Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11227


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Full Text
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ANNO XLIII. NUMERO 70.
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rABA A GAFITAL E Iit4BE8 OXDE SE NA* PAOA POBTE,
Per tres adfaitadei.,. -.............* 60000
Portis ditos idem.. ..-.'. ...... .i 120000
Per a anuo idea.. .; .i > < .. .1 240000
Cada aanaere avalse !...........*' ? 320
;*!>' .h
'""TERCA FIRA 26 DE MARCO DE 1867.
PABl DKXTHO B FOBA DA PROVINCIA.
Par tres neies idialades.........i .
Por seis ditas idea.......................... ..
Por note ditos idem.......... ........
Ha. nm una U.aa /'
ror naa anno idea..:......................

750
130500
200350
37*000
PERNAMBUCO.
&031HU.O811 301 IPllIlmiBKKD Et I8MIPVD1II<& IDU IMBD3! tMTaitllM 0)3 &TO iaSS 811S IPUtDIPMIMIIDS
EXCARREGADOS DA SUBSCR1PQAO.
Parahyba, o Sr. Antonio Alexanurino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty;
oSr. A. de Leaos Braga; Cear, o Sr. Joaqoim
Jos de )liveira ;' Para, os Srs. Gerardo Antonio
Aires & Filhos; Amazonas, o Sr. Jeronytno da
Costa; Alagoas,o Sr. Pranrino Tavares da Costa;;
Baha, o Sr. Jos Martins AI ves; Rio de Janeiro,!
o Sr. Jos fbeiro Gasparlnho. II
PARTIDA Dt S ESTA PETAS.
Olioda, Cabo, Escada e estagdes da vi. frrea al
Agua Preta, lodos os dias.
Igaarass e Goyanna oas segunda* e sextas feiras.
Santo Anio, Grvala, Bezerros, Bonito, Caruar,
Altiabo, Garanbons, Buqae, S. Bento, Bom Con-
selho, Aguas Bellas e Tacarat, as tergas-feiras.
Pao d'Alho, Nazaretb, Limoeiro, Brejo, Pasqoeira,
logazeira, Florea, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Ourieury.Saigueiro e Ei, as quarlaa feiras
i Serfobaem, Rio Pormoso, Tamandar, Una, Bar*
reiro*, Agua Preta e Plmeoteras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNABS DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quimas.
Relago: tercas e sbados as 10 horas.
Fazenda: q ai o tas s 10 horas.
Juizo do commercio : segundas as 11 horas.
Dito de orphos : tercas e sextas s 10 horas.
Prlmeira vara do civel: tercas e sextas ao meto
dia.
Segunda vara do clvel : qoartas e sabbades a
i hora da tarde.
BPHEMERIDES DO MEZ DE MARCO.
6 Lna nova ai 6'b., e 46 m. da m. I
13 Quarto cresc. as 5 b., o 55 m. da m.
20 Lna cbeia as 6 h e 3 m. da m.
28 Quarto ming. as 4 h. e 54 m. da ra. |
DAS DA SEMANA. *
. Segunda cga Annnneiacie de Maria Samfssima.
Terca. Ss. Lodgero e Braulio ab.
Quarta. S. Leannro b.; S. Roberto b.
Quinta. Ss. Prisco. Maleo e Pastor mro.
Sexta. Ss. Joas, Bracbisio e Castor mm.
Sabbado. S. Rodetindo b.; S. Cllnio.
Domingo. S. Ver mundo; S. Balbioa v.
PREAMABrDE HOJE.
I Prfmeira as 7 horas e 42 m. da manbia.
| Segunda as 8 hora* 6 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPOBES COsTEIROS.
Para o sol at Alagoas a 14 e 30; para b nort
at a Granja a 15 e 30 de cada mex; para Fer-
nando nos das 14 dos metes Janeiro, marco, malo
julho, setembro e novembro.
PARTE 0FFIGI&L
GOVERXO DA IflO\ I\ HA
Expediente do dia 19 de Janeiro de 18S7.
1.* Sergio.
N. 824.Offlcio ao Eira, general commandante
das armas.Queira V. Exc. mandar pdr em lber-
dade o guarda do 1 batalhio de infamarla do mu-
nicipio do Recife Jos Parlas de Araujo, designado
para o servigo da guerra, o qoal serve de arrimo
a' sna mii vinva.
N. 825.Dito ao mesmo. Communico a V.
Exc. para os devidos effeito que por portarla desta
dala resolv, de conformidad* cora o aviso circular
de 27 de dezembro ultimo exonerar da commisso
o ca itao do carpo n. 21 de voluntarios da patria,
Joo Baptlsta Pinbeiro Corte Real, que deixou de
reculber-se ao mesmo corpo, qoaodo conclnio a li-
cenga com qae veio para esta provincia. .
N. 826__Dito ae mesmo.-Sirva-se V. Exc. de
expedir as suas ordens, para que seja posta a' dls-
po*igio dod legado do Pao d'Albo urna praga mon-
tada para diligencias do servigo.
il. 827.Dito aocapito do porto.Pode Vmc.
nomear nm dos escreventes do secretario dessa
capitana para substituir a este durante os das em
que estiver empregado nos trabalhos da eleigo a
<|Qe se vai proceder no dia 3 de fevereiro prximo
vioriouro.
Fica assim respondido o seu offlcio n. 29 de 19
N. 828.Ditoao mesmo.Com a inclusa copia
da ioformaeao do inspector da tbesonraria de fa
tenda datada de 14 do correte, respondo ao offlcio
de 4 de detembro ultimo, em qne Vmc. solicilou
providencias para se Ihe dar quitagao depois de re-
colher a' mesma the;ourana a conta e sold da
ju.nti qne receben para desperas com o recrula
ment de pracas para o servigo da armada.
N. 82?.Dito ao alferes Joaqun Hercolano
Perelra Caldas Jnior, recrotador em Caruar.
Respondo ao seo effleio de 5 do correnle, declaran-
do-lhe qne ja' Ihe exped ordem para suslar o re-
rotaraenlo e recolher-se a' esta capital.
N. 830 Porua. -O presidente da provincia,
de conformidade com o aviso clrcolar do ministe-
rio da guerra de 27 de dexembro, resolve exonerar
da commisso o capitn do corpo n. 21 de volunta-
rios da patria. Joao Baptista Pinbeiro Corte Real,
por ter concluido om 28 de setembro ultimo, a li-
cenca que eslava gosando nesta provincia, e nao
haver seguido para a corte.
2' secgo.
N. 831.Offlcio ao chefe de polica.Ao com-
mandante sapenor da guarda nacional deste muni-
cipio, acabo de recommeadar a expedicao deordeos
para qne as 3 ffttas do destacamento da Varzea,
de qne trata-* (Doto dff V.-fl. n. 481 de 18 do cor-
rente, sejam substituidas por outras.
N. 832.Dito ao mesmo. -Remeti incluso e re-
qaerlmento, em qne Joo Manuel o'Oliveira Berar
do, na qualidade de procurador de Emilio Pereira
d'Araujo, reclama a entrega do pardo.Francisco,
que se acba alistado no corpo da polica, com o
oome de Francisco Antonio da S.lva, para que V.
S, precedendo as necessarlas averiguagSps sobre a
Ideolidade da pessoa, e verificando o direito de pro-
pnedade, mande entrevar o referido pardo, que
fica a' sua ibsMSif o, a' pessoa, que se mostrar
com direito a elle.
N. 833.Dito ao mesmo.-Ioteirado do conteni
dos offleios de V.S ns. 380 e 429 de 14 e 19 desle
mez, acabo de determinar ao promotor publico da
comarca do Bonito, que proceda, na forma da le,
contra o grupo que sollou os 18 recrotas, que
d'alli viuham, assim como contra a escolta, que os
condola.
N. 834.Dito ao mesmo.-Remello inclusas por
copia, as informacoes miuntradas pelo brigadelro
commandante das armas, e o commaodaole do de-
posito de recrotas corca de ura requerimento, em
que Antonio de Mello Calheiros reclama, como seo
escravo o crioulo.Sebastio, qne asseotou praga
voluntariamente na extracta corapanbia de cavada-
ria, com o nome de Pedro Ferreira d'Araujo, e se
acha actualmente reeolbido ao deposito, para que
V. S. proceda as aeriguaces necessarias, aflm de
verificar-se a identidade de pessja do referido
rioulo, que sera' posto a' disposicao de V. S., por
parte do referido bngadeiro.
N. 833__Dito ao mesmo.Declaro a' V. S., em
resposta aosen offlcio n. 381, de 16 do correte,
que nao pode por ora ser augmentado o destaca-
mento de Garanbons, como solicitou o respectivo
delegado.
N. 836.Dilo ao mesmo.Por aproxlmar-se a
eleicao, e para que nao se soppooba medida eleito-
ral, deixo de mandar augmentar o destacamento
da cidade de Nazaretb, como solicitou o respectivo
delegado, o qne a' V. S. communico, em resposta
ao sen offlcio n. 375, de 15 do corrente.
N. 838.Dito ao comroaodante superior do Re-
cife.Deferiodo o requerimento do capito do i.'
batalbao da gnarda nacional de Macelo Antonio
Jos Alves de Brito, antoriso V. S. a, nos termos do
sna informaco de 17 do corrente, sob n. 33, mau-
da-lo aggregar no 1.* batalhio de infamara deste
municipio.
N. 839.Dito ao mesmo Altendendo s allega-
cSes feKas por Margar Ida Mara da Conceieao, re-
solv despensar do servio da guerra, para qne es-
lava designado, o sen bino Jos Parias d'Araujo.
guarda do batalbao n. 1 de'iofaotana f o municipio
do Recife, o qne communico a' V. S. para seo co-
nheeiroento, e exped'Co das convenientes ordens.
N. 849.Dito ao mesmo.-Estando presas e sub-
ffletttdas a proeesso 3 pracas das 5 que compem
o destacamento da Varzea, conforme me commu-
nlcou o Dr. chefe de polica, expeca V. S. suas or-
dens, para que as referidas 3 pracas sejam substi-
tuidas por outras.
N. 841. Dito ao mesmo. Recommeodando
nesta dala ao commandante superior do* munici-
pios d Olinda e Iguarassn' que mande dar ao al
feres Jos francisco da Fooseca Galvao? do bata-
lhio n. 10 de infantaria do ultimo daqnelle muni-
cipio, a gola de passagem, qne pedio para o 1.' da
mesma arma, son o eommando superior de V. S.,
asshn o communico a' V. S. para os flns conve-
BienMs. ,.
H# 841.Dito ao commandante superior de Olio-
da uracedendo por portara desta data ao alferes
do 10 balaibflo do roomeipio de Igurassu', Jos
Francisco do Fonseca Gil vio, a passagem que pe
dio
cife,
gula.
12 de marco de 1853. I
N. 843. Dito commandante wparior de
Goianna Representando-rae o capital JoaoFer-
nandes Vieira de Mello, qne acfia-se commandando
o batalbao n. 15 do sen raonlcipio o capitao Ursp-
lino Cavalcaoti do Reg Vascoowelkw, que Ihe
ais moderno, e que por isso eeu' no maodo lile-
gal mente daqoetlat fuuccoes, ordeno aesta data ao
preduo capito Ursuiino, que ptsse o eommando
do batalbao ao tenenu-coronel aggregado Ernesto
Josuniano da Silva Frer*) o no impedimento dest
ao offlcial mais aniigo, romo determina a le, e -
tranhando, qne V.S. fiso taha providenrlado a se-
melbante respelto, como Ihe porapre, recommendo-
Ihe, qu-? me inform* ee motivos por qne o nao fez,
conventiBito em tan Ilegal procediraeoto-
N. 84*. Dito ao ommaidaote superior de Po
do '.rao.Em resphsia ap offlolo de V. S., de 18
r" correnle, C8*e:eaAdtiMhefiqoe as ordens ex
guarda da eadela e ootros flns a que se des-
tinara.
N. 845.Dito ao jiiz de direito do Bonito.De-
terminando nesta dala ao promotor dessa comarca,
qoe proceda criminalmente contra o grupo, qne,
no termo do Bonito, soltou a 18 recrotas que eram
coodnzidos para esta capital, assim como contra a
escolla, que os aeompanhava, chamo a attencao de
Vmc para assumpto de tanta gravidade, esperando
que por sna parte empregoe os meios a seu alcan-
ce para punlco dos culpados, e qne me communi-
qoe o resoltado.
N. 8i6.D'to ao promotor publico do Bonito.
Constando de offlcio do alferes recrutador Joaqnim
Hercnlano Pereira Caldas, de 12 do corrente, e de
outro da mesma data pelo delegado do termo de
Garuara' dirigido ao ebefe de polica, juntos por
copia, que no lugar Lag6a Grande, do termo do
Bonito, e no dio 9 deste mez, ura gropo de 6 a 8
horneas sollaram a 18 reerntas, que eram condu-
zidos para esta capital por nma escolta de 28 pra-
gas da guarda nacional, determino a Vmc. qne
proceda contra a referida escolta, nos termos do
av so o. 873 de 15 de jnnbo de 1861, e contra o
sobredilo grupo, nos termos dos avisos ns. 360 de
20 de novembro de 1865, por copia Incluso, cora-
munlcando-rae o resoltado.
Copla.Rio de Janeiro.-Ministerio dos negocios
da gutrra era 29 de novembro de 1855.Ilion, e
Exm. Sr.S. M. Imperador, tendo ouvido as sec-
c5es de justiga e de guerra,e marloba do cooselbo
de estado sobre o oBcio dessa presidencia, d. 97,
de 8 de julho de 1834, propondo as dnvidas; Ia.
se sao crimes a tentativa de soltar recrulas o o
acto da soltara plena; 2*, seno sendo crimes,
qoal deva ser sen procedimento ; 3\ se a tal res-
peito deve gniar-se pelo cdigo on pelas iostrnc-
goes de 6 do abril de 1841. E conformando-se
com o parecer das mesmas secgSes bou ve por bem,
por sua inmediata e Imperial resologo de 14 do
correte, mandar declarar: 1* iue o acto de soltar
ura recrota nao crime no sentido qoe o cdigo d-
a essa palavra. embora seja punido com as penas
marcadas as citadas instrucgdes, d'oode segue-se
que nao se podera applicar a esse acto as regras
que o cdigo penal estabelece para qualiflear i
tentativa, visto que all se miga erirae a tentativa
do crime, isto de urna aceao, como tal qnaliflca
da por le, e nao sendo crime a soUnra de um re-
cruta, segue-se lambem qne nao crime a tentati-
va ; i; que aquella que simplesmente tentar sol-
tar recrulas, nao esla* sojeito a procedimento al-
gnm criminal, salvo se o fizer por algam dos rao-
dos, qoe a le qnaliflca criminosos, como, por exem-
po, se tentar soltar o recruta por meio de peita,
pois eolio estara' inenrso no art. 130 do cdigo
penal, se tentar accommetter com forga a prso
para o soltar, caso em qoe estara' incurso no art.
122 do mesmo cdigo, e assim em outras bypo-
theses aili prescriptas ; 3", floalmente, que a vista
do qoe Oca declarado oovio que em semelbanias
casos deve a auioridade regular-se pela natureza
delles resolvendo-os pelas iastrncgdss de 6 de abril
de 1841,00 pelo cdigo penal, conforme eslirerem
acauteladas neste oo comprehendidos naquelia : o
qne communico a V. Exc. para seu conbecimento e
eteengao.
Deas guarde a V. ExcMrquez de Caxias.
Sr presidente da provincia de Mioas-Geraes.
Rio de Janeiro.Mraisterlo dos negocios da
guerra em 27denovembrode 1865. Illm. e Exm.
Sr.Tendo S- M. o Imperador, por sua immediata
e imperial resolugo de 22 do correte, confor-
mando-se cora o parecer das secgoe3 reunidas de
guerra e marinha e de justiga do cooselho de esta-
do sobre as penas que dev>m ser impostas aos in-
dividuos, que concorrerem para a evasao de um
reernta do poder da escolta. Ha por bem mandar
declarar, que se a fuga de recrutas nao for acom-
panbada de crcurastancias que tornera o aelo cri-
minoso segundo o cdigo criminal, os que a pro-
moverem esto sujeitos s penas de 1 a 3 mezes
de prisao e a multa de cera a duzentos mil reis,
mas se a evasao dos mesmos recrulas se fizer por
algum dos modos por lei qoalifleados criminosos,
alm daqoellas penas, se acbaro os que contribu-
rem para a evasao, sujeitos as outras pela legisla-
gao decretadas ; devendo o procedimento indicado
ser applicado tanto aos individuos que promove-
r, m a fuga dos recrotas, nao estando delles encar-
regados, como as pragas, e outros deteniore3, a
quera forera confiados os referidos recrotas, ha-
vendo nesta ultima hypothese razio para a apoli-
cago de mximo das penas: o que communico a
V. Exc. oara sua intelligeacia, e em resposta ao
offlcio desta presidencia n. 236 do 11 de julho de
meios de defeza, qoe a mesma lei garante ao ci-
dado.
N. 835.Portarla.O presidente daprovl ocia, al-
tendendo ao qne requeren ojuumunicipal e de or-
phos do termo de SeriBbiem.bacbarel Miguel Ber-
nardo Vieira de Amorim, resol* concededer-lbe 30
diasdeliceoga com o ordenado qoe por le Ihe com-
petir, para tratar de sua sande onde Ihe coovfer.
N. 850.Dita.O presidente da provincia, al-
tendendo ao que requerea o capito da i* eompa-
nbiado i* batalno da guarda nacional de Macelo
Antonio Jos Alves de Bnto qoe mudou o seu do-
micilio para esta capital, resolve de conformidade
com a ioformaeao do commandante superior deste
muicipio em offlcio de 17 do carrale, sob n. 33 qoe
o referido capito passe a servir como aggregado
no 1* baialhao de lofantarialesta cidade.
N. 857.Dita.O presidente da provincia, con*
formaodo-se com a propotlado i>r. chefe de poli-
ca n. 372, de 15 do correte, resolve considerar
vagos os lugares de i' e 2* supplentes do subdele-
gado do districto de Tabocas, segundo da fregue-
zia de Sanio Antao, e para os preencher noma 1*
Joaqnim de Barros Correa de Qneiroz, 2* Maaoel
Antonio Correa de Quelroz Barros.
N. 858.Dita.O presidente da provincia, con-
formando-se com a proposta do Dr. chefe de poli-
ca o. 473, de 17 do corrente, resolve nomear a
Antonio Cardoso de Miranda, para o logar de sub-
delegado do disiricto de Granito, segando da fre-
guezia do Exo*.
N. 839.-Dita.-O presidente da provincia, re-
solve conceder ao alferes do 10* batalhio de infan-
taria da guarda nacional do monielpio de Iguaras-
su', Jos Francisco da Fon-eca Galvo, a passagem
que pedio para o 1* da mesma arma deste munici-
pio, onde tem actualmente sua residencia, e deter-
mina que neste sentido se expega -as convenientes
ordens.
N. 860.-Uita.-u presidente da provincia, con-
formando-se com a proposta do Dr. chefe de poli-
ca, n. 514, desta data, resolve exonerar a Antonio
Peregrino Cavalcaoti d'Alboqaerqae dos cargos de
1* supplenle do delegado de polica do termo de
Ipojaca, e subdelegado do 1.* disiricto da fregaezia
do mes.oo nome, e para esees lugares, assim como
para o de sopptente do referido subdelegado, quo
ora Oca vago, nomda :
1.* supplenle do delegado. Luiz Cesar Pinto
Parias.
!.* distrlcto d Ioojoca.
Subdelegado, o 1.* supplenle Lonrengo Bezerra
Alves da silva.
1.* supplenle do mesmo subdelegado, Luiz Cesar
Pinto de Parias.
3.a secce.
N. 861.Offlcio ao inspector da Ihesoararia de
fazenda.Manda V. S. pagar a Daniel Tavares
oelho se nio houver inconveniente, e em vista da
conta junta em duplcala, que me remellen o com-
mandante superior da comarca do Brejo com offl-
cio de 10 do correnle a qaanlia de 574380 despen-
dida dejde 8 de dezembro ultimo at 8 deste mez
com o sustento de 8 gnardas nacionaes constante
da predita conta, os qaaes foram designados para
o serlco da guerra.
N. 862.Dito ao mesmo.Comrannico a V. S.
que por porlaria desla data resolv de conformida-
de cora o aviso circular de 27 de dezembro ultimo
exonerar da commisso de capito do corpo n. 21
de voluntarios da pJlna Joo Baptista Pinheiro
Corte Real, que.dnxoa de recolber-se ao mesmo
corpo quando conclu o a licenga com quo veio pa-
ra esta provincia.
N. 863.Dito ai mesmo.Em vista da inclusa
conta, e nao havendo inconveniente, mande V. S.
pagar a empresa do Jornal do Recife a qaanlia de
3o|>0O0 proveniente da publicacio sobre inslruc-
gois modelo etc. para as apoices da divida pu-
blica.
N 864. Dito ao mesmo.Tomando em con si -
iterar i o exposto em sen offlcio de 17 do correnle
sob n. 30, autoriso V. S. a mandar sob mlnfw res-
ponsabiiidade levar era conta ao thesoureiro da re-
partigo das ubras imblica?, Rayraondo da Silva
Mala a quantia da 42I60 por ell despendida no
correnle exercicio, de ordem desta presidencia,
cora o pagamento de obras executadas por conta
do ministerio da guerra visto nao existir crdito
para esse tira segundo consta do precitado offlcio,
que fica assim respondido.
j.1. 865.Dito ao inspector da ihesoararia pro-
vincial.Se nao houver inconveniente, e em vista
da inclusa conu qne me remetteu o commandante
superior deste municipio com offlcio de 17 do cor-
rele sob n. 32 manda V. S. pagar a importancia
da despeza feita com o forneciraeato de laz s agua
d'aqnelle dia em dianie, sendo qne por isto dessa
dala qoe comega o exercicio do mesmo profes-
sor, eomo.ae reconbece pelo aitestado do delegado
I iterarlo e pela data do recibo dos movis e casa,
resolv deferir a petigio do predito padre Bandei-
ra, mandando pagar Ihe a quantia devida pelo alo-
gnel da casa onde leve a sna anla em Beberibe, e
onde estiveram os movis e utencllios at serem
entregues ao sen substituto, correspondente ao
lempo deeorrido de 29 de margo a 9 de abril pr-
ximo passado.
N. 871.Dito ao presidente do conselho munici-
pal do Pao do Albo.Tenho preseote o offlcio que
me dirigi Vmc. em data de humera, omraunican-
do-me qoe por nio ter recebido da cmara munici-
pal os livros da nualiflcac rnbricon nm qnadro
para nelle lancar-se os trabalhos das sessdes do
mesmo conselho, cabe-roe dizer-lbe que o seu pro-
cediraeoto est de conformidade com o disposto no
artigo 16 das inslrncgSes de 28 de jnnho de 1849.
Qu oto a nlllma parte do sen citado offlcio- op-
portdnamente se providenciar.
Expediente do secretario do geverao do dia 19 de
Janeiro do 1867.
2* secgo.
N. 871Offlcio ao chefe de polica.De ordem
de S. Exc. o Sr. conselheiro presidente da provin-
cia remello a V. S. os litlos para o subdelegado e
1' snpplente do 1* disiricto de Ipojuca, assim como
para o 1* supplenle do delegado do termo do mes-
mo nome, nomeados por portarla desta dala, e de
conformidade com a proposla n. 514, de boje.
N. 873.Ditoao mesmo.De ordem de S. Exc.
oSr. conselheiro presidente da provincia, remello
a V. S. o litlo para o subdelegado do 2* distrlcto
do Ex, comeada' por porlaria desla data, e de
conformidade com a proposla n. 473, de 17 do cor-
rente.
N. 874.Sito ao mesmo.Da ordem de S. Exc.
o Sr. conselheiro presidente da provincia, remello
a V. S. os ttulos para o 1* e 2* sopplenles do sub-
delegado do disiricto de Tabocas, nomeados por
porlaria desta data, e de conformidade com a pro
posta n. 372, de 15 do correnle.
N 875.Dito ao comraaodante superior da co-
marca do BrejoO Exm. Sr. conselheiro presi-
dente da provincia, maada declarar a V. s. para
os flns convenientes, qne acaba de autorisar a the-
souraria de fazenda a pagar a Daniel Tavares Coe-
Iho a quantia de 57380, constante da conta que
em duplica veio annexa ao sea citado offlcio de
10 do corrente, o qaal tica assim respondido.
COMANDO DAS ARMAS.
Quartel general dt eommando das armas 4e Per-
nambuce it eidade do Recife, 23 de vareo
de 1867.
ORDEM DO DIA N. 329.
O brlgadeiro commandante das armas convida
em nome do Exm. Sr. conselheiro presidente da
proviocia aos Srs. offlciaes do exerciio, e os da
guarda nacional empregados no deposito dos re-
crotas, a comparecerem no palacio do goveroo
para assUtirera ao cortejo que ^e lera de fazer a
efflgie de S. M. o Imperador as 5 horas da tarde
no dia 25 do correte, anmversarlo do juramento
da constituigo do imperio.
O mesmo brigadeiro faz saber a goarnigao para
o fira conveniente que o mesmo Exm. sr. conse-
lheiro concedeu por portara de 18 deste mez ao
Sr. lenle do 9.* batalbao de infamara do exer-
clio commissionado capito Leopoldo Borges Gal
v3o Ucha tres mezes de licenga para tratar de
sua saade nesta provincia, onde se acha, nos ter-
mos do artigo 4.* $ 2." do decreto o. 3,579 de 3
de Janeiro do aono passado com os vencimentbs
marcados no art. 5. 1.* do citado decreto.
Assigoado, Henrtque de Bcaurepaue Rohan.
Est conforme. Emiliano Ernesto de Mello
Tamborn!, teaeole-ajudaole de ordens interino en-
carregado do detalbe.
O soldado invalido do corpo o. 51 de volunta-
rios da patria Jos Joaquim Hyllarico ,da Silva
coraparega no quartel general aiim de receber a
sua provjsau de reforma, remettida da corle pela
reparligao do ajudaote general do exercito.
PERNAMBUCO
18 "9
Deus coarde a V. ExcAngelo IMuoz da Silva para os destacamentos existentes no Poco da Pa-
rraz-Sr. presidente da provincia de Pernam- nella, Varzea e uapunga, sendo com os dous prl-
meisco da Fomeca Gilvo, a passagem que oe-
i para o da mesma arma do monielpio do Re-
e, recommendo a' V. ., qoe Ihe mande dar a
i, de qne trata o aH. 45 do decreto n. 1130 de
Ferraz
DUC0- ...
N,.847.Dilo ao jolz municipal de Oaneury.-
Deierlndo o reqaenmento do ex-promolor publico
dessa comarca, bacharer Joaqoim Franklin de
Alencar Lima, recommendo a Vmc. qoe nao s
faga dar ao mesmo bacharel as ccrtido-s qoe re-
uuerer e por lei ihe sao devidas, mas tambera Ihe
faculte todos os meios de defeza que a mesma lei
garante ao cidado.
N. 848.Dito ao juiz municipal do Bonito.
Nesta data determiao ao promotor publico dessa
comarca que proceda nao s contra o gropo, que
nesse termo soltou a 18 recrulas, rimo tambera
contra a escolta que os condola, e recommendo a
Vmc. o emprego de seas esforgos para a puojgo
dos cnlpados em assumpto de lantagiavidade.
N. 849.Dito ao teoente-coronel Ernesto Justi-
niano da Silva Freir* tsxpedindo ordem nesta
data, para qoe Vmc. assuma o eommando do bata-
lbao n. 15 de infamarla dess municipio e no seu
impedimento o capito raais aatigo, assim Ib'o
communico para seu conbecimento.
N 850.Dito ao commandante do batalhio n.
39 do municipio do Cabo.Era resposta ao seu of-
flcio n. 317 de 16 do corrente litpho a de.Marar-lhe
que segando ioformou o director do arsenal de
guerra, nao pode por ora ser furnecld. o arma-
mento, que V. S requisita por nao o haver em bora
estado nesse arsapal.
N. 851.Dilo ao commandante do corpo de po-
lica. Mnde Vmc. por a disposigao do Dr. chefe
de polica. Picando excluido do corpo sob seo cora-
mando o soldado francisco Antonia da Silva, que
reclamado como escravo por Joo Miguel de Oli-
veira Bezerra procurador de Emilio Pereira de
Araojo.
N. 852.-Dito ao mesmo.-Declaro a Vmc. para
sen coabecimeoto e Qm conveniente, qae em vista
de sua ioformaeao de 17 do correte, sob n. 37,
acabo de antnsar o inspector da tbesouraria pro-
vincial a mandar adianiar ao alteres desse corpo
Joaqoim Hiiito Alves Lima, os seos vencraentos
correspondentes as mez de fevereiro prximo va-
douro.
N. 853.Dito ao eapitSo Urjnlloo Cavalcanie Rpgo Vasconcelos.Nao podeudo Vmc. comman
dar interinamente sea batalhio, no impedimento
do respectivo leieme-coronel, eom pret rigi dos
offlciaes man antigos. como o capito Joo Per
nandes Vieira de Mello, qne acaba de representar-
me contra a illegalldxde de semelhante proced-
m^nto, ordeno a Vmc. qoe logo qoe receber este
mea offlcio passe inmediatamente o eommando do
batalhio ao tewnie-coronel aggregado Ernesto Jof-
tio'iano da Silva Prcir, e no sen Impedimento ao
cao'io raais antlgo, corao determina a lei.
N 854.-Dito ao delegado do Oaneary.-Dt.fe-
rindo o reqaenmento do ex promotor publico des-
sa comarca bacharel Joflo Frankim de Allencar
Lima.rcommerido a Vmc. que nao s faga dar ao
bachifel cerlidoes que rsquer e par loi
meiroj desde ontubro al dezembro do anoo pr-
ximo passado e com o ultimo a coatar de 16 de
nevemhro al 31 do citado mez de deurabro.
N. 866.-Dilo ao mesmo.-Deferiodo o reqaeri-
meato do alferes do corpo de polica, Joaquira Mi-
o Alves Lima, sobre qoe ioformou o respectivo
commandante em offlcio de 17 do corrente n. 37,
recommendo a V. S. que mande adiantar ao sup-
plcanie seus venclmentos do mez de fevereiro pr-
ximo viodoaro.
N. 837.Dito ao mesmo.Acenso recebldo o
offlcio de 17 do crtente sob n. 32, em qae V. S.
participou haver Fernando F'ancisco de Aguiar
Montarroyos Janior, dando por fiador Gabriel Ger
raan-i de Agaiar Montarroyos arrematado a obra
dos reparos da ponte dos Carvalhos sobre o rio Ja-
boato com o ab; le de 20 por cont no prego do
respectivo orgaraento e era resposta tenho a dizer
que aporovo essa arrematago.
N, 868.Dito ao mesmo.Tomando era consl-
derago o qae V. S. expoz em sea offlcio de hoje
sob n. 33 o antoriso a mandar pagar pela consig-
nado do art. 17 da le do orgameoto vigente a im-
portancia dos venclmentos constaotes to pre qae
devolvo em daplfcata de uma escolta de guardas
nacionaes qae condozio presos db jastiga do termo
de Garanbons para esta capital, a que ser depois
endemnisada pela maneira indicada no predito of-
flcio, a qoe respondo.
N. 869.Dito ao mesmo.Veriflcando-oe doo
documentos que o padre Francisco Verissimo Ban-
deira, professor d iostroegao primaria de S. Pe-1
dro Martyr de Olinda, Junlou ao requerimento, so-
bre que informoB V. S. e o director geral da ins-
trneco publica em 4 e 14 do corrale, sob nme-
ros 10 e 14 tor o professor Claodino Gomes Barre-
to recebido os movis o utencilios da escola de Be-
beribe no dia 9 de abril do aono prximo paseado,
sera os quaes nao poda foneclonar aquella escolla,
qoa s priaclpiou a trabalhar d'aqnelio dia em
dianta, sendo qoe por alo dessa data qoe come-
ga o exercicio do mesmo professor, como se reeo-
ohece pelo auestado do delegado Iliterario, e do
recibo que passoo ao lomar conta d'aqaelles mo-
vis recomraeado a V. S. qao mande pagar ao
mencionado padre Baneira' a qu-ntia devida pelo
aluftu*l da casa onde leve asna aula na.Bptoeribe
e aonde estiveram os movis e utencllios at serem
entregaes ao seo sufcstiioto, e corrospaadente ao
tempo decorrido de 29 de mareo a *e abril ja
ciudo
4.' secgao.
N 870.Offlch ao dh-ector geral da Iostroegao
pabJic.VerlNffldo-se dos documentos qw o pa-
drfe Francisco Verissimo Bandftira, professor ae
Irf'trWgSb primarla Ve. & Pedro Martyr de Olinda,
Jnn'.on ao requerimento, sobro qoe informen V. s.
ett 14 do corrente, sob n. 14. ter B professor
reoebido os movis
REVISTA Dii
Com grande saiisfago noticiamos aos nossos
leltoras que o Santissimo Padre Po IX approvou e
cooflrmoa a eleicao do Exm. Sr deas Dr. Joaqnim
Francisco de Paria, para vigario capitular desta
diocese, (sita peto cabido de Olinda em 27 de se-
tembro &i a ano prximo liado.
o 5' disiricto temos noticia do collegio
do Oaricary, ao qaal comparecern) 43 eleitores,
sendo votados :
Dr. Caetano Xavier Pereira de Brillo.... 4o
Dr. Francisco Carlos Braodo.......... 45
O resumo das vog5es dos collegios do Brejo
(aleigo presidida pelo 1 juiz de paz), Cimbres,
Villa-Bella e Ourieary o seguate:
Dr. Francisco Carlos Braodio.......... 150
Dr. Caolano Xavier Pereira de Britto.... ^41
Gonego Joaqoim Pinto de Campos....... "25
Hootem, por ser o dia de 45 aonlversario do
juramento a coostilolgo do imperio, estiveram
embanderados as esiag5es publicas e o brigue-bir-
ea ltamaroc, dando este e a fortaleza do B-ura as
salvas do estyilo.
A' tarde hoave cortejo, no palacio
dencia;* e a nonte espectaculo-gala
da
no
presi-
Sania
Isabel.
Reunirara se no sabbado 23 do correata em
assembla geral extraordinaria, os accionistas da
Corapanhia Peroambucana de Navegacao Costeira
a Vapor sob a presidencia do Exm. Sr. visconde
de Camragibe, representando 2824 acgds.
Foi presente, na eonformidade do art. 19 dos
estatutos, o Malango e rotatorio do anno passado,
assim como o parecer da edmmissio do exame do
contas os qaaes foram unnimemente approvados.
Devendo sabir pela sorte, na forma do art. 13 dos
estatutos, nm dos membros de qae se coropoe o
conseibo de direegio, foi par ella disignado o Sr.
Luiz Antonio de Siqoelra, e procedendo-se aeleigao
de sea substituto foi eleito o Sr. Jos Pereira
Viaona com 7|rotos.
Hootem aqaarieloa o 3' batalhio de lofanta-
ria da guarda nacional, para o ora delermloado no
deereto ultimo, que cha moa mais mil pragas ao
servigo da guerra.
Foi exonerado de 1 sopplente da subdelega-
da do Sanio Aotonio, o Sr. Severiaoo Jos de Mea-
ra, e nomeado para o substituir o Sr. Siivioo Gol-
Iherme de Birros, a"9 ***** A 3:"
O Sr Joaqoim Felippe da Cosa alforriou nm
mu escravo, e eflereceu-o para,servtr no exercito. i
iA'^i sr Dr BernardoPereina do Carmo Jnior,
lambem alferrtoo doas wcravos seas, oflereceo-
ao-os para o sevvtpo do exercito, ambos fardados i
WAlmdsso px d.spostoao do governo 30 loga-
ra no Intrnalo S. Bernardo, de sna propnedatfe
de peoslooislas e 24 de meio-penslon.stas, obr
gaod-se a alimentar a venir asuacusta 8pr|<
""sfaiRnos dagralidio publica etses actos de
syndicaneias sobre o assallo da cadeia, e soltara
dos presos e recrotas.
At hootem nnbuma ocearrencla mala se dea
naqaella villa.
De Soolbamptoo e Lisboa esperado, no da
27 do correnle, o vapor inglez Setne, de 3,440 lo
neladas, movido a rodas por ama machina de 800
cavados, perlencente a' companbia transatlntica
daquelle porto para o Brasil. E' em lado igual ao
Shannon, qoe passou de volla para a Europa oo
dia 17 do corrente.
A companhia, desejando satisfazer a' (odas as
oessoas, que qaizerem ir a' exposlcao noiversal de
Pars, deliberoo enviar esses doas vapores, qae
tem aecommodagoes sufflcieotes para 400 passa-
ceiro8, contando o eommando d'elles aos melhores
offlciaes de seus navios Vem commandando o Sa-
lte, o Sr. Rivet, comraodore da companhia.
O escrivo dos protestos Jos Marianno est
de semana.
Os propietarios de predios, as roas abaixo
mencionadas, sao chamados para pagar no Conso-
lado Provincial, as quaniias ah mencionadas do
calcamonto das roas :
RaadoRaogel.
Ns.
11 Ordem Terceira de S. Francisco 624000
13 A mesma......... 28800
15 Irmandade do SS. Sacramente de
Sanio Antonio....... 254200
19 Joaquim da Silva Torres.... 25fzO0
11 Viava e berdeiros de Jos Gongal-
ves da Silva....... 30*000
35 Ordem Terceira de S. Francisco 31*600
37 A mesma......... 25*200
39 Herdeiros de Joaqoim Jos da Sil-
va Farla......... 53*200
45 Maria do Carmo Muoes Ferreira 28*800
53 Herdeiros de Antonio Francisco
Crneo, Jos Pereira Vianna e Isa-
bel Mana da C. Guimar&es 5.1*200
55 Ditos de Manuel Figoeirda de Faria 97*800
37 Maria Joaquina do Pairocimo Da-
tra e Joaquna Maria da Trindade
Dulra..........
59 F.-anciseo Dias da Cosa ....
61 Francisco Jos da Cosa Ribeiro. .
63 Maria A. da Cruz Br>nco .
65 Maooel Gongalves Ferreira e Sil-
va............
2 Ordem Terceira de S. Francisco .
14 Irmandade das Almas do Recife .
16 Dr. Augusto Carneiro Monteiro da
Silva Santos ....:...
22 frmanuade das Almas de Santo An-
tonio ..........
24 Herdeiros de Manoel Antonio Mon-
teiro de Andrade'......
44 Jos da Fonseca e Silva ....
46 Joanna do Rosario Guimares Ma-
chado ..........
50 Tiburclo Valeriano Baptista. .
52 Mana Joaquina d- Macsdo. .
58 Jos Rodrigues de Araojo Porto .
62 Antonio Joaquira Das jadronho .
Gamboa do Gamo.
12 Joo Gongalves L. Lisboa .
14 Aotonio Googalves de Moraes .
16, Seminario de Olinda.....
18 O mesmo.........
22 Herdeiros de Bernardo D. Bran-
do...........
24 Mana Isabel de J. Moraas. .
26 A mesma.........
23 Joo de Ulveira Lelte e Souza .
25 Herdeiros de Jos dos Santos No-
nes de Oliveira.......
29 Anna de Jesos.......
31 Antonio Jo.-.: de Souza Guim; ,-
raes...........
3 Maria Luciana de Miranda. .
liEP.umc\o da polica. Extracto
do dia 23 de margo.
No da 2z do correte.foram recolbidos a casa de
deteogo os segnlntes individuos:
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chele de polica, Fran-
cisco Lopes dos Sanios, para provar isengio legal
do recrutaraonto. A' ordem do Dr. delegado da
capital, Francisco Jos dos Santos, para correegao.
A' ordem do subdelegado do Recife, o inglez Jo-
seph Taylor, a requislgo do cnsul respectivo.
Miguel Antonio do Nascimento e Emigdio Manoel
dos Santos, por briga.O chefe da 2.* secgo, 1. G.
de Mesquita.
Passagelros do hiale hrasileiro Nona Senho-
ra dos Navegantes, vlndo do Assu' Genuino Be-
zerra de Souza e 1 escravo, Absalo Fernandes da
Silva Bacellar e 1 escravo, Tnstu Martins de Ma-
cedo Calado, Loiz Walcacer da Rocha Pita, Fran-
eisco Luiz da Circomciso Pita.
Passageiros do vapor Tocanttns, sahido para
os portos do oorte :Maooel Jos Ribeiro, B-roar-
dino de Castro Chaves Filho, Aareliano de Farias
Castro, Manoel Antonio Piuhelro, Henrlqae Mar
tins Varella, Dr. Leonardo Antunes Meira Henri-
ques e I escravo, coronel Francisco de P. Souza
L o e 2 criados, Dr. Jos Joaquira Colno e 1
criado, imperial manobeiro Manoel Francisco Da-
ira, Jos Ribeiro P. da Ponseca, A. Domingues
Ventara, Cbristiani Steinhutf e saa irmaa Dorothea
Prliz, Louse uirmudam, Emilio Scherf, Lois
Scbroder e 1 praga de polica.
Cehitehio pdklico. Obituario do dia 20 de
margo.
Antonio Henrlque de Macano, Pernambuco, 30
annos, solteiro Roa-Vista ; cmaras de sangae.
Damlana dos Santos, Pernambuco, 88 annos,
vlnva, Boa-Vista; desynteria.
Z -tea ras, Pernambuco, 2 dias, Boa-Vista, con tul-
g5es.
Josepba, Pernambuco, 6 annos,S. Jos;'desyn-
teria.
Maria, Pernamboco, 4 annos, Recife; desynteria.
Mara, Pernambuco, 1 hora, S. Jos; convnlsdes.
Ignacio, Pernamboco, 40 annos, Santo Antonio ;
espasmo.
Balbina, Pernamboco, 22 annos, escrava, Santo
Antonio; pbytisica pulmonar.
21
Innoceneio Martins Neves, Peraambaeo, 45 an-
nos, solteiro. Boa-Vista; tubrculos pulmonares.
Joaquina Josepha dos Reis, Pernambuco, 12 an-
nos, S. Jos; febre typhoide.
Marta das Virgens, Baha, 22 annos, Boa-Vista;
hemorrhagia crnica.
' Mana Francisca, Pernambuco, 90 annos, soltel-
ra, Boa-Vista; amolecimento cerebral.
Joanoa, Pernambuco, 75 annos, soltelra, S. Jos;
cite.
Jos, Pernambuco, 1 anno, S. Jos; convnlgoes.
erJoo, Pernambuco, 9 mezes, Recife; hemorrhagia
asebral.
sera dar-lbe eavaco, o Sr. Luiz d'Albnquerque
Martins Pereira para delegado de polica desla ci-
dade ; psdira sua demissao de delegado supplenle
e Insistir por ella.
Nao nos admira lambem qae S. S. diga e at
jure qoe o Sr. Sa e Albuquerque nao Ihe deve fa-
vores, porquanto S. 8. procedea do mesmo modo,
quando se disse qoe ana nomeagao para o lagar
de administrador do tbeatro de Sania Isabel era
ama reiribuico de favores, qae Iba devia o con-
selheiro Paes Barreto, que havia sido por vezes
seu hospede ; mas, para qae creamos que o Sr. Sa
e Albuquerque nio escrevea o qoe se diz, isto ,
qae S. S. Ihe remenease ai oda qae fosse am simu-
lacro de exame, e sea Albo seria nomeado. preciso
que vejamos a caria qoe o Sr. Sa e Albuquerque
dirlgio-lhe. 8e apparecer a caria, devidaraente re-
conbecida, ento recooheceremos que esse, qne
nio sao desaffectos ao Sr. Gustavo, ni>dmam a
verdade, ou, pelo menos, referiam as express5es
por diverso modo, e com iotengo de tornar censa-
ra vel a promessa. Mas, se o Sr. S e Albuquerque s
disse qne.se o fllho de S. S. fosse em priraelr > lugar
na lista dos concurrentes, seria o nomeado, enlio
porque o Sr Gustavo raostrou-se Ido H/flieo.segaodo
dizera, e imtou se tanto cora a noticia da nomea-
gao do Sr. Ulysses, qae achava-se em primeiro la-
gar, que foi preciso a intervengo de sea amigo Pi-
nbo para qae se calmasse ? E, se S. S. nao espe-
rava a nomeago, porque seu fllho nao foi propos-
to em primeira logar, para que encommeodou-sa
para a corte, segundo dizera, o ardameoto neces-
sarot
Nao onvimos ao Sr. Gustavo dizer qne sen albo
lioha tollo um exame brhante; mas -sto diziam
seus amigos, o as provas sem erro algum de fran-
cez e inglez, nos levavam a concluir que eom ef-
felo o exame tinha sido brhante, e que S. S. o di-
zla.
s depois de termos a correspondencia assigna-
ia pelo Sr. Gustavo, que Acaraos sabeodo qae
seu fllho nao tinha sido o nico concurrente ; mas
que indo sa passou coladamente, tacto sabido,
tanto qne a imprensa opposicionisla nao ocecopou-
se de uma clrcnmstancia importante, que dava ma-
teria a' reflsxo, e foi que, nao querendo prestar-
se como examinador, o Sr. Alckorne, lente do in-
giez do collegio das arles, por e>tar dando ligio
dessa lingua a" Alba de S. S., pelo que deutou de
continuar logo depois da recusa, prestou-se cd^
rao ul o Sr. Marques da Costa Soares, amigo in-
timo de S. S. e um dos mais assidaos frequenia-
dores de sua casa; o que nao nos induz a crer qne
foi a isto devido nao existir erro algum as provas,
escriptas em francez e Inglez, do hiho do Sr. Gus-
tavo, que em verdade nao pode saber essas linguas
to bem, qoe em prova escripta sob as vistas dos
examioidores e assisteoles, e nao afeito a actos
semelhanles, como allegou S. S., nao commellesse
erro algum, embora se diga que uto mpressionou
de ceno modo o Sr. Castro e Silva, inspector da
46*809 ibesonraria de fazenda.
Nao dissemos qoe o Sr. Gustavocosiuma mudar
de partido poltico, era o ter-se passado do con-
servador para o que se formou sob a deoomlnaco
de progressuta, prova de ter virado a casaca,
porquanto isto foi devido d sympathia que lioha
pelo Sr. Silveira de Souza, e principalmente pelo
conselheiro Paes Barreto; e ainda menos dissemos
que 8. S. se nao manteria as Qleiras da liga. O
que dissemos foi, que S. S, anda se raantioha
n'essas flleiras, e desde ja declaramos qoe nao nos
admiraremos que, se S. S. afinal reconhecer ant
arro, como reconheceu-o em 1863, volte ao gremio
de seus aollgos correligionarios. Se, porm, S. S.
jo voltar, preferindo metter a cabega entre as
pernas, choraremos; mas nos consolaremos, pols
que, se nao ha felicidde que sempre dure, nao ha
mal que se nao acabe.
Temos procurado saber quaes sao esses, a quera
S. S. aura a indirecta de que declamando publi-
camente contra o governo actual, era particular
escrevem ou pedem para que se escreva cartas a
este ou quelle ministro em favor delles oara obte-
rem empresas e ignoramos quaes sejam. Se
esiivessemos era relago de amizade com o Sr.
Luiz de Carvalho, Ihe pediramos qoe no-lo dlssesse,
porqoaoto, pelo pliraseado da correspondencia,
nos parece qoe o (atoro coasul-geral do Brasil era
Liverpool nao foi eslranbo a'sua redaego; mas
nao eraos ssa felicidade e ho9ra. A nos por cor-
to se nao dirige S. S.: se nao somos da ac-
tuahdade, e nao elogiamos o governo actual,
qae nem ao meaos quiz aproveitar-se do i Rere-
cimeoto de S S. para commaBdar um d03 ba-
talhoes de volaotario?, sem qae S. S. se zaogas.se
por isto, e malaxe de partirlo, nao recorremos a
pessoa alguma para obter empregos: o que nao
qaer diier que oo reconhegamos qae quera nao
tara padrinbo morre pag3o ; e, se nao, diga-o o
Sr. Gustavo, qoe nao qaer zangar, com sea des-
peiU, seu amigo ministro, porquanto, se nio Ihe
foi possivel arraojar o lugar de ajodante de guar-
da-ror para sen fllho, pode conseguir ontro: e tolo
quem quer moslrar independencia de carcter.
Nao foi nossa ntengo oflender o Sr. Gustavo.
que estimamos : s tivemos em "Uta moslrar co-
mo sao leaes entre si os laes progresfutas, e o qoe
valem as promessas do Sr. Sa e Albuquerque.
Saiba S. S. que mullos de seus correligionarios,
que anda Ihe fazem affagos, censaravam a sua
pretencio, qoe laxavam de exagerada, e saiba
mais que fra de sua preso.ga se mostrara muiio
satisfeitos por causa da decepgo pela qoal passou.
Alguns al- diziam qoe foi S. S. quem fez ir a con-
curso o lugar, sem altender qoe isto poda affligir
um seu amgo.
Nao nos zangamos cora o Sr. Gustavo, e Ihe es-
lendemos a mo. No aporto que Ihedrmos, ha-
vera' mais sinceridade do que em todas essas de-
monstrares de amizade, qoe recebe desses que o
affagam. Faz bem em promover os interesses de
seus Albos : quem aera qae todos os pas o iraitis-
sem ; e oo nos sorprendeu que se tivesse irritado
por causa da decepgo. No seu caso procedera-
mos da mesma maneira : se S. S. reside na ra da
Unido, nao dos felizes dossa rna.
25*i00
36*000
36*900
36*000
18*000
18*000
16*200
25*200
41*400
54*000
84*000
50*400
54*000
75*000
60*000
30*000
36*000
36*000
36*000
45*000
36*001)
27*000
43*UO0
30*000
215600
21*600
36*000
da parle
| | tilOtllii
Conimunicados
Partido loBservador.
adidas, nio se entendem com o destacamento qoe! mesmo bachifel as cernnoes que q^iw,?
! deve.coBlinOa/, coaao ate agora, para; ihe s\o devilas, mas lamben tM" WWW IQUDS qs.
Claudino Gomes Barreta reoebido os movis, e
utensilios da escola de Beberibe no dia 9 de abril verdadeiro PtouRn
do anno pnsadol sm u# rjoaes nao poda funceto- >- segura sabbado arai Pacid All
aqefi-Wa. V* s* priocipioq trabiWar ehefo de poHeia, aflm da prceptor
uar
o Sr. Dr.
necessarias
rea causa de cha, que nao ro ara.
Veio a' impreosa o Sr. Gustavo Jos do Reg,
contestn formalmente o que dissemos, relativa-
mente ao logro que soffreu nio teado sido nomea-
do, como- esperava a' vista da segranos qae ihe
bata dado o en amigo, +tSr. Sa e Albuquerque,
sea 6lho p> t o lagar de ajudaole de goarda-mdr
da alMod-^a desia provincia \ mas nao nos admira
que o," jse. fforquaoto 8. S. l'*^^!d""IJ
isse que Me, despenado eom o sea
8,00'
) se
qae
ir 4o^.gr, Si|t>ir Soaza, por
ter nomeado


