Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11233


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Full Text



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________ANNOXm. NUMERO 76.
PA.KA A CAPITAL. E L.U6AKES OKOE MK XJLO PlOA POBTE,
teJmJMWataMat.,. *. .......... 6,1000
PtTMi* J*Ua.. .1......
'Wi Hit 'Man*.." /, ,., _, ,!_, fr liiil #. >&.
b .i TERCA FEIRA 2 DE ABRIL DE 1867.

i ni i i .*
A33H&BAaa am pimihibih) do 18 -rtr+r"

I I
II
,
I I III
EVCARREGADOS DA SDBSCRIPCAO. i
o I
Parabyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima*!
Natal, o Sr. Aniaaie Marques da Silva ;Aracaty,
o Sr. A. e Lamo* Braga; Cear, o Sr. Joaqoim
Jos da Oliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alvas dr FMfeos; Anaionas, o Sr. Jeronymo da
Costa; AJafoas,e Sr. Pranc no lavares t. Costa;;
Bahia, o Sr. Jos Martina Altes; Rio da Janeiro,
o Sr. Jos Ribeiro Gaaparinho.
Partida'ix-s tapetas.
Olindi, Cabo, Escada e estscoes da Ta frrea al
Agua Preta, todos os dias.
Igaarassd e Goyaona as segundas e sextas felras.
Santo Anto, Gravati, Bezerros, Bonilo, Caroar,
Altmbo, Garanhnns, Boique, S. Beoto, Bom Con-
selho, Aguas Bellas e Tacaran!, as tercas-feiras.
Pao d'Albo, Nazaretb, Limoelro, Brejo, Pesquera,
Ivgazelra, Plores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Oofieury,Salgoeiro e Ex, as guaras feiras
i Serlohaem, Rio Pormoso, Tamaodar, Una, Bar-
reros, Agua Preta e Pimenteiras, as quintas
felras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do comraereio : segundas e quintas.
Relajo : tercas e sbados s 10 horas.
Faxenda r qn/ntas s 10 horas.
Julio do cemmerc/o : segundas as 11 horas.
Dito de orphaos : tercas e sextas ia 10 horas.
tercas e sextas ao meto
Primeira vira do arel :
da.
Segunda Tata o tival : quartas e tabbades a
1 hora da tarde.
EPHBUER1DES DO MEZ DE ABRIL.
4 Ln nova as 7 h., e 12 m. da t.
II Quarto rese, aos 17 m. da t.
18 Loa chela as 8 b., e 14 m. da t.
26 Quarto ning. as 11 b. e 9 m. da t.
DAS DA SEMANA.
1. Segunda. S. Macario, S. Valerio ab.
1 Terca. S. Praoeisco de Patria fundador.
3. Quarta. S. Pancracio b., S. Benigno m.
4. Quinta. S. Isidoro are. doulor da egreja.
o. Sexta. A Commemoracio da Paixao de JL C
6. Sabbado. Ss. Diosenes e Marcelino rom.
7. Domingo da Paixio. S. Epipbanio b.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 5 horas e 6 m. da tarde
Secunda as 2 boras 30 minutos da maabaa.
PARTIDA DOS VAPORES COsTElROS.
Para o sol at Alagoai a 14 e 30; para o norte
at a Granja a 15 e 30 de cada mes; para Fer-
nando nos dias 14 dos meses Janeiro, mareo, mato
jolbo, setembro e novembro.
PARTE OFFICUL
H1MHTHRIO DA !KARI.VHA
MCUTO N. 3813 M 16 DI MARQ0 DI 1867.
Derroga o art. 119 do decreto o. 2581 de 30 de
abril de 1860, e declara como devem ser poni-
das as asas fallas e deudos as pracas das com-
panhias de artfices militares.
Conformando me pela minba imperial reeolocio
de 3 de Janeiro ultimo com o parecer que a seceo
dos negocios da jostiea do conseibo de estado, ex-
pendes esa eoosnlla de 12 de dezembro do anno
passaao, sobre a duvida do commaodante das com-
paobias de artfices militares do arsenal de mari-
nba, a respeito do modo come deve execotar-se o
art II, do decreto n. 2583 de 30 de abril de 1860,
que manda apphcar aos ditos artiOces o disposto
o regulamenio e artigo* de gaerra de lofantaria
do exercito, pelas fieseredes e crimes militares,
que commettarem qoaodo em servico no arsenal,
hei por bem, derrogando aquelle artigo, declarar
qne as pracas das mencionadas compaahias nao
estao sojeitu as leis militares da armada, e muito
meaos ao regala ment especial do corpo de mpe-
riaes marinbeiros, e que, alm das penas em que
possam acorrer, segundo o direito eommum, sao
puniTels ees soas faltas e delictos com baixa, ex-
pulsio do^eervico do estado e recrotameoto qas
condiedes iegaes para os cornos e navios da mes-
ma armada.
AObnso uels de AssU Figoeiredo, do mea conse-
ibo, ministro e secretario de estado dos negocios da
inarioba, a&sim o tonba entendido e (ac exeeotar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 16 de marco de
1867,46* da Independencia: e da imperio.Con a
rubrica de Sua Magestade o Imperador. Affonso
Cebo de Atsis Fioneiredo.
DIARIO BE PEUAMfiUCO
Do Rio de Janeiro e Bahia chegou hornera o va-
por americano South Atnenca, trazendo jornaes
do primeiro asi M e da segunda at 30 do passa-
do. Eis o qae colbemos delles*
Rio dk jAimmo.-Chegar do Rio da Prata pelo
Hio Grande do sol, o vapor Galgo, com folbag de
Bueaos-Ayres at 16 e de Montevideo ate 17 do
pateado.
Do tneatn da guerra nao ha noticia. Diseotio-
do s tontas o negocio da paz, a Imprensa da Prata
parece ter Ja* esgotado todos os boatos possiveis a
tal respeito.
Um dos seas orgsos, medroso da attitade que
tem agora o Brasil na gaerra, e da qne pode ter
em futuras negociaedes, termioada honrosamente
a luta, ci.ma para que Tolte ao theatro da gaerra
o general Mitre.
Da revolta na Repblica Argentina o qae se
sabe apeos* qae ella nio dra mals um passo
a' frente, nao constando tarabea) emnum leito das
foreas Iegaes, que As orden* de Paanero tinbaro
ido abafa-la.
Asseveravam correspondentes e trechos de c?r
tas que alguma coasa se (aria de decisivo a 15 oa
a 20 do pastado.
Corra que o goverua recebera de Sa algum
documento offlcio oa carta.
O general Mitre conunuava em Buenos Ayres.
Em Mootevido, a proposito da chegada Je Dr.
D. Andr Lamas, pablicarara os jornaes e seguinte
lelegrarnma.
t D. Andr Lamas nao vm em nissio de paz
como se havia ditr.
O govereo brasileiro offerecea um empresli-
me ao goverao ai geolino, o que nao foi acceiio.
Um telegrama de Buenos Ayres para Monte-
video noticia haver-se all mandado organizar orna
brigada de animara da praca, composta de tres
eompaohias de 100 bomens cada ama. Naquella
cidade tioha-se descoberlo ltimamente urna fal-
sifteacio de notas em grande escala. As appre-
keodidas ja representavam am valor de dous mi-
ibdes de pesos. Varias pessoas tintura sido pre-
zas.
O eorrestiondente do Rio Grande para o Correio
Mercantil da corte, escreve o regulte:
t Corra qae d,i exercito imperial seria desta-
cada ama forca para sabir o Paran' devendo-se
reunir as qae tinham de operar pela Traoquera do
Loreto.
< Todos os dias cootinuavam os bombardea-
mentos por parte da esquadra e do 2.* corpo con-
tra Curupaity, reparando o inimigo os estragos
felto* as suas mnralbas.
< O marqaez de Casias fazia contrnir a toda a
pressa grande quantidade de carretas e candas,
cojo desuno era ignorado.
t No dia 3 o bombardamelo contra Carnpai-
ty tornoa se notavel pelo damno qae fez ao ioirai-
go, qae cessoa poaco a pouco o fogo, coofessando
assim os estragos que soflrra.
As d^a- de Interior sao : Porto Alegre 17, Rio
Grande 20 e Santa Cathanna 22 do c rrente :
Na capital da provincia de S. Pedre duSol ma-
Difestosi-se e desenveWera- dade a cholera morbus, bem como as Mes do
Rio Pardo e de Pelotas. Aa do Rio Graode, onde
se deram os primeiros casos, nao tomara o flagello
carcter assoslador; na ultima data, porm, come-
cava elle a loeommodar a populaco de S. Jos
do Norte.
As providencias tomadas pela presidencia na
referida capital, para combater a iofermidade,
foram promptas.
A cidade fui dividida em districto.
Nomearam-se commiss5es sanitarias, as quaes
ostabeleceram logo as necessarias enfermarlas, qae
eram visitadas a miado pelo presidente e pelo hispo
diocesano.
A inspectora geral de ande, de qae chele o
Dr. Uoatuba, flxera limpar e desinfectar as roas as
praias, sendo coadjuvado oeste servico pelo Dr.
BittHoeoort, qae reassamlra a presidencia da cma-
ra municipal.
A so ledade de Beneficencia Al lema a esta bel ece
ra umbem am hospital provisorio para serem tra
tados os enfermos indigente] da mella aaciooali-
dade.
O consol fraoeex offerecera a presidencia os seos
servcos pessoaes em alguma enfermara de chole-
nco*, e 30J roensaes para serem applicados em
Beneficio de enfermos pobres. .
O boletn publicado a 15 pela repartieo sanita-
ria de que |a fallamos dava : ....
Na hospital de Caridsde........... M cholencos.
Militar...............
t Portogoex............ J
deBenellceociaBrasileira 8 i
io Peraiso.-..............
38 i
A mortalidad* eaasada pelas diversas eofermi-
dades, conprebeodida a cholera, fra, segando am
r ano dado pelo Diario de Rio Grande, t (0*
gaints:
ia ....... 6
> 10...... 11
11....... 39
12...... 11
i 13....... 20
14....... 51
.143
As folhas de Porte-Alegre nio poblicivam regn
larmeote o obtuario.
No da 9 ceiehroa-sa ta matriz da referida cidade
nm offlcio solemne par alma do fallecido bario de
S. Gabriel.
Partir a nnir-se ao 3* corpo do exercito o gene-
ral Victorino Jos Caroeiro Monteiro.
Por acto da presideocia, em attencao ao estado
sanitario da capital, fra suspenso o recruta-
mento.
A14 assamira Interinamente o comnundo supe-
rior da guarda nacional da capital a de S. Leopoldo
o teneoie-coroel Jos Pinto da Penseca Guima-
raes, commaodante do 1* batalhao de infaotaria,
por ter de seguir para o exercito em operacSes o
marecbal de campo Lopo Botelho, nomeado vogai
da juma militar de justica.
Do acampamento do 3* corpo de exercito, em
Algrete, escrevem ao Diario do Rio-Grande em 24
do passado :
i No dia 21 aqui acampamos,. depois de 20 das
de jornada.
t O 3* corpo de exercito conta Ji 1,560 homens,
por se terem reunido as foreas qae estavam sob o
commando do teoente coronel Sevenno Ribeiro e o
4* corpo de caradores a cavallo. -
t Com os ontros contingentes que espera o ge-
neral receber na sna marcha, podera elevar-se o
exercito a 2,500 homens.
< A penara de gente tanta qae temos corpas
commandados por tenentes-coroneis cora 30 e 40
pracas, ealguns maiores com 70 a 80, como sejam
os dos teen tes-coronis Antonio Jaelntho, Fidelis,
Abren, liba e Perelrinha.
< O exercito creio qae se demorar alguns das
para se armar e fardar'.
< Nao se sabe ao certo onda e quando fara o ge-
neral a sua orgaoisacio, mas a opioio mais
correte qae ella tera lagar do oatro lado do
Urogaay.
< O lente-coronel Vasco Parraba pedio raspee-
c.o para relirar-se do servico, isto dea lagar a
que desertassem 13 pracas e a ser este teneute-co-
ronel censarado emordem do dia por causa dessas
desererjes; mas a mea ver nao ba razao para cen-
sara, porque em nada elle concorreu para ellas,
e quero o coonecer ha de fazer Ihe jOstica.
< Poi dispeosado do servico o major Adeodato.
< A salabridade no exercito b6a, pjis apenas
existem no hospital 23 doeotes.
< O forneclmento bom, menos de earne, qae
multo cansada.
Le se na mesma folha :
c Recebemos datas de Sant'Anaa do Livrmento
at o t .*
O general bario do Herval ja tinha felto jane-
{io com as foreas do brigadeiro David Caoabarro,
e no dia 28 do passado passr o o ibicuhy no passo
do Maano Pinto com 2,300 bomens.
i Anda nio estavam encorporadas ao exercito
as reonioes dos tenentes-coroneis Bento Mamas e
Joo Francisco.
De Bag, em data de 8, aonanciavam qae no
dia 1* tinha partido para o primeiro corpo de exer-
cito, a chamado do geoeral marqaec de Caxias, o
coronel Fideiis Paz da Silva.
A folha a qae nos referimos diz ainda : .
A reincidencia no delicio prora a perversidade
de iostoelos.
Na attima sessio do jury foi soboetlida a jal-
gameoto a preta M*ria,escrava de Venancio Jos de
O.iveira, por haver tentado assassinar ama inno-
ceole Bihinba do Sr. Jorge Milford, de 2 anoos de
idade. O jury condemooa essa perversa, qae com
todo o cymsrno confessou o crime, as penas do grao
mnimo do art. 193 do cdigo criminal, menos a
terca parte, isto 4 annos de prisao qae foram
commutados em 300 acoutes.
< Aitribuimos aos lotellgiveis quesitos do Sr.
Dr. juiz de direito Affonso Guimares a insignifi-
cante pena dada pelos jaizes de coasciencia a ta-
manbo crime.
u resultado foi ser castigada essa escrava e
depois posta em liberdade, entregando se a Custo-
dio Jos de Magalbies Bastos, procurador de Ve-
nancio, que acba-se actualmente em Porto-Ale-
gre
c Este primeiro crime foi pratieado em 22 de
jaldo do anno passado.
i Hootem pelas 5 h ras da manbia. Mana, que
morava em casa do procarador do sea seobor com
ama ouira parda, ergueado-se mansa do seu leito,
e munida de am machado, arremessa-se sobre a
sua pobre companbelra, que dorma tranquilla, e
Ihe desfecha diversos golpes com esse instrumento
destruidor, ate qae os abalados gritos de sua vic-
tima, cboaodo na vislananca, fueran com que
acudisse o Sr. Joao Aotooto de As-urapcao, que a
prendeu, teodo para esse fim arrombado a porta
onde se acbava esse moostro-
i A parda est em perigo de vida.
t &' muita malvadeza em ana mulher 1
< E nio sera' a impunidade, ou pelo menos a pe-
queoa pena qae Ihe foi imposta, que dea origem a
este oovo atteotado ?t
t Seja severa a jostiea expurgando a sociedade
de am eote lio ruin e nocivo.
t O guarda oaciooal Maooel Antonio da Luz, de-
signado pelo coramaodo superior de Pelotas para
servir no exercito em operacoes contra o Paraguay,
hootem, no acto de embarcar a bordo do vapor Rio
Grandense para esta cidade, decepon cum ama faca
dous dedos da mi direita, para eximir-se do servido
miniar I
< E' muito horror farda. >
No dia 1, segundo o Afona do Sul, chegara a
vi|la fr>nteira do Jaguaro o Rvm. bispo de Monte-
video, que aoda em visita pastoral pe|as povoacSes
da campaoba.
Ua Saota Catharioa nada tamos qae aecres*ea-
lar a caria em oatro lagar transcripta.
Por decreto de 23 do passado foi agraciado
com o officialato da ordem da Rosa o Sr. E. P.
Wilson, em alteoco aos ser vicos qae tem prestado
ao imperio.
Por dito da mesma data foi nomeado cavalteiro
daquella ordem o capito do II.* corpo de volunta-
rios da patria Joao Xivier do Reg Barros, visto
que Ja' era cavalleiro da ordem de Christo, qnando,
por decreto de 14 do correte, foi-Ihe concedida
esta coodecoracio.
Por dito da mesma data foi torneado cavalleiro
da ordem de Christo o capillo reformado de exer-
cito Antonio Jos Vidal de Negrefros, visto qae ja'
era cavalleiro da da Rosa, q jando, por decre o de
12 de dezembro do anno passado, foi-lbe concedida
esta eondecoracio.
Da or-iem do da expedida pela repanicio do
ajndanle geoeral em 24 do correte extractamos o
segrale :
t Nomeacoes.Foram nomeados: O- tiras. Srs.
marechal de campo graduado Lopo1 de Almeida
Henrique B.telho e Mello e brigadeiro reformado
Aotooio Pinto de Araujo Correa, qae se achara na
provincia de S. Pedro do Rio Granie do Sal, m
bro da junta militar de jus l?a, creada a refer
pr'cviocia pelo decreto n. 3,499 de 8 de jalb fl
1865, e que deve foncclonar junto ao exercito. im-
petlal em operacjtes fra do imperio.
f Os Srs. teoenle-corooel graduado do eata.do-
maior de primeira classe Francisco Jos Cirdoso
Jnior, que exerce o cargo de ajodaate d# ordens
do ajudante-general, para servir interinamente de
secretario da directoria do pessoal desta secretaria
de est do.
f Ma] r do corpo de estado-maior de primeira
classe Joaqoim da Silva Maia, para o lagar de pri-
meiro ajudante da directora do arsenal de gaerra
da corle.
i j Sr. segundo cirargo do corpo de saade do
exordio Dr. Cicero Aires dos Santos, para segar
na primeira opportuuidade para o snl no posto de
primeirp eirorglo de comoajaaio.
Alteras do 1* regiment de csialUna liceira
Jos Lulz Alexandre Ribeiro, e alferes reformad o
Fraocisco Antonio da Veiga Cabral de Moraes da
Mosquita Pim-ntel, para servirem, interinamente,
s ordens do ajudante geoeral, oa cenformidade
do que dispOe o $ do art. 58 do regulamenio de
28 de fevereiro de 1866 ; o 1* en 5 e o 2 em 16
de fevereiro.
< Exoneracio.Do Sr. capillo do corpo de es-
tado-maior de 1' classe Jos Francisco Coelbo, do
logar de 1* ajodaate da directora do arsenal de
gaerra da cOrte, como pedio.
ReioiegracAo. Do Sr. Joo Apollinarlo dos
Santos no posto de teneote de commissao, de qae
fra exonerado em consecuencia de molestia, sen-
do do 33* corpo de voluntarios da patria.
Lemos no Correio Mercantil
< Transportes,
c Commatdaale, o tenente coronel Manoel Igna-
cio da Silva.
i Kncar regado da polica do campo, coronel Jos
Ferreira da Silva Jnior. >
Noticias telegraphleas.Desterro, 13 de mar-
co, s 6 horas da tarde.
t Do Sr. Dr. ebefe de polica da provincia de
Santa Catharlna.
i Ao Sr. Dr. ebefe de polica da do Rio-Grande
do Sol.
t O ebefe de polica de Santa Catharlna declara
ao do Rio-Grande qqe ebegou da Mootevido com
66 horas de viagem o vapor.S. Panto.
' A molestia que se desenvolvea no vapor T xeira de Frutas er se que nio foi cholera como a
Consta-nos qae foi ha das recolbldo ao qaar- '< principio se soppot, e nem o mal fex os estragos
qae a principio a di-se a bordo deste vapor.
c A tropa viada da corte no Atino, e que foi de-
morada por causa do que acontecen no "Btixtira de
Freitas, segu pari o sol.
O transporte Itapuur qae era esperado de
Montevideo com tropa que condozia, tende desap
parecido o pnico, ia a sabir o Paran no dia 10.
Serve isto de racbfleacio aos meas anteriores te-
legranmas
Baria. Arribara a barca jnaleza Isabtlle, em
viagem de Melbooroe para New York,
Naufragara, 3 rnilhas ao norte da Torre, a
sumaca Favorita, am viagem da Estancia para a
Babia.
Ja se achavam recolhidos trezeotos e tantos
guardas nacionaes dos batalles aqoartelados, pa-
ra seguirem para o theatro da guerra.
O .resollado de 23 collegios, naeleicio de se-
nadores, era o seguinte :
Conselbeiro Saraiva... 1364
Dr. Tiberio........... 1104
Di. Loiz Antonia..... 851
Fallecer o cooselbeiro Joao Jos de Oliveira
Juoqaeira.
tel dos Barbnos am individoo ltimamente che-
Sado a' esta corte com onome de Max Verseo,
outor em medicina.
< Na campanba ba pouco termioada contra a
Austria, servio no exercito prossiaoo com o posto
de major nm baro Verses, qae fex all brilhante
figura.
< Parece qne o major e o doulor em medicina
sao amas pessoa, e qae esta pretenda seguir
agora para o Paraguay, alm de Tayaty, qaaodo
foi preso a bordo do paquete francs CarmeL
c Damos o qoadro do dosso 1* corpo de exercito
segundo a oova orgaoisacao qne soffreu :
c Geoeral em chefe de todas as torgas br asi le-
ras e interioo do exercito alliado o Exm. Sr. mare-
chal do exercito marqaez de Caxias.
t Commaodante do 1* corpo de exercito, o Exm.
Sr. marechal Polydoro da Ponseca Quintaoilha
Jordo.
1* divtsSo.
i Commaodante. o br'gadeiro Andreas,
t Doas brigadas.
Da Ia, commaodaue o coronel da guarda nacio-
nal da Babia Seixas.
i Da 2% o coronel D Jos tialtazar da Sil -
velra.
t Corpos da 1* brigada.
c 8* batalhao, commaudado pelo teoeote-coronel
Hermes.
< 16* dito, commandado pelo major J. B. Brrelo
Leile.
f 40* dito, commandado pelo tenente corone
Paria Rocha.
Da .
t 9* dito, commandado pelo tenente-coronel Re-
g Barros Falcio.
- 13* dito, commandado pelo major Manoel Jos
de Menezes.
< 24* dito, commandado pelo major Deodoro da
Fooseca. m
t 26* dito, commandado JWHMor Domingos
Brrelo Leile.
t 2* din Jilo.
c Commandante, o brigadeiro Jacintbo Machado
de Billencourt.
Doas brigadas.
Da 3*,commaoJaote o coronel Salestiano.
c Da 4*, commandante o coronel Andr Bello.
* Corpos da 3*.
al* de infantaria, commandante o teoenie-coro*
neTGuimaraes Peixoto.
< 4*. o tenente ooronel Souza Gnedes.
33*. o tenente-coronel Francisco Agoelio de
Souza Valente.
< 39*, o major Genuino Olympio.
c Da 4*.
t 3* de infantaria, o major Antonio Pedro,
c 2*, o major Augusto Cesar,
i 35*, o major Affonso Crte Real.
c 3a dimjo.
t Commaodante o brigadeiro Gailherme Xavier
de Souza.
Duas brigadas,
c Da 5a, commaadaote o coronel Jos Antonio da
Silva Guimares.
t Da 6a, o coronel Carlos Nery.
c Corpos da 5a brigada,
c 10*, connandante o tenente-coronel Mos-
quita.
14*, o tenente-coronel Wanderley L;ns.
c 27*, o tenente-coronel Francisco de Lima e
Silva.
31*. o najor Hermenegildo Jos Goncalves.
t Da 6a brigada.
f 12a, commandante o major Antonio Jos dos
Passos.
c 23a, o major Caetaoo de Araujo e Mello,
i 50*, o major Cavalcaote Bello.
4a dwisSo.
c Commandante, o corooel Carlos Resio.
i Com 3 brigadas,
t 7a, commandante, o coronel Kelly.
< 8a, o corooel Pedra.
t 9a, o corooel Pioto de Almeida.
Corpos da 7'.
f 5* corpo, commaadaote o major Beato Jos
Goocalves.
t 35*. o major Varella Franca.
38*. o leoenle-coroo"! Freir de Carvalho.
t Da 8a.
< 7* corpo, commaodante o major Jos Mara P.
de Assuarpcao.
i 3*, o tenente-coronel Appolinario Campillo.
< 51, o teneote coronel Fras Villar,
t 53*, o tenente-coronel Alexandre de Barros
Albuuuerque.
t Da 9a.
43* corpo, commaodante o tenente-coronel
Manoel Jeronymo Ferreira.
t 45*. o major Beo dicto Jos de Barras.
< Brigada de aniara.
Commaodante, coronel Mallet.
< Batalhao de engenheiros, commandante o l-
ente coronel C orado Buteneoort.
c I* bataiho de artilharla, commandante 0 te-
nente-coronel Jos Thomax de S. Valente.
1.' regiment de cavalbaria, commaodante o
major Sevenano da Fonsee.
3/ batalhao de animara, commandante o te-
nente-coronel Pedro ola se o P da Conha.
t Cavallaria.
f 1.a divisas.
i Commandante o brigadeiro Jos Laiz Meona
Barrete.
i De 2 brigadas,
i Connandante da i.' o coronel Manoel de Oli-
veira Boeoo.
i Comandante da 1' o coronel Tristio Jos
Pinte.
Corpos da 1.*
. i 1.' corpo da guarda nacional, o teosote-coro-
pel Canillo Mercio.
i 1-, regiment de cacadores, o major Joio Sa-
bino.
Da i*
c 3/ regiment, o major Joio Sabino da Rocha,
i 4.a corpo provisorio, oteoeate-coroael k Fran-
cisco Jardim.
a 2.a itvisao.
t Commandante, o brigadeiro Jos Joaqoim de
Andrade Neves.
c De 2 brigadas
Da 3.a, commandante o corooel Joo Ni adera-
mor.
( Da 4.a, commandante o coronel Caetaoo Gon-
calves da Silva.
< Co'pos da 3.a
. t 6/ corpo, o teoeoie-corooei Frederico Jardim.
f 7.-, o major Cruz Brilhante.
Da 4a
i 9.-' o major Amaral Ferrador.
< 19,-, o capito Hyppolito Antonio Ribeiro.
11.', o teneote-coroael Maoel Rodrigaes da
Oliveira.
.
REVISTA D...I
Rennlo-se hootem o Instituto Areheologlco e
Geograpbico Pernambocaoo, em sessio ordinaria,
sob a presideocia do Exm. monsenbor Manlz Ta-
vares, e com assistencia dos Srs. Drs. Suares de
Azevedo, Joaqoim Portella, Raposo d'Almeida, Wi-
truvio Pioto Baodeira, Cooha Figoeiredo Jnior,
Nascimeoto Felosa, padre mestre Lioo e major
Salvador Henrique.
O Sr. secretario perpeioo da conta do seguiote -
Un offlcio do fian, provedor da Santa Casa de
Misericordia, solieitaodo qae fossem reenviados
para Oliada os restes moraos do presumido Joao
Fernandos Vieira, qae d'aili foram transportados
para a igreja do Paraizo, aflro -n proceder se ao
xkme medico, ama vez qae et*stava lermioado.
da se co-nnaoicar, que ja' eslava saiisfeiu a
materia do offlcio : o qoe nao fra realisado antes,
por molestia de nm dos membros da respectiva
commlssio.
Differentes nmeros do Diario de Pernambuco,
nffertados pete consocio Dr. Maooel de Figueirda
Faia.Recebido con agrado manda-se archivar.
dem do peridico SiluorSo, offertados pela res-
pectiva redaeco.Recebido com agrado, manda-se
archivar.
dem do peridico Oriente, ofertados pela res-
pectiaa redaeco.Recebido com agrado, manda-
se archivar.
Urna brocbora de poesas do Sr. Victoriano Pa-
Ibares, deoominada Mocidade e Tristeza, offerladas
pelo mesmaRecebido com agrado, manda-se ar-
chivar.
Oolra sobre a Conjfrmago dos bispos, por D.
Pedro 1 aguan zo e Rivero, offertad pelo Sr De ve-
trio Acacio d'Albaqoerqoe Mello.Recebido com
agrado, manda-se archivar.
Ootrt dos Elementos de grammilica portugueza,
segundo um systema mnemonwo pelo Sr. Dr. F. M.
Rapozo d'Almeida, offertada pelo me-mo Sr. Re-
cebido com agrado, manda-se archivar.
Proseles os membros que compdem a mesa d-
nioistrativa oo crreme anno acadiraico de 1867 a
1868, sio erapossados dos respectivos lagares.
O Sr. Dr. Wilrovio Pioto Baodeira, relataodo a
commissao de fuodos e ornamentos, fax a leitura
dos pareceres sega i otes :
f A commissao de fuodos e orcameotos, a qnem
foi presente o balaoco da receita e despeza, reall-
sada no espago de malo a dezembro prximo pas-
sado pela ihesoararia deste instituto interinamente
a cargo do consocio Dr. Amaro d'Aibnquerqae, ve
riflcou que a recelta effeclnada monlou na quantia
de 3:3481, e a despeza em 1:4071780, resaltando
am saldo a favor na importancia de 1:9401220 ;
do qual saldo existe recolhida oo Novo Banco de
Pernambuco a qaantla de 1 6201 em deposito, li-
quido produelo da primeira parle da lotera ja' cor-
rida, e a de 3201220 em mi do nosso tbesoareiro
interino, m
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< Illm. e Exm. Sr.Para evitar duvidas, qoe
podern appareeer por'occasiio de procederem ao
cmaras muDicipaes competentes a aporaeio da
aotbetitlcas dos collegios elelioraes, manda Soa
Magestade o Imperador declarar a V. Exc para
o razar constar as mesmas cmaras, a quem
mais eonvier
t 1.* Que, dispondo e art. 38 da lei do 1* de ou
tubro de 1828 qoe nenhom vereador podara' volar
em negocio de sea particular ioleresse, nem dos
ascendentes oo descendentes, irmos oa eoohados,
emqoaoto durar o caohadio, nao podem os mem-
bros das referidas esmaras mooieipaes tomar par-
te oa sobredita aporaeio, quando entre os eidados
votados se eneontrarem prenles seos, eompre-
hendldos entre os de qae trata o citado artigo.
t Nao obsta a esta deeisio a allegacio de qoe
as cmaras muoleipaes devera tlmtur se a som-
mar os votos mencionados as diferentes actas,
pots que, pelo art. 87 da lei de 19 de agosto de
1846, havendo doplicata de eleicdes em ore eolle-
gio, teem ellas de aparar as qne mats legitimas
Ibes parecerem o que mais exige orna voiaeao pre-
via.
c Dando-se, perianto, a hypothese Agorada, de-
vem ser Chamados os supplentes immedlatos em
votos, para sobstitoirem os vereadores impedidos.
t 2.* Que o vereador qae for nomeado empre-
pregado de fazeud, e aceitar o emprego, renun-
cia aquelle cargo, e nao pode, portanto, lomar par-
te na aporaeio de qae se trata, nem em qnalqoer
acto da competencia da cmara municipal. Assim
se acha determinado pelo aviso do 26 de abril de
1849, | 2*, no qual, dixendo-se qoe por diversas
vetes tem o zoveroo imperial declarado a ioeon-
patibiliilade da accunolacao dos empregos da ai-
mioistr.ico da fazeoda con os cargos de jolz 4a
piz e vereador, indicado nodo porque se deve
proceder qoando se dr tal aceomuiacio. Dos
guarde a V. EicJos Joaooim Fernandos Tor-
res.Sr- presidente da provincia de.... >
Segnio hootem para a cidade de Naxareth o
stimo batalhao de infantaria da guarda nacio-
nal.
Temos o resollado ds collegio de Tacara**,
qoe se cempde de 39 eieiteres, pertencenles ao 5*
districto. Obliveram votos :
Dr. Praoeisco Carlos Brandao..... 39
Dr. Caetaoo Xavier Pereira de Bnto 31
O resollado das votac5es dos collegios do Brejo
(eleice do 1* juiz de paz), Cimbres, Villa-Bella,
Cabrob, Oorlcury e Tacaratd, :
Dr. Praoeisco Carlos Braodao .... 227
Dr. Caetaoo Xtvier Pereira de Brillo 218
Cooego Joaqoim Pioto de Campos ... 25
Hoje ( 2 do correte) effeeia o agento Pinto
o leilo de fazendas avartada?, de cooformldade
com o aonnneio inserido no competente logar des-
te Diarto.
Passageiros do vapor americano Soutk-Atm-
rica, viodo do- portes do sol:
William Powell, Antonio de Castro Alves e 1
criado, Antonio Pioto dos Santos, Karl Ernest
Ellhirdt.
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t Isio posto, commissao de parecer qae se-
jam approvadas as cootas apresenladas pelo tbe-
soareiro, sendo o mesmo debitado por aquella im
poriaocia total do saldo, a qual passa para a recei-
la do novo auno acadmico de 1887 a 1868.
< A commlssio folga de manifestar ao Instituto
a ordem e limpeza em qae esta' a escriptorco
cargo da tbesouraria; o qae demonstra o zelo e a
boa voolaae do consocio qae desempenha o res-
pectivo logar.
i Sala das commlssdes do Instlalo Areheolocico
e Geograohico Peroambocano, 1* d abril de 1867.
P7ifrucio |Pmfo Baiwlnra.Pono News.-Soa
res Bramido
i A commissao de fondos e orcamentos, em
comprmanlo das obrigacSes qae Ihe impoem os
estatutos, tem a honra do efferecer a' apreciacio
do lostitoto o proaaeto de oreameoto da receito e
diwpeza de mesmo Instituto no anno acadmico de
1867 a 68.
i Na coareccio deste trabalbo, procuroo a com
mlssio roeihodiza-lo o mais possivel ; a para isto
na consignaao de verbas apenas ateve-se aquellas
especificadas nos estatutos e seas addiuvos, cujas
duposicoes enlendeu dever consagrar no mesmo
proieeto em aotorisacio do sea contrato. Sern em-
bargo, porm, leve ueste de'crear as verbas laaes
ie receita e despeza, as quaes nflo lendo sido cogi-
ladas nos estatutos, nem nos seas addilivos, sio
todava de necessidade qoe figorem no projecto,
ata peta soa especiaMdade e aquella como orna
resulta do movimento flnaneelro do anno aea^emi-
ao anterior.
t a commissao espera ser relevada em soas
faltas, que serio sapprldas pelas loses da discoi-
deo de Intttato.
( Sala das commistoee do loaMato Areheeiogiro
e Giegrabhlos Pernwntaeifie, 27 le jamuro de
1867. Witruvic Pinto Banieira.Fam JVw.
Soar* Br O Exm. mnusenhor presidente ada a respectiva
discus-o, para depois da competente pubiicacao.
Em segolda seodo concedida a nalavra ao Sr.
Dr, Bpozo d'Almeida, faz elle, sab o mais gracio-
so silencio e completa aoprovacao da parte dos
consocios, a leilnra da introdarco pbllosopbica
bUtoria da Igreja Pernambucana, de sua composi-
(io, para a qual se bavia anteriormente ins-
cripto.
O mostrado historisgrapho ecclesiastico, nesse
sen disenrso explica o pensamento pbilosophico
que presidie ao seo trabalbo, bem como expe em
bella e coocludente parase qoal a forma oa me-
I oao qne adoptod ; e depois de largas cnnsideral
ces de pbilosopbia da historia, trata da divisio da
historia da Igreja Pernambucana em qoatro pocas
seodo a primeira a foodacio da christandade pelos
missi Darios at a fondacao da diocese ;a se-
gunda at a trasladacio do Sr. hispo D. Jos Joa-
quim d'Atevade Cvoiiobo ;a lerceira at a fun-
dacao da Igreja nacional ;e a quarta finalmente
desde eolio al os oossos dias, pocas qae esta-
beleceo para syslemansaco de soa importante
obra e melbor desenvoivimento d'ella em suas
ccosideraces apreciativas dos tactos.
Ao terminar a leilora, o Sr. Or. Raposo d'Al-
meida unnimemente eumprimeolado pelee seas
Cosoctes.
Ven a' mesa o segolote requorimeoto :
f Reqoeiro qoe a leitara da historia da Igreja
Pernambucana seja feta perante ama commissao
especial, qae depois de a exaroioar, dar' ara pa-
recer por escripto Recife, 1 d'abril de 1867.R.
d'Attneida.* .
E' approvado sem debate, seodo nomeados os
Srs. t'rs. Nascimenlo Peitoaa e Soares d'Aievedo e
padre mestre Lino, para comporem a coauoissii
de que trate reqaertmente.
Levaaia se a sessio, sendo marcado o .dia III
para a prxima reouiao.
Segando nos commnncam, aeha-se convert
da a roa do Ringel em ponto do despejo d'agua
poiridss; e o qne mais 6 para notar, qae deiti
prsiica abusiva sao aotores signos aaandore
d'aili con incommoda dos demais.
Convsj que isto cesse, pote de tal daapeto ra-
so't orna iofraceao da postaras, para caja opser-
vaocia chamamos a aueaeio do fir. fiscal re90'
Uva.
- Acerca do modo de proceder das ""
munimaaea, na apareci das dw". *njW
dida em 22 do passedo asegawwmfeuiar W fr
{ideales de provincias ;
------V -
CHIlOMCi JUD1GURII.
TRIBU*! ATL 1 BE LACIO.
-SESSAO DE 30 DE MARCO
DE 1867.
PRESIDENCIA DO IXM. SR. CONSELHKIRO SOUZA.
As 10 horas da manhaa, presentes os seabo-
res desembargadores Saotiago, Gitlraoa, Gaerra
procarador da corda, Lourenco Santiago, Mota, Al-
meida Aiboqaerque, Asste e Domingues da Silva
faltando os Srs. desembargaaores, UchaCavalcanti
e Souza Leo, abri se a aaasio.
Passados os fetos, deram-se os segnintes jniga-
mentos :
Aggravos de peticio.Aggravaote, o visconde
de 8uassnna ; aggravado, o joizo.Relator o Sr
desembargador Assis.Sorteados os Srs desembar-
gadores Loureoco Saotiago e Gitiraoa.Picoa ad-
dlado.
AppellacOes crimes.Appellaote. o jutxo ; ap-
peliado, Antonio de Barros Aerioh Cij'zeira.
Appellaote, Hercolaoo Jo^ de Moraes ; appelU-
da, a jusiica. Improcedente.
Appellaote, o joizo; appellado, Jos Praoeisco
de Suata.Improcedente.
Appellaote, o juizo; appellado, Joo Baptiila da
Caoba.A novo jury.
Apoellacaocivel.Appellaate, Praoeisco Candi-
do Paz; appellado, Candido Alves Lima.Refor-
mada a seoieoca.
Diligencia clvel. Ao cartorio para se proceder
a habiiilace.
Appeliaaote, D. Joaquina Maria da Conceteio Bo-
telho; appellado, Praoeisco Affons) Rotelbo.
Diligencia crime.Com vista ao Sr. desembarga-
dor promotor da jnsllca :
Appellaote, o joizo; appellado, Jos Rodrigues
da Silva Juoior.
Assigooo-se dia para julgamente dos segnintes
feitos :
As appellacoss cive's.Appellanto, Praoeisco
Candido Paz ; appellado, Candido Alves Lima.
Appellaote, J i.- Antonio da Cosa e Sa; appeila-
da, 0. Rite de Cassia Vieira Cavaleanti.
FAS8AGBNS.
Do Sr. desembargador Gilrana ao Sr. desembar-
gador Lourenco Saotiago: -A appellacio crise.
Appellaote o joizo; appellado, Bernardino Jos Pe-
reira Paebeco
Do Sr. desembargador Gaerra ao Sr. desembar-
gador Loureoco Saotiago :As appellacoss civeis,
Appellaote, Joao Soares de Frenas; appellada.
Joaquioa Mana da Costa.
Appellaote, Maooel Alves Gaerra; appellado,
Antonio Jos Vieira da Conha.
Appeliame, baeharel O.ympio Marques da Silva;
appellado, Alexandre Rodrigues da Silva.
Appellaote,a cmara municipal; appellado, com-
meodador Joio Piolo de Limos.
Ao Sr. desembargador Almeida Albaqaerqae.
As apueliacdes civeis.Appellaate, Antoalo Jea-
quim de Siqueira ; appellado, Praoeisco Rodrigoes
da Paz.
Appellaote, Rafioo Ferreira da Silva; appeilade,
Jos Rodrigoes Pereira.
Appellanw, Aatooio de Slqueira Cavalcaati; ap-
pellado, Maaoil Xavier Correa Lina.
Apyellante, Jos N > da Silva Burgos ; appella-
do, Joi) Bapsta da Silva.
Do Sr desembargador Loureoco Santiago aa Sr.
desembargador Almeida Albuqoerqae:Aaaaal-
iacio crime.Appelbnie, Antonio Lope* da Silva;
appellada, a jusiica.
A appetlacao civel.Appallaato, Jas<2*^\
Silva Cabriana; appellado, Aatoolo Asd
Rosado.
Do Sr. *5setnbara*or AIl.
Sr. desembarg^orsfcatt.-A WJ^0
Appellaoto, Maooel Pwa D-ra*l
MAP?allaate, Joaqalm jeedaOHval
TiwSlado. Aatoato Alves de Mmaaa Gat-
goex
^Do^. deseranargador Asis ao Sr. desemharga-
aor Domiagoes da Silva.-Aa appeilaci-" srlssii.
_Aopeiiaoie, o jatzo; sapsHado, Aaara Perratra
dos S-ntos Cmara.
Appellaate, o jaleo; appellado, Jos da Mr*
Branca. *
Ai appellacoes civeis. -Apaailante. Aato-Jie Ma-
seel de Mesqata Varella 5 sppalMo. Dsnyimli Ja-
s da H >cb*.
V
L


