Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11188


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Full Text
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ANNO XLII. NUMERO 31.
* PAMA A CAPITAL, E LltiABBS ONDE SE NAO PAOA POBTE.
Por tres ces adiantados.,............... 60000
Por seis ditos idea.. .1............... 12*000
Por um jqu idea.. ., .;................fc.24*000
Cada nutro rolst .] ,,................. 320
QUINTA FEIRA 7 DE FEVEREIRO DE 1867.
)

PABA BEMBO E POBA DA PROVINCIA.
Por tres metes adiantados..............
Por seis ditos idea. .*..........................
Por aove ditos dem.,.
Por na anuo idem..'.;"}
d*750
13*500
200250
27*000
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DIARIO DE PERNAMBUGO
X83IK&H-81 INI IPIlUiimiBKM) B(D IStlllIPttDlIltD ID! tt&IN>.l]fc MdUlDKDA 1 T9&M& ffMDS 8B18 P&WPlIffiVMiros "

tBTOOHj
ntttn
EN'CARREGADOS DA SUBSCKlPCAO.
Parabyba, o Sr. Antonio Alexaodrino de Lima;
Natal, o Sr. Amonio Marques da Silva ;Aracaty,
oSr. A. de Leraos Braga; Gear, o Sr. Joaqota)
J03 de Jiiveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves Costo; Alagoas.o Sr. Frann'no Tavares da Cosa;
Baha, o Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos tibeiro Gasparinho.
_---------------------------------------------------__^
PARTIDA i S KSTAfETAS.
Olioda, Cabo, Escada e estagSes da vi& frrea al
Agua Preta, lodos os das.
Iguarass e Goyaona as segundas e sellas feiras.
Santo Ao(i>, Grvala, Bezerros, Bonito, Caraar,
Altinho, Garanhuns, Boiqae, S. Bento, Bom Coo-
selho, Aguas Bellas e Tacaral, as tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazaretb, Limoeiro, Brejo, Pesquei-ra,
togazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
la, Ouritury.Salgueiro e Ei, as guana feiras I
1 Sernbem, Rio Forraoso, Tamaodar, Una, Bar-
reros, Agua Preta e Pimenteiras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commsrcio : segundas e quintas.
Relaco : tercas e sbados as 10' horas.
Fazenda : quintas as 10 horas.
Jalzo do commercio : segundas as 41 horas.
Dito de orpos : tercas e sextas as 10 turas.
Primeira vara do cive: ergas e sextas ao mei>
da.
Segunda vara do cr.ai : qcartas e sabbades a
1 hora da tarde.
EPHEMERLDES DO MEZ DE FEVEREIRO.
4 La nova as 8 h.. e 24 m. da t.
11 Qaarto cresc. as 10 h., e 48 m. da I.
IS La cheia as 4 h., e 19 m. da t.
26 Quarto ming. as 8 h. e 40 ni. da m.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
0 DAS. DA SEMANA
Segunda. S.'Rnrir Corsino b. c.
Ter?a. S. gueda v. m.; S. Pedro Baptfsta.
Quarta. S. Do-oihea v. m ; S. Aulholino m.
Quinta. S. Romualdo ab.; S. Ricardo re.
Sexta. S. Joo da Mana; S. Corinlbia m.
Satinado. S. Auolooia v. m. ;S. Ausberto.
Domingo. S.- K-co.astiea v.; s. Silvano b.
PREAMAR DE HOJE.
I Prlmeira as 6 horas e 6 m. da rmnbaa.4 ,
Segunda as 6 horas e 30 minutos da tardo.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o sul at Alagoas a 14 o 30; pa o none
. do nos dias 14 dos mezes Janeiro, marco, maiid
julho, setembro e novembro.
PARTE OFFIGIAL
'OMItVOIIl PROVIVIll
Expediente do dia 17 de deimbro de 1866.
N. 647.Offlcio ao prjvedor da Santa Casa de
Misericordia.Autorlse V. Exc. a mandar admittir
no cnllegio dos orphos, nos termas de soa infor-
mar > de 14 do correte, son n. 464, a menor de
nome Anna, afllhada de Joaqaim de Almeida
Pinto.
N. 649.Dito ao general co'umandante das ar-
mas Era deferimento a supplica do pbarmaceu-
lieo di presidio de Fernanda, Arsenio Gustavo
Borges, bouve S. M. o Imperador por bem destinar,
seguodo me constou de aviso da reparligao da
guerra de 27 de novembro ultimo, qne ao soppli
cante se abane os veocimeotos que comoetem aos
pharmaceuticos do exercito em tempo de paz. O
que nommoDico a V. Exc. para sea conheci-
meoto.
N. 650.Ditoao mesmoQieira V. Exc. infor-
mar acerca do que pede no incluso requerimecto o
remita Antoaio Bento Pachaco.
N. 651.Dito ao mesmo Fac apresentar a V.
Exc, para o servgo da gnerra, os guardas nacio-
naes do batalhao n. 26 do Bonito, Joaquim Jos dos
Santos e Joo da Silva Vasconcellos.
N. 652.Dito ao mesmoSirva se V. Exc. de
mandar inspeccionar o recruta Antonio Pinheiro
Rodrigues de Lacerda, que se acha depositado no
quoriel da Soledade.
N. 653.Dito ao mesmo.Sirva-so V. Exc. de
informar sobre o que pede Aotonio Gomes dos Sao-
tos no inclu-o requerimcnto, mndand> inspeccio-
nar ao paisano Daniel Limeira de Franea, que elle
(Tereco para substituir ao recrutado Jos Antonio
dos Santos.
N. 654.Dito ao mesmo.Fago apresentar a V.
Exc, aflm de ter o conveniente destloo, o guarda
nacional do 9* batalhao de infaotarla do municipio
ile Olioda, Joaquim Soaresde Barros,que foi desig-
nado para o servico da guerra.
N. 655.Dito ao mesmo.Sirva-se V. Etc. de
mandar apresentar ao Dr. chefe de policia o recru-
tado Martiobo Gomes Vidal, que requisitado pelo
juiz municipal e da orphos do termo de Iguarass,
como criminoso de tentativa de morle.
N. 556.Dito ao mesmo.Em aviso da reparti-
do da guerra do i* do correle, me foi declarado
ter sido approvada pelo governo imperial, a delibe
raco que tomei de conceder dous mexes de licea-
ca para continuar a tratar de sua sade, nos ter-
mos dos arts. 1* e 4* |g 1* e 2* do decreto o. 3.579
de 3 de jaoeiro ultimo, ao alferes do 15* batalhao
Je infantaria, Tiburcio Joaquim de Anirade, que
*e acha nesta provincia O que communico a V.
Exc. para sea conhecimeoto.
N. 657 Dito ao mesmo.-Slrva-se V. Exc. de
informar sobre o que pede o soldado Manoel Joa-
quim Cavalcanti, no incluso requerimento.
N. 658Dito ao Dr. chefe de polic 9.Re.quis-
taodo o juiz municipal do termo de Igaarass em
oficio de 14 do correte, qae seja remeitido para
ser processado, o recrula Martinho Gomes Vidal,
que criminoso de teotaliva de mora oaquelle
termo, offlciel ao brigadeiro cimm-ndanta das ar-
mas para man 1ar pd-lo a' disposigo de V- S., aQm
da ter semelhante destino. O que Ihe communlco
para seu coohecimenlo.
N. 659.Dito ao mesmo.Remello por copia a
V. S. o aviso circular expedido pelo ministerio do
imperio era 28 de novembro prximo flodc, aflm de
qoe d as aecessanas ordens, para seren taitas e
accordo com as iostrucg clusos por copia, os trabalhos relativos a popula-
cao desta provincia. Os quaes devora ser remedi-
dos a esta presidencia at o dia 15 do mez de feve-
reiro de cada anno.
N. 66fWDito ao inspector da thesouraria de
fazeoda.Antorisando nesta dala o conselho de
compras do arsenal de guerra, a comprar para
fornecimento do respectivo almoxarlfado, os objeo
tos raenciooados no pedido por copia incluso ; as-
si m o declaro a V. S. para sea conhecimeoto.
N. 661.Dilo ao mesmo__Em aviso de 28 de
novembro ultimo, declarnn rae o Eira. Sr. minis-
tro da marinha, que Bao .-6 approvou a delibera-
cao tomada pela presidencia, de ordenar qoe ao !
teoente reformado da armada, Braz Jos dos R-is,
se ahonasse o respectivo sold mediante flanea, at
apreseoiar a sua patentj de reforraa, mas tamben
que solicitou do mioislerio d ftzenda a expeJico
de ordens, aflm de larnarom se exteasivas aos offl-
ciaes reformados di armada, que residirera na<
provincias, as dispoic5es da circular do tbesouro
nacional n. 89 de 20 de feverelro de 1861, a res
paito dos offleiaes do exercito as mesmas cond;-
c5es. O que comraunico a V. S. para seu conhe-
cimento.
N. 662Dito ao mesmo.Transmiti a V. S.
para sea conhecimeoto, o incluso exeraplar im-
prosoo do aviso regularaentar da reparticao da ma-
rinha de 27 de novembro ultimo, dispondo a roa-
neira por que devem ser pagos dos seme-tres os
impenaes marrahalros destacados as corapinhias
da apraodizes
_N. 663.Dito ao mesmo.Em aviso da reparti-
qlo da guerra do do correte, me foi declarado
ter sido approvada pelo governo imperial, a deii-
beragao qae torael de eoaceder dous mezes de li-
cenca, para continuar a tratar de sua sjle ao
alferes do 15" batalhao de infantina do exercito,
Tiburcio Joaquim de Aodrade, qae se acha nesta
provincia. O qae communico a V. S. para seu co-
Bhicimflati.
N. 654.Dito ao mesmo.Communico a V. S.
que por portara da reparticao da justica de 20 de
novembro ultimo, foi prorogada por doas mezes a
licanca ltimamente concedida pela presidencia, ao
bacharel E-luardo Angosto Pinto de Oliveira, jalz
municipal e de orpbos do termo d Olinda.
N. 665.Dito ao mesmo.Sano houver incon-
veniente, e estando em termos os prets Junios em
duplcala, a que se referem os offlciosdo comman-
daote d .s armas, datados de boje, e sob ns. 1,392
1,393, mande V. S. pagar os veocimeotos rela-
tivos a 1* quinten* deste mez, das pracas do de-
posito de recrutas o dos prisioneiros de guerra
paraguayos.
N. 666Dito ao mesmo.-Em deferimento a
sapphea do pharmacentico do presidio de Fernan-
do de Noronba, Arsenio Gastavo Borges, bouve S.
M. o Imperador por bem determinar, segundo me
constou do aviso da reparticao di guerra da 27 de
ouvembro ultimo, qae se abooe ao sopplicante os
veoeimeotos que competen) ao oharmacoalicos do
exercito em tempo de paz. O que communico a
V. S. nara sea conhecimeoto e execucS0.
N. 667.Dito ao mesmo. -Recorameodo a V.S.
remetteu o commaodant-t sujenor deste municipio
com offlcio de hoje, sob n. 427, mande pagar, se
nao honver inconveniente,os vencimentos relativos
a 1* quinten deste met, dos guardas aacionaes
do i* batalhao de Infantaria acuartelados na for-
taleza das Cinco-Poota*.
N. 668.Dito ao mesmo.Annulndo ao qae so-
lieitou o director do arsenal de guerra em offlcio
de 15 do correte, sob n 790, recommendo a V.
S. qae em vista da conta junta em duplcala, o nao
ha ven d > inconveniente, mande pagar a Jo Fer-
reira do Nascimento, a qusutla de 26*000, a que
lera direito, por haver condolido daqaelle arsenal
para bordo do vapor Parahitba, os objectos remej-
naos pra o presidio de Feroaola, por conta do
overno.
N. 669.Dito ao mesmo.Declarando nesta da-
la ao comraandaote so'perlor da gaarda nacional
de Cabrob, que o destacamento da villa do Ei
ou Granito deve compor se de 1 alteres, 1 inferior
e 15 pracas, como havia determinada o mea ante-
cessor : assim o communico a V. S. para seu co-
nhecimento.
. J670.Dito ao me3rao.-Para dar compri-
monto ao aviso incluso por copia expedido pela
reparticao da agricultura, commercio e obras pu-
blicas em 7 do crrante sob n. 8, promova V. S.
a acqui-ig-io de 51) arrobas de sementes de algo-
do herbacio, para serem remanidos ao Exm. pre-
sidente da provincia das Alagoas, devendo como
declara o citado aviso effctuar-se a despota dossa
acquisico e do transporte das mesmas sementes
pela verba raelhoraraento da agricultura di vi
gente orcamalo.
N. 671.Dito ao mesmo.Tendo sido o capillo-
lente Francisco Jos de Oveira em 23 de ne-
vembro uldm 1, nomeado commandante da compa -
nhia de aprenlizes roarinheiros desta picincia,
fleaodo exonerado do commando dos artfices do
arsenal de marinha, no qual entretant) continuar
interinamente; assim o communico a V. S. para
seu conhecimeoto.
N. 672.Dito ao mesmo.Transmuto, por co-
pia a V. S. para seu conhecimeoto e devidos effei-
tos, o aviso que ae dirigi o Etm. Sr. ministro da
fazenda em 3 do crreme, relativamente ao paga
ment por essa thesouraria a AssociaQo Commer-
clal Beoefloenle os juros de 60 apolices da divida
publica de que trata o citado aviso.
N. 673.Dito ao mesme.Transmiti a V. S.
para seu coohecimsDto e lias convenientes, os dous
inclusos exemplares impressos a que se refere o
aviso do Exm. Sr. ministro da fazenda de 29 de
novembre ulumo, a circular n. 39 sobre a venia
de apolices as provincias.
N. 676 Dito ao inspector da thesouraria pro-
vincial. Em vista dis prets juntos em duplicis,
que me remellen o coramandanle superior da 60-
man; do Rio Forraoso com offliio de 7 do corren-
te, mande V. S. pagar, se nao houver inconvenien-
te os vencimentjs relativos ao mez de novembro
ultimo dos guardas naelonaes destacados na villa
de SeriniiSera a na povoicu de Gimelleira.
N. 677.Dito ao mesmo.Vo cabo Flix Dacia
de Barros mande V. S. pagar, se nao houver in
conveniente os venciraentos relativos a 1." quinze-
na deste rae'., dos guardas oacionaes destacados
na villa de Ipofoca, como se v do pret juoto em
duplicara, que para esse flra, me remetteu o com-
raandanie superior da comarca do Cabo com offl
ci de 15 do corrate, sob n. 383.
678.Dito ao mesmo.Maodaado nesta data
recrutas desudados para o servico dos ; mas eolio cahe nes:a abysmo smenle o p o empeoho atravs do fogude canhoneiras lusitanas
N.
addir ao corpo provisorio de policia o capitao Too-
maz Rodrigues Pereira e teneote Joao Perelra La-
gos que regres^aram da campanha do sul; assim
o commonici a V. S. para sea conhecimeoto.
N 679.Dito ao mesmo. Devolvendo o certifi-
cado que veio anuexo ao seu offlcio de 15 do cor-
rente, sob n. 611, e relativo a 1. prestaco da
obra do cemiterlo da villa do Cab), autoriso V. S.
de conformidade com o sea citado offlcio, a levar
essa despeza ao 5. do arl. 14 da lei do orcaraeo-
to vigente, afim de ser paga pelas sobras das con-
sigoacoes da lei do orcameato d; exercicio prxi-
mo finio, visto nS > se hivar vo'.ilo crdito para
essa obra.
N. 699.Dito ao inspector do arsenal de man-
oha.TransnUlo a V. S. liara sea coohecimeato a
inclusa copia do aso regulamentir da repariiQao
de tmrioha de 27 de novembro ultimo, disponlo
a maneira por que devem 3er pagis dos semestres
os Imperiaes nnriahairos destacados as compa
nhias de aprendizes.
N. 681.Dilo ao rae;mo.Tendo sido o capitn-
tenente Fraacis^o Jos d-- Olivera nimtado em 23
de uovembro ultimo, ommaojante da corooanhia
de aprenlizes raarinheiros desti provincia, fleanlo
exonerado docommanii dos artfices de^se arse-
nal no qail entretanto contiauara interinamente,
assim o communico a V. S. para seu conheci
ment.
N. 682.Dito ao coramindanle superior de Ola-
da.Por ser t.belho e escrivao do civel e crim3,
capellas e residuos do termo de Ignarass. o t-
ente Lniz Ferreira Bandeira de Moli, mande-o
V. S. dispensar de domando do destacamento,
qoe alli se acha e substituir por oatro offlial, co-
mo solicitou o juiz de direito dessa comarca em 11
do correte.
N. 683Dito ao commandante superior de Ca-
bmb. Declaro a V. S. em addiiaraeoto ao mau
vaecinados os
da armada.
N. 699.-Dilo ao commandante do bngue-barca
Itamarac.Manda Vmc. apresentar a 1 comman-
dante do corpo de policia, afim de fer o conveniente
destino, o recruta Joo Cancio que so acha deposi-
tado no bngue-barca sob seu commando.
N. 700.Dito ao gerente da companhia Pernam-
bucana.Remeti por copia a Vmc. para seu co-
nheciraento o offl;io de 21 de novembro ultimo, era
que o Eira, presidente do Rio-Grande do Norte
commuaicoa-me ter consentido, em vista aa lofor-
raaco do capitao do porto daqualla provincia,
tambera por copia Inclusa, na sahida do vapor
Mamanguapr para o presidio de Fernando ape-ar
do resultado da vestoria constante da copia jauta
sob n. 3.
N. 701.Dito a cmara municipal da Escada.
Eo vista do que exp5e a cmara municipal da
villa da Escada em offlcio de 11 do correle, tenbo
a dizer-lhe que formule e remella para ser presen-
te a assembli legislativa provincial em sua pr-
xima reuma) o projecto de postura que julgar
mas conveniente acerca do recolhiraento dos g-
neros de sen municipio m casa do mercado
puhlico.
t N. 702. Dito a cmara municipal de Pao
d'Alho Approvo a arreraatacio dos impostos de
jue trata o termo de contraen, que acompanha o
offl :io que me dirigi a cmara municipal da villa
de Pao d'AIDo em 23 de novembro prximo
ndo. ^
N. 703.Circular as cmaras das villas abaixo
mencionadas.-Recommsodo acamara maaicipal
da villa do Pao d'Alho, qoe me remetta empreteri-
veimante al o flm do crreme mez, as informa
C5es exigidas em circular de-ta presidencia de 24
de outubro ultimo, relativamente aos euab tor-
mentos coramerciaes dessa villa e povoaedes mais
importantes desse municipio.
Limoeiro, Cabo, Escaja, Serinhiem, Agua-Preti,
Barreiros, Boollo, Garaahuns, Bom Cooselho, Boi-
que, Villa Bella, Flores, Ingaieira, Brejo, Sin
Bento.
N. 705. Portara. O presidente da provineia,
attendendo ao qae requerea a professora publica
de Instrucca primarla da villa de I?aarass, Ao-
tooia dos Anjos da Porciuncala, resolve prorogar
por mais 60 dias com ordenado, a llcenca que Ihe
foi concedida por portarla de 21 de setembro pr-
ximo fiado.
N. 706.Dita. -O presidente da provincia, em
vista da informarlo do commandante do corpo
provisorio de policia, resolve eoaceder 60 dias de
liceoca com os reapectivos v^ncimentos ni forma
da le ao capitao do mesmo corpo Francisco
Borges Leal para tratar de sua sade.
N. 707.Dita.O presidente da provincia, con
formando se com a proposta do Dr. chefe de poli-
cia n. 1865 de 15 do crreme, resolve cooceder a
Maooel de Mjora Silva e Aguiar a exoneradlo qae
podio do cargo de 2 suppleole do delegado de poli-
ca do termo do Rio-Forraoso; e para o substituir
nomea a Manoel Teixoira da Motta.
N. 708. Dita.O presidente da provincia, con-
formndole com a proposta do Dr. chefe de poli-
ca dasia data, re>olve ooraear a Leaolro Gome3
Santiago pjr subdelegado do 1* districto policial
da freKuezia do Limoeiro.
ipdieflte do secretario do governo do dia 17
de dezembro de 1866.
N. 710 -Offl:io ao Dr. chefe de policia.Para
ter o conveniente destino, manda S. Exc. o Sr.
conselbeiro presidente da provincia, remetler a V.
S. o titulo do subdelegado do 1 distticto da fre-
guezia do Limoeiro, nomeado por pururia desla
dita a de coiiformidido com a propona de V. S.
da hoja datada.
N. 711.Ditoao mesmo.Para ter o convenien
te desiiuo manda S. Exc. o Sr. ronselheiro presi-
dente da proviacia, remetter a V. S. o titulo do 2o
suputante do deleitado do termo do Rio-Formoso,
nomeado por ponana desta data e de confofmidade
com a yropoila u. 1865 de 15 do correnle.
N. 712.Dito ao insoeciorda ihesouria de fazen-
da.Goust-i do offlcio do respectivo juiz de direito,
que o Dr. Maximiaoo Francisco Du irte reacsumio
em 10 do correal* o exerclci do cargo de juiz
municipal e de orphos do termo do Pao d'Alho;
o que a V. S. communico de ordem de S. Exc. o
Sr. WQ.,elDeiiopresidenta da provincia.
NS713.Dito ao raesrao.O Dr. Paulino Rodri-
gues Keruandes Chavos, reassuraio em 15 do cor-
offlcio de 3 do crrante, qua o destacamento da ,,
villa do Ex oa Granito deve compdr-se de 1 a!e-, 'ente oexarcieio do juiz municipal d l vara dasta
res, 1 inferior e 15 pracas. como determioou o pillado, renunciando assim o resto da iteonca de 3
mau antecessor em data de 28 .e setembro ulllrao. f^W W '
o que
N. 687Dito ao juiz de direito de Olinda.
Communico a Vmc. qae por parlarla da reparli-
q5o da justica de 20 de novembro oMimo, foi pro-
rogada por 2 mezes a licenca ltimamente era-
cedida pela presidencia ao bacharel Eduardo Au-
gusto Pinto de Oliveira, juiz municipal e de or-
phos do termo de Olinda.
a V. S. communico
de ordaoo do S. Exc. o Sr. conselheiro presidente
da provincia.
I N. 715.Dito ao commandaBle superior do Ca-
; bo.Nesta data aulorisouse a thesouraria provlo-
clal, a pagar ao cabo, Flix Dacio de Barros, os
: vencimeutos contantes do prol, qae em daplicata
! veio annexo ao ffl;io de V. S. de 15 do correla e
N. 688.-Dito ao mesmo.Acabo de expedir *ob"-3c3' qUil1 fll*assim respondido de ordem
ordem para ser dispensado do commando do des-' lQJ%fr' conselheiro prosidente da provincia,
tacaraento da lguarass o lente Luiz Ferreira I 7>--Diio ao eommaodaote superior do Bo-
Bioleira de Mello, era vista do qae solicitou Vmc.nil-" Exc. o Sr. conselheiro presidente dapro-
em offlcio de 11 do crreme, a que respondo. T,DC">. mand* declarar a V. S. que sabmeiteu ao
N. G89._Dno ao juiz de direito da comarca do i conhecimento do governo imperial a proposta para
Limoeiro.-Satisfazeodo u que solicitou Vmc. ora I "lor-ajodanle de ordens, constante do offlcio de
offlcio de 10 do correte, iodura remello am I v->5?,7 d*s.,e n,M- .
exemplar improsso do decreto o. 3,572 de 30 de I 77-pito ao commandante superior do Rio
desembro do anoo prximo passado acompanhado Pormoso.O Exm Sr. cooselheiro prosidente da
dos respectivos modellos de mappas, e por copia a! Proviocla. respondendo ao offlcio de V. S., datado
eircnlar desta presidencia de 19 de abril ultimo- dt)' du correle, manda declarar, que a thesoura-
ria provincial, tero ordem para pagar os veuci-
meotos coasiaotes dos prets que em duplcala
vieram annetos ao citado offlcio.
N. 718.Dilo ao director do arsenal de guer-
ra.S. Exc. Sr. conselheiro presidenta da pro-
viacia, respoodendo ao offlcio de V. S. de 15 do
correuto, m^oda declarar, que a thusonraria de
fazemla tem ordem para pagar a Jos Ferreira do
Nascimento a quantia de 26J, constante de seo
citado ufflcio.
N 719.Dito ao juiz municipal o de orpbos do
termo de Iguaras-.O Exm. Sr. conseloeiro pre-
sidente da provincia, manda communtcar a V. S-
em resposta ao seu offlcio de 14 do correte, qae
nesta data se mandn por a desposicio do Dr. ebefe
de polica, aflm de ser enviado para esse termo, o
recruta Martiobo Gomes Vidal, que V. S. requisi-
tou para ser processado por ciime de tentativa de
morie.
recoramendaado Ihe que sem perifde tempo, sa
lisfaca o que desse juizo exigio-se na mencinala
circular.
N. 691.Dito ao jaiz maoicipal da 2.* vara.
Coavm qae Vmc. provideaeie por sua parle para
ser sabraettido a jalgaraento na prxima sessio do
jury deste termo, o proeesso do re Jos Gomes
Feitosa, aflm de qae possa regressar para o presi
dio de Foraaado o sentencalo militar Pedro Jos
d- Arrula, que d'alli veio para depdr no referido
proeesso.
N. 692.Dito ao commaadaote do corpo provi
sorio de palicia.Maodo addir ao corpo do seu
commando o tenante de policia Joao Perelra La-
gos, que acaba de chegar a esta proviocla vindo
da camoanha.
N. 693.-Dito ao mesmo.Manda Vmc. addir
ao corpo sob seu commando, o capitao de policia
Tnomaz Rodrigues Pereira qae regressoa da cara-
panba do sul.
If. 694.Dito ao capltio do porto.Offlciaodo
oesta data ao conselho vacclnador para mandar
apresentar oessa reparticao algumas laminas de
puz vaccinieo para serem vaecioados os recrutas
desusados para o servico da armada; assim o de-
claro a Vm. oara seu conhecimeoto.
N. 696. Dito a dirertorb da Associaclo Com-
mercial Beoeflceote. -Transmuto por copia, a di-
rectora da.Associaclo Coramercial Beoeficeote,
para sea conhecimeoto e fla< convenientes o aviso
de 3 do crrante em que' o Eira. Sr. ministro da
fazeoda declara qae a pretenco da mesma asso-
eiacio relativamente a percepQo, pela tnesourana
de fazenda desta provincia, dos juros das 60 apo-
lices da divida publica, de que trata o citada avi-
go, ja foi resolvida pela ordem do tbesouro n. 195
de 16 de oniohro ultimo.
N. 697.Dito ao conseibo de compras do arse-
nal de guerra. Aotoriso o conreino de compras
do arsenal de gaerra, a comprar para provlmeoto
do respectivo almoxarifalo do arsenal de guerra
os objoctos mencionados no Incluso pedido.
N. 698.Dito ao cammissario vacclnador.Man-
de Vmc. apreseatar ao capillo do porto aiguraas
laminas de tubos de puz vaccinieo, aflm de serem
DISCURSO DO ORADOR DO H1STITUTO HISTRICO 1 080
GKAPHICO DO BRASIL O SR. DR. JOAQUIM MANOEL
DB MACCDO, NA SK3A0 S JLSM.1E DI 15 DE DEZEM-
BRO DR 1866.
O lmalo pode Agorar ama ponte laucada sobre
um abysmo qae separa doas mandos, a quem o
da vida humana, alera o da eleraidade; o abysmo
a marte.
Ao tocar esse extremo limite, o bomem saudoso
do mundo qae deixa, mal eooprehendendo, deseo-
nhecendo oa lemendo o mundo em que val entrar,
tem mil mes repetido A vida urna illusao !
e nessa qaeixa estril qae exprime dr, e nao Ar-
ma verdad-, elle, sem o pensar, se amosqalnba e
mente a' sua gerarchia de animal re da creaeio.
A vida oio ama illuso: campo mais oa
meaos frtil qae compre cultivar idiosamente com
a Intelligencia e com o cVtclo, com as sclenclas
e com as venadas: chega um da em qae o traba-
dlo acaba; por que o hornera airavessa aponte
laojada, sobre o abysmo qae separa os doas muo-
! o o lodo qae. Ihe penen -em ; triumaham porm e
! zombam da morle a searao o labor fructfero, que,
i aprov-itauo a humaoidade, perpetuara a memoria
do solicito cultivador, como triumpha e zomba da
roorta a alma que se desprende e voa a's ampliddes
supremas, que a Grecia aatiga imaginoa ao seu
potico inferno; qae o bouddismo collocou na sua
regio mdesiructivel cima do espago luminoso ;
qne M ihoni-t materialisou tanto no soo paraso de
bonris; que o nosso gemio pretenda ver nos loo-
I ges montes azujs, e que o inundo de alm do a-
| bysrao. a etornidade.
| A vida orna raissao que se deve sabf r comprir;
i um tbesouro que multas vezas se desbarata, nao
poucas se daturpa, e algumis vezas so aprevaita,
; e se abnibanta : assim como a aurora boreal arro-
1 meda o esplendor do dia, e o eclipse total do sol a
e.scurido da nolta, a memoria perpetuadora da
um nome na ierra am reflexo da eternidade do
cu, e o completo esquecimanto d is horneas a
| triste imagem da morle: aquella que desbarata o
ihesourod vida, dI) sabenJ.i medir a distaocia
qae corre entre as miserias da incuria e da ioutili-
dade, e as opulencias do trabalbo e da dedicaco,
no'foi condemnado, condmuou-se ao olvido : a
vida nao urna iliu'sao, foi elle que illulio a vida.
Quem, doturpando o thesouro, semj. espiohoj e
araoota ruinas em maldita carreira, tem na lama
ennegrecida panico implacavel; mas o? hroes,
os benemritos, os cidados prestantes que deixa-
ram o seu campo esmaltado da Odre,-, enralecida
de tractos, esses sao o exemplo admlravel da rea-
lidade da vida; por que a delles oso acaba nem
na poole lancada sobre o abysmo, perpetua-secorao
premio para ellesj como liclo para os vind.uros.
E:s ahi a magestosa reilidadc da vida levaulaodo-
se tnumphanle sobra ..s lllusas da morle.
E anda urna demoustraco solemne de lao con-
soladora e fulgente verdade vai maaifestar-se ago-
ra a esta sabia assembli no mal tragado elogio
dos merabros do instituto histrico e geographico
do Brasil flnados no anno da 1866; por que ella
lo grandiosa em sua sublime sirapliciJade qoe se
fara'sentir a despeilo darulezaeda ooseuridada
do orador, como o raio esplendido do sol, fulgura,
rompendo as nuvens e-curas da um horixinte
obumbrado.
Numerosas e consijeraveis fram as Dossas per-
das nesteanno cruel.
A 19 de roaio falleceu na cidade de S. Salvador
da Itahia o nosso digno cousocio o c nselhoiro Dr.
Manoel Mauricio Reboucas, digno certiraante por
que a sua vida de 66 anuos pode resumir-se em
dua palavras qae sao dous monumeotos: trabalho
e honra.
Filho lgitimo de Gispar Peretj-a Rebougas e de
l). Rita Ba-ilia dos Santos; oasceu esse illostre ba-
hiaoo na villa de Maragogipe, onle a principio e
depos ua capital da eoto capitana da Baha
apreodea as pricneiras letras, lando porcompanboi-
ro seu irraso, o no?so venerando coosocio o Sr.
conselheiro Ur. Antonio Paraira Rabougas, e qua.n
do se preparava para comecar o estado da liogua
latina teve de acceitar, com autorlsagao de seu pai,
o partido, que ihe fez o escrlv oda provedora dos
ausente*, capellas v rasldaos dos dor? termos do
Maragogipe Jaguaripe, e do acompnha-lo a essa
segunda vili, como seu esi'.revente.
Em 1814 Minoel M-.uncio Ret>ouc*s voUa da Ja-
goaripe para a c.iptal, onde se empregou ainda
como oscrevfote eai um dos carinos d-i labeilio
do judicial e- notas, como dep m no mesmo carc-
ter, ja' porm juramentado, era cartorio idntico da
villa da Cachoeira.
Eis a simples historia da segunda infancia e da
primeira juventuda do nosso fijado consocio : a
educagao domestica a placenta do eoraeao : Ra-
bougas recebera de da o bergo as inspiragoas da
virtude : mal passara os 12 nnos, cumprira a le
de Deus dada ao prineiro nomem, a lei do traba
loo: menino anda, se agigantara pela conscioncia
do dever, e compr^hendara que o homem laborioso
basta para si: oa tufancia aiuda, ja' se muirava
capaz de comprar o seu pao com o prolucti do
proprio labor.
Realmente baile o exemplo dessa menino es-
crevente de canario I Ha nesse nobilissimo tra-
balho de criaoga-homem urna ligo da alia morall-
dada e um epigramma vivo, penetrante, que vai
tocar profond im-nt um i das tristes anlermidades
do eslido, a lamentaval omprego mania, impdica
exploradora do pairouato, que tola o oni parte
coosegae transformar as repartigSes publicas em
suave viveiro de nao poucas inutilidades.
Mas ahi vera ostrondosos acontsciraentos que-
brar a peona do escrevente e dar-lhe em troco no-
bre espada temperada as forjas do patriotismo.
A gaerra sama da iudepeudeucia romper na
eidads de S. Salvador da Baha com a lula os das
19 e 20 de favereiro de 1822, que easaoguetou as
ras da primeira eapital do Brasil; a bravura dos
patriotas nao pidara vencer as tropas aguerridas
do brigadeiro Mader*, e, semelhante ao mar em-
bravecido, que, enrolando as aguas espumantes,
recua para em breve arrojar vags mais ptenles
contra o dique sobarba que lala reoresa-lo, a
cohorte heroica dos niepeuJentos deixou a cidade
ao inimigo e foi hastear no interior da provincia a
baodeira gloriosa da liberdade e da honra.
Maooel Mauricio Rebougas mostrou se ao lado
do seu benemrito irmao, o venerando veterano da
independencia, qae com sua familia se retirara
logo o dia 20 do fovereiro para a famosa villa da
Cachoeira. Desde enlao at o Ora da guerra, fevereiro da 1822 at o faustoso 2 de julho de1823.
o Ilustre brasilairo servio iucessaotamaote *cau-
sa da patria cora a dodicagao e a energa do mais
preclaro civismo.
Recordemos alguns dos ssus felos.
A 25 de jaoho de 1822 foi solemomenfe acla-
mada na villa da Cachoeira a regencia do principe
real o Sr. D. Podro, o urna barca caohooelra iuzi-
taoa, qoe oceupava o porto para impedir o mov-
memo revolucionario, fez fogo de metralba e de
bala sobre o povo o a tropa, que desfllavam na
praga da villa depo^do Te.eum em acgodegra-
gas por aquella fAto acooteciment. Tres dias
apeuas mediaran) entre o iosalto e a desafiroota.
Mauricio Rebougas alistase" soldado voluntario
cora outros joveos pairiotasjfe a 26 de junbo, acom-
panbando bravos combatentes qoe vo em canoas
abordar a caohooelra lozltaoa, turna parte em ama
peleja travada nos horrores da ooite : vivo o fa-
go e desesperada a hita, qae acaba emflm com a
reodico da canboneira, fleando prisioaaM o seu
commandante e quantos da guaroigSo sobreTi
ao combate.
E a iui, Incidentalmeate erabora, seja-aos per-
raittido o pagamento de am oatro tribato sagrado:
entre os jovans vclooiarus compaabeiros de Mau-
ricio Rebougas contarara-se os denodados irroos
Galvo, um dos quaes, Jos da Rocha Galvio, qua-
renta e qnatro annos depos, velbo neroe como fora
mancebo hroe, em 1866 dea a vida pela gloria e
honra da patria em outra gaerra tambara santa,
aa batalba de Toyuty, a 24 de maio.
A peleja nao tioba extenaado as torgas de Mau-
ricio Rabougas : i meia ooite recebe da joma pro-
visoria e de defeza, de qae era secretario sea be-
nemrito irmao, ordem de Ir em commissio a'
villa de Maragogipe para providenciar ahi a aecla-
macao qae na Cachoeira tora celebrada do da
25 : o patriotismo tem velocidade elctrica : no
da seguate o rdante emlssario trazia de volta a
acta do prononciameoto de Maragogipe.
Em bree nova e mais ousada empresa Ihe la
cumbida pela junta: compre Ihe ir arrecadar na
ilba adjacente Barra Falsa grande numero de
barris de plvora ingleza alli guardados, e, com-
man Jando ama atrevida fliilloa de candis, realita
que cruzavam entre as linas de Itaparlca, do Mallo
e da Barra do Paraguasso'.
Mauricio Rebougas cooperou ainda na organisa-
?o da companhia de viluntarios patriotas denomi-
nada Bellona. e d'ella fez parle com praga da m ;i
pies soldado; exerceu na villa da Cachoeira, sJe
do governo da provincia no reooocavo, o lugar de
escrivao do commissariado de bocea at maio de
1823, passaodo para o exercito. oode desempe-
nbou a mesma coramisso al o flm da gaerra.
Com o triumpho da. patria arrefeceu o ardor
bellicoso de Mauricio Reboucas : nao pedio, nem
leve premio, nem pensou hav-lo merecido : cora-
prehoudau que ilnha curaprido um dover e que
lava assaz premiado com a inaepeudencia da
rado, rgido at a exagerago em materia de eos
turnes ; viuvo, sobraetleu-se ao seu infortunio :
tinba sido sraente pal at entio ; tornoa-se pal
e raai palo amor; mas, obedecendo ao sea carc-
ter, aba fia as emogSes da teroara e fez da soa
, > Jsteridada a base da edacago dos fllhos.
A seraeateira prodazio os seus frailo; naturaes,
e oa vida do nosso venerando consocio encontra-
remos os resultados dessa regidor escrupolosissi-
'ma, qne, a par de ootavels DdiieSdOB, offerece
i tambem alguos ioc invenientes, em lodo caso sem-
pre menos nocivos a sociedade, porque a socleda-
de oauea soffrer gravemeote pelo excesso na vir-
: tade.
Os primeiros raestres de Jos Affooso, os de
priraeiras I -tiras e da latim, foram da tempera de
torra do seu bergo : daspio a larda e eotregou sua j sea pai, e deixarm por isso e pelo sea merec-
be la espingarda de voluntario : modesto Cincinato| m'.nto oomeada, qoe perdara ainda : charaavam-
em sua acanhida posigo social, retiroo-se doeam-; se os padres-raestres Agostiobo Jos da Silva e
po dos combates para o campo do trabalho hones i Fidelis Ferreira Paradella. A edocaglo rigida i,
to, levando o corago beatirlaado pelo sorrir da: pois, em bora camlnbo.
consciencia satisfeila. Em julho de 1820 Jos Aff raso foi mandado para
Em 182i o nosso digoo consocio entrou no con- Minas o enlrou no collegio de Nossa Senhora da
curso de um dos offlsios de escrivao do judicial da Mi dos Homons, o famoso collegio Caraba, que
Baha, e foi prvido com procedencia aos outros
coucurrenles; seudo-lhe, porm, embargada a
caria do provimento co transi da chancellara, fl-
cou ella sem effaito, restituiodose ao offlcio o pre-
cdante serveotoario.
Esta cantrariodada veio abrir nova carreira a
Mauricio Reboucas, qaa resolveu ir a' Franja e
abi formar-sa era medicina ; nao Ihe sobravam os
meios para tao grande empenho, mas acudi em
seu auxilio o amor frateroal de qaera alo oasare-
mos ollender a modestia ; dlfflsulda les de outro
era dirigido pelos padres congregados da missao
de S. Vicente de Paulo, vlndos de Portugal no rei-
nado do Sr. D. Joao VI : all o joven Fluminense
sentio acender-se em sua alma a vocagao para o
sacerdocio, pedio para entrar oa coogregagao, e,
nao teodo ainda acabad os seus e-tu los, foi a
ella incorporado, tomando ordens em Mariana.
Depos de ordenado e de concluir com subido
louvor o seu curso theologico, Jos Aff raso sahio
com outros padres congregados a missao, percor-
reu com elles grande parte da provincia de Minas-
genero coutrariavara anda o intento do nosso esti- Garaes, que foi theatro de seus mais bellos triam-
raavel coosocio : sua educagao litteraria fra io-'phos da mocidade : do alto da tribuna sagrada-
terrompida o teara limitada ao conb cimento da pregou o evao>r!ho e atacou o demonio aa parver-
lingua latina eao da (raoceza, no que podra dar- sao los costuraos; nao foi fantico, nem se oos-
me o estado particular sem direcgo do proossor;
que porm, impossivel ao trabalho e a' energa
da vootado ?... em poucos annos Mauricio Rabou-
gas conqnistou em Pars a carta de bacharel era
trou desabrido, falln mus da misericordia de
Deus do que dos horrores do Inferno, e cora a
eloqueocla da coovicgo, com a poteole rhetorica
da cruz, que a verdade simples, a piedade,' :
letras, de bacharel em scieocias o de doutor em I caridade, o eo abarlo a todos osos fies e a todos
medicina, e em 1832, quando se promulgou a lei j os arrependidos, fez ampia colheila de ouvelhas
creadora das escolas de medicina oo Brasil, eotrou desgarradas do robaoho de Chrisio.
em concurso o obteve a cadeira de botaoiea e de
Do pulpito passou ao magisterio, e no collegio
elementos de zoologa da escola fundada aa capital de Coogoohas do Campo, ama das depeodeocias
i soa provincia, e a exerceu por mais de cinco i do --' _-._:. '"*-* -
lustros, dando exemplo de rara assdutdade, pas
que someote deixou da lecciooar oos dias em qae
a morle dos seus mais prximos prenles o encer-
rou anojado.
Era 1846 foi o nosso consocio agraciado por S.
Caraga, ensinou com proveilo phllosophia e
outras mataras, comando por discpulos jovens
que hoje sao illustragdes e que oceupam altas po-
sigdes do estado.
Sahtndo aa coogregagao foi nosso veoerando
coosocie vinario collado da freguezia de Nossa Se-
M. o Imperador com n habito dsi cavalheiro da or I ohora da Conceigao de Congonnas do Campo, des-
Cruzeiro, em altengo aos servigos que | se mesmo lugar, oode com laoto brilho se illos-
preslara a' causa da independencia e do imperio
em 1822 e 1823. Anoos depois recebsu o titulo de
ooaseiooiro qae Ibe cometa conforme a lei.
No exercicio da clnica medica presin servigos
reaos a' hurnaoidade : a raedicioa era para elle
um sacerdocio, a caridade eslava sempre cima do
mieresso material : duraote as epidemias da febre
amarella e do cholera-morbos deseraaeohou gra-
tuitamente commissoes recoromendadas pelo go-
verno da sua provincia e pelo proprio corago.
Saina o segredo de descansar trabaituodo : em
suas horas do recolhimonto, escrovia : alm da sua
these, que traduzo em poriuguez o pubiicou na
trara no magisterio e de cojo collegio (ora supe-
rior.
Em 1840, vrado edrte visitar seas pareles,
foi iatado para entrar no concurso da freguezia
de S. Fraocisco Xavier do Eogenho-Velho, e nella
eff-ciivamente collado, apenas por pouco lempo a
oaroehiou, porque recabeu a eleigao de bispo do
Para, tenho 39 annos de idade. ,
as duas freguezias de que (ora pastor com-
preoeodera e satUfltera a missao de paroeho tal
como era sublime coocisao a define o inspirado
Lamartine : foi pai, irmo e amigo dos seus pa-
. rochianos, foi como deve ser o padre que recebeu
Baha, sobre a instituiQo dos cemilerios extra mu- o bomem no bergo para lava-lo cora a agua d i
ros, deixou-nos ama oora impressa em 1859 com o baptismo, que o acompanha era todas as frandes
le Edueacao domestica e publica, tratando j piases da vida, e qae erafim delle se despeda, de-
' positando-o na sepultura com as oragSas que o re-
commeadam ao co, depos do te-lo amparad i na
agola, recebendo a sua contrlcga e iliuminanilo-
Ihe o caminho da salvago com a tocha da (, e
com o balsamo a misericordia de Deus, que
raaior que toda a profuodeza dos abysmo* de lodos
os crimes.
Bispo eleito em 1843, recslheu se ao inosleiro de
S Baoto ; coulirmada a sua eleigao por bulla do
santo padre Gregorio XVI, de 24 de Janeiro de
1841, sagrado naquelle mesmo mosteiro pelo nos-
so tinado consocio o venerando bispo do Rio de
Janeiro, D. Manoel do Monte Rodrigues de Arajo,
coode de Iraj, ajadado pelo D abbade fre Mar-
cellioo do Corage de Jess, seguio para o seu
blspado, do quai tomara solemnemente possa aos
14 de maio de 1844 por procurago.
Logo depois de chegado ao Para, sahio a per-
correr graode pan- dessa provinciae da do Ama-
zonas, publicando um itioerario da sua viagem,
que aitesta quinto soffreu por falta de recursos, e
uuanto conseguio em proveita da f e da moratt-
dada publica e particular.
Na diocese reformou o seminario, creando no-
vas aulas, e entre ellas a da lingua tupy, oecessi-
dade evidente para a catechese e para os estados
aprofundados da oessa historia.
Como bispo e como amigo dos pobres prestou
os mais relevantes servigos por occasiao do horrl-
vel fligello do cholera-morbus: nunca ento o in-
timidou c receio da peste e d* morle, apenas li-
ona lagrimas para os soffrimentos hornveis de
a^us irmaos em Chnsto.
Quando se creou a provincia do Amazonas me-
receu o veoerando bispo ser espoolaneameoto
eleito por ella deoutado assembla geral legisla-
tiva, na qaal, porm, teve assento somenie doran-
te um aooo, porque a eleigao se proceder oo ul-
timo periodo da legislatura.
D. Jos Affooso disso apeoas se apercebeu :
nanea fra' oem foi depois persooagera poltico ;
podiara applicar se lambem a elle no qoe pos-
sivel e admlssivel a applicaglo as palavras sagra-
das do Crucificado : Regnum mtum non tst in
hoc mundo.
iverara
do desentioliimento orgnico desde a gestando at a
**w.tpaciio cml e poltica ; havia ja' escripto era
1833 um irabalho sobro a probabilidade de trans-
raiiilr-sa ao Brasil o cholera-morbus viudo da Eu-
ropa atravs do Atlntico; em 1860 emflm dotou a
sua proviocia com um carioso estufa dos meios
mus consentancos a prevenir nos sertoes di Baha
o flujetlo das seceos, e par causa Sellas a repettcao
dos estragos que os devaslavam.
Depois de tantos servigos, e quando na velhice
devia esperar cunsolages suaves no seii da fami-
lia amada qu ibe offorecia o thasooro de urna es
yosa o do qnatro flibas, vieram ingraiidoas de ho-
rneas, aceros dosgosts da vida, anouviar o hori-
souta de seus al tiraos anoos: sua onergia eslava
gsta, o seu espirito nao pdda reagir, e reseutio-se
dos profundos golpes do mfortanio : alieuag5es
mentaes ioaiilisaram o homsm de lampara de fer-
ro, e por isso foi jubilado o cooselheiro Dr. Maooel
Mauricio Kebougas.
A cruel eofermidada paracia eatretanto respeilar
a iotelligeocia do nosso Ilustre consocio em rela-
go a' sciencia por elle professada ; porque Mauri-
cio Rebougas escrevau aluda no maio de seus pa-
decimentos ama volumo-a obra, que, confiada ao
exame e a' apreciagjo do omito disuado Dr. Fran-
cisco -la Paula Candido, seu compaoheiro de eslu-
dosemPari> e cousiaole amigo oo Brasil, mere-
ceu que lo aut irisado e eompeteote juiz decla-
rasse que a lera com a mais viva satisfago por
nao eocoutrar o'ella raz5es para saspeitar a alio-
oago mea al do sea autor. lafolizmoole perdea se
essa obra de loogo folego, que fleira em poder
diquelle tambem nosso ilustrado consocio falleci-
do em Pars em 1865.
Eis ahi a vida do conselheiro Dr. Maooal Mauri-
cio Rebougas : labor admiravel da crianga-homem,
fulgente heroici lade de mioceno patrila ; solea-
da e.-pleadida de vario Ilustrado ; graode virio-
de, graode dever, graode sacerdocio : tres coreas
da louro vrente, cmgindo a fronle de um cidado
pobre que doixou ligo rica.
As duas palavras monumentaes que resumen)
sua vida pdera gravar-so na sepaltura que rece-
beu os seus restos mortaes ; seja o seu epilaphio :
irabalho e hoora.
O nosso lastiluto aeompaabou o clero brasileiro
no pesado lato vestido pela morte de um sacerdote
to Ilustrado como virtuoso.
D. Jos Alfonso do MoraesTorres, hispo resigna-
tarto do Pra', passou do maodo tormentoso a'
maasao dos justos no dia 25 de novembro de 1865:
fallecido oa proviacia do Mmas-Garaes, a infausta
Ujticia do seu passamento nao chegou nesse anno
a' capital do imperio a tempo de pagarmos ento
ao illustre aado o tribato qae devoraos a' soa
oobre memoria.
Jos Aff.raso de Moraes Torres, natural da cida-
de do Rio de Janeiro, onde nasceu aos 23 de *ja
noro de 1805, era Qlao legitimo do capillo de or
denangas Joo Affooso de Moraes e de D. Antonia
Gonstaocia da Rocha Torres, qul morrn, deixan-
do-o arada na primeira infancia, com 7 annos de
idade.
A mi de familia a grande preparadora do fu-
taro da sociedade, porque nos paitos bebem os fl-
lhos o leite que aliraeuta a vida, e oas suas liedes
suaves ensinadasentre carinos e beiji,no seu sen
tir no seo failar.noexemplo das saasacg5es,noscai-
dados.oa tolerancia cga, oo sabio telo do amor, na
graode escola emflm do lar domestico, oodo raai
o mestre mais oovido e mais querido da
iocessaote a rodea, recebera os Albos a
do corago, qae prodaz flores oa espan
oa vicios, cooforme a prudencia, a mo
oatareza do amor desse aojo dado
criaogas, e qa as criaogas chamara
Nascida oa cidade de Marianoa, na proviocia de
Minas Geraes, e all edcala na pratlca das virtu-
des cathoticas, D. Ant rala Coaslaoeia temperara a
severidade da edocaglo com as delicadezas lo sea
seto, os a natural dogura do carcter brasileiro,
e com o mais estremecido amor maternal : sua
morle foi, pols, ama calamidade para o esposo, e
para olto fllhos qoe Ibe deixava sem mi.
Joo Affooso de Moraes, natural de Lisboa e ne-
gociante oa capital do Brasil, era um desses typos
que j sao raros huje ; era o qae aioda se chama
o portogaer velbo, limpies, talve rudo, mas non-
Aotigos e loogos paoecimooios que baviam co
megado no collegio do Caraga, aggravados pelas
privagdes e pelos soffnroentos das viagens em visi-
ta da sua diocese. alteraran) ootavelmeole a sade
do venerando bispo do Para provavelmoate a eda-
cago rigidissima qae recebera de sea pai e de
seos meslres coacorrera lambem para eufraque-
cer o animo do ilustrado sacerdote ; escrpulos de
consciencia a cada momelo o assaliavam, comegou
alie a suppor-se sem torcas para carregar com o
peso do Pispado, descooflou de si, chegou a lar da-
vida sobre a validada dos actos que pralcava como
sacerdote, e a ponto de deitar de baptisar e de ir
ao coofissiooario ; de continuo recorra por carta
aos arceblspos da Babia, marque; de Santa-Cruz, e
ao bit -o oo R do-Ibes cooselbos; a respestas aesfaziam seus es-
crpulos ; estes, porm, voltavam de novo em bre-
ve prato, era um manyrio de consciencia, era um
santo corago era torturas; o manyrio, as torturas,
deviara acabar. Era l"57 o nosso veaeraodo caa-_
Bocio impetren da sama s a sua resignago do ris-
pado, que Ibe foi concedida.
A' 8 de jolho desse mesmo anno D. Jos Affra-
se do Moraes Torres despediose da soa diocese, e
a 12 desse mea retiroo-se para o Rio de Janeiro.
Era om priocipe da (groja qae acabava de ab-
dicar.
Nao temos, pela natureza official do nosso tra-
balbo, o direito de disentir e de apreciar a resolo-
glo tomada pelo venerando bispo do Para; respei-
Uraoso escrupuloso seollmeoto que a d-terminoa,
e nos limit mos a admirar a aboegago de qoem se
deprendo de tamas honras e de lio a zas, e de quera oio hesita em trocar a soa elevada
posic-lo de priocipe da groja pola de simples pa-
dre, oujos restos de vida vio perder-se em qaasi
Ignorada modestia. E' ao meos om -eiem^vlo de
desapego dos bnlbaotismoi huraaaos, qae nao po-
dem offuscar o simles corago do bomem candido,
cojos olho excltj-ivamente se voltaro para o co.
Em materia de consciencia oinguam pie ser
jais dos outros, cada qaal juiz des! proprio, e
MN
<-*.