Alada o Sr. conselheiro J B. da
C. Flguelreoea sltuaco.
No domingo prximo passado achava-me ero Ja-
boato, quando nm amigo me avisoo de haver-me
a Si'Mocao brindado soffnvelmente. Nio coohecia
esse papel; e inquir alo qaal tinha sido a nalnre-
ra do brinde, o amigo den-me nicamente perfooc-
tona noticia do primeiro artigo estampado no ros
lo da gateta. All mesmo, em presenga d-dle, es-
crevi as Habas qne raandei publicar no Diario de
Pernambuco.
Vollando eidade procorei lr a Situacao; mas
nio foi-me possivel obl-la em razio de sua ranta-
de. por ser, segundo dizem, nma folha sobterranea,
expressa e exclusivamente escripia para
os amigos ntimos. Aflnal P^^"^^
deparando, na ultima pagina, com o artigo i amu-
lado-revista dos peridicos. .
O valor aoe rae merecen o assampto do primei-
ro artigo p^de o benvolo leitor avallar bem pela
igelra rseosla qoe Ihedei, efoi publicada. Como
se trtuva de puerilidades, satlsflz-me em dfeer ape-
nas dnas palavras quasi humorsticas, nglndo de
sropenhar-me em polmicas overnamentaes, parara*
quaes nio leoho boje a menor tendeneia; 'embora
amargaraame deplor a eon?nsio eonlrlstadora *m
qne mergolharam e Mas o segando artigo a qoe alindo, escripia |>or
pertna raais tem aparada, posti qae ensopada era
maledicencia ferina, lorna-se credor de nma-res-
posta man sHa, porjopter falsld^des, que nao po-
dera deix^r 9 ser reSpo^idas por mi, a|o} da
/.
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bario de Pfrmaaahijce) *L tere, j||* de Mare* de 867.

