a rapaztada da academia, dirigi-
do Ihe argomas plavras q'ue o ponteiro nao ouvio
bem, porque ficon logo mnlto assostado, mas que
dizera foram Insultnosas.
O ponteiro eonsMerapde as consequencias da
irreflexo do dignissimo Lepe, vid logo que tai-
vez Ihe custasse caro o-casgo ae energa e de zelo
pela conservaco da ordem e prncipioo eniao,
olbaodp para a eabelletra do dignissimo Lopes, a
pensar nos eteitos de seu procedimento.
O ponteiro, como nao gosta de brioquedo com
essa rapazeada, acbava meltoor qae tivessem dito
qae aquella.barulho era um elfeito do espiritismo
que uutu traido para as galeras; os espiritos dos
eleitores para declararem os seos votos, e esla a
opima o-lo Sr. /temorvque com a sahida do Dr.
Jacobina, tomou aasento na assembla provin-
cial.
Infelizmente realisavarase as previsoes do pon-
teiro.
A rapazeada leron o dignissimo as columnas do
Diario de Pernambuco, repeHtodo os insultos e le-
cendo Ibe aos elogias qne (segando dizem) nio
agradaran) a 8. Exc.
DeportUesse da o ponf#s>o obaervou que ag ga-
leras estiveram sempreehems e qae os acadmi-
cos ocenpavaa a mator parte, (toe baoeos ; o qne
causou serios reflatoaaos dajniailaesi e 'ambem ao
ponteiro, qae as vates flgarava a fcypotheae de re-
melteremas galeras alguna eoeommenda ao dig-
nissimo Lipes com escata ^**%i(
Os dignissimos sUva* afrapalbados, sen saber
o meto de remover e oMa qoe a presenta da
rapazeada aprtaanttw; ,8*2?e*D4"*2 **
pergontar ao W-pr*%*** "2l >
amentando a ansaaeto **jilfi|.V!,.
amante da* i*t*i**n r**. MBfaameote os
livraria da rapaieedi.
NdM M ea>m fefleoill as gatorias.e ludo
meadava tersfvel teiata|ej;*Mades regi-
---------------------"^ espalbavam
de vez em
Um amigo acaba de mostrar-me uma correspon-
dencia escripta desta provincia, e publicada no
Diario doJbode Janeiro de JOele a:rgo, cootendo
am trecho m qite o obeso rassivista, beni coohe-
cido entre nos, considera mioha opposigo so Sr.
Sllveira Lobo como fiiha do despeito, por nao ter
sido eu nomeado director geral da iostruegao pu-
blica, nem meu pae eleito leputado roerc da
conlribuigo indebita dos melos offlciaes.
Que os coaumelOs da situagao nao aereditam-em
nobreza e innependeocia de carcter, eu}' o sa
bia ha maito tempo; mas que fossem capazes" de
levantac-me um falso t'-.-iem-anho o ridicnio. e
palmar, eu bao poda de ceflo imagina \o.~
Fiz ar.enas aqu^nta s visita aorfr.'Silviiira Lo-
bo, para pagar-lbe a que elle me Bzera em Minas
Geraes, acompanbada de um convite ^benvolo.
Continuet a combaler com vigor e sem reierva a
situagao pela imprensa sob as iriciaes do meo no-
me. Como poda eu pois esperar qoe S. Exc. me
viese/ tentar em mea retiro para offarecer roe de
mo beijada um fmprego de confanos. T Seria
um passo impoltico, uma falta de cridMe
mesno, fazer-se asslm ama violencia dess-t nato-
resa a quem eslava quieto e satlsrello na sna posi-
gao de advogado, ao passo que formigavan por
ahi tantos talentos comprimidos a quera o po-de-l
podia ap'roveilar mais do que a mim.
Prevalego-rae, porero, desta oportunidad*) para
declarar soasmormeoto aos progressists qaeeu
com elles nao entro em competencia sobre i. qnes-
lio do osso. Qoando me resolvesse a acceiiar um
di algum cargo* publico, dispensara sempre
\qualquer emprego provincial retrIBnido, ainda es-
' undo no poder o meu paftido. Sao ha perianto
Qoanto a meu pae, todos sabem qoe eils nem
ue mases apfeseoton'se candidato. Sendo assim,
como havia en de zaogar-toe porqoe o Sr. S Ivelra
liObo, bomefc to fiel ao alcoro da nova sella, nao
fsssoo por "mel dos pretendentes qne o aco.ovela-
vsro, pera vtr offeMcer a candidatura a tim ad-
versario poltico 7
Bi' preciso ao menris 6o negar as1A4J<> fcil-
partido conservador, Tgente aos'oatros ohosa-seeso epnndenor.
Recife, 3 de mato de 1867.
4dh Bem ia unm F^neireit imtor.
A MRfiTIB* DK BROIWB, A VnaOADI DE PEDRA >
No dia 3 do correte laa\ou.se a pedra funda-
mental do monumento, qne o povo fiz. erigir na
principal praca da Matonea Villa Riea, em Honra
e gloria dos iDconOdentes de 1792, isto daqaelles
9B
Correspondencias
mentados para sMMl
- a ral
*#. raastor.-Acaeo de ler no Jtrni ile *
ufe 4 9f da corrale, nmamHMaaeBRlaaMta do
Sr. basttarel aUximsaao LeadWaaebado. nnj
esta senhor declara aa let laaslM'* '
no cetfllcte e espancameam ae leve lujar na
punte de ferro do Recife, eo dia do corren*
NI* petan labrar qaa S* tapas l****do
Jronte per mi modo a V******1**
populagio i'esu cidade, preteBe^*BBbdam^ie
d pm crime que foi presenciado por centenares ue
pelas lerl*3|J
oe UHdliiesseajsJ
ro, voltavara logo
ptntirt flcoa *o-
tafias proonneM
folizaenteelg
appaateeram
qne, cem
mssmr
a saeso,
Nao
enteodem qoe,
abena
penteiro
^1 aifans
uma ves que os espectadora tstao.
e
Ipaginaco incorreta
EGTVEL
v
^


2
irio de emikna e*tt felra 3 ate Mal* 4e 1867.
e d).p6imiaiMrBasg>uriM,i-lDMinei(o e cH$ta do antis haver 18^ap'f80lF^0nc7--Recf'"' ,,de ***
se preceda citacjess* Jtfl^:^^?^*rS*etat"
aeco iftcial era flpNM^StA&r^I fedro AleiaB#ii da G8ta **** Tr*a#a,aeu oaaMiiam. fe;**.de abr"
H|m. Sr. Dr. juix.rauotlpal da> 1- war^**-*l*r!-0 escrivin Prannlseo, d* lii
Maooel Jos di Saoi'Aona e Arafljb,' escrW de GMn*eRa ___
orphaos e aonsws aa illa e lerma da comaaaaJ mu#> f fo1at verso do^mpew**
do Cabo, que tendo dado urna queix- peraote ?._.* I* ecife, 3 de abril de 1867-'
S. contra Pedro Alexandriuo 4a Costa MaChado.^featti Aotooffi de Soma, presidente,
dafigajertH
rece qae os di?u;
o lugar.; pora u ponliVo, que oa&dmiue q
stfga ios oignissimos, respondo-Ibes que
J*'it* que o regiment tamben da' a entender qae
s Swnsaimos podm (amar, Niroa ve qoe arles
oin sejam d- opposigo;, (dMtrjaa- qoe segu o
ortigo francex.)
Ora semelhant dls{V)stcao mnito raionai,
prioctaalcneuie quaaale apphcaa a' a4gam dos^de-
{liados medie*-, *o*aaHi*'*em safctrJqnaiMH aafcy-
#leo dos digoUsime* exlaa fnmaga de tao*e cigarro, charuto ou cachimbo.
Mas entremos ao nogoeio serio :
;lpea entro* o digaissla Maehado, rompau
ama tremenda pateada erasaadacao a' S. Exc.
O dlgnissimj Fraactoeo fdro fez urna faltacao i
rapaieada das galeras^- e e*ta, por soa ver, .tam-
bera falloo, parque jatga qae-o regiment peimitle
s galeras emittireni a sua optoo ; e o -ponleiro
tambera concorda, aitendendo a' prate de souhis-
mar-se o regiment.
Nones
livro-
{867.C' pello.
para sar.hsdo 4 rf
dramaO demonio djjogo
reciment e digno de ser visto pelo lloslra
bliro de-tt capital, o qae de certajne,aeoi
com o pessimo lempo qae est.
nado, IfcwKle % o Ionio de
injurias, foj rajrcid* a aadieocia 1 ^ada malswcoaUol ett dito etal, ao qnal jSABBADO
por crima de ...
do da 39 de agosto deste mesroo anno, para a ><
factora do processo, e foram citados o querellado |
taslearaahas para c oainarececem naquelle dia.
O qneraUad.) porera allegando pretextos, requeren
a v. S. qae fosse expagado dito processo para a (
aadif oda de dia l da setembroy e V. S. dataria-
da mandn qoe procedase, a alaga ao queixoso,
9 fcl en*intimado da patieia.a-deapacho da V- S
na pessoa de sea bastante procurador o solicitador I
Amonio Carlos Perelra d* BnTgos Eonce de Len.
crrante a represeotacio de?I de qae* periencer urna grande porcio de farlnba \vvHfi(^if) (JOS DUllIl5r. ani*-
Jojogo-drama de subido najjde trigo em saceos por atacado on es toles a von- <*w**:4*1' *w ^*f" v^*i uu^
as, tosse, escarros de
sangufy 'erhpo ou garro-
tilho, catarro, rotquido
todasasirrtMHnemei molestias qoe affee-
i J8o aos orgos da respirado
ediante a acc3o da balsmica e irrev
LINDA CQItEWA
E
d3 compra lores.
4MB
li hH&k ara^ffeciuado no caes do ApoOo-, ar-
| aamm das 5r3Pdsso 4 ionio confronte apeste
mWH, aslihdfc
-aH. .i
Dado e passado nesta cidade do Wjmit am>+.da
abrli de 187. ..
Bn Gai loarme Angosto de Alhayde, aaarWto-Q
sobscrevi.
N. 21.Pgoo 600 ra. Heco, 5 4 atril de
1867.-Ches.-Frasea.
Jos Toeoaero tmate
Feita a chamada, reconbecea nSo baver uojlre- Na audiencia do da 1 de seleaiBTO delermiaada
ro legal, pelo qaalevaioa-*e a. sesso. par W. S. comparecen o queixoso com suas teste-
Corren-se o reposteiro, e os digoissimos meto mnabas, e compaatceo o querellado, i
EECLiBi?OSS.
nfiado sahiram dtt reainto, potdb-*s logo ao fres-
co o digoissima Machado, qae, seguudo julgaao
ponteiro, nao qaer se eacontrar com a rapaieada
na aorta, posto que as armas ensariibadas na fren-
te do edificio mostraaseat qoe a pessoa do depata-
do provincial e subdelegado de S. Jos iovlola-
vei; opinio que tamienj segne o vonteiro, porque
suppoe que* acto adWcional combinado com .o re-
RuUmento da poiKia e o regiment da aasembla
do a entender i.*so clara mente.
O pontetro s p* nsrrar o faetos que se pas-
eara no recinto da iltamsstma ; porra, oomo oa
io a coa ersa da data* aontinaoa, nao qner deitax
de dar d'ella notieiai 4 -seahon ooaia&idades pealo
que elle saiba que nada Ibe diz de nao.
Biziam os continuo que o- goissim) Laa*1 a-
dia pedido a raa^iarajento do dito querellado, e
aoctinoando as termo d Brocees, foi aflnalcon-
eiuido, condenando S, par ana mpeitavel san-
Co:selho de coibbms da arseaal de
guerra.
O consetno chama a atten;o o seu ano un do pu-
chado, e mais .iljuns ses apaniguados posivram-se oartorio, isto ceratfiqae a quando
toca ao qaereilado em qpatro mezee de pritao
simples, malta correspondente a metade do tem-
pe e na> castas, e da santeoea appeUon o qaerei-
lado panto Dr. juiz dodiroito 4, 2 ara, agora
parem que foram os autos coa isla ao adogado
do queixoso para arraeoar, fljou-o qaiW)eo sor-
pr.-nb. ndido de nao esostar dos autos a getigao
do querellado requerende o espassamento da aa
diencla, peca neaasaria qoe devia. o eeerao le
la .tunta aos autos. Avista do ex-aeodido vem o
queiBOSO-aanellado requerer a V. S. mande qae
o escurfu Srav'dadar o motivo, por qU9 vehani reqQerfir- a raUrada ^ c^^ ios or-
jnntou aos autos a dita peligro, se e j_a_j-.---------- ^,.Zx. .^.-v
Grande t txUuvi^m >*ilfc
E UUMINGO SW COWlteWf
NOS
Saloes do caes ij^Ranos,
O arrendatario da casa codendaja^vaaayfltiAJ
Sr. Lmz Alves Crrela Lopo as jMia> |o1|s>gMb
bailes, cojos intBrvallos 'erao. waxqMi. na ;
novas babihdadvs do ji bem c<
t) heoffieiado para maior satis1
orna jocosa comedia de sua lavra, Bn^ual^.ilaj*/
i parteiojulada : Hotel California e rim jmfim
I de sete oraenados e fallando sete llogua?. O mes
imo neoeBcia^o us.Ljra a protecca) do raapeitavel
; pabija/). Sotrada para senhoras gratis para ho-
memj). Sera' eumpijaj o regoJemajta da oara.
ATOOS MARTIMA
do rial
eilaO
Hw*h m tarrea a roa
oBtJiH ii. 26.
do" 4 do correte.
na legalmente antorisado f; ra'
? cita na ra do-Areal do Bruuo
ratadi ha poaco, de pedra e i:al,
rjuarlos, solao, cosinlu fora, copiar
ba e morada foreira ao aaajor Jo-
te do Reg Barros.
WSrsTpreteridentes podera examnala o lei-
Wo ser effectuado no di* cima as li huras da
maubaa no largo do Corpo Santo junto ao caf
coBimertial.
ANACAHUITA
blicado no jornal de 30 do mez Ando.
Sala do eonselbfk de maio di 196?.
VeigaPessaa
Director.
Goncalves da Silva
Secretario. _
i m,m, i pp p. ...-, i i*f "i .
Santa Gasa de -lisefie^rdiit da t
Pela secretara da Santa Cia de MiserHisxdia do
Becife se convida a pessoas.at.alxo oe el arad a* para
AVISOS BWEUSOS.
G0MPAN1A PCRNAMBUCANA
DE
IS'a^egngo costeira por vapor.
Palijfl.Nadal Mco, Aracaiy, Gea2*
m r.e Acaracu'.
O vapor Pirapana, comroao-
d-joi Trra, segoira para oa
poit<) aonua Indicado ek da. la
d'>cowant.nftli> 3 horas dvlar
Recebe carga al
na ponte iu Hecife, esmerando o primeiro fllho ae
Minerva que passass,?. m estudanta do lerceiro
anno, a quem a quebridelra levava a casa de seo
correspondente, foi loelhraeBte o que appareceu,
e foi por eMes barbaramaaaa esbordoado.
Os estudaotes, qm aiuda vioham pelo Recire,
sabendo disl, corretera a proteger o collega, al
guns ainda chegarim a lempo dfc receber e retri-
buir pauladas, e todos iavaram o dieaifsimo e
seas eompanhei'os a presenta do chefe de polica,
pediado poui?aodo erime. chefe de polica sen-
tio repugnancia em considerar preso em .flagrante
delicio um rtgnWFimo representante da provin-
cia, qae, sentado-emura sof na casa da policia,
saboreava o sen ctM tado de snas boas obras.
Os advogad s d.s acadenicos fallaram ; o povo,
reunido em favor destes, gritawa ; mas qail-----
grawiuest pjtentiapir esladante, que am d* esbordoado, quasi ro pre-
so (porque apaaiou).
Euto a raptieaja veado que n3o Ihe raiiam
ju3tiao obstiote a suas repelidas reclamat5as,
recorreu s armas deSaato Estevao, e nw flcou
vidra^a inteira na-casa da polica.
Nossa occasio r-epreseaioa**e bonito espectacu-
o rotojj o urahor, tocando dispersar, cavtlla-
ria avanf >u com ae espadas aobre a rapazeada, e a
infanUfi^com a*. bajunKac', p^ndo ^m-debiadada
os estudantes e o p.v.i, qu maltratados .-.Iguas,
retribtm por sua vez com pedras uaicas armas
de que podiara 'll?p6r na ceeasio. Diziam en-
tao os continuos que relirou-se a, rapazada? can-
do a ra dolmparadoe cheia de soldado?, que ti-
ntura sido requisita :as para, com U-nouelas, re-
pellir o povo e a rapaieada, que est so acoslima-
da a folliear livros e appiioaf a lunetas. .
Disseram mais < ta grar/a na repo> d'um barbeiro ao Vt. caefo
de polica. De urna das jauellas da oasa da pc-
licia perguntou o chefe ao povo : o que querem
os Srs. f respondeo-lhe o barbeiro : dnaa cou-
sas somente, meo seohor ; a jg/ura do ofendido
ea prtzo dos a tmmosps. .
Na'verdada a resposti nio polia ser mais la
cnica e nem mais p/isitiva.
Outra gra^a acbavam no dito de ora preto ve-
llio que, observando tanto barolho, disse : Eslu-
danle como manubrio ; &ofw com casa dielle
tudo salie p'ra imrde gente. -.
Retirando->e do conunao o ponleiro nao po .a
ouvir mais o fe*to da convars, pelo que deisa de
refer-lo.
v.iado, oa por outro qualqaer motivo nao
recebido, etle escrieao uve de todo scieBCta certi-
p "lnhT'ettZ' Pn. dos.edtt/snila cooe^Bi3 da.Qelaaao abaiso aWBBBBBBBP' de. Recebe carga ale o da ti;
tivesse I poWicada, a* qaaes, tendoatlioRido a idade flxada passage.rps eneommeodase diubeiro a frete so-
1 pala lei para asaaedua>sao, foram pela Itta-a. jan- mente ate as 3 turas dlattatfe. rto da. da salida.
i iLfnSS! ras izszKZz 0 & JoS ^rrsvws- fis^rgzsz
s7dYp"ara"o di". te'i'etaibro o'wquerunento do j Maximiliano da Lkaa Ribeiro, afllbado
querellado, requer o queixoso a V. S. que Ibe seja
dada dita cerlido cajn urgencia aara sustentar o
seu direito Pede a V. S. deferimento. E. R. M.
Manoel Jos de Sanl'Aooa e Araujo.Sim. Recifj
30 da oulabro de de 1865.Tavares de Vascon-
cellos
Certifico que a cerlido de qoe trata o soppli-
caote, nao foi jonli aos autos, por o suppluado
levado a pretexto de sellar, e ndo a a entregou.
O referido verdade. Recife W de ontubro de
1865, a subscrevi e assigoei, em f de verdade. -
Joio Saraiva de Araojo Galvo. N. 171. Pagou
200 eis.-^ReciTe 30 de oatubro de 1863.-Chaves
Ribeiro.
!.".*
COMMEHCIO.
NOVO BANGO DE PER-
NAMBCO
O novo bano paga o dcimo oitavo divi-
dendo de 6i300" eis por aceto.
\ao banca de ernambuco
O Novo Banco descoota letras de 9 e 18 0/0
ao auno, couforrae os prasos.
ALFANDEGA.
Randimento do da t de maio..... 4:77952;t
[Jara do dia 2................. 28:403^148
53:1821371
MOVIMENtO DA ALFANOEGA.
74
582
Volantes entrados cora fazeadas..
c c gneros....
Voluraes sabidos com fazendas...
t c c gneros....
Deacrregam boje 3 de maio.
Brgae inglezJfcsofufionmr-rcaJjrias.
Brca ingleza Mimosaidem.
Brigae loglez Cireasstau idera.
Escuna sueca Miranda farioha de trigr.
K'Vda 27 nao houve sessao por falta de ame- Brigne portnguz-T/'tMip/iomercidorias.
ro o ponteiro ju'g que os dignlssimos, agitados < Patacbo portoguez tfortoMM II Tdem.
pelos acoutecimetus ao da anterior, nao- pode-1 Barca pnrtagaezaSifencio idem.
rao ter aquella calmt e placidez que'devem ac-| Escuna holistenseOnVn idera.
dos qoe lem de trotar
------636
122
928
------1,050
companbar o espirito, dos qoe lem ae ir.i dos
negocios da-provioci3. Outros dizem que foi m?
lo de alguau aova trovoada -, nai o ponleiro
nao segu esta opinio e susteBta que se nao vie-
rain pela primeira raio, foiento por pradlMfa
e (orea de gmo porera nunca por medo.
O ponteiro pede desculpa a Sra. car.osidade se,
por ica-o, elle esquec-u-se de narrar algum Tacto,
o que ouito natural, a'.tendeodu-se aos assados
era que se-achou, que nao podiara deixar ae per-
turbar a sua raarba.
A ales de concluir, o ponteiro declara que eaia
prorapto retirar qualquer opioi >, que nao agra-
de ao dignlsstmo Ihchaa ou ao corpo acadmico
e mesmo a supprlmir todo ete artigo, pois que
nao quer barnilu com pessoa alguraa, principal-
mente com deputado des.busado era cora esto-
daate estovado; porque, no-caso de aggrejsao,
erie (ponleiro esta memoalo a resist: pegado
ao retogio, e nunca dar cebo as canellas como
fazera os Botone depatad.s que estes raovimentos
rcp.ravam da saiinh, do tal modo que me-
hor renunciare-n I.^o ao mandato popmir.
O ponteiro, adiantaolo-.-a agora os tres minutos
que se airason no principio em signal de corte-
sa, despede-se das seu- queridos leitores at para
a sitnaoa. .
O ponteiro do relogio.
RECEBEDORIA UE RElNDAS INTERNAS
GERAE5.
riaadimento do dia 1 de maio..... 10i>i00
dem do d-a 2.. .................. kHMWO
"7:296*720
rOYMEISTO DO POMO
Qnintino de Castro Leo .
Secretaria da Santa Casa. d Miseri.'ordi. do Re-
cite, 28 de atareo de 1-867.
O escrivo,
Pedra^odrigaes de Son
Santa fiasa a\t lisetioraia do Recife.
Tendo q.IUob. Sr. commendador Josjires Fer-
retra, reassumldo o exerciclo do car?o de tbesau-
reiro desta Sania Casa, manda fazer sciente
quera poter. interessar, que os pagamentos coati
nuaro a ser fettos nesta secretaria nos das ea*
hados de todas as semanas, das 9 as 11' horas -da
manba.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 27 de a' ril de 1867.
Oescrrvto,
Pedro Rodrigues ds Soaza,
~Pela secretaria da Santa Casa de isericor-
dia do Recife oonvidase s senhoras abaixo osen-
cionad,s*para que veoham recQlbar aa collegfo
das orphaas as-menores em sfgaida'dudarrdas de-
vendo apresenlarem as raspeoUva cerdoes de
idade :
Maria, Alba ne Candida Coutiobo Pace d,e Len.
Cielana, fljha de Caetana Miri^ Francisca Agosi-
nha.
Joanna e Emilia, filhas de Rufina Mana da Con-
ceica".
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife 16 de abril de 1867.
O escri'o,
Pedro Rodrigues de Socza.
Santa Gasa de ttiseBi cite.
Pela secretarla da Santa Casa de Misericordia do
Recife se convida'as pessoas abaixo declaradaspa-a
que veoham requerer a retirada do collegio da*
orphaas, das edneandas tambera adianto menciona-
das, as quaes mostrando aoaao desejo de continuar
no collegio, a lllraa. junta adiuioistraiiva deliberou
que fossem eniregaes a' seos parentes ou pessoas
que por ellas se interessam, na conformida je do
rt. 48 3* e do art. 50 do regulameato daqoelle
tabelecimento :
Aiexandrina das Virgens, filbi de Anna Joaquina
Soares de Meadonga, inoradora na Capnoga ;
Niomisia de Luna Costa, irma de Man.el de Luna
Costa, morador a' ra da Cruz.
Saoiariana, ulna de Rosa Clandina ;
Leocadia Mara da Conceico, Blha de Maria Leoca-
dia ja fallecida;
Francisca Izidra ;
Quitea dos Prazeres ;
babel da Luz ;
Secsetaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 28 de margo de 1867.
O scrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
aqaelles que tratera desde j do embarque de suas-
mercadorlas: eaerlptorio no Fu/te do Matos n. 1.
GftMPlfiMPEBNfVMRUCAN/l
D> P
Navegaee* costelra^por vapor.
racaju' a escalas.
O va.p.or. Ipojuca. cjm mandan
te Marii.b?. seguir' para os por-
tos aeim no dia 14 *lo correte
pela* 5 bocas da ta/fe. Ueeelie
car*a at o dia. 13 ; encommro-
da, passageiros^ dioheiro a frete al as 3 boaas
da tarde do dia da sahida. Pede-so aos Srs. car-
repadores qoe tratera de embarcar suas mercado-
s com a pxecisa hreviSade e previne-seaos Sr/.
passageiros que as passagens s sao veulidas no
escriptorio : escriptorto no Forte do Mitos n. 1.
mtmm peih
vapor.
LOT
JLJ
Tos G rre Achara-se veala q Desactiva tbeson-
raria, ra do Crespo o. 13, os bilbetes,
meios e quarir s da Ia pa.i*e da 1* loieria
da mal-i z de SHojalMi (18a) sendo a ax->
irajo no- logar e gou> do aoslame.
PEITORAL de KEMP.
a aoacabuita mexicana que da o nome es-
pecial este incomparavel remedio,, urna
arvore, cuja madeira por. rauito lempo se
ha usado no Tampico para a cura das o-
fermidades cima mencionada. Fot Ua-
bem ensaiada e approvada pela academia
medica deBerl. O-peJloral 4eK.emp
Os premios- de 6#fc|& al 104000;^ xar0pe delicioso inleirameate- vrede
ser5o pagos urna- boa* depois ka extraego: opj0j aefj0 hydrocyanico e outro ingre-
at'as 3 oras da. tarde, e os outros depois I cuentes novos.
da distribuicSo das tslaa. A' venda Das drogarias de A. Caors, Bra-
As ejQcommendas sers guardadas sones-! v0 4 c. e l\ Maurer & C, e em todos os
te at a noite da vespera (Ja. extraeco. j estabeleciaoentospharmaceut'icos do itaperio
Oi ie80*eiro, \--------------------------------------------------
Aniofiio.Joe Rodrtguas de Sou/.a. | A EN %
~-"Pres7"oi"nmeSS:db*'oWraos-'otoega- Psecis? s<- de on anal narton' an esiraogeira,
dosdeWorio: no pafaado Cara o. 13._______; i P?ra enRominar para pequea f
*~- Precisa se de ora iHcitho pnrldguez pira i -
xeiio de taberoa sendo 4ns ularnos chegados, do
Poi to ; no pateo do Ter^jo n. 14.1.
N'va n. 20.
Club o Recife.
reuBiao de la-
Domioco, o do correte, bavera"
milia.
Os abaiso assignados, vendo a poblicacao taita
pelo Sr. Pedro Paulo dos Santos em sen conceita*r
d-3 Diario de 8 do correte, julgam de seu deve
declarar, aa mencionado senhor, qae exacto tarem
eita am abaixo assicnado ao major A. A. de trias
Villar, entao commandante interino do batalho
de artilharia, m qoal declararam qae deixavam
de concorrer, daquella dala em diante com suas
roensalidades para susteotaco da banda de raosica
do oatalho de qoe eram oflBciaes, em quadto oelle
etivesse o mencionado Sr. Pedro Pol-\ que, por
portara da presidencia, fra aggregado ao Data-
Jh2o; o que dea lugar a nao se poder sustentar a
mnsica, e ser ella dbsolvida, contribulado sso
mnito para quasi desapparecer o baUlho.
A razo que tvjram para assirn proceder, nao
f j o ser, o Sr. Pedro Paulo, pardo, como malicio-
smente incaica no citado artigo, visio como,
tarabem o sendo o outro seu companbeiro, confur-
rae o diz, todava por todos os offlilaas conside-
rado a estimado; mas stra tiveram_ as mesm ra-
ibi\ que os inferiores do baialhao la Boa-Vista,
quinao o Sr. Pedro Paulo foi.para elle pruHfuOT
a inferior. 'k a
Segundo dizem,o Sr. Pedro Paulo dos Sanios
fllho da preta africana Joanna, ecrava qne rol do
Sr. los Antonio de Azevedo Santos, e entra era
duvida -ae era ou nao liberta a referida preta,
quaodo dep a laz o Sr. Pedn Paulo : nestas cir-
cumstancias, os abaixo assignados, levados de
desgoslo par esse acto da presidencia, foram obri-
aal.sa.dar o refeTi-n passo-, e cora-qnanto.nao
seja o Sf. Pedro Palo o culpado desse successo
da oaturexa, todo 8mo do acaso, todava bem deve
tabir, que, asa ara pata onde infelizmente existe
e<:ravalora, a soeiedade ainda se, deixa levar por
esses prejuftot: Htoaaesmo se observa nos pfizes,
rn-.is eivilisados-, como os Estados-Unidos d'Ame-
0 leproso tambera nto tsm carpa do mrfqoe
s0 ro; eotMiantO a soeiedade o repelle de seu
wn sera attender, muitas vezes, a qne e um cida-
di Vagado l frito* e virtudes, o lanca fora
i c^raunbo social e fa-lo a#ar seas da en-
oroerado coaquelles que lao atoflad.s do
TSJS'aslD elimos Q'0 8r IjiJoP.*,
co saa imprudaeia nos lavisse a faaer a afe-
s :ote declnrago.
Reife,l3dlbril< *W7. .
Cattano Cfrtaeo ia Costa morara,
i CapMio.
Us* S Lntio hmior,
C^ftae.
Jote Gems Leal,
i da Armtjo,
Emiliano Innocencto Poggt,
teoeate.
!oi te nenie.
iVacio sahido no da 1.
New-Yoik e portos intermediosVapor americano
Mermaok, commandanteSlocurn
Navios entrados no da 2.
Lisboa31 dias, patachoportugu-z Marta da Go-
ra, de 184 toneladas, capito Antonio de Barros
Vaeote, eqoipa?em 1T, carga vinho e oniros g-
neros ; a Euzebio Rafael Rbelo.
Valencia42 das, sumaca bespanhola Atintta, de
158 tonelada?, capitao Juan Cullell, equipagem
II, carga vinho e outros effellos; a ordem.
Navios saludos no mesmo da.
.\ncatyHiate brasileiro SunZa Cruz, capitao Jos
Victorino das Neves, carga varios gneros.
Rio da Prata Escuna ingleza Storm Bird, capitn-
James Le Bonef, carga assaear.
Rio fla Prata Escuna prussiam Imanuel, capitao
F. Marckmanu, carga assocar.
Rio da PrataPolaca hespanbola Floresta, capitao
Marstany, carga assucar e agurdente.
EDITAES.
Savegacao cosleira par
* Ilha de Fernando.
No da 14. do corwnte pelas*
12 horas do dia sugBira'- um do*
vapores desta compaahia para o
K presidio de Fernando d Nar>-
olu. Recebe carga at u dia 13:
enenraaeudas, passag^iros e^dinlicro a frete al
as 10 horas do dia da sibila : escriptorio oo
Forte Matos n. L____
Propera-?e a car^a fpeie para Mpar-
tos do norte al Mossor a barca Rainha
dos Anjos, tratar na ra da Madre de Deus
o. 3, escriptorio, ou cora o mostr na mesma
barcaca najjscadioua._____ _______
"Para o Avacaty
Segne oora orevilade a parhatue Batuta : para
carga e passageiros tran-se com o coasignatario
Jos Sa' -fieitaj Jnnior, V roa da Madre de Deoe.
Kk) e i&omo
Para o indicado porto segne em poneos dias a
escuna austriaca Suptrb, de 1 c.lnsse, por ter o
sjn carreganvntj qoa;i Dio eagajtd t para o
poned qun Ih. falta trati-se -om n consignatario
Joaquim Ji- Gjncalves Beltrao na do Trapiche
n. 17.
es rada de ferro
DO
Kecife a Sao Francisco.
Pesia d8 Rrazeres
Domingo o Alera dos iren< ordiaanos de passageiros have-
ra' os seguiotes especiaes :
1>A.
Cioco Ponas para Prazeres as 9 bora e 10 1|2
VOLTA.
Prazeres para Cioco Puntas as 2 horas, 3 I \'-> e
o i 2 da tarde.
Estes trens pararao as estacss intermedias
(Afogados e Boa-viagem) para reoeber, o-deixar
pas>agiros.
Escriptorio da snperialendencia Villa, do Cabo,
2 da maio de 1867.
G. O. Mu*
Sapenntendaote. ,,
Precisa se de nrba ama a*r* coziohar.
do Apollo n. 14. armaren* de as-uc.ar.
oa ra
Medico i om mais de 20
de pratica Dr. J. Antao de
ma Nova n. 58, Io andar.
O Dr. Jacintho Pereira do Reg, juiz municipal
da segunda vara desta cidade do Recife de Per-
Dambuo e sen termo, tflr S. M. I. a qnem
Dens guarde ele.
Paco saberaos que o.flresente edilal virem e delle
noticia tiveremqu pcranle eslejuizo municipal da
seganda vara promove ama axecojao de senteoga
a jaula administrativa da Santa Casa de Miseri-
cordia contra os h^rd iros de Manoel Pinto, paja
entrega do sitio o, 21 particular da Salina, e pelo
procurador 3a dita exequenle me foi requerida
que fossem assignados os 30 dias, passaodo-se os
respectivos edities conforme se v a peligao do
tbeor seguate :
lllm. Sr. Dr. juiz municipal da segunda vara.
Diz janla administrativa da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife, qae teado por este juizo, escri-
vo Alhayde, Picaneado a sentenga juota, extrabi-
da dos actos da aecio ordinaria entre partes,como
autora a suppllcaoie e reos os herdeirosde Manoel
Pinto, e qu'.'rendo a supplicante fazer execuur a
mesma seotenca, aflm de entrar na posse do sitio
n. 21 Carreira dos Muzumbos visto ter sido o ato-
ramento do dilo sitio jnfgado em commlsso, o que
foi objeelo de acgo, e estando os reos ausentes
em lugar incerto e nao sabido, como consta da
seoleoca, vem pjr ssj a supplicaate requerer a
Y. S. qu8 se dgnemsodar passarcarta de editos-
com o prazo de 30 dias afiro de serem os sappli-
oados citados por todo o cooteado da referida seo-
tenca.
Nestes termes perie a V. S. Iba deflra.E. R.
M.Como procurador Jola Toeodoro Gomes.
Despacho.Na forma requerida, Recife, 21 de
marro uo 1867. J. Reg.
Em virtnde do dd mea despacho o eeerivJo fes
passar a presente carta de editos, por bem da
qaare sen t'eor requereu -a tidas as pessoas, pa-
reotes, amiEOs e coobecidos do reo os berdeirasL
do coronel Pinto, Ibas facao aviso de que de arar
Santa Cosa da Misericordia
do Recife.
A lllraa. jaota da Santa'Ca-;a da Misericordia do
Recife, re".ehe propostas para arreadaraeolo das
easas abaixo declaradas, que acaanlo-se arruioa-
das se'o arrendadas por qualqaer prego, a qnem
se incumbir de as concertar:
Estabeleciraentos de caridade.
Ra Direita n. 33.
Ra da Moeda n. 37.
Roa do Burgos n. 2.
tua do Pharol o. 7.
Ra dos Coelhos o.. 94.
Becc^ da Abroa n. 2.
Patrimonio dos orphaos.
Ra da Cacimba n. 19.
Ra do Araorim n.-26.
.Os petndeale3 para meUnres esclareciraentos
poderao dirigir-se a esta secretaria.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 28 de margo de 1867.
O escrivo,
Pedro Rodrifnes de Saoza.
SaiiTa^aisi'darMlserieordia da>
Recle.
A Illma. junu administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife, manda fazer publico que no
dia 2 de maio prximo futuro, na saja de suas ses-
soes, tera de ser arrematado por quem mais van-
tagens oferecer, o fornecimento de carnes verdes
qae honverem de coosumir os estabeleeiment s
pios aseu cargo, nos mezes de maio e juoho pr-
ximo lUturo.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia, do Re-
cife, S de abril de 1867.
* O ascryao,
Pedro Rodrigues, de Sduz.
VAPOR
eoMPAsHIA BRASIiElRA
DE
ES A
E' esperado dos portos do sul
at o dia 8 do correle o va-
jor Guar, comrnaniante Podro
Hyppoiito Duarte, o qual depois
da' demona do costurae seguir'
para os portos do orti'.
DesJe ja receb'"n-se passageiros e engaja-se a
carga que o vip r jioder condiuir, a qual devera
ser embarcada no da de sua cliegada, encona
meadas e diineiro a frote al o dia da sahida as
2 horas. Previne-se aos Srs. passageiros que suas
passagens s se. receOem nesta agencia ra da
Cruz o. 1, escnptysria de Autonio Luiz de Oliveira
Azevedo > C. '_____
Arsenal de mari
O arsenal de marinhar recebe pedreiro' e servfn
tes parasoas obras.
ArseDal de marinha^e Pernamboco, 2 de mal i
e 1867.
O secrelario.
Atocinara Rodrigues dos Anjos.
Arsenal guerra.
Os aenbores que na sesso do cooselho de com
pras de mismo arsenal en 29 do mez proxiraoj
passado offereceram oa oatras quaesquer que
queiram offerecer urna calraja p*?a o presidio de
FeroaoJo, derero leva-la ao arseoa! de marraba
ao dia 3do-oorrenie mez, am de serem all exa-
minadas, dexendo antes vir a este arsenal
seas tome;-para que sa caraitoniqqe ao
peotor d'aqnellearsenal.
Arsenal de guerta 2 de malo de 1867.
Veiga Pessoa,
Director.
HLTAM.U BSMS1LEIH.4
DE
Paquetes a vapor
E' esperado dos portos do norle
at o da 9 do carrete o vapor
Paran, commandante o capitao
de fragata Santa Barbara, o qual
depois da demorj do costme s.e-
adrV liramos portos do sn!.
Recebeff-sp. de?dd ja passagoiros e engaja-se a
carga qae o vapu- poder conduzr a_qaal devera
ser embarcada no dia de sua chegafa, encommen-
das e dinbeiro a frete at o. dia da sahida as 2 ho-
ras. Previne-se ao3i Srs. passageiros que suas
passagens s se mcebera. nesta agencia ra da
Cru'. n. 1, escriptorio de Aotonto Loi.z de Oliveira
Azevedo ai C^____^___ ,
8. Miguel
E>cuua porl.qpeza Otkeira,sahifa' coa a maior
breada i>js-i.ei, pata carga e passafeiros
la se com o seu consignatario Joao do Reg
a ra do Apollo o. 4>,____________________
boa.
Pretodfr erpvidait9 para ajtodesdo
porto, e recebe carga a frete o brigue prtugnez
Movimenio, caflto Braoco ; a tratar com o con-
slaaatario AuWWio de Almeidationa^ a' ra da
volt uta -
Alugaiu se o.-< es aojaren da ca.-a n. i7 a
ra da't.ruz, do Recife, receMrrneiiie ed^acaaa-a
piulada de novo : airear no arniazem n. 5 da
mesma ra. ____.
Precisa-se de uma ama forra oa escraaa aa-
ra o aatviao externo e interno de pma casa ao poi-
ca familia, na ra das Crozes n. 28,1 andar.
Na fabrica do
Afogados,aluga-st! '
ma, pagase bem
Amorim o.41.
,-abo da ra de S. Mirfuel'noS
i eseravos para o servigoda mes^
a tratar %a mesma oo na soa 4o
casa oa fbto
Aos fo00000,
Jallhetes ftjsa'aalSos,.
A LA DO CRESPO N. J3BCA8AS DOCOSTX MR.
O abaixo assignaduveudeu nos seas milito fcli-
tes bilbetes garaniios da lotera que se aos boa
de extrahir a beoetkio das faiiiiliar do
rios da patria, os seguales premios".
N. 1561 dois quartos cora-a sorte de l:200i>
N. 1602 un* meio 800T
It 1214 t c 200;
15 outras mu i las sorlas de 100/>, 4) e 20|.
(J possuidures podera vir recetor seus respec '
tivos premios sera os desContbs das leis, aa .;;;sa
da Fortuna a'ra 4o Crespo n. 23.
Achani-se a veuda os da Ia parta da 1* latera
da matriz de Serinnera, que se extrahira' qum-
ta-l'efa 9 do correte.
Pre?.
Bilbetes......... 6000
Meios............ 35000
Quartos------....... 1*500
Para as oessaas que coraprarem ta-160#04M)
para cima.
Bilbetes.......... SJoOO
Meios.....*..... 2*750
Qnarto's.......... 1*375
Manoel Martins Fioza.
- Pretisa s de qm <^ix*iro de id>tde Ce
1$ ana.'.s : ua iua das Ciofes n. 4L
13 a
Seraphim Teixeira Bastos, sobdiio porlugaez,
va Earopa.
Apoiido.
Loovamo muito o proc-diraenlo do propriei.ario
da padaria da ra do Pires o. 42, qup n'om anoun-
ci do Diario de hontera e hoje cbamou as comas
um tai Silvano Rodrigues dos Passo?, por ter cha-
ntado a si diuheiros que Hie nao periencia, porque
quasi constantemente temo* encontrado tratantes
desta orden-, eq.ie dvim pi>r certo experimoutar
os laraagaes das campias do Paraguay, o que in-
felizmente nao acontece, talve? para nao perverter
o nosso-exemi .
Recire 2 de maio de 1867.
Uma das victimas.
ira-
Liaia