---------
-">.H
fiarle 4e Feraamb^co

cima ooltfrzo Hendan;i s esta, sfcwpe ,e ,ty- '^^o-da^va,.........,.......
vanu sopremo, juizo de Dos. Wlnfllcofe fculTfouia Leo jnior....
Recolheudo-se corteo biaporeslgnalarlo da Pa-, Maooel Pires Perrelra...................
*X*\
Quinta felfa de Fevereiro e t&bl.
1)' .JJWll.
T, ne qolt ficar inactivo; er^ sacerdote, de Chrisiov
a sua mrsso so podia terminar cora a suavdaVfof
pedir isylo elrabalho no excellente e justamente
aereditedo eHegio de S-. Pedro de Alcaavara.no-
Ro-Comprido, e nelle lecciooou historia, latim e
ootras materias, seodo
rectores do collegio.
Mnp?| Flofdoardo Mendes Un.,.......
trineo Coelbo da Silva...................
Mnoel" Luiz d'Albuquerque Maranho....
FraneeBoo Carneiro- de LaceTd :....*...
Padre Vicente Pereira da Silva Guiraares.
5rs. padres Balva, di-, Jos tavaloantl Mariano Falcao...........
do na presidencia do Antete Loqrengo lodrigues Lona........
701 os pedem, para que cbamemo*av.|dteMit|i_
700 pectiv fiscal, assim corao da cantara u
e uum Iba vendes** a propria consciencia;.
ll'': -"" ww w imp' W-9Q* 9,1*01 com o dlnheirodo estado. no re
22 nos fl^i1i ;^,rwl*1 W--*nm2r.m*.49 ttlo de Deas. "o pdenos to
mt ^ ?. ? qa.e *e Pr*.***lWlW0 W*r, o a<4 andaramos de semelhaote terpea, se
ts atole)ros, que se ormam all, lego que cae ajai 4 naja pessoa fidedigna no-lo oo afilMBiel
* custa nos afflrina-lo I
697
695;la,9.ma^bDva; na verdad* temp^*jf|wlAtai &&*>
693 seter cuidado disso : 14 annos nao si
891
605;
605
532
525
500
mesmo, durante a ausencia do seo principal direc-j Maooel Francisco da Silva...............
ter, o Sr. cooego Paiv, eotao na joropa. {J^jquim Pmt) Pereira da Costa..........
Pooco lempo ezerceo all o magisterio o nosso Manuel Anaeleto de euza.............,
ventraod) consocio ; a moite do'gea amigo e con- j Reqae JaemUio de Olivara e Sooza.......
selbeiro o hispo conde de {raja, cansou Ine petar Fregoezia de. Muribeca.
to profundo, que se aggravaram anda mais os Mananto de S e Albuquerque...........
seos Iteommodos pyeteos e moraes; o clima de i Jos Carlos Teij^lra.................."
Petropoli offereceu-lhe sement passageirg allivio; Dr. Joaqun Etviro de Moraes CarvaHjo
o de Minas Geraes acenden Ih a ollima e dubia Dr. Demosthenes da Silveira Lobo...
esperanga que era, como a sua vida, dbil Nereo de S e.Albpquerqne
(lamina de-luz prxima a apagarse; debalde Miguel Mandes da Silva......
com effeilo procuron o hispo resigoatario do Para Luiz da Franca Mendes da Silva".'..'.'.'.".'.". 584
lenitivo e regeoeragao da saode mis Agut Virtuo- j9f Ignacio' de Lyra......
sos da Campanho, debalde logo depois fui pedir Eevo Jos Paes Barrete.'.'.'.'..".'."..'!!!
om e ontras as Aguas das Caldas na mesma pro- J0f Carlos Vielra Teixelra.............
vlncia eMmas; oseu dia derradeiro ta chegar e j. Rodrigues de OliveiraLlV Jaoir.'*
ehegoo, nao Ihe alendo a aroizade e os cuidados Hircolano Antonio de Moraes e Iva.....
...
591
580
588
584
do padre vigarlo Francisco de .Paula Trlndade, que
ohoipedra, e qoe o iralou como extremoso irmo.
Resignado e tranquillo, o nosso venerando con-
socio morreu como um justo; sua agona, nltimo
tormento do corpo, nao peaurbou a serenidade da
sua alma, que toda voluda para Dos, J parecia Joo Pr?ocsc^B~rg"s.*.r.'','.*r..'..'.V.'.!!!
nesse Iraose mais,em vos para o reo do que en; Maooel Antonio da Silva! aioriV."" '.'.'.'.
prlsao no iovcltorio do p4 que la ficar na trra. : Americo Coelbo da-Silva
1). Jus Aflonso de Moiaes Torres fol exaraioa- j Joo Mjnoel BaptUta___.V.V...V."'.'.'.'.'.'.
Liborio Gomes da Sil va.................
Jos Tbomaz dos Santos................
Manoel Francisco Edavirgens............
S83
580
79
578
575
572
dor ynodal na diocese do Rio de Janeiro, com-
mendador da ordem de Qbrislo. presidente honora-
rio do Instituto de A/rica era Pars, memoro hono-
rario da Actlemia das Bellas-Artes do Rio de Ja-
neiro e do losliliilo Episcopal Religioso da m*sma
cidai -, metptoro correspondente do Instituto Histo-
rico e Geographico Brastleiro, e de outras socieda-1 Uidro Lias CcelhVdoTs'ant'os*.'.". i!!.'!.'!! 532
deslitterarlas. LourengoManoel Baptista................ 520
Frnguezia do Rio Formse.
Maooel de Castro Madeira...............
Flix Coelho da Suva................... 570
Aogusto de S e Albuquerqae............ 566
Manoel Joaqulm Baptista Jnior......... 565
Jos Eugenio de Moraes e Silva.......... 564
561
560
550
548
547
844
543
540
536
533
Luiz Vital Coalno dos Santos.......,,....
Aiexandrino Jos Alves do Amorim.;....
Aotoaio Amando da Costa
Era irmo carinhiso, dedicado e excellente ami-
go; de carcter suave, sempre igo*l, paciente e
benigno; tmha no coracn.um altar de candade, e
no culto deeta virtude evanglica, que resume to- j0'srAntenro"de I
das as virtudes, engr-ndecia se aos olhos de Deus Pa(Jre U(
pela modestia com qae se ortava ao louvor dos
boaiens.
De vemos esclarecida jalelligencia do nosso n-
nado consocio dous livros de experimentada utill
dade : as Jiges elementans de cloquencia nacio-
nal, extrahidas da obra de Frauciso Freir de Car-
valho, impressas no Para eui 1851, e um Compen-
dio ie pliilosophia racional, pqbltcado na mesma
provincia em 1852, trabaltius coucieociosos e ins-
pirados por aquella nonre sentimento de aboega-
cao que leva o homem a esc ever menos para fun-
damento da sua propria gloria, e mais especial-
mente para proveito e riqueza inlellectaal da mo-
cldade estudiosa, trabalhos preciosos, era que o
autor se lenibra pouco de si. e muito dos cairos.
Tal foi a vida, taes Corara os ttulos do Ilustre
Brasileiro qae aos sessenta apuos de idade nosrou-
bou a morte. Seosivel e grande s raosira a perda
qae soffremos ; porqoe sobreludo D. Jo Alfonso joo d B rrQ- w""
Moraes Torres era ura padre, como deve ser o pa- > .....
Jos Aatomo Lopes.
Silvestre Rodr ues Piulo.
)mo de Leo.
uel Pires de Azevedo Falcao.
Maooel de Moura Silva e Aguiar
Joao Cjoco Cavalcante.
Bernardo de Aibuquerqua Gama.
Leandro Jos da Silva SanUago.
Amonio Mendes Ramos.
Jos de Deus Mooteiro.
JjaCavalcaoteTeixeira.
Manoel Bernardo das Virgens.
Iyo Augusto da Purificaeo.
Thom Bandeira de Fanas.
BuQuo Rodrigues da Silva.
Jos Baudeira de Farias.
Jo.- de Barros e Accioli.
Tj Augusto de Leo.
Viceute Hermillo da Silva.
Miguel Cavalcante Barrete.
Lino Carneiro Rodrigues Pinto.
Saturnino Jos Vienes.
Masculino.
Feminino.
o
* o
>
O
| I
O!
Masculino.
Feminino.
1
i
o
TOTAL.
SOS
Com effeilo, o govarno do paiz tem dsctdo
ullinjos pormenores da degradagioj
Corromper a consciencia do povo com dionetro
40 tte^ifU'p I Esperamos, entreunto, se esaa
lemativas-AB corrupeo, qaando sejam veuUdeiras,
0oJjos4Mlcancar o lucro dejado. Ja digal-
lade do poyo pernambucano haode quefcrar-se to-
dos eaeeftVMforgs da corrupeo f
FREGUEZIA D(.$..MM-
Qaem qjiirer assislir a um e^peeMcale cynteo,
dirija-sematriz d S. Jos, to tristemente profa-
nada pelas immoralidades da polica, e" do sea eo-
BOfteiro fistal. m i
Mais de 90 Inspectores cercara a mesa. O pobre
M
O.
2.

dre. o sacerdote de Jesus-Chnsto.
Fique ao menos como extmplo e ligo a vida
deste boin padre na poca em que entramos, ou
qoe j vamos atravessando, e que tanta virtude e
sabedoria exice dos sacerdotes da ig-eja catholica.
Illustre-sepdla sabedoria, exalte s- pela morali-
dade o pelas virtudes todo o clero brasileiro ; por
que um grande movimento geral no mundo, e um
ja mal abafado e importante movimento dentro do
nosso paiz preaunuuciara graves certameusno selo
do catholicismo. J.-o se disarga a realidade das
cousas, quando a evidencia dos Tactos faz da. A
sementeua comegada no seculo de Vollaire vai
talvez produzr seus ltimos (cuetos no mundo ca-
tbolico com o derrocamento e destruigo do po-
der temporal do papa.
S que aos fleis aterrados se augura provago e
derrota, sera triumpho da, f; o chele da reja, de
todo desprendido dos cuidados das cou realzara<> seu poder espiritual no exci.umsmo da
celeste'misso.
No mundo a forga que chega ao apogeo cede ao
impulso que a move, e quando nao pode subir
mais ctmeca a descer \ a escola philosophica que
ha dous seculos avanga de victoria em victoria, j
venceu de mais custa dos abusos que castigou,
dos aoachroni.-mos que destrato; o bera providen-
cial que poda fazer, a fez; smenle a verilade
que se eleva sempre, e que nao desee nunca ; o
catholicismo v,-. eutrar cm nova poca de espen
didos trinmphosjha de haver, porm, lula de ideas,
ncontrode doutiiuas, comb-te de e-pirlt % e
ureciso que o clero brasileiro se mostr na altura
j seu santo mioutetlo, brilhando pela sabedoria
e pela virtude.
E dentro do paiz nos temos dormido al luje
serano tranquillo no reg^go snavissirao da unida-
de religiosa, um dos segredos na integridade do
nosso imraenso Brasil em todas as commogoes pas
sadas e recentes; essa unidade religiosa, porm,
principia a *er individualmente fenda, do indivi
do pode passar s familias, das familias a ;ran
des massas da socledade ; ba missSes, ja se con
tam proselylos, ha pregag5es e haouvidos, e dentro
em pouco poder haver, e baver lula cora o ca-
tbolicismo ; sao os padres catnolicos que de arena inlellecmal ser os mantenedores da verdade
da nossa igreja; sao elles a quera cabe principal-
mente, pela siuples e brilbaote sustentaco das
santas doulnnas, e pelo esplendor prestigioso da
pratica de todas as virtudes evanglicas manier i
leso o rebaoho de que sao pastores, e nao consentir
que se desgarren! innocentes ovelhas.
(Continuar se ha )
Joaquim Bernardo Correa.
Felis Venancio Machado.
Francisco Mauricio de Mello e Silva.
AgjstiQho Vteira Cavalcante.
Heruioge;;es Perr-ira de Sani'Auua.
Dr. Fr.ncisco de Caldas Lios.
Jj.ao Manoel de Barros Waoderley.
Tnomaz Lios de Barros Wanderley.
francisco de Gouva e Souza.
Joaquim Francisco Diuiz.
J"o Baptista Paes Brrelo.
Tnomaz Lins Caldas.
Leoncio Ribeiro Campos de Vasconcellos.
Jos Luiz de Olivara.
Jo-- Iguacio dos Sanios.
Augusto Rufino de Almeida.
Manoel Jos Bandeira.
Antonio Jos da Caoba.
ADVERTENCIA.
Na totaldade dos doentes existen) 170, sendo 99
tiomens e 71 mnlheres.
Foram visitadas as enfermaras estes das :
As 9 1|4,6 1|2, 6 |4, 6 l|2, pelo Dr. Ramos.
A's 9, 10, SO, 9 1|3, 10 l|2, 9 112, 9 lil, pelo Dr.
Sarment.
Falleceram:
Manoel Anselmo Domingos Gomes, apoplsxia.
Marii da Paz, tubrculos pulmonares.
Zacaras, gasiro interne.
Jos Fernandos, hemorhagia cerebral.
Rosa Maria da Conceigo, tubrculos pulmonares.
Francisca das Chagas, anemia.
Anua Joaquina do Rosario, tubrculos pulmonares.
Passageiros do brigue brasileiro Belizarto,
sahidopara o Ro de Janeiro : Victorino Pinto
Teixeira e 1 escravo a entregar.
REPAfiTiQXe da policia. Extracto da parte
do dia 6 de fevereiro :
Nao houve priso alguraa no dia 5 do correle.
O chefe da 2* secgo, J. G. de Mesquita.
omem do povo v.se accoauneiudo por todos os Uvelra Lobo, se nao tiesse Hdo' antes essa tirada
''do corajoso poeta, havia de assustar-se de to feliz
lembranga I
O Exm. Sr. Silveira Lobo faltendo com todo o
necessario ao sub ebefe da liga de Pernamboco I
Isto ser fargolice oj impudencia 7
Responda o Sr. Feiinto, que hornera para tudo,
depois de haver sido nomeado ebefa de polica do
brioso Pernamboco I
Oo degradago I

