Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11172


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Full Text
*m
--
" -
ANNO XLIH. NUMERQ 15.
PARA A CAPITAL E LltiBES ONDE SE NAO PAOA POBTE,
Per tres mezes adiantados.^'............... 60000
Por seis ditos ideo.................... 12^000
Por um aou idea................., 24^000
Cada minero aris* .:..... .......7 320
t
.

-'
SEXTA FEIRA 18 DE JANEIRO DE 1867.
PABA DENTRO E FOBA BA PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados.. ..,.*..,.....
Por seis ditos idea........................ .. ..
Por nove ditos idem.......... .. .,.............
Por na amo idea.. !TJ..........................
PERNAMBUGO.
60750
i3^500
200250
27,3000
A38]IlrHA33 831 S>B^lTmiBl 833T8 IPIIWMlJMIIBa*
-.
|EXCAR REGADOS^ 1>A SUBSCRll'QAO.
Parabyba, o S. ajiIod;o Alexandnno de Lima;
Natal, o sr. Antonia Marines da Silva; Aracaiy ,
oSr. A. de Lemos traga; Cear, o Sr. Joaqaim
J03 de Miveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves & Filhos ; Amazonas, o Sr. Joronymo da
Costa; Alagoas.o Sr. Frandno Tavares da Cosa;
Barita, o Sr. Jos Martins Alves: Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Sibm'ro Gasnarioho.
PARTIDA DOS e.STAFRTA*.
Oiida, C>ibo, Eseada e eslagoes di va frrea at
* goa Preta, lodos os das.
Igaarass e G'oyauna as segundas e sextas feiras.
Santo Anto, Grava?, Beierros, Boaito, Caruar,
Altinh", Girajihuns, Buiqoe, S. Beato, Bom Con-
seibo, Aguas Bellas e Tacarat, as tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueka,
Ingazeira, Flores, Villa Bella. Calrco, Boa-Vis-
ta, Oarieury.Snlgaeiro e Rui, as quartas feiras
Serinhaem, Rio Forrooso, Tajpr;dar, Una, Bar-
reiros, Agua Preta e PiraenllHras, uas quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e odJJMU.
Relacao : tercas e sbalos s f') horasaB
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juizo do commercio : segundas as ti horas.
Dito de orphos : tercas e sertas s 10 horas.
.>
Primeira vara do civol: tercas e sextas ao meto
. dia.
Secunda vara do civel : quartas e sabbdds a
1 lora da tarde.
EPHEMERIDES DO ME^DE JANEIRO.
S Lna nova as 9 h., e 38 m. da t.
13 Quarto cresc. a 1 h., e 42 m. da t.
30 La cheia as 4 h., e i m. da m.
27 Qoarto ming. as 11 h. e >5 ro. da ro.
DAS DA SEMANA
. Segunda. S. Flix deNale m.;S. Macrina v
Terca. S. Amaro .ib.; S Habacac prof.
Quarta. Ss. Berardo, Aceurslo e Olhon.
Quinta. S. Aotao ab. ; S. Eleosipo m.
Sexta. S. Prisca v. m.; S. Leobaldo b.
Sabbado. S. Canuto rei; S. Audifaz ra.
Domingo. Ss. Sebastio e Fabio p. mra

PREAMARDEHOJE.
I Primeira as 2 horas e 54 m. da tarde.
Segunda as 3 horas e 18 minatos da manilla.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o sal at Alagoas a 14 e 30; para o norte
d-u a Granja a"7 e 23 de cada mez; para Fernan-
Jd^nosdias 14 -Jos meses Janeiro, marco, maio,
[ julbo, setembro e novembro.
PARTE OFFJCIAL


y


1
-i-
v
.OVEItYO IA l'HOVIM A
Espediente do dia 1 de dezembro de 1866.
N. 103 OfBcio ao general commandante das
armss.A' V. Exc. sera'apresentado,aflm de tero
conveniente destino, o guarda nacional do batalhao
n. 21 da cidade da Victoria, JosJoaquim da Silva,
f|u>' l" designado para o servigo dd guerra.
N. 106Dito ao mesmo.Slrva-se-V. Esc. de
mandar inspeccionar o recruta Joaqun) Jos de
Sant'Anoa, e informar sobre, o que pede elle no
incluso requerimenio documentado.
N. 107.Dito ao >nesmo.Para qne se possa
providenciar sobre o aluno de gratificado, conce-
dida s pracas do corpo de polica, que marcharam
jiara a catnpaaha pela le provioeiil n. 611 di 2 de
maio do anno passado, r>go a V. Exc. sirva-so de
femeiter-m-', pelo que coustar da secretaria do
commando das armas, urna relago daquellas pra-
vas, que houverem fallecido.
N. 108.Dito ao mesmo.Reeommendo a V.
Esc, que por em quaolo nao faja seguir para a
corle o guarda nacional do 9* balalhSo de Ohoda,
Miguel Antonio Fructuoso, que fra designado
para u servico da guerra.
N. 109.Dito ao mesmo.Em aviso de 20 de
ucvembro ultimo, declarou-me oExm. Sr. ministro
da guerra, qae pir portada dessa data, se conce-
deu licenga-para residir nesta provincia ao capilo
honorario do exercito, Antonio de Paula Cavalcan
li de Almeida. O que communico a V. Exc. para
eu conheciraento. *
N. lio.Dito ao mesmo.Faco apresentar a
V. Exc, aflm de Ibe dar -o conveniente destino,
depois de inspeccionado, o recruta Mmoel Antonio
do Nascimento, que ins foi reraetiido pelo recita-
dor da cidade e Olinda.
N. Ul.Dito ao mesmo.Por parte do capi-
lar do porto sera' apeesenlado a V. Exc, para que
ih; d o conveniente dostino, o guarda nacional do
7* batalhao deMe municipio, Bernardo Jo.- de Sena,
que se acba desigaado para o servico da guerra.
N. 112. Dito ao Dr. chefe de polieja.Acabo
de providenciar para que o servico de rondas na
freguezia de Santo Antonio desla cidade. seja feito
cora rr-gularidade : o que a V. S. communico m
resposla ao seu offlcio n. 1,743 de 3 do cor-
rente.
N. 113.Dito ao iu>pecior^da tliesouraria de
taienda.Approvando nesta data os contratos que,
segundo o termo e offii'.io por coplas iocfnso.*, cele-
brou o conseibo de compras navaes com diversas
pessoas para fornecerem ao arsenal de marieha,
os objectos mencionados no citado oflkio ; a.-sim o
declaro a V. S. para seu COhecimeQ'.o.
N. 114. Dito ao mesmo. Em avisj d 20 de
novembro ultimo, declarou tm o Exm. Sr. minis-
tro da guerra, que por portara dessa data, S9 con-
oedeu licenca para residir nesta proviocia ao capi-
to honorario do exercito, Antonio de Paula Gaval-
^antt de Almeida. Oquecommooico a V. S. para
seu conheciraento.
N 115.Dito ao mesmo.Restlluioio a V. S.
o requerimento, sobre que versa a sua normaco
do Io do correle, n. 786, e no qual Antonio Heo-
n )..' de Miranda pede, o pagamento da quani>a
de 38^284, que, segundo o parecer da contadoria
dassa thesuuraria, se ffie fictu a dever de far"da-
menio, como du 2o batalhao de-lnfantaria do exer-
cito, o autoriso a man.iar efT-^ctuar esse pagamento
fob mioha responsabiiidale, nos icrmos do decreto
n. 2,884,9o Io de fevereiro d* l8G, visto nao ha-
ver crdito para esse Um, como se v do mencio-
nado parecer.
N. 116.Dito ao comroandanie superior do Re-
cjfe.Participndome o r. chef,! de polica, que
desde o da 1" do crreme nmhuma praca se tem
apreseniado ae subdelegado da fregueia de Santo
Antonio desla cidade, fiara rondas nocturna*, re-
commendo a V. S. que-exceca suas ordens, atim
de que o servigo de rondas naqu-MIa freguezia seja
feito com a regnlaridade que convra.
N. 117.Dilo ao comroaodante superior de Olin-
da. Tendo por portara desta data, de conformi
dade com a proposta do respective commaodaote,
o^o s transferido da 2* para a*8* corapauhia do
batalhao n. 9 sob seu eommaodo superior o capilo
Francisco Luiz Vires, i ^ lamben Borneado para
o mesmo batalhao os oi :ia?s consjaut-'s da rela-
mi inclusa, delxe', era vista das razoes expendidas
por V. S. no seu parecer exardo na predila pro-
posta, de approva-la na parte relativa aos cida-
dos propostos para alferes porla-banleira, e alfa-
res da 1' e 7* companbia Jo8o Tiburcio da Silva
Guimaraes, Ascendino Goncalves Rodrigues Franc
e Bernardino Cesar de Mello, o prmem e o ulti-
mo por nao eslarem qualifleador-, sendo qne aquelle
nao reside no districto do batalhao, te o segundo
por haver pascado para a reserva por soffrer mo-
lestia iocuravel, convindo que -eja elle submetiido
a' nova inspectjo de saode, atim de que em vista
deba se possa resolver acerca da soa nomeaco.
Qaanto ao alferes Joo Francisco da Lrpa, ne-
nnuma razio obsta a sua promocao ao posto de l-
ente da 1* corapanbia, porqoanto o emprego que
actualmente exerce no corpo provisorio de polica,
urna commisso temporaria, dorante a qual so-
mente esta elle impedido de prestarse ao servico
daquelle batalhao, a que perteocia anteriormente a
sna nomeaco para semelhante commisso. e ao
qual tem de revener logo que desse esta. O qu >
communico a' V. S. para seu coohecimenlo e di-i
recgo.
125.Circular aos ju\zs de direito. Ministre
Vmc. at o ultimo de Janeiro v.adouro, aflm de ser
presente a' asseabla-Ieg>slattva provincial, ama
tnfornac.o clrcnmstaociada sobre as oecessidades
mais argentes dessa comarca, e especialmente so-
bre o estado < de propriedade nacional, provincial, municipal ou
particular. 2.-Se tem a necesaria diviso para
os sexo?. 3.*O oomero de presos que compor-
tan] 4 finalmente Em q amo se calcula a
despeza dos concertos de qne precisarem.
.126.Dito ao commandante do corpo provi-
sorio de polica.Ministre Vme. al o ultimo de Ja-
neiro vindouro om mappa ds toda a torga, e ouiro
de todo o armamento e correiame do corpo sob
sen commando, acompanbaaos de urna expsito
do estado do mesmo corpo, e suas oecessidades,
aflm de serem presentes a' assembla-legislativa'
provincial em soa prxima rennlo.
N. 137.Dito ao conselho de compras nivaes.
Ficam ap^rovados os contratos que o cooselbo de
compras navaes celebroo cora diversas pessos,'
para fornecerem ao almoxanfado do arsenal de
marioha os objectos mencionados oo offlcio do
mesmo cooselbo, datados de 28 de novembro ul-
timo.
N. 128.Dito ao capilio do porto.Mande Vmc.
desembarcar do brigue-barca Ilamarac, e apre-
senta-lo ao general commandante das armas, com
destino ao servico da guerra para que eslava de-
signado o guarda do 7 batalhao deste municipio,'
liejnardo Jos de Sena, qne fra recrntado para a
armada, e se acba n'aqoelle navio.
N. 135.Dito ao juiz de paz, presidente da junla:
de qoalificacao da freguezia de S. Loorengo da
Malta.Nao tendo sido remeitila a est* provincia,
al o presente, a copia da acta e li-ta dos cidadaos'
quallfieados volantes nessa freguezia no crreme
anno, na primeira reunio da respectiva junta de |
qualiflcaco, cumpre que Vmc. m'a envi com a
possivel brevidade. .
N. 136. Dito a' amara municipal de Taca-
rat. Declaro a' cmara municipal da villa de
Tacarai, em resposti ao sen oQklo de 19 de no-
V9mbre prximo Ando, que a eec,o, a' que se tem
de proeeder na freguezia dessa villa, na primeira
dummga de fevereiro vindouro,'deve ser feita pela
nova qualiflcagao, se nao hoover reclamaco dos
irabalhos da junta na segunda reunio, do contra-
rio servir a qoaliflcacSo anterior, que houver com
pela.
N. 137.Portarla. O presidente da provincia,
tendo em vista a proposta do tenente-coronel com-
mandante do 9' batalhao de infamarla do munici-
pio de Olinda, sobre a qoal inf.irmou o respectivo
commandante superior era 10 de novembro olti-
mo, rtsolve nao s transferir para a 8* companhia
o capilo da 2a Francisco Luiz Vires, mas tambem
ii.iim-ar para o referido balalho os offlciaes se-
grales : .
Estado-ruaior.
Teen!" cirurglao Braz Machado Pimentel.
1" companhia.
Tenenle O alteres da 7* Joo Francisco da Lapa.
2* companhia.
CapiloO tenente da 4" Jos Joaqaim de Lima.-
3" companhia.
TenenteO alferes d i l* Manoel Noberto da Costa.
AlferesJerouimo Carneiro Borges da Fonseca.
4' companhia.
TenenteO alteres da 7* Demetrio de Azevedo
A mor m.
AlferesJo.iquim Rabello Pessoa de Br'uo.
7' companhia.
AlteresAolonio Alves da Costa Junijr.
Expedieute do secretario de goverao, do dia 4
de drzeinhro de 1866.
- N. 139. Offlcio ao inspector da thesnuraria de
fazenda-- O Exm. Sr. conselheiro presidente da
provincia maula transmiltir a' V. S as duas in-
clusas crdens do Ihesouro nacional sob ns. 200 e
211.
Sao estas as oecessidades mis urgentes da pro- cional dos Mexicanos, e excita los a consagrar vi-
viucia em rclcao ao coito publico. E coofl) na da e fortunar causa republicana, que 6 all a cau-
eflkaz e autonsada cooperaco de V. Exc, e no sa da indepajdencia e dos brios da nago.
patriotismo da assembla legislativa provincial, que
ellas sero, se nao no-todo, ao menos em parte sa-
l i afeitas, assira como ja o foi a di augmento das
congruas dos coadjutores.
Luiz Na'pHS) f.ii encanado, qaando p..r vent.i
ra lna deraa sj-guranca de que um grande parti-
do se levantara oj Mxico a favor da fundaco 4;
ama mouarchia, e ja a expsriencia o tinha feili
Anda bem que ao menos o violento chefe desla
crafederac&o se mostra tmpenhado na conslrucco
de urna imprtame linlia frrea e na exploraco de
rios ; ganbe a industria e o commercio, emqoanlo
nao pode gaohar larabem a liberdade poltica.
Nos Estados-Unidos de Venezuela a paz se resta-
beleceu era todos os estados, e o grao marechal
Falcon, presidente da confederacao, offirece cora
ti n governo moderado e justo garantas de ordera
felicitadora do paiz. O coogresso, pronunciando se,'
a convite do chefe do poder execulivo adherio a
COY32IIXO 0 DS3B.4SJO.
SEDE VACANTE.
Expediente do da 14 de jaaeiro de 1867.
Offlcio ao Exm. presidente da provincia.Em
offlcio de 6 de novembro do anno fiado, pede-rae
V. Exc algumas iofurmacs sobre o culto publi-
co na provincia, deveodo eu indicar ao mesmo
lempo suas mais urgentes necesj|dade;, para que
pssam ser levados ao onhecimeoto da assembla
legislativa provincial na sua prxima esso.
Muitas sao as necessidades da -luces-, e deixan-
do de oceupar a att ncao de V. Exc. cora aquellas,
euja satisfaco depende dos poderes geraes do es-
tado, e que acabo de levar ao conheciraento do go-
verno imperial em um relalorio exigido pelo avi-
so circular doExm.-minisiro do imperio de 17 de
novembro do anno prximo fiodo, limitar-me-hei a
mencionar d'entre as que esto na alead i das as-
serablas previnciaes, as qoe me parecera mais ur*
gentes ; taes como a diviso das parschas e o es-
lado das igrejas malrizes.
O principio errneo, que infelizmente preoecu-
pa lguns espiritas, de que a attributco dada pelo
aclo addicional as assemblas provinciaes de legis
larem soore a divi>p ecciesiaslica, pode ser exer-
c[da diiCecionariameote, e sem attenc s condT-
C5es e regras canonices estabaleei 1 is pelos sagra-
dos caones era vi >or no lmperio,-( i rno se tenda a
consiituicao reconhecido a regiao catholica como
relipio do estado possa esta ser eoteodida e inter-
pretada em formal desaccordo cora- a legislaco
ecclesiaslica,) tem convertido essa importante at-
Iribuigo. coucedida para o bem espiritual dos po-
vos, em um eleiuenlo de desorgaoiscad ecclesias-
lica e mesmo social, visto como a diviso eccle-
siaslica a base da diviso judiciaria e policial :
desorgagisacio, cujos funestos effeilos todos vemos
e seniimos.
*endo-s parochias quasi -empre creadas, sup-
primidas, ou divididas conforme as conveniencias
ejeitoraes e os interesses das influencias locaes, o
resultado tem sido es-a anarchia legal (permilta-
tte V Exc. a expresso) qne se observa na divi-
so ecclesiaslica de toda a diocese, e que to pre-
judicial tem sido, e contina a ser a' adminislra-
Cao espiritual. -re^u -zias ha, que acham-se lo
reduzidas, que nenhura sacerdoie quer yencarre-
g^r-se dellas, porque nao podera fornecer os meios
dr decente subsistencia ao parocho preferem ca-
pellanas, mais reodozas do que taes parochias, e
sera o trabalho e responsabilidde parochial; e a
auloridade ecclesiaslica, que deve remediar esses
males, oscilla algumas veies e cora razo, entre o
dever de velar pela cura das almas, e o de garan-
tir ao cierran tratamenlo decente.
Otras freguezias existem, e em grando nume-
ro, cujos limites, mal trav'ado; e confusamente de-
finidos, delxam os prochos na duvida sobre o ter-
ritorio de sua jjrisdicc ; originara freqaentes
coafl dos e reclamac5es,como acontece aetualmen-
t) entre os prochos de S. Lonrenco da Malta e o'
de IguarasM; entre os de Papacaca e S. Bento ; I
entre os de Altinbo, de S. Caetano da Rapoza e do
Bonito ; en'.re o de Cimbres e o de Bulque, etc,
etc. Ora estas uvidas, estes conflictos, %pe fazem I
desappareeer dentre os prochos a harmona lo'
neeessaria ii cooperago mnua na distribuicao do
pasto espiritual e cura das almas, tem anda o |
grande inconveniente de afTectar a validado dos '
Sacramentos, roorraeute o do matrimonio. Eco tal
estado de conzas, emendo que s orna nova cir-
cumscripcao de parochias poderia remediar essas
desgracas. E pois c,ue esta reforma nao de fcil
execugo, pelo menos reconsiderem-se as leis que
crearam ou dividiram as referidas freguezias, aflm
de se Ibes assigoarera limites claros e inequvo-
cos : est\ medida urge.
O olvido das regras e prescnpQfjes canooicas na
diviso das parochias nao tem causado somente
ssa fuoestissima coofoeo de limites; tem tam-
bem alfectadj as igrejas matrizes de um modo de-
ploravel. Se a mor parte das amigas matrizes do
interior da provincia achara se em mo estado,
tanto no material do edificio, como as alfaias e
paramentos; sendo isso provenleate da insuffl-
ciole subvenco dada annualmenie pela assembla
provincial, do arrefrcraento do fervor religioso
dos povos, e mullas vezesda negligencia e falta de
elo dos I'.vjs. prochos; o estado das matrizes das
fregnezias nova mente creadas lndiscriptivel, con
frange de ddr os cora^oe- cathocos.
Algumas dessas novas malrizes sao peqneoas
capeilas s vezes de taipa, contra as constiiuigOes
diocesanas, em estado de ruina, sem sacrarlo, sem
paramentos, sem alfaias, absolutamente incapazes
para a administracaj dos Sacramentos ; o qne tem
dado lugar a que urnas nao tenham sido cannica-
mente providas al o presente (como acontece com
a de Nossa Senhora da Concedi da" Pedra, que
sendo creada no lempo do finado blspo o Sr. D.
Joo, anda nao foi provida); omras tinham sido
abandonadas, ordenando a aoloridade ecclesiaslica
a transferencia da sede da matriz para ouira Igreja
como acopteceu com a tregnezia da S. Vicente, co-
ja matriz actualmente a capHIa de Craaogy ;
sendo que ja' me consta qae a expensas dos paro-
chiancs a matriz de S Vicente se .acba presente-
mente reparada e soffrivetmente provida de para
mentos, o qne trato de averiguar; ouiras finalmen-
te, qae foram logo cannicamente prvidas, eonti-
nuara a tooceonar eom mais ou menos indecencia
por nao haver dentro de seas limites outra igreja
para oode se possa transferir a matriz-
V. Bxc. coinprehende qae o'am tal estado de
coas nao possivel risver, oo digo pompa e es-
plender, mas ao me os deceaeia oo cutio publico:
dedincia e pompa, que sendo devidas a Deas, ra-
dandam ao mesmo lempo em proveito da socleda-
de, pela salalar iofluenefti qu eierce a magestade
do caito calholico sobre o espirito des povos.
vameote o apoio e ntervenco de V. Exc, aflm de
que a assembla proviocial, continuando* na sua
piedosa liberalidade, conceda na sesso legislativa
desie anno, como fez as dos anuos anteriores rao arrefeceram anti a g ierra sustentada contra o
urna subvenco para qm eu possa concluir ese
magniOco (emplo que atiesta ao mesmo lempo a
nossa religiosidade e o aperfeigoamento da indus-
tria e das artes entre nos.
O collegio de S. Jos, dirigido pelas irmas de
Sama Dorotba, lera por lim a educaco das me-
ninas, e foi fundado pelo finado Exm.. bispo D. Ma-
noel de Medeiros. A morie prematura e inespera-
da deste prelado nao Ihedeu lempo para comino* deira da Franca.
a sua obra : elle apenas pode inicia-la.
A importancia de um estabeleeimeoto desa or-
dena, os grandes beneficios que odie trazer para a
provincia sao palpaveis. Urna das nossas primei
ras necessidades a educaco da mocidade em ge-.
ral, e especialmente do sexo feranioo : ensaiar
no presente a reforma da geraco futura ; pre-
parar e formar as mls de familia, de quem de-
peodfem grande parte a futura regeneracao mo-
ral do novo paiz : mas para isse absolutamente
uecessano que a educaco deixe de ser a que al6
o presente tem sido, quasi paga ; e slm que saja
moldada segundo as mximas emiuentemenle cvi-
lisadoras do catbolicismo.
Compenetrado desla verdade, tendo observado e
reconhecido a aptido ioexcedivel das irmas de
Santa Dorothea para a educaco, como o prova o
rpido aproveilamento das meninas que ja existem
no collegio ; e desejando promover, quaolo era
raim couber, o verdadeiro progresso de ramha tr-
ra natal, adpptei essa insiituifo, que se acba ios-
tallada oj edificio contiguo a igreja da Soledade,
mediante um contrato por mira realisado com a
respectiva irmandade, fiz os mais urgentes repa-
ros e accommodacoes necessarias ao lira a que o
collegio se propoj, e pretendo abri-lo no da 21 do
correte.
Conrean desenvolver essa institalco, dar-lhe
proporco-s convenientes para que possa tambem
reeeber meoioas pobres e desvalidas ; convm fa-
zela frocticar. Pela rainha parte, coniiuoarei a
prolege-la, e fazer por ella qmulo me fr possivel,
aflm de que os seus e'IJaitos correspoadam a es-
pectaiiva publica. E pois os beneficios que elia ja'
vai prodnzindo, e que ha de continuar a produzr
em maior escala, p-rteocem provincia, rae pare-
ce que nao pode ser indiffjrenle a' assembla le-
gislativa provincial, eujo apoio e auxilio eu s(lici-
to, mediaol* a beoevola ntervenco de V. Exc.
Sio eslas as ioformafo:s, que por ora teolio a
honra de ministrar a V. Etc., que lhes dar' o
apreco que raerecerera.
imperio e a inlerveofo estrangeira pelos republi-
canos. Debalde com uo> goveroo fasto, modera-
do e patritico procarou fortalecer se, conquistan-
do o amor e as sympatbias dos Mexicanos; con-
segulo i penas pouco numerosas dedic^cSes e do-
bles apoios ; o seu imperio eslava manchado por
um peccado o'iginal, a ntervenco estr ngeira, e
o pavo confunda a bandeira imperial com a ban-
-.-------. i........- ..-jquil-
ia, um pavoroso incendio reduzio a cinzas a cidade
de Montechristi, capital de Manah.
A falla do pagamenlo da auBuidade araortisado- RraPhico
a ponto de perturbar
Aprveito a occasio para sollictar o valioso provar o f) do de-eogano, uuando a conclusa) e
apoio e proteccao de V. Eic. acerca de dous im- 'os resultado- da guerra civil norte americana vie-
portantes objectos, que prendera actualraente.a mi- ram lomar ainda raais precaria a siluacao do ira-
nhs atteoQo : fallo da malriz de S. Jos desta ci^ perio de Maximiliano, e crear no animo da Franca
dedse;madnnCr!oh. d9 S' ** dr8d Pe'" '^^ ^ntZf^^ "T" e t^**#F* ,,,'anS? repaWics7liitoe^"trT. HeTp'anha: I
!,' i i i' i ^ v JW R A matriz de S. Jos, fundada pelo Exm. hispo ra desde o principio a sua reprovacao a interven- '
perdigao no auno de 1845, foi por raim concluida (lo franceta no Mxico, emfim deserabaracado da
dorante a minha primeira admioistraco dlocesa- lula herclea com os contierados, multo prova-
na, ei *b*rta ao culto publico no da 8 de dezem- vel e opportuoamente procurou fuer-se ouvir pelo ra de um empre^tin ttVe
bro de 1864, faltando ihe somente a guarnico ex-, gabinete de Pars sobre as-umpto de tanta trans
terior o as torres. Cessando o meo governo, ees cendtncia, e de crer que por rontar com a reli-
saro lambem infelizmente a- obras, apezar de se ; rada das tropas francesas raaullvesse a poltica de
haver extrabido regularmente a lotera que en so- netilralldade que soube com dec sao conservar al
licitara da religiosa munlficncia da assembla' agora.
proviocial, e que fra to lloeralmente concedida.' Ou fisse tambem por isso, ou somente porque a
Agora pois que foi Deus servido confiar segunda vez opinio onairae da Franca maldma da questao e
a' minha indignidade a adrainistraco desta dioce- da guerra mexicana, certo que o imperador Luiz
se, jolgo ser para mim ura dever imperioso con-! Napoleo resolveu a retirada do sau exercito pro-
cluir de tolo essa bella matriz. tector do ibrono de Maximiliano, preveniodo, sera
Alguns pas-os ja' hei dado para isso, nomeando duvida, a este do prazo era qae esse importantissi-
uma commisso para lomar a direccio das obras,'. mo aconlecimento se realizara,
sob a presidencia do presiimoso e benemrito Sr. j O nobre e illuslrado principe da casa d'Auslra,
barao do Livram3nto Ja' V. Exc me prestou um Maximiliano, que por tanto lempo hesitara em
grande auxilio, mandando entregar a,' referida aceitar urna cora que lhe tem sido toda de espi
commisso o producto, das loteras que exista na nnos, parece coodemnado a deixar o Mxico, on-
thesourara; mas, Exra. Sr., essa quantu insuffl-de, depois de tristes derillusoes, achar-se-ha aban
cente para a conclusodas obras, e eu sollicito no- donado pela Franca.
Apenas sentado no ihrono a que o arrastaram,
teve de latir com o partido clerical, cujas aspira
coes de exagerad) predominio no estado nem raes-
UuloNorte-Araericaoa, no Mxico, as repblicas
d) Pacifico eno imperio do Brasil attesUm a vlrili
dade, a energa e o culto sagrado dos deveres pa-
triticos dos povos, as nacSes independentes e
livres do novo mondo.
(Continuarte-la.]
PERHAMBUCO
REVISTA DiR
Reunio-se bontem o Instituto Archeologico G;o-
Pernambucano em sesso ordinaria sob
a presidencia do Exm. monsenhor M ni' Tavares,
e cm a assistencia dos Srs. Drs. Aprigio Guiraa-
raes, Soares de Azevedo, Witruvio Pinto Bandeira,
Amaro d'Albuquerque, Nascimento Feitosa e Ro-
drigues Campello, padre-mestre Lino e major
Salvador Henrique.
O Sr. secretario perpeluo d conta do seguinte
exoediente:
Ura .111 o do Sr. secretario d presidencia com-
as relaces amigaveii desta repblica e da Unio
uorte-amencana, cajo presidente, com alguma as-
pereza, commumeraaocongresso o abuso daquel-
le estado; felizmente, porem, a ntervenco dos
representantes do Chile e do Per fez desappareeer ;
a passageira desharmooia.
Na Bolivia a rebelliao, que desde 1865 conser-
vava aleado o eolio terrvel, foi emfim vencida no
campo da batalha, e a victoria honrada com ampia i fuicando, que, de ordera do Exm. Sr conselheiro
amnysiia, que acabou de serenar os nimos agi- Presidente, fra expedida ordem a reparti das
tados. obras publicas para mandar limpar a lapide que
O Per, resentido dos ajustes de paz negociados i ex,s'e no fronte>picio do aotigo callbouco do
entre o seu presidente Pezet e o almirante bespa-! Quarl' de polica, bem como avivar os caracteres
ohot Pareja, ardeu em fera revoluco, que acabou 1ue a mesina lapide contera, de coDfoiraidade cora
em breve prazo, tnumphando, e dando em resol-: "Hleio deste laslituto acerca da materia.la-
tado a qieda e fuga de Pezet; o geueral Prado, lei!l do- .
chefe provisorio da repblica peruana, decrelouo! Ouiro do socio correspondente Aotr Ferrelra
processo daquelle ex-presidente e dos seas raiDis-!^6 Almeida cooionuaicacdo, que era onraprimento
tros, dando assim salisfaco ao resentiraenlo na de saa anterior promessa, apresenlava o Instituto
cional, que ruga enfurecido. I0S retratos a oleo e em jonto natural de Vidal d
N) Cmio toi reeleito presidente da repblica o Negreiros, Carnario e Henriques Dias completan-
cidadao Prez, que tio enrgica e patriticamente d0 desla 8rle a sua offerta a qual punha todava a
condicao de que o lntiiuto jamis eraprestasse os
ref idos retratos; o que fazia apenas por amor
conservaco daquelle trabalho, ezeloaos inleresses
COMIEDO DAS ARMAS.
Quarlel general do commando das armas de Per-
nambuco na cidade do Recife, 17 de jaueirt
de 1867.
ORDEM DO DIA N. 305.-
0 brigadeiro coramandanle as armas faz publi-
co para os tos convenientes que a presidencia so-
bre parecer da junta de saude, concedeu por por-
tara de 12 do cofrente ao Sr. alferes do 9* bata-
lhao de infamara do exercito Feliciano de Lvra,
tres mezes de liceoca para tratar de sua gante
nesta capital, nos termos dos arts. e 4* n. 2. do
decrelo n. 3,579 de 3 de Janeiro do anno prximo
passado, com referencia ao art. 106 do regulamen-
to de 27lie outubro de 1860.
Fai publico ootro sim, que honlera seguio para
a provincia da Bhia/*nde vai rezidir om lcen-
C* do ministerio da guerra, o Sr. teaente reforma-
do Francisco Jos Gomes qae veio a e*u provin-
cia conduzir para aquella a soa familia ; e qoe oo
vapor Paran seguio para a corte a reuair-se ao
sen batalttao 15" de infamara do exercito, o Sr.
alferes Tiburcio Joaquimde Andrade, que se acba-
va nesta provincia coa licenc do governo para
resta bel ecer-se de seos locommodos de saude.
(Assigoado)-fenn'u? de Beaurepaire Rohan.
Ela' conforme. Emiliano Ernesto de Mello
Tamborim, lente ajudaote de ordeos interino e
encarregado do delalbe.
MO DE .1 VVII IlO
Retrospeeto poltico de
1866.
li
A America negava-lhe o sen concurso moral .
as potencias europeas liaham reconhecido o novo
imperio; "no novo ruuod porm, s o Brasil, e
esle mesmo depois de looga espera, seguir aqurl-
le exeraplo ;.;ao mesmo tempo as repblicas da lin-
go, a hespanhela osteniavam considerar como go-
veroo legitiojo do Mxico o de Jurez, junto do \
qual a coofcderaco oorle-amencana mautinha o
seu represeetame.'
imperador Maximiliano nao esmoreceu : pre-
vendo que leria oe ficar mais ou menos cedo sem
o auxilio da Fraoca, erapenbou-se era organisar
um exercito nacional mexicano, que fosse a base
e o sustentculo do seu throno ; mas era breve a
fortnna to cruel se mostrou com elle que devera
se ter apagado todas as esperaocas do seu animo
forte.
Pnmeiramente a energa dos republicanos du-
plicou com aoimaco de algnmas victorias em
cmbales parefaes, e emfim com a twnada'de
Tampico ; os bandos guerreiros multiplicaran! le
e a guerra mostrou-se menos (avoravel cau*a de
Maximiliano. Peior que isso lalvez, na propria
capital do imperio, presentiram-se os germens da
ruina deste em urna conspiracao atrevida, em que
traicoeiramente tomaram parte mnisjros do impe-
rador.
Finalmente, os apuros financeiros do eslado e a
necessidade da continuaco do apoio robus.o da
Franga, resolveram Maximiliano, conforme o, en
(tendeu e publicou a imprensa europea, a confiar
imperatriz sua esposa, cuja sade exigir urna
viagem Europa, a misso de entender-se com o
imperador Luiz Napoleo relativamente aquellas
duas condignos io lispensaveis suslenlago do
seu throno. A imperial diplmala* se realmente
lhe coube desempeobar esle encargo, nao foi feliz,
e digoamenle orgalbosa, fugio a supposicSes de
abatida insistencia, nao se demorando era Pars.
Este faci provoa qie a Fi'anga eslava cansada
da quesiao do Mxico, e que nao quena prolonzar
mais um erro umversalmente conhecido. Nos
combates a sua honra militar nada perda; na
continuaco da gravissima empreza os.seus inte-
resses podiam vir a soffrer raulo
Os gabinetes zelam cora razo os segredos deli-
cados da soa poltica ; ludo, porm, indica que o
imperador LuizNapoleai tralou ltimamente de
combinar com Maximiliano o modo mais conve-
niente da retirada das tropas francezas ; por quan-
to a idea de faze-las sabir do Mxico em tres par-
tidas successivas comegava a afigurar-se pengosa.
A evacuago parcial e gradual eofraquecera o
exercito no momento em que as torcas ioimigas
naturalmente angmeolarlam em numero e redo-
branam de audacia. Damais. admiuida a hypotbe-
se, alias raulo possivel, da prorapta abdicago do
imperador Maximiliano, bem podera a Franja, oc-
cupaodo Vera-Cruz e Tampico, corrigir o erro
commetlido, negociando e esiabeleceodo relagdss
com o novo governo que se organisas^e no Mxico,
e em todo o caso as tropas fraocezas, seohoras de
Vera-Cruz e de Tampico, organisariam com segu-
raoga o seu embarque geral, e nao sceessivo.
Acredll-.-se, pois, qae o exame urgente, e a sola-
go caltiegorica deslas questoes turara as larefas
dadas pelo imperador Luiz Napoleo ao general
Casteloeau, enviado ao Mxico em raisso bem tris-
te certamenle, mas que pode ser notavelmente til
aos nicretses da Frang.
Com a cnegada do general Casteloeau receben
sem duvida o Imperador Maximiliano profundo gol-
pe que destruir suas esperancas de futuro no im-
perio do Mxico.
Tal a siiuacio em qae deixa este paiz o anno
de 1866. A abdicago de Maximiliano faeto com
que calcuiam j todos os polticos, e se se realiza,
como provavel, o ephemero imperio mexicano
ficara oa historia como liga j e como exemplo que
devera aprovei'.ar s grandes potencias. As irapo-
sedas estrangeira* despertara o patriotismo e as
nacionalidades. Nem mesmo a propria civihsaga)
trazida oas baiooetas de om exercito invasbY bem
aceita pelo povo do pait invadido.
se houvera, resistndo prepotencia he-panhola. O
empenho da guerra irapoz ao governo chileno a
neirssidade de ura emprestimo, quej) voto do con-
gresso promptament-- aulorisou.
Nestes ltimos estados da America do Sul e es-
pecialmente no Per o na Bolivia, onde to fcil-
mente se reproduzem as revoltas, reiaou profunda
paz Interna, depois da derrola de Pezet em um e
da victoria de Melgarejo era ouiro, os partidos po-
lticos adiarara seus antagonismos e abafaram seus
odios: essa feliz sltoaeso interna faz honra aos po-
vos daqnellas repblicas, porque da lestemuoho do
cumprimenlo religioso do raais sanio devera
oniae de todos os cidadaos contra o inimfgo ex-
terno.
Em 1865 o almirante hespaohol Pareja, encora-
jado lalvez pelas concess5es menos dignas do go-
verno de Pezet no Per, voltara suas iras contra o
do mesmo Instituto__Intelrado, sendo a ifferta
considerada na devida importancia.
Urna pholographia imniiIJurada do Sr. Aodr
, Ferreira de Almeida, offertada pelo mesmoRece-
be-se com satisfarco.
Varios ns. do Diario de Pernatnbuco ojlerecidos
pelo consocio Dr. Manoel de Figueira Faria. Re-
cebido cora agrado, manda se archivar.
U 8' n. da Siluacao, offerecido pela redagao res-
pectiva. Recebido cora agrado, mana-se archi-
var.
O discurso recitado pelo. Sr. Dr. Aprigio Jusli-
niano da Silva Golmares oo memento solemne
celebrado no dia 2 de novembro prximo passado,
era commecroraco do desembargador Joaqun
Chile, acoosaodo-o de quebra de neolraldade e de Nunes Machado, oSerUdo pelo mesmo Sr. Dr^Apri
offeoa a Hespaoha. Nada poder conseguir a io-
lervencio do corpo diplomaiico, e as hostilidades
remperam.
Em breve a repblica do Per, esquecendo com
nobreza e gralido as divergencias que estiveram
a ponto de acender ura guerra, declarou que a
qe*io bispano-chilno er* peruana; a Bolivia se
gulo-lhe o exemph, e o Eqaador pronuncioo-se no
mesmo senlido, re>ultando d'ahi a alliaaga destes
estados contra a Hespaoba.
Repblicas sem marinha militar, embora ligadas,
nao tmham meios nem recursos para atacar a es-
qnadra hespanhola oo vaslo campo do ocano : foi!
esta que as alacon.
A' parle conflictos parciaes e de insignificante
importancia, a parle a auiaz tomada de um navio
de guerra hespanhol por ootro do Chile avultam
nesta lameolavel guerra o bombardearaenlo de
Valparaso no Chile, e o ataque de Calbo no
Per.
O bombardeamento de Valparaso horrerisou o
mundo civiisado e nao deu motivo de ufraia
Hespinha; o commetlimento era fcil e 1n*glo- Amaro d'Albuquerque.
rio: Valparaso nao praca de guerra, cidade
exclusivamente commercial; a sua destruico nao
aproveitava de modo algum as operacoes bellico-
sas; o bombardeamento foi, pois, simple- acto de
indesculpavel vinganca, foi ura mal enorme e des-
nece cidade dos Ghileoos. No ataque de Calho houve
mais brios: ah as movis fortalezas de madeira
tiveramdianie de si fortalezas de pedra, muros qn-
derrocar, bateras qoe desmorooar, fogo que reee-
ber; o combale foi porfiado, mortfero; a esqna-
dra hespanhola retirou-se, nao vencida, mas lam-
bem nao vencedora, e o~valor dos Hespanhoes nao
domoB a bravura dos Peruaoos.
Impotentes no mar, os Americanos vingaram-se
Jo Guimaraes.-Recebido com agrado, manda-se
archivar.
Memoria sobre a revoluco pernambucana de
1824, pelo Sr. Dr. Aolonio Pereira Pinto, mpressa
na Revista Trimensal, offertada pelo pruprio au -
tor.Recebido com agrado, manda se archivar.
Um volume do Casinoio Lusitano, edico de 1679,
oflerlad pelo Sr. Antonio Moreira do Mead^n-
Ca.Recebido com agrado, manda-se archivar.
Collecco poltica de apophtegmas, edigo de
1861, offertada pelo mesmo seohor.Recebido com
serado, manda-se archivar.
O Sr. secretario perpetuo d sciencia de que nao
podem comparecer a prsenle sesso os socios
Exra. conselheiro Beaurepaire Rohm e Dr. Raposo
d'Almeida por iocommodo de sade, pediodo o
ultimo dispensa da commisso de que fura incum-
bid) na miima sesso.Inleirado.
O Exm. monsenhor presidente designa o Sr. Dr.
Witruvio Piolo Bandeira para substi uir n s>a
commisso o Sr. Dr. Raposo d'Almeida; mas pe-_
dndo elle Igual dispensa, nomeado o Sr. Dr.'
AMERICA. DO NBRTE E RKPBLICA DO PACIFICO.
(Continuado.)
A guerra do Mxico aio :a nao ebegon ao seu
termo, embra coosumisse todo o anoo de 1866.
A resi-iencia teoaz e heroica dos republicaoos tem
disputado palmo a palmo o solo da patria s le-
gi.es da Fraoga e aos batalndes do imperador Ma-
ximiliano. Jurez, tantas vezes aonunciado pela
impreosa offlclal de Pars om desesperada exlre-
midade, acb sempre oovos reeorsos para a de-
feosio da saa causa. Quaolo o declarara pre.-tes
a passar. as fronleiras e asylar-se eom os restos do
sea exercito nos Estados-Unidos norie-americaoos,
reapparece mais animado, ostentando o seu carc-
ter e antorldade de presidente da repblica. Che-
les activos e valentes, commaodaodo cohortes de
pravos, faligam ioeessantemeote as tropas impe-
rlaes e fraocezas, ora fazendo-lhes frente.'ora sur-
gite de sbito nos territorios ] onquistados pe-
lo inimlgo, onde retornara ci iadjs mal guarneci-
das. Multiplicara se os combates e fazem perdu-
rar Joma guerra de ardis, de sorpresas, de mar-
chas e contra-marenas qae esgotam as debis tor-
cas do imparto reeem nascido.
A Inglaterra e a Hespaoha bem avisadas se'mos-
traran) quando preferirn) deixar a sos a Fraoga
oo Mxico a acompanha-la nessa empreza arrisca-
da em que a intervengSo armida do e-trangeiro
era um incentivo para dispertar todo o espirito na-
duramente em trra; os subditos hespanhoes fo-
ram as victimas; decretos violentos expelliiam dos
territorios das repblicas todos aqoelies que nao
eram dellas subditos, com a nica excepcao de ura
favor para os velbos que na poca da regeneracao
das colonias as haviam preferido a mi patria; a
esta le de proscnpco immensa seguio a le nao
menos cruel da confiscago dos bens dosHes.a-
nhoes residentes as repblicas. A impiedade, o
desabrimentos de taes decretos, sao evidentes, mas
nao ebegam ao horror das ruinas de Valparaso.
Ura longo e qnasi estril bloquelo completon a
aeco da esquadra hespanhola no Pacifico em
1866. Poaco depois do ataque de Calho retlrou-se
elle com as lembraogas do mal qoe fizera e sem
colheita de proveito algum.
A sospeoso das hostilidades arrefeceu o furor
dos inimigos; as repblicas americanas do pacifi-
co ja adogaram o amargor e a injustiga dos decre-
tos que castigavam em filhos da Hespaoba inno-
centes os insultos e crueldades da esquadra hespa-
nhola, e na Europa esta potencia, segundo as ulti-
mas n linas, aceita e devia aceitar agradecida a
mediago da Frang e da Inglaterra, para os ajustes
da paz entre os belligeractes.
Guerra to desastrada e intil deve acabar quao-
lo antes: ja tem dorado de mais : se as repblicas
americanas nada podem contra a Hespanba no
mar, a Hespanba nem pensa em hostilisa-las em
trra, e quem tem mais qoe perder oa luta a
potencia europea, qoe desperta oa America que
falla a sua fiog ia os odios amigos, e qu seffrera
pelos si'ffrimemos dos seus subditos residentes as
repblicas e pelos avultadissimos prejuizos do seo
commercio.
Mas, recordando estes sinlstros aconteciraentos,
A espadada Cortes parece ter ferido de morte a nao esquejamos o qoadro magnifico do patriotismo
moaarebia no Mxico; o scalo XIX tem teste-1 americano, qae brilha fulgurante no meio dos
munhado duas tentativas para restaura la ; na pn- horrores e das ruinas dessa infecundissima
metra Uurbidi acabou no suppiicio : da segunda guerra.
rellrare-ba,abdicando, o Imperador Maximiliano, ^ Ao anoanco da adversidade, ao primeiro brado
digoo por certo de occopar om ihrooo^mal avisa- da patna ultrajada desperloo as repblicas do
do, porm, quaodo eceiiou o que lhe ofierecera-oma Pacjflco 0 majS aeryldo civismo. Sabiram do seio
interveocao armada estraogeira. i da populado b talhoes de soldados volontarios e
As repblicas da America central, modesta mas improvisados manoheiros, promplos a affrcniar as
felizment-i iraoqolilas, pateram oo goso e da or- tempestades do mar e as balas dos canh5es inimi-
dem desenvolver um pouco o sen commercio, co-
rar as antigs teridas fetas pelos golpes da anar-
cha, e abrir novas fontes de riqueza publica. Sem
que se mostrassem indifferentes guerra do Paci-
gos; os cofres dos cidadaos abriram se para en-
tregar suas riqueas aos governos patrilas; as
senboras se despojaram de suas jolas, as mis
levaram seus filhos, as esposas seus esposos aos
tico e aos soffrmentos do Chile e do Per, goar- qoarteis militares, e as noivas applaudirara os es-
daram neutralldade, nao se querendo arriscar to-' colhidos de seas corages, animaram seus noivos,
mando parte na Iota. qoe temporariamente as esqueclam pela patria.
Os Estados Unidos da Colombia obedecem ainda' Bello, sublime espelbo esse em qoe podemos
a vonude enrgica do presidente, general Mosque- revernos, nos os Brasileiros, qae tambera em urna
ra, qqe de volta da Earopa, fes approvar pelo con- j guerra externa, tremenda, porm mais frtetuosa,
gresso ara empresmo que arbitrariamente coo- porque, alero de ser igualmente de desaffrootana-
trablra sob condifSes quj motivaram speras cen- cional, civilisadora e libertalora do propro poro
sn*as. jicimigo,'temos di-Jo exempios, pelo meos iguaes
Neotral na guerra ijue move contra o Chile ese lalvez raais magestqsos, de civismo adraravel e
Per a esquadra hespanhola, Mosqusra, qae mal j de gloriosissima dfldicag!o.
disfarca, ou quasi qqaHteota^reteOdidas rllagSas | E' assim qae se aialtio, qae se robustecen), que
de intimdale eom Ijlnioetes enjoiJ3as, ameacra se toaaam heroica as naedes; ufanemo nos, pois,
no entrelant) aticar Voruzaela, eom) havia ataca- j da honra e da bravura americana, a abengoarnos a
do o Rodador, premuni fajeeitiYeis motivos.., propria eoorraidade dos nossos sacrificios, que ni