Para.
Seguir com a p'^sivel hrevidado para o indi-
cado pjslo o T)rr> conbecido "blate Lindo Paquete,
capito Birro? ; para a carga qae Ihe falta trata-se
cora o seu cooscifturio Antonio de Almeida Go-
me?, a roa da Cruz n. 23,1" aodar._____________
Aoi- Srs. consumidores do
gz
A dlrecgo da empreza do .gal eon'lda respei-
tOhamen^e" ao; Srs. consumidores que por icaso
postara ier queizas por falta de gaz, oa outro n
conveSie'nie que possa sabrevir, -queiram dirigir
saas rcclamagoes aoaacfinlorio da empresa,q. 31'
ra- do. mperadtr, aonde recehario mmediata e
prompta alten.ao. _______^_
ara a
P. F. Na
Earopa.
dtiaiu vai cora su familia pa
Sr. ins-
GMKEIO 6EBAL
Balago das cadas sajaras existentes na admi-
nistrado do correio desta cidade para os Srs. a-
baixo assignados;
tnlnaiv li" Raao-Jiarcoi, Catios Etancisco snrc
Brito, Bomingoa Rodrlaues Quimaraes, D. Emi-
Cavaieaat iasbalna cba, Ernesto Roari^uas
Xavier Dias de Albuquerqoe
"MITO
Minol R'beiro Falliles i sin sctiWora
sobit-.s piriga^z^s retiruo-se Pra Buroja. I -
tando por criad) Autoali Heari raes, B.pna sub-
dito puituguez.
I1 r,:.-..-i--- Je u.aa M
compre e CASinJi-i nra tro
de Santa lina u 19,.
., ,,j ... -. -
a oo pap^i
pessoa i o,! roa Mtim
\e erave! cout'raiia de Saala Kita e
Cassia-
O abaixo asslgnado em norae da mesa regedora
desta confrarlcooviJa a lodos os nos mus inaos a comparecerem no domitgo prximo
(5 de maio) as 9 horas da maohaa afin de elege-
rem os novds funeciooarips que tera de reger no
aooode 1867 a 1868.
Consistorio da veneravel confraria do Sania Ri-
ta de Cassia30deabril de I87.
O escrivo,
Jos Rodopiaoo dos Santos.
Segne com brevidade a barca portagueza Siten,-
ao por ter parte de soa; carga prompta, para o
resto e wasageiros trata-se cora Oliveira Filhos &
C, rargo da Corpo-Santo n. 19, ou com o capitao
oa praga
Sef-ue at o da 5 de' nulo nara esge porlo o pa-
ihaboie GloriW, para cirSa trata-se com o con-
Tgtatic Jaaft-MaH* PitttwiM, na pracado Corpa
llanto o-a.
.' j"6^" fr in*r'^> i
ifat
HHSi, Florencio
senle citado para fallar aos termos da aegao pa- tyurassu, Francisco Baptista de Al neida, Joaquim
na entregar a referida, nropriedade, caja execago Bernardo de Alqteida, Joaqoim Alves Moreira, Ur. j \k-n:tJLh/^!^ffimU. caoifaa Travassns.
Ibes more janla ailrnfttstratlva da santa uasa j0lqnia de Oliveira e Silva, Dr. Joio Mauricio. .^nf SSeOte- para i> InoHiaa pirto e pode
de Misericordia desea cidade do Recife, como tudo Cavalcaote da Roeh, D. Maria rAmalia de Albu* > *^:.At .ftama arca-, tm'a-s eom o res.
se declara na patkfao acioJg traascriRU, aflffl- > faerqa MeUO, Dr, TiBnrUnd Barhasa Nogueira (2)'JT" trronTi.natario Antonio de Almeida Gomes,
que no prazo de 30 ds cowpareca em jouo per l-ij^bellpo &. \ra\i. i Pu* ^, V 23 4.
si oa sa procurador a allegar o seu dire'.o e de
fe so* pana de revelia.
B para atO*sifao Jjse uomes fsuaa Juuior, roga a lo-
dos os seus parentes e p^oas de saa amiaade o
uaridsso obsequio d'e aswfcfiea. a alguicas m|ssas
que por alma de sua presada esposa D. Adelaide
Bastos liaraes Peona, se lo da cejersr ncon
vento do Carao hoja 3 do corrente as J horas da
manba irigosimo da do sea faHeciraenW-
TaBjBBMBBBBHBa1aMBaaBMBHBHBla*r
.Precisa-s* de um QHixeiro para padaria para
fora da cidade : na roa do Eacantamento n. 13.
-----_^_------------y-~r.------^-H------1-----r+T------------
Pereu-se.
No dfa 30 de abrtl, desde a rna do Irtipnrador
al a praca
papel de
Oeoto.^fi
Domingas
reffl a-pe*'a; algoma, assim, qdertros afib
rendo ttaar a (aaar de os entregar a' tw'i Imae-
Monbard & C. declarara pelo presente qae nada
devem a esta praga e nao tem compromisos ai-
guns quer por letras quer de outra f rma. Qnem
se jalxar prejudicad i por esia decaragao qoe ra
se dirigir a ra da Cadeia 0; 36:_______________
.lo comme.rt'to
Momv.nl & Q bfcoi flajfaM es; i praga qne
tendoadmitlido como mcj da sua r.i-a commer-
cial oSr. Eduirdo MaftlBr, a li.iua s cial mudar-
so-ba em Motbard Mettler ^ G.__________
-^ Preolsa-se de ama a-ffa qne eolabe e com-
pre ; ua ra Augusta n. 1. (rraeir.' jodarf,______
Saques sobre Linha
Oliveira Filhos & ('-.. largo do.l'ofp'6 Sioto n
9, saciara sdlre a pajade U-baa. _
De comraissao i* e avos.
Na casa de cpinmissa > o-rravos roa n Im-
perador n. 5. 3" annar, recliem-s* e.^ravos pa-
ra serem vepdj.dps,.^ulo da p/aga r-mo do mato
eos Srs! e f-n^iino qne por qual-juer motivo
queirai destiii ka de aJUm, nao m mau do
que rao-tw I- ao i**aj sMS'urt. qn^ aaraate'O
,m ti-atanienloe oroAiina ***. '.rabem se
enK-rrtra de tratar dljaut de fn.ai.t-. le. Nesta
<*a h* zt.uyr- oaia ::! -r >::. v m tU ambos 08
Itftxos.
Aunio JosV. e S-iuta.______
Albino Baptista tta Roca, relo-
joeiro e doawadi r, -praca da Inde-
. p-ndencia b. 12, acaba de receber
um soilimeulo ae i~elogio> de ouro
e dourads e de f'A'A, br.u-os co-
bertos e descobertos-'c'om vidro da
lorys'.al, cadeias d^ ouroj de diver-
sos goslos, receba-se na mesma qaalqoer concert
pe encent a arte, e aft^nga lam os re ni os ven-
didos como os euacartadvs mas.barato poasival a
vista dis obiectos
cW.a n. 33, loja'df
Na praga da
ourives, compra-s
e tumbe* se-faz qoalqoe
ludepe____
ouro,lpr|a e pedras pree'?
*laa*rMrVn enedmmeodao
coaearazoiaaOdiaa,
ItanTlSaS 'W^-*!*****.**
%**" aaa nee cidade *> Raarte de Pr-
nattaW)os MuiHiaV mes da margo- da (M7.V
JqGiUWW^am|AbaaJla,
' Vai oazar os direito de chancellara. Recire, 20
detaWd% aAT.-Atbayda.
Va wlar o presente oaa a qnaalia de 800 [eclfe, era sopra.-Alhayde.
TH^IRO
*
rja da.CroUL ^.i'-M^U
'(TmsftrMt.
Em conseqaencla do tnao lempo le'a traD&ferMa O agente Poniail
da nal ten)
MU par mu
QRanaceiss ao 'eagenbb Musanpi de tWW
dous bons_sitios para lavradres de alguma [abrica
em ptimo terreno para toda a qualquer If.vonra,
tanto mais seno cortdos|iof rioscaraanlas, distam
da praga 9 leguas. Tem isas dejvivenda, e orna
tem senzalla'e esTlbariav e'a casa nem tritada, e
pintada denewo ele. s ^tanapaaa^Mr* se io
primario no mmo: mgSL --.
ambos ofseos, a.af'Kf.W'WP" ^
rem proaor ao mageto : a trata jw' e*9
lAptlCH.aa|i'>*5*WoAa,W0^ W ml
da *o3irio n. Wv
ima"
fcBliaTaa rnangraMa d-Raanafo n. lo3a.
r^l4JoaqJM da*an*-ir-adv portfa*a, retl-
ra-se para Europa.
Zl preclsa-.-p de urna ama q e faja
todo Secvico os orna casa curapre ua ra ; a tra-
Uf ni' roa estrella do Rosario> % laja._______
Precisase-d*'
jnato a cocbaW
Rog-
Macbado, q
arfa oa roa 5on o.

