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Diario de Pernambuco ( Tuesday, March 12, 1867 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/11216

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Tuesday, March 12, 1867

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:11216

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/11216

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Tuesday, March 12, 1867

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:11216

Full Text

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ANNO VL111. NUMERO 59.
PAMA A CAPITAL E LCttABES O.XDE SE !& PACA POBTG,
Per tres mezes adiaatade*., '..............'. 6,5000
Por seis ditos idea.. .1....... . ...... x20OOO
Per mhuMm.. . .1 .. .. . .< -1 .. .j ? 2441000
Cali aunen aris .]].......7 ......V 320
DIARIO DE
AM
TERCA FEIRA 12 DE MARCO DE 1867.
?

PAMA DENTROE
Pac tres mm atiaataas,.....
hr Mk Per aOTC dl idea.....M .. .. ..
hrniiMilM., a.;.......
A MOV* CA.

6i)C750
ISJWO
20*250
270000
NAMBUCO.
i\8aii>H-si um ipiiaomiBVKD od aaaicpMun> o>a mAHDii miumkd idi iiama a vnuirDs sus ipkdipmivmudso
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- ' ji -------------------------------------------------
tENCARRBGADOS DA SUBSCR1PCA0.
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Anlonie Marqaesda Silva ;Aracaty,
oSr. A. de Lemos,Braga; Cear, o Sr. Joaqoim
Jos de Dliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Aires & Filhos ; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas,o Sr. Fran.-ioo lavares da Costa;
Baha, o Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Ribeiro Gasparinho.
PARTIDA D< S TAPETAS.
Olioda, Cabo, Escada esiagoes da vi* Terrea at
Agua Preu, todos os dias.
Igaarass e Goyaooa as segundas e sextas feiras.
Santo Anto, Grvala, Beierros, Booito, Caruaru,
Altmbo, Garantaos, Buique, S. Beato, Bom Con-
selho, Aguas Bellas e Taeaftt, as tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
logazeira, Plores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Ouricurv.Salgueiro e Ez, as quarta feiras
Serinhem, Rio Pormoso, Tamaodar, Una, Bar-
reiros, Agua Prea e Pimenleiras, as quimas
feras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio: segundas e quintas.
Helaco : tercas e sbados as 10 boras.
Fazenda : qu>oias as 10 horas.
Julio do commereio ; segundas as 11 horas.
Dito de orpbos : (oreas e sextas s 10 horas.
Pri">eira vara do cirel: tercas e sextas ao meto
dia.
Segunda Tara 4o eifel : quartas e sabbades a
1 ora da tarde.
EPHEMER1DES DO MEZ DE MARCO.
6 La nova as 6 h., e 46 m. da m.
13 Quarto cresc. as 3 h., e SS m. da m.
SO La eheia as 6 h., e 3 ID. da m.
28 Quarto ming. as 4 li. e 54 m. da m.
das da semana:
il. Segunda. Ss. Candido e Heraclfo mro.
12. Terga. S Gregorio Magno doutor da eereja.
13. Quarta. S. Sancha priDceza v. ;S. Rogerio f.
14. Quinta. S. Matbildes rainba de Allemanba.
15. Sexta. S. Zacharias p.; S. Looguinho.
16. Sabbado. Ss. Cyriaco e Taciano diac. mm.
17. Domingo. S. Patricio b.; S. Gerirudes v.
PREAMAR DE BOJE.
I Prlmeira as 8 boras e 30 m. da manba.
I Segunda as 8 horas e 54 minutos da larda.
PARTIDA DCS VAPORES COsTEIROS.
Para o sul at Alagoas a 14 a 30; para o non
at a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernan-
do nos dias 14 dos metes Janeiro, marco, malo)
jalho, setembro e novembro.
PARTE OFFIGIAL
MINISTERIO DO IHPKRIO
Declarou-se ao presideote da provincia do Para
que (kava a' soa disposigau, no correte exercicio,
a quaotla de 10:00;i000, para ser empregada de
aceordo com o bispo diocesano, oas obras do semi-
narlo episcopal.Comrauoicou se na mesma data
ao bispo, e soUeitou-se do ministerio da fazenda a
expedigo das ordens coaven entes.
Remetteu-se, por copia, ao ministerio da mari-
nha, o decreto legislativo n. 1367 de t9 de setera-
hro de 1866, pelo qnal foram considerados validos,
para a matricula em qualquer dos corsos de Ins-
troego superior desta corle, os exames de prepa-
ratorios eitos pelo estodaote Rodotpho Sergio Fer-
reira, no collegio das artes em Peroambuco.
I exonera gao que pedio do lugar de escrivo da me-
sa de rendas de S. Cbrstovio.
A' das Alagoas, que n'esta data foi exonera-
do Miguel Arcbanjj Canavarro, do lugar de admi-
nistrador da mesa de rendas de Catnaragtbe.
A' mesma, para seu conheclmento, que por
decreto de 23 do correte mez fol demlttido o ba-
cbarel Loureogo Accloli Waoderley Caoa arro do
logar de procurador-fiscal da thesoararia de fa-
zenda dessa provincia; e tran-mitundo para a de-
vida execugao o decreto de 24 do dito mez no-
meando o bacharel Jos Alexaodrino Dias de Moa-
ra para o referido lugar.
MINISTERIO DA VGRICULTIJ-
RA COHMERCIO
E OBRAS ri IllilCAS.
Decreto n. 38u de 9 de-feveretro de 1867.
Approva o eontrato celebrado com a compaohia
Liverpool, Brasil and River Piale Steam Naviga-
tion para a concesso dos favores e isenedes con-
cedidas as outras companbias de oavegago tran-
satlntica.
Usando da autorisago, que me contare o decre-
to o. 80) de 20 de setembro de 1854, e de coofor-
midade com a minha immediata resolugo de 5 do
mez passado, tomad* sobre parecer da secgao dos
A' do Ceara, comnionicando, em resposta ao sea negocios do imperio do cooselbo de estado, exara-
offlcio de 21 de novembro ultimo, em que part-1 fl0 etD consulla de 29 de outobro do aono Ando,
cipa ter autorizado o despacho sob cauco dos ob- Dei por b-m approvar o contrato celearado com a
jectos imporudos pela compaohia de illumioagao a Compnhia Liverpool, Brasil and River Pate Steam
gaz dessa capital, que n'esta data se expede ordena' aajngatiOfl para a concesso dos favores e isen-
a' Ibesouraria de fazenda dessa provincia, a visia i q58S comidas no decreto n. 591 de 13 de setembro
do regulamento das alfandegas, para recolber aos | ,je 1850, sob as clausulas, que com este baixam,
MINISTERIO RA FAZENDA
Expediente de 23 de Janeiro.
A*, thesoararia do Para, mandando reduzir a
6444166 anoiaes o ordenado do offleial aposenta-
do da mesma reparticao Beroardino de Senna Xa-
vier de Alcntara, e satisfazer as exigencias comi-
das na Informago que par copia se Iba remelle da
terceira contadoria.
A' mesma, declarando, em vista do parecer
da directora geral da conlabilidade de 11 do cor-
rente mez, e ao despacho de 27 de setembro de
1858, que devem ser indemnisados o cofres pbli-
cos da qoantia de 2474000 da passagem radevida-
mente dada em maio do aono flodo desia corte para
o porto da Parabyba no vapor Tocanlini, e dali
para o da supradita provincia 00 vapor Paran no
mez de jaoho, a Jos Francisco de Moura, visto nao
ser Olbo mas afllhado do respectivo inspector, como
consta do certificado de 24 de ]aoho, annexo s
conlas da compaohia de paquetes a vapor.
A' do Maranho, eommuaieando ter o tribu-
nal do Ihesonro resol de indeferlr o recurso in.er
posto por Pellippe Jos Perelra Fortuna, da deciso
dessa ibesouraria, qae confirmara a da alfandega,
sojeitando aos direitos do artigo 51, nota 14 da ta-
rifa, como se fossem taouncos completos, os paos
en cepos de madeira para tamancos. Importados pelo
recorrente.
Ao do Piauhy, que passe carta de liberdade
a escrava da oago, Luna, da fazenda Guaripas,
departamento de Nazareih, logo que cutre para
os cofres com a quantia de 4504000, em que foi
avallada.
A' da Parabyba, que exija do primeiro escri-
turario da respectiva alfaodeg, Rosalvo Medeiros
da Rocba Lins, a qoantia de 2z563 de comedorias
qae Ibe foram fornecidas pela oompaohia de pa-
quetes a vapor, a a qae nao linha direito como 1 as-
sageiro de estado, na viagem do vapor Paran, em
abril do aono Ando, desta corte oade se aebava
com Jlcenca para o porto de Macei.
A' de Peroambuco, declarando augmeotado
com a qoantia de 1:1424309 o crdito da verba
julzo dos fetos da fazenda no exercicio de 1865
1866.
A' mesma, para qae, em vista do parecer da
directora geral de contabilidade de 12 do correte
mez, e despacho de 27 de setembro de 1858, exija
do addldo alfaodega- da dita provincia, Alexao-
drino Cbristiano de Oliveira, lodearaisaco daaoao-
tia de 954OOO, era qae importa a passagem que leve
em agosto do anuo passado de Pernambaco i cor-
te, para oode veio com liceoga ; e bem assim igual
indemnisago do segoodo coofereote Jcaqoim da
Costa Kibeiro, importancia da passagem que Ibe
foi dada em junbo do dito anoo, desde a corte,
onde se achava com liceoga, al a cidade do Re-
cife.
A' mesma, devoivendo os ppela que acom-
panbaram o seu offleio o. 278 de 28 de novembro
ultimo, sobre o alfandegameoto de um armazem
sito a ra do caes d Apollo, na cidade do Recite,
pelo baro do Livramento, para receber os gneros
das tabellas 6.a e 7.a do regulamento das alfaode-
gas, aflm da que a mesma thesoararia, por Inter-
medio da alfandega, se ioforroe a qual #os gneros
constantes das ditas tabellas d a parte preferencia
para o deposito, e explique o motivo por que, como
diz no citado offleio, eolendeu que o armazem es-
lava habilitado para receber gneros Inflammaveis,
excepto a plvora.
A* thesoararia do Maranho, antorlsando-a
para lancar na verbaexercicios fiadosdo ac-
tual exercicio de 1866-1867, a quantia de.......
1:0464666 de despezas effectuadas pelos re-ponsa-
veis constantes da relagao qae acompaoou o seo
offleio n. 41 de 9 de junho do aono passado.
__A' presidencia de Pernamboco, traosmittindo
por copla o offleio 0. 57 da secgao do contencioso da
ibesouraria dessa provior.ia, acerca de terrenos de
mannbas, aflm ae que Informe a tal respeito com
o que Ihe constar ou oceorrer, ouvindo as cmaras
muidles do Recife e de Olioda, a qoem jalgar
preciso e flaalmeote a tbesouraria de fazeoda.
A' thesoararia da mesma provincia, comma-
nicaodo ter sido Indeferido o reqoenmeoto em que
o bacharel Lniz Maria Gonzaga de Lacerda pedir
entrar para o Ihesouro com a qoantia de 5004090
que recebera por adiantamento da mesma ibesou-
raria para ariventagao dos romos da sesmaria da
aldda da Escada, visto ter sido intimado pela dita
ibesouraria para prestar comas daquella importan-
cia. O mesmo bacharel deve por tanto prestar suas
contas nessa thesoaiarla, ficaado previnida de que
aos individuos que receberem dinbeiros dos cofres
pblicos por adiantamentos applicavel e artigo 43
da lei de 28 de outabro de 1848, quan 10 por An-
dar a commisso, encargo, ou gereocia nao reco-
Ibem os saldos em seu poder s estagSes compe-
teates. '
A' do Para', declarando de eonformldade
com o aviso do ministerio da agricultura, commer-
eio e obras publicas d 16 do correte mez, que
dispensado o engenheiro Luiz Pe-
cofres pblicos a importancia dos respectivos di-
reitos de coosumo, cabeodo accrescenlar que a
pretencao da companbia sobre a isengio de direi-
tos para os objectos que importar acba se affecta
ao podar legislativo, a qoem foi remedido o offleio
dessa presidencia de 2 de margo do aono passa-
assigoadas por Maooel Pinto" de Souza Damas, do
meu conseibo, ministro e secretario de estado
dos negocios da agricultura, commereio e obras
publicas, que assim o tenba entendido e faca exe-
cutar.
Palacio do Rio de Janeiro em 9 de fovereiro de
do.Expedlo-se a" thesoararia de fazenda a ordem 11867, 46* da Independencia e do imperio.Com a
a' que se refere este aviso.
A' de Pernambaco, declarando augmentado
com a quaatia de 1:8644460 o credlts da verba
estagoes de arrecadacao = do exercicio de 1865=
1866.
= 28
A' thesoararia do Para', declarando, de con-
formidade com o aviso do ministerio do imperio
de 7 do corrale me', qae tica augmentado o cr-
dito da ven apresidencias da provincias Jo ex-
ercicio actual com a qoantia de 6654934 ; sendo
3664934 para pagamento do nieio ordenado ao vi-
ce-presidenle em exercicio ; 1754000 mais para
luzes do palacio, e 1244 mais para iliuminago em
dias de testa nacional.
A' do Maranho, igual declarago pela ver-
basoccorros pblicos- do actual exercicio com a
qoaolia de 1:0004 para as despetas do lazareto
provisorio eslabelecido na Ponta d'Ara como me
dida preventiva contra a Invaso, qae se receia,
da epidemia do cnolera-morbas e febra-amarella.
= A' do Ceara', idntica declarago, em eonfor-
mldade do citado aviso, com a qnantla de ... .
rubrica de Sua Magestade o Imperador.Maooel
Pinto de Souza Dantas.
Clausulas a que se refere o decreto o. 3800 de 9
de feverelro de 1867.
1.a governo imperial, antorisado pelo decreto
n. 803 de 20 de setembro de 1854, concede a com-
paohia Liverpool, Brasil and River Plato Steam
Navigatioo os favores e iseogoes oatorgadas pelo
decreto n. 591 de 13 de setembro de i850 a real
companbia da Sootbarnptoo, salvos os direitos es-
tabelecidoe em beneficio das casas de caridade e
os de ancoragem, que continoaro a ser pagos pe-
la companbia.
2.a Em troca dos favores e isengoes, que Ihe
sao concedidas, a compaohia obriga se a entregar
as maias do correio, destinadas aos porlos do im-
perio, mmediatamente depois da ebegada dos sens
vapores, e tambem a nao receber no escriptorio
dos seos consignatarios do Brasil carraspondencia
alguma, sem ser por intermedio das estagoes pos-
laes, sujeitando-se ao pagamento da multada 1004
a 50O4OO no caso de inobservancia desta clau-
sula. Esta mulla podera' ser elevada de 5004000
1:0664690, para oceorrer a' despez paga, emo |;0004000 lodaa as vezes que a companbia re
-mez de outobro do anno oliirao, pela compra dos i 0eidir em falta.
medicamentos remedidos para os Indigentes ac-
cemmettidos de varila na villa de Loure, e com a
gratificacio do medico e eofermeiros, dieta a di-
versos objectos para os indigentes atacados do mes-
mo mal, em tratamento nos lazaretos de Jacar-
canga e da Lagda Puoda.
A' mesma, em conformidade do mencionad
aviso, augmentando com a quantia de 3024300 o
crdito da verba presidencia de provincias no
acioal exercicio de 1866 1867, com applicago a
despezas de utensis e objectos do servido do pala-
cio da presidencia.
A' presidencia do Rio-Grande do Norte, ap-
nrovaodo a oomeago que fez de Marcolino Pereira
de Azevedo para official de descarga supra-nume-
rario da alfandega dessa provincia, na forma do
1* do art. 22 do regulamento de 19 de setembro
de 1860; coovindo que em casos semelhaotes te-
nba em vista o aviso de 13 de junbo de 1861, diri-
gido A1 prco-.doQaifc Ao Plftnhy
ss a' Ibesouraria de Peroambuco, declarando
augmeotado o crdito da verba ajudas de cusi
do ministerio da fazenda, com a quautia de
1:9214000 00 correte exercieio.
29 -
A' ibesouraria do Cear, approvando, em con
formidade com o mesmo aviso, a despeza de 4294
feita pela verbasoccorros pblicos = do exerci-
cio de 18651866=, proveniente de dietas e objec
tos fornecidos nos nw.es da maio e junho do anoo
lindo, para os desvalidos atacados da varila em
iratamento no lazareto da Laga Punda.
a' mesma, remetiendo duas relagdes de ere-
dores de dividas de exercicios fiudos, aflm de que
seja paga a que somma na quantia de 1:17tlo">,
pela competente verba; nao o pndendo ser a ou-
tra, por ter expirado o prazo marcado no decreto
de 26 de feverelro de 1862.
A alfandega do Piauhy, declarando que para le-
galisar a despeza autonsada pela respectiva presi
deuda. Sea augmentado com a qoantia de.......
4:8114170 o crdito distribuido a mesma provin-
cia no exercicio de 1865 a 1866, sendo para Ibe
3.a Sera' decidida pelo governo Imperial, salvo
o recurso para o conselno de estado, qualquer da-
vida que em sua execugao offerecerem estas clau-
sulas.
Palacio do Rio de Janeiro em 9 de feverelro de
1867.-Maooel Piolo de Souza Damas.
GOVERNO DA PROVINCIA
Expediente do dia 4 de janeira de 1847.
Ia secgao.
N. 135Offleio ao general commandante das
armas.A V. f.xc. sero apresentados para lerem o
conveniente desligo depois de inspeccionados, os
guartlas do bataiho n. 18 de infanlaria do munici-
pio de Nazarein Joo da Costa Ribeiro, Loii Jos
Perreira e do batalbo o. 20 do mesmo municipio
Joo Tavares de Almeidajdiaifnados paca o servigo
da guerra. **
H. 13b.Dito ae mesmo.5irva-.se de mandar
sobr'esiar na ida para a corte no vapor Tocantini,
do guarda nacional Manoel Jo.- do Nascimeolo e
os recruias Joaquim Correa de Jess e Gualberto
Gomes da Silva, de que trata o sea offleio desia
dala, sob 0. 19, visto acharem-se provando isengo
legal.
N. 137.Dito ao mesmo.A V.Exc. sero apre-
sentados aflm de torera o conveniente de.-t.no de-
pois de laspeciooados os recrutas Joaqoim Jos de
Sani'Anna e Luiz de Abren, que vieram do termo
do Limoeiro soccorridos de racoes de etapa al es-
ta dala.
N. 13'.Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de
mandar inspeccionar o recruia Jos Praneisco da
Siiva a quera por despacho desta data coacedi o
praso de 15 das para provar iseogo legal.
N. 139.Ditj ao mesmo.Queira V. Exc. man-
dar i-pecciouar o alteres do 15a batalbo de infan-
laria do exercilo Tiburcio Joaquim de Andrade. ex-
pedmdo ordem para ser elle conservado nesia pro-
vincia at ulterior deiiberaco.
N. 140.Dito ao mesmo.A V. Eic. sero apre-
sentados os guardas naciooaes designados para a
soaro e Ihesoaranas 8004000, para juno dos [ellos | gaerra Fraocisco Borges da Paixo e Maooel Jos
6004, para eslagSes de arrecadagao 2:6004> e para da paiia0) aquella do 10a batalbo de Igaarass e
admiaistrago de proprios naciooaes 8114170. E
recommeodando: Ia que se o pagamento aos em-
pregados substitutos na verba-thesouroe thesoura-
rias-sadeupor impedimento legal dos substituidos
devera' annullar a despeza dessa verba e leva-la a
ajadas de costo; 2a que leodo as despezas juJi-
claes de ser, em parte salisfeitas pelos devedores,
e devendo-se escripiurar essa indemnisago como
despeza a anoullar, se a entrega se realisar dentro
do exercicio nao ser preciso augmento to avuita-
do na verbajuizo dos fetos; 3a que dever
ter moito em vista o que Ihe foi determinado 00
art. 7a da ordem n. 38 de 30 de agosto de 1865.
-31-
Ao ministerio da guerra, traosmittindo ama re-
lagao dos offlciaes do exercito que se acbam era
(tampanba contra o Paraguay, e flguram no saldo
da tnesouraria de fazenda de Pernambaco, do ex-
ercicio de 1865 a 1866 em liquidaco. como res-
poosaveis por differeotes quaolias, na importancia
de 2:6034l3i, aflm de qae se sirva mandar verifi-
car .-e foram ou nao salisfeitas as referidas quan-
tas; dignando-se commuoicar ao ihesouro o resul-
tado dos exames que se flzerem, e activar pelas
competentes reparng5es do exereilo, onde serv-
rem aqaelles offlelaes, as devidas iodemoisagdes,
caso nao leuham sido ainda realisadas, afim do se
enterraren) laes comas, e serem contempladas nos
o'^an>d,^/,0LUmfl^ZL\uT^ha"va"deM- balaogo, como multo convm a regulartdade da
Iho, eocarregado da estrada da Graciosa, na dita
provincia- ,
A' mesma, qae, em conformidade do aviso do
referido mimsterio de igaal data, foi elevado ao
mximo, na forma da tabella que tnixoa com o
decreto n. 29 de 10 de malo de 1862, o trans-
porte diario qoe percebe o dito engenheiro de Ia
elasse-Antonio Pereira Rebougas Fibo.
A' mesma, aoiorisando-a para laogar na ver-
ba exercicios nodos do actualexerciclo de
1866 1867 -, a qoantia de 2304<0, que1 figura
como saldo em poder do capito D. Carlos Baltha-
zar da Silveira.
A thesoararia do Piauhy, transmitundo por
tpia o aviso do ministerio de es'rangeiros de 14
do crreme mez, acerca do espolio do subdito ita-
liano Luiz Marchiaooi, afim de qae envi a cerlidao
a' qae se refere o dito aviso.
A's prasidanrias do Amazonas, Piauhy, Cea-
ra', Pernambaco, Baha, Rio de Janeiro, S. Paulo,
S. Pedro, Goyaz e Maiio-Grosso, exigindo sem de
mora os esclareeimeoios pedidos per avisos de 25
tesouraria de fazenda de Peroambuco.
A' ibesouraria do Para' autorisaodo-a para
chamar ao seu servigj alguos empregados da al-
fandega de aecdrdo com o respectivo inspector,
porm somante em qaaoto semelbante medida for
TaatoAe ML o'trans"- indispeosavel, coovindo outrosim que requisito da
presidencia da provincia dispeosa do servico de
destacamento da guarda nacional ao offloial-maior
Luiz Alfredo Monteiro Baana, visto ser necessana
a sua preseoga oa reparticao.
A' do Maranho, augmentando com a quan-
tia de 1114208 u crdito da verbaadmiaistrago
de proprius nacionaesdo exercicio de 1865 a
1866.
A' presidencia do Rio Grande do Norte, para
qoe em oome do governo imperial agradega a pro-
va da patriotismo qae deram o inspector da ibe-
souraria provincial o coronel Boa faci Fraoclsco
Piobeiro da Cmara, e oa demais empregados raeo-
ciooados na noia qae acompaonoa o offleio dessa
presidencia de 21 de noyembro ultimo, oMerecen-
do o inspector 5 por cerno e os empregados 2 por
eenio dos seus ordenados para as despeas da guer-
de junho e 9 de novembro do aono passado, que
sao urgentes e Indispensaveis para a coociuso de
trabalbos de importancia a cargo do ihesouro na-
cional.
A' de Pernambaco, traosmitllndo para sea
conbeeimento e a devida execugao, o decreto de 24
deste mez, nomeande o bacharel Roberto de Mo-
ra do Paraguay
Relagao dos empregados a que refera o aviso
supra.
Antonio Victorino Ferreira Nobre, Jos Pedro de
Carvalbo, Joaqoim Jos Piolo, Eoas Leocracio de
Moura Soares, Jos do Bago Bezerra, Alexandre
Tnomaz Seabra de MeilofJos Gomes Ferreira,
I fl
desie mez, nomeaouu o oacnare rtooeno ae no- iuum. ""-, D'h. R.annrin Andr A-
- A' de sergipe, eommuaieando qae n'esta data Mor, Joaqulm Fraoc.sco de Paula Reg e G. Xa,
se eoncedea a Roberto Fraociso* de Carvalho a' vier Pereira de Brtto.
este do 18a de Nazareth.
N. 141. -Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de
mandar pdr em liberdade o recruta Manoel Mel-
quades Rraeiro, que provoo oio ter alada a idade
exigida por M.
N. 142. -Dito ao mesmo.Fago aprseotar a V.
Exc. para o servigo da guerra o guarda nacional do
bataiho u. 41 de Ipuiuea Francisco Anioni) do,-.
Sanios.
N. 143.Dito ao mesmo.Haja V. Exc. de man-
dar ospecciooar o recruta Jos Francisco da Silva,
que se acba 00 deposito.
N. 144.Dito ao mesmoQueira V. Exc Infor-
mar sobre o que pede o recruta Joaqoim de Barros
Agoello do requerlmento que aqui janlo com offl-
eio do Sr. chele de polica de 3 do crrante.
N. 145.Dito ao mesmo.Srvala V. Exc. de
mandar pdr em liberdade o recruta Luiz Jos de
Sant'Anna, visto ser o arrira > de tres irmas me
ores.
N 146.Dito ao mesmo.Dos recrutas e guar-
das navionaes destinados pera o servigo da guerra
so podem seguir para a corta 00 vapor Tocantins
os mencionados oas relagoes inclusas.
N. 147.Dito ao mesmo:A vista da sua infor-
mago desta data aotorfso V. Exc. a mandar pas-
sar para o numero dos guardas naciooaes recolbl-
dos ao deposito o do 2a bataiho de infamarla do
municipio do Recite Francisco Ferreira da Costa
Rioeiro qae |a eslava designado para o servigo da
guerra qoanda se alistou como voluntario da patria
segundo consta de offleio do respectivo comman-
dante superior de 27 de dezembro nltimo.
N. 148.Dito ao director do arsenal de gaerra.
Fa5a V. S. concertar nesse arsenal as 136 gra
nadeiras que estando ao servigo do batalbo o. 12
da guarda nacional do municipio de Goyaona, nos-
la daia determino que por parte do delegado da-
quelle tertnttfejam recolbidas a esse arsenal para
o m cima declarado.
N. 149.Dito ao mesmo.Ao capltao do porto
offleio nesta data para mandar por era liberdade
como V. S. solicitoQ em sea offleio n. 796 de 2/ de
lezembro ultimo ao operario desse arseoal Fran-
cisco de Soaza Monteiro.
N. 150.Dito ao capito do porto.Mande Vmc.
desembarcar e por a disposigo do general c .m-
maodaote das armas o recruia de marinha Emilia-
no Maooel da. Costa. / .
B. 151.Dito ao mesmo.Mande vmc. por em
liberdade, visto ter provado iseogo legal recruta
de marinha Joo Baptista do Nascimeoto a qae al-
lude o seu offleio o. 9 de 3 do correte.
N. 151Dito ao mesmo. -Man geocia por em liberdade o recroU de marinha
Francisco de Souza Monteiro, visto que sao neces-
sarios os seas servijos no arsenal de gaerra como
declarou o respectivo director em offlolo de 27 de
dezembro ultimo e esta' sojeito ao comprimenlo
das disposlgoes constantes dos arts. 7 e 10 do re-
gulamento de 3 de Janeiro de 1842.
N. 153.Dito ao mesmo.-Mande > me. sebr es-
tar no remessa para a corte 00 vapor Tocanftni
do recruta Antonio Rafioo de Lima mencionado- na
relagao anoexa ao mea offleio de bootem, visto que
por despacbo desta dala conced o praso de 10 dias
para elle provar isengo legal.
2a secgao.
N. 154.-Offlclo ao enere de polica.-Acabo de
reiterar a ordem expedida para que destaquen) na
villa de Cabrob 16 pragas da guarda nacional co-
mo esta presidencia determinou em data de 20 de
setembro do ano* passido, o que a V. S. eommu-
nico em resposta ao sea offleio n. 45 de 3 do cor-
rele.
N. 155.Dito 10 mesmo.Acabo |de expedir or-
dem ao teoeote-aprooel commaodante do balalhao
n. 12 de infamarla da guarda nacional de Goyaooa
para qoe faga entregar ao delegado do termo do
mesmo oome, afim de serem coocertadas 00 arse-
nal de guerra, as 136 graoadeiras, de qae trata o
ottkio de V. S. o. 58 de 3 desle mez.
N. 156. Dilo. ao commandante superior do Re-
cife.Nesta dala offleio ao general commaodante
das armas para mandar incluir era o numero dos
guardas naciooaes que se acham em deposito, o do
2a batalbo de infamara deste municipio Francis-
co Ferreira da Coala Ribeira, que ja eslava desig-
nado para o servigo da guerra, quaodo se alistou
como voluntario da patria. O qae commaoico a
V. S. em resposta ao sea offleio o. 454 de 27 de
dezembro ultimo.
N. 157.Dito ao commandante superior de Ca-
brob.Cooslaodo-me qae at 3 de dezembro pr-
ximo fiado anda nao tiobam destacado na villa de
Cabrob as 16 pracas, qae esta presidencia maodou
pdr a disposigo do respectivo delegado em data de
20 de setembro do anoo passado, recommeodo a
V. S. qae mande eomprir com urgencia, essa or-
dem e me commaoique o dia em que as referidas
pracas eulrarem am servigo.
N. 158.Dito ?o leme-coronel commandante
do balalbao o. 12 de infaotaria da guarda nacional
do Goyaona.Faca Vmc. entregar ao delegado de
pqlicia desse termo, afim de serem concertadas as
136 graoadeiras qoe se acbam deslrbnidas pelas
pracas do batalbo sob seu commando.
N. 159Dito ao mesmo.-Faga Vmc. abrir as-
sentaraento de praga no corpo sob sen commando,
ao paisano Flix Julio Teixeira Lima, que foi con-
siderado apto para isso em inapecgo de saode, co-
mo Vmc. declarou em sea offleio aesta dala.
N. 160.Dilo ao commandante do batalbo n.
27 da guarda naciooalde CaruariLExtranhaodo a
Vmc. por nao ter satisfeito a reqmsicao de pragas
do balalbao sob sea commando feita pelo delegado
desse termo para condcelo de recrutas at esta
capital o qual representa qae ja' nao a primeira
vez, qae Vmc. assim procede baja de informar com
urgencia o motivo porque deixoa de satisfazer a
sobredila requisigo.
N. 161.Dito ao commandante do corpo de po-
lica.Faga Vmc. alistar no corpo sob sea com-
mando os paisanos Eslevo Jos de Sana, Joo
Aniooio dos Santos, Manoel Igoacio da Silva, Vi-
cente Ferreira de Paiva, Luiz de Fraoga P.-reir
do Lago, Francisco Antonio da Cruz e Joo Ca
ci Mendes Bizerra, que foram julgados aptos para
o servigo em iospeccao de saode, segando Vmc.
declarou em offleio das a data.
N. 161Dilo ao mesmo Pago apresentar a
Vmc o desertor do corpo sob sea commando, An-
gelo Custodio do Monte, aprehendida no termo de
Santo Aoto como parlecipoa-me o respectivo de-
kaado. em oflkm de 2 do corrate, aflm de qoe
iiiaode proceder dos termoa do regulamento de a
de dezembro de 1852.
N. 163.Dito ao delegado de polica do termo
de Goyaooa.Expediado ordem nesta data para
que o leoeote-coroael comra*ndanie do balalhao
o. 12 de infaotaria faga entregar a Vmc. as 13o
graoadeiras arruinadas, que se acham distribui-
das pelas pragas no mesmo batalbo, recoromeodo-
Ibe, que assim qoe as receber, as faga recolber
ao arsenal de gaerra, aflm de serem coceotadas.
164.Dito ao alteres Joaquina Miiilo Alves
Lima.Concedo a liceoga, qae Vmc. solicitoa,
em seu offleio de 31 de dezembro ultimo, para
vir a esta capital, afira de valar oa eleigo. a
que se lera de proceder para um deputado pro
viocial no dia 6 do correte.
N. 163.Portara.O presideote da proviocla,
cooformando-se com a proposta do Dr. chele de
polica desta data resolve oomear o capito Sil-
vino Guilberme de Barros para o lugar 4e 3a sup
penle do subdelegado da freguezia de Santo An-
tonio desta cidade, em lugar ue Praacisco Mamede
d'Almeida, qae tica exonerado por acbar-se na
Europa.
N. 166.Dita.0 presideote da provincia, coo-
formando-se com a proposta do Dr. chefe de po-
lica n 62 de 3 do correte, resolvea conceder ao
bacharel Francisco Lms Caldas a exooerago que
pedio do cargo de sob-delegado do distrieto de S.
Pedro Martyr da cidade de Olioda; e para o subs-
tituir oomeio o cidado Braz Machado Pimental.
N 167.-Dita.0 presideote da proviocla con-
formando se com a proposta do dito chefe de po-
lica, o. 65, de 3 deste mez, e a bem do servigo
publico, resolve exonerar a Joo Lucio da Costa
Monteiro do eargo de Ia suppleotojjlosubdelegadoPedro^Jos dos^Santos.
da freguezia do rogo da Paoella, 1 para o subs-
tituir nomea o bacharel Carlos Jastioiaoo Rodri-
gues.
N. 168.Dita.O presideote da provincia, con-
forraaadose com a proposta do Dr. chefe de pal-
ela o. 61 de 3 deste mei, resoiveu conceder ao
bacbarel Jos Cardo ro de Queiroz Funseca a exo-
neracao que pedio do cargo de Ia soppieole do
delegado de polica do termo de Olioda, e para o
substituir oomea o 3a sapplf'nie bacharel Frao-
cisco Los Caldas, para sobstiluir a este nomeoa
o cidado Braz Maceado Pimeutel, e para o lu-
gar'de 4a suppleote, que considera vago, nomea
Manoel DlonUio Gomes do Reg.
N. 169.Dita. O presideote da provincia, re-
solve oomear o bacbarel Antonio Martins da Cu-
nta Sonto-Maior para exercer o lugar de promo-
tor publico da comarca do Limoeiro.
3a scelo.
N. 170.Offleio ao iospector da thesoararia de
fazeoda.Providencie V. S. para qoe, em vista da
coma junta em duplcala, e nao bavendo inconve-
niente, seja paga a Jos Ferreira do Nsclmeoto
conforme sollcitou o dir tor do arsenal MjQSf*
gas da guarda nacional na villa de C brob, acabo
de reiter.r a referida ordem : o qoe a V. S. coro-
muoico para soa loielligencia,
N, 174.Dito ao iospector da- thesoararia pro-
viocil.Mande V. S. pagar ao capito do eorpo
de polica Tbomaz Rodrigues Pereira, como pede
00 incluso reqnerimento os veocimeotos qae se
Ihe estlverem a dever a contar da data em que fol
dispensado do servigo do Paraguay, procedeodo-se
a descoma pela 5a parte do sold desse official at
real embolso-da qaaolia de 2204 de qae se Ibe faz
carga na gau que o acompaobou conforme sollci-
ton o inspector da thesoorara de fazeoda no offleio
joolo por cpi, datado de 31 de dezembro uliimo
sob n. 856.
N. 175.Difb ao mesmo.Declaro a V. S. em
additamenio ao meu offleio de 27 de dezembro ul-
timo e para os flns conveniente, segundo coost*
de offleio do ebefe de polica o. 34 de 3 do correte
os 1964401 de qae trata o mea citado offleio rela-
tivos ao sustento dos presos pobres da eadeia do
termo de Ooricury, foram dispeosados pelo joiz de
dirello da comarca da Boa-vista, e nao pelo de Ta-
caral como por engao disse o mencionado che-
fe, e qae a aquelle e nao a este joiz de direito deve
ser adiantada a qoantia de 2004 constante de mea
referido offleio para a cooliouago de laes despezas.
N 176Dito ao mesmo..Ao negociante Pran-
eisco de Paula Miodello, mande V. S. pagar, se nao
bouver inconvenienie, os veocimeotos relativos ao
mez de dezembro oltimo, do destacamento existen-
te aa cidade de Nazareib os quaes consiam do pret
junto em duplcala que me remellen o commaodan-
te superior daquella comarca com offleio n. 285.
N. 177Diio adiruegj da Associago Com-
marcial Beoeflceote.loielrado de qaaoto expoz a
direcgo da Associago Commercial Beoeficeote
cora offleio de 2 do crreme, teobo a dixer ibe em
resposta, qae altenderei aos desejos da mesma di-
recgo quaodo se propozer a companbia de rebeque
a distrabir o respectivo vapor do servigo a que
destioado.
4a secgao.
N. 178.Offleio ao joiz de paz 2a votado da tre-
guezia de Saoto Amo.loielrado pelo sea offleio
de 30 de dezembio prximo fiado, dos motivos pe-
los quaes nao pode ter lagar na 3a doramea do
correle mez a reunio da junta qualificadora des-
ta freguezia, recommeodo a Vmc, qoe lazendo a
coovocago de qae irata o artigo 4 da lei de 19 de
agosto de 1846 rena a referida junta no da 10 de
levereiro prximo vindouro qae para Isso flea des-
ignado e prosiga nos respectivos Irabaibos tendo
em vista as leis e disposicdes em vigor.
N. 179.-Portarla.O presidente da provincia,
alteodeodo ao que requeren o protessor publico de
in-trucgao prima-ia da p -voagao de S. Jos da Co-
roa Grande Aoionio F.-an :isco de Moora, resolve
conceder-lbe dous mezes da Itcenga com ordenado,
para tratar de soa sade.
N. 18 0O presideote da proviocla atteodeode
ao que requeren Maooel Turiaoo dos Res Campel-
lo, e tendo em vista a informago do director gera
da iostrocgo publica de 2 do correte sob o. 3,
resolve nomea-lo para reger interinamente eme
diaote a gratificago aooual de 6O4 a cadetra de
lostrucgo primaria da villa do Buique.
N. 181.Dita.Os Srs. agentes da compaohia
Brasileira de paquetes maniera dar transporte at
o Rio da Janeiro 00 vapor TocantiM, por coma do
ministerio da guerra, nao s aos guardas nacio-
oaes mencionados na relagao sob n. 1, mais tam-
Dem aoi rooriu coo*l*M> da rela RelagSes a qae se refere a poriaria supra.
N. 1.
Alexaodre Luiz de Franga.
Antonio Perreira dos Sanos.
Cypruoo Mootiiro da Silva.
Claudico Nunes Brrelo.
Candido da Cosa Barbaiho.
Daoiel Jos de S.nt'Ann.i.
Praocisco de Paula Alcibiades.
Francisco Pddro do Carme.
Jos Antonio Luiz.
Jos Basilio de Souza.
Le cadio Maooel Aodr.
Laureoliao Jos de Olivara.
Maooel Francisco do .scimento.
Manoel Joo do ascimento.
Maooel Joo Cabra!.
Maooel Faustino Gomes.
Manoel Aatomo R.belro.
Manoel Antonio Francisco Papagaio.
Maooel Caroeiro da Silva.
Nicolao Jos Laorentioo.
Thootz Antonio de Aqaioo.
Jos Rodrigaes da Rocha.
* N. 2.
Jos Viceote Ferreira.
Manoel Gomes de Soaza.
Francisco Amonio Dias dos Santos.
Jos Albioo Monteiro.
Joo Baptista Adolpbo.
Raymuo lo Ferreira de Brizo.
Maooel Paulino de Andrade.
Berlho Jo- Soares.
Galdino Bispo Cardeal.
Jos Mana de Souza.
Maooel Nunes da Silva.
Maooel Silvestre Correa.
Maooel Antonio Francisco dos Santos.
Joaquim Gomas.
Maooel Victorino Correa.
Jesaioo Goilherme Das.
Loureogo Francisco Jos.
Joo Bautista da Hora. _
Maodel Quinno. *
Aoiomo Jo- Perreira.
Belarmioo Barbosa das Santos.
Jos Maximiliano da Rocba Pinto.
N. 182.-Diia.-Os Srs. agentes da companbia
Brasllelra de paquetes man rem dar ama passa-
gem de estado, a r, at o Rio de Janeiro, no va-
por Tocantins a Antonio Jos de Soaza.
Expediente do secretario do goverao de dia 4 de Ja-
neiro de 1867.
Ia secgao.
N. 183 Offleio ao capito do porto.De ordem
do Exm. sr. eoaselheiro presideote da provlocia
commaoico a V. S. para sea coahejeimeato e devi-
dos efTeitos qae por por.aria desta data se c locedeo
3de hornera n.4aqa*ntia de 244000 alaos machioistas do vapor Ipojuca da compaohia
aue tem direito o mencionado Naseimemo por ba- Pernambucana John Dunnias e James Uato o pra-
ver coodozido para borda do vapor Cruzeiro do Sul xo de dous aezes, a cootar de boje, para apresen
diversos" eaixdes com fardamento destioado a pro
vlncia da Parabyba. ...
N. i7|.__Dito ao rosemo.Aniiuindo ao que so-
licitan o capilo do porto em oficio de 2 do cr-
reme sob o. 4, recomraendo a V. S. qae em vista
da coota junta em duplcala, e nao haveodo incon-
veniente, mande pagr Maooel Pigoeiroa de Fa-
tarnm os seus ttulos de approvago, nos termos
das lostrocgies aaoexas ao decreto n. 1551 de 10
de fevereiro de 1855.
N. 184.Dito ao mesmo.O Exm. Sr. conselhei-
ro presideote da provlocia manda declarar a V.
S. em resposta ao seo offleio de 2 do corrate, n. 4,
que nesta data aolonsou-se a thesoararia de fazea-
desta dala, e de conformidade eom a proposta n. 65
de 7 do correte.
N 188.De ordem de S. Exc. e Sr. conselneiro
presidente da provincia, remeti a V. S. o titulo
para o subdelegado do distrieto de S. Pedro Martyr
da cidade de Olioda, nomeado por portara desta
data, e de conformidadeom a proposta o. 62 de 3
desle mez.
N. 189.-D.'io ao mesmo.De ordem deS. Exc.
o Sr. conselheiro presidente da provincia, remello a
V. S. os ttulos para o 1*, 3a e 4a soppleotes do
subdelegado de polica do termo de Olinda, Hornea-
dos por portara desta dala, e de conformidade com
a proposta n. 61 de 3 do correte.
N. 190.Dito ao mesmo.S. Exc o Sr. conse-
lheiro presidente da provincia, respondendo ao offl-
eio de V. S. de 3 do crreme, sob o. 34, manda de-
clarar qoe nesta data dmge-se a thesoararia pro-
vincial, no sentido de ser desfaito o engao qoe se
dea em ootro sea offleio de 26 de dezembro aitimo,
o. 1953, relativamente a despeza feita com o sus-
tento dos presos pobres da eadeia do termo de Oo-
ricury, a cootar de maio a novembro do aono pr-
ximo passado.
N. 191.-Dito ao mesmo.De ordem de S. Exc.
o Sr. conselheiro presidente da provincia, remello a
"So mulo para o 3a sopplente do subdelegado
da freguezia de Saoto Antonio desta cidade, nomea-
do nesta data em lugar de Francisco Mamede de
Albaqoerqae, que Oca exonerado por te acbar na
Europa, de conformidade com a proposta de V. S.
de hoje.
N. 192.Dito ao commandante superior da co-
marca de Nazareth.O Exm. Sr. eoaselheiro pre-
sideote da provincia, manda declarar a V. S., em
resposta ao seo ufflcto sem dala, o. 385, qae a tne-
souraria provincial tem ordem para pagar a Praa-
cisco de Paula Mindelo os veoclmenios constantes
do pret, qae em duplcala veio annexo ao sea cita-
do offleio.
N. 193.Dito ao joiz de direito do Limoeiro.
De ordem de S. Kxc. o Sr. conselheiro presidente
d provincia, commuoico a V. S. qae o bacbarel
Aotooio Manios da Cunha Sonto maior foi nesta
daia nomeado promotor publico dessa comarea.
N. 194.Dito ao subdelegado do Ia distrieto da
freguetia aa Boa-vista.O Exm. Sr. conselheiro
presidente da provincia manda communicar a V. S.
que fez apresentar ao commandante do corpo de
polica para ser alistado o voluntario de polica F-
lix Julio Ferreira Lima, de que trata o sea offleio
desta data.
EDITAL.
N- 195.Pela secretaria oica ao Sr. Dr. Amonio Martins da Caoba Souto-
maior, afim de que solicite o respectivo litlo, que
por portara desta data foi V. S. nomeado promotor
publico da comarca do Limoeiro.
3a secgao.
N. 196.offleio ao iospector da thesoararia de
fazeoda.S. Exc. o Sr. presideote da provlocia,
manda declarara V. S. em resposta ao sea offleio-da
31 de dezembro ultimo, sob o. 856, qus acaba de
recommendar a Ibesouraria provincial que proceda
a descont pela 5a parle no sold do capilo de po-
lica Thomaz Rodrigues Pereira al real embolso
da quantia de 2204 qoe deve a fazeoda nacional
segundo consta de sea citado offleio.
N. 197.Dito ao mesmo. -O Exm. Sr. conselhei-
ro presideote da proviocia manda traosmillir a V.
S. as inclusas ordeo* sendo 6 do ihesouro nacional
seb ns. 209, 222 e .26 e 1 do ministerio da gaerra
dau>do do 1- do corrale.
N. 198.Dito ao iospector da thesoararia pro-
viocial.De ordem de 8. Exc. o Sr. cooselbeiro
presidente da provlocia commaoico a V. S. que o
Dr. ttufiao Aogosto de Alraeida reouociaodo o res-
to da lieeoga de 3 mezes que Ihe foi concedida, re-
assumio em 3 do correoie o exercicio do cargo ote
adraioistrador da casa de detengo desta cidade.
N. 199__Dilo ao iospector da ibesouraria de fa-
zeoda.-De ordem de S. Exc. o Sr. cooselheire
presideote da provincia commaoico a V. S. que o
bacbarel Aotooio Martins de Almeida Souto Maior
foi nesia data nomeado promotor publico da comar-
ca do Limoeiro.
4a secgao.
N. 200-Offlcioao director geral da iostruego pu-
blica. S. ExcoSr.eooselbeiro presideote da provio-
cia teodo por portarla desta data e em vista de soa
iDformago de 2 do correote.sob o. 3, resolvido no-
mear a Maooel Turiaoo dos Reis Campello para
reger interinamente e mediante a graflcago an-
nual de 6004 a cadera de tnstrncgo primaria
da villa do Buique : assim o manda commuicar a
V. S. para sea coobecimeolo.
N. 201.Dito ao mesmo.S. Exc o Sr. coose-
Iheiro presidente da provincia tendo por porua
desta daia concedido 2 mezes de licenga com orde-
nado ao professor publico de iostruego primaria
da povoago de S. Jos da Corda Grande Antonio
Francisco de Moura para tratar de sua saude ; ae-
sim o manda communicar a V. S. para sea conne-
cimento.
Despaches de dia 3 de Janeiro de 1867.
(Requerimentos.y
Anna Mara da Conceicao.Informe o Sr. Dr.
ebefe de polica.
Antonia Mara da Conceigo.Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
Antonio Caetano da Silva.Concedo o praso de
8 das.
Aotooio Praocisco de Moora.Passe portara
concedeodo dous mezes de licenga com ordenado
smente..
Florentino Caroeiro da Silva.loforme o Sr. ios-
pector da thesoararia de fazeoda.
Francisco Martins das Cbagas.-Coneedo o praso
de 10 das.
Joo Germano do Espirito Santo.Informe o Sr.
Dr. chefe de polica.
Vigario Joo Baptista da Silva.Informe o Sr.
iospector da tbesooraria provin.-ial. .
Joo Baptista Adolpbo.Concedo o praso de 10
dias.
Jas Loureogo Alves da Silva.Concedo o praso
de 10 das.
Luir. Igoacio de Oliveira Jardim.Passe porta-
rla coocedendo um mez de licenga com ordenado.
Manoel Joaqoim Paulo.O sappllcante nao tem
provado iseocaj legal.
Maooel Aotooio Lyra.Seja inspeccionado.
Maooel Joaqoim de Souza.Concedo o prazo de
10 dias.
Pedro Ribeiro da Silva.Nao tem logar o qae
reqaer o sapplicante em vista da Informago.
Ricardo de Souza Ramos.loforme o Sr. direc-
tor geral da tnstroccao publica.
Vctor Accioly Wanderiey.Informe o Sr. ins-
pector da ibesouraria de faxeoda.
riTAlpinotYaa*ia de 764960 "proveniente de | da a pagar a Manoel Figaeiroa de Parla & Filhos
Lnnnacios mandados publicar por aquella caplta- a quanua de 74960, coostaotes do citado offleio.
N. 185.Dito a j director do arseoal de gaerra.
Nesta data aulorisoa-se a thesoararia de fazenda
UUUUOIU5 """ ------.--------- - -
na oo Diono de Pernantbuco, como se vd da men-
ciooada eoota. _
y 172.Dito ao mesmo.Recommeodo a v. a.
ioconcooveoiente, maode pa
a pagar a Jos Ferreira do Nascim>-nto a quantia de
244000 coostaotes da offleio de V. S. de bootem,
de 24 de novembro son o. 4, o qual fica assim respondido, de ordem do
prximo passado das Exm. Sr. conselheiro presidente da provincia.
2* secgao.
N. 186.Offleio ao presidente da relagao.De
ordem de S. Exc. o Sr. eoaselheiro presideote da
provincia, commaoico a V. Exc que o bacharel
Aotooio Martins da Caoba Souto-maior, fol nejta
data nomeado promotor publico da eomarca do Li-
moeiro. .
1 n. 45 de 3 desle mez, qoe ate 3 de N. 187.Dito ao chefe de polica.pe oMe ae
datembro oroxlmo flodo alado oo tioba sido cum- S. Exc. o 3r. cooselbeiro presidente da Panela,
wd^a ordem desta presidencia de 20 desetem- remello a V. S. otillo para o Ia sapplenra do sob
?ro doanno passado, que maqflou destacar 16 pra- delegado do Poco da paoelia, nomeado por portara
qoe, se nio hoover
gar os veocimeotos a coolar
af 5 de dexembro do anno
pracas do 4 btalbo de ioantaria da guaro a na-
cional qae se acba na comarca do Limoeiro a dis-
posico do respectivo recrutador os quaes coos-
lam da ioclusa relagao qae me remetteo o com-
maodaoie sapenor destt capital com offleio de 2
do correte sob n. 2. ..._,
N. 173.Dito mesmo.Constando de offleio do
(OVIKXO DO bispado.
SEDE VACAJTE.
Chegaram do Rio da Jaoeiro as peligSes cons-
tantes da lista segaiole que podem ser procoradas
na secretaria do bipado.
Lista das petlgdes.
Fraociseo Ferreira Gaedes e Francisca Bizerra
"lioq1 Antonio do Espirito Santo e Antonia Maria
dos Prazeres.
Pedro Alves dos Sautos e Anna Joaquina.
Joo Alves do Nascimeolo e mbelioa Francisca
do Amor Divino
Antonio Maooel Goocalves e Meta Francisca da
Couceigo.
llerculano Domingos da Silva e Caetana Ma-
ria, r%
Benedicto Aivr da iSecrt e loaiaa Mara da.
Conceico. t *