PEHNAMBUCO
REVISTA Orr.a

Apparecea hoatem ao escarecer, ao norte, um
vapor de guerra brasileiro. Deve ser o Leopoldma,
de volta de Fernando de Neronha.
Pelo juiz municipal da 2.* vara somos ante-
risados a declarar cm ralilicago-a' noticia dada
hootem, qae nenhum motivo fez-lo passar o exer-
ecio de seu cargo ao prirnoiro suppleote : ba ven-
do aquello juiz obtido luenga da presidencia nao
entrou no gozo dVlla; e tendo honlem ido em
commisso fregu^zia do Pogo da Penella achou-se
anda dentro de seu termo.
Tem boje lugar, a's 7 1/2 horas da tarde, o
levantamento da bandeira da festivldade de Santo
Amaro, em sua capella das Salinas.
O prestito sae da cidade nova em direegao
aquella capella, indo a bandeira embarro trium-
phante com alas do senhoras e acompanhamento
da banda de msica marcial do 3* batalho da
guarda nacional deste mnnicipio do Recife.
As respectivas novenas comegam amanhaa, sen-
do acto festivo no dia 17, no qoal ora o Rvd. Sr.
padre Leooardo Jone Grego. O acto festivo encer-
ra-se com urna ladaioha a' noite.
Ha cavathadas a' tarda desse mesmo da, e no
seguote a' noite queima-se um excellente fogo ar-
tificial.
A irmanJade de Npssa Seobora da S iledade,
eracia em sua Igreja da fregoezia da Bja-Vista,
solemnisa a festividade da mesma Seobora, no do
mingo 10 do correte levaotando a bandeira oa
vspera pelas 8 horas da, noite, com masca mar-
Freguezla da Luz.
Vigario Ignacio Alves da C Soulo-mairr.
Dr. Virgluio Carneiro da Cuoha Alboquerque.
Joo de Azevedo de Araujo Pinheiro.
Jos Mendes Caroeiro da Guuha.
Jos Geminiaoo de Araujo Pinheiro.
Jos Mendes Carneiro da Cuoha.
Joaquimde Arauj" Pinheiro.
Braz Carneiro da Cunha Albuquerque.
Dr. Joo Severiano Carneiro da Cunha:
Manoel Cavalcante de Albuquerque.
Antonio francisco C bral de Mello.
Geone>io de Assis Cuerda.
Manoel Melquades Cavalcante.
Diogo Soares de Albuquerque.
Jos Nicomedes Corri de Vasconcellos.
Francisco das Chavas Martyr.
oaquim Coelbo Leite.
Jj.- Felicio da Cunha Souto maor.
Jos Coelho Pereira.
Na Luz algons eleitores (4) chamaram o juiz de
paz da freguezla da Gloria do Goila, e com elle es-
lo fazendo uraa duplcala.
Ao Benito, tendo o partido governista consegui-
do formar urna mesa eleitoral soa, eotendea a op-
po.~igao, composta de grande maioria dos votantes
da freguezia, nao disputar a eleigo.e por isso con-
cordou em ficar con os rupplentes, eneste sentido
foram lavradas as actas. Muito contribno, para
esle pacifico resultado, o Rvd. vigario da freguezia
e o coronel Cuuba Pedrosa, commandante superior
da guarda Daciooal e cooservader distiocto. Em
geral, os opposiciooistas, tanto conservadores como
liberaes se poriaram com muita prudencia.
Temos as seguintes noticias eletoraes:
Na freguezia de Santo Antonio encerrou-se o re-
cebimenlo de chipas, e urocedeu se contagem,
encootrando-se na urna 469 sedulas. Hoje come
ga a apuragao.
Em S. Fr. Pedro Googalves concluio-se a se-
gunda chamada, sendo adiada para boje a ultima.
Em S. Jos canttnuaram os trabalhos, encerran-
do-so a pnmeira chamada.
Na Muribeca faz a opposico urna duplcala na
igreja do Rosario, sob a presidencia do 3o juiz de
paz; coDUouaudo os urogressislas na matriz sob a
presidencia do 2a.
No Pogo proseguirn os trabalhos. com assls-
tencia dosSrs. Drs. Freltas Hennqnes e Jaclntho
Pereira do llego, co'mmissionados palo governo pa-
ra lospecciooa-los.
OSr. Mam el da Silva Jacorae Pessoanos pe-
de a publicado da seguinte rectificago ao que
honlem disseraos sobre o exame da urna da Boa-
Vista :
Na sua Revista de hoje, tratando do processo
eleitoral em diversas fregaezias, e qaando se refe-
ri a' da Boa-Vista, dizem Vmcs. que do exame a
que se procedeu na urna, resalten acbar se tudo
era ordem ; e, como fosse eu um dos signatarios da
representa gao qoe den lagar a esse exame, teobo
necessidade de pedir a Vmcs. que se digoem fa-
zer publicar a declarago que se segne :
Os quesitos sobre que versoo o exame foram os
seguintes1:
Communicados
Partido conservador.
Quando os governos esquecem os principios da
moral e do pudor, para sacrificaren) ludo s vistas
enteresseiras e facciosas de sua conservagSo, pre-
ciso que os povos se dispcnbam a presenciar todas
as coosequencias de ama poltica de violencia, e de
corrupgo, de urna poltica intolerante e cega, alheia
a todos os bros e honeslidade I
De abuso era abuso, de villana em villana, de
degradago em degradago, os governos a quera
urna vez desamparou o espirito de justiga, de rec-
tido e de morajidade, nao podem retroceder
com facilidade no camiuho, que os leva i ultima
ruina, em que nao raro arrastam as nagoes guer-
ra -civil |
Os goveru >s desta escola depois de, na sua ce-
gueira, cmmetterem toda a sorle de atrocidades,
inlentam a lodo o transe, nao s justific -las, mas
decretar-llies a apolheose, e cobrir de louros os que
mais se destinguem na pratica de lodos os flagicios
e desatinos, e nos alternados mais violentos conlra
as garaufas do cidado I
0< tactos ah praticados pelas autorilades e seas
agentes desacreditaran) a mais robusta situacao,
desmoralsariam o poder mais forumeate consumi-
do I E-.-i'- felos provocan) a indignago publica
contra aqnelles qoe, ioexoraveis para com os ad-
versarlos, fazem profisso de tolerancia para com
os crimes de sens clientes e parciaes, e que cifrara
toda a razo de estado no mais (Ilimitado relaxis-
mo, e no mais vergoohoso apadriobamenlo de to-
dos os ioiaresses ignobeis I
Nao se menoscabara derte modo os foros de ci-
vilsagao da um povo. Nao se ollrajam assim os
pric :ipios.da liberdade. Nao se rasgan) impune
raeite [odas as paginas do cdigo sagrado, que a
nago joron. Se nao querem a tribuna livre, sop-
priraam a tribuna. Se nao querem o rgimen re-
preientaiivo, >uspeudam aexecugjda coostilul-
g;' com mais fraoqaeta, e decrelera o silencio dos
go'ernos absolutos.
I!a?ia de insultar a dig-nidade Ja nagao cora esta
m lacerada eleitoral, que se repeto em cada qaa-
trnio. Basta de hypocrisias e da embusto?. Bas-
ta de comprometier o imperador com o paiz, e o
p;iz com o imperador. Basta de estragar-se a mo-
ral do estado. Basta de fazor-se do poder publico j Sr. Dr. Freitas
um triste ludibrio das turbas. Basta de dourar se
com os noraes da liberdade e da coroa lado o que
lados. Ou ha de volar com os inspectores, oa ha
de expor-se as suas ameagas e bald5es I
En quaoto dentro do templo se exerce essa es-
pecie de piratera, fora andam os messageirus da
corrupgo, allieiando votos por dinheiro, como em
tempo se demonstrar, de modo a nao deixar du-
vida I
E de quera ser esse diebeiro ? Ser do Sr. ba-
rio de Villa-BellaT-.Aiii.ioSr. Feiinto f E' men-
tira ; voz publica, qae sabio do thesooro nacio-
nal I
Nao importa, a briosa populago de S. Jos nao
recuar ja raais diaote da eorrupgo, e da amega.
A opposlgo ha de por um triumphar. O proprio
engenbeiro fiscal j se confessa vencido, e di; que,
toncara teimar. Mas ha, de teimar aleo fim,
nao para vencer, mas parajwrurpar. S 0 o-
verno qum assim procede I
AF0GAOOS.
Cansa pena o contrista a lodo o cerago brasi-
lero vr a perpetua desberdago do todos os direi-
tos polticos em que jaz coodemuada a populara >
daquella freguezia f Afeados na sua quasi tota-
ldade composta do partido conservador. Emse
fallando em elelcdes, os briosos Afogadenses sor-
gemem cardumes a tomar parle np pleito. Eoihu-
siasmo. oo sabemos qoe haja maior nem mais r-
deme em populago alguma I
Mas tal a sua infelicidade, que por mis,,que
lide e e esforc para laucar os seus votos.na ur-
na, nunca ihe tem sido concedida essa draga I Co-
mo em 1863, a populago de Afngados deixa era
18.67 de coocorrer para a escolha da representado
nacional I
Affronta/la pelas bayonetas do goveroo, que Ihe
impedirn) o ingresso na igreja, ve.o aquella brio-
sa populago era corpo ap palacio da presidencia,
pedir Ihe misericordia contra os excessos e desre-
gramentos da polica Toda esta eidade testerau
nhou a innundagao de povo, que no da 4 do cor-
rente eob.io o campo de palacio, na melhor or-
dem e no maior enibusiasmo. Mas que despacho
taye sua justa reclamago T Que a mesa era so
berana era saas decisoes.
E la' voltou a populago dos Afogados triste, e
raagaada, sem encontrar outro abriito, que o seu
proprio bom sens o, que Ihe, dieta va suffocar na pei-
to todos os impelos da mais justa represalia I
E assira, ficou a igreja de Afogados vasiadeseus
legtimos volantes, e entregue a' meia duzia de
Inspectores e caceslas da polica, que, escudados
na forga armada posta na porta da matriz, execu
taram todos, os latrocinios eletoraes, ordnalos
pelo decantado J E oExm. Sr. consetheiro Silveira Lobo nao sent
remorsos de nao haver attendidos reclaraagoesoos
Afogadenses T
Illpslres Afogadenses I Recolhei-vos s vossas
casas. Deixai que passe a jostiga de Deus. Um
oa, que nao estara' longe, haveis de exercer livre-
mentecs vosses direitos.
Nao crivel que urna cmara eleita sob tal
presso e oppresso, nao seja dissolvida l
**a^.co)i ast4o.de teoeate Pl-
foelredo, procarado evitar qje o povo entrasse
para a lgre|a antes da formagio da mesa parocbal,
conseguio o-povo ser admitid.) a entrar, orgaol-
saqdo-s* a mesa, e prosegninio esta regularmente
nos trabalhos da eleigio..
NAO LAMENTBS, I0KTA, O TU BSTABO.
>t. Araojo Barros oa de pr-se soopro n re-
aJ?,0T h-n. Jornal da Rtcife a attenuar a
derrota dosseuwn. Gomua com falsa imouacfi
ao digno commaa4nte apenar lnterlftTiran.
do-o mancommoBo ^0 a otMAsicaoToara em-
metier excessoa^as eSfcs rTpoVquI smSTo
nosso powa con, a^lwwga., r.u turoo, espera que a.foiyira cara Iba bada ap-
provar a sua desamparada uplifeta do Amparo f
E o ar de escarneo com que diz o Sr. Araujo Bar-
(ios, que o,jBk*. ^*ilwra.Lobo.ibe Wteu com
loao o necessario para a soa elei5o I O Exm. Sr.
robas e 20 libras ^e asucar brapco, 283
barricas e ti t-saceos con *:8?9 arrobas e
30 libras de dito masca val o, 4 dito 4 arro-
bas e- 20-libras de ilgodao, 3 cascos 44
medidas de ai?oardrol,"7W ditos 28:83d
ditas de mel, 158 saceos. 676 arrobas de ca-
f, 561 meio8 de sola, 38 eixos de sicopi-
ra para carro e IfeOOO bvutos.
JSCEEDOfllA 0rRE|fiAS INTERNAS
OMAfift. .
jsj|iW>jte dedyUg -..... :U4-'C7
Uen 4o dia 6
......
876*000
3:020iUt57
Wfnvmw^'jf
-
Pubiteatfoes a pedido
Garas prodigiosas e adnicaveis piedii-
zitlas pelo uso A jurnb'eba.
Passagem da Magdalena 24 de Janeiro de 1867.
Illm. Sr. Joaquina do- Almeida Pinto. Eslava
soffrendo de inQammagao no ligad > a ponto de
privar-me de ir para minJias obngagdes qaando
fui aconselhado que nsasse do vinho de jurubeqa,
e om emplastro, antes da concluir os remedios
achavamo forte e sem sentir o mais leve lacom-
modo, ti' Je acho-me perfeitamenle sao.
Portante o viDho de jurubeba um remedio po-
deroso para combater o mal do Bgado. De V. S.
atiento venerador e criado
Manoel Alves Pereira.
MOVMEiYTO DO PORTO
Navios entrados no dta 6.
New York por Maraoho-34 dias e da nltimo prr-
lo 5, vapor americano gduard Bvrrett, de 800
toneladas, oipitao C. G, Qiadw.ck, equipsgem
24, en lasiro ; a Heory Forster 4 C.
Rio de Janeiro-18 das, batea lagleza Pf.ttKe-
rance, de 883 toneladas capitao Joan QoUu-n-
ou, quipagem 14, em lastro ; a Souttul M.ji-
lo is & C.
iVat?iO tahtias no mesmo dta.
Rio da JaneiroBrigue brasileiro Beltzari o, capi-
Vjo Miuoel .Caudulo Ferreira, carga s ssuc r e
outros genero?.
Ilha de S. Miguelgancho portugoei Gtorgense,
capitao I M. aiiqaeira, carga astufar e outros te-
neros.
Liverpool pela ParabibaBrijjjaa ipjlez Peto neo;
capitao Kidd, em lastro.
EDITIS.
POgO DA PANELLA.
U Sr. Aristides Padre, contina a mostrarse dig-
no agente do Sr. baro de Villa Bella. Com o maior
desfagaraento ba recusado votantes, com qaem por
rauitas vezes lem dansado o samba, cooform3 lne
langam em lceos mesmos votantes 1 Por parteda:
liga al honlem ao meio dia s se tioha aprsenla-1
do ura individuo, e este era um phosphoro, que lo-
go sahio corrido pelas vaias da populago I
Apreseotaram-se hoja na mMm 30 pragas por
ordem do governo, e a disposigao dos Srs. Drs.
Freitas Henriques e Pereira d i Reg, incumbidos
pelo mesmo goveroo de inspeccionar a -. archa
da eleigo. Applaodim >s de corago a preser.ga
dessa forga, e desees magistrades. Sao garantas
para a opposigo, que s quer que a deixem votar
livremente.
Se o Sr. Arislides dentro da igreja recusa desca-
radamente os nossos votaotes, fia o Sr. subdele
gado Breves (quero o dina I) procura com todos
os seos inspectores violentar o povo, que alias Ihes
vai resp indendo com as mais heroicas repulsas I
Em fim, decididamente ba de a opposigo trium
phar naquella freguesa, onde s por obstinago e
por cegueira quer o Sr baro de Villa Bella, que
venga o seu alter ego I Eeganar-se-ha, porm. So-
brara bros populago do Pogo daPanella, dirigi-
da por chefes illaslrados, abastados e prestrnosos
P. S. Hontem as 6 horas da tarde recebemos
noticias do Pogo da Panella, que nos duem haver
continuado o Sr. Aristides padre a recusar tenaz,
e caprichosamente os votantes mais conhecldos da
fregoezia I
As recosas se tornaram lo escandalosas, que
nos consta baver-se profundamente indignado o
Henriques, coja booestidade nao
podia suportar taoto e taroanbo escndalo I
Nao crive
N. 358. Imperio. Aviso da 28 de outubro de
1836.
Declara que, compondo-se s assemblas paro-
cbiaes, somente dos moradores das parochas res-
pectivas, quahtlcados votantes, nio podem protes-
tar, reclamar oa por qualquer modo ingerir se
nos trabalhos das mesmas assemblas. Individuos
que nao estiverem n'eslas clrcumstancias.
1.* secgo.Rio da Janeiro- Ministerio dos ne-
gocios do imperio era 28 de outubro da 1836.
Foi presente a S. M. o Imper.dbr oofflcio de
Vmc. de. 10 do crreme mez, consultando se os
cdados nao moradores em uraa parochia, nem
quaiineados nella como votaotes, podem ingerir-se
nos trabalhos eletoraes, requerendo, descutindo,
protestando, ele. O imsrr.o Augusto Senhor con-
fornando-se por sua immediata resolugao de 23 do
correte, com o parecer da secgo dos negocios do
imperiodo cooselho de esiado exarado em coosul
ta de 17 do dte mez.
Ha por bera mandar declarar que, compondo se
as assemblas parochlaes somente dos moradores
das parochas respectivas e dos vota ites qualiflca-
dos em cada urna 'ellas, no se podem apresentar.
protestando, reclamando, ou por qualqaer modo
iugeriodo-se nos trabalhos eletoraes das mesmas
assemblas, os individuos qae nao estiverem nestas
circamstaocias ; Isto que alm de nao seren
moradores da parochia nao se acharera incluidos
na lista da flualiflcacV, curaprindo aos presidentes
das- mesas parcblaes proceder nos termos do pa-
ragrapbo 1.* do art. 47 da citada le, contra os
que infriogirem aquello preceito, e por qualquer
forma perturbaren) a eleigSo.
U que communico para seu coohecimentoe exe-
cugao.
Deus guarde a Vmc Luiz Pedreira do Como
Kerraz.
Sr. juiz de paz mais votadj da parochia de San-
ia Rita.
GOMSEaciO.
. que a eleigo daquella freguezia
de mais repugnante aos olhos da consciencia, e da continu a ser feita sob a pressao aviltante do
razao. Basta, rail vezes basta, de illudir-se o povo Sr. Arislides Pudr I Nao crivel mesmo que o
Exra. Sr. conselbelro Silveira Lobo.que taniaimpar-
cialidade promettea a opposigo, consinia que a
quasi tolidaie daqaea freguezia esteja era lula
com ura homem desabrido, sera neDburaa popula
ridade, como alarmara .seus amigos mais ntimos I
Insistimos pela continuagao da presenga all do
Sr. Dr. Freitas Henriques, oa mesmo do Sr. Dr.
i Feiinto, que deve presenciar o resultado da su
obra.
com esses arrebiques de liberdade 1
E' preciso que sa diga bem alto, que nao temos
majsjio Brasil sysiema representativo, e que as
eleigoes nao pertencem mais ao povo, mas sim ao
governo, que, com a corrapgSo pecuniaria por um
lado, e cora as coacoes e violencias ppr ootro, inu-
ttlisa todos os esforgos da opposigo, qua v-se na
triste alternativa ou de abandonar o campo ou de
langar mo das armas 1
_E' preciso qae todos nos desengaemos de que
oo ha segaraoga pessoal, oo ba liberdade era
poltica, oera civil, oo ha ordem, nao ba respeito
8. L0URKNC0 DA MATA.
Contina a lucia Daquella freguezia, mas sem
pela l.ei, nem acatamenlo pela autondade, por que! resultado provavel. O lente-coronel Luiz Fran-
esla lera sido a prirael.a a abandalhar-se, trocando
as insignias da sua augusta magistratura pelas ar-
mas prohibidas do baodoleiro. Nao ha pudor no
governo. Tanto Ihe custa promelter somraas e
sommas de garantas, como fallar cynlcamenle
sua palavra. E quanto mais honesto e liberal se
ostenta abi algum mandarim, que de tribuno se fes
ulico, raais impudente e desptico se aprsenla na
pratica 1
Sim, nao nos mudamos. A roda do estado cor-
re fra dos seas eixos. O qae vemos com ppa-
t l. Se o cofre est completamente fechado.
2o Se a uroa est fechada e lacrada oa forma cn,a galardoada corao beoemerito servigo
da le.
3. Se deotro do cofre on da urna so acham
cisco coo.tioa a escarnecer de todas as ordeos da
presidencia, no tocante dissolago da fifga, que
acintosamente conserva em altitude bellica ao re-
dor da matriz f
Como telera esse insulto s suas ordens o Exm.
Sr. conselbeiro Silveira Lobo? Qoe papel faz S.
Exc. na provincia T Onde a sua lo decantada for-
ga de vontade?
- Desengaaemo-Bos; o tenenle-coronel Luiz Fran-
cisco tem o privilegio do abuso. Tem commettido
lodos os crimes naquella freguezia, como voz pu-
PR4AD0 RECIFE O DE FEVEREIRO
DE 18)37.
As 3 }i botas da tarde.
(Hontem)
Algodao 1" sortei o 200 puf anona.
(Hoj-.)
Cambio sobre Londres-90 d|v i\ !. por 1.
Silveira,
Presidente.
Macedo,
Societario.
Novo Banco de Peinamtinco.
O Novo Banco descoma letras de praso al qu-
tro mezes a 8 0,0 ao anno, e de maior praso
10 0|0
NOVO u
N4H8UC0.
0 novo banco paga o se-
gundo dividendo de 4,4 0[()
da niassa fallida de Joaquim
Jos Silveira.
Cixa hlia! do \n\WD du Brasil em
^ernambuti atis 1-0 186".
De ordem di directora se faz scieote acs se
nhores accionistas qne o thesoureiro esta' autori-
s id j a pagar o 26 dividendo das aeges desta cai-
xa a razo de 12.
O guardalivros
Igoacio Nunes Crrela.
ALFANDEGA.
llendiraente do da 1 a o ......... 119:927*535
ldemdoda6................. 24:335*248
144:26J1803
MOVIMENTO DA ALFANDEGA.
Volume8 eolrados com fazendas..
c gneros.
'

cial.
Pedem-nos qae chamemos a alteogSo do Sr.
fiscal do Recife para o estado lastimoso, em qoe se
acta e becco esireit da roa da Cruz, defronte do
-cnaianz,pois que abi se observara, alm de'gran-
*. de qoaotidade de lama ptrida, diversos animaes
em estado de putrefaegao. '
- Chegon hontem a" tarde de New-York pe|0
M,rf'"-" be lo vapor americano Edward Eve
rett. de 803 toneladas, movido a rodas, que se des-
una ao servigo entre Montevideo e Buenos-Avres
mi sobstituigo do La Oriental, que ltimamente
all perdea-se. v ^eHl
Tem 175 ps de comprimento, 8 de largara e
10 de altura; e.cala 10.ps d,>gaacarregado. Pus
se accommodQoes para I50passageiros.
Nada adiania era. noticias, ppr traxerii diase
viagem.
i'i Acbam.se coocloids as eleigoes as fre-
(uezias abaixo, senda eteitoros os Srs. :
Freguezia de Santo Amaro Jaboalo.
Bario da Villa Bella.................... 781
Antonio FrauoiscoPaei da Mello Barrete.. 743
Jos Franeisco de Soaza Leo............ 743
t. Joao AoMaiodeSouza Leo......... 782
Manoel de Souza Leo................... 7J9
Antonio Pereira.diCiBii Lima 720
Dr. rel.ppedeSor;S.L,a"......... 7*8
Antonio de SouuUi^ Et........: 71?
Dr. Mignel Felppe de oott' Lea'0........ 71 g-
Joaqoim Mniotaa Pewira Viann.*.." 713
Jos desonza Leio........... ....... ,},
Jos Francisco Pereira da Sil va.......... 70
Vigario Manoel Esperido Muniz..'.'.'.','.'.', 703
todos os papis tendentes a' eleigo, inclusive as
listas dos votaotes que deixaram de acudir a cha-
mada.
4. Finalmente, se o numero das listas exfs
tenias na urna corresponde exactamente ao dos ci
dados, qua al hoje teem votado, em vista da lis-
ta da chamada, e das que se teem feito para se co-
Ohecer os votantes que teem deixado de acndir a*
mesma chamada.
<*A coznmisao verificou : i., que a urna nao
esteva complejamente lacrada; ., que os papis
nao eiiavam na urna nem no cofre, mas sin em
ama gaveta da rftssa dos trabalhos; 3., qae da
coofroutago dos papis, resulta va Ik> ver cdulas
de menos dentro da uroa.
< Dejxo ap publico a apreciago desse.ajMagre,
que tez desapparecerem cdalas da urna, qoaodo a
voz publica denuaciara a Infrodpcgo, de, mullas,
o que devia angra/miar e nao diminuir e numero
total das cequias; mas nao devo consentir que se
afflrrae que eslava Indo em orden, coa eamo falv
sam,eate iofor.ma,ram. a Vmcs, .flor isso.qae do^
exauM resultou o co.ohece^se o cootrario.
M mmo serjio publicadas as proprias decla-
ragoes. 1 keoraraissao de exame, e eolio ver-se
SnteTI K*'qae hBWe 6m iala?0 ao vioia
^ASST*h>ffiT- ~ *" **
Amaoba as il borw se extrabir
parte da lotera a' J-.*flcio das famil dos volun-
SP4W4 ( h Mad0 top^rfo
Amanba o Sr. Virgilio de Castro Ovelra e
Eiroa.Sra. D. Henr|qae|a SimSes da Silva, esa
roemulher do finado Francisco SimSes da Silva
mandara dizer mlssas, na matriz de Santo Anto-
nio, a's 8 horas da manhas, 7* do falleclraento
Para esse acto convidan aos amigos do (loado
Varios moradores da. roa. de Santa Cecilia
rencias de governo anarchia sen represso, anar-. blica ; nao boove nunca qnem Ihe fosse mo
Um dia Ibe cabir a casa em cima...
. s ideas
de ara partido, com > se podesso haver partido sino,
honesto, patritico, e at bravateando de progres-
la, que se nao corresse, dos escndalos que ahi se
coramettem las. do da I
E qaando dizemos, qae marchamos a passos lar-
5. gos para as scenas do traixo imperto, procaram in-
,. u-igar-
MURIBECA.
Nesta freguezia, a opposigo, qae compde quasi
a totaldade da freguezia, protestou conlra o proce-
diraente do 2 juiz de paz presidente da mesa e da
polica, e foi. sob a presidencia do 3" joiz de paz,
nos com o imperadorl proceder a eleigo na igrea de Nossa Senhora do
Miseraveis I Nao vades quejiao podem erini- Roxario da mesma povoago.
nigos do imperador os que Itupizem a verdde,- e Alm de nnllidades sabstaneiaes qae exislem na
procurara, abrir-lbe os olhos sebre os abysmos.qoe eleigo do jolz de paz, ncrtvel a raaneira por
(ha teodes cavado debaixo do tbrono I qoe precedeo este ao lotoito de compor a mesa a
Zombamos das vossa. intrigas ; nao cessarenos,saa Teigao. Cbegam o escndalo a pooto, oa apa
de djier, a, yer4a4e. j rago dos votos para a forma gao da mesa, de nac
-t m abrir, o refendo joiz de paz, as sednlas, a prohi-
tajcUEZu do bbcjfb. tip-absololameote qoe fosse Oscalisada a sna le-
As cousas all tea corrido eom mais pn menQS tura isto no meio das mais vivas reclamagSes do
' coilegio, por se ter observado, logo na leitura da
primeira,que os oomes escrtptos ttohara sido sobs-
llluidos por outros da parclalidade progresslsta.
O ryoj;rao desse juiz de paz ebegou a ponte de
guardar- em suas algibeiras as sedulas logo qae
acabava de pronunciar os oomes, que dizla lr, pa:
ra que pao se podesse verificar a falsidade de sua
Jejtura.
Assim obteve maioria ab^olnta da mesa, a gual
Volumes
c
sabidos com fazendas.
c c gneros...
323
454
-----777
164
533
67
e.
MlfiUri
Os pr^fressistat, reconhecendo qae a opposigaD
vai avallando em numero, amesgam pelo.sea alka?
do Boj-ges da Fpnceca arrebenur a nrpa. Nao
acredtanos qoe, apezar de to boos desejos, se
pratique esse escndalo, de qae.taivez sepao'saiam
bera os.seus autores. A prudencia ten sens limi-
tes. E se. o SK Feliptp n,So,cira dlante das sce^a$
de anarchia, que por abi pratica, o tn6i,parahjr-, a..lu. .. ^...v... .Ua,,u. u. t^*, y u
banp, as suas roarlas tumultuosas, a diguidade de combinagao com a policia fez prodazir logo ra
dos cidadaos nao ha de soffre_-lo. E qaalquer eon- d)s}prbte deram comeco 4 prlsdes de seps adver-
lieqaencia desastrosa, qua jjqs'sa havef,'ha de reca- arios a* pretexte de manuitenci"da"ordm-
bir sobre' > ".....A -- -----
brea caneca eqalaa, que f aprenden neste
mundo a escarrapicar a barba, e a. 8,er,v, de c-
telo ceg da liberdade, de qe,m senor, se (ncul-
eou sectariq '
Teriamos a lamentar nio pequeas desgragas, a
oo ser o procedlmento dos briosos soldados da
guarda nacional, qae desobedecern! formalmente
as ordeas do teneote-coronel, qae mandu.va calar
Tartufo f E ser elle o nico Urlofo J Nao ; bayonetas e carregar sobre o po'vo.
ba outros xartufps seraelhan.tes.e, qae felizmente ca I Por estes e otttros mplivos a opposigSp, raais pro-
da dia se desmascaram I dente e ordeira que os agentes do governo, conti-
P. S.Snabemos agora, qae na sobredila fre- coa os seas trabalhos na ja' referida capella.
Muribeca 4 de fevereiro de 1867.
(toezia, o Sr. Brasil estebaleceu de hontem para
boje larga compra de votos ; e que.tem praticado
essa hedionda mercanca dentro da propria sa- cna.
crlstia i Na freguezia de Una corre a eleigo pacifica-
Qae o Sr. Brasil comprasse votos con o seo di J mente, sob a presidencia do 1 jniz de paz, Mancel
oheiro, e em sua propria casa oa as roas, nio es ) Xavier Paes Barrete. Tendo a forga da guarda
tranbariamoi que isso o flzesse, uraa vez qoe ea-1 nacional, que de SernbSem havia seguido para
Descarregam hoje 7 de fevereiro.
Vapor inglez.O/indamercadorlas.
Polaca hespanbolaEleganciamercadorias.
Escuna hespanbola Fistol-mercadura.
Barca portuguezaSilvamercadorias.
Barca (ranc-zaSanto Andridera.
Patacho ingle*Georgianaidera.
Barca isglezalmogeneraem.
Patacho portuguez Fernin-lesi.l"n.
Ecuoa hollandeza-SpCMmie-idera.
Barca inglezahaltUa arnttt dormentes.
Barca porlugaezaHumildadepedras.
Barca InglezaGrosfonj-carvo.
Barca itglezafayamond dem.
Brigue suecoJohannes idem.
Escooa hollandetaDi Kred_charque.
Brigae nacionalE*peranqaidem.
Patacha banoverianu' oncordtaidem.
Brigue argentino VolanteiAeij)
JEipor&a^o.
Brigue portueruez Ekta, carregou para o
Rio da Prata: ja-
300 barricas com 1388 arrobas e, 24i-
bras de assucar branco, 30Q cascos 9:600
medidas de agoardente, 37 ditos 256 ditas
de meL .
Barca ingleza Kins4pwn, carregou para
, Liverpool:
4:8*4 saceas com 9:099 arrobas e 46 li-
bras de algodao.
Brigue brasileiro Belizario, carregou pa-
ra o Rio de Janeiro :
2:450 saceos com 42:250 arrobas de as
sucar branco, 50 ditos com algodao e 4:440
meios de sola.
Bares portugueza Parary, carregou para
S. Miguel:
266 barricas 6 38 i saceos com 3:805ar-lcaSa terrea n. 85.
De ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica f*co
publicar para conhechnento de qaem interessar
possa, as di.-posigSes policiaes, que abano vAo
transcriptas:
Secretaria da polica de Pernarobaco, 5 de feve-
reiro de 1867.
O secretario,
Eduardo de Barros Falcao Ae Lactrda.
O Dr. ehefa de polica da proviocia jnlgaudo
conveniente a adopgo de providencias tendentes
a garantir a ordem e seguranza publicas no trafa-
go do Ida e volta dos mnibus dos minos urbanos
desta cidjde para Apipucos; ordenan que sejatn
observadas as eguntes
DISPOSIC0E3 POLICIAES
Art. 1. N^nhum teem poder circular sem cen-
ter os mensis e ferrameutas iudispsnsavt is aos
pequeos reparos oecoweotes o as providencias
que reclamar qualqaer de*eocarnltiameato ou
outro accidente.
Ar-| 2.' A eiopreza obrigada amaater um re-
giment de signaes, que ser exucuudo com a -
maior pootualidade oas manobras dos seus trens.
Art. 3 A locomotiva marchar.sempre na lente
dos trens, e s as aanehras peder estar colloci-
da em outra posigo.
Art. 4.* En cada locomotiva.haver um machi-
nista a ora f. guist, e era cada trem um chefe ou
conductor, que ser o respousavel por tedo o fer-
vigo durante a viagem e com quera O patiageiros
se devero entender.
Art. S. A ninguero, coro exoepcodo-machins-
la, foguista ou pessoa autorisada pela empresa, e
permittido subir a loc^melkva.
Arl. 6. O machioistas oa quera as suas vezes
fizer, nao abandonar a locumotiva um f ins-
tante.
Art. 7.' NaBbum tram poder circular a nouie
sem que a locomotiva leoha ara pbarol de rdr, que
se dislingua visi-velmente de qaalquer luz ordi-
naria.
Arl. 8. Os carros de viajantes sero lotados,
numerados e Iluminados a noole.
Art. 9. A emproza nao podrr sob protexto
algum, exceder a rsped a Ma^o*
Art. 10. O viajante a q m a.enpreta distribuir
um bithele de pass*ge,m, tero direito a. um assecto
no carro, cuja classe estiver designada.
Art. 11. A entrada nos trens laierdicta as
pessoas embriagadas, indecentemente vo>tidas, cu
que teohara provocado conflictos oa desoldeos Das
esiagSes e dependencias da estrada, embaa se
achem munidas de bilhetes.
E' igualmente prohibido subir 00 descer dos
carros quando os irens estiveem em movi-
mento.
Arl. 12. E' prohibido circular ao longo da es-
trada ou permanecer as suas dependencias sem
licenga da .e&preza.
Os vehculos ou peoes poderao apenas alraves-
sa-la em qualquer poni accesMvel.
Arl. 13. L-'Ro que o macbioista do trem avistar
qualquer viandante circulando ao loogo da estrada,
dever maoobrar orna e mais vetes o spito da lo-
comotiva, fechando o regulador e ceu ando os
freios se oa distancia de cerca de dez bragas nao
estiver a boba desembaragada. as corvas de
grande desenvolvimiento, o machlnista manobrar
o apeito durante ledo o lempo emqoe as percorrer
ou at qae possa descortinar o seguimeoto da
liaba.
Art. 14. O trem dever parar com a'maior ra-
pidez possivel, logo que os guardas da empreza
flzerem os signaes convenciooados para esta fim,
ou descobrir-se qualqaer obstculo oa estrada que
possa dar losar a accidente.
Art. 15 Nos casos de accidentes a empreza
dar as mais proraplas providencias, para-que o
tiaiisllo se resiahelega.
Se do accidente resultar morte oo ferioientos, a
erapreza dar immediaia.mecle conhecimento do-
occorridoa autoridade policial mais proxna; mi-
nistrando acs fendos os primeiros soccorros.
Art. 16. As estagoes -raoluzes exteriores desde
o por do solale We tet'olba.o aluno \r%w.
Art. 17. Os condi res teio o direito de adver-
tir urbanamente urna a duas vezes s pessoas que
nao se conduairera convenitiitemente durante o
trajelo dos Irens, fazendo-as descer dos carros'n.>
primeiro poni de parada se nao se comiverem. Pe
anda assira Dio forera attendidos, a empreza dar,
sclenuia a polica, que proceder como lr de
le.
Art. 18. E' expressamente prohibido transportar
nos irens materias ufflammaveis.
Art. 19. Todas as pessoas a vehculos que per-
manecerero oas dependencias dos trunos orbanos,
taes corao estagoes, pateos, offlclnas, carros ele.,.
etc., flearo sujeias aos.reguiamemoseinstro<:goes
da empreza.
/\rL 20. As presentes instroegoes policiaes serao
afosadas no interior de t dos os carroe de passa-
geiros, e as eslagoes.
Arl. 2l. E' prohibido aos viajantes fumar deniro-
dos carros e das plantaforroas.
Art. 22. As infraeges do presente reglameos
sero puoidas de cooformidade com oregolameo-
to geral das estradas de f*fro, mandado execular
pelo decrete o. 1930 de.26 de abril de 1857.
Secretaria da polica de Peroambuco, 19 de
Janeiro de 1867.
O ebefa de policia,
Flmto Henrique de Almeida.
eeclaraOes.
A Illraa. jnma da.Santa..Casa.de Misericordia
do Recife qs sala de snas sessues pelas 4 boras da
tarde do dia 7 de fevereiro futuro, arremata a
quera mais vaptagens offerecer as renda.- das se-
guales casas pertencantes ao patrimonio des 01
pbos :
Roa da Madre de Dos.
Sobrado de dpss podares e loja n. 1. 848^000-
Rua da Cadea.
Sobrado do um andar, sotoe loja.. 2;0OO0O
Secretaria da Sama Casa de Misericordia do Re-
cife, 25 de Janeiro de 1867.
O escrivo interino,
Pedro Rodrigues de Sooza.
Santa Gasa da isericorSa
do Recife,
A lilma. jant administrativa da Santa Casa 4
Misericordia do Recife manda, fazer pnbhco que
oojdia 7 do conrete pelas 4 boas da tarde na .-alr-
dosiias sessoes. tem de ir praga a renda das ca-
sas abaixo meaciooadas para seretn arrematado*
poi ainguel. pela tempo de um a tres annos.
Os pretndanles deveo apresentar carta ensa-
ca oa serem acompanbados de sens tkio*es au
com cartas dos mesmoes.
EsUbelccimeato t caridade.
Roa dos Pescadores.
Casa .terrea n. 11.......W600O
Raa da Gloria.
..... 144*000
4
II

r-
\


l"r*TTi1ritttwfV,M *"*'''


ftl*m m tf i
_-,,.... ^-.. ,..-tI---------------------
MH* ile Pemanhae Quinta reir f e FerereltM le 1887.
&


s

*
'4


i
Casa terrea d.
Casa terrea b.
l:tOO#0O0
101*000
. 168JOOO
. 1M000
. 130*0*0
Misericordia do
Antonio Joaquira de Vasconcelos & C, Barao de
Villa- Bella, Buij da Vera-Cruz, Francisco Cor-
deiro da Rocha Canpelto, teoeole Joao Baplista de
Soaza, coramendador Joa Pioto de Lemos, Dr.
Jos Bernardo GalvSo Aleotorado, Jos Doraiogues
Goncalves Torres, Jos Perretra Coimbra, Jos
Fernandos Teixeira de Mello, Vicente Ferreira da
Costa.
Para Lisboa.
Segu em poucos das o brigue portagusz Con-
ceicao de Marta, por lar pane de sea carregaraen-
to prompto : para o restante passageiros, trata-
se con Oliveira Pilbo & C, largo do Corpo Santo
n. 19, od com o capuSo na prac.______________
tkik'
Pretende seg_ir com brevida.de para o indicado
port s veleiru brigae escuna nacional Graciosa,
capitao Silva Ralis; para a pouca carga qoe Ihe
falta trau-se com o respectivo consignatario Anto-
nio de Almeida Gimes a ra da Cruz n. 23, i*
andar.
RuadoCalabooee. I _, Para LIsWa.
ff .' .", iOiJOOO Vai sabir cem mona brevidade a velera bem
Rna da ronerairii." conheaida barca por gg- t 301*000 grande parte \ saa carga promptac para o resta
Roa do Padre Plorian. iB passageiros trata-te com ilveira, Fimo, C,
Casa terrean 17 .... 151500 largo do Corpo Santo n. 19, oa cem o capia, na
Ca*a terrea n. 63 b I**** P"C*-
Roa da Upa. ------__
Sobrado de am andar n. 8..... lJU#uut>
PatriauBio de orphea.
Ru da Cadeia do Recite.
Sobradcdedous andares d. 57.
Rna dos Burgo?.
Casa terrea o. \9 h
Madre de Deas.
Casa terrea 94......
Ra de Pilar.
Casa terrea n. 91. t
Sitio do Forno da Cal n. 5. .
Secretoria da Santa.Casa da
Recit 31 de Janeiro de 1856.
O eserivao interino,
Pedro Rodrigos de Sonta.
Santa Gasa da Hteoricuriiia do Recife,
Tendo de flidar-se em 30 de junho do crreme
anno o arreodamsnlo do sitio da liba do Nogueira,
propriedade da Santa Casa de Misericordia, a
Illma. junta administrativa manda fazer publico a
quem convier, para qoe com antecedencia o vio
examinar, aflm de apreseotarem sus propostas
que sero recebidas acata secretaria, oode se da-
rlo todos os esclarecimentos precisos aos nteres-
sados.
Secretaria da Santa-C*sa de Misericordia do Re*
cife, 17 de Janeiro de 1887.
O esctivio intenno,
______________ Pedro Rod igues de Sou.
(MREi GH
Relacao da i cartas seguras existentes
fla'adniistracio do corren desta
cidade par as sen ores ataix de-
clarador :
\

LEILOES.
LEILAO
De 47 canarios do imperio,
O agente Mirtins far leilao por conta e risco
de qaem perteocer de 47 canarios do Imperio qoe
serlo vendidos sem limites.
Na ra da Imperatriz hotel Luntanoas 11 horas.
"primaria dirigida pelos padres je uitas.
Os padres Binto Sebsmbri eMario Arcioni autonrados pelo convino de instruccao
publica a abrirem una anla de instruccho elementar e oulra de gramoaatica e llora la-
tina annanciam ao respeitavel publico que estas aulas tero comeco no dia 4 de feverei-
ro do corrate anno.
Sao admittidos gratuitamente os menincs cujos pas forem pobres, sendo o estado
de pobreza destas provado por atfesiado do parodio.
Os pas de familia porro que qolzerem pagar a instruccao de seos fllhos poderao
convencionar com os referidos* padres.
Havera anta de manbaa e de tarde, de manhaa desde as 9 horas at ao mel dia,
e de tarde dsde as 3 at as 5 horas..
Estas aulas (uncciooam na roa dos Pires n. 43.
AY1S0S MARTIMOS
DK
Paquetes a vapor
Dos portos do sul esperado
at o dia 8 de fevereiro. o vapor
Paran, commandante Sila Bar-
bara, o qual dep>is da demora do
coslume seguir' para os portos
do norte.
Desde ja' recebsavse passageiros e engaji-so a
arga que o vapor poJer co-iduzir, a qual deve-
ra' ser embarcada no da de sua chegada; e en-
commendas e dinheiro a frete al o dia da sahida
as t horas: agncia roa da Cruz n. t, escripto-
rio de Antonio Luiz da Oliveira Azevedo & C.
COMOSEJAm:
Um piano forte de Pleyel & C, 1 sof, 2 conso-
los, i mesa redenda, 1 dita oval, e 9 caderas todo
de Jacaranda e de aparade gosto, 4 casticaes e
mangas, jarro?, quadros eom gravuras, i relogio
de cima de me-a, escarradeiras, 1 ocalo de alcan-
ce, 1 flauta, candelabros, candieiros a gaz, 1 mesa
de jaotar, 1 aparador, 1 apparelho de louca para
jautr, 1 dito para alraoco, copos, facas e garios,
j marquezas, cadeiras americanas e outros objactos
miados.
Sexta-feira 8 de fevereiro as 10 horas.
O agente Pinto fara' leilao pV conta de urna
- pessoa qoe mudou de residencia, dos movis e
mais objectos cima mencionados existentes no se-
gando andar do sobrado da ra do Imperador n.
59, em frente a llvrarii fraoceza.
Principiara' as 10 horas.
ava
CMV.IHHA PERSilBICm
DE
Nave w Jo costeirapor vapor
Parahyba, Natal. Mico, Aracaty e
Ceara'
O vapor Parahyba, comman-
dante Mello, satura' para os por-
tos cima indicados so dia 15 do
correte as 5 horas da tarde. Ra-
ceb carga someote at o dia 14;
passageirjs e dinheiro a freta somnle at as!
horas da tarde do dia da sahtda ; escriptorlo
Forte do Matos n. 1._______________________
TTOMPlTHlTPERAIflBUCANA
DE
Nnvegag&o costeira por vapor.
Tjmaotiare, Burra Grande, Porto de Pedras,
Cimaragipe, Macei, Pene lo e Aracaju'
O vapor Mamanguape, cora-
mandante Belroiro, sabira' para
os portos cima Indicados oo dia
14 do torrente as 5 horas da
tarde. Receba carga al o dia
13 ; passageiX*, encommendas e dinheiro a frete
smente at as*-fcjras da urde da dia da sahida;
escriptorlo no Forte do Matos n. 1.
IiEILAO
De saceos com f.iriaia de trigo
rala.
Sabbado 9 do corrate.
O agente Pestaa fara' leilao por conta e risco
dequsm perlenser de porco de saceos com fari-
nha da trigo avanada -violas de Valparaizo na
barca inglaza Lappleo \ sahbado 9 do crrente pe-
las 11 horas da manhaa no armazem do Sr. Js
Duarte das Naves caes do Apollo.
COLLEGSO DA CONllpO
PARA EDCAgAO* DO SEKU M*8C0UIvO
Estabelecido no bairro do Ikcife, rua da Madre de
De9S. em o anno de 1866.