que o embasta nao se enlhfohJ'rMW>%lu*raBlBdi,lBs(ic<(ci#l rfbl r/or moilo

nesu deiditosa provincu.
Si bem. adevinho, a mao qae trac* o- artigo 6
mao de Ma-nm pretenso-diplmale, a qaem nanea.
offenoVnias que lojaslajneota vott-ma. ogerlaj ter-
na por moa"jos pequeninos, que nao dirulgarei.
Vamos ao caso.
No Intuito de fater servjfw, o doato^jngoista.
negando, qoe o Eira. 9r. oooslheiro Silveira' Lo-
bo tivesse ditoque geveroaria rVrmmbaeo como
a bavia governado flus> Nape BASgaiiHeiu-
terregaco :
G em qoe o Sr. conseweiro Jos Benfo pode ser-.
\ir de modelo a ara administrador 7
Si esta pergao ta fosse feita a mim pelo sabio re
dador da Stluaco, e me responderla inconti-
nenti :
Em nada.
Por que sou o primeira a reconbecer a minda 10-
capacidade.
Anda se fosse eu mesmo qaem tivesse dennn-
ciado essa lisonja que porveoiora S. Exc. me airi-
gisse, poderla o nobre redactor darme boas pao-
* Po'r oatro lado, si u me tivesse gabado a. algaetn
debaver melhor governado Minas, do qoe o 8r.
conselbeiro Silveira Lobo goveraa Pernamboco,
raiao teria a Stluocio de castigar a miaba Indis-
creta petulancia. .
Has se nada dlsso se den de mioba parte, com
que procuracio pretende a Situtcao entregarme
aos lobos, e atterrar-me peguntando em qoe pos-
so servir de modelo a ora administrador 7 SI esse
gracejo (.como Ihe chama a Siiuacaey do Exm. Sr.
Silveira Lobo desagradoo a algoem, reprehendan),
se poderero, a quera laneou-o pela boca (ora: mas
tio me veobam aooitar por om dito em que nao
tire parle, nao oblante ter sido real; e t > real
que, qoando mea filbo m'o referi diaote de ama
(estomooha iasaspeita, da dlsse, sem o menor des-
vn e cimento :
Nao se necesslu que S.-Eic. faca Unto ; basta a
meude. Eo me referia as reacedes poticas, de
que fui argido na cmara por qaem boje guerrea
S, Eie.
Quaodo, dopois desse faci, ou desse do gra-
cioso opBxm. Sr. Silveira Loco, tive a honra de
comprlmenta-lo pela soa boa vioda, acbei, pelas
poncas paiavras que trocamos qoe as seas ioten-
coes eram Justas, e se barmooisavam com o que
S. Exc. havia-se dignado dixer a meu Albo. Por
isso, e pela f antiga que eu tinba no deputado de
outr'ora. mantive sempre, ante os meus amigos, o
botn conceito que de S. Etc. formava ; mesmo
desde o tempo, era que na cmara doos dos direc
tores mais salientes da deputago pernambucaua
ardiam de raiva contra o Era). Sr. Silveira Lobo,
de quera ao depois vieram fel zmente a ser amigos
coMeaes por milagre to amalgama ligueiro.
Foroa diier a verdad : eu esperava, desejava
mesmo que S. Exc. fliesse um bom governo. Era
provade mioha boa Tontada lembrame ter-ibe di-
to, na segunda vez em que com mioha familia fui
camprmentar sua mui digoa e respeitavel senbe-
ra,que S. Exc. tinha occasio de prestar grande
servico provloeta, (neodo simplesmente jostra
recta: e por failar-se em reerutamento disse enlao
a mioha humilde opinio ; isto que, si em lu-
gar de am recratameoto estrepitoso e ooereso aos
cofres pblicos, tomasse S. Exc. o exponiente de
dirigir-se confidencialmente a cada senbor de en
genbo, solicitando apenas um ou dous recrulas ou
voluntarios, assegarava eu, que mui de prompto
corapletar-se-hia o numero de homens pedidos en-
to para o exercito : ao que os mesraos seohares
de engenbo se nao negaran), mediante a certera
de nao seren varejadas as suas faieodas, multas
veres por pessoas desafenlas; fatendo eu ver an-
da a S. Exc. que a proviocia traba mais de mil en-
genhos, nos quaes exista ama grande parte da
massa reerutavel. Era nenhuma das daas nicas
zeie3em que estive com o Erra. Sr. Silveira Lobo
Ibe fallei em poltica, ou nos polticos da trra.
Si S. Exc. tivesse adoptado o meu bamilde alvi-
tre, nao teria tido tanto ncomrnodo, nem pago leo
caro as machinas caprichosas do reerutamento.
Eu poda estar engaado ; mis ao menos da va pa-
recer de amigo desinteressado; tanto assim que
perguntandome S. Exc. onde eu moiava. para vi
sitarme, eo p-di-lhe qoe nao se iocommodasse,
nem se compromettesse. Elle rise, e disse-me pa-
iavras qoe me conflrmaram na idea que eo tinba
de soa iodependencia.
E com effefto ainda estoo persuadido de qoe, se
o Exm. Sr. Silveira Lobo Qcasse exclusivamente
entregue a suas proprlas inspirares, e livre raovi-
mento, sem as ilbargas constantes, impertinentes,
e exigentes, que dia e noite o persegoiam, e perse-
gu>-m, a sorte de sua admini-iraco serla outra. Se
S. Exc. approximando-se de todos os homens das
diversas cores poltica, tivesse oovido o pro e o
contra, como fer o seu digno predecessor o Sr. Pa-
ranagoi, ootro teria sido o sea norte administrati-
vo. Mas o circulo de ferro, em que o apertaram foi
terrivel para os crditos de S Exc. Appello, nao
para o presidente em exercieo -, mas para o cida-
dao Silveira Lobo, quaodo estiv.-r levando as pe-
dradas dos abyssintos : o qoe nao lardar maito.
Eoio ct nhecera' qoe tanto na cmara, como em
Minas, e como era Pernamboco, fui e sou mais seu
amigo, do qoe moitos era qaem S. Exc. deposita
Ilimitada conflanga.
Eo nao escreveria o qae estoa escrevendo, se o
Exm. Sr. Silveira Lobo nao estivesse farendo as
snas despedidas, e nao me fosse forcoso defender-
me logo dos boles da intriga......
Digo mais : qae se tivesse podido evitara pu-
blicado do artigo de mea fiho, do qaal nao tive
sciencla seno qnando o li impresso, eu t-lo bia
feilo. por dous motivos: i* porque a paixo polti-
ca nunca me fascluon a poni de ageredir a qoem
soa affeicoado, e de quem nao lenbo recebido of-
fensas directas; 2* porque contara, com toda
certera (como disse ao ler o artigo) que seria vic-
tima dos apodos da turba de prelendenles que em
roda dos presidentes vivero sempre suspirando pe
la occasio de faier-lhes servicos, ou defend-los
em quanto nao cabem da cadeira corul. A prova
do meo presentimento esta eroquererem elles cru-
ciOcar-me por actos espontneos e peculiares de
mea tino. Que miseria___II
Com que rae atacam porm es.-es defensores offl-
ciosos, ou offlciaes T Amofloaram-se com o dito gra-
cioso de S. Excque governana Pernarobuco, co
ato eu govornei Minas. Mito ad mi tem compara gao
possivel, nem eu a provoco : mas para provarem
qne a adminlstracao do Sr. Lobo esta' muto cima
da mioba era Minas, o que de modo algum contes-
to, o que fazem ellees? Era lugar de exbibirem os
meas artos em Minas, reeorrem mi3eravelmente
aovelbo aimanark das injurias de ontraseras, paia
esgaravalarem facio3 de Pernamboco albeos
questo, e de mais e mais falsificados I....
Aqoi vio elles respondidos um por om. Nomeel,
ilz a Situarao, meu /i/no ot Benio para o lugar
de oficial maior da secretaria, preterindo um moco
de grand* mrito, a quem, por set vicos prestados,
havia promettido o fufar.
Nao sel qaem seja esse moco de grande mrito, a
qaem, bavendo promettido o lugar, preter para
noroear mea Albo. Neg redondamente que ibe ti'
- vesse promettido e eagaoado : nonca tive necessir
dade d mentir para governar, 00 governar meo!
tindo: qoando nio devo diter a verdade, calo- me ;
mas qoando solt a palavra, digo a verdade. Nem
poderla eu prometter am lagar, qae se acbava pr-
vido na pessoa da Sr. Dr. Joaqnim PorteKa. San-
tindo falta de pessoal habilitado na secretana, con
videi meu 'filbo, cojo pre-timo nio me era des-
eonbeeldo, para servir' o'lugar de caefe de orna
das sessdes da secretarla, que vagara J e elle me
obedecea, nao sem algoma repugnancia ; porqbf
desejava exercer o logar de.promotor em Macn,
para o anal eslava nomeado. Ao deixar a presiden-
cia, qoi'exonera-lo ;"mas O Sr. Sergio h"e Macedo
arguio-me de egosta, t rete**), a- *s folcado
pela necessidade a preterir o mero a favor de mea
filho.nao tena logar de sobra para dar ao Sr.Or.
bailes, acioal secretario do governo, agnem mui
espontneamente, mas 00 Interease do servico pu
fclicu, mandei cnamar do Bonito para rocana lo na
secretarla, ainia sem preterir o mrito.
Mas posteriormente, diz a SUwco, para poder
dar a meu filho o lugar de Secretario, occupndo pe-
lo Sr. Prtela, eserevi ao Sr. ctmselheiro SeAibu-
fserque.prtsidmle do Alagos, ata demUtio se do
mpar de director da tnstruccae publica par o tual
foi nomeado o Sr. Portilla, pastando o Sr. Jos
Btnto Jnior para o d secretario
O Sr. Dr. Joaquim Por Ma eslata, no meu tem-
po, enriado o logar de ofl)cia|.maior, e'eoroo tal
fazia as veres, de secretorio, aehando-se
iwfilhooccopandoodecbefe de se cea
tempe, eserevi ao Sr. Sa e Albuquerquo as Ala-
goas que me deelarasse se preta1a'-,voWliao'W
Ingar ^. pois qoe as caso contrario a aftWn pro-
ver o.Sr. Pf.Portella. O.Sr.S Alboqnatlinn^i
complceme e amigavel mandn me a soa damis
ao. Ndmdel o Sr. "Or. Prte'Ia ; 6 deste acto anda
mesmo qae, desejando montar]
rou ao* bla nomear-me: dii
poder desempenhar o logar
de lale ( e 8. Exc pensava
fc das se passaram, e viodo
njl|l,jaM en ja' lido as lela
em aceitara omf
^^secfcriodo/5^.0, tertj ^BXS&^ISgt0" '
nomeado mea albo director
ca. Porm seado elle ch'fe de seocio, nao pndia
ebegar a offlcial roalor por amcamiobo lio direilo,
como chegoo, aom pitar em ningaem'T Diga a 61-
tuacio se nao fot Injual. Quaoto> ao logar de se-
creurto, a qae elle aseeodeo, nio tive a menor,
parte : o Sr. Taques foi quera fer qoestio dlsso
com o'Sr. roafooex de Oiinda. Aveoba-secora etles
a ti'nacao, e delxe-me.
Mandei chamar Bahia, diz ainda o sincero ar-
ticulista, um irnao.ouu e o empreguet em uma.de
nossas repartieses. Ontra falsidade, que qnando o
nao (oss#,me nao esvergoobaria. O mano a quem
anude a Situarao, o actual com mandan te dos
guardas da alfaodega. Habitava elle as lavras
dos Leoces na Baha : a soa pequea fortuna foi
devastada pela calamidade geral qae redatlo a'
miseria nanitas familias. O finado conselbeiro
Ferrar, sabendo disso, prometteu-lhe am emprego
e Ib'o dea na alfaodega de Pernamboco, qoando
effeituoa sua reforma: acto de para generosida-
de, qae 0S0 tive occasio de agradeeer-lbe seno
rexando-lbe am Padreoosso por soa alma ; assim
como tarta por aqoelle, qoe maito tem irabalbado
para expellir meu mano desse lagar, que ja' pro-
mettea a catrera. Elle acha-e }a*"o'e~rrnixraTni-
mada esperando as ordens do autor do artigo da
Siluagao.
Promov directamente o arranjo de OUtro irmao,
que accumulou por largos tempos varios empreaos
publico, (olla a.Situacao.
Este mano a padre Antonio da Cnnha Figeei-
redo, qae foi capelio do exercito, vigario geral do
bispatlu.e anda |eoie do seatioario. Nao fui eu
quem ibe promoveu essa prebenda, qoe seda' fcil-
mente ; foi o feilor coaferenle da alfaodega da
corle, Pedro goacio de Miranda^tqaem. Ib'aonteve.
Menos ped ao fallecido bispoD. Joo que o Qxesse
leote do seminario : ao contrario empenhei-me pa-
ra ser dado o lugar ao padre Leonardo Antones
Meira, que aoda agora por esta cidade. Mas o
prelado insisti em nomea-lo lente, assim como in-
sisti em que servisse de vigario geral at a ulti-
ma hora. O Rvd. conego provisor Francisco Jos
Tavares da Gama qae me desmiota.
Para provar a' Situicdo qoo grande a mi-
nna falta de geito para arranjar os meus fllhotes,
com pretericao dos mocos de grande mrito,"basta
dleer-lhe que meu mano padre Antonio serla o
deo da s de Oiinda, se ambos nos nao procaras
nomeaeao, cojo ltalo ve
1 me
d. iaiimecio-pab fw~**MEX^%&!!!* '"*.
Ora salta nnisASilikaebo, qa era virtMe de
a relaterio eu, dirigido ao stiaistro orapea-o-
te, e qoe ba de coattar da aecmarra do f0vemn,fui
a foto, qoe Ul como eslava moatada a reaartlcao
com o respectivo regoiaraeoto, nenhum aervico
twioso poderla prestar; viuda por eanaetniote a
seros seos empregos verandeitaa ainrenratsnes-
ta mlnha ingoiuidmfe de fossiLfoi que determlnoa
logo a fuspensio da repartilo oelo Sr. Maooel
Wftpfivolvido n'elles desde a mais teora
rar na conselho de faeailia, de
irmino era nm sen ariigr qojanta
ajarlas, perfeita conwnxacao de
o-eatjrto o bomem ; palinodia qoe S. S.
lamente.
responder, eo qae tenho nma parentela
e mil pes^oas ou ooaaaraas de Goyanna,
Limopiro, Uiinda e era ootras localidades
e outras provincias, pelos crinm que al-
les teoham eommettido' T Qaai a fa-
lerosa, qae nao tem a iafelioldade de la-
mamaros erros de muitos da seos memores T Bem
faUnn amuellas em qoe o numero de boas- mafor...
Quatitos homens respeitaveis, elevados dignamente
s mata altas posicoes n'aate a nos mala atianudos
paizes da Europa, nao ten a sesma iafelicidade T
Na bypotbese de ser o Sr. Aranjo Barros o es-
cripior, que falla constantemente em crimes de mi-
5fJ?r*ji Kaail ,"e0 f""*0- BsqmHUcu dbs-alaiam"i,^\ario.|be toeproenre forado cireolo
conservadores, boje condenadas pelas lels do pro- dos meartmigos polticos e particulares os meas
prMw~ttrar.o-p8o aos amigos. poneos prenles, qae teem sido casados, e qae
bonciuiret este artigo, ja longo de mais, tendo a leem soffrido procesaos. Nio cito nomes, e nao os
persnasao de que o redactor da revista dos jornaes citar-i, por qae nio possolomar ( e quanto se espei-
repntar-meba am hyperbolico mascante; porqoe cola com isto I ) o papel de accasador contra pos-
o seotimento da poca nio acreditar era actos soas, a qaem me prendem lapos de consangoini-
de desinteresse e abne isso.com tanto qae eo faja o moa deveroio con- verdadeiro, e pode ser verificado por qaem qaiten
seotmdo qoe passe por verdade a meotira moitas Com Isto dou a mais signiflealiva prova de morati-
vezes repetida. Era quanto visr bel de reagir dade. Qoe mais se pode exigir?
contra os meas calumniadores, iois qae Bao os i Quero provocar os meus detractores orna dis-
lado atgum. Os sacrificios qae'flzemcasso, em qae Ibesdarei plena liberdade ; vou fal-
aervlr com lealdade nonca dementida' ao mea
paz, sem cuidar 4a miaba- barriga.
prra dio abaixir acabeca a peloliqoeiros polticos.
Hecife 23 de marco de (87.
...
Jos Bento da 'Conha Pignelredo.
lar dos meas prenles mais prximo?, a respeito
valor des- qnaes oao temo que se rastttna o ais rigoroso
DE OUVBIIU AO
0 BR JOAO ALrREDO C0RREU
rrjBuoo.
Poucaspessoas teem soffrido as injurias, de qoe
eu teqno sido victima ltimamente oas columoas
da SUuacSo, em artigos publicados oo Jornal do
Recife, e as correspondencias progressistas,.qae
vio d esta provincia para os jornaes da corle.
Procurando o motivo dounia-argaico falsa, de
tantos insultos negramentegrosseiros.que se araou-
toara contra a miaba pobre pessoa, nao vejo outro
seno a opposico, que faco na comarca de Coyao-
oa, s preteocoes polticas 4o sr. Dr. Fcaocisco de
Araujo Barro* e de seu spgro o Sr. Dr. Jos Joa-
quina Firmtno, em-defeti de ioteresses lagiiimos,
meus e dos amigse prenles, que all teobo.
Parte das ffBQsas, de qoe me quaixo, consta de
artigos assigoados por esees mesraos seobores, que
em resposU a publicasSes aoonymas'da respoosa-
bilidade collecUva de urna redac?o, encarregada
de escrever no Diario de Pernambuco sob a ra
sernos esse lugar para o actual vigario capitular,' brica Partido-conservador referem-se a mim
meu aoligo condiscrpuio. O ministro de entae oladamente; declinara o taeu nome por ioteiro;
lemoroo-se de nomear mea rimao ; mas eu e eHelf'^^.w afflrmacao e escripto mea o qae nio
imploramos a favor do sr. Dr. Paria, que foi pro- '
vldo.
Todos sabem qae, qoando na presidencia, nio
conseoti que esse mesmo irmo se apresentasse
candidato a' deput cao provincial, para a qul o
convidavam sens amigos, declaradamente os Srs.
Drs. Jos Felippe e Loiz Felipe; e s depois de
mioha retirada da administrarlo pOde elle ser
eleito deputado provincial.
Sabem todos igoalraente qae havendo eu obtido
agmtima dedicaco do dous circuios eleitoraes, z
eleger deputado por um delles corto amigo, que ti-
coa per i-so meu lolmigo at hoje.s porque Ibenie
cedi o qoe eHo me qoeria tom*r; sen lome alias
mal fcil, se qoizesse, dar para o renlo o nome
de cutro amigo oa fitkote,qae de ceno ter-me-hiam
dado melhor pago. Em todos os tempos de mioba
administracio procorei senrore baor a dOBtrioa
aofilhottsmo, a qual servindo eolio de antrphooa
coaira os oligarchas, esta* boje elevada ao maior
grao de perfeicao pela gente do progresto. Nio
deixode acbar-lhe rario; po'qne o mundo'actaal
dos mais esperios. Se livesse seguido a dobtriBa
de dous ou tres de meas aotigos collegas da cma-
ra, meas comprovincianos, qoe era'maias occa-
slbes forara meus prupillos, nao estaara elles he je
assoberbando-me, oeu boqoi-aberto admirando es-
pantado os. seos fabolosos triamphos;e o que
peior o poderlo com que memaadao traigoeira-
raenie calumniar 11.
Teaho pregado aos meus fllhos, qaeeu nio se
mellara na polilica, oa adoplm a doutrioa da nova
scoia, mui diversa da que aprend e pratiqaei.
Paiacoada, impostura, audacia servilismo, boos
amigos........ e subir, subir at as novens : o
mais peta. Mas nio me ouvem ; qaerem anda
lr pela mioha fossil cartllba. Coitados I -. tenbo
pea de les.
Antes de ser demithio da presidencia d; Minas,
conclue a Situarao. fui militas vezes perguntar ao
Sr.' marquez de Q'mda, se poda seguir pura aquella
provincia, e recebendo sempre resposta que signi
fichva falla de confianca, nem por tsso solicilei a
mmha demissao: e n'um bom da tmha Ihe pedido
o lugar de delegado das trras publicas. Vejam
eomo cootam a bi-toria.
Se ao redactor do artigo da Siluado, nao fal-
tam os escrpulos qqe deve terqualqu*r cavalhei-
ro, falta Ihe sem duvida alguma a reminiscencia,
eu enlao nm desalmado. Esse facto de'inlnha
felii exoneracio ja' foi julgado pela opinio publi-
ca, muno a meu favor. A exposicio que delle flz
iminediaurante no Jornal do Commercto, da cor-
le, e que f i depois Impressa em folbeos nesU pro-
vincia, da' conta dos pormenores qoe o proceoe-
rara. Nunca fai desmentido, aperar da impressao,
que causn a mioha apreciaco, iida com avidez.
O douio articulista faz verdadeiro deservido ao no
bre marquez, revocando do esqueclmeoto, em qne
se acba, esse triste suecesso, para entrgalo de
novo discasso, que alias protesto, que quanto
mais renbida for, maior gloria
vez porm, serei mu parco
remetiendo o redactor da Siiuarao para essa ex
po>ico.
O Sr. marquez nao indicava-me seno confian-
ca pelo qne me dizia, e a mais algoem. Elle p, -
rom acbava-se embarazado com a miaba volia
para Minas, em conseqoeocia do grande paci da
unio celebrado naquella qoadra, pacto de ferro
lao ful, qne dea ero resoltado a tenebrosa liga.
Gum elle, evidentemente eslava S. Bxc. obrigado a
fazer a vooiade ous Srs. Bttoois, qoe queram om
presidente de seu peilo, eomo boje -presidente de
peito- ante-oltoniano o Sr. Saldanha Mariohe.
A miuba remoco de Minas, tornoo-se queslao
de vida e inone para o directorio, e era fomenta-
da solapadamente pelos Srs.Paes Barrete e S Albo*
querque, que eobertos oom a prolecco aaotosa do
W. Oliada, olbavaro cora desagrado o conceito fa-
voravel que ( com pequea eicepco ) de mim fa-
zia a depuueao mmeira, e os mineiros em geral,
inclutne o actual ministro da manaba, o Sr. Dr
Celso, que do Ouro Preto prtftaadeu com sens amij
gos mandar ama ropresentaco ao governo solici-
tando a mioba volta. E' provavel que nos meas
papis velos en eoeontre nma carta soa escripta
nesse sentido. O Sr. marqoer, a qnem maito cus-
ton conseguir a approva$o de miaba exuoerago,
calculava mandar me para oolra proviocia, e cons-
loume que hso se fallara em conselhos de minis-
tros. Sem dovida gueria S.^Exc dar me noticia
da mioha exonerajao, quaodo podesse dar a da
nova nomeaeao, soppondo qoe isse me cooteotria
auezar de ler motivos para saber, qae eu nao irla'
para' oolra proviocia.
Qoando elle aperlado por mim, deo-me parte de
qae esta va resolvida a mmba exonerado, depon
de grode lula travada oom os seos collegas, aeres.
ceotoue vamos tratar do seu novo destino : ao
qoe respond, que agradeca t aovo deniino; por
que a minba questo era de noora, nao era de
presidencias qoe nunca ped, era questo de me-
lindre mesmo, desde que sendo en frivolamente
accQsado, e tendo me defendido cabalmente na ca
mira, julgava oao dever ser exonerado sera ser
oa vldo. Mas nio sabia bem dos apuros em que
o Sr. marquez se acbava cora agente da nova pro-
paganda. Se eu sonbesse, e S. Exc. tivesse tido a
e-iagem de ser mais franco commigo,como e jm-
gava'merecer-ibe, talveznio Iba Utesse dado 6
desgasto qoe Iba del, desraenliad a exonerado a
pedido : acto qoe multo o mortiQcoa e que o fas
anda boje andar ditendo em Pernambaco que
eo turnara o pio sa eran, e que ma mu enal-
tado. Eu exaltado!!. O Sr. marqoez esta' uta
dido... Espero anda pelo dia de soa publica
conrtceao, para dar-ine nm lesiemunno vleme de-
que venero anda as snas casa. Em quanto porm
lera mioba assignatara, e:d'abi tram motivo para
atacar-me do modo mais descomedido e inslito I
Este facto e a quasi certeza, qoe se rae da, de
ser o Sr. Araujo Barres o pfracipal redactor da
SitnaoSo, e am dos correspondentes dos Jornaes da
corte, eeoo o aaieo, indicara bem a origera do meu
sofnmento.
D'est'arte, se assim aos meios violentos, pelos
quaes o governo tem collecadQ"S meus ditos ini,
migos como dominadores da comarca de Goyanna
juolam elles a dtffamaco no mais alto grao, ou
no seu mais repugnante e hediondo aspecto, contra
um adversarlo, de qaem ja foram amigos, e a quera
outr'ora confundiam com os malores elogios...
Ao principio formei proposito de nio respon-
der. E' iraoroprij de meas sentimenlos e eda-
cacao empenharme na lata a qae sou provjcado;
e pareceado-oe desoeeessaria a defeza contra ae-
cosadores eoodemnaaos por saa prpria exagera-
ci. tomei como raelnor aviso despreza-los, e ap-
pellar de sua lioguagem extremamente apalxona-
da para o juizo das pessoas, qne me eooheeem,
e de todos os borneas honestos, loclasive os meo
proprios adversarios poHtlcos.
Entretanto, continuando e multiplicando se as
provoca^des, sendo a nofoha repotacio cada vez
mais alassaiana, mooei de-parecer.
Para oulroso recurso mais fcil seria trocar In-
juria por injuria; mas en oao estoa Habituado a
estes duellos, em que sao invenclveis certas rega
teiras do progresso. Aeeitar.o pnmeiro seria em-
porcalbar-me no loacal ftido, em qae se teem col-
locado os meos aggressores.
Tambera oio posso tomar o exemplo do Sr. Arau-
jo Barros, que sem respailo sua posicao de juit
e depotado, e lvez por aboso das Immanldades,
que Ibe conferir a sna prmeira eleico, enlio re-
cente, aggredio vroleDtam'Ote de chicote era pn-
nho um nosso collega, fraco e merme, as ras
d'esta cidade, da claro, coma mais esc ndalosa
pobllcidade I
Os meus inimigos sabem qoe nao sou horoem
de taes recursos, e isto os anima a me offenderem
tanto. Soa com effeito dos qae peasam qoe om
crime nao repara o mal de entro, antas tira ao
offeodido, qoe recor'e aos meios sumraarios e vio-
lentos de farer-se jaslica por soas proprias mios,
a nobreta e sympalhiasde victima para dar Ihe a
iofamla e odiosidades de roo, fofa dos casos era
qoe a razio universal proclama, aotorlsa, e ImpSe
at o principio de legitima defera.
Antes de pensar nos meios Indicados, indignos
de mim, devia occorrerme, e de aeto occorren rae
a idea de pedir i le o castigo das rajaras, qoe
contra mim nio ce*uam de vomitar peitos imman
dos. Bem qaiiera eo comas armas legaes mostrar
que a repotacio de om hemem de bem nio pode
ser impunemente a prezrae espirites sataoicos,qoe
senuiremdamemiraA divertemsecomadiffaroaco
Mas entre os meas offensores vejo tambera a pes-
soa Iramone de um deputado, denunciado por sua
me dar'. Desta I propria assignatara, e isto (ornarla difflcil, demo-
no qae vou dizer, rado, e talvez de'nenhuqi effeito o mea procedi-
meau, ou me abrigara a abrir urna exwpco a
que teohorepagoanea, porque nao gosto de ver a
perseguicao do fraco, do instrumento em moilos
casos, coincidir com a i-eocao do forte.
Rstame, pois, o recarso da impreosa do modir
e n-s termos, pelos quaes me eonvm osar d'elle,
para defeoder-me de allo>5es mais graves, qae
podem prejndicar-me fra da provincia, parante
qaem nio me conheca.
Em diversos artigos se tem fallado dos assassi-
natos de Acab, e parece que n'elles se pretende
envolver a raiob* pessoa a proposito de fingidas
raceios de derramaraento de saairne. que alias s
bouve em opposicionistas, na etico de 3 de fe-
vereiro. E Jornal do Commeruo da corle li oeoco mais 00
menos as seguales paiavras : N freguxzu de
N. S. do Rosario de Goyanna, onde presentemente
est o Dr. Joao Alfredo, achara se lodigitados a
morte os Drs. Jos Juaquim Firmioo e Joo Flori-
pes Das Barreto, o coronel Beato Jos Ferretra
fiabeilo e o cdadio Joao Paalioo da Caoba Gen-
veia. >
As allusdes sao obscura?, e as paiavras trans-
criptas tambem nao teem um sentido claro; mas
oio preciso grande aiteogo, nem moilo traba-
Ibo de combinacao para se conhecer qne o calora-
oador, lio perverso, quanto cobarde, preteodea li-
gar maabostmnte era prejaizo de minba repota-
cio os factos de Acab aos projectos de morte na
freauezia de N. S. do Rosario de Goyanna.
Nao sei precisamente em qae dalas, Bem posso
agora verificar, (res pareles meas, caobados a
primos entre si, foram assassioados, om apds 00,
tro. O ultimo, Maooel Antonio da Rocha, cabio na
ladeira de-S. Todm era 1848, viliraade m Uro,
qae se expicoa yelo recelo de viogaoca, qoe o
infeliz premedilata coatra os assassinos de seo
primo e cunbado Joaquim Ballarralno e de seo ir.
mao Jos Joaqnim d. Rucha, moco sympalbrco a
inoffensivo, por ciija morle o1 Sr.'Jiio Paullnj da
Gunba Gooveia, amigo o Sr. Araujo'rro*,' sor-
freo um processo, de qu llvroa-.'B, ba pooco, al-
legando prescripgao, sera poder negar qae a cansa
da morte d'aqoetle lea primo foi Offl 11ro de baca-
marte, que Ibe disparou em am encontr inMata-
fado.
-jo. Com !
demissao do secretario Areredo Cootioho pedi ao 'oe Pderei beijar a mi : o qae sloto moilo e mai-
*A
overno por secreurlo o Sr. Dr. Jmquim Portella:
aio foi auendido; porqoeeaio nn se fasta, Un-
Iomm boje, a ventado aos presidentes amigos :
taaaMd?? ^^^J ""inha abolir em
^iW^OSr-Dr. Portella con raro
lorio, 1iloteaeioem qneeiuvade aaovoitira
taneadeofBCI.l.raalor T.oba anboiado^Sr'
Sa e Albaquerqoe direc.cr da instruccSo poblica
logar que em pooco texpo delxou pata ir presidir
a provincia das Alagoas. Conbecendo perfeitamen,
a ana ira mu looge o vdo que o novo admlais-
traior havia tonudo aa wrer pabUca, e que
to demro (Taima.
responder as invectivavquaoo oellas involver o
a orne do oobre Sr. marqaes- de Oiinda, a qoem es-
lava aeostumado a respeiur reiigioaroen!e. Nao
ba remedio perianto se nio proaegoir.
Nio ped ao Sr. raarqoac "de Ounda o logar de
delegado das ler-as publicas. Coofosso a coofi-sso
com saudades, que houve lempo em qae oSr. mar-
quez da Ounda me raosirav amisade iatuna, as-
sim eomo Ibe eonsagrava en deaentarassaaamente
moUa veoaracio : mas nunca Ibe pedi eoosa al-J
ra si
exame, nem por mim, nem por elles.
O que me ennobrece, e aprecio como 1 maior
gloria, poder nomear meo pal, tio honrado como
os mais honrados, de tempera amiga, de reputaco
pora, respeltada e acatada por1 todos os seos con-
terrneos. Nao om fimo qaem deve fiter vto-
gio de sea pal, mas se esse flfho'e comprar de
oavlr.'eaterneeido e repassado da mais doce alegra,
os loavores unnimes qoe o nome paterno suscita,
quaodo proaaoclado ; se esse'pal no conceito de
quanlos o eooheceram, foi'ora claHdSo exemplar ;
oe vejo motivo tjue me prive de invocar o teste-
ranbbo publico lio honroso, e de dizer chelo 'de
ofania qoe soo Blho de ora homem, qae nanea se
mancbou com om crime, ou com nm acto menos
digno, e a qnem ( se preciso completar loforma-
c5es ) o voto popular, a cooflanca do governo e a
manificeoeia Imperial encheram de distinecoes, qoe
foram qnasi todas recusadas. '
Ci circulo intimo de meas Irmios vejo cOm pra-
xer mocos, qne vivera honrada e pacificamente do
seo trabamo e do qodberdanm, gozando de estima
e bom conceito. Deas nao ha de pennlttlr qne
elles em snas ace,5es desmlotam a pateroidade, qne
tanto nos honra, e desbaraten) o tbesoiro de noora-
da fama e boas iradtccdes seeoiares, qad com abas-
tada medanla nos vera de nossos,avos.
Tenho cunbflos, e posso a respeito d'ellas fallar
cam igual satisfcelo: tambera Ihes pertencem esses
nossos queridos bratdes.
D*onde procede, pojs, o miseravel embuste com
que procurara marear a minha repotacio T Cora-
gem, misetatels detractores I Fofmolem nma ac-
cosacio clara, e a Ihes imprimir! as faces os
fergifes, que os tftrvem iddicar ao despiezo pnbHco
como calaroniadores convencidos.
E' velba a tactiea, qoe se emprega boje contra
mim. A mea.respeitavel tio e sogro, o Sr. Joio
Joaquim da Cnnha Reg Barros, centra qaem nan-
ea ievanioa-se accasacao por actos proprios, por
qoe em sua vida de qaasi setenta annos tem sabido
maoter purera de costumes, qoe desde a mo-
cidade o reconfmenda estima publica ; a esse
prestante cidadao, qae conta innmeros ingratos,
p r qoe ha sido iocansavel bemfeitor, detractores
da mesma laia dos meas teem-no feito responsavel
por crimes da familia, dizem elles.
Nio direm, porm, qne aproveitando as diver-
gencias d'essa mesma familia a quem encoimam
cora a arguigao-de criminosa, e explorando-as,
qoe acbam meios do aombater a. velba influencia
do anciio honrado, codtra qaem se crea a desar-
razoada t beor a da sol dar leda de do parentesco em
materia de crimes. E occaitam qae formara cer-
tas dedieacoes, apoiando os actos, que os parentes
em saa grande maioria reprovam, condemnatn, e
tomara como motivo de profunda separacio....
A verdade' esta : para os nossos calumniadores
o proveito das divergencias, coja caosa nos faz
honra ; para nos a responsabilidade do qae algans
de seas amigos teem feito, eomo se a amizade de
um criminoso nio fosse melhor fundamento para
censuras, do que o parentesco, que faeto iode-
pendente da vootade.
Nao ba maito tempo, am jornal progressista pa-
blicoa que o ex delegado Sa Barreto bavia prendi-
do criminosos de marte em ceno eogeoho per-
tencenle a sobrinhos do commendador Joao Joa-
quim *; nao disse, porm, o mesmo jornal qoe
esses sobrinhos, inimigos declarados do lio, logo
qae flzeram-se progressista. exaltados, foram apro-
veitados para cargos policiaes, que antes nao tinbam
oceupado, tendo sido pelo contrario processados no
tempo dos conservadores.
Com adversarios de tanta m f, com gente de
tamanba impudencia, cora verdadelfos demonios
encarregados de enredar o palz e morder as me
Ibores repulacdos, nio ha qaem se possa jalgar se-
guro e livre de accasac3es.
Volto mioba pessoa, e atienta a necessidade de
defeza, perde-se-me fallar de mim.
Mlnha vida nio teto sido obscura e desconbeci-
da. N'esta capital exerei soccessivameote os car-
gos de delegado de polica e de jaiz municipal, to-
das as varas de dlreito em breves interinidades, e
por mais de doos annos a promoloria publica, da
qual pedi exonerarlo em 1861. Fui membro da
assembla provincial em dnas legislaturas, e per-
tena cmara dos depatados dissolvida era 1863.
Alm d'isto, animado pelos meos respeitaveis mes-
tres, conselheiros Autran e Baptista, riz esforcos
por obter o grao de doator, qae mais devo bene-
volencia dos senbores lentes, qae me approvaram
plenamente, do qae ao mea mereclmente. De so-
ciedades sclentiBcas e Iliterarias tenbo recebido
immerecldas provas de considerado. No mea ti-
rocinio de advogado, que presentemente soo, tenbo
honra de ser membro do conselho director do
ostitnto dos Advogados d'esta provincia, eleito por
grande maioria das illustraeSas qoe o compie.
Membro de om partido rico de antigs e solidas re
pataedes, soo generosamente considerado por meas
amigos polticos. Redactor principal qoe foi, oos
ltimos lempos, do Consfifuciona Pernambucano,
orgia das conservadores na impreosa, tive nesta
qualidade ama das maiores distinecoes qae am par-
tido na opposico podo dar aos seas membros.
B" esta a mioba vida publica. Exponbo-a para
qae a examine qoem qolzer. Podem encontrar
n'ella erros de iolelligencia, podem combater por
este lado o xeesso de favor, qae se me tem feilo
mas conserve-me Deas o direito de dizer que nio
me immundei no charco da corrupQo e da raimo-
ralidad*. Minha honra iliesa e iosospeita affroota
impvida o mais ousdo calumniador.
Qoando se oppoe cootrariedade como esta syste-
matica detraccao, i Pjenla descompostura, de que
eo soa victima sem om facto especificado, sem
nma impulacao ciara -, qoando is paiavras de ini-
migos damoados de m vootade, e inspirados pela |
odio e paixdes roios, se pode contralor o bom con;
ceito de que tenbo os mais gratos teslimanbos, a
que os factos expostos revelara : para senlir-se a
oflensa recebida, mas exuberantemente consola,
dora a superioridad*, que ao acensado resalla de
sna comparacio com os accasadores, se estes s.
individuos indignados pela opinio publica como
patoteiros srdidos, sacrilegos marcadores do tem-
plo da joslica, prostitoidores da fmprensa, etc. etc..
Em miaba vida particular na -era erro e fra-
que 2 as, nio duvido ; mas os que ba posso eo con-
fessar oblicamente. Neo me envergoobo de om
> acto qoe tenba praticade, e gtorlome de fazer
Bastantes esforcos por tornar-sse cada vez raais
digno do amor da familia, cajo chele soa, da esti-
ma dos meos amigos e pareles, e de ama repota-
cio que possa heorar meus Albos.
Qoem esli n'estas coadiedes, aio lame a iras de
eenos lazaros, qae debalde tentara cobrir aa cba-
Lom certeu foi a terceira vietma, -que provecen
as tao falladas scenas de Acab, facto lanwniavais
e tristissl ,.os. verdaae, mas nao taes- qbaes os
descreve i'maleWbcianInimigos; Wr -qna con.
siiiram efies etn persegijides da aottdade poli-
cial aos sganos 'towoeiros, acontados B'aqnel-
cons,dera*,, eemo actaatoeote o eondero-nm.1|5aoa"' ^^L^^Jfmt^^^
gloriado passado e nnliWsWtado presente-nao aWncfcaKSS-l0**.*.'^^'i"*WcrtBW
Ib* nrtr<> h,, So n-S .Intmri.ln a mnl. IDeDCWBa90S,"IWO'd,'te
pnmeiro oterw-iro
Maooel Antonio da Rocha larl sido na parlgOj .
rl',""1'?? ioafflrroo.Uooro nao contesto, gaa osaoa gaoes eoompets 4a cri.dgem de ira-
avovisado aristcratas, a em terapos aaorraaes com
tardas bordadas e Moas de seda...
Recife, ii de mareo da 1867.
Dr. Joio Alfrtdo Cania de Qtivetra.
------' 'ii Bu ai anii --------
Alada a ejueatfo ala alnada.
Nao aa iaeon veniente algara emietrazernara
IWo-,
sinatos^ de que faHei. Foi ao ae> da prrsao, e era o dootoio da impreosa qoesifies, qae se discoum
ejosenaeneia dereslteaeta rrada,-qoe se eram no foro. Ba obiecto que affecia tao de perla gran-
L?*?J!^^^ZLSJ*"?^V^ de. interessesdalocaa^iota reserva,.*
As pandes partidarias vir.m bW'acontad- -VaaM sal o regiraem da pnblicidade a da
manto aaia eombraaeio da .'paraales eatorania apiodo. A imprensa i a garanta suprema o be-
tartoa o cireolo dos wiepbssos z-odaot*; snas relea o> lodos os direiios do bomem. E' o corree-
6 verdade qoe na eoea*!nooea aehnar *m*n UvoreBcar a paderoso qae vence abaros acastaNa-
nomes de pesseas, qoerae estao mais prexioHS. dos a acaba cam torpezas, qoe se anlnham sob o
A desc oberta devia pertencer aos modernos calara- maato do recato bypocrita qoe se lera a luido
madons ara lempo de ptogetoo. 1. Jornal.
Pela mmba parte, nascido em 11 de detembro de Se< iRla Mntra eo He trbae para qoatorre annos, e es nade, ou por ootro aoalqoer motivo, qoe a impron-
".??-*0!*?8!0' w'D :*lbjji sJgt taes facios sa oecajja-se de orna quesUo do fro,-seja deci-
Abi'Mtafwa*ieoqae 4-qaemijalga da'
moralidade de todos os nossos actos.
A instiga nanea "viven na) trevas; pelo contrario
sempre snflrraon aa pobiicMad dos seos decretos,
ana honra doa seos ministro. As reservas e myste-
rlos de um tribunal qae se concentra em um escuro
laboratorio, em qoe nada teem que ver profano,
ji nio sio coasas mais deste seclo.
A prevaricacio, sagar, especula maito coa esse
respeito musolmano, que dii preslso guardar em
todo o caso a cooscienea de jaiz; e acocora se ah
inquietos e deseo o riada de lodo qaaalo apparece,
lemendoser deaooberta. umasmo snecade com a
ignorancia, cota a uatea differaoca.da iraaqorilida-
de e do repooso, por cansa da boa f.
Estas palavra servem oe introito a resposta, qoe
devemos ao commoBicante J. do Dasrw de Pernam-
buco de segunda feira, sobre a auesto do accordio
qae raandou escrever a appellacio de urna causa
do vatorde 44JM0.
Iacommodoase rauto J. com o facto de a haver-
mos lavado aoprto. tnamoa-nos oovelta; disse
que recorremos a imprensa por especulado, adul-
terando o estado da cansa, eos motivos jurdicos
em qae se baseoa o accordio; e flnalmeate, qae o
oosso flm nio foi ootro, seoao molestar os magis-
trados, para vdr se por esse meio conseguamos, o
qae tememos conseguir por forca do direito.
J. dissef o qae teme nio eonsegar por torca
do dlreito. Mas, como fallamos para qnem emen-
de em coasas qae nio entendemos, e em am estylo
repagaaote aos homens de lauras, segando elle
diz, e nao podemos ser applandido por pessoas de
Ffierio era orna empresa Ba quai os vordadelros
principios de direilo'foram por n6sesqoecldos,"por
esta razio oio o podemos absolver do pleonas-
mo ; e nem nos principios de direilo da empresa
fazemos o miolmo reparo.
Attnbuir-oos J. a infeliz lentbraoca de molestar
osmagistrados, bo iotoito de obter a soa benevo-
lencia, urna parvoce tal, que cansa riso. Pelo
lado da intimidacio qae as nossas censaras po-
dessem mes eaosar, era sopjOr nelles malta fra-
qaea e irobi ldade 4e salmo. E J. qoem
insina esteJalzo?
'Era qae consisti a o (Teosa qae (liemos aos
magistrados T
Do Sr. desembargador Assis dfssemos, que havia
impugna Jo a declso; e o faeto de nao s ter elle
declarado vencido' nao prova o contrario. Porque
estamos informado, que as vetes os Srs. desembar-
gadores deixam de declarar-se vencidos, sem em-
bargo de se lerem pronunciado em divergencia na
discossio.
Temos para com este digno magistrado todos os
respeitos qoe se deve a saa tllastracio, assim como
a nobreza do seo carcter. Disseram-nos,pessoa
que esteva na relaeao, e que assistio a conferencia
do accordio, que elle tra. Acreditamos isto, antes do que asseveracao
de J.
Do Sr. desembargador Domlogaes fallamos com
cortesa; porque sinceramente o apreciamos, e
nnnea Ibe reeosariamos as homenagens de qoe
tambem credor, sems er preciso dizer como J. qoe
elle tem om longo exercicw na operaco difflcii
da Reneralisaeo racional das ideas.
So a respeito do Exm. Sr. conselbeiro Firmino
que fomos severo. Obt mas niagoem dir que
Ibe flzemos injustica, duendo deque maneira
reprebenslvel sei bouve S. Exc no acto de se jalgar
em soa preseoea orna causa de que seu genro era
advogado.
Negara tambera J., qoe o interesse, qoe o moveu
naquella occasio, o mesmo qae o tem levado ja,
multas veres, a nomear esse genro para examinar
a solicitadores per ante elle nfesmo T-Nlaguem
quer saber se o acto oa oio legal; mas acto
nobre T Nio, i., ten ha paciencia.....
Agora, vamos a questio.
J. disse, qoe a invertemos completamente, nao
s em o nosso commooleado, como as propostas;
mas coufdssa que publicamos com fldelldade o
accordao, e nem o podia negar.
Ora a especie esta no mesmo accordao, tal qual,
perfeitissimamaate explicada. Joao Marques Fer-
nandos, oppoddo embargos a execeeo de ama
accio, qae Ibe intentara Joio Loiz Ferreira Ribei-
M, oDteve doas sentencas, juigando nulia a
a crio,cu jo valor era de 114J600. Joao Luir
Ferreira Bibeiro appella : nega-se-lhe este dlreito,
visto que a caosa caba na aleada, e do despacho
deoegallvo interpoe elle o recarso de aggravo e
obtem proviraento, considerando se a execucio urna
segunda accio, em qae as costas, contadas no roste
da sentenca exequenda sao computadas ao pe-
dido. Foi isto justamente o que dissemos. Mas
admir?, qae J. sja qaem diga, qae a simples Icitu-
ra do accordao Indica que a queslao foi perfela-
mente cuBprehendida, e que bypothese mui diffe-
reote da qae est figurada aas propostas I Ora,
tenao nos publicado a integra do accordao, refala-
mos a J. com J. mosmo: nio podamos inverter a
questo.
Parecen a J. baver descouerto o grande Apollo,
tendo lido em alguos praxistas, qae a exeeoeao
am jalzo novo, e nova instancia; e enlao, todo
aocbo, exclama com o maior acceoto de convic-
Bao: seodo a execuco um juizo novo, um noto
feito, qoando a ord. diz, que as costas do feito de
que se appella nao serio contadas para influir aa
aleada, quer dizer, qoe se oao contara as cu-tas da
accio, quaodo se appella da seoieoca difDouiva
que julga a accio; ao passo que no caso vrteme
appvlla-se de ama sentenca dada em embargos a
execncio, e as castas qoe se nio confio, oeste
caso, sao as da execucio, que o feito de que se
appella.
Este argumento am saphlsma grossero por
qoe moilo embora seja a exaeoco um juizo novo,
oa ama nova instancia, como dizem os pra listas,
nio nova cansa, nem accio. A appellacio tam-
bera juno novo e ama nova instancia ; mas nin-
goerj) disse ainda, que urna cansa em que esta
nova instancia se abre, seja um novo feito, no sen-
tido que se pretende, para ter lugar o recurso de
revista.
A ord. liv. 3o tit. 70 6# nio tem rep lea ; diz
termioantemenle : E sera recebida a appellacio,
e atempada, qnando a qnantia demandada, ou a
valia da coasa, sem as custas do feito, passar da
aleada, qoe liver o jui. que a sent ca den. E
seddo a demanda sobre coosa ou quaotla, que raiba
em sua aleada, nao peder a parte appellar, nem
Ihe seja recebida a appeliacao, nem os superiores
toma rao delta conhemtnto.
J. recorre a ord. liv. 3a Ul. 87 f 12 e motila o seu
texto. Esta ord. o que diz -oseguinte: cE pe-
der o jais da execu(io, se quirer, coohecr dos
embargos, se os nao quirer remetter aos Janes qne
a sentenca deram. e determinar sobre elles, o qoe
Ibe direilo parecer, dando appellacio e aggravo
nos casos, que dece; a qaal appellacio e aggravo
sempre dar para os juizes, qoe a senteoea deram,
se forem seos superiores, salvo, se a qoaolia, de
qae se pede execuco, conber na aleada do esecu-
tor. Eis o qoe dlspde a citada ord., e qoe J. re-u-
raio nestas paiavras : -O joiz da execucio dar
sempre appellacio e aggr.vo, salvo se a quaotla
de qoe se pede execuco coober aa aleada do jaiz
executor. .
Ora, pergonta se: qnando aa execuco de nma
pequea demanda perante o joiz de-paz as castas
com o pedido exeederem a respectiva aleada, sera
o jaiz de paz incompetente para proseguir no a:to
da execacio ? Quaodo as cusas da urna cansa que
est em &eguoda instancia por appettacio, unidas
ao pedido,'exeederem a aleada da relteio, peder
a parte, atlegaodo qoe ha juizo novo, interpdr a
revista T
Nao ba oeste loro ama s opinio em contrario
a respeito de semelhaote qoestio; e embora J. se
esforc pur demonstrar a saa extravagante tneorla,
oio convencer a niBgoeoa.
Reehfe, 51 de marco de 867.
S. P.
itL^ltSi1 A****- Nio sabemos alia
comprehende besa p*ci<***. *>*
redundo ; mas a qiiaTlttata^SbMU a !fi/S
dootr^
aqaalle que aeUa se faiinaatavet apeo, pesa ter!
rarla com qae rana esirtaeoer o cortado do aigaa-
te .ato d assoear aa capital do imperio: aqoi na
asa terraydMdo.-taodada -de ara), e apenas o
giadaador faro doa BO690#ta>o8 conslituekmaes 11
Atraosformacao era lio fcil! Das espancoes do
eoratio de S. -Exc. o Sr. ajbeetdeoie, no circulo do
seus-oompareas ntimos, noe referem confidencias
as aaais si agola res, pela extravagancia de pensa-
rnenlol
E assim, qne se nos coofa, qoe S*. Eic. expli-
ca a ereaeio de soa eamarilba, dizendo qoe cito
oio faz mais que substituir o aolien rooseao de
governo. Semelhaote aberraei de espirito mais
que singular. Um presidente croa de seo mota
proprio ama cam .niha, e todo ancho, e ebeio de si,
justificase dizendo qoe cora o sen geafo ereador
substitue as faltas qoe eocontra aa nossa lf|isia-
(io. Entretanto, qoando existiam ceoseibos de go-
verno, ensilara caoteilas para a creaoao da taes
conselhos, para o exercicfo de soas unecoes, para
a saa responsabilidade. Hoje tado lato oca dispen-
sado pela inQoeocia mgica de sea genio creador.
O bomem 0 poderoso II
Qaem seriamente estudar o carcter de adrarais-
tracao do Exm. Sr Silveira Lobo, nelle encontra-
ra mais de om traco das-fetedes/qae tsnto distra-
guiram os membros do aotigo tribunal de salvacao
publica, nos lempos ensaogueotados da revoiocao
francesa.
terror o parece ser, a soa ooica mxima de
governo, sua nica arma de combale. Kra desle
mam elle nio descobre outro para a dhaceio do
seo espirito, para o sysiema do seo governo.
A opposicioowon apresentar-se,diz elle,e de
tanto careca eu para iropor-lhe severos castigos;
estlida qae ella foi, imbcil, acreditando em mi-
nba palavra I ,Acaso, nao sabia da mxima de
Bias, o pbilosopho, que dizia oio ser a palavra da-
da, senao para disfamar e esconder os dossos sn-
limenios? >
Queremos de mai boa vootade deixar ao presi-
dente da provincia, esse dlreito pleno para todas
as suas relagoes pessoaes; mis acredilamo-nos aa-
tomados para declarar em neme do que non a,
que elle nao deve, como funecionario publico de
um paix moralisado ter, em caso algum, Nagoagero
lemeotida. Lembre-se o Exra. Sr. Silveira Lobo,
de qu nao falla em seu nume proprio; esse pode
prosiiiui-lo, quando e como ibe aprouver roas lal-
la em- nome da le, em nome do governo, em nome
do prmeiro representante da sociedade. Por maior
que seja o desembarace, sera igual do Exra. Sr.
Silveira Lobo, oao Ibe dado rebaixar senao a si
proprio.
Nao descoobecemos todo o peso das ameacas di-
rigidas, eomo provocago a opposieao. Sabemos
todos dos, que nao commungamos aa mesma taca,
em qne bebe o Sr. Silveira Lobo, qoe perde-
mos o direilo de nossa vida, honra, liberdade e
beas; mas tambem nao ignciramo, que o txcesso
do mal ha de vir natural e sjiccessivameote o re-
medio ao mesmo mal. O tempo, em a soa marcha
contina, o melhor apurador, que coohecemos,
dos destinos humanos; e pode Qcar de si para si
entendendo S. Exc. que oio conseguir' eximir-se
a saa influencia, e que todas as suas fanfarrn?s
terio de pastar por esse cadraho, e que o resulta-
do da operaco mostrar a qualidade do metal,c
pr?co e es lima.
Estamos reduzidos, somos {breados a eoofessar,
a sorte da aoliga Roma sillada por Breoo, chele
brutal e insolen tu de Gauleres; sabemos, que a
nos da oppnsigo, perseguidos com o mesmo fu-
ror, com qoe se perseguirn a caraibas seivagens,
qaerem prfra da lei; mas se a aoliga Roma
foi salva, dos tamb-ra o seremos, o a opposici* ca-
be o desempenbo do papel do Gamillo Romano ;
elle appellava para as espadas dos seus soldados,
para o brio dos romanos, as faremos appello, qoe
nao ficara' perdido, para todos os Dmeos de cora-
cao, para a lei e para a justica do tbrono.
Ab I se Tcito ainda vivesse, e qoiresie escre-
ver I
A tarefa seria grande, os perigos serrara reca-
meros; mas a ligio escripia teria a grande vao-
Ugem de pialar em tragos d.- f "n a immoralidade
da poca, que vamos. airv ole
V
L'MA PigA DE AHUMiiUClUHA.
Existe no eariuno do Sr. esenvo Santo?, orea
pega de architeclara digoa por certo de ser Iida
e meditada pelos entendedores da materia, lon-
siste ella, em om raqoenmeoio em que o Sr. ca-
pitao Augusto de S e Albuquerque reqoereo ao
Sr. Dr. jaiz municipal da 2.a vara, Jacimno Kerei-
ra do K-ko, para justiScar perante elte diversos
neos sobre a eleigao da fregoezia de Monbeca,
proJuzindo como testemonhas os Srs. Manoei Joa-
quim Baplista, Bento Simos e Agostinno Ferreira
de Souza, todos moradores o'aqoella fregnezn.
E' para n- om enigma de qae havredo aqoelle
juiz, em seu despacho designado o da ti 4o coi-
rente as ditas e mna horas da tarde sem declarar
o lugar em gue devam ser mquendts as ttstemu-
nhas, foram ellas inqueridas na casa de *hj resi-
dencia, quando pelo contrario deviam ser na sala
dns audiencias, por ser o lagar proprio na falla de
declaragao do despacho, tomando-se por esta lor-
raa o acto publico, tanto mai por ter sido qotaia-
feira dia em qoe o joiz do commercio di aodMaeia.
qoe as vezes esteode-se as (res boras da tarde; po-
rm a poblicidade nesse caso nio coovinha aos in-
teresses da acioalnade, tanto^ue se proceden a m-
querieo das testemonhas sem que precedesss cita-
rao alguma.
Nao ligamos importancia alguma a esta peca de
archilectura, por ter sido produrida fora das salas
das audiencias, visto que no despacho, o Sr. Dr.
juiz municipal nio desigoou a casa de sua resi-
dencia para seren inqaendas as te'temunbas; co-
mo tambem por nao ler bavido citagao.
Publicares a pedido
e qurzesse escre
ara grande mal
......WTV ..~. ... i~""r <- mm uo cuiregw, qoanao os Biuasoaoe taes lacios sa oecana-se de ama qoestio do foro sea deci-
iama,e menos o logar dw term Foi SVExc ] se deram. Oh! 1? am monstro, predsUaido pan '&%,*iM-fSS^SS^tlgt^
' Ah !' Se Tcito anda vivesse,
tari
Qae a corrupgo de costumes
na s.icledade, todas o sabem.
Tambem, aio menos grave, a inflaencia dos
exemptos qne partem do alte. *rdlnariaraenie co-
pia o povo-o proeedimento das autoridades e a seo
geito execota os qtradros qoe tem debalxo das vis-.
US.
j Por tamo se tros fosse peTtrrtttido dar algara coo
seibo ao Exm. Sr. Silveira Lobo; se tive^emes al
gama esperaoga da que os nossos avisos fossem es-
colados, Je diramos cora franqueza qoe oao es-
trague a educagio do nosso bom povo, ensraando.
Ibe com. o seu procedimento, qae a lei
objeeio da irriaio.
A' memoria de lodos esli presentes ,as si
na escndaloe violencia, qae se representaran) na
eieicio. As esqnadras de soldad^jca, a preseoea e
fanaanas dos lupeciores 'de polica eoaaMOdados
pelo soadeiegadas, entari5es, qae dirtgtrara em
toda a proviocia om movimento, que ornete per-
tence a eiiiniio.
E todo Isto ae passon em exeeogio de ara plano
de baUlba approvadoj>elo procnsul, qae nos bo-
verua, plano apresentado pelo Sr. bario de Villar
Bella, qoe, sabssrevendj o mappa tragado pel Sr.
Dr. Araujo Barros, jais de direilo em ferias, nio
fez mais do qae dar o sea placel.
apenas
Os actos aeritorios nanea davem passar desa-
percibidos. Devera vir sempre luz da pubMei-
dade pela imprensa, por que tanto honrara a qoera
os f.r, como a quem os recebe, tanto edifjoam os.
presentes como os posteriores, maiime n'uma po-
ca em qoe lio raros sio os actos de jusliea t
Nesle caso se acba a acertada nomeaeao qae o
Exm. Sr. mioistro da fazeada aoaba de fazer e >
Sr Salusliaoo Severiaoo Ramos ex guarda da ai-
faadega desta provincia, para o cargo da. o facial
de descarga da nesma.
A melbor prova do mrito do nomeado consiste
ao segrate tacto. Na mesma occasio era qae se
divalgava a noticia deesa soa nomeago, iraiKto
pelo ultimo paquete viodo do sal, por urna feliz
coincidencia vergava elle sob o peso do maier re-
conbeeimrBto, e da mais acrisolada graiido par
com o lllm. Sr. Affooso do riego Barros, digno fi-
lho dn Exm. conde da Boa Vista, qoe ao deiaar as
foocgoes de ajudaote interino do goarda-mr, qoe
era tanta probcieocia exercia, quir dar ao Sr. Ra-
mos om testemoobo inequvoco do apreeo am uc-
o tinba.
Despediodo-se o Sr. Reo Barros de lodos e*
guardas qoe lograram a veotara de s-srvir sob saa
dlrecco, voita-se especialmente para o Sr. Ramos,
aairaa-o com as raais lisoogeiras expra^sdes, e
brioda-o com om rico boonel que mandara vir da
corte pira seo oso. Foi. na verdade ama soto
tocante e consoladora para todoqoe a presencia
ram, e cojos effeitos so-maravuhosos.
Releva not.r qoe o Sr. Ramos asantaodo-^e
sempre aa altara do severo comprimeoto dea sens
deveres nao sabe desear vis bajolaces para at-
trahir as boas gracas des sea- superiore ; pero-
contrario dotado d'um carcter naturalmente re-
servado e peono expansivo. Qoe saja asse svsnpr
o sea ptanal am t idas as pnase da soa vida pa
lioa, a que se redorara as nossos votos BUMai-
deates para com alie.
Um amm* do wrdadoiro ment,
Marco 83 de 1667.
araranmmm"^mmmm^mBsmsss
COMMERCIO.
de r-erataaralMico
O taoao staaen deaeoau learas .mo-**zm*mo*
at o rimo de maw preUfoo vwdaro a MM/<
o aoao, e deraaior praso at aw* metes a Mr9f\)-
O Lonrlon BraaHH) deseoota letras de i a at t *f0 ao auno con
forme o praso.
NOVO BANCO DE PER-
AMBDGO


1
r
;