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,^?n0iDS S S,lTa Sln,Ug0 tWW jfltr BmM^vuxlvl*^**-**** da guer
DUrlo Je Pernn,b||,i . Tcr^ ^^ %> i Mj|pf0 de
1867.
.<&
ni y/: Mixt. u/yj
. r,exigen ellas o augmento-^das nossa, fjrgas
e ioauaa Mari* da Coocei- defensivas, e devenios organizaras de
que .sejamosinvaloera veis. O
da Conceico.
Joao Jos Pinbeiro
Cao.
Manoel Matares da Conceico e Jacinto* Mara
da Concaicfc
JooPerelrr e Fraooelloa Maria.
Feliciano Francisco de Assis e Ignez Maria da
Cooceico.
Jos Muir de Sonta Jesepaa Marta 4o Espi-
rito Sanio.
Joio Perreira da Silva Janiora MnerTin* .Cal-
lecioa Ferreira.
Alexaodre Patricio da aclue Mara Fernandas
de Jetus.
Gervasio de Souu Baraoza e Raquel Maria de
Sonta.
Manoel Joaqun) de Marta-e Maria Francisca da
Conceico.
Francisco Corroa de Medeiros e Antonia Mara
da lioneeicao.
Camillo Cordeiro Bira e. Isabel Maria d Je-
ZUS.
Jos Francisco de Paula e Generosa Maria Leo<
poldioa.
Joio Manoel Telzelra de Lira e Auna France-
lina da PoriBcacio.
tot estudado com o maior cuidado, all*
da cooscripcio em lempo de faz,l** W**
considera veis em lempo de gaeTrVe.reparttado
portanoia do una iosutuico, eastoo^-ceaveacido
de que ba de sor acceMo coa patriotismo. A io^k
financia dauma aaoa depeade do namero de bo-
rneas qae pode por m armas.
t Nao tos esqaecaes de que os estados visiones
se irapden ravte mala petada, sacrificios para a
boa constituicaoJos seo* exereRos. e teal-os o boa
Hxos em vs para Jalgar pela vosste rasguea**,
se a influencia na Franca deve augmentar oa di-
minuir no mondo,
t Consommos.8npre bandeira nacional; o meio mais segur di
conservar a pi e essa pasr necessario toraa-la
tacanda, afaslando a miseria e augmentando o bem
estar geral.
< Crois flgellos nos affligiram no decurso do
anno passado; ioandacdes e epidemias devasta
ram algaog dos
e recooheclda;qae se tomen
de diqtiaair as distancia que
percorref para apresentarern
prejeeto dj Man* qe par o fatoro se nSo pos.
eaitiBM despea oeste st-olido.
A# asjaciacdes operarlas
le
-~. nossos departamentos. A beai-
Raymnndo Teixeira de Lira e Maooeila Senbo- ucencia allivisa os soffrlannlos individuaos e bio
nce,fao- ... de pedir-se-ves crditos para reparar os desastre
dai cansados s propiedades publicas. Nao obstante
r i u elas cal*midades parciaes, o proeresso da pros-
Vasconcelos e Josepba per.dade geral naose lem resentido.
a .' 1 Uoraote o ultimo ejercicio, os rendlmeotos
e am raa indirectos augaumtaram-30 nbees, e o commer-
co externo mais de om mlltlJo. O melboramento
Manoel Alves dos Santos e Antonia Maria
Conceico.
Jos Pedro da Rocha
Mana de Jetns.
Joio Facun 'o da Rocha Vasconcelos
Maria da Conceico.
i"ara- n r .i_ t 1----------------- -*< uv uiu mili MU. \J lUCIUVI ttLUCLUU
Jo.9Joaq.iim. da Penha e Francisca Bertbqlina graduai.das nossas fioaneas ta de dentro em pou,
do Amor Umno. co permit* que se d urna larga satisfacao aos
Marco, Barbosa a.SUva e Mana Venaawa da intereses agrcolas e.economlcos patentaados pelo
Conceda.
Flix Rodrgaos dos Santos e Ma-colina Maria
das V.rgeos.
Lurindo Alves de Souza e Maria Alexandnna
da Conceico.
Francisco Cavalcanti Mauricio Wanderley e
Brites Mara Mauricio Wanderley.
Igoecio Das de Laeerda- e EJuvigem Maria de
liveira Cabra!.
DIABIG m PEENMBUC
De Liverpool o Lisboa chegou honleo o vapor
in le Amuion, uazeudo joroaes e cartas de Lis-
boa al 21 do passado, adiaRiando por conseguate
oito das s noticias que recebemos pelo vapor iu-
glet Shannon.
No da 14 teve logar a abanara do parla-
menio francez, pronunciando o imperador o se-;
guite discurso.
Stonores senadores e senhores depntados :
Dermis da vossa ultima sesso, surgiram oa Euro-
pa graves acootecimentos. Aioda que tenbam sor-
prendido o mundo inleiro, ja pela sua rapidez, ja
pela imporlancla dos resultados, parece, segaad
as previ;5 s do imperador, qoe deviam [aialmecte
consummar-se. Napoleo dizia em Santa Helena :

c
t
c
<
<
f
Un*do* rm-us matares pensamentos foi a agglo
mers^ao, a conceniracio des metmos povos-geo-
giapbl'ro que as revolucoes e a polrtica llnham
aissolvido e dePmemorado... Esta agglomera
cao bu de, tarde ou"cedo, cnegar pela forga das
coosas; o impulso est dado, e nao jolgo que,
depois da minha queda e do de,apparecinn oto
do meo .ysicma baja na Europa uutro grande
* equilibrio pos>ivel,quenosFjaaagglon:eraco e
t a coii federa cao dos grandes ponus.iAs trans-
orma{8es que tiveram lugar na Italia e na Alle-
manha prepaMm a reilisacSodeste vasto program-
la de iiilao dos estados da Europa n'uma s con-
federa cae.
O epeiiaculo do estarcos tentados pelas oa-
C6es visinbas para renniros sens membros tkfMti
sos ba tantos secutas, nao poda inqoietar nn pan
cerno o losso, do qual, todos os factos. irrevoga-
veimtDie ligados entre si, forroam om corpo bo*
mcgeueo e indistruclivel.
< Assistimos com imparcialidade lucta que se
empeohoo do uulro lado do Rbeno. Em preseoca
deste conflicto,. o pait liana maoifestado ultima-
mente o nao s deferi aes teos votos, masempregnel lodos
os meus tarcos para appressar a codcIu.>3o da
paz. Noarmei otra mais um soldado, nao fiz avao-
car um nico regiment; e, todava, a vot da
Franca teve mfflclente tafluencia para suspender a
marcha do vencedor s poitas de Vienns. A nossa
mediacc prodjtio tnire os belligerantes um ao-
cordo qoe, deixaodo a Prussia o resultado das saas
vpnlagen?, conservou Ausiria, menos urna pro-
viucia, a integridade do seu territorio, e pela so-
nexacSo da Venecla compietou o. independencia da
Italia. A nossa ac{o exerceu-se pois no caninho
da justija e da eonciliago; a Franca nao desem-
baiolioo a espada porque a sua honra nao eslava
comprometiida, e porque tinba prometlido obser-
var orna estricta nenlralidade.
N ouim parte ao globo romos iilir.gaos are-
correr tarca para reparar antigs queixas, e ten-
tamos levantar all um amigo imperio. Os felites
resultados de principio cblidos, comproroetieram-
se por um terrivel concurso de circumstancias. O
pensamenio qoe linha prendido a expedicjie do
Mxico era grande :regenerar um povo plantar
alli icas de orden e de pr> gresso, abrir ao oosso
commercio vastos mercados, e deixar, como vesti-
gio da nossa passagem, a recordaejio de servlcos
prestados civilisacSo;eis aqoi o meu desejo e o
vosso. Mas uo dia em qoe a exteosao dos nossos
sacrifleics me parecen exceder os Interesses, qoe
nos baviara chamado para aquelle lado do ocano,
decid espontneamente a retirada do nosso exer-
cito.
O governo dos EsiadosUoidos oroprehendeo
que urna attitnde pouco conciliadora nao poda dei-
xar de prolongar a oceupseao; e affectar relacoes
que, para o bem.de ambos os paites, deveriam
conservar-se amigaveis.
No Oriente rebentaram desorden?, mas as
grandes potencias c^mbinarara-se para conseguir
urna siioaco que satisfaga acs votos legtimos dos
pbvos ebri-tos, reserve os direitos do suito, e
previna complicacoes perlgosas.
Em Roma txecnifimos fielmente a conveoco
de ip de setembro. O governo do santo padre en-
trn o-'uina nova pbase. Enlregoe a si proprio,
mantem-se com as snas propnas tarcas, pela vene
JjMfta que a iodos inspira o chefe da i>reja caiha-
Iica, e pela vigilancia que exerce as suas MafNB
ras o governo italiano. Mas, se complcac5es de-
maggicas procuearem, na soa audacia, ameacar o
poder temporal do papa, a Europa, como nodu-
llo, nao permittiria que se consamasse um aeon-
teci ment que laucara tao grande desorden no
mundo caiholico.
S tenho a loovar-me das minbas relacoes com
as potencias estrangeiras. Os nossos laco- com a
Inglaterra lortum-se cada vet mais miraos pela
ecuf jrmidaae da-oossa poltica, e peia mulliplicida-
de das nossas relaedes commerciaes. A Prussia
pr> rara evita: todo quanto pode despertar as nos-
sas susceptibilidades nacionaes. A Rnssia, animada
de uiti!U''6es conciliadoras, est dispesia a ao se-
parar no Oriente a sua poltica da da Franca. O
roesmo acontece com o imperio da Austria, cuja
grandeza iodispeosavel ao equilibrio geral. Um
rcenle tratado de commercio creon novo* laeos
entre os dous.paizes. Emfim a Hespanba e a Italia
maMeaj-eomno co um sincero accordo.
Desta maneira, pois, as adunes cireurasiao-
cias, nada pedera despertar a nossa inqutalaco,
e tenho a lirme eonvicco de aae a paz oo ha de
ser alterada.
Certo.do presente, e eoaflandooo futuro, jal-
guei que era ebetjado o momento ae desenvolver
as nosssas InstitulcSes. Todo os annas me't.ndes
maufesudo esse desejo^, mas. conveaeid cea ra-
za: de qae o progresso nao- dve consummar-se
sonao pela boa harmona entre os poderes, bavieii
depositado en mira, e en vos agradeco, a.vossa
conhaoca para decidir do momento ero que juica-
se possivei arealiscao de vosos desetas. Hoje de-
pois de qninze anuos de tranqullldada e de pros-
pendis, devidos aoe nossos estarces eommuns e
vossa profunda dedicacao pelas iostttaicdes do
imperio; pareceu-me que oca chegadoo momento
de a tapiar a*, medidas iiberaes. qae ecUvam no
fiensam.nin do senado e cas aspIracCes do corpo
pgislativo. CfpepoadO'pota -veesaeMpectaiiva e,j
sem sabir das limitas da constitu*-o, propoobo lels
qoe ollrreeem aovas garantas4 liberd/da poltica.
inquerito anerto em todos os ponios do territorio.
A nossa solicilude deve a' ter euiao por Qra a i e-
dueco de cerlos impostas que' petam roailO' na
properidade raral, e a prompta coocluso das vias
de navegacao internas, dj nossos1 pontos, carinnos
de ferro, e principalmente dos nossos camiahos vi-
oinaes, agentes- indispensayeta da boa repartico
dos productos desslor
Desde o anno p ssado qoe eslao sojeitasao
vosso eiame lels sobre a instroecao publica," e
soore as sociedad* cooperativas. Approvareis
e.-tou certa, as disposicoes qua coulem. Ho de
ellas meiborar a coodico moral e material na po
pniaco roral e das classes operaras as nossas
grandes cidades.
* U'este modo, abre, cada anno, as nossas me-
dilagoes e aos nossos esforeos, uniovo horisonte:
A nossa Urea n'este momento eocamtnbar os
coiiurnes pblicos a pradea de astituiQoes mais
liberaes. At-aqni, em Franca, a liberdade nao
fot mais do qoe epaemera; nao tem podido en-
raitar-se no sota, porque o abaso tem sempne se-
guido o exercroio d*dlla, e a na^o gosla mais de
limitar o exercicio dos seus direitos, do que sup-
portar a desordena nasMdas e as coosas. E' dig-
no de vs e de mim dar um applicaco mais lar-
ga a csses grandes prinelmos qne sao a gloria da
Franca; o seu desenvolvimento nSo comprometi
ri, como ooir'ora, o presiieio necessario da auto-
ridade.
O poder esta actualmente fundado, e as pai-
xoes ardentes, onico obstculo a expansao das
nossas liberdade?, viram desenvolver-se na im-
mensidade do sofragio universal. Tenho plena
conflanca no bom senso, e no patriotismo do povo;
e, forte do meo direito, qae me provem d'elle, for-
te da raihha eonsciencia, que s qoer o bem, con-
vWo-vos a proseguir comigo com passo firme no
can. in lio da civiiisaeio.
No dia seguate ao da abertura da sesso, o pre
sidente conde de Walew-kl tai umaatacocSo, que
urna verdadeira parapbrase ao discurso da co
ra>; expot o presM^nle os nJelhoramentos que
resullanam do decreto de Janeiro, que apresenton
como urna cooctsso taita aos desejos manifesta-
dos pela cmara, referindo-se certameote s para
graphe da meosagem votada pela cmar no anno
anterior que dizia que a estabilidade das institni-
Ces nada tem de inoompatlvel com o sabio pro-
gresso das snas hberdades.
0 ministre dos negocios estrangeiros apresentou
na cmara alta o projeclo de refoTma conslitucio
nal do senado, este projecto segundo se deprehen-
de satisfaz as necessidades polticas da occasio ;
nio sao alterados os principios da constitoicao,
deixando se aos depntados a independencia e a
unidade do poder legislativo, e procurando assim
affasiar no futuro todas as probabilidades de um
conflicto entre os poderes pblicos.
Eis o projeclo do senalus consulto :
01 art. 26: da constituico modifica-se da manei-
ra seguinte :
t Art. 26. o senado oppoese promulga-
cao :
!. Das tais que forera contrarias e ataqaem a
consMuico, a religio, a moral, a liberdade dor.
cultos, a individual, a igualdade dos cidados pe-
ranle a tai, a inviolabilldade da propriedarta, e o
principio da immobllidade da magistratura....
a.- -Das le qae p: :sm eomprometer a defea
do territorio.
a O senado pode, antes de opp6r-se promnlga-
co de uma le, examinar e decidir se suscepti-
vel de modificscoes imponantes, e n'este caso ser
de novo submetuda a uma segunda discosso no
corpo legislativo.
t Dado este ca0 o senado far sobir o seu pa-
recer^ n'uma inlormaco, dirigida ao Imperador.
Se o corpo legislativo, depois de novamente
discutir, nao modifica a tai, a cmara alta ento
deliberar nnlcamen.e como se ba de oppr a pro-
raulgaco da lei, na conformidade da pnmeira e
segunda disposicio do presente decreto.
IA qupslao da reforma do exercito em Fraoga
anda jim assumpto, que prende as atten^oesja
duragao do servico activo ser de cinco annos, ter-
minados com quatro annos na reserva ; os que nao
e.-tiverem comprehendidos no^xerciio activo tero
quairo annos oe servico na reserva, e cinco annos
oa guarda nacional movel; a guarda nacional
movel coroprthendera', alin dos Individuos qne
tlverem acabado os quatro annos da reserva, todos
os que alcaocarera exempcrJes do servjco em virtu-
de da lei.
A guarda nacional movel sera' orgaaisada or
departamentos em companbias, batalbSes, esqua-
droes e bateras, e lera' revistas, reuniBes e exer-
cicios, cuja duraco nao podera' exceder a quinze
das por anno.
Na guarda nacional podara' contrahir-se o casa-
mento, sem nece.sidade de autorlsaco saja qnal
fr o periodo do servico.
O director geral dos correios de1 Franca ordenou
aos agentes daquella repartico que apprehen-
desseai todas as cartas onde suspeitassera a exis-
tencia de uma circular do conde da Chaubord. Este
acio produzo muito man effito. Todos os jornaes
que ao reprodotirem tai circular a denunciarara
como um attentaflo conira a Inviolabilldade das
cutas, receberara nm camrouocado, em qae a au-
tondade superior sunenta que proceden em virtode
de um direito consagrado por uma deciso do'su-
premo tribunal de justica de 21 de novembro de
i&o3tontra as cartas qoe podera servir d docu
melos de crimes, deliclos ou eoniravercfcs/e que
em ultima analyse a intervencao da ^utondade nao
tem por nico fim mandar abrir as corresponden-
ff* apaviacoes operara de
uma grande manlfestaco popular
ptearias da G***Sl+m'Zgn r^Sl.
(M a L1nira*4pa*a-que*aorajis importante
JjaMMs solaanao{iretesiocaobS|Bieis qaengo-
"*** ""ffT* "*"'" "tniaraibjlluJuiii.
: AA junlMWaaiagletav.mairgada de lomar
prawdencdB paraa^defaitcacioMl reuoio-seio
U14 en-;sewao- exiraorinarta. eoa..W preaMWa pato dique de CarabrigW, A discusso
versoo sobre nm novo piano de fortlncacSss baseada
em casamatas de ferro.
%w*nwJW,?,rfft' W "vw-wk(inw
na Irlanda; bOOve desortfns era duas cidades ir-
wadeza, apodeede-8e- os- Insurgentes de ar-
mas. Foram corlados em cinco pontos os los lele-
fraphioos de Vataota, que communicam com
a America. As commuolcag<5as foram depois res-
tabelecldas. Havia alli grande agitaeio.
Os insurgentes marcharim-sobre Killaroy mas
tendo esu ciJado sido posta ao abriga deqqalqaer
surpreza dirigirara-se sobre Keamare pelo disflla-
deiro de Duuta. Um guernin de tantanes bem
armados tomou posiooes oa mootaobas- perte d
Killermey. Todos os feoiaoo se eoaeeoiram na
proximidades das moaiaohas de Knlira*y. Parti-
ram.dB Loadre*. para DubUa tefattai d< tropat; o.
atmtrantado entroa ao almiranle" commandanre
ondeui de mandar apparelhar iroraediatamenle dnas
corvtiaa e duas caaaoaetras, que segunda * sp-
pOe sedwigiram as corles da Irlanda; receberam
ordein de embarcar mullos destacameo os deiurao-
tana a de marinha.
A commtesao. da cmara dos deputados ita-
liana proouncion-se contra o projeclo de le relati-
vos a liqaidaco dos beos eclBsiaslicos. No da
11 de fevereiro leudo um depntado taita uma inter-
pallaoao ao Sr. Rieasoli sobre a probibioo dos
meetiogno Voslo, molivados peloprojecto de tai
de liberdade da igreja; a cmara apesar do discur-
so do Sr. de Rieasoli approvou por 136 votos c otra
16* a ordem do da convidando a governo a qae
nao obsta a liberdade de reuoiao.: u ministerio
apresentou logo no dia segrate a sua demissfo a
el-rel Victor Emmi.nuel. No dia 13 tai dissolvlda
a cmara, sendo as eleicdes Otadas para 10 de
marco e a nova cmara convocada para odia
21 O miaiterlo tai' reeomposte (cando Rieasoli
com a presidencia do coosemo' de mioistros; Vis-
com Vaosla, cora a repartico dos estrangeiros;
Depetu com a de faaenda; Deviconel, oas obras
publicas, Biaochesl, na marinha; Correnti oa ins-
troeco publica; e Cugla na pasta da guerr. O
mimi>tro da fazenda Sciatajaeful saartficado; asse-
verase que o projeclo de liberdada da Igreja ser
apreseutado novamente apt grandes raodica-
C5as.
O presidenta do gabinete Rtaatolieipdt n'uma
circular as cansas de dissolucao da cmara, .fizan-
do que a Italia esl fatigada de esteris discDSsdes,
da fraqueza dos governos e das continuas mudan-
Cas de pessoal e de programmas; ^jae. q mlaist-no
se tsforcando por augmentar a resella panuca pela
reorganisacao do systema iribatri; que1 ser'
apresentado onlreprojeclo sobre-a liberdade da
igrej, aitendendo se porm as exigencias da opi-
nlao publica;qae a Italia tem necessldade de ara
governo fortaj e anceia por;dar impulso-a riqueza
pnbea e nao deseja ama polilla aventorosa, e que
por Isso era preciso dar-ihe um parlamento qae
venha a satlsfaeer estas condieS*.
Tai foi a causa da crlse poltica ni Italia, espera-
remos pelos actos do novo governo para apreciar-
aras a Ma marcha poltica.
Duem de Pars que j se nao | de duvidar do
rompimento de relacoes entre a corte d Roma e
de Florence,. assegurando-se qoe o sommo pon-
tiice exigir como condicao de qualqeer negocia-
Co, qoe se restiaa o patrimonio ecctasiasHco;
assim como a relnbuico de Iegacao de Aneos,
Ferrlm e Bolonha.
O celebre eaodilho Garibaldl vai brevemente
partir de Caprera para Vneta.
Assegora-se que o celebre padre Rassaglla acaba
de voltar ao gremio da igreja catboliea, o amigo
jezuita disse a Mr. Ghylaidi, bispo.de Mndort, qae
recoLhecia c? seus erros passados*e eslava promp-
ta a fater penitencia n'um convento da ordem da
Cartax, pelo resto do sua vida.
as eleiges para o parlamenta da AllemanbadO
norte, que serealisaram noflanever, e ducados de
Elba ficaram vencidos maltas candid.tos affectos
a Prussia, nao obstante os recorsos qae, se diz,
tar*m postas em sccao por parte das autoridades,
para qne essas candidaturas iriomphassem.
O maior choque para o governo tal o vencimenio
dos caodMatos contrarios ao proprio chefe do ga'
binetequ;. se propunham por Berlim ; sendo elel-
tos os seis denotados democrticos que Intavam
qneaevuui partir brevemente de Constan-
bpoisentio tambera na evacuacio da .for-
HRiKado, foram destruidos os forte' la-
Monlra o Monte-Negro, na fronteira deste
Pareca qne governo ojlagiano ia
o Systema das coocessdes.
Aeeeilaoie^o fuieo; apoeiia<)o\ AWome- de Bar
s Accioli Cajateira.
A appellacidcivl.-Appellanta. DorsolinoSeve-
" ^SJ.tiS^l^ii4:?'"^d *t
rlano de Seou-; appeilados, Jos Ferreir
lo e outros.
Do S.r. deseo
de Mel-