Sao votados e approvados socios honorarios os
Exats. Srs. marqaez de Olinda, conde da B >a-Visia
e visconde de Suassuna; e socio correspondente o
Rvm. vigario Firraino Jos de Figueiredo.
Vera a mesa o seguale requerimento:
Requeiro que, em cousequencia da condicao
com que foram offertados os retratos de Vieira, Vi-
dal, Camaro e Henrique Dias, pelo Sr. Andr Fer-
reira de Almeida, se consigne ua acta desla sesso,
que em caso algum de empresten) os referidos re-
tratos. Sala das sessSes do Instituto, 17 de Janeiro
de 1967.salvador Henrique d'Albuquerque.
Submetiido a discasso e seguidamente relacj,
approvado sem dbale.
Depois de incumbido o Sr. Dr. Aprigio Guima-
raes de entenderse com o Sr. tenente-coronel
commandante do 3 batalhao da guarda nacional
com relagao a respectiva msica, levantou-so a
sesso.
Acha-se o Instituto Archeologieo dolado com
os retratos dosqnatro beros da epopa peraamba-
cana, Fernandes Vieira, Vidal de Negreiros, Hen-
riques Das e Camaro, devldos ao pincel doSr.
Andr Ferreira de Almeida, que cora patrioiica
dedlcacao cff;rtou-os ao mesmo Instituto, para
a lomo de sua sala, e constante exposico a admi-
rago.
Sao oleo eera pooto natural esses retratos; os
quaes alera disto guardara a fidelidade possivel em
seus traeos physionomicos e caractersticos.
Esli lodos qaalro emmoldnrados em qoadros
dourados, a expensas do Instituto, nico possuidcr
de tal preciosidade presentemente.
Assim, portanto, tem o Instituto, em soa festa
aooiversaria do dia 27 do correte, de expo-los a
vista do publico em seo salao de hoora; e por essa
occasio distribuir se-bo ahi pe'os socios e prin-
cipaes autoridades prsenles photographias desses
retratos, a proprlado lbum; visio como nos
consta, que o Sr. Jos Francisco de Souza Ferreira,
pbolographo brasile'ro a roa Nova, obteve per-
misso dollostitato para reproduzi los pbotographi-
carne me.
E' nma feliz lerabraog, qae roigamos de applaa
dir, pois assim derramam-se na popuhg) imagpos
qae lhe sao caras por laotas considerares de bro
e orgalho nacional.
Chamamos a aitencao dos nossos leltores
para a noticia que hije transcremos o Dtono de
Alagoas, narrando om mllagre operado pela un. r-
cess) da veoeravel serva de Daos Aooa Mara
Taigi qoe vai ser canonizada e cuja efflgie om
orna reliquia do habito da mesma serva foi a?ui
mandada distribuir pelo Exm. Sr. vigario capitu-
lar segundo as nstrarcies que para esse fim rece-
ben de Roma.
Fizerara hootem exame oa Escola Nornal 7
dos alumnos qae deixaram de sujeilar se aquella
prova oo fim do aaio prximo passado. Ooiive-
rara o seguinte resoltado:
Primeiro anno.
Aoacleto Pnblio de Maraes Carvalho, approvado
simplesmenle.
Fioruno Netto de Azeredo Goatinho, idem.
Segando anno.
Francisco de Souza Magaibies, approvado sim-
plesmenle.
Araanhaa tem lagar no palacete da rus de
S. Beoto em O-ioda a 5* partida dada pela socieda-
de Racreio Familiar Ullodeose. A direco tem
envidado todos osesforeos asea alcance para fazer
sobresahir a reooiio.
Reparticao da polica.Extracto da partes
do dia 17 de jaaeiro de 1867,
Foram recolnidos a' casa de.jle4floeo no dia li
do carrete :
A'ordem do subdelegado Recite, os e ora vos
Danil e Amonio, o 1 de Jos CaeUno Vieira d
Silva eof" dUdefonso Jo; 'de Abren, amitos








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ajilarlo de Peraanb .o :'
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Pago da cmara monlcli^, d0 MciL 28-1de-;
remoro de iMfl.M)r.
. axedes 'Gomes de Soaza
Pilanga.--.Dr. Joaqu" jj j^d, Miranda-Df-Joo
O
... o *. Dtf W*MaV nrd
0 'jMQtsrai cooffllssofeto encinte
dos
re-
esi-
a requerlmenn de sens sehores-, a ordv.dodV Jos, ^l&'|ia)>o,^B,op^rj(^ut devjm ser
Santo Aolemo, Joaquim Meades de Lima e silva,' proporcionados.
por erobflafleei; a ordem do -de 8. Jos, Rosa e Bis o tue no desempeoho dess, ^^tnlsSicrse
lestina te'eVa, como iodicaja em criaie.d,1 r,'i>- sutiuv-tte a considerageo desta. .o mara qae-reso*
bo; a drdera do da Cipumga, Manoel da Silva, vera'o que fdr de interesse o,-aQ,Cjpa|-'
para ser proceesado pelo referido crime1, a orden .. h, *U. ii.
do do Peres,' lo Aotooib di Sil Santos e Jdo.
escravo de Jo.io Correa Cableante, por disturbios
e joros prohibidos.O cWWkda f secc*ty-'/.'(Jv,ManaSeve.
de jWwourfd. Posta en-di'jt..
- Casa de DiTMQAO.-ili*imtdo*i*i6j
Janeiro de 1867.
Exl>tiam 399, entraram7;ahifMK 15, exlst
391. A saber: nacionae: MC^inuBiMs 12, eslr
geiros 31, muiberes 2, e*eetvoi48j eseedvasitj
total 391.
Alimentados a' cattados-cofres-prevumaa^ 259.
Movimento da entartoana do da 17 de Janeiro
de 1867.
Tiveram baixa ; *
Manoel Francisco de Salles, febre.
Maaoel,'escravo
Tiverana alta:
Severino Francisco da Caoba.
Manoel, escraro de Jos Iguacia de Mello.
Sitai era tS de Janeiro 4c i8b7