Palma Q- 5,
leiro
bondad* de vir recebar ama

EGIVEL


p*
Diario te rmsmine* utxta telra 3 de Male fe 18M.
- Precisa-se de um catxeifo de 14 a -16
annos, a tratar na travessa do Marisco n. 7,
na febrica de charutos. _______ -
Ymho de Jurubeba.
Sopprior a iodos os luolcos conbeeidos" coutra a
anemia, /-Morse, hytlropesii, obstruccad do ab-
auiuuD. E tambem eropregado nos casos da roens-
iruaco d ffieil ; dos caarrbos da bojiga, etc.
Pituo pharraiceutico.
Roa larga do Rosrlo fi. 40
Peroambuco.
rQMa-se aiocar ama araa que ofcinhe e
la para casa de uma familia de duas pes-
atuado Hospicio n. 36.
Precisa-se de As ama para andar com menino
o tratar da roopa do mesmo ^4> tratar oa praca
.Joaquim Jos G&calves
Beltrito
RIIi'DO TftiPlCHB N, 17 1 ANDAR)
Sacca por todos os paquetes sobre o Banco
3o Minbo em Braga, a sobre osngaic'.es luga-
'" era Por tuga I.
aber:
Lisboa. .
Valenca.
1 -^olmaraes. ?J
Corrobra.
Chaves.
Viseo.
Villa doHk)0 Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
' Villa Real.
Villa-Nova de Famellco.
Lamego. *
Lagos.
Covilbaa. .

Precisa se de ama ama para cozinar : tra
la se a' roa da Cadeia do Reeife, i" andar, do so-
brado n. 34.___________________
"'Precisa-se de um peqaeno de 12 a 14 annos
para catxeirode taberna: a tratar n ra da Glo-
ria n. 114._________________________
; Nesta typographia se precisa fallar
com urgencia ao Sr. Justino da Silva Car
dose, r negocio. '
Precisa-se alugar um escravo para distribuir
pao e bolacha na roa-: a tratar na ra da Concor-
dia n. 64 padaria, nao se olba ?diantar alguna
qaantia sob, e os alugueis.
O adyogado
Affoese de Albuquerque Mcll*
madou a sna residencia para a Capuoga a' roa
das Crioolas o. lo, e conserva o seu escriptorio a
ra estreita do Rosario n. 34, onde pode ser pro
corado para os mysteTes do sua proGssao das 10
do din, as 3 horas da tarde.
Retirado completamente a vida civil para mais
nunca se occapar de poltica desta trra, olerece
a seus clientes intelra garanta de zelo e activida-
de em seos trabalhos. E os aceita tambem para
o'Cabo, Ipojaca e Escada "onde tem procuradores
probos e dih'gents e at para lagares mais loogi-
qoos onde pode Ir pessoalmente, sem grande re-
muneracao, nao sendo excesslva demora ; pelas
appellacSes e por outros trabalhos porra, qae pa-
ra aqui Ihe fizerem a honra de remelle* de fra,
se contenta com mdico honorario.
Alm do civil e commercial trabalba tambem no
foro eclesistico e no jury;
aat
ADVOGADO
'Bacbarel Manoel Joaqom Silveira!
N. 7 ARa do CrespoN. 7 A i
Ia andar.
Attenc&o.
f. 2 i-Rua do Livrament -N. 25
Deposito de tamancos e calcado nacionaes da fa-
brica da ra do Jardim n. 19, de. Jos Vicente Gj-
linho, taDto oo deposito como na fabrica se
aproaiptam toda as porgoes de calgado o mais ba-
rato possivel, esta fabrica lem to'das as machinas
propnas para os calcados ja' bem acreditado* pelo
graade numero de freguezes que daqul se for-
necera.
Photographo da A. casa imperial do Brasil
Rm do Cabug o. i8, sobrado, entrada peto pateo da Matriz.
Acabamos de reseber de Franca pelo vapor Estrlnadure ama linda collec-
cao de .
ALFILETES DE 0lR0 Ha alflnetes simplesmente de ouro, porm de bonitos feitios, e*a ainnew
com pedras preciosas engastadas, -perolas, rubios, esmeraldas etc. Os proeos dos ain
netes com os retratos das pessoas que os comprarem, variam de 18)5 a 404000.
Tambem ba alflnetes de-ouro para collocrem-se retratos e especies para gr-
valas ou mantas altimamenle em uso para borneas. Estes alfioetes com o retrato custam
de 14,51 a 18,5000.
RETRATOS' POR TODOS OS SYSTEMAS PHOTOGRAPHGDS.
Retratos em ambrotypo, para ciixinbas ou qnadros.
Retratos em porcelana.
Retratos em papel para diversos tamanho*.
Retratos eitt Vendem-se passe-par-tonts emolduras pretas e doura'das de todos, os tamanbos
assim como vende-se todo quanto preciso para trabaffllr eff photagrapbia ou am-
brotypo. .
Ha urna bella variedade de vistas stereoscopicas representando paisagens, edi-
ficios e monumentos de diversos paizes da Europa, frica e America. Tambem existe
qoantidade de academias coloridas e transparentes para stereoscopo, e tudo se vende
por barato preco. Stereoscopos d alaj, paliissandre* e mogno de 40 a 454000.
Albuns de diversos formatos e gostos para 20, 3j,36, 40, 50, 100 e 120 re-
tratos, de 30 a 18,0000. *
A galera e offleina acham-se aberlas todos os das e a todas as boras. -
.__ N. 2 D "^ N. 2 D,
P^ CGHACA.O ME OURO.
a* ,n rnn^.D' ? D ntilolada Corceo de Ouro na roa do Gaboga, acba-se d'ora em dianteoffereceu-
fniiVu>nI Publico coro especialldade as pessoas que bonram a moda os objectos do ultimo gos-
lidez da" bras Pr C8al d que em 0atr* 1u,,l',,er P*r,e' Garantindo-se a qoarraade e a so-
t J. ^rlSpeiUvel Publico avahando o desejo que deve ter o proprietflo de um'novo eslabeletimen-
Unou LP*res*.f,m 8eu negocio deve chegar iromediatameote ao eoracao de ooro a eomprar
Ernr I. mr, aDle8'6smill'l(la8' fuWnse perola; rerdadeiris em agarras, moderna pek
nniiii*L \L *' rincos modernos de .ouro e coral para menina pelo pre$o de 3#, maraus de
?nrnVo>,i,c i miTtim niadreperola obra de moderno gosto (o qae o eocontraro no eoracao de
JzL nrl ...if./Sf0 co,m- -et,n'Ptente cruslnha ricaiuedte eofeitada pelo pequeo preco de 12*, brin-
SSinf?ntr iro/frfeit0Pr unB ma'cc preco, cassoletas, tranealins, palceiras, alflnetes para re-
i"0* r.?s n:0(,eloslQl3o de alto gosto, anoisproprlos para botar cabello e Arma-, dito para casar
??n. h?,i^t rpSeU m ^""0 ae Quro-om completo e bem variado sortimento de diversos
?nr v'nnr ,* a ? ?_s com ^^ole, rubios e esmeraldas, obra esta imporUnte a" pelo sjo va-
ot ja por gosto as desenho, brincos a forma da delicada maoslnba de moca com pingante cometido es-
^nca^r!'crUKIDS' aPtesiperolas',S,0' sublime, alfinete para gravata no mesmo gosto, relo-
niiA t "avados de pedras preciosas, ditos para hornero, diversas obras de- brilban:es de
nono gosto, erosionas de rubros, esmeraldas, perotas e brilbantes, aneis com letras, eacoleus de
trytai e ouro descoberia pira retrato (a ingleza) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qual-
q -irJ-' par- ^ayetratos e obras de cabello, e ootros muil05 abjectos qae os pretndenos en-
rfl.in Lo"cao W>ro qae se conserva com toda a amabilidade aos concorrentes deliando-
r6^ tQi mecl0Dar, PreC? de certos objectos porqoe (desculpem a maneira de fallar) ilizendo-se o
preco iaive aiguem faca mo jono da obra, por ser tao dimionta qaaotia a vista do sea valor.
,n ^, mesma loja coropra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe se concer-
. p^?*noA qote em oa.,Ti loa^oe" Parte, e do-se obras a amostra com penbor, conservendo-se
e Coragao de Ouro aberto at as 8 horas da noile.
Qoalquer pessoa qae se dirigir ao Coraco de Ouro nao se podera' engaar com a casa, pols
^..i^/im Sua en,f am coraC*o pendnrado pintado de aroarello, alem de oulre qae se nota em um
roalo (isto se adverte em couseqaencia de terem ja" algumas pessoas engaado com outra casa.
V QiAu */JGi CSQPh Cortil G* iTt rfc'UCl c'kAfk /^"t '^^Ct .11^4 ^^tf\. *V%
COCLEGIO DE SftNTfti
BAIRRO DO RECiFE
N. 6 I-Otes do Apollo-N. 61
DIRIGID POR
JOS FUAWCIICO R1BE1RO DE SOUZA.
Bsie collegio fundado era Santo Amaro das Salina no anno de 1865.- acha-se de
piesnte funccionando no bairro do Recife, ces dj Aopllo n. 61, onde continra' receber
alumnos tanto pensionistas, como mel pensionistas e esteraos para as aula primarias e
secundarias nn nrpnarstAriae
xmmmmwMmmmwm*
m Ensino de musicapar m
ticular
Na ra-do Imperador n. 75 segun-
Sdo andar, lecciona-se solfejo e diver-
sos instrumentos de msica, e tam-
bem dar'as licoes em suas proprias
| casas das- 5 horas da tarde as 10 da
m noite.
OREJA DE
1- BaLUM
Vcstimenleiro e bordador de Paris. *
23 RA O IMPERADOR 93
Prmiisa-se ae um impressor e de um disc-
pulo : na Ijytwgranftia di F. H. Caris, ra da Ca- facao da eucommenda.
deia do Reeife u. 36.
Defronte da igreja de S. Francisco.
Concurrencia impossivel
justificada pela suppressio de intermediarios, pela compra directa das materias primas, pela eze*
cucao dos trabalbos as ufficinas da casa e pelo diminuto lucro com que se satisfaz.
Animado pelos importantes negocios que faz com grande parle do mundo calbolico da Europa
resolveu o annanciante estabelecer filiaes da casa de Paris em diversos paizes longinqoos que
offerecem vantagens, e veio inaugurar o primeiro eslabelecimenlo nesta cidade, sem davida orna
das mais adiantadas e commerciante da America do Snl, e que por isso mesmo necessila d'um
estabelqcimento qae nada* deixe a desejar, quer em rela;o s precisoes maleriaes e quer iotel-
lectnaes.
Os Srs. sacerdotes e demais pessoa, que se dignaren) visitar o estabelecimento, ah acbaro
seropre uma grande varikdadb de todos os objectos para lereja e para o clero.
OCRiVESARlA PARA IGREJA.
Novos modelos de castodias e de vasos sagrados.
ALFAIAS DA IDADE MEDIA, A' LIZ 13
Os presos variam segando o tamanho, o peso e a forma.
TAPECARIAS E ARMAgOES PARA IGREA.
Pornee toda a quaWdade de armaeSas, por precos mdicos, vontade do rego^l; ter do
sempre nma pessoa no estabelecimento para ir tomar as medidas necessarias para completa satis
Criado.
No collegloR Conceic.Jt precisa-se de aro boro
criado forro ouescri;
Na ra do Jardim n. f9 precis.i se de oro
caixelro que teoha pratica de cortar raleado, or-
dinado 500J0OO.
Trocara se
utas das calas filiaes do banco do Brasil e do
proprio Banco c.-.ra um pequeo descont : na roa
da Cadeia do ReciC* o. 83.
Desappareceram na ooute de 23 para 24 docerca-
do do Sr. Joao Munlc at S. Jos, um burro e oma
burra, todos dous castaubocr de rato, o barro
mais alio qae a barra. Recompenca-se a qam
der noticias delles, e ser maior a recompeca a
1aeiP_os entregar na ra do Imperador n. 23. --
Lava-se, engomma se e coocerta-se ropa
coro asselo e proroplido : na travessa dos Pires
n. S.
methodicamente dividida em tres seccCes
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
. A companbia Indetabisadora, estabeleci-
da nesta pra^a, toma seguros martimos so-
bre navios a seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias e mobilias:
ca ra do Vigario n. 4, pavimento ierre o
NOVAS UMBELLAS PRIVILEGIADAS.
Estas ambellas de molas, adoptadas p;r S. S. Pi IX, tem por sua perfeieSo, novidade
e riqueza a dupla vantagem de cobrir inteiratnente o Sanlitsiato Sacramento e o padre, sem diffl-
cnltar o andar.
E^CULPTRAS EM MARFIM E EM OSSO.
Imagens de Christos, caldeirinha-:, ernzes, quadros e todos os objectos devotos.
Objectos era argila, simples e prateados.
secundarlas oa preparatorias.
A aala de instruccao elementar acha-se
cada oma com o sea professor.
O director deste collegio julgou'conveniente abrir duus cursos nocanlos, os quaes
sao de reconheclda vantcem nao so para o comm^rcto co:no tsmbem para qualquer ou-
trerramo da vida : o de ingle e fraoeet e o 2 do grammatlca da iingua nacional,
arilbmetica, calligraphia etc., corno se v abaiio :
Anta de lnstruc?3o primarla.
Professor Jos Francisco Ribeiro de Sjuza.
> Maneel da Costa Pereira, alumno do 2 anuo da escola normal.
Rvra. padre mestro Antonio Manoel da Assumpgo.
Instruccao secundaria.
Lingua latina professor Jos ""ausno Marinho Fal.-o.
franceza e iagltza Fortun-u Raiihael dos Santos, acadmico do 3# anno.
Rbetorica e poeJica, geograpbia e tiistaria Dr. Antonio Kangel de Torres Bandeira.
Gbmetria Rvm padre mestre Francisco Joao de Azeved>.
Philosopbia Tobas Brrelo de Menr-zes, academico"(!o 3 aano.
Instruccao recreativa. *
Desenlio Eduardo Cliadino Correia CabraU
. Masica vocal e inslramental Trajaoo Fllippe Nery de 3*rceIl3S.
Dansa Manoel Bapliata deSouza.
Curso nocturno das 7 as O horas da noite.
i* ioglez e fraacet, ler, escrever, contar e fallar correctamente.
2'gramroatica da lingua nacional, analyse e ortlngraphia, contabilidade
prehendendo systema raetrologico decimal, calligraphia etc., etc.
om-

Fog*os.
de artifirl? da fabrica da estxada de Joe de Bar-
ro? da viuva Roflno, aproorietaria desia maito
conceituada fabrica avisa ao respeitavel publico
que em seu esubeleciaeoto existe om completo
scrllmenlo (Je fogos para S. Joao e S. Pedro e de
outros artigos conceroenies a essa arte, as pessoa
poisque'quizerem comprar destes objectos oodem
deixar soas encomraendas oo armazem di bola
araarella no oitao da secreUria di polica ond
hovera am portador qae os val bascar com a maior
presteza possivel.
Precisa-se de um menino de 12 a 11 aonos
com pratica oa sem ella para caixeira de taberna :
a tratar na rna de S. Miguel dos togado?, taber-
na n. 34, pagase bem.
COLL(no~DE_SANTO
AMARO
Gaes de Apollo no Reeife
Neste estabelecimento precisase de om
criado livre oa escravo para todo o servien,
dando conhecimeoto de sua conducta. '
L'avallo urtado.
Na nente ta da 26 .para 27 do crreme, rooba-
ram do en^nho Santa Cruz, freguezia de Barrei-
ros uro cavallo russo pedrer, rodado, andador de
baixo a meto, com a segoiote marca A, pede-se as
autoridades poli iaes a captura de dilo animal, o
qoalI pode ser entregue no referido engeoho, ou
ero Upa-ao Sr. Jos Joaquim Dias Paredes
Perdeu-se no sabbado de aleluia desde a
igreja do Corpo #to al a. rna do Pilar, casa
a direita depnis de pass^oV o arsenal de marinh,
uma pulseira de ooro : qoem a acbou e por coo-
sciencia queira entregar roga-se que o faca diri-
gindo-se a dita casa 2 andar e onde mesmo reee-
ber caiificacao se o exigir.
Manoel Fernandos da Costa, subdito portu-
guez, vas a Europa, levando em sua companbia
sea fllno menor de nome Henrique.
INTERNATO
DE
Tr
Todas as informa5es sero ministradas'gratis, acerca dos ornatos de igreja.
Conceder-se-ba facilidade paja os pagamentos.
Eis o catbalogo do que tem a venda :
CASLAS.
ocam se
as notai do banco do Brasil e das calxas filiaes,
com descont muito rasoavel, na praca da lnde-
pesdencia n. 22. .
Attenco! 11
Nos abaixo asslgnados fazemos scienle ao res-
peitavel publico e especialmente ao corpo do com-
merco que jalgamos nada dever nesta ptaca nem
fra della ; mas qoem se julgar credor aprsente
seus documentos no prazo de tres das a contar de
boje, e qae depois dessa dala, nao se attnder a
recbmaco algoma. Reeife 2 de maio de 1867.
_______j__j_________Gutmaraes & Vietra.
Attencilo.
Guioiaraes publico e expecialmeote ao corpo do commercio
que dissolveram amigavelmente a soctedade que
tinham na taberna cita na rna Angosta, n. 114,
fleando o activo e passivo ao socio Vieira. Reeife 2
de maio de 1867.
Jos do Coulo Gutmaraet.
Antotuo Jos Vieira.
'' Quem precisar de um mojo de idade de 16
anaos, pira caxeiro de taberna, do que ja tem pra-
tica, dirija-se a ra da Matriz da Boa Vista, n. 27, i
qae M .be dar' informaos de soa *oa conduce ^^ JJ" S^
-~----------(---------------,__i.___ relevo, franjas e
O Sr. Joaqom Albino de Gasrao, eraprega-
do da alfandega, queira mandar a' roa do Destino,
n. 16, a cpgocio qoe Ihe diz respeito.
Peoe-se ao Sr. Jos Rofino da Silva que ve-
Dbi a roa das Cinco Ponas, n. 86, artaazero duas
americas, a traur oerto negocio.
de urna ama na roa do Aragao o. 9.
Odiaboajuda aos seus.
' Com a grande cbova qoe hoove bontem de
maio, eacobrio-so os grilos qoe o seo numero era
de trio .a e tantos qoe dizem existi no batalbo
o. 3 A, s assim levarla o pagador eospe na...
como dzem os meninos do Irem, porque a descol-
pa nao m.
Diarias, de velado, de crina e de
galo lustroso.
De damasco coro cruz de caro e
seda.
De damasco dobrado, com diver
sos bordados em relevo na
cruz.
De tecido de prata oo de uro.
dem com diversos bordados em
relevo na cruz.
dem idem mallo ricas.
De velado de seda coro cruz de
ouro Uno ero relevo.
De cbaroaJote de seda bordado.
Gethicas e da fdade media.
A cor da casula nao inlue i
prego.
CAPAS.
De veludo estofado.
De damasco.
De tecido de prata e de ooro.
dem com emblemas em releve
e ricas franjas na marga.
De veludo de seda.
De tecido de prata e de ooro fino.
DALMTICAS.
O njjsmo prego das caslas.
ESTOLAS PASTORAES.
De velado estofado.
De dito de duas toces.
De damasco.
De dito de doas faces.
oa de ouro.
em
bordados de
torcal.
dem idem em relevo moito ri-
cas.
De tecido de ooro e de pra|a fino.,
De charoalote bordado de seda,
com doas faces.
VE'OS DE HOMBROS.
De tecido de LySa.
De dito dobrado, de ooro fino.
De damasco, bordado {em relevo. I Corporaes de cambraia fio?,
dem idem, muito rico. iToalhas para coromoobo e alta-
VE'OS t'ARAEXPOSigAO.! res
MM
Precisa-se de ama ama qae compre e cosinbe,
para casa de pouca familia : na roa E-treita do
Rosario n. 34, i* aodar.
Precisa se de jma ama para casa de pouc*
familia : a tratar na ra de *anta Rita n. 14 -e-
gondo andar.
Precisa se de um cosinhelro na rna~do Ran
gel n. 9.
Aluga-se a casa defronte da igrej~de'srj,
do Maoguinho n. 24, com boro quintal e cacimba .
a tratar na ra da Madre de Dos o.,14.
De tecido de Lyo.
De chamalote de prata com em-
blemas em relevo.
De dito dito, muito finos.
.VE'OS DE SAGRARIOS
De todos os precos.
BANDE1RAS.
Da Santa Infancia.
De confrarias de Nos'sa Senbor
Parochaes, qualquer qoe seja a
invocacao.
Goi'es com emblemas em relevo.
A collecao varia de 351000
3:000,5000.
PALLIOS.
Em veludo estofado as quatro
pontas e no forro.
De tecido de Lyo, con ouro.
De dito de prata e de ouro lus-
troso.
De dito dito, coro quatro emble-
ma; bordados em relevo.
Muito ricos, inteiramente bor-
dados em relevo com ougoJbo.
PANNOS MORTUARIOf. 379
De lia. 433
De veludo Ioglez preto verda-487
deiroj 541
660
GuarnfcSes de rendas para alvas.
D.tas para toalbas de altar, aos
metros.
Toda a qoalidade da roopa ga-
rantida e perfeitameni" execu-
tada.
DIVERSOS OBJECTOS.
Bolsas para tirar esmoUs.
Cordoes finos para alvas.
para meninos do coro.
Voltas, s dazias.
Cintos e eiuturoes.
Sacras de altar, em cartio.
Ditas em quadros.
Marcas para missaes, com seis
pernas, em cbamalote.
Flores artificiaes, o ramo.
Estfos e todos os demais objec-
tos de igreja.
BRONZES DE IGREJA.
Castigaes paraallares, praloados,
de novos modelos :
325 miiimeuor*K12 poiiegadas).
De damasco dobrado de brocado.
Estes pannos tem dous metros de*8i2
largura e'tres detoraprimento.
ROUPAS DE" IGREJA.
Alvas de panno de linbo One.
de cambraia fina,
i de panno de linho, para
meninos do cero.
guarnecidas de renda.- finas,
c de fil, de rices de-
> senbos.
Roqnetes em panno de linbo sem
mangas.
c com ditas.
Amictos.
Toalbas e saogoinbos.
14
16
18
!:
30 ).
Craze,s de altar, correspoofentes
aos castigaos, o par.
Thuribulos e navetas prateadas.
Caldeirinbas com,hysoppe idem.
Custodias ditas e douradas.
Lustres ditos e correntes fortes
para os mesmo/
Cruzes para proelssao, com ratos
ditas.
Varas, alabardas -para suissos e
cidas para porteiro?.
Estes objectos todos sao em co-
bre e nao em materiaes de
composlgao.
Aviso essencial para evitar qualquer erro ou p f.
0 Srs. compradores nao devem ignorar que o onro n3o pode ser fiado nem
tecido, e que por consegotale os galoes dos ornamentos chamadas de oro raro sao de
prata dourada, os de oimo meto fino sao de metal dourado e os de ouro Jalso so de
cobre doorado, e como tal Cofondir os ttulos que se Ibes den sem'pre, que So mera-
mente coounerciaaa. f-
___________ fi ^ ornamentos que o annunciante tem venda s3o o de galoes de ouro meio
q jem tiver conus com P. F. Needham, tara' ^ x ? de 8eda's maDdaBdo vir os de ouro fino por encommenda; e nsnhum
favor as apreiaaiar at o da 8 do crreme, no ""J900 *e o sea esubelecimento sem ser aoompanbado d'uma factura por elle flrma-
esmptorio de Saunders B-others & C, par. serero J. Pfiflcando a qualidade do-(*jecto, par* poupar-se i eiplicacoes sempre incon-
rronientM ao depois de retinada a venda.
Estabelecido a cidade do Reeife em 18 '2
Hob a proteccSo do Saumno Pontfice Po IX
DIRECTORO BACHAREL EM MATHEMATICAS
Bernardo Perjeira do Oarma Jnior.
0 director do intrnalo de S. Bernardo, nao tndo evitado esforcos
nem sacrificios para proporcionar aos seus alumnos uma perfeita educafo
pl.ysica, moral, intellectual e religiosa, cfferecendo-lhes ama habitac5o com
bastantes condiges de salubndade, babeisprofessores que sao solcitos em
prepara-los convenientemente ao fim a que se destinan), medico pratico
que Ibes faca comprehender os precettos da hygiene e Ibes cure das doencas
e Analmente um sacerdote Ilustrado e honesto que Ibes expiique os princi-
pios da religiao chrlstSa, espera que assim'constituido e em vista do ex-
cellente resultado, que tem apresentado, contando un crescido numero de
alumnos na Faculdade de Dreito, que concloiram alli vaotajosamente os es-
tudos preparatorios, n3o deixar o seu estabelecimento de continuar a mere-
cer dos senhorespaes de familias o auxilioeconflanca fcom qne j muitos o
tem honrado; e Ibes roga, bem como a todas as pessoas interessadas, que
sedigaem de visitar o mesmo seu estabelecimento, onde sempre encontra-
do franao ingresso.
Cadeiras de ensino:Primeiras lettras dividida em duas classes, ten-
do cada uma o seu professor, latim, francez, inglez, arituipetca, algebra e
geometra, geograpbia, rhetorica pliilosophia, desenho e msica.
0 collegio tem a sua sede nos espacosos edificios os. 32-e 34 5 ra
da Aurora.
.Nos estatutos do collegio, que estSo disposicSo de qiem^os qnizer
ler, se achara consignadas as condicSes de entrada e matricula as diversas
aulas do estabelecimento.
PREVIDINTE
Sociedade portagaeza de seguros mutuos sobre a\ida, funiadae
admioistrada pelo
.i
C
Uompi*ain-SG e^cravos
Silvino Gnilberme de Barros, compra, vende e
troca efectivamente escravos de ambos os' sezos
ede todas as idades : a' ra do imperador d. 75,
erceiro andar.
Ouro e prata.
Km obras velhas : compra-sena praca da a
dependeccio n. 22 loia de bilbetes.
Moecias de ooro. -
.Nacionaes e estrangeiras assim como libras
esterlinas: campram-se na raa do Crespo n. 16,
primeiro aodar.
Compram-se libras sterliuas: na praca da
udependencia n. 22.
Compra se
Na fabrica de salan nos A logados doas escravos
qoe sejam mogos e robustos.
Comprase moed^s de ooro de 20/, !6TlO*
e 9Ji; a roa da (Jraz,n. 3.
Comprase
cobre, latao e chumbo : no armazem da bola aoa-
rella no oitao da secretaria da flela._________
Corapra-se
Na rna da loria o. 3, forqoilbas de ferro tkam-
badas em pedra, 12 oa aais p de laraogetras
dos melbores enxerlos, assim como 6 ps de per-
reiras rouscatel: qoem tiver taes -ojelos para
vender dirjale a mearos casa de maabaa al II
boras oo das 5 da tarde em dianle.
1 ^^
VENDAS
BANCO ALLIAJVCA DO PORTO.
Todo opaT que defejar acaUtelar o futuro de seos filhosdev,e quanto otes,
azer inscrever os seus nomes na lista dos socios daPrevidente por que, com uma
pequea quantia que, todos os annos para alli for applicando, tirada do fructo das sua;
j economas, no fim de 15 annos alcan?ar-lhes-ha uma fortuna, que por nenhum outro
meio e com to pequeo desembolso poder obter.
pagas.
Ana
-i.!1ro." d0 LivraiaHt0 l.lerceiro andar,pre-
eui-se >le uma ama para o ser vico Interno de ama
cata de pouca familia. _
Alnga-se' a um casal sem Dlho
oma casa com quintal, cacimba, etc.':
Pato* b. 51
melade de
na roa da
- Francisco Garrido, subdito bespanhol, a
fcoropa, e deixa como sens proeoradre nnu ci-
dade o lilao?. Sr. Aotonlb Va
roca e l>*inar;
Na roa do Traplcbe o. IK, segoado andar, are-J
eisa se de aoama forra oa captiva qae eosinhe
e engomrae. t
Precisa se de am
re o. 42.
Amassador
aoMsador: na padaria
d
Alagase
re da Mi
Os e'xemplos praticos de outras sociedades anlogas tem mostrado que:
lOOgOOO yagos anHoajaeate podem prodnzir.
Emfan- Em 10 Em 15 Em
Por um menino de i da a i anno.
> de i a 2 annos...
de 2 a 3 ----
' d 3 a 4 ----
d 4 a (8 ....
Por uma pessoa de 15 a 20 anno* ..
* dp,20 a 30 \ gm.