O novo banco paga o dcimo oilavodari-
Ko mi" de"uJvW,r$to'"o ppeTTlliado ao Eim. I fleflfJO 8e 6*eXK> 1t pr ao$0


r
.-.
,m,.M.
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t a> *ar*a IW7
i.,
. ^_ ALFANDEGA.
meato d* da l a tt d mar^o 66.W158
Moa 4o alo 23................. 43:11*8S
7U:t77**V3
MOTlMBirrO DA ALFANDBGA.
sabidas eomfateodas... 478
- c eneros.... 58*
-----4M
Deee*rre*ant bofe 3t de mareo.
Patacho oacional Jaboat&o mercaderas.
Botas nortocaet- Jfoeimmfa-Mdea.
Barca latfctaT*>aMfhaw.
barca taliaaGaita Ptactia{arioha Oe trigo.
Saaa Omaaahola Amm CArMhna~inMn
Barca nacionalMalina -charque.
Barca aaewaalSai/a Marta -idam.
Barca portar ue*aSymp/i/Aia dem.
Saaiaea bespanholaOndina -idetn.
Saosa'-a Beapaabc* -Proiftf Polaca he*panbolaFtorestdem.
fiseoea atraca-tfeM-dfc
Bacana austraca-Superaidam.
Patacho holslense Monna idam.
Ira portarlo.
Hiate nacional JVowa Sen*or ios Nat*antet~
ootrado de Maco, consigna ie a Bartbotomeu Loo,
renco, maaKestou o segniate :
16 (aeeos com 78 arrobas e i litras da algodao;
4 G. Barroso da Silva.
ti ditos com 114 arrahes a 31 libras dito ; a A.
A, de atoraos.
8 ios cena 41 arroba* e 19 libras da do ; a G.
P.deA.AC.
431 aeelbe* palba de carnauba, 2 pipis raslas ;
a C. los das Santos Callado.
100 saceos cora 38 arrobas a 19 libras da car-
nauba, 87 eaiides com 8* arrobas e 27 libras, re-.
las, 167 meios de sola, 28 coaros salgados ; a Tas-
so Irados.
39 molaos palba de carnauba ; a I. F. M.
GoeOOS
140 alqueires de sal-e 148 saecos com 757 arro-
bas e 2J libras de algoJaa ; a' ordem.
REGBBBDOftlA DE RENDAS INTERNAS
GERAS.
Beadmeolo do di,v 1 a 22 de ataree 41:624J78I
idea ato dia 23............... 8a9*6d8
Panella, afiliado p>r SOOf, o qoal fol perora-
do por eiecacio de Galdlno Antonia Alves Perrei-
ra contra a nava do Dr. Jj- Mamede Hjjajjlam
reir. H aio aaveodo lanaados eo da avaliacao, a artoaaiacaosara'.feitaajM pro-
(o da adjudicagae, na.forma da lei.
E para que chegue ao cooaecimonto da todos,
mandel fazer o preaenle edital qae sera' publi-
cado pela imprema, e afflf ado no logares do eos-
tnme.
Dado e passado nesta cidada do Recife de Par
narobaco, tos 21 de marco da 1867.
Eo Seeondino Eliodoro da Caoba, escrevente ju-
roaeoJato o eserevi.
Ea-Jhawel de CarvaJoo Paes de Aodraie, estri-
a rf> AB>inra)Tl.Tnstao de Alencar Ararlpe.
EECU1A50IS.
il:92i**.2Q
PRAQADORECIFt
8 BE MARCO BE ISttS.
A'STRBS HORAS DA TARDE.
Revista patanal.
Cambios.Sobre Londres saceou-se de 24 Vi
a 25 d. por 1*0(X) ; sobre Pars de 394 a 396 rs.
por fr.; e sobre Lisboa a 118 por cento de premio;
sendo o valor dos saques effectuados nesta semana
30,000.
ALoaaio. Veadeu-se- o de Pernambaco de
13J500 a 144030 a arroba, o de Macelo posto a
bordo a liftjoo ultima venda, o da Parabyba lam-
era posto a bordo a 144800.
Assccar.O branco vndense de 3)600 a 44540
a arroba, o somenos da 35100 a 33O0, o mas-
cavado purgado de iJ300 a 25500, e o broto de
1*900 a 2*IS0.
Agurdente.Vendeu-se de 72*000 a 74*000 a
pipa.
Cocaos.Os seceos e salgados venderam-se de
158 a 160 rs. a libra.
Aaaet Vendeu-se o pilado da India a 3*008-
a arroba.
Azsiti aocE.O de Lisboa- veudeu-se a 2*990
o ralo.
Bacalho.Era atacado vendeu-se a 18*000 a
barriere a.retalbo a 20*000.
Batatas.Venderam-se a **000 rs. a arroba.
Bolachwhas.dem a 3*000 a barriqaioha.
PAauHA dk trigo.A de New-Tork retalhoa-se
*. ii a 25* por barrica, a de Baltimore de 22
a SotfOOO, a de Trieste de 26*000 a 27* e a do Cbi-
le de 9*500 a 10*000 o sacco; licando em deposito
incla>ive doas carregamentos ebegados nesta se-
mana, 1,700 barricas da primeira, 400 da segunda
(0,000 da terceira e 12,000 saceos da ultima, a
todo 12,100 barricas e 12,000 saceos.
Cafb.Vendea-se de 5*000 a 3*600 a atroba.
Cha.dem de 1*300 a 2*100 a libra.
Crrveja.A dozia de garrafas vndense de
-5*000 a 5*500.
L-our;a. Vendea-se a ingleza ordinaria com 330
por cento de premio sobre a.factura.
Mantbiga.A ingleza vendeu-se de 750 a 800
rs. a libra, e a franceza a 500 rs.
Massas.Venderam-se a 8*000 a caixa.
PASSAS.-Idem a 4* 00 a dita.
PnKsirNTOs.Venderam-se a 16*000 a arroba.
QKtJos.Os flamengos venderam-se a 2*400
cada um.
Sabao.Vendea-se o ingle de 140 a 150 rs. a
libra, e o do Mediterrneo a 200 rs. a dita.
Toccinho.Vendea-se o de Lisboa a 9*000 2
arroba.
Vinage.dem o de Portugal de 83*000 a 110*
a pipa.
Vinhos. -Os de Lisboa venderam-se de 170*000
a I90S a pipa, e os de oatros paizes de 460*000 a
165*000.
Velas.As de composigao venderam-se a 590
rs. o paeote de 6 velas.
Dbscostos.0 rebate de letras regulou a 10
por cento ao anno.
Fuetes.Para Liverpool 3/s X d- Pr 3 % >
vela,'/ 5 % a vapor; pelo assucar 15/ 5 / Para
o Canal 30/ 8 %. Para o Chile 37/6 sem priraagem.
MOTIMEffTO DO PORTO
Navios entrados no da 23.
Ass-9 dias, biate brasileiro Nossa Senhora das
Navegantes, de 83 toneladas, capillo Joaqaim
Pelippa de Moura Guede?, equipa.jem 6, carga
algudio, sal e oatros gneros; a Birtholomau
Loorenjo.
Mauntius37 das, barca ingleza Concordia, de
376 toneladas, capito G. Parle*, equipagem 13,
era lastro; a ordem.
Navios snktdos no mtsmo da.
Para' e portos intermedios Vapor brasileiro Ta-
canluts, commandante o capiao-lenente Paria.
Rio da J em lastro.
Rio.de Janeiro Barca iogleza Traveller, capito
Panfleide, carga parte da que Ircuae de New-
YoiW.
LiverpoolBarca iogleza Doen, capillo Manro, car-
ga algodio.
Navios entrados no dia 24.
llhide Fernando3 das, biate avjional Sergtpa-
no, de 84 toneladas, capltio Henrlqoe Jos Viel-,
ra da Suva, equipagem 7, carga algodio, caiga-
de pertrocenie ao goverao ; ao mesmo capitn.
Lisboa-37
Ststa Gasa de liserictriia do Ic-
cife.
Pela secretarla da Santa Casa de Misericordia do
ReeMe se convida as pessoas abaixo declaradaspa-a
quavaataiam reqat-rer a retirada do collegio das
rpbiaa, dwedacallas tambera adianto menciona-
das, as qoaes mostrando poaeo desejo de continuar
no collegio, a Ulan, junta administrativa deliberoa
qoe fossem eolregaes a* seas pareles on pessoas
que oor Has se intereseam, na eonformidade do
art 48{3*edoart. 80 do regulamento daqaelle
tabelecimento :
AleaodriM das Vlrgeos, (liba de Ansa Joaqaina
Soares de Meodonc, moradora naCapooga ;
Niomisia de Luna Costa, irmaa de Man-iel de Luna
Costa, moradr.r a' roa da Croa.
Emilia Per eir, fllha de Mari* Henriqnela Pereir
dos Santos Castro, moradora na. Soledade ;
Samariaaa, fllha de Rosa Craodina;
Leocadia nana da Cooceicio, Alba de Mara'Leoca-
dia ja fallecida;
Josepha de Amorim, Alba de Manoel de Araorira e
de Mana Rosa da Conceieo, ja fallecidos ;
Idalina Magalhaes, fllha de Mara Magalhaes, ja
fallecida ;
Francisca Izldra;
Jaaria dos Praieres;
Isabel da Luz ;
Secretaria da Sania Casa de Misericordia do Re-
cite, 8 de mareo de 1867.
O eserivio,
_________________Pedro Rodrigues de Soasa.
JUIZ MUNICIPAL DA PRIMEIRA VARA.
No da 29 do correte depois da audiencia do
Dr. juiz municipal da 1.* vara ser arrematada
por qoem malor lao;o offerecer a renda anaaal
dos armazens cu eocheiras existentes oo caizo de
easas, sito a ra do Sol o. 39 fasendo esquina pa-
ra a_rua da Paz pertescente a J aquim de S Ca-
vaicanti de Albaqaerque avahada em 400*000 an-
anaes, por tanto lempo qaanto baste para paga-
mento da execocao que Luiz Caeano Borges mo-
fa contra o mesmo Joaqaim- de Sa Caval'canti de
Albuquerque; e oo bavendo licitante ser adudi-
cada ao exequeata com o abato da lei:
No mesmo dia 29, logar hora cima,, e peran-
te o mesmo jaita, ser arrematada por venda a
quera mais der a casa terrea n. 24 da ra da Paz,
rreguezia de Santo Antootp com 19 palmos de
freoU e 40 de fundo com duas salas, alcovas e
quiotal avallada em 1:200*090 por execucio do
mesmo Luiz Caatano Borges contra o Dr. Este vio
Cavalcantt de Aiboqaerqae, e nao bavendo lanza-
dor sera adjudicada ao exeqaeote com o abate da
le.E' a ultima praga.
Casa lrrea d. 43......
Ra dos Pescadores.
n. U......
________* M Gloria. ,
Ca* t*wa n. 88. T.
Daa,8. fr.*?0?"1^
Patrinmt de
orphae*.
Rja da Sanzala Velba.
Casa terrea b. 16 h .
168*004
j i44J0|
186*800
180*000
LEIIIi.
200*000
901*000
o k j Roa do Encantamento^
Sobrado Se dotas aadaree o; 11. .
Roa de PHar.
Casa terrea n. 94. ~ 11810011
S'c!.d.0.^0r0!a*nG*, 5- *80*X
Recixe 21 de marca de 1886.
O escrivao,
Podro Rodriooes de Soasa.
Be 184 saeros eos ftijis csai tsoue
Je vf!aoifts^i!Jil|aJ^>igie
tasileirt aieliz.
Cordoiro Mo-
Cmara nioieial.
Pela contadona municipal de>u cidade se faz
poblico que se recebe a oocca do cofre em todo
esto raez de maree o Imposto municipal sobre ca-
sas de negocie e aquellas que nao pagarem Incor-
rem as penas e disposicSjs do art 32 de recula,-
meoto o. 361 de 18 de janbo de 1844.
gCooudoria municipal dojlece 1 de marco de
.0 contador,
Caeuoo Silverio da silva.
THEATRO
DE
a reqoerimenlo de Joaqn m J^Gautvej Bekrio
e mandado do Illra. Sr. Dr. jul do mmtyMt\U-
m SBS. ACADflIC
O por <*( de *h*im
A. .. Pwssodows* retirar para fora da provincia. Tepdem-se os Quiotes Moi /
direitoejunsprudsocp, a maior parte dos qaaes cota pouco uso, encadernados co
gosto :
Diccioaai;iOifal de legislacio, dooirina e jurisprodencia, por Dalloz,
H tK en w&kMp, que cusa 80^ por.......... 90^Qm
Oit^otMiMMdsvonteocio commercial, por Maoso, 1 vol. em folio 6*000
Jorisprudaacia das successues, por Confiaos, 1 toL 7*000
Eletneoios-de direit romano, por C. M.iynz, i vol. ...... 6*000
...
Dhss Ho dito, por Mackeldey, I toI
Espirito do direito, por Frito!, 1 rol.
Direito publico, por Foucart, l vol
5OO0
uno
AJinno
Tratado "sobre falencias, por GeolTroy, I vol....... '. tjtfto
Cdigo predial portu^uez, por Silva FerrJo, 1 vol ^ |*5GO
Legrslaco do tbesouro em materia contenciosa, por Dumesnil, I vol. 4*000
Espirito das leis, fpDr Montesquieu, 1 vol......... 3*000
vol.
Economa poltica, por Forjaz de Sampaio, 1
Contrainte par corps, por Duverdy, 1 vol........
Desapropriaclo por causa de utilidade publica* por Soln, 1 vol.
Quem se qnizer mooir de borrs livros, por precos commodos, aproveitar a oc-
Santa Casa da Misericordia
d Recife.
A Illma. junta da Santa Casa da .Misericordia do
Recife, recebe propostas para arrendamenio das
casas abaixo declaradas, qae acaaodo-se armia-
das sero arrendadas por qualaoer preoo, a qoem
se incumbir de as concertar :
Estabelecimelos de caridade.
Ra Direila n. 33.
Cinco PonUs o. 110.
Roa da Moeda o. 37-.
Ra do Burgos o. 2. \
Roa do Pnarol o. 72.
Ra dos Ceelbos a. 94.
Becci'< do Abreu o. 2.
Patrimonio dos orpaos.
Roa dos Burgos n. 19.
Ra da Cacimba n. 19.
Ru do Amorim n. 26.
Os pretendentes para melhores esclarecimentos
podero dirigir-so a esta secretaria.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 8 de marco de 1867-
0 escrivao,
__________Pedro Rodrigues de Sonza.
A / MPnEa-COliBfcA.
laapla-reira 27 de miren de 1867.
2.* representacao do muito lindo e aplaidida
drama em 3 actos, tradacao do Sr. Lacerda
O (0\Di: SlIUDtl
00.
Ubii 11c5o de florete.
Dar fira ao espectculo a 2.a representacao da
comedia em l acto, ornada de mosicas extrahidas
das operas, Tratiata, Baila de mascara, Trovador,
Lacia, Machbtb etc. etc. intitulada
A CMMOi,dES
Desempenbada pele Sr. Lacerda e D. Falco.
Os Srs. qae encommeodaram bilbetes podem
desde ja mandar. busca-Ios no escriplorie do thoa-
tro das 10 horas em diaote.
AVISOS MARTIMOS
ra leilao de 154 saecos coro feiio- eJSSlf da,
atarla vindos do Porto oo brigue porK|?/r'
ft2,j!BJ09 laccoa acham-se no trapiche affao*
dosr. baraodoLlvramenlo largo da A
aonde sera eftVtaado o leilio oo dia
Terca-feira 26 do coneni* as iborafc
Terca-feiri 26 le marc as i i hars.
Dao sobrado n. W sito a roa de Stfo*
ta.RiUi teaMloas andares, cb3o freiro. I
ho2f2S!!wll! v"h,r*' >MMait o SsH?5o na roa do'Creepo o. 4 fabrica de chapeos de" s.
Dor.nr(0>e,ro andar do mesmo sobrado a
propieda*f>oeo maior preco qae razoavelmenle
tt bar por coma e ordem de qoem pert-ncer. '
PrVqtn7qnlzVgaS,Btt *" jg f \
OagentePontual vender'por coala de qoem
pertencer o seguate : H
1 varanda de ferro com 20 palmos
10 vidraca p*ra janellas.
8 ditas para porta de alcova oo varanda.
5 1|2 pjrtas de amarello para janellas.
1 portao de madeira.
4 pedras proprlas para soleira.
Diversos retalhos de madeira.
Qiarta-feira 27 da Carrate.
Os Srs. preteodeoies podero ver os obieclos
annanclados a roa da Concordia oo armazem n 1
(amigamente porto das canoas.)
3*000
44000
30000
LEU
MlillLlll II
* 8 A-Rua de Cabag W. S A


Agosnuo Jos dos, Sanios, proprietario deste antigo estabeleciuteoto,
teodo feito uma reforma geral no seu negocio, apresnla-se a. coacorreocia
publica cooxiijUfcique, podar &$rm vanlajosamento ios seos freguezds. Esta
casaacha-8ecmpletaaente.sortida de obras de curo, pratae brilhantes, cu-
jos presos slo o mais resumido possivel. Compram-seos mesmos objectes
cima declasados. eaijQbfai velbas. Incumbe-sede qualquer encommenda
, concernente ao seu negocio^

Agostinho Jos dos Santos ?$ C
6HPAMIIA BRiSILEIRA
DK
Saata Gasa de Misericordia da Re-
cife.
Pela secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife se convida as pessoas abaixo declaradas para
vne venbam reqoerer a retirada do collegio dos or-
phos, dos educandos coactantes da relago abaixo
pablicada, os qnaes, teodo attingido a idade Qxada
pela lei para a soa edaeacao, foram pela lllma. jau-
ta mandados entregar a seas parales :
Maximiliano de Lima Ribeiro, afllbado do Dr. Jos
Quintino de Castro Leo ;
Francisco Sevenno Brrelo;
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 8 de marco de 1867.
O escrivao,
___________Pedro Rodrigues de Sonza.
Pela secretaria da polica se faz publico para
conhecimento de quem interessar possa, qae foi
preso na freguezia de S. Fre Pedro Goocalvas do
Recife, e se acoa recolbido a casa de detenco, co-
mo snspeito de ser escravo em Pao d'Albo oo Ll-
moeiro, um preto que se diz livre e cbamar-se
Aragao Thomaz de Vasconcellos.
22 de margo de 1867]
O secretario.
____ Eduardo de Barros Falcao de Lacerda.
O Illm. Sr. regedor Interino do gymaso.
manda avisar aos pais, tutores e correspondentes
dos alumnos internos, meto peosionistas e externos,
que no dia 24 do correte principia o recebimeoto
da pen-u correspondente ao 2a quarte! de abril a
jooho.
Secretaria do gvmnasio 22 de marco de 1867.
O secretarlo A. A. Cabra!.__________
COMPANHU PERNAMBUCAN"
A gerencia d-u compaobla faz poblico para co-
tilleo para conbecimento dos Interessados, que as
sabidas dos seas vapores para os portos do norte,
tero logar d'ora em diaole nos das lo e 30 de ca-
da mez, por ter essa madan^a merecido a appro-
vacio de S; Etc. o Sr. cooselheiro presidente da
provmea em consequencla de baver a cowpanhia
do Rio alterado as sabidas dos seos paquetes.
dias, brigue portogaez Constante, de I -06" sorl9 serio os D0MBS 'Pore perUdores
iSS tjaeadas, eapitao Augusto Carlos dos Res, Dao ^ dM"*' qae da Europa se veocem no
eqatpagem 13, can vtabo, ceblas e outros te- moSM Pst0 D0S -u* a8> como d floe dos
eros; a Olivaira Filio Jk C : Porto, do sul ne$i9n *fllf|'aere' lfnaJaa*'-
rnasw-^54 dias, btigoo ooraegoeo*e Pelma, da i"* Q-se vencosnos dks IS^JO._______/. ..
U-> tonrtdait capito Sabonloe, equipagam lOA COMPANHIA PERNAMBUCAN-n
c/wga 2:184 barricas com farinba de trigo; a De ordem do concibo de direceio paga-se o 2*
1 dividendo desta companhia^razaoide 101000 pqr
TdrraNuva-33 das, patacho ingles Ida, di 149 acc*> do dia 26 do correte m diaoje, O eeojeo-
taiMiadas, eapliio HarrIs, eqoipairem 10, carga criptrio do Porte do Mallos, largo da assembfea,
SSTSi "" ^^; *"**? Bn' Mm Caaa da Hl.frlcordU d
Hi*;*m?tw ahs' **"**> 1"i, ItaMlai Wmi*m a a <
de 13) toneladas, capito James lewer, ennlpa- TeoSo de flodar-se em 30 de jnnbodo correte
uein 7, car#;a 2:258 barricas coa bioalbao ; a-anoo-o/awoSaal)4o-ltiOf'a 110a doNo|Oea,
SaiMders Bttiton& C t- -.. propr>odade,da Sama Casa de Misericordia, a illas-
Bueeos-Ayres-28 das, barca iogleza Jttfk Wier, laissil* joata administrativa maaa fazer poblico.
d44l loaeladas, eapltio^oiuiu, ei|uiui|ysn 12 <|oaaa convier, para que com antecedencia o vio
em iasu;pjo#ralew. Seosiitvpan, MladSes. exm|jr, aom doaoieseotarem soai orooosuM
Navio sahtdo nt Husmo .#.. quetHao recebidas nesta secretaria, aonde se da-
>,*pitto.
rao
sal
os esciarecimeatos preciso aos intefos'
ria da Saou Caaa $ MitMiMlldil o Rs>
aneiro de 1867.O eserivio interino,
drigues de Souza. .1^liq ^p
Rio i Prata -brigue brasileiro Jfarinlo,
Joaaoim CoeH da.-iUa, carga assoaar.
Dio fe.
C a3r***$fcsr <' *M
Naa oavetam eolradaa nem sibidai.------
Smp^deram J lamario para_oPar a bapa ?qfli|E\1fl"'flfE\ aCrf^TTr
dem Ta;
capito Parks, com
Manrileaft^ w a
hln> '1"J OIvO tOILB'.
I II II.....I I ll lll
la Coneerdia,
r mesmo lastro qae iroaxe de
jo om/Hfi
wammmem
"' ItL'J I* i
abro-
se Aatooio Nogaeira, qdolr, rfr _
do crrelo desta eidade, WKiU'hHVtt uparle o sel? h
reoommeodada vinda do nal.

Cas
r?7"
commerero,^eM*crdaiM%e^aSlro^
^e2^RSffl@J
quero mai. (Jefjam^raca pobL^lMsIe m% sm
ili-j oqv.caaa.do pedaa c*W.o*loiaft.dpoco do
do Recife
rdia do Recife manda faxpr poblico qn
i de correte pelas 4 beosto iwdo no S a
sessoes, tem do ir i praca a renda das ca- { andar.
10 mencionaetpifanoaBOasmili; 1 ri
Sel pelo lempo de um *roa juaooa. ; i
_Dnteo-tieo*ai>ieseolar corta,oe Sane
rem acompaobados de seas fiadores
dos mesmoes.
fm
Paquetes a vapor
E' esperado dos portos do norte
at o dia 27 do correte o va-
por tiuari, commandante Pedro
Hyppolito Duarte, o qoal depois
da demora do costume seguir'
para os portos do sol.
Recebem-se desde ja passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder cooduzir a qoal devera'
ser em urca d* oo da de su a chegada; encoin-
meadas e dinheiro a frete al o da da sabida as
2 bors. Previne-se aos Srs. passageiros que suas
passagens so sao recebidas nesta agencia ra da
Crnz a. 1, eseriptono de Aaioni9 Luiz de Olivelra
Azevedo & C.__________________
para a liria de Fernando
Pretende seguir nestes oito das o veleiro e bem
conbecido palbabote Dous Amigos, tem dons tercos
de seu carregameuto engajado, para o resto que
Iba falta trata-se com os seus consignatarios Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu escrip-
torio roa da Cruz o. 1.
DAS
Messageries Imperiales
At o dia 30
do correte mez
espera-se dos
portos do sol o
vapor fraocez
Estratnadure,
commandante H.
de Somer, o qual
depois da demora
Brdeos tocando em S.
do cosame seguir' para
Vicente e Lisboa.
Para coBdicco^s frotes
agencia ra do Trapiche n. 9.
e passagens tratase na
Barca Silva
Pretende seguir para Lisboa e Porto cora a
maior brevidade possivel, trala-se com os seus con-
signatarios Antonio Luiz de Oseira Azevedo &
C, no seu eseriptono ra da Cruz n. I.
COMPANHIA PERNAMBUCAN
DE
Navegacao cesteira p*r vapor.
Ac rae t e portos intermedios.
A companhia PvnaaflaJiBcaoa
expedir' m de se.u? vapores
paca os portes do. norte at o
Acaraet no drs_35. io_ crrente
as .8 horas da. lardo.
Recebe carg| somentovat.o diaja^ passageiros,
encommendas e dinheir.o a fretfi.t!ai 3 Ji|r*s da
tarde do da da sabida no escnpiprrq do Eorte-Oe
Matos n. 1. ________ "
v*n !.*&Jtari^\
Pretende seguir corri rouita brevtdag o patacho
nacional BEBERIBE, por ter. parit,daeaifl|rrega-
mento promplo, para a resto qqe JrMc^tUa escra
vos a frete para os quaes tem.exceUatecpmmo-
do : trata-se com oi.sens consigoatatias-^Antoaio
Luiz de Oliveira Azevedo C, uoseavesoaipiorio
ra da Cruz o.. I.
Para EistftHt
Pretende seguir com rauita brevilade o-patacho
Fernanies, tem parte de sua carga engajada, para
o resto qae Ihe falta trata-se com os seos consig-
natarios Antonio- Luix de Oliveira Azevedo & C,
no sen escriptorio ra da Cruz o. 1.
Lisboa e Porto
Seguid com a maior brevidade possivel
a galera portuRueza-iVotia Fama II, de pri-
meira marcha, pac j ter a maior parte do
sea carregamento .engajado; par o resto e
passage ros, aos quaes offerece excelleotes
commodos, trata-se com Cunta Irmos rw^Mndreriepelln. 3, ou com oca-
J*aa o Kio de Janeiro
^. *b|> qoe u'ver
brigue edenburgue Aradus, qoem nelle quiz..
carreaar dirijara. aa secoMloouro, Domincoo
Alaes Malbs. a raa do ajamo o. 44.
. .......1...............
De 9 pipas coa vnho d > \U Dsnra
Quarta-feira 27 do corrate.
O agenta Pestaa fara' laillo por conta e risco
de quem perleocer de 9 pipas com vinho tinto do
alto Douro em um ou mais lotes no dia cima
mencionado as 11 horas da manba no largo da
alfandega armazem do Aones.
LEILAfJ
De sitio com casa
A 30 do corrente.
O agente Oliveira ara' leilo par ordem do res
pectivi proprietario, do exteaso siiio com grande
casa de viveoda, em chios proprios, na estrada de
Santo Amaro para Belra, n. 10, o qual pertencer a
ao Sr. Antonio Alves Barbosa,cooleodo o sitio mal-
los e reudosos arvoredos frocuferos, tres viveiro?,
ptimo terreuo pira caplm, com portao de ferro a
eDtrada na estrada e acaa.alm de muitos qoar-
tos de dormida e.outs.commodos, tres salas em
frente, espaoosa^saUde jaotar contigua, excedente
aguada beber encanada de gran le cacimba com
bomba para quarto de banho para am tanque com
banheiro fra da casa e suppriodo igualmente a
cosioha. a casa.tem quiotal murado Inctuioao
superior senzala paca negros, grande estribara,
lugar apropriado para vaccas de leite.como outros
arraojos feltos pelo proprietario anterior para me-
ihor commodidade. Para qua o til,se ligasse. ao
agradavel formaodo am todo apetecivel e qualquer
familia decente e nnmeros?, e qoe pretenda lograr
amenidade dasituaco sanilavel de nma tal ino-
radla, aproveitaudo ao mesmo lempo o infallivel
ioteresse em ama proprledade, que pode propor-
cionar a vaulagem de iubslstencia ampia e decen-
te ; tem de mais a c.isa no centro am alteroso mi-
rante que domina e branle a vista do mar, e de
todas as bellezas maravilbosas dos campos circom-
visinhos, e djs apraziveis cidade* a antiga Olinda
histrica e o ameno moderno Recite, formando to-
do o conjuneto pittoresco da um panorama encan-
tador, quanto invejavel para os estranhos nao af-
fertos a sem Ihaotes quadros da provida natoreza.
Os pretendentes sirvam-'se examinar previamente
a daserlpta propriedade, cojo leilao sera' effectua-
do pelo referido agente.
Sabbado 30 do corrente
ao raeio dia em ponto, em.seu escriptorio, a ra da
Cadea n. 4, primairo andar, por cima do arma-
zem de fazendas do Sr. Barroca.
AVISOS DIVERSOS.
AOS GeWlO^QOO
Orre sexta-feira 29-
Acham-se venda na respectiva theson-
raria, roa do Crespo n. 15, os bilhetes,
meios e quartos da 35* parte da lotera a
beneficio das familias dos voluntarios da
patria (12*) sendo a exiraclo no lagar e
hora do costume.
Os premios de 6:0000000 al 100000
serlo pagos urna hora depois da extraeco
at as 3 horas da tarde, e os outros depois
da distribuido das listas.
As encommendas sero guardadas somen-
te at a noite da vespera da extraeco.
O thesooreiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Curs de Haaoa fraaceza.
tle phllesopbia.
de geogrepala e historia.
(terhetorlca epaetica.
Jos Soares de Azevedo, proessor delin-
goa e lilteratura nacional no gyranasio pro-
vincial do Recife,, tem aberto em sua casa,
ra Bella n 37, um curso especial de cada
orna das.disciplinas cima loencioaadas.
As pessoas quer dos* asas* podem dirigir-se indi-
i cada residencia, de maohaa, a^ s a horas,
j e d ^^i>o4rjflaac hora.
{ C Preoia^otag^ma^oerave. boa qoftan-
delra^a roo Aoousta ni 91.

;ao.fci a

Qmeiro

-Far.
II1 IJIJU PHIMIUf
l Para aquelle porto segu em poneos djas a J>
ca portogueza Despique II, por ter dons^tei^is
P/eaiaaiao da catxalro que tenha baataote
pratica de taberna; a lailar na.roa do Llvramenle
a. i-, ffja .^iu j *.-'- a jt,
I. (Mni>U D5 ISO 8'J
v**(la ai-k' e
seo carregamento engajado, e para o resto que li
falta irata-se com Ferreira Loureiro na traressi
da aladre de Deas n. 10, ou com o f)i$?fapsti
na Joip da Carvalh oa praca; ,t^I'^tT'^~*Z
Lou
aaavrl
l MBvinunto, capito Braoc.
el brevidade, por eonlar con
. neoio; para o resto tratat
cera o seo consignatario Artomo de Almeida Gi
i .'^!ja* i fbe, roa da Cfoi o., 4>-aalari
' nal*
O brigue porta
seguir* com a
TjMnaj
|*dM)i.
!:>

r. Joo do Be
lo'aVfc.
igwinaii i
inffinii.in 1.1; iinii mi

U. :,,
&M*!!^
para o Para' aonde tem de'
Amonio le Almelda Gomes, avi
wai taaictuai aiootlJ
I-ama olii qfrWtim'b obK;i';
J4a'a#a^flHa^a^rao do Btas ; o
da Independencia n.xl
I n. 33, com om sotao e bpoa^ommodof, boni-
>isu.
Rna do Crepou, f a
Custodio Jos Alves Guimares, proprietario deste aovoesiabelecimento, participa ao
respeitava publico que ah sempre encoDtraro um vanadissimo soriimenta de fazendas
Linas e de todas as quahdades, assim como objectos de grande novidade propriamente
para as Exmas senhoras, para o que nao se tem poupado na escolha de taes artigos, achan-
do-se assimhabelitadissimo para bem servir aos seus freguezes, de quem espera toda pro-
teccao,principiando por virem visitar seuelegante eslabeleciraento para assim melbor do-
derem apreciar o seguinte: r
Requissimos cortes de. sedas de cores com listas.
Sedas pretas de todas as qualidades.
Bar^uine de seda prela enfeitados com gosto.
Rotondes de seda e de algod5oe lioho.
Camismhas para senhora.
Espartilhos ultimo gosto novidades.
Mantas pretas de blond,
Cintos pretos bordado de aljofares- novidades,
Requissimos enfeites com cok-novidades.
Lindas fivellas para cintonovidades.
Organdy inteiramentenovidades.
Cambraia chineza^- novidades.
Puabose gollinhas para senhora,
Cbapellinas de seda a
Ricas saias bordadas.
Meias de laas para homem e senhora.
Lavas de pellica.
Riquissimos pentes de tartaruga.
Brilhantinas, chitas de todas as qualidades, panno, casemiras, bri nse muitos oatros
artigos que seria enfadonho menciona-los.
O dono deste eslabeleciraento est resolvido a lucrar nicamente o descomo, e por
isso osprecos de suis fazenda serSo razoaveis, encontrando sempre o respeitavel publico
nos empregados deste estabelecimento agrado e sinceridade.
n a ubi
nms

PREPARACOES FRREAS-HifiAHICAS
APPROVADAS PBXA ACSDEMIA BB HBD1CIMA
DE BURIN DU BUISSON
Paarmacenike, \vnni tth lc*!ei.ia ie BedSciua da fara
0 eminente professor Troussea, aa ultima edc3o de sen Tratada de Thera-
feutita e Hatera medica, reconlicce que es ferruginosos simples sao muuas
vezes mefficazes para curar as molestias que ti>em por causa o empobrec rfiente
do sangue. Huitos mdicos dos mais distinctos aitribucm esse mi o exilo A ausencia,
n'essas preparaces, do metnganese, que se aela no sangue, como o tem reeonbo'ida
es chiraicos os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro.
E' pois, prestar-seum verdadviro servco aos $" Hedios, o chamar-se saa atiencSe
sobre as prepara?5es seguintes.
Io P bpMAS Dllllfranpac dando immediatamente uma agua, acidalada,
I ICIlGUo HUllgdUICOo gaZ0M( agradavel, substkumdo com vantagcm
o economa as aguas mineraes ferruginosas.
2* Plalas e Xarope de iodurcto de ferro e de nanganese \n\teraveis
eeatende cada uno cinco centigramos de wdureto de ferro manganico indicadas
partieolarmente as molestias lYmphaticas, escrofulosas, e as chamadas coa-
aroaas e tabercnloau.
receitadas especialmeate
para cblorosU, a aoe-
nwa, a leucorrhea, a ajae-
narrbea. A indicacio de
alternar esta ooaa preparaeoas di os memoras raaattados.
t a Baria da Baisaao dasaaaaoo obtar a adaaala awapteta do publico medie* a
cerca do valor de saas preparaedee, previa ce elle aa poa fraiaiumeato-a aa
apoaajao, rifezuto-as;
No Pernmmbtu; a hi agaate feral, Movrtn- O, pnaraaaeeaticaa, roa flava.
2 Irifees de laettto de ferro e de ajnese
t Pihuas de earbouto frrea ugnieo

^jjiriaBaBBaBOaiaaiaaiaaa aa ** a a a
Vende-s na pbarmacia de-P-iMaorer


;
i
rb ;
tu
I aoaao
o
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,i.i ,b i
eodu^e
. u!1 ^l(l
ib moa-
Wr1V?(
-

I
.7Z Z A.HI1TS



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Tinta Inalteravel
Paira eiscrover
de r. M41RER 4 C\

CIO
mj efcJI->l
|
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ICO
Niarao
rrmrr
"iir

Esta tint recommenda-ee pela su com-
poeioad e fluidez como a melbor e a mais
^ ^ todas aa, tintan at lije ciinci-
Sa ataca as peanas de ac, d at
, exeellentea eopias, mesmo muitos dias
depois de escrever, e prefferffiera (JtH.-*
qufer dtraff tintas particulart&eitte para
"> opmuieryc^o, do reoa lon^a conselrvaoa. h>Bcc
.

iiSfJRJTWW
9U
v s as j.
Uvraria Francesa raa do Crespo n. 9 e na Botica Franeaa rus Nova n. i -
1. .nn.tl r> liUAl.i...i illlll'l. .....-----" *
MESSA

1SC
1 .U..J ..i, iT't i Cbrnado sebas
KTtn- -J- ''"-'J ->i-.i .OMkdiUi uirla. _^i-*'81I:* Ol.'
Chegou de Par
de
e i.
sege,'t#emnid"'para'; lndiead p.irto e
anda receber algoma carga ; trala-se con
mtiStim
*XAih HH'W porto
Roa da Cadeajt -
espera va, i'mfttdo a variad^ sor tieoQ 4e oraamon.
verde, pfflto,tfW<>^>ato e
de galo de ma ; capas da
ioiit
e-ineftor goal dea <
dts*ta. Sro. sacerdotes-e menrbros de (oafrariaa arniidaram sata ordeas.
ra recabepaos.
Hfi%p
obataateaaaiaoa

Casta a anttyaa.^ ^fafa da zaaadarreceber as saas en coramendas.

aa- aa*
nMBaWnaWBaVaafclBaaaaaaaa
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'W inrtef|4^lM M4fc*lrV 4 A****
Joaquim Jo$'
. Bel*"
3i za? zo
OJIIJ
RIJA DO TRINCHE N. W* ANOAE)
Sacca por lodos os paquetea sobre o Banco
4o Mloho em Braga, e sobre os; i gainte loga-
era Portugal,
aber:
Lisboa.
Porto.
Valenea. .......
Goi maraes.
4. Cotmbra.
Chaves.
Viseo.
*""* 'Villa do Coo<*e.
Arcos de Val de V. .
Vianna do. Castello.
t'onte do Lima.
'Villa Real:
V.lla-Nova de Famellco.
Lamego.
Lagos.
Covilhla. '

1 <*4f **

Na ra do Trapich n 16.
acham-se os seauintes dcvositos
De R. Bronitigliaus em Nuils.
Buurgogoe.
Vinbo Pommard tinto.
i Cortn tioto.
Saoto Georges tinto.
Chambertio tinto.
RIebebourg tinto.
Clos de Vougeot tin o.
Chablis branco.
De H A.Wuefem Francfort:
Rneno.
Geiseobeimer. Mi.* *. .}!
Liebfraumilch.
Marcobruoner.________________
0-
?*J

h

,.. l FERREIRA VILliU ^
Photograplio da Augusta Casa Imperial d<
-
Em casa de Theod Christiansen, roa do Tr piche-novo n. 16^ nico agente no norte do Brasil
de Brandenbarg frres, Bordean*, encontra-ao ea
f cativamente deposito dos artigos seguintes:
St.Julien.
St. Pierre.
Larose.
Cbateao Leo vi I le.
Chateao Marganx.
Grand vin Cbateaa Lafitte 1858.
Chateao. Lafitte.
Haut Sauteroes.
Chateao Sauternes.
Cbateaa Lataur Blancbe.
Chateao Tqoem.
CogHc em tres qualldades
Aieitedoce. Precos de Bordeaux


MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia lndemoisadora, estabeleci-
da tiesta praga, toma segaros maritimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercaduras e tnobilias:
oa raa do Vigario n. 4, pavimento terreo
Manoel Daarte Vielra faz publico que dei-
zon de residir na casa da roa da Concordia o. 3, e
pode ser procurada na casa da me.-ma roa (lado
opposto ) anda .em numero jan o i em que mora
o Sr. solicitador Abreu, confronte a casa n. 15 ; oa
na loja de livros n. 6 da praca de Pedro il, por tai-
xo do escriptorio do Sr. Dr. Fonceca.___________
A ttenco.
O abaixo asslgnado morador no dlstricto do
Verde termo do Bonito, lendo de vender o seu en-
gf olio conbecido por Levas, e retira-se dessa pro-
vincia nao se considerando dever nada a pessoa
alguma tant na praga como no mato, por isto ro-
ga a qoalqoer pessua que tiver Ttulos assignado
por elle apresente-se no prazo de quioze das, que
quer frzer prumpto pagamebto. Eugenho Levas
16 de margo de 1867.
______________Flix Ferreira da Caoha.
VIMODEJRUBEBA
Superior a todos os totiicos conhecidos
contra a anemia, chlorose, hydropezia, obs-
truccSo do abd >men E tambem embrega-
do dos casos da m cstruagiSo difiicil; nos
catarrhos da bexiga, & C.
piulo Pharm centico
RA LARGA DO ROZARIO N. i O
*-eru;tmhuco
O Dr. Jjflo Vrenle da -Iva Costa, pode ser
procurado na roa da Alegra o. 43, era casa de
soa|raai._____________________________
O abaixo assignado declara pelo presente
que comproa ao Sr. Joaquina da Silva Campos a
armado e mais pertences da taberna da raa Di
r- na n. SO como ja' se acba annuociado nos ns.
47,48 e 49 deste Diario, com a coudicco de pa-
gar o abaixo assigoado as dividas seguales: con-
sumos dogaz 7,5900, encanameDto do mesmo 8,
imposto de 20 por cenlo 1 semestre 268'0, dous
mezes do mesmo irop-sto 8A, imposto do concomo
Io srDesire 26A509, dpus mezes do misroo ropos
to 8,58.32, imposto eeral t semestre 24720, dous
mezes do mesmo imp sto 81, licenca da cmara
1" semestre 2, dluheiro que dei ao dito Sr. Cam-
pos para pagar o aloguei da dita casa como se
acha ura recibo desta quaotia em mea poder 801
registro di paz que o mesmo senhor me vendeu
udoeste da companhia 211, um pague que o
mesmo senhor levou ja' depols de rae o ter, vend
do 11, samando em 2221832 rs-, caja arma cao o
me?mo Sr. Campos venden ao annunciaute pera
quauia de 2004,"Ttortant8 faco este annunelo" v*
ra que; mcgaem se cbame a Ignorancia puis que o
mesmo senhor ate boje ainda nao leve a hondada
de vir oassar o papel de venda da a. sma arma
cao. Recife 21 de marco de 1867.
Jo Joaqum Gomes leixeira.
~MM%
1S
Na Phoioeraphla villela a ra do Cabug n. 18, sobrado com entrada
pelo pateo da matriz de S. Antonio vendem-se por barato preco as seguintes vistas pbo-
tograpbicas de Pernamtuco, xcellentes para servirem de ornamento a urna sala, visto
como o carlSo tem de cumprimento 20 ppllegadas portugoeza* sobre 16 de largura.
Cada urna vista costa 30; a quem comprar a colleccao completa se ar'nm gran-
de abate. '
Vendern-ee quadros para as mesmas vistas.
Arsenal' de Marinha (dos arrecifes.)
Ra no ^Trapiche (dos arrecifes.)*)?
Casa de Detenco (da Ba-visla )
Palacio da Presidencia (do Recife.)
Theatho publico de S. Isabel
Club Pernambucano
Baibro de Santo Antonio (de Santo Amaro.)
Bairro do Recipe (de Santo Antonio.)
Cemeterio Publico (da entrada.)
Roa do Imperador.
Ra Nova. .'
Parte da ra Nova. ^
Alpandeoa (do passeto publico.)'
Matriz da Boa-vista.
Convento do Carmo da Cidade
oh
1-119]


a.i-kUi>
I .-
E.
UAW
Ponte de Ferro de Pedro il
Hotel Ingi.ez Da Pas-agem da Magdalena.
Chcara do Sr. Henrique Oliveira na Passagem da Magdalena.
Chcara do----- (residencia do Sr. Oetlly) na Passagem da Magdalena.
Roa do Passeio Publico e antigo convento dos jesutas aonde ctualmenle est3o
as tbesourarias geral e provincial.