Appellanto, Herculano Fraocellu*
AlbogoaMMi appellado, Antonio Augusto Maeiel-
Do IjQljipbaipdorDomiogaee-da Silva ao
Sr. io erMVWfewlUnte, Rateo Jos dos .Sanios;
appe4U0iyjHMerico Angosto Neivas Jnior.
A i femnwinrroa-se a sessao.
B MP ota* mW^^Iflumoanhe Iros
d*armi, amis poderla de caso penal
'onecida, e desapreciada por o6s, qae
jeiWei dos boos "Sentlmestos anexin
ralldade do oficaos a dos-soldados
nata do parecer que da*laa
nbeeidameate dial
ooffl a miaba oplol
de dos doui lafenoi
o Sr. major altendea
corno. .. caaMIMMf-o pendente dos meas la
Assim.'posldesvaneganreqaeiqaerlmpressSes o Terbo qae Unha fallado.
Com
Partid* C
A0
Sensor.Os
Oem eoniiaoar a
A sua me i
torios e o eoinosiasmo'da naci.
Perganlai a's provincias o que ellas soffreram
na reacgo eleitoral T
Coa- -tan tristes exempl vtor, quedo se toe tira rntsertaTic
Cbamai para os tbssoVdiWselhos os Itaborbys
os Pimentas-Bueno, os Nabocos, os Ottoois, os
Oclaiaoos, os Somas Francos. .....
Modal de poltica e vreis como nielo an*1.
pondo as seas iradiedes do valor e de aguerrida!'
* adtate #* Flori#*t le'Mira*
IB Ir. m*r JtouiJdaqaatfBMtiar.
* Oles rwt iMHtntf pean, dolando ,
Wralo, roiS!, K8". lav7-ibe a "memoria.
Bm o Dtarto de Pernambuco, o. 68, de 12 do cil enanas veres prova
corrate, fatdttritaoe pelo-Sr mejor A-. I. Bao* atetfta* pfoWfkH:
lar qae, deSgYaaduiftnte; tonge de defenderar r5aMguIy flque cert0 que nao me ba de esca
da juitlMtaea arjB>;8es_qoHifr t, lauca sobre p^r ^ rjaUiSaael S. ri-se" a" levan: Al
i ajenla e" asquerosa, baba da calumnia e.; D soa perversldade, losalta-me eoM minn palavra, aproteanio-mt Sa datrtela que
X
*




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VEIAM t VBJAM I
PHocessamas queixas dos progrwsistas contra
a parte da guarda nacional qae conservadora,
por qae, diera elles, nao quer presiar-se ao ser-
Tico da guerra! o obrrga" o~ presidente a erapregar
oa meios rigorosos, de que. estamos sendo testimu-
nhas indignadas, venda enlrarem nesta cid.de
guaras naoionaes fardados, como sa fossem crimi-
Bosos oa escravo6 fgidos, amarrados com cordas
e algemados.
Entretanto, ao pasto qae os .recrataderes pren
dem pas de familia, e o Exm. br. conselheiro pre-
sideott da provcta apota o aqto criminoso del les;
o passo que S. Eic. nern responda aos oficios,
oa que certos coromuidaatee superiores reclamara
a soltura de guardas naciaoa.es presos caprichosa-
mele para recruias, come agora mesmo acontece
a respailo de Joaquim Al ves de Freitas, lbp asi
co de bomem sexagenario, a qaem serve de am-
paro : o alfares Guilaerme Montenegro, coraman-
dante do destacamento de G-.yanna, ousa ir tirar da
canela am guarda nacional competentemente de-
signado, e q poe era ROwdotW, despresando acia
tosamentea autoridad do seos superiores legiii
O o(Bio, que traoscreveioaos aqu, refere faco
com todas as suas circomstaocias.
Illm. Sr. Teodoeu mandado prendere guar
da d ninha companhia, Aurellaao Pinto de
Soata, aeslgoado para-o contingente,do batalbo
de que V. S. digno csmmandaMrvJoi elle de
pois de recolhido a' cadea, eade estefe desde as
6 e meia boras da noite de boje ai6 as 8 e meia,
sollo illegalmeote pelo a I fe res eommaodante do
desucamento, Guilnerme Francisco de Paula
Montenegro, que ao passo que se arroga arbitra
riamente o di re O de soltar ura guarda nacional
as coadices de ir para a gnerr, per qae
soltHiro e nao tem isengo alguraa, prende na
i guarda nacin 1 horneas casados e viuvs com
filos para recrutas, come tez bontem, pondo a
cidade em alarma, e invadindo a collectora de
i reodas geraes, para arrancar de la' estrepitosa-
< mente Pelippo da Silva Siqueira, um dos viuvos
com filhos qae elle prenden.
G'mmunico sem demora este facto a' V. S.,
porque urgente urna providencia, qae ponha
termo a tamo abuso, e vea mandar prender de
* novo o mencionado guarda.
Este oficio dirigido pelo commandaote da f
companhia do batalbo n. 12, ao r^specliv com-
mandaote tenette-coronel Amaro Gomes da Cunha
Rabello, que o levou ao conneeiment do eomman
daote superior, e este por sa vez ao conhecimen-
to do Exm. Sr. Sifveira Lobo.
Gbnsta-nos qae S. Efe. nao fespondeo a* parteci-
pacSo qae receben, e conservou tcitamente ao al-
teres Montenegro, o direito de pOr-se cima da le
e dos superiores legtimos, a quera deve respeitar
como oficial da goarda nacional, que1 elle .
E' muito para notar-se que o batalbo, que per-
segoem actualmente com um reerntamento dupla-
mente iil"g*l, e ai qaal pertence o mencionado
Joaquim Alves de Frenas, tem dado para o servido
da guerra, cerca de trezentas pracas entre i -la-
tari is e designado*, alero de recrutas feitos na
administrarlo do Sr. conselheiro Paranagn, pelo
proprio comraandante em vista de ordom da presi-
dencia, q>.e ento procura va hamionisar a polica
com a guarda nacional, e nao por est sob o domi-
nio daquella, como estamos vendo agora.
Reconbecendo taes servreos, o actual Sr. minis-
tro da guerra declarou. que o dito batalbo ficava
iseolo de man de-ignacoes, e louvou o procedimen-
to docommandanie. Oque vale isto esta'mos-
trando o liberahstimo presidente....
A respeilo de Joaquim Alves de Pinto tambem
para nctar-se qae, na* tendo querido acompanhar
o subdelegado de Goyaninba, quando fui ajudar a
conquista eleitoral de Cruaogy, por que nao tioba
ordem do co nmauddnte da 6* companhia, a que
pertence; foi em conseqaencia deste grand erime
preso, espaacado e retaottido para a cadeiade G-.y-
anoa, como guar* nacional designado. Verifica-
do que e au era, recoobecida competentemente a
iseogo que em, mandn o eommaadaate superior
pd-lo em liberdade. Das depois era novamente
preso, e o delegado, avocando a qu-siao ao seu sa-
pientissimo juizo, sastenlon longa discusso em of-
fici'is, para mostrar que o hornera realmente de-
signado e desertor... O facto que, remullido
para esta capital, nada tem valido ao infeliz Fre-
tas. A presidencia sustenta o acto Ilegal e injus-
tsimo, contra o qaal tem reclamado por vezes o
digno commandaote superior de Goyanna, e der.i-
de-se pela palarra do delegado, despresaado a in-
furmaco competente e documentada, que devia
ser preferida.
Pensara' o Exm. Sr. Silveira Lobo que o pobre
bomem dequein datamos, um Ferrabraz,de eujo
braco a npposico tem necessidade? Veja-o S. Etc.
e reconhecera' que om mocinho fracj e tolo. S
pede ser til i sen velbo pai. O metivo por qnt
fci preso, ja' o dissemos; a razao por que nao f >i
solt em Goyaooa, e veio to recommendado pela
polica, um capricho em despeito a' autoridade,
que querern desmura!i.-ar,
Procedem assim, e langam a' conta da opposicio
o desespero do povo. lofnngem a lei com o mais
cynico desrespeito, e quando sao aecusadus pedem
fados I
flHcto WNorrW|pln voz do offlci.', que o commanda ot' AMffti1 dtlfptiaWmrffo od o dlnrerlfo fft
Netaa occasiio,
Com a mloha indpeoden-
na
recorrendo
Impavidez.
S& differenca oa, mesan, devolver intactas as sa*>'i'pUaa'tn'edTOs' escr-ipt t^aaspoota lodTas as dlstair-
inconvenienftiM: mn lmnfln' d.cnnlrtrr a1 .., __.....__i.*.. -.i.,, t__*j __.
mconvenienias; mas, temeado' desconsiderar a
opioio publica eotrJ'e meo profondo silencio, sym
bolo do maie eompteto desjrt-ezo, tedho aieodido
que de vo responder cabMOleote sproposlcOes *s-
gradaate que me forara dirigidas. Cem lado, nie
pense o Sr. nn)of que ea aeoeitd a perniciosa lula
de camponlo que me pTopOe; nao; tormr-me-aia
pequooo o mesqwnho aola a rma* propria coas-
ciencia, sb; irniranio s; st (asa influencia dos' raios ardentas- d j sol para
guayo, me fallou com a precaria estupidez dos al-
couces, trocasse ibsolto por insulta, baixeza por
baixeza, vilania por vilania Ferrar/no amago do
corceo, vendo a samba dignidade-aoocaanada por
um bomem grosseiro e bocal que a fataudade ar-
rojou-ao caminho qoe eo trilbava, lerei a delicada
za or, antes terei a energa de pugnar pelo* meus
brios sera atirar as faces do mea adversarle o p-
trido iodo das ras I
. DiNgiado-me a am amigo, dr*tiocio esfudante
do 2.*"aooo da Ffcoldad de DreltiJ; cujb belle e
sympMhico laleoto admiro respeito, disse : -
1 A minha linguagem serapre foi e ha do ser em-
< prer o espelho de miob'aima, o pallido.reflaxo
< do mea espirito > e, boje, fallando ao Sr. majar
Baeltar, tenho orgulho em citar-lhe o loqueote
pensamento do profundo tfontargna:< O estylo
ci bomem. O artig) de S. S. denuncia a ma>
lignidade da sua ndole, iradux perfimeote e
seu carcter, o fiel retrato da sua p<*ssoa ; cen-
v--n, por tanto, que- tambem me d a cootieter
as palavraa que cabirem dos meos labios. Coo-
COUIRSNCIAS 0L1TICAS DO SR. DEMOSTHENES Dk
SILVEIRA LOBO.
Em 186i, apreseniou-se na assemtila provincial
o Sr. Demostbenes da Silvelra Lobo olcirameaie
de accordo com os praaressislas, e enlbusiasmdo
pla liga; mas para o flm da sesso, e pnociual-
mente depo.s do cerco dessa assembla pela foiea
armada e mnniciada, qae prestoa o Sr. Domingos
de Souza Leo, actualmente baro de Villa-Bella,
foram esfriaado as sympatbias de S. S. pelos bo-
mens da situaco, que mostravam nao saborea lo
muito.
No anno seguiote, apreseoloa-se o Sr. Demostbe-
nes intt-iraraeale irritado, e a cada momento profe-
ra pbrases, dava apartes que mostravam que S. S.
acbava-se em manifesta opposicae-aos progressistas;
dizeodo-se ento entre estes que tudo proceda de
nao ter sido atlendido S. 5. em suas pretendo -s.
TAo mal acabon o Sr. Demostbenes sua mis.-ao
representativa que, relirando-se para o eqgeohe, de
qne rendelro, nao quiz roais apreseniar-?e candi-
dato a nova elelcao de depulados pro?inciaes, e
S. S. nao fazla myterlo de soa opposicSo a actuali
dade. e desapprova^a de lodos os actos de parlido
vrogretusla; mas, vlndo seo IrmSo, o Sr. conse-
ineiro Silveira Lobo presidir esta provincia, e pro-
mover todos os interesses daqueile partido, pres-
Uado-se a lado qae elle exigissem seas directo-
res ; S. s. madon de oplniio, e hoja approva iodos
os actos dos .bomens & lva> ovando sua readhetao
a ponlg de irnUr-se -contra qualqaer dito da
opposicao I
O Sr. Demostbenes da Silveira Lobo nao s tor-
nou se pnogreesiela enrag, mas acompanha sea
irmio Francisco em lodos oa aeos disparates, e
por isto nos o vimos na matriz de Sanio Antonio,
durante a altura eleiciode depotado* geraes raiei-
ramenle irritado contra os membros da opponcao,
t loe onvimoa dizer, sem que uom mesmo viesse a
proposito, qae ja nao navia nem nobres nem ple-
oioa; do que se dedutia qae a sociedad* se liaba
anniqulllado, porqaanto, desde qne S. S. a conilde-
**di vidida om duas oiassaa, desapparoteado amaos,
Uot dejiade de existir aqneUaa.
CMA aiCTIFlCAOAO.
Lemas a oorrespaneaocta de Sr. capito Godecoi-
t, proposito .da algoous parases equivocas de
eerto communieado anterior relativo ao 1* batalbo
de Itfaiiana de5u eMade. Santimos qae caneei-
los mal definidos, oa proposites ambiguas, qae,
no afluencia d untos trabalbes, nem sampre pode
laspoMloaar a cedaecio mais vigilante, ddiaaoi
argem aos justos reparos do Sr. capillo Codecei-
servemos a distancia que nos separa e que nos
imp.ista pela diversidad* da* oss'as prflssSos :
como soldado, S. < cod'agrou-me a linguagera
immunda das tarimbas e eu, como estudant. em-
pregarei esfor(os desesperados para harmofsar-
rae com o elegante phraseado das academias. Con-
seguido isto, lerei realisado todas as miabas mais
intimas aspiraedes, cobrindo-me de orgulho, de
nobre vaidade. Prometiendo ser moderadb e ra-
zoavel por amor a mim mesmo, bao julgub o Sr.
major que hei de poupi-io, nao; a benignidad*
nao pode asylar-se em o coracao de um bomem
i (Tendido no qne possoe de mais sagrado, ua en
honra I
S. S., escreveado o sea artigo, da : Nlopos-
so prevalecer-me por agora das armas que le-
abo contra o Sr. Fioflago. A* bravura mlftler,
que lhe reconheco, anda Itgada a astucia diabti-
ca de Tartafo, qae cr desBague. Deseja plantar
em m40 animo o rereio d* $r confundido 7 Risum
ttneatu I Perde-se em a noite tenebrosa dos tem-
pes a poca em qae os cavalleiros andantes inspi-
ravam terror aos espirito fracos, s imaginscdrt
enfermas, aos coracoes pusilanimas, aos borneas
covardes. Fique sefente. Bao sel reeuar ante pa-
ngos Ilusorios e piantastlcos ; fiar pobo t re?
ameagas_ balojas eridicaiasu-aao tenbo mejo d*e-
suas armu, porque, cima de.la, est o respaile
que coo buto verdade.
Eatretaoto, posslvel que S. S. se considere
forte e lovencivel ; mas, Sr. major, na historia
gloriosa da ragi hebrea, do povo de D "as, encos-
tro um facto que, fallando-lbe consclencia, lhe
ha de inspirar serlos vexames. A pe Ira do pe-
queo David lancon por trra a montanha que cbamava Goliatb I O lilho de- Geth cabio aos pe
do joven descendente de Israel
Porque ostentar impdicamente am poder qae
nunca teve ?
Quero crdr, com tudo, que S. S., allegando qoe
tera armas, se refere aos dlreitos que lhe concede
o nosso cdigo criminal; mas neste caso, orne a
impossibilidade de pedir prompto e immediato soc-
orro le ? S. S., alera de oficial do exercito
brasileiro, traz pendente do peilo o distinctivo de
cavalleiro da impenal'ordem da Rusa e, se quizes-
se arrastar-me barra dos tribunaes do paiz, de
legara os seus poderes algom amigo que lhe
merecesse inteira conflanca, passando procuraqo
com o sea proprio tianho. Porque nao o fe je,
espero, nao o ha de fazer T Sera por que S. s. nao
tera amigos nesta cidade, onde ba oflkiaes qas
serviram sob as suas ordens 1 Sinto e admiro esta
inesperada barrelra que se oppde ao seu desabafo
Sloto, porque desejava provar em juizo ludo quin-
to disse em os meus commanlcadus de 23 de 29
de oatubro do anno passado ; e admiro, por qne,
seodo S. S. o prot itypo de todas as virtudes, como
deseja que se accredite, Bao enconlroa um s bra-
co amigo qae o defendesse, existindo nesta capital
muitos mogos qne flzeram parte da offlcialidade du
21 corpe de voluntarios.
Deseja saber a razo que o obriga a nao exereer
esses direito;? Esta no artigo 23i do cdigo cri-
minal que, sabio e providente, creon dilBculdades
para impedir o triumpho immoral do vicio e a
queda da viriuie, a victoria perniciosa do crime e
o sacrificio da innocencia I CQseguintemente, a
sua posigo triste e dolorosa. A lei, armando->
e limitando o sea poder, offereceodo armas defen
siras e censivas, laneou-o n'um circulo de farro,
d'oude S. S., f era Den*, nao sabir inclume l
Conlluoando, diz o Sr. major :c Nao quero
parecer -me com esse bomem que, aprovtitatia'o-
se da distancia qae nos separa, declarase meu
immigo. Avangando esta proposigo, S. S. tor-
nou-se merecedor de urna resposta seria. A oom-
paixo que me inspira excessiva, por que voj
destruir a nica taboa de salvago qae Ibe resta.
Em o mez ae marco de 1866, ba am anno cora
pleto, eslava o exercito imperial acampado na
margem esquerda do rio Paran, junto a Crrales,
quando o Sr. tenente A. Macil, eniregando-me um
ofilcio do meu ex-commaodaote o Sr. Genuino
Oiymplo Sampaio, pronunciou as seguimos pala-
vras :-^< O major (oote-se bem) o major espera
que V. faga ju-tica. Receb o oficie e, abriu-
do o, conbecIjne se tratava de submeiter a conse*
iho de iovesligaco o 2. cadete z. sargento Jos
Francisco dos Santos por ter repellido enrgica-
mente ao particular sargento qoartet-mestre Anto-
nio Garca de Miranda qne o navia escarnecido
diante de alguns soldados. Fquei attomto, estu-
pefacto I O Sr. major Germino oomeav-me presi-
dente de um conselho e o Sr. major Bacellar rae
pedia que fizesse jostica I Fui immediatamente a
barraca do fiscal do corpo com o lim de obler a
devifraca do enigma. Entrando em explica^*,
ioube que o particular Garda, seodo do estado ef-
(eciivo do 30 de voluntarios, navia pastado para o
21 a empentaos e continnadus pedidos do Sr. major
Bacellar ; s >ube mais qae, tendo sido easlieala a
insolencia do sen protegido, era forcoso que o 2.*
cadete Santos respondesse a oaa cooselho para ser
vergoobpeameote rebaixado do posto ; soobe an-
da que ea tinba sido asooibido par viogar orgu-
Ibo oSeodido do estulto snpenor; soube lioalmen-
te, qae se pretenda marear os galdes qoe o Exea.
Sr. conselheiro Paranagua me sondara generosa-
mente ; soobe, n'nma palavra, que exiga m de
mim a pratica de ama infamia I .
Uccnltando oe mais recndito do coraeHo a dflr
profunda que sentir e doralbanrto heroicamente
a Impttuosidade do mea genio, declaret-lhe qhe,
sendo o 2.a cadete Santos praea da rerntra com-
panbl, nao poda ea ter membro de semetrunie
cas, percorrem lodos os pafzes, ebegam as're
giies tP raai* loagMqau e sin sempre' novos,
como sempre d jvo o que elerao I Ja v o Sr.
major Bacellar qa* ea me dectaref sen lttim soa presenga e quando estiva sob as suas or S as.
Prtanlo, curial qoe se deixe de ostentar impor-
tancias que nad toe competera por ter cabido mal
(-to-ostro uus diffBjenies combter-qoe- assisiie.
ProseguioJo, depois de pedir um favor aos brio-
sos e distinctos fernsmtiacanbs, diz: Nao
Krelam rfwse'braro edestlraido 9f. Pforlano'qhe,
c sem motivo plaoslvel, fuglo da guerra. > Prin-
cipia por ama Ironia grosseira e termina, serVra-
do-se de ama calumnia infame I Doe-mn aloda,
paogr-rrrelne; eternatnenre d sareasmo:
Nao me sloto bastante forte para repe!!i-lo, nao ;
pMr mitm; fBentos- docameotil os. 2, 3, 4, 5, 9, 7
e 8. Teria maito prazer, se todas a9 pes?oas
(offlcia'es e* pracas de pret), qd me' cooheeeram
na campanba, se dignassera de indicar o acto
menos decoroso, praflcaoo por mim, que mancha a
minha corta tfda railhar. Do alto da' impreosa,
convido as a faze-lo Hvremete. Nada ha qoe faga
corVar a minoa fronte: alm do testemonho da
minRa consclencia, rnhO em fflen* faVor a* opi-
lde*. valiosas dos mens companheiros d'armas
Portantb, a voz que se levanta contra mim nao teto
echo, juna ebusa sem prestlmo I A's paravras
rjad o ft aajor* escrevea a 20 de novembro de
1866 opponbo as qae pronanctob a 2lcre' afalo do
raesra) ado (Docamtfuio t. 3, combinado com o
de o. 7).
Destrordo, como flea, o sarcsmo qae me m pro
dfgalisado, passo i occOpar-de' do insulto que me
hzoSr. major, afirmando qae, sm mbtivoplau-
tvel, ftigi da guerra. Pagiri V ) termo, alem de
excessivameale ioolente, baixo e vil. Empre-
goa-o, sem duvida, com a iotengao de ndfculari-
sar-'me. Creib qae ignora a slgnidegao terdadel-
ra do verbo. Parecea-lhe que eu era um eseravo
qae' fugia so vil azarragde de tatbaro seohor ?
Esloa cerfo, foi Com o desejo infame de hombrear-
me com as infelizes creaturas que o acaso faz as
car na eseravdSo quo S. S. se servio dess* fia
vra. Perdoo-lbe a imbecilidade, porqU?.... pot'
qoe, no combate do da 2 de malo, eo, agarrando
o brago de um oficial qae fugia do idim tule de salvar a bandelra do sea bataiho, lhe pe-
di que parasse para dar exemplo aos soldados qoe,
mais briosos, mais dignos do reconhecfmenlb do
paiz pelejavam a ferro fro, batalhavam deooda-
dereeofe I *" "
A expressao seria adequada se eu, por covardia,
me retirasse da campanba ; mas Impropria e
grosseir*, o que. circumsiaocias superiores a mi-
aba voufde rae obrigaro a acceitar a demisso
que, por intermedio do meo procurador, pedi ao
Exm. Sr. conselheiro bario da Urugaayana ( fal
lecido mezes depois de baixado o aviso que uiori
s va o Exm. Sr. marecbal de campo baro do
Herval a dispensar-me do servigo). No da 30 de
maio de 1866 fui chamado barraca do Sr. major
Bacellar e, abi, estando presentes os seus insepa-
rotis, fiqusi admirado quando o proprio Sr. raa
jor que, boje, censura-me por lar /<7ilo da guer-
ra, me perguntou se acceitava a exonsrago. Em
v'irtode da minha resposta afirmativa, passei
commando da mioba companhia ao Sr. capitao Ma-
raaho e,_a 2 de janho, retirei-me a Corrientes.
Dous foram os motivos que me obrigaram apro-
veitar-me do favor que S. S. me offereceo, obede-
cendo a ordem soperlir.
!: K?1 As lels militare?, exigindo do solda-
do a mais passlva obediencia, o tornara um ser
sem acgo propria e qae se deixa dominar or
vontade extranhs," por torga descouhecida, cetno
se fosse o antomato qae segae a linhi qae o dirige.
Isto de necessidade absoluia ; forga armada sem
obediencia passiva urna le sem acgo, urna so
ciedade sem governo, diz bellamente Troplong;
mas embotar os sentimentos de honra do soldado
ealear aos pos a sua digoidade, os seus brios de
bomem, desprexar a latir mona da lei; fazer
o que nao manda o seu espirito ; o que nao quer
nem consenle Deas, em relaca aosescravos.quan-
to mais tratndose da muito forte columna da so-
cledade, do verdadeiro sustentculo do estado do
defensor des nossos direitns, da nossa digoidade,
da nossa propria bonra I <> (Lembra-se deste tre
cho, Sr. major T)
soldado, fazendo o que Ibe ordenam sem ra-
ciocinar, nao tem vontade: o brago que execola o
qae nao quer o corago, diz Thomaz Alves, fallan-
do das pessoas que commettem crimes violentados
por medo oa forga Irreslstiveis. Tendo cabega,
qae pensa, e corago, que sent, obra dominado
pelo desespero qne lhe causa a certeza da sua pe-
quenhez, da soa nuliidade ante o poder inquisito-
rial dos nescios e estulto! superiores, c S, no
segredo das snas oragoes, no isolamento compito
de sua alma, as suas constantes horas de profun-
da melanchoha, a sua imagmago viaja pelas re
gioes ethereas do pensamento, vda ruancao don-
rada da roaisagradavel phantasia, e o desbragado
crd qae feliz, como se a felieidade, para elle,
nao fosse a paluda sombra de um soano infantil
Despenado do sea profundo lelhargo pela voz im-
periosa do seu superior, contempla a realldade da
saa posigao com o sea imroen90 conejo de mise-
rias e o seu corago lhe diz qne menos ventu-
roso do que o repiif nojento que se arrastra ne f
a? mais vil da Ierra I
Eato... chora, derrama dolorido e copioso plan-
to, lombrando-se da saa j extiocla alegra, dos
primeiros dias da sua existencia infantil, do seu
saudoso passado I
Se era pobre, viva do sea continuo trabalho; do
suor que, ibe banbando o rosto, regava a trra e a
tornava frtil e productiva; se era rico, se nadava
na abundancia, procarava merecer sempre os fa-
vores da fortuna ; se era pequeo, empregava es-
torgos desesperados para engrandecer-se ; se tnba
a felieidade de assentarse no mais elevado degrao
da escada social, trabalhava para evitar a sua qne-
da oa para nao ouvir o seu estrooSo guando a.ter-
rivel lei da fatalidade, pesando sobre T sua fronte,
o precipitaste no abysmo ; se era fidajjo, abriodo
as portas de sobarbos palacios aos setra convivas,
desejava esqnecer o seu passado, phantasma borri-
vel qat o persegua, as agitag&es de orna vMTa
cheia de prazeres, no ramor dos saldes de baile, no
ruido das restas e, as vezes, se era nm D. Marti-
obo (1), nss delicias da Vida Intima on as lentas
mono lentas agonas de nma velbice amargara-
da ; se era pastor, condola os seas rebanos ao*
verdejaotes prados, as floridas campias, s crys-
tailinas fontes e, quando o fri bronze do verbo
campanario tocav as tnrtdades, se dfrrtft ana
humilde choupana, encontrando a beira da esff-
da, sob sombra benfica de copado arvtrredo, xs
caricias iofanlis dos seus innocentes ftrrrrrJhse o
amor extremoso da saa bella e fiel companbelra.
Rico on pobre, grande bu peqoen; fldalgo oa
pastor, iodo oa nada; mai oo manos, era feliz;
nmgoem se julgava com dimito de dominar a a
vonudo, de sadkicar oa seos nats-nobres seatieaea-
los, de exereer sobra elle revoltaatea eaprrcbos I
Na guerra, porm, nao se indaga se foi neo o a po-
bre, grande ou pequeo, fidalgo oo pastor :~ sol
dado. Nao se 14 ri llvro do pasado, so merece
qoe da' sigoal do
aonaocio do geae
ao seo superior que
ioriaiM la vie tst
4e eessor de viere que
I (3,
ae preseociav
jajor prodlg
la os epltheloi gros
" iaes, principa I men
brioso pernamb
ipitio da 8.a com.
Iva o lonco desojo de
ando S. S., paasa
dizia que este
cistigava na
mea acto. crnpandorse de mlm.^ligie-sa.V. S,
de fallar a verdade para, crylaljni,. soojio como,
efla o i e sai essebcia ; e nao se deixe dominar
p*loi fmpoieos'ieneroso do'sea bondoso'eora^o.'
Naste aorosnto, solemiM para ola, dispenso o
seus favores, por qae, me du a saave tranqaiiida
de do mea
ca s devo
impareial.
A' 17 de arojeod
de voluntan.
Sr. c mselhel
organisou o
oomeado alfei
tembro, teen
por ose j
m
nrearpo
por salor i sa^io-d* Mim.
saidMunboiHnfpo,
b pnpostledBT. Jffui
issio no to 2i ose-
tabrev e oatUo o 4 del
'"7Tfl77
ae p dtista, se
dade de car
votantarrai.da -palrla>>l
ma.ncbvse a miaba,)
tagao de bomem.
Qtfaiqner qoe se)a a saa rfOsMa, eoiMota oao
eu me sirva dola do mot [ae jnlgar ntil a eea-
decicado.-F. Jo?
klgnooo
ropa-
dezembro, tudo do referido aaoo. Porque esus no
peitar-me, como era da soa rigorosa obrigagio, po- meagdes, se eu, com orgulho o declaro, nnnea en-
tos idnticos"? Responda I
""e w aaif intmt**Wr*ni*\ ^n^r HUOi loiniv Baeijiwv
n'um pata hvre e ioo>pBdeat4 teado aprendido
as academias a respeitar os dlreitos alhema, nao
eslava acostumado com o servilismo qae distingue
a farda, com as injusiicas qoe se fazem no exercito,
seMo>9e, alen de todo, cosgido a thbatar enoooMos
-' covardia e a' miseria I
Nao sera'pliasiver este motivo T Frudus enim
inqeni et virtutis, omnisq/ne prantantict, tum naaii-
mus capitur, quum mi proxtmum quttnque cotifr.
tur, disse Cicero, falianfao da amisade.
Ni sera' poderosa a razio que aliegb T Wwl-
quamr nuturjim mX vtun'tl ; est emm ea nneper
invicta. (E pensamento do mesmo orador latino.)
t.*:Qhand'o salastradas -nembros-do gsrbine.
te Fnrtado, fazend baixar dons decretas impor-
tintes, covHdou a moeldade brasllelra 4 defender
bonra nacional vellpendlad e escarnecida pela
repblica militar do Paraguay, eSqttecendO i ami-
sade preciosa do mea pai, o amor extremoso de mi-
nha boa e santa mi, as affeigoes de mens irnios,
as sympathlas dos meas pareles o amigos e, mais
atnda, os sagrados devere d mariflo e paf; sacri-
ficando a carreira brilhante qae segua ; viote e
quatro horas antes do se reallsar o honroso offere-
ciraento qae o mea' respeilavel mestre 0 Exm. Sr.
conselheiro Lourengo Trigo de Loureiro fez da soa
pessoa para marchar bara a guerra alo obstante
estar no invern da vida, oo occaso da existencia
fui a palacio a, dfr'iglnd-me ao Exm. Sr. conse-
lheiro JoSo Lustoza da Cuoha Paranagua', declarei-
me voluntario da patria.
Nao houveram sopplicas qne me demovessm do
mea intenta; mas sanindo desta provincia com
destino ao sul do vapor nglez Agnes AftCles, escrevi
a meus pas-, promeitendo-lbes voiiaf logo depois
da primelra acgo qae tiresse o prazer de assisiir
No Passo da Patria, no dia 20 de abril de 1888,
recebi canas de minha familia qae annunciavm
as lentas agobias de minha mi e que eram moti-
vadas pel risco qae corra a mmha vida na guer-
ra. Eu anda nao naba tomado parte activa em
combate algum, consulto), por isto, ao mea amigo
o Sr. tenente P. B. id Maraes Reg, e elle respon-
den que, no meu cas, pedera exooeragao. v-
uente no dn i de maio do mesmo anno me dispuz
a satisfazer os continuados pedidos dos meas pa-
rales e, oeste proposito, escrevi 2o Exm. Sr. Dr.
Aureliano Candido Tavares Bastos, delegado-lhe
plenos poderes para impetrar do governo imperial
a minha dispensa do servigo militar. Nesse da,
porm, ja' ella ia camino do Paraguay, tendo sid
sollicitada por mea progenitor. Deveria recuse-la?
Acceitel a e, se obrando assim, pratiquei am acto
qae me deshonra, nao teme as suas conseqaeocias,
por que, em tfoca dos pezares qne canse ao ser a
quem devo.vida, edacscao tudo, offereci a minha
digoidade e, flque convencido o Sr. major, saenfi
ando s meis brios-, anda me considero devedor
a' minha mi I
Imagine, porm, o mea pretencioso ioimigoe
crea mesmo qae ea fagi da guerra... Com a mi-
nha fraqueza quer S. S. justificar a sua miseria ? I
Dos pobres de espirito i o remo do ci, disse Jess
Corista, fallando a bumanidade Inteira,
Aprsente provas robustas da sua bravura, docu-
memos qne ttestera o sea herosmo eque desrain-
tara plenamente o qoe vi nos dias 2, 24 e 28 de
maio e o qoe diz o Sr. alteres A. de Torres Gallln-
do em a sua cada, feferindose ao sea pessimo
comportamenlo no combate de 18 de albo; isto ,
fizando um esfoi'cdsobre a sua nalureza, arranque
a mascara de Francisco Salano Lpez e deixe in-
tacta a que teve a generosidade de conceder-me.
Em continaagao, l se : Pobre lonco, que
< nao se lembrou ao calumniar-me, assim como ao
c distnclo alferes o Sr. Austrlcllnano de Torres
< Gallindo, que em breve seria desmentido e en-
< trege ao ecarneo I Respondendo a este tre
cho do artigo esenpto pelo Sr. major. dispensme
de contestar os Srs. alferes Torres Gallindove auoi-
tor de guerra bacharel Jos Joaquim Ramos Fer-
reira que, julgando confundirme, tambera se
dignaran) de negar a existencia da carta que pu
bliquel em o Diario de Pernambuco de 23 de oatu-
bro de 1866. Alm da carta em questo, o Sr. al-
feres Gallindo, falso amigo e companbeiro desleal,
escreveu urna ootra, onde se occapa dos Srs. ten-
les P. B. de Moraes Reg, Antonio Joaquim Macha-
do e alferes Jlo Baptista de Freitas c< m o fim
nico de desacredila-los. Essa carta pertence ao
Sr. Joaquim Rodrigues Pioheiro qae teve a bonda-
de de mostrar-m'a peraote testemonhas e, ltima-
mente, esteve no poder do Sr. V. X. Camello Pe;-
_ penie eawwsteoeaedidos TI
No posto de capliao serv sob as ordens de V. S_
dud i deaambro do4oWatTdo mate- d1866,
poca em qae V. S., por motivo de grava molestia
deixoa de commaodar a brigada ((4a) aqueper-
tncli 21 de voluntarlos (3o corpo desta heroica
e briosa provincia). Peron durante a noss viagem
cidade de Corrientes, fui sempre oficial escolhido
ara dar sepultara as plagas inhspitas do grande
ac as pracas do corpo que fallciam qnnttdiana-
raente a bordo do tcanaporte de gberea Apa 7 Por-
que o meo nome era lembrado sempre que havia
necessidade de um oficial aeeonfbnca? Por qne
dlstfoccoes e preferencias qutnda se tratava de
serrrcw do" escala a nresmo,. extraordl aarlosT Por-
que T Nao seria porque jamis rae recasel a traba-
lho algum por mais oneroso qae ftsse T Responda
V.'S. I Nao sou eu quem interroga, nao, Sr. coro-
nel ; a vot tremada da prulaa. pabtica!...
Desojando qoo V. 8; declare o meo prcedimen-
to em relago ao servigo ordinario, compre me pe-
dir-lhe'qbe maoifeste todo que sonter relativamen-
te as mea comportamento nos diversos combates
em qae se empeoboa 21, as aegoes qae sasten-
toa o col*po a djual ea tire a elevada e nao mere-
cida bonra da parteacer. Assisfi ae combate de 2,
avangada de 20, bata ha de 24 e tlroteto de 28; lu-
do de malo do anno prximo passado. Km a I gura as
dessas occa'slo'Bs delxe, por vetara, de sustentar
a digoidade Inherente ao brioso militar ? Poder-
se ha oegar qu,jeo, com > soldado, preste! relevan-
tes servlgos ao mea paiz f 1
No mundo tudo possivel : Era o Diarto de
Pernambuco d hoje, o Sr. major Antonio Jeaqulm
Bacellar, alm de injuriosas allu.oes, parece que-
rer tangir sobre a minha fronte o ferrete da igno-
minia t Peco-lbe, por tanto appellando para sua
honra, qoe se digne de cerillicar-me multo princt-
palmenle sobra o modo cota que o Sr. major Ge-
nuino Oiympio Sampaio me trata em' saa parte, fal-
lando do Combate do da 2 de maio.
Termiao, pediudo a V. S. qae, por saa bondade,
coninu qae ea d sua resposta o destino qoe me
convier;
Recite, 22 de margo de 1857.Soa de V. S. sem
pre Inatrl criado.Flonano Jos de Miranda.
Illm. Sr. Flonano Jos de Miranda.Responden-
do a carta de V. S. de 22 do correte, em qoe io-
voca o mea testemuaho sobre varios incidentes de
sua to carta cmo honrosa carreira militar, sou
feliz em poder declarar Ibe que, no mel dos jo veas
esperanzosos qae me acompaabarara a campanba
do Paraguay, mereceu me sempre V. S., om logar
distioclu pelo sea amor a disciplina, dedicagao pri-
vada ao servigo e felices dlsposigies para a nova
carreira qae o incltua o ardor patritico. Assim,
a sem estabelecer preferencias odiosas, pois qqe
em geral sao dignos de recomraeolago todos os
offlciaeS qoe serviram sob o men commaodo, foi
V. S. um dos que mais sa flzeram credores do re
coo&ecimento do paiz pela to desinteressada como
al impaciente dedicago com qae desempenbava
as ordens snpenores, oa o servigo lhe coabesse
por dealbe oa a' elle o cbamasse ama deligencia
especial.
Successivamenie elevado aos postos de alferes,
teneate e capito, mediante as propostas que tiye
a fortuna de ver sempre confirmadas pelo ento
presidente desta provincia, e boje ma i-jiro dos ne-
gocios da guerra, o Exm. Sr. cunstlhetro Joo Las-
tosa da Cunha Paranagua', a quem devo em gran-
de parte a organisag3o do bataiho que coraraan-
dei, acompaobou-me .V. S. at a campanba, pres-
tando durante a vlagem da corte Corrientes o in-
grato servigo de dar sepultura aos companheiros
qoe perdemos nesse trajelo. Esta dolorosa com-
mlsso desempenhon V. S. at com candada.
No servigo-ordinario, houve-se V. S. irrep ehen
sivelmente ; e quinto ao m ido porque se conduzio
nos varios combales que diz ter assistido, creio
que nao desmentirla o seu proceder honroso do dia
2 de maio no E tero-Bellaco, nico a que asslsti
frente da brigada o. 14 de que fazia parte o 21.
Neste, brigou V. S! com honra e manteve com dht-
nldade o seu posto; islo consta da parlecipago
qoe receb do ento eommaodante do 21, o brava
major Genuino Ulympio Sampaio que o nomeia
con distinego.
Creio qae por este modo tenho satisfeito ao qae
de mim exige em saa carta, qae assim fie a respou
dida, autorisando-o qae ase desta resposta como
Ibe convier, e permitindo-me qae, lamentando a
desagradavel d scu.-sao qae anda dos joroaes da
provincia com o flm de formar cenas superiorida
des, o convide qoe, evitando estes esteris com-
| bales da imprensa, saiba guardar em todo caso a
a sirva d
sr. mttiomm iomm
Miranda. Tea-
puso a respoo-
. S. prestoa teas
ros da patria. eo>
loa-se sempre com
do servio de pos,
enasta das ordena
vista sacarte da
:.DuraM* o (osaao
no djnpSfHb
|o daWcompa
lo hoar e
}a no se*lco de guerra; eoaw
do dia do referido corpo.
V. S. fd sempre aponUdo entre o ewscoea-
panbeiros como exacto e rigoroeo obser^adorda
disciplina militar, aereeeado pof' lato- earemiee
nao sdde seos eompadhelroa, eon da seo* inpe-
irioresi ,
I Qoaoto ao sea comportaaealo eonto bomem
naoca vt V. S. praticir aetOfr indifoor de
que se przav qn tar dlgwdOO
Pie V. S. fazer delta o
Sua casa, 23 de marca dIM7.
Son da V. S, coHega.e amigo eecte. loe fleo
tis P*teiro Corte- Heal, e.
da 2* cetoaaabia do il\
(Eslava reconhecido e soUaaei)
soa, como nao me ser difflcil provar. Ora, tendu o I attengo devlda aos que com V. S. militaran) bon-
cooselbo. O Sr. major Bacellat assegorod-me qae TTT'l./I'S: '?,'
esta circomstaocia nao me autorisava a recosa de ensfderac&e o presente, por qovotatwt) se envol1-
am servigo e qoe, no caso de nao dbodater Iba. T at nms e sombras oovos qno'^Vj^Mnp>
entr^aaoo eoAmaodo da companhia ao oficial nn ao odrtonte I
"^ iweoaeoj a rocolhesse preso minha &'
rana. Nesta eontingeoei, devod' agrrar-me
a urna das poans do diiemma qoe flr. major
oppoz a minha repugnancia, aecertef o encargo
! ^22,^J??,M,?W,,0 ***** eoaqalslfto
a minha estima ecoaflano, fioando Impone ama
oatra qae era ceatinoamanie eaosHraorpelo 8r"
teoeote qoariel-masera Joto Ansoaio d> Sifva Pbs-
soa por falta da cumpvimeate de devsVes.
Renaido a coisetno, eaosMIdo por mira; inqui-
ridas as lestemnnbas pelo Sr. tenente P. B. de Mo-
raes Reg a escripias el sena depoknentes pelo
Sr. alferes Pacheco, llnxtei tempo ( 8 dias, se nio
ae faina a memoria) para o acensado apresentar a
ana defeza. Findo este, submettl ai eemaras dos
.. r_:T *i :------ --------------.----~>- ucw, riuoo esie, suuiueui romane aog
x, coja direiiura no camprmenio de *eai devo-]Srs. teaeote inqalridor e alferes ecreurlo a ml-
0 da de bontem pertanace
no olvido dos scalos; o da d hoje domina todas
19 existencias; a b da de amanha dio fbrneee
nm mico pensamento, ama so idea s Inrelligeo
das por que ellas esto eondemnadas a dormir o
agitado sondo do servilismo, da baixexa e di #
lana I
O soldado brisileiro, dotramaote o declar,
s tem ama faculdade, a de sentir, a sensfbtlidade.
Calcado aos ps, softVendo insultos, desfeitas baf>
dOas, o que faz o pobre desgragado, o infeliz (?) ex
patriado T Firme e imraove, como nma aetataa
marmrea, derrama copiosas lagrimas. Semblante
pallido, fro como galo, baobado de suor permanece
sereno. B' soteoto a sonaiMiidede quem eotaa so-
bre o seu animo. Ira neduia&wate depois da aflronta,
(1) Typo creado pala ardente a fecooda IiwIB
co do Immortal poeta lusiuao, Thomaz Ribeiro.
Sr. alferes T. Gallindo o louvavel costurae de a
canhar a reputago albeia, fni faeii era erar que
era de seu proprio punho a caria que ti ve a impru-
dencia de ofTerecer a considerago publica. Agora
duvida, oo, antes, nega t la escripto, forgando-me
a pedir-lhe mil perdSes por ter calumniado a sua
reputago ; mas, como neste mnndo mlseravel em
que vivemos, nada se consegue sem empenhos,
sopplico e rogo aos Srs. major Bacellar e bacharel
Ramos qoe, leudo o documento n. 1, tenhara a
bondade de obter do Sr alferes Gallindo a absolvi-
go do crime que commetti, manifestando a verdade.
Ento? E-tarei desmentido e eotregae ao escarneo?
O Mugo cabe sobre o felliceire ; malum con-
silium, ronsulori pessimum.
Ficam sem resposta os dous ltimos periodos do
artigo do Sr. major; prometi, porm, oceupat-mo
dalles quando S. S. vler a Pernambuco visitar o te-
oeote Graoja, como pretende. Nessa occasio, Ion-
ge de arrancar lhe a mascara, bei de encefra-la
cuidadosamente pe.ra evitar qae se deteriore, por
que desejo em extremo a eteroidade de to precio-
sa quo impagavel joia.
Terminando, cumpre-me observar qae o Sr. .ma-
jor, escrevendo contra mim, pareceu acreditar que
representava papel importante nasoeiedde, des-
conhecendo fiugidamenteqnese Ihe'pJe consagrar
as memoraveis palavras qae 3. Jeronymo pronon-
cioa, referlndo-se a Javeniano : A virtude do
diabo asta as costas,1* diaboli virlus in lumbis est.
Por tanto, pego ao Sr. major que se coobeoa, qae
tenba consciencla de si mesmo, nao pretendendo il-
ludir a boa f alheia nem se esforcando por abniar
da confianga de um publico sensato, que ja o co-
Bbece em excesso para lamentar sempre o acaso
qoe o tomitou oo glorioso imperio da Santa Crnz
Em verdade, i doloroso que o Brasil saja a pa-
tria de nm bomem to especial I Doi-me deotro
d'alma nao ter S. S. nascido as plagas rdanles
da deserta-Libia, senda o smbolo da covardia, co
mo est provado.
Recie, 30 de margo de 1867.
Floriano Jtsi de Miranda.
rosamente.
A sua dedicago recomraendavel, ja o disse
tambem o a de ranitos d s seas companheiros.
N3o ha, pois, razo para qae se estejam a moles
tar com doestos grosseiros; nos sacrificios que o
paiz tem direito a exigir de cada um, ha muito em
que se afane o ardmento da mocidada.
Recie, 23 de margo de 1867Sou de V. S. aml
t> e companbeiro.Francisco Joaquim Pereira
obo.
(Eslava sellado e reconhecido.)
Documento n. i.Illm. Sr. Francisco Xavier C.
Pessoa.Digne-se Tmc., a bem da verdade, de
declarar o seguinte ;
1' Se o Sr. alferes A. de Torres Gal iodo Ibe es-
creveu a carta que publique em o Diario de Per-
nambuce de 23 de oatubro de 1866 ?
1* Se Vrnc- me autorisou dita publicago?
Consinia que di i saa resposta o destino qoe me
eoQvier.
Recife, 21 de marco de 1867.De Vmc. amigo e
criado.Floriaoo Je- de Miranda.
Illm. Sr. Dr. Floriaoo Jos de Miranda.Ao pri-
raeire e segundo quesftos da sna carta respondo
afrmatlvamenle. A caria em questo esta em sen
poder e oofle pode fazer a uso qae qarzer, assim
come desta mmha resposta.
Recife, 21 de mareb-de 1867.-Francisco Xavier
Camello Peaos.
(Eltava eetlado e Moonoeoldo.)
Documento o. l-fflm. Sr. coronel Francisco
Joaqdlm Prelra tobo.-Longo 1f ffirra tMsfe e
doloroso peosamento de fallar-lbe com a sofcmlsslK
e com a bamildado da dependencia, com o respeilo
pVfoodo e com a maiu cooSlderacSo da amliade I
Conservando a fronte bem altiva, tomo a liberdade
o> mrtgir-fne a presente carta com o fim nico de
manifestar provincia, a oacio, ao Bando intetro
o comportamento qoe Uve dorante o periodo da
minha vida militar o. para ret, i Indispensavel
qae V. S., jauto desta, declare o seo juizo. A opi-
nio de V. S., favoraVev on precaria i minha re-
putago, quero e lesejo ardentemeote qoe seja co-
nbecida por todos, pelo pnblieo seneato qae tem o
(2) Stobe, Serm. 20.
(3) Coste, Sentences.
Docamento n. 3.Illm. Sr. teoente Horacio Pires
Galvo. Iudlganamente offendido nos meus brios
pelo 8r. major Antonio Joaquim Bacellar que, ser-
vindo-se do Diario de Pernambuco de boje, av^uca
piopo-igo-s pouco decoroM-, fallando de mim,
soa forgado a appellar para o seu testemunho va-
lioso, tratando, como fago, da defender-me.
Pego encarecidamente a V. 8. que se digne de
emittir o sea juizo sobre o comportamento que tive
durante o tempo em que exerci o posto de capio
da 4 eompanbia do 71a corpo de voluntarias da
patria.
Desde ja Ibe rogo permiseo para dar a' sna res-
posta o destino que rae convier. Recife, 22 de
margo de 1867. De V. S. amigo e intil criado.
Floriano Jos de Miranda.
Illm. Sr..Depois que recebi a saa caria, para
satisfazer plenamente a minha obrigaco, II es li-
abas qoe, do acampamento de Tuyuy dirigi u
Sr. major A. J. Bacellar a' Ilustrada redaego do
Diario de Pernambuco. Crea V. S. que ma revol-
lou o desfagameoo e cyoismo com qoe a saa repu-
tago foi depreciada. Bem sabe que o meu juizo
a seu respeilo nao pode deixar da Ibe ser sumraa-
mente lisongeiro, ja porque V. 8*, como militar,
caprieboa sempre em bem cumprr os seus deve-
res, ja porque, segundo se infere da partes offl-
ciaes a conversag5es particulares, V. S.k tanto no
servigo ordinario, como em todas as aegoes a que
asslstlo, se nao se distingui, ao meaos soube
portar-se como oficial de bro e de vergpnha.
No combate do dia 2 de malo V. S. houve-se
cora muita digoidade, e na parte do major Genuino
Olympio de Sampaio, eommaodante do 21, o seu
oome honrosamente mencionado, como V. S.
pode verificar, pedmdo ao Illm. Sr.coronel Francis-
co Joaqnim Pereira Lobo que se digne de mostrar-
Ih'a. Na grande batalba de 24 d j referido mez,
por ter sido gravemente ferido logo no principio
da acgo, nao tive o prazer de apreciar o sea eom-
oortamento; mas, Indagando, como fi?, do proced-
moto do mea bataiho (21* de voluntarios), coas-
tame qae V. S. oio dsroereceu do conceitp em
qae ea ja o liona. O Sr. tenante da companhia
qne V. S. eommaodou, Joaquim d S Araajo, me-
ntor do qoe ea, pode loformar-lhe sobre o que
disse o proprio Sr. major Bacellar em relagio ao
tieu modo de proceder ao dito combate, pois este
clal onvto-o pronuaciar as segaiotfts p*lavr*8:
inde dfr a mt'nAa parte, hei de mencionar' o no-
me do capitdo Miranda que se portou com bra-
vura. Ignoro o motivo qao furgoa o Sr. major
Bacellar a ser Ineooveolenre a so respeilo, rendo
elle. Consciencla d qae ?. 3., etn os'seas ctfmmu-
nledos, nio taitn a' verdade, e, antes, pelo cen-
trarlo, oecultou aegoes mis pratieidas por elle.
Sinto profundamente qne seja coafido a censurar
O procedimento do Sr. major Bacallar; mas pre-
firo faz-lo a mentir descaradamente com prejare
do seu reconhedid mrito militar. Dispensa eo
mo qoelra da minha rseosla. Soa de V. S. ebri
gado a criado.-Horacio Pires Galvo.
(Esiava recooheeido e sellado.)
Documento n. ?. -Illm. 8r. Dr. Joo Baptista -
nheiro Crte-Real. Devende a*fcaer<.io, Wmr
razoavel, das argotedee iniquas e dejrtaaaieowe,
no Diario de Pernambuco de boje, toe 'hio Sr.
major Antonio Joaqun Bacellar, peco a V. S. que,
Documente n-. B;R+mr Or. uopite
de G. Lobo. Tmo a lber tee^e diriear-lbe a
prseme capto para per-lbe o joaor? do iafcrroar-
me se ao, coibooBcmI do coroa a ejBdtVJi. per-
teoee-, tive a beiaet de ubi ai neeaooaienlueaeie.
Se, por. veotuna, uratqa, aiaoe,a/i>a,lp4ero-
rosoque preJOdlcasse a mitrha dlgntdade*, reto-He
que oao o ocertta. m desojo qoe V, ft. fcde a
verdade; e> para o conseguir, appotla anta na
franqueza provada e reconbeclda lOalaO. Sera
qao me seja possivel oiHwar-paedanaapii,
jnlgo dispensavei a saa, peeniissio. Beei margo ae 1867. .....
Soa do V. S. amigo veraadalre. -.sVI-dolea.
randa.
Iilm.,Sr. Dr. Florianno Jas do HKeoie. Sen
resposta a soa carta de do corree, o oae, p-
pettaado para a franqueza leahteo onaui aejpaa
aatriouir-me, me pede qao le declare *e, eooJoea-
fivial qoe foi do 21- d* olodlarios do patrta. a.'qoe
peneneo, pracou algam sotoOMinMeaiy teoao
o prater- da-deelarar-lbe qoe nada asi loaulaaiita)
em seu desabono, formeiserooree forma-e eaeirier
cooeeito de V. 8., oojos ser vicos do campee i se*
ram sabidamente enire oa acosos eoaapaaaeireo
cr4wi \to louvor. ,'w
A*ori>aodo-o a osar deMa reeaoeM^ tome a
seos interesa* roovier, prao-mo da, porosie k>-
do, dar testemunho a'verdeoo,
Son de V. S. amigo e eeeseaoboteo de trafca-
Ihos.-Amonio Gradado de GeemO'LolM.
(Eslava (aliado e reconhecido.) Bocnmenio mi 6.IUra. Sr. Franetew X. Caaeci-
lo Pessoa.Nao estando o meu corago eundteoaa-
o a' inseiisibiMade da* eadaverw, ka'lor oearn-
plexo de insiouares iitrarlanlesooe, em O Diario
ie Pernambuco de boje, In pabllco o Sr. majar A.
A Bacallar fon atgaem por elle), core do vorroot
e me cm-iderei na rigorosa obrigs$io eo Mantee
os meas brios misera>vi8M0te aboeaoados por aa
horaem,.D3 cujas facas, eelea, nao poea oaver eaa-
8ae- -
No ffrrfi e roabaTave proeoRe- dW*tWpW!v*os
vjs nefastos da vilania, precise que V. ,.m')o
nnieamente pe-o? seos detimrMs > joebjoo de
equidade, se digne de manifestar o juizo que faz de
comportamento que bvo qaando aesompeolMi a
commisss do po.-tj de eapitao da 4* eompuoiM
do 21* corpo de voluntarios da patria,
C nsinta V. S. qae on uWis* da aaa resposu,
:oca exigir o meo sagrado direito dodafeta.
Soa de V. S. aae sinceroF. Joso de Mi-
randa.
Illm. Sr. Dr. Floriano Jos de Miranda.Eon
resposta a' sua carta, eampre-me dizer-lhe sem
prembulos era substetlogros que nao deve ligar
importancia algum* M qutehotadas do moito eo-
nhecido major Bacellar. as indolencias qoe elle ru-
blieoa em o Diario d Pernambuco de boj seo os
-iT-itos pr canos da derrota em furor a d mais
impudiea covardls. V. S. como lhe deve diaer a
cotMcienoja, nada leva de r<- rebeosivel na ena
conducta em quanto foi capito di baiatbio a qoe
su tiv a honra de pertaacar. Se todos os officiaes
do nosso >xarcito fosioai como V. S., a gloriosa
blusa de voluolarlos nao estara transformada ero
vil libr de lacab, como desgragadamaBle aeoo-
leca.
Nada mais tenho qoe dizer a seu respeilo e po-
de fazer o uso que qmzer da minha resposta.
Recife, 22 de margo de 1867.
Sou de V. S- criado a obrigado.Francisco Xa-
vier Camello Pessoa.
(Estava sellado e reconhecido.)
Documento n. 7.Illm. Sr. tenente Joaqnim de
S Aranjo. Tendo sido covardemente aullado
pelo Sr. major Antonio Joaquim Bacellar em a Dia-
rio de Pernambuco da hoje, sendo justo qoe me de-
renda, necessito que V. S altandendo somante a
sua consciencia, sa digne da informar-me sobre o
juizo qoe na sua presenca, fez da miro e proprio
Sr. major Bacellar depois da grande batana de 24
de maio. Juntamente Iba peco que manifest
sua opinio sobre o meu compartimento em ao>nlo
lu commandaote da companhia a qoe V. S. per-
nocta.
Consiota qoe me utilise da saa resposta como mo
convier.
Recife, 22 de margo.
Son de V. S. venerador e criado -Floriaoo Jos
de Miranda.
Illm. Sr. Floriano Jos de Miranda Respoo-
dendo ao sen favor sopra, tenho a dizer-lbe qoelo-
iro depois (la batalba ae 24 de maio, a que V. 8. se
refere, ouvi ao proprio Sr. major Antonio Joaquim
Bacellar dizer ao Sr. major Genuino rilymaio
>mpaio, commandaote que ento era do 21* (aoje
MI") corpo de volnotirios da patrn, ao qual en
perteocia, que V. S. naquella accao se liaba por-
tado muito bem; e qne na parle qne linba do dar
havia de fazer especial e circumstanciada meago
.obre seu comportamento militar.
Em quanto a minha particular opioio, digo qoe
oelo que ob.-ervei, nao s no dia 24 de maio, apean
om ootras occaioes em qne o batalbo leve do
haver-so com o ioim'go, vio sempre ao sao posto
de hrarae curapriado os deveres de am verdadeiro
toldados
Poded. S. fazer o ase que quizar desta miaa
RscnaflB de margo de 1867.Joaqnim de S
Araujo.
(Estava tallado e reconhecido.)
Docamento n. 8.Illm. a Rvm. Sr. eooego vica-
rio A. E. A. da Silva.Recife 28 de maree de
1367.-Devendo exhibir provaa robustas e iodecli-
niveis do servigo qne rreate ao mea paiz no lem-
pa em que exerci a eoramissio do posto de capito
do 21* corpo de voluntarles, com o flm nico de
contrariar as proposigaa degradantes que roe di-
rigi o Sr- major A. J'iaqoim Bacellar em o Diario
de Pernambuco de 22 do correte, rogo a V. Rvma.
qoe se digne de responder ao segrate :
1.* Se en o ajodei na cora espiritual qne V-
Rvraa. exerceodo dignamente a saa profissio e ha*
manitaria romarla, prodlgalison as prigas do 21.
corpo de voluntarios qae falleceram em viagent a
Comentes 1
2. Se V. Rvma. sabe qaal toi o oficial enfarre-
gndo de dar sepultura a usos infelizes a eomese
houve elle no desempeono desta dolorosa a trfaie
coromissao ?
3 Se V. Rvma. sabe, por ver oo oovir eTter
qie ea, como capito do 2|*, deixe! de corapnr o*
reas devores ?
Coasrota V. Rvma. qae d a soa resposta o des-
tino que ms convier.
Son com respeilo profundo de V-Rvma. bnortl-
dj e intil criadoFiei-line josddollrrarjela.
Illm. Sr. Flonaoo Jo.- de sflranda.-4erriflttt-
oce responder-lhe aqu roesme. Tendo a ata di-
ruita do cerrpo policial dta provincia, a qoe en
fe i addido, 9 jaoumente o ti* eerpo de volnota-
rios da patria, de que era V. .oficial (capilaO de
ana das cqmpanbtas), ambareado ne porto de
Montevideo Oo da l* de Janeiro do aono prximo
prssaeo, cora iriweoOa fliimialii, aeaaa ftuttao
di v a foi sempre e s V. S. qaem codjOvav*'a>
Sr. Dr. Moreno Braadie nos seas affazeres ea-
quaoto a medicina eoraoral, ma no des-
empeono d) Olea miBisisaie; prestando qoer do
noite, qatr do*lia a' tedas aa^devares da mala acri-
solada candada; at encarrefaodo-se dedicada t
es pootaneameeda das tobama^Ses dos eadavoree
aa.lando paroste Um, no mala das deBsas irevi
di noite, as labsspitas a incogniUs margaas de-
rfumoA.
Oatro sim, sel por oavtr a' ofienes, seus eaaa-
Miemeiros, qn t. 8. semprooe parteo mate tea
ce mo miliur, oio s na disciplina de soa coaaa^
v