* *
Quem |
' quem oe pedir.
nos.
1:1004
9004
860*
8604
8604
8604
2:7004
3.-0004
annos.
4:0004
3:0004
2:9004
2:8004
2:7004
annos,
9:0004
7:5004
7:2004
7:1004
7:0004
7:0004
7:1004
7:2004
7:
8604
i Previdente e
aos Srs. Manoel Joaqui
reci meatos que se desejarem
20an-Em 25 an-
JSl
20:6004
17:0004
16:0004
15:6004
45:5004
15:4004
nos.-
47:000,1
37:000,1
35:000/1
UiQOOfi
33:300/1
Vende se 6 pretas, sendo 4 de 19 a Ttiiii
1 de 33, ontra de 40 coro fcabiiidades ; a iratavaa
ra do Fogo o. 9. ________________
Chitas larga a 4* ra.
Kscoras e cores Oas coro ota pequeo ariaeipio
de mofo: na fu da Madre de Daca a. It, Wa ce-
rrme da guarda 4a alfandega.
7 Farello T"4|500
o sacco com noventa e tantas libras : a
da estrella, largo do Panizo n. 14.
Palha de carna&a
Vende-se palba dj
safra : na rna d
Uk
Alcanlo do
Oe fins a qoe pode ter app!isa*>
co eonbecidos o Brasil: ^^B
vantagens do alctrio ia gaxiao
apreciadas. AIU, fK*Pf tM^M^
servativode madefraa^H lias
a' aegio atraospberlca, <*?^KBM haV
da. E* osado, aioda ceaaaj
dlitnetiva do eopim eootrawJ
abumldade penetre ea|
Sarv* afinadlo O <
tu
cellente dMinfectanle^
nda por al
armazeo da BoUa-1
daPawaeal


r
Diario de pernanihuco Sexta letra 3 de Malo de i$Q7.
, fcaiediosdo Dp. .1. C ex-!ente
da IJoiversidade de peosvfvaaia, m
Estados-Gados.
Extraetocomposio deaalaa-par
rllha de Ayer.
PeItor.il de cerera.
Remedio para sezes.
Mala cathartlcas.
O deposito ceatral para as, provincias
' Peroambuco, ALagoas, Parahyba e Rio
Grande "do Norte, destes remedios tSo la-
voravelmente coohecidos e acolhidos 'ert
todas as partes da Atoerica do Sol e do
Norte, acha-se em casa de Theod Chrl
tlausea,.it] rna do Trapiche caj
Pevaambneo.
Os preces de
330 por duzia de estrado de salsa-parrlloa.
27* por duzia de peitoral de cereja.
270 por duzia de remedio para sea5es.
70 por duzia de pilulas catharticas
se euteudem a dlnhciro a vista, coa
o descomo de 5 por ceato em quantidadei
de-6a *2 duxias, e de (O por cento em
cantidades superiores a 12 duzias.
^m m
x:

Perfumaras novas.
A antiga toja de miadesas a ra do Queima,
Alm do grande sorimento das meihores machinas, americanas para descarrocar
algodo, de iO, H, 14, t, 18, 20, 22, 2, 30, 3o, 40 e 50, neste estabelecimento se
encontra mais o seguinle:
Azeite de espermacete propria para machi-
nas.
Vapores de forca de 3 a 4 cayaHos.
Serras avulsas para machinas.
stlZ^rXe'S^ot^tt1"^* todos os mais pe,
ros agradaveis para lengos, leos surfine, philoco-! mesmas.
me, e babosa para cabellos, banbas e casmetiqnes Carros de m5o para aterro.
tambera, para os cabellos, poz de coral e hygleoicos, Cylindro para padarias.
e. looca pnra bar- t.arrirrnos proprios para armazens.
ba, agua da colonia de superior qualidade em fras- Moiuhos para refinacao
eos de diversos tamanhos e pregos, agoa ambreada Mprn nim milhn
para baohar e refrescar o rosto, aga florida ( da
verdadeira) inico de Kemp, e mui'as oalras per-
fumarlas que a vista da boa qualidade e comino- i
didade de precos, o comprador nao objectara'.
Meia
Escarias de u.udeira americanas.
Caixas com vidro sortidos. i
de todas as qualidades.
Bombas de japyz.
dem americanas.
Ferros para engommar a vapor.
Vassouras americanas. j
Baldes americanos para compras.
Tilias de madeira.
Ballaios e cestas de verguinha.
Guarda comidas* *
Penetras a'rame para padarias* refina^Ses*
Correntes para almanjarra. *
Machados e facoes amer;canos.
Barricas com milho raneo americano."
pretas de la e de laia.
Para padres.
ruado Quei
Para baptisados.
m 9m
Vendem-se na loja de miudezas a
mato n. 16.
VAHTA6ES
AO PUBLICA
NA LOJTfARMAZEM
DO
PAY
Ra da Imperatrh n. 60
DE
I
r
J Ver
4fi
na
Oj wop'ittar.os i'e>te grLde en Cera de cainaba
Yeiide-fl dj rea da Madre d Den a*.
barata do qne em entra qanfroerparte. |
VENDE-SE
tures r.rnrrrfaejcs para tai caratos-
fino dito para que tro dli
*U 18, 20, 30, 35 e 40 ierras.
Prrr.gae para enfardar algodio tozendo ce re-
eos t< m te palmee to eonspriaeata, coa *"****
de 150 e 200 libra, vio las o'tirr ament -u -'*
rica : no armazem de B*n> j Fct- r
vendem a 2*500 e 3*, ditos para encost de sof PdrJ.' *D?P!!*^5Mg. M
a 63, ditos proprios rara dubur alrncfada^a Bap Patllo CmrcilO e TU Ja a
A 100 ra.- para Jtito, vende o
Pavio.
Vendem-se laazinhas pretas proprias para loto
toratisoorngayde 100 rs. o cavado: na
J arq* i o FavJo roa a Imperatrfa d. 0,
e i* id a i,
!^\ Croch
Para eadei ras
Pata sofs
* Para cams
Para^resenteS.
Chegaraaa os. oais ricos panous bw' -dos a .ero- ,
h proprios para -ncost.'j de cade.ras que *'
de cfa,
2*506 e ditos pira cohrlr presentes a -JoCOe 3_:
na loja do Pavo riy da Imperatric o.
ma & Silva.
A Ujideuiiudezas wm o Qa*
de ria-,recebfn oo*ra)e.--ao Mii Paul<
tendo no anno prximo insuda v.do "grande MoVOS VflStldoS Pol lO (/hi-
parte de ;aas fazendao como hsvim dnnuncMb, xl
tea-- ren.rviiiar.oBl nar vender anda rr.ais b- |
latoem vinurte o^ sbatimtnto que fieran em '
uas azendas por xiccasiaj do balao$o a que pro-''
cederam em 31 de dezetotro alto o ; porm pj'a
poaerem satisfazer e apresenlar so respeitave pu-
blico os seus numerosos freguezes taato Jesta
pu
vre a 16W00.
Xa laja do pavo.
ui velo vapor do da 15 do corrente, os
iUi i -* nes de poil de chvre para vistidos,
endo laictida inteiramente nova no acercado, ten-
espartilhos dos mais bem feitos que tem 'vindo ao
mercado, sendo de todos os tamaobos, vendendo-se J ^L3BID "*'
por um p,e5o muito razoave. : isto na IIqta do, p. *** XiolKCVSS
vao n> ra da Imperalnz n. 60, de Gama & Silva.
;L^ mat0 aw novo e V"''iaillJ crlimcnu de ,1o esta fazenda bastante lastre com os mai deli
iouas as qualidades de fazeodas, d.sile as mais
modestas at as de mais aparado laxo, nao se tem
poupado na escolba deila,s, limitando seas lucros
apenas no descomo. Continuara a d* fszendas
amostra, com penhor, od manda-las por teos cai-
xeiros em rasa das Exmas. familias.
Cambralas lisas do Pav5o a 3#500,
45000 64,5500.
Yerjde-se wa grande sortimenio das melhorts
cambraias transparentes, tendu 8 varas e meia ca-
rvS?'' pelos banitos precos de 3$.f00, W 4*300, 50O0, 6*000 e 7*000 a pec ; ditas de es-
cossia com 9 varas cada peca, tendo mais de vara
de largara a 6*000, 7*000, 8*000 e 10*000 ; ditas
Victoria a 6*000, 7*000 e 8*000 : ditas largas cour
8 palmos de largara a 1*000 e 1*280 a vara, sen-
do preciso apenas 4 varas para vestidos, a.tteodtn
do aJgura ; ditas para forro muito encorpadas
* 3**00 pega : na ioja e armazem do Pavao na
raa da Imperatriz n. 60, de Gama A Silva.
Para cama de noivas vende o Pavo
Vendem-se ricos cortinados bordados e adamas
cados proprios para camas e ianellas pelos baratos
precos de 8*, 10*000. 16, 20*000 e 25*000 ; su-
perior damasco de !i enfeitado a imitacao de seda.
Vidj*.j, e coMiMa a reMbtr por to. s o* vadera
Grawk rdicet ios ir cas >
faraces
m
LANMAN SEMP.
S.-lr-a parriiha de BmtoJ Joira.
Agoa Florida de Horra; & Linmac..
Anacahuila reii,ral de"-K*np. Sal"1'"
Em qaanto a agua florida precito a aior re-
tela coDtra as fals frandokalas fraoem; :
as ve dadeiras prepara^iks e veaetu no jnk'.
doposilo roa do Trapiche n. 8.
Raa do (re pon, 9 A
Custodio Jos Abes Guimaraes, proprietario deste aovo estabelecimento, participa ao
respeitaval publico que alii sempre encontrarao um vanaoissimo sortimenta de fazendas
Bonitos cnapeosmhos 'enfeitados, sapatiobos de ^^ lodas as, quari,,ades> assim como Rectos de grande novidade propriamente
setim e merm, bordados e enfeitados, meias de! Para as ^xmas sentioras, para o que nao se tem poupado na escolha dfi taes artigos, achan-
seda, e fio d'escocia para ditos. Vendem-se na lo-! do-se assim habelitadisimo para bem servir aos seus freguezes, ie qu epera toda pro-
teceo, principiando por virem visitar seuelegante estabelecimento para a^sim mellior po-|
derem apreciar o seguinle:
Requissimos cortes de sedas de cores com listas.
Sedas pratas de todas as qualidades. .
Barquine de seda prela enfeitados com gosto.
Rotondes de seda e de algodo e linfa o.
Camismhas para senhora.
* Esparlilhos < ultimo gosto novidades.
Mantas pretas de blonrJ,
Cintos pretos bordado de aljofares novidades,
Requissimos enfeites com coknovidades. N
Lindas fivellas para rintonovidades.
Organdylnteiramenie- novidades.
Cambraia chineza novidade*'.
Punhos e gollinhas para senhora, '
Chapellinas de seda
Ricas saias bordadas.
Meias de laaspara borneme senhora.
Lavas de pellica.
Riquissimos pentes de tartaruga.
Meias pr tas para padre.
Coqu.es muito ricos vindos pelo uliitno vapor.
Fonhas de labyrinth muito ricas.
Lencos de labyrinth muito finos. .
Rendas e bicos da trra.
' Grades para lencos.
Ricos corpinhos de cambraia para senhora.
Timoes bo dados para batisados.
Ceeiros bordados muito ricos para baptisados.
artlJS f"' Ch/af ':f frJS ?IdadeS' PaDD' C3Sem'raS' tH nSfl -mUt0S <**<* l Z S.'fcSViS oaaToO 1! liSoo.
artigos que sena enfadonho menciona-los.
O dono deste estabelecimento est resolvido a lucrar nicamente o descont, efor
isso os precos de sus fazendas serao razoaveis, encontrando sempre o respeitavel pjibflco
nos empregados deste estabelecimento agrado e sinceridade. )
ja de iludesas a' ra do Qneimado n. 16.
Bicos e rendas dasilhas.
A loja oe miudesas a" roa do Queimado n. 16,
recebeu novameote oulro sortimeoto daqaelles boos
e bem_ conhecdos bicos e rendas das illjas, coja
fortidao, e segoranga de tecido, Ihes da' imraensa
daracao e os differentes fins a que acertadamente
sao applicados razem a grande procura, e prumpto
extraejao como constantemente tem -acontecido ;
assim pois concorram os pretndanles,*que a vista
da commodidade dos precos nao objectarao em
comprar.
Graxa econmica.
_ Em caixiohas, latas e bsrris, a' loja de miudsas
a' raa do Queimado n. 16, receben novo sortimeo-
to dessa boa graxa econmica.
La para bordar,
A loja de miudesas a' rna do Queimado n. 16,
reeebeu novo sortimeoto de la fina de bonitas co-
res, e como sempre vende-a baratamente, e o sor-
tmenlo a contento do comprador.
Bonitas caixinhas.
De madeira com enfeites dourados, e oqtras de
metal para guardar Jilas. Vendem-se na ra do
Queimads loja de miadesas n. lt.
Enfeites e grinaldas.
Na loja da miadesas a' roa do Queimado n. 16,
acbaro os apreciadores do bora, um bello sorti-
menio de bonitos enfeites para bailes, theatros e
calmemos; assim como delicadas grinaldas para
noi.vas, eaixos de Cores finas para enfeitar os ves-
tidos de ditas, e moitos ootros objectos, e ludo se
vende por pregos tao rasoaveis que o comprador
experiente, nao se atrave a objectar a respeito.
Babadinos bordados, ntremelos ditos.
Todos de fina cambraia e delicad s bordados.
Vendera-se na loja de miudesas a' roa do Queima-
do n. 16.
Plomas brancas e de rg,
Vendem-se na loja de miudesas a' ra do Quei-
mado n. 16. v
Fraujas
Com haras e som' ellas, pana cortinados, toalhas
etc. Vendem-se na loja de miudesas a' raa do
Queimado n. 16.
Bas e bonitas filas.
Lizas e lavrada?, larga- e estrellas; veodem se
na loja do miudesas a' ra do Queimado n. 16.
Bonitos.enfeites para vestidos.
A U>ia de miudesas a' ra do Qoeiraado o. 16,
esta' reeeatemenle provida de mui bonitos eufeites
para vestidos, sendo bicos de sfla tanto trauco
como pretos, de differentes larguras e cora vidfi-
ioos, ou sem el les.
Traneas egaloes de seda dos ulf'mos fistos, di-
tas com vidrilbos, pretas e oranease de differentes
largura* e gostos. Fitas de velludo pretas e de
cores, cora lista n.is relas. E assim Emitas ootrfs
cousas de moda e navidad*, e todo por pregos lc
comineos, que o comprador flea satisfeito e nao
objecla a comprar.
Bollas de borracha.
De diversos tamanhos para brinquedos. Ven-
dem-se na loja de miudesas a' roa do Queimado
m GAZ G4Z
egoa ao antigo deposit de Henry Pbrster &
C, ra do Imperador, um carregamento de gaz de
primeira qualidade.o qaal se vende em partidas e
a retamo por menos prego do que em ouir qaal
qn* parte. "_.
r
fval#sem segundo.
na doQuelinauou. 49.
Quer acabar com as fazendas abaii
meacioMdas.
QueiiMB vir ver o que ton e liaraiissi.^
Libra decomma de milhd i 400 rs.'
Toalhas ie laiynntho coM bico, fazenda boa >
3*500.
Carreteis de lioha com 100 jardas a 30 rs.
Grvalas pretas e de coree muito finas a 500 rs.
G'xas de eareias de massa muito novas a 40 rs.
onfladores para espartilho de cordao e fita a 61
.neis.
Carj-eteis de lioha Alexandre com 400 jardas a SO*
r.i.
Sesmas de papel aintago muito bom a 2*500.
Fraseo de oleo babosa a 320 e 600 rs.
Ditos de dito btgiemqae verdadeiros a 1*000.
Diloe di falso a 800 rs.
Ditos le macagar perola a 200 rs.
Saftoeetes-eaito "nos a 60, 160, 200 e 320 rs.
Ditos de beU* maito finos a 240 e 320 rs.
Caitas para rap com booitas estampas a 100
aixas de palito1? a balo a 40 rs.
Miadas de liaba frota para bordar a 20 rs.
Varas de eordi para espariilho* 20 r.
Frascos com tilla rota nluito HH 210 e 320 r,
Pentes volteadooara regicar bello d<* meain*',
320
Frascos oe maea$a' oleo mnite a?, a 120 r?.
Aootoataras moito Anas para rollejee 500 r?.
CartUes oe linha branca-e de cores a 20.rs..
Libra de arf preta superior a J00 rs.
Cartas do alSnete; fraoceze; com t peotes
120 rs.
Escovs par fato, fazenda boa, a.500 rs. .
Agua mineral
-#rngiaa, acidaUda, fasata t carheaiei
OftBZXt.
um ; loja e armazem do Pavao na roa da Impera-
triz n 60, de Gama & Silva.
Algodoiinho enfo^tado
Ven e-se superior algodi/zinho enfestado, moito
encorpade, proprio para lenges, per er 8 pa!mos
de largara, pelo baratisslnso prego de 1*000 a
vara.
Dito com a mesma largara, sendo trangado e
I, moito encorpado, a 1*280 a vara, assim como pe-
propno para colchas A *500 o covado'; ricas col-'lcia.sde dit0 de UUia largura s6, com 18 jardas, a
cbas de croch pelo baratissimo prego de 10* o e **< e 8"nde pechincha : na loja e armazem do
12*000: isto na loja e armazem do Pavao na ra J""80- na a da Imperatriz n. 60, de Gama 4
da Imperatriz n. 00, de Gama & Silva. s,lw
Osehales. do pavo a 2ooo e 25oe rs. Cassas frar.cezas
Vendem-se chales de merino estampados a 2*| Vendem-se as mais bonitos cassas francezas para
e 2*500 cada nm. vestidos pelos baratsimos pregos e 20, 28 e
Ditos de merm liso a 34500 i 320 rs. o covado, assim como bouim crgandy com
nitnc .fu*. ..-.. o.wi assento branco e palmas com lisias de cores, pelo
)itos storopados oe crepn a 6*. 7*, e 8*000. { brallssilu0 p^^, 300 rs. 0 covado oa m rs.
a vara : na loja e armazem do pavo, na ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Cassas granadinas
Chegaram as mais bonitas cassas francezas com
cados gostos tanto em listras como em flores solas
e vendem-se pelo baratissimo prego de 16*000,
i-.ndo cada corte 18 covados, isto na loja e arma
do pavo na ra da Imperatriz n. 60, de Gama | ^ ^ hn^uUt4% Uwt
Os espartilh03 do Pavo. ,. A ****** m ** **+
Vendem-se urna grande e variado wlimento le ,", "eboneca? t,nto granees e pei^MMa.
bonitas e (Mas, vestidas e au usuda, oum r#s.n
olrcs Ixcs. rsav.-
raras e baratas.
qoaolo aos precvs o Comprador dj lena.
. dado, porque nao querera' dar mata do qc s mm
lencos bordados a 1(5000 e l^bOO na loja do pt0ir'/e ,'5,^ poJe dirifirie eom iiiiiili m
Pa3o. comprar oas booeea*, qne esto vendendo a Agnu
Vende-se bonitos lenclnbos bordados para lio branca, da roa do Queimado n. 8.
pelos baraiissimos pregos de 1*000 e 1*600 cada Collares Royer magnticos, L.edalbas e po-
seras magnticas.
Ditos pretos bordados com franja de seda a-14*.
Na loja e armazem do Pavio na rna da Impera-
triz n. 60 de Gama & Silva.
Casemirre pretas a 6, 70 e 7,53 0
Venden:-seOnissimas caseroiras para caiga do n
los baratos pregos de 6*. 7*, 7*500 o ci rte, saeo
muito finas a 2*, 2*500 e 3* o covado, gran
pechincha ; na loja e armazem do Pavo" ra da
Ianeralrlz n. 60, de Cama & Silva.
Alpacas princesas oa loja do Pavao a
560, 40 e 720.
Vendee alpaca preta lisa mullo boa fazenda a
.j60, 40 e 720 rs., dilds de cordao mullo superior
a 800 rs. o covado, prince2a preta encorpada a
720, 800, 900 e 1*, assim como Jim grande sorti-
meoto de Bombazirus e canrao preto qo'e se ven
dem mais baratos do que em onlra qualqner par-
le : oa leja e armazem do Pavo ra da Impera-
triz n.'OO, de Gama & Silva.
Para luto.
Vende se superior merlo-cem 6 palmos de lar-
gura proprio para vestido? e ontras obras por ser
muito leve a 2* o covado, superiores borabazinas
e cawdes sendeazenda to propria para vestidos
como para ronua para horneas, laazinhas pretas
lisas, cassas francezas pretas tanto de listras como
com palmas a 560, 640 e 800 rs.'a vara, chitas
pretas tanto largas como eetreitas qne se vendem
por f'. v; s baratos : na loja e armaiem do pavao
ra va Imperatriz o. 60 de Gma 4 SH Meias casemiras a 20 o cort6.
Vendem-se superiores corles de meias casemiras
INJECTION BROU
sendo fazenda pr-oprla pera caigas, paletots e col-
letec, pechincha na loja e armazem do Pavo
ra da Imperatriz n. 60, de fiama & Silva.
Hadapoiao
fladapolaa
Vendem-se pegas de madapolo muito fino rom
: 12 jardas a 38*00, 3&50O e 4*. ditas com 24 jardas
a 69,7* e 8, ditas muito superiores a 9*. dilas
de 40 jardas a 360 e 640 ts. a jarda, ditos france-
; Mjflnlc ,
, lutalllvel c rretcrvaMva, tbMhiuocato hou que oura len Demhum additivo. Veda-M
e principia botieti aiisa. (Biigir a lmwe|ii da ). (M au da Uaaata.) f wi, mm
a tatcMar naoc, aaltta>a Mifila. m.
Vttie-se Da j-ua fv0va d;'25, pbarmacia franceza de
P. MURER i C.
Lourengo Pero'a Meudes Guimaraes.
*. 3*,3*S00, 4*,; corte de Brlm.para
O nao d agua de Orexia mui particularmente hornera a i*. 1*280 e 1*600 : na raa da Impera
Proprietario da's lojas e armazens da Arara,
ra da Imperatri* ns. 56 e 72,