solicitado coostaiu da Franca
com os-itfcdiios chnslos no 118816.
i- ?? do Mexico liano ja eacbece sofflcieotemante o fim- que ha de
ter o sea .imperio, acabou par- ae convencer de que
o sea Nmoo nao lem apoio e prepara a sua parti-
da para a Europs.
as tropas mexicanas continnam o sen movimen-
*9 W^djcdiiracio para a capital; Os generaos* Mi-
ramn e Marques marchara sobre S. Luit do Potosi,
afflrwinuv-Q que vu dar ama bataltoa, e qae se
taremi derrotados regressaro a Eurooa com o no-
vo Maximiliano
O tnarecaal Bataln, tem tomado nma ( alilade.)
hostil ao imperio. Dit-se que Bataiu teociona en-
tregar a eidade d-i Mxico e Proflri e Dior. O eoa-
sol francet no Mexico publicou um aviso em que
convida todos os Francezes residentes no Mechio, no
caso de qtrtrerem sabir do imperio toreo, a parti-
rem com o exercito-francet, sendo transportados a
Franca gratuitamente. Mais de 800 fYancezes se
haviam Ja a pro venado do offerecimeoto.
Era Porlogal ceetinoava som altaracao-a- a--
railia real.
Rassaraa' cmara alu a*eforma diploma tic.
Foram nomeado raembrtado jury da exposigo
de Paris, oa Sre* conde'de FicalbOi-visoon de Vil-
la-Mamr, Newes Cabral a Enndo dar Larober.
A nova directora da Associacao Commercial da
Porto, eleiu Aii, corope.e dos Srs, : Justina Fer-
raira Pinta Bastos, presidenta ; visconde d*Figue-
rBdo, viceditoi E. Morar,* J. J. Rodrigues de Frei-
tas Jaaior, secretarios.
pica; de residuos.
rito saata appaado, o solicitador
tadavia^a^oe*a.Ieah,,i,ROIM ^^^
embora nao baja appaMMie. ha a..rcnt>o *\
gr.vo Mtabelecido no arZTS J 10 do^utanilt-
to n. 1*3 de 15 ue marCo de lu. Rec^ J >
^Ls25t5V!5 AlneUUAjbo.qaerqne.ao % a. 2g2e.
^r-depembarg^lgo,,,-- appemcc crime.- "~~ -'1867' Df. ^ fc ^^
Appellante, Manoel Thomaa da Alboqasraueila-
ranbao ; appeUaao, o-Dr. Synpfcroiw (kaTCou-
tinno.
Appellante, o juizo ; anpeiladas oa bardana de
D. Isabel da Siiveira Miranda5ve.
Do Sr. desembargador Mola ao Sr. desembarga-
dor Assis:As appellacdes crimes.Appellante o
nixo ; appetlado, Indoro Jas da.Saat'Anna Das.
Appellante, o juizo; appeilados, Francisco Xavier
de -onza e ootro.
Appellante, o juizo appellido, Joaquim Pereira
de Mello.
Do Sr. desenbargador Doralngnes da Silva ao
Sr. desembargador Ucba Cavalcanti.A appelta-
Cjo crime.appellante, Tertnliano Nasarie da Ro-
cha, appeiiado, o joizo.
Ao mel dia encerrou-se a sesso.
Conimunicados
PEHNAMBUCO
onlra Mr. da Bismark a da aisao g-Tr-to. a ravor
e qaem se obleve na cmara ama- penso como
premio dos servicos prestados na ultima guerra de
ARenMnba.
Mr. de Bismark consegus porm ser eleita pelas
provincias.
Monitor Prussiano publicou algumas informa-
qobs intaressanies ac'rca da projeeto da constitu-
Cao qae foi ltimamente adoptado por todos os go-
vernos da uoio allem do norte. Aquelle jemal
elogia estas ovemos por terem sacrificado orna
parte dos seas direitos soberanos, em favor da com-
raunismo germnico que Ihes d em troea a estabi-
lldade, e abre ao povo aliemao ama era de pro-
gresso material e poltico.
A Saxonia provou principalmente o interesse
mais conciliador, ao que a Prussia se mosiroo re-
conhecida, fazendo-lhe certas concessSas as ques-
iSes militares, conces.-oes,que nao altaran com lu-
do, o direito qoe a Russia tem de drsper em qual-
quer occasio das tarcas militares do reine.
_Qu o citado jornal que os debales do parlamento
ho de ser dirigidos pela Prussia do mesrno medo i
eccm publicidad igual aos dis cmaras prussia-1
as.
Termioararafin-lraenle as negociacSes entre
o geverno autriifeo e a Hungria ; ce negociadores
foram recebidus a 14 de fevereiro pelo imperador.
A dieta hngara rebebera brevemente um rescrip-
to imperial eo> resposta meosagem, qe Ihe an-
nonria consentir -O imperador na formaoao de om
ministerio bogaro.
Assegura se que o ministerio sera cerapuslo do
REVISTA QAmn
O Exm. O' Rvnu Sr. vicario capitular celebra ho-
je, pelas oito horas da manbaa, na matriz de San-
to Antonio, nma missa pela alma da Eira.' Senbo-
ra 1). Hara dos Aojos da Porctuocola Cavalcanti,
irma do-Exm. Se. Mrquez de Olioda; e convida
a todas as pessoas qae qalrerem assistlr a este
acio, e dirigir tambera snas preces ao allissimo
pela alna da iliu-tra finada.
Da Babia chegou hontem o vapor hespannol
de g.erra Caln. Anda crusando. Ficou fundeado
no Laruaro.
A pianista Marinbaresidenarna*Direltan.69,
onde pode ser procurada para os nisteres de sua
profisso.
Teos o resallado seguinte do quarlo ds-
trelo :
Collegiosde S. B'nto (35 eleitores.)
Dr: Manoel Buarque de Macedo.......... 3&
Floriano Crrela de Brito................ 35
Resultado conbecido, inclusive! a eleico da ma-
triz d Garuar :
^Dr. Manoel Suarque de.Macedo.......... 195
Tloriauo Correia de Brito............... 160"
Dr: NaborC. Bszerra Cavalcanti.......... 29
Dr. Joao Al freda'^C de. Olivelra........... \
Incloindo-se a elec da capelia de Nossa Se-
nbora da Conceico :.
Dr. Manoel Baarqoede Macedo.......... 182
Floriano (Correta o4Jrito................ 153
'r. Nabar C. -BeWrra C; valean ti.......... 49
Dr. Joe Alfredo-C de Oliveira........... 15'
O resoltado das collegii.s restantes ja nao influe
na eleico do primeiro votado.
For ser bonten dta dc4a> anniversario na-
fa/teto da Sra. riaceza D. Januarta, e;tiveram
embaodelradas as estaedt pabllcas e o brfgue
barca Itamarac. A oraa hora da larde houve a
salva do esiylo.
Pelo ministerio d agricultura foram noraea-
dos : Jos Pereira da Costa Miranda agente, e Eu-
zebio Gjncalves Sohrelra ajudante do crrelo na
villa do Grauilo dtola ptviacia.
Reuniram-sa hontem no consistorio da Or-
dem 3.* de S. Francisco os Juizes das diversas ir-
mandadea desta capital e accordaram.em requerer
assembla geral a revogacao da le qae mandou
prestar tian$a aos tbesoureiros respectivos.
Hontem o trem que da estaco das Cinco
Ponas seguio s 8 X horas da inanha, soffreu
um pequeo traostorno ae chegar s officioas', no
Cabo, s 9 V2. iranstorno que Ihe custon I hora e
9 minutas de atrazo na viagera e bem bras estar
eos moitos operarlos.^_
a locomolva que rebocava aanelle irm_ikuu1^
rilhoa em virtud* de nao estarem bem fechadas as
agolnas de desvio, que ha all para as e'olocdes.
Sem pre houve seu pouco de descuido da parte do
machinista, qne obrigado vigiar a linha, tanto
quanto Ihe permitliro alcance da vista, e que deve
ria ter visto o desarraoje das agulhas uma vez que
linha de estacionar alli alguns minutos econse-
qnentemente diminuir e mesmo sapprimir a mar-
cha da locomotiva para d -terminar-lhe o eslacio-
namento. Tambem houve da parle do guarda in-
cumbido da manobra das agulhas de desvio alli.
Fazemos estas consideracdes nSo com o fim de
m lestar o gerente daquella empreza de va tar-
rea, por^ra por que a mesma causa pode produzir
mu grandes effelts n'outra occasiSo, o que feliz-
mente nao se deu hontem.
A falta de cnidado tanto do machinista conduc-
tor do trem como do ginrda encarregado da ma-
nobra das agulhas alii nos parece fra de davida.
O trem de Una, que obrigado a trocar a loco-
motiva com o do Recita em Gimelle-ra, nao obs-
tante o transiorno, chegon s Cinco Pontas s 4
horas e iO minutos da '.arde, hora marcada oa ta-
bella.
A todos os jurisconsulto* do
Imperio.
Esta' extioola de tacto a tal das aleadas.
O Iribunal da relaoao desta provincia mandou
receoer appej|?co em uma queslo cojo pedido
era deloOOrisi
Como se iraiasse de embargos a exeeuco, que
taram Julgados provadea^ e oullo todo o processa-
dooaacco principal, o vtnerando tribunal ueela-
reoLque lralava-so de aaaio secondana, a da exe-
euco, onde 4 pedido comprebende a qnaniia do
principal e castas em que o reo foi condemnado ;
e estabeleceu que por essa quamia que se deve
regular a aleada para a appellago.
is aqu o r-speotivo accordam :
Qae tallo o sortelo e relatorio do esiylo em o
aggravo do petic-o entre panas, aggravaole Joao
Luiz Ferreira Ribeiro, o aggravado Jpa Marques
* remandes,, aggravadofoi o aggravaole palo juiz
quo em seu descacho de folbas 16i,de que se ag-
gravon } por quanto a especie da que se trata
nao do petitorio da accao principal, que re-
guiado pela ord. lei 3 tu. 70 g 6 ( 9, que re-
gata a aleada pelo pedid.) principal sem as cus
< tas'
; porm sim traia-se de aeco secundaria, a
da exeeuco, qua uma nova aoco oode o pe-
dido comprehende a quantia
condemnado. sendo
DrjJoe Joaaata de-CamB.
. j?5 "****** o patecer soppra. tt-
eu* ! de marco ae 867.
Jdaanm fieaclves Lima,
Praposfcv
Aacasias simples de uma caosa, eojo ptio
da,qonl.a dTTli^ potan ser eoPBtadaa
para que a mesma cansa toaba appeliaf So T
K tendo havido n'essa cansa, senienea qae foi
depois reyogada por cumstancia opera a consobsianeiaco das mtm.
Respondo:
*idV>ril.SBM'10 r8spoDd0 "'ai'anenie. A sa-
cada regulase pelo pelllono e nao pela reaaVn-
nacao de costas simples, s latendo cnale pata
o excesso da alead, as' costas en cobro. a
de 24 de Janeiro 161JS. Ord. liv. 3 lii. 7P 5 *>-
Pereiro e Sou^a, nota 634. i
Quanto ao J respondo negativamente: a Ma-
lenca de condemnacao oo opra a roasaostaa-
eiacao seoao no caso de serem em d^bro 00 wa-
>?n 20 a ""emoacao das shurellas
aecummatadas ao capital e rend.menro oa toion*
reaeitrm,,na -8'5^a' que vea> *W*
regulada pelo pelitorio.
Submetto a censura.
Cypriano Feneloo Gaedes Aleoforadi.
1 a*4 1 n J- B- G- Alcotarado.
Quaiquer qae tenba
coosubstanciaco das
D*-P-" "i8"1" direil08" "mffUllllMftl le*a*.
Dr. Aprigio Gnimarae,
sido a
eu.-us
caaea d rnfMa
com. o pedido, tai
Publicacides pedida
segumtejnodo : presidente e miolstro encarregado- .28-
cas
para Pars as correspondencias que por i^icaerjes
exteriores pareces em poder motivar as iove.-tiga-
c5es da aotorid. de jodiciaria, perante a qnal d^-
sapparece a inviolabilldade das correspondencias
emproveiw dos intefesses geres da sociedad.
O terror do goveVno- frnjete em presenca da
exposico moffensiva. daeopini5es de nm principe
exislado, tan ocutraiisado notavelmieaie' o bom
erT^io prodozaV), peto apparecimelo desta cir-
ooiar. %
i A respailo da reforma eleitoral na loglalerraj
eis as resoiagdes que o Sr. Dsraelll devia apresen
tar a cmara dos eommuns :
A cmara de opioiaque deve ser augmen-
lad-i o numero dos eleitores nes condados e burgos
d logiateria ; que se peda effeciuar este aug-
mento, reduzmdo o imposto qoe' tem a pagar os
locaiwios afim de terem o direito de votar nos con-
dados e barcos;que, se para desejar que se d
representaco aais directa as classes laboriosas
eootrario a tagislacao do erao, dar a qualquar
classa podar soperlor as demais;que o direito de
votaco dos locatario; nos conaadDs e bangos deve
ser baseado no principiados impostos pagas; -que
o principio da plaralidade dos votos, sendo adopta-
da defeta do pal' ; o Sr. Andrassy, ministro pelo
imperador ; Feitatics, ministro do interior ; Veuk-
heiro, floaoeas-lforayay, obras publicas e vias de
comraunicaco 5 Mrks, agrieaUara, commercio e
iadnsiria; Gorone, insirucci* pobirca ; Eotvos,
jusliga Horwatb.
" Tera causado grande sorpreza o decretado Im-
perador da^Aostrla declarandoem estado de sitio o
l'yrol meridional; eram bem conbecidas as dlspo-
sic5es pouco favoraveis a' Austria da populacho
italiana do Treotioo ; mas nao tloha bavido por
ora desrdeos graves pira justificar tal -medida.
Parece, po m, que por oeeaswo das elelcces a die-
ta provincial, se manifestara motms ero Revere-
do e outros -pontos, e que se deram vivas a Vietor
Casa oe DETEsgAO.Movimaoto do dra 10 de
marco do 1867.
Existan) 322, entraram O, sabiram 3, existara
>17. A saber: nacionaej 224, mulheres II, es-
trangeiros 27, malher 1, escravos 49, escravas 5,
total 317.
Alimentados a' casta dos cofres provincraes
Movimento da enfermarla do da 11 de marco de
1867.
Tiveram alta :
Goucalo Cantoso dos Santos.
Luza Ma: Ia'do Carmo.
--------------- -
CHfOMCA JtDitiiKU.
TRIBUNAL 1>A KKIjACJLo.
SESSO DE 9 DE MAHCO
DE 1867.
PRESIDENCIA DO EXM. SB. CONSELIIEIRO SOOZA.
As 10 horas da manbaa, presentes os sen bo-
ros desembargadores Santiago, Gitir^na, Loureuco
Santiago, Almeida Albuquarque, Mon >, Domngues
em qae o reo tai
. esta quantia que regula a
aleada para a appellacao inierposta, conforme
prescreve a ord, li, Ba4n 87 $ 12. Por lana
dando provimento ao aggravo, maodam qae o
jaiz qu, reformando o seu despacho recaba a
appeiiaco ioterposta, e condemnam o aggravado
as cu_-ias.
Reeife 23 de fevereiro de 1867.Soaia, presi-
dente.Santiago.Assis.-Domiogues da Silva.
Compre declarar que o distlncio Sr. desembar-
gada Assis, impugnon a decisao.
Agora nao ba m*is queslo por iosigoificante
que seja, que nao exceda a aleada da pnmeira ins-
tancia ; por que no processo da execoco reunem-
se as casias da accao ao principal, e rarissimas ve-
SSSS rfsn|tara'Idean accumulaco mais-de
zOOOOO icis.
Fater grandes cusas no curso de ama pequea
demanda importa o mesmo, qoe desv.a-la da jura-
mento defflnitivo da prmaira instancia, e eanbar
lempo em quanto o tnbonal superior a decide.
E nao ha mais que.tx, que se diga cabe na alca
da, isso ja' se acabon. Um aocordo da retaceo
um areno; pelo menos assim deve ser. O areslo
ama deciso qoe serve de regra para lodos ts
casos semelbantes.
Ora esta' decidido pelo sopradho accordo que
a aleada se regula nao pelo pedido da aeco, mas
pela importancia total da exeeuco, abrangendo
juros e castas qne aecrescerem, por qae a execu-
gao uma accao secundan. Logo, digo eo, esta'
exmela a lei das aleadas, por qoanto esta' na von-
lade das partas o augmento de cusas, que fr oe-
cessario, para que qaalqoer aeco, qaaodo se a
execole, tenha de valor h,as de 20000 rls.
Mas o que ba nessa tbeorla de extraordinario
e o qae raais deponente, raaito deponente,
para o Ilustrado iribonal, que consagran earum
aresto dianie das luzes desta (oro, em que lidain
tantos jorisconsultos na detaza dos interesses legiti-
m s de particulares, que procaram o amparo da le,
qoe o georo do Exm. Sr. destrobargador Firroi-
no presidente do tribunal, o advogado da p;rte,
qne se aproveitou da excepcSo consagrada pelo
me.sma ipnraSo ,,.i., p-m, ?ui |M eneuaei, se
nao para revolucionar o foro I
Talvez nos oeeusem de rajusto, dlriglndj a nos-
sa censura ao tribunal, e envolvendo nella o cor-
po de magistrados que o representa, qnaodo a
censura cabe smente ao Exm. Sr. desembargador
Firminn, pela parte activa qoe tomou no jutgamen-
to de que nos oceupamos. Mas sornas o primeiro
a recnhecer qua ha alli magistrados coaspicuos e
dignos do lugar qae occopam ; e se nos referimos
ao tribunal por qoe a diciso que ombatemos
recebe delle a autoridad* do decreto judicial, e a
elle poc coosegninte deve referir se.
O Sr. desembargador Domiogues da Silva, que
alias foium dos signatarios do dito aceordjio. nos
o presamos como um carcter de escolha, de uma
probidade eminente. Lamentamos, porn, que se
deixasse arrastar pelas rajSas e argomentos que o
Exm. Sr. desembargador Firmino, prodatro para o
couveocer da doctrina qae naqueila occasio dese-
ava elle ver ad<*piada pelo tribunal, na caosa de
seu genro.
Realmente, s nesta trra se do escndalos des-
curador . Btg o numero passado censoroo o Chit* **>
Rtafe ao procarador fiscal e aos damaU tmL?
gai^s do jqizo dos feltos; a cuja ceasar*/jjwi-
demos com uma terminante ordem da dirtitem
geral do contencioso de th-souro nacional
retT^TJ Cm a Q0Ssa re*Psta "^ H-
vesse acabado, eoganamo nos.
d?z o segrate60 DQmer ** 9 d W* "**
Em nosso nnmero passado repetindo as ijoeixa
ft,. V" 3S wr,es onviamosooptrao&cp,
3a'amas cons.deracoas a respeito do .r
methodo de cobrar impostos adoptado por aqoeJte
reoarticao com grande vexame dos panieoraC
anl dnIRL,Cd, Dr- Procur^or fiscal Beari-
S2L22J5 B"T<}-' '"O'cravendo no Btar >V
rfflaf,n iCRBma.c,rCDlar d0 respecuro nioir
daiado dos Gos do anno passado, ordeaaodo L
cessasse o costune de mandar-se golas aV tZZ.
??n?rC,n!l9 ,Ue se Proced^e jadieifflu(t
ronira os ommissos.
Ora, se os cidados eslavara aeo.-lomade* a.
pagar era casa, e isto a rauilos aaoos, os irawston
a qoe eram obrigados, eo Asco rosolvea.manar
de systena, era da restricta obrigaco do. Dr. i/s-
curidor fiscal avisar a todos desta mudan*, t>
nao as caladas requerer coutra todos, e obriga-iw
assim a pagar as. vezes o dobro d'aqula a s
eram oDrigados.
E sto laolo mais ceusuravel quaado se sae
qua esse excesso de paga, reverta em grandepar-
te em beaeflcio dos en, regados e o da At-
ienda.
A esta censura respondemos cora as inttriiecaVs
que bailaran com o decreto n. 233*. de l$t
fevereiro da 1859.
O art. 2* das citadas inslruccoes diz ; Loeo
que hadaren os prasos marcados na draposirg^
era vigor para a percepcao dos impostas bocea
dos cofres pblicos, promover-se-ha a coaranfa no
domicilio dos cuolrbuiotes durante os lies maxea
seguinte.* (quairo mezes em virtode do daert),
u. 2719 de 31 de dezembro de 1860) na tama 60
decreto o. 2059 e iostrucc>, etc.t
Art. 3o. Terminado o praso de que talla s
artigo anteceden! os inspectores das Tnesonraria
u proviucas, designaro logo de entre o em-
pegados oas estacoes compelentes os que evt-
rao ser euearregados da liquidacao da divida ac-
tiva, ele.
Art. 5". Liquidadas as dividas provenieae d
cada imposto, sero entregues aos iospe.lores ifas.
thesooi anas as provincias as cerliddes a qneelie
se relerir, aflm de que as mesmas certides cbho
imraediaiamtnte remeliidas para o joizi, o\taiJo5T
< Art. 7. Dura ote o processo da Jiqoiiaa
quando os devedores cemparecerera para ffieetuar
o pagamento dos fmpostos em divida oo ve eapt-
diram as estacoes arrecadadoras os conheeiaMa-
tos de t lo seoo mediante guia dos eropreaadw
encarregdos da liquidacao da divida activa, esT
t Art. 8. Depois de remedidas as cenide
dividas mencionadas no art. o, podera aioda rea-
lizar-.-e amigavelmenle nj decurs.> do esereiejo e
semestre addicional o pagamento dos impostas e
divida. 1
Avista das disposiges citadas } se deis wr
que, o devedor qoe nao paga o Imposto deair. eV>
ta ordem, passando desapercebidos como se tassem I praso marcado, uem aos cobradores partieoa/s
factos naturaes. O Sr. desembargador Pirmloo 19eQi floalmeuta, durante a liquidacao da divinal
um deveiur por demais ommuso, aune a le i
ndiffnrent, e portanto, o aviso da que o proeata-
dor dseal nao passava mais gela amigave, irraa
ae animo de laes devedores a mesma surto je-
as iostruccoes citadas, e nao se tornando por is
mesmo merecedores de attencao alguma, c*sca
queixar-se de si proprios.
Terminando diremos que, a ordern proaibiad
passar-se guias amigaveis nao foi do ministerio-
do Costea-
por agentes dos correios, mas fazei enviar EmmanaeleaGar.baldi, atirando^elana a, auT. dKeS^
Par s as corresnonrtanr-.ias me or iYiip:,,-?^ imneris^s 8 a,slin'. e ucr!9a ^vaicanu, laiunao os srs. es-
A naci, qae fez Justica aos meus estarces, e aVprto parlamento^ faeiMaria Tr^uTarisaco dos
que anda ltimamente, en Loraine, dava lio to- reiios nos torgo?, b^t$?i
cantes provasdasua dedicacao mnha dymnas- convemeate rever a-dlsiriboico'oaalat'ra Tdo
na, na de sabiamente fezer uso d'es es novos di- parlamento;que cooveoienie rMi m nm. nnn
renos. Josiamenta zelosa da sua traoqtXilidade e distrlbaico seoo tire o direito devota- a nenhum
aa sua prosperldade, hade continuar a desprezar btrg autoalmenle representado no paiUmeoto-
ina Pingosas e as excitacees dos par- qae revendo a dtatribuicao actual a cmara 're-
n a conbeea ser iiobrenodo conveniente dar uma
n i' t mmnm'.Z., 8ej>borM cuja immensa maio- representacao as looahdades anda ao reprsenla-
men constannaieoto sustentado a micha cera- das, e que lenbam direito a esse previtagi0;-aue
S~D . * sea>9T6 dlfflei1 de overna nn igualmente necessario tomar provincias para im-
povo, continuareis a ser comigo os guardas fiis pedir de futuro a corropeo as eleicas ;-aue
dos verdadelrosioleressese da grandeza do paii. consentanw qae o systema de registo dos votaota,
,L^e!'ll*,e!!e! impiemnos obngacSes. qoe nos condados se assenelba o mais possivei ao sj-s-
i, prr'^.AKransa resP'ida no tana vigente nos burgos ;-qae podera qaalqoer
esirangeiro, o exeroito tem mostrado o sea va- eJeitor consignar o sea voto n'uma lista assigoada
mpenaes.
A Aostrra nio tem raides algumas polticas ou
militares que exlgissera a cooservaco ctaqaelleter-
ntoro cuja ndole e cotnnes tio exclusivamente
italianos.
Um jornal de ConstanUaopla diz qne ba de
sera Turqua quera val resolver a.qoeKo do
onenta,m vez de deixar esse cuidado as potan.
cus ocidentaas ; parece que o governo ottomano
lotela emanciparos christos o estabelecer as rae-
Ibores relagojs emre ellos e as popalac5es musul-
manas. E evideale qua uo da era que es Cbris-
los e os Uusoiuuoos yiv.essem em boa paz o tos-
iera igualuwnto dedicados ao siillo, todo seguirla
o nwinor catomo ; acabalaa.insurreicaoem Cre-
ta, ou em quaiquer outro ponto do imperio, e a
qaesto do criante adormecona.
Parece^ purera, 4119 tal piano pouco exeqojval
poisaspopulco>s musulmauas se aipstram muito
dispostas a secundar as vistas liberaes de seu gq>
ver no. ..
A presso que1 as potencia protectoras exercem
em Consttntinepra emirelacao aaprovinaias sabnet-
tidas a Tunraia, e aoe territorios qae Ibeesto liga
dos por suzeraoia ten-se taito sentir. As qaestoes
do Canad e do Servia da Tnessali a do fifiro fo-
ram muito recommendados a seria aitancaa do go-
verno turco.
O govern ottomano mudou do polit'ca, o snHao.
sub-uioio o seu miaisiario peta seg ai Ble : Ali-Pa-
cba, rao viair ; Tuad Pacoa, ministro dos negocios,
estrangeiros ; Manerael Buchsdi Pacha, es-grao vi-
Kianane-Pach, presiden
embargadores Guerra procurador da cora, e As-
sis, abri se a sesso^-'
Passados os feitos, dram-se os seguinles julga-
raentos :
Carta testamunhavel. Aggravante, o consol
po-iuoet; aggra ado, o jofrn.Relator o Sr. des-
embarnad r Uchoa Cavaicani. Sorteados os Srs.
des-noartadores Almeida Albuqutrque e Louren-
co Saiitiago.Daam ^ovimento.
App^laces cri tes. Ap,.el ante, o jnizo; apdbl-
laio, J, s Morena do Nascimenio.Improcedente.
Appeliame, Man< el Camello do Nascimenio; ap-
pellada, a jusiica.A novo jury.
Amallante, o juizo ; appelijil,, Casemiro Rodn-
goei dos Saotos.A oovo jury.
- Atipellante, Jos Negrao A'illela^ippellada, a
jUllK* A novo jury.
' -Diligencia crime.Com vista ao Dr. curador ge-
ral:
, A appellacao criase.Appellante, LraoTheoto-
pio de. Araujo ; appeilada, a Justina.
A apoeila'co civel.Appellanta, Domingos Ta-
* vares de^Bnlo; aiipellado, Antao de Farias Oliveira.
AssiguoB-se dta para jnlgamento dos segulntes
feitos :
Appellante, Ruftb Cna Lima ; appeiiado, her-
deiros de Rento Casado e Oliveira. *
PASSAGENS.
em sua cadeira de presidente da relaeiej discuta
do e defendeodo o direito de partas de qne sea
genro advogado, chega a provocar orna decisao
centra direito expresso I Isto nao se v er parte i
oeohuma II!...
Sio ( preciso clamar na imprensa contra se-
melhantes abusos, qoe importara urna immoralida-
de que nio tem qualiflcacio I
Desde que nao ha mais excmpulo em infringir
a lei naqaelfes qoe a execalam, e os grande? m da fazenda, e sim da directora geral
tivos que regolam a apllcaco do direito desappa- cioso, o que sao bem distinctas.
recem, para se ergeerem por traz deltas os inte-
resses do nepotismo ardido, adeus tudo esta'
perdido para a sociedade 1..
Para-qoe, porm, nio paraca- a algoem que por
incompetente nao possa'apreciar o julgameoto a
qae nos referimos, qae faHamcs apatanadamen-
te, abaixo publicamos os pareceres de nuitos advo-
gados, dos' mais abalisados que existera bo nosso
foro, que fuimioam todo? a doutrtna consagrada
no accoro de que tratamos.
S T
Proposia.
As costas de ama causa, cujo pedido da quan-
tia de 1146O0, podem ser computadas para que
a mesma cansa tenha appellacao?
E tendo ha-vido nessa causa sontnca qae foi
depois revogada por via de embargos esta cir-
carastancla opera a consabstaociacao das costas,
que bavtam sido contadas, no principal; para ter
logar a appellacao?
Respondo :
as causas commerciaes, para a- coropotaeio do
valor da afeada do jale-do commercio ( que de
50OJ0OO rers, decr. n. 1597, artigo-19) s se deve
attender a quantia principal pedida na aeco.
Reg n. 737, art. 73S. Era vista da terminante le-
tra da lei, eemos juros (a exeepeo do- caso de
anateeismo) era as castas, qner em dobro qoer
em tresdobro, porta ser alteodjdas para a com-
pntacao da aleada. Ass. to tnb. dr> comm. da
corle.
as cansas civeis, a alcaoa do- jaiz manieipal
(qpe bro d 1853-, art. 7") refilada sem aiteocio s
cusas simples ; nao assim, quando a condmaa-
Co das cusas em dobro ou- tresdebro, .porque
neste caso atteaden-se para s das. appniaoe
Assent o> 24 de janeiro de 165. Per. Soua. not'
634. Mor. Carv. neb. 458.
Aaein.
Aol.q0es.ta:-S4po4),ra m$ eenpBtadas, seo-
Do Sr. desembargador Saotiagoao Sr. desem- **"*-* ou tresdo-
Ao a*
Fique pois sabendo o Correio do Reeife que
quando se diz ama ordem do ministerio da tases-
da, qoando -expedida pelo proprio minfcir
mas, quando se diz da directora do contencioso-
quando a ordem expedida pelo procurador fis-
cal do tbesouro.
Julgamos ter dado as explieacdes conveniente
e assim, sobre este assumpto nao tornaren**
imprensa.
Aconselbamos finalmente ao Correio do Rele
qne aute- de dirigir quaiquer censura exaniae>
se o acto ou nao-firmado em lei.
Henrique do Reg Barros,
anal r -Tnarr-i mrn 111 f

_~
COMMERCIO.
DE MARGO
1
PRAfA DO RECIFE U
DE 1867.
As 3X horas da tarde.
(SabbadoO do correte)
Algodo de Macei 1" sorte 141600 por arroa
posto a bordo.
(Hoje)
Algodo 1' sorte-142U0 por arroba.
Cambra sobre Londres-90 d|v 24 1*2 e 25 d- pa?
Silvelra,
Presidente^
Macado,
Secretario.

bargador Gltirana :A appellacao crime.Appel-
lante, o juizo; appeiiado, Jos Francisco de Seuza.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr.desembar-
gador Guerra :As appellacSes civeis.Appellan-
zir, ministro d* guerra
te do conselho de estado Kabresly-Pach, ex.presi-, te, Antonio de Siqaefra Cavalcanti; appeiiado, n-
dente de grande conselho de jostiea e Riza-Pacha, tomo Carlos Pereira de Rorgos.
ex-ministro da guerra taran nomeados ministros
sera pastas.
Chegou a Canda Server-Effendi qae era portador
Appellantes, os recolbimentos de Olinda e Igua-
/ass ;,appeiiado, Joao Antonio de Oliveira.
Do Sr. desembargador Lonrenco Santiago ao Sr.
le um firman imperial, que tai muito bem recebido desembargador Almeida Albuquerque:As appel-
pelas populaeoes, o commlssario do governo mandou lacdes crimes.Appellanta, o jalzo: Appeiiado
proceder a eleico dos delegados masulmanos e Antonio Ferreira da Costa;
Regala o masmo principio; isto , seas
cu>tas dos embargos, forera por condemnacao em
dobro ou tresdobro, en cansa civeL
Este e o mea parecer, que submelto ceosura.
Recita 25 de fevereiro de 1867.
Dr. Autonio Vicente do Nasetaaeoto Fetoza.
Conformme com a tetico cima. Sob cen-
sara.
Dr. J. B. da Caoba Eguairedo.
Concerdo com o parecer soppra; que se firma
tanto as tais como nos prinstas citados. As cos-
tas ordinarias nao infiuem na. somata pedida, nem[to ao aono.
mu um de m.
WHBUGO.
O novo banco paga os&-
giittdo drvidemlo de 4,4 G^>
da massa fallida de Joa^iiim
Jos1 Silveira,
O Novo Banco desconla letras de praso at safe
mezes pela taxa de 12% so anno.
O
I-ondun & Brazillaa
IliaUed
descoata letras at seis utezes a 12 por
Bat
-
f
I
4
I
I

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i**l
a^aaaanananjH


o
**




oaTmeato do da 1 a 9 dfmargo
4"""..................
MOVIMENTO DA ALFANDEGA.
entra dos com fazendas..
gneros.... i?
Tdfamec saWdoscem faiaadas... 106
' gneros.... 817
17
713
.
" Beacarregara boje' 12 de margo.
Varea Mfctofa Carlota -iwreadorias.
Macha inmarqaei -Poline-iem.
Barca iag\ettAdelphot\aetD.
Brigse oglei-BVr/(i-baalao.
P.taea.Of'e *"bacamao.
Bn/iz ioglez flunymcdid*m.
Brttjae BglscCa/ow carvio..
Sirca iDgleaWirtanrdem.
Barca iagieza -Mattearam dem
BareaialeaSt/tw StrimMMO.
Barea lagUza (Miada -idem.
Birea aciooalJdtJina -charque.
Polaca tospaoboraMerM/dem.
Soaaaea aespanh .la Ondin 1 -dem.
Biftaa aastnacaSupero*dem.
Pataeao aolsien-eMam EUzabetk -dem.
Vajor iogleAz n -mercadortas.
BeSlRDOKIA IDE RENDAS INTERNAS
6ERAS&
do dia i a 9 de narco. K):9JJi62
* *l .............. 3;686#U3?


u
!
1
i
HOTIMEJTO DO PARTO
Navios entrados no dta 10
R'o Grande do Sol30 das, brigae nacional Tigre,
d' IW loaeladas, capillo Praoeisco Das da Cos-
ta, qolpag-era II, carga 7:870 arrobare carne;
i taftaar & Odteira.
IVawo loftio no mesmo dio.
Ca*a' Patacho haooveriano Concordia, eapilao
Tressaano, carga a*ocar.
Navios entrados no dta ll.
Rio-Griade do -ol _15 das, escuna nacional For-
I Salsa parrilha eonlasa
471 Bismuth
:- 88J58 Assocar cand
Gomma arable a
309: {41*178 Oleo de ameodoas doces
Oleo de ameodba puro
Emplastro cuitortaivo.
Pigado de eoiolre
Massa caustica '
Auna-ra
Iodareto de poiassa
Sabugoeiro
Raz de althela
rVuMVKa
Rait de sparg o
*W"Bll'tfe imho intelras.
Dilas1- "*
Moslaraa Inleira
Jfkwna
"Raspas de vlado
CampBora
Marcella
Go wm de btala
Pldr de enzofre
Ovada
Rosas Llora
Sulphato de sota
Grama cortada
A leen m
Alfazema
Carona
Tilha
M.aa'
Flores de malvas
'Amoniaco liquido
Oleo de ricino
Labarraqae francez
Agaa ingiera de Lisboa
Le Hoy vomitorJo
dem purgante
Pos de Rog trasto
Paslllba de Kemp vldrss
Xarope de Forget
Dito de poma de esparto
Piiulas de Valet
Magnesia Henvys
Xarope peitoral inslaz
Oleo de vermfugo
"Dito de fijado de baealhio
Pilotas de Alissom
Secretaria da Santa Gasa da Misericordia do Be-
cife, 7 de margo de 1867.
O escrivo.
Uta
ftr^
nova

Para Lisboa
guir com muita brevidade o paiacbo
m parle moi farsa a*a,
Motafttftie raha ri-^ixfosjl.i
saurios>Hbio Lmz de Olfirl JtK
iA-fc9rca portugueza Humildade
ee primeiragfliB, pitendrt sahir para
o Porto coma mior*brevidado possivel.
Recebe carga e passageiros wbMHBM
teni ttlliA BUfaSdos : a trattr om
Marques, Barros 4 C no largo do Cof^
Santn. 60a cora ocapillo -Carlos ferrei-
fa Soares.
Ompanhia ameneaia e kraiHefoofe
* vapor tlrt os Estadas
t Brasil.
Atodtaf'17 do ortoWi'tes-
retado de 'New-York por S Yfto-
maz e Para' o vapor 3oW Ame-
LESILMI
DE
Amanhia
^(:l!!n.,?- M,r."ns '*' aswao.jle una mobia
LIVRARIA -RANCEZA
RA DO CRESPO
M. 9.
{afiie es
r8 senhores i\cadem'us encontrarlo neste estabalecimento p nnr prctac un
om completo wrtiojento de CoMptndlos e ExpoUor2 wra
Djreito: o cathalogo respectivo distribuido gratuitamehe.
loaro e outro mnitos obje'tos^'
Rna do Imperador n.^6. _
LiilaO
DE
14:5783901
:
Qurta-era i3"T>crjrtehta."
. iJ5&&tft:,l indora >r cuota de qoem
perten^.'M^efVaJ b*a iag^aIf1^*(le30 3* aDD03 POC0 n'S o
no,"o qnal epols da 'defflera do ** *'>- cestumeSgnlra' ga-a os portosf*0^iS> aBcs(.m*o9.|staot*fahoBto
No seu escB ro andar, aq me.^ia em onto.
80 sal. P^rafrerere patftti&irs'rrtoAe'MMnr os
ageot^FhtirrFoTsreraf*C.,"rta *> Traplfelwo.
mero 8.
*'""" l( i-.......'' ...... ,*!.. t
A barca portuguesa Deseque II, a cligar do
Rio de Janeiro, acha-se anatatiioc parte do-sea
carragamewo engajado para o mencioaado porto,
para oail duva seguir com pouca demora, e para
o resto que loe falla traale om Ferreira ^ Lou-
reiro-na trava>8a da Madre de Dos o. 10.
"Mi de Janeiro
Pretende sabir pora o indicado potto cora ronita
brevidade o velerro e bem onaecido brigue Ade-
lante por ter a maor parle l su earregomnato
tratado ; e para o resto qoe Ibe Taita e escravos a
frete, trata-se com o consignatario Joaqalm Joso
Sonyalvos Beitrao,ma-do-Ta)il>e..B>17.
Para o ttio-de Jarteiro
G0HPi.\UI4
: "ri
"'" "i"
, tmto
De 214 canas com charobs da Babta
e 96 iue*Ms ditas de nitt
Cordeir* Si mies
per conta e risco o iuem pertcncer fira' le 13o
de 262 canas com charutos da Rahta, isto quarta-
fetraW do correte as II horas no armazera a
ra da Cadea do Recifs b. 29.
00
Segne m poneos das em a' carga qoe tiver o
brigoe odenbargue Aradtu, quem nelle qoizer
carregar dirijara ao sen consignatario, Domingos
Alves Malbeos, a ra do Vigario n. 14. {
Pedro Rodrigues de Souza.
11a, de ll tonelada.*, capitSo 'Aotonio Fran-
*m de Souza;equipagem 8, carga 8000 arrobas
oearoe'eoea ; a Amnrim Iroto.
Liverpool por LisDoa 23 das do onmeiro porto e
10 da fguodo, vapor ioglez.Awazoa, de 68 toi ,, .
nNadas,capiiio R. KiIhs, eqaipagem 25, earga nfihfirlhft
tfmiiei geoeros; a Tn^maz Jefferies & C. a*nnnr, ., -UDUli" .
Bliu-2dias, vapor hespanhol de guerra Colon,' oa0C0n\l1ad0S OS Srs. accionistas desta
ej:oandautfl Antonio Mtym. icompanhia, pira se reunirem em assembla
taSr^K/S^J!."?'*'iulitt' 'etwtone.'geral extraordinaria, no da 13 do corren-
*l W ""roa doGabngi n. , ; afim de se resolver .
as. bar.:a hamborgoeza ScAon, de 285 SODfe OS Bie05 tenientes a evitar se a re^ro- signatarios Aoiooio Luiz de Otivw
Para Lisboa.
Val >tWr eow roawa brovifrJde a vele r*>e bpm
coohecida barca ponuiiezi Gralnioo or ter
gran le p^rte da sua earga prmpta : 01ra O resto
e pissagetros -lrata-ee eom ultveira, Filho,:& G
largVdoCorpoSaatrn. 19, ou*cmn o capillo, na
praca.
Barca Silva
toealadas, capUao H. I. G Hsim, eqoipage,nM2
rg* 1:660 barrieis omfarJaha de trigo ; a
H^ury Poister & C.
Naci s/thido no mesmo da.
L\*er$9 *a*oear.
OAsrt)3fao.
Sacpeodea do lamarao p^ra Wot-Iedies a barca
gu:a Lockaire, caplto Vargoale, com o mesmo
SaT ideai, gatera ingi-zi Sahtiite, eaoUo Jaaoaoo,
m m-smo lastro qoe trouxe do Rio de Janeiro.
'/uoJeou no lamarao urna barca ioglaza, mas
aio tero eoaimunicacao cam a trra.
ws?
E01TES.
Faca I di \-; di; ilir;ito
B) ordem do Eim.Sr. director fago publico que
1 da 9, as 2 horas da tarde, ea;errou-se a Ins-
cnpcJo iberia aosconcorrenes cadeira de geo
awtria, irwadonnrmluiar o caocurso -'ho
va isesiHo Exin. Sr. director coo*nltar sob a
prepucio do substitu) Ja referida caJeira.
Srcrelarla da Tacul 'ade de direit) do Reclfe If
*5arf.o de 1857.
O aecrearli |
ijs Ujairio-Bezerra de Menezes.
--_:_:___ __________________________
Pretende seguir para Lisboa e Porto com a
maior brevidade possivel, trata-se com os-seos con-
signatarios Aoiooio Luiz de Ovwm Atevedo 4
ducc5o de falta de agua que ltimamente se (*'no sea escptrio roa da Cruz b..
tem dado em algons das no bairro do Reci-1 Papa a A vaoiiv
fe, pelo que a admini*trac51 desta compa-1 c ata v .iaui.j'.
recam a esta reuniSo, alienta a importancia Jos s Corad Jnior, a ra da Madre de Dos
de seu objecto.Escriptorio da companhia
to orna inobilia de Jacaranda com lampos de
pedra, I guarda roopa. de amarello, 1 lavatorio de
mogao pedra 1 bid com pedra, 1 cadeira priva-
da, 1 mesa elstica, i santuario de sedro, 1 reloglo
de cima de mesa, 4 quadros com estampas, 1 car-
lelra de amarello, 1 c.mtnoda de raogoo 1 mesa
redonda de dit t tear de auarello, 1 cama "de'
armacao de iacsr nd, 2 banqoinhas de .2i0, 2
bancas de amarello, 1 marquezo usado, I brco
de aia, 2 b:ioquinha> d^nmarelio, 1 .palilwo de
prala, I salv*dodilo,iolrtersde-d4io>etc., ele.
Ordriro Si mees
por conta e risco de quem pertencer fara' lellao
dos objectos cima mencionados : isto quarta-feira
t3 do correte as U horas. No
da Cadeia doHeeife n'"39.
armazem a ra
do Beberibe, 6 de marco de 1867.
O Secretario,
___________Dr.JooJos Pinto Jnior.
Sania Casa a* HUerlvUia do
Para.
fiVSOS DIVERSOS.
I >-
Ambroise Cailles esua mulher, subdi-
tos francez-is, reram-se pra a -Europa.
Os ahaixo as-igaslilLw p!zgV'*4 peitavel pnbUaa e com especialidad^ ao
EECLARA?0?S.