\

obla, como as acjSes era que te ve a gloria de to-
mar parta.
Recife, 29 de (narco da 4867.Conefo ffario
Artgalo fcaataagto -Altes Silva.
(Bstafa satino e recorheeido.)
Correspondencias
IMi
Presidente.
Macario,
Secretarla..
. {* fcaftci
O Noo Baoo
al o ultimo
soaone, ed<
de
oa lalra
. praia|M
praso aldlftii
O LoDdoa de Brazilian Bank Limite'
descoota letras de lOft tt 40 anuo can-
fnrmA n nraen Vi Wl
forme o praso
savo Mim m pstv
NA1BCO
Olioto tarreo pa odectao 'OttaTodtiJ
aY*./ffc4*M*-~LaadeceraocAelamo.ion al-
to cuceiiuado Asarte, a satlsfagao de dyawar
eo ira eumu Velloso Soares, senda om tssidoato pelo br. Tem-
poral, oot'ro petoar. JoaQnlmTlodrigiJW T. Mello
e o ultimo peto Sr. Brandio. ,1
es xosdoi Interesses 1fcs sem cometientes, p'roctj- ^ndodeBtdo'fels por ac?to.
i*r*p^'td|rtefe#i),-Wbda-;at'- uo v ^ ^
ihefras tratintftes q%e nsft- bemem f***>pe1), ALFANDEGA.
ha araucano a eooUnai faie-lo._Mm._qne aja djrj_e 9mMmaak. -rt Jrt : de abril..... 43v6fi0dUi&
sSeJa-WKptJSto a sua a.o, fiFt.dctvo Tosteos R**-Mnto do Ic a *" ---------------
Muito disseram,sriores Redactores, os autores vaftolM Mhi*o?ao fiw*!>d*a...
dos tres commoaiedos, us lajve menos, infer- ?" ^J"r' .
ruados, qae to darWndo ene.ixotado malta panno VWM'' i ~
para as maga; pelo qaa ae levado a recorrer; n^r-r-t-i Wid* .rf
nm, par. umbera contar o \^^ ^^SZSZSt^.
Arremataqao
da vafa|
ta aut
la ama
a, tito
ido em
assio como ama pane ao sobra-
_ andar sito' ua,rua do Amorim o. 3
aliado em M VM>or (tecaejio de Narciq
Jos da Costa Pereira contra M
jojk ypVrfpjHTfi^ya
cMateint de compras
u.conaelhq prwnoie qo d | de ab ti .prximo;
viadoaro, f>flfi *> PP*t" Teb?tHi
Sitio do Forno da Cal n. 8.
Secretaria da Santa Casa
Recife 38 de marco de 1858.
da
. IBOi
Misericordia
horas da mantisa, e sob as c
compra'dos segointes ohjec
174
174
348
-PWVBW-farinM ae trigo.
qaa sai a respeito da murta eonbOBido Velloso. R
Por ordem desee tal, bavia em am dos ecoodri- 22^TIS^r.
jos do trapiche, ao aira* da ama porta, om formt- ^JS^mSXS^^S
davel fc7ritaan.es uma pipa sera lampa, onde ^^^^JS^JSS^-
se deposita va o asacar derramado dos saceos, qaa B
provavelmeute de proposito e>iomvam on se des-
cosiam, por eerem fraet* od*- WiflWteo por se-
rem cortados a asavete* oae. at&rne o derto, o
que Verdarfe tjue 1 nlo habita va oenhum
Di >gues; porm asseeer magna qnantitn,
enjo immenso barril se esvastava peridicamente
a proporgao qne se ia aekajRlo, petos ftdadorm
dos haveres do Sr. do prnaemo.
Este aano porm desapareced, essa HUMiiaie
p+at pesar eVqa> *loem 'fti *qbb TaWbvram-
M para o solio attm fle nSo dar mnilo vista,
Ddrt coqtiaaa a eaereer kiaoda.a'aipente.o esesmo
cm. E* incrivelI... O Sr. do trapiche revi-1 _-=--------------------------------------.---------------
Umaio. om raagaoao bam experto I Como se
^iTci^Tr """ tmKtm M P^!RioGrand.dr.5rl^rae3Lona. Otke-
E nioVuem diga Bs 1 t*s que elle leva I ', id*+ toneladas, capito Francisco Jos de
por cida sacca urna exorbitancia, um esbolno. Oliveira, e90ipagem 13,
teito aos agncoltrei das -AiagOas, peV que, o
[dicciJes do Wm,
"o maienC^tr.
mada : 2 amarras de 9|8 de grossura da '90 a
Barca portogaenrStmp^tlna
Samaba bespaoholaPrompta dem.
Samaca bespaiefiolaOndina -idem.
Escuna austracaHetmedem.
Escuna anstriacaSuperdem.
Patacho holstenseJofcannaidem.
RECEBEDfilA E KENAS INTERNAS
ERAUS.
Rendimento do dia 1 de abril..... 1:817*971
___----------
bracas, candTeirs de metal para pbaroj,Jj
compasaos, O dutias de canelas pwa peonas, lt>
camisetas de brim para uferanr'ia, O arrftba8t
estanto em verga, 600 folnas de cobre de alij,j
arrobas de graXa flo Rio Grande. t.lO UWW'di
pregos rtecebre paja forro, arrnh; a. ^^
de cobrerlaares. 24 arrobas de pregos de.eubrc
de bait..1- 21)arrobas da pregos de cobrada 4 pol
tasadas, i* arrobas de pregos da obre de 5 pol
egadat 300 rV" e ''. '03 llraliobas. I.40C
ribrasdtinia?erJe.)0*d:osdfl 43 3|4 polle
atlas ingiem de com^iment e 10 1(2 de lafO:
vergoaleas de pinito de 3a ps isglezes de com.
primelo a 10 pal legadas de diametre, 2 vergoo
teas de (-'.oho de 39 p Ingtses de comprlmeoto e
8 po.1 legada de dimetro, e I vargODieas de pinbo
de 42 p3 ntflezes'de coflspriinenlo e Id pollega-
das de diametj-o an ua posta e 10 na mitra.
Sala das sessS^s, do-eonselho de compras naraes
30 de marco da 1867.
Osecrelario,
Alexaodre R jungues dos Aojos.
fallida de Sebsliao lote da Silva e mandado i
Ilim. Sr. Dr.jaix da dlfdito especial do commerel
a lellio da loja de Utfigens cima menciona,
im umou mais UUi a vontade dos licluta|a*, Aem c
al hM^rte-djs beos-da referida massa, o iaf BM
rtv esta' em poder do referido ageote a ei.a-
me dos preieWentes cujo leilo lera' lugar no ilii
HOalE.
mesmo estabelecimeiite
as H orasJp ponto na
fJIl.AO
*^ DE