!
______ N. 2 D ^ N. 2 Di
iT** C0RAC40 DE OlllO.
A loja n. 2 D intitularla Coraco de Ouro na roa do Cttogi, aeba-se do ao respeitavel pobfrco com especlaltdade as pessoas qae honran) a moda tBfcjptlIHls do ultimo gos-
to (a Pars) por menos 20 por cenlo do que em outra qualqoer pa^,g?r>aitM^'titlidade e a so-
lidez da obras.
O respeitavel pnblico avahando o deseio que det^e tero proprietario da m pvo eslabelec
to que qoer jrogreso^m sea negocio deve chegar imftedlatam'ebte o corajSo de ouro a coi
aneis coro perfertos brilhautes, esmeraldas, rubios e perola ; verdadeiras ea agarras, modernas pele
dlmiooto preco de 101, brincos modernos de oaro e coral para mearas pelo preoo do 31, roarae*1 de
prata com cabos de marflm e madreperola obra ds moderno gosto (o que o ncoatrarao no coracao de
onro) volus de oaro com a competente crusinha ricamente eofeiada pelo pequeo preco de 121, brin-
cos de om trabalho perfeito por am mdico preco, cassoletas, trsoealins, palceiras, alnoetes para re
tratos e outros modelos todo de alto gesto, aueis proprios para butar cabello e firma, dito para casa'
ment, no artio roseta tem o Coraco de Ouro um completo e bem variado sortiraenlo de diverso
gestos, butbes para punbos com diamante, rubios e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo seo va-
lor ja' por gosto ds desenho, brincos a forma da delicada maoslnba de moga com piogente contendo es-
meraldas, rubios, brilhantes, perolas, o g-?sto sablime, alfiuete para grvala no mesmo osto, reio-
giqs para senbora cravados de pedras piecio&as,.ditos para hornera, diversas obras de brilhantes de
nolto gosto, crusrahas de rubios, esmeraldas, perolas e brilhantes, aneis com letras, cac-leUs de
ery^tal e ooro doseoberta pafa retrio (a ingleza) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qoal-
quer jola, para seeotocar retratos obras de cabello, o ootros muitos bjectos qae os preteadeotes en-
nontraro no Coragao de Ouro que se conservacom toda a araabilidade aos coocorreotes .deixando-
se de aqu mencionar precos de certos oljettos porque (desculpera a maoeira de fallar) dizendo-sa o
preco talvez algoem faca mo joizo da obra, por-ser to diminuta qaantia a vista do sea valor.
Na mesma loja compra-se, trca-e ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe se eonoer-
tos, por menos do qno em outra quajqoer parte, o do-se obras a amostra com penbor, consarvando-se
e Eoraeio de Ouro aserto at as 8 oras da noile.
Tjiiatqner pessoa que se dirigir ap Coraco de Oaro nao se podera'engaar Com a casa, pois
nota se ua sua frente ura coracao pendnrado pintado de araarello, alem de outro qae se nota em um
rotlo (isto se adverte em oonseqtienoia de terera Ja" algunas pessoas eogauado com ootra casa. -
*fcr
.,.4nopee pasta de Seiva
Plahclro martimo
DK
E. Lgasse
PreparacSes mui precoiiKada- pilos ahios mdi-
cos de Pars, com as melhores al boje diseobertas
para, a cura certa de todas as molestias do peito,
I broci'chites agudos e cttronicos, a>tbua e ainda das
j| affecedes das vas orinaras*
DEPOSITO ECIAL
34fina iarfa do Rosario31
Pharmacia le BaHholpmrii Ac.
Precisa-se de urna pesso para caxelro de
drogara da ra do Imperador p. 22, qae d pro-
vas de sua habililapao : a tratar com o Dr. S Pe-
retra.
mmzmmm-

ros,
s
M
S
I
u
V
tfs, diamantes. oarM prat em]
obras velbas.
Compra-se toda e qaalquer obra
aue contenha brilhantes e diaman-
tes em obras velhs, e niCmo pe-
dras soltas, bem aasim ouro o pra-
ta : no coragSo de ouro n. 2 D, ra '
W do Caoog loja de joias.
e gradamenos de ferro para jardins, cercados para animaes, chiquei-
as grossuras e nflidaveis.
..^ianhos para sitios, jardins, cercados, e^c

*
0Ri\AHE\T0S DE IGREJA DE
al- BliUM
Veslimenieiro e bordador de Paris.
23 RA DO IMPCIIAIHIK 93,
Defroote da igreja de S. Francisco.
Concurrencia impossivel
justificada pela sappresso de interm'Mliarios, pela compra directa das materias primas,
cuco dos trabalbos Das offlcinas da casa e pelo diminuto lacro com que se satisfaz.
Animado pelos importantes negocios que faz com grande parte do mondo catholico da Eurcpa
resolveu o annnnciante establecer filiaes da casa oe Pars em diversos paizes longinquos que
offerecem vantagens, e velo inaugurar o primeiro estabelecimento nesla cidade, sem dnvida orna
das mais adiantadas e commerciante da America do Snl, e que por issb mesmo necessila d'um
estabelecimento qne nada deixe a desejar,' qaer em relaeo s precis&es materiaes e quer intel-
lectuaes.
Os Srs. sacerdotes e demais pessoas, que se dignaren) visitar o estabelecimento, abi acbaro
sempre ama grande variedadb de todos os objectos para lereja e para o clero.
ORIVESARIA PARA iGREJA.
Novos modelos de custodias e de vasos sagrados.


V

.
ALFAIAS DA IDADB MEDIA, A' LUIZ 13*.
Os precos variara segundo o tamanho, o peso e a forma.
TAPETARAS E AI1MAC0ES PARA IGREJA.
Fornece toda a quaidafle de armacoes, por precos mdicos, vontade do fregaez ;
sempre ama pessoa no estabelecimento para ir tomar as medidas necessarias para completa
faci da encommenda.
NUVAS UBETXAS PRIVILEGIADAS.
Estas urobellas de roelas, adoptadas p-r S. S. Po IX, tem por sua perfeico, novidade
e riqueza a dupla vantagem de cobrir inteirraente o Saotissi'mo Sacramento e o padre, sem diffl-
cnltar o andar.
E5CULPTURAS EM MARFIM E EM OSSO.
Imagens de Christos, caldeirinhas, crozes, qaadros e todos os objectos devotos.
Objectos em argila, simples e prateados.
Escriptorio de advogacia.
O Dr. Antonio Borges da Ponseca e seu fiiho ba-
cha'el Beoto'Borges da Pooseca, tem .eacriptorio
ao Israo do Paraho casa n. 30, entrada pela roa
da Roda, onde eataro das 9 horas da manba as
4 da tarde. .
Advogam no -vil, criminal, commercia? e ec-
clesiastico 1* e af entrancia. -- _. x
_ i o %r n vm
Apouiamentoade minha vida poltica e da vida
poltica do Dr. Urbano Sabino Pessoa de Mello.
Vende-se na ttpographia Commercial, na Ifvra-
ria franceza a isa do Crespo e do escr
pateo do P raiiolo 30.
Todas as inforraaedes sero ministradas gratis, acerca dos ornatos de igreja.
Conceder-se-ha facilidade para os pagamentos.
Els o cathaiogo do qae tem a venda :
CASULAS.
no escritorio do
-------------
nheir.
Precisa-se de> om cosinbeiro qae dd eonbci
ment, nao se ojba a ordenado e at se dar socie-
dade : na ruadas Crqzf n. 41, hotel.
Sa-yel P.wirTifcTrt.1k Cti^i,
Raad|^earaJaNoTan,42.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavaljo,
Moendas e meias moendaj para engeobo.
Taixas de ferro coado e batido para m
nho
Arroiof de carro para om e dous cavalloe
Rolnginf Aq, nnrt} pattOtt QgleZ.'
Arados americanos. | K
Machinas para descarocar algodio.
Motores para ditos. y-m
Machinas de catura. ,\
ajHMrjscmj mjumjsjymMKW apauat
1!oSpT&Se d? slgaTT
maritimos e terrestres
osubotecids no Rio da Janeiro.
ENTES EM PEEHAUStCO
UlMia Lili de tirveira tieveit A .
competentemente antorfsados peladlrec
i loria da eoMpaobU de saiWffUalMa.
I de.toaam seforos de navios, mercado-
riase predios no ten escriptorio rna da
Crai n. 1.
Dianas, de velado, de crina e de
gala.-i rastroso.
De damasco cora oras de ouro e
seda.
De damasco dobrado, com diver-
sos bordados em relevo na
cruz.
De tecido de prata oo de ouro.
dem com diversos bordados em
relevo na cruz.
dem dem mullo risas.
De veludo de seda com cruz de
ouro uno em relevo.
De cbamalote de seda bordado.
Gethicas e da tdade media.
A edr da casla nao inQue no
preco.
CAPAS.
De veludo estofado.
De damasco
De tecido de prata e de ooro.
idem com amblamae et
e ricas franja* oa murga.
De vetado de seda.
De tecido de prata e de ouro fino.
DALMTICAS.
O mesmo prego da casulas.
ljJaJL ajvixxi. x
ESTOLAS PASrORAES.
De veludo eslftdo.
De dito de doas faces.
De tecido e prata ou dem dem, com emblemas em
relevo, franjas e bord.dos de
" torcal.
Idees idem em relevo moito ri-
De damasco, bordado [em releve.
dem idem, muito rico.
VE'OS HAR EXPOSigAO.]
De tecido de Lyo.
De chamalote de prata com em-
blemas em relevo.
De dito rio, muito finos.
VE'OS DE SAGRARIOS
De todos es arceos.
BANDEIRAS.
Da Santa lofancia.
De confrariM de Nossa Senbora.
Parochiae, qualquer qae seja a
luveafllo.
Guioes cot emblemas era relevo.
A collega' varia de 35*000 a
3:oo ma.
.PALLIOS.
Em veludo esidtado as qaatro
ponas e no forro.
De tecido de Lyo,. com oaro.
De dito de prata e de oaro lus-
troso.
De dito dito, cora quairo emble-
mas Bordados em relevo.
Moito fricos.. inteirraente bor
De tecido de oaro e de prata fino.
De cbamalote bordado de seda,
coa dnas rae.
VIVOS DE HOMBROS, u* rU l com ditas.
De tecido de Lyo.
De dito dobrado, de poro fino.
dados em relevo com ooro Bao.'325 milmetros
PAINOS MORTARIOS. (379
De lia.; 433
De velado ioglez preto verde- 487
deiro jS&t
De damasco dobrado de brocado. 650
Estes pannos tem dea metros de 8li
'
12 pollegadas).
14
16 ,
8 ..)
c
30 \ ).
Crozes de altar, corresoonientes
aos castigues, o par.
Thuribulos e navetas prateadas.
Caldeirinhas com hysoppe idem.
para' Casiodias ditas e inoradas.
[Lastre ditos e correales fortes
O Sr. Jjo de Almeida Gomes, teoha a bon-
dade de dirigir-se a' roa Bella n. 22, ou annancie
anude pode ser encontrado, para se Ihe fallar a ne-
goclo seu.
j Desaparecen do Caes do Ramos, 6 pranchons
de amarello, entre ama partida que se aebava acor'
rentada, cora a marca tempo feto a oleo de
tinta encarnada, attribui-se a algum malvolo por
ter-sasencontrado a correte perfeKa o desatada;
A pessoa que der noticia ou leva-lo ao Caes* d Ra-
mos, recebera' 10000 por cada am na ra Cruz
n. 30._______
Precisare de nm preto e urna preta para en-
tregar pao e servico de casa; na padar.a ailema
em Santo Amaro.
C\SA
de coiniiiisso deescravos
Na casa de c.unmlssao de escravos, rna ds Impe-
rador n. 45 tercelro andar, recebem se escravos
tanto do matto, como da praca para seren vend-
dos. O atiaixo asslgnado afianca o Dom tratamento
e seguranga. Nesta casa ha sempre para vender
escravos de arabos os sexos.
___________AntontoJoj Vtetra de Souza.
Precisa-se de urna ama, forra ou captiva, pa-
ra o servigo raterno de urna casa de ponca familia;
a tratar ra da Cadeia do Recife n. 8, pagndo-
se muito bem.
Ensino de msica par
ticular

Na ra do Imperador n. 75 segun-
do andar, lecciona-se solfejo e diver-
sos instrnmeEtos de msica, e tam-
bem dar.'as lices em suas proprias
casas das 5 Loras da tarde as 10 da
noite.
Corporaes de cambraia fin.
Toalhas para cammonbio e alta-
res
Guarnieses de rendas para alvas.
Ditas para toalhas de altar, aos
metros.
Toda a qualidade da roupa ga-
rantida e perfeitamtDte execu-1
tada.
DIVERSOS OBJECTOS.
Bolsas para tirar esmolas.
Cordoes fiaos para alvas.
i para meninos do coro.
Vollas, s dozas.
Cintos e clntnrdes.
Sacras de altar, em cartao.
Ditas em quadros.
Marcas para missaes, com seis
pernas, em chamalote.
Flores arttflciae?, o ramo.
Islftfos e lodo os demais objec-
tos de igrea.
BROiNZES DE IGREJA.
Castigaes para altares, prateados,
de novos modelos :
-
'''-'
Guardas pan arvores, plantas e ou'ros objectos da ferro qne se vendem por
pre^o mdico, no armazem de Tass'o IrmiS na praca do Caes de Apollo ao p da ponte
provisoria.
c
largla e tres de cemprunento.
lOUPAS DK IGREJA.
Alvas dto panno de irntto fino,
c di cambraia fina,
c di panno de Itabo,
meninos do coro.
' t guarnecidas de rendas fieas.1- para oe mesmo.
de fil, de rices de- Crozes para procisso, com ralos
Lc
* sentios.
Roquetas em panno de Uafao sem
mangas
Amictoa.
Toalbas e saoguinbos.
Vane, alabardas ara stissos e
eadeas para aorleiref.
Estes objectos todos sao em co-
bre e no em materiaes de
COLLEGIO DE SANTO AMARO
BAIRRO DO RECIFE
t nw/.t
N.61-jCaes1do Apollo-N. 61
O abaixo asslgnado, solicitador nos audiorios
desta capital e outros termos, encarrega-se de qual-
quer qoesto civil, commercial, eeclesistica e cri-
minal, propondo-se a liquidar amigavelmente to-
das, qoe estejam nos limites de ser concluidas in
dependentes de litigio judicial ; encarregando se
tambem de trabalbar no foro por partido annaal e
razoavel paga.
as horas vagas, o abaixo assigoado accella es-
cripturagSes commerclaes pelo systema de parti-
das dubradas, exercendo esta prufissao das 7 l\2
a's 10 boras da manhs, e das 3 a's 6 da tarde;
encarregando se tambem de ensinar a qualquer mo-
go ou meninas a escreverperfeitamente boro em ses-
senta das, com todas as regras cagraphicas.corao
podera' o abaixo assignado provar com o testemu-
nho do Sr. Joo da Matta Beltrao, a cuj irma te-
ve a hopra de leccionar.
Recife, 21 de fevereiro de 1867.
Joo Canelo Gomes da Silva.
Angelrao Jos dos Santos Audrade declara
pelo presente qoe nesta data vendeu ao Sr. Pelicio
Jos Vaz de Oliveira seo estabelecimento sito a ra
Nova n. 8 denominado a loja do Cha' Ijvre e de-
sembargado ; ootro sim, declara que as pessoas
qbe com o mesmo tenham negocio, poder se bao
dirigir em seu escripto io a ra Nova b. 21.
Na ra Bella o. 22, alunase urna escrava
para o servios de urna pequea familia, e nao do-
vida-se pagar algons mezes adiantaaos, se o exi-
girem.
Alfaiates.
Precsa-se de ofBiaes de alfaiates para obra*
miudas : na ra do Queraiadu n. 46, loja de Goes
<$ Bastos. _________
Albino Baplista da Rocha, 7elo"-
joeiro e dourador na praga da In-
dependencia n. l, tem sempre ero
sortimento de reloglos de algibeira
de ooro e prata dourads e bran-
eos, cobertos 3 descobertos, cadeias
'de onro de diversos gostos, assln>
como tambem faz qualquer concert perteucente a
sua arte cero perfegao e mais barato qoe em ou-
tra parte. Compra- se obras deooro e tirata usadas
Precisa-se de
n. 74.
um copeiru : na roa do Bruta
A'! f<" t !

rU
JMUGIDOPQR
Ifr rlv r-'
Aviso esseacial p^ja evitar qualquet o^jfc j f.
Os Srs. compradores nao devem ignorar que o ouro u5o pode ser nado nem
tecido, e qoe por consegulnte os galo>s dos ornamentos chantados da ocao raw sio de
prata doorada, os de ouro hek> pino sao de metal doorado e os de ouro falso sao do
cobre doorado, e como tal confundir os ttulos qoe se Ibes dea sempre, qae sito mera-
ente comoarciaes.
Os ornamentos qoe o aonuociante Um venda sao o de gates de ouro meio
anos, falsos o de seda, se mandando vir os de "r ^ p" nni./v.^a^. f mbR-
objecto sake M seo estabeleciaiente sem ser acompaohado d'orna bctwa por elle firma-
$

PrtcaraltrU.
O aelMtador Pedro Alexaedrloo da Costa Ma-
chado, mon a ros rasMeneia para a roa es'rai-
ta to Reseri a M, nrherro andar, onde pode ser
precaraeten o vM*r de ee profl.Ooao fo-
edesuddade. CoUiihu a te eBoarrnar de ee-
tacas para oa termo* do Cabo, Ipojaea Escada.
Maeotl Jos Rodfifues, abriste .portoguez
retira para a Earopa.
i-
-i------uJL.
lacteada: a
Feitor.
waraa nuda
Sac'
a.t.
i 0
So^sacam sdbre
Lisboa, ra da Cadei escriptorio a, 21.
IHE FRAXCI1CO RIBEIB.O DE SdMJKA.
Este eoiiog fandarfo em Santo Amaro das Saltas, no armo de 1865. acha-se de
pieseote fanecioaaade no bairro o Reoife, eias do Aoatlo n. 61, oode eoaiwa a reeeber
alumiws Uutu psnatuulsos, como mel pensionistas e externos para as aulas primaria e
secundarias oo pretarstorias.
A aula de instruccao ilementar acba-se mettodteaaieaie dividida em tres seecdes
cada ama eom o seu professor.
O director desle collegio julgou conveniente abrir doas corsos aocioroos, o q;:aes
sao de recoubecida vso^gem nao s para o commerclo como tambem para qoalqoer oo-
tro ramo da vida : o 1* de ingles e francez e o *' d grammatlea da lingo nacional,
aritbmettea, calligraphia ele., como se v aaaixo :
Amia de lostruccio prloaaria.
Professor Jof-Praooisco Ribeiro de Suaxa. ( ^ ,; ,
_ i Manoel da Costa Pereira, alumno do 1* ana* da escola normal.
* Rvib. padre mestre Antonio Manoel da Assurapcio.
Inatracco aeeamdlarla.
Lingaa latina professor Jos Faustino Mariano Patrio.
> franceza e iegleza Fortunato Raphaei os Santos, acadmico do 3* anno.
Rketeviea e potica, geograpbia e histeria Dr. Antonio Raugel de Turros Baadeira.
Geometria Rm padre mestre Pranclsco Joio de Azevedo.
Pniloopbia Tablas Brrelo de Menezes, acadmico do 3* anno. .Q ')f
iantruccSo recreativa.
Desenbo Edoardo Claudioo Correia Cabra!.
Moslea vocl e instramental Trajano Filippe Nary da Barcalle*.
Dansa Manoel Baptlsta deSoou. -iC:- ;
---------Caara* aelmrmm dina f aa hmraa a mmlae.
1" Ioglez fraocei, lar, escre ver, eonlar e fallar eorreetaawate.
t grammatfca da lingoa nacional, aoalyse n ortbograpbia, eontabilidade oa-
prehwlendo sistema metrologica decimal, caliigranbia etc., ate.
Fundido da Aurora
A mais antiga desta provincia e com todas as
perfegoes em seos machlnismos, oSerece a*sens
numerosos freguezes por razoaveis pregos suas
manotactoras, bem como que tem om bom pessoa!
para com rapidez fazer qualquer concert oa cora
nova. .
O adwgad
Affonso de A uquerque MelU
madoa a sna residencia para a Caponga a' roa
das Crioolas o. 15, e conserva o seu escriptorio A
ra estreita do Rosario n. 3i, onde pode ser pro-
curado para os raysteres de sua prosso das 10
do da, as 3 horas da tarde.
Retirado completamente a vid* cml para mais
nunca se ocenpar de poltica desta Ierra ollerece
a seos clieotes intelra garanta de aelo a acti vida-
de em saos trabamos, E os aceita tambem para
o Cabo, Ipojuea e Escada onde tem procuradores
probos e diligentes e at para lugares mais longi-
quos oode pode Ir pessoalmente, sem grande re-
muneracao, nao sendo excessiya demora ; pelas
appellagoe* e aor outros trabAlbos portn, qae pa-
ra aqu Ibe Sierem a honra de remeuer de fra,
se contenta com mdico honorario.
Alm do civil e commercial trabalha tambera no
foro eccleslastifio e no jar;;
- Na roa Bella n. 9, aroga-sd ama negrioba
pequea, para brincar com na enanca de otto
atetes.
Charutos da Havema
Um sortimeoto das melhores marcas deasas le-
Rna do Crespo n. 9.
il
Os abaixo assignados declaran) qae ningaem la-.,
ea negocio oo transacio alsama com orna letra
Aceita natoa Srs. Leocadio Baptista de Oliveira e
Jos Lola Goalaeo da imaorine|a de 1:585X800
rs., tacada em 9 ad>fJrAo V 4na*el em 9 de
outubio tudo da correut* anno, coja letra sede-
seocaroloDou, e os aicos sacadores sao os abaixo
aasignades, ]S se achara prevenido* os aceitante
4o no pagaren senao aos abarxo assiiaados.
Retifadeaar5o.0ei86t.;
. ... Mu**>' '.*>. c._____
- Aloga-aaa easa a. W ea raa do Jaaarim : a
trata* na ana daa Fiera* a. 37t> nadan,________
AngaieaxBeanntraeserviee interno de
nesa casa de fmula doas exctenles wcravig
pardn: i roa da Florentina a. *S, ca terrea.
C


bi


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mi *#&&** ^#\VkirhW4r*tfaV iftt?
%>

-
..,. i
do Trapiche B.&|Bf
sisedftrfuswpir ops
nrVH*f ;-
iubar

na ra
^ I VI ;. pessoa qoe r*rt'U W'r^jdsioestrgnz
Precisa*e alug-.r ama t*
rujie urna casa de p^uena funilia
Snala ivova d. 38, i ao A pessoa qoe
cfrlo* i>"d procurar n> escritorio de$te- L)tarto
X Precisa .-a alu.r ama wi"|lMv,(> ser*'
es
Diario
na ra da
fERDADEIRO LE ROT
de SIGNORET, Doclenr-Mdecin
le de Seine, 51, PARS.
oh toJ
n na*?* ?*


UZO INTERNO


PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jarubeba garrafa......... l#ooo
Vmhode r6oo
Pillas de vidro......... t|J6oo
Tintura de a" 64o
Extracto bydralcoolico de jurubeba 120500
PttEPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jorubeba ferruginoso garrafa. 24tooo
Xarope 156oo
Plalas > vidro... 2k)oo
Oleo de jorubeba vidros.... 64o
Pomada de poter.-----. 64o
Emplastro libra. ----- >. a#5oo : i
PARA'UZO EXTERNO
' s
11
I "

v

a jrumJBEB
i

Em cada garrafa, ni, taire rolia e e paptl azul
que leva o meu Jinete, um roUlo impretto em aoja
relio cura o Sillo Impbial do covirno fiikcu
.Y. B. emitiendo-* urna lettra 4e 5*0 fi
obre Paria, aeeilaTel a 60 din de vista, ao
gozare do aballmento e do maior detcaato.
Deposito principal
lo legitimo Le Ror
em Caza do nosto
nico agente peto
Braiil a Sus Arto-
mu FaiRC: de La-
cero* na Babia t
nos principaet pliar-
maceuteoi.
i
:*<
Esta planla' hoje recoohecida como o raais poderoso tnico, como um excel-
ente desobslruente, e como tal applicada nos engo-gitmentos do ligado e baco, as
bepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammacoes
subsecuentes as febres irnermUenles ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glandulosos, na anazareba, as hydrope-
zias, erysipcllas; e associada as preparacoes ferruginosas, ainda de grande vantagem
as atremias, chloroses, faltas de menstruacio, leucorrbeias, desarranjos atnicos do esto-
mag >, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais di*tinctos* mdicos desta cidade, entre os quaes
podem os citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reirajdo Carmo, Firmo Xavier, -6iiva etc. Todos elles reconh cem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at ho1 j oiilieoidos para todos os casos citados,
tanto que todos os das fazem d'elle applicacS .
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juru-
beba, tivemus por fim generalisar mais o uso d'estn vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tintiam ainda a desvaitagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que ioi na muitas vezes improficuo um
medicamento, que poderia produzir ptimos resultados.
s nossos prepados s foram apresentados depois de baverraos convenientemente
esudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas pi a bera conhecer as propriedades
medicamentosas d esta planta em suas raizes, fomas fructas ou bagas, e a dose convenien-
ea appicacjo, tendoalm d'isto piocurado levaros nossos preparados ao maior grao de
tperfeico possivel, para o que n5o poupamos esforcos, uo nos importando o pouco lu-
cro que possames tirar
Por tanto os que se digcarem'recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infalhvel cura
de qualque dos soffrimentos, que deixamos innumerados, se forem em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vantagem racoes, aquella que melbor Ibe pode convir, j pela fcil applicac3o, eja pela complicaco
das molestias, idide, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparaces ferruginosas s5o feitas de forma que se tornam completa-
menle soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que como
taes esiao hoje reconbecidos.
Para aquelles que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applicacSo de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosse deposito um folueto, onde tratamos mais extensamente d'esta phnta e dos mes-
mos preparados,
D Boica e drogara
Maooel LuiJRibeiro, estabelecido com,rroa-
zem de molhado nu Puteo do Carmo d. 9, cieDiifi
ca ao respeltae' publico cora esprcladade ao
corpo do commercin, qoe rjor1(s*e*<'Ulr'de'ffual
nnmp, rieta d^ta em diante se assigna Maooel Jos
Boto Ribeiro.
Recife 23 de marco de t867.
m
Jjaquira Aoio de Sena medico da fa-
cnldade do Hio de Janeiro,,reside a' ra
Nova o. 58, primeiro andar, onde pude
ser procuiado para os myMeres de sua
profisso, e.tn cu|o eiero'cio roota mais
de 20 anuos

34Ra larga do Rozario34




INTERNATO
DE



<
Estabelecido na cidade da Rreife eoi 18 >2
Sob a proteeeao do Snmuio Pontfice Pi IX

DIBECTOR-M) BACHAREL EM MATHEMATICAS
Bernardo Pereira do Gamo Jnior.
O director do intrnalo de S. Rernardo, nSo tendo evitado esforcos
nem sacrificios para proporcionar aos seus alumnos urna perfeita educacSo
pbysica, moral, intelectual e religiosa, fferecendo-Ihes urna habitacSo com
bastantes condigas de salubndade, habis professores que sao solcitos em
preparados convenientemente ao fim a que se destiaam, medico pratico
que lhes faca comprehendec os preceitos da bygiene e Ibes cure das doencas
e finalmeate um sacerdote Ilustrado e honest que lhes explique os princi-
ionP'W da religio chrlsta, espera que assim constituido e em vista do ex-
cellente resultado, que tem apresentado, contando um crescido numero de
alumnos na Faculdade deJMreito, que concloiram al vartaiosamente os es-
tudos preparatorios, n%) def ara o seu eslbelerimento de continuar a mere-
cer dos senbores paes de Lauilias o auxilio e confianca com que j muitos o
tem honrado ; e Ibes roga, bem como.a todas as pessoas interessadas, que
Be digoem de visitar o niesmo seo estabeiecimento, onde sempre encontra-
rio franao ingresso. _'
Cadeiras de ensino:Primeirag letlras dividida em dats claMes, ten-
do cada urna o seu professor, latim, francs, inglez, arilhmetica, algebra e
geometra, geograpbia, rbetorica, philo3ophia, deseobo e msica.
O collego tem a sua sede nos espafisos edificios o*. 32 8 34
da Aurora. M1.\ J
Nos estatutos do collego, que estao disposigo de quem os qoizer
ler, seacbam consignadas as condicoes de entrada e matricula nal divereas
aulas do estabeiecimento. ,-.*-<:
*fma* i *>* '-c^ .-
yil|-r ;*19 loa 4 %
XAUOPE DEPURATIVO
DE CASCA. DE LARANJAS AMARGAS
COM 10DURETO DE P0TASS10
CE
I P. Laroze.
phirmaceutifoem Pars
O induretodepotassio um verdadeiro al-
terante, um df-purador de incontestavel eflQ-
cacia; combinado com o xarope de casca de
laranjas margas, aturado sem pertubacao
alguma pelos temperamentos os mais fracos,
sem alterar as funeces do estomago. As do-
se- matbemalicas que elle contem permittem
aos mdicos de receital-o para todas as c m-
pleicoes, na affecgoesescnfulosas, tubercu-
losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'sso, o agente o
maispod .to.-u contra as doencas rheumaticas.
D-*po"sito em todas as pharmacias e casas de
drogadas no Brasil.
Expedicoes, em casa de J. P. Laroze, ru
des Lions-St-Paul, 2, Paris.
A' venda na pharmacia de P. Maurer r.
Ca, ra Nova n. 25.