----- 'i.r -
iNo lia ti - n*,t
-
d'Ajjuiooj imo do mesmo vigario; varlaafheaaaH Mtftda
ex^ro^e^V fui levada a ministrar SOs mosam
na Jo do Ouricury Appoluuio Petra dSiWa, ,/tfto. .Sre* vemadfFeev fol approvada em k>
rtwr dd vigario Francisco Pedro, traveo raaftfc *vmm&< eoocedida a' minha s- -pracjtad*- olaoia
com alguna ludividoos, sobre os quaes. disaaroa-dovee**e eslajser considerada i|rap|esm9We^eoo
ure tiro de pistola, st-ga-ndo-se dar Toaran Pedro aaiOMCaete.Qovos ncleos e inecnvenieaeii
OlARAMlMlJiFALUO RECIPE.
Ao l'dedezemb* de 1866, comparecendp so-
mente os Srs. Drs. Miranda, Pitaoga, Villas Boas e
Se ve acbsndose os demais Srs. eocommodados,
nao rte baver sessitr por faltarde- numero.
Eu Francisco Canuto da lioa-viagem, seoretario
a escrevi.Dr Miranda.Dr. Pitaoga.Dr. Vil-
las-boae.Dr. Seve.
4'. SESSAO ORDINARIA EM 3 DE DEZEM8RO
. E 1866.
Presidencia do Sr. Pereira Simoes.
Presente* or Sf*:: Df. Miraud,a, Sanws, T*.
Pitaoga, Dr. Seve; faltando edm caitsa os mais se-
nhores, abno-se a'saSs* e fol Hda e aaprovada a
acta da antecedente.
Leo-se o segaiate
BXPKDltNTfc
Um dflfcio da cmara municipal 4a villa de
lguaras>, de 24 de novembro ultimo, accnsMd o
da cmara desta cidade de 3 do referido moc, em
que Ihe coromuaicra havr na mesma data pres-
tado juramento'e tornado posse da administrar^ao
desu provincia o Exm. Sr. const*elro Francisco
de Paula da Sflvira Uno. iotairada.
Outro do procurador, remetteode o balaocete da
receia e despeza muaicipal em o Uei de oulubro
passado.A-coramisso de pblicii.
Outro do engeiheiro cordeador, informando so-
bre o qoe allegam Switnail Mellors k G; no re-
qnerimetito, que ludt devolve, di?, qae dingindo se
a ra do Trapiche, no balrro de S: Fre Pedro
Gongalves, vio quedom eMlo as soieiras do ar-
mazem perleoceotes aos peticionarios, esli mais
baixas que a calcada ou passeio da frente do mes-
mo; resultando d'aht os ioeonveaieaiev que alle-
gam ; por tamo sem neohnm traflstoroo pode-se
conceder-lhes o que pedetn, isto a' perraissao de
levantarem as soieiras do mesoJo armaiem, o que
devera' ter Irjgar com as soieiras ujs armaieos
visinhas.Conceflca-se.
Outro do mesrtl, informando olo haver incon-
veniente em permiltir-se que Francisco Jos Lerte
fara os concertos de que precisa o sobradiuho de
sua propnedade, sito a1 ra de S. Jos n. 20.Con-
cedeu-se.
Outro do mesmo, informando sobre o quo pide a
junta administrativa da Santa Casa da Misericor-
dia desia cidade, declara que o cano qae a peticio-
naria pretende construir, lera de passar por terre-
nos particulares'od caso de seguir elle a direccao
no requenracoto determinado.Alm disto pode
nao ser riwilu conveniente' a* salubridade publica
lancar-so aorio em am so ptmto tao grande quao-
tidade de materias fecaes, como a qae deve dar um
hospital dordem do de PedTO II.A comraissso
de sa Id para dar sea pareeer.
Ootro do mesmo, informando sobre o que no re-
querimeoto junto expfiem a viuva e herdeiros do
Dr. Pedro Ignacio da Cnnha, relatrvameolo ao so-
brado de propriedade dos mesmos, silo a' ra dos
Martyrios n. 4 frego>ia de S. Jos, dii que indo
novamente examinar o dito sobrado, tomando as
medidas com urna fita e nao mais com regoa, como
se fez da primeira vez, achou que dito sobrado me-
de no pavimento terreo 19 palmos escassos de al-
tura da soleira ao soalho e no 1 e 2 andare.s
17 palmos tambem e esta' mais baixa qae as dos dous sobrados viziohos
de urn e ooiro lado, sdo que esta dferenca d
mais de am palmo para o sbralo que tica ao nor-
te, o qual deve ser demolido psra alargamento da
traversa que por ahi passa, e apenas de dua pol-
lesadas para o sobrade qua dea ao sal.Indcferio-
se a preteocao.
Ouirodo mesmo, dizendo qoe tendo-lhe sido re-
meliido o requerimento junto pira arbitrar o /ire-
cje do palmo de terreno oecupado pelos peticiona-
rios viuva e herdeiros do Dr. Pedro Ignacio da Cu
nba, quer na largura, quer ao comprimenlo, de-
clara que o terreno oceupado pelos peticionarios
cora o dobrameolo do oito do .-ea sobrado silo a
ra dos Manyrios n. i, conten nessa roa um pal-
mo, e na iravessa que vai ter a mar, cento e seleor
ta e cinco palmos escassos, (eodo por tanto dua*
frente-.Qujoto ao seu valor nao se atreve a de-
termina lo visio nao estar habilitada para isso por
lbe faltar o conbecimento das cireumslanclas par-
ticulares que cosluraam influir na alta e baixa do
meiino valor, conforme as localidades, parecendo-
Ibe pur tanto qne a cmara consultara' meibor os
inte.resses do municipio, autorisaodo urna das
mi i- commiss5es para tratar a respeito com os pe-
ticionarios. Ri olveu-se mandar ordem ?o procu-
rador para se entender cera os peticionarios a res-
peito do prego e commuoicasse o resultado para ser
dicidido, o oeste sentido despachou-se o requer-
menlo.
Ouiro do fiscal do Recife, pedindo a cmara hou-
vesse do mandar satisfazer ao acultativo Jos Aji-
tooio Marques aquaotia de 304WX), importancia de
dous exames que proceden nos das 6 e tk de cu-
lubro ultimo e quatro corridas nos dias 8, 9, 10 e
13 de novembro que acabou.Que se passasse
mandado de pagamento.
Outro do liscal da Irrguezia da Boa-vista, com-
municando qo.- tendo Jos Mtrlios do Rio e Victo-
rino Jo> Montdro obtido licenca para constratrem
soleas em seus predios da roa do Sebo, as esto
conslruindo contra o disfipsto no art. I das Postu-
ras de 18 de fevereiro de 1861, e em vista de se-
melbante infracto os jalgou iacarsos noflaencio
nado artigo, e tras ao conbecimento da cmara
para providenciar.Addiado, a pedido do Sr. pro-
presidente.
Outro do fiscal da freguezia do Poco, Informan-
do nada ti. ver qae s opponna a construecio da
casa que preteode fazer Joaquim Pedro de Aodrade
no lugar de Saota'Anna, arredada da estrada.
Coocedeu se.
Oulro do mesmo representando n existir na-
qnella freguezia am lagar certa onde os marchan-
tee fagam a malanga do gado necessario para o
consumo, pois que a fazem em diversos, oao sendo
por isso possivel baver as coramodidades recom
mendadas pelas postara3, e a conveniente inspec-
co delle fiscal, peda a cmara qne determine se-
ja feito um maladdnro pubico, com o qaal nao s
lacrara* a boa fiscllsagb como a salubridaJe dos
habitantes da referida freguezia.A commissio de
atole.
Foi approvado um parecer da commissaa de po-
lica, dando por conferidas, e no caso de serem
approvadas as contas tomadas ao procurador em
os oieres de agosto e selambro ltimos. missio da saode apresantou am parecer, que foi
approvado no sentido da se conceder que Eduardo
MehompS eetabetag* ni praca do Chafar em Po-
ra de Portas orna offlcioa ae serralhere, vist uer
a localidade das designadas as posturas para tal
flm.ConeeVn se a lieaoea.
A e tnmissao numeada para escoiher o terreno"
Jae fosse mais aproprlado para nelle ser oonstrni-
o opaco municipal deuo-sea parecer aasrea Os-
te i b| cto, e u qne se segu I
A commissio eocarr^gada de aotfr sua opi-
mo acerca da conveniencia da localidad em qae
se deve edificar o paco municipal de.ua cidade, pas-
sa a expor o resaludo das sMa invasiigataw.
Effeclivamenle dirigi se ao Cama das Priaoc-
tas e praca da CooecKdia ew omaanbia. dea(a-
nheiro desta cmara, e ver\aoa que ao natcente
ciaquella campo, bem coma na^uoita praisa jmb1
essas localidades contra as quaes nao existe in
conveniente da dsap/opnagao,. por nio, perteoce
qutthB'oolo; que foi aparovado, e o Sr: pro-pr
deateedaMn que n* primeira sesala eatMbrdi-
hariatnainarta o dir para a sessol eaeeii! rcqae-<
ridrpelo SK Ur. PttfcngR-Reqwlro que* se* cenvo*
qae ama aessao espacial para se tratar da materia,
convidando a todos os Srs. vertisderefarti d qo*f
seja condecido por lados os membros dessa cma-
ra, e discutida convenienleuieMd.
Pago dacaraaranMioicIpal,' 3 de dezemBro
1866. Dr. Prxedes da Silva Pit. oga.
A requerimento do mesmo Sr. Dr. Pitaoga, re-
sol veu-se offlciar da novo ao Exm. presidente da
provincia que se dlgnaSse approvar o projecto de
! Posturas, regulando a ediflcagio das soteas, o qnal
acbava se aioda dependente de sua saocgao.
A requerimento do Sr. Santos, mandou-se ordem
' ao procurador para Tazar extrabir com urgencia
! da repariigao da recebedoria ama certldo de
| que o se acba conectado o estabelecimeoto exis>
j tente na casa u. 8 da l'raga da Independencia, e
i bem assim que o liscal da freguezia de Santo An-
; tomo cfirtidque em nome de quem cdllactoa" o es-
taiwlecimento que se acha na citada casa.
Nesta occasiao o Sr. Dr. Miranda requeren foi
approvado, que se remettesse por copla ao advoca-
do a parte da acta era que se tratoa acerca do tras-
passo da casa em qestao, pedido por Manoel Pi-
gueiroa de Faria & Filho
Despacharam-se as petigo-s de D. Emilia Cons-
tancia de Moraes Ferreira, Francisco Jos Galvo,
Francisco Jos -Latte, Guilberofe Augusto Rodri-
gues Seme, Jos Francisco d Moezes Amorlm,
viuva < herdeiros do Dr. Pedro Ignacio da Cuoha
(2) ; baCHarel Laiz de Arbaqaerque Manins Pe-
rnra, Marcelino Jos Lopes -, e levantou-se a ses-
sao.
Eu Francisco Canute da Boa-viagm, secretario
a snbscrevi.Pereira Simos, pr-presidente.
Santos.Dr. Pitaoga.Dr. Seve.Dr. Villas boas.
Or. Miranda.
urri um d esses individuos.
tudo resalioiL sahirenu feridos, Maxltniaao,
Satiidafcd-*Alaafcar, I,aa>a|q- Pereira de
r e ammmo dfaSIfVa^ Urn dos offeo-
ittdaf ava emipartgo'de vidac, (aa>#iciiraas(es-.
taakfirsas eTaaxar'precssaadas I?
KiaqiiaQia- ao- Granito, acaba ti ser violera-
manto pres o jaJal de- pw Francisco Cor-
dalrrde- Naseimeaio, que aqu vero-reciaowr pro*
vidanctae seta simo algum.
San-n puWfoo, que esse jala da> paz dirigi a
presIdjBncia orna representago contra o coronel
Boque Carlos, relatando vatios, acto*' de. prvnth
die*f ca?o d'estb.
Remedida a representado para o aocusado res-
ponder, este dea ana qaaixa contra o seu aecu-
sador por crime de Injuria, e o querelado foi logo
condemnado pelo juiz muoicipal suppleote Auto
uio Pereira, autor de outros processos niqaos.
O querelado appellou da seoteoga coodemaato-
ria ; mas nao obstaale fol mettido na cad4; e
assim responde o coronel Roque Garlos aos fados
escandalosos, e qne argido t
A representado, ha mais de um anoo l est, i
a ordem da presidencia, que o panuda responder,
nao lera tida cuoiprimenlo.
A viletela agora commetiida era esperada, e
de tudo foi prevenida a presidencia, oca assim
v a reaUsaco de urna violencia premeditada pe-
las autoridades do Granito.
Ha peuco o Dr. Hisbello Florentlefjuli de di-
reito da comarca fizera cahir um moaelraoso pro-
cesso instaurado pelo mesmo juiz municipal sna-
pleote Antonio Pereira contra Antonio da Rocha
Leal,-de quem se qoeria vingar o commandaele
superior Roque Carlos.
f-ficvm iiiiiiii HMMM
Oonimunicados
Partalo conservador.
ntOMMO CONSTITUCIONAL.
Nanhum cidadao hoja refleci sobre a marcha
das nossas cousas publicas, som eentristar-se, por
ob*ervar a falta de applicagao de am grande i rio-
cipio da nsssa orgaoisago poIKica.
A constiiuigo do Estado creoo um supremo po-
der, a qaem encarregou de velar na guarda dessa
mesma constituigo, de cuja fiel observancia de-
pende a felici dada da oago.
Executa-se, porm, o nosso;pacto fuodamental T
A le primaria do Estado lera realidade ?
Clamara os (actos, e bradam todas as concien-
cias, que nao.
D'sappareceu a le constitucional com a saa dt-
vi.-o da poderai pblicos, e s nm desses poderes
effjctivo e real. Todo o paiz \, que ogoverno
encerra se no peder execotivo.
E porque uo desparta esse poder regulador da
harmona constitucional, (ornando reaes, tlTectivos
os dogmas da coaslilugo ?
Sera porveotura porque o; lacios nao bastera
para denunciar o despreso desses dogmas ?
Nao : os factos sao paleles, notavuis, e por tal
forma repelidos, que vo fazeudo do arbitrio a nor-
ma de proceder.
Em um paiz, aonde se suspndela.as leis, susla-
se a sua applicaco, aposentam-se forgosameota os
junes, dispde-se da fortuna publica sera auloiis.i-
go, violeula-se a eleigao, torinnlo-a urna firga
ora ridicula, ora sangrenta ; em um paiz, aoade
tudo isso se faz, e repete-se sem reparo, n-im re-
medio, nao pode duer-se, que os tactos nao dcuua-
ciam loobservaocia completa dos preceitos car-
deaes das suas leis orgnicas.
Amantes sinceros da monarchia, lamentamos
que urna longa^erie de aberrages v nutrindo no
paiz a descrenga, enfraqueceudo a f, que inspira
o priucpio rnonarcbco.
Z-lusos ilesse principio desejramos, que a aegao
da realeza, come poder moderador, fosse effectiva-
raente essa providencia terrena, que conslilue a
alma dos governos, e excita a cooQanga na bondade
de ura priucpio.
Cunpre, que to salutar principio se nao esteri-
lise, para que a.-sira oierega o ascenso, e a adbeso
dos povos.
A responsabilidade moral alcanga a lodos. Se
as dcgSe's sociae libertara da culpa legal, nao sen-
tara da aaalyse e criterio do peasamemo gerador
dos factos.
Dir-se-ha que exista a contifuifao. E' verda-
de ; existe, mas nao cumpndo esse cdigo au-
gusto das regalas da nago.
Nao basia, que exista o texto mu Jo da lei ; cea-
vm, qne a le tenba aego, e se manifest em seus
elTeitos bem-lieos.
Conservar o cdigo constitucional, e nao cum-
pn-lo, revoga-lo de fado, destrui-lo : mais
aiuda, ao crime da iofracgo ajuntar o escndalo
da desobediencia permaut nte.
Subsiste o simulacro da constituigo : a sua es-
saocia e forga porm desappareceram.
Nao ba separacao de poderes, nem raalidade da
garanas.
Todo o nosso rgimen governativo cifra se na
acgo absorvome do poder execativo : toda a ga-
ranta uo cidado pende do arbitrio do governo.
O cidadao nao gosa das regalas polticas, por-
jtie o voto lem-se convertido em ludibrio da auio
ndade; e se contra a vida e a propriedade aio
sofTremos ataque directo do poder, porque a esta
aiada nao cooveio passar da suppresso dos direi -
tos polticos.
A elTeclividade do goso dos direitos polticos
cooslitua a garanta das demais prerogativas do
cidado ; u desde que os direitos polticos desappa-
recem, perdeodo a sua forte e enrgica realidade,
a sorte do cidado nao ternoutro abrigo seno a
vaolade do poder.
Para resguardar o cidado dessa vootade ab.-o
lula, e caprichosa dos gaveroantes, e-tabeleceu se
o rgimen representativo, que srnente existe,
quando ba pleno exercicio dos direito polticos, e
o povo elege os seus representantes.
Se o guverno quizer despojar o eidado da sna
propriedade, e da liberdade Individual, qaem oaco-
hera da violencia T
Agora mesmo acaba o governo de violar as re-
gras o direito de propriedade, dispondo de baos
oaciooaes sem autorisaco : com a mesma facili-
tada, quando quizer, dispora da propriedade parti-
cular.
Nada nos resguarda da vonude soberana do go-
verno.
Duas coasas podiam amparar os direitos do ci-
dado contra os ataques do poder, eram repre-
sentarlo legitima no parlamento,- e magistratura
lodependente. Nem ama nem outra cousa, nem
procuramos obter.
Contra a liberdade ndividaal o governo teto os
processos da polica, .que por pbaotasia-d criraes
cacareara cidados innocentes para as afastar do
pleito eleiloral.
Quando pretender outros fias, igualmente em-
preara um mel lio fcil e to efflcaz.
Eraquanto a' propriedade, se os abosos nao ap-
iarecem com tanto escndalo, i porque os horneas
rlanosos nao (axetn das suas riquezas melo.de
realisar o exerciclo dos seus direitos polticos : de
contrario quem impedira o governo no actual sys-
tma do eow aatragao de forca do poder execativo,
de comraetter um attentado T
Intensos s coavulsjes sociaes, e inimigGS das
revoluqoes. queremos que O governo s nao arme e
pradispooba pela violagao das regras legaes, e
pelo contfnno esqueclmento das regalas eoostfta-
clonaes.
Levante-se o poder moderador para cohibir os
fexcessos do poder exeauttvo ; restbetega a har-
mona do poderes pblicos. S assim o principio
fecundo dessa creaco constitucional, que faz da
realeza a providencia social, isen'tara' o menareba
de ineulpago moral; s ansio a opinio fortirJ
cara' esSa creagio como potencu reparadora dos
. como potencu
nales pblicos, afntora da felicidade n cional.
as mooarehias eumpre em todo o lempo firmar
rem a particulares, se preslam aedidcacaoda que por factos a verdade do rifo politiceo rerito
tnviotavel t sa-
ASSIU DBTI\ SBR1
A noticia da nomeago do Sr. Jase Epamioandas
de Barros para delegado de polica do terree de
Villa-Bella foi all recabida como urna bombarda
terrivel I
As innmeras cartas qne acabamos de reeeber
(aquella localidade revelara a sorpreza e e.-a-
gradavel Impresslo, que esse aeto do governo pro-
duzio ao espirito publico ? e dssde j prevemos
que as eleigSes da freguezia de Villa-Bella, serao
tempestuosa?, se o txm. Sr. Sllveira Lobo, nao
nao prevenir os successos. qae se annaaciam.
A supenoridade incontesiavel do partido con-
servador naquell* freguezia tira toda aesperanga
de triumpbo a actaalidade, e dahi os sus esforgos
em collocar na delegacia do termo um bomem
violento e alrabiliano, como o Sr. Jos Bpami-
noadas, anda mesmo que a oi*dem publica corra
ilumnente perigo I
Alera de que, o Sr. Jos Epamiuoadas lora aia-
da ha pouco deraitiida de delegado daquelle mes-
mo termo por conptict no assjssinato do infeliz
Dr. EstevSo Franga, como tudo deve constar da
secretaria do governo. Ora, reintegrar esse h>
mem na mesma posgo de qne foi julgado inca
paz pelo proprio partido progresista, revelar
o proposito firma de desafiar os odios e vln-
dicios particulares, que felizmente foram at hoja
neutralisados pela prodeacia do Sr. capio Se
baslio Lopita, que alias acaba tambem de
demittido pelo faci de ler servido bem ao gover
n na poca era qoe mais precisou de sua coad-
juvagao I
Facios desta ordem nao podera ser acreditados
fra de PeroamDuco I Eatretanlo, aiuda nao deses-
peramos de novas providencias do Exm. sr. Sil-
veira Lobo, no sentido de remore -se a pedra de
escndalo que o Sr. Felinlo acaba de fazer rolar
no termo de Villa-Bella, propoodo para delega-
do o bomem mais odiado, e mais incapaz do ter-
mo I O negocio urgentsimo, e offerece perigos
serios.
Els ama carta d'alli:
6'ar/a partiotiar.
O qae mais sorprende e preoecupa boje a atien-
go dos humeas nonestos desta villa a noticia
qae espalham os protectores dos assassinos do Dr.
FrSnga de acbar se nome- do delegado de polica
deste lermo, o Sr. Jos EpaminonJas Nogueira'de
Barros, ha pouco demitudo de igual cargo por inep-
to e protector ostensivo dos sobreditos assassinos
sob proposia do Dr. Eduardj Pindahyba de Manos
eolo ehefd de polica da provincia em commisso
nesta villa I Naturalmente este digno magistrado
partilbara* da mesma sorpreza, que ora nos preoc
cupa, quando vir no expediente do goveroo publi-
caJBje a nomeago de delegado de homem que nes-
ta mesma qualidade procurou sempre erottaraga-l
uo descobrimanto dos veruadeiros assassinos de Dr.
Franga, e que mesmo depois de deseobarios e pre-
sos estes la todos os das a sua casa cora carcter
ollicial alBrmar Ihe que eram inuoceules, chegan-
do at a d.r-ihes escravas para sem-ios na ,-ti-
so II
Para que pois o pobllco e o Exm. Sr. conselhei-
ro presidente da provincia, cuja ba f acreditamos
ter sido vilmente atraigoada, tiquern sabendo qaem
o bomem que diz-se entrar amaoha noexerci-
cio de delegado de polica desia villa, citarei, en
ira oulras nimias coasas que contra elle foram pu-
blicadas, e que nunca leve a coragem de respon-
der, us dous seguiotes trechos de urna missv da-
tada de 29 de abril e publicada no Diario de Per-
namuco em dala de 26 de maio do anno prximo
pasa io.
< Kim seu Diario da 5 de abril vi com sorprezo
o resulto de urna parte offleial do delegado de po-
lica deste termo (KpamiooodasJ.eo que se pre.en-
de mostrar que o espirito publico em Viila-Bella
reeonneceu oos dous infelizes por elle presos os as-
sassinos do Dr. sievo. E' verdade que o dele-
gado sobredito apresentaado ao cnefe de polica
estes dous individaos, que alias ja' se tiufasra ple-
namente justificado desta maliciosa impuugo era
urna outra priso que pelo mesmo faci baviam
soffrido, mostrou-se al urna ceusa inspirado deijae
fossein el les os ass ssiuos; mas nem a opinio pu-
blica de Villa-Bella, era o Dr. Pindahyba parece
ler visto oesles dous infelizes mais do qne a som-
bra, atraz da qual se pretenda oceultar os verda-
d-iros criminoso, l! E tanto isio verdade qae o
chefe coaservou-os longo tempo cid custodia como
isca muitissimo propria para aitrahir a esta villa.
Gomes, Joao Pereira e al Pedro Antonio, relevan-
do aiada ponderar que estas mesmas prises so-
mante tiveram lugar no da em qae o chefe sabio
desta villa em suas diligencias, nao tendo o referi-
do delegado noticias para onde I Occupando rae
anda do tai resumo ou copia do offlcio na parle
era que inculca servigos prestados aqoi pelo dito
delegado^ devo dizer em abooo da verdade, devo
dizr que (oi este o nico acto por elle praticado,
e isto mesmo (como dito lica) somente depois qoe
chegou a esta vnia o D Pii/dabyba; assim eomo'
qoe pastantes ingtorios seriara os seas resultados,
que aquella Ilustre magistrado uo soabesse tirar
delle algua proveito tazando as carambolas por
Oambas... Finalmente julgo que foi anida or ca-
rambolas bambas, que o autor do citada oficio, es-
queeido dos verdadeiros assassin- s do Dr. Estevo,
fol por em relevo os strvieos, aclivdade e grande
lin do Di* Pindahyba. .
Um outro trecho desta mesma missiva anda diz
com relaaioaos em baracoa que oppunha o delega-
do Epannooudas as pesquisas a que anuo proceda
o Dr. Pindahyba. Bi-lo: O mysterio que envol-
va este ateos alieoudo, os grandes reonraos de
que dispuobam seus antena, e o apoo moral
que team encootrado as autoridades pollciaas des-
la termo, revolara as.-s o Uno, perspicacia e cora-
gam com que o Sr. Dr. Pindahyba de Mallos se
b>uve no desempenbo deeu difficil arnseasa
comaii8ao. Eu pois quena o bomem que sa ao-
uuncla delegada do polica deaiaaiNai Deus queira.
qua seinelUanie nomeago aio traga tamCem o in-
coavaDienle de aeocoQoar alguam para na oacasio
da eleigao descariar-se daqnaiies qoe le eneber-
gado na proteego que sua santera lea prestado
aas assassinos do Dr. Franca urna tal ou qaal con-
nivencia .naqoeile assassioalol....
Villa Baila, 6 de Janeiro de 1867,
------- i itri ii ii ii i t-
ExplcarJdo a irreg'JfcrWlde
qne eUMiui nessa^ .'pprc^j^. oapla, dsse-que
a mtifl dada de rA,rrUQJ proie# 16 s*6 hlteragao de ama de* ra qne liga,
PWWienatte im primeira re O seu aawjecto^e
S,,c,Iaaal a benvola attengo da cmara, fiz ob-
ser hT'iaan hayla mais convenientemente altandido
os inteMaMs pblicos, porque todas as roas do
mea prefecto sao perpeodieotares a' dkecgao da
nova astrada de Bebenbe, isto- sao d laate a
oeste.
Foi pe* esaa oceasiao qua o Sr. Tnstcj ran>
pendo4-jjruseamanTe' sea absolato silencio perirntf
lio re-peitavel corporago, p-oferioqoe saa plao-
ta iaviasidoorganlsada pelo distincto eugenbeiris
Tiburcto Magallies como nica defesa possivel
*Ja sea trabalbo. Cootinuando a minha exposigo,
dissaque, anexar de conhecer a distingo e habi-
lidadade do engeoheiro Tibarcio Magalhes da
quera ajamara taz llsongeiro coaceito ( e elle o saba
perfesM Ble ), sen projtcto pecera simplesmeote
por attender meaos a's conveniencias publicas, do
que o uem (salvo raelhor juito), isto a' slubri-
dade, ventilicio, belleza e atoimosearaento das
ras o praga am geral pois qae n'elle s* notarlo
ras profandamente bllqaa, obllqoidade sensi-
vel, afasiamento demasiado da iheona das perpen-
dicularidades, econseguraternaate do paralellismo,
a's direcgdaS das estradas publicas, especialmente
a' da aossa estrada de Bebenbe, apresentando en-
treunto -perfeiUs rectngulos no interior do per-
metro, e que talvez fosse esse o sea pnmeiro ser-
vico neste genero.
Se com isto se entende tasqainhar a repolagao
do distiocto engenbeire Tibarcie Magalhes, e pos-
so otfender a snsceptibilidada de am amigo o Sr.
Pinto Magalhes, retiro alegremente a expresso,
offerego urna satlsfago, e nao porque tributa lui-
mildeiente estpida admirago, supersticioso cal-
lo a ttulos de pessoa alguma, como sem fazer os
adoradoras grosseiros, os sectarios imbeceis do
feteblsma.
A cmara consideraado-me favoravelmeate, sem
davida, pelo modo, com qae me boave, e formando
de mira conceito, que nao merego, dignou se per-
guntar-rae por orgo do seu honrado presdeme sa
acceilava o lugar de sru engeoheiro cordeador, ao
qne resxradeudo afflrraativameote, fui nomeado
por votago unnime, e prestel logo juramento.
Eis o motivo dos vergonhdsosdesmandos de co-
lera e desespero do Sr. Tristao, que sabe que devo
tomar urna ioiervengo immediata e de di re lo so-
bre seus trabalhos, tanto mais quando se tratou de
que seria hreveraeote e.ncarregado de levantar a
planta do Porto da Madeira em Beheribe e de apre-
sentar um projecto geral dos alinbamentos das ras
da munleipalidade.
Tranquilase seu perturbado espirito, conunha a
tempestuosa exploso de*sna ira, Sr.Tristo, sabe-
rei cumprir perfrtamenie o hooroso mandato de
que me encarregou a cmara, harmoutsando pru-
dentemente os nteresses pblicos com os dos par-
liculares^as pessoas iludidas tao sagazmente por
S.S., prTncpaliuente a respeltavel Exma. Sra. D.
Senhorraha, que por mais de um ctalo merece mi-
ser|-Bha consideragio e respeito.
Agora, atravz de dez aonos e alguns meies de
provages crois, de decepges terriveis, flllias d-
uma desonerago promovida por intrigas pessoaes,
apoiada por miseraveis clculos polticos, fortale-
cida por aecusagdes graves a mioha vida privada,
tragoelraraente preparada na obscuridade das ire-
vas e surrateira e indignamente lavada a effeito, do
lugar de eogeohetro cordeador da cmara "munici-
pal desta cidade, pois nao houve proposta de de-
misso, e aioda assim uve & votos d vareadores
altamente quahflcados, pela mioha conservago, o
que sagaz e macidsamenie se poz em votago no
fatal 28 d> fevereiro de 1857, tenho constantemeu-
ts sopporlado com restgoaco e dignidade, infortu-
nios IrnmerecidC'S, que no raen humilde pensar, sao
auestdeoes exuberantemente poderosas da indiffe-
renga, da injustiga dos horneas encarregados da
alta admimstragio goveroativa desta infeliz pru
vincia.
E quinto a apresentago de meus ltelos en-
geoheiro drre francamente ao Sr Tristo meus di-
reitos a' essa qoalificacao sao pouco mais ou menos
iguaesaesde nimios senhores que tem oceupado esse
cargo na repariigao das obras publicas, e contina
a exerce-lo nessa repartigo e na municipalidade,
oo considerando mais legtimamente constituidos
os engenhelros estudaotes da escola central de Pa-
ria, e os de Gand, salvos aqoelles qus lenha satls-
feto o presenplo no artigo da Constituigo que
trata de exarae de capacidade as academias do
iraperi.
Eotretanto louvo o govereo que langa mo des-
sas mtelligencias vigorosas era especialidade scien-
tfica, para a qaal preciso decidida vocago, ge
nio propriaraeote dito, tanto mais qaaoto o paiz
novo, se resente de ausencia de profissionaes, e
nelle se lem aproveilado os Polier, os Millet, os
Moyss, os Beosard, etc.
E a propria Franga qae se acha na vanguarda
da civilisagao moderna, ua emergencia de fazer o
cadastro de seu territorio exigido pelo decreto de
27 (venderalure), anno 12, foi obrigada douirmar
praticamente pessoas intelligeote?, formando desla
ane gemetras ou eogeohelros de cadastro, misso
essa perfeitamente cumprlda pelos Prony, Pommis,
Reinaod, etc. *
A vista do qoe, Sr. Tristo, reconheco os valiosos
ttulos dodisliocto engenbeiro Tiburcio Magalhes,
talentoso estudanie da nossa escela do Rio de Ja-
neiro, no/:oncedendo entretanto superioridad* no
trabalho em qaesto, porque essa Do sua espo
cialidade, mas aiuda porque lbe falta pr^tica e ex-
periencia, que as arles nunca se Ibes da' dema-
siada inluencia, segundo as expressdes do famoso
Durand, professor de architectura na escola polyth-
nica de Pars". Na scienc'a se pode conhecer
' perfeltamente de urna cousa depois de haver
c della se oceupado ama -vez, em qoanto qae as
c artes nao se pode bem executar am trabalho se-
< oe desos de haver praticado am numero de
c vezes mais ou menos coosideraveis. >
Continu, porUoto, o Sr. Tristo a enchufardar-
se ao lodogal de recrirainagoes iaconveoientes, de
intrigas tristes e miseraveis, que nesse terreno pro-
testo nao acceitar a lova, cerlo de qoe uso frequen-
tniiente do microscopio para observar os resulta-
dos do aperfegoamento do gapbometro, do theodo-
lito lot'oduido por Seroior, ou Pairo Nunes, e
delle langarei mo para eochergar o vulto micros
copio de sua entendidade seientifiea, pois quau-
to ao physico pode ser considerado am perfeilo
Patagonio.
Os horneas sizudos, iutelligentes e iliastrados,
me desculpem se transpuz as ralas, os> limites da
prudencia, e excedi-me mostrando resaibos de
urna iadignacan dlfficaltosamente comida
O engeuheire,
Anttno F. R. Sete.
A*atMiosofrnia.do ch*iJ*taoimo- nuirmnra,. fm*
irapuiagio do que pensara : post hof, trgo prop,
ter'hoc.'.. '
B, a scieocia de curar a
umphaotd reaccao.1
Cgosk qnq trupegan) ajnz znerjiianaj .
< lilao, e Rvm. Sr. vigario. Quando a des-
crenga e a impiedad*surge da- todos 04 lados,
procurando era son- marcha d*e**iadata arrestar
os coragfies ptednsoe e bem formados nacos santas
areceitos da religio de, Caristo; os faotos mais
-estupendos vera tea claramente mostrar a*js oltes
do mundo as verdades do Eterno.
. Assim no rae da corrupeo do saecJo vir-
tade se maolem-Rbua -, a luz da f brilaa na co-
ragao dos servoada Dans; as almas se sanufkam,
a os mi legres, os prodigios anooociam p, r toda
parte a sublimidade, e grandeza da rellgio da
cuna.
t D'entre o numero de fiis sobresae a
Deus Anna Maria Taiji, qae por suas eminentes
virtudes, a milagres, que em seu nome se repro
bebedicd de especies alcolicas quamko
se usam con* eacesso, debilita as entranhas,
bumanidade brada tn- impede a digesiao. diroea torca dos oer-
yos, causa eirfermrrlrdeparalyic, e con-
yjjEivas. Da mesuro iflodb- esquenta e in-
fjHiua o sangoe, destroe. sua qualidade bal-
smica, e o torna intil para a circularn e
pan. natrir o cc-po Dahi procedem as-
insirucoes. magreiras, hidropesas eti-ica.
Eates sio oscaraiaos ordinarios, com que
os bebidos fazem saa carreira, e enfermida-
des desta casta, quando se produzem em um
forte bebedor, rara vez admitem cura.
Alguns arrninam sua siide bebendo mili-
to, anda que rara vez (pelo costume) se em-
,"!il! bebftdm, post tfUe nao prodaffeilo&t viol< ntos, n3o s5o menos perniciosos.
dozem por toda a'parte, e em todos os luga'res, j Quandoos va SOS se OOnservam COnSlante-
!d?fe?.?d0.a P|edosa iotengao do S. P. Po IX mente cheios e dilatados nao se podem fazer
bem as digestes, nem preparar-se devida-
mente os humores Por isso a maior parte
destas pessoas padecem, gota, pedras, areias,
ser beatificada.
Tive eu a falicidade de ser tambem parlecipan-
H dos seus milagres ; pois recebendo por
intermedio de V. Rvma. una eflgie aaquella va-,
n-r ivel serva do Deus, acompanhaodo urna reli-
quia do su habito ; t traze-ia sobre mira, e ob-
tive em pwucos dias seus miraculoios effeitos por
ama eoos .leravel memora em meus soffrimentos
de nYPETRoriiiA, melhora que nao conseguiram
darnae at h< je, o despeito dos meus esforgos,
todos os mdicos a quem tenho consultado.
Poder V. Rvra. fazer oso dessa miutia manlfes-1
tagao, como raais um leslemunno da sanlidade, da
veneravel serva de Deus Auna Maria Talji.
Soa de V. Rvma. respaitadora
obrigadissimi.
chagas as peritas, abatimento de espirito,
desordens nypot ondriacas e outros sympto-
mas de indigesio.
A bebedice nao s destruidora da sa-
de, mas das facultades da alma, o costume
i de embebedar-se faz idiota os genios.
Assim, pois, aos chefes das familias con-
j vm salvar aos seus fmulos, que arraigados
veneradora ao vicio da embriaguez nao os podem livrar
jTe'ha Senhorinha de ifendonca Amarai \ Pels meios srjassorios, applicando-lhe o re-
medio, que faz inteiramenle enjoar as bebi-
I das que se vendem: na botica ou labora to-
I1 rio pbarmaeeutico, na ra Direita n. 88; de
1 Ju& da Rocha Prannos.
tfacei 30 de dezembro de 1866.
(Do Diario das Alagoas,)
AECHOLOGIO.
Beatt, qui m Domino muriantur.
Faz bojs um anno, que a tremenda e inexoravel
fouce da aiorte ceifou anda em prematura dade
urna existencia preciosa, roubando-a aos desvelados
cuidados de urna espoza eariohosa, de iunocenie,
filhinbos que c.aram na orphandade, de urna fa-1 beba' Sao medicamentos reconlieeidamenle
mina e amigos eis, que carpem de saudade e dr,' excellentes, e devem ser considerados como
a aazeocia eterna do esposo amante, do pai disve-' Sllhstanrias merlrinap* tnnua p tl^nha
lado e do amigo extremoso e dedicado. S1108"1^13? meaicinaes, toniC-S e e&ODS-
Hije o da i de janeiro, primero anniversa-^ truentes mais energas que se conhecem
rio do fallecimeoto do Sr. Joo Fernandes Paren- 6 por istO CUmpre que sejam empregadas
le Vianna, negocame desta praga, e nella eslabe- todas as vezes que se tiver de combaler fe
bres intermitiente*. engnrgiUmentos cu obs-
e.baco, anemias chloro-
A jurubeba
(SOLANOM PAMCULATUM DK LYNEO.)
As preparacoes pharmaceuticas da juru-
Aquelles que o irataram de perto, que coohe
ciama fuodo a honradez do sea carcter, a sin- truCCOes ueUgadO
cerldade dos seus iratos, e as suas qualidades da
amigo fiel d dedicado, vjam oellu o lypo do verda-
dero csramerciante com as vrrtudes inherentes de
tal carcter.
Era estimado porque a oinguem offendia, era
respeitado oorque teve virtudes cvicas e probida-
de, foi bom pai de familia, boa esposo e bom ami-
go etaes mritos nem serapre os leun-j um s in-
dividuo.
ze., hydropesias, menstroafSes deceis e ir-
regulares, catharro da bexiga.
Aquelles que desejaiem fazer uso dessas
preparacoes, mdicos e doentes. e nao qui-
zerem expor-se a serem Iludidos, deverSo
dirigir-se a pharnaacia do abaixo assignado-
situada na ra larga do Rosario n. 10, pro-
Aprobidadeea honra eram virtudes que Ihe I x|mo ao quartel' de polica, nico deposito
raoraram na alma at exhalar o ultimo aienio : o\ que existe nesta provincia ; devendo-se ter
i|ui foi o abaixo assignado o pri-
Irabilh l.iborioso, va ar.uwdade mercantil, o in
cesante lidar dos negocios, foi o sea viver deste
mundo ; 0 quando devia recollier>o (rulo de taos
fadigas e as coras do seu tnampbo commercial,
no gozo e descaugo que Iba Ddia proporcionar,
ama tortuca bem adquirida, ... oh 1 faialida-
de, quando a morte o colbeno sooho llstmgeiro dos
mil projectos dos seas quarenla e cinco aonos,
roubaodo o por urna eternidade e para sempre,
aos ente quendo^que araava e que o estreme-
c a.
Urna esposa incoosplavel e seis filhos orpbos de
pal, carpem neste da Votado ao pranio e a dr, a
perda daquelle que Ihes foi amparo, consolago e
felicidade, como Deus a da' oeste inundo dd nlu-
sd--, onde ludo engao.
Um amigo lie I vene tambem ama lagrima de
saudade sobre essa camoa que encerra os restos
morlaes desse;cu|a lealdade e dedicagio receben
noeu a justa recompensa dos escolind.s do Se
e*or.
Urna prece Intima como os segredo do corago,
urna oragao sahida do aff-cto e. da sauda le, va' na
presenga do Eterno juntar-s'e as multas, qno ami-
gos Seis e essa familia lem rezado por essa alma
to cheia de pobres senlimenlos e virtudes. Des-
caoce em paz.
Por um amigo.
i mu patarra aquellos que padecem de
Ihisica.
A expectorarlo de muco>idades, tosse fa-
tigadora e continuada, pulso pricipitado
pulmes inflarnmados, s3o symptomas des-
favoraveis ; porm nem por is.-o deveis
desesperar, se acaso depositardes toda a
vossa conflanca no pulmona.o mais pode-
roso e admiravel entre todos os mais conhe-
cidos, isto o Peitoral de Anacahuita de
Kemp.
Em militares de casos semelhantes, os
enfermos se restabeleceram e adquirram
a sua sau le. Assim como o azeite abramia
as ondas de embravecido mar, pela mesma
forma, este remedio aplaca e acalma os
symptomas febris que acompanham a tosse,
constipado, bronchites, pleuresa, asthma
e catarrhos.
Usai-o pois, o mais breve que vos seja
possivel, e anda mesmo embira que a en-
fermidade j tenlia feito terriveis progressos,
com tudo isso nao tendis mel que j seja
demasiado tarde {arausardes deste grande
e impaoavel remedio, o restaurador da
vida e saude dos mortaes. Felizes daquel-
les que o usam e o sabem verdaderamente
apreciar.
Acha-se de venda em casa de A Qaors,
de J. da t. Bravo & G e P. Maurer 4 C.
em vista
meiro que submetteu essa planta a prepa-
racoes pharmaceuticas, e fez guiado por
couselhos mdicos, e sob a approvaco
destes.
Pharmacia em a ra larga do Rosario n..
10, junto ao quartel de polica.
Jeaquicu A. Pinto.
O oleo de ligado de ba :alho desinfectado
de Chevrier, conserva as qualidades e pro-
priedade* reconhecidas ao oleo de ligado de
bacalho ordinario ; o seu cheiro gosto
s5o muitp agradaveis, e a digeslao faz-se f-
cilmente.
Deposito em Pernambuco, casa de P. Mau-
rer & C, ra Nova n. 18.
C1MERCI0.
Publicares a pedida
lilagre.
O oleo de ligado de bacalho ferruginoso
de Chevrier,-phaimaceutico em Pars, subs-
tttue se 1 ora muita vantagem as pillas e ao
xarope de iodureto de ferro mais fcil de
tolerar-se para as pessoas delicadas asseme-
Iha-se muito mais bem e nlo provoca a cons-
. pac3o.
Deposito em Pernambuco, casa de P. Maa-
rer baiM do Brasil eu:
ais \ de jaoeiro de
Cixa lilia! do
"ernaiobuca
i 86 K
De ordem da directora se faz sciente aos se-
nhores accionistas que o thesonreiro esta' autori-
sidu a pagar o 26 dividendo das aegoes desta ca-
xa a raio de \i,.
O guarda-lvros*
Ignacio Nune, Correia.
MOVO BA^0 W PER-
NABUCO.
O novo banco paga o se-
gundo dividendo de 4,4 0[0
da raassa fallida de Joaquim
Jos Silveira.
Novo Braco O No.vo Banco faz o 17* dividendo de f>
acgo.
por
ALFANDEGA.
Reodimeoto de 1 a 16 do corrente.. 452:578^60
dem do dia 17................. 30:543*75
483:121(812
MOV MENT DA ALFANDEGA.
Volumes entrados com fazeadas..
t e c gneros....
Volumes sahidos com fazendas...
te gneros....
164
------164
146
360
------506
Heme >i contra a embriagaez
A sade depende do estado dos solidos, e
dos fluidos, que os conserva idneos para e
Correspondencias
-e trata; mas e/de parecer qoe. se preflra a da era-
<;a da Coocarda am, vista das aegointes raides :
Primeira, no Campo das Priuceus havea' o ia-
.onveniente da ceotraltsaco dos edificios puhjicos:
Segundo, diminuir' esse espago, qoe preciso pa-
a a reuniao dai tropas oos das de grande parad ;
difflcoluodoa eollbcacao dos psiques ,ui) sempre occapam aquella posgo : TerOelra,
tirara* a belleza desta localidade, privando o golf
e vista dos dons batiros do Recife e Boa vista
Ouarto, prohibir' a denomlnagio qne deve ter a
ocaiidade em qae eeliver o edificio -. Quinto, final-
mente, Acara' omito dlsuote da (regoeia de 8.
"com a verdade in cousas, e nlo com a fle-
glodos homens.qoed mondo se foverua.
OVA Tiotllfcus.
Teos clamado conlra os locesuntes atten-
tadot pralieados pela* autoridades do Ourlcnrv e
localidade, privando o golpe, ftraaito. A oeaboma repreisio a tem animado :
de aovo pedioaw ao Exm. ar. cooselbeiro Sllveira
Lobo, qoe lance otaos de jastiga para esses
Su. Redattt'et. Devo ama explieagio ao pu-
blico mostrado, ao mea amigo o Illm. Sr. Pinto
Magalhes, ao distiocto Sr. ogenhalro Tiborcio
Masalbies, e nao ao misaravel TimBeassd.
no da 7 do correte apresentel-me no pago da
cmara municipal da cidade de Olinda, afla de ob-
ter a approvago d'uma planta e projecto de ar-
mamentos novos do sitio d'Agua-Fria, pertencente
ao Sr. Pedro de Soaza Tenorio. Os honrados Srs.
vereadores, sob a presidencia do distiocto coronel
Joaquim Cavaleaole, convidaram-rae atienciosa-
mente para dar aliaos eieUreciraeotos tendentes
a' mesma planta, acto de aMcederem a soa ap-
provagio. Neaea "Vcasiio Se Tristo offerecla
lKualmante ana planta dos terrenos ) vendidos
sfo da Exma. Sra. D. Sennorinna Germana do
Cootinuando a reservar, naj columnas do nosso
Dwn'o um espago sucirriie, eni ralago ao seu .
formato, para as publicagoes de as.sumpts, que mais Perfelta execucSo das funegoes vitaes ; a
disserem respeito a negocios de reliai<>, moral e emquanto estas se fazem com regualridade
bons costuras* j oootraimamo-nos env ehamar a' nosachamos s3os e robustos; porm de qual-
2.W. lPac DTt f^ .leiT8 ^* "^'quer manetra qwe se perturbem.iniviiafel
que urna nossa comprovinciaua fez chufear as maos u TT- a .
do Rvm. vigario desta freguezia, quando refere a altrdr-se a Mude, e a intperanca nunca
notavel meihora qoe obtivera em seus graves pa-1 deisa de desordenar ada a economa animal.r
decimenios, depois qae com fe' rdeme, no impedindo a digestS tore laxando os ervos,
?2TarS^^ irregularo, ess secrecSes, viciando
te a iniercesso da veneravel serva de Daos. u __.___j__: j ZI-. c
Anoa Mara Taijl. i *' humores e prodozndo infinitas enfermi-
Escarnegam multo ambara os espiros forttt ; dades.
cohtra factos dessa ordem cessera as razoas cav] O mais alto grao da prudencia humana
doTorterSS^ em regrar os nossi.s appetites e
Ha longo! mexeTuma raai de familia padeca P3'*563- ^ maneira que se evitem os ex
horrivelraente de orna dessas enfermidades ante a iremos,
ual oo a scieocla recua, ou eraprega os sene re-
^SrTJ^TtL padecime-to., Ju.gv J ^ o abuso dos licores, qae embe-
ram na incoravel; ella esperava resignada, a. bedam 1 Pelo que vemos com tanta frequen-
bora fatal. Os momentos de sna vida vao-se es,- ca os devotfdos a embfiaguez carregados de
coando leota e penosamfnte, sem nma esperanfir* rjfcles, correndo COm passos largos para a
e salvado; aaa em oo .bello,dniMj. a enferma gepQkrjrai e por bem commum proverbio,
que todos os ebrisodaberem hidrpicos.
maneira qae
Com quanta celeridade arruina a meibor
dons
Infelitester mea, aopde doos ovos factos de vio-; Espirito Santo, qoerieodo ambem apreciada devale oiocreeo porque" s qoereo vercooca
leacia d essas autoridades acabam de ter logar. demente pelos Srs. vereadores, medanle algumas' da maleria.
urna peqntoa estampa, nella
gie de uma serva do Senhor.
A enferma coiloca sobre o corago, beija-a uoa
e moitas vezes com ardor, supplica-lhe por soa
sande ; Deas a oove e a entorna salva-se !
Os rentes, aquellos, que campreheadem pela
f e pela razio qoe a Deas nada impossivel
ergoem os olhos para a co, e glorificara as mi-
ravilbas da magestade divina.
Os iopios se confundem, traisigem com a eons-
cieacia qae Ibes brada Dos I mas nao creem,
olbos
Tndo que emoisro pe a natureza em
esta lo de excitar febre, para desembaracar-se
da pessonha que tragara: e, quando se repe-
te quasi todos os dias este veneno, jil
prever-se as consequencias, que resurtan
delle. As febres da bebedice nem sempre
terminara emum dia ; acabam ardinariamen-
te n'uma inflamuiacao do peito, do ligado, eu
do bago e produzem falaes effeitos.
Detcarregam hoje 18"do corrente.
Palacho ioijlezHarboug Gracebacalho.
Brigue ingez Jura ideet.
Birca portutoezafrrtidoopedra.
Hiate americanoJessu A WttodHOuu merca-
dorias.
Brigue inglezHrly Margpedra.
Brigae inglez -Peotuercarvao.
Barca ioglezaCharl Wood dem.
Barca ingleza-G/it Tetlidem.
Barca inglezahabrlla dem.
Barca francezaNoi tem.
Brigue holiandexPrs^nraacecharque.
Bscuna hollandeza De Vredi__idem.
Brigue; argenilnc- Volanteid n
liri(iue nacionalz7sp#ranctidem.
Patacho porrugoec -Garret-idem.
Paucho iianovenanu oncordtaidem.
Importa vo.
Hiate zraelonel Emilia, entrado do Acarac coo-
srgnade-a Jos de Sa Leitao Jnnior, manifj'ion o
segrate :
50 saccas algodo, 20 couros silgados, 38 ma-
gos coaros reiudos, 11:044 meios de sola, 1 paco-
te peonas, 2 barricas e 2 caixas gomma de man-
dioca ; ao consignatario.
1:929 meios de sola ; a Joao Jos de Carvalho
Moraes. -
1:000 meios de sola:
raes.
2:226 ditos dita r orden.
445 ditos d,u,22 saecas algodio; fiJIptaajfc
Goueaives de Azevede.
1:057 meios de sala ; i'Peneaades 4 Irmie-
I 065 meios de sola; a Lulx Goocalres da Silva
a C
Paueho portagnex Qarrel, entrado de Rio de
Janeiro, consignado a AOorlai 4 Irmo, nanifes-
tou o segaiote :
10:355 arrotos de caree d charque, e 16 oen-
ros vaccons seceos ; a erdem.
Vapor americano Quendtnt Star, ..irado de
Ncw-Yoik, consignado a tt ForMer C maau
festn o segaune : w ^^
5 caixas trpos; J. J. G. Delirio.
H. Fomer G* MnntMt i ******** ', *
i diU objeetos; i A Domejiu
1 dita com 2:000 do||m. g. f; Bltos ,rn|i
Paucho ingles aroer-Grate, eatrado de Terra.
Nova, consignado a...
2:807 barricas bacalbao; aos roesmos.
Galera Mcionai Mmdtllo, euirada do Rio de Ja-
Antonio Alvee de Me-
JLEGIVEL
i
,
\
"t-,
.'.