MOVIMENTO DO PORTO
homem grita as armas, fai valer t setis dlreitos e
proeara convencer qae ama bxgatella, sendo os
assacres da^uH* provincia Ij bem acodiclo-
fad.s em sentrapicne, e qiie tao connecillo o
sea zelo e actividade, qnn s apedldo de iodos os
senioras de eogeotlos das Alagis. por pmeio de
um abaiio assigoado, pode oblar o previlegw de
qoe gosa dn gosou o seo trapiche; o qae inexacto;.
porque somente algn* assignaram como disto dou |
proas, fe preciso or; mas qae obsta qoe todos
assigoasem, ou mesmo alguas se exfotcassem
para qaa Ibes fosse concedido este privilegio, se o
sontior do barril, abnsou da confianza qoe tbe tol
depositada, pardea o concert, afastoa-se de seas
devere*, praticando infamias da orden) das enume-
radas? merecer'anda am semeihante extorqui-
dor da amisade a conllinca daquelles, qae o qai-
ieram proteger t Creio qae bao.
O Sr. majjr Maooei CtvalcaBie, rico proprieta-
rio em Alagis, sendo eorao amigo do Sr. Ma-
noel gnaciu da Oliveira qae promoveu o abaixo
assigoado, presloa a sua assigaatara priacipiou,
a maol'.r os seas assacares para esta praca, re-
onnecendo aluda com tempo, que o tal prevegio
tioha fecSes de monopolio, cessoa de fazer coa-, O Dr.
sigaaedes de assacar para aqu, com o que nao
deixoa de apfoveitar maito.
carga 8,872 arrobas' de
carne ; a Mala & Emirto Saato.
N'tvtos entrados no da 1 de abrit.
Rio Grandn do Sal-35 das, bngae nacional Mar-
ques de dunda, de 208 toneladas, capilo Julio
Aunu-to de Carvalho, aquipagm 11, carga 1,000
arrobas de carne ; a Ullvaira Fubos & C.
Rio de Janeiro a RiliaVapor americano South
America, de 2, ISO toneladas, com mandante Toa-
kiepangh, eqaipagem 68, carga varios gneros ;
a Henry Forsier 4 C,
Babia10 das, barca ingleza Lancrattta. de 399
toneladas, capllic Ljryman, aquipagem 10,
em lastro ; a Mills Latbam & C.
Nato sahiios no mesmo dia.
LiverpoolBngae iagfex Cantoo$, cipitao Mitoe,
carga assacar e algodo.
Liverpool Galera ingleza Melbone, eapltao Wailer,
carea algodo.
Njw-fork, S. Tnoroaz e Para'-Vapor americano
South America, comrnaodaoii Tenklenpangb.
EDITAES.
Cobra o traplcbeiro Velloso lOOris dearmazem,
89 ra. d> peso (sem o pesar) 60 da descarga, 100
de beneficiototal 340 res. Recbenlo esta qaan-
tia pr cadasacco, em 100:030 saceos, termo me-
dio, qae entram no armazem anoualmeote, lucros
abieatella de 170:0308') rs-. nos Woco annos do
contracto, afora os torrjs cmJemaados a prisao
barrUalua. .
Nao gaaha nada, porm em compensado esta
com a barriga lio cresctda-----
Ora, tendo a provincia das Alagoas, um graule
cunero de engeuhos e tazendo qaasi toda sua ex-
emporlando daqui
Tristlo de Alencar Araripe, offieia'
da imperial ordem da Rosa, juiz de direi-
to especial do commerco desta cidade.do
Recife de Pernambaco, sea termo, por
Sua Magertade Imperial e constitucional
o Sr. D. Pedro II, a quem Dea* guarde
etc.
Faco saber pelo presente que Thomaz Jef-
fres como administrador da massa fallida de
Rostron RoockdrC, por seu advocado me
dirigiram a pecSo do theor seguinte:
Iilaa. Sr. Dr. juiz do commerco. Diz
Thomiz Jeffres, etc, como administrador
r'tacij para esta provincia, a c
Aoiu gneros a mals fazealas, necessarios para da missa fallida deR)Stroa Roock & C, que
prover as suas precisSes, sendo quasl todo com- cbeganlo a sua n)ticia, haverem Mells L>
nurcio disuena p'oviocia, sujeito ai desta, coase-j^an & c.. coujo procuradores de Uniau
CniA^neota iadirete,o qae nao de.xsida ser^uoJ.Banck re iU6 ido O deposito das quantias
S^iEa!? nS m?adaa?*.?suS,"scl^;eXi.tente m mo do suplicante, e dasqae
sadjsa* vonladeeao- caprich)s de um irapichei- se nao tem teito deviniendo, em ra/.o da
r i sem Criterio algara, e nada zelador do qae esta
sob a saa guarda, a nao Iti- perleoce.
Qual a razio, qual o direi'to de que se acha re-
vestlo esse tal Velloso, para qu* todo assacar
viodo de Al 'gas, seja smente recolhido a seu
trapiebe da companhia do T... T
Da certo nao posso comprehender; se por que
gosa de ara previlegio concedido pelo governo, esie
ja' ni) exista, ja' espiroa o praso marcado pela
saa d iraco, os claco HIM, ja' la' foram. raa-s
alada esta'em p iSodes^agra^ada graja. Todos
os agncaltores alagoaais, quenam-e amarga-
Hieate do logro qae sotTrem, pols nao possivel
encoutrar-sa naa sacca se quer, em qae nao falte
aseaear, variando semore para meaos.
E nao poderem esses bomens lograr, mandar
descarregar em oatro qualquer trapiche, oade se
pig% apeaas 8 J ris oor sacca, e ha todo cuidado,
ordem e asseio, (o qae tarabem n) se v no tra-
piche Vllwo), vindo a
de 3):0d<>J'30O ru, que
inwte p*r* os bolsicnlos do patro, e om sea ca-
zeiro. E' b mito I
E--e seu caixeiro diz a quem qaeira ouvir, que
Boob-taote nao ter recebido todos 03 seas ord-
nalos, ;a' leader de um escravo a daas tabernas,
comprados depois qae entroa de caixeiro.
Aprecie o publico e o g iverno do paz, se nio
so mii< que justas as reclarac5s feitas alta e
pjderosameale por todos os agricultores e cora-
m '.reanles das Alagas, que para esta pro'viacia
tntalam os seas assacares, bera como os dos seas
cora ni anos, lateo assaz safflcienta mals de 5
ana >s de arrumacSes lncias, chegoa o tempo
de acabar com semeihante poaea vergonha, basta
de proteger a lio asado descaramento. O bem
geral da provincia o exige, o governo nao deve
esqiecerse da lio patritica provincia, se bem
qaa mirtyr desda que pelas saas proporedes, nao
pode anda ter am commerco iatepeadeate exclu-
zlvameate sea.
Ao tiomem livre escolher o bem ao mal, dece-
dir-sa eatre ojnsto e o iojasto, cooceda-so aos ala-
go >n* procurar o trapiche q>i* Ihe coovrer
Recife 30 de margo de 1857.
Maooel Joaqaim B. M.
ati- JL- -------- "
PublicacSes a pedido
KLEC^iO
do i joizes e eserivie, que teem de festejar a tossa
Sendera 4 Bea Parta erecta aa igreja e S.
Seb istia de Olinia no earreite ana aa e
4868.
Jaises por eleico
Os Hims. Srs.:
Teoeote-coronel Jt-s Cardoso de Qaeirz Fonseca.
D*. Migaal Figoeiroa de Paria.
Capitn Js Joaqui n Lopes de Almelda.
Augusto Coeio Leite.
Eserivies por elelelo
Os Hims. Srs.: i oh ||
Taoante Miguel Carlos de Faria.
Tralno Gomes de Paria.
Luiz Pioto da Costa.
Juio Coelbo do Roarle.
Julias por eleicao
As illmag. e haw8**\ alAo
D. J.sepoa Mari*JoMtW f* Ooceifao.
D Theodora Pralflftc* Mnofa. v
D. Mara Alexandrina de AUjaqnerqoe.
D. Joanna Victoria Brito da Lunha.
Kscrivias por eUiao
As Tilmas, e Eimaa. Braa.:
D. Jjauta Fraocuca da (bocelete.
D. Casimira Calorinda da Coacmgao.
mmatmmmmmammmmt^ntm
querto molida por Rostron 4 C, da Babia,
e do desp^cbo proferido por V. S., na con-
formidide dodWposto no artigo 880 d i c-
digo do commprcio, vetu respeitosamente
ponderar a V. S., que para baver o deposi-
to que se rejuer, preciso a maioria dos
credores. segundo o disp >sto no artigo 866
do dito cdigo, que alm de serem os sup-
plicetites os nicos credores que pedem es-
ta provideicia, grande parte dos outros se
oppem a ellas e*o3o julgam cobveeiente
cono se v do documento junto, que o sup-
plicante n8o divida fazer, edesde j requer
o devidendo, do que restar, dediuida acuan-
tia sonre que versa a questao, e ordenou V.
lucrar a provincia perto'S. que fique sem effeito o despacho.Pele
vio iiiegai e iiiiguirai- la y. s. assimo mande, espera receberm^r-
c. AlcoforadoE nesta peti(?odei o des-
pacho seguinie:
Reconbecidas as firmas dos dous docu-
mentos juntos, volte.Recife, 22 de mirco
de 1867. Alencar Araripe. E tendo
supplicante satisfeito a este meu despacho,
dei na mesan peti;5o.o despacho seguinte:
Proceda-se ao devidendo; em quanio ao
n3o recolhimento do diubeiro restinte, se
jam ouvidos os credores todos, marcado o
praro de 30 dias, sob pena de se fazer effec-
tivo recolhimento ao cofre especial Reci-
fe, 23 de mar?o de 1867. -Alencar Artnpe
E por fora deste mea despacho res-
pectivo escrivS), que este subscreveu e fez
passar o presente, pelo theor do qual cha-
mo cito e hei por citados a to los os credo-
res da massa fallida de Rostron Riock 4 C,
para que dentro do prazo de 30 dias, com-
parecam ante e?te juizo por s oa pof seas
procuradores, afim de aliectarem o que for
a bem de sea direito, relativamente ao con-
teudo da peti;ao do supplicaate qae aqni vai
transcripta sob pena de se fazer effectivo o
recolhimento ao cofre especial.
E pan que ebegae ao eonhpci ment de
todos maodei fazer o p-esente ed tal, qoe ser
do nos lagires do costume e publica-
dos pela imprensa.
Dado e pascado nesta cidade do Recife,
d Pfirnamnuco, aos 27 de marco de isfl.
Eu Manoel de Garvalbo Paes de Andra-
de, esenvo o subscrevi.
MMMEBCIO.

IAC" O RECIPE 1 D iMl
A#*2dWs da urde.
^ (SflWiaw'Sl de manjd.)
Aigadto i- serta 9000 por arrobt
fMote.}
Asardiaseava*rffanaricaoo) -U1W por* arroba
Assacar itueavado. purgado_JH50 por arroba.
ilvelra
A cmara municipal "mista idadh tdo "ib
proceder no da 3 de febril pYoximo ruturb fe apn-
raco geral de votos para deputados a assembla
geral legisl itiva pelo 1* districto esja provincia,
convida de conformtdifle cum o que dispdeo | 12
do art. i do decreto o.8W de.19, de setembro de
1855 e art. 25 dio d-creto n. 2621 de 22 de ago'lo
de 1860, aos etltores 'dos colfgibs qd* eompde o
mesmo 1* districto, para assistlrem a citada apu-
raos j no dia indicado.
Pago da cmara municipal do Recife 29 de mar-
90 de 1867.
Loii Jos Pereira SlraSes,
Pro presidente.
Francisco Canato da Boa-viagem
___________Secretario._____________
No da 2 de abril do correte aono, val a
praca por venda perante o Dr. juiz municipal da 1*
vara, na sala das audiencias, logo aps a respecti-
va audiencia os seguiotes objectos : 30 cadeiras de
amarelloeem encost recortado, avalladas por 75,
1 espeibo de qaareota pollegadas com molduras
donradas a algum oso, avahado por 25, am can-
deeiro para gaz com 14 lazes, avalitilo por 10J ;
os qaaes bens foram peoborados a Maooel Francis-
co de Souza Magaibaes por execueso 'qae Ihe eoca-
minba Antonio Jos Castro Azevedo. ,_____
C^MPAMlirPERMBCANA
A gerencia desta companhia faz publico para co-
blico para conheeimento dos Interessados, que as
sahidas dos seus vapores para os portos da norte,
lero lagar d'ora em dame nos dias 15 e 39 de ca-
da mez, por ler essa mudaoca merecido a app-o-
vacSo de S. Exc. o Sr, conselneiro presidente da
provincia era consecuencia de haver a co i pahia
do Rio alterado as .sahidas dos seas paquetes.
Desla sorte sero os nossos vapores portadores
nao s das malas, qae da Eur pa se vencem no
oosso posto oos dias 14 a 28, como das qae dos
portos do sal nes veem pelos vapores transatlnti-
cas, e se veocem nos dias 15 e30.
COMPAMHIA PERNAMBCANA
De ordem do con*elho de direceo paga-se o 2*
dividendo desta companhia a raza > de 1OJO00 por
accao do dia 26 do correte em diante, no seu es-
eriptorio do Porte do Mallos, largo da assembla,
Pela administradlo do eorreio desta cidade,
se i.'?, publico pa.a os ros convenientes, que em
virtade do disposto no art. 138 do regulameoto ge
ral dos correios de 21 de dezembro de I84V, a art.
9 do decreto o. 183 de 18 de maio de 1851, se
proceder a consumo das cartas existentes ua ad-
ministrado pertencentes ao mez de marc> de
186i, no dia 4 de abril prox i mi, as 11 horas da
maotia na porta do mesmo eorreio ; e a respecti-
Adrainistraco do crrelo de Peroambuco, 25
de margo de 1867.
O admioistrador
Domingos dos Passos Miranda.
Salta Gasa de Misericordia dt Re-
cife.
Pela secretaria da Sama Casa de Misericordia do
Recife se convida as pessoas abaixo declaradas para
qae veobam requerer a retirada do collegte dos or-
phos, dos educandos contentes da relacao abaixo
publicada, os quaes, tendo atiiogido a idade Qxada
pela le para asuaeduc cao, (orara pela Illma. jun-
ta mand Maximiliano de Lima Ribelro, alunado do Dr. Jos
Quintino de Castro Leo ;
Francisco Severmo Brrelo;
Secretaria da Sbta Jrsa re Mlreri\*rdfa d* fre-
eife, 28,de marco de 1867.
O strfvSo,
Pedro Rodrigues de Saza.
HUri-lfdW lo
___________ JJedroRod
Pela flscalis5ao"di fra
fax publico a quera loteresiar1
em deposito am bol mansa
sitio oa Passagem.
Picn tran,-f ;rlda para
remllelo do sitio deooraloado
ua de S. Loorenco da Malta
dameoto, pelo lempo de 3 a
annaaes.
aUdl Hpfobilia de Jacaranda eontendo 13
cad|frasdo#atoicao, 2 ditas de braeos, 2 dius
^de bataneo, i sof, 2 coosoios e mesa redooda
aompedra, om rico plano anda novo, ama cama
Iraacexa''guarda roupas, am rico toilbele de jaca
'Nona, nm aparador de amarello, ama mesa els-
tica, cadeiras avalis, ama banca para escriplo-
rio, laoternas, candleiros a giz e muitos ontios
objecios qaa estarlo ex pos tos ni dj|a do leilao.
Qoiata-f^ira 4 de abril.
i O agente Marlips/i|.Jeao por coota de uioa
pessda que se retira para ^or da provincia, dos
u. m"- objectos cima no primelro andar do sobrado 4a
RetH-ttdafcftstfca ^^a!4>^^^^^aC'0^^?^qI!g?^^^^a. S5>.M u hor>t do.^ a Sr. O. de Lacerda ^'ip.tea. lowr, o^laaminiado para b iTIC] |a ** das duas lojas de ferragens da massa fallida de >e-
tlallU fc^tiao Jos.da Silva___________________
EAT]
DE
Quan? ra 3 I abril
LEILAO
Segae-staVattaeota^ie da'coandm m.l"eto'*8ti# e tafc-*-' A^tf--*!-
Precisa se deam servante pa:a ioJo serv co ha-
terno e exteroo de om colleglo : a tratar oae o
director o coltogio da orpbaaana roa da Glartr.
2 Adolpho Cario a ena seobora wbdllos hract-
leiro3 se reliram para Europa.__________
Pardea ce urna letra aceita -pelo Sr. Praaeis-
co Gomos doAraojo Visconeellos. da comarca de
MaMWMhyaa qvantta da 9,217,1600, sacada om 9
o 12 dsfererelro Himo a'prato de II nwMi,
caa hHra oo esuva alodt asstgnada peto laaidar
o Sr. implido Oiavo Coelbo da Sil vera Barran, da
provincia das Aligoas, e para evitar dnvtdas te
taz o presente annanclo adra de qae ningaila la-
ca iransaCJao qffl 4 reftfda letra e, no tasj da
"er sraffenoontrada pode aer entreeae a Sonia, An-
drade & C, ai ra do-espo n. 8.
truaB 'adedetassa Seahira
Httew
Emnomeda owia regedora e em Miada da
cqtJvlUjq.ae me fez a irmaodide do Seobor Bam
Jess dos Passos, convido a.tados os noaeot iraetas
a epmparecer na.lgreja da-jiladra do.Deoe, tu-
fera i do correte as 3 bofas da tarde, afim da
acompanbarmos,a mesma procissao da igrja, do
Carmo parata do Corno Santo.
Maooel Jos di Silva, Oiivoir*,
Ey.rrvjo.
-*"-------.-"1fc
imiraoTO do Sr, G,dajLjacei;da,i9roidP, d> ?
nooljirqsqe msica eiecatada pela 5r> D. Falco
e o' S'r. C. 'd'e fhttk'rl/.
Um marido atrapalljado.
ao espectculo o vaudeviile em am
Dar fin
acto
* CORDA SHfiHKU'
Pelas Sras. DD. Eugenia e Cleliae Los 5rs. Cis-
boa e Tetxeira.
Comecara as 8 horas.
ffld
ttrrUa % di
te. UUa
avisos MARTIMOS
Barca Suva
Pretende seguir. para Lisboa e Porro cora a
maior brevdade possivel, trata-se com os sens con-
signatarios Amonio Luiz de Ovei/a Azevedo S
C, no sea escriptono roa da Cruz n. 1^_______
CflMPASfHlA
DAS
Messageries Imperiales
Segundo um contrato feito entre a administra-
cao do eorreio fran :ez e a companbia das messa-
geries imperiales, os agentes desta esto autorisa-
dosa receber qaalqner qasotia de dioheiro, que
sera reembolsada pelos correios de todas as cida-
des da Franca, Italia, Suissa e Blgica,
Pan ottjo de Jan ir i.
Pretende seguir cora murta brevidade o patache
bacional BEBERIBE, por ter parle de sea carrega-
haenio prompio, para o resto qae Ihe falta e escra-
Vos a frete para os qaaes tem excellente comtno-
trala se com os seus consignatarios Antonio
de Oliveira Azevedo & C, no sea escripjorio
da Cruz o. 1.
vos a
do: I
Luiz
ra d
Para Lisboa.
Vai sahlr com tVrevIdafle o brigue portugaez
CoHstanle, por tur paite do seo carregamento
prompto; para rest>, e psssjpelros trata se com
Oliveira Pilhos & C, lar^-o do Corpo Santo n. 19,
oo com o capitn M praca do Commrcio.
Para Lisboa
Pretende Seguir *m mnft brevidade 6^ otacho
Fernandes, tem parte de'soa cirga ngjatf-, para
o resto que Ibe falla tratase com os seas consig-
natarios Antonio Laz de Oliveira Azevedo & C,
Oo seu escriptorio roa da Cruz n. 1.___________
Lisboa e Porto
Seguid com a maior brevidade possivel
va lisia se acha desde ja exposta aos interessados. aVgalTa porlU^ueza Noca Fama II, de pri-
4 dminitfaA*A rt.% n.w ->ir\ A .i OrnimhilCA 9r *"________._!_._____! ^ a^l ._ -* Ja
antro fo lorrente
ia rmi tofwt
itieira marcha, p^jr j ter a aaior parte do
3eu carregamniito eogajado : para o resto e
passage ros, aos quies offerece excelleotes
commodos, trata-se com Cunha Irmosdt C,
fa o* leilo'das ira
^drHltfinsfqe"ria,P* <>ia
Sr-gtmdaifeii'a 8 do crrante.
Qaango tara' ttgar to Meto dia 7em po.^to, m
sen es^ripiofjferja^lpi^adea n- 4,primeiro jndjir.
"A SABER
Um sobrado de 2 andares edificarlo em chaos
proprlos na ra do Amorim n..6.
Ura dito de 3 andares em chaos prbprios na ra
do Amorim n. 27.
Uma casa terrea om chaos proprios, na roa do
Burgos n. 23.
Ura surada de nm andar e sotao da roa ca
Crnz (Recife) o, 61. era chaos proprios.
Ura sobrado de 3 andares e sotio da roa da Crtiz
n. 27, em ebJds "proprios.
Ura sobrado de dous andares e sotlo da roa Di-
reita n. 54, em chaos proprios.
Um sobrado de 3 andares e sotao da rna do En-
cantamento n. 12, em chaos proprios.
Ura sobrado de nra andar e soto no pateo de S.
Pedro n. 3, era baos foreiros.
Um sobrado de om aodar e soto no largo do
Terco n. 18. em chaos proprios.
Qnarla feira 10 de abril.
O agente Pinto legalmente aulorisado fara' lei-
lo dos predios cima mencionados os qaaes se
tornara recommen lados ja por serem edificados
em boas roas e ja' por serem quasi todos em chaos
propr os, o leilo sera* im*eetuado as 10 horas do
da 10 de abril em o escriptorio do referido agente
a' rua da Craz n. 38, oade podero obter os pro-
tendentes qaalquer inf jrmaclo a respeito dos mes-
mos predios.
i i i i i i.
AVISOS Pitasti$,,.
i Preciza se de uma ama de leile forra ou e;
era va : na rua e S. Fraocisco p, gQ, .________
LOTERA
rfaaaaotelaheifo om
iMMifrd
sen logar: a
las orpbSas na
na*
o director
loria.
txaraer
Servente.
ITSi
Aluga^e
Um exteiltntmeiHo na
Almas em Bebdrjtoe aooda
'libada com o Arraul,
hte'tle'lWfoa, 'casa lem
5 ,6*rP)F/ cosinhToVa^ solio,
ra, etnrlMna -nanUBlfo.'com'Sex--'
baa,'-grlnneDirfa,TG}n pdB'chr Te
*** de tfptm^dla'la'mHWt^itodo'nno j
Tasso'no sen sitio ou no Herir em sen escriptorio.
Precisa-se de ama-jma'paraincTarl4oai*W
om mimlno ; na roa 'da fitrperlrlz n. 34,' pr/meiro
andar.
Ji6 Lio.mugues Mala auraio^u cur*ll _
a todas as pessoas qoe se dignaVam '-asistir.'
exequias qoe se Qzeram a sua presada **o>a1
Fraochca Hara dos Sanios Maia. ha malrtt da 8.
Antonio,'Mieeida de oa 30do [la'saBo.'c'coovIln
a todo' os seus amigos a prenles para aasMir
missa do stimo dia que lera* lugar no da T do
corren .*. na mesma malrix pelas 7 horas da roa-
uba, e desde | agradece o mesmo obsequia.
(rmandade da ivia Espirito rgato
erecta ao eonv uto de %. Ki a ica
Por ordem da mesa reged >ra convido a todos an
oossos irmaos para comparecerem na sexta -ira
5 do cerrehte no consistorio da mesma i rmandade
afim de encorporados acorapanharem a pracissAo
do Senu' Bjm Jess dos Passos.
Ao mesmo tempo roga-se a todos os irmaos fM
tiverem capas em sea poder manda las entregar
ao nosso thesoureiro.
Coosislono 1 de abril de 1f 67.
Joaqaim Moreira da Silva,
Secretarlo.
lenco.
Jos Francisco de Carvalbo faz publico qne
ca assigpou enem assigoar caria de Qaaea
p issoa algu'm, sendo porunl falsa toda a*a4-
Recife 2 de abril
quer Q'ie appare;a.
de 189.
A ma de leite
Precisa-se de nina ama qne tenha bem laiit
ra amameniar ara recemnascido -, a tratar oa
Drteita o. 89, 2 audar.
Na roa do Padre Floriano a. 34, precisa a
de urna ama para o servico de casa e roa, paga-te
bem. ___________
Ama de leite
Hi roa da Penba n. 25, segnnio andar, pred-
sa-se de uma ama que tenha bom e abundante
leite.__________________.
. Precisase de um caixeiro pequeo ; oa roa
Dlreita n- 72.
AOS OOOO^OOO
Carr^ sexta-fein 5 deab il.
Aeham-se ven la na respectiva tliesou-! Precisa-se de ama ama que salba lavar
raria, i rua do Crespo n. 15, os bilhetes, jengommar ecosinhar com parmca
meios e quartos da Ia parte da 1* lotera a
Parft.
roa da Madre de Deus n. 3, ou coa o ca- henecio da Igreja de Santo Amaro das Sa-
pitao na praga._______________i linas (13a) sendo a extracSo no lugar e
"ihora do costume.
Os premios de 6:OO05)0O at inAflOO
O veleiro e bera cenhecido hiate Lindo Paquete, g^go pagos uma hora depois da extracf;(i
a chegar do Maranbao por e,les das, recebe carga ^ ag 3 ftorasjja tarddj e os 0ulros depois
da distribuidlo das listas.
As encommendas sero guardadas somea-
te at a noite da vespera da extraeco.
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
para o Para' aonde tem de segoir; consignatario
Antonio de Almelda Gomes, a' rua da Cruz n. 23,
1. andar.
Maranho.

Tmto de Alehcat- Arariptt.
KECIAIACOIS.
____
Santa Gasa da Misericordia
do Recife.
A (lima, junta da SanU Casa da Misericordia do
Recife, recebe p'opostrt pata arrudameoto das
casas abaixo declaradas, que achtfldd-le arruina-
das serio arrendadas por qualquer fr$>, fftiffln
ta itpibir de as concertar:
Estabaleelfaeoto decariaade.
BaaOtNtaa. M.
Roa da Hoeda a. 37.
Roa do Burgos n. 2.
Roa do Pharoi n. 72. .v!
Rna das Coelhos n. 94.
Beeon dt Abreu n. 2.
Patrimonio dos orphios.
Ro* # Cacimba a. i% **
Rua 19 Amorim 0. 26.
neodenies para melheres esclarecimeolos
dirigir-sa a esta secretaria,
na da Santa Casa da Misericordia do Re-
de marco de 1867.
aadrWa
Santa Casa dt
ttectfe
Teodo de flniar-se e 30 d
aaoo, o arteoaraeot dto Sltt d B d IWtuer
propriedade da Santa Gsa BwerieoWVi, a lllns-
trissiraa ianta admmislrativa n'da tftr publico
a quera cOnvier, para que cora nleeeneacfa o vo
examioar, atada de aprestar'ffl fdal jWrftpostas,
que serao receSidas nesta BacrtaMa, JfjqiaB^e da-
rio todos os estlareKmWTOS pfScTsTW 4 interes-
sados. ___
Secretaria da Sarta tesa le 8]sHc4rlii do Re-
cite. 21 de marco de 1867.O esenvt Uterino,
Pedro Rodrigues de Sonta-, ^_^w
Saata Casa de Irarmctrn t Re-
Pela secretaria da San Gasa de Siiaricrra de
Recife se convida as pessoas abaixo declaradas pa a
que veobam reqaerer a retirada do corregi das
orphias, das educan las tambera adiaote menciona-
das, as quaes mostrando pouco desejo da continuar
no collegio, a fllrta. junta administrativa deiibeion
qne fossera entregues a' seas prenles ota pessoas
que oor ellas se ioleressam, na cooformidade do
art. 48 g 3* e do art. SO do regalamento daquelle
tabelecimento : --
Alexandrioa das Virgens, filha de Anna Joaquina
Soares de Meodonca, moradora oa Capnnga ;
Niomisia de Luna Costa, ir m a de Mauael de Lana
Costa, morador rfla da Ouz.
Samaritaa, niha de Rosa CTaadina -,
Leocadia Hara da Conceicao, Sitia de Marta Leoca-
dia ja fallecida;
tdallaa Magalbies, fllha di Mara Magalbaes, Ja
fallecida ;
Francisca Izidra;
(arteria dos Praieres;
Secnftarl da Santa Casa de Misericordia do Re-
cite, 28 de marco de 1867.
O sertvio,
____________- tfedrt RorUgnes de Soia.
Santa Casa da Misericordia
do Recife,
A Illma. j anta administrativa da Santa Caca dt
Misericordia do Recife manda faier publico que
o dia 4 de correte pelas 4 boas da tarde na sais
desaas sesadas, tem de ir i praca a reoda das c+
sis abaixo mencionadas para serem arrematados
per alnguel pelo lamp de asa a tres, abos.
Os pretenden tes devao apresentar carta de fia
oa serem acomwrabados de seas fiadores c
carta* Sol ftlsthoes.
EsUbelecinenU de earldade.
Roa dos Pateadores.
Gasaterrean.il........2i6#0C
Rna da Gloria.
aa-$Sru-_ _. .3l4*sV);
O patacho brasileiro Volante, capitao Travassos,
segoe brevemente para o indicado p rio e pode
ainda receber alguraa carga; Ira a se com o res-
pectivo consignatario Antonio de Almeida Gomes,
rua da Cruz n 23,1. andar. .
Lisboa.
Saques sobre Lisboa
Oliveira Filhos & C, largo do Corpo Santo ti
9, saccara < >bre a praja de Lisboa.
Precisa se de um caixeiro de 16 a 20 annof
qoe tenha pratlca de padarla, afianzando sua con
Pretende seguir com brevidade para o indicado -
porto, e recebe car*a a frete o brigue portuguez ducta j_na rua do Rangel o. 9.
Movtmento, capitSo B; anco ; a tratar com o con-
signatario Antonio de Almeida Gomes, a' rua da
Cruz n. 23,1." audar.
r 11 ni-" """ J.....
LEILuES.
c
Pelo agente Euzblo.
De ama casa terrea o. 9 aa rua Imperial e oa-
tra no fondo desla de n. 14, sita na rua do Xas-
cea.
Um sobrado de n. 40 silo a rua de Santa Rita.
Um sobrado novo ..inda oor acabar de repartir
na rua de S. Jota em (reate as casas novas do Sr.
Avila em direecio ao gazametro.
Uma casa terrea de o. 46, rua da Codeito,
nova, feita a moderna, com grande quintal,bem ar
bortsada ; o- preleodentes queiram vir examinar
com antecedencia para naquelle dia effecluar-se a
roa da Cad'la n. 3, Io andar. .....
DE
Aiuga-se o sobrado n. 36 da rua da M
dre de Djos, com bastantes commodos o
oltimameni pintado a forrado de papel :
trata-se oa mesma casa das 9 boras ao
meio da. ,_______________________
O Dr. Joao Vicente da Mlva Cosa, pode ser
procurado na rua da Alegra o. 43, em casa de
.aa mal.
Ama,
Precisase de ama ama de leite
.5.
na roa Nova
av;ir|;>dai).
noJE
Terca-feira d abril as id horas em ponto.
. Patn Nash A C. far&o leilo por loterveoco
do agente Pinto e par conta a risco de quem per
tencer de aitTereotes madapolSes, algoddes, risca-
^oiVot^t's-^S^kVAsmla)ne,i'i{0 horas
*j dia cima dito m armatem naval dr roa do
5,fcV6 oras.
-a.
Casa terrea a. 1?. 1
Dita D. 8.
o Padre Floriano.
*das Ca'rvalkas.
Ptriit' de raka
Roa da Seaxala Vaina.
Cata terrea a. 16 h.....
Roa do Encantamento.
Sobrado de dous andares a. 11.
UlwtJWr't? SftioeS
r#fHHMh dos eMfa'e% Jfsae di masi
illitUdtSebantitoJosdailvlemaaidadodoIllm.
r. Dr juiz espacial do commerco far leilao da
1 de ferrageos aeima mencionada em nm oa
ls lotes a vontade dos licitantes, a qual ra par-
os bens da referida massa, o levantarlo esta*
poder do referido a^niK|KMP0S PreteD'
ites cojo la'l^fiaj#gtjBU f terca-felra 2
j ab/il as 11 horas eoa nonio aa metmo esubeie-
Ma e ferrai*
Crjrdttr
a* reqaerimento dos
rna Rava 3
a mas'
Precisa-se de ama ama ara comprar e cos-
nhar para nma s pessoa : na rua da Gru do He
cife n. 13, 1* andar.____________.
O rapaz que annaneloa qaef&r associar-se
para compra de taberna po le dirigir-se roa da
Matriz n. 38, r hdar.
Na rua estreita do Rosario n. 27, se dir'
quero da' algnmas quantias sobre boa garanta a
premio maito razoavel. ip#lj
S*1*"A*^"f",,l
S
Bacharel lanoe Joaf aim Sijfeir
N.
7A
I
1 A Rbt do Cre>po-N.
im_ andar.
mu
Tose Pereira Guimaraes Jnior declara palo
presenta qaa daixoo nesia data da ser caixeiro d.
companhia Pernambacana, e qae por semelbanit
raza oo esta' mals a seu cargo a cobraoca de
quaesqoer contas da referida companhia. <^^l
dos
rWro
seobores
comettfi
i qdim asas muito grato.
Reta 24 de mareo de J867. ^, y
Joapusn Gomes Cardoso.
engommar e cosinhar cora p-rf-ic'n para casa da
duas pessoas; a tratar na rua da Deteuco n. Y,
taberna.
Dionisio G ncalves Maia e sua senhora Er-
ra na Tneodora Goncalves Lira vao a Europa.
Preeisa se de uma ama livre ou captiva qae
salba cosinhar para casa de familia : oa roa do
Ringel n 8, deposito.
Jos Mara Vagues,.aiBdeu seu Dot.'qui sil
a rua da Lapa o. 10, quera' se jul/ar seu creJo
aprsente suas cuntas no prazo de 3 dias.
AMA
Precisa se de tima ama portuguesa oa nacional
qhe salba cosiohar, para casa de piuca familia: a
tratar na roa da Cruz arm-z-.m n. Si.
Precisase de nraa ama forra eu
ra casa de ponca familia : na rua da
Recife n. 17, 2* andar.____________
captiva pa-
Cideia do
Feitor
Precisa-se de ara feitor para ara sitio perto des-
ta chjadejatratar na rua da Santa Craz o. 9
Saques,
Cacha Irmaos & C, sacca sobre o Porto.
Precisa-se de ama ama escrava para ponca
familia : na rna da Penba n. 28, 1* andar._____
Cosinheiro.
Precisa-se de um bom cosinheiro nao se olha a
ordenado : na rna Direita n. 71
TINHODEJRBEBi
Superior a todos os tnicos conhecidos
contra a anemia, chlorose, hydropezia, obs-
jtruccSo do abd imen. E tambertt emprega-
do nos casos da m eastraace dilBcil; dos
icatarrlios da bexiga, C.
pflto Pharm eentiea
RUA LARGA DO ROZ.U N. 10
rermxmbnct*
fiiAi\HEEXPSlftOMlKI7
LA 37, BOLEVAD DES CAPULINES, ti.
DE FRONTE DO GRANDE HOTEL.
Estofas de seda, naa celes, rsiias,
na o tos, ete, castas mareasa red*,
chales da iadia e fracezes. tec das dt
UUtPMV
Doaaioflt) 7 do cor rente baver
miliar -__^__
mptr
No dia 23 do mez pausado fagio de casa da sen
senher a escrava de nome Florencia, idade 45 an-
nos, intitula se f*ra p por esti fafiteja'ietave am
deposito por O'dem doSK sdWeld^avM S Jos ;
Jadea a pegar oo deMr de ntttaia no aimwwn
alisa, na r do Uvramaolo n. *, sari* redom-
peoMdo, SMMM-td -*-*- urajea
Sezas que acharJo do seu estabelecimeoto
5es de costura para a confeccao dos soaa
vestidos execuudos no melbor gasto, e so-
re os mais elegantes padroes.
VE8TIIWS%(,
PROMPTOS E HOR MWDW
Depoi da sua fuodac3o, a jj-
onntise ounea caasdM de **WW|
mente na escolha dos sena artigo. Indos
hor gosto, e de pritaetra qoalidadc;
, oio ha oenhuma casa qua padta
com este nalahalefaXlaj qoe goia
ersal repatacio
Precisi-se.dt aow **. "**lf *J2
, aua casa de bornea soltelro ; aa roa do Rangel
M
poussa da Raasla
frprsatasnavnL Jr
STlvrTLoya 4 C.
JLEGIVEL



Mdico
- Muden a sua residencia pan a rila
da Imperatriz o. 80, 1* andar, aonde po-
de ser procurado. Da' consultas das 0
as 8 da manhia.
mmmm^mmmm
Precisa-se de um copeiro : na roa do Brucn
y*.
Fundieao da Aurora
-
<0J_II '
A roais amiga desta provioeia com todas as
pprfei^sc fta seas macbmrsmos, oflerece a seos
numerosos fregueses por ratoaveis proco so
manufacturas, bern como que tem uro bono pessoal
ara? com rapidez faxer qaalquer concert oo obra
aon.
Innaidade de fi. S. de Terca.
A mes regedora da Irmandad de Nossa Senho-
rn de ?e*ge convida a lodos os seos earisslroos ir-
ios para se reooirera oo cooslJtorio da mesma
irmanda'ena matriz de S.-Jos pelas II boras da
manba domingo 31 do correte, para era mesa ge-
ral etosjerem o rhesooreiro qoe (era de foncciooar
o resto do anno crreme, era virtude de ter falle-
cido e sen laeeonretro actual._________________
~~^ m rapaz pertugnez com bstanle pralicade
molbados deseja scciar oo mesmo comprar ama
taberna qae seja em boa localldade : qoem este
negocio qulzer lazer annnocie oeste Diarlo.
Urna pessoa competeMerneoteha-'
bilitada prope-se ensinar mathe-
maticas elementares (Ariihcoetica,
Algebra e Geometra) em quaiqaer
' rjollegio. A' jiriojr-se esta typo-
g'rapbia para informatoes.
Os devedores do ailecido Domingos Jos
Ferreira Guimaraes queiram dirigir-se a' roa do
Queimado o. 31, e entender-se com Antojo de
Honra Rolim, qae esta' autorisado para promover
a eobraoca desses dbitos como procarador da
?rufa.
HHll' __ a|M|tj|isrM|Ms
bscriptor io de adv cacia
Bacharel t. L. de Gusmao Lobo IH
41=-Ru e: relia do Rosara 41 JM
ft*ft^ -i mi mwmmm
Ama
Precita se de uro* ama que saiba bem cosiobar :
na roa Nova o. 32, segundo andar.
Comcdorlas.
Continua se a foi nerer almorz e jantar por com-
modo prego : na roa eslreita de Rosario o. 21, se-
gando andar, confn ote a roa das Larangeiras.
Suspensao de juizo.
O excediente de pedir suspensao de jotro e ja
mui sedico, Sr. Lendro Pires Branco, e nao I he
aproveita. Nos annoncios poblados impugnando
os seos nao se procuren ferirlhe o crdito, mas es-
clarecer a verdade, F-. Leandro ; que se deu ba-
taneo e o resultado I i apparecer um desfalque,
nao pode o senbor contestar ; que Smc. era o ge-
rente da casa, taratem nao siffre duvida; que
abandunou o etlabelecinento, sabido por todos ;
qae se quiz descartai de responsabilldade, deisan-
do ama pobre viuva, .-ja sccia, nos apuros em que
a collocoo, abi e.-to is seus annuncios, Sr. Lean-
dro, para pravarem; finalmente, que a escripia
qae deixoa, est incada de indicios mui vehementes
de triminalidade, atienta m-o os llvros da casa, es
cripturados por saa n o, e qoe se sujeitarn ao eza-
me de qoMqoer pessoa. A.sim, pois, deixe de vaas
protestagoes de qoe cingnem faz caso, visto qoe os
seas actos desmonten) inteiramente as saas pala-
vas. ,
mi
i
Photographo da A, casa imperial do Basil
Roa do Cabnga 18, sobrado, entrada tele palee da Matriz.
Acabamos de receber de Franga
pelo vapor Esttvnadure urna linda collec-
co de
; ALFINETES DE #CR0 PARA RETRATOS-
Ha alfinetes simplesinente de ouro, porm de bonitos fettos, e ha alBetes
com pedras preciosas engastadas, perolas, rubios, esmeraldas etc. Os pre?os dos al-
neles com os retratos das pessoas que os compraren, variam de i 84 a d<>OO.
Tambem ba alfinetes de ouro para collocarem-se retratos e especies para gra-
vitas ou mantas rjltimameole em uso para homens. Estes alfinetes com o retrato costara
de 144 a 180000.
RETRATOS POR TODOS OS STSTBMAS PHOTOGRAFHlCOS.
Retratos em aaabrotypo, para caixinbas ou quadros.
Retratos em porcelana. u-0 _.
Retratos em papel para diversos tamanhos.
Retratos em candes de visita.
Vendem-se passe-par-touts e molduras pretas e douradas de todos os tamanhos,
assim como veode-se tado quanto preciso para trabalhar em pbotographia ou am-
brotypo. .-. -
Ha urna bella variedade de vistas stereoscopicas representando paisagens, edi-
ficios e monumentos de diversos paizes da Europa, frica e America. Tambem existe
quantidade de academias coloridas e transparentes para stereoscopo, e tudo se vende
por barato preco. Stereoscopos de acaj, paliissandre e mogno de 4$ a 15000o.
Albuns de diversos formatos e gostos para 20, 3, 36, 40, SO, LOO e 120 re-
tratos, de 30 a 18000.
A galera e offleina acbam-se abortas todos os das e a todas as boras.
, w
Atten$.
Precisa-se alugar ou comprar om moleqoe at
20 anuos, que emenda de eopetro : na roa da i-
peratrii 7, segundo andar.
~ r--'
I
K2D
Manoel Beata de Soma, retira-e para o Porto
a tratar de ua saude.
oportofoex'
vai a' Enrona a tratar e\e u aaode. '
I Precisare de ar (Deolao pifa ralieiro d
1 laberna, qae t ana pratica delia e d coobeciaMito
de toa couDcia : a tratar na ral o Nogaair
o.W.
N. 2 D4
imF* ^HACAO DS OIBO. ^fl
A loja n. 2 D intitolada Coracio de Oaro na roa do Cabog, acba-se d'ora em diante orlerecen-
do ao respeiuvel pablico com especlalldade as pessoas que bonram a moda os objectos do nltimo gos-|, Precisa-se de ana ama para eogommar: na roa
Ud da obr M P<>r W0I q0e m U,r qt"lc|0er P*r,e> ntindo-se a qoalidad e a so- uo Trapiche n. 3, segundo andar^
0 respeltavel publico avallando o desejo qae deve ter o proprieurlo de um novo estabelecimen-' -'"
da casa, de
correte.
_
Al ves Hamborger & C. desde I o
mi
Attencao!
Purtaram na feira de Santo Anto no da 2 de
margo, um cavallo castanho com os signaes is-
guintes : intclro, de l ora tamanbo e eorpo, de ida-
de de 9 a 10 anuos, i 't urna graode estrella oa
testa, orna venia brtura, e os quatro ps calados,
isto um p pouco abaixo da joma do peador,
orna moos cabellos piuco sobresahe ao p do
casco, um p e oro mo apenas com alguns ca-
bellos raseos ao i do casco mais nao todo era
roda, com a cauda aparada, as cimas ora pouco
cartas, tem a sarn' ia grossa a semelbanca de cal
lo ou tiexigs qae ro sendo boa a caogalba roslu-
rna inchar, asMic como tambem beta a dita para
traz t para rr.aior sigoal tem marca de ferida as
ponas dos quadris : quera der nnicia do dito ca-
falio oo eogenho Cioeira cu a R-cife ra do Cal-
deireiro n. 42 ao Sr. Francisco Quintioo Rodri-
cues Esteves, ser geoerosaaente recompensado.
aummmmmmmiaaBasHB
Aij:u>u (.cs^r Pfriirn aa.Jl-miuoca couvijj a
familia, prenles, amigas y coiDpaoheircs d'armas
do di.stincio capio de trgala Manoel Antonio Vi-
tal de Oliveira, a assslirm as missas que se re-
?am por sua alma no sexagsimo dia 2 de abril
na igrtja do convento de Nossa Seohora do.Carmo,
entre a- 7 e 9 horas da marinas.
FABKIC4
to qoe quer progreaso pm sea negocio deve chegar immedlatamente ao cotscIo de otiro a comprar
aoets com perfeltos brllbanles, esmeraldas, rubios e perota verdadeiras en agarras, modernas pek
diminuto preco de 10*,.brincos modernos de ouro exoral para menina pelo preco de 3#, maracas de
pratioom cabos de marflm e niadreperola obra de moderno gosto (o qoe o encontrarlo no eoraco de
ouro) voltts de ouro com a competente cruslnba ricamente enfeitada pelo peqaeno preco de 12/, brin-
f8. ~W~aIho,P1erTelto,Poramiodicc preco, cassoleus.traneallas, polcaras, alfinetes para re- (16(301111111888,0 dftPSP.Tn.VAft
tratos e ontros modelos ludo de alto gpsto, anis proprios para bular cabello e Arma, dito para casa- wxuiuiooau utJ t&OTUVU
roen*), no artito rsela tem o Coraco de OoTo um completo e bera variado sortimento de diversos "* casa^M eoromissaode estrave, roa doImpe-
gostos, "butoes para poabos com diamaote, rnblns e esmeraldas, obra esta Importante ja,' pelo sea va-
lor ja .por gosio ds desenbo, brincos a forma da delicada meoslnba de moca com pingente corneado es-
roeraldas, rofeim, brllbantes, perofa, o gwio- sublime, alfinete para grvala no mesmo gosto, relc-
gios paranbora cravados de pedras preciosas, ditos para hornero, diversas obras de brilbantes de
nollo gosto, crasinhas de rubios, esmeraldas, nerolas e brilbantes, aneis com letras, cachetas de
erystal e ooro deseoberta para retrato (a inglesa) brincos de franja, ditos a imperatriie toda e qnal-
qoer joia, para secolocar retratos e obras de cabello, e oalros muilos ebjeelos que os pretendentes en-
contrario no Coracio de Ouro que se conserva con toda a amabilidade aos eooeorrentes deixando-
se de aqu mencionar precos de certos objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dliende-se o
preco lalvex alguem faca mi jaizo da obra, por ser tio diminuta quantia a vista do sea valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ooro, prata e podras preciosas, e tambem recebe se eoncer-
tos, por menos do qae em onira qualqoer parte, e do-se obras a amostra com penbor, conservande-se
e Coracio de Ooro aberto at as 8 horas da noile. ,
Qoalqaer pessoa qoe se dirigir ao Corarlo de Oaro nao se podera'engaar com a casa, pois
nota se ua sua frente om eoraco pendarado piolado de aroarello, alera de outro qoe s.e nota em um
rotulo (isto se adverte em conseqoeooia de lerem ja' algumas'pessoas egabdo com onlra casa.
-----------------