-
^^---
Compra-fe 800 a 1000 mineas de boa qaalidade
parj
Un
Com; r,. fe iiivida de bctcicio* iudos da divos e p.ir CtiosegBiararas e
ib,esoorarla proM:ici-l
IMspo n. I
tja ro% do Corredor do
Compra se nina escrava de conducta que fe-
ja boa costureira, paga-se u/o> : na ru* Icouerial
sobrado n. Ci ou na travos do Carioca n. 2, caes
dj Ramos _______^^ _______
Compra-s^ urna machina dfojpmniar eom
algoui nso : na casa de banhjj da ra da Cruz
n. 17.
Compra-se onro, prata e pedras preciosas em
obras veihas : na rna da C^dea de Recife leja
Je onnves no arco da Concelcao.
VENDAS
mENco
I'ROAfcfyeRBpCl'.CASST)OCVlSTI Mt
,0 abaleo issisoado vebdeu nos seas muito OkP
bHtietee|araotiJos da lolarlaque /e acaban
de exirabir a beneUolo do theatro de Sinta I-K
N. 235f doos quartos com a aorta de 6:0-10&f
N. aoW'rrtuqttirRs'cbm a sorte de O. /-fr
N. 3(138 nm rbetj &^m s forte de 00. ^
E outras tmiias sortes de 400*, t0 'e 205.*^-
Us possuidore.s podem vir receber seus resfke-
tivosprmlssemosdesconlos das le/, na a
daPoriDnaa^raaduCrespon.Sa. S
A^haui-sea vefld os da 33" pirte da lotff^
(tzj) da rainilia dos voluolirtos da patita, que se
eitrabira" scsu-eia 23 da correute.
Prcoo. bmS:.5:::-..:::: &
Qrtm.......... !4500
Para u eioas qce coraprar? df 100.;
para cima.
Bilbetes.......... *oo0
MalQ............ 2*730 A,
Quartos.......... 1*375
__._... Maooel Martina Fiuza.
Em das de setembro do anno proxini'j pafa-
do, fojio doabaixo assigoado morador no IrfU,
da comarca do Lmoelro o seo escravo AnacleRi,
cnoulo, que represfnta 18 JO aonos deidad?,
com os signaes segoiptes altura media, corpo
reforcado, bem wpadoado, cara um pooco larga,
ma^*6 Pi regulares, e tero s/bre o pe>cogo urna
f caim proTealente de um lalho, e bem assim nma
nodoa roxa sobre as costas, provenienle de bouba,
e em una das peroa* ama marca de urna ferida
qne em algn tempo stffrera, r pols as autoridades pollciaes, e capites de camp
qoe o apprebendam e coudoiam a casa do seu
dono abalxo assignado, ou nesta praca casa do
Sr. Manoel Isidoro de Olivtira Lobo, que se grati-
ficara iMrosamente.
Manoel Rodrigues Santo?.
; Ko da ti dj coirente, peraue o Illm. Sr-
Ur. juix monlcipal da i.* vara, depois da audien-
cia do dito Ju.z. o porteiro dos auditorios trara'
apregamafim de s*r vendida por quem mais dr,
a olaria de pedra e cal, cita no losar dos Coelhos,
fregoeiia da Boa-Ylsta, conforme o enripio de
prac,a qoe se acba-em poder do dito porteiro, e
mais urna casa grande, e outra pequea, ambas
perteoceotes a dita oluria, avaluada! lod^s etas
propriedades ero 8-600*000; a ultima praca, por
execuco de D. Barbara Francisca do Reg, conira
Jos de Aroorim Lima e saa mulher. ^^^^
Attengao publica!
Urna pessoa que se retira para fra da provincia,
tratpassa o arrendamento. de um grande e ptimo
sitio,'perto desta cldade.om porto de 'embarque,
tem diversas arvores dj boas ractaj, todo eercado,
contendo algum gado de creacio, bem como cinco
excellentes vaccasdeleite, entre ellas urna tounna
que d presentemente 6 garrafas de leite, 1 boi
manso eom 1 cirro novo, tem mais outras crea-
coes de grande interesse, e ludo se vende por nm
prego mdico; assim como toda a raobiha de casa,
e mais 1 bote novo e 1 canoa grande de coaduiir
leona on eapiro, e ambas estas cousas o sitio pode
fornecer coro abundancia, alm de onlras muiia
vaotagens qne seria enfadonbo enumerar. Quem
pretende-Io, pode informarse a' ra do Livramen largura a 1$">00 a vara,
to n. 31,1* andar.______u_________________j Dito adamascado com 7 1/2 palmos a 20.
Ao commercio.
Urna pessoa do serlao desta previncia habilita-
A
No armazem de frzendas de
Sant s'.' oelho,rua do Quei
mado n 19
Vcude-se
Madapolo fino de 7, U, H, *0i5t, HiJ
e \& a pessa.
Raloes de arcos de 20500, U. 31500.
Dito de arcos encarnados de 3#500.
Ditos de mursulina a 55.
Algodo enfesudo com 7 1/2 palmos de
largura a lio: a vara.
Cambras branca fina de 4, H, W> 74 e
8$ a pes.-a, ,
Dita para forro a 3/5 a pessa.
Dita com salpicos brenca a 4jjo00 com 10
varas a pessa.
Dita para cortinado com 20 varas a pessa
120.
Retondes detpretoa6500.
Cbales de fil preto a 5#0 9.
Grnsdenap'e preto soperior de 1^(800,
20. 20300 e 30 o covado.
Murantiqoe preto superior a 20800 o co-
vado.
Flanella de tolas as cores a 800 o covado.
Cobertas de chitas da India a 2#60O,
Lences de hamburgo fino a 20400.
Ditos de bramante uperior a 30oO.
Rramante de l.nho com 10 palmos de lar-
gura a205uO a vara.
Ditodelinho com 5 palmos a 10200 a
vara.
Dito de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Lencos de cambraia branca finos a 10800,
20, 20500, 30500 e 40 a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara; e com
salpicos a 900 a vara.
Atualhado trancado com 7 1/2 palmos de
i '----------rr-------------------
aflia branca pudendo batieras.
'^Agii'iHiianea receben nm bello e variado sor-
tinento de bofieca.,_fed .e^oenas,
, rom ros'.o
os titos e movi-
Em qoaiiio ans | reeos o comprador na i tenha cui-
dado, porque nao uoerw' dar mais do qfl se Ibe
P*dir. e assim pode dlrielr-e, rot) disposlgao de
comprar flaf. hupecas, qoe esta vendendo a Aguia
tiranta, da ra-do Qjmiadj n. 8.
BspoBjas flna>* para rosto
Vwrnwn s ua ra do Queiraad n. 8, loja da
flgma BraoAr ''^
Bonitas franjas para cortinados e toa-
lnas.
A Aguja branca a roa do Quemado n. 8., rece-
ten mui bonitas franjas brancas com bjilas e sem
eilas para coi tinado, e outras proprras para toa-
Ibas. Qs precos deltas ainJa qoe cimuirdo--, va-
rara em piQwrco da* larguras, e qiulidades das
mesmas.
y\\\\ Delicadas ceslinhas bordadas a troco.
A Aguia branca recebeu urna revena quanti-
dade dessas boo tas ceslinhas bordadas a (roo,
proprias para meninas irarerem n.\< bracos, qnem
as pretender nao se demore em procura -i as, ia lo-
i i d'Agnia brinca, ra do Queimado n. 8.
At qoe chegaram as desejadas correntes
pretas a Benoiton.
A Aguia branca ra do Qyeimado n. 8. acaba
ds receber as Lio desejadas e procuradas correntes
a Benoitoo, e assim noticiando a sua boa freguexia,
lies declara tambero que a quantidade pequea
e quem nn se apressar Acara sem eilas.
Papel greve feume verdadeiro.
Liso e paot'do com 33 iinbas, vende se na roa
do Qoeimad >, luja d'Aguia branca o. 8.
Collares Royer magnticos, medalhas e pul-
seiras magnticas.
A Aguia branca recebeu nova remessa dos pro-
veiiososos ocllaies R yer maguelii'osja sunnmamen-
le ccnhecidos para preservar as convultdes e faci-
litar a denticio das criaseis, com esses otis col-
lares el-ctricos magnticos vjeram tambem nao
pequeas quanlidades de medalhas e pul>eiras
elctricas magnetitas, cuja utilidade tem sido apro-
vrltada por quero joffru de nervoso hypocroodico,
tremores as mos, ele etc. Assim c mu os col-
lares Royrr e.-lao geralme le.conbecidos e acredi-
tados velos eticases eflVitos, buns resul.ados que
tem olhidos as pessoas qne delles iem osado;
assim tambero chegaram a ganhar i3o alta reputa-
5S0 essas apreciaveis^medallias e pulscira.- mag-
netita-, urna vez que o uso d'ellas (6r se eslanden-
do a todos que dellas neces>item. A Aguia bran-
ca continua a receber por todos os vapores fran-
cezes una determinada qaantldade desses sempre
pfecfsos e estimados collares Royer maunelicos, e
por isso Bqne na lembranca de todos que os ach-
rao constantemente em dita loja d'Agua branca,
ra do Queimado n. 8.
A LEGITIMA
da offerece-se para cobrar divids nos centros des
ta provincia, da da Parabiba, Cear e Alagoas:
quem quizer utilisar-se de ;eu presumo dirija se as
casas de' Diogj Jos da Costa ra Nova, de Reis &
Suva na do Queimado, e capillo Lavn na da
ra. '
Dito de linbo adamascado a 30.
Panos de la adamascados para cobrir me-
sa a 40500.
' Toalhas alcochoadas de linho a 120 a duzia.
Toalbas de pello da 130 e 140 a duzia.
Guardanapos de linbo adamascados a...
30500 a duzia.
Cambraia de linho superior de 60 e 90 a
vara.
Chitas francezas finas, escuras e claras a
320 e 360 o covado.
Assim como outras muitas fazendas que
se tornara enladonho mencionar que se ven-
BA
0 NATURAL.
Frocoi Meuu faz ver ao respeitavel publico,
qoe serao mudadas as vistas por
outras roagnifl
cas. assim cuma 'eja ricos cerque?, batalhas, ca-
yad is de antmaes Turozas7c5ades bem conhteidas
e t'iacas publicas e alguns quadros religiosos. A
entrada eeralsera' pL diminuto preco de 500 rs.
NA RUADA 1MPERATRIZ N. 32._
Precfsa-se de um cafxelro para taberna cora
pratif a da mesina, de 13 a 16 aunos de idade : a
tratar ua praca da Boa-Vista n. 17.
Casas e trras.
Arreoda-se por teoifio de tres anuos, mais
ca mtmos, um sillo em Apipucos junto.a passagem
do Zongo, com-6 casas maiorts e menores e ter
rax de um e oulro lado do rio, propnjs para plan-
taca de eaplm, podendo-se alugar S daquellas ca-
sas por todo o auno on pelo vero, para refrigerio
das familia* residente? lio Recife gozarem do ar
puro e delicioso bando do mesmo rio. Tendo lu-
gar dito arrendamento do 1 de abril prximo fu-
turo, quaado .auibem flaalrsa o que se fez com os
Srs. Rjdovaihos : a Miar no bairro da Boa-vista
com o tenente coronel Francisco de Miranda Leal
Seve ou Jos Mara Seve.
Comedorlas.
Continua se a fornecer almoco e jantar por com-
modo teo : na roa estreita do Rosario n. 21, se-
gundo audar, confronte a roa das Larangeiras.
Um rapaz portognei com bastante praliea
! molbados desea sociar ou mesmo comprar
urna taberna qoe seja em boa loealidade : quem de por baralissiraos precos.
este negocio quizer fazer anuuneie nesle Diario.
O abaixo assigoado faz sciente a praca que
desta data em diante deixou de ser socio ua Sr.'
viov Uuarte, hcaodo a mesma senhora sujeia ao
pagamento e liguida(i) do activo e pasmo da
mesma firma. Rocife 15 de marco de 1867.
Leandro Pires Branca
INJECCOe CAPSULAS
VEGETAES aoiMATICO^
GR1MAULT&CLphafimaceuticosemPARI&
Attenco.
X. 2 -Ba do Livrameat -X. 25
Deposito de tamancos e calgado naciooaes i?a fa-
brica da ra do Jardim o. 19, de Jos Vicente Go-
dinho, tanto no deposito como na fabrica se
aproroptam todas as porcoss de calcado o mais ba-
rato possivel, e?ta fabrica tem todas as machinas
proprias para os calcados ja' bem acreditado; pe*
grande numero de freguezes que daqui se for-.
Lecem.
Os dvedores "do fallecida Domingos Jo- /
Ferreira uimaries queiram dirigir-se a' rna do;u-' em rernamDLCu.
Novo trataroenio preparado com aa folktu i*
Mtico, aore do Per, para a cura rpida e ia-
fcllivel da Genorrhea sem reccio algum da con-
traccie do canal ou da intlamraaco dos i n lesti nos.
0 clebre douior Rcord, de Pana, ler renonciado,
desde sua apparcio, ao emprgo de qualqaer
tmre tratamento. Emprega-se a Injecco M
camco de fimo; as capsulas em todos os casos
ebronioos e Inveterados, qne resistiro is prepa-
rares do copaba, eobeba e i injecodes eom bao*
Mtalliea.
A venda na pbarmacla de P. Maurer d
f *
.Ateneflo.
No sitio do Ex.ni. Sr. visconde de Suassuna, no
Pomhal, ha para vender urna.excedente bomba,de
um systema imetramentft ntivo, para cacimba de
qualqaer profundidade. fita, bomba, alm de ou-
tras inoitas vattagens, cfferece as de poder ser to-
cada fcilmente por urna s pessoa, tirar nma
gr-.nd qoanlidade d'agua, e de ser de um machi-
nismo muito simples e duravel ; a tratar no refe-
rido spt"TJ!OTTiT); de Peona Suimaraes.
Fogio no da ii do correte o moleque Ru*
a, idade de 11 anuos, natural Ja freguezia do
Lirnoeiro: quem o pegar o leve a rna do Rangel
A. 5, a entregar a Antonio Domioges de Almeida
Pocas a aa eidade da Victoria a seo senhor Jos
Patricio de Monra Cas qaa sura'
Preciaa-se de u:na mulher de
para servirle cocapanuia a unaa
que mora s no largo 'lo Paraizo
andar. Qiii tivHpjjjsjfT
mesma cas|yg compra.
'TV*
Moura Rolim, qu esta' antorisado para promover
a cobranca desses dbitos como procurador da
vi u Vi._____________________________________
XAROPE FERRUGINOSO
D CASCAS DE LARANJAS E CASSU AJIABGA-
.^miodureto de ferro inaltr-ravel
De ti. P. L.ai pze pharmaceutico
en> Pars
Esob a forma liquida que mais fcilmente
se assemelba o ferro,'e isto, sem produzir
perturbato alguma; i'esla forma, tambem,
preferivel s pimas e pastilhas em todos
os caso eai q.ie^to prescriptos os ferrugi-
nosos. E o melhor auxiliar do ole j de fi-
gado de babalho, porque contem o xarope
de cascas, de laranjas amargas, to gera'-
rnem*! appreciado, para a cura das dores de
estomago, digestoes difficeis, inappetencia,
etc. i
Deposito em todas ss pharmacias e casas
de drogaras no Brasil.
Expedicoes, em casa de J. P. Laroze, ru
des Lions-St-Paul. 2, Paris.
Deposito em Pernambuco, pharmacia de
P. Maurer C. ra Nova n. 9.
O oleo de flgado de ba :alhio desinfectado
de Chevrier, conserva as quahdades e pro-
priedades eeabeeidas 9oA agesto
Na ra do Manuel n. 9, vende-se nm preto
po^sante, bum carroceiro e padeiro.
[Grande tu mazem de tn-K

-O. M '|
a* Hajl
O abaiio assignado pee a todos os saos o
lentes e sroforfoo Mm tr**m ex>aWs ubj
em seu armazem i rna da C-idela do Recife o.
-de virem re|ira-los ; assim tambem ped *ot>m*i ..
moa qoe leabaffl coous a receber qs oue tara a PP
pagar de virem sadlrat'er suas '-umPutHi i <\ ,i*v^
(Antonio Jos Uordeiro Sirn^em,. M
m---------^j------Vtn >!
>**
,am r^r^eu V1GNES.
llii
- n as.
N. 65. RA D#
O piaaos deita antiga fabrica sio feo) ata* connecidos para que aoj* oecessano iacistir sobra a
toa sopwioridade, Taotngens e garantas qne offerecem aos compradores, qualidadet Mu iacontest
wii Qfi* Um tea aflofrivameaie conqaisUdo tbn todo os que tem apparwMo aasu praca ; pos-
aindMItaeUdo aweWainm qoe obedecem toda* as vontade* e capricho* da paaltua,aeat
tanca Ulaar, por aerem fabricados de proposito,ler-ae fello altnumetta meiaoraoMatas liapailM
niimo para o eHaa daate pala ; quanto s voie, dio raolodiosal e ftauUdas, e por isso nurito agrada
sato MS, Faiem-se conferae a aBcommeodaa, Uolo neat fabrica como na do Sr. BlooSai, de Paria, aoeic
soriaapoMaate M J. Tigiies, em coja capital foram sempre premiado em todas ar eiposicSes.
No mesmo esbelecimeato te achara sempre nm expJeadldo e variado wrUmeota de masca dos
aihdres ancores da Euroi-a, assim como tiwajoolopt t piaaos ttaroottieot, taado ta4o vendido per
praso commodote raaos veis.
O abaiio
do Nascimei
dor nesta
casiaodo assim o abano assignado todo* os pode-'
res a elle concedidos oa da procoraco. Cidade
da Fortaleza do Lear* 9 d marca dattt?.
_____Francisco Jos Pacheco de Medein
- O
aballo assignado dixon de ifr eslkelri
dos Srs.Guimariet & C. desda o diTC d tev
reiro prximo patsado, a agradece aos mataos
enflores o bom IraUmeno que deilas recaben a
eom eiptcWidade ao Sr. Migaal Ooim da Silva,
a quero atsis muito grate.
Recife 14 de marco de 1807.
Joaptim Goma Ctruo.
au-
sbre Lisboa
r\OP. deCr*
JbSiDM. .A
aaaa ama para comprar & cosi-
ta tratar na roa do Aro >
stm^.Ai'io^
as*
Silvio
rayos
WftrrW.compri, venda
tas medicamentos etc.
Boa do Imperador n. 22.
Productos chimicos e pharma-
ceuticos es mais empregados em
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tura e para tinturara.
Productos industriaes e tintas
para flores, como botoes de Aeres
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenho.
Productos chimicos e industriaes
para pbotograpbia, iinloraria, pin-
tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
prido directamente de Paris, Loo-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena M
confianca e satisfazer qualqaer en-
eommeoda a grosso trato e a reta- |
lbo e por preco coramodo.
240 rs. ^
ratade peehlacha.^ --
Chegeu a ra da Imperatrl: % 6, ros nova b-
zeoda denominada p .peoa qw serve para vesti-
das por ser de quadnnhus larga ja* te vetan
pelo diminuto prec. de 240 rs. o covado, s para
acabar: a' roa da Ioperatrit (noto a padarla fran-
ceia.
DE BRISTOL
PREPARADA uTHCAMENTE POR
LAMAN & KEMP,
NOVA YORK
Composta de substancias, gozando dja
propriedades eminentemente depurativas a
approvada pelas juntase academias de me-
beina; usada nos pnneipac hospitaes, ci-
'is militares e da marinba tas > ntilhas e
no continente americano ; rece i ada pelos
facultativosos mais distinctos do impeli do
Brasil e da America hespanhol
CURA RADICALMENLE
ascrophulas, rbeumatismo, escorbuto, en-
ermidades venreas e mercurjaes chaga
iotigas, morpbea e todas as molestias pro-
renientesd'um estado vicioso do sangue.
Emquanto existem varias imitacoes e
'alsificacos, preciso a maior cautela para
ivitar os enganus,
A legitima salsa de Bristol vende-se por
A. CAORS
JOO DA C. BRAVO & C.
P. MAURER & C.
A' venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo 6c C. e I. Maurer & C, e em todos os
estabelecimentospbarmaceuticos do imperio
Collares Royer
oo
Anodinos electro-magnticos contra as cod-
vulsoes, e para facilitar a dentic3o das
criancas. A aguia-branca na ra do Quei-
mado n. 8 recebe-os por todos os vapo-
res francezes.' ,
J esto to conhecidos, e tanto te tem espalhack.
a fama desses prodigiosos collares Royer, qne s
torna desnece-sario diier mais algoina cousa em
abono de seos boos e e effleases eneitos ; basta o
uwtemuobo de miihares de pessoas, qoe tem visto
e aproveirado o feliz resultado desses to otis,
qoo necessarios cellares Rsyer. A qootidiana *
crescida extraccao, qoe vo tendo, most'8 ainda
qoe numero dos prodigios se eleva romo todos
os compradores. A aguia-branca, p"rm, dese-
ando eoocorrer para om Om de tanto aproveita-
meoto, tem feto os necessarios pedidos, para qo
por todos os vapores francezes Ibe seja remont
certa qoaatldade de ditos collares, para assim toi
oar-se iofallivel o sortmeato delles, oa loia d'a
guia-branca, ra do Queimaflo n. (
TH\PE0S PRETOS.
De seda da ultima moda ede muli hoa qoailda-
de proprios para qnaresma, a 8J1000, na rna da
peratriz loja n. 70.
Vende-se am Imdn molect, c->m 10 annns de
idade e rhegado a' 4 d as do sertao : a tratar na
raa do Codorniz n. 9, taberna.
Popelina
Popelma
Popelina-

I
de todas as idades
terceiro andar.
anrtws os sexos
a' ra do Imperador n. 79,
VI-----------7
O-ro e praU.
elbaa: compra-sana praca
ija de bilbetes. _____
da Ib
i -
i..

Caixeiro
Precita-se de um eaixeiro qoe tcoha pratiea de
lbaros na ros das Ornes b.'4I.
Compram-ss libras sterliuas: na praca ds
o estrangeiras assim como libras
-a praca 'di lodfpeadancia o. 33. loja de
ourives, compra se onro, prata e pedras preciosas,
e tambem ta faz qualquer obra de encommenda e
todo q qualqaer concert.
Para vestidos
Para vestidos
!, Para vestidos
i" De benitos gostos
De bonitos goios
De bonitos gustua.
A 5*0 rs. o eovido
AJWrs.oai.Ta4
r.ra^^sK.rA,W,,0,"T,*0
rara aeabar
ia aeabar.
VIMOS
Superiores Husos fritaras RibaW ?**
vellos, eos calzas a* deas dotias a ftfrasai. a
ros da Cadeia ntaiarai a. ** ,
Citadlo Cob>ax tete q"r WbW* eo Btie-
tos proprios para earros oo ",roS!.'*^,2if
Ros do pasto e nascidosem Apipeeot SOtde astae
ejpodem ser vistes.
Molecte peQa.
Vend
Ult sitio io lugar dos Ap.tns com boa
lisa de vivenda e outra svparadi para es-
bravos e e triharia, e bastantes arvmes de
fructas; os pre endpntes fa Ji-m com Samuel
HaPiday na roa da Pra'ia oB-na ru? da Ca-
dei^denudo Rycife escriptorin n. 21.
Cb rites
, Barate pra eabur.
Veedea te weaies charutos da Bn **
4JJ e 8g a caita, por ter na grande qcaoiidade :
Mraa%treitadoRasrio ..? roolto
cesfar erees em Afta*
fcrrafkew, adslalt, fsssu arseaka
HUA.
O oso d'atoa de Oreiu 6 mal eanteolarmeote
rMovoModado peta escola 4a atrdiflaa Se Parts
para toda* a* anVetBes do Isba uraU. i"f org'U-
inMo das tesras abdomiatat, e eeria>eete todas
ti mtenla prorenieans de Ir qoeza orgaaica, oa
Doereu de uegM. ,
DipoeiTO nnaai
84I" Urfa se letarla-M
IriMiiTas^laer 1

\
tfensapBSjanamBMayaaawNaMtataMWtaaaaHBBBBi


..
m
^IWBJ

piarlo c PeruMku ^ Tere felr de More* ate t*t}7.
O ARMEZAM
53 RA DA CAOEIA 53
PASSINDO O ARCO DA COMCEfCJlO.
Acaba de reaebwpelos ltimos vapores Amaron e Extremadare ossegaiotes ho-
tos gneros.
QUEJOS O ALANEO
latas de diversos tamanhos.

LINGUIQAS
muitos superiores em latas de dez libra emticamente fechadas.
Pescada
excelente peixe em salmoura.
PEIXE
de todas as qaalida eedsm latas.
Prczutitos
. para fiambre, iogtozes, os melhores que vem ao mercado:
IingniQas
preparadas em pequeas latas de ama libra.
QUKHS
pratos e flamengos.
- Novos figos
em latas e caixinhas.
Mar nielada e gela de marmello
Latas com frutas
pera, pecego, raioha Claudia, alperce etc.
Estes e outros muitos artigos de superior qaalidade se vendem por precos os mais
commodos.
Por menos de 10. o> 20, e 30 por cento,
NO
-

i.
mmu mn para t quaiesi*
A' loja de fuzendas de Augusto Porto & G.
11ur do Quemado11
Augusto Porto & C. receberam pel ultimo paquete os mais superiores
vestidos pretos ricamente bordados a aguloa.
Lindos cortes de moreaatkjoe preto pira vestidos.
Basquines e polowaises de seda preta eafeitados om o 'melbjGr gpsto.
Sedas prets de flores muito superiores, moireantique preto e grosdena-
ple preto de moitas qoalidades e mdicos precos. *
Rotondes e chales de gotpure de ssdi e do algodSo ''
Pannos e casemiras prets do diversas qualid tdes.
Ricos vestidos de blond com manta e capella para noiva.
Enxovaes e vestidos bordados para baptissdos do 10 a 30$.
Colchas de seda e de 15a e seda para camas de noivas.
Cortes de seda e moireaatiqoe de cores para vestidos -superiores.
Moireantique branco, sedas brancas e grosdenapoles branco & de cores
para vestidos.
Chapeos de castor omos e de seda pretos para horneo, seabora eme*'
nios.
Bjles, espartilhos, camlsinhas com manguitos bordados entes chapeos
de sol para senhora.
Malas para viagera nos vapores, malotes e saceos de vrigeove uovbello
sor tmenlo de
Alcatifa para fr ar Tja&r
.!-* do uielanado-u
DE .
Joaquina Slindes dos santo
23 Larga do Ter$e 23.
0 proprietario deste estabelecimento de seceos e molhados tendo de fazer ama v*
*?m, est resolvido \ vender por menos de 10 a 80 por cenfo'a dlheiro; pava to'tttb
cm grande a vantajoso sortimento para os amigos do bom e barato, que a maier parta*!'
deste, vieram por colrta, para o que faz armunoio de alguas goneroSi e-tf^isHi destds
pegularo os outros mais.
dinkeiro avista
Gaz americano a 8,800 a lata e a 380 rs. a garrafa.
Toucioho de Lisboa a 240 e 320 rs. a libra, e em barril ha grande abatimento.
Caf do Rio a 180 e 220 rs. a libra, eem arroba ha gran le abatimento.
Cerveja das mais bem acreditadas marcas a 5,ooo e 6,ooo rs. a duzia.
Vinho Figueira da melhor marca a 3,500 a caada, e 480 rs. a garrafa,
idem de Lisboa a 2,70 e 2,800 a caada, e a 360 e 400 rs. a garrafa.
Phosforos do gaz a 2,000 rs. a groza, e a 180 rs. o maco.
Uanteiga franceza nova, a 560 rs. a Hora, e em barril a 520 rs.
dem idem Meza flor a i.ooo rs. e 800 re. ai libra.
Arroz pitado de fnila aHO rs. a libra, e em arroba 3,400 rs. ou a sacca.
Sabao massa a 220, 200 e 240 rs. a libra, em cait* ba abatimento.
Papel marca martello a 5,500 re. a resma e viado 4,ooo rs.
Vinho branco de'Lisbtr da melhor qualidade a 500 rs. a garrafa.
Banha de porce refinada a 5u0 rs. a*lib*a, Alm deste*genetos ha outros muitos que enfadooho menciona-tos.
O proprietario deste armazem avisa aos seas freguezes que tem contas e letras ven-
cidas, o favor de as mandar pagar.'
LOJA BSL FRAGATA AMAZONAS
DE

MACHINAS AMERICANAS
Ver dad el ras do fabricante ff... Canttongln dt c.
Moinhes anericanos para meer milhe.
Na rna Nova n. 2G e 22, grande deposito
das verdadeiras machinas americanas de todos
os fabricantes; se euoontra neste deposito
grande porcio de machinas, e se vendara por
menos preco do que em outra qualquer parte,
por se receber em direitura da America.; se
fornece todas as explicares necessarrae ao
comprador para consrvaselo das raesmas;
neste grande estabelecimento se encontra mui-
tos artigos americaoos, que muito deve agra-
dar aos agricultores que usam de taes artigos,
encontra-se tambem todas as colIeccSes de de-
senos sobre os quaes se aceita qualquer ama
encommenda, que com promptidao ser execa-
tada; neste grande estabelecimento, encon-
tra-se em grosso e a retalho, grande porcSo
de ferragens, e miudezas que se vendem por preco commodo, pedindo-se a attencao
de todos para este estabelecimento que muito lucrarSo em fazer suas compras: na
a'ia Nova n. 20 Carneuo Vianna.
--------------------------------------------., --------!---------------------; .-.i------------.________________________________________________________________,
BOM SORTIMENTO
DE
.Grosdenaples preto a 1*800, 1#801. 20, 24BM0 o covado.
uu uno mwto largo a 22f4J0, 2JSO0, 2J80, U e 30500 o< ovado.
Gorgorito preto a U'OO e 4A o covado. .
.Ditos adamascados largos a 2^303,3 5, 35500 e 40 o covado.
Moir preto a 1*200,20900,20ttOO. 20800 a 30 o covado.
Dito dito superior qaslidade, assetinado cooftistas e fbres a 3)i>0), i.>e \ 5| oto-
vado.
Superiores cortos de gorgorita preto bordacto.
KC
Bom se ti m preto macao.
Pao preto de 20 fft o covado.
Cazimira prata da 108Q 24 0,
E outras inuion fazeiidae.
:n. 13, tejadas ,
-
ido.
Na ra do Grespo^n.

: oiMM cf

i j 1
e Amonio Goxmn it r .obfgwmo nwwq i"'i e i'ri'
Monteira & Guimares.
N. b I Ru do Qoeimade n, 5.
A loja,da fragaa U caba de receber de Pars um bonito sortimento de fazendas pro-
taa de muito ^osto, como sejao lindos cortes de moireantique de mui lindos iwdroes eque
vendem por preces- baratsimos, gorgurio de seda preto com listas asseiinadas (fazenda
esta, inteiramente nova neste mercado) grosdenaples pretos e de cores de differentes lar
guras* qualidades, por mu mdico preco, crinolines americanas para bailo crandA
sortimento de poil de chevre com listra de seda para vestidos e outros mnitos' obiectos
de gosto, como sejam:
Chapelinha de seda crepe,e palha para coque.
Basquines de seda preta ricamente bordadas.
Leques de sndalo muito moderos.
Ditos de madreperola muito Qnos.
Lindos cintos a Clotilde novos gostos.
Rotondas de seda, e algodao.
Cortes de blonde para casamento.
Cortes de seda de cores finos.
Cortos de fular de seda.
Cambrai branca com 9 palmos de largura.
Espartilhos sultae.
Camisas bordadas para senboras.
Entremeios e babadinhos bordados.
Veos de fil de seda pretos para a semana santa, e
menciona-los seria enfadonbo,






outros muitos objectos que





9f
r^wJrrf ^B^MO ALGODAO
^SSS^^veira Braga.
Un__53
win i
outra
conta
<-.
tnfil'SV T4
N ste estabelecmreot k^ eiiconkario as
machinas americanas chegadas uttima-
quaes sao feitas pelo.- ma aaaadD fa-
Americajupet mm Hs* a todas as pes-
ee^irne:n^isarenWal',i:'4e;se dirigir a este
{esbelecm ento qae'cdmDrrJfl fene o, assim como mais barato de qo em
qoal aer parte, por isso que ae" prop ia, \m ftofflo ^QMe^laaDO Tmoi-
loer milho, e (dnMUfHaito defer-
Vapares.
Yei4e-MB om d SiaMers JrttMrs -4 t.
00 larto do Corpo Saato n. II, wiorar pomm
eosa todos os pertencM proprlos par fatif *Jr
tres oa qnairo machinas prides<**ecr aljodiO'
POTASA D\ BS8I4
4 Veode-se potas? da Rus?ia moto sapwtor de
qaalidade a. mais aproprtaiW mKro tmrln4
asioear a prece rasoarxij nuil' dflwa >
Silva Loyo A C.
...... ......
Aes auMtiMft
Saonders Brolnm & O. adiba s nMh- la
Livorpool vapore decore d#'3 taAiU)>om
todo os parieacewiNir propm p*r-faler ub-
rer machinas de dewoerOfodi, pod apor trabalhar ale ttmAtfrMrrM. ***'
Ten para enfardar atfodio nnmm nm\ijm*
servieo em qae osan trakalhar coa mmk Os
mesmos umbem tem a vtnd ojtehtta amorte
as de 35 a 40 serras : o proHidoUMi dnrifan-
se ao largo do Corpo Santo a. 11.
Loja do (Mo Vigilante
RA DO CRESPN* T
Grande e variado sortrmerto dot numero-
sos objectos de apurado gosto que ltima-
mente acaba de chegar para eeto bem co-
nhecido estabelecimento, pois sea corres-
pondente em Paris o mais habilitado pa-
ra a oscolha de taes objectos, pois o com-
pradores poderlo apreciar, como sejam lio-
dissimos eofeites de cabeca com cok de
cabello, e sem elle.
S no vigilante roa de Crespo n, 7.
Enfeltes.
Koques com caixos e de novos penteia-
dos.
Trancas prets e de cores, e de todas as
larguras, com vidrilho e sem elle, para en-
feite de vestidos.
Bicos de seda com vidrilho e sem elle.
Gravatinhas de velludo para senboras.
Gravatas e mantinhas de seda para ho-
mem.
Gravatas brancas muito finas.
S no vigilante ra do Crespo n. 7.
Volt tahas para avemtmaa.
Voltinhas para meninas.
Pulseiras para as mesmas.
Correntes para relogios, fingido cabello.
Riquissimos sintos, fiveltas e fita> para as
mesmas e de outras muitas qaalidades.
Riquissimos pentes de taataruga.
Fitas de velludo de todas as largaras.
Lindos eofeites para vestidos, chamados
Ghrisptaane Margante.
Riquissimas flores para vestidos e para
cabeca.
Capellas com caixos flor de laranja, pro-
pinas para noivas.
Meias de seda para senboras.
Ditas para meninas.
Riquissimos chapeostnbos e touquinhas
para meninos e meninas, meinbas e sapati-
nhos de seda para os mesmos.
Lindas sextinhas e bolcinhas para bracos
de meninas.
Metas prets de laia.
Lindos aderecos o brincos.
Aderecos completos preprios para luto.
Lindos port jotas e port relogios de dif-
ferentes tamanhos proprios para um deli-
cado mimo.
Riquissimos livrinhos com capa de tarta-
raga para missa.
Aderecos de flores.
Riquissimos aderecos completos, sendo:
voltas, polseiras, brincos, alfinetes, grampo
para cabel[os; tudo isto feito de todas as
flores de ultima moda em Pars.
Ora vati o has.
Tambem ebegaram bonitas gravatinhas
com flores, e com alfinetes proprias para
meninas e senhoras.
Rosetas e brincos.
Riquissimos brincos e rosetas inteiramente
novida le e tudo de muito gosto.
Touquinhas.
Riquissimas touquinhas de linho e seda,
ponto de corx ricamente eafeitados e de
muito gosto.
. Fita.
Riquissimas fitas de chamalote, sendo: ver-
de eamarello, tecido na mesma.fita.
Agulhas de marflm.
Tambem chegaram as mui desojadas agu-
Ibas todas de mariin, para trabalhar em 13a
e sem corx.
Sextinhas.
Tambem chegaram bonitas sextinhas de
palha fina, proprias para meninas.
S no Vigilante ra do Crespo n. 7. .
Hspelhos.
Riquissimos espelhos grandes e bonitas
molduras proprios para salas ou lojas assim
come outros de differeotes tamanhos.
S no Vigilante, roa do Crespo n. 7.
Para os pas de familia:
Verdadeiros
Collares Royer
Electro Magnticos Anodines
Ou Collares Anodinos, para facilitar a den-
ticao das enancas contra as convulsoes
das mesmas, a estes collares nos escazado
fazer qualquer recommendaco, visto a
grande utitidade que tem produzido quelles
pais que os tem applicado em taes circum-
stancias pois nos parece que nao haver um
s pal ou mili qae por este meio nao quei-
ra per termo a taes soffrimentos de seas
filhinhos visto ser um mal que tanto os
flagella, pois a estes collares acompaoha um
folheto que eosina como se deve applicar, e
vende-se na loja do Gallo Vigilante, ra
de Crespo n. 7, pelo preco de 40000, 5#
e 60800.
1 1 .^R.
VENDE-SI
OBS otilit d Jacaranda' a Luii XV, atoa di
de amarello do reamo ftxtfo, wnio obra multo
bem feta, de aorado nom frcwto ereconheeida -
lides. Igoalmenle se vettdn palha apparelbad e-
ra empalbar- por menor preco qo em 001ra qoal-
qoer parte; na eambda do Catmo n. ($, loja de
marrenelro _________
Hiteral
SAMT GEORGES
MHABLT &
alemUiiliii 4***.*
Can Tapida kn
welmiti aegneate:
loan*,' marrk*t, pUm-
rmi*, f pmif-fvrut fnttitf-
fdet, irritaf**! m
brofi*k* de netmt
4rmukiu,phHiic*fti
r, atina, pmh
ia,mmai,mmjff
Us,Uiuckr Tecwieadae o menas
mmellestea pastilha* pette-
- d'aofne* laoreiro-
A venda na pharmacia de P. Maurer d C
Francisco Jos Germann
|RA NOVA N. 21,
acaba de receber um lindo e magnifico sor-
timento de ocnlos, lunetos, binculos, do ul-
timo e mais apurado gosto da Europa e oca
tos de alcance ?ara observares e, para o
martimos.
pista nitepE nr < aeiu

SmnkHi
|Mt4afwh, .
MU utri vttt m ntnt ftunm
1 mffHmm fithmtnit

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Vwit. {Fw. wirt. uumH ~m >WciJ
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Amorto aomsnos Santos 4 t^W
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j lN/iiOD P ote!
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Tzsssagsnm^
a vapor qae
PIIOSPHATOdeFERRO
ltASBOTTOREM!
INSPEC70R DA ACADEMIA DE PARIZEt
)-MiatemetiaMi>mltai>'atiu4et>tte>e>
aente o Phmp**td4 t>rrM L*mt;utvmwi-
ddM>medieae de mude inteire adeeuraa-ao
(MfUttkilade aem ifnal nee anaaes da acieneia.
**lWu,tSP**?* #rf!^ #!# *!?**
meeUmU eewneate. E' o _
lnoia da aande, e declarad* ui
tae e pelu aetdemiu a tedot
"-beeao, '
den
os, que alo
bem qu alo eanegreoe a beea e dentad
psito na piwrmacia de P. Ma
A venda na pharmacia de P. Maurer
e C, em Pernambuco.____ __^____^
mWWTS0 SfiGWO
Rna do 4ielra:Mlo n. 4, loja de
niiudezas
DE
Jos Bigovnno
Carriteis de reteozjde todas as cores a 80 rs.
Frascos d'agea de Colonia moito superior a .860 rs.
Frascos de o eo mu lo lino a 500 rs.
Barajos fraocees muit Biio a 160 n>.
Pecas de tranca branca de caracol a 60 rs.
Duzla de tejaras p-quenas a 480 rs.
Fraseos d'agaa para limpar denles a 500 rs.
Caiaa com colxeies fraocetes a 40 rs.
Redes preta lisas para segurar, cabello a 320 rs.
Continua queimar tudo quanio tem em seo *;.
labeleci ment.
Pares de sapato de t pete a i jOOO.
Dqzik de pennas de ac muito finas a 60 rs.
Caixas de lioba do gaz de 30 novenos a 600 rs.
dem de Unhas do gaz de 40 rs. o novello a. 700 rs.
dem de palitos de seguranza a 20 rs.
Lencos de cassa com barra a ICO rs.
Duzla de facas e garlos de cabo preto a 3J800.
Masso de palitos Iludo para dente* a 120 e 160 rs.
Pecas de entremeios moito finas a 500, 600, 800 e
UOOO.
Garrafas de agua Florida verdadeira 140(0.
Baados do Porto de lodis as larguras e todos o
precos.
Sylabarlos eom estampas para meninos a 330 rs.
Memento da roupa de lavar a 108 rs.
Novas cartilhas para meninos a 160 rs.
Dnzias de meias multo finas para senhora a 40500.
Agulbas fraocezas a balao (papel) a 60 rs.
Pares de sapatos de tranca e tapete a 1500.
Pegas de fitas de ia de todas as cores a 600 rs.
Grozas de boioes de porcelana praleados a 166 rs.
Gaitas com alfioeiies Irancezes a 80 rs.
Caixas de 100 envelopes muito finos a 600 rs.
Pregos francezes de todos os tamaobos (libra) 340
ris.
Resma de papel de pese branco liso a if.
Frasco com superior tinta a 100 rs.
Grosas de pfiesphoros de gaz a 2JW00
Pares de boioes de ponlio multo bonitos 80
Lionas em esrlo de 200 jardas a 100.
Caita de superior linba do gaz com 50 novello
700 rs.
Haleeiras de conta para meninas a 320 rs.
Talberes para meninos a 240 rs.
Caixa com superiores iscas para charutos! 30 r*.
Masso eom superiores grampos a 30 rs.
Grosas de pennas de ago muito finas 330 rs.
Bonets para meninos a ij>.
Pentes com costa de metal a 400 rs.
Capachos compridos e redondos a 500 r?.|
Realejos para meninos a 100 rs.
VENDE-SE
Motores americanos para dous cavados.
Di 10 dito para anairo di tes.
Machinas para descaroeat algodao de 14, 16.
18, 20, 30, 35 e 40 erras.
Prengas para enfardar algodio fazendo os sac-
eos com seis palmos de comprmeme, com o peso
de 150 e 200 libras, viudas ltimamente da Ame-
rica : no armazem de Henry Forster dt U, no caes.
Pedro II n. 2 junta ao Gabinete Portofat,
GAL DE llOA
A mais era qne ba ni mercado : vende-se
trWHB de David Ferreir BalUr, rna do Bra
n, 66; barris de 4 arrobas, lod* em pedra. per
la^de t ditas, hermticamente fechadas
- '......." 1 '' Oij
Formha a $$.
'Veode-te-rae* o faifnfl de mandioca
roa da Madre de Dos n. 5. *> i'TOT
--------------_
2~*
Pescada e tainha em salmoura. batre e
cena.
Vinlio de Perto sepe ier om caia de
dozia.
VtaM efriptorio de Antonio Lnli da
Azevedo dt C, no seu escriptono roa da
Acba-se a' v<-ada oa roa do Imperador n. 15,
deJroot! de S. Francisco, o Nmnmmo Hez delta-
antifi ran ia*' edic% ornada eom muilissimas grava-
t. em Peroambaco. ?531 rfa^fcrme-n** eeicio de Coimhr, correcu, e
_________.ll>. .1 HOUi H "WW'alai0* *n1wn UST contend feWrrftddiig;Tjes e cinco per des* ownanbecef al aoamlleeei^iflMk),y
rl^^^*M^.s?'Kfl!Wrb,w*>9 orMKd* r* ,i^.aaaadiia.e*B^.SE
fr roa4)aitetdo, tajaNle' AeVeo 4 Irmo. panha o [.. m exemptar dMoete^en5 "*
- idsu.
r ( m
.U .a seac" b ti *n acie-iei
l'raaT-
laq g tW >n
S
'VaiHie vinho
tMtttaui: em casa de isset 1
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7
)
V
l.rl.4erb.. Tere* letra a 4e are. e 867.
lemedies de Dr. J. C. lyer, ex-leate
daWiversidade de Peasylvaaia, nei
E8UdS-(]li^8. .
" ana *yer
* Pili nal ato em Ja.
miedlo p>r> aezea.
Fllalae ea (baruca*.
O deposito central para as provincias
Pernamboco, Aljjoas, Parabyba e ''"Rio-
Grande do Norte, destes remedios tifo fa
voravelmente conhecidos e acolhidos em
'.odas as.partes-da America do Sul e do
Norte, acha-seem casa de Thetwl chria-
tlaataeja, 16 rna do Trapiche eai
PeraMiMkbtieo.
Os oreos de
33S por duzia de estricto de MMa^afCflaa.
27 27j pordoTfrilflta pin sezoes. '
74 por duzia de pilulas catharticas
b enteedem fe Jiahe-lrer -rlaca, con
o descont de 5 par cento m qoantkradei
de 6 a l duzias, e de iO por cento em
yiantidades snperiores a 1,2 dorias.
_.
Perfamaras ojotos,
A aotiga loja de (Maderas a roa do Qoeimau j
i. 16, recebeu doto sortimento de perfumaras
sendo fines extractos e essencia concentrada, chei-
rosagradaveis para lencos, teos sorfine, pblleo-
me, e babosa para cabellos, banbas e cosmetiqus
tambera para os cabellos, pz de coral e hygieoicos
I* '!
Alm do griinde sorthneoto das melhores machinas, americanas para 'desca-roca
algodlo. de 10,*t, ik, lt$, -!8, 20, 2,''2,; 30,' 35, 40 elM^- ueste- establecimefrto Ja
encontra mais o seguinle:
Azeite de espermaceti. propria para machi-]
as.
Vapores de forca 4 ;fr ai 4 catados. "*
Serras a valsas para machinas.
Mndese todos os mais) pertences para as
mesmag.
Carros de iao para aterro.
Gylindro para padarias.
Deboihadores panuniRto.