Saata Gasa de liserietrdia do Re-
ci fe.
PWa ecretaria da Siota Casa de Miserioordia do
Recie se convida as pessoas abaixo deca radas pa a
jue yeoham requerer a retirada do coliegio das
orpaas, das educan )a> tambem adianto menciona-
das, as quaes mostrando pouco desejo de continuar
no colttigio, a llima. junta administrativa deliberoo
qoe fossem entregues a' seus parentes ou pessoas
art. 48 3' e do art. 50 do regulaanento daquelle
r-aieleciini-nto :
Atexodrina das Virgens, lha de AWna Joaquina
Sitares de Meodooca, moradora na Capunga ;
KoaoMM de Luna Costa, irma de.Maooel de Luna
Ce? 1, morad r a' roa da Cruz.
Eiintia Pereira, Ulna de Maria Henriqneta Pereira
das Santos Castro, moradora na Soledade ;
Sauaraaa, fiitia de Rosa tllaudina ;
Leocadia Mana da Conceicao, filha de Maria Leoca
da, ja fallecida;
iosesia de Araonm.'fiilia de Manoel de Amorim e
de Mana Rosa da CinceiQo, ja fallecidos ;
Malina Magalhaes, Blha de Mirla Magalbaes, ja
Mtectda ;
Fraaeisea Izidra ;
juitrtria dos Prazeres ;
Isaoet da Luz;
Secretan 1 da Santa Casa de Misericordia do Re-
i/a, & de margo de 18o7.
O escrivo,
_________________Pedro Rodrigues de Souza.
Sala Casa de Misericapdia~~d Re-
cife.
Pl* secretaria da Santa C*sa de Misericordia do
B^cife se convida as pessoas abaixo declaradas para
fUM, dos educandos constantes da relacao abaixo
jBotiticada, os quaes, taudo attiogido a idade Bxada
- peta le para asuaeduc gao, foram pela Illma. jun-
ta maqd-dos entregar a seus parentes :
Maximiliano de Lima Rioelro, atHnado do Dr. Jos
Quiatino de Castro Leo ;
Franelseo Sevenoo Brrelo;
Seereiarja da Santa Casa de Miserieordij do Re
)fe,8 de margo de 1867.
O escrivo,
Pedra Rodrigues de Soma.
Sj dia li.do corrente se ba de arrematar
a pragt publica do Illm. Sr. Dr. juiz municipal
d ! vara, depois da audiencia do mesmo jai*,
b* escrava crioola por nonut Paulina, de idade
d JS'n 49 annos, pouco mairou menos, avallada
#er 450J, aqual val a* praga por exeoogo de Do-
siiagos Alves da Costa contra Joao Prospero.
No dia 1S do corrente mez, Anda a andieneia
dii lir. juiz de orpbos d'esta cidade. vai a or^ca
ooaaaatedaifaiota parte; tres contos e duzeo-
iit mil ris, a casa terrea na Capunga, fregoeiia
d* Boa^Tisti, a reqnariraento de Joio Aotonto"Mo-
rrtra Das, come carador do interdicto Antonio
Jos Oas.
Reerfe 8 de margo de 1867.
Caetano Pereira de Brlto.
Procurador.
.i n.....
G^aHf* loicial.
Pwa tad-jTia mnnicipal deta eMfile e tttt
jabtie ae-se receba a bocea do cdfre em todo
te es de margo o irafiosto mnniripal 'SOnre'ea-
aas de eoeio e aqaelies qoeo pagaf em lcor-
ten na penas e duposicd",sito art. 51 dotegla'
mma o. *51 de-15 de jan 1 de 184*.
Cantad jria .municipal do Reclfe ! de margo de
A Illma. junta da Sabia GivVda'Wherlcordia do
Recifi-, rec'be empostas para o fcrudeimento de
pao e bolacha; que houverem de eodaumir es di
versos esiabelecimeolos pos, a' aau a/go, qulnt?
feira, 14 do corraale,,4ei*i b^ras da tarde, na sa-
la ds .-".>es dj junu.
Secrntana da Santa Caa da-Miericordia do Re
cife, 8 de margo de 1867.
O escrivo,
, ______________Pedro Rjdrignes de Souza.
I8pecc:n,o do arsenal de
marinha
Faz se poblieo que a com aissao de peritos exa-
minan 1o, oa forma determinada no regulanento
aonexo ao decreto u. 13J4 de 3 de fevereiro de
1854, o casco, machina, caldeira, apparelho
mastreagao, velam?, amarras e ancoras do vapor
tCamaragibe da comr-anhia vigilante, aehou todos
08563 objeetns em estado de poder o vapor conti-
nuar no servigo de reboque era que se emprega.
Inspecgao do arsenal de marinna de peroambu-
co 11 de margo de 1867.
H. A. Barbosa de Almeida,
Inspector.
O velbeiro e bem eonbecido hiale .{.indo Pague-
f.'afihegarnesles-ou dos rtodo uorte, so-
Ituir paw o Para em direitiira, pan carga tra-
ta-se cow.'o seu coofcoavarlo Antonio de Almeida
Cornos, a* ruada Croan. 23. prinvir.i andar.
Pai.
O brigoe escuna Graciosa,
consignatario Antonio de,Alrne
sah*. oestes
la Go"Bes.
dias,
Santa Casa da Hisenlcordia do
Reeife.
A Illma. jnota da anta Casada Misericordia do
Reeife, na sata de saas *esso"js, pelas 4 horas da
tarde do dia ti do corrente, recebe pcopostas pa-' Buenos-Ayres
ra o fornecimento dos gneros qne bouverem de mei a classe
consumir nos mezes de abril a' jnohode 1867 os
estabelecljoeotos pos a' seu cargo.
Eslabeiecimenls de earidade.
M mteiga iranceza, libra.
Gaf enTero, dem.
Cna prto, dem.
Cha hysoo, dem.
Assoear refinado, l'sorte, idem.
Dito dito 2' dita, idem.
Dito em torrad, idem,
A'roz pilado do Maranho, idem.
Toucinho de Lisboa, idem.
GOMPNHIA PERNAMBUCANi
DK
Navegngdo costeirn per vapor.
Tatnandar, Barr Grande, Porto de Pedras,
Camaragibe, vfacei. Pene lo 6 Aracaj
O vapir Mamnni'iope, com-
mandanle Belmtro, 'sanir para
os porto* cima no dia 14 do cor-
rente aso horas da tarde. Rece-
be carga gmente al o dia 13;
passageiros, eacomraenlas e dioheiro .1 frete at
as 3 turas da tarde do dia da sahida : escriptorio
no Forte Jo Matos n. 1.
para o.Ria de Janeiro
Pretende seguir com muita brevidade o patacho
nacin! BEBERIBE, por ter parte de seu carrega-
mento proropto, para o resto qoe Iho''falta o escra-
vos a frete para os quaes tem exceirTMe-aoronTi-
do : trata-se com os seus consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C, no sen esciipioric
roa da Cruz n. 1.
Buenos-A y res.



Bacalba'o, idem.
Peixe fresco, Idem.
Tapioca, idem.
Afltria, Idem.
Carne teca, idem.
Sibi 1 amarello, idem.
Fumo do Rio, idem.
Velas de carnauba, idem.
Ditas de espermacete, Idem.
V.nho de Lisbaa, garrafa.
Dito branco, i.-em.
Vinagre de Lisboa, idem.
Azeite doce, idem.
Dito de carrapato, idem.
Farinba de mandioca, alqueire novo.
Fejao mnlatiuho, idem.
Cebonlas, ceoto.
Farello, &acco.
Agurdente branca, garrafa.
Batatas, arroba.
Sal, alqueire.
Lenna em achas, cento.
Carne verde, libra. rf_ .
As propostas devem ser espeiaes, ja par* os os-
taoelecimentos de earidade. e ja para os collegios
de orphaos.
Recommenda-se aos concurrentes qae observara
em suas^tropo-tas a ordem nos posos, medidas e
qoalidades indicadas na relago dos gneros des-
ervios neste edital.
ffesa secretaria se darSo os esclsrecimentos de
qua os concurrentes preeisarem, e no acto da arre -
njBtaeo deverao elles comparecer com seos Sato-
ree o mnniuos de cao tas estes. .que Ocarao res -
poosaeis pelo inteirocompnmento dos respectivos
contratos.
Santa Casa da Misericordia do Recie, 8 de mar-
ge*** 1867.
' O O escrivo,
. Pedro Rodrigues do Sonaa.
Frets-se ou loma carga a frete commodo para
o patacho bolnodez Denot de pri-
a tratar com o consignatario Joa-
quim Jos Gongalves Beltrao ra do Trapiche
n. 17.
mm
Mm
naoiia.
LEILOES.
DE
&w.
A SABtR
Um piano forte, 1 motfa de jairapd,-Oj e mingas 4 jarrof ra fkrf*,"2-d>oMis espe
Ihos oum moldura t- jarararrd,'t*reldtio com
piaoha, I ocuh'de atcanre, '4 -esearraira?, 4
maogas amigas, 1 mesa"de'tantar,' marqoeza, 12 cadeira, 1 apcarerho'pnra cha, i
cama fraooeza de amareis, t coraaaada ide mog
no, 2 camas de ferro para menioos, 2 Nndeija,
1 lote trem deoosinl ontrn ofejoctos.
ao res-
corpo do
commercio que 00 da 28 de fevereiro-proxir
paasado, ven leram aos Srs. Paulu GonicS-da Al-
meida e Cimillo Celia Frrnauies o-;Sq boteqom
da ra larga do Ri-ario u. 25, livre e deserabara-
gdo, o '|u1t.gjifav.1*b aiiriaa social de Audr
Banco A FiT*nl^,'Cuja >sociedaMe dUsolvemos
amigaveiuiiue retirando-se. ambjs os socios pagos
e latisteitos do seu capital lucros.
Reeife 6 de marga de 1867.
Andrs Rlanco.
______________,., u Jote Celia Perhaodes.
Preoisaffcfde^/na , oara.todfi servigo de
urna casa : oa roa de Ho.-ns u. 142, primeiro
aodar.
Saques
Jos P. da Cunha & EHhOs s3cam sobre
Lisboa, ra da Cadeia escriptori 11. 21.
Anms pira retratos
Huras }];) iannas
d? lartaruga, viiiulo e marroqoim, mals baratos
qne em ootra qualqoer parle : na rui do Crespo
n. 4.
--
Alu?am-se duas casas novas rouito fres-
cas.uoa Cipsga a 1 p di estrada real do-Mangol-
nho, de boos commodos para familia, pgo d'agua
de beber, quirities murad j<: a tratar no mesmo
p-gar, ra das Cnanlas n. 3.
Joo T zes, rerir.Yro-se para Europa.
"'' ' - 1 1
Miguel icddemos, subdito italiano, retira so
para Europa.
.

Agosttrmo Jse dos Santos, proprieta rio deste antigo e?tabel'cimento,
tendo fettj .urna reforma geral no seu negoci, apresenta-se a concofre-tia
puDItra convicto que poder servir vantajosajente aos seus fre^uazes. lista
casa acha-se completamente sortida.de obra> de ouro,.pratae brillantes cu-
jos precos ao o mais resumido possivel. Compram-seos me-mos objetos
cima declarados ena obras 'Velhas. Incumbe-se de ffual.iuer'encomtu inda
concernente ao seu nroeio. *

Agostmho Jos dos-8aiito6 > G.



n
BOM SORTRKBNTi)
DE

vado.
Grosdenaples preto a !600, 1,580 i, U, HJ206 o corad..
ttodiio multo largo a 24O, 2^00, 2-J800, 3^ e 3,5500 o covaio
Gorgurao preio a 3,5500 e 46 o covado.
Ditos adamascados largos a 2<5500,3^. 33500 e 45 o covado. -
Moir preto a 20200, 250i), 23"00. 2,5800 e W o covado
Dito dito superior qualidade, asseiinado core listas e flores a 35500 40
.

GUIA
LUSQ-BRASILEiBO
DO
Viajartte nn Europa
Obra ^ otil tanto a's pessoas que va a' Europa,
como a's qoe desejam saber o que ba de mais Im-
portate e curioso'no vt^ho mondo.
Ved-80 na Librara Econmica, ra do Crespo
n. 2, defronte do arco de Santo Antonio.
Superiores cortes de gorgur5o preto bordados.
Bom setim preto macao.
Pao preto de 2^ 125 o covado.
Caztmira preta de l^GOO 55 o corado.
E outras muitas fazendas.
55 o co-
4?C.a
Na
ra do Crespo n. 13, loja das collumnas de Antonio Correin de Vmonsoll-js
mmmm
Terca-feira 12 le mirco no primttof>ndar
do sobrado da ru da Cruz n.^7.
O agente Pinto fara' Inilio por conta de ama
pessea que retrou se desta provincia dos objectos
cima mencionados que sera > traosporlidos para,
o primeiro andar do sobrado da ra da Cruz n.
27, onde se effectuara' o leilo as 10 horas do dia
cima dito.
taberna.

ro
AYISOS MARTIMOS
eilao a tabeftta"
18, penborrta*
O agente Pootaal vender' em
sita a' ra estrella do Rosario a.
aos Srs.Uraz Lourengo, a reqaerimento do
Joao MarMns de -Andrade, e por mandada o I
8r. Dr. juiz OHpecmjdo oemmercto.
HJ
Oleilao sera' efT-^ctudo na mesla taberna
11 horas. fj
AOS . 3>n 000
(vorre saLibad 16.
Acbam-se venda na respectiva thesoa-
raria, ra do Crespo n. '15. os bilhetes,
meios e quartos da 4a parte da 5a lotera a
beneficio do Gymnasio Pernrabucano (10a)
sendo a extracto no lugar e hora do cos-
tume.
Os premios de 6:0005000 al 105000
sero pagos urna hora depois da extracco
at as 3 ora* da tarde, e os otros depois
da distribuido das listas.
As encommenda , sero guardadas smen-
le at a Doite da vespera da exiraccao.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
3E^*ini SCIEWIFICO
"3 lloras da tarde, no esCMptorlb^o mesmo aga
a rna da Cruz o. 62, primeiro andar.
86&.
O contado',
CieUoo Siiverio da btiaa.
U rji daHlericordla do
colfe.
Messaqeries Imperiales m
to-dia te Dolim de
y-^_-5}* do correle n*ra
8pera.se da Eu-
rapa vapor fran-
cez Eitramaiurt,
o qo>l depeis da
demora do -os-
turne seguir pa-
ra a Bahia e Rio
61 i t
JMrV
Terca-feira lGw$ti\SM\ horas.
O agente Martios fara' lejlo de diversos livros
; -ualodEaii .oiobMiainabfll ntfotqtnoo A
mm
t ADVOGADO
Ubi: utonio de Vasconcelos He
ur/.es d< llrammonl
-Ecyptorio. i ra do Imperador'
n.43
1 Hemieffle a roa da Aurora n. 26.
mWaM
-Oi Offilll
UfioQ a
, Para condtrc5s*)flfels>3LUsslgens tratase oa
A nsirl5tn1mTtaa4orraTstrauv*~d-MM Ca- aeencia Tua do Iranicbe n, 9. ,
a d* Misericordia do Ranr*, contrata m)Tn qselb .'" "' "rni.. .... ":.TI-i :, ,--------u_*^
# >r meaos iJreJb Ber, e rornecimmiW'oVmi'd'ra- a. ta mlffHnpoai>l *t> u*a Of 1
eMo^ de uflH a,e/.lwr, i hniM-i^Mmd i mrtm' 6&m 'trortflla o paJBlLd-.
*MM#?^*MffI' pa.r* , 1a9 *leiro.VQLAArE..r.a(>it,nTrayasn,s,
A pelas 4 ho- gar4am Augusto C. de
u consignatario Antonio de iAJeetda .Qome*/k*ttl de margo as II hnnrMMunifclt ip^liigiiaibli
II oes mezes de
recebe proposta dM
ras da tarde do dia 14 dowoaroato.. ,
Medicaraentof.
fun Ltbta.
I

De ordem do Illm. Sr. viee presidente em ter-
cirio coOWoaos Mus. Srs. socios IvMwrarios e
tffectivtwvwi^ad^'GrtmroSeietiwrov a* com-
pareerrem;iortlia 15 do oerreite rao 6 horas da
tarde na ra da Impxratnz o. 8, terceiro andar,
afim de-a>sisllrapi a sesso solemne de abertura
desta OcteJa^B'b'forma' dos estatoWs.
SWfcrivdn femieSfentiflco 10 de margo
de 1867.
0 8* secretarlo,
' Maooerl'intW'iro de Miranda Osorio. ,.
jalaeet- da ra de, S. F.-an-
,"w/com"bastante? coramflilos':
IratflsooVT o frdpHro a -Yda "6.
Amaro o. 6, segundo andar, das 9 as 10
_____horas da mantisa e das d da tarde em
ante.
uWiH 011
n
eabiodo de om cabri )let, no principio da estrada
e Joao de Harree, entrando pelo Corredor do Bis-
po, e no domingo 10 do correte, as 7 horas da
manha, pouco mais ou menos, unchipo de sol
de seda sarjada cor di caf, sera barra, com l
asteas de ag Raoaftore, cabo de canoa preta a cas-
laodflmideira ereulpida, ropreseotando urna la-
garticha : quem o tiver achada e quizer restituii,
pode-.>faier na ra do Crespo o. 4, fabrica-da cha-
peos de sol, ser favor, alera da recompensa se a
exigirem, pois pala eaiimaeio e nao pelo valor
do mesmo.
Bernardo G>es de Souza, tendo comprado
a !>(<> D. Ano Francisca de Souza um terreno de
i palmas d^ frente e ISO fe fundo, com om te-
.nn0' Da re''a-z,a da Boa-visia, pela quaotia de
200# ; sendo testeraunhas os Srs. Francisco Maria
Cortes o Jjo Godofredo de Monta Goodim da
venda de dito terreno, que no fundo do sitio do
fer. Viscoode de Suassuna, demarcando o dito ter
reno ao sul c.um terrenos pertencentes a Joaquim
Gisleno da Mequtta, ao norte que vem ser a fren-
te eom a ira vessa da Atiraictb ; fago sciente ao
publico que, quem se jultrardooii do dito terreno,
qu-ira -presentar os seus documentos oj praso de
oito das ao mesmo senhor no Campo-verde n. 29.
Joio. Cavalcanti de Albnqtierque vai aEoro-
pa. Deciara que- nada deve nesU praga, se po
rom se jalgar alguem cora direito a qualquer cou-
sa da que resulte algu.ua obrigagao para o anunu-
cia-ite, p5Je procura-lo at o dia 14 deste.
Joao Jos Lias Wanderley e sua familia, som-
mmente agradecem ao^ senhores qoe se digna-
ra m acompanhar ato cemi;erio publico os re"tos
moraos do seu Otado Albo Arberlco Jo Lios
Wanderley e de novo convidara sos mesmos se-
nhores para no stimo diar14 do correte, pelas. 7
horas da marinad assl-ttram as missas o^ie se- Km
de celebrar por sd/i alraa no mesmo cenuiwio, e
por cojo favor thes sero Oteroameoie'^raMs.
Oiuhuiro a p emio.
No largo da Pooaa- o'.'l, ne dtra' qown lera al
gum psra dar.
40 CONVENIO

O abaiio assigoado socio da flrmt Mello, ImSo
& C, BStabeleeldos na ra do Livramento u. :I8.
cas denominadaO B.illsade-lira qa esw so-
ciedade teve origem por uro contrata registrad 1 no
tribunal do commercio a >i 27 de abril da 1856,
leudo a durago do ui auno. Q 11 lando se pro-
cedido ao respectivo baiango, aiaia o ro-srao abat-
i assignado nao fui iodemoisado da pane que ie
compete e lucros relativos a um tergo, n:'.> aban lo-
nou e uera abandonara' o estabdleciun-uto enguan-
to se nao proceder ao que prescreve os arts. 4 e 9*
doj:onlrato e se compra o qm det^rraioa os" arts.
337 e se(uintas do codito c^romercial brasilero.
E porlanto-iem valor aigum aooaiicio que o c.in-
socio Joao Pedro do M^llo f^z publicar no Divio
de hontem, com o oome de Maria Rila Rodrigos
de Mello, (viuva de seu rmo M^nvl t'-dro da
Me luj a com o Dome do abaix > ass^MHu. E i> .ra
qua esseseo calculo oopruduu o elfaiio qi tem
calculado declara o abaixo assignad) na b pro-
testar contra essa dolosa publi/ago p.r est- ratio,
como que usi*a' dos meios que in'e faculta* arlis
do paiz am casos taes.
Racife, 11 de margo de 187.
Candido df C^rvalhU N-ves.
O Dr. Alaxaudra de 8 convKta aos.^wreoies oamigoo do bar^i da Ala-
laia fallecido no Rio de Janeiro, para que se dig-
teto-assttir as nrssas qae pia alm di mesmo
se resara na matriz da Bia-Vista as 7 horas da
saoMa d 1 da 14 do eorreM* tr4f(roto do falle.
m "
IUB4z'de Hade de
Wfnns-*ra'a1fro,i(i diados o o>ial tem
bastante pntca denle oeg.jdo : a tratar na mu
do Rosario da Boa-Vista n. 41.
- Ans4tof0II*rfc*fe'l KV U cor-
MMUHo, o^escraro ^pedrelr. da n ime Luiz,
calvo, botante

roa da Cruz o. 13, primeiro andar.
seo armazem ra da C.dea
. traja
chapeo do Chill,
rna de Hortasi
poffV levo
matth-M W .,
drigues Pelioto qoe sorl
Gdilherme Jorge di Matta clenttfjca o publico
que se acha competeutem ote auto i-ado pelos cre-
'dores'da extincta firma de Prudencio de Oiiveira
Himsotil & C. a recebar. todw as dividas d: ines-
toi oitlocta drma, laoto em letras, com 1 era caias
de vro.peloque rga a tidos os devedores que ve-
oham pagar seos debilos.a ra do Imp-r^Uor
o3 escriptorio do ano^neanle.
u.
Ao
riagradscimeuto
Ohecidas.
publici
6 o apanaiio -das almas recS-
. Tfcuu nsiadu cerca-tfe-4-me'jPnrTmT) nosp^tento
Jllm. sr. Deci de Aflama Pon-eca forc-.) era
abono da verdade confassar qm oououtrei ue senbur duraute todo esse periodo de ra.qhi/rasi-
dlHCia era sua casa as distioctas quidades
(te dm prfeilo cavatheiro qm nunca recrfsou-sa a
exhibir ina todas as provas d'uma alma generosa e
bemfaseja.
Se pfo fogo das peWppcs a qm esta siijeit o
bomem awsla vida pudor um da dar Iba om teta-
tnunhi mals solemoe de rainha grando, fa-io-hqi
com toda a espansan de minta a+m.
Mano- LulzO nes Pnrreb.
te
Um preceptor oisstfnWpWrWHemeote habilitado
a leeetonar'o al>#6fl, frMeir> et>r'tulk>f-cdo m *\im-<&****> oti'-m* 4
ngumas bran
on einz-nta
lo 00 Red-
ro ama ir-
Haoelia do-.
0 n- Wta*Vo a-li Sr.'Dr. Agostinho Bamoot
roeotnpe osado. reipeito ao mesmo sentair.
a negocio .-qae ds
Gannto Jm*-*IM Gioars-*rMia,<>lit ' andar
.^JJ^^KrVv-.
recra-** BE v*ifaam tkmktmai
guraa praboade-milbad.^ :.na-ra di CruJ
1 ** ationlO > u,( . Jal
ttlBMUm : -;:! a
. 'ewefpov"i|Bl-*3ii**n -.^tt*l4mnltiMmei->iiik-iot
811 *MXWmlfWriJ+ ..,. n - fi*^.mior>1^^:4ow^1
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.1 .it u\,i
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i-EGIVEL
-se paraEuropi.
_-__
iiiidfci
*



tarte>
T*n* lefra 1 4b ! 4a 18*7.


Joftfwm Jos Gongalves
Beltrio
UJA 00 TlAPlCHi K. 1* W^l)
todos os paquetes sobw o Banco
sobre os segoiote luga-
II
*oit a
I



"T
JB* por todos os
io Minti era Braga, e
res, em Portugal.
A saber:
Lisboa. Tt
Porto.
Valeoea.
Guimares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Con*e.
Arcos de Val de Vx.
Viaooa do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real. . .
Villa-Nova de Famalicao.
Lamego.
Lagos.
CoVHbia._______._______.
Na ruado Travich n
aehamseosseauintes dnotitot
1 De R. Braninshaus em Noils.
Boargogoe.
Vinko Poffimard tinto.
Cortn tialo.
Santo Gaorges unto.
Cbambertin linio,
i Rlcbehoorg tinto.
Gloa de Voogeotlin o.
Chablls branco.
Del A. Wtef en Francfort
abono.
Geisenbetmer.
Uebfraamllch.
Mafcobraoocr.
ka asa deTbeod Christiansen,roa do Tria
picbJn?vXl6, nico afete no norte olBread
SeBraodenburgf reres, Bordeaux, encoB-Mi
lectivamente deposito dos artigos seguaies.
St. Julien. .
ft. Pierre.
Larose.
Chatean Loville.
Ghatean Margan. ___
Graod vin Cbatean Lafltte 1858.
Ghatean LaBtte. *
Hant Santernes.
Cbatean Santernes.
Chatean Lataar Blanche.
Chateau Yquem.
Cognac em tres qoalldades.
Afeite doce. Precos de Bordeaox.
llifll
O Dr. J. Campos paiticipa a seas clien-
tes e ao publico qoe o lllm. Sr. Dr.Jca-
qoim Goncalves Lima, ex joiz de direito
da comarca de Flores, mostrado e distrae-
to inrisccosolto, d gooo-se de o ajndar no
exercicio da advocacia e se acba Installado
em seo tscriptorio, onde pode ser procu-
rado para todos os negocios forenses de
qoe se acha encarregado o mesmo Dr.
Campos, on qoe Ibe booverem de ser en-
earregados.
mmmm**W*
% <
J. FERREIRA VILLEIi
Pliotographo da Augusta. Casa Imperial do Brasil
UF.jl.l

ii
s

Na Photographla Tllela a roa do Cabug n. 18, sobrado coa entrada
polo pateo da matriz de S. Antonio vendem-se por barato preco as seguintes vistas pbo-
lographcas de Pemambuco, xcelleotes para servirem de ornamento a nma ata, visto
eomo o ^Cada na vista costa 30; a qoem comprar a colleccao completa se tara una gran-
de abate.
Vendem-se qoadros para as mesmas vistas.
t Arsenal de Marinha (dos arrecifes.) #|
Roa do Trapiche ('dos arrecifes.)
Casa m Detbnco (da Boa-vista)
Palacio da Presidencia (do Recife.)
Iheatro publico de S. Isabel
Club Pernambcano
Bairro de Santo Antonio (de Santo Amaro.)
Bairro do Recife (de Santo Antonio.)
Cemetemo PutLico (da entrada.)
^^^ Roa do Imperador.
Rca Nova.
Parte da roa Nova.
Alfandega (do passeio publico.)
Matriz da Boa-vista.
Convento do Carmo da Cidade do Rfcife.
Ponte de Ferro de Pedro h.
Hotel Inglez na Pas-agem da Magdalena.
Chcara do Sr. Henrique Oliveira na Passagem da Magdalena.
Chcara do____ (residencia do Sr. Oettly) na Passagem da Magdalena.
Ra do Passho Publico e antigo convento dos jes i i tas aonde actualmente estao
as tbesourarias geral e provincial.
"

N,2D y N. 2 D.
CORACO DE OCRO. *jfcJ
A loja n. 2 D titulada Coraco de Ouro na roa do Cabogi, acha-se d'ora em diante offereceo-
do ao respeiuvel publico com especlalldade as pessoas qoe booram a moda os objectos do oltimo gos-
to (a Paria) por manos SO por cenio do qoe em oatre qoalqoer parte, garantmdo-se a qualidade e a so-
lidez da obraa.i ,,.,
O respeitivel publico avaliando o desojo qoe deve ter o propietario de om novo estabeleclmen-
to qoe qoer progresMcm sen negocie deve ehegar immediatamente ao coraco de ooro a comprar
aneiscom perfeitos brillantes, esmeraldas, rabise perola ; verdadeiras em agarras, modernas pele
dimiooto preco de 10A. briocos moderos de ooro e coral para menina pelo prego de 3, maracas de
prala com cabos de marBm e madreperola obra de moderno gosto (o qne o encontrarlo no coraco de
ooro) voltas de ooro coma competente cruslnha ricamente enfeitada pelo pequeo preco de II*, brin-
cos de om trabalbo perfeito por um mdico preco, cassoletas, traneallns, polceiras, alftnetes para re-
tratos e ontros modelos todo de alto gosto, aoeis-proprios para botar cabello e Arma, dito para casa-
mento, no rtico roseta tem o Coraco de Ooro om completo e bem variado sortimento de diversos
gosto?, butSes para pnaos com diamante, rubios e esmeraldas, obra sta importante ja' pelo seo va-
lor ja' por gosto ds desecho, briocos a forma da delicada mosloha de moca com piogeote contendoes-
roeraldas. rubios, britaantee, perolas, o gosto sublime, alOoete para gravaU no mesmo gosto, relo-
gios para seohor* gfr vistan de pedras preciosas, ditos para bomem, diversas obras de bnlhantes de
noito gosto, crusinhas de rubios, esmeraldas, perolas e briibantes, aneis com letras, escoletas de
erystsl e ooro descoberta para retrato {a iogleza) briocos de franja, ditos a iroperatrize toda e qual-
qoer jola, para seeolocar retratos e obras de cabello, e ootros rouitos objectos qne os pretndanles en-
contrario oo Coraco de Ooro qoe se conserva com toda a amabilidade aos coocorrentes dentndo-
se de aqu mencionar precos de certos objectos porque (descolpem a maoeira de fallar) dlzendo-se o
preco taire* algoem faca mi jaizo da obra, por ser lio diminuta qoaotia a vista do seo valor.
Na mesma loja compra-se, troea-se ooro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe se coneer-
tos, por meos do qoe em ootra qoalqoer parte, e dao-se obres a amostra com peobor, conservaodo-se
a Coraco de Ooro aborto at as 8 horas da noile.
Qoalqoer pessoa qoe se dirigir ao Coraco de Ooro nao se podera' eoganar com a casa, pois
nota se na soa frente om coraco [endurado pintado de aroarello, alera de outro qoe se nota em om
rotlo (isto se adverte em conseqnencia de terera ja' algomas pessoas engaado com ootra casa.


s
m

FABRICA
OR
Ebsdo de msica barticular.
Na roa do Imperador n. 75 segundo an-
dar, lecciona-se solfejo e diversos inslru
memos de msica, das 5 horas da tarde
as 10 da noite.
Charutos delicias e pari-
siences.
A 3*00 o cento.
Vende-se charutos Delicias e Parisiences da
fabrica de Jos Portado de Simas em perfeito es-
tado a ."4200 o ceoto : dos armazens ns. 39 e 50
da roa lo Amono* ea.lt A ra roa do Codorniz.
iuga-se
%% Um sitio na Capooga Nova roa das
im Peroambucanas n. 23, em cojo muro se
2 cn* cbafanz, tendo gradeamenlo e 2
|H porides de ferro, casa assobradada para
grande familia, cocheira, cacimba, tio-
- qoe, agua de encanamento e arvores
15 fructferas; a tratar na ra da Impera-
)JK triz n. 12, priroeiro andar.
Josepha IlenriqueU de Miranda Barros, pro-
essora particular dbairro da Boa-Vista,faz scien-
te ao respeitavel publico que roudou a sua resi-
dencia para o bairro de S. Jos, onde pretende
abrir a tua aula, prometiendo todo cuidado e zelo
no adlantamento de suas alumnas, pois que j
exerce este magisterio a 20 anoos. Tambem es-
t prcrapta para receber alumnas per sionistas e
meio pensionistas : 4uem de seu prestimo se qoi-
zer utiUsar dirija se a ra da Assumpco n. 18,
que achara com quem tratar._______________
Da se bolos deveadagem a lusto a pataca -
na roa Imperial n. 37.
BSKga IIIII12
as O r. Alexandre de Sooza Pereira do 8
"R Carmo raodou a sua residencia para o !
MK andar do sobrado n. 12 da ra da Impe- jg
= ratriz e continua a exercer a sua profis- gg
Wm sao de medico.

BOHEMOS DE IGREJA DE
J. BliLIfl
Veslimenteire e bordador ie Paria.
29 RA DO IMPERADOR 3,
Defronte 4a igreja de S. Francisco.
Concurrencia impossivel
justificada pela soppressao de lotermediarios, pela compre directa das materias primas, pela exe
cuco dos trabalhos as offlcinas da casa e pelo diminoto lucro com qoe so satisfaz.
Animado pelos importantes negocios qoe faz com grsnde parle do mondo catholico da uropa
resolveu o annunciante estabelecer filiaes da casa de Paris em diversos palies longinquos que
offerecem vantagens, e velo inaugurar o primeiro esubelecimeoto nesta cidade, sem dovida orna
das mais adiaoudas e commerciante da America do Sol, e qne por isso mesmo neeessita d om
esubelecimeoto qoe nada deixe a desejar, qoer em relaco as precisdes matenaes e qoer Intel-
l6CtQ26S.
Os Srs. sacerdotes e demais pessoas, qoe se digoarem visitar o estabeleclmento, ahi acharo
sempre orna gbandr variedade de todos os objectos para iereja e pare o clero.
OURIVESARIA PARA IGREJA.
Cercas e gradeamentos de ferro para jardins, cercados para animaes. chiquei-
ros, de todas as grossuras e muda veis.
Porteiras de differeotes tamanhos para sitios, jardins, cercados, e-c.