3__

IL.___





IMsirlo r PerAatubutd Sella Ir Ira 18 de Janeiro de i867\
=r
SCS ^af! J*o.imM. gaa Casa da liscric^rdia dnfocife.
A^enaroi i* apachados para coajammo.
200 voluoes barricas abatidas. It ditas, 125
metas e 1W oirriquinhas vanas, 370 ecos, lo
Tarado de rlndar-se era 30 de junho do corren
anuo o arreodaraento do sido da lltia do Pogneira,
propriedade da Santa Casa de Misericordia, a
nelas, 7*3 barricas e 0 'netas ditas"farinha dI,,m*- JoU dmlniairativa manda faxer publico a
trigo, SI cairas c-fta, 20 pipas vinagre, t caixo I Q"onier, para que com antecedencia ovio
lquidos, i caita drogas; ordem de ditarsos.
Genero* nacime.
382 saccas e i "barricas cal, 3 ditas fariaha de
trigo, 80 rallos fu >, 790 raeias barricas valias,
1 calxao cigarros; ordra de diverso*.
Palbabote portugus Eitra, entrado de Lisboa,
mamfeston o segarais :
150 barris toueioho, 130 ditos cal era podra, SO
ditos azefte, 30') meias barricas sardfnhas lgida*!
47 surro saceos Tva doce, 30 ditos cevada, 1 dito alfaierua,
150 ditos feijlo, OO Caitas cera em velas, 80 ditas
ceblas; a E. R. Rabello.
5 caixas cera era grumo; a Thomaz de Aqoino
Fouseca & C
100 barril cal em pedra, 21 barricas alplsta ; a
Joaquim Augusto de Souza.
6 barricas cevadioha; a Guilherme Augusto Ro-
drigues Selle
2 caixas calcado, 1 dita mercurio; a Jos d'Aze-
vedo Maia e Silva.
i barril vinagre; a Caors& Barbosa.
22 caixas raassa de tmale; a Andr Mara
Pioheiro.
5 volumes drogas, 1 barrica cera em grumo; a
Joao da Silva Faria A Irmo.
Brlgoe loglez Guia, eutrado de TerraNova, con-
signado a consignado a J. Paler & C, manifestou
o segrate :
700 barricas jfaTlnha de trigo, S:00 ditas baea-
Iho, 30 molas ditas dito; aos mesrass.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAKS.
Rendimeoto de I a 16 do correle 17:094*7R8
dem do da 17 ,...;........ 5.34726
17:6385514
MOVIMfiNTO DO POETO
Navios entrados no da 17.
Tew-York41 das, patacho ingle Amanda, de
182 toneladas, capitao Weble, equipagem 8, car-
ga diftersmes geuero ; a Miguel J-i>6 Alve*.
utios sabidos no mutuo dia.
Rio Grande do Norte Hmle brasileiro Flor do Rio
Grande, capuao Antonio Vicente da Costa i eto
lastro.
Ceara'Rate bpasileiro Garilii, capito Custo-
dio Jos Viann. carga carne secfia e outros g-
neros.
Obstrvnqo.
TSuspendeu do lam.r > para a Baha o patacho
ingletvflHJi/, capit > li >wlea, com mesma caraa
que trouxe de rerra-Nova.
IJhwi .....in imi in.! najl!*ri- EOITAES.
Dcordim do Sr. inspectorda alfaudeg* e
faz publico qoe, em wtode da pifiara da thesou-
raia de fr.enda n. o'de 81 do'crreme, precisa'se
eontntar o OOWarto ios d ios guindastes da ponte
desta repartirlo constantes do orcameoio qoa seta
presenta aos lictame-, os qoaes spresentaram ao
mesmo senlwr iosp-ctnr as suas propostas en af-
ta fechada at e da 18 deste rnez.
Alfandega de Pern.imWaco, 11 de Janeiro de
1867.
O 3o pseriptnrario.
Enlychio Mondtn Pestaa.
Perante a cmara municip I desta eidade es-
tarao em praca nos dias 16, 19 e 23 do corrate
para s-rem arrematadas por quem por menos flzer,
nao so a obra do rilcametuo da estrada que conduz
ao maladouro pubico, na largura de Tinte e cinco
palmos, cujo calcero nto ser feto de pedras irr-
gnlares, se nao tamban a do mun de encost do
iado di nancete da mu-roa estrada ; a pnmelra
obra oreada em 7:9->)4, e a seuoda na de...........
4:6563960 rs. ; aqu-lies qoa pretene.rem arrema-
tar taes obras, pfiiem ce uparecer nj paco munici-
pal nos dias indicad >* munidos d fiadores qe g*-
rantam a arrematado, devdndo serem ape-enla-
das as habilitado-s ir es das antes n- respectiva se1-
crelana, para si-reiu examinadas, onde encontrarao
os orcame.iitos das refariias obras para concertar.
Pago da cmara municipal do Rerife, 9 de ja-
neiro de 1867.Gustavo Jos do Reg, p. presi-
dente.Francisco ijanuti da Bji-viagem, secre-
tario.
Secretaria do goeroo 15 de Janeiro de 1867.
__Pela secretaria do a ivrno se convida o Sr. Cae-
tano Bes-one de As-=is Campis, a vir ou mandar
pa;iar no prazo de 10 dtas cornados deduje, o por-
te do requenmento em que pede ao goveroo im-
perial a serventa vitalicia do offlcio de escrivao di
orvbaos do termo 'e fao d'Alho, sob pena decou-
siderarse, prejudicada a sna pretenda.
O secretario,
Dr, Francisco da Paula Sales.
De ordem do [l!m. Sr. inspector se faz publi-!
coque em virtud* da portara da thesouraria de
fa?enda n. I i de 12 do cu rente, precisa >e contra
tar o concert do guindante da segunda ponte des
ta reparticao, constante do orcamento que sera
presente aos lici uit--. os quaes apresenl-ro suas
proposias em carta fechada at o da 18 deste
me;..
Alfandega de Pernambuco 15 de Janeiro de 1867
O scriplnrario,
Ealvchio Mundial Pestaa.
examinar, aflm de apresentarem soas propostas
que sero receidas nsta secretaria, onde se da-
rao todos os esclarecimentos precisos aos iteres-
sados.
Secretaria da Santa Gasa de Misericordia do Re-
cife, 11 de Janeiro de 1867^
O escrivao interino.
____ Pedro Rodrigues de Soma.
Maata Casa Ida lserleordla do
Rceire.
O Illm. Sr. thesoureiro mienno da Santa Casa
de Misericordia do Recife, capilo Vicente de Pau
1a Ol vei a Villas-boas, no dia 22 do corrente (ter-
ga-feiraj. neias 10 horas da maoha, no salo da
casa dos ipostos, fara' pagamento das mensali-
dadas vencidas at dezembro flodo, as amas que
se apresentarem com as crianzas que Ibes foram
confiadas.
Secretarla da Santa Casa de Misericordia do
Recife 15 de Janeiro de 1867.
O esenv > interino
Pedro Rodrigues de Souza.
Santa Casa da Misericordia
do Recite,
A Illma. anta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife maua fazer publico qne
no dia 17 do crreme pelas 4 hoas da tarde na sala
de suas sessoes. tem de ir a praca a renda das ca-
sas abaixo mencionadas para serem arrematados
por aloguel pelo lempo de um a tres annos.
Os pretendenteS deveo apresentar carta de 6n-
ca ou serem acompanhados de seus fiadores ou
com cartas dos mesmoes.
Eslal>pIecimritos le caridade.
Ra da Cadeia do Recife.
Sobrado de dous andares n. 57 1:200,8000
Ra dos Pescadores.
Casaterrean.il.......2165000
Roa da Gloria.
Casa terrea n. 55........ 144*000
Ra do Calabouce.
Casa terrea n. 20......192*000
Palrimeine de orplios.
Ru da Cadeia.
Sobrado d dous andares n. 57. 1:200*000
Madre de Deus.
Casa terrea 94 < ?.....
Rfla ^e Pilar.
Casa terrea n. 94. .....lQ3ffQ0flL '
Sitio do Pomo da Cal u. 5. .. .. imk.-
Secretaria da Santa Casa da Misericordia da
Itecife 11 de jaoe:ro de 1856.
O escrivao inle^rB,
Prro- ftrio>igs Wffm.
llllHl.
LEILA
0 94 barricas c ariuha de trif ..
No armazem do Forte do Matos ('agencia dos
vapores de reboque.^
O agente Pipo far.r leil par coma e risco! de
quem pertencer de 94 barricas com farinba de
RJte *o Matos
Anla de Llngoa Franeeza
de Ceographla e His-
toria.
de Pbilosephla.
de Hh- orlc e Poelea
Jos Soares d'Azevedo. proressor de liu-
goa e litteraiura nacional no Gymnasio Pro-
vincial do Recife, tenj aberto em sua cas i,
ruBella n. 37, um>uho especial de cada
uma'das disciplinas'actma mencionadas. As
pessoas qyo se desejrem preparar em si-
trigo existentes no armazem da
wrfi.fKK;;rs!Sa tse ettec-.^b ^-i .. deMar.
co, ou as que quizerem seguir o curso do
Leil&o
Do palbabote nacional pernanbveAo
HOJC.
O agente Pestaa legalmeote aotorisao far lei-1
15o por coma e risco de rjuem pertencer em nm
s lote do palhabte nacional Pernavtbtufufo, j
de SO toneladjs, forrado dt" metal novo, hm
encivilbado e uregado a pao ferro e cobre, sea-1
do a saa mastreacao e masstaajig) bom'esta-i
do e promfito a navegar estando -IHBventario do
mesmo eoi mo do agente ooe s promptiflca a
mosira-lo aos prefendent's e o palbabote acha-se
prompto a ser examinado no ncoradouro da bar-
caja ; o leilo tera' lu*rar no dia cima menciona^
anno lect>vo, pdem dirir-se residencia,
indicada, de manhla at' Ss 9 horas, e de
lardera qualqaer hora.
XglJKiri- S' >m
ijh:n, .o
De i2 meios de sola avarialj. i molhos
perfeitos e 30 corinhos avariados de
marca J. R. F.
Sabba m 19 ti corrate as i i h >r-s
no armazem da companhia Pernam-
bncana.
Cordelro Hlnides
por coota e risco de quem pertencer fara' leilao
dos objectos cima mencionados no dia,Tora e lo-
gar cima dito. ,
LEILAO
De urna bar caca
AOS 690OO#OOO
C'rrre t-rca-feira 22.
Acham-se venda na respectiva tbesoo-
raria arta do *respb n.'!8, os bilbete
a
de as 12 horas da manha no largo do Cerpo San- i".M '" WJ V p. IO' uuw
to junto ao caf corr.merciai. meios e qoartos da 31* parte da lotera
beneficio das familias dos voluntarios da
patria (3a) sendo a extracc3o no lugar e
Horado chstutae.
, Xjsprediidsd36:000,5000 at i0$00Ose-
rlo pagos unia hora depois da etraccSo at
as 3 horas da tarde, e os outros depois da
distribuico das listas
AsencotnmendasserSognardadas someh-
te at a noite da vespera da extracejo.
O thesoureiro,
____Antonio Jos Rodrigues de Sou-a.
'Alga-se o sitio da Ca punga VeTha beira do
rio porto do LasSerre ontr'ora > fallecido Sr.
GAI\DE HOTEL CENTRAL
tflA LARGA DO ROSARIO M)A ESTRTA DO ROSARIO
N. 37 N. 4 A
INTRADA GERAL ENTRADA PARTICULAR
PROPRIETARIO.
FKANCISCO GARRIDO.
Ha qnartose salas
Preparad) eom asseid,
Para acuelles que vierem
A Veneza de passele.
Tem com modos excellenfes
Para solteiros casados,
A' todos se prodlgallsar
Os mals sinceros cuidados.
Encontra-se para lunch
Fiambre a qualquer hora,
Tambem recebe assignantes
De comida para fra.
^%% 1^^% %^%^^%
Superiores teassas francei^s"multo Hoas de reces fl
rs. o covado : na i.,n iiac anm... .... **. r.. ......
Vascencellos & C
320 rs. o covado : na toja das columnas roa do Crespo n. 3,"de'
matisadas e mludnhas a
Amonio Crrela o>
\
.
mw d
%mm lm.
:)7ll'l>\ H isii.hihi
* MPOfl
Dos porios dj sul esperado
al o dia 22 do crreme uro. dof
vapores da companhia, o qual de-
pois da demora do costume se-
guir' para os porlos do norte.
Desde ja rwcebem-se jiassageiro. u eog*ja-se a
carga qne ovapor prrfe'r rWfi/ir,a qn'l devera ser
embar'cafla ro i da Sffa'cTfg'o'a; -Incocnroemjase
faheiro a frete at o fia 9a sa'hfla is 2 horas da
tarde. Previ': se aos Srs.pt stiros que as
passagees s o. 1, escriptorio de Antonio /mz de'Oliveira Are-
vedo t C
~MTm srii
Sgne com a esator hrevf*de o'todito veleiro
patacho Jorgencexmn carc?* i^fre Tfhs falta e pas-
sageiros para os flo*es Tem fTls c.Smmodos tra-
ta-se com o en cotisfijoiafio >fo 9a Reg Lima
a ra do ApotTg ti/4.___lfl
I*rji o ftf rUfaitlro
Pretende seguir c/m Uluja b.-vidde a veleira
e hero conheci li pife i ffo d" l.iikiro, tem parte
de sen Crte^tri'^nto p:-oin:it i. uaa o resto que
Ihe falta c AVivna afrete para os qifte tem ex-
cel'entes c iramodo< traa se com ds si-us eonsis-
oatarios Aotonl i Lmh de Olrvetra #*ffdo & C.
oo sen esenptorio ra da Cruz. n. 1.
O agente Puntual, de
ordem do llm.. Sr. Dr. ltimos chegados,
uiz especial da coinmer-'
clb,'tra refioerflbento dbs
Sts.'Tassq I^mo, vende-
ra era lllao a barcada
Linda^ Piaba, a qual acha-
"ie" atrapdH no resi tro n.
J4, sendo qne todos seii> p.-rtitfcfe3 edmo bem ve
las, b'oHta, embono^ e todos rnais outros perten-
fis cham-se depositados no armarem de farinha
do mXrri S^s.TalSo'WfrSdsnb cSes do Apollo,
'rmd-poderao serem vistos e examinados a qual-
quer hora, coja barcaga foi arrestada por aquello-
6f--Palacetedo cae de/ijpllt-61
O director do collegio #e Sinto Amaro, ta publico a.que-i. possa interesar, une transferio dito-
2n?.u ?, .8V? C0''n ',0a Ca* a,ace,e ,)J caes lo APo lo o. l beirro do Recife, onde continua a admitid alomos
sen'.ala Tora : a tratar no mesmo sitio ou na ra | Internos semi-internos e externos. uou lul,ir iuujuo
da Imperath, n. 36. i As aulas creadas em dito coflefiio sao as segaintM : instruegio elementar, |mRna \Mia, fran-
',?, te'if "atlC1' eo8raPni* e nis'"-'a. Simetra, phllosopbia, dc-senho, msica vo-
I
ear
as cea
S'fifihres a |). Ltjfra /ferpra*nr; Z-daft-a e Suva.
O leilao ser efl-ctuado ao meio da em ponto,
Vio caes do Forte do Mito jan'o a agencia dos va-
lores.
S ibba'o 19 de Janeiro.
"Teli-"
De dous carros e oas
Sgun Ia-feira l d; jatrero.
Enjeme a esoditthi as 11 hors^m ponto.
Da tireiFiii dita -tfa rifa Direlta
u a me r o 50.
T?ri?a-fciira 22 lo corrota.
Nao se tendo podido etJeft'foV a venda da ta-
berna cima Sea tfim rente as l hors da TtritfrVa'a, tefta limites, e por
coota e riso de quem periencer.
Precisa-se de um caixeiro para taberna dos
dando Mador a sua conducta :
na ra Augusta ti. 114.
cal e instrumental e dansa.
.fc iA 7 n "rr8nte 'D'I ,era' 'o?" a abertura Oa auJa elementar, cuja maincuia desde ja"
acha-seaberta e as das demais aulas de 15 por diante.
O director,
J. F. Ribeiro de Souza.
Fogj do ar e de vistas preparado na muito co-
ceiiuada fibrica da vinvi Rufino.: traa se no ar-
mat-m da bola amarella por baixo o sobrado n.
29 da ruado Imperador
-mi
9
___u ...
Na ra Ou Ln-raineiii n. U), I.ja de
Funseca Arroda, precisa-se de urna
ama pa>a eomprar e cosiohar.
m
Para Lisboa.
Seuoe em poucos dias o hrigoe p irtuguez Cons-
-ante II, por ter promuto quasi todo seu carrega-
ment para o re-iaute. e passageiros; trata-se com
Oliveira FrJnos & C, largo do .Corpo Sant) n. 19,
ou com olrtjiilu oa praga.
Da ordem do Illm, Sr. inspector se faz pn
blico que flea transferida paraoflia 19 do corren,
ta a 1 hora da tarde a arremaiago da cana n. 35
da marca l O D, conteodo 43l duzias de cabos de
cmfre com guarntgo de metal para cachimbos,
cigarros e charutos, avahados a li a doza, pn-
dendo ser arrematado em lotes a vontade do com-
prador.
Alfandega de Peroamcuco 16 de Janeiro de 1867
O 3o esenpturario
Eutycnio Mondim Pestaa.
A camra municipal desta eidade tenio de
mandar demilir por ntnidade pub ica a casa n. 1
da/ua dos Pires de-amounada ltimamente para
esse fin, pelo prvente n5i era prag nos das 19,
21 e 23 do corrente para serem arrematados por
qora raaior prego otlerecer, nao s es maten aes
que re arrematante, se nao tambem a peqaena rorgo de
terreo > p-rteocente a mesma casa e que fica reeo-
Ihida da ra, qneihs que pn-lenderem arrematar
un e outra cou pal em os mencionados das.
t'ago.da cmara rau'ciB. Ido Recife era sossjo
pr i presidente.Francisco Caaotj da Boa-ttagem,
secretarlo,
DECLAR4C0ES.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa
de Misericordia do Recife recebe prapostas par-
arren lamento das ca-.a abaixo d claradas, a;>
l i-< achando-se arrumadas, seraa arreodada-
Vlos prego* mdicos a quem se quizer mcambir
de concerta las : *
Bsiabeieciraeotos de caridade.
a Direlta n. 33.
ttua da Moeda n. 37.
toa do Pharol a. 72.
Hua dos Ceelhos o. 94.
Beceo do Abreu n. 2.
Patrimonio dos orphos.]
fina do Burgos n. 19. **
Hua da Cacimba n. 19.
iltia do A-oonm n. 2H.
Os pretendeotes para meihores esclarecimentof
poderlo dirigir se a secretaria.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cita, 19 de dezemoro de 1866.
O eserivo interino
Pedro Rodrtguei de Souza.
*
laspeceao do arsenal de
marinha
Vai ssmfr coro bfevMaift o brfae-ortognez So-
berano, erfpitao Bogiganga, fecefre '>ga a reh,
tratase com E. R. RTrelfo, rtrt doWapiche n. 44,
ou enm o CapitSo.
Para ~"
Pretende seguir com brevidade-^ara o indicado
porto a veleiro nriue e-cuna nacional Graciosa
capilo Silva Ralis; para a ponca carga que Ihe
falta trata-i-e com o respestivo consignatario Anto-
nio de Almeida Gomes; a ra da Cruz n. 23, !
andar.
fca tte S.Higael
Seras oo\b muita hrevidade a barca portogneza
Parary, capilo Angu-to Borges Cabrar: para o
resto da carga e passageiros trata se Mn o seu
coo-'ignatJr'ro loao do Reg Lima a' roa do Apollo
n. 4.
PreeN--sc de nm homesi
que ealteida dfepi^aivce* para
*; t>nta de um sitt na el-
daile de Ofl aflif prferc-sc a
qae;u *5i lris' f liatla : a tra-
ta i^ a<3ta typo'gr-*pjaj
Manoel dos SMn'tos Ferrir'a Subdito de S.
M. Fidelsima, redra-se pira i'o ieg"al....
Fugio de bordo do pat.-icho brasiieiro tDf-us
Amigo<.o %bieq le cioqio, de nome i'edro, na |
liyal da Bafti con o< signaos seu*nte.s : idade .
13 a tfi auno.-, e-iainra m.-oos que regular, rosto]
cqmprllo e fu'o, nariz Jro?stt,'re'vdO vellido caiga i
de bnm branco e rami>a branca de madapolo.
Jtecommenda-se a' plida u jjos capilaes rie campo |
a sua c.-.ptura, e sendo entregue na cas* n. 19 da I
ra da Cruz desta eidade se-gratificara' generosa- |
mente. Ha snpposig5es de que f'jsse seduzido, el
por issi contra quem o tiver escondido on desen j
caminhadd se proceder' com o rigor da lei.
Ausentm-se do rosteiro de S. Beo'.o de
OHnda, desde o da 9 do corrente, o escravo Lu
renlino, pardo, idade 22 annos, tem os seguiuies
slgoaes : estatura regolar, grossoe fornido do cor-
po, pes grossos e chatos, pagu-ja muito qaaudo
falla, metido a engracado, bastante espiaba no :
ro-io, andar de manilo : quem o apprenender le-
ve ao mosteiro deS. Bento, ou ao Sr. Zicanas de
Santa I-abel, na rna dos Taooeiros n. 1, que sera'
. generosamente recompensado.
fl
PARA EUGAg.VO DE MENINAS
esabelecido na grande casa contigua
a igreja de JVossn Senhora
da S'rtedade
E DIRIGIDO
PFLftS IRSVIA^S OESAH

fi DOBOTHEA
"Wer weiszvro-Bartels den 'frst holt?
Edoardj Metlfer, Siii Luiz llarg d, cdado snlsso, Vai pira Eu-
ropa.
LISBiA
coiwRWra
-Vai sahfr eom hrevidade a Th*rto
veleira barca
. n%Rii
por ter parte Vio cr"regameaio engajado, para
resto trata-se 6om os coosiRnatarlos Camino
N-gueira, na ra do Apollo n. 20.
Para Lisboa
Pretende sahir com a possivel brevidade o Ingre'
portogoez Julio por is carga engajada. R-cebe algoraa carga e" passa-
geiros para o qa- trata-se com os consignatarios
Thomaz d'Aquno Foaceca & C., na ra do Viga-
riu n. 19 1 andar.
Francisco de Figue'ra Fara Scientifica
aspessoasq ea seo pedido s prospecto para ser publicado ate vrlo-me de
poesas duSr. Joajuim da Silva fteo Ju-
nior, nao paquea a pessoa al/r&ffia "se nao
quando forem entregues do TOidnre. e apro-
veita a occ-si5o para agradecer as Resmas
pe.>soas a deferen ;ta que comijo fiveram.
gmmmmmmmmm
Atteai}fto
(raeilft p ^ctrfnrilfflr. 9
M Na luja do Arantes ft Lyra, ptar/a da m
J IndependHncia n. 13 e 15 :
Vende-sa boinas inglezs par% ...
m hom.'in a fl(ln00 m
Ditas para seobora a *|o o 5
Rilas franceza- pan senhira a 4 OOD jH
>;** Mmmmm mmm^
Precia-se de um homem branco ou pardo
que seja offlcial de baroeiro e teoha boa conducta
para tomar conia de urna loja daodo-se socieda-
de : na ra da Senzala Velha n. 94.
A padana do p >teo do T-rgo n. 40, achT-se
novameote recon-iirulda e trabalha-se com esrae
ro, quer em pes e bolachas como em massas do-
ces, oa mesma se eneonfra todos os dias otis pao
quinte depois das 6 horas da tarde.
OT1
porto

Pretende sahir em poucos dias a moito veleira
e nova barca
FELIZ I VI VO
porler parte uo c.rna promjia para a qne Ihe fal-
ta trala-se com os consignat.rios Carvalho & No-
guei a ua.rua do Apollo n. 20.
Para o Rio r .mo do Sal.
Segoe em poneos das o brigue p ,rtugnez flio
Vouga, para resto da carga que Ihe falta iraia-se
com os seus consignatario* Amonio Lu>z de Olivei-
ra Atevedodi C, no >en esenptorio ra da Crns
n .1 oa eom ocapitio na praga.
Para 0 Porto
Por ja' se achar cora a raaior parle do sen
earregarnento engajado, pretende sabir com toda a
brevidade. a veleira e mol conhecida barba portn-
gueze Ctaudtna : para o resto da carga e passa-
deiros, para os qoaes ha ricos commodos, tratase
a rna da Madre de Deus n 3, ou com o capito
na praga.
Par o Ar teaty
segu nesles das o palDabcte nacional Emilia :
para carga trata se coro o c insigntrf-|o de Sa
Leltao Jnior, na roa da Madre de D-os.
Precisa se oe urna aa lure ou escrava que
s>iba cosinhar: na ruado Imperador n. 77, se-
gundo andar.
Na padaria da rna Direita n. 8i, se diri
quem compra um escrava preta ou mulata reco
Ibida que salba engomraar e coser com perfeigao.
Precisa se de ama ama para casa de ama
pessoa : a tratar na ra do Vigarlo n. 6.
tg coflletj; da cVaceiVio
g|Rua da Mddre de Da >s numero 36.3
O director do collegio da C >nceicao, at- *B
Antonio Francisco Al ves F-rr--ira d ixnu de ser
calxeiro do .Sr. Antmioda Silva Ramos desde 12
de Janeiro de-1867, u agradece ao mssroo senhore
sua familia o bom tratamento duraute o tempo
que esteve em sua casi.
Exist-m para serem arrua;ad,.s de caiselros i
dous BDOCOS de 15 annos de idade, chegados pr-
ximos da Ilha : quem precisar dirija s- a ra nova '
de Santa Rila n. 7.
Da se 4:00U5 a iToS a" juros s,,bre hypo-1
Iheca em prfdio urbano : quem quizer aQuuci",
ou va' a ra do Inpendor o. 22.
Offerece-se
um cotinheiro fl*Ocez para trahalhar em qaalqueri
casa, e da flaoga de sua conduela e de suu traiia-
Iho: ple ser procurado oj hotel Dous. Amigos,\
na ra estrella do l\o-ario n. 10.
SOB A PBOTECOO DO
EXm, E RVM. SR. DR. VIGARIO CAPITULAR DA DIOCESE.
Neste collegin, cuja abertura neste anno tera' lugar a 21 do corrente, recehem-se
meninas de 6 a 12 annos para serem educadas e instruidas em todas as materias ne,-
cessarias a u Havera' meninas Internas, mpio pen;ionista"s e exter as.
As internas pagarla 33S mensaes. as meio pensionistas 154, e as externas 5i. nao
f sendo pobres.
Ligo que o collegio cont ir um numero snlBflente de pensionistas, ira' aimiltindo
gratuiumente para memas algumas meninas pobres.
Para admlssao de ; lumnas e para quaesqner esclarecimentos Irala-ss com a npe-
riora no tnesmo etabeleciraento a qualquer hora d > dia.
&. ^egp. ^w :^. z>2 on aga QS* -. a'^g
Sociedade porlagoeza de seboros mutuos sobre a>Ma, fan iada e
admiuislra'la pelo
BANCO ALLIANCA DO PORTO.
mm
Precisa-se de um menino de 12 a
ortica de taberna, para a villa de Pa
tratir na ra do Rosario, taberna do Sr.
Dotnicgnes de Alnieida fugas.
Todo o pai que desejar acautelar o futuro de seus filhos dev.e quanto antes,
r inscrever os seos nomes na lista dos socios daPrevidentepor que, com urna
quena quantia que, todos os annos para all fr aplicando, tirada do fructo das suas
14 annos com economas, no im de 2> annos alcanr;ar-llies-ha urna fortuna, que por aenijum outro
viho i meio e com to pequeo desembolso poder obte .
*Os exemplos praticos d>>, nutras snieiladcs anlogas tem mostrado que:
loogiHMl pss aniiualmtMite p'dfm iiredvr.
.A
Na ra da Guia n. 36 tem urna carta vinda da
Ierra da Feira de Ponugil para o Sr. Jos Pen-ira
e sua molher Auna dos Samo- : a pessoa que se
juluar com direito ple nroenr.|a na d'ta casa.
Por um menino de 1 dia a 1 anno.
de 1 a 2 annos...
de 2 a 3 ----
de 3-a 4 ....
d 4al! ....
Fugio da casa do abaixu as^iguado, no lu^ar
de Apipucos, na manhaa de 26 de d-iembro do
annopassadoo escravo de nome Pelippe, cabra, Poruma pessoa de lo a 20 annns ...
com os signaes teguintes : altura regular, secoo
do corpo, poucA ba ba.sem suissa, ulhos pretos
nariz atfacTo, beigos fl09, rosto descarnad', com
f-ilia'Bb denles, mos e ps pequeos, e pernas
finas. Este escravo foi comprado ao Sr Joaquim ;
Correia Lima Wdnderley, morador em Bebiribe
teodo sido anles de urna >ua irma moradora" em
Brejo d'Ard*; nteode de todo oservig) de cam-
po, e tambem le caooeiro : quem o prender ie-
ve-o a casa do dito abaixo asignado, que sra' re
compensado generosam^ot,e.
Joao Francisco "do Reg Maia.
EiQ 5 an
nos.
E.u 10
annos.
Em 15
annos.
Em 20 an-
nos.
Em 25 ;,n-
nos.
8
9
lendendo nao s as circemtancias da
maiona dos estudantes, como a inconve-
niencia das horas de atgamas an as, tem
resjlvido fazer as modificagdes segam-l
tes : o prego das aulas de preparatorios '
passara'a ser dtsta data em diante o
raesmo que o da iustruc _o primarla, is
lo de 'l uensalmeote : a aula de la-
lim pas-ara' a ser das 8 as 10 horas da
manha, a de francez das lo 1|2 as 11
1|2, e a d; inglez das 8 as 9, sendo os
professores os mesmos Srs. padre Flix
Brrelo de Vascoacello, Dr. Jorge or-
nellas Ribeiro Pessoa, Dr. Francisct de
Paala Penna, aquslle de lalim e este d*
frano-z e inglez.
Para o Rij Grande do Su!.
O veleir.i patacho Vo/.pret-adeseitoir eotn rutti-
ta revidade, tempane de seu earregarnento prom-
Far-WTmWtto ixaa conTtfissio de peritos exa ,0 Para r**s, que Ihe falta iraia se eom os seos
Adverteocia
A pessoa que tem ba poneos dias a sea service
minando,'na frm.7'deter"mjii7"no reaaitBeoto consignatarios Amonio Laz de Oliveira Azevedo 4 on,a oreu de meta idade eom os bracos bastante
annexo ao decreto o. 1324 de 5 de fever^M de **> fio sea e'c,'P^',3o roa da Craz n. 1 oa com o oellodos e com os dedos poilegar das maos om
854, o caacj, machina, ealdeiras, anpHlmo, i op'to prog*- PU8C0 defeftaosos, qaeira ter a bondade de entre-
oastreacao, velam-, amarras e ancora's do vapor
Parahyh da com >aonla pernambucaoa de na-
vegacao coetoin, achou lo* esses objecjo em
oslado de poder o vapor navegar.
[nspeegio do arsenal de marraba de Pernambu-
eo 15 de jaaeiro de 1867.
O raspr ctor,
H. A. Barbosa de Almeida.
__------_-------_-----__ ; ga (a a sea 8eOBor jk^o mi {4 do preeBte janei-
Fara o Kio liraiiae do Sal a* ^^^o a*-** eoaheoidemo P0
O veleiro e bem conheeido hrigaenacional Ame-
lia, pretende seguir com moia brevidade, teffl
parte do seu carregamenlo engajado para o resto
qne Ih falla trala-se coda o seus consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo 4 C, no sea
escriptono roa da Cruz n. 1.
Ucia.
KWI.IAL PEisV.MBLtiiN
MEMENTO DliRIO PaRA
1867
CoBtfudo
Urna pagina em branco para cada dia do anno.
Kalendarip.Signaes do telegrapho.Casa im-
perial.Corpo cousular estrangeiro.Assnciacio
Lommercial Beneficente. Regularaento do sello.
. Systedva melrico.Ser vico do correio, etc.....
riecotnrnertfla-e o present m'-mrii por c rater
noticias, exclusivamente relativas a Pernambuco,
I e de sunima ulilidade para os negociantes, advo
gados, etc.
Vende-fe pelo diminuto preco de
2^000
eo easa dos ediciores, roa do Crespo n. 9
JTOl 1WAK
#onri867.
Agence d'Abonneraenis a tous jonrnaux d'Ia-
rope. Distribntion grataile de spciraens et cata-
logues.
RU DE CRESPO N. 9
Llbrairle Fran^ulse.
,......iit ri' "' *h"j*...... ''...... "'
MRUK
para 1867.
Assignataras para; todos os peridicos da Boro-
btfMo gratoita dos cataiogo, respectivos
RA UO CRESPO N. 9
IalTraHflll 'acieez.i.
MM&M^
Precisa-se de roa ama preferlodo-se escrava ;
a tratar oa roa da S-nzala Velha n. 96, padaria-
1:100$ 4:0005 9:-00 20:000,? a7:000j
9O0I 3:0 10,5 7:5"0l 17:0005 37:00' >j
86D5 :9005 7:O()5 16:00i>5 35:00091
8605 :8)05 7:Ko5 15:6005 3i:0005
8605 :7005 7:6005 15:5005 33:3005
8605 2:7005 7:0005 15:4(105 33:3000
de O a 30 ..... 860 4:7005 7:1005 15:60('5 34:id05
de 30 a 40 ..... 8605 -:7005 7:20i>5 16:0005 37:0005
de 40 a 50 ..... 900513:0005 7:5005 18:0005 50:0005
Queii pretender smscrever parn a Previdente e desege qnaesqner esclarecimen-
tos pode dingir-se. em Pernambuco aos Srs. Manoel Joaquim Ramos e Silva, rna do Vi-
gario n 11 que darn todos os esclarecimeDtos qne se desejrem e prospectos gratis, a
quem os pe lir.
:fi*.3Sr>. -QP^ ~^iEL* rflSQoafi. OOn tm OM>^co a W* 1sm ^^<^^>^^^^sm^>^m ^%q$!4g.,
Fneio do abaixo asicnaio na noite do rila 19 do prximo pass'do do su sitio deno-i
mmade Ganmapo deste lermi. dous escravns de nome Antonio e Florencio, de 28 a 30 annosi^
de idade p meo mais on mnno, c >m os signa-s seguintes: o prlraelrn de eflr preta nao moito4,
f retinto, corpdlento, de estatura recolar, espadoas largas, barbado, olhos grandes e salientes.
d um a cortado oela jonta do centro. (2* artienlacao) e me conta f|lft sabe ler e escre.ver, e o s-eun
An de cor cabra, alto, nafra, cabellos soltos cresoos, poica barbr., olhos'grandes, tem nraa
cicatriz no qneixo, o mmii fallante, tambera rae consta qne l e escreve.
Estes escravo nao teera signal nenbum decastieo, e sahiram bem vestidos e armados
ft de espinnrda e faco. montados a cavalin, com nomes mudad 's: o primeiro por Man:el
U Jos dos Santos p n segundo pir Benlo Jos dos Santo-.
V Consta-me qne est-s escravos foram encontrados no da 12 do crreme, distante di\
. rio de S. Praicisco l llenas, com destn i a poviarjao do Jnas?ro da provincia da Bihi i.
i^Peco p.rlanti as aotoridales p diciaes que d-ll"S tiver c.onheciraentn de os mandar capturar ill
re rete-lo- as pn-o^- ptlhiicas, daado disto parte %o abaixo assigiado, oa aos su interessa- I
' do, advertind. mais one as aut iridades ou partiiulares qu,e os capturar, sanio qui'erem re- *J
B tefos as Dri'-:rJ->s orh|i, dev^ri rem^tter par Caxia's ao Sr. Antonio Frnand9 Gnim ^
rae, para o Miranh i ax Sr. Ribeiro 4 H >yr e Jo* Franc seo Lopes f C., e na Tberezi- j
na capilal do Piaohy ao Sr. tenemeroronHl Firmino Alves dos Santos. E para eertea do ?J!
qne, me obrigop/jr,lila a despega, qoeM autoridades na oariienlares Oierera na captura e ||
remessa dos mesmos ecravo. len400i>. nos pontos |a indicados, al
oa em outro qualquer onde chegn oconhcimenlo doabixo assienado. ou dos seas inte- *
rasgados. A
Genipapo, termo da eidade de Caxlas, 26 de dezembro de 1866.
Antonio Per-ira MaHnbo.
pa e do
Uistrib

Polhmhii^m'lemSo'
PARA 1867.
Urrarla franeeza
. Roa do Crespo o. 9.
0KN\JHEiTU$ DE IfiliE
Na roa da Cinleia n. 85 ha para veoder-se ornamentos de.igrefa por menos preco que em oa
tra qualqaer parte :
O4PVR
Ornamento de damasco anco de 24* a 3MO90
> encarnado" d 22* a J*OOD
> rfixo de 224 a 3"*000
preto de 20* a 3(W 08
, ter* 305 a K40>
* da velludo praio a 264000
A rta da hoa prooura joe tem navido oestes objectos previnimos ao publico que breve cha-
amassa de ornanreato de tadas a cores, tacluslve ornamentos sebastos, ca-
pas diapernes, urabelias ele.
Recebi-se toda eqalquear encoramenila relativa ao coito.




*
.
f.
5SSP9
a



Mario de 'emrawfenco ~-r aaexa *tra 4$ de J:m ,|f de 4
Joaquim Jos Gon^alves
Mtrao
;.

r




(I RU4 DO TlPlCHI H. 17 4 ASDAR)
Sacca por todos os paqaetes sobre o Baoco
do Mioho era Braga, e sobre os segoiotes luga-
res, em Portugal.
A saber:
Lisboa.
Porto.
Valonea.
Guiraares.
(timbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do darte.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Caslello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famellcio.
La mego.
Lagos.
Covilhia.
Precisare alagar urn escravo prefertndo-se
que ,-aiha cosiohar e para o mais servido de casa
de familia: a tratar oa roa do Trapiche o. 41, te-
gua do andar___________________________
Predsa-se de orna ama de meia idade Dar
casa de pooea familia : na roa da Peona o. 23 1*
andu.

MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Iademoisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em odificios, mercadorias e mobilias:
na rna do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Nota de Banco do lSrasil.
Trocam-se oa roa do Corredor do Bispo ultima
asa do qoarteirao novo cora portao de grade de
erro.
Na ra do Trapich n 16
acham-se os seauintes depsitos
De K. Bruniegluiuseiii Nuits.
Bourgogne. ,
Vinno Pomraard tinto.
> Cortn tinto.
Sanio Georges tinto.
> Chambertin tinto.
Blcbehoarg tinto.
Clos de Vougeotiin o.
> Chablis branco.
DeM A. Woefem Francfort:
Rheno.
Geisenbeimer.
Liebfraamilch. ,
Marcobranoer.
J. FER3EIRA VittEU
Photographo da Augusta'Casa Imperial do Brasil-

18, ftua do C-abutf, 18,
obrado, entrada pej Pateo da Matriz.
Em nenhuma das photocraptiias desta cidade se fazem retratos mais perfeitos
do que os que se executata nesta oflicna photograpbica.
Pede-se a confrontacw e analta entre os nossos trabalbos e os melliores que
se fazem nesta cidade.
N5o ha photographia algma desta cidade, que como este estabelecimento
photographico possua om to variado, escoltado e abundante sortimento de caixinbas,
quadros, molduras pretas e de-oradas e passe-par-touts.
Para serem col locados os retrato chamados cartes de visita badoze difieren-
tes modelos de cartes mimosamente Jithographados e dourados, em cartao bris'ol e em
cartao porcelana, os quaes sem alteraco de precos, estao a escolha das pessoas qae se
retratarero.
Continuadamente se recebe ua Europa remessas xle todo quanto diz respeito a
photographia, e ainda o mez passado pelo vaior Guietme, e este mez pelo b-igue Belm
receberam-se de Franca quatro grandes caixes com orna bella variedade de artefactos
productos chimicos e material para photographia.
No mesmo estabelecimento vendem-fe:
Todos os productos chimicos geralmente usados em photographia e garante-se
o estado de pureza dos mesmt s;
Machinas pholographicas, envetas ae porcelana de diflerentes tamanhos e vi-
dros para tirarem-se retratos;
Urna grande variedade de lindas e interessantes vistas transparentes para
stereo; copos, e stereoscopos de madeira envernisada com lentes prismticas que se ven-
dem a i25OO0 cada um com urna duz;a de vistas transparentes
Tambem vende-se por 50$0 O um apparelho cooopl to para fazerem-se peque-
as vistas ou retratos. Ao mesmo acompanham as explicacoes precisas para eu uso.
Qualquer pessoa pode fazer vistas ou retratos com esse apparelho.
A offic;na e galera esto abertas todos os das e a tudas as horas.
Xarope e pasta de Seiva
N. ^ Da
SPF* CORACAO 11E OUItO. ^ A loja-n. 2 D ioiitalada CoracSo de Ouro oa ra do Caboga, acba-se "era em diante oftorecen-
do ao respe.tavel pohlicocom especialldade as pesaoas que honrara a moda os objectos do 'aluno sol
dez dvoiZ*0* m Ce0' d ,M em ,ra qalqUer p,r,e' t"*Maio-ti qualidade e a s
O respeitavel publico avahando o desejo qoe deve ter o propalarlo de om novo estabeleclraen-
lT.Jtr pI0.*re5-nr fea DP mus enm peifeilo bnlhables,e.s.neraldas, ranina e perola ; verdaderas et- agarras, modernas vele
JScom'" fL *;rKT*L'!V"Jl!^l-?*n """"."' t,el Pre? de M> raei de
oseo)
eos de
Hartos-o
l^^,,'^ b,,,n Variad0
f'i^S?*rSrah0>S T d,ame' rublos e esmeraldas, obra esta importante ja1 pelo sen va-
Sr?M rtt.V^0' br'DCfS a f"rma "3 de,iCJa maoloha de mCa o piogeote contendo es-
fi faa senll r^fa Peni1"' g0M Tia"' alflete ',ara va o me*mo oslo, relo-
Sol?* cr. ["y?*?.^^****'*1*"* tomen, diversas obras de brilhantes de
Tn^ml^^^rr,eT7 i',' P"01." "vilbanM, aneis com letras, carletas de
mi'r vi lafct>erta pira retrato (* inRleza) brioeoc de franja, dito a impmtrrt toda e .joal-
ffiriteiEft?r.:*,r,l'M hrS d" Cabe,, ^dlaa ImPn'S a amabilid,d aos coocorrentes delxando-
rec LlvS m S d Cerl2S |M,0S P0rqae (,lesrull,em amaneira de fallar) dendo-se o
preco taivez alguem faa raao juno da obra, por ser to diminua quaaiia a vi,u do a valor.
lo, m ZZ Vnl^mn'Wl tr(.1Ca'fe ouro' praU e pedras Prendas, e tambem recebe se concer-
tos, por menos do que em ouira uoalquer parte, e dao-se obras a
e Coraca^ile Ouro aberlo at as 8 horas da noile.
musir com peohor, conservando-se
lqi">r pessna qne se rtiricir
ao Ciragio de Ouro nao se podera' ensaar com a raa na
l^*.Sir'? 'Im COr,ca l!W,!,or"fl "in,a"' d roarella, alem de nutro qnTf Le'J
roiolo (lo se adven, em ronse-piencu de lerem ja' algumas pessoas encanado com oulra casa
1 r~--------------'-------------------------------------------------------------------------------------------------
urn