tendo recebido pelo uliirr.o vapor da Europa diver-
sas facturas de fazendas, como seja : gn-sdena-
plo preto, seda; pretas e de.cores,' marianlique
preto pira vestido de sehor?, pannos finos, ca-
semiras pretas e de cores, brim de cores, panno
de linho, chitas de maltas qualidades, m-dapolSef,
algodSes e oalras mui tas fazendas que avista dos
compradores se dir, para ver a qualidade e prego
como se vende, s as lojas e armazens da Arara
ra da Imperatriz ns. 66 e 72. *
Veode-se algodao a 3)5 a peca.
Vende-se pega de algodo *a 3*, 4*, 5*, 6* e
7* : na rna da Imperatriz armazens da Arara ns.
56 e 72.
Cbitas a 160 o covado.
Vende-se chitas ero relatos a 160 o covado, di-
tos de cores fitas a 200, ditas fraocezes finas a
280, 320, 360 e 400 rs. o covado : as lojas da
Arara, ra da imperatriz ns. 56 e 72.
Pa no preto para a au a resma a 1,600 o
cofado.
Vende-se panno preto para caigas e paletott a
UoOO. 1*800, 2*, 2*600. 3*, e 4*. o covado : na
roa da Imperain?, lojas da Arara tt*. 56 e 72.
LSazinbas para vestidos a 240 o covado.
Vende-? lazinbas para vestidos de senhora a
320 e 400 vende se ditas de listas trans-
parentes a 3z0 o ovado : na raa da Imperatriz,
nos armazens da Arara s. 56 e 72.
6rosdenap4e preto al ,600.
Vende-se grosdenaple preto pira vestidos, a
1*600, 1*800, *. 2*500 e 3o o covado ; moran-
tlqae preto para vnstidos a 2*500, 2*800 o cova.
do : oas lojas e armaren da Arara, ra da Im-
peratriz ns. 56 e 71
Cortes de casimira preta a,3,000.
Vende-se cortes de casimira preto parajgalga a"
Arara vende os ba!5es a 2,000.
Vnde-se baloes para senhora a 2*000, 2*800,
3#500 e 4* ; as lojas da Arara, roa da Impe-
ratriz ns. 56 e 71.
Meias para meninos a 5oo o par.
Vndese meias croas cara menino a 500 o par,
ditas para bjmpm a 3*500, 4;, 5* e 6*, ditos pa-
ra senhora a 3*, i*, 5* e 6*: as lijas e arma-
zens da Arara, roa da Imperatriz ns. 6 e 72.
Mozambique a ico.
Vende se urna nova fazenda per nome musom-
biuue, dito coto palmas de seda para senhora, a
400 r?. o covado : na ra da Imperatriz, lojaf e
armazens do Arara, oa. 56 e 72.
Madapoto enfestado a 3#5oo.
Vende-se pega de madapolo enfestado a 3*500
e 4, ditos de 24 jarda, a 4*. 5*, 6, 7, 8* e
10* ; na ra da Imperatrff, lojas da Arara ns.
56 e 72.
" Lencos brancos a 2ooo e de cores a
1,600.
Vende-se leogos de cassas com barras de cores
a 1*610, ditos'todos'bancos a 2*, 5*500 "e 3*000,
ditos de linho a 5* e 6*: na roa Imperatriz, lo.as
e armazens da Arara'as. 56 e 72.
Sedas novas e bonitos gostos a l54oo.
Vende-se sedas de novo gosto a 1*400, 1*600 e
2* o covado : as lojas do Arara, roa da Impo-
rattli ns. e 72.
Golinbas a 2oo.
Vndese golinhas para senboras e meninas a
200 e 320, manguito e gola de linho a 1$ e 1*608,
corpinhos para meninas a i*, ntremelos bordados
a 1* a pega ; roa da Imperatriz os. 56 e 72.
Bramante para lentes a 2,400 a vara.
VenoVse bramante com 10 palmas de largara,
proprio para lenges a 2*400, 2*600 e 2*800 i$.
a var.; panno de- linho a 6i0 e 720 ri a tata :
as lojas da Arara n. 56 e 72.
dozinho com 18 jardas a 4*000", "ditos com 20
jardas e muito encorpado, a 5*500, ('*. 0*400 e
7*. Algodaozinho enfestado liso vara a I*, dito
trangado vara 1*390, todo isto 6 pechincl para
apurar dinheiro : na loja e armazem do paw, na
ra da toperatriz-n. 60, de Gama & Silva.
Vestidinfeos para meninas
Vende se elegantes ve.-tidiolios para meema,
de lsinha moito bem enfeitados pelo baratissit
prego de 2:300, ditos de gorgaro de seda a 3*00t-
na loja e armazem do Pavao na raa da Imperatrj
o. 60. de Gami & Silva
Cuales de merin
Vendem se finissipjos chales de merino lisos o
diversas coree, tendo as franjas de seda a 4*00C
tendo com as franjan de la a 3*500 rs., ditos es-
tampados muito finos a 3*500, 6*000 e 7*000, di-
tas de crpon com listas de seda a <8*000, dte
mais ordinarios nara acabar a 2*000 e 2*500 : n
loja e armazem do Pavao na roa da Tmperatrix i
60, dj Gama & Stlva.
Poil de cbevre a 640 rs., na loja do Pav5o.
Vndete esta nova (azenda moito lustrisa cora
el6g*0|e* asirs assetioadas prt.piia par veglidos
sendo cara as cores e nadrScs mais modernos qae
lera vindo ao mercado, jndem-sp pelos bratos
pregos de 640, 800, 1* e 1*200 o e-vado, do-se
tambem as amostras: na loja e armazem do Pavo
na roa da Imperatriz n. GO, de Gama & Silva.
Lasinbas bonitas oa loja do Pavao.
Cbegoa para este estabelecimento om grande
sorimento das mais bonitos lasinhas lislradas
com differentes tres qae se vendem pelo barajo
prego de 500 rs. o covado, ditas de, ama s cor
mais em salplqinhos muito proprias para roo
par de meninos a 480 o covado, assim\como nm
grande sorimento de alpac s lisas e brilhantes
qae se vendem a 640 : na loja e armazem do Pa-
vio raa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Alpacas para luto na loja do Pavo.
Vende-se om bonito sortlmnto de alpacas prdM
tos com listras brancas proprias para loto a 1* o
covado : na loja e armazem do Pavo 'raa da Im-
peratriz d. 60, de Gama & Silva.
listos largas tonto ao comprido come envasadas,
sendo os padrdes mais bonitos qae tem viada ao
mercado, e vendem-se a 800 rs. a var : na loja e
armaaem do pavo, na ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Organdy branco
Vende-se o mais flno organdy branco com pa-
drdes miudinbos proprio para .vestidos, pelo barato
prego de 1* a vara, assim como pegas de dito
com 8 1/2 varas a !)*, fiuisslmas pegas de cam-
braia branca da Escossia cim 9 varas, tendo 5
palmos de largura, a 7*, 8*, 10* e 12*, assim
como outras moito mais baratas : na loja e arma-
zem do p i van, na ra da Imperatriz r. 60, d Ga-
ma & Silva.
Boleas para 8,5000 i 10000.
Vende-se maneiras bolgas de tapeta com cana
de conro, proprias para roupa engpmiada e mui-
to proprias para quem viaja em caminho de ferro,
pelo barato prt-go de 8* e 10*, assim como ditos
sem caiza para barato prego : na loja e armazem
do Pavo, ra da Imperatriz n. 60. de Gama
Silva.
Pechincha a 30500.
Cortes de caseroira.
Vendem-se superiores cortes de verdadeira ca-
semira toda de la padres escaros propr::< para o
invern pelo baratissimo prego de 3*3<)0 cada cor-
te de caiga oa a mesa a fazenda a 2* cada covado
tendo 6.palmos de largura e mnito propria para
caigas, paletots e rolletes seria fazenda para moito
mais dinbelro a oo ter-se feiio, ama grande pe-
chincha na eompra desla fazenda e vendem se
nicamente por este prego na loja e armazem do
Pavo roa da Imperatriz n. 60, de Gana 4 Silva.
Cetins baratos
ortos de calca a 800 rs.
Vndese cotlns escaros moito eocorpados a
240 o covado ou a 800 rs. o crie, grande pe-
zes de todos opreces e qualidades, pegas de alpo-, chincha principalmeote para qnem faz roupa para
vender e qqem comprar em pega lera' ;> abattmea
to de 20 rs. em covado : na foja e armazem do
Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
LeocMis bordados
A 500, 640, 800 e 1*.
Vndese om grande sortimento dos mais lindos
Ir-aciBbos bordados para mo, sendo a 500, 640,
800 e 1*, e moito ricos a 1{|600 cada ora. Duzias
de ditos rancos lisos proprios para hornera a 2$,
36 e 4H, todo isto per hincha : na loja e arma-
zem do pavo, ca rna da Imperatriz n. -0, de Ga-
ma & Silva. t
Organdy a 4(5000 s o Pavo.
Vendem-se pegas de cambraia organdy de listas
tiraneas tendo 8 e meia varas pelo barato prego de
4*008 a pega oo corte de vestido, isto na loja e
armazem do Pavo : roa da Imperatriz n. 60, de
Gima & Silva.
Pechincha a 45000 e 5,5000.
Meias da Escoca
Helas da Escocia
Meias da Escocia
Cbegon para a loja do Pavo ama grande por-
gao de meias .Ja Escocia, sendo de cor escara e
muito elsticas proprias para bomens que se ven-
ciera pelo barato prego de 4*000 e ditas da mesma
cor. sendo muito mais encorpadas a 5*000 e se-
riaio para omito mais diobeiro a nao ser urna pa-
chincha ; na loja e armazem do Pavio : roa da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Pannos de linho.
Vende-se superior pannos de linho proprio par.
longes, toalnas e seronlas etc., pelos baratissimo
preg. s de 640, 700 e 800 rs. a vara bramante di
lalo com 10 palmos de largura a 2*-J, 2*500
2*800 a vara; om grande sortimento de Haraburg
on Creguellas por baratos pregos: na loja e arma-
zem do PaVio na rna da -knperalriz n. 60, de Ga-
uia& Silva.
Grande Dechincha eui chitas fraacezas
A240rs. '
Chitas a 240 rs,
' Cbitas a 240 rs.
Chitas a 240 rs.
Vende-se nm grande sortimento de chitas fran-
cezas escuras proprias para vestidos de andar em
casa afflsngando se serem de cores flxas pele ba-
ratissimo prego de 240 rs. o covado : na loja e ar-
mazem do Pavio roa'da Imperatriz n. 60, d Ga-
ma & Silva.
A Aguia branca recebeu nova remesa das p"-
veitososos collar"* Rryermagnticos,jaoaim:B;ia-
te cccnecidus para presrv?r as eontvl(ies he
litar a dentieio das enancas, eom ases Btoto enl
lares rlet'HMM magnticos viera lamben nu>
pequeas qoantidades de ir.eiaHkM a nnl''fas
elctricas magnticas, coja n'ilidade leai aido
veltada por qnem s:fre de nervoso ypocrc-a:e<',
tremores cas mo, etc etc. As-im c-mo l
lares Hoycr esli geralme te cahecides a a;
tov s pelos elcases efeMos, boas reaaAa'fo- bm
tem colhidos as pescas q-re. dailcs tena;
assim t-.o.'iiem chegaram a gaobar lio aiti renaa-
glo esas apreeiaveis medalhas a poSir
ne'fa-, urna vez qne o nso d'ella* (V s* jteoo-
do a todos qae deas oeces-item. A Agota oraav
ca continua a receber pw tedes os vapores ran-
cezes urna determinada qcanUd-de desses rempre
precisos e tstimadis collares Royer mau
per isso fiqae na lembranga de t"dos qo os -
rao consta ulerenle em dita loja d'Agoa brinc-
rna do Queimado o. 8. .
ranos de crochet para sof, eaaeira?.
jarros ele.
A aguia branca a roa do Qoeioado a. 8 r :?teu
bonitos panes de crochet de diversos molde; e u
machos, tendo nelles algnns coja eperiorrdade 'm
centaece por imllarcm perfeitomeste o lar-y.- u:<
cneio. Tnto os de algodo eom:' a d* toa a t
vendeos per pregos com modo.
X deriios eifeiles para r pas *r*s-
cas t seakorat e neanas.
A aguia branca roa do Qaeimado o. 8 *,?
bea rooi moflernos e bonitos enf-'tes para r ata.*
bracea: de sechoras e cceinis, sendo eiies
moldes novo?, de denUs, por um e a:i
do?, e ontros qne a forma de zignOTa* ^?eot
um hell enlrernei\ cojos moldes irm gera-tcUa
agradado por na novidade e galantera. As aaws-
tras serio dadas com penfor.
Albais de 20 a 200 retrato.
A agnia branca receben novo sortimeato I
buns de differentes gostos e diverses tomase: a
ra admitlirem de 20 at 200 retratos, vs qz:
uto de comprar o bom dirljem-se rna do Qoel-
m^dc o. 8 loja da af na branca qne ser: u-m
servidos.
Para baptizadas.
A agoia branca a rna do Qoeiraado a. a recaten
novamente caraisinbas d? eamoraia, bardada? t
enfeitadas, ehapenzinbos de sebo, awWw
de bonitos sapatiohos de senas e aaar'r-. .o-.-
beldados e enfeitados e meias -eda >; d* r.* im
escossia.
loteressa a todas saberem n o;ie t
Aanta a 200 rs.
Vendem se bonitas allantas proprias para vesti-
dos pelo barato prego de 200 rs. o covado ; na loja
e armazem do Pavo raa da Imperatriz n. 60, de
Gama A Silva.
Ca pees de sal de alpaca. .
reeojnmendado pela medicina de Paria,
para todas a? affecg- ugorajia-
meato das viceras abdoa^H^Br..luiente todas
as nanteslias proYeoieote- -u organiza, on
pobreta desangoe.
MPOaiTO MPECTA
|34Ra hrfa a RaaariaU
Fharaeia de Bart htloaaca %\ C.
iriz, 'pja? di Arara ns. *4 e 72.
BaVeje com lisU'Jiara veados a 32o o
Vende se bareja tranaparonto para vestido de
senhora a 3C0 e 360 o covado, linzinha para ve*.
ttdos a 320 e 360 o covado \ M roa da Impera-
riiz 05. o e 72.
fioupa feita nacional.-
t-ode-^e paletots de i
5*.6*000 7*, 8* a..
Vende-fe paletots de nanoo preto para hojaon
* 5*. 6*000 7*, 8* e. 10* ; aleas de casimira
preta e de cores a o*0C0, 6c e 8* ; coll-
easimira pretos e de i*000, 8*900 \ po-
letota de bnm a 2*000, 3* e 3*^00, palito
alpac* pretos a 3* 3*500 e 4*, etuaifcr.
para andar por casa a 5*.
Ra da Imperaflriz ns. 50
Vendem-se os melh&res e mais bem armades
chapeos de sol de alpaca com 12 bastea?, seodo os
meihores qae. tem indo ao mercado, assim como
om bonito sortimento de chapos de sol de sida
qae se vendem per prego maiioem coala : na loja
e armazem do Pavao roa da imperatriz n. 60, de
Gama de Silva,
, G rtes de chitas
de 10, II 12 covados a 240, 280 e 320 rs.
Vesdeose superiores coif^s de cbitas de 10, 11
e 12 covados que se faz a eonla pelo barato prego
de 240, 280 e 320 rs., sendo cbitas qne castaram
muito msis diobeiro e faz-se a coma por estes di-
minutos pregos para acabar : oa loja e armaaem
do Pavio rna da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva. '
para vellidos de lato.
Com 6 n*Irnos de largrtr.
Vende-se oissimo seiim -fla China da cordaosi-
cho aom 6 palmo*4a.lf*fr **> fatuto wr-ae
um vestido al com. 6 covados e dveJtlodj-se
que nm nova fazenda sem lustre pelo barato
prego de 2* cada cando : na foja e armazem do
Pavao roa d* Imperatriz o. 60, de Gama dt Silva.
Cachiosi
Vend-sa nm 'Wga tWMs'b-
nitos chachines para sen arma-.
Tzem do Pavo roa da ImpfiW 0, W, de Ratna
.Silva.
A ttenco.
X. rna do Imperador n. 4 vende-se orna mula-
ta de 24 annos, eogomma perfeilamente t cose.
"Farelo.
O Balisa vende saceos com 90 libras de farell
de Lisboa a 4*500.
Di los com milho novo a 4*500.________
Xarope enasta de Seiva
00
Plahciro Martimo
ni
E. Lagasse
Pfeparacotj ui preconlsadas pelos sabias mdi-
cos de Paria, eom as meihores at boje discobertoa
para a cora, certa de todas as molestias lopeito,
broochites agudos e cUronicos, asuma alinda das
affecgdes das vas urinarias.
D1P0SIT0 K8MCIAL
34Rna laifa da Roaari |
fraMbTMacU** mMTtifU*****-
Antonio Jos de"Cs-:
^aaaaaaal aaaB
M
m a agoia hraiea receheu, v >f "a*
facaui fn'or deler a qc* se yt-i^t:
Tragis d vldriih.#, pretos e ar .-
estrena-!, coaa piogntes c sem efces, moldes ncivs
e bonitos.
Bu'.oes prelts e de cores, eom Rugente e o
ellas, o que de raelhor gosto aa pede efl'cnfrai
nesse genero.
Cinios pretos coro denles funda-, aflfcMA j coa
vidrilbos, o qne ha de mais moderno.
Guaroiges de filas larga para aa barra- a aa-
treitas para os cerpos doa vestidos.
Ccrdoes grossos, pretos e de cores eafef.aV>>
com vidrilbos e sem ellas.
Rosas de vidro para enfeites de vestidos.
Espartilhos de saltona, milito ba* faaroda e
bem enfeitados, para senboras a meninas
Leqaes de. madreperola e sndalo, ditos i era-
rio com seda preta pan lato, ditos pwjac: v
sndalo para menina?, ditos Baratos a l**0 r'--
prlos para casa.
Peoes praleaos com fitas cabidas, obra aoder
na e de gosto.
Pentes de t.'rtaroga moderes para senr.
ditos dito para meninas, ditos 'dito de desceba
racar.
Ligas de seda para senboras.
Bicos e rendas de guipare.
Fitas para sombras de dito?.
Meios aderegos de flores.
Ramos de flores finas para r: je e chapees.
Delicadas tbesooras coa aro de madreneaL
para costaran.
Bonitas caiiiohas cem agulbas a aMaWaj brav-
eo, pretos e doorade?.
Betrtiz raocez em miadas e carreteis para a
chinas e ditos de torgal.
Agolhas parisienses e fondo donradn, datas pa -
ra trabalbar-se em la e ditas e ilnbas para cro-
chet.
NOVOS OBJECTOS
Yin-ios para a Agoia Braica na t
Qieiaade 8
Bonitas fivellas :Crlspinioliii
cinto.
Fitas escossezas e ontras
teres, gostos apreeiaveis.
Novissimas gollinhas da crystol a
las as extremidades para dar laeo a
denles, obras essas de moito gosto
novidade em Par, e aqnl as prisa ateas san asas
recem..
Mollas com trancelins a aaia arranjan jar a*
senboras saspeoderem os vestidos to ato t na al-
iara qne qnizerem, o qne se toma to atoa ato-
dade, e principalmente agora ojm oa
pridos correm o risco de sersa piiiaa i
apertos qne sempre ha por nrranan to
igrilas e ootros actos.
Helos aderegos de aljofares atados,
rolas.
Bonitos caases on bolsas proprias para, a* ta-
nboras e meninas trazerem
A Agoia Branca detuto
objectos que reeebeu para loto,
fundir os de alegra ana os to i
gera uver a infelicidato to pmta
Mangnitos e gollinta pretas
Vtat o brifccw to Iwraeta
Ditos de vidro cea bositoa a an
tos ato aatrsaldade.
Ditas mu mesmas qreaattaarba,
Peales pretos cea Otas a sea
Fivetos, Blas o conts pratas.
Alneles e brincos de raro, e
relies oe lia para vastidos
Cadeias to borraeba vare
Koaoa pan cbapeos, ate.
Nesse caso poto dirigir-an a i
Branca, a roa do Qadtcado n. t.
-
rzales, silo w (arao
para
ea-
_P^PJ
cwm qnizer
la
mmm
EGIVEL
.[' ie aaaretw. a:Ma


'I
tari'
sexta felra 8 le Mata e 867.
OJR31EZAM
ff
u
53 RA DA CADE8A 51 *
PASSAMDO O ARCO HA COACEfi \0.
Acaba de receber pelos ntimos vapores Amazon e Estremadure os segwate
vos gneros.
0 QUEIJOS DO ALA.NTEJO *
en latas de diversos tamanhos, i
IN6ICIS
muitos superiores em utas de dez libra ermeticamente fechadas.
Pescada
eicotote peixe em salmottra.
PEIXE
de (odas as qualida eedsm latas.
Prezuntos
para fiambre, inglezes, os melhores que vem ao mercado.
Linguieas
preparadas em pequeas latas de urna libra.
QUEIJOS
pratos e flamengos.
* Novos figos
em laUs e caixinhas. u
Marmelada e gelea de marmello
atas com frutas
pera, pecego, rain ha Claudia", alpeice etc.
Estes e outros muitos artigos de superior qualidae se vende pvprosoa os mais
coaamodos.
mm mn ttk himess*
A' ioja de fazendas de liig^'^ Porte & G. i
11 Ra do Qu9tnto*&*"9
Augusto Porto A C. receberam pelo oWh JWfOet* onate soportare*
vestidos pretos ricamente bordados a aguWa
Lindos cortes de moreantique preto p9M8llid**> ^^^ ^^
Basquines e polowaises do seda pretaeOiiitf^fiMBEo B^f0f ^^L..
.Sedas pretas de floree muito supe iorte*>aioi9l8Mil8Ji9-pij9aer,#roi8*
pie preto de muitas qoalidades e mdicos precoz
Rotondes e chales de guipure' de sed o oValgoda'b;
Pannos e casemiras pretas de diversas qnaWattai-
Ricos vestidos de biood com manta e cape* garaaaiva.
Enxevaes e vestidos bordados para baptistie** pa 300.
C< .1,-nas i le seda e de 13a seda para camas de nefatt
Cortes de seda e moireintitse de cores para vestido* superjores.
"" Moireantique branco, sedas brancas e grosdenapoles branco e le cores
para vestidos.
Chapeos, de castor brancos e de seda pretos para hornera, ssrmora e me-
ninos. -J-.
aloes, espartilhos.iCamfsifrhas com manguitos, bordados e lindos chapeos ^
de sol para senhora.
Malas para viagem nos vaapaes, malotes e saceos de viagem e um bello
sortimento.de
. Alcatifes para for ar salas
11 H.ua do Que lavado-.11
Vapores.
Vende- era asa de saooanrs Bfolbnrs & C-,
ao largo do Crpo Santo a. i*, wpofn patentes
com todos os perteoces propriu* para faer movor
tres oa quatro raacbiaas para descansar algotlio.
VENDE SI
ama mobilia de Jacaranda' a Loif XV, bjm tn
de amarello do mesmo feiat tmOo aera mtm
bero feta, de porado boa goato sutontreftiis-
liez. igualmente se vende pa* apeare* pa-
ra empalbar, por menor preco qne en onra pf-
qoer parte; na camnoa da Carao n. 19, toja dto
mareeneiro
Aos agricultores
Siiunders Brothers & C. acabara de receber de
Liverpool vapores d for^a de 3 a 4 caaI les com
todos os perteuofe, e mal proprios pata faier mo-
ver machinas de descaroQar algodao, podando cada
vapor trabalhar ate com 140 serras, lambem sw-'
vem para enfardar algodao on para nutro q'ualqner
servico emqne nsam trabalhar com animaes. Os
mesraos tambera tem a venda machinas america-
nas de 35 a 40 serras : os prereueates dlrijam-
se ao largo da Corpa Saoto n. 11.
Verdadeiros
^ Collares Rayar
Electr* Magnticos AbotIb aoaDa de receber mn liado e Mejce* ea
Ou Collares Anodinos, para facilitar a den- timento de ocntos, ronetoe, biaacalos, oa*
ticae das criancas contra as coovnlsoes \m(> e mais aparado gasto a Garepa **
;rua nova n. m,