. E DIRIGIDO POR.
HANOEL ALVES VIANDA.
Este collegto contina a receber alumnos pencionistas, meio pensionistas e externos
para as aulas segufntes: primeiras letras, latim, francez, ingles, georaetria, geegrapMa,
philosopbia, rhetorlca, aesenho e msica, teodo por professoras os senhores : Honorato
Aagasto de Miranda, padre Flix Brrelo de Vasioncellos, l>r. Age. Dornellas Ribairo
Pessoa, Dr. Francisco de Paula Peona, adre Francisco Joao da Azevedo, Dr. Cicero
Odn Peregrino da S'Iva, Dr. Tbomaz Diosjo Leopoldo e Dr. Exequiel Franco de S.
A eseolha destes profes licitada d director ero bem desuropeunarocargo que Ihe.conferio a Directora Geral de
instruccao publica, e com ue o honraram .-.Iguns pas de familia, conando Ihe os seus
Slbos, concorrero para o crdito deste novo estabelecimento.
Os estatuios, assim como o franco ingresso em todas as dep^nlencias do collegio es-
lo sempre das 6 horas da manhaa as 10 da nore, a disposico dos senhores paes de fa-
milia e de quem mais possa interessar.

#:
^^
^ca
s.
INTERNATO
DE
DAS
Messageries Imperiales
At o dia 14
do correte mez
espera se dos por-
tos da Europa, o
vapor francez
Gutenne, o qual
depols da demo-
ra do coslume
seguir' para a
",',,'iu e Ri)de Janeiro.
ParacondicSes fretes e passageos tratase na
agencia roa do f -apiche n. 9. ____
Para Lisboa
pretende seguir com multa brevidade o patacho
Fernanes, tsm parte de sua carga eDgajada : pa-
ra o resio qui Ihe falta, trata-se com os seos con-
signatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo &
C, no ''Hi escripiorio, ra da l'rnz o. 1.
MHPaMM BASILElila
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos portos do norte esperado
at o dia 10 do corrf nte o vapor To-
cantins, commandanteocapitaote-
Inente Farias, o qual depois da de-
Pmora do coslume seguir para os
portos do -ui.
Recebem-se desde Ja passageiros o engaja-se a
carga que o vapor poder cenduzir a qual devera'
ser era arcada no da de sua chegada; encom
meadas e dinheiro a frete at o da da sahida as
1 hjrs. Previne-se aos Srs. passageiros que suas
passageos s sao recebidas nesta agencia ra da
Cruz n. 1, escriptorlo de Aaionio Luiz de Oliveira
Azevedo & C. _________ ___________.
Para Lisboa
O brigae portagaez Lata 1, capilo A. F. Vieira
vai sabir breve, recebe targa a frete e passagei-
ros trata-se eom E. R. Rahello roa do Trapiche n.
44, segaoao andar, oa com o capilo.
Para o Rio de -Janeiro
O brigue oacional Beltzarto, sabe para o Rio de
Janeiro quarU-feira 6 Jefevreirecorreote,somen-
te recebe e-c<*a vos afrete : a tratar com os con-
signatarios Marques, Barros & C, ao largo do Cor-
iva Sauto o. 6, segoodu andar._________________
De urna mobilia deamtrello, 1 mesa de amarello,
1 guarda louca, 6 cadeiras de araarelh, 1 ca-
deira de costara, 1 cara franceza, 1 bergo, 1
lavatorios om jarros e badas, 1 par de lanler-
nas, 1 relogios am --ricinos, I mesa de cosiaba,
1 tapete para sala, louc e outros artigos.
Sibbado 9 do corrate as 11 horas.
A ra do Amorim n. 50, segunde andar.
Cordelro wiines
\ por conta e risco de urna pessoa que se retira pa-
o ra Europa fara'leilao dos ob|ectos cima mencio-
nados no dia, hora e lagar aeiun inllcado.
LEILAO
De 20 pipas com vinbo tinta.
Terca feira 12 do correte.
O agente Pestaa fara' leilao por conta e risco
de quem pertencer de 20 pipas cora vinho tinto
em um ou mais lotes a vontade dos compradores :
terga-feira 12 do correte pelas 11 horas da ma-
nhaa no armazem do baro da Livramento caes
do Apollo.
AVISOS DIVERSOS.
Barca Silva
Preteode seguir para Lisboa e Porto com a
roaior brevidade pouivel, trata-se com os seus con-
signatarios Antonio Lat de Oliveira Azevedo &
C, no sea escriptono ra da Cruz n. 1.
Para o Para.
A barca brasileira fl-io, oapitaO A. M. Costa
Silva, segu eom brevidade para o Pan, por Isso
que ja tem bordo parte do carregaraento ; o res-
to receba o frete : e tratar no escnpwrw d'Amo-
rim Irmos rna da Cruz o. 3.
Para Lisboa segu cam brevidade o brigue
portuguez Florinda : falta-Iba menos de um terco
de carga que recebe- a frete : para tratar no es
criptario o'Atcorim Ir mi)', ra da Cruz o. 3, 00
com o capilo Joq&im Aagasto 4e Sene*. _
r. Vdoo a polaca oaeional Petotetm
de 136 toneladas oa cerca de 7,000 ar-
robas prompta'de todo-o necessario a um
navio bem equipado, excttoet> cOustrnecSo
forrada de cobre enoit vofeira. O pro-
tendeotes queiram examina-la m aoeonrtou-
ro da carne scea e para tratar orna Fran-
cisco Ribeiro Pinto Ga maraes: roa do
Apollo n. 24, 2 andar.
LOTERA
Corre amanh?te.
Acham-se venda oa respectiva theson-
raria, ra do Crespo n. 15, os bilhetes,
meios e quartos da 32a parte da lotera a
beneficio das familias dos voluntarios da
pat' ia (5a) sendo a extracto oo lugar e hora
do coslume.
Os premios de 6:000#000 at 100000
serao pagos urna hora depois da extracto
at as 3 oras da tarde, e os outros depois
da distribuico das listas.
As encommendas sero guardadas somen-
te at a noite da vespera da extraeco.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
JOiLIIERLt
N. 3 ARa do Cabng W- 3 A
Agostmbo, Jj- dos Santos, proprletario deste
antigoestabelecimento, tendo fetto orna reforma
geral no sen negocio, apresenta-se a concurrencia
publica convicto qoe podera' servir vaotajosamen-
te aos seus freguezes. Esta casa acba-se coopte
tamente sortida de obras de ouro, prata e bri-
Ihantes, cujos precos sao o mais resumid i possivel.
Compram-se os mesmos objectos cima declarados
em obras veibas. Iacorabe-se de qaalquer encorn-
is nda concerneote ao sea negocio.
Precisase de ama ama para cozinbar : tra-
ta-sena ra da Cadeia da Recife, sobrado n. 34.
Precia-se alugar ura preto escravo das 8
horas da manhaa as 4 da larde : a tratar na roa
da Cruz do Recite n. 46, primeiro andar.
AGEXCU l]pR\T
de transporte accelerados das
5 Pontas ao fteetf'e
viee-vem
A agencia Duprat tem a sea servigo am Dame-
ro de carros e carrocas matriculadas oa repart*
cao competente pertencendo a oura-roso carro-
ceiros oacioaaes e estraogeiros, coa o concurso
dos qaaes manda levar diariamente al o meio da
das Cinco Pontas ao Rectfe em comboi especial,
todOj^qaalqaer aumero de saceos de atsnear, al-
godo%u onlros gneros, cajos* conhecimentoe ac-
oomeaotrados do importe, do frea e .conduelo Iba
forera-entregues de vespera, ou at as 7 oras da
maotifa do merao da nos armazens da dita esta-
cao, onde se aeha lodos os das atis as horas da
expediente, e das 9 as 10 horas da raanta oa
praeaia venda do assncar, ru da Cruz n. 1.
Pomada estar pes: dos. e despejados, os saocos
vasio; terto temoo de vollar a ostaga o no mesmo
da e depois de despachados seguir para a estacao
de sua procedencia.
Recife 1* de fevereiro de 1867. ~,
_____________L _______Lfi^ Jos Prelra Meadas tiowre*, .aWtw por-
ogaez, vai a Earopa. ____________
Eslabeleciilo na cidade do Kpcife eai 1832
%b a proecco do Snmmo Pon fice Po IX
niRECTOH0 BACHAREL EM MATHEMATICAS
Bernardo Pereira do Carmo Jnior.
O director do internato de S. Bernardo, nao tendo evitado esforcos
nem sacrificios para proporcionar aos seus alumnos urna perfeta educacao,
physica, moral, intellectual e religiosa, < Terecendo-lhes urna habitaco com
bastantes condics de salubridad, hibeis professores que sao solcitos em
prepara-los convenientemente ao fim a que se desimana, medico ortico
que lhts faca cimprehender os preceitos da hygiene e Ihes cure das dencas
e finalmeate ura sacerdote .Ilustrado e honesto que Ihes expiique os princi-
pios da religiSo christa, espera que assim constituido e em vista do ex-
cellente resultado, que tem apresentado, contando um crescido numero de
alumnos na Faculiade de Direito, que concliram alli vattaiosameote os es-
tudos preparatorios, nao deixari o seu estabelecimento de continuar a mere-
cer dos senhores paes de familias o auxilio e confianca com que j muitos o
tem honrado; e Ihes rog.i, bem como a todas as pessoas interessadas, que
se dignem de visitar o mesmo seu estabelecimento, onde sempre encontra-
do franao ingresso.
Cadeiras de ensino:Primeiras lettras dividida em duas classes, ten-
do cada urna o seu professor, latim, francez, inglez, arithmetica, algebra e
geometra, geographia, philosophia, desenlio e msica.
O collegio tem a sua sede nos espacosos edificios ns. 32 e 34 5 ra
da Aurora.
Nos estatutos do collegio, que estao disposico de quem os quizer
ler, se acham consignadas as coudicoes de entrada e matricula as diversas
aulas do estabelecimento.
CAEOBA
PREPARADA A FRI
POR
Al GUSTE CAORg
Pharmaceotico pela escola de Pars e successor fieste cidade
w
Aristide Saisset e J. Soum
22.------Rna da Cruz-%t.
i mu ti ii--------
Tratamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, ooro, nem oalro qualquer
mineral.
Verdadeiro purieador do saogue sem azougue.
Especial para a cora de todas as molestias que tem sua ot em na impureza do
sangue, como sejam as molestias boubaticas, sypbiliticas, escropbulosas, darturosas, qoer
venhm ellas por bereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos virus que contaminara o sangue e os humores.
A caroba um remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos indios
do Brasil, e passando seu usq de geracao em geracSo, boje um dos remedios mais co-
nhecidos como preprio para comhater as molestias mais hediondas, entrando nasse nume-
ro a morpha ou elephantiases, p,ra cujo curativo os nossos sertanejos consideran a
caroba como remedio especifico.
A muito tirapo entrn a caroba nos formularios como preparacao Magistral
sob a forma de eleictuarin, aiuda hoje lembrado as pbarmacopas com o nome de seu
celebre autor Joo Alves Carueiro: n5o ella portan! remedio novo nem descoohecido.
O ungento de caroba da raesma sorlc preconisado desde lempos tmmemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boubas e u leers ,syphiiiticas srdidas,
e eipregado com proveito depois de improficua appliccae. de muitos outros- agentes
therapeuticos enrgicos e de uso quotidiano.
Muitos dos nossos mdicos de consideraf3o e entre elles o muilo distincto pratico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'AlhaydoLobo Moscoso, tem conflrmad) por mio de ex-
perieocias repetidas, o que dia a fama das bwiefioas propiedades da caroba nO'lrata-
mento das boubas, das diversas formas sob que a syphilis se aprsenla e muilo especial-
mente as que teem sua sede na pella, e poderiamos relatar alguiH casos- de dBta>nHU>
moderna obsarvados pelo m^smo Sr. Dr. Moscoao em quo a caroba produzie admirareis
effeitos, depois de inuteis e prolongadas applicacSes de sateaparrilha, mecurio/lod^ a-
ro e seus preparados, etc., etc.
Nao era possivel que urna plaa to notavel por suas inappreciaveis virWdes es-
capasse a perspicacia e invostigacoes dos mai< abalieados praticos europeos, qneo ap-
plicam cora especialldade ao estudo e tratamento das moleslias syphiliticas e heroicas
e para prova ahi esio os Srs. Drs. Casenavo, Schurfer, Ricord e outros dando smais
lisongeiras informaces sobre as propriedades curativas da caroba e pieconisanild*;cmo
remedio poderosissimo para o tratamento darthros de todas a qualidade, ec emas, ulceras de diverras naturezas, tumores, osseos
e outras muitas molestias de natureza syphi itica ou boubatica.
Por ter-se generalisado muilo o uso da cssencia da caroba que ItMU
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar em suas obsertw^es.
deliberei-me a ter promp'a urna quantidade da mesma essencia, obtida sem a acolo' ab-
ogo, para nao prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante efteon-
trar-se-ha na minha pharmacia sempre e em poreao sufficrente para todos os pedidos a
ESSENCIA CONCENTRADA De CAIIBA, e o ungento da mesma plenta para queUtm-
ca fallein a;s Srs. mdicos que quizerem e Recife de Parnambuco, 17 de outubro de 1866.
Acgoste Cors.
Ra da Cruz n. 22,
Seciedade portagaeza do scsui-os motaos sobre vida,'uniadae
adoiiiiisrailu pelo
Be EfefclANCA DO PORTO.
Todo o pai que- dowjor auautelar o futuro de seus filhos dev,e quanto antes,
azer inscrever os seus nomes- na lisia dos socios daPrevidente por que, com urna
pequea quantia que, todos- osiraos para alli frapplicando, tirada do fruclo das suas
economas, no fim de 2-5 annos ateancar-lhes-ha urna fortuna, que por neahom outro
meio e com to laejaeno desembolso1 podera obter.
_______Os exetaplos pracos de outras sociedades anlogas tem mostrado que:
lOWJrtMW pinjes aflBtialniL'iitt! p. d<*m produzir.
Por um menino de
de
de
1

> de
1
2
3
de 4
Por urna pessoa de 15 a 20 annos
de20 a 30 ..
dia a i anno.
a 2 annos...
a 3 ....
a 4 ....
a 15 ....
de 30 a 40
de 40 a 50
Em5 an-
nos.
1:1000
860
860#
860$
8605
8605
860,5
9005
Em 10
annos.
4:0005
3:0000
2:9005
2:800(5
2:7005
2:7005
2:7t05
4:700,5
3:0000
Em 15
annos,
9:^000
7:5<'O0
7:OO0
7:1000
7:0000
7:0005
7:1000
7;Oi<0
7:5000
Em 20 an- Em 25 an-
nos. nos.
20:0000 47:000 s
17:0000 37:0000
16:0000 35:0000
15:6000 34:0000
15:5000 33:3000
15:4000 33:3000
15:6000 34:0000
16:0)00 37:0000
18:0000 50:0000
Quem pretender snbscrever. para a Previdente e desege quaesquer esclarecimen-
tospde dirigir-se. em Pemambuio aos Srs. Manoel Joaqaim Ramos e Silva, roa do Vi-
gario n 11 que daro todos; os esclarecimentes que se desojaren, e prospectos gratis, a
quem os pedir.

Precisa-se d> ama ama qa cosiohe o engona*.
pa iloas pessoas, qaem qaiter dirija-se a roa
firia do Rosario n. 38 andar.
PERFUMERA oa CASA OGER
Boulevart Sebastopol, 59, rax-lz.
Da medalhas, a condecora^o da Legin
dluMMur e a grande reputado que tem Ihe
dado o puklico, Ues ato as racoapenca* que o
sercos presta*** a iidutria mreerao a
esta imporuuate ca
MOA.
R'nm sertimeeatt) 4* asifr* 080
M pessoas
ROSEE OU PARAOl*,
para lenco.
POMMAOA CEPHALtQUE C**tr* a C*i-
?cmu \ umtmnnmm
AGUA VERBEMA para o tAwcasW.
OXIMEL MULTIFLOR. Jo* w*K
VINAGRE M PLANTA HYOtsMUICAS.
TINTURA VIRGINALE de bioim.
rosee DE lys, T*rdadeiM agua de
JouTencio. -k-
i1 ""< -
CREME LABIALE de meco da Rosas.
POMMAOA veloUR para amaoitf
elle.
ELIXIR ODOMTQPHILE.
SABAO dedicad* as damas aaerkasta*.
sabao de tMMftMt d. Franca.
t
h
d*
4
>

*
wVMm alce*
de bouquet do ouwao.
de perfumes exticos.
aurora, dedicado aos dedo* aor i*
r*n*. W "\{r>
de flores dsOmonlanhsi.
de cheiro e foins _
de blueu cheim**.
de attliea balsaanica.
^wza?.:its
Tinta Inalteravel
Para escrever
de P. M41RER i C.
PERNAHBUCO
Esta tinta recommenda-se pela sua com-
posica e fluidez como a melhor e a mais
segura de todas as tintas at hoje condeci-
das. Nad ataca as pennas de ac, d at
tres excellentes copias, mesmo muitos dias
depois de escrever, e preferivel a qual-
quer outras tintas particularmente para
livros de commercio, documentos etc de
que se careca longa conservaca.
Amy.
You are very obli|iiK. very
yenr most humbu- servant.
Blfil, very good
O Sr. Luiz Rodoiptio Civalcaole fl'Aibuqucr-
qae tem urna carta, retcfttida paqoete, do largo d Carino o. 18, 2 andar.
Urna familia eslraogeira quo se relira uara a
Europa, precisa de urna pessoa para cuidar nos
meninos etc.-durante a viagem. QaetB estiver as
circomstaecias pode dirigir-se a ra da Gru n.4,
aoode achara com qu>m iratar.
1 13.
Rna da Cadeia 1* andar,
i onde pode ser ptocurado o agente 'M
I PONTAL. *
Sao descendentes em Pernambuco de Anto-
nio, e Lourenco de Siqueira Varejo C Branco, fi-
Ities do tenente-general Antuoio de Slqaeira Vare
jo C. Branco e de sua raulher D. Pama de Was-
concellos, esta ti ta do capito-mr e covernador
interino d'Angola e Manoel Simoes C-ilacc, e de
soa mnlber D. Anna de Wascoocellos, neta do ca-
puao-mr PantaleSo Ribeiro de Wasconceilos, e
bisnela de Perno Alendes de Wasconcellos, senhor
do Castello Sol'ico do Basto, e aquelle era filho do
general d'armada porloeaeta Joo-de Siqoeira Va-
rejio C. Braoco e de sua multier D. Anna Antonia
de Athayde e bisneto do almirante Joao d Siqoei-
ra Varelo C. Branco, e de sua muloer D. Maria
AoDa Bonifacia da Silveira Basilio Alvares de
Miranda Varejao, Francisco Alvares de Mirand
Varejo, o conselbeiro Antonio Alvares de Miranda
Varejo, D. Laua Mana dos Prazeres, '. Joaona
Mara das DOres, os Albos da fallecida D. Maria
Carlota de Figusiredo, e do fallecido Jos de loo-
josa Varejo, ero cuja heranca nenbum ingresso
pdera ter era P..riagal oa em Angola dn be d I o
do eapioo Fransisco Sirafies de Wasconcellos co
mo ob e subrepticiamente fez justificar o Sr. Ma-
noel Gomes de Mello, perante o juizo dos fetos da
fazeoda de-ta capital, o que desdo ja' se previne
jusiica de Portugal, para qoe am entregue ao dito
Sr. Manoel Goroes de Mello, ou ao seu proca-
rador.
Cobranca
Palmeira A BeltrSo em liquidado, fazem
Miente-ao respeitavel publico e especial-
mente o corpo do commercio que a nica
pessoa* nsbi litada para proceder cobranca
do actiTo de sua caa o sr. Jos Antonio
Alves Bastos, Recife 6 de fevereiro de
1S67.

= Augusto Frederico de Oliveira traos-
ferio o seu escripto?io para o sobrado n.\i
d Trapjche.
"""la
Ana,
.\i raa di Cadeia d i (ecif^ o. 50,
de utii aun para c>Mnhar.
precisa sa
Aiuga-se inensaimeute um ptimo escravo
cara todo o servico : quero prei-oder dlrija-sn a
ihe-jurara das loteras das lt doras da tnautia
as i da tarde.
Jjao Jas de Camino Moraes, declara pelo
presente que tero deixodo ja' de ba muito de ei-
partir b v ii ler ejcravas.
Anda aviso ao Sr. Prelenca Ctiaves Jnior,
que o seu afflaocada Manoel do Nascimealo Leito
me Cita' '.: :\ alugueis de miaba cisa a. 15 a
ra do Moad-go, que ja' mu Ja-se sem ao menos
entregar a chave. 0 que abra a miaba casa judicialmente I
Marcelino J Lapes.
Aluga-se'a foja da casa n. 32 da raa Direila:
a tratar na mesma casa, das 7 as 9 hars da ma-
nhaa, e das 4 as 6 da tari--.
Precisa .se de uro menino para aprender o
offlciodeourives: oo arco da Coaceicao, luja de
ourives.
'i
= Roben Baiille, subdito inglez, retira-se para
Europa.
CZI1IEIR0.
Precisa-se de um coitobeiro que saiba etercer
bem o seu lagar : a tratar com o director do col-
legio das orphaas, na raa da Gloria.
Servente
Precisa-se de am servente para o servico interno
e externo do collegio das orphas : a tratar com o
director do mesmo collegio, na ra da Glura
Aluga-se urna casa na Cai>uuga-uva, porto
do Jacobina, com sillo a' margem do rio, tendo 9
qtartos, 2 salas, 1 coebeira, diversos arvoredos
fructferos e urna baila de capim : a tratar do
mesmo sitio oa na roa da Iroperatriz n. 6a.
m\n\\\\{ i'EHSlIlBlj.li.Yt
De oroem do conselbo da direc<,ao sao convida-
dos os seono-es acci mistas da eompaotna p-ream-
i.U''ana de navegafo costeira, para reuoirem-ss
er* assaubla geral do dia 15 d fevereiro cor
rente, as 12 nora. da maohf, no segn lo andar
da casa da pracado Cirpo Santo o. 11, Hm de
cumprir-se o dispoatouft artigo 19 do* estatutos.
Escnptoria da coapaabi pernaabusaua 1* de
fevereiro da 1867.
Bit Pelo gerente,
Jastino -Jos de SouuCampas.


Aviso
Noy e grande depoeto de superior carvo de Gardifffta
Antonio Gaomb dae Sama *- G., rm 0 Qmt* Barbara a. 1, ostia habilitados a soi.prir de
oarvao, en coodieSes nnis faterates que em- outro qaalqner deaoMto, a todo* os navios a vaaor que
cerrero tft^qom porta A contratar nesta coa Dotniagoe Alves Matbeoi.,
O bacbare^Silveira-^wgado.pooirer
procurado para o oMtfere* de so* pro- 2
Qso em seu esr.riparia, a' ra do ira- JM
0 peraor n. 71, primeiro andar, das 10 ajg
S horas da. maotia as 3..da tarde. Reside a S
raa da Aurora d. 70. S
** *
r liajk Pner/^DUl #^*r a Borepa com saa
fXfail** tratar dtnr lOWimxa' como sea pro-
carador a Mr. Tiswt Prere*; igaalmnte participa
qoe oada de 'e a pessoa alguroa ao eMMM se at-
goem se jalgar sea creor baja de aposentar, saa
centa na roa dd Tra^atMta. > iMaeorrente,
rog*od* n Bfm>.*mm *"KN* .^*W
favor de mandarera satiiraxer suas dividas dentro
I do prazo cima dte.
Maaoel da Cosa Campos v*i a Earopa, e delx' ti
por seus prcuradores : 1 Joao da Costa CameojL^.
I* sea socio Thomaz Anlonio Colmara. --.-*>
Joaamm Francisco da Cruz, _*_ Borona.
O absrxo afSwooT faz seTete ao poblico e
principalmente as pdssoas cooi'qum tera'traasac-
coes, que o Sr. Laurentlao Aftlonio Teiteira nao
mais sju caix-:iro du^a data em dilat. Recite o
de fevoreiro de ISifr
-logos_!!2_


Antonio
Precisase alugar urna- serm que saina coii-
nhar bem : na raa do Qdeimado d. 40, foja.
- ) abano signado declara qo Mxo de
ser caixearo do Sr. Amonio Domingos Pnsti desu
data em diante, e agradece ao mesmo senhor o
Don tratamento que receben no praso da (res an-
08, Reci fe 6 de fevereiro de 1867.
Laurentino Antonio Toiieiri.
4

MBK'
M
AwM*a


PB*
.-

"
Diarlo de *er**mbwcQ Quinta Telra d Feverelro de 4*67.





Calcado,
Ser i ment nagiific*.
Pelos ps costumam penetrar do corpo a mate-
ria das molestias.
Resguardi-os dirigindo-vos
45.Una ttlrelta15.
Borseguins quasi Milli Ivzerro----- 84590
logleies quebra tocos..... 65500
hespanboes luMre......... 55000
brasileiros bez-rro........ 55000
para sen.horas enfeiudos
no tom.................. 55000
para senhoras............ 45800
............ 45500
t pretos de..
mirin................. 45000
Sapatos iuglezes patente........... 50r0
c americanos............. 45500
t Trnceles de salto para se-
ntaras................... 35200
Borseguios para meninas enfeita- .
dos45e................. 35800
Sapatos avelndados para bomens e
sennoras................ 15500
Borseguins cora laeo para meninas. 3500
Sapatos de tranca superiores...... 15900
Botinas francezas para meninas..... 153. 0
Cbineldes do Porta e um perfeild sortimento, de
sola, couros, marroquim, beierro francez, vaqueta
de Instre ; como ningoem ten' no mer-
<
c
f

<
c
c
e couro
cado.
A

Xarope e pasta de Seiva
DO
Plnheiro martimo
DI
E. Lagasse
Preparares moi preconi?ada pelos sabios mdi-
cos de Pars, cora as melhores al boje diseoberlas
para a cora certa de todas as molestias do peito,
brooenites agudos e chronicos, asthma e ainda das
afJeccSes das vas urinarias.
DEPOSITO ESPECIAL
34Ra larga do Rosario34
Pharmacia de Bartholmen 4k C.
Publicado jurdica.
Preleccdes de Direito Internacional e de
Diplomacia com applicacao e refertncia de
seas principios as leis particulares, con-
venenes, e aos tratados do Brasil at 1866
^-pelo Dr. Antonio de Vaseoncellos Mene-
zes de Drommond, lente substituto da Fa-
culdade de Direito do Recife etc., 2 vol. in
S breen, por 10000 pagos entrega do
primeiro vleme, que constituir a primei-
ra dessas obras.
A ultima deltas acompanhar um epilogo
das disposicOes da legislag5o patria, relati-
vas ao- direitos e deveres do estrangeiro no
Brasil, bem como aos do Brasileiro fora do
Imperio;
Assigna-senas lojas de livros das ras do
Crespo n. 2 e 9; do Imperador n. 13 ; da
Cruzn. 52 na de encadernaco do caes de
21 de Novernbro judo a typographia do
Jornal do Recife ; nos escriptorios das ty-
pograpliias do Diario de fernambuco a ra
das Cruzes n. 44, e do Correio do Recife
ra do Imperador n. 79 e na loja da ra
da Imperalriz esquina da ra da Aurora n.
n. 2, loja de lenca.
Depoisda publicado da primeira obra
nao seo mais admiltidas assignaluias e
mbas ellas sei5o vendidas per maior preco.
J FERBEIRA VILLELA
Photographo da Augusta Casa Imperial do Brasil
18, Ra do Cabug, 18,
Sobrado, entrada pelo Pateo da Matriz.
JOIAS
_ N. 2 D ~ N. 2 D,
|H^* COR.4GAO B O lio. ^*J|
A loja n. 2 D intitulada Corceo de Ouro na roa do Caboga, acha-se d'ora em (liante offerecen-
oo ao respeiuvel publico com especlalidade as peswas que booram a moda os objectos do nltimo os-
lo (a Pars) por menos 20 por cento do qoe emootra qoalquer parte,garantindose a qualidade ea so-
lidez da; obras. '
O respeiiavr.l publico avahando o deseio qoe deve ter o propietario de om novo eslabelecimeo-
... t q,ue quer Prpr8f.fra neitocio deve ehegar iromedlaiamente ao coraco de coro a comprar
hm nemilma das photOgraphias desta Cldade se fazem retratos mais perfeitOS neis cora pecfeitos bnihantes,esmeraldas, robiuse perola; verdadelras em agarras modernas pek
dO que OS que se executarn nesta 0fficna photographica. lSV.BOt0 prT de ,0*' !lriocos m.dernos de ouro e coral para memoa pelo preco de 35, maracas de
s, tem %n!**'e ana*sa mln s msm ***"e M ne,bore! ^S3MrSs^i^Sy!^.1^
Nao ba photographia algma desta cidade, que como
photographico possua um to vanado, escomido e abundante sortimento u
quadros, molduras pretas e douradas e passe-par-touts. g K co'to5* dc"eho bm^a0frm?d^^LTera-,daf'K0br MU merlanla & Pel sen va"
1J..A.. *.:tl-l\z?l... A nc?s a orraa d.a delicada maoslnha de moca com piojento contendoes-
relo-
3 brilhiDt6s de
amito gosto, crusiohas de rubios, esmeraldas, perolas e brilhaotes, aneis com letras, carletas de
;za) brincos de franja, ditos a mperatrize toda e qaal-
Continuadamente se recebe da Europa remessas de todo quaato diz respeito a S5 o' *7a~c*oTeu^ SSsSrK0 SanSo"
photographia, e ainda o mez passado pelo vapor Guienne, e este mez pelo brigue Beltn se de aqu mencionar precos de certos objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dizendo-3e o
receberam-se de Franca quatro grandes caixes com orna bella variedade de artefactos precotvezalRuem.fa,a nao juizo da obra, por ser to diminuta qoaotia a vista do sea valor.
productos chimicos e material para photographia. to, mwm^dA^')!^;~ TZ' PJ** e peras Preciosas-e tmbem recebe eoneer-
No memo estabelecimenuT vendem-ee: !|,(S%."dT^Sffa,S SS.d.'St' da"Se braS a imSlra cm **" cooser'aDd-se
Todos os productos chimicos geralmente usados em photographia e garante-se ttMtm 9."al.q"e.e.s-oa_qe seiri'ir.ao Corscio de Ouro nao se podera' engaar com a casa, pois
.w ^ va H ouro; voiias ae ouro com a competente erosiona ricamente enfeitada pelo pequeo preco de 125, brm-
este estabelecimentO ,ra,os e cairos modelos lado do alto gosto, aneis proprios para butar cabello e firma, ditopara casa-
timento de caixinhas, "ee?n=' St.5?^Lr^f*^"* lem Co-Qo de 0ur. omcomPleoe bem variado sortimento de diversos
gostos, butoes para punhos com d.amaote, rublos e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo se
Para serem collocados os retratos chamados cartees de visita ha doze difieren- K SK'^CSSZ^'SX SSe, S^a^ravaTno^Tmo ZlT
tes modelos de cartes mimosamente lithographados e dourados, em cart50 briS'ol e em 8|0S P"* senhora cravados de podras preciosas, ditos para hornero, diversas obras de brilhan't
cartSo porcelana, os quaes sem alteracUo de precos, eslSo a escolta das pessoas que se "?.",0,lg080'crusiohas de rubi"s. esmeraldas, perolas e brilhaotes, aneis com letras,
retraUrem tr>$lal e ooro descoberta para retrato (a ingleza) brincos de franja, ditos a mperatrize
idrem. -*______ ._ .. querjoia, para secol car retratos e obras de cabello, e oulros miiiis ohiPi>b m,
iiminaims
SAnnuncio
O Dr. Carolino Francisco de Lima San- tt
tos. mudan se para a roa do Imperador S
K o. 73, segundo nnrf-r. one c;nt;Dua no 5
J|S exerflcio mmmm^mmm mmmmwm
Fundido da Aur ra
A mais aotlga desta pr. viocia e com tedas as
perfeicfcs em seos machinamos, otlerece a seus
numerosos freguezes por razoavtis precos suas
manufacturas, bem como que tetn em bom pessoal
para com rapidez faztr qoalqoer concert oo ebra
nova.
Da se bolos de vendagem
na roa Imperial o. 37.
a lusiao a pataca
0 estado de pureza "dos mesnffis; ?m^^?^UA(^?. ""55o_p!Ddur,a(1? Piolado de amarello, aem de ootro qoe s
de Ouro nao se podera' engaar com a casa,
-lo de amarello, alem de entro qoe se nota
Machinas pbotographicas, cuvetas de porcelana de dilerentes tamanhos e vi- (,st0 se adverle em C0,w,i|,tBC,> de Ierm Ja' alDoia Pessoas engaado com outra casa.
dros para tirarem-se retratos; '----------------------------------------------------------------------------------------------------------
Urna grande variedade de lindas e interessantes vistas transparentes para i Cercas e gradeamentos de ferro para jardins, cercados nara animaps th\n
StereOfCOPOS, < toroncrnnnc ,1,. ml.,n imu>ul< onm lnin MiaauAw Mu en an. rn i\a tnHoe mu *muu ~..J___:.
Maximiuo da Silva Gusmao, compra, vende
e troca escravos, de ambos os sexos : na roa do
padre Floriano n. 71. segundo andar.
AttencTio.
Prccisa-se de om menino que qoeira faprender
o fficio de imaginario, mais que d nanea de su*
conducta : a iraur na ra do Ctlovelloo. 27 das
9 horas da ncaoha as 3 da tarde nu oo becco ds
Barreiras n. 10._____
Prccisa-se de urna ama que < osinhe e com-
pre para casa da pouca familia: na roa Aogusta
p. 1, primeiro andar.
ESCRAVA.
Na roa Ja Madre de Dos o. 3, precisa-se alu-
gar orna escrava para servjco loteroo, paga se
bem.
dem a 120000 cada um com urna duzia de vistas transparentes
Tambera vende-se por 500010 um apparelho compl to para fazerem-se peque-
as vistas ou retratos. Ao mesmo acompanham as expl'rcaces precisas para feu uso.
Qualquer pessoa pode fazer vistas ou retratos com esse apparelho.
A oficina e galera estao abertas todos os das e a todas as horas.
Porteiras de differentes tamanhos para sitios, jardins, cercados, e-c.
Companhia udelidade de seguros -J
maritimose terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro:
AGENTES EM PEKNAMBUC0
Antonio Loix de Oliveira Azevedo & C, mr
S competentemente autorlsados peladirec- *
toria da companhia de seguros Fidelida- 9
de.toinam segaros de navios, mercado- jfi
rjj rase predios no sea escriptorio roa da B
^ Gru n. i. JPJ
m'mmmmmmm mmm
Joaquim Jos Gon^alves
Beltrao
(A RIJA DO TRAPICHE ff. 17 Io ANDAft)
Sscca por todos os paquetes sobre o Banco
do Miaba em Braga, e sobre os seguales Inga-
re, em Portugal.
A saber:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Gui maraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Con*e.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de FamelIcSo.
Lamego.
Lagos.
Covilhaa.
ORNAMENTOS DE IGREJA DE
jr. BiiiOi
Vestimenteiro e bordador de Paris.
23 RA llO I PERA l*OR 93,
Defrente da greja de S. Francisco.
Concurrencia impossivel
justificada pela suppresso de intermediarios, pela compra directa das materias primas, pela exe
cuco dos trabalbos as uflBcinas da casa e pelo diminuto lucro com que se satisfaz.
Animado pelos importantes negocios qoe faz com grande parte do mondo calholico da Eorrpa
resolveu o annunciante estabelecer filiaes da casa oe Paris em diversos paizes ionginqoos que
offerecem vantagens, e velo inaugurar o primeiro esiabelecimento Desta cidade, sem dnvida orna
das mais adiantadas e commerciante da America do Sul, e que por sd mesmo necessita d'om
esiabelecimento qoe nada deixe a desejar, quer em relaco as precisoes raateriaes e quer inlel-
lectuaes. '
Os Srs. sacerdotes e demais pessoas, qoe se dignarem visitar o esiabelecimento, abi acbaro
sempre urna grande variedade de todos os objectos para Isreja e para o clero.
OORIVESARIA PARA IGREJA.
Novos modelos de custodias e de vasos sagrados.
ALFAIAS DA IDADE MEDIA, A" LUIZ 13.
Os precos varan segundo o lamanho, o peso e a firma.
TAPETARAS E ARMACES PARA IGREJA.
Fornece inda a qoa'idade de armacSes, por precos mdicos, vontade do frejruez ;
sempre urna pessoa oo esiabelecimento para Ir tomar as medidas necessarias para completa
raco da encommenda.
NUVAS UJIBELLAS PRIVILEGIADAS.
tendo
satis-
BafM umbellae de molas, adopiadas per S. S. Pi IX. lera por sua perfeic3o, novidade i
e riqueza a dupla vanta/em de cobrir iDteiraraente o Saotifsimo Sacramento e o padre, sem diffl-!
E5CULPTURAS EM MARFIM E EM OSSO.
cnllar o andar.
Imagens de Christos, caldeirinha?, cruzes, quadros e todos os objectos devotos.
Objectos era argila, simples e prateados.
Todas as uforraagSes sero minisiradas gratis, aerea dos ornatos de igreja.
CoDcederse-ha facilidade para os pagameotos.
Els o cathalogo do que tem a venda :
Na ra do Trapifih n 16
acham-sc os seauintes depsitos
DeR. BroDinghaoseiuNuits.
Roorgogne.
Vinbo Pommard tinto.
Cortn tinto.
> Sanio Georges tinto.
Cbamberiio tinto.
Ricbebourg tinto.
Clos de Vongeotlia o.
Chabiis branco.
Dell A.Woefem Francfort:
Rheoo.
Geisenbeimer.
Liebfraoroilch.
Marcobrooner.
E,ra casa de Theod Christiansen, ra do Tr'a
piche-novo n. 16, nnico agente no norte do Brasil
de8randenborg frres, Bordeaux, encontra-se e*
fectivameotedeposito dos artigos seguales:
St. Julien. -
St. Pierre.
Larose.
C ti a tea u Leo vi I le.
G&ateaa Margaux.
Grand vio Chateau Lafitte (859.
Chateaa Lafitte.
Haut Sauternes.
Chatean Sauternes.
Coateau Lataur Blauche.
Cbateau Yquem.
Cognac em tres qualidade?.
Amte doce, precos de Bordeaoz.
ICASULAS.
Diarias, de velodo, de crioa e de
galo lustroso.
De damasco cem cruz de ouro e
'oda.
De damasco dobrado, com direr
sos bordados em relevo na
cruz.
De tecido de prala oo de curo,
dem CGm diversos bordados em
relevo Da cruz,
dem idem muilo ricas.
De veludo de seda com cruz le
ooro Uno em relevo.
De (hamalote de seda bordado.
Goihiras e da idade media.
A cor da casla nao indoe no
prego.
CAPAS.
De veludo tfifado.
De damasco.
De tecido de prata e de ouro.
dem coro emblemas em relevo
e ricas franjas na morca.
De velodo de sJa.
De tecido de prata e de ooro fioo.
DALMTICAS.
O mesmo preco da*, casuias.
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemaisadora, estabeleci-
da oeata praca, toma seguros martimos se-
bre avo* e seu carregamentos, e contra j da.5>eaflcaBdo a qualidade do objecto.
ESTOLAS PASrORAES.
De veludo esl&fado.
De dito de duas faces.
De damasco.
Be dito de duas faces.
De tecido de prata ou de ooro.
dem dem, com emblemas em
relevo, franjas e bordados de
lorcal.
dem idem em relevo moito ri-
cas.
De tecido de ooro e de prata fino.
De chamalote bordado de soda,
com duas faces.
VE'OS DE HOMBROS.
De tecido de Lyo.
Be dito dobrado, de ooro floo.
De damasco, bordado em relevo,
dem idem, muilo rico.
VE'OS PARA EXPOSICAO.
Do tecido de Lyao.
De chamalote de prata com em-
blemas em relevo.
De dilo dito, moito finos.
VEOS DE SACRARIOS
De todos os precos.
BANDEIRAS.
Da Santa Infancia.
De contrarias de Nossa Senhora.
Parochiaes, qoalquer qoe seja a
nvocacao.
Guioes com emblemas em relevo.
A collecao varia de 35J0OO
3:000^000.
PALLIOS.
Em veludo estofado as
pomas e no forro.
De tecido de Lyo, com ooni.
De dilo de prata e de ooro los-
troto.
De dito dilo, cora quatro emble-
mas bordados em relevo.
Mnito ricos, inteiramen'e bor-
dados em relevo com ooro fino.
PANNOS MORTUARIOS.
Corporaes de cambraia fina.
Toalbas para rommonbio e alta-
res
Guamicdes de reodas para alvas.
Ditas para toalbas de altar, aos
metros.
Toda a qualidade da roopa ga-
rantida e perfeilamente execu-
tada.
De 13a. 433
De veludo iuglez preto verda-,487
tetro* Sit
De di masco dobrado de brocado. 650
Estes paonos tem de os metros de 812
DIVERSOS OBJECTOS.
Bolsas para tirar esmol..s.
CordSea fios para alvas.
< para meninos do edro.
Vollas, as dazias.
Cintos e ciotordes.
Sacras de altar, em carlo.
1 Ditas era quadros.
quatre; Marcas [ara missaes, cem seis
1 pernas, em chamalote.
Flores artidaes, o ramo.
Estfos e lodos os demais objec-
tos de igrea.
BRONZES DE IGREJA.
Castices para aliares, prateados,
de novos modelos :
323 milmetros (12
379
pollegadas).
)
)
)
)
)
largura e tres de comprimento. Cruzes do altar. Wresponetites
Rn,,DAS aos caslicaes.
<