------
.___
'4-
cercados para animaos, chiquei-
Cercas gradeamentos de ferro para jardins,
ros, de todas as grossuras o mudaveis.
Porteiras de differentes tamanhos para sitios, jardins, cercados, e-c.
Moleque fgido
Fugio em 18 de marco de 1867, o moleque de
nome Loorenco, idade de 10 a 12 aooos, cheio do
corpo, bstame preto, nariz chalo, bei^os grossos,
tem orna costura ou cicatriz ao lado do olho direi-
to. I ven calya nova de Drira pardo e camisa nova
de algodozioho de lluras. Este moleque foi
comprado a poucos dias ao Sr. Zeferino Pilgueira
de Meoezes morador em Uoa : rrga-se s autori-
dades poliefaes e capiiaes de campo de appreben-
de lo e leva lo a loja de llvros defronle do arco de
Santo Antonio, que se gratificar.
OMENTOS M (REJA RE
I- HL.LM
Vealinenteiro e bordador de Pars.
93 RIJA DO IMPERADOR 93,
Defrente da igreja de S. Francisco.
Concurrencia impossivel
justificada pela suppresso de intermediarios, pela compra directa das materias primas, pela exe
cucao dos trabalhos as fficinas da casa e pelo diminuto lucro com que se satisfaz.
Animado pelos importantes negocios qae faz com grande parle do mundo catholico da Europa
resolveu o annunciante estabelecer filiaos da casa ae Pars em diversos paizes longinquos que
offerecem vantageos, e velo inaogurar o primeiro esiabelecimento nesta cidaoe, sem duvida ama
das mais adiantadas e commerciante da America do Sul, e que por isso mesmo necessita d'om
esiabelecimento que nada deixe a desejar, quer em relaeio is precisdes maleriaes e quer intel-
lectoaes.
Os Srs. sacerdotes e dem&is pessoas, qoe se dignaren visitar o esiabelecimento, abi acbarao
sempre urna grande variedade de todos os objectos para Igreja e para o clero.
OURrVESARlA PARA IGREJA.
Novos modelos de custodias e de vasos sagrados.
ALFAIA DA IDADE MEDIA, A' LUIZ 13. >
Os precos variam segando o tamanho, o peso e a forma.
TAPECARIAS E ARMAQOES PARA IGREJA.
Fornece toda a qua'idade de armages, por precos mdicos, vootade do fregus ;
sempre orna pessoi no esiabelecimento para ir tomar as medidas necessarias para completa
frcSo da encommenda.
NOVAS MRELLAS PRIVILEGIADAS.
Estas umbellas de molas, adoptadas r S. 8. Pi IX, tem por sua perfeicao, novidade
e riqueza a dupla vaotagem de cobrir inteiramente o Santissimo Sacramento e o padre, sem diffl-
cnliar o andar.
E3CULPTRAS EM MARFIM E EM OSSO.
Imageas de Christos, caldeTrinhas, cruzes, quadros e todos os objectos devotos.
Objectos em argila, simples e prateados.
Todas as ioformacoes serio ministradas gratis, acerca dos ornatos de igreja.
Conceder-se-ba facilidade para os pagamentos.
Eis o catbalogo do que tem a venda :
Aviso.
Esl fogldo desde 20 de margo o escravo Rraz,
de i or parda, idade de vinte ancos, magro, tem
penca barba, e de estatura regular, o qual me lora
vendido pelo Sr. Dr. Anlero Manoel de Medeiros
Furtado ; pede se a captura do mesmo, e quero o
trouxer ao Recife, ra da Croe o. 3, oo a residen-
cia da Magdalena recebr completa gratQcago.
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companbia Indemoisadora, estabeleci-
da nesta prai;a, toma segaros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
ogoem edificios, mercaduras emobilias:
oa ra do Vigario n. 4, pavimento terreo
Saniel Power Jebigtea Ohimii
Ruada SenzalaNova n, 42.
A01NC1A DA
I'uadicto de Lew Moer.
Machinas a vapor de 4 e cavados,
Mooods e meias moendas para engenho.
Taixas de ferro coado e batido para odc
nbo,
Arreios de carro para um dous cavallo
Relogioa do ouro patete ingles.*
Arados americaao*.
dacbinaspara descarocar algodo.
Motores para ditoi.
Machinas da coatura. !-
aVSaVHI WaVflMHB aVaV4WB
oorpaahia fidelidade de seguros JS
naritiaioie terrestres \
I
eetabeiecida no Rio de Janeiro;
itiim* ta naiAimco
laltaio Lili da eiivalra auvada & ,
antorlsado pela dlrec-
i coeapauMiia de f oros FMelida-
;aaaanfBK> d aavlM, aercad*-
f e predios bvj seo eseriptorio roa da
8
CASLAS.
Diarias, de velndo, de crina e de
galio lustroso.
De damasco com cruz de ouro e
seda.
Be damasco dobrado, com diver
sos bordados em relevo na
cruz.
De tecido de prata ou de ouro.
dem com diversos bordados em
relevo na cruz.
dem dem maito ricas.
De velado de seda com cruz de
ouro fino em relevo.
De chamalote de seda bordado.
Gethicas e da idade media.
A cor da casla nao infiue no
preco.
CAPAS.
De veludo estofado.
De damasco.
De teeido de prata e da oaro.
dem com emblemas em relevo
e ricas franjas na murga.
De velado de soda.
De tecido de prata e de ooro fino.
DALMTICAS.
O mesmo preco das casulas.
ESTOLAS PAS rORAES.
De veludo estofado.
De dito de duas faces.
De damasco.
De dito de duas faces.
De tecido de prata ou de oaro.
dem dem, com emblemas em
relevo, franjas e bordados de
toreal.
Idean idem en relevo man ri-
cas.
De tecido de oaro e de prata fino.
De cbamalote bordado de seda,
coro duas faces.
VB'OS DE HOMBROS.
De teeido de Lyio.
De dito dobrado, de oaro loo.
De damasco, bordado em relevo.
dem idem, maito rico.
VE'OS PARA EXPOSIQO.I
De tecido de Lyio.
De chamalote de prata com em-
blemas em relevo.
De dito dito, ramio finos.
VITOS DE SACRA ROS
De todos os precos.
BANDE1RAS.
Da Santa Infancia.
De confrarias de Nossa Senbora.
Parochiaes, qualquer que seja a
invcacio.
Guides com emblemas em relevo.
A coltecao varia de 3#000 i
3:000*000.
PALLIOS.
Em veludo estdtado as quatro
ponas e no forro.
De tecido de Lyo, com ouro.
De dito de prala e de ouro lus-
troso.
De dito dito, com quatro emble-
mas bordados em relevo.
Maito ricos, inteiramente bor-
dados em relevo com oaro fino. 325
PANNOS MORTARIOS. 379
De lia. 433
De velado loglez preto verda- 487
deiro*
De damasco dobrado de brocado.
Estes pannos tem dr os metros de
largura e tres de cemprlmento.
ROUPAS DE IGREJA.
Alvas de panno de linbo fino,
c de cambraia fina.
de panno de linho, para
meninos de coro,
c guarnecidas de rendas flaas.
de 016, de rtats de-
senboe.
Roquetes em panno de linbo sem
mangas,
c < coa ditas.
Amietos.
Toalbas e sanguinhos.
Corporaes de cambraia Boa.
Toalbas para cemmunbo e alia-
res
Guarnicoes de rendas para alvas.
Ditas para toalbas de altar, aos
metros.
Toda a qualidade da roupa ga-
rantida e perfeitamente exec'u-
tada.
DIVERSOS OBJECTOS.
Bolsas para tirar esmolas.
Cordoes tinos para alvas.
para meninos do coro.
Voltas, is dnzias.
Cintos e cinturoes.
Sacras de altar, em cartio.
Ditas em quadros.
"arcas para miseaes, com seis
peroas, em chamalote.
Flores arlifieiaes, o ramo.
Usldfos e todos os demais objec-
tos de igreja.
BRONZES DE IGREJA.
| Castigaos para altares, prateados,
de novos modelos
rador n. 46 tercelro andar, reeebn-es eseravos
unto do matto, como da praea para serea vendi-
dos. O analxo asslgnado afianga o bom tralaroenft>
e seguranga. Nesia casa ba sempre para vender
eseravos de ambos os sexos.
_ Antonio Jos Piara ie P*xit
siiiiiiuiir^
r Entino de msica'par <4t
ticular ti
Na roa do Imperador n. 75 sec
do andar, lecciona-se solfejo e d.
sos instrumentos de msica, e i _
bem dar> ligos em suas pn prias
casas das 5 horas da tarde as 10 da
H noite.
mmmmmmmmmmmmm
9 advocado
ffoBse de Ai> uqeerqoe Mello
raudon a sua residencia para a Capuoga a' roa
das Crfonlas n. 15, e conserva o sea escripiorio i
roa eslreita do Rosario n. 34, onde pode ser pro
curado para os mysleres de sua proOssio das 10
do da, as 3 horas da larde.
Retirado completamente a.vida civil para mais
nunca se oecupar de poltica desta trra, offereee
a seus clientes inlelra garanta de zelo e aciivida-
Je era seus trabalhos. E os aceita tambera para
o Cabo, Ipojoca e Escada onde tem procuradores
probos e diligente e al para lugares mais longi-
quos onde pode ir pessoalmente, sem grande re-
munerago, nao sendo excessi?a demora ; petas
appellagoes e por outros trabalhos porm, qae pa-
ra aqui Ihe fizerem a honra de remeiter de fra
se contenta com mdico honorario.
Alm do civil e commercial trabalba tambera no
foro ^eclesistico e no jury:
Attenco.
M. 2) -Ra do Livrament'-N. 25
Deposito de tamancos e calgado naciooaes da fa-
brica da ra do Jardim o. 19, de Jos Vicente Go-
dinho, tanio no deposito como na fabrica se
apromptam todas as porgoes de calgado o mais ba-
rato possivel, esla fabrica tem todas as maebioas
proprlas para os calgados ja1 bem acreditados pelo
de freguezes que daqol se for-
grande numero
neeem.
tlencao
D. Senborinba Germana do Espirito Santo, faz
vez as pessoas qoe compraran ierras no sen sitio
ltimamente retalbado era Agua Fria, que venham
tirar suas escripluras e iraierem os restos qne de-
v>;m das compras do mesmo terreno. Paz igual-
mente ver as mesroas pessoas que so guarda este*
terrenos at o dia 10 de abril do crreme e desia
dala em dianle vender a qoem qolzer comprar
guardando o diobeiro qne Ihe deram por cenia,
para entregar a seus donos. V-se obrigada a fazer
este annuncio porqoe pretende reirar-se
fora.
para
tendt
satis-
miliar
c
tros
541
680 c
812
Cruzes de altar,
aos casticaes.
(12 pollegadas).
14
18
18
JO
24
30
correspondentes
o par.
%.
______ _ zr __ =3 ,-
..
*:
Tboribulos e navetas prateadas.
Caldeiriohas com bysoppe idem.
Custodias ditas e douradas.
Lastres ditas e correles fortes
para ot meamos.
Cruzes para prosao, com ralas
di.
Varas, alabardas para suissos e
cadas para porteiro?. .
Estes objectos todos sao em co-
bre e nao em maleriaes da
coa posicio.
Avisa essencial para evitar qualquer erro ou mf.
Os Srs. compradores nao devem ignorar que o ouro o pode ser fiado nem
tecido, e que por conseguinte os galSes dos ornamentos chamados de ouro fino sao de
prata dourada, os de oubo mew pino sao de metal dourado e os de ouro falso sSo de
cobre dourado, e como tal confundir os ttulos que se Ibes dea sempre, qoe sao mera-
mente eoiuaerciaes.
Os ornamentos que o annunciante tem venda alo o de galoes de ouro meto
8**i falsos ou de seda, mandando vir os de ouro fino por encommenda; e nenhum
bjecto sabe de seu esubelecimento sem ser auompaohado d'uma factura por elle firma-
da, especificando a qualidade do objecto, para poupar-se expiieacoes sempre incon-
wnientea ao depois de realisada a venda.
Darse 1000000
A bnr tterav. Agolda, de 10
anno* 4* idade, poaeomala*mm,H. par-
da e tarrnda, M uU (M. ba e>. JLT;i
sos aenbora'a barooeta da Vtetorla.
Ama.
Preeisa-se de orna eoslnheira
atado avftl, loja.
oa ra do Qoe|.
^m^
PraeiM-se de urna mulher dmela idade, llvre
oa escrava qae compre a eosmhe para duas pet-
_M : narua dasTrli '
Vicente Marty
bi>qaim da roa da Lapa 10, peruaeeote a
5-
Guardas para arvores, plantas e oulros objectos da ferro qoe se vendem por
proco mdico, no armazem de Tasso Irmifs na praga do Caes de Apollo ao p da ponte
provisoria.
__k_____d
COLLEGIO DE SANTO AMIBO
BAIRRO DO RECIFE
N. 61-Caes do Apol-N. 61
B1RIGIDOPOR |
OS FRANCISCO RIBEIRO DE SOVJ.A.
Este collegio fondado em Santo Amaro das Salina no anno de 1863, acba-se de
peseme fanecionando no balrro do Recife, caes do Aopllo n. 61, onde contina a receber
alomaos tanto pensionistas, como mel pensionistas e eneros para as aulas primarias e
secundarias oo preparatorias.
aula de Insirucgao dementar acha-se methodicamente dividida em tres seegdea
cada orna com o sea professor.
O director desle collegio julgou conveniente abrir dous corsos nocturnos, oa quaes
ae de reeenhecida vantieem nao s para o eommerclo como tambero para quaiqaer fia-
tro ramo da ida : o 1* de ingfer e francs e o 1* de grammatiea da llngua nacional,
aritbmetica, calllgraphia etc., como ae v abaiso :
Aula de lastradlo prlatarla.
Professor Jos Francisco Ribeiro de Sonta.
Manoel da Costa Pereira, alumno do 3* anno da escola normal.
* Rvm. padre mestre Antonio Manoel da Assompco.
Iastrsicco secaasJaria.
Llogoa latina professor Jos Faustino Marinbo Palcio.
> franceza e iaglett Fortnnato Raphael dos Santos, acadmico do 3* anno.
Rhetorlea poetlea, geegraphia e histeria Dr. Antonio Raogel de Torres Bandeira.
Geometra *vm padre metra Francisco foio de Asevedo.
Philosopbla Tobfaa Brrelo de Meaetes, acadmico do 3* anno.
Istatraieei* recreativa.
Deseabo EdnarJo Ciaodlao Crrela Cabral.
Muiea vocal e InirMnenu Trajano Plitppe Nery de Barcelles.
DanM Malioel BaptlsU de Soaw.
Caree) mectaeae 4ta V aa lieraa da sMlte.
Ia lee lee e fraoeer, fer, eterever, contar e fallar eorreetamente.
S* Craaasadea da llegua nacional, analyse e erthographia, contabllidade om-
yfcandeodo systema melrologieo decimal, calllgraphia ose., ele.
Na ra do Tropich n 16.
acham-se os seauintes deoositos
De R. fir-uiii iighaiis em Nails.
Bourgogoe.
Vinbo Pommard unto.
* Cortn tinto.
Santo Georges tinto.
Cbambertin tinto.
> Rlcbehourg tinto.
> Clos de Vougeol tin o.
Cbablis branco.
DeH A.Woefen Fraucferl:
Hhouo.
Geisenheimer.
Liebfranmilch.
Marcobrunner.
Em casa de Tbeod Cbristiansen, rna do Tr'a
piche-novo n. 16, nico agente no norte do Brasil
de lrandenburg freres, Bordeaux, encontra-se e
feetlvamente deposito dos artigos seguales:
St. Jalien.
St. Pierre.
Larose.
Cbateau Loville.
uhateau Margaaz.
Graad va Cbateau Lafitte 1858
Cbateau Lafitte.
Haut Saoterues.
Cbateau Sauternes.
Cbateau Lataur Blancbe.
Cbateau Yquem.
Cognac em tres qualldades.
Azeitedoce. Pregos de Bordeau._______
Joaquim Jos Gon^alves
BeltrSo .
RA DO TRAPICHE i\. 4 7 i ANDAR)
Sueca por todos os. paquetes sobre o Banco
lo Micho em Braga, e sobre os,: guiles luga-
em Portugal,
aber-:
Lisboa.
Porto."
Val enea.
Gaimaraes.
Gotmbra.
ySS!' i
ViHa do Cborte.
Arcos de Val de Voz.
Via8n.doUsteHo.
Ponte do Lima. '
Villa Real.
Villa-Nova d Famellcao.
Lamego. .. ^^
Lagos.
Covllbia.___________________
Salao de cabelleiredro
7 Rea de Cresas 7
Georges participa a sua domerosa frefassia qoe
o sea salo da roa do Imperador asta mudado das
o Ia iiodar do n. 7 da roa do Crespo esqaina
daas ditas roas. '________
: wm
QuBm livor costes contra o brigoe Ingles Ckrit-
tina Cnmml queiram eatrega-ljiem eartt fechada
ao Sr. Jooh Brokensnaw,des do meme navio; no
sseritdorio dos Srs. Sannders Brothert 4 O, agen-
ta de oyds, no rargo d* corpo Santo n. II, o
meon-o Sr- Jobo BrtlwiMaW dentarai qw nio ao
resnoaiabiUaa por divida algama annlrahUa ansia
data um diaote dlo capilio do refwldo brigao.
Pernamboeo, 30 de aaorcodoM.
- Emomaeau deeasBiil,,
para lora, oom todo o aeeio o promsUdao; naveo.
do a vaotagem de se mandar levor oas catas qoe
qoteefem, peto pomor da familia na mesma
cata f izem-se floras de toda a qualidade son mallo
gosto .i porfelcio. TraUse aa roa oatrau i
ario n. 19 primeiro andar.
fuaiieiro. qoe flea eoofronie a typographia Cas
mweiil.
Tosa-so s en
unw oim de familia, oa esqu;
da Pea o. V
*


<

puriit*t,i'.S *r, fifelftSSlt.rfi.

Us.rheut tlMKiAi
e baco, dores scificas; ceph
sias, gonorrheas chronieas e en i
riS^jSo'tfo systema sanguneo.
dr. SEVIAL.
e cura rpida e completa das molestiac syphiliticas, erisype-
l)iiidA do estomago, iofiammacSes cbrooicas do figado
FralgUs, uker& cbronicas, hydropea?, pluri-
" a molestias em que se teoha em vista a pu-
CoasIderacAes geraes
A saade um bem inaprecisv&i, cuja importancia e valor s est reservado ao en-
fermo o avalia-lo.
incontestavel que o homem neste mundo constantemente, e por todos os lados
atacado poromainfinidade de agentes orbiQcos que todos tenden, dadas certas edetec
minadas circumstancias, a alterar o regular exercicio das funccSes orgnicas, resaltando
pesse desequilibrio o que se chamamolestia.
A molestia nio mais do que' a desvirtuacjo das forjas vitaos, occaslonada, se-
gando as investigacoes.e experiencias dos mais abalisado mestres da scieacia, pela depra-
vacao dos humores geraes, consequencia da accao maligna desses meamos agentes morb-
ficos ibtredzidos no organismo pelo acto da respirado, pela va digestiva, pelo contacto
inmediato etc. etc. etc.
A sypbis infelizmente tem sido a partilba da humanidade, e como fra de dovi-
da qae esse terrivel Proteo da medicina uina molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas tao variadas, enfraquecendo
constiluioes robustas, produzindo mutilacSes, e cortando anda em flor, da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios de le te r ios, e purificar a massa geral dos
humores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos figuram em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
immensos successos obtidos pelo use deste salutar geme lauto na Allemanha, como em
Franca Italia, o tornam o companbeiro inseparavel de quasi todos os doentes.
Sendo as molestias, como cima disseuios, devidas s alteraooes dos humores, o
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode serempregado vantajosamente na syDhilis, erisy-
pelas, rbeumatismos, bebas, gota, debilidade do estomago, inflammacoes chrooieas do
figado e baco, dores sciatieas, cephalalgias, nevralgias, ulceras cbronicas, hydropesias.
pleunsias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que fe tenha
em vista a purificacSo do systema sanguneo; pois que orna pratica constante tem feito
ver que elle indispensavel nos casos gravissimos para minorar os sofirimentos, e pre-
parar o doente para medicaces superiores ; e as menos graves a cura a conse-
queoei do seu uso, convenientemente repetido.
As substancias que entram na composic3o de Elixir depurativo do Dr. Sevia-
pertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande calhegoria das substan-
cias depurativas e antisypbiliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das eva ai
acoes alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o viras syphilitico quando este virjcm
tem feito erpc5o no exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne taus
bem os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura s'ache ella ainda no
estado de encabaco, isto. sem se ter manifestado sob formas exlernas: beneficio
immenso, tanto mais quanto neste estado os individuos ignoram completamente se es-
tSo contaminados por este terrivel ioimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua acc5o so-
bre o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias medi-
camentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando tado, muitas vezes, hydropesias, que quasi sempre terminan pela morte do doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nes-
sas asseverafes, porque sendo um medicamento to simples na sua composicia, a
pratica tem confirmado sua ulilidade.
reflrW.fc fwwii
^s 6;00O#00Pr
VI Ihetes garantidos.
A DO CRESPN. 23 EGA? AS DO COS--------
abaixo |ssinado veodeu nos seas mato. feli- yiu
*ilhetBVgai*lidos dalokriaque!rf>M*bOtt|Be(
trahir a beneitcio das familias dos volunta- jam
Cik on cane,
le-se agora na hl
*cbl!t, bu jrVab do gh,, d prin Bca.
pr. prio para ludo, aoodeWlor
om bom eregulaT calor comose-
Binhas, pada/ias, caldeiras de vajor.
LZllTii>os se8uifll". #* : I destilaras e'tc Rer-Ahem p
S. 3876 um meio com a sorte de 6.000*. i*rintftri#wi, "eceDem-se --------
' :W. f9.U.4oos.ft.irio com a serto-deArttOf cr,pw"0 da empreza do^gajs, na ra
peradorn. 31 ou na fabrica do gz.
f R. 9iS dom qarUs com a sorte de 800*.
;. 3478 bilhete inteiro com a sorte de 200.
E-ouiras muitas sortes de 100$, 40* e 0#.
Os possuidores podem vir receber seas respec-
tivos premios sem os descont das leis, oa casa
daPorluna a' ra do Crespo o. 23.
Acham-sea venda os da pirte da i' lot-
rica beneficio da igreja de Santo Amaro das Sa-
lteas (13-) qae se txirabira' sexta-reir 5 de abril
vindeuro.
m Preco.
Bilbetes.......... 6000
Meis............ 3*000
Quartos.......... 1*500
peswas fue compraren de 10u000
ara cima.
Bilbetes.......... 5*500
Melos............ J*750
Quartos.......... ifSlS
Manoel Martins Fiaxa.
Para m
i
.

Uiifeo deposito en Peraaambiico
m botica e drogara
DE

,
Baroihomeo Companhia.
-



34-RUA DO ROSARIO LARGA3i


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3
5c
O
o


Veneravel rtte* tereeira de S. Frn-
cisco do Kecife.
Sendo aceito o convite feito peta irmaodade do
Senbor Bom Jesas dos Passos, para acompohar
mos a procissio do mesmo Seobor, qae devera'
ter lugar na tarde do dia 3 de abril, em nome da
mesa regedora convido a todos os nossos irmos
para que as 3 horas da Urde do referido dia com-
parecam em nossa igreja parameoudo de sens h-
bitos para encorporados salisfazermos dito convite.
Sscrelaria 29 de margo de 1867.
Joaqaim Claudio Monteiro,
__________________Secretario.
Vtneravel Ordena Ter ce Ira de
Nossa Senhura de Carmo.
A mesa regedora desta veneravel ordem, tendo
sido convidada pela irmaodade do Seohor Bom
Jess dos Passos, para acompabarmos sua procis-
so, pede a seos carisslmos irmos, para compare
cerem em nosso consistorio, oa seita-feira 5 d
abril as 3 horas da tarde, paramentados com sens
hbitos, para acompanharem a mesma procs-
sao. Secretaria da veoeravel Ordem Tereeira de
Nossa Sentara do Carmo, 30 de margo de 1867.
Gabriel Antonio de Cintro Quintan,
'___________ Secretarlo. _____
irmandaie acadeariTde~ossa
eohora do Bom Conselho.
De ordem da mesa administrativa convido os
nossos carissimos irmos a comparecer no con-
sistorio desta irmaoiade as 4 horas da tarde 4o dia
S do correte, aQm de encorporados acompanbar-
mos a precissao de sacro-santo Senhor dos Passos,
a quai Severa' sabir do convanto dos carmelitas,
para a matriz doCorpo Santo.
Consistorio da irmand^de de Nossa Senhora do
Bcm Conselho, I. de abril de 1867.
. Nicolao Jos Tolenltno de Ctnvalho
_____________Secretario.
Na ra estreita do Rosario a. *O0 "andar,.'
lera um grande sortimeoto de palmas para enfeites
de sepulchro e para ramo?, muito bonitas e mais
bairalo do.qoe em oatra para aojos e para eofeites de andores. flores de
cainpo o solas. Na roesma casa fart-se cpellas ri-
cas para ooKas, vtsiidos por Qgorioos modernos e.
de muito go*), roupas proprias para baplisados de
criaocas etoocas do meihor gost).por barato pre-
go ; apromptam-se encomaiendas de flores cora bre-
vidade lanto para a cidsde como para fora, mais
barato que em oulra qualijuer parte; veode-se
-grosas deifelbas de rosa* e dhalias e de outra qaal-
quer flor 1^000 a grosa;; apromptam-se ricas
bandejas.pera casamentes, bailes cbaplisados com
bollos aoi de differeotes gostos e de pastis de na-
ta ; faz-se pao de-le pndim parapresentes.toda*
qualidade de doces, de semedo, de ovos e oatras
qoalidades ludo com asseio .; faz se ricos booquets
cora Otas brdalas a euro e a' lemijonlas coraje
treiros, cora perfeicue.presteza ; eofeilo se ricas
velas com flores de cera para baptisados ;.faz-si:
arcos e capelias para santos coro flores finas de
papel seda e de panno.
ICO
4 gai >
iofaz d'esta;/Yo armazem de frztndas da
Sanltg !'oelho,rua do Queij
matlon 19
Tende-se.
Madapolio fino de 74, 8, 9&, m, i\.?
12i5lapessa. ^C fl*wl**l
Grande sortimento de^eS^I Dit0-d^s""**<"de *m-
ordens nos-
a Tm-
gaz.
prets e morentiques
Paredes Porto. W \
A"ba de receber ota magnllice soriimeoto de
grosdenaple prejo que vende pelo baratsimo pre
CO:eifm, l*600e 2* ,rtda prla do mer.T
Sosto fazend* superior qne vende a 1*600 o oova-
o so para acabar, moreantiqaes de neos desanos
e moltas ootras fazendas pretas para a qur.rew"
e todo mais baraio do ijoe em outra qo^ten-.
parte : s na ra da imperatriz D. 02 armazim d..
porta larga junto a padaria franeeza.
240 rs.
Grande peckincua.
Chegoa a roa da Imperatrlx n. 62, orna nova fa-
xenda denominada popelina que serve para vesti-
dos por ser de qoadriohos e larga que se vende
pelo diminuto preco de 240 rs. o covado, s-para
acabar: a' ra da Imperatriz junto a padaria fran-
Ditbs de* mnrsuUoa a 5.
AlgodSo enfestado com 7 l/2 palmos doj
largura a I^IOU a vara.
Cambraia branca fina de U, 5| U, 70 o
80 a pessa.
Dita para forro a 30 a pejaa.
Dita com salpicos brenca a 40500 com 10 mesmas.
,',csa.
ra
cortinado com 20 varas a pessa
Popelina
Popelina
Popelina.
Para vestidos
Para vestidos
Para vestidos
De bonitos gostos
De bonitos gostos ,
De bonitos gostos.
A 240 rs. o covado
A 240 rs. o covado
A 240 rs. o covado
Para acabar
Para acabar
Para acabar.
******** mmmwm
Grande aimazem de tin-j
tas medicamentos etc
Ra da "aperador b, 12.
Productos chimicos t pharma- M
ceticos os mais empregados m m
edicina.
Tintas para todo genero de pin-
tora e para tinturara.
1 Productos industriaos e tintas
para flores, como botoes de flores
e modeles em gesso para imitar
fructas -e passaros com o compe-
tente desenho.
Productos chimfoos eindustriaes
para photograpOia, tinluraria, pin- 31
tura, -pyrotecnia etc.
Moatado em grande escala sup- m
prido directamente de Pars, Lon- jj
dres, Hamburgo^ Anvers e -Lisboa S
pod6 offerecer productos de plena sw
confianca e satisfazer qualqner en- *
coawaenda a gresso trato e a reta- jj
loo por preeo^commodo.
vara5 n
!i,r:
Retundes de fil preto a 60300.
Chales de fil preto a 500'. 9.
Grosdenaple preto superior de 10800,
20. 20500 e 30 o covado.
Morantiqoe preto superior a 20800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 o covado;
Cobertas de chitas da India.a 20600,
Lences de hamburgo fino a 20400.
Ditos de bramante uperior a 30200.
Bramante de ltnho com 10 palmos de lar.
gura a 20500 a vara.
Ditodelinho com 5 palmos a 10200 a
vara.
Dito de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Lencos de cambraia branca finos a 10800,
20, 20500, 30500 e 40 a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara; e com
salpicos a 900 a vara.
Atualhado trancado com 7 1/2 palmos ds
largura a 10SSO a vara.
Dito adamascado com 7 1/2 palmos a 20.
Dito de linho adamascado a 30.
Panos de la adamascados para cobrir me-
sa a 40500.
Toalhasarcocboadas de linho a 120 a duzia.
Toalhas de pello de 130 e 140 a duzia.
Guardanapos de linho adamascados a...
3050041 duzia.
Cambraia de nho superior de 60 e 90 a
vara.
Chitas francezas finas, escuras e clarasja
320 e 366 o covado.
Assim como outras muitas fazendas que
se tornara enfadonho mencionar que se veti-
Jde por baratissimos presos.
Igiia braaca veidendo boncaes.
goiabraoca reeebeo om bailo e variado sor-
tmenlo de boneca?, sendo graues e pequeas,
bonitas* ftias, vedlris e q3o viilda, cera rosto
de cera, porcellaaa'"e masra, olhos 5*os. e movi-
dlcos. e por ccDSfgMe cara* eternas.
Em qoanto aos grecos o comprador oso tenba eai-
dMo, porque nao ewra'dar mais' do que se Ihe
Palr, e. assim pode dirigirse com disposlQSo de
comprar, das nonecas, que est vendendo a Aguia
arates, da ra do Qalmado n. 8.
Ks pon Jas Anas para rot
Vendemie oa rna b Q^malo*a 8, leja da
Aguia branca. "^
Bonitas franjas nata cortinados' e toa-
lhas.
A Aguia branca a roa do Queiraado n. 8., reee-
beo mui bonitas-franja brancas com- borlas e sem
ellas para coi finados, e outras propnas para toa-
lhas. Os precos deltas ainda qae commodos, va-
riara em proporcao das largaras, e qoaltdades das
INJECCOe CAPSULAS
VEGETAES aoIVIATICO.
GRIMAULTaGLepharmaceutigosemPARIS
Novo tratamento preparado com as 'folluu i*
Mutico, aore do Per, para a cora rpida e in-
fallivel da Genorrhea sem reccio algum da con-
traccio do canal on da inflammaclo dos intestinos.
0clebre dootor Ricord, de Pars, ter renonciado,
desde sna apparicio, ao emprgo de qualquer
ntre tratamento. Emprega-se a njecco m
eomco de fkixo; as eaptuat em todos os cues
chronicM e Inveterados, qne resistirio as prepa-
raedes do copaba, cubeba e i injecedea com bae
tallica.
Altenco
O abae asignado avia ao re?ptavel publico
e com especlalidade ao corpo do cowmercio, que
desde 30 de marco do-eonrente aono, foi despeado
< toda sua eacelleotrssima familia, pelo bom traa-
raento que leva iran* o lempo uue foi sen
caixeiro.
Recife, 3G de raarfo de 1867.
___________,___________ltg*el Jote de Oltveira.
Oferece se urna ama para cosinhare comprar
a tratar na primara meia-agua do toecco das
Barrems.
t >utiarL de 8 Em o..me da mesa regedora.,convido a lodos os
nossos irrasos, a compar3eerm em nosso consisto-
rio no dia 5 do correlo pelas.3 horas da larde, am
deacompaohanmos a procisso de$eonorBera Jess
dos Passos, queem de saftir.dese convento, para
a raairi do Corpo Santo. oas;storio da contraria
de S. os d'Agoflia, de abril de 1867.
O secretarlo,
.Antonio AltesSJebre.,
COMPRAS
tfarello novo, saceos grandes a 4J500, naroa
'lo Apollo n. 4.
XARrTTFRflWOSQ
V DE CASCAS DE I.ARANJAS E CASSIA AMARGA
Com iodureto de ferro inaltcravel
l>e *9. P. Larose. pharmaceiitco
en. PariA
,E sob a forma liquida que mais fcilmente
se assemeltia o ferro, e isto, sera produzir
perturbaco alguma; n'esta forma, tambem,
preferivel s pimas e pas^lhas em todos |
os casos eaj que sao proscriptos os ferrugi-;
nosos. E o melhor auxiliar do olea deTi-!
gado de babalbo, porque contem o xarope
e cascas de laranjas amargas, tao geral-1
mente appreciado, para a cura das dores de j
.estomago, igestoes diUcbis, inappetencia,
ele.
Deposito emtodas ss pharmaciase easas
4e drogaras no Brasil.
' Expedices, em casa de J. P. Laroze, ru
des LionsSl-Paul. 2, Paris.
Deposito em Pernambueo, pharmacia de
P. Maurer de C. ra jjova n. 29.
O oleo de figado de ba -alliio desinfectado
A venda na pharmacia
C, em Pernambueo.
PASTILHAS
VERMFUGAS
Compram-sc escravos
Silvino unherme 4e Barro?, compra, vende e
troca effecuramenle escravos de ambos os sexos
e de todas as idades : a* ra do Imperador n. 79
terceiro andar.
Oxiro e a,rata.
Em obras velbas : compra-s na praca da In
dependencio n. 2t toja de bilbetes.
Compram-se fibras
ndependencia ?. 22.