Em casa de Teod Christiansen, ra do Tr'a
piche-novo n. 16, nico agente no norte do Brasil
de Brandenburg freres, Bordeanx, encontra-se ea
ectivamente deposito dos artigos segoiotes:
St.Julieu.
Si. Pierre.
Larose.
Cbateau Loville.
Chateau Margauz.
Grand vin Chateau Lafitte t858.
Chsteau Lafitte.
Itaut Sauternes.
Chatean Sauternes. '
Chacean LaUur Blanche.
Chateau Yquetn.
Cognac em tres qnalldades.
Azeite doce. Precos de Bordeaax.
Hdame Vfillccbeao Buessard retirande-se psra
a Franca araba re m a sua loja de modas da ra
da Imperatrli n. i.
Madarae Hillocheao leudo de sahir no (ni de
fevereiro convida as senboras suas fregnezas a
aproveilar esses poneos dias de liquidac.o para
vir comprar o bom. e barato, parilcularmeoie- em
ticos vcrdadeircis, rendas, bordados, fitas, trancas,
flurep, miudezas, leqaes, pentfs, espartilhos dose-
uli ira e tnenin-i-', e mnios .nigos de modas.
Precisa se de orna aun
urna b pessoa e pagarse bem
16, seg-judo anaar.
, te* e ^adeamenlos de ferro para jardn?, cercados para animaes. chiquei-
, de todas as grossorss c mu^veis. vm%wm
Porteiras de .lifft-reiitts tamanhos para sitios, jartlina, cercado, e-c.
DO
l'iahclio oaaltlmo
DI
p^ara(,des mui preconifada pt[&g abfos itedl-
cos de Pan, cora as melhorea al boje diseoberlas
para a cora cena de todas molestias do peito
bronchites agudos e chronicos. asihma e ainda das
alfeccoes das vas urinarias.
DIPOMTO BSPBCIAL
31Ra larga do Rosario 34
Phartnac:a de Bartholoten dkC.
Annuncio
O Dr. Carolino Prancisco de Lima San- |j|
W 'os-moddU se P" a ra do Imperador MC
m. 7J. segundo andar, onde e niiooa no !
S5 exerclcio de sua proferto d- mt dico.
USm mm mmmmmm
. Trocam-se
nrZTL^"? RI,,M d0 baoco d0 Bf"il oa
praca da Independencia n. 32.
tundido da Aurora
Amis amiga desla provincia e com ttdas as
peireicoes era seus machinamos, cflerece a sena
numerosos fregoezes por razoaveis precos soas
manofaciura?, em como que tem om bora pesoal
para com rapidez fazer qoalqotr concert ou ebra
nova.
s
Calcado
fraucez
Rna \o
t a. 7.
Brlnquedos
sIIcmcs
Ra Nova
n. .
af.
Vesd'picnieiro e bordador de Paris.
23 IMJA 0 IflPKKAIIOK 93,
Defronte a igreja de S. Fraacisce,
Concurrencia impossivel
justificada pela suppressao de intermediarios, pela compra directa das materias primas, pela exe
cucao dos trabalbos as ufflcinSs da casa e pelo diminuto lucro c Animado pelos imoorianles negocios qoe faz com grande parle do naundO catbolico da Europa
resol ven o anDunclante estabelecer fiiaes da rafa oe Paris em diversos paizes longinquos que
oiterecem vantagens, e veio inaupnrar o primeiro eslabelecimento nesia cidade, sem dovida urna
das mais adiantadas e commerciaDie da America do Sul, e que por Issd mesmo necessita d'oro
enaDeiecimento que nada deixe a desejar, quer em reseo s precias materiaes e quer intel-
Os Srs. sacerdotes e demais pessoas, que se dignarem visitar o estabelecimento, abi acharao
seropre urna grande variedade de todos os objectos para larejae para o clero.
OURIVESARIA PARA GREJA.
Novos modelos de custodias e de vasos sagrados.
ALFAIAS DA IDADE MEDIA, A' LIZ 13.
Os precos variara segundo o tarcanho, o peso e. a forma.
TAjfpQARIAS E ARMACES PARA IGREJA.
Fornece luda a qoa dadq de armacSes, por precos mdicos, vontade do freguer. j
sempre urna pessoa no estabelenimeoto para Ir tomar as medidas necessarias para completa
para o serviij) de
na ra da Cruz n.
Feitor.
Preci-a-se de um f.-n >r para sitio que entenda
de j.rdim j_na ra da Cruz n. 48.
M noel dos Sanios Pendra Guiroaraes scied*
i'fi>a ao respeitavel publico que de hoje em dianie
deixa da usar o apellidu Guimarese asignar-se ba
nicamente.
Manoel dos Santos Ferre'ra.
facao da encomrnenda.
Ifndo
satis-
NuVAS UMBELLAS PRIVILEGIADAS.
E.stas umbellas de moras, adoptadas o r S. S. Pi IX. tem por sua perfeicao, novidade
e riqueza a dupla vantagern de cobrir ininramente o Saniissimo Sacramento e o padre, sem diffl-
cnltar o andar.
E:CLPTRAS EM MARFIM E EM OSSO.
Imaeens de Chrlstos, caldeiriiih.s, erases, quadros e todos os objectos devotos.
Objectos-em argila, simp'es e prateados.
Todas as informacSes sero ministradas gratis, acerca dos ornatos de igreja.
Cooceder-se-ha facilidade para os paKameatos. *
Eis o calhalogo do que tem a venda :
yxrande aiinazem de tin-^j
I tas medicamentos etc.
91
m
m
M
p
lina do Imperador o. 22.
Productos chimicos e pharma-
ceoticos os mais empregados em
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tura e para tinturara.
Productos iodustriaes e tintas j|
para llores, como botoes de flores g
e modelos, em gesso para imitar i
fructas e passaros com o compe- S
tente desenho. I
Productos chimicos e indastriaes M
para photographia, linlararia. pin- 1
tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sap- jg
prido directamente de Pars, Loo- i
dres, Hamborgo, Anvers e Lisboa *
pode offerecer productos de plena M
confianca e salisfazer qualquer en- ^
| commenda a grosso trato e a reta- |
| )o e por preco commodo.
mmm mmm-mmsi&mam
S^ooel Power Jolmstou k Companhi
Ruada SenzalaNova n. 42.
AGENCIA DA
Fandloia deLow Hoor.
fachinas a vapor de 4 e 6 cavados,
Mfteodas e itteias moendas para engenho
Tanas de ferro coado e batido para enge-
nho.
Arreios de carro para am e doas cavallos.
Relr.gios de ouro patente inglez."
Arados americanos.
arhioas para descarocar algodo.
Motores para dito*.
Machinas de costara.
U CiOmpanhio fidelidad de gafos
K martimos t> terrestres
m tabelecida no Rio de Jaueiro;
*^eSrvti BM PBRB>MBCC
fy coropatentemeote antorisados neladirer
Vm tona da companbia de etwo/ pfd S"
de .tomara seguros de navios m-rtia!" S
De
ICASULAS.
anas, de veludo, de crina e d
galci lustroso.
I's damasco cem cruz de ouro e
oda.
De damasco dnbrado, cem diver
sos bordados em relevo na
cruz.
De lecido de'prata oo de curo,
dem cem diversos bordados em
relevo na cruz,
dem dem mn>to ricas.
De veludo de seda com cruz d*
turo lino em relevo.
De c hamalcte de seda bordado.
Goiiuras e da idade mdin.
A cor da casula Dio influe
preco.
CAPAS.
De veludo esifado.
De-damasco.
De lecido de prata e de ouro.
dem cura emblemas em relevo
e ricas franjas na murga.
De veludo de seda.
De lecido de prata e de ouro fino.
DALMTICAS.
O mesmo prego das casulas.
ESTOLAS PASrORAES.
De velado estofado.
De dito de duas faces.
De damasco.
De dito de duas faces.
De tecido de prala ou de ouro.
dem dem, com emolemas em
relevo, franjas e bordados de
torcal.
dem idem em relevo moito ri-
cas.
De tecido de ouro e de prata Goo.
De ciamalojte bordado de seda,
com duas fare?.
VE'OS DE HOMBROS.
De tecido de Lyao.
De u'iio dobrado, de ouro fino.
De dra.asco,;feordado em relevo.
dem idem, moito rico.
VE'OS 'Afta EXPOSICO.
De tecido d* Lyao.
De chamakte de prata com em-
blemas em relevo.
Dedil" dito, muiio Unos.
VE'OS DE SACRARICS
De Indos n preces.
HA.NDEIRAS.
Da Sania Infancia.
De coofrarias de Nossa Senhora.
Parochlaes, qualquer que teja a
invecacao.
Guifies com emblemas em relevo.
A adleca varia de 35J000
3:000,5000.
PALLIOS.
Em veludo estelado oas quatro
pomas e no forro.
De tecido de Lyo, com oo'o
De dito de prata e de turo lus-
troso.
De dito dito, cem quatro emble-
mas bordadas em relevo.
Muito ricos, inieiramenie bor
dados em relev.i co:n ooro flao:
PANNOS MORTUARIOS.
De Ia.
De veludo luglez preto verda- 487
deiros 541
Ue dtmasco dobrado de brocado. 650
Estes paonos tem d larpura e tres de coraprlmento.
ROUPAS DE IGREJA.
Alvas de panno de Hoto fino.
de cambraia fina.
< de panno de liotio, para
meninos do cru.
guarnecidas de reedas finas.
de tilo, de rici-s de-
senbos.
Roquetes em panno de liobo sem
mangas.
< < com ditas.
A inicios.
Toalbas e sanguinbos.
Corporaes de cambraia fina.
Toalbas para communho e aita-
res-
Guarnices de rendas para alvas.
Ditas para toalbas de altar, aos
. metros.
Toda a qualidade da rouia ga-
rantida e perfeitamente execo-
tada.
DIVERSOS OBJECTOS.
Bolsas para tirar esmol.s.
Corddes tinos para alvas.
> para meninos do coro.
Voitas, s dnzias.
Cintos e cinlurdes.
Sacras de altar, em cartao.
Ditas em quadros.
Marcas para miseaes, com seis
pernas, em chamalote.
Flores anifloiaes, o ramo.
Bstfos e todos os demais objec-
tos de igre)a.
BRONZES DE IGREJA.
CastiQaes para altares, praleados,
de novos mcelos:
325 milimeiros (12 poegadas).
433
(14 c
i (16 c
f (18 c
(20 c
< (24
c (30
Cruzes de altar, correspon lentes
aos castifaes, o par.
Tboribolos e navetas prateadas.
Caldeirinhas com hysopoo idem.
Custodias ditas e dour*das.
Lastres ditos e correles fortes
para os mesmo?.
Cruzes para orocissSo, com ralos
dius.
Varas, alabardas para snissos e
cadas para porteiro..
Estes objectos todos sao em co-
bre e uo em materiaes do
composicio.
Este estabelecimento recebe constantemente pe-
los vapores francezboticas para h e meoioas, luyas depelicade Jouvm brancas pre-
las e de outras diflerentes efires, brinc.s de curo
bom ce le com nfeites de erystal, nliirxa moda
de Pars, camnhis de costara com msica, vistas
sellas p?ra quadros, extractos, banhas, bengalas
chicotes, espelbos, quadros, molduras, esicrioscoD
com ?rande soriimento dasjnais piuosescas vistan
realejos, secerdions, lindas nonecas, carrinho'
cabriolis para condozir criancas, cavallinbos de
andar por molas para meninos menlar e ootros
rouftos ob ecios fratcezes que eslao expostos a vis-
ta dos compradores; na loja do vapor rna Nova
Precisa-se de
forra ou escrava, na
urna ama para eogorr.roar
rna do Hospicio n. H.
Publicado jurdica.
Preleccdes de Direilo Intei nacional e Je
Diplomacia com applicacao e refertncia de
seus principios as leis par aculares, con-
vincoes, e aos tratados do Brasil at 1866
pelo Dr. Antonio de Vasroncellos Mene-
zes de DrrjmmoDd, lente sutstiluto da Fa-
culdade de Direilo do Rccife ele 2 vol. in
8o brocb. por lOOCD pagos entrega do
primeiro volme, que constituir a primei-
ra dessas obras.
A ultima dellas acompanhar um epilogo
dasdi, vas ao direitos e deveres do esiran^eiro no
Brasil, bem como aos do Brsileiro fora do
Imperio;
Assigna-senas lojas delivros das ras do
Crespn. 2 e 9; do Imperador n. 13; da
Cruz n. 52 na de encadernaco do caes de
21 de Novembro junto a typographia do
Jornal Jo Recife ; nos escriptorios das ly-
pographias do Diario de Pernambuco a ra
das Cru/esn. 44, e do Cofeio do Rccife
ra do Imperador, n. 79 e na loja da ra
da Imperatriz esquina da ra da Aurora n.
n. 2, loja de lomja.
Depois da publicado da primeira obra
nao sero mais admiitidas issigna(u3S e-
mbase las serao vendidas por major preco.
Precisa-se de 3:0GV sohre hypoibeca : a
quera convier annuncie a sua morada para tr
procurado.
Para o Sr. Dr. Manoel" Doarte de Paria resi-
dBte na tilla da Escada, exlstem carUs na roa
dO Apollo D. 4.
A ma,
Precisa-se de urna ama que saiba combar para
casa de hornera solleiro : na ra da Gadeia n, .',;:,
Precisa se d-, cma ama que salba cosinhar
npm e sirva Dar ir as compras : ca ra da Im-
I ra|ll_D- 34, primeiro andar.
Aloga-se urna prea escrava qoeleja fiel
nara or-ervieo de urna casa de familia, e que sai-
vender na ra : quem liver auuuDcie ou din-
ji-se a ra da Concordia n. 3.
Da se bolus de veodagem
na roa Imperial n. 3?.
a tusiao a pataca
Se
nrw>n mn^j!ar,Jas pars arvoJres- Plantas e ootros objectos da ferro qce se ven.fem por
JKS' no arfflazem na praca d0 Gaes de Apol,ao p da pte
alguern deseja posuir um retrato o
mais perfeito possivel de sua amante, que a
repiesenle tao bella e formosa como ella
o'u se figura imaginago, venha ral-o em
porcelana, que ha de produzir o mais dese-
jado effeito jossivel lano quanto fe pode es-
perar em perfeigo de qualquer svstema
actualmenie ct.-nhecido.
Os retratistas americanos i ua Nova n.
52,tiram retratos em porcelana por pre-
cos reduzidos para os.dias de testa.
Casa ao ilonteiro
Airjga-se urna casa na povoatu do ifooleiro-
com bous coramodos, aceiada e banhos nos fun-
a tratar na i ua do Crespo o. 23.
Aluga-se o 2 e 3 andar da casa n. 2 da ru
estrena do Bosario, confronte aolcira do Sr. Ozo-
a tratar na ra do Queiraado o. I.
rio
\M'A
Aviso esseucial para evitar qualquer erro ou mf.
Os Srs. compradores nao devem ignorar que o ouro n5o pode ser fiado nem
tecido, e que por consegointe os gales dos ornamentos chamados de ocho nao s5o de
prata dntirac/a, os de ocao bem 'pio s5o de metaj dourado e os de ooro falso s3o de
cobre doorado, e como tal confundir os ttulos que se Ibes dea sempre, que sSo mera-
mente commerciaes. >
Os ornamentos que o annunciante tem venda sao o de galoes de ooro meio
finos, falsos oa de seda, m mandando vir os de ouro m j)or encomrnenda; e nhum
objecto sahe de seu estabeleci ment sem*ier acompanhade d'uma factura por elle firma-
da, especificando a qualidade do objecto, para poupar-se expiieacoes sempre incon-
venientes ao depois de realzada a venda.
Agua mineral
ferruginosa, acidulada, gazoza e carbnica
DE
ORKZXft.
.Ousod'agua de Orez/.a mui particularmente
recommendado pela PSCl.la de medicina de Paris,
para todas as allVcces Jo lubo digestivo, ingorKila-
aieato das viceras abdomines, e t;eralmenie todas
as molestias provenientes de fraqueza orgnica, ou
pobreza de sanpnt*.
DEPOSITO RSPRCIAO
31-Kaa larja do BesarioJ4
Pharmacia de Bar I lioloiueu tletbodu Castiftio.
ManoeJ Jos de P^na Simoes, profesw part -
eular d jostruccao elementar uelo meihod i Ca
lilho^avisa aos i>ais de seus alumnos" e ao respei
tavel publico que m dia 7 de jneiro do eorretite
anno, esura wia aula aberta na roa da Prala o.
>9, segando andar, assim como recebe peneloni -
las e meios pencioui.-ias, por pre^o razoavel. Na
dita aula tambe se en-inain as materias segua-
tes : (raocez, lalim, geoijraphia t> mu fea.
4TTE^\0
O abano assigoado comiira t.id* e qna|qar
)BBijdide de algodSoem carolo e assncar os inr
teres dos dirijara-se ao Dovoado de Trombeus
30 rpo # yira na fabrica a Moer. F
Albuquerque Silva.
WCRAVOT"
Precisa-so aJog'*r l"" "f**0 para faztr com-
pras e -nais serviCos u*,*Bte*M ? fa?ij, P
O Dr. Francisco Goncalsea do Maraes raudoo
.na residencia para a roa Direila al 93, segondo
andar, onde acha-se prompto para exercel* sua pro-
flo de medico.
Precisa se de urna boa coziobeira. torra ou
captiva : na rna do Imperador B. 19 aegundo
D-se dinheiro
lia o. 5.
a juros : ua roa da Coucor
Aos enhores padeiros.
E' geralmente conhecid* a ulilidade no empre-
go das macninas, qoe inm p trabalh. cooi a erunmnia do hracos. iNcste caso
pois, esi.i.i as machinas para corlar Macha, coja
ulilidade p condecida de alpans piddros uue
dellas Mzem uro por rnei:i ile inaniVella, tDleudo
o rrsjlliado mais san.slacijrioe nereilo.
Na padana da na l>Wia n. 84. ha >erain-e de-
positi de-slas machinas com curiad, iras para t.vlos
os lauaobos de-bolachas aqui u:ad:s, n tambem
para aramias, e qur/por ire:n em direciura e de
propria coma do> E-lados Unidos, se venden por
prego mo*to barato, com o ,a de re iuiroduzr to
reeonhecido melhoramc.nio.
Alugam-se
duas casas terreas, sita* na Oapunga, ra da Veo- i
lora, |unto a. port> da jnva ssorro, de ns. ?,i e
34, leodo cada urna ozmfa r.,ra, rnfciinbj^ etiiha.
ria o quintal murado : a ir^ur na roa do Trapiche
O. o.
i- _
Precisa-se de urna ama que .aiba lavar e en-
gorara,! r : na ra do Trapiche n. 36, segundo
andar. N
Precisa se de um bom
nova de Sania Rila o. 51.
cozinbeiro: oa rna
Revisita do iustituto .trcheolo-
l?le e Geographico Pernani-
bneano,
Sah o loz o n. 6 e arha e a venda, assim co-
mo os numeres antecedentes,, na Imana Econ-
mica, ao arco.de Santo Amonio.
Asaignase por asno 5OO0
________Nmeros avulso 150
*. *
i
MM
ffsndo-se bom
Dos n. 36j
ordenado
T* roa it %r*rt de
CIIXEIRO
Na pdaria da rna fl^^H^
OS HISERAVEIS EM PEKN4HBIMKI
flece de; eenlos viridicos
fOB
VICTORIA NO PAi.HA RES.
A*nfoa*sfl oo escripiorio desta lyoogranhia a
rataodallOOQomeiiiplir.
,- A'om-s a parla da casa h. 92 da ra das
A8ua Verles: tratar na mesm.
"s^rs;t
(>onfeitaria dos ananazes
Ruada Crnz m. 10.
Ha diariamenle presuntos superior, dito
emfambre.
4loti*e o andar iio senradd o. Si da rus
do Imperador e lamben) om* ala potn dous quar-
lUM np primeiro andar, propria para Wfnf)fJ-':
ir:.*jatt-acc?'>ri*. '
Aos amibos do p.-o# esso
Th. Mootaign-' chegadn utl roaineote das grandes
AiHiihas Americanas uiig.. admitlistrad'r e di-
rector dos irabalhos de frondas de a.i aosSr. faz^ndeiros.pie leai .m >ou |u|,.r <^ plan-
tas dos sy.,lrmas os n-.is m Umj<, ,< n&a< pro
porgues de apparer,us para a^uear e deslstwo
coniinua e periodo-a para irstmdeota de canoa
rbum e licores Tolos es>es ^y<^mis sj0 do;
mais economtcjs tamo para vamagem dos nroduc
tos cono daecoiiotniM .lo combustivel
,?X?!.d "' "Jnr fer eiies
irabalhisdrbalio da s a terca.,
Para tratar roa .\.v, o. 43, diodo-se toda, as
*pUay6.'S cuntenienles.
Precisa se de um hoiem forro ou escravo
que se queira eocarregar de *e.id4r ama em urna
carroea > na ro da Imperjirlz n 3!>. 3 aodar, se
dir.
Prensase de nina mnlher que cozinhe e engom-
me para casa de hornera so leiro : na roa do Rn-
gel n. 3.
Antonio Francisco Je Horaes'e J lu^Leopoll
do do Reg Villar, declaran? ler dissdvido amiga-
velmeole no da S do .-orreote a sociedade que ti-
ohara sob a firma 4e Villar 4 Maraes, om a qoal
gen-ara o estabelecimento de miudezas a* ra do
Cabug n. 4, ficando o m-smi estabelecimento
lodo o su activo e nassivj car e
smente d> socio Aotunio Prancisco
desde o du 2 do cjrrenW. Recife t6
1867.
e
PJr cunta
de Moraes-
de Janeiro de
Aotonio Prancisco de Moraes.
Joo L'upuldo do.Rrgo Villar.
Alusra-se
um sitio e cana em Santo Amaro estrada do Belm
n. 6 : a tratar no mesmo silio casa encarnada bu
a ra do Brnm n. tjrj. "u

uZi Wot*""T3 ptrticur Fraoehea Amalia
or.flir, hl scieu'^ ai woeiiavcl ,-abii>o que
bro a so anU no dia |Y ,m rrenie, -i.cpbe
Precisa-se do um caiieiro para a Uhem n.
ponte doMon.eiro de 12 a 18 auno' ,0m "l-
juem aj^ljender dlrija-se a aesma. P &>'
Ama.
Ni roa estreiu do Resano o. 31, 3* andar nre-
risa se d urna ama. woar, pre-
"?,.?,r,"'",-""'"'"".'^*'''s'


_A
i




I*
i

Ai.r.o te* bkf Sexta elra 18 d< huacho de isJn
I
-------
vista a pu-
ao en-
lft. SEVIAL. 1
Para o tratamenio e cura rpida e completa das molestia svnliiiiticas erkvnp
tas rheumattsmo, bobas, gota debilid.de do estomago, in&iDBXfeSrSS do S
abaco, dores sc-aticas. cephalalgias,nevralgias, ulcens cbronS, hydSSeai^iaari
sus, gonorrbeas chrontcas e m ge al todas as molestias em que se Sha em
rificaco do systema sanguneo. 4 seienoa em
k a Co"*Merae5i!* geraes
fermooavSlo* "* ,naprec,avel' cuJa Nriane e valor sest reservado
M^^ das ^ orgnicas, recitando
ando as" SvistiLoS SSL? JPV desvirla?30 d** forCas vitaes, occasionada, se-
Sy^gjgB^^g^ (""baaidomesiresda scieoci. pela depra-
SiSSSSSwSSUSfSSi d\accao maligna desses mesmos mo?b.
im^edato etretc etc? ^ "f aCl da reSp'ra$' pela via d,gesliva' Pel >**>
da quetsseISvP? aST? '^ ai>arti,,ia da humaD*de, e como fra de duvi-
v^fem das a .1K liS^Si m mleSlia heredllar> tem sido obser-
^ttSSf KS^iSS? de ^8 Suas frmas t3 variadas> enfraquecendo
pSosas ^ produzmdo muUlacoes, e cortando ainda em flor da dada vidas
toinarafSAtSS 6SS-S priflcipi?s deleles- e purificar a massa geral dos
vo Sarn^m dJi d lemp ,mmenorial fim constante da medicina, e oipurgati-
vos Sguram em pnmeiro lugar para preeacher esse efoafterar ou/m.
inmensos aoSeV?Si?. "I01"' SS.parf? merccer a Prefere sobre todos: os
ftara Itafr^fnam, ^V-6 deste salutar agen e tanto na Allemanha como em
ffi I??3 "*** '^nnnvel de qaasi todos os doentes.
melenas, como cima uisaeuais, deseas s alterares dos humores, o
tffli
Aoooselhase ao lataremhi Timboassu', ao par
to amigo rellor de obras publica?, que procore
oolra pessoa a quem pona Iludir dolosamenlt em
Wfecios -le trra, e se d.rxe de intrigas mrtera-
Yels com que procura vilmente acobertar a bestia- "" do Hondero n. 99
lidade di sua inteligencia, a nihilidade de sua pes-'
'(a, a e; hemeridade de .na pparlci meteorlca
na ai tosphera social.
O engeoheiro porque sabe en.enfria, e uao te-
me os aa alhemas, a escomroaoho do cyniro sa-
cerdote de Bacho.
Bom negocio
O dono da/abrfca vapor de chocojale,
-
*elo.
COMPRAS
Precisa-sede urn caixdro com pratica de
taberna, de 14 a 16 anuos de IJade, prefere-iepnr-
logoetj no pateo do Terco n. lit.
Precisase de urna ama para casa de puca
ramilla : a tratar na ra da Concordia o. 6i, na-
dara. H
rt.
Oompram-sc escravos
Silvino Gnilherine de Barros,
Criado
Precisa-se de um criado :
o. 12, landar.
na ra
uro prjt;.
m obras velhas; compra-se na praca
do Queimadoj de^d!^!i^JojeJ^etes.
Coraprara-s Muras
I ^dependencia n. 12.
da la
52.' '$?Ua1*WU!u ** e em *eral em todasas mo*'estias em que Mer7ha
ver SSraSSSEPS? SangU'ne3; P0S e *** constante te feito
parara dnte nlrf Sr^3305 ?rav,ss,raos Pa minorar os ?offrimrtos, e pre-
Suaada de seu 2? JSSS superiores, j as menos graves a cura 6? coSse-
quencid ae seu uso, cenveuienieraenie repetido
pertenoe^t ^t^-^-^"'M-09,,,p0'i,?? do FUxir *&* ** Savia,
rSfiK?8 a rekso vegetel' e a ^raR,,e c'aihegoria
cis aspirativas e antisypbihticas; ass, ao {)asso
nrsmo, etimmando os principios nocrws saude,
agojs aKinas, neutrasa do mesmo tempo o
Comprase curo, prata e pedras predi sal em
j obras vtlhas : ua ra rt Cadea do Recito leja
I de rorives no arco da CoBcelco.
uompra-se na ra da Cadtia do RectfeV
oo, ouro amoadado detoJas as qoalidades.
Reriaba.
a padaria da ra Direila n. 84 pe dir' quem
compra urna negrinba com 3 aonos de idaue.
Compra-se urna escrava de 15 a 20 aoons
que saiba cosiubar e eDgoromar que seja sera
vicios e fiel, quem tiver dinja-se a roa da Gu:a
Coaiprflm-se osseguiutes
livros
* livraria eootmi a drfraote d
ct de Sa t-> Aoiaai.
Historia do Brasil, pelo- seguioies autores : Ga-
j | briel Soares, /oao de Harm Imp. VarnhaBem a
f.?Jll^lSl^Ulaios V*oS, devendo Damiio de oes.-Nova Lusitaofa'por Brl" "re.
A abaixo assigoada directora do colegio Santa
rsula previne aos pais de suas alumas de que
os irabalbos do coilegio sea cargo tero princi-
pio no da 3 de fetereiro vlndouro.
rsula aiexandrina de Barros.
Na roa da Gadeia do Recie n. 58, trocara- e
descomo Ca'XaS 8 binC d BfaS" COm Pe1u6ne
r .AiU,!wS^ urDa aM *m Beberlbe.: a iratar
com J. de M. Reg, roa do Trapiche a. 34.
ttlencao
el
D. Senfeorraba Germana do Bsptrfto Santo con-
vida as pessoas que Ibe tem eomprado ierras de
sea smo no logar d'Agua Fria a omparecerem i
nu" Mciui T**? ach" 0,n socio cam um P- Q- ,6- reoebeu Dova sortiaje.*) de
en.-l para dar ma,s sahidas aas KrOJes seoo floos extractos e essescia coor
con-iT,n,rS.'i;,e '"'" a dla. ,a,)rica: ?uera rosagradaveisf,3r3ler?.c, ti# sm,s
lambuiu para os caotlus, pox decrale hy^icnicos
par denles, opl la ingl-zi e fiauciza par. Utos,
sabooeies em Sarros quadrada*. outros iin calxi-
nh:?, e cuircs de b-j'las trn.K[iarenics para n; ', e
outros rou uVs eic calxl:his de louca para bar-
ra, agua da colonia de sup'-rli r qualirfade em fras-
L04 .is aiversosHamiohO!i.apr.^,agM amhreada
para Mobar e n fosear o f,>ti, >;ua rlrida ( da
, compra, veo le e I yfdadeira) inico .fe Kwv. e mu as ouiras per-
troca efectivamente escravos de amhos os exos! 'oma/'s que a vim da boa iu;.lidade ecommr.-
e de todas at idades : a1 ra do Imperador n. 79, | dM,dri,de dtt P"Cl1s. o coa.prador uo obied.ra'.
crct,roaudar' Meia pretasdema e de IiLi.
Para padres.
Vendem 5e na luja de raiuiezas a' roa Jo Quei
mado n. 16.
tara baptisados.
Bonitas chapeosinhos enfeitados, sapalinbos de
setim merm, bordados e enfeitados^ mo-ias de
feaa, e o d escocia para ditos. Vendem-se oa le-
ja de mludesas a' ra do Queimado n. 16.
Uicos e rendas dasilhas.
plil0J'a de miudesas -' roa do Queimado n. 16,
leceueu novamente outrosortimenio daquelles br.ts
e bem coohecldos biecs reodas das ilhas, cuja
fortidao, e seguran^ de lecido, Ibes da' imniena
doracao e os differentes fiss a que actrtadamenie
sao appjicados fum a gran.Je procura, e prompta
extracgao como rnustam.-mer.te tem acontecido ;
assim pois coneorrsm os preiendente, que a Vista
da commodidade dos precos uo obiectara em
comprar.
Perfumaras IlOVaS, -Bfc^ifaiQa bMUdts de cambra.
a ma do Quedado ,>** ^^tJlI^^^S^
de peiaman fciudoi de biancj e de cores, e mu propuos tara
centrada chel- vestidos de seaboiis e meoin'a-, e r.'e>: !r
rflne, [.hifoco- or,rjLS a que a< senbjra-
slerliuas : na pra^a da
ar-
nessaoeeniio preencher o restante do preco estl
palada aquelles que anda 3 nao flzeran.
que este remedio depura o orga-
pelo mecanismo natural das evacu-
virus sypeilitico quando este virus j
Z 25ST*S SSSf ssl k.-#^&*< ss
molestia, quando por -ventura se ade ella ainda *o
. m^qmm\TJ^mn--d"b f^^'ern.s: beneficio
Alo cotarainados -por este terrivel inimigo,
sabor agradavel d'este BHxir conc^
os individuos igneram completamente se es-
Attenipo
molsa-se de uo ama qe saiba betn
cosmter e faier compras ^ara pouca milia : na ra da Gadeia do Recife
Jo, priraeiro andar.
.
*- Precisa se de urna ama de leite
ra da'Praia n. 43.
a tratar na
papa
- latU A mu K
Precisa se de urna ama forra oa -ca
cozionar : na loja da ra do Crespn. 17.
re.-.Memorias aa capitana de S. Vicente par Frei
! O. da Madre de Deos.Antiaes da provincia do
; H*0 ^fa"de dd -cul. Por Jas F. Pinber Bienio.
' ras da Bahia, por Igoacw Accioli. ndice chro-
noloBlco dos factos mas notaveis da historia
do brasfl, por Agostinfco P. Malheiraf=. Historia
da revhico do BrasM com pegas ofiiciaes etc,
etc., por um membre da cmara l31 -Memorias
-dossaccessospulitioas pelo viscoae de Gavrtt.
Compra-se oea negra que aiba eozinliur e
engommar : airear oa ra do_Cabaga* n. 1, loja.
t'empra-sc
cobre, laSo e flumbo : no armazem da beta ama-
relia po' barxa do sobrado n. i9 da roa do lai-
peradsr.
Graxa
is.
era
Pwnarafoasco
JMa botica e drogara
SE
Bartothorneo Csmpanhia.
34-iRCA DO OGARIO LARA-3t
Precisa se de cma ama do (tile
afcbeiras n. (7.
ydia rea das
para akugar
n,?,ga;Sfi {>!roJ0,i:" -tf Predio da roa da
Gadeia do Recife o. 29, comauBodos-pa gran-
de Amilia, leudo solao sobre s.,to e mitote e
com magnifica-wti : a tratar com Cord-iro Sl-
raees no armazem do roesmo^redo.
MlM
de porta.
Vendem-se n escriptorio -deste DURIO
H5 rs.: ra das Cruzes n, 41.
"Veoda-se urna venda em twm local "na" fre-
gues.a de Santo Aotonio.quem (.reiender dirija-se
aotergo do Paraso a. 4, que se dir ju-m vende.
- Vende-se uei escravj crioulo de 20"aios da
*'M e P*r servico do campo : a -tratar
aos Aireados ra do AfctoeolotnO o. 4!.
-Vende se lencos e toalhas de labyrioto pro-
f."asJ.p"aba.rt!!f'do ,l<1d milta DBrn rabada, na

Retratos
,;
americanos
oin cartoes
{. Ra Xovn
nnunoando o novo systema de aaclratos
uas, c .(linnan.o serem elles muito duris, nao pretendemos
5S, pois ijue reconhecemos aa populacao
alftuns.
Sr ,wi? "^nielar contra os fetos annuacios e condimento ufficiei.te '
:;ll,,rlal'!".f, Pff'*as photographicas que por veotura vissem em noss.
para
americanos em laaainas esmgita-
iudir os incautos ou
desta formosaddade obotn-senso pre-
para apre-
i nosso estabele-
^rlu\,ow^T{f',fmdeSicet&lves- d6-;|das e Hexivei?, sao-tobarlas de em
Sbtato* O S, ,6rT I?aCa^,s f,el. ou 3t ^ frl<* dissolveies
mXiJj%^-^^mp**\*>bn uma abante superficie de inisma
Ka Pn? ni,, dC Urni '^^ e ^ll lio> b>taoBia.pfeitaiBaiito prora
r,S o ,,r Srf3 8PerIC'JPfi'-se o ernii de .aialie, o que tio transpa -
taodurocoraoovplro. Deste mado o retracto, fo coolando em s
absorvente, est
aaospbera.
Nie
bg'innos de modas etc., efe. ~ 'Vende-se* taberna n.-93,
^I/ri?6^ a9sK"atQras D* l'vraria E;onoinica "
detonte do arco 4e Sanio Amonio.
Aluga-se o seguedo' andar ^-soto da
casa n. 35 a ruado Imperador, assim como
o armazem n.^6co caes 22 deNovembro
a tTatar com:iiaiz de Moraes Gotees -Fer-
retna.
. ------ ~, sita na ra das
uoco Poma?, atento propria flara vender para
estrarh de ferro, tem morada para familia
tur ua mesma.-
a
a ira-
BotOes arandes
MTacomprar e<<-i?inhar occisa se
CafetadoB hfijf, lejaJe_fcalao.
te ataixojisiguados pactiei{
w ra da
t pequeaes, pret g e it ouras ekres.
A aguia branca recebeu um bello sortimeuto de
botes de diversas qualidades e ostos os mais
modernos, a eHes boa freguetia da a-tuia branca n-,6-
ecmparegam a ra do Queimado d. S
econmica.
_ Em caixichas, latas c. barr?, a' loja de nioffts
a ra do Queimado o. 16, rrctbeu novo sor tmen-
lo dessa boa graxa econmica.
La a para be ida f.
A loja de miudesas a' roa do Qneimado n. 10
recebeu novo soriim.nlo de l.ia fina de bonitas to-
rea, e como sempre vode a barmmenie, o .o sor-
timenlo a comento do c< tnpradur.
Booita caixinT)a;
Do madeira com enfeites dourados, e oulras de
metal para guardar j ..s. Ven.l.m-se na ra do
Queimado loja de miudesas n. 16.
{{afeite e srinalilr.s.
Na loja de raiude?as h' ra do Queirca to n. 16,
achareo os apreciadores do bom, um bello an-
menlo de bonitos enfeites para bailes, theatros e
casamentes; assim corno delicadas grioaldas para
noivas, eaixos de flores linas para enfeitar os ves-
tidos de ditas, e muitos ootros objertos, e lodo se
vende_ por precos i.o rasoaveil qu- o comprador
experiente, nao se aira ve a bjeciar a resptito.
Babadinhos barda Jas, aatreneias tlitos.
Todos de fina carnbraia e delicad s bordados.
Vendem-se na loja de m.udesas a' ra do Queima-
do D. 16.
Pionas brancas e de o es.
Vendem-se na loja de miudesas a' ra do Quei-
mado a. 16.
Franjas
Com borlas e sera eilas, para cortinados, loalbas
etc. Vendem-se oa loja de miudesas a' ra de-
'Queimado ti. 16.
Bas e b nias filas.
Ll?as e lavrada?, larti o estrellas^ vendem ;e
i na loja do miudesas a' roa do Queimado n. 16.
Boaites enfeites para vestidos.
A toja de miudesas a' ra do Queimado n. 16,
esta recenteisente provida^de mu bonitos eufeiles
para vestidos, sendo bicos de soda lamo branco
como pretos, de diferentes larguras e com vidri-
Ihos, ousero elles.
Trancas-e gal<5es de .--da dos nltmos gostos, di-!
tas com vtdnlbos, pelas e brancas e de differentes
larguras e costos. Fitas de velludo pret.s-ede:
cores, com lista as relas. E assim minias oulras
cousas de moda e nevidade, e Indo por precos lio
commodis, que a comprador flea satlsfelc e nao
onjeeta a comprar.
Bollas de lio; radia.
De diversos tamaubos L>ara brioqued
o*pyl:cam ero acr;o
gostit,asi!CCiohasbtode 5ieiro" e vedem e a
iSOihe ')$ cad< orna ; na laja S'agob branca ra
do Q letmado n 8.
AlUins para relalos.
A .icui blanca recebeu novo sortlmenlo de l<>
oilos aibuj para retr.ios e continua a vende 'os
comj rempra por p-.c>s commodos; compareg.'in
pfis >s pr,ti'iii-i/,. r,a do Queimado loja da
aguia branr? n. 8.
-N'ovo en'iiies para vesliJos.
A aguia branca a roa do Queimado recebeu ro-
vos enfeites para ve- iddi Murando- e entre eiks
as cascarrhas cditi ideo,. bra nova e de goao.
Bonitos chapeosiiros modernos e primoro-
samente enfeitados para senhoras.
A foja de miolezas a roa j Qjielroado n. 18,
recebeu peio u:uo vapor eies uautus cbape.si-
nhns obra de muito gofio n elegancia s brm ne-
cesaari'S para as siribora* que tem de dar a\f..:n
passeio as e.-li; Jas de ferro, assistir a lestes ees
ajrasiveis arrabldes, f,./.r visita etc., etc. A
qoznttdade peqoeaa e o preco corarnodj ^por ia>
quem nao se adiaolar aniscado a nao acba-ios
ma s em diu loia de oiiudca a ra do Queima-
do o 16. -
Carteiras le algibeira com tesoura. pente e
mais necesarios para viagetn
Wudem-se na ioj d*i mi i.kas a ra do Quei
mado o. le. -
i Coqaes Ogiutio rabeilo
Lisos e cre.-pn", siageius e coposlos, de g>m s
canudos e ndoados, cbenos rom let tinrples 6
de vidrinbos, ornados com Ikrcs e filas, ebra nava
c de gosto.
Para s^nlioras e weoinas.
Leqaes fintis. de n adrcperola a osso, todo de sao-
dalo e de sndalo era hN, com finos e bonito
deseubos.
dhi'fS de madYepercla.
Bonitos pentes de niaiireperola mu alvo para
coqu. s, Modas (Helias de. ^.;a dita para cinlu?, ot-
licades allineies e br'nco, ootCes para pucho?, o-
bra pruna.
Aderemos, pentes e Qv- lias ignaes de dita, t
brincos. Fivellas e fitas para cintos, ciutos mati
sados, obra Dovteiima e de poslo
Lladou enetten Efoooltoo pn^a
seuhoras
A sguia branca tem a satisfaco de notiir.r -.
sna lita freguezia que acal a de ceber lindos tn-
I leites a Bouoifon obias de!icads=, de coma e tiiti-
ma moda, o que sera devldameme apreciado pelas
excellentissiinas entaoraa de brm gosto Os pre
Icos destes eofeiie* >nn commodos e is ! quem se dirigir a ib:, do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Ramoa.de fllo?*e9 Ssas.
Coeu geralmerle Si-iudo, a loja da apuia bran-
ca o jai Jim das linas flores artifleiaes, e alen do
houi srtmeoto qu- svgipre se aeba em dita lija o
aguia acaba de re.cefcer novas flores as qoaec se
conhece o rigor d'arte imiiando as flores oaiorass.
Xa lija da fguia tranca a roa do Queimado n. 8
achr.ro os apreciadores to bem e delicado callo de
flores com compridas ratra?, rosas, ele, ludo ir
melbor gosto e priaeira qnalidade.
ifeias pelas para padres.
A aguia brama roa do Queimado o. 8 rece
beu novo sorlimrnto Gcquellas boas meias r. [..
de laia que continuara a ser vendidas a SCC9 o
par.
Visporas e domines
A .-.guia branca a' rna -Jo Qoelmd.. n 8 rec-
beu novo sorlimenio de visp&ras em caixas de ma-
deira e papelo com 54 e 36 can5ep, lendo eclre
elles aiguns erm chapa do metal para ecbrir n-
mero ; assim como dcmlne fm aixas de Kadtira
braco, e envernisida.
Hap Paulo Cordeiro.
Aloja de miodeus 'rna do Queimado u. 16.
rec: beu nova remes?a de rap Paulo Core, ro,
conlinua a receblo p; r todos os vapores, p r..
que os apreciadores sc!i-m sempre boa pilac'a.
C'oJkas t?s r'ojc'
i
S i^l:.".i!r!."."a e aeh* ,ifa l'quida$o do I-
V^iiho da Porto suparier om caia de
uta duda.
Vende-se no escriptorio.ce Aot-raio Lmz de
ira Aiev* Cruz n. 1.
i
apo
do WMiei firma ^ue nyrava a razio Mota i
<5i Kibwro licando m mesro-m reepoosavels.avfcom.
primeo:.) de todas *< trapaceo*; ledenles m. mes-'
ma Bra. Recife *5 de aoir..^.. 18*7 i
railnerrn J^r^o da Mota.
' aaoel'Luix-Kitieir
Vcade-se
ma-hinas americanas de srretes para descarocar
aJgodao : na roa da Sen?alia !7bve s. t.
it 'di roa
Vende-se a casa
Precisa-se de na
bellas pinturas, )orem m de
por.:elIaQa e o marlm ; e -as nossas Jami-
se serviram e maierii porosa para as suas ma
suosturiGus duras de superlicie m icia, coma a
as t;;n iqual .aalidade de superficie dura e macia.
iIn ,11If'nalra!ltecon 'damos quees, que por qua'fljuer causa nao tanbam coose-
)Z'r ri?. nef-ot403.Mlpacto3 pw outros. systemas, a virem experimentar o nosso ; em-
. t-iicm-j, eataoioda a nossa paricia e.conbecimonto artstico am de- Us agradar,
v..iij!j.; que seja.a numero pedido de retracto;.
N. 52, Eua Nova'N. 52,
Ciada iuu saiba cos-
ohar_. oa rajK. tirador n_ 73.^tooWndar.
m"Z *'*ei8'-se de a, criado tiei r compras e
7J, segundo andar. ...
IMough.
91