*

(i
16
18
20
24
30
ROUPAS DE IGREJA.
Alvas de panno de linho fino.
< de cambraia fina.
< de panno de lioho, para
meninos do coro.
< guarnecidas de reodas finas,
c de fil, de rices de-
senos.
Roqueles em panno de linho sem
mangas.
t com ditas.
Amiclos.
. o par.
Thuribulos e navetas praieadas.
Caldeirinhas coa hysoppe idem.
Coslodias ditas e douradas.
Lastres ditos e correles fortes
para os roe sinos.
Cruzes para procissJo, com ralos
ditas.
Varas, alabardas para sulssos
canis para porteiro;.
Estes objectos todos sao em co-
bre e oo em materiaes de
composlcao.
Precisa-se de ama ama para casa de pooca
lamilia : a tratar na ra do Torres o. 14, segundo
andar.
Illllllll M Bffl ?
, O Dr. Alexandre de Sonza Pereira do gs
^ Carroo roudou a sua residencia para o "
*|& andar do sobrado d. 12 da ra da Impe- jjj|
Mralriz e continua a exercer a sua profis- ^^
sao de medico. '
&miMiiimftMi
Ama.
Precisa-se de orna ama qoe salba cozinhar, para
casa de bomem solteiro : na roa da Cadeia do Re-
cife o. 53.
Precisa-se de urna pessoa para caizelro de
drogara da ra do Imperador o. Si, que d pro-
vas de soa habililacSo : a tratar com o Dr. S Pe-
reira.____________^
Precisa-se de um bomem para cuidar de um
sitio : trata-se na loja n. 45 esquina a ra da
Madre de Deus.
Aloga-se um escravo, om mnlatlnho, um
uegrlnha de 9 annos para andar com a eniaos pa-
ra servlco interno, aquelles servem para criados e
qualquer servlco : na roa do Imperador o. 50, ter-
ceiro andar._____
Ama,
Precisase de urna ama que saiba co6nhar e
comprar para casa de pouca famiiia : na praca da
Independencia o. 39.
O abaixo assigoado acbando . de por motivo de moletia em sua familia, pode
entretanto ser procurado em casa de sua mal o*
ra da Alegra n. 41
___________ Joao V'cente Silva Cosa.
Aviso.
Precisa-se de dous caixeiros de botica
na ra NVa u. 25.
a iratar
Os abaiio acslgoados taiticipam ao respeilavel
publico e geralraf ne ao corpo do cozmercio, que
no da 31 de deerabro prximo passado dissolve-
ram aralgavelmenteasociedade qoo tmbam na loja
de calcados na roa do Livraraeoto o. 15 sobre a
denaminaeo de Ferreira & C, fleandoo socio Bal-
thazar Pinto de Gouveia desligado da mesma, a
contar desta data, com todj o direito a' liquidado
das dividas da exlincla firma. Outro sim os abai-
xo assignados julgam nada dever a pessoa algnma
todavia se alguemse julgar credor podera apresen-
lar seus ttulos at 15 do correle mez, ficamio por
esta forma os abaixo assigoados livres de qual-
quer responsabilidade. Recife 4 de fevereiru de
1867. Thomaz Ferreira da Cocha. Balthazar
Pinto de Guuvela
Dase dinheiro
dia n. 5.
a joros: na ra da Coacor
A pbarmacia de P. Maurer & C mu-
dou-se do n. 18 da ra Nova para o u. 29
da mesma ra esquina ra camhoa do Carmo-
. Precisa-se de una ama de meia idade par
casa de rapaz sultelro : na ra da Imperalriz
n. 77.
Madame Ruessarii .Millocheau esta' liquidao-
d)sna loja com grw.ie. abaijaaenlo no* prtc.)s,
oas freeuezas devera apniveifaf a occasiao, pois
snquidara' al o da 12 do correte.
Alogam-se baratas urnas mt'i-a'guas"ria~en
Jrada dos porlSes da Iravessa das Barreiras, no
bairro da Boa-vista : a tratar na ra do Cotovelo-
numero 25.
Guardas pan arvores, plantas e oulros objectos da ferro que se vendem por
preco mdico, no armazem de Tasso Irm5os na praca do Caes de Apollo ao p da oonte
provisoria. "
^& %m^ ir^iK^yi
ja Soperiores cassas francezas muito finas de cores flxas, matisadas e mludinhas a
m rs. o covado : na loja das columoas roa do Crespo o. 13, de Antonio Crrela
Vaseoncellos & C
de
TIILIOS URBANOS-
DO
RECIFE A APIiUCOS.
Do dia 6 do crreme em liante, Ikam suprimi-
das as viagens dis o hars e meia da ruanhu da
Recife para oCaeireiro e das 7 c 15 miouii, da
tarde do Caldeirsiro para o Recif-, fleandj s^r-
tidas dos t^ens retuiada como da tabella seaiote
DU CALDEIREIRO PARA O RECIFE.
Manha. Tarde.
6 h. 30 m. 4 h. 15 m.
8 h. 00 5 h. 45
9 o. 30 tr.
DO RECIFE PARA O CALDEIREIRO.
Maoha. Tarde.
7 h. 15 ra. 3 I). 30 m.
8 h. 45 m. 5 h. 00
6 h. 30 m.
no pateo do pTrai
Precisa-se de ama ama
zo o. 16.
fofo em edificios, mercadorias e mobiliai.
a roa do Vigarion. 4. pavimento terreo
AS PfcfttAV'ERAS
Toalhas e saogoiohos.
Aviso esencial para evitar qualquer erro ou mof.
Os Srs. compradores n5o devem ignorar ie o ouro nao pode ser fiado nei
tecido, e que por conseguate os gales dos ornamentos chamados do ouro pino m do
prata dourada, os de ouro meio fino sao de metal dourado e os de ouro falso sao de
cobre doorado, e como tal confundiros ttulos que se Ibes dea sempre que sao era-
mente commerciaea. ^^
Os ornamentos que o annunciante tem venda so o de galoes unos .falso ou de seda, so mandando rir os de ooyo fino por encommenda: e nenbum
. fL^2e ^sen stabetecimento sem ser aoompanhado d'oma factura por elle firma-
Par^ popar-se expiieacoes sempre incon-
DE


CaeeaMlr* e Ahrtm.
Acaba de wr pnhlicada a tercelra edfear. desla
IMeraMM obra, niiidaaente impresa e om
giN olaaM te oitivo fraacez, cooteado o re-
trato do autor e Mas m mas prodoccoes, poeli-
cas, enaufe |w, MbK, ,v, piinMn.
raa, Caaoei e *o. hhi ira^aUea, e dous
ajees coa om jo.w critico : acha-se a venda em
LmM i* rt Aerea J, palo pre^ le 4fl0
res, fazndo-M om abattaieMo de K por r#nu
m Stt. livreire do Brasil qne qn'zerem omorar
e|lA
venieitee ao depois de realisadi a renda.
Agua mineral
aaMaWa.
, ~--.., faaan e carbeaka
n
M1IA.
O oso d'agoa de Orexia auii particolaroMnle
rece^MMMaeVf^ja m*J Miela* do Paria,
par todas as aftecefiea do tobo digwHto. iogorciu-
neoio dai vitara* ahlalB*>>, a |*ralmtM* tota*
as molestias provattoMM da fraojwta orgaaica, oe
aoareu de mb*;iw.
DBMail* uhoua ,
14a* larfa a Baaaria 31
Fuumm** me rifooMu*j Tr
Prfsftor debine.
Coelho de Araujo, eontmaaT iecefosar, e pode
ser procurado na Soleade, roa de Joio Feroan-
des Vmn o. 20, e na roa do Livrameaio o. !l
terceira andar- _____ -^
- 0"8r! i& Pereira de MacaMA**' Bastos por
fcvur anooneie onde te Ihe podara' fallar, e lito
com brevidade, um guale m ana aaj*i aa cidada
***aoa dKau>a.oe tom de retlrv-se breve.
- Na raa t-IU n. 22 pmiu- de t mM^jo*
aacravo de 8 a 12 aaoos, DMa-se hem t lia 4
.vida-e adlaai.r airn tomm da alugnel.
- Ckh^bhh Baadwrt, bdtto talwao ,'rera-
*pr* Eqropa. ->
DE
J. VIGNES.
M. 55. RA DO IMPERABOR %, 55.
Oa ptofiosdaiuantifa fabrica sao hoje asss conhecidos para qoe seta necessarin inoi.tir .k.. .
msaperk>rid*d, vaM9a.se aranuas ,,aecJerecem aos cJmpMterelqaaKEiS Zb
5U que alies tem definitivamente conquistado Mbre todos os que leraTaDMrSUsu n^1.^
g?J>J!!!.y_**0 **.? obedecem todas as v'on.ade^ ^SS^S& S
aaaa Mhar, p*r aareaa fabricados de proposito, e ter-se feile nltimameote meloramenifti^ r*r?f?
___"eaatabalaaaaaete se achara nempre om expleodido e variada sortBMiaSeiSaW *..
Madores otorei da RnMf*, assin. eomo harmnicos a piaaot harmoaico. aaido todto SSSff !
praaoa maaaindni o raanaMla. *mmu fatite par
-
------------------------------------- ]
tHmU.
Precia-se para om moeo aolterre de om criado
que saiba cosinhar e tratar de om cavallo, quer
**to torro ea eseravo \ a tratat na roa do Crespo
a. 16 loja, das 7 as II da minha e das' 3 aa 6 da
luaa-se o arauea do sobrado n. t da roa
ItoperlM : a iratar a-> priweira aadar. w
Trocam-se
as notai das aaliaa Mida* do baaco do Brasil
praca da ladependencla a. 22.
aa
MZHHM.
rVacfga-M dom tozlhblre
do Rcifr, armirem p. 9.
na roa da Cadeia
. Ama.
Precsa-se de aja ao* para c* lia : na roa do Rosarlo u. 17- andar.
Precisase de ama aioa parm'cosinhar o dia-
rio de orna casa de pouca familia : no Recife rita
da Cruzo. 29.
Aloga-se o primeiro ao4a~d..T~sobr'do roa do Vigario n. 26, s6 para, escripirio : a iratar
no armazem do meso.
A ttenco
Preclsa-s de ama ama de leite sem Glho: na
Ciaco Pomas n. 102.______________________
Per 251*0
Alnga-se o segnade andar d cas* da roa Veih
n, 43, moito fresca ; as chaves aeham-se em po-
der do OHrador da loja : a irilarnt roa da Imp-
ratrlz n. 39, 3* andar.___________________
Caixeiro
Precis-te de om moco para caixeirn no li id
Venaza do Norte : a* roa das Cruzes n. 39.
bmil Pewer Jejinstei A Umpaihit
Roa da SenialaNova n. i*.
AflBNCU a*
Faailei* ele Lw Ker.
fachinas a vapor de 4 e t cavallog.
Moendas e meias moendas para engecbo.
raius de ferro coado e batido para eisg*.
nbo
irreio de carro para em e dona cavalk*.
Relogioa de ooro patente iaglex/
Arados americanos.
iacbin*apara deecaroar algodac.
Motores para ditoi.
Machinas de costura.
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Diariof^e Pern.Bifouco quinta felra fe F
'vereiro de i'St.7.
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Dlt. SEVIAL.
Para o tratamento e tura rpida e completa das molestias syphiliticas, erisype-
tas, rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, iufiammacoes dironica's do figado
e ba$o, dores sciatjcas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias, pleuri-
sias, gonorrheas chronicas e em ge al todas as molestias em que setenha em vista a pu-
rificacJo do systema sanguneo.
Cooslderaces geraes
A saude um teca inapreciavel, cuja importancia e valor so est reservado ao en-
fermo o avalia-lo.
incontestavel que o homem nesle mundo constantemente, e por todos os lado
atacado por urna infinidade de ageotes morbiQcos que todos ten minadas circunstancias, a alterar o regular exerciciodas funecoes orgnicas, resultando
pesse desequilibrio o que se chamamolestia.
A molestia nSomais do que a desvirtuado das forgas vitaes, occasionada, se-
gundo as investigaces e experiencias dos mais abalisado mes tres da sciencia, pela depra-
vado dos humores geraes, consequencia da acc5o maligna desses mesmos agentes morb-
ficos intreduzdos no organismo pelo acto da respiracao, pela via digestiva, pelo contacto
immediato etc. etc. etc.
A syphilis infelizmente tem sido a partilha da humanidade, e como fra deduvi-
da que esse terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, e!la tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas tao variadas, enfraquecendo
constituices robustas, produzindo mntilaces, e cortando ainda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios, e purificar a massa geral dos
humores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos flguram em primeiro lugar para preencher esse desiieratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
immensos successos obtidos pelo use deste salutar agen e tanto na Allemanha. como em
Franca e Italia, o tornam o cotapanheirn ins-ernmvel dequasi todos os doentes.
Sendo as melestias, como cima oisseuios, devidas s alteracSes dos humores, o
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode serempregado vaniajosamenle na syphilis, erisy-
pelas, rheumatismosu bobas, gota, debilidade do estomago, inflammages chronicas do
figado e bago, dores scialicas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias.
pleurisias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que te tenha
em vista a purificacao do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem feito
ver que elle indispensavel nos casos gravissmos para minorar os foffrimentos, e pre-
parar o doente para medicacoes superiores ; e as menos graves a cura a conse-
quencia do seu uso, convenientemente repetido.
As substancias que entram na composr.o do Elixir depurativo do Dr. Seviai ]
pertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
cas depurativas e a'ntisyphiliticas; assm, ao passo que este remedio depora o orga-;
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evacu- i
acoes alvinas, neutralsa ao mesmo tempo o virus syphilitico quando este virus ja
tem feito erupcao ao exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne tam-
bem os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella ainda no
estado de encubacao, isto sem se ter manifestado sob formas exlernas: beneficio!
immenso, tanto mais quanto oeste estado os individuos igneram completamente se es-
to contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convert a todos os esk magos, a sua acc3o so-
bre o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias medi-
camentosas, cmo acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando d*ste es-
tado, muitas vezes, hydropesias, que quasi sempre terminam pela morte ''o doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
sas asseveracoes, porque sendo um medicamento tao simples na sua composico. a
pratica tem confirmado sua ulilidade.
nico deposito em Pernambueo
Na botica e drogara
DE
Bartolhorneo Companhia.
34-RUA DO ROSARIO LARGA34
ja

m*m
vxxr
s
*
LJLiUlU UU
Para educaco de meninas,
estabelecido na grande casa contigua
igreja de Nossa Senhora
da Soledade.
E DIRIGID
PELAS IRiWES DE SANTA DOROTHA
SOB A PKOTKCCO
Mj
EXXI E RY.M. SR. DR. VICARIO CAPITULAR DA DIOCESE.
l do rorrete, recebeai erti
era tudas s materias n e s
Nesle eojlegio, cuja abertura oeste anno tera' lugar a
meo nas de 6 a 12 annos para seren educadas e instruidas
sanas urna senhora.
Ha-vera' meninas internas, meio-pensionistas u externas.
v., As in,er,i;is paparao 380000 raeasaes, as mcio-pensionistas I540C0. e as exorna*
90000. nao feudo pobre*.
Logo que o cilieRio contar um numero sufiBciente de pensionista?, ira' admiiiindo
gratuitamente para internas algooias meninas pobre.
Pan admlssao de alumnas e para qtiaesqner esclarec mentes trata se cora
ora no mesmo tstat>elecimento a qualquer hora do da.
a upe-


NOVO DEPOSITO
DE
MACHINAS
PARA DESCAROCAR ALGODO
Manoel Bento de Oliveira Braga.
53 Raa Direlta n.53
Neste'estabelecimento se encontraro as
verdadeiras machinas americanas chegadas ltima-
mente, as quaes sao feitas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas que precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecimento que comprarSo das mais perfeitas
neste genero, assim como mais barato do que em
oulra qualquer parte, por isso que se recebe por
conta propria, bem como caos de chumbo e moi-
nbos para moer milho, e grande sortimento de fet-
ragens e miudezas em grosso e a retalho.
A NACJAL
Comj^hia geral hespanhola de seguros sobre
a vida
AUT6WSABA PELO REAL DECRETO DE 24 DE DEZEMBRO DE 1859
BAKQUE1ROS DA COMPAIIJIIA MREGCAo GBRAL
ele Hespaaha
L
eucao
O atollo asslgaado tendo comprado ao Etm. vis-
'onl- De $a*x*m o ^tio ri-nominad Agua Pria,
da liebcribe de bhtn, e teudi demarcado dito si-
tio sendo ?pprvada pela caraira munlcipil do
termo d* O u la a demarcael'i, de possa legitima
nao cjiitestada do refrrido sitio qoe pretende
dividir, convida a quera queira comprar aljfum
lan^oa enteoder-se eom o mesmo abaito asigna
do raa da Soledade u. 3, ou uo mesrao si;io com
o Sr. engenheiro Seitn.
Pedro de Souza Tenorio.
VERDADEIRO LE ROY
de SIGNORET, Doctetir-Mdeea
Ru do Seine, 51, PABIS.
Em cada garrafa, ral, tntre a rolda e o papel azul
que leva o mcu tinete, um rotulo impresso em -
rello eom o Sillo Imperial do gotirno fkahcu.
N. B. l-cmelleuo-se urna lettra de 500 francot
sobre Caris, aceitare! a CO diat de rlita, ao mximo,
goza-te do aba i I,-nenio e do malor detcanto.
Deposito principal
lo legitimo Le Ro/
em Caza do nosso
nico agente pelo
Brazil a Ski Akto-
niu Fm.xc : de La-
cerda na Babia e
no* principis pbar-
maceulcoi.
FERRO QUEVENNE
Approvado p* Academia de Medicina,
ucltritado por eircuUr etpecial do JftiHuVt.
O FERRO QUEVENNE se Ufa em todos u ea-
as para ts quaes oa ferreos sio prescriptos.; nao
fas os denles 8carem pretos; he a praparaete a
mais activa, a mais agradavel e a mais eeoio-
aaica; maitas vezes um frasco h< sufficieate para
curar unta chlorosis.
A experiencia me provou que nenhuma pre-
parado frrea he supportada maia fcilmente
que o ferro Quevenne, em observando u
limites de doses muito reguladas. >
BoocaARUAT, Annuario da therapeutict, 186S.
O Perro Qusvziini vende-te em frascos de
MedUaimUu,. lNtnatiitt, | >
Deposito geral em casa de Eaalle Semerata,
14, rao des Beau-Arts, em Pars, e em tedas w
boticas. Exigir-o Sintti Quevnne e a marea
de Fahrict, atina.

' A i -1 -: 11 iciil h!l- boje einpri'gada por todos os
mdicos afamados, para o trataoiciitu de militas
molestias, uesmopara as que resiskm as oulras
oicdicai^cs.
A eliTlridude produzida pela friccaotein iiroa
tupe iortdade incontestavel, e a vaiitagem de um
dar abalo.", ede poder ser graduada pelo doente,
A cau>a a mais frequcute das molestias a
estagnaen do san^ita ou dos ouiros lquidos vt-
taes. Kestablecendo se a efavnlaeai no orga-
nismo, curacao-se as molestias.
Quando se seatfl til;una dr em quelquer
parte docorpn loto, e insuctivatncnte, seerfrega
o lu^ar eudoiurldo cora a ma, e isto allivla. Isto
rtplica o resaltado incoiitcstarel que deve pro
duir um apoarelho eVctrico. l'ur issu tciMl
prazereiu atmunciar ao 1'u.lilico iiiiL-oSiir Buissoe
de Bivirs residente, boalevart du Prince-
Eugrne, 18, em Parla, dotou a medicina de um
appjrelho E'- ^tro-WTHgnetico, sed a forma de
uuia escora, eom o qual os doentes se podera
turar sem nelmuia oulra medicata. Os mdicos
que a teo eiporinicntado, atteslarao que a
Escota EieotroIiIaohbtica elucazpara
curar;es&heumatismos,aa?aralysia, Ootta,
aTraqueza dos membros e da Columna wtt-
tebral. debilidade getal, Nevralgias, etc.
Estamos certos que breve cada familia possuira
esta etcova que prestara graudes servicos.
A pedido de umitas pessoas, o auter decidio-sa
a establecer um deposito de seos apparelhos oo
tRio de Janeiro, em tata do S* Didiba Rosna,
ra non, do Ouvidor, U.
t'DALHA OCRO. PREMIO DE 18,600 f:
auiNA
ELIXIR F-ebrifago e Fortificaate
nruiM iti Tmtt i uitru ii mil.
Experhaentad con'pleiio successo nos
hospUaes, a quii Laroche (ou eatraeto
completo do qain.) tuna preparacao
excepcional, por ser privada do amarro
daqiisna. Agrada por consertinte as pessoas
as ina i intolerantes e aos palada res os mais
del icad s, pois nem muito doce ncm muito
viscosa, sendo de urna limpidez constante
Emprega-se om muito proveito nos casos
de gastralgia, dripepcia, nevraljia, u,
aaia, maratmo, cachexias, magreaa
fatUo sem causa appare ote, ca rale en-
ea, demorada*, colorte e ecrophula.
K o etpeciCco das molestias febris.
OUim LM0CHE FERRUG1NM
aetistt Mas sf.,rri.e>> f,, ri.
BMPARJZ,. -^r?8>
i, n Druuut. g^^^^YgA^*
F. MAURER & C.
roa Nova n. 18.
Monte Pi Portguez.
A directora pro*Tiwia leva- ao oonttecitoeDto
dos Srs. aasoeiaiir*, qoe M notneado emprecado
eiterno 4o Moote Pi o socio Sr. Joao Penandes
da Silva Oliveira ; eooe por elle val maodar n
ceder a dlstrtlmicaj dos diplomas e cobranca das
mensalldles relativas ao semestre Ando em de-
lemhropMsade, temi eadafsocio de dar a quan-
ta de S0O0 peni respectivo diploma, coof^rme
detern.ioa o| l> do art. II dos e.-tatou.
tverrauria do Moot*n?io Porluguer em Pernam-
bueo 28 de jaaveiro de 1867.
Jui< da Silva Loyo,
Prefidetite.
ioaqoim Gerardo de Bastos.
. Secretario,
V '.
Madrid: Raa e S. Aeoslnho
.!
mtmaeii d eoatpaabU en .5 d J-rih* de 186fi.
Apolices 19:700 Capital Rs. i7Miir$670 ou oeda brasiteirt
R. I2,7U:476*W0t
A Nationai abraca toaag as conbinacOes do seguro de snpermencia e n'dla pode
faxer-subi;rt^t;3) J. iaxlo efue 'em oenhum cajo se perca o capital imposto nomos lu-
cro* con*poamiites.
Una afianca doposiudajoos cofre* do'estado, garante a boa dmmtitratio da eom
panhla.
OsfuD-doa da cotnpanbia so inTertem em titulo do eatado e se depositara do ban-
co 4 Hespana cam iatervento do delegado do goTOrno 6 do jcopselb adminUtrativo
A cdmpaobta estraolta a toda a empreza oo esptctila^rO perigosa, e os ttulos em
que se invortem os fondos impostos na mesma, ni>i eorrera 0 flja.iior risco, poii sHUe
fii-aBtidoi pelo joremo, po-ie-^ direr por lodn nc5-i.
PILSBIHA
No da d.i corrente mez (feverelrc) perdea-se
aa raa da aiio oo em um dos ardes oo- teirnt-
ram par* o CaMereiro ae 7 horas 4a maohaa. ova
polselra de cabello cum reirab. : qoem a aeboo
po annonri., que >' nrauiieada s|iieren.
Alfa-*e acata tr.a a nn
(i a tratar ua pr*f a do C irpo Sant
melro indar.
C4S4 UA FORTUNA.
Aos 6:000^1000.
Ullheteg ararantltlos.
A HA DO I Eijpo .\. 2.1 : vS.AS DO CG5TMF.
miiUo Ii-
ae acabos
pol.ca, os'
O ahaixo
assitjnado refidftu oas seos
es ilnetes ataotidos da Interia ^ue
deenrahir a beueiicio da colonisaco
segaintes premios :
N. W7' u-ii neta tiliaie eom a sorte de l:?00j
v' l""lfi,e inte,ro e""> 3 tir,e de 50"*-
n. 15H8 douquirlos eom .i sorte de '2005.
h oulras multas sories tle 1005, K>> e itfi.
u possuidores podem vfr receber seus respec-
tivos premios sem os descootos das leis na casa I
da Fortuna a' roa do Crespo o. 23.
Acnam-se a venda os da 3.* pirte da lotera
r; a oeeacio das famillrs dos rolanurios d.i pa-
tria que se eztrabira' sexta-fera 8 de revern.-*
Pre^o.
Rilhetes........ 6000
Jjeias............ 3*000
Quartos.......... 14500
I ara aa peisoag pe coraprarem de 100,5000
para cima.
Bj'hetes.......... 5o0
*e'os............ 2750
Uwtos.......... 1*375
Manoel Martios Fo>a
m
m

ar e de vistas preoarado na moho ron-
fricad ^s;^;
B.JH.1JL
Grande hiinazem de tin-||
tas medicamentos etc.
Roa do Imperador q. 22.
Productos chlmicos e pharma- ft
ceuticos os mis empregados em
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tora e para tinturara.
Productos industriaos e tintas
para flores, como botSes de flores
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros eom o compe-
tente desenbo.
Productos chimicos e industriaes
para photographia, tinluraria, pin- I
tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup- ;
prido directamente de Pars, Lon- i
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa !
pode offerecer productos de plena i
confianga e satisfazer qualquer en- j
eommenda a grosso trato e a reta- j
lbo e por preco commodo.
ttequifcs ou babadiabos de tambraia.
. ^'f1"" ,"'8nc,;, de recebar um uello sor-
I tSS a* rqml'i ou bal'a,>'uh amL J ^"W** n% P'liro coro areno e
%?do.48.Mi M ,0Ja a''g01 braDC' fUa
Aibuns'para retratos.
nlto"nii reCebeu nV0 sortimento de bo-
como mmW re,ri ,0S a C0D,,nua a Yeode-,os
como sempre por precos commudos
pois ua prnieoderiies a 'ua do
agoia branca n. 8.
. comparfQam
Quemado loja da
m
se de Sfam^*'* **' fegUQd andar- 'recisa-
sede orna ama para cosinhar e .ngommar.
Dr. Ignacio Alcibiades Vel-
loso
MEDICO.
.a res!ir i rai da 'mperalrii n. 4S,
2 andar, onde pode ser procurado. D consultas
das 6 as 8 horas da maohaa.
Joao Goilberme Romer, participa ao respei
lavel publico que roudoo sua (ffleina de ferrador e
Pintor da roa da ponte Vema para o caes de Ca-
pibaribe o. 18 e cootioua a trabalhar na sua
raa proBs.'ao.
Fio de. algodo da Babia
Vndese no escriptjrio de Antonio Lu de Ol-
vel/a Azevedo & C, no sea escriptorio ra da Cruz
mes
m
Aluga-se
Um sillo oa Capuoga Nova ra das
Pernambucanas n. 23, em cujo muro se
acha o chafariz, tendo pradeamenu e i
porioes de ferro, casa assobradada para
grande familia, coebeira, cacimba, tin-
que, agua de encanamento e arvores
fructferas; a tratar na ra da Impera-
tnz n. 12, primeiro andar.
- Aluga-se a loja do sobratfo n. 11 ta
ra do Caldeireiro por 16,5: a tratar a' ra
do Imperador n. 75, esciiptorio.
Precisa-se de un, caixeiro de 12 a 14 auny^
na roa da Concordia d. 12.
G maiercio
OIerece-se um meCo eom pratica de raolbadus
para caixeiro de trapiche ou mesmo para caixeiro
de ra : quem quizer util.sar-se de seu preMimo
deixe carta fechada cem as iniciaes A L cesta tv-
pograpbia ou na travessa d Quemado n. 1.
Farello a 4|OO novo.
A' raa do Apollo n. .
Campos & Sobrinho, tem para vender em
por?ao e a varejo : superior cal de Lisboa, por
menos preco do que em outra qoa'quer parte, v.
nbo do AltoDouro, especial para a tsiaco calmosa
por ser inteirameole poro, ovas do serio raoito
frescas : a" roa do imperador b. 28, defronte da
relacao.
Manteiga'.mgleza flor por 800 rs. a libra
rutos delicias aprativeis alj a caixinba de
na ra da Imperatriz n. 6.
UVRO DO POVO
POR
SOS.
Ft-
Jc casa da vinva Luiz Gomes Ferreira o
cravo de ni me Romao, idade de O annos
.bra, estatura regular, cabera grande, cabel
carapinho cheio do corno, rosto redondo,
ojbos uequenos, con principio de barba no beico
superior e queixo, onde tem urna marea de taino
no lado direito, bocea grande e cem b< ns denles, e
pe.- peqotuo, na criado de tahoa no carro e tem
ufflclu tambera de cozinbtirc, 6 u,u,to cunhecido
aesta cidade quem o apprehender r.cebera'
recompensa cima.
Novos en'eites para vestidos.
vn7.3grau braDC* a ,ua dQ^imado recbeu co-
tos eofeltes para ves idos notando- e entre elles
as cascarnlhas eom bico.obra nova e de gcio
Carteiras de avgibeira eom tesoura. pent e
mais necessarios para viagem.
Vendem-se na loja de miudezas a ra do Quei
mado a. 16.
' Coqoes fingiodo cabello.
liises e crespos, singelos e eoropostos, de gom^s,
canudos e redondos, coberios eom Oiel simples e
de vidrinhos, ornados eom flores e Atas, obra ora
e de goeto.
Para senhoras e meninas.
Loques finos de madreperola e osso, todo de sn-
dalo e de sndalo cem soda, eom finos e bonitos
desenhos.
liivs de madreperola.
Bonitos peoles de madreperola mui alvo par.
coquis, lindas flvellas de dila dita para cintos de-
licados alflnetes e brincos, bot<5es para puobos. o-
bra prima. '
Aderecos, pentes e flvellas igoaes de dita,
brincos. Fivellas e fitas para cintos, ciutos mati-
sados, obra novissima e de gosto
Ramos de flores finas.
Como geralmente sabido, a loja da aguia bran-
ca o jardim das finas flores ariifloiae?, e alera do
bom sortimeolo que sempre se acba em dila loja a
aguia acaba do receber novas flora las quaes se
coobece o rigor d'arte imitando as flores oaluraes.
Na loja da aguia branca a ra do Quemado o. 8
acharao os apreciadores do boro edelicado caixo de
llores cora compridas ramas, rosas, etc., todo do
melnor gosto e primeira qualidade.
Meias prelas para padres.
A aguia branca a' ra do Queimado o. 8 rece-
beu boto sortimento daquellas boas meias prnas
ae lata qoe continuam a ter vendidas a 5WU0 o
par.
Yisporas e dminos
A sguia branca a' ra do Quemado n. 8 rece-
beu novo sortimento de vispnras em caixas de ma-
deira e papelo cora 24 e 36 cariSe?, lendo entre
elles a'guns eom chapa de melal para cobriro nu-
mero ; assim como dminos em caixas de madeira
branc- e tnvernisada.
Kap Paulo Cordeiro.
A loja de miudezas a' ra do Qtifimado o. 16,
recebeu nova remessa de rap Paulo Cordeiro, e
continua a recbelo por todos es vapores, para
qoe os apreciadores achem sempre boa pilada.
Botoes grandes
e pequeos, pret s e d outras cores.
A iguu branca recebeu um bello sortimeulo de
botoes de diversas qnalidades e gostos os mais
-j- modernos, a elles boa freguezia da aguia branca,
50 comparegam a ra do Queimado n. 8.
__' Meios aderecos dourados
Na loja vendem-se bonitos melcs aderemos duurado uno
obras rrui bem acabadas o de novissimos moldes
Rodrigues K*'08 s^adaveis e nr(,5'Js to ccmmoJo.- que ne-
o
3