.
tendo
satis-
Novos modelos de costodias e de vasos sagrados.
ALFAIAS DA IDADE MEDIA, A' LIZ i3.
Os precos variam segundo o tamaoho, o peso e a forma.
TAPECARIAS E ARMACES PARA IGREJA.
Fornece toda a qoadade de arm3s, por precos mdicos, i vontade do fregnez
sempre orna pessoa no esubelecimeoto para Ir tomar as medidas necessarias para completa
faco d, encommenda. ^^ MBELLAS pRIVILEGIADAS.
Estas umbellas de molas, adoptadas per S. S. Pi IX, tem por sua perfeieo, novidade
e riqueza a dopla vaoUgem de cobrir ioteirameote o Saotlssimo Sacramento e o padre, sem dim-
cnltar o andar. escLPTRAS EM MARFIM E EM OSSO.
Imagens de Cbrlstos, caldeirinha?, crnzes, qoadres e todos os objectos devotos.
Objectos em argila, simples e prateados.
Todas as ioformacSes sero mioistradas gratis, acerca dos oroatos de igreja.
Conceder-se-ha facilidade para os pagamentos.
Els o catbalogo do qoe tem a venda :
ICASULAS.
te
Precisa-se de urna ama para cozinhar e la-
var roopa : na rna Imperial n. 97.
"Comedorias,
a fornecer comedorias com asselo e
C ntina-so
por cmmodo prego
n 21, segundo andar.
na rna estreita do Rosario
-- Arrenda-se o e genho Jeruzalem, de
freguezia de Serinhaem, bom d'agua, e dis-
tante da EsUc5o deAripibu duas leguas e
meia: a tratar, oo Dgenho Tolerancia da
freguezia da Escada, com seu propnetario.
AMA
Preci-a-se de nma ama que salba cosinhar para
casa de bomem solteiro : na roa da Cadeia n. S3. _
"Declarado
Jos Joaquim Rarbosa da Silva participa a seos
devedores qoe tem eotregado as soas cobranzas
desde 2 de Janeiro prximo passado aos seos cal-
xeiros os Srs. J io Capistrano de Oliveira e Jote
Emiliano de Miranda, os qoaes tere poderes espe-
ciaos para realisar as cobrancas quer oesta capital
eo aas provincias de Alagoas, Parabyba e Rio
Grande do Norte. *__________
MM
Precisase da ama ama para cosinhar
do Queimado o. 8._________________
na rna
Amas.
Precisa-se de duas amas forras oo escravas,orna
qoe saib cosinhar bem e comprar, e ootra para
lavar e eogommar: a traUr na roa Nova n. 11
lo|a.____________________________________
__Lava se e engomo se com perfeicio por
medico preco : na roa das Ageaa-verdes n. 38.
a roa do Hos-
Alnga-seum
picw n. feo.
pre* escravo
Offereee-s* ama molher de boa eoodneU pa-
de hornea olteiro : a traUr no neceo do
ra casa
Sarapjtel n
Companhia delidade de legaros
martimos e terrestres
Mtabelecida no Rio de Janeiro;
AdUTU B rimAMitieo
itlMie Lata tirreira atvee A C,
MapAteateaenManiorl** *''JT" m-
\ torU da eeeipinbUie tm PMelida-1
e,teeMseffaro4e navtoe, naereaie m
1 riat,e pre*oi eo ata eeeripierie rna da J
-' mmamm
Dianas, de veludo, de crina e
galo lustroso.
De damasco com cruz de ouro e
seda.
De damasco dobrado, com diver-
sos bordados em relevo na
croz.
De tecido de prata oo de ooro.
dem com diversos bordados em
relevo na croz.
dem idem mallo ricas.
De veludo de seda com croz de
ooro tino em relevo.
De chamalote de seda bordado.
Gethicas e da idade media.
A cor da casla nao inQae do
preco.
CAPAS.
De veludo estofado.
De damasco
De tecido de praU e de ouro.
dem com emblemas em relevo
e ricas franjas na murga.
De velado de seda.
De tecido de prata e de ooro fino.
DALMTICAS.
O mesmo preco das caslas.
ESTOLAS PASTORAES.
De velado estofado.
De dito de doas faces.
De damasco.
De dito de doas faces.
De tecido de prala oo de ouro.
dem idem, -com emblemas em
relevo, franjas e bordados de
foreal.
dem idem em relevo moito ri-
cas, -t
De tecido de ooro e de prata Bao.
De chamalote bordado de seda,
com doas faces.
VE'OS DE HOMBROS.
Be tecido de Lyao.
De dito dobrado, de ooro fino.
De damasco, bordado em relevo.
dem idem, rouito rico.
VE'OS l'ARA EXPOSIClO.
De tecido de Lyo.
De chamalote de prata com em-
blemas em relevo.
De dito dito, moito finos.
VE'OS DE SACRARIOS
De todos os precos.
BANDEIRAS.
Da Santa Infancia.
De contrarias de Nossa Senbora.
Parochiaes, qualquer qoe seja a
invocaco.
GoiSes com emblemas em relevo.
A. cnllecao varia de 35J0O0
3:000^000.
PALLIOS.
Em veluda estofado as qnatro
pentas e oo forro.
De tecido de Lyo, com ooro.
De dito de prata e de o^ro lus-
troso.
De dito dito, com qoatro emble-
mas bordados em relevo.
Muito ricos, inteiramente bor
dados em relevo com ooro fino.
PANNOS MORTUARIOS.
De la.
De veludo loglez preto verda-
deros
e djroasco dobrado de brocado.
Estes paooos tem doas metros de
largara e tres de comprimento,
ROUPAS DE IGREJA.
Alvas de panno de Iinbo fino,
c de cambraia fina.
de panno de lioho, para
meninos do coro.
t guarnecidas de rendas fins.
c de fil, de rices de-
sechos.
Roquetes em panno de liobo sem
maogas.
t c com ditas.
Amietos.
Toalbas e saoguinhos.
alta-
Corporaes de cambraia fina.
Toalhas para commnnbo e
res
GuarnicSes de rendas para alvas.
D.us pare toalbas de altar, aos
metros.
Toda a qualidade da roopa ga-
rantida e perfeitamente execo-
uda.
DIVERSOS OBJECTOS.
Bolsas para tirar esmolas.
Cord5es finos para alvas.
para meninos do coro.
Voltas, s dozas.
Ciatos e cintorSes.
Sacras de altar, em carlo.
Ditas era qoadros.
Marcas para miseaes, com
peroas, em chamalote.
EofosaeUto^MM0denuis objee- Gaardas par* arvores, plantas e oulros objectos da ferro qne se vendem por
tos de igrea. preco mdico, no armazem de Tasso Irma:s na praga do Caes de Apollo ao p da ponte
BRONZES DE IGREJA. provisoria.
Casticaes para altares, prateados,
seis
de novos modelos:
325 milmetros ti pollegadas).
379 14 ). 16 ).
433
487 c 18 .)
841 O ).
650 <
813 t 30 ).
AS MODAS
rvj
Crozes de altar, correspon lentes
aos castifaes, o par.
Tburibotos e navetas prateadas.
Caldeirinbas com hysoppe idem.
Custodias dius e dooradas.
Lastres ditos e correles fortes
para ee mesmo?.
Cruzes para procissao, com rafa
dius.
Varas, alabardas pare sulssos o
cadas para porteiro?.
Estes objectos todos sao em co-
bre e nio em materia* de
composlcio.
Aviso esseucial para evitar qualquer erro oh mif.
Os Srs. compradores nSo devem ignorar qoe o ouro uto pode ser fiado nem
tecido, e qoe por conseguinte os gal5es dos ornamentos chamados de ouro fino sao de
prata douracfa, os de ouro meio fino s5o de metal dourado e os de ooro falso sao de
cobre doorado, e como tal confundir os ttulos qoe se Ibes den sempre, qoe sao era-
mente commerciaes.
Os ornamentos qoe o annunciante tem i venda sao o de galoee de ouro meio
finos, falsos on de seda, so mandando vir os de ouro fine por encommenda; e nenbum
objecto sahe de seu estabelecimento sem ser acompaohado d'ama factura por eQe firma-
da, especificando a qualidade do objecto, para poupar-se a expcac5es sempre incon-
venientes so depois de realkadi a venda.
OO
PARISIENSES
Mm.1 Bcrt modista tendo ebegado ltimamente de Paris, tem a honra
de participar ao respeitavel publico d'esta cidade que de boje em diante ella
esta prompta para fatjr vestidos casqninas e todo quanto pertence a esta
arte por precos resoaveis.
Ella tambem se encarrega de fazer, levar e < nfeitar todas as qaalidades
de chapeos pelo ultimo gosto.
Acbar-se-ha om liedo sortimento de enfeite para vestidos, flores, e plo-
mas de moito bom gosto.
Recebe-se o melbor jornal qoe apparece para estar sempre em dia com
as modas.
en
Caixeiro .
Ofcrecese n moco eom 18 asnos de
para ealxelro ie qoalqoer esubelecimento, dando
BaAer a' soaeoooeu: a iratar na roa das Lana
getrae i* ^_________________
Preeisa-se Ae ama ibu para eesinnar e cea
por. peta se * : na ro u CntM o, 38, se.
fondo andar.
Gcorge cabelleireiro.
PreriM de on offlcUl de karbetro oo cabellei-
reiro -. aa roa do Imperador a. 71,1.* andar.
Precisa s 4 nma
na ru de Trepiehe .

pnre lavar e eifmar
'4ft'l andar.
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemsissdora, esUbeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e leas carregameotas, e contra
fogo em edificios, mercadorias e mobilias:
na roa do Vlfaria . pavimento terna
ifdowiSe
m notas m oeJxas iaes do aneo Se Arasi
praca o Indepeidencli n. ti
M
C4SA
deoommisso deescravos
Na casa de commlssao de escravo, roa do Impe-
rador n. 46 tercelro andar, recebem se eseraros
unto do mallo, eomo da praca para serem vendi-
dos. O anillo agslgnado aBinca o bom traUmeolo
segoraoca. NeU casa ha sampre para vender
eseravos de ambos ec sexos.
nteme Ji Vtetm i* 8$*za.
Caxeiro
Oflarece se para caiaeiro de taberna um rapaz
de M annoede idade qoe tem algnoa pralica e da
iador a sna coodocu : a iraur na nadarla aa rna
UretunM.___________________
ITprtcsa.M f.llar cea oars. BUlario Gomes
de melle e Aetoolo Feiicoaw Rodrigos Selle, no
largo de Paralio 10.
Xarope e pasta de Seiva
DO
Plmheiro uiarltlnio
DI
E. Lagasse
Preparacoesmui preconitada pelos sabios med-
eos de Pars, eom as melhores at ho)e disrobertas
para a core cena de todas as molestias do peno,
broocnltes agodos e chrooicos, asthma e anda das
affecoSe das vas urinarias.
DEPOSITO ESPECIAL
34Roa larga de Retara34
Pharmacia de BarhoIoameH ct c.
XaROPE DEPUKATIVO
DE CASCA. DE LARANJAS AMARGAS
COM IODURETO DE POTASSIO
DE
el P. Laroze.
pharmaccotico em Paris
O ioduretode potassio um verdadeiro al-
terante, um depurador de incontestavel-efli-
cacia; combinado com o xarope de casca de
laranjas "margas,aturadosem pertubacSo
alguma pelos temperamentos os mais fracos,
sem alterar as funcc5es do estomago. As do-
ses matbematicas que elle conten permitiera
aos mdicos de receital-o para todas as c> m-
pleicoes. as affeccSes escrofulosas, tubercu-
losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'isso, e o agente o
maispodero.'o contra as doencasrheumaticas.
Deposito em todas as pbarmacias e casas de
drogaras no Brasil.
Expedicoes, em casa de J. P. Laroze, ru
des Lions-St-Paul, 2, Paris.
A' venda na pharmacia de P. Maurer &.
C.,roa Nova_n. 25^__________________
Albino Baptista da Rocha, relo-
joeiro e doorador na praca da lo-
dependencia o. 12, tem sempre um
sortimento de relogios de algibeira
de ooro e prata doorados e ar-
eos, caberlos e descobertos, cadeias
de onro de diversos gostos, assira
cono tambem faz qoalqoer concert pertencenie a
soa arle eom perfeico e mais barato qoe eo oo-
tra parte. Compra- se obras deonro e orau usadas
Precisa-se de um copefro : na roa do Broa
n. 74._________________________________
Alngaseo primeiro andar do sobrado da
roa do Vigarlo n. S6, sd pare escriptorio : a tratar
no armazem do mesmo.
Aloga-se o sitio do Uooleiro neceo do Qoia-
bo : a fallar com Zeferioo Pernandes da Silva
Manta, roa das Carrocas n. 28, freguezia de S.
Jos.
-
Publicado jurdica.
PrelecfOes de Direilo Internacional e de
Diplomacia com applicafo e refertncia de
teus prtncipws as lets particulares, con-
venenes, e aos tratados io Brasil at 1866
pelo Dr. Antonio de Vasconcellos Mene-
zes de Drummond, lente substituto da Fa-
culdadede Diretodo Recife etc., 2 vol. in
8 broch. por I0000 pagos entrega do
primeiro volme, que constituir a primei-
ra dessas obras.
A ultima dellas acompanhar um epilogo
das disposices da legslacSo patria, relati-
vas ao- direitos e deveres do estrangeiro no
Brasil, bem como aos do Brasileiro fora do
Imperio;
Assigna-senas lojas delivros das ras do
Crespo n. 2 e 9 ; do Imperador a. 13 ; da
Cruz n. 52 na de enea de rna gao do caes de
21 de Novembro junto a typograpbia do
Jornal do Recife ; nos escriptorios das ty-
pograpbias do Diario de Vernambuco a ra
das Cruzes n. 44, e do Cor-eio do Recife
roa do Imperador n. 79 e na loja da ra
da I m per a ir i z esquina da ra da Aurora n.
n. 2, foja de louca.
Depois da publicaclo da primeira obra
nSo serao mais admittidas assignatuias e
mbas ellas sarja vendidas por maior prego.
Atfencao.
Perdeo-se desde a roa da Roda at a da Praia,
no domingo ultimo, nma pnlseira e om alfineite de
ouro com caraaphens: a pessoa qoe achoo qoeren-
doreslitoir ditos objectos pd levar a ra da Praia
o. S, que se gratificara com 304000.
3= O Sr. Justicio da Suva Cardoza rogado a
vir a esta typograpbia a negocio de sen interesse.
Por occasiode compras e no ai tu de pagamen-
to, flcou em um .dos armazens da alfandega, urna
carteira bastante velba cora algnra dinheiro, e va-
rios papis : roga-se a quera achoo, querendo res-
tituir de leva-la a pessua cojo nonie se acha oa
mesma carteira em varios cartSes de visita e 6
muito conocido nesta pr?$^_____________
Precisa-se de um menino para caixeiro de ta-
berna, de 12 anuos: no pateo da Ribeira o. 13.
Na~7aa da Uniao n. 40, precisa-ce de urna
boa eogoraraadeira.___________________
Precisa-se de urna pessoa para caixeiro de
drogara da ra do Imperador n. 22, qiv d pro-
vas de sua babllilacio : a tratar cora o Dr. S Pe-
reira.____________
Aluga-se o armazem do sobr.-.de o. 1 da ra
Imperial: a tratar n> [irrgeiru aodar.
Fandi^ao da Aurora
A mais aallga desU prevlncia e com todas as
perfeicSes em seas uacbinismos, oerece a seu
omerosos fregoezes por razoaveis pregos .as
maoofacloras, bem como que tem um brjm pessoal
para coro rapidez fazer qoalqoer concert ou obra
nova.
O advogado
AffwHS de Ali-uqucrque Helio
modoo a sua residencia para a Capuoga a' rna
das Crloulas o. 1S, e eonserva o seo escriptorio
roa estreita do Rjsario n. 3i, onde pode ser pro
curado para os mysteres de soa proQsso das 10
do dia, as 3 horas da Urde.
Retirado completamente a vida civil para mais
ounca se occapar de poltica desta ierra, offerece
a seas clientes Intelra garanta de zelo e acti vida-
de em seos trabalhos. E os aceita tambem para
o Cabo, Ipojaca e Escada onde tem procaradores
probos e diligenus e al para logares mais loogi-
quos onde pode Ir pessalmente, sem grande re-
munera c, oio seo io excesslva demora ; pelas
appellacoes e por ootros trabalhos porm, qoe pa-
ra aqu loe Szerem a honra de remetler de fra,
se cooteola com mdico honurario.
Alm do civil e commereul trabaloa tambem no
toro occlesiaslico e no jury:
Flores para a quaresma.
Na rna eslreiU do Rosario, n. 21, segando aodar,
faz -se toda a qaalidad* de Dores para eofeites de
igreja; festoes, palmas de frente para aliar pal-
mas para andores e rosas. Todo isto se faz com
toda a presteza e perfeico, o barato, assim como
as eoeommendas para fra; faz- se lioda flores
para eofeiles d'aojos, e ramos para velias, para
docniego de Ramos, de ppele panno; enleium-se
velias de fUes de cera para aliar e para ramos;
todo asilo barato. Av.sa se tambem aos fr goe-
zes, qoe lodos os anoos maodim fazer vestidos pre-
tos para passar a quiresma, qoe faz-se lado com
tode a brevldade, gosto e barato. _________
Arrenda-se a propriedade denominada Barre
de Serinhaem aa fregoezia de Serinhaeni, eom
moito foros a receber aenoalmente e grande por-
cao de oeqoelros a- desfroelar, alm de oolras van-
Ugens qoe eneerra quanto a agricaltnra e ao eom-
merdo : a iraur na rna da Anrera n. 26.
O baebarel Aotoaio Aooes /acooje Pires ra >
ra a' roa do Imperador a. 81, segundo andar, oo
de pede ser procorado.
Fabricaates
Prerisa-se de trabalhadores para fabricar velas:
a tratar na roa do Amonan n. M, armazem.
-
i '
-
sb--.;----'' *
i



PW II111* I.....a
"'W1;

fc
---------

Difer, efe Persa..*.*. - rere. U. II e Marco d<
,7/
C i 80
----------------
I
r-
V

a?

PARA UZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES
Xaropo de jarubeba garrafa..... ... I $ooo .
Vinhode to6oo
.
Pilulas de vidro......... l 4600
(6oo
64o

Tintura de 64o
Extracto hydralcoolico deinrubeba 1 ,95oo
PREPARADOS C0MP0ST0S.
Vinho de jarubeba ferruginoso garrafa. 20ooo
Xarope > l6oo
Plalas > vidro... 2ooo
Oleo de jarobeba vid ros___ 64o
Pomada de pote...... 64o
Emplastro libra..... 2#5oo
PARA UZO EXTERNO
A JlHI 1IE1IA.

USA DA FORTUNA.
Aos 6:000#000,
Bllheles uaraaUldos.
A" RA DO CRESPO N. 23 E CASAS DO COSTUME
O abalxoassigoado veiideu dos seus muito feli-
ios bilhetes garantidos da lotera que se acaboe
de eilrahir a benelicio das ramillas dos voluntarios
da patria, os seguales premios :
. -801 ura meio com a surte de 6:0304-
N. 336* doos quartos com a sorte de 1:2001.
N. 880 om meio com a sorte de 5001
N. 3933 um qua/tj com a sorte de 200*.
E ouiras tnuitas sorte.. de 10,J, 401 e 20*.
Os possuidores podem vir reeeber seus respec-
tivos premios sem os descoutos das lels, na casa
da Fortuna a* ra do Crespo n. 23.
Actiam-se a veoda os da 4* parte da '" lotera
do Grmnaoo Peroambacano, que se extrahira'
sabbado 16.do correte.
Pre$o.
Bilbetes.......... 61000
Meios............ 3*000
Quartos......'.... 1*500
Para as pnwu fue compraren de 1004000
paradas.
Bilhetes.......... 5*500
Meios............ 2*750
Quartos.......... 1*375
Maaoel Martios Fiuia.
Audr Blanco e Jos Celia Fernandos sub-
ditos bespanhoes reliram-se para a Europa e Jal-
Ram nada dever nesta praca nem lora della, quer
de cenia proprla de cada ero, quer em relaco a
soeiedade que tiveram no botequim da ra larga
do Rosario n. 25, sob a Arma de Andr Blanco &
Fernandes, se porm alguem se julgar seo credor
teoha a boodade de apreseotar soa coala do refe
rido botequim oestes tres das que sera' immedia-
tamente pago. Retirando se pan a Europa dei-
xara por seus bastantes procaradores em priaielro
lugar a Gabriel Antonio de Castro Quintaes e em
segundo a Antonio Perelra da Rocba Bastos.
Saques sobre Lisboa
Ollfeira Filos & C., largo di Corpo Sinto n
9, saccam sobre a praca d* Lisboa.
ATTIWO
Os administradores das massas fallidas de Vil-
lar & C, e Jilo Jos da Silva Villar, convidar aos
rredores da mesma massa para no prazo de qoatro
das da data do presente annoncio, apresenurf ro
snai coatas legalisadas aos mesmos administrado-
res do eserlptorlo, na ruada Madre de Deus n 32
para se proceder ao dividendo da referda massa,
Gcando ezeiudos os que nao se apreseutarem.
Precisa-se de urna ama para coslnhar, na roa
doLIvrtmento p. i a. loja de calcado.
Precisase alugar urna escrva para casa de
familia, na ra Nova n. 48, sobrado.
Precisa-se de orna ama forra para cuidar em
dons meninos, na ra Augusta n. 33.
Precisa-se de urna mulber pera todo
o servtcq intern de urna casa: na ra da
Soledade casa da professora publica.
,^m;
Precisa-se de urna escrava para cosinbar em ca-
sa de bomem solteiro: na roa do Queimido o. 3i,
Saques
Joao do Reg Lima saca sobre Lisboa.

IPMHULHAN S
S
Esta planta' boje reconhecida como o mais poderoso tnico, como um excel-
ente desobstruente, e como tal applicada nos engo gitamentos do ligado e baco, as
bepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarebas, as inflammacoes
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, dos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glandulosos, na anazareba, as hydrope-
zias, rysipellas; e associada as preparacoes ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, cbloroses, faltas de menstruacSo, leucorrtieias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirrnam os mais dUtinclos mdicos desta cidade, entre os quaes
podem os citar os Ulnas. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
recido Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconh cem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at ho:: onuecidos para todos os casos citados,
tarto que todos os dias fazem d'elle appltcacS .
Apresentando aos mdicos e ao publico em gcral diversos preparados da joro-
beba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at boje sentiam os cioentes "de usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que lintam ainda a desvn tagem de nao
ser calculada a dose conveniente a apjrlicar-se, o que torna muilas vezes improficuo um
medicamento, que podena produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados so foram apresentados depois de havernaos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para beta conhecer as propritdades
medicamentosas (Testa planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien-
ea appcaclo, tendo alm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeicSo possivel, para o que nSo poupamos esforcos, n5o nos importando o pouco lu-
cro que possames tirar
Por tanto os que se dignarem'recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infalhvel cura
de qualque dos soffnmentos, que deixamos innumerados, se forem em lempo applicados
tendo alm d'sso, medico ou doente a vantagem de escolher as nossas variadas prepa-
racoes, aquella que melhor Ihe pode convir, j pela fcil applicacSo, e j pela complicaco
das molestias, id .de, sexo, ou anda nalureza de cada individuo.
As nossas preparacoes ferruginosas sao feitas de forma que se toroam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que como
taes esiao boje reconbecidos.
Para aquelles que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applicagSo de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosse deposito um folbeto, onde traamos mais extensamente d'esta planta e dos mes-
mos preparados.
Deposito geral de todos os preparados
Botica e drogara
34Ra larga do Rozario34
DE

<



PREPAMDAA FRI
POR
AUGUSTE CAORS
Pharmaceutico pela escola de Paris e successor nesta cidade
DE
Aristide Saisset e J. Soum
28.-----Ra da Cruz-----2*.
iiou ii
Tratamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, nem outro qualquer
mineral.
Verdadeiro purificador do sangue sem azotigue. '
Especial para a cura de todas as molestias que tem sua orizem na impureza do
sangue, como sejam as molestias boubaticas, sypbiliticas, escropbulosas, darthrosas, quer
venbam ellas por bereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas, dos diversos virus que contaminan) o sangue e os humores.
A carota um remedio prodigioso, usado desde remolas eras pelos indios
do Brasil, e passando seu uso de geraco em geracSo, boje um dos remedios mais co-
nhecidos como proprio para coiubater as molestias mais hediondas, entrando ne-se nume-
ro a morpha ou elepbantiases, p ra cujo curativo os nossos sertaoejos consideram a
caroba como remedio especifico.
A muito tunpo eotrou a caroba nos formularios como prepara?ao magistral
sob a forma de eleicluario, aiada boje le librado as pharmacopas com o nome de seu
celebre autor Joao Atves Carueiro: nSo ella portanto remedio novo nem desconhecido.
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde tempos immemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras sypbiliticas srdidas,
e eupregado com proveito depois de improficua applicacao de maitos outros agentes
tberapeuticos enrgicos e de uso quotidiaoo. x
Muitos dos nossos mdicos de considerado e entre elles o muito distincto pratico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Athayde Lobo Moscoso, tem confirmad. por meio de ex-
perle acias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no trata-
meato das boubas, das diversas formas sob que a sypbilis se apresenta e maito especial-
mente as que teem sua sede na pelle, e poderiamos relatar algnj casos de data muito
moderna observados pelo mesino Sr. Dr. Moscozo em que a caroba produzio admiraveis
efieitos, depois de inuteis e prolongadas applcacoos de salsaparrilha, mecurio, iodo, ou-
ro e seas preparados, etc., etc.
NSo era possivel que ama plaa lo notavel por suas inappreciaveis virtudes es-
capasse a perspicacia e investigaces dos mais abalisados pralicos europeos, que s% ap-
pltcam com especialldade ao estado e tratamento das molestias syphiliticas e herpeiicas
e pira prova abi esio os Srs. Drs. Casenave, Scharfer, Ricord e outros dando as mais
lisongeiras informaces sobre as propriedades curativas da caroba e preconisaodo-i como'
"remedio poderosisjimj-para o tratamento das erupc5es cirtaoas, seccas oa supparativas,
dartnros de todas a qualidade, ec emas, ulceras de diverras naturezas. tumores, osseos
0 oatras maiUs molestias de natureza sypbi ilica ou boubatica.
Por ter-se generalisado muito o aso da Memela caroba que eu pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar ea suas observacoes,
deliberei-me a ter promp-a urna qaaatidade di mesma essencia, obtida seto a accao do
ogo, para n5o prejadicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encon-
trar-se-ha na miaba pharmacia sempre e em porco suficiente para todos o< pedidos i
ESSENCIA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma penla para que nan-
ea fllem a Srs.medicas que qaizarem eiperimenMr t3o precioso agente medicinal.
R'C/fedeParoambBco, 17 de ootubro de 1S66.
AuovsTE Caobs.
(es, diamantes, eore e prala eBJj|
obras Yeldas, &
Compra-se toda e qualquer obra |
que contenha brilhantee e daman-
tes em obras velbas, e mesmo pe- !
dras soltas, bem assiui ouro e pra- *
ta : no coracao de oar%o. 2 D, ra I
do Caoug loja de joias.
Aviso.
Precisa-se de um hornera e ama mulher, casa-
de, aem libo*, a mulher para lavar ronpa e o bo-
mem para trabalbar em um peuueno sitio : a fal-
Ur oa roa do* Pire a. 84, f andar da casa da es
qnlaparaarneo8ebo.____________________
Precisa sede urna ama forra ou escrava para
o servico interno de casa de pouca familia : a tra-
tar a' roa da Cadeia do Recite n. 8, pagandj-se
bem.
I Noticia ao publico
Ceke Oa carvo do gaz
Vende-se agora na fabrica do gaz d'esta
cidade, coke, ou cirvSo do gaz, de primeira
quafidade, ^r.iprio para ludo, aonde fr
necesswio um bora e regular calor como se-
jam cosinhas, padarias, caldeiras de vapor,
j destilaras, etc. Recebem-se ordensnoes-
^riptoriodaempreza do gaz, na ra do Im-
perador n.JJI ou na fabrica do gaz._______
Grande sortimento de sedas
prets e morentiques
Paredrs Porto.
Aeaba de reeeber um magoitlco sortimento de
grosdenaple pret) que vende pelo baratsimo pre-
(o de lAtOP, 1,5600 e 2J feda preta do melnor
K'osto faz>-nda superior que vende a 1*600 o covx-
do t6v>'> rbar, moreantiqoes de ricos desenhos
p m"i!.- ..ras fazeods pretas para a qnaresma
- i.i.. irvs barato do que em ootra qualquer
i i- : - i.a ra da Imperatnz n. Si armazem da
p na Ui(* juato a padaria trance;a. .
INJECCAOe CAPSULAS
l^EGET AES aoMATICO:
GRIMAULT&C'pharmaceuticosemPARI^
Mvo tratamento preparado com as folkMS ds
falte*, trvore do Per%, pura a cara rpida ia-
fclHvel da Gonorrbea aem reccio alguaa da eoa-
traecia do canal on da inflammaclo Jos intestino.
0 clebre doutor Ricord, de Pana, ter renonciado.
Otada soa apparicio, ao emprgo de qnalqawr
tro tratamento. Emprega-se a InjeeeO na
ewneo de fluzo; captuUt em todos os eaaoa
ohroniees e inveterados, qae resistiro a prepa-
racoes do copaho, cubeba e a injeccoe em basa
O abaixo assignado, sohciuaer nos audiiorios
desta capital e outros termos, encarrega-se de Qual-
quer qaestSo civil, eommereial, ecclesiastica e cri-
minal, propundo-se a liquidar amigavelmeote te-
das, que estejam nos limites da aer concluidas In
dependentes de litigio jodicial ; encarregando se
tambem de trabalbar no foro por partido annual e
razoavel paga.
as horas vagas, o abaixo assignado acceita es-
cripturagoes commerciaes pelo sy-tema de parti-
das dobradas, eiercendo esta profissa das 7 l|2
a's 10 boras da manba, e das 3 a's 6 da urde;
encarregando se tambem de ensinar a qualquer mo-
co oa meninas a escrever perfeitamente bom em ses-
senta dias, com todas as regras cal.grapbicas, eomo
podera' o abaiio assignado provar com o testeroo-
oho do Sr. J..o da Malta Beltro, a cujt irma le-
ve a honra de leccionar.
Recife, 21 de levanta) de 1867.
____________Joao Canelo Gomes da Silva.
Ama.
Precisa-se de nma ama de lelte : na ra de
Apolle (unto a taberna do Sr. Bento de Freitas
Guimares, 1* andar.
O bacbarel Gusmo Lobo convida os prenles,
amigos e companheiros d'armas do 'distincto capi-
Uto de fragata Manoel Antonio Vitil de Oliveira,
morto gloriosamente em frente a Curapalty no re-
conhecimento operado pela esquadra em 2 de fe-
vereiro, a' assistirem as oHssas que se rezam por
soa alma no dia 1S na Igreja do convento de N.
S. do Carmo. entre t e 9 horas da maohaa.
Quem precisar alegar ama escrava de meia
idade para servico Interno de casa de pouca fami-
lia dn ija-se em Santo Amaro, ao sobrado juuto do
cemiterlo Inglei.
Na travesea do Queimado n. 1, preelsa-se fallar
com o Sr. Bellarmino Vianna estabelecido em una
a pegocio que o mesmo senhor nao ignora.
Os abaixo assigoados fazem sciente ao publi-
co que em 1* de Janeiro deste asno di-solveram
amigavelmeote a soeiedade que tinham no esla-
belecimento denominado Baliza, na roa do Livra-
mento ns. 38 e 38 A, e que gyrava sob a Arma de
Mello Irmao 4 C. Commumcam outro sim, que o
passivo e activo da exiiucta urina tica a cargo do
ex-soclo Joao Pedro de Mello. Recite 9 de marco
de 1867.
Mana Rita Rodrigues de Mello.
J >.j Pedro de Mello.
___________Codida de Camino Ne-ves._____
-- Precisa-se de om menino ds 12 a li anuos,
que tenba pratica de taberna : a tratar oa ra do
Gaz.
,.-------------. *--------------------------------.
Atlencao.
Ausentou-se no dia 9 do crreme a escrava Isa-
bel, mulata, um pouco clara, chela do corpo, com
32 anoos, pouco mais ou menos, Ievoa vestide c.r
de ros! e sa patos nos ps : quem a pegar leve a
ao largo do Paraizo n. 14, que se gratificara.
Precisa-se de um feitor para um sitio perto
da [.raga; da se preireocia a um bomem casado :
a tratar oa rna do Brum n. 70. Io aodar._______
Precisa s de urna ama forra ou escrava que
.-aib;. coiinhar e arraojar a casa de um hoineiu :
na ra do Imperador n. 77, i* aod?r.
Ama
Precisa-;ede urna ama para casa de hornera sol-
p3lro : na na do Cordoniz o. 8.
Feiior
PreeUa-se de um feitor qae d Informales de
ua conducta, para um sitio perto desta cidade :
a tratar na ra da Saula Cruz o. 9.
SERVENTES.
Precisa-se de serventes para o servido interno e
externo decollegio das orohas ; a, tratar com o
director do mpsmo rollefiio, oa ra da Gloria.
150$ de gratificado,
Contina a estar fgido desde 23 de jonho de
anno prximo passado o escravo Jos, crloulo, de
idade 30 anoos, pouco mais oo menos, estatura re-
galar, um pouco chelo do corpo, barbido, tem os
ps mal fritos e om mais grosso que outro, e os
dedos um pouco levantad)- por cansa dos bichos
que tem tldo, bastante beba o e mufto regruta,
inutula-se de forro, tem algous sigoaes de castigo
as costas; este escravo fllho do Bonito, porm
toi vendido em pequeo para o engenbo Quema-
das de Santo Anto, aonde esteva por espa$o de
29 anoos, e dahi foi vendido para esta cidade, aon-
de tem tido diversas seohores, e do poder de tedos
tem fgido, ha descunanca que elle estria servio-
do como forro em alguma casa estraogeira nos
arrabaldrs desta cidade : quem e pegar lev-o a
roa da Concordia n. 8, reflna^o, qoe recebera' a
gratifleacao cima. ___________
Esia fgida desde o dia 21 de (evereirodo cor-
rente anno, a parda aeabocUda de nome Luiza, da
40 anuos de idade pouco mais oa Denos, alta, jee-
ra do corpo, cabello estirado e ao oso nazareno.
Fol escrava de diverso* senhores todos moradores
oo Recife as imawdi icoes do forte do Millos, on-
de muito coobeci la como lavadeira no chafarif
daquella localidade : quem a pegar e levar a Jaa-
lino da Silva Boa/nsta na ra do Vicario o. 23 que
sari bem recompensado.
Rogase aoa aeobores dooos oa eocarregados
de preosa de algodao e loja de farragens de s pa-
garen] o aeos bilbetes da albricio ao carheiro da
mesma afferigio Francisco Pedro Advioenla por te
ha ver perdido um maco de bilbetes de ditos asta-
belecimentos ao dia II do correte e i-lo previne o
arrematante
^".fio* jtoaerra.
Precisa sa da aumsadores para padah"qe
sejaaa per/eilos en seu trabalho a tambem se pre-
cisa de doos caooeiros para oeadazireai Ujolios dos
Remedios para esta praca : aa roa larga do Rota-
rlo n. 68.
Praeisa-sa de o tu para tratar de Ma -
adaa da oa anoo a acoaaiianbar a tattmi at ao
Cean a tratar aa ra ?iova i. 31 segando O-
V.
Alaga-se o segundo andar do sobrado n. 62
da rna da Gota, pintado de pouco e estelrado :
Kta-se no mesmo aodar._____________________
Precisase alugar om *reto, oa preta j da
idade, oa um moleque para comprar e trazer almo-
co e jantar ama casa na ra do Trapiche
n. 26.
COMPRAS
Compram-sc escravos
Silvino Gnilberme de Barros, compra, vende e
troca efectivamente escravos de ambos os sexos
e de todas as Idades : a' ra do Imperador n. 79,
terceiro andar._________________________
Ouro e prala.
Km obras velbas : compra-se na praca da ln
dependencio n. 22. loja de bilhetes.____________
Compram-se libras sterliuas: na pra$a da
ndepeprienda n. 22. -______________
Cumpra-se ouro, prata e pedras preciosas em
obraj velhas : na rna da Cadeia do Recife loja
d ourives no arco da CoBcei(o. ____
Moedas de ouroT-
Nacionaes e estraogeiras assitc como libras
esterlinas : campram-se na ra do Crespo n. 16,
primeiro andar.
Escrava
Compra-se nma escrava cosinheira na roa da
Senzala Nova n. 38 : ua mesma casa precka-se
alugar urna preta para o mesmo mister.
Na praca da Independencia n 33, loja de
ourives, compra-se onro, prata e pedras preciosas,
e tambem se faz qualquer obra de escommeada e
todo e qualquer concert.
Comprase im. escrava de conducta que se-
ja boa costureira, paca-se bem : na ra Imperial
sobrado r. 64 ou na trave-sa do Carioca n. 2, caes
do Ramos_________________________________
Atleng't
Comprase nma negf.i que co'iuhe e 'ngomm' :
na roa de Ai'oo jauto-a tal'.'roi do Sr. Bento de
Freitas Guimaries, l" andar. _.
Compra se ura escrava m (; e robusta que
sejaperfeHa eosinhir. soio vicios a tratar ua
roa do Qieimado u. 17.
Na ra la'ga do Rjsirij a. 15, comora-se pa-
pel de diario a 140 rs. a llra.
Doces
Grande sortimento de doces secos e crystasa-
8os e em calda carangeiros e nacionaes : no ar
mazem da Liga ra Nova n. 60._______________
Vende se urna canuca com bot : na rna do
Jasmim n 21. Ml
VINDB-SE
Ura lindo mulatinho de la aonos, ptimo para
pagem : na rna da Praia n. 47, 1* andar. .\|
Vndese orna por^o de rotulas e janellas
de amarello, sendo tudo obra moderna ; a tratar
oo caes de Capibaribe o. 2, offlclna de torneiro.
Sal do Assu'
Vndese a bordo do palhabote Dous Amigos *
tratase no escriptorio de Antonio Luiz de Oliveir:
Azevedo._________________________________
Tinta nova superior
Vende s em garrafas : no escriptorio de Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C, roa da Cruz
D. 1.
Telhados de frro gnlvanisa-
dos.
Vende-se na rus do Queimado, loja de Azevedo
4 Irma___________________________________
Aos Srs. oleiros.7
Na cambaa dos Remedios vende-se barro doce
jl .massado, para' toda e qualquer obra, a vista
das canoas se tara o preco :- a tratar na mesma
caoaboa cora o cauito Deltim.
! MU
Vende se a taberna do pateo da Carmo n. 5 :
quem a aretaader diriia-se a me*ma para tratar.
Vende se
Dous curros de 4 ausento* cada om 4 caval-
los : a tratar na cochelrg da travessa do Csividor.
Vendem-se dous pares de rodas ferradas e
ovas para carros, e tambem urr par de' ditas pa
ra carroca per commodo prego ; a tratar com Ma-
aoel Juagla de Pona, roa do Brnra n. 83.
"^Vndese ama carroca em bom estado por
proco eomatodo : ao largo do rhafarii, na tenda
doManoal Caweeira a roa do Vtgario o. 14.
Vajada-aa o aegrloba de ti sanos da Ida.
d*. tarifa flgura,sai vicios am achaques : era
Pora da Ptfftaat raa A venda as pharmaclas de P. Maorer &
Ce A. Caors, em Pernambuco._________
Cartas systematicas
para premier a ler
POR
Joo Jos Rodrigues
A venda em casa dos editores livraria fraoceza
roa do Crespo o. 9.
Collares Royer
oo
Anodinos electro-magnticos contra as con-
vulses, e para facilitar a denticlo dat
criancas. A aguia-branca na ra do Quei-
mado n. 8 recebe-os por todos os vapo-
res francezes.
Ji estao to coabecidos, e tanto se tem espalha k
a fama desses prodigiosos collares Royer, qae st
torna desnecessario dizer mais algoma coasa en
abono de seas boas e e euleazes efieitos; basta o
testemunho de milhares de pessoas, qoe tm visto
e aproveifado o feliz resultado desses to atis,
qaio necessarios cellares Royer. A qaotidiana t
cresclda extraccao, que vio tendo, mostra ainda
que numero dos prodigios se eleva como todos
os compradores. A aguia-branca, pTm, dese-
ando coocorrer para um flm de tanto aproveit
meato, tem fcito os necessarios pedidos, para qui
por todos os vapores francezes Ibe seja remedida
certa quantidade de ditos collares, para assim tor-
narle infallivel o sortimento delles, oa loja d's-
guia-branca, ra do Queimado n. 8._____________
Novissimo Mez de Mara.
Acha-se a' venda na ra do Imperador n. 15,
defronte de S. Francisco,'- o Novusimo Mez de Ma-
na, da 2* edicao, ornada com muitissiroas grava-
ras, conforme a 2* edicao de Coimbra, correcta, e
augmentada com nra segando exntalo da edicao
de Lisboa, com a instruccao, indulgencias, e modo
de meditar o santis-irao rosario, com os mysterios
gozosos, dolorosos e gloriosos, e com om appendice
cootendo a missa, e oragdes para qualquer ebristo
desde o amnhecer at ao anoitecer, seodo a missa
ornada com lindas e fiolssimas estampas, acoin-
panha o livro um ejemplar da devocao ao coracao
agonisanle de Jess.__________________________
Vende-se o engenbo S. Gaspar sito na fre-
guezia de Serinhaem, moente e correte, com par-
tida de pal e jmassap, lodos de varzeas, para
cerca de dous mil pes, mu prximos da moenda,
assim como o do embarque, e a madeira neces-
saiia para o respectivo costeio : a tratar na roa
da Aurora o. 26.
~XAROPB~
paitaral a talcificutt