o
A
steriiuas : na prtfa da
Moedaa de ouj.
Nacionaes e estrangeiras assim como libras
esterlinas: earopram-se na rna do Crespo o. 16
pnmelro andar. ^
- Na praca da lodfpendmeia n.33, loia de
ourives, compra-ee ooro, prata e pedrac preciosas,
e tambem se faz qualquer obra de eacoanmenda e
todo e qoalquer coneerto.
IVOTA YORK.
DE COR CHEIRO E SABOR AGBADAVEIS
Infinitamente mais efficazes do que todos
de Chevrier, conserva as qualidades e pro- os ma'S remedios perigosos enauseabundos
priedades reconhecidas ao oleo de figado do l^e existem para a expulsao daslombrigas.
bacalho ordinario ; o seu ebeiro gosto '
sao muito agradareis, e a digesto faz-se f-
cilmente.
Deposito em Pernambueo, casa de P. Mau-
rer & C, ra Nova o. i8.
PE1XE
Pescada e taioha salprezas, bagre e crovina
seceos : vende-se na roa da Praia n. 34.
Compra se orna eserava de eondocta qae se-
ja boa costoreira, paga-se bem : na roa Imperial
sobrado n. 64 on na travessa do Carioca n. 2, eies
do fiamos.
Compra.se ooro, praia e pedras preciosas em
obra velbas: na roa da Cadea do Recife loia
de oonvee no arco da CoBcelco.
. Compra-se om cavallo que traba,he em' ma-
chipa de-paoarla, na rna do Rangel a. 9.
-- Compra se ama casa terrea no bairro de
Moto Antonio on no da Boa-vista : a tratar na
rna da Crot o. 60, luja de cara.
Compra-se orna negra cosjuhetra e engom-
madalra : a tratar na padaiia da roa Direiu no-
Dj6(U O*.
Terrenos a venda
Antonio Botejbo Piolo de Mesqota tendo man-
dado levantar orna planta de sua propriedade sita
no logar denominado Pandao em Beber i be de Bai-
lo, abri diversas roas com embarque e desem-
barque no rio Beberibe, tendo entre ellas ama qae
priucinia oa estrada de Beberibe e segoa em di-
rer$ao a estrada do encanenlo de OJinda, vende i
parte dos terrenos da mesma propriedade lendo
de fundos de 400 a 1000 palmos, as pessoas qe
ja fizeram ancommeodas e oatras qoaesqaer qae
pretendam podem iiiigir-se a mesma propriedade
nos domingos 31 do carrete mez de margo e 7
de abril de manbaa qae la me acnaro e em outro
qoalquer dia no sitio do Cajueiro oa Iravessa da
Passagem n. 6 ao pe do bospitai Portngnez onde
mioba residencia.
No deporto do pateo do Carmo n. 43, ha todos
os das a -eoda leite pare em garrafa a 240 rs., pe-
lo dono ter ama percao de vaeeas.
Veodem-e duas liodas macantbas idade 13
a 14 anoos, daas escraras com babilidades : na
iravessa do Carmo o. I.
Nao causam dores e produzem seu effeito
sem precisar logo depois de purgante ne-
ahum e taoincitantes em apparencia e deli-
ciosas em gosto, que ascriancas estao
promptas a tomar mais do que marca a re
ceita.
teis como um excellente meio de fazer
remover as obstruegoes do ventre, mesmo
no caso de nSo existirem verme algutn, a
PASTILHASVERMIFGAS DE KEMPS S50 promp
tas einfalliveisnasoaoperacSo e por todoii lel-
os respeitos dignas deconfianca e approva-
C5o de todos os paes de familias. Prepa-
radas nicamente porLanman 4 d,
Nova York.
A' venda as drogaras de A. Caors, Rra-
yo & C. e P. Maurer & C, e em todos os
estabelecimentospharmaceuticos do imperio
Delicadas cestinhas bordadas a froco.
A Agoia branca reeebeo orna peqoeoa quanti-
dade dessas non-tas cestinhas bordadas a freo,
proprias para meninas iraierem nos braeos, qn< m
as preteoder oio se demore em procura-las, oa le-
ja d'Agaia brinca, roa do Qaelmado o. 8.
At que chegaram as desejadas correntes
pretas a Benoiton.
A Agoia branca roa do Qneimado d. 8, acaba
de leceber as to desejadas e procuradas correntes
a Renoiton, e assim noticiando a sna boa fregoezias
Ibes declara lambem qne a quantldade pequea
e qoem nao se apressar Bcar sem ellas.
Papel greve feume verdadeiro.
x Liso e paatido com 33 liabas, vende-se oa roa
do Queiraado, ioja d' A guia-branca n. 8.
Collares Royer magnticos, medalhas e pul-
seiras magnticas.
A Aguia branca receben nova remessa dos pro-
veitososos- collares Royer magnellcos,) sommamen-
te conhecidos para preservar as convulcoes e fac'
litar a denticao das crianzas, com esses uleis col-
lares elctricos magnticos vieram tambem nao
pequeas qnntidades de medalhas e palseiras
elctricas magnticas, coja ulilidade tem sido apro-
veitada por quera suflre de nervoso bypocrondico,
tremores as raaos, etc etc. Assim como es col-
lares Royer esto ge raime te conhecidos e acredi-
tados pelos efleases effritos, bons resultados (pie
tem cclhidos as pesseas que delles iem osado;
assim tambem chegaram a gaohar iao a!ta reputa*
(So essas apreciaveis medalhas e puUeiras mag-
nticas urna vez que o oso d'ellas fdr se estendm-
do a todos qae dellas neces-ilem. A Aguia hran-
ea continua a receber por todos, os vapor"s fran-
cezes ama determinada qaaBtldade desses sempre
precisos e estimados collares Royer magnticos, e
por isso Qqoe na lembranca de todos que os arha-
ro constantemente em dita loja d'Agaa branca,
roa do Queimado n. 8.
Panos de crochet para sof, cadeiras,
jarros ele.
A agoia branca a ra do Qneimado n. 8 receben
bonitos panos de crochet de diversos moldes e ta-
annos, tendo Delles algans coja soperiondade se
cenhece por imliarem perfeilamente o labyrratho
ch-eo. Tinto os de algodo como os de la a aguia
veode-os por pregos commodos.
H deruos enfeites para upas bran-
cas de senhora* e meninas.
A agoia braaca roa do Qneimado o. 8 rece-
ben mui modernos e bonitos enfeites para rr-upas
brancas de senboras e meninas, sendo elles de
moldes novo?, de denlo, por um cantos-os la-
do?, e outros que a forma de ziguezagua fazem
um bell ntremelo, cojos moldes tem geral mente
agradado por sna novidade e galantera. As amos-
tras serao dadas com peoher.
Albuns de 20 200 retratos.
A agoia branca recebeu novo sortiroeoto de al-
buns de differentes gostos e diverses lmannos pa-
ra adrotiirem de 20 at 2(i0 retratos, us qce gus-
tara ce comprar o bom dirijam-se roa do Qnei-
mado d. 8 loja da agola branca qae sero bem
servidos.
Para baplisados.
A agoia branca roa do Qoeimado o. 8'receben
novamente carolsinhas de cambra, bordadas e
enfeiladas, cbapeozinhos de set.ro, moldes novos
de benitos sspatinbos de setim e merm, lodos
bordados e eneilados e meias de seda e de fio da
eseessia.
Interessa a todas saberem o que de no-
vo a aguia branca refefreu, por isso
facam o fa*or de 1er o jli se seane:
Trancas de vidrilhos, pretas e braceas, larcas e
estrellas, com pingantes e sem elles, moldes novos
e bonitos.
Boies pretos e de cores, com plDgenits a sam
elles, o que de melbor gosio se pode encentrar
nesse genero.
Cintos pretos com denles fondos, enfeitados cem
vidrilhos, o qne ba de mais moderno.
Guarnieses de Olas largas para as barras e es-
trenas para os corpos dos vestidos.
Cordoes grossos, preos e de cores enfeitados
com vidrilhos e sem elles.
Rosas de vidro para enfeiles de vestidos.
Espariilhos de fullana, moito bea fa?enda e
bem entenados, para senboras e meninas.
Leqoes de madreperola e sndalo, ditos da ba-
no com seda prea para loto, ditos peqnenos de
sndalo para meninas, ditos baratos a lOCO oro-
prios para casa.
Peotes plateados com fitas cabidas, obra moder-
na e de gosto.
Peotts de tartaruga modernos para sentiras,
ditos dito para meninas, ditos dito de deseaba*
racar.
ufas de seda para senboras.
fiieos e rendas de gnipore.
Fitas para sombras de ditos.
Meios adereces de flores.
Ramos de flores finas para coqoes e chapeos.
^encadas toescuras com aros de madreocrola
para costaras. *^
Bonitas caixinbas com agnlhas e alfinetes brac-
eos, pretos e doorades.
Retroz fraocaz em miadas e carretels para ma-
chinas e ditos de torcal.
Agolhas parisienses e fondo doorado, ditas na-
trabalhar-se em la e ditas e bobas para ero-
de P. Maurer 4
Collares Royer
ou
Xarope e pasta de Seiva
DO

VENDAS
Plnheiro martimo
DI
E. Lagasse
Preparacoes mui preconizada? pelos sabios mdi-
cos de Pars, com as melbores at boje diseobertas
para a cora certa de todas as molestias do peito,
broocbites agudos e crfonicos, asihma e ainda das
aecedes das vias urinarias.
Diposrro ESPICIAL
3tRa larga da Rasarie34
Pharmacia de BarthoUmen dfcC.
Vende-se om taberna sita na iravessa da
roa Angosta a. ff, com poucos fandos, bstame
afregaezada propria para algam priocipiaote : a
tratar na mesma.
Anodinos electro-magnticos contra as oon-
vulsoes, e para facilitar a denticao da-
crian cas. A agnia-branca na rna do Qnei-
mado n. 8 recebe-os por todos os vapo-
res francezes.
DE
AZEVJEDO 4r I LOliES
RUADACADEIAN. 47
A dlahelro
ftoopa etta em porcio e a reta'ho por proco muito barato, que a vista podero
avaliar da realidade.
Fazendas
Na roa de S. Francisco n. 3, acna-se ama porcio
fis varios passaros cantadores para se veoder : -_________
SW-"S^*-rS-Ttilivios dedireito eUtteratu*
Lindo bales demussena, nSo sao baratos; baloes de arcos estes sim, sao ba*
ralos, lindas chitas escoras, cambraia modernas com lista ao meto, cazemiras em cortes
lindos desenhos, cotlarnhosaCavour.relondasr endadas, chales rendados, chales de merino
pretos, finta chitas largas para coberta, superiores meias inglezas, so caras e boas, su-
periores camisas de flanella branca, par evitar consti>sc8t, bom bri brtaco.paa_4yd: rttuoTii.
cas; ha muitas outras fazendas e roupar feitas, que todas se vende nito barato a dmfeiro------------
t vista dao-se amostras e mindam-se levar as casas.
8era motivo.
Veadfrse a eserava Soiana, crlonli, moca e bo-
nita, rom tedas as habilidades de ama cozinha la-
va perfeilamente e engomma, da se a contento'; na
roa da Palma, obrado n. 4f.
Fumo deGaruihaiis
Cbegoa a roa do Qaelmado n. 18, segando an-
dar, vindo do Rosario.
Precisa-se de ama ama para-eosiabar; a tra-
,-r na roa da Concordia p> 04. palarl.
Travet.
Veodem-se ti Iraves de sicopira qae se acharo
na etuclo du Cioco Ponas ; a traur na roa 01-

Vende se um bol de carroca ;
traur na rna do Soorgo n. 17.
para ver
pptyooot.
Claodio Dubeox vende om cabra Je 17 an-
nos bom copelro e proprio para kolatlro per lar
pratica e ser muito fgrie, da'-se mau barate sendo
para forrar com poder de dar para goerra, ven-
djaae potro para o servlco de campo.
Vende- e
ama taberna no pateo da Penba n. l, propria p i-
ra principiante : a tratar na mesma.
Atteiw?aa
Avisa-se aos apreciadores dos bas charola
jniM dirijan) a roa da Cade o. 15, loja de J.
% Boargari, na qoal encontraro charutos palmef-
ra, etposMio e outras maltas mareas m qoaes se-
tal vendidas por multo menos do qae em oatra
"naayner parte._____________
- Ven*> se ama casa torea na roa de S. Joo
deOilnda: na estrada de Joao de Barros i. I
j por menos de metade
de seu valor.
% bjUealfcfotofoSr.Fclix.'
lia Nova i. it.
Merlln, jariiprodencia e qoestdes de direito.
Garnter Pags, dioMonario poHliee.....____
Laraainnais, obras completas..............
Ponear, tsm administrativo...,........
Coioronel, intt. d* Franca.................
Jjlr.iy, misselaoeu pbilosophicas........
Charnw, ens. sobre a lleg. loe. a moraHdade .
Bellral, pfcilosophia do direito.............
Maltar, dootrinas moraes.................
Maogin, da ac. pobllea e pariienlar........
Drot o AMrao, economa.................
HeNHtas aObbes, obras..................
Coosio, do verdadelro boa o bello.........
D'cinaarias latino a portatoei
Tudo eos porfcito oslado.
Ja esto lio conhecidos, e tanto se tem espalbadc
a fama desses prodigiosos collares Royer, qae s
torna desnecessario dizer mais alguma coasa em
abono de seas bons e e efflcazes effeitos; basta c
testemaobo de milhares de pessoas, qne tm viste
e aproveitado o feliz resoltado desses tao otis
qoao oecessarios cellares Reyer. A qoolidiaoa r
creseida extraccao, qae vio tendo, mostra ainda
qae numero dos prodigios se eleva como todo
os compradoras. A agnia-branca, porm, dese-
ando con correr para um fim de lanto aproveita-
roento, t m feito os necessaries pedidos, para qa*
por todos os vapores franceses Ihe seja remettV
BSr-so infalllvet o sortimealo doHes, na loia da-
goia-nraoca. ra do Qneimado n. 9.
Agua minefal
ferraiHM, acidulada, gatou e earkeaica
DI
t _, REZZA.
nao i, agua de Oreua mof particolarmeote
recommeiKlado pela escola da medicloa do Pars,
para todas as affeecees do lobo digestivo, inejorgita-
siento dai viceras abdominJes, e geralmento todas
aa aaotestias provenientes dt fnqnea orfanica, on
pobreza de tango.
Whmrm*elemrth lepeadit.
Manteiga
l-',f2L,L?0"lb.r, ** wrleanos
aera amnaa r., Uaeoatoa togl
*" "*rro do Maranbio a 100
1,4 um a 'arroba, utas eem ebooricas
aU s as Duas Americas Chaco
Altentfto.
>.,..*.,.
Vende se om boi moito manso, novo, gordo, pro*
# prio para carroca : a fallir nos Aflictos, sitio de
I Sr- aaajor Barros, a quiqoer bora do da.
11


O ARMEZAM
S3 ROA DI ClOEtt S
PASSAWDO O ARCO DA COWEtflO.
Asaba de weebar pelos aUiaosMpores Amazoo e Eitremadare oasegnintas no-
tos gneros.
QUEUOS DD ALANTEJO
tm tatas de fvems tamanhos.
LIN6UIQAS
iBwtjo superiores tm latas de dez libra emticamente fechadas.
Pescada,
twtente perxe em stmoart.
HEtXE
de todas as qualida eecUm latas.
ttzuntos m
pifa fiambre, iaglezes, os melhores que vem-ao mercado.
Lingui^as
preparadas em pequeas latas de urna libra.
QELJOS
pratos e flamengos. I
Hoyos figos
em latas e caixiohas.
Marmelada e gela de marmello
Latas com frutas
pf, pdcego, rainha Claudia, alpe-ce etc.
Estes e outros muitos artigos de superior qualidade se vendem por precos os mais
conomodos.
. II. I I I ......... .........------.....
Por menos de 10. e 20, e 30 por cento,
NO
DE
Joaqun Slutes des Santo *
23 Largo 4o Terco 23.
O proprietario deste estabelecimento de seceos e moldados tendo de fazer orna via-
,301, est resolriao a vender por menos de 10 a 30 por cento a dinheiro; partflssortem
uta grande a vaotajoio sortimento para os amipos do bom e barato, que i'laiir parle
deste, vieram p sonta, para o que faz nntfncio de algans gneros, e vista 'deses
regularao os outros mais.
A dinheiro avista
Gaz americano a 8,800 a lata e a 380 rs. a garrafa.
Toucioho de Lisboa a 240 e 320 rs. a libra, e em barril ha grande abatimento.
Caf do Rio a 480 e 220 rs. a libra, eem arroba ba gran le abatimento.
Cerveja das mais bem acreditadas marcas a 5,ooo e 6,odo rs. a dazia.
finho Figueira da melhor marca a 3,500 a caada, e 480 rs. a ifarraia.
dem de Lisboa a 2,70 e 2,8U0 a caada, e a 360 e 400 rs. a garrafa.
Phosforos do gaz a 2,000 rs. a groxa, e a 180 rs. o maco.
Manteiga francesa nova, a 560 rs. a Hora, e em barril a 520 rs.
Id Arroz pilado de Inlia a 110 rs. a libra, e em arroba 3,400 rs. oaa saoca.
Sable massa a 220, 200 e 240 rs. a libra, em caixS > ba abatimento.
Papel marca martello a 5,500 rs. a resma e viado 4,ooors.
\rinho branco de Lisboa da melhor qualidade a 500 rs. a garrafa.
Baaha de porco refinada a 6t0 rs. a liba, e em porc5o ter abatimento.
Alm desies gneros ha outros muitos que eufadonho menciona-los.
O proprietario deste armazem avisa aos seus freguezes que tem contas e tatras ven-
cidas, o favor de as mandar pagar.
MACHINAS AMERICANAS
Vcrdadelras do fabricaste X. Y. Caattoaglm a c.
loiohos americanos para meer mi loo.
Na ra Nova n. 20 e 22, grande deposito
das verdadeiras machinas americanas de todos
os fabricantes; se en;ontra neste deposito
grande porcSo de machinas, e se vendem por
menos preco do que em outra qualqoer parte,
por se receber em direitura da America; se
fornece todas as explicares necessarias ao
comprador para conservado das mesmas;
neste grande estabelecimento saoncontra mui-
tos artigos americanos, que maito dev agra-
dar aos agricultores que usam de taes artigos,
encontra-se lambem todas as colleccSes de de-
sanos sobre os qaaes se aceita qualquer urna
encommenda, que com promptidio ser ejecu-
tada; neste grande estabelecimento, encon-
tra-se em grosso e a retalho, grande porfo
se vendem por preco eommodo, pedindo-se a attenc5o
1
fkMk (HR PARA 4 OliARfiSlA
A' l<#a de hmA 4e Augusto Porto & 0.
IiRud $ Queirfiai*'**ii
Augusto f vestidos pretos tcMene bordadosTagu^.
Lindas cortas de Mreaajiqaft'frdto paraaesdos.
Basquioes e polowaises de seda prevaaafeiuaas oto o motaor igorto
Sedas preta a lores fiw superiores; nwtrwmtiqWpreto egrosdena-
ple prokxevuittaaiqaiiilades e mo Jicos precos.
Rotondes e chales do .guipure 4e sed* e de algodao.
Pannos e caseraras.pretas do diversas qwlldiios.
Rices vestidos de Wood com manta e capaila para no i va.
ttiaovfces'e'fBstidos bordadas para baptisados do lO^'Wlf.
Clctas-e-fleda b de Ha BTla para camas de fibvas.
Cortes de seda e moipeanlique de cores para vestidos periaro.
Moireantique toranoo, sedas brancas e grosdenapoles branco a de coros
_j>ara vestidos.
Chapeos de caMtrTrancos e de seda pretos para faomem, seohora e me-
ninos.
S15es, ^espwtirlos, t3tttenhaa%com manguitas bordados e lindas chapeos
de sol para sedhora.
Malas pflra viageamos vapores, malotes e saceos de viac*** % un bello J
sortitaeato de
Aicactlfas para ffStmr salas
11 a*taa do nelmado-li
iflttn ntgfii ifTi rafia nanri ftinTT
Yeode-se
no largo do I
con todos os
tro on qoitro
Aos agricoltores *
Sannders Bromen & C. acaban de roeeber*
Liverpool vapores de for?a de 0 1 caaaltes cent
todos perteooes.e'mK rtprwe par faur aso-.
LBr trabalhar ate con 140 ierras, ^mbem ser-
vm para eifardar algOdo tra 'para oatro qaalqMr
MtVRjo'M) qae osara trakalWr am bUmos. O
meamos tambera tem a venda machinas america
as de 36 a 40 erras : os preteodente dirija-
M ao largo do Corpo Santo n. 11.
i T "-'- '*" .- ..... '"""-
Vende-se a taberna do largo da Santa Crai
j t.W, m^weqBWcl de et*e vet e Hftrafareffl
I mis m p*leciBeotoerptiysios do dono da mesoii
! por w apa* v^n toreado a vender a armaoic
por meos do qae ocotes pretenda.
Ualcado barato.
fcllott pteOn para'seWlort a 3*000 : na praei
ta lndtpMtflNieta noaMros Ifre 18, loj Alt-
les di Ly.

LOJA 8A PRAiTA AMAZONAS
DE
Monterro GuimarSes.
H. 5 Roa te Qaeimado n, 5.
A loja da fragaa ta caba de recocer "fle Parii um bonito-sor timen to de fazendas pre-
j|oj|ffosto, como seju lindos cortos de moireantique de mu lindos padrees e que
vendem por^recos baratissimos, gorguro de seda preto com listas assetinadas (fazenda
esta, inteiramentejaova neste asneado) grosdenaples pretos e th core de differentes lar-
guras e qualidades, por mui mdico pre^o, crinolines americanas para baiao, grande
sortimento de poil de chevre com listra de seda para vestidos e outros muitos objectos
de gosto, como sejam:
Ghapelinba de seda, crep, epalba para coque.
Rasqoines de seda preta ricamente bordadas.
Leques de saudalo muito modernos.
Ditos de ma ireperola muito finos.
Lindos cinios a Clotilde novos gostos.
Rotondas de seda, e algodao.
Cortes de bloode para casmentos.
Cortes de seda d*> cores finos.
Cortes de fular de seda.
Cambraia branca com 9 palmos de largura.
Espartilhos sultane.
Camisas bordadas para senhoras.
ntremelos e babadinbos bordados.
Veos de fil de 9eda pretos para a semana santa, e outros muitos objectos que
menciona-los seria enfadonho,
t
DE
de ferragens,
de todos para
asa Nova n. 20 Carneiio Yianna.
e miudezas que
este estabelecimento que muito lucrarao em fazer suas compras: na
BOM SORTIMENTO
DB
Grosdeoaples preto a 1|W0, 1S0 >. U. 25230 o covado.
Dito dito muito largo a 20100, 20101), 20800, 30 e 30500 o covado.
Gorguro preto a 30500 e 40 -o covado.
Ditos adamascados largos a 205OJ, 30. 35500 e 40 o ovado.
Moir preto a 20200.24500,20000. 20800 e 30 o covado.
Dito dito superior qualidade, asseoado oom listas e fijrei a 3550), 45 e 15 oto*
vado.
Superiores cortes de gorgurto preto bordados.
Baa setim preto maco.
Pao preto .de 20 120 o covado,
Cazimira preta de 1060) 50 o covado.0
E outras omitas fazeodas.
Na ra do Graspo jo. 13, loja das} coltawiasj de Amonio Carreta 4a Ymxmsellos
a'.i
NOVO DEPOSITO
su-*
JA*a WKISKOCAR algodo
Mmm tento d li^ feurar___-,-
. **M lrel.v-S3 ^^ >b MM
isfe eitabelBcmiento so encontraWo as
I machinas americanas hegd|i nltiai-
quaes s3o fetas pelo mais afamado a-
ii Amrica, por 18% avisa a todas as pes-
rwisarem comprar, de se dritir o este
MUd que comprar ao das mais porfoitoj
geneMk assim como mata barato '
parto, par ism que w
bem oemo eannos de chumbo e i
CAROBA
PREPARADA* FRI
mobilla
'ello
fela, de apo
gaalm
ra eropi.lbar, por mmor preeo que
qner parte; na camoda
(Oreen taro
XV, orna dita
obra mallo
inbeeida ao-
pparelbada pa-
emooira qral-
do Carmo n. i>, loja do
mmi1
A venda na pharmacia de
XMOPB
-ftttartr.OriuaoaM
SWtmMB
MauaiT o"
OMAMolda de ha
SS;
tzmss
MDieHM
Veoaese o estabelecimento de molbados bem
afregoetado di roa da Crqz do Reeife o. 37, or
motivo do oo) estar doen'ta e Ir tratar de soa-
saade forana ttdade: a "tratiarad^msMfo.
"- V*ft.e"o 'to tia-iraVeltsa1 m'Hem'il.os n.
l na fregnezta dosAfofdOi, no ead qtfe
se acha : qaem o pretender eotenda-se com o seo
propi4etewoaairo vaipara a roaBallf aofera^lo.f. 1Q.
, Vende-se una latera* com poseo foodos
em Santo Amaro de Jaboatto, para qualquer prin-
eipi>nt4 :qaem prtender dlf^ja^se ama do'RaO-
#l n. i, qo atort qaeai m'Wfdra.
Yerdadeios
ElelTo lafiDitMs [aoflinos PflC80 #08* ^Wftaffll
Ou Collares Anodinos, para racitar a den- t^CA TWVA J. 21,
ticlo das criancas contra as convulsoes' acaba de receber um lindo a ftfpwlf tor-
das mesmas, a estes collares nos escuzado timento de oculos, lunetos, binculo, do al-
fazer qualquer recommendacSo, visto a timo e mais aparado gosto da Baropa e oca
grande utilidade que tem produzido quelles los de alcance para observares epara o
pais que os tem applicado em taes circum-1 martimos.
stancias pois nos parece que nao haver um
s pai ou mal que por este meio nao quei-
ra por termo a taes aoffnmentos de seus
fllhinhos visto ser um mal que tanto os
flagelia, pois a estes collares acompanha um
folheto que ensina como se eve applicar, e
vende-se na loja do Gallo Vigilante, roa
de Crespo n. 7, pelo preco de 40000, 5
e 60000. .
PHOSPHATOdeFERR
[DEliEMS DOFTOR EM SQElffJft
INSrFCTOHDAAr,40EMiAnFPAPI?F>'
if to exiMB BcdicuaMto ferracMO ta notrrel
cerne o PK*tfhtu 4 (tiro i Ltru; as soma-
dadks medica de mudo inter adepiaram-ao
com sotlicitvde sen iapul nos aanaes da scieaeia.
s cores p*Uii*t, tiret d utomate, digeUda
penotat; iwem, ctnwUttencu iitficit, idadt
critica nos unhtrmt, irrepUtrUUuu n netu-
Iruacio, potras* do tnpu, hfmphatiimo, ti
curada rtpiamenle 0% mtdificmdt ftr $tt
exctUeaU cempoito. E' o conservador por excel-
encia da unde, e declarad snperier aos hospi-
taes e petas academias a todos os ferrujinoooi
coshecidoe, a itiortU ao citrmU de ferro,
porane nico que coavem aos estmagos de-
licados, que So provee eonstpacto, o lio
tamben que nio ennegrece a bocea e os dentta.
Deposito (id piMiuidcra de f. Maurer e
C. em Pernambuco.
ienrid.
LAwanrma
> goOiikWHHSftiMH'^i>|il*Dliiiim*
/F*atM4.HwUMrrMf> ..frliiA.k.1
pttati Ptrij, m tmUtttH wm i dm paMsrmM *mm mb
MutU CHtfi M Bm*
racaTo'ot
01
H"* utmniiil
^_^___ Ak ojao^aJaVoW nBBOjtnaanti bM
y^a^w iv ^aw^aatr Bnow*im <
oVuiuto 'MU MSm OtWOMfVM
aoMkii la
POR
AUOCSTE CAORS
Pharmaceutico pela escola de Paris e successor nesta cidade
E
Aristde Saisset e J. Soum
22.------Ra da Crnz------22.
.....w m
Tratamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, nem outro qualquer
mineral.
Verdadeiro purficador do sangue sem azougue.
Especial para a cura de todas as molestias que tem sua orifeffi na impureza do
sangue, como sejam as molestias boubaticas, sypbibtieas, esorophulosas, dartbrosas, quer
venham ellas por nereditartodade, quer sejam adqueridas pelo contado com pessoas in-
feccionadas dos diversos vires que contaminan o sangue e os humores.
A caro ba um remedio prodiuioso, usado desde remotas eras petos indios
do Brasil, e passand seu uso degeraclo em gerac5o, hojo um dos remedios mais co-
nhpcidos como proprio para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse nume-
ro a morphe ou elephaotBSs, pa cojo curativo os nossos sertanejos consideram
caroba como remedio especifico.
A moito ttmpo eotfou a caroba nos formularios como preparado magistral
sob a forma de eleictuario, anda boje leBbrato as pharmaeopas ota o nome de seu
celebre autor Joao Altes Carueiro: oso ella portatto remedio nove nem desconhecido.
O ungento de caroba da mesma sme precotisado desde tempos mmemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras syphikticas srdidas,
e e-np regado com pro ve i to depois de improficaa appcaco de muitos outros agentes
tharapeuticos enrgicos a de aso quolidiano.
Muitos dos nossos mdicos de considerado e entre ellos o muito distincte pratico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Atbayde Lobo Hoscoso, tora eonfirmadi por meio de ex-
periencias repetidas,, o que diz afama das benficas propiedades da caroba no trata-
meto das boobas, da diversas fortats sob qo a syphifis se aprsente e maito espeoitl*
mente as que teem sua sede na pefto, e poeriamos relatar alguns c^sos de data muito
moderna obsarvados pelo mesmo^Sr. Dr. Mosco em que a caroba produzio admiraveis
efieitos, depois de iauteis e prolongadas applicacSes de salsaparrilha, mecurio, iodo, ou-
ro e seus preparados, etc., etc.
Maoora possivot que orna planta t3o netavel por suas iaappreciavaw virtudes es-
capssse a perspicacia e Investigac5es dos mii abahsados praTlcos europeos, que se ap-
jBmi> JPllcam com especialldade ao estudo e tratamento das molestias syphiliticas e herpejicas
e para proaa abi esiSo os SrsvDrs. Casenave, Schurfer, Ricord e outros dando asmis
hsonw#Mo#aJacos tobre as*fltopipdadas curativas da caroba e precenisaodo-i como
remeojoapNerrsiio) par o trettmeoto das erapefos sotaneas, seccas ou suppurativaa,
darthros de todas a qpalidade, ec emas, nlcoras de diverras naturezas, tumores, osseos
e oatras moitas molestias de flatrza sypbi ica attoiavjoattoff*'-* '
Por ler-se generalisado amito ota da eaaeaicla da caraba qae eu pre-
paro e pelos iostaadM d vari medicar qoo desejam contimwr em ayas observacoes,
deliberei-me a ter prompia ama quanfilhda Ift mesma essencia, obtida se-n a ac?5o do
ogOy :para alo arajudicar as propiedades medicamentosas; e d'ora m dtaoM encon-
zas era grossoa a retalho.
s americaaas- para *&#&!&*&
propriis fm rofinacSo,
em para minio.
*TtoA a
o ttt
trar-ee-b va minia pharmacia semjpfe e emparcSo suflQciente para todos os pedidos a
ESSENCIA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma planta para qae nun-
ca fallem a >s Srs. mdicos que quizaren speHmant^r Uo precioso age^modioiaal
-. Ret/to de PuiiwiaDQCO,/TTTe outubro de 1866.
CHIPEOS PKETOS.
De seda da ultima moda e de muito boa qoaiida-
Je proprios para a quareSma, a 8^000, na ra da
IxpeijatrlE loja o. 70.
Loja do Mi" Vigilante-"
DE
Gtrimres & Prei'tas
RA DO CRESPO N. 7.
Os doaos deste bem conhecido estabeleci-
mento, tendo em vista sempre o melhor
meio de bnm ser ir a seus numerosos fre-
guezes a 'equeriram em Pars um correspon-
dente, o qual nada temdeixado adesejir na
e-colha de suas encomm nJas, pur isso boje
mais^ue nunca se acham habilitados a bem
i servir a seus fregnezjs, tanto na ecolha dos
objbtoscomoem precos, como sejam:
Lindas trancas pretas e de cores c m ve-
dnlho e sem elle, proprias para eafeitar bas-
quine*, assim como botes para os mesmos.
Lindos cintos preto? e de cores, fazenda
enteiramente nova em gostos.
' Luvas de peiica s -da, fio da escocia, e tor-
cal, pretas. brancas e de cores. .
Meias de 19a para padre.
Dita de tod senhoras e meninas.
Agu has pr )pnas para crochet.
Lindas capellas para noivas.
Sapertor papel atmato Ono liso e pauta-
do com 33 linhas, assim como de peso pe-
queo, amisade e tarjado
Lindas tmjuinhas e aapatinhos ricamen-
to entortados para bapttsados assim como
meiis Je seda para o msmo fim.
Lind is vasos de porselana e metal para
pos de arroz.
Paco tes cam superior pos de arroz aro-
mtico.
Ricas caixas com msica para costura,
ricamente infeitaJis e todas marchetadas de
mad reperol a.
Lindos livrinhos com capa de tartaruga
proprios para missa.
Lindos port-bouquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentos e bailes
etc., etc.
Grande sortimento de pentes de tarta- '
rva para cock, alisar eregacar os cabellos,
assim mnoaa mtrfim, massas eoorraeha.
Graa#e sortimento de sabonetas de todas,
19 qmgdades.
Supartor tamba em tatas de dfvovan ta*
mantiota procos.
Suptrtor llbWl para crochet.
Grande sortimento de perraratrias dos
albores autores; al boje condecidos.
Grano surtlnKnto de bntOes tanto para
punbos, como para col le tes.
Finas thesouras para costura, mtbas e ca-
belleireiros.
Grande sortimento de escovas pararon-
pa, cabellos, deutes e unbas, assim com > para*
Hmpar ouro, e muitos outros objectos que
menciona-los seria eufadonho.
S no Vigilante
A venda na pharmacia de P. Maurer
e C, em Pernambac._________________
MVAL SEH SEGUIDO
Ra do <|ncm;ido o. 49, loja de
miudezas
DE
Jotf Bigoamno
Carriteis de reteozfde todas as cores a 80 ra.
Fraseos d'agoa de Colonia molto 'operior a 500 rs.
Frascos de o eo mono fino a 500 rs.
Baralbos franceies moito fios a 160 rs.
PcQas de tranca braora de caracol a 60 rs.
Duzla de tesooras p-qnenas a 480 rs.
Frascos rj'agua para limpar deotes a SCO rs.
Caixas com colzetes fraocezes a 40 rs.
Redes pretas lisas para segurar cabello a 3<0 rs.
Continua a queimar lado qaanto tem em sea os-
labeleci ment.
Pares de sapato de t pele a IjQOO.
Duziis de pencas de age multo filas a 60 rs.
Caixas de lioha do gaz de 30 noveflos a 600 rs.
dem de linhas do gaz de 40 rs. o noTello a 700 rs.
dem de palitos de seguraoca a SO rs.
Lencos de cas-a com barra a UO rs.
Dazla de facas e garfos de cabo preta a 3J000.
Hasso de pal.tos llxado para dente* a 120 e 160 rs.
Pegas de ntremelos moho finas a 500, 600, 8001
14000.
Carrafas de agua Florida verdadeira 1I0G0.
Babados do Porto de todas as largaras e lodos os
precos.
Sylabarlos eom estampas para meninos a 3S0 rs.
Memento da roupa de lavar a 100 rs.
Novas cartilbas para meninos a 160 rs.
uzlM de meias molto finas para senhora a 4*500.
Agnfnas fraocezae a balo (papel) a 60 rs.
Pares de sapatos de tranca e tapete a IfVSOO.
Pegas de Otas de lia de todas as cores a 600 rs.
Crozas de botoes de percelana prateados a 160ra.
Caixas eom aifioeites trancezes a 80 rs.
Caixas de 100 envetopes moilo finos a 000 rs.
Pregos francezes de lodos os tamanbos (libra) 3&0
ris.
flesma de papel de pese branco liso a lVj
Frasco com superior tinta a 100 rs.
G rosas de pbespboros de gaz a 2JO0O
Pares de botoes de ponho maito bonitos 00
Lalas em carto de 200 jardas a 100.
Caixa de superior llnba do gaz com 50 novellos
700 rs.
Puk-eiras de tonta para meninas a 310 rs.
Talheres para meninos a 240 rs.
Caixa com superiores iscas para cbaratos a 20 rs>
Masse eom superiores grnanos a 30 rs.
Grosas de peonas de ago muito finas a 900 rs.
Bonets para meninos a 1JL
Pentes com costa de metal a 400 rs.
Capachos compridos e redondos a 560 rs.|
Realejos para meninos a 100 rs.
.VENDE-SE
Motores americanos para doas cavallos.
Dito dito para qaatro ditos.
Machinas para descaroga/ algodo de 14,
18, 28, 30, 35 e 40 trras.
Preogas para enfardar algodao fazendo os sic-
eos com seis palmos de eomprimento, com e taso
de 150 e 200 libras, vindas ltimamente da Ame-
rla : no armazem de Heory Porster 4 C, m caes
Pedro II n. junto ao Gabinete Porlogoez.
t.
C&L HE LISBOA
vende
r.do Broa
da mais nova qoe ba ni macado :
armazem de Dad Perreira Baltar,
n, 66; barris de 4 arrooos, toda em
laias Ot 1 ditas, BeraNcameite
UVA.
vende-se no
o Bram
Vrinha a
da

q utqvn
I u
. .__________.
mitto, e grande wnmm daie Novo e grande deposito 4e superior caerrsto de GardilTaa
m*-
tais;
mms^
Barbara n.t* etilo tabihtaatt Npartr Oaf
d^otto, alata-ot taMts a vt#w os
lagos Alvos Matheaj., :
eria eufadonho. 2e*Si
aar*' fe
Vsade-se ucees eom farioha
roa da ladre de Dos n. 5.
VIota 4o Porto Mtw.oToBfgUoJ
orna uia. ^ '
. Tende-se no escrlptorio de Antonio Lals do
Oliveira Aaevedo (1, no sea oscri^tono rn* da
Crin, a. t. -
Novissimo Mea de Mara.
itcna-oe ** voads ta Mi do Imperador n. 15,
Aelroate de S. Francisco, o Nomttmo Ma itUa-
TI, tUfeamif, ornada com mnlnaslmt grava-
ras, conforme a r ealcio de Coimbra, correcta,
PbmadaGalopeanpara a extracglo e cara..
fina e completa dos callos daros.saas a menor dar,
vente se lt ^^ '
pharmacia e drogara
ta
Bartholotmeti & Ctaamatahla.
VtMaiOaptsito.
entada eom om segando exemnlo da ediein
Isboa, eom a Instroecao^ Indnlgencias, a modo
com os mysteHos
om appradiea
^ e oragdes para qualqoer ebrtatta
Jeoer at ao anoitecer, sendo t missa
liadas e fiolsslmu estaants, acosa.
S!
Mh
, 4,etemprar da
/
esns.
VobAm!
ttTiafxdO
_i5
ltaiiieJitn.9.
M,
-.
-i .i
viobo de Bordeaos em qoartolos
: em casa de Tlstet reres, roa jad

Biatiliirta
Es
VIKUttS
.
s-
t_



.
J
.y

ij"u 0; deposito caatral para U prftjtiMUti
Pernwabwo,. Alampa*, P*#*im .
Grande do Norte, destes repedtps: .to.
voravelmente conheeidos e aeothidf
tota a ptiifesd Amorto do Sol o-do
Norte, acha-se era casa de Theod
tlaasea, 10 araa *a Trapiche can
Permabnco.
OspaoeosdB
MMkpordni de tracto d* satea-pamiha.
*7*por dwi'de'pei toral' froerejav
Mil1 por oHiH>d**etBedto para moVa.
70 por duzia da ptalas oathartiott'
ae eateodem ate*!** *ttt, ora
o descont de 8 por cento era qnantidadei
deft ? doaias, e de 10 per centoerjo
qaaitidadessaperioresa 12 duzia.
.i "mhm.m jj 'ujiimhi ni i ii^" mu
Perla man as novas.
"-i-'' ,8ftb

Alm %grMde,sortipjQ.qtQ,das melhores machinas, americanas para descarrocan
argodSo. dlo, l, 4,.8; ttW; Silfo, 30,3, 40-c 99, msifesuueleclmento sel
encontr mais oaegtffnto:
lAzeite de espermacet propria para machi-
nas.
Vapores,de.fcfffiade 3,a..*caiajjo^
Serras avulsas para machjnns.
MancSes e todos osmais pertences para as
mesmas.
Gamos de mo para aterro.