* tenlo Marones
Obrarecommendada e approvada pelof Exms. m comP"dor /^ctarr,.
atceblspos da Baha e bi*po do Mar-.nhao, e adop-' ATtlOSlraS (le OuVS
tada nas escolas primarias do Amazonas, Para' i A uguia branca a
Maranbao, Piauhy, Cear, Parahba e fernambu-' beu
Consistorio da irnaBdade de li. S. da
tceico dos Hilita-es, 6 de feve-
reiro de 1867.
Tendo esta veneravel irmandade de tllecitiar o
mais breve possivel a obra da cterta de. toda %
Igreja, mandou era set-o de 25 de Janeiro pmx -
mo passado pflr a' concurrencia de untantes, que
se proponham a fazer dita obra dentro de um pra-
so determinado e sob flanea idnea, servlndo de
base ira. uiQamenlo : qualquer pessoa que se
qoeira propr pode anteriormente dirigir se a'
mesma grc|a, que o saehrislio Ihe mosirara' o di
to orcameni-, e Ihe infoimara' s- hre as obras a
azer. As propostas deveaj apresenlar a" mesa
regedoia rio dia 11 do emente, as 5 horas da "tar-
de, nesie consistorio.
-M. J. Victoriano Barba,
^__^^___ Secretario.
Hotel de Europa.
O abaixo assigmado tendo de ir a Europa eom
fu familia, fratar de sua saude, previoe ao pu-
blico, bem como particularmente a todos os seu*
tregeles, que deixa a dir.ccao de seu hotel a Mr
Auguste Cretton, pe-soa bastante hatl.itada em su*
protissao e hoje cnnbecedi.r de iodos os recursos
precisos a bem desemperjbar seus deveres, nao non
psedo estreos de sua parte, afira de poder cemi-
uuar a merecer a acelftcSo esle hotel.
co; 5* edic^So eom estampas e ntidamente im-
presso. 1 vol. cartonado. Preco 1
Yende-sena livraria Ejooomica defronte do ar-
coideSantoAntonio.
Charutos da Baha.
Superiores.
Havaneiros a ...... 44500
Flor de Havana......44000
Oehcias.........34300
Lyricos em meias caixas 64000
Americanos meias ditas. 54000
Suspiros finos meias caixas 34200
Regala-Imperial......340h0 >
Brasileiros........34000
Suspiros superiores .... 14500 o cento.
Para acabar : na Liga, roa Nova n. 60.
Matheus Austin & 0."
Vendern no seu armazem ra da Senzala Ve-
Iha n. 106 :
Latas eom gaz de qualidade.
Barricas eom farinha de milho moilo nova.
Saceos grandes cora farello novo para acabar a
3430').
Barrls eom pregos americanos.
caixa.
>
>


IK-SE
dourados
ra ) Qoeimad n, 8, rece-
..jattidade de meios adeiecos
dourado;, obras de moldes inteiramente novos e
agradaveis, e acabado* cora perfeicao o mesmo as-
sim a agina quer vende-las baratamente para aca-
ba-la-, ate o flm desta semana, por Isso os preten-
demos comparen m munidos de dioneiro.
Espartilhos.
A agnia branca, na ra do Quoimado n. 8, rece-
ben nova remessa daquelles boos espartilbos e
continua a vende-los baratamente como d'anles.'
Argolas de borracha
para atar papis, segurar mango;t.=. ele, ele.: na
lojg d aguia branca, ra do Queinir i n. 8
PASTILHAS
VER
Ama te
Na ra Nova n. 39, segued?
de. urna boa ama de lulte.
Luiz Puetb.
lente:
andar, precisa-se
COMPRAS
Compram-sc escravos
Silvino Gmiberme de Barro?, compr?, vende e
troca efleciivamente escravos ae ambos os .exo?
e de I4das as ida.det : a' ra do Imperador n. 19
tcr-ceiro ansiar._________
Oaro e prata.
Km obras reinas : compra-se na praca
dependeqcio a. i, loja de bi I be tes.
Compram-s libras
ndepebdencia n. li.
a Is
terliuas : na praca da
re.rtri'>sa *.
n. 17, pri-
Compra-se Qoro,< avala e pedras preciosas em
obras veibas : na ra da Cadea do Recife loia
de onve* o arco da Orcelco.
IvllS .
cobre, lati e chumbo : no sraaum da bola ama-
rella, por balxo do sobrado n. 39 da ra dj liiioe-
rador. ______, ^
Compra-se aiu pretu : na roa
armazem.
t;rox n. 6,
Compra-te um escravo;
mero C
a ra da Croa aa
deas pares de rodas novas e om lelio para rarroca,
um cocho e varios caxilbos de amarello, alguns
paos de cicupira e um banco de amarello para ca-
rapma, ludo em bota esiado e por preco oornmo-
do : na roa Augusta n. 59.
Vndese urna negrinha de idade 8 annos,
ppnco mais ou menos, muito b mita escravinha :
ni caraboa do Carmo, sobrado novo, 2* andar.
"XAROPB
peitoral dulciflcantt
SAINT- GEORGES
PrtparUo ptr
GRIMACLT e Cb
phamtctollcst dt 8. A. L
t p-'ltcipe Napoltlo
Cara rpida de lu
molestias seguentes :
totu, catarrhes, pleu-
resa, coqueluche, an-
giruu, fortes eenstipn-
fSesr irritafSes dos
bronekH e do paito,
hronckite.phkfica pul-
monar, astma, pneu-
monia,aneintu,amug-
daliUs, toisechronica,
rouquidio. Os mdicos recommendSo ao mesme
tempo O nao aa eacellentes paatilhas peito-
n*M oott saooo d'aaoa laureiro-
oartfo, ujm m it^twlo aa saeuw aaubelo-
nas pbarmacias de Manrer e A.
A venda
Caors.
Tirita nova superior
Vende-s em garrafas : no escriptorio de Anto-
nio Lat de Oliveira Azevedo r* C, raa da Croi
n t-
Compra-se urna raa terrea que loba Jro-
modoa-para faratlia, oa Tretoeaia de Santo Antonio
oo S. Jjs : d ri|a se a ro Nova n, 58 das 9
horas da tarde.
as 5
- Compra-ae moeds dt uawj na rat, Nova
n. 13. tota._____________
CMipn-w art* etcsa**** 'Htt beto cosi-
nhar aomraar : i tratam -raa 4o Csbua' n
I, loja. '- ^
eaeli
AMintia fl.* mu,* a iiqtieK* texi-lfinti
Therpza dy SiqueirJ Cavieanti pdem 5 tades
sus parete* e amitrax p,.-a ..ti.-m a mlssasi
e memeni,) que por alma d* ioa querida alba
tnaadam diter uo dia 8 de fevereiro anoiversarfo
de seo fall^eHnento, na capella do leniltrio m.
bliro. t 8 bura da oMOlvIa.e d*de Ja .*T,i4cm
l^os aqneiles qiw a dltaarem asl4ir a lio
rtital) > em.
VENOIS
- Vende-stxwii piano de um dos fabri-
cante mais afamados; a tratar na roa da
Gruzn. i.
Veode-se orna escrava perita eogommadeira,
a ijoal concha o diarfo de orna casa, e fax todo o
mais servigo eom urna Alba de detanns, eom
priocilo do costara : a tratar a' roa do Ranget
a. ili.
Exeelietite acquibi^i
Vendo-ee o pauebo brasiltiro VOLANTE, cons-
truido em 186i em Laoembrg (Nova Escocia) de
madrira de earvalbo, eom capacidade para I i 000
arrollas de earga, acbaod) se todos os pannos e
mais oMtvCr&VH notos e em porfolio estado, um
lindo Mfe aoito veitlro, sem defelio e forrado
de nreul.s demandando 10 ps d'agua quando
carrr-Kada: tratase con o respectivo consigaatt-
no Antonio de Alnaeida Gomes, roa da Cm.
>3, primeiro andar.
^Jtyinwrwiioi pan dous carallos.
5*tftJ*** ti rodltos.
NOVA YORK.
DE COR CHEIRO E SABOR AGRADA VEIS
Infinitamente mais etScflies do que todos
os mais remedios perigosos enauseabuodos
que existem para a expuiso daslombrigas.
N5o causam dores e produzem seu effeito
sem precisar logo depois de purgante ne-
ohum e toincitantes em apparencia e deli-
ciosas em gosto, que ascrianfas estc
promptasa tomar mais do que marca a re-
ceita.
Uteis como um excellenle meio de fazer
remover as obstrucc5es do ventre, mesmo
no caso de n5o existir em yerme algum, as
PASTILHASVERMIFUGAS DE KEUPS S50 promp-
las einfallivcisnasuaoperacao e por todos
os respeitos dignas deconfianca e approva-
(9o de todos os paes de familias. Prepa-
radas nicamente por Lanman 6 d,
Nova York.
Depo.sito geral em Pernamtmco raa da
Crn n. 22 em casa de A. Caros, J. da C
Bravo e P. Maurer & G.
CALCADOS HIATOS
Vende-se na roa do Imperador o. 32 :
Boriegnins Inglees de eoaro d rupia a 74300
Ditos de ames a 7*300.
Ditos para senhora entenados a ax
Ditos tlxos a 4.
Ditos de cores a 34300.
Ditos para a mesma a 44.
Ditos de cores a 14800.
Sapatdes ingleses a 34S00.
Ditos franceies a 44.
Ditos sola dobrada a 04.
VENDi-SI
i todo o servi^
Itdaira: na rti
Veode-se
ama escrava para todo o servico docasa roa, boa
lavadeira e quitsodira : na ra o Rangel n. 3.
nraa escrava moca muito bonita figura sea defci-
tos e oca achaques : a tratar na Boa-Vista eom o
Sr. Aqiobo Carneiro da Caoba.
.
se-
Vende-se oleo de ricino em
por preeo rarnod* : uznii Ca^la do Roeife rica
.!,* andar.
.un ** ,4>
Prtaeai para enlardar aiiodia /da oa
" Nnuffln
o armase** de Heory Porster & C, Ao caos
.Pedro II n.i jinlo ae Gabinete PxrBfMa.
Hbitos
No Coracao de Oaro n. J Tj, roa do Cbo
vendem-se hbitos de Cbristo, am crnieifo, por
preces eommados, e joias de oaro e prata.
Tairihas
Venden sa uiofaas de Asaooae.
tu da Praia a. W, ^^

i \
aa barre : na
aSMkt
\



^'^"B
---------------.........,
-**
6
Diario de Pernambuco QaiaU lelra 1 de Feverelro de
1867.


|b>4
O ARMEZAM
UNIO
53 RA DA CADE1A 53 .
Pi^ilDO O ARCO DA. COMCEIC!AO.
Acaba de receber e tem por bartissimospresos '
ARM JlZEM I>E FAZEA1AS
OLYMPIO GONCALVES ROSA
Ra do Livramento n. 14.
*
O propietario desta esUbeleciruenio faz sciente ao respeitavel publico e aos saos amigos
- ,- i fregnezes, qae tem augmentado a soa oficina Je alfaiale, e dirigida por om hbil mestre, se eacar-
ii6ni bOU. aCOStUIIaClO e mUltO COmD lOtO SOrtinOUtO W def*WMmPrMP^do eocommenaa, das peo8 qae flalwem honrarle estatal^
cimento por precos oais baratos.
Asslm como tem om completo sortimenlo de fazeadas Roas (as qoaes nao sendo eostamapo-
de gneros os seguintes abaixo declarados.
Queijos de Minas.
plegados pelo aUimo vapor a 1^600 rs.
Gfomma de miljio branco
americano.
raelbor qae ha para papa, po-do-l, bolo,
*ngica, crerae etc., mailo substancial e
mdavel a 6*0. rs. cada paoote de libra.
SALMiO E LAGOSTIN
negado altimameote era latas de 2 libras
4j$t00 rs. cada urna.
f-HQCOLATE
irancez a 500 rs. o pcote, dito hespanhol
pecial, o melbor que tem viudo ao merca
v4o a i280 rs.
LATAS DE LINGUigAS
som 6 libras er mlica mente fechada a
4(5500, e de barril a 640 rs. a libra.
VELAS PARA CARRO
*m pacotes de 8 velas a 900 rs.
VINHO DO RHENO
*4adeiro a 20000 a garrafa.
BORDEAUX
tu roais acreditadas marcas: S. Juliea,
tant Brion. St. Emilion e St. Estepb a 800
rs. a garrafa e 8J00t a dazia.
O EXGELLENTE E AFAMADO
COLLARES
agarrafado da bem conhecida casa de De-
>snt 4 C.a a .0#000 rs a dazia.
PORTO
iversas qaalidades engarrafado, iaclasiveo
sais oo qae ha a'este genero por 800,
1^(000,40200, 10iOO e!05oO rs. a gar-
rafa.
OLD CHERRY
f> mais soperior do mercado a 1500 rs. a
garrafa e 150000 a dazia.
VINHO BRANCO
mllente qoilidade, de Lisboa, e proprio
para missa a 800 rs. a garrafae 80000 rs. a
xa de dazia.
VERMOUTH
inperior qaalidade em caixas de 12 meias
garrafas por 120000 rs. e cadameia garra-
fa 10200 rs.
MOSCATEL DE SETUBAL.
o omito excelle-ite vinho moscatel por 200
a cala de dazia e 20. a garrafa.
CH-A
hyssoa de primeira qaalidade,a 20800 rs.a
libra, axim o qae ha de mais fino a 35 rs.,
aim destas na maitas outras qaalidades
proprias para vender a retamo, qae se vende
de 10000 rs, a 20.rfc a libra
CHA PRETO
o mais especial qae tem vindo a este mer-
cado a 20600 rs. a libra.
MACAS
estrellinhaspara sopaem caixas sortidas de
" 8 libras por 40000 rs, palharim, macarrSo,
etc., a640rs. a libra.
PREZUNTOS
os verdadeiros de Lomgo a 040 rs. ahbrgo
560 inteiro.
JALE1A DEMARMEELO
em latas a, 800 rs.
MOLHO ING'LEZ
diversas qoalidades a 720 rs. o frasee.
MOST\RDA INGLEZA
moito nova a 800 rs. o frasco.
MOSTARDA FRANCEZA
a 640 reis o frasco.
ARENQUES
em [atas a 600 rs. cada ama.
GARRAFAS
brancas para mesa superiores a 50 rs. e a
60 o par.
COPOS
diversas qualidadese tamaDhos a 30 rs., 40
50 e 60 a duzia.
CAPACHOS
de cores e differentes tamanbos a 500 rs.
640 e 800 reis.
BALAiOS
diversos feitios e para compras desda.500 rs.
at 20 rs ; ditos grandes proprio para roapa
de 30 a 50.
GAZ
ornis superior %u liquido em latas graades
com 5 galoes por preco de 100 rs.
curar as lojas do Livrameoto) espera que
u-.s vende mais barato que outro qaalquer.
seus amigos e fregwzei o honren) com aas preseras,
BAS0UIN4S DE SEDA PRETV.
A' loja de fazendas de Augusto Eorto & C.
. 11 Ra do Quevmadoii
m n ciEii-53
ItAJtfllE LIQITIlAAO
A' loja de Aagasto Porto dra chegaram as melhore basquinas de seda
preta que se veodem por modioos presos.
Vestidos-de moino decores para bailes e partidas.
Ricos vestidos deBlond com imanta e capella para noivasi
Costomes completos do casemitra para hornera, faaen.ia i especial#aendo
as cagase palitots da oKima moda.
Bonets de palha da Italia paranhoras e cha ios da phantaaia para-ho-
mens. W
Eoxovaes e vestido* bordados para baptizados-dr lO0OOQ.a 380OQO.
Camisas inglezas paita homem, peito,. psahoa e colarinhos de>lioao sope-
Ricas saias de linho bordadas, bal5es, espartilhas, raaia&.fiaas, Jences
bordados, camisas, camisinhas, manguitos bordados para seahoras.
Colxas de seda, de .15a e seda para camas de noivas.
Cortiaados bordados para camas e janellas.
Tapetes para- sof, cama e piano e panoos para cobrir mesas.
Bramante, bYitoaalina,. Miciennes ou oambraias de patos, fazenda muito
bella para vestidos, silesias^ bretanhas, exambraias transparentes tapada e
de linho.
Moireaotiqae branco e preto, sedas brancas, decores e pretas, e gres-
denaple dje todas as quadades.
Brins de linho branco e de cores dos melhoras.
Neste estabelecunantoha sempresortimento das melftores e mais baraas.
Esteiras da ludia para, for uf< salas
1 l-Rna do 6nelmado 111
VapDres.
Veode-se em casa de Saanders Itrjtbers & C,
oo largo do Carpo Santo n. 11, vaporea patentes
cera todos os pertences proprio* para fazer mover
aes oo quatio maehiaas para descarocar algodo.
POTASSA lUIUJSSIA
Yende-se potas? da Russla muito superior e de
qoalidade a mais aprvpetada par o fabrico de
assucar a prey.- rasoavi, no armazem de Jos da
Sil" Loyo & C.
Aos a|ricaHort
Saanders Brothers & C. acabam de receber de
Liverpool vapores de forija de 3 a 4 caaailos com
todos os pertence, e mu proprio para laxer rao-
ver machinas de descarofar algodao, podendo cada
Admirem os presos
[Ve ari.uera t (aserias de Saltes
Coelha.
Riia de Qnelnado n. if
Vende-se:
Madapolo entestado fino a 9 a peca cmo SO
varas.
Ditos de 75, 7500, 85, 95, 105 e U 5 a pega cora
30 varas *
Carabraia da lista de dua core para vestido
800 rs. a vara. ...I
Bales de arcos paraseobofl Wmsie55808
Ditos de araos en-a ruados de 35300 e|i5-
Ditos de tr.'urculioaa 45800. ]
Ditos de arcos-para meninas de 15600 e 15.
Toalhas de linbo alcochoadas a 125 a duzia.
Dttts defeftro-fpello) a 135 a doiia.
aa?jBBag> js^u^^^^^^nm
vem para enfardar algodo on para outro qoalqaer
servico em qae asan trabalhar com animaos. Os
raesmos tambera tora a venda machinas america-
nas de 35 a 40 serras : os pretendentes dirijam-
se ao largo do Gorpo Sanio n. 11.________^__
Loja do Gallo Vigilante
RA DO CRESPO N. 7.
Grande e variado sortimento dos nomero-
sos objectos de apurado goslo que ultima-
mente acaba de chegar para este bem co-
ndecido estabeleciment, pois seo corres-
pondente em Paris o mais habilitado pa-
ra a es col ha de taes objectos, pois os com-
| pradores poderao apreciar, como sejam lin-
dissiraos enfeites de cabera com cok de
cabello, e sem elle.
So no vigilante rna do Crespo n, 7.
Eufeites.
Koqoes com caixos e de novos penteia-
dos.
Trancas pretas e de cores, e de todas as
largaras, com vidrilho e sem elle, para ea-
feie de vestidos.
Bicos de seda com vidrilho e sem elle.
Dito dito de lindo a 3a a vara.
Bramante de linbo coca .10 palmo de laara >
fSOOavar.
Dito de dito de 9 trldim- a 95400.
Dito dito de 3 dito a 10100.
Dito dito.de 3 1|2 dito a 990.
Algodo enfestado cora 7 1)3 ditos a 15100.
Retondes de fil prele a 75.'
Bonrnns de dito a 105.
Chales da dito a 65.
Carobrala adamascada para cortinado com 90 ra-
ras a 135 a pega.
Lencos brancos de camiraia fino de 2. 34.
35800 e 45 a dura. ^* w
Laiintia com Bares multo-ina. a 400 o covado.
Dita lisa (Lia a 480 o covado.
Cambraia de linbo fina de 65500 a 95 a vara.
Cambraia lisa moito fina de 55, 65, 65300, 7
SPtoMBK
Colxas de fustaalcochoadas brancas e decoras a
65000.
Cobertas de chita da India de 25400 e 35800.
Lences de h mbnrgo fino de 25400 e 35600.
Ditee de bramante de uro s paaoo a 35100.
Tarlatana da todas as core a 00 a vara.
Moreantiqoe prelo superior a 25600 o cavado.
Grosdenaple de dito a 15800 o covado.
Planella oe cores a 800 o covado.
Cambraia de salpieos brajMMsom 8 Ii2 varas ps
Ca 14300.
Fil de linbo liso fino a 800 a vara.

Gravatinhas de vellndo para senhoras. | Dito dito com salpieos a 900 a dita.
Gravatas e mantinbas de seda para bo- Guardanapos de linho para mesa a 35503 a dazia.
23 Largo do Terco 23,
Joaqnim Simo dos Saatos, doao deste bm sortido estabeleciment de seceos
ti molhados, faz sciente ao respeitavel publico, tanto desta praca como de fora, que ve-
Jiam fazer saas despensas a este estabelectraento para verem a grande differenca qae faz
para menos preco, caso fossem comprados em oatra qaalquer pane. E todo o freguez
que comprar de MO0OOO para ci na ter o descont de lo% pelo prompto pagamento,
faz-se esta grande difarenca por estar-se em liquidaco.
Gaz americano a 4oo rs. a gararfa, e 90 a lata.
Caf do Kio de 1.a e 2/sorte a 2io e 2oo rs. a libra, e a 60 e 70 a arroba.
Queijos de diversos vapores a 204oo, 208oo e 30ooo cada ura.
Phosphoros do gaz a 202ooagrosa, e em porr,ao se faz abatimento.
Cerveja de diversas marcas, duzia 50, 505oo, 60 e 70
Arroz da me bar qualidadea 12o e lio rs. a libra e a 30oo e 302oo a arroba-.
Papel da linho marca viadoa 40oooa resma, em porejio haabtmento.
dem fino de marca martello a 505oo e 60 a resma.
Vinho das melhorese mais acreditadas marcas, a 207oo, 30 303oo e 40 a caada e
136o, 4oo. 5oo e 56o rs. a garrafa.
dem i.ranco superior qualidade a 40 a caaada e a 56o a garrafa.
Cha minlinho e graudo da melhor qualidade a 20, 202oo, 205oo e 208oo a libra.
Manteiga ingleza fina, a 10loo, 1012o e 102ooa libra, embarris ha abatimento.
dem mais baixa a 72 >, 8oo e 9oo rs. a libra, era porejo ha grande abatimento.
Ierafranceza muito nova a 64o rs. a libra, e em barril ha grande difereaca.
dem mais baixa a 48j, 52o, 56o e 6oo rs. a libra, em porcjto ha abatimento.
Vinho do Porto engarrafado e em barril a 64o, e a 10 a garrafa.
Alm destes gneros ha ootros maitos assim como bolachinhas de soda a 101oo e
;.v a lata, chonricas e genebra de todas as quadades, massas para sopa, copos a 50 a
uzia, s ao Conservativo largo do Terco n. 23.
MACHINAS AMERICANAS
Terdadelras do fabricante X. V- Gaottongt & C.
Moinho* anericaaes para moer m I he.
Na na No va n. U e 22, grande deposito
das verdadeiras machinas americanas de todos
os fabricantes; se en;ontra oeste deposito
grande porcao de machinas, e se veodem por
menos preco do qae em oatra qualquer parte,
por se receber em direitura- da Amewea; se
fornece todas as explicares necesaaxia ao
comprador para consarvaco das metreas;
neste grande estabelecimento se enconir* mai-
tos. arligos americanos, que- mai^j deve agra-
dar aos agricultores que. usam dataea artigos,
encontra-se tambeio todos ascollecces da.de-
senos sobre os qnaes s& aceila; qaalqaer orna
encommenda, que com promptida'o s'eraexecu-
tada; neste granito, zitfl4wef4),. encon-
tra-se em- groase.a.i'emlitv. giKadeporao
c erragens, e miucjazas qae se vendem por preco euamadtor'-rjWrJito-s a-ottepcSo
C-. todos para este estabelecimento que maifo locraro em fazer suas compras: na
i-i.o Nova ni. 20 Carnfi'-n Vianna.
LOJA DA FRAGATA AMAZONAS-
DE
Monteiro Guimaraes.
n K- 5 Roa do Qoeimade n, 5.
s (tonos das te novo estabelecimento cnamam a attenco dasExmas sen!io-as au
JS 2 g 6Ste- ar.t,gos de nov'i&.altimim3ote ehegedos pelo vapor 'rancez,
eque esperara merecaro approvacao do bello sedxo.
A Fragata acaba de receber novo sortiraento de sedas de cores Drela? e hran-
Loques de madriperola de 18 a 800000 am.
Lqaes de sndalo novos gostos.
Cbapelinhas de seda e palha para cok.
Chapeos de sol de seda para senhora.
Ricos cintos bel'a Helena (novo gsto)
Cortioad s bordados para cama.
Colchas de seda para cama.
Cortes de blond pjra noivas.
B isqaines de sada bordados de 15 a 600000
nalos seria EST** ^ ***** *"* mu0S *ue fflenci-
^ n?-lro siin' ?s donos deste no/o esliblecimenlo se consideram gratos, para com
ZSSSSiZfEXSiSL qU te,n ^M* west.b^ciLnto'eS ve^
tS saas pringas """* t0dS qiie mem.
Gravatas brancas muito finas.
S no vigilante rna do Crespo n. 7.
Voltltahas para meninas.
Voltinhas para meninas.
Palseiras para as mesmas.
Correntes para relogios fingindo cabello.
Riqaissimos sintos, fivellas e fita< para as
mesmas e de oatras muitas quadades.
Riquissimos pentes de taataruga.
Fitas de veliado de todas as largaras.
Lindos enfeites para vestidos, chamados
Chrispianne Margante.
Riqaissimas flores para vestidos e para
cabec.
Assmh como lambem se encootra am completo
sortimeato de roopa feta e por medidaL
Francisco Jos Gwmann
[RA NOVA N. 21,
acaba de receber am lindo e magnifico sor*
timento de ocalos, lunetos, binculos, do ai*
timo e mais aparado gosto da Europa e oca
Capellas com canos flor de laranja, pro-los de alcance para observagSas e para o


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"fai
li-5*'5'*"S.
PREPARACOES FERREAS-MAGANICAS
AFPROVABAS PBLA ACADEMIA DB MBDICItfA
DE BURIN DU BUISSON
Pharnacculito, limad ptk kadtuj de ledkiu de Pan
tSSHJn ma meitca> reconh,ece H^nll mM? Para,?urai; M "oestias que tcem pV causa o cnptbrtaeBta
n>Sr^U"-S mlie03 d0S ma'S dilinct0s ^nt-uem esse m o exilsl SSS
VSSS2M|!& m9anese< e aclwo sangne, como o tem reeonaeciS
W ehimieas os maas peritos sempre imiaiamajue unido com o ferro
1 Pos ferris mangan-icos
eeonemia as aguas mineraes TcrruginesasT
V Plalas c Xaropc k iedorete de ferri e de umm inalterayeis
atondo eada urna cinco centigramos de ieiureto de ferro mangaaieo indicadas
P,ren,an"e"te BM molestias Tymphaticas, eserofuioBas, e na chamadas can-
Draffes de lactekie ferw e ie nasganese) ffftisi
^^rtoteta^itBgaEicfl lsaSRSB
aantr .t a... rM[fu. a* TTr-|,rni rnlfiliii ^^
e S Bario d Butsaon deeejando ebter a adheeio nDieU da moMm mtJia a
He frnmmbuc0, a m agente gml, lU>ric Q, pbtmaeeotieM, m Km.
dando mmaiiatameate urna agua, acidulada,
azoza, agrajawl, snbstituindo com vaatagem
i"

Veode-se^aaTpbarmacia^ P. Maorer 4 C, ra Nova.
pnas para noivas.
Meias de seda para senhoras.
Ditas para meninas.
Riqaissimos chapeosinhos e touquinhas
para meninos e meninas, meinhas e sapati-
nhos de seda para os mesmos.
Lindas sextinhas e bolcinhas para bracos
de meninas.
Meias pretas de laia.
Lindos aderecos e brincos.
Aderecos completos preprios para lato.
Lindos porl jotas e port relogios de dif-
ferentes tamanhos proprios para am deli-
cado mimo.
Riqaissimos livrinhos com capa de tarta-
raga para missa.
Aderemos de flores.
Riqaissimos aderecos completos, sendo:
voltas, polseiras, brincos, alflnetes, grampo
para cabeljos; tu do i -to feito de todas as
llores de altima moda em Paris.
Cira vallabas.
Tambem chegaram bonitas gravatinhas
com flores, e com alflnetes proprias para
meninas e senhoras.
Resetus e brincos.
- Riquissimos brincos e rosetas inteiramente
novidale e tudo de muito gosto.
Tdnqninbas.
Riqaissimas touquinhas de linho e seda,
ponto de corx ricamente enfeitados e de
maito gosto.
Fita.
j Riquissimas Gtas de chamaiote, sendo: ver-
de e amar ello, tecido na mesma flta.
Aguabas de marflni.
Tambem chegaram as mai desejadas agn-
Ibas todas de marflin, para trabalhar em laa
e sem corx.
Sextinhas.
Tambem chegaram bonitas sextinhas de
palha na, proprias para meninas.
S no Vigilante rna do Crespo n. 7.
Espelbos.
Riquissimos espelhos grandes e bonitas
moldaras proprios para salas oa lojas assim
como ootros de differentes tamanhos.
S no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Para os pais de familia:
Verdadeiros
Collares Reyer
Electro Magnelieos Anodinos
On Collares Anodinos, para facilitar a den-
ticao das crianzas contra as convulses
das mesmas, a estes collares nos escozado
fazer qaalquer recommendacSo, visto a
grande atihdade qae tem produzido aquellos
pais qae os tem applicado em taes circam-
stancias pois nos parece qae nao haver um
s pai oa mi que por este raeio n5o qaei-
ra por termo a taes soffrimentos de seus
filhinhos visto ser um mal que tanto os
flagelia, pois a estes collares acompanha um
folheto que ensina como se deve applicar, e
vende-se na loja do Gallo Vigilante, ra
do Crespo n. 7, pelo preco de 4(0000, 5
e 65000.
martimos.
PASTA XAROPE de f AF a ARABIA
BE DRI.AWGRF>THK
._ 8 m iilcw Mliorua i^rnUti f pnttnwu 4a
Pacolla d* al.d W.. Fraac, e p.r M m-alco, i *.
piu.i da Paria, a quaaa cartMcarla talo a asa luacrla-
ridada aobra udaa u ouiroi palunti can. asa aiiafnw
afficacla castra oa BaSosaa, *Mpi, lnHa|laa a u
Haloaa do *la a da iiriuU.
RACAHOT DE8 RABES
ae BaUJftJC>3IWnBft
nica alimento aspraiado aala Acadaaiia de Medicina da
Parla. Elle reaiabelece aa aaiolai ejaa aeJarem do i
na(o e dea Intaatlaoe; fortalaa* al crlaacaaaai piailu
dahilkada, alam alaao aa Tirtnda de aaa praprledada aaa>
laptlca ha o aielbor praaarrallTa iaa reara* aaaanll e
jphoada.
Jada Irsaco a cada ealilaka deetae p
itmnrt e ttlU a Hrmm awaawfyawi
em Parla. (Paxer aarlif a alesele
rtaeraceae /.
i Ricaeliea, J,
re .aU* a /ama Dtlmirtmltr, rna
'aria. (Paier eerlile alasele m ai falailcaceea.)
Bepojitariea no rtmmmimn .- aara Baraora ar-
taolaiee r 4* kui j cu.
A venda as pbarmacias de P. Maorer t
e C. A. Caors, em Pernambuco.
Doces
Grande sortimento de doces secos e crystalisa-
dos e em calda estrangeiros e naclonaes : no ar
mazem da Lisa ra Nova n. 60.