SAINT GEORGES
PrtpirUo por
GWMAILT C1'
pkimiciullcei de 8. A. L
o prliciee Npole*o
Cara rpida de las
molestias seguentes :
tone, catarrhes, pleu-
resa, coqueluche, an-
ginas, fortes constipar
enes, irritacSes d$s
bronehos e do peito,
hronchite,phHfiea pul-
monar, astma, pnetir
monia,aninas,amtfg-
dalites, tosseckronica,
rouquidSo. Os mdicos recommendo ao mesma
tempe o uso das wcellentes pastilhas peito-
ratas com o amooo d'allaoa laureiro-
Ocrjo, qM
cxmatta.
A venda na pharma"ia de P.
Caors.
preparlo a* BMazao aatabela-
Maarer C.
garande h mazem de tin-1
tas medicamentos etc.
Roa do Imperador n. 22.
g|| Productos chimicos e pharma-
s-,i^ ceticos os mais empregados em
^ medicina.
S Tintas para todo o genero de pin-
&3 Productos industriaos e tintas
| para flores, como botoes 3e flores
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenho.
Productos chimicos e industriaos
para pbotograpbia, tinturara, pin-
turj, Dyrotecaia etc.
Momado em grande escala e sup-
prido directamente de Pars, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena
confianca e satisfazer qualquer en-
commenda a grosso trato e reta-
lbo e por preco commodo.
Reqaifes ou babadiubos de cambraia.
A afola branca araba de reeeber um bello sor-
timeoto de nqulfes on babadiohos de cambraia en-
feitaufs de tranco e tfe cores, e mui propnos para
, vestidos de sentaras e meninas, e mesmo ootras
. obras a que as taboras os applkao coa acert e
. gosio, as pecinbas alo de 5 roeiros e venden) sa a
i 2J500 a Al ead-i ama ; aa loja d'aguia branca roa
I do Q leimado a. 8.
Albuns para retratos.
A agala branca receben novo sortimento de bo-
nito* albons para ramios e continua a vende-los
como sempre por precos comraodos; comparecam
pofs os prelendentes a ra do Qaeimado loja da
aguia branca n. 8.
Novos enfeites para vestidos.
A aguia branca a rna do Queimado receben ne-
vos enfeites para ves-idos ootodo-^e entre elles
as cascarrilhas coa loco, obra nova e de gosto.
Carteiras de algibeira com tesoura. pente e
mais necejsarios para viagem.
Vendem-se na loja de miudezas a roa do Quei
mado a. 16.
ItMjues flngiodo cabello.
Lisos e crespo?, siogeios e compostos, de gom-s,
canudos e redondos, coberlos coro fliet simple-
de vidrinhos, ornados com flores e fitas, obra nova
a de gosto.
Para seahoras e eiinas.
Leqaes Baos de madreperola e osso, todo de sn-
dalo e de sndalo coa soda, com fios e bonitos
desenbos.
Obras de madreperola.
Ronilos pentes de madreperola mui alvo para
coques, liadas flvellas de dita dita para cintos, de-
licados alfloetes e brincos, botoes para punhos, li-
bra prima.
Adereces, pentes e flvellas igoaes de dita, a
brineos. Flvellas e fitas para eintos, cintos ocati-
sados, obra novfssima e de gesto.
Ramos de flores finas.
Como geralmeote. anido, a loja da aguia bran-
ca o jardim das tinas flores artificiaos, e alm do
bom sortimento qoe sempre se acba em dita loja a
agoia acaba de reeeber aovas flores as qaaes sa
conbece o rigor d'arte imitando as flores oatoraes.
Na loja da agola branca a roa do Queimado a. 8
acharo os apreciadores do bom e delicado calzo de-
flores com compridas ranas, rosas, etc., iodo de
melbor gosto e primeira qualidade.
leas tretas para padres.
A aguia branca a' ra do Qaeimado a. 8 reee-
beu novo sortimento daqueilas boas meias pretas
de laia que continuara a ser vendidas a 5000 e
par.
Yisooras e domines
A aguia branca a' roa do Qaeimado a. 8 reee-
beu novo sortimento de vlsporas em caixas de ma-
deira e papelo com 24 e 36 candes, tendo catre
elles algaos com chapa de metal para cobrir o nu-
mero ; assim cono dminos em eaixas de madeira
branc? e envernisada.
Rap Paulo Cordeiro.
A loja de miudezas a' ra do Qaeimado n. 16,
recebeu nova remessa de rap Paulo Cordeiro, e
continna a tecebe-lo por todos os vapores, para
qae os apreciadores aehem sempre boa pitada.
Botes grandes
e pcqueiios, pret s e de oatras cores.
A aguia branca receben om bello sortimeoto de
botoes de diversas qualidades e gostos os mais
modernos, a elles boa freguesia da agola branca,
comparecam a rna do Queimado o. 8.
Meios aderegos dourados
NaJoJ de miudezas a ra do Queimado n. 16,
vendem-se bonitos meios aderegos dourado fino
obras mni bem acabadas e de noviisiraos moldes
gostos agradaveis e precos to commodos que ne-
nbum comprador objectara.
Amostras de obras douradas.
A aguia branca a ra > Queimad n, 8, reoe-
beo urna pequea quartidade de meios adeiecos
doorados, obras de moldes inteiramente novos e
agradaveis, e acabados com perfeicao e mesmo as-
sim a aguia quer vende-las baratamente para aca-
ba-las at o flm desta semana, por isso os pretn-
danles comparte m manidos de diobeiro.
Espartiihos.
A agola branca, na ra do Qaoimado n. 8, rece-
beu nova remessa daquelles bons espariilbos, e
contina a vndelos baratamente comod'antes.
Argolas de borracha
para atar papis, segurar mangoilos, etc., etc.: na
loja d'aguia branca, roa do Qoeimao o. 8.
PASTILHAS
VERMFUGAS
DE KEMP,
NOVA YORK.
CALCADOS BARATOS
v,-nde-se na roa do Imperador a. SS :
Rorsegalns ingieres de couro de rupia a 71800,
D.ios de Naotes a 7*300.
Dito* para senhora eofeltados a 51.
Ditos Utos a 41
Dn >s de cores a 31300.
Dit'S para a mesma a 41.
U.i m de cores a 2100.
Sapaloe* ingieres a 31200.
Mos francetesa 41
Ditos sola dobrada a 81. _______
TSjaT
Veade-ta espin a quen corte con luz j : a tra-
tar aa roa 4a Saau Ova a. 9.
Guia 8^200
Em latas de 5 gaWes swido ds primeira ooai.
dade para acabar :veae-teior este preco so aa
roa No a. 28. ^ ,
- Veeiie-m ana enema vtoaa 4o aartio aro.
prw para eaa 4e faeiliu: aa raa DmUs a. tW,
DE COR CHEIRO E SABOR AGRADAVEIS
Inlinltamenie mais elicazes do que todos
os mais remedios perigosos enauseabnndos
que existem para a expulsio daslombrigas.
Nao causara dores e produzem seu effeito
sem precisar logo depois de purgan!:- ce-
ubum e toincitantes em apparencia e deli-
ciosas em gosto, que as criancas estao
promptasa tomar mais do que marca a re-
ceita.
Uteis como um excellenle meio de fazer
remover as obstrucces'do ventre, mesmo
no caso de nao existirem verme algum, as
PASTILHASVERMIFUGAS DE KEMPS S50 prOITp-
tas einfalliveis na soa operaejo e por todos
os respeitos dignas decoDfianca e approva-
(3o de todos os paes de familias. Prepa-
radas nicamente por Lanman d d,
Nova York.
A' venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo & C. e.P. Maurer & C, e em todos os
estabelecinentospbarmaceuticos do imperio
XAROPE ~~
DE CASCAS DE LARAWAS AMARGAS
P. Laroze, pharnaceulico
ca Pars
de saeteases atiesta* a su eficacia,
carne:
tnico excitante, para ajadar as fuuc-
c5es do estomuRO, assim cerno dos iotesii-
nos, e corar as doencas nervosas, agudas ou
chronicas.
tnico anti-nervoso, para curar os incon>
modos percursores de doencas assim evita-
das, e para facilitar a digesto.
ANTi-peRioDico, coafra os calofros, calo-
res, com ou sem intermiltonc as, e qae teem
por especificos as sol slancias amargas; tara-
bea efficn contra asfastrites e as gas-
tralgia. _
tonm MPAKADoa, para coojbaler a ex-
bustacao do sangue, dispepsia, anemia, es-
getan#nto, inappeteocia, taogur etc.
Deposito em todas as pharmacias e casas
M erogarlas do Brasil.
ExpeoicOes. em casa de 3. P. Lazore. rae
des Lions-St-Paul. t, Varia.
Deposito ea Pernambuco, pbarmacia de
a. afurer A C rea Nevo a..
3S
alEGVEL
saajBaaBaaaaaawaaa^B^aTB^^^^^^^B^^B^^^^^^^BBa^^^^^BB*^B^B^^BBB^^^^aaBBiB


uj in &
mMManaMH



Piarlo c rer,.,^,... yerga Mn t, ft ^^
l
O ARMEZAM
53 RA DA CADEIA 53 .
P.^^illHI O ARCO DA COWCfifCX.
Acaba de reeeber e tem por bartissimos presos
alm de sen acosttimado e milito completo sortimento
de geaeros os searuintes abaixo declarados.
>s de Minas.
Queijos
Jhegados penltimo vapor,a 14600 rs.
Gfomma de milho bronco
americano.
melhor croe ha para papa, pHo-do-l, bolo,
tangica, creme etc., maito substancial e
uudavel a 640 rs. cada pacote de i libra.
SALHO E LAGOSTIN
negado al ti mamen te em latas de 2 libras
(tOO'rs. cada urna.
UOCOLATE
rrancez a 510 rs. o pacote, dito hespanhol
upecial, o me'hor qae temvindo ao merca
4o a i#80 rs.
LATAS DE com 6 libras ermeticaraente fechada a
40500, e de barril a 640 rs. a fibra.
VELAS PARA CARRO
m pacotes de 8 velas a 900 rs.
VINHO DO RHENO.
Madeiro a 20000 a garrafa.
BORDEAUX
das mais acreditadas marcas: S. Jalien,
aut Brion. St. Emilion e St. Esteph a 800
rs. a garrafa e 8#00t> a dazia.
MUSGATEL DE SETUBAL
o mirto excelle ite violto muscatel por 200
a caixa de dazia e 2$ a garrafa.
CHA
hysson de primeira qualidade a 20800 rs.a
libra, uxim o que ha de mais fino a 3-5 rs.,
alm destas ha muitas atrs qaalidades
pwpriaefsf a vmeca wt>lhn,y^nxiaftde
de 10000 rs.a 20 rs. a libra.
J CHA PfiBTO
o mais especial qae tem virrtoa
cMot^WO ts. a libra.
MAGAS .a .-
.> estr^ifjpaf a sopa-en caixas sortuiaarae
8 Abras port^OOOrs, patharim, ),
efe., atfQ-re. libra.
PRESUNTOS
os verda4ei*os4eLoova 40 rs. alibrae
560-intetro.
JALE1A DE MARMEELO
em latas a 800 rs.
MOLHO 1NGLEZ
diversas qaalidades a 720 rs. o frasco.
MOSTvRDA INGLEZA
maito nova a 800 rs. o frasco.
O EXGELLENTE E AFAMADO
COLLARES
agarrafado da bem conhecida casa de De-
Lt & C a 400000 rs a dazia.
PORTO
versas qualidades engarrafado, inclusive o
mais nao que ha n'este genero por 800,
10000,10200, 10400 ei05^ rs.a gar-
rafa.
OLD CHERRY
a mais supe-ior do mercado a 10500 rs. a
farrafa e 150000 a duzia.
VINHO BRANCO
uceilente quilidade, de Lisboa, e proprio
para missa a 00 rs. a garrafa e 80000 rs. a
caixa de duzia.
VERMOTH
nperior qualidade em caixas de 12 meias
nmm mt\ fara a wmm
A* loj*a de fjzendftS'de Augusto Porto & G.
itlBa do Qu6\imdQ~-4\
Augusto Porto < G. receberam pelo ultimo paquete os mais superiores
vestidos pretos ricamente bordados a agulua.
Linios corte, de moreantiqie preto pira^wstWos.
Basquinas e potowaisesReseda pretaenfeitates eom o melhor gosto.
Sedas pretas de flores mato supeiores, raoireantique preto egrosdena- ,
pie preto de muitas qualidades e m lucos precos.
Rotond.ei e chalas de^ipune 4e seda etio algodlo.
Pannos e casero ras pretas do diversas qualidides.
Ricos vestidos de blood em manta e capella para noiva.
> finime- testidos bordados para baptisados dctO0a'3O0.
Colchas rJe seda e de laa eseia para camas deoeivas.
Cortes -de-seda e moireantVqae de cores.para vestidos superiores.
Moiremltque brancQ, sedts brancas e grosdenapoles braceo e de cores
para vestidos.
Chapeos de castor brancos e de seda pretos para homem, senhora e me-
ninos.
___BilSas, esparlilhos, camTsinhas com maBg4os bordados o lindes chapeos
de sol para senhora.
Malas para viagem nos vapores, malotes e. saceos de viagero e um bello
soi timent i de
lcatifis para U *ar alas
da uneimado11
>
11.


Tapares.
Vende-se em casa de Saanders Bflbtaers & C,
no largo do Corno Santo n. II,vapores patentes
eom lodos os pertences proprtos fura faxar mover
tresoaquatru machina taja, degnsrfofrar alfodo.
P0T4SS4 \nwm
Vende-se potassa da Ruia rooiio superior e de
qualidade a ruis apropaMda pan o 4a%rk de
assucar a prec > rasoav.4 o rMMil de-Jos da
Silva Loyo A C.
Admirem os presos
Re raatea de lineadas de Saite*
Oelho.
Roa da Veofle-se:
Mdpolao enfestado fino a ty a pe;a eom W
varas. liL ^jr
Ditos de 11, 7*m,%}, WW e ilj a peca coa
tases*.
CoihM *e lirta dr* cores para vestidos
eOO rs. a*an.
Bafeas de arros. para seotiora a 2*500, 3* e 3*800
DUee de arces eoriroados (WV3*5O0 e 4*.
Aes ife-MMorc
Sannders Broihers&C afab*m4eec*erda ^ V wr^taa"^!*^
Lierpool vaporeadle Totlja de 3* Ifcaall* onr "Ditafe ie os pata eT^
todos os pertencea,.rBI proprias para (azar oo- Tfcalhas dM*to.atroeh
ver machinas de'desearoear alfidSo, podandv onda
vapor trahalhar ate eom 140senas, Uabem ser-
vem para eofarar.a*f9do on para ootro foaJqM
servio em que nsam trahalhar eom antanes. Os
msmos tambem tem a venda machinas tmerira-
nas de 35 a 40 serra3 : os pretenderes rijaiD-
se ao Urgq do Corpn Santo n. 11.
Loja do Gallo Vigilante
MOSTARDA FRANGA
a 640 reis o frasco.
ARENQUES
em jatas a 600 rs. cada urna.
GARRAFAS
brancas para mesa superiores a 5# rs. e a
6)5 o par.
COPOS
diversas qualidadese tamanhosa <3 rs
5)5 e 60 a duzia.
CAPACHOS
decores e differentes tamaohes a^Otrs.
640 e 8U0 reis.
BALA'OS
diversos feitios epara compras desde 500 ts.
atS rs; ditos grandes proprio para roupa
de 3)5 a 5.
GAZ
tul
!''^.. ,... --,


prra^s por I25000 rs. e cada meia garra- ornis superior giz liquido em latas grandes
a 1#200 rs. | com 5 gales por preco de 10)5 rs.
Rlli DA C40EI4-5
Por menos de 10
por cento,


Joaquina Simos dws Santi
23 Largo do Terco 23.
O proprietario deste estabelecimento de seceos e moldados tendo de fazer ama via-
gem, esta resolvido a vender por menos de 10 a 30 por cento a dinheiro; para isso tem
um grartde a vantajoso sortimeoto para os amigos dd bom e barato, que a maior parte
de>k\ vieram p>rconta, para o que faz nnuncio de alguns gneros, e a vista destes
regul rao os outros mais.
>A FRAGATA AMAZONAS
1 DE
Monterro Guimaraes.
<*. 5 ;'Kna lo Qaeira-tift n,S,
toSderZindSS;, l2 i ^ T,se ,d.,?nm vira P3sse"J a seu establecimen-
to apreciar argWrtS destes arligos Je n?>vJade altimimintcldgidos oelo vaDor france-/
e que esperara merecerao a^urovaco du bello Sddxo "',dgiaJS pe, vapor ,rance''
A Fragata acaba de.receber n vo sortiroento de sedas de cores relas p hrsn
Lques de raidriperola .d^ 18 a 0.500O um.
Lqoes de sin rardMrjVos-gosts
Chnpelinhas do seda e pillin jiaca cok.
Chapeos do s'de-sed j pua sn*iora.
Ricos ciatos bel a lielena (hoto gsto)
Cortraad s bordados p ira cama.
Colchas de seda para cama
Cortes de bUiod-para noivas.
B .squines do se U bordados de 16 a 60.^000.
Cortes de cambUt branca bordadm, e outro
nalos sena enfadonho.
RA DO GRTSSPO"N. 7.
Grande e variaio Oortteento dosnasnero-
sos objectos de apurado gesto que ltima-
mente acaba de cheger para este bem co-
ntiendo estabeleciinento, pois sea corres-
pondente em Pars o mais habilitado pa-
ra a escolha de taes objectos, pois os com-
pradores poderlo apreciar, como sejam Wd-
dissinos enfeites de cabeca eom cok de
cabello, e sem elle.
S no vigilante ra do Crespo n, 7.
Eafeites.
Roques eom caixos e de novos pentia-
dos.
Trancas pretas e de ceres, e de todas as
larguras, eom vidrilho e sem elle, para en-
feil de vestidos.
Bicos de seda eom vidrilho. e sem elle.
Gravatinhas de velludo para senboras.
Gravatas e mantinhas de seda para ho-
mem.
Gravatas brancas maito finas.
S no vigilante ra do Crespo n. 7.
Volt Julias para ineaini*
Voltinhas para meninas.
Pulseiras para as mesmas. ,
Correntes para relogios flngindo cabello.
Riquissimos sintos, fivel'as e fita; para as
mesmas e de entras muitas qaalidades.
Riquissimos pentes de taataruga.
Filas de velludo de todas as largaras.
Lindos enfeites para vestidos, chamados'
Ch rismanne Margante.
Riquissimas flores para vestidos e para
cabeca.
d 1*600 e U.
dM-.o.a4roctioetfM'sfl, a dazia.
DUasje Mm (ptlt>.a- tao;
Aaaaltodo adaaandodealpoda^a 2* a vara.
WrtHo'dB'HWp a 3 a wa.
firaanninde linho eom-.10 pati de Iirnm a
lIMOa rara.
Dito de dito de 9 1|2 di.'o a 2*40tt.
Brto-etto de 5 dito a (900.
Dito dito de 3 Ifl'ito a 900.
'Attodio entestado oom 7 tSMItos a 11100.
Ratone* de fil preto a 7.
Boarnos de diio a 10*.
Chales-de dito a*.
Camtorala adamascada pawcortinado eom 90 ?a-
. ras a 13* a peca.
Lencos braoeos de cambraia floos de 2*. 3JL
3*000 e 4* a duzia.
Ljiinha eom Bores muito fina a 400 o corado
Dita lisa d.ta a 480 o covado.
Caabraia de linho fina de 6*500 a 9* a rara
Cambraia lisa maito fina de 5*, 6*, 6*500, 7*
8* a, peca.
Colxas de fustao alcocboadas brancas e de corta a
6*000.
Coberlas de chita da India de 2*400 e 1*800.
Leoces de b^moiugofloo.'de 2*400 e S*600.
Ditos de bramante de oa* 6 pan no a 3*200.
Tarlatana de todas as cores-a 800 a vara.
Mereantiqoe preto superior a 2*600 o corado.
Orosdenapie de dito a 1*800 o covado.
F auella >e corra a .800 Mentrado.
Cambraia de salpicos branca eom 8 Ii2 varas na-
ca 4*S00.
Fil de nho liso fino a 800 a vara.
Dito dito eom salpicos a 900'a dita.
Guardaoapos de linho para mesa a 3*500 a doria.
Assim eom* tambem ee -eaoontra am completo
sortimento de roopa leUa e por medida.
.

is rnuitos artigo^ que meocio-
dinheiro avista
ta e a 380 rs. a garrafa.
Tou lobo de bebda a 240 e 320 rs. a libra, e em barril ha gande -abatimento.
Caf do. Rio a 180 e 20 rs. a libra,-eero arroba ha grao le abatimenlo.
Cerveja das mais bem acredita las marcas a 5,ooo e 6.000 rs. dazia.
Gaz americano a 8,800 a lata e a 380 rs. a garrafa.
T:)U '
'

Viih) Figueira dt anlaor mirca a 3,500 a caada, e 480 rs.a garrafa
dem Je Lis'ia a 2,70 1 e 2,8d0 a caada, e a 360 e 400. rs. a.garrafa.
Piosforos do ga a 2,000 rs. a groza, ea 180 rs. o mago.
Manteiga fraoceza nova, a 5(30 rs. a liora, e em barr a 520 rs.
Id-.m idem inuleza flor a l.ooo rs. e 800 rs. a Irbra.
Arroz pila lo de In lia a 110 rs. a libra, e em arroba 3,400 rs. u a sacca
Sabo maso a 220, 200 e 240 rs. a libra, ero tet >ha abatiment.j
Papel marca martello a 5.50o rs. a resma e viadn 4,oorvrs.
Vroho branco de Lisboa da melhor qoalidade a 500 rs a garrafa.
Bulla do norco refinada a 5'>0 rs. a liba, e em p.iroao ter abatimento
Alm desies gneros ha outros muitos que enfadonho mencioaa-los
O proprietario deste aromen avisa aos seus freguezes que tero contas letras ven-
cidas, o favor de as mandar pagar.
presencas.
Francisco Jos :t*ennaim
RA NOVA N. 21,
acaba de reeeber um lindo e ma>gnlfico sor*
timento de oculos, lanetos, binocalos, do id*
Capellas coro canos flor de laranja, pro-! g e mni?apa"i gohst da ?arPa e ow
t*Zm nnia9. J F ,los de alcance para observacoes epara o



MACHINAS AMERICANAS
Verdadeiras do fabrleaace X. Y. CaaUongln & c
Hoinkos nericaoos para meer milho.
Na ra Nova n. 20 e 22, grande deposito
das verdadeiras machinas americanas de todos
os f.bacantes; se enrontra neste deposito
grande porc3o de machinas, e se vendem por
menos preco do que em outra qualquer parte,
por se reeeber em direitura da AmericaT s
fornece todas as explicacSes necessarias ao
comprador para cjoeserva;*) das mesmas;
neste grande estabeleeimeato se encontra mui-
tos arUgos americanos, que muito deve acra-
dar aos agricultores que usam de taes rticos
encontra-se tambem tojas as collecc5es de de-
senhos sobre os quaes se aceita qualquer urna
encommenda, que coro pro nptidao ser ejecu-
tada; ueste rande estaeecimento, efleon-
. tra-se em grosso e a retalho, grtnde porcSo
ae .i-rragens, e miudezas que se vendem por preco commodo, pedindo-se a attencao
de todos P"a este estabelecimento que muito lucrarlo em fazer suas compras1 m
ru; No?a n. 20 Carneno Vianna.
: PREPARACOES FRREAS-MANGANICAS
APPROVADAS PBt* ACASB1IIA M MMtttt
DE BURIN DU BUISSON
raamcBle, Inreaia pela academia de fltdkiu de Para
* *"**** pnteasorjMMSEkv, aa nltima edclo de seo Tratadt it Therm-
!EmtZ!!! WW"'*8 !"6 fe"enosos simple, s? wL
]^"P" P^rarar as molestias qne tcem por causa o erapobreciment
do sangue. Mu.tos mdicos dos mais distinetos auribuem esse m o exTiSi
r^il^L*! ma'S **2>*V" lamente unfdo eom o ferro. BWwaw
i/"' preslar-se um verdadeiro servio aos S" Mdicos, o euamtMe su attenote
sobre as preparacSes seguintes. ,. ^ ". "?
1 Ps ferreos Hiaiiganieos ?, t^G^M&stM* **w,
-.;..- """b gazoia, agradavel, aabstituado eom vanugem
eeonamia as asnas mmwiiwfrrniiinn.. ^ m
2'
?a ...
brruginosas~"
Pilfllis e Xarope k iodureto k ferro e e Wfmm Mkm
Sh!^ UBW ""? ^'if "* de Wureto de fer~ ngico indicadas
2ES2ES .BM moUaU*s 'ympbacas, escrofulosas, e san chamadas om-
cresas e tubercolosas. ^^
3 Mfes de laetate de ferra e de raanganese) SSSSBSS *i"S
tkernar eataa duas nreparaolOa t o. eflwm tmkSZ?*' >*^* **
0 ** Bwm da Bvisara deanjando ofcter a adiieaio soaiD4eta do mMUo ~~~ .
Vende-se na pharmacia^leTP. Maurer 4 C, rua^Nova.

12.
'

_______.__
mm mmn


i

b
fvuiA ESCArtOCAR'ALGODXO
INJECTION BROU

SfiJ'!?'."''* u,c* ""* oMtHun adiu.o. Vtb>.M
H^ ",)',,,l,,"4,,,l,l,ll*l-."
J2Z


Tinta Inalteravel
Para screvef
anoel Bento de (Iveira Bp^a.
:ar ai
Oliv
. .*> laleecimente se eneotrtrarao as
tl, verdadefaB machinas-aneriearms chegadas ultima-
mente, as.qmea 5o feitas- pe!o mais afamado fa-
bricante^dl America, por s^. avisa a todas as pes-
soas ^ue-iprecisarem comprar, de se dtalgir a este
;(Ntbeie$iOento que compraro das-mais perfeitas
neste^Mlf re, assim como maitacatp do que em
otHw-ifualjiuer parte, por isse^Be se recebe.^or
.ilq ,OAnkiiwai&l
oJaef)
, iao
de P. MAlliER C.
PEKNAUfBLCO
......

immendtwe pela bo oom-
dez corno a tnelhor e a mais
? de talas as tintas at hoje cnheci-
das. Nad ataioa aspennas de ac, d at
pnas ^>ara noivas
Meias de seda par? senhoras.
Ditas para meninas.
Riquissimos chapeosinbos e touquinhas
para meninos e meninas, meinhas e sapati-
nbos de seda para os mesmos.
Lindas sextinhas e bolcinhas para bracos
de meninas.
Meias pretas de laia.
Lindos aderecos e brincos.
Aderecos completos preprios para luto.
Lindos porl jotas e port rologios de dif-
ferentes lmannos p.-oprios para um deli-
cado mimo.
Riqnissirans livrinhos cora capa de tarta-
ruga para missa.
Ad'reQOs de flures.
Riquissimos aderecos completos, sendo:
vnltas, poiserras, brinca, alfinetes, grampo
para cabelps; tudo i>to feito de todas as
llores de ultima moda em Paris.
Cira melabas.
Tambem chegaram bonitas gravatinhas
coro flores, e eom altinetes proprias para
meninas e senboras.
Ras-?t is e brincos.
Riquissimos brincos e rosetas inteiramente
novida e e tudo de ran Tonqnlnhae.
Riquissiraas touquinhas de liaho e seda,
i ponto de corx ricamente enfeitados e de
I muito gosto.
Fita.
Riijuissimas Gtas de chamalote, sendo: ver-
de e amarello, tecido na mesma Ata.
.%gulibas de marflm
Tarobem chegaram as mui desojadas agu-
ihas todas de marfim, para trabalhar em 15a
e sem corx.
Sextinhas.
Tambera chegaram bonitas sextinhas de
palha fina, proprias para meninas.
S no Vigilante ra do Crespo n. 7.
Espelhos.
Riquissimos espelhos grandes e bonitas
molduras propnos para salas ou lojas assim
c> mo outros de differentes tamauhos.
S no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Para os pais de familia:
Verdadeiros
Collares Royer
Electro Magnticos Anodinos
Ou Collares Anodinos, para facilitar a den-
ticu das criancas contra as convulses
das mesma?, a estes collares nos escuzado
fazer qualquer recommendac5o, visto a
grande utih lade que tero produzido aquellos
pais que os tem applicado em taes circun-
stancias pois nos parece que n5o haver um
s pai ou mai que por este roeio nao quei-
ra por termo a taes soffnmentos de seus
lilliinhos visto ser ttm mal que tanto os
flagella, pois a estes collares acompanha um
folheto que ensina como se deve applicar, e
vende-se na loja do Gillo Vigilante, ra
maritinir.s
PISTA XAROPE 4* flirt d. AliBIA
raMM I* ItMaa M rrfa. f*t m m**cm U* Bw-
L1?? ''"." f wwtawraMi. M> ii
ridti Hkr< u4m m .nlr.i ^lurut < na mUmm.
Kmta OMtnM Ulan, IPM, miH|ln u
RACAHODT DES RABES
Dilclta.nl. >pMTta p*U tcilnn HMIehii U
Ptrii. El!. mubtUe* u >uMu ,u. nana do u,f-
"# in UlMNm: f.ruln. u crliacu pwiiu
HMMiaai -'------l-i- -mt -trim ti vn .rt.jllil.ili I
H|Mn he B.lkor pimniUit u MmmmIii
HlfcSIi.
Mi
trtfw
mt mi
V"'
Wf< frmm Ptlm>f,tmm, rw Kichilltu, M,
a Ptr. (Pti.r nrtiScUMtwa* cm HMXI^tai.)
B.aoiiurl.i Hnmmkm '
wai w a aii i .
doG
e 65000.
respo n. 7, pelo preco de 4^000, U
tres exeellenteaooiiias, mesmo muitos dias
depoie ide 04orever, e .pneeirivel aiqual-
quer onertas tintas partkmlariaaeiite papa \
Hvpos de oontfrolo, dwyeiitos etede
que eacrW longo oonserva95.
=
(Ti-Ml

"-^*WFIPF^W**b^11"
1
PHOSPHATOdlFERKO
[de LERAS D(
INSPrCTOR DA ACADEMIA DEPARIZ
Nto existf anedicaniMto fermrinoso to notavel
como o FhgtfhUo de fem d Lras; u SBimni-
dadta medicas* de snaa^ iatar* attopuraav-oo
eom aoUicitBde san igual nos amaos da stieoci.
As cora fidta, dores de estomago, iigesioei
psnwos, cnemtc, etmvaltseeneUs diflUm, idadi
critica na, senkorms, irrefulmridide no mens-
trua p*>, pobres do santiu, lympkatmo, tit
turulos rpidamente ou medxficedes por tm
txcellmte eemposto. E" o eoBservador por excel-
lencia da saude, e declarado superior nos hospi-
taes-e pelas acadamias a todos os ferruriaoso
coahido,at loooraM o o curato de ferro,
f orase o nico a,u oavem aos estmagos de-
? *2!i. ^ "l0 PrOT,e' >nlpaSo, o wico
taimen o^Be oto ennegrece a bocea e os dentta-
Deposito nasp^nnicns def. J^ure
C e A. Gaors. ea^Peruaaihuco.
Yentie-se na.^^^c^^W^,^^^ n. ^ honras

^ro^Pernarobaco.
.1 ii:-
. >-. ....
IIMV-------
mmmn aoer rotlfao, e grandeeottawrtto doto- iNOVO.e^raftde 4tjr(6ltfl.fle SltnrCarYaO de
to*W hmas jj^^A^^^ M^JSSSt barbara o. AffiL^ooorir.e.
para encrwpr bet-
' a ^ ?e lesouras da dass, tres e cinco per
Jfi o'"ieio'g #sRrmsiiras para encrespar babados
na roa do Qngtmmtoi uja do .evodo 4 IrmSo.
h
i!un si UFtDUlIHJ^
yendewtnn carro Beondihc*o i *t ff-
Ot .a ev#l un A h lewsK a JO a aaanja *; se : .IUm! 4 un *m ruj'
4 ofins oaot 11 jho-i -
X tnj NOol ai un oa Mtt
4k
.ia|
^HC-iD st>
A venua as pharmacias de P. Maurer
e G. A. Caors, em Peroamhuco.
Viulio de Pi-tii suptrior uro caixa i
ama duzia.
Veode^e no e?criptorio de Antonio Lalz de
Olivsira Axevedo & ., no seo escriptono roa da
Cruz n. 1.
mmi soi mm
Kna lo Quelmado n. 40, loja t
iicludezas
DE
Jos Bigouvnno
Carriteis de retoatde todas as cores a 80 rs.
Frascos d'agBa de Bolonia moflo -nperior a 500 rs.
Frascos de o eo muito Uno a 500 rs
B.iralhos franeezes moito Gnns a 160 rs.
Pecas de tranca branca de caracol a 60 rs.
Doitla de te-onras p-quenas a 480 rs.
Frascos d'agua para limpar denles a 500 rs.
Ganas eom colxetes fratceres a 40 r?.
Redes pretas lisas para spguiar cabello a 3.0 rs.
Continua a queiraar tudo (juani tem em sea es-
tabelecimento. /
Pares de sapato de t pele a 15' 00.
Djzs de pennas de ac muito finas a 60 rs.
Caixas de linba do gaz de 30 oovellos a 600 rs.
dem de lindas do gaz de 40 rs. o novello a 700 rs.
dem de palitos de seguraoca a 20 rs.
L'-li;. s de cassa eom barra a UO rs.
Duzia de faca- e-garfos de cabo preto -\ 35600.
Masso de paltos llxado para dente* a 120 e 160 rs.
Pejas de entremeios muito fiaas a 500, 600, 800 e
1*000.
Garrafas de agua Florida verddeira 1 0(0.
Babaaos do Porto de tod.s as larguras e todos os
pregos.
Sylabarlos eom estampas para meninos a 320 rs.
Momento da roupa de lavar a 100 rs.
Novas cartilhas-para meninos a 160 rs.
Duzias da meias multo finas para senhora a 4#50O.
Agulhas fraucezas a balio (papel; a 60 rs.
Pares de sapatos de tranca e tapete t, 1,5500.
Pecas de fitas de la de todas a- cores a 600 rs.
Grozas de botSesds porcelana prateados a 160 rs.
Caixas cora aldneites Irau-ezes a 80 rs.
Caixas de 100 envelopes muio bnos a 600 rs*
Pregos francezes de todos os tamaohos (libra) 2i0
ris.
Resma de papel de peso branco liso a 2.,
Frasco eom superior tiau a 100 rs.
Grosas de pbosphoros de gaz a 2000
Pares de botoes de pnolro multo bonitos 80
Linbas em carto de 200 jardas a 100.
Caixa de superior linba do gaz eom SO nc vellos
700 rs.
Pulcelras de conta para meniaas a 320 rs.
Talheres para meninos a 240 rs.
Gaia rom saperrores iscas para charutos". 20 rs.
'lasso Com superiores grampos a 30 rs.
ros4s de pennas de ac moito Boa? z 320 rs.
DDets para meninos a 14.
Pentes com costa do metal a 400 rs.
Capachos enmpridos e redondos a 500 rs.|
Realejos para meninos a 100 rs.
------------------____--------------____.
VENDE-SE
Motores americanos para dous eavaJIos.
Dito dito para anatro ditos.
Machinas para descarocar algodao de 14, 16,
18, 20, 30,35 e 40 serras.
rreacas para enfardar algc-dio'razendo os s c-
eos eom sen palmos 4e eompnmeoto, com o pee
de 150 e 200 libras, violas ltimamente da Ame-
rica : no armazem de H-nry For Pedro II n. ijonlo ao Giblnete Porlagnex.
folnchinha de mte.
Na ra da Senzalavelha n. 06, paOatia de An-
tonio Jos Pedro Goncalves, t*m bolaftrtrma de
lene Mi pelo verdadeiro fabricante o Sr. Guiltar- i
me ParoeJ, que se vende ero airona e libra, a op-
tade dos compradores,
1 i" 11 |iu iii 1 1 1 .. 1 ' *"ii'i '
Labyrinthos
A lofa doLeSo e O tiro -
A leja 4 teio'-ee Vro jyom a oraeSo-'deco-
ro, rea daBbpgi n. 2. (LnteMtnaJ aifMMaMhWtOO
um novoO-itimeatode. labyrlatftos do itodas as
larguras, o> quaes esla' vendeudo muito barato., ,1
qne todos se admirara, a ellei que .pechinetia. ,L^.
Vemle-se urna escrava muala. pTeita. coxt-
ftbelra e lavavira, tambem engommajlgunu coa-
la : a tratar no'pateo do Terrn, til, 'venda.
rr

m'.
..,,.,.
' ':'


rejii
El
i
t
i
1
i
.
.