!( *-'
dem para milho.
Escadas de madeira

comprar.
Grax econmica.
Em cantabas, latas e barr?, a' loja de miadsas
a' rea do Queimado ?. 16, recebeu aovo sortimen-
to-dessa boa graxa econmica.
,, hipara bardar,
A loja de miadesas a' roa do Queimado 'd. 16,
reeebea novo sortimento de laa oa de bonitas co-
res, e como sempre vende a baratamente, e o sor-
timento a eontento do comprador.
Bonitas caixinMs.
De maten a cora enfeltes doarados, e oolras de
melal para.guardar joias. Veodeni-se na ruado
Queimado loja de miadesas n. 16.
Eafeite e grinaldas.
Na loja de miadesas a* roa do Queimado o. 16,
americanas.
para denles, opiata Ingleza e francera para itos,
saboneles em barras quadradas, ootros era calii-
ilhas^ e Qiros fe bollas transparentes pira ms,'e ,
*N*Nstoi4atj,emtoi*iotiisdeteu^per*bav Arafos imencanas.
ba, agua da colonia de superior, qualidade em fras- '-arrinhos proprios para armazens.
eos de diversos lmannos e pregos, agua ambreada Moinbos para refioaclo.
para baobat a refrescar o ros lo, agua fJorLda ( da "
verdadfra) tnico de Kemp, e molas ootras per-
fuaiarias que a vista- da boa qualidade e commo-
didade de prego?, o comprador nao objeetara'.
Meia pretas 'de la e de laia.
Pura padres.
Vendem-se na teja de mtudezas a' roa do Qu
mado n. 16.
Para baptisados.
Bonitos "cnapeeSTnTibs eflTSTtaaos, sapatinbos de
setim e merm, bordados e enfeitados, meias de
seda, e fio d'eseooia para ditos. Vendem-se na le-
ja de miadesas a' ra do Queimado n. 16.
Bicos e rendas das ilhas.
A loja de miiHlesas a' roa do Queimado n. 16,
reeeheu rjovamente outro sortimento daquelles boas
efees) conhecidos biccs e rendas das ilhas, enja
forlido, e segoraaca de tecido, Ihes da' immensa
dnragSo e os otfferentes Hns a que acertadamente
sao applicados fazem a grande procura, e prompta
extracto como constantemente tem acontecido ;
assim pois eoicorram os preteodentes, que a vista
4a commodidade dos precos nao objeciarao em
Gaixas com video sortidos.
de todas as qualidades.
Bombas d japyz.
dem americanas.
Ferros para engoramar a vapor.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tioas de madeira.
Baflaios e cestas de vergoinha.
Guarda comidas.
Peneiras o'rane para padarias e refmacfs
Correles para almaBjarra.
Machados e facoes americanos.
Barricas com milho branco americano.
HHfifiBlfS
MWBUCO
MALOJABARMAZHH
ao
oa daln?.peratriz nKQ
GAMA &
'^pWotlUtrros-deste grande tibeieclment
* .f0WM,aPiwxiow assado vendido>*ruae
221 */Ms faiend,s como baviam dnonnciado,
vwTeswvido coniinuar a vender anda mais ba-
to aro intodftXOfjajiltmito que fixeranj' em
sujs raxendas por occasi'. do balaceo a.que pro-
eeder*jrSf de eeembro ultimo ; porm para
satufizer e apresentar ao respaitavel pa-
A OOra.
para luto, veaule
FtTla.
Vendem-se larlnbas pttus proprias para loto
pato baratissimo profOfri UiO re. o ceeado: aa
loja e armaiem do Pavio roa da Imperairix n. 60.
e fama & Silva. ^
C!reliea
Paracadeiras
Paraso/is
Para camas
Para presentes.
Chegaram s mais ricos pannos bordados a ero-
eb proprios para encost de eadeiras que se
veadem a 2J800 e 3*, ditos para encesto de sof
* $t *"08 proprios para cobrtr almofadas a
J*W0 e ditos para cobrir presentes a 2*500 e 3*:
na loja do Pavao roa da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma 4 Silva.
ifovos vestidos Poil de Oh-
vre a 16W00.
Na laja do pavo.
Chegaram pelo vapor do dia 18 do correle, o
mais lindos cortes de poil de cbvre par vietidos,

cados gestos tanto em lislras cerno em flores solas
e vendem-se pelo aarattsstme preco de 164000;
tendo cada corle 18 covados, isto na loja e arma-
lateadas wm do pavio aa roa da Imperatrix b. 60, de Gama
* SUva.
Os espartilbos do Pavo.
htico m.Z w**uf m npwia>et pu- mais uaos cortes de poil d<
ea^?dXnL0S0S freaeLeJiau> ?fr---wndo faieoda interamenta nova no mercado, ten-
tdaH*nn^^T^" ^"12 sortimento de do esta fateada basUnte lustre com os mais deli-
,0r**s ,2LvHs! M d* mais aPnralo loxo, nao se tem
'pnoBMcnaeseoliirdeltas, limitando seos lacros
"2f"*B contOw Cuntiaaam.a dar hiendas
Mird* nr Wsa1(tesKrmas. fatrilllas.
'^rrande pichincha
S'na laja do Pavo.
.o;'en<,Ieise "' variado orttaento das mais dell-
Irlft 'rDW,,!^,4aD0 cem primorosos
*eado%tt'afnda- titear, e vende-sepaio1 ba-
"^'rW'toaWwis o coTido, poUterllto
grande pecbieba na compra, se nlo seriara para
maito roais dinbeiro, isto na loja e armaiem do
Iva?"" "' d* Ia,peralrix > 60 de Gama dr
'
ni

I

:
RUAOA.0ADEI N.-47
A dlnhciro
Roupa feita era porejo e a retalho por preco muito barato, que a vista paderao
avahar da reatktode. -------

t (izen das .
Lindos bales de musselina, nao sJo baratos; bales de reos estes sim, sao ba-
acbarao os apreciadsTes do bom am bello sorti- j ratos, lindas chitas escuras, cambraia modernas com lista ao meio, cazemiras em cortes,
^^^m'^^Sl^l^^^. conarinkosaGa.our,relondasr ehdadas. chales rendados, chales de merino
noivas, eaixos de flores linas para enfaitar os ves- Prefos. finas chitas largas para coberta, superiores meias Dglezas, sao caras e boas, su-
tidos de ditas, e mnitos ootros"objectos, e todo se perfores camisas de flanella branca, para evitar constinaces, bom bnm brancorpara cat-
,ecos .??..!^!?.??8_0_??!!E?dw W' ^ muitas ootras fazendas e roupa feiUs, que todas se vende muito barato a dinbeiro
Algodoiinho a 4^500
' VeaWWe-sttpferibres pdeas Ue'algod5oilDho' com
WiUrtafi, aend anuito boa Meada, pelo barato
SSSi.HrS? Da loja e artDa"m ^ Pavo, na
tof aJnfcfeftrtf I* D; 60 de Gama 4'Silva.
Caaibraias Haaw do Paro a 80500,
i. v u -i. rMQ e um.
venae-se um grande sortimento das melhores
cambraias transparentes, tend 8 varas e miafa-
%SS^IiMc9l bmmt W*eos de 3#aoo, .4#000,
^i^om-^ftisiWp^a.fpndmals w tyWfj*Wi-l*MOt>MO() e 10,5000 ; ditas
Victoria a 6*000 7#Ko e *00Q ; ditas largas com
8.palmes e lartanra 1*000 e 1*280 a vari, sen-
do preciso apenas, 4 aras peraf vestido, allfenden
00 a '"gura ; ditas para orr'o mnito encorpadas
a 3*200 a peca : na loja e armazem do Pavao na
rna da Imperatrizc. 60, de Gam> & Silva.
Para cama de noivas vende o Pavo
Vendemise ricos corondos bordados e adamas
pados proprios para camas e fanellas' peles baratas
precos de 8*, 10*000, 16, 20*000 e 25*000 ; so
perior damasco de la nTeltado a imita^o de seda
proprio para eolenas a 2*500 o covado; ricas eol-
cjjasde croch- peKfTJaratrsnBIO preco de 10*)
12*000 : isto na laja e armazem do Pavao na rna
da Imperatriz n. 60, de Gaaw& Silva.
Grande pechiheba em chitas.
Vende senra'grifide sortrmentd de ebitas escb
f*s e legres franeeeae peles baratos presos de 320,
360 e 400 rs., sendo com os padroes mais bonitos
qne tem vindo ao mercado com listas e flores etc..
t c.; garantindo-se serera cores fichas : na loja e
armazem do Pavo na roa da Imperatriz n. 60, de
i Gama,* Silva.
Oschales do pavao a 2eoo e 25oo rs.
Vendem-se hales de merino estampados a 2*
e 2*500 cada um.
Ditos de merm liso a 3*500.
Ditos estampados de crepen i a 6*, 7*. e 8*000.
Ditos pretos bordados com franja de seda a 14*.
Ni toja e armazem do Pavao na ra da Impera-
triz n. 60 de Gama & Sil va.
CULOS
Pomada-fiaJopeau-para a auaegao e cura ri-
tma a completa dos callos dures,sem a menor dor,
venaesena
Baranda e dragara
HartheiaBBea Oaaapaalila.
" U-auAUMAOOBOUBIO-34
Uotco deposito.
7 Vendaaxe doas liadas mocmfeas" idade 13
ai* aanos, doas eseravas com habilidades : na
r ateto do Garmo n. 1.
VndeseTtafeeraa do largo d^Sa^ijTCra
0. lo, em cooseqaencia de cada vez se aggravarem
rois es padeeimenlos phvtieos do dono da mesroa,
por enja cama v-se forcado a. vender a arawco
por menos do que d'aotes pretenda.
Panno de algodab trancado, da fabrica
FerrSo Velho, na roa da Cadea n. 4.
Escravos fgidos
Aqs capites decampo
5.s0i de f ratifica sao
No dia 13 do correte a m lie, fogio da casa *
do abeixo assigaado, na Capunga, o eseravo de
noroe Victuf, com os vsnaes seguintes : cor
fola, cabellos earaplobos, olbos peqo^nos, nariz
chato, bocea graede, rosto om tanto redondo, sem
Vendem-se nma grande e variado sortimeato de | barba, que represla ler 17 aoooade id.de, atto-
esparttlbos dos mais bem feitos qne tem vindo ao ra e corpo regular, ievoo vestido, camisa de algo-
mercado, sendo de todos os tamanhos, vendendo-se *
por um preco moito razoavel : isto na loja do Pa-
vio na roa da Imperatriz n. 60. de Gama & Silva.
do branco, c caifa de briro -, qoem o aprehender
leve-o casa de Lehowon Preres, aa ra do Cres-
po a. 16, oo na roa do Imperador o. 43, 2.* andar,
Lencos bordados a itJOOO e 14600 na loja do ose ser generosamente recompensado.
Pavao.
Vende-se bonitos leoclnbos bordados para nao
pelos baratisslmos presos de 1*000 e 1*600 cada
itn a* a" IBi >,|9J< e armazem do Pavao na rna da Impera-
trian. 60, de Gama 4 Silva.
Altada)inhft infestada
Ven^e-ee soperlor alpedioiinbo entestado,-moito
encorpado, propria para lences. por ter 8 palmos
de largara, pelo baratissimo preco de 1*000 a
tara.
Dito eom a mesma largara, sendo truncado e
moito encorpado, a 1*180 a vara, assim romo pe-
cas de dito de urna largura so, rom 18 Jardas, a
4*, grande pechiooba : na loja e armazem do
pavio, na roa da Imperatriz o. 60, de Gama
SHva.
*rim sarda a 720 rea
Vende-se superior bnm pardo trancado de linhn,
sen^o escaro e alegre, pr -prk para calcas e pa-
tetols, pelo barato precede 720 r?.a ra, assim
como moito soperior para 900,, 1* e I^OO a vara;
dito branco 'de linbo trancado a 1*200,1*100 e
-1*600, e moito soperior a 2* a vara : na lojae
armazem do pavo, na roa da Imperatriz o. 60, de
Gama i Silva.
Cassas fira acetas
Vendem-se as ma>s bonitas cassas francesas para
vestidos pelos baralissimos precos de 24u, 2u e
320 rs. oeevado, assim como buatW orgauuy com
assento branco e palmas com listas a corea, pelo
baratissimo preco de 300 rs. o covado ou aSU rs.
a tara : na leja e armazem do pavo, na ra da
Imperatriz h. 60, de Gama di Silva.
Cassas granadinas
Chegaram as mais bonitas cassas francezas com
listas largas tanto ao compndo como enviasadas,
sendo os padroes maig benitos y ue tem viud ao
mercado, e veodera-se a 800 rs. a vara : na loja e
armazem do pavao, na roa da imperatriz u. 00, de
Gama & Silva.
i.
t
i
xperiente, nao se atrave a objectar a respailo.
Babadintios bordados, ntremelos ditos.
Todos de Qna cambraia e delicad s bordados.
Vendem-se na loja de miadesas a' roa do Queima-
do n. 16.
Plomas brancas e de cores.
Vendem-se. na loja de miadesas a'Toa do Quei-
mado u ie. ..
Franjas
Com borlas e sem ellas, para corlinados, toalbas
ele. Vendem-se na loja de miadesas a' ra do
Queimado o. 16.
Boas e bonitas fitas.
Lizas e lavradas, larga- e estrenas; vendem-se
na loja do mludesas a' roa do Queimado n. 16.
Benitas eafeites para vestidas.
A loja de miadesas a' ra do Qaeimado n. 16,
esta' recentemente provida de moi bonitos eafeites
para vestidos, sendo bicos de seda unto bramo
como pretos, de diflerentes larguras e com vidri-
ibos, oo sem eiles.
Trancas e galdes de seda dos oltmos gostos, di-
tas com vidnlbos, pretas e brancasededifferentes
largaras e gostos. Fitas de velludo pretas e de
- cores, com lista uas relas. E assim omitas ootras
cousas de moda e novldade, e tudo par precos to
commodos, que o comprador Oca satisfeito e.ne
objecta a comprar.
Bailas de borracha.
De diversos tamanhos para brioquedos. -Ven-
dem-se na loja de miadesas a' roa do Queimado
* m GAZ GAZ
Chegou ao aotigo deposito de Henry Forster &
C, ra do Imperador, um carregamento de gax de
primeira qaalidade.o qoal se vende em partidas e
& retalho por menos preco do que em ouir qoal
quer parte.
a vista dam-se amostras e mandam-se levar as casas.
_____________________
1 51 '


'



Lourenco Perirai Meudes Guimaraes.

...
.
A
m

>?
"

Rival sem segundo.
Ra do Uuelmanon. 419.
Quer acabar cam as fazendas baii
mencionadas.
Qoeiram vir rer e qoe keai e baratista.
Libra de gomma de milho a 400 rs.
Toalbas de labynntbo com bico, faienda boas
3*500.
Carretela de liaba com 100 jardas a 30 rs.
Grvalas pretas e de coree moito Unas a 500 es.
Gaixas de e^reias de massa muito novas, 40 rs.
EuQadores pira esparlilbo de cordo e fita a 6*
ris.
Carreteis de liaba Alexandre eom 400 jarda* a JO
rete.
Aesiaas da papel almaco muito bom a 2*508. |
Frasco de ole 3 babosa a 320 e 500 rs.
Ditos de dito higienifae verdaeiros a 1*000. .,
Ditos dito falso a 800 rs.
Ditos de macacar perola a 200 rs.
Sabooetes moito unos a 60, 160, 200 e 3rs.
Ditos de bolla muito Unos a 240 a 320 rs.
?l*as para rap om bonitas estampas a 100
Ortxas d# palitos a balio a 40 re.
Miadas da liofea 4rmx para bordar a 20 n.
-Varas.dar^r4awrae*parttlho,J0r.
Frascos com Unta rOxa mallo boa a 249 e 310 n)
Pentes volteados para regeap cabello de meniaa>
3.
Fraseas de macaca' ateo iDtitea\*tjain.
Abotoadoras moito Unas par^eoltetesa4S08ra,
Cartdes de Itoha branca e de cores a'JOrs,
Unra drf,iii>prrtaip*mr*100 rs.
Cartas de alfloeies rancezes eom 44 paites
120 rs.
Escovas para tato, faieoda boa, a 800 rs.
Proprietario das^jas e armazens da-Arara,
roa da imperatriz os. 86 e 72,
tendo reeebido peto olilmo vapor da Europa diver-
sas (adoras de fazendas, como seja : grosdena-
plo preto, sedas pretas e -de cores, morianliqae
prelo para vestido de enhor?s, pannos finos, ca-
semlras pretas e de cores, bnm i de cores, panno
de lioho, chitas de monas qaalidades, m dapeldes,
algoddes e ootras moitas fazendas que avista dos
compradores se dir, para ver a qualidade e preco
como se vende, s as lojas e armazens da Arara
roa da Imperatriz ns 56 e 72.
Vende-se algodo a H a peca.
Vende-se peca de algedo a 3*. 4*, 3*, 0* e
7* : na roa da Imperatriz rmaseos da Arara ns.
56 e 71
Chitas a 16o o covado.
Vende-se chitas em reulbns a 160 o covado, di-
tas 'd cores flxas a 200, ditas franceses finas a
280, 320, 360 e 400 rs. o cavado : uas tejas da
Arara, roa da Imperatriz ns. 56 e 72. <
"TltttlwJ^
i
Mal
Latas eom gas e 1* qoal idade.
Barricas eom tartnfea de mubo mallo nava.
*****
m. 00:
.
^
Sae^Hi-grandes coA faraite boyar-tfff'Aeabari. a Acab* d 'eebr om magoince sortimeaio H<
iff^/m wm nrai novo,p*.a acaoar, a gn^Mf^vli^^IV^J^JS^^JS
Barris com pregos amertanos.___________
Tdfutdos de .ffiro galvanUa
dos
lsam.
Pa no preto,para a, quaresma a {,600 o
covado.
Vende-se panno preto para calcas e paletots a
1*600,1*800, 2*. 2*500, 3*. e 4*, o eovado : na
roa da Imperatriz, luas -da Arara ns. 56 e 72.
LiazhAns para vestidos a 240 o covado. :
Vende-se lazwbas .para vestido de sennora a
310 o 400 vndese ditas de listas trans-
parentes a 310 o eevado : na rna da Imperairit;
os armazeas da Arara ns. <56 e 72.
Grosden?ple preto a i ,600.
Vende-se grosdeaapie prelo para vestidos, a
tiqoe preio para vestidos a 1*500, .t*800,o epb
do : as lojas e armazens da Arara, ra da1 Im-
pratrxs. 56. (31 n
Corles 4e cwiavra preta a 3,080.
Vendase cortes de casimira preta para calta a
3*. 3*500, e 4*.; corte dei'brtm pana cafa Ida
Bareje com listas para vestidos a 32o o
__^Afittdo.
Vndese bareje transparente para vestido (de
sepbora a 300 e'360 o covado, linzmba para vesJ
tteos a alD edaO aovado :i raa> da Impera
irix^s. 6 a 72.
""" '"
Arara vende os>bal5es a 2,000.
Vende-se bolees para senbera a 2*000, 3*500,
3^500 e 4* ; as lojas da Arara, roa da Impe-
ratriz ns. 56-e 72.
Meias para meninos a uoo o par.
Vende-se meias croas paramenino a 500 o par,
ditas para- bomnn a 3*500, 4, 5* e 6*', ditas pa-
ra senbora a 3*. 4*, 5* e 6*: as lijas arma-
zens da Arara, roa d Imperatriz ns. 56 e 72.
' Mocambiqne a 4oo.
Vende se orna nova faienda por nome roosom-
bique, dito com palmas de seda para sepbora a
400 rs. o covado : na roa da Imperatriz, lojas e
armazens da Arara, ns. 56 e"72.
Madapolao entestado a 35oo.
Vende-se peca de madapoio enfesiado a 3*500
e 4J, ditos de 24 jardas 4*,' 6*, 6, Ta,-8*
F4ZENIIAS PRETAS
Para a qna-esma
3a loja do PavSo
Grosdeoapies pi etos
1*800,1*000, 2*500 e 3*000.
Vende-se superior grosdeoaple pretn moito en-
cornado pelos baratos prtcos de 1*800, 2*000,
2*60 multo encorpado e largo a 8*000, 3*500 e
4*000. moiriantiqae preto a 2*800 e a 3*000,
sedas pretas lavradas moito boa fazenda a 2*000
o corado, de todas estas qualidades, do-se as
amostras com penhor oo mandara se levar em casa
das Exnrts. familias para esr.olher, isto oa lojae
armazem do Pavio, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Pannos pretos.
Pannos pretos.
Pannos pretos.
, Na loja do Pavio.
de,2*000, 2.500, 3*000 e 4*000.
Veade-se om grande sortimenia dos mais fios
pannos pretis, tendo de todos os precos e qualida-
des pelos prf eos seguintes: 2*000. 2*500,3*000,
3*800 e 4*000, titos moito soperiores prova de
iinjo a' 5* 00, 6*000, 7*000 e 8*000, lodos es-
tes pannos garante-se a muita duracio, assim
como a eonservaeo das cores, na loja e armazem
do Pavo, roa da Imperatriz o. 60, de Gama &
Silva.
l* ; jia roa da Imperatrli, tejas da Arara" ns.
56 e 71
Lencos braneos a 2ooo e de cores a
t,ao. -
Vende-se teneos de casias cem barras de cores
a l*6n0, dilos todos bancos a 2*, 2*500 e 3*0*0,
ditos-de lioho a 5* eO*: na roa Imperatriz, le.as
e armaaensda Arara bs. 56 e 71
Sedas novas e bonitos costos, a I44oo.
' Vende-se sedas de novo gosto a 1*400, 1*600 e
1* o ovado : as lojas do Arara, roa da Impe-
raulz ns. 56e72
Golinbas a 2oo.
Vendfl-se golinbas para senhoras e meninas a
i 200 e 320, .manguito e gola de i Itabo a t*te 1*600,
corpinbos para meninas a i*, ntremelos bordado
a 1* a peca ; roa da Imperatriz ns. 56 e 72.
Bramante para ences a %IO#'vdra.
Veaoe-sa bruraanle oom 40' palmos de largurai
proprio para Jenees a'?*40O *lfl0Q e 2*800 rs.
a var. ; panno de Hnho a 640 720 rs. avara :
as tejas.da Arara n. 56 e 7..
oupa feita nadonl.
DI
Gasamiras pretas a 6, 7<> e7^S00.
Vendem-se Qnissimas casemiras para caigas pe-
los baratos precos de 6*, 7*, 7*500 o corte, ditas
muito finas a 1*. 1*500 e 3* o covado, grande
pecbincba : oa loja e armazem do Pavo ra da
Im eralriz o. 60. de Gama & Silva.
Alpacas e princeas aa loja do Pavao a
560, 640 e 720.
Vende-se alpaca preta lisa muito boa fazenda a
560, 640 e 720 rs., ditas de cordo moito soperior
a 800 rs. o. ovado, princeza preta eocorpada a
720, 800, 900 e 1*, assim como um grande sorti-
mento de hombazinas e canlo preto que se ven
dem mais parales do, que em oolra qualquer par-
le : oa loja e armazem do Pavo ra da Impera-
triz i. I; de flama" & Silva.
'
Paaloto.
Vende-se superior merino com 6.palmos da lar-
gura proprio para vestidos e ootras obras por ser
muit"> leve a 2* o covado, soperiores bombazioas
e canifrs sendo lazenda to propria para vestidos
como para roana para bomens, laazinbas pretas
lisas, cseas francezas pretas tanto da lislras como
com palmas a 560, 640 e 800 rs. a vara, chitas
prrtas tanto largas cerno esireitas que se veodem
por precos baratos 11 nai leja l e armaiem do pa To
roa da Imperatriz o. 60. de.Gama 4 Silva.
Meias casemiras a 2 Veodem-se! SoarteroS ewaw-de y Has' edUndraa
escor.s cam metalas de seda e sem e>la pelo bara
tissimo preco de 24 o corte oo a 600 rs. o covado,
seodi ftteadaproar la pira alcas, pteMs e col-
ladaaalaa
Grande sortimento'de -sedas
Pareles ~
4
de
no i4#aoa, e 1* **"*<"*- *g. f
!
i^almperaute n. 60, de Gama, & Silva
'w^6g^tio para meninas
Ltuinaaldi !T: 'i '""' "'
tr f> .........
Noticia ao publico
rke aa carvH to ^at .XSIt^SISTtai
-yend^aeagwa na fttbrica doat d'es iv?o, a^orguiodeseda a 3*00t.
cidade,coke,votjoeawioidoiiF, d priaera ianoja)a,aViayanka>i Jlaa naraa ^trnaart
^,VaaWaa1e.;i>r.arioc*ajra;,aadP, mda to^^+WfjZ"*^.^
necear,ww^r^ ^^^i#t*i^termd itea
iam cosmbas, pasrias^. caldeiras de vapor. 4a7w^7!^lrM^
Tosi f.eod. .Wi-ir qoe v.nde a 1*600 o cova-faj"", Recebem-se OTdeOSIW mo eom ..Tranj. *&EJhmm7
d^sflara acatar! morantUnet de rices deserta tlktofo'to tHpt9t**oty* Taa do ta- ttmpa* mnlt finoi a ttaBO, W*Wff**
a 5* 1*000 7*. 8*e0*-, calcas de casimira U.jaraaa *!*. 3W0e4AdilMeW4>l , pnaa e de cores a 5*0 0,6 t ; -aalteup de a 6a 7* e 8*, ditas muito saperlores a 9*. ditos
casimira nrrtoa, ^*r#a.a.3^^.3aMp iz.po- de 40 Jarda* a 560 e 640 rs. a toJaV^las'ipanttr
para andar por casa a {f*. RHa da imperatriz. K* 72. ^!&^^A^A 0
----------------------------------r-rzrrrr:.----------1 ^,iiBaajroi^naaa>aa da parta, na
TiTitelmneraukr. n. W, de Gama, & Silva.
Orgady branea i
Vende-se o mais 8oo organdy branco com pa-
droes miudiobos proprio para vestidos, pelo barato
preco de 1* a vara, assim como pecas de dito
com 8 1/2 varas a 9*, fluissimas pecas de cam-
braia braoca da Bscossia enm 9 varas, teodo 5
palmos de largara, a 7*, 8*. 10* e 12*, assim
como outras moito mais baratas : oa loja e arma
zem do pivao, na roa da Imperatriz o. 60, de Ga-
ma i Silva.
Alaaeas de cares
Cbegou om grande sortimento das mais lindas
alpaeas de cma s cor, tendo entre ellas as cores
mais lindas qoe tem vindo, a 640 rs., ditas tam-
bero s de orna cor porm lavradas a 800 rs., di-
tas brbantes com os mais irados desenos tanto
miados como grneos a 600 rs., pon cbvre ou
laazinba transparente com listas de seda, sendo o
padro mais moderno qae tem vindo ao mercado a
19 cada covado, graode peebiocha : oa loja e
armazem do pavo, oa roa da Imperatriz a. 60, de
Gama & Silva.
Boleas para 85000 e 10*000.
Vende se maoeiras boleas de tapete com caixa
de conro, proprias para roupa eogommada e mul-
to proprias para quem viaja am eamlnbo de ferro
pelo barato pr. go de 8* e 10*, assim como ditas
sem cala para barato preco : na loja e armazem
do Pavao, roa da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Peehlncha a 30500.
Cortes de ca sem ira.
Vendem-se superiores cortes de verdadeira ca-
semira toda de laa padiSes escaros proorios para o
Invern pelo baratissimo preco de 3*500 cada cor-
te de caiga ou a mes a bzeoda a 1* cada covado
teodo 6 palmos d largara e moiio propria para
calcas, paletots e colleles seria raneada para moito
mais dinhelro a nao u-.r-se frito orna, grande pe-
cbincba na compra desia fazenda e vendem se
nicamente por este preco na loja e armazem do
favo ra da Imperatriz n. 60, de Gama Silva.
Cotias baratos
Cortea de calea a 800 ra.
Vndese cotins escaros muito encorpados a
240 o covado ou a 800 rs. o ctrie, graode pe-
cbincba priocipalmeote para quem faz roopr para
vender e qoem comprar em peca lera' o abatimen
to de 20 rs. em covado : oa 'oja e armazem do
Pavo roa da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Com toque de ennim.
LSazinhas a 200 e 240 rs.
Vende-se a mais bonitas laziobas de cor trans-
parantes com palmas de seda com om pequeo to-
que de cupim pelo barato preco de 200 e 240 o eo-
vado e ditas da mesma fazenda p >rra pwfeila a
320 rs.: na loja e a>mazem do Pavo ra da Im-
peratris n. 60, de Gama & Silva.
Leoci hos bureados
A 500,40,800 al*.
Vende-se om grande sortimento dos mais lindos
lencinhos bordados para mao, sendo a 500. 640.
800 e i*, e moito ricos a 1*600 cada oo. Du/ia?
de ditos trancos lisps proprios. para hornera a 2|.
3t e~49, todo isto pechlncbs : na loja e arma
tem do pavo, na ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Organdy a 4d000 s Pavao.
Vendem-se pecas die rambrala ergaady de lisias
brancas tendo 8 e meia varas pelo v-araio prego de
4*000 a pees on eoi te de vestido, Isto. na foja e
armazem do Pavo : raa da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Pecbincba a 4*000 e 54000.
ileias'da E-coela
Meias da Bsoocia
Meias da Ecocia
Chegou para a toja to Pavao urna grande por
to dt metes da naaets. lento de oor escura e
moito elsticas prr.pria* para bomens ,qoe so vea-
dem pelo barato preco de 4*000 e ditas da mesma
cor, atado mono mais i acervadas a. t*tW a isa*
riara para muito mais dioneiro a oo ser orna no-
cMncha ; na Inja e armazem do Pavao : roa da Ia-
paratril a. 60. de. Gama & MI va.
Sedinbas de tuuas a 400 rs.
Vende-se bon.ussedinbas .elisiasproorUapar
vesUdot tbm Isrgora de chin lagtesa pelo barai
preco. de, AOO*. oeevado: n *>ia e atmaseml
Pavio na ral da Imperatrln n. 60 de (ut* 4
gUna.
Pes toreados a 800 rs. a vara na lojadr
Pavo.
pah vestidos pelo baratissimo preco de SOOrsTi
vara : aa loja e armaiem o Parvlo aa nta da
peratu 60 de Gama 4W.i,
Pannos de bobo.
' Vemle-se soperior paaner te nono prpri*
lonaats, teateas a erooia* ett, pree. g de 440, 700 e 800 rs. a vara ^>^dffflBM
nabo eom 10 palmos dd lTrara> V^wm*
1*800 a wa;.aa>araaaaaatiHlitoMli
on Cregoelia por baratoa artanabaa^^ teto a ara
tem dTSvaVna roa da,,lmperarli n. W,
BMftaVva.
Recite 14 de mareo de 1867.
Lebamann Preres.
Foglo do eegeobo Cacenle no dia 13 de
marco, o escravo Jos aeio,*oru oa sigoaes se-
grales i cor preta, cabellos carapinbos, sem bar-
ba, apelle do rosto parece ter siffrido bexiga,alte-
ra regular,iseeto do corno, idade-19 aoooa : veio
assentar praea, por lano rogase as autoridades a
apprehensao do diio escra*o, assim como aos capi-
taes de campo-a quem se recompensar oo enge-
nho Cacenle, ou no Reclfe no caes do Apollo n.
59, por H-nriqne Saraivade Araojo Mello.______
o'O de gratificco.
Pogio na noite de d mingo 17 do correle
mez de marco, o escravo Juo, idade 24 annos,
alto, magro, cor fola, olbos grandes, rosto cxmpri-
do, com narra de om pequeo talbo na maca do
rosto do lado direito, osa de i era e ygode, tem om
talbo no dedo da mao direila por effeno de um pa-
narizo : tem fallante -se -bem que moito nervo-
so, parecendo estar assuatado a ponto de lhetre-
merem as mos; costama andar cacado e entitu-
lar-se forro ; tem omV.io de sapateim e emende ai-
goma censa de allaiaie : quaodo fugio levou calca
e jaqueta braoca eogommadas e chapeo do Chile
de abas largas. I E' natural de Golaooa, onde e co-
obecido por Joio Carreu-o, e oode arada reside a
mal de oome Florencia Mara da Couceico, qae
ambos foram escravos da Sra. D. Dioniza Pacheco
da Silva, a quem o anonadante compran em abril
do anno prximo passido. Roga-se, pois, a qoem o
apprehender, arada em Golanna, para onde se sus-
peiu possa ter fgido, eoirega-lo ao Sr Juaquim
Carooso de Almeida, e sendo nesta cldade ao sea
legitimo seohor Mximo Jos de Aodrade, morador
a' roa da Cruz do Rhci/h o. 41, que se gratificar
geoerosamente, assim como desde ja' se protesta
contra qoem o ti ver acopiado._______________
Desapparecea oo da 15 do corrate' mena
crioola Herculaoa, de 30 a 35 nonos, cor preta,
aliara regalar, feia, tem falta d denles na frente
e no pese ico ama marea bem vlsivol de om lalbo,
ella tem habito de raiitular-se de forra e muito
fallante e bem conbeeida nesta cidade onde vive
sempre alagada : roga-se pois a qoem pega la de
leva-la a ra Imperial o. 63, que sera' gratificado _
Escrava fugi a.
Utsencarnrahuu-se do uoder do abano asslgoado
no da 21 do crrente, ama escrava velha de oome
Mariaona, nafo Grano, baixa, cara larga, tem no
peno direitu ama cicatriz de ferro frisando roda,
levou vestido de rbita mioda com flores rOxas e
P' r cima do corpraho do mesmo vertido om ootro
cnrpioho de cambraia de cor braoca cum palma
cor de rosa, ella costama Ir para Apipoco* oa Ar-
raial e ser eostomada a comprar na rtbeira de S.
Antonio : pede-se aos Srs. capites de campo e
policas a appreben-o da dita escrava e leva-la a
roa da Imperatriz o 44, qoe sera' recompensado.
Joo Francisco Paredes Pordo.
150$ de grbtificacao,
Continua a estar fgido desde 23 de juoho d
anno prximo paseado o escravo Jo, crinulo, de
idade 30 annos. poaco mais oo meos, e>tarara re-
gular, um pouco cbeio do corpo, barbado, ten os
ps mal feitos e om mais grosso qae ootro, e os
dedos om poaco levantado- por causa dos blnbos
qae tem tido, bastante bt-ba o e multe regri-ta,
intitola-se de forro, tem algnos signaes' de castigo
as rostas; este escravo Albo do Benito, porm
loi vendido em peqoeoo para o-eogenbo Quelma-
das de Santo Anio, aoode esteva por espago de
29 aooos, e dahi foi vendido para esta cidade,' on-
de tem tido diversas seobores, e do poder de todos
tem fgido, ba descooflaoca que elle esteja servia-
do como forro em alguma casa estraogeira nos
arrabaldes desta cidade : qom e pegar lev-o a
roa da Omcordia n. 8, refiuagao, qoe recebera' a
gratificago cima.
No dia 19 de feve eiro do correte anno fogio
do eogenbo Santa Rita do termo deSennbem, am
escravo de ooae M a noel mais eoahecido por To-
ribio, erionlo, idade 11 annos, altor regalar.ros-
to redondo cor fula, sem sigaaes de barba, alga-
mas espiabas oo rusto e ps grossos, Jalga-se an-
dar para os lados des engeahos Bomborral e Sete
Ranchos, por Ja se ler per alli aeootado oo anaa
de 1864 por om dos escravos de qaalqaer destes-
engenhos e depois foi capturado no B mito, Mide
em dirergao do Brejo da Madre te Dos onde jbo-
raram os primelros senbore3: roga-se as autorida-
des policises oo capies de campo a capiara do
referido asersvo, vodeodo ser entregue, a -sen se-
ohor Francisco Vieira Pacheco, no referido eoge-
nbo, eo nesta praea a Gabriel Antonio de Castro
Quiniaes travessa do Queimado n. 3, que gratifi-
cara coro a qoaolla cima.
Desapareceo no da 3 de marco do engente
Caricato o escravo Loa, toado os sigoaes. segnlo-
tes : n-gro oo cabra, cabello earapioho, idade 21
aooos, sem barba, altara mediana, chelo do corpa
a bem proporcionado gosta de ardar limpo, oJhos
encapellados, e.finge bem *er pouco, falla um tan-
to grossa e deseaneada, mormmte qoaodo intenta
defleadar-sade atgoma accacao. Destoafia-sa
qoe aseote praga para o Paragoay; roga-se as
autoridades a' aprehno do dito escravo, a' ser
tntregt no m*smo agenao aa op- Retife,, no caes
do Apollo n. 59 a' Heoriqoe Saraiva, e me-mo aot
capites de campo a qoem M recompensara'.

dt aa<
Fogio o preto Jnao Cetario, de Idade 45 annos*
alto, veceo do corpo, cabeca pequea, com filia da
cabellos, rosto oval, olnos peqoeoas. nariz regaar,
bocea peqoena; ho aMtas, peoea bktba ps pe-
qoaoof, ievoa, caten' t o mia de riee, oo asol o
branco a fcbapo pardo. .Veto do Aracaty, tea) ot-
tWoasl>aa4rae*ial***: ^^WnpTraen-
ivirft.___________
" ^*a*ia'*'nd'a***id* *Wea-
rateo aa froe eaaast*a,'leaa enat fm*'i+on
da panno axol, este sem eoclora, tem no numero
piolado aa gola Pede-se a todas ss autoridades, a
iaatanaa\a^aaiMalllili>te-greaten1 l tfifa a ca-
sa da *eo eaafeor Maol a^lnaVia'de-al^eteoea,
na roa do Brom n. 50, qna aera' geaerosamento
' graUfioado.