Por menos de 10, -e 20, e 30 por cento,
NO
DE
Joaqulm lines d Santoff
23 largo do Terco 23.
O proprietario deste estabelecimento de seceos e molhados tendo de f#er qurvia-
3m, est resolvido a vender por menos de 10 a 30 por cento.adinheira;pai;isso^tem
um grande a vaatajoso sortimento para os amigos do bom e barato, qe a raater papie
deste, vieram por conta, para o que faz nnuncio de alguns gneros, e a vista des,tes
regularo os outros mais.
dinheiro avista
Gaz americano a 3,800 a lata e a 380 rs. a garrafa.
Toucinho de Lisboa a 240 e 320 rs. a libra, e em barril ha grande abatimenlo.
Saf do Rio a 180 e 220 rs. a libra, eem arroba ha gran le abatimento.
Serveja das mais bem acreditadas marcas a 5,ooo e 6,ooo rs. a duzia.
finho Figueira da melhor marca a 3,500 a caada, e 480 rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 2,70J e2,800 a caada, ea360 e 400 rs. a garrafa
Phosforos do gai a 2,000 rs. a groza, e a 180 rs. o maco. .
Manteiga franceza nova, a 560 rs. a libra, e em barril a 520 rs.
dem dem ingleza flor a i.ooo rs. e 800 rs. a libra.
Arroz pilado de India a 110 rs. a libra, e em aFroba 3,400 rs. ou a sacca.
Sabio massa a 220, 200 e 240 rs. a libra, em caixo ha abatimento.
Papel marca martello a 5,500 rs. a resma e viado 4,ooo rs.
\Tinho branco de Lisboa da melhor qualidade a 500 rs a garrafa.
Banha de porco refinada a 500 rs. a libra, e em porco lera abatimento.
Alm desies gneros ha outros muitos que enfadonho menciona-los.
O proprietario deste acmazem avisa aos seus freguezes que tem contas e letras ven-
ada;;, o favor de as mandar pagar. *
MACHINAS AMERICANAS
Verdadciras do fabricante X. Y. Caattongia C.
Moinhos americanos para moer milho.
Na ra Nova n. 20 e 22, grande deposito
das verdadeiras machinas americanas de todos
os fihricantes; se en;ontra oeste deposito
grande porcao de machinas, e se vendem por
menos preco do que em outra qualqoer parte,
por se receber em direitura d3 America; se
fornece todas as explicares necessarias ao
comprador para consrvalo das-mesmas;
neste grande estabelecimeftto se encontra mui-
tos arligos americanos, que muito deve agra-
dar aos agricultores que usam de taes artigos,
encontra-se tambem todas as collccoes de de-
seuhos sobre os quaes se aceita qaaiqaer urna
encommenda, que com promptidaV) ser execu-
tada; neste grande estabelecimento, encon-
tra-se em grosso e a retalho, grsnde porc3o
ie ferragens, e miudezas que se vendem por preco cocomodo, pedindo-se a altenco
ie todos para este estabelecimento que maito lucraro em fazer suas compras: na
na Nova n. 20 Carneiro Vianna.
LOJA DA FftAGATA AMAZONAS
DK
Monteiro a GuimarSes.
R. 5 Ra* do Qaeimado n, S,
A loja da fragaa ta caba de reeeber de Par> um bonito sortimento de fazendjs pre-
tat-de muito gosto, como sejSo lindos cortes de moireantique de mu lindos padroes e que
vendem por presos baratissimos, gorgurSo de sedj preto com listas assetinadas (fazenda
esta, inteiramente nova neste mercad) gresdenaples preto'se de cores de differentes lar-
guras e qualidades, por miji mdico preco, crinolines americanas para balSo, grande
sortimento de poil' de chevre com listara de eeda para vestidos e outros muitos objectos
de gosto, como sejam:
Chapelinha da seda, crep, e palba para coque. .
Casquines de seda preta ricamente borJadas.
Leques de sndalo muito modernos.
Ditos de madreperola maito finos.
Lindos cintos a Clotilde novos gostos. ,
Rotondas de seda, e algodao.
Cortes de blonde para casimentos.
Cortee de seda de coree finos. '"
Cortes de fular de seda.
Cambraia branca com 9 palmos de largura.
Espartilhos sultane.
Camisas bordadas para senhoras.
ntremelos e babad i nhos bordados.
Veos de fil do seda pretos-para a semana santa, e outros muitos objeitos que
menciona-los seria enfadonho,
das mesmas, a estes collares nos escuzado
fazer qualquer recommendaclo, visto a
grandeutililade que tem produzido aquellos
pais que os tem applioado em taes circtua-
stancias pois nos parece que nao ha ver um
6 pai ou mal que por este meio n5o qoei-
ra por termo a taes soSrimentos de seos
Mlhinhos visto ser um mal que Unto os
' flagella, poia a estes collares acompaoha um
folheto que ensina como se deve appliear, e
vende-se na loja do Gallo Vigilante, na
de Crespo n. 7, pelo preco de 40000, 50
e 6)J0Q0J__________________________
Loja" do Gallo Vigilante
DE
Cairaraes & Freitas
RA DO CRESPO N. 7.
Os donos deste bem conhecido estabeleci-
mento, tendo em vista sempre o melhor
meio de bem ser*ir a seus numerosos fre-
guezes a lequeriram em Parisum correspon-
dente, o qoal nada tem deixado a desejar na
escolha de suas encommendas, p->r isso hoje
mais que nunca se acham habilitados a bom
servir seus fregnezas, tanto na e>colba dos
objectos como em precos, como sejam: '
Lindas trancas pretas e de corta c m ve-
drilho e sem pile, propria para enfeitar bas-
quines, assim como botes para os mesmoe.
Lindos cintos pretos e de cores, f-tienda
enteiramente nova em gostos.
Luvas de pelica, seda, 6o da escocia, e tor
cal, pretas. brancas e de cores.
Meias de 15a para padre.
Dita-de todas as qualidades para homem
senhoras e meninas.
Agulhas proprias para crochet.
Lindas capellas para noivas.
almago fino liso e pauta-
OUTR'ORA PROPHETA
HOJE AS
los de alune* para oaservace
mar i t taes-.
uval so mm
Raa mhidezas
DB
Jos Bigoninno
Carriteis e reteoi'ae todas u cores a 89 ra.
Frascos d'igoa de Colonia moito Frascos d o po mallo 0o a 500 rs.
Baralbo> (ranretes oailo Unos a ICO r.
Pecas de traeca branea 4b carao! a 80 n.
Doiia d tejaras pe apata a *80 rs.
Ftascos d'agaa para llropar 4mm SPO r.
Caixas com coltpus fraieexes a 40 rs.
Redes pretas lisas para segurar cabello a 3.8 rs.
CoDtiooa a rraeimar lodo qoante tasa ea tm asv
lahelecirceoto.
Pares de sapato de t pete a IJCOO.
Duiiis de pennas de a$o majio fas a 08 ra.
Calzas de lioba do gaz de 30 awvelloa a 889 ra.
IdRtn de liohas do gaz de 40 ra. o aavallo a 309 n.
Ideo de palit* de seguraaea a ra.
Ladijos de cassa com barra a ICO rs.
Duzia de faca* e gario d eaO afaas a 3^089.
Masso de palios (Izado para denle* a 110 160 rs.
Pecas de ntremelos mofco Boas a 809, 080, 010
1*000.
(anafas de r-^u-i FI.tNU vewhdaraiJOfO.
Babados di I'-^rto de' tod.s as largaras e lodaf -
precoz
?Yabarlos <:om estampas pan moafaoj a 3!f r;
Memento da roopa de lavar a 190 r.
Njv.-.s cartilhas-pra oweiaoaa IfOrs.
uiias d*> retafv mullo toas aaeja sacboaa a>ifO>
Agolhas fraucett* a balio (papel) a 60 r.
Pares de sapato da tranca e tapete a IJ809L
Pecas de Bl is de lia da toda* a eres a 8t>.;
" Srozas de lartoesde porcelana praatade* >iV.. |
Caixas com alh"ne*e* Iraneei a 89 rs.
Caixas de 100 ove Iones rooi San a 600 rs-
Praftos fraDctZL-s de lodos os taanV* !ibra) ^
rn.
Resma de papel de pef^braorr liso a ?#.
Frasco com snpenf-r irnta a 100 r.
Urosas de flm-plx>rs de gax a 2
Pares de bol-s o> poabe> nsotio bt*t... di.
Linbas em carlau de HK) jard. a 101).
350 rs.
CL Di LISBOA
Raa das Ciuco Poatas a. 86.
Habitantes de S, Jos,
Eis vossa disposico o venerando Propheta que tendo-se levantado do abysmo em panhos, cmo para colletes.
que o tinham collocado vem de novo emplorar que Ibes estendaos vosi ma proctetora. pMS thesouras para costura, unhas-e ca-
0 ex-propheta consentindo em si urna grande reforma no tocante GS, Umpeza betteireiros.
e bem escolhido sortimento de novos gneros, tambem consenlio em mudar dd nomo, in- Grande sortimento de escovas para roa
titulando-se s Duas Americas; com este pomposo titulo pertende este grande estable- paj cabellos, dentes e nnhas, assim com > para
cimento ser til, nem s aos ciddoes a 'liantes da economa, como tanbem aoslllms. Srs. |m|)ar ouro.e muitos outros objectos qae
de engenhos e lavradores, e com especialidade aos Srs. commerciantes que costumnm ; merjciona-los seria enfadonho.
transitar pela via;ferrea, por ser perto daestaco dsa Cinco Pontas e nobaver dispeza al- [ s, n0 vigilante, ra do Crespo n. 7.
guma na condueco. ,--------------- _
Attenso! C1LL0S
Esta casa tendo cahido no discredito do publicu em geral, deseja adquirir impor-
tancia ven Jendo os melhores gneros do mercado, lucrando apenas o discanto de cinco por
cento.
Mauteiga ingleza flor a 8oo rs. a libra. dem francezas a 32o rs. o frasco.
dem igual a que se vende c pelo nosso Copos lapidados para agua e vinho a
bairro a l,ooo, por 5560 a libra, s as Duas 6,oo, &ooo, 3,ooo, e 2,5no a duaia.
Soperior papel almago fino liso e
do com 33 liohas, assim como de peso pe- ^"de''\Vperior"lbaXVa"i"com *> mm
queno, amisade e tarjado 700 rs.
Lindas touquinhas e sapalinhos ricamen-. Pok-eiras de coata para n3"nmas a
to enteitados para baptizados assim como J^^^Z^t^ <*> -
meias de seda para o mesmo nm. Uasi.0 com 5atK.riores grampoa *n.
Lindos vasos de porselana e metal pira fjr0Sas d* peeaaa d ano maiio Boa- a 330 ra.
POS de arroz. i Booets par meoinue a 1*.
Pacotes com superior pos de arroz aro- gglf--gS '^Jff^rM
matICOs Realejo* para meninos a 100 r. ______
Ricas caixas com msica para costura,
ricamente infeitad as e tdis marchetadas de
madreperola.
Lindos livrin'OOS COm capa de tartaruga da man nova que ha i mercado: Ten1e-e m
,.;.,, ;.riniiem A- David errara BalUr, ra j arwm
proprios para missa. 66 b3rrj; 4 robift lt(Ut ^ ^ra_ pw ^
Lindos port-bouqnetcom cabode maie- tala$ Je a dllH> ^rtuetcuaema echadas per
perola proprios para casamentos e bailes 2*300.
etc., etc.
Grande sortimento de pentes de tarta-
ruga para cock, alisar eregacar os cabellos,
assim como de marfira, massas e borradla.
Grande sortimento de sabonetes de todas
as i]ui idades.
Superior banha em latas de diversos ta-
raanhos e precos.
Soperior linha para crochet.
Grande sortimento ae perfumaras dos
melhores autores at hoje connecidos.
Grande sortimento de botes tanto para
VERDADE1R0 LE BOTl
de SIGNORET, Doctew-1
Ru de Seine, 51, PARS.
MO DEPOSITO
De
MACHINAS
't-AftA DESCAROCAR ALGODAO
Manoel Bento de Oliveira Braga,
53H Direlia n.53
Neste estabelecimento se encontrarSo as
verdadeiras machinas.americanas chegadas ltima-
mente, as quaes sao feitas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas que precisarem comprar, /-de se dirigir a este
estabelecimento que com^-aro das'mais perfeitas
neste genero, assim como mais barato do que, em
outra qoalqner parte, por isso que se recebe por
conta propna, bem como caos de chumbo e moi-
nhos para moer milho, egrandoSortimento defer-
ragens e miudezas em grosso e a retalho. .
MaeWnas-americanas para moer caf, de
,o sytema, proprias' pira rafiaacao,
'dem para milho.
Americas.
dem franceza em barril ou meio
e 6oo rs. a libra.
a 540
Caf de 1.a, 2.a e 3a sorte a 24o, 2oo e
'%&
:&
le Cabag-M
Agostinho Jos de Santos, proprietario deste antige stabewweato,
tendo feito un reforma geral no sen negocio, apresenta-se a eoocorreftia A
publica convido que poder servir vantajosamente aos s&s frftgueies. Esfa
casa acha-se completamente sortida de obra- de 6%0, prata e nrilUantes, ca-
jos precos sao o mais resumido possivel. Gompram-see& s**-m* flbjectos
cima declarados en obras velbas. Incumbe-se< de q^i^uet aiiwmaobada.
coocernente ao ,seu negocio. itiot. -
S>


lo rs. a libra, e arroba a5,8oo, 5,3oo e
4,8oo rs.
Arroz do Maranhao a loo rs,. a libra c ar-
roba 3,2oo.
Banha de porco fina, em latas, a^52o rs.
a libra e 6oo rs a retalho.
Qoeijos do ultimo vapor. .
dem do penltimo a 2,ooo rs.
Gomma de milho branca a loo rs. a libra
admira, mais o primeiro alimento para
criancas. j_
Tapioca a 2oo rs.
Sag a2iors.
^Sevadinha a 16o rs.
Geuebra de Hollaoda, verdadeira,
rs. a botija!
dem em frasqueira'com 12 frascos a
5,5oo rs.
dem de laranj.i a 'io,ooo e o frasco a 9oo
rs.
dem de lima a l,aoo o frasco, muito
aromtica e excita o apetite.
Velas ro, a 8oo rs.
dem de O era libra a 64o rs.
Carnauba do Aracati a 4oo rs. a libra e
i%5oo a arroba.
Gas verdadeiro americano a 8,6ob a lata
com 27 garrafas, e latas de galo a 2,ooo e
garrafas a 38o rs;
Papel pautado greve a 4,3oo a resma e
de embrulho a 1 ,ooo rs.
Toucinho de Lisboa a ll.eoo a arroba.
Vassouras americanas a 36o rs.
dem proprias para sallas a 8oo rs.
Baldes para compras a l.oo'o cada um.
Marmelada a 64o rs a lata.
Doces portuguezes em calda de assucar a
7oo-rs a lata.
Pumada 24o rs. a duzia.
Adubos: cravo a 5o rs. a libra, com'nhos
a 3oo ervadoce a 36o rs. pimenta a 3i rs.
Azeiie-dce portugueza 64o rs. a garrafa.
dem franesz clarificado a 9oo rs. a garras
Licores franeezes de boas qualidades a
l,5o agarrafa.
dem nacional a i,5ooa caada. (
Loriga, grande soriimeDlo de pratos, ti-
a 37o gellas, bacas, bules, chicaras e pires por
precos reduzidos.
flhprimsira quiliddu a2;6ooc 2,8oors.
affibra.
Idemproprio para'negci/a.I(6oo a libra
dem preto superior a 2,'ooo a libra, ver-
dadeiro homeopathico. *
dem renos bom a l.ooo a libra.
Sabio missi 2oo e2io rs. a" libra e em
caixa por menos.
Viohos, do Porto fino...
Lagrimas doDouro Verdadeiro a l,8oo,
Duque do Porto
Adamado a l,ooo.
Pedro V, Duqueza e outros a 9oo rs. a gar-
rafa e j,ooo a cana.
masso
a 9 rs. o masso.
Phosphoros a 2, too a groza.
Palitos para denles a I2n rs. o
com 2 j macinhos.
Peixes em latas, preparados d o&cabexe.
a 95. rs. a laja. i
dem secco do Rio, Grande, saramnas
tainbas em quantidade.
Bacalhe, ha consttBtemente quantidade
Lde barricas, pelo Orcd fio trapiche
t|r u a laliaha.
Sal refinado eiMndos potes a Son rs.
Latas com morcfillas, obouricas e ligado
guisados cellentepetisco, cnoii-
rica em barril

Ea ea4i jirraf,
que lera o tu iioctr,
relio com Sillo Iht
N. B. Bcaicttcae-w
sobre Parii, Kdtavci a 6t
gozare o abatlaxato t 4
Deposito priadpal
lo legitimo U *j
em Cua de
unieo afeaU
Rraril a Saa
mo Fbam : de La-
ciiii m labia
aospriadbabsnar-
' Deposito na pharmaeia de P.
C. em Pernambuco.
Cebollas da LisDoe, al,ooo o momo, albo, Vinho do Porto Menezes em barrita 8,5oo
a caada, da vida a velhos e ateuto a moscos.
Madeira fino a l,5oo,
Violiodo Porto em pi;iaaai,5oi ca-
ada.
- Figueira engarrafado a 8,oo a dona.
Lisboa a 2,8oo a caada e 36o rs. a garra-.
e fa. Qaenl UiaF de beber vinbo solfrivel por
- tal preco.*
Viohorbranco superior jproprio para missa
6,5on a duzia, engarrafado, e 6nn rs. a
garrafa.' ,
Virolo caj do afamaa\CaTreira do Cea-
r a 1 o,ooo rs. a duz
Chamins para eandiolro iO-gaa formm
tamanhos para diversos precos.
hornadaGalopeaupara a exiraccao e cora ra- {
pida e completa dos callos duros,sem a menor dor,
vende se na
Pharmacia e drogara
DE
Utartholatmea & Cnpaahla -;
34 -RA LARGADO ROSARIO -34
Uoico deposito.
Collares Royer mageticos
Medalhas e palstiras magaclicas.
A Aguia Branca reeebeu nova remessa dos pro-;
veltosoa-cottnre* Royer magaeticos, js saramirat n- .
te cooheclo's pafa preservar as convalsoes e fa:i- ;
litar a deotigao das crianza.
Com esses otis collares elctricos magnticos
tambeoi. Bao pequeas quantidades de medalhas
e pulsetfas elctrica;- magnticas coja utilidale
tem sido aproveitada p.-r ijaem sore do nervoso
hypocoodico, tremores nis maos etc._
Asim como os collar Royer eslao geralmenie
connecidos e acreditados pelos eflKai.es eflfitos e
bons resoltados que tem colbido as pescas qoe
dalles tem usado ; assim umbem cnegaram aga-
uhar tao alia reputado eslas apreciaveis medalhs
e pulseiras magnticas, uma vei qae o Uso dallas
fr se eslendedo.a lodos que dellas necesiten). A
Aguia Branca con inth a rebeber por todos os v.i-
pores trnceles urna detTminada quantidade des-
ses sempre preciaos e estimados collares Roy t
magnticos e por isso fique oa lembijanga de lod is
que os acbaro constantemente em ditt loja da
Aguja Branca, ra da Qjelmado n. '
Vende se
excellente doce degoiaba a a arroba : na roa,
da Senalia-Nova n. 38, aoJar terreo, escrip- (aos mdicos de reCOltai-o para
torio. ______ jai ______ pleicoes, as affecceseseroMonaa,
^ntioift si O mi hl i 0,0 i osas' csnceros nos accidente
concia au pumiou entes eterceiro$. alm f^ #
Oko OU carva O gaz mais poderoso contra as doeoer
Vende-se agora na 'africa do gaz d'esta Deposito em todas as pbaraaaciase
cidads, coke, eu carv5o do gaz, de primeira drogaras no Brasil.
qualidade, proprio para todo, aotde, fr; Expedices, m casa de J. Pg
necessario um bom e regular calor como se- es Lions-St-Paol, li^aris.
jaiU jeosinhas,. padarias, caldelras de vapor, a' venda na pharmaeia de P.
destilirias, etc. Recebem-se ordensnoei- C.*, ra Nova n. 25.
cripterio daempreza do gaz, ni ma do Inri- ......-- .-
XAROPE DEPU^AnVO
DE CASCA BE LAJIA.NJAS AMAI6A5
COM lODRETO DE POTAS)
4P. I*a
pharmaceolieo em Paria
O ioduretodepotassio nm verdadeiro al-
terante, um depurador de iocootestawri aS-
cacia; combinado com o aarope de casca de
laranjas margas, aturado sem pertobseio
a! guma petos (emperameotes os mars fracos,
sem alterar as funecoes do estn9|9jpi^|9^^
' se- mathemalicas que elle costea i
aso i
Maorer.
i e
perador n: 3i q na fabrica do gaz.
r__________i ' 80 se y nao
Na ra L%at* loj i calsadTn. 73, vende-sa
botis inglezes para meninos de 7 a 12 apoos h
3#oOCi, botinas fraoceas para senhora obra espe
cial a 54, U30S e 3*300, ditas para menino*
meninas de l_ 3 anuoa- U a 1*590, saW d.
tapel atjjaadQs HW) e tr^i ,a iMjMf;
tos le Barroqalm a 7fO d par, tera para, rtvtr
um completo srttmenia de laminaos ttnto eoi
rosso como a retilbo, vidrs 'pata cffltrw a
320, sola e m !)%ft'c
vaqne^sldbaraloioeanaM.
-. VifgltvMiratei^^aallaade; na roa qo i
Pesca
mtmnm
Vende se a casa de M m
de Pars sita a roa a fSl
tendo a mesma 3 Q{ttarSi
oa seas perteoew, PJ
ra,atamtnlr
s, mochos e todo os mato pertencas V
son ele, acbaodo-se
seombdffl caf
a
nrol
na roa do Pog
n. 9.
L
>i-EGIVEL
I