AO GRANDE S. MAURICIO
TIalrl Hwpar e lustrar a vapor.
i 0-rtMT/fl
i>
29 Kua 7 de setembro 29
Defrante da roa nava da Ouvdar {Ra de Janeiro)
?MKoih, trabalhar com aa maclHnag mais aperfeicoadaa para fingir e lustrar, de que se faz uo na
Europa, eajudados por alguns dos melhores olficiaes de Paris e Ly J, podem assZ
Z orttaariST8"8 Uma Perfet3 0 trabalh0' aqa 86B30pde ^?S3 prS-
... Jiofn>.'JJlmpain e demorara com a mahr perfeieo e brevldadegualauer
qualrfade de fazendas, ttram nodoa. e limpam secco sem mollar aa sedas e as vestimen-
tas de senderas e de homens.
Preejsa-se aogar*ma sala arada que -a
.com ponen commod para um moco*olteiro:<7iwrn
M**fpara alagar dirjase a esia ly^cgrsgbia.
Feior
Precisase deai pessoa estraageira era SanCAooa ; a tratar na ca-
vo fi ^ ,HuW,e ^ rua'c' T^fche Ka-
Precisase de duas ama" iosas7 seedo uma
para .eotmhar e ouu-a ,p ra sarvir era mstdados
na roa das Oums a. 36, segando andar.
Mismas
Sao convidados lodos os reverendos senbores a-
- de. Joo Fer-
naedes Vieira, oa Soledade :j Iraiar ca ra Nova
Vtnde-seumaporcao de rotula? e janellaide
amarell... md-ebra rao-lerna- a trataroo caes de
Lapubaribe.-ii.i, oDcina de.tjrnfiru.
Veode->eoma armscon-io serv- para uual-
quer ti.-n.icio, tendo a casa mmada indepeneole
nasjCinco-Pjutas n. 68.
V Olese um uiolei| i- do Idade liloo*
bonita figura -sera acha.jjes.: a traur na ru
.eslreita do Rosario taberna n. t
ou
. pan trioquedos. veo-;ADodmo8 e!ectro-n):;?neticos contra as
i loja de miodesa^ a' roa do Queimado vulsBes, e para facilitara de
i crlancas. A aguia-braoca na ra do 11
mado n. 8 recebe-os pn- todo; os
i res francezes.
, h esi.io io coobec-a..-, e tanto t, esoa
ja fama desses prodigiosos collares It -.*---r n ,
u rna desneceissrio der mais alguni.
itoBo de seu i,,,,;- e ecazes effeit08. tJ
tstemonho de orthares le pt -- as, qne lm vi-,
eaproveifado o Miz recitado desses lio met
DecessariM cellares Royer. A qootdana'<
''. qu rao leudo, raost'a aini
eleva eom i do.-
cea, p-rc'n:. a -
erescida
e namero dos prodiaicy
^ compradores. A agoia-1
snu'0 fiicnrrer para om 6m do lano ai
m4ik'< '' '""to os Becestarits podidw. pai
por lo,''"" os vapores francas Ibe Seja remelidj
certa qn, mraaae de ditas collares, para,
nar-se in, liv'fl o sortimen'.o dees, na lo
p-.ia-br.ir>.-, ri|a do Queimado o. 8.
O rna
cerdotes i|ue quierew celebrar na greja do Coroo
Sauto, na manhaa de sabhado 19 do crreme a
ceceber a-Ju a esmola ej| <:ada um.
d$:

DE
J. VGNES.
9t.-W. RUI OO 1J1PEBAOOR jf. 55.
,a ^i"'?^0^**amiga fabrica sao boje asss conhecidos para que seja necessario iDitir nh
mnHm tfiVu^dadnU,Vi.am-eDte COD(lis,ado ^bre todos os que tem pparecido allupraS Zl
MMhmr^to'?LT bedeCem ,0daS ," Y1tad98 8 Ciprichos Pl"SS K
Sos bar J^lm. 2. I? de proposuo, e ter-se feilo ltimamente melkoraraentos lupoVu
tonSSSnt^f? TLMoommau>, ta.ni0 BMU abrlc eomo *> 8r. Blondel, de Pirii, socio
^7^diJXr,^ThC^Ul otua 5emPre P"'o e todu u eiposice*. '
^^SS^t^TSZ^Tpra r "P'?"**'f var,d wrtfiniaide,BVasfcs dof
DA FORTUNA.
Aos 6:000^000.
BftJbetes gas-autldos.
A'RA HO CRESPO N. 23 EGASAS 00 COSTME
O abaixo assiguado vendeu aos seus rauito feli-
es bilbetes garantidos da loleria que se acaboo
de extrahira beoeflccda ireja de N^ssa Seobora
v.l,d*luP*4e,0<0d'1. os cguiates premios:
A- 1706 bilbeto iateiro com a surta de 6:000*
N. 1243 uxa meiocom a sorta de Ij200^.
. 790 doua guarios com a .-orle de Sf.
ft. 1568 uaxjuarto om a .-orle de 2004
E outras uaaUas sortas*de 100, *0 e SO*.
Ospossuidorespodem ir receber saiw> respec
"vospremiorseKoi duntos das ieis aa casa
da Fortuna a' ra do Crespo n. 23.
Acharo-se a venda os da 31' parte da lotera
das faailias dos voluntario-- da patria (3") qoe se
exlrihira' na terfa elra M do crreme.
|AB Pre^tf.
Bilbetes.......... 6*000
Motos........... JaoOO
Quartos.......... iim
pesaaas que comprare ie 160^006
para cima,
Bilhets.......... 5oOO
Meios............ 24750
Quarios......... 1*375
Maooel Martios Fiuta.
Novaaeme ehegad.s botas rusftims e paroeiras
da melbor onalidade que temos vi.-i0 i0.a do
vapor r.tia y -va n. 7. '
iiut^uic.
Popel pintado
ais completo e vanada s rtinienio de ppe|
andana S^^-'^enccnira-s/a
Bot!ar!{ _ 34--Rua larga do Rosario--34
Veo.le-se vioho
:>
d^ Ujr.ieaut em. quarlolos
SriT: ~ ^
M
*
er ime-Ua
Pelos ps costura i.n peuelra> 00
na das molestias. "
Resguardai-os duigiodo-vos
45.RH I>irelta 3.
Borseguins quasi Milli beierro___ JiiOO
loglezes quebra tocos..... 6*500
hespaoboes lu.-tre......... 5*000
brasileiros bez^rro.........5*00
para seohora* enfcitidos
no lom___..............
para senhora-*...........-;
< .....,......
preios de..
rairin..................
Sapatts ingleses patente........
americanos.............
francezes de sallo para se-
nhoras................,.,
Borseguia* para ,iwninas enfeita-
do4*e................. 34800
Zapatos aveludados para horneas e
1seD6ura................ 1*300
Borseguins cum la^os para memna. 3*500
Sabios du iraaeas superires...... 1*600
SaMuas franceas para menina-.___ J*wO
Cflfhelfles do Pono a um perfeit, sortimeoto de
sola, cou/-, marroqu, bezerro lrancz, vaqea
curo de lustrq,; como nin^uem ler*' no mer-
cado.
Vende-se uma bnilta rnumbaoda do idade
16 annos, i escrava perita eogommadeira, 1 boollo
moleque uejdade 18 anuos, I eteravo muito ro
buato por 500^1 : na tra+ess do Carmo n. I.
5*000
4*800
4*500
4*000
3*0t0
4*500
3*200
DENTIFBI IOS LAROZE--------
Cif SErtVADOf^'S OS DENTES E GRN-
GIVAS.
elexir DENTiFiucio, para a alvura e conser-
vacao des dentes, curando as dores can-
sadas pela caria ou produzidas pelo c n-
iacto do calor ou do fri.
p BBNTRiFicto, com base de msgnezia para
a alvura e conservado dos dentes, me-
yenindo a descarnadura, provocando o
lartaro de que empede a reproducc.o.
opiato festifm 10, para f< rtilicar as geni-
vas, e Sf conservar sas, prevenir as ne-
uralgias dentarias e as aifeccoes escorb-
ticas.
CUBATIVO DENTARIO HYGIENICO, para cbID-|
bar os de tes doentes, parar a caria e pre-
venir os abeesses as dores que elles
provocam. -
Deposito em todas as pbarmacias e casas
de drogaras no Brasil.
ExpedicSes emeasa r'e J. P. Larose, ru
des Lions-St-Pan, Paria.
Deposito era Penambuco, pharmacia de
P. Maurer 4 C. rna Nova n. 18.
Irrita^ iospuliiioer. angi-
nas to^se, escarres de
sangue, cj'iipo ou garro-
tilho, catabro, rouquid&o
i todas as innumeravei nioleslias que affec^
o aos orgaos da resoirac^o
HAlPAR13vf,8.H
ediante a accao da balsmica
D Joaana Biptista d Azevedo Viaeoa, The-
rezade Jess Azevedo, D. Mara Angelina de Aze-
vedo Tinoco e Francisco Igosc.o Tinoco de Souza,
convidara os seas pareles e pessoas de sua aii.i-
zade.jiara ouvrem misas que se tem de celebrar
na greja do Corpo Samo, das 6 as 8 horas da ma-
nbaa, pela alma de seu presado marido, Knro
runhado e socio o Sr. Jo Pemandes Prenle
Vianna, no da 19 do correle fsabiado) aawver-
sarln de sen MleeimenT... '
Veride-s< am bii b m para carroca '
Mangninho, casa jamo a barrelra daC no
Perbincba gara saakinhas.
a ra das Crozes o. 25, era. Samo
vende-se palha o. 3, muito em conla.
Antonio
- Veo
engomma
nbosto d
rse tres escraras seodo urna penia
. I bonito moleque, 1 negro muito
carn (m(.,a 1 lade por 500* ua trvess,'
PEfTORAL de
vore coja madeira por multo temno^
ba usado no Tampico para a" cura S
ermidades cima mp.nwrm*rf 7.
oem
- Vendem-se doas partes de um sitio, que ara-1 Veodellira
bas fatera mais da nietade do s tio na encruzilha-! nos, assim como uma eir a c, iih"5 !l a-
da de Belem, com baixi para capim, e mullos ar-! roa Direlia n 9 Mrava Ljm h""dades : ca
.--, e mul|os ar-
voredos de frocto: ni roa d > I! ngel n. 33, oj
oa loja de miudeus da ra do QueimaJo r. 5*9.
vraiiw
roa Pirell n. 3X.
I Veode ss a casa terrea n.
I Pr"?re da freguna da Boa-viu
coramo los e grande quii
TQA D. 7
24
Maxirnioo da SiWa jsmao, compra, "vende
e troea escravos, de aabos os sexos : oa ra do
padre Flor uno n. 71. segoodo andar.
- Joaquim Jos Goncalves Raltro, faz sciete
ao commercio oue desde o da do cerreole dea
oleresse no seo estabelecimeoto de raolhads no
largo do Corpo Samo n. 6, aos seas caiieiros Ua
noel Ramos de Oliveira e Jos Goncalves da Cos
ciif iransaccfles di referido e lsbelecimeL ^'.
rav na pt> a r?Mi de.Beli;', OJireira 4 C,
urna balanca oova, com pesos, conclias etc., ^iara
assucar, algidaaflu couro. no armazem da bola
amarelja por baixo do sobrado o, 9 da ra do
imperador.
da ra dos
com inultos
a tratar na raesma
Vende s* um
^er na eochei a do
va, e para tratar, no
aigodio o. 87.
oletem bom e>ia.io : i*ara
rtreols, ua r*a Ni-
e Apollo, prensa de
s rr-
mencionadas. Foi tam-
A' venda as drogaras de Caors & Ba;-
nXJhTr0dC- e diodos os estabere.:.-
meritoa pharraace uticos d imperio.
Deposito gerai em PernamDaco rus t
.'ujtJKeni casa de Caros
T" 1
- Vende-se o paliab-te pbrioguez Elina, en- La", *J*dtu- amt 'f'rna no Barrj ao subir a
irado ha pouco de Li5bo>, de lole de 73 tonelada In^ V,f,ra nmit0 fft**, en poneos
navio novo cnmpleameuu apar^hado, conslra-1. nf?. Popr.iaf" 1,l,l1e" principame : quem
do de eicellenlesruadeiras errado de melal es 2-^^. ''M-se a mesraa para iraiar.
Pinw a turulo mesa 0. el '" Aun-" *R- eriptorioraa da Cruz
D
lil. >
'#
Vtndasenma propriedad^ de trras na iliear
detwraiosilo Tres Ladeiras fregueza de S LUI*
Wfi.) dajfccofiapj comarca de Goianaa, con
pr.pr?cJadr lea cma i.gua de cimprimem., r
meia de largues dhi:!e rom o e0geBh, Com e ,
Baixo. eD2?mi> do Mei -, iaga Fogb o
1upireiMe Orna, :m mallos terrenosproo(
Lr^A^**^ Cilia on o ""'fe
Corroen e lm.
Vcese uma carrea cor. pipa e um Iki ma->
'o oa rne'rm, umi-i n >-.aradamcntt : na ra oa
-jg ~-~~-----. m'-^=~
JjLEGyELj,
L

!


-^ w~"I



>

** '
Diario de rern anabaes gexu felra 18 de anelro de 1867,
*.! IVI
O ARMEZAM
NIAO MERCANTIL
i
XN
>
>

s
.

53 RA DA CADEIA 53
f^SAIOO O ARCO DA COVfEU \0.
Acaba de receber e tem por bartissimos precos
ABMAZEH DE JFAZETDAS
4
OLYMPIO GQNQALVES ROSA
Ra do Livramento n. 14.
O proprietario deste esta be leci ment faz sciente ao respeitavel poWico e os eus amigos
fregoefs, que tem augmentado a sua ottfcina d> alfaiale, e dirigida por am hbil mestre, se encar-
MUSCATEL DE SETUBAL
o mato excelle-ite vinho muscatel por 200
a caixa de duaia e 25 a garrafa. t
CHA
hysson de primeira qualidade a/lfOO rs.a
libra, oxim o que La de aisfino a 34 rs.,
alm destas ha muitas outras qualidades
angica, creme etc., mulo substancial e proprjas para vender a retalhD( qne se'vende
udavel a 6*0 rs cada pacote de 1 libra. de {flm rs a 2(j rg a Ubra#
SALMO E LAGOSTIN
negado altimamente em latas de 2 libras
{600 rs. cada ama.
cocoim
Tacez a 5'*) rs. o pacote, dito hespanhol
gspecial, o me'hor que temvindo ao mrca-
lo a <80 rs.
LATAS DE LINGUIQAS
:on 6 libras emticamente fechada a
t#309, e de barril a 640 rs. a libra.
VELAS PARA CARRO
tm pacotes de 8 velas a 900 rs.
VINHO DO RHENO
j verdadeiro a 2 BORDEAUX
las raais acrediUdas marcas: S. Jalien,
Sant Brion. St. Emilion e St. Esteph a 800
rs. a garrafa e 8000o a daa.
9 EXCELLENTE E AFAMADO
COLLARES
engarrafado da bera conhecida casa deDe-
aut d C* a iOiJOOO rs a duzia.
PORTO
iversas qualidades engarrafado, inclusive o
ass fino que ha n'este genero por 800,
1,5000, i(200, 10100 el5o0 rs.a gar-
rafa.
OLD CHERRY
$ mais superior do mercado a 10500 rs. a
garrafa e 150000 a duzia.
VINHO BRANCO
icellente qudidade, de Lisboa, e proprio
para missa a 800 rs. a garrafa e 80000 rs. a
axa de duzia.
VERMOUTH
mperior qaalidade em cateas de 12 meias
jarraf^s por 120000 rs. e cada meia garra-
a 10200 rs.
: m i)4
CHA PRETO
o mais especial que tem vindo a este mar-
cado a 20600 rs. a libra.
MACAS ..
estrellinhaspara sopaem caixas sortidas de
8 libras por 40000 rs, palharim, macarfao,
etc., a(0 rs. a libra. ^
PREZNTOS
os verdadeiros de Lomgo a 640 rs. a libra 9
560 inteiro.
JALE1A DE MARMEELO
em latas a 800 rs.
MOLHO INGLEZ
diversas qualidades a 720 rs. o frasco.
MOSTkRDA INGLEZA
maito nova a 800 rs. o frasco.
MOSTARDA FRANGEZA
a 640 reis o frasco.
ARENQUES
em [atas a 600 rs. cada urna.
GARRAFAS
brancas para mesa superiores a 50 rs. e a
60 o par.
COPOS
diversas qualidadese tamaDos a 30 rs,, 4(0
50 e 60 a duzia.
CAPACHOS
decores e differentes tamangos a 500.ks.
640 e 800 reis.
BALA'OS
diversos feitios e para compra? desde 500- rs.
at 20 rs ; ditos grandes proprio para roupa
de 30 a 50.
GAZ
o raais superior giz liquido em latas grandes
com 5 galoes por prego de 100 rs.
Jll
EU-S3
cimento por precos mais baratos.
Assira como tem am completo ortiroento de fazendas Boas (as qoaes nao sendo costante pro-
curar as lojas do Livramento) espera que seas amigos e fregoezei o honren) com soa^" presencas,
nis vende mais barato que ontro qoalqner.
aim de seu aeosturaado e muito completo sortimento
de gneros os se?uintes abaixo declarados.
Queijos de Minas.
'negados pelo ultimo vapor a 10600 rs.
Gomma de milho branco
americano.
melhor qne ha para papa, p5o>do-l, bolo.
B4SQIMSRE SEIU HE.TA.
A' loja de fazendas de Augusto Porto & 0.
11Ra do QuevmadoV.
A' loja de Augusto Porto A C. chegaram as memores basquinas de seda
preta qne se vendem por mdicos precos.
Vestidos de moin d Cores para bailes e partidas.
Ricos vestidos de Blond cota manta e capella para noivas.
. Costumes completos de casemira para homens, fazenda especial, sendo
as calcase palitotsda ultima moda.
Bonets de pal ha da Italia parasenhoras e chapeos de phaolasia para bo-
rneas.
Enxovaese vestidos bordados, para bajtkados de 100000 a 30#D00.
Camisas inglezas para homem, peito,^tmhos e cotarirmos de linio supe-
rior. v
Ricas salas de lidho bordadas, bales, espartilbos, meias finas, lentes
bordados, camisas, camisinhas, mangudos bordados para senhoras.
Colxas de seda, ede ta e seda para*camas de noivas.
Cortinados bordados para camas e janellas.
Tapetes para sola, cama e piano e pannos para cobrir mesas.
Bramante, Brilhantioa Miciennes oa cambraia de pafos, fizenda muito
bella para vestidos, silesias, bretanhas, e cambraias transparentes tapada e
de linho.
Moireantiqne branco ie preto, sedas brancas, de cores e pretas, e gres-
denaple de todas as qualidades.
Brins de linho branco e de cores dos melhores.
Neste estabelecimento ha serapre sortimento das melhores mais baratas.
Esteiras da India para for ar salas
ll-Rns do <|ueimad9M
papares.
Vende-se en -casa de Sanaders Brotbft'.s & C.,
no larjo do Corpo Santo a. II, vapores patentes
con todos os perteaces proprios para fazer mover
tres oa quatro machinas para descantear algedlo.
rOT4SS.I D\ MJSS14
Vende-fe poussa da Rusta maito snperlor e de
qnaiMarte a mais pTopriida para o fabrico de
assucar a prec. resoavnl, so arnaiem de Jos da
Silva Lojm 4 0.
GHAMIIE LlQIJ.fA{?AO
nmjV\f\
|i
23 Largo do Terco 23.
Joaquim Simo dos Santos, dono deste bem sortido estabelecimento de seceos
i molhados, faz se ente ao respeitavel publico, tanto de-ta prae* co,mo de fora, que ve-
:ham fazer suas despensas a este estabelecimento para verera a grande .itfferenca qaefaz
oara menos preco, caso fossem comprados em outra quaiquer jjarie. Etodo o freguez
le comprar de 1000000 pira ci a ter o descont de !u*/0 peloprompto pagamento,
?k-se esta gran e differenca por estar-se em liquidbalo.
Gaz americano a 4oo rs. a gararfa, e 90 a lata.
Caf do xio de 1. e 2.a sorte a 2lo e 2oo rs. a lihr A> e a 60 e 70 a arroba.
Queijos de diversos vapores a 204oo, 208oo e 30r ,.,0 ca(ja Ul
Plio^phoros do gaz a 02oo agrosa, e em porca 0 se fai abatimenlo.
Cerveja de diversas-marcas, duzia 50, 505oo, '$ e 7^
Arroz da me hor qualidade a 12o ello rs. ^ |Dra e a 3#4oe e 302oo a arroba.
Pa ?el de linho marca viido a 40ooo a resm' d em pf)rcg0 na abitmento.
Ide.n fin i de marea martello a 505oo e gs a reSfDa.
Vinho das melhores e mais acreditada' marcas a 7oo, 30 303oo e 40 a caada e
*. 36o, 4oo. 5oo e 56o rs. a garrafa.
dem -.raneo superior qualidade a y a ^^ e a 56o a garrafa.
Cha min linho e graudo da melhor qualda(|e a 20, 202oo, 20Soo e 208oo a libra.
Maoteiga ingleza fina, a 10loo ( ^lt0 e i^ooa libra, em barris ha abatimento.
dem raais baixaa 72 >, 800 e' ^oors_ a ibra) era porcio ha grande abatimento.
lerafrancezi muito nova a 40 rs a ubraj e em barriI ha gran(1e differenca.
dem mais baixa a 48), ?
/2o, 56o e 600 rs. a libra, em porgo ha abatimento.
Vinho d > Porto enjarraf ado 'e em barr a 6i0j e a 10 a garrafa.
Alera destes gneros ha out^os miit0s assimeomo bolachinhas de soda a 101oo e
i0alata, choun?as e ge^ iebra de t0l1as a8 qaa|idades, massas para sopa, copos a 50 a
iuzia, s no Consen-ai WQ IarR0 do Terco n> 23-
w /1ACHINAS AMERICANAS
yer* .adelras d fabricaste X. V. Caattoagin C. .
Moinhos americanos p -ra aaer ni I he.
Na ra Nora n. 20 e 22, grande deposito
das verdadeiras machinas americanas de todos
os f brcantes; se eo;ontra neste deposito
grande porCao de machinas, e se vendem por
menos preco do que em outra quaiquer parte,
por se receber em direitnra da America; ae
fornece todas as explicares necessarras ao
comprador para eonservacao das mestnas;
neste grande estabelecimento se eneontra mui-
tos arligos americanos, que muito'deve'gra-
dar aos agricultores que asam de taes rtigos,
eaconra-*e tambera todas as coflecc5es e de-
senhos sobre os quae.s se aceita quaiquer urna
encommenda, qne i-ott promptidlo sert ejecu-
tada ; neste gran !> osibefecimebto, encon-
tra-se em grosso e a retalho, gtande pbrcSo
de ferragens, e raiudezas que se vendem por preco comraodo, pedindo-se a attencSo
de todos para este estabelecimento que moho IncrarSo em fa^or soas compras: na
ra Nova n. 20 Carnern-Vianna.
LOJA DA FRAGATA AMAZONAS
DE
Monteiro Guimaraes.
K. 5 Rna do Qoeimado n, 5,
Os donos deste novo estabe!ecim?nto cbamam a altenco dsExmas. senhoras que
gosiam de usar objectos de modas, para que m dignera vira pass&to a sea establecimen-
10 apreciar alguns destes artigos de novi.iade'ultimamratacli.jgad-is pelo vapor 'rancez,
e que esperara merecer > approvaco do bello sedxo.
A Fragata acaba da receber novo sortimento de sedas de cores, pretas, e bran-
cas, em cortes eem pecas, as quaes pelos sjus elegantes desenhDS e boa qmlidide se
tornam recommendadis.
Loques de madriperola de 18 a 800000 ura.
Laques de sndalo novos goslos.
Chapelinhas de seda e paltia para cok.
Chapeos de sol de seda para senbora.
Ricos cintos bel a Helena (novo gsto)
Cortmad s bordados pira cama.
Colchas de seda para cama.
Cortes de blond para noivas.
B isquines de seda bordados de 15 a 600000.
Cortes de cambraia branca bardados, e oatros muitos arligos que menci-
nalos seria enfadonho.
O tro sim, os donos deste novo est^blecimento se consideram gratos, para cora
todas as Exmas senhoras e senhores, que tem frequentudo seu estblecimento e cada vez
mas se esmeram a fim de bem servir a todos que queiram honrar sen esUhleeimetrto
com suas presentas.
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PREPARACOES FRREAS -MAH6ASICAS
e
- APrROVADAS PELA ACADEMIA DB MEDICINA
DE BURIN DU BUISSON
Piarmactufice, laureado pda icaitmia de ledkiu de Paro
6 eminente professor Trqsseau, na ultima edigio de seu Tratad* de Thera-
peutica'e Materia medica, reconbece que os ferruginosos simples sfio mnias
vezes nefficases para curar as molestias que teern |r causa o empobrec mente
do sangue. Jimios mdicos dos mais distinetos attrihucm esse ni o c-xiio ausencia,
n'essas preparacoes, ilo manganese, que se aclw no sangne, como o tem reconhecido
os chimicos os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro.
' pois, prestar-sc ura verdadsiro servco aos Sr" Mdicos, o chamar-se sna atteneio
sobre as prd'paracoes scguinies.
1 Pos ferreos manpnicps
2o
dando mmediatamente urna agua, acidulada,
gazoza, agradavel, subslitumdo com yaatagem
e economa as aguas*mincraes ferruginesas.
Plalas e Xarope de iodurete de ferro e de manganese inalteraveis
con ten do cada urna cinco centigramos de iadureto de ferro manganieo dicadas
particularmente as molestias lymphatiew, escrofulosas, e as chamadas ean-
crosas e tuberculosas.
Mm de lclale le ferro e de laagaiese I **5Sg*T
Pihuas de carbonate frreo nuaganico I ZZFfESX
alternar estas duas preparacoes d oa mefliores retultados.
0 f Bnrin du Baisson desejando feler a adheso completa dio publico medico a
cerca do valor de saas preparacoes, previne aae elle as pde gratuitamente a su
8{KM.,tilri^nd llv Perntmbuce, a seu agnte geral, Manrer O, pharmaceutico, raa Ifava.
i
I
11 iiiiii 1 un
Yende-ee na Livraria Franceza ra do Crespo n. 9 e na Botica Franceza roa Nova n. 8
^GETAES Aolrimcf)
GRIMATILTAC.-r^Ar.lTlACEUnCOSEMPAlIS
Novo tratamento preparado opm as fotkat.jjb
Matice, arvore do Pffru, para a cura rpida e in-
kllivel da Gonorrhea sem reccio algura da con-
iracco do canal u da inflammacao dos intestinos.
0 clebre doutor Ricord, de Pars, ler renonciado,
desde sua apparicJo, ao emprgo de quaiquer
emtro tratamento. Emprega-se a njeceo no
eamco -de fluxo; as cpsulas em Hdos os casos
chronicos e Inveterados, que resistira as prepa-
racoes do copahu, eubeba e as injeceoes com base
meufliea.
X venda as pharmaclas de P. Maarer*
G. e A. Uaors, em ternammico.
.i. 1 '1.
VeBde-s* can morada ele casa terrea com
areno para sdiOcar orna outra, te 15 pateaos de
frente, sita na roa do Amparo em Olinda : r tra-
tar na roa do Amorim.ti. 36, con Joio Simies
Pimenia.
5^000
cal te Lisboa.
Da raais nova qns pa no ramalo chorrada pela
barca Gratitao : vende se m ra do Trapicho ar-
marpm n. 5.
m arms.eni de faie*is baratas de
Santos Roa doQoeimado n. (0.
yendt-se o seguiote.
Pechinca.?i!
p^gaiflfe cambraia branca (loa con ura peqne-
nn defiOto de eontm, pe" ha*ati-simo preco de
15SUO, 2pVdO, ajWOO e 4j00 re, ajMra detiar
de comprar cambra pr la,) diminuto preco.
>Mft de aigoltf para saceos de assue*>r e roopa de
escrav8.
Vtnde-se 00 eseriptnri e Antonio Ln'n de 011-
wlra Azevedo A '&., |oo boi] escriptorlo rtia da
Cruz n.i.
Aos agricultores
Sanaders Brothers A C. acabam de receber de
Liverpool vapores de forca de 3*8 4caalos com
todos os porteoces, e mnl proprios para faaer mo-
ver machinas de descarocar algodo, podendo cada
vapor trabalhar ate com 140 ierras, tamben ser-
ven para enfardar algodSo on para outro qoalqner
servico em que nsam trabalhar cera aniroae. Os
memos tambero tem a venda machinas america-
nas de 35 a 40 serras : os prelendentes dtrijam-
se ao largo do Corpo Santo o. H. _____________
Loja do Galio Vigilante
RA DO CRESPO N. 7.
Grande e variado sjrtimento dos numero-
sos objectos de apurado gosto que ltima-
mente acaba de cliegar para este bem co-
nbecido estabeleci atento, pois sea corres-
pondeote em Paris o mais habilitado pa-
ra a escolha de taes objectos, pois os com-
I pradores podero apreciar, como sejam lio-
dissiiw)s enfeites de cabeca com cok de
cabello, e sem elle.
S -no vigilante ra do Crespo n, 7.
Bafelte.
Roques com caixos e de novos penteia-
dos.
Trancas pretas e de ceres, e de todas as
larguras, com vidrilbo e sem elle, pata en-
feite de vestidos.
Bicos de swla com vidrilho e sem elle.
Gravatlohas de velludo para senboras.
Gravatas e mantinhas de seda para ho-
mem.
Gravata brancas mnito nas.
S no vigilante ra do Crespo n. 7.
Volti has para meninas.
Voltinhas para meninas.
Palseiras para as mestnas.
Cnrrentes para reloios fingindo cabello.
Riquissimos sintos, fiyellas e fita< para as
mestnas e de outras muitas qualidades.
Riqusimos pentes de taataruga.
Fitas de velludo de todas as largaras.
Lindos enfeites para vestidos, chamados
Xhrisptanne Margante.
Riquissimas flores para vestidos e para
cabeca.
Cpellas com caixos flor de laranja, pro-
pinas .para noivas.
Meias de seda para senhoras.
Ditas para meninas.
Riquissimos chapeosinhos e touquinhas
para meninos e meninas, meinhas e sapati-
nbos de seda para os mesraos.
Lindas sexttnhas e bolcinhas para bracos
de meninas.
Meias pretas de laia.
Lindos aderecos e brincos.
Aderecos completos prcprio¶ luto.^
Lindos pon jotas e port relogios de dif-
ferentes tamanhos proprios para um deli-
cado mimo.
Riquissimos livrinhos com capa de tarta-
ruga para missa.
Aderemos de llores.
Riquissimos aderecos completos, sendo:
voltas, poiseiras, brincos, alfinetes, grampo
para cbelas; tudo i to feito de todas as
flores de ultima moda em Paris.
Cr$iv;itiuhas.
Tambem chegaram bonitas gravatinhas
cot flores, com alflnetes proprias para
meninas e senhoras.
llov Riquissimos brincos e rosetas inieiramente
novida le e tudo de moito gosto.
Tonqulnhas.
Riquissimas touquinhas de linho e seda,
ponto de corx ncamgnte enfeitados e de
muito gosto.
; Fita.
I Riquissimas fitas de chamalote, sendo: ver-
de eamarello, tecido na mesma fita.
guias de ma>-flin
Tambem chegaram as mui desdadas agu-
Ihas todas de marfl, para trabalhar em 13a
e sem corx.
extinhas.
Tambem chegaram bonitas sextinhas de
pama fina, proprias para meninas.
S no Vigilante ra do Crespo n. 7.
Gspelnos.
Riquissimos espelhos grandes e bonitas
molduras propnos para salas ou lojas assim
c; mo outros de differentes tamanhos.
S no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Para os pais de fami'ia:
Verdadeiros
Collares Rover
Electro Magnticos Anodinos
Ou Collares Anodinos, para facilitar a den-
tico das crianzas contra as convuisoes
das mesma, a estes collares nos escuzado
fazer quaiquer recommenda(;3o, visto a
grande utilidade que tem produzido qudles
pais qne os tem applicado em taes circum-
stancias pois nos parece que n5o haver um
s pai ou'mai que por este meio nao quei-
ra por termo a taes soffnmentos de seos
filhinhos visto ser um mal que tanto os
flagela, pois a estes collares acompanha um
folheto qne ensina como se deve applicar, e
vende-se na loja do Gallo Vigilante, ra
do Graspo n. 7, pelo preco de 4(5000, ;J(5
e 6,5000.
PHOSPHATQdeFERRO
IDE LER INSPECT0^ H Ar.4IIEWf0EPARIZ
JRUBEBA
A jurnbeba urna das substancias med-
cunentosas, que pertencem ao reino vege-
tal, e pertepce classe aos tbnicos e des-
obstruentes, sendo empregada com vanta-
gem contra as febres intermitientes acom-
panbadas de engorgitamento de figado e
bago. Ella tem sido applicada com incon-
ttistavel proveito contra a anemia ou chloro-
se e fcydropesia, CBtarrbod bexiga, e aes-
mo para combater a loenstruacao difieil,
resultado da mesma anemia ou chlorose.
Extracto acooHco de juraheba.
Emplastro idea.
Oteo dem.
Tintura idem de idem.
Xarope idem.
Vmho idem de idem.
Pilotas'do extracto dem.
Deposito, pbarmacin de Pinto, ra larga
do Rosario n. iQ.
JRUrtEBA MACHO E FEMEA.
Debaixo da denommacSode juntberMr
nascem nos sitios arenosos do Brasil dous
arbustos do mesmo genero, mas n4o do
mesmo sexo. Ambos crescem com lindas e
froodosas folbas, ambos produaem bagos
gramneos reunidos a'mineira de cachos de
uw?, pendentes de um pedonc^to corto. O
primeiro, isto o macho, perneo menor
do que a fem, apenas cresce at altura
de um homem, tem folbas menores, nao
muito sinuosas, m*s recortadas, com talos
guarnecidos de alguns espinhos.
Nasextremidadesdo? ramos prodnz peque-
as flores como que juntas em forma ;! nm-
hella.de crlactea misturada de azul celeste,
as quaes representan! exactamente nma es-
trella de cinco ngulos e constara de ama
s corla, modelada e como dividida em
outros tantos tringulos, sahindo do centro
cinco estames, u filamentos, de man eir
que ao longe tomar-se-hia por urna flor de
borragem.
0 segundo, mais alto, mais espinhoso,
tem folhs maiores, cobertas de pello pela
parte Inferior, elegantemente guarnecida
de espinhos, recortadas de m verde vivo,
tendo a mesma flor que o maebo, porm
mais ntida.
Ambos, em virtud do uso quotidiano da
medicina, silo bastante conhecidos as phar-
macias. Em verdade, suas folbas e sueco
s5o empreados para mitigar, como tempe-
rantes, e curar as feridas e Ulceras, e mui-
to favorecem a cora deltas. Poeto que as
folhas eraizes tenham om sabor amargo co-
mo a chicorea e a fumaria, todava difflcil-
mente poderiam ser classificadas entre as
drogas quentes. Sobresae principalmente
era virtnde e efficacia, e mais amarga a
raiz, com particularidade a do macho, qne
I consta de partes mui tenues. Por certo o
1 *X)simento deste faz despedir a ourina retida
e appliea-se muita ve com feliz resultado
contra as obstrueces do figado e da prsta-
ta em luar das raizes apperientes.Sua utili-
dade e excetlencia sao taes, que naos pelo?
doutos, mas tambem pelo povo rustico
procurada e contemplada entre os remedios
maravilhosos.
Traduzido do latim de Pisn e Marcorave.d
Admirem os presos
So armaeiQ de tsenlas 4c Suatos
(leelho.
Ra dofcnelMado n. IO
Vt-nfiese:
| Madapolao enfestadu lin > a 93 .1 pee com 20
varas.
Ditos de 11, 75303,8$, 95,105 e 11 a pega coa
20 varas.
Cambraia de lista de duas cores i>ara vestidos
800 rs. a vara.
Baloes de reos para senhnra a 25300, 3S o 35500
Ditos de arcos eo-aruartos de 35500 e 45.
Ditos de murenlina a 45800.
Ditos de arcos par* meninas de 15600 e 25.
Toalhas de linho alcochoadas a 125 a dula.
Ditas p> feltro (pello) a t35 a dtni;i.
Aloalhado adamascado de al^odo a 25 a vara.
Dito dito de liohr a 39 a vara.
Bramante de linho cora 10 palmos de larenra a
2500avara.
Dito de dito de 9 1|2 dito a 25400.
Dito dito de 6 dito a 15200.
Dito dito de 3 l|2 dito 800.
Aluodao entestado com 7 1|2 ditos a 15100.
Retundes de fil preto a 7.
Bournus dt> tfio a 105.
Chales de dito a 55.
Cambraia adamascada para cortinado com O va-
ras a 135 a peca.
Lencos brancos de cambraia finos de 25, 35,
35300 e 45 a (tuza.
Lazinha com flores muito fina a 400 o covado.
Dita lisa d.ta a 480 o covad-o.
Cambraia de linho lina d 63500 a 9-3 a vara
Cambraia lisa muito fina de 35, 65, 65500, 75 a
85 a peca.
Colxas de fostao alcochoadas brancas e de cores a
65000.
Cobertas de chita da India de 25400 e 25800.
Leoces de h mburgo fino de 25400 e 25600.
Ditos de bramante de am s panno a 35-00.
Tarlataoa de todas as cores a 800 a vara.
Moreantique preto superior a 25C00 o covado.
Grosdenaple de dito a 15800 o covado.
F anella >e cores a 800 o covado.
Cambraia de salpicos branca cora 8 Ii2 varas pa-
ca 45500.
Fil de linlio Uso fino a 800 a vara.
Dito dito com salpicos a 900 a dita.
Gaardanapos de linho para mesa a 35503 3 dazia.
Assiid com tambem se eneontra um completo
sortimento de roopa fctia e por medida.
Uto existe aiedieamtMitfl (errnrinoM Uo netavel
coma o Phosphaio de- (em de. Ltras; as snmmi-
dades medicaes de monde inieirv duuurmr.-c
com sollicitude sem igual nos anaes da scieneia.
As cores pal hitas, d&rs de estmate, digescSes
penosas, aneotta, cenvatescencia* diffieeis, idaii
critica nos senhoras, irreautaridade ne mens-
truapio, pobreta do antrue, tymphatismo, sao
curados rpidamente ou modificados per este
excellenie composto. F,' o conservador por nol-
lencia da sande. e, declarado superior nos hospi-
taes e pelas academias a iodos es ferruginoso*
coaheculoe, a iedereto a ao eittmte de ferro,
porque o unico que coavem aos eatomago de-
licado*, que nio provoca constipaco, o nico
tambem que nao ennegrece a bocea e os demos.
Deposito as pharmacias de P. Maure
C. e A. Caors. om Peroambuco.
Francisco Jos Oermanii
RA NOVA N. 21,
acaba de receber om lindo e magnifico tor-
tiento de oculos, lunetos, binculos, do ul-
timo e mais apurado gosto da Garopt e >>a
tos de alcance para observaces e, par i o
martimos.
PASTA XiMK la liFf ilAMA
.' Sto m ikw mIwiow imt.ii4m i*** ijT'jfyf
PicilUd d. UUUu i r-r..?., fr **o" <*
_*-.. *^ a>___i_......___-------------- "

llO'liS
Grande sortimento de docei eccos, crystalisa-
dos e em calda, estrangeiros e oacionaes : 00 ai-
matem da Liga roa Seta n. 60.________________
Vendr-se um sitio na rna de Bem fica com
cass para familia, arvoredos 'Rom terreno ;
trata se na roa do Qoelmadojn. W A, com Carva-
Iho o: Bastos.
Im-
a- vaiMti a* wiiii v r ranev, w ww* --------
phMt d. Ptril, o. q.M. Illa* uil iu.
rtlaoi Mbra wm u mi r*t~ ***gg-
flctel e.nin o. Iilim, **** *"
Oll|Ui tomen 4* ___
RACiHOT DES RABES
UdIi
ailhor tnrnn tu fJw aunlh
p fllllt!
**KS!mHo otd. Mimki tmm tnamnesm h
STKh.. (Possr <* MMafO. -
A venda as pharmacias de P. Maurer *
e C. A. Caors, em Pernamboco. ^________
^ Doces
Grande sortimento de dooos saeoo e crvstattM-
dos e em rada etrantt*iros e nacloMes : ao ar-
mtne da Liga roa Nova a. 60.
ILEGIVEL


Otarlo de 'era^aibfiO *-- Seata felra 18 d* Janeiro de 8b7.
!