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ileria des Msw bnsileirM elaiaraa e fiero
eitla ao Instituto Historie e Ue '!' Jioeir* u aau 4c IMi *4fe piare Lino do
Monte Carmelo Lua, socio do oiesmo Instituto
Prtvincia de*. Pkule
(CmfMHacdto 86)
II
D. Antonio Joaquim de Mello
Um varo conspicuo, qne elevado a dig-
nidade eoicopal mostrou a mais nvejavel
dedicaco, ora fervoroso zelo pelo bem da
igreja, e felici-tade de sen rebanho ; que
animado des tes senmentos puros, nunca
se poapou trabalhos. nunca conbeceu fa-
digas, quando a necessidade reclamavj os
seas servicos pastora.es, merece que sea no-
tne seja apresentido a postpridade como ura
modelo de pereiU dedicaco^ um prototypo
de amor causa da igreja, ao servico da re-
ligio, e buraanidade. O homem que olle-
receu historia patria um norae circundado
de feitos gloriosos ; qoe deixoa na trra os
seas vestigios marcados por accoes merito-
rias, e a mais viva, e iodelevel recordaco
nesses grandes monumentos erguidos do
nada, a casta de iromensos sacrificios, foi o
Exm. Rvm. Sr. bispo de S. Paulo, D. Anto-
nio Joaqnim de Mello. *
Nascdo no da 29 de seterabro de 179i.
na cidade do It provincia de S. Paulo, re-
ceben de seus progenitores o capito Theo
baldo de Mello Cesar, e de D. Josepha Ma-
ra do Amaral, urna educaco apurada e re-
ligiosa. Nao abri elle os olbos na-abun-
dancia e riquezas; mis contou o sea nasc-
meto no st-io de urna familia oriunda das
mais distinotas de S. Paulo,* a qoe perten-
ciam seus pais.
Ckcumstancas imperiosas impelliram a
que esses consortes se transportassea com o
joven Gibo para a capital de Minas, aonde
os cbamava a proteceo j experimentada do
genrale governador de Minas,Bernardo Jos
de Lorena, que morreu con le de Sarzedas.
Querendo o distiocto general dar anda
urna prova de amisade, offereceu ao capito
Tbeobaldo, a praca de cadete para sea filuo,
recebendo este o sold competente, sera
prestar servicos. Tanta bondade nao podia
deixar de encontrar acqaiescencia n'um co-
ra^ao reconhecido. O extremoso pai accei-
toa a graca offereciJa, mas renunciara os fo-
ros de cadete; quera que seu fllho fosse
simples soldalo em razSo de sua pobreza!
O futuro bispo de S. Paulo, encetara no
atez de Agosto de 1799, urna carreiradia-
metralm ule opposta aquella em que devia
elle niostrar-se um athlela da religio, um
miui-.tro zeloso do altar. Foi soldado no
mesmo dia ora qae se iniciara na escola, para
reoeoer a indispensavel educaco primaria!
A vida do toldado, cujas severas con l-
enos, desde a idade de 11 anoos comecou a
saborear o Sr. Antonio Joaquim de Mol o,
habitou-o arrasjar na sua juventude. pri-
vacoes e trabalhos aturados, os qaaes mats
tarde tiuba elle de superar na sua velbice,
no desempenbo das funeces mais nobres e
eminentes.
o Sr. Antonio Joaquim de Mello, nao po-
da continuar a percorrer urna carreira, a
qaal na verdade nao Ihe era talbada e nem
secasava cora sea genio ; solicitou por lauto
e obteve baix do servico militar no anno de
1810, e vo tara trra do seu nascimento,
apresentou se contente na cidade do It, no
dia 2 de dezerabro do.sse anno.
J livre dos embaracos qae se experi-
mentar um filho de Mnre o Sr. Antonio
Joaquim de Mello, nao pensava em r;cupe-
rar |nos passatempos e gozos do mundo,
ess'sdas empreados na milicia; porem rae-
ditava profundamente em seu futuro ; qaal
seria a senda que elle devia trilhar.
Quasi q sua deliberac/lo. Concebeu-o e adoptou urna
lea, qu- d$?ia de merecer o appUnsj dos
horneo s, e as beneSos do co. Por occasio
de assistir raissa de natal, na igreja dos
carmelita:, logo que comecou a solemnidade
do acto, sea peito seno-se commovido, e
urna impressrjprofaada apoderoa-se de seu
espirito, e ella sabio de ponto, quandoelle
observou a cerimonia da paz, que os carme-
litas davara reciprocamente, cujo amplexo
symbolisava a frateroidade catholica : pare-
ceu lhe que urna graca celeste havia tocado
sal alma, e a luz da f fulgurado com seus
esplendores aos seus olhos: desde entao seu
proposito foi terminante e irrevogavel; sua
coasagraco ao estado ecclgsiastico eflftPliva-
meote declarou-se por um voto espontaneo,
qoe internamente feria face dos altares sa-
grados.
Procnrou com a maior soheitude adquirir
os conhecimeotos precisos para a aseeoco
do ministerio, que tanto asprva, e de
feito, qnatro annos exclusivamente foram de-
dicados aos estados superiores, es'fadigas
io'telectuaes ; mas toram elles depois tam-
bem.oaviad sacras; ministradasp^ort|paMjtfjypo4
S. Paulo, no anno de 1814; ^^~
Chew de jubilo regressara para a sua
amada cidade do It, qoe Ihedera oberco,
e abi se ligara pelos lacos de ver.iadeira
amisade ao padre Diogo Antonio Fej e a
outros sacerdotes de reconhecido monto, e
com elles sustentara por diVBrta3|tezes urna
lta porfiada co itra os principios de ame
, seu espirito com a teitora dos santos padres,
~ in-inandono palpit, e no confissioAirioas
verdades do catholicismo.
.5
tempo ao estudo ecclesiastico, alimentando suas visias estendiam-se acoservacJo de
oulros beneficios patfiija7igreja; porm
j era chegado teaiOT^rfnbMdo de suas
fadfpsj ioat ave*enrefmit o impe-
chava-se entio vagaadioce9edS. Pau- !iram aHleixar'sbrdosO a capital e separar-
lo, e o monarca brairteiro o Senbor 0. Pe- se de sua calhedral, retirando-se para a cidade
dro II, ten Jo scienciaaas qaalidades e vir-dolt, suaBrra nata|f aflnqde ^zafjares
ludes do padre Antonio Joaquim de Mello, o jnaisfrus e alcancjfcf melbojns do^eu^ta-
cbamara por .lecre'o de f5 de maio de 1851 do mrbido,
ao soleo episcopal, nomeando bispo de S.
Paulo.
Contava o padre Antonio J-aquim de Mello,
a idade de 60 arjnos, e j sentase atqaebra-
do, e sea corpo naturalmente pedia des-
canso ; mas o piedoso sacerdote forcejou so-
bre saa velhice, sujeitou-se vontade de
Deus, e e.*ooHta do monareba ; acceitou o
bculo pira dirigir urna parte do rebanho
de Jesus-Coristo.
Solicitadas as bullas da santa s, foi con-
firmado por letras apostlicas de 14 de mar-
co de 185. do santo paire Pi IX, e rece-
oeu entao a consagrado na capella imperial
do Riu de Janeiro, conferida pelo Rvm. bis-
po c nde e capello-mr D. Manoel do Mon-
te Rodrigues de Araujo no dia 6 de jnnho
do mesmo anno. Da corte seguio o Exm
Sr. bispo Antonio Joaquim de Mello, para a
sua diocese, e tomou delta pose solemne-
mente.
Servicos de alia menta prestou igreja
e*te respeitavel alstete. Para ter elle pie-,
no conhecimento das localidades de seu bis-
pado fez visita episcopal as respectivas fre-
guezias, e ebegou at ao interior da provin-
cia de Minas, percorreodo assim paragens
inhspitas, e semibrbaras, s> lirondo muito
com as difflculdades dos cunanos e povoa-
dos, as fadigas das viagens longiquas, e ate
perigosas ; entretanto qae nunca se mostrou
arrefecido em seu xelo, porque tinha a mais
tiruie conviccio de qae so pela visita, que
o primeiro emais importante dos deveres
episcopaes, podia elle apreciar devidamente
as verdeiras necessidades espirituaes dos
ileis, applicar-lhes remedios adequados, ex-
tirpar os abusos, restabelecer a disciplina, e
firmar o dogma.
Conhecendo o Exm. Sr. bispo D. Antonio
Joaquim de Mello, a necessidade de urna re-
forma no seminario, e a falta de lentes, que
all fonecionassem, enviou no anno de 1857,
Roma, o reitor do mesmo seminario o
padre frei Eagen:o de Rumelly, afim de
al i obter religiosos para preencher as ca-
deiras do mesmo seminario. Lembranca
feliz ao virtuoso prelado. Foi com effeito
bem desempenhada aquella misso, porque
o padre frei'Eugeoio pode conseguir, etra-
zer da Italia sabios e virtmsos padres, man
dados a ordem expressa do pspa actual v-
gario de Jess Cbristo na trra, desejan-
do nessa occasio o SS. padre Pi IX en-
viar por aquella reitor,' ao piedoso bispo,
D. Antonio Joaquim de Mello, urna preciosa
reliquim, o corpo de Santa Faustin, e alm
disto conferir-lhe os honros litulos de con-
de romano, da.prelalo domestico, e bispo
assistente ao soleo pontincio; provas estas
bem significativas da alta consideraco e apr-
co do chefe supremo da igreja, para com o
Sr. O. Antonio Joaquim de Mello 1
Seus planos frustraram-se; uas eiperan-
cas feneciam de dia'era dia, at que no dia
16 de fevereir,ode 1861, elle axpirou nos
bracos do religiSo, deixaudo saudades igre-
ja de S. Paulo, e aos seus comprovincianos,
a quem carinhosamente apascentava ?
O Sr. bispo 0. Antonio Joaquim de Mel-
lo, era um pastor digno dos maiores ineo-
mios, pelas suas virtudes, extremada dedi-
cado ao bem espiritual de suas ovelhas, pelo
grande beneficio, que acabou de prodigali-
sarao seu clero, dotando-o de ura semina-
rio, aonde vocacSo do sacerdocio foj>e pre-
parada e acrisolada por orna educaco pro-
pria ficausada com vigor, favorecida cem
vaotagera, prerogativas, em summa, pelo
fervoroso zelo e incansaveis labores, "*pelas
immensas fadigas, a quem expontaneameute
sesugeitou, e se expdz em prol da igreja
paalistana; fadigas que s se termmaram
quando para elle sou a hora do destino
eterno! -v
Anda ness1 momento fatal o virtuoso an-
listite, quiz dar saa diocese urna prova ir-
refragavel de seu affecto e dedicacSo, Por
disposico testamentaria, elle legoa grande
parte de seus bens ao seminario episcopal
de saa diocese, para o seu patrimonio, sob
condic3o.de continuar all o mesmj systema
de ensino adoptado.
Foi esta a vontade ultima.do virtuoso pre-
lado para qae saa obra se conserve, e at-
tinja ao maior grao de prosperidade.
O nome do Sr. bispo D. Antonio Joaquim
de Mello, ficar perpetuado na memoria dos
Paalistanos.
A igreja do convento de S. Francisco de
It, guarda respeitosamente os restos sem
[.vida de to zeloso prelado.
(Continuar-se-ha.}


Uauricio de TreulI,

Este respeitavel prelado conheceo mais
que era indispensaveUna sua diocese a crea-
co de um estabeleciment, em que os as-
pirantes ao sacerdocio, nao s recebessem a
instruecio das sciencias ecclesiasticos como
tambem adquirissem o babito da severdade
da disciplina
Emprehendeu, pois, e ievou a effeito a
fundaco de uavoutro seminario, reservado
ao curso iheokgico, destinando oaotigoes-
tabelecimento episc>pal para-oS estudos pre-
paratorios. Nesta obra de summa utilidade
igreja e ao clero, o iacansavel e virtuoso
bispo dispendera somraa consideravel, sendo
que ajudado poderosamente de esmolas avul-
lathse do subsidio da assembla provincial,
o mesmo prelado nao se poupava aos maio-
res exforcos se n3o tambem a sacrificios para
o complemento da referida obra.
N3o pequea quantia tirou de seu bolso
para at sustentar lentes do seminario: cedeu
em summa, algumas proprieJades suas,
em beneficio do mesmo seminario, e das
quaes fez logo pura e irrevogavel do cao.
Suas fadigas foram coreadas de louros
immarce:siveis, quando o zeloso prelado,
leve o maior reg^sijo de abrir no dia 9 de
novembro de 1857 solemnemente e- te mo-
numento, consagrado as lettras ecclesiasticas,
acto brilhante e concorrido pelos primeiros
vultos da provincia, os qu-es preconisavam
o acrisolado zelo do virtuoso pastor e os
beneficios transcendentes qae traria pos-
teridade um (5o necessario estabelecimento.
Para comprovar o que acabamos de dizer,
abi est o trexo do relatorio do E.un. presi-
dente Francisco Diogo Pereira de Vascon-
cellos, quando entregou a presidencia de S.
Paulo, no anno de 1857, ao vice-presidente
Antonio Roberto d Almeida; elle assim diz:
O zelo de S. Exm. Rvmd. e o sea nome se
ligarap por longo tempo a fundaco desta
casa, que recorda desde as suas bazes a
piedade dos velhos do bispado que para ella
concorreram grandemente. -
Se bem que o Etm.Sr. bispo D. Anto-
nio Joaquim de Mello, em pr ncipio do seu
goverao, vise o germen da discordia tomar
largas proporces, e offerecer ura aspecto
bem desagrad^vel, pelo fado de providen-
cias, que elleentendea dever^dr acerca do
fiin rgimen de saa diocese, providencias
estas que em parte n5o agradaram abisea
clero, e deque resultou clegar-lhe aos la-
^ioa a taca de amargos di^abjOf.es; todava,
POR AMEDKE ACHARO.
Terceira parte.
XI
(Conclasio.)
< Mutas vezes, cercado de amigos, no
meu quarto, fecho os olhos s para pen-
sar em ti. No meo delles vivo to solado
que nada vejo nem ouco do qoe elles fazera
ou dizem. Vejo-te, ouco-te, estou junto de
ti 1 Tanto quanto posso goso de tJo sua-
ve illusao : fallas-me, respondo-te, at que
da sbito assalta-me a triste realidade, com
tanta violencia como se tenaz- frrea me
comprimisse. Ento abro os tlhos horrori-
zado, banlia-se-me a fronte fro suor ,e
parece-me sentir, j correr-me por todos os
membros a fneza do tomulo l
S esquecendo qae, Mauricio pocleria
escapa 9twf l*^ fai^jjM
0iadi7a para o campo, era"" na espefalrca
de qae a distanc'n poderia tajjgzjvra-lo da
febre, a qae elle dara o nole de febre et-
fmtmtt. *
.-~ Se tjonsegoir desembrida -dizia elle
poderi ainda salvar-se 1
Fefippe. informado dos negocios de
Mauricio'por Lambert, poz tudo em ordem
antes de sahir de Paris.
Se tivermos urna fllha, disse elle a
Laurater de menos um par de mil fran-
cos, que nao lhe faro grande falta.
E as bejaos do co a felicitarlo f
responden Laura.
Quando eHaase vio com Mauricio e FeK'p-
pe no seu casainbo, todo ris rabo com os
primeiros rais de sol da primavera, julgou*
se muito mais feliz do que o tinha sido em
Paris durante todo o invern. Corrir li-
geira por toda a parte e entrava de conti-
nuo na salaem que estavara os dous amigos
a ver se carecan) de alguma cousa.
Oh murmurju ella que felici-
dade a minha, se podesse conservar sempre
um marido como Felippe e um irmo como
Mauricio.
frlvez no fundo do sea coragSo desejasse
invertidos os papis que dava aos dous,
porm era urna destas mulheres altivas,
conscienciosas e ternas,, para quemodever
tudo, e no camprimento delle encontrara
toda a sua felicidade.
Certo dia, observoa Felippe no corapor-
tamento da mulber para com Mauricio nao
ei que, que lhe fez presumir haver-se pas-
sado alguma cousa que elle ignorava. Era
um certo senlimento de piedade, de mistu-
Je com a ternura cuidadosa com que ella
ostumava tratar do enfermo. Dir-se-hia
]ue ella desejava faze-lo esqnecer de al-
guma cousa. Felippe fez e4a observaco a
Laura, quando estiveram a sos.
E* verdade ;disse Laura eu vi-o
to infeliz, que nao pude resistir ao desojo
de fazer urna ultima tentativa de reconcilia-
go perante os dous Sorbiera. Part esta
madrugada para a Colorabire... Deixa-
ram-me u ter com elles; infelizmente, ti-
nhara gente de fora a a'mocar.
Ento nao tiveram tempo de te ou-
vir?
Mauricio nao sabe, e, com tudo, mais
d tenbo delle 1
Nos primeiros das, passou Mauricio me-
Feitp isto,
oximas-
bracos em
Mauricio, senhora de Trem.
pedioy n e a FeUppe- q^ se a/r
aenay^'elc e, lancand-Ibi* ce bra
volta dos pescoc>s, dsse-lhes:
Abrecem-me: amanha tal vez j eu nlo
lenha forcas de os apertar junto do mea co-
racoJ .
^ Laurai^uffocada em solucos, derramava
abundan liss'imas lagrimas.
Nao chore;continaoa elle hoje
o dia mais felu$ que ha seis mszes tenbo
tidol
$, inclioando-se um pouco para o lado
'ella accrescentou:
Nao lhe peco que se lembre alguma
vez de mim... S n'esta hora solemne, em
"que vejo entre-abertas as portas da terni-
dade, que sei dar o devido valor sua bon-
dade e s suas virtudes
Felippe voltou-se para a floresta. Cor-
riam-lhe era fio pelas faces as lagrimas, que
nao podra reter. ,
Era mocu, tinha bom coraco, e ei-lo
prestes a morrerl murmurou elle.
Ao cerrar da noute, pedia Mauricio ou-
tra vez o retrato de Sopbia; desprendeu a
fila de velludo preto que trazta no braco,
pregou-a ao papel com um alfinete, pegou
na penna e com a mo excessivamente tr-
mula escreveu ao lado do sea nome esta
nicapalavra: Adeusl E entregou talo a
Felippe, arrancan lo do peito profundo sus-
piro. J nada tinha que o prendesse a es-
te mando.
Laura quiz accender luz: elle, porm, pe-
dio-lhe que nao a accendesse. Olhou pela
janella: viam-se castellos de sombras nu-
vens voar peloespac). Reinava silencio pro-
fundo, quebrado apenas peio respiraroppres-
so do doente.'
Qae escaridSo!exclimou.elle.
Caloa-se e cahio n'uma especie de som-
nolencia.
Feppe e Laura conservarm-se sentados
junto d'elle.
Prximo meta noute, agitou Mauricio
os bracos, levantou um pouco a cabeca e dei-
xou-a recabir no trave^seiro. Laura pegou-
Ihe apressurada na mo: estava gelada;
Mauricio j nao exista 1!
Passados dous das, abri Agatba Sorbier
urna carta trajada de preto, dirigida a ella,
ao marido e filha. Dizia assim:
Felippe Duverney tera o desgosto de
Ibes participar que o Sr.'Mauricio de Treuil
ces, voltam carregados de dentes de man)'
mouths, pesando cada um de 150 a 200
fibras.
O marfim fossH, assim apanhado pos ge.
los do norte, importado na Coiaie na
Europa, onde iregaAt nos mesaos
usos que o marfim ordinario, fornecido,
como se sabe, pelo elophant' ef flilrjpbpo-
tamoda Asia e da frica.
Segundo diz o Animal Slatement ofTra-
de and Navigntion, a marinba mercante da
Inglaterra, conta actualmente 4l,26JnaYos,
com 7,322:604 toneladas de capacidade, tri-
pulados por 350,023 horneas 1
?*p
t A ultima vez qoe te vi, cahio-te junto
do mea leito urna fitinha de velludo, que
(razias era volta do braco; levo-a coraigo
como urna recordarlo -toa: consentes em
que en fique cora ella ? Tem ella o suave
perfume peculiar a ludo quanto teu e que
eu reconheceria e tre centenares deobjectos
estranhos. falpita-me o sangue as veas
com mais vigor qando a respiro : ao me-
nos, tenho urna recordaco toa que me
acompanhar at o tumalo !
Quando Sophia recebeu esta carta, estava
a familia reunida na Colombire A Sra
de Treuil sensbilisou-se e retirou-se para
o quarto, toda coberta de lagrimas. A mai
levantou o papel, que a filha deixra cahir
quando se retiroj da sala, e examioando-o
exclamou l
< E esta !... quatro paginas l
E, de-assocegada pela sbita retirada, da
filha, foi ter com ella ao quarto.
E' mister que sai ;disse Sopbia
careco de ir ver Mauricio 1
A mi, pegando-lbenasms, exclamou :
Mas tu tens febre; as mos queimam !
Sopbia, tendo laucado um chaile pelos
hombros, ia a dar alguns passos para a por-
ta, quando a acommettea um ataque ner-
voso, que a obrigou 1 encostar-se a urna
cadeira, murmurando:
i Oh 1 quanto elle sore 1...
A mi tocou a campainba com tanta vio-
lencia, que todos os de casa acudiram.
' Que ?pergunta o pai, assustado.
Minha filha est doente... desmaiou ..
Por causa de urna caria de Mauricio..'. De-
pressa; cbamem um medico I
Por mais qae Sophia repetisse que nao
era nada, quera sahir, fiogiram nao a acre-
ditar. Teve de ceder s instancias dos pais
e metter-se na cama.
A mi ordenou immediatamente que lhe
fechassemias jaaellas e que.nao dssem en-
trada a, ninguem : viesse, quem viesse, de-
via dijep-se-qu% a Sra. de Treuil estava
muito doeate.. ,.
!' Maoricio nao poi olhos em' toda a noute.
Quando na manha seguate o metteram no
carro, dlhpa para to.dojS lados. Espera-

IJOi^S
aos triota e tres annos de idade.
I Orem por elle!

va todos^eft momeQto#ef Sophia surgir cumpri a minhapromessal...
Iborepareceu r'eadqairir algumas torcas. fe,!ecea em Pierrefbnds, peno de Conpigne
Mostrava apenas inquietaco e nao passava
dia sem perguntar se tinha ido alguma car-
ta para elle ; porm, no fim do mez, reco-
nheceu Ernesto f>s primeiros symptomas
dessa molestia terrivel a que os mdicos do
o nome Jde phlysica aguda, muitas vezes
procedida de descostes. Dsse-o a Fe-
lippe.
Nao ha remedio a dar-lbe; agora a
felicidade' delle est em que a molestia se
nao prolongue, afim de soffrer menos.
Felippe enlendeu que era do seu dever
perguntar a Mauricio se quera mandar re-
cado mulher.
Ao ouvir o nome de Sopbia, teve anda
torca para mudar de cor.
Pensoa um instante; depois responden:
Nao. Se ella nao viesse, fazia-me sof-
frer cruelmente t
A eslaco tornou-se chuvosa.
Mauricio peiorava de dia para dia. Quasi
se nao levantava. Via-se que caminhara
accelerado para o tmulo.
Urna tarde, ao por do sol, pedio a Laura
que abrase a jaaella quedva para a flores-
ta de Compigne. O sol dlumiava aindaos to-
pos das arvoi es e as torres desmanteladas
de Pierretoods. horisonte era fechado
por urna cinta de nuvens purparo-escuro.
O ceu. esmaltado de cambiantes cores, apre-r
sentava simultanea nenie luz e sombra.
Como isto bello e magnifico l ex-
clamou Mauricio.
Pegou na mo de Laura e attrahio-a um
pouco a si, dizendo-lhe:
Lembra-se do dia em qae lhe metti no
dedo um anel que fora de miaba mi ? Deu-
o sem se lembrar de que era a nica pessoa
digna de o possuif.
Ah I respondeu Laura deva eu
conserva-lo?
Nao quero despedir-me sem lhe dei-
xai umalembraca que lhe record este da.
Porque nao prestei eu ouvidos linguagem
qae n'essa occasio me falln? Parece-me
sentir ainda Os seus dedo? a prender-me ao
peito a fita encarnada com que acabavam de
me condecorar. Est all h'aquella gaveta a
cruz que me toi enviada. Tire-a e guarde-
acorn lembranca minha... Nao posso mais
do que isso f
Laura abri a gaveta e tirou a, cruz de
honra, sera proferir palavra. Mauricio lan-
COU-lhe os pllios e contrauou:
Agora, 'qoe estou prximo do meu fim,
posso corjfessai-lbe que essa cruz me fez bem
feliz, ape/.arda minha consciencia me dizer
que nao a mereca. Ella veio a ter suramo
valor, pela alegra'que Fez transparecer nos
seos olhs.i. Airaado pelas suas palavras,
Liara prometti tornar-me digno de aoje*
recer. Mas, aft I sabe muito bem como en
UM PODCO DE TUDO.
Em um tribunal judicial de Londres pro
cedia-se ba das a um inquero acerca da
morte de ura sugeito que havia suecurabido
s consequencias de ferimentos resultantes
de um accidente em caminbo de ferro.
Quando o jury prestava juramento,, um
francez que fazia parte delle exclamou :
Eu c nao fallo inglez.
E quando lhe apresentaram o livro sa-
grado, nao quiz prestar juramento.
Mas voc falla perfeitamente o ioglez",
observou o juiz.
E' verdade.
Ento porque nao quer prestar o ju-
ramento ?
Porque nao quero jurar sobre esse
livro. Nunca leio a Biblia, oo creio uella
e nao juro.
Promete obrar segundo a sua cons-
cencia ?
Nao, senhor.
Ento qual a sua religio ?
Nao creio em nada: ou um atbeu.
Mas tambem oo er em Deus ?
Creio em Deus, mas nao na Biblia.
Bem; ento prometa obrar coascien-
ciosameute, e ter o direito de fazer parte
do jury, Quer ?
Nao quero.
Olbe que voc vive em Inglatera li-
vremente, debaixo da proteceo das leis, e
com tudo nao quer preslar-se a auxiliar-nos.
Se tem alguma consciencia, nesta occasio
que deveria mostra-la.
Falla-rae em leis I Se alguem me
rouba, sou obrigado a pagar para que se
prenda o ladre, e depois que elle preso,
anda tenho de pagar mais alguma cousa.
Antes quero que o ladio exerja tranquilla-
mente a sua profisso. Leis I veoham c
fallar-me em leis!
-. Ponha-se l tora, tJgrkQu-tee o juiz,
passaremos bem sem voc. boev
Sim senbor, prompto I L jurar
sobre a Biblia, isso que nao. Se qoizer
que jure sobre o vaugelho.
>Ponha-se l fora, torno a o juiz levan-
u 3:. (, > <-
tando ainda mais a voz.
L voa, l vou,-mas nao serei eu que
procurarei casa em tal trra ? Safa 1 nunca
me ha de esquecer I
E o f/ancez sahio do tribunal vociferando
contra^osusosecostumesdosiDglezes.
Urna das raelheres actrizes do theatro
fraocez, ouu'ora bella, e boje em Idade
avancada porm sempre elegante e espiri-
tuosa, passava ba das pelo passeio de orna
das ras de Paris, quando se eucontrou re-
pentinamente de frente com outri senhora,
representante do Demi Monde, a qual segua
em direceo opposta da Ilustre artista.
Nao havia espaco para passarem i par as
duas crinolines.
Era preciso qae urna deltas descesse.
A mais nova ia faze-lo, quando de repen-
te se con teve, perguntou:
Tambem nao sei porque razio deva
ceder eu o lugar a esta- senhora.
Porque ? retorquio a actriz, saadan-
do-a com a maior dignidade : qae e sou
velha, e a senhora nova e bella. Queira
dar-se ao incommodo de descer.
A joven impertinente corou e deseen.
a<
Os cathplicos liberaes de Matamoros ten-
ciouam crear urna igreja mexicana indepen-
dente da santa s.
Sem se declararen) herticos, querem se-
parar-so da autoridade papal qaal atiri-
buem a invaso do Mxico e a creaco do
tbrono imperial.
J escolheram um bispo pan esta nova
igreja, D. Raphael Daz Martnez, un dos
homens mais Ilustrados do clero mexicano.
A esle novo scisma, finalmente, tambem
ja nao falta o baptismo de sangue : o padre
Hernndez foi morto pelos imperialistas de
raarquez por ter dado a sai saneco aos pro-
jectos dos anti-papistas.
O general francez X... deu om grande
jantar aos ofhciaes da sua diviso.
Um antigo e robusto capito, de grandes
e grisalhos bigodes, estava n'uma das ex-
tremidades da mesa.
Termina va o jantar e o capito mostrava,
nao ter perdido tempo quanto a bebidas.
O criado prinerpiou a servir licores.
Aproxima-se do capito.
Quer cognac, rbum, kirsch ou aniz ?
Nao gosto do teu ou, responde-lhe;
quero de tudo e alternativamente.
<> Ha dias receben as aguas do baptismo
em Valencia (Hespanba) um allemo de 70
annos chamado Vicente Lbresa.

T5Ty
""'"-
Ofi.
M o'
BM IHI
Pousciajijrrjtarias^pBdariaura econ- de elephantes.
O norte da Siberia e a ilha de Lakoue,
nao sao, em grande parte, senado urna ag-
glomeraco de aren, de geto ~e dB denles
L-se na folha franceza o Courrier de Sao-
ne-el Loire o seguiote episodio :
Era ba poucos dias; o Saone tinha-se,
como se sabe, espraiado vontade pelos
campos e prados marginaes.
A Bresse cbatonneza era talvez a regjao
mais immunda.eem muitos sitios immensos
prados invadidos pelas aguas nao linham a
descoberto seno alguns ramos de arvores
algumas parcelas de terreno mais elevadas
que se assemelhavam a lhotas perdidas no
meo de um Ocano.
' Acnteceu que urna pobre lebre expulsa
da cama pela agua que a segua em todas
as direeces nao teve outro refugio seno
urna daquellas lhotas, a qual nao teria mais
que Ires ou quatro metros quadrados de
superficie.
O peior de tudo isto que um joven ca-
cador, recen tmente vindo dos bancos do
colle^io, lobrigou a lebre.
Correr em busca de urna espingarda, sal-
tar rfum batelinbo e:vogar ao largo na direc-
eo -da ilhola que dava asylo ao tmido qua-
drupede foi para o mancebo obra de um
instante.
A situaco tornava-se critica, a barquinha
corra veloz e a lebre lancava um ornar de
medo ora para a exiguidade do seo domi-
nio, ora para o inhnigo que avancava a tor-
ca de remos.
Chega barquinha, e o ca;ador seguro
da victoria, deixa dentro del la a sua espin-
garda e salta em trra sem reparar que a
propria torca do seu salto, iropellia para o
lrgo'o batelinbo que oliavia condazido.
A lebre, pela sua parte, d um salta de
lado e lanca-se na o-rca, que se afasia rpi-
damente da ilhota, onde o desastrado caca-
dor fica s com os bracos crusads e bocea
aberta.
Entretanto, arrastada pela correte e im-
pebida" pelo vento, a barca que leva a lebre
e a sua foi tuna avanca para l trra firme,
onde chega n'um instante. Enio o faceto
quadrupede, saiisfeitissimo agora da sua vi-
da, d negligentemente um pontap na arma
mortfera, salta.na tena firme, assenta-se
um instante, com o focinbo voltado para o
inimigo estupefacto, acaricia o bigode com
a graca peculiar aos seres desta interessan-
te familia, depois d meia volta i direita e
desapparece.
...
de alg-im canto da ra/ A esperanza abah-
doaarho, e, comtudo, cutva-lbe anda a
partir. 'Cbhdrjzffamno estaco do cami-
nno de ferro do norte, onde Felippe havia
atagado. um.vragon '^ar^'r?^'ma4s')ic,ql*|
modaman 'cotn,.e|e ^aj^^w.t0.^j-^*?*& 'Ousav*g"^r^ciar palavra No varo estas praias sao frequenUdas
, wwr-0"iMtb.t' Quando o sol de todo i a desappareer, por in
seryousje callado A cada tempestade o mar vailarjoando s
. .0 vento, ac.miaodo as arvores, qoabraya praias ovos despojos, de^ mammootbs, e os
datyOTemquando.o.silenoio, ,ii-,tisfiisi habitantespodem fazer um commercio do
liaura e,re^p^^com^ cwacijt dilacera- marfim rrojdo'pelas vagas.*
o ilustre prelado coaeervou-se firme em sen
phosphia ^e^'a"q*uj, abrarjada pop posto, sem-dwqwvidos fessas fmfqafe cea-
mellos jovens ituanos, estadioses e ardentes auras,, epros^gaiodo.no nobre desempenho
porem andaUmoetoosos e precipUados,-in- de levar um-gro de prosperitade a sua
firtrava'n' peito dtlleSo erro, intlfereo- #$$. ^%&..ffik1 depois, dismen-
Usmo, as mximas da religio, aos principios 'uraa-*i*oia8 irg,coes de seus dsafectos-W langou
daW?intnm nn, ra gr^uits^ qjrjgadus, por amor a verdade, ^ij.d^epfearicio o.retrato de Sopha e ob- invern por immensas capv.v-aique como Em ambas estas operas obteve a aova
--------comsigoumcadflfCr! Bbe servou-oatlehto e vagaroso. Depois fectou- aqusllas voa busca ^ ^rfiav: -' anlora m successo extraordinario.
1 o n'uraa.folba depapel, lacrou-oee^c.' -j: Os carros das carra !&- arrastaaos por tv^m ihv^^W'a dasruzb3M.u
' ,6' .
ara eaatOi
um pouco retirado do iftiarmario^wHler-lhesubmisso preitos de veneracao. I
aaeioaade,^ consagrav o padre Mello, d ,r9eas afliWWs no se tinham refecldo ; Ernesto.
innmeras barcas d pescadores, e no
t
^'-
..
I
<


V
* <
------Nwnrtntoa phjtarmrjmcos 0e*aris no
se falla actuaitnente sena > em urna nova ma-
nvilbVde canto, urna nofiPaMpiattiatf se
estreiou lmameote no thenro-ue Mes-
sina.
Chamare Edwi^s. Riccas'prici, prbssiana
de nascimento, filha d um das mais ami-
gas familias prussianas.,;
f
,
1


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