PHOSPHATOdexERRO
ni IIN5PFCT0R DA ACADEMIA OEPArtJZ c-
Ne existe medicamento ferruginoave lio netayel
com o Plmphto de ferro de Litar, as anmmi-
Ravo Uatamento prefarad* cera a* fouu 4$
Mutico, trvore do Per, pra a cura rajiida e i-
lallivel da Genorrkea sem reccie aigum. da eoav-
traccc do canal *w da inflammacteaTa innetiao.
OriafjaWir UmUr*\Ma*u-,*tvnM,mT*mii,
esde sna apparicio, ao emprgo de qgaiaajr
antro tratamento. Emprega-ae njsiU m
etnnco de fluxo; tuapsulot em todo*) caco
ehronieej e inveterados, que reatatira*. da prepa-
rar^^n rtn rnritin. nrtiitn n liinimln rtmhrr
'
A venda as
C. e A. Caors.
PTf\ ParnlSancO-
Maarer &

Venera*** cairas eomom arroba de batatas
por 400 rs.; noarmatemdo Sr. Annes defronte
da porta da lanttega.
Col Vares Royer
O
Aaodfaos electro-magnticos contra as con
valsos, e par^.tacilitar a denticSo dar
crianzas. A agtia-branca na ra do Qoei-
mado n. 8 recbe-os por todos Oavvapo-
res francezes.
J esto lio conhecidos, etanto se tem espalbar
a fama ttesses predlgiosee collares Rover, que si
torna d*necesario drter mais algnma colisa en
abeno de seos beos e e efflcases elfeltos; basta t
testeajnono da milhares de pessoas, qoe tm vistt
o aproveiiido o feliz resnludo dates tao otis
eeessarios cellares Royer. A qaotidiana
qofT IlH BSacomoaodo:
os CaVBsraeJoras. A aguia-branea, porm, de^-
ando eoacorrer para am fim de tanto aproveit
mepm .tea fcttto o Qecassarie* padidoa, para qai
por U4o o o* fraacexe Iba ssja raaatd
certa qpaaWlada de dito collares, para aasisa tor-
oar-ij UaialUvel o tof umeoto dellet, na Iota 'a-
guiaabraoca, roa do (ainado n. 8.
dadea medicaes de mate inteircv adptfasi-S
com souicitade sem igual ns annaes da aaieneia.
As cores ptUidas, dor* de estomago, &etXo
penosas, anemia, eewflleseenctas dxfjUeii, iAo.it
critica nu tnhtras, irrefularidade ne wient-
truaoi, pobreta do tatipu, lymphatismo, tao
curados rpidamente ou modificados por em
zceuenu compotto. E' o eonervador por excel-
lencta da sande, e declarado sa^erier aos bospi.
taes e pelas acadatrm a tadM ferruginosos
conhecida, a iedoreto ao eitrflto.de ferro.
pop 5 laico rae cenvem aos estomago de-
licado, me nlo proYooa eoMtipaclo, o nico
tamben que nlo enoegreoa a beea o deo.*u
Deposito naspharaidcias de P. Masre
C. e A. Caors, em Pernambuco.
BOTAS
Novamenie ebegadas botas rossianas e peroeiras
da melhor qualidade qoe temos visto : na loja do
vapor ra N iva n. 7.
Vinho do Porto superior om caia de
uiih duzia.
Vende-se no escriptorio de Antonio Lniz de
Oliveira Azevedo & C, no seu escriptorio roa da
Cruz n. i. _______^^
rival sem mam
Ra Jo Queiaaado n. 49, loja de
mludezas
PE
Jos Bigoamno,
Continna a queimar tudo qaanto tem em sea 33-
labelecimento.
Pares desapato de t pele a i280.
Duziis de peonas de ac maiio finas a 60 rs.
Caixas de liona do gaz de 30 novelios a 600 rs.
dem de lionas do gaz de 49 rs. o novello a 700 rs.
dem de palitos de segarao;a a 20 rs.
Lencas de cassa com barra a ICO rs.
Duzia de faca- e garios de cabo preto a 31600.
Haaso de pal.tos lirado para,denla a 120 e 160 rs.
Pecas de ntremelos moit)finas a 300, 600. 800 e
1*000.
Livros das mtesoes abreviadas a 1*500.
Garrafas de agua Florida verdideira 10'0.
Babados do Porto de toiLs as largaras e todos os
presos.
jyiabarios com estampas paca meninos a 320 rs.
Momento da ronpa de lavar a 100 rs.
Nuvas cariilbas para meninos a 160 rs.
Duzias de meias muito Goas para senhora a 49500.
Oitas brancas e cruas para homem a 3* e 3*800
Agolhas fraunezas a balo (papel) a 60 rs.
Pares de sapatos de tranca e tapete a 1*500.
Piscas de fitas de laa de todas as cores a 600 rs.
Groza de boioesa* porcelana prateados a lOirt.
Caixas com alnenos (raoeezoa a 80 rs.
Caiaade 100 eoretopes moito finos a 600 rs-
Pregos fraaeetos de todos os tamanhos (Ubra) 140
res;
Rasmad ptfel da peo. branco liso a 2*.
Frasco com sepener lista a 10 r.
Grosas de phosfroro do gaz- a 2*000
Pares- de bote d punlw maito benitos 80 r.
Llnhas em caria* do HO jardas a 100.
Catea de superior liaba do ga com 80 novello
700 rs.
Caixas de po d arrea muito flao a 800 r.
Fulceiras de e,%ia, para neoioa a 320 rs.
Ta'beres para mentnos a 240 rs.
Caixa com superiores iscatj para cbarolos'aSO rs
asso eom superiores graanpos a 30 ra.
Qrosas de pennas de ac*aauto finas J20 rs.
Bonets para meninos a !*. -
wntes com coila de meul a 400 rs.
Capachos compndos a redondos a WO js.1
Cama cora saperior papel amisade-a 600 ra.
Realejos para meninos a 100 rs.
Papel pintado
O mais aj|i#a|MMdfior||BM>M|a ajpel
I p#ra forro de sala e guarnieres, encootra-sa a
venda, na mz^mm**Mi
IBotlca e Uxrtholumcu & C.
34--Rna larga do Rosario~34
mm
en s. JOSfi
Grande sortimanto da doces saceos, crjaullsa,?
oo a em calda, estrangeiros e naclonaes: o ar-
maxem da Liga roa Weva n. 60.
Tendeie am Mi na rna de Bem dea'com
casa para familia, arvoreoo e alfrom terreno;
tratas na roa do Qaeiaaaoio. 18 A, ".em Garra
lao di Bastos.
Manteiga ingleza perfertaateole b*a a
M0-ra, a libra aera porcia p*r mesas, oo
ex-propbeta Cinco Pontas n. 86 esquina Me
nona trava^aa d S: Jalo.
Veade-se por preco moito ddmatl'aiplUV
ama rroca : oa rea da fmperatrh 3f, t*ceir
aoaar.
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Remedies do Dr. J. ayer, ex-Ieate
da Uiversidade de Pensyivama, at
Estadw-liMos.
Exlraeto conposto de salsa-par
rllha de Ayer.
Pe llora IJe ecreja.
Remedio para sezSes.
Plalas catharllcas.
O deposito ceatral para-as provincias
Peranaboco, AJagoas, Pajrabyba e Ri.
Grande do Norte, des tes remedios tao fa-
voravelmente conhecidos e acolhidns en>
todas as parles da America do Sol e do
Norte, acha-se em casa de Theod ebria-
tiansea, 16 roa do Trapiche en
Peraambeo.
Os presos de
330 por duzia de estrado de salsa-prrliha.
27 por duzia de peitoral de cereja.
270 por duzia de remedio para sezoes.
70 por duzia de plalas catharticas
se entender diobclro vista coa
o descont de 5 por cento em quanti'dades
de 6 ai 12 duzas, e de 10 por cento em
quantidades snperiores a 12 duzias.
Perfumaras novas.
A antiga Ipja de mludezas a roa do Queima j
b. 10, receben novo sortiaieoto de perfumaras
sendo fiaos extractos e esseacia concentrada, ckei-
ros agradavets para lencos, leos surflne, philoco-
me, e babosa para cabellos, banhas e cosmetiques
ttmbem para os cabellos, po de coral e hycienicos
para denles, opiata ingleza e franceza par* ditos,
saboneles em barras quadradas, outros era calxi-
nh;s, e oqiroa.de bollas transparentes para mip, e
outros mui finos em caijcrab.s de loug* para bar-
ba, agaa da colonia de superior qualidade em fras-
cos 4e mversoa.tamanhos.e. pregos, agua.abrada
para baobar e refrescar o rosto, agua florida ( da
verdadeira) tnico de Kemp, e muras outras per-
fumarias que a vista-,da boa qualidjde.e<.'Qm(por
didade de pregos, o comprador nao dbjectara'.
Meia- pretas de \U e de laia,
Para padres.
ra do Quei
aca, baptisados.
Bonitos chapeasmhos enfeitados, sapatinhos di
setira e merm, bordados e enditados, metas de
sedaveJ3o d'ecocia-para, ditos. Vindem-se na Jo-
ja de miudesas a' ra do Queimado n. 16.
Bcos e rendas dasilias.
A loja de miudesas a' ra do Queimado n. 16,
receben novameate outro sortimento daqaelles bons
e bem_ con.h*ci>s bicos e. rendas.,das Ibas, cpja
fortido, e seguranga de tecido, Ihes da' immensa
durago e os differentcs fins a que acertadamente
sao applicados Uztra a grande procura, e prompta
extracgo como constantemente tem acontecido ;
assim pois concrram os pretendentes, que a vista
da commodidade uosprecos nao objectarao em
comprar.
Venem-sa na loja de miudezas a
mado n.,16.
Gfraxa
econmica.
Em caixiohas, latas e barris, a' loja de miudsas
a' roa do Queimado n. W, recebeu novo sortimeu-
to dessa boa grasa; econmica.
Ua paca bordar,
A loja de miudesas a' ra do Queimado n. 16
recebenovo segmento de Ia fina de bonitas co-
res, e como semofa vende a baratamente, e o so-
timento a contento do comprador.
Bonitas caixinnas.
De madeira cora enfeltes dourados, o outras de
metal para guardar j >as. Vendem-se na roa do
Queimado loja de. miudesas n. 16.
Efeitc e grinaldas.
Na loja de miudesas a' ra do Qneima.lo n. 16,
acbarao os apreciadWHS do bota, tira bello sorli-
menlo de bunitos.enfe.ites para bailes, theatros e
casamentos; assim como delicadas grinaldas para
noivas, eaixos de flores flcms para enfritsr os ves-
tidos de ditas, e muitos outros objectos, e ludo se
vende por precos lo rasoaveis que o comprador
experiente, no-se.awave.a objectar a respeito.
Babadialios boed dos, eulreiaeios ditos.
Todos de fina cambraia e delicad s bordados.
Venem-se na lojar de miudesas a' roa do Queima-
do n. 16.
Plumas brancas c de cares.
Vendem-se na leja de miudesas a' ra do Qaei-
maJo n. 16.
Franjas
Com borlas e sern ell6 para cortinados, loalbas
etc. Vendem-se na loja de miudesas a' ra do
Queimado n. 16.
Boas e bonitas itas.
Lizas e lavradas, largan e estrellas; vendem se
na loja do miudesas a' ra do Queimado n. 16.
Bonitos enfeites para vestidos, U
Af loja do mindasfts. a' ra do Qeeimado n. 16,
esta' recentemente provida de mu bonitos eufeites
para vestidos, sendo bicos de seda tanto b'ranco
como preto?, de. difietmtea largaras e com vidr
Ihos, ou sem elles.
Trancas e gales de seda dos ull'mos costos, di-
las com vidrilbos, pretas e brancas e de dinVreMes
larguras e gostos. Fitas de velludo pretas e d
cores, com lista as relas. E asim rauitas outras
cousas de moda e oovidade, e ludo pon procos to
coramodos, que o comprador fica suisfeito e nao
objecta a comprar.
Bollas do borracha.
De disersoMJwauhps pa/a brioqpedas. Ven-
dera-se aa loja de miudesas a' ra do Queimado
H. 46.
Diario de Peruambaeo tu lu felra 1 de Feverelro de 1867.
AO PUBLICO
*U WM.E ARMAZEM
Ra da mperatriz n. 60
DE
GAMA & SILVA.
Baldes baratos
Vende o Pavao.
Cbegoa nm grande sortimento de bal3es de*r-
eos sendo amananos que sao os melhores e veB-
dem-se pelo baratsimo prego de S^iOO, 3J e
3^000: na loja do Pavo na roa da Imperxriz n.
00, d Gama & Silva.
A 100 rs. para lato, rende o
lavo.
Veodem-se lazinhss pretas proprias para
pelo baratissiroo prego de 100 rs. o covado :
li*jmaum do Pavlo roa di Imperatrii d.
ae Gama A Silva.
Crochs
Para cadeiras
Para sofs
Para' camas
>
i
Vestidinhos para meninas
Vendem se elegantes vestidinhos para menina,'
oe lasinba muito bem enfeitados pelo baratiasiOM
prego de 2:500, dito* de gorgmo de seda a 3JW0O
na loja e armatera do Pavo na ra da Imperatr';
o. 60. de Gaoi & Silva '
Chales de merio
Vendem se finissimo chales de merino lisos d
diversas cores, tendo as franja* de seda a 4^000,
tendo com as franjas de la a 3#50O rs., ditos as-
lampados moito fiDos*a C(K, 600O e 75000, di-
na s de crpon com listas de seda a 8*000, dito?
lato
60,
tJnP,,r0p',*ms d"ta er,,e e'tJbelecimenlo
StaS? t'00;^01'1"0' iS6*0 Mnde
i.11. .n,3 fat0Ddas como baviam dnoonciido,
,Z T cominB9r 'der ainda mais ba-
wMf.nir.,nde d0 a^timento:Quezemem
~1J?zeDdasPor occasiai do balanco a qae "pro-
podecem satisfarer a presentar, aa respesvel iw-
11 L Sas nuraerosl>8 fregnezes tanto desta.pra- T
ie.ma.0 umBovoe variado sortrmentD de HOVOS VeSdOS Pol de Ch-
Pwa presentes.
thegaram os mais ricos pannos bordados a ero-
ene proprios para eocostoa de cadeiras que s
veadem a 2^300 e U, (Jilos para- enessto de sof
&. i!08 PrPrlos par cobrir alroofadas a
z#8WedHos para cobrir presentes a 2300 eUJ:
na loja do Pavao roa da Iroperatrii o. 60, de Sa-
ma & dilva.
^r^aS a, as de mais Pnr 'o*- nao se tem
su^do.na^scfflha-dMBs, limirando seos'lacros
Kr^501?' C^ntinuam a. dar EMtatM
amostra, com penbor, on manda-las por seus cai-
eiro em oas* das Esaas. familia!.
brande peebincba
ircB'tost&es.
Lanriahas a 500 reis.
fcananhas-a 300 res.
LaoiDha6 a>300irei6.
Sft-,M.Ija do Mk
cadasmSSJ9 Y"ia0 sotmeDto ds mais deii-
fiwtosim.n. *' tm'10 fom cs W!,is Profesos
SSiSS ? ,lei e,f,ro,ud,tos de ua.96 cOr,
thSLU fazeua i m". e veQde-se.Belo ba-
****1*9* de 300 reis o covado, poner feito
SVStr3'"^. *Em para
multo mais dinhnrn m n I... ._______ i
vie a 16^000.
Ka laja 4 pa?o.
Cbegararo. pelo vapor do da i& do correwe, os
mais lindos cortes de poil de chvre para vistidos
sendo fareodimtelrwmente nova n marcado, ten-
do esta, fazenda bastante lustre com os mais'deli-
cados gostos tanto em listras como em flores solas
'vendero-se pelo-baratsimo prego de 160OO,
tendo cada, corle i8 covados, isto na loja e arma-
zem do pavo na ra da mperatriz n.X, de Gama
A Silva.
mais dinbeiro, ism na loja e armazemdo
MMr da fmperatHz n. 60 de Gama &
Silva.
As saias do fmo
oedtiaehd' a
Grauue e
hcui sortido arniazem de uioibados
Roa Nova o. W
Sahio ou n5o sahio, ara abilliSimo freguezes? sahio sim ; e se demoramos tanto
em abrir a caixinha do segredo, foi porqne gostamos de sorpreza edascoajeetnras. Abl
Ab! Ah t como' o 8ofo>-deu no.gdto de muita gente de collarinbo empinado ebigode re-
torcida?! Qaanta ioterpretaca lidicula e risivel sofJreu o nosso pobre sahirtl Muita
veztivemos frvuxo de riso no cantinbo do nosso armazem, quando viamos que alguem se
encomoaodava com essas seis negras letras, que por alguns diasderam amcerto af d
mysterio a urna das columnas deste venerando Diario i E no entanto nada de mysterio-
so havia, como vedes, no patusco sahtr 1 sim; riamos a. bom rir; mas nanea vimos-rir
o cavaeiro da Liga porque
Serio e grave encara as cousas
Deste mundo como sao ;
Verdadeiro, fiel vive
Do om/ncra'o a tradiccao 1
Pois.que o sehir se raostrou qual vinde admirar freguezes, como no- armazem
da Liga se opera a mais fina liga do bom e barato. Lede e veris a verdude vinde pois;
confiamos em que nao tereis occasiao de dizer que o vosso dinheiro foi mal empreado
nem o vosso bom gosto ofendido. Eis freguezes e.....la vai verso.
Parlaba de milito
ou gomma de milho branco preparado na America, vende-se 500 rs. a libra, e o cida-
d5oque comprar dezlibras vend*-se-lhe-ha450. i
BISCOUTOS INGLEZES
Soda Mized, Pic-nic, Francy Cruckeuel, Qenn, Osborne, Gala, Arrowrote outras muitas;
qualidades a 1^000 a lata com 2 e 3 libras.
Bolaxinhas percales
10000,14*80 e WOO.
d h0 uraa g.r,nde porcS fle ve?**de alen-
hlZ P^P^'Para-aias,-sendo de ora lado
iJfD,da a allura Precisa P"a urna
saia podeBdO'aze^SBCom'tres e meia vara, e
vende-se pelo barato preco del tj waeaacoaipreta, ea 1,5600 tendo pregas e
Pav5n ^ St0^$9,v*n ao. na ra da mperatriz n. 60 de Gama &
Algvdozmtm a 4^500
Vende-je rnjperlores pecs de algdozinho com
1ft?2Sf "oil *" fazeoda, pelo barato
preeo,de. 4^o00, na loja e armazem do Pavao, na
ra NoviMe
Em caaibraias de c4r.
<*egco|*ra'a'lj-(fef>a<>i>o um'graBde sortl-
BWM4 das mais modernas eatnbrsiM cem liftras
largas, tanto ao comprldo como atravesadas cora
39-m*is'* cono o bmi( moderas.or^nndys de litas largas
com lindas ores matizadas nelos ctnlros, oue se
vendem'rxrriM^os moflo nrPavis, tra-^a e ar-
mperatriz n. 60 de
maem do Pav0 na.roa-a
Gama & Si i va.
Ricas vfstMos trancos.
Chegararrt os msls. modernos edrles de ftolsM-
mas cambraias con as mais lindas barras borda
das scudo estes vestidos muito proprios para bai-
les e canmeMro, e vendwiNse por preros razoa-
veis-na loja e armawm do Pavo, na ra da m-
peratriz n 60 de Gama & Silva.
Caoafer*ins lisa do ParSo a 3^500,
4000 e 4oOO.
Vende-se ura grande sortimenio das melhores
cambraias transparentes, tendo 8 varas e meia ca-
a Bft[_fWoi *w*tos precos de 3#300, 4*000,
Vende-se viaho de Bordeaax em qaarlolos
barris e caixas : era casa dd Tlsset reres, ra jad
Trapiche a. 9.
diz gz m
Chegon ao aotto deposit de Henry Forsler &
C, ra do Imperador, un carregamentu de gaz de
primeira qualidade.o qual se vende em partidas e
a retal no ppr menos preco do que e.-p ootr quai
qoer parte.
Kival sem segundo.
Raa do Qjueimation. 49.
Quer aeaaac com as fazendas abat*
mencionadas.
QQaeiram vir ver o que bom e baralissia.
Libra de eomoja de milbo a 00 rs.
Toalhas de labyrtntho com bico, fazenda boa;
Carreteis de iinba com 100.jardas a3Q rs.
bravatas pretas e de edree moito finas a {00 rs.
BaralHos fraaoezes mullo fios a DO e 320 rs.
Laixas de oireias.de raassa muito novas a 40 rs.
Eofladores para espartilbo de cordo e fita a 6t
reja.
Carriteis de liaba Alexandre com 400 jardas a gOt
re*.
Rosraas de papel alraaco muito bom a 24509.
Frasco de .ojeo habosa a 320 e 300 rs.
Ditos de dito bigleniqoe verdadeiros a 15000
Ditos dito falsea 00 rs.
Dits de najyjagarjerqla.a 200 rs.
Sabonets inoito onbs a 0, 160, 200 e 320 rs.
Ditos da bolla mullo finos a 240 e 330.
Caus para rap cora, bonitas estampas a 100
Caixas de palitos a bailo a 40 rs.
a as de linha frota para bordar a 20 rs.
Varas de cprdaopara^partilb,o a.,20 rs.
Frascos com tidta rOxa moito boa a 2Q e 320 r
itos de-dit^pueta aoelhoroanejba.a.aittrs.
Duzia, de becas para sobre-mesa a 43.!
Varas de rroja branca larga a 60 rs.
Pentes voltalos para regacar cabello do menia
a 320.
Frascos d macaca' oleo moito Abo, a 120 rs.
Abotoaduras raaito tioas para coiletes a KIs
Candes de lmha branca e de cores a 20 rs.
Libra de ara preta superior a 109 rs.
,2? de alflnetes francezes cora 14 pentes
120 rs.
fecpm pk> niobxeoda bw.a.OOefc_______
soae itit'lamanhos 2> 3> 5> 8 Iibras,cada uma e p*108 segDintes pre?os: mm> ssBr^iKt'fls wirS
z#4UU6J50. ,,. ^Jargura^s^, 7*)eO, 83000 e 10*000 ditas
Ilolialio CORB'nuacudoas Victoria a 63000, 73KJ0. 8000 ; ditas largascom
grande quantidade de cartes, facetas, caixas forradas de chumbo, com as mais ricas qua- 2 pa de largura a l*m e l&m a vara, sen-
Itdades de pao-de-l bolos, para ehampaaha, bollinhos com amendoas, e outros muitas do KR SrfiS '2S*2EL
que e-toraam eafadonho mencionar. a H^^^l^^io^S^
MANTEIGA dalro-eratriz n. 60, de Gama Silva.
manteiga ingleza, primeira qualidade a 10100 a libra, idem ingleza boa a 15000 a libra PaJa cama de noivas vende o Pavo
800, 600 e 400. dem francesa a 640 rs. a libra. aI6D s,e ricos corliDads bordados e adamas
. r caoos prcrprlos paraesmas e ianellas nelos haratns
a ** > oocea em.ealda preces de 103000.. t^ocooe 253000-su
doces secos e em calda de todas as qualidades, em frascos, potes, caixas, etc ete: por pre- Perior damasco de i enfeitado imitacode seda
Cos os mais razoaveis possiveis, amendoas confeitadas libra a. propno para cotcnas a 23500 o covado'; ricas eol-
CAF 123000 CrChe Pe', bara,iSf iUJ0 Pre de .103000 e
caff do Rio Ia sorte 240 rs a libra, 2a sorte a 200 rs a libra, 3a sorte a 60 rs a libra, d imperairn" /de GamaaZ&Ds.(|va.PaVa0 "a r"a
em arroba se far grande abatimento. Grande peebincba em chitas.
YinHO Vende-se nm grande sortimento de cliiUs escu
vinhos engarrafados de todas as qualidades, rainoa.Baiapha.ia a 30000 a garrafa, f^^^^.^SSS^SSmi
maloia a 0500 rs. a garrafa, lagrimas do Douro a 10800 a garrafa, Pedro V, D. Laiz,! Mana Pia, carcoveilos, bacanaes, boeugi a 10000 rs. a garrafa, idem cheres verdadeiro, 1elc>' gJrantindo-se serem cores fichas: na loja e
05OO a garrafa, idem cleray cordial a 10000 a garrafa, collares e figuira ambos engar-JS 4lgava na rua da IraPeratriz n. 60, de
rs. a garrafa, idem de Lisboa em pipas, barns, ancoretas e a retalho a 300 Assaias do PavSo '
Vendem se rioas. s las nordadas com 4 pannos
pelos baralissimos prtgos de 63000 e 73000, assim
cono fajt-nda ampea com progas proprias para o
ewaj Ir* 4h-: r?88-"10 Ilm a ,t rs. AD- Pavaona rua d mperatriz n. 60, de Gama 5 5ilva.
f^^f*^ Pla>aavl,'.aAi',bafa q*ie,eBi
ootra (jnalqoer parte; no deposito > rua do Apol-
cal nowa- iiei4a>oT '
gNo armazem da rua do Apollo o. 8, por meaos
w rs. do que em outra raaiqaer parte.
3 rfafulY\C\ 3
e 400 rs. a garrafa,"ancoreta com vinho tinto a" 204O a aneoreta".
i Bordeaax
viaho Bordeaux de fodas as qualidades de .60500 a 250000 rs. a duzia, e en garrafa do
600 rs. a 20000 rs. Wermonth a 10300 rs. a garrafa. K.eooch
symth a 20000 rs. a garrafa.
GAZ
gaz verdadeiro americano a 90200 a lata grande, garanlindo-se 27 garrafas, e a 400 rs, a
garrafa.
Ccrveja Gelada
cerveja gelada em garrafas e '/a garrafas inglezas e fraoecza.
Paine e i I p isla
painco 100 rs. a libra, alpista 460 ;.pmco e alpista misturad 140 rs.a libra: em
porcao se far abatimento.
Cha verde e preto.
10000. 10500, 20000,'24200, 20400, 20600, 20800, 30000, e 30200; cha verde de
todas as qualidades, huxim, perola, aljfar etc.,
CHARUTOS d'HAVANA.
regaa- britannica 100 a caixa, londres 120 a caixa, operas, caixa 1Q0; e outfas mui-
tas marcas que se tornam enfadonbas menciona-las.
CHARUTOS DA BAHA.
imperiaes, exposico, normas londrinos, guanabaras, suspiros, delieias, parisiences, ven-
cedores, guerreiros, lyricos, quem fumar saber, para os seguintes procos: 10Qooy105oo
20000, moa, 30ooo, 305oo, 308oo, 40oeo, 402oo, 405oo, 408oo, 50ooo, 505 605oo, 70ooo, e 80ooo.
Vejas Stearinas.
spermacete 64o rs. o pacte, velas de carnauba de 6 por libra; 36o [rs. de 14 em
libra, 44o >s. em porcao se far abatimento.
GENEBRA .Bbooa-\kUmi-i 72o rs. o frasco.
GENEBRA DE HOIXANDA em fraSCOS 56o TS. O fraSCp.
cerveja bans-e-temente e de todas as qualdiades, as quaes se vendem o mais'razoavel, como
seja 5oo 6po e 7o rs, a em dnziaiaz-se-ha grande abatimento.
Arroz da India,
Ho rs. cada ljbra, emporio se far grande abatimento.
SABO E SABONETS.
sabiJo branco com veiaaor de roza, idem branco com veias zoes, sabonets de uma libra
cada um, sao os sabonets mais econmicos que tem vindo ao mercado 6oo rs. a libra.
Sag' e Sevadinha.
sag muito noYO a, 24o rs. a libra, cevadinba muito nova 46o, rs. aJibra.
cevada muito nova 12o rs. a.libra.
gomma de enoommar 12o rs. a libra.
CEBLAS grandese novas 10ooooolho.
Laia* com conservas.
lates com arvilbaspotugrjeaas e fraaceaas, laljasxom carnes preparadas, passarinhps ni.
tefamim-. . H^e^.de golaba.
na constantemente um grande deposito de doce de goiaba em candes de todos os tamanbos.
Cobos, copos,
copos erysfabsactos, ditos lisov ditos de oros, a 4j?poo e 40540 i dazja.
; GARRAFAS DE CWSJTAI.
garrafas de crystal de formatos do qltimo gosto.
AME1XAS.
ameixas em latas m boeatas e frascos.
Queijos Queijos,
queijos flamengos do penltimo vapor 20000, ditos do ultimo ......
Metas BOTat
Cbegaram as mais maternas sedas com listraf
para vestidos, sendo com as core? mais moderna
i)e tem lindo o mercado, assim como grosdena-
pks dedin*eren/fs cores-como sejam c5r de rosa
azul, rxa, cor de caf, r.r do lirio etc, etc. t
vendem-se por prejo^muito em conla Ba loja
armazem do Pavo n rua da mperatriz n. 60, dt-
Gama & Silva.
Crirrolioas a 30SOO, 40000 e 40500.
Chegaram para a loja do Pavo as mais moder-
nas crinolinas ou balOes verdadeirameote ameri-
canos, qoe sao os mais bem armados e mais leves
que tem vindo, sendo citno foi mato mais moder-
no qqe aciualmepte se, usa .e. ye,n.dem:se pejos se-
guintes precos: fendo com 20,arcos por 33300,
ditos com 28 arcos por 43000, ditos com 33 arcos
a 45500: isto, so na loja e armazem do Pavo na
rua da mperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Sedas largas na loja d Pav5o.
Cbegaram as mais bonitas sedas de cores com 4
palmos de largnra, sendo.xom as cores adesenbos
mais brilban{es|.que tero vjndo, facUitando fazer-se
um vestido com poneos covados em attenc a lar-
gura, e vende-se pelo barato,prec ode 23000 o,co-
vado : na loja e armazem do Pavo Da rua da Im
perMriz n. 60 de Gama & Silva. ~
Osehales da pavo a 2ooo e 2ooo rs.
Vendem-se chalet de merino estampados a 93
e 23aB0)cada nm. '
Sitos esumpatfps de crepon a 63, 73, a 8,5000.
tos preos bordados com franja de seda a 143.
Ia,lj^aarwa.*era^a,pv%) iia. da mpera-
triz n. 60 de Gama Silva.
Lencos brancos a 20COO, 30000 e 40000.
Vende es um bonita soru'mento de lencos de cam-
braia braftea lisqs ne^s^ar^issimos preers de IX
33000 e'43OOO a duzia : na lo/a e armazem Bo
n io na rua da bnneratz a. 60, de Gama &
dilte
Casaquinhos cu vasquinas na loja do PavSo
a 2-50000, 300000 e 350000.
Ckeflaramos mais ricos ou modernos rasaqui-
nhos.,oa vasquinas de.jjrosdinaples preto ricameBie
eneitados, sendo' dos Teltios mais rriodernos e ele-
ganu&^ue ltimamente erogaran e sendera-sepe-
Pana seo horas
Casaqalabas a 200000
Vendem-se as mais modernas casaqoinhas ou
baa^omas tmala preta, muitoftem eBfeitidas, as
mais modernas que. tem vindo ao meroado e pelo
baratsimo prego de 203 cada uma na loja e ar-
* ilWwt roa' da fmperlrtz n. CO, de Ga-
roa & Silva.
Os espartilho8 do PavSo.
Veileni-se nma< grande e variado sortimento de
espartilhos dos mais bem feitos qae tem 'vindo ao
mercado, sendo de todos os tamanbos, vendendo-se
per Dm-prego muito razoavel : isto na loja do Pa-
vao Da rua da mperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Granee peebincba em toalhas
para nio.
Vendem-se snperiores toalhas de linho proprias
Parm3Pelobaratissimo prego de 560 rs.. ditas
a 640 TS ditas a mitagao das felpudas a 800 rs.,
ditas fe pudas a-13: pecbiireha na loja e arma-
zem do Pavao na roa dalmperatrir n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Chales de renda e retondas
Vende se nm grande sortimento de chales de
renda e retondas, sendo as mais modernas que tem
vindo >o.tnernado e veodem-se mais barato que
em outra qualquer parte ; isto na loja e armazem
ao Pavao Da roa da mperatriz n. 60, de Gama &
Cortes a 30000 s o Pavo
Vendem se os mais lindos cortes de cassas de
cores com os desairos mais modernos vindo cada
um em seu papel e parantindo-se lerem 7 varas ca-
da um pelo baratsimo prego de 3300C ; na loja e
artnazem do Pavao na rua da mperatriz n. 60, de
Gama Silva.
Lencos bordados a 10000 e 10600 na loja do
Pavo.
Vende-se bonitos lencinhos bordados para mo
pelos baralissimos pregos de 13000 e 13600 cada
oro ; loja e armazem do Pavo na rna da mpera-
triz n. 60, de Gama & Silva.
Algaftoziiiho entestado
Venife-se superior alg.duzinho entestado, moito
encornado, propno para lenges. por ter 8 palmos
de largura, pelo baratissimo preco de 13000 a
vara.
Dito com a roesma largura, seado trangado e
mnito tncorpado, a 13280 a vara, assim como pe-
gas de dito de uma largura s, eom 18 jardas, a
13, grande pechinena : na loja e armazem do
pavao, na rua da mperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Bramantes
Ven^e-se superior bramante de linho com 10
palmos de argura, proprh cara lenees, pelos ba-
ralissimos precos de 23400 e 23800 i vara ; su-
perior paueo de linho com 4 palmos da largura,
sendo proprio para lengcs, toalbas c e eroul?s,
pelos baratos pregos do 640, 700, 730 e 800 rs. a
vara, e um graodn sortimento da Hamburgo de to-
dos os pregos e qualidades, que se vendem por
pregos rasoaveis : na loja e armazem do pavao,
aa rua da mperatriz n. 60, de Gama & Silva.
tlti'as pretas
Vendem-se superiores chitas pretas inglezas cem
salpicos e florziuhas brancas pelo barato prego de
300 rs. o novado ou a 73300 a pega, tendo 38 co-
vados ; ditas lisas a 160 rs. o covaao on a peca por
63000, leodo 3< covados; ditas francezas larga-
muito boa.fazenda a 320, 360 e 400 rs. o cova cassas pretas muito Anas a 560 rs. a vara ; ditas
muito snpriores eom ramagens a 800 rs. a vara ;
laazinhas pretas lisas de todas as qualidades que -e
vendem per pregos razoaveis: na loja e armazem
do pavo, na rua da mperatriz n. 60, de Gama &
*i|va.
Bria panle a 720 ris
Vende-se superior brim pardo trangado de linho,
sendo escuro e alegre, pr prio para caigas e pa-
letols, pelo barato prego de 720 rs. a vara, assim
orno muito superior para 900, 13 e 13?00 a vara ;
dito branco de nho trangado a 13200. 13400 e
J3it)0, e muito superior a,23 a vara : na luja e
armazem do pavao, na rua da mperatriz n. 60, de
Gama A. Silva.
Casqaiuhos a 16$00
Vendem-se os mais modernos casaquinhos ou
basquinas de grosdeuaple, proprios para senhoras,
sendo ricamente enfeitados, pelos baratos piegos
de 163, 203, 253 e 3|)3, asiira como ditos de ren-
da ou guipure. o mais novo que tem vindo ao mer-
cado, pelo barato prego de 203, peebincba : na
loja e armazem do pajrao,.na rua da mperatriz n.
60, de Gama & Silva.
Pnohas cem gollinhas a 1$ e 4^280
Vende-se ama grande quantidade dos mais mo-
dernos ponaos com golliahas, suido bordados e
lisos e de cores, pelo barato prego de 13 e 13280
seBdo esta fazenda por menos de meade do que se
vende em outra qualquer parte, isto pecbincha :
na loja e armazem do pavo, na rua da mperatriz
o. 60, de Gama & Silva.
Bahaditthas
Cbegqu para a loja do pavao nm grande sorth
ment dos mais delicados babadinhos com tiras
bordadas, sendo tapados e trapspareales, com os
mais delicados desenbos, e vendem-se por pregos
muito baratos : na loja e armazem do pavo, na
QidifWera|rH,n.,60, de Gamt) & Sjlw.
Gassas francezas
Vendem-se as mais bonitas cassas francezas para
vestidos, peles baralissimos pregos de 40, 280 e
320 rs. ftcfcva.dn, as&im, come,lwpitq,orgaai}jj fiotn
assento branco palmas com listas de jcores,'pele
biratif sbjo-preco de 300 rs. o covado ou a 500 rs.
a vara -f.W.I* r,aiWflm do pav^na^oa,!!
mperatriz a. 60. de Gama & Silva.
Cassa graiiadias
Chegaram as, mais bonitas cassas, francezas com
listas largas tanto ao coraprido como enviasadas,
sendo os padr&re mais, bonitos quiten vujdo ao
mercado, e vendem-se a 800 rs. vara : na loja e
armazem do pavao,'na rna da mperatriz n 60,. de
.Gama r.Sityi.
Orgapdy branca
Vende-se o mais fino organdy branco com pa-
droes miadiobs proprio para Vestidos, pelo barato
j,preco_. d. 13 a pra^..assD, como...ppcas, de. tyo
nmssimas pegas de cam-
mais ordinarios para acabar a J3MJ0 e 23300 : ni
aA* S *r,maiem o Pavao Ba ruai da mperatriz a
60, de Gama & Silva.
Sedinhas de listas a 400 rs.
vende-se bonitas sedinbas -e listas p-oprlaspar
vestidos com largora de cba irgleja p!o barau
prego de 400 rs. o covado : pa leja e armazem de
Pavo sa rna da IroperatrJm o. 60 de Gama
Silva.
Filos bordados a 800 rs. a vara na loia dt
Pavo.
Vende-se filos de liuho branco bordad".* proprio
para vestidos pelo baratissimo prego de 800 rs. i
'ara : na !oia e armazem do Pavao na rua da m-
peratriz d. 60 de-Gama & Sirva.
Pannos de linho.
Vende-se superior panoos.de linho proprio par
longes, toalhas e seronlas etc., Beles baratisimoj
preces de 640, 700 e 800 re. a vara-: hramaota d.
M^ACom W palmos de largara a ?3-00. 23600
z#wu a vara; nm grande sortimento de fiamburg
JL^gSeli-as Prgalos precos : na loja e arma-
m4 Sivl a ra da ,n"ie,alriz n- w de G'
Cambraias branoas*de cordSo a 8^800.
Loegaram as mais delicadas cambraias tranca
ae cordao com delicadas listas transtarentes ?
vendem-se pelo baratusimo prego de '83800 a p
fa : na loja e armazem do Pavao na rua da Imn-
ratnzfn. 60. de Gama & Silva. V
Panao arelo a 2 ftflO
Vende-se superior panno fino preto logiez, pro-
pno para caigas, palet-iis ecole'tes, telo birato
Prpfo de 23 cada covado, dito moito cima a
Vd' oS muil suPeries *3. 451H), 53,
63 e 73, fiolssimas casimiras p-etas tato lisis
como de cordo, ditas enfesladas de cores proprias
para caigas, paletots e coiletes, que se vendbm mais
oarato que em outra qualquer parte : na |..>la o
armazem do pavao, na rua da Impeatriz o. 60, de
Gama & Silva.
Lenciahos bar al< s
A 800. 640, 800 e 13.
vende se nm grande sortimeoto.dis mai-. lindas
lencinhos bordados para mo, sendo a 5'.)0 640
800 e 15, e mnilo ricos a 1600 cada uro. Duzas
de ditos braneos lisos proprios para hornero a 2^,
3 e 4, todo isto pethineha : na leja o arma-
zem do pavo, na rua da mperatriz n. 60, de Ga-
ma Madapelo
Hadapolo
Vendem-se pegas de madapolo muito fino eom
lV"SS" a 3>200, 3*'o0 e ** dilas com i4 ardas
a ba. 73 e 83, ditas multo superiores a 93, ditas
de 40 Jardas a 560 e 640 rs. a jarda, ditos france-
zes de todos os preges e qualidades, pegas de algo-
daozmho com 18 jardas a 43000, ditos com 20
jardas e multo encorpado a B3300, 63, 63400 e
73- Algodozioho enfestado liso vara a 13, dito
trangado vara 13280, ludo isto pecbincb. para
aparar dinheiro : na loja e armazem do pavo, na
rua da mperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Holachinha de leite~
Na rua da Senzalavelha n. 96, padaria de An-
tonio Jos Pedro Gongalves, tem bolachinna de
leite felta pelo verdadeiro fabricante o Sr. Guilher-
me Purcel, que se vende era arroba e libra, a von-
tade dos compradores.
Vende se o hoTel Dous Amigos, sitona rua
estrena do Ro-ario n. 10, livre edes^mharagado de
qna.quer negocio : a tratar no mesmo hotel.
Vende-se orna cartelra de amarello com seis
palmos de imprmenlo, por preco comraodo : no
pateo do Tergo n. 44.
Farelo
Vende se farelo de Lisboa por prego coramffdo :
na rna da Praia n. 61.
Hb
enei
...
Vende se uro escravo de 20 annos perfeilo cosi-
nhelro, na roa do Alecrim casa onis murou o Sr
Peiioto.
Escravos fgidos
!Hf
loja e arro
de Gama 4r: Silva.
Para bailes a 35(JOpO.
Cbegaram os mais ricos cortes de vestidos de fil
tranco primorosamante bordados e- efjeitados de
cor, sendo tambem, proprios para, casamentos e
vendem-se pelos baratos pregos de 333000 uoica-
menta; na loja e armaram do Pavio na roa da Im-
T. Chepoa o mais lindo sortimento de alpacas de
nma s cor, proprias ara vaatidos, e v^ndem-se
por pregos m conla : na loja e armazem do Pa-
vo, raa da Imperatrii n. 60, de Gama & Silva.
i
com 8 1/2 Varas a
Fngio oo da 31 de Janeiro do correte anuo
a escrava Antonia, de idade de 15 annos, com os
signaes spgumtes ; cabra, cabello de n-gro, secta
do corpo, pernas finas e pos compridos ; tendo
uma grande cicatris proveniente de queimadura
deb ixo do brago direilo, apanhado o peito com o
defeito de nao ter bico; nao levanta o br;go a al-
tara que levanta o esquerdo, conhece-se oo andar
por ella descer mais o hombro direilo que o es-
qoerdo; levou vestido de chita cinsenlacom urnas
palmiobas cor de caf j desbotado, chale de la
encarnado com barra (j velho); jnlga-se ella es-
tar em alguma casa na fregueiia da Boa-Vista oo
S. Jos, e desde j conira quem a tiver acoitada. Qaem a pesar oo.
della der noticia a seu senhor na Capunga rua das
Irionlas n. 19, ser gratificado._________
Contina ansente desde o da 23 de agosto
da 1866 o mulatinbo Rayraundo, de 15 annos de
idade ponco mai. ou menos, corpo regular, ps
pequeos, cabellos castanhos, denUs alvos e por-
faos, com o dedo prosimo ao pollegar cicatrizado
de sorte qoe nem Ihe resta a un ha : roga-se as au-
toridades policiaes e capites de campo a sua
apprehenso pelo que receber^o pagagtueroia em
casa de sen senher na roa do Imperador n. 32.
Tendo desapparecido desde 26 do correte a
escrava Domingas, crioola. de 20 a 2 anuos :
quem a pegar, podera' leva-la a sen senhor Frai
cisco M. de Soaza Olivelra, on a* casa dos Srs. Ca-
oba Irmos, na roa do Torres, qe sera' genero-
samente gratificado.
Fagio no da 20 do correte do eogenho Can-
to escoro freguezla da Escada o escravo prtto de
nome Rufino, i jade 20 a 25 annos, com buco de
barba, seco do corpo, estatura regalar, tem nm
defeito em um brago por ler quebrado em peqne-
no, cabellos nm ponco soltoeest bem rente, este
escravo supp5e-se ter seguido para o Rccife onde
tem mique veio coro elle ba pooco de' Paje de
Flores d'onde. elle natural: portanto rogarse as
autoridades policiaes desse logar e dessa praga a
aprebeusio de dito escravo que sero bem gratifi-
cados ppdendo ser entregne ao Sr. Francisco Ao-
ionio de Brito nessa capital raa do Cabuga ou no
engenho cima.
Fugio no da 15 de oovembro de 1866; o es-
cravo de nonje LbciiOO, crioulo, com 25 anuos da
Iddo ponco mais on menos, baixo e cheio do cor-
po, soissado, com offlcio de sapateiro : quem o
Hrender e levar ao engenho Papagalo ao abaixo
assignado oa no Recife em casa do Sr. Francisco
Xavier Olivelra,. ser recompensado.
.___________^ Jos C. das Neves.
Atiendo! 11
Acha-s fagida a escrava Vietoriai, crioqla, fle
idade ponco mais on menos de 30 annos, moito
rfsonaa, tem o acidar apressado, foi eseraVa da
Exma. Sra. D. Maria Cndida Salasar da Veiga
Pessoa, moradora na rna do Hospicio, est fgida
desde fins de abril do anoo prximo passado; cons-
ta estar por Santo Amaro, on Soledade. Descon-
Oa-se que esteja como ama forra.,em algnma casa
onde pouco sala : roga-se a pqssoa em coja casa
esteja, on a qoem delta tiver noticia de seenlec-
der com.o senhor da mesma escrava Sehas|lo Jos
braia braaoa 'da Escossia cem .9 varis, teoda.S I ?om6S P?Dna Ju^I ** ACif>alK\* r"a i\ Xe?
palmos de largura, a 73, 83,103 e 123, S' n-r,fn ?" d* lBePendeM,a "s- 3' >
como ontras muito malsbarifti: na loja e rmE 11'* w^ad<> tfo,Sr'A"*iP.Aagofjo dosSaotps
zem do-pnio. na roa da Jmpatalr o. 60, de Ga- or,'
aa,4SHW, "r *
Alpacas Ycares
CbesoD om grande sortimento das mais lindas
alpacas de,ama s. cor, tendo entro ells as.tres Faglo do da 27 do mez prximo passado o pre-
?^8 ,in4i|Wi bem s dd nma cor porm lavradas a 806 re., di- na cari, estatura baixa, corpo regular, teodto as
tas brilbantes com os mais lindos desenbos unto pacois tinas, le.vQn vestido caiga de brim branco
miudos como graudos. a 600 rs., pott cbvre oo com listras e camisa de chita roa, paletot de ca-
lazinha transparente com (lisias de seda, sendo o semira escara, chapeo do chile, copa comprid e
padjio mala moderno qae tam ,vlodo ao mercado a abas largas, com .falta de denles,,tem andado nesta
l cada ovado, grande pechinena : na loja e cldade e dizem andar em Brberibe : quem o pegar
armazem do pavo, na rna da mperatriz n. 60, de leve o a' roa da Cadeia do Recife n. 10, qoe rete-
Gaia & Silva. bera' 03 de gratificaco.
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11
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8
ir,j,rio de PernambucD oluia feJra 9 de Fevcrelro da 1SB7.
IITTERATORA.
Mauricio de Trenli,