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1
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r
Remedios d* Br. J.-G. Ayer n-ltatit
nettaedlo para aez&ea.
*** J eatha r ticas.
O deposito central' para as provincia*
Vernambuco, Alagoas, Parahyba Rio.
Graodoi do Norte, destes remedios fo-fa-
voravelmeote cootoecidos e acolhidr.s en
'odas as partes da America do Su e do
Norte, acha-seem casa de Theod Chria-
tiauseu, 16 ra de Trapiche em
Persa nabneo.
Os precos de *
33,5 por duzia de estracto de saisa-parriltaa.
27 por duaia de peitoral de cereja.
274 por dazia de remedio para sezoes.
7(5 por duzia de pillas catharticas
se eoteodem dinheiro vita, con
o descont de 5 por cento em qoantidadei
de 6 a 12 duzias, e de 10 por cento en
qnantidades superiores a 12 dorias.
mi m mmm
Ra do lueiuiado o. 4, loja de
mtudezas
DE
Jos Bigouinno.
Qmtinoa a quelraar ludo qnanto tem em sea es-
Ubelecimento.
Pares rt*.---paio de tipete a 14280.
Daii/s de peonas de ac maito Boas, a 60rs.
Calas de lioba do gaz, da 30 do vellos a 600 rs.
Mein de liobas do gaz de 40 rs. o tovelloa 700 rs.
Idtnrd paleos de-seguranoa a 20 rs.
Lbdcs de oassa cura barra a 1(0 rs.
Duzia de facas e garios de cabo prelo a 34600.
Massode-palites litado para dente* a 120 160 rs.
Pecas de ntremelos moito, finas a ,500, 600, 800 e
aeoo.
Lwos-das miases 3Bre viadas a-1J500:
Garrafas de agua. Florida veedi,delra. 1:0(0.
Babados do Port de (odas as larguras e lodos os
precos.
Sylabarios eom'eslampas para meninas a 320 rs.
Momento da roupa.de lavar a 100 rs.
Nbvaa carrilhz* papa meninos a 160 rs.
Duzia* de metas nuiilotioas para seohora a 4900.
Ditas brancas e eruas para bomem a 3 e 340O8.
Agalhas I ranee/.as haiao (papel) a 60 rs.
Pares de sapatos de icaoca e tapete a 1*500.
Pecas de litas de la de todas as cores a 600 rs.
Grozas de botoesaa peroelaoa prateados a 160 rs.
Caixts ciin aldoeues lran.-~.zes a 80 rs.
Caitas de 100 eovelopas muito Unos a 600 rs.
Pregas francezes> ris.
Resma de papel de peso branco liso a 24.]
Frasco eom superior ata a 100 rs.
Grosas de pbospboras de gai aJ24Q0O
Pares de botoes de panno multo bonitos 80 rs.
Lintus em crto de SOO'jardas a 100.
Caita de superior linha dp gaz com 50 novelto
700 rs.
Caitas de pos de arroz, moito fino a 800 rs.
Pieeiras de coeta para meninas a 320.rs.
lalnerea para meninos'a 240 rs.
Caita com superiores iscas para charutos: 20 r.
Masso com superiores grampos a 30 rs.
rosas -le peonas de ac ranttb finas a 320 rs.
Souats para menioas a 14.
Peotes cora cesta de metal a 400 rs.
CapaebJ eompridos e redundes a 500 rs.1
Cana* com superior, papal a misada a 606 rs.
Realejos para meninos a nmsm
A PIBUCO
NA LOJA E ARMAZEM
DO '
"ai
Vestidincf ara meninas
, Vender se etogintes veMidrohus para menina,
oe lsinha emito btm enlejiados pelo baralissinw
preco de 2:500, dito egotguio de seda a 3*000-
na loja e armaiem do>pavao na roa da Imperatru
n. 60. de Gama Suva
40
j____
Buir'da Emperatriz n. 60
DE
Ai* SILVA.
O* prorktarios bte grande
Mo no ano pro zana paasado
parte de au fazendas como havlam dwuti'ido'i I.Si \los ProPri09 I
W* naatnio cemiaon- a verZr "inda mais ba- 2*?36 e.d,?8 para cobrtr
rato em virtnde ao abatimew, que fi?51m..m na'?* d. PaTiwro fl*
Baldes baratos
Vende o Pav3o.
Cbegon nm grande sortlmento de balges de ar-
cos sendo americanos que sao os melru res e vh-
dem-se pelo baralissimo preco de 2J(00 34 e
3400: na loja do Pavo na ra da Itanerlria n.
60, de Gama 4 Silva. ^^ Chales de menno
A 100 r8. para luto, rende o ia-L m f* flBi" ** <* merino Uses o.
lrI d"ersas eore.Mend as franjas de seSa a 44OOO
v-a .. 1- Ir ^" Som a8 ,TaDb* de ia 35-500 rs., ditos e-
Vendem-se laaziohas pretas propnas para loto, Umpados muito finos a 54500 Tfioo p 7."00ft di-
- na Us de crpon com listas de ^Tsm*
60,1 mau ordioanos para arabar a J4O00 e ~450O : ni
la1 S *r,nilen> do Patio na ra da laiperatrtt a
1
pelo baralissimo preco de 100 tt. o covado:
loja a armatem do Pari roa da Imperatriz n.
de Gama & Silva
Crochs *
Para cadeiras
Para sofs
Para camas
Para prsenles.
Cbegaram os mais reos pannos bordados a cro-
mo P'oprios para encostos de esdeiras que se
leudo no ano prowao paasado. wm Su I ve^em W*> e ^ d"s Pa eoeasto de sof
i. H-n.,L i ? _?*. 'os proprios para cobrir alroofadas a
presentes a 24500 e 34:
Imperatriz o. 60, de Ga-
ma & Silva.
suas fazendas por occasiaa do balaocn a que oro-
^^ASVJSJZ Novos wsado8_Ppa.de Che-
^-'
1
* ,!f sius Bume**>s froguetes tanto desu pra-
V' mAo m av,u e '"ldo sortimento de
da as qaal.dadtfi de' Taundae, d.sde es mais
modestas tt as de mais apurado luao, Do.se wm
peupao na escoirra dellas, limitando seus lueros
apns no descont. Cnlinuam a dBr htv.xOss
amostra com. penbor, 00 maBda-las por seus cat-
arros em casa das Exmas. familias
CambraUs ll^aa do Pavfio a 3^500,
4d066 e 44800.
vende-se nm grande.sortimenie das inopes
caiLbralas transparentes, tendo 8 varas e meia ca-
*^aC.Ss bara,os Drpc0s d 34500, 44000,
f2f 5*^' Um e 7*^ a pevaTdWs |VS
cosMa com 9 varas cada peca, terdo mais de vara
$>ima 64OB0, flffjo, 80(H) e waGOO-,-ditas
SSS 'i54000' 700 H W*30 : *m+m> com
palmos de largtjra a 14000 e 14280 a vara, sen-
do f>recMo.'aaeos 4. varaspara vestdosi alWden^
i2fnra dlUs pm forro n""U) encorpadas
a apM a peca : na loja e armatem do Pav3o na
ra da Imperatrir n. 00, de Gama & Silva.
Para cama d 00 vas vende o Pavlo
Verjderaise rieos cerfidadbs bordados e adamas-
cados proprios para camas-ejaneJIas pelos-baratos
pre?os de 84, IO4000. 16, 204000 e 254000; su-
prior damaseo de ltenfelfado irmtacM de seda
proprio para cokmas a 24580 o covado : ricas col-
**YiAn 'pB, *,*,ssli> prego- de- 1O4000 e
vre a 16000.
Xa loja do pavo.
Cbegaram pelo vapor do dia 15 do torrente, os
mais lindos cortes de poil de cbvre para vistidos,
sendo fazenda inteiramente nova no mercado, ten-
do esta fazenda bstanle lustre com os mais deli-
cados gostos tanto em listras como em flores solas
e vendem-se pelo baralissimo preco de 164000,
tendo cada corte 18 covados, isto na loja e arma-
tealdO pavo na roa d imperatriz-n. 60, de Gama
& Silva.
Para senhoras
Casaqttinhas a 204000
Vendem*se as mais modernas casaqoinbas 00
basquinas de seda prela, muito bem enfeitadas, as
mais modernas que tem vindo ao mercado e pelo
baralissimo prego de 204 cada urna na loja e ar-
mazem do Pavo roa da Imperatriz n. 60, de Ga-
Ja & Silva.
Aloaea* Haas
Chegoo o mais lindo sortimento de alpacas de
una so cor, preprias para vestidos, e vendem-se
por precos em coma : na luja e armazem do Pa-
vo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os espartilhos do Pavlo.
Vendem-se orna grande e variado sortimento de
espartilhos dos mais bem feitos qie tem :vindo ao
m m gaz
Guagua ao antigo deposito de Henry Forster &
C, na dotroBvradbr, om arregamento do az de
priujrira qualidade.o qoai se vende em partidas e
a retalfM por menos prego do jue em ootr' qnal
traer parte.
wnde -pectMacba dm chapeos aO0 r>.
Vende-se chapeos de palb a imitacao de man-
waproprio para homeDs pe1o*arat,ssimo preco de
? ?*3 0W' lsW'praa8r tta ltija e'tfrfea-
4-Silva- "*-rQa d* ln,PerMriI'D' de ama
PecbiBcba <. madapolBes na 'loja do 'Prto.
Vendem se superiores peqas d madapolo -fino
^corri 24 jarda-; pelo baralissimo preco de 124000,
*m 'de -8JW0O. dltas-de-l^OGO, ditas 64500, garao-
tiodo-se 4erm tollas 30 varas, sendo oito'tm caoda para -os precos cima mencionados, queso
teefea eais-Barato queem outrs qoalqoerpa'rte;
**o-n> ealojae arwazem-do Pavao-aa ra da Im-
segundo.
ival sem
Raa do Une imano n. 4.
Quer acabar com as fazMdfts abaii*
laeHcionadas.
Queirasa vir ver fue bem e baralissimo.
Toalhas de labynntho com bico, fatenda boa
34500.
Carretel* de lioba com 100 jardas a 30 rs.
Gravatas pretas e de-coree tnuilo finas a 500 rs.
Baralboa fraucezes mano finos a 200 e 320 rs.
Calas do oireias de massa muito novas a 40 rs.
Enfladores para esparfilho de cordao e Uta a 6
ris.
Carreteisde lioba Alejandre com 400 jardas a 20t
ris.
Resmas de papel alnnco muito hora a 24500.
Frasco de oleo babosa a 320 e 500 rs.
Ditos de dito higiemqae verde a 14000.
Ditos duofilso a 800 rs.
Ditos de reacacar perola a 200 rs.
Sbonetes tnuilo Unos a 60, 160, 200 320 rs.
Olios de bella muito liaos a 240 e 320 rs.
Caitas para rap com bonitas estampas a 100
Gaitas de palitos a balo a 40 rs.
Miadas de lioba froxa para bordar a 20 rs.
Varas de cordao para espartilbo a 20 r.
Frascos com tinta roa moito boa a 210 e 340 n
Ditos de dita prela a meihor que ha a 320 rs.
Duzia da laceas para sobre-mesa a 44.
Varas de traoja branca larga a 2t0 rs.
Pentes volteados para regacar cabelle de rueuinai
a 320.
Frascos de macaca' oleo muito flew, 1M rs.
Abotoaduras mono finas para Rolletes a 300 rs.
Carmes de linha branca e de cores a 20-rs.
Liora de ara preta superier a -106 rs.
Garlas da ajficeies. franceies com 14 entes
120 rs.
.Escovas par lato, faaenda *oa, a 500 rs.
Grauue e liem sortido triuazeia de woiauVs
Ka a sova a. 60
Sahio ou nao sahio, amabillisimo freguezes? sahio sim ; e se deasoraraos tanto
em abrir a caixinba do segredo, Coi porque gostamose sorpraa e dascoBjectttras. Ab!
Ah 1 Ah 1 como- o smMr deu no gto de muita gente de collarailw empinado e bigode re-
torcido ?1 Quanta iaterprctaco diaila e nsivel soffreu o nosso pobre saAr>?! Multa
veztivemos frutixo -de'riso-00 cantiniio do nosso annazem, qaando vamos que alguemse
encomuiodava com' essas seis negras lenas, qw por algoas dias deram nm-carto ar de
mysterio a urna das columnas deste venerando Mario l Eo entantonada de anysterio-
so havia-, como vedes, no patusco tahvr I sim riamos a bom rir; mas nunca vimos rir
o cavatteiro da Liga porque
Serio e-grave encara -as cousas
Deste mando como sao ;
Verdadeiro, fiel vive J 1
Do commercio a trad-tcfo l ?,erat.r? ^> ^e Gama-^ Silva.
Poisque o so**ra se mostrou qual vinde admirar fregueses, como ao armaiera aJ1,*as^ari,"8efltl0rJl a 4f^90 e $009.
da Liga se opera- a m*is fina liga do bom e barato. Lede e veris a verdiide vind -ois seodTn^B2!,w^M,hiuh*8 cm n,an8uMo5-
confiamos em qwe nao tereis oocasiSo de dner que o vosso dinheiro fei mai mpregado: o o nrerto^^^^^*
nem o vosso bom goeto offendtdo. Eis freguezes e.-.... laivai ^erso. de spooe au 1. rmate do Pwao-na vovaa
Fai'iuha de mllbo Imperatriz a. 60,^ Gama df Silva.
o gomma de milho-branco preparado na A-merica, vende-se S0O rs. a libra, e o da- 'Cwpnbos para^saburr a5l, e-Oi.
dio que comprar delibras vene-se-lbe-baSO. l .. ?8fa1 ""is-deiteafio eorpKibos de.cmi-
mrmiTfl[Nriiiri;c braiaa-ansparente, sendo ricamente enfeliades e
ll.>J.uuia3 iWbLCCts ventera-s pelos-*aratissimos pregas de 54000,4
Soda, Mrzed, Pic-ntc, Francy Cruckeuel, Qenn, Osborae, Gala, a.rrowrote outfaa mutas e 'o*'^0; utos de grosdoapies (weto; sendo ia-
qualidadts a lOO0-a lata com 2 e 3 libras. zen^aiulto superior pelo barato, pre$o de 84000 ;
It, |.jinh.ic ..lu lst0 oaJSja e arnm do Pavo oa ra da mpe-
BblaalWIBS percales triuaiOO, de Gawa (Sirva.
em latas de diversos tamanhos2, 3, 5,8 ibras cada urna e peloseguintesgrecos* A$iQG
2,5400 e 30000. '
Bollniao* om ameudoaa
grandequantidade e cartoe9, bocetas. cawtas fuadas de chumbo, coa asmis ricas rea-
lidades de pao-de-l, bolos, para champanka,
que se tornam enfadonho mencionar.
1J4000 : istoM I ,,a e armando Paveo uTVua lrcado sendo de tc,6s os tamanhos. ndendo-se
da liJfperatrf o. 60, de ama A Silva.
As BidpoaMnes Jo Pavlo a 2800
. v*ode/e superiores orles, de metpomeoes, sn-
ao oda transparente e multo bonita, teodo mul-
los padroes r6tost?oi 7 varas e 'melas cada drte
peto barwtssima.pnecp de-24800 isto paira catar
i IrJSrV iH'5 'a. 60, eGffma-a^Siivjt.
VEINDE-SE
Presotuos de fiambre ja' preparados.
Serveja pellada.
violio ellado.
Manteiga gellada.
Laus cota 3 Ilotas de lityrocas, e fipadoe &olhu moreello?, vin Giros de -ltalas a' 700 rs. coa 1 arroba.
Isto o mai* barato gee possfvet no armaiem
de Guimare? A C-, roa da m^erwriz o. 6.
(Jal de Lisboa,
Caceada no ltimo navio, mais barata que em
outra (jaalquer parle ; no deposito da, ra do Apol-
lo o. 8. ____________________*"
4T1KIM
por Jiica i:i> i'ovroiRA
PRIME1RA serie
tu. 14000.
Urraria Craaeeza
Roa do Crespo n| 9.
Vendfr-ae ama cabrocba da li aaao~ com
habilidades: no pateo do Carmo taberna, a, % na;
e^uioa da rna de Hortas.
Bom negocio
Yeadx se orna armactocom poaco nso, envidra^
eadj. ^--.ipria par* aaUtaer aegecjo, tanaam m
vendru udos os perieneea da taberna, a entres
objectos perteoceQtes ao mesmo est-beleplmeolo
todo p it Kiodico prece : no largo do Carmo o. 9
' '* "t-r i'i 1
Vt udem-se tres carrocas e ara carrinbo cota
bois o en> el lee : na rna-do' laVmlm n.' 21. '
ead6r e
Motorei'araeMeaBos para Aw qavalias, (Uto dito
para quatro cavallos. machinas para descarocar
alaodSo de 14, lfl, is, M, 30j 35 e 40 serras, preo^
(as para enlardar aigodeo meado as saccas eom,
seis {talaos Aaeeitpriarijaaveoa o-pM *e 150
200 libras, vinda tUtlataiBapt. 4* aaer**;o
armazem de Henry Porsler ^.C p CW PtfW 1
n. 2. junto ao pabinete jaortoguez.
da ian*ratri.B.>eo,de.Gacia & Silva.
As saias Vendem se ricas saias nordadas com 4 paneosi
pelos baratsimos preces de 4000 e740C0, asslca
como'azeflda etn oc'ca com pregas preprias para o
mesoio fim a 16203 a vara : na loja e rmarom 4c
Pavo-na ra da Imperatriz o. 60, de Gama &-8ilva-
1-eocos d.seda
Vendem se superiores leos de seda pf lo bara-;
tissime preco de *000ada um.ditos.de renlo
,-brancp, padroes mwdiobos azenda saiio aua a
' 1J560O; ca loja e armazem do^Pavo na ra da Im-
peratrii. 60, deGawa A 8lra.
Atoalifldo
Vender superior atoalbadode algodograneado
com pemos de largwa a 14000 a vara, dito ada-
Granae pectncba em bitas.
Vndeseun-^nMdeHeortmraw-de cbitas en-
rase alegres franeezas peles barates precos de 320,
dbO -a *00 rs., seado cem.es padrees mais boatos
qnetem vindoao mercado com lit-tas e llores eie..
bolltnuos com amendoas, e OUtros mtas el^-;**Mntindo-)serem cores aobas : na toja e
armazem do Pavo na tai. da Imperariz n 1 de
BLftJTEIGA ?ama* Silva.
iSPS in^na%fiTira qaaliile a m:ia lil,ra'idem iagieza boa a A *00a; bBa I 2SK'SS^SJ&tS^LM.
8#0, bOO e 400. dem franoesa a 640 rs. a libra. da propria para -salas pelo barattseimo preco -de
lloees em calda 440 rs. a vara, e compraado-se (ca vendaje a
doces secos e em calda de todas as qualidades, em frascos, potes, caixas, etc etc: yrjgl. 3?5 Iiai|2? ,e mazem eos os mais razoavois possiveis, amendoas confeitadab libra a.
CAF
caff do Rio l'soite 240 r& a libra, 2* sertea 200re a libra, 3* sorte a *60 rs a ibra,
em arroba se far grande abatimento.
Vinho
vinhos engarrafados de todas ac qoalidadea, rainha Estephania a 3^000 a garrafa, BmAo
malodaa ^500 rs. a garrafa, lagrimas do, Douro a 1,9800 a garrafa, Pedro V, D. Luz,
Maria Pia, carcoveilos, bacanaes, boeugi a H50UO rs. a garrara, idem cheres verdadei/o,
25900 a garrafa, idem cheray cordial a lOOO a garrafa, collares* figujra ambos engar-
rafados a 500 rs. a garrafa, idem e 400 rs. a garrafa, ancoreta cora vinho Bordea 11 \
\4nho Bordeara de todas as qoaliaades d 5500 a 295000rs. a.dazia, e en arrafa de a
00 rs. a 25000 rs. Wermontb a 1^(500 y. a garrafa Keooch de waseer a 35k0 rs. Aft-! VSf^ilV^^XSJS^
symtb a 25000 rs. a garrafa. MnosfiBr.airemaa.aiao parda a 34000 a duzia
GAZ *lts al*os ^MHo boa,' gaz verdadeiro americanoa W200 a4aU grande, ^arantindo-se 27 garrafas, e a aO0,rs, *.jm touVfZ. to"*0 Da "* ^a IraPeratr"
gamfa- r BanMa)WO,.iialqja^o,Biao
LerVC|)a lela (la Vendese,booitas barbes transparentes coa,*al-
cerTejagelada em garrafas '/ garrafas inglezas.e franecza. f has, dita* airosas,iazenda omito bom apelo
Paoaaaia a lau-a 5*ra pre5ie 40 "-bonitas lasabap de m
fdll.to e AipiGla drtabos e decores a 4O0,:320 e 240rs., tudo w-
paineo lOOrs. a libra, alpista 4G8 % paioco e alpsta mistutiadDbO ra.a libra: ea> "
porfi se far abatimento.
C ha verde e pretn.
15000, 1550Q, 25000, 25200. 25400, 2560, 28O0> 35000, e 35200; cha verde de
todas as qualidaies, huxim, parola, aljfar etc.,
CHARUTOS B'H A VANA-
regaii brttanaica 4 105 a r a,loniires 125 a caixa, operas, caixa 104; e outras mul-
tas marcas que se iorn uj. c-^fadoabas meoeiona-las.
OHARTUS OA BAHA.
imperiaes, exposigo, normas londimos, guanabaras. suspiras, delicias, parisiences, ven-
cedores, guerreiros, lyricos, quem fumar saberi, para os seguintes precos: 15ooo, !55oo'
25ooo, 259.0, 34ooe, 34300, 358oo, 4aooo; 452oo, 459oo, Woo, 55ooo, 959oo, 65000,
&59oo, 75ooo, a 85ooo.
Velas Stearapa.
permacete 64o rs. o pacle, velas de carnauba de 6 pac libra, 36o [rs. de 44 em
libra, 44o rs. om poreo so far abatimouto.
GENEBRA >wb3o ou victoria i 72a rs. o frasea.
genebma de U0J.LANDA em frascos 56o rs. o frasco.
CERVEJ4-T-E IW-SS
cerveja basa e-tente aiiataila&asqHaldiade, as quaes so Temlom o mai razoavel, como
seja 5oo 600 e Too rs. e em duzia: faz-se-ha granda abatimento. 1
Arroz da ludia,
Ho rs. cada Ubra, em porcia se far grande ahaiiraento.
SABO E SAfM>NETES.
sabio branco com veiag cor de roza^ idem Iwanco com veias azues, saboneta* de urna libra
eada um, sao os sabonetes mais econmicos que tea vmdo ao mercado a 3oo rs a libra.
Sag' evadlaka.
sag' moito QOio a. 24ors. a libra, cevadioba maito nova 4 16o rs. a libra.
CEVA04 muito nova 4 12o rs. a libra.
GOMMA DE ENCOMMAR 4 120T8. a UiVa.
CEBLAS grandes e novas 4 15ooo a olho.
Lata com oonservas.
Cbegon a botica de Jos-da Orw Santo, a* na
Novaa.Si.owdaaairoiarope do eae, ste
excellente remedio efflcaz aa cora; dadeflaxfts.
tases, phlislcas, astbmai, hemarrbaaias de sangne,
paladas, dores: da nelto, palpriaeSiT moetoche,
bronebites, dipepsfa, molestias do flgado e osero-
pbolas rpreco 5**0 aj gurafai e 31 u melas
garrafas.
latas com ervimas portnguezas e fraaeezas, latas com carnes preparadas, passarinhos cni.
tadoa em tata, e salame em latas *,1 ^
fd !'<

Vdiee de gotaba. 'V.
haeonstantemente om grande depositado doce de goiaba em caitOesMo todoaositaanhos.
GtpM, copw.
copos crysUlisados, ditos lisos, ditos de cores, a 45ooo e 45Sco % doria.
GARRAFAS DE CRISTAL. '' 4k '
garrafas de erystal de ferraatos do ultimo gosto.
AMEIXAS.
meixas em latas, em bocetas e fraseos.
Que%fp8 Queijo$.
qoeijos flameogos do penoltimo rapor 4 25ooo, ditos do ultimo ......
chinana-na luja e armazem do-Pavaa na rna da
Imfleratriz.n. 0, de Graadi silva.
*edas aovas
Ka'oja do Pavlo.
Cbegaram as mais m#deruas sedas eom Jistra
para wstidos, sendo coro as cores mais oderna
q ue \w jado o jaetqtf*, a^m C()a, roapena-
ples de differentes^ores como -sejam cor 4e rosa,
aznl, rOxa, or tfe.eaf, cor de Mrio etc, etc. t
ivendem-se.por preco muito em armazem do Pavo na rna da Imperatriz n.4>0. d
(iama &SiUa.
Crinolinas a 35900, 45000 4*500.
Xjhegaram para a loja do Pavo as mais moder-
nas crinolinas oa bal5es verdadeMameote amarl-
canos, qoe sao .os mais bam armados e oais leves
que toa vindo, seodo ce m o formato maw moder^
no oce actualmente ?e usa e vendem-se petos se-
guintes peecos: seado coa Oarcae potSjflOQ,
ditos com arcos por 44000, ditos cooi 4aaraos
a 4*500 : falo f na loja.au^pu do jp na
roa da Imperatni n. 60 deGama 4 Silva.
Sedas largas na loja do Pavlo.
Ubegaram as mais bonitas seaas de cores eom 4
palmos de .largura, seado eom as res adaBoboa
mais brilbaol^s nm vestido com poneos covados em atlencao a lar-
gura, e vende-te pelo barato oree ode 24000 o co-
vado : na laja e armaiem do Pavo na roa da Im-
pe-t/izn, 60 de Gama* Silva.
Oschales do paria a 2wo e 25tt
Veaderfre.e4alaf de edad suispades"
a-l*WO-fl*aJnovi
DUos estn
Ditos pretor I
ta toja araiaumdafevao ni rna "da lnperZ
tnx n. 60 de Gama & Suata.
por om preco muito razoavel : isto na loja do Pa-
vo na ra da Impera-trrz n. 60, de Gama 4 Silva.
Graade peelu pana ua.
Vendem-se superiores toalhas de linho proprias
para mi petobaratisslmo prego de 560 rs.. ditas
a 6461 rs ditas a irnitntao daB felpudas a 800i rs.,
ditas fe pudas a IJi: pecbincha na loja e arma-
iem do PavSo na roa da Imperatrii n. 60.- de C;i-
ma-Si Silva.
eaiiine a S
a lo|a do Paro
Cbepetam os mais lndos cortes desta nova fa-
wnda, sendo transparent3, rom bonitas palmas, e
vende-se pelo HJaratissimo preco de 84 : na toja e
armaiem do Pavo, roa da Imperatrli n. 60, de
Gama & Silva.
Punbos e ge-Robas a !0, 15280 e 15600.
Chegaraar-osmais modrt'n os i puntos eom poli-
urias sendo de esguio de linbo ricamenle borda-
dos tanto brancos como de cores e vendem-se pelof
baratissimos-precos de 14,14280 e 14600, por ha-
ver grande poreo, grande pecbincha : na loj
e armaiMD-do Pavo ra da Imperatrli n. 60, di
Gama k Silva.
Para baptizados.
Venderse elegaoles ?e>u>ario8 bordados para
baptisados, oaloi barati 204000 e 284000 : Da loja e armazem do Pavao na
ra da Imperatriz n. 60 de Gama A- Silva.
"Babados bordados na loja do Pav3o
Vendensse babadmhos bordados com t varas
pelo barato preco de 14000, ntremelos tapados e
transparentes, tendo 3 varas cada peca a 15000: na
jpja e armetem d Pavo oa ra da Imperatriz n.
60, de bama & Silva.
Cambraias de cores
Vende so um bonlio sortimento de camDraias de
cores para vestidos pelos baratsimos precos de
300e360rs. o-aovado, ollas a tria a 800ts. a vara, ditas listadas a 640 e 700 rs.
a vara ; aechincha na loja e armazem do Pavao
na roa-da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Cassa de urna cor s
Veade-ee bonitas rassas de urna cor s com um
pequenetoqoe de mofo pelo baratissimo prego de 240
rs. e covado ; para acabar na loja e armazem do
Pavao na.raa da Imperatriz n. 60, de TJaaa &
Silva. .
- Abales de renda e retondas
Vende se om grande sortimento de chales de
reoda e retondas, seodo as mais modernas que tem
viudo so mercado e vendem-se mais barato que
em otra *}B*lquer parle : isto na loja e armazrm
do Pavaooa roa da Imperatriz n. 60, to Gama &
Silva.
Retalhos baratos
Vende-ee .porco de retallios de chita, las, cas-
sas e efaHMspreia8 por preso barato : na loja a r-
raazem doUavo na ra da Imperatriz n. 60, de
Gama A Suva.
Calcas brincas
Veade-se an grande -sortimento de calcas de
nnm branco de linbo-"trancado pelos baratissimos
oreos de.ysOO, 44500 e 54000, assim com-, om
grande wrnwn*i de piBtots ^apanno preto fino,
sobreeasaeos e-^aceos forrados4a seda, ditos de fa-
sra, sobrecaeacos, saceos e fraiioes, ditos dee-
r.J** calcas de firoira de cor e de todas as qua-
lidaies, assim como om grande soetimeato deeol-
leites de todas as fazendas veodendo-se tudo or
-preces muuo barato* : na loja e'araaaztim do Pa-
vao aa roa da Imjseratriz a. 60, de Gama 4 Silva.
Alpaeas brilhantes a r}|0' rs.
Chegarao as mais liadas alpaeas encastada oom
Se meto palmos de largura cqm os majs delicado-
desenhos tanto de florieha como de listinhas as
sentadas as mais delicadas cores como sejam ly-
rlo, smsento xorde pelo baratissimo proco de ,640 rs.. o coyado ; nqi-
eamente na loja e armazem do Pavlo na roa da
moejatrw a fiO. dn Gaa A Silva.
I iPacbincaa para a testa m ioja do Pavtr.
Vestidos.
Vestidos,"
Vestidos.
A 84000
?Mimre n bonjto sorUmanto dos mais lindos
vestidos com barras lentes eafeues para o corpo, sendo nesle arigo o
ais aaaderao qoe tero vlntto ao mercado, e ven-
dem se pelo baratlasiaie prego deAtOOO cada- uto
'Josde camhraia branca com barras bordadas a
o40bO e 4080 ; na Inja-e armazem do Pavo oa
roa da Imperatriz n. 60, de Gama A'ftwa.
Cortes a 34000 so 0 Pavao
Vendan se o.mais ndqs cortes de cassas o>
cores com os desenbqs mais modernos vindo cada
o* o sea papel e -garantlndo-se termn'7 varas ca-
da um pelo baratissimo prego de 340AC -, na Inja e
60, de Gama 4 Silva.
Sedinhas de lisias a 400 rs.
vende-se bonitas sedinbas celis-ias prrprbspan
IrlcnTZ ,,"*tf'"Ha inpleza' Pelo barau
Parto J^n, 2 C?V,d0 : Da ,oja arBaieai d
Pavo aa rna da Imperatrim n. 60 de Gama A
Filos bordados a fcOO rs. a vara na loja d(
Pavao. *
Vende se Oos de linbo branco bordades proprto
para vestidos pelo baralissimo preco de 800 rs. i
vara : na loja e armaiem do Pavo na ra da Iro.
peralriz n. 60 dn Gama & Silva.
Pannos de linho.
Vende-se superior pannos de linho prr-prio par
lonces, toalhas o seroulas etc., pelos baratissiiaoi
prec. s de 640, 700 e 800 rs. a vaia : bramante di
lioho com 10 palmos de largura a 24.00. 2450O i
24800 a vara; um grande sortimento de Hamburg
ou Creguellas por baratos precos : na lija e arma
zem do Pavo na rna-da Impetairiz u. 60, se G>
ma & Silva.
Cambraias brancas de cordSo a 85f>00.
Cnegaram as mais deliradas caabraias branca:
de cordao com delicadas listas traosi-arentes
vendem e pelo baralissimo preco de 84500 a pe
t na loja e armazem do Pavo na ra da Impi-
ralriz n. 60. Je Gama & Silva.
Na praoa da odependecia
lioja de AranCrs & i.yj-n.
VenJem botinas pretas com laco para senbora
a 14 o par.
Ditos para menino a 34.
Livros em branco de Ham-
burg
\ ende se na livraria Enciclopdica de J B. de
Mello : n rna da Cruz n. 82. completo sortimento
e por preces multo crmroodos.
XAROPB
peitaral duleifictau
DC
SAINT -JEORGES
PrepiraJo por
GBiM.it.-r.-r fo1"
phuiMceuUcaa J 3. A. L
o principe Napoleio
Cara, rpida do las
molestias seguenies :
itsse, eatarrhos, pleu-
resa, coqueluche, an-
ginas, fortes c.ontlif*-
ce$, irritace* du
broneket e de yeito,
brenckile,phk*ica pul-
monar, astma, pnew-
monia,ani)inHs.amyg-
dtiles, tossechronica,
rouquidao. Os mdicos recommeadfto ao mesme
tempo o oso daa escolenles pastilhas peito-
raea oom o auooo d'alaca o laureiro*
carejo, que ae' prepario no Baeamo eatabela-
cimenla.
A venda as pharmaeias- deMaurer e A.
Caors.
Matbues Aiistin & 0~.
Vendem no seta arnaasem, ra
da czala-vrlha n. 106.
Latas com gaz de primeira qual-dade.
Barricas com farinha de milho moitc
nova.
Saceos grandes com farelo novo a &
Barris com pregos americanos.
Para a abertura das aulas
Cartas de A B C, taboadas, catecismo, verdade
aoi meBinos, grammalica e ariihm-tica pr Lastro
Nones, cartilhas, biblia da infancia, cammho do
co, devoto christao, Simio de Nantos, ecoBomla
da vida humana manyres pernamtiucaoos. rearas
mui facis para entender a conlab idade em ver-
sos por Gamboa, jatecl.-mo das verdades catholi-
eas, traslados, pautas, papel de peso e almace de
muiias e diversas qualidades, liso e pautado na
ra do Imperador defronte do convento de S. Fran-
cisco n. 18.
_________________
Na rea do Viga rio n. 19, venderse :
Vinho Moscatel em ancorelas.
Vinhos-do Porto de diversas qualidades engarrafa-
do e em barris.
Cera em velas e irrume. '
Loua em pegas e fardos.
'

Vendem-sc
d. os arroazens na ra de Apollo, e cojos fundos
vo ao caes do mesmo nomn n?. 38 e 40.
Um sobrado na roa dos Guararapps d. 26.
Um sillo eom casa de vivenda, 3 vivnros, moi-
los ar veredas, egrauda proporgo. ua estrada de
Bcleo para Santo Amaro, coolieeido pelo blllo da
Torre.
Todos estes predios acham-se em bom estado.
Os pretendedtes dirijam-se a ra da Senz&la-no-
va n. 42, em caba de S P. Johnstoo & G.
Escravos fgidos
j Toon,,o? M8Pn,fl desde o-dia 33 de agosto
de 186b o mulatinbo Raymtmdo, de 15 annos de
idade pouco maii ou menos, corpo regular ps
raqueos, cabelloi oaslanbos, dent-s alvos e'per-
fetos, como dddo prximo ao pollegar cicatrizado
de sorte que nem Ihe resta a nnha : roga se as au-
toridades poliriaes e capies da campo a sua
apprehensio-peloqoe receberto paga gvuerosa em
casa de seo-sentar na roa do Imperador n. 31
Fiigio de bordo do pa Iba bote Pritutpe, oes-
cravo Baziiie, filbodesia provincia, de S2 annos
pouco mais ou meaos, estatura regular e barbado :
qoem o aprehender queira leva-io a casa do eoa-
Mgnaiano Juaj Francisco da aiva Novaes iraves-
taaa Haiaaa fiwa-a.fi, qae aera*' rentado.
Escravo fgido
Fogio no dia % do corrale oe moleqoe de Bo-
rne Hilario, cor bem preta, rosto redeodn, baixo e
encordado, com calea e j qoea .de nscado azul.
levou uo eavallo coa eaogalba, foreiro, grande'
ma^ro e coma elina e topete corlados : os preten-
dentes condozam o ao engento Carauna, oo a roa
da Imperatriz, ras n. 86.
ou eaaa.urjL
os co vasrjamas- na loja do PavSo
a 54006, MbwO e 34O00.
Caegaram os mais neos oo modernos easaqoi-
nhos onvaaquinas de grsdiDaplesareto ricamente
enfeitado, s>>ndo dos feltiog mais mqder.oos e ele-
-d gantes que dWmamentc cneearam e vendem-se pe-
^ M bato preeos o> 2s a 2# loja ammetjHafiavaonaaoanh liaarpn a. 60,
de Gama 4 Silva.
^ -% bstitos a 33000.
Cbegaram os mais reos eorles da vestidos 4t I
branco primorosamente bordados e enieiudos
br/seaa* Umbem prOpros para ettarhentos e
Leos braacos a %pT00,34000 e 44000.
Vende am bantto aorttmeMo de leos de eav
arajaavaaaaUoe paos teratkatmos nao* U,
Medina *4000
C*earam os mais ricos cortas de vestidos trins-
paraetas d'asU tova lateada Ituitolada roedina eatn
delicadas palmas e batie de seda, lando Uzenda
propria pra vestidos de assistir a baile oq easa-
meotos, (ende cada nm corte 18 cavados e vendem-
se par 04080; tnicamente na loja < amaten do
Pavio aa raa di npertUU o. 60 ae Qptaa &
mua attenco.
Poglo no da J74e, dpzea>brp do anno passado.
de engenho Ba^e da fregoPzia de Una comarca do
Rio Farinoso, o escravo Angelo, crloulo bem pre-
to, de idade de *0 annos, ron os sigoaes segun-
tef ail,n-- sef?, sem barba, tem falta Oe um deote
na frente, pslargos, fula grossa, bonito de fl-
oese anda aaaa#slargos, levou camisa e aja-
dapolao, caiga de brim pardo e chipio da toaeta
pelo este esotavo natural,testa,pr*ca. ^/o, eom-
prado ao Sr Silvlno Goilberme de Barros e ha
certeza qoe ah esteja por ter Irmos : p rtaoto r-
ga-seasaaioMdades-poMMaes, aapttias de raspo
ooanalquer pessoa aua o conbecer o aprehendan
e o leve ao referido eogenho oo a rna da Hoeda n.
V*faado, aa eatadeSr. HaaeM Alves
.geraatrav -
Fugio do eng60oQltuba da comar-
laosa pelos aaraaw procos~35a)0O* oniea- ca de Goyaaoa-oo-dia o dafaaeiro aorrenia,
&8&gftahl!$m'T'SS *** da ha- o escraso Manoel com os signaes seffumtes-
Lencoa bordados a.l^KK)e 1J6QQoa loja do Mmum. ^^fegfilaju; delga^^lo cor
' Veade-ahonHoslencmbos bordad para mp P epernas, ps pequeos D8o mal fe^
pelos Ijartazalasas pweos de 14000'e 44600 cada rend,*1 ?m? venlha- --Wd, barba-
w i teMaraintem do Pavao a roa da impera- do,, tana afilado, denles fiarfoitos, uns ta-
*> mtf'fm4 WW, n x Jbo. de obipvto aaa coelaa, silo ladino e
A varegea do Pavio. peitoso para illudir; o seu senbor Aiteaao
a^TaE^lK-aWasrtr
Pavi na raa da imperatrix a. 0 de Gama **>> qun o capturar ser bem recompea-
SUva. fcsado.
___l^
1
na aaaaaaajaaaaai


J
BMM
8
Diario de reraambaeo Sexta felra 18 de Janeiro de 1867.