A aatif* loja de aatnleras i.ru do Qoejroau j
a. 18, recehou, nava sa-tajenio de. perfamarias
sendo Boas exTraptos e essenqu conoentrada, ebei-,
ro3 agradaveis pira lencos;, bleos surtlne, [biloc-
me, e babosa'para cabellos, banhas e cosmetlajuesi
tamben para o cabellos, poz de coral e ty gianieos, Cylindro para padarias.
^Tt-^^f^^^S\ Debulh^pres para hIHo..
nh"s% ooiro aa bellas l^lpWetfesM?* Arad8 UMnanM'
eatrosaiQi tees emnatxit)t*s do -lenca-para bir-3 Carrinhos proprjos p
be, aaM caJoia deaapertor quatlaad* ern-fraa- Moinhos para refina?:
eos de diversos.(imahos.e:precos,gi.anAreida ,dem para mlhqti
para banbar e refrescar o rosio, agua florida ( da V., hu.*,mh.. __.
verdadelra) Inico KM*, e muas ootras per- Escadas de adeira americanas,
fumarias que a vista da boa qualidade e commo-
didada de. pregos, o comprador nao obiectara'.
Meia pintas de la e de laia*
Jpftttfc padres*
Vsoiem-a na loja rara baptisados.
Bonitos cRspeostnbot afeitados, sapatinhos da
settm b mriD. bardados- e eofaitados, meias de
seda, e Qo d'escooiapara ditos, Veodera-sena Ifir
ja de miudesas a' ra do Queimado n. 16.
Bcs e rendas daailhaS
A loja demiadasasa' rea. do Queimado m 16,
receben nowimw)* autrpfprimeato dqeiie> boas
e beca conheeidos bicos. e. rendan das ilbas, euia
fortidao, e segoranca de tecido, Ibes da' imraepsa
dnraoao e os differentes Gas a que acertadamente
sao apaticados fnem a grande procura, e pronpta
enraccao como cosianteiftente lem a*oaiecio,;
assim pois concorr.am.os pretenderes, qoe a.vi.su
da commodidade, dos precos nao objectarao em.
taroprar.
Qraxa econmica
Em camuas, latas e barns, a,' loja de.aiudsas
a'rnado Queimado 16, receben aovo sortimeuT
todessa boa graxa eeooomica.
Un para bordar,
A loja de mOdesa* a' roa do Queimado fn. 16,
rascaea now sortimento de ta fina de bonitas co-
res, e como sempre vende a baratamente, e o sor-
uiento a contento do comprador.
Bonitas caixin?ra&
De madeina eom enteites dourados, e outras de
metal para guardar j >ias. Veodem-se na ruado
Qneimada loja de miudesas n. 16.
Enfeite e Reinaldas.
Na loja de miudesas a' ra do Queimado n. 16,
acnaro os apreciadores do bom, um bello sorti-
mento de bonitos enfeites para bailes, tbeatros e
easameotos; assim como delicadas grinaldas para
noivas, eaixos de Aeres Anas para enfeitar os ves-
tidos de ditas, e moitos oatros objectos, e todo, se
vende por precos tao rasoaveis qae o comprador
experirote, nao se atrave a objectar a respetto.
Bnha'nhos bordados, eiitremetos ditos.
Todos de flna cambraia e delicad s bordado?.
Vendem-sa na loja de miudesas a' ra do Queima-
do u. 16.
Pionas braacas e de e Vendem-se na- loja de miudesas a' roa do Quei-
mado n. 16.
Franjas
Com borlas e sen ellas, para cortinados, toalbas
te. Vendem-se na loja de miudesas a' ra do
Queimado n. 16.
Boas e bonitas fitas.
Lizas e lavradas, larga; e estrenas; vendem-se
na loja de miudesas a' ra do Queimado n. 16.
Bonitos enfeites para vestidos.
A loja de mindesas a' ra do Queimado o. 16,
esta' recentemente provida de mu bonitos enfeites
para vestidos, sendo bicos de seda tanto branco
coma pretos, de diferentM larguras e com vidrl-
inos, 0D sem elles.
Trancas e gales de seda dos ltimos gpstos, di-
tas com vidrilbos, pretas e brancas e de differentes
larguras e gostos. Fitas de velludo pretas e de
cores, com lista as relas. E asim maltas ootras
cousas de moda e novldade, e todo por precos te
eoniwdos, que o comprador fka satrsfeito e nao
objecla a comprar.
Bollas de borracha.
De diversos tamaitos para brinqoedos. Ven-
dm-se na loja de miudesas a' roa do Qaeiraado
o. 16.

'
Caixas com vidro aortrJos.
de todas ai-qualidades.
Bombas de japyz.
dem, amftpcanj^,
Ferros para engoraiiar a tapor.
Vassoaras americanas..
Baldes americanos para compras.
Tinas de madairav,
Ballaios e cesta ativergMttkha,
Guarda comidas.
Peneiras a'arame para padarias e re^nagoes'
Gorrentes para almanjarra.
Machados e faoSM- amer canos.
Barricas com mimo branco americano*
Iwpei?aiiz nt^O
mu
i* Wl
- crMli
Para eadai ras
fiaraao*
Para camas
Para presentes.
Chegaram os mais ricos pannos nnrdados a cro-
W praprios par encostoa de cadeiras qoe se
aJ^OO e 3*.utos par, ancpsio de sofi
ditos proprlos para cobrlr almofadas a
ditos para cofcrir.pr*ienMi* a ftISOOe 3#:
Saldos
Desaparecen no da 3 de mareo do engenno
(ocenle, o escravo Lato, teodo os signaos eegoin-
ls: aiifM^ya^bi^^lo.aMa^.-idad
anona, t Barba, altura mediana, ebele do corpo
e bem propendo i-Oo>*iar limpo, olbos
nwWNKti Owa kwn^ar ppso,rt8il.aai ttn-
lo jrossa o deseancada, nrmente quando otenu
defleider-se de algoma icca**$. DewonAHse
que awntft prac p*H,,o ?*. rogare as
autoridades a aprebeno do dito escravo, a ser
f atregne no mesmo eogeobe oo no Recife, no enes
do Apollo i,. Henrique SaraH, e- mft'ino aoa
cipltaes de campo a quem w recorocensaraL
" i ni ii i-i^
, do Pvo roa dMmperatrii n. 60, de Ga-
tem resolvido continnar aTenafada a"U bi
*aictfti,irtide dt- aba*MM9 que 'flrera
B^erwa^llaterprettr ao repeitave'
blico.Qs seps numerosos fregueaes
ea cono do mato nm novo e variado sortimetcTei
se) **pjiaiGsowe. Ctatibaaia dar
uss
Hua do Irc-pon, 7, A
Ctastodlo'Jos Alfe Goimarles, proprietario desteQovoestabelecir^eoto, pa,r.ticJRa a
respeitaval publico que.2iit sempre enoontraro i?m vdriadissiiaa sertimenta de fazendas
finas e de todas as quafidades, assim como objectos de grande neviffade proprhrmeate
para as-Eraras-seffborw; pira-o qnen3o se tem poupado na escolha de taes artigoay altt
do-se assim habelitadissimo para bem seryir aos seus freguezs, dft. .o^empe^nera tQda jjro-
teecao, priheipiande porvirem visitar seuelegnte estabelecimeate para assim melhor po-
derem aprciar o seguinte :
Requisimos cortes de sedas de coree, com listas.
Sedas.r.retas de todas as qualidadea,
BarqainedesedBretaenfeiiadoscom,9Sto.. mi8
Rotondes de seda e de a godloe lioho.
Gamis.nhas para senhora
uKimo gostos- novidades.
.


i&spailtlhaav.
Mantas pretas da Won
Cintos pretos bordado de aljofares novidadw,
Heqtsimos enfeites- cora coknovdadfcs,,
Liodai, fivelias pare cintonovidades.
Organdy mteiramente novidades. I
Cambraia ebioeza novidados.
Pohose goflinhas para senhora,
CbapeUtoas de seda*
R i cas saia& bordadas.
Meias de litas para bomam e senhora.
Lnvas de peilica.
Riquissimos pehtes" de tartaruga.
Brillantinas, chitas de todas as cualidades, panno,. casemirBs, bri nse moitos outros
artigos que seria enfadoabo menciona-los.
Odonodeste es'tabrleciment est resolvido a,lucrar nicamente, o descont, e por
isso os precos de su nes eraprogedos deste eflabeleoimento agrado esinceridade.
cambraias Ilsaa do Pavo a 40809,
caonifwas transparentes, tendo 8 varas e meia ca-,
"i5*?, Nos baratos precos M 3#00; 4|M0,
4*500, 000, 6*000 e 7*000 a pecaTduas dVes-
"F*A ^m-WMgSi waa8|6rjoi^|WWtj8()8;ditasla^^
8 palBoade Argara.a 0QO al*f80 a v*ra, sen-
dq PTecjsaiienas 4, varas para,vestido, ampian
o iJP ai**s P*"1 'orro mn" encorpadas
RSW0f:4>e(: D-li*,&arraaiem doPavio na
roa da Imperatnz n. 60, de Gama ^.Sjly,.
Para cama de noivas vend o Pav30
VBndeai.te.rkoe.conloados bordados e adamas
precos d* ?, fQWrify pmo e 25*000 i so,-
Wor rtaamiw fe JainWdo k imltacao de seda
?pp^'Kr'c1^^i?*WWl-<>ftW'<>J riciA.M-
cfi" croch pelo fnratisslmo preco de 10*3 0 e
lftWW.1 Maaa..ia)ii4 armaiemTdo Pavlo na ra
i
ST *,^&*y*-
^?^in"se cb*'.* de merino estampados a a
Ditos defflexujpj^^,^^^,
Ditos estampados de crepon a, 6*. 7*, e 8*000.
Ditos-pretos bordados eom franja de seda a 14*.
Na lw e armazemdaPaveo na ra da Impera-
tnz n. 60 de Gama & Silva, ., .
Para a., \a loja do Pavo


/
.

.
i,
-




I

Loureneo Pereira Meudes Guimaraes.

m gaz m
Cbegou ao amigo deposito de Henry Forsler &
C, ra do Imperador, nm carregamento de gai de
primeira qualidade.o qual se vende em partidas e
retalbo por menos prego do qne em onir qual
qner parte. ____________^_
Rival sem segundo.
ana do yuelmane n. f.
Qner acabar com as fazendas abaix
mencionadas.
Qaeiraa vir ver qae bom e baralissimo.
Libra de gomma de milho a 400 rs.
Toilhas de labyrmtlio com bico, laienda boa a
3*600.
Ctrreteis de liaba com 100 jardas a 30 rs.
Gravatas pretas e da coree malta Anas a 000 rs.
Caixas de eVeias de massa muito novas a 40 rs.
Euuadores para espartilho de eordao e flta a 61
Proprietario das lojas e armazens da Arara
ra da Imperatriz ns. 56 e 72,
tendo recebido pelo ultimo vapor da Europa diver-
sas facturas de fazendas, como seja : grosdena-
plo preto, sedas pretas e de cores, moriantiqoe
prpto pera vestido de enhor??, pasos Unos, ca-
semiras pretas e de cares, briol de cores, panno
de linho, chitas de multas qnahdades, m dapoloes,
algodoes e ootras meitas faModas que avista dos
compradores se dir, para ver a qaalidade e pitea
Arara venda ea baloes a 2,000.
Vnde-se baldes para senhora a 2000, 23300,
"s'iOO e 4* ; as lejas da Arara, ra da Impe-
ratriz ns> oti e 72:
Meias para meninos a 5oo o par.
Vndese meias cruas para menino a 300 o par,
ditas para bomom a 3500, 40, 5* e 6*, ditas pa-
ra senhora a 3*, 4*, 5* e 6*: as hjas e arma-
zens da Arara, ra do Imperatrii ns. 56 e 72.
Mocambiqtre a 4oo.
Vende se urna non fazenda por nome musum-
como se vende, s na^ lona e armazens da Atara bqQf>j m com pa(lMS de seda, para senbora
rls.
Carreteisde liaba Alaondre com 400 jardas*V*
ris.
Resmas de papel almaco muito bera a 2*509.
Prasco de oleo babosa a 320 e BOO rs.
Ditos de dito higieiiHjae verdadeiros a 1*000.
DtM dito falso a 800 n,
Ditos de macacar perol a 200 rs.
Sabonetes mnito finos a 60,160, 200 e 320 ta.
Ditos de bolla milito finos a 2*0 e 320 rs.
Caitas par rsp "WB bonita estampas a 100
Caixas de palitos a balao a 40 r.
Miadas de Hnha froxa para bordar a 20 rs.
Varas de cordo para espartilho a 20 rs.
Frascos eom uata rdxa mallo noaa0*3nj
Peutes valieadi pa tegafaf cabello do meatai
Fraicos'de macaca' oleo multe fino, a HOri-
Abetoaaoras malte par*alletes a 809 rs.
Car4eja lb braaca *> ie t*tm a SO r*.
Libra da ara^pwU saparur a WO r. ^
Cartas de alBnetes franceses com 1* penwi
Escovas para fato, fazenda boa, a 500 rs.
-......i ij, lii,. ,,,...........*
Veiie-se
ana extanM as poe^, eom 8* pataene toodo o 32 de lar|ora,
om cotlnha. 4 quartos, doas boas Isaas, leado fii
da frente ama armaeao nova para qoalquer estabe-
Ierimenio p^p*^ c collocada no pateo da feira, na povoacao do Trem
betas jos pretndenos podwao conRaiar na ases*
ma-easa onde tem botica o Sr. HranOos, oo oosu
(!**- roa Ja Gao*** armatom do m%*H*
a... a*- twras oo 0a.a;0> taca.,
ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
Venderse algodo a 3^ a peca.
Vende-se pega de algedio a 3*. 4*, a*, 6* e
7* : na na da Imperatriz armazens da Arara ns.
58e72.
Chitas a 16o ocovado.
Vndese chitas em rejalbos a 160 o covado, d-
tas decore ftxas a 200, ditas fraoeezes finas a
280, 320, 360 e 400 rs. o covado : as lojas da
Arara, ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
Pa^no preto para a quaresma a 1,600 o
covado.
Vende-se panno preto para calcas e paletots a
15600,1*800, 2*. 2*300, 3*. e 4*, o covado : na
roa da Imperatriz, lojas da Arara ns. 56 e 72.
L5azinhas'para-vestidos a W) o covado.
Vende-se lazinbas para vertidos de senhora a
310 e 400 vende so ditas de listas trans-
parentes a 320 o ovado ; na ra da ^Imperatriz,
nos armazens da Arara ns. 56 e 72.
Grosdenaple preto a 1,600.
Vende-se grosdetiaii4e preto para vestidos, a
1*600,1*800, 2*, 2*500 e 3a o covado ; moran
tiqne preto para venidos a 2*500, 1*800 o cova.
da.: na lojas e arwazeoa da Arara, ra da Im-
peratriz ns. 56 e 72.
Cortes de casimira preta a 3,000.
Vende-se- cortee de casimira preta para cala a
3*. 3*500, e 4*.: corte de brim para caica de
honwm a 1*, t-|B0 e 1*800-: na rna da Inpert-
irte, lojas da Arara ns. 36 e 72.
Bareje aom Halas para vestidos 192d
covado.
Vende se bareje transparente par vestido de
senbora a SOO 360 o covado, lanzlba para Ves-
|-tdt.sa3aDie3OoooTadft nauta'* #*
Uizat. 56 e 71
400 r?. o covado : na ra da Imperatriz, lojas
armazens do Arara, te. 56 e 72.
Madapoln euesdo a 3Soo.
Vende-se peca de madapolo eDfesiado a 3*500
e 4, dilL-s de 24 jardas > 43, 5*, 6, 7, 8* e
10*; ia ra da Loperap;!*, lojas da Arara na
56 e 72.
Lencos branco a 2#ooo e de corta a
i,ota.
Vende-se leos d easaas eom barras de cores
a 1*6)0, ditos todos bancos a 2*, 2*500 e 30000,
ditos de linho a o**: sania Imperatriz, lojas
e armazens da Arara na 56 e 72.
Sedas novas e bonitos gostos I04oo,
Vende-se sedas de novo gosto a 1**100, 1*600 e
2* ocovado : as lojas do Arara, na da Impe-
ratriz ns. 56 e.72.
Golinhas a 2oo.
Vende-se gohohas para senhoras e meninas a
200 e 320, manguito o gola de linho a la) e 1*608,
corpiobos para meniaas a 1*, ntremelos bordados
a i* a pega ; ra da Imperatriz m. 56 e 72.
Bramaite para Isooes a 2,400 a vara.
Vende-se bramante eom 10 pahnoa fi$ largura,
proprio para lences a 2*400, 25600 e 2*800 rsJ
a vw-v; panno d* linho a 640 e 720 rs. a vara :
as lejas da Arara a. *6 e 72. /.
oupa feita ncionl.
Veoda-e palelpu nanno preto para hornera
a 5*. 6*000 7*. 8* JO* ; calcas de casimira
preta e de ec-res a *00, 8 e 8* ; cetletes de
casimira ,trrto e da Ores a 3*000, 3|600 ; po
letots de brim 2*000, 3* e .3*500, pahtols de
alpaca pretos a 3* 3*500 e I*, cbambres de cbi.
para aiadar por csi 5*.
Ra da Imperatriz ns. 56 e Wv
. a, i*800,.2*OOOv 20500.& 31000/
Vende-se soper,|or grosdienapie preto .mpite ea-
eoreado pelos Darsfos pw?os de 1*800, 200,
. mnfto ensorpad j. a Jugo a 3*000, 4*000-e
iftoiriantique preto a 2*800 e a
sedas pretas hwadas mnito boa fazenda a
o cevadft de,todas, estas qoadades, dao-se as
amostras com penbor on mandam se levar em casa
das Exmas. familias para eseelher, istb na loja e
armaztm do Pava, ru da> imperatriz n. 60, do
Gama & Silva.
Paanos pretos.
Pannds: pretos;
Pannos pretas.
i\a loja do PavSo.
de 2*0Q0, 2'500, 3*000 e 4*000..
Vende-se um grande sortimento do^ mais fiaos
pannos pretjs, tendo do todos k procos e qualiia-
de? pelos preces seguintes: 20000, 2*500,3*000,
3*308 4*000, ditos rooilo superiores provade
hmo a' 5* 00. .6*000, 7*000 e 8*000, toaos es-
tes pannos garante-se a mnita dnracio, ssim
como a conservacao das cores, na loja earmaxem
do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silvi
. }Gasej*Braa.pretaa 6> 7^ e 74800,
vendem-se finissimas casemiras para caigas pe-
los baratos precos de 65, 70, 70500 o corte, ditas
mnito finas a 20, 25300 e 30 o covado, grande
pecbincba : na.loja e armazem do Pavio ruada
Im-eratrtz n. 60. de Cama A Silva.
Alpacas e princezas na loja do Pavio a
560, 640 e-720.
Vende-se alpaca preta lisa mnito boa fazenda a
560, 40 e 720 rs., ditas de cordo mnito soperior
a 800 rs. o covado*. prxeza preta encorpada a
720, 800, 9(i0 e i*, assim como um grande sorti-
melo de bombazinas ecanio preto que se ven
dem mais naratos do qo i em outra qualqinT par-
te : na loja e armazem d.> Pavao ra da Impera-
triz d. 60, de Gama & Suva.
PtTadutOv
Vende-se soperior merino com 6 palmos de lar-
gara proprio para vestidos e outras ebras por ser
iln leve *> ||M otado, ."tipef lores bomhanas
e cantdes sendo fatenda tao prnpria para vestidos
como para roupa para bomtns, lazinbas pretas
lisas, eassas franco?as pretas tanto de Hstras como
com palmas a 560, 640 e. 800 rs. a vara, chitas
pretas tanto largas como estreitas que se veodem
por prec.is tralos; na loja o armaxen do pavio
roa da Imperatriz o. 60. de Gama & Silva.
Meias casemiras a 2)5 o corte.
Vendem-se superiores cortes de meias casemiras
escuras com-umiao de soda e sem ella pelo bara-
lissimo prego de 25 o corte ou a 600 rs. o covado,
sendo fazenda propria para caigas, paletots e col-
letes, petihiaoba aalofa e armazem do
roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
-*.
jI
Vende-se orna escrava porfelta oaiundeira,
costabeira e lavadolra Uarbea engoema : no
//aleo do Terco n. 141.


h' ati
I lt't o
ot-8Jnev:iijii a
y
n: 3 aRaa da CabagaN
aaflatiaha Tflr ?* g"iln proprietario deste antlgo estabeleci ment,
tendo feito urna reforma geral no sea Baibacro, apreserJta-se a concdfreucia
paWlca corrvieto qd poder* servh* vataajesatiienta aos'aat:iYtiataiii ''Sata
rjaaaacha^corjaptelJaTiaeQteaortidade ohra de -uro, pr**- a^atM0t,cih
os precoaMe* maia raauwido i*jrel. Compram-aeos mesmos,-otpqua^
cima declarados em (4>ras velfeas. Incumbe-se de qualquer encommenda ,
concernente ao seunejocto.
1 i V.
Agostinhp Jos dos
Madapolo
Madapolo
Vendem-se p^gas de madapolo muito, fino coa
12 jardas a 3&200, 3af>00 e 4*, ditas eam 24 jardas
a 68, 70' e 80, ditas mnito superiores a 8*. ditas
de 40 jardas a 560 e 640 ri. a jarda, ditos fraoce-
zes de todos os preces e qualidades, pegas de algo-
dozinho eom 48 jardas a 40000, ditos com 90
jardas muito acornado, a 6*500, 6*, 6*400 e
70. Algodaozinho enfestado liso vara a 1*, dito
trancado vara 1*280, todo isto-peebincha para
apurar dinbeiro : na loja e armazem do pava, na
roa da Imperatriz n. 60, de Gama Silva.
Vestidhhos para meninas
Vendemse elganlee vett*nhee para meaiB,
de lsinba mnito bem enditados pelo baratissiat
prego de 2:508, dnos de gorgarlo de seda a 3*00C-
na loja e armatem do Pavao n* roa da Imperatr
n. 60. de Gama 4 Silva
Chales de merino
Veademse finissimos-chales de mera naos o<
diversas cores, toado as franjao do seda a 4*000,
tendo eom as franjas de II a 3*500 rs., ditoi ai-
Umpadomoito Unos a 0500, 8*000 *'lg*, *H
taidecrpon com listas do seda 8*^9abn mais ordinarios para acabar a 2*000 e 2*300 : ti
loja e armazem do Pavao na rna da Imperatrla
60, do Gama*Salva.
PoM de cbevr* # 640 n na loja do ?ao.
Vende se esta nova fazenda mnito Ipsirtsa com
elegantes Hstras asselibadas propria para vwM*ob
sendo com as cores e padrees mais do*wobs que
tem vindo ao mercado, vendem-se pejos baratos
M*-6fV800, l*e 1*200 o e vado, Mo-ap
tambom M Mira : oajaja o. aranazon do Pavao
na rna da imperatriz n. 60, de Gama & hilva,
L'Sasinbas bonitas na roja do Pa*3o.
j Clagoa para* Mab^opimonto om graade
sorumento das mais bon^ips lasinbas listrap>-
tam dientes eflres que se vendem pero Garat
prego aa00rs. o aaiarie,' aw*T.aafci*
^WaW.WbTtBR-e'i
grande sortiroeatt ataas^jaitatu ib brObaaaes
I om se venden|_a^40 ^iOaJola iJjWlla2lW f-
vio rSa fc Imporatrlt nTWdolOaJaVtf*\H.
' < Aancaapant'lateM laja da Paalo*
., Yeada-sa mjmto aprmapto de aiaaaaa,
tas rom listfas brancas proprlas para loto ilfa
covado: na loja e rmazoaaOo'aiaiaa' nt:'**l
parairiz a, fiP, *> Gapa & Silva. lds1 m
ytm a 16aO0.
Xa laja doaavo.
ra Chegaram pelo vapor do dia 16 do correnie, os
. *i mais lindo cortes de poli de cbvre para vistidos,
,'anio deita prn-, lendo.fazeida inteirameote nova no mercado, ten-
do esta fazenda bastante lastra com as mais deli-
cados gostos tanto em Hstras como em flores soltas
? vondeowo pelo barauasloM preco de, 18*080,
tendocada;earia 18,coyadps, islo na loja e arma-
zem do pavao na rna da fmperatrlz n. 60, de Gama
k Silva.
.. Os espartilh08 do Pavio.
Tendem-se nma grande e variado sortimento do
oapartillos dos mais bem fritos que tem 'vindo ao
marcado, sendo de todo os tamaito, vendemdo-se
por nm preco mnito razoavel : islo na loja do Pa-
vaa na rna di Imperatriz n. 80, tb Gama & Silva.
Uacfi. bordados a i ,JOOO e 4i*600 na loja do
. ^ Pavo*,
Vende-se bonitos lencinbos bordados para nao
polos baratissimos pregns de 10000 e 1*800 eada
um ; loja e armazem do Pavo na rna da Impera-
Iriz-o, 60, de Gama A Silva.
JUftatiiaha entestado
Vaa'e-s. superior algodizinbo e*festdo, mallo
eneorpado, proprio para lengoes, por ter 8 palmos
de largara, pelo baratsimo preco de 1*000 a
vara.
Dito iom mesma largara, sendo trangado e
mnito eneorpado, a 1*280* vara, assim como pe-
cas de dito de urna largura. 6, rom 18 jardas, a
4*, grande perhincha : na loja e armazem do
pavo, na rna da Imperatrl n. 60, de Gama &
*W' r* r
[Cassas franceza*.
Vendem-se as mais bonitas cassas franeezas para
voHidos palos baratissimas precos de 240, 280 e
320 rs. ocovado, assim como bonito organdy com
assento branco e palmas com listas d cores, pelo
baratwsiui prego de.300 rs. o covado ou a 500 rs.
avara.: na.loia e armazem do pavo, na ra da
Imperatriz a. 60, de Gama & Silva.
Cassa- jr*aBadiiias
Cbegaramas mais bonitas cassas franeezas eom
listas largas tanto ao comprido como enviajadas,
sendo os padroes mais bonitos qu tem vindo ao
nwrcao. e veodem se a 800 rs. a vara : na loja e
arnuzem do pavao, na rna da Imperatriz n. 60, de
Otfandy branc*
Vende-se o mais fino organdy branco com pa-
dxoes mindinbos proprio para vestidos, pelo barato
preco de 10 a v?ra, assim como pegas de dito
eom 8.1^2 varas a 9*, fitnssima pegas de cam-
braia branca da Escossja com 9 varas, tendo 5
palmos do largara, a 70. 8*. 10* e 120,' assim
como outras muito mais baratas : na loja e arma-
zem do ptvao, na ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma t Silva.
Boleas para 8*000 e 10*000.
Vende se maneiras bolgas de tapete com caixa
d couro, proprias pura roapa engommada e mal-
ta propria para qoera viaja em caaalabo de ferro
pelo barata prego de 80 e 100, assim como ditas
sem caixa para barato prego : na loja e armazem
do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
rechn cha a 3 300.
Cortes de casemira.
Vendem-se superiores cortes da verdadeira ca-
semira toda de la padiSes oscuros progrios para o
invern pelo barati.-simo prego de 30300 cada cur-
te de caiga ou a mes- a fazeoda a 2* cada covado
tendo 6 palmos de largara e muito propria para
caigas, paletots e rolletes seria fazenda para mnito
mais dinbeiro a nao ter-se f-ito ama grande pe-
cbincba na compra desta fazenda e vendem se
nicamente por este prego na loja e atnurem, do
Pavao ra da Imperatnz n. 60, de Gama Si Silva.
Cotias baratos
dortea de calca a 800 rs.
Vende se cot ns escaros mnito encorpados a
240 o cavado ou a800 rs. o crie, grande pe-
cbincba principalmente para qaem faz roop? para
vender e quem comprar em peca tera' o abatimeo
to de 20 rs. em covado : na oja e armazem do
Pavo rna da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Lenci feos b> r< ados
A 500, 48, 800 e 1*.
Ven'e-se nm grande sortimento dos mais, lindos
lencint os bordados para mo, sendo a 500 640,
800 e 0, e mnito ricos a 18600 cada nm. Doms
de dit<- branco." lisos,proprios para bomem a 2y,
38 e 48, todo islo perhincha : na loja e arma-
zem da oavo, na ra da Imperatriz a. tO, de Ga-
ma & S Iva.
Organdy a 45000 s o PavSo.
Vendem-se pegas de cambraia organdy de listas
braneas tendo 8 e meia varas pelo ralo prego de
40008 a pega oo corte de vestido, isto na loja e
armazem do Pavio : roa da Imperatriz n. 60, de
Gama 4, Silva.
Pechincha a 43000 e 55KX)0.
Meias da Escocia
Meias da Escocia
Meias da Escocia
Chgon para a loja do Pavo ama grande por-
e3o de metas da Barona, sendo de cor escara e
maito elsticas proprias para bomens que se ven
dem pelo barato preee de 40000 e ditas da nwsme
cor, sondo muiw mais encorpada* a 3*090 e se-
riara para muito mais dinheiro a oao ser nma pe
chincha ; na loja e armazem do Pave : roa da Im-
peratriz n, 60, de Gama & Silva.
Pannos de linho.
Vende-se superior pannos de linho proprio par:
lonres, toalbas e seroula-s etc., pelos baratlssimo-
proc/.s de 640, 700 e 800 rs. a vara ; bramante di
linho com 10 palmos de largnra a 2*200, 2*500
2*800 a vara; nm grande sortimento de Hamburf'.
oq Creguellas por baratos precos : na loja e armti
zem do Pavio na roa da Imperatriz n. 00, de G>.
ma 4 Srlv,
vjravde pechincha era caitas franeezas
A 240ra

IjOOgOOO rei8 de
Continua a estar fgido o mulato djJonr3inaa-
tlii, idade 19 annos, cabellos qnai caraplnbos,
c r alvacenu, paso maos.panaaayoMioaoasuobos
e grandes, orelhas pequeas,, t-tnra reglar j tem
nina cicatriz de nm ulna desde 0 oarlz ale o labio
superior, o qual o bcaa visttols toaan'Qnuna por-
nns nmas marcas de queimadaras,sabe r e ecre-
vor, mnito pr .sisu e intitula-e forro, e consta
ter ido para o sertio de onde fiau coai.o.neme
modado.
Roga-se pols as autoridades poficiaes a captara
de l le, on aos cap i taes de campo ue> a capinram
que seao recompensados com a quiDtia mencio-
nada, devendo ser entregue a' rna das Cinco Pon-
as n, 152.
60#OO reis.
De praoiftragae, quem pegar o escravo Manoel,
preto, de 40 annos da idade, haixo, prossura rega-
lar, pernas arqueadas para fora, e cem o braeo es-
qt erdo cortado jonto ao cotoveJo.
Este escravo ja' fuijireso no Remedio onde se so-
poeqne esleja.por alguma olaria fazendo t jo? lo per
ser esse o,seo offleio. Roga-se poisas aotborUta-
des policiaes capities de campo, a sua appreben-
clo, podendo ser eatregneno ReeitV ao Sr. Bernar-
Uao de Sena Pontual, uu no eageobo Maeaaaaaa
ao abalxo assignado.
Marcionilio da Silveira Lins
Pavao
Continua fgida a escrava Isabel, muala la-
ranjada, representa 40 ancos, b; ixa, cbm do
corpo e pe luda, cabello om. pouco corrido, oarta-
do a meio nazareno, levou Vestido de chita rdr de
rosa o nm chale ja usado, costoma- anoar colgada,
foi escrava do Sr. de engento Retiro, termo de
G yanna; quem a pegar ou der noticia ce na onde
estoja aeoMadt, ser gralifteado no largo ao Pa-
ra 7.0 n. 14. .
. -11........< IV
Fog|o no dia 2 oo cerrente o escravo ctioolo
de nome Antonio Wnctaoso, Idade 20 sdoos, com
principio da barb no qoeixo, roste comprido, eor
fnla, no qaeixa de cima tem um dente quebrado e
podre, no fallar apparece, falla gross,>, tem urna
mrca de pao da bocea do estomago ateos pelaos;
consta que anda para o lado dos engenhos S. Braz,
Pao Santeo Moribooatsba, aonde ja' fot vis :
qaem o pegar 00 dalle dar noticia aera* recomaoa-
sado generosampnte na rna Direita n. 99, arma-
zem de mol hados-__________ ij_______
100j~de gratificado.
Puglo na noite de d mingo 17 do crranle
mez de margo, o e-cravo JeSo, idade 24 aaaas,
alio, magro, cor fula, olbos grandes, rosto coasri-
do, com marca de om pequeo talho na raaea do
rosto do lado direito, asa a* pera e higode; tem um
talbo 00 dedo da mo direita por efieito de nm pa-
narlco : bem fallante se bem qae moito nervb-
so. parecendo estar assostado a ponto de Ihe ire-
m>>rem as mos ; costoma andar calcado e entla-
la--se forro ; tem offlcio oe sapaleiro e emende al-
guma ceusa de alfaiate : qaando fugio levou alga
e.aqueta branca engonnnadas e chapeo do Chile
d abas largas. E' natural de Goiaoca, onde so-
nbeeido por Joo Carreiro, e oode anda resida a
mil de nome Florencia Mara da Gooceigo, que
ambos foram escravos da Sra. D. Dionizia Pacreo
da. Silva, a qaem o annonciante comprocT em abril
do anno prximo passado. Roga-se, pois, a qaem o
aprehender, sendo em Goiaana, para onde se ras-
peita possa ter fogido, enlrega-lo ao Sr. J j?qmm
Cardoso de Almeida, e sendo nesta cidade ao sen
legitimo senbor Mximo Jos de Aodrade, mcrador
' rna da Craz do Recife 0. 41, que s> gralifiear
generosamente, assim como desda ja' se protesta
cootra quem o tiver acoutado.
Escrava fagi a.
Desencaminbou-se do uoder doabanp assigaado
00 da 21 do correte, urna escrava velba de nome
Marianna, naglo Congo, baixa, cara larga, tem no
puto direito urna cicatriz de ferro firmando rada,
levou vestido de cbita miada com flores ipxas e
pt r cima do corpinbo do mesmo venido nm ootro
cerpinho de cambraia de cor branea copa aalna
c-Cr de rosa, ella costuma ir para Apipocs oa Ar-
raial e ser costomada a comprar na nbefra de 8.
Antonio : pede-se aos Srs. capiles de campo e
policas a apprthen n da dita escrava lvala a
rna da Imperatriz o 4i, que sera' reowpensado.
___________Joo Francisco Paredes P^rdq.

mm
150# de gratifica^ao,
Continua a estar fogido desde 23 de juoba de
anno proxim.9 passado o escravo Jos, crioalo, de
iciade 30 anuos, pouco mais ou menos, f staiur re-
galar, um pouco cbeio do corno, barb-do, temos
[,s mal fritos e um mais grqssp qae oulro, e o
dedos um penco levantado' por cansa dos bielas
qae tem tuto, bstanlo beba o e tuuil regrista,
intitola-se de forro, tem algons signaes de castigo
oas costas ; este escravo filbo do Bonito, porm
loi veodido em pequeo pata o engenbo Qneiata-
das de Santo Anto, aonde esteve por e-pago de
S8 anDos, e dahi foi vendido para esta cidade, aon-
de tem tido diversas senbores, e do poder de todas
t -m fgido, ha desconfianza que elle-esteja servs-
do como forro em algoma casa estrangelra tos
arrabaldes desta cidade : quem e pegar levea a
ra da Concordia n. 8, reinagio, qoe receber' a
cratiticacao aolma.