UM*d4 &r. JL-.C. Ayei\ ex-letU
Extracto comporto de salsa-par
rfltia de Ayer.
Peltoral de cereja.
Remedio para sezea.
Hlalaa eathartfeas.
0 deposito ceatral para as provincias
Pernambnco, Alagoas, Parahyba % Rip.
Grande do Norte, desles remedios tSo, a-
Toravelmente conhecidos e acolhidos em
todas as partes da America do Sul e do
.Norte, acha-se em casa de Theod Lhris-
tlansen, 16 rna do Trapiche eai'
Peraambueo.
Os procos de
530 por dazia.de estracto de salsa-parrllha,
27d por doria de peitoral de cereja^,
273 pordnzia de remedio para sezoes.
7(5 por. duzia de plalas calharcas
se entender dlaheiro vista, con
o descont de 5 por cento em quantidadei
de da 12 dazias, e.de 10 por cento en
qaantidades superiores a i2 duzias.
Perfumaras aovas*
A amiga loja d miudezas a roa do Qaeima j
a. 16, recebeu novo sortimento de perfamarias
sendo fiaos extractos e essencia concentrada, chei-
ros agradaveis para lencos, oieos surfine, pbiloco-
me, e babosa para cabellos, banhas e cosmetjques
urobem para os cabellos, poz de coral e higinicos
para dentes, oplaUJngleza* franceza para ditos,
sabooetes era barras iioadradas, oulros em calii.
nhas, e^utros de bellas transparentes para mae, e
ontros mal finos em caxinbis de louga para bar-
ba, agoa da colonia de superior qoalidade em fras-
cos de diverges tamaobos e procos, agua ambreada
para banbar e refresca;.o rosio, agua florida (,da
verdadeira) tnico de Kemp, e mui as outras per-
famanas que a vista da boa qualidade e commo-
didade de preces, o comprador nao objectara'.
Meia pretas de aa e de laia.
Para padres.
Vendem-se na loja de mlndezas a' ra de Quei
mado n. 16.
tara baptisados.
Bonitos cbapeusiuhos eofeiudos, sapaliubosde
setim e menn, bordados e enelados, meias de
seda, e 0o d'escocia para ditos. Vendem-se na lo-
ja de niludesas a\rua do Queimado n. 16
Bicos e rendas dasilias.
A loja de miodesas a' ra do Qpeiroado n. 16,
receban oovameate outro sortiroerrto daquelles boba
e bem conbecldos bioos> e rendas das ibas, coja
forUdo, e seguraoc* de,iecido, Ihe da' iomensa
doracao e os drenles fias-a que aceradamente
sao applieados fazero a grande procura, e prompta
extracgae como constantemente tem acontecido;
assim pois eoncorram os pretendentes, qae a vista
da commodidade das preces nao obiectarto em
comprar.
I" !
ii um > mi i i
ii !"
^
.
O?
: mtum.
0 64HA SILVA.
Os proprieanog deJte gM1.de
A 100
ra. tara hite, ve mee o
Pari.
Vendem-se lazinhas pretas propriag para loto
pelo baralissimo preeo de 100 re. o coni: na
loja armasen) do Pavo roa da Imperatriz n. 60,
oe Gama 4 Silva. -
croefca-
Para cadeiras
Para sufks
Para camas
Para presentes.
Chegaram os mais ricos pannos bordados a cro-
te,propnos para encostos de cadeiras qne se
veadem a 24500 e 3*, ditos para encasto de sof
%.f' ditos proprtos para cobrir almofadas a
z#50 e ditos para cobrir presentes a 24500 e 34:
na loja do Pavo roa da Imperatrii.p. 0, de Ga-
-r.,BrD esubelecimento *&s.
wUfl?,^ Poil deCh em-mo^do cent^nuarTender 7ndaZrrbT
ir*LeDdasPr oceas'a d0 baJancoaoue nw-
ced*raej 31 de dezerabm '-
... ultimo : porm nara
hh.n nfc5"'8'"" e W""*r. ae fepcitavelpu-
?./" umersos frcgqezes lantp destlPH-
,LJZ !to'D novo e V,iad0 sortimento de
SudluW.df*-^ ^^^.^e as- mai
~,n. as de ma,s aparado luxo, np^e tem
apenas no descont. C-ntinuara a- dar faaeadas
xeiroi em casa dasBIfeas. familias.
WWttftj pecbincla
vd-tS* M,^>d Pavo.
cada, i.l6,!"1 Vi.riad0 smim6^o das mais dell-
ESff *? ^S-como, mmdibas,de.uB,6.cr
"S*^ fazeoda P"ra, e vende spelo ba
5fSfSSV dB :0'w o cevdo, por ter feito
ja e arroazem do
60 de Gama &

vre a 16*000.
Va leja do pa\e,
Cbegaram pelo vapor do da 15 do corrente, os
nvais i indos cortea de poil de chvre pera vistidos,
^endp fazenda inteiramente aova no mercado, leo-
do esta fazenda bastante lustre com os mais deli-
cados gostos tanto em listras-como era flores solas
e vendem-se pelo Baratsimo preco de 165000,
tendo cada corte 18 covados, isto na loja e arma-
zara do pavo na roe da Imperatriz n. 60, d*Gama
A. Silva.
Os espartilhos do Pav5o.
Vendem-se orna grande e variado sortimento de
Vestidiabos para meninas
Vendera se elegantes vestidiobos para menina,
oe lsinha moito bem enfeitados pelo baratissiai
Prece de 2:500, dltoa.de gorgn.io de seda a 3*000-
na loja e armatem do Pavo na ra da Imperaffi:
0. 60. de Gama A Silva
Cbales.de merino
Vendtn se flnissimoe chales de merino lisos fe
?11a cores',end0 franjas de seda a 41000,
tendo com as franjas de l a 3*500 rs., ditos *j-
fy.# OBAlbtW de sed! a 8*000, dtto>
mata ordinarios para acabar a 2*000 e 2*500 : d
8? VSSSi tu"0 na ru^d^"^
Charutos da BEaT
Superiores.
Havaneiros a.......4*500 a calxa.
Flor de Havana......4*00:. ,
Delicias ........3*300-
Lyrlcos em meias caixas . 5*000
Americanos meias ditas. . 5*000 *
Suspiros finos meias caixas 3*200
Regalia-Imperial......3*OnO
Brasileiros........3*000
Suspiros superiores .... 1*5(10 o ,
Para acabar : na Liga, ra Nova n. 60:
>

i
ceoto
^E-
muiio mais dinbeiro, isto Da
P'W.naiiHVteda Irope*air.D,
Silva, ^^
A

..
Veades s
18 jardas, sen
'na* a kSSMi
Dree- ti T boa faienda. P'o barato
ru da Jmflejalr.z ,,fio de Gamfl 4 Suva.
taiubralaa Usas do Pavo a 3*300,
n00 e 43500.
umSS?*i J grMd* sorMmen' las melhores
A .> los. 1 ""KS. Pelos^ baratos prec
omaratbHa de Jacaranda* a LutuXV, ama dita
*5T5r5 domesmo feilio, ser^o okn. moito
bem talla, de apurado bom gosto e reconhecida so-
Ildet. Jgnalmeote se vende palna apjweltiada oa-
espartillios dos mais bem Jeitos que tem 'viudo ao ra empalhar, por menor.prego qoe em oaira anal
mercado, sendo de todos os tamanhos, vendendo-se, qner parte; na camba do Carmo o 1? loia de
por um preco muito razoavel : isto na loja do Pa- marcenelro '
yao na ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. I um**TiTm----SZr... ...
MCJUMI DE UTM.
Venae-se uro magnifico e novo vpor de forna
de 4 cavallos, por preco rommodo-, a diohelra ou "a
praso: na roa da Cadeia n. 50, escriplorU !
andar,
Lencos .bordados a. 1,5(000 eJ600 na loja do
Pavo.
Vende-se bonitos lenclnbos bordados para mo
I pelos barassiraos preges de 1*000 e 1*600 cada
nm ; loja e armazem do Pavo na roa da Impera-
triz n. 60, de Gama & Silva.
Algo-lonulift infestad
VealMe saperior algcduzioho enfestado, muito
loaes-pecaside algodozmho cqm ^^rpado, proprio para lences. por ter 8 palmos
Granue, c
bem. surtido riiiazcm de mol liados
flUia \o*a o. 60
l
ar
s de 3*500, 4CW,
de largura a b*0OO, 7*060, 8*000 e 10*000 ditas
do precise apenas 5 varas para vestidos
roa da Imperatriz n. 6f>.
Graxa
eoonoraic.
Em caixinbas,.laias. e bsrri,a' loja de miudsas
a rna do Queimado n. 16, recabea aovo sorlimen-
to dessa boa graxa econmica..
La para bordar.
A loja de raiodesa? a' roa do Queimado n. 16,i
recebeu novo sortimento de la fina de bonitas eo-<
res, e como sempre vende abantamente, e o sor-
timento a contento do comprador.
Bonitas caixinftas.
De maderra com eefeites doorados.e outras de
metal j,ara,guardar j lias. Vendem.se na ra do
Queimado loja de miud-sas n. 16.
Eofeite e griaaldas.
Na.loja.de mindesas a' ra do Queimao d, 16,
acharo os apreciadirfs do bom, ura bello sorti-
mento de bonitos enfeites par* bailes, theatros e
casamento; assim cumo delicadas grinaldas para
nolvas, eaLxos de fl-rev linas nara enfeitar os ves-
tidos de ditas, e muitos outros'objectos, e todo se
vende por preeos to rasoavei.. que o comprador
experiente, nao se atrave a lAjeetar a respetto.
Bfcadinhos bordados, eirtreiaeios ditos.
Todos de fina cambraia e delicad s bordados.
Vendem-se na loja de raiudesas a' ra do Queima-
do n. 16.
Plumas brancas e de c es,
Vendem-se na loja de miude?as a' ra" do Quei-
mado n. 16.
Franjas
Com borlas e sem ellas, para cortinados, toalbas
etc. Vendera'sena laja' de miodesas a' rna do
Queimado o. 16..
Boas e bonitas fitas.
Lizas e lavrada?, larga- e estrenas; vendem se
na loja demladesas a' ra do Queimado n. 16.
Bonitos eaeites nara vestidos.
A toja de miudesas a' ra do Queimado n. 16,
esta* recentemente provida de mu bonitos eufeites
para vestidos, sendo bicos de seda tanto branco
como pretos, de diferentes larguras e com vidri-
lbos, ou sem elles.
Trancas e gatee de -seda dos ltimos gostos, di-
tas com vidrilhos, pretas e brancas e de differeBtes<
larguras e gostos. Fitas e velludo pretas e de
cores, com lista as relas. E assim rauitas outras
cousas de moda enovidade, e tudo por preeos to
commodos, que o comprador Oca satisfeito e nao
objecla a comprar.
Bollas de borracha.
De drverses-tamanhos para 6YinqOTdo. Ven-
dem-se na loja da raiudesas a' ra do Queimado
n. 16.
Veode-se vinbo de Bordeaux era quartolo3
barris e caixas: em caa de Tlsset reres, ra jad
Trapiche n. 9.
-ii.4Al.WUl M IHHilltF'
vndese rannha de milh ou gommade railbo branco, a 400 o maso de oma
mazem da Liga ra Nova n. 60.
!
ibra,. S no ar-
M^nteiga ingleza 400 res.
S no armazem da Liga, a' ra Nova se vende maoteiga ingle**-
Conservas.
ascos com conservas muito novas dei todajs squal dades, a' 320ris cada frascos.
i superior per -tal preco.

Gaz

S
*V^mA^y*T S' 380'isa '" 6 8;..l^-J. 27'iarrafa.,
Painco.
Muito novo a 100 ris a libra; no armazem da Liga, ra Nova n..60.



atienden'
encorpadas
armazem,do Pavlo-aa
-.,-e Gma & Silva.
para cama de noivas vende o PavSo
mh1c W,sf "WfiWitoaos bordados e adamas
%!ZV*m!?m e ja-elias.pete.baratos
$XJ*' i?WW.,,'6 2OS0O0 e 2^*000 ; su
SSSt,kSfif**!^ ** littacan .seda
%00 ?*mT**-**'too prPf de 10*;0 e
L ikL *a a e -winaaem: do. Po n*roa
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
v a Grtnde Peebhicb em chitas.
rase^teT,tl|lll*,'lfJ>'l,hlll< da "'""
im *ft ne/,as peits bara,os Pre?os de 320,
ote emviE"dC"ra,0S ***J*S bonitos
etn aVa IPeccadj com ,,sl** e fls etc..
eio., MtatWffTO serem cores fichas : na loia e
ESZmt*Da ,Da da ,mperalrz **
d largor,
vara.
Dito com a mesma largura, sendo trancado e
n*U9 encorpado, a 1*280 a.vara, assim romo pe-
cas de dito de utna largura s,. rom 18 Jardas, a
#, e grande pechinchat na loja e armazem do
P|*vva0'na a da Imperatriz n. 60, de Gama*
pelo baratissimo preco de 1*000 a
Agua, mineral
fenagiaosa, acidulada, gaxou e carbamea
DE
ORBMi.
O oso d'agoa de Owzza mui partirolarmeBte
recoromeodado pela escola de medicina de Paris
para todas as affeccOes do tubo digestivo, ingorgita-
mento das viceras abdomines, e geralmenln todas
as molestias provenientes de fr.qoeza oigioica on
pobreza de saogue.
DEPOSITO ESPBCIAt,
34Roa larga do osario31
Pharmacia de Bartbolootf a 4b o.
.Oleados ue rotes para cobrir nesa*
d.to b,0co dss puSiS \sssSmaii sssa s ,*3:.' ism *m> ^m e
600,emu,o perior a la SFa^ d'fncia^slbt WaSrS. ^ W ",,MtePen'
Brisi pardo a 720 ris
V>nde-se superior brim pardo trancado de linho,
sendo escuro e alegre, pr-prio para calcase pa-
pelo barato prego de 720 rs. a vara, assim
letots.
trancado a 1*800, l*iO0
or a 2* a vara : na tola
6Sf K ^ Da ra da Imperatriz D- W. de
Cassas Troncezas
Vendem-se as mais bonitas cseas fraocozas para
stidos pelos baralissimws preeos de 2iii Sii
Crinolinas a 3^500, 4^000 e 4^500
chegaram.paraa laja d* PaVa as mais moder-
na* criouliuas. ou baloes verOaueiramenti ameri-
canos, que ao os mais bem armados e mais leves
que teoviodgsende(m o formato, roa moder-
no que actualmente se usa e vendern-se ptlos se-
gumtes preeos: sendo com 20'arcos porWBOOJ
dl,f B1 ?* arcos. pO A*oou, ditos ca ,35 arcos
a 4*300- uto s na loja e armazem do Pavo na;
rBa.d.lmpfratriz oj.60 defama & SHve.
Sedas iarga&ma.loja do Pavo.
Cbegaram as mais bonitas sedas de cores cem 4
palmos de largor, seodt coro as eores e desenos
mais nriitiaiitea quetero. viado,-Tarjiutado faaer-se
BiDjregiido com poneos covados em attencoa lar-
v"Z'- dO^**'-!-*?"* P.re ode **W0t' co-
ne'trta n.
18 '^ *J'a"'0 Pavio aa r'ueia ira
m GAZ GAZ
Chegoa ao aoligo deposito de Henry Forster &
C, rna do Imperador, um carregamento de gaz de
primeira qiialidade.o qoal se vende em partidas e
a retalho por menos prego do qoe eip oatr* qoal
qoar parte.___________ ________
ftival sem segundo.
Ra do Quelmaao a. 4L9.
Quer acabar com as fajeadas abaii*
mencionadas.
Qieiram vir ver o qae bem e baratissimo.
Libra de gomma de mi lio a 400 rs.
Toalbas de labynntbo com bico, fazenda boa i
3*300.
Cirreteis de Ifnba com 100 jardas a 30 rs.
Gravatas pretas e de coree muite Anas a 500 rs.
Caixas de eareias de massa muito novas a 40 rs.
EoQadores para espartilbo de cerdo e fita a i
ris.
Carretefsde llnba Alexandre com 400 jardas a 20<
ris.
Resmas de papel aimaco muite bom a 2*800..
Frasco de oleo babosa a 320 e 500 rs.
Ditos de dito bigieoiqoe verdadeiros a 1*000.
Drtes dito falso a 800 rs.
Ditos da maeacar perola a 200 rs.
Sabuoetes moito finos a 60, 160, 200 e 320 rs.
Ditos de bolla ranito finos a 240 e 320 rs.
Caixas para rap com bonitas estampas a 100
Caixas de palitos a baJo-a 40 rs.
Miadas de liaba frota para bordar a 20 rs.'
Varas de cordo para espartilbo a 20 rs.
Frascos com tinta rxa moito boa a 246 e 320 ti,
Pentes volteados-para resacar cabello de meatnai
a 320. -^ -"
Frascos.de maeaea' oleo mutao fia, a 126 rs.
Abotoadoras moito unas para colletes a 500 rs*
Gandes de linha branca e de cores a 20 rs.
Libra de ara preta superior a 100 rs.
? ** a1*ets fraaceaes com 14 peales
Escovas par^ falo, fazenda bea, a.500 rs.
Lourenco Pereihi leudes GuimareSi
Proprietario das lojas e armazeus da Arara,

ra da Imperatriz ns. 36 e 72,
tencte concluido os balangps de suas ca.-as de ne-
gocio, resolveo fazer nm grande abatmiento nos
pregos de snas fazendas, isjo para maior vantagera
dos compradores.
Principia a AraraChitas a 160.
Veode-se chitas em retalbxs a 160.rs. o rovado,
ditas em pegas coro 38 cjvados a 7*, e em. covados
tirados das pegas a 200 rs_: na ra da lojperatriz
tojas da Arara ns 56 e 72.'
Roupa feita nacional,
Q*VDde'it paletots de 'Pac Prelos e de cores a
i, 43 e 4*300 5 ditus de panno preto-saccose ra-
qu.-sa5* 63300 8* e 103; caigas de casimira
preta e de cores a 3*6 0,'flf e-8*'; collet s de
casimira prttos ede coree a 3*500,3 4* : cal-
S doiTlS a 255'00 e ** de meias '*ln>ira&a
*o Paletols o*, 8* o 10*, chambres de dito, para andar poi'
J*l| 3* = as lllJas do Arara, ra da Imperatriz
1 Fazendas
pretas para a quaresma, pa no
^reto.a-2^0ft o covado.
Vende-se paBno preto cara caifas e paletets a
'*800'e a 3*000,
sedas pretas.iavradas.moito Jjoatfaxtnda a 2*000
, o covado, de todas, estas qualidades, do-se as
Iti )?v. 'i *' e w^Ps^as'DiIra preta a i amostras com penhor ou mandam se lavar em casa
, -3, 200^3* e 4*a0u : ua roa-di. Imperatriz, lo- i das Exmas. familias para eseolbr, isto na
' jas da-Aranr-n?. 58S 72? rmazem-dfl"PfvSd, rna-M Ifliperalrf
Gama & Silva.
Grosdenaple.pretoa 1,600.
Cassas da Arara a>240 o covado.
Veode-se cassas f. anceza Guas a 240 e 320 rs.
o covado : na ra da Imperatriz armazens da Aca-
ra ns. 56 e 72.
Arara vende lazinbas a 240 o covado.
Vende-se lazinhas para vestidos de senhora a
240, 280, 320 e 400 rs. o covado : as lujas da
Arara, roa da Imperatriz ns. 56 e 72. Vndese gtosdeaaBle' preto i LnTttlM
Riscados para caiga a 2 0 k. o covado. ,*e0,). 1*806; 2*r 2*500 38 o covado; "morianr
Vende-se riscados para caigas de hom^ns oo ''I*1 or" Para vertidos a 2*500, 2*806 e 3 o
meninas a 200, 240 e 320 rs. o co vade : na roa covado : as -tojas: e armazeos da Arara, roa da
da Imperatriz, nos'armazens da Arara ns. 56 Imperatriz ns. 56 e 7.
e72- Arara vende cortes de casimira preta e
Arara vende as saias a 3,600. 3}&oo.
Vente-se saias bordadas para senboras a 3*600, i Vnnde.se corles de casimira preta para calca a
ra da Iraperatrlr, lojas da Arara i 3*500, 4*, 5 e 6* ; corte de brim rara ca'ca de
"hornera a *, l*2Oe 1*61.0: na roa da Impera-
60 de Gama 4 Silva.
Oschales do pavao a 2ooo e 25oo rs.
Vendem-se chales de merino estampados a 2*
e 2*500 cada um.
Ditos de merino-liso 3*500.
Ditos estampados dd'crepon a 64,7*; e 8060.
Ditos pretos bordados com franja de seda a i4*.
Na loja earmazem do Pavo na rna da Imoera-
trix n. 60 de Gama $ Silva.
FZE POTAS
pura a qea e>ma
Wa loja do Pavo>
Groedenaples pretos
a 1*800, 2*000, 2500 e 3^000.
e.nde-se snperior grosdetiapfe preto moito en-
^riado.atoft J>ar^tos,pr.aes de 1*800,. v*P00,
mallo encorpadj e largp a 35000, 33500 e
ve peius earaiisim-is preeos ae 240, 280 e
20 rs. o covado, assim como bonito orgaody com.
Lajas* branco e palmas com listas de.creJ,peto
bsratiss.u,o prego de 300 rs.-o covado ou a 500 rs.
f 1HTi1 -Da l0K>e armazem do pavo, na ra da
Uoperatriz a. 60, de Gama & Silva.
Cassas graoaJias,
mSfERV**b0Dilas ?sm fraoceias""
asm largas tanto ao-eompr do como enviajadas
sendo os padrOes mais bonitos qaeTem vS o
** 3 '"lemse a 800,rs. a vara n X e
Ofganily braveo
drmind1nhmaS B0 rBaDdy bri> c Pa"
oeco d5Sib^r*P"! para vesl,dos. Pelo barato.
Sata 8?.?5S 3Tm corao p'" Je dlI
%%, & *"i aJ* fiuissimas pecas de cam-
braia branca da Escossia cm 9 vara' tendo 5
palmoede largura, a 7*. i, ,0* e A* aim
PlTlfifS. ma!f fc52WR arma
aa 4 Silva "* "* da ImtJera,riz V de Ga-
Alpacas de cores
alBSS-0m ?"P*! so't,uwoo das mais bodas
rl-Al Uma S0 ,r> teBd0 en"e ellas as core>
mais lindas qne tem vmdo, a 640 rs., ditas tam-
fas hrl-h X r mw lamdas s m rs- di"
wnSSS!S^.mm "ndos deseohos tanto
SSSSS Rra4os a m * P'J" Ovre oq
nad?^m?Bp>?eote Com ,ls,as <. sendo o
1* cJ^IT*T qQe lem v,odo 80 arcado a
.?-. 2 '- gnne P"ch^ha : na loja e
.- chapeos de. Jos
qujmJBarbosa da Silva o Pequeo. '
J ,a-
c t m umK
da mais nova qae ha no mercado : vende-se no
armazem de David Fe.rreira Baltar, roa do Brum
p, 66; barris de 4 arrobas, toda em pedra. por K|
-!rfk di,a!!' ntrme'ican>ente fechadas, por
Mathes Austin & G.
Veadem no sen armazem a rua
da Seuzala Veaha n. 106t
Latas com gaz de 1" qualidade.
Barricas cor farlnha de mnho milto nova.
3*300* grande9 COm farel, MM para ac"bar' a
Barris com pregos americanos.
VIMOS
Superiores vinnos Collares mbaljo e Carca-
vellos, em caizas de duas duzias de "arrafas : a
rua da Cadeia eseripterio n. 49.
Escravos fgidos
Boleas para 85000 e i0000.
dSnraaD6rasbo1^ "e tapete com ca.xa
Sf 2ZSJV** P3ra roi,pa engommada e mui-
to propnas para quera viaja era camloho de ferro
ESSzn*"****assim eora 5
P af,a"bi P"50 : na loja e armazem
vao, rua da Imperatriz n. 60, de Gama
Silva.
A
2*50
4*000. moiriantque preto a
oja e
n. 60, de"!
4* e 6* ; na
ns. 56 e 72;
Cortes de cambraia a 3$. 'triz, lojas da Arara ns< 50 e 72.
Vende-se cortes de cambraia em papel a 3A, d^ ; Chales de merino a-2*.
Jffc6-*R/? ,b5dad?.S:.paJ:a tiah0 a3*- ** e i 4,Yd.ee cbales.Hto, merino esiampados a 2* e
5J": na rua da Imperatriz ns. 56 e 72.
2*500 ; ditos de la a l*e 1*200 : as lojas.ear
vado.
Vende-se caitas francezas Coas a 280, 320, 360
400 e 500 rs. o covado : as hjas e armazens da
Arara, roa da Imperatriz ns. 56 72.
Cassas organdys a 640 a vara.
Vende-se cassas organdys multo floas e da lrb>
d >s gostos para vesttde%de seohoras a 640, 720 e
800 rs. a vara ; oas lojas da Arara*, rna da Impe-
ratriz ns. 56 e 72.
Bramante para lences a 2,400 a vara.
Vende-se bramante com 10 palmos de largura
proprio para leogoes a 2*400, 2*600 e 2*800 rs.
i vara ; panno de llano a 610 e 720 rs. a vara :
Da roa da Imperatriz, lojas e rmaseos do Arara,
s.56e72..
. fil d linho a 6,200.
Vj.nde-e.. releBdas de ld de lint* 6*200,
bfioOO e 7*, chales de fllde.liohoa 4fi00 eC* :
na rua da Imperatriz, lajas e armazens, da, Arara
ns. 56 e 72.
Lencos brancos coflr barras de cores a
1,600.
V*nde>se lencos de cassas com barras de edres
a *6i0, 1*800 2* dona ; capas de grosdeoa-
pto.ou vatquioas para seafcoraDA-16*, 18*, 2B e
30*; goiiohas^arasenooraa 200 rs., manguitos
e gola a 1*.
Par* se acabar eas iissim baaato. psra-liqaidar; as lojas e armawns
da Arara*
Hua da Imperatriz ns. j e Ti.
.......---------------------------------------------

Pannos pretos.
Pannos pretos.
Pannos pretos.
Na loja do Pavao,
de 2*000, 2 500, 3*000 e 4*000.
Veade-se um graade sertrraento dos raars finos
pannos pretjs, tendo de todos os pregas e quaMda-
des pelos pregas segointa: 2*000. 2*500, 3*000,
3*500 e-4*00 ,Oiios muito snperiures pruw de
lioio a' .5*:'00, 6*000, 7*000 e 8*000, todos es-
tes pannos garante-se a mnita doragao, assim
como a conservagao das cores, na loja e armazem
de Pvo, roa- da Imperatriz d. 60, de Gama 4
Suva., i.
Pechlncha a .30800.
Cortes de casemira.
Vendem-se superiores cortes de verdadeira ca-
semira toda de laa pad;o;s escaros proofioi para o
ytverno pelo baratsimo prego de 3*5O0.cada ,cor-
e de caHga oo a mesa a f^enda a 2* cada covadq
tewio 6 palmos do largura e muito propria para
calcas paletots e collojes seria azauda.para muito
mal dmhelro a nao ter-se Mo urna grande pe-
coineha na compra.' asta fazenda e veudem se
nicamente por este prego na loja e armazem do
Favao rua da Imperatriz n. GO, de Gama & Silva.
ciius baratos
Cortes de calca a 800 rs.
Vende se cotms escaros muito eucorpatlos a
240 o eovade en a 800 rs. o c.rte, grande pe-
chiacna principalmente para qoemfaz roopa para
vender e qoem comprar em paga lera1 o abaroen
to de 20 rs. em covado : na loja e armazem de
Pavao roa da Imperatriz n. 60 do Gama & Silva.
Com toque de
LSazinhas
Algodo spperior cora pequeo teqoe de a,vara
por prego qoe faz conta: na Fu do Queimado ns.
*.j e 4o.
Algod
lao a 5?
a pega com 20 jardas sem avarla a
dade : no largo do Panizo n. 14.
le boa quali-
PILLAS de BLACARD
^O MDBETO DE FBUU IKALTBBAVat
Approvadas pela Aca/ietmia. d& Medecina de.Pari
ICTORlSlOiS PELO CO.NSEUO EDISU M S-PITESt MI
EXPBJimBHTADAS IOS BOSP1TAS DE EBANfA. DA BLGICA, DA 1BLANDA, DA TB01A, ETC.
Mcnfou honrotu na, ExpofoerUhiverfaei de Nea-York, 1853, < Estn Pfltila envolvidas B'ami eamada resino-balumica de ni tennidade eicessi, (ni
avanUgein de seren inaJleraeis, scrx tabor, de um peqeoo Tolume, e de nao caaaareai o*
orgaos digestitos. Gozando das propriedades de Iodo e do Ferro; ellas conven princi-
palmente as affeecees Chloroticas. Btcrofulita; tuterculoiat, Caneroiat, na Uucorrkta
amenerrhea, anemia, etc.; eofita, eilasofercceoa asapaaticoa uma aeoieapda* mais w-
ic para modiGcar as constftuicoes lyi/ipteiicat, fracat ou debitiadat.
N. B. O io Jrelo de ferro impuro ou alterado um medica-
meato infiel, rritani. Oooi* prora de puma e de atntiencidade das
veraadelra* Ulula de Biicard, clove -se exigir nosso setio de
9TmtM reactiva e nossa Orma, aqu reproduiWa.aueseacha na parte
interior de um roalo verde. Heve -n daeeoanar das faUiieaeo*.
Acham -ae em lodas a fauararnaalaa. PAarasoMidteo, risa BomapmrU, Mi Vk*.
Vende-se na rua Nova n.25, pharmacia franceza de
P, MAURER C,
Gasotairas pretas a 8, 7f> e 7u 0.
- Vendec-se uisimas casemiras para caigas pa-
los baratos pregos de.6, 7,}, 7500 o corte, ditas
moito finas a 2$, 25500 e 3'o covado, rnde
peobincha:: naoja earmazem do Pavo ruada
Ir eratru o. 60. de Gama 4. Sil va.
Alpacas e princezas na loja do Pa*5o a
Vende se alpaca .preta lisa muito boa fazenda a
300, rito e 720 rs., ditas de cordao moito saperior
a 800 rs. o covado,, priuceza preta encorpada a
728, 800, 9ff3e 1T, assim como um grande sort-
mentooe rwmbaiinas e eaoto preto qae se veo
dem mais oaratosido qne em outra qualqoef par-
le : na. Icji.e armazem do .Pavo rua da Impera-
triz n. 60, de Gama & Silva.
, .. Parlalo^,
Vende se superior merlu com 6 palmos de Tar-
(fnra proprio para vestidos e ootras obras por ser
muito leve a 2-#'ocorado, .-uperiores bombaztoas
e can'.oi* seodu fazenda.to propria para vtrOidos
coma para roupa para borneas, lazinbas pretas
lisas, cassas francezas pretas tanto de listras como
com palmas a 560, 640 e 800 rs. a vara, chitas
pretas tamo largas como estreitas qute se veadem
por pregas baratas : na loja e armazem dp pavo
roa da Imperatriz o. 60, de Gama & Silva.
MtJiascaseniiras a 2(5! o corte.
Vendem-se superiores cortes de meias casemiras
escoras com mselas de seda e sera ella pelo bara
tissimo preeo,de 24 o carie oo a 600>ra> o oeTado,
acodo fazeuda propria para calcas, paletots e col-
letes, pechincba na loja e armazem do
roa da Imperatriz n. 60. de Gama & Silva,

Pavo
fiadapela
Vendem-se pegas de roadapolio moito fino com
12 jardas a 3200, 3a">C0 e 54, ditas com 24 ja/das
a 68, 74 e 84, ditas muito superiores a 94, ditas
de 40 jardas a 560 e 640 rs. a jarda, ditos france-
C Ubi 111.
a 200 e 240 rs.
Vende-se as mars bonitas lazinbas de crtrans-
paraoleseom palmasdfl fra com or pequeo to-
que de cupim pelo barato prego de 200 e 240 o o-
vado a ditas da mesma fazenda,pum. nerfeita a
J20 rs.: na loja e armazem de Pavo rua da Im-
peratnc n. 60, de Gama 4 Silva.
I.enci bos bordados
A 500, 640, 800 e 14.
Vende-se um grande sortimento dos mais lindos
leecinbos bordados para me, sendo a 500, 640.
800 e 14, e muito ricos a l;600 nada um. Dadas
de ditos braoco lisos proprios para bomem a 2#:
3 e 4D; todo isto pechiocha : na loja e arma-,
zem do pave, ca rua da Imperatriz n. 00, de Ga-
ma & Silva.
Organdy a 44000 s o Pavo.
Vendem-se pegas de cambraia orpandy de listas
brancas tendo 8 e rneia varas pelo barato prego de
*4000 a pega ou corte de vestido, Isto na loja e.
armazem do Pavao : roa da Imoeralriz n. 60, de
Gama 4 Silva.
Pechincba.a iQOO e 54000.
feia da Escocia _
alelas da Esencia
0 Malas da Escocia
Cbfgoo para a loja do Pavo oma grande por-
glo de meias da Escocia, sendo de cor escuca e
muito elsticasproprias p9j| hmeos qoe se ven-
dem pelo barato prfgo de 44000 e ditas da mesma
cor, sendo raaito msls encorpadas a 54000 e se-
riara para muito mais dinbeiro a nao ser uma pe-
chiacha; na loja^rmajemdo Pavao : roa daIm-
1 peratriz n. 6Q, de Gama & Silva.
Sedinhas de listas a 400 rs.
Vende-se bonitas sedinbas le listas proprias par
vestidos com largura de chita ingleza pelo barate
raeo de 400 rs o evado: ds loja e armazem li
Pavao aa roa da/ltj>ertrim n. 60 de Gama i
Silva.
Tilos bordados a 800 rs. a vara na loja di
Pavax.
Vende-se filos de linho brinco bordados proprio
para vesUdos pelo baratissln preco de 800-ra. ;
vara : na loja e armazem do Pavo na roa da It
peratriz n. 60 de Gama, & Silva:
Pannos de IdIo.
Vende-se superior pannos de linbo proprio par
Fgio na maoMa do da 23 de dezembro pr-
ximo passado, d lugdr da Casa-Forte.da freguezia
do Poco de l'anella, o mulato Luiz, escravo de 18
aunos pouco mais ou meos claro, d*cnrpo e altu-
ra regular, rosto redo*jdo, p basUutes largos de
muitos blxos que leve; iem em un dos bracos as
seguales inicies : L. S. M. escripias com ilota
asa I entranhada oa culis; dentes a>os e largos na
frente : tem genio dcil e humilde, enteode ;otTri-
velmenle de cozioha.
Desconfia-se ter bido m algum comboio para
centro da provincia, por serem esees js seu inten-
tos talvez para Grvala' d.nde lii.'i > e tem parea-
tes. Veiupara u>la cidade com idade de 6 .inoos
para pagamento du fallecido Juo J s Gomes Pi-
oheiro, que o comprou em Taqnar^iinjja a Ani mi
de Castro Pertira e Antonio Jos do Jasclmento,
sende vundiao ao annuociante por aquella Pmbei-
ro de quem o houve. Levuu apecs< a roupa do
corpo, calca de cassemira cinsecta.clara de listras,
e camisa de algodesiob, costnma algumas vezes
embebedar se, nos primeiras das de -ua fgida foi
ene nlrado no Lairro do Reeife de.-M cidade por
pessas que ignoravam esla circumiccia. Cons-
ta que se intitula forro com diobeiro qae urou na
lotera, e basiaote ladino e astucioso. Hecom-
raenda-se as autoridades policiaes e capites de
campo-a .ua captura e entrega a seo sentior o
abaixo assignado na Casa-Forte,ou n; raa do Quei-
mado nesta cidade, as lojas da B ' <~n
Branca, on uadi Giilmares & B,..is -> ,, -M
rua, que sera' reeompetmat-cora IO4C00.
Reeife, 19 de i-wreiio de 1867.
1 Francisco Jos Alvea Guimares.
Fngl, no dfa 10 de jaaelro do corrente"an-
no do Sacca da Penha, ao p da Serra d Human,
o escravo Thvmaz com os signaes segototes : ca-
bra, baixo, penca barba, rosto redendo, tem dons
dedos, n'uma da.< maos feridas de t-!b de macha-
do ; julga-se ter vindo assenlar praga.de volunta-
rio, como dizia : roga-se a todas a*-autoridade
policiaes e cpitaes decampo a pprebenso dod
to escravo e o entregar-se a sen done Antonio ki-
ves da Luz, ou no Reeife, caes do Apollo, a Hen-
rique Seraiva d'Araujo Mello, que e j-econyien-
aara'.
1 1
. .