.


LITTERATORA.
CONFIDENCIAS
Q lando o anjo da l-ia mocidade
Michamava a dormir eotre acaceaas
No prado dos amores ;
Na ida-Je em que sa sent arfar n) peito
I>jp!a vida que iguala a ciernidade ;
Na estae! em qui de rosas miaba fronte
Comegava a se ornar, e en procuravj
Ver no co destentar ragu"ir.i aurora
P'ra de orvalho banbar as miaas ITire*,
T foste o anjo, a a idiosa,
Qae um codescorljouu para rainha alma I
Nos teus.olnos eu vi surgir a aurora !
Ni pranto que eu previ que elles chorassem,
Vi em ondas cahir o i 0 orvulho I
E .1 lea lodo mire o arcbaoj) linio, .
Qae me vinba fallar de mil perfumes,
Por ealre as nevoas puras de meus sonhos I
* T eras bella,e eu em li fallei de amores I
Eras crianc,e eorubecesle a? face; I
E embora o.peijo le gelasse as formas ;
Km ps, deixasse-ie ora crivar de espiohos ;
N i seio, o fogo de um chorar de estrellas;
ISa fronte, o peso de'marmrea-c'f 6a,
Oa I fresca rosa dos vergelsjlos sajes;
Em li eu via a timidez serena
! i 11 rea prestes arrancar n'um va I
Vera raeu hymoo escutar. farracsa virgen I
Di sse-le eu a emir em miabas faces".
I)o<:e pranto cabir, como as fljres
CU o orvalho. que chn.-a a madrugada :
N'aluia eu tenho um vergel que ti perfuma !
.ni:) fljres p'ra ti, oh I mea anjinba I
T podes desfoihar urna par orna
Sobre a relva gentil 4e leu caminho I
A mocid !*e a varzea florescente,
Q ie verte aromas, que respira amores.
Cultiva n'alma um prado recendente ;
Xo prado, essencias de divinas (lires I
Ser mo^o ter o espirito embebido
\"um sonho de ventura e fticidade ;
Tvr as faces o roseo colorido
Qae tem o co na hora da saudade.
V quao bello se slenla no bonsonte
Esse quadro de purpura diviaa I
Assim do moco na formosa fronte,
Tambera ha luz suave e perigrina.
Sim a estaacla mais bella, a exigencia
lompa samare entre fljres e entre lutr.es I
Vera t. oh l meu amor da aolecaocia,
Mirar estrellas, respirar perforaos I

Quando Dos decrelar ques aossas plantas
Venha um mando rojar se estremecido.
O I t vers eolio comer te encantas,
Teodo esta alma a dizer a leu ouvido :
No imperio da ventara idolatrada,
Eu tenho augusta eVoa, oh vlrgemzinha I
(i-averna os anjos co' essa mito de fada :
Toma um seeptro, C^ru', l rainha I
T me onviste a eangio. T-;rna e mimosa
S.rnste para raim silenciosa,
'Mas oh I teus olhos me disseram : sira t
Sim I le disse inda euTua alma pura
nia chega me dar essa ventura
Qj em comeg), p'ra nao ter mais fin!
Sim 1te disse inda eu-mea anjo lindo '
Qaaes leus labios que eslo p'ra mim sorrtndo,
Virio a se; meus das no porvir I
T sempre a saciar os meus desejos.
E en qual anjo do co a dar-to beljos,
Bjijos, caricias qqe s fazem rir.
,'. i i^airo I Come o .-, oslar pensando
<}ae esloa jarifo de V, Do mel dos labios o Ivino odor I...
N'alma siBtooorrr Uttia fragrancia I
Tantas das ros\s que s l-m a infancia,
Tanta da infancia que s diz amorj
Ah I e-te almo prazer qie-eo sioto agora :
Toda essa la: do um espantar *e aurora,
Oh I vera to a de ti, dos ollr. as I
Da-me essa mi pequea e perfumosa :
D-isa eu o'ells esfolbar de um beijoa rosa...
Depois .. depois... On I n eu aujinbo, adeus !..
Eacartei-m; de t: Trmula e bella
S 'guiste o trilito dos paternos lares *
Rdia I fnsie voar em dovos ares I '
Anjmho Ifosle p'ra os leos brancos cos t
Eu repleto- de tantt l'licidade,
Uirei as nveos, contemple! o espago,
E vim do amor no lnguido cansaco,
Nao creado no poder dos mausoleos I...
Nao, nao cria que a morte ousasse um dia
Talbar-nos do sepulcro o negro manto 1
Nao, nao cia que om dia algn quebranto
Podesse enegrecer taolo esplendor I
Nissas almas que erara duas flores,
Viviriam smeole de perfumes,
Como se fossem dous queridos- nomes
Bebendo tfflavlos de divino amor I
Tua alma idolatrava a mioba vida I
Tua imagem minba alma estava presa I
Ambes viviam de urna s bellesa...
Ambos tiaham smeole um coracao I
Nmsb a; .ro sublime e magestoso,
Pareca que Deas a a f'iicidide
Tioham feito de ns'aeteroidade
Do amdr que fra mais religio I
Ea era Raphael amando Julia;
Era o favonio amando a violeta ;
- Era Romeu sonbaudo Julieta ;
i Era Tasso adorando Leonor I
j Para um dia este amor aniquilar se,
Oh I Cair I Deas oo co precisarla
I De nio ver nunca mais a luz do dia
ioao oo abysrao do f ital negror I
E como ootr'ora, inda boje,
Te trago oo pensameoto I
Os astros do Armamento
Tiverara sempre urna cor f...
Quem v rr.e oeste abandono,
Como quera se cha e delyra
Afflrma que nunoa vira
Tanta paliao, tanto amor I
Amei-te e amo-le ainda
Com toda essa vehemencia
. Que se tem na adolecencia
y'n se adorar urna flor I
Foi louco por ti, sou louco
. Por tua alma peregrioa I
Nao ha nada que diffloa
Tanta paixo, tanto amor.
Pode adorar-se orna virgem,
Como o selvage" ama os ermos;
Como se adora o qoerermos
Ter da Innocencia o pudor I
Que ha loucos... pode afflrmar-se I
Que ba flores... pode dizer-se 1
Mas nunca pode eotender-se
Tanta paixo, lano amor 1
Quahdo o Supremo Architeclo
Tracar-rae o plaoo gigante
ama existeocia abundante
De risos, de luz, de fljr :
No applauso dessa ventura,
Oh I t veras virgemzinha,
Que s em mim se adevioha
Tanu paixo, tanto amor I
Joo Candido.
Um homem senhor de ama veia d'agua
muito abundante. Um visinhoaproveitando-
se da posiQao que a situagio da sua proprie-
dadlhe da^ deU por meio de um dique
a corrente da referida agua e fal-a servir co-
mo motor roda de um moinho. Que ha-
via de fazer-b homem assim legado nos 'seus
djreitos?
A questu simplev ratorquio o
advogado, chame o palife arjf
Um maroto d'esse Com

FOLHETIfl
4SPRIMiS)ESATANiZ
roR
Jules de Saint-Flix.
SEGUNDA PART.
XIV
IGontio-uacao) ?
Talver, repeli o mysterioso nurqoez. Digo-
Uieque a boa venda nao dependa sanio do se-
nhor.
Mas o qae, expliqae-se... Est me fazendo
soar e estremecer ao mesmo lempo.
Bn... nao se enfade. Foi ao sote...
Para armar ratoeiras 7 Ha li muito ratos-
Quaodo, sem querer, dei coa om quadro...
i*' eslo pelo menos dazeotos. Hei da ven-
de los um deitea das todos Jaolos. lias cem ou-
iros va^m baa f natrecenios francos.
Uasba um que ba de vendar em separado,
Sr. Piciar.
Qnal T A flameaga roebamchuda com ca-
fcellos amarellos ?
^ Nio saibor;
Eoto o a da eamieeifa que tem om cor-
do de ooro ao-peseofeo, e aoaeis af> todos os de-
lT.
Tamba nio, repeli o marques. E* este.
B aa mesmo lempo voltoa-se*IUrymuoo*nart o
vlela, collocoo-o em boa dwposici^ de laxfmtO
I
UM POUCO DE TDO.
E' do Sr. J. T. esta poesia.
Sol...
E' triste a noute: nuvens carregadas
Fogem todas, todas apressadas,
Sopra forte e irado o vento sul I
Surgem l de lonjinquos horisonles.
Como a Venus do mar, flores dos montes,
A" la, nuvens brancas, puro azul f
A la pallida, medrosa da tormenta 1
Ciuge-lbe a fronte nuvem pardacenta,
Caminha vagarosa a pezar seu.
Oh I noites de ver5o, noites d'agosto,
Vinae dar brilhos, decorar o rosto
Ao astro da saudade-^flor do cu t
Mas. ella foge, recuou tremente.
Viva das nuvens o lidar (remante,
Cobrira o rosto com seu negro vu f...
E' triste a noite: cerrado medonha,
Ermos os campos, solidao tristonha...
Todo triste n'amplido do cu 1
S ... eu contemplava a immensidade,
O infinito, Deus, a elernidade...
Sol ... eu senli pulsar-me o corac5o !
E urna voz intima, filha d'alma,
Tirara-me do goso u'essa alma,
Desse quadro seductor, dessa ilusao I
Vs ? quera sabe si teu anjo dorme
Ao doce embalo de fagueiros sonhos,
Ou si vergada de vigilia enorme,
Passa os Instantes desse amor tristonhos C
Talvez 1 talvez no s?rrir da festa
Erga-se um vulto de subtis paMores ;
Talvez perdida pelo som da orsbestra
Olvide o mundo, os iiaes amores!
desvia-lhe a agua, e p5e-n ao servido
de um moitiho sera mais qu nem para qul
Que tal esta t Deixe-o comigo; entrege-
me a sua questao, que eu Ihe asseguro que
o tratante ha de ser sovado com um par de
mezes de cadeia alm da perda das cusas.
O lavrador ficou sem pinga de saogue, e
mal pode fallar.
Confie _em rata Idisse o advogado,
animando-o.
D-se urna dund^-replicou o lavra-
dor- que-o homem que desviou a agua
fui eu, e o meu visinho que o direito
senhor della.
Vejamos enlao isso, vejamos isso....
obtemperou o jurista, mudando rpida
menle de tom, e accrescentandologo: Enio
foi vecemec qaem desviou a agua?,
-r- Sim senhor.
Com que fim?
Com o de fazer manobrar um moinho.
Muito bem: o fim justo, e at eerio
ponto desculpa os meios^ E' de farinh9 o
seu moinho ?
Sim.Sr. doutor.
E q logar o mais apropriado para
m moinho, no?
E' o melhor dos arredores.
E tem muita freguezia ?
Vai l tudo pelas moagens, excepto o
meu visinho dono da agua. Pois- se nao
ha outro moinho em duas legoas em re-
dondo Santo Deus, duas legoas; excla-
mou o advogado algando os othos o co.
E' como os governos assistem com-
modidade dos povos 1 Encha-se de -prazer
e de orgulho. amigo; o seu estabelecimento
um estabelecimento de prtmeira necessi-
dade, um estabelecimento rjg utilidade
publica, um estabelecimento de que de-
pende o bem estar dos povos, e ninguem
ninguem I tenha-o bem.entendido tem di-
reito de levantar para elle a garra adunca,
menospresando assim o direito das gentes e
prospjndo a commodidade pessoal ao inte-
resse publico. Curja de egostas e de come-
dores I Deixe-os comigo, deixe-os comigo,
e ria-se de quem ousar erguer olhos de in-
veja'ou m vonlade ao seu moinho, o qual
verdaderamente 'deveri amos ames chamar
um modesto monumeniosinho que o meu
amigo levantou ao progresso e civilisa?ao
da sua trra.
Deixe-os comigo!
Nao se sabe ainda o resultado do pleito.
pelo campo desprevenidas ssust;iram-se jul-
gando por um u omento qae os montes pr-
ximos desabavam, ou se chocavaru onscontra
os outros.
O ruido da expJoslo ouvio-se a mais de
tres legoas de dlstaocia.
No mesmo da cahiYam a cinco legoas de
distancia de Dlanes,.jonto em que se obser-
vou o pbfinomeno, varias aerolitos, on pe-
tribjnaes- 'dras meleoricas, negras, compa -tas, mui den-
q0 ent3o/sas e es"'oriadas.
E' grande, bello, o que reflecte as salas I
E' tudo encanto, sedueces, mentira !
Foge a pureza o brilbar das galas,
E das mil flores o perfume expira t
Oh que incerteza I velar constante,
Paludo o rosto, lacrymosa, linda,
Niob formosa, de gentil semblante,
To alta a noite! pelar ainda ?
Ou nessa hora de tristeza immensa
Cede ao encanto seductor da walsa.
Ella, a innocente, que nao v, nao pensa
Do mundo estulto na linguagem falsa ? t
V>? queav&be si teu anjo dorme
Ao doce embalo de fagueiros sonhos,
Ou'si vergada de vigilia enorme
Passa os instantes desse amor tristonhos!
Um lavrador de York-Shireuconsultou- l-
timamente um celebre advogado inglez a pro-
posito de urna qoesto d'aguas, que a parte
expoz nos termos seguintes:
1
Um jornal hespanhol, diz que no dia 6 do
corrente, s 14 horas e tanto da manh, se
observara em diversos pontos das Auslurias,
e da provincia de Santander um phenomeno
atmospherico dos mais raros e curiosos que
se podem observar.
N'ese dia estava de azul o co ; o sol bri-
lhava to lmpido e puro como nos mezes de
julbo e agosto; o ar era refrescado por urna
brisa suave do nordeste; o thermometro
marcava 45 grus sombra.
Na hora marcada appareceu no co urna
especie de nuvem tranqueada, que corra
com grande velocidade, na direceo de norte
a sudoeste, deixando atraz della um rasto de
luminosa luz, cujas cores era impossivel dis-
tinguir perfeitamente por causa da formosa
jtflaridade do dia.
Passados poucos instantes aquella nuvem
^ dividio-se rebentando, com urna exploso es-
pantosa que retunbou durante oito segundos,
nao interrumpidos, e simultneamente expe-
dio de si urna rajada luminosa que durou
por algum lempo.
As nuvens densas e negras de fumo, ou
vapores em que a nuvem se envolveu depois
do estalido, demoraram a dissipar-se mais
de um quarto de hora.
O eflvito da expIosSo foi tal que varias ca-
sas tremeram, e as pessoas que andavam
Havi-as que pesavam mais de 40 arra-
teis.
Urna que pesa va 40 arrateis, parece mar-
cada por um^lgarismo ou numero 6, que
se destacava um relevo adrniravelmente. Em
um dos pontos do rio Sella julgava-se ter
cahido urna do lamanho de meia pipa e fa-
ziam as diligencias para encontrar (prova-
velmente dev sabir coeia de peixesi).
Todos estes aerolitos foram mandados re-
colher e depositar na casa da cmara de Can-
gas, por ordem da autoridade civil.
D. Pedro Das de Rivera, o nome do in-
dividuo que communica esia noticia ao jornal
hespanhl d'onde a eitrahimos.
Se este senhor se estava divertindo ao
communrca-la, divirta-se tamben oleiior a
lel-a.
%
-se na Gazetia de Portugal:
No relatorio do anno de 4864 apresenlado
pelo ministro dasfmancas aocorpo legislati-
vo belga, encontramos o resultado das cotilas
dos jogos de spa, taes como esto authorisa-
dos pela commissSo-, e pelo mioislro do h~
terior.
Esse resultado nos parece digno de sr
transcribo.
A banca a roleta gaohou, durante os
quatro mezes do exercido 932,923 francos>
eperdeu 404,330.
Fica o publico prevenido de que om dez
parada na roleta ha. urna probabilida-
de de ganhar e nove de perder.
Ao trinta e um gaohou a banca .
4,494;442 francos e perdeu 560,6t)7.'50;
quer isto dizer que, em tres paradas ba
urna probabitidade de ganliar.
Depois de feita a liquidaco, ficou para
repartir pelo thesouro cidade de Spa e os
accionistas a somma de 4,414:444 francos
37 c a saber: para o thesouro 797,072:19,-
para a cidade de Spa 282,828 francos 88 c.
e para aos accionistas 391,743 francos 34 c.
O* 32,500 francos restantes foram desti-
nados, na conformidade do ari. 44 do acto
da concess5o, a trabathos de engrandecmen
to, melboramentc e embelesamento dos si-
tios pertencentes empresa ou explorado
conforme se entender.
Em 30 de julhopassado, Jeffery vai a casa
da sogra, onde estava o filho, e exige a
companhia d'este.
Era um djmingo de larde.
Abre-se com efleito a porta, e assoma por
ella Jeffery.
E' um homem de 30 e tontos annos, es-
tatura pequea, figura secca, apnarencia
Ayanca estava Ha cama, e ao ver entrar respeitavel, como se diz en? inglez.
0 pai cemeca a gritar com as mos postas : I Ninguem julgaria ao-M$r este homem
N5o me leve d'aqufalo, pai ?! .qae elle fosse capas de comnaetter um cri-
tstenao f^.casofe n?o attendeu nem as'me to monstruoso,
lagrimas nem aos rogada sogra. Pegou O condemnado subi ao patiboH) eom
no lho e levou-o. ^ passo rme, nao cessando nunca de tributar
Isto passcti-se em Uotboro. suas oraces a Deus.
yatravessou High-Street, emelteu-- Depois Calcra't metten-lhe -o carapato
a aquellas hediondas ras, que verde at aos olhos, passou-lhe o n corre lio
n'tima
se
vo ter a ^ven-Dial*, o mais horri.el dos ao"ps^we"fl" iTaballiar"VmachinVsmo
m/L- ?wes-. Cheg'"1 dePpJesia a que se oceuluva debaixo dos psdeJef-
uma casa de WMie Lion-street, onde resi- fery
diaocunhado, ao qual pedio l;nca para o'corpo estorceu-se, por momentos, em
*M dormii-coma crianga. horriveis co*ivuls5us; logo apoz vio-sa a
de ueiiary Jeffery tomou o filio contraeco dosfmusculos como se fossem
joemos e ,e-lo rezar. movidos por urna correte-galvnica.
Depois deihu-se com a cnanpa ao la-lo. Estava tudo acabado .. e a justica dos
somno nao quena concihar-se cora |10rnens qcou satisfeita.'
Jeitery.
Um pensamento infernal -revolva o cere-!
bro d'e?te homem, e Ihe fazia \espertar o
somnoera o assassinio do filho I I Quiz
Antes
entre os
'W"
afastar da .dea este sinistro pensamento que pormenores sobre o embarque
o torturava ; mas ba dados esforcos. Aa ni<1>llnoi>sft Qm D H .
Continuou u'esta lula, e afftil ilwel ^ occapacao em Roma ; e sob
comsigo
Hei de matar o rapaz I
Jeffery salta abaixoda eama ebeio de re-
soluto, e diz a cranos que se levante para
o acompanhar.
A irmaa e o cunbado quizeram opp&r-se
partida, mas o assassinoestavainexoravel.
E' preciso que sejas muito m, disse
elle irma, para supporesque u seja ca-
paz de fazer algum mal aesta criauQ. Vou
para o campo com ele ; fcilmente o n)
tornars a ver.
A criarla poz-se a cborar lagrimas, mas o
pai mdicou-lbe a porta da ra, tltzendo :
Merche r
Haviam de ser duas horas da man!i5a, e
noute eslava fra e medonha.
Jeffery mett^u-se em Neal's-Passage e en-
trn s apalpadellas n'uma casa arruinada
exposta por toJosos lados-ao vento. Disse
criaoga que soffreasse a respifagao, e]
desceueora ella no'meio a-maior escurido
um lango de esc a das toscas e escorregadias,
atravescu depois um corredor," tom iu a
descer dovos degros, deu aiguns passos
para diante e fecliou urna porta atraz de
si*.
Accendeu um eoto de vella que levava
na a|gibeira.
A changa deu ura grito medonho.-
E^tavam nJuicaoja subterrnea d& pare-
des denegridas, nes e hmidas, cobertas
d'essaspaslas pegajosas que se encentran
sempre nos lugares immudos; o chSo des-
apparecia debaixo do eslrurae e da podri-
do; no meio oavia urna eisterna deboca
aberta, e de lodo este antro immuiido e
norrivel sahiam emanacoes to infectas, que
a crisme* logo desmaiou.
O assassino relanceou em torno de si.
o paooo verde qae o eobris, e craioa os bracos
miraodoo Sr.-Pictor.
Qae isso T pergaotoa Pictor, examioaodo a
piatura com olbar de sjberba.
Peco-lbe qae olhe para este quadro por tres
minutos apoas.
Ja' o teobo visto, retorqaio Pictor; o pjedo-
obo pastel a qae o seabor to affeigoado. O qae
vejo qae o seabor volta a' til mana. Isso oo
tem valor Meaban. .
Nao tem valor nenhom ? disse Raymundo
oro tanto afilelo. Caasa-m na ter Jado compai-
tio, Sr. Pielor; om bomem da sua intelligeocla,
do sea bom gosto...
Qae mais ? disse Pictor sorrindo-se.
Que mais ? O mais qae nao posso cem-
prehender como qae nao v oeste quadro ama
tela magmUca, ama obra de grande mestre.
Isso ?l exclamou Pictor encolbeodo os hom-
bros. Aposto qae me val diier qae temos abi om
Rapbael ?
O qae Jbe ea digo qae sou bastante honra-
do para Ihe dizer qae temos aqai aa Cwegio.
Tmelo ea principio por am Albano: coosa me-
lhor anda 5 am Corregi I
Pictor mjrc-u 0 marqet com sorpreza e ao mes
mo lempo ioteresse. Julgoa-o enfermo e nio qaii
por isso, contraria- lo. Assim, pegaodo-lhe na mao|
ccresceotoo, para Ihe mudar o cars das ideas:
O seohor sabe poaco, mea querido seabor
Raymaodo ; e nao obstnte o lempo esta' magoifl-
co. Tenho qae sahir,tdm sinto-me n)ui|q caoca-
do. Tem o mea amigo a condado, de k, em mea
ugar, a casa dos Srs. Levy, banqaeiros. cehrar
O relatorio a qae nos referimos, confir-
ma que a parte do estado foi superior em
248,598:24 "francos do anno anterior.
Nute-se mais que cada anno as receitas
augmentan), e em taes proporcoes que os
lucros do ultimo exercicio elevaram-se a
mais de 4,200:080 franoes.
i ni
Diz o Leipzig Journal^ qae um aldeiao da loca-
lidade com perto de 82 aonos de idade, nao que-
rendu levar comMgo para o tmulo om segredo
que possnia para curar as mordeduras dos caes
damnaios, 'publicou urna receita que elle usou
pelo eepaco de 50 aooos.
Consiste em se lavar immediatamente a mor-
dedura a ferida com agua qu&oie e vinagre, e
depois de moito bem emula, por na ferida alga-
mas gotas de acido marlalica (bydrocolorico) qae
destrue a aeco do veneno, e allivia o doente de
deres, e completamente do perigo.
Diz o Tymes que o valor das fazeodas importa-
das para o Raiao Uaido dos panes estrangeirus e
das possessSas inglesas dorante os tres primelros
trimestres deste anno, sobe a til milhojs de li-
bras, oa 954,000:000WOO res I
No aooo passado a diffdreoga para menos, ele-
vou-se 43:000 libras ou 189:000* res.
Os Estados-Uoldos contnbjiram cousideravel-
mente para o augmento qae se nota no rend ai en-
te deste anno.
A bocea da cisterna estava espetado um
't barrote meio podre.
Jefery atou na exlremidade urna- corda
de queja ia munido, tomou a crianga nos
bragos, passou-lhe o n corredio ao pesco-
gi, o deixou ficar o infeliz filho dependu-
rado sobre a bocea da cisterna. E. logn em
seguida oaaonstro apagou a vella e fugio a
passos precipitados do lugar do crkne, iodo
esconder-se era Halifax, onde obteve traba-
Iho com o nome supposto de Samuel M->r-
timer.
Mas a diabo que mal as tece, deixou que
Jeffery um dia em que bebeu vinno de mais,
estenrresse mais alguma cousa a lingua.
certo que em 45 de setembro, estaDdo
ebrio, Jeffery badalou de mais^ a lingua,
descobrio o seu crkne, constitundo-se at
prisioneiro. Depois ainda quiz reiratar-.se,
mas j era muito larde.
Jeffery foi juUado em LoBdres e conven-
cido do crime logo condemnado forca
Mais tarde k> rs mais completase ter-
minantes revelages.
Depois da condemnagao operou-se n'esle
homem a mais completa transformago : j
nao era o mesmo homem ; cheio de senti-
mentos religiosos assistia regularmente aos
officius divinos da capella da priso e gos-
lava muito de conversar com o capello.
S duas pessoas o foram visitar o ir-
mo e a irma, de quem fez as suas ulti-
mas despedidas a um sabbado.
No dia seguinte Jeffery ouvio com muita
atteogo o sermo dos condemaados que o
capello pregou.
Ricardo Jeffrey era um alfaiate da Cily,
casado ba oito annos. A mulber porm
nao poude supportar por mais tempo um
genio to iracundo e cruel, e urna separa
gao amigavelse reabsou, retiraodo-se Jef-
jtfery.para casa da mi, em Holborn, com
urna criancinha.
Udia carta de Toulon publica os seguiates
(h exeroito
sobre a retirada
das tropas do Mxico:
Comegou o movimen'o ; a retirada da
divisao de Roma, e do exercito expedicio-
nario do Mxico est em execugo, por isso
que a> ordens e os despachos se succedem
sem inteivupgo, para se activar a partida
dos navios destinados a esta dupla missao.
O Gomer chegou de Civita-Vecchia s
duas horas da tirde e desembareou esta ma-
nh aqui 4:089 bomens do 8> e vai partir
o mais proroptamenle possivel par* continuar
a evacuago. Segundo as dispesigoes que
se t'jmou, pareceria ac*editar.-se que se trata
de fazer conduzir toda a populago dos esta-
dos do papa.
As tropas francezas a retirar de Civi.'a-
Vecchia formara um euectivo de 400 ofli-
ciaes, e 6:5JO officiaes inferiores e-salda-
dos-,* e para se retirar esse pequeo corpo
do Iropas vo ser empregadas seis grandes
fragatas de vapor:& Gomer, Panam,
Mogador, Labrador, Canad e Ornoque;
dois transportes a 'vapor;, o Seine, e o Vicn-
ne, mais duas corvetas l'Eclairew, que
parti precipitadamente hontem s nove ho-
ras da noite, e QaJinal em esta?o ha dois
mezes.
*
* Se com estes recursos- ficar ainda um
s soldado francez nos estados romanos de-
pois-do dia 45 de dezemoro, porque se
quia deixal-os alli.,,
a- O capitao d fragata Vicary, comman-
dante do Hclamur. foi mandado sbitamen-
te para Civita-Vecchia, para regular oset vi-
co- de embarque das tropas e do mate-
rial, e tomar a direcgo superior das ope-
ragoes raaritimas; mas apenas elle tinha
partido designou-se o capitao Kergris para
o substituir naquellas importaules funeges.
Mr. Kergris parlio boje no Seine,. q de-
ve chegar a Civita-Vecchia doze horas-depois
do Eclairew.
Emfim, s duas horas da tarde^ chegou
ordem para largar para Civita-Vecchia o na-
vio Inir-pide, que deve conduzir (oda a
cavallaria e artilhari do exercito de Roma;
isto uas 500 cavallos, e todo o mate-
rial. "
Isla pelo que diz respeito questo da
Italia
Quanto ao Mxico, a expedig5o toma
timbem proporgoes collo;saes,. que provam
a intengo decidida de embarcar o exercito
de urna s vez.
* Emquanto se fazem estes preparativos,
os navios j armados dispoem-se para partir
para o Mxico.
Estas embarcages sahiro successivamsn-
te urnas apoz outr?.s..
ama letra de seis mil fraocos qae recebi esta ma-
nbaa. Qae diz ?
lrei, disse o marqaez tornando a tapar o qua-
dro com o panno verde, e guardando cuidadosa-
mente o cavallete debaixo de chave.
"Pictor apressoa-se a descer para a loja. Adver-
tira-o o toque da eampaioba de qae atgaem ali o
esperava.
Eofataado velbo I disse Raymaodc quando o
vio sabir; merclas que eu mettesse do bolso es-
tes cincoeota mil fraocos, que assim desprezas.
E pensando no caso vestio o paletot, pegoo na
bengala e oo chapeo, e dlspoz se para sahir.
A's seis horas da tarde tinha Raymaodo na car-
teira dous mil escudos qae devia entregar a Pictor
uo entro da de mauha. J
Como lodo o bomem de probidade, nao senta a
respeito de tal dmbeiro nenhuaa tentagio eoatra-
ria a' delicadeza; mas nio poda delxar de expe-
rimentar eommoCio lrist^,jjoe,o afllgia desde qae
recebera as nous de banco, qo Ihe despertatam
mol amargas recordacdov
Ao contacto do dinhelroassallaramno as aspira
coes a' riqueza, mais ardentes que nanea. Assim
qae tonca a resolacio de eropregir aaqoella
mesma tarde as horas qae Ihe floassem livres, a
inieiligenie, qae dedicara as artes, e mui partico.
larmente a' piolara, admiragio muito conbecida em
Pari.
Nio ple deixar de Ihe palpitar o coracio ao
achar-se novameote naqaella casa esplendida, aon-
de fra com tanta frequeoea, algans annos antes
e em condlcdes bem diferentes. O rico amador
de qaadros, recebea-o eom extrema cortezia, e pa-
receu oio alteotar oa modestia do sea trajo, nem.
oa madaoga por qae passara a sua sitaagab. ; "J
Mea querido marqaez, disse-lh-i elle, dando-
Ibe o Iraiameoto qae Ihe perteacia, agradeco o
aviso qae veto dar me. A' maoha de maohaa, de.
pois do almoce, irei a' roa qae me iodicou.
Tenho qae Ibe pedir am favor, acoresceotoa
pobre marques.
Qual Y Estoa prompto para o servir.
Que oo me trate por marqaez. diante di tes-
temonhas.
Comprebendo pereitameole, disse o honrado
millionaric. Quer entao qae Ihe chamo T...
Raymaodo, e nada mais.
. Pois jeja assim, mea querido Rayaaodo
Mas ae atravez da sua modestia deixa brilbar o II
talo, a colpa 6 nicamente sua. At amanha.
E separaram-se eom eordealidade oio iafarior a
Na noute de segunda para terga ferro, era
quanto se armava o (cadafalso ao lado de
Newgate, comegou a afluir a turba buscan-
do aquillo que se chama urna boa conve-
niente posigo : pde-se avahar sem exage-
rag=o o numero das pessoas que assisliram
ao lgubre espectculo em 20,000.
As 8 horas precisas, o dobre fnebre
da priso, annuncia ao condemnado que
ebegada a hora fatal.
Toda a missa dos espectadores deixa de
se agitar em todas as direcgSes; segue-se
um silencio de morte, que domina esta tur-
ba at alli to tumultuosa e inquieta.
mui seguro de si mesmo para fazer segunda vidla
a Lacy T Turnia ao lembrar se de qae se poderla
enamorar daqaella Joven, de qaem Jurara fogir at
o dia em que Ihe fosse permiltide ama-la sem pe -
rigo. Por entao traiava de recuperar a sua forta-
na. Raymundo nio se jolgava ecm direito a ex-
por aquella qae vivera rodeada de luxo, a ser com
paoheira de om bomem empobrecido.
Nio anda qae me cnste o roorrer de pezar,
nio coofessarei a minba triste posiQio, e moito
menos irei expd-la a participar -da minba migeria.
Viva feliz se pode, independate, se sabe resignar-
se a mediana com o pequeo legado qae mioba
mai Ihe deixou. Quanto a mim, se algoma vea
peotasse em casar com ella, nio o faria seoo no
dia em qae podesse dota-la eom lodos os bens qoe
perdi. Pobre Lucy I accresceoioo elle, nao fti
poaco ea ter valor para Uncida la acerca da posi-
go qne occapava em casa da Castellao I Era tio
feliz a pobre creanga no meio da epaleoeia, cojl mtoicipal....
A rainha de Inglaterra deu o-titulo de ba-
ro ao Sr. Sampson, um dos que cootribui-
ram para o estabelecimento do cabo elctri-
co transatlntico.
Sampson muito estimado na Inglaterra
pelos grandes servigos que tem prestado
sciencia.
A rainha Augusta, da Prussia, envin aos
eclesisticos que acompanbaram o exercito
durante a ultima guerra, urna estrella rica-
mente bordada com a inscrioco Deo Gra-
nas.
infamia Ignora va I
Ae passo qae raciocinava deste modo, chegoa ao
Palais Rjyal, e comegoa a percorrer as galeras,
qae aqaella hora eslo aiulbadas de passeantes, e
de esirangeiros, bavidjs de contemplar a riqueza
das tojas, Raymundo paseava com bastante des*
dem por dianle daqaella exposigio de todo o geoe-
cortezia com qoe liaba tornado a verse. Rayman-
tratar seriamente de am assamp'to, qae Ibe delxava do voltau alegremente para casi, cujo caminbo ibe ro de objectos, o qu-l mats rico, e de melbor gosto
entrever am talara laminoso. | parecen naqaella Urde semeado de rosas e povoa- quando vio a tres passos de distancia, parado dian-
0 marqaez jaigara ver Je' o sea egregio orna- do de Hs)s5, risonbas. le de am mostrador, urna pessoa qae malte conbe-
do eom ama moldara msonlflea, e colroeado oo lu- Mais de urna vez leve Impulsos de ir a casa de cia. Este persooagea era Babolim, my.terioso
gar de honra di sa.a de um cmpralo? opulento. Lucy, mas resisti sempre a' teolago. Resolvere companbeiro do Sr. Rodrigue.-.
Erama viaj queo deslarabrafa. I oo tornar a vela em quanto nao livesse mudado E' elle, exclamou -Rayman!- ao ver Babo*
Assim, pois, pelas seis boras da Urde dirigise de (orluaa, por que muito se empentaava em qae liaj o qae eu dejxei fecha lo no subterrneo
pnce Veoaome, onde eeeheeia (ui railltooerio'ella Ignorasse a saa pobre. Alm dfsso estava qoaodo se lembeoo de me cortar a retirada. Co-
ohego-o pela enorme cabega coberla de pello rnivo,
pela desigaaldaie dos bomtiro?, pelas faces de per-
gaminho, e principalmeole, porque segundo me
disseram gastrnomo, pela votaptaosldade com
que esta' admirando o mostrador de ama crsa de
pasto.
Ao acabar de assim fallar para^aomsigo mesmo,
vio que Babolim se dispunha para entrar na casa
de paslo, resolvido a regalar o estomago lautamen-
te. Eram cerca das sote horas da tarde.
O marqaez, adivinbando a Intengo do goloso
Babolim, esteadea o brago e poz*lhe a mao no hom-
bro.
Babolim voltou-se irado, o ao ver se em frente
de om rosto qoe coohecla demasiadamente, come-
gou como qae a gronhir.
Nio me conhec t pergonloa o marjaez.
Iloilo bem, responden Babolim com am sor-
risonorrivol... Delxerae om paz ea chamo om
O que I Pois havla de fazer semelbantd cou-
SaT Que o Sr. Babolln entre oa casa de pa o dos
Proveocaes, onde se Jaota perfeitamente, compre-
bende se, gastrnomo, e em dmbeiro qoe poaco
Ibe casia a ganbar; mas qae se lembre de conver-
sar eom na municipal, sea qae teoha para isso a
menor rulo, davido-o.
Acho moito extraordinario qoe me e*ge isso
retorqoio Babolim. Qoelra deixar me em paz...'
DeUe-me, ou chamo...
Qaem qae chama t ontioooa Raymaodo,
a pol ca T a jnsliga ?
chamo, mas om municipal.
i_______'_____Continuar te-h)
TYP..DO DIARIORl A DAS CRUZES N. iC!
i


i

-V


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