V
I

I i

I
r
liarla t Permamface Sext* tetra A de Mato DO
DR. SEVIAL.
Pn o tratarmento e cdMWpIdae completa das molestias syptrflitfcas, erisype-
las, rbetnaatiatno-, bobas, gota.tofoiiidade do estomago, taammactes chronicas do flgado
e(bao, dores sciaticas, cephalatyias, ne?r8%ias, ulceras ebroaicas, hjrdropeshw, pleori-
sjas,rgonorrh6as cbronicase emge al todas as molestias en que sete&ba em vista apa-
rificatf3o do systma sanguneo.
<'on4ld*?ae5es gidbies
A saude rwnbminaprochivel, cuja radportacfa evalor st Reservado ao*en-
fermo o aralia-lo.
iocontestavel que o homem neste mundo fenstantemete, e por todos os lados
atacado por urna inflnidade de agentes morbficos que todos tende n, dadas certas e deter-
minadas circumstan'ciasi' a alterar o regular exercicio das funches Yganicas, resultando
pesse desequilibrio o que se chamamolestia.
A molestia nSo mais do que a desvirtuado das torcas vitaes, occasionada, se-
gundo as investigacoes e experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela depra-
vaco dos liumores geraes, consequeni da accao maligna desses mesmos agentes morb-
ficos introducidos no organismo pele acto da respirac3o, pela via digestiva, pelo contacto
immediato etc. etc. etc.
-A syf&ilis Infelizmente tem sido a partillia da hutaanidade, e como fra de duvi-
da que esse terrivel Proteo da medicina ama molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de todiis as suas formas t5o variadas, enfraquecedo
constuicBes robustas, produzino itutilaces, -e cortando ainda em'flr da idade vidas
preciosas. *
Eliminar da economa esses principios deieterio. e purificar a massa geral dos
humores tem sido desde tempo immemorial o fin constante da medicina, e os purgati-
vos figuram em primeiwogar para preencher esse desiteralum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
immensos successos obtidos pelo uso deste salutar agen'e lauto na Allemanna, como em
Franca e talia, o tornam c companheiro inseparavel deqasi todos os doentes. .
Sendo as molestias, como cima dissemos, devidas-s alteraces dos humores, o
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode sermpregado vantajosamente na syphilis, erisy-
pelas, rheamatismos, bobas, gota, .debilidade do estomago, inflammacSes chronicas'do
figado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias.
pleorisias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que se tenha
em vista-a purifieaeao do systema sanguneo; pois que nma pratica constante tem feito
ver que elle iadispeosavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, e pre-
parar o doente para medicacoes superiores ; e as menos graves a cura a conse-
quencia do seu uso, convenientemente repetido.
As substancias que entram na compQsicJo do Elixir depurativo do Dr. Sevia
pertencem todas' exclusivamente 'ao reino vegetal, e grande calhegoria das substan
cias depurativas e antisyphiliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga
nismo, elimiuando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das eva u
aces alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus syphilitico quando este virjcm-
em feito erupco .ao exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne taui
oem o estragos dessa terrivel molestia, qu indo por ventura se acn ella ainda no
estado de encubaco isto sem se ter manifestado sob Cormas externas: beneficio
immenso, tanlov mais quanto neste estado os individuos igncram completamente s es-
15o contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradave d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua accSo so-
bre o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias medi-
camentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de drs-
tico forte rrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es-
tado, muitas vezes, hydropesias, que quasi sempre terminam pela mor te Assim pois esperamos que o uso deste remedia justifique cabalmente as nos-
sas ass3veracoes, porque sendo um medicamento to simples na sua composicao, a
pratica tem confirmado sua utilidade.
Calco deposito em Peraaiufor
Na botica e drogara
DE
Bartothomeo Companhln.
. 34-RUA DO ROSARIO LARGA-3*

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Ven*-M i bordo 4o ftkAm Kwutm : a
coa Jote te S*' LtiOo Joaiw.
A ellas antas que se actke
Saias bordada! muito tiat da elegaMa
bordados pechincha por 81 aa roa ibfeav
peratm n. SO.
Bserayos
fofridofe
60^000 rek
kmwu
No armaaem de frzenas de
SantisSolko,rita do tyuei-
nihdbn Q.
Vme-ae
adapolio no de 7, 8fi, W, m, iU
e it& a pessa.
Baldes de reos de 2*400, 30, 34(500.
Pito de arcos encarnados de 3<$500.
Ditos de mursulina a W.
lgodSo enfestado com 7 1/2 palmos de
largara a 10100 a vara.
Gambraia branca fina de 4*, 5, 6,9,7* e
H a pessa.
Dita para forro a 3$ a peSsa.
Dita com salpicos branca a 45O0 com 10
varas a pessa.
Ditapara corflnado com 20 varas a pessa
12*.
Retondes deTil preto a 6*500.
Chales de fil preto a 5*0.#. *
Grosdenaple preto superior de 1*800,
-2*. 2*500 e 3* 0 COvadO. Contrnua a andar logido do eageM
Morantiqoe preto'superior a 2*80 iNaiareib, de^de o mu *
va S,'. ann represeoia ter 35 a 40 anco* oV idaia *
Hanella de todas as cores a 800 o covado. vo perteoce ao .muj auigoade, j
Cobertas de chitas da India a 2*600, ifcoaes eguinie* i cor Unl ututo
Lences lie liamburco fino a 2*400. I ""*iho'. <"" toado, reloreado
oaos, peroas e ps grosso*. noha barra,

Oe gratifleacie, qnem pegar o tcr.ro
preto, de 40 aoooa de idade. baiso, aweara
lar, peral s arqueadas para lora, ceas
qoerdo cortado joalo ao eotoelo.
Este e*eravo Ja' foi pr;: r.oR medio oaV
! ijue esteja,pcr algocca 'aria faaaai a*
ser esse o seo oficio. Rotta-M pois aa
des policiaes e eaplaas de caaiaa, a aaa
ci, podeodo ser eaUegae ao Recife ao Sr.
dlnc de Sena Pootoal, oo ao eafiaap r
ao abaixo assigoado.
_____ Marclooillo da irMKa
Muita atten^o
Roaase portaaaa as i
<3>
----
;
z
Ditb de bramante uperor a 3*200. i ereTaa.
'Bramante delioho com 10 palmos delr- .^es e capieV Je camp a
gura a 2*500 a vara. i n eseravo, e leva-lo ao dito eafeaaa, a #a
Dito de linho com 5 palm^ 1*200 a^*ta,xoI,!a^.,loe "*' f^oaa*m- i
;vu__ v "*""*! pensado. Desde ja prolesta-e contra qsaai
I acollado.
Dito de linho com 3 \9 t dimos a 800 a Ryci/e, 30 de abril de 1867.
vara. i Jos IgE.cuj Perekra Tcrre?.
Lpeos de cambraia branca finos a I *800, | TtlapiHar^ CniriA '
2*, 2*500, 3*500 e 4* a duzia. JibtraVv) UiTIUO
Fil de linho liso a 800 a vara: e com' ^U8 ?e ibril f08i0fa 5 *f'
s-lni(s a QOO a vara 2 preto crioolo, de nome Alraandre, da M
9.H17IW ,i uu a vdid. de ,aa(je p0QCO mais on ni-no-, tatio, rdr
Atualhado trancado com 7 1/2 palmos de; bem fallante, p. gromos, cov o d-.do- $r.
largura a 1*600 a vara. afcertos, sem barba, e hootm 30 io mc-aw
Dito adamascado com 7 1/2ipalmosa2*. ffi^rtf*^S5
Dito de linho adamascado a 3*. j0S Pmt Ja Casta, u Wm i onad., a pmm
Panos de 15 adamascados para cobrir me- |qne t pegar ponera' ieva u -.-'. ai* am-
sa a 4*500 Qes oa ^|va ">"f'l>r em Pao Toalhas alcocboadas de linho,. 12* a duzia. | S S3ZZZ gX *'P
Toalhas de pello de 13* e 14* a duzia. receba:/ a grt fleaco de so*.
o^rda,na?S de 1Dh0 adamascados a-v I ~-=~FgJo do da 0 de sbrT"*, c^r.iur aan,.
o*oOO a duzia. pretc Antonio, crioolo, ida i-; de 3 oa
M,Bi
Gambraia de linho superior de 6* e 9* a osis oa menos, coro os .statea .*aww*
vara.
Chitas francezas finas,
320 e 360 o covado.
escaras e claras a
altura, corpo regalar, rosto rMoBfn, Cjt f:ta, laa
os pos bastantegrane? apalbKad jotas
oui penco euvbada-, tam u.a dad arda*., par-
te do cima cortada um :-ej*i;, e urna acairu da-
Assim como outras muitas fazendas que, baiio do qoeixo do lado dreito, a .40*: >* c
?firnarin Onfa^nnhn monplAn,P n, ,.-<, on. falla DIB pOUCO aprestado
" se tornara enfadonho mencionar que se ven-
de por baratissimos precos.
E'lie gra^a.
Cortes de calca de casemlra snissa por
fazenda escora propria para o invern, apparecan dito eseravo e I-vi-!
.antes qu se acabq : na roa do Quelmado numero
43 45.
DE

Ra da Cade la n. 55
. N roa da Cidea n. 55 ha para vender-se ornamentoi de igreja per menos preeo aaa em oa-
ira qai^aer parle :
A SABER:
OnaueaM de daaasco branco de MIOGO a 32,5000
b encarnado de 225000 a 325000
> rxo de 225000 a 305000
pr-Mo de 205000 a 305000
verde de 205000 a 295000
de velludo preto 265000
A visu da boa procura jas tem havid.o destes objectes provenimos ao poblle que breve ciie-
gara' de Pars ama nova remessa de ornamento de todas as cores, inclusive M-oameotos, sebastos, ca-
pas de Mpergas, umfcsilas, etc.
Recebs-;e toda e qualquer eococomenda relativa ao cuito.
jLZiETfino dfe 1 a.oi*;>?
RA DA CADEIA N. 47
A dlnhefro
RoupaTeita em'porco e a reta'ho por preco muito barato, que a vista podero
avatar da realidade..
Fazendas
lindes balos de musselina, nao sao baratos; bales de arcos estes sim, sao ba-
ratos, lindas chitas escuras, cambraia modernas com lista aomeio, cazemiras em cortes,
lindos desenhos, collarinbosaCavour,retondasr endadas, chales rendados, chales de merino
pretos, finas chitas largas para coberta, superiores meias ioglezas, s5o caras e boas, su-
periores camisas dfl Qaaella branca, para evitar constijtaces, bom brim branco para cal-
j cas; ha muitas ouiras fazendas e roupa feitas, .que todas se vende muito l^arato a dinheiro
; a vista dam-se amostras e mandam-se levar oas'casas. -
Vende-se urna parda qultandeira, qoe cosioha
soffrivel, compra na ra, lava roupa, propria para
; todo o servico em que se qnizer emprear, por
ser.corpoleota : a tratar oa ra das Aguas-Verdes
o. 80.
v
Vende-se urna armaoSo.

Vende-se a casa terrea Da ra travessa do
! Pires n: 29, lendo 30 palmos de frente e 36 de
: comprido, e 30 de largo, tebdo ama porta e deas Vender ama ranclp prjpria para loja, ou
janeilas de frente, sala na /rent e sala atrai, ten- ootro qaaiquer estabeiecimento ja com gaz enca-
do 4 ffiarto-, com corredor ao meio e cozinra fra, nado; siu na ruado Rosario n. 42 : a tratar oa
(om^raude quntale com orna boa cacimba: a mesma roa n. 38 coaa Manee I Jos Lopes* fr-
pe-so ile. pois a cata rende 255 par raez, e quem pretender
dirija se a roa do Rosarto da fioa-Vista n. 58.
Ra do Imperador o. 22
No grande armazem de tinta vende-se por procos
com modos :
Salitre refinado.
Enxofrf!
Limalha de fe; ro, era grao e agulhas.
Dita de ac em grao e agolha.
Varias prepraseos chimicas para fogos de arti-
ficio.
Vende-st> um mulatlobo de qoalom annos,
com bonita figura para um bom pagem : na ra
do Qaeimado o. 47.
Para q uem tem machinas
Veode-se paiha de carnauba maito: atoa do
priioeiro corte em pe.ui-nas e grandes porQoes a
880 o molho, a aquebe preco do desembarque,
qoaado no armazem a 700 rs.: na ra do Vica-
rio o. (3.
Vende-se tres vaocasde leite com cria : a
tratar oa travessa de Sanu Amaro entrando pela
encruzilhs.la de Belm o seguiote sitio do lado
ecquerdo. _
Vende-se urna lmalo propria para taber-
ca ou outra qualquer negocio : a tratar no pateo
doCarmo n.3.
Polias de todos os tamanhos e a precos commo-
dos.
Agoilhdes -dem dito.
Mancaes ideni dito
Muiohos de ferro, americanos, para fazer Jari-
nha de milbo muito fina, oa moer caf, para traba-
Ibar tanto a mo como movidos per motor.
Farello a 4$ a sacca. ~
Vndese na raa de S. Francisco n. 70 e arroz
com casca, sacca com 22 cuias a 55.
Vende-se urna casa terrea, nova, sita yo bec-
co do Quiabo, nos Afaaados : a tratar com a viuva
doalferes Fructuoso Psreira do Nascimento, no so-
brado qoe faz quina com o mesmo becco.
urebauac. tooo ca-
lido calca de casmira de n-iros preto e t rasco,
_____[camisa de chita'le palma* eo-arnadas e j'qaeta
de panno aiol, cbapo pra> coaa redr-ala rata
urna Svca de so ao lado-; rega as att >ri4a-
25o00,, des policiaca, aaailiai d= <-*aifj a a^uIuo^ do
> a ca--- lo --i .ib- r n.t raa
(aerial taberna o. i">, qn-* f-r* r?cxarej*adb.
Ao cftmtfles de mmpo
No a.> j du crreBI .. ti .-. m .. >+*
ab:-:'.i .f-igua-io, aa ''. i ... ;.
nooii: Vic-^r, com os > .'-a- i**jt i car
fula, i-abnios earaafBBOs, Iti cbato, bocea gr-;nd-, raat aaj nal manodc, aaai
barba ^oe fpre- na t-r 17 >>> f Mata, ataa-
ra e cerpo rf.'dar, levrj retMr, -rr."* H a'f-
do brando, o calca de brim; qaern o apr.h nm
leve-o casa de Lehmacn Freres, oa roa & Cres-
po n. 16, oo oa roa-do Imperador d. 13, *.* andar
qoe ser generosamente recompeo
Recife 14 de marco de 1867.
Lehamaao Frtesr.
Fogio em t de mareo do correol? aono c
togenho Vicente (empello. cr j: i aai romt
Dociiigos, bom corpo e b"a altura, bera prrto,
e-ta bacaodo, com dous denies de m-.ou oo q-i-
xo de cima, com oos tainos do bonbf-> esqoerdo,
28 anoos: quem o pegar tova-e no d*to ea-
'dade
genfio a seo senbor Antonio Perer da Canaa, i
ao sea corr npoodente o? Sfs. 1 Per :r >
Cuoba & Fflbo, no Recife.
Att?LCo.
Ai i-ie fgido o preto Gervasio, eseravo da Sr
Jo- de Brito Bastos, com os signaes segolntes :
aliara regalar e seece, Idad^ 30 aooos pooeo mn
oa menos, denles podres, e tem cortado a poeta da
um.dedod'arca das maos. F Dem lonbvfido msu
cidde e em seos ar edoree : tem carne em alguns acoogoes, e allimaoieDfe aniava
veodendo miodezas : qnem o pegar e leva-la a'
rus do Trapiche, armazem b. 13, oa no eageak*
do Meto da Vanea, sera bem rec-jmpeasado.
>
38!
171