Alerta
Acha-se fqgido o escravo de>nome Ijnaclo, mu-
lato escuro, idade 33 aonos mais o men), alta-
ra regular, pouea barba, com signaes de- bexigas,
est com caiga de algodo azul e camisa de chita
rxa, consta'ter andado no bairro do Recite e S.
Jos : gratifica-se a nuem o pegar oo del le dr no-
ticias oa rna da Aurora n. 62 oo 20 da mesma
rua.
) III MUI*. ... t .j.,.1
Attene!
PA U(\f\f\
i*
50,51000
>
A quem pagar o preto da Costa de. tune,. Jacin-
tbo, de idade 40 aonos, epatara baixa, corpo re-
galar, tendo as pernas finas com talhos na cara,
oaos pretos, rosto omprlda, falla de aUratavi.e.bas-
tantes estragados, fugio uo da 27 ue jamuro deste
aooo e dorms nos Af-gados em ca.-a de um preto
da Oosta, levon vestido calca branca com listras,
camisa de chita escara com pintas encarnadas,
chapeo do Chyll copa alta eabas largas, tem-an-
dado pelos Remedios, Afofiados, Passag.erp e Mn-
guioho e tem dormido em sitios aonde tem pretos
da Costa : qoem o pegar on indicar o lugar aonde
assiste recebera' a graulcaaeo cima na rua da
Cadeia dp Reeife n. 10.__.
es-de lodos os preges e qaalidades, pegas de algo- '-ioDOea, toalhas e seroulas etc., pelos baratlsslmoi
daozioho com 18 jardas a 44000, ditos com 20 prec s de 640, 700 e-800-rs. a vara : bramante d
jardas e muito encorpado a 54500, 64, 65400 e linho com 10 palmos de. largura a 24200, 24500 t.
74. Algodozinho enfestado liso vara a 14, dito 24800 a vara; um grande sortimento de Haroburgr
trangado vara 14280, tudo isto pecbincha para on Cregnellas por baratos pregos : na loja e arm
apurar dinbeiro : na loja e armazem do pavo, na zem do Pavo na rua da Imperatriz n. 60, de G
rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. 1 ma & Silva.
Bojo,o preto JoJo Cesar io, de idada 4o aanos'
alto, 4ecco do corpo, cabegn pequea, rom taita de
cabellos, rosto ovai, olhos |>eqaeuos. nariz ret-n r,
bocea peqoena, bons dente*, poaea barba, $s pe-
queos, levou caiga e cmisa de ri-c do azul e
branco e-chapo pardo. Veio do Arac*tyv lem of-
ficio (je sapateiro- e cosinheiro : qum o apprenen-
der nicebHra' a gratlflcagao cima levaudo-o a Pon-
te de Ucba sido de Luiz de Moraes Gomes Fer-
reira.
amamaNaai
ILEGIVEL
afl
' '


-
""*
8
Mario de Peraaalmt Terea lelra II de Mareo de 1867.



IIHEMTORA.
Mauricio de Treiill,
POR AMEDEE ACHARO.
Segunda parte.
X.
'(Cooliouacio.)
A Sra. de Yitteaax, avisada por Agaih
do acontecido, prorompeif em altos gritos
Em poucos minutos e-gotoo o vocabulario
dos palavres, empregado por certas damas
da boa roda as imis puetis circumstancias
d? vida. Se Sopbia nao fosse, deixa-la-hia
tnconsolavel, seria urna calamidade para o*
seus amigos, e especialmente para ella, que
6ra o mesmo que lacerar-lhe o coraco,
atrofiar-lhe a existencia. trunca ella, Sra
de Vitteaux, pregoeira infatigavel do nome
do Sr. de Treuil e sua admiradora, poderia
sonkar que elle um da lhe pagasse com
to ttrica e nefanda ingratido. Nunca
imaginara que urna desgraca assim a (la-
gcllasse. Faltava-lhe o animo, falleciam-
Ihe asforcis para supportar to nefasto
golpe... J nem sabia aonde tinha acabe-
ea...
A oflicica de Mauricio, que ella invadir.
por mais de um quarto de hora resoon com
recrimnacQes, lamentacoes e importuna-
res de toda a especie, e nem quiz sahir
sem levar a certeza de que o Sr. de Treuil
havia de desistir da sua odiosa e inaudita
resoluco.
Oh meu Deus 1 exclamou Mauri-
cio, esgotado de paciencia, e quando o ves-
tido, de seis ordens de rendas, da Sra. de
Vitteaux desappareceu da offlcina. Nao
podia vrar-me desta tola ?
A sogra, a quem era dirigida esta inter-
pellacSo, olhou para a filha, dizendo :
Tola a Sra. de Vitteaux I Tola urna
senhora to amavel, to graciosa, to dis-
Ueta, o modelo da elegancia parisiense I...
Que podemos esperar de um homem que
trata por tola a Sra. de Vitteaux ? Mas,
accrescenloo elladepois que elle accu-
sou o Sr. de Courtalin de te fazer a corte,
de nada devemos espantar-nos l
Sophia nao se tinha esquecido da alluso
directa do marido cerca do bello deputado,
porm nunca ousra chamar a conversa para
este delicado capitulo. Talvez porque se
nao sentisse to pura de pensamentos como
fra para desejar. A mi, que nao tinha
as mesmas razes para se callar, e que nao
perda occasio de apoquentar o genro, nao
deixou fugir o eosejo que se lhe offereceu,
certa noute, no camarote da opera, onde foi-
visitada pelo deputado.
Tenha caotella ;disse ella a Mauri-
cioolhe que elle offereceu rebocados a
Sophia: nao tem zelos ?
Como isso ? perguntou a Sra. de
Vitteaux, que se achava sentada ao lado de
Sopbia.
E' o Sr. de Treuil que lhe deu para
ter zelos .1 E zelos de quem ? Santo Deusl
Do Sr. de Courtalin, que s por pura ami-
zade nos vai visitar I...
Como assim ? Pois deveras zeloso ?
Zeloso 1replicou Agatha. aotes.que
Mauricio podessedar resposla.Aquillo nao
l nenhum zeloso de pouco mais ou me
nos ; om Orosmano, um Othello 1 So-
phia bem pode acautellar-se. Se ao Sr. de
Courtalin lhe esqoece um (lia l por casa o
lenco, foi urna vez urna Sophia !...
Sophia agiiava fortemente o leque e com
o binculo finga observar urna senhora in-
gleza, que havia dado voga moda dos tur-
bantes.
A Sra. de Vitteaux, que bem sabia o
peso que devia dar aos zelos de Mauricio,
olhou para elle e disse-lhe rindo :
Ento qae isso ? Galanteras rnsig- j Nem o dcil genio de Laura e sna bonda-
nifleantes, phrases sem peso, assustam um de e meigaice, nem o bomepracio de Fe-
artista?! Que dria o Sr. de Treuil, se lippe e coltivaclo de sea espirito, poderam
e.-tiresse no lagar de meu marido ?
* Nao tenho a honra de me chamar o
animar a conversarlo. Fallou-aedo quadro
em que Mauricio trabalhiva, e, pelo grande
Sr. de Vitteaux lrespondeu Mauricio. .espanto qae Sophia demonstrou, rio-se que
V-se que Sophia o tem estragado nao sabia da existencia de tal obra. Esta
com tanto amor e submisso... Mas, mea inesperadadescobertamais diminuio o pouco
;lnro senhor, fique sabendo que um dos prazer qae os convivas gostvam. Sophia
nosso3 incontestaveis direitw sermoscor mostrou-se descontente e Mauricio corou-
tejadas... Sem isso. qae s-ria de nos?..* Elle havia engaado o sea -amigo pata pou-
Se a Sra. de Treuil captivou o Sr. de Cour-
talin, deveria dar-lhe os parabens pelo tri-
umpbo. Mas que trinmpho t Um homem
at aaui inveocivel. encouracado com milha-
res de projectos de lei... tem frequentido
duzias de sales e com o corago sembr
inclume I... Ah Sophia Se abriste
brecha naquelle coraco, digo-te qua come-
caste debaixo de melhores auspicios!
A posico do marido qae se mostra zelo-
so, s por algumas leves, galanteras dirigi-
das mulher, nao l das melbores. Mau-
ricio, callou-se, mas no dia seguinte cbamou
a sogra de parte e disse-lhe :
Nao acredita em nada de quanto lhe
disse a respeito do Sr. de Courtalin ?
A sogra encolheu os hombros.
E' essa urna loucura de que o Sr.
Closeau du Tailli nem palavra nos disse,
quando o apresentou na Colombire !...
replicou ella.
Pois bem 1 Eu me encarrego de lhe
fazer ver que nao assim... S lhe peco
que nao faca sabjdor o publico destes nos-
sos dissabores de familia.
A quem que chama o publicot Tal-
vez Sra. de Vitteaux ? Hontem era ella
urra tola, hoje o publico t Sempre
muito cortez para com as pessoas da mioha
amizade f Oh I se eu dissesse outro tanto
do Sr. Felippe ou do Sr. Lambert, o que
abi nao ira I
Mauricio retirou-se sem lhe dar res-
posta.
Chegado o dia em que deviam ir jantar a
casa de Felippe, Sophia, subjugada pela
mi, disse a Mauricio que, visto elle nao
querer ir a casa da Sra. de Vitteaux, tam-
tem tila o nao acompanhava a casa de Du-
vernay, e, por consequ ncia. que nao ia a
parte nenhuma. Mauricio insisti, ella con-
servou-se inabalavel.
Affliges-me mais do que pensas !lhe
disse o marido.
E, se me tens amor, deves consentir
n'um arranjo que pode conciliar tudo.
Assomou urna lagrima aos olhos de So-
pbia. Mauricio, nao podendo ver nem urna
tenue sombra de tristeza no rostu de sua
mulher, comecou a hesitar. Ella, que lhe
vio a hesitado, aproveitou-se hbilmente.
Felippe lhe disse eila tem muita
iotelligencia e bom coraco : ha de, pois
comprehender que urna filha deseje condes-
cender com a venta Je da mi... Um dia
podemos ir ter com elle e com Laura ; e
todos quatro irmos jantar ao pa ilhao de
Henrique IV. se queros, depressa me
aprompto. um par de flores na cabeca nao
leva muito tempo a por.
Em quanto Sopbia isto dizia, pousra a
cabera no hombro do marido. A voz era
to terna, o olhar to meigo !... Mauricio
cedeu.
Minutos depois, appareceu ella toda des-
lumbrante de belleza.
Saltou para o coup, batelo palmas e
ebria de prazer.
Agora sim Idisse ella assim que
te amo I..
O jantar de Felippe nao foi alegre.
O rico traje de Sophia, asjoias que a
enfeitavam, como que expulsaram a fran-
queza e amizade que devera reinar em to
mudes la mesa.
ASra. deTrenilencarregou-me de lhe iProxima exposicJo universal pelo lado eo-' serco aitada pela justicie pela verdade bisto-
mostrar este leque e de lhe dizer que o Sr. "mico, traca algumas scenas burlescas d'en-! rica, cita-se, segundo o Courrier de Lyon,
tre as quaes colhemos a seguinte, figurada am documento de irrecoaavel utbeoticida-
eotrudeus donos de hospedara e um pro- flAE,"m au,t0'Tj0081118 "^donocar-
Tinriano itono de om tt^tll3 certificando o resol-
Tinoiww i tad0 da ^^,.,1, experiencia na data suora-
Estou desesperado. citada. ^
E eu tambem. Eis o documento alia ido :
* Nao tenho seao qaatro hospedes. Perante mim, tabellio Baroud e o meu
E eu tmha dous, e foram embora esta colIeE a!?aixo signados, coocorreram:
. O Sr. Laurent Basset. cavalleiro, antigo
FOLHETIM
A TRAGEDIA DO AMOR
ORIGINAL BRASILEIRO
POR
Guimaraes Jnior
V
/Cootinoacio.)
O ar fro da nolte cbamoo-me a' fooebre reali-
dada da vida. Eritol-me tremola, offegaote, glida
como se a morle boavesse iovadido todo o meo
corpa A miaba cooscieocia ferida aecosava me
sem piedade ; lodos os pbantasroas da roloha exis-
tencia espavorida lev>oiavaai-se amedrootados a
mlnba lata, como se estivessem em face d'uraa as-
sassina. Corr em volwr o reato, snstendo-me oo
reste do mea alalo fugitivo, qaaodo dei accorde
de mira novamente e-tava a' porta de miuha ca>a,
banbada de om suor eoregelado, olhos torvos, froo-
te baia, os bracos descabidos como qoem espera
a todo o momean a palavra flaal da ultima sen-
tenca.
Eslava todo silencioso. Penetre!, ensurdeeeodo
os pasaos, evitando a respirsco, amparaoda-rae
com a centella de qnem teme algoma sorpreza fa-
tal. Todo dorma. Ealre no mea quarto arrtme-
cet-ma sobre a cama eseondendo o rosto nos tra-
vessetres. Minutos depois ergoi-me febricitante e
tomando o espelbo com as mos juntas contemplei
me sorega.
Euava lvida, como deven ser todas as necea-
doras e criminosas de mil crmes. As lagrimas
correram-rae em borbotSes, os solomos rompiam-
me do* labios convulsivos.
Adiaate de Deus os condemoados s< ffrem menos
ao ijoe eu soffri naqoelta ooite maldita.
TVotei dormir. O somoo partilba dos felizes. O
traveaseiro ardta-me sob a fronte abrasadora ; as
palpenras abenas, o olbaf. flxo, as funtes palpitan-
tea, toda smedroatava-me como se eo senttsse a
febre apoderar-se de minhas velas e snblr-me do
coragio dilacerado.
D'm palo abrir escancarel as Janellas do mea
qoarto. A noite era negra, pesada, triste, srm es-
trellas e sem loa. loar esconder-, as estrellas
bavlaa abandonado o co como as illosdes, que
par Sophia, e agora via rasgado o veo com
que tentara encobrir-lhe a falta de ternura
para com o marido.
Eram ainda nove horas e j Sopbia tinha
olhado duas vezes para o relogio. A's dez,
quando Mauricio, um pouco animado, dis-
cuta com o seo amigo sobre o merecimen-
t de urna nova comedia que ento dava~que
fallar, interrompeu-os Sophia, dizendo:
Desculpem-nos, porm o saru da Sra.
de Vitteaux acaba por um baile e sio ho-
ras de irmos. -
Ah deixas-nos 'para ires a casa da
Sra.de Vitteaux!.. Diverte-te muito, Mau-
ricio...
Pelo caminho, nenhum dos dous esposos
se senta sua vontade, Mauricio eslava des-
contente comsigo mesmo; Sophia tinha urna
vaga desconfianza de nao se ter portado como
devias e ainda por cima se mostrava despei-
tada com o marido. Alm d'este motivo de
tristeza, tinha ainda outro : o recelo de ter
amarrotado o vestido. Porm a sensaco
que a sua entrada fez em casa da Sra. de
Vitteaux socegou-a e restituio-lhe parte da
alegra. A' primeira walsa, ficou de todo
alegre. O rumor que ouvio,-ao voltar sua
cadeira, convenceu-a de que a acbavam lin-
da, e o modo porque a olhava o Sr. de Cour-
talin nenhuma duvida lhe deixou de qne>
era tida pela rainha da noute. O sitio onde
ella eslava sentada, ao lado da mi, breve
se vio cercado por um numeroso grupo de
mancebos. Ento de todo se esqoeceu de
Felippe e nao sabemos se se lembrava do
marido.
O acolbimento que a Sra. de Yitteaux fez
ao artista e os cumprimentos da sogra mis-
turados de certa irona, pouco apropriados
eram a restituir-lhe a alegra. Retirou-se,
pois, para outra sala, onde s vio desconhe-
cidos, excepcao do Sr. de Courtalin, que
eslava n'uma roda conversando e todo cheio
de si.
isto faz exasperar 1.. disse Mauricio
comsigo.
Pouco depois. estando a conversar com o
Sr. d Marvejols, obserrou que o Sr. de
Courtalin escrevia alapisnasvaras do leque,
que Sophia deixra sobre urna consol, em
quanto ia dancar,
Mauricio nao se moveu; porm, acabada
a vralsa, foi direito consol e pegou no
leque que o deputado havia tornado a col-
locar junto do ramo de Sopbia.
Ters a bondade de me 1er o que abi
est escripto?disse elle mulher.Creio
que se dirigido por urna pessoa que co-
nbeces e, eu commetteria urna indiscrico,
se o lesse antes de ti.
Apenas Sopbia lan$ou os olhos a leque,
fez-se muito vermelha e apenas pode bai-
buciar:
Eu nao sei.,. nio comprehendo!..
Mauricio re ti roa o leque das mos da mu-
lher.
Meu amigo,murmorou ella de novo
jurte...
Que o que receiasf... Euno H nem
lerei o que ah* est.
Um olhar de Mauricio fez parar a mu-
lher. prestes a levantar-se. E, iodo ter com
o Sr. de Courtalin, disse-lhe com voz e gesto
socegados>
de Courtalin, ceitamente por engao, es-
creveu n'elle algumas palavras que nao sao
para ella... Mandaih'o, pois, para que as
possacopiar... se o carecer...
Mauricio tmba o riso nos labios, porm
o deputado bem lhe traduzio a expresso
dos olhos. v
Que seria das suas minas, se elle respn-
dese com altiveza esta impertinencia, alias
to c'ml ? E, demais, os usos tradiccionaes
nao permittiam que elle se indispozesse com
o marido. Por. consequencia, baixando a
cabera, responden:
Peco-lbe que apresegte os meus agra-
decimentqt i Sra, de Treuil. Quanto s pa-
lavras aqu escripias, cont que nao me ho
de esquecer...
Dito isto, corren o lenco pelas varas do
leqoe e safou o abtographo que o havia tra-
tldo.
Assim o farei,disse Mauricio mas
nao esqueca o que lhe recommendo: quando
outra vez quizer escrever, faga por nao se
engaar.... >-
Quando tornou para junto da mulher,
bem vio, pelo modo com que a sogra olhou
para elle, que a filha lhe havia contado o
que se passra.
Que o que fez?lhe perguntou Aga-
tha.
Nada... Sopbia que lhe diga se eu me
tinha engaado I
Ora sempre faz caso de cousas!... En-
to que ? Palavras sem signitkaco, com-
primentos, ninharias que todos dizem nos
bailes e que nao passam de meros nadas...
Sophia disse-me tudo... tudo sei... Na ver-
dade, nao entendo como possa justificar es-
ses seus ares to terriveis... O senhor em
que mundo tem vivido at hojej? 1
O Sr. de Marvejols chegou n'esta occasio
epoz termo con versa.
Imprudente f... murmurou a Sra.
Sorbierao ouvdo da filha.Se te juUavas
culpada, devias mostrar-te agastada com teu
marido!.,.
(Continuar-se-ha.)
DM POUCO DE TUDO.
Os americanos sao mcompativeis.
Conhecem-se os graciosos cumprimen-
tos trocados entre o general Butler e os
seus antagonistas.
Aqu temos agora urna anedocta verdica
que nos transmute urna folha de Washin-
gton :.
O conde de Gurovrski, bomem de carc-
ter extremamente irascive, dispatava rija-
mente com certo juiz.
De repente o conde exclamou:
Juiz, confesso que o admiro.
c Pois, senhor, nao o parece depois do
que me tem dito.
e E todava verdade : eu admiro
todo quanto perfeito, e o senhor um
perfeitissimo canalba.
Quando me lerabra qae o mea ganbo
ha de ser nada... Quem havia de dize-lo I
Ha de ser um vero aceado 1 Mas
espere... Nao, nao me engao.
Que?
L vem um sugelto com um sacco de
noute.
E* um estrangeiro.
K5o ; um provinciano.
Anda a procurar hospedara I Chiu I
oh senhor... Aqui, aqni.
Mas olhe que fui eu quem o vio pri-
meiro.
Tenha paciencia, mas faitea.
__Ora essa 1 ha' de vir para minha casa.
Nao senhor, ha de vir para a minha.
Atrevido I
Canalba.
E em vez de se atirarem um ao outro, ar-
remessaram-se sobre o passageiro.
Venha para minha casa.
Nao v ; olhe que fica mal; do-lhe
gato por lebre.
Deixe-o fallar; aquilto um taber-
nero em toda a extenso da palavra.
Ouca o que lhe digo.
Nao ouga; venha para minha casa.
Querem os amigos fazer-me o favor
de deixar-me em paz ?
Collega, insultando um ao outro nao
adiantamos nada. Eu terei est sanhor
tres mezes em minha casa, e passar na
sua os outros tres que completam o tempo
que ha de durar a exppsico.
Pois sim.
Ento queira o senhor dar-me o seu
sacco.
Qual sacco nem qual carapnga 1 Eu
nao vim ver a exposigo. Logo que pilhe
urna heranga de um meu tio, emigro para a
minha provincia.
=> Mas entretanto...
Ento pensam que quem est para re-
ceber urna heranga carece de hospedaria ?
Podem faltar-lhe amigos ? E os amigos nao
teem casa ?
tu
Muitos suissos que tencionam ir a Pars
para ver a exposico universal, resolveram,
por causa do alto prego que vo ter as ha-
bitares naquella capital, solicitar da repar-
t gao militar, tendas de ca pan ha e todos
osaccessorios necessaros para formar um
grande acampamento na altura que se chama
parque dos principes, immediata a Paris,
d'onde podero ir exposigo pelo caminho
de ferro americano, por urna mdica quantia.
L-se no peridico francez intitulado
L'Iodicateur de Rochefort, que na cidade de
que elle orgao se casa a gente muito mais
nova do que em qualquer outra parte do
mundo.
No registro de casamentos da folha re-
ferida l-se que foram trocadas promessas
matrimoniaes entre Josephioe Marie Thivin,
de idade de um mez e Luiz Carlos Alberto,
de nove mezes.
E' essa urna precocidade de que nao ha
exemplos.
O Diario divertido de Paris, encarando
fugiam urna por ama de minba pobre alma. Res-
pire o ar fro, balbucid palavras sem nezo, abri
os bracos ns, lealaudo suffocar no mea re-
gago todos os tffluvios da natoreza adorme-
cida.
Fogi da janella, sentei-me ao p de mioba cama
abandonada e Otei os olbos na lamparioa, que cre-
pitava ao fundo do quarto. O que se passoa na mi-
cha alma nao saberei dizer, soflri muito, acredite,
ito I
O vento ensordecer poaco a pouco. Algumas
ganas de chuva ferlam as tenas e a trra silen-
ciosa. Aqoelle mermarlo montono e sardo enfra-
quecia-me e alormeotava-me aindamis. Boijei
enorando urna imagem da Vlrgem, que dorma
mioha cabebeira. O caosaco prostrou-me; cahi
desaleotada.
No da seguinte minba mai estranboa o mea
rosto qaas cadavrico. Aquella asile liaba sido
para mim um seclo de dr.
Seras felit I duse-me ella.
Eu eorve a cabeca em silencio. Seguimos Qnal-
mete para Santos, vapor partia dous dias de-
pois.
Mea pai com ama severidade indomavel, estn-
dera-me apenas a mo, abeocoaodo-me como da
cocame. O olhar ojp-ssivel d'am juix de menos
do qae aqoella olbar da pai entrando como o pu-
nbal dos dulorosos mysterios da mioba amaldicoa-
da alma. ^
Tive des"jos de Agar-me aseas ps, beijaodo
a poeira que mancbasse os meus vestidos e os
meas cabellos despretados.
O pudor, porm, sostealooNBe, aavolvendo me
nessa tri.te allive da desgraca, que oo se ha-
miina.
Os preparativos para a nossa viagem.apresent-
vam o aspecto o'uma decorado mortuaria. O* es-
cravos em silencio ligara* aa malas, amontoavam
as caoasuras, prompws sempre ao meoor gesto Im-
perativo de meo pal.
Miuba mai, boa sempre, cbamava-me a si de ins-
tante a instante, sufffcando om beijo quaii myste-
rioso nos meus cabelles.
A' hora da partida eu coidei que as forcas aban-
dooassem me para sempre.
0uvi am grito na noiu tormentosa de minha al-
ma, esse grilo eraLdano 1
- Os cava los esli promplos; disse a. voz de
am e'cravo.
Meo pai ferio a bota com o chicle flexivel.
Vamos I ordeooa elle.
Montamos a' cavado e partimos. Quaod > eu vol-
tei o rosto t a' porta de easa minha mana peque-
a chorando e aeeoaodo-nos com o lengo. Cravei
em seguida vista em mea pai. Nao enconlrei
aqoella Agora imponente que me amedrontara
tanto : los olhos d'elle trema ama lagrima.
Minba mai solacava em silencio.
Dobramos analmente a estrada, a tristeza e a
solldo estenderara-se como am deserto adiaate de
o6s.
A natoreza Impressionou-me naquelle da. As
arvbres longas e desfolhadas, esteidiao os ramos
osdeixaado cabir as ultimas folbas, como os mo-
ribundos qae agooisam chorando as ultimas lagri-
mas. Os jasmlneiros, do fondo do bosque, enva-
vam ao ar levemente tremolo am aroma suave e
melanclico, que sa respira, com os olhos dios
no co.
As cacho?ras sossnrravam ao looge e os tropei-
ros cantavam condnzindo as tropas ao longo da es-
trada.
Ah tenba pena de todas estas rae rdac5es I
exclamou ella como a estatua dolorosa da Niobe,
unindo as mos ao seto offegante.
Jorge Mauricio ouvia-a sem balbnciar orna sv|.
taba.
A Imagem da Luciano povoava todo o mea
espirito, e ea por momentos cnldava sentir mas
miabas faces o sea balito abrasado quaodo alie
proonncioa aquellas palavras da vaspara.
O meo genio fatal nao me aban Jonou nesse mo-
mento sequer.
Lnciano esperava me encostado a' ama crea do
caminho, sastendo na mi descuidosa a frouza
redea do seo cavallo.
Hoave entre mea pal a miaba mi am rpido re-
lancear da olhos.
Trem como se fosse cahir do animal.
Luciano ergoeo os olhos, os seas grandes olbos
tristes para mim.
O mea bom aojo na figura da minba adorada
mal prendeu-me mais ama vez sobre o precipicio.
Sim, porqoe eo teotel arreroecarme a' ierra a
orrendo a' Luciano com as bracos abarlos eicla-
mar, louea de colera e de amor:
Soo toa 1 tua I
< Elle sorrio doeemente e montn a cavallo
: (ustigando-o com a elegancia do verdadeiro anda-
luz. Um'inrbilbSo de poeira cercoo-o at os ca.
. bellos, e eo vl-o snmlr-se como ama nevos, qae se
evapora e perde-a no horlsonte.
Senti... o qae seeti ea nesse instante t Saberei
dize-lo T Padarei esplica-lo ao menos ?
Resignel-me tragando ama lagrima acabraoba-
dora, dessas qae fogem na agona suprema.
Em S. Paulo tivemos tempo nicamente para om
necessario dtscanco. Minba mal deixon-me em S.
Paulo. Parti s em companhla de mea pai para
Santos.
Na hora da despedida minba mil gravon oo meo
espirito as segoiotes palavras, que me ho de aeom-
panbar at a morte :
Adeas, Paulina. Lembra-te do tea nome e
do nome de tua familia. Na corta- leras ama se-
gunda mi; respeita-a. Eu te verei de boje a al-
guna mezas. Recebe a minha benco a as minhas
lagrimas. Minba Dlha I
Poi isto poaco mais oo menos o qae ella me
disse. Conbeci eolio quanto amara mioha mil.
Davidei daqaella separacao brusca a dolorosa. Re-
costei a cabeca no sea ibsocoado salo a todos os
qnadros da minba infancia, passaram por meas
olbos como as nuvens melanclicas de om sooho
qae (bge, cordado de rosas e melodas. Vi-me
criaos, menina, leviana, rindo de lado e respi-
rando oo ar do campo todas as emanaedes da am
mysterloso paraso.
t Leva-me eomtigo I exclanei n'um soloco
asmagaodo Das maos trmalas dalla, om beijo r-
deme como as miabas aupplicas.
Mioha mai anebogoo oes meas cabellos os olbos
hmidos pir ama torrete de iaeffavel amor.
c GoQsola-st com a mioba dr, Paulina. Em
breva terme-has ao p de II. Vai I Parece-me
qoe Otos que me dar' forcu para esta despedida.
Mea pai, como a principio, deixoa cahir dos la-
bios a voz grave e sonora, qae sarprebeadea da
impete a mlnba alma dolorida:
< Sao horas I disse alia apenas.
Espora! da mlnba mil a n.tima benco. Proca-
rel-a debalde. Ella escoodera-se de mim, evitan-
do a dr mais atroz, a derradeira palavra do mea
adeas.
As pessoas da casa em qae estavamos a oode
minba mai tinha da esperar mea pai, tentaran)
consoinr-me anebendo-me os ouvidos de pirases
asparas a importunas.
Destacada i desgrasada qaa ea era I Fitei a
vista embuciada pelo praoto ao rosto de mea pai.
Ab I como os iofelizes qaa esperam na mesma va-
ga que os impelle a salvadora mi, anciosa busquel
no olhar daqaelle qae nanea rae fallara am meifo
A imprensa de Paris est discotindo ac-
tualmente a prioridade da invengan do va-
por como locomoco miritima.
Ha dias urna tolha franceza recordu as
experiencias tentadas por Faltn em Pars
para estabelecer a navega?.o a vapor as
aguas do Sena.
A Presse responde a isto que um cons-
ciencioso trabalbo, lido no gremio de urna
das primeiras academias de Franca pelo
Sr. marquez de Bausset de Roquafort, fi-
zera desvanecer a ideia errnea de que fosse
Fulton o engeuheiro a quem se devesse
agradecer a applicago do vapor s embar-
caces.
escripto a qu se refere a folha fran-
ceza recorda as experiencias de barcos a
vapor feitas no Sani, em Lyon, em 1783,
pelo mar juez de Jouffroy, verdadeiro crea-
dor d'essa invengo. Em abono desta as-
cnselheiro do tribunal de Lyon e chefe da
polica d'esta cidade.
O reverendo Sr. Mongez, cavalleiro e
hisloriographo da cidade de Lyon, e socio
da academia das sciencias da mesma ci-
dade ;
O Sr Antonio Franeisco de Landire, ad-
vogado, socio da academia das sciencias de
Lyon^socio correspondente da academia das
insci%oes e bellas letras de Paris, das de
Dijon e de Villefrancbe ;
O Sr. Carlos Jos Mathon, cavalleiro da
academia de Lyon, de Villefranche, etc.;
O Sr. Claudio Antonio Roux, professor
de eloquencia, ex-profrssor de physica e de
mathematicas no collegio real; socio da aca-
demia das sciencias de Lyon, etc.
O Sr. Gabriel Estevo Lecamus, advoga-
do, socio das academias de Lyon e Di'on,
correspondente da sociedade real de Munt-
pellier. etc.;
Joo Bapiista Salicis parocho de Vaise,
nos suburbios d'esta cidade ;
CerliQcaram e attestaram que o Sr. Clau-
dio Francisco Dorotheu, conde de JouQroy
d'Albans, os convidara, no dia 15 do mez de
julho passado, para presencearem a expe-
riencia que elle se propunha fazer do movi-
mento de um barco de cento e trinta ps de
compnmento sobre quaturze de largura, de-
mandando tres ps d'agoa, o que suppoe
um peso de trezenlos e vinte e sete mil li-
bras contra a corrente do Sane, o qual es-
tova a esse tempo cima das aguas medias.
O Sr. de Jouffroy sabia effectivamente a
corrente sem auxilio de forca alguma ani-
mal, e nicamente por meio de urna bomba
de fogo, durante cerca de um quarto de
hora, depois de cojo e paco de tempo, deu
o Sr. Jouffroy por terminada a sua experien-
cia, cujo resultado atteslamos.
Os ditos individuos presentes requisita-
ram a escriptura que faco para que em todo
tempo fa;a prova e d f.
Feita e passada em Lyon no meu carta-
no anno de mil setecentos e oitente e tres,
aos dezenove dias do mez d'agosto," pela
manh*
Aslgnaram .Mongez, Delandine, Ma-
thou de la Cour, l'abb Roux, Devilliers,
Basset, Salicis, prieur cur dess. prieur
de Vaise; Salicis noveu, vicaire de Yaise :
Lecamus Baroud.
Pagou 15 sidos.
Monnin.
. ^^
O valor total das mercaduras importadas
e exportadas (commercio especial) na Fran-
ca durante o anno de 1866 elevou-se a
1,175.434:200001)0 reis, nao se comprehen-
dendo n'esta somma o valor dos metaes pre-
ciosos, que lmportoa em 279.869:2200000
res.
A importadlo subiu a 532.733:1600000
ris, e aexportaco a610 295:040000 reis.
Os principaes artigos da importaco foram
seda, 15, carvo de pedra, madeira de cons-
truyo, pelles, assucar, caf, linmo, cobre,
aftefactos.de l, sementes oleaginosas, algo-
do em fio, etc., e os de exportaco foram
artefactos de seda e 15, vinhos, objectos de
marceneria, dixes, mercearia, manufacturas
de algodo, agoardente e licores, algodo em
rama, manieiga, assucar refinado, productos
chimicos, etc.
allivio, ama doce phrase de cariohosa esperanga.
< Meo pai I mormure! estremecerlo alemor-
sada.
< Vamos, Paulina I
Era a primeira vez qae pronunciava o meu no-
me desde o momento em que determinara a mioha
partida pora o Rio.
A minha viagem at Santos foi como a peregri-
nado de ama condemnada, expulsa de todas as
Ierras, perseguida por todos os borneas.
Em Sanios demormo-nos poucas horas n'um ho-
tel al que a si neta de bordo velo dizer-me com am
slridor selvagem, qae era tempo de dsspedir-me
para sempre de todo qae padesse lembrar-me a
minha trra natal.
O horisoute alongava-se, a trra desapparecia no
Hoco das espumas, e a gaivota assustada passava
sobre a onda molbando a rpida aza e exhalando
esse grito roneo a triste, qae como o echo da
tempestado e como o gemido melanclico das ondas
Descl ao mea boliche seguida sempre por meo
pal. Os seas olbos prescraiadores oo perdiam o
meoor dos meas movimeatos.
A urde cahira pouco a poaco. Recline! a cabr-
ea no travesseiro a intilmente fechei os olhos pro-
curando dormir dona minutos se qoer. O plumas
ma de Luciano ergaa-se a mioha cabeceira a
aquella voz ainda sarcastlea aeeasava-me de falsi-
dada, davidaodo do mea amor a rindo-se das mi
nhas angustias.
Depois......proseguio Margarida, atando a
narracao interrompida por om gesto nvolaotarin
de Jorge Mauricio----- Depois.....oo me lera-
bra I Perdoe-mel soffro tanto l
Jorga Mauricio tomoo-lba a mo meigamente.
Continu; murmurou elle,
f Pois bem, ouca-me ainda. A escorldio da
ooite, o respiro do vento, a vos sarda do mar qae
pareca gemer com a minba ddr,tndo desperta
va-me os seotidos amortecidos, povoaado *< mi-
abas ideas de sombras sinistras a InteocSes deso
lad iras.
Mea pal descaocava. Chamei-o; nio me res-
ponden. Levante! me a casto do belehe e embra
lhaude-me na capa abri cautelosamente a porta
do camarote.
O calor all abrasava. Quiz respirar o vento li-
vra e fresco do mar. Mas se mea pai acorJasse I
Pronanciel o sea nome novameil.1- O caosaco
prostrara-o; elle dorma.
Fecftai a per do camarade e aJiaatet-me dous
Urna das ultimas caricaturas do Punch,
celebre peridico inglez, representa om su-
geito, de ar sobresaltado, apalpando'em pre-
senca da sua joven esposa as algibeiras do
collete.
Que foi meu amigo? pergunta a da-
ma, perdesteo reogio?
a Nao, minha querida, 63tou a ver
que nao acho um cliapeu que te comprei ha
pouco.
O Siecle acaba d'abrir urna subscripeo
para a qual concorrer quem quizer com
50 cntimos cem o (i n de levantar em Pariz
um momemento a Voltaire.
passos al a escada qae condusia ao tombadibo do
vapor. O lampeo oodalava lentamente acompa-
nbando o movimeoto irregular do navio.
Sabi a escada, tremola; tremola como na noita
em qua fugira de casa para ver Luciano.
O marloheiro do leme nao me vio decerto^ pas-
sei como urna fisura creada pelas nevoas; fui re-
clioar-me a' amurada na proa, movida sempre por
am poder occalto e iacompreheosive!.
t O ar vivo e saadavel reaomoa-me. Lembret-
me de mea pai a do qae pensara ella qaaodo se .
visse s no camarote.
Leve e rpida como viera, determlnei vallar na-
quelle mesmo instante.
Urna sombra Dorui at ento desappercebida se-
gaio-me e collocou-se ante meus passo?. Recoei
soffrega como se evilasse a queda n'om abysmo
Duas mos apertavam vivamente as minhas a al-
guem pronuocioa o mea nome.
Era am soobo I Retrahi o corno, procurando II-
vrar as miabas maos e fugir.
f Paulina I pjonuociaram anda.
Coidei eulooquecer I Involuntariamente des .
preodi um grito desesperado e cahi nos bracos da
Luciano.
Luciano t exclame! anciosa. Lnciano I la
aqu I
i Calla-te I volven elle fechan Jo-me os labios
com a mo receiosa. Deixei-te aqoella ooite a pen-
se! ter turcas para abandonar-te aos acasos do tea
deslino, ja' qae aio me era possivel encontrar na
toa alma amor Igoal graodesa do mea amor.
Aqoella nclte foi om anno de tormentos a deses-
pero qae baixoa sobre o meo corpo doentlo e sobre
o mea espirito moribundo. O soraao fagio da mi-
aba cabiceira, o soeega desamparan me impiado-
so, o inferno onde me arremedara a toa imagem
eochia-me de terrores, de angustias, enlouquecen-
do me, manando me sob o peso da recordac&o
maldita. las partir; segoi-te I A' loa vista toda
i mioha colera evaporoa-se como ama nuvsm. Te-
nho te em meas bracos, e por todas as glorias daste
mundo e todas.as divinas illo>5es do outro, eo nio
trocara o tremor das toas maos nem esse mama-
rio suave da toa voz prooonciando o mea oome
como os anjos, que balbuciam nma oraco I
t Luciano lo me percas por piedade.

(CoRfiniiar-M^aJ
TYP^DO DArUO-RUA BAS GftUZBS N. \{'
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