Ch|taa248 rs.
Chitas a 240 rs.
Chuas a 240 rs.
Vndese om grande surtimeot de chitas fran-
eezas escaras propriiw para vestidos de andar im
casa afflaic&do-se serena de cores, Gxas pele ba-
ratissrao prego de 240 rs. o covado : na loja e ar-
imazen00Pavo roa da Imperairiz n. 80,' data
ma & Silva.
,
Chapeos de sal djt alpaca
vuc? eb ai
, Veadam-se os melbores e mais bem armados
chapeos de sol de alpaca com basteas, sendo os
molbores que tem .viada a morcaap, mu comp
om bqpitq sortimento de chapeos de sol de, a da
que se veadem pr prefn roltom eoitb : na lojf
a aimaaam do Pavao ma da Unijeratrlx n. SO, de
Gama & S,ily,a..
fC rtes de chitas
de K), 11 e 12coados a 40, 880 0 880 r82"
"lMmmfmm jbQ*f
e 12 covados que se faz a conta pelo brto pre
de
murta #Nrl*
foS%Taa'petflrlk i. 60,'8a Otan d)
Veaaa-* finislmo mimb da Cktaa a

Atlanta a 00 rs.
Yendema bonita atlaota proarlaa paca vesti-
rolrdo ei^a), ooUfado-ser enir.eguo a sen
ohor Francisco. Viefra Pacheco, no referido
uno, ou nesta prack Gabriel Antonio de
Uaintaes traaessa do Queimado n. 3,
sar com a quantia cima.
que
24 28b eH320 rs., sendo ch.s que eaaari H Wenrffe
mto8 preeoVpra acabar : na loja e armazei 11 TtwTzJ^^Sk *
r^ rttTaa imperatr i. 60,'a C~
oo 8.ornaaoaatoada sam lustro Bola
Qaehiosa 3#.
Veaaasaum eleaaato IbrUiaaa toa
aM ejtaebuis para senhoras > na if
toTnoTaWru daTnSperatrl 1
Silva.
"-iS
"VSU de m.reo ^ ^L^..^^^
Caceral no dia 13 do
AM|raaI|i aa jignaes se-
laintes: eor preta, cabello cara
akaliaat. aaeto paaeoa ler iflfftid* b-xtetalto-
ratanneD ano>
BCtfe 1
Iva de Araojo ano.


>o dia 19 de feve eiro dq correte, aono foaio
o engenho SeBts Rita do termo de Serinblem, om
escrvo df nonre Manoel mais conb-cido por lo-
ribio, crioalo. idade 21 anoos, altara rejo lar, ros-
to redondo cor fula, sem signaes de barba, alau-
Sias espiniaas no rusto-e ps grossus, juiga se aa-
ar para os lados dos ensenos Jjoroborral e Seta
Ranchos, por j se ter por allfaeootado no aano
e> 1864 por um dos escravos de qu&iquer destes
engenhos a depois foi capiarado no B Dito, nio
em direrco do Brejo da Madre de Daos onde aie-
raram os primqlrW seobore: rof-so as autorida-
des policiaes ou capites de campo a captara do
se-
'o
gratifi-
" Ae capites de campo
ol.OOO de gratificacao
No illa li^doaorrente a-aolte," fogio da asa
lo abaixo assignado. na, Ca^OM, o .escravo_de
aome Vctor, com os signaes segoim
W, cabellos earaplnhos, blbte aatoaV-aart
',oo estao, aaaatl'da atgo-
daa"braM0,"7ale de brim; qaem o W$***
leva-o i casa de Lebmaoa Freres, na rl do Cres-
\ 16,"n na roa do Imperador n. 43, V aB*ir,
f


UTTERATRA.
L,egeada.
It
mero DA HISTORIA HUMANA.
Myiko do esphinge.
Laio, casado com Jocaete; possuia
roa de Tbebas.
a CO'
'plicar plausivelmente a aiteraco das suts
fmfl*f*ftii Afer acreditir efe e
corm^^^^^^^^^^^H
apesar disso, d^^^^^^^H
jar pelo valor que^^^^^H
t3o insignificante brir
Quaodo se acbou
elle jurgou dever cbaosaf aos:l"bios aa pro-
serica de Lucrecia,'rdBb lagar mais inquie-
ta expres&o. Que devia fazer? Que partido
Ihe era preciso tomar ? De certo qat pos
meotei
lailn I
O orculo lbe ahanciou que teria uno
ilho parricida e inceetuoo.
Nascera OEdipo e Ibgoseu pato mandn ^u^p^acio'em \eaMa7^^uiS
mir.' nos-arrabaldes, joias sem numero e incal-
ml9^?Tr T PaStr \Zr ca,aveis thesouros> mas qne valiam .tolos
re de Courratho seo, se saber ^ bens em \ UUsman
da sua procedencia, eramdevidos?
Consultando orculo sobre sen dest.no, K(m z^( m
fo lbe pronunciado que uriana, seu pai e gaQdo Q ^ ua ^ ^ na ^
sena ,ncesluo*>com sua mil. bejra dQ 3o
Pensando OEdipo que era filho do rei de u ^^ J dabo
L^os. ^rcadeiatinhasmduvidaflcidonofundodo
.U. 1*1 --4 ribeiro, mas a redoma e o seu negro babi-
N um caminho estreito encontrn um va- .. .....
amanla n ,. ,. tante, esses voltaram fielmente algibeira
jante, que altivamente o inumou para lhe do dono
deixar livre a passagem.
OE Jipo matou o viajante que era Laio.
O mancebo teria coberto de beijos a gar-
rafa mgica, se nesse momento nao julgasse
Cbegadoa Tbebas, soube queeeoffere- vflr 0 demoD0 fazer-ihe urna horrivel caran-
cia a raao de Jocasta a quem adivinbasse o
problema, que propunba o esphinge.
Este era um monstro.
Tinha o rosto de urna joven, corpo de
cao, azas de agoia, uobs de leo e a cau-
da terminada por um dardo agudo.
Este muostro devorava os viajantes que
nao resolvessem o problema que propunba.
Era este :
t Qual o animal que tem quatro ps de
manilla, dous ao meio dio, e tres de tar-
de ?
OEdipo disse :
E' o bomem, que na infancia anda de
rojo, na cmlidade direito e na ve bice encos-
tado a um bordo.
Ni ato o esphinge precio itou-se dos roche-
dos e baqueou para sempre no mar.
O vencedor recebeu emao o sceptro e a
mau de Jocasta, 6 Tabas foi loga invadida
de um grande cardume de males.
NUis tarde OEdipo soube a sua filiago ;
fugio, suraiodo-se ltimamente na trra,
que se abri para o sorver.
O esphinge era a cosmogona e civilisa-
co antiga.
Era a personificago confusa das tliejgo-
nas orientaos eegypcias.
Era a continuadlo do pantheisma ariano,
que entorpeca a iniciativa do homem, en-
volvido no vasto cendal da natureza.
O problema proposto era a apparico do
homem como tal na historia.
At emao figuram na seena deuses e se-
mideuses.
As civilisaces cont?vam-se por hroes.
Os beres personificavam um povo, qne
ne les estava absorvido.
Nao havia pois dar-se a historia humana
com seus incidentes e peripecias.
Na penumbra dos aconlecimentos apenas
se divisa va a espacos a tibia e incerta figu-
ra do bomem.
Enredava-seo fio da chronologia no la-
by 1 i 11 trio de povos, que nasciam boje e mor-
riam sem terem deixado no solo o cunho e
a estampa da personalidad bumana.
Na immensa noute dos lempos surdia ape-
nas entre o escoro alguma luz incerta que
anuunciasse a iniciativa do homem.
Tudo se perda no seio do divino.
N3o havia pois historia.
Agora porm surgi a estatua humana
por sobre as ruinas cinerarias de mu i tos
seclos.
Tal era o destino da Grecia : achar um
valor ao bomerr por urna reaeco natural,
drifica-lo.
A morte do esphinge symbolysa a queda
da civilUacao amiga e o inicio da moderna.
O anjo da antiguidade abdicava da sua
corda e vinha depo-la s plantas- do anjo
hellenico.
As desgranas de Thebas symbolisam que
tono o beui que se alcanca cusa lagrimas e
dr.
Antes que a taca de ouro possi conter o
nctar da vida, necessariu que o labio hu-
mano prelibe e entorne o negro fel que a
escurce.
Toda a ventura custa o soflmenlo. Nao
ba rosas sem espinhos, nem perfume sem
veneno.
Aarvore da liberdade frondeia vicosas
francas, mas jaz ainda affogada em pre ;ioso
sa gue humano.
Os infirmaras de OElipo symbolisam o
ma tyrio dosJeres
Ninguem logra o bem que proporciona
aos povos.
E-ie mar tyrio noca lieo.
O povo carece de obraros devotados
causa do direito e da civilisagab.
A trra,abrindo-se runda, sorveo OElipo.
e divinhador do problema.
E' que o povo por vezes apedreja e faz
sossobrar os seus bemfeitores.
S o futuro faz justca. O presente in-
vejos-', mrtsqQinho e miseravel.
A tragedia de Laio e a vida de Jocasta
9S0 mysterios da Providencia, cu jos meii-s
oe u sempre sao accessiveis intelligencia
humana.
Dlafco engarrafad*
Por Mhk. Adam-Boiioo< O que feria elle pr.vado de um tl taU*-
man? E devia ainda occoltar a aaa (Wr com
receio de alKom interrogaM que le
_______ars|
tonha. NSo importa! assim mesmo consi-
derou-se o mais feliz dos homens por pos-
suir um tbesouro que oenhum acontecimen-
to lhe podia arrebatar.
O allemSo, at este dia memoravel, f&ra
sempre fallado pelas suas extravagancias.
Vneta I Veneza, que commerciava com o
mundo int iro, j nao podia bem satisfazer
s suas sumptuosidades, porque elle olbava-
se como eguat ao maior dos potentado E
se algum amigo menos dissipador tentava
moderar-lhe as tendencias para o fausto:
Cbamo-me Ricardo, responda zanga-
do, e as minhas riquezas s5o Ilimitadas.
Muitas vezes, no centro das suas fditas,
quaodo os jardins irradiavam milhares de
lumes, e as ondas de exquisitos vinlios cor-
riam sem cessar as tavas de gatba e de
prfido; quando as aores, em guisa de
fructos, apresentavam cactios de rabis, de
sapbiras e de opalas, Ricardo ra sozinho
at perder o folego. Era a tolice do cap-
t5o hespanbol que o diverta a este ponto:
acabava de saber que o capitao se tinha fe-
to fradel
No entretanto, sobre a trra nao ha bem
perfeito nem duravel. Ricardo souoe isto
mais promptamente do que desejava.
plena satisfago de todas as suas vontades
trouxe-lhe em breve a penosa saciedade, e
o abuso dos prazeres arroinou-lhe o tempe-
ramento Um langor mortal o acolheu, e
elle comecou a encarar o mundo com inven-
civel desgosto. Debalde supplicava ao dia-
bo que lhe restituisse o vigor primitivo e a
bella saude de oulr'ora; o diabo era impo-
tente em face d um tal pedido.
E nao Dastava smente o nao encontrar
jcousa alguma que lbe promovesse dese-
jos ou alegra;at mesmo o proprio somoo
elle perder, ou, pelo menos, quando o ti-
nba, espantosos pesadellos o assaltavam,
como, entre outros, o segunte:ver o diabo
crescer, crescer prodigiosamente a seus olhos
e eotregar-se s mais excntricas piruetas;
eolo Ricardo implorava-lhe que o livrasse
de um to horrivel incommodo, e elle, o
diabo, em vez de le responder, canta va:
Ricardo, Ricardo, que vaos lamentos l
Para ti, Ricardo, ternaes tormentos I
Teu sotrer nem o tum'lo nem a morte
Sua>>ar podem. Maldito s da sorte I
E crescia e diminua, e acabava por se
desvanecer no espago, em quanto Ricardo
tapava com o dedo a bocea da redoma. Mas
pas.-ados poucos momentos l torna va ou-
tra vez a apparecer sobre a forma de um
negro e felpudo monstro, que se lhe estn-
dia sobre o corpo, joelbos com joelhos, la-
bios com labios, envenenando-o com o ba-
lito pestfero, carregando com todo o peso
sobre elle. A esta oppressao despertara Ri-
cardo; mas o seu horror eutio nao fazia
mais do que mudar de natureza, porque lhe
pareca ver ao lado, na telpa dos seus lences
de setim fraojados de ouro, urna aranba im-
mensa, e era-lbe preciso muitas vezes es-
tender a mao hirta de terror, para se con-
vencer de que o que estava ao p de si, nSo
era urna aranha, mas sim o diabo, que nes-
tas occasioes se mistrava extenuado e offe-
gante.
Asnoules em quetaes pesadelos o visita-
vam pareciam lhe eternas, porque tanto re-
ceiava as vigilias como o somno. Os seus
criados que nao tioham os mesmes motivos
para agitacbes, dormiam a somno solt, e
era debalde que elle se cancava em puxar
jodos os cordoes das campaiohas; nao con-
segua nunca desperta-los e tinha de estar
at pela maohaa em presenca destas hor-
rendas vifcOe*.
SentinJo fugir-lhe a vida, vio que Dio
havia oulro partido, para readqurir a tran-
quil i dad e de espirito, seno o de vendar a
redoma ; e fez de si para comsig > a reso-
lu ,1o de o effactuar. Antes, porm, de se
despedir dalla, desejou urna enorme somma
em ouro e em letras sobre todos os bancos
do mundo, o que lbe foi immediatamente ou-
thorgado.
Urna ultima idea o veio preocupar. A
quem vender a redoma, e como vende U
pelo que era, sem se arriscar a ser asndo ?
? O astucioso meio porque a tinham passa-
do ao capiio hespanbol,' parecia-lhe, por
mais desleal qu- tosse, o nico que a pru-
dencia lhe permltia empregar sea perigo.
Por conseqaencia, nao ignorando que o seo
medico era uta grande amador de toda a es-
de animaes, offdreceu-lbe o sm. O
ecou logo a pular desmesurada-
olenton.
Quanto ,quer por isto Bntou elle
a Ricardo, imaginando qw bstMbvaria a ge-
nerosidade a ponto de lhe offerecer.
Quatro ducados e meio, respondeu o
mancebo que, segundo nos sabemos, l ti-
nha oesta occasio as suas razbee para nao
ser muito generoso.
O doutor fez urna careta, comtudo te-
mendo offender um magoilteo diente, so-
peou o seu desaponumento e ooereceu tres
ducados, dizendo que morriam tantas pes-
soas sem deixar com que se lhe pagasse, que
tantas outras restituidas saude igualmente
se esqueciam de saldar as suas eontas, que
elle nao podia gastar mais cmo extrava-
gancia.
Com bastante pesar de Ricardo, a encanta-
da redoma passou por tres ducados para as
maos do doutor.
Dado este passo, saude do joven resta-
beleceu-se; logo qne se acboa em estado de
sabir julgou que, para previnir qualquer
eventualidade, era conveniente collocar o di-
nbeiro que tinha disponivel em casa de um
baoqueiro sea amigo.
O dinbeiro disponivel de Ricardo eram
os ducados e as letras de cambio que cons-
tituiam a dadiva derradeira do diabo. Es-
ta vara estes valores depositados n'um es-
condirijo, e logo que o mancebo tomn tal
resolucao, apressoa-se a ir basca-Ios. Mas
qual foi a dor e a sorpreza que sentio, quan-
do nao encontrou nem ducados, nem letras,
nem nada t Interrogados os criados, todos
protestaram innocencia, e aenhuma prova se
pode produzir contra elles. NSo havia nada
a fazer. Ricardo vio que era necessario re-
duzir a dinbeiro os seus palacios e quintas.
Ainda mais:logo que a sua posico foi di-
vulgada, urna nuvem de credores viudos de
toda a parte o assaltou. O alietno nao po-
dia comprebeoder semeinante cousa. Dd
certo que os seus negocios nao estavam 1
em muito boa ordem; mas era to grande
a diLrenca existente entre o que elle julga-
va dever e o que vinbam reclamar-lhe, que
isto valia bem a pena de ser esclarecido.
Coitado! o esciarecknento nao lbe ro diflkil
de adquirir.
No tempo das suas loucuras presenteava
Ricardo a signara Lucrecia com laclas se-
dutas em branco. guantas foram as que ella
desejou. Hoje a ignora enchia todas estas
sdulas e eram ellas que cahiam sobre Ri-
cardo, como outros tantos hvidos abutres
qoe lhe iam roer at os olhos.
De faci, o infeliz satisfez honrosamente a
todos estes inesperados credores; mas aeho-
se depois n'um estado muito vtsinbo da /mi-
seria.
A este tempo recebeu a visita do seu me-
dico. O doutor vinha com urna cara sin-
gular.
O* doutor Iexdacou Ricardo, se vem
tambera como os mais, co n algum iotermi-
navel recibo as mos, advirto-o de que s
me resta o necessario para comprar urna boa
dze de opio que me livre por urna vez de
todos os meus desgosios t
As cousas nao cliegam a esse ponto, re-
plicou o doutor, disfamando o seu coostran-
gimeoto ;os seus males nao sao absoluta-
mente desesperados: aqu lhe trago eu um
remedio bom para elles. Cedo-lhe por dous
ducados. Creio que ter ainda dous ducados
para dar por to efficaz remedio ?
De certo, e de muito boa vontade lh'os
dou.
(Cbnfinuar-w-Aa.)
i ^ ? metros/ demoli urna cha- cima on vigsima parte do um carocode
cereja^ndModa a arm^up completa e
as canss'^Qe slo^4n Wmfok varius
grossoras.
passeio, Sobre rochas naturaes esto situadas as
demoli ojb fortalezas inglezas, e e conjuocto de toda a
ha. q obra, inclusa a esquadra, est feito sobre
tftss>rio de po- ama superficie do dimetro de ama moeda
orgaoisoa os trabamos de salraco. de doze vinteos.
"agentes de polica mantiveram a or-
dem no meio da multidlo que acudi de to-
dos os lados; os feridos foram transporta-
dos prmeiro ao poeto de saude da ra de
DI POICO DE TUDO.
Acerca de um torrivel accidente de que
foi theatro urna das ras de Pars, le-se o
segunte n'uma folba daqoella idade :
Ante-hontem de tarde urna grande explo-
so levou o terror a todos os habitantes da
ra de Vellars, bairro es Ternes, perlo da
ponte do caminho de ferro de circua vala-
co.
Era a caldeira de urna machina de vapor
que rebeulava; esta caldeira perteocia a um
das tocomoveis que tirara os cylindros em-
preados em esmagar o raac-adam.
Cahiram oilo homens.
Um, que estava a mais dj dez metros da
machina foi morto rpidamente.
Um pe Jaco de ferro, laucado com a forca
de urna bala de canoo, airavessara-lhe o
pedo.
Oulro estava muito mais parto e com tudo
nao ficou ferido mortalmente ; tem porm
doas ferdas graves, urna na cabeca outra
no hombro. '
O foueiro, o conductor da machina e um
ouiro ficaram gravemen e queimad
Uui pedreiro ficou c<>m o veutre aborto ,
um trabdlhadur que eatava de p, a O me-
tros de distancia, foi cortado em dous ; ou-
tro trabalhador leve o joelho quebrado por
um pedaco da machina; outro ainda teve o
braco partido em duas parios.
O mnibus de LevalfoU Pertet, com doza
pesaoas, paasava ueasa occasio oe boule-
vard Pereire ; ficou crirado eolito por urna
descarga do metralha.
Os habitantes do bairro julgarm qoe fi-
zera exploso um paiul de plvora.
tibservwam-ae terriveis effeitos.
Um pedaco de ferro de 30 kiiogramm**,
Villars, e depois ao hospital Reaujon. O
trabalhador mnrtfrroi reconhecido por um
antigo soldado da Crimea.
Dous engenbjiros foram encarregados de
examinar a machina e de determinar as cau-
sas da exploso.
Brevemente jolgar-se-ha em Pars um
processo, cuja origem assaz extraordi-
naria.
Um opulento bibliographo, conhecido pe-
la sua p lixb pelas encaderoaces luxu isas,
tinha maridado a um dos primeiros encader-
nadores de Pars, urna historia de Loiz XVII
escreveodo-lhe que sobre a eocadernaco
gravasse as armas de Franca, e flxando de
duzentos a duzentos e ciocoenta francos o
proco porque desejava pagar esta obra mag-
nifica.
Tres semanas depois, o bibliographo re-
ceben a obra primorosamente encadernado,
trazendo gravado em letras de ouro o escu-
do da familia imperial.
O bibliographo reenviou o llvro, objetan-
do que havia pedido qoe sobre a encade r-
naco se gravassem as armas da casa dos
Rourbons.
isto meaos exacto, respondeu o en-
cadernador, porque me escrevestes que de-
viam ser gravadas as armas de Franca. Te-
nbo em meu poder a vossa carta. Ora, as
armas de Franga, depois da restanraco do
imperio, sao as da familia imperial. Por
tanto....
Mas-, replicn o bibliographo, sois um
encadernador herldico Ora, em termos
de herldica, arma de Franga, e n campo
de Franc>, sigoificam as flores de liz de
ouro em campo azul... Portanto....
Portanto, haver am processo.
O parlamento ioglez poblicou em 1700
urna notavel lei que protega os mancebos
inexpertos das eiladas armadas i sua credu-
lidade pelo engenoo das malheres coqvetto.
Dizia a referida lei:
c Toda a mulber de qualquer classe, pro-
fisso ou idade, que engae, seduza ou ar-
raste ao matrimonio qualquer subdito de
sua magestade britnica, por meio de cht i-
ros, de pinturas, de ungentos, cosmetiecs,
espartilhos, chumagos, dentes postigos ou
taces altos, incorrer as penas que se
acham em vigor contra as bruxerias ou ma-
leficios. O casamento contrahido em taes
circumstancias, sempre que intervenha que i-
xada parte ludibriada, ser declarado nulo
e sem efleito.
E acha-se abolida urna lei destas I
que
O Time, n'um artigo sobre o orcamento
da marinha inglesa, fornece alguns dados
de estatifica martima, quejulgamos dever
reproduzir.
Foi destinada a quantia de 275,000 li-
bras esterlinas para a conslrucco de um
navio, segundo e modelo apreseotado pelo
capitao Goles, posto que este anoo seja
somonte necessaria a terga parte desta
quantia..
Sera este o meio de se dar urna soluco
juesto dos navios de tomonas, visto
que o capitao Coles estar habilitado-a fazer
urna experiencia completa.
O almirantado vai igualmente despender
a verba d 74^,000 libras em coostrueces.
de navios couracados, de navios de ferro e
de cbalopas ; j foram assignados contratos
com constructores particulares: por esta
forma gastar-se-ha um milho de libras
este auno, e provavelmeate, aos dous se-
guintes. para a compra de navios, alm das
constroccoes que bao de ter lugar nos es-
taleiros do governo.
A Inglaterra conta actualmente 41 i oavios
movidos pelo vapor e 2 em conslrucco.
Mas, pergunta o Times, quaatos destes na-
vios satisfagam s necessidads actuaes do
servigu ? Ha, na marinha ingleza 9 navios
couracados e 1 em construego. Sao estes,
accrescenta o Times, os nossos melhores na-
vios. Sao construidos de ferro e novos, e
nao de madeira com urna couraga de ferro.
Os navios de madeira revestidos de urna
armadura de ferro sao em numero de 7 de
primeira classe, i de segunda, formaado
urna esquadra de combate de 19 navios.
Al jo d'estes navios, a marinha ingleza
conta mais quatro com torriohas. que nao
sao considerados de primeira classe, mas
que podem prestar bons servicos.
Nesta lista mUter inscrever sete embar-
cacoes de menor lotjco, revestidas tambera
de couraga, e quatro bateras fiuctuantes ;
porm, em vita d'esta resenba, a esquadra
couragada forma apenas a decima parle da
esquadra de Inglaterra.
De 414 navios apenas 38 sao couracados,
incluindo os 4 qoe eslo em conslrucco.
A velha marinha da Inglaterra figura
ainda n'esta totalilade com um algarisno
de 55 nus, 37 fragaUs, 2 corvetas, 31
chalupas e mais de toO lanchas caohoneiras,
embarcaces qoasi iouteis, se nao acharem
o meio de as transformar.
Kepreseutam urna velha reserva aecumu-
iada por lolos anuos, e que o novo sys-
tema de fazer a guerra deprecieu.
Que e na de lazer desu reserva ? per-
guuta o rimar ; cabe ao priutairo lord do
almirantado fazer um pmjectoa este res-
peito e apresenta-lo ao parlamento.
Ha em Marrocos um brutal castigo a
se d o nome de castigo de gatos I
Consiste elle em vestir aoro condemnado
a tal punigo uns fartos calcos, dentro dos
quaes sao mettidos alguns gatos, os quaes
assanhados pela priso a que sao reduzidos,
arranham, rasgam edilaceram furiosamente
as carnes do padecente.
.
1 i^
No tempo em que o celebre lord Cock-
burn era um simples advogado, encarregou-
se de defender a cansa um potreo complica-
da de certo facinora, para cojos crimes n lo
havia capa de eloquencia que bastasse.
Apesar dos calorosos esforcos do advoga-
do, foi o reo condemnado a ser entercado 110
dia 17 do mez segunte:
A parte condemnada queixou-se ento a
Cockburn, dizeodo-lbe que se lhe nao tuna
feito jostica.
Socegne, respondeu-lbe o advogado ;
cedo para se fazer jusiiga aos seus mritos :
se rao realisados os seus dse jos no dia 117
do mez que vem.

Fallou-se ha das em am duello entre o
conde austraco Wedel e o principe de
Sobos.
O conde matou framente o principe, mas
pode passar vate e quatro horas em Vi en na
sem ser inquietado, mostr.mdo-se sem receio
nos lugares mais puolicos, e parti para
Pars pelo caminho de ferro occidental sem
soffrer nenhuma perseguido.
Ha agora noticia de outro duello cujo des-
techo tambera foi fatal.
Um estudaote hngaro matou com um tiro
de pistola o ilho de um conselheiro impe-
rial.
A bala foi direira ao meio da testa e atra-
vessou a cabeca.
O estudaote e as testemunhas esto a fer-
ros, e prova vel que o hngaro tenha vi ote
auno de priso, e as testemunhas cinco.
Pelo menos isto o que escrevem de
Vienna a urna folha ingleza.
O senado de l^amsas, nos Estados-Uni-
dos, fez ltimamente extensivo s mulheres
o direito de suffragio. riscando a palavra
pardo da lei que determina o moao de vo-
tar naquelle Estado.
Nao o Estado de Kamsas o prmeiro
que entra ne3ta via de progresso; ha j al-
gum tempo que as mulheres gosam em al-
gamas colonias inglezas da Australia o direi-
to do voto.
Recentemente, no Estado de Victoria, o
governador de ilelbourne deveu o seu trium-
pbo sobre os seus competidores ao decidi-
do apon do elemento feminiao.
E' o que referem despachos transmittidos
ba poucos dias para Europa.
dos, ncaba de conceder o direito desufra-
gi s senhoras riscando a palavra watMti-
no do bil que regala a maneira de votar
naqnelle estado.
Igual direito -ies foi reconhecido em Pa-
rs, oodeas operaras serio admitudas i vo-
tar pelas delegadas qoe howarem escollido,
e que ellas Dcumm^mde'mesapresentirem
relatcros sobre os progresos de que fiVe-
rem lomado conhecimento, progressos con-
cernentes s industrias que Ibes sao mais par-
ticulares, taes comb o fabrico das flores ar-
tificiaos, ..al


L-se no Correio de Bretanha:
Est chamando a attenco de todos quan-
tos a vetm ama verdadera obra de arta
executada por um individuo desta cidade
chamado Zafr.
Representa urna nu, ama fragata, urna
crvala de vapor, um briguee urna galeota
ancorados no porto de Gibraltir.
O casco d'estes natos feito com a de-
Um italiano acaba de descobrir am freo
para os trens de caminaos de ferro, qoe os
faz parar instantneamente.
O principio mecbanice applicado deve-se
intervengo da eleclricidade.
Vo fazer-se experiencias na linha do nor-
te, em Franca.
Se forem satisfactorias, ficaram sendo im-
possiveis os choques e a maior parte des
accidentes tuoestos nos cammbos de ferro.
O Examiner, folba virgmiana, de Rich-
moud, aonu icia a morte de orna negra chi-
mada Miily, amiga escrava do capitao Har-
ris. do condado de N Ison; aa Virhia, fal-
lecida aa residencia do capitS, em 7 de Ja-
neiro, ultimo, com 13d anuos de idade.
Annuncia a mesma folha que outra ne-'
gra, chamada Carolina James, mii de trint 1
e cinco Utos, falleceu em Richmood com
13 taos.
Tiohi sido escrava at evacuacio do
Richmood.
! m
m.
O conselho federal suisso decidi nltima-
mete que oemprestimo de i2 milh5as do
fraac-is destinado compra de espingarda.]
do systeraa wiochesterjtra preenchido por
urna subscripclo nacionW
O senado de Kamsas, nosEsUdos4oi-
Gonfirma-se a no icia de que o governo
francez tenciona pedir autorisaco ao corpo
legislativo, pata dar a quantia de 400,000
francos ao celebre poeta Lamartine, a titulo
de recompensa nacional.
O : 'iiselho de estado est deliberando a
este respeito.
Lamartine coala hoje 77 aonos de idade;
diz-se que a sua saude est deteriorada, e
que nao tem diminuido os embaragos pe-
cuniarios que ha longo tempo o peeseguem.
ltimamente abri urna sobacripcao para
publicar as suas Memorias, que elle pro-
punba publicar em 12 volumes, dos quaes
o primeiro pro va ve I mente ainda nao est
escriplo.
Corre como certo que o imperador Napo-
leao inanlfestou por mais de orna vez o de-
sojo de lhe conceder urna penso do sea
bolsn lio particular, mas qoe foi respeitosa
e peremptoriamente recusada.
Jim Londres o vasto edificio onde a eor-
porago, ou conselho municipal, da Gily,
celebra as seus sesses, cbama-se Guildhal;
all que os ci da daos fazem'as eleigoes do
seus 'leputado9 que a cmara dos communs;
all urna vez em cada anno, no dia 9 de
novembro, d a corporago um grande
jantar, segundo se l no Diario Popular.
A sala do Guildball tem cento e cin ?oen-
ta e tres ps de enmprimento e qoareata e
seis de largura, n'ella se podem reanu* sete
mil pessoas.
A entrada do Guildhal veem-se as daas
famosas estatuas de Gog e Magog; sao de
podra e de grandeza cotossal,
Segundo a tradigo, eram estes doas gi-
ganles, um s nonio e oetro do paiz de
Gronwallis ; este ultimo foi vencido pele
saxonio dep >is de urna enea*nicada luta que
tiveram pela proeminencia dos seus paizes-
Outra leuda duque estaestatuas em-
blemticas foram destinada a perpetuara
reecrrlacSo da rgwldade de direito que os
bre toes obtiveram dos romanos depois. da
conquista da sua ilba.
Por detraz de Gui ihall v-se aioda neje
um celebre monumento de cortesana e ava-
reza.
Durante o protectorado de-Cromwell.om
embaixador polaco mandn Pazer em Lon-
dres a estatua equestre de Joo Sobieskl,
rei da Polonia, depois da victoria ateangada
por este rei sobre os turcos.
Chama lo ao seu paiz peto seu> governo,
este embaixador parti sem pagar ao es-
culp jr; e este fez re ter a estatua na alfan-
dega.ondej esuva eocaixotada eprompta
para ser levada para a Polonia.
Provisoriamente foicoliocada na cmara
do conselho de Cilji onde permanecen por
ramios aonos sem ser reclamada por pessoa
alguma.
Quando foi a restauradlo de Carlos II,
um certo Rubert Vinir lord rayor da City
de Londres, quiz fazer a corte ae novo mo-
narcha elcvando-lhe ama estatua.
Muito avarento porm para fazer urna
grande despeza, dirigio-se ao artista que
tizera a estatua do rei da Polonia, e que j
nao sabia que destine lbe havia de da*, e
comprou-lhe por um proco nfimo; e com
aUuns toques de cinzel mandou-a converter
n'uma estatua do rei de Inglaterra Car-
los 11.
Os que sabiam d'este negocio, divertiram-
se muio quando v ram o povo saudar a
estatua de Joo St bieski calcado turco,
persuadido de que representa va o grande
Carlos Stuart esmagando Cromwell.
O certo que o coriezo polaco quera
fazer urna b principe, mas sem alargar os cordee bolsa
e o coriezo ioglez quiz attrabir os favores
do seu rei, mas fdzeodo pouca despeza.
Do prmeiro s podemos dins dizer que
era coriezo caloteiro; o segundo foi ridi-
culamente me-quiiibo ; fez porm a d spe-
za sua custa, sem impor subscripces es-
pontaneas, para fazer com que os suaerdi-
diados pagassem as suas lisonjas e corte-
za m as, como usam os ulicos nos nossos
tempos.
O ardil de que se servio o vapor grego
daqutlle nome para fagir do porto de Ceri-
go, onde estava bloqueado por ama fragata
turca, foi o segrate :
O commandaiue ordenou que durante al-
guns dias su accendesse fugo com palha para
qoe o fumo dachamin fizesse persuadir o
capitao turco que o nato heltrao estava do
continuo prorapto para fater-se ao mar, e
por consegrante otirigasse a fragata turca a
ter sempre as caldeirs accesas para sabir
em sua perseguigo. *
Acomeceu exactamente o que o capitao
grego desejava: a fragata turca consumi
todo o carvo qne levava a bordo.
Entio o cPaobellenion apreveitou esta
circumstancia; sanio do porto a todo o va-
por, e dentro em pouco uva a moitas|mi-
ibas do seu iniroigo, io lo depois a Gaadia
desembarcar t< do o carreg^menio.
Le-se na folha parisiense Avenir oatio-
nalf:
< Hontem, pouco antes de principiara
sessao publica dous deputados penetraram
na sala do corpo legislativo se eucootraram
na tribuna um per.sonagem, que eusaiava a
sunoridade 00 tomlo da leis coas ocui-
dado o a attenco de am prmeiro tenor que
estudasse um theatru em que nunca tivesse
cantado.
E4 cuidadoso tvktuose era e Sr. D-
ruy, ministro da iostrucfo, ch0Mde por
deciso do chefe do Estado a fazer a sua
estrea oratoria na discus*So do orgamento
do Seu ministerio.
No lia ti do. fevereiro o rei da Prass
procedeu a abertura temne do oarlaaKo
da coofederaco dos estados do Non.
TYP DO DIAlO-RlTDAS BUZES It 44

-

*9
i


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