DOS PKEMJOS DA 00. PARTE DA LOTERA CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 60o, A, BENEFICIO DAS FAMILIAS DOS VOLUNTARIOS DA PATRIA, EXTRAHIDA
-
EM i DE MAIO DE 1867.
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lijarlo de Pernaaibuco --? Sexta feira 3 le Malo de 13o7.
____________________________________________________________________________,__________________________________________________________________ .______________________________________;----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------:___________________________________________:
---------------------------__-,
TBATI 0 D.4 fillKRl.-
Rtsposta lo go uguay.
Nota-do governo paraguayo. -
gentes,-pelo qdat professa ponco respeito o
goveroo argentino. E, .rrao obstante,
repblica Argentina a que garanto, por
tados solemnes, a independencia oriental !
como explicar taes factos.
E o Paraguay, q'ne sem compronai^os in-
ternacionaes, e somante no intuito de es-
labelecer no Rio ja Prata urna paz em bases
solidas, considerados, os interesses geraes
O BrasrPWIarava ento categu iLaunte
;, Ucessidiidufo equilibrio do* Estados do
J'rata, .e aempnstrava a inconveniencia de de seu continente-como seus proprios, era
dcixa:' robustecer o poder da repblica Ar-'aho dos* ataques violentos da mpreo'a .:r-
i entina, porijue^peritMvI s,!i existencia po-jgentin, cu'jo governo encaras a impassivel,
Juica, da mesma so: tj que a .repblica, at complceme, o cumulo de males que ca-
e era verdaJe, porque as vist sdo dictador jbia sobre o infeliz Eslado-0 ienta!, aae em
argentino eran: romper o equilibrio, apenas breve ia ser reaggravado "$om urna invasSo
estrangeira. Se estas assercoes nao se apoias-
sem eai factos pblicos recentes, o abaixo
assigiiado teria escrpulos que vencer para
consigna-Ios em ura d comento ostensivo.
A re^irtico dos negocios a meu cargo
recebeu ordem do Exm. S-. marechal pre-
sidente da repblica para dinglr-se ao ga-
binete argentino, pedindo-lae explicares a
respeito dos successos que tinham lugar no
Estado Oriental, e da attitude que tomara
em face da guerra com que o ameagava o
imperio do Brasil; -a resposta foi deficiente
a lio vital questo como a de que se tratava,
mas ella fazia presentir que pelo menos se-
ria mudo espectador do sanguinolento dra-
ma que ia ter lugar.
entao estabelecido.
A repblica esta va disposla a combater
decididamente por aquelle principio, como
garanta de sua independencia, para o que
imba forcas organizadas de mar e trra as
liocteiras, que impunbam respeito ao dic-
tador'de Buedcs-Ayres, e na impossibilida-
ile de chegar a seus fins pelas armas, mu-
d>n de poltica e aostilisoii seu comraercio,
mpelindo a navegacao dos rios Paran e
Uruguay a todas as bandeiras do mundo, fe-
r.ndoassitn os direitos do Brasil em sua
nivegago pelo Paraguay a suas possesses
oe Matto-Grosso, que ainda boje sa conserva
pouco mais ou inmos em estado natural.
A queda do governadvr Je Buenos-Ay-
res produzio urna alterago sensivel e favo-
rive! na politp argentina e brasileira. A
.primeira reconheceu a independencia para-
guaya, declarou franca a navegagSd dos rios
11 potencias eslraageiras! Urna era de pros-
pridade e progresso .tinha chegado Dar o
R.o da Prata ; as queques polticas foram
pqe algum lempo adiadas.
N'este intervallo o Paraguay se oceupa em
fn iiborar suas instiluigoes e reparar os ma-
l-i s provenientes de tantos aanos de clausu-
ra e contrariedades, e em cultivar relaces
a miga veis com todas as pjteneias, concedan.
. do-!hes franquezas e garandas commerciaes
e djndo eficaz proteceo as artes e indus-
trias. Estas medidas faziam o- paiz prospe-
rar com assombrosa rapidez, a ponto de
clamar sobre s os oIqjs receiosos de seus
viinbos.
A repblica Argentina he promove ques-
ts ue limite?, hostiiisa-o por modo pouco
decoroso pela iaiprensa e eQtorpece seu im-
portante ommcrcio por meio de injustos
direitos.
Abriga eoi sua propria capital urna jisso-
ciafab destratares patria, ac''rooa-os
p.otegendo ssu infame projecio de anarctii-
sa: e dividir este pai/..
e Buenos-Ayres se iutroduz no Para-
guay bilhetes fa'sos do crdito publico, eai
uua palavra, por pouco confessaveis que
eram os meios de no>ti!ilade a repblica e
seugoveroj, nunca mereceram satisfatorasi
sxolicages, mas desculpa i com razes espe-
ci isas.
O goveroo argentino apoiiva.coastanie-
mante todas as qaestes que pu iessem sus-
r ao Paragnay urna guerra; seus portos
eram pontos era que a> orgas armadas que
se dirigiam contra a repblica encontravam
recursos de toda a especie, e o governo da
repblica nunca tratou de dar explicagoes
satisf ictorias de sua conducta, contraria
neutralidade que o diroilo lhe impunha
gcardar as quests exte-nas que ventilava
0 Paraguay, cuja poltica tolerante para com
aquelle e>tado procurava por interesse pro-
prio manter a paz e boas reiagoes.
Mas ltimamente o governo da repblica
uio poda j tolerar, sem quebra de sua
dignidade, os ataques directos', qieto in-
merecidamente lhe de igia o argentino, em
rclaco guerra provavel com o Brasil, por
causa da qu stao orienta!, a que certamen-
te nao era estfanho, pois a rebellio havia
nascido em seu territorio, abi, de um direc-
torio revolucionario estabelecido e protegi-
do em sua propria capital, recebia recursos
d3 todo o genero, sendo o mesmo directo-
rio abi protegido, em sua propria capital.
Ao abrirlo Paraguay as hostilidades con-
tra o Brasil, quiz abundar em consideracoes
com o governo argentino, que lbe negava
direilo ao territorio paraguayo de Sfcssoes,
de que tinha dominio e posse, aflm de evitar
todo o motivo de desintelligencia; commu-
nieon-lhe a resoluejo de levar suas armas
por aquelles lugares"contra a provincia bra-
silera do Rio Grande, solicitou seu con-
sentimento de transito innocente, para o
caso em que as forcas nacionaes tivessem de
(pisar o territorio argentino, a comecar de
Corrientes, protestando respeito s autori-
dades e nenhum grvame aos particulares,
mas o governo argentino n3o s se negou a
esta solicitude, na mesma nota pedio expli-
cagoes urgentes a respeito de agglomera-
co de forcas nacionaes, e seu objecto na-
quellas fronteiras, suscitando ao msmo tem-
po antiga quest5o de direilo.
O governo argentino sabia, pois, qual o
motivo daquella aggfomeraco de forcas,
denegaod-con ;entimento para transito in-
nocente, manifestou reciios de que seu ter-
ritorio^ nao viesse a ser o theatro 8 guerra,
posto que nao temesse que o fosse o terri-
torio fluvial da mesma naco, o qua, fran-
co animaaio da esquadra imperial, abra
seus portos s pro.visoes e compra de toda a
qualidade de vveres e artigos de guerra,
com manifesta infraeco de seus deveres de
neutra.
Meu governo pesou aquella nota com a
moderaco e circumspeccao que dominam
em seus conselhos, e acando-a injuriosa
honra da nago e attentatoria a seus direitos,
julgou necesario chamar a atteocao docor-
po legislativo para seu contedo, pedindo o
concurso de suas luzes e a'expresso da
voniade nacional para haver-se em materia
tSo grave. O congresso nacional, depois de
considerar pausadamente a referida nota,
julgou necessari > declarar guerra ao gover-
no argentino, e recebeu esta repartido or-
dem. de notifica-la, como o fez por meio de
mioba nota de 30 de nfarco de 1865.
Os governos signatarios do tratado de al-
lianga de 1 de maio de 186o fuodam-se na
falsa assercSo desque o governo da repblica
iuvadio sem previa declaragao de guerra a
provincia brasileira de Mato Grossp, e se
apoderou dos vapores de guerra argentinos
Vinte e Cinco de Mtio e Gualeguay, surtos
reo porto de Corrientes. Para restabelecer a
verdade basta recordar as datas em que ti-
veram lugar os despachos.
O protesto de meu governo de 30 de agos-
te de 1864 foi notificado ao ministro brasi-
yerno. O da repblica dedaroa, apesar disso,
i os despachos pra fazer effec-
sto.
A oceupagSo do territorio onental (villa de
forjas brasileiras yeriflcou-se a
tyubro, e conseguintemente' a pri-
meiri ex'pedigSo paraguaya rawchou da As-
BfBpco a 14 d dezemhro do mesmo anno
contra aarovincia brasileira deMaleiGrosso.
A decwagJo di guerra ao governo argen-
tino pete cmgresso nacional foi a 18 de
margo, e sua notiQcag5o oficial a 2Tdo mes-
mo mez; a captura dos referidos vapores de
guerra argentina, e a oceupagao da provin-
cia de Corrientes principiou a 13 de abril
segointe.
Quanto ao Estado Oriental, ainda meo
governo espera conhecer as causis que rao-
veram seu governaior discricionario a levar
suas armas contra o Paraguay.
Fiqoem, pois, ainda que ligeira, mas exac-
tamente consignidos os poderosos motivos
que obrigaram a repblica do Paraguay a de-
clarar guerra ao imperio do Brazil e repu-,
blica Argentina, cuja proloogago o Exai
Sr. marechal presidente quiz evitar, Consi-
derando* que "o sangue derramado na pre-
sente iuta poda ser considerado suffbiente
para lavar as queixas que puzeram as artms
as m3os dos dous beligerantes, e o dever
que impe a civilisaglo e o respeito pela hu-
manidade o fizeram propr aos governos ai-
liados, em sua entrevista com o general Mi-
tre em lataity-cor, e buscar meios honro-
sos para fazer cessar os Iamenlaveis effeitos
de um i Iuta sangrenta, e nao a impotencia
de sustentar por mais tempo urna guerra
em que esto empegados sua honra seus
priucipios. Se tal juizo merecem prelimina-
res de paz, os factos encarregaram de mos-
trar a desnecessidade de semelbante suppo-
sigao.
O tratado secreto, que por um caso' im-
previsto veio 5 luz da pub icidade, a con-
vengao que a allianga offerece como obst-
culo insuperavel para levar-se a queseo que
se debate pelas armas ao terreno da diplo-
macia.
As repblicas do Pacifico assuslaram-se
com a imposicao desse monstruoso tratado,
o qaal nao commentarei, e, protestando
contra 13o iniqua con vengao, dizia o gabi-
nete de Lima estas notaveis palavras, que
tenho a satisfago de repetir aqu:
t Que se faga um tratado de alaoga.offen-
siva para declarar guerra com o fim de ob-
tr por meio della reparg5o de um aggra-
vo, nada mais justo e racional; mas que a
allianga se proponba como principal objecto-
a derribar ur'goverDG para substitoi-lopor
outro, jtintando-se a isto a reforma de ins-
litugs. dar guerra outro carcter ; j>
nao ser urna guerra para restabelecer di-
reitos conculcados, para reparar injurias-
irrogadas, mais sim urna guerra pura s sim-
plesmenle de intervencao, ante a qual as.
demais nagoes nao podem permanecer me-
ras espectadoras, principalmente quando
essas nagoes tm de velar nao s pela con-
servag5o dos principios que formam o di-
reilo publico de todas ellas, mas tambero,
pela permanencia de equilibrio continental
e segucaaga propria.
Eesse tratado, Sr. ministro, consigna sar-
casticamente a soberana e independenciada
Repblica do Paraguay, posto que estipule
submissae aos governos alados, correada
na desapparigo e proscripg3o de seu gover-
no legal; desarma o paiz ; reparte seu ter-
ritorio ; sobrecarrega-o com urna divida im"
mensa", e estabelece sobre elle um protecto-
rado, ou alguma cousa mais, a crac5o de
um governo sobre o qual pesa com m5o
de ferro a influencia dos alliados Tiara que
autorise o assassinto da repblica.
E' a aceitago desse indigno fado que
offerecem ao governo da repblica, quando
tem elementos mais que suficientes para"
sustentar com xito, seus foros e direitos. de
leiro n. Assumpgo, e respondido por este a jiagao livre e independeute? O tratado
2 de setembro.declarando que nenhuma con-
com escaodalosa infracg2o dos direitos das sideragofaria mudar de resolugoo seugo- improvavel de nm completo triumpbo,ou
cujas estipulares devem ter lugar no caso
FOLHETISI
ARMEIRO DE MILO.
POR
PONSON DU TEFIRA1L
>. Parte primelra
(Copticuagao.)
. X
Os dous irmos.
HVia tres dias que os restos mortaes do
re Francisco I tinham sido descidos, com
grande pompa, ao fnebre carneiro de S
Dinizem que^aziara os res deFranga, pre-
ecessores do here rjfr Marignan.
Dorante tres dias, ao romper da aurora,
<>o meio dia e ao por do sol, um anuto,
jpparecendo na varaola do Louvre, tinha
laocado o grito tradicional, por tres vezes
repetido : O rei thorreu I viva o re I Co-
megava o reinado de Henriqoe de Valois,
segnndo do nome. O novo monarcha, tinba
recebido, vestido de rigoroso lato, as ho-
nenagens da nobreza e do parlamento ; e o
{ovo tinha saadado a sua elevago ao throno
com esses gritos de alegra que se renovara
na- anrora de cada reinado e que to bem
(jizem a ingratidJo e esquecimento das na-
r oes pelo passado.
Com o novo rei, tinha-se constituido, de
lpente urna nova corte. Os descontentes
do ultimo reinado, os ambiciosos n3o satis-
leitos, os cortezlos por muito tetnpo 11^*'-
dos as suas esperanzas, tinham-se agrupa-
do promptameote em volla de Henrique II
A-coodessa Dianna tinba enviado inme-
diatamente um ensageiro ao rei,, para Re
]>edir que lbe reservasse tim qaarto no
Ijouvre, a que o rei n5o tinha "aindi respa*-
lido, cao casando condescender nenr fe-
cusar, tanto tema, ao mesmo tempo, cahir
de novo sob o jugo dessa paixo, ou sub-
trahir-se a elle para sempre I
O velho condestavel, Anna|le Montmoren-
cy, era o conselheiro, o amigo, o primeiro
ministro do joven monarcha. Tinba sido
encarregado de verificar o estado das finan-
gas do exercito, de regalar o emprego do
tempo na corte e de presidir s horas de
prazer.e de trabalho do novo rei. %
Este ultimotinha-o consultado a.respeito
do pedido da favorita, e o velho condestavel,
que era um fino poltico e julgava prudente
n5o romper abertamente com pessoa alga-
ma, tinha-se contentado com responder :
Senhor, o rei'de Franga deve esque-
cer, pelo menos momentneamente, as affei-
g5es misteriosas e as secretas ligaces do
Delphim.
E' necessario a grandeza de V. M. que a
condessa Dianna fique a'gucs dias ainda no
seu castello de Aoet, e s apparega na corte
depois da raioba ter recebido as hoaiena-
gens dos seu vassallos.
<) rei tinha seguido esse conseibo, e taltfez
pela vez primeira, tinha pensado em Caiba-
rina e confessado a si mesmo que a rainba
de Franga era bella e fyt o homem que a
amasse e fosse por ella amalo seria feliz
entre todos os felizes. Porm, Henrique II
amava Dianna Lutava, em v3D, com todo
o seu poder e com toda a sua razSo contra
essa fatat attracgSo e, em v5o, tentaba que-
brar-lhe o encanto .
^ 0j conselhos %de Montmrency, a belleza
de Cathatna, e o presentimento que tinha
das pertarbarjes e dsordens que a prtsen-
ci da ulftna: favorita na irte ir suscitar
desde a primeira hora de sua chegada, eram
itipotentes, pera vencer nelle esse terivel
e de8gragado afflor.
Corn ratnbSa dolerfeiro dia que tinha
seguido ii exequias do rei Francisco L O
direi memor, depois de conquistada pelas*
armas a redublica, a base que'se offerece
como preliminares de um tratado de paz ?
Creio que offenderia a illuslacSo de V.
Exc.se me detivesse a demonstrar e com-
mentar as clausulas daquelle escandaloso e
cyoico documento, untce em seu genero que
registra a historia.
Cumpre-me declarar pelo molo'mais so-
lemne a V. Exc. que meu governo nfn acei-
tar nunca nem um s dos artigos do tra-
tado de allianga, como base par discuasao
do tratado de paz. Pois que os immensos
sacrificios, as glorias que a nago tem con-
quistado com o generoso sangue de seus
fithus, a abneg gao e os destinos de um
povo inteirot qae heroicamente defende
seus foros e constitue seu amor a liberdade.
adheso s suas instiluigoes e a seu governo
devem curvar suas frontes laureadas aos
que n5o podem domina-lo pela forga ? N3o?
senhor.
A repblica est disposta a salvar-se com
seu governo", suas instiluigoes e seu modo
de ser, ou a suecumbir com gjoria aip de
soa bandeira, que tem proclamado bem alto
a liberdade dos povos, e sustentado com vi-
goroso enthusiasmo sua flmula de paz e
justiga.
Salisfazendd a ordem que recebi do'Exra.
Sr. marechT presidente da repblica, fice-
esperando que V. Exc tcstemunha impar-
cal no theatro da guerra, servir-se-ha de
communicar a seu governo a situagao dos
belligerantes e a incontrasiavel deciso do
governo e povo paraguayo de salvac-se pelo
triumpho, j que. seus inimiges peraistem
no deshumano empenlio de levar adianle a
guerra com os males que lhe sao inherentes-
Ao concluir a preseute communicago,
tenho a h*nra de releirar a S. Exc. o Sr.
ministro dos Estados-Unidos os protestos
de minha distincta consideragao e aprego. -
Jos Berges,
Mtnittro de relacoes 'exteriores.
Circular.Buenos-Ayi es, 8 de abril de
1867,-t-A S. Exc. o Sr. ministro plenipo-
tencio da Repblica Argentina em...
Remeti a ^. xc. um memorndum so-
bre a nota do governo do Paraguay ao mi-
nistro dos Estados-Unidos da America,
res.eito-da mediago offerecda pelo seu go-
verno para que possa V. Exc. dar mais f-
cilmente explicagoes ao governo. junto do
qual esto acreditado. Deus guarde a V.
Exc. por muitos annosRufino de Elizalle.
MEM0R.VWU.M.
Estando- a Repblica Argentina em com-
pleta paz com a do Paraguay, sem que hou-
vesse a menor quesijo ou desinteltigencia
que tivesse originado reclamago, iatimago
ou ultimtum algum, existindo um tratado
pelo qual nao poJia fazer-se a guerra sem
notificagSo previa de sei6 mezes, o dente do Paraguay, traidora e prfidamente
invadi a provincia argeutina de Corrientes,
aprisionnos vapores de guerra argentinos
que estavam. no porto da cidade de Corrien-
tes, com me t tea do os mais- graves al'en tados
contra as-pessoas propriedades dos habi-
tantes nacionaes e estrangeiros, levando cap-
tivas matronas respeitaveis, que mantera
presas em seus acampamentos.
O presidente do Paraguay, seotindo o
peso do- crime de seu procedimeoto, e de-
sejando salvar-se da eoodemnagO' com que
o opprime sua propria consciencia, e do pe-
rigo que se i-a creado,, fez urna exposigao
das causas, que produziram a guerra em
que se acha com a. Repblica Argentina
por occasio da modiagao offerecida pelo
governo dos Esiados-Unidos da America,
que a confirmagao mais completa que- se
podara desojar do que tem manifestado o
governo argentino em seus actos pblicos.
t Declaraco de guerra.
O presidente do Paraguay confessa que a
declaragao de guerra ao governo argentino
pelo congresso daquelle paiz foi em 18 de
margo de 1865, e que sua uotificagSo ofi-
cial se fez por nota-de 30 do mesmo mez;
confessa tambem que a capiura dos vapores
de guerra argentinos caofleapacao da pro- paraguay apreseota-Ios ao governo.argenti-
vincia de Cerfientes pniocipioa.no dte 13 de no e^pepir riptragCes. Nada disto se fez.
abril seguiole: porm, quattdp ebegou a Era a Repblica argentina qaem tinha que
Buenos-Ayres a nota ae*30de marco Ooti- apresenta-Ios, porem oto o tinha feito, e ne-
ficando a dedaragb de guerra t
O presidente do Paraguay fechou teda a
communicacao^coma Repblica Argentoa, e
mandouata cidade de Comentes ummis-'qae mTiq'ae amas reclaaag3o desta nato-
sario, que se trasladou no vapor em que reza dirigida ao goveroo argentino.
nhama divergencia poderia haver em con-
sequencia.
Provocamos ao presidente do Paraguay a
joven rei eslava s no seu gabinete de tra-
balho, onde Montmrency o tinha deixado,
depois de ter, com elle,. trabalhado, desde
o nascer do dia. A ampulh?ta, collocada
entre duas janellas, marcava a decima hora.
O tempo eslava magnifico"; o sol derramava
os seus raios mais luminosos atravez de urna
neblina azulada que fluctuava sobfe Pars e
sobre o Sena; as arvores que cresciam na
margem, entre o Louvre e o rio, tinha se-
meado de florinbas brancas ou vermelhas o
seu zimborio Verde, e o rei senta subir de
fra at ao quaro onde se acbava essa
briza de primavera t3o carregada desses
mysteriosos perfumes de abril que t3o elo-
quenlemete fallara a moda linguagem do
amor.
Henrique esquecia, meio reclinado sobre
urna das janellas abortas, osgrandes acote-
cimentos que acabavam de ter lugar no seu
chegou a Buenos-Ayres, e que reservada-
mente trouxe ao agente do Paraguay ;i no-
ticia, da declaragao de guerra, para qu to.
masse medidas que nao poderia. ter tomado
dade que este facto se tornas noiorio.
Nem o publico, nem o governo argentino
leve conhecimento delle, sen3o algtus dias
depois de 7 de abril, em que chegou o ofi-
cial Azala. que o'communicou a Q,. Flix
E^asquira. agente do ><-ra'guay. Isto cons-
ta de publica notoriedade peta correspon-
dencia do governo do Paraguay, tomada
mais tarde a este agente, e por notas de
ministros estrangeiros, como a do Sr.
Thornton ao governo de S. M. .Britar'iica,'
apresentadas ao parlamento.
O governo argentino repousava na f de
de tratados pblicos, enaspraticas dospo.
vos cultos, quandcffoi sorprendido pea no-
ticie de aggresso do presidente do Para-
gnay, de 13 de abril, que chegou a seu co-
nhecimento poucos dias depois.
A nota de 30 de margo, contendo a noti-
ficagao da declarag3o*de guerra, n3o tinha
ebegado ao governo argentino, nem cliegou
sen3oem 3 de maio. muito tempo rlepois
da aggresso.
A premeditago na perfidia est provada.
Fez a dc-claragSo de guerra em 18 de mar-
go fechou a communicago para que ilj se
soubesse; transmitlo a nolcia secretamente
a seus agentes na Repblica Argentina para
que occuliassem os fundos que tinham de
sua propriedade, e activassem a remessa dos
elementos de guerra <}ue deviam enviar, e
dando-lhe o tempo necessario para isso ef-
fectbou a invasao no dia 13 de abril.
*0 presidente do Paraguay nao s Oto no-
tiicou ao governo argentino a deciarago de
guerra, como tomou medidas para que o nao
soubesse. v'
A naticago de 30 de margo, ainda que
tivesse sido entregue a Tdejabril, em Bue-
nos-Ayres, quando chegou Ayala para com-
muica-laa D. Flix jEgusqueira, nao teria
podido servir para justificar ajaggres:3o do
13 do mesmo, porque nesse tmpo no po-
da eommunicar-se provincia de Corrientes.
A aleivosia p-ortanlo, evidente ; porm
ha alguma cousa mais grave; existia um
tratado pelo qual n3o podia haver guerra
entre um e outro paiz sem urna notificago
pria de seis mezes, e estepreceto foi aber-
tamente infringido.
Porm supponha-se q e esse tratado, nao
exista,.sdmtta-seque a noticagSo da guer*
rase tivesse foito opportunaraente. -
Pode urna nag3o declarar a guerra ou-
tra sem formular previamente suas queixas,
sem pedir reparagoes adequadas, e sem pas-
sar um ultimtum ? Isto seria brbaro; a cir
vilisagao o execra, e a pratlca das nagoes
cultas o condemna.
O presidente do Paraguay confessa que
declarou a guerra repblica Argentina sem
apresentar ultimtum, sem formular seS
aggravos e sem exigir reparagoes. E' quan-
to basta para sua condemnagao.
A guerra, pois, foi trazida repblica Ar-
gentina traicoeiramenle. violando-s a f pu-
blica e a pratica das nagoes cultas, e o go-
verno do Paraguay o reconhece, porque nao
possivel negar factos pblicos comprova-
dos por documentos authenticos.
Isto nSo tem justilicagao alguma; 'imvao
o presidente do Paraguay intenlou allegar
motivos para explicar seu alternado.
Quaes sao estes motivos?
Vamos a v-lo:
Aijgravos feitos pela repblica argentina ao
Paraguay desde a emaneipaco.
Nao se citou um s, nem podia citar-se,
porque nao existem. Porm, adroittindo que
existissem, era do dever do presidente do
Independencia do Pmrayuay
h Desde qae a Repblica Argentina reconhe-
ceu solemnemente a independencia do Pa-
taguay j nao ha quesio sobre isto.
Recordar os sacrificios que ella custou ao
Paraguay provocar urna discossao hist-
rica, porm n3o exhibir um motivo qae
justifique a aggress3o. Com o reconheci-
mento da independencia concluiram aquellas
quests.
Limites.
if presidente do Paraguay allega como jus-
tificativa de seu attentado contra a Repbli-
ca Argentina que este lhe promova qaestSSo
de limites.
onhecida a independencia do Para-
guay? b\ia necessidade de determinar esses
limites.
Abrio-se a porta; appareceu um homem
que saudou Henrique II'com o profundo
respeito de um vassallo por seu soberano
Era Raphael.
O joven armeiro eslava vestido exactamen-
te como no da em que o Sr. de Santo An-
dr o foi encontrar na salla d'esgrima do
professor Guasta-Carne.
Trajava o seu gibao de armeiro, o barre-
te amarella e azul, que ailestava o seu alis-
tamiento na corporago milaneza des ferrei-
ros, e trazia pendente da cinta um simples
punhal: eloquente maneira de confessar
que nao lieha direito de usar a espada dos
ndalgos.
O re fez um gesto da surpreza e esten-
deu-lhe a raao.
Raphael beijou-lh'a respeitosamente, do-
brando o joelho:
Senhordisse elle a bondade de V.
destino : amorte do rei seu pai, a sua M. eo seu esquecimento das injurias ta-
elevago ao throno os cuidados. re o peso, manho, que oso supplicar-lhe a concess3o
dessa cora que lhe carregava a fronte de de umagraga.
vinte e nove annbs.. Pensava as verdes e
my*teriosas sombras de Aaet, debaixo das
qiaes Dianna elle, tinham, por tanto tem-
po abrigado o seu amor, e recordava se,
com saudade, de Anet e de Dianna...
Mmtmorency tem raziomururava
Levanta-te e falladisse o rei em tom
affectuosp. *
Porm Raphael ficou com o joelho em
Ierra e conlinuou:
Existe na cort de V. M. urna niuluer
que sonhou o maior attentado que pode ser
elle forcoso que eu tenha a forga de es-! commetlido Contra a realeza...
quecer Dianna, para mt lembrar de que sou
rei de Franga e esposo de Catharina de Me-
diis ; porm, Montmrency no sabe que o
O rei eslreinecea.
Essa mu'ber, senhor,' incorreu n5o
smenle no real desagrado, porm, anda
coradlo S9 harmoriisa raras vezes com a 'merecen o castigo' reservado aos criminosos
raz3o, e os seaVarduos cuidados. nao valam' de lesa-mage tade...
oimofe as suas secretas felicidades... Obi. O reiprestou dobrada attengSo,
mea pai I para qae me fez'rei a toa morte1 Porm continuou o armeiro essa
prematura! maher minha m3i e dever do seu filho
. Henrique, lembranga .do grande rei, vir implorar o seu perdao, aos p3 de V. M.
senUauma lagrn deslizar-lbe pelas facesl O rei frangi a sobrancelha, a levantando
e lcapar-lhe un saspirod) peilo opprimido. ttaphael:
Bateram i pbrta. } Riphaeldisse-lha ellanSo se dir
Entre Idisse o rei vo!tando-se. qae te rcuzeT o perd3o que me p?des. Taa
m3i nao sonhou smente a morte do her-
deiro da m inarchia; fez mais ainda: entre-
gou, outr'ora, ao imperador Carlos V. se-
gredos do Estado que podiam arraslar
ruina este reino de Franga, que ella ento
governaya.- Se a duqueza de E'jampes nao
fosse taa m3i, pedlr-lhe-hia^certamenls, ter-
riveis contas dessa nefanda ioflaencia que
exerceu, durante vinte annos, sobre o espi-
rit deslumhrado do defuoto rei... Porm,
vens-me pedir e eu concedo-te o seu per-
di!
Ah I senhor murmuran Raphael,
commovido at s lagrimasV. M. nobre
e grande, e o meo coracSo pertence-lhe d'ora
avante, como j lbe pertenciam o meu san-
gue e a miaba vida.
Porm continuo a o>fei tu mesmo
comprehenders que n5o posso dar ao man-
do o espectculo do eterno favor da d uqu4-
za. Se ella ficar na corte dir-se-ha quedo-
mina o novo rei como dominava o seu pre
decessor.
Raphael baixou os olhos.
O rei continuon:
A duqueza que parta, qae S6 retire
para Chambord ou para aquella das suas
trras que mais lhe convier. N3o um exi-
lio, urna licepga; encarrego-t'o de ih'o an-
nunciars.
r Raphael b'eijou de novo a m3o do rei.
-%nhordisse elle' obrgade Ra-
phael, armeiro,guardar eterna lembranga
da clemencia do rei Henriquo II.
Depois o mancebo ac.rescentou, irclinan-
do-se de novo:
O difunto rei, pai de'V. 1. linba es-
A Repblica Ar^entinanopromovra ques-
ts ; fomento pretenda que se designassem
segundo os direitos respectivos. Com este
fim se inicaram varias" negociaces. at qae
por um tratado ajustado entre as duas na-
goes se determinaram^m parte, e se appro-
vou, a fixagao dos" demais. Desde entao at
invasao do presidente do Paraguay, l3q
foi motivo de discussao a quesio de lmi-
tes entre um e outro governo.
O governo argentino, de lateado com o
presidente do Paraguay, tinha resolvido
mandar ao Dr. D. Loorengo Torres, como
inviado extraordinario, para procurar obter
a fixagSodefinitiva de limites, por meios ami-
gaveis e conciliatorios. x ^
Esta miss3o ficou sospensa, e nada se
tratou a este respeito.
O nico ineidente que sargio em cense-
quencia de um contrato feito pelo governo
argentino sobre a navegado dof Bermeja,
ficou satisfactoriamente aplainado com a de- .
claraco do governo argentino de qae, estan-
do pendente a demarcag3o que den por mui-
to conveniente o presidente do Paraguay.
Nao haveria, por consegainte, qoesto
nenhuma sobre limites, qae deviam justar-
se opportunamente entre os deus governos-
em execugSo de tratados solemnes.
Invocar como motivo da guerra as qoes-
tes de limites, zombar indignamente em
negocio de tanta gravidade.
{Continwnr-te-ka*)
UM POICO DE Tl'DO./
i\a*lmmediac5es PonieTedra fftspanii) tu
am caslaobeiro sobre coja parle superior Tegeta
am elevado piobelrc. qoe lem'de allora 10 eiros
e 2ieeoiiraelro, sendo de nm melro e 40 cent-
metros a soa grossura.
A aliara do casianfeeiro menos considrate!,
pois s >e eleva a 2 metros e 60 centmetros sobre
o nivel da trra, senlo a sai circooferencia de 2
metros e 92 centmetros.
O pinheire qae gefminoa sobre parte superior
do casunbeiro, tero peno de qaarenta annos. Pe-
la sua parte o caslaobeiro conta 190- annos, e ane-
jar disto anda esta'em mnito boas condic5s de
prodaccao.
cripto a meu meltre,*o velho Guaata-Carne, dito f
eita carta...
E Raphael estendiu a c|rta ab rei, qae a
leu attentamente at ao'Bm. .
Porm coninuon elle dapois de
Hjjnrqtie n a.^r W$, o m> wstre estw
Conta unca folla e>traugeira que ha dias se
apresenlsrara emam dos principaes cals de Pars
ijoatro individuos que tomaran ima mesa de bi-
Ibar or algumas horas, iraearam nellt co fiz
dous taboleiro de xadre; psdiram sessenla e
qnatro garrafas de diderentes ho?, e Ion as
collocando sobra elles.
O vinbo de Caooparjle occopou o sitio dos rei?,
o de Xerez o das rainba?, o de Bordeas o dos w-
vallos e torres, e o de Maso o dos arfilfs. Pa-
ra os peSes pediram vioho ordinario de Arges-
leuil.
m
Collocadas as garrafas, dividirn se os qoalro
em doss secgSes e deram principio a partida, sen-
do conl.co imprese ipuvel que qae tonusse
ama pe^a bavia de beber logo o vinno que ella
conlivesse.
Como natural, as prinniras Tictimas oran
as garrafas de vioho ordinario. Quando chejoa
a vei aos vinbos superiores, os qaalro jogaJo-
res cahiram para tlcarem estenidos debaixo do
blibar.
velho; amava a sua querida patria, a soa
casa inundada pelos raios do sol, os seos
queridos discpulos que.o estimavam e vene-
ra vam, e a sua loara Mariana, floreo norte
abena ao calor do meio dia, e naoousando
recusar os magnficos offerecimeotos do rei
de Franga, que se dignava dar-lhe a bonra
de o chamar sua corte, encarregou-me de
o substituir e de vir ensinar aos fidalgcs
francezes, essa nobre scieocia da esgrima,
que nos, italianos, temos aperfeieoado.
O rei fez um gesto desdenboso.
Bem sabes, amigo disse-lhe elle
que nao soffrerei que preenchas na minha
corte as humildes funegoes de professor de
esgrima.
E' por issoproseguo Raphaelqae
eu venbo deseulpar o meo velno mestre e
despedir-me de V. M.
O rei estremeceu e olhou para Raphael
com inquietagao.
' Senhorcontinaoa o mancebo com
tristezadespeco-me de Y. M. Volto para
Mil3o, onde succederei ao meu velho mestre
e pai adoptivo Guasta-Carne.
E' impossvel 1 exclamou Henrique.
Porque, iaapossivel, senhor?
Porque otea logar aqu.
O coraca-o de V. U. cega4be a raalo.
NSo, irmo.
Senhor, senhormormuron Raphael
comlrisiexa-V. H.tom be que o meu
destino maldito; que, filbo da Habre
do acaso, devo entra* de novo na sombra da
minha existencia.
_ Enlouqueceste!
NSo, senhor. Sou desgracado e aal-
(Continuar-$e4ia.l
+yp. bb lARt.-WU bAstMfii^Xr'
VlA-
EGIVEL


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