expulsar de si pensamentos afflictivos
disse :
Sabe o que deu causa a qu i eu este-
ja h^jede mais mohutmr T
Nao respon leu Liara.
O enthusiasmo de um parvo... Co-
nheceoSr. Closeau du Tailli ?
Muito pouco.
Mas quanio basta. E-ta^a elle na
ranie festa que tintos artistas e curiosos
POR &ME5EE ACHAtlD.
Primeira parte.
1
(Contiauaco.)
La ira deixou pender a fraile en're as
duas mos. Se Mauricio fita-se os o;hos
n'ell*. ti vez lhe visse urna lignina suspensa reu!1;0 n0 Louvre, e pando ouvio chamar
das palpebras ; mas nao a vio. p(?|0 meu nome, antes que eu poiesse pre-j
Gonfessa-lo-liei? -coutiuuou i mancebo venir-me contra os ataques d) seu louco
com dura vehemencia. Temo a pobreza, enthusiasmo, abri os bracos esaltou-meao
lome a falla de comino iidades, temo a lac- pescogo com tal gritara de parabens e de
la, porque ella traz ccimsigo soffriinentos de protestos de amisade, que os meus camara-
quja estou capsulo!do tlenla, que pos- ,ja, a mu{0 csl0 Sofrearani as gargalhadas
suo sem que alguem o conlieca, e qoasi me que e[|e |hes deafiou. Que tolo De-
envergonho do quj me tem acareado lanos raaQ.me 3rpepios de o estrangular I...
applausos. veja at que ponto -chega a __ Tenll0 on?ido -nw qw ene e rauil0
iuinha extravagancia; os louvores que me seu amg0
dispensan), longe de me alegrarem, aze-: Qual mea amig0 E>0 meu assass;.
oam-me, irritam-me. Sinlb-me muito acuna no N3o sei comoje||e m ganna3Se seroe-
da reputado nasceate que os nroduz, e sin- lhante atnisade. AcQ3 seajpre pretextos
tome am?rgi.mefiie desanimado quando para irl6r comigo minha offisina .. acba
ptnso que talvez nunca ultrapasse os curtos pretextos ? Sobe sem pretexto nenhum ;
limites em que os mus primeiros ensaios
me circumscreveraro.
Oh 1 agora comprehende-o e lamen-
to o I murmuro Laura.
Ah que se eu fosse rico! mesmo sem
ser rico, comquanto por iuslinclo c.i goste
de viver com luxo; .ie ao menos eu iivese
rom que viver para s trabalhar hora
que eu quizesse e quando a inspiraco m'o
pedisse; se en livesse meios que me per-
mi ttissem escol er, compor, retocar e aper-
feigoar, talvez viesse a seralguma cousa,
I orm assim.. careco de trabalhar sempre
e depressa, porqie mister que faca mu-
las obras
Mauricio comecou a passeiar pelo terraco
com certa agitacSo e depois correu 3 mo
pela fronte, como que para expellr ideas
fflictivas: o ar fresco da noute, acariciando-
Ihe o rosto ardenle, pouco e pouco foi acal-
mando a febre que o devorava.
Pormdisse etle por Qm a Laura, pa
rand > junto d'ella nao me diz nada de si,
e, todavia, creio que tambem tem seus cui-
dados e suas horas de tristeza.
Oh I eu dou licoes... bastantes O que
ganho d-me i^ara viver honradamente com
rainha lia neste apozentozinho. Juigo-me fe-
liz por poder adocar-lhe os soffrimentos da
velhice com o meu trabalho, e mais feliz se-
ria, se ella n3o fosse to achacada.
E a onzella voltou a cara para occultar
a3 lagrimas que se lhe deslisavam pels
faces.
Ainda bera ;redarguio Mauricio
ao menos que um bocadiuho e felicidade
visite este retiro habitado por coragem tan
magnnima e por tao provada dedicado I
Approximoo-se de Laura, e, pegando-lhe
na mo disse-He:
Atou esta fila ao meu peito ; os seus
dedos ennobreceram talvez um da eu venha a merecer. Per-
mitta-me que lhe d tambem urna recorda-
do deste dia. Se de futuro tverraos de
separar-nos, tenha comsigo a iembraoc de
um amigo, qu qualquer que seja a sorte
quelhe esteja destinada, lhecons rvar sem-
pre a mais viva e resinosa affeico.
Dizendo isto, tirou um annel do dedo e
metieu-o no dedo da donzella.
Acceite-o e conserve-o:contihuou o
mancebo-era de minha mai, depois della
nSo conheco ninguem mais digno de o pos-
suir. Possa elle dar-lhe toda a felicidade de
que merecedora 1
Laura olhou para Mauricio em silencio :
nao era um presente o que ella conlava re-
ceber... talvez miase ouvir palavras que
a consolassera. Indescriptivel emoco lhe
comprimi o corag5o e embargou a voz
Receiou imprimir mui fra ou mu vivamen-
te os seus agradecimeitos, e sentio refer
ver-lhe no peito tumultuosa tempestado.
A este tempo, o sussurro de Pars ia-se
enfraquecendo, semelhanca das vagas do
mar, qaando, passada a tempestado, se es-
preguicam lentamente as areias que
pouco antes tizeram redemoinhar. A ci-
dade, que ha pouco produm forte rumor,
agora s tenue murmurio deixava ouvir. O
rouxinol cessra de cantar. Pareceu a
Luir que, n'essa hora fugitiva, flcra de-
cidido o seu futuro. Da grade, a aue es-
taba encostada, avist*va-se uaia luznaoffi-
cma de Mauricio. Quando os dous corae-
caram a conversar, briihava a luz tanto como
urna estrella; passados mmulos, ia-se ex-
tinguiudo pnuco a pouco. Laura nao des-
prenda a vista da luz moribunda, na qual
v.a como que a imagetn de urna esperanca
desde muito escondida no santuario do seu
coracSo. Mais alguus instantes e a luz de
to'u se extingu'n ia I Com que tnslezi nao
lhe segua a donzella os ltimos e trmu-
los fulgores I
Tambem Mauricio oihava para a luz que
se esquecera de apagar, quando sabio da
oflQcioa.
-<. Vdisse elle a Lauracomo aquella
luz vai morrer ? Que brilho o que ella ain-
da ha pouco de si lancava I E agora ei-la
rjesmaiada e prestes a sumir-se I Se eu
fosse poela, dira ser ella a vera imagetn da
minia vi ia. Assim brilhar orna hora ;
d i mis a.iagar-se-ha por falta de om pouco
de oleo... de nm pooco de oleo cor de
ouro 1
O candieiro cr?pitou. lancon um ultimo
cla8< e inorreu. A offlcma ficou ioundada
de treva.
Laura tremen por todo o corpo.
Mauricio, agitando a cabeca, como para

E' diioil; todavia, Laura, t3o sym-
path;ca, que, apesar de ser um caso excep-
cional, nao me admirada qne elle se dsse.
- C -ncordarei. Mas o que n5o admit-
te duvida que a familia Sorbier me prote-
ge e que -gracas s discpulas que me tem
ohtido a ella que devo a mor parte do
bem estar de que goso.
E' um bem estar bem mesqninho f
Com ee me contento.
Sabe que mais, LanraX
que ha em si mui la philosoplmr.
Ainda n3o sei.
Pois faz mal.
Permitta-me urna observago, meu cha-
ro Sr. Closeau du Titili, julgo que e:n oito
das esta a terceira vez que o meu amigo.
abanando a cabeca, me diz com certo ar
mysterioso: Poi$ faz mal I N3o ser abu-
sar muito desta phrase?
Por vida minha que n3o I
O Sr. Closeau du Tailli, dizendo feto, le-
Parec-rae vantou-se, collocou a m3o no peito, por den-
tro do casaco, e, imitando a posic3o heroica
a minha sombra, o meu Pylades I Adora
as artes, diz elle, mas atormenta os artistas.
A'quelle ae quem elle fr amigo n5o lhe
pode caber mdor ca'amidade I Pois nao
se lhe metteu em cabeca conduzir-me
casa de uns untos que elle tem no campo,
ubi para as baodas d Marly ?
Se fr a casa do Sr. Sorbier, l me
encontrar provavelmente,
Porque me n3o disse isso b^mais
tempo ? Escusava eu de hesitar tanto.
Eu n3o queria de mo Jo nenhum que
a minha pres^nca iufluisse as suas reso-
luges...replicou Laura com singular ac-
cenluato. Se u3o quer ir a casa do Sr.
Sorbier, nao se incommode por minha causa.
A? casa do Sr. Sorbier ?
Exactamente. Quem o tal Sr. Sor-
bier ? Pens que tem mulher ?
Tem.
E que taz o tal par Sorbier f Em que
se occapam ? O homem banqueiro, ne-
gociante, ex- ub-prefeito, horticultor, ami-
go das artes ou o que ?
Nada de tudo isso. Vieram de Pithi-
viers e vivem das suas rendas.
Muio bem ; quer duer que elles n3o
tem ouiras qualidades que os recommen-
dem seoao as suas rendas. O Sr. Closeau
du Tailli fez-med'elle> um elogio que me
causou espauto. Desconfio das pessoasde
que elle fr muito amigo. Ha de natural-
mente ser urna familia toda soberba com
os seus miiuoes... porque me parece ter-
se-me dito que sao ricos I
Muito ; dous ou tres milhes.
Oh 1 meu Deus / Onde os foram eiles
apanhar ?
Ganbaram-nos...
Ganhos ou apanhados tudo a mes-
ma cousa.
O Sr. Sorbier negooiou era farinha.
Moleiro I boui 1 ao ihe faltava mais
nada 1 Parece-aie etar d'aqui onservando
o viver int mo a familia Sorbier. Ora
ouca : o marido la anda de bonete de colim
cor de chumbo a cultivar um tab>leiro de
salsa, horiela e goivos. Aos domingos
vai collocar-se na estrada para ver passar o
mnibus. Manda vender as fructas e le-
gumes do seu pomar e da sua hcrta au
mercado de S. Germano. Usa um palett
sacco de grossa es la me alia, capaz de re-
sistir mais de um seculo. A mulher tra-
ja coifa de flores aniareilas. E' extrema-
mente baixa e gorda. Eutretem as horas
do ocio a fazer massas e conservas, mas no
que ella uiestra em manipular tortas de
marmello, as quaes embute a todos quantos
se lhe sentam mesa t A casa frequen-
tada pelos paremos desie par ditoso. Quan-
do esi3o em familia e de bons humores,
sempre ponto forcado de conversa o baile
que o sub-prcfeito de Pitaiviers dera em
t37.
Nada de tudo isso. Nem coifa de
flores amarellis, nem tortas de marmello.
O que l lia a menina So bier.
Ah I ah I Pois elles teem urna filha ?
E muito linda que ella cabello ma-
gnifico, estatura de nymptia .. Sophia tem
as mos tao lindas como eram lindos os ps
de Cendriilou e um timbre de voz que en-
canta. Pode comparar-se golas de agua
cabidas em baca de ouro.
Apro I E' assim seductora ?
Sim... ver.
Isso o que nao sei ainda, apesar do
meu terrivel amigo Closeau du Tailli fazer
quanto pode por l me levar. Ainda esta
maiihaa me convidou para ir no prximo
domingo, e, vendo que eu hesitava: < Faz
mal. Eti I eh I ninguem sabe... accres-
centou elle, rindo com ar de finura.
Ah I exclamou Lauraentao o Sr.
Closeau du Tailli accresceolou ..
Oh o tal mea Mecenas da rna de S.
Lzaro muito dado a ideas mysteriosas...
Sem duvida, conspira para me pregar algn-
mapeca. N3o sei que peccado eu com-
mettesse para lhe merecer tanto affecto.
O que sei qoe elle chega a assustar-me, e
pens n'ihso mais de orna vez no remanso
do mea gabinete.
Ignoro-o. da estatua bronzea de Napoleao na columna
Falle serio :julgaise feliz ? Venlome, dirigi a Mauricio sta solemne
O mancebo disse isto rindo, porm Lau- pjrgunla :
ra nenhum desejo tinha de rir e replicou Apraz.lhe caSar-Se?
com 3r sppio *
_-.' Casar-me ?! repeli o mancebo, dando
Muito, eso peco a Deus que me deixe um salt0 na cadeira.
sempre-assim sedo. Que o que nos fal- sm. cotn utQ mi|L5o de dote.
ta ? Se nasa rica e perd a riqueza, deu- Mauricio sentio am especie de verti-
me Deus resignac3o bastante para me conso-, Kem#
lar dessa perda. Minha ta cleia de o Sr. Closeau, lodo vanglorioso como
bondade. O meu tempo e^ tao tomado, triumpho aloancado, batendo estrepitosa-
que nem ma deixa vagar para pensar em | meate uo pavimento com a bengala, conti-
cousas que poderiam affligir-mo. Te-'auou:
nho sinceros amigos que me estimam, par-1 Disse uin aiilliao, e sustento que tem
ticularmente Mauricio e o Sr. Felippe ; te- um milh0j e ajvirta qae s6 para comego
nho quom me proteja, se o carecer; teaho,
alm de tudo isso, a cuidar de urna pobre
mulher de quem sou o nico amparo, e bem
sabe, Mauricio, a forca que nos d a idea
de termos debaixo da nossa salvaguarda
urna creatura, que confia tudo da nossa
proteccao, do nosso animo e do osso tra-
balao. Quando estou s e deste ponto ele
vado deseo a vista para essa vastissima Pa-
rs, que tanta miseria acoberta, muitas ve-
zes sob urna engaadora mancara dd-opu-
lencia, dou mil gracas a Deus por me ha-
ver concedido t3o feliz e suave sorte.
Ah! eiclamou Maaricioque n5o
daria eu por ter esse pensar to recto, esse
cor ac o to firme t
Porm Laura fallara verdade ? Tena dito
o que realmente senta ? Oh I ella tinha o
rosto desmaiado como o marm re; os labios
tremiam-lhe; os olhos brilhavam-lhe como
se um vu de lagrimas lhe percorresse as
papillas, distendidas por violento esforco, e
a voz tinha um timbre que lhe n3o era
usual!
Apenas Mauricio sahio, conservou-se ella
immovel por alguos momentos a escutar-lhe
os passos, que se iam escoando em ecbos
pelo corredor, e, quando nada ouvio, dei-
xando pender a cabeca entre as m5os e che-
gando aos labios o annel que elle lhe dera,
exclamou entre lagrimas e solucos:
Ah I elle nao me tem amor!
II
No dia que se seguio scena que dei-
xamos descripta, ainda muito de manha,
to.-ava um homem a bom tocar porta de
Mauricio..
Era elle am tanto gordo, om tanto baixo,
um tanto corado, e com barbas em volta de
todo o rosto.
Trajava grvala de setim preto, com pon-
tas*presas por um magnifico alfioete; casaco
azul abotoado, no peito do qual transparecia
a orla do collete de velludo amarellado; cal-
ta cinzinta, com presilhas; botas um tanto
grossas, mas muito bem engraixadas. Na
mo direita tinha urna linda bengala com
caslo de ouro, da qual se servia para ba-
ter porta com forca e sem interrupcao,
emquanlo que com a m3o esquerd puxava
quanto podia pelo cordo da campanhia.
Mauricio foi abrir.
Pelo estrondo logo vi quem era. ..
disse o artista Te nos fogo em casa, meu
charo Sr. Closeau du Tailli ?
Nao ha fogo em parte nenhuma, a
nao ser aqui Irespondeu o visitante, apon-
tando com o dedo para a testa.
Oh Sanio Deus 1 Isso assusta-me
De que procede esse incendio T
Est zombando, meu charo Mauricio,
e, comtudo, urna verdade. arde me o ce-
rebro, lenho-o em cach3o 1 Parece-me que
chegou o momento de eu fallar de cousas
serias. *
Caulella 1 Se comeca, em tona assim
magestoso, traz-me memoria o Sr. Beau-
vailet da comedia franceza... bem sabe, no
Mithridates:
Obrigado, mea charo Sr. du Tailli; no' E* meu viver nao ha nenhum n gordio que rrioj
careca da espada de Alexandre Mioh'iltna uro templo immens, esenro e fune-
_ :T i On4e mora o lleocio e d'oode foge loz;
J anda nesita 7 R0|a n p sombro a mutilada croi,
que... Trenw ao veoio da noit o seco lampadario ;
Est lonco, f j ffada quebra a modal do templo marinarlo,
O capitalista, ?asseiando pela sala, dava Nem am rlarSo sublll oa abobada trono* I
v .. n i Por coitos inveroaes nos muros frios, oi,
furiosamente com a oea.jala no soalno. Por 0 m0l.tto S0|W oia p0 agreste e solitario.
.................o momento chegado
De meu segredo, allim, alo mais guardar t
E j que os votos meas proteje o fado,
Meus projectos ouvi! sabereis tudo I
Ri-se? Poissaibi queesses versos,
de que eu j me n3o lembrava s3o o fiel
complemento do que eu quena dizer-lhe
E' como diz. E este projecto, nasu-
do ha um ou duis mezes, mais se me arrei-
gou na idea desde hontem.
Ah 1 desde hontem I.. Porque ?
Porque tem ah ao peito urna ponti-
nha de fita encarnada, que lhe deram muito
a proposito para se realisar o sobre dito pro-
jecto.
Mauicio olhoa para oSr^Cloeau du
Tailli, tirn de um vaso urna pitada de ta-
baco migado, enrolou-a e acceudeu um ci-
garro.
N'esses seus modosreplicou o Sr.
Closeau da Taillibem vejo que nao me
compreuende. Mas que quer? Eu sou
de vida.
quem diremos que perlence esse
milliao, guarda-avancada de mais miliids ?
perguntou Mauricio.
Eis-nos caegados ao ponto que eu
queria. Confesse que e urna quantia de arre-
galar o olho.
N3o, disse Mauricio com ar de orgu-
lboso, preso-me e conheco-me bastante pa-
ra poder assegurar que ninguem ousaria fa-
zer me proposices de semelhante natureza,
e menos o Sr. Ctjseau du Tailli. <
Este corou um tanto e replicou viva-
mente :
E tem razio. Ah vai em poucas pa-
lavras o retrato da pessoa a quem perlence
o milh3o de que lhe fallei: idade dezoito
annos, ps de divindade, mos de fada, ros-
to de cherubim, espirito de demonio e voz
de- cera.
Que mythologia! marmurou o ar-
tista.
O Sr du Tailli bateu fortemente com a
bengala n'uma mesa, exclamando ao mesmo
tempo:
Parece-lbe que exagero? Pois v do-
mingo a casa do Sr. Sorbier, e ver ^ua filha
Sophia.
Mauricio lembrou-se ento da conversa
que havia lido na vespera com Laura.
Mas, perguntou elle, porque se lembrou de mim para casar com
urna menina tao rica e formosa ?
Porque sympatbiso comsigo.
E por mais nada ?
Pois nao lhe parece bastante? Sympa-
thisei comsigo desde a primeira vez que o
vi. Eo c sou assim, fallo com o'coracao
as maos. Metteu-se-me em cabeca ajuda-
lo a fazer fortuna, e cnegou essa occasio
mesmo a pedir por bocea. O meu amigo o
Sr. Sorbier encarregou-me de arranjar ma-
rido para sua filha, que tambem minua
afilhada: logo pensei em si, meu charo Mau-
ricio. O meu amigo tem talento, ella tem
dinheiro; logo, um casamento muito
igual. Para eu tratar deste negocio tenho
o consentimeato do pai; trate agora o meu
amigo de obter o da filha e de hoje a ires
semanas temos os banhos publicados.
Mas nao v que nao lenho nada de
meu ?
escusado o dinheiro; tem em lugar
delle reputaco artstica, a cruz da L giao
de Honra e a partcula de... Mauricio de
Treuil merece bem Sophia Sorbier.
Estas ultimas razes abalaram Mauricio ;
arrependeu-se das desconfiancas que havia
tido contra Closeau du Tailli, e, apertando-
lhe a mi, exclamou :
Oh I sois um homem de bem I
Eut3o estamos de accordo ? replicou
du Tailli. De hoje a tres dias apresento-o ;
daqui a um mez eslaro casados.
Mais devagar I Safa I o meu amigo
corre mais que urna locomotiva I Suppondo
que eu agrade a' menina Sorbier, ca-
recemos anda de saber se me ella tambem
agrada.
O capitalista, encolheado os ho ubros re-
plicou :
Ella tem um milho de dol.
Mas lem-se visto donas de milhos
com pessimo genio.
A minha defunta mulher tambem ti-
nha muito mao genio, e, comtudo, ella foi
e eu ainda aqui estou vivo.
E, emtiui, o casamento um negocio
muilo-srio. A saa proposta vena de im-
proviso. .. por que nunca pensei em casa-
mento. .. epara dizer tudoo meu ami-
go propoe-me que passe de salto o Rubicon,
e eu, mesmo a pass, tenho recelos de o
transpor.
O Sr. Closeau du Tailli, Atando de fren-
te o mancebo, perguntou-lhe com voz pau-
sada:
Falle com sinceridade: nao tem ou-
tro motivo que o faca hesitar ?
NSo sei o que qaer dizer.
a cousa mais simples do mundo. Tal-
vez alguma paixozita...
Nada...
NSo tenha vergonba de o dizer. Sou
homem, tambem sou fraco. Se por cau-
fim prorompeu com vehemencia :
N5o v,meu charo, que lhe venhomet-
ter a f.riuna pela porta dentro ? Quando t-
ver casa bem montada, dr jantares e gosar
de tod j o lux i que pode gosar um milliona
rio, ver como as suas obras, ainda as mais
insignificantes, sem procuradas com avidez
e tero valor mui d:ffrente do que teem ho-
je. Que.lhe acontec agora ? -Talvez esteja
esperando impacientj.mente que a benevo-
lencia de um minis'.ro se digne de olhar pa-
ra o seu quadro, pendurado entre a multi-
do de muitos outros as paredes da expo
sico, ou que a mana de algum amador o
attraia a esta mesquinha officina. Quando
for rico, nSo carece de ninguem. Apeis
as suas obras deixarem de ser offirecidas,
todos as procurarSo. Olhe para aquelle ca-
vallete ; que o que v ? A caranlouha de
urna velha, qual se cansa em dar vigor e
inteligencia, que o original talvez nunca li-
vesse. E quinto lhe do por isso? Porabi
uns mil francos, e por to diminuta quantia
qualqrer patela se julga com direito de lhe
comprar tempo e inspiracio. Case-se, meu
amigo, e mande-me os retratos para o in-
ferno I J tem trabalhado de sobra lem-
po de arrumar pnceis, pallietas e pannos.
Divirla-se, gose o mando, e, se vier a ter
saudades dos seus pnceis, tintas e lona,
nunca faltam. Que sorte brilba .te a sua I
Definhar, para ter fama de grande artista,
n'um quinto andar, e, quaado passar a me-
llior mundo, deixar c por epitaphio cinco
linhas de annuncio nos jomaos I Pens que
a isso que se chama gloria, mas para a
alcancar ser mister correr sempre a p
atraz della ? Ande de coup, e chicotea, co-
cheiro t Coloque-se diante deste espelho e
diga-me se o rosto que elle reflecte pro-
p.-io para trazer na bocea um cachimbo e
na cabeca um chapeo velho ? Nao I *o meu
amigo um passarinho apanhado na rede,
e eu, quebrando as malhas, digo-lbe :
ve 1
Closeau do Tailli continuou ainda a fallar
milito tempo por este theor, com mistu a de
enthusiasmo e de baixas banalidades ; mas
como as doutrinas que elle expenda harmo-
nisavam perfeitamente com os pensamentos
ntimos do mancebD, foi ouvido com interna
avidez. Mauricio, convencido, nem lento a
repellir tao v.vo ataque, e levaatando-se de
repente, s disse:
Dou-me por vencido! Domingo lvoo
a casa do Sr. Sorbier.
(Continuar se-ha.)
L'H POUCO DE TODO.
Tem-se ltimamente aperfeicoado em
Franca o systema da photographia sobre
seda, linho e algodo, e que tem dado lugar
a muitas pessoas terem j os seus retratos
na roupa em lugar de seus nomos ou ini-
ciaos.
A lavagem n3o damnifica os retratos!
No mez de novembro ultimo, a receita
dos theatros, sales de bailes pblicos, ca-
fs-concertos, ele, de Pars, subi a73:435
libras.
as provincias do Norte d'Hispanha tem
morrido algumas pessoas com o fri que
tem feito.
peuas um capitalista, porm a minha ca-
Veja que cabeca a minha I-exclamou bec de un* wrdadeiro diplmala,
o artista, sem da attencSo ao qoe Laura Esporarei que a sua diplomacia se dig-^a de alguma Pamela... o3o toe d tao
dissera, e como completando a idea come- ne explicar-se. jcuidado... Finge-se ama viagem ao Cairo,
Cada. Esqueci-me completamente, Laura,' Diga-me, meu joven amgo, vai oujnSo eacaba-s com isso. Bem sabe que as vis-
de que a menina Sophia a saa mais intima vai domingo a casa do Sr. Sorbier? gensde artistas ao Oriente esto muito em
am,ga. Faz favor de me dizer que .relaclo moda. Se n5o lem animo de ir annunctar a
E acredita, Miuricio, que urna meni- tem o Sr. Sorbier com esse u gigantAco saa partida, v u em seu lugar Ento,
na rica possa ser amiga intima de urna po- projecto?
bre mestra de piano, como eu seu ? Mas, responda primeiro. da oa a algum palacete?
Um juiz de Texas (Mxico), acabando de
condemnar morte um individuo por nome
John Jolin, por commetter um assassinio,
dirigio-lhe a seguinte allucuco.
John, o jury tenconava demorar a vossa
execuco at primavera prxima, porm a
vossa priso est no mais deploravel estado :
faz n'ella muito fri, todos os vidros das
j mellas estao partidos, os fogoes deitam um
rumo insup; ortavel, e tamanho o numero
ios presos, que nao se pode dar um co-
bertor a cada um.
Por todas estas razoes, e para abreviar
os vossos soffrimentos, quanto nos seria
possivel, decidimos que a vossa execuco
seeffectue amanhaa, antes de almocarmos
hora que mais convenha aosciierif, ou que
vos seja mais agradavel.
No momento em que corra voz, as
ilhas Baleares, de que o pontfice estava
disposto a tixir all a sua residencia, se
acaso livesse de abandonar Roma, um jor-
nal de Palma, na ilba de Maiorca, publtcava
o seguinte fado histrico :
Em 4823 urna missSo apostlica, da qual
fazia parte o conego Pidro Mastai, hoje
chefe da igreja cailiolica, foi abrigar-se no
porto de Palma, em consequencia de um
temporal que ameacava sobmergir a em-
barcacao italiana.
A missSo segua viagem para o territo-
rio da repblica Argentina, que ac*baa de
insorgir-se contra a Hesjanha, e por isso o
navio foi mettido era quarentena, ao paso
que os missi narios, inclinado o sea chefe,
Pedro Mastai, foram encerrados n'uma es-
Mil um rain de lo azul, raeigo, dormente
Vrtm da* ove; partir o fundo e negro horror,
Em ijiisolo a voz do vento expira tristemente ;
Ha ni mvo do templo o abvsmo d'ama dor
Donie eu vajo se erguer s's veres surdamenle
O pinntisuii cruel do oos-o eterno amor.
Arcadion om dos sanctuarios mais vene-
rados da ilba de Creta.
Con a oito seculos de existencia.
E um grande convento construido pelo
imperador Heraclio em honra de S. Cons-
tantino.
Como a maior parte dos conventos do
Oriente, n3o estava consagrado somonte
vida monstica, mas tambera beneficencia
ea instruceji) publica.
N'elle se dava tratamento a enfermos, ins-
trueco gratuita a creangas e hospitalidade
a viandantes.
Havia tliesouros scientifleos accuo&ulados
na bibliotheca de Arcadion.
Os sublevados candiotas das cercanas1
linbam all guardadas suas mulheres e seus
filiaos, em numero de uns 3u0.
Alm dos monges e dos velhos, havia aos
15 voluntarios feridos.
Em summa, dentro de Arcadion estavam
pouco mais ou menos 510 pessoas de am-
bos os sexos, nao todas validas e coilocadas
sob a proteccao do begumeno Gabriel, an-
cio de SO annos.
Contra esse punhado de refagiadosio of-
fensivos emprehen leu Mustaph urna for-
midavel expedic3o.
Em O de novembro ultimo foi cercado
omosteiropor 15,000 homens e 30 pecas
de artilberia.
Repellido o primeiro assalto, foram pedi-
dos relorcos, e durante tres das- e tres
noutes os pobres cercados resistiram ao
embate dos turcos.
Depois de 1,209 tiro de bombas e gra-
nadas, abrio-se brecha por onde- podiam
entrar os sitiantes, e com ludo durante seis
horas oo poderam passar dos pateos.
Apinhados de redor do begumeno, os
defensores do convento que anda linbam
vida, tomaram unnimes a resoluco de
antes fazerem ir aos ares o edificio do que
renderem-se.
O hegameno Gabriol revindicou a honra
de por o fogo a plvora, dizendo.
S me restara alguas mezes de vida
e dou gracas a Deus por me proporcionar
esta occasio de morrer por sua santa reli-
gio e pela patria.
Dando em seguida a absolvic3o a todos os
que o rodeavam, ordenou que as tnulneres,
as creancas e os feridos (103 pessoas) se-
relirassem para o extremo opposto do con-
venio, e lomando em urna mo um cruci-
xo e na outra um cirio acceso, esperou. o
momento do assalto.
Poucos instantes eram passados, quando
espantosa exploso fez saltar metade do
edificio, sepultando entre as suas ruinas
gregos e ottomanos.
Morreram ento uiais de 1200 tarcos, e
aterrado com aquelle desastre o exercito
assaltame permaneceu immovel durante al-
gumas horas na presenca do convento des-
truido ; por lim cobraram animo e entraram,
descarregando a sua sanha sobre urnas 60
mulaeres e 43 feridos.
Estavam estendidos no solo mais de 400
cadveres de gregos ; e para se cerlifica-
rem de que estavam bem mortos, os turcos
chegavam Ihes fogo, sujeitando aos mais
atrozes tormeulos os que ainda respiravam.
O t-iesouro, o ornamentos sacerdotaes e
os preciosos manuscrptos da bibliotheca do
convent) foram entregues ao saque, eseis
voluntarios que nao tinham morrido oa
luta pereceram debaixo de mos tratos.
Por ultimo, os turcos siciaram a s.ua
raiva incendiando as aldeias immediatas.
cara masmorra, e all permaneoeram mal-
diga, onde tenho de ir, a alguma agua-furta- ^ meze8,
O Dr. Storer, de Boston, fex publicar no
American journal of medical sciences om
caso dos mais notveis a que tem chegado
a audacia cirurgica.
O tero e ambos os ovarios foram ex-
trados com completo bom xito em urna
doente de 47 anuos.
No fim de 21 dias de tratamento a mu-
lher voltava para a ua residencia ordinaria ;
e 4 mezes depois o seu estado era excel-
lente.
Na historia muito particularisada deste
caso apparece urna circumstaocia de grande
interesse physiologico; e que 26 dias de-
pois da ultima menstruacio houve um cor-
rimento sanguneo, acbmpanhado de que-
brntenlo de corpo. dr de cabeca, ele. es-
forcos naturaes que reaJisavam urna tentati-
va do resUbelecinaeoto da funegad catame-
nial qaaodo o ulero e os ovarios ja n3o
exisliam.
O tumor extrahido do ventre (tesara 27
libras I .
Sao mandadas do conseibo de Leiria, para
a exposicSo universal de fans, amostras de
vinhos ; do conselho do Porto de Mor, mel
e vinho ; e do do Alvaiazere, vinho, casta-
nhas e cnica.
\

'
'-
!


I TYP. DO DIARIU-RUA DAS GRZES N 44.'
